Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09456


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Full Text
MI XIXYI. HUMERO 228.
Por tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$00.
TERCA FEIRi 2 DE 00TBR0 DE 1861.
Por a o do adiantado 19$0Q0
Porte fraoco para o subscritor.
EXCARKEGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty.o
Sr. A. de Leraos Draga; Cera, o Sr. J. Jos de Oli*
eira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marns Ribei
ro Guimares; Pauhy, o Sr. Joo Fernandos do
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronvmo da Costa.
PAlUIDA UUS lAMUlhlUa.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do d,ia.
Iguarjss, Goiaana e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Aiitao, Bezerros.Bonito, Caruar, AHinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazreth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex nasquarias-eiras.
Cabo.Serinhem, RioFormoso.Una.Barreiros,
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintasfeiras.
(Todos os correios parlem as 10 horas da manhfta.
EPHEMER1DE3 DO MEZ DE OUTLBRO.
7 Quarto minguante as 8 horas e 45 minutos
da larde.
14 La nova aos 17 minutos da Urde.
1 Quarto crescente as 11 horas e 51 minutos
da manhe.
29 Luacheia as 4 horas e 30 minutos da tarde
PREAMAR DE BOJE.
Primeiro as 6 horas e 51 minutos da manha.
Segundo m 7 horas e 18 minutosdn tarde.
AU1NECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPI1
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaeo : tereas feiras e sabbados.
Faacnda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do cammercio : quartas ao meio dia.
Dito de orpbios : tercas e sextas as 10 horas. .
Primein vara do civil; tercas e sextas ao meio di,
Segunda arado civel; quartas e sabbados a urna
hora d tarde.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. Ss. Virissimo, Mxima e Julia irs.
2 Terca. Os Anjos da Guarda, S. I.^odegario b.
3 Quarta. S. Candido m. ; S. Maximiano b.
1 Quinta-. S. Francisco do Assis fundador.
5 Sexta. S. Placido e seus companheiros-mm.
6 Sal.bado. S. Bruno fundador ; S. Herolhides
7 Domingo O SS. Untara de Nnssa Senhora.
ENCARREGADOS DA SBSCRJPQO NO SUL,
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBCO.
0 proprietario da diario Manoel Figueiroa de
Faria.na sua livraria praca da Independencia n
6 o 8.
PARTE OFFICIflL
Ministerio do imperio.
Decreto n. 1,073 de 8 de agosto de 1360.
Autorisa o governo para, mediante certas con-
dices, mandar matricular as (acuidades do
imperio os alumnos que por motivos justifica-
dos nao liverem comparecido do praso Qxado
, para as matriculas.
lie: por bera sanccionar e mandar que se exe--
cute a seguinte resoluto da assembla geral le-
gislativa :
Art. Io Emquanto nao forem definitivamente'
opprovndos os estatutos das (acuidades de direito !
e de medicina, o governo, ouvillas as congrega-i
roes respectivas, podera mandar matricular os |
alumnos que por motivos justificados perante asi
mesmas congregarles nao tiverem comparecido i
no praso fixado para as matriculas, comanlo que I
^ nao lenha decorrido o lempo necessario para cons-
lituia faltas que facam perder o auno.
Art. 2o Ficam revogadas as dispesices em con-
trario.
Joo de Aimeida Pereira Filho, do meu con-
selho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios do imperio, assira o tenha entendido e fie,a
execular. Palocio do Rio de Janeiro, em 8 de
agosto de 1860, 39 d. independencia e do impe-
rio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Joo de Aimeida Pereira Filho.Joo Lmstosa
\da Cunha Paranagu Transitou na chancella-
rla do imperio em 21) de agosto de 1860. Jolino
do Nascimenlo Silva.Registrado. Publicado
na secretaria de estado dos negocios do imperio,
em 22 de agosto de 1860.Jos Bonifacio Rs-
cenles de Azambuja.
decreto 1,089 de 29 de agosto de 1860.
Approva a penso animal de 1:4409, concedida
por decreto de 11 de julho do corrente auno
baronesa da Victoria, reparadamente com sua
lilha D. Olympia de Gusmao Coellio.
Hei por bem sanccionar e mandar que se exe-
cuto a resoluco seguinte da assembla geral le-
gislativa :
Arl. Io E' approvaia a penso annqal de......
lOj concedida por decreto de II de julho dj
corrente anno barmeza da Victoria, repartida-
mente cora sua lilha D. Olympla de Gusmao
Coelho, sem prejuizo do meio suido, percebendo
as agraciadas a mencionada penso desde a dala
do decreto que a roncedeu
Art. 2o Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
Joao de Aimeida Pereira Filho, do meu con-
selho, ministro o secretario de estado di>s nego-
cios do imperio, assim o tenlia entendido e faca!
execular Palacio do Rio de Janeiro, em 29 del
agosto do 1860, 39 da independencia e do impe- !
rio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Joo de Aimeida Pereira FiiUo.Joo Lustosal
da Cnnha Paranagu Transitou na chancella-'
ra do imperio em Io de selembro de 1860.7o- j
sino do Nascimenlo Silva. Publicado ua secre-!
taria de estado dos negudos do imperio, em"
de setembro de 1860. Jos Bonifacio Nascenles]
de Azambuja.
Ministerio da justica.
' seceo.Ministerio dos negocios da justica.
llio r>e Janeiro, em 20 de saiemhro de 1860.' |
Foram presentes r. S. M. o Imperador as repre-
sentares que a este ministerio dirigiram o juiz
de direito da primeira vara e o das execuces
desti cort-, as quaes expem que, sendo pro- |
numiado e suspenso o escrivo do jury c execu-
r-s criminaos, Vmc. nomeara quem o 'substitus-1
se perante Vmc. somente, determinando-lhe que ;
requeresse .iquelles juizes a nomeaco de quem '
0 substituase peranle ellos, dividodo assim Vmc.
funeces que pel lei esli reunidas : e o mesmo
august j senhor, leudo ouvido o conselheiro con-
sultor dos negocios da justica, e conformando-se
com o seu parecer, lia por bem mandar declarar
a Vmc. que o seu procedimenlo nao (oi conforme
disposico do arl. 108 da le de 3 de d-zembro
de 184i, que, designando nicamente um escr-|
ao para o jury e execuces criminaes. exclue
a divisad de suas funeces por tres substitutos
dilfarcnies, diviso que ,s ao poder legislativo ,
cabe decrelar : o que Ihe communico para sua ,
intelligencia. Dos guarde a VmcJoo Insto-'
so da Cunha Paragu.Sr. juiz de direito da
2" varacrime da corte.
Arl. 2o Ficam revogadas as disuosiges em
contrario. i
Francisco Xavier P3CS Brrelo, do roeu conie-
Iho, ministro e secretario de estado Jos negocios
da marinha, o lenha assim entendido e faca exe-
cutar. Palacio do Rio de Janeiro, em 10 do so-
lembro de 1860, 39 do independencia c do im-
perio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Francisco Xavier Paes Brrelo.
Aviso de 4 de setembro de 1860.
Solve a duvida suscitada pelo vice-presidenle do
conselho naval acerca da precedencia entre os
membros effeclivM militares e paisanos do
mesmo conselho. -.
2a seceo.Rio de JaneifoyMinisterio dos ne-
gocios da marinha, em 4de,sctembr4 do 1860.
S. M. o Imperador, a qjem\ fo .presente o
ofBcio de V S., n 72 de 30 de inaio ultimo, sus-
citando rtuvida eerea da precedencia entre os
membros efleclivosmilitares frfiaisanos-do conse-
lho naval, lendo ouvido o parecer do conselheiro
procurador da coroj, fazenla c soberania na-
cional, o eonfoimaudo-se por sua imperial reso-
luc'o de 25 do agosto prximo passado com a
consulla pronunciada pelo conselho supremo mi-
litar em 20 do mesmo inez, ha por b4m mandar
declarar a V. S., que dispondo o artj 15 do de-
creto regilam^ntar n. 2,208 do 22 d|e julho de
1858. que as precedencias, abstrahindo o lugar
de vice-presidente, que pelo arl. 3o determi-
nado, devem ser reguladas pla antiguidade dos
postos ou quaesquer ttulos dos membros e(lecti-
vos; e sondo cerlo que o titulo de conselho d
precedencia a quaesquer postos militares, os
membros do conselho que o tiverem licaro logo
abaixo do vicepresidente pela ordom chronolo-
eica dos mesmos ttulos.
Dos guarde a V. S. Francisco Xavier Paes
Brrelo.Ao Sr. conselheiro vice-presidenle do
conselho naval.
/Iriso de 7 de selembro do 1850.
Recommenda que cesse a pralica abusiva de npro-
genlarem os responsaveis documentos fra do
lempo, que servem anles para protelar a te-
mada e adiar a roncluso de suas cuntas, e
demorar n indemnisaco dos alcances respecti-
vos, do que para screm a'.lendidos em suas al-
legaccs.
2" lecfao.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios da inarinha, em 7 de novembro do 1859.
F.m vista do que representa o contador da ma-
rinha em olficio n. 256 de 10 de outuhro ullimo,
observando que, a despeito da disposico termi-
nante do aviso de 18 do oulubro de 187, que
parece ter cahid cm olvido, conlinuam a appa-
recer, apresentados pelos responsaveis da fazen-
da, documentos fra de lempo, que servem an- j corpo dos officiaes de fazendj da armada.
les para protelar a tomada e adiar a conclusoi Art. 13 Nesles exames se. observar o que se
de suas cotilas, e demorar a indemnisaco dos aclia determinado nos arls. 3o, 4o, 5", 6", 7" e8
alcances respectivos, do que para screm ltendi- do presento regularaento,
dos em sins allegacoes; compre que Vmc. (ac Art 1 i. D'entre os pralicantcs que forem jul-
gados idneos pela commisso examinadora so- as daqueile rae/, entregues ao coronel Joo Jos
rao escolhidos os esenvaes e commissarios da de GouvOa, e os de agoslo a Manoel Jos Morei-
armada, prefermdo-sp, pehs suas anliguidades, ra, conforme raquisitou o respectivo comman-
lernio, quesera reuieludo ao uiunsterio da m-
rinha, no qual se mencione a ordom que o mo-
tivou. o da em que leve lugar, os nomes dos
examinadores e dos candidatos, cojuizeda com-
misso sobre a idoneidade do cada um delles,
inscrovend-t-so por ordem de habilitacesos qu
tiverem sido approvados.
Art. 9 O ministro da marinha, em vista do
resultado do exame, mandar adroillir os candi-
datos approvados como praticautes na intenden-
cia ou coniadoria, conforme o lugar que pretcn-
derem fqr de commissario ou de escrivo, nao
devendo porm o numero de laes praticinles ex-
ceder ao fixado pelo aviso de 2 de agosto de
1853.
Arl. 10. Os praticanles de escrivo terao exer-
cicio na conladoria da marinha, e ahi servir
em lodasas sessoes em queso acha dividido o
Irabalho da dita repartico, devendo elles sobre-
tudo instruir-se no seguinte :
S 1" No processo das folhas do pagamento ,i>
guarnices dos navios.
S 2o as tabellas que regulara os sidos e
mais vencimentos de cada um dos officiaes da ar-
mada, das classes annexas e raais gente das guar-
nices.
3o No systoma de cscripturaco, lano dos
livrosde soccorros como da receita e despeza dos
navios e das seeces do almoxarif ido e casas de
deposito.
S 4 as diversas dispojicoe* de fazenda o
militares applicaveis escripluraco, contabili-
dade e disciplina dos navius.
Arl. II. Os praticinles de commissario tero
presidente da provincia da Parahiba no offlein n.
310, de 16 do corrente, junto por copia, com re-
ferencia ao processo do reo Manoel Alves Salguei-
ro de Oliveira.Communicou-se ao Exm. presi-
dente da Parahiba.
Dito ao ehee de polica.A vista da informa-
cao junta, ministrada pela theseurana provincial,
sobre o requerimento, que me devolver, do for-
necedor dos presos pobres da cadeia de Gara-
nhuns, e da que solicitou V. S; em olcio n. 136
de 26 de Janeiro ultimo, convm que rae declare
sea differcrica reclamada, e relativa ao orneci-
menlo docseravo Severino, deve ser paga quel-
le fornneedor, ou ao procurador do delegado do
respectivo -termo Luiz de Franca do Oliveira
Lima.
Dito ao mesmo.Devolvo a V. S. a conla da
despeza feila com e fornecimenlo dos presis po-
bres da cadeia de Olinda nos mezes de junhfl e
agosto ulljmos, que acompnnhou o seu oflicio n.
1242 de 15 do crrenle, afim de ser salisfeila a
exigencia da lliesouraria, constante do ofcio n.
455 de 26desteuiez, junio por copia.
Dilo ao commandante superior do Recife.__
Respondo ao oflicio que V. S. me dirigi nes-
la data, sob n. 158, declrando que pode mandar
fazer as honras fnebres do estylo ao finado ra-
pito reformado da guarda nacional Antonio
Francisco Pereira, cujo cadver se acha deposita-
do na igreja do Espirito Santo.
Diloao mesmo.Pode V. S. mandar aquarle-
lar no Io do oulubro prximo vindouro, como
propoz no seu ofTicio n. 156 de 27 do corrente, o
1" batalhodc infiilaria da guarda nacional des-
mesraa
fican-
executar fielmente a disposico do aviso citado,
esforcando-se por (az*r cessar a pralica abusiva
que elle linh.i em vista reprimir.
exercicio ras quatrosecces do almoxanfado; de- to municipio em subslituiru do 6" da
vendo o intendente remove-los de unas para arraao da torca oo 4o "a elle addida
outras, durante o lempo do seu aprendizado, e .do cerlo de que nesta dala oflicio ao inspector
ah se inslruirao especialmente no seguinlo : da thsourana de fazonda para mandar passar
g Io Na arrecadar-ao o distnbuirao, a que de- revista de moslra torca que desaquartela.Fez-
vern assistir, de lodos os gneros existentes as se o lemais expediente'preciso
secroes do almoxanfado. Circular a lodosos cumraandantes superiores.
g 2 No conheciraeiito c estudo da nomencla- N me lendo aindasido apresentado o quadro
tura de todos os objeclos do que so compem as da oficialilade da guarda nacional sob seu com-
muni.;oes de bocea, navaes e de guerra. | mamto superior, exigido por circular de 4 de
S J as tabellas que regulara o fornecimenlo agosl) do aune passado, e novamenlo por rircu-
de todos os gneros, para conhec'rcm o seu mo- lar d 18 de junho ultimo, convm que V S o
vimento o duracao. reme.ta quanlo antes ; o que muilo e muilo lhe
s4 Na esenpturacao da receila e despeza, reconmendo.
lano dos navios, como do almoxanfado, bera co- j Oficio ao inspector da thesouraria de fazenda
mo da Legwlacao que lhe diz respeilo. j A negocianie Antonio Alves de Carvalho Ve-
Art 12. Para os praticautes adquinrem a ne- ras, ,-nande V. S. pagar os vencimenlos, relativos
cessana inslruccao ras reparticoas em que live-, ao mez de agosto ultimo, do destacamento da
rern exercicio, lica marcado o prazo de um anno guarda nacional da villa de Flores urna vez que
denlro do qual deverao requerer secretaria de eslejam nos termos legaes a folln, relaeo e prt
estado, por intermedio dos chefes das dilas re- juntos em duplcala, que me foram r'emetlido's
parlicoes, que sejam admiltidos a fazer exame pilo respectivo commandante superior com ota-
das materias de que Iralam os arls. 10 e 11 des- ci de 19 do corrente,-Communicou-se ao com-
te regulnmento, am de poderem entrar para o mindante superior respectivo.
Dilo ao mesmo,Estando nos termos legaes
as folhas rclaces e prets juntos em duplcala,
mande V. S. pagar os vencimentos, relativos aos
mezes de julho e agosto deste anno, do destaca-
mento da guarda nacional da Villa Bella, sondo
Reitero a Vmc. os votos de minha estima eI es que j'servirem como'officiaes de comm3s5o da'nle "superior" eraf'olficio dVl^do"corrente"
COnsiUeracSo.-fraitCiCO Xavier Paes Brrelo. \ e. em igualdade de circumstancias. os que live- Communicou-se ao cammandante superior rs-
Ao Sr. intendente interino da marinha da corto. "
Decreto n. 1,092 do i" de selembro de 1860
Designa a antiguidade que devem contar os offi-
ciaes da armada e do corpo de fazenda que ti-
verem servido por nomcacos provisorias-nos
avisos de guerra como praticanies, pilotos, pi-
lotos escrivaes, ou em qualquer outra praca.
Hei por bem sanccionar e mandar que se eje-
cute a seguinte resoluco da assembla geral le-
gislativa :
Art, Io Os officiaes da armada e os do respec-
tivo corpo de fazenda que tiverem effoctivamenle
servido a bordo dos navios de guerra nacionaes
como praticautes, pilotos, pilotos escrivaes, ou
rem o curso de aula do commercio.
Arl 15. Aquellos praticantes de escrivo ou
de commissario que, dentro do prazo fixado para
o seu aprendizado, nao requererem o exame de
ipenor res-
pectivo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Pode V. S., conforme indicou em sua informa-
co de hontom, sob n. 456, mandar que a meta-
que trati o ait. 12, sero cousiderados inhabili- de dos vencimentos do thesouro desta reparti-
tados, e como taes devcro.ser demittidos, salvo 'i'.'o, que ora percebe o respectivo fiel Maximia-
o caso de molestia prolongada, a juizo dos che- Francisco Rigueira Duarte, por se adiar exer-
fes respectivos. cendo aquelle lugar, ssja contada tendo-se por
Art. 16. As habilitaces de que trata o arl. 4o l)3Z0 a actuilidade de taes vencimentos.
do regalamento du 30 de junho de 187, com re- O| a cmara municipal do Recife.De con-
ferencia ao art. 6n do mesmo regulamento, para formidadecom o que me requisita a cmara rnu-
os liis de Ia classe passnrem a commissarios ou nicpal do Recife em oflicio de 26 do crrente sob
escrivaes de 3a classe, ficam sendo as mesmas 82,auloriso-a a dispensar do servico da inspec-
queo-art. 12 do presente regulamenlo.com ro- 5 do gadj destinado ao consumo nesta cidade,
. laco ao 10 o IIo, exige para o mesmo ru dos aocirurgia d'elle encarregado, al que al"um
Z^TrV, -LP il \i ." V'rluderdc nom,-,r^"ticant..s de escrivo Su de commissario, quer ulra causa aconselhe novamerte o emprego d
S J 0.*l!.or,a* ft, ""pendentes de confirmacao da no exarae de sunkieucia. quer no pralico ; e a medida. P *
general da man- verificago dellas ser feila pela conladoria de Dito ao director do arsenal de guerra.-An-
marinha, pelo mesmo modo determinado nos nuindo ao que Vine, propoz no seu oflicio,
arls. 3 o 12 do prsenle regulamento, precedendo n. 279, de 27 do corrente, o autoriso a mandar
requerimento dos ditos liis secretaria/ do esta- desligar da companhia de meno'cs desso arsenal
do, para poderem ter lugar esses exames. no 1." denutubro prximo vindouro os 17 apren-
Arl. 17. as nomeaeoes do escrivo e commis- d'es mencionados na relacao junta, dando-lhe-
sario extranumerario ou de commisso, se obser- deslino indicado na mesraa relaeo.
vara o que dispe o ait 14. No caso porm de
ma, contaro suas anliguidades desde a data das
referidas nomeaeoes.
Arl. 2o Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
Francisco Xavier Paes Barrcto, do meu con-
selho, ministro e secreUrio'qe estado dos nego-
cios da marinha, o lenha assim entendido e faca
execular. Palacio do Rio de Jam iro, era Io de
e i falti absoluta de pessoas que tenharn os reaussi-
setembro-de 1860, 39 da independencia e do im- los exid()S pelo KSrido.rtlgo, o governo eS-
Ministerio dos negocios da justicaRio de Ja-
neiro, 20 de setembro de 1860.llm. e Exm. Sr.
Fiz presente a S. M. o Imperador a consulta
que a essa presidencia dirigi o juiz municipal
supplente de Oeirasse, vista do aviso de 30
de setembro do anno passado, que s traa da
incompntibilidadc dos juizes com os erapregados
de justica, e nao dos juizes entre si, se deve con-
siderar incompalivel o exercicio em que elle se
acha com o de seu cunhado, juiz de direito subs-
tituto da comarca,'por deverem ser ipterpostos
pa este os recursos de despachos pro(eridos por
aqueller ; e o mesmo augusto senhor, tendo
ouvido o conselheiro consultor dos negocios da
justica, o conformando-se com o seu parecer, ha
por bem mandar declarar a V. Exc. que bem de-
cidi essa presidencia a duvida propostt declaran-
do incompalivel entre aquelles dous juizes o
exercicio dos cargos mencionados, a vista do
aviso citado, que, n-i expressoempregados de
justica, comprehendendo os juizes, promotores
e odiciaesdo juizo ; e outro sim, que no supra-
citado aviso achara V. Exc. o modo de solver a
referida incompalibilidade.
Dos guarde a V. Exc.Joo Lustosa da Cu-
uha Paranagu.Sr. presidente tfa provincia do
Tiauhy.
Ministerio dos negocios da justica.Rio de Ja-
neiro, 20 de setembro de 1860llm. e Exm. Sr.
S. M.o Imperador, a quem fiz prsenle i con-
sulta do labelliode indas da capital dessa pro-
vincia, trensmetlida a V. Exc. pelo respectivo
juiz de direito, c que acompauhou o oflicio V. Exc de 6 de junho prximo passado, rol diva-
mente s cusas estabelecidas no regiment del-
tas para o reconheciraento de firmas, manda de-
clarar a V. Exc, tendo ouvido o conselheiro con-
sultor dos negocios da justica, e conformando-se
com o seu parecer, que bem decidio-a V Exc.
approvando a intelligencia d3da pelo referido
juiz de direito ao arl. 88 do regulamento de 3 de
marco de 1855, pelo qual deve o tabellio de no-
las perceber smente 160 res pelo reconhei i-
mento de qualquer firma socijl, sejam quantos
forera os nomes que a componham.
Dos guarde a V. Exc Joo Lustosa da Cunha
Paranagu.Sr. presidente da provincia do Rio
Grande do Norte.
Ministerio da marinha.
Decreto n. 1,095 de 10 de setembro de 1860.
Autorisa o go?erno a reformar a tabella das
maiorias dos officiaes combalentes da armada
ancioual.
liei por bem sanccionar e mandar quo se exe-
cute a seguinte resoluco da assembla geral le-
gislativa.
Art. 1 F.' o governo autorisado a reformar a
tabelladas maiorias dos officiaes combtanles da
armada nacional, podendo exceder OS crditos
volados at 100.000*000.
perio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Francisco Xavier Paes Barrcto.
Decreto n. 2,649 de 21 de setembro de 1860.
Estabelece as condices exigiveis dos pretenden-
les aos lugares do corpos de fazenda da arma-
da, c regula o modo pelo qual se devem ellas
verificar.
Sendo conveniente marcar as condices que se
devem exigir dos pretenderles aos lugares do
corpo de olficiaes de fazenda da armada, e pres-
crever o modo pelo qual se devem ellas verifi-
car, hei por bem que a respeito observe-se o re-
gulamento que com este baixa, assignado por
Francisco Xavier Paes Barreto.do meu conselho,
ministro e secretario de estado dos negocios da
marinha, que assim o teoha entendido e faca
execular.
Palacio do Rio de Jansiro, em 21 de selembro
de 1860, 39 da independencia e do imderio.
Com a rubrica de S. M. o imperador.Fran-
cisco Xavier Paes Brrelo.
Rcgulameulo a que se refere o decreto desta da-
que
Iher dentro os praticantes nuis amigos o
melhoresttulos apresenlar.
Art. 18. Os individuos nomeados na forma da
2a parto do artigo antecedente, nao podero con-
tinuar no servico se dentro do prazo do oito me-
zes nao se mostrarem habilitados nos termos do
art. 12.
Relaeo dos aprendizes do arsenal de guerra
que era virlude da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia desta dala devem ser desligados
da respectiva companhia para lerem os destinos
ahaixo declarados :
Para perlcncerem companhia de artfices, na
conformidade do arl. 1. do regulamento n. 113
de 3 de Janeiro de 1842.
Numero 177.Tertuliano Eustaquio de Gusmao.
Idom 201.Andr Vctor de Oliveira.
dem 206.Antonio Alves dos Sanios.
Esta disposico extensiva aos acluaes escri-
vaes e commissarios de commisso que nao tive- dem 223Simplicio Mello da Costa,
rem qelo monos dous annas de servico, correndo dem 2(5.Gabriel Archanjo Pacheco da Cosa,
para elles o prazo de oito mezes da dala da pu- Mem 251 Joo Francisco do Espilo Sanio,
blicaro deste regulamento as provincias em Mem 262.-Armio de Figueirdo.
que se acharem.
Rio de Janeiro, em 21 de selembro do 1860.
Francisco Xavier Paes Barreta.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DIA 28 DE SETEMBHO DE 1860.
Oflicio ao Exm. director da faculdade de dire-
lo-Para que eu possa resolver acerca do pa-
gamento da quanlia de 404$)iO, cm que, segun-
do os documentos, que devolvo, o quo acompa-
ta, marcando as condicoees que devem ter as nharam o ofcio do antecessor de V. Exc, datado
pessoas iue pretendem entrar para o corpo do 14 do corrente, iraporlam as despezas feitas
dos o/pciaes de fazenda da armada.
Art. Io Nenhum iudividuo poder ser admit-
tido a pratictr nos almoxarifados e conladoria assim com _
da marinha, alim de habiliUr-80, nos termos do precciso que V. Exc mando salisfazer
art. 6 do regulamento de 30 de junho de 1857,
os lugares de
para os lugares de escrivo e commissario da
armada, sem que o requeira secretaria de es-
tado, provindo com documentos quo Brasilei-
ro, maior de 18 anuos, que est livre de culpa
c pena, que tem bom comporlaraento, e aplido
physica para a vida domar.
Arl. 2o Os requeriraentos, nssim documenta-
dos, seio remetlidos contadura da marinha,
onde os prelendentes passaro por um exame
em que se mostrem habilitados na materias se-
guidles :
Io Grammalira do lingua nacional e ari^^e-
lica al proporcoes inclusive. jjj^W
2o N'oru Miclaur.i das moedas, pesot^B medi-
das, tanto nacionaes como estrangeiras, e suas d-
vises e subdivises.
Arl. 3o Estes exames sero feilos perante
urna commisso composta do contador e de dous
empregados da conladoria, nomeados pelo mi-
nistro da marinha.
Art. 4o O contador presidir ao acto e desig-
nar as materias de que cada um dos examina-
dores dever tratar.
< Arl. 5o O exame constar do prova escripia e
oral; podendo o candidato, nesla ultima, ser
argido por qualquer dos examinadores, bem
como pelo preside/ite, se o entender neces-
sario.
Art. 6o A prova escripia ser assignada pelo
candidato, pelo respectivo examinador, e rubri-
cada pelo presidente do acto.
Art. 7 Se houver maisde um candidato, se-
ro lodos examinados coojunctamente as mes-
mas materias.
Art. 8o Terminado o exime, lavrar-se-ha um
Mera 266.Antonio da Penha de Franca.
Para serem apresentados ao commandante das
armas, afim do servirem as msicas dos corpos
do exercito .
^Numero 219.Amancio da Costa,
'dem 227.Jos Joaquim da Costa,
dem 229.Jos Correa de Lima..
Jdem 264.Pedro Celestino daConceico.
dem 270Jacinto Jos do Andrade.
Com baxa, visto acharem se incapazes do ser-
vico, como constou do resultado da inspec^o a
que oram sujeitos.
Numero 207.Joo Paulo,
dem 238 Urbano Jos.
dem 211.Joo Albino da.Silva.
dem 300.Galdino Augusto Pires.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que requisita o
Exm. prsideentc do Rio Grande do Norte, no offi-
cto constante da copia junta, que vo annexas,
tambem por copia, as representacesdo assisten-
te do ajudante general e do commandante da
serioresda armada Antonio Joaquim Jos, Ursu- companhia flxa d'aquella provincia, recommendo
lino Francisco e Antonio Manoel Ferreira do as- Vmc. que mande receber do gerente da Com-
cimenlo apprehendidos no termo do Limoeiro em panhia l'ernambucaua de vapores os arligos de
difiereiiles pocas. | armemento constantes da guia junta, os quaes
Dito ao commandante das armas. Devolvo o vierarn recambiados por estarcm cm mo estado,
olficio do chefede polica, a que se refere o de enviando Vmc. referida provincia na primeira
V. S. de n. 1025, e data de 26 do correnle, afim opporlunidade igual numero de artigos em bom
deque se sirva de informar se (oram entregues estado. Officiou-se ao gerente da Companhia
artigos
com os concertos do edificio em que funciona
essa faculdade, o da respectiva mobiia, e bem
a compra de algnns objeclos, faz-se
requisi-
to da thesouraria de fazenda contida na infor-
moco junta por copia.
Dito ao commandante da diviso naval.Quei-
ra V. S. informar se lhe foram entregues os de-
nos corpos a que pertencem, os 5 dsertores do
exercilo mencionados na relaeo n.2, annexa ao
incluso requeriraenio do delegado do termo do
Limoeiro.
Dito ao mesmo.Mande V. S. por em Muerda-
de, visto ler provado isenco legal, o recruta Ma-
nuel Flor Dornellas, que he (oi apresentado com
o meu oflicio de 20 de agoslo ultimo.
Dilo ao mesmo.Em vista do que V. S. iufor-
raou-me era ofcio n. 1034, de 27 do corrente, o
autoriso a mandar passar escusa do servico ao
Io sargento do 4 balalho de arlilharia a p
Exequiel de Jess, acceilando em seu lugar o
paisano Alexandrc Pereira da Silva, que (oi con-
siderado apio para esse Dm em inspeccao de
saude.
Dito ao mesmo.Mande V. S. por em liberdade
o recruta Belarmino JosHrloniz.
Dits ao mesmo.Sirvj-se V. S. de manjar por
disposico do capilo Manoel Jos Pereira de
Souza Burity um soldado de cavallaria, que o
deve acompanhar ao termo do Cabrob.
Dilo ao presidente da relaeo.Sirva-se V. S" salv a disposico do arl". 35 que se re(ere ao
de lomar era consideraco oque requisita o Exm. Iirt. 32 com relaeo conserTaco, visto que
Pernambucana para entregar os referidos
de ardimento,
Dito ao capilo do portoInforme Vmc. se
foram destinados para o servico da armada os
recrulas mencionados narelaco junta.
Helarn dos recrulas de que trata o olficio do
Exm. Sr. presidente da provincia desta dala.
Guilherme Bezerra da Silva.
Joaquim de Souza Ferreira.
Joo Vctor Ferreira.
Dito ao engenheiro Jos Mamede Alves Ferrei-
ra.Attendendo ao que Vmc. verbalmente me
representou o sutoriso a continuar os trabalhos
da estrada do Norte e de Pao d'Alho com as se-
guintes declaraces ao seu contracto, quo conti-
nua em vigor.
A estrada do Norte terminar no lugar onde
a estrada velba encootra a linha da deraarcacao
dos engenhos Bu. c Araripe de Baxo.
As disposicoes |da lei provincial n. 286 a que
pela 13.a condico est sujeito o empreiteiro, nao
coraprchendem os arls. 31 e 32 da referida lei.
o disposio uestes artigos est previsto e subs-
tituido pelas 17." e 18.a condices do contrato
referido.
Os leos de 500 bracas que pela 14.a condi-
co do conlracto forem entregues pelo empeilei-
ro, somente sero rocebidas pelo governo quan-
do elles se acharem em seguimenlo, ou continui-
dade do principio ou fim de cada urna das es-
tradas, na parte comprehendida pelo contrario ;
ficando, porem, entendido que o empreiteiro
nao lea' direito reclamacSo pelo retardamento
que houver no recebiment dos Uncos conclui-
dos, por nao eslarem em confinuid.ide.
Os pagamentos que a thesouraria provincial
tem de effectuar pelos lances que d'ora em di-
ante forem entregue, sero em moeda legal e
correnle no paiz. o dentro de dous mezes. a con-
tar da dala da concluso de cada um dos l-
eos, o findado esse prazo, sera que se lenrt* rea-
lisado os respecivos pagamentos pagar a llie-
souraria provincial juros de 9 por cenio ao anno
por toda o demora do pagamento ; ficando ao
empeileiro o dircito-de suspender as obras res-
ponsabilisando-se, porem, pela conservaco das
que ainda nao estiverem concluidas ness'a occa-
sio.
Fica concedido ao empreiteiro mais dous an-
uos de prorogaco no prazo de seu contracto pa-
ra concluso do lodas as obras.Remetteu-se
copia a lliesouraria provincial o obras publicas.
Porl3ria.O presidente da provincia, allen-
dendo ao que requeren o promotor publico da
comarca do Brejo bacharrl Jos Antonio Coelho
Ramalho, resolve conceder-Ihe 3 mezes de li-
cenQa cora vencimentos para Iralar de sua saude.
Dita.-r-Os senhnres agentes da companhia bra-
silelra dos paquetes a vapor rnandem dar trans-
porte para a corte, por conla do ministerio da
guerra, no vapor que se espera do norte, ao sol-
dado do 4. balalho do arlilharia a p Joaquim
Antonio do Nascimenlo. Communicou-sc ao
commandante das armas.
Dita ao mesmo.Os senhores agentes da com-
panhia brasilera dos paquetes a vapor mnndem
dar transporte para a orle, por conla do minis-
terio da guerra, no vapor Paran que se espera
do norte, ao cnpito do 10 balalho de ufaolaria
Antonio Jos dos Passoa, e bem assim a sua fa-
milia composta de mulher, 2 filhos e 3 filhos
menores.Communicou-se ao commandante das
armas.
Dita.Os senhores agentes da companhia bra-
sileira do paquetes a vapor mandem dar trans-
porte para a provincia da Paralaba, por conla do
ministerio da guerra, no vapor que se espera do
sul, ao desertor do. meio batalhao daquella pro-
vincia, Izidro Peieira de Araujo.Couimunicou-
se ao commandante das armas.
Expediente do secretario do governo.
Olficio ao commandante superior do Recife
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda
communicar a V. S. que nao podendo ser salis-
feila a requisico comida cm seu olficio do 26 do
correnle, sob n. 155, sem ordem exprossa do mi-.
nisterio da guerra, ao conhecimento do governo
imperial leva nesla data a materia do citado of-
licio.
IMlo ao bacharrl Cezar Octaviano de Oliveirff.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda de-,
clarar a V S. q ic fica inteirado de ler V. S.,
conforme participou em seu oflicio de 2i do cor- '
rente, entrado niquclla data no exercicio das!
funeces de promotor publico da comarca do Ll-
nioeiro, para a qual foi removido.Fizerara-se
as coranujnicaces do coslurae.
DESPACHOS DO DA 28 DE SETEMBRO.
fegucrimentos.
1754. I). Anua Felina de Jess, regente do
recolhimenlo de N. S. da Soledade de Goiant.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
17.55 Antonio Joaquim da Silva, preso na
casa de detenco.Informe o Sr. director da
repartico das obras publicas,
i 1756.Arma Joaquina da Conceico Nepomu-
ceno, professon particular de prime'iras letras.
Informe o Sr. director geral da instruccao pu-
blica.
1757 e 1758.Claudio Dubeux, Cosma Damia-
nad'Assurapgao.Informe o Sr. director do ar-
senal de guerra.
1759.Francisco de Souza Ferraes.Informe
o Sr. inspector do arsenal de marinha.
1760Francisco Gonealves do Arruda.__In-
forme o Sr capilo do porta.
1761 a 1763. Feidel Pinto & C.\ Joo Vieira
de Mello e.Silva, e Manoel Thoraaz dos Sanios.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
1764.Joo Alves de Sonza Barboza.Inor-
meoSr. Dr. chefo de polica.
1765.Joaquim Geminiano Paes Brrelo, ca-
pillo do balalho n. 43 de infantaria da G. N.
Informe o Sr. commandante superior da G. N.
da Commarca do Rio Formoso.
1766.Bacharel Jos Antonio Coelho Rama-
lho, promotor publico da conmarca do Brejo.
Passe-se portara concedendo a liccnca pedida.
1767.Minervino Bandeira de Mello.Passe-se
patente.
1768.Manoel da Molla Silveira Caralcanle,
lenle do 18 bat3lho de infantaria da guarda
nacional.Informo o Sr. commandante superior
da guarda nacional do municio de Nazarelh.
1769.Manoel Ignieio de Avila. Informe o
Sr. Dr. chele de polica em relaeo ao ficto do
subdelegado, a que se allude.
1770.Manoel Jos da Silva, sentenciado.
Como requer.
1771.Maximiano Francisco Rigueira Doarle,
thesooreiro interino da thesouraria provincial.
Nesla data se expedo ordem a lliesouraria no
sentido em que requer.
1772.Manoel Jos Pereira Marnho. Sim,
dovendo declarar previamenlo o da da par-
tida.
1773Rosa Mara Fo'nceca d'Albuquerque,
professora publica. Passe-se portara coucc-
deudo a lieenca pedida.
Circular. Riolde Janeiro ministerio dos ne-
gocios do Imperio 20 de setembro de 2860.
Illm. e Exmc. Sr.Passo s mosde V. Exc.
para seu conhecimento o execugo, copia do avis
que nesta data dirijo ao presidente da provincia
do Ro de Janeiro em resposta a seguinte consul-
ta : se as parochias que pela menor das quali-
Ocacoes dos annos cilados no ts 10 do art. 1. do
decreto 1082 de 18 de agosto ultimo nao pode-
rem comportar um augmento de metade dos elei-
tores que deram na actual legislatura, se deve
quarido resultar de diviso, feila na proporco
estabelecida no dito urna fraeco de mais'de
13 votantes, contar essa fraco "como numero
inleiro para accrescenlar mais um eleitor
Dcus guarde a V. Exc Joo do Aimeida
Pereira Filho. Sr. presidente da provincia do
Peroambuco.
| mo, urna fraeco de mais de 15 votantes, contar
essa fracro como numero inleiro para accres-
cenlar moisum eleitor ou despresa-la. Em res-
posta tenlio de declarar a V. Exc. que, na hypo-
these figurada, deve despresar-se qualquer nu-
mero de votantes inferior ao de trinla, marcado
no cilado como base para designacao do nu-
mero de eleilores, pois outra nao pod ser a in-
tclligencia das palavras do mesmo na razo de
um eleitor por Irinla votantes.
Deus guarde a V. Exc. Joo do Aimeida
Pereira Filho. Sr. presidente da provincia do
Rio de Janeiro. Conforme Jos Bonifacio Nas-
tenle Azanbuja.
3.a seccao.Ro do Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, 19 de selembro de 1860
Illm. e Exm. Sr.Tenho presente o oflicio do
V. Exc. n. 716 do t" do corrente mez, submet-
lendo deciso do governo imperial os seguinles
quesitos, que V. Exc. propoz o 1" juiz de paz
do pnmeiro dislrcW da parorhia de Una :
1 So um eleitor da parochia, noraeado sup-
plente do juiz municipal e de orphaos do termo,
o que so acha va no exercicio dessas funeces.
podia ser votado pelos outros eleilores, o fazer
parlo da mesa partida!.
2." Se iim eleitor de parochia, tambem nomea-
do supplenle do juiz municipal, e de orplios do
termo, o que se achava fra do exercicio dessas
funeces, por haver passado a vara & oulro, rom
paite d doenle apresentando-se na igreja, fim
de concorrer com o povo para as eleices, podu
ser votado pelos oulros eleilores, e fazer parto da
mesa.
3." Se tanto no primeiro raso, como no segun-
do, esse eleitor poda ser votado para juiz di: paz.
vereador, e mesmo novauente eleitor.
Em resposta dcclaro-lheo seguinte :
1. Que nenhum impedimento ha para que o
eleitor, que estiver exercendo as funches de sup-
plenle do juiz municipal e de orphaos, deixe do
ser votado pelos oulros eleilores, o fazer parle da
mesa paiochial.
Nenhnma incompalibilidade ha enlre os dous
cargos ; devendo porm o mesmo juiz passar a
vara da sua jurisdico ao seu substituto, quanda
pela afluencia dos trabalhos, nao seja possivcl o
exercicio simultaneo dos dou3 cargos, como por
poridadederazao.se decidi respeilo do juiz
municipal, que tem de presidir ao conselho mu-
nicipal de recurso.
2." Que, ainda com mais razo, pode o eleitor,
que livor passado a vara de juiz municipal e de
orphaos uutro, ser votado pelos outros eleilo-
res. o fazer parlo da mesa parochial.
3. Que inadmissivel, eopposto & varias de-
cises do governo imperial, o exercicio simulta-
neo dos cargos de juiz municipal, do vereador,
ou de juiz de paz ; mas nao assim a accumula-
o dos mesmos cargos.
Entretanto nao deve esta declaraco obstar
que as mesas parochiaes recebam os votos, que
recahirem sobre oscidadaos. queesliveram exer-
cendo o primeiro d'aquellcs cargos ; pois que se-
gundo o arl. 56 da lei rogulameutar das eleices.
cuja disposico o arl. 104 da niesma lei loma
extensiva eleico de juizes do paz e vereadores,
as mesas parochiaes nao sao competentes para
resolver as duvidas, que occorrerem sobre a ido-
neidade dos votados ; devendo apenas'tancar na
acta a declaraco das ditas duvidas, para serem
depois resolvios pela autoridade competente O
que communico V. Exc. para sua intelligencia,
o para o fazer constar ao mencionado juiz de
paz.
Dens guarde a V. Exc Joao de Aimeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel do commando das armas
em Pernambuco, na cidade do
Recife, 'i'.t de setembro de 18CO.
ORDEM DO DIA N. 22.
O coronel commnndanle das armas determina
que a contar do dia 1 de outubr^ prximo vin-
douro #a torca que tem diariamente de montar
guarda esteja na parada geral s 8 horas da ma-
nilla ; que o toque de recolher seja dado s 9
horas; que o servico da guarnico se faca de
calca branca, visto e'slarmos na estaco calmosa
Determina outrosim.que no referido dia 1. de
outubro se passe revista geral de moslra aos cor-
pos movis do exercito e s companhias solada?.
em seus respectivos quarteis, pela ordem se-
guinte: A's6 horas companhia de artfices;
s 6 1|2 ao 4 balalho de arlilharia a p ; s 7
ao 8o ; s 7 1 (2 ao 9o ; o s 8 ao 10, todos de in-
fantaria ; e finalmente, s 8 1 i2 companhia fixa
de cavallarii.
Assignado Jos Antonio do Fonceca Galvo.
Conforme.Antonio Eneas .Gustavo Galvo.
alteres ajudanle de ordens inlerino do commando.
EXTERIOR.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios do
Imperio cm 20 de selembro de 1860.
Illm. e Exm. Sr. Em olficio de 19 4o cor-
rete consulta V. Exc. se ns parochias que pe-
la menor das qualificaces dos annos de 1857,
1858 e 1859, oo poderem comportar um aug-
mento de metade dos eleilores que deram na
actual legislatura se dove, quando resultar da
diviso feila, na proporco eslabelecida no 6 10
art. J. do decreto n. 1082 de 18 de agosto tilli-
0 conde de Persigny presidente do conselho
geral do Loiret proferiu. no acto da abertura do
mesmo conselho, o seguinte discurso, que a im-
prensa reproduziu e cuja importancia muito
considerada pela maneira porque descrete a po-
ltica da Franga.
Eis o discurso :
SenhoresEncontrando-me de novo no meio
de vos, no meio deste departamento do Loire lo
laborioso, nesta grande cidade de Santo Eslevo,
um dos mais ricos focos da industria fraoceza,
desejaria fallar-vos do tratado de comraorcio,
que, ligando as duas maiures nacoes industriaes
do mundo, devo influir poderosamente na acti-
vidade da no3sa provincia. Mas por mais inle-
resse que possa haver em considerar as condices
que os nossos industriaes teem de funecionar ago-
ra, parece-mc ainda mais importante examinar
comvosco as eventualidades de paz que o estado
da Europa nos pode apprescntar, porque antes
saber como devemas trabalhar, procuremos sa-
ber se podemos trabalhar com seguranza.
E alm disso, nao carece dizel-o, se depois
do programla de Bordeus, l'empire, c'esl lapaix,
duas grandes guerras feem aflligidoa Europa, nao
ao imperio que se deve altribuir a causa.
Quando o imperador proferiu aquellas grandes
palavras, nao podia ver a prelenco de suppri-
mir a guerra enlre as nacoes da trra, e trazer
ao mundo um processo novo para resolver paci-
Gcaraenie todos os problemas da sociedade euro-
pea. Mas a signifkaco seria do seu programla,
que o novo imperio, acceilando a successo do
primeiro, s a beneficio do inventario, repudiara
a heranca das lulas e de vingancas, pira de fu-
turo entrar em relaces de paz, e de concordia
com todas as potencias, e esse programma tem
sido fielmente cumprido. (Applsusos.)
Quanlo a essas questoes exlraordinarias que
infelizmente nao se podera resolver por via di-
plomtica, havia dues. a questo do Oriento, e a
questao da Italia, que, lrs do imperio, e antes
do seu estabelecimento, ameacavam constante-
mente trazer comsigo a guerra "na Europa.
A primeira era, ha mais de meio seculo, ob-
joclo de universaes apprehcnseg; lodos os ho-
mens de estado vollavam com aitencio os seus
olhares para Constantinnpla, e todos diziam que
no da em que o imperio ottomano cahisse em
dissoluco, a Europa se encontrara envolvida


