Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09455


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'( *' \ mvr

kb xxivi. mmm 227.
lor Ires mezes adiaolados 5{|00.
1*op tres mezes vencidos*
SEGUNDA FEIRA I DE ODTDBBO DE 1864.
Por anno adiantado 19$00 )
Porte franco para o subscritor.
8N.*RRRt\DOS WASUbSCRIPCAO 90 NORTE
P inhiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Liras;
s il.il, oSr. Antonio Marques da Silva; Araoaty, o
ir. A. de I.emo3 Braga; Cera, o Sr. J^Jos de Oli-
ira; \1 arvihao, o Sr. Manoel Jos Martins Rr"^
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Pernandes de
Muraos Jnior;
PARTI
Olinda todos os da
Iguard.ss, Goianr)
e sextas feiras.
S. Anto, Rezerri
Garanhuns as ten
uu.s umitKtu.s
I- as 9 1/2 horas do dia.
a e Parahiba as segundas
s,Bonito, Caruar, Altinhoe
as fe ir a.-.
Pao d'Alho, Na?: ireth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
- i[uarla8-feiraB.
iol'ermoso.Una, Barreiros.
Orion ry e Ex as
Cabo.Serinhem,
Para, o Sr. Justino J. Ramd>; A-na Prola, Pimentleiras eftatalquintasfeiras.
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa. ,_, (Todos os correios pfirtem as 10 horas da manhaa.
PARTE OFFICIAL.
1753.Manoel Ca
me o Sr. coramanda
cional do municipio
COMUNHO DAS ARMAS.
Qunrtel lo coi tunando das armas
em
ORDEI no ni A LSI.
O coronel commar
co para o fim conver
tonsacia de s. Exc.
exercilo, eontrahio
danle das armas faz publi-
iento que hontcni, com au-
> Sr. ajudaute general do
i ovo engaJAincnfo nos ter-
mos do decreto e rogulamonln do 1" de maio de
Governo da provincia
EXPF.nil.NTE DOJ)U 27 BE SETEHBIIO DE 18B0.
Olhcio ao commandante das armas.peca
> S. as suas ordens para que no dia 30 do cr-
reme,polas 9 horas da manhaa, estaja postada em
frenle da igreja da Conceico dos Militares, urna
guarda de honra, nlira de assistir festa de N.
8. da Escada, que lora lugar no mencionado
Dito ao mesmo. Sirva-se V. S. de, verinc.ui-
po a identiJsde d pessoa do tweruta Podra l.uiz
da Costa l.eite, manda-lo [drem liberdade, vis-
to haver provado nao lora idade legal.
Dito ao tnosmoSirva-se V. S. de mandar
por em lih.-rdade o roerola Pedro Jos^Ramos,
no caso de nao ler ainda assoniada prao.
Dito ao mosmo.'.lindo V. S. Mt'baixaao
recrutn Francisco M.irques da Siltra,"ralo ler pro-
vado isenc.io legal.
Dito ao mesfho.Sirva-se V. S. d providen-
ciar para que sejam inspocionados'os volunta-
rios Napoleao Clemenino de Burgos Mar nho,
e Francisco Jos de Oliveira o Silva, cons antes
dos requorimenios junlos.^mandando-os alistar
em alguns dos corpos em* guarnicjio nesta pro-
vincia, so por ventura fute* julgados aptos para
isso. Publicamos ha lalguns dias a communicago
Hilo aocommandanle superior da Boa-Vista.__' feita pelo pakicipelde Goitschakoff aos ropresen-
Queira V. S. providenciar para que os comman- i '-Hiles das grandes potencias para chamar a sua
dtiles de corpos da guarda nacional sob seu Bttn$ao sobre o erigo de una crise imminente
commando superior nao opponham os troperos i nas provincias chrjstas do imperio ollomano. e
qii" nota o chefe do polica no oificio junio por sobre os meios efe combate-la O principo de
copia, a accao das autoridades policiaes, a.quem
1858 o Sr. 1" cadele
Froderioo Jos Vech
lalho do deposilo,
que no dia 25 do co
do mesmo decreto
EPHF.MERIDFS DO MEZ l)F. l.liTIJBRO.
7 Qnario mingoante as 8 horas e 45 minutos
da larde.
14 La nova aos 17 mimaos da larde.
*1 Quartoeresrente as 11 horas e 51 minutos
da manhaa.
29 l.uacheia as 4 horas e 30 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
PrimeirD as 6 horas e 6 minutos da raanha
Segundo as 6 horas e.10 minutosda tarde.
Uno Burgos Ucha.luor-
le superior da guarda na-
de Nazareth.
AIIDINECIAS DOS TR1BUNAF.S DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Helaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
nilo de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira yara do eivi: tercas e sextas ao meio di
Segunda varado civel; quartas e sabbados a urna
hora da larde.
N'um jornal de Turin. denominado Les Na-
tionalits, encontra-sea segunle carta que nao
pode deixar de merecer inleresse :
o Henrique IV dizia : A/in/io boa cidade de.
Pars Garibaldi} pode, com jusla razio dzer :
Mmlia boaadade del'alermo,porque nSofoineces-
sario mais do que apparecer para manifestar o
Pernal neo. na cnlade do seu enlhusiasrao, o para a. ver agitada e a lo re a
Keoife, 'iS do setembro de l*;o. a
DIAS )A SEMANA.
1 Segunda. Ss. Virisabnn, Mxima e Julia irs.
2 Torca. Os Anjos ddfcuarda, S. I.eodegaro b.
3-QuarIa. S. CandW m. ; S. Maximiano b.
4 Quinta. S. Francisco de Assis fundador.
5 Sexta. S. Placido e seus companheirosmm.
6 Sabbado. S. Bruno fundador ; S. Herolhides.
7 Domingo O SS. Ro.ario de Nossa Senhora.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SLL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Rshia,
r. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Si
Joao Pereira Martins.
KM PF.RNAMBUCO.
O proprietario do oiario Manoel Figueiroa de
iFaria.na sua livraria prara da Independencia li
'6 e 8.
do 9" balalh.io de infanlaria
ihagem com deslino ao ba-
n approvou o engajamento
rente eontrahio nos termos
j soldado da companhia de
arlilices dest-i guarilico Manoel Pereira do Nas-
cimento.
Assignado. Josl Antonio da Vonseca Galvo.
ConovBfivr-Antonio F.nea"f}it$tavo Galvo,
alfores aldanle d qrdens interino do commando.
EXTERIOR.
alias permiltido chamar servico pragas da
guarda nacional iiidependente de requizicio, nos
casos especificados no artigo 40 do decreto n.
135 de 6 de abril de 1854, pareicipando ao res-
pectivo commandante. Deu-so sciencia desla
providencia ao chefe de polica.
Hilo aocommandanle superior do Rio Formo-
so.Expeca V. S. as convenientes ordens para
que seja posta disposico do subdelegado do
distrifilo de Ouas-Barras no municipio de Seri-
nhaem, um destacamento de 8 pravas do bata-
Iho da guarda nacional do mesmo municipio, a
lim ele empregar-so no policiamento do lugar.
Gommunicou-se thesouroria de fazonda e ao
chefe de polica.
Diio ao inspeclor do arsenal de raarinha.
Approvo o contrato que V. S. celebrou cora o
bario do I.ivramento para factura do aterro de
que necessita o caes do palacio desta prosiden-
cn ao lado de este, pela quanlia de 3:80JJ000, e
sob as condioocs consumos do to.mo que por
copia acompanhoii o seu citado ollicio de 25 do
correte, sob n. 397.
Dito ao inspeclor da thesourara de fazenda.
Com a inclusa copia do contrato celebrado com
a companhia do Beberibo salsfac.o a requesic.io
de Y'tnc. contida em olTicio do 21 do corrente.
.sob n. 985.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Bxpeca V. S. as suas ordens para que o rnajor
Aloxandre do Barros Albuquerque se recolha
quanlo antes ao corpo de sen commando.
Dilo ao mesmo.Podo V. S. mandar ongajar
no corpo de seu commando os paizanos Manoel
Gortschakoff diri
cho circular sobre
di|ilomolicos da I
trangeras.
ao mesmo lempo um despa-
o mesmo assumpto aos agentes
ussia nas dilerentes cortes es-
Tomos adquirid )
melhanie situacac
breve trazer com
Irnnquilidado do
perio ollomano,
resses geraes da
Persuadidos d
monos do que n
difTerentes a eve
CIRCULAR.
a convieco de que urna se-
niio pode prolongar-so som em
igo una crise perigosa para a
rionlo, para existencia do im-
por consequencia para os inle-
uropa.
que as demais potencias, nao
nao 3oderiam permanecer in-
luahdades lao graves, arredila-
mos que urna inttrvencao exercida colleclivamen-
te em Constantii opla por lodos os gabinetes que
so interessam pela tranqullidade da Turqua, e o
nico meio pro irio para combaler os aconteci-
menlos que a aneacam.
EfTectivament', qerendo estabelecer um accor-
do, que pela nossa parte desejamos seja o mais
completo possiv;l, reun em minha casa, por or-
dem de S. M. o Imperador, os represntenles de
Inglaterra, Anal ra, Franca e Prussia, e Ihcs ex-
puz, em prescnia das informa^oes que tinhamos
recebido, o pe igo de urna crise, a urgencia de
evita-la, e os meios nicos que julgamos pro-
prios para enazmentc conseguir csse lim. Ao
mosmo lempo roguoi-lhes que facam aos sous
aovemos as conimuniracoes necessarias para os
por nas circunstancias de apreciarera da raanoi-
ra que lies par;cer mus conveniente a situacao,
e de so associaiein s propostas quo apreseta-
mos.
Desejando encontrar as bases determinadas para
Nevos de Albuquerque, Manoel Joaquira de San- I este passo, e rcesti-lo do carcter preciso, os
la Anna e Jos Joaquim Pereira da Silva, os
quaes, segundo o atteslado annoxo ao seu ofll-
cio desta dala, n. 40(!, forara julgados aptos para
o Bcrvico.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
F.m vista do competente certificado mande V. S.
pagar ao empreleiro das obras da oslrada do Pao
d'Alho Nazareth, Jw M.intcde Alves Ferroira
a qoanlia de 63.2403000 rs. em que importara as
obras dos 3, 4o, 5o o* leos j rocebidos, de-
vendo esse pagamento aer efTectuado cora apll-
eos, conforme V. S. iratica no seu oflicio de 6
de agosto ultimo, sob n. 329.
Dito ao director do arsenal de guerra.Re-
commoiido a Vine, que nao, eiTeclue a compra
das charlateiras reqoisitadas para a msica do 9o
batalhfio de infanlaria, e comprenendids no pe-
dido do ljdo julho ultimo, visto nao serom el-
las necessarias por ora,pelas rasos de economa
expondidas pelo coinmandanlo d'aquelle bala-
talhao no oflicio quo veio annoxo ao do coronel
commandante das armas de hontem, sob u. 1030.
r.ominunicou-so ao commandante das armas.
Dilo ao director das obras militaros.Approvo
os orcamentos que acompanharam o officio de
Vmc. de 25 do corrente, sob n. 80, dos concertos
o obras fazer-se nos quarteis do 8o e 10 bala-
lhos de infanlaria e hospital militar. Reniet-
leu-se copia i thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Approvo o orcamenlo do
concert do porto do quartcl do 10 batalho de
infamara, e que veio annexo ao ollicio de Vmc.
de hontem, [sob n 81.Remetieuse por copia
a thesouraria de fazenda.
Circular a todos os juizes de paz da provincia.
Transmiti a Vmc, para sou conhecimento, o
incluso exemplar do decreto n. 2,633 do Io do
corrente, diridindo esti provincia em cinco dls-
trii los eleitoraes, para exocucao do decreto n.
1,082 de 18 do agosto desto "anno.Officiou-se
no mesmo sentido a todas as cmaras munici-
pios da provincia.
Portara.O piesidenlo da provincia, atlen-
doudo ao que requerou o delegado do termo de
Goianua, capitao Tiburcio Hilario da Silva Ta-
vares, rosolve conceder-lho 15 dias de licenga
para vir esla capital.
Dita.O presidente da provincia, tendo em
vi-ia o que requeren Joo Bezerra de Mello, guar-
da do consulado provincial, e bem assim as in-
formaces ministradas pola reparligo compelen-
to, resolve conceder-lhe 3 raezes de licenca cora
vencmentos nos tormos do art. 49 do regula-
mento de 3 de agosto de 1852, para tratar de sua
saude.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira
de paquetes a vapor, mande dar passagem de
proa para a corle no priraeiro vapor que passar
para o sul a Antonio Pedro de Alcntara em lu-
gar destinado para passageiro de estado.
DESPACHOS DO DIA 27 DE SETEHBRO.
feqnerimentos.
1740.Antonio Lopes de Souza.Informe o
Sr. comraandaote superior da guarda nacional da
comarca da Boa-Vista.
1741 a 1743.-rAntonio Pereira de Oliveira Ra-
sos, l.uiz Leopoldo dos Guimaros Peixoto e Ir-
mandade do Nossa Senhori ua Soledade da fre-
guezia da Boa-Vista.Informe o Sr. inspeclor
da thesouria de fazenda.
1744. Antonio Pedro de Alcntara.Dfi-se-lhe
passagem do proa no priraeiro vapor.
1745.Belarmino Jos Huniz.Concedo o pra-
so de 15 das.
1746.D. Emilia Constanca de Moraes Ferrei-
ra.Espere que haja crdito.
1747.Francisco Elias do Reg Dantas.Pro-
videnciou-se no sentido que requer.
1748.Francisco Jos do Moraes e Silva, 3o
escriplurario da Ihesouraria de fazenda.Passe-
se portaria concedendo dous'mftzes de licenca
com vencimentos na forma da le.
1749__Bacharel Jos Rodrigues do Passo J-
nior.Concedo a licenca requerida sem venci-
menlos, da qual comecr o supplicanto a gosar
no praso da loi.
1750.Jos Firmino de Oliveira Regs.Fi-
ram expedidas as convenientes ordens no senti-
do que requer.
1751.Jos Francisco da Silva Giquiri.In-
forme o Sr. commandante superior da guarda
nacional dos municipios de Bonito e Caruar.
1752.Loiza Mara do Espirito Santo.Nesta
data so expedem as ordens no sentido quo re-
quer.
representantes, sob a reserva da opiniao das suas
respectivas corl-s, convicram comigo nos segun-
le s pontos :
1. Declarar i inmediata da* par* das cinco
grandes potenci s de que nao poderao tolerar por
mais lempo o oslado actual das cousas nas pro-
vincias ehristia do imperio Oitonianrj.
2. Pedir umi organisacao cujo liltl seja dar s
provincias chri-tjans da Poila, garanlins ellkazes e
proprias para faier juslica aos legtimos pravos
das povoacoes ekranquillisar ao mesmo lempo a
Europa peio que|respeita possibilidade decom-
plicacoes, cora qije se alTociam os inleresses geraes
assim como os d* Turqua.
A corte junto da qual oslis acreditado, ser di-
rectaraento inforjmada pelo seu representante de
S. Petersburgo dbs preliminares relativos a este
assumpto. Ficaii autorsado para declarar de
ordera do nosso ah gusto amo, ao rainislro dos
negocios estrangejros, quo, pelo que nos diz res-
peito aceitamos rjompletamente as bases cima
indicadas, e que estiraos por conseguinte dispos-
los a cominunicar! as instrueces necessarias ao
representante de K. M. I. em Constantinopla.
Dignai-vos com udo acreditar, que, respeitando
as resolucoes do gabinete de____ temos a plena
convieco de que ;sta tentativa a nica que olfe-
rece esperancas i e evitar, se possivel as com-
plicaQoes que' pederam seriamente ameac.ar a
paz do Oriente e ; seguranoa da Europa ; e que,0
nico meio de impedir a sua exploraco, obrar
collectiva, promula e energicamenle, porque se
approxima o mombnto em que qualquer vacilaco,
e qualquer escrpulo originariam as mais fuues-
las coiiscqiiencias.
Gortschakoff.
seus pes.
Emquanto que os cuidados da guerra o do-
tinliam na torre do Phare em Messina, Palermo
viuva d'osse hroe, eslava triste e malancolca
os partidos guerroavani-so entre si, a discordia
aceendia o seu facho de um ngulo ao ootro da
cidade, e o fogo que produzia poda tornar-se
um lernvcl incendio.
Mas na noite do 16, polas doz horas, Giribal
di chegon som ser esperado, e sem mesmo que
pesapa alguma duvidasse da sua chegada foi
coaduzdo ao seu palacio, onde doscancou um
pouco.
Mas s cinco horas da manhaa. j passeava
em carruagem doscoborla, nas ras de Palermo
levando a seu lado mr. Deprelis.
Foi visitaros quarteis, o porto, os amigos fo-
ndos e por toda a parlo, na sua passagem, se ou-
viam os vivas, os gritos de alegra do povo pa-
lermitano. que em Garibaldi nao vO s um gran-
de guerreirn, um libertador, mas o seu Deus, a
sna providencia, e que o venera o adora, como
la!. Com Garibaldi esclamava-se por toda a
parte, j nao ha partidos, nem recriminaces,
nem odios, lodos oslaremos unidos em um s gri-
to : Viva Garibaldi I
Na ra de Toledo os homens, as mulheres,
os velhos e as creancas, lodos corriam em volta
da sua carruagem, a ponto de nao poder avan-
car. Todos o queriam ver, e saudar, conside-
rando-se feliz aquelle que poda chegar al ao
postigo da sua carruagem e beijar-lhe a rao,
sem cessar ura movimonto para corresponder s
saudacoes do povo. Vi homens serios chorarem
de eroocao ; aquella scena era elTeclivamento
bem pxecutaaa para tocar nas libras do coracao.
O propiio Garibaldi senlia quanlo amor, quinta
venoracao exislia n'esla demonsiracao, e quaes
cram os grandes sacrificios que o povo de Paler-
mo se empellita por elle.
A's nove horas entrou no palacio, o recebou
os ministros e as pessoas que lhe haviam pedido
urna audiencia.
A's dez horas sahio para ir ao porto e em-
barcar no Amazone quo devia condui-lo a Mes-
sina ; houve o mesmo cnlhusiasmo, os mesmos
gritos em todo o seu trajelo atravez da cidade ;
o povo acompahoii-o al ao porto, e al entrou
om barcos para o vrtambem a bordo do Ama-
zone.
A's onzo horas o 4i/ia:one levantou ferro e
um ultimo grito Viva Garibaldi ouviou-so
desde o monte Pellegrino at ao porto Felice ;
mas d'ondo vinha Garibaldi ? De fazer um pas-
seio na Sardcnha, na sua cara ilha Caprera, onde
passou meio-dia, enlre osseus inelhnres amigos,
e ondo leve o praser do comer melos que elle
tinha pialado com as suas proprias maos. Para
onde ia elle agora ? Para a ilha do Phare, d'on-
de pareca decidido a por em exocucao o sen
desembarque no continente napolitano."
Posso-vosdar a certesa de queesto conclui-
das todas as negocices para um empreslimo ;
parlPjSoestou bom informado, por meio do subs-
cripcoes publicas follas donlro da ilha, combina-
das cora o reconheciinento do empreslimo del8i6,
0 ai mitra parte foi concluida com os banqueiros
italianos, segundo o projecto apresentado pelo
advogado Bosco, projecto que foi plenamaota
acceilo.
clamacao que o Dr. Berlam
ros italianos:
dirigiu aos volunla-
O acto que rege as doiaces da candado ha
de dar o meio de administrar mais economica-
voiuntanos italianos. mente a propriedade dos eslabelecimonlos de be-
...... Por toda parle onde es-1 neficencia ; e contribuir para a prompta e eco-
o italianos desejosos do sac-' nomica solucao das contestares relativas & essas
jugo dj oppressao, propriedades, emquanto que outro acto allviou
os subditos calholicos "
Esperamos pois restabelecer as,nossas finan-
zas, ipor este meio poderemos lomar um novo
tesenvolvimen"
c
deseifvolvimento que aflnal nos conduzir no
lim que cada italiano desoja, quo a conslilui-
. cao definitiva de una naco italiana .
dirigida ao Morning
O celebre Emir Abdel-Rader tem figurado van-
lajosaraenle nos ltimos successos do Oriente.
Sao notavois os servidos que tem prestado aos in-
folizes christaos, vctimas do furor musulmano.
Nao deixa, pois, do ler inleresse ludo quanlo
delle se escreve. Eis a maneira porque ello em
urna caria refere os primeiros aconteciruenlos de
Damasco :
Damasco em 27, Zilhego 1276. (18 de julho
de 1860.1
Queridos e dignos amigos. Desejo mnilo ver-
vos, e peco a Allah que vos conserve. Recebi a
rosta digna carta, datada de 13 de julho, na qual
me porguntais o que tem acontecido aos chris-
taos de Damasco. Dizemos em rosposla que na
segunda feira9 de julho, s duas horas, comecou
a guerra, motivada pelo castigo que o governador
desta cidade impoz a alguns mussulmanos que ti-
nham injuriado oulros christaos. Os mussulma-
nus infureceram-se, e correram armados, s ca-
sas dos christaos ; mataram, queimaram o saquea-
ram ao mesmo lempo.
Os soldados hircos aeudiram em seu auxilio,
fingindo apasiguar a revolta, mas fazendo causa
cornmum para matar, roubar e saquear. Alguns
velhos mussulmanos fizoram esforcos para deter
este estado ; mas os chefes dos soldados lurcos
iioquizeram paz, pelo contrario, nduziram os
soldados contra os desgranados christaos ; os sol-
dados estavam apoiados por toda a qualidade de
gente de todas as seitas. Vendo um semelhante
estado de cousas. apre3sei-me a colher sob a mi-
Em urna correspondencia
ChroniclQ le-se o segninte
Emqiiauto que certos espritus se atemori-
sam, ou affectam atemorisar com a presenca de
alguns maz/inislas junto do Garibaldi, vede oque
escreve o proprio Mazzini, na segninte carta que
iiuilo curiosa e instructiva, por que revela
cudir o
necessario impedir "para all os
homens corajosos.
...... a insurreicao siciliana
nao carece s ser secundada na
( Sicilia ; deve tambera se-lo na
Ombra, nas Marcas e no terri-
torio napolitano etc., por toda espirito de lealdad
a parlo onde ha inimigos a
combaler.
'< Genova 5 do maio do 1860.
Garibaldi.
O momento supremo.
A Insta para a roaliasac.ao da unidade e da
liberdade da patria, comecado ha j alguns me-
zes, proseguosompre vigorosa ; mas uecessa-
sans Jazer um grande e unnime esforco para
lhe por termo o mais do pressa possivel.
Se esta guerra nacional se prolongar, nos ven-
ceremos da mosma maneira ; mas a victoria se-
ra mais tardia e a balalha mais mortifera.
Uieou pois o momento supremo de fazer ludo
quanlo fr possivel para a tornar mais curta.
Mincebos, animados, dedicados e resolutos pa-
ra a grande obra da redempoo da pata, cor-
re oois e promplanienlc.
Girbaldi, o horaem em quem as aspira^oes,
a Urca e as victorias nacinnaes cstao encarna-
das, lom toda a conanca em vos, e elle quem
vos ;liama.
Vnde proraptaiiH'iite, seno a diplomacia ha
de arrancar-nos o fruclo dos sacrificios humanos
j Olios o as poderosas victorias j obiidas. A-
mda ha poucos dias quo se fez accrtditar ao
mundo que o ro borbnico, cedendo a urna Im-
prcvnia piodade, tinha maudado retirar as suas
tropas da Sicilia
gue.
Os milhares de victorias dormitadas
que lo Mellazzo provam-nos qual
que a diplomacia e os Bourbous dao ao sangue
italiaro.
Nc pararemos a meio do caminho.
Se nao quoromos ser Irahidos*
Jovjns volunturios da Italia, os inimigos da
unidalo c da liberdade da patria, nao oslo s
nasfieiras dos realistas de aples. Reconhe-
cei-os, o combatamo-los todos o por toda a
parle.
Os nossos inimigos espavoridos pedera algu-
ma cemora ; cesto motivo bastante para nos a-
pressu-mos.
Os inimigos, quaosquer quo sejam, nem im-
porta onde cslojam, recorrem s suas intrigas
liabiiuaes. Vigi cada um quanlo poder, e quan-
U dovor. E vos mancebos voluntarios que re-
presentaos a naco sompre decidida a combato;
os em quem repousa a salvaco da patria, vigiai commissario
e respondei s intrigas lomando lodos as armas.
Soeooiestas condiccoes, poderemos afinal con-
quistar a unidade e a lberdade da patria.
Agoslinno Berlani.
de S. M. acerca das suas
dolacoes de raridade.
Foram adoptados diversos outros actos para
a reforma das leis ; h.io de tor influencia na mais
satisfactoria adminislracio da justica.
S. M. nolou com a mais viva* satisfaco o
e, de orden, o de obediencia
i le que rege entre os seus subditos, lano no
lloiuo-Lnido como nas suas possesses de alera
mar.
A rainha soube com a mais viva emoco o
aecluoso e enlhnsaslico acolhiraonto feilo' S.
A. R. o principe de Galles pelos seus subditos
da America do norte.
Relirando-vos aos vossos domicilfos, tendes a
cumpnr deveres quasi lo importantes corno
aquellos do que vos oceupastos durante a sesso
do parlamento. S M. faz votos para que aben
cao de Deus Todo Poderoso se estenda
sos esforcos, o vos dirija para o lim
da vossa solicilude. o bem eslar e a
do seu povo.
aos vos-
constanle
felicidade
Texto dos protoeollos BSSlgiuMtos
nas conferencias relativamente
aos assumptos da Syria.
PR1ME1RO PROTOCOLLO.
Conferencia de 3 de agosto.
Qerendo S. M. I. o snlto conter por meio do
medidas promplas e efTicazes, o derramamento
de sangue na Syria, c assegurar pola sua firme
rosnlucao, a oraoni e a paz entre as naceos quo
estao sujeitas sua soberana, o tendo SS*. MM o
para poupar a effuso de san- imperador dos Francozes, o da Austria, a rainha
do Roino Unido da Gra-BreUnha e Irlanda, S
no ata- A. II. o principe regento da Prussia, e S. M o
o valor | imperad jr de todas as Bussias, ofTerecido a sua
cooperacao activa, que S. M. o sultn acceilou
os representantes das ditis magostaues e A. R*
concordiram nos arligos seguimos :
1. Ser mandado para a Syria, afim de con-
tribuir para o restabelocimcnlo da tianquillidade
um corpo do tropas europeas, que poder ser ele'
vado a 12,000 homens.
2. S. M. o imperador dos Francezes osla dis-
posto a contribuir immediatamente ^orn metade
deste corpo de exercito. So fr necessario ele-
var o elTeclivo da cifra estipulada no artigo pre-
cedente, asaltas partes contratantos se ontende-
rao som demora com a Porta, por via diplomti-
ca ordinaria, afim de se designar qual deltas de-
ver completrosle olToclivo
3." O commandante em chefe daoxpedico
ua chegada. entrar em eommunioaoo com o
extraordinario da Porta* afim de
combinar todas as medidas exigidas polas cir-
cunstancias, e tomar as posie.es que se jul"ar
necessario oceupar, para conseguir o lim do pre-
sente acto.
n ~7~,---------- 4." SS. MM. o imperador dos Francezes, o da
y paiianicnio ingloz foi prorogado por com- I Austria, a rainha da Rraa-Bretanha o Irlanda
mi""sa0 real.' |S. A. R. o principe regente da Prussla.e S. M. o
r.m seguida publicamos o discurso proferido imperador do todas as Rgssias, prometiera sus-
nessa occisio, em nomo da rainha, nas duas tentar sutricentos torgas navaes, afim de concor-
camaras leunidas: rorem com vantagom para os communs esforcos
Mylo/ds c senhores: que se fazem para o reslabolecimento da tra'n-
^ms ordera da rainha para vos dispensar quilidade no liltoral da Syria.
do vir topar parte no parlamento, e de agrado-i 5- As altas parles, convencidas do que para
cer-vos ro mosmo lempo, em seu nomo, o zello 0,llor f"ii da pacifleagao, que o objecto que s
e assiduilide cora que vos leudes consagrado ao lam em vista, ser necessario marcar um praso,
llxam em sois mozos o lempo de occopacao das
rano Pontfice, sem destinguir a ordem temporal
da ordem espiritual.
Deve accrescentar-se que, reservando-se a fa-
culdade de obrar segundo as circumslaiicias, e
por todos os meios proprios para defender poli-
tica romana nos assumplos exteriores em que se
arha envolvida, a sociedade usurpa urna nltribu-
cao soberana, que s perlence ao governo da
Franca, e que, finalmenle, adopla completamen-
te a allilude de urna sociedade secreta e prohibi-
da, procurando estonder no paiz, som nenhuma
aulor.sac.io legal, um systema de iliacft-s e do
correspondencias dirigido por urna rommisso
central o commissoes diocesanas.
Nao careen dzer cousa alguma, monsenhor,
sobre as verdadeiras inlencoes dos fundadores
dcsla sociedade, comprazo-me em acreditar que
sao roelas e sinceras, mas Vossa Grandeza nao
deixar lambem de reeon'norer, que nma seme-
lhante assoriacao que quer organisar osen poder
occulto no seio do oslado, e animar os cldados
para emprezas polticas, cujos meios de execnco
0 sao indefinidos, pode inspirar urna jusla conflan-
?a no paiz, e inquielaces ao governo. Eslou
cerlo de antcmao, monsenhor, de que s a leilura
do regulamonto. que sem divida vos sei dirigi-
do, vos affastar do prestar o vosso concurso
esta associaco ; mas julgo opportnno rogar
Vossa Grandeza queira saber fazer aos membros
do seu clero que so moslrom disposlos adheri-
rem ella, que o governo nao vac.illar om dis-
solver nma sociedade, cuja nica existencia
una infraecao das nossas leis penaos:O ministro
da instrueco publica e cultos. fouland.
cumprimenlodos vossos impurtaiiies deveres du-
rante a bnga e laboriosa sesso do parlamento
que osi acabar.
A rsjnha deu-nos ordens para vos informar
de que as suas rolacocs com as potencias osiran-
geiras sio amigaveis e satisfactorias, e S. M. tem
a confianca de que nao existe pengo algum de
urna iiuerrupco da paz. ge ral da Europa. Na
Italia lera sem duvida havido aconteciinenlos de
urna consideravel importancia; mas so. as po-
tencias estrangoiras all nao uitervierem, e se
deixar que os Italianos regulem por si mesmos
os seus negocios, a Iranquillidado dos oulros ea^l
lados continuar sem alteraco. V.
As conferencias projectadas respeito da
cosso da Saboya e de Niza Franca ainda nao ,
liveram lugar; mas a rainha tem firme conli-g4.
tropas europeas na Syria.
6." A Sublime Porta obriga-se facilitar, quan-
lo. della depender, a substancia e manutenco do
corpo expedicionario.
Concordou-so que os seis precedentes arligos
sero textualmente reunidos em urna convencao
quo s>r assignada pelos representantes abaixo
assignados, logo que os seus soberanos Ihcs le-
nham fornecdo plenos poderes, sem que deixem
de entrar desde j em execuco as estipulares
deste prolocollo.
' lerfar que a oestribuicao dos navios de guerra
prussianos pode nao permiltir que o seu gover-
no opere desde logo para a execugao do artt-
som rebuco o verdadeiro e inlimo pensamenlo de -niea^daque. em lodas as negociares que se j Feito em Pars, a 5 de agosto de 1860.Thou-
Mazzini.
Eis a caria
A Italia tem o instincto do seu futuro, mas
nao tem plena confianca da sua forca ou do se.i
dever ; longe de procu'ral a em si, v3e busca-la
no eslrajigoiro. A Italia pralica em grando o
que fazem em ponto pequeo as classes mais ri-
cas. O servico militar lho aniipathico. A Italia i nos importantes hoja do que enlo para o inle-
procura urna substituirn em Po IX, om Leo- esse geral da Europa?
sr ^^a^Jribtai.^ua^h,oem, que escrl,c":: s wti ^s rSSrtSs!
cao dependo ainda 'mais urna vez da v*ontade de W,?ha W*0'** log** concorrer cora o n-
fSL'SfiL' ha ?e.SCr leTa"8 Cireil". ,jUS" i vcneL -Mellernch. -Cowley. -Reuss.-Kisse-
les completos e porfeitos pira assogurar, de ac- lelT.Ahraet Vefvk
curdo com o espirito e lellra do tratado de Vicn- I
na de 1815, a neutralidade o a independencia | SEGUNDO PROTOCOLLO.
u ta!^!!u!?.^M' i/"*" neulrali',d ? es" : Os plenipotenciarios, da Franca, Austria, Gra-
, T" lCe'n S.ld "'.fl "9"imPj que Bretanha, Prussia e Russia, desojando es.belcer
rna tZ \f"T S'S"alan" do3 lralnJos do I a conformidado das inslruccs dos seus os-
friTt 8 i Hgra"d ,mt,l)rl.i'nc*a' esla Peclivos governos, o veWadoirb carcter do con-
neutralidado e esta independencia nao sao me-, curso prestado Sublimo
um nico horneo).
A nacao ha de seguir Garibaldi na estrada
que conduz independencia ; mas se o valen-
te habitante de Niza suspender na sua carreira,
muilo de receiar que a naco perca lambem a
vontade do proseguir s na mesma senda. lla-
vera decepcao, dosanrnaco e ao mesmo lempo
inaeco. Nao porque da nossa parle recele-
mos que Garibaldi so dexe seduzir polas grande-
zas, pela tentaco do oiro, pelo esplendor das
corles. O que so deve receiar de Garibaldi o
prestigio de urna voz amiga, a sua confianca na
infalibildade de um personagem querido, sua
repugnancia em se affligir cora urna recusa... Se
se lhe figurar que Vctor Emmanuel inseparavel
da naco Italiana, que se nao esqueca que Viclor
Emmanuel nao pJes proseguir na estrada que
conduz unidade : a estrada da revolucTio.
Nao poderia lambem deixar de o fazer fran-
camente, porque lera contra si os governos.
Nao licito ao carater dos monarchas arriscar
a sua existencia para seguir una idea... Ora,
nao podendo a monarchia marchar revoluciona-
riamente (sic) na empresa nacional, que resta a
fazer? O que fez Garibaldi na Sicilia : dar, por
assim dzer, por forca monarchia-, ou pelo me-
nos sem a sua saneco expressa, dous. tiez, todas
nha proleccao lodos aquelles infelizes christaos ; as provincias da Italia, da roesma maneira que
levei comigo os meus argelinos, e conseguimos a Sicilia lhe foi anteriormente dada. Nao ha
tirar d'ali com vida homens, mulheres e creangas. onlro meio.
llorante esto estado, que durou na segunda e na
terca [eir nao cessando os perturbadores de ma-
tar, queimar e imraolar chamaos, sem que o go-
vernador tralasso de dcfende-los, mandei procu-
rar Mr. Lanusse, cnsul de Franga, e oulros fran-
cezes.
Na quarta-feira, com o pretexto de que tinhara
sido encontrados morios dous mussulmanos, o
que nao era verdade, tornaram a comegar a guer-
ra. Todava, Damasco lera ura governador, mas
o mesmo que se o nao livesse. Pela minha
parle, condoi-me deste desgragado acontecimento
occorrido para com os pobres christaos. Nao se
conheco qual o sjtio em que existiram cases ;
estao todas reduzdas a cinzas : nao se pode co-
nhecer qual 6 o numero dos morios, mas calcu-
la-se em tres mil victimas. Finalmente lodos os
chr9los e europeus que pode reunir estao ao
abrigo da minha casa, dou-lhes ludo de que leem
falta e peco a Allah que salve csses infelizes chris-
taos das mos desies furiosos.
Abd-el-Hader Ebn Mahhieddir.
Para fazer islo, necessario que Garibaldi
regeile qualquer proposta de tregua ou de paz
com o Bourbon, que empregue toda a sua tor-
ca para emancipar o paiz e para regeitar qual-
quer especio de aonexago. Se nao fizer islo, a
Sicilia ser, segundo a boa vonlado do eslran-
geiro, urna provincia annexada, e Garibaldi de-
ve saber que as annexaces sanecionadas pelo
eslrangeiro, sao compensadas por oulras conces-
ses anlogas.
Aquelle quo nao estiver iniciado na doulrina
dos nossos partidos polticos, ser-lhe-ha difflcl
conhe.cer a diferenga que existe entre dar a Vc-
tor F.mmanuel corlas provincias, proporgo
que Garibaldi as vae libertando, e annexa-las ao
l'iemoote. A oiffcrenca poim grande, e de-
ve-se comprohende-la" fcilmente. Alm d'isso
u'eslo ponto que ha divisan entre Garibaldi e
La-Farini, e quo contina a existir o conflicto
entre Garibaldi e Cavour.
n Mazzini.
Osjornaes deTurim publicara a soguinle pro-
do a mais viva dr, e nml
A rainha apressou-se logo.
perador da Austria, imperador dos Francezes,
principe regente da Prussia, e imperador da Bus-
sia para entrar com o sulto em um ajuste, em
vlrtude do qual so dsse ao sulto um auxilio
militar para reslabclecer a ordem naquello ponto
dos seus estados.
A rainha deu-nos ordem para vos informar
que lamenta muilo que as tentativas pacificas que
por sua ordem fez o seu enviado na China, junto
do governo imperial em Pekin, nao tenham pro-
duzido resultado algum satisfactorio. Tornou-se
por consequencia necessario que as forgas com-
binadas de trra e de mar que a rainha e o seu
alliado o imperador dos Francezes leem mandado
para a China, navegassom at s provincias do
norte da China, com o lim de appoiar as justas
exieencias das potencias alliadas.
A rainha, qerendo dar todo o peso possi-
vel sua accao diplomtica naquello negocio,
mandn para a China ura embaixador especial
para esse servico, o conde de Elgin, que nego-
cou um tratado em Tintsin, do qual pede ao
imperador da China, a inteira e fiel execuco.
Senhores da cmara dos cominuns.
A rainha deu-nos ordem para vos agradecer
os generosos subsidios que tendes votado para o
servigo do presento anno, e manifeslar-vos a sua
graiido pelos crditos que haveis concedido para
as delezas essenciaes seguranc.a dos seus arse-
naos martimos.
Mylords e senhores.
A rainha deu-nos ordem para vos lostemu-
nhar a salisfaco e orgulho com que vio os rpi-
dos progressos noservigo militar j prestados pe-
los voluntarios, progre'sso que faz tanto mais
honra ao seu espirito como ao seu patriotismo.
a A rainha prestou o seu cordoal assenlimen-
lo ao aclo que reno as suas torcas europeas lo-
caes das Indias com as suas torcas encarrogadas
do seu servigo geral.
S. M. conta que a nova lberdade dada por
vos ao commercio ha do trazer de novo comsigo
o desenvolvimenlo da industria productiva.
S. M. apressou-se a sanecionar as medidas
geraes de urna grande ulilidade publica. Tendo
aquelles actos por fim regular as relages enlre
os proprielarios ruraes e os rendoiros na Irlanda,
S. M. espera que ho de fazer desapparecer al-
guns germens fecundos de dissontimentos.
O acto quo dimana da le quo lego a disci-
plina da marinha real estabelcceu regulamentos
especiaes para os conselhos de guerra, no inle-
resse da manutengao da boa ordem no sorvigo
naval.
Porla segundo os *,or-
raos do protocollo assignado boje, os sonlimernos
que dictaram as condices desso acto, e o seu
completo desnteresse, declaran) da maneira mais
formal quo-as potencias contraanles nao prelen-
dera obter era oblero, na execuco dos seus
esforcos, vantagem alguma territorial, nem in-
fluencia exclusiva, nemconcessao alguma noque
loca ao commercio dos sous subditos, que nao
possa ser outhorgada s demais nagoes.
Todava, lambem nao pdera deixar de recor-
dar aqu os actos manados do S. M. o sulto,
aos quaes o artigo do tratado de 30 de marco de
1856, deu lao grande valor, e manifestar o pre-
co quo os seus respectivos governos do a quo,
na conformidado das solemnes promessas foilas
pela Porta, sejam adoptadas serias medidas ad-
ministrativas, aflu de melhorar a sorte dos po-
vos christaos em todo o liltoral do imperio ollo-
mano. >.
O plenpolenciario da Turqua loma ola desta
declarago fela pelos representantes das alias po-
tencias, o encarrega-se de transmitli-la ao seu
governo, declarando que a Sublime Porta tem
empregado e continuar empregar os seus es-
forgos no sentido do voto cima explicido__Fei-
to em Pars a 3 de agosto de 1860__Thouvenel.
Melternicli. Cowloy. Rouss. KissoleT.
Ahraet Velfyk
O ministro dos cultos em Franca acaba de ex-
pedir urna circular, que as folhas' produzem, so-
bre a associaco formada em Lyon para susten-
tar os direitos espirituaes e temporaes da santa
se. Chamamos a attenco para esle documento :
Circular.
Monsenhor.Acaba do formar-se em Lyon una
sociedade para sustentar a sania s, em todos os
seusdireitos espirituaes e temporaes. a sua regra
de conducta urna submisso completa ao che-
fe da igreja, sem nunca ir alm da sua vontade ;
mas sem iocorrer na menor demora ou vaclago
no seu cumprimento ; os seus meios sao a ora-
cao, as publicaces e a propaganda dos melhores
escripias, favor da santa s. e as subscripges
conhecidas com o titulo do dinheiro de S. Pedro.
Pode tambem empregar qualquer outro meio
transitorio quo as circunstancias indiquem.
A sociedade est regida por um reitor e vice-
reilores. o administrada por um conselho geral
que reside era Lyon, e por conselhos diocesanos
addidos ao conselho central Est em correspon -
dencia com una coramissode cardeaes, e com
o general Lamoricire.
Oesla analyse fiel dos estatutos desta archi-con-
fraria de S. Pedro Advincala, e das circulares da
coraraissao central, resultar para todo o mundo
quo esla socledado essencialmente secular na
sua composico, pelo seu fim lao poltica como
religiosa, e que nega abertamente os dircitos do
estado, e as obrigages do cidado, impondo aos
seus membros urna completa submisso ao Sobe-
Com o titulo de Xeneza e a poltica allemaa
publica a Gazeta de Colonia um artigo do qual
exlrahimos as prinripaes passagens :
J antes da revoluco d e 1848, e mosmo
muitas vezes depois daqnella poca, desenvol-
vemos nos no nosso jornal a idea de que a Aus-
tria nao tinha o menor inleresse em defender as
suas embaracadas possesses na Italia pelos
meios mais violentos, isto seropre som resultado.
Pomos do opiniao que era do inleresse da Aus-
tria desembaracar-se dessas possesses, desse
cancro roedor, sem importar como, e se possivel
fosse, por meio de cesses no Danubio inferior ;
opiniao para a qual nos esforzamos de attrahir ;
allcnco dos homens de estado austracos duran-
te a guerra do Oriente;
a As nossas ideas s podoram ser fortalecidas
pelos recentes acontecimentos, e em parte live-
ram a sua confirraaco. Mas quer essas ideas se-
jam justas ou falsas, nao deixa de ser urna gran-
de iniquidade exigir que a Gazeta de Colonia
renuncie agora de repente s suas antigs opi-
nies, to maduramente reflectidas, tantas vezes
e tao firmemente manifestadas respeito das
possesses austracas na Italia, e que se convorla
urna opiniao contraria.
Sompre entendemos que a Austria nao tinha
inleresse algum em continuar a fazer sacrificios
pelas suas possesses italianas, e agora exige-se-
de nos que vejamos na conservaco do urna par-
colla de territorio italiano entre* o Mincio e o
Adritico um interesso para a Austria !
Podem-nns isto em nome do patriotismo al-
j?' j*1' 'i"""*0 pn's loncos, exclama-se :
onde vedes vos um povo abandonar de boa von-
tade urna vanlagem por ronsideraces de huma-
nidadn, do nacionalidade ou Oeus sabe quaes ?
Renuncie a Franca Afeara? Pensa a Russia
em entregar as suas provincias de sto ? Desta
maneira fallam aquelles que consideram romo
urna cousa milito agradovel para a Allemsnha,
possuir alm dos Alpes alguns milhes do negros
italianos.
Nos somos exactamente desta opiniao; nao
queremos que a Allomanha abandone a menor
yanlagem. Esquece-se s que nas possesses
Italianas, conservadas contra a lei da natureza,
nao conhecemos nos de maneira alguma a menor
vantagom para a Austria e ainda menos para a
Allemanha ; pelo contrario vemos nma grando
desvantagem. Os exemplosque se citam nao sao
de modo algum applicaveis aqu,
A Franca nao tem necessdade de fazer um
sacrificio para conservar a Alsacia. que nao tem
o menor empenho em se tornar um membro do
monslro das muilas cabecas da Allemanha, e os
gontishomens allomaos das provincies de ste
felicitam-se nicamente do pensamentn de que
com os seus miseraveis privilegios nao poderao
nunca tornar cahir sob o sceptro equitativo da
Prussia. Mas os proprios patriotas Allemes, quo
sola m gritos de furor menor injustica commet-
tida pelos Dinarnarquezcs no Schleswg, querem
raanter o territorio da velha repblica de Vene-
za sobo dominio allemo, por meio do rgimen,
do mais assnstador terror.
a Hoje, all'.jstamo-nos do nosso thoma. Basta-
ran dizer que, por algumas razes cem vezes
desenvolvidas, preferimos, mesmo pelos princi-
pios estratgicos, as fronteiras dos Alpes, e quo
em lodo o caso a vantagem muilo problemtica
da linha do Mincio nao nos parece poder ser com-
pensada pelos sacrificios ndispensaveis, o fi-
nalmente superfinos que exige a conservaco
desta posico. A declarago contraria feila pelo
governo prussiano -nos naturalmente muito pe-
nosa. Deveraos perguntar, porque que se faz
urna semelhante declarago ? E' verdade que o
imperador da Austria dis'se, que no caso de ser
atacado polo Piemonte,esta expressao d lugar
a rcfleclir,nao tea necessdade de soccorro al-
gum. Mas se fosse deoutra maneira, so a Aus-
tria se achasse muito fraca s contra os Italianos,
oque acontecera ? Nao poderia a Austria enlao
appellar para a declarago ftiti pela Prussia cm
Tro'plilz, para pedir o apoio da Allemanha em
urna causa que to detestada do povo prussia-
no, e de todos os amigos intelligentes do paiz,
assim como de todas as outras nagoes civilisa-
das ?
Quodsiinhoc erro, lubenler erro I Que-
remos acreditar, apezar de todas as perspectivas
llusorias, que esta inquietago nao fundada ;
que, nopeiorcaso, a Prussia" s manifestou opi-
nies emTrcopltiz, mas que ella nao eontrahio
compromisso algum. Alm de que, compromis-
sos desta natureza nao poderiara ser contrahidos
por ella. O povo prussiano maior, o tem urna
conslituigao liberal. Nao pode ser arraslado
contra sua vontade urna guerra que lhe odio-
sa. E' islo que deve reflectir a coroa, que tem
o direitoinconlestavclde declarar a guerra sua
vontade, mas quo tem de esperar da boa vontade
do parlamento,os recursos necessarios para fazer
a guerra. O reslabelecimenlo da sania allianga
pelas ires cortos do norte favor da legilimidado
seria impossivel, por isso nicamente que a Prus-
sia regida por urna coustituico.
Para nao sermos mal comprehendidos, de-
vemos occreseentar ainda que consideramos co-
mo muito justo e muito conveniente o cooselho
dado pela diplomacia curte de Sardenha de se
abster de qualquer ataque contra Veneza, e quo
se nao poderia repelir aos Italianos para que nao
se oceupassem da queslao veneziana antes de ha-
verem concluido empreza to grando, t3o dif-
cil o ainda to duvidosaa de unir o resto da
Italia. Quem quer muilo, nao alcanca s vezes
cousa alguma.
Oepois dos rcenles acontecimentos, fallar dos
actos do governo napolitano de Francisco 11, se-
r talvez recuar um pouco na historia dos fados.
No entretanto, algumas cousas ha que devem in-
teressar, e que nos ainda nao publicamos. Nesla
occasio fallamos do addiamento das cmaras ;
em seguida apresentamos a exposigo feita pelos
ministros, propongo a adopgo desta medida, e
chamamos a allcnco para a's razes offerocidas
nessa exposicao para demorar a reuoio daquclle
corpo constitucional:
Mi mi Ann
11 Ffwri


-_^-.
(*)

UIAR10 DE PKRJNAMBUCO. SEGUNDA FE1RA I DE OUTUBRO DE 1860
X'
Scnhor.
Os ministros de V. ,M., fleis ao sen program-
ma, nao teem descuidado cousa alguma para pdr
em acqo, o mais breve possircl, as condices
representativas postas eiu vigor pelo acto sobera-
no de 25 do juuho ultimo, e pelo decreto do Io
dejulho. O seu pensamonto dominante tem sido
a convocaeo dos collegios eleiloraes, alim de quo
o paiz tivesse iraciedialaiuenle a sua representa-
co legal.
Mas debaldo <|ue cssa reprosentie.o se pode
manter ueste momento, em que o paiz, inteira-
menle novo no esercicio dos seus direilos consti-
lucionoes.em ura estado de trepidaco sempre
crescente, em consequenci do guerra que reben-1
tou alm do Faro, o que transportada agora ao
continente e em particular Calabria, nao tem
parado no golnho deNapoles.e sobreludoera con-
sequencia dos acont-cimentos desordenados o de
dilTorentes nalurezas que se tem produzido em
varias cidades das provincias, as quacs, ninda
que ludo se opera coui um xito que uopdeof-
ferecer delongas, esses transtornos nao tornara
menos impossivel de fado a tranquilla reunio
dos colli'gios eleiloraes, cujas causas oflastam a
maioria dos cidadaos do pacilico exercicio das suas
prerogalivas cvicas.
Neste estado e cousas, e debaixo da presso de
que cima se (allou, a futura cmara nao poderia
oll'erecer a expresso nem liberal nem completa
da verdadeira maioria nacional, e poderia deri-
var-so dos excessos, dos quaes se aproveitariam
talvez os uimigos das verdadeiras iustiluices do
paiz.
Por isso os abaixo signados sao ilc opiniao
que se proroguem as eleicoes para o prximo
mez, esperando que d'aqui at ento o paiz, livre
de qualquer preoccupaeo de aggresso estranha,
h de desordens intestinas, c, sublrahido ira-
presso de toda a sugesto illegal, possa exercer
pieriamente o com toda a sua independencia es-
se ircilo de volaco que taulo podo influir nos
destinos futuros do nosso reino e de toda a naco
italiana.
(Seguem as assignaturas.)
'.arla de Luciano Mural dirigida Caseta de
Tarn e de que ltimamente teem tratado os jor-
uaes
Senhor.Rocebi a vossa caria e passo res-
pondor-vos sem demora. l!olgo de que as posi-
eoes sejam delinidas e de que cada um saiba o
lugar que oceupa. Nunca farei obstculo aos de-
sejosdo povo, por mais errneos que elles pare-
oam. Sou prente do imperador, e nada livre,
por consequencia : lodo e qualquer acto da mi-
aba parte compromclteria a poltica franceza, e
no estado actual de desconfianzas que os part-
por inoio de saos consellios e pelo propno exom-
plo na prxima eleicao robusteceris no animo
de nossos concilladnos a convicfo de que a ver-
dadeira felicidade do paiz dependo essencralraen-
le da ol observancia da conslituico o das leis.
Est encerrada a sesso .
Terminado este aclo retiram-se Suas Magos- [
tades Imperiaes com o mesmo ceremonial com
que haviam ido recebidos, e immediatamente
os Srs. depulados o senadores.
- 16
O Sr. Jos Lco do Mello Azucena foi posen-
lado no lugar de administrador docorreio da pro-
vincia do Rio Cran'de do Norte.
Foi concedido o titulo de conselho ao ba-
charel Jos Martiniano de Alencar.
Foi concedida a medslha de primoira classe
ao colono Thomaz Drachler, di colonia de Santa
Cruz, na provincia de S. Pedro, por ler soccorrido
com risco da propria vida a sous compatriotas
por occasio da onuliente do rio Pardinho.
Por decreto de 6 do correnle permittio-se
que o commissario do lerceira classe Rodrigo
Navarro de Andrade o escrivao da mosma classe
Joao Alves Pereira Botafogo troquein entro si os
respectivos lugares, passando o piimeiro ao de
escrivao e este ao de commissario, conlando-se
porra a anliguidade de cada um uestes empregos
da mesma data daquelle decreto.
- 18
Por decreto de 11 do correnle foi nomeado o
Or. Ildefonso Ascanio de Olivcira para o lugar de
segundo cirurgiao docorpo de sade da armada.
- 19
Pelo vapor do guerra brasileiro Paraense, en-
trado hontem do Rio da Prata, recebemos follias
de Montevideo al 8. de Rueiios-Ayres al 6, o da
Cunfedcraco Argentina ot 1 do corrente.
Essas datas adinntam apenas 5 dias as ultimas
que aqu lindamos.
As noticias carecem de inleresse; nenhiima
novidade de importancia havia occorrido naqucl-
les paizes.
O governo oriental ordenara a puhlic.aeo de
um acuerdo explicativo do decreto do aninislia
de .30 de marco ultimo e do theor seguinte :
Ministerio do governo.Montevideo, 5dese-
tembro de 18611.Tendo-se suscitado duvidas so-
bre a intelligencia do decreto de 30 de margo do
corrente, que declarou sem effeito as medidas go-
vernativas vista das quaes se tinha procedido
em annos anteriores deportagao do varios indi-
viduos, o presidente da repblica, em conselho
O Sr. general Virazuro tora tie novo eleilo in-
vernador de S. Joao.
Fallava-so do uma revoluco om S. Luiz ; cssa
nolicia porm precisava de confirmaco.
Corra igualmente o boato da sabida do Sr.
Alvear da pasta de retacos extoriores da Confo-
derago, por causa da complicacao em quo se
ada a queslo dos emigrados chilenos.
A Confederando, do Rosario, nolicia urna in-
vaso extraordinaria de indios viudos do Chile
sobre a eampanha das provincias argentinas e de
Buenos-Ayres. Havia algunt lempo quo isto nao
se dava.
O lmparcial, de Mendoza, acensa o governa-
dor dessa provincia de ler influido as eleicoes
de convencionaes.
Do Paraguay, do Chile e do Per, nao dao os
jomaos que temos vista noticias mais moder-
nas que as trazidas pelo ultimo paquete
20
Por decretos de 12, 14 e 15 do correnle live-
ram as honras
O padre Bonlo Jos de Souza Silva, vigario
collado da freguezia de S. Joao do Principe, da
provincia c bispado do Rio de Janeiro, de cone-
go da imperial capella ;
O padre Jos Ignacio de Toar, vigario collado
da freguezia do Nossa Senhora do Monte,do arce-
bispado da Bahia, deconego da S melropolitaua.
Forarn Horneados .
O bacharel Nicolao Antonio de Barros, juiz mu-
nicipal o de orphos dos termos de Bomfim e San-
ia Luzia, na provincia de Goyaz ;
O capitaoquailel-moitrc Custodio da Silveira
Vargas, major ajudante de ordens do commando
superior da guarda nacional dos municipios de
Va lenca e Parah-.ba do Sul, da provincia .do Rio
do Janeiro :
O lenlo Simos Dias dos Res, capitao quar-
tel-mesLe do mesmo commando superior :
da
serviconclivo da guarda nacional da proviucia de.au paiz uesta sessao votando as metidas lemsla-
Minas-Geraes :
Jos Carneiro de Miranda, capil.ao-cirurgio-
mr do commando superior da guarda nacional
dos municipios do Piranga e Pomba da dita pro-
vincia ;
Foi designado o capilao do terceiro corpo de
cavallaria da guarda nacional da provincia do Pa-
ran, Miguel Jos Correia, para servir o lugar de
major do mosmo corpo ;
Concedeu-se no lenentc-coronel da anliga
guarda nacional da provincia de Minas-Geraes,
Anlonio Fcrreira Tinto Santos; as honras do mes-
mo posto.
Foi commutada a pena de morie imposta pelo
jury do termo de Tuloya, da provincia do Uara-
nhfio, oo reo Roborlo, escravo, na de gales per-
petuas que dever cumprir no presidio de Fer-
nando de Noronha.
i,
Falleceu no dia 18 do corrente, na cidade de
S. Paulo, o Sr. marquez de Monte-Alegre, con-
selheiro de estado e senador do imperio, pela pro-
vincia do Sergipe.
A Lei dando nolicia doste triste acoiilecimenlo,
diz :
Hoje, d is G para as 7 horas da manlii, fal-
lecen, depois de prolongados padecimen'os, o
Exra. marques de Monte-Alegre, senador do im-
perio, conselheiro do oslado, assaz condecorado
por seus muilos o relevantes servicos prestados
ao paiz, honrado o estimado por Siia Magnslade
lo Imperador, e milito amado por seus numero-
| sos amigos. Foi regente, ministro do estado por
muilas vezes, e se posicoos mais elevadas hou-
vessem no imperio, elle as loria oceupado.
Dedicado praffeicao provincia de S. Pau-
lo, da qual se poderia dizer natural por tantos
tacos que a ella o prendism, nao quiz a Providen-
Divina que outra parto do imperio recebesse
mu
O capitn Vicente Forreira da Costa Goulart, j seus ossos, pois S. Paulo era a provincia dos ex-
major commandanle da 2.a seeoo oc balalho j elusivos desvelos do nobre marquez, que, ainda
da reserva da guarda nacional d'a provincia do antes de morrer, preslou-lbe o erando beneficio
j de urna linha frrea
Maranho.
Foram reformados:
Jos Guedes Pinto, tenente-coronel chele de
estado-maior do commando superior da guarda
nacional dos municipios de Sania Rarbara o Cae-'
th, na provincia de Minas-Geraes, no posto do
coronel ;
Francisco Ribeiro da Silva.loncnte-coronel chefe
do estado-maior do commando superior da guar-
da nacional dos municipios de Quehig e Bomfim
A trra lho seja leve
DIARIO DE PERNAMBUCO
geral do ministros, declara que, de conformidade I da provincia de Minas-Geraes, no mesmo posto.
com o referido decreto, podem volt ir ao paiz no
pleno gozo do sous direilos todos os individuos
que foram olirigados a sahir delle cm virtude de
molidas gobernativas, o quaesquer outros que
los Iratam de fnzer contra Napoleao, ao qual' nao bajara tomado parte nos movimentos subver-
sou tolalmcnle dedicado, nada me seria mais | sivos dos annos anteriores ; que os que figuraran)
fcil do que fazer acreditar Europa que apo- i ns referidos movinienlos e nao foram amnislia-
leao III, que nao pensa devera
estar e na independencia das na.
lo contrario em distribuir thronosaos seus paren-1 protege-los o poler executivo, em quanti a non-
ios.
as seno no bem- | dos^ nao podem voltar sem expor-so os procedi-
nages, cuida pe- i mentos iudiciaes, contra os quaes nao poderia
Quando a revoluco agita um povo, s a von-
lade popular livremenle expressa^de prlermo
s discordias, dissencoes e incertezas, porque
olla a lei suprema que todo o bom Italiano deve
subjeitar-se.
No estado actual das cousas preciso cs-
tahelecer em aples quanlo antes o governo
cousiiiucioiril, alim do consolidar a liberdade e
impedir a anarchia e a invasao. Basla, para que
eu nao rao intromelti as revoluees do nosso
reino, que se o povo napolitano, alheio i luda a
inlluencia extrema, manifest egual e soloinnc-
iiieule os seus rotos de ler em mim um peuhor
de prosperidade e de independencia ; enio for-
te com a assenlimenlo do meu primo, poderia
trazer-vos a 'alliauca franceza, a nica que po-
de garantir aples urna independencia dura-
Faco assim o sacrificio dos meus inleresses
particulares, nao IraUndo mais do que do btm
publico ; repilo-vos o que j disse : no mcu en-
tender a Italia encontrar novamentc em una
confedcrar.ao o scu anligo podero e explcndor de
outras eras.
Recebe!, ote.
Luciano Mural, f
Mr. llicasol, governador da Toscana, dissol-
veu, como se sabe, a legiao de voluntarios com-
mandada pelo coronel Nicotera, funuando-se
principalmente na omissao do nomo do rei de
Sardonha em urna proclamadlo assignada pelo co-
ronel. Nicotera j foi chamado i Turin, alim de
explicar alli a razio do seu procedimento.
I'.is a proclamacao que ileu lugar a seraelhante
medida, c que foi espalhada quando o coronel
cliegou do campo dos voluntarios :
'< 0|ilciae.. oii-'aes inferiores c soldados.
os lesiemunhos d iffcicao que vos leudes
dignado dar a miulia mulher, tocaram-mo sen-
sivolineote. Agradogo-vos, em nome de. ambos
nos, e em relribuic.au, renovo-vos o juramen-
to de nao embiinhar a espada emquanlo a nos- '
sa Dalia nao cstiver livre desdo os Alpes at ao i
mar.
<< Os uimigos da patria teem tentado c ten-1
Un espaldar entro nos a discordia e a deseon-
uanca; mas vos, com um sonso admiravel as-!
sim o lendes eomprehendido ; soiTrcndo com pa-
ciencia os inconvenientes o compreheudendo os.
generosos impulsos do vosso coracjio, haveis da-:
do a mais conveniente resposa : lendo-vos con- '
servado firmes no vosso posto, esperando as or-'
dens do chefe supremo do bravo dos bravos, de
Ganbaldi.
Kstas ordens nao tardaro a chegar, e eu,
vossa frente, a3 executarei escrupulosamente,
quando mesmo livesse de alravessar por meio das
i'hammas e encontrar a morie ao p daquclla col-
lina.
'< Salvadlo, amor e fl Viva a Italia urna e li-
vre IViva o nosso chefe supremo Garibaldi
Vivaiii os voluntarios !
< O coronel comraandante da brigada
G. icolera.
[Jornal do Commercio do Porto )
rada assembla geral, a queni isso competo pela
constiluicao, nao houver sanecionado a amnista
solicitada pelo poder executivo no ultimo periodo
legislativo.
Respouda-se neste sentido e publique-so.
Rubrica de S. ExcAzevedo, Lamas, Vil-
lalba.
Com data do 4 do mesmo mez baixou nutra de-
cisSo do governo declarando asna inteira absten-
qo ras prximas eleicoes de representantes que
lero lugar em novombro, o determinando as me-
didas convenientes para que soja maniida em lu-
da a sua plenitude a liberdade de voto. A oppo-
sico, nao obstante, nao se achava salisfoita com
estas medidas; o Pueblo, O'gSo principal della,
as combalia.havendo lomado a deeza a Repblica,
folha oflicial.
Concedeu-se ao bacharel Salvador Corroa de
S o Bonevidcs a dcmisso que pedio do director
da 6.a secyo do secretaria de estado (Jos nego-
cios da justica.
Por decretos do 18 do corrente foram apresen-
lados :
O padre Rufino Augisto Lomelino do Carta-
lho, na igreja parochial de S. Salvador da Guara-
liba, no municipio da corte, bispado do Rio de
Janeiro ;
0 padre Joao Alves Carneiro, na igreja paro-
chial de Nossa Senhora da Conc.eieao do Porto
das Caixas da provincia e bispado d Rio oo Ja-
neiro ; '
O padre Joaquim 'Mariano do Castro Araijo,
na igreja parochial do S. Joao Baplista da lilla
de llaborahy, da mesma proviocia e bispado :
O padre Ignacio Flix de Alvareng Salles, na
igreja parochial de S. Podro e S. Paulo da Para-
hiba do Sul, da dita provincia e bispado.
O padre Joaquim Jos Pacheco Guimaraes, na
igreja parochial de S. Antonio dos Guarulhos, da
mesma provincia o bispado ;
O padre Joao Alves da Fonseca, na igreja paro-
chial de Nossa Senhora da Pacopaliybj, di dita
provincia e bispado ;
O padre Flix de Sania Thcreza do Jess Biha,
Uvas que o governo olTereceu a sua considera-
Qo, e sigfinicando com esta volaco a confianca
que lhes mereca o governo, ao qual prestiram
sempro franco e decidido apoio. Por sua par;
o governo soube tambem fazer dosta conflan'a e
deste apoio o uso mais regular e mais esclareci-
do. A prova desta verdade temo-la n6s viara
e exuberante j em numerosas provideciai ad-
minislravas decretadas pelos ditlerntes ^inis-
terios, e j na serio do medidas legislativas que
sahiram desti sessao, cuja importancia f neces-
sidade runguem pode desconhecer. J
Nao pretendo fazer aqui a resenKa nom a
analyse destas medidas legislativas, qu aliSs es-
lao no dominio do publico o no conh/cimonlo de
todos, nem procuro lao pouco encarecer a impor-
tancia dellas, por que isto seria superfino, prin-
cipalmente na presenej.dos seus leilores que
tomam lao vivo intercsse pelos negocios pblicos.
Edemais, o Jornal do Commercio tem desde al-
guns das tomado a si e desempenhado lao per-
eilamenle esta tarefa n'uma serie de arligosque
lem publicado sol) o titulos trabalhos legisla-
tivos, os quaos recomraendo sua attencao
convidando-o mesmo a transcrcv-lo no sen im-
porlaritissimo jornal, se isto Ihe parecer conve-
niente, que posso bem julgar-rne dispensado do
accrescentar mais cousa-alguma alai respeilo.
E' evidente que na proposico e promulgarao
destas leis, e nos estorbos qu fez para que eas
nao ficassem dormindo as pastas das presiden-
cias das cmaras legislativas, o ministerio de 10
de agosto tem j prestado ao seu paiz um ser-
vico relevantsimo, e justificado em alto ponto
a conianca com que tem sido honrado pela co-
ra o pelo corpo legislativo; mas para mim nao
este anda o servico de maior valor ; o pois re-
servo-mc para completar-lhe os meus elogios o
as beneos que merece depois que nslis leis fo-
rem levadas a execucao," pois ahi justamente
que estro todas as difficuldades da eovernanca """" --"-' y..
publica e todos os perigos de naufragio para os '" S se!,s coll gabinetes. Ora, cumpre confessar quo a opiniao
publica unnime em esperar que o actual des-
empenhar esta ultima e mais diflicil parU da
sua tarefa com a mesma habilidade e successo
com que desempenhou a primoira. e que aug-
mentar portinto os (ilulos quo i tem ao reco-
nliecirnenlo o gralidao do paiz
E' justameule agora no intervallo da sessao
legislativa, quo o governo se est oceupando, se- i
g'indo dizem, de preparar os regulamcnlos e I
instruc. oes, o ludo o mais quanlo necessario I uJoVn'r p'arn
para a boa execucao das novas leis. e 'para que '
ludo esUja em harmona com os inleresses leg-
timos e as necessidados publicas reconhecidas
do paiz, de modo que a nacao possa bem reco-
nhecer n certiflear-se da acc".io salular de suas
disposices. A nova diviso dos circuios vai
t) oslado do Sr. deputado Dr. Jns Joaquim
andulpho cada voz mais desanimador I Agora
e mera horas da tardo, parece annunciar-se o
termo fatal da torrivel enfermidade quo o acrom-
metan, e lem zumbado de lodosos recursos da
medicina.Su.a razo porm ainda vigorosa, o
acaba de recebercora serenidado os aoccorros d.i
ruligio.
Alagoas. Leso no Diario das Alagoas:
a Tivomos noticias crcumstanciadas do ler.....
da Imperairiz, onde o partido quo ora so levadla
na provincia conseguio vencer as eleicoes mu-
rncipaes lanzando mao de amoacas, calumnias,
intrigas e do ludo quanlo se lem emprogado nos
diversos pontos da provincia, onde ha serias dif-
fculdadesa vencer! servindo-lhe bstanlo a ac-
cao das autoridades desde o juiz de direlto inte-
rino Dr. Feij, delegado de polica Iteres Risou-
ro, o subdelegado de Jucra, ltimamente no-
meado, al o ultimo inspector do quarloirjo. (i,i-
ribaldi all chegou para presenciar a villora da-
da pelos principios que lera posto om execucao
nos diversos pontos em que tem eslado, como'di-
redor da nova poltica eleitoral da provincia.
Tiverain lugar hontem 24, na matriz desta
capital as exequias que a sociedade 24 de sk-
tf.mbromandou celebrar pelo anniversario do
passamonlo 4e S. M. I. o Sr duque do Bragan-
Q^P PEimo, primeiro imperador do Brasil. s H
horas principiaram a celebrar-so missas por olma
do fundador do imperio, e s nove horas enlrou
a raissa cantada, seguindo-se depois o officio,
memenlo, etc.
O arao foi o mais pomposo possvel; assislio
o Exm. Sr. presidente da provincia, secretario do
governo. chefe de polica, assistente do general,
os F.xms. Sis. brigadeiro Luiz de Franca, e Mu-
niz Tararos, todos os oliciaes superiores quo su
achan nesta capital, a oflicialidaqc da guarda na-
cional, o commandanle do port, o corpo con-
sular, o delegado do cirurgio-rnr do exercit.i
A imprensa oriental disenta igualmente a con- cm urna cadeira de rucia prebenda da S mitro-
veniencia da publicidade dos trabalhos da com- j politana ;
missao permanente. Tinha dado ongom quos-, O padre Antonio Pereira Franco, em urai c-
lao urna rnoco spresenlada pelo Dr. Juanlco pro-, deira de meia prebenda da S melropollana ;
pondo que os actos dessa cornmisso nao podes-j padre Cassiano Faustino Peixoto, na irreja
parochial de Fhiladelphia, do arccbispadi da
Bahia ;
sem ser publicados sem sua previa autoisacito e
ouvdo o secretario do servico.
A Prensa tratando dessa quesl'io, distingue os
O padre Miguel Venancio da Gloria, na Igreja
Sabbado fundeoa em nosso porto, com 8 dias
do viagern, o vapor Cruzeiro do Sul, trazndo-
nos jornaes o carias com ss seguidles datas : Rio
28, Babia 26 c Alagoas 29 do correnle. *
lio de Janeiro. Pelo ministerio do imperir
baixaram diversos decretos, mandando admiltio
I matriculas as facilidades do direilo c de medi-
cina, aps os exames que Ihns fallaren) aosouvin-
les das mosmas, Manoel de Andrade Mirtina Va-
lasques, Sergio Jos de Oliveira Sanios, Jos Pe-
reira da Cosa Molla, Joo Pereira da Silva Leite,
Goocalo de Aguiar Telles de Henezes, Antonio sendo tambem feita pouco a"pouc7. consltando-
Louronco deCarvalhn Serra. Roliro Tavares do so sempro os molhores inleresses das
Aitneida, Dionizio de Oliveira Silveiro filho, Car-'
los Thompson Plores, Francisco de Paula Costa
Jnior, Manoel Rodrigues de Arruda Cmara.
Eduardo Meirell
das reparlicoes publicas, com os seus emprea-
dos, e minios cidadaos de todas as classes.
Na porta da igreja eslevo postada urna guar-
da de honra em funeral do 1" batalho de guar-
da nacional.
O servico da guarnicao foi feto com asar-
mas em funeral, e as residencias do corqo con-
sular conservaran) durante o dia as suas respec-
tivas baiideiras a meio pao.
a No centro da igreja, abaixo do arco do cru-
zeiro se elevavj um elegante mausoleo, susleu-
columnas cobcrlo por urna gran-
de cpula, onde Iremulavam as duas bandeiras
porlngueza e brasileira, e no conlro viara-so as
duas coras de um lado, e de outro as insignias
---------------- povoacoes
que deviarn fonna-los.
Agora em presenca desla siluacao firme o
segura, e da alitude enrgica e laboriosa do
es Alvo Moreira, Ilenrique An- governo, que felizmente nao quiz comprohender
ionio Alves de Carvalho, lhomaz Louronco da i asvvaniagens da poltica do '
Silva Pinto, Pedro L '
5o bataihao
fr approvado
de coronel, comuiandadte do bravo
de cacadores.
Erarn as duas pocas rais brilhanles e glo-
riosas do grande here que assim so recordava.
a S. Exc. o Sr. presidente da provincia muilo
concorreu para a pompa do acto fnebre, e para
as honras qua se Ihe tributaran) ; e a sociedade
i do Solenibro digna de todo o elogio pela
domonsiraro publica de senlimento que consa-
gra memoria do here dos dous mundoso
immortal I). PEDRO I.
Em urna carta que nos dirigtu urna pes=oa
seria da povoacao de Taperagu lemos a noticia
de haver alli levado urna cacelada de
dos bracos um
sorpre/a
actos dassessoes secretas dos das sesses publ- parochial de Nossa Senhora da Conceico de Cu-
cas, opinando que a publicidado dos primeiros rimatahy, da comarca ecclesiaslica deMinas-No-
unicamente que deve depender de previa reso- \ vas, do mesmo arcebispado
lucio da commisso.
O Sr. Joao Acunha, autor de uns artigo? publi-
cados na Repblica cintra o Sr. coronel Gervasio
Biirgiienho, 4cndo chamado pelo ofioudido aos
tribunaes, desoppareccra da cidade em um dos
primeiros dias deste mez. uenle-coroncl-commaudarite do 5. co>-p do ca-
A Prensa Oriental, dando nolicia de una al-1 vallara da mesma guarda ;
mofada que S. M. a Imperatriz se dignou remoller | O capitao quartel-moslreJos Joaquim de.Wou-
para o tallan do Bazar de S. Vicente, exprime-sc ; ra, major ajudante d'ordens do cnrnman Jo spo-
nos seguirles tormos:
A luperati-iz de S. Vtceiile urna rica almofada de velludo ver-
Pora m nomeados
O rnalor ajudante d'ordens do commando supe-
rior da guarda nacional dos municipios do Valon-
ea e Paraliiba do Sul, da provincia do Rio de Ja-
neiro, Jos Vieira Machado da Cunha, para le-
ra, por nomeaces provisorias, romo pralicanles,
pilotos, pilotos esenvaes, ou om qualquer outra
praca ; n. 1,073 autorizando o governo, median
loceras condicos, mandar matricular as fa-
cilidades do imperio os alumnos que, por moti-
vos justificados, nao livercm comparecido no
praza fixado para as matriculas; o n. 1,089 ap-
provando a ponso annual de 1:403 baroneza
da Victoria, repartidamento com sua fillia D.
Olympia de Gusmo de Coelho.
Pelo ministerio da marinha baixaram"03 de-
cretos: n. 1,095 aulorisando o governo refor-
mar a tabella das maiorias dos officiaes comba-
tontos da arma la ; n 2,409 eslabelecondo condi-
Qocs exigiris dos prelendenlos aos lugares do
cargo de l'izeuda da armada, c regulando Oino-
do de se verificaren! ollas ; e o aviso de "4 do
correnle, solvendo a duvida acerca da preceden-
cia entre os membros effeclivos militares e pai-
sanos do conselho naval.
A pasta do ministerio das obras publicas, diz o
Corrtio Mercantil, anda na ) tem dono definitivo.
Eallou-se j em diversos caulidatos e disse-sc
de, bordada a ouro em relevo, o com quatro ricas
borlas nos extremos, tambem de ouro.
Dizem-nos que. quando a imperatriz receben
o convite para remoller alguma cousa ao Bazar,
acabava de concluir ossa almofada para seu uso
particular, o vendo quo nao tinha lempo para
emprehender outro trabalho, resolveu-sc a man-
da-la.
S. M. o Imperador desojando que a impera-
triz nao soja privada dessa almofada, consentio
na remessa,mandando dizer.form, que a almu,-
fada lcava comprada por 2,000 pesos (i.liOl)#,i
riur da guardr nacional dos municipios de Angra I 'l"e u"s a tinhara rejeilado e qie outros linha ni
dos Res o Paraly, da diti ftovincia ; sido rejeilados.
O tenerite Antonio Placido de Biltencorl Ju- ltimamente corra quesera chamado o Sr.
nior, capilao quarlol-meslre do raesmo:omman- Dr- Manoel da Cunha Calvan;- ex-presidente de
Sergipe. visto que, alem de sua
do superior;
O capilao Rayniundo Tollos Barretl, major
ajudante de ordens do commando suaerior da
da guarda nacional dos municipios de M .nim,
Rosario e Divina-Paslora, da provincia de Ser-
gipe;
O lente Cincnalo da Silva Pinto, caiilo ci-
rurgio-mr do mesmo commando supeiiur :
Tiveram merc da serventa vitalicia :
Candido Antonio de Souza, do officio oe parti-
dor de orphos do termo do Santo Anlonio do
rado.
bnete, o enire estos e as cmaras legislativas I "" ef,,'8,ecimenl0 do pacent
com a souhada divergencia em que sedizia qu ,L n>S 'l'! n dl".15 "a "IIa d rxim-
vivam alguna rainislros, e com os phantazias da TlZ* J^^.^!^^* Mi",0,'1 Pcdro
opposico corrada o inabalavel que se propalara i f Pr !,mronlrar era adulL.no com a mo-
que esles encontrariam no parlamenta, o que os 'Z\, qr"u "c PT,?' flUB, d.ia ,C em S'
obrigaria a re..rarcm-se diante de obstculos in-i ^'u1, Cau,lmo J"s l'crp,ra d,!ra k*u em
a.iperavcia depois de urna administraro curta e liW Ja1uim dos Saulos sendo logo caplu-
desairosa. J desde antes da chegad'a do iinpe-l
rador corlo de volta de sua viagem s provin-
cias do noria espalhavam-se eslos boatos com
corto cuidado e cortos are3 docomp.aixo fingida,
parlindo sempre das mesmas fontcs de que par-
liu depois essa pequen* opposico parlamentar
que o governo leve apenas o trabalho de annullar.
Has era vez disto nao s o gabinete vivoo e sus-
lenlou-sa honrosamente durante toda a sessao le-
gislativa, oblendo nelle provns de conianca I-
limitada, quaes lalvez nenhurn outro ten ha ob-
tido ; como ainda depois della so aprsenla com
todos os symplomas de
quo Ihe prometi loriga
versados uns eslo desanimados e arrependidos,
ouiros dizem que pertinaces se preparara ainda
para riovos ataques o novas derrotas. E' um
goslo ou um vicio como qualquer outro.
O novo ministerio da agricultura c obras pu-
blicas ainda osla sem ministro, e creio que se
trata primeiro da organisaco da respectiva se-
cretaria para depois se dar posse ao seu primeiro
RECIFE, 29 DE SETEMBRO DF, 18011.
S SKIS HORAS nt T.irtDE.
Retrospeeto senaanal.
Antes de publicado o noeso ultimo Relroxpecto
aportou aqu, viudo de Liverpool, o paquete por-
tuguez Wlford-Haeen, da companhia anglo-luzo
um vigor administrativo "rasileira, ante-hontem chegou, tambem da Eu-
duraco. Dos seus ad- | rol'a. Pquete inglez Oneida, da linha deSou-
thamplhon. Dos portos do sul do imperio acaba
do chegar o Cruzeiro do Sul e dos do norte che-
gou ha (res dias o Ignaras-it
Se bem que muilo visitado o nosso
paquetes durant-; a somona, rier
grande copias de noticias.
Entre todas as que recebemos da Europa avul-
lam pda sua importancia a do desembarque do
servoniuario com totas as formalidades neeessa-1 Garibaldi no continente da3 Duas Sieilias, a de
Mas, e facilaiand*se-|ho!ogo lodos os raeios de i sua marcha Iriumphal at perto do aples, a da
funccionar. .Entretanto dizem que esl tambem f*1*** do Francisco II para Cela, O desanimo o
porto do
por isso ha
a V-se que esta proposie* nao vom directa- S;''- lla provincia do Rio de Janeiro
menle do imperador, e sim por conducta de ter-
ceiro ; mas camprohendo-se tambem que iLelle,
e nao outra pessoa, quem effereco' os 2. OOfJ
sos.
pe-
INTERIOR.
RIO DE .1 WKIltS)
1 1 lc s^tcnicro de 1H*4).
SESSAO 1HPERUL
no
r.\;FRRAMEXTO DA ASSE|ttLA GERAL
EM 13 DE SETEMBRO !> 860.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanti
de l.acerda.
Ao meio-dia, reunidos no paco do senado os
Srs. deputados c senadores, sao nomeados pora
a depularao que deve receber a S. M. o Impera-
dor os Srs. deputados barode Maroirn, Athayde
Pederneiraa, Menriqnes, Toscano Barreto, Perei-
ra da Cunha, Sampaio Vianna, Souza lisio, Mar-
linlio de Campos, Pereira Franco, Luiz Carlos,
Bezerra Cavalcanti, Sergio de M acedo, Augusto
de Oliveira, Henriqoei de Almeida, Toxeira J-
nior, Paranhos, S o Albnquerque, liemos do
Souzo, Alcntara Machado, Paulino ae Souza.
lavaros do Mello, e Alexandre de Sequeira, eos
senadores masquez de Caas, Silveira da Molla,
visronde do Itaboray, Teixera de Souza, marquez
Ue branles, marquez do Olinda. visconde de
Abaole, Souza Franco, Lias do Corvalho, Diniz
l'imcnia Bueno, e Nabuco de Araujo ; e para ,
deputOQiio que deve receber a S. M. a lmpero-
ttu os Srs. dopulodos Lima e Silva, Pedreira,
Pinto do Campos, e Monteiro de Barros, eos Srs.
senadores vscoride da Boa-Vista o Baplista do
Oliveira.
A' urna hora da tardo, annunciando-se a chc-
gada de Suas Magcstades Imperiaes, sahem as
deputacnes a espera-Ios a porlo do edificio.
Entrando S. M. o Imperador na sola, ohi re-
ceido pelos Srs. presidenle e secretarios, os
quaes unindo-se a deputaco ocomponham o
mesmo Augusto Senhor at a*o throno.
Logo quo S. M. o Imperador toma assonbi e
manda que se assentcm os Srs. depulados e sena -
dores, l a seguinte falla :
Augustos e dignissimosSrs. representantes da
nacao O estado das relacoos entro o Imperio e
as potencias estrangeiras nao solfrp.i alteracao
dopoisdoquo vos annunciei na falla com riuo
abr a actual sessao legislativa.
'< O paiz todo conserva-ge Iraquillo.
Asceca que lem flagellado porte da popula-
cao de algumas provincias do norte diminuio de
inlensidade, granas a Providencia Divina. To-
dava o governo nao cessar de erapregar asme-
dtdas a seu alcance pora moderar os rizores dos
se nial.
A importancia dos trabalhos desta sessoo
teslomunha vosso zelo a bem dos interiesses na-
cionaes, e aproveilo a opporlunidade para ma-
nifeslar-vos meu reconhecimento pcly^s maios
com que hflbilltastes o governo o provhr s ne-
cessidados do estado, e evilar o desequilibrio
enire o receila e a despez publica.
Augustos e dignsimos Srs. representantes do
nacao. Vossas luzes 6 amor causa publica ofi-
anfam-rae que, recolhidos a vossas provincias,
A Prensa Oriental dando a nolicia neste.s ter-
mos, revela ter coraprohondido o delirad*
que foram selvas no presenle'da imper
Brasil as conveniencias obrigadas da mago
O leilao dess bazar devia ler lugar brevemente* "
Por docrolo de 29 do mez passado mandou-se
cossar a emisso do bilhelos de cambio local
(vulgo papel-nioeda) que circulavam em alguns
departamentos da eampanha.
Foram nomeados fiscal do crimo e do civel o
Sr. G. Pero/. Gomar ; fiscal do governo e fazen-
ila o Sr. Dr. Jos AL Montero, e n Sr. D. Carlos
Lastro lento da cadeira de economa poltica c
direito commerclal da universidad^...
0 projecto.d'oimpostj^sobrepl'.ares do banco
inglez c ilha dos Lobos, apresenlado na cmara
dsa/lepuiados da Confederacrao Argentina, e que
corno-j fiznmos conhecor ao leilor, fra atacado
por paile da imprensa de Montevideo como of-
fonsivo da soberana oriental, linha Ocado salvos,
segundo a iVacdo e a Prensa, todos os direilos
da repblica.
F.sse projedo assim alterado o seguinte.
Art. I." Concedo-se empreza do D. Joo
Thomaz Libarona, com prnso de 20 armes, o di-
reilo de cobrar nos porlos da Confoderaeao o im-
porto de 75 centesimos de real oriental", ou sen
equivalente em inoeda nacional por lonellada,
nos navios que entrom de cabos fra e quo nao
o lenham pago em Montevideo o Buenos-Ayres,
desde o dia em quo no banco inglez o ilha dos Lobos os phsres c
luzes quo contratou com o governo oriental.
De Buenos-Ayres poucas sao as noticias. Os
jomaos veem cheios de descripc5es dos estragos
produzidos pelo temporal que j noticiamos.'
Entre as varias cataslrophos produzidas pela
lempeslade, acrescenta a Tribuna aos que enu-
meramos o seguinte fado : Consta quo toda a
tripotacao de urna das barcas que foi a pique
morrra do um modo espantoso. Doia ver a-
quelles infelizes, quo se haviam amarrado nos
mastareos com roceins de ser levados pelas on-
das, morreram corno pregados a urna cruz.
O cnsul hespanhol iniciara uma subscripcao
para soccorrer aos subditos hespanhes quo sbf-
freram com temporal.
O Sr. Veloz Sarzflold resolv-eu-se o aceitar a'
eleicao de cont-ericiona/ pola provincia de Cor-
dovo.
A esse respeito diz o Nacional :
A eleicao de Cordovs completa a de Buenos-
Ayres. po3 assim se acharara na convenci os
homens que mais alia posii;ao teem lido na ad-
mini3lraco ; os dous governadores qae se snc-
coderam'dpsde 1853. o Dr. Alsiua e o |)r. Obli-
gado ; dous dos ministros dessa adminislraces,
o Dr. Prtela e o Dr. Veloz Sarzfleld ; c "dous
i'os ministros actuaos, o Sr. Sarmiento e o Dr.
Elizalde.
O governo apresentou sanccSo das cmaras
ura projecto declarando leis do eslado os decre-
to? sobre a propriedades das ilhas do Paran.
Estavam prestos a partir para Sjnta F alim de
se reunirem no convenco ad hoc os depulados
de Buonos-Ayres. Na ausencia do Sr. ministro
do governo (icaria servindo o ofDcial-maior desse
ministerio; e o Sr. ministro da guerra lomara
interinamente conla da pasta da fazonda.
Da Confederaco Argentina as noticias mais
importantes sao as seguimos :
O jar. generol Urqniza havia renunciado elei-
cSo de convencional ad hoc. fundando-so no
pacto de 6 de |unho, que estabeloce que os go-
vernadores das provincias sao compelenles para
julgar da validado das eleicoes. O candidato
provavol que tinha de subaliiut-lo era o Sr. Dr.
Segu, redactor do Nacional Argentino.
Jos Faustino da Fonseca Silva, dos ofBcios de
contador o partidor dos juizos munteipaes e de
orphos do tormo de Vassouras, da mesma pro-
vincia ;
Joaquim Luiz Neoomuceno, do ouVio de la-
bellio do publico, judicial o notas do termo da
AJibadia. da provincia da Babia.
"oi declarado vago o olficio do escrivao de or-
rosda villa de S. Joo do Capivari, na provin-
de S. Paulo, sendo obrigaJa a pessa que fr
1 nomeada a prestar ao proprietario do dito ullicio,
; Manool Anselmo do Souza, a terca parle do ren-
dimenlo, sagundo a respectiva lotacau,, %y^
Foi commuitada cm 300$ para- tnsiluto dos
I meninos cegos a pena do urjPiiez ile prisio e
' mulla corrospondeule mctadsWdo lempo em
que foi cond
res, por sen
criminal da
F21 ~
Por decreto de \\ do correnle concedeu-se ao
nri/Tii
letadaWdc
domnado Ignacio J o j; de-Abuza
ntonca do juiz de;*qJJeilo da 1.a
(orl, "7
instruccao pro-
fissional, foi quem por largo lempo susteutou na
imprensa anecessidado da creacao daquelle mi-
nisterio, e al enlrou no exame minucioso dsuj
organisaco. .
O nosso correspondente, cm dala de 22 dp:cor- promple,a Rforn.a das altande*.
rente dit.no. o seguinte : : imp?rio.^,ue poo- estes a ser publicada
...tS. Ve D08ch,m09. ^ua'>Jla, as Carao v, poflf o jui trabalha-se e com volitado
urnas eleiloraes anda so acham quonies dtjseujio atraer '
laborioso parlo municipal,*1 quandr- as abatida.-
das malrizes parocom repetir ainda o ec
nomes dos candidatos quesahicam do sou vr^ylrc
com mais ou menos felicidad;, seria umarave
peccado contra lodos os preceils da arte de es-
crever urna correspondenatatoetitisaque deve ser
posta om letra, redoe?t,-sefti -oceupar do prefe-
rencia a attencao'- dos letoees' ctn o procosso
eleitoral e scu resultado, vuno, o'exojticio da
soberana nacional. ?
,fl4ie 11
vjs re
haaijnuie para agradecer. Eslirnarei
loque porcasa alguma posta boa as no-
rmas, ou a algura dos seus afilhados. Eu
com to boi^ desjos faco por hoje as miabas
abatimeiiio a que se acha redundo esta re, a de-
feceo de suas tropas, a fraqueza de seu ministe-
rio; a ameaca aos Estadbs Pontificios fela por
Garibaldi c seus protelytostyc.
A esla hora Garibaldi acba-se complelamonto
de posse do todos os dominfcs de Francisco II, a
oslo joven e embelle rei Alar lalvez om Trieste
ou em Vienna d'Austria.^f
Do posso das. Duas Sieilias,'Garibaldi
quizera
proravulmeiita levar ao cabo a sua empreza alt-
eando osESIados da* ftapa e a Venecia ; 6 pois iii.e
despedidas.
Vahia.L-se no Jornal da. Tarde :
Hoje (22] s i \\% horas da madrugada dorara
as igrejas signal du fogo na freguezia de S. Pe-
dro, o immedialamente segoiram para o logar do I s'll";^ue 4 Vctor Emmanuel nao convtm Qgu-
incendio, que era em um botequim ra do Duar- i J"r n e8les movimenlos, elle se encarregar do
lo, por baixo do sobrado cm que mora o Sr. Ma- i faz Segurarnenloos polticos modernos nao po- I noel dos Santos Correia, as bombas do arsenales ^'"guem pode de antenio prever qual ser a
diarn inventar uma caricatura mais ridicula, para marinha em numero de quatro grandes e duas solu?-i ultima d'ess.a questo italiana, que traz
representar a imagom da soberana nacional do j pequeas, guarnecidas pola gente do mosmo or- lodu ,uundd suspenso. muilo de presumir
que urao eleicao "de sacnslia, nem um carnaval serial e matriculados da capilania do porlo, sob 1us as vousas lomera ura carcter bastante gra-
mais inspido de que esse em que quasi todos os as ordens do l.Menente Costa Lima, o 2o lenlo' ve> ''sde que Garibaldi atacar os dominios do
homciis apparecem mascarados cora a sua pro- patri-ra^f:-ch>garam depois as bombas do com -
pria rara, o quo o em resultado a perverso ca- /ercio, companhia de seguros inleresse publico,
da vez maior dos costuraos n das consciencas, e | e as dos navios de guerra da estacan naval on
i esquecimento mais complete da digtdade civil.' osseus respectivos olRciaes. Cumpareceram lara-
o mise- i hcm ao incendio, que fui promptaruenle exmelo,
Soa- Anda quando a cousa someiits,rdi'cu
vara
pontifico romano, o mais ainda quando liver de
conquistara liberdade da Venecia. Os dominios
do Pontfice seroo vigorosamente sustentados pe-
lo bravo general Laraoricire, que se acha A tron-
o de ura exarcilo de 25:000 homens, e pela guar-
Sr. ronselheiro Jos
domisso, que roque
Prirnr^^^Wiplur
nha, o segundo da
Augqst Cesar ;
Segundo esciiplura
Pereira Lea
da Silva Paranhos a
o lugar do mcmbn>
rV
im nomeados :
lo da conladoria de mari-
lesma reparlic.o Antonio
o lercciro Jos Antonio
Terceiro cscripluraro^'o quarto Ernesto Au-
\fi foram nomea-
ravel,_no ha muilo a lamentar, e serve para oc-.con prejuizo apenas do boicq'uim, os Srs! Dr! "''-'ao '""ceza, que e.-l as ordens de Sua San ti*
cupacao dos homens ociosos e para diverlimenlo clief" ^ pelicia, capitao do porlo o sou ajudante, i JaJ,!- Austria, pela sua parle, disputar pal-
ou li'-ao dos espirites serios. Mas nem sempre o
sacrificio incruento, e muitas vezes desgraca-
domenle cuniam-se as victimas e aponlora se'os
ff/es. D'ahi mosmo noa chegoram pelo ulri-
iW vapor nolicias bem dosagradaveis que confir-
man! esta triste verdade, e que seguramente de-
vem por o governo na necossidade de empregar
para os eleicoes futuras esforcos anda maiores
do que j tem feitopara manter a ordera por lo-
da a parlo, pois elle peranlc o paiz o primeiro
rcsponsavel pela Iranquilidade publica.
Felizmente pelas noticias at hoje recebidas
dosdill'ererites pontos do imperio, foram raras as
parochias era que se den peiturbaco da ordem
durante o processo eleitoral, tando em qrusi to-
das ollas corrido pacifica e regularmente, sera
mesmo suscitar quoixas. Este salisfactorio re-1 um engenlie impoiianie do sua propriudad..,
sullido lornou-se sobretodo notavel as paro- arh,"se cousideravelmente amea<;ado era sua
chias do municipio neutro e da providencia doltio Oeisterieia. leudo j por muilas vezes escapado
de Janeiro, sobre as quaes era mais prompla e as tentativas arrojadas do cortos individuos, to
mais immedinti a aeco salular das provincias o conhecidos, que ah sao publicamente aponla-
recommondacoes do governo imperial, quo cum- I Jos '
pito o mais sincera a peieilamenta que se poda
desejar, a promessa solemne que havia feito de
absler-se comptatamente de intorvir na lula elei-
toral. por si o por todos os agenta da aulor-
dado publica. Este procedimento leal e justo
mereceu de lodos, amigos ou adversarios, o lou-
vor e agradecimenlo do que era digno, e auz-
montou a cuiiliaiic.a e forja moral de que goza
gusto Ferreira.
Por decretos de 19 do co
dos
0 Sr. conde de Bacpeniy, secretario do conse-
lho fiscal do Instituto Fluminense :
O Sr. Dr. Frederico Leopoldo Cesar Burlama-
que. secretario da directora do mesmo insti-
tuto ;
Presidentes dos institutos da Bahia, Pornam-
bnco o Sorgpo, os prndenles das mesmas pro-
vincias, os Srs. desombargador Antonio da dista
Piulo, e hachareis Ambrozio Leilao do Cunha e
Thomaz Alves Jnior, sondo exonerado na mes-
ma dala o Sr. Dr. Manoel do Cunha Galvo
23 ui-iiiuu a Bunuonca e orca moral ue que goza o
sua Magestade o Imperador solTreu uestes ni- governo, que sera duvida tem militado quo oc-
luios das uma ligeira enfermidade, da qual fe- cupar-se, e pouc lempo disponivel para lem-
lizmente so acha reslabolocido. brar se de inlervir em eleicoes.
.""---------- P'"'a as eleiges de dezembro assegura-se
1 or decreto de \ do correnle liverom morco :' que o governo o.-t no firme propo3ilo de proco-
Lucas Antonio Monteiro de Barros, do (oro de' der do mosmo modo, e quo ueste sentido serao
' moco fidalgo corn exercicio na casa imperial ; i faites opporlunameuie as mais positivas recom-
, O Dr. Joao Baplista Pereira do foro de fidalgo | mendagoos para loda a parle, salvando sempre o
cavalleiro. | principio da manutenco da ordem e tranquilli-
dade publica, que a primoira necessidado dos
povos.
Pola minha parte entro em duvida se quan-
do so trata de uma eleicao poltica, como a dos
representantes temporarios da nacao, o com-
pleta alutcnro da interferencia gov'ernaliva que
deva ser considerado como o principio mais sa-
lular e do consequencias mais elTrcoze3 para se
conseguir uma boa rf.presentacoo. O governo
por corto o primeiro poder poltico, o poder per-
manonle da sociedade, e parece que sempre
uma conlradico perigosa exigir que elle se con-
servo como simples espectador passivo quando
ella chamada a pronunciar-ge o resolver sobro
seus mais importantes inleresses. O resultado
mais ordinario desla norma de conduelo do go-
verno, cuja ulidade para mim dtividoso, como
j disse, que a Iota das paixoes so torna mois
renhida e miis funesta, o quo muitas vezes Irium-
pitara os peiores.
No da 13 do corrente. leve lugar a sesso
imperial do enccrrarr.enlo dos comaras legislati-
vas. O imperador dospedio os representantes da
nacao corn as mais benvolos expresses, e agra-
Idecou-lhes os relevantes servicos que prestaran)
os engenheiros Pessoa e Scpulveda (quo dirigiu
o trabalho), o commandanle do corpo de polica,
e varias outras pessoas gradas e autoridades do"
iroguozia ; assim como os piquetes do costme,
lamo docorpo do polica, como de Ia linha da
exercito, o grande numero do pessoas do povo.
Attribue-se este desastre a un fogareiro.deixan-
do acceso no interior do botequim.
O municipio da villa da Malla de S. Joo tem
sido ltimamente Iheatro de scenas quo recla-
mara a mais seria attencao da parle das autori-
dades superiores da provincia.
O Sr. D. Manool do Saldanha da Gama, dis-
tinclo cay.alheiro, oriundo do uma das mais ne-
bros familias de Portugal, o quo presentemente
aqui resido, administrando oaquelle municipio
cngenlip
ni
Por decreto de 18, 21 e 22 do correnle fora
aposentados :
Francisco Jos Ribeiro de Oliveira, secretario
da polica da provincia do Espirito Santo, eJoo
da Costa Leite, amanuense da secretoria da po-
lica da corle, com o ordenado proporcional no
tampode servico prestado na forma do ort 22 do
decreto n. 1,7if.de 10 de abril de 1856.
Foram nomeados :
O lenonte-coronel chefe de estado-maior do
commando superior da guarda nacional dos mu-
nicipios de Ilapicnr-mirim Ignara, da provin-
cia do Marnnho, Anlonio Bernnrdino Forreira
Coelho, coronol commandanle superior da mesma
guardo.
O bacharel Antonio Cesar de Berredo, lenente-
coronel chefe do estado maior do commando su-
perior da guarda nacional dos ditos municipios e
provincia ;
Ocopitoo Jooo Baplista Pinto Sanches, lenen-
te-roronol commandanle do bntolho da reserva
n. 12 do guarda nacional da provincia da Bahia ;
Soverino Jos de Oliveira, lenenle-coronel
commondonlc do batalho da infanlario n. 6 do
Informam-nosque a polica local se ha al
agora mostrado indilTeicnte esse escarnalo, nao
gestante as repelidas denuncias que lem recebi-
do, confirmando o quo acabamos de dizer l
Temos f que o Ilustrado e circuraspelo Sr.
Dr. Moraes, averiguando os celos, proceder
com aquella energa, porque tanlo se recommen-
da no exercicio do elevado cargo que oceupa.
Celebraram.se hoje 2f, na maior pane das
igrejas desla cidado nnssa. fnebres por alma do
finado Imperador o Sr. D. Pedro I.
Na matriz do Santa Arma do Sacramento
hmive uma mise mandada celebrar pela corn-
misso dos veteranos da independencia, c no
convento do S. Francisco, um funeral, pela socio-
dado Viute Quatro da Setembro, assislindo a essa
piedosa ceremonia s autoridades e pessoas rps-
pettaveis: uma brigada de linha fez as houras f-
nebres.
Os navios esliveram cora a bandeira em meio
mastro o o furto do mar dou durante lodo o dia
um tiro de dezem doz minutos.
llouvo hontem 21, s 6 horas da lardo, pou-
co mais on menos, na calcada do Bom-Fim, por-
to do Bom-Goslo, um assassinato, com as cir-
curaslancias oggr.-.vantos de roubo o covardia, co-
mo passamos a descrever.
Vindo o Sr. Siman, rontramoslre do marce-
nara do Sr. V. Poisson, do oslabelecimento ties-
to, achou sua casa fechada, e por mais que la-
lesse nao a vicrarn abrir. Por isso, om compa-
nhia do subdelegado, procedeu ao dovido orrom-
bamento eenconlraram dentro do um quarlo o
corpo de sua orna, que em casa licra, horrivel-
menle degollada, denotando que houvera acrri-
ma lula entro esta eos assassirros. Passando a
um exame no reslo da casa acharam arrombadas
as gavetas, d'onde lirarain para mais de dous
conlos doris.
Parece impossivel quo lal faelo se dsso, ce-
do como era e em uma ra concorrida, sem quo
ninguem ouvisse o barulho nem desconlasse.
es-
previso,
a-se por de marcha para lla-
mo a palmo, segundo tolas as probabilidades es-
se famoso quadrilatero, que a sua maior segu-
ranza pelo lado do bu!.
Posto que a solucao dos negocios da Italia
leja por ora muilo tora de qualquer
fcil todava de reconhecorque os acontecimenlos
se precipitara, e que a peripecia e o desenlace
desso grande drama nao vem longe. O anno de
1860 nao se terminar sem que a questo nao es-
leja resolvida, ou em caininho de resolver-se de-
finitivamente.
Os negocios da Syria nos olferecem por ora
grande inleresse. Fuad-Pach linha fcito exe-
cutar uma porcao de criminosas, autores e cm-
plices das ultimas hecatombes humanas de L-
bano e de Damasco ; mas os dous Pachas anda
nao linharn sido julgados.
A expedico franceza linha j desembarcado
em Beyrouih e
masco.
Luiz Napoleao continuara a viagern comecada*
no dia 2 de agosto. Estove ltimamente em
Uarselba, la partir para Niza ; dalli embarcara
para Corsega e subsequonlemcnlo para a Argelia,
devendo achar-se de volta em Paris no dia 21
do cotrenle.
As cmaras inglezas tinham encerrado sua
sesso do corrente anuo. O desejo, manifestado
pela pobre Irlanda, do se tornar independen!
da Inglaterra, tem-lho cuslado muito caro. Nao
ha violencia que nao tonha sido prallcada con-
tra aquella pobre gente, especie de lilos para
os soberbos saxonios.
Em Inglaterra havia noticias rcenles de S. A.
R. o principe do Galles, que estivora e Mr a on-
ihusiaslicainente recebido era Quebec e ia par-
tir para New-York e dalli para Washington.,!*
de o esperava rom pomposa recepcao o presi-
dente da repblica dos Estados-Unidos.
As noticias de Portugal nada olferecem de in-
lerossc.
Os negocios da frica portugueza ainda so
conservavam nimiamente embaraoados.
A expedico portuguesa j alli havia chogado,
e preparava-se um golpe decisivo contra os ne-
gros rebeldes.
As nolicias que recebemos da corle e provin-
cias do sul pelo paquete brasileiro Cruzeiro do
Sul vem todas em outro lugar deste Diario,
para ondo remllenlos os nossos leilores.
O fguarass trouxe-nos Irislissimas noticias
da provincia do Cear, onde correr o sangue
por amor do mesquinhas e odiosas rivalidades
polticas na lula eleitoral de 7 do correule.
No lugar da Telha da comarca do lo, um
bando de vinte homens armados do partido li-
beral acoramctieu a igroja matriz, atacou a guar-
da, que vigiara a urna, e ossassinou a 8 pessoas,
sendo 7 pessoas da guarda e o delegado de poli-
ca, que acudir aos primeiros tiros.
O partido conservador linha vencido a eleicao
em loda a provincia, com oxeepeo somonte de
tres fnguezias.
Poucas e pouco inleressantes s5o as noticias
.iv/ii mi Ann.
i\ ir-



"T
blARIO DE PKRrUMBOO. ^- SEGUNDA FE1RA I DE OUTUBRO BE 1860.
que temos recebido, durante a semana, do inte-
rior da provincia.
c. iiimn un a r.hcgar ao uosso coolier.iracuto os
resultados das cleicoes as freguezas mais cen-
traes. l'or toda a parteo processo oleiloral cor-
ren plcidamente.
V seguranga e tranquilliladc publica nao leetu
sillo alteradas em parto alguma. Os altentados
contra a pessoa e contra a propriedade, conti-
nua jj em notavei decrescimenlo.
A salubridade^ publica tem tambera solTrido
pouco. A estaoao calmosa vai passando evi-
dentemente mais benigna do que inveroo.
Demandaran) o uosso porlo, durante a
semana, 14 eiiharcaces mercantes, com a Iota-
rao de 9,358 toneladas. Sahram, durante o
mesmo esparo de lempo, 9 embarcaeoes mer-
cantes, com a lolacao de 5,742 toneladas.
Rendcram, durante u lucsma semana: a
alfandoga, 81:8033250 ris : o consulado ge-
ral 4918:851 ris ; a rocebedoria das rendas
geraes internas, 8:5069605 res ; --o consulado
provincial, 10:894:53 ris.
O moviraenlo geral la alfandoga, durante
o mesmo espaco de lempo, fui de 4,789 vnlumos,
a saber :voluinos entrados com fazendas,
28cora gneros, 1,805 ; total dos volu-
ro.es entrados, 1,589. Voluntas sabidos com fa-
zendas, 733 ; com gneros, 2,467 : total dos
voluntes sabidos, 3,200.
Fallecern durante a semana 49 pessoas :
sendo, 8 homens, 8 mulherese 18 prvulos, i-
vres; ; homens, raullteres o C prvulos, es-
rravos.
Na tolalidadedos docDles extstem 37 aliena-
dos, sendo 30mulheres e 7 horaens.
Foram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
ment Fillii, s 6 horas c 1/2 da manha,
pelo Ur. Dornellas s 7 horas e 1/4 minutos
da nianhaa, pelo Dr. Firmo s 5 horas 1/2da lar-
de de hontem.
REVISTA DIARIA.
1:377^300
I:10l399
1:1253131
50oOIO
3373770
623020
O Kxm. Sr. presidente da provincia por
parlara de28do passado, abri um crdito snp-
plemenlar do 4 666J030. para uliimaroni-so os
pagamentos de dbitos liquidados, perlencenles
ao exorcicio lindo de 1859 a C'J, sendo esse ere-
dito distribuido da maneira seguidle pelos arlt-
gos da lei n. 473.
Artigo 3o 2o....................
8" 3"......................
18 $1......................
18S2.......................
2l3.......................
223......................
Sexla-leira leve lugar o ultimo concert vo-
cal e iiir.truiin'ulal do Sr. Siutonsen, em benefi-
cio de sua Sra. madama Fanny Siraonsen.
Aluda desla ve/, dorara esses artistas prova do
talento de que dispcm, mormonle o Sr. Simon-
sen quo iuquesiionavelmonte ura oplimo robe-
quista.
Por portara de 27 do passado fixou o Exm.
Sr. presidente o numero do eleilores, que de-
vem as parochias dar na futura legislatura, cin
observancia do estatuido no 10 e 11 do art. Io
do decreto n. 1082 de 18 de agosto deslo auno.
F.m consequencia desse acto ulRcial, acha-so
determinado o quantum do possoal, de que se
deve compor cada ura circulo ou districlo eleilo-
ral, pelo modo segitinle.
o prmeiro d 389 eleilores.
O segundo 491 ditos.
O tereciro 391 ditos.
O quarto 356 ditos.
O quinto 381 ditos.
Da Pao d'Alho escrevem-nos o seguinle,
com data de 20 do passado.
Tiverara, emlim, o desojado xito as elci-
coes da freguezia de Goii, em pereila paz
e regularidade, em modo n nao haver nellas o
menor incidente desagradavef. A opposicao all,
lalvcz por falta de algum iucilador que laes occa-
sies cnstumam produzfr, einendou a mo vis-
ta do quo pralicara no dia 7.
Costo de dar o seu a seu dono.
Sabe-so por tanto, definitivamente quaes sao
os novos vereadores da municipalidade ; os quaes,
em abono da verdade, foram buin escolhidos c
dignos da commisso popular, que receboram.
mais rotado foi o lente coronel Joaquina Ca-
valcanli de Aibuquerque Mello, pessoa muit
recommendavol por seus dotes, e principalmen-
te [iir urna Ihaoeza e amenidade de animo que
particularmente o distinguen).
F.' um bomem verdadeiraraenle estimavel!
Quero presumir que a nova cmara, como
est composla, dar quo est nos paroxysmos
iim exemplo digno de si e do vergonha para es-
ta; p >r quo, quando menos, nao capa/, de
pralicar escndalos, como aquelle das duspesas
para certa rocepcao de gloriosa memoria !
Esperemos agora por dezembro, que aon-
ile est o culiliquij O exercito alliado, do que
ji iho dei noticia, trata de assentar baleras cm
seus reducios Formara-se planos, delineam-se
projeclos, mas anda nao se assentou quem de-
ve commandar as tropas.
<< f> cirurgiao mor homeopatha diz, que nao
homcm de campo, e j deelarou que da enfer-
mara nao sabe, eso o que faz apptictr as
su as doses; mas o capello. mor, quo 6 boiu na
liroxa, atlirma que vira para iraz a balina, o vai
mesmo do chapeo de tres bicos peleja, porque
lem nutro bofe.
Dorara a um corto doutor, irnto de um tri-
liuuo dahl, o posto de brigada, com o que est
muito desgostoso, a ponto de rapar a barba, e
andar uiisanthro|io.
De urna carta de pessoa fidedigna, escripia
de Londres com dala de 9 de selembro consta
que, fallecer o nosso cnsul geral em llam-
burgo, o Sr. Jos Lucio Correia, brasileiro dis-
tiiteto que uaquelia capital presin iraporlautes
serviros i seu Paiz.
Foram recolhidos casa de delenco no
dia 28 do correte ti homens, sendo 2 liv'res e 4
escravos, a saber : a'ordem do doutor delegado I
do Io districlo 3, a ordera do subdelegado do,
Recife 1, a ordera do de S. Jos 1, a ordem do
da Boa-Vista 1.
Passageiros do vapor nacional Cruseiro do !
Sul, viudo dos portos sul ;
Os Exms Srs. viscoude do Aibuquerque o um
criado, visconde da lloa-Vista e um criado, vis-
rondo de Suassuna e seus escravos, consollieiro
Jos Denlo da l'.unha e Figueiredo, duus fillios e
dous escravos, Dr. Domingos de Souza Leo sua
senliora e seus escravos, Dr. Francisco Carlos
Brando e seu criado, Dr, Antonio Coelho
do S Aibuquerque, e seu criado, Joo Ferreira
Villela, Juaquim Jos Alves de Aibuquerque,
Domingos Jos Pinto Draga, M. Cesar Padilha,
l.yon Lcivene, Emilio Calhir, Flix Rodrigues,
Domingos Rodrigues de C. Jnior, Mathias N.
Hrando, Joha Selly, Gio B. Le I.ewane, Alberto
Brinco, Arsenio Augusto Ferreira, Jusliniano de
Souza Machado, duas cx-pracos.
Segum para o norte :
Secadores Frederico de Alraeida Aibuquerque
sua familia e criados, Anlonio da Costa Vascon-
celos ura criado, Juaquim Vicira B. o Silva o
un criado, desembargador Joo Antonio de Mi-
taada
CHROMICAJUUmARIA.
TRIBUNAL DA RELAMI.
SESSO EM 29 DE SETEMIHIO DE 1860.
PHKSIDRNCIA DO KXM. SR. COSStel.HF.IRO EIHII'.LINO
DE LEdfP*
As 10 horas da manha?ntchando-se prsen-
les os Srs. desembargadores Figueira de Mello,
Silveira, Gilirana, Guerra, Loureneo Santiago,
Silva Gomes e Caelano Santiago, procurador
da corda, fot aberta a sesso.
Passidos os feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguinles
JULGAMENTOS.
Na petic.au de Joo Basilio Correia, pedindo
urna ordem de habeas-corpus, foi concadida a
ordem para o dia lude outubro futuro. O u vidas
as auluridades coinpelentes.
CRAVO OF. PKT1C.U).
Aggravante, Cluudina Gardiiioz ; aggravadu, n
juizo.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados os Sis. desembargadores Silva Go-
mes, e Gilirana.
Iterara provirnento.
Aggravante..............; aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desorabargudor Lourcnco San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Gilirana,
c Silveira. '
Nao lomaram conhecimento.
Aggravante..............; aggravado, O juizo.
Relator o Sr. desembargador Figueira de Mello.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
e Silva Gomes.
egaram provirnento.
RECURSOS CRU1F.S.
Rccorrenle, o juizo ; recorrido, Francisco de
Aibuquerque Gndara.
Relator o Sr. desembargador Gilirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Figueira
de Mello, Silveira e Silva Gomes.
Improcedente
Recrrante, o juizo; recorrido, Miguel da Hora
Baracho.
Relator o Sr. descinh irgador Loureneo San-
tiago.
Sorldados os Srs. desembargadores Silva Go-
mes, Gilirana e Figueira de Mello.
Improcedente.
APl'EI.LAOOKS CIVF.IS.
Appollanle, D. Anua' Dclphina Paes Brrelo ;
appellada, a irmandade do Sacramento do Cabo.
Coiifirmou-se a sentenca.
Appcllaute, Juaquim Itdrgues de Arauju Sipo:
appellado, Thomaz Ignacio do Reg.
Conlirmaram a sentenca.
Assignou-se dia para lulgamunto das seguinles
apjpellacocs crimes:
Appcllaute, o juizo ; appellado, Augusto Go-
mos Correia de Mello.
Appellaute, Antonio Jos da Silva ; appellado,
o juizo.
DISTRIBUIQBS.
Ao Sr desembargador Figueira de Mello, a
opbella^ocs civeis :
Appellaute, a fa/.enda ; appellado, I.niz Cor-
deno do Casiro
As appellacos crinies :
Appe!lante, O juizo ; appellado, Caserairo da
Costa Lima.
Appellanlc, Thom Lopes da Silva ; appella-
do, Pedro francisco da Silva.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellaijOes
civeis :
Appellante, a iazenda ; appellado, Jos Jacomc
Tasso -lonior.
-j- A appellaco crime :
Alppeiitc, Antonio Coelho do Nascimenlo ;
app.diailo, o juizo.
Ao Sr.desembargador Gilirana, as. appellacoes
civeis :
Ajppellante, a fa/.enda ; appellada, a baroneza
da Victoria.
As appellacoes crimes :
Appellaute, o juizo ; appellado, Francisco Xa-
vier da Silva.
Al) Sr. desembargador Loureneo Santiago, as
appellacoes civeis :
Appellante, o cnsul poilugucz ; appellado,
Manoel Jos Leile.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, asappel-
laeops crimes :
Appellante, Jerouyrao Barboza Pessoa ; appel-
lado. o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Manuel Ro-
drigues Giquiri.
As 2 horas da tarde encerrou-so a sesso.
dem 7.Antonio Ramos, urna ca-
ss terrea arrendada por.......... 300&OOO
dem 13.Fillios de Jos Thomaz
do Aguiar e outros, casa terrea
arrendada por.................... 36000O
dem 15.Joanna Mara do Dos,
casa terrea arrendada por....... 30OJO00
dem 17.Dr. Nabor Carneiro Be-
zerra Cavalcanli, um sobrado com
urna loja, um andar e soto, ar-
rendado por...................... 1 ;O0000O
dem 19Joanna Ma-ia de Dos,
casa terrea arrendada por..... .. 300^000
dem 21.A mesma, casa terrea
arrendada por.................... 300g000
dem 25.A mesma, casa terrea
arrendada pnr.................... 300J000
dem 39.Jos Jacinlho da Sil-
veira, o o suba lo com urna loja
e um andar, arrendado por....... 800$00()
dem 41.Herdeiros do viscondo
de Loores, um sobrado cora duas
lojas e um andar, arrendada por. 7003000
(3)
as seguintes especies:
Dinheiro .... 877*948
Letras......12:9963240
Contribuicao de caridade.
Rendmenlo ueste mez......... 4183764
Alfaiulega de Pernambuco, 29 de selembro de
1860.
O escrivo,
Faustino Jos dos Santos.
Cuusulatlo gerali
Rendinientododa 1 a 28. 15:941^961
dem do dia 29....... 653^309
165953270
Diversas provincias.
Rendiraento do da 1 a28. .
dem do dh 29.......
1:1358057
3J619
1:1383676
(Co;iiuuar-se-/i.)
CONSULADO PRiYVIXCttL.
Vlleracoes fcitas as casas ahaixo do-
claradas, pcrteiiccnlcs a freguexia
i Boa-Vista fcitas pelo lanrador
Jpao Pedro de Jess da Malta.
i
Ra da Unio.
Nurapro 8.Jos Gomes Leal, casa
tarrea arrondada por..............
dem 10. O mesmo, casa terrea
arqcnd&da por....................
Idei/i 12 Isabel da Silveira Miran-
da Seve, um sobrado com urna
luja, um andar e soto oceupado
pela mesma, avaliado por........
dem
14.A
raesraa, ura sobrado
con una loja e um andar, arren-
dai o por.........................
dem 16.A mesma, casa terrea ar-
ren Jada por.......................
dem 18.Joo da Cunha Maga-
Ih dem 22.Jos Gomos Leal, casa
ten M arrendada pnr..............
dem 30.Tiburcio Valeriano Bap-
lisl:, casa terrea arrendada por
Ra Formosa.
Nume o 25.- Joanna Mara de Dos,
casa! terrea arrendada por......
dem $7.A mesma, casa terrea
arrehd-i por......................
dem %~
casa
dem ',
9.Joanna Mara de Dos,
terrea arrendada por.
1.A mesma. casa
terrea
era (bra3
I'"-....................
Travessa do Ferreiro.
i to U>u.ia.estai ! sua seithora, Dr. Francisco Carneiro Serra sua JosclRodriguesda Costa, casa let
seuhora, dous criados, l)r. Jeronymo Macario
i i' ira do Mello sua senliora tres escravos,
tirano Cabral, Jos Joiquioi de Miranda, Anto-
nio da Ponte Carvalho, urna praca e duas ex-
primas Jos Rodrigues Matheus.
Passageiros da barca portugueza Sympaliv
viuda do Porto:
los Joaqum Carneiro, D. Mara da Gloria
Carneiro, D. Joanna Marta Carneiro, Antonio Jo-
s Ferreira Guimares, Antonio Jos Fernandes
Cuneiro, Antonio Copes da Cunha, Antonio Ma-
ra F. de Souza, Bernardo Soares de Alraeida,
Joo Antonio Carneiro de S., Jos da Silva Ma-
iluera, Jos Soares de Alraeida, Manoel Jos
dos Santos, Ventura Rodrigues d Amonm, Jos
Jo i |uim Ribeiro, Jos da Silva -Campos Firme,
Joaqun Ramos, Francisco Ferreira da Costa,
Mauael Jos Ferreira, Joaqum Vicira, Bernardo
l'inio, Antonio Gomes, Anlonio Francisco Manta,
Anlonio Ribeiro de Alraeida, Joo Anlonio do
Monte, Manoel dos Santos, Bernardo Jos da
Silva, Manuel FelinjM de Casiro, Antonio Lopes
ila Costa Sarro, Antonio Ferreira da Silva, Jes
Vl.iilins Aro, Joaquiu Anlonio Marques, Fran-
cisco, Andre Biza, Dr, Candido de Aluicida e sua
senliora.
Passageiros.do briguo nacional Almiranda,
sabido para o Rio de Janeiro .
M nioel Antonio Fernandes, Antonio de Alraei-
da, 17 escravos a entregar.
Matadouro publico :
Mataram-se no dia 29 do corrcnle para consu-
mo desla cidade 111 rezos.
MORTATrtDADE DO DIA 29 :
Guilherraina, branca, 6 mezas, espasmo.
Joa'i'iiiu de Souza Franco, pardo, sollciro, 28
anuos, tubrculo pulmonar.
Manuel de Barros, branco, casado, 70 annos
cancro.
Relarmino, branco, 6 mezes, espasmo.
Manoel, preto, escravo, 6 mezos, convukoes.
Niconor, pardo, escravo, 4 annos, sarampo.
Silveiia Mara das Neves, parda, solteira, 25
annos, molestia nos pulmoes.
Anua, prcta, solteira, escrava, 36 annos, tubr-
culo pulmonar.
Hospital dk caridade. Eiislem 56 ho-
mens e 59 mullieres uacionaes; 6 homens es-
irangeiros, el muiher escrava, total 12|.
rea arrendada por.........
dem 71 Jos Alves Lima,
Ierret arrendada por......
lina do Caraaro.
5.Jos Joaquim Bolelho,
errea arrendada por........
Ra do Hospicio.
iFrancisca Thoraaziada
cao Cunha, casa terrea ar-
450g000
SOOgOOO
OO-5000
C503000
360-3000
0003000
SOOfOOO
3503000
50OJO0O
5003000
5003000
5003000
1418000
3603000
2103000
1:1003000
Correspondencias.
Sr. red'ictorda Revista Diaria. Londo na Re-'
viela Diaria de hojequ6 o Sr. Anlonio Francisco
Pereira Suceumbira quasi repentinamente urna
erysipela repercutida, e destejando corrigr esle
erro, upresso-me em declarar que elle suc.um-
bio a urna perilonite, que combat desde as 10
horas o meia da noite de 2. do correte, em que
fui chamado, por todos os meios therapeuticos
de quo dispee a medicina, o que recunheceram
existir os Srs. Drs. Ferreira, Sarment e Pereira
do Carino que assistiram conferencia que con-
voquoi e leve lugar s nove horas da manha
de 27.
Com effeito, o Sr. Antonio Francisco Pereira
romecou a sofTrer na madrugada de 21 do cor-
relo ile um ataque do erysipela do escroto, do
ijuo solTria frequentemenle, pelo que a conso-
Iho meu j linha ido F.uropa ; mas a ery-
sipela manleve-se, o ainda hontem s seis ho-
ras da manha, locando eu no poni erisipe-
latoso, me disse elle que experuneniava ah do-
res intensas, devendo acrescentar que at deixa-
lo rouservou lodos es seus sentidos.
Dr. Joaquim d'Ji/uiiit Fonseca.
29 de selembro de 1800.
Pbicacoes a pedido.
Mofina (la mofina.
E' de presumir que o Dr. Tristaotle
Alencar Araripe, cheti de polica desta
provincia nao possa ainda publicar o
resultado das diligencias, para descobrir e PUNIR os autores da
turra, que solreu no enjjenho Gara-
rapes o pelo Joaqnim, poique nos
consta que esta' presentemente tratando
de descobrir, para ser deviiiamente
punido, o mandante do assassinato do
infeliz f;ONZA(A, acontecido na ra
da Cadiiia do Recife ao meto dia : pois
sendo um facto mais antigo, que a da
surra em Gara rape, deve sobre elle
de preferencia cjliir o anuo do NASCI-
MENTO.
Em tempo opportuno sera' esle fac-
to historiado pelo
GUEDES.
l.M VOTO DF. GRATIDO.
Acaba de chegar a este porto, procedente dos
de Granja, Acaracn n outros da escalla, o vapor
Iguarass. N'aquclles pontos, cuja navegaco
cosleira fura interrompida, o eommereo resen-
tio-se, e boje se acha animado, contando que
ser froquente como se espera. Esta medida,
por corlo, devida aos esforcos e boa vonlade do
actual gerente que, apreciadar dos inleresses da
companhia, e nao menos da prosperdade do nos-
so paiz, nao poupa, nem trepida ante qualquer
sacrificio. Seja elle, pois, o advogado dos nos-
sos_inleresses; propugne elle pelo incremento
civil e moral dessas localidades que, alera da glo-
ria que Ihe devida pelo hora desempenho de
sen dever, elle receber nossa gralidao. F.' pois
de mister, para que o Sr. gerente veja coroados
os seus esforcos, que os Srs. negociantes nao o
abandonen), animen), pois, o commercio destes
pontos, que osGranjeeuses rclribuiro. Sabem
que muitas produeces restara em menor escalla,
e que animadas se converlem em grande ramo
de industria, e d'ahi fonlc de riqueza, e pnr con-
seguinle alent ao commercio. Assim, pois. es-
forcerao-nos, que da vira em que se bemdiga a
mo, que abri lao prcWeitosa quanlo benelicenlo
communicaco entre este porto e os do Granja,
Acarac e outros
Antes de findar, compro salisfazer um dever.
l'arabens ao muilo digno gerente da companhia
pela sua feliz e acertada medida : o como despi-
do d'expresses, um vol de gralidao de um
Granjense.
Recife 2S de selembro de 1800,
Despachos le exportacao pela me-
sa do consulado desta cidade n
dia %U de setembro de 18GO
Liverpool Briguo inglez Odom, Southall,
Mellors & C, 68 sacras algo.lao.
Montevideo Brigue portuguoz Lusitano. Mo-
reir Costa & C, 200 barricas assucar branco.
RENDIMIENTO DA MESA DO CONSULADO DF
PERNAMBUCO F.M TODO O MEZ DE SF.TF.M-
BHO DF. 1860.
Consulado do 15 por cen-
to dn pao brasil. .
Dito de 5 porcculo. .
Ancoragem.....
Direitos do 15 por cento
das embarcaeoes es-
trangeras que passam
a nacioitacs.....
Direitos de 5 por cento
na compra e venda das
embarcaeoes. .. .
Expediente da capataz a.
Sello ftxo. ...
Dito proporcional. .
Emolumentos de ce'rti-
des..... 303500
733501)
14:1423099
1-256#K50
5P50
2073000
4403495
389g.-,60
43110
Diversas provincias.
assucar das
1C:595-270
Dizimo do
Alagoas. .
Dito do algodo, assucar
e couros da Parahyba.
Dito dn diversos gneros
da dita......
Dito de diversos g-
neros j*lo Ro Ciando
do Norte......
Cafe------------------Venden-sede 6j00a7jlJO por
arroba.
Cha------------------dem de 1S600 a lg800 rs. por
libra.
Cerveja------------dem de 3J600 a 4S&00 rs.
por du/.in do garrafas.
Carvo depedra- A ultima venda efectuou-se a
223OOO rