Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09457


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Full Text

fll IIITI. SOMERO 229.
Por tps Mezes adiaotios o$00.
Pop tres mezes vencidos 6$000.
FEIR $ SE OTDBRO DE
Pop anno- adirolado -19$000
Porte fianeo para o subscritor.
I l'AllliUA UU3 LUlUlhla.
t\'.:Ai:v:viAUS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE "inda todos os das as 9 1/2 horas do da.
iguarass, Goiaaua e Parahiba as segundas
Paralaba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Marauho, o Sr. Manoel Jos Martios Ribei'
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes dn
Moraes.Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronvmo da Cosa.
esexlas feiras.
^ S. Anto, Bezcrros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Gtiranhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazrelh.Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Orrcury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhenv, RioFormoso.Una, Barreiros.
AguaPreta, Pimenteiras eNalafquintasfeiras.
(Todos os correios rrartem as 10 horas da manli.i.
EPHEMER1DES DO MEZ DE Ol'TIBRO.
7 O'iario.minguante as 8 horas e 45 minutos
da tarde.
14 La novaaos 17 minutos da larde.
-1 Quarto cresceule as 11 horas e 51 minutos
da manh.
29 Luacheia as 4 horas e 30 minutos da larde.
PREAMAR DE HOJE.
Prinaeiro as 7 horas e42 minutos da minha.
Segundo as 6 llorase 6 minutosda tarde.
AUDINECIAS DOS TK1BUNAES DA CAP11AL.
Tribunal do cotamercio : segundas e quintas.
Itelaco : tera9 feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primer* Tara do civil: tercas e sextas ao meio di,
Segunda vara do civel; quartas e sabbados a um8
'""a da tarde.
E
Govsrao la'provincia.
EXPEDIENTE 1)0 DI* 29 8E SETEMBllO DE 1860.
Officio ao coramandante superior da guarda
nacional do Recito.Rcconhecenlo-sc pelo do-
cumenta junio ser escraro Benedito Vicente, que
se aclia quiliflcado na 3o companhia do battlho
n. 3 de intentara da guarda nacional de^t-i mu-
nicipio, dando esse fado lugar a que fosso ello
considerado livre, e no caso de ser recrutado co-
mo fui, queira V. S.. verificando-sn a ideotidade
de pessoa maridar eliminar o referido Bouedilo,
e providenciar para que se nao d o abuzo de
serem alistados individuos, que nao o devem ser
como o do que so trata, devolveiidu-me o- refe-
rido documento pira serentegue a parle.
Dito ao mesmo.Ao offlcio do V. S. n. 151 de
1'ofUria. presidente da provincia, sob pru-
posla do chele do polica de 28 do correnle, ob
n. 1297, resol re noinear Francisco das chags
Salgueiro, para o cargo do delegiJo do-dislriclo
de Olinda.Fuoram-se as convenientes commu-
nicacoes.
Dita.O presidente da provincia, sob propostn
do chefe de polica de 25 do crrente, sob o.
1280, resolvo nomear Joo Mauool de Barros
Wandcrley Lina para o cargo de Io supplcrrto o
n Fructuoso Dias Alvos da Silva para o do 2o
supplenle do subdelegado do districlo de duas
Barras, 2 da freguezia de Serinhem.Commu-
nicou-se ao chefe de polica.
Dita. Os Srs. agentes da companhia bvasi-
scguiuio coinmu-
ngio ao govornu da piovtucia
nicoco :
lllm. o Exra. Sr.*Em cumplimento d meus
dineros venho expor a Y. Exc. os fados subver-
sivos que infelizmente liveram lugar ueste cida-
de oo dia 8 do correnle mez, por effeitodo so
proceder eleicao do vereadores c juizes de paz,
. na ivnn-
im t que
supremo grao de autoridade que
exerce posso remediar os males presentes e os
que por ventura tiverem de seguir-se.
.Como juiz do pf&jatU votado invoque! os c-
de que fui leslemonha, mo grado meu,
nada e'axacosa idade sexagenaria, al
V. Exc. com o
dadlos que deviam "c6mi go formar a mesa para-
este districlo no corpo da igreja matriz "?s
v
J
io para passagei- commendador Antonio Vicenta da Fonloura, oj-
oso Ferreira dos ronel Hilario Peroira Fortes c Dr. Jos Pereira da
chial d
leira de paquetes a vapor mandem dar trans- i 10 horas d da 7, o ah por votacao sahiram elei-
potte para a provincia do Par, no vapor Cra- \ los os.cdadoos brigadeiro Jos "Gomes Portiuho
sero do Su/, em lugar destinado
ros de oslado, ao lenlo Jou loiieiiu uos rwuei nuariu reroira rones c ur. Josc rereiro Oa
Silva Goularle
desempenhar

2 do correnle respondo duendo que a recrutado Antonio F.uzebio da Silveira, j com despachos DO di.v 29 de setembuo.
praca no exercito, s delle podo ser dispensado' Requcrimentos,
piovando seneoo legal, e tal nao a que se ; .,17<4Antonio do Paula Fernandes Eiras.
allega. i Nao lera lugar o que^ requero supplicanle, visto bre alguna appareceram ligeiras duvidas por cou-
Dito ao conimandanle do corpo oe policio. I'10 ao sou privilegio nao se oppe a portarla, I sa do nornes diversos de quo usam, e sobre
Pode V. S. mandar engajar no corpo de seu com- concedida a Joaquim Francisco de Souza Novar- identdade de oulros, poriu ludo islo sem icr-
mando o paisano Crispm Gomes da Silva, qui- it0< contra a anal reclama. turbaroo da orden), nao obstante O grupo de pova
foijulgado apto para o ser ico, segundo eoiistj .l~*e 1776Joaquim Manoel de Oveira e, que cercara a mesa, c que nunca.pude arrcdar.o
'"ilva e Luiz Cyriaco da Silva. A'vista du iufor- assim se proseguio por iodo o da, oceupando-nca
lOfao. nao lora lugar. com a chamada do Io districlo, um suppleiiemtc
1117Bacharel Ju.io Hircino Alves Macel, '
Juiz municipal do termo de Goanna. Dirija-se
da thesouraria de fatsudo quanio ao que for re-
lativo ao excercicio correnle : e quanto ao que
!ic.;'nc'S t,:'ra Perl'eirar o crime premeuilado oo
*p reffl chefes do oulro partido desde
nueconnecessem que pordiam as eleicoes, cerle-
LTn "veran' lo desde o principio da votacao
SDtr!Ze.r0e,eedB,a5 Wapresen.avHm seus
l*?. SenJo porm de 'mentar que nf.o
r * rnnc,o,.m "" dcMe3 chef,s- q'-, can.o dis-
se, conseriam a sua gente armada.
ln"n !!7,rl d0 occt,r''do, creio ler cumpri-
Vrt?!* ***? csPe"ndo que V. Exc. provi-
dencie a respeito o que athai de justica reslan-
do-roe assegurara V. Exc. que a urna se conser-
7f?na"i .Cla C SPni a n,nna violacao al fazer
que\,tno"fS ZS2im?}*}L'i?. .mc.fubt1ri!.ui _!
abosou da lei e dos direitos individuaos dos ci-
dadaos seus contrarios, falso, lano que depois
desles horrores, por ellos mandados
DAS DA SEMANA. '
1 Segunda. Ss. Virissimo, Mxima e Julia irs.
2 Terca. Os Anjos da Guarda, S. Leodegario b.
3 Quarla. s. Candido m. ; S. Haxknirao b.
4 Quinta. S. Francisco de Assis fundador.
5 Sexta. S. Placido o seuscompanhoirosmm.
6 Sabbado. S. Bruno fundador ; S. Hcrolliides,
7 Dnininco O SS. Boiario de Knssa Senhora
ENCABSEGADOS DA SUBSCRIPCO NO SOL.
^ Alagos, o Sr. Claudino Falc5o Dias; Bahia,
Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, o S.
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBLCO.
O proprietario do diario Manoel Frgueiroa de
Faria.nasua livrarla praca do Independencia M
o e 8.
vivas ao
. ----1-----------" M "-'..I" MldltfJI. I.1,
liluicoes garantes da nossa liberdade. com
procura fazer volt
dos; sem todava
prolicar, fi-
;, .po lomando assento^assaran a caram desamparados dos seus proprios, ficando-
asuncces complenos, depoisde, lhos seus assassinos e libertos que os suardam
concluidas o assignadas as setas. como todo pode verificar V. E*c. por intermedio
Procedendo-so u chamada do- votantes. SO-j doSr. Dr. chefe de polica ; sendo lao claro e ma-
nifest o plano por elles premedilado de mala-
do aileslado que'acompanho o olicio
desta dala n. 409.
Dito ao mesmo.Mande V. S. epresentar
As 5 horas da lardo ao Dr. chefe de policii urna
torca de 20 procos do corpo de seu coinnnudo
pora umo diligencia fora dcsta capital.
de V. s.
boje I
Dito ao inspector da thezouraria de fazeada.__i Jii respeilo ao exercicio passaflo espere que baja
Transmiti a V. S. para os fifis convenientes as ero nj
e parle do 2" districlo.
Duas parcialidades polticas se disputaran]
ueste lugoro Iriumplio destsseleicoes,arabascorr
diversa denominaro, Santa Lusiat oSaquare-
na* ; aquella lera por cuefes o commeodadoi
no.
Fortuna e brigadeiro Portinho, e esta o Dr. Pe-
contas documentadas desbezas feilascom o nos-1 1778 Jos Bernardo Michelis Espere por | reir Goularle, coronel Hilario Fortes e Felisberlc
pital militar desla Kuamtcao, durante o mez de I Crodito. i Machado de Carvalho Uuriquc, qiTe do parle a
1779Joo Valentim Das VUclla guirda lio I parte se esforcavam para vencer.
consulado geral. Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
1780 e 1781Luiz Antonio do
Manoel di Pieda.de. Informe o
de polica.
1782Manoel +lstanislo da Costa. Ditja-se
a thesouraria de fazenda.
1783 Manoel Joaquim do Nascimonto. Re-
Nascimento e
Sr. Dr. chefe
ITbManoel Alvos Guerra. Mostr o BUppli- cisco Antonio Pires, que se
agosto ultimo, e cm assim por copia o parecer
da junta militar de saude quo eximuiou as ditas
conlas.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. abonar oo pro-
curador do copiaa do 1 bifalliao de infamara
Antonio Jo^ dos Passos, a preslaco mensal de
25~O0U que este pretende consignar do seu sold
nesla provincia, como declara na peticio junta.
Coramunicou-se ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.Devolvciido a V. S. os docu- lllieira com lilul da ulvida a
menlos, a queso refere a sua informaefio de hon- fazenda.
I tii, sob n. 1015, o autorizo a mandar pagar o
aluguel da casa, que serve de secretaria do com- cante ler pago o foro conctruenlc ao exercicio.
mani superior da guarda nacional des te muni-
cipio relativamente aos mezes de julhn a agosto
deste jimio ; Qcando o dos mezes de Janeiro aju-
niio para ser satisfeito quando houver crdito.
Coramunicou-so au commandante superior do
Recite.
D.to oo mesmo.Sirva-so V. S. de mandar1
entregar, no caso de ler viudo, oo commandante
do vapor Cruzeiro do Sul par3 ser enviajo ao
Exm. Sr. presidente do Cearfi um caixo, que se-
gnndg consta de officio do txm. ministro encar- i
regado dos negocios do Brasil lia Grai Rrelanha
de 8 do correnle", sdU n. 12, [o remecido a osla
provincia contendo instrumentas geodsicos para
nzo d commisso scientiGca incumbida de ex-
plorar o int-Tior do Brasil. j
Dito ao Sr. Jou Salvador dos Sanio?, pres-
deme do comara municipal de Caruar.Decla-
ro a Vsac. em solugo o que consulta em seu
cUicio de ii do correnle mez, que nao sondo per- i das. que sao Irnzidas ao conhecimento do mesmo
meltido os cmaras municipae, por motivo al- coronel, por intermedio dos senhores officiaes de
gum, entrar na apreciacao d[a moralidade das
Achava-ee pois a mesa representada por am-
bos as entidades proeminontes dos dous partidos
o pfesidida-por miin, que me ufano de ler side
bem aceilo por ambo?, e por ambos respeiludo nc
exercicio de minhas funecoes, sendo prtmlo dt
esperar que se terminasso ludo sem alguma ou-
tra oceurrencia ; mas nao succedeu assim, por-
rem os chefes contrarios que basta ver que da
porte delles nao /ionre um ferido ncm contu-
so, porque nao foram aggredidos.
Dos guarde a V. Exc. por muilos annos.
Cathoeira, 10 de selembro de 1860.- Illm. e Exm.
Sr. coriselheiio Joaquim Antio Fernandes l.eao.
O juiz de paz, Tristo da Cunha e Souza.
O Comi do Sul de Porto Alegre exprime-se a
respeito das mesmas oanurrenrios nos seguinlos
termos :
Infelizmente verdade : o sangue corroo na
rgrejn da Cachoeira, a casa do Sr. esl interdicta,
e os bros da nossa altiva provincia manchados
com urna nodoa sangrenta c um allomado v|.
tf Infelizmente verdade: o Sr. conimendodor
Fonloura, um dos negociadores da pacifica{io de
185, aquello que mas se dedicou o essa obra
sania, que pora o realizar fez maior-empenho, que
pz em jogo todos os recursos da sua influencia
pessoal, do seu prestigio, da sua popularizado no
meio dos republicanos, jaz quas moribundo, gra-
vemente ferido s maos de um sicario : e em
que no da 8, reunida a meso, o comocju.lo o.si volla do seu U-ilo oncoiom umo esposa ouesede--
hesourarid de trabalhos pela chamada dos
ERRATA.
No oflicio da presidencia ao crig.'nheiro Jos
i Mamede Alvos Ferreira honlem publicado om
i vez depolo relardamenlo que houver digo-se
i pelo relardamenlo que houte.
i __________
COMANDO DAS ARMAS.
> Quartel du cumulando das anuas
em Pernambuc, na cidado du
Beelfto, ::( de selembro de 18GO.
ORDEM DO DIA N. 23. *
O c iroii"! comnao t.mlo das armas so ha visto
na dura necessidade do mandar prender a qualro
senhores olli.-iaos por faltas de compirecimento
n i parada diaria do guarnico.
Ouiras faltasteem alguns commotido as guiar-
) ligeira duvida acerca
io Pires, <
Franciscc
c Kenezes negar-lho o d-
eieiQoes^obrc ludo no apuracno e ex'pedigo dos
diplomas", como esclarece o aviso de 7 fi feve-
iciro de 1849, deve a cmara biuuicipal do Ca-
ruor apreciar pela maneira [prescripla no ari.
105 da lei de 19 de agosto de|1846 lodos os vo-
tos inseridos as actos dos eleicoes de ju'z de
paz e Toreadores da freguezia de Quipap deste
termo, nao obstante constar-lhe que compareccm I
a essa eleicao um numero de votantes muilo in-
ferior ao que consta da respectiva acia por in-
formacoes lidedignas, que nao podem Iludir f !
das declaraces da mesa porochial.
Dilo ao juiz municipal supplenle do Buiquo.
ro do malor.
Faltas continuadas praticadas por officiaes, que
devem sor os primeirosa zelar a sua reputaran",
o a dar o excmplo aos seos subordinados, deno-
tan! afrouxamenlo dos lacos disciplinaros, que
convem estrenar no ma.issubido grao : pora que
o servido so faca com a regulardade de que de-
mandam as conveniencias publicas.
O coronel commandante das armas, oxproban-
do ess'S (illas, tein por fim
Officiaes desla guarnico que
songeiro, que ellas se nao roproduzam, evitando-
Ih o dissabor de mandar proceder contra aquel-
los que, esquecidos dos seus deveros, se afasta-
AO seu ollrcio do 12 de agosto ullimo respondo rom da linha do conducta, que Ibes est trocada
declarando quo os animaos sem marcas ou sig-
naes, cujo dono se nao podo determinar, deve
considerar-se bous do evento nos termos do rt.
: dp regulamenlo de lo de agoslo de 1858, que
junio Ihe remello, e art. 4i decreto.n. 100 de 9
de maio de 1812; e o proces-o a seguir em loes
cosos dos arligos46 e seguimos do ultimo dos
regulamenlos citado, pon o liui de recoll
* il.... _..-:________:__,____.....
pelas lea e regulamoutos mililares.
Assignado.Jos Antonio da Fonceca Galeo.
Conforme.Antonio Eneas Gustavo C'ilcao,
alferes ojudante de ordena interino do commaudo.
1" de outubro.
ORDEM DO DA N.2.
O coronel commandante das armas faz publico j
o nomo de Francisco Colana, preteodendo o c-
dadao Joo Thomaz
reo de votar por essa differenca, soffrendo con-
loslacao por parte do FelsberloOJrique, inimig'oj
polticos, quo altercaran) de patarras, decidilo
P>rm a mesa que fosse admillido a volar esse
c.Jadao, sem embargo do differenca notada, sem
que nesta questo se envolvesse raembro algn
da mesa, especialmente o commendador Anlonil
Vicente da Fonlura, que desde sua orginisaca isi
conserven mudo, c s applicado o escripturar j
lisia ; e pora logo, o quando j se enunciara ou-
lro noni.r da chimada, dispararan) tres tiros, do
lado da parcialidade saquarema, sobre o briga-
deiro Poriinho, q ie no c ihio victima po^ir nes-
se acto subido ni mesa para chamar oWetu os
amotinlos, viudo a ser em pregada urna dessas
balas no lencnle-coronel Tristo da Cunha e Sou-
za Sobrinho, da qual (icjii gravemente ferido no
braco esquerdo.
Em acto successvo era apunhalado o com-
mendodor Fonlura por um liberto do coronel Hi-
lario de_ nomo Manoel (Pequeo, quo desde a or-
ganisac5o da mesa se conservou sempre ao lado
do senhnr, dando varas picadas no dilo ccmmeri-
dador, que nao acabou nos gorras de semclhante
assassino por encontrar resistencia cm un moco
que acudi com una codeira
Os tiros foram dados por facinoros Lem co-
nnocidos neslo municipio, sendo um delItsZefe-
rio Salyrico, Vicente Fernandes de Sicueirao
manifestar aos Srs. "ulrs. 'I""-1. Como o prelo. se evadirn) p.|0 meio
he ser mulo l- ? povo 'I'10 "uem amotinado e sem ordem
' lugia para loias asdirecces, sem podo-los con-
ler a minha voz, que oeste reto alce con vivas
a S. M. o Imperador, narao brasileira e as au-
londadcs constitu Jas. "
A ludo slo, Exm. Sr., me conserve no topo
do mesa, fechando o urno, que nonca a desampa-
re! at ao llnal restaboiecimento daorlem.do
que resullou soll'rer algumos conlnsoesda qu la
que lovei pelos enconiroes do povo que lugia le-
vando por dionte o quo enconlrav).
i \i-n*a sos, Exm. Sr., e s ocompanhodo
os volantes, apparccaul vive nelle, dezeseislllhose cinco orphaos a quero
da identdade de Fion-i a sua cosa serve de agasalho, seu coraco pator-
o ochava inscripto com nal de amparo.
------^, vv-io fiue
procura fazer rollar a i os nimos desordena-
abandouar a urna, rom que se
abrocora, o que, deposito do vol popular nesse
momerito.o nobre velho considerla como do-
posiio de honra.
O Sr. brigadeiro Portiuho v o companhoiro,
o cumiado, o amigo mortalmenle ferido o v er-
guer-se pallido, porm sempre inteiro, "compri-
. muido os entcanhas com um braco, e eaminhan-
do Ionio e solemne atravez do leu'.plo que re-ava '
de sangue ; porm nao o segu : trepado sCbre a
mesa, correndo aos grupos, o lodos brada e ap-
pellulaordemquando urna reaeco lerrirel se
ria"m ao"destrfi'lSVi'iHPr.\\s. .d,?>cj?00" cor-
brodando morie contra os assassinos, e venUbq
dispersar como urna bandada de abestiuzes" os
desgranados de cujo gremio linhara partido os
iros o as vosea sacrilegas, que os bros do Rio-
Grandc bao de chorar eternamente, porque soo
umo vergenha.
O brigadeiro Portiuho linha agarrodo urna
espado aossoldadus^do policio que linhara acudi-
do. Alcanzando oSr. coronel Hilario, este julgou-
se morto; o poni do ferro batia-lhe sobre o coro-
o. Mas o general Portinho bradava-lhc que
tioo houvesse modo, que elle nao ero assassino ;
e esse ferro, esgrimido por miio afeito a manja-
lo, cobrio como un escudo nao s o Sr. Hilario,
mas o Sr. Ourique, a quem a multidu lomava
contas do sangue derramado.
O oulro chefe saquorcrao, o Sr. Goularle, li-
nha abandonado a meso o a greja desde os pri-
meiros gritos, obrindo-sc passo com una pisto-
la de dous eolios no mo direita.
Os liros foram dados por um Zeferno Salv-
rico.companheiro ou camorodo do Sr. Fclisberlo '
Ourique, um tal Vicente Siqueira. c algum oulro: '
e as balas^erftndo por um fohz acaso 0 Sr ge- i
neral, Portiuho empregoram-se no Sr. lenle-1
coronel Tristo do Cunha Sobrinho, IVrindo-o
gravemente no braco esquerdo, c nos imagens do
Senhora di Conccico e de S. Francisco.
O Sr. Hilario e seus adherentes abandonaram
enlao a groja. O velho juiz de paz, consternado
com o que. aconteca, alquobrodo pelos golpes
que apanhra, nao se senta com forjas de con-
tinuar o acto. Anda assim officiou ao delegado
de polcil e ao juiz de paz inmediato ; c s de-
pois de ler entregue a este com lo la solemnida-
de a urna intacta c os popis relativos eleicao,
se rccolhcu, quebrado polas emocos e pelos an-
nos, porm sustido pola conscicncia de haverl
cum|irdo com o seu dever, e honrado a facha que i
i'ooesiaoos animaes com marcas ou signaes, 19 balalho de Iufantorio Joaquim F.ibncio de'
que, Irozondo em si o cunho do dominio do al- Mallos poro o bala'.hao n. 11 da mes
guem, derem considerar-se auzenies.e como toes
arrecadar-se na forma do decreto n. 233 de 15
dejuuho do annopossado, rocolhendo-sc o pro-
duelo thesouraria provincial.
Pelo que nenhumo interferencia pode tero ar-
rematante de imposios de que trata o seu cita-
do ollicio na arrecadjeo do.* bens cima refe-
ridos.
Dito ao director geral do inslruccao publica
Ilospondendo ao officio de pe 15*.do cot/onte,
sob n. 167, com que Vmc. opresentoume a ta-
bella das giolificoces para o aluguel das cosas,
onde funccionom as escolas de instruccoo pri-
maria, tenho a dzer-lhe que, excedendo essa
tabella consignociio votada no 4o do arl. 6o ,
da lei do orcamento provincial v-igonte, eJ^ | 3'c s\" Srs ofTiciaes referidos em prime.ro lu-
',.;;", i gar.tiquem addidos aos corpos em que se acharo
servind, emqiianlo nao seguem para
Compre aqui declarara V. Exc. que fui Ios-
Faz puerto oulro s.m. que o mesmo governo, lando de posse de seus contrarios o coronel Hita-
por aviso de 12 do citado mez de selembro se dig- rio o Felisberlo Ourique. os nao quiz oender e
noi approyar a licenra do tres mezes concedida i ncm consenlio que os seus o izessera ; conten-
pela presidencia desla p
do 9" balalho Manoel d
de sua
rovincia ao Sr. lente (tando-sn apenas com dizor que nao era assassino
o Azevedo Nascimonto, como elles, e que a vinganco esperova no lei c
pora ir.itar de suo saude, como foi deicrraiuado
em oflicio do mencionado quarlel general dolado
de 15.
O coronel commandante das armas determina
informa o iuspeclor do thsouraria provincial,
nao pode ser opprovada, em vista do que se re-
commendo no 1" do arl. 26 da cidala le.
Devolvendo, pois, a referida tabella, luja Vmc.
do reennsiderando-a, reforma-la de accordo com
as disposii;oes da lei ciloda.
Dilo ao regedor do gymnaso. Em solncao oo
que me consulto Vmc. em oflicio desla da'ta le-
nlio a dzer-lhe que o zrofessor deslrahido do
exercicio das suas funecoes poro servico obrigo-
torio e gratuito, nao deve perder a sua grati-
ficado, sendo que a disposigoo do arl. Io bo
additamento citado por Vmc. nao pode compre-
liender o coso, que faz objeclo de sua consulta,
o que evidentemente constilue urna exropr-o,
erobora no se oche expressomenle estatuida.
Dito ao director do arsenal de guerra. Re-
commendo a Vmc. que faca apressar o forneci-
mento j ordena lo de artigos de fardamtmo e
arreios con.panhia fixa de caVallara desla pro-
Tisis
Dito. Offerecendo-sc Manoel de Souza Ta-
vares pela pelicao junta a fazer o furneciraento
de carnes-verdes para os navios da armada,
enfermara e mas reporticoes de marinha, du-
rante o 4o Irimestre deste. anno na razo do
seis mil e qualro cento res a arroba, prego
inferior ao de 8^000, porque foi contratado esse
forriecimento c
consta da inform
da pelo inspector de marinha, e nao lendo sido
anda approvado pela presidencia esse contrato,
recommendo ao conselho de compras navaes,
que, ouvindo de novo ao contraanlo Pereira-, o
ponha era competencia como o peticionario, e
d preferencia ao que melhores vantagens olTe-
recer fazenda publica.
Dilo ao capilo do porto. Recommendo a
Vmc. que satisfaga com urgencia o que exige a
thesouraria tle fazenda as informares juntas i jq GRANDE DO SCI
per copia, acerca das contas das desperas de im- \occurrencias tleoraes na villa da Cachoeira.
pressoes e edllaes dessa capitana. -I o juiz de paz presidente da mesa eleitoral, di-
os seus
destinos.
Assignado Jos Antonio da Fonceca Gnlvao.
Conformo.Antonio Eneas Gustavo Galeo,
alferes ajudimle dn ordens interino do commando.
ORDEM DO DIA H. 25.
O coronel commondanlc das armas em vistas
das communicacoes officiaes da presidencia na
dala de hontem faz publico para conhecimenlo
da guarricn e devido effeito :
1." Que S. M. o Imperador, houve por bem
por sua imediala e imperbl resolujoo de 15 de
selembro ultimo, tomada sobre consulta do con-
selho supremo militar determinar, que a cono-
ci da el pe abonada dos officiaes do exercilo
em conselho de guerra pelo arl. 7. da le n.
542 de 21 de maio de 1850, leriha lugar quan-
do os mesmos officiaes fossem condemnados em
superior instantacio, a contar do dia da intima-
cao da respectea sentenga em danie.
2. Quo o governo de S. M. houve por
bem por decreto de 18 do dito mez de se-
lembro demillir do lugar de escrivo do hospi-
tal militar desla provincia o Sr. Joo Paulo Fer-
reira
Faz publico oulro sim qne a presidencia con-
cedeu por portara de 25 de selembro sobre pa-
omManoVr Jo"s'Ter'elra""comor.ecer do Junla militar de saude, trez mezes de
aagao por copia inclusa ministra- I llee"a C '"encmenlos na forma da lei para
tralar-se fora desta capital, ao Sr. 2. lente
do 4." balalho de artilheria ap Horacio Alves
da Silva.
Assignado. Jos Antonio da Fonceca Galvao.
Conforme.Antonio Eneas Cuslavo Galvo,
alteres ajudante do ordem interino do commando.
nos iribunaos, segundando os vivas por mira pro-
feridos.
INTERIOR.
-I.ogo aps esta orcirronca solicilei a inler-
vencao da autoridade policial, e officiei ao imrae-
diolo poro presi iir a meso, p'orquc meu estado de
saude ojioo permillio, e s depois que lho liz en-
trego das chaves da urna, papis e livro das ac-
ias, quo me relirei.
Se noo desempenbei comodevia mou cargo,
l'-nho consciencio do hover le lo quonlo pude e
roe permiti a idade, paro evitar consequencias
fncalas, que seseguiriam senao fdra alguma fir-
meza qne mostrei, em nao desamparar meu
posto.
Releve V. Exc. que eu diga mais que oceitei
a presidencia da mesa por empenho de um e ou-
lro lao polilco, que me tendo por indilTerenle
em suas questes, confiavam em meu carcter ;
mas isto mesmo nao foi sem muila hesitagao do
micha parte, e s depois que lve a promessa do
que nao haveriam desaguisados; porque son ho-
mem vejho, doenle e nao sirvo para actos tumul-
tuarios, nao porque recoiasse directa e pessoal-
menle, mas pela ordem publica ; mesmo assim
deprecando ao delegado de polica urna guarda
de vinle domea armados, foi esta dissolvida por
mim, por me representar o coronel Hilario que
sendo essa gente toda do lado contrario ao dolle.
especialmente havendo entre elles alguns inimi-
gos pessoaes. nao era conveniente que assim es-
tivcssem ; declarando-me que a paz public,o se
noo alterara.
A cha-se portanto gravemente enfermo, e al
em perigo de* vida o cornvnendador Fonloura,
pai de numeroso familia o hbmcm de prestigio
desle lugar, cujos numerosos amigos pedero vn-
ganga ; e se nao tem havido Exm. Sr., posso af-
liangar a V. Exc que ludo se deve prudencia
do brigadeiro Portinho, enlretant) que eslo con-
tina na mesa presidida por um supplenle, e os
adversarios que desde entilo o abandonaram se
conservan) armados de casa forte, e dirigindo
ameacas at de inutilisarem a urnaenestas
circumstiocias seria bom que V. Exc. mandasse
vir para aqu o Sr. chefe de polica, que melhor
pode devassar e prender os malvados; icando
V. Exc. certo de que essa parcializado do coro-
nel Hilario, Dr. Goularte e Ourique, trouxeram
Porm deixeraos considerages a um lado,
e narremos os fados, taea como" no-Ios reforem
diversas cortos do inella cidade, como os ouvimos
a passageiros que de l rieran, c como constam,
podemos offincar, das participares officiaes de
todas as autoridades.
As eleigescomegaram no dia 7, no meio do o vol popular lho havia confiado,
mais viva ogitigoo, e desenvolvendo-se inusitada Ao da seguinte a mesa foi reorganisada na
aclividade por parte dos adversarios dos Srs. i forma da lei, e continuou a chamada al fiuol
commendador Fonloura e brigadeiro Portinho, apuraco sem mais novdade.
que dondo-se o titilo do saquaremas, reconhe- Dos anligos mesarlos s o Sr. brigadeiro Por-
ciam por chefes irtmedatos naquclla cidade os' linho conservara o seu posto. Os Srs. Goulart e
Srs. Dr. Coularlc, coronel Hilario o tenonlo-co | Hilario tinlura ido ou mandado consultar ao de-
roncl Ourique, e nest i capital os Srs ISarcellus
o SaySo Lobato.
De um e outro lado linha-so mellido empe-
nliqs ao Sr. Tristo da Cunho o Souza, juiz de paz
| legado, sobre a segu anca cora que ellos e seus
| amigos podiam contar : delegado garamo-lies
toda, mas elles preferan) que a eleicao casse
sem effeilo.
Entretanto mantinham a sua genio reunida.
roois votado, pora que noo deixasse de presidir
mesa : mas o Sr. Trislao da Cunha, hornero, sep- e conservovom-se em cosa forte, segundo o ex-
tuagenorio, achacoso, c quosi paralylico das per-'l-ressao de urna de nossas cartas, e, se for-
nas, repugnava aceitar o encargo, prct-ndeodo mos a dar crdito voz geral, lendo comsigo
enviar um alleslado do doenle. j homisiados e sob sua prolecco e guarda os a/-
As instancias redobraram porm por ambo s',?sinos- 1U0 covardemente lioham manchado os
os lodos A sua idade. a conherida proverbial m;,0iem sangue de irmaos nossos.
Cusa a er-lo, mas todos o repetem ; custa
a cr-lu, e por honra nossi, por honra dos perli-
inteireza c regidez do seu carador, a indepen-
dencia em que viva dos dous partidos polticos,
e a boa harmona e relagoos que alimeniava com
os prncipaes coripheos de qualquer delles, ex-
plicavam o empenho com que todos reclamavam
a sua presenga na mesa de urna eleicao (iue devia
ser mnito disputada.
Essas instancias lisongearom o honrado ve-
lho, eo Sr. Tristo do Cuuho annuio ao podido
quo so Ihe fazia, exixindo e obtendo previamen-
dos, querellamos, pedimos a Dous que soja falso, j
(i A poltica nao pode, nao deve ser copa do
malvados: o infamia contagiosa; aos que a1
protegen) ella se Ibes pego, se Ibes communica, I
infama-os para todo sempre, c nunca mais um I
hornera de pundonor prJe eslender ncm eslrei-
Ur-lhes as mos nos suas. *
E pois, o seu dever, o seu bro deveria ler
le. comtudo, um compromisso formal*de ser leal- f'do.c.orrer aftos dos aggressores. pega-Ios, traz-
nienle obedecido o ajudado no drecciodos tro- iu8,,!i c al" explicar, esclarecer os acori-
balhos polos chefes de ambos os partidos, e de ecunn8; mas nao hzeram isso, guardaran) so-
jogarem loua sua autoridade para evitar o mas u-re ,ni 'ff estigma que o sangue de Tristo c
pequeo conflicto, todo e qualuuer desaguisado l'on,ura Ules "avia langado e lizeroni um lon-
A votacao do mesa parcecu ser filia j do 5 Prolel. quasi todo assignado a rogo, pedin-
compromisso, c dar os garantas que o honrado d0"".: 1ne weS0ea sojam aniiullaJas !
anco pedio. Os eleitores vutararo nos Srs. bri-
gadeiro Portinho e commendador Fonloura : os
supplentes no Sr. Dr. Goularte e no Sr. coronel
Hilario.
O t-abalho eleitoral correu no da 7 sem
roaior barulho. Houveram militas duvidas acer-
ca da identidode de alguns votantes que respon-
dan) a chamodo ; porm o meso corlou-as sem-
pte conscienciosaroente, de maneira a nao doi-
xar progredir os aueixas.
Todava o borborinho era rouilo, c por mais
que o presidente da mesa roqueresse que o mul-
tido se afaslasse, nao pode* conseguir nunca o
nocessario espae.t para que as funecoes da meso
corressem em plena libordode. Em consequen-
co o Sr. Tristo da Cunha requisilou polica
urna guarda de rifle homens armados, e esta Ihe
foi iminediatomeoto enviada. O Sr. coronel Hi-
lario julgou, porm, ver constrangida por essa
fojea a liberdade do< seus correligionarios, e pe-
dio ao Sr. Trislao quo a mandasse embora.
O Sr. Trislao condescended por desgrago,
compromellerTdo-se solemnement'? os chefes dos
chamados saquoremos a manter devidomente e
ordem nos seus adherenlesx
_ A volago se concluio pacificamente no dia
i: nao quiz Dos que o nosso jnagno dia fosse
riodoado com o attentado que lodos lamentamos.
Mas todas as combinacoes mtstravam como in-
d'jvdavel j e completo o tnumpho dos amigos
do Sr. Fonloura, e essa convicro se lornou em
certeza logo no manha do dia 8, oo continuar a
recepgoo dos votos.
A agilago,rrPscia; a multdo lornava-se mais
cerrada em volla da mesa ; e as reelamnedes
amiudavam por parle dos chamados saqaremas,
Ao p do Sr. coronel Hilario, encostado quazi "fso or8l,11'o provincial se indigna vendo
sua cadeira. se conservava um liberto Manoel S0Dre brasao da provincia aquella mancha.
Pequeo chamado, negro, que sendo escravo da ..(< Nu" urna perjpguicao que queremos ; pe-
sua casa, deve ao dilo coronel a liberdade, e imo* ""lamentejusliga.
que casado com urna negra que anda sua os ferldos urem os culpados, se foram
captiva. el'es os provocadores, castiguem-os ; nao os de-
O Sr. brigadeiro Portinho fazia a chamada.' fenderemos : roas que o esgirito de partido nao
Appcllidou por um Francisco Catana, e compa- s metla ah> a justificar o enme, porque o crime
recou Francisco Antonio Pires. I nao g0?0 'cr Paralldo'
I Sabemos todava que os ha ; sabemos que as
tradiegoes funestas de un) lempo que passou le-
vara alguem a envidar os esforgos de urna cou-
fianga de que vilmente abusa, para cobrir cora a
' toga do magialrado o punhal do sicario ; porm
essas tradiegoes eslo vclhas, o poder que ellas
i represcnlaram, cahio pelas bases, c ai dos que
que d'eu um passo para 'oSr.Menezes^lcvantr- ,uln> v" 1,J'7-erem gauhar proslitos pelo terror
do a voz, e sbito estouram tres tiros na igre- de seus sicarios I
ja, ouve-so o grito de.mala os chefes O
Sr. Fonloura, que continuava escrevendo, er-
gue-se b'radando deram-rae uin tiro e
aprsenla o venlre aberlo cora duas punhaladas
que derraman) lho os intestinos, e que Manoel
Pequeo, o liberto do Sr. Hilario, tinha-lhe dado,
esgueirando-se por baixo da mesa, e ferindo-o
Iraicoeiramenle....
Felizmanle um rapaz, empregado da igreja,
bato cora urna cadeira na cobega do sicario, e o
derruba por Ierra ; mas ainda oulros golpes fe-
rem na cabega o Sr. Fonloura. O velho juiz de
paz, desrespeitado, arrojado ao chao, pisado,
Fazem mais, pretenden) que. foram elles os
primeiros aggredidos, e, longe de provocaren) o
andamento do um processo que escloreca osses
myslerios, pedem que as eleicoes sejai annul-
ladas....
E todava preciso-saber que o que aconle-
cou linha sido de alguma maneira annuncado.
L'm hornera de bom, do partido do Sr. coronel
Hilario, mondara dos vezes pedirnos vsperos
ao Sr. l'onloura, que noo comporecesse na igreja;
e aqui mesmo, ha mais de 20 dias, como que se
aulorisava o que agora succede, cspalhando-sc
que os amigos do Sr, Portinho fazlam depsitos
de armas as immediagdes di igreja.
Depsitos de armas mais de um mzanles...
c A autoridade consla-nos achar-se rosolvida a '
oceupor o seu lugar com inleireza. O Sr. presi-
dente mondo seguir hojo um vapor ad hoc, ln-
vondo o Sr. Dr. chefe de polica e um destaca-
mento de 50 procos de infamara que no Rio
Pardo lem de ser r'eforcado pelo que all se ache.
Se por desgraca houver necessidade de maior.for-
ra para as diligencias, a guarda nacional dos mu-
nicipios contiguos teem ordem para a fornece-
rern.
Temos confianca no Sr. Dr. Pindahyba ; te-
mos muila.
Sabemo-lo enrgico, allado, vido de pro-
ceder bem e merecer a gratido publica. E mo-
go ; noo ha de querer mareaba sua carreira, nem
ser menos que esse honrado anco quo ah vai
conhecer e que acaba de responder com to for-
moso exomplo do firmeza aos que nos acoirnara
de degenerados e corruptos.
a Lembre-seS. S que a primera vez que tal
nos acontece no Rio-Grande. A opinio publi-
O Sr. Joo Thomaz de Menezes observou osla
dilTerenca de nome. O Sr. Felisborto Ourique,
a quem segua o volante, sustentou n denudado
da pessoa, e a mesa Ihe deu ganho de causa
Mas o Sr. Ourique trocara palavras azadas
com o Sr. Joo Menezes, que este lho retrucara ;
o grupo em que eslavam agitou-set o Sr. Ouri-
O DE JAMIHO
25 de selembro.
S. M. o Imperador deve tor seguido hoje de
madrugada para a fazenda de Santa Cruz, onde
vsi examinar diversos melhoraroenlos adoptados
naquellecstabelecimento em relago cultura e
creigo do gado, c resolver ao mesmo lempo
acerca do local mais convenieate para assento de
urna colonia que all tero de ser fundada por con-
ta da casa imperial.
Em sua passagem Sua Magestade visitar a es-
conluso, sem quebrarem-lhe o animo nem fa-jcola de tiro estabelecida no Campo-Grande re-
zerera-a calar os giitos do appello ordem e Igressando no sabbado da fazenda de. Santa Cruz
para esta corte, alim de dar audiencias e des-
pacho
Acompanharn a S. M. o Imperador os Srs. mi-
nistros do imperio e do guerra.
Hontem, 26." anr.iversoro do fallecimentode
!>. II. Imperial, o Sr. I). Podro I, fundador do
imperio, eslneram as forlalezas e vasos de guer-
ra nacionaes do bandeira o meio pao, e salvaran
de quarto em quarto da hora.
O servico da guarnico foi felo com armas cm
funeral.
aJu" ,**J,.<*'enlra*o hentem, recebemos fi.lhas
^Montevideo at W do correte e de Buenos-
t\ v res !iioi41
aqf'if mtflrff lt"Vll',',!n anonas oito dias s que.
as noticias soo despidas de looo u ~-
resse.
Occupavam quas que exclusivamente a alten-
cao publico em Montevideo os eleicoes derrpre-
sentantes, que devem ler lugar a 25 de novembro
prximo.
Com esse fim comocavam a inslallor-se em
dfferentes lugares da campanha e no capital clubs
eleiioroes, como ccostume naqusllcs paizes cm
respe ras de eleicao.
O acuerdo do governo, prometiendo garantir a
liberdade de voto, pareca sincero. As autorida-
des'dos departamentos tnham rtcebdo erdens
terminantes de nao inlervir nos trabalhos eleito-
raes,
Nesse sentido igualmente haviam sido feitas
alguraas noroeagos
O Sr. lenle-coronel Tristo de Azombuja.
coromandante do guarda nacional do Toqua-
remb, foi nomeado chefe de polica interino
do mesmo deparlonieuto, lendo sido demit-
ldo desee cjrgo o Sr. coronel Jacintho Bar-
ha i.
O commando do guarda nacional ficava provida
interinamente durante o impedironnlo do Sr.
Azambuja. t
Havia fallecido o Sr. Justino B. Gorco, secre-
lario da cmara dos representantes o comman-
dante do primeiro balalho de guardas naciu-
naes.
Em virtudc de urna circular do Sr. bis'po, fa-
ziam-se preces pnblicas era todas as grojas da
repblica, urna vez por semana, pela pacilicago
da Italia.
Natura Usara-se cidado oriental o Sr. Francis-
co Ferrari.
Chegavam todos os dias nocias do estragos
projuzdos no campanha orie0.il pelo temporal
de 31 de agosto.
A 'publica transcreve do Tribuno, do Povo,
de Jagiiario, a noticia de se lercm evadido
em cimnho pira a capiul alguns dos pre-
sos rcmeilidos de Cerro Largo pelo Sr. Dr. Palo-
meque.
A fuga leve lugar na altira da Cuchilla
Grande
L'm delles, porm, de nome Thomaz Tural,
foi de novo capturado pelas autoridades de Ja-
guaro, c all achava-se deudo no cadeia pu-
blica.
Os trabalhos do novo caes adiantavam-sc con-
sideravclmente ; j ficavam promplas doze varas
sobre' o mar.
Havia chegado ao porto de Montevideo urna
fragata fionceza, procedente do Havre, cora uro
grande numero de colonos [rancezes, desti-
nados aos estab.'lecimontos do Sr. general L"r-
quiza no Concei(o do Uruguay. Esperam-sc ain-
da mois, que completaran) o numero de 2.000,
que fui ajustado entro o general c o Sr, Delaz-
zoppa.
Tnham sido trasladados do Bucnos-Ayres no
vapor 'ampeiro os restos moraos do Sr. Miguel
Solsona, fallecido ha um anno noquella copiial.
Seus dous irniaos os acompanharam a Monle-
rido
No dia li noilc encorrou-se o leilo do ba-
zar de S. Vicente, ot ao anno seguinte, om que
deve abrir-se de novo: o leilo durou sete dios,
que, segundo as folhas de Montevideo, foram se-
je dios defesla e de diverlimenlos. Calculo-se o
seu prodWlo ero 3,00 palacoes pouco mais ou
menos.
A respeito da alir.ofada reraetiida por S. M. a
Imperalriz, diz a Repblica, corrigndo a noticia
dada pela Prensa Oriental, o que aqui transere-
vemos :
Com o fim de rectificar algumos inexacti-
does qne so tem espalhado a respeito da or-
gom do rom essa da rica prenda presenloada
pela imperalriz do Brasil ao bazar de S. Vicen-
te, a pessoa que do Bio de Janeiro a Irouxe a
esla cidade pede-nos que demos esta expli-
caco.
Nao foi a sociedade quem convidou a impe-
ralriz para remoller alguma dadiva ; foi sim urna
senhora, que por meio de suas relaces no Rio
de Janeiro fez chegar ao conhecimenlo da impe-
ralriz esse desejo.
<< Sua Magestade prestou-s? graciosamente a
isso, sem outro recomroendoco que a do
saber que se tralava do urna 'ollera aos po-
bres.
Noo consta que S. M. o Imperador tenho of-
ferecido por essa olmofada 2,000 pesos ; ncm
ella de velludo verde, como se lem dito, mas
de velludo encarnado, ricampnle bordada a ouro
em relevo e de rauito bom gosto.
Enlrelanlo nao diz a Repblica, as diversas
descripges que publica do leilo do bazar, a que
mos foi parar a almofada de S. M. a Imperalriz.
como o faz com oulros objeclos, olas de menos
merecimonto.
Parece mais provavel, como diz a Prensa Oren-
tal, que a almofada voltar oo Brasil depois de
Icrcumprido a sua ni i ? sao de candado
Do Bucnos-Ayres vem ainda as folhas cheias
de novas noticias de estragos do temporal.
Haviam fallecido o Sr. Jos Mora Romero, so-
gro doSr. Hctor Varella, rodador da Tribuna.
e o joven Iacintho Ca, filho do Sr. Dr. Miguel
Ca.
Tinha alli ch"gado coro destino ao Paran o co-
ronel Iseas, acensado de cabega de urna revolu-
go contra o governo legal deS. Luiz.
Havia-so suicidado urna moga allema de no-
me Henriqueta Finn.
Dando conla desse acto, diz a Tribuna :
< Sabbado ultimo, Henriqueta Finn, allema,
de idade 18 a 22 anuos, e que habilava na quin-
ta conhecida por Alcobendas, nos mmediaces
da praga de 11 de Sotembro, suicidou-se dis-
parando sobre o seio um pistola Monte-
Christo. .
Ninguem ainda pdde penetrar o segredo quo
a levou sepultura ; mas supposigoes que nun-
ca faltam, aOlrmam qne urna affeico profunda
levou-a a commetler este acto de desespero.
Antes do raorrer quiz, como Cbristo, pedir
perdo a quem houvesse offenddo em vida, o
deixou escripta em allemo, sua lingua natal.s-
tas singelas palavras:
, Terdoem-me aquelles d quem ofendi.
J haviam partido para Santa Fe os deputai
de Ruenos-Ayres convonco ad hoc
Das outras provincias argentinas reforem ape-"
as as folhas que temos vista alguns proje-
los financeiros de pequeo interesse aprsenla-"
dos ao congresso, e as medidas tomadas pelo
governo do Paran contra a invaso que se an-
nnuncia de indios chilenos.
deputados
**
IILEGVEL


(*)
DIARIO DE PERMMBPCO. QUARTA FEIRA 3 DE OUTUBRO DE 1860.
Do Paraguay as noticias alcanzara al 4 do
torrente.
A repblica achava-se era paz. Conslruia-se
do eslaleiro da Assumpco um novo vapor de
guerra de maiores dimciises quo o Taquary
Tinha-se augmentado o eorpo de Serenos. O ca-
riiinho do ferro j ia al junto da apella do Lu-
que. Os trabalhosdo arsenal nclianlavan consi-
tieravelmcnte. E linalraenle, diz o Semanario,
i iuha lia vid o um ezplendido bule dos saldes do
Club Nacional.
Do Chile ss noticias alcancam at 17 do mez
passado.
O governo, investido de faculdadee exlraordi*
narias, consegua raanler a paz desea repblica.
Tinhain huvdo grandes temperare.
O navio chileno Tubulcan, sahido de Thom
para Arico, no Peni, descobrio una .nova ilha,
cuja orisem sg ci volcnica, aos 3t2b' de lat
lude e 73" 39' de longilude. A massa d'agua
que a rodi'ia c branca.
Do Per refere a Prensa Oriental, ler o presi-
dente, general Castilla, levado um Uro de bala
no braco esquerdo, disparado por um mascarado.
De Bohvia, diz a inesma folha, o que eccorreu
de mais nolavel (mura encontr quettiveram un
Santa Cruz da'Serra as forcas eonlendenles do,
general Acha e as do chele da revolucao Mart-
nez, no qual foi este derrotado.
O general Beli havia chegado l'acnn.
Temos dalas de Porlo-Alegre at 16, do Rio
Grande at 19, e de Sania Catharina al 21 do
correute.
O processo eleitoral tinha corrido com tranquil-
lidade em Porlo-Alegre, S. Leopoldo, Santa Ma-
na. Taquary, Santo Antonio, Triumpho e Rio
Prdo ; na Carhoeira, perm, deram-se laraen-
lavcis conflictos, dos quaes saliiram gravemente
leridos os Srs. commendador Funtoura, tenente-
corooel Trislo oa Cunha Sobrinho, e outros ci-
dades notaveis.
Sob a rubricaInterior cncontraro os leilo-
res as norrac.oes dessas trgicas oceurrencios, ex-
irahidas dasfolhns que temos vista.
No da 15 parti para a villa da Cachocira o
.clit'fe de pulida com 51) pracas de infantaria de
linha.
Nos municipios do Rio Grande, Pelotas e Ja-
guaro, fizcrani-se as eleicoes ora paz. _
Km S. J..M>?fr'-;i-,&igi1iiiades
que uceorreram equeobrigaram a mesa a quei-
mar as cdulas.
No Estrello foi a urna assaltada, depois de ter-
minada a apuraco, por alguns individuos do lado
vencido, os quaes queimaram as cdulas e iuuli-
Hsararn outros papis.
O anniversario da independencia foi festejado
na cidadedo Rio Grande com brilliante illuunua-
co c cavalhadas.
No dia 5 do coirente foi a pique, 40 milhas ao
nortedo cabo de Santa Hara, a galera hut-;-
amercana Oliver Carden, procedente de ltaltimo-
ic com destino ao Paran, com um campamento
de carvao.
O Commercial do Rio Grande, noticiando este
sinistro, acrescenta :
O capito, sua mulher e 10 marinheiros,
salvaram-e em um bote, pudendo alcancar a
nossa barra, entrando levados a reboque pela
calraio que se achava no banco. A praticagem
da barra provee logo do necessario os infelizes
nufragos, rr.andando-u depois para esta cida-
de, onde chegaram no dia 9 de.manlia.
O capito declarou que na inesma occasiao
em que dcixra a galera, 12 pessoas embarcadas
noiitro bote lizeram o inesmo, mas nao fe-
guiram o mesino rumo. "Suppoe que aportas-
sein a 25 milhas da barra, onda avislou Irer pes-
soas sobre a praia c teniendo que as outras
ossem victimas do mar.
Erh breve leremos alguns dados sobre a sor-
te desles infelizes, pois que nos consta haverem
sido tomadas-as medidas necussarias para lal lim.
E' mais umi desgraca que lem de ser consignada
entre os deplorareis acontecimenloe que teem-as
signalado u crrente anno.
O Diario do Rio Grande diz :
Ka tarde doSjNia 15 chegaram a esta cidade
tres pilotos e dous marinheiros pertenceules
galera notfe-arr.ericana Oliver Carden, que foi
pique no dia 5 ao norte do cabo de Santa Mana,
como j demos noticia no Diario de 8.
Estes infelizes nufragos foram encontrados
na praia da Invernada, cerca do Irinla leguas ao
sul da barra, e nao a 25 milhas, como dissera o
capito Robins que os vira saltar em torra.
Ah encontrados, quasi morios de fome. por
mu morador daquelle lugar por nomo Manuel
Pinto, este os conduzio para sua rasa, onde os
. Iratou muilo bem, e Irouxe-os u'uraa carreta, a
i nlregarnesta cidade ao respecliro cnsul.,.
Tinham apoitido ao Rio-Grande no brigue n-
glez Elisa 173 colonos allemes.
O Tribuno do Poco, folha que so publica no
Jaguaro, di/ o soguinle em data de 12, sob a ru-
bricaEstado Oriental :
". l'or pessoa receutemente rhegada a esta ci-
dade, do departaroeutu de Taquarimb, temos
noticias dessa localidede, que bem mererera de
i reg stradas pornorsa imprensa.
Sao lio lamentareis os acontec me ritos que
ltimamente se leem dado nesse malfadado de-
partamento, que na resudado confrairge-se-nos
do-dr u coradlo:
- Os Brasileos all residentes continuara son-
do victimas da prepotencia e do arbiiiio do Si
Barbale.
e_De dia em dia o clamor desses nossos conci-
dados loma um corpo espantoso contra tanta
perseguico e violencia.
' Eis os acunlccimenios que chegauni ao nos,
snce, une, a seren roaos, mu depoem
contra o Sr. Barbale, e pelos quaes severamente
dev ser fustigado :
llabiUm entro laiuanm-Grandee Taqua-
nmbo-C-hico um fulano Rocha e a vuva do ma-
: Manuel Uios, Brasileos, os quaes possuem
- campos ha mais de -40 omos, segundo nos
informara, por ttulos legaes. Sera prembulos
nlendeu o r. Barbato que devia desappropnar
esses Brasileos, mandando urna forra armada
entregar s chammas a propriedadn' daquella
uva, e demolico a do Roche, dizendo aos
proprietarios que inconiinenio lirassem seos
gados daquelles campos, vi-10 nao lhes perten-
eciera j
Nao pararam ah os deslrocos : de cada urna I
Jas hiendas lirou a Urca de Barbale um numero '
rnator de 400 rezos, duendo a seus donosque era !
i cunta do arrcndameulo dos campos em que ha- ;
bilaram. '
o povo brasileo, residente nesgas imme-l
diacoes, indignado contra lana- malvada, se
reuni em numero de mais de com pessoas e '
lenlarara contra a furca malfeitora, do cuja r'e-!
froga resuliaram algumas morle?.
listes aconteeimentos leem dado lugar
grande agilaeo nos espritus dos Brasileos e
parece que mais louge ir o destecho da obra.
Tambera consli que as reunies continusm
e para tal im sao incommodados os Brasileos!
L'ma ordeni absurda do Sr. Barble tamben)
muito tom contribuido para a exacerbarn dos
ia/en leos, a qual mais parece urna ladrocira do
que medida governaliva.
E'costoso de acreditar-so; porm damo-lo
tal qual nos inforraaram.
Expedio-se ordem para que todos os fazeu-
deiros lev-jssomsuas marcas ao legislao daquelle
departamento, o que feilo. se affixaro editaos
mimando a lodos que conservasseru os animaos
de sua propriodade dentro de seus limites c
aauellcs, cavallares, que fossem encontrados fra
de suas divisas, seriam roer.lindos a policio, o
depois annunciada a estada dellcs all por Irinla
dias, Ondosos quaes, sao considerados do islado,
sem atlencoo reelamaco algnma !
Ainda nutra : Os gados que se achnrem nos
rodeios dos vuinhos com marca dill'orente da do
propietario do campo, sero ritlregudt polica
para dar-.hos o destino conrenien/e.
Com este procedimento j cunta a polica
daquelle departamento com um crescido numero
de bom gado.
O preco razoavel, o ossim em breve os fa-
zenderosdaquelle departamento ficaro reduz-
dos .i nada o a polica recheiada.
Ogoverno do Brasil que aprecie eztas cou-
sas....
Em Santa Calha
tnnci-i.
rna gada occonra de impor-
Por decreto de 21 do trrenle, foi nomeado o
chrfede sec^ao da conl.idoria de marinha A
gusto Cesar de Castro Meuezes para o lugar de
ijdanle do intendente de marinha.
Fa'leceu horrlem o Sr. Dionisio da Cunha Ri-
beiro Peij, oflicial chefe de secgo da secreta-
ria de oslado d-osnenocios do imperio.
iuJ ni-; .i.weihu
ASSEMBLA GEKAl LEGISLATIVA
SENADO.
SESSAO EM 25 DE AGOSTO.
Presidencia do r. Mantel Ignacio Cacalcanli
. de Lacerda.
s dez fcoras e tres quartos da man4a, o Sr.
presidente abie a sessao estando prsenles 30
snhures senadores.
Lida as otos de 23 e 24 do correnlo mez, sao
ambas approvadas.
O Sr. Pr+meiro Secretario da coma do se-
guime
EXPEDIENTE.'
Dous avisos do ministerio dos negocios do im-
perio, remetiendo, um dos autographos de ca-
da urna das resolucoes da asamblea geral ap-
provando as pensoes annuaes : 1.a de l:000j>
loiicedidt viscondessa de Geyana ; e 2." de
240$ concedida ao guarda-nacional Uboldo da
Silva lUando ; as quaes resolucoes S. M. o im-
perador cMisenle.Fica o senado inleirado, e
manda-se communicar oulra cmaro.
Um (iilicin do I." secretario da cmara dosde-
putddos, reuiellendo as emendas feilas pela raes-
ma cmara proposta do poder executivo que
li.\a a de6peza e or^a a roceila geral do Imperio
paia o otercicio de 1861 a 1862.
Oulro oficio do mesino 1." secretario, acora-
panhando a proposico que aulorsa o governo
para aposentar cora o ordenado correspondente
aos voucmentos que percebe o cirurgio encar-
regado da enfermara de marinha da provincia
de Peroambuco Jaaquin Jos Alvos do Albuquer-
que.Foram a imprimir, nao estando j impres-
sa?.
Un olftcio de presidente da provincia de Mi-
nas-Geraes. remetiendo um excmplar do relato-
rio apresentado no da 1. do presente me/, na
abertura da respectiva assembla provincial.
E' remecido para o archivo.
Urna respresentacao da ussembla provincial
j de snnas-Geraes, pedindo a croacao na capital
| da mesma provincia de um conselho de exames
para os preparatorios que se_.cxiftijm viaVoJa'
/ohr'iis'sd de instrueco publica.
| Qomparecem no decurso da sessao mais alguns
' Srs. senadores.
ORDEM 1)0 DIA.
Entra em discusso, e aprovada sem debate,
a redaeco do proj,ecto do senado prohibindo as
loteras e rifas de qualquer especie, nao autori-
sadas por le, fin de ser reineltido o mesino pro-
jeclo cmara dos deputads.
Submoitido volocao por le ficado encerrada
na 5.'sso antecedente a 3.a discusso, appro-
vada para subir sanecao imperial a proposico
da cmara dos dcpuiados dispensando as leis'de
amorlizacao pora que o hospital portuguez erec-
to na cidade do Recife possa possun o predio
em que se acha collocado e quaesquer outros,
nao excedondo o valor desles a 200:0000.
En ra em I." discusso, e passa sera debate
para a 2.a, a proposico da mesma cmara man-
dando continuar ora vigor, durante a prxima
legislatura, o decreto que marca o subsidio dos
depuodos .asssembla geral, e entra logo na
2." discusso, comecondo-se peloarl 1." c seus
psrsgraphos. .
O Sr. Visconde\de JaquitinhonhaImpugna o
projeiMo por eslender aos senadores nina disposi-
cao nie se votou no cmara dos Srs. deputados
para prevenir abusos que all se dio, o que on-
irclanlo nao leem existido no senado. Votar
poranlo contra o artigo em discusso.
0 Sr. Ferrara l'enna vulou em 1857 contra
a rcsoluco da cmara dos deputados que mari-
dado pagar em praia o subsidio aos senadores
e deputados, porqu isso importava augmento
do subsidio ; volara hojo lambern contra lodo o
augmento de subsidio, pois no estado em que se
achara as fiuancas do Estado, nao sendo possi-
vel dar ordenados sullicientes a todos os tune-
cionarios publico.*, o corpo legislativo deve ser
0 primeiro a dar cxemplo de resignaco.
EulreUnlo eulendc que a rcsoluQooque se dis-
cute va reduzr anda esse insullkieuie subsidio,
privando delle ao senaior que por molestia ou
por qualquer motivo juslilicavel nao possa com-
parecer no comee o da sessao. Para remediar es-
se inconveniente oiercce a seguate emenda su-
bstitutiva.
S podoio perceber o subsidio os deputados
e senadores quo liverein ell'eclivo exercicio, e os
que faltaren; s sessdes por molc-tia bu ouiremo-
livo justilicado, urna vez que eslejanf na corlo.
E' ipoiado, e entra conjunctamente em dis-
cusso.
O Sr. Carneiro de Campos l\i nlgumas consi-
deraci.es impugnando a emenda, e mostrando o
ncessidade de quo o projer:o seja approvadu
sem emendas pora nao voltar cambra dos Sis.
deputados, pois de recelar que all nao lenha
lempo de ser disentido e vutido, c o corjio logis
1 Uno nao lera marcado o subsidio, como Ihe
cumpre fazer no lira de cada legislatura, segun-
do prescreve a consliluico.
O Sr. I). Manoel defende a resojucSo como
justo e necessaris. Enlende que no senado so
lem ntrodu/ido inuitos abusos que preciso co-
hibir.
O Sr. Ferreira Pruna faz algumas considera-
res, respondendo ao Sr. I). Manuel!. Enlende
que os abusos de quo falla esse nobre senador
nao sao prevenidos pela resolucao, mossiiu pela
emenda que o ordr offereeeu.
O Sr. Souta llamos tora do. votar contra os
SS Io c 2o do or. Io. por isso pedo o vol icao por
liarles. Os abusos que desde 180 se leel dado
na camera dos Srs. deputidos foram inlrodiizidosj
por actos da muso, o quo para serem cohibidos |
nao-precisara de nina le, dovem ser corrigidos
por actos da inesma mesa.
Acha a disposicao dos 5S 1" e 2." nao s inuiil,
corno injusta e luadmlsstoel.
O Sr. .Manoel accrescenla algumas eonside-
racoos em apoioda resotucao.
O Sr. Ferraz [presidenta de conselho) faz di-
versas rcflexcs tendentes a mostrar que o medi-
da em discusso justa c necessarla, e deve ser'
adoptado sem emendas, porque nao ha ver lem-
po para ser appruvada na cmara dos Srs. deiui-
Udos.
Encerrado o dbale passa o art. Io. smente
ate palavradeputados,sendo rejeilado o
g Io e a emenda do Sr. Ferreira Peona. O 2" '.
passa, o por lim a proposico assini emendada
paro a 3a discusso.
Segue-so a 2a discusso da proposico da c-
mara dos deputados autorisando o goveruo para
reformar a tabella das maioriaa dos oflieiaes
combatontes da armada, com a emenda da coui-
missao de fazeuda lila era 17 de agosto do auno
passado, a qual emenda 6 opoiada.
Dada por linda a 2' discusso, passa a propo-
sico para a V. sendo rejeitnda a emenda da
commisso.
O Sr. Baplitla de Oliveira requer enlao ur-
gencia, que c apnia^a e approrada para se mi-
licar lal discusso na 1.a sessao.
Tem lugar a 1." discusso da proposico da
dita cmara, approvando os estatutos da compe-
ndia de navegaco por vapor na baha do Rio do
Janeiro.
Nao havendo quem peoa a palavra, o Sr. pre-
sidente declara encerrado a discusso por nao
Rever casa pora se votar, e d para ordem do
dia da seguinte sessao :
Votacao sobre a proposico, eujn discusso fi-
cou encerrada ; 3'' discusso da proposico da c-
mara dos deputados, quo outorisa J governo
para reformar a tabeyo das maioriaa dos olliciaes
combalentes da armada ; Ia e 2a discusso da
proposta do poder exeeulivo, fixando a reecita e
orgaudo a despez geral do imperio para o exer-
cicio de 1801 a 1862, com os emendas da cma-
ra dos deputados, e as oulras materias j desig-
nadas.
Levanla-se a sessao urna hora da tarde.
ulru Oo imsiiiu 1. secielano, acompunliaiido
as emendas feilas pela, mesma cmara, propos-
la do poder exeeulivo 'sobre casamento celebra-"!
dos entre pessoas que nao proessorem a religio
calhulioe.Vai a imprimir.
Comparecem no decurso da sessao mais 7 Srs.
senadores.
ORDEM DO DIA.
Sudmellda voftcao por ler ficado encerrada
a priraeira discusso na sessao antecedente, pas-
sa para a segunda discusso a proposico da c-
mara dos deputados approvando os estatutos da
eompanhia de navegaco a vapor na bahia do Rio
de Janeiro. Entrando logo na segunda discusso.-
6 Sr. Ferreira Penna justifica e offerecc o segua-
te requerimenlo;
Roqueo quo o projecto soja submellido ao
came da commisso de fuzenda para indicares
artigos dos estatuios que dependen) da approva-
co do poder legislativo. 27 de agosto de 1860.
Ferreira Penna .
E' apoiado e entra em discusso. Picando entre-
tanto suspensa a do materia principal; c conclui-
do o debate rejeitodo o requerimenlo ; e por
m passa a*proposico para a terceira discusso.
Entra em terceira discusso o npprovada sem
debate para subir sanceo imperial, a proposi-
co da mesma cmara que aulorsa ogoverno
para reformar a tabella das maiorias dos olliciaes
combalentes da armada.
Achando-se na ante-camara o Sr. ministro dos
negocios do imperio, sao sorteados para a depu-
t3co que o deve receber os Srs. visconde da Boa-
Vista, Queiroz Coutinho o visconde de Uruguay ;
doi, quo da saluda para a,ra. Anida" nao t>ou-
e ser doscoberlo o autor de tao brbaro crime.
Em additamenlo noticia do brbaro assassi-
malo, que cima publicamos, sabe-se mais o se-
guintr. A mulher assassiuda ora ama de servir
de um moco solleiro, filbo do flnado Simo que
deixou urnas propiedades a Mangeira, de que
ehoje proprielario o Sr. Oljmpio Pereira da
Malta.Este moco era contra mestredafabricadoSr.
Vctor Poisson.Vinha todas as msnhas para o 1ra-
balho e voltava ao anoitecer para sua morada ao
principio da ra do Bom-Goslo ao Bomm.casa
u. 105 Anle-hontera ao entrar em casa achou
fechadas lodas as portas, exceplo a grade do cor-
redor e a da ra, e occuliasas chaves debaixoda
porta do quintal. No seu quarlo de dormir, ou
alcova, junto commoda que estava arronfbada,
achava-se sobre o chao o cadver do sua ama,
estendida sobre o dorso, com as roupas era des-
arranjo completo, com as pernas aberlas a
grande distancia urna da outra, e com urna gran-
de contuso sobre a face esquerda, com a cabe-
ja quasi decepada, unida ao pescoco apenas pe-
la columna vertebral. Tudo demonslrava que
urna lua lnha precedido morle. Juulo da
porla da alcova eslava um monlaode pedras que
o assassino linha trazido ora um cesto, fingindo
que era um carrego que Irazia para a caso, onde
pouco antes tinha entrado a ama, como o tesle-
muiihar gente da riciohanca. Estas pedras sao
das que teom sido ultimante" tiradas das calcadas
pelo irabalho do chafariz. O quarto era que dor-
ma a issassinada contiguo a esta alcova, a
comraoJa tinha sido arrombado, e della rouba-
sendo logo inlroduzido.com as formalidades dos 2:5OOjO00 quantia ah guardada. O golpe
. nal l'l.t t ....iiil,. i,-i na' i n .mlri ..a uri il.ui .l.ini..... -..._.___ .
do estylo, loma assonlo na mesa o entra em pri-
raeira discusso a proposla do poder, exeeulivo
que llxa a despez e orea a receita geral do im-
perio para o exercicio de 1861 a 1862, com is
emendas da cmara dos deputados.
O Sr. D. Manoel loma a palavra, porque en-
que derepara o pesclo era em zig zag, ao que
parece feilo por mais de urna vez, ou com um
instrumento muilo ceg.
E' de lamentar que lal crimo livesse sido
commfllido de dia em lugar lo viiinho do prin-
cipio da calcada, em hora que taula gente pas-
; leude rfue o proprio Sr. ministro do imperio li- i so da cidade para o Bomfim. E' muito de notar
caria niagoado, se a lei do orcamcnlo fossa vo- ja falta da polica ncsles lugares. A torca publi-
toda silenciosamente. Se o orador nao se levan-,ca est concentrada infelizmente no coi-aco da
tasse, essa lei paseana em completo silencio na, cidade. O pequeo destacamento que ha no al-
primeira. e por ventura ra segunda discusso. (lodo Bomlim nao pode satisf.izer s necessida-
Corao penniltido pelo regiment, o orador'"
, faz algumas considerares sobre a poltica geial
i ?.. ,i,noi 5 ^:------.i.:..u o"-"", a que
se vai proceder conforme a lei ltimamente vo-
tada, correr livre da intervengo governaliva, o
orador receia que se deem graves perturbaces
da ordem publica, e ento o gabinete disponha--
se para ser objoclo das censuras e imprecacqps
de um povo inleico. Receia que,
lei eleitoral verirrrjuslificar
a exocuco da
Jos pocaes ahi. Todo tlapagipe, Papigio,
Hi^ira, etc., vive abandonado. Chamamos a
a ten^oo da polica para osle assumplo.
Reci'bcmos folhas de Cachocira que alcan-
BW a 23 do crreme.
< Consta-nos por pessoa fidedigna, vinda da
Vil a do Rn de Coritas, que morreram all 19
presos, por falta de alimentos para suas vidas .
assim como que continua a mortandade occaslo-
lzabel. pela escrava, soltena 65 auuos, gas-
tro hepalile.
Passagiros do vapor fr#ncez Guienne ,
viudo dos portos do Sul; Dr. Augusto Fran-
cisco de Oliveira e 2 escravos, conego Joaquim
Pinto de Campos e 1 criado. Ennio Aureliano Cid.
L. Abb Colmont, Croze I. Auguste-Souchisse,
C. Arthdr, Mariano Antonio Marques.
Passogeiro do hiate brasileiro Piedadc vin-
do do Sul : Antonio Francisco Marques.
Passageiros do vapor francez Guienne sahi,
do para Bordeauxe portos intermedios:S. Sar-
ment de Vosconcellos e Castro, Eduard Cruhon-
FraneUco Porlelia, Michcl Norras, Lejon Lewine
Alfredo Soares, Roda Pagano, Gwvani Tarado'
B. Antonio Marone, Nicols Paulo, Jos de Hol-
lnda Davalcante.
Hospital, de caridade. Existem 53 ho-
mens e 61 mulheres nacionaes ; 6 homens es-
trangeiros, e 1 mulher escrava, total 121.
Na totalidadedos doeotes existem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
ment Filho, s 7 horas e 1/4 da manha,
pelo Dr. Dornellas s 7 horas e 20 minutos
da manhaa, pelo Dr. Firmo s 3 horas da lar-
de de honlem.
i porlou de urna maneira inslita o puuivel, a pon-
, t.>de dcsobe,decer-me formalmente, e com gritos
escommedidos pUrlurbar as rainhas' funeces.
iTeusava, que me abata com seus berros, mas cu
; lhe flz sentir que um juiz quo sabe compenetra-
! se de sua dignidade e imporlaucia, lem a lei e a
cadcia pora corregir os atrevidos. Protestou o Sr.
Texeira que havia de se tornar escriptr publico ;
pois, seja-o; cerlo de que a sorte do calumnia-
dor, ou a de incorrer na aniroadverso e des-
preso publico, ou ento a de ler o seu torno na
casa de detencao. Esculla o que quizer:
Peco-vos Srs. redactores a inserco deslas 1-
nhas em seuconceituado jornal. *
Francisco Ttxeira de S.
Pao d'Alho, 25 de setembro de 1860.
cas, em que as complicaccs surgem de lodos .
os lados, faz votos para que o gabinete se reine, |c
nligiosos, deu a ilina ao Creador pelas 7 I f2
>!! ser toreado ahir. e nao i I os? "* *"* de"0d ncon80,"ei u
sabir.
Se as eleigoes corrererojacificas, o ministerio|
cahir sem abalo ; se, percm, liouverem pertur-
bos, como o orador receia, enlao a queda ser
desastrosa.
As provincias se achara em agilacao, e o pri-
meiro aguador o governo.
Aagilac3e nao parte dos membr-is da opposi-
co que coiislanteraento toe
e tres temos llinhos.
REVISTA DIARIA-
beneficio
a agradar anda
Hojo tem lugar, no salo do palacete da ra
concorto vocal o instrumental em
da Sr." Magdalena Brucciuni, artista
yuca de nolavel mrito.
Esta senhora para solis'faco completa dos seus
irotcclores, pode obter-o concurso de dilTerenles
iriistas, que lem de ajitda-la nesse concert, lor-
nando-o assim variado de modo
aos mais exigentes.
A Sr." Bruccioni, dutada do um bollo tlenlo
nusical, mais oslo vez dellc ha de dar copia ir-
ccusavcl, recebendo lambem provas do apreco
lo um publico, que sobo apreciar o mrito; e
[ue disto j lhe tora dado signaos evidentes nos
ir.ulos particulares, ora que lem eila cantado
io.se bellissimo soprano, com que a dolou a na-
ii roza.
O concert que dividido em Ires parlo, com-
ireheude na primeira o grande duelo dos Dous-
tascaros, a cavatina do Domin-negro e o ron-
co de Marino Fallero, assim como um solo
(larineta sobre motivos do Macbeih, o outro
mueca ; na segunda o duelo da .lima llolena,
entro de Lita .t/i/Zer e um romance francez,
alera de um soto rabera : na terceira finalmen-
te o duelo da Linda de Chamonix, sendo nellas
ses de loteras a theatros, a ni admiiiWr'a.-ao ^ornp|giada pelos Srs. Ramonda, The..tOnio Jo-
dos crrelos, e oulros ramos de administrado pu- '"
nn sido monarchislis i. Vr...'
sinceros, que nunca forom facciosos I1..X J
Enlende que o Sr. ministro da fazonda s pre-
sidente do conselho de direito, mas quede lado
o verdadeiru presidente do conselho o Sr. mi-
nistro do imperio O Sr. ministro do imperio
no ministerio o nico representante genuino do
partido conservador, o nico que pude, di^por do
um grande partido. E' elle quem garante a exis-
tencia do ministerio, quera lhe d maioria. Os'
oulros ministros s podem dispr de um peque-
o numero de votos em suas provincias. E\ pois, '
a Sombra do Sr ministro do imperio e do partido
conservador que o apoia, o ao qual uoo consta
quo-pertenesm os outros snhures ministros, que
vive o actual gabinete.
Depois de oulras Censuras dirigidas ao gatuno-'
le, o orador deplora o prurido refdrmisla de que
se acha possuido o niosmo gabinete. Esse pru-
rido devia assuslar aos proprios conservadores,
que faltara sua misso dando seu apoio o un-!
ministerio que se precipita cegamente na senda
das reformas.
O orador entra em largas considoraees sobro
o meo estado da instrueco publico, sobre o falla
de um pilado para o mooarchn, sobic asconces-
blica.
O .S/. Vasconcellos depois de algumas cjnsi-
deracoes mosirando a iirpossibilidade em que es-
ta o senado de discutir e emendar como convi-
nha o oicamenlo em discusso, em razan do ler
elle sido apresenlado discusso nos ltimos das
de se_sao, pergunta aos snhures ministros so
tom fundamento o boato que corre do que o go-
verno se acha em desintelligencia com o repre-
sentante do estado oriental do Uruguay.
[O Sr. presidente do conselho responde em
aparte que esse boato nao lem fundamento :il-
gum, que invenco da imprensa
iiislu.)
ion,
opposicio-
i/a, Steuber, Boissolot, Sraollz c
Jsim romo pela Sr." Jacintha Armelini.
. Nodia I" do corrate mez desaquartelou o
o" lutalho de infantaria da guarda nacional des-
te comroando superior, o entrou para a guarnico
da praca aquarlelando o I" de turileiros da mes-
ma guarda nacional.
Por portarla da Inspectora da Ihesousaria
provincial, de honlem, foram nomeados os Srs.
Manoel Domingiies do Andrade pora colleclordas
re,nas irovinciies da comarca da Boa-Vista, e
Jos Fumo Pereira do Lago para cscrivo da
mesmo collectorla.
Ccnvm que
e tome urna medida c-lTicaz
> grupos de moleaue
a d
pas :> iispersao des3es gruposde moleques, que
0 orador congratula se pelo respostadada polo 'nuodaan a regiiezia da Boa-Vista 4 jogar cace-
Sr. presidente do conselho. tl's por arremedes de partido.
Enlende que a verba di despeza creada em moleque dosta freguezia de Sanio Antonio,
muitus pontos podi ser reduzida e que a salisfa- Que all vai, esboreoado, e proravelmc-nte o
;o de miiilas das necessidades com que se vo ,n,!;ilTIC sei" pralcado por oslo para com o d'all.
despender so ramas eonsideraveis pedia ser adia- r;i> espectculo uo mu ngradavel certa-
da sem inconveniente neiihum para lempos mais mente, e u'uraa cidade pollciada elle repug-
nante em todos os sentidos.
Nc domingo passado, 30 do setembro ulti-
mo, por obra Has 4 horas da tarde, o cabra do
nomo Liborio, porlenccnte ao portuguez Manoel
Jos Soares, assassinou a osle com dezoitu faca-
las, & burdo do urna barca do virar n^ios, que
achava-se juuto aos arrecifes, na proxmidado da
barreta.
prdlperos.
I As imposice.s gravosas que se vao laucar para
obviar a casas despezas, sem motivo sufDciente-
menic juslilcaJo. podem ser olha las pelo paiz
com oliios vesgos.
Desoja sabor qual a razoo porque nao vera j
oreada a despeza para o novo ministerio da agri-
cultura ; enlende que isso era necessario ;' alias
o governo se ver obrigodo a recorrer aos crdi-
tos supplemeniores.
t
b
P
pro
e
ca
d
anterlore..
Pelo reKulamenlo que se confecciona para a
eo..v-S'S!. so""dono:a WeWtoril. I moa carta's 0rma'da7m l'i'do piseaVoraVUr-
tiu nm -. i q "r"^ d"3 q"C Se p- '^'pon-nos aue al essa dalo s haviam d.o'o-
lU/.erarn a le vao se realisando, e que o govomo
CONSULADO PROVINCIAL. '
Altcracesl'elas as casas aba\o de-
claradas, iieileiiccntcs a freguezia
de Santo Antonio," feilas pelo escri-
turario V. M. F. P. de Souza.
Travessa do Carino.
N. 2.Antonio Joaquim de, Souza
Bbeiro, um sobrado com um an-
dar e urna loja arrendado tudo
por..........:.................... 324S00O
Uem 6 Viuva e herdeiros de Jo-
s Goncalves Porreira da Silva,
casa terrea arrendada por*....... 2103000
dem 14.Mosteiro de S. Berilo, ca-
sa terrea arrendada por........... 1445000
dem 3..!>.! luirn Goneolvos Salga-
do, casa torrea arrendada per___ 3GOS0OO
dem 9. francisco de Salles da
Cosa Monlciro, casa Ierre* ar-
rendada por...................... 8S0C0
Travessa da Bomba.
N. 2.Manoel Antonio Monleiro do
Andrade, sobrado de um andar o
urna loja arrendado por........... 3000000
dem i.O mesmo, casa leijea ar-
icndada por...................... 2i(>$000
dem 8. Bornordino Jos Leitao,
cosa terrea arrendada por........ 600.J000
dem 12.Ordem terceira do Car-
mo, rasa torrea arrendada por.. 300;O00
dem o.Manoel Antonio Monleiro
de Andrade, casa terrea arrenda-
da I>_r................. .......... 1 f$000
Idoni 7.--Filhus de Mario Eugenia
da Cruz, casa terrea arrendada
por.............*............... 300J00O
llua do PogO.
N. 8.JordoJos Fragoso, sobrado
com nina loja e um andar arren-
dado ludo por.................... 420^000
dem 10.Viuva e herdeiros de An-
tonio da Cosa Reg .Monleiro, caso
lerreo arrendada por............. 240JOOO
dem 16.Thereza Mara Joaquina,
casa terrea arrendado por........ 2409000
dem 5.L'mbelino Maximino'dc
Carvalho, casa terrea arrendada
por .............................. 1899000
dem 2(>.\ niva o herdeiros de An-
tonio Joaquim da Costa l'igueii.ja,
um sobrado com urna loja e um
andar arrendado t ido* por........ 3609000
dem 32.Manoel Joaquini Rodri-
gues do Souza e Luiz Antonio de
Souza Ribeiro, casa terrea com
sntao e um quarto contiguo ar-
rendada por...................... 3C0g000
Mein 4. Herdeiros de Antonio Jo-
s de Souza Tcixcira. casa terrea
rendada por.................... 20!g000
1 lem 3b. Victorino Jos de Souza
Travasse, casa terrea arrendada
. Pr :....................... 600
dem 4. Vicente l'o-rcira Jioines,
cosa torrea arrendada [ior........ 1C8000
ld*m 50.Candida Joaqirua Vello-
so de AzevedO, caso terrea ar-
rendado or...................... 192;, 000
dem 1.Irmandade do Rosario de
Santo Antonio, casa teirea arren-
dada por.......................... 1200O
Mein 5.Auna Candida de S l.ei-
lo e seus lilhos, sobrada de um
andar e urna loja arrendado ludo
, I'"r............................... 36000
dem y.Carlota Esmenia da Con-
ceicao, casa terrea arrendada'por IGS5OCO
dem 11.Antonio da Silva Gus-
rao Jnior, casa lenca anenda-
11daPr............................ 3003000
dem 23. Herdeiros de Antonio
Muniz de Carvalho, casa terrea
arrendado por ................... 3009000
Uem 25Auna Joaquina ferreira,
casa terrea arrendada ee-rr....... 20;00
Mein 27. Joo Baptisla bornes Pe-
na, um sobrado de um indar e so-
lo e urna luja arrendawo por..... G9G$uVJ0
dem 33. Urcula MaijSa dos Vir-
gens. casa lenca arrendada por.. 120JOOO
[Conlinuar-se-ha.)
Correspondencias.
Publicaces a pedido.
Icm-se re
Da villa
roduzio to continuamente.
da Independencia, na Taiaiiiba, le-
na dislribuicao dos circuios da produca de ,\ti-
nas ja vai abusando do arbitrio que lhe foi con-
ferido.
Pergunta se j o governo leu ordem pora a
eleicio do lugar vago de sonador por Minas?
(O Sr. presidente d8 conselho responde quej
foram expedidas os ordens ha muito lempo.)
Consta ao orador que ogu-verno aprsenla urna
chapa de candiJados lisia trplice.
(O Sr. pipsideniifdo conselho nega a existen-
cia dn lal chapa.)
Pede ao governo que deixc manifeslar se lvre-
menle o voto popular na provincia de Minas, que
nao negu a essa provincia ura favor que se lem
concedido a oulras.
Faz algumas consideraedes sobre o instituto
agrcola, que considera ionio de urna despeza
intil a nao ser convenientemente rcfoimado.
Dado a hora lira adiada a discusso ; c retiran-'
do-se o Sr. roinislro.com s mesmas formalida-
do all jomaos desla cidade do Rocifo al a de
1 de agosto, ao passo que nos tomos sempre en-
viado o Diario com a nossa constante rcgulari-
dado.
E" admirare! que era igual tompo lenhamos
reinellido corlas c jomaos para Portugal, e d'ahi
recebidb resposto ; .0 que nao possamos fazer
chegar un Diario a seu deslino em una provin-
cia lioiiirophc I
Nao fazemoa comentos isto, deixando a suo
apreciaco ouloridode superior, cuja allenco
solicitamos ; porque nao possivel que se con-
Iribua com o imposto poro um snico, que
feilo lo irrcgularinenle, chegando at ao poni
de desapparecerom os jornaes remettidos.
l'or decreto de 1S do mez passado foi dc-
metlido o escrivo do hospital militar Joo Pau-
lo I-'erreira.
Por portara do Io do correle foram exo-
nerados : Feliz da Cunha Teixeira e o capito
Jos Cortes Leal, ajuolle do cargo de
descera que.fora rebebido;Ysr^rWdenlTd".- ado'da^gu^ STrSSR &ffS&
Itecife, o esto do de Io supplenle do mesmo sub-
SESSAO EM 27 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanti de
Lacera.
A's 10 horas e 50 minutos da manha, o Sr.
presidente abre a sessao, estanto presentes 30
senhores senOores.
Lida a ocla da antecedente approvada.
O Sr. Io Secrelario d ronla do seguinte
EXPEDIENTE":
Lm offieio do 1." secretario da cmara dos de-
putidos, participando que por aviso do ministe-
rio dos negocios da fizenda de SO desle mez
constou mesma cmara que S. M. o Imperador
consenie no decreto da assembla geral dando
providencias sobre bancos de emisso.-Fica o
senado nfeirado.
para ordem do dio do seguinle sessao :
Continuaco da discusso adiada, e as outras
materias j designadas.
Lovanta-s* a sessao s tres horas o um nuirlo
da tarde. *
DIARIO DE PERWASJBUCO""
O vapor francez Gityenne, entrado hontcm do
Itioe Baha, apenas adiantou um ilia de cada um
desses ponlos.
Era consequencio de haver encontrado seranre
u.o lempo, da Bahia al oqui, trouxo viaem
ma, visto como fundeou honlem com 5 dias des-
te porto.
As noticias de mais importancia vo em outra
parte desle Diario
L-se no Diario da Bahia :
No dia 2 do correle foi brbaramente as-
sassnaJa na casa n. 105 ra daMangnnlra fre-
guezia do Pilar, a cabra Domingas as 6 e meia
horas aa larde, foi deseoberto o fado, que foi
ncompanhado de arrombamento em urna commo-
da, donde roubaram 2:500J, conforme queixa-
ra-se o morador da mencionada essa, Simio Mo-
rena Gomes. As portas achavam-se fechadas e
as chaves por baiio d'ellas, menos a do corre-
delegado.
l'or porlaria do Io do correnle fofom no-
meados Antonio Gomes de Miranda Leal para
subdelegado de S. Fre Pedro Goncalves do Re-
cife, e Jos Pedro dos Noves para "l supplento
do mesmo subdelegado.
' Foram recolhidos rasa do detencao nos
dias_29, 30 do mez de setembro. e Io do corren-
te 25 homens, sendo 5 livres e 20 escravos, a sa-
ber: a ordem do Dr. chefe do polica 13, a or-
derrf do Dr. delegado do Io dislrcio 5, a ordem
do subdelegado do Recife 4, a ordem do de S.
Jos 1, a-ordem do d^e Sanio Antonio lea or-
dem do da Boo-Visla 1.
MRTALWADE DO DIA 30 :
Miguel Luiz da Costa Leite, branco, solleiro,
12 annos, indigeslo.
Luiz Carlos do Aguiar, pardo, viuvo, 50 annos,
hydropezia.
Izabei Anna Ferreira, prela casada, 60 annos
gastrite chronita.
Clemente Nunes de Souza, pardo, solleiro, 32
annos Tubrculo polmouar.
Flora, branca, 14 mezos, congoslo corebral.
Firmina, branca, 3 annos Sorampo.
Mara Francisca de Jess, branca, casada, 65
annos, hydrojrezia.
Srs. redactores. Km urna correspondencia que
foi publicada era um peridico desprezivel, eira-
inundo. denominado ,1 S'ova Era, que s so nu-
tre de doeslos vis, infames e negro, e do des-
composturas sclv.igens, eu fui insolentemente a-
lacado com os m-iis torpes, indecentes, e affron-
losos eplhetos, ossim como tambera o foram o
meu honrado o dislincto collega e amigo Dr. Ma-
noel fnnocencio Pires de Figaciredo Gamargo, e
oSr. Joo Anastacio Camello Pessoj Jnior, a
quem igualmente pr/.o.
E, se bem que dita corresaondencia, por sua
liueuagem brutal o de orrieiro, revclle bem o es-
pirito que a diclou, que foi nicamente o do ca-
lumniar e injuriar caracteres que e'.o muito ci-
ma, por lodos os principios, de quera a publicou,
o que se loma ainda mais patente e intuitivo pela
clrcumstancia de sermos o promotor publico, o
subdelegado desla freguezia, eojuizmuiiicip.il
os injuriados; o. consoguiiiomenle nao passe el-
la de una miseria vil e nefanda, que mesmo
proprio de seu autor; todava, desali, provoco e
estigmatiso a esse cobarde e infamo detractor, a
esse Ganimedea de cara lisa, e de roca d'Africa,
1 para que lome urna voz em sua vida a atlilude
de hornera de bro, e assuma por si mesmo a ros-
ponsabilidade do que disse ; porque, he promel-
lo, a f de cavalheiro que sabe pisar Improperios,
chama-lo a barrados Iribunaes,sedissu tur digno
e assontar-lhe na face alatoada o estisma que me-
rece !
Cercado aqu Srs. redactores de innmeros de-
safectos e inimigos rancorosos, porque sustento
de animo erguido o sobranceiro a ininha posieo
e, nao faco, que nao quero, indultos a ninguem
contra a igualdoje da juslica e o rigor da lei ex-
cuso-rae, por oro de attribuir com preriso es-
leuu aquello, a palernidade de lo ptrido as-
queroso, e hediondo pasquira, ao qual me reino
mas, com o nosso espirito fuiti-se sempre a du-
vida por vas inductivas em busca da vordade
quer me parecer que foi um Sr. bacharel Jos d
Cunha Texeira, 0.1 seu irmo Joo. ou cousa quo
o vaina, coso so nao prove o contrario quem le-
ve o atrevido e iniualiicavel arrojo do me asa-
caros insultos que foram dados a estamp. na No-
vahra ; tanto que o primeiro. publicando no l.t-
oeral Iernambucano urna correspondencia con-
tra mira em que assignou-se, e, trozendo-a nara
esta villa minio cheio de faluidsdo e ousadia ,
trouxiaiubem aquello papeluxo que rae vitupe-
Mos. aqu a occasiao opporluna de esclarecer
oesp.nljdoleitoracerca do motivo da hydro-
phobia do que est possuido o Sr. Jos da Cunha
Texeira para comiuigo, sem que, porm, d'ahi se
eoleuda que quero assim responder ao que o mes
rao disse no Liberal Pemambucano. pois o pu-
blico sensato bem conhece a linguagem dos des-
penados, e, nem eu quero travar polmicas com
o Sr. Texeira. Seria para isto raisler, que tivos-
semos ambos a mesma educacao, e a mesraa au-
dacia!...
Era una das mesmas audiencias, como juz
municipal, o Sr. Jos da Cuuha Texeira se com-
Discursos pr Souza Franco e p. Mino.q, por oc-
casiao da discusso de urna pen-
sao Kvina. baroneza daVictoria,
no senado.
O Sr. Souza Franco: V. Exc. manda-me o
orcamenlo para 1860 e 1861 ? (E* satisfeito.)
A pensoque se vai votar foi concedida viuva
dotenenle-general Jos Joaquim Colho, ultima-
mente bno da Victoria. Eu nao lenho seno
motivos para approvor qualjuer remun,eraco
feita a este dislincto general.
O Sr. Silveira da Molla : Apoiado.
O Sr. Souza Franco: Conheci-o desde Ter-
nambuco e tive com elle relac,oes desde o tompe-
em que fui all esludaute da academia.
Tive depois occasiao de o ver, de tratar com
elle muilo particularmente na provincia das
Alagos em 1814. e de admirar a sua lealdade e
a sua bravura. ;Apoiados.)
O Sr. bardo de S. Lourenco:E probidode.
O Sr. D. Manoel: Apiado, e por isso
morreu pobrissirao.
O Sr. Souza Franco: Nole-se que a sua
opiuio individual poda ser oulra ; mas mostrou
que era um verdadeiro militar, que, quando so
tratava.de obediencia ao governo, a sua espada
era do governo; a sua bravura era tal que elle
pao linha receio neuhum de se expr aos raaio-
res perigos, e, ainda na occasiao em que, estan-
do a cidade de Macei completamente desguar-
necida, se acredilou no ataque repentino de um
grande troco de insurgentes, que se dizia estar
vista, o general pareca lo fresco e lo proinp'.o
a encontra-lo como se dspuzesse de urna forca
numerosa, elle que nao tinha roda de si seno
muilissimo pouco soldados.
Era, portante, ura desses brasileos cujos
servteos devia ra e deve ser muilo bem remune-
rados, cojos servicos nao devera passar desa(ier-
| cbidos por um governo queurezo a juslica equo
j nao esqueca os servicos prestados ao estado.
Desde j so v que hoi de dar o meu voto
, penso, e que, so procurei demonstrar a necessi-
j dade de recompensar estes servidos, porque
I lenho presente o oslado da siluarjao fnaneeira
, em geral e das despezas que se azera com as
! classes inactivas e com as pensoes, raonte-pios,
i ele., etc.
Nos oslamos em urna siluacoqu o ministerio
: diz que desagradavel em urna situaco difli-
cil, por falla de meios pecuniarios; a'no ser
esta a siiuaco, o Sr. ministro da fazen Ja nao
leria viudo propdr s cmaras um augmento con-
sideravel de imposios, que nos anda vimos hojo
publicados nos jornaes em artigos addilivos.
O Sr. D. Manoel; E' exacto.
0 Sr. Souza Franco : Deve ser urna situaco
muilo dillicil aqoella que obriga o Sr. ministro
da fazenda a pedir augmento de impostea a um
i paiz que lula com grandes diOiculdades, em quo
o c ora more io est eslagnado, em que a lavoura
soffre, em que tudas as industrias esto desani-
madas, esmorecidas.
Oro, em face isso re-se que o numero da3
pensos augmenta, e augmenta annualmenle.
Para o .-.mo que agora se votara fundos, as
pensoes reunidas e incluidas as despezas com as
classes inactivas, pedem-se mil setecentos o
lautos con tos, nao me lembro exactamente ago-
ra, nem devo lomar lempo fazendo a somina
com o orcameiito vista.
Para as pensoes, meios sidos, monte-pios
e tensa pedem-se 578 7183 ; que urna quantia
consideravel, lendo-se o anuo passado pedido
12:433$; uns nao quer este algarismo di/.er que
fosse is!o Simplesmenle o augmento do anno.
O augmento do auno foi 30:804#, por ler
havido cun os fallecidos a diminuico de
18:371$.
Houve, iiorlanio, urn arando augmento dentro
do anuo.
N'esle andar vamos e-hogar a um poni em que
a despeza ha de ser muito consideravel; e. pois,
necessario que cada urna das pensoes hoje vo-
tadas seja muito justificada ; saibam-se os mo-
tivos, saibam-sc os servicos daquelles emprega-
dos pblicos civis ou militaros a cujos familias
se quer volar ests pensos; saibam-se a stua-
co o circurastancia da familia, nao s para
merecer, mas para preeisar desle auxilio.
Lu nao considero urna esroola as pensoes....
O Sr. Manoel: Apoiado
O Sr. Souza Franco....... mas considero
um auxilio, o o auxilio nao se d seuo a quem
o precisa effeclivamenle.
Ora,eu nao reno bstanle conhecimenlc- da
familia do distielo Sr. general para sabor se ello
I precisa efleclivamentedesle auxilio: calculo que
sim; conheci o general sempre pobre, sempre
limitado aos seus suidos, sempre embregado es-
pecial o pxecutivamcnlenoservico publico,'sem-
pre inhibido, portante, de fazo: fortuna yor
qualquer outro raeio.
Entendo, pois. que elle morreu pobre, que a
; sua familia precisa, mas julgo-o sem que lenha
pe feilo conliecimenlo.
Diz o decreto: .leudo) .... a penso de 1:140$
annual concedida pelo decreto de II do correute
' baroneza da Victoria reparlidamente com a sua
Olha, I). Olympia de Gusmao Colho.
Eu supponho. nao S'i, que nara a baroneza
da Victoria susientar aquella posieo que ella
linha no lempo da vida do seu marido, 1.4400
nao excessivo, nao i lalvez mesmo bastante ;
acho q>ie urna penso quo so ede volar sem
escrpulos de pezar injustificadamente sobie o
orcamenlo.
A reparlQo desta penso entre ella e sua Olha
precisa de oxplicaco: nao se ir assim privar a
baroneza dos moBs de que ella precisa, ello quo
os preciso, o repartir com sua Bina, que lalvez
os nao precise ?
Eu gstnu b,cm convencido que o recompensa
d.)s servicos ao pai merecem lambem lento cui-
dado como a recompensa dos servicos do mari-
do; mas, se nos circunstancias de cada urna
das portes a viuva estiver era posieo de preci-
sar o afilha a nao estiver em posieo de precisar,
porque seja casada c com fortuna, cu seria leva-
do, se as ntorraacdej fossem laes, a pedir que a
pen-o se concentrasse antes luda na viuva,'
ainda mesmo que so enlendesse que no futuro
as circumstanrias da illia pudessem exigir quo
que elli lhe passasse por sobrevivencia.
Eu, que pens que a penso deveria portencer
anles s, e nicamente viuva do dislincto f.i!-
jocido genera] baro da Victoria, esperarei as
informacOes a este respeilo ; repito, nao iufor-
magoos sobre os servicos, sobre o grande mere-
Cimcnt'i do fallecido baro da Victoria ; nao in-
lorm^icoes sobre a sua vida sem mancha como
militar que ora nao commcrdanle, militar que
nao sa enrqueceu, como alguns outros fazera.
O Sr D. Mvnoel: Apoiado.
O Sr. Souza Franco : ... nao a respeilo
deste ponto ; mas a respeilo da situaco efactiva
hoje de sua familia e do sua li I ha, para que eu
possa dar um vol de consciencia nesle poni ;
alias o meu voto ser no sonlilo de que a viuva
do dislincto fallecido general baro da Victoria
lenho os meios de que.olla precisa, e que a pen-
so nao se reparta com quem lalvez a nao precise
e que lora para ser considerada na sociedado *
honra de ler sido fllha do ura tao distinelo ge-
neral.
Bu, portanto, nao pondo em duvido o ncessi-
dade da penso, peco esses esclareciinentos para
poder decidir este meu ponto do duvida, isto .
da ncessidade da diviso da penso, quando eu
entendo que ella deveria ser antes concentrada,
na pessoa da vuva do fallecido general, com ou
sem sobrevivencia fllha, segundo as circums-
lancias da mesma lilha. Peco, portanto, al-
gumas inormaces, e nformocoes que anda re-
pilo, sao necessras para que o publico conheca
que nos lempos de dilDculdades em qufl eslfms
nao volamos seno pensos os mais justificadas
aquellas que o estado nao poderia negar sem in-
correr na pecha de ingraiido, ou se por ora ris-
co de minorar os esforcos dos que estao vivos
com o receio do que suas familias nao tenhara
ILEGfVEL
J


DIARIO DE PBRNAMBDOO. QUARTA FEIBA 3 DE OUTUBRO DE 1860.
pane na recompensa devida a esses servidos.
Poco, portanto, as ioformaces para regular o
oieu vol.
O Sr. Presdante do Conselho : O fallec lo
general deixou urna Qlhn de menor idado e ou-
tra casada.
O Sr. Souza Franco : Eu cuidei que s li-
nlia a casada. ,
O Sr. D. Manoel: Ora. eis ahi Uj0ia razo*
O Sr. Soura Franco : K' quanlo basta.
O Sr. D. Manoel: Sr. presidente, nos paizes
que sabera apreciar verdadeiraaiente o sorvico
de scus nncionaes, urna pensao desla ordetn nao
passa em silencio; eslou vendo que, so o meu
nolire amigo que se sonta minha direila noer-
guesse a sua eloquente voz para resumidamente
comraeraorar os servicos dodistincto tennte-go-
neral barSo da Victoria, esta pensao passarja sem
urna s palavra. Eu disso ha pouco, Sr. presi-
dente, quo pensiles desta ordem costumam ser
precedidas de um discurso proferido ordinaria-
mente por camaradas do individuo a quera ellas
se concedera, sendo i#i litares; o V. Exc. ha de
ro.cordar-se, porque minha memoria est cada
vez mais fraca, que,, tendo-se presentado na c-
mara dos dopuiidos etu FranQa um decreto do
poder executivo, concedeniio uuia penso consi-
dera**el ao coronel Combos, me parece qno 6 o
nomo que se liavia portado coni a tnaior bravura
em um dos ala pies na Algeria, e succumbindo s
Cerillas que recebara, o governo, digo, conceden-
do A rio Va deste militar urna pcrisxb. na cmara
dos deputados nao se contentaran! com um voto
silencioso, fizeram um elogio deste militar raorto
debaixo dosjmuros de Constantino.
O Sr. Souza Franco : Apoiado.
O Sr. Manoel: Portanto, eu creio que
nos deveramos* nesla casa seguir o exemplo das
mamaras franceza?. Quando, senhores, se d una
ionso viuva de um general 1.1o distiucto, como
ai o Ilustre baro da Victoria, o Sr. Jos Joa-
quim Coelbo, eu eulendo que deveriara ergirer-se
nina e.militas v^es para fazerem bem patentes
ao publico os semei>9 desto Ilustre servidor do
astado ; o governo deverla ser o primeiro a le-
vanlar-se e a commeraorar resumidamente os
servicos daquellu bravo militar.
O Sr. Ministro dos Negocios Estrangeiros:
E' milito rouliecida n vida do general Coelho.
O Sr. D. Manoel: Tambera eram conhoci-
ronel Cornties.
O Sr. Ministro dos Negocios Estrangeiros di
um aparte.
O Sr. D. Manoel: Est engaado ; as folhas
publicas linhatn narrado a vida e os actos desse
i Ilustre coronel de quern fallo, o no enlanto, a pe-
zar de estar publica a vida deste militar que tan-
to han: i o sen pail, nem por isso as cmaras
dcixanm de erguer-se vozes eloquontes para
commmemorarein os feitos Ilustres deste militar
justificar a pensao concedida viuva pelo go-
verno. l'ortiflto, o aparte do meu nnbre amigo
o Sr. ministro dos negocios estrangeiros nao e
bem cabido. E' n'isto que eu desejava que nos
irntassemos a Franca, e nao em iranscrevcr pa-
ra a nossa legislacao a esmo arligos do seu cdi-
go civil, com llagraute riolac&O da nossa cunsti-
luicAo.
Pois bem, Sr. presidente, o meu nobre amigo
senador pela provincia do Para, tomou essa ta-
refa, e pero lcenea para addilir. algutna cousa ao
que elle dsse
O Ilustre teneote-general baro da Victoria
vero para o Brasil muito moro, assenlou praca no
exereito, e desle esse lempo fui sempre modelo,
estimado o considerado pelos seos superiores,
Invoco a auloridade do nobre narquez de Caxias
que o*conhece de perto, creio mesino que fn sen
superior, perlencendo ao mesnio batalhao em
que elle servia, c do qoal era capilo de urna das
companhias o Ilustre general o Sr. baro de So
ruliy, ( ao Sr. marque* de Caxias ) nao assira ?
(O Sr. Mrquez do. Caxias faz signal alliraia-
tivo.)
Di/, o Sr. marque?, de Cixias que sim. V. Exc.
deveria dar um apoiado, para ir para o jornal,
porque a rotoridade de V Exc. muito valioso,
porque o conbeccu de perto, leve muitas occa-
sies de apreciar os seus servicos, es suas quali-
dades, e at. segnndo creio, de o recommendar
ao enverno. V. Exr. quer dar o apoiado"?
Sr. Mrquez de Ca.rias : Apoiado.
O Sr. U. Manoel (ao tachigrapho): O Sr.
marquez de Caxiis :apoiado. Perianto,-j v
o senado, que c Sr Colno gminou lodos os pos-
los desdesoldado al lente general, conselhei-
ro de guerra, pelo seu mrito, pelos seus sorvi-
v eos prestados sem macula ao imperio. E, se-
nhores, em um lempo, ein quo o iuleresse parti-
cular domina ludo, esse bravo general morreu
pobre, segundo me consta, deixando sua fami-
lia apenas o meio sold, e por isso o governo
correu em auxilio della, concedendo a pensao de-
que se trata.
O Sr. general Coellio foi encarregado das eom-
misses as mais arriscadas, muilas vezes expoza
sua vida pela nova patria que adoptara, servio
sempre com urna bravura, com urna intelligencia
e i im urna dedicaoo que mereceram a mais
honrosa f de olcio: infelizmente ella nao est
junta oo decreto que conceden a pensao sua
viuva e ilha, porque, se ella eslivesse apenan
osle decreto, eu a leiia toda peranlc, o senario,
para que conhecesse por esse documento autenti-
co que o que estou dizendo nao seno o mani-
festaco da verdado.
Eu nao neg, Sr. presidente, antes reconheco
com prazer, que o governo premiou dorante a
vida desse Ilustre general os servicos que pres-
tou, porque de soldado chegou elle a general;
mas nao foi isto s, leve coramissOes da maior
importancia, foi nomeado conselhefco de guerra,
gra-cruz da ordem de Aviz, dignilario do Cru-
zeiro, etc.; foi nnmeado durante a oslada de S.
l. o imperador em Pernambuco, grande do im-
perio com o titulo de baro da Victoria. Por-
lustie semour ou e.-.ia0u T Wao, por ceno; e <
cumprimento de um dever imposto pela constitu
r.ao, a qnal manda remunerar os servicos presta-
dos ao paia. ou seja nos proprios individuos que
os prestaran), ou seja em suas familias.
Com razo, portento, o governo pagou urna
divida que o ejlado conirahira eom o Uluslre ge-
neral bardo da Victoria ; cora justica O governo
foi em auxilio de urna senhora respeitavel e de
sua fllha menor augmentando um pouco o meio
sold que ella j percebe, para assim poder vi-
ver apenas com parrimnnia, porquo l:2Oft e
mais um cont o nao sei quanlo que Ihe d a
pensao para se viver parcamente, parase
vver apenas, mesmo na cidade do Recite, que
nao urna cidade em que a subsistencia seja to
cara como no Rio de Janeiro.
O Sr. Visconde deSuassuna:Pelo contrario,
mais cara.
O Sr. D, Manoel. mais car?? Ainda me-
Ihor; aqui esta o que eu nao sabia 1 Sr. tachy-
grapho, tome nota larobem desto aparte.
Ora, eu fallo no lo de Janeiro, porque lenho
conhecirnento da lena, assira como todos que
aqui vivem ; mas n.lo sabia qne a subsistencia
na cidade do Rccifo era mais cara do que na do
Rio de .'aneiro.
Portante, como com duzenlos e tantos rail
ris mensaes pode-se viver com decencia? Por
urna casa pequea paga-se 1:OOOS de aluguel por
anno.
O Sr. Silveira da Molla : menos que urna
taberna.
O Sr. D. Manoel:Pois bem ; o Sr. visconde
de Suassuna acaba de aflirmar quo a subsistencia
na cidade do Recie ainda mancara do que no
Rio ao Janeiro ; e, portanto, veja V. Exc como
urna viuva em pesieao elevada, com urna Giba,
no Rio de Janeiro mesmo, poder vivofcdecente-
raenle com pouco mais de. 2000 por mez.
O Sr. Silveira da Molla :Eu al acho que
Ihe deram pouco
O ir. Manoel: verdado; concordo rom o
nobre senador, o raras vezes infelizmente estaraos
em concordancia.
O Sr. Si/caira da Molla :A nfelicidade 6
minha.
O Sr. U. Manoel:Nao, senlior. minha.
Concordo com o aparte com que me honra o no-
bte sonador pela ierra que me vio nascer. O no-
bre senador disso :Acho pequea a pensao;
e eu digo : concordo com S. Exc.; a pensao pe-
quea, leudo-se em altcuco os relevaetes servi-
dos, c>mo diz o decreto ; porque o decreto diz
as patarras .prestados pelo general baro da Vic
loria.
() Sr. Silceirada Molla :E verdade, foi urna
perda muito gtando.
0 Sr. U. Manoel-Miso nobre senador sabe
que nao nos dado aqui era augmentar, nem
diminuir pensao; senos pndessemos mandar
urna emenda augmentando a pensao, ou declaro
que a aceitara, especialmente sendo offerecida
pelo nobre senador; mas a asscmhla geral lem
estabelecido que a ella nao cumpre se nao appro-
var ou reprovar as ponsdes.
Q Sr. Silva da Molla : Ao governo cumpre
elevar a pensao
0 Sr. Manoel:L' verdade. Tome-se este
aparte do nobre senador, q c talvez contribua
muij para que em breve lempo seja augmenta-
da a pensao.
O Sr. Silveira da Molla:Isto brinquedo
I de V. Ex-.
0 Sr. II. Manoel:Porqup V. Exc. lem una
grande importancia para eom 0 governo, um
dos bracos poderosos em que elle se apoia ; V.
Exc. levanta a sua voz nesla casa para apoiar o
.governo, c o apoia com o tlenlo que se Ihe re-
conhece; V. Exc. dermis c um digno consultor,
a quem o govi-mo allende.
O Sr. Silveira da 4ofa ;Agora nao sou con-
sultor.
0 Sr. D. Manoel:E' o mesmo, est apenas
suspenso dos exercicios emquanto o senado fu ac-
ciona; mas sempre consultor dos negocios
ecclesiaslicos, dos negocios ecclesiasticos da igie-
ja! E quendo aqui houver alguma questao entre
mira e o nobre senador pida provincia das Ala-
goas, eutrego-o inmediatamente ao Ilustre con-
sultor dos negocios da igreja.
ci'iKtiUe a sua uuv,i a a sin uiti.i ta de
voto -unnime do senado.
mr u
dos juizes, escrives e mordo-
mos, que teem de festejar
Senhora da Con eu cao da
Escada, no anno de 1861.
Juiz por eleicao.
O Illm. Sr. Dr. Ernesto de Aquino Eonseca.
Juiz por dovocao.
|.0 Illm. Sr. coronel Antonio Gomes Leal.
Juiz protector.
Olilm. Sr. Ricardo Pereira de Farias.
Escrivao poreleico.
0 Illm. Sr. Joaquim Leocadio Viegas.
Escnvo por dcvofo.
0 Illm. Sr. Dr Francelino Bernardo Quinleiro.
Procuradores.
Os IIIms. Srs.:
Jos Christiano da Silva.
.Milenio Milito Mariins.
Mordoraos.
Os Illms. Srs. :
Joo Hermenegildo Bnrges Diniz.
Capilo Raymundo da Silva Maia.
Joaquim Jos da Costa.
Tenente Horacio de Gusmo Coelho.
Alferes Ignacio Anlonio Rorges.
Tenente l.uiz Jeronymn Ignacio dos Santes.
Anlonio Fernandos Jorge.
Pedro de Alcntara Monte-Lima.
Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro.
Tcnenle coronel Joaquim Rodrigues Coefho
Kelly.
Joaquim Jos de Aranles.
Antonio Alves.
Francisco Manoel da Rosa.
Pedro Alfonso Rogueira.
Anlonio Francisco Maia.
Dr. Abel da Graca.
Dr. Joaquim Arsenio Cintra da Silva.
Dr. Jos Secondino Lopes Gomonsoro.
Man.iel de Carvalho Paos de Andrade.
Francisco de Paula Goncalvesda Silva.
Augusto Barbosa de Castro c Silva*.
Dr. Alfredo de Rarros CavalcaMi de Laccrda.
Carlos Augusto Viegaa.
Antonio Salvadajr Giraldes.
Procurador geral.
. O Illm. Sr.
Jos Fi-mino de Oliveira Regio.
O conego vigario, Venancio Ilenrigues de ie-
zende.
das juizas, escrivus e mordo-
mas que teem de festejar
Senhora da Conceicao da
Escada, no anno de 1*801.
Jui/a por oleirao.
A Illm. e Exm/' Sra. D. Uarianna de S e Albi-
querque lilha do Illm. e Exra. Sr. baro-le
Gararapes.
Juiza por devoco.
A Illm," e Exm.J Sra. I). Senhorinha Emiia
Jorge.
Juiza proleclora,
A Illm.' e Exm.a Sra. D. Olympia Lins Ribeiro,
mulher do Illm. Sr. tenente Jos Ribeiro Cli-
ma raes-
|Escrva por eleico.
Um.'" eExrn.1 Sra. D. Tranquelina Iris de
ilendonca Correa.
Escriva por devoco.
O Sr. Silveira da MaUm:-* eu a pnon ji A Illin>a _, Sra_ l( Mnna ;, Me0 Cam
declaro que hei de estar do lado de \ Lxe se ; Protectora
tletcaoj dus juizes e oais devotos, que
tM| re festejar o glorioso Santo Ama-
r# 4e Jaboalao em o ana de *8(H.',
Juiz por eleico.
O Illm. Sr. Tenente-coronel'Francisco Anlonio
Pereira da Silva
Juiz por dejfocao.
O. Illm. Sr. Commendador. Ant'nio de Souza
Leo.
Juiz protector.
O Illm. Sr. Baro Jos Antonio de Araujo.
Juiza por eleico.
A Exma. Sra. D. Ermenda, mulher do Dr. Fe-
lippe de Souza Leo.
Juiza por devoco.
A Exma. Sra. D. Umbelina, mulher do Dr. Ga-
briel Soares Raposo da Cmara.
Juizn protectora.
A I-.xma. Sra^-D. Angelila, mulher do Dr. Domin-
gos de Souza Leo.
crivo.
0 Illm. Sr. Capito Antonio Valentn da Silva
Barroca.
Escrivao por devoco.
O Illm. Sr. Manoel Jos Francisco Pereira da Sil-
va Jnior.
Procuradores.
Os Illms. Srs. Tenente Manoel Mondes Lins.
Capilg Joaquim Pereira Vianna.
Tenente Jimquim Cavalcanti de
Albuquerque.
Thesoureiro.
O Illra. Sr. Tenente Jos Fernandes Monteiro.
Escriva
A F.xma. Sra. D. Firmina Cavalcanti Pies de Mel-
lo Brrelo.
Escriva por devoco. _
A Exma. Sra. D. Joanna, mulher do Sr. Albino |
Jos da Silva.
Mordomas.
As Exmas. Sras. Filha do Sr. Denlo loU Fernan-
dos Barros.
D. Mara, mulher do Sr. capi-
lo Barro -a.
Mulher do Sr. Dr. Joo Capis-
trano Bandeira de Mello.
D. Umbelin, iiior d.. Manoel Ferreira dos Sant-is.
Mulher do Sr. Jos Francisco de
Souza Leo.
<' D Auna Furtado de Mendonca
Oliveira.
Mulher do Sr. coronel Jos Go-
mes do Santos Pereira de
Basts.
<: a D. Mara, filha do mejor Amo-
nio Francisco Xavier Paos
Brrelo.
D. Francisca- mulher do Sr.
Pedro Go'Mlves da Rocha.
< D Candida Ara gao Pereira de
Mello.
Mulher do Sr. Jos Maximiano
Pereira de Mello.
D. Lilia, mulher do Sr. Jos de
Souza Leao.
Mordomos.
Os lilms. Sr. Gommendador Bento Jos Fer-
nandos Barros.
a Dr. Gabriel Soares Rapozo da
Cmara.
Dr. Joo Capislrano Bindeia
de Mello.
< Dr. Domingos de Souza Leo
* Dr. Miguel Felippe de Souza
. Leao.
Dr. Francisco do Rogo Barros
Barrito
'*
tardos lecio de olodao ; a ArckwigHlh
pes
2
& C
Briiuc inglez Gepsey. viudo do Hallifax, con-
signad^ a Saunders Brothers & C, manifestou
o seguitUe ;
5337 bawk'as e 46 caixas bacalho, 3,000
de tabeado; aos mesmos.
Patacho inglez Harrie, viedo de Terrn-Nova,
consignado- a Johnston Paler & C, raanifeslou o
seguinle :
2,582 barricas bncnlho ; ao? consignatarios.
Brigue ing'ez -Gil^na, vindrrd Terra Nova,
consiiznado a JohnslonitPater & C, manifestou o
seguinle :
2,650 barricas bacalho; aos mesmos.
Consulado feral
Rendimento do i i a
dem do dia 2 .
1
1:396J030
1:398j504
2 79B534
Guiselho de compras navaes.
Piomoveesle conselho em sesso de 5 de ou
tubro prximo, visla de propostas que receb
em cartas fechadas, entregues nesse dia, at s '
11 horas da manha, a compra dos seguirnos ob
jeclOS do-material da armada, cujas amostras, islo
. do que couber no possivel, devero arompa-
nhar as mesmis propostas, incluidos nesses ol>-
jectos os Gonstantes na deelaraco ou anpuncio
de 18 do eorrente mez, assira de nenhura ef-
feilo.
Para os navios.
10 bandeiras naciorra?s de 4 pannos, 10 dilas
ditas de 2 diles, 10 bracos de balance, 100 enmi-
ss de bael* ou panno'nul, 9 fardiias de bfim
para fusireiros navaes, 1 escaler de 6 remos, 20
(echaduras para camarotes, 40 ditas de patente
para caixa, 4 arroba* de linha d0 barca, 200 na-
valhas de marinheiro e 6 pavilhes de navio.
Para os navios do arsenal.
1 peca de flele branco. 10 grosas de peonas
de ac, 30 resmas de papel almoco, 40 arrtibis de
63f23E salio, 20 latas de tinta branca d'o zinco, lo ditas
91&711 ; de dita preU.1 3 arrobas de secante, 3 dilas d
------------ ; zarco, 20 bracos de batanea, 4 arrobas de colla
1513943 da Babia, 2 ditas de (io de algodo, 4 lernos de
=z-z==zzz pesos de ferrode 8 libras a 1/4 e 2 caixas de v-
nespaclios de exportar-o pela me- dro grossos para vidracas de 10 a 16 pollegadas.
sa do ciMisulado desla cidade n Para arsenal.
dia de ou tubro de 18 HavreRarc franceza Berth, Tisset-frores & metal, 20 tonelladas de ferro bruto, 40 folhas de
C. 1,089 couros salgados e 199 ditos espi- f"o anglo de 1|2 pollegada de grossura, 35 bar-
chados. ras de dito em lencol da mesma grossura, 1(1
Rio da I'rala Escuna hollndola Atalante, barras de dito da Snecia de 2 1|2 pollegadas do
Marques, Barros & C, 150 barricas assucar 'argo o 3 a 4[8de grossura, 9 barras do dito dito
de 2 pollegadas a 3; 4 ile largo e 3 a 48 de gros-
Di versas
Rendimento do dia 1
dem do i. i i .
provincias.
Brandywine,
saceos assucar
S. Brothers
mascivado.
PhiladelphiaBrigue americano
Itoslron Rooker & C, 1,000
mascavado.
LiverpoolCalera ingloza Bonila
Sl C, 4 sacoaa algodo.
Exportacao.
Rio de Janeiro, brigue nacional Almirante,
de 218 toneladas, ennduzio o seguinle : 1,045
I voto mes gneros estrangeiros, 800 saceos assu-
car, 65 sacias alaodo, 58 saceos feijo, ltsO bar-
lis doco 199 mullios pellos de cabra, 1 caixo
i espadadores.
Rio Grande do Sol. barca nacional Sama Mo-
ra Roa Sortea, de 226 toneladas, coudiizio o se-
guinle : 5,467 saceos assucar.
Rio da I'rala, brigue nacional Marinho III-,
de 30 toneladas, ennduzio o seguinle : 226
cascos cachaca, 275 barricas assucar.
Hecebedoria de rendhis internas
reraes de Pcrnnmliuco
Rendimento doj^l..... 6027
dem do dia SHP...... 816424
1:448*971
Consulado
Rendimento do dia 1 .
dem do dia 2 .
provine
lal
596J641
1:934?519
23lgl60l
Moviment do porto
huuver questao com V. Exc.
O Sr. P. Manoel:Ainda bem, que felicida-
de a minha de fallar hoje! Vejam, senhores,
como lenho tilo hoje a diia*e a vontura de er
tocado em objectos lio importmb-s para ser
apoiado pelo nobre Senador! Ah sinto que nao
esteja na casa o nobre senador o Sr. Dantas para
annunciar-lhe que as questes que livor com-
migo, quando eu vacillir, ahi esl o nobre con-
sultor dos negocios da igreja, que me dir:
Falla que cu le soccorrerei,
Sr. senador pela provincia das Alagoas. Mas
V. Exc. me fez desviar do proposito quenu tinha
e do caminho qne ia trilhanilo era relaco pen-
sao da viuva e.lilha do illuslre genera'l baro da
Victoria.
O .'ir, Silveira da Molla d um aparte.
O Sr. D. Manoel:V. Exc. est prolelando;
perdoe-me, cu nao goslo do uso desle termo;
eu me asusto, arrepia-se-me os cabellos quan-
do ouco a palavraprotelar I Estou cora raedo,
ncipalmente depois que se mandou mesa
e bicho chamado reqnerimento, que proroga
a sesso por 6 horas. Oh meu Deus Esta noi-
te nao dorm assustado, aterrado; o que ser
de nos ?
Mas o nobre senador parece que'.hoje esl um
pouco (perdoa- me a expresso ?) prolelador. Es-
Ios apartes sao indicios de que o nobre senador
quer que eu falle hoje niuilo lempo ; porque
quando se do apartes lio judiciosos, como S.
Fxc. acaba de dar-nic, de proposito para que
sobre elle se abra urna diseusso luminosa e lar-
ga. Ora vejam a que diseusso nao arrasla o
'n
e
A Illm." e Exrn." Sra. baroneza do I.vramenlo.
Mordomas.
As Illm." o Exm." Sras.:
D. Alexandrina Rila do Amparo.
I). Isabel Mara do Rogo Monteiro.
D. liermina Adelaida dos Santos Campos.
D. Carolina Mara da Assumiico.
D, Mara dos Prazeres .lorg".
D. Anniinciad'i Emilia Jorge.
D. Guilherrnina Joanna Baptisla.
r/ui!'le Jcsuina Uenriqueta Baptisla.
D. Anna Therrjza de Jess,
D. Carlota de Albuquerque Cmara.
D. Senhorinha do Sacramento Soares.
D. Anna Correa de Almeida.
1). Rufina Candida de Lris.
D Maria da Conceicao Pereira.
I). Jeronyma Emiliana do Mello Cousseiro.
1) Maria Carolina Leal Ferreira.
I). Maria Adelaide Lins do Carmo
O conego vigario, Venancio llenriqne de Ile-
zende.
Navios entrados no dia 2.
Ro de Janeiro e Babia. 7 dias, vapor francoz
(uienne, de 1067 tonelada*, comraaiidanle
Enoni llyppolyio, equipegem 113. "
Torra Nova. 38 das bnjue inglez (tania, de
17t> toneladas, capilo \V Jakman, rquip. 10,
carga 2650 barricas cora bacalho ; a Juhnslon
Tenente Joaquim Cavalcanti de \ ,il .,,_______,;. Richmond. 8 das, barca americana Iteindeer
de iQ toneladas, capilo I. \V. Coutts, equip.
13, carga 3375 barricas com farinha de trigo ;
a Roslron Rooker & C. .
Rio de Janeiro. 15 das hiato brasileiro fie-
dade, de 2I toneladas, capilo Jos Marques
Vianna, oquipngem 11, carga caf e
eros; a Baitliolomou Loureneo.
.Varios sahidos no mesmo dia.
Ilha de Coba. Barca ingleza Dyson, capilo
John Hsllidav ; em lastro.
Bordeaux e portos intermedios. Vapor rancez
Guitnne, cotnmindante Enout Hyppolilo.
Albuquerque.
a Tenente coronel Sebast'o Lo-
pes Guimaries.
Hajor Anl mi Francisco Paes
Barrdo.
< Ignacio Francisco Pereira da
Silva.
llenriqne do Rogo Barros.
Joige Nebsite.
O vigario.Manoel Esperidio Muniz.
de
lano, ningucm dir com razo que o governo aparte do nobre senador pela provincia de Goyaz
imperial nao premiou duvidamente os servicos do
Sr. Coelho.. Mas, Sr. presidente, V. Exc! sabe
que es vencinientos de urn general, ainda mesnio
conselheiro de guerra, ainda mesmo em com-
niisso importante, como oceupou o distiucto
general nao sao'suficientes para se legar una
fortuna, ainda mdico, sua familia ; esses ven-
t'imentos, senhores, chegam apenas para que um
liomem do posico elevada se trate eom alguma
: c ma, nn com loxo, porque os vencimentos,
anda os maiores, de um militar nao chegam
nunca para que elle se trale com luxo ; calcule
V. Exc. por exemplo o vencimento de um tr-nen-
te-general, conselheiro de guerra ; anda isto creio
que porS:000j): nao assim, Sr. marquez ;
O Sr, Mrquez de Caxias :Nao chega a
isso.
O Sr. D. Manoel:Nao chega a 8:000; ora
veja V. Exc. se com menos de 8:0005 possivel
qneum general trate com a decencia precisa a
sua familfa, um general de ruis a mais conse-
lli'iio de guerra, como disso, graa-crift, grande
do imperio, etc.
Corao havia, portanto, esse illuslre brasileiro
deixar fortuna sua familia? Como era possi-
vel que elle fizesse economas para formar um
capital, o eslabeleccr urna renda para a sua fa-
milia?
Nao 6 possivel, tanto mais quanlo esse gene-
ral, alm das qualidades proprias de um militar
bravura, lealdade, ele, era de um desinleresse
proverbial, o general morreu corh as mns pu-
rissimas, ogeneral nunca se aproveitou das posi-
rocs elevadas, das rommissoes importantes para
l<.cuplctar-sn ; limitou-se sempre seus sidos,
s s.iiasgratilicacoes.
Ora, se um general que se limita a seu sold,
que nao lem fortuna bordada, nem de seus paia,
nem de sua mulher, esse general, senhores. vive
parcamente e morro pobre, deixando sua fami-
lia apenas um meio sold, pegunto eu, se o meio
sido seria sufficiente para a viuva de um lenen-
tc-gdkral, conselheiro de guerra, gra-cruz,
grande do imperio, etc., poder manlcr-se nao
digo j com decencia, mis, neto mesmo com par-
cimona?
O meio sold creio que de 1:200}. Ora, Sr.
presidente, como que urna senhora na posico
ni que est a Sr." baroneza da Victoria, e de-
ntis, com urna filha menor, poderia manler-se
crfm parciiionia mesnio, com lOOg por mez era
Pernambuco?
Agora me soccorro o nobe senador o Sr. vis-
conde de Suassuna que est minha direila; S.
Exc. medir so possivel que na sua trra urna
senhora nesta posico se maoleuhacom 100J por
mez.
O Sr. T'isconrfe de Suassuna:Nao pos-
sivel.
O Sr. D. Manoel:S. Exc. acaba 4e dizer-me,
em voz um pouco baixa, que nao possivel
Sr tachygrapho, tenha a bondade de esefever
este apae.
Ora. nestas circumstancias, pergunlo en, uro
faver que a nacao faz viuva e fllha de um 1-
i3 pouco proferido! Entretanto que nao entra
nessa diseusso, porque irata-se da pensao con-
cedida viuva e lilha do baro da Vidorra.
J ve, portanto, V. Exc que compro um de-
ver ostendendo-me um pouco a respeiio dos re-
levantes servicos prestados por *lo Ilustre ge-
neral.
Eu tnrr.bcm desejava ouvir a voz, nao sei se
j est na casa, porque meus olhos nao enxer-
gam ao longo, s se o nobre Sr. visconde de Sa-
pucahy me emprestar os seus ocelos; eu dese-
java ouvir a voz de um honrado general que co-
nheceu muito de perlo o fallecido Sr.. barao di
Victoria. Retiro-me ao nobre senador o Sr. vis-
conde da Boa-Vista, que tamhem general, e
parece que esl ntais no caso de fazer o panegy-
rico do finado baro da Victoria.
O Sr. Visconde da Boa- Visla : V. Exc. nao
deixa nada a desojar.
O Sr. D. Manoel:Sr tachygrapho tome no-
la do aparle que me den o meu nobre amigo o
Sr. visconde da Boa-Vista.
Eu tambem queria ouvir a voz do nobre mar-
que/, de Caxias ; e eu nao Ihe pedera seno quaj-
Iro palavras, porque em geral os anulares sao
lacnicos.
O Sr. Silveira da Molla d um aparte. ;
O Sr. D. Manoel Nao, ponharaos de parte
essa idea. Os generaos as suas ordens do da,
de ordinario, sao lacnicos, nao di/em seno o
quantum satis, e. acoslumados a esse laconis-
mo, na tribuna fazera o mesmo. Eu queria o
quantum satis, queria que dissesse : O meu
cantarada o amigo baro da Victoria leve urna
vida chela de fados Ilustres___
O Sr. Marquez de Caixias :Apoiado.
O Sr. D. Manoel: servio patria por
mais de 40 annos. da manera a rnais honrosa ;
moslrou urna dedicago como os mesmos brasi-
leros que nasceram no Brasil, por exemplo, o
Sr. marquez do Caxias, b Sr. visconde da Boa-
Visla, etc.; morreu pobre, sempre mostrando o
menor desinleresse, o com as mos as mais pu-
ras, como 6 proprio de um perfvilo cavalheiro,
de um completo hornera de bem.
O Sr. Nabuco :Apoiado.
O Sr. Marquez de Caxias:Y.' ludo urna ver-
dade.
O Sr. D. Manoel:O aparle do Sr. marquez
de Caxias um discurso lacnico, mas cheio dos
mais bellos perjjamerilos. Estou satisfeito com
as poucas palavras proferidas polos dous Ilus-
tres generaes, cojo testemunho invoquei. Tam-
bem tive relacoes com o finado general baro da
Victoria, desde que fomos collegas na cmara
temporaria, e por isso aproveilo esta occasio
para resumidamente expor os seus longos e rele-
vantes servicos, e para render homenagem a
um amigo, cujas ptimas qualidades pude apre-
ciar.
Oxal que o Brasil cont varocs to distinclos
como o general Jos Joaquim Coelho, baro da
Victoria. .
Nao lenho a menor duvida de quo a pensao
Illm. c Exm. Sr. presidente.
Tendo os abaixo assignados propendo o pro-
testo junto, para apresenla-lo a mora parochial
desla freguezia na occasio em que se tivesse de
lavrar a acta da eleico, a que se acaba de pro-
ceder, e tendo-se retirado os mesarios para la-
vrarein a acia era casa particular, tornou-se m-
possivel a apresentacu do protesto ; pelo que
veom os-abaixo assignados representar contra
esla illegalidade, o ao mesmo lempo submelter
a considerarn de V. E\. o referido protesto,
afim de que, unido elle ca presente representa
cao acta da eleico possa produzir a nullidade
da roesma eleico avista das leis que foram
transgredidas; e'para islo
P. P. a V. Ex. definmenlo,
E. R. Me.
Freguezia da S em Olinda", 14 de selembro
de 1860.
( Soguem-se as assignaluras como no pro-
testo. )
Os abaixo assignados, clados votantes desta
freguezia veem protestar contra a validado da
presente eleico, e os motivos de seu protesto
sao os seguintes :
1. Ha ver a mesa recusado recober os volos
de mullos cidados qualilicados e leconhecida-
monle moradores na freguezia.
2 Hsver recebido votos de individuos que
nao osto qualilicados.
3. Ha ver admitlido a votar em duplcala a
dilferenles cidados.
4." Haver procedido chamada tumultuaria-
mente volvendo e revolvendo a lista de diante
para *traz o de detraz para diente, segundo as
conveniencias da opportonidade.
5. Uaver-se promovido adrede a perturbaco
da ordem, provocando-se scenas de tumulto, o
do sanguem, aflu de so ateinorisar e povo e a
titulo de garanta de ordem se postar urna guar-
da respeitavel c intolerante, que nao conseulia
que os cidados pacificamente se aproximassera
para com a nspecco ocular guardar a urna.
G. Haver a mesa principiado os trabalhos da
lerceira chamada no da 12, antes das 9 horas,
snrprehendendo assim os cidados que linham
interesse de inspeccionarem o acto mporlanio
du abertura da urna : donde se pode collegir quo
a extemporancidade da abertura da urna poda
o pode ler lido por lim actos preparativos que
nao sao permillidos por le, mas ale sao fulmi-
nados por acfo penal.
Concluindo os abaixo assignados, e precisando
dar um carcter oflicial a seu protesto, e achan-
do-se escudados na legislacSo era vigor e em
differenles decises e ordens do governo impe-
rial, veem requerer a mesa a insorco deste seu
protesto na acta da eleico. E assim pedem dc-
finmento.
Olnda, 13 de selembro de 1860.
Antonio Symphronio Rodrguez de Luna.
Conego Jos Dionisio Gomes do Reg.
Eduardo Daniel Cavalcanti Vellez de Guevara.
Manoel Dionisio Gomes do Reg.
Francisco Pedro Celestino.
Manoel Clemente de Almeida*
Bento Jos Machado.
Francisco Serfico Gomos do Reg.
Conego Joo dos Sanios Fragoso.
Manoel Joo de Mirando.
Jos Mauricio Teiieira d'Albuquerque.
Francisco Jos de S.
Frederico Jos Peixto.
I.uiz Correa de Gusmo.
Rufino Augusto Mendes.
Francisco Jos de Carvalho.
COMMERCIO.
Caixa filial do banco do
Brasil.
KM 2 DE OUTBRO BE iSGO
A caixa desconta letras a 10 0/0, toma saques
sobre a praca do Ro de Janeiro, e recebe di-
nheiro ao premio de 8 0|Q.
novoIanco
DE
PERNAMBtUCO.
EM 2 BE OUTUBRO DE 1860.

O Banco desconta na prsenle semana a 10 0,'u
ao auno at o prazo de 4 niezes e a 12 0/fj ate o
de 6 mozes, o toma dinheiro era cotilas correles
simples ou com juros pelo premio e prazo quo
e conveiicionar.
.\ I lami;;:!.
Rendimento dodia 1.....17.598^068
dem do dia 2.......2:25*J426
39.823*494
Movlmento da nir-uirle;;
193
C5 55 ca B 1 Huras
5? ir. _ B Vi 2 Atmosphera
Direcco. sa H o
* *s OQ ftensidade
M -1 1 -I -1 C5 *^t Centgrado. *" O 5 0.
hS ti -I ti l p i i Rennmur.
ce -1 GC -1 " ~r te -1 Bi -4 ce te ?3 Fahrenheit Hygrometr
-1 -I -1 ^4 Barmetro l
c
-
er.
SE
<
>
9
> c
- tr
C
c.
c-
>
J
A noite clara com grandes novoeiros, venlo SE,
vcio para o terral e assim anianbeceu.
OSC.ILI.ACAO H AB.
Baixamar a 11 h r' da manha, altura 0.50 p
Preamar as 6 h 6' da tardo, altura 7.25 p.
Observatorio doarsenal de mnrinha 1 de ou-
tiibro de 1860 vircas Jifflion.
fo !creio do Porto).
Volumes entrados com fazendas . 109
cora gneros . 54
Volumes sahidos com fazendas . 116
com gneros . 808
Editaes.
------924
Descarregara hoje 3 de outubro.
Barca inglezaJohn Martinfazendas.
Barca americanaReinderfarinha de trigo.
Barca americanaMarannafarinha e majs g-
neros.
Brigue portugnezSyupitliia diversos generas.
Brigue inglezGitan^-bacalho.
Brigue ingle*Gipseyidem.
Brigue ingle/.Unacarvo.
Patacho inglezHarrietbacalho.
Patacho nacional Beberibe diversos gneros.
Iinporta^iio.
Barca ngleza John Martn, viudo de Liver-
pool, consignada a Southall Mellors & C, ma-
nifestou o seguinle :
80 loneladaaucarvo de pedra, 9 caixas linha,
51 caixas e 125 fardos Incido de algodo, 1 vol-
me amostras; aos consignatarios.
5 caixas fundos e tullas de cobre, 547 barras
o 75 feixes ferro era barra ; a Barroca & Me-
deiros.
30 gigos lonja : a ordem.
6 barrls e 3 caixas drogas, 25 b3rris salitre ; e.
J. Saren & C.
70 baricas barrilba ; a J. A. M D. & C.
25 barrls manleiga ; a A. Lopes Bodriguos.
4 Carros, 4 fornos, 3 caixas telhas, 8 pares de
rodas c eixos, 3 caixas ferramentas, 16 fexea
ac, 2 barricas vidros o zinco, couros, etc. ; a
companhia da estrada de ferro.
1 caixa chapeos deso de algodo, 56 fardos e
41 caixas tecidos de algodo e lnho
Hyder& C.
8 fardos e 3 caixas tecidos de
mes Crablree & C.
48 taixas de ferro, 39 fardos
do; a Braga, Silva & C.
2 caixas tecido de algodo e
tpeles de algodo, etc. ; a J. Kellor & C.
1 caixa renda de algodo ; a Amaral
&C.
4 caixas cassas, 100 ditas folhas de Flandrcs ;
a ordem.
16 fardos lecidcdc algodo ; a C. J. AsUey
&C.
20 caixas e 12 fardos tecido de algodo, 211
barricas cervoja ; a Adamsou H. & C.
46 taixas de ferro, 1 caixa' um torno comple-
to, 10 barris oleo de linhaca, 20 toneladas ferro
bruto, 1 caixa ululara ;
& C.
18 caixas e 6 fardos tecido
Gibson.
2 caitas brins delinho, 13 ditas e 17
tecido do algodo, 78 gigos e 9 barricas
1 cesto amostra *, a Johnston Pater & C.
1 caixa drogas ; a Bartholomeu Francisco
Souza.
7 barricas e 2 caixas ferragens, 9 barricas tin-
tas ; a .Prenlo Vianna & G.
10cateas lecido|de linho : a Paln Nasa & C,
O Dr. Adselmo Francisco Peroili, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo,
juiz de drelo especial do commerrio desla ci-
dade do Becife de Pernambucn c sou tormo,
por Sua Magestade Imperial c Constitucional,
que Dos guarde, etc.
Faeo sabor aos crodores do commorrianlo ma-
triculado Claudio Duboux.eslabelecido nesta ci-'
dado, o qual requereu moratoria ao raeretissimo '
tribunal do commercin, que pelo presente sao '
chamados para oomparecerem poranl osle juizo |
na sala dos auditorios, s 10 horas da manha
do dia 3 do mez de outubro prximo futuro, afim
de observar-so, c dar-se inieiro cumprimento ao
disposto no art. 900 do cdigo do commercin. de [
conformidade com o que dispoe o arl. 899 do
mesmo cdigo.
E para que chegiie ao onhccinicnlo de todos !
os credoresado referido impetrante, mandei pas-
sar este edilal que ser publicado na forma do
estro. Recite 7 do selembro de 1860,
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, es- '
crivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
Joo Baptisla do Castro o Silva, inspector da Ihe-
souraria do fazenda de Pornanibueo, por Sua
Magoslado Imperial e Constitucional, que Dos
guarde, etc.
Faz sabera lodos os habitantes desta provincia
que em virlode da ordem do Exm. Sr. ministro
da fazenda, presidente do tribunal do thosonro
nacional, se procede pela lliesourana siibsli-
tuijao das notas do mesmo Ihesouro de209000
a James j da quarla eslampa, papel branco, valor por valorl
a" Ja-
algodo ;
tecido de algo-
laia, I fcirdinlio
r* C.
Alves
at, o lim de abril de 1861, omocando do Io de
S. P. Johnston
de algodo ; a H.
fardos
louca,
de
maio subsequentc^i solrerem as ditas notas o
descont da le na razo de 10 por cont no Io
mez, de 20 por cont no segundo, o assim por
diante de modo a perdercm lodo o valor no d-
cimo mez.
Thcsouraria do fazenda de Pernambuco, 21 de
selembro de 1860.
Joao Baptisla de Castro c Silva.
Declaraces.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico que do dia 2 do cor-
rente por diante pagam-se os ordenados dos cm-
progados provinciaes, vencidos so mez de selem-
bro ultimo.
Secrelaria da thesouraria provincial de Ter-
nambuco, 1" de outubro de 1860.O secretario,.
A. da Annunciaco.
Correio.
Pela administracao do correio se faj publico
qua as malas que deve conduzir para o norte o
vapor costeiro Iguarass sero fechadas sab-
bado 6 do eorrente 6s 5 horas da tarde e nao no
dia 7 como por engao foi aimunciado.
i|8
sura, 12 barras de dito dilo de 2 pollegadas de
1 irgo e 3|8 de grossur, 9 barras de dito dito de
3 pollegadas de largo e 3 a 4|8 de grossura. 1
fole de 4 palmos, 12 saias de algodo azul. 1 sa-
fra, 6 feixes de arcos de ferro surtidos, 30 bro-
chas para caiar, 1 bgorna de ferro,-60 pares de
dobradieas de cruz, 30 dilas de 2 pollegadas em
quadro, 2 foles de 3 1'2 ps de comprimento de
2 e 4 pollegadas de largura, "200 liantes de sicu-
pira, 400 folhas de lina de vidro, 20 arrobas do
ochre e 0 libras de pregos ripaes de cobre ba-
lidos.
Para a enfermara de marinha.
411 rin, ,.,,. --os lanos liavessoiros do li-
nho chelos de palha e 2i orinos.
Sao as cowlicoes para a compra deslos objec-
tos, sujeilar se"o vendedor mulla de 50 O'fj du
valor de cada um nao entregue da qualidade e
na porco contratadas, alm de Ibes licar a car-
go o excesso do respectivo custo no mercado, se
0 houver, por motivarem rssas fallas que allise-
jam obtidos; bera como serem esses objectos
pagos no mez seguinle ao da venda.
Sala do consciho"*rje compras navaes em 27 de
selembro de 1860O secretario, Aloxnndre Ro-
drigues dos Anjos.
O novo banco de
Pernambuco repele o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emissu do banco.
Novo Banco
Pernambuco.
So convidados os Srs- accionistas do
uovo banco de Pernambuco para viretn
mais'ge-' receber o quinto dividendo de Os por
acrao, do dia 10 de setembro em diante.
Coiiselli administrativo
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguintes :
Para a igreja do presidio de Fernando.
8 medidas de vinho branco em garrafas,
arrobaste cera branca em velas de 42 libras.
2 medidas de azeite doce.
2 vidros para a lampada.
2 arrobas de verde em massa.
1 arroba do azul em massa.
8 libras de verme:bao.
8 libras de amarello francez.
Para a enfermara.
6 barricas de farinha de trigo marca SSS.
barricas de assucar blanco.
2 saceos de arroz pilado.
2 caixas de cha hysson
Para o sorvico de almoxarifido.
2 livros em branco de papel de llidlunda pau-
tado de 150 folhas.
12 resmas de papel pal'do oncorpado.
40 cademos de papel mela llollanda pautado.
.12 caixas de pennas de ico enveruisadag.
2 canet 1 Ihesoura de aparar papel.
- facas inglesas de 8 a lti pollegadas.
Para differenles oflicioas de carapinas.
1 galopa com b'rros.
I serrotes de ilxas.
3 serrotes de pona.
0 goivas curtas e direitas, sortijas.
t> enclleS
21 vwunias soriidas.
12 fornies sonidos de ac fino.
3 compacos pequeos sonidos.
1 cepo de cautil com ferro
1 guilherroe com ferro.
1 dito para moldura com ferro.
1 dito para caixilho com ferro.
3 nlanas de rollas soitidas rom ferros.
3 ferros de denlos para planas.
3 folhas de sorra sortidas.
1 barre loto
1 pa com ferros.
2500 pregos de guarnico.
2500 dilos de meia guarnico.
1 arroba de cola da Babia.
Para niarciuoiros,
12 formos sortidos de aro lino.
1 sera pequea para serrar folhas.
I dita braca I para desdobrar madeiras.
3 ferros sortidos para desbastadores.
1 ferro de abrir macho e femea cm parafusos.
1 dito para abrir grampos.
^sorras surtidas de tr.icar madriras.
6 goivas sortidas de abrir enlalhas,
1 ferro de guilhorme.
2 serrles de (xa rom cosas de lato.
1 serrot pequeo para juntar.
6 grosas sortidas.
1 ferro redondo para moldura.
1 cepo de ferro de abrir macho e femea.
1 dilo do meia carina.
6 grampos.
1 serra do rolla.
2 graminhos sortidos.
1 pochel.
2 pedras de aliar ferros.
Meia arroba de colla franceza
8 libras de palhinha preparada, sendo 4 libras
mais grossa.
25110 arrestos.
1 prancho de pao d'oleo
Para t.inoeiro?.
1 ench goiva
1 dila de ma!t"llo.
1 dila de raspa.
1 segura
1 folie.
1 sacho.
1 malho.
1 quintal de arcos de barris pora ancoras,^
Meio dilo de ditos para pipas.
2000 cravos pitra berril.
500 ditos de pipas.
Para ferreiros.
2 duzias de limas chatas de 4 a 15 pollegadas.
2 ditas de ditas de meia canna, sortidas.
2 ditas de ditas triangulas, sortidas.
1 dita de ditas morcas chalas de 5 a 12 polle-
gadas.
1 dita de ditas de meia canna de 5 a 12 polle-
gadas.
I dita de ditas triangulares de 5 a 12 polle-
gadas.
1 tarracha franceza com caconeta de 1 1*2 pol-
legada. *
1 dila pequea de 4 pollegadas ou menos.
2 qu\iitaes de ferro sueco.
1 arroba de ferro m olha.
8 libras de lato em folha.
8 libras de ac de molas de espingardas.
Meia tonelada de carvo de pedra.
i ILEGVEL l


<)
Meia barrica deareia de caldeiar.
2 duzias de limaloes sorlidos do 3 a 13 polle-
gadas.
Para pedreiros.
0 piearetas ralbadas de ac.
3 piedes calcados de afo.
3 malhos sonidos de 24 a 48 libras.
Para o servigo agrcola rural.
200 entiladas calcadas le ac.
48 limas chatis de 12 a 15 pollegadas.
6 pedras de amolar (das amarellas).
Madeira de sicupirff sufDcionlc para 2 carros
c 2 eixos de sicupira para os mesmos carros.
3 paos de arcos para ntcncilios dos carro*.
12 ruius de qum ou cabwlupa para cangas. I
4 toros de sicupira de 5 a 7 palmos de roda.
1 bomba para tirar agua cm cacimba com 0
palmos de altura.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
ss suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do da 8
de outubro prximo vindouro.
Sala das sessScs do conselho adrainistreliTo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de
selembro de 1860. *
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Jnaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
DIAfliO DE PERNABMUCa QUAttTA FEIRA 3 DE OUTUBRO DE 1860,
THEATRO DE S. mm
C01IPMI1 LVilICi HE G.MINMIGELI
Quinta feira 4 de outubro.
9.a recita de assigiatara c ultima para os camarates de primeira serie.
ltipresenlar-se ha a
Grande opera aparatosa
em dous actos lo celebre commendador Rossini, aplaudida mesmo hoje nos primeiros thealrjs
do reundo, intitulada:
LEILO
O agente Hyppdlito honrado com a
confianza 'da. Exm.a Sra. baroneza da
Victoria, fara' Ieilao de todos o$ movis
existentes no sobrado de sua residencia
no Mondego, consistindo em mobilia de
Jacaranda', lonca, vidros e muitos ai ti-
gos de agosto que f com a vista, os con-
currentes acreditarao: exta-feira 5 dej
caranda com tampos de mar-
mei'e, 1 piano, cadeiras de ba-
lando, candelabros, lanlernas,
jarros, calungas,.tapetes, me-
sa elstica, apparadores, ca-
deiras avulsas, sof, marque-
za, camas com cortinados,
commodas, secretaria, espe-
lhos grandes, toilets, lavato-
rios, guarda papis, orotorio,
loucas, \idros, bacas e outros
muitos objectos qu se acham
LUIXCIHVO itl ICUUdUlU. BLAUl'iCId 9 UC v a--------------
outubro as 11 horas tm ponto, no re- Pateilles DO da do leilo: Sex-
ferido sobrado.
A aceo passa-se em Babilonia, sendo lodos os visluarios e todas as vistas roco a-
quella poca e lagares, mandados executar neln omf-rcano, pelos melhores artistas de Milao e
N. C.Sendo esta opera muilo extensa sedar prinepioas 7 1|2 horas era ponto, e dividir-
se-ha o primeirc acto cm dous, com um intervallo de 10 minnlos.
Os bilhetes vendem-se como de coslume.
Qnarta-feira 4 do corrente.
Costa Carvalho autorisado por urna
pessoa que se retira para fora da pro-
vincia, ara' leilo em scu armazem na
ra da Cruz n. 9, as 11 horas *m ponto
de to^ps os pertences para urna casa de
familia.
ta-feira 5 do corrente s 10
horas da manha na Boa-Vista
na ra da Aurora segunda ca-
sa terrea n.
Esl-se ensaiando a lao pedida opera de Don'selti :
Liiaa si wm
Sendo protagonista a senhora beltkamim.
SAL A O
Quarta-feira 3 do corrente as
11 horas em ponto.
O agente Uclioa fara' Ieilao no ar-
mazem do Sr..Annes defronte da al-
fa ndega
DE
DO
PALACETE DA RUADAPRA1A.
Qiiarla-feira, 3 de outubro.
CONCERT
Vocal e iiislnimeiilal
Sob a proteccao da xma. Sra. do
xm. Sr. presidente da provincia.
i:m beneficio pe
MGDALEXA lRlCIOM.
PRIMEIRA PARTE.
Symphoiiia.
Grande duelo da opera / Jue Toscari, de Ver-
di, pela beneficiada e o Sr. Bamonda.
Slo de clnrineto sobre motivos do Macbeth,
pelo Sr. Theotonio Jos de Souza.
Cavatina do oinin-negro, de llossi, pela Sra
Jaciullia Armelini.
Slo de rabeen, peio Sr. Sleuber.
Rond da opera Marino Faliero, de Donizelti,
pela beneficiada.
SEGUNDA PARTE.
Symphonia.
IJuelo da opera Auna Btlena, de Donizelti,
pel.i beneficiada e a Sra. Armelini.
Slo de rabeca, pelo Sr. Sleuber.
Romance froncez, pcioSr. Iluisselot.
IMieto da opera Luiza MiUcr, de Vcrdi, pelo
Sr. Rainonda e a beneficiada.
TERCEIRA PARTE.
Symphonia.
Duelo da opera Linda de Chamounix, de Do-
nizelti, pela beneficiada e o Sr. Ramonda.
Com oque terminar o concert.
Os Srs. Smollz c T. Pieri acompanharao os di-
versos execolantea, no piano.
A beneficiada summareente penhorada pela
lade com que a Sra. Armt'lini, c os Srs.
Smollz, Ramonda. Pieri, Sleuber e gfioisseU t,
seus ir.naos na arle, se prestaram ajtroa-la em
seu concert, agradece-lhes cordialmeule este
favor.
A beneficiada tributa, desde j.'i, ao Ilustrado
publico desta cidade, seus mais sinceros protes-
tos degratidao, assogurando que jamis olvidar
a maneira sempre distincla e am-ivcl com que a
ouvio, sempre que peranle elle so apresentou.
Os bilhetes acham-se renda no hotel Fran- |
cisco, residencia da beneficiada ; o no dia do
conceito, no palacete da ruada l'raia.
Avisos martimos.
COHPAMIIA
PERNAMBICASA
DE
egaco costeira a vapor
i O vapor "Persinunga*., rommandanle Mano]
Joaquim Lobato, segu para os porlos do sul de
i sua escala no dia 5 de outubro s 5 horas da
l larde, recebe carga at o dia -i ao meio dia, en-
: commendas e dinhr-iro at ao meio dia do da
sabida.
i O expediente do escriptorio fecharse ha os 3
| horas da larde. Na se dar bilhetes de passaigcm
sem que na respectiva gerencia fique depositado
o competente passaporte aos passageiros que na
forma da lei nao podem viajar sem elle.
\ barrs cora chouricas e 15 saceos
com fejrjOiido sera' verdklo'ao cor-
eo m feijHo^ido sei'
rer do marte I lo.
Sexta-feira 5 do corrente.
Antunes fara' Ieilao em seu armazem
ruado Imperador n. 73, de mobi-
lias de Jacaranda', ditasde amarello,
guarda roupas, guarda vestidos, ca-
mas francesas, ditas desarmadlo, pia-
lio?, toilets, lavatorios, apparadores,
mesa elstica, candelabros, serpenti-
nas, apparelhos de porcelana para
almoqo ejantar, crystaes, vidros", fa
queirot etc.,
e muitos outros arligos de gosto encapricho que
seria enfademho mencionar.
As 11 horas em ponto. _^.
oficina de lornciro
c taarcinciro.
ttwa Aas VVorcs n 3i
uarta-feira 3 do corrente
Amanhaa 4 de outubro.
PELO AGENTE
Q
Antones autorisado pelo Sr. Joao de Barros
ello, far leilo de urna offieina de torneiro e
marcineiro, as quaes porienccram ao fallecido
allemao Bowman, constando de hincos de tor-
no, parafusos de prensa, machinas de lazer pa-
rafusos, caixas de ferramentas, balaustres, ma-
relas, madeiras e muilas oulras consas per-
tenecas a referida oficina. Principiar s 11
horas era ponto.
Urna casa terrea.
O vapor inglez Forwood. dever aqui chegar!
al o lira do corrente mez, e seguir para S. Vi-!
centf, Madeira, Lisboa e Liverpool ; de primei-
ra marcha e lem excedentes commudos para paS-
sageiros, lauto de priroeira como de segunda fclas-
se, receber carSa para Lisboa e Liverpool : a
tratar com Scoll, W'ilson & C.rua da Cruzn.l'l,,
primeiro andar.
Para o Rio Grande do Norte, com escala !
pela Psrahiba, segu com breridade a banraca
Cora;3o de Jess, de 90 caixas, muilo veleira
e da segunda viageny para carga trala-se na ra '
to Crespo u 1 ou co
algodo.
As 11 horas em ponto.
O agente cima fara' leilo no seu ar-
mazem na ra do Vigario n. 19, de urna
casa terrea no becco do Veras n. 14 es-
quina t|uc voltapara o becco do Quia-
i)o, chaos proprios, quintal eportao. Os
Srs. pretendentes podem entender-se
como mesmo agente para informa roes
i no mencionado dia as 11 horas em
ponto.
Avisos diversos.
rom o mestre no trapiche do
PELO AGENTE
Para o Aracaty
seguiro brevemente os Mates tExhalacao c Du-
vidoso : para o restole do carregamenlo de
ambos Irata-sc com Curgel limaos, ra da Ca-
deia do Recife n. 28, prime ro indar.
Porto por Lisboa.
Vaisahircom brevidade para o Porto com es-
cala por Lisboa, o brigue portuguez PromplidQo
II, forrado e encavilhado de cobre, de PRIMEI- '
RA MARCHA ECLASSE : para carga e passagei- I
ros, para os quaes lem excellentes commodos, i
irata-se com Elias Jos dos Santos Andrade &
C, na roa da Madre de Dos n. 32, ou com oca-
pitSo.
ParaoAssu'
segu em poucos dias o hiato Camaragibc] for-
rado e pregado de cobre, por j ler a maior parte
de seu carregamenlo prumpio : para o reslo e
passageiros. irala-se na ra do Vigario n. 5.~
O referido agento far leilo por corita e risco
de quem pertencer, terca-feira ;2 do corrente as
10 horas da manha no armazem do Sr. Annes
defronte da alfaadcga
DE
70 caixas com garrafas de cerveja marca dia-
manto B.
150 lats c*m savel frito do escabexe.
OMaM\HIA
DAS
SJpssijjcries imperiales.
Espera-seda Europa o vapor francez Samton-
ge, com deslino ao Rio da Prata, locando na
Bahia e Rio de Janeiro, para passageiros. frele
etc., a traiar na agencia ra do Trapiche n. 9.
Para o Presidio de Femando.
Segu at 15 de outubro o hiate nacional Bom
Amigo, por permisso de F.xm. presidente da
provincia. Recebe carga e passageiros : Irala-se
om o capitao Pereira Marinhu, cm casado Pal-
meira ^ Bellrao, no largo do Corpo Santo nu-
mero G.
PELO AGENTE
O bem conhecido brigue nacional Eugenia
pretende seguir com muila brevidade, tem parl
de s"u carregamenlo promplo para o rc?to que
Ihe falta trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Me'ndes no seu escriptorio na ra da
Cruz n. I.
Maranho ePar
O hiato Novaes segu em poucos dias por
ter meia carga tratada ; pal a o resto, Irala-se
com Joo P. da Silva Novaes, largo do Corpo
Sanio n. 6, segundo andar.
O referido agente far leilo por conla e risco
de quem pertencer. quarta-feira 3 de, outubro ao
meio dia em poni cm seu armazem na'ra do
Vigryio n. 11
DE
1 sobrado de primeiro andar e solo com bas-
tantes con modos, corj>grande quintal todo
murado e cacimba ludo em rauito bom estado,
silo na ladeira da S n. 4.
Leiloes.
LEILO
Amanhaa 4 de outubro.
PELO AGENTE
COMPAMIIA PERMMBICANA
DE
j\Ta\egacio costeira a vapor, j
O vapor Iguarass, commandante Moreira,
segu para os poitos do norte de sua escala no
dia 7 s 5 horas da tarde; recebe carga para
Granja e Acarac no dia 1 e 2, para o Cear, Aca-
caty eMacao nos dias 3 e 4, Rio Grande e Para-
hiba no dia 5, eucoramenda.s e dinheiro a frete
at 6.
O expediente fechar-se-ha no dia 7 a 1 hora
adlarde. Previne-se que Dao so dar bilhetes i
de passagem, sera que na respectiva gerencia U-
que depositado o competento passaporte aos
passageiros, s^ie na forma d* lei nao podem via-
jar sem elle?.
Para o Aracaty *
Ohiale 'Santa Rila recebe carga : trala-se
cora Marlins & Irmo ra da Madre de Dos nu-
mero 2.
Um armazem.
O agente cima fara' leilo do arma
zem da ra da Senzala Velha que serve
do deposito do gelo, o qual tem shida
para o caes do Apollo, no leu armazem
na ra do Vigario n. 19, no menciona-
do dia as 11 horas em ponto. Srs.
preten lenta podem dirigir-e ao mes-
mo agente para nformacoes.
Gommereial.
Quinta-feira 4de outubro.
Antones autorisado pelo Exm. Sr.
Dr. juiz especial do cdm'mercio, a re-
guerimento dos depositarios da ma^sa
fallida de Jos Luiz Bereira Jnior, a-
ra' Ieilao no dia cima designado as 10
horas em ponto, na ra Nova casa ue
residencia do dito fallido, de toda mo-
hilia, joias e predios descriptos no ba-
taneo apresentado ; assim como vende-
r' ao meio dia em ponto a dinheiro ou
a prazo sobre propostas, a loja de fa-
zendas e dividas que pertenceram a
aquelle fallido sita na mesma ra Nova
junto a igreja da Conceico.
.0 annunciante dar' Joda e qualquer
nformacaoque for precisa, em seu ar-
mazem na ra do Imperador n. 75.
LEILO
O agente Pestaa autorisa-
do por urna familia que se re-
tira para fora da provincia,
far leilo de todos seus mo-
vis a saber: 1 mobilia de ja-
O aliaixo assignado annuncia a lodos os seu
i credores directos o indirectos, ijuo o lllm. e Exm.
Sr. Dr. juiz especial do comraercio designara o
ia quarla-feira, 3 do cojrerite. para ler lugar
| em audiencia daquelle juizo a rcuniao dos mes-
mos seus credores, afim de tratar se da morato-
I ra que impetrara ao meretissimo tribunal do
Icommercio; o pede aos ditos seus credores que
! se liignem comparecer aquella audiencia, e Ihes
i preslem esse especial favor, com*o que o abaixo
; assignadt llics Qcar elernamenle reconbecido.
Claudio Dobeax.
Ns ra Brlla n. 21, precisase de una ama.
Por despacho de lllm. Sr. Dr. juiz munici-
! pal da s-guuda vara vai praca para serem ar-
remaladis 12 cadeiras, 6 de jacirand e C de ma-
deira do fura, assim como urnas bancas de um
so p, p'/nhoradas por alugueis vencidos do le-
, nenie Joaquim Jos dos-Sanios Araujo por An-
I Ionio Jos Ribeiio da Suva Guimarcs, ludo ava-
1 liado po- 30J. .
Prtcisa-se tomar a premio por lempo de 0
mezes acuantia de 400jj soh hypolheca de um
escrayo moqo : quem livor annuncie por esle
"Diario para ser procurado.
Precisa se slugar urna casa no
Retira ou Capunga : na rui da l'raia n.
?5, segundo andar.
Bernardo Dias de Castro Sobrinho e Au-
reliano Jos dos Santos antigos companhei-
ros e amigos do acadmico Jos Vctor
Granja fallecido no Cear, lendo de man-
dar celebrar missas por sua alma quinta-
feira 4 do corrente s 8 hons da manha
na igreja matriz da Boa-Vis,la, pedem aos
seus amigos e lambcni aos noss is o can-
doso obsequio deassislirem a esse acto fl-
lho de um dever de amigos.
Desappareceu no domingo 2 de selerabro
prximo pastado, pelas G horas da larde, o escra
vo Antonio, cabra, de idade 20 annos, mais ou
menos, bem parecido, corpo e feicoes regulares,
com principio de bugo, cabellos ca'rapinhos e um
tanto ruivos, falla mansamente, levou vestido
camisa" e calca branca, chapeo de feliro do cor
parda e um surro de couro com baeta e alguma
roupa ; julga-se que seguir em companhia de
outros para o serlao do Buiquc, d'onde voio re-
meitido por scu senhorque foi Miguel de Barros
d.i Silva Jnior; dito oscravo foi comprado em
MI de marco de 185S a Joao Jos de Carvalho J-
nior : pede-se as autoridades policiaes, capilaes
decampo, ou qualquer pessoa que o possa des-
cubrir, o pegarem, rnandando-o apresentar ^ seu
senhor Jos GomesLcal. morador no Recife, rua
da Cadeia, casa n.56, primeiro andar, onde ser
generosamente recompensado aquello dos capi-
laes ou pessoa do povo que o venha entregar.
Joao Paes de Oliveira segu no vapor Per-
sinunga para Hacei a negocio.
tudgero Amonio de Albuquerque Mello
participa ao respeitavel publico e com especiali-
dade aos seus freguezes, qnemudou-o sen esta-
belecimenlo de pintura das Cinco Ponas para o
paleo do Terco n 30. ah pode ser procurado a
toda e qualquer hora do dia.
Srs. redactores :Queiram Vmcs. fazer o ob-
sequio de declarar se o abaixo assignado o au-
tor do annuncio que se l no seu Diario de hoje,
relativamente ao Ihoatro lynco. Com isso pe-
nliorarao ao constante leitor.
Alfredo de Barros Cavalcanii.
O Sr. Alfredo de Barros Cavalcanti nao* o res-
ponsavel do aiinur.c'o do que traa.
A redaceao.
Furtaram de urna casa da rua do Nogueira,
na noile do 1." do corrente, um relogio de ouro
patente suisso, com tranceliar fino e passador :
roga-se as autoridades policiaes, aos senhores
ourives, ou a quera for o"crecido para empenhar
ou vender, o favor de o entregar na rua do Padre
Floriano n. 21, segundo andar, que se recom-
pensada.
Alguns esludantes da Bahia mandando ce-
lebrar na quinla-feira, 4 do corrente, na Igreja
raalriz da Boa-Visla, s 9 horas da manha, urna
rnissa cora memento pelo repouso eterno da al-
ma do Ilustre dcpiitado Dr. Jos Joaquim Lan-
dulpho Rocha Medrado, rogam a assislencia dos
amigos dodislincto finado.
Na rua da Praia do Caldeireiro n. 45, lava-
se e engomma-so cora promplido por preco
coramodo.
Aviso.
Eu abaixo assignado
Achule Laurence, consti-
tuido procurador do meu
Irmo Emilio aurence,
durante a sua ausencia e
em primeiro lugar decla-
ro que o procurador cons-
tituido em segundo lugar
Adolpiie Record, nao po-
de exercer acto algum de
procurador estando eu
prsente, e sem que eu
tenba declarado que te-
nho desistido da procu-
rado, que c millo todo o
acto que praticar como
procurador que actual-
mente nao o Alera de
estar cu constituido em
primeiro lugar, foi ex-
pressamente declarado
j que o Sr. llegord s exer-
ceria o cargo de procura-
dor na minlia falta ou im-
pedimento. E para que
conste a quem convier,
facoesta declaracao (ue
farei effectiva pelos meios
eompeteutesc linalnicnte
que nesta data foi despe-
dido da casa. Recife 21)
desetembrode 18G0.
A. Jmurenco.
Pihilas paulista-
nas n. 1 e n. 2.
Desde 1852 conservo urna viva e grata 'lera-
branca de um curativo que obtive com a applica-
cao das ditas piluttu, em urna pesssoa de minlia
casa, que soffria um tumor cancroso no peio es-
querdo.
Tendo j muilo coosullado com professores,
resolvern! estes ser preciso fazcr-SG operaco ;
porm a doenlc nao se achava com animo de'sof-
fre-la.
Lerabrei-me consultar no autor destas pululas,
le este roe asseveroO que os seus remedios le-
i riam sufliciente (orea para resolver e dissolver o
la! tumor, sem ser preciso 'recorrer operacp.
Esta promessa era para mira de pouca esperanea,
porm nao lardei a te-la ; pnis que em \Z di
de Irstamento dcsappareccu o tumor, (cando 0
peilo peifrit i.
l'orintito, nascendo hoje a uecessidade de fa/er
conhecer a virtudo desto remedio julguei ser de-
ver meu publicar o presente, em beneficio do au-
tor e das pessoas que so acharam no caso que
acabo de mencionar.
Sanios, 31 de Janeiro de lb'/J.
Francisco Correia da Silva.
DEPOSTO GE1UL
119 Roa do Parlo I i 9.
Rio de Janeiro.
Antonio Jof Leal Res participa
ao respeitavel corpo do comraercio d< s-
ta praca que achando-se* estincta a fir-
ma social de Leaos Jnior & Leal Res
de quefazia parte, se tem estabelecido
com casa commercial na rua da Cadeia
do Recife ecripfoiio n. 47. A longa
pratica e experiencia que tem do com-
mercio em geral e especialmente do ge-
nero assucar o habilita poder olFerecer
o seu prestimo aos Srs. deengenhus que
quizerem remetter-lhes suas safras, as-
segurando-lhes sua pessoal diligencia
para a melhor venda dos seus assucares.
Kdkmann Irraaos & C. avisara ao
respeitavel corpo do commercio que
foram nomeados agentes nesta praca da
companlna de seguros delfamburgo.
Pa ra be n s! Pa rabens!
Vai felizmente comecar urna nova era rfara oa
amantes do iheatro lynco 0 Sr. G. Harioangeli
convencido de que os seus vplhos amigos o acon-
selhavam a,bem do seus interesses, pretendo mi-
mosear-nos com escolenles oneras.conslando-nos
que a Lucia de I.amermoor ser a primeira a exe-
cutar-sel F.ta famosa psrlittfra docavalheiro Do-
nuetti nvalisa com as enthusiaslicas produeces
doi.anbaldi lyrico. A celebre Cuisseppe Verdi o
bellamente coohecida do publico pernambuca-
no, que ao ouvi-la se recordar ;oxal nao fura
com dOr) da virtuosa e nunca'asss prantca-
da Marietta Uarinangeli.
4Vo iheatro, jiois, corramos a manifestar ao seu
empresario a nosso contentamento. .
A. B. C.
Tendo os abaixo assignados nalisado o
lempo do contrato da sociedade que existia enfo
ambos, sob a razo de Lemos Jnior & Leal
liis, declarara ao publico e especialmente ao
corpo de comraercio desta praca. que so echa
aii.igavelmento dissolvda em 30 do passado mez
de selembro a mesma sociedade ; ficando a car-
go do chefe Jop Pinto de Lemos Jnior todo o
activo e passivo da extintli firma, continuando
porem, o mesmo Lemos Jnior no gvro da casa'
debaixo da tirina de Joio Pililo de"Lemos J-
nior. Recife. l de outubro de 1860.Joao Pia-
lo de Lemos Jnior.Antonio Jos Leal Iteis.
IVler Dunn, Joscph Dark e Caries Busli,
subditos britannicos, retiram-se para Inglaterra.
Precisa-se de um pequeo de idade de 10
annos, pouco mais ou menos, anda que nao te-
nha pratica de taberna : na rua dos Coelhos
confronte ao hospital de carida Je n. 13, achata'
com quem tratar.
Adriano Jos Barros retira-se para Portugal.
Um mor;o solteiro, em prega do no comrcer-
co. deseja associar-se com, entro as mesmas
circumslnncias para morar em uro sobrado c
mesmo para oolra qualquer necessidade- a Ira-
lar no becco Largo a. i.
'.:.
53
i
3 o
M
* E.
5.1
o 9
a> ce v o
n* *
o o o =>
o o ^ o
o o o o
Precisa-se do 1:3003 premio sob hypolhe-
ca em bens de rail, por pouco lempo : quem
pretender, dirija-se a rua de Santa Thcreza nu-
mero 48.
Pelo vapor inglez Forword, que aqu era
esperado, tendo oblido no Rio de Janeiro carga
suffieienle, sugno em direifura para Liverpool,
deixando de locar nesle porlo e no da Baha,
conforme tenconava.
Roga-se ao Sr. Xereo de S e Albuquerque
o obsequio do apparecer a rua do Padre Floriano
n. 34 a negocio de seu interesse.
Precisa-se de um criado eslrangero do 16 a
18 annos de idade : na rua eslreta do Rosario n.
31, primeiro andar.
SOCIEDADE liWTVUIV
Amorim, Fragoso Sanios
Companhia.*
Sao covidados os senhores socios commandi-
tariosa recebor o primeiro dividendo relativo 80
semestre Qndo em 31 de agosto do correnle.
Jia rua da Preia n 17, precisa-se d urna
ama para pequea familia.'
rmandade acadmica defg
Nossa Sen hora-do Bom
Conselho. |g
Por deliberado da mesa administrativa .y?
^ da irraandade acadmica de Nossa Senho- p
Xt> d." |l";" Conselho sao convidados os
yij irmaos para comparecercm quinta-feira
g convento de S. Francisco, afim de assisli- ^?
& rem amissa que so ha de celebrar pelo vp
yg repouso eterno do no-so cltnrissim.) ir- 2^
mao Jos Vctor Granja.0 secretario, S>
S BalbitioM. Pinheiro."
Na noile de HO do selembro perdeu-se da
rua Augu-ti at o palacete df rua da l'raia, unta
pulseira >e ouro de 1} quilates, estreita o
esmaltada de verde : quem a adiar, quena-
do restituir, tenba a bondado de levar rua
Augusta n. 82, que ser recompensado.
Joaquim Antonio de Araujo Souza subdito
portuguez, retira-se para lora da provincia.
A pessoa que annuncion precisar de um
caixeiro cm pouca pratica lenha a bondade de
dingir-se a ruados Prazeres janto a fabricado
carros que achara com quem tralir.
0 abaixo assignado faz sciente ao corpo do
commercio que admittio para sen socio na ta-
berna da rua do Itangel n. 18 o Sr. Jos.; Lopes
Das Peixolo, a qual ficar gyrando sobre a fir-
ma de Souza & Peixolo, ficando a cargo dos
mesmos o activo o passivo da extincta firma de
Souza \ Lopes e do Manoel Airea de Souza le-
Clfe 1 de outubro de 1SG0.
Manuel A Itcs de Souza.
Precisa-se de um irabjlhador de maceira
na padaria da Capunga.
Atlenco.
O abaixo assignado estabelecido com loja de
calcado na rua Direita n. 7, ruga a (odas as pes-
soas que Ihe sao devedoras a rirem saldar os seus
dbitos al o dia 10 lo corrente mez. do contra-
rio scrao os seus onraes publicadas por este jor-
nal o cobrar judicialmente, da uelles que abu-
sarem. Recite 2 do outubro de 1860.
Adolpfro Aslolpflo de \ascoaeellos Pimentel.
O abaixo assignado pede a (odas .as pessoas
que liverem penhores na rua Direita n. 7, a vi-
rem (iranio prazo de 8 dias, contando da data
desta e lindando o prazo sero vendidos para os
seus pagamentos, lt.cife 2 de ouluhro de 1860.
Adolpho Aslolphode Vasconeello Pimentel.
Precisa-se de um pequeo do \>a 14 .tn-
nos para caixeiro : na rua Direita n. 7.
Os abaixo assignados participan] ac respei-
tavel corpo do commercio que o Sr. Manoel Joa-
quim Aires dns Sanios nao mais seu caixeiro
por sua expontanea voptade, desdo :0 de selem-
bro prximo passado, e agradeeem ao mesmo
sen or os servieos que Ibes prestou durante ::
mezes que foi seu caixeiro. Recife, 2 de outubro
de 1860.Manoel Joaquim do Oliveira i C.
( abaixo assignedo participa ao respeitavel
corpo do commercio que deixou de ser caixe r
dos Srs. Manoel Joaquim de Oliveira &C e agra-
dece aos mesmos senhores o bom tratamento e
confianca com que sempre o honraram. Recite
2 de outubro de 1860.
Manuel Joaquim Abes dos Santos.
Joao Martina da Luz relira-se para fora da
provincia.
A junta administrativa da rmandade da
santa Qasa da Misericordia do Recife, manda fa-
zer publico para conhecimenio dos inleressados
que eniraram de mez no grande hospital de ca-
ndado o Sr. tcnente-coronel Justino Pereira de
Panas ; no hospital dos lazaros o Sr. baro do
Lirramenlo e na casa dos expoatos continua o
Sr. Dr. Antonio llrculano de Souza Bandeira
Si retara da Santa Casa da Misericordia 'do
Recife 1 de outubro de 1860.O ascrivao,
Francisco Antonio Cavalcanti Cosseiro.
Ao publico.
Tendo-se annunciado a venda da liberna sita na
rua Imperial n. 213, declara-so que houve en-
gao no numero ; em lugar de 213, leia-sc 239
pela nova numeracao ; o mesmo 'annunciale
pede desculpa a aquelle. que no conceito do
povo podia ser victima de tal ergano.
Aluga-se um sobrado sito na povoacao do
Bfonleiro, o qual lem commodos para grjn'de fa-
milia, assim como cocheira e estribnria^ira ca-
vallos ; a tratar com Manoel Alves Guerra, na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Alberto Branco, subdito hespanhol, relira-
se para Macei.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra para cozinhar e
engommar, para casa de pouca familia : na loja
de lirros defronle do arco de Snnto Antonio.
Hoje, logo que linde a audiencia do lllm.
Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara ser ar-
rematado o cscravo Belmiro. avahado em 500;,
penhorado aos herdeiros de Antonio Gomes Pes-
soa por execucao que Ihe move o Dr. Joao Jos
Pinto, cujo escaavo nao foi arrematado as pra-
cas j annunciadas pelo fado dse dizer que al-
guem o pretenda libertar, proteccao esta que
nao tem apparecido.
Precisa-se de um caixeiro que lenha prati-
ca de negocio de taberna, o que.d fiador a sua
conducta : na rua nova de Santa Rita n. 65.
:
-. ILEGVEL
I


*-,*
DIARIO DE PERXAMBUCO.'- QUaRTA FEIRA 3 DE {^JTBRO DE 1860-
N'oescriptorio de Guilhcime Carvalho & C,
i. ra do Vigario n. 17.
I1.ira coiihccimenli do publico transcrevemos o
seguate, como prova. do vtrdadeiro xarope do
bosque, bem conhecido pelas innumeraveis cu-
ra, expccalmento para todas as molestias dos
orgos pulmonares.
Attencao.
Os abaixo assignado.*. successores de A C. Ya-
tes & C, ex-proprietarios do xarope. do bosque,
* fazem sciente ao publico, que do 1. de jullio em
dianle fizeram mudatica nos Ic'roiros c envolto-
rios das garrafas e meias garrafas, em conse-
quencia da grande falsiliccaa que alguroaspes-
soas, sera, senlimeotoa e bem conhecidas dos
proprietarios fazem nesta curte.
O lelreiro que est collocado nas garrafas
azul corn emblema e letras da mesma cor, o do
envoltorio amarello corn letras cor de rosa, as
I meias garris tem o lelreiro collocado, roxo,
com emblema e letras da mesma cor, 6 do en-
voltorio verde com emblema o letras da mes-
ma cor.
Todos os lctreros sao f ssgnados pelo proprio
punho de H. Prins & C.
O papel que serve da envoltorio branco, tan-
to das garrafas como das meias garrafas, com o
seguinte letreiro em letras d'agua : 11. Prins k
, C, -50 ra do Hospicio Rio de Janeiro Xarope
do bosque 40 ra do Hospicio.
A s garrafas c meias garrafas sao de vidro de
rr esverdiada. deposito geral na ra do
Hospicio n. 40, Rio de Janeiro.
Aluga-se urna ama de leilc sem filho, e
escrava : na travesa dasCruzes n: 14.
O abaixo assignado declara que lendo aca-
bado o sen contracto com a casa dos Srs. James
Crablree & C. no dio 30 de selembro, na mesma
dala deixou de str caixeiro da mesara casa. Re-
1 de oulubro do 1860.
Ferna.ndo R. Slepple da Silva.
Precisa-se de una ama para cozinhar : ns
- a dos Pescaderos n. 1 e 3.
Quera ttyer uin sitio peito ou
otijje tiesta cidade, cotn tautoquetcnlia
casa de vi ven Ja, arvores defrncto e li-
iie provtmo ao banho salga lo, tempe*
arado ou doce, e o queira alujjar diri-
ja-se ao largo do Trro casa t rrea nu-
mero 33.
^Consultorio central homeopatliicol
:; be
9
m
9 Continua sob a mesma direccao do Ma-$
0 noel de Mallos Teixeira Lima, profcssorJU-
* P em. hmeopalhia.As consultas COIUO d'ao-g
'..-tes. Cg
a
| Botica central Imnieopalliica
| dr. s\bho i l ranoJ
.;& Mocos ra-adicamcntoshomcopathicos cn-J
i ios da Europa pelo Dr Sabino
i '*, lisies q i iicamanlos prepara'dos espe-^
a;< lmente segundeas necessdadesda ho-
.;, ae i,i .'.hia no Brasil vende-se pelos pw-jjf
a;4S > hecidos na botica central horneo-.*
Vpalluca ,rsa de Santo Amaro (SIundoNo-^
Aluga-se uiu sino rauuoperfc da praca,
com commodos pira grande familia : a tratar na
ra da Cruz n_51, armazem.
Madame Gekle, eslabelecida na ra das Cru-
zes n. 36,avisa ao respeitavel publico que se acha
sempre prompta para fazer qualquer* obra de
vestidos de senhora, e tambem chapeos moda
de P*ris, por muito conimodo piejo.
O abaixo assignado, com proeuracao bas-
tante, cojo original se acha em seu poder, para
dirigir durante a ausencia do Sr. Emilio Laura-
te os negocios de sua casa, declara e ha de pro-
ras era logar competente, que o Sr. Achules
Laurence nao procurador em pnmeiro lugar,
que a procurarao collecllva e confere Os mes-
mos direitos ao abaixo assignado, e ao Sr. Achi-
les Lauence e que por consequenda o dito sc-
nhor nao tem ero direitos nem poderes para
revogar urna proeuracao dada por seu irmao,
nem despedir ningucmric sua casa, e que seu
annuncio nao significa absolutamente nada, e at
que a questiio si'ja decidida para os tribunaes
competentes, o abaixo assignado pjolcsla contra
qualquer liansaccao que possa fazer o Sr. Achu-
le Laurence sem sua particpalo. Recito l.-
de oulubro do 18f>o-Ad. Itegord.
Easino de msica.
Olerece-se para leccionar o solfejo.como larn-
bera a locar varios instrumentos; dando as li-
ces das 7 horas as 9 1)2 da ooile: a tratar na rus
da Roda n. 50.
Ii-se dinheiro a juros sobre penhores de
ouro ou prata : na rua do Rosario da Roa-Vista
n. 58.
-Weiecc-te urna iolher rara ama e ho-
racra solteiro ou casa de pouca familia quem a
precisar, dirjase a ra da Imperatriz n. 50.
Vaccina publica.
Transmisso do fluido de braco a braco, as
quintas e domingos, no torreao da aifanilega, e
nos sabbados al 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do coramissario vaccinadnr, segundo an-
dar do sobrado da ra eslreita do Rosario n. 30.
m
, Aluga-se a luja do s*tarado da ra do Impo-
irfador n. 71, propila para qu.iqoer estabeleci-
Aluga-se
o segundo andar ao sobrado n. 5 da ra do Viga- ment : a tratar na ra do Qeiiado, loja n. 10.
rio : a tratar no mesmo. Precisa-so de um caixeiro para urna loja,
' preferiado-se algnra recentemenle chegado^ ain-
I da mesmo qi:e Icnha pouca pralica- : quem pre-
; tender, annnncie
d(m
Gravador e
radon
Grava-se e doura-se em marmore lellras pro-
prias para catacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o annunciante aprsenla seus trabalhos
nos tmulos des lllms. Srs. Viraos, Dr. Aguiar,
Guerra, Tassoe em oulros mais ra da Caixa
il'Agua n. 52,

O Sr. Ihesonreiro das lateras tendo obtido dof
Exm. Sr. presidente da provincia a approvac,5o
1 do plano que abano >'ai transcripto, manda fazer
-publico que de conformidade com o nusnio pla-
I no se aeham expostos a venda lodos os dias na <
i ra do Imperador n. 56 e na casa commissiona-;
da pelo mesmo Sr. Ihesoureiro na pratja da In-
i dependencia ns. 14 e 16, os bilhclcs e meios da '
Iquarta paite da quinta lotera do hospital Pedro-
II, cujas rodas devero atidar imprctciivelnicntc
no dia G de oulubro prximo futuro.
Thesourar a das loteras 22 de selembro de !
,1860.-J. II. da Cruz.
. PLANO.
; -5000 liilhctes a jOOO.....
O Dr. Cosme de Sa' Peieira da'
fe consultas medicas em seu escrip-
tvi torio, no bairro do Recite, i na
^e Ja Cruz n. 53, tocios es dias.me-
H nos no domingos, desde as 6
^ horas at as 10. da manliaa, so-
ff breos seguintes pontos
! f.' Molestias de olhoi ;
2. Molestias de corarao e de
peito :
|^ o.' Molestias dos oigacs da
^ raco e do a us ;
g i.- l'raticara' toda e qualquer
operaeao (ue julg. r conve-
H Diente para o restabelecimen-
M: to dos seus doentes.
j^ O e\amedas pessoafque o con-
^ sultaretn sera' frito inditincta-
mente, e na ordem de suas en-
ao tradas, fazt-ndo excepcSo os dDen-
S tes de olltos, ou atjuelles que por
s motivo* justo1 obtiverem bora
Liqui-
da cao.
ge-
^m&mm
DENTISTA



3Ra cslieita do Ilosario-3
Francisco Pinto 0/orio continua a col-
locar denles artificiaos lano por meio
de molas como pela presso do ar, nao
recebe paga alguma sem que as obras
nao Qquem a vontale de seus donos,
tem pozos contras prepararnos as mais
acreditadas para conservaran da bocea
800O
COOO
> 00
m
msemzissmmmmi
ao.ooogooo m
t
i
i
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2
4
6
10
20
1036
1588
2712
Premio le .
Dito o*o
Dito do
Dito do ,
Ditos'de 200g* .
Ditos de 1008 .
Ditos de 50$ .
Ditos' de 20S
Ditos de 10 ,
Ditos de 5J .
Premiados.
llrancos
marcada para este tira.
16:0CS0O I A f f /-,*> o<\t\
5:000,$000 x\llt-lK,clU.
2:006060
O Dr. Manuel E Rogo Valonea pode ser
procurado psra o exercicio de sua rofissao de
medico ? na ra da Cruz n. 21, segundo anrfar.
I
em cartees de visita como se
fSMSMmm.
usa em Pars. Os lOOfior
o retrato o mais econmico que se pode ob-
ter e o mais proprio para dar de mimo sos p-
renles e amigos, pudendo ser remedido commo-
damente dentro de urna carta. Estes retrato.1',
nao obstante suas. pequeas Uimensoes, repre-
sentara a pessoa de lisura intuir cora o maior
apuro nos detallies, sao a mais propria recordarau
de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos
em colleccao poderiio servir para formar um cle-
ganle lbum dedicado a amisade. Tiram-se lodos
os dase rom qualquer tempe, no instiluto pho-
tograpliico de Stalil & C. Retratos de S. M. 0
Imperador, ra da Inioeralriz. *
agencia dos C:tbrfeantes Riuorlca-
nus Griuiver & t!;tl. r.
Machinas de coser: em casa de Samuel Y
Jor-.nston & rua da Senzala Nova n. 52
I'ietisa-se alugar um sobrado de um andar ou
de dous, em bom estado, cuni quintal, nos bair-
ros da Boa-Vista ou Santo Antonio : quera o li-
ver, diiija-se a rua do Crespo n. 25.
CJ" Manoel Pereira Lopes Ribeia)^ trnsferio
;a sua luja debjrbeiro dtfronte da matriz da Boa-
I Vista O. 8C para n. 13 em fenlo os retratistas
i imperiacs ou contiguo ao deposito do Sr. Pinto,
participa aos seus freguezes cao publico em geral
. qnetcm ofllciaes habis tara cortar cabellos, fri-
zar e ludo mais peilenrenle a sua arte, assiru co-
' mo receb bichas continuadamente de tfamburgo
j para alegar e vender, bula ouvidos em armas de
espoletas e amola-se todo o ferro cortante isto
, corn asseio e presteza, pode ser procurado a
grapiua de al^uus poetas, e homens il-i qualquer hora.
lustres da provincia de Pernambuco,: Precisa-se tomar a jaremio sob
pelo commendador A. J. de Mello, hypotheca de um mol. (ue a quantia
slabcecida
m Londres
0
O00
80000()
4OO80OO
i< OOOO
iOH000
aoojooo
aojjooo
200000
0:180*000
----------------lG.OOOiOOO
Saliio a luz o 7>.n tomo das bio-
CAP1TAL
Ciueo aUYiSes *ie Utoas
sterlinas.
Saunders Brotbers& C. Um a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
casas, e a quemtmais convier, que estao plena |
mente autoriaados pela dita companhia para ef--
fecluar seguros sobre edifii ios de lijlo e pedia,
cobertos de lelha, e igualmente sobre osobjectos
que conliverem os mesmos edificios, quer con- :
sista era mobilia ou era fazendas de qualquer
qualidade.
Ccntem as biograpbas de Luiz Fran-
cisco de Carvallio Couto, Jeronymo de
Albuquerque MaranhSo, Alvaro Tei\ci
ra de M.cedo e Joao Antonio Salter de
Mendonca ; i m bt lio poema jocoserio,
soneti s, trinta edes nnac, eonticas, a
historia i nterecsante do levantamento
de Goianna em l8l,e noventa e dous
documentos inditos. Por bora em
raao do autor.
Est justa e contratada a casa da rua da
Comeico da Boa-Vista n. 3(i, pertencente a Sra.
poi
a la-
-Quem precisar de um cosinheiro lauto para Gerlrudes Antonia e Mura Joaquina ":"qm"iiis
casa particular orno para embarque; p6de di- cachar con. direilo a ella declaro nesies quatro
rigir-se ao largo da Assemblea n. 1G, Farlc.do m^m-m^irm em&Mmfmam vx Lt* a,u? sc .ura 80bf*do na rua da ^c",,'1 "
^.5I-i'%-^^@SSi8lBwB -'. segundo andar ; a tratar no mesmo sobrado.
U'aitio H i
1
Deiitisla de Pars, g
fJTTTVHTJ rTVTYniT? i>
i
voi n
6.
99Vw&iSis-
A
. v!. <-^ Holel Trovador.
Rua larga do Rosario n. 44
As pessoas que recorre re m a este hotel encon-
Irarao boa commodida le para urna doU, dias e
mezes, conforme Ibes convier, enconlraiSo lam-
ben a qualquer hora Jo dia e noite lanche e ca-
li dono do respectivo hotel so nbriga a dar
comida para fra as pessoas, que quuerem. as-
seguran Jo"todo o asseio. Tut'o por preco com-
modo.
m
15Rua Nova15
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operare da sua arte e col-
lora denles arlificiaes, ludo com asupe-
rioridade e perfeicao que as pessoasen- ^
tendidas Ihe reconhecem. ?f\
Tem asna e pos dentifricios e Roga-ie aos devedores da loja da
rua Direita n. OS, de vir*m ate o dia
I de outubro do crtente an;jo salda-
ren! seus dbitos e se ossim nSo fizerera
verSosseus Jnomes por extenso ntste
Diario.
O Sr. losAfibnSO
ros tenha a bon Inde de
rua do Crespo n. 0.
Y
<
de 300$ : quem o tiver annuncie
este lia rio.
i) abaixo asignado tendo comprado
berna sita na rua ynperial n. 213, e Undo entre-
gado a sua administraran aTSr. Jos Joaquini de
Sanl'Anaa, declara an respeitael publico o ao
corpndo comrnercio, que nao seTcsponsabilisa
por debilo algum coatrahido na dita taberna, ou
j seja pm nomo do mesmo adniinistradur, ou do
abaixo us.-igiir.do.,
Jos Maitins da Silva Borges.
Sociedado dos devotos da ca-
pella (]# estrada de Joao de
Barro.
De ordom do Sr. presidente, sao pelo presente i
convidados todos os senhores membros da mesa I
directora pura se reunirera no dia 3 do correte
polas6 1|2 horas da larde, no lugar do costume,
adra de se resolveren! negocios de importancia.
Itecife 1. de oulubro do 1860.O secretario,
Luiz Rraucisco de Paula llamos.
fallar com
Trime" Leao de Castro, rendeiro do engenho
Pixao, silo na freguena da Lu/. comarca di.-Pao
d'Alho, avisa ao Sr. Pi dro Jos da Cunha, mora-
dor no engeuho S Braz, que o seu escravo Be*
nedicto o procurou para comprar, sendo queira
vender, dirija-se to mesmo engenho para tra-
tar, ficando ceno que nao se responsabilisd por
fuga ou qualquer cousa que possa succeder ao
mesmo escravo.
COMMISSAO
ESCRAYOS
!o RegO Bar-
apparecer na
- iHb $


NAT^RALLE DE VICHY.
botica francozn rua da Cruz n.^2.
APP OVACIO E AUTORIS\(!lO
E JUNTA CENTRAL DE KYGIENE PBLCA
' vi
DENTISTA FRAHCEZ.
Paulo Gaignoux, dentista, na das La- ti.
rangeiraa !5.Na mesma casa tem agua e -x
p dcnlifico.
Firmino Jos Coelho avisa os seus fregu- domingos Laidas^rires
zea, que mndou da Iravessa do Queimado n. 7 o
seu estabelecimenlo de funileiro para a roa do
Rangel o. ll.aonde esta prompto sempre para
salisfazer os seus freguezes com todo esmero e
promptido.
Francolino Eleuterio Ferrera Chaves mora
na roa da Alegra
Festa do Rosario em Olind.i.
Na madrugada do dia 7 de oulubro do corrento
tei lugar com toda a pompa a assencao da ban-
deira de N. S. do osario, protectora" da esta cao tratar na rua do Crespo u 1 i.
doscanoeiros de ((linda, a qual percorrer en:'
, um magestoso carro Iriumphanle, levado por
' meninas vestidts de aojos, as ras da cida le, ao
Isom de urna excediente msica marcial Depols
1 da Rscengao da bsndeira seguir-se-ha urna missa;
as 11 horas ter lugar a festa, sendo pregador Ir!
Pedro da Puriiic;,cao Paes e Piiva ; a tarde no
fe-Di um pregar o padre Bento Pereira do Ro-
go Mavorcio tambem corotos de msica, balos
larde, e depoisdo Te-I)eum ser a entrega da
mesma juiza.
Rua
arga
do Rosario n. 20
segunde andar.
Nesla casa recebem-se escravos
vendidos por commissao por conla
Na rua da Cadeia n. 25 deseja-sc
os senhores :
Ballazar Jo? dos Reto.
Ferrera.
Pirmino Antonio da Silva.
Marcelino de Souza Pereira de Brito.
Joaquim Clemente de Lemos uarle.
Joao Itodiigues Cordeiro.
Cleto da Cosa Campello.
Antonio de Albuquerque Maranho.
Offerece-so una mulher moca e sidia para
engommar e cozinhar em casa de hornera soltei-
ro "U viuvo : quera precisar, procure na rua do
Sebo, casa n. na Boa-Vista.
Precisa-se slugar um sitio na Capunga : a
para serem
de seus se-
uhores. Alianca-seo born tratamenlo. assim como
as diligencias possiveis para que os mesmos se-
jam vendidos com promptidao afim de seus se-
nhores nao solfrerem empate na venda delles.
Nesla casa h sempre para vender escravos do
differentesidadesde ambosossexos.com habili-
dades e sem ellas.
Aluga-se pata se p;.ssar a cla 3
c?sas na Torre, muito frescas e crin
I commodo para familia : a fallar com
Francisco Jote Atantes no mesmo lu-
gar ou rfa rua ciu Matriz n, o das 9 do
dia as o da tarde.
Roga-se ao Sr. Antonio Jos da Cunha Gui- !
maraes que dirija-so a rua larga do Rosario n
(.onsilltoi-10 es[ICCal homeOpalhlCO, PUa,38, a negocio que o mesmo senhor nao ignora '
de Santo Amaro (Hundo \ovo) n. (i. mpv." at Jij ^ ^tubro.
bandein n a mesma
ees eie
ye
pompa a
IBA *&
Attenco.l
Coche ira nova.
Xa Boa-Vista becco Jo Tambi *n. II,
alugatu-se cavados bonitos e gordos com
arreios aovse iimbem lecebem-se ca-
vados de troto e ludo por menos
juecmotilra qtalquer parle.
da
prejo
jBfC
O Dr. Sabino 0; I.. Pinho, de volla de Si
gem a Europa, d consullas lodos os d
desde as 10 horas at meio da ; visitas aos do- ,
micilios de meio dia coi dianle ; e era caso de j
necessidade em qualquer hora. As senhoras de
parto e os doentes de molestia aguda que nao ti- i
verem ainda tomado remedio algum ellopalhico |
ou homcopathico serao attendidos de pree-1
rencia.
u :n a
ISO.
O abaixo assignado, estabelecido com loja de
calcado na rua Direita n. 7, avisa ao respeitavel
publico, que francisco Ignacio Accioli deixou de
ser seu caixeiro desde o dia 29 do presente mez.
Recife 29 de selembro de 1860.Adolpho Aslol-
(dio Vascuncellos Pimentel.
>
Uiguei Joso Soores, morador na rua
Praia n. 18, rclira-;e para Macei pela Babia.
Quem precisar de urna mulher de ida Je pa-
ra ama de pouca familia, dirija-s a roa de San-
io Amaro, na loja do sobrado n. 18.
"E
Attencao
tecreio
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPATICAS
-bi
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem ncommodo.
A3CUAPAS EOICINAESsno muito conhecid:
literario
neficente
c Be-
Jas no Rio de Janeiro e em todas as provincias
imperio ha mais de 22 annos, es.io afamadas, pelas boas curas que se leni obtido
les i i iixo escripias, o que se prova com innmeros atlcslados que exislcm de
'. : o de disiincces.
as onfer-
pessoasen pa-
r la, por meio da suopuracao serao radicalmente extirpados,sendo o seu uso aconselhado or
- r; Jislinctos facultativos y
As enconomendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, leado lodo o cuidado de
i> rjee5sarias explicacoes, se as chapas sao para hornera, senhora ou crianra, declarando a
mileslia em que parle di corpo existe, so na c a beca, pescoeo, braco, coxa.perna.'p.ou tronco do
cirpo, declarando a cireumferencia : e sendo inchaVois, feridas ou'ulceras, o molde do seu tama-
que as chapas possam ser
Convido pelo presente a lodos os senhores so-
cios comparecerem quinta-feira, 4 do crtente,
no salao das sessoes, 'J horas da manhaa, una
vez que fol adiada a'sessao do conselho directorio
Secretaria da sociedado P.ecreio I.Horario e
BencOcenlc 1.- de outubro de 1S60.
SesosUis Sihio de Moraes Sarniento.
I.* secretario
Precisa-se para urna casa eslrangMra de
uina'escrava que seja perfeta engommadeira, que
saiba coser e que nao tenha mos costumi s nem
defetlos, e quer-se que seja perfectamente limpa
e de meia idade : quem tiver, dirija-se a rua do
Imperador n. '27:
Caixeiro.
Quem precisar de um rapaz conjjpratica de fa-
zendas, thegado hontcm do Porto: dirija-so u
rua da Imperatriz n. 6.
Na rua Direita n.68, loja de fazendas, pro-! ao res
cisa-se fallar aos Srs. Jos Honorato de Medeiros ha de
n.. r. I...C i?-------:- j. iv_____ '.____ -_
Na rua do Imperador n. 1 { precisa-se fallar
ao Sr. Francisco Jos Marques, a pedido de p-
renles do mesmo senhor, que existen) no Rio de
Janeiro.
William G. I'ennelly, rctira-se para Macei,
Iogj-se a todas as pessoas que tiverem ob-
jectos para pintar na rua do Vigaro n. 10, loja
de pinturas, que os venham tirar no prazo de 8
das, nao so responsabiltsando o abaixo issignado
j por qualquer eslravio que os mesmos levarem,
I visto que se tem de mudar da mesma loja.Jos
Antonio dos Sjntos Ptres.
casa na tlha do Retiro, cuja
ti-,,,1',"' ficd a0 la(1" ,a nonlc te Pssagem ; tem 5 quor-
. ..SI. tos,coiinha fra, salas, banho ao p da pona,
convida, pois barato, e o logar ex-
cellenlc para passar a festa : a tratar com Luiz
Manoel Rodrigues Valonea junto a fabrica do gaz.
Aluga-se urna casa que tem commodos para
grande familia, com algumas arvores de frudo,
com baixa de capim, no poro da Panella, para
se pasesr a festa, em frente'a casa do Sr. Gibson:
quem a pretender, dirija-so fra de Portas a
tratar com Manoel da Silva Noves.
Francisco Manoel dos Passos Coelho Taz pu-
blico que se acha depositado na subdelegada de
S. Jos um cavallu alaso que o annunciante all
fez rccolher ; e pelo preseule faz sciente ao Sr.
Antonio Amando da Costa, morador na Marrada
Jangada, ou a algum de seus Qlhos, que venham
justificar a possa e dominio que Uvero n no refe-
rido cavallu ; e; para que nao supponham igno-
rancia a respeito, o annunciante pelo presente
quer prevenirduvidas o livrar-se de questoesoa'-a
o futuro. '
Jos Muniz de Almeida, Brasilciro, rolira-
se para o Marai.hao.
Chapeos uVo Chjli de 2g at 12 (100
Ditos de couro da Bussia a IjOCO
Dilosde palha arrendados muito finos a : fiO
Ditos de palha de tranca hamburgueza a 1^280
Ditos do Italia a 2-3 e SstlOO
Dil is prototipos de qualidade mullo fina a 1! 00
Ditos -.'o feltro amazonas para senhora a 11*000
Ditos dito dilo a
Dilosde feltro jara hortera e meninos
ds 255CO al
Ditos de lontra lano baixos como allos
de 5)860 a
Ditis demasa de copa com p lio de 2$
-at- 10-000
Tendo nutras* muilas qnalidadefl de chapaos
como de bnii-ls lano para homem romo [>>ra
meninos, filas tanto de soda romo de veiludo, so-
la de lustre, coro de anta bronco proprio para la-
lins do fuziieiros e outros muitos objectos que s
a vista se podero fazer o preco e ludo i.-so se
vende por menos do seu valor por ser dinlieir i
tista : na loja do chapos da praca da Indep u-
dencia ns. 36 e 38 de Domingos Francisco Ra-
malho.
Viho bom a 400 rs. a garra-
fa, ni i I ho o arroz a 280 rs. a
cuia.
Manteiga ingleza a 13120, franceza n t 10. da
melhorque ha no mercado, cha muito bom a
240, cafe novo a 280, ai roza 100 rs. a libra, loit-
Cinho a 3G0, hlalas a 60 rs., I'arinha de aramia
c Maranho a 200 rs., alplsta a 160, espermacete
a Co, azeilo de Lisboa a 60, vinagre a 210, po-
tes para manleija de 320 al 640, de ludo -
afianza a boa qualidade na taberna da estrella
no larao do Pa.aizo n. 1 .
@#; .' -..'.'-..;;')
; Rerebeu-se novo sortimento de vesti- ,:;
:_, dos deseda le cores, ultimo gosto na .j,
L"j.i marmore.
S3 :. .,..'.;; ) i .': ;
@ Recebeu-se novo sortimento de vesli- '3
;J dos de phanthasia, ultimo goslo na -,
| Loja le marmore. I
99&S99M 9999 99fi@3)
5 Recebeo-se noo sortimento de vestidos '"
9 brincos de cambraiabordados,ultinroro
@ lo III
| Lja le mar mo re.
*"*^' '-'-.-',.. :. ... v ?
@ Recebeu-se novo soilimento de man'- 9
{; li es, capas, ronds de viludo, grosdeua-
9 ', es, lil e cambraia, ultimo goslo na
Loja do marmore.
i Rcccbeu-se ovo sortimento de cha- ;
j; peos de palha d'ltalia c do seca para sc-
nhors ru
Loja de marmore*.
:;:; -";::::: ::r.'^ 9M :';';.
9 Recebeu-se novo sortimento de sed
$; em peca, para vender a covado, de todas :j)
?.; as cores, lisos c lavrados )
Loja de marmore.
--. ;' :. :.- .. .
9 Recebeu-so novo sortimento do vest- g$
& d^ s ; utos, ultimo gosto na @
Loja de marmore. |
v:.--.: ',::; )99
m Recebeu-se novo so;tmenlo do bourn is ,,
; "S para saluda de thealro, c para passi
Loja de marmore.'
- ,r .-;-
Recebeu-se um completa e varia.:,! S
j 2TB sortimento em cores, de franjas, gradi
^ trancinhas e filas para enfeites de ves!'.- -.
}i Loja (!e marmore.
Recebeu-se novo sortimento
So gado para .senhora na
Loja de marmore. |
!^ Recebeu-se novo sortimento de cn-
Sa leiles p'.ra senhora, ultimo gosto na
fp Loja de marmore.
",1 Receben-sr novo sorliroenfo de ves- 3|
I & lidos de brancos
Lfij.-i ijtj marmore.
: '"- "v ..-_.:
Rccebeu-ss novo sortimento deiadia-
S"aa brancas para vestidos l;sos. tazn- t$
y ua especial na
le cal-
.
Loja le marmore,

Loja tle marmore.

IC-
Uo
nho em um pe Jico de papel e a declaracao onde exislcm, afim de
ba n applicada no seu lugar.
P') le-se in indar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapassero acompanhadas das competentes explicacoes e tambem de todos os accesso-
rioj para a collocajo dellas.
Consaltai a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua coDfianna, em seu escripto-
rio, que se a .liar aborlo tolos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manhaa" s 2 da tarde.
119 Ruado Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
BS4
Pedro Augusto Pradinis
Para at o dia 6 do correle, c
nesla praca : quem se ulgar se'u credor," dirija-
so a rua do ".3iig"l n. z\.
re
jl
ra-se para o
a nada doier
Compras.
..
A. W, Osborn retratista americano annuncio
pclavel publico desla cidade rue elle aca-
receber dos Estados-Unidos da America,
Rufino Jos Ferrera de Figoeirdu Jnior, Joa- um explendido sortimento de molduras redondas
quim Ignacio da Costa, Augusto Velloso Kooper, domadas de todas as dimenscs, caixas para re-
' tratos fazen la muito fina, assim como reccheu
ui* bello sottimenlo de casolelas de ouro c alfT-
netes de dilo ob'ra prima expressamente para re-
tratos. A. \V. Osborn aproeita esta aprazivel
opporlunidade para informar ae publico que elle
-'ieces da sua arteem todos
Guilbeiroe Carlos Uonteir dos Santos.
UU, BI S1JIDS
DOS
Doulores Ramos e Seve
est resolvido a dar
os seos ramos, assim como tem para vender um
completo sortimento chimico e outros aparatos
proprio para as pessoas que professam a sua arte.
Mr Osborn lambem tira retrates em carlees de
com bandera.
Sita em Santo Amaro.
Este estabelecimento contina debaixo da
ad-
Alfaiale fraucez, residenlo na rua da Cadeia do Rece, tem a honr
mi a ymcez> residenio na rua oa tadea do Recite, tem a honra de avisar ao respeitavel
pjDiico acsta cidade, que, desde 15 de agosto deixou de fazer parte da casa do Sr. Mercier, o que
acaba de aDyr_um estabelecimento em grande ponto, non. 16 da rua da Cada do Recife, asseau-
rando desde ja aos concurrentes quo esforcar-se-ha pela perfeicao, barateza e promptidao das en-
encommendas que lhe forera feitas. Igdamente temum rico sortimento de fazendas de todos os
gostose ae pnmeiras qualidades, para calcas por presos commodo?.
de qualquer nalureznou cathegoria que seja.
O zelo e cuidado all empregados para o
prompto restabclecimenlo dos doentes, peral-
mente conhecido.
Quem se qnizerulilisar pode dirigir-sc s ca-
sas dos proprietarios, ambos moradores na rua
Nova, ou entender-se cora o regente no estabe-
lecimento.
A diaria para os escravos de 2&500, e para
oslivies de 3200 ou 4000, porm em cerlos
casos pode haver algum abatimenlo.
As operacoes serao previamente ajusladas
AVISO.
A abaixo assignada dona da taberna n. 131
Irmandade deN. S, do Rosario
do Corpo Santo.
Oescrivao actual em nome da mesa regedora
convida a lodos para qs irmaosc reuniem nodia
4 do corrrente s 5 horas da tarde, no consistorio
daigreja, ofira de fe proceder a elecao da nova
m^Un e l^Je regor a irmandade no' futuro anno
de 1 Sol) al 8b I ; o aproveita tambem a occasiao
de convidar a todos os irrnos e msanos para
comparecerem na mrfema igreja, domingo 7 do
Compra se lijlo de alvenaria, no escripto-
| rio da Companhia Pernambucaoa.
Compram-se escravos de ambos os sexos
de 12 a 25 auno-! para se exportar para o Rio de
Janeiro, tendo boa3 figuras e sadios, paga-se
bem : quem levar ou inculcar 113 rua Direila n.
166, esenptorio de Francisco Malhias Pereira da
: Costa, receber -20$ do gralilicaco.
~- Compra-se moedas de ouro bra-
sileiras e portugueza: em casa de
[ArkwlghtcSi C-, rua da Cruz n. 61.
Compram-se moedas de ouro de 10$ e 20jj :
no largo do Cnrpo Santo, escriplorio de Manoel
Ignacio (Je Oliveira & Filho.
Corapra-sc um escravo que seja robusto e
proprio para qualquer servico : na rua larga do
Rosario n. 18, lerceiro andar. Na mesnia casa
vende-se urna excelleole escrava, moca, e.xcel-
lente engommadeira o cosnheira.
Compra-se urna chapa do olRcial da Rosa :
na rua io Imperador n, 77, pnmeiro andar.
Compra-se urna casa Icrrea na freguezia de
Sanio Antonio, preferindo-se na rua das Flores :
a tratar na rua do Sol. casa n. 13 junto ao so-
brado.
!J| Recibou-se novo sortimento
\m ques de sndalo na
g Loja de marmore.
o Recebeu-se bom:. g( sde hy.
;. >.-tido, fazenda ao covado, noa na
Loja de marmore.
Recebeurse novo sortimento de so-
|S0S brecasacas, (ftletots, calcas, colleles oM
! calcado de Helias na iS
Loja de marmore.
Ri ebeu-se novo soilimerlo dech-
^ pos dp castor preto e branco e do sede na
Loja tle marmore.
I
Vendas.
da rua Imperial, pelo presente faz sciente ao Sr. I frrente, afim de encorperados assislirem .festa
Luiz Jos Marques arrematante do imposlo de 20 solemne da nossa padroeira que nesse dia deve
por cento sobre o consumo das aguardentes de tet lugar.
produeco brasileiras, que desla dala por dianle
deixou de vender tal genero. Recife Io de ou-
tubro de 1860. *
Maria das Nevos Lele.
Henriquo Jos da Cuuha.
- Precisa-se de urna ama para casa de moco
solteiro : a tratar na rua do Pharol n. 14, das 7
horas s 9 da mesma ou das 6 s 8 da noite.
Vende-se urna escrava crioula de-23 a 30
anuos, boa engommadeira, cozinheira, e faz todo
o mais semro de urna casa : na rua da Cadeia
\clha n. 27.
Vcndem-se duas cadeiras boas [de rua), for-
radas de seda, posto que est algum tanto tras-
Bada, e 4 rodas para um carro, 3 em bom estado
o 1 precisando concert, ludo por mdico preco :
na rua da Soledadc que segu para o Manguinho,
no sitio dos i lees, a qualquer hora do dia.'que
?charo com quem tratar.
Em casa de N. O. Bieber & Successores, rua
da Cruz n. 4, vende-se :
Champanha marca Farre & C, urna das mais
acreditadas marcas, mui conhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barri's e
caixas. g
Vinagre branco e tinto em barti?.
Brilhantes de varias dimeosoes.
Ether sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e britft.
Ac de Milo
Ferro da Suecia.
Algodao da Baha.
vender agua na rua, sendo nova e ainda au ser-
vida ; assim como lambem ora bonito boi de car-
ro bastante gordo : na rua da Imperatriz n. 39
Vendem se duas carrocas grandes do loas
rodos, toda de sicupira, muito segura, de supe-
rior ferragem, c propiias para engenhos
commodo, Irabalha rom urna o mais junns de
bois, serve para todo e qualquer Iraball.o e =e
da por ura preco muito em conla : quera as pre-
tender, dirija-se ao pateo do Terco, defrou'.e do
n. 40, segundo andar.
"Vendem-se dous bois gordos e bous de car-
roca por commodo proco: no Chora-menino na
taberna do Sc. Bernardo, jui lo a caixa das almas
se dir quem vende. "'
Na livraria universal, rua do
Imperador numero 54, tem
venda :
Pratica Criminal, por Ramalho.
. Flores Silvestres, poesas, por Bilcncourt -
pao.
Vende-se, o sobrado n.53 na rua de Apollo
com 2 adares e 1 solo, chaos proprios : a ira-
lar na mesma rua, armazem n. 38.
Vende-se um terreno com 105 palmos re
frente e 300 de fundo, Indo aterrado o com 50
palmos de caes j feitos, muito proprio para nel-
le se estabelecer rofinares, padarias ou fabrica
de qualquer natureza, na ruado Brum. bsirro do
Recife, junio a fabrica da fundic.au de ferro lu-
gar designado para taes stabclioimcntos,'cojo
terreno so vende por junto ou em lotes de :\[)
palmos cada um : na rua de Apollo, armzm
numero 38.
Vendem-se carros do, 4 rodas com bois
mansos, proprios para carregar gneros da al-,
fandega ou assucar da eslrada de ferro e trapi-
ches ; na rua de Apollo, armazem n. 38.
Vende-se urna duzia de cadeiras com asien-
to depalhinha, 1 sof, 2 cadeiras de encost, 1
dita de balanco, 1 mesa de meio de sais, 2 con-
sol* c 1 cama franceza, tudo de amarello c em
bom estado : na travessa de S. Pedro o. 4, se-
gundo andar.
/
ILEGVEL


(8)
Macas
DIARIO DE PERBAjjSCO. QUABTA FEIRA 3 DE OUTUBRO DE 1860.
f
das nielhores qualidades que existe era Portugal,
vende-se nicamente no armazem Progresso de
Duarle 4 Irmo, no largo da Pcnha n. 8.
Freguezia de Muribeca.
O arrematante do imposto de 29500 por cabeca
de gado consumido no municipio do Itecife, e do
50 rs do sanguo, vende o ramo desses irapos-
tos, que pertencem freguezia de Muribeca: a
tratar na ra do Trapiche n. 9.
23
Fazendas finas
roupa feita.
Augusto & Perdiga.
Com lojvna ra da Cadeia do Recife n.
bandera e dao amostras as seguintes fazendas:
Cortes de vestidos de seda prclos e decores
Cortes di! ditos do barego, de larlatana e de gaze
de seda.
Cambraiasde eJree, brancas e organdys.
Anquinhas para saias.saias balao, de clina, ma-
dapoio e bordadas
Lencos de labyrinlho do A.se francezes.
Chapeos amazonas de palha e ,jda para se-
nhoras e meninas.
Knfeiies de troco, de vidrilho e de flores.
Pontea de tartaruga, imoeralriz e oulros gostos.
Magito e gollas, poulo inglez, francez e mis-
sanga.
^estuarios do fusilo, de la c de seda para
crianza.
Mineteles, taimas e pelerinas de differentesqua-
lidades.
Chales de toujim, de merino e de l de ponta
redonda,
uvas de pellica brancas, pretas e de cores,
estidos de bloud, manas de dito, capcllas e
flores solas.
Sialuross, camisas de Iinho e esparlilhos para
senliora.
Perfumaras finas, sabonetes e agua' de colonia.
Casacas, sobrecasacas e naletots de panno preto
e de cor.
Paletols de alpaca, de seda e de linlio.
Calais Je oasemira de cor, pretas e de brim
Cami-as do madapolo, de'hnho inglez e de laa.
Seroulas de Iinho e de meia.
Malas, saceos, apelreitos para viagem.
Chancas para invern, botinas do Meli e outros
fabricantes.
Chapeos do Chyli. de raassa e de fellro para ho-
mem.
Charutos roanilha, liavana, Rio de Janeiro e
Baha.
Attenco

Vende-se na ra da Cruz n. 48, urna
divid*julgada por sentnqa, o devedor
dizera que tena loja cm norae de outro
na ra da Imperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Jos' de Azevedo,
Vende-se urna casa lerrea na ra da Ale-
gra o. 26 : a tratar na ra do Queimado d. 52.
Sebo e graixa.
Se' o coadoe graixa m bexigas : no armazem
u* Tasso Irroaos, no caes de Apollo
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
LOJ4UOVAP0R.
Grande e variado sortiraento de calcado fran-
cez, roupa feita, niiudezas finas e perfumaras,
tudo por menos do que era outras partes: na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7. .
Tachas para engento
Fundico de ferro e bronze
Pianos
DE
Francisco Antonio Gorreia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
tlguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conheciders* e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, a
muito orooriosoara este clima.
Pechinchas
Cheguem ao barato
O Preguieaest queimando.em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo com 10 taras a
2$, caseraira escura infes'tada propria para cai-
ga, collete e palitots a 9G0 rs. o covado, cambraia'
organdy de muito boro, gosto a 480 rs. a vara,' Sdll kg uaes, na rufl do Qliei-
ditaliza transparente muito fina a 35?, 4$, 5, j mado n. C5, Ua bem COIllie-
e 63? a peca, dita tapada, com 10 varas a 55> e ( ;.i_ i; j j-i- j_
65? a pega! chitas-largas da molernoseescolhtdos I Cld.a loJa da diligencia de
padroes a 240, 360 e 280 rs. o covado, riquis- FajOZeS Jnior & GuilliaraeS
simos chales de merino estampado a 7}e 85?,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 9? cadj um, ditos cora urna s pal-
ma, muito finos a 85S50O, ditos lizas com fran-
jas de seda a 5$, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 ci
ra senhora a 45? a
a 35? e 3$500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberW a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5$900 a poca, fe a 160 rs.
o covado, brim branco de puro Iinho a 19,
1*5-200 e l!?600 a vara, dito preto muito encor-
padoa t??500 a vara, brilhantina azula 400, rs.
REMEDIO INCUMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nacoes po-
dem testemunhar as virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necassario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haveremprega-
do intilmente outros trataraenlos. Cada peso. bICO Um bello e-rico SOrtirxentO )Ol
45-- Ra Direila-45
Esteestabelecimento offerece ao pu-
RA
e armazem
DE
Meias pintadas muito finas para hornera a
1S300 a duzia, e em pares a 160 rs., clcheles!
francezes em cario a 320 a duzia de carles, e a
30 rs. cada cartocom 14 pares, luvas linas de!
seda para homense senhoras a 610 o par, ditas
com algum deleito a 210 o par, muito boas cor- I
ncezas, caixas!
de porcellana '
2>500, 3 e 4,
ida um, meias muito finas pa-! das P?ra violio.a 80 rs.,aguihas fra
duzia, .* boa qa.lid.de | fii S&X23ffSl
Fogoes econmi-
cos.
Fogoes econmicos americanos, os melhores
o covado, alpacas de diferentes cores 360 re. O qu0 lem vindo merrad. nu0 sjior cozinha-
4, A.Am-.... ...... mL. ~>^-i\n rem cm melado do lempo de qua quer outro.
covado, cesemiras pretas fass a 2$o00, 3 e U>rao por nao gastaren um. terca parte da lenha!
3JJjOO o covado, cambria^prets e desalpicos a estao-se vendondo or nie.tade do sen valor,
a boa quali-
vende-se na I
oja de fenagons'
da ra da Cadeia do Recife n. 6i.
por mol
ao. TJa
500 rs. a vara, e oulrasnmias fazendas que se aPPr"veil3r a necasio. TJaranie-se
far patente ao comprador, e de todas se daro \fai5 e-bo,m imfJl0S mesosx :.
, m kA. fundico da ra do P>rura n. 28. loja
amostras com penhr.
SON0PM0GRESS0
HE
Relogios
Suissos.
Era cisade Schafleitlin & C, ruada Cruz n.
33, vende-se um grande e variado sorliraentode
relogios de ilgibeira horisonlaes.patentes.chro-
ooaietros .nieios chronometros do ouro, prata
dourada ei'olheadosa ouro,sendo estes relegios
dos primoiros fabricautesia Suissa, que se ven-
d "-:!> por procos razoaveis
Tentado de zinco.
O telhaclo (fe zinco aqu usado as
compunliias do za.e caminho de ierro,
e uma das boas in'entjiJe moJernas, el-
Je faz-te recomtnendavel pela grande
duraejo, pouco peio 110 edilieio, bom
acondicionamento, barateza do cinto,
fcil cotidiicrao efe etc.. tod ">s sabem
que a duracio do 7.\nc-> infinita prin-
Cipalmeate se se tfver a cautel de dar
uma ruao dj tinta do li) e\posto ao
teoapo, uma tellia le /.iucj com o peso
il -20 libras, cobre um espiro que pre-
cisara para tal im 59 telli is de barro,
o espaco coberto pela tellia de zinco nao
penetra o menor pingo de ebuva e a
jcidade"desua con luccao tal ciue
u .1 icirront pode conduzir de uma s
vezo tellndoprecUoptra cobrir u.ni a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4S
grande casa, e o telbadode zinco rnuito Vfttp4 viilp<\iln
til principalmente para cobrir
nhos, estaieiros
armazens de deposito etc etc., era
suma a qucn quizer experimentar o te-
Hiado de zinco, conliecera' su 1 grande
vantagem, este telliado vende se a 120
rs. por libra de 50 tellias para cima:
nos armazens de Paulo Jos Gomes e
M tnoel Firmiuo Fetrei'-a rna da Cju-
cordia armazem de materiaes.
Bichas.
Vendem-se bichas recentemento chegadas,
muito novas, por proco comraaalo ; ora casa de
Joao Siiu e C,a ra* da Cruz 11. 22, na botica
tranco/a.
GANDLEIROS
-Largo fin. re
Neste armazem de molhados con-
tinua-se a vender os seguintes gneros abaixo mencianados de superiores qualdades e mais barato
uo que em oulr.i quilquer parle, por serem a raaor parle delles recebidos em direitura por conta
dos propnetanos.
Velas de spermacete
emcaixa com 25 libras por Mi retatho a 640 rs. a libra.
Manlciga pava icm\ievo
perfeitamente em bom estajo vende-se em barril a 160 rs. e a retalho a 200 rs. a libra.
Manlciga \~agleza e rauceza
perfeilaniente flora maisnova que tem viudo ao morcado de 560 a 800 rs. abra aera barril
se tara algum abalcenlo.
Qaeios lamengos
muito novos recentcmento chegados no ultimo vapor da Europa de 18700 a 33 ei vista do gasto
que o freguez fizer se far. mais algum abatimenlo.
Quei.\o nrato
os mais novos que existen) no morcado a 13 alibra, em porcao se far abatimento.
\nie\xas raueeias
em laias de 1 li2 libra por 1S500 rs., e em campoteiras de vidro contendo cada uma 3 libra
por 39OOO.
Mustar&a Vngleza e raiaeeza
em frascos a 610 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
Verdadeipos figos de comadre
ra caixinlias d 8 libras elegantemente enfeitadas yropras para mimo a 1600 rs.
UolaeMailia inglea
cipalmente para cobrir enge- alh ,. .
tleiros, barrajes de ferrara,! de l a ll pro.pn3S para mant',ga u tr0 ii'ali""l"J'"i" le |00 a laoo rs. cada
GRANDE SORTIMENTO
DB
Fazendas e obras feilas
Ges&BastoJ
g Na ra do Queimad) u.
46, frente ama re la.
^ Sortimento completo de sobrecasica de
jji panno preto e de cor a 25$, 283, 30? e
J 35#, casacas a 28>, 30 e353. palilotsdos
tt mesmos pannos 209, 22J a 25g, ditos de
ffj caseraira de cor a 163 e 18J, ditos sac-
W eos das mesmas caseroirns modelo inglez
TE casemira fina a 10. 12/14 e 15J, dilos
& saceos de alpaca preto a 4g, ditos sobre
W tino de alpaca a 7, 8 e 9, dilos de mo-
l ri setim a lOJ, ditos de mprin cordao
O a 10$ e '26, ditos de sarja preta trancada
* saceos a 6j, ditos sobrecasacos da mes-
1* raa fa/.em)a a Si, ditos de fuslao de cor e
m branco a 4j. 48500 e 58, colletes de ca-
*r semira de cor e preto a 5J o G, ditos de
|| merino preto para luto a 48 e 5, ditos
|5 de velludo preto de cor a 95 e I05, dilos
|S de gorgurao de seda a 53 c 6, dilos de
g brim branco e de cor a 2$50:> e 3, cairas
i| de casomirado cor e preto a 7$. 83, 9
^ e 10, ditas para menino a 69 e ~$, ditas
* de merino de cordo pira nomcm a 5J o
< 6>, ditas de brim branco a 5> e 6-3, dilas
| ditd de cor a 33, 33500, 4* e 53. e de
J5> lodas oslas obras temos um grande sor-
gj tmenlo para menino de lodos os tama-
B nhos; camisas inglezas a 36 a duzia. Na
H mesma loja ha paletots de panno preto
ffl para mcnirTo a \i, 15J e I63. ditos de
\ casemira para os raosmos polo mosrao
W preco, dilos de alpaca sancos a 3j e
3 38500, dilos sobrecasacos a 5} e 03 pira 3j
3g os mesroos, calcas de brim a 2#50'), 33 e
jB 35500. paletots saceos de casemira de cor 35
B a 69 e 7, loalhas de Iinho a 800 e 1 ca- JK
g da uma. p
|| No mesmo estabeleeimento manda-se jj!
^ apromplar tbdas^as qualidades de obras V
g| tendentes a roupas feitas.era pouens das, M
35 que para esse tim temos numero suf- l
ai Ocente de peritos officiaes de alfaiates a|
m> rgidos por um hbil mostr de seme- Q
^ lhanle arte, fkandu os donos do estabe-
$9 l'cimcnto responsaveis pelas raesraas o
ffa obras at a sua entrega. j||
Ra do Crespo,
Loja n 25, de Joaquirn Ferrei-
ra de S.
Vende-se'por prerosbaratissimos para acabar:
roupesde seda para senhora a 153, laazinhas de
coros para vestido a 200 rs. o covado, cassas de
! coros tinas a 2H) o covado, chita larga a 200 rs.,
casaveques de cambraia bordados a S3. rapas d
fuslao a 53. perneadores de cambraia bordados a
63. liras e babados bordados a 320 a vara, lencos
do seda com franja a 1-3, riscado francez a 200
rs., sobrecasacas de panno fino a -25-3. paletols de
panno preto e de cores a 18, 20 e 223, ditos de
alpaca de 43 a 88, calcas de casemira pretas e de
cores para todos os procos, ditas de brim bran-
co e de cores de 9 a 43*. gollinhas bordadas de
traspasso, camisinhas para senhora a 28500,
manguitos bordados a 29000. chita de lustro la/-
ga para coberla a 320 rs,, esguiao de Iinho mui-
to lino a 1-3200 a vara, bramante de Iinho com
9 palmos de largura a 2-3'WO a vara, damasco
de laa com 9 palmos de largura a 23OOO o co-
vado, pecas-Je 1111 lapolo lino a 43301). .chapeos
de Vltro finos, baldes a Garibalde a 53500, pale-
tols de brim decoros e brancos de 43 a 63, ca-
misas brancas e de cores de ls5t' a 33, e outras
militas fazendas por rauilo menos do seu valor
para fechar conlas.
poder-se-haconvencerdessascura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dis ha muitos annos ; e a maior part
della sao to sor prendentes que admiras. o_
medico mais celebres. Quanlas pessoas recos
braram com esle soberano remedio o uso de seu
bracos e pernas.depoisde ter permanecido Ion
gotempo nos hospitaes, onde de viam soffrer
amputacao! Deltas ha touitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimenlos, para senao
submelterera essa operaeo dolorosa forara
curadas completamente, mediante ousodess,.
preciosoremedro. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu reconhecimento declararam es
te resultados benficos diaute do lord correge.
dor e outros magistrados, aim de maisautonti-
carem suafirmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confiancapara ensaiar estere-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentaalato que necessitasse 3 natureza do m- ,.
I cuJo^Wuttado seria prova rincoutestavelmeute
Uuetudocura.
IO uujfuento e til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas
Caimbras
i Callos,
janee res.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos mcinbros.
tafermdades da cutis
emgeral.
Ditas do mus.
E6upc6*es e escorbti-
cas..
Fstulasno bdomen.
rrialdade ou talla de
calor as extremida-
des.
prieiras.
Gengiva escldalas.
Inchacdes
Inflaniaaco doftgado.
inllammarao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordodurasde reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Oueimadelas.
Sarna
Supurarnos ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que soja.
Tromorde ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das urtieulares.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja do
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda era toda a Americr
do snl, liavana e Ilespanha.
en le-se a800 rs., cada bocetiuha conten
urna instruccao em prtuguez para o modo de
i fazer uso; deste ungento.
O ieposito geral em casa do Sr. Soum.
, pharraa'ceutico. na ra da Cruo. 22. em Per-
1 11 auVi 10. .
Relogios.
Ll
Grande sortimento decandieiros econmicos a
g*u idrogenio, e lodos os mais prcpiros para
consumo dos niesmos : na ra Nova n 20, loja
Via ana.
Vende-se barato
NO
Armazem de fazendas.
DA
Ra do Queimado numero 19.
A 1800 rs.
Loncoesde Iinho finos a l800rs.
A IjjjftOO rs.
Caberlas de chita grandes gosto chinez.
A 4$S00 rs.
Madapolao infestado com 20 varas.
A, W500 r.
Cimhraia branci lina de salpicos com 8 1|2
varas. ^
A 3#500 rs.
Verdadeira pechincf.a de chales de merino es-
tampados e lisos, grandes e muito finos.
A 220 e 200 r
Chitas francezas largas cores fixas e escuras.
A 900 rs. a vara.
Brim trancado 3lvo com 8 palmos proprio para
loalhas s se vende neste estabeleeimento.
A is e i#800 a pee*.
Cambraia lisa fina com 8 1|2 varas.
A 560 rs. a vara.
Camlma prela com pintas brancas muito fina.
A 500 rs. a vara.
Cambraia de cores rauilo fina miudinhas.
A 2J a duzia.
Lencos brancos para algibeira.
A 600 rs. a vara.
AlgodSo raonslro proprio para leneoes.
A meia pataca.
Chita miudinba pulo barato preco de 160.
cYmeniloas coiieiladas pvopvias para sortes
a lg a libra e em frasquinhos, contendo 1 1[2 libra po.- 2j.
CVi preto, \\ysoii e pcrola
o melhores que ha noste mercadode lc600,2-3e 23500 a libra.
Macas em cavxuAias de 8 libras
contendo cada uma dilferenlos qualdades a 4^500.
Palitos de denles lidiados
em molhos com 20 maciuhos cada um por 200 rs
Tijolo francez
proprios para lmpar faca a 200 rs.#
Conservas inglezas e francezas
era latas e em frascos de diltereutes qualdades .
Presnntos, cnonr as epaios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
\Latas de bolaeuinna de soda
de differentcs jualidades a If600em porcao se far algum abaliruent
et
I Cimento inglez.
Para collar vidros, Jouca, tartaruga,
^ marfim etc.chogou uma pequea porcao iS
*| deste cimento ja muicanhecido nesta ca- 5>
^ pial e se vende nicamente na casa de 3
^ Augusto & Perdigao, na ra da Cadeia do v
3| IWife n. 23, a 2 cada vidro dinheiro %
f vista. Os amadores devora quanto antes ^
ag praver-se delle. sk
9M9RNMM emm mmmmm
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junto a fabricare sabio, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha uma grande porrSo defolhas
de zinco, ja" preparada para telhados, e pelo di-!
minuto nreco de 140 rs. a libra
li-l-il
jumo le zara, azeiledoce purificado aVeT"i
lonas muilo novas, banha de (.orco refinada e oulros rauilo gneros que encontrario tendentes
molhados,porisso prometiera os propietarios venderem por muito menos do que oulroaualaupr
prometera mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem poroulras pouco orticas romo
.M.-sso-n pessoalmente ; roganUarabem a todos os sanhore de engenho e senhores lavradores
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas. #
Biscoutos .
Emcsa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
queiraffi mandarsuas encoramendas no irraazem Progresso aue se Ihesaffianca'a'boa
o acondicionamento
ores
aualdadee
Botica.
KWm M KOIPA FEITA
Defronte d'o becco da Congregando letreiro verde.
Casacas de panno preto a 303, 35$ e
Sobrecasacas de dito dito a
Paletots de panno pretos e de cores a
20*. 25, 308 e
Ditos de caseraira de cores a 158 e
Ditos'de casemira de cores a 7S e
Dilos de alpaca prela golla de velludo a
Ditos do merino setim preto e de cor
a 83 e
Ditos de alpaca de cores a 3#500e
Ditos de alpaca preta a 3S500, 5, 7 e
Ditos de brim de cores a 3500,4500 e
Ditos de bramante de Iinho brancos a
48500 e .
Calcasde casemira preta e de cores a
9, lOJ e
Dilas de princeza e alpaca.de cordao
pretos a _
Ditas de brim branco e de cores a 28500,
4S500 e
Ditas de -,a"ga de cores a
Ditas de casemira a
403000
35g000
35JJ000
2-20000
mofo
12SOO0
Colletes do velludo decores muitofi.no a
Dilos de casemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a 5j), 53500 e
Dilos de setim preto a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 5g e
i Dilos de gorgurao de seda a 58 e
I Ditos de fuslao brancos e do cores a 3$ e"
9000 Ditos do brim branco e de cores a 2a t
5009 Seroulas de Iinho a
9*000 Dilas de algodao a H36OO e
53000 Camisas de peito de fuslao brancas e de
coresa2300e
Ditas de peito e Dunhos de Iinho muito
finas inglezas a duzia
Ditas de madapolo brancas e de cores
a 18800, 28 o
Dilas de meia a 18 e
Relog'oa de ouro palentea orisonlaes
Ditos de prata gatvanisados a 258 e
3jyW) Obras de ouro, derecos, pulceiras e ro-
53500 I setas
6*000
12*000
5J000
58000
Bartholomeu Francisco do Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
mentos :
Robl'Affocteur-
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegelaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pillas americanas (contra febres).
Unguonlo llolloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmalhico.
Videos de bocea larga com rolhas, de 2 onras
e 13 libree.
Assm como tem um grando sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
S inleressa s senhoras.
Existe novo sortimento das novas e desejadas
pulseiras do coral fingindo uma cobrinha, encas-
285001 t,!1das em nuro : as tojas de ourives de Sera-
| phim & Irmao, ra dff Cabuga ns. 9 e 11.
35S0Oo| Vendem-se libras sterlinas, em
JcatadeN. O. Bteber&C. : ra da Cru
n. 4.
Arados americanos e machinas
pata lavar roupa : enfeasa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzalan. 42.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, ura bellosortimcnto de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambera uma
variedade de bonitos t rancelins para os mesraos.
irili) k vinho com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
ndas ua ra larga do Rosario n. 36.
Ra daSenzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S .P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhesin-
glezes, candeeiros e casliraes bronzeados.l o-
nas inglezas, fio de vela, chirote para carros, e
montara, ajreios para carro deumedouscaval-
os e relosios d'ouro patente inaleze
Rival seiii segundo.
Ni ra do Quaimadn n. 55, defronte dosobra-
4o novo, loja de midezas de Jos de Azevedo
i Maid e Silva, ha para vender os seguimos artigos
I abaixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapatos do tranca de algodSo a 1^.
Cartas de alfinotes finos a 106 rs.
F.^pelhos de columnas madeira branca, a
1J440.
Phosphoroscora caixa de folha a 120rs.
Frascos de macass porula a 200 rs.
Duzia de facas e garios muilo finos a 3.3500.
Clcheles em carlao de boa qoalidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Ciixas de obreias muito novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs
Dito dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapatos de laa para enancas e 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muilo boas a 40 rs.
Agulheiros de marfim a ICO rs..
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito finrs a 600 rs.
Tesouras para costura muito finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a 1<>.
Pecas de tranca do laa com 13 varas a 500 rs.
Felilho para enfeitar vestido (pera) lj).
Lio has Pedro V, cartocom 2iM) jardas, a C0 rs.
Ditas dito com 108 jardas a 20 rs.
Escoras para denles muito finas a 200 rs.
Pares do meias decores para homem muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial (peras! 40 rs.
j Grammaticaingle-
za de OllendorT.
Novo methodepara aprender a lr,
a cscrever e a fallaringlcz em t mezes,
I obra inteiramente nova, para uso de
todos os establecimentos de nstrucrao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
presos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins impjeriacs..... 10CG0
Ditos aristocrticos.......' 9000
Burzeguins moscovia (prova de
fogo e d'aga........ 9$000
Ditos democrticos...... tC0O
Meio borzeguins patente. 6$5CO
Sapa toes nobreza....... CiCClr
Uitos infantes. ....,.,. 5CCO
Ditos de linlia (5 1|2 bateras). C|0i0
Ditos fragata (sola dupla). 500
Sapatos de salto (do tem). C(C0
Ditos de petimetre...... 5CC0
Ditos bailarinos........ 5|5C0
Ditos impermeaveis. 2^00^.
Senhora.
Borzeguins primeir classe (sal-
to de quebrar!......* 5,$000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). .,,...,. 4800
Ditos todos de merino (salto
dengoso).........4$5G0 .
Meninos e meninas.
SapatOes de iorqa. ...... 4$CCG
Ditos de arranca*........ 550G
Boizeguins resistencia 4,<,' e ?80(
Pateo de S. Pedro n. 6, arma-
zem de gneros seceos e,
molhados.
Vendo-so nesto novo eslabelecimonlo sacres
com trelo de Lisboa, farinha de mandicca, mi-
Iho, feijo mulitinho e preto, gomma de mandio-
ca, arroz de casca e dilo do Mar.-.ril.iio de supe-
rior qualidade, doce da casca da goiaba, vinho do
Porto oni garrafa do melhor que podo haver do
mercado, rnanteiga ingleza e franceza, banha cV
porro emlatas, bolachinl.ns do soda de todas ss *
qualidades, cerveja preta e branca da meliu*
marca, queijos fiamengos frescaos, conservas :i,-
glezas e os mais gneros que so vendern pornit-m s
prero do que se vende em oulra qualquir parle.
Cambraia organ-
dys a 3G0 o covado.*
Vende-se na ra do Crespo, loja n. 8, de ana-
lto portas, cenibraia franceza organdvs a 360 *
covado, para acabar uma factura ; asiim com" *
boas chitas francezas a 2 e 300 rs., fazenda '\
lindos nadroes e cores fixas: dao- so maoslra."
SYSTE31A MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Estoinestimavel especifico, compe sto Inteii. -
monto de hervas medicinaos, nao conten, rr. er- i -
rio, era algum a outra substancia delecter a B<
riignomais tenra infancia, e a compleicao rcai.-
dclicada igualmente promptu csc(uio pat
desarreigar'omal na compleicao mais robusta ,V
inteiramente innocente em suosopeiacf.es e ei-
fetos; pois busca e remove as doenra/de q>ia>-
quer especie egro por mais amigas e tenaz* -
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com et<
remedio, muitas que j esiavam as pona du
uiurie, preservando em seu uso: conseeuien
recobrar a saude e torcas, depois d.' h&verient.--
do intilmente todos os outros remedios
As mais amidas nao devem entrogti-ea a>-
sosporarao ; aram um competente eneato do*
efficazeseffeitoa rJesta assombtosa medicina *
prestesrecuperarao o beneficio da saude '
r,ao se perca lempo em tomar este rom* d <
?*^An_*,5iier.a.eKninlesenferiDdafles:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areas [mal deJ.
Asthraa.
Clicas
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta do
fore as para qualquer
ousa.
Dysiiiteria.
Dor de garganta.
do barriga.
nos rins.
Dureza no ventn-.
Enfeimidadesno ventro
Dilas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas.
intermitente.
Vendem-se estas
geral de Londres n
todos os bolicarios
Pebre de toda a espetie
Cotia.
Hemorrboidas.
Hydropesia.
Ictericia.'
Indigesics.
Inflammaroes.
1 rreg u l'a rida d< s d-
monslruaco.
Combrigas de teda es-
pecie.
MalceTedra. I
Manchas na culis.
ObstruccSo de entre.
Pliihisica ouomsunr-
(.3o pulmonar.
Hetrncao de ourina.
Rheumalismo.
viiiptoniasseiuridarios.
Tnn:ores.
Tico doloroso,
ulceras.
Vei.ereo (mal).
pillas no eslalflorin (i i,
224, Strand, e na lojo di '
drognisias e outras pessoas
enmrrogadas de sua venda em toda a America
do Sul, lla'vana e llespai.ha.
Vendem-se as bocelinlias a 600 rs, rada un ;.
dellas, conten uma inslrurrui
rni i'origucz pa-
lOjOOO
6jiOOO
5J000
3600
6G00
65000
3500
500
2*500
2000
18600
I
30J>000
eobertos e descobertos, pequeos egrandes.de
ouro patente inglez, para homem o senhora.
de um dos melhores fabricantes de Liverpool
ivndos pelo ultimo paquete inglez : em casa di
.oSuthall Mellor & C*
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Covado a 200 es.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, dilas estreitas a imitaco do laazinhas a
160 rs., casss de salpicos brancas e oc cores a
200 rs. o covado, pecas de esguiao do algodao
muito tino a 3$ a peca, ditas de bretanha de rolo
com 10 vai as a &&. riscadinho de Iinho a 160 rs.
o covado, chales de merino estampados a 2jl
lencos brancos coro barra de cor a 120 rs., ditos
com bico a 200 rs., algodao monstro de dus lar-
guras o melhor que possivel a 640 rs. a vara
ruussulina encarnada a 240 o covado, Ot de Ii-
nho preto bastante largo. A loja est aberta at as
9 horas da noite.
ra explicar o modo dse usar desias pillas.
O deposito geral 6 cm casado Sr. Soum har-
meceutico. na ra da Cruz n. 22, em Pernam-
buco
Potassa da Russia e cal de*
Lisboa.
No bom conhecido e acreditado deposito d;.
ra da Cadeia do Recite n. 12, lia paro vender a
verdadeira potassa da R0ssia nova e de superior
qualidade, assim como |8nibem cal lirgrm en
podra, Indo por precos Diai a ratos do une em
oulra qualquer parte.
Machinas de costura.
N. O. Bieber & C. Sucrcssores avisara ao pu-
blico, que no seu armazem na ra da Ciuzn. 4
estio exposlos venda as melhores machines'd
costura que ot hoje tcem vindo a esle mercado
asquaespossuem lodosos melhoramentosinven-
lados at esla poca sem ter os defeiios que eni
oulras se nota, assm sio de consiruccao simples
e facilitare o uso A costura feita por estas ma-
chinas nao teem igual em obro de mao, um pon- .
lo bonito e forle, olem de que alinham e cosen
de todos os modos, cada caixa do costuja repr-
senla um lindo loilele para gabinete de senhora
Igualmente ha machinas para selleiros, ele Os
preros sao mdico?, e o Sr. Birminghoni, cr.ee-
nbeiro, ensina o uso das machinas e todas as par-
ticularidades da conservaco de sua consiruccao
no acto da compra.
Loja das seis portas em j
frente do Livraraento.
Roupa feita barata.
Paletots de casemira escura a 48, dilos de al-
P*J" 9*** a 4 e 5, camisas brancas e do cores
a $. dilas de fuslao a 2500, reroulas muilo fi-
nas a 1*600 e 2, paletols e brim pardo a 3,
calcos de casemira pretas e de coros, paletols d
panno preto, sobrecasacas, colletes de casemira r
prela, ditos de velludo preto e de cores, um com-
pleto sortimento de roupa feita.
ATTENCiO.
Vendem-se grandes toneis de amarello. assim
comotoneise quartolas de madeira de boa qua-
lidade, todos muito proprios para as destillacoes
d03engenhos e para depsitos de el : para ver. k
a tratar na ra do Queimado loja n. S9 ou na
ra imperial em casa do majr.r AdIodo da Silva
G asneo.
L-
i ILEGfVEL


DIABIO DE PERRAMBUCO. QUARTA FE1RA 3 DE UTUBR DE 1860.
---------------------------------------*-------------------------------------:----------------------
(*)
FABRICA
DE
ffM&E[-iHA E mmi& Si IIUII.
Sita na raa Imperial 118 e 120 juatoa fabrica dcsabo.
DE
Scbastio J. da Silva dirigida por Francisco Bclmiro da Costa.
Neste estabeecimento ha seropre proraptos alambiques de cobre de ditTerentesdimen6es
de 300 a 30005) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cominos
para resillar e destilarespiritas com graduSoao at 40 graos (pela graduacao deSellon Cartier) dos
i fii.t Iim.i AnnrnvaHne a mnlioriiln nado a n..i__ n-~..:...T;e A*, ......m bombas
* ferro
,uu ui iiiiti 15 uimi-iiruuti; iciuvis pam aidiuuiques, tonques ete., paratusos ae Dronze e
para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro;, tubos de cobre e chumbo de todas
nencoespara encmenlos, camasde ferro com armaoao e sem ella, fuges de ferro potavcis e
econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espuraadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em leneole barra, zinco em lenrol e barra, lsn$es e
arroellas de cobre, lences de fcrroalatao,ferro suecia inglezde todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos prego do que em outra qualquer
parte, desempenhando se toda e qualquer encommenda com ^presteza e perfeicao j conhecida
nara coinmodidude dos frouezes me. spi dianarem linnrannii.nnc nm >....._.. i__
tf
nt,utui|icniiii" .. o ijuuiijuc i-ui Miiiufiici.i cum ^resiuza e peneicao ja conhecida
para comrnodidade dosfreguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua conianca, acha-
o na ra Nova n. 37 taja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
Seus propietarios offorecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda
tualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabeecimento a saber: machinasde vapor de
-. todos os lmannos, rodas d'agua para cngeuhos todas de ferro oupara cubos de rnadeira, aten-
las meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os tamaitos, guindastes, guin-
thos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para furnalha, machinas para amassai man-
ioca e para doscarocar algodao, preos para mandioca e oleo de ricini, porloes gradara co-
lumnas e racinhos de vento, arados, cultivadores, pontes, -aldeiras e tanques, byias, alvarergas.
botes ; tolas as obras do macliinisrao. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua na'tureza pelos
desMihosou moldes que para tal lira forcmapresentados. Itecebem-se encommendas ncieesla-
jeleciraenlo na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65moradia do cai-
tetro io estabelecimenta Jos Joaquina da CostaPereira.com quem os oretendentes se oodem
entender para qualquer obra. v
IEL0610S.
Da
Vande-se em :ass le Saunders Brothers A
Cpraca do Corpq Santo, relogios do afama
do iabricante ilos'vell, por presos commodos
e timberam c.ilins e cadeias paraos mesmos
deexreeilnte osto
Vende-ge urna loja de calcado na ra do
Livramento d. 33, muito afreguezada, e com ar-
^maeao nova, e propria para qualquer negocio
que se pretenda l'olar : a tratar na mrsma loja.
Vende-so 3 casa terrea n 35 da ra do Po-
dre Floriaoo, com chaos proprios :a tratar
ra larga do Rosario n. 20, segundo andir.
PECHINCHA.
Vfride-sc ura bom cavallo castrado muito an-
dador.de lud), sem achaques, por pouco dinfaei-
ro ; na ra dis Pescidnres as. 1 e 3.
^e Vndese urna escolenle, propriedade *> construiJa de cal e lijlo, paredes delira- das, com 2 salas, 4 quartos, costaba fora i.
i e muilo fresca sita na frequezia de .la- *
boatan do lado do rio do mesmo nomo : m*
a tratar na rui do Quoimado n. 46 A ^
, 388288513 3&y& $!&$ ?mW$:
\ende-se toros de mangue, no escriptonu
da Companhia Pemanil>ucana.
- Na ra da Cadeia n. 24, vendem-se as se-
guinles fizendas, por nielado de seu valor, para
liojuidaco.
Bicos de se.la brancos e prelos, de todas as
argaras, vara a 160, 210, 400, 800 e 15090.
Um completo sortimcnlo de franjas de sedae
de algodao.
Olales delouquim a 10, 13. 20 e 35.
Bulos de seda, velludo, de lonco e do fuslao
de qn ilidades linas, duzia a 200, 400 o C00 rs.
Collarinhos bordados de 500 rs., 2jt, 3 e 4.
Entreneios finos, pecas com 12 varas a 1.
Fojhos bordados tiras a 5'0, I, 2?, 3500.
Camisetas com manguitos a 3?, 5 e ;.
iles Je Tures a G.
Chapeos de seda para senliora a 10$.
Casaveques de velludo a 40 e &}$.
Ditas de seda a 25$.
Hilos de fusuio a 8 e 12$.
Fitas le seda e de todas as qualidaJes de HO
rs. a 1&50O.
Ditas de velludo de 210 rs. a 1.
1 '-i '.'.*&.' :*
I Seguro coaira Fogo
COMPANHIA :
Admiraveis remedios
americanos.
4
i
9
. LONOHES
AGENTES
G J. Vslley 4 Companhia.
6
Ye^ie-se
I Formas de ferro para
purgar assucar.
Eiichatlasile ferro.
Ferro sueco.
Q Espingardas.
Ac de Trieste.
J Pregos de cobre de C(yn-
posigo. i
| Barril ha e cabos.
! Brim de vela.
a Couro de lustre.
g Palhinha para marcinei- g
ro:no armazem de C.
J. Astlev & C. e
Loja de calcado.
9 Vcnde-se a dinheiro mi a prazo urna loja de
calcado com poneos fundos, muito propria para
qualquer principiante, e rnnito acoslumada a ven-
der bilhetes de lotera : quem pretender dirija-se
,i praea da Independencia n. 39, que se dir
qual e.
Bajs
Com estame acaba de chegar urna peque-
a porQao de transparentes de flores mui elegan-
tes para candieiros : na ra do Vigario n. 1!)
primei.o andar.
Caviillo lino.
Vendem se doma cavalloscom todos os andares,
muito gordos e sem arinques, bonitis cores : na
ra do Queimado n. 4t, loja.
Camisas inglezas de fus-
lo a 2S rs.
Na ra da Medre de Deus n. 36 A, vondem-se
camisas inglezas do fuloes com colarinhos e pu-
naos do linho a 2# cada urna.
A 3jfJ500, At e 1$ rs.
Na ra da Madre de Deus n. 3 A, vendem-sc
palelols de ganga amarella, prova de limo a
3J500, ditos brancos -Jo bramantes a Ai cada um,
eslcas de casen-ira feilis de moderno gosto a 7*
cada urna.
I
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nhii, lazendeiros, ele devera estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos cot
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias
Prompto alivio de Radway
InsUntaneamenle alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rlieumatismo, dor 0?
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, coliras, bi-
lis, indigestan, crup, dores nos ossos, contusoes,
queimadura, erupcoes cutneas, angina, reten-
cao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura lodosas onfermidadesescrophulosns.chro-
nicas esyp hlilicas; resohe os depositas de mos
humores, purifica o Bangue, renova o systema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas,ven-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos,feredes do ligado e rins,
erysipclas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, dilliculdade das regras das
mulhcies hiiiocondria, venreo, etc
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
cao do sangue, ntetramente vegelaes favoraveis
em lodosos casos Jiunca occasiona nauzeas ni ni
dores de veutre, dflSes de 1 a 3 regulaiisam, de 4
aelpurgai. Estas pilulas sao efficazes as allec-
oes do gedo, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digeslao, e em todas as enfermedades das mu-
Hieres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
cues, llores brancas, obslruc oes, histerismo, etc..
sao do mais prompto elfeito'na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella. e en todas as febres ma-
ignas.
Estas tres importantes medicamentos voni a-
companhados de instruccoes impressas que raos-
tram com a maier miouciosidade a maneira di
auplica los em flualquer efermidade. Esta o ga-
rantidos de falsiflcaeao por s haver venda no
armazem de fazendas de Ravmundu Carlos Leite
Slrmao, na ruada Itnper'atriz n. 10, uniets'
agentes em Pernambuco
Rap nacional D.
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joo Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de melhor qualidade
fabricado ueste impeli, acaba Ue chegar e vcn-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
lorio. K
liirao para acahar. :
Ra doPasseio Publico, loja
numero 11.
Meias para senliora, duzia a 3j500, e !500 su i
penor, cortes do vestido de carnbrai.i com lislras
de seda a 5|, ditos de lia a 5?, ditos de cam-
biia -i 38, ditas de cassas a 2)200, pecas do*am-
braia de salpicos a 38600, gro^denaplo iiiiiilTlino
a 157C0. "i o 2:300, cortes de cusemira a J}, chi-
ta franreza a 220 o rovado, camisas francezas de
cores e brancas a 1)600, Bravatas de linho a StiO
rs., ditas do selim a 500 rs. e lg, chapeos de
baeti avarrad. s a 320, ditas de filtro,lina fazen-
da, a 25800e ?, algodao de las larguras, a va-
ra a 600 rs.. algodiozinhos apena a 3?, 3)400,
3800 e 4g800 muito incorpados, madapoles a
peca 3831:0, -8200. 4SK10. 4S6UO, e 68 muito ti- .
uos, meiascruas a du/.3 lgSOO, panno da Cosa I
covadoa 340, chapeos de sulde panno ordinario
a I^StiO. ditos de seda a G88U0. algodiio de sarco,
ara a 280, chales de la a 1)800, dilos de nie-
rtn bordados a 5*300, ditos lists a 4)500, lencos
para rap de alcpbaca a duzia 48. ditos de ganga
muito linos a 38800," paletuts de casemira forra-
dosde seda a 188, calcas de casemira ordinaria
com moto a2). castores.muito -grossos a 260 o
covado, brim miudo para calca a 180 rs.o covado, i
algodao de lisifa muito bom'a 200 rs dito mes- i
ciado a 180, pecas de ohita para cubera a 8^500
muilo (na, ditas miudasuara vestidos a 7), ditas
S 6$800, eoulras muilas fazendas que s visla
do comprador far t.
Liquidaeo de fa-
zendas
Por menos de seu valor
Na ra Direita n. 68.
Rlquissimos vestidos de bareje de seda, ditas
de mussulina de seda, ditos de fanlasia de seda,
ditos de sedapreto, ditos de grosdenaples borda-
do a velludo, polacas francezas da ultima moda,
chales de todas as qualidades, paletos de panno e
de casemira de difieren les qualidades, ditos de
alpaca preta o de cores de 28 a 3g000. e oulras
muilas fazendas que 6 enfadonlio menciona-los.
(Alliancando-se que nao se engeilc dinheiro.)
Ra Novan. 34.
Madama Rosa vende ricos chapeos de seda pa-
ra senhora de dilferenics procos, de lOg a 258,
ditas a Garibaldi para menina de 5 al 14 annos,
ditos para baptisado, ricas tacas para senhora,
pretase de cores, capcllas para noiva, enfeites a
iniperatriz prelos e de cotes, corles de vestidos
para noiva, ditos prelos e decores, esparlilhos
aeenliar, ditos com carrtlel, ricos sinlos com f-
jelas para senhora e manteletes, vestuarios para
Baplisado, luvas de pelfcca. dilas de relroz, ba
loe, grande sorlimenlo de chapedS do sol para
homeri esenhoras.
CORAL.
Vende-se-verdadeiro coral de rais a preco
muito commodo, e mais muilas miudezas e rap
de varias qualidades, tanto a retalho como em
libras ; oa rna larga do Rosario passondo abo-!
tira a segunda loja de miudezas u. 38.
Viiilio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, ra da
Cruz n. 10. eucontra-se o deposito das bem co-
uhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frcres
e dos Srs. ldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
De Brandenburg frres.
St. Estph:
St. J alien.
Margaux.
Larose. ..
Chleau Loville.
Chteau Margaux.
. De Oldekop A Mareilhac.
si. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chaleau Loville.
. Na mesma casa ha para
vender: .
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveja branca
As tQi'lhores machinas re coser dos mais
afamados aulores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wbeeler tWilson.
Neste estabeeci-
mento vgndem-se as
machinas destes dous
aulores, moslrnm-se a
qualquer hora Oo dia on
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade esegnrnca:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Lcile- & Irroos ra da
Imperalriz n. 10, intigamente alerro da Boa-
""isla.
Liquidaeo
para acabar.
Na loja da ra do Crespo n 14, vende-se um
variado sorlimenlo de fazendas abako inenciona-
I dos e por presos o mais baral que so pode ima-
jginar; ,
| Cassas de cores fixas o rovado a ICO rs.
Camisitihas de cambraia com golliohas a 5C0 rs
Dita dia com gnllinhas e manguitos a 4).
Penles riquissimos de tartaruga de 10) e 13$.
Chales de lita estampados a 2)500.
Ditos de merm de una s cor a 3.
Hilos de louquim a 13?.
Lencos de cassa de cores com bico a 120 rs.
Paleto! de seda para homem de 108 a 12g.
Dito de pauno e casemira a 15 e lbJJ.
Cotes de vestidos de larlalana bordados a seda
a 138 e 208.
Dilos dito de fular de seds a 158-
Dito dito de soda preta c de cojos bordados com
babados a 608-
Ditos dito de grosdenaple preta bordado a ve>
. ludo com baba rife a 70$.
, Ditos dito de g*ros>lcu Ditosdilodb grosdenaplepretod'aque a 308.
piles dita dito dito a 238-
Dilos dito de seda de coes cora babado a 2''a
e 408.
Ditos dito de phantasia de borege a 13$ e 17$.
: Ditos dito de cambraia brancas bordados finos a
2f>S 30 j.
Oitosdilo de seda preta lavrada a 23$.
Hitos dito de seda de cores lavrada a 308.
Ditas dito de cambraia e seda a 38.
; Dilos diio de fuslao com casaveque'foilosal59.
Casavoques de CRmbraia bordado de 3-8, s c 138.
l'enleaJoros de cambraia bordados para senhora
a 3?.
Romeiras de cambraia de salpico c bordados a
n <" 2
visitas o sabidas do baile de merino e seda a
8j e \h^.
Manteleies de grosdenaple branco a 10$.
(Jilos i i t pretocom biro de I ")$ a 208-
Vjisila de lil prelo a 10$.
Snias bordadas para si nbora a 28,8300. 38 e 5fi
Cppas de velludo ricamente bordados para se-
nhora a M ~.
Camisas de cambraia de salpico para menina a ]$.
j Imtos de fuslao bordado para criauca a 18.
Ditas de seda bordados para crianca a 78.
Vestuarios de gorgurao nara menino u menina
a 38, 8i e 13?.
Ditos de brins para menino a 8.
Ditos de fuslao parameninos a C-8.
'alcas de casemira decores paro menino a 68. '
Vestidos do caofbraia bordados para baptisado
de rriancasa Oo e !58.
Col.vas bellas do 15 para cama a .">$.
Grosdenaple decores cvadp a I3 e 18200.
I'.ifei do cores com pequeo deleita de mofo o
covado a 30 rs.
Barege de seda lindos padres o covado a 900 rs.
La decores muito lina o covado a 600 rs.
Riscado dla e seda muilo lino o covado a bOO rs.
Chales de cores o covado a 500 rs.
Lencos de seda de cores al} c 1:500.
Luvas brancas de peina em bom estado a 500 rs.
Ditas de seda prelase de cores a 320 rs.
Leques flnivimos a 1$500, 3$ c 138.
Peca Je lila do gorgurao para sinto de senhora
com 11 varas a 4500.
Peca oslieita de velludo com 10 1[2 varas a 1J.
Fila inulto larga e rira desenlio para cinta de
senhora a vara 2;50.
Chapeos de palha copa alta para homem a 4J.
AUl&WillA.
Va
FlNDiaOLOWMOW,
Roa da Senzala itoya n. 42.

Neste estabeecimento continua ahaverum
comapletosrtimentode moendas emeiasmoen-
dasparaen3enho, machina de vapor e taixas
deferro batido ecoado.de todos os lmannos
para d
Lencos, bicos e rendas
Na loja da ra do Crespo n. 11, vende-se ricos
lencos de labyrinto de cambraia de linho, bicos
fe rendas feilo na provincia do Cear.
Balocs de 30 arcos,
ChfRarara as mais modernas e'melhores saias
de balao rom 30 arcos : na ra da Imperalriz
Libras slcrlioas.
Vende-se no escriplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira Fijho, na pra^-a do Corpo Santo.
Milho.
Vendem-se saceos com milho a 58500 para
acabar : na ra da Cadeia do Reciten. 3.
Borzepins de senliora.
Vendem-se borzegnins de senhora muito novos I "XgZg&KZ^M S" "
M -NOVA
Loja de miudezas na rna
Direita N. 85, onde ton
o lampeao do gaz,
pelo diminuto preco de 4$800, a dinheiro a vis-
la : na ra da Cadeia n. 45, esquina da ra
Madre de Dos.
xas d'agulhas francezas a 160 240 rs., colheris
'"de metal principe pan soupa fino a 582(0
08 para cha a 28800 a duzia, enfeites de vil
dilas
drllhos
_ prelos finos a 8500, caixa de bfalo a 18 e
Ll\T0S. ,,S800, band,'Jas fiB" a 1$50. 2$ 38, 4J, e 38,
macos de grampas rolicas a 40 rs., ditos ue cara-
col a 80 rs linteiros e arcetros finos a 2-j, ga-
mo de linho bramo a 100 rs. a vara, puUeiras
prelas a 1$,torcdaspara candiciros a 100 rs.a du-
zia, pecas de litas de linho a CO c 80 rs., cordas
para vio'lo a 80 e 120 is., trancas de linho para
numero 12. '......" ,|1ii/\Kk/-kci nn| ^ ^JJ ^, I enfeites de vestidos a 900 rs. a' peca, pintes dn
alizar, de baleia, a 2SO, catangas do diversas
Iqnalidades a 120, 100,200,210,280 c 480 ts.,
Igolinhas de corchi para senhora a 800 c 1$, ca-
I niveles do urna folha a ICO, escdvas para denles
a 210 rs. sabio fino para barba a 80 c 320 rs.,
bicos linos finos a 40, 80 e 100 rs. a vara, meias
' viuuiiiiiiu V4V/.3 uuiiniHiJ. | para senhoras a 320 rs. o par, linhas de miada
i Os herdelros do commendador Anlonio da Sil- I Para corchi a 20 rs. a miada, ribque a 80 rs. o
I va vendem sua propriedade, no lugar da Casa i P8Pl-l. obreils de maca a 80 rs. a caixa, Isporas
saceos oe alqueire : no largo da Assembla n. | I'orle. em sortes de trra a volitado dos compra- a 1. cartas francezas a 240 e 320, dilas | porlu-
u, armazem de Anlunes Guimaraes^C. I dores com a unir rcslri.cao de nao lerem menos goezas a 210 rs., lapis linos de lores 160, !i-
de 30 palmos de frente, fondo designado pela I nnas Ppra marca a 20 rs., (esouras a 100 rs.,
respectiva planta npprovada pelas autoiidadea P*n'es paro atar cabello a 160 rs., oculos de a^ii
competentes, o engenheiro Antonio Peliiijoo 500e800 rs., pomada l'ranreza a 100 rs.-, tape-
Rodrigues Selle o cnenrregaoo das medicos j l('s P'1" lanlernas a 2s500 o par, tancas | ara mo-
Vinho genuino.
Ainda ha urna pequea quantidade de ancore-)
tas desic vinho sem confeicao, e proprio de doen-'
tes : na ra do Vigario n. '19, primeiro andar- ;
tiillio novo.
Vendem-sc diccionarios latinos, inglezes, al-
lomaos, Horacios com inierprelacoes e notas, se-
lectas inglezas, fbulas latinas, breviarios roma-
nos, flos sanctorum : na ra da matriz da Boa-
Visla u. 34.
Terrenos perlo da
praea.
Gaminho dos mnibus.
Cera de carnauba,
qualidade especial : no largo da Assembla n
19, armzcra de Aniunes Cruimarabe & C.
Charutos do Rio,
qualidades finas e de differentes fo
iMualos,
fabri-
cados por um dos melliorcs autores, estabelecido
all desde 1852, no largo da Asseniba n. 19,
armazem de Aniunes Guimaraes & C.
5000 RS.
lerros econmicos de engommar a vapor : na
ra Nova n. 20, loja do Viaana.
ninas e meninos de la n 800 is., colheres para
i h a 800 rs. a duzia, aliineles em caixinha mui-
lo fino a 200 e 280 rs., luvas de lio d'Escossa
de cores para homem a 640. citas brancas o 640
rs., meias croas linas para homem a 3$200 a du-
oa para bordar a mais lina que ha a 73(J0,
prensas, e pode ser procurado no mesmo sitio
ou na ra estrena do Rosario n. 30, lerceiro a-
ilar, ou na graco da Boa-Vista, botica de Joaquim
Ignacio Ribeiro Jnior : os pretndanles podem
dirigir-sc igualmente para qualquer proposta ou
esclarecimcnto ao herdeiro L. A. Dubourcq, no)1*8
seu sitio na Capunga. tinta de carmira lina ,-, 300 rs., caixinha de papel
lllhrv hatta sorlidasemcoresa ||, dilas de quadrin* i a SCO
iflJ l( 1 IO X O r!-' dllas de cores 800 rs, atacadores d'aljrodao
"U XXJ ^ chatos a 00 rs., dilos relices a 100 rs., pe
em saceos grandes : ra da Cruz n.21. Assim ; 'ravessas para meninas a CO rs ditos de borra-
como arroz com casca o pilado muilo barata. lh" para alizar a C'OO a 600 rs., dilos de lualo
Na ra Nova n. 33, luja de ferragens, ven- bronco a 300 rs,, dilos
chegados de novo pelo ultimo paquete : na loja
do vapor na ra Nova n. 7.
AO
loja
uu-sp urna escrova pelo baralissimo proco de
8008000.
Vcnde-se urna negra da Costa sem vicios
e nem achaques, de idadede 33 anuos, para lodo
servico, por pnco commodo : na rus da Irrpo-
ralriz n. 19, com Prederico Chaves.
Vende-se um sof e 6 cadeiras de amarello
< em muilo bom estado ; no paleo do Paraizo n. 8,
segundo andar,
Vende-se urna taberna na Iravessa da ra
do Vigario n. 3, com poucos fundos, propria pa-
ra um principiante.
Vcnfe-se urna boa rosa lerrsa em chaos
proprios, ua ra do Sanio Amaro n 12 ; liota-se
na ra o Crespo n. 14.
Taberna.
armazem de fazendas da
ra doijueimado n. 19.
Lcnces de bramante de urna s largura pelo
barato prego de l800 cada lcncol.
Covado a mil e duzentos i8.
Grosdenaples furia-cores rc>m urnas pintas de
mofo muilo pouco, pela pechincha de 18200.
A 5/1500 chales.
Chales do merino bordado, franjo de seda.
Grandes colchas a 5$a00.
Colchas de fusin muilo grandes Je lindos de-
senos a preco de 5$500.
Tachas e moendas
Braga Silva & C.tem sempre no seu deposito
da ra daMucda n. 3 A,um grande ortimento
de tachase moendas para engenho, do muilo
acreditado fabricante Edwin Maw a tratar no
mesmo de osito ou nn ra do Trapiche n 4.
. ara piOlhos a 280 rs., di-
los parasuissas a 500 rs., pecas de trancas de
loa de caracol (0 rs., lilas d llda da l'areura
de5 dedos a 040 rs., obieias no rolla a 100 rs.,
nonecas de camurga a 100 rs., dilos de chouro a
300, 800, !$")00 e 2-r, lesouras para unhas i 0
rs ditas par costuras i 15, faca de cobo de La-
lanco dous bofties 6{500 enfeites dos mais mo-
dernos qoc ha pa senhoras 3 5o e. 45t0, di-
tos para meninas a 4$00 e ".;, caixa de lan>|
as de nova invencao .1 1(0 e Gil rs. bicos prel ^
de seda a 100, ICO. 200, 280 320#e 500 rs.. ;-
retel de liuha do gaz de lodos as'cores a 10 rs. ,
neos figuras pora quadros ; veuhsm logo
que so acabe a pe hincha.
scrvos fgidos.
Vende-se a taberna da ra Imperial n. 213,
com poucos fundos, prepria para um principian-
ta, bem afregueztdi, com tanto que seja a d-
Hheiro vista, ao lodo ou parle delle ; a tratar be"os prelos anellados, conijutlo
na ra Direita n 1)1. 011 na'mesma taberna.
Vende se ta ra da Cruz arma-
zem ti. 7)7) :
Cera de carnauba a 10.s a arroba em
saceos.
Sebo refinado dj P01 to emcaixiiesa 11$.
Ditoem barricas a I0$500.
Dito em \elas caiaotcs de 1 arroba
por 12,s-
Fio da Babia em saceos p. r I bra TO rs.
Fugiu no dita 2 de selembro do corrente ati-
no o escravo Franbisco, mulato claro rom id
de 30 annos poucf mais ou menos, barbado, ca-
omluzln urna maca lo
ovelha em que icrou a roupa e algum dinheiro.
assim como um 1
villa do Ip [pro
a Pedro Honorato
provincia
ridodes policiacs
henso do uilo e;
Coivalho Muraos
engenho Caet p
ripaz semi-brand
IC annos, pouco
liapo de couro, ci nntniol da
incia Jo Cear e foi comprado
da villa do Tamboril da mi sn 1
rog-sje oos capilaesde campo, auto-
oa qualquer pessoa a appre-
cravo, a entregar a -I >o Jos do
"ilho, na ra doUuiiniado n 13,
que ser bom recompensado.
No dia 2G ds selembro prximo findo, da
ira o lenle, desappaivi i u um
o, de nome Manoel. dada ue
nais on menos, serco do corpo,
Vende-se na loja de Antonio Augusto dosSan-
losJPorlo na lojans. 37 e 39 na praga da Inde-
pendencia, capellasde aljolai eimortale para ca-
tacumbas, tmulos etc., ele, do forma seguinle
o procos razoaveis :
Capellas dealjofe com Escripcoes,grandes a 10>
Hitas dilos por
Dilas dilas por
Dilas ditas | ir
Dilas de mol taile 1 or
Ouadros com a imagem do Senhor Cruxifi-
cado com inscripres ptfr baixo .1 lo> ,. a
cabellos bem preijs e especado, montado em um
cavallo russo poi
do nlho direito o
j",:<> de malas de
leudo em dilos
julga-se que dito
ra as bandas d'A
leve nos CoelhO!
da Oun
pet!
:;-
ba
o apprehendam,
remedom .i Eslr."
Pedro de Assfl
qualquer dcsj eza
dia api lehensau
Acha-s
Raymundo Patrii
ro. foi remcllidu
Sr. Manuel Jca
vevdido a
bo, copado, descarnado, ceg
oda bastante curia, cun um
pregara imuj pouco uscou-
lalas diversas peras de valor,
rapaz lenha-sn desnorteado pa-
na l'nia, donde all lein paren-
I s, cse mesmo apaz quatido mais cri.mca es-
la'olaiia de Anlonio Cai eiro
itaridadi a [ oliciaes quo
e mesmo algum particular, o o
da Nova do Cachang, casada
mpos I osdem que se |
q te por ventura se faca com
1
Ihias Pereira
na es: estatura r
G5IAKDE SORTIMESTO
<^aFerros dp ph- 'f""10 ao St '
W^ir#3$ ^ t11 .nliorvrndeu ulli
^.JaP goDiiiar
econmicos
a 5<00.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
"o armazem de fazen-
das de Raymundo Car- 30, escriplorio de
ti
DE
tii.
Fazendas e roupa feifa
los Lcile & Irmao, ra
da Imperalriz o. 10.
ido um uiiiiito cabra de nome
o, 1 IB ial di pedr iro 1 arl ei-
do Para 1 m abril de I8S9 ; li
i'im de Paria, o qual foi
liciono Jos Gomes, e este se-
" n ole ao Sr Francisco Ma
d 1 Cosa ; 11 m os seguintes sig-
or, baslaulo grosso e barba-
do, olhos amarellados, folla com desembarace
represi na le 35 a o ani us : n ga-se as auloii-
dades polk-iaes'a sua apprebenso ; e quem o
pegar, dirija-se ao engenho Guerra, em Ipo uca,
ou na ra do imperador n. T'J, esctiplotio di
Polycarpo Jo Layme, ou na rea de Apol
Manoel Gouveia de Souza, [U
NA LOJA E ARMAZEM
l'E
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello,
ROA DO QUEIMADO N. 30
KM Sl'A LOJA UE Ql'ATUO F0R1AS.
lera um completo sorlimenlo de roupa feita,
e convida a lodos os seus freguezes e todas as'
[pesseas quedesejarem ter um sobrecasaco bem vanado^orlimcnlo de'fazcdas abixo mVncTona-
I feilo, ou umt calca ou rollete, de dirigirem-se a *?*! >' ror pf?co o mais barato que se pode ma-
. este eslabelecimento que encontrarao um hbil
artista, chegado ultimamenle de Lisboa, para
de-empenhar as obras a vonlade dos" freguezes.
J tem um grande sorlimenlo de palilots de ca-
para acabar
Na loja da ruado Crespo n 1, vmde-se um
scia generosamente recom ensado.
Boa leeompensa
Malheus Per reir n c m pi 1.-. 11 m o quem
lhc trouxero seu esc avo Leandro, o qual le
signaes seguintes : idade 20 annos, pouco mais
ou menos, baixo. rosta e cabeca redrmda, -
no rosta, punca barba e ruiva, quando aada ar-
quis um penco os bracos, folla bem e sobe 1er,
natural do Ico, onde lera familia : na ra da
Cadeia do Recife n. 35, loja.
mm>
Ditas de seda para senhora a 10J).
Dilos de seda de cores para crianca
Bouels de lontra para menino a .
a 4J.
semira cor de rap e outros oscuros, que se ven-
sami mas para montaria de senhora a .Jema 12, outros de casemira de quadrinlis
|ila mais fina rj^ue ha no mercado a 16#, dilos
, Je merino stima 129, ilitos de lpoka muilo
I fina a G5, dilos francezes sobrecasacados a 12:?,
: ditos de panno fino a 20, 239, e 30, sobre-
j casacas francezas muito bem feilas a 35, cal-
gas feitas da mais lina casemira a 10, dilas de
I brim ede fuslao por preco commodo, um grande
P*iP> A^ ^i!*k '*l AHil'A'l/iC j sorlimenlo de colletes de casemira a 6?, dilos de
tl li.3 IJI St UCCII&CillluSt j oulras fazendas por preco commodo, um grande
y- l sorlimenlo de sapa tos de tpelo de goslo muilo
aillhSffMOS apurado a 29, dilos de borracha a 2500, cha-
ta iw *..V^O ; pos decastor muitosuperiores a 10, ditos dese-
i5i I \ a c)rt\ nanodao .da' dos me'borcsquetem vindoao mercado a 10,
UC l\)4AUU Idlldlldb, ditos de sol. inglezes a 105?, ditos muilosbons a
Na fabrica (le CaklereirO (le ^^.J'108 francezes a 89, Jilos grandes de pan-
VillaraTrmaoAf Andrndi rn-i no a 45, ura comPlet0 sorlimen'o Jegolliohase
Vllld^dUIliaUiV i\ll(ll tUIL, Illa mangUl0Sf tiras bordadas, e entre meios muito
do Dl'Ulll US. lie 13, ;propiopara collerinhos de meninos e Iravessei-
,_ ,___, .. ros por preco commodo, camisas bordadas nue
Tem um gionie sorlimenlo de alambiques, ca- r ,- "'"us i|ur
rapucas e serpentinas de cobre simples e coli- servem Para batisado de crianzas e para passeio
nos, e una machina de cobre de. destilar c resti- a 89, 10 e 129, ricos lencos de cambraia de
larespirilos ot 40 graos pelo systema de Lugier, linho bordados para senhoras, ditos lisos nara
39500, ditas muito finas a 59. Ainda tem um
restinho de chales de toquim a 30, cortes de
por cenio do que em outra q
quer parle, a prazo ou a dinheiro, e fibrica-se e
cnncf-rla-se lodosas obras e cobre, bronze e fo-
lha com a maior preste^ possivel.
Vende-se um molaliuhn do 12 a 13 annos
do Idade, ptimo para pagem : na ra do Livra-
mento n. 25, primeiro andar.
Vendem-se 2 bois mansos para carioca, j
costuniados ao dita Irabalho, e um cavallo* ma-
gro porrn bom andador : ua estrada de Joo de
Barros, sitio de frente murada junta ao sitio da
capella.-
' Vende-se urna negra um pouco idosa : na
ra Direila n. 127.
Vende-se toucinho novo do Lisboa a 360
rs., azeile de peixe a 400 rs. : na rua'Direita n.
14, esquina de S. Pedro.
Ver.dp-se urna grande casa com muilo' ter-
reno que da oulras. na ra Nova da cidado de
Olinda, com excellenle visla de mar, e dominan-
do loda a mesma ridade : a fallar em Olinda, na
sachrislia da igreja do BomOm, e no Recifo na
livroii da praca da Independencia As. 6 e 8.
vestido de seda de cores muito lindas e superio-
res qualidades a 1009, que j se venderam a
150, capotinhos prelos e manteletes pretosde
ricos gostos a 20, 259 e 309, os mais superio-
res chales de casemira estampados, muito finos, a
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
las, adamascadas,'muito superiores a 59, dilas
para rosto de linho a 19, chilas francezas de su-
perior qualidade, tanto escuras como fiaras a
200,280,320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para cahja, colletes e palilots a 49 o co-
vado, e um completo sorlimenlo de oulras fazen-
das, e tudo se vende por prer.o barato, e que nao
possivel aqu se poder mencionar nem a quaria
partedellas, no enlamo os freguezes chegando e
querendo comprar nao iraosemfazenda.
Pali lu sacco de panno pelo de 163 a 18.
Dita fino de alpaca preta a 12J
Dita dita de cores a G?.
Dilo dito dilo a 3?.
Dito dilo de alpaca preta para menino a "-.
Dilo de brim branca de linho a i.
Dilo de ganga a 2&50O.
Gravalinha de velludo paro pescoco de senho-
ra a -O rs.
Lencos de retioz bordados para senhora a
500 rs.
Entremetas bordados, vara a f,00 rs.
Tiros bordadas de palmo de largura o l.
Ditos ditas largas, \oia a 16C0.
Tpele a velludado a 0 e 8ff.
Dilos ditos, ricos, para i cadeiras a 1S
Pannos paro mesa a 2j5C0 e 5300.
Camisas inglezas.
Contu na a eslcr fgida a escrava Paula, que
i diz chamar-se Paulina, tem os signos seguii
< fulo, ola e muito magra, representa t.r 23 an-
nos deidadc; desconfa se eslar rcculla em nl-
g inii i asa nos arrabaldes dcsla cidade ; veio il i
serlao do Cear, d'onde natural : quem a pe-
8r. receher a qnantia cima, na ra da Cadtia
n. 35, leja.
Fngio do engenho Quanduz, em Santo Anlo.
no dia 18de maio do anuo proxipo passado, um
escravo de nome Lulz, de idade .i o 2- an-
uos, com os signaes segu ni es : cobro, de esta-
tura regular, baixo. quando se ausente u nao li-
,111:0 borba nenhuma, cabello a especie do de
rolo. i. ni um pequeo geilo nos pernos para
dentro, um signal na pona da lingna do loi.
i l.o de um coreco de guiaba, que o alrapalha um
1 pouco quando falla, lem as costo.- bem cicalriza-
das de chicote : este escravo foi da villa do Sa-
Acaba de chegar na bem conhecida leja de boeiro. comprado so Sr. Domingos de Souza Bar-
Goes & Bastas, roa do Oueimado n. 46. um gran- ros, c ha noticia delle esl
de e novo sorlimenlo dos comisas inglezas,. ros- j fazeda cima da dia villa 20 I
un urna
eguas : pede-se
e quem o ic-
ios modernos, o por ser grande porgoconvida-se ; porianio a captura do dita escravo
os freguezes a virem comprar a duzia dor 35s gar lere-o a seu sei.hcr no dita engenho <
sao de linho puro. Recire a Betnardino Francisco de Azev-edo Cam-
Em casa de N. O. Bieber & C. Successore pos' 'V u trn'0. Tc se gratificar com a
ra da Cruz n. 4, acha-se venda um grande *UBnl,a dl-' 200.
variado soi lmenlo de ferr4g-..8 finas, obras de 1 O.OSli]fi fyv^ litononti
lanoeiro e perlences sem lim por usos domesli- >? uc o1 *'l-dl c'U
eos, productos lodos da industria norte america- r,);iu "odio 27do agoslo do crreme auno um
escravo por nome Pedro, que representa ler 32
annos de idade, com os signaes seguintes: do
cor simi-branca, alio, secco, cabellos corridos
cabeca redonda e chola airaz, pouca barba, >
lalla muilo apressado, quando anda inclina o
corpo paro a fente, levou roupa de algodiio bran-
co e aaul de riscadinbo, chapeo de bata preta e
I do Chile Este escravo- linha um primo por nome
i .Manuel Alves, morador no Arraial, onde era fei-
,lor, ambos naiuraes do Rio do Feize, ha loda
probabilidode que pora I fossem por lerem 15
prenle. Esse escravo foi de Francisco Ribeiro
que recebeu em heranca de seus pais, e Ireuxe
pora essa cidade oos 9 de outubro de 1858 uup
venden ao Sr. Jos Francisco do Reg Medeiros
; Mello : por isso pode-se as autoridades policiacs
i:deXitaTpoasuoia,'luracleva-lolua
na, assim como :
Arados de diversos lmannos.
Moinhos de milho.
Machinas para cortar capim.
Grades.
Machinas para descarecar milho.
Cullivadores e ferros d engommar econmicos
Vndense
canoas de amarello e 28 a 45 palmos, por pre-
Cos commodos : na ra do Vigario n. 5.
A 2#500 cada urna saia balao.
Na ra do Crespo n. 20 B, loja de Adriano .V
Castro.
Camas de ferro
balido e fundido, de todas as qualidades, e de
lindos modelos, para urna e duas pessoas dilas
para meninos, berros e lavalarios de fero redes
de palha e de algodao, ludo por prego commodo-
na ra da Imperalriz n. 75. deposita de camasde
Fugio da podara da ra Imperial n. 1S7
o negro Francisco, com os signaes seguintes
estatura bma, pouca barbo; falla branda, levou
caica de casemira de casineta, camisa de algodao
riscado, chapeo de sol e urca carleira do pagem
com roupa de seu usa ; desconfa-*se que segus-
se para Maca do Ass, prowucia do lo Grande
do Norte, d'onde natural: pede-se .as autori-
dades policiaes ou capilaes de carcpo.de o levar
ao seu senhor, que ser bem recompensado.
ilLEGVELL


mnMmmmwmmtM^t^mkwkwtklkwi
r..
Lilteratura.
Pi IX, politice e rei.
BXAHB DAS PRINCIPAES OMECCES CONTRA O PODER
TEMPORAL DO PAPA.
(Continuadlo do numero 226.)
E desde quando o exercicio do ustica se
oppe no espirito de mansidao e de misericor-
dia ? Deus nao oo rcesmo lmpo infinitamente
bom e iiiliniamente justo ? Nao foi elle proprio
que mniou os res com o espada da justica para
puniran os criminosos ? O poi deixa do ser pai
ln.ii! fu e. rltnboso, por que obrigado casti-
gar uin lilho rebelde ? O exercicio da justica
contra os ijiaos, que cousa era summa, seno
.> otercicio du raridade para cora os bons? per-
R inta ura grande autor. E' um dever fundamou-
i! I dos reis e dos pastles, Eis porque o Papa,
mente rei, como pastor, tem em seus estados
tribunaes oncarregados du administrar justica.
No elle que condemno morte; como ern
todas as oulras naces, sao os tribunaes estabe-
lecidos que prcenchera por delogaro esse rigo-
roso dever da soberana, reservanto para si o
Papa o poder de agraciar, que elle tem sempre
largoissimameiite exercido. Nao ha gorerno mais
brando, mais paternal que o da saota s ; -o
1 ir untura domis ; e lakez soja un das ra-
/"'s dos embarazos em que actualmente se acha.
Nao quercm que elle loaba o direito do defen-
der-se contra os revolucionarios I diz raonsenhor
do Segur. Mas por que razio Pi IX, rei de urna
i irli da Italia, nao poderia exercer os direitos
legtimos da sua cora ectreoutros o direito de
a defender.
Porque 6 Papa !
Razo de mais para bom defender cssa
coros, que proteg um interesse mais elevado
que todos os outros. Que elle nao faca a guerra
em pessoa, seia masque nao possa enviar con-
tri os rebeldes, oflciacs e soldados, seria urna
I re uicao extravagante. O nao curoprir elle esse
C 'ver ni medida do possivel, fura de sua parte
f raquera e nao caridade. A' sfr assim, enlo nao
devi i elle timbero enviar policas contra o com-
mum dos ladros e dosassassinos!
Nao deve o Papa-evitar ludo o qun po-
d linear o odioso sobre o ministerio espiri-
tual?
Sem duviJa alguma, compre evitar, quan-
U o permitlem as cousas deste mundo, o que
p.Me. lancee ^odioso sobre o ministerio das al-
mas mas compre lambona n.i diminuir o des-
considerar nos olhos dos povos osse divino mi-
li slerio : cumpre subreiudo evitar o-que o em-
poce-a ponto de o lomar impossivelque c o
que impreleiivelmcnte acontecera so a revolu-
cau l;vasse avante o seu intento, corno depois
mostraremos laceamente.
Manaoc osse o espirito do Evangelho !
llice-me : Nosso Senbor tiuha ou nao o
espirito do Bvangelho? E nao o vemos um dia
rmalo de rodas, castigar cotn violencia os pro-
fanadores do templo, com a propria mao que
curara o abencoava osinfclizcs 1 Papa um
pac qoeexerce o direito de justica com plena e
i ilmra legitimidade. (1) Nao "ha tal antago-
nismo entre o rei eo pontfice ; o rei e o pont-
fice devemambos governarsegundo as regrasda
eterna justica. (2) Venhaiii agora ah aprosento'r
Po 1\ horrirelmenle armado com o taraco do
algoz, e procurando eccender por toda a parlo as
fogueiraa da raqutsicfto, nos s leremos urna res-
posta : riremos...
Je rie : ie roiu desarm !
Eu nunca me farei echo de calumnias lao
ri cnlas. En sei que os Papas condemuaram os
cx-vssos da iuquisico, tornada instrumento de
poltica as nios dos governos ; sei o'ulro sim
que em Roma nunca liouve um s auto de fe \
M is os Jiicsmos cuiJados e applicaeo miuucosa |
que exige ncccssariamenle a administracao de
iim eslado, nao serao um estorro naissao vcli-
g isa que o Papa tem de exercer em lodoouni-;
verso ? E' para que elle goveine melbor a egre-
j, e nao por impiedade, que o querem privar do
i u poder temporal.
Esta piedosa solicitude pelos interesses
catholicos, 6 mili locante, c o Papa c osbisposl
de'iam estar lo'los gratamente commovidos. Pa- j
recc-se esta piodade cora os cardosos desvelos'
< adro que despojasse-om riajor de seu man-
tifde snos vestes e de sua bolsa, nao Ihe dei-
xando seno a camisa, e dizendo-lhe com do-
ri.ra : Caroinhe agora, nicubom amigo, e cor-;
ra cu gusto ; ei-lo ahi desembarazado do que j
o vexava. As LegacSes sao o manioc a bolsa ; j
as Marcas sao as vestes ; Roma e os jardins do
Vaticano sao a camisa. Gomosera livre a Sania
S se nada disto tivesso.l Debaixo da pello do
cordeiro, Pi IX vbriihar o ollio c o dente do
lobo revolucionario, que j tem invadido seu
aprisco, depois de ter destrocado e cnsanguen-
tado lodos ospaizes da Europa. Elle sabe oque
di ve pensar desta piedade e dosta locura, c nos
Clama a lodos o que dizia oulr'ora aosaposiolos
o Divino Mostr: Toroai sentido nao vos deixeis
seduzir: Viiete ne quis mu seducat.
Mas em lodo caso, rneu cJiaro, inda conce-
dendo-le que soja possivel ao Papa exercer, co-
mo Uelchisedech, a soberana temporal, nao pos-
so ai aliar comigo de admillir que llie seja isto
necessario. J que ello n5o tm a di>a sobera-
i.'.a de direito divino, como j co^fessaste, que
inconveniente haveria emscr lodo ou em parte segundo as exigencias dos lem-
pos e as conveniencias da poltica ?
Esta conclusao agora que me parece sin-
gular. Por que o Papa nao tem a soberana tem-
poral de direito divinoseguc-se que nao ha in-
conveniente em ser dola esbulhado I Onde esU
0 lio lgico de semelhante dedueco 1 Confesso
que no o acho. Por ventura s o direito divino
nina barreira efficaz contra injustas espolia-
i -, e desde que urna posso nao foi direolamen-
1 conferida por Jess Christo basta para que os-
i ja ella ahi merco do primeiro quo a queira
usurpar ? Nao haverfi outras razes que prohi-
bam o latrocinio ? Onde nos levara semolbante
principio ?
Mas se c Papa adquiri este patrimonio
ror dirplo humano o em virtude de varias com-
binnQoes polticas, por quo raro nao poder,
(Ij Mgr. de Segur, Le Papeqvtstion l'or-
drr itujour.
(2) Civilt Caltolica.
exigiodo asam as CtrcufiSlanciss. teder em ledo
ou em parte esse mesmo patrimonio?
Por que ? Por quo todo esse patrimonio
a propiiedadc mais legitima, mais sagrada que
existe sobre a trra ; o dominio que assenta so-
bre ttulos mais antigos, mnis respeitaveis e mais
puros, como j demonstramos ; o Papa nao po-
deria, pois, consonar na espoliado sem Irahir o
dev*r, sem sacrificar os principios mais sagrados
da propriedade e da justica.
Por que ? Por que esse patrimonio nao pr-
teme do Popa ; o qnal apenas um depositario
que o administra em nomo e para o bom da egie-
ja universal. Oa, principio por domis rome-
zinho que ninguem pode renunciar ao que nao
seu, era mesmo ao que seu com damno de
lerceiro.
Porque? Por que no dia de sua c-ntlironisa-
cao, o Papa faz juramento solemne de transmi-
tir intacto aos seus successores esse deposito sa-
i grado ; elle nao pode, pois, em consciencia Irn-
Isigir com os revolucionarios.
Por que ? Por que se o Papa visso S perder
as Legacoes, quo sao o mais bello florao de seu
i diadema, todas as nutras provincias se achariam
gravemente arriscada?, c d'aqui pouco estara
! elle reduzido aos jardins d Vaticano. A revolu-
cao insaciavel luda conresso foita a estimu-
larla novas invasoes, e leriamos o Papa cada
vez mais fraco no recio dosimesmos perigos o do
I maioros aiuda.
Porque ? Porque a conservaco integral dos
j estados pon licios reclamada "pelos principios
I do direito publico europeui o qual vaciilaria em
i suas bases, se passasse em principio que urna
I nsurreicao insuflada por um ambicioso vizinho
i basta para p'rivar um soberano de una parle de
seus estados.
Porque finalmente ? Porque a conservaco do
patrimonio de S. Podro em sua int-gidado inte-
resad eminontement-t o bem da religiio. Esia
: a grande razo que tem abalado todo o mundo
calholico. Cum efieito, a liberdade, a indepen-
dencia espiritual do pontfice supremo, sao o bem,
o direito, o interesse commum di lodos os seus
filhos ; ora, a.gnrantia da independencia do Pa-
pa a soberaniu temporal ; logo todo golpe dado
nessa soberana um vrrdadeiro attentado con-
tra a liberdade das consciencias calholicas, ('-i) c
por consequencia um grave ,damno rciigiao.
Por outra : o bem da religiSo exige que seja o
Papa independente e livre no exercicio de sua
suprema autondado ; ora, para isto, no e>tido
normal das cousas, mister que elle seja sobe- .
rano. Sem duvida durante tres seculos nao ti-
verana os Papas sen.au a independencia do mar-
lyrio : mas cerlo ellos liuham mesmo enlo di- j
roiio nutra maneira de independencia, diz o in-
signe bspo de Orleans, e a Providencia que os
sostenala visivclmcnte, mas que nao obra sem-'
pro por via de milagres, eslableceu sobre a so-1
berania mais legitima que ha na Europa a lber- [
dado, a independencia necFSsarla egreja... Sim,
preciso para a liberdade da egreja o para a nos-,
sa quo o Papa soja livre e independente; 6 pie- i
cio que esta independencia seja soberana ; '
preciso que o Papa soja itere e purepi tal. As- <
sim o exige a dignidade da egreja e o socego de
nossas consciencias. Nao basta que seja livre o
Papa no foro interno; ha de sua liberdade ser,
evidente; hado parecer liwe aos olhos de todos ;
De uio lo iiue lodos o sailian, que lodos o crea o
e nao se levanto tal respeito a mnima duvida
ou sospeila (4). Ora, essa duvida, essa suspeita
existiran), se vissemos aquella nobre fronte cin-
gida da tiara sagrada curvar-se sob o jugo deuin
governo qualqucr. A soberana temporal dos
Papas, pois, urna garanta necessaiia liberda-
de das consciencias calbottcas, e lauto mais ne-
cessaria quanto essa garanta nica na ogani-
sarso actual das sociedades europeas. Outr'ora
tinha a auloridade ecclcsiaslica mil presidios con-
tra a invaso c a prepotencia dos poderes leigos;
tinha mil ramunftiades, mil privilegios, tinha os
elTeilos civis dacxcoinmuiiho, oapoio das armas
catholicos, etc. Hoje quo todas ests garantas
dosapparoceram, qiff todas estas cidudollas se
dosmoronaram, maisindispensavelsolorna dig-
nidade e A seguranea ,de nossa f o principado
civil dos papas, nico rrfugio por onde a>egreja
escapa aiuda oppresso. Sun; o episcopado
respirar livreao monos em seu chele. Ao mo-
nos a este nenhum governo vira impor silencio
em nomo da rezoo de estado ; ou prohibir a pu-
blicado de seus artas sob pretexto do evitar des-
agradareis polmicas, ou clixraa-lo barra de una
tribunal de polica correccional, ou suspcndor-lhe
o trimestre como um fuuccionario assalarado.
Nao., nao podemos expor nosso augusl i cliefe
tao tristes eventualidades. O orgao e orppre-:
sentante de Deus sobre a torra, o interprete su-
premo da verdade e da justica, dove pairar n'uma
esphera elevada e sombranceira s rivalidades
nacionaes", ao jogo dos ir-t-rossos mesquinhos,
para d'ahi fallar em loda liberdade aos povos e
aos reis Em urna patarra o Papa dove ser sobe-
rano. Assim pensam Bossuel, Penelon, Pleury ;
6 avoz unnime de4odos os maioros publicistas,
historiadores c homens de eslado que tem lanca-j
do um olliar mais profundo nos grandes proble- ;
mas polticos e so:iaes.
Todo isto, rneu amigo, me parece puras
exageraces de ullramontrnos. Desembarazar o
Tapa de suas possessoes lemporaes medida me-
ramente poltica,' que nenhum damno pode acar-
retar s almas.
Exageraces do ultramontanos I J tardara
esta phrase cabalstica que produz sempre um
maravilhoso elTeito ueste gonero de controver-
sias. Exageraces de ultramontanos Masemfim,
meo charo amigo, nao acoimars cerlamente de
ult'-amontanismo Mr. Thters, cujas crticas se
perdem n'um vago ndefiaivel, o loJavia elle dis-
se n'um relatorio memoravel precisamente o quo
diz o illustre cardoal Douncl, o sabio hispo de
Orleans, precisamente o que dizem todos os ca-
tholicos do mundo, c ale muitcs que nao sao ca-
tholicos : o pontificado (leve ser independente e
soberano. Citemos as palavraa do celebre histo-
riador da reroluco : A unidade catholica, que
exige certa submtssao religiosa da parle das na-
ces christaas,' nao seria acceitavel, di/, elle, se o
Pontfice que detla depositario nao fosse com-
pletamente independente ; -se no meio do terri-
torio quo os seculos llie assignaram e todas as
naces Ihe lem naantido, outro soberano, prnci-
pe ou povo, so etovas-e para llie dictar Icis. Para
o pontificado s ha independencia if soberana.
(-1) O cardoal Donnet,discurso peranle o se-
nado, sessio de 29 de marco de 1660.
(4) Mgr. Dupanluup, Protetlalion.
DIARIO DE PERNAMBUCO. QARTA FEIRA 3 DE OUTUBRO DE 1860.
r^BR:!
POR
PAULO DE KOCK.
XLIX
O cozinho.
{ Continuar;o. )
Nao ms admira issa ; muitas das nossas
pensionistas acabara assim ; e o mais 6 que se
tirnam cxcellenles donas de casa.
Esta chama -se madama Dalbonnc ; voiidar-
IIir o seu endereco. Agor3, aqui tem em que
pode servir-me; necessario que descubra um
pretexto para ver essa madama Dalbonnc, para
cerlificar-scse a C'rselle de outros lempos.
Levarei comigo o Trinca-dentes, que dir
logo se ou nao.
Ha da Ihe. dar trabalho v-la, porque o ma-
rido esl ferido, talvez esta hora j esteja
tnorlo.
Issofica por miraba corita, o principal que
eu a veja, tanto faz em casa como em qualqucr
ouira parle.
Sim, mas necessario que uso seja hoje,
necessario queamanha pelas dez horas c meia
me t urna resposla positiva.
Assim depressa?
E' indispepsarel.
Adoro este kirsch 1 Est bom, senbor, farei
como qner..
Sr. Minos, aceite estes dous napolcoes para
as suas despezas ; "dar-lhe-hei oulro tanto se me
disser o resultado das suas passadas.
Est artanjado o negocio, senbor. Ahj
verdade, diga-nie onde mora, para ir procuia-lo
am.mhaa. .
Proimonl lirou da algibeira um dos seus bi-
l Vide o Diario n. 2zU
Ihetos de visila ; com um lapis cscroveo no verso
de um delles o nome e enderezo de Cerisetlo,
que madama de Fierville livora o'cuidado do Ihe
mandar, c deti-o Minos, dizcudo :
Nao perca lempo Estou sua espera tma-
nha pela manhaa
Depois de ter determinado a hora do duelo,
Gasto fura casa de Loon sab-^r noticias dolle.
Quandoia sabindo esbarrou-se com SaBrelacho,
que vinba saber so Cerisetle se tinha divertido
no baile do madama d Fierville.
O mancebo cjetove o militar, pondo-lhe a mao
no braco. Sabrelache reconheceu Gaslo; mas
exayninando-lhe o rosto, exclamou :
Com mil carabinas I Parece-me commovi-
do, Sr. GasISo. Son capaz do aposta: que se pas-
sou alguma cousa do mais. Maldito baile. Decam
desgostos minha querida Agalba? Palle, falle,
diga-mo ludo I
Gasto contou Sabrelaoho o que se passra
no baile, o duelo de Len, emfim ludo o que
d'ahi resultara. O veterano escutou-o, aportando
os punhos e tremnndu de raiva.
Pobre Len bravo mancebo I Ento diz-me
que Picar bom ?
O medico affianca-o.
Ah respiro melhor! Se nao me diz isso,
nao meacharia com animo de ir consolar pobre
menina. Mas antes do ir ter com ella, por obse-
quio, ainda urna patarra ; onde acharei esse m-
seravel quo a insulto, que ferio seu marido?
Preciso di/.er-lbe duas palavras.
Meu charo senbor Sabretacho, sinto nao po-
der ceder-lhe esse prazor, mas promelli l.eon
vinga-lo se fosse vencido, e um hornero du bem
s lem.urna palavra.
O que quer dizer ? .
Que fallei esla manflas com o tal Proimonl,
adversario de Len, e que me bato com elle
amanha s nove horas; nao quiz antes.
Como I pois pensa que consentirei que bri-
guo com osse Iroca-lnlas? Nao I permita a um
soldado velho terminar esse negocio. Nunca rae
sahi mal n'Africa, prometi arranja-lo.
Nao pude ser; nunca cedo o meu lugar coi
semelhante circumstanca I Mas offereco-lhe ser
meu padrinho, e se eu suecumbir, substitua-rae ;
dessa maneira o tal senhor ha de ter o firn quo
deve.
Pois v l! Serrirci do padrinho.
E um inicressg de primeira ordero. que deve fa-
zer calar os interesses particulares das naces,
00100' om um eslado o interesse publico faz calar
os interesses individuaeg (5). Tambera nao ul-
tramonlano Mr. de Sary, redactor cm chefe da
folha rscionalisla Journal des Debat, mas escre-
ve : E' evidente que o chisma,um senisma pr-
ximo, incvitavel, ser o resultado desia preten-
dida seoaracao do poder espiritual e do poder
temporal que faria do chefe da catholicidade o
subdito particular de urna potencia qualquer. O
Papa .0 che fe espiritual de duzcnlos mllies de
| catholicos, subdito do.PionaoMe ejtilnir.a indig-
nado o illuslre acadmico. Um subdito piemon-
tez em sua qualidace de bispo de Roma, ser in-
vestido, sobre as narocscatliulicas, do poder que
vos dtscrevi!... Elle Ihcs enviar legados e nun-
cios, e receber junto si os emhaixadores dol-
as ? Por si mesmo, ou por seus representantes,
vira ncllas exercer o mais alta das jurisdicees !
Governar-lhes-h'a as consciencias om tr.ateriffdo
f e de culto, lhos instituir s bispos, concluir
concordatas, tratando de. egua egual com os reis
e imperadores Poder feri-los de interdicto e de
excommunliao ? Crcdes vos que as potencias ca-
lholicas supportem isso por muio lempo, o que
tal estado de cousas nao conduta foreosament-; ao
schisma ? (6)
Mr. Willernain, eis-ahi outro que corlo nao in-
corre nessa horrenda pecha do ultramontanismo,
e no enlanto ois como elle se exprime n'uma bro-
chura que fez ltimamente profunda sensaco em
loda a Europa : Nao nos doixemos imba'ir coro
sophianAs e com palavras. Se queris cora erToi-
lo o Papa independente e rcspciiado, se reconhe-
ceis que um territorio neutro e invariavel a con-
digno material de sua independencia... lomai ao
serio csse'domiuio reservado c nao diminu o seu
recinto exterior e visirel. Se, pelo contrario, jul-
gam ahi que retrocedemos aos lempos dos pa-
iriarchas de Bysancio... que o Papa deve sor o
capello-mr de um monarcha... enlo fra me-
lhor propor bem claro a quoslo, ca qual jul-
garia do forte c do fraco della. Muitus espiritos
amigos da ordem e conservadores nao pensara
que a oppressao da egreja seja a liberdade do es-
tado, y E mais abaixo : Quanlo mais vasta e di-
versificad0' a carta do mundo chrislo, quanto
mais os pontos qdc ella abrange so achegam uns
aos outros pelos niaravilhosos progressos da acti-
va industria, lano mais bello, justo e poltico
conservar em sua elovaco independente esse
centro de catholicidade que tambera um centro
de civilisaco, d'onde esto parlando ainda hoje
tao salutares misscs e piedosas dedicares (7).
Al aqui Willernain.
Mas stas autoridades...;
Permiti que eu te cite ainda algumas ir-
recusaveis. A philosophia racionalista o alhea,
diz o celebre Viclo'r Cousin, ppde ser indilferenle
e al deve applaudir a diminuioao e degradaco
do papado ; pois nao Ihe necssario o papado
para ensinar aos homens quo a alma um re-
sultado do corpo oque nao ha oulro Dous seno
o mundo. Mas a philosophia espiritualista olha
de uro molo bem dilTerente para o que se passa.
A noeslar cega pelo rn>iis esiulto orgiilho. dove
ella sabor que fra da csola, rio genero huma-
no, o esplritualismo representado pelo cliris-
tianisrno, o que o christianismo c ptimamente
representado pola egreja catholica, e que assim o
Sanio Pairo o representante de toda o ordem
inlclloctual o moral. Eu lenlio esta serie do
proposices como inalacavel.... Eis por que eu
preciso para o genero humano do um papado
asss forte para ser indeoerideule o para exer-
cer eflicazroenle seu santo miitfeicrio. Qiicro-o
forte, ainda que ten ha de solTrer com isso um
pouco esto vosso humilissimo servoe collega.,.
Sim, ponha embora Roma no iiaV.r meu livro
Ou vrai, du beau el du bien ; nao importa ; eu
Ihe permanec Del e a deferido, por minha ma-
neira, em nome mesmo da philosophia. [8)
Ouehorrvc! ultramontano este Mr. Cousin?
Mas nao ainda isto o mais curioso. Napoleo
I. quera o diria o proprio Napoleo, bem
que precipitado pola vertigem do poder e da
arabicao .na carreira d'injusticss c arbitrarieda-
des que fizeram gemer Irnlo*lempo a Europa,
nao doixou de render homenagem aos dominios
lemporaes da Santa S. Os seculos fizeram
isto, dizia elle, o fizeram bem. E quando so
nchava o imrcorlal Pi VII prisioneiro em Savo-
n.i, victima das mais odiosas vexaces, quera
nao sabe a impresso que causn sobre o animo
do imperador um notael passo da defeza da de-
clararo citad j pelo corajoso padre Ernerv n'uma
conferencia celebre 9J. Quera nao sabe que o
grande liomcm enlo concordou que quando a
/Suropa tinha nutrios senliores nao era anveni-
enlc ijue fosse o Papa sujeito urna soberana
particular.' Emfim.meu charo amigo, Napoleo
III nao tem tambera grande queda para as don-
trinas ultramontanas, lu o confessars. Pois
bem Eis o que se le na faliosa broxura o Papa
e o Congresso escripia como c notorio sob sua
injspiracao, e, por assim dizer, dictando elle.
No ponto de vista religioso c ESSEXCl&L quo o
papa seja soberano; no ponto de vista poltico
Kfcc essa rio que o chefe de duzcnlos militos de
catholicos ninguem perlenra, que nao seja su-
bordinado nerihuma potencia c que a mi
augusta que governa as almas, desligada da toda
e qualquer dependencia, possa erguer-se cima
de lodas as paixos humanas. Se nao fosse o
Papa soberano independente, seria Prancez, Aus-
traco, II->spanhol ou Italiano, e o Ululo de sue
nacionalidade destruira o carcter de seu ponti-
ficado universal. .A Santa S nao fra mais quo
o apoio de um Hirono era Pars, ero Vienna, ero
Madrid.... importa Inglaterra, 4 Itussia, Prus-
sia, bem como Franca, Austrias que o
AUGUSTO REPRESENTASTE DA UNIDADE CATHOLICA
NAO SEJA MEMC0NSTRANG1D0, NEM HlllLIIADO, NEM
SlJE1oo K nBo foi mesn>o Liz Napolio que
em 1848 escrevia de seu proprio punho : A
soberana temporal do chefe veneravcl da egreja
esl intimamente ligada ao esplendor do calho-
licismo, como liberdade e independencia da
Italia Basla. Resumindo agora em breve epi-
logo lodos estos documentos insuspeitos do m-
nima tendencia ultramontana, corlo eincoles-
| lavri que 3 soberana temporal do Papa se acha
I "'timair.ente ligada iudopendencia, liberda
, do seguranea do pontificado, ao bom gover-
| no da egreja universal e oo esplendor do calbo-
l!nsmo; que no ponto de vista poltico, como no
^or.tode visla religioso, moral-o philosophiro,
| c bello, justo, necessario, essencial, conservar
.sao o salvo o principado sagrado. Procurar
dcstrui-lo, fra renovar o servilismo iguobil dos
: patnarchas do Bysancio, c precipitar as naces
i n un schisma prximo, inevilavel. Agora' le
pcrguuto. Ainda ousars sustentar que des-
embarazar oVapa de -suas possessoes lemporaei
i medida meramente poltica, que nenhum dam-
no pode acarrelar s almas ? Destruir urna ins-
tilucao que est ligada a independencia e W-
berdado do supremo pontificado, o explendor e
o oom governo da egreja catholica nao fazer
pnr gravisaimo damno aos mombros dessa egre-
ja Nao feri-los em seus interesses mais sa-
grados ?
Essa nocessidade de independencia, que
se allega, urna evasiva apenas.... A'indepen-
dencia do pontificado reside na universalidade
daegreja. Exigir outra por aquella om duvi-
da. Seja qual fdr a exlonso que se de ao domi-
nio temporal, ser sempre esta una seguranea
inferior. O poder temporal essoncialnicuie
dependente por mais vasto e robusto que pare-
ce.... Poderosissima a Franca, e vio os estran-
geiros dando lois na sua capital. Poderosissima
a Itussia, e luz de Moscow incendiada vio os
invasores no coraco da monarchia. Na propri-
Roma, o capitolio que era torno de si curvara
obediente yma popularo de naces, veio sera
vir de pedestal aos barbaros....' A extenso do
sonhorio nao pTSis condicao essencial da inde-
pendencia do pontificad, corno s pretende. As-
sim pensa e falla um insigne litieralo porlu-
gyez.
E preciso saber se com razo. Nao baslaro
loucainhas de estjio; o que importa sobre todo
a exaclido dq pensamento. Vejamos o que
quer dizer osse leu insigne litieralo. Que a ox-
lens'i do t rriiorio ea f,roa material de um es-
lado nao baslam para garanli-lo do injustas inva-
soes ? Ouem. conieslou nunca urna tal verdade ?
Quera nao sabe que o direito, que sao os prin-
cipios eternos o inimutavoi" da justica que guar-
dara as fronte iras das naces, como'as raias dos
dominios privados ? Mas porque es?os principios
podem sor injustamente violados, porque esse
I direito pode ser calcado aos pos pela violencia,
segue-se d'ahi que a propriedade, que a sobera-
na nao sao urna garanta d'independencia ? Por-
que lodo propriotario dnve vir sor esbulhado
por um salteador de estrada, hade-se concluir
que a posico dffproprietario nao mais inde-
pendente na sociortadeque a do mendigo? Por-
que urna nacfio fraca, como Portugal, por exem-
po, pido ser de um dia para outro invadida pela
llospanha ou por outra naro poderosa, hado-so
inferir d'ahi que a independencia do Portugal
urna chmera ? Appliquemos islo ao Santo Pa-
dre. Urna potencia mais forte pode invadir e
usurpar urna parle do seus estados, e infeliz-
mente, no momento cm quo fallamos, j nao
isio urna simples possibilidade; mas o que se
segu d'ahi ? Que a independencia do Santo Pa-
dre a mesma com seus estados ou sem elles 1
One tanto faz para o Papa ser soberano, como
siibdilo.piomontez ? E' preciso conlar demasia-
do coro a simplicidade de seus lcilores para af-
irmar ousadaroeiile semclhantcs par.idoxos '
so-le que estou rendido esmagado debaixo do
peso de semelhante dentonstracio I
Tens provado que sabes mancar a arma da
irona. Mas ser desairoso ligar a liberdade e a
independencia do sumrao pontificado, que urna
cousa loda espiritual e loda sobrenatural, pos-
se de ura pedaco de trra, demarcado desta ou
daquella maneira ?
Mas qual a cousa a mais espiritual na
egreja que nao dependa do temporal, meu bom
amigo? Os sacramentos, ha nada mais espiri-
tual ? Mas sem agua, sem oleo, sem pao, sorn
vinho, que sao cousas puramente materiaes e
.lemporaes, poderiam elles soradministrados ? O
governo das almas, a direceo das consciencias,
ha nada mais espiritual ? Mas remova-se apre-
sonca dos ministros da religiao, que um fado
puramente temporal, poder esse governo c essa
Oireccao contiuuar? A vida da graca, om nossas
almas, o que ha ahi mais intimo, m'ais sobrena-
tural, mais celeste? E comtudo nao se manifes-
la ella em aclos exteriores, e meramente mate-
riaes que sao sua exprosso e sua irradaco, por
assim dizer, visirel Tud.is esses templos, mag-
nficos monumentos da religio dos povos, lodas
essas pas associaces e salutares obras de carida-
de engenhosa da egrejn tem coberto o mundo,
bem que sobrenaturaes sojam quanto aoseu prin-
cipio e ao seu fin, poderiam por ventura ter-se
roalisado sem o auxilio de meios.materiaes, di-
nheiro, lempo, saude, habilidade de artfices,
prolcrco dos governos c mil oulras condices
mais ou menos inseparaveis de toda accao huma-
nai aqui no mundo ? Que quer dizer ma reli-
gio que nao depende absolutamente de cousa
alguma, que subsiste e desenvolve-se fora de to-
das as condices das cousas humanas ? mister
que ella fosse um phenouieno suspenso nos ares,
liiiuwdoa abstracta, urna mora especulaco que
''^IV resvalasse pola superficie do espirito hu-
mano, sem actuar seriamente em todo o com-
plexo da vida.
Em urna palana, 6 mister que a religio fosse,
no rigor do lermo, nulla Ora urna tal religio
poder ser o sonho mimoso dos Q08S08 livre pen-
sadores, mas nao cerlamente a qun eslableceu
Nosso Senbor Jess Christo. Parlicularisemos
agora quanto 5 independencia e liberdade do
Sumrao Pontfice na administracao e governo da
egreja universal. Ninguem desconhece que essa
liberdade e cssa independencia seja urna cousa
eminentemente espiritual, um direito sagrado,
um privilegio sobrenatural que a egreja lem de
seu Divino Fundador; mas quera pode tambera
desconbecer que o exercicio desse direito depende
ecessariamente de certas condices maleriaes,
sem as quacs esse exercicio seria" ou considera-
velmcnte eniharacado, ou completamente tollii-
do ? Sim, allirina aqui com todu o poso de sua
immensa auloridade o Sr. bispo de Arras, a posse
das Ronaagnes tal qual contestada tojo, inte*
ressa directamente o soberano pontifica Jo consi-
derado como poder espiritual...
Esta sublime fnucco pastoral, por mais sobre-
natural que soja em seus poderos e em suas com-
municaces, parlecipa da condigno que assigna-
lmos ero toda a economa da sarita egreja, e tem
nccessariamenle seu lado temporal, pois mister
que aquello que a exerce leuba seu lugaf sobre
esla turra.
gnes virio as Marcas, dopois Umbra, depois a '
Sabina, o Agro Romano, e assim ir lavrando
para adianto o incendio, al consumir ludo, mes-
mo Roma, mesmo es3e quintal do Vaticano, ni-
co patrimonio que aiguns por escarneo qere-
riam deixar ao Papa. Porque: nte ? Se ello
declarado inepta e absolutamente Incapaz dego-
vernar, que Italiano ser bastante sem pundo- ~-
nor e inimigo de si mesmo para querer ficar de-
baixo de lao degradante governo? O pae conlra /
quera obliverara justamente os llios urna sen-
tenga de interdicto pode aiuda lgicamente con-
linuar administrar urna prte dos bons da fa-
milia ? Assim, nao se trata de um torro de
Ierra do mais ou de menos, do modificar desla -
ou daquella maneira as fronleiras pontificias ;
fra misler sor bstanlo myope para s encarar
a queslo.por este lado grossoiro e mesquinho.
Trata-se de saoccionar um principio que arras-
I ir imprelerivelmcnle a ruina de lodo o-palri-
monio da S Apostlica, e em mal, que outras
ruinas ainda I Eis a questao. Cumpre remon-
tar esta altura para abrange-Ia em todo o seu
complexo. Sim, direi com um grande arcebis-
po francez n'uma occasio solemne, (II) lodo o *
poder humano do papado, esse edificio sahido
sao e salvo de tantas revoluces, consagrado
lelas bomeoagens do tantos genios polticos, e
em particular pelo do chefe augusto da dynastia
imperial, quando dizia : Os seculos fizeram
islo, e fizeram bem ; u justamente este edificio
que abalado em suas bases. Nao se traa de
saberse govornai o Papa de tal ou tal maneira,
sobre laes ou laes pessoas ; trata-ae de decidir, r .
disse um judicioso e imperial escriptor, se elle
descera da classo de soberano para nao ter mais '
a escolher seno entre a condicao de subdito e a
de proscripto v. Ora, meu charo amigo, para
quem nao pordou anda toio amor religio por
a queslo assim, resolve-la.
((?oiiMii!/ar-se-/ia\
Variedades.
Pois se a soberana, o a soWania revestida dos
se mais augustos, funda-
(5) Relatorio de Mr. Thiers apresentado as-
sembla nacional por occasio do projeclo de ex-
pedico do Roma em 1819.
[6] Carla de Mr. de Sacy de dala de 23 de Ja-
neiro de 1860,publicada nu Journal des Debis
transcripta era mullos outros de Franca.
(7i La Frunce, l'Empire et la Papaut, ques-
tion de droil public
(8) Letlre Mgr, Dupanlouo, tnembro d'aci-
demia e hispo d'OrlcansVid. Ami de la reli-
ginde 20 de marco de 1800.
[9 Eis aqui osse famoso passo de Bossuet :
Conrcdeu-so S Apostlica a soberana da
citado de Roma o de outras possessoes, alim do
que a Santa S mais livre o mais segura exer-
cesse o seu poder em tdo o universo. Nos fi-
lioitamos por isso nao s a S Apostlica, se-
no tamb.'m a egreja universal, e empenh irnos
lodos- osnossos votos para que de lodas as ma-
neiras se conserve sao e salvo esse principado
sagrado.
Aqui est o meu bilhelo*; espera-lo-hci
amanha s oito horas. Agora v ver o nosso Coci-
do e sua raiilher, mas riera urna palavra respei-
to disto.
Pensa quo eu son algum recruta? Pica en-
tre nos, e basla.
Ao ver S.'brotache Cerisette correu lancar-
se-lhe nos bracos, solucando.
Rera me tinha dito, meu amigo, que cu fa-
zia mal era ir osse baile.... Ah se eu livesse
dado ouvidos ao que voc o (jasio rae disse-
ra mi
Nao choro, minha filha, o que est foit.
esl feito Felizmente o seu marido ha de fi-
car bom.
Ah se elle rio ficasso bom, eu tambera
morroa.
Oh sim, mas vivero ambos, e isso me-
lhor I Coragem, o quanto ao miseravel___
Foi osso mesmo hornera, que urna uoite, se
nao fosse voc___
Sim, sim, j desconfiara, mas impadi-lo-
hemos do repetir a graca___ quero dizer que se
ello se atroresse com rail caucionadas! ou
mc3mo j nao sei o que digo. PJo-se ver o fe-
rido ?
O medico diz que melhor que durante dous
ou Iros dias olio nao veja ninguem, e probibio-
Ihe que fallassem.
Respelemos a ordem do medico.... Pico
nosle quarto al noite ; passarei a noile mes-
mo so voc precisar demim. Agora. v4 tratar dos
seus negocios, minha filha, faca de conta que nao
estou aqui.
Cerisetle apertou a mao do Sabrelache, e vol-
lou ter com seu marido. De vez era qliando vi-
nba dizer ao soldado como eslava Len ; Sabre-
tache respondia-rhe :
O mal vai seguindo seucurso ; mas ha do
acabar bem.
Ao meio dia, o criado dissa madama Dalbon-
no qisj ura homem quo quera fallar com seu
amo, pedia para fallar com ella.
Seu amo est doonle, e nao recebe visitas
de ninguem, respondeu Cerisolte.
Procurou bom lempo para visita o tal su-
joilol murmurou Sabrelache.
O medico, que veio noite, ficou satisfeito com
o eslado de .Len, o.tornou afllincar que se sal-
varia. Cerisetle Ccou lao contente, que quasi d
caradores mais sagrados
da nos ttulos mais antigos e mais respeitaveis
nao urna barreira bstanle ellicaz para preser-
var o Sanio Padre da violencia, que ser se o
entregaos, do pea e mos amarrados, no poder
de Cavour c do Vctor Emmanuel como um vas-
sallo humilhado e s ordons de seus amos ?
Mas nao absurdo fazer depender a inde-
pendencla da egreja no dominio temporal, que
por sua mtureza dependente das vicissiludes da
norte, das inconstancias do lempo, das modifica-
Coe das sociedades, das ambicies, das sympathias,
das paixoe, de ludo emfim que i terreno e hu-
mano ?... Submettida a independencia do ponti-
ficado urna possessao humana, por consequen-
cia transitoria e ephemera c no todas as cousas do
homem. no s se comprometle, repare-se bem !__
aquella independencia, mas ainda a infallibili-
dade, porque nao i- infallicel seno o que real-
mente independe. >e, e nao i realmente indepen-
dente seno o que est superior s instabilidades
da fortuna.
Reconheco sempre a lgica do leu insigne
Iliterato, mas fago justica suas opiimas inten-
ces. Elle quizera desouibaraoar o Papa do far-
do oneroso de suas posses lemporaes, alim le tor-
nar osse mesnvo Papa urna especio de feliz inde-
pendente, do mundo c da fortuna, nao tendo na-
da queganhar, comondo o seu pao negro as ca-
tacumbas, som dar fsaliifaces ninguem, ncm
mosmo Vctor Emmanuel. Enlo, fra o Sobe-
rano pontifico realmente mdeprnden'c das cousas I
deste mundo esuperior s instabilidades da for- 1
luna ; enlo, o que mais. fra a egreja infalli- ; d
v.l r.nrn... ..C. 11:1.:l; J>.1 J._____'. _..' 11. -
ANDA O VAPOR MONSTRO.
O C.real-Eastern continua em Now-York at-
trahindo cada vez maior numero de visitan-
tes, que termo medio, de 15 20 mil por
dia.
Andavaj por 170,000 o numero de pessoas
que tinli un ido a seu bordo desde a sua ehegada
aquella cidade.
Dzia-so que j oslaram vendidos passante do
tiUO bilhctes para a viagera de recrcio que o dilo
vapor ia fazer ao cabo Mao, c na-qual so reser-
vou para as senhoras o exclusivo dos cara*-
ro.tcs.
O Great-Eastern ou Leviathan dos ruares,
urna Uas mararilhas da poca, que s a persc-
veranej ingleza era capaz de produzir.
IMAGINAOAO ESCANDECIDA.
Sir Duncan Macdonall. ofiicial inglez, pnblicou*
ltimamente um folheto com o titulo Plano da
i ii vatio francez a.
Marea como poca para esta invaso es an-
nos do 1863 a I8l. Especifica o numero de, na-
vios, eanhoneiras, ele, c traea nos seguintes ter-
mos a marcha das tropas :
O prirneiro corpo desembarcar cora bastante
forca para tomar Londres, e para isso far duas
marchas toreadas mullas), levando as suas
provises.
No lerceiro dia Londres ser atacada, tomada, '
saqueada ou incendiada. ^
Os regiment mais aptos para executar este
rpido movimenlo esto designados, e bem assim
so iNd'.eam no plano os lugares em que esto si-
tuados o banco, os grandes banqueiros da cit,
us diamantes, ourivesarias, etc.
Depois de saquear e incendiar Londres, o pri-
meiro corpo se bater em retirada sobre Wiu-
chol.-ea e Rye, para operar, unido com o segundo
que j lora desembarcado.
Os marechacs Niel c Mac-Mabon commaada- .
lo o'exercil invasor.
eOra, esto lugar Ihe ha do assegurar loda a in-
dependencia que exige o exercicio de ura minis-
terio que nao tem egual no mundo, que dima-
na immerjiatamento de Deus e quo s delle abso-
lulaincnlo depende. Al o prsenle na vi que
esta independencia perfeila se podesse adiar ero
nutra parlo que nao na soberana propriaroenle
dita. E d logo o sabio prelado a razo : O
Papa subdito de urna potencia qualquer que po-
deria reclamar seus servicos, o Papa subvencio-
nado por gocemos que exerceriam codo ou tarde
urna presso profana sobre actos de tuna nature-
za divina, o Papa nao tendo mais os meios do
pdr-se liviemenle em comrnunicaco com o im-
mensn rebanho do qual elle o pastor necessa-
rio, o centro universal e o nico dou'.or infailivel
evidentemente nao seria mais o chefe da egreja
tal qual Nosso Senhor divinamente o eslable-
ceu... Lu Papa na dependencia, supposto que
sua consciencia nunca dobre, nao estara mais
era posico de tranquillisar bastante as nossas : e I i ""ALllNAS.
um tal eslado de cousos, pulongando-se, seria ,- gr; e as"''3 A(!elaide Risl*i den em
seno em fado ou em direioTao menos quanto s ',""" du3f ropresentacoes, cojo producto desl-
imu-aos voluntarios de Ganbaldi.
consequeiicias, como a suppressao do pontifica-
do. (10)
Teas razo, meo charo, so se Iractasse de
destruir inleiramente o patrimonio apostlico,
mas apenas se quer apouca-lo e dimioui-lo de
algumas cidades. Em que pode isso prejudicar
egreja universal ? Que vai egreja o ter o Pa-
pa urna ci iade de mais ou de menos, urna pro-
vincia de mais ou do menos ?
Se se lomasse ao Papa essas cidades c pro-
vincias em virtude somenlo da conquista e da
forca bruta, eu le dira, trameal ; pasee sem
mais reparo o leu dizer ; mas nao vos, meu cha-
ro, que as Romagnes sao roubadas ao Papa em
virtude de urna theoria que se aprega, de prin-
cipios que se proclamara alto o boni som, a qual
Iheoria e os quaes principios se applicam exac-
tamente s oulras provincias, como s lloroa-
gnes, de maneira que A serem sanecionados
aqui, arrestaran nacessanamente e pela lgica
irresistivel d^s cousas a ruina completa dos es-
tados pontificios? Com effeilo, porque motivo
se revoltam as Romagens ? Pur.que o soberano
dos oslados da egreja, ero razo de seu catador
sagrado, nao sabe, nem pode convenientemente
governar.
Tal a llnguagemdos InsurgidosdosRomagnes
Mas se se approva oque elles dizem, sane ionan-
yel, porque a infallibilidado da egroj esl ligada
indepen lencia de seu chefe assim entendida-
Com effeilo, so o Papa livor dominios lemporaes,
elhe der na cabeca algum ambicioso vizinho
querer usurpar-lli'os, onde ir parar a pobre ins-
fallibilidadeda egreja ? Dispara ora fumo o se
desvanece como urna illuso l.ogn naosaomet-
lamos a independencia do pontificado urna
possessao humana e transitoria ; fundmosla tao
somonte na universdade da egroj.a, .que o esto o
nico solido esliio daqudla independencia. A
egreja j universal, quanto basta ; que o Pa-
pa esloja debaixo do dominio de Gasibaldi ou de
Cavour, que trato do egual egual cora o rei ga-
lantuomo, yu ponha so para com elle ou com
todos os outros soberanos na mais humilhante
dependencia, que se nos d dsso' Elle ser, sem-
pre bastante independente, porque a egreja
universal: A independencia do pontificado reside
na universdade da egreja.... Meu charo, confes-
um abraco no doutor. Sabor que conservaremos
um objerto adorado, receber segunda vez a
vida.
Sabrelache, vendo que nao precisaron) dolle,
em casado Cerisolte, codeo s suas instancias, e
deixou-a para ir descanejr; mas anios de rollar
casa, dirigio-se ao lugar onde sabia que hara
de encontrar o Patarata, que apenas o vio Ihe
disse :
Como vai a Sr.a Agalh*?
Mal I
M,ll?
Ella nao O marido bateu-se e foi fe-
rido.
Com rail bombas !
Fica bom ; mas nao Uso s. Amanha te-
nlu da servir de padrinho um bravo mancebo
que quer vingir o pobre Loon. Se por acaso li-
carmos batidos, leroi do matar o til miseravel.
e se por acaso nao for feliz, porque parece que o
lal bilhoslro temcouro duro, encarrogo-lc Pata-
rata de-me substituires.
E' uina honra que aceito com alegra, ca-
marade.
Nao ludo : so livores de baler-lo devoras
procurramos um substituto.
Est feito. Couheco um ramiceirozinho que
mata um hoi com um piparole: rapaglo com
quera se pJe contar. H.-i de fallar-lhe
E agora, boa noite. Vai minha casa, ama-
nha pelas-onze horas, para saberes o resultado
do nosso negocio.
E aperlando a mao Patarata, Saliretacho di-
ngio-so para casa.
No dia segqinto Cerisetle, quo pouco dormir
durante noite, porque esperava o menor movi-
menlo de seu marido, eslava p s solo horas
da manhaa, e depois de se ter certificado que
Len eslava descansando, depois de ter recora-
mendado bem sua criada que nao o deixasse
um s raiuuto, veslo se pressa, o mais sim-
plesmenlc possivel, e sabio caminhand muito
depressa para chr-gar em pouco lempo egreja
da Magdalena, de que era vizinha.
A moca quera orar Deus no templo ; quera
podir-lhe o restabelecimento do seu-esposo. Es-
sa idea pia e muito natural devia apparecer
aquella por quem a Providencia j tinha feito
lano e que nao esperara odio do soffrimerito por
ter fe\
do o querelles fazem, o que.se ha de responder
as outras provincias, o aos revolucionarios er:
nome d'ellas, que quizercm (ior seu turno sac- '
cudir o jugo embruleccdor dos cardeaes e eximir-
se ao governo anormal do Santo Padre, que, por I
isso mesmo que padre, as nao pode adminis-
trar seno horrivolmente mal ? Varaos o que se
Ibes hade responder? Esl claro quenada.1
Nao ha dous pesos e duas medidas. 0 que se \
concede una, ha-so de conceder s oulras. E'
pois verdade inconlestavel o quo so cscreveu '
em Franra n'uma pelico apresentada ultima-j
"i* ao seriado : Sea insiirroioo das lio-,
mfries Iriumpha, ameacado esl por loda a par-1
te o poder temporal do Papa ; se ella appro- j
vada e respeitada, em nonhuma parto pode mais
esse poder sor defendido. Dopois das Roma-
(10) t> espiritual e do temporal da enreja-Car-
la do Sr. bispo de Arras em resposla circular
do ministro Thoovencl.
O vapor inglez Queen of F.ngland \c*ou Ga-
ribaldi 7 pecas do systema BUkeley c 4 caixas
de medicamentos, dos donativos agenciados pe-
las damas inglezas.
0 mesmo vapor conduz o larr.bcm 25 tondas,
80 carabinas, carretas do poca, 1,150 carabinas '-
do systema Enfield, 1,125 caixas de re rol-
aera do systems Coll, 40 pistolas, urna caixa
decarluxoa, 14 pecas, mais duas raiadas, com os
seus reparos, 40 caixas de borabas ocas e 38'J
balas.
Lsle carrogamonto reprsenla ura valor de
o'-,0.0 libras esterlinas.
LAGO DE SANGE !
As noticias da costa occidental da frica, re-
cebidas em Inglaterra pelo Athenian, mencio-
nara uro fado que revolta a iraaginaco. /
S. M. Badahuug, soberano de Dahoraoy, que-
rendo festejar a memoria de eu pai, o rei Gezo,
e celebrar o que se chama o jrnnde costante,
om uro esplendor sem exampl, decidi queso *
uzesse um pequeo lago, que contera o sangue
humano preciso para conservar nado urna
canoa.
0 numero de seros destinado a fornecer o san-
gue est (ixado em 2,000.
O re Badahung, tendo de adiar urna expedi-
do que projeclava contra Abeskuta, mandou o '
seu exercitj fazer algumas excuraes contra as
tribus visinhas mais tracas e foz-lhes numerosos
prisionciros. Esles fyram divididos em duas ca-
ihegorias. Osjovens devera ser vendidos como
escravos c os velhos devem ser sacrificados para
o grande costume.
O espirito jeema-sc commentar a atroz '
stnceridade de laes preparativos de testa na-
cional !
A vista disto, sao mais felizea os nogros. que
sao vendidos como escravos para as Americas,
do que os que vivera sujeitos a lo barbaras leis
e horriveis usos.
{Commcrcio do Porto.'
Sahindo de rasa, toda oceupada com o seu lm,
com os seus pensamenlos religiosos, Cerisello
nao vira um homem que eslava pstalo n'um
canto oscuro, quasi dofronlo de sua rasa.
Muios aprosentra-se duas vezes na vespera ;
nao consegeira ser almliiido presenca de ma-
dama Dalboiiue, e na segunda.vez o "criado Ihe
dissera seccamente que era inulil vollar. Minos,
nao lendo podido fazer al esse dia aquillo de
queso tinha cncarregado, dissera com os seus
buluos:
Ainda lonho amanha al? s diz horas e
meia.... hoi do adiar outra causa.
E no dia soguinie, desde s seis horas posta-
ra-te com o seu cao defronto da casa de Ceriset-
le. Quando s seto horas o meia, vio urna senho-
ra de garbo elegante sabir ligeirameiile de casa,
s pronunciou oslas palavras:
Alienco, Trinca-denles !
E soguio de longo moca ; mas d'ahi a pouco
o seu cao distanciou-so ; n'um pulo.estava ao la-
dodeCerisotto, rojando-se-lho polos ps, que-
rendo sallar sobro ella, para teslernunhar-lho o
prazor que senta om onconlra-la. A moca en-
chotou o cao, sem llie prestar atlonco ; dobiou o
passo, porque tinha pressa de chegr. Minos sa-
bia o que quera ; era cerlo que Trinca-denles
encontrara urna contienda reina ; chamou para
nao despertar a alteiieo da moga. Quando rio
que Cerisolte ia entrando na egreja, foi guardar
p.ar preeauco o cao na casa de ura vendedor do
vinho ; depois entrou s na egreja, c collocou-
sc de maneira ver Cerisetle sem ser visto por
ella. Paseados oilo minutos, a moga, que.acaba-
ra a sua oracao sabio da egreja depois de ter dis-
tribuido numerosas osmolas, e Minos foi buscare
cao, osfrogando as mos, e dizendo :
Est feilo o negocio, ella.... arranjei-me
destrmente.... o sera trabalho I Viva a patria I
Certeza tinha eu de chegar aos meus lins! sdez
horas o meia iroi casa do Sr. Proimonl buscar
os meus outros dous napolees.
E vogue o barquinho
Que meus amotes leva !
No entanlo vou tomar um regala bofes, pois ha
muito tempo que nao TaQo isso.
As dez horas e um quarto. Minos pagou a lis-
la no boleqiym em qiiealmocra, o depois de ter
passado a mao pelos cabellos, ter-se sorndo em
,11; S. Em. o carJeal Dounot, arce bispo de i
Rordeajix em seu discurso peranle o senado sess.
do 29 de marco de 1800.
um espelho e metiido um pallo na bocea, poz-
se caminho com Trinca-denles, dizendo :
D'aqui meia hora esl-arei na ra do Soine,
em casa do Sr. Proimonl; difficilser mais pon-
lu.al nos negocios. Eu devia oceupar um emprego
elevado no estado ; mas nunca se sabe descobrtc
o merilo onde elle esta. '
L
(faina de ouros.
Minos foi exacto como tinha proroeilido. Eo-
trou sdez hora e meia na casa era que niorava
Proimonl, e porguntou ao porl-ro se este senhor
eslava em casa. 0 porleiro elhou para Minos
coro modo singular, e respondeu sacodimio a ca-
ber i :
Sim, o Sr. Froimont est cm casa, mas s%
quer v-lo, d-so pressa, porque parece nao ha
de estar muito lempo. *
Cuino, o quo quer dizer?
Quero dizer que o Sr Froimont baleu-se em
duelo esla manhaa. que o Irpuxcram ha vinle mi- V
nulos, e que o eirurgio, que se relirou a pouco,
disse-me quo elle nao passaria desta noile, quo
eslava aviado.
Que esl me dizendo? Deus queira que lc-
nha lempo de pagar-mo os quarenta francos que
me deve.
E Minos sobio a oseada quatro quatro, e disse
ao criado, quo Ihe abri a porta : _
Sei que seu amo est muito mal ; mas ne-
cessario que elle me veja. Annuncie-lhe o Sr.
Minos.
O criado relirou-se e voltou logo com I.am-
bourloi, que Iho disse com tom brusco :
Estavamos sua espera, avie-so. Froimont
nao pode vivev muito, e lem que dar-lho algu-
mas inslruccos.
Minos soguio Lambourlot, que o inlroduzio no
quarto do moribundo. Froimont eslava estendido
na cama, pallido o j com os_olhos cxlinctos pe- r~
la proximidade da morte ; o'ferido nao so enga-
nava com o seu oslado : o cirurgiao linha-lhe
deixado adevinhar a verdade, mas, querondo ob-
ler ainda aiguns instantes de forra, com riscos de
apressar a morte, lomava cada instante um co-
po do agurdenle em que molhava os labios.
(Cor.nicir-se-na.) '
PERN.-TYP. DE M F. DE FARIA.- 1*60. 'V
; ILEGfVEL
j


Full Text
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