(.*>
DIARIO DR PFRSAMBKCQ. TF.RCA FEIRA 2 DE <3UTCBR0 DE !S0.
em uma medouha i.ie de rivalidades)* A su-
gunda, menos lemivel para a Europa, nao o era
menos para a Franja. Porque, se depois de qua-
rcnla annos urna lucia do na.ional lado se pro-
scguiu na Italia debaixo da aopireucia la ordem
contra a desordena, era claro que desde o dia em
que a Italia entrasse ein lucia coto a Austria,
iiiocm neme da demagogia, mas a voz niesrao
de un principe italiano ; a Franca, sob pena do
ver a Austria dominar toda a pennsula, o reinar
nos Alpes francejes, seria envolvida nessa guerra.
Mas se se nao poude evitar essas grandes
{uerras, concluir m-se ao menos com toda promp-
ido como ysnlsgera. Tal parece ter eTecti-
vamenle sido a preoecupafin do imperador em
impedir que um e outro tomassem o carcter das
guerras do primeiro imperio, e em fazer que se
concluisscm quando, pela impresso de analo-
gas histricas, o publico as julgata apenas co-
mecadas (applausos). Listo prora, mais que te-
"las as rases, ate que ponto o imperador lem ido
liel ao seu programnia. [Muilo bem 1 muiu
beni !)
E todava, necossaro dizel-o, ainda que
tao felizmente terminadas, ess.is duas gueiras
realisaram o scu lira to completamente quanlu
as coisas humanas o podiam compoitar ; porque
tendo estas duas quesles sido resol vid 18 no que
constitu i o seu ponto essencal, as soluces se-
cundarias nada tcem de seriamente inquietador
para a tranquillidada do mundo.
li'esla maneira, quer o imperio ollomano se
manteaba ou nao, quer cousiga substituir o fa-
natismo religioso pela sabia orgauisac&O das su-
ciedades modernas, ou quer naufrague u'esla
obra tao desejavel, a queslao agora nao mais
do que una queslao diplomtica. O que antes
da guerra da Crimea olFerceia o perigo da ques-
lao europea, nao era ejjeclivamonlo a dilliculda-
dc de urna nova organisacao d'aquellcs paizes,
mas a possibibilidade de urna grande potencia
vizinha lomar posee de Coiistaulinopla o dos Dar-
danellos, primeireque a Europa livesse lido lem-
po de resolver. Mas agora quo a dotruico de
Sebastopol entregou a queslao nteiramente em
poder da Europa, j se nao v razio algutna que
possa impedir as grandes potencia1! de chegarem
pacificamente a ama resoluco commum [Ap-
pldUSOS.)
O mesmo acontece com a Italia. A queslao
e Un tal nao era s que a Austria fosse mais ou
menos despojada dos seus estados hereditrrios
na Pcoiosula, mas que todos os outros estad >s
italianos fossem sublrahidos ao seu dominio ; e
este resultado oblcve-so completamente. Que
boje a Italia forme urna confederaran do estado
ou um nico reino : que os Italianos poubaui
em perico, por sua culpa, a independencia, que
dos Ihe entregarmos, violando ellea-mesmos o
principio da nao inlorvenrao que a garanta da
sus independencia e da sua liberdade, o Cacto
alcancado domina a quesles secundarias, e tira
aos tcoulcclmcntos ulteriores a sua gravidade ua-
tural.
Ora, urna vez terminadas estas duas grandes
questes, ou pelo menos resolvida na sua parte
essencial, n'esla occasio nao cxislem outras na
Europa. Os espiritas inquietos ou prevenidos
pdetn mostrar phantasnias ; poder dizer-se na
tiavu Iranrez mala Uo quo u vice-iei, o principa
Eugenio, lomos nos que aconselhmos a Austria
que substituase em ludas as funecaes dos H-
lanos por-cstrangeiros, fazendo assim aos povos
oulr'ora Ilustres na historia, a iob immortal
das lujurias? Somos nos tambern responaaveis
pelo mal que produzirara os tratados di Austria
com os principes italianos, tratados que, certi-
ficando a esses principes a aegurauca e a impu-
nidade dos seus goveruos, dao uo mesmo lempo
Austria, em opposiao do direilo uropeu, o
dominio em quasi toda a parte? Por outro lado,
fonos governn parlameuiar, urna tribuna livre, urna
impremva livre, e lodos esses meios de manler a
agitae.'.o na Italia, Oe excitar as pandea, de or-
gaiusar resistencia, e de levar a Austria vio-
lencia?
N'esta lula que se prepara na Italia, flzemos
ludo pata a prevenir, porque nao s prodigali-
samos conselhos Aoslria e a Sardenha. mas
temos instado com a Europa para per um termo
a esta situacao. Se 6 hoje inevitavel a lula,
nao somos nos que devemos ser responsaveis,
mas antes a Europa que, recusando ir ao con-
gresso de Paria, a proposta feila pela Franca e
pela Inglaterra de regular os negocios da Italia,
despresou a occasio de prevenir a guerra actual.
(Viva sensae.io.)
Forque di/.ia eu ao met governo, que nao
sendo nos a causa de couza alguna, nos tornam
responsaveis por ludo-.' Porque n'tsle seculo
de opiniio publica em que o bom direilo lem
toda a vantagem para se produzir publicamenle,
permanecemos nos as Uadicoes d'essa velha
diplomacia cujas siiblilezas s sao praprias para
auastar as cousas ms, e desnaturar as boas ?
Quando Mr. ote Cavour veio dizer-vos que nao
plia j conter o moviuienio, que liona sido
muilo impedido por elle, que o llalla estiva oin
fugo, e que a rcvolucAo ii rebentar nos ducados,
porque se nao fez coubeerr esta situacao a todo
0 mundo? Fizesles seguramente bcm'era lomar
o* partido da Iulia amelgada. Em face d'este
lula inminente nao podis' ficar indizTerealea.
Ouaesquer que-fossem as qucixas reciprocas,
nao poJieis. nem deixar esmagar o Piemoule,
nein permiltir a Austria que se tnruasso, como
em 1815, senhora absoluta da Italia. Mas porque
se nao fez conhecer a lodo o inundo a vossa re-
soluco? Em 185, no cometo da guerra da
Criraia, nao foi talvez a lord Aberdeen que res-
pondestes, nao. quando vos propoz a a I lia tica
inglesa ; foi publicamente ao proptio iiovo in-
glez. mandando a vossa esquadra para o oriente.
Porque nao lizesles o mesmo na queslao da
llana? No terreno do direilo, do justo, da pro-
lecco so t'raco, em vez das acluaes deSCOncQan-
cass tenis tido por vs as gynipathias de toda
a Europa liberal, e cortamente de toia a Ingla-
terra.
E foi desta maneira que eu censurei ao meu
goveruo urna allilude diplomtica que Ihe tinha
dado a apparencia de ardil quando na verdade
tinha o mentido urna grande e hobre poltica.
Senhores, seja-me perniiitiflo dize-Io aqu,
o iraporador nao receiou responder a estas ob-
3crvaces de um snbdito liel, e, apresso-me a
coiiiessa-lo, a sua alti sabedoria acbou razio dos
Allemanha que nos aspiramos s fronleiras do I co*lhos do servidor. (Vivos applausos.j
,,. L porque, com efteilo, como eu reconheci
de da aaa
ment em
Bheno ; em Inglaterra que us prevemos um d
sembarque as suas costas, m.is esles gracejos
nao merecen) ser seriamente discutidos. Ap-
plausos.l
i E alm disso, no estado actual das sciencias
militares um rio como o Khcno nao urna f.-oa-
lira estratgica E' verdade !) Nao pois por
un.a vantagem Ilusoria que a Franca iria expdr-
se urna nova guerra europea. E pelo que toca
idea de animar os Aliemaes para a unidade
freraaniea, alim denos dar um justillcado direi-
lo pelo proprio iuleresse do equilibrio europeu.
u reclamar a provincia do Rueo, seja-oos
permitlido dize-lo, um eonlracenso polilico. A
Franja, como potencia militar, sena duas rezes
mais forte no continente, sem o Uheno e rom a
Alleminha dividida, de que se estivesse cid face
da unidade germnica com essa osignifica !
compcnsscio do Rhcno. O genio allemao alen
disso, de sua natureza, contrario 5 unidade, e ,
urna grande seguranza para o mundo, do qual | n,,>octo da Saboya.
esta potencia fraccionada de alguma maueira a !
forca moderadora.
depois, fez conhecer publicamente a obrifiacao em
que estavamos tollocados, em -i de se limitar
a chamar, infelizmente en vo,' a altcncao dos
gabinetes sobre a situacao lia Italia, que le resto
Ihe era lao perfeilaiiienlecou'.ec|da como a nos;
era nao nos dar mais apparencia, masa realida-
ressao contra a Aus'ria ; desdc'O mo-
I'ie a Italia sabia o poderoso soccor-
ro com que poda contar, nao houve mais ineio
de a comer, e o que nos era pemiltido esperar,
o quo a Inglaterra esperou al; ao ultimo mo-
mento, da sabedoria da Austria, torna va-se ini-
possivel espera-lo de um povolcheio de odio a
ce ringanca. Desta maneira, senhores, este si-
lencio, que se censura va no imporador era s
deslavaravel a elle, e a sua jaldado brilbava
tanto mais quinto era mais injusta o cruelmente
suspeiladn. ( Bravos prolongados. )
Pois bem, senhores, o ravs;nio aconteceu no
Depois de ler teilo um tra-
a Italia a si
toando
> mesma, excep-
dij
Fr
Irae.rdinarias podesse trazer camsiso alguma gra-
vo desinlelligencia entre os dous paizes, e que
mi vista de urna semellianie eventualidade se
fulgasse til proceder de una e outra parte e-
(< 11 militar em harmooia com os progressos da
scinncia. Mas acreditar soriameiile que um ou
nitro dos dous gafemos estara disposto susci-
tar voluntariamente entre as duas maiores po-
is e-sa lula terrivel e assusladora, em
que leamos uns e outros ludo a perder, e mi ii"
poueo a galibar, seria o cumulo da sero-razao
'i,-plausos J Nuig'ieni segu ament em Fra.'ica
admitliria por um instante urna semclhante dis-
pssi;o no espirito do imperador ou do sen go-
verno. Pois bem, o mesmo acontece na Ingla-
terra, Alli, senhores, pondo de parte certas frac-
coes de partido, cuja alittudc leude por diversas
causas envenenar as nossas n I; cues, mas que
i ao lem importancia real sanios que Ibes di e.
ci den talmente a guaHade actual cutio as forras
dos dous principiaos partidos, al, digo eu. os
liomens einminenies de toda as opinie?, assim
romo a auguajra e virtuosa princeza que honra o
lhrono da Graa-Hrelanl.a {numerosos applauso*),
s querem a paz e a boa harmona entre os dous
paizes. l'o lo o povo iuglez. apezar das exciti-
ees em contrario, nao desoja outra cousa. Enga-
ados ou enganando-se a si proprios quanto is
nossasintences, persuadindo-se, sob falsas iu
formace-!, que temos faltado <'i leaMade para
com ellos, urna prle do povo inglez cummoveu-
33 e julga-se aulorisada i lomar precauces ou-
tra nos. Mas a allitude tranquilla e digna u'essa
multido de jovens voluntarios que to genero-
samente vera oll'erccei os seus serviros ao seu
paiz, a sua nobre divisa ; Defeza, nao deseon-
ianra, islo E' para defender-nos se fr le-
cessario, e nao para vos desaliar, finalmente a
maneira porque o tratado de commercio Lem
sido accolhido no paiz, ludo prava que nenliumn
paixo hostil agita a nacao contra nos ; que,
longe ilis-s i, ella nao deseja mais do que ser es-
clarecida pelos nossos scntiiientos, e que desla
maueira, quando a verdade e.-tiver bem palen-
leada, os dous povos nao terao rnais do que en-
volver-se exclusixamenle em unTa lula de emu-
I icio, qual os convida o tratado de commeicio
(Aptilausos g- raes.]
Tocare agora, senhores, em um ponto bs-
tanle delicado. Depois de haver reeolvido as
duas grandes quesles que teem alterado a pac do
mundo, depois de ter (ornado urna parte lao glo-
riosa nos negocios' oo noSso lempo, e visto o
jiosso paiz oceupar um lugar to elevado nos
cooselhos da Europa, nao devemos admirar-nos
de que lao grandes cousas se nao leiiham podido
verificar sem crear na Europa inquielaedes e
desconfianzas Urna das desgranas da guerra
produzir nos espirilos um abalo que segue pro-
pria guerra. Hasquaulo a mim, senhores. pro-
lundamente convencido de que a raissao do no-
novo imperio de reconciliar a anliga Franca
revolucionaria ou conquistadora com todas s
potencias, se nao tivermos praticado cousa al-
guma que nos faca perder a cor.fianra da Euro-
de independencia da Italia ; (nalljente depois de
(emprestado aquello paiz um servro sem excni-
plo t'lvtz na historia das nares, o vencedor de
bolfenrio devia esperar que o resultado de lanos
sacrificios fosse respeitido pelos ltihanos. Se o
pnmeiro uso que a Iulia fez da sjoa nova inde-
pendencia era auuular o traudo de V'illafraoca,
e deixar protestar a assignatura Ido imperador]
isio 6, por tu lo en queslao e expor-noa a urna n >-
va guerra : a Franca depois de t-ir Itfilo volun-
Isriamenle os gas-tos da independencia di lia
nao poiia aceitar que se forcasse a sua
id
enerosi-
llic impor alm disso os evenlualida-
dado para
des de um grande reino it.liano:. Tinha poli
inconotivel dlfeiio de dizer nofPiemonte que
seo> (latidos eran violados dalem dos Alpes,
elle pedia que fossem (ambem modificados de'
i [uem.
Ora, pura este nrgocio da Saboia, assin co-
mo a queslao da Italia, linhamos nos urna gran-
de inieresse em poder dizer bem alto as nossas
condices. l-sia publicidade. que nos censura-
ra m nao tenido, foi pelo contrario t,da a rtVsa
vanUgem. De um canto au outro da Italia bou-
ve um huco grito para levar o rei da Sardenha
em tro a dos ducados, a ceder n Saboia Fran-
ca ; e como a Inglaterra, assirn como a Europa
nao tinbarn lido direilo algn, de se queitar -las
nossas condices, p le discutir sua voulade
no seu parlamento, qual dos dous partidos deve-
ria a-oiselliar 11 Ma.
Infelizmente, nao podamos ainda urna vez
usar desla Dguagem publicamente, porque era
fazer urna especie de mercado cusa da Aus-
'ria, e por conso incuria fallar a leal Ja le dos
nossos rompromisso de Villafranca.
Mas, senhores. se o governo do imperador
nao poda fallir lao alto, lamben nao occulton
as suas intences nem ao governo sardo nem ao
governo inglez. De%de antes di guerra, tinha
elle previnnlo a Sardenha de que se os aconto-
cimcnjos produzissen um grande reino da Ha-
lia,
co
be
rennioii as suas advertencias lo0 que (.'tratado
de \ illafranca foi objeclo de queslao, e nada oc-
culiou, principalmente ao governo inglez Em
contrario a semclhantes asseredes, fui pois com
conhecimonio de causa de urna o outra parle que
os factos se consum.tram. I'ode-se ter querido
lev.-ir-r.ns a renunciar a Saboia apezar do tratado
de Villafranca ; ncsle caso engamm-se, e nos
nao engaamos pessoa alguma. (Applsusos rei-
terados. )
U'esla maneira, senhores, n'esta serie de a-
conteclmentos t.io felizmente ultimados, a onde,
contando o ri gordio das duas nicas quesles
quesera monte ameacavam a Europa, o]imperador
aeabou por collocarde novo a Franca iia elevada
sitoagio que.lhecra devida, nada pfaticou que Ihe
lizesso porder a conlianca da Europa, cas asser-
coes contrarias sao destituidas de fundamento,
b decerto possivel aos espirilos prevenidos ou
descontentes encontrar motivos de crica n'es-
imenios proauzssem um grande reino da ta-
la, nos pediramos que a mientes dos Alpes nao
i'i.liiiii ,ssem debaixo do seu dominio [Muilo
"m muito bem ) O governo do imperador
pa, considerarei como bem adquirida a gloria i"'" Rri"'de numero de fados, de actos, patarras,
d'estcs ltimos annos. Confesso que por um | fscriplos, que consliluem a physionomia dos a-
niomculo, e algum lempo antes da guerra da contecimenlos, e em que o imprevisto da sil un
Italia, as apparencias parecan! ser lio fortes
coniia nos que [primeramente, como S. Pedro
renegando sen mestre, jolguei que o meu gover-
uo na embriaguez da vantagem, linha esquecido
o programma de Brdeos, e profundamente me
affligi. Dentro em pouco esclarecido sobre s es-
tado dos negocios, uuv-ergoiihci-me por ter du-
vidado da sabedoria do imperador ; mas n&a es-
eslava menos (Teclado por urna situacio que
nos dava a apparencia aggrcssiva.
Porque que, dizia eu, n'uoia cousa (ao
jusa, c quando na realidade nao somos mais do
que os defensores do direilo, passamosaos olhos
do mundo com o peso da responsabilidadn^le
iiconiecimentos, de que nao son.os causa ? Te-
remos sido nos que cremos na Italia urna lula
Je nacionalidade que, ha quarenta annos prose-
gue com tanto cncarnicamento de urna e outra
parle? Aconselhmos nos Austria essa poli-
tica funesta que, nao leudo a invocar outro
principio de governo se nao a forrea brutal, su-
olcva contra si lodos os italianos? Em lugar do
governo nacional que o primeiro Napoleo tinha
organisado no reino Lombardo Veneziano, onde
tudo eslava em poder dos italianos, goveino,
aJminislraco, magistratura, enrula ; onde nao
cao confunde lanas vezes a sabedoria humana ;
mas no conjuncto da poltica franceza. os gran-
des traeos que saltam a vista sao simples, puros,
e honestos. (Exploso do bravos.)
E' claro, evidente hoje que se o imperador
fez a guerra na Italia, porque, quer fosse por
indilterenca quer receio de responsabilidade ou
por outra qualquer eau3a, a malor parte 'das
potencias europeas nao quizeram conipromclter-
so a cousa alguma para regular os negocios da
Pennsula ; mas logo quo o vencedor de Solfe-
rino viu a possibilidade de obler urna solucao
salisfacloria, apressou-se a satisfnzcr aos votos
geraes fazendo a paz com a Austria. Ora, ei
aqu em duas palavras a verdade em todo o ne-
gocio da Italia. (Bravos, muito bem I muilo
bem I)
E todava, senhores, quanto a esta escolla
poltica que, habituada desde 1815 6 posicao pas-
siva que a FrancalRlia por muilo eropo sido
forrada a solfrer dianie da Europa orgauisada
coma ella, e nao pudenda formar-sc a idea de
urna Franca indepehdcnte livre de qualquer
pressao exterior ; allera-se, agits-se, e por to-
da a parte se espalha o alarme, islo na verda-
de n5o serio O bom seeao dos i-evos protes-
ta Cunta osle espuilu do outra poca. (Ueiiioii-
iraces geraes de adhesao). 6o o systema de
1815 est anniquilado, e pela propria" Europa, c
com o consenso de todas s .potencias, porque
esse systema nao poda ser senao urna obra 4o
transiccao, seria etfelivamonte urna situacao re-
gular a de um grande potz proscripto das na-
ees 'I Poda a Europa applaudir um ejimen
que, produzindo etn Franca duas grandes con-
vulses, a liuha abalatto al aos seus funda-
mentos?
Nao, senhorea, o inlerresse da Europa as-
sim como da Franca, era a .reconciliacao de urna
e outra paile ; que a S7ranga relomas'se a eleva-
da posicao que Ihe pertencia nos conselhos das
potencias, de urna maneira independenle o li-
vre, mas com o consentimenio de todos, e sem
a menor violencia; que a Franda nao fosse mais
empacadora, porque j nao era ameacada ; e
que finalmente, satiseita da sua elevada" silua-
c.io no mundo, em paz e em relaru amigavel
com toda a Europa, nao liuha mais do que en-
liegar-se com seguranca ao dfsenvolvimento da
sua prosperidade interior. (Muito bem muilo
bem I )
Pois bem, senhores, esta grande obra est
hoje cumprida. (Applausos.) Gracas ao impe-
rador, a inapreciavel vanlagcm da Franca, e
tambero, conven dize-lo, a honra da Europa,
que lau lealmente sancionou pela sua allitude a
grande e nava situacao "do nosso paiz, est ter-
minado o estabelecimento que o novo imperio
liuha misso de fundar no extciior, e a posieiio
militar da Franca na Europa esi definida. (Bra-
vos e applausos.) Bis, senhores, o que eu ti-
nha a dizer-vos. Eis o que vos digo do intimo
da minha consciencia o com a mais completa
cooviccjko. (Profunda sensacao.) Feliz de ver
abrir-se urna era de paz o de prosperidade para
a Europa, para a Franca, e, sejj-me permitli-
do dize-lo aqu, lambem para a bella e cara pro-
vincia que aqui representamos. (Applausos pro-
longados, e vivas arela macees )
[Jornal do Commercio, de Lisboa)..
B rwl-il-,1
mrrir r--.^otrrr^>:e^.^ru
uando nicamente V'eneza, que dava a Lombar-
la Sardenha, sem pedir cousa alguma para a
ranea ; depois principalmente de ter procUma-
idade oeste ultimo paiz lenham podido dai ; d" u Principio da iiaointervencolque era a mais
lo possibilid3de de um ataque da nossa curaP'eta garaiilia de itidependenia da Italia ; tl-
!. Eu corrprehenderia em c.erlos espirilos o no,ra,lIC depois de ter proel iruad o priucipk da
o deque um concurso de circomslanciss ex. ';i lufrvenijao que era a mais completa garanta
BEVISTA DIARIA-
Pelo Cruzeiro do Sul, que sabbado aqu
chegou viudo do Rio de Janeiro, dse m bar a rain
os Exnis. Srs. viscondes de Albuquerque, Boa-
vista e Suasauna, senadores por esla provincia
e o Exm. Sr. conselhoiro Or. Jo.- Reiilo da Clin ha
O Figueiredo, e o Dr. Francisco Carlos Brandio,
deputidos, quoseiecolhemdos Irabalhoa legisla-
livos ierra natal.
S. Exc. oSr. visconde de Albuquerque ha tri-
la e tantos anuos que nao vinha a esla provincia,
em que nascera ; e hoje pitando o solo patrio,
deve por corto ter experimentado urna sorpresa
agradare! ao espectculo que Ihe oflorece esta ci-
dade, cojo desenvolvimenlo actual alongaba mui-
ti-simo do passado e.m que a deixra S. Exc. uu-
ti'ora.
Sejam S. Excs. bemvindos.
No domingo passado ia por pouco sjligaii-
do-se, no logar da Torre, um individuo que ba-
nhiva-se ah. Felizmente, quando eslava a afon-
dar, arrastrado serupre pela forte correntn da
vasanle, um canoeiro pode segura-lo, e tira-lo
d'agua.
Ao passo que islo se dava, ao pssso que elle
debalia-se entro a vida e a morle. um conptubei-
lo de banho e nados, deisava-o entregue asi s,
buscava a trra, sem ao menos gntar por soc-
corro !
Kemettem-nos as seguint-s considences,
relativas un fado repreliensivel pialicado por
pessoas que o nao .leverao fazer: e nos d.ndo-
lhes entrada nesta Beoisla, a facemos corno urna
edmoesticao aos seus autores, cujos nomes em
parle licam consignados em uossa carteira, pois
que os retiramos da publicidade, que nos era so-
cicilada agora.
Ser possivel que a educacao Iliteraria repug-
ne com essa que se recebe noregaco da famili ?
Sei possivel que esla ensillando o respeto
de todos, a gravidade o a prattea de aeces refiex-
tidas, nquelu pelo contrario inspire o de.-respei-
to, a petulancia da desrergonha e a pr a tica de
aeces de garolo ?
Islo nao possivel. nos o sabemos ; iste s
tem lugar quando a m* criaro recebida no re-
gaco da familia vai lomar malor vo liaquella je-
gunda phase da sua vida.
_ Noste caso, revela-ae o molcque: porque
nao c o habito que faz o monge.
O lado pratiCJ d'i que lomos expendido vai-
sc adiar no caes de Capibarbe pela tarde, oiile
reunc-so una turba de girlos a dar vaias em
quem por all passa, qualquer que s.ji a suacun-
uii;Sn, nao ihe importando o ser nacional ou es-
trangoiro; e ao passo que aasim se ailan, e
deseen at o moleque que enche osares com n
seu assobio. deixam intuios os lvrosa que antes
se deveram applicar do que ,'. garolices laes.
i Por oslas e outras Eeoiclliantes e que, nessa
mesma Boa-V>sla, tmi-se ltimamente'dado al-
go ua exemplas mui frisantes, e demonsirativos
de que a cidade do Uecife nao pode ser lida pela
deUlinla.
i) que ha a esperar desses que, por um pre-
sntenle accoes de moleque, apenas anguram um
futuro de........................
Regressnu a esla provincia pelo Uncida, de
sua viasem Europa, o Sr. Ur. Sabino
Olegario
sua
Ludgero Piaho o sua xma. senhora.
Com esta liagem de S. S. muito gar.hou .
rlinica, pois que deve nells ter realisado a acqui-
sicio le novos conbecimentos, estudioso como
o Sr. Ur. Sabino.
Exi-lindo o Crasil, e inclusivamente esla
nossa provincia, sob condices mui favuraveis
crea-ao e ao desenvolvimenlo <]a )ri in-t ia sri-
ca, leva-nos o desejo do progresso de nossa pa-
tria a publicar o alucio que o Sr Jos Pcreira
ravares dirigi no governo imperial como ende-
rece da memoria, que escrevtu sobro idntica
materia.
J de lia muilo que temos escripia ne.-te Dia-
rio cerca dota materia, e c f.ara dos-jar que se
cure de uma industria que se exhibe lio auspi-
ciosa para a riqueza quer publica, quer pal tiro-
lar do paiz.
A sericultura enlre nos j lem seus ensaios,
eporisso'nio pole ser duvidoso o respectivo
resultado, tmto mais quanlo podemos criar com
alguma facilidade nao s O bomby.c-mori, como
igualmente o bomby.c-cynihia.
Illm. o Exm. Sr. poitulor desle ofilcio
entregar na secretaria de estalo dos negocios
do imperio mil exemplares da memoria sobre o
sericultura, como V. Exc. me o-denou em aviso
de 8do torrente.A espeilo da dstribuir-o que
v Exc. vai ordenar ; e da industria srica ; per-
mita V. Exc. que oceupe sua altenco. uor um
momenlo. r
O Brasil em geral adaptado para a indus-
tria srica ; a variedade do seu clima permiil-
que essa industria produza como na Europa e
como na china. As provincias ao sul do Uio de
Janeiro podem prud.uzir uma colheila de seda
por auno ; como na Franca e na Italia ; dos bi-
chos de raga ordinaria, que se crian Deseas lu-
gares.
As provincias ao norte da S. Paulo, desde o
Rio de Juieiro al o Para podem produzir oilo
colheilas por annoda raca trivnlline, e urna co-
lheila da rara ordinaria. A raca Irivoltine nao
propria para as provincias do "sul, por que ahi
durante o inveiuo, que as raes muilo exten-
so, as amoreiras nao dao folhas; quado muilo
poder-se-hia criar duas vezes no auno comas
lomas da primavera e com as do outuno
Son de opiniao que V. Exc. na distribuicao
Ht"iidera com maor numero de exemplares"as
provincias de S. Paulo, Santa Catharin, Minas,
llio Orando do Sul, Espirito Santo, Cear e Per-
Bambuco; consta-nie que nessas provincias j
exwlem quantidade de amoreiras. Na occasio
da remessa V. Exc. tet a" bondade de dizer as
pessoas a quem se dirigir, qu0 no estabcleci-
mnilo seropedico de llaguahy acharo lodos os
recursos para aquellos que se quizerem dar a
esla industria.
Se os Srs presidentes das provincias quize-
rem dedicar urna pequea parle do lempo a esla
cultura, poderom com a coadjuvacio das assem-
blas proviuciaes no lim de cinco aunos lerem
esse grande ramo de exporisejij.
O systema a seguir o de Luiz XIV na Fran-
ca, e nada mais: premios a-quem cultivar amo-
reiras, a quem criar o bicho da seda, a quem
eslabelecer flaees de lecido. Aos pobres es-
tes premios sero pecuniarios, aos ricos serao
recompensas honoricss." Por este systema se
obtere em franca que oitodepartamentos sem'
terem os recurso* que hoje lem o Brasil, se
cobrissem de amoreiras: sim, Exm. Sr., por
que Fre;j uat> Italia um ovetee para es-
pa luustila, lauto que pan haverem inuUas de
aniorniras, o rei maudou fazer viveiro nos jar-
dins do Liixemburgo ; no Brasil exi3le o cstabe-
lectmenlo seopcdico de Itagoahy, u'onde mes-
mo actualmente, e quanto mais depois de con-
cluido,pode preslar a tjdas as provincias do im-
perio mudas de amoreiras, semenles de bombix
mor e machinas, e daqui a 6 mezes fiaduras.
Os fabricantes serao altrahidos esponlaneax
mente pela materia prima, da mesma forma que
se iiislallaram no Paiz casas commerciaes para
compra o exportaeo do caf. Luiz XIV conce-
deu premios pecuniarios aos pobres ; condeco-
ra qos aos ricos, e aos que eslabeleeeram fabri-
cas de lecidos o foro do (dalgo, o resultado foi
I que a Franca, onde se nao acreditava na indus-
j liia, ondoso arrancavam as amoreiras por iuu-
l'eis. produz hoje mais de duzentos milhes de
, iranios era seda.
Tenho em mente um projeclo a respeilo de
ludo quanto acabo de referir para apresentar a
| V. Ex., sere feliz por antever o engraudecimeu-
j te de nossa patria, se merecer a| approvacao de
|>l.x. Atianco a V. Ex. que com duas linhas
escripias por V. Ex. e com a assignatura de S.
31. o Imperador, dentro tm 15 anuos o Brasil
podo exporiar em seda, senao tanto quanto ex-
porta em caf, ao menos metade desse valor
sem dispendios dos cofres pblicos ; nem do um
real. Todo e qualquer esclarecimcuto mais que
lor misler a V. Ex. lerei a honra de dar logo que
me determine.
Lieos guarde a V. Ex. por muitos annos.
torte, ra do Pinripe dos Cajueiros n 15, em 13
dcmaiode 1860.- l||lu. e Exm. Sr. ministro e
secretario de estado dos negocios do imperio,
Joao de Aducida Pereira Filbo. Jos Pereira
lavares.
Segundo annunciam os peridicos de Con-
dres, o governo hespanhol mandara alli cons-
truir oito vapores de guerra de primeira elasse,
e pensa em fazer no estrangeiro grandes compras
de madeiras para os seus arsenaes.
Uma parte importante da roiitribuic.no de
guerra paga por IIarreos lem sido applicada ao
desenvolvimenlo da marinha hespanhola, que o
governo cuida em enllocar em um p mu res-
peitavel, j oceupando actualinenie o quarto
lugar.
Tinha havido uma grande innundacf.o na
Australia ltimamente, e os prejuizoa po'r ella
causados sao immensos.
Numerosas victimas haviam perecido, e por
loda a costa em urna grande extenso se en'con-
Iram os vestigios desta desgrana.
Familias inlciras, rebanhoa completas colhei-
las considerareis oram devastadas do mar sem
poder resistir s torrentes. Em muitos lugares
nao heou uma s pessoa para contar os episodios
do sinistro.
O governo abri uma subscripcao era favor das
victimas*
No da 27 do mez p. passado pelas 8 horas
da ooile, no engenho Uocambique da freguezia
de s Lourenco, foi assassinada Joaquim Marques
con um tiro quo Ihe desfefihou Joaquim llao-
gueira, que iinmediatamcnlo poz-se em fuga.
Lista dos baptisados c casamentes, havidos na
freguezia da Boa-Vista de lija 29 deselembro.
Jo-.e. branco, nasciJo a 11 de junho do crreme,
(libo legitimo de Joo Joaquim Serra, c Mara'
Adelaide Sena.
Adelaida, parda, cora 2 mezes, filha natural de I
Mina Caolana dos Remedios.
Arma, branca, nascida a 29 de junho do corren-,
le, filha legitima de Augusto PcrOro de Al- '
meida e Auna Augusta do Almeida.
Francisca, branca, nascida eni 20 de junho desle,
llha legitima de Francisco Ferreira Fia I lio,
Hara de Jess Tetxeira Campos Fielho.
Alfredo,branco, como mez-swle nascido,filho
legitimo de Cypriano Ferreira Uuniz, o Billa
Julia de Cassia Selle.
Joao, crioulo, rom 2 mezes de nascida, lllho na-
tural de Delfina, escrava.
Joo, branco, nascido em 22 de junho desle and
no, filho legitimo de Uonorato Antonio Cocido
^ e Joaquina Libaoia Teooria.
Firmino, crioulo. com 7 anuos de nascido, filho
natural de Polycarpo da Costa e Joaquina Ma-
ra da Conceicao.
Bento. branco, nascido ,em 2G de julho do cr-
reme, filho legitimo, do Joaquim Pires Macha-
do fortetta e Emilia Carolina da Costa Por-
lella. t
Francisco, pardo, com.3,mezes de nascido, filho
legitimo d.- Amonio Jos dos Paseos o Mara
Joaquina.
Virginia, parda, rom II rr.ezes de nascida, filha
legitima de lum.cenriu Ferreira da Silva e Gui-
Ihermiiia Mara Soares.
Amonio, braneo. nascido em 3 de marco doanno
passado, Qlho legitimo de Francisco Baptlsla
de Ar.iujo e Clemontina do Ara uio Caval-
canti.
Vic ule, pardo, como mezes de nascido, filbo
natural .!,. Severina, escrava.
Casamentes:
Francellino Eleulerio Ferreira Chaves com Maria
Priscilla de Cas'.ro Carvalho, brancos.
Capitn Caelano Gaspar Lopes de Azevcdo Vil-
las-Boas cora l'mbeliua Jdaquna da Costa
brancos.
Seguem no vapor nacional Cruzeiro do Sul
paara os poil s do noit- : Charles J Ypwnjr,
tenente sy^armada Joo Ferreira dos Santas, 1
desertor, Fanuy Simonsen, sua senhora c 1 cria-J
do, J^e Nepomuceno Falcio, Francisco de Assis
Briio>Joao Barboa Cordeiro, Joannn Maria Cor-
deiro e 2 rriads, Fructuoso PereiraVFreire, Izi-
doro Pereira de Araujo, Antonio Jose^lalheus, 1
deseitir^aua mu.lher, Francisco Fereira No-
vaos. "
Passngeiros sabidos para Camarigebc no lja-
la nacional Sania .usa :Joaquim Jos Alvin,
Jos II. de Medeiros, Guilherme Jorge da Mota,'
Falisbina Alvin, Nicolao Eogeniano de Albuquer-
que Sarment.
IIatsdouro publico :
Ualaram-se no da 29 do passado para consu-
mo desta cidade 104 rezes.
No dia 30 da mesmo 107.
HORTALIDADE O DIA 30 \
Antonio Joaquim Ferreira. branco, casado, 42
annos, hydropesia.
Theophila Maria da Conceico, prcla, casada, 45
annos, estupor.
mbelina Joaquina Villas-Boas, branca, casada
:6 annos, hydrolhorax.
Carlos Antonio Pereira, branco, solteiro, 30 an-
nos, etico-colile.
FlorentinaJesuina dos Pr.-.zeres, branca, solteira
20 annos, tubrculo-pulmonar.
Alexandrina Maria da Conreic.o, parda, solteira
30 annos, phlhisica.
Joo Anl mi Baplista, pardo, casado, 3;! anno3,
bexigas.
Da 1.
Rita, prcla, escrava, solteira, 45 annos, tubrcu-
lo-pulmonar.
Luisa, parta, esciavn, 1 anno, sarampo.
Maria, branca, 5 annos, escarlatina.
mbelina Mont-iro de Queiroz, branca, solteira,
15 annos,inllamiiiacf o no tero.
Hara, branca, a mezes, entorile.
Manoel Miliiiio Torres, branco, solteiro, 16 an-
nos, anemia.
Manoel Jos Soares, branco, viuvo, 33 anuos, as-
sassinado.
Ludogero, pardo, 5 mezes, espasmo.
Mara, branca, 3 anno3, intente.
Hospital oe caiudadk. Existem 53 ho-
raeris e 61 mu Hieres nacionaes; 6 homens es-
trangeiros, e 1 mulher escrava, total 121.
Na totalidadedos dnentes existem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
ment Filho. s 6 horas e 3/4 da manha.
pelo Dr. Dornelhrs s 7. horas e 15 minutes
da manhaa, pelo Dr. Firmo s 2 horas l/2da lar-
de de hontem.
COXSl'UDO PKOVINCIAL
Alteracoesfcitas as casas ahaixo de-
claradas, pertencentes a freguezia
de Santo Antonio, feitas pelo escrip-
tnrario V. I. F. P. de Souza.
Ra da Paz.
por..............................
dem 2i.Herdeiros de slevo
Cavalcanli de Albuquerque, casa
terrea arrendada por.............
dem 26. Joao Francisco de Ol-
velra Lima, casa terrea arrenda-
da por........................A.
dem 28.Jos Jeronyoio da Silva,
casa teriea arrendada por........
dem 31. Herdeiros de Estelo
Cavalcanli de Albuqueroue, casa
terrea arrendada por....~^......,
dem 40.Francisco da Ciinh Ma-
chado Pedrosa, casa Ierren ar-
rendada por....................
dem 420 mesmo, casa terrea ar-
rendada por..............
dem 7.Joanna do Rosario "fii
maraes Machado, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 11.Joanna do Rosario Gui-
mares Machado, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 13.Rento dos Santos Colho,
casa terrea arrendada por........
Ra das Flores.
N- 2.Gabriel Antonio, casa terrea
dividida em duas arrendada por .
dem 4.Jos DiasGutmar.ies, casa
lerrea arrendada por.............
Travessa das Flores.
N. 7.Joao Manoel do Siqueira,
casa terrea arrendada por........
dem 21.Jos Antonio Pereira,
casa terrea arrendada por........
dem 2.Herdeiros de Domingos
Rodrigues Barbosa, casa teriea
arrendada por....................
v a ",la ^a Gamboa do Carino.
. 2.Joao Manoel deSiquera, ca-
sa terrea com sutio arrendada
por...............................
dem 6.AntonioGoncalves de Mo-
raes, casa terrea arrendada por...
dem 14. mesmo, casa lerrea ar-
rendada por...............
dem 40.Manoel Antonio da sira
Ros, casa terrea arrendada por..
dem 1. Irmutidade de Saut'Anna
da Conceico dos Militares, casa
terrea arrendada por.............
dem 5.Paire Jos Le te Pila Or-
tigueira, casa terrea arrendada
por.............................
dem 11.Manoel Moreiraida Cos-
ta, casa (errea arrendada por___
dem 13.Francisco Manuel da sil-
va Tarares, casa lerrea arrenda-
da por...........................
dem 17.Firmino Jos: de'.iveira
e o otros, casa Ierren arrendada
por.........................
dem 19.Padre Simaod' zevdo
Campas, sobradj com dous nda-
les e urna loja airen lado por___
dem 21.Antonia Fernn les da
Costa Lima, sobrado de um andar .
e urna luja arrendajo ludo ur ..
dem 25.Herdeiros de Jos dos
Santos Nunes de Oliveira, casa
terrea arreuda la por.............
dem 31.Damiana Thomasia de
Mello, tasa terrea arrendada por.
Io becco da Camboa.
N. C.Manoel da Silva Santos, ca-
sa (errea arrendada por..........
dem 8.Antonio Gomes ,!,- Ai aojo,
casa lerrea arrendada por......'..'
dem 1.Manoel Figucirda Je Pa-
ria, casa lerrea arrendada por___
2o becco da Canboa.
\. 8.Joo de Rato Correa, casa
lerrea arrendada por.............
dem P. Jos Mara da I'aixao, um
poilio com Ires ineia-agoas ar-
rendado lujo ....................
dem 2.Antonio Jos Conrado, ea-
s.i lerrea arrendada por...........
tem 4.Policiano da S.lva lava-
res, casa lerrea arrendada por.. .
Largo do Carino
-> 2 Manoel Antonio da Silra
Ros, sobrado com duas tejase
dous andares arrendado ludo por
dem G O mesmo, casa (errea ar-
rendada por...................
dem 1 Antonio Joaqun de Sou-
za Ribe.ro, casa (enea arcada-
da por...........................
Llera 2-2. Urden tercera do Car-
ino, casa (errea arrendada por___
Iden 24 Thereza Maria Joaquina,
u:u sobrado co;u uma hija e um
and ir arreo lado por.............
dem 3.Jos Feliciano Porloia,
um sobrado com uma loja e um
andar arrendado tido por........
dem 5. Herdeiros de Domingos
da Cosa Albuquerque, um sobra-
alo com dous au jares e urna loja
arrendado tido por...............
dem 7. Jos Joaquim Pereira de
tlendonca e Manoel Pereira Cal-
das, um sobrado com dous anda-
res e uma loja arrendado por.....
dem 'J. Reinaldo Lius Ferreira
Portugal, um sobrado com dous
andares e uma loja arrendado lu-
do por.......................
dem 11.Mara da Conceico Mi-
randa Castro, um sobrado com
dous indares e uma loja arren-
dado tudo por....................
dem 21.Orden lerccira do Car-
mo, rasa terrea arrendado por___
dem 27 Maria da Paz, casa terrea
arrendada por....................
dem 31.Hara da Assumpcao de
Helio Albuquerque Pita, rasa ter-
rea arrendada por................
IJ"in 89. Joao Pedro da Rocha,
casa t.-rrea arrendada por........
(Co/iirtunr-se
240S00O
360S000
24')000
324*000
240J000
300J000
ISOtOOO
180$000
48n000
1S#000
963000
OSJOOO
I20J00O
1205000
37000O
3005000
240SO0O
192J000
1449000
192*000
20;000 !
300-3000
30OS00U
996(000
oeogooo
I i tyOOO
II gOOO
1 -;00
1 1-000
96JO00
60*000
156S000
ir,000|
72^000
516}0 0
I92S000 -
1
360)000
20;000
72-1.-- 1
i OfOOO
7t S;0JJ .
672SuOO
72O#0O0
2i;00;
2I63OOO
1 iOjUOIi
1209000
180-J.00O j
ha]
Demonstrando da entissu.
Notas de 200 Ia serio 83 16:6(Klg
2a 3,793 758:600$
3,876
Notasde 100*1" serie 242 21:2003
2 3,144 311:400}
entradas por su-
bslituicao ncsle mez. 400 '40:000g
50. 3,220~
---------775:2005
20# 2,500 50:000g
retiradas porsu-
bstiluicao nesle mez. 600 12:0008
1,900
408:600*
16I:000
------------------------ 38000*
OJ 13,520 135:200*
retiradas por su-
bslituir-o nesle mez. 2,800 2S:000g
10,720------------107:200$
Reis 1,490:0003
O guarda litros,
Frantjisco Joaqcim Pbreiiu Pinto.
Commanicados
epois de uma ausencia de trinla e seis auno?,
chegou esla provincia o Exm. Sr. senador vis-'
conde de Albuquerque, um dos iilhos mais que-
ridos desla bella parle do territorio brasileiro.
S. Lxc. vera buscar em sua patria natal o res-
tabelecimento de sua preciosa saude, infelizmen-
te alterada. %
nomo do Sr. visconde de Albuquerque pa-
ra Peruambuco mais do que urna honra, um 1
gloria.
O amor que sempie ha delirado ,'. esta provin-
cia, o inieresse que Ihe inspirara todas as cousas
desua palna, a amzadecora que acolite todos os
seus comprovincianos, que o procuran na curte,
e a prolecco que todos presta, sao os ttulos
valiosos, que recoinmenJam S. Lxr. como
Peiiiambucanoao respeitoes auek-des dos ii-
lhos de Peruambuco.
Scu carcter nobre e elevado, sua vida publica
e particular, cheia semprede honra, a amenidada
desoii trato, fazem S. Lxc. admirado do paiz, que
nos felicita por lao justa gloria.
s. Esr. ha oceupadoos nsisinportBBlwcargos
no paiz, e hoje vivo dos seus ordenados de em-
preado publico, de servidor do estado !
1> isso o que enche de profundo orgulho
quanim conhecem S. Exr.
Arene, pois, o Exm. Sr. "isondede Albuqui r-
que os respeitosos cumprhncnlos de um Peruara-
bucano agradecido, de um dos maiores adula-
dores das raras virtudes do S. Exc.
Recite 1 de oulubrro de 1800.
C. L.
NOVO BANCO DE PERNASIBOCO.
Unaucctc alo Xovo lauco le Per-
nainbueo
ciu 29 de seteuiSiro ce lBtO*
BESITO.
Garanta de emissio..... 782:191*377
Depsitos......... 80:000*000
Accoes depositadas ..... 3:5709000
Joias depositadas...... 5:73582tJ0
Letras caucionadas...... 6:8iKMOoO
Letras descontadas...... 2,853:053*087
letras protestadas..... 17:974*500
Jos Antonio de FigueireJoJunior 2:281*266
Raneo da Babia S/C..... 24:386|065
Rmessas........ 82:400*114
Jur"s- ,...... 1:5709327
Aluguel de casa...... 1:1379500
I'ornecimenlo....... 7766*485
Oespezas geraes ...... 2:402*706
toan......"... 406:146$29l
Reis.
CRBPITO.
Capital.. ,.......
Emissao.........
Depsitos da direccao ....
Loicas por dinhcio recebido
juros.........,
Tilulos em cauco.....
Coiilas crrenles conjuros .
Fundo de reserva......
Knowlea & Foster.....
Banco da Baha S/C ....
Saques .........
C^WM|o do presidente e ^c-
renles-.........
Descontos .
Lucros c perdas'......
4,278:417^9981
2,000:0001000 I
l,490:00|000
804t90fOOO
64:390;s71
9:3uM280
321:314*196
3:1:179*759
5:759g989
22.063S277
79-s68g0S7
21.883*0U0
4:190*892
143:174*102
79*108
N. 6.Alexandre Jos da Silva, ca-
sa terrea arrondada por..........
Idera 8.Jos Bernardo de Sena'
casa terrea arrendada por......."
dem 14.Jos fie Medeiros Tavares
casa lerrea arrendada-por.......*
dem 20.Jos Bernardo de Sea'
casa terrea arrendada por.-......*
dem 22.Viuva e herdeiros do Ha-
noel Caetano Sjares Cirneiro
aonteiro, casa Ierres arrendada
180*000
15OS00O
lOSiJOOO
150*000
Ris. 4,278:2173989
Deinonstraeao do estado da caixa
Ouro ( garanta de
emissao) .... jj
olas do lliesouro,
dito...... *
,dc 20d*
IMtas desteban- J 'g
co' -(de 20|
vde 10*
*
*
8
*
*
I
Dilas da caixa filial do Banco do
Brasil..........
Piala c cobre ....
3
*
Neis. 406:146*291
Serglpe.
Bate-nos i porla odia, em que essa provin i,
assm como ^is demaia, tem de eleger seus reoru-
sen la rites para a cmara temporaria.
Desde j cliovem as prclen;des, sorgem os
candidatos por toda a parte. Todos'JJuppera-su
habilitados para os altos cargos, porque po .
sao os quo teem consciencia de sua propria io
nificancia.
I.' essa u:ui poca solemne, em que o' povo
esqueceudo suas necessidades, rcassume a sua
posicio do udependeute e nobre ; e eolio q .
quer |ue sejam as circunstancias da provincia,
urna vez que suas accoes nao es tejan interrom-
pidas por uma convulsau poltica, ou pela forca
de um governo parcial e desptico, o povo lea
de reunir-se para pal entes r sua opinip, ele-
gendo aquelles que o devera representarcollcc-
livamente.
I -e ponto essencial dos povos livres, essa g.i-
ranlia, que a lei conceden aos seus constituimos,.
e que de dia em dia se ennobrece e "purifica,
agora, mais que nunca, se deve apresentar des-
impedida desses velhos atavos, qaetaomal se
casaran com o espirito nacional.
Os partidos, aua pareeem fraccionaren!-se,
confundindo-se ou desapparecendo, deixam
o campo de lca desembaracado e franco a todos
os carapeoes, que pretenderem Irabalharcrn 11
Ja provincia o de seus concidados, urna vez
que lenham a fortaleza precisa para combaterem
os palroualos Ilegitimas de um governo, quo
queira abusar de sua posicao.
Esta posicao raciona! e sensata, em que se lem
collocado a poltica braseira. autorisa-nos
cerlomodo apresenla^ao de aihlctas pugnado-
res de n issas iiislilui(oes, de um enlhusiasm i
amador do trabrlho progressisla, da crea.,
novas medidas necessanas ao desenvolvimenlo
da provincia, esclarecidas pelos meios da discus-
sao clara e in lependente, nico e verdadeiro
rteio de se melhorarem os nossos ioteresses n.a-
leriaes e iolellectuaes.
Uma provincia nova como a de Sergipe, que
romera apenas a desenvolver-se, precisa aco-
Ihcr benficamenie os honions de um genio su-
perior, que pugnen por sua riqueza, afim de
que possam viles n.osirar enrgicamente
fdas, a islo em quanto o lempo uad os deixa na
esteriiidade e inaeces, que sempre o eadafalso,
em que so sacriflcam os mais nobres caracteres,
os mais bellos espirito* ; porque lodis as sesea
que os homens querem ehegar s alturas do po-
der, aolrabalbo, era favor de seus compatriotas,
para que parece have los destinado a Providen-
cia, precisa que o povo Ibes faculte os raeios
de poder ehegar ao ponto necessario. ao desen-
volvimenlo ce suas nebes aspirarles, do con*
irario, o genio alrulla-se, desnuda 'o scu mysK r
e morro, deisando as mais das vezes a sua mis
sao intacta, e enlao s tarde, muilo tarde, couh'c-
ce a provincia o prejuizo, que a sua propria in-
differenca Ihe causn.
Estas ligiiir.is consideracoes que vimos de ex-
por, servem para apoiar de algum modo na ro-
bustez da nossa consciencia apresentacan d.>
nosso distinrto comprovineidno Dr. Francisco
Antonio d'Uli.eira Ribeiro, actoalmenle juiz de
direilo da comarca do ftoriilo desta proviucia,
aos eleitores do primeiro circulo da.inella pro-
vincia, que n os povos de suas freguezias en-
r-arregam de eleger aquellos de seus meni-
bros, a quem deve caber i honra do curar
dos sens inleresscs geraes e do bem de sua pro-
vincia.
Fallemos do Pr. Oliveira Ribeiro.
O bouquel que vamos enfrilar com as qualida-
des de.-te candidato, de edres verdadeiras o sin-
ceras, porquanlo, embora seja pobre o pincel
co.ntudo muito altivo para nao descer a bara-
tear incensos podres e nem mesmo a amizade.
que dedicamos ao nosso distinelo patricio, seria
capaz de confundir nossa peana na maoiTesUca i
de nossos legitimes soni'unentos.
Esle Sergipano. alm de urna iiitelligencia vi-
gorosa, possue miiiiosconhecmeiilos.e dotad i
de um bello carcter.
A tribuna provincial tem lido a gloria de pos-
sui-lo como um de seus oradores mais eloquen-
tes, e como um deseusorgos mais conscicn-
ciosos.
O furo da cidade das Larangeirss j leve )
prazer de te-lo e^lre si como advogado honrado
e Ilustrado.
A magistratura con la no Dr. Oliveira um do
cus membros mais importamos, quer por sua
inlelligencia, e quer por sua illibada probi-
dade.
Fallem por nos os Estatuanos, onde por al-
gorn lempo esteve como juiz municipal e de or-
phaos, vencendo a terrivel poca do cholera, era
que mostrou uma decacao louvavel em bene-
ficio da humanidade, e muilas vezes descia do
sua cadeira de juiz para ir ao Irilo do infeliz.
scudi-lo com recursos da nirdicino e derramar
as agonas da miseria donativos de sua propria
bolsa.
Sens servicos, como juiz e como particular,
mereceram os cuidados do governo imperial, qu<
o agraciou devidamente, e depois leve de seguir
para o Rio Grande do Sul. deixando vivas o sau-
dosas recordares, tanto que fra csponlauea-
mente eleito dcpulado provincial por aquello cr-
culo, quando se achava entenas de leguas dis-
tante da provincia, recebendo anda osla pro vi
de gralido desse povo, que verdaderamente
respela e estima pelas honrosas qualidades que
o distinguen.
Fallem ainda os municpes de Piratinim n
provincia do Rio Grande do Sul, onde eoncluiu <>
seu qualriennio de juiz municipal, conquistando,
pelas suas nobres aeces, gloriosos louro
liiumphos.
Cahc sobre seu peilo uma brilhsnte meda-
lha, que aquello poro, vivamente agradecido ao
,


MARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FKIRA 2. DE OKTUBRO OF 1860.
juiz probo, illusdado e urbano, Uio oturlra io-
nio signal de profundo reconliecimento
Esla mcJalha, que lao dignamente peza| sobre
o peito do dislinoto sergipano urna gloria bem
significativa do sen mere imeoto ; elle dove-so
ensoberbercer, assiru tomo tamben a provincia,
(iie Ihe den o n-isr.inviilo, se deve nrgolhar por
It id (libo, que lanto a honra; O Dr. Oliveira
voltou ra.iis glorioso do Rio Grande do Sul, do
que voltaria u mais heroico militar.
A gloria das armas nao com) a gloria da
.ciencia. Esta se alcancn por moio da inielli-
geucia e da Justina, e aquella por moio da forja
e do saugtte.
O vencedor das armas olhado como tyranno,
c c da siiencia como un benifeitor, lano que o
povo d'iiquelle municipio pedio ao governo im-
perial a nomeacao de seu bemfcitor para jeiz de
Jireilo daquell comarca, porm, j eslauo pre-
ncbido caso logar, e o mesino governo, quercndo
iunerar lao as-dgualadus scrvcos de un irn seus
. neis liis servidores, inimodiaiamenle noineon.
ac nosso dislinclo amigo para a radeira do juiz
Jedireilo da comarca do Oonilo d-'Sta provincia.
1'. assim veio o l)r. Oliveira, entre vivas de-
monstracoes de saudades daqu 'lie povo, que la-
ni'Milivi a sua sabida [inmensas for.ini na ver-
dada essas deinonstraeoos, o povo, as autorila-
dea de Piratiiiim e a cmara municipal Ihe deram
documentos lo honrosos, que devem constituir o
padro mais grandioso de tim magistrado que sa-
l rouiprenhender a 'mportancia da urna loga.
Fallem finalmente os lilhos da comarca do
15 Hiito, ondifc) nao obstante estar por pequeo
esp i.o de lempo, j ganhou a estini a e- a consi-
deradlo geral pela sabodoiia, honra e in Icpco-
dencta, porque lem all administrado a juslioa,
nicos att ribo los, que podem elevar o humera a
cima de seos semelhanles.
Nessa comarca encontrn o digno juiz serias
O grave) questes entre pessoas poderosas, po-
r:n elle tea olliado para o orgulho do polen'a-
do caa os meamos olhos, porque olha para a si-
tuadlo do pequeo, n quando pea na bal anca da
jesticab seu sagrado dover, ha decidido essas
questes com toda energa e imparcilidade.
Collocaudo-se na aluna de sua imporlanie mis-
sa", o rico, que criminoso, recua e teme de sua
seni-noa, ao passo qiia o pobre innocente trau-
quillisa-se e descansa iii soa deeisao.
Sao estes os litlos, que recommcndam o Dr.
Oliveira, o que devein ser apreciados pela pro-
vincia, dando-llie o mi de suas cadeiras no seio
ili representadlo n urinal.
Ligado iarmie n provincia uor iitorosses pro-
prius, e pertencendo urna familia numerosa e
importante, jamis leix na de advogir convenien-
temente os sous direito, e do cuinprir peos-
me uto o sen manalo.
Altn desles titules, o Dr. Oliveira lera oxercido
diversa* commissoes na provincia o sempre so
bouve com iuleira conlianca do governo e com
applausoa lia sous comprovincianos.
Modesto e delicado, elle se torna merecedor
le sinceras e verJnleiras iil'eieoes, e us, que,
d sda a infancia o conhtteeinos e apreciamos o
seu ment, prestamos um servijo, nao ao con-
Lerraneo, nem ao amigo, porin a provincia, cha-
mande sua allcncato para um de seus filhosmais
d'.siinctos.
''J'10 ''''S!!', provincia, ombnra boje ausente
dola, na.0 a esqoceera"S um sinstante, e deso-
jarnos tanto o seu progresso, assim como um
tiom lillio ili'seja una existencia gloriosa a sua I
indi.
A ausencia pode ludo fazer esqnerer, menos a
CSSr amor, que nos escalda a imaginadlo e nos
alimenta o espirito, a esse amor sanio o puro, |
que nos lomos as nossas mais, eque tambem de- i
vemos Icr a torra, que nos vio na-cer.
A ans i.cia s produz o esquecimento n.aquol-
lo peito, que ama sein sentir, n que sent sem
medir ,is consecuencias e avaliir as dores de
um apartamento forjado e necessario,
CoiilialOS da provincia as prximas eleicoe.*.
E' preciso que ella mande bomoOS capazos o dig-
nos do si ; e pata que a nao nao corra petizo ue
sossobrar, niyster quo ao lome se coiloquem
pilotos a m caira dos e corajoso?.
Life.
Recite, selembro de 1869.
O vapor Craseiro do Snl, quo aqu chegou
houlem, proco lonii' dos portos do snl, conduzio
sen bordo para esta provincia o nosso illustre
comprovinciano o Exm. Sr visconde de Albu-
querque, um doS'tnais bril fiantes luminares da
tribuna brasileira, lano por sua voz autonsada,
rumo por suas gran les vi: iodos cvicas, e perfei-
to conhecimenlo das cousas do nosso paiz
leudo S. Ese., quando ainda era bem joven.
donado esta provincia para acnmpanlr r ao seu
Exm. lio, o Ilustre mareen I Jos Francisco do
l'aula Cvale.inli de Albuquerque [brasileiro dis-
linclo por seu nnscimento, e por seus importan-
tes servidos, e urna das maiores glorias porlti-
guezas daquelles lempos], entjo goeernador de
Ga, ni qualidade de seu aji Jante de nrdens,
voltou para o seio de sua excollontissima familia
algura lempo depois, por ler fallecido naquella
cidudc o meante seu etrclleniissima lio.
Infelizmcnt*, porm, leve isso logar no auno
dti Ibi. islo quando l'ernamhuco, cheio de
desconflanca p-la violenta dtssolu^ao da assem-
b'iCJ COBjStiluiute, e maguado pela all'n.uta feitl
ajs sous representantes, acabava de bastear o
i 11 i ri j da liben! i le, levantando os potros ao
presligioso nomo dessa veslil de todos o* paizes,
Pretendo S. Kxc. o triste resultado da formi-
davel lula, o sangrento desfecho do grande dra-
i. i que se representara na ierra de seu nasci-
m mu, com oCuracaio coufrangido pola mais in-
tonsa o acerba dor, afaslou os olhos desse qua-
dro desanimador, dessa scena merencoria e lu-
gubre, o dirigi-se para a capital do imperio, on
le, por veiiiuri, esporava poder ser, como de
f.ictoofoi, olil aos seus comprovincianos com-
promeltidoi pola uicsma revoluco, que fossem
ler juelle lugar.
De onlo pan efi, nao obstante as vivas e
gtu, o c Rimo que o privilegio das pencas in-pi-
radas, os seutimenlos desta provincii, que se des-
vanece de contar S. F.xc. no numero lhos mais dilectos e prestrnosos ; e os nossos
propi'ios seniinienlos de admirn^So, res^>eilo e
gratidao, pelo muilo que devenios S. Eic, que
6 um eximio patriota, um dos maiores vultos do
paiz, e o corai;ao mais generoso, o carcter mais
integro, o espirito mais assizadn, o Ifomem mais
honrdo, o o-ia ii>lajjririis profundo, o poltico
mais consciencioso, o varo mais conspicuo o
venerando, e, finalmente, o cavalleiro maisseces-
sivclque lemos coiibecido al hoje.
Quando ih-ssos das, felizmente j passados, de
intolerancia poltica, em que os lilhos das pro-
vincias da norle do Brajileram acommeltidos pe-
los deestos e sarcasmos dos lilhos das suas irmaas
do sul, nosso presado pai.se dirigi a corte do
Rio do Janeiro, S. E*r. fui para elle e igualmen-
te para lodos os lVrnaiiibucarios que onlo o pro-
curaran!, como a arvore frondosa, cuja sombra
salutar se abriga o viandante exhausto de fon;as,
e p.rostrado peU fadlga de una louga jornada.
A um conselKi de S. Esc. deve o nosso que-
rido progenitor n salv.ico de sua diguidade o
bros,quasi ponto de naufragaren! por urna mal
entendida disciplina, quando a perseguieo de
um ministro nascdo em Ierra eslrangeira exclua
ha* u Krcelnuo a iniuliu carta u si nuvi-i seivioo.
da quecerria impresas, mas- q.ne minha corta fui
impress igualmente com a de V. S. O Sr. Dr.
I'igueiroo fui quem me fez o-fvof de a-eilar o
autogratvlto da minha carta, pora com mais se-
guranza ser enlragne a V. S e seu digno pai fot
testemunh*; ora ja v V.-S. que en nao faltei
com o mei dever.
A conjinuaco da saiide de V, &,, e ludo quan-
to Ibes diz respeito, para min* grande salisfa-
eo, poissou do V. S. sincero respeita'dor e af-
fectuoso criado
Sebastio Paes de'Souza.
S^nhore redactores.Impulaces ha lo mi-
seraveis e do nnlureza lao repulsiva, que s a
iuegolavol fonle da inaledicoocia poder produ-
zi-las. A calumnia (vlisse um escTptir) como o
verme, que atara seno o mais bello fruclo. a
calumnia se dirige com preferencia no merec-
menta mais brilhanie. O pretexto e firme propo-
siti com que o Liberal Pernambucnno trouxe pe-
rente o publico desta capital o Tacto de haver
sido surrado noengeuho Guararapes um honiom
livre, assim como as jusiilicacoes que divara to-
dos aquellos de sua parcialidade, era nicamen-
te com o fim de impugnaie'm na idea dos habi-
tantes de Munbecj, e ans desta capital apreven-
(V
iuloi tai lio.
.....Alm.
lilhos- suecumbido o vol nacional, supplanlado pela
intriga dos intrusos ulicos da corte.
E por isto, o pelo apoto e prolecco que um
nosso"rmo, empregado na capital do imperio,
onconiiou sempre em S. Exe. que, escolando os
preceilosdo coraco recouhecido, vimos boje pa-
gar um tributo de gratidao; e a gratidao, como j
o disse siguen), a memoria do coracSo..
K o respeito, e provoca va a resistencia da parle dos cao conlta a denodada familia do Guararapes ;
aflu de ver se por esse moio fazia com que aquel-
la familia perdesse a influencia que tem sobre
aquella freguezia ; mas enganaram-so comple-
11 mente: a Providencia nao permiltindo queso
ultrajasse lo vilmente a honra de eidadaos, cu-
jos procedimeulos estn patentes e sempre dig-
nos de elogios a toda prora, fez cim que se ras-
gasse o negro veo da calumnia, com o qual ho-
rneas mal intencionados, pretendala triumphar :
e apparecesse a verd.ido dislruiudo todos esses
projectos, que se haviatn formado ; desl'artc fa-
/.endo com que os da grei liberal (esse numero
imperceplivel na fregue/.ia de oribeea) conhe-
cessem o engao em que heviam cabido.
E' de esperar quo o desmentido Liberal solVren
e todos aquelles de aun parcialidade, sirva-Ibes
de um froio, alim de nao continuaron) a forir a
reputaeo daqnelles, cojo proeedimento nao se
equilata com os da sua paudllha.
Queiram, senhores rcdactor>s, dar publicidade
a oslas Imlns, que muito obligar ao seu cons-
tante leitor.
O inimigo da calumnia.
IIIIHTfmnBMtii -^^-. ^ .. 2tt%-*j
k,icaces a pedido.
Correspondencias.
lllm. Sr alteres Sebasii
Parahiba 21 de Selembro de
9 Paos de Sou/.a.
1880.No Diaria de
li a ros-
que lo mei
publicada



r.

a
M
A
A
3&500
3)0(i
26)
330
4i0
120
330
2H0
Agurdenle
Azeite doce......
Amendna doce im mioro
K.iolia da pvea. ...
Bl ..........
Cera branca em grume.
Dita dila em velas .
Ceblas.........
Cenleia.........
Ovada......
Carne de vacea.....
de porco a
Chuiiri^ds.......
Familia de tria-. .
MUho..........
Paiu.....*.....
Presuntos .'.....
Sal.......
Trino rijo do Reino. .
Dito mulle.......
Toiir.inhn........
Vinho de Lisboa titilo t 9 ).$O0O 100500!)
Dito dilo hranco...... |->00!M> 1303000
Vinagre da Lisboa linio 1. 459000 5OS000
Dito dil i branco...... 45SOOO ."1O9OOO
ComWos,
Lomlre< 00 d|d ..... 51 3/8
Pars 100 d|d.......5S
(icnovn 3 m|d.......48
Hatrbiirg.) 3 ni| 1.....4ci
, reas de Chuy 1 leus, ajc.uxas ,io m;wisa>. 8,ie sebo ..,,.., |,P, .1.....v..r..e..r maihn...
\\f. l g d" ""^- ,09 ^f3 dc cab0 de ll",;" a''ur- : Secretaria do conselho de compras navae* em
"SfiO nimen t SJ .T. "S** 6 e i o 1 de oulubro de 1860. De ordom
J())0 pimenti. I)S aurrelas de azeitmas. *r sacras de inn n pcroiino Alornnilro
801 grao, 77"d f,-ijo. 158 moios de sal. 660 volumes i ecreiano. Alo
400; de loiiea, 20O mollina de cebollas, 25 rail

A
Duz.

Moio
A

9
320
CIO
G20
130
370
300
I-2&0OO
1S3000
35600
9900a
310
. 900
4 100
160i)
670
70
2$800
P
II
sorra, cjue sollruu no engen
rapes o preto Jo&qnitn
de descubrr, para
punido, o mandante
Pemambuco n. 213 de 11 docrrento
posta que se difiuou V. S. dar a cari
a libeidide de dirigir-lhe, e fui
11 aquella mesmo numero.
Se 011 disser ao Sr. Sebastio Paes de Souza
que fui nina das decepecs porque hei passado
desde que tenlio uso de razo o modo como S. S.
responden a aquella minha carta? Porcerlo me
nao acreditar, pois assim como S. S. penetran-
do a miniri conseiencia, declarou-se snnhor do
motivo quo actuou em meu espirito, quando
me resolv dirigir-me a S. S. que con tanta boo-
dade e prompliJ.io se dignou hourar-mo com
sua resposta, e me empresti lins orjouilos, assim
timba h nao acreditar na decepeo porque
passoi.
Acredite, Sr. SebistiSo Paos de Sou/.a, que o
nao ser a aineaca queme jogou, ou antes o con-
seibo com que mo'honrou. eu nao procurara
roubar-lbe o precioso lompo c menos nrcipar
ain la e.-l 1 ve/, ospaco nas paginas do Diario de
Pemambuco, pois ds meus altatercs nao m per-
miUcm folgt, preciso roubar algum lempo ao
doscanco para ler a honra de agradecer a bon-
dade que V. S. derraraou e.u lodo o correr de
sua preciosa caria, que serve de resposta a que
Ihe dirig a (i do corrent.
Acredile-me, Sr. Sebistio Paes de Souza que
sem ser para inculcar-memagistrado um lelo
lenio l'oito o proposito de nao deixar passar sem
prompto reparo
da que de leve, mancbar a reputaco quo pro-
curo formar-m.fi como agente do funecionalismo
publico.
Quem s%im procede, e o tem dito por mais
de urna ve/, o os tactos voem em seu abono, nao
merece que V. S. Ihe jugue urna ameaca tu for-i
mal. ameaca que me obrigo 1 aum severo exi- 'l* lustonauo pelo
me de conseienciaantesde declarara V. >. quo
Ihe agradece- cordealmenle o conselho, que com '
tanta bou la.lo se dignou' dar-m'o, que o nao
possi Bceilir, nao obstante < o resultado que.
di/ V. S., pode ser bstanle hoslil e muito desa-
gradacel.
V. S, se ha de lembrar que disse as linhas
publicadas no Diario de Pemambuco de 30 do
mez ultimo que depois desse fado (o querer o I
lente-coronel Joo Vieira aportar as sucias do
Dr. Correa l.im;. passados cinco ou seis das
foram dados os Uros 11 j sobrado do Dr. Correa
Lima etc.. Entend que N. S. considerara esse
fado como a cans dos tiros, que, referindo-o, i
t've V. S. intenQo de mo>trar o proposito, em j
que eslava o latiente-coronel Joo Vieira de ar-
rancar a vida do Dr. Correa Lima, j por suas
proprias liaos a j por lerceiros.
Entrelaiito porem que na caita de 13 do cor-
Amslerdam 3 ni|d.....42 1(2
Madrid 8d[v........Otv
Porto 8 d|v.........pr.
Metaes.
Pecas de 89OOO .... S3OOO
OoQin li"p.inho|a9. tojlM)
Dilas mexicanas. 14)0:)0
Asuias 'I ouro dos li.la- 9
din-Uni lm ... 1882')0
Soberanea (a prau). 4jjV!)0
Ouro cerceadn (a ouro) 1.51)80
Pataca bespanhoUs 950
Dilas brssiletfsa 930
Dilai mexicanas OO
Cinco trancos .... SSO
Prata (marco). .... 8j?!)>u
l'un los e aci-fos.
3 por romo de aseinam.
I'.OU pollS......
Divida d Herida .
lime.) do Portugal. .
Dito mareaulil, dem .
Dilo coininercial do Porto
47 1,8 a 47 3|8
46 5|8 a .'iii 7(8
30 111 36
554*000
iS.'Oao
2503000
ffofiaa da mofia.
E' de presumir que o Dr. Tristaode
Aleuc.if A vari pe, chele de polica desta
provincia nao po&a anda publicar o
resultado das diligencias, que tem Jeito
para descobrir e PU.Ml{ os aulorts da
o
G-.ir. -
poique nos
REVISTA COMMERCIAL.
De 12 da agosto a II de selembro.
Desdea nossa anterior revista o mercado ron-
gcrvoii-si* rom punca dnimaco, sondo as Iran-
saccoosefTeduadas pola pjaior parle umcaineiitc
desuna las ao consumo.
O mercado de fundos foi regular em suas upo.
racoes.
Assuear. No do Brasil nao hnnve illoracao
de procos. ponSn as vendas reslisadas desd a
nossa ptima revista foiaui muito limitadas, por
que os possuidores querendo suslontar os procos.
_e l
40 3 ranastra de batatas, g caitas de prata em obra
e 223 volumos de drogas, tintas, ferragens e di- '
versos objeitos.
BilisaMo, patacho portuguez, com 2 pipas
2 metas ditos o 1G2 barris de rindo, 2 mofas pi-
pa e 81 barris de vinagre, 0 caitas, 47riwrris o
10 bilhas de azeite, 5.) moios de sal, 1i; caixas
de marniellada, 7 de rnassa de tomates, 2do cal-
cado. 285 bairis de carnes, 10 barricas de baca-
llio, 390 misas e 59 canastros de btalas-, II
barriquinhas de cominhos. 4 barricas de erva-do-
ce, 6 caixas de ferrasen*. 4 saccas-de pimeiili,
50 caixas de cora em vellas, 32 de figos. 23 cai-
xas e 700 mol bus de cebollas, 12 saccas do alfa-
zoma; 1 caisa <)e peixe, 90 saccas de lejumes,
25 caixas fle niassas, 2 birria de tomates, to sac-
cas de nozes. 11 caixas de frutas, 3 volumes de
drogas e 4 caixas de vidrn.
ENTRADAS.
Agosto II.. Portugal, vapor. Orion.Brasil.
dem 14.Trovador. Toixeira. Maratihao. "
Moni 15. cavazre, vapor. Wdet,Brasil.
dem 18.Vencedora. Fernandos. Pennm-
buco.
I jem 18. Diligente. Rosa. Pemambuco e Ca-
bo Verde.
dem 23.Mara da Gloria. V'alentc.Pemam-
buco,
dem dem.I.aia III. Cosa.Rio dd*Janeiro,
Pernambiico (- Cabo Verde.
Idom SO. Tyne, vapor. Jellicoe.BraS.
Selembro 1. Paraense. Rocha.Para.
dem 3.Flor de tfiria. Bogiganga. Per-
namboco.
dem 5.I.ig"ro II. Vasco.Para.
SABIDAS.
Agost 12.IMiz Ventura. Silva.Para.
Mera 13.Magdalena, vapor. Woulward.
Rrasil.
I lem 17.Constante. Reis.Pemambuco.
dem 20.Cnyenne, vapor. Enoul.Brasil.
Selembro 3.Millord-Ilaven, vapor. Ilrion.
dem 10.Diligent-. liosa.Par.
EJt.VRCACEi CARGA.
Pemambuco. Barca Flor de S. Simo, o bri-
gups Relmpago, Rolla l'igiieirense e I.aia III.
Paf. Bigues Ligeiro 1 o Ligeiro II.
Haranhn.Pala, bu Trovador.
Lujos.
vantagojis em
do eonse-
Rjdrigues dos
R#030
15200
149200
ISSOt)
4350)
2-jOOO
1)70
950
!)i>)
SOO
83100
0 lancador da reiebedoria de rendas inlor-
nas geraea, de conformidade com os SS Io. 2o, 3 .
4" o 6o do ir ligo 37 do decrelo de -17 de man
do corrente nnno, cu n t n 1 do da 2 do presen i
mez a fazer a col leda rife roa do Fo;o. largo (fe s.
Tedio, travfssado S. Pedro. Iravessa da Bomba.
r"a Jo l-ivraineiilo, Iravessa do f.ivramenlo. ru 1
do Bangel, travessa do Arsenal, e ra da Praia
do bairro de Santo Amonio, do imposto sobre as
lujas e casas commer.-iaes, o onlras de diversas
Clessese dennminaces ; avisa aos donosdos seu*
respectivos estabelecimentus;que tenham oE seus
recibos ou papis do arro:dauieiilo< de soas ca-
sas nos ditos ostabelociuionios para por siles so
fazee o procesan du laucamarftti na radio do 20
por cenlo do aluguel uiiuiial.
Recebedotia de Pemambuco, 1o de oulubro de
1SG0.
Jos Tiieodoro de Scnna.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria pro-
vincial manda fazer publico que do da 2 dn cr-
lenle por diarte paga re-so os ordenados dos em-
pregados pronciacs, vencidos no mez de selem-
bro ultimo.
da thesnoraria provincial de Per-
de oulubro de IfcGO.O societario,
A. P. da Aniiunciaco.
Secretaria
nambuco, 1"
55)5000
Jf.O-OOO
2)1-3000
consta que esta presentemente tratando nao ^deram competir com os assucares dasco- ffalifix--3C das, brigui
pr devidamente ""'IS 1"-1"/,,s Am 1c ",|,J supprimcnios rogn-
sli (tcMQ.iintnte ,..,,,._ ,, |1(,Kl m;ilur |i;irIi, braneos s.)nri assffn
do assasilliato dola falla dos d'esta qualidade, que actualmente ja
infeliz GONZAGA, acontecido na ra | ''o abundando no mrcalo, de niaiieira que lem
da Cadeia do RecSfe ao m. i> da
MiBTi{iJilrHo do pono
.Virio* entrados no din 30.
Parahiba3 (lias, hiato nacional Noma Senhora
di Pns, de 23toneladas, capitn Antonio |'o-
leniino, equipagem 5. carga ton ros de mangue ;
a Pfanriso Jo* de Sania Anua
Tena-Nova3 das, pstacho inglez Harriet, ilo
^ii toneladas, capit'io William Snielh, equi-
pagem 9, carga 2,512 barricas com bacalho ;
a Johnston Pater & C.
Inglez Grpiy, de 102
11 ll'i'ii. equipagem O.rar-
bacalh&u ; a Sauudcrs
capilo .1..
cof
qoaliuer f>. to, que posss, on-sen'lo u:n acto maisantigo.
ne
pois
a da
elle
do NA9CI-
surra em Gararapes, deve sobre
de preferencia cjiliir o anuo
MENT.
Em ternpo opportuno sera* Cite fac
GDES.
UCQIIO. Lu-
do Maranhau
la l'Jl saccas ;
COMJUeBCfO
pre frescas lembrancas
t'rra de
sua juvenlu le, passada
AlfanIosn-
Rendimento do da 1 .
>1i>viiuento la alfnml
Volumes entrados com fazendas
com gneros .
Volumes sabidos com fazendas
Com gneros
I75389068
151
. 40
- - 10 i
136 101
241
oulubro.
vers is gneros.
rente, diz V. s. esse faito nao /em importancia
que um poni que inda adiaula; pois eu
confessu ao Sr. Scbaslio Paes de Souza quo se
fosse venia le que o tenonle-coronel J0S0 Vieira
tivesse l'iitado aportar as g-ielas do Dr. Corre 1
Lima, como me parceeu asseverou V. S. contan-
do com o tcstemunho do vigario de Contar ;
eu nao e-laria longe de arredilar era elle copar-
tcipaul nesse tacto, o ponto capital da questo
o desfecho dos Uros, visto como o meu pensar ti
diverso do de V. S.
E' verdadn quo \- S. nao fallou no meu mi-
me ; verda le que nao moncionou o nomo do
capilo Antonio Viciar; mas tambem verdade
que V. S. relcrio fados que a seren reaes aulo-
risariam fosse estranhaJo o procedimeuto do
promotor, que devendo saber da existencia de se- I
melhantes lacios se lornasse indiflereiita e dei-
lasso de curnprt-r o seu dever <> ; autorisariam
acreditar-se fora o capilo Antonio Vctor conni-
vente nesse Tacto desagradavel e repro'ado dos
uros dados na cisi em que resida o Dr. Correa
Lima.
Ese nao diga-me V. S. qual o uizo que "for-
mara de um promotor publico, que, devendo sa-
ber da exi>loncia do um firtn criminoso, que
fura praticado contra a pessoa do juiz de direito '
da comarca, em que exercii as funp?es de seu
cargo, j pelo carcter publico, j pelas relacoes i
de ami/.ade estreili, sem embargada duvida, |
que aprsenla V. S.,no s com a pessoa offon-
Descarregam boje 2 de
Patacho nacionalBeberibe i
B.irca inglesalolin Martinfazendas.
Piladlo InglezHarrielbacalho.
Brisue inglezEagleobjectos paro a estrada.
Itngue portuguezSymp ithiadiversos generas.
Consulado geral.
Hendiraenlo do lia 1 .... 1:3065030
Diversas provincias.
Rendimento do da 1.....
63J232
Despachos Je exporta^o pela m.
su
  • eunsulado dosi-.i cidaile u
    lia 1 le oalubrode 1H!>I>
    P!o da PrataEscuna hollandezo Aialanle, A
    rmos, 375 barricas assuear branco.
    Liverpool Galera ingleza Bonita, K-lkman,
    rmos J c, 60 sacas algodo ; Patn, Nash
    Je C, 50 saccas algodo.
    Ilivre P.irc irauce/.a Berth, Tissel-freres &
    C, 1,100 couros salgados.
    Bevelieiloi'ia ile rumias internis
    seraes lt lkeriianibu>>
    Rendimento do dia 1 .
    Consiliario
    Rendimento do dia 1 .
    I le que lign n ana infancia sua velhice.
    S. I-Ac. um dos mais disliuctOS lilhos desla
    fulgente estrella da consiollaco brasileira, e, pe-
    I 1 titulo rom in S11 Magestade o Imperador se
    dignou agracia-lo, lomou-se o chefe de sua nu-
    n 1 -i familia, credora, iodos os- respeiios, do
    grande apreijo em quo lila, e da elevada con-
    lae.'io de quo go/i Reralmenie.
    i!o-o ho'iiem publico; S. Exe. tem oceupadn
    o primeiros e mais altos cargos do pai/., exerceu
    por varias veces aja.arduas foueces do miuisiro,
    . actualmente, alum do mais, senador do im-
    perio, e consolboiro de oslado.
    Coft homem particular, S. F.xc. est cima
    do todo o elogio ; um prototypo de honra, un
    II o lelo das mais raras virtudes. Seu nome re-
    :- 1 'orno um protesto vivo contra a immorali-
    dade e egosmo di poca, contra a corrupcao e
    impiedade deste sculo de luzes... paraoscegos ;
    mas.de densas trevos para os de boa vista, para
    1- quo, ion lo nascdo no seio da igrejn, bebido o
    ! le do clirisliaiMsmo, e se punlicado as aguas
    do Jordn, lastiman! as invasoes realisadas pelo
    I anismu entre os lilhos de Den?, o, firmes em
    :-1 g creneas, inabalareis em seus principios, an-
    tes querem morrer abracados com suas bandei-
    ras, do que renegar sua fe, ou ao monos ren-
    1 oporisarem r tranzigirem com a grande borda
    los vis aposiatas, que assolam hoje o imperio da
    ranla Cruz.
    Sim, o nome de S. E\C a garanta e a palsVra
    iir i o de animaco para a virlude desvallida, e
    para a honra em inbulacao.
    Ao deixar os importantes empregos quo lem
    etnreid, merecendu constantemente oslouvores
    la imprensa, por sua lunga cxoeriencii, impar-
    cialidaii!, independencia, c rectido: S Etc. pil-
    ilo sempro di/.er, como Francisco I depois da ba-
    talha de Pavia : todo se peideu monos a honra.
    E' que, se a pobreza do S. Exe. grande, sua
    firoiiidade ainda maior, j proverbial.
    l'a/omos votos para quo a demora de S. Exe.
    finir n< nao seja de lo corla duraco, quo pos-
    sa iludir a esporanc.i, que nulrem os seus ami-
    gos, de mitigaren as saudades, que, adormecidas
    em seos peitus pela poderosa neco do lempo, o
    qual ludo corio e gasta,-menos as primeiras im-
    presses da vida, accordaram voz de S. Exe, e
    recruescem com a s idea de pequea demora
    de S. Exe. noata ierra de seu nasciuiento.
    as poucaspalavras que levamos dito, temo*
    pente bem e nao me provoque.
    O quo quer isto duc, Sr. Sobasliao Paes de
    Souza ? V. S. lalvez nao saiba que eu anda nao
    iivo precisao do recuar a ameaca? de onda or-
    dein ; pois eu Ih'o allirmo. E nao I seria a im-
    prenta, onde me posso defender com vantagetn
    de quaesqiier aecusacoes, que se di.'he V. S l'a-
    zer-m", ou quem quer que seja, que! me obrigi-
    ria guardar silencio, sob a pressio do urna amoa-
    ca, cojo lim nao posso aliar; pois ailm do mais
    O publico sensato faro juslica a qupm merecer.
    Anda algumas palavcas o vou tenminar.
    V. S. se ha de lembrar que disse na anterior
    foram encontradas armas em casas dos irmaos e
    pai do lente-coronel Joo Vieira : ifoi osti de-
    clarano que fez V.S. quo me obriguu a fallar
    110 capilo Antonio Vctor, que o nico irmo
    que |.>m aquelle lononlo-coronel. pois o outros
    .sao doos nienloraplos, sera uso da razo o inca-
    pazes docaminhareuisem auxilio estranho ; cu
    os vi sao dignos do lastima.
    Se V. S. nao tivesse referido esse facto eu nao
    envolvera na primeira caria o rreu amigo capi-
    lo Antonio Vctor, mas eslime i essas que V. S.
    dissesse quo sempre o reconheceu como 0111
    moco dstincto, probo e honesto. >/
    Peco a V. S. desculpa por nao ler aceitado o
    conselho quo bondadoso uispensou-mc ecousin-
    la Ihe declare que antes de V. S. ver publicada
    a minha carta no Diario de Pemambuco j a
    sua resposta eslava feila, pois ambas fui*am pu-
    blicadas 110 mesmo numero ; entretanto que Ihe
    dirijo a presente sem exislir em meu poder o au-
    lograplm, que declaren m'o remetiera, sendo esla
    feila pela le tura do Diario de Pernambuco.
    Consiul 1 V. S. que de novo me confesse e as-
    signe de V. S. patricio respeitador c menor
    criado
    Luiz de Albuquerque llartins Vereira.
    lllm. Sr. Dr. Luiz de Albuquerque Martins Po-
    rcira.Recife 1." de oulubro de 1860.Accuso a
    recepeo da rospeilavel carta de V. S., a miin di-
    rigida, a qual nao posso responder com a brevi-
    dade que desejav, visto como a occasio me
    desfsvorsvel, pe.o andamento, que lenho de dar
    negocios que nao admiltem demora.
    Cumure-mu nssevorar o V. S., que eu de ma-
    neira algoma deixava de cumprir Com um deer
    poramiin to sagrado, de Belmente remelter,
    como remeui, o aulographo dwv carta que a V.
    S. dirigi em resposta a prsala caria que de V.
    i roceoi : entreianto observo,, que V. S. ao ler-
    LISBOA. 11 DE SETEMBRO DF. ISG0.
    Prer-ot frrenles dos gneros de (mporlae-o do
    Bratil.
    Algod;1o ile Pernambuco. .
    Dito do Maranho ....
    Assuear de Pernambuco b.
    Dilo masaavado .....
    "ro
    111.
    Dilo do Rio de Jan*
    Dilo da Babia b.....
    Dilo dilo masca vado ...
    Dilo do "ara bruto ...
    Dilo de Cabo Verde .....
    Alpisla............
    Arroz da India (Goa). .
    Dilo d M rsnliao e Par up.
    Diiu dilo h 111 .......
    Dito dito ordinario. .
    I'il.i dilo mi'jlo.......
    f'afilo Rio primeira sorte .
    Dilo dilo segunda dita.
    Dilo dito lerceira dita .
    Dito de Cabo Verde ... .
    Dilo de S. T. e Principe. .
    Dito de Angula.......
    Cii(o do Par ...
    Dito !e San Thom ....
    Cera amarella de Angola .
    Dita dita de Beuguela. o
    Cravo do Maranhiin.....
    Cravo de (jirofe ...'...
    |J .uros erros d > Rio ".....
    Dilo verdes do Para .
    D'i.i* e D los ditos da B ihi .
    Uilos ditos de Ang-i.i......
    Ditos S'lgadut do Marauho .
    Ditos Mtlg. de P-roambuco...
    Dito dil 11 da Babia......
    Dilos tilos de Angola.....
    Ditos diloi d*Cah.i Verle.. .
    Ditos ditos das libas......
    Dilo ditos muoroi.......
    Com, luis...... .
    Denles de marfim le......
    Ditos dilo ineiflo........
    Dilo dito esrr ivelho.....
    Erva-doce..........,
    Faiinlia de pao.....
    Gomina copal uparior.....
    Dila dila regalar.......
    Dila dila ordinaria.......
    Mateen............
    Ouruc........... .
    Pimenla da ludia........
    Salsa parrilha tuparior.....
    Dila dita regular.......
    Dila dita ordinaria.. ; .
    Ttigo eslrancairo rijo.....
    Tapioca ho.. .... ...
    Urzella da Angola......
    Dala de Bwiguala .......
    Din de Cabo Verde......
    soll'iido algoma baixa.
    AS cunadas no decurso d'esla revista foram de
    25 barricas de Rio do Janeiro ; 157 caixas, US
    barricas e'3l saccas da Baha : 17 barricas o 1090
    sacas do Pernambuco ; 82 saccas de Coa ; I7
    volumes do Maranno :2i8 barricas de Cabo Ver-
    de ; i> 185 saccas o -21 volumes do Liverpool.
    Algo.1.10. a firmeza dos po-siiidoies lera
    teito sustentar os procos colados, ainda que em
    pequeas ven I .s houve alguma re
    traram de Pernambuco 20 saccas
    132; de Coa 168 tardos; do Loan
    e de Liverpool 10 fardos.
    Aguldenle do Brasil. Nao ha. D> Glasgow
    rieram 130 cascos, e de Riga 4 ditos, o 50 do
    Uaranho que foram logo vendidos.
    Azeite. A concurrencia ao mercado lem si-
    do muilo limitada. Os preeos colados para em-
    ----------------buque podem reputar-so nomiuees pela falta de
    8S"* compradores.
    Arroz. Vendos limitadas ao consumo. Con-
    sistirn! as entradas em 1092 sacras de Goa ; 57i
    dilas o fcO peos de Itaeae; 1338 pautas de Mo-
    ca mbique ; e 1000 saceos de Liverpool.
    Alpisla. Bntraram do Gilbrallar 40 barrU.
    No decurso desta revista poucas vendas livcraoi
    lu^.TT.
    Cafo. Desdo a nossa anterior revista enlra-
    ram >o Rio de Janeiro 2076 saccas ; de Loan Ja
    317 ; de Mossamedes 58 : de S. Tliomti 21C0 e
    de Cabo Verde 10.
    Depois da ultima revista, as entradas que dei-
    xinos menciona las, lano do Brasil como das
    colonias, colloraram o mercado em m posicao,
    o por isso as iransaccdes sao puncas.
    03 possuidores, querendo sustentar os procos
    anteriores, rftem-so forcados a esperar, mas nao
    * desuppor que oblenbaifi melhor resollad >.
    O de S. Tboind couiocou a repartir-se a 5^200,
    o tica j de 48J a 55000, o anda assim estos
    procos sao para irmsaCQeS uslgnilicantes de 20
    a 30 saccas.
    Cera. Puncas iransaccdes pira reexportar
    aos nossos procos. Cajista que houve uma venda
    de cerca de lUO gamellas a 310 rs As enll 1-
    ias n'esto periodo foram de 0 gamellas do Mo-
    Cambi-pie ; 050 de Loando ; 17 de Mossamedea ;
    C 108 de Rengue!!.!.
    Carao.No de S. Thorr.ri lem-se feito vendas
    dequasi todo o que tem chegado. u do Para
    poucas t-ansai'coos tiveram logar, porque alguus
    possuidores leiu exigencias superiores, o os que
    aiiniieni aos piucos effectudos anda assim
    nao encontram promptameuie compradores, pea
    dilT-ronea que ha du cacao das nossas pOSSeSSOS.
    Os suprimeiit is chegados foram de 30 saccas da
    Haba, o 502 de S. Thome.
    Couros.Tem estado om apalhie. Nesti ulti-
    ma semana houvcram vendas dos salgados do
    Angola e das libas, assim como das vaquclis de
    Pernambuco.
    As entradas foram de 50 da Rabia ; 571 de
    Pernambuco ; 178i o 100 moios do Maranho ; 93
    de Mocimbiqie ; 3138 do Loandi ; '2(i8 de I-n -
    175 de Mofsamodes ; o 209 de Cabo
    t meladas,
    g 2.300 barricas
    Brothers & C.
    .V.ii i i.- sabidos no mesmo dia.
    Poi! is do norteVapor nacional Cruzeiro do
    Sul, conimaiid inte o capilo de mar e guerra
    Gervasio Mancebo.
    Navios entrado* no dia 1.
    ,\ss1i dia, hiele nacional Vdela, de 3t> 0-
    11 d.iUas, caiilu Francisco Felis Nogueira.oqui-
    pagem 6, ic.rga sal ; a I'.. C da 0. Moreira.
    CarlilI--5G das, biiiio inglez Uaa, de 2li li-
    ndadas, cnpilio R. Whithwrii, equipagem li),
    carga c .nao de podra ; a ordom.
    Tei ra-Nova---S lias, brgue ingle/ Yolant, de
    215 toneladas, capilo John Jonk'ns, equipa-
    gem 10, carga 2,950 barricas com bacalho ; a
    Saun lers Bruihers & G.
    Cauaar-agibe--7 dias, hiate nacional Santa Ltisia,
    de 2 toneladas, capilo Josa Alvos Pereira,
    . Copre i o geral.
    Relacaodas carias seguras nudas do sul pelo
    vapor "Cruzeiro do Sur, o das existentes na ad-
    minislraco do correio desta cflade pora os se-
    nhores abaixo declarados:
    Dr. Antonio llerciilano de Souza Bandrira.
    Bernardo Jos Corroa de Si.
    Major Belarmiuu dii Reg Barros.
    Pihppe Daliro de Castro.
    Francisco Tollos de Ca valbal Henezes Vascon-
    Ccllus,
    !'- Francisco Pinto Pessoa. {2)
    [Gabriel Soares Raposo da Cmara.
    I Joao Baplisla Fragoso.
    Joo Jos de Car val lio Horaes.
    Joo P ere ira d Rocha.
    Mara Jezuiua Uouraio Cavalcanti.
    Uanoel do Parias Lemos.
    Dr. Mauoel l'i rreira da Silva.
    Dr. Silvio Tarquinio Villasboas.
    Vicente Seveiiano Duaiie.
    CORREI.
    Pola administrarn do rorfein desla provincia
    se faz publico, que no dia 7 du crrente, pelas3
    horas da lardo em ponto, fechar-se-ho as matas
    que deve conduzir o vapor costetro Iguarassa
    com destino as provincias du norle.
    Cuiisellsn le eompi-as navaes.
    Promove esle cousolho em sessao de 5 de ou
    lubro prximo, vista lie proposias que receba
    ou: carlfS fechadas, eiilieguos nesse dia, ale as
    11 horas da rr.anlia, a comprados soguiulesob-
    je ios do material da arm id 1, cujas amostras, is'..
    , do que cou'aor no possivel, deverao arompn-
    nhai as mesnafs propostas, incluidos nesses 1
    jeclos os constantes n declaraca.o ou annuncio
    deis do corrent-! mez,'assim de nenbum ef-
    kio
    Para os navios.
    10 bandeiras nacuma rs de pannos. 10 dilas
    I ditas do 1 Jilos, \\- bracos lie bblica. 100 C>mi-
    I sas de baeta ou panno azul, 9 fardilas de brin.
    I para fusileiros navaes, 1 escaler de G remos, 20
    I ferhaduras para ramaroies, 40 dilas de patente
    para caixa, 4 arrobas do liuha de barca, 2u0 na-
    ralbas de mariuheiru e (3 parilhes de navio.
    Para us navios do arsenal.
    1 |ieca de Flele branco, lo giosas de peanas
    I de eco, 30 resmas de papel almaco, 40 arrobas de
    I sabio, 20 lilas de linla branca de zimo, lo ditas
    le ditj pn la. 3
    pn la, 3 amibas de seeanle, 3 ditas rio
    1. carga ario/, e 1 ros ; a zarcao, 20 bracos de balanga. 4 arrobas do colla
    da Babia, i dilas de fio d algodo, lernos de
    pesos le ferio do 8 libras a 1/4 e 2caixas de v-
    dro grossos para vldracas de 10 a ib' pollegadss.
    I.oil- & Molla.
    Rio tirando do Sul : 29 das, barra nacional
    Matliillfs, de333 toneladas, eapitio Jos Fer-
    rcifa Pint 1, equipagem 13, carga carne ; a Ma-
    nuel Alvos Guerra.
    Bill more44 das, barca americana llar ion, de
    331 tonda las, capilo W. C. fowle, e |uipagem
    11. carga 4,00) barricas com farinlifl do trigo;
    a Johnston P. t r C.
    .Vacos sabidos no mesmo dia.
    Liverpool--Brigac inglez uden, capilo Luke
    Bruce, carga assuear e algodo
    Rinda Piala--".riguo nacional Marinho III, ca-
    pilo J.s Mara A. A. Bicellar, carga assuear
    e mais gneros.
    .... G02S57
    provine i-.-.l^
    .... 59GGil
    183
    135
    3100
    ty6oo
    )00
    l'.OO
    1.5'iOO
    2^600
    750
    m m )o

    ))
    B
    150
    15)
    3*000
    25IOO
    =5 01 14 a. 01 efi t 3 Horas 1
    * J 1 5 1 = I 5 1 a i 1 tiuosphera. C 'j < s > z. -?
    s w ireceo. <
    * S 1 2 Ir leu si ila de
    ? ii --1 -1 3: I Li 1 Ce n tit/rado. 0 0. =* re
    ha -i pe "-4 ICIO k9 ce Is. ai 1-cc r. es ~i -i co II c a 11 m u r. C
    -1 S3 ! Fahrenlieit >
    30 . Hygromelr
    -1 00 -I -1 ir. ^i i' -J 3 i .T 1 i'3 ' Barmetro. 1
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    ijjeoo
    52O0 b'<"(>
    i$0O0 4-;tiH)
    3jjS00 4^000
    a5oo 396011
    39000 39OU
    5S200 5i00
    4c00 59OOO
    ac-200 4c6O
    4;000 4100
    35100 3j>ti0U
    320 32i
    325 327
    600 700
    110 130
    117 237
    112 122
    107 227
    192 202
    120 220
    177 217
    177 207
    15 1<2
    165 175
    135 l(io
    200 210
    ISO 2-20
    gOOO 493(10
    132U0 IgiOO
    15100 1220
    400 19100
    4J000
    900 1 0! 10
    4#200 45600
    220ii 2500
    I5OOO 89000
    590(iO
    too* 10
    130 140
    16&0O 179000
    125300 135000
    8500 Hfooe
    5<0 650
    15200 -25*00
    1129000 139500
    II9OOO 125500
    iSVtO uella
    25500 Verde.
    Gnniina copal.Qua*. loda a que existia tem
    I5S03 sido reexportada, tanto do conta propria, como
    29700 de vendas realsadas.
    BtHli Bntraram de Luanda -ili volumes ; o de Ben-
    49*00lgnella 169 sacras.
    (j900| ^ Gomma do Brasil.0 deposite est reduzido
    1 acerca de 620 paneirus, os preeos sustentani-se
    com lirme/.a.
    llelacn.O preco cotado nicamente das
    duas pequeas pailidns que cbegaiarn do Mara-
    nho. As offeit polo pnuco uno ha no merca-
    do nao passam de fSgOOO a 459000. Entraram
    no decurso de.sti revi-I 1 50 barris do Mar.inb.io.
    Marlim.(( meen e cseravelbo mais procu-
    rado, e algunas Iransacoes t-'em tido luar.
    Os Bupprimeittos foram de 109 pantis d<- Mo-
    eambiqoe S9 de Miissamedos.
    luruc. limpalado.
    Salsa Purrilba.--Idem.
    Sal.Poucas Iransaccoes pela falti de navios.
    Urzella.Vai succesivamr-nt redu/.hido-se a
    sabida diste genero. A reexporlaco da de A-
    illa e Bengu" lia apenas cbcgoii o DJef passado
    acerca do 535 saccas. A sabida da de onlras pro-
    cedencias monta a 400 saccas. As entradas des-
    te Renero forana de 41 fardos de Mocambique ;
    1324 saccas de Loanda ; 61 de Benguella ; e 327
    de Cabo- Verde.
    Viuho.O mercado conserva-se eslacianario.
    Os compradores esperara o resultido da colbeia
    para enio abrtrem preco a este genero, por isso
    as nossas colocos ai toaos podem repular-.se uu-
    minaes.
    Pernambuco. Constante, brigue porluguez,
    com 42 pipas, 20 meias ditas, 8 caixas e 91 barjis
    de vinho, 14 de ditJ de Carcavellos, 5 du dito
    Moscatel, 56 pipos e 75 barris de vinagre, 105
    barris de azoire, 2 volumes de carnes, 90 barris
    de toucinho, 50 de ehpuricos, lOOde cal, 20 oar-
    ricas de alpisla, 36 de cera em grume, 363 cai-
    xas de btalas, 277 canaslras d'albos, 19 caixas
    Je dore, 10 de uiacaas. 160 de passas, 6t) sacas
    e emeas, 190 defarellos. 45 do feij.o, 4 do co-
    conunbos, II Je erva-doc, 8 paredes de [onain-
    A noiie dar com grandes nevoeiros, vento SE,
    veio para o terral e assim anianbeceo.
    OSCIII.AC.XO DA MARK.
    Baixaraar a* 11 h 6' da manha, altura 0.25 p.
    Preamar as 5 h 18' da larde, altura 7.30 p.
    Observatorio do arsenal de marinba 1 de ou-
    jiiliro de 1360 V'irgas Jnior.
    Eda
    Pata o arsenal.
    1 peca de caiio novo, 12 chicatas com pires de
    metal, 2o loneltadas de ferio ujruio, 40 folriaa de
    ferro an^lo de ![2 pollegada de grossura, 35 bar-
    ras de dtio em u:col da mesina grossura lj
    barras de dito da Sui-ca do 1,2 pollegadas do
    largo o 3 a 4|8 de grossura, 9 barras de dilo dito
    de -2 pollegadas a 3|4 de largo e 3 a \\H de gros-
    sura, 12 barras de dito dilo de i pollegadas de
    largo c 3(8 de grossura, 9 barras de dito dito de
    3 pollegadas de largo e 3 a 48 de grossura, 1
    fole de palmos, 12 saias de algodo azul, 1 na-
    fra, G fcises de arcos de ferio sonidos, 30 bro-
    chas para caiar, 1 bigorna de ferro, (50 pares d
    : 1! ra lie, is de cruz, 30 ditas de 2 pollegadas m
    qu'adro, 2 foles de 3 1|2 ps de romprimenlo de
    ~ e pollegadas de largura, 2'io liamos do.sicu-
    pira, 100 follia. do lina de udro, 20 arrobas ,!'
    orhre e 20 libras de pregos lipaes de cobro ba-
    lidos.
    Para a enfermara de maiinlia.
    ! 1 coldioes o uniros unios iravessciros de Ii-
    nlio ebrios de pal ha e 2 orinea.
    S as oiidicOes paca a compra (testes objoc-
    ! is, sujoiiar se o vendedor mulla do 50 Ojy do
    valor de cada um uo entregue da qualidade e
    na porcio ronlraladas, alm de Ibes Orar a car-
    go o excesso do resf-ertivu costo no mercado, #,.
    o bouier, por motivaren! tss: fallas que allisc-
    jam obiidos; bem como serera sses objectos
    pagos lio mez seguinte ao da venda.
    Sala do conselho de compras navaes em 57 de
    selembro de 1860 O secretario, Al*xaodre Ho
    drigui s do? Aojos.
    O novo banco de
    Peruambuco repele o avi-
    so que fez para seren re-
    coridas desde j as notas
    de 10,000 e 2o,ooo da
    einissau do banco.
    Joo Baplisla de Castro e Silva, inspector da ilie-
    souraria de fazenda de Pernambuco, por Sun
    Magostado Imperial e Constitucional, que Dos
    guarde, etc.
    Faz saliera todos os habitantes desta provincia
    que em viitude da ordom do l'.xm. Sr. ministro
    da fazenda, presidente do.liibunal do Ibesouro
    nacional, se procede peln tbosoiiraria subsli-
    luico das nulas do mesmo thesouro de 209000
    da quaila estampa, papel bramo, valor por valor
    14 11 IIni de abril de 1861, comecando do Io de
    maio siibsequenlo a solfrerem as ditas notas o
    descont da lei na razo de 10 por cent O no 1o
    mez, de 20 por cenlo no segundo, e assim por
    dianle de modo a perderem todo o valor no d-
    cimo mez.
    Tbesouraria de fazenda de Pernamburo, 21 de
    selembro de 1SC0
    Joo Baplisla de Castro e Silva.
    Oedarae'js.
    reproduzilo fielmente, ainda que sera aquelle-1 "nar sua segunda carta mira dirigida, ita-sj^r- \ Vaquetas do Maranho. ... ama t600 8200
    cutilio de elogincia e bom tom, que faz o aparta- a*l de ressentimento, q-uandA- diz que inda nao Dita &e Pernambuco |. a 2)J200 2500
    lnspeerio du arsenal le mnrinha
    Paz pub'ico que a commisso de peritos, exa-
    minando, na forma determinada no resulaniento
    acuopanbandn o decirlo n. 1,321 de 5 de feve-
    reiro de 1854 o casco, machina, caldeira, oppa-
    relho, maslreaco, veame, amarras e ancoras
    do vapor Versiniiiuja, i'.n Compnnlia Pernambu-
    cana de Navegafo Cosleira, achou lodos esses
    o'.'jeitos em estado regular.
    Secrelaria da insperro do arsenal de ara-
    il ha de Pernambuco em o Io de oniobro de 1860
    O inspector,
    liliiorio Antonio dos Sautos.
    Conselho ale compras navaes.
    i. convidado o Sr. Manoel Jos Pereira, que
    gleza, 34 pedas de cantarla, 30 amarrados e 9 conlratou fornecer carne verde aos navios d'ar-
    voluniesde movis de ferro, 8 caixotes de polia- mada e eslaWt>lecitnentos do marinha 110 prsen-
    me, \2 barritase 30 saccas de cavada. 150 caixas te trimestre, bem coma o Sr. Mauoel de Souza
    e 195i roolboa-de cebollas, 30 volumes de dro- 1 ravaresK quo em uui.aeiuerimento ao Exiu. Sr.
    gas c tintas o 35 diversos. 'presidoMe da provincia propoz-se fazer esse for-
    Par^-T-Holiz Ventura, brigive portuguez com 3g i necimeuto por menor prego, & comparecercm ero
    caixas e 500 barris de vinho, 24 caixas de dito sessao-desteconselhojle 5 ilo crreme mez, afira
    moscatel, 55 barris de vinagre, 30 de-azeite, 87
    toucinho, 10 de banha, 1 de pai os, 20 da pre-
    de-entrarea na conformidado da ordem do mesmo
    Bxm.. Sr. de 29 de selembro Ando, em compelou-
    su.atosv TO de cal etn gedra, 3f> Iwsts e 40 anco--4c.iA a. tal respeito, cttos, te- ler a preferencia o
    IXovo Banco de
    Pernambuco.
    Sao convidados os Sis accionistas do
    uovo banco do PtSrnambuco para viiem
    reeeber o tjuinto dividendo ce [)$ por
    acedo, do da 1 de setembro era diante.
    Conselho administrativo.
    0 conseibo administrativo, para fbrnccinseota
    do arsenal de guerra, tem do comprar os objectos
    seguiutes :
    Para a groja dr. presidio de Fernando.
    8 medidas do vinho branco em garrafas.
    i arrobas de cera branca em velas de 42 libras.
    24* medidas de azerto doce.
    2 vjdros para a lampada.
    2 arrobas do verde em massa.
    1 arroba de azul em massa.
    8 libros de vermelbo.
    8 libias deamarello franrez.
    Para a enfermara.
    0 barricas de lainlia de Irigo marca SSS.
    2 barricas do assuear branco.
    2 saceos de arroz pilado.
    2 c.iixas do cha byssoii
    Para o servico de almoxarifudo.
    2 livros em branco* de papel de llollanda pau-
    lado do 150 tullas.
    12 resmas de papel pautado encorpado.
    40 cadernos de papel mefa lUdlanda pautado.
    12 caixas do pennas de ac envornisadas.
    24 caot-toS de espinlm dequaod.
    1 ihesoiira do aparar papel.
    2 faras injilozns de 8 ,-, lo pollegadas.
    Para dilferonles ollicinas de carapinas.
    1 galopa com forros.
    3 serrotes de laxas.
    3 serrotes de pona.
    6 goivns curtas e direitas, sortidas.
    b elidios
    24 verrumassortidos.
    12 formoes sonidos do ac filio.
    3 compleos pequeos sonidos.
    1 cepo d> Cantil com ferro
    1 goilherrne com ferro.
    1 dilo pora moldura com ferro.
    ILEGVEL
    -*r


    (<)
    DIARIO DE PERNABMUCQ. TERCA FHA 2 DE HJTUBRO DE 1860.
    1 dito pi camliiu con ferro.
    3 planas de voltas soitdss co- >.jrros.
    3 ferros de denles para planas.
    3 tullas-de sorra soitidas.
    1 barreleto
    1 pa coni forros.
    2500 pregos de gnarnico.
    2500 ditos do meia guarnicn.
    1 arroba de cola da Babia'.
    Para marcinciros.
    12 formos sonidos de neo fino.
    1 se-ra pequea para serrar folhas.
    1 dita bracol para desdobrar madeiras.
    3 ferros soitidos para desbastadores.
    1 ferro de abrir macho e fomea era parafusos.
    1 dito para abrir grampos.
    3 serras soitidas de Iracar madeiras.
    6 goivas sorlidas de abrir entalhas,
    1 ferro de guilherme.
    2 serrotes de fixa com costas de lati.
    1 serrote pequeo para jnnlar.
    6 grosas sorlidas.
    1 ferro redondo para moldura.
    1 cepo de ferro de abrir macho e fnica).
    1 dito do meia canfla.
    C grampos. i
    1 serra do volta.
    2 graminlios sortidos.
    1 pochel.
    i pedras de afiar ferros.
    Meia arroba de colla franceza
    6 libras de palliinlia preparada, sendo 4 libras
    mars grossa.
    25U0 arrestos.
    1 pronchao de pao d'oleo
    Para tanoeirps.
    1 ench goiva.
    1 dita de marfllo.
    1 dita de ruspa.
    1 segura.
    1 folie.
    1 sacho.
    1 malho.
    1 quintal de arcos do barris para ancoras.
    Mt'iu dito de ditos para pipas.
    2000 rravos para barril.
    500 ditos de pipas.
    Para lerreiros.
    2 duzias de limas chatas de 4 a 15 pollegadas.
    2 ditas de ditas de meia canna. sorlidas.
    2 ditas do ditas triangulas, soitidas. .
    1 dita de ditas murgas chalas de 5 a 12 polle-
    rudas.
    *1 dita de ditas de meia canna de 5 a 12 polle-
    gadas.
    de ditas triangulares de 5 a 12 pclle- I Santo n. 6, segundo andar.
    I dita
    gadas.
    1 tarracha franceza com caconela de 1 1/2 .pol-
    legada.
    1 lina pequea de 4 pollegadas ou menos.
    2 quintaes de ferro sueco.
    1 arroba do ferro em ful ha.
    8 libras delato em folha.
    8 libras de ac de molas de espingardas.
    Meia tonelada de carvo de pedra.
    Meia barrica de areia de caldeiar.
    2 duzias de liraates surtidos de 3 a 13 po-He-
    gadas.
    Para pedreiros. .
    6 piran-tas calcadas de ac.
    3 pices calcados de acn,
    3 malho* sonidos de 24 a 48 libras.
    Para o servico agrcola rural.
    200 enehadas calcadas de ac.
    48 limas chatis de 12 a 15 pollegadas.
    tt pedras de amolar (das nmarellas).
    Madeira de sicupira sufficientc para 2 carros
    e 2 cixos de sioupirn para os mesmos carros.
    3 paos de arcos para uloncilios dos carros.
    12 rolos de quin ou cabrahiba para cangas.
    4 toros de sicupira de 5 a 7 palmos de roda.
    1 hoaJia paia tirar agua em cacimba com 20
    palmos do altura.
    Quem quizer vender taes objectos aprsente
    as suas propostas em caria fechada na secretaria
    do couselho, s 10 horas da manha do dia 8
    1 de oulubro prximo vindouro.
    Sala das sessoes do couselho adminislralivo,
    para fornecimentn do arsenal de guerra, 28 de
    selembro de 1860.
    Denlo Jos Lamenha Lins,
    Coronel presidente.
    Francisco Jnaquim Pereira Lobo,
    Coronel vogal secretario interino
    Azevedo di Menes uu seu escnptoriu ua ra ua
    Cruz d. 1.
    Mar ululo ti Para-
    U hiato Novaes segu em poucos ter meia carga tratada ; para o resto, trata-se
    com Juo P. da Silva Novaes, largo 4o Corpo
    Leiles.
    Leilao
    THEATRO DE S. ISABEL.
    fOMPAMKi LRICA DE GJIRIMNGELI
    Terca feira 2 de outubro.
    2f?.a recita de assigiatorafc I
    Representar-se lia a
    J'EM
    4a
    para os camarotes de seseada serie.
    Grande pera aparatosa
    em ilous acios ilo celebr cominendador Rtssini, ap^laudiJa mesmo hoje nos priineircs thealros
    do inundo, intitulada:
    A aegao passa-se era Babilonia, sendo todos os vestuarios e lodas as vistas a carcter da-
    quella poca e lugares, mandados executar pelo emprezario, polos raelliores artistas de Milao e
    Florenja.
    N. B.Sendo esla opera muito extensa se dar prinepioas 7 I|2 horas em poni, e dividir-
    se-ha o ptimeirc aclo tni dous, com tim intervallo de 10 minnlos.
    Os billietes vendern-se como de costume.
    Esl-se ensaiando a to pedida opera de Doniselti :
    Quarta-feira 3 do corrate as
    11 horas em ponto.
    O agente Uclioa fara' leilao no ar-
    mazera do Sr. Aunes defronte da al-
    fandega
    DE
    I i barris com chourieas e 15 saceos
    com feijao tudo sera' verdido ao cor-
    rer do martello.
    LEILAO
    de
    lima oilicina de torneiro
    e marcineiro.
    Kua i\as Flotes n. \\.
    Quarta-feira 3 do corrate
    Aniones antorisado pelo Sr. Joio de Barros
    Netto, far leilao de urna nfficina de torneiro e
    marcineiro, as qnaes prtencernm ao fallecido
    ollemo Bowman, constando de bneos de tor-
    no, parafusos de prensa, machinas de l'azcr pa-
    rafusos, caixas de ferramenhs, balaustres, ma-
    eanelas, madeiras e militas oulras cousas per-
    lencentes a referida oilicina. Principiar s 11
    horas em poni.
    LEILAO
    more, 1 piano, cadeiras de ba-
    taneo, candelabros, lanternas,
    jarros, caluogas tapetes, me-
    sa elstica, apparadores, ca-
    deiras avu Isas, sof, marque-
    za, camas com cortinados,
    commodas, secretaria, espe-
    lho's grandes, toilets, lavato-
    rios, guarda papis, orotorio,
    loucas, vidros,bacas eoutros
    muitos objectos que se acham
    patentes nodia do leilao: sex-
    ta-feira 5 do corrate s 10
    horas da manha ua Boa-Vista
    na ra da Aurora segunda ca-
    sa terrea n.
    Avisos diversos.
    O referido agento far leilao por corita e risco
    do quem pertencer, lerca-feira '2 do corren le as
    , 10 horas da manha no armazem do Sr. Anuos
    i defronle da alfandega
    DE
    70 caitas com garrafas de carreja marca dia-
    manta B.
    150 Uhs corn savel frito de escancie.
    Sendo protagonista a senhora beltaamini.
    SALO
    DO
    PALACETE DA RA DA PRA1A.
    Quarta-feira, 3 de oulubro.
    CONCERT
    Vocal e instrumental
    Sob a proteccao da Exraa. Sra. do
    xm. Sr. presidente da provincia.
    EM BENEFICIO DE
    HAiDALEXA MICIOXI.
    PRIMEIRA PARTE.
    Symphonia.
    Grande doelo da opera I due Toscari, de Ver-
    di, pela beneficiad c o Sr. lUmonda.
    Slo de claTinelo sobre motivos do Macbeth,
    pelo Sr. Tlicotonio Jos de Souza.
    Cavatina do Oomino-neflro, de Rossi, pela Sra
    Jacinlha Armelini.
    Slo de rabeca, pelo Sr. Steuber.
    Rond da opera Marino Faliero, de Donizelti,
    pela beneficiada.
    SEGUNDA PARTE.
    Symphonia.
    liu.'lo da opera .4n?ia Bolena, de Donizelli,
    pela beneficiada e a Sra. Armelini.
    Slo do rabeca, pelo Sr. Steuber.
    Romance francez, pelo Sr. Roisselot.
    Duelo da opera Luiza Millar, de Verdi, pelo
    Sr. Ramonda e a beneticiada.
    TERCEIRA PARTE.
    Symphonia.
    Duelo da opera Linda de Chamounix, de Do-
    nizetli, pela beneficiada e o Sr. Ramonda.
    Com o que terminar o cancerto.
    Os Srs. Smoltz e T. Pieri acompanharo os di-
    versos execulanlcs, no piano.
    A beneficiada summamenle penliornda pela
    bondade cora que a Sra, Armelini, e os Srs.
    Smoltz, Ramonda, Pieri, Steuber e Boissel< t,
    seus ir.naos na arle, se preslaram ajuda-la em
    seu concert, agradece-Ibes cordialmeute este
    favor.
    A beneficiada tributa, desde j, ao Ilustrado
    publico desta cidade, seus raais sinceros protes-
    tos degratidao, assegurando que jamis olvidar/i
    a maneira sempre dislincta e amavcl com que a
    ouvio, sempre que peranle elle se apresentou.
    Os bilhetes acbam-se venda no hotel Fran-
    cisco, residencia da beneficiada ; e no dia do
    conceito, no palacete da ruada Praia.
    de passagem, sem que na respectiva gerencia fi-
    que depositado o competente passaportc nos:
    passageiros, que na forma dn le nao podem va- I
    jar sera ellos.
    Un sobrado,
    AGENTE
    COMPANHU
    PERNAMBlCm
    DE
    egarcfio costeira a vapor,
    0 vapor "Persinunga^, commandante Manoel m
    Jnaquim Lobato, segu para os porlos do sul de
    sua escala no dio 5 de outubro s 5 horas da
    larde, recebe csrga al o dia 1 ao meio dia, en-
    commendas e dinheiro al ao meio dia do da
    sabida.
    O expediente do escriplorio fecharse-ha as 3
    horas da tarde. Nao se dar buhles de pass3gcm
    sem que na respectiva gerencia fique depositado
    o competenle passaporte aos passageiros que na
    forma da lei nao podem viajar sem elle.
    Para o Rio Grande do Sul
    sahir dentro desles poucos das o patacho na-
    cional Arapehy, por ter quasi loda a carga
    prompta : para o restante do cmegamento c'on-
    Irala-secora Manoel Ignacio de Olivcira & Filho,
    na praca do Corpo Santo, ou enm o capilo do
    mesmo, a bordo.
    Para o Aracaty -
    O hiate Santa Rila recebe carga
    rom Martina Irmo ruada Madre de
    mero 2.
    O referido agente far leilao porconla e risco
    de quem pertencer, quarta-feira 3 de oulubro ao
    meio dia em poni em seu nimazem na ra do
    Vigaiio n. II
    DE
    sobrado de primeiro andar e solo com bs-
    tanles con modos, com grande quintal lodo
    murado e cacimba ludo em muilo bom estado.
    silo na ladeira da S n. 4.
    LEILAO
    Conimcrcial.
    Quinta-feira A de outubro.
    : trata-se
    Dos nu-
    0 vapor inglez Forwood. dever aqu ehegar
    al o (m do corronle mez, e seguir para S. Vi-
    cente, Madeira. Lisbo.i e Liverpool ; de primei-
    Antunes autorisado pelo Exm. Sr.
    Dr. juiz especial do commercio, a re-
    querimento dos depositarios da massa
    fallida de Jos Luiz Pereira Jnior, fa-
    ra' leilao no dia cima designado as 10
    horas em ponto, na ra Nova
    residencia do dito fallido, de toda mo-
    bilia, joias e predios descriptos no ba-
    lanco a presentado; assim como vende-
    r' ao meio dia era ponto a dinheiro ou
    a prazo sobre propostas, a loja de fa-
    O abaixoassignado annuncia a lodos os seu
    credores directos c indirectos, que o lllm. e Exm.
    Sr Dr. juiz especial do commercio designara o
    dia quarta-feira, 3 do corronle. para ler lugar
    em audiencia daquelle juizo a reunio dos mes-
    mos seus crodores, afim de tratar se da morato-
    ria que impetrara ao merelissimo tribunal do
    commercio ; o pede aos dilos seus credores que
    < se dignem comparecer aquella audiencia, e Ihes
    preslem esse especial favor, com o que o abaixo
    assignado lhcs ficar elernamenle reconhecido
    Claudio Dubcjx.
    SOCIEDAOE BAKC41M
    Amorim, Fragoso Sanios
    Gompanhia.
    Sao covidados os senhores socios cemmandi-
    tariosa recebor o primeiio dividendo relativo ao
    somesire findo em 31 de agosto do correle.
    Na ra da Praia n 17, precisa-se de urna
    ama para pequea familia.
    Antonio Jos Leal Reis purticipa i
    ao respeitavel corpo do commercio d-s-
    ta praca que achando-se extincta a fir-
    ma SDcial de Lentos Jnior & Leal Res
    de que fazia parte, se tera estabelecido
    com casa commercial na rua da Cadeia
    do Uecife cscriptoiio n. 47. A longa
    pratica e experiencia que tem do com-
    mercio em geral e especialmente do ge-
    nero assucir o habilita poder offerecer
    o seu prestimo aos Srs. de engenhos que
    ((tiizerem remetter-lhes suas safras, as-
    segurando-lhes sua pessoal diligencia
    para a melhor vendados seus assucares.
    Kdkmann Irmos & C. avisara ao
    respeitavel carpo do commercio que
    forana nomeados agentes nesta praca da
    companhia de seguros deHamburgo.
    OSr Cesario Lturiano Ventura,
    :{ueira dirigir-se a esta typographia,
    (pie se Ihe precisa fallar.
    Parabens! Parabens!
    V'ai felizmente comet;ar urna nova era para os
    amantes do Iheatro lyrico O Sr. G. Marinangelj
    convencido de quo os seus velhos -imigos o acon-
    selliavam a beni seus inleresses, pretendo mimo-
    sear-nos com excellenles operas, constando-nos
    que o Lucia de Lamermoor ser a primeira a exe-
    cular-se! Ksti famosa pirtitura docavalheiro Do-
    nizelii rivalisd corn as enthusiaslicas produccoes
    de Ganbaldi lyrico. A celebre Guisseppe Verdi, o
    bellamente conhoida do publico pernambuca- j
    no, que ao ouvi-la se recordar (oxal nao fra
    com dor) da virtuosa e nunca asss tirantea-
    da M...... M......
    Ao iheatro, pois, corramos a manifestar ao seu
    empre/.ario a nosso conlentamenlo.
    A. B. C.
    Aluga-so urna ama de leile sem fiiho, e
    escrava ; na iravessa das Cruzes n. 14.
    O abaixo assignado declara que lendo aca-
    bado o seu contracto com a casa dos Srs. James
    Crablree & C. no dia 30 de selembro. na niesma
    dala deixou de str caixeiro da mesma casa. Ue-
    cife Io de outubro de 1800.
    Fernando R. Slepple da Silva.
    AVISO.
    O abaixo assignado dono di taberna n. 131
    da rua Imperial, pelo prsenle faz scientb ao Sr.
    Luiz Jos Marques arrematante do imposto de 20
    por cont sobre o consumo das agurdenles de
    produeco brasileiras, que desta data por diante
    deixou de vender tal genero. Recife 1 de ou-
    lubro do lfcO.
    Mara das Noves Leile.
    Irmandade de N. S, do Rosario
    do Corpo Santo.
    ra marcha o lem oxceilentes commodos para pas- zendas <* dividas que pertenceram a
    sageiros, lano de primeira romo de segunda cas aquelle fallido sita na mesma rua Nova
    se. recebera carga para Lisboa c Liverpool : a ':..____:___t_ j_ r>_______.
    Para o Rio Grande do Norte, com escala
    pela Psrahiba, segu com brevidade a barraca
    ^oragao de Jess, de 90 caixas, muilo veleira
    e da segunda viagem : para carga Irala-se na rua
    do Crespo n 11, ou cora o meslre no trapiche do
    algodao.
    Para o Aracaty
    seguiro brevemente os hiates Exhaladlo o Du-
    vidoso : para o reslanlo do carregamento de
    ambos trala-se cem Gurgel Irmaos, rua da Ca-
    deia do Recito n. 28, prime ro andar.
    I
    Porto por Lisboa.
    Vaisahircom brevidade para o Porlo com es-
    . cala por Lisboa, o brigue portuguez l'rompliilo
    Para O PlTSidlO de Fernando. ,Is>. torra-loe encavUhado de cobre, de PRIMEI-
    RA MARCHA ECLASSE: para carga e passagei-
    ros, para os quacs lem excellenles commodos,
    Irala-se com Elias Jos dos Sanios Andrade &
    C., n.i rua da Madre de Dos n. 32, ou com oca-
    pito.
    Para o Assu'
    segu em poucos dias o hiale Camaragibe, ior-
    I rado e pregado de cobre, por j ler a maior parle
    i de seu carregamenlo prompto : para o resto e
    i passaeeiros, Irala-se na rua do Vigario n. 5.
    ce, i.-ii-i"-i.i uimi uuid i.im'u,! u Liverpool : a :____._ i <->__ _-
    Iralarcom Senil, Wiison & C, rua da Cruz n. 21, Junt0 a 'greja da Conceicao.
    primeiro andar. U annunciante dar' toda e (juahiuer
    informaqaoque for precisa, em seu ar-
    rcazem na rua do Imperador n. 7o.
    Avisos martimos.
    Segu at 15 de outubro o hiate nacional Bom
    Amigo, por permisso do Exm. prcsidenie da
    provincia. Recebe carga e passageiros : trata-se
    com o capilo Pereira Marinho, em casado Pal-
    meira & Bellro, no largo do Corpo Sanio nu-
    mero 6.
    GOMPANHIA I'EIWAMBlYi
    DE
    Nayegacao costeira a vapor.
    O vapor Iguarass, commandante Moreira,
    segu para os poitos do norte de sua escala no
    dia 7 s 5 horas da tarde; recebe carga para
    Granja e Acarac no dia 1 e 2, para o Cear, Aca-
    caly e Maca o nos dias 3 e 4, Rio Grande e Para-
    laba no dia 5, eucommendas e dinheiro a frete
    at 6.
    O expediente fechar-se-ha no dia 7 a t hora
    da tarde. Pr?ine-se que nao se dir bilhees
    B
    Riode Janeiro,
    O bom conhecide brigue nacional Egeiai>,
    pretende seguir com murta brevidade, tem parte
    de seu carregamento prompto para o re*to que
    Ihe falla trata-se coas oe e* consiga1nrjp?
    LEILAO
    O cscriv.io actual em nome da mesa regedorn
    casa (je!conv'da a todos para os irmaose reunirem nodia
    i do corrrenle s 5 horas da larde, no consistorio
    da igreja, clim de fe proceder a eleico da nova
    mesa jue tem de reger a irmandade no futuro anno
    de 1860 a 1861 ; o aproveita tambera a occasiao
    de convidar a lodos os irmaos e msanos para
    compareccrem na niesma igreja, domingo 7 do
    corre.nte, afim de cncorperados assistirem festa
    solemne da nossa padroeira que nesse dia deve
    ter lugar.
    HcDrique Jos da Cunha.
    Tendo os abaixo assignados finalisaJo o
    lempo do contrato da sociedado que existia entre
    ambos, sob a razo de Lemos Jnior & Leal
    Iteis, declarara ao publico e especialmente ao
    corpo de commercio desia prac.ii, que se acha
    amigavclmcnte dissolvida em 30 do passado mez '.
    de selembro a mesma sociedade ; lcnndo a car-
    godo chefe Jop Piulo do Lemos Jnior todo o
    aclivo e pa3Sivo da exlindi firma, continuando,
    porm.o mesmo Lemos Jnior no gyro da Casa
    debaixo da firma de Joao Pinto de" Lemos J-
    nior. Recife, Io do oulubro de 1860.Joao Pin-
    to de Lemos Jnior.Antonio Jos Leal Reis.
    Aviso.
    Eu abaixo assignado
    Achule Laurence, consti-
    tuido procurauor do meu
    irmo Emilio aurence,
    durante a sua ausencia e
    em primeiro lugar decla-
    ro que o procurador cons-
    tituido em segundo lugar
    Adolphe Record, nao po-
    de evercer acto algum de
    procurador estando eu
    presente, e sem que eu
    tenha declarado que*te-
    nho desistido da procu-
    racoo,que nullo todo o
    acto que praticar como
    procurador que actual-
    mente nao o Alm de
    estar eu constituido em
    primeiro lugar, foi cx-
    pressamente declarado
    que o Sr. Regord s exer-
    ceria o cargo de procura-
    dor na minha falta ou im-
    pedimento. E para que
    conste a quem convier,
    fuco esla declaracao (pie
    farei effeciiva pelos meios
    competentes e finalmente
    que nesta data bi despe-
    dido da casa. Recife 29
    de selembro de 1860.
    A. Lattrence.
    Pilulas paulista-
    nas n. 1 e n. 2.
    Desde 1852 conservo urna viva e grala lona-
    branca de uin curativo que obtive com a applica-
    cao das ditas pilulas, era urna pesssoa de*minha
    casa, que solTiia um tumor cancroso no peilu cs-
    querdo.
    Tendo jj muilo consultado cora professores,
    resolver.ini estos ser preciso fazcr-86 operacao ;
    porra a doentc no se acliava cora animo de'sof-
    l're-la.
    Lembrei-me consultar ao autor destas pululas,
    e esle me asseverou que os seus remedios lo-
    riara sufflcienle torca para resolver e dissolver o
    tal lumor, sera ser preciso recorrer operacao.
    Esta proraessa era para mira de pouca esperanca,
    porm nao tardei a te-la ; pois que em 12 di.is
    de Irataroento desappareccu o lumor, licando o
    peilo perfeit.
    I'orlanin, nascendo boje a necessidade de fa/.er
    conhecer a viriude deste remedio julguci ser de-
    ver meu publicar o presente, era benelirio do au-
    tor e das pessoas que so acliaram no caso que
    acabo do mencionar.
    Santos, 31 de Janeiro de I8j9.
    Francisco Corroa da Silva.
    DEPOSITO GERAL
    419 Boa do Parlo It9
    Rio de Janeiro.
    O abaixo assifjnado previne ao
    respeitavel publico que o terreno de
    marinlia n. 228 e suas hemfeitorias de
    que se acha de posse Jos Francisco Ta-
    vares, isto na rua Imoerial defronte das
    casas do Sr. tnajor Gusmao Un: esta' liy-
    pothecado pela quanlia de 500.>'l desde
    o anno de 1855.
    Manoel Finnino Ferreira.
    Roga-se n pessoa que esliver incumbido de
    receber os foros das casas da rua das Calcadas ns.
    2 e de apnarecer na rua do Vigario n. 10, leja,
    a negocio de seu iuleresse.
    Muita attenco
    O abaixo assignado pede ao caixeiro
    das barbas ruivas que se assenta na se-
    gunda ordem de cadeiras, que nao con-
    tinu a dar assuvios quando o !>r. Ma-
    riotti cantar, pois s moleque procede
    de tal forma.
    O sobrinlio de meu tio.
    1
    Attenco.
    ' i
    Cocheira nova.
    |g Na Roa-Vista becco do Tambi n. 11, 8
    a ahigaiu-se cavallos bonitos e gordos cora' S
    JE arreios novos e timbera recebem-se ca- lf
    ^ vallos de (rato e tudo por menos preco S
    B que em onlra qualquer parte. JE
    Aluga-te o armazetn da rua do
    imperador n. 19 : a tratar no arma-
    zem do caes do Imperador n. 24.
    Pugiu no dia 2 de selembro do correnle an-
    no o escravo Francisco, mualo claw com idado
    de 31) annos ponen maia ou menos, barbado, ca-
    , bellos pretos anellados, conduzlo urna maca de
    ovelha em que levou a roupa e algum dinheiro,
    assim como uin chapeo de couro, 6 natural da
    villa do I [i (provincia lo Cear.) e foi comprado
    a Pedro Honorato da villa do Tamboril da mesma
    ; provincia ; roga-se nos capiesde campo, auto-
    ridades policiaes e a qualquer pessoa a appre-
    henso do dilo escravo, a entregara JaoJos de
    : Carvalho Moraes Filho. ua rua do (jucimaJo n 13,
    quesera bera recompensado.
    glrmandade acadmica del
    Nossa Senhora do Bom 1
    <&r
    m
    Couselho. S
    Pordeliberacao da raesi administnliva ^
    ^ da irmandade acadmica de Nossa Senho- *
    ^j, ra di Bom Conselho s"io convidados os Sj
    j^ irmaos para comparecern] quinta-feira m
    ^jo do corrente s lo horas da manha no ^
    Jg convenio de S. Ffancisco, afim de assis- f
    V| r.>m a missa que so ha Se celebrar pelo A
    ?jS repouso eterno do nosso cliarissima ir- JK
    ffl maoJo-j Vctor Granja.O secretario, v
    8> Ralliino M. Pinheiro. ft5
    Na noile de 3(1 de setembro perdeu-se da
    rua Augusta al o palarete da rua da Praia, uma
    pulseira de ouro de H quilates, eslreita e
    esmaltada de verde: quem a achar, auercri-
    do restituir, tenha a hondada de levar rua
    Augusta ii. 82, que ser recompensado.
    II. francisco llalthazara Silvoin e sua
    familia peder aos seus prenles c amigos,
    que Ibes facam o raridoso favor de ouvir
    una missa que s 7 he ras do dia 6 do cor-
    renle oulubro se ha de dizer na igreja ma-
    triz da Roa-Vista pulo descanco eterno da
    alma de seu prosado lio o Sr. coronel .
    Br.i/. Ballhazarda Silvcira, fallecido na ci-
    dadedfl Bahia mo da 6 de selembro prxi-
    mo liiuio.
    Fugio di padaria da rui Imperial n? 187,
    o negro Francisco, rom os signaes seguinles '
    estatura biixa, pouca barba, falla branda, levo-j
    calca de casemira de casineta, camisa de algodao
    riscado. chapeo de sol e uma carleira de page-n
    com roupa i.' seo uso ; desconfla-se que seguis-
    se para Maca do Assu, provincia do Rio Grande
    do Norte, d'ondo natural : pede-se as autori-
    dades policiaes ou capiles de campo, de o levar
    ao seu senhor, que ser bem recompensado.
    Nodia 26 de setembro prximo findo, do
    enR.'nlio Cael para o Rocife, deaappareceu um
    ripaz femi-branco, de nome Manoel. id.ide de
    10 annos, pnuc.i mais ou'menos, secco do corpo,
    cabellos bem pretos e especado, montado em um
    cavjllo russo pombo, capado, descarnado, ceo
    do olho dircilo e cauda bastante curta, cora ura
    jogo de malas de pregara cora pouco uso con-
    lendo era dilas malas diversas pecas de valor
    julga-se que dilo rapaz leuha-se de-norteado pa-
    ra as buidas d'Agua Preta, donde al tora pren-
    les, esse mesmo rapaz quando mais criaoca es-
    tero nos Coelhos, na >>laria de Anlunio Carnero
    da Cunha ; pede-se as autoridades policiaes que
    o apprehendam, e mesmo algum canicular, e o
    remellara Estrada Nova doCa.liang. casa de
    Pedro de Asis Campos Cosdera que se pagara
    qualquer despeza que por ventura se faca com
    dita app:chensao.
    I
    C3 W >
    vj v, o %
    e -a ms =nS =
    Peler Dunn, Joseph.Dark e Caries Bush.
    subditos brilannicos, reliram-se para Inglaterra.
    Precisa-so de um pequeo de idade de 10
    annos, pouco mais ou menos, aiada que nao le-
    pertencer de 200 caixas com nhaf prfl,ca & YfcF'- n'r,ua dos.
    [confronte ao hospital de candade n. 13, achar
    com quem tratar.
    Adriano Jos Barros retira-se para Portugal,
    O abaixo assignado declara que o escravo
    Amaro, cuja arremalaco se annunciou rielo juizo
    de orphos dcsla cidsd'e, nao mais perlencenle
    a heranca de sua mai Sra D, Mara Rosa de As-
    sumpQo, e sim do mesmo. abaixo assignado, n
    quera pelas parlilhas feiUs o julgadas, "e que
    mesmo vendido por pagar despe/as que nem
    foram atlendidas as parlilhas, e quando houves-
    se sido nao poderiam ser pagas com o produelo
    dosbensque couberam-lhe em parlilhas, pelo
    que protestar o mesmo absixo assignado contra
    scmelhanle procediroento, que importa uma pre-
    ponderancia judicial : o protesto foi intimado ao
    segundo invenlariante pelo oflicial Serra, e foi
    aecusdo na audiencia de 25 de selembro pelo
    Sr. Frederico Chaves; cartorio do escrivao Brito.
    Recife 28 de setembro de 1860.
    Jos Rodrigues do Passo. *
    Um mofo solteiro, empregado no commer-
    cio, deseja a;sociar-se com outro as mesmas
    circunstancias para morar em um sobrado, e
    mesmo para outra qualquer necessidnde a tra-
    tar no becco Largo n. 24.
    Precisa-se de uma ama para casa de moco
    solleiru : a tratar na rua do Pharol n. 1-i, das 7
    horas 9 da mesma ou das 6 s 8 da noite.
    O agente Hyppoto far lei-
    lao por conta e risco de quem
    excellentes figos vindos no
    vapor inglez, as quaes serao
    vendidas em lotes ou a vonta-
    de do comprador, hoje % do
    corrente s 11 horas en: ponto
    na porta do armazem do Sr.
    Annes em frente da alfandega.
    LEILAO
    O agente Pestaa autorisa-
    do por uma familia que se re-
    tira para fora da provincia,
    far leilao de todos seus mo-
    vis a saber: 1 mobilia de Ja-
    caranda com lampos de mar-
    Precisa-se de dous conlos de ris a premio
    por tempo de um anno, d-so por garanlia hy-
    polheca em uns escravos, e ouiros bens fora da
    cidade : quem quizer dar annuncie para ser pro-
    curado.
    Roga-se ao Sr. Nereo do S e Albuquerque
    o obsequio de apparecer a rua do Padre Floriano
    n. 3-i a negocio de seu ioteresse.
    Precisa-se de um criado estrangeirodel6 a
    18 annos de idade : na rua eslreita do Rosario n.
    34, primeiro andar.
    SOCIEDADE
    ARTES MECHAMCAS E LIKERAES
    PERNASfBUCO.
    O Iilm. Sr. director desta sociedade manda fa-
    zer publico, que ler^a-feira 2 de oulubro. as 7
    horas da miite, se reunir a sociedade extraordi-
    nariamente
    Secretaria da sociedade das Artes Mechanicas
    e l.iberaesde Pcruambuco em 1." de outubro de
    1800.
    Simio de Souza Monteiro,
    1." Secretaiio.
    Miguel Jos Soores, morador na rua da-
    Praia n. 16, relira-se para Macei pela Babia.
    . Quem precisar de uma raulher de idade pa-
    ra ama de pono familia, dirija-se a rua de San-
    io Amaro, na loja do subrado n: 18.
    SOCBEDADE
    Rccreio itterario e Be-
    neicente
    Convido pelo prsenle a todos os senhores so-
    cios coroparecerem quinta-Ceira, 4 do corrente,
    no salao das sessoes, s 9 horas da manha, uma
    vez que foi adiada a sessao do couselho directorio
    Secretaria da sociedade Recreio Liltcrario e
    BencOcenle 1.- de outubro de 1860.
    Sesoslris Silvio de Moraes Sarment,
    t- secretario
    Precisa-se. para uma casa cslrangeira de
    uma escrava que seja perfeila engommadeira, que
    saiba coser e que nao tenha mos cosiumes nem
    defeilos, e quer-se que seja perfeilaruenie liinpa
    o de meia idade : quem tiver, diiija-se a rua do
    Imperador n. 27.
    Caixeiro.
    Quera precisar de um rapaz cora pratica de fa-
    zendas, cliegido honlem do Porlo : dinja-se
    rua da Imperatriz n. 6.
    Na rua Direila n. 68, loja de fazendas, pre-
    cisa-se fillar aos Srs- Jos Honorato de Medeiros,
    Rufino Jos Ferreira de Figueiredo Jnior. Joa-
    quim Ignacio da Costa, Augusto Velloso Kooper,
    Guilheime Carlos Monteiro dos Sanios.
    Na livraria n. G e 8 da praca da
    Independencia precisa fallar ao Sr. Ma-
    noel Antonio Pinto da Silva.
    UM II SlDlI
    DOS
    Doulores Ramos e Seve
    Sita em Santo Amaro.
    Este cstabelecimento contina debaixo da ad-
    mlnistracao dos propietarios a receber doentes
    de qualquer natureza ou calhegoria que seja.
    O zelii c cuidado all empregados para o
    prorapto restabelecimento dos doenles, geral-
    raenle conhecido.
    Quem se quizer ulilisar pode dirigir-se s ca-
    sas dos proprielarios, ambos moradores na rua
    Nova, ou entender-se com o regente no eslabc-
    lecimcnlo.
    A diaria para os escravos de 2$500, c para
    oslivtes de 3#200 ou 4$000, porm em certos
    casos pode haver algum abalimento.
    As oporaces serio previamente ajustadas


    DIARIO DE PERKAMBUCO. TERCA FEIRA 2 DE OUTUBRO DE 1860.
    S
    Xarope
    DO
    No escriptorio de Guilhcrme Carvalho &"C.,
    ra do Yigario n. 17.
    Pra conhecimenlo do publico transcrevcraos o
    scguinte, como prova do verdadeiro xarope do
    bosque, bcm conhecido pelas innumeraveis cu-
    ra, especialmente para ludas as moleslias dos
    orgos pulmonurs.
    Attencao.
    Os abaito assignados, successores de A C. Ya-
    tes & C, ex-proprielarios do xarope do bosque,
    facera sciente ao publico, que do 1. de julho em
    diante fuerara muda-ica nos lelreiros e envolto-
    rios das garrafas e meias garrafas, em consc-
    quencia da grande falsiflcacao que alguroas pes-
    soas, sem seniimenlo3 e "bem conhecidas dos
    pioprietarios fazetu ncsla corle.
    O leireiro que est collocado lias garrafas
    azul cnm emblema e letras da mesma cor, o do
    envoltorio amarello com letras cor de rosa, as
    meias garrafas lem o letreiio collocado, rxo,
    com ernblejna e letras da mesma cor, o do en-
    voltorio verde cora emblema e letras da mes-
    ma cor.
    Todos os lelreiros sao assignados pelo proprio
    punho de II. Prins A C.
    O papel que serve de envoltorio branco, tan-
    to das garrafas corno das meias garrafas, com o
    seguinle letreiro em letras d'agua : II. Piins &
    C, JO ra do Hospicio Itio de Janeiro Xarope
    do bosque 40 ra do Hospicio.
    As garrafas e meias garrafas sao de vidro de
    fdr esverdiada. O deposito gera! na ra do
    Hospicio B. 40, Rio de Janeiro.
    Altenco.

    Hoga-se a todas as pessoas que eslo devendo
    ao abaixo assignado, venliam pagar no prazo de 311
    das, a contar da dala deslc, 'X! aquellas pessoas
    quedeixarem de o fazer no dito prazo serie cha-
    mados a juizo para realisarem os seus dbitos.
    Recito 21 de setembro de 186o.
    Domingo? l"ranc;sco Ramalho.
    Precisa-se de urna ama para cozinhar : na
    ra des Pescaderes n.lt 3.
    Quem tiver utn sitio
    Aluga-se um si.io tuuiiu peilo oa praca,
    com commodos pra grande familia : a tratar na
    ra da Cruz n. 51, armazem.
    Madume Geitle, eslabelccida na ra das Cru-
    ces n. 30,a visa ao respeilavel publico que se acha
    sempre promptn para faeer qualquer obra de
    vestidos de senhora, o tambern chapeos moda
    de Taris, por muito commodo pteo.
    ~ Aluga-se ur#sobrado silo na povoaijao dp
    Monteirn.o qual tem commodos para graude fi-
    milia ; assim como cocheira e estribara para
    cavallos : a tratar com Manoel Alves Guerra na
    ra do Trapiche n. 1 i, primeiro andar.
    Ensino de msica.
    Olerece-se para leccionar o solfejo.cmo taro-
    bem a tocar varios instrumentos ; dando as li-
    ces das7 horass9 li2da noile: a traUr na rus
    da Roda n. 50.
    D.i-se dinheiro
    ouro ou pruta : na
    ii. 58.
    a juros sobre penhores de
    SOCIEDADE
    INSTITUTO PI l LITTERARIO
    A commissao abaixo assignada, encarregada
    dos festejos do aniiirersario do lnslilulo Pi e
    Litlerario, fallara a um rigoroso dever ao u5o
    vcssp pelo presento agradecer a todos os senso-
    res socios honorarios u correspondentes, aos se-
    uhores convidados e as dilTercntes associaces
    que se dignaran) assistir a sessao magna do dia
    23 do corrente, auniversario do mesmo Instituto.
    Assim como agradece a lodos os socios que ssis-
    liram a missa do seu padroeiro, no mesmo dia.
    Ilocife 27 de setembro de 1860. Aluno Ro-
    drigos Pimenta. Henrique Maroede Lins de
    Almeida.Joo Raplisla de Siqucira Cavulcanti.
    Jos da Silva Loyo Jnior. Meucrvino Au-
    gusto de Souza Leiio. Tito Livio Vielra Dorias.
    OfTerece-se urna mulher para ama de ho-
    . mera soltciro ou rasa de pouca familia quem a
    precisar, dirjase a ra da Imperalriz n. 59.
    ! Vai praca nos das 25 e 28 do corrente, c
    2 de outuliro depcis da fudiencia do Illm. Sr.
    coracao e
    ruj do Rosarlo da Boa-Vista *. .uun,r
    I ur. juiz do orphaos, o moleque Amaro, de 13 an-
    nos de idade, Dcrlencenio aos bens da tinada l>.
    Mara Rosa d'Assumprao.
    dou-
    Aviso.
    pe to
    ou
    Gravador e
    rador. |
    orjva-se e doura-se em marmore lellras pro- 9
    prios para catacumba ou lumulo a 100 rs. cada
    urna, o annunciante aprsenla seus trabaihos 9
    nos tmulos dos Illmk. Srs. Viraes, Dr. Aguiar, 9
    Guerra, Tasso e em oulros mais ra da Caixa
    d'Agua n. 52.
    Retratos
    Transmisso do fluido de braco a braco,
    eill CartOeS (le Visita COlllO Sei"inta? e domingos, no torreao'da alfan*de
    usa em Pars. Os 100 por
    25$.
    o retrato o mais econmico que se pode ob-
    ter e e mais proprio para dar de mimo aos pa-
    rentvse aroittoS, pudendo ser remullido eommo-
    damonte dentro de urna carta. Estes retrtete,
    nao obstante suas pequeas dlmenses, repre-
    sentan a pessoa de figura inteira com o maior
    apuro nos dialhcs, sao a mais propria recordacao $ que ser mui razosvel nos seus ajustes. $J
    de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos, @<&& &@@ @@&@@
    em collereao poderao servir para formar um ele-
    gante lbum dedicada a amisade. Tlram-se lodos
    ! os diase com qualquer lempo, no instillo pho-
    I tographico de Stahl & C. Retratos de S. M. o
    O Dr. Joo Pedro Maduro, da Fonseca
    J mudou a sua residencia para a ra da Ca-
    deiado Recife n. 52, sguudo andar, aon-
    de S6 presta ao servico tanto de medicina
    como de cirurgia e dis 9 para As 10 horas @
    da roanha sempre o encontrarlo em casa.
    e$*$ ###
    Vaccina publica.
    as
    nos sabbados al As 11 horas da manha, na re-
    sidencia do comruissario vaccinador, segundo an-
    dar do sobrado da ra eslreila do Rosario n. 30.
    r| 9999 #
    O Sr. Tobia Pi^ti, artista italiano, pre-
    tende dedicar-se ao ensino de piano e de
    canto : as prsoas e os pais de familia que
    quizerein ulilisar-se com o sen presumo,
    podem procura-lo na na de Santa Isabel
    Aluga-se
    o segundo andar do sobrado n. 5 da ra do Viga-
    rio : a tratar no mesmo.
    pw trnm ?w VM9 &am tstn tftitm WMJ MI 9'am WBWwt
    || O r. Cosme de SarPeieira da'
    ar consultas medicas em seu esciip- ^
    torio, no bairro do Recite, tua I
    da Cruz n. 53, todos es dias.me- m
    nos nos domingos, desde as ft ||
    horas at as-10 da manhaa, so- S
    breos seguintes pontos H
    !.* Molestias de ollios
    2. Molestias de
    peito ;
    3." Molestias dos orgacs da ge-
    racao e do antis ;
    4.' Praticara* toda e qualquer
    operacao que julg r conve-
    niente para o restabelecimen-
    to dos seus doentes.
    O examedaspessoaique o con-
    sultarem sera' feito indiitincta-
    mente, e na ordepn de suas en-
    tradas, faz-ndo excepcao os doen-
    tes de ollios, ou -aquelles que por
    motivo justo obtiverem hora
    marcada para este im.
    SOCIEDADE
    m\u mmmmn
    DOS
    ARTISTAS SELLEIROS
    Em Pernambuco
    De ordem do Sr. presidente convido aos senho-
    ' res socios efTeclivos para sessao extraordinaria
    i de assembla geral que dever ser feila na con-
    formidade do art. 31 dosnossos estatuios, terga-
    feira 2 de nuiubro, s 6 horas da larde, visto nao
    ' ler reunido numero suffictenle em os das 28 e
    27 do corrente.
    Secretara da socirdade Unio Bonelicenie dos
    i Artistas Selleiros em Pernambuco 26 de setem-
    bro de 1860.
    "Auspicio Antonio de Abren Guimares.
    1. secretario.
    Irmandade do Senhor Bom
    Jess das Chagus.
    Constando mesa que dous anoiiymos andam
    cotisando para a testa do Senhor Rom Jess dos
    Persegu los (a qual lem lugar em Janeiro), a
    mesma previne que
    alguno para tal Um,
    que se acha em poder de dita mesa, com os se-
    guintes nomes : [.ni/. Francisco d'Annunciaej e
    Joo Chrisoslumo da Sito*, dirigida cjuisorfc do
    Pugio no dia 26 do pastada urna escrava
    . oe oome Adelina, tendo os signaes seguintes
    baixa e ue n.ojo rorpo. rosto romprido, olho?
    I aperlados, nariz, afilado, cabello desandado com
    m'eio trunfo na frente, anda muilo miudo, lem
    os bracos com signaes de bexiga e meio spero .
    levou vestida de cassa azul, panno prelo com re-
    lo, tamlico de marrnquim amarello; ininte
    conhecida aqu na cidade, fui do Sr. Antonio Ale-
    xandre, morador em Cele de Maneota, suppo-so
    andar no districlo da Roa-Vista; procede-se
    desde j contra quem a liver ncoiilada em casa, e
    quem a llegar. i>ode levar ra estreita do lio-
    saru. bija n. 36, que serA gratificado.
    Precisa-so de um eaix'iro
    preferindo-se
    loj.i,
    ain-
    pre-
    para urna
    algum recenlemente chegado,
    da mesmo que tenha pouca pratica : quem
    tender, annuncie.
    A lupa-se a loja do sobradoda ra do Impe -
    rador n. 71, propria para quaquer estabelei-
    mento : a tratar na ra do Qucimado, loja n. 10.
    O abaixo assignado, com procurar;o bas-
    tante, cojo original se acha em sen poder, para
    dirigir durante a ausencia do Sr. Emilio Lauren-
    ce os negocios de sua casa, declara e ha de pro-
    var em lugar competente, que o Sr. Achules
    Laurence ao procurador em primeiro iugar,
    que a procurado colledlva e confere os mes-
    mos direitos ao abaixo assignado, e ao Si. Ach I-
    n.in encarregou commissao les Lauence e que por consecuencia o dito se-
    como consli de urna carta nhor no tern nem direitos nem poderes para
    revog-ir urna proeuraco dada por sen irmio,
    nem despedir ninguerde sua casa, e que o seu
    annunciono significa absolutamente ad, e al
    i Ci;
    Sr. Beroardino Jos Munielro; e desde^ previne que a questo seja decidida para os Irib


    &
    n. 0 para tratarem coni o, mesmo senhor,

    as pessoas que receberam cartas nesle sentido,
    que nao deem esmola, listo que taes cartas nao
    parten da irmandade, o sim de algum expeden-
    te. Recife 29 de setembro de lfeCO.
    Padre Raphael Antonio Coelho.
    Escrlvao.
    Precisa-se fallar com o Sr. Joo Mara de
    Moraes Navarro, na tua do Crespo, loja n. 20, B.
    Precisa-se de t-5003 a juros por lempe de
    seis mezes, dando em Hypolheca dous ou ires
    escravos mocos ; quem quizer fazer este negocio
    annuncie para ser procurado.
    Precisa-se de urna, ama que saiba cozinhar
    e fazer lodo o servico de casa : na ra do Cablei-
    reiro, taberna n. CO.
    Alfonso Heniiquos de Vasconrellos, subdito
    porluguez, relira-se para a provincia do Cear.
    Candida Una de figueiredo e Leocadia Ma-
    ra de Figueiredo deca rain queoSr. Manuel For-
    tnalo deOliveia e Mello nao pode lejtalmenlc
    vender nem hypolherar a escrava Genoveva,
    ciioula. visto ser a mesma escrava de proprieda-
    de das annuncianlcs.
    Casa de vivnda, arvores defructo e' fi-
    que prximo ao banho salgado, tempe-
    Machinas
    Johnsion &
    de coser: em casa de SamuelP
    ra da S-cnzala Nova d. 52
    longe desta cidade, cora tanto que tenha i Imperador, ra da Imperalriz.
    agencia dos fabrieantes america-
    nos Grouver & Baker.
    railo ou doce, e o queira alisgar diti-|
    ja-se ao largo do Terco casa t rrea nu-
    fK-ero 33.
    ^Consultorio central honKpatliico
    5? -~*n .r~^o^^-, l Estas pennas de diTorentea aualidads, saota-
    TDTFTD"iTI\WrTDTT !T/n\ Meadas de ac di> peala refinada de primeira
    PA
    PEKNA DE AC
    DE W.SCULLY
    tllHMffli
    m a JuiAAiUiUiLivijvij/o a
    G& Continua sob a mesma directo da Ma-
    ^ noel de Multos Teixeira Lima, professorj^
    S3) em homeipathia.As consultas como d'an-g
    tes. S
    9
    9

    tempera, e sao appHoaveis a lodo-o lamanhode
    i-elira. Preco l?'>0'.) cada caixa e pennas de ouro
    I lelo mesmo autor coin pona de diamante, que
    i crem a grande vanlagem de nao eslar sujeitas a
    enverrugem e co-nservando-se bem limpasie
    i de Qu-aco infinita, deposito em casa dos Srs.
    i Huedes \ Con; as ra da Cadeia n. 7.
    a. nwnafliaatiRgr^ y&
    *! *:i
    Botica central hoipepalhica
    i Do
    i dr. sviiiNo o, l rano 8 Dcnlisla de Paris.
    PROVINCIA.
    O Sr. Ihesoureiro das loteras leudo obtido do
    Exm. Sr. presidente da provincia a epprovaco
    do plano que abaixo "ai transcripto, manda fazer
    publico que de conformidad^ eom o mesmo pla-
    no se acham eiposlOS venda lodos os dias na
    roa do Imperador n. 36 e na casa comniissiona-
    da pelo mesmo Sr. ihesoureiro na praia da In-
    dependencia ns. 14 e 16, os bilhetes e meine da
    quarla paite da quinta lotera do hospital Pedro
    II, cujas rudas deveio andar impieterivelnienjc
    lio da G de outubro prximo futuro.
    Thesourar a das loieiias 22 de setembro de
    18C0.-J. M. da Cruz.
    PLANO.
    -000 bilhetes a 5:000.....
    DENTISTA
    IIK
    j^ N'ovos medcamenloshomeopalhicos en-fe
    iadosda Europa pelo Dr Sabino
    Entes m-f licamautos preparados espe- |
    iilm 11" segundo as necessidades da ho-S
    iip tibia no Brasil venJe-se pelos pre-S1
    H > libidos R.i botica central homeo-
    Ci$
    a i ithica ,rui
    ^*/ol n 6.
    le Sanio Amaro [Mundo No-

    Holel Trovador.
    'Rita larga do Rosario n. Ai.
    A s pessoas que rocorrerem a esle hotel encon4
    !rarn boa comnindida te para urna uoile, diase
    mezes, conforme l>e= cenvier, enconlraiac tam-
    bera a qualquer hora do dia o noile lanche eca-
    l. O dono do respectivo hotel se obriga a dar
    .-omida para fra as pessoas, que quizerem. as-
    segutando lodo o asseio. Tudo por preeo com-
    15 Ra Nova15
    Frederico Cfl'-.ilier, crurgio dentista,
    faz lodas as r.;>era<;6e da sua a re e col-
    loca denles artificiaos, ludo com asu-pe-
    rioridade e p?reiro que as pessoas en-
    tendidas Ihe reconhecem.
    Tern agua e pos dcntifricios etc.
    llo/ja- e a^s devedores da loja da
    na Direita n. 15 de outubro do corrente anuo salda-
    ren) seus deb tos e se pssim nao ker-em
    veraosseus
    Diario.
    O Sr J>ce Ali'ono do Reg
    ros tenha a han lacle de apparecer
    ra do Crespo n. 20.
    cenlo.
    2O.0O0S0O0
    1:0' OcOOO
    1C:OCOOO
    Premio
    Uto de
    Dito de
    lito de
    Ditos de
    Ditos de
    Dilos de
    Ditas de
    Ditos de
    Ditos de
    de
    200g
    lt
    sos
    20S
    KtJJ
    5fi
    {i:000$000
    :000s0OO
    800OOO
    -S00$t'<
    4i CtlOO
    lOliglOO
    3008000
    3200((O
    2008(100
    (:1S030(K>
    12&8
    2712
    Premiados.
    Draucos
    -16.0009006
    "nomes por extenso ntste
    4000
    Sal
    no a
    na
    lu o .*3 tomo das bio-
    p graphia dealcuus poetas, e honiens il-
    lustres da provincia de Pernambuco,
    pelo comnaenc'ador A. J. de
    Ccnteni as bk>raphas de Luiz Fran-
    cisco de Carvalho Couto, Jeronymo de
    Albuquerque Maranho, Alvaro Teixei
    ra de .Macedo e Joao Antonio Salter de
    Attencao.
    Precisa-se alugar um sobrado de um andar ou
    de dous, em bom oslado, com quintal, nos bair-
    ros'da Boa-Vista ou Santo Antonio : quem o li- '
    ver, diiija-se a ra do Crespo n. 25.
    tsy Manuel Pereira Lopes Ribciro Iransferio
    a sua loja de barbe ir o defronte da matriz da Boa-
    | Visla n. 66 para n. 13 em frente os retratistas
    imperiaes ou contiguo ao deposito do Sr. Pinto,
    i participa aos seus freguezes o ao publico em geral
    jquetem officiaos habis tara corlar cabellos, fri-
    I zar e ludo mais peitenccnte a sua arle, assim co-
    i ino reaeb bichas continuadamente de Hamburgo
    i para alugar e vender, bota ouvidos em armas de
    l espuletas e amola-se todo o ferro corlante isto
    com asseio c presteza, pode ser procurado a
    i qualquer hora.
    frecisa-se tomar a premio sob
    | hypotheca de um moleque a quantia
    | de o()0$ : quem o tiver annuncie por
    este Diario.
    O abaixo asignado leudo comprado a la-
    berna sita na ra Impela) n. 213, e leudo entre-
    gado a sua administrarn a) Sr. Jos Joaquim de
    I SanTAnna, declara ao respeitael publico c ao i
    corpo do comnierejo, que nao se responsabilisa
    por debito algum coatrahido nadita taberna, ou
    : seja em nome do mesmo administrador, ou do
    abaixo assigdkdo.
    Jos Mailins da Silva Corges.
    Sociedado dos devotos da ca-
    pel la da estrada de Joao tle
    Barros.
    _ c .. O Dr. Manoel E. Re:
    De ordem do Sr. presidente, sao pelo presente! pr0curado para o exercicio
    Convidados lodos os senhoics membros da mesa medico
    Idireclora para se reiiiiirera no dia 3 do corrente
    pelas 6 1|2 horas da larde, no lugar do coslume, .
    tilini de se resolveren! negocios de importancia.
    Uecife 1. de outubro de 1860.O secretario,
    Lu/ Rraucisco de Paula llamos.
    Na ra da Cadeia n. 24 deseja-sc fallar com
    I|is senhores :
    l.ia 'um Dadivo Telles de Souza.
    , Domingos Caldas P.ires l-'erreira.
    rirniino Antonio da Silva.
    Marcelino de Souza Pereira de Brito.
    [loaquim Clemente de I.emos Duarle.
    lloo Rodrigues Cordeiro.
    Cielo da Costa Campello.
    . Lcobiiro Hcniique Mafra.
    Antonio de Albuquerque Maranho.
    Offercce-se urna mulher moca e stdia pata
    engommsr e cozinhar em casa de homem soltei-
    to ou viuvo : quem precisar, procure na ra do
    Sebo, casa n. 25, na Boa-Vista.
    Aluga-se urna casa terrea por delraz da ma-
    triz da Boa-Vista n. 14 : a tratar na la da
    renlina n. 32.
    l'ERNAMBtrCO. I
    3-llua estreita do Rosario-3 ,
    i <5z" em t,"J5, cujas pravas sero
    - Sf '' '** u'l'mn I'1"'1.''1, pelas 11 hor
    Francisco Pinto Ozono continua a c
    locar denles artificiaos tanto por meio
    de molas como pela presso do ar, nao
    recebe paga alguma sem que as obras
    cao fiiuera a vuntade de seus donos,
    lem pozes e outras preparacoes as mais
    acreditadas para eonserracu da.bocea
    i Vatenca pode ser
    de sua profisso de
    na ra da Cruz n. 21, segundo andar.
    compelentes, o abaixo assignado pjotesta contra
    qualquer Iransaccao que possa fazer o Sr. Achu-
    le Laurence sem sua participseao. Recito !.
    de outubro d--> I86p.Ad. liegord.
    Pirmino Jos Coelho avisa os seus fregu-
    zea, que mudou da travessa do Queimado u. 7 o
    seu estdbeleciroenlo de [unileiro para a ra do
    Hangel n. 11, aonde est prouipto sempre para
    salisfazer os seus freguezes com todo esmero fi
    promptido.
    Francelino Eleulerio Fcrrcira Chaves mora
    na ra da Alegra
    Festa do Rosario em Olinda.
    Na madrugada do dia 7 de outubro do correnl,
    ter lugar com toda a pompa a assenco i!.i : n-
    deira de N. S. do Rosario, protectora da i -
    dos caucciros de Olinda, a qual percorrerj
    um qagestoso carro Iriumphante, levad
    merlinas veslidts de aojos, as mas da cidae, ao
    som de una excellcnle msica marcial D
    da ascencao Ja bandeira seguirse-ha urna m
    as 11 huras ter lugar a (esta, sendo pregad' r
    Pedro da Purificando Paes e Paiva ; a lord" no
    Te-Deum pregar o padre Renlo Pereira do Re-
    g Uavero lamben corotos de musir,
    a larde, e depois do Te-Deum ser a entrega d.i
    bandeira com a mesma pompa mesina juiza.
    Na casa das audiencias do Illm. Sr. Di juiz
    dos orphaos se hade arremalar a casa Ierres sila
    na ra das Aguas Verdes n. 52, em chaos pro-
    piius.com fundos al a ra de Hurtas, avaliada
    nos das 9, 12
    oras da manh&a.
    Compras.
    Compra se lijlo de alienara, no escri] Lo-
    rio da Companhia Pernan.bucan.-i.
    Compram-se escravos de ambos os -
    de 12 a 25 annos para se exportar para o Rio d.:
    Janeiro, icnJo boas figuras e sadius, pag -si
    bem : quem levar ou inculcar na ra Direila n.
    66, escriptorio de Francisco Hathias Pereira da
    Costa, rece!.era 20,-? de gralificaco:
    Cornpra-se moedas de ouro bra-
    ,'.
    stabeecida m Londres
    CAPITAL
    Ciueo jmiWiocs de liaras
    sierVVnas.
    Saunders RrolhersA; C. tem a honra de infor-
    mar aos senhores negociantes, propietarios de
    casas, e a q'icm mais convier, que eslo plena-
    "'o-^menlc autorisados pela dita companhia para ef-
    l fectuar seguros sobre edificios de lijlo e podra.
    Precisa-se alugar um sitio na Capunga : a cobeitos de telha, e igualmente sobre osobiectos
    tratar na ra do Crespo n 14. que Contiverem os mesmos edificios, quer con-
    Mello. LOIISUllOI'IOCSpCCUtl llOm I y letras e porlugutzas : em casa e
    I ArkwightiSi C-, ra da Cruz n. 61.
    Compram-se moedas de ouro de IOS o
    no largo do Corpo Santo, escriptorio de M
    * | Ignacio de Oliveira A; Filho.
    Compra-so um escravo que seja robusio t
    ' proprio para qualquer servieo : na ra largo U(-
    J Rosario n. 18, terceiro andar Na mesma casa
    i vende-se urna excellenle escrava, moca, es
    lente engommadeira e cosinheira.
    := Compra-se urna chapa de olTicial da Rosa
    I na ra do Imperador n. 77, primeiro andar.
    Compra-se urna casa terrea na freguezia de
    'Santo Antooiof preferindo-se na roa das i
    a tratar oa ra do Sol. casa n. 13 ionio a so-
    jrado-
    ilc Santo Amaro (Mundo Aovo) n. (i.
    O Dr. Sibmo O. L. Pinho, de, volla de sua via-
    P' ni a Europa, d consultas todos os dias uteis
    desde as 10 horas al meio dia ; visitas aos do-
    micilios de meio dia em diaule ; e em caso de
    Mendonca ; um bello poema JOCO-serio, necessidade em qualquer hora. As senhoras de
    Deposito c
    NATURALLE DE VICHY.
    botica franceza ra da-Cruz n. 22.
    APPH0VAC\0 E AllTORISACiO
    DA
    acdmii mnmki si mmmm
    E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
    sonetos, trinta odes anaceonticas, a
    historia i nteressante do levantamento
    de Goianna em I82,e noventa e dous
    documentos inditos. Por hora em
    mao do autor.
    Piecisa-se de urna casa terrea com quintal,
    que seja pequea, ras seguintes ras, Florentina,
    Relia, Roda c S. Francisco : quem liver an-
    nuncie.
    Ksl justa e contratada a casa da ra da
    Conceico da Roa-Vista o. 36, per (encent a Sra.
    'Gertrudes Antonia e Mara Joaquina : quem mais
    se adiar com diieilo a ella declare nesles qualro
    dia.
    parlo e os doenles de molestia aguda que nao li-
    verem anda lomado remedio algum rllopathico
    ou homcpalhico sero altcndidos de prefe-
    rencia.
    Aviso.
    publico a
    tendo des-
    EPISPATICAS
    ELECTRO MAGNTICAS
    De Rieanlo
    Para seren appcadas s partes aTecadas
    sen) resguardo nem iucommodo.
    0 abaixo assignado, estabelecido com loja de
    calcado na ra Direila n. 7, avisa ao respeilavel
    pubjiro, que francisco Ignacio Accioli deixou de
    ser seu caixeiro desde o dia 29 do presente mez.
    Recife 9 de setembro de 1860.Adolpho Aslol-
    i'ho Vasconcollos Pimentel.
    Altenco.
    o
    Na rua do Imperador n. 14 precisa-se fallar
    ao Sr. Francisco Jos Marques, a pedido do p-
    renles do Kiestno senhor, que existen no Rio de
    Janeiro.
    William G. Fennelly, relira-sc para Macei.
    Roga-se a todas as pessoas que liverem ob-
    jectos para pintar na rua do Vigario n. 10, loja
    de pinturas, que osvenham tirar no prazo de 8
    dias, nao se responsabilisando o abaixo signado
    por qualquer eslravio que os mesmos levarem,
    do ixesma loja.Jos
    AS CHAPAS MEMCiNAESso muito conhecidas no ltio de Janeiro e em todas as provincia*
    deste imperio lia mais e2 anuos, e sao afamadas, pelas boas curas que se lem obtido nasenfer-
    DH4ades abaixo escriplas,|o que se prova com innmeros aliestados que existem de pessoas capa-
    zos e de distineces. v
    Com .stas'?n.ti'*s-E|i,ECTRO-UAc>F.TicA-EPii;P4STiCAsobtcm-sf urna cura radical e nfallivelem
    oJos os casos deinllmmaco (cansadoou falla de respiroco), sejam internas ou externas como
    j libido, bofes, estomago, baro, rins,tero, pelo, palpiaco de coracao, garganta, olhos erv-
    iioela, rheuraatismo, paralysia e todas as affecces, nervosas,etc., ele' Igualmente para a's dif-
    identes especies de tumores, como lobinhos, escrfulas etc., seja qual fr o seu tamaito e pro-
    .nl-ita, par molo da suppuraeao serao radicalmente extirpados,sendo o seu uso aconselhado or
    habis e dstinctos facultativos p
    As encomraendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, leudo lodo o cuidado de
    azor as necessarias explicaces, se as chapas sao para homtm, senhora ou enanca, declarando a
    molestia era que parle d) corpo existe, se nacabeca, pescoco, braco, coxa, perna.'p.ou tronco do
    : ^rpo, declarando a circumferencia : e sendo inchacojs, ferdas ouulceras, o molde do seu tama-
    nlio en um pedic.o de papel e a deciaraco onde existem, afim de que as chapas possam ser
    .um applca Ia ao seu lugar.
    Ple-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
    As chapassero acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os accesso-
    rios para a collocacao dellas.
    C insultas a todas as pessoas que a dignarem honrar com-a sua confianca, em seu escripto-
    io, que se achara aberto todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manha s 2 da larde.
    ||9 Rua do Parto ||9
    PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
    O abaixo assignado laz
    que ir potsa inteic-66ar que
    contado o bilhete u. 244b da primeira
    parte da primeira lotera de Xo&sa Se-
    nhora do Bom ConselhU, premiado com visto que se lem de mudar
    (a suite de 10:000,$, garantido por P J. Antonio dos Sanios Peres.
    Layme, loi preciso recorrer ao Illm.
    Sr. Dr. chele de polica para fazer ef-
    fectivo o pagamento da respectiva ga-
    ranta. Ieciie28 de setembro de I8li0.
    Jos Joaquim Gome* deAbreu.
    qualidade.
    Os abaixo assignados partecipam que no
    dia .11 de agosto prximo passado dissolvcram
    amigavelmentc a sociedade commcrcial que gy-
    rava nesla [iraca soba Urina de .los Luiz Perei-
    ra Lima & C, ficando a cargo de Francisco
    Perreira d^ Novaes eJos I.uiz Pereira Lima J-
    nior, que se constituam em sociedade, sob a ra-
    zo de Novaes Lima, o activo e passivo da fu-
    ma exlincla Parahiba 2 de setembro de. 18(10.
    Jos Luiz Pereira Lima.
    Francisco Perreira de Novaes.
    Jos Lu/. Pereira Lima Jnior.
    Aluga-se um sitio na estrada do MrTnleiro,
    do lado da sombra, casa grande c com 8 quar-
    lot, cozinhi fra, grande sistema, bast. n'.esar-
    voredos de [rucios, (^ est lodu amurado ; quem
    o quizer alugar dirija se a rua do Collegio, boje
    do Imperador, no segundo andar da casa n. 12.
    Precisa-se de um caixeiro que entenda de
    taberna para a villa do Cabo: oll'erece-se bom
    ordenado, no caso de que mereca, e quer-se
    pessoa capaz; a tratar na travessa da rua das
    Cruzes n. 6.
    Morella iliacomo e Tadro Zanghesi, subdi-
    tos italianos, retiram-se para fra da provinwa.
    Joaquim Maria Machado de Lacerda, subdi-
    to porluguez, relira-se para o Iiio de Janeiro.
    Liqui-
    da cao
    jos Ji Chyli d'
    1.:.(,(.(
    lOOO
    - I
    MiOOn
    DA
    r.
    Aviso
    Alaiate francez, residente na rua da Cadeia do Becife, tem a honra do avisar so respeilavel
    publico desla cidade, que, desde 15 de agosto deixou de fazer parle da casa do Sr. Hercicr, c que
    acaba de abrir um esUbclecimentoem grande ponto, no n. 10 da rua da Cada do Recife, assegu-
    rando desde j aos concurrentes que esforcar-se-ha pela perfeicno, baraleza c promplidao das en-
    encommeodas que Iho forem feitas. Igualmente lemum rico sortimento de fazendas de lodos os
    gosios e de primeiras qualidades, para caigas por precos commodos.
    OVINCIA.
    parte da primeira
    Primeira
    lotera de Nossa Senhora
    UO 13Olu L.OllS(^inO. lUm explendido sorlimento de molduras redondas
    > abaixo assignado vendeu O bllieteldouraJas de l03S as dimensOes, caixas para rc-
    . o i..inDr...... ..:i. a.. _.-: -__________i.
    intiro n. ziio e abaixu transcreve o
    A. W, Osborn retratista americano
    ao respeilavel publico desta cidade que
    ba de receber dos Estados-Unidos da
    annuncie
    elle aca-
    America,
    recibo da garanta dos 8 por cento.
    P. J. Layme.
    Recebido Sr. Polycarpo Jos Layme
    a quantia de 800$ importe da garanta
    do bilhete inteiro da primeira parte da
    primeira lotera de Nossa Senhora doj
    Bom Conselhon.'2-115. Recife 28 de
    setembro de 1860.
    Jos Joaquim Gomes de Abreu .-
    Aluga se um sobrado na rua da Penha n.
    29, segundo andar ; a tratar no mesmo sobrado.
    i Precisa-se de um creado para servico W
    interno e externo de urna casa de familia,
    e que d llanca a sua conducta, paga-se &
    bem : na rua da matriz da Boa-Vista nu- a)
    mero 24. m
    Na ruada Cadeia do Recife o. 54, deseja-sc
    fallar com o Sr. Joao Paulo Perreira.
    Quem precisar de um cosinheiro tanto para
    casa [particular como para embarque ; pode, di-
    rigir-se ao largo d Assembla D.-16, Forle do
    Maltos.
    tratos fazenua muito fina, assim como recebeu
    um Uello sortimento de casoletas de ouro e alfi-
    neles ded.ilo obra prima expressamenle para re-
    tratos. A. W; Osborn aproeila esta aprazivel
    opportunidade para informar ae publico que elle
    est resolvdo a dar lieces da sua arte em lodos
    os seus ramos, assim como lem para veud^r um
    completo sortimento chimico e outros aparatos
    proprio para as pessoas que professam a sua arte.
    Mr Osborn lambem lira retratos em carines de
    visita e em papel de escripia por prego muito
    razoavel: na rua do Imperador primeiro andar
    com bandeira.
    Quem precisar de um moleque para criado,
    M 16 anuos do idade, dirija-se rua da Asump-
    cao n. il, que ah achara com quem tratar, ou
    annuncie por esta folha.
    TrTTTTTTTTTTTTTTTTTITTTTT*
    DENTISTA FRANCEZ. 3
    Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- m
    rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e M
    2 p dentifico. ^
    A1A1-.A-AAAA4.A1.AAAS.AAJSLAAAA *
    rugi no da 27 do corrente um boi de carro
    de cor amarella : quem acbou, leve 4 rua do
    Rangel n. 69.
    0 Sr. Marlin Simonsen, sua senhora c um
    criado, Boitrand Leshats, retiram-se para o Ma-
    ranho.
    I
    Thom Leo de Castro, rendeiro do engenho
    Pixao, sito na freguena da Luz. o imarca de Pao
    d'Alho, avisa ao Sr. Pedro Jos da Cunha, mora-
    dor no engenho S. Braz, que o seu escravo Be-
    nedicto o procurou para comprar, sendo queira
    vender, dirija-se 10 mesmo engenho para tra-
    tar, licando ceno que nao se responsabilisa por
    fuga ou qualquer cousa que possa succedtr ao
    mesmo escravo.
    fjjOfl
    s al
    Ditos iur la Rn.-.-ia a
    Djlosde pall lados muito finos a
    Ditos de pa. .; tranca Iiamburgueza a
    Ditos de Dalia a 2 e
    luios prototipos de qualidade mullo fina a
    Ditos Je fellro amazonas para senhora a
    Hilos dito dito ,1
    Dito* d-. ; ara horr.em e meninos
    d< i'cGii a:
    Hiles delontra ln.lo baitos como-altos
    de 58C0 a
    Dit' s Je massa de copa com pjilo de 2$
    al lOJOOt
    Tendo oulras mui tas qualidades de chapeos
    como de bonels lano para homem como para
    meninos, fitas tanto de seda romo Tle veiludo, so-
    la de lustre, coro deanla branco proprio para la-
    lins do fuzileiros e oulros muilos pbjectos que ;>'
    vista se podero fazer o proco e ludo isso se
    vende por menos do seu valor por ser dinheiro \
    vista: na loja de chapos da praca da Indepen-
    dencia ns. 30 e 35 de Domingos Francisc
    nialho,
    Vende-se urna casa lerrca na rua d.\ Ale-
    gra n. 26 : a tratar na rua do Queimado u. '..'
    Cimillo fino.
    \endem se dous cavallos com lodos os ai
    muito gordos e sem achaques, bonitis cores r^a
    rua do (Jueiruado n.4ti, loja.
    CASA
    DE
    COMMISSAO DE ESCRAVOS
    NA
    Rua larga do Rosario n. 20
    sepQtJe andar.
    Nesla casa recebem-se escravos para seren
    vendidos por commissao por conta de seus 80-
    uhores. A flanea-seo bom tralamento. assim como
    as diligencias possiveis para que os mesmos se-
    jam vendidos com promplidao afim de seus se-
    nhores nao solTrerem empate na venda delles.
    Nesta casa ha sempre para vender escravos do
    diereutesidadesde ombosossexos.com habili-
    dades o sem ellas.
    Aluga-se para se passar a festa o
    casas na Torre, muito frescas e com
    commodo para atnilia : a fallar com
    Francisco Jjs Arantes no mesmo lu-
    gar ou na rua da Matriz n, o das 9 do
    dia as 5 da tarde.
    Deposito do rap princeza Gasse e Ro-
    cha, em Pernambuco, ein casa de
    ' Pinto de Souza & Uairao, na rua da
    Penha n. 6.
    Esle rap quo por sua qualidade lano se lem
    feilo recommendar uesta provincia como as
    mais do imperio, e nrincipalraenle na do Rio de
    Janeiro aonde seos autores se exforcam para o
    lomar conhecido, fiados na aceilaco que elle
    lera adquerido pola boa qualidade que sempre
    lem conservado ; os anounciantes o azem lem-
    brar ao respeilavel publico, que o nico depo-
    sito nesla provincia .na casa cima indicada, a
    qual se achasuprida com todas as qualidades.
    s iidezas de k-
    a 2
    rs.
    Na rua da Madre de Deus n. 30 A, vendea-a
    camisas iaglezas de futocs com colarinhos e po-
    lillos de liuho a 2 cada urna.
    A 3/J500, i$ e 1$ rs.
    Na rua da Madre de Deus n. 3 A, vendom-si
    o kaIs Jc sa,)3 """'ella, prova de limo a
    JjjoOO, ditos brancos de bramantes a 4j) cada un;
    calcas de casemira feilis de moderno goilo a 7
    cada urna.
    Rua Novan. M.
    Madama T.osa vende ricos chapeos de seda pi-
    ra senhora de differenles precos, de 10$ a 2jj,
    ditos a Garibaldi para menina de 5 at 14 annos,
    ditos para baptisado, ricas loucas para senhora,
    pretasf de cores, capcllas para noiva, enfeites a
    imperalriz prelos e de coies, cortes de vestidos
    par. noiva, ditos prelos e do cores, esparlilhos
    do enliar, ditos com carretel, ricos sintoscom li-
    velas pira senhora e mantelete?, vestuarios para
    baplisado, luvas de pellica, ditas de relroz, ba-
    lees, grande sortimento de chapeos de sol para
    homens e senhoras.
    Vitiho bom a 400 rs. a garra-
    fa, milho e arroz a 280 rs. a
    cuia.
    Manteigaingleza a 1120, franceza a 6(0, da'
    melhor que ha no mercado, cha muito bom a
    240, cafo novo a 280, arroza 100 rs. a libra, lou-
    cinho a 360, btalas a 60 rs., farinha do araruti
    eMarannao a 200 rs., alpista a 160, espermaceti
    a u40, azeite de Lisbaa a 640, vinagro a 2i, po-
    tes para manleiga de 320 at CO. de ludo so
    alan;a a boa qualidade na taberna da estrella
    no largo do Pa.aizo n. 14.
    Freguezia de Muribeca.
    O arrematante do imposto de 2^500 por cabeca
    de gado consumido no municipio do Recife, e de
    500 rs. do singue, vende e ramo desses impos-
    to*, que perlencem a freguezia de Muribeca : a
    tratar na rua do Trapiche n. 9.


    ()
    Macas
    das molhores qualidade.? que existe era Portugal,
    venJe-se nicamente no armazem Progresso de
    Duarte & Irmao, no largo da Pcnha n. 8.
    Aos fumantes.
    Charutos da Baha s i$ acaxa : na
    ra do Livramento n. li.
    Fazendas finas e
    roupa feita.
    ioguslo & Perdigao.
    DIARIO PC PERSAMBIXQ. TERCA FEIBA 2 DE ODTUBRO DE I8g0
    i
    Co.n lojj na ra da Cadcia do Recite n? 23
    Tndem c dao amostras as seguintes fazendas:
    Cortes de vestidos de seda proioso decores
    Cortes de ditos de barege, de tar'.atana e de gaze
    de seda.
    Carabraias de cores, brancas e organdys.
    Aniuinlias para saias.saias balao, de dina, ma-
    dapoln e bordaaaj
    I. m is de labyrinlho do a.s francezes.
    Gh ipeos amazonas de palhs e v>.da para se-
    nhoras e meninas.
    E ifeiles de troco, de vidrilho e de flores.
    P s de tartaruga, iraperalriz e oulros goslos.
    Mi gnito e gollas, ponto inglez, francez e mis-
    sanga.
    estuarios de fuslao, de la e do seda para
    crianza.
    V iii-irties, taimas e pelerinas de diferentes qua-
    Hdades.
    C;i ib'* de louqiiu, de merino e de la de punta
    redonda.
    i is de pellica brancas, prelas o de cores.
    tilos ile blond, manas de dito, capellas e
    flores soltas.
    Siuluroes, camisas de Iinho e esparlilhos para
    senbora.
    Perfumaras finas, sibonetes e agua de colonia.
    Cisacas, sobrccasacas e palelots de panno preto
    e de cor.
    Palelots de alpaca, do seda e de Iinho.
    Calis de casemirn de cor, prelas e de brim
    -as ile madapoln, oc Iinho iuglez e de 15a.
    Seroulas de Iinho o de meia.
    V lias, saceos, apetrcixos para viagem.
    <"... incas para invern, bolinas do Meli e oulros
    f lineantes.
    ;as Jo Chyli. de massa e de eltro para ho-
    mo m.
    Chirutos mauilha, luvana. Rio de Janeiro e
    Bahia.
    Alten cao
    o
    Vende se na ra da Cruz n. 48, urna
    dividtjjulgada por sentencia, o devedor
    dizem que teui loja emnome de outro
    na la da Imperatriz, cujo devedor
    chama-se Antonio Jo:e de Aalevedo,
    Vende-se um terreno na ra Imperial, pro-
    prio, com 110 palmos de frente, coru urna cazi-
    nha de lijlo com muito bella vsiak desembar-
    que 3traz, grandes fundos ale o rio, aterrado e
    prompto a edificar um estabelecimenlo, ou pro-
    prieda-'es, o que se vender com lodo fundo ou
    parle, como convenha ao comprador : no mesmo
    lugar, casa n. 222, a tratar com o proprietario
    Victorino Francisco dos Santos.
    Sebo e graixa.
    Se .-> coadoe graixa em bexig.-.s : no arruazera.)
    m Tasan Irmaos, no caes de Apollo
    CAL DE LISBOA,
    nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
    deia do Recite n. 38, primetro andar
    Gheguem ao barato
    O Pregui.;a est queiraanlo, em sua loja na
    ruado Queimado n. 2.
    Tecas <1 afretan ha iterlo com 10 varas, a
    2$P, casemira escura infestada propria para cai-
    ga, collele e palitols a 960 rs. o covado, cambraia \
    organdy de muito botn gosto a 480 rs. a vara, Seill Jg U<*ieS, lia na (O Qliei-
    dita liza transparente muito fina a ']$>, 4$, 53?,
    e 6? a pega, dita tapada, com 10 varas a 59 e
    69 a peca, chitas largas de molernos c escolhidos
    padres a 240, 260 e 280 rs. o covado, riquis-
    simos chales de merino estampado a "5 e 89,
    di
    d
    ni
    j
    100, 120 e 160c
    Vende-se
    urna mei'ajr.ua no beeeo do Lobato, em chaos
    proprios : a tratar uo Forte do Mallos n. 10.
    L0J4 DO V4P0R-
    Gran.de e variado sorlimenlo de calgado fran-
    cez, roupa feila, miudezas finas e perfumaras,
    ludo por menos do que em oulros portes: na lo-
    ja do vapor ua'ra Nova n. 7. .

    Tachas para engenho
    Fuudico de ferro e broiize
    DB
    Francisco Antonio Correia Cardozo,
    teru un grande sor lamento de
    tachas de ferro fundido, assiin
    como se faz econcerta-se qual
    quer obra tanto de ferro fuu
    dido como batido.
    Saunifers Brothers eu arinazem, na praca do Corpo Santo n. 11
    ilguns pianos do ultimo gosto. recentiment
    cneg3dos, dos bem conhecidos e acreditados fa-
    bricantes l. Broadwood 4Sons de Londres.
    nuio Dropriosoara este clima.
    ElVIEUlQ IrlCUfflPARAVEL.
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Milharesde individuos de todas as nacoes po-
    ietn testeniunhar as virtudesdeste remedio in-
    comparavel e provar em caso necessario, que,
    pelo uso que delle flzeram tem seu corpo e meni-
    brosinteiramentesosdepois d? haveremprega-
    (Ma
    45Eia
    Direita45
    do tnutilmeute outros tratamculos. Cada nesoa ur.
    i i pesoa biiC0 ura bel o e rico scrtin ento
    poder-se-haconvencerdessascura maravillosa
    Esteestabelecimento oiTerece ao pu-
    ico ura bello e rico scrtirr.ento por
    pelaleilura dos peridicos, que Ih'as relatara!^08 c0nvenient< 8 *h -
    todos os das ha musios annos; ea maior parte II01116111.
    della sao tao sor prendenttjs que admiran. os i Bor/.eguins irr.periats.....1-OjCCO
    medico oais celebres. Quanlas pessoas reto, Uito* aristi era ticos.......StCO
    J iraram com este soberano remedio o uso de seu iiarzcgiiins moscevia (prova de
    ttARM SORTIMERTO
    DE
    3 wlvl7*nS*lC" A Jk!iP>i fllao ill"Ill!lteren essa operncao dolor
    .mVC!lya& C OIlIlMCllKS >lCu"'Jas completamente, mediante o
    A
    liOja earmaxepft
    mado Q. 65, na bem conhe-
    cida loja da diligencia de j
    ra jo/es Jnior & Guininresl
    Meias pintadas muito
    Na ras do Queimad ) u.
    46, frente amarea.
    Sortimento cmplelo do sobrecasjea de
    panno prelo e de cor a 25. 28?, 30* e
    3$9, cas.icas a 28j>. 30-3 e35, palitotsdns
    bracos e pernas.depois de ter permanecido Ion
    j | 50 tempo nos hospilaes, onde de viam soffier
    | j imputacaol Dellas ha muilasque havendodei-
    do esses asylos de padecimentos, para seno
    usa foram
    uso dess(>
    S1 preciosordmedio. Algumas das taes.pessoa na
    enfusao de seu recoiihecimento doclararam es
    te resultados benficos diante do lord crrese"
    dor e outros magistrados, aflm de mais auleutj.
    carem sua firmativa.
    Ninguem desesperara do estado de saude sa
    'ivesse bastante conanga para ensaiar este re-
    medio constantemente seguiodo algum lempo o
    uieiurataloquenecessitassea nature/.a doma,,
    cujo resuliadoseria prova riuconlestavelmeute
    tiue ldo.cura.
    Oua-aenio e til, mnis partieu-
    Urueoie nea setrnlntes casos.
    iiiflammaro dabexiga.
    da matriz
    Lepra.
    .da um, meias muito finas pa-J l)as Para a 80 rs.,agulhas francezas, caixaa
    du/ja, dias de boa qualidade ''"f",4 P?" ,0 "-. 'P^rSS? ,le PorCpllana
    * "u" qu-iiiudut ,lllIll0 llMil(JS aea menina i^no, 23500, 3 t 4-5
    uzia, chitas francezas de ricos rv ~ #,
    Fogoes economi-
    a 3?e 3500 a d
    desenhos, para coberl a 280 rs. o covado, chi- i
    tas escuras ioglezas a 58900 a poca, e a 11>0 rs. '
    o covado, brim hranco de puro Iinho a 18,
    iCDO e IS600 a vara, dito proto muito encor- j
    padoa 19500 a vara brilhantina azula 400, rs.
    COS.
    Fogoes econmicos americanos, os melliores
    ocovaJo, alpacas deilillereutes cores a 360 rs o ''UL' **m vil"ln nn mpri'n,ln. n':"> so por cozinha- M
    covado, Cisemiras prelas finas a 28500 3e omt'" ,"-',,^'>Ido ,emp" ?P **W" ,ro. |
    .. i ,'. | cc"" ,or "'"' 'siarem nina ierra parle da lenha;! m
    "mbria prets e desalpicos a |esl5o-se vendendo or meiade'do seu valor, '
    itrasmnias fazondas nue senP,,ro,reil:,r a occasiao. Garante-m a boa quai-
    irador. ede toj.s se lao' r'1ljf e-b",'" "'ivau",los : vende-se na
    o I f""dicao da ra do Brurn n. 28, loja de ferragens
    r* ______ da ra da Gadeia do Itecife n. 64.
    "" i'""" "- aiTun ailj ; OJ, unos I1.J 3 /.a ... ,
    srirn br.inco e de cor a 2$0 e 3j. calcas W j,' r ",s e^remid
    le casemira de cor e prelo' a 7g. 8t, 0? M.! Priair'
    i 10a, ditas para menino a CJ e 75. ditas 35500 o covado, cambria preta e
    500 rs. a vara, e ou
    far [tlenle ao comj
    amostras com penh
    Relogios
    Suissos
    i^ado Schaleiilin&c, ruada Cruz n.
    33 ile-se ora grande e vari ido sortimento de
    i- ie ilgibeira horisonl3es,patentes,chro-<
    n )-n'i ros, notoschrpnometros dn ouro, prata
    d i ;ri i i eMiUieal-isa ouro, sendo estes re agios
    d H pri asirosfabrieautesla Suissa, que s ven-
    d i ,ior preeos rasoaveis
    Telhado de ziaco.
    O Udliado de etnco aqu usad) as
    COmpanhias do gaze cuninho de ferro,
    una das boai iu 'un ;"..'s tno lern is, el-
    le faz-se ncotBTnendavel pela grande
    duracao, pouco pe,o no ediTicio, |>o:n
    i iicionamento, barateza do curto,
    fcil conducc/io etc etc., tolos sabem
    q a durarlo do zinco infinita prin I
    Cipalmeate se se titrer i cintel de dar
    urna m&o di tinta i> I ido ex posto jo
    t :,>), u iu t.d'ia i'a ya .o com o peto
    20 libras, cobre mn espico (jue pre-
    cisara para tal im !) telhas de barro,
    0 espaco coLerto pela telba de zinco nao
    penetra o menor pingo de chuva e al
    1 lidade de sua coniuceo tal que
    carrosa pode c mduzir de urna s^
    v n o telli ido preciso pira cobrir um i
    g le casa, o tolliadode zinco muito
    prin'plmenle para cobrir enge-j
    r s, i'stal..-iros, barracSet de ferraras,
    armazens de deposito etc, etc., em
    surnma quena quizer experimentar o te-
    Lhado de zinco, conbecera' suj grande
    vantagem, e*te telhado vende se a 120
    rs. por libra de 50 telbas para cima:
    nos armazeos de Paulo Jos' Gomes e
    Manoel Firmino Ferrei-*a nu da Con-
    cordia armazem de materiaes.
    Bichas.
    VenJera-se bichas rccenlemente chegadas,
    ;n :' '>, por proco comino lo ; em casi de'
    1 i 5ou e C,a rua'da Cruz *. 22, na Jotica
    iza.
    CANDIEIRO
    m
    i&m i
    liHI,0?A
    rio setim a 10$, diios de merino eordao 5
    V alOJe 12S. ditos do sarja preta trancada ?
    ^ sacros a GS. ditos sobrceas.icos da mus- 3?
    ^ ma 'azenda i 83, ditos de fusta de cor e "S
    jfe bra:ico a 4j. 4Sl)i) o 5$. colleles de ca- ^
    *r scmtra de cor e prelo a 58 e 68, ditos de **>
    merino prelo para luto a 48 e 58, ditos 3J
    de velludo preto de cor a 9j e 1>3. ditos
    de gorgurao de seda aj e 68. ditos de P
    d
    e
    de merino Je eordao pira liomcm a 5j e
    6j, ditas de brim bronco a 5} o 68, ditas
    ditd de cor a 3j, 3j5;), As o 58. e de
    .g todas estas obras lomos um grande sor-
    limenlo para menino de lodos os tama-
    itos ; camisas ioglezas a 3G8 duzia. Na
    niesina loja ha palelols de panno prelo 3
    ara menino a 14j. 153 8 16;. ditos de <&
    casemira ptra os mesmos pelo idmioo ^
    SW prego, ditos do alpaca saceos a :{p e X>
    B 8g500, ditos sobreeasacos a 5} a 0,J para ^
    ^ os mesmos, caigas de brim 2850'), :3 a |
    ^ 3,-;5!l). palelots saceos de casemira decdr t? i
    1% a 68 e "8. loalhas da Imiio a SUJ e 13 ca- ->2 '
    dn urna. ^
    No mesmo esiabelecimento manda-se)
    promptar todas as ijualidades da obras 9
    tendentes a roupas feilas.em po-icns das, ^
    que para eSso Ora temos numero suf- 5
    licieute de peritos ofllciaes de alfaiales fc
    AJporcas
    Caanibras-
    Callos,
    ail,:,; res
    Cortaduras.
    " ""s decabeca.
    i -jseoslas.
    'os membros.
    i KD*ermidades
    eral.
    Ditas do mus.
    Erupcoes e escorbti-
    cas.
    ; Pistulasno ibdomen.
    |Fraldade ou falto d.
    da culi?
    Sengtva -.scaldatis.
    fchaces
    Inflammacao doflgado.
    Males das pernas.
    dos peitos.
    de olhos.
    Mordeduras de reptis.
    Picadura de mosquitos.
    i'111 ni oes.
    Queimadelas.
    Sarna
    Supuraroes ptridas
    Tinha, em qualquer par-
    te que seja
    Tremor de ervos.
    Ulceras na bucea.
    do ligado.
    das articulaces.
    Veias torcidas nu noda-
    1as as pernas.
    "ande-se esto ungento no estabecimento
    geralde Londres n. 224, cStraiid, e na'loja de
    todos os boticarios droguistas nutras pessoas
    encarregadas de sua venda em toda a Americr
    do snl, lavana e llespanha.
    Ven le-se a8O rs., cada bocetinha contm
    ama nstrucco em prtuguez para o modo de
    fazer uso leste ungento.
    O ieposito geral em casa do Sr. S,.mn-
    pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Per-
    nambu.iu.
    Relogios.
    rgidas por um hbil mostr
    Ihanto arte, flcandu os donos
    ecimeoto responsavea pelas
    ibns al a sua entrega.
    9*
    vende-se em casado Johnston Pat.-ri C, ra
    < Vigario n. 3, um bellosortimento de relogioe
    s deouro, patente inglez, de um dos mais afa-
    ^ mados fabricantes de Liverpool: tambem urna
    variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
    Ssiririlo
    de
    seme- .
    lo eslabe- M 'lo Vi
    rs. cada um.
    rfOMIG
    Grande sortimento de csadieiros econmicos a
    ' ''"Ogeni >, o. lodos os mais prepi-os para
    consumo dos mesmos na ra Nova n 20, laja
    N'iaana.
    Vende-se barato
    perreilamente flora mais nova que tem nado ao mercado de 560 a 8J0 rs. a libra em barril
    se tara algum abatimenlo.
    Q neldos tlamengos
    muito novos recentemente chegados no ultimo vapor da Europa de 1S7G0 3 ei vista do Kasto
    que o freguez Iizer se far mais algum abatimenlo.
    os mais noves que ex:stem no mercado a 18 a libra, emporcSo se fir sbdtimeato.
    xV\ei\.as francezas
    anx 1?,,1wftl 1l2Hbra Por ISilO-s., e rtm -ampoteiras de vidro contento cada urna 3 libra
    por ojluO.
    MuslarAa in^leza e vaacexa
    era frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
    Vertladelras gos de eoniadrc
    a caixinUas d 8 libras elegantemente eafeitadas proprias para mimo a 13600 rs.
    Bo\aeMi>iia ingleza
    a mais QOva q' ha no morcado a {: rs. alibra e em ba'rrica com 1 arroba por 43.
    l?oles vid radas
    de t a 8.Ubras proprias para manteiga ou outro qualquerliquido le 400 1 18000 rs cad
    [VtAeadoas eoneitadas \r\>^rias para sorles
    d S Joao
    a 13 a ''ura e em frasquinhos, coutendo 1 12 libra po? 2j.
    Cha preto, liyson e orla
    o malhores que ha oeste mercado de lfSOO.SHe 2 OO a libra.
    ^la^as esa caixialias de 8 libras
    contendo cada una diferentes qualidades a 48500.
    Falitos de dientes licuadas
    em molhos com 20 macinhol cada um por 200 rs.
    Timlo francez
    proprios para limpar faca a 200 rs.
    Conservas iuglezas e francezas
    em latas e em frascos de differentea qualidadas.
    Vresnatos, chonr ^as e paios
    o mais novo que ha neste genero 480, 640 e 720 rs. a libra.
    talas de balaelnaa de soda
    de iifforentes rnalidades a 18^00 em porcSo se far algum abaiimento
    Tambem vendem-se os seguintes genjeros ludo recentemente chegado e da
    T
    \mm coa
    i
    fogo e d ugun. ....... 9,S'00l)
    Ditos democrticos. .... C0G0
    Sleio borzeguins patente. C^lO
    Sapatoes nobreza. .... O^OCO
    Uitos infantes......., ^CCO
    Ditos de Iinka (3 1|3 bateiii$). (,s(t(l
    Ditos fragata (sola dupla). 5^fi00
    Sapatos c!e salto (do tem). (fCO
    Ditos de petimetre...... 5< (.0
    Ditos bailarines........ ?5'Ci)
    Ditos impeini?aveis...... 2^500
    Senhora.
    Borzeguins primen classe(sal-
    to de quebrar;.......5jfl(J!'
    Ditos de segunda classe(quebra
    cambada). ..,./.,. 4,sS0(
    Ditos todos de merino (sallo
    dengoso).........4500
    Meninos e nieinnas.
    Sapatoes de torca. ...... 4|CC(i
    Ditos de arranca'........3I5C0
    Boizeguins resistencia 4s e 3S0l)
    Palco de S. Pt dio n G, arma-
    zem de gneros seceos e
    uiolhados.
    V(-nde-s.- neste novo eslabelerimenlo sacres
    com /arelo de Lisboa, farinha de meniiicca, mi-
    Ino, fejao muUiinho e prelo, Komma de mandio-
    ca, arroz de casca e dilo do Mornnlio de supe-
    rior qualidade, doce da rasca da guaba, vinho do
    lerlo em garrafa >]<> melhor que pode baver nn
    mercado, manteiga ingiera e frsnrrza, banha dr
    porco emlalas, bnlachiiihas de soda d todas s
    qualidades, ceneja preta e blanca da melhor
    marca, qiiPijos flamengos freseaes, conservas in-
    glezas e os mais gneros que se rendem porm m .-
    preco do que se vende nn oulro qualquer paite.
    Cambraia organ-
    dys a 3(H)o covado.
    Vende-se na rna do Crespo, leja n. 8, de qna-
    iro portas, cemhraia tranceEa organdys a 3C() ,
    covado, para acabar urna factura ; asaim com0
    boas chitas francezas S40 e 300 rs., fazenda d
    lindos padroes e cores lisas : dao- se maestras
    SYSTOA MEDICO Di: HOLLOWAY.
    PILUI.AS HOLLWOYA.
    Estetnesnmavelesperitico, ci o p< ct lniejti -
    mente de hervas medicinaos, ni., conten, nen-
    rio, neta algum a outra substancia delecter a lt.
    graos.
    Vande-se espirito de vinho rerdadeiroeom 44 .
    raos, chegado da Eurooi, as garrafas ou as ca- ,i
    inda na ra laraa do Rosario n. 3t>
    felos; pois busca e remore as di i a"de quai-
    quer especie e ^ro por mais antipas eunaze,
    quesenm.
    Entre milhares de pessoas miadas con
    remedio,muitas que j estaam
    KuadaStU2aiaNovan.42
    para carros, e
    javal-
    Vende-Se por prerosbaralissimos para acbar:
    roundes de seda para senhora a 15J, laazinhai de
    cores para rostido a l)) rs. o covado, cassas de
    cores linas a 210 o corado, chita larga a 2')i) rs.,
    casareques de cambraia borda los a 8f, capas de
    fustao a 5$. perneadores-de cambraia bordados al Vende-se em casa de S P Jonhston & C va-
    65. nras e buhados bordados a 320 a vara, lencos quetas de lustre para carros sellins esilhoesin-
    de seda com franja a 15, nscado francez a 2001 glezes, candeeiros e casticaes bronzeados lo-
    rs.sobrecasacas de panno fino a 25-5 palelols de i as inglesas fio de vela chicote
    panno prelo -
    a
    c
    co e de cores de 2J a 43, gollinhas bordadas de
    traspasan, camisinhas para senhora a 2[500,
    m nguftos bordados 2)')00. chita de lustre lar-
    ^i para cubera a 320 rs,, esguiao de linio mui-
    to lino a 1"J200 a vara, bramante de Iinho com
    9 palmos de largura a 2>)u0 avara, damasco1
    de lia com 9 palmos d* largura a 2-5'.)0O o co-'
    vado,-pecas de madapolao fino a 45500. chpeos I
    de f.-lirn linas, baldes a Gariliabie" a JOO. pale-
    lots de brim de cores e braneo d S a 65, ci-
    misas brancas e de cores de IsV.uj a 35, e outras
    mui.is fazendas por muito menos do sea raloi
    para techar conl is.
    esl-
    as poras I
    preservando em seu uso: conreen.....
    recol-ara saude eorr-
    mor
    nnno preto e de cores a 18, 2) e 22;,. ditos de montaa, areios para carrod*nmedous3
    lS^j^^ff^r ***" 4'ouro Mtentein*ieze
    ival sen serondo
    iCiniento inglez.!
    * l'.ira collar vidros, louca, tartaruga, l i
    ^ miriim et.,chngou urna pequea por;o rj/j
    ^ deste rmenlo ja muicanhecido nesta ca- ^5>
    ^ pial e se vende nicamente na casa de |
    >j Augusto i Perdigao, ni rui da Cideia do **
    ^g H-cife n. 23, a 2j cala vidro dinheiro
    ^j, vista. Os amadores devem quanto antes Q
    Jg pr.iver-se delle. S
    Ni ra do Quaimado n. 55. defronte do sobra-
    do novo, loja de miirdezas de Jos de Azevedo
    .Maia e Silva, lia para vender os yguinies artigos
    abauo declarados
    Gaixas de agulhas francezas a 120 rs.
    Sapatos de tranca de algodin a I5.
    Carlas de alflnetes Unos a 100 rs.
    Kspelhs de columnas madeira branca, a
    DJ440.
    Phosphoroscora caixa de fnlha a 120 rs.
    Frascos de macases* Bernia i 200 rs.
    Duzia de facas e garfos muito finos a 3$500.
    Clcheles em cartao de boa qualidade a 40 rs.
    reas, depois de haver t. nt-.-
    inutilmente todos os outros remedios
    vs maisafflictas nao deven, ,. treariVe idt-
    speraao: faeqm um competente e'nil
    efficazeseireitos des4aassomtr..s medicina
    prestesrecuperarao o beneficio-da sande
    Nao se perca tempo em lomaresteremed.
    Paqna4querdassegHnie9enfcrn.id.de7:
    Pe re de toda a especie
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    A-'.; Olas.
    Areas mal de).
    As: lima.
    Clicas
    Conyulsdes.
    Debilidade ou ert en na-
    ca o.
    Debilidade ou falta de
    torcas para qualquer
    OtJS.I.
    Dysinteria.
    Dor de garganta.
    le barriga.
    nos rius.
    Dure/.;! -,,. ventn.
    Rnfei mi ~ no venir'
    I Ditas no flgado.
    Ditas venei ea?.
    i i/S
    Caixas de clcheles batidos a 60 rs. nxaqueca.
    Caixas de obreias muilo novas a 40 rs. Herysipele.
    Fiasco de oleo de babosa a 500 rs. \ Febre biliosa?.
    Dito dito para fazer cabello corredio a 800 rs.; intermitente.
    di
    es-
    6otla.
    Nemorrhoidss.
    Hydn e*ia.
    Ictericia.
    Indigesiocs.
    Iiiflanimacoi.-.
    Ir regular i da de
    tv\> nslrus To.
    Ci ml.rigas de toda
    pecie.
    Mal ce Pedra.
    Mancha na culis.
    Obslrm rao de venlre.
    ithisira oiicomeunip-
    CBo [ ulmnnsr.
    RelencSo de nurina.
    Rheumatismo.
    !\vnplomas secundarlos.
    Tumores.
    Tiro doloroso.
    i ;i eras,
    "'enere [n si .
    Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
    junto a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja d
    ferragens n. 37, ha urna grande porc.to defolhas
    de zinco, ja preparada para telhados, e pelo di-
    minuto ureco de 140 rs. a libra
    -"..--'^.'j-v
    sfe'
    %\
    NO
    Armazem de fazendas.
    DA
    liaa do Queimado numero 19.
    A 1$800 rs.
    Lcncoes de Iinho finos a 1^800 rs.
    A l. C iberias de chita grandes gosto chinez.
    A 4SO0 rs.
    ll'lapolo infestado corr 20 varas.
    A 4^500 rs.
    Cambraia branca fina de salpicos com 8 1|2
    varas.
    A 35500 rs.
    Verdadeira pechtncl.a de chales de merino es-
    tampados e lisos, grandes e muito finos
    A 220 e 200 rs
    Chitas francezas largas cores lisas e escuras.
    A 900 rs. a vara.
    ' Brim trancado alvo com 8 palmos proprio para
    loa'.has so se vende neste estabelecimenlo.
    A Mi e i5J00 a pec^.
    Cambraia lisa fina cora 8 1(2 varas.
    A 560 rs. a vara.
    Cambraia preta com pintas brincas muito Gna.
    A 500 rs. a vara.
    Cambraia de cores muilo fina miudinhas.
    A2|a duzia.
    Lencos braocos para algiboira.
    A 600 rs. a vara.
    Algodao monslro proprio para lencoes.
    A meia pataca.
    Chita miudinha pelo barato prego de 160.
    uperio- Jjg
    mado fa-; |
    com a,mendoascobertas',-.on[oites. psiilhad4'varia8-,^2ze -
    para conservas, charutos dos melboresfabricallesde S. Flix, nVas le tnt. .r"!,pr0pn0 '
    ma muilo fina, ervilhas francezas, -.hUrapagne das mais icreditid.s mar as ce rveis" de'S" 'W
    spermacetebaralo.lic.orcsfraneezpsmuilo finos, marrasquino le ura, azeiiednre ni.rin!. i ?' '
    lonas muilo novas, banha de porco refinada e oulros muito gneros oj SconiMSffW-iV*
    molhados.porissopromettem os proprietarios venderem por muilo menos do ou-iitrorin.tmf '
    prometera mais tambem servirem aquellas pessoas que mandaren por miras noticn nr A, '
    riM pessoalmonte-.rogam tambem a tobos os sanhoresle engenho e seniores-avrado es
    queiram mandarinas incommendas no armazem Prugresso aue se Ibes afilanca a boa aualidarte
    o icoalicionamento *uanuauee
    ^'54
    ". i -:
    ti 11!

    -m ?im ^i tj
    5"BJ
    res l'iatidados, presuntos a 480 rs.a libra, chourica muito aova, mirrnelada do ma s f
    bricantede Lisboa, macade tomate,pera secca,paseas,'"ruHaseraealda amo.j. -
    l^endoas, nozes, frascos
    Relogios patentes.
    Estopas.
    Lonas.
    Camisas inglesas.
    Peitos paracami- as.
    Riscoutos
    Emcasa de Arkwiglil A C, ruada
    Cruz n. 61.
    Sapaios de la par maneas e 200 rs.
    Pares de meias para meninas a 240.
    Pires de levas de fio de Escocia a 320,
    llassos de grampis muilo boas a 40 rs.
    Agulheiros de irnirlim n 160 rs.
    Caivetes de aparar penis a 100 rs.
    Grvalos de seda muilo Gns a 600 rs.
    Tesooras para costura muito linas a 500 rs.
    Ditas p3ra un has a 500 rs.
    Pecas de franja de Ia com 10 varis a 1!.
    Pecas de tranca de Ia com 10 varas a 500 rs.
    Petilho para en feita r vestido (pees) lf).
    l.inhas Pe 1ro V, cartocom 2DO jardas, a C0 rs.
    Hilas jilo com 100 jardas a 20 rs.
    Escoras para denles muilo linas a 200 rs.
    Pares ,ie meias decores para homem muilo fi-
    nas a 140.
    Cordao imperial (pecas] 40 rs.
    I Grammtica ingle
    za de Ollendorff.
    Novo metliodopara aprender a li\
    a cscrever e a fallar inglez e:n 6 mezes,
    Vendem-se estas
    geral de Londres n
    pilulas no eatahelerin enl
    *'*-> Slrand, e na lojo de
    lodosos boticarios drognisiaa e unirs pr-sseas
    enrarregadas de sua venda em leda o America
    do Sul, llavana e Hespanha.
    Venden--se as bocelinlias a ffo rs. rada rn ;,
    dellas, rontem nina Inslrucco em portogarz pa-
    ra explicar o modo dse ussr.desias pilulas
    O deposito geral em casa de Sr. Soum r>hsr-
    mereutico. na ra da Cruz n. 22, em Pernani-
    buro
    Potassa da Russia e cal de
    Lisboa.
    No bem ronhecido e acreditado deposito d.t
    ra da Cadeia do Recil* ". i> ]a parn Vf.t.ripr B
    verdadeira polasss da Ruesia nova e te supcii( r
    qualidade, assim como ian>bem r] virgem rm
    pedra. ludo por preces n.,i ralos do qi:e rm
    onlra qualquer parle.
    Machinas de costura.
    SO IU-
    i::& ?.:
    5*!
    Botica.
    4D iM i
    Defronte do becco da Cougregaeoletreiro verde.
    Casacas de panno preto a 30;$, 353 e
    Sobrecasacas de dito dilo a
    Palelots de panno pretos c de cores a
    20, 259, 30fi e
    Ditos de casemira de cores a 15S e
    Ditos de casemira de cores a 73 e
    Ditos de alpaca preta golla de velludo a
    Ditos do merino setim preto e de- cor
    a 8 e
    Ditos de alpaca de cores a 3#5O0 e
    Ditos da alpaca preta a 3S50O. 5, 7 e
    Ditos de brim de cores a 3*500, 47J500 e
    Ditos de bramante de Iinho brancos a
    4501 e
    Cal^asde casemira preta e de cores a
    9,108 e
    Ditas de princeza e alpaca de cordao
    pretos a
    Ditas de brim branco e de cores a 2*500,
    43500 e
    Ditas de aiiga de core; a
    DtsS d-a casemira a
    40*000 Colletes de velludo decores muitofino a
    35$009 Ditos de casemira bordados e lisos pre-
    tos e de cores a 5*. 5*500 e
    35*100 Ditos de setim preto a
    229000 Ditos de casemira a
    12*00 Ditos de seda branca a 53e
    123000 Ditos do Rorgurao de seda a 5$ e
    Ditos de fuslao brancos e de cores a 33 e
    9*000 Ditos de brim braneo e de cores a 2* e
    5*009 Seroulns de Iinho a
    9*000 Ditas de algodao a 1*600 o
    5>0,)0 Camisas de pito de fust5o brancas e de
    cores a 2*300 e
    6*000 Ditas de peilo e punhos de Iinho muito
    finas inglezas a duzia
    12*000 Ditas de madspolo brancas e decores
    a t*800. 2 c
    5SO00 Ditas de meia a 1* e
    Relog'os de ouro palentee orisonlaes
    5*000 Ditos ae prata galvanisados a 25* a
    3*000 i Obras de ouro, adereces, pulceiras e ro-
    5.35001 setas
    Bartloloraeu Francisco do Souza, rua larga do
    Rosario n. 36, venie-se os seguintes medica-
    mentos :
    R obl'Affecteur.
    Pilulas contra sezoes.
    Dilas vegelaes.
    Salsaparrilha Bristol.
    Dila Sands.
    Vermfuga inglez.
    Xarope do Bosque.
    Pillas americanas (contra febres).
    U'iguenlo Holloway.
    Pilulas do dito.
    F.llixir auti-asmathico. .
    c*oAftl Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
    8*000 e 12 libras.
    Assim carao tem um grande sortimento de pa-
    pel para forro de sala, o quil vende a mdico
    preco.
    N. r. Bieber & C. Sucressorcs avisam
    bino, que rn. sen armazem na na da Ciuz 1," 4
    eslao ezpostos venda as meltrores machinas ci
    I obra inteiraraente nova, para uso de|cos,ura qt hoje teem rindo a esle mercado
    lelos os art-bclecioeotO, de ms.ruccr.o, ZSSRSS^JlZSES: STS
    pblicos e particulares. Vende-se na tras se nota, assim sao de construrco simpUs
    praca de Pedro 11 antifo larpo do Col- e.,'',cil,,a."' B*. Acostnra feita por estas ma-
    L_i\ t-, chinas nao le. rn igual es obra de mao, um non-
    io bonito e forte, alero de que nhem e ro.-eii
    de todos os modos, cada caixa de rosluja rrpie-
    senta um lindo Uile para gabinete de senhora.
    Igualmente na machinas para elleiroc, re. ( s
    procos sao mdicos, e o Sr. nrminghf>n>, ric-
    nheiro, ensina o uso das machinas e lodas a$ par-
    ticularidades da conservaco de sua consttune
    no aelo da comrra.
    10J00O
    legio) n. 57, segundo andar.
    33500
    6*590
    6*900
    3*500
    2g500
    23OO
    2*000
    S iuleressa s senhoras.
    Existe noro sortimento das novas e deseadas
    j pulseiins de coral fmgindo urna cobrinha, encas-
    2*500 1 toadas em uro : as lejas de ourives de Sera-
    1 phim J Irmao, rua do Cabug ns. 9 e 11.
    353000[ Veniem-se libras steilinas, em
    casa de P*. O. Bieber S C. : rua da Crir
    n. i.
    Arados americanos e machinas
    309OOO1 paia lavar roupa: emcasa deS. P Jo-
    ihnst-in & C. rua daSenzalan. 12
    2*500:
    13600
    i
    eobertos e descobertos, pequeos e grandes,d
    ouro patente inglez, para homem a senhora,
    de ura dos molhores fabricantes "le Liverpool
    ivndospelo iltimo paquete inglez : em casa d<
    oSuthall Mellor &. C.
    Loja das seis portas em
    frentedo Livramenlo.
    Covado a 200 rs
    Chitas largas de bonilos goslos a 200 rs o co-
    vado, dilas estrellas a imitaeo de laszinhas a
    160 rs., cassas de salpicos brancas e de cores a
    200 rs. o covado, pegas de- esguiao de algodao
    muito fino a 3$ a pega, ditas de brelnnha de rolo
    com 10 vai as a 2*. riscadinho de Iinho a 160 rs.
    o covado, chales de merino estampados a 2*!
    longos brancos cora barra de cor a 10 rs., ditos
    coa bico a SOOrs., algodao monslro de diias lar-
    guras o moihor que pnssivel .a 640 rs. a vara
    luussulina encarnada a 240 o ovado l de li'
    nho prelo bastante largo. A loja est aberta at as
    9 horas da noite.
    Loja das seis portas em
    frente do Livranieno.
    Roupa feita barata.
    Pilelcls de casemira escura a 4?, ditos de al-
    paca preta a 4 e 5*. camisas brancas e de cores
    a 2. dilas de fuslao a 2*5C0, ceroulas n.uilo fi-
    nas a 1$!6C0 e 2S, palelols e brim pardo a 3*,
    calcas de cascmia proles e de cores, palelols d
    panno prelo. sobrecasacas, rlleles de casemira
    preta, dtlns de velludo prelo e de cores, um con-
    plelo sortimento de roupa feila.
    4TTEN$0.
    Vendem-se grandes loneis de amsrello. assim
    como loneis e quartulas de mafleira de boa qua-
    lidade, todos muito proprios para as destillagdes
    do3eugenhos e para depsitos de niel : para ver
    o troiar na rua do Queimado loja n. S9 ou na
    rua mperial em casa ic aiajor Antonio da Silva
    Gustoso.



    ILEGIVEl


    DIARIO DE PEfSAMBITCQ. TERCA FEIRA 2 l>E OUTCBRO DE 1860.
    DE
    Sita na ra Imperial n 118 e 120 junto a fabrica de sabia,
    DE
    lonas as auiieneocs, asperanies eue._ repuc.no tamo i:e cobre como de bronze e torio, lomeiras
    de bronze de iodas as dtmoneoes e fcilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronzee
    U rro para rodas d'agua,portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
    is dioiencoos para eneameutos. camas de (erro com armacio e sem ella, fugues de ferro potaveis e
    econmicos, taclias o tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
    ^ara engenho, folha le FI and res, chumbo em lenco] e barra, zineo era lenco! e barra, lsnces e
    arroeltas de cobre, lenccsdeferroalato,ferro suecia inglezde todas asdimcnsdes, safras, tornos
    e folies para forreiros etc., e outros muosarligos por menos preco do que era outra qualquer
    patle, desempenhando se toda e qualquer eneommenda com presteza e perfeico j conhecida
    para coniinodidadfe dos freguezes que se dignaren) honrarem-nos com a sua coiiiano.a, acha-
    o a ra Nova n. 37 loja de erragens pessoa habilitada i>ara tomar nota das encomiendas


    a K1 i
    m i lili gfi P i >!* <*:. r -v> M ijj i-:.
    fc \* %*; ^ 6a W> ta fr^ ^f I y ^ i g #% B
    Se is proprietarios oiTerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toua
    (nilquer obra manufacturada era seu reconhecido estabelecjmento a saber: machinas de vaporde
    todos os tamanhos, redas d'agua para engeiibos todas de ierro uupara cutios de madeira, moen-
    Ids o meias mvendas, tachas de ierro balido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guin-
    chos e bombas, roi:is, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassai maii-
    e para descaroear algodao, prencas para mandioca e oleo de ncini, portos gradara ce-
    rento, arados, cultiva Joros, pootes, -aldeiras e tanques, boias, alvarungas
    CORAL. .
    Vende-se verdadeiro coral de rais a preco
    muilo commodo, e. mais muilas miudezas e rap
    de varias qualidades, tanto a rolalho como em
    libras : na ra larga do Rompo pastando a bo- chegados de novo pelo ultimo paquete : na loja
    tira segunda loja de nnuiie/as u. J8. do Tapor na tua Nova n. 7.
    Yilio k Bordtaux.
    Em casa de Kalkmann lrmos& C, ra da
    Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bim co-
    nhecidas marca dos Srs. Drandenburg 1"reres
    e dos Srs. Oldekop llareilhac SC, cm Bor_
    ijtaux. .Tem as seguintes qualidades :
    DeBraudehburg frres.
    St. Estcph.
    -St. Jo lien.
    Margaux.
    Larc
    Chleau Loville.
    Chateau Uargeux.
    De Oldekop & Mareilhac.
    St. .lulien.
    SI. .lulien Mdoc.
    Chateau Loville.
    Na luesma casa ha para
    vender:
    Sherry em barris.
    Madeira em barris.
    Cognac em barris qualidade lina
    Cognac em caixasqualidade inferior.
    Ceneja branca
    As mellioi es machinas de coser dos mais
    Na loja de chapeos da praca da Independen-
    cia ns. 3G c 3b. vendem-se os seguinits ubjectos
    e mais barato que em outra qualquer palle: cha-
    peos de fe!lrn de 2*560 a GSO0O, ditos do Chjle
    de -2$ a IggQQt,, diiosde casera' i com abas for-
    radas de pilha di 23 a 23560, Jilos de outras
    qualidades que s com a vista os compradores
    so convencern; bonels a ingle/a bordados a
    euro, ditos de diversos goales para menino?,
    chapeos de palha paia honiem de diveisos gus-
    tos, dilos amazonas tanto de fcliro romo de pa-
    lha para senhoras, aloes de ouro e de prala pa-
    ra divisas, bonels para a gurda nacional lano
    de soldados como de offflTiaes, e outros rouilus
    ubjectos que estarlo prsenles.
    Vinlio genuino.
    Anda ha urna pequea quanlidade de ancor-
    las desie vinho sem cunfeicao, e proprio de doen-
    les : na ra do Vigario u. 19, primeiro andar-
    Libras stcrlinas.
    Vende e no escriplorio de Ka noel Ignacio de
    Oliveira \ I'illio, M praca do Corpo Sanio.
    Milho.
    Vendem-se saceos com milho a 55500 para
    acabar : na ra da Cadeia do Recite n. 3.
    Loja de miudezas na ra
    Direila S. 8 5, onde tem
    Borzcgiiins de. senliora. i 0 kmpe> 'do gaz,
    Vendem-se borzeguius de senhora muilo novns
    pelo diminuto [irpco de 48800,*a dinheiro vis- '
    la : na ra da Cadeia n. 45, esquina da ra da
    Madre de Dos.
    Livros.
    Vendem-se diccionarios latinos, inglezes, al-
    lemos, Horacios ron; inierpretacoes e notas, se-
    lectas inglezas, fbulas latinas, breviarios roma-
    nos, los sancturum : na ra da matriz da Boa-
    Vista II. 31.
    a
    Hillio novo.
    i
    Saceos de alqueire : no largo da Assembla n.
    19, armazem de Aniones Guimaraes o\ C.
    Cera de earoa

    i,
    i rm las e m itnhos d
    - e to i-; as niir.is de machinismo.
    .- mi
    Lecimenti
    do eslabelecimentc Jos Joaqaim da Costa Pereira, com quem os o re tendentes
    --. -niipr [tara qualquer obra.
    asas obras do machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual Mr sua uatureza pelos
    i moldes que para tal tira toremaprosentadoa. Reeebem-se effcommendas ueste esta-
    ona ruado Brum n. 28 A e na ra doCollegiohoje do Imperadorn. oomoradia dpcaj-
    alama.Iosauto.es de New-^ik. I. ? alaade especial : no largo da Assembla n
    SI. bmger C e \V lieejer o \V nson- 1*J, armazem de Aotunes Cuimoraes c\; c.
    Charulos do Ro,
    pudem
    1 o I i
    V : le-s< em :asi ie Saundera Brothers &
    C. praca do Corpo Sinto, reiogios do afama
    i i) fabricante Itos'iell, por presos com modos
    e .nne^n i ic i ;'.h e :adcias paraos mismos
    deexceeilnto tcosto
    Escravos pocos
    Vende.-se um moleque de >) anuos de dado,
    um mulalinho de 18anuos, dens eseiavos ambos
    por 1:600#, urna cscrava do 20 anuos, boa en-
    gommadeira, nina dita excellente roztiiheira por
    bOOg, duas ditas para todo o servico : na ra das
    Aguas Verdes n. 46.
    Vende-se o engeuho Qniaombo, na fregoe-
    zia do Santo Amaro de laboalo, iu troca-se por
    . r( dios iu.-la colado do Recife : a tratar no en-
    ; ho Pintos, oii na ra Augusta, sotirado n. 3,
    Vefde-se urna luja de calcado na ra do
    Lirramenlo n. 33, muilu afreguezada, e com ar-
    io nova, e propria para qualquer negocio
    q ie se pretenda botar : a tratar na mesma loja.
    Veude-se a C-isa terrea n 35 da ra do Pa-
    ire Floriano, com chaos propcios : a tratar na
    cu larga do Rqsarin n !0, segundo and ir.
    PECII1NCUA.
    Vende-se um bom civallo castrado muilo an-
    dador de ludo, sem achaques, por pouco dinbei-
    i. i ra dus Pescadores ns. 1 e3.
    ;
    censtruiJt
    4dmiraveis remedio^
    americaBos,
    Todas as casas de familia, senhores de enge-
    nho, fazendeiros, etc devera estar prevepido
    com estes remedios. Sao tres medicamentos con
    os quaes se cuia elicazmenle as principaes mo-
    lestias.
    Pro m pto a I i v i o d e R a d w i\ y.
    Instantneamente alivia as mais acerbas d'ores
    e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
    cabera, nevralgia, diarrlia, cmaras, clicas, bi-
    lis, indigeslo, crup, dores nos ossos, contuso es,
    queimadura, erupedes cutneas, angina, relen-
    q5o de oorina, etc., ele.
    Solutivo renovador.
    Cura todas as enformidades escropholosas.chro-
    nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de nao,
    humores, purifica o sangue, renova o systema;
    proa pto e radicaiuiente cura, cscrop hulas.vcne-
    reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
    sos, tumores brancos, afergdes do ligado e rins.
    i' erisipelas, abeessose ulceras de todas as classes
    Vende se una excellcnte prupriedade Sg .,*. .. ,, ,._ ,. col e lijlo, paredes dona- muUillas dolhos, difficuldade das regras das
    Nesle eslabeleci-
    mento vendem-se as
    machinas desles don?
    autores, mostraru-se a
    qualqner hora do dia ou
    d3 noiie, e regponsalili-
    samo-nos por sua boa
    qualidade e segursnea :
    no armazem riefazendas
    do Raymiindo Carlos
    l.eite A Irraos ra da
    Imperatrlz o. 10, amigamente aterro da Boa-
    "' i s t a.
    qualidades finas e de di fie rentes formatos, fabri-
    cados por um dosmelhores autores, eslabelccido
    all desde 1832, no largo daAssemba u. 19,
    armazem de AnlunesGuimaraes c\ c.
    Terrenos perlo d;
    praca. |
    Caminbo dos mnibus.
    Os herdclros do Commondador Antonio da Sil-
    va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
    Porte, em sotles de Ierra a voniade dos con ira-
    dores com a nica iesiricc.o de nad^Prem menos
    de 30 palmos de frente, o fundo designado pela
    r< specliva plaa approrada pelas auloridadi s
    competentes, o cngenlieiro' Antonio Feliiimo
    Rodrigues Selle o encarregaao das medices!
    precisas, c pode ser procurado no mesmo >iiin,
    ou na ra estreila do Rustri n. 30, lerceiro .in-
    dar, ou na praca da IW.a-Visia, boina deJoaquim
    Uuacio Ribeiro Jnior : os prelPiidentes |
    dirigir-s" igualmente para qualquer proposla ou
    esclarecimeuto ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
    sen sitio na Capunga.
    lhOROVO
    Ferros econmicos de engommar a vapor
    ! ra Nova n. 20, loja do Vianna.
    'dao.
    na
    .
    Na luja de chapis da praca da Irulepedrii-
    encia r. 30 e 38. vendem-se chapeos
    para acabar.
    'd
    di Russia, pelo
    chapeo. '
    um
    peos de rnuro
    diminuto preco de 1;00 cada
    seda
    mb das, com % salas, piarlos, cosinha lora g niulhetcs hipocondra, venreo, etc
    K e muilo fresca sita na frequezia do Ja- % piluloo pumilailoVoo ,1
    a boalao do lado do rio do mesmo neme : 5 riiUiab I egUldllOI Us. d
    lo Quctmadp n. G A
    'J, a tratar na mi
    vende-so loros de mangue, no escrtptorio
    ila Companhia Pernambucaoa.
    Vende-se por preco comroodo urn cairo
    i eicellenle b
    de Rad-
    way
    iara regu'.arisar o systema, equilibrar a circula-
    cao do sangue, iutcirameiite vegelaes favoravei'
    em lodosos casos nunca occasiona nauzeas ni ni
    :om excellenio bi ; na estrada dos Aflictos, dores de ventee, dse s de 1 a 3 regularisan de*
    luinto sino depois da cape a. c ..__. -, *
    ,-".,,'. PU'gam. EsUspilulas sao edicazes as aliec-
    Ven lem-se ou alu
    r.-ira, urna pega 20 eixei
    . la d is vfugaJos n. 13.
    Ven le-se um carado
    is canoas de car- S*8? d." ifc'8d0> bilis' dor de cabe?8' cled. -
    u : na ri:i Di- a,8,slai e em todas as enfi rmidades das mu-
    AO
    armazem de fazendas da
    ra do Queimado n. 19.
    [.unios de bramante barato oreen de l;8O0 cala lencul.
    Covado a nsil c duzenos res.
    Grosdenaples furia-cores com unas piulas de
    mofo muilo punco, pela pi chimba de 1^200.
    a 5^500 chales.
    Chales de merino bordado, franja de sida.
    Grandes colchase 55500.
    Colchas de usio muilo grandes de lindos de-
    senhos a preco Jo 5}500.
    Tachas e moend;
    Braga Silva & C.tem sempre no sen deposito
    da ra da Moeda n. 3 A,uro grande oriimento
    de tachase mcendas para engenho, do multo
    acreditado fabricante Edvin Maw a tratar co
    mesmo d(; osilo ou na ra do Trapiche n K.
    1.0 capu
    hcies, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
    - VenJe-se um carallo proprio para carro, cues, flores brancas, bsiruccoes, histerismo etc
    multo novo, pedrez. muito manso : quom pre- v:,,% .i,, ,.,;,,, ,r < '. "'
    , dirija-se Passagem da Magdalena de-1*, d "'"s'"oniplo eireito na escarlai.na, febre
    r.niio do-coronel Joo Joa- biliosa,febre amarella. e em todas au feLres ma-

    fronte d i,sobraJo
    q lint.
    Na rn da Cadeia n. -i, vendem-se as se
    - udas, pormelade de sen valor, para
    tquida ;5o.
    Ricos de seda brancos e prelos, de todas as
    iras, rara a 1 l>, 240, 100, 8''0 e 15000.
    . completo sorlimenlo de franjas de seda c
    ilgodo.
    . uini a 10, 13, 0 e 35$
    Bot Iu, de lou .i e do usio
    Jo qnaliiaJes unas, duzia a 200, -100 o G00 rs.
    Collariohos bordados de 500 rs., $, 3 e -l
    '' finos, pecas com 1-2 varas a 1g.
    J..dos liras" a 0, 1-, 28, 39500:
    solas com manguito! a 3$, 5 e (i*.
    ites de flores a 6jj.
    i !...o.- de seda para senhora a 10$.
    Casav |iies de rell ido a 10 e C0S-
    !i!:->s de seda a 25,
    s de fustao a 8 e 12;
    Fitas deseda e de todas as qualidades de ICO
    -. .-i 1^500.
    Ditas de veudo Je 210 rs a 1g.
    scssrjpio a e&wt&m *a
    n
    guro costra logo
    0, .. AMMIA
    OlT^
    ^
    i1 I
    ignas.
    Estes tres importantes medicamentos ven; a-
    companhados de instruccoes impressas que mos-
    'ram com a maior miuuciosidade a maneira de
    applica los em qualquer enfermidade. Esta o ga-
    rentidos de falsificaco por s haver venda no
    armazem de fazendas de Raymundo Carlos I.eit*
    & Irmio, na ra da Emperatriz n. 10, nicos
    agentes en; Pcrnambuco-
    Rap ncioDal D.
    Pedro II da imperial fabri-
    ca de Joo Candido de Mi-
    randa, Rio de Janeiro.
    | Este rap sem duvida o de melhor qualidade
    fabricado ueste imperio, araba de chepar e ven-
    i de-se no deposito, ra do Vigario n. 3, escrip-
    lorio.
    Barato para acabar.
    liivsiu
    LlMDSES
    AGENTES
    ' G J. A.stley
    Rita do Passeio Publico, loia
    * ai
    numero 11.
    Meias para senliora, du/.ia a 3(500, e 500 su
    Sil t perior, corles do vestido de.cambrai3 com listras
    "- l* ^^ ^^ ^ de seda a 5$t, dilos de 15a a 5-3, dilos de cam-
    y braia -i 33, ditos de cassas a 29200, pecas dgeara-
    = braia de .lpicos a 30fiOO, grosdenaple muilo fino
    t a IcTOO, $ o 2c300, coitos de casamira a 3j, chi-
    ^ ta fiinceza a 220 o covado, camisas fraocezas de
    Na loja da roa do Crespo n 1 vende-se
    variado sorlimenlo de fazendasabaiso menciona-
    dos o por procos o mais barato que so pode ima- ,
    Binar;
    Cassas de cores ixas o covado a 100 rs.
    Camisinhas de cambraia eom gullinhas a 5C0 rs
    Hila dita com gullinhas c manguitos a i>
    Peni es riquissimos de tartaruga de l(ij e 15g.
    Chales do l.ia estampados a 2a500.
    Ditos de merm de nina s cor a 3$.
    Hilos de louquim a 15;.
    I*ni ns de cassa de cores com bico a 120 rs.
    Paleto! do seda para-hometn de 103 a \2.
    iJio de pauno e casemira a lg e l&s.
    Cortes de vestidos de larlalana bordados a
    a 13g o 20-3.
    Hilos dito do fular do seds a 153.
    Dito dito de seda preta 0 de cojcs bordados com
    babados a COJJ.
    Di os iliiu u> grosdenaple prcto bordado a vei
    ludo com babados a 70$.
    Hilos dito de grosdenaple prelo a 50.
    Iiii.is dita de grosdenaple prelo d'aquile a 303.
    D.les dilo dilo filio a 25;.
    Hilos dito do seda de cores com babado a 2"fi
    e 40.
    Ditos dilo -'c phanlasia de barege a 15c 17$.
    Dilos dilo de cambrata brancas bordados linos a !
    i';3 o 30?.
    Hilos dilo de seda preta tarrada a 25$.
    Hos dilo do seda de cores lanada a 30-3.
    Ditos dito de cam braia e seda a 3-,\
    Dilos dito de fustao com casareque feit4fe153.
    Cnsateques de rembraia burdadode 33. ; e l"~.
    l'enieaaoies de cambraia bordados para senhora
    n 5?.
    Romi-iras de cambraia do lpico e borda Jas a
    1,9 o.:-
    Vitiiose sabidas de baile de merino e sida a
    i1-' i 153.
    Hanleliti > ie grosdenaple braneo a Iflg.
    ! lid dito prelo com bico de I5 a v$.
    Vigila \H- lil prelo i \0.
    Sains bordadas liara senliora a 2-3,2^-500, 33 e 5fi
    Capas de velludo ricamente bordadas para se-
    nhora a 80.
    Camisas de cambraia de salpico para menina a 1$.
    Ditos do fiis'.ao bordado para enanca a 1-3.
    Dilos de seda beldados para criarica a 7?.
    Vcsiuarios.de gorgurao para menino u menina
    a &,8j e 15?.
    Hitos de brins para menino a 4#.
    Ditos do lu.-iau para meninos a 6.
    Calcas de casemira decores tiara mrninoa 63.
    Vestidos de cambraia bordados para baplisado
    de rriancas a 6a e !5.
    Colzas abeilas do l para cama a 5$.
    i Grosdenaple decores covado a I5 < l.;2(IO.
    : iai'ei.i lie ceros com pequeo defeitu ce mofo o
    colado a'320 rs.
    Barege de soda lindos padrees o covado a 900 rs.
    La decores muilo lina o covado a GO rs.
    i Riscado de la e seda muito tino o covado a S00 rs.
    ' Chales de coros o covado a 50(1 rs.
    .cucos de seda de cores a I.3 e 1:500.
    I.uvas brancas d.' pelica em bom estado a 500 rs.
    Hilas do seda prelas e de cores a 320 rs.
    Coques Ouissimos a 1$500, 3g e 159.
    Peca de lita do gorgurflo para sinto de senliora este esfabeleciment que eiicontrarao um liahil
    com 11 varas a 4&500.
    PWa aslreita de velludo com JO 1|2 varas a l.
    Pita muito larga e tiro desenlio pira cinta de
    senhora a vara 23500.
    Chapeos de palha copa alia para hornera a 4-3.
    H.las amazonas para montara do senhora a 4fi.
    Dilos de seda para senhora a 103.
    I Hilos de seda de cores para crianca a 4j.
    Bonels de tontea para menino a 4g.
    em saceos grandes : na ra da Cruz n.l. Assim
    corno arroz coro casca e pilado muilu barato.
    Ni ra Nova n. 33, Uji de f de-se urna escrava pelo baralissimo proco do
    800S000.
    Vende-se urna negra da Costa sem vicios
    e nem achaques, de dado de 35annos,*para ludo
    servi.-o, por pnen commodo na rm da Iu pe-
    ralriz n 19, com Frederieo Chaves.
    Vende-se um sof r- (i radeirss de an arello
    cm muito bom oslado ; no pateo do Paraizo n. b, I
    segundo andar,
    Vende-se urna taberna na Iravessa da ra
    do Vigario n. .'i, com ponos fundos, propria pa-
    ra um principiante.
    Vendo-so urna boa casa terrea em chaos
    proprios, ua ra de Santo Amaro n 12 ; ti.
    na roa .0 Crispo n. 1 i.
    Taberna.
    Ven Ii -se a taberna da ra Imperial n. 213,
    componeos fundos, prepria para um principi; 11-
    lo, e bern afreguezidi, com lauto que srja a di-
    nheiro 'i irjsia, no lodo ou parto delle : a tratar
    na ra Direila 11 91. ou na mcsii a laberna.
    Vende se na ra da Cruz arma-
    zem 11 33 :
    Cera de carnauba a I O.s a arroba em
    saceos.
    Sebo retinado d Vo to-emcaixuesn 1 !.s.
    Dito cm barreas a I0J500.
    Dito era velas caixotes de 1 arroba
    por 12.^
    FiodaBahia em saceos p.rlibra 750rs.
    vendem-se pecas de fitas de coz a 240 is cai-
    xas d'agulhas francezas a ICO 240 rs., colher- s
    de metal principe par^ aoupa fino a 52C0, dis
    para cha a 2j*00 a du/.ia, enfeile.-, do vid:
    prelos linos a 500, caixa de bfalo a la e
    l$80, bandejas linas a 1S50II, 2$ 33. 4$, 1 -
    macos de grampas roligaa a 40 rs., ditos de cara-
    col a SO rs linteirus a arceiros linos a 2jf, : -
    ao de liriln. bramo a tOO rs. a vara, pul-' rs
    prelas a Ig.lorridaspara candil iros a lou rs.a ,: 1-
    zia, pecas de litas do liuho a 60e SO rs., cordi i
    para violan a feo e 120 is., trunca.-, de linho para
    unfeites'de vestidos a 900 rs. a peca, pentes
    alizar, de baleia, a i i, calungas de divi
    qualidade a 120. 160,200,240,280 e 480 rs.,
    goliiihas de corrbi para senhora a S00 e 1,', -
    niveles do urna folha a (60, CSCvss para di : 9
    a 2(0 rs. sabao lino para baiba a SO e ;i(! rs.,
    bilis linos finos a 40, 80 o 100 rs. a vara, rj
    para senhoras a 320 is. o par, linlias de u.....1
    para corchia 20 is. a miada, ribique a &0 rs. o
    p ipel, obreias de maca a 80 rs. a caixa, vls| .
    a 1, cari frantezas a 2-O e 320, ditas pon .-
    guezas a 20 r-., lapis finos de cores ,1 160, -
    nhas .' ra marca a i rs., tesn ; a II
    pentes paro alar cabello a I60rs., oculbs di
    a 500 e 8 0 rs., pomada franceza n 10C rs.,
    :. lanterna a ;-.",;.(. o par, loucai para n -
    meninos de laa a 800 1-., colfierea 1
    1 b a 800 rs. .1 duzia, alllneti g em caizinha 11
    lo lino a 20 e 280 rs., luyas de lio d'EsCOS.- .1
    s para hon 1::: .1 G i^. it.'iS branca! 1
    rs., mi ci isiinas para homeni o I a c -
    zia, laa para bordar ,1 que ha a 7, i,
    1 arniini lina a 500 is.t laixinha .: ;
    - rli las era con s n |g, diii 9 de 1 u dri
    '--. ditas de cores a B, (i rs, atacadon s I
    - .1 60 iv, ditus rolicoa a li.ii rs., 9
    - mi Gil) rs dilos le I
    iba [.ara nliz-u a 600 o 800 rs., dilos de bu
    , dilos para pillos a 20 rs., di-
    para su ., pi cas de iraiu
    laa de caracol a 60 is., lilas d teda da lar;
    le 5 di di s a 640 rs., uUreias de colla a 100 ..
    Ii cam o 1 a a 160 rs d ns de 1 I
    : 800, I le 2#, Icsouras pira ui has
    rs ditas par ci slun s !; faa de iab de I: -
    lanco dous botos 6{500 enfeiles dos mais 1
    ; 111 i p'iia 3 ">- (- | ~
    U para mi 1 iuas a ['I 0 1 : -, ra.xa de lan
    as de nova iiivencao n lTo C0 r.~. bicos ; 1
    '! seda .1 100, 160, 200, 2J0 32l e 500 rs 1 ,-
    retel de Ijnha (i 1 gaz de ledas as rores a i rs.
    ricas flgun ra qnadrosi; rcul am logo t,: 3
    que ;ij acabe a pe bim lia.
    V l..^CIA
    n
    *-
    -

    V los Por lo na Ir
    pendencia, cap
    lacumbas, tura
    e procos razi .1
    Cape'las de a!ji
    Ditas ditas por
    Hilas i .-,s 1 1 r
    Dilas Hilas 1 11
    Hilas de mi 1 Ii
    Quadi os com a
    cade COO l :-
    loja de Anli rii Augusto dosSan-
    ja ns. .'17 e 39 na praca da Iu li-
    dias 1I1 aj lar 1 morale para ca-
    utos ele, etc., da foima sea linti
    veis
    de com esi ripocs,grandes a l!i.-
    '. '.. I I 1
    Rnada Sienzal i Pfovs a.42.
    N" sti stabidi r-ii linua a 1
    ; aeni las i mi .
    ''-' ',' 1 1 t.i
    ero lido e lo*d k.i iaj
    para d
    Lencos, bicos e rendas.
    Ka loja da ra do Crespo n. l, rende si
    neos de labyrinto de cambraia do linho, L-i s
    e leudas feilo ra provim a do Cear.
    Vend...... urna negra moca com una ci
    Ii ti 1 tn ... iind neis, | ,
    para crear meninos, por ser muitn n pac
    da, com habilidades na ra d
    20, segundo ondar.
    .mV.'.--. i":, 30 arcos^
    Chegaram as mais 1 melhores s
    . lao rom 'u ar .: :, impera
    numera 12.
    l
    GKAHE SBT!lL\fo "^
    HE
    Fazendas e roupa eila
    NA LOJA E ARMAZEM
    DE
    Joaquim Rodrgses Tavares de Mello
    RA DO QUEIMADO N. 39
    ES SLA LOJA DE QlAll'.O l'Oll'lAS. %
    Tem um completo sorlimenU de roupa falta,
    e convida a todos os seus freguezes e todas as
    pesseas quedesejarern ter um sobrecasseo Lem
    feilo, ou urna calca oucollete, de dirigirem-se a
    3;

    B8
    .trros de en-
    gommar
    econmicos

    .
    lie pr r
    111; ge ni do Senhor Cruxifl-
    i 1 _i' es por baixo a 103 e a
    a 5^000.
    Estes magnficos fer-
    ros acham-se a venda
    ' 'i armazem de fazen-
    das de Raymundo Car-
    os Leite & Irmao, ra
    da Imperalriz n. 10.
    UIUCI"
    V
    M
    i
    Vende-se
    Formas de ferro
    purgar assucar.
    Enchadas de ferro. |
    Ferro sueco. g
    I Espingardas. J
    I Ac de Trieste. i
    I Pregos tie cobre de com- C
    t posicao.
    Barrilha e cabos.
    Jrim de vela. !
    % Couro de lustre.
    cons e brancas a lj6(l. grvalas de linho a 500
    i rs.. ditas do setirn a LOO rs. e 1, chapeos do
    ________________ baeta avariad- s a 320, ditos de fe I tro, boa azen-
    [ j da, a 2;B00e 5, algodao de .las larguras, a va-
    ra a COO rs., algodaozinhos a peca a 3?, 3840O,
    38(l() e 4S800 muilo incorpados, rnadapoloes a
    pcca3300. 4#20O. 4S400. 4S600, e 63 muito ti-
    nos, meiascruas a duzia 1SS0U, panno da Costa
    artista, chegado ultininmente de Lisboa, para
    , desempenhar as obras a vontade dos freguezes.
    J tem utn grande sortiaiento de [atots de ca-
    semira cor de rap e outros escuros, rjue se ven-
    dem a 1255, outros de casemira de i|uadrinhos
    ida mais fina que ha no mercado a 1C?, ditos
    ;de merino stima 125), ditos de alpaka muilo
    1 lina a >>, ditos francezes sobrecasacados a 12,
    I ditos de panno fino a 205, 2a?>, e 30, sobre-
    1 casacas francezas muilo Lem feilas a 355), cal-
    cas feitas da mais fina casemira a IOS, ditas de
    brim ede fusiao por preco commodo, um grande
    1 covado a 340, chapeas de sol de panno ordinario
    a IJ800. ditos de soda a t8l)0. algodao de sacro,
    vara a 280, chales de lia a I800, ditos de me-
    rino bordados 9 550, ditos lisos a -J5, lencos
    para rap de aleobeca a duzia 4j, dito3 de ganga
    muilo linos a 33O0, paletota de casemira trri-
    dos de seda a 18-5, calcas de casemira ordinaria
    cora mofo a 2#. castores muito grossos a 260 o
    cuello, brim miudo para calca a 180 rs.o covado,
    algodao de listra muilo bom a 200 rs dilo mes-
    claco a 180, pecas de Dhila para coberta a SjiOO
    muilo fina, dilas miudaspara vestidos a "i, dilas
    S C$800, e mitras muilas fazendas que s 4 vista
    do comprador far fe.
    Pap ao \V\,' 'i WtYill\\(W s&rl,mellt0t'ec"e,es 'lecasemiraa 535, dilos de
    UE( 0.5 Ul o lIC (ffl&vUllviJ 9 outras fazendas por preco commodo, um grande
    BEILIf
    novo
    ro : no armazem
    J. zVstley & C.
    Loja de calcado.
    Vende-se a dinheiro 011 a prazo urna loja de
    calcado com poneos fundos, muilo propria para
    qualiiuer principiante, o muilo acostumada a ven-
    der bilhetes de lotera : iiuera pretender dirija-se
    ;'i praca da Independencia n. 39, que se dir
    o,ual 6.
    Arrcios deguarnicao de metal principe,
    vende-se na ra do Hospicio
    numero 21.
    * Palhinha [ra marciuei- # ebem'acabdn"!
    de C nu,ncro 2l-
    Liquidaeo de fa-
    zendas
    Bajus.
    Por menos de seu vo/or !
    Na ra i>'eita n. 68.
    Hiq.iasirnos vestidos de bareje de seda, ditos
    de mussiilina de seda, ditos de fantasa de seda,
    ditos de seda prelo, ditos de grosdenaples borda- j
    do a velludo, polacas francezas da ultima moda,
    chales de todas as qualidades, palelsde panno e
    Com esto nomc acaba de chegar urna peque- de casemira de difi'ercnles qualidades, dilos de
    na porcao de transparentes de flores mu elegan- alpaca preta e de rores de 2# 3gUC0, e outraa
    les para candieiros : na ra do Virarlo n. 19, nimias fazendas que enfadonho roenciona-los.
    y riiaei.o andar.
    (A'Tiaucaiido-se que nao se engeita dinheiro.)
    Alambiques
    de 1 (> a 2oo caadas,
    Na fabrica de caldereiro de
    Vi I laca Irmao do Brum ns. 11 e 13.
    Tem unrgrande soilirnento de alambiques, ca-
    rapnces e serpentinas de cobre simples e comi-
    nos, e urna machina de cobre de destilar e resti-
    larespirilos al. 40 graos pelo systema de Lugier,
    e sinos de 16 libras a 8jirrobas, ludo se vende
    por meaos 3 a 10 por cenio do que em nutra qual
    quer parte, a prazo ou a dinheiro, e fjbrica-se c
    ccncerla-se odas as obras ae cobre, bronze e fo-
    lha com a maior presteza possivel.
    Vende-se um molalniho de 12 a 13 an"os
    do Idade, ptimo para pagein : na "" do l.ivra-
    meulo n. 25, primeiro and'-
    Vendein-so >->' mansos para carroca, j
    costuniad'-" a|i dilo Irabalho, e um cavallo ma-
    gro ,.oiem bom andador : na estrada de J)5o de
    Barros, sitio de frente murada junto ao sitio da
    capaila.
    Vende-se urna negra um pouco idosa : na
    ra Direila n. 127.
    Vende-se tmicinho novo de Lisboa a 360
    rs., azeile de peixe a 400 rs. : na ra Direila n.
    1 i, esquina de S. Pedro.
    Vt-r.de-se umn grande casa com muito ter-
    reno que d oulras, na ra Nova da cidede de
    Olinda, cora encllenle vista do mar, e dominan-
    do luda a mesma cidade : a fallar em Olinda, na
    sarhrislia da igreja do Bomfira, e no Itecifd na
    tircari* da prajada IodepenJcacia us. 6 c 8.
    sorliti.ento de sapatos de tapeto de gosto muilo
    apurado a 25, dilos de borracha a 2&500, cha-
    peos decastor muito superiores a 105, ditos de se-
    da, dos melhores que tem vindoao mercado al O,
    dilos de sol. inglezes a 109, ditos muilosbons a
    125?, ditos francezes a 85?, dilos grandes de pan-
    no a 4?, um completo sortimento de gollinhas e
    manguitos, tiras bordadas, e enire meios muito
    proprio para ollerinkus de meninos e Iravessei-
    ros por preco commodo, camisas bordadas que
    servera para batisado de enancas e pars passeio
    a 85?, 10# e 125, ricos lencos de cambraia de
    liuho bordados para senhoras, d'ios lisos para
    homein por preco commodo, saias bordadas a
    3500, ditas muito unas a 55?. Ainda tem um
    reslinho de olales de toquim a 30S, cortes de
    vesiJo de seda de cores muito lindas e superio-
    res qualidades a 1005?, que j se venderam a
    150?, capotinhos prelos e manteletes prelos de
    ricos gostos a 2(}J>, 255 e 305, os mais superio-
    res chales do casemira eslampados, muito 6nos, a
    8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
    tas. adamascadas, muito superiores a 55, dilas
    para rosto de linho a 15, chitas francezas de su-
    perior qualidade, tanto esciiras como claras a
    2G0, 280, 320, -400 e 440 is. o covado, ricas
    casemiras para caUja, colletes e palitots a 45o co-
    v8do, e um comploto sortimento de outras fazen-
    das, e tudo se vende por preco barato, e que nao
    possivel aqui se poder mencionar nem a quarla
    partedellas, no entantd os freguezes chegando e
    querendo comprar nao irosemfazenda.
    para acabar.
    Na loja da ruado Crespo n 1 i, vende-se um
    vanado sortimento de fazendas abaixo menciona-
    das, e por pceo o mais barato que se pode irfla-
    ginar.
    Pali tot sacro de panno prelo de 165 a 18$.
    Dilo lino de alpaca prela a 1-j
    Dilo dilo de cores a 6--.
    Dilo (:o dito a y?.
    Hito dito de alpaca prela para menino a 7jJ.
    l)lo de brim branco de linho a -1$.
    Dilo de ganga a 2&50O.
    Gravatinha do velludo para pescoco do senho
    ra a 400 rs.
    Lencos de retioz bordados para senhora a
    500 rs.
    Enlremeios bordados, vara a .00 rs.
    Tiras bordadas de palmo de largura a lj4.
    Dilas dilas largas, vara a 1;C(.0.
    Tpele a volludado a C e hr-
    Dilos dilos. ricos, para f cadeiras a 18$
    Pannos para mesa a 2-;50 e 5{500.
    Camisas inglezas.
    ' Acaba de chegar na bom conhecida luja do
    Goes i< Baslos, ra do Queimado n. 6. um gran-
    de e novo scrlimcnio das camisas inglezas, gos-
    los modernos, o por ser grande porgan convida-se
    os freguezes a virem comprar u. duzia dor 95}
    sSo de linho puro.
    Era casa de N. O. Bieber A' C. Succcssores,
    ra da Cruz n. 4, acha-'o d venda nm grarTde e
    variado soilirnento ue ferrg-^s finas, obras de
    lanoeiro e pe enees sem IIm por usos domsti-
    cos, productos ludos da industria uorle america-
    uci, assim cobo :
    Aradus de diversos tamanhos.
    Muinhos de milho.
    Machinas paracoitar capim.
    Grades.
    Machinas para descaroear milho.
    Cullivadores c ferros de engommar econmicos
    Aclia-se fugido um lunilla
    Itaymun Iu Patricio, ;.,'
    ni. foi rea rltido do Para em al i:-:
    |nim di : ual i. i ,'
    revdid -i ',' I los Gomes, e < slc -
    uhor vendeu n mmenle .. Sr francisco y -
    linas Per da Costa ; : :. os segninlc
    i ra regii s la u le grosso e I
    '-'' H : com di si mbar
    representa i i 35 n 40 anu .- ga-se as di
    dados puliciaes a sua apprehenso ; e querr o
    dirija se ao eng nho Guern m i;
    ou na ra do Imperador n. 79, eseriptorii
    '' : btj n .1 i Layme, ou na ra di Apolli : .
    30, -: riptorio ser generosami nte re n ;
    Boa teconipensa
    Jos Malhi us ferreun n c in
    lite trousero sen rscravo Leand o qual b
    seguintes : idade .<' annos, i nuco n s
    ou mi; i, rosto e cibera redonda; -
    rio rosto, poma bar ', quando a.
    l-itu ijni pouco os bracos, falta bem
    natural do Ico, onde ti m ; a.ilia ; na r i
    Cadeia do Recife n. 35, luja.
    SOOiOC1
    Contina a ester fgida a escrava Paula, q 10
    r-se Pa dina, lem o< siguaes soguinti -.
    fula, alia o muilo magra, reprsenla t, r _
    nos de idade; desconiia-se estar recolta ci
    g imn rasa nosarral : -, jadi ; vei
    sertao do Cear, d'onde natural quem a pe-
    gar, receber a qnantia cima, na ra da I
    yo, toja.
    mi
    canoas de amarcllo de 28 a 45 palmos, por pro-
    cos commodos : na ra do Vigario n. 5.
    A 2$500 cada urna saia llo.
    Na ra do Crespo d. 20 B, loja de Adriano ;
    Castro. i
    Camas de ferro
    balido e fundido, de todas as quelidodes, ejlc'
    lindos modelos, para urna e duas pesseas' ditas '
    para meninos, jiercos e lavalarios de fero', redes '
    de palha e de algodao, tudo por preco commodo- !
    naruada-!mpera:nzn.75. deposito de tamas do1
    ferro.
    Fnglo do engenho Qnanduz, em Santo Ai 15o.
    no dia ISde main do aun.' ; roximo passado, uru
    escrarode nomo l.uiz, de idade 2,'i a 2! an-
    nos, com os signaossegulnle : c cabra, de esta-
    tura ii guiar, baixo. quando se ausenlou nao ti-
    nha barba nenhuma, cabello a especie do do
    ralo. Um um pequeo geilo ras pomas :. i .
    , um s'gnal na pona da lingna do ir.m.-.-
    nho de um can eo de gi aba, que o alra| alba um
    pouco quando falla, lem as rostas bi m cicatriza-
    das de chiclo ; este escravo foi da \illa do Sa-
    boeiro, comprado ao Sr. Di mingos de Souza B r-
    ros, e ha noticia delle estar anulado cm una
    ..zonda cima da dila villa 0 leguas : pedc- portanto a captura do dito escravo, c quem o i -
    garleve-o a seu s.enhor no dilo engenho, ou no
    Recite a Bernardinc Francisco de Azevedo Cam-
    pos, no palfodo Carmo, que se gratificar com j
    quanlia de 3009.
    No dia 1." de selembro do correnle ai i
    ausentou-sc do engenho Pintos o escravo criou-
    lo, de nomo I'rijano, alto e bem barbado, lera
    alguns cabellos brancos na barba, c carreiro o
    mostr de assucar, intiUila-se livre quando
    sonta-se de casa : quera o pegar e levar ao en-
    genho Pintos, cu a ra Augusta, sobrado u. 3
    sera recompensado.
    lOO^dcgralfcacao
    Fugio no dia 27 de agosto do correnle auno nm
    escravo por nome Pedro, que reprsenla ter 32
    annos de idade, com os signaos seguintes: do
    cor simi-branca, alio, secco, cabellos corridos
    cabrea redonda e chata airaz, pouca barba, c
    talla muito apressado, quando anca inclina &
    corpo para a frente, levou roupa de algodao bron-
    co e azul de riscadinho. chapeo de baeta prela e
    doChile Lsle escravo linha um primo por nono
    Manuel Alvos, morador no Arraial, onde era fe i-
    i f. "'"' do Rio do Peixe. ha toda
    proba ulidade que para l fossem por lerem l
    prenle. Eese escravo foi de Franrisco Ribeiro
    que recebeu em heranca de seus pa.s, e Ireuxo
    para essa cidade aos 0 de oulubro de 1858. que
    vendeu ao Sr. Jos Francisco do Rogo Medcir.s
    Mello : por isso pde-se as autoridades polieiaes
    o espilles de campo a sua captura e leva-lo ra
    de Apollo n. B I.
    ILEGfVEL



    v r-t -
    (*;
    Agricultura.
    O estado actual da provincia da Baha.Meios
    de previnirno futuro as siccas, que aslam os
    feriis e ricos serles da mesma provincia.
    A prvida da Baha, immensamente rica e pro-
    ductiva, dclinha olhos vistos, em quanlo que
    iiia rma do norte. Pcruambuco, cresce e pros-
    I. amo verdade que lodos conhocem, que
    l'.'.L- l--1?0^116.0 Pall'avJe'.. e qno, por
    sobreest
    - -
    eonsequencia exigem cst.udo profundo
    SUiDCo infeliz di parle deseus filhos-, n,-s qu.ies
    entra tanta intelligencia e illiistracao.
    Entretanto a produceo d |>rimeira,"cm anuos
    tomamos por comparaco o de 1856 a 1837)
    evade da segunda em cerra de quatro mil
    contosde ris, como se pode verificar nos relato-
    nos dos senhoies Cansancao do SinimL e Ta-
    ques, quando presidentes de orna e outro.
    Como se explicar, pois, este deGnhamenlo?
    Nao ha quem no imperio nao leona estremeci-
    do com estas scenas de horror, que os jornaes da
    localidado hao pintado, scenas provenientes da
    inaior das calamidades, que pode affligir a pobre
    liumanidade, a secca, que, com mo de ferro ha
    esraegado urna popularo inteira, ainaa ha pouco
    rheia de vida, contente e satisfeila com sua
    sorte.
    Boje s se ve desolaeao e luto ; soldo^e mise-
    ria, onde hontem reinava a alegra, movimento e
    riqueza, em urna zona das mais feriis, povonda
    por mais de 300,000 almas.
    um quadro pavoroso, que nem ao menos po-
    demos traduzir ; que nos obscurece a menle, e]
    entorpece o animo
    aub esle ponto de nsU que encaramos a
    queslao, e procuramos resolverla.
    O problema qaanto nsconsisle em dar agua
    esses lugares, quando as estiradas do co se
    encerraren ; produzir tontos que nunca sequem,
    que sejam os centros em torno dos quaes as po-
    pularles se grupem, e encontrem.a salvaco, nao
    precisando emigrar, recurso sempre prejudicial;
    nem perder sous gados abandonando-os aeco
    deitribuidora do lagello.
    Ser isto possivel? Julgaraos confiadamente
    que sim. A vannha de Moyss, que fez brotir
    agua em abundancia de um rochedo, symbolisa
    um grande fado; urna revelaco de Deus. Na
    aclualidade esta varinha a sonda dos engenhei-
    ros, e com ella se tem felio verdadeiros rhia-
    gres.
    0 que proporr.os, pois, mal simplesmente a
    abertura de \ arios pocos ai lisanos, e o levanta-
    menlo de acudes, que se devem multiplicar em
    lodos os pontos poroados.
    Mas para a abertura destes pocos, ligamos
    grande importancia ao pessoal que deste fr en-
    carregado.
    Nao temos no paiz quem possa utilmente se en-
    carregnr deste servico, ou que urna longa pratica,
    deve estar annexa urna Ilustrad! theoria ; ao
    menos nao conhecemos pessoa alguma que se
    naja revelado habilitada, e. novamenie oconfes-
    samos, nada entendemos tambera da materia.
    1 or islo lo til syderoa tem sido semprc ten-
    tado infructuosamente entre nos. do sotte que
    sobre elle pesa tal ou qual discredilo.
    Quem nao sabe que o melhor instrumento, as
    naos de um operario inhbil falha ? Quem nao
    respeita o rifao inglez Knowledge is poner 1
    Trincharamos, porUnto, pur mandar b
    DIARIO DE PERNAMBUCO, TERCA PETRA < Dg OUTUBRO DE 1860.
    D r.........-- Juscara
    Como Bahiano, os gemidos e ais de nossos: ,rana o pessoal e instrumentos que nao temos,
    comprovincianos, victimas do flagdlo, echoaram para proceder uuia exploraro seria deste gran-
    otn uosso coraco, e nelle ahriram profundas fe- I de servico.
    ridas ; como Brasileiro, como homem, como
    rhristao, em fim, nao menos emoco sentimos .10
    saber de tantos soflmenlos que atlligiram ealfli-
    gilio ainda por rauilo lempo os nossos irmaos,
    se a nio de Deus nao suspender o flagello ; s
    com sua misericordia infinita. Elle nao acolh'r
    as oossas supplicas.
    A digna deputacao da Babia nao poda, nem
    devia ser indillerente estes alics successos, e
    pois foi applaudida em lodo o paiz a eloquente e
    tocante1 carta que ella dirigi ao Rahiano (Ilus-
    tre que preside o actual gabinete, o Exm Sr. sena-
    dor Ferraz, em que, reconhecendo os esforcos
    empregados pelo governo imperial, e por" seus
    delegados, sollicitou nao s os soccorros do osla-
    do, garantidos sabiamente pela Constituicn do
    Imperio no artigo 179 S 31, para al.ido da'misc-
    Que os pocos artesianos sao de grande ulilida-
    de, hoje incontostivel.
    Tara nao itnprovisarmos, ou recapitulrteos
    mal o que nao sabemos, preferimos transcrever
    aqu um trecho, da exefllenteobra de Degousse,
    .uxde du Sondeur, o qual fez em Franca e em
    paizes cstrangeiros varias sondaget's que inuito o
    acredilaram :
    O uso da sonda para procura das aguas arte-
    sianas remonta aos lempos mais remolos. A Sy-
    ria e o Egypto possuem um grande numero de
    fumes obtidas por este meio, e a maior parte, dos
    oasis da anliga cadeia lybica devem sua origem
    a pocos perfurados.
    Itemetti, lia alguns annos. Avme-ltev, di-
    rector dos eslabelecimentos do pacha do Egypto,
    os utensilios necessanos para desareiar algumas
    ra e (orne que pesa sobre os habitantes da Cha- desias fontes arlificiaes, cuja construccio remonti
    pada do Rio de Cuntas, de Cetele, do Joaseiro, a Porl de -*."00 anuos, e ost/abalhos exocutados
    do Motile Sanio, c outros lugares margem des- "'eram teeonhecer que isses poros ora ni fortna-
    s rio famoso, cujas aguas rolam brilhanles. mas, ''.os de '"bes de tijollo ou madeira. Nao se sabe
    que agora nem ao menos podem mitigar a sede 'ninda porque p.-ocessos estes trabalhos foratn fei-
    desses desgracadq^, abrazados por um sol arden- los- (')
    te ; como o raelhoramcnlo da viabilidade entre | olybio refere que os Persas, depots deterera
    aquelles remolos centros cascidades do Ittlora', ; conquistado a Asia, concedern! Ierras aqnelles
    reclamando urgentemente para diminuiros males 1"" faziaro surgir fon les, e que, por e.-le meio,
    de qualquer outra calamidade egual. i conseguirn! reparar os desastres, ccnscquencias
    A resposla do digno senhor presidente do con- '"separareis da conquista.
    iho assegurou o erapenho do governo cintera' Os deseitos da Syria e da Arabia possuem
    l ito esles melhoramentos, o quanlo inlerosse '.on,es amigas que conservaran! os noraes de seus
    liio merece a sorte das populadles que soffrem fundadores, assim aa fon les de Ismael, de Bedsa-
    cm viriudc dessasimprevislaa calamidades. D*e tla Abundancia, do Juramento, da Injuslica
    E nao ha nesle vato imperio quem nao lenha sao cor|hecidas anda boje com esles nomes mn-
    \:;:o semprea mo do governo imperial eslen- ; Clonados na Biblia. (2)
    der- se solliiita era casos taes, o que um dos I Olympiodoro, que viva no M seculo em
    principaes cadaclteristicos do reinado actual, a | AlexanJria, Umita-se dizer que nos oasis__exis-
    rausa desta ddicaco tao notavel que consagrara ''em pocos cavados 300 e at 500 aunas [te e
    os Brasileiros sem ditlerenca de crenras politi- raetrosl, que laneam superlicie do solo na-
    neas, aos seus soberanos, de que talvezs seache chos o que os agricultores se servem para regar
    ps de ptjjfundidaoe sobre um dimetro e 5
    6 pollegadas.
    Para os furar, principia-se por collocar no
    chao um tubo de madeira de 3a 4 pollegadas de
    dimetro, corado com una pedra de cantara
    turada com um orificio do 5 ou 6 pollegadas. De-
    pois, nesto tubo, faz-se trabalhar um trepano pe-
    sando 300 ou 400 libras. Um homem, sobie um
    ndame, faz balangar urna alavanc, que eleva o
    Irepano & 2 ps de altura, e o deixa cahir porseu
    proprio peso : o trepano esl 4igado ao balando
    por urna ejrds de rolim,"S qual se prende um
    trie ngulo de madeira ; um homem que est as-
    senlado perlo da corda cada elevacao do balan-
    ro agarra o Iriangulo, e Ihe faz dar urna meia voi-
    la, afim de que o trepano tome, cahindo, urna
    outra direciio. De seis em seis horas mudim-se
    os operarios, e Irabalha-se noiteo dia Conso-
    m- se s vezes tres annos em cavar o poco al
    profundidado das aguas que se quer allingir.
    Estes pocos desprendem quasi lodos rouito ar
    xnflatnmavel; ha alguns al que nao forneccm
    oulra cousa senuo esle gaz ; por isso se chamara
    pocos de fogo.
    Parece que os Chinas empregam como eom-
    buslivel esle gaz. que nao sem duvida senao o
    bjdrogeneo carbonisado, proveniente das minas
    de carvao de pedia em combuslo. Se se dsse
    i.ileiro crdito Mr. Imbert, que provavclmenle
    SRmhiS ? Se" ,"alcu,- a|g"s delles loriara
    ate 3,000 ps de profundidad*.
    Se passamos para a Europa, adiamos o uso
    os pocos artesianos espalhado desdeocomeco
    e_'pos modernos no norte da Italia, como o i converleodo aquelle terrilorio inhspito cm pra-
    de Modena.que sao Mea lugares, habitados por numerosas tribus
    de rabes, as quaes se moslram enlhusiaslica-
    merile reconhecidas ao philanlropico general
    por tamaito beneficio, que elles considerara co-
    mo um prsenle do co. Aquellas ridas, e sel-
    vticas regioes, graras esle raelhoramenlo, se
    transformaran! em um fecundo e bello paiz, em
    que j se fazem excellentes colheilas de trigo e
    Agora mesmo leraos na Revista Brasiteira urna
    polica exlrahida do jornal OfGat Lighling, pe-
    lo illustrado Sr. senador Candido Baptisla, Bra-
    sileiro incansavel em investigares scientiflcas,
    que ja lambem tinhamos visto na Revilas.do Ori-
    e"'e Perloaico francez, que confirmara a grande
    utllidade j reconhecida dos pocos arlesinos.
    Os oasis do Sahara oriental, deste medonlio
    deserto de areia de que os ousados viajantes a-
    tricanos fallara com tanto temor, j nao ofiere-
    ciam abrigo s caravanas e s tropas cm marcha
    que all encontravam oui'rora agua, vveres e
    Iresctira contra os ardores do deserto. Urgia
    restaura-las, e isto plenamente conseguiu-sc em
    pouco lempo, por meio dos referidos pocos.
    lia cerca de qualro annos que o beneaerilo
    general francez Desvaux, commandando tima di-
    visao ii aquelle descro ( Algeria ), emprehendeu
    a abertura driles, com o louvvel intento, como
    se exprime r/pnmeiro jornal citado, de diamar
    as tribus errantes dos rabes tixarem-se nesse
    extenso solo, at enlao rihabilajaipela falta pe-
    renne d agua poiavel. 9^^
    Desde o armo pass.ido al agora^l^licou-se
    a quantidade d'agua.cuja massa forma um volu-
    rae egual ao do Ilummel, rio creado pela mao do
    nomeni na mais abrasadora parle d'aquella co-
    lonia.
    De 1857 1858 fez o dslinclo general brotar
    cinco columnas d'egua. avahadas em 9,383 li-
    tros por minutos, ou 159 litros por segundo, o
    que representa o volurae de um rio pequeo.
    Orne pocos se acham hoje emplena aclividade
    UMA REVERENDA. -----------------.... gFr .. -.., ..m--------------
    0CourlJournab.de Londres conta o se- r LM SEGUNDO DILUVIO.
    guinle ,,ourai*' oe i-onures, coma o se-j Escrevem do districto de lllawara (Nova-Gales
    Tendeo reverendo (da religio aoglicana}'Mair'' "* A'1S,ra,a' ao jornal inglez fvenin9^
    William Boolh adoecido na ultima quinrena, ma-! p'nr ..., 8 dama Booth officiou por elle no domingo, naca- amid-, ,? a0 sa,nereis, sem ,ns,eza das ca"
    lamidades que recenlemente accommcttcram es-
    allestam as armas
    rnmir.adS 0U v;errun,as ^ abridores de fontes
    *nr f. eP'raPhe = Avia Penia. Um profes-
    emirfai3 ,d0.TdlC"",uesl3 'dado publicou.
    resanlfS eclarrclmentos sobre a nalu-
    .ripm h."?"0.*' S.breos CBW08 d'ag-ia.sobrea
    h,r n onlM de j.orro- sobre a maneira de ,
    emfim tPhOS Cm ,'1u,l110 da sonda, Terebratio, evada.
    Lr.[e,Ae.xcellenle hardt, Clapcrllon, Richard Lander, Rene Caillie,
    e Barlh atravessasem actualmente o lorrive"
    ------ -^>vv,.CiiiC({ii1i,|Un<]e oasaguasque
    o furador desles pocos lerebrator puteurum.
    de sua chegada em Franca, islo no meia-
    acha o furad
    Antes
    nh f Wie.Cim ?el,m SCfCUl0' Do'"ico Cassin ti-
    nna fetto construir no forte Urbano um poco fu-
    ObfifXiropuchi,9a 3l a,lura de i5,s
    tia afa ISSST ^ Um tUbP"a SUba
    em fazer onhecidoa em
    jo uso elle tioha aprendido era sua
    tria
    aia'aALhP? 'U?.ares do ,erri">"o de Modena e
    * rtU d,Z e"e' Para ,er puchos d'agua
    S aue ?.||,08n0' ma'S Profundos. "va-se a ierra
    elevadas jcasas. Cassini esforgou-se
    tranca os processos cu-
    primeira pa-
    En I
    ini
    da bern
    de-
    serlo, cujas tempestades de areia sao mais pe-
    ngosas que as do ocano, o desconheceriam in-
    teiramente ; lites parecera du parar com o para-
    so onde dcixaram o inferno, tal a melliamorpho-
    se operada pelo general Desvaux, com recursos
    realmente pequeos.
    Na seguale tabella designamos os onze pocos
    com especilicacao do local, quantidado d'agua
    produzida, temperatura nesle, e profundidade da
    perfuracao.
    Locaf. Galdespor Temp.Fhf. P.pesinq.
    minuto [ i).
    Tamerna. .
    Teinacim. .
    T.unel-hat. .
    Sidi Rached.
    Vurn Thiow.
    Chegga.*. .
    El ksom.
    ao construe-se um duplo revestimetUo,
    oujo nterwillo se enche com um cemento de gre-
    amassada. Conlinua-se depois furar
    ^irtwsiarariws:
    ssrsaafssiTArsiass
    Apen-
    poco
    Bram. .
    V'um t'liiotir
    Mol Kaonak.
    88.2
    7.7
    20.4
    9 6.0
    39,6
    19.8
    733,9
    880.0
    40.0
    3t.O
    21,3
    C9.8
    69.8
    71,0
    75,2
    69,8
    72,5
    77,0
    77.0
    75.2
    77.9
    "3,8
    196.75
    277,75
    191,83
    177,16
    313,41
    131,25
    162,63
    215.83
    157.50
    261,75
    385.41
    Provada, como se ada plenamente a uli'lldade '
    =.r JUz apenas dez mi.has desle teri- j do^.^rtes^os.T.m
    .. cavis as quaes os reclamamos; se podemos
    ;,,,,ac"A U8l"a: 1e Confiar nelles para o fim que queremos ; so em-
    '^TSSJSSSi ,ab"i bn- 'despoza d,! M cust0
    Cassini ocrescenla
    esl cercada das
    Cxemplo no culto que consagra a Inglaterra rai-
    nha Victoria, e a Blgica ao seu rei eminente-
    mente consliluconai.
    Desejamos provar tambera, que temos nossa
    a.ti iicao presa este grande esludo, que indis
    : savel para a prosperidade da Baha, e que,
    emborafra della, e mui oceupado cora trabalhos
    [ue se ligam inleiramonte proDsso que abra-
    amos psia servir nosso bello paiz, os quaes
    ibsorvem quasi lodo o tempo que o servico po-
    li i nos d par.frepouso, assim mesmo consa-
    gramos alguns instantes que nos rcst.im nossa
    i har patriar esse solo fecundo, que amamos com
    o maior anhelo do coracao.
    Humera do mar, inleiramente nada ou quasi
    'mondemos da materia delicada em cujo
    labyrintho nos vamos melter.
    eve-se considerar, por lano, o que escreve-
    mos agora, como um esforco que fazem os para
    dar o contingente [ue nos julgamos obrigado,
    -im lemos direito esperar que as pessoas
    competentes, quem pedimos venia, nosdescul-
    parao, acceitando a ingenua confissio de nossa
    rancia, e aitendcndo ao grando impulso
    |ue cedemos.
    Possa esie trabalho ser approvcitado, e con-
    correr para salvar nossa provincia das ealamida-
    norn? rTr h n'e";.ao ,mPressa. que existe dos
    Knr dS e'n ?'"" se cha "o 'ratndo de
    Btledor, sobre ascienda doengenheiro
    appareceu em 1720.
    possiveis em nosso paiz.
    os pode tornar im-
    ( Continuar-se-ha ).
    Iivro que
    os campos. O que certo, e que a existencia
    das aguas subterrneas repechantes foi condecida
    dos amigos Egypcios, eque os meios applicados I pocv-,
    para aclia-las loram conservados na frica, onde Ucular a circu
    os vemos anda hoje praliear pelos rabes do de- mesma urna cerl
    serlo : O Wad-Reay, diz o viajan.e Sha, urna preciso fazer movVmen o al-um n ira te? -*
    reun.ao do aldeas situadaa mutto no interior do o trabalho de tira-la P e"'8- 8e""0
    bahara. Estas aldeas nao leem olhos d'aguas cebe.
    rrem fonles. e os seus habitantes procurara agua
    de um modo mui singular. Cavam pocos 100
    e algumas vezes 200 braca
    abundanciae.Xam ** '" '""
    J?*ZZ a"- Bc,W,or' uma oulra especie de
    asos. chamados pocos furados, que lera do par-
    Jrasiauciadeque a agua sobe por si
    nao
    .-. .c-io. senao
    em urna baca que a rc-
    Seria desojar que se podessem fazer e^uaos
    Cavara pocos 100 em todos os lugares, o que'nao parece pos'ivel
    i{aa de profundidade. porque e preciso que o terreno retutaqualidades'
    encontrar em grande que nao se enconiram sempre. *>uaaes,
    Para este efiei.o extrahdn diversas carnadas furad^'do Artol'JueMbffe SXSfiSZ
    do arcas e de cascalbos, ate que deparara com lemunham que tSnmffZSSf-L^aJS"
    urna especie de pedra que asseme.ha-se a,- do entren a lonSKem^T^m.U ?
    diz-se em 1126 ; exisle
    Variedades.
    dona, e que se sabe e.-t.ir precisamente cima
    :< do que elles denominara buhar lahtoelerd ou o
    < mar por baixo da lena. Esta pedra facilmen-
    < le so fura, e ontao a agua sobe tao rapidaraen-
    <: te, e em tamarilla abundancia, que aquellos que '
    < descerara jara esta operacao, sao algumas ve-
    zes snffocados, ainda que os lirem o mais rapi-
    damenle possivel."
    A China conht ce tambem os pocos artesianos.
    Encontra-se as Carlas Edificantes, uma caria do
    bispo de Tebrasca, missionario na China, que
    des por que ha pouco passou, e nos (oremos por 'a!'.a doseguinle modo los pocos furados ou Toug-
    r.iuio feliz, por ter vencido o acanhameato que K'!l0.:
    nos domina. Esles pocos sao furados raulas centenas de
    Nao possivel deixar de recouhecer com a ds-'P^'s do profundidade, mui eslreitos. e pulidos
    uncu depulacao bahiana que, no pessimo estado \ corno U|n espclho ; porcm nao vos sei dizer por-
    das vias de corarauncacos entre os pontos inle- ^!,e artc furam cavados ; servem para a explora-
    1 res da nossa provincia e os do seu liltoral, es- (.'a,.das aguas salgadas.
    t a causa principal e mais cudenle das desgra- i U oulro missionario, o abbade Imbert, deu
    ras que hoje deploramos ; que o mlhoramenlo | depois sobre as soadagens! chinezas esclarec-
    dessas estradas, que tal nome nao merecem hoje, raenlos mais extensos, redigidos com mais boa f
    urna das primeiras necessidades da referida
    : rovincia, para quem suas lavas diamantinas va-
    len] muilo (prod'!*em mais de seis mil coritos an-
    nuaes] ; da populacao desses serles, para quem
    'lijs assegurarao o auxilio prompto e immcdiato !
    em caso egual.
    Mas devenios convir tambem quet esta grande!
    providencia, quesera de alcance extraordinario
    ii;:ra o progresso da provincia, demanda muitos '.
    cpilaes excessivos, e que nao salvar aquelles
    lugares, so jeitos s seccas, quando as estaques ;
    I rem irregulares, cmo tem sido, causa por cer-
    to ainda mais directa e poderosa do que atiella..
    dasdesgracas scluaes; que ella nao dar agua
    do que discernimento ; eis aqu a substancia
    < Existe no Canino de Ou-Tong-Kiao muitos
    milhares de pocos em um espado de dez leguas
    de longo sobre cinco do largo. Cada poco cusa
    mil e alguns ceios de laels (o tael val 7 r. 50 e.
    cerca de3$00O ) Estes pocos teera de 15 a 1,800
    (1) Os numerosos Irabalhos devidos perseve-
    raba intelligente de nosso compatriota Ayme-
    Bcy. director g!ral dos eslabelecimentos metal-
    lurgicos do pacha do Egypti. mudaram a situacao
    do paiz cuja admini.-tracao Ihe foi confiada por
    Mehemet-Ali, e tornaram o norae francez honrado!
    enlro as numerosas tribus rabes que vierarn"'
    niilhnresdo sedentos; nao ferlilisar terrenos tur- 8r"Par-se em torno das fontes artesianas que elle
    rados pelo sol, nao salvar, finalmente, o gado, a
    cavalhada, e as plantacoes, mais solidas e valio-J
    sis riquezas do serlanejo, do que as podras pre-
    ciosas das minas que explora, cujo traba ho lera
    fi rcosamenle de parar por falla deste elemento,
    ndlspensavel vida, como o ar que respiramos.
    Os soccorros de toda a especie sero mais fa- |
    cilmente expedidos, uma verdade ; a emigra-
    cao nao se effect iar
    QUESTO DE PAI.AVRAS.
    Suscitou-se em New-York, entre os proprieta- '
    nos dos diccionarios de Webster e o de Worces-
    ter uma queslao. sobre qual dos dous mais rico !
    de palavrasda lingua ingle/a.
    Os proprietar.os do de Webster, para refutar o*
    reclamo da ruaioria de palavras. que allegara os1
    propnetarios do de Worcesler, tiveram a pacien-
    cia de contar as palavras de ambos os dieeiona-
    nos, cuja operacao deu o seguinlo resultado o:
    d'cc'onario Webster cbnlem 99.780 no seu corpo
    e 40.276 no apndice, fazendo um total de.......
    140,056 palavra2; emquanlo que o Worcesler tem
    ,:, -;" v: "=> vctiio "o corpo da obra 103,855 palavras e 28,551 no
    ^L eVl s,\'Z'8cem 1126; exisle apndice, o que faz un, total de 132.406. do mo-
    Carluclos '" 8 conven, dos : do que o de Websler tem 7,650 palavras mais que
    , O de n orcesler.
    As soudagens se fazem nesse paiz com uma ---------
    grande facil.dade, e pouca despeza ; lambem, do ; ^ ROUBO SACRILEGO
    ., n, iv,n -en! '0d'' PIanici. ncontra-se Na manha de 23 do passado, os pedrdros que [
    olZnTL^LtC,Sa ^ C"da a'd-ao ; do caes do arcebispado' em Pars trabalhan? as '
    l.rJi,^ Jcl," de execucao lera sido em oedras destinadas reparticao daegreja de Notre-
    .I. i JLL/n" i'0 c?.,ique / sondad-res do' Dame enconlraram unta custodia cabida no chao,
    lJ .m-" Jmse "ald0- Llle? sraente acharara no meio das pedras. e, seguindo na di.eccao da
    agumas d.iliculdades quando comecaram ser: grande sachristia. encontraran! outros vasos sa- !
    chamados a trabalhar eos departamentos do norte i grados egualmenie cabidos.
    e do Sul.
    Em 1826 Mr. Peligol fez execularem Enghien
    o prirndro poco artesiano no departamento do
    Sena. Em 1828. Mrs. Tlacbal irmaos obtiveram as
    primeiras aguas jorrantes da base dos terrenos
    terciarios em seus furos de Sainl-Ouen. Este re-
    sultado obldo 67 metros de profundidade leve
    um grande echo, em Tours, de ser o prmeiro
    altravessar a greta ou giz o de achar as areias
    verdes aguas jorrantes a 140 metros de profun-
    didade.
    Depois as sondas se niulliplicaram e tornaram
    um grande desenvolvimento, baseado em uma
    theoria racional, e a applicar;ao do meios mec-
    nicos variados, conforme os terrenos furar e
    as difficuldades superar .
    Com efleito os Srs. Mulol e Degousse em
    Franca, e Kind na
    instrumentos em
    Os operarios forara logo dar parte do adiado
    aos_ empregados da egreja.
    Estes enlraram na grande sacrista do cabido e
    reconheceram que os ladroes tinham all entrado
    por escalada e arrombamento, durante a noile, e
    arrumbando os armarios que guarduvam a tb'e-
    souro, isto os vasos sagrados, as custodias, c-
    lices, ciborios, ctc.de ouro eprala, representan-
    do um valor de porto de 800,000 francos (141 con-
    tos de ris.)
    As autoridades de polica, avisadas, concorre-
    ram logo ao sitio e procederam invesligacoes.
    em resultado das quaes depararam no cac's do
    pequeo braco canalisado do Sena, direila da
    sacrista, cora uma corda amarrada
    gola.
    Tralou se de verificar
    -------------- ~v>vw J'Vi. _!!(. IV III.
    pella de Bethesda, em New-Castle.
    A reverenda dama fez um serraao sobre o se-
    guinte Ihema :
    O camiuho do co eslreito.
    A numerosa assernbla qupse reuni ouviocom
    o maior inlerosse desenvolvimento da casta e
    fervorosa doquencia de madama Boolh durante
    mais de uma hora.
    O servico religioso, acresccnla o citado jornal,
    foi muito tocante.
    F.MIGRACAO CHINEZA.
    Fot apreselttada no parlomenio inglez uma com-
    municacao ofiicial da emiraco em Canteo, que
    revela o modo abominavel por que se fazia o tra-
    fico dos emigrados, por corredores indgenas,
    que, por manhas e violencias, conduziam os ch-
    nezcs bordo dos navios estrangeiros e os ven-
    diera a 30 dollars por cabeca para serem reven-
    didos em Cuba 400.
    A bordo dos barcos chinezes que os deviam
    conduzir aos navios, e aonde eram arrastados por
    promessas ou violencias, intimidavam-os, e at
    empregavam a tortura, para Ibes arrancar um
    consenlimenlo nominal e fazer-lhes assignarum
    engajamenlo de 8 annos para Cuba.
    Os tactos lornavam-se lo horriveis o anno pas-
    sa.lo, que se rac-iou uma sublevaco popular.
    O govemador de Cantao mando decapitaren
    um da, 18 agntese uma mulher, que lbe= ser-
    via de instrumento, foi submettida a torturas c
    niultilacoesalrozes. i
    Muitds agentes foram lambem Irucidados pela
    mullidao com urna crueldade vindicativa de at-
    Nestas circumstancias. o governaior geral dos
    aous Kwang, condecorado com o botao da Ia clas-
    se, consentio apezar da anliga lei que prohibe
    aos Chinezes deixar o seu paiz, em legalisar a
    emigragao livre.
    . No fim do anno ultimo. Mr. G. J. Auslin aulo-
    nsado pelo governo inglez para dirigir a emigra-
    rlo as colonias inglezas das Indias'Occidcntaes
    abri um escriplorio de emigracao em Cantao!
    com a sanecao das autoridades chinezas, tornan-
    do medidas que tornaram impossivcl loda a vio-
    lencia.
    Os emigrados contratados por cinco annos de-
    vem ser pagos por mez e ter uma habitadlo com
    ijardim ou trabalhar por larefa, e neste ca'so ali-
    menlam-se sua custa. Se lc/am a familia,
    teern passagem gratuita
    No meado de marco. M. Austin expedio para a
    Guiara ingleza 1.567 homens. 299 mulheres e 108
    menores.
    Esles Chinezes foram todos volurilariamente e
    levantaran) ferro no meio do acclamacdes e fo^os
    de artificio. c
    Na sua ultima prodamar-So, datada de 2 de
    marco, o governador geral Dean diz : *
    _ Tendo prvido assim [legalisando a emigra-
    cao livre) us nec-'ssidades e desejos da gente que
    nao tem trabalhado. nem meios de subsistencia
    se alguns vagabundos conlinuam a estabelecer
    depsitos illicitos, arrebatando pessoas respeita-
    veis e yendendo-as. serao presos e reverentemen-
    te punidos.
    OS OLROS SAO TRUNPIIO.
    Poneos homens ha mais conhecidns nos Esla-
    dos-Lmaos que Mr. Cornelio Vanderbitl, cuja ri-
    queza, adquirida no negocio de vapores. Ihe va-
    len do publico o nome de Comodoro. O Cen-
    lury de Nova-Vork descreve assim esle ho-
    mem :
    Ha sempre a mais viva curiosidade de co-
    nhecer os homens grandes, quer seja por vila-
    nias. quer por nobres e generosas accoes.
    Cornelio Vanderbitl um homem'de 6 ps de
    altura, e, relativamente a ludo o que varacleii-
    sa o animal racional, tem tolas as proporrf.es
    regulares. Tem 6 ps de vontade firme. 6 de
    indomavel energa, 6 de obstinacSo. 6 de finura
    para os contratos e outros 6 de mestria no ma-
    nejo dos negocios em geral.
    Carece de 6 ps de educaeo o que sabe dis-
    mular com 12 de habihdade natural ; faltam-
    Ihe 6 ps de corteis, o que o seu dinheiro e af-
    feclacao dissimulam. Cornelio Vanderbilt prin-
    cipou a sua carrera croo simples jornaleiro,
    pouco lempo depois arranjou um vaporzinho,
    para andar na Balita, e passageiros do rio
    Norte.
    Depois possuiu varios navios de vela, e agora
    c o mais tico proprielario de navios que ha nos
    Estados-Lindos. E' o nico dos Eslados-L'nidos
    que mandou construir, para si mesmo, um vat-
    ch a vapor das dimensoes o'um navio de guer-
    ra nacional, e, lancando-se n'elle atravez do Oc-
    ceano, parava nos porlos de Italia, Inglaterra,
    Franca e Russia, como Tina homem que na sua
    carroagem percorre a cidade de Nova-Vork, pa-
    ra detxar era algumas cisas o seu bilhele de vi-
    sita, -
    ta parte do globo. Tivcmos chuvas torrenciaes
    tropicaes que acanctaram espantosos desastres.
    Pareca que todas as cataractas do co se haviam
    aberto e que 'odas as nascentes da Ierra tinham
    reunido assuas aguas para ainnundarem. Nao ha
    memoria de ler acontecido semelhanle calflslro-
    phe na Australia; houve grande deslruigSo.de
    existencias e de cousas. As perdas sao incalcu-
    laveis.
    Familias inleras, rebanhos completos, co-
    lheilas consi Jeraveis, n.o pudendo resistir s
    Jrrenles, foram arrojadas no mar. Em muilos
    lugares, nao ficou pessoa viva para contar os epi-
    sodios do sinistro. Por exemplo. nos jazigos,
    aurferos de Bell's Creek, os mineiros foram ar-
    rebatados e precipitados de cachoeiras de uma
    altura de 1,000 ps ; os seus restos mutilados, fo-
    ram mais larde encontrados. Nmgucm escapou
    para contar a rapidez com que as aguas irrom-
    peram nos jazigos, e perdeu-se todo o ouro apa-
    nhado.
    L'marnpariguinha foi encontrada viva na re-
    gio de Bell's Creek ; esta enanca, tinha perdido
    seu pai, sua mSi, cinco irmaos e irmas, e a agua
    havia-lhe inda arrebatado a casa. Tudo o que
    esta pobre pequea amava. toda a fortuna amon-
    loada para ella, tudo isso desapparecera cm urna
    s noile Em uma s noile ella havia ficado or-
    phaa e redu/.ida mais completa mizeria. O as-
    pecto do territorio, ficra de tal sorte mudado,
    que a crianca nao pode reconhecerositio em o.ua
    se achava a casa que na vespera abrigava a sua
    familia.
    Perto da nascenle do rio de Shoal Haven, a
    agua invadi as planicies, e em algumas horas as
    trras ficaram 100 ps abaixo da superficie do
    liquido.
    Os prados tinham-se tornado grandes lagos.
    Esp'icns considera veis admira velmenle cultivado^,
    onde se via a mais luxuriante vegetagao, tiubam-
    se (ornado medonhos de[conleraplar, como a im
    mensidade arenosa dos deserlos. Cisas, Jardins.
    colheilas, gado, cavnllos, muros, arvores, trra
    vegetal, homens, mulheres, e crianzas, arreba-
    tados pela torrente, tinham sido arrmessados s
    (raas do mar n'uma confusao indescriptivel.
    Em uma exlensao de muitas milhas, as costas es-
    tavam cuberas de destrocos. as Ierras, circu-
    lavam barcos onde estavm cilades edificides .
    estes barcos procuravam algumas victimas para
    salvar.
    Foi por esle modo que certo numero de pes-
    soas refugiadas nos tdhados das casas mais altas,
    nos pillearos dos rochedos cortados pique, fo-
    ram salvas antes da nnundar.io ter chegado
    sua maior altura. O leilo do'rio Shoal Haven
    foi deslocado quando a Ierra reappareceu liber-
    tada da massa liquida, as aguas do rio tinham
    aberto um novo leito.
    L'ma ilha na embocadura do rio, era habita-
    da porto de 90 familias, islo perlo de 400 pes-
    soas.
    Os habitantes, vendo elevar-so repentina-
    mente as aguas em torno delles, refugiaram-se.
    ras mais altas niontanhas. Toda a gente correu
    logo abrigar-se ne'sles lugares elevados, l'm
    navio que do mar vio o perigo que corriam esles
    desgranados fugitivos. aproxin:ou-se e os reco-
    Iheu a bordo alguns momentos antes de ler com-
    pletamente desapparecido debaixo das aguas lo-
    da a ilha.
    Dernm-se numerosos casos de dedicacao e
    abnegacao. Pobres roaes, perderam a vida.'ten-
    lando salvaras de seus filhos. ra mancebo, es-
    forcando-se por salvar sua mai, a levou atravez
    dos campos innundadns, procurando um lugar se-
    guro para ahi depositar seu precioso fardo ; mas,
    nao o conseguio senao para ver sua mai suecum-
    bir a lautas fadigas e eraoces. Dez minutos de-
    pois de ler sido posta cm sitio seguro, a pobre
    mulher expirsva entre os bracos de seu filho.
    Medas de feno, (lucluav?m'(arregadas de ho
    meris. sofirendo as angustias de uma morteim-
    mnente. Arvores estavamearregadasde familias
    que mediara com terror a distancia cada vez me-
    nor que as separava do elemento destruidor.
    >os mesmo. accrescenta o narredor, j contava-
    mos com a sorte commum. Por um favor do'co
    a torrente poupou-nns : vimos loda a gente pere-
    cer em torno de nos sem que as aguas nos envol-
    Jo i vessera.
    O governo abri
    das victimas.'
    uma subscriprao em favor
    sua
    a uma ar-
    ..v-. o caso, e vio-se que a
    la Allemanha, aperfeicoaram^os 'corda segurava uma rede de pescador, que con-
    pregados com muita habilioade, tinha urna grande paito dos vasos sagrados rou-
    e tem at hoje executado Irabalhos admiraveis.. hados da sacrista, mas ja desguarnecidas dos da-
    nao ha quem tenha visitado a Franca, que nao ; mants e pedras preciosas qiie oroavnm alcumas
    onheca o poco de Crenelle t-m Paris, tuja fu-! custodias,
    agern foi confiada aquelles dous experientes As autoridades deligenciavain descobrir os la-
    creou ou resusciiou no meio de seus bellos esla-
    belecimentos.
    (2) Neste caso devenios comprehender os cele-
    bres pocos de Salomo, que se veem ainda ras'
    ruinas do Tyro, e que sao uma das maravilhasI
    de que fazem menco todos os viajantes, porque
    a agua sahe deltes lmpida e em abundancia,'
    como por encanto, de uma ierra baixa, secca c
    C"
    ra
    sondadores, que
    mas conseguirn
    empregaram nella 7 annos. j dres.
    agua na profuDdidade de 517 I
    metro, ni quanlidade de 4,600 litros por minuto i vados de Paris.
    ( 985 caadas do Brasil de oilo garrafas ) (3)
    (3) No diccionario de Desohryt e Bachelet, de
    biographia e historia, l-se que,este poco icm de
    profundidade absoluta 517 metros, ede 510
    baixo do nivel do mar ; seu dimetro, munido
    debaixo das condices Cor- arida. os quaes Lamaitine considera como vastos de tubos de ferro laminados. de O1",14 na massa
    aquifera, e de O'". 22. em sua parte superior, on-
    de a agua sobe 33 metros cima do slo, sen-
    -' i couduzidn para os quarteirCes mais ele-
    iveis desta quadra ; o que uma vantagem de po0? artesianos, inventados antes de sua rein-
    rouito preco, porm nao por sem duvida o -veil'Jao pelos modernos. (Voyagcs en Orienl )
    principal.
    fe A.
    FOLUETLH
    do d'al
    POB
    PAULO DE KOCK.
    XLIX
    O cozxnho.
    Depois do jdudo, Froimonl fra almocar com o
    seu smigo Larabourlot. O' almoco piolongou-se :
    at mais do Ires horas da tarde ;" depois, ambos I
    os taes senhores, que eslavam um pouco alegres,
    foram jogar bilhtr em um bolequim.
    Julgasjque elle fica bom ? perguntou Froi-
    mont, mirando uma carambola.
    Quem ?
    Pois, maluco, eu me bati cora uma ce-
    noura?
    Ah I o adversario. Hum !___a ferida agra-
    ve. Atravessasle-lhe o lado. Se Ihe tocou as par-
    tes essenriaes, sempre fica arranjado... CincoI..
    E os que nao conlas. Cinco 1 Eu tinha cer-
    teza de enfiar o tal senhorzinho Di me o
    giz___Quera baler-sc e nao sabia estar em guar-
    da. Ah I e eu lenho aceitado a pistola 1 mas lo
    tolo nao son eu. Que diabo de tabella 1
    L vai uma. Seis a cinco I
    Poi um bamburriol
    Como a la espaldoirada no tal sujeito 1 Ti-
    nhas muita raiva dello '?
    Eu, nao 1 Nao o conheco I O negocio com
    a mulher, mas hei de enconira-la, ainda nao es-
    t tudo acabado enlre nos. Estou com a mb pea-
    sima. Ah que isso ?
    . Scte por cinco oito por cinco.
    Enlo ainda nao acabaste, Lnmbourlot? Dei-
    xa-mo ficar melhor c te apanharei. E o que da-
    se a testeraunha dello t
    Teslemunha de que?
    Com os diabos. esls flcar.do tolo !________
    () Vide o Diario n. 227.
    Ah a lesleniunha___ E' verdade, j nem
    pensava nisso." Eslava vendo agora se tinha um
    effeilo bonito.
    Respondes, ou nao?
    A testeraunha nao me disse nada. Ah
    verdade, pergtinlou-tno onde moravas.
    Ento?
    Nove a cinco I Como achasesle?
    Esls-rae fazendo ferver o sanguc 1 Disses-
    te-a?
    Perfeilament", ra e numero.
    Fizesto mal.
    Porque?
    Porquo era nutil. Nj queriafter mais aira-
    palhacoes.
    . Deixa estar que elle nao so mette nisso....
    Vio como orderam as barbas do amigo.
    Fizeste ou! no se diz assim a morada
    dtenlo. F.sls to lumundo atarantado I
    Edez, ganhei.
    Ora historia?. Estou tisttUo l
    Frolmont s enlrou em casa muito Urde ; seu
    porteiro enlregou-lhe^um bilhetedc visita, aion-
    do-lhe que esse senhor voltaria no dia segninte
    muilo cedo.se au tivesse novas delle at en-
    to.
    Diabo 1 o sujeito tem pressa I disse Froi-
    raont. mas temos tempo. Quero primeiro des-
    cansar a mo. E quera trouxe a carta para mim ?
    Um crisdo de libr,* que perguntou se o se-
    nhor eslava em casa.
    Ah rheira a jasmim carta do mu-
    lher se fosse da pequea___ora vamos a ver.
    Proiaont abri vivamente a caria, e leu :
    Senhor.
    Ignoro quo scena so passou hontem entre o
    senhor e meu sobrinho, mas uccessario queso-
    ja instruida della ; deve ter sido bem grave, por
    que soube neste momento que teve em consc-
    quencia um duelo. Asscguram-me quo foi por
    causa da mulher com quem ello casou e quem
    o senhor conhece de ha muilo. Queira vir mi-
    nha casa para dizer-rco o que sabe respeilo de
    Dalbonne. Deve julgar quanlo isso mo interessa.
    Espero-o amanhaa. Se deseja saber noticias de
    meu sobrinho, dirija-se ra Nova des Mathu-
    rins, onde elle mora. De Fif.rville.
    Froimont machucn o bilhele cora raiva e foi
    deitar-se, dizendo:
    O seu producto de cerca de
    um mtlho de litros por 21 horas, ( 141.810 ca-
    adas do Brasil pouco mais ou menos ] o a agua
    e excedente. Esle poco, cuja perfuracao apre-
    sentou grandes dificuldades, foi feilo'pelo en-
    genheiro civil Mulot : em seu genero, u#lra-
    balho nico. Empregaram-sc 7 annos de traba-
    lho assiduu Dar o terminar, ( de 1831 1811 ) e
    gnslaram-se 363,000 francos. ( 1 5:2OOJOO0 I rs.
    (1) I Gallo.= 1,714 caadas do Brasil. I p=
    1.i palmos.
    SOCIEDADE DE BACCHO.
    Com este titulo se formou em Sevilha uma as-
    sociarao ou contraria, que tora por fim propor-
    cionar aos bebedores inscriptos no livro da
    matricula vinho abundante, bom e
    O queja alugaram casa e nomeara
    niisso econmica diretftora, cora
    te, a qual tem, enlre oulras altribu.._es, a de
    admitlir e excluir socios, mandar cormissarios
    aos distrirtos vinhateiros da provincia e Valde-
    penhas, para fazer compras, melhor preco,
    ras adegas, e fazer as diligencias precisas para
    obler a liberdade dos bebedores mais turbulen-
    tos que por esle motivo sejam presos.
    A sociedade conlratou criados e comprou 3
    macas que lero as armas, para conduzir ao seu
    domicilio os bebedores menos fortes.
    Por accordo da mesma sociedade, s nos dias
    feriados, e como medida econoroica,6e perrait-
    lir Jerez, Manzanilla e Priorati, e nos outros
    das Valdepenhas e vinho da Ierra.
    A quota que cada socio deve satisfazer mensal-
    raenle de 60 reales (3^000 rs. aproximadamen-
    te), coroprehendendo-se nella o rainimo e o m-
    ximo do vinho que tem direito pedir cada ma-
    triculado.
    Ao presidente o vogars da commissao adminis-
    trativa concedem-se-Ihes alguns copos mais, du-
    rante o tempo que exercera o seu cargo, o que
    s |de ser por trez mezes.
    EXCENTRICIDAD!.
    O chele d'uma notavel casa de commercio de
    Menta mandou fazer um mausoleu, onde nn-
    guem, nem mesmo os seus mais ntimos amigos
    podem entrar. B *
    As paredes estao cobertas de velludo ne-
    gro, com pannos em que se acham as suas ar-
    mas.
    Sobre um estrado elevado, com muilos de-
    graos, esta um ataiidc aborto, aos ngulo
    do qual esto candelabros cora tochas ne-
    gras.
    Ao pedo atade est enllocada uma placa de
    e barato, para ^l ?{\m, nome c da'a do nascimento do tu-
    rara uma com- \"!?.*,nle' e com "' fspaco em branco para
    um presiden- ",V.Hf mnr,p..T'e espera breve, pois j lera
    ibu,. es. a de ^.V a\g""amo8 186"
    Acompanhado por seus amigos at porta do
    mausoleu. entra ali com grande recolhimento, c
    deita-se no eauao, onde toca um orgao occullo
    quo, por seus melanclicos sons, augmenta a im-
    pressaodaquelia scena lgubre.
    Depois que sahe J'ali, jauta com muita alegra
    e bom appelite !
    Esta noticia dada pela Gazeta de Temes-
    uar.
    E eu que julgava que era uma carta de na-
    mro I O que quer esta ta ? Conhecer a mulher
    de seu sobrinho---- tem muito interesse nisso.
    Toi mais larde Ihe darei esse prazer___mas no
    estou s suas ordens. Tenho mais que fazer.
    No dia seguinte, s sele horas, Froimont foi
    acordado pelo seu criado, que Iho disse :
    Ha ahi um moco que absolutamente Iho
    quer fallar. Disse-lho que voltasse mais larde,
    mas ameocou-me se eu no o viesso advertir.
    Que macada I no me deixam dormir. No
    lenho tempo no quero visitas agora pela ma-
    nha.
    E eu, senhor, quero fallar-lhe inmediata-
    mente, disse Gaslo, que tinha acompanhado o
    criado centrara no quarto de Froimont.
    Este ficou pallido de colera ao aspecto de Gas-
    lo, e sentou-se exclamando:
    E desdo quando, se entra assim na casa dos
    que esto dormindo ? Para um homem do mun-
    do o senhor porta-se como um^ruscol
    Basta de palavras. senhor I Sabia bem para
    que eu tinha viudo hontem ; deixei-lhe o meu
    bilhele; indo mitihacasa teria evitado o incoin-
    moQL. He ser acordado esta manha.
    Mas, snhor, lenho meus negocios, e___
    O que me vr,n!. acyo t,,>r preferencia ludo.
    Quando nos balemos, aonhor?
    E porque quer que eu m0 bata com o se-
    nhor? Nao o conheco o senil,. ng0 me fez
    nada Dei uma espaldeirada no seu amigo___
    lealmente, as cousas se passaram em regra7eut
    pois, o senhor foi lestemunha. Mas se a gente
    depois fos>e bater-se com as leslemunhas, isso
    era um nunca acabar.
    Quero vingar o meu amigo, porquo conhe-
    co a causa do seu duelo, porque o senhor insul-
    to cobardemente uma pessoa, cuja conducta es-
    t ao abrigo de qualquer censura, porque o senhor
    mentio respeilo desss mulher. Emfim, jurei
    mata-lo, e cumprirei o meu juramento.
    Ah I tudo isso muilo bonito I a mearas___
    Estou com medo 1
    No lenciono fazcr-lhe modo, senhor ; e
    depois, c muilo destro na espada, para temer
    ningucm, e aceito essa arma. A que horas hojo?
    Ainda umr vez, nao posso baler-me com o
    stntior, e no me baterei.
    No se bater?....
    E dizendo essas palavras, Gasto levanlou a
    bengala sobre Froimont e preparon-so para des-
    carrega-la. Froimont ficou lvido e afaslou aben-
    gala ; eslava lo exasperado, que apenas pode
    articular :
    Ah a cousa assim, deixa cslar que tam-
    bem te enfiarei.
    As horas ?
    Froimont rcflbclio alguns instantes, e respon-
    den :
    Anianha, s nove horas.
    Porque no hoje ?
    Porque hoje lenho negocios impor-
    tantes a terminar.
    Pois seja amanha : eslarci com uma tesle-
    munha no lugar em que meu amigo cabio...
    no mesmo lugar que o quero vingar.
    Al anianlia. senhor.
    Quando Gaslo parti, Froimont veslo-se
    pressa ; depois sabio e foi, segundo o costme,
    almocar ao bolequim ; mas dessa vez comeu pou-
    co, e sabio dizendo comsgo :
    Ah I sustentara quo ment qu'ando disse que
    aquella mulher foi raiiiha amazia___Sim. ver-
    dade que tal no houve---- mas poda ser___O
    mesmo disse aquelle siijeitinho do baile... por
    que ella estava em ima casa de tolerancia, eahi
    est o que eu quero provar. Cora os diabos. lase
    foram cinco anuos.... Deus queira que achc al-
    guem dessa poca I
    E Froimont acelerou o passo. e em um quar-
    to d'hora chegou casa infame, cuja porta en-
    coiiiir,.. Iimn noile Ceris,.,,e oihuu para a casa,
    corredor. cerur...ll.e de que era (
    entrar para tomar iniu;..,,,-les quando um
    jeito muito porro, anda quo fi^U com Dre.
    lenco e acompanhado por um cozinin. "inriiim
    como o dono, encaminhou-se sorrindo para Vrui
    raont, e disse-lhe todo se requebrando :
    Mil perdes, senhor, so Ihe fallo sem o co-
    nhecer, mas pareceu-me quo estava olhando pa-
    ra esta casa.... como tenho ahi alguns conheci-
    mentos, se deseja fallar com alguma das mogas,
    posso scrvi-lo... Vemc, Trinca-dentes___ests
    rosnando ao senhor, tratante !
    Eslimo muilo encontra-lo, senhor, e pode-
    r inforraar-rao lo bem como a dona da casa...
    trata-so de uma pequea que eslava nesla casa
    ha quasi chico annos...
    Cinco annos, era ento no tempo de mada-
    ma Tancredo 1 Bem digna mulher, de quem eu
    era o mimoso A oxcellenle mulher niorreu de
    urna indigesto de lagstas I Mullas vezes cu Ihe
    disse: Nao coma lana lagsta, olhe que esl
    deilandoestando no estomago : nao me deu ou-
    vidos e reqniescat.'
    Ah ento no a mesma pessoa quem di-
    rige esta casa ?
    Naturalmente. Todo o pessoal foi renova-
    do Paco muito pouco caso da nova matro-
    na.... jania-se muilo mal em esa della... s^e-
    nho c por um resto de dedicacao empresa I
    R"m sabe, o habito faz. como diz a candi, a fe-
    Itcidade. Socega, Trinca-dentes.
    E o Sr. Minos, porque os leitoresj deviam ter
    reconhecido esse tlguro, deu uma tabicada na
    orelha do cao.
    Froimont depois de ter reflectlo e olhido para
    o individuo que assim Ihe fallara, disse-lhe:
    Quer o senhor aceitar um copo de kirsch no
    prximo bolequim ?
    r~ Senhor, aceitarei ludo quanlo quizer offe-
    recer-me. Eslimo conhecer um homem tao ama-
    vel.
    Froimont levou Minos para um bolequim. sen-
    tou-se com elle no cinto mais obscuro di sala,
    mandou buscar um fiasco de kirsck, ordenando
    ao criado que o deixasse sobre a mesa, e ences-
    tando-se de maneira a poder fallar quasi no na-
    riz do vizinho, conlinuou a conversa :
    Lembra-se de uma moca, quo ento poda
    ter dezesele para dezoilo annos, morena, bonita,
    bera feita, chamada Cerisette ?
    Cerisette? Sim, lembra-me___ Cerisette
    linda rapariga, palavr.i do honra 1
    Lombra-se?... A sua sade E" bom este
    lirsch...
    nOm.ol,V>h0 mil "209s P"a mo lembrar dessa
    O que quer dizer?
    U acaso conduzio esta pequea casa de
    madama Tancredo ; ignorava inteiramemo o fim
    philosophico da casa. Vinha procurar Paris um
    apaixonado... um protector, nao sei o que mas
    no achou ninguem. Eslava sem recursos, no
    aclnva trabalho ; era pois uma boa aceo d ma-
    EXPI.ORAf.AO DA CURIOSIDADE.
    O Great-Hastern, depois de explorar a curio-
    sidade dos habitantes de Nova-York, foi explorar
    a dos de Baltimore.
    O numero de visitantes que foram a bordo, em
    quanlo esleve na bahia de Nova-Vork, foi de
    8,.j,8 nos 5 primeiros dias, 26.821 na segunda
    ^TTlHlS?0 na lotc,,ira. e "6.330 na quarta.
    lotat lid,809, que produziram para a companhia
    uma reretta de perlo de 75,000 dollars (75 conlos
    de ris approximadamenle).
    (Commercio do Porto.)
    dama Tancredo admilti-la entre as suas pensio-
    nistas, boa accao de que deviam resultar-lhe
    bons lucros, porque, palavra, Cerisette era en-
    cantadora Este kirsch sobeibo !
    No o poupe....
    E'o quo ler.ciono fazer... Mas. senhor, a
    pequea era uma tola Recusara submelter-se
    sua posicao... Eram. lodos os dias. barulhos, es-
    cndalos... Ha de o senhor acreditar que duran-
    te os oito das que passou em casa de madama
    Tancredo. s um freguez. o Sr Chalupeaux...
    eorao lenho a honra de dizer-lhe... e ainda assim
    fui necessario usar-se de manhas...
    Chalupeaux? um homemzinho baixo, feio,
    muito verntelho do cara...
    . E' isso ; era um dos nossos mdhoros accio-
    nistas. Emlim, uma noile que tinham feilo a as-
    neirade deixarem Cerisette tomar ar na porta,
    ella desappareceu... Foi i ni possivel apanha-la...
    Todava, unta tarde, foi alguns mezes, encon-
    trea-a pelo braco de um volho. Quz repesca-la.
    mas o til sujeito levo o alrevimento de me dar
    socos... No goslo desses modos. Sei bater-me
    como um fidalgo, mas soco s para a rale De-
    pois disso nunca mais encontrei Cerisette.
    E se a enconlrasse agora, reconhcce-la-
    hia '?
    Se reconheceria ? Afiianco-Ihe quo sim... E
    depois, se rae engaaste, nqui tem Trinca-den-
    les, que tem faro fino. O cozinho tinha profun-
    da amizade rapariga ; quando tomei-a a ver
    no boulevard, ello j Ihe tinha lambido os ps, o
    eu ainda no a tinha conhecido
    Muito bem, muito bem, vejo quo o senhor
    poder fornecer perfcitamenle as provas de quo
    preciso. Saber, meu charo senhor...
    Minos' nada mais, renunciei aos meus an-
    ligos ttulos...
    Pois bem, Sr. Minos, ju'go ter encontrado Ce-
    risdte. hoje esl ildalga ; tem orro, lacaio, bri-
    dantes, e o que mais 0 admirar, esl casada,
    bem casada cora um homem da alia sociedade.
    (Conintrar-se-na).
    PERN.TYP7DE M. F. DETama. 187"


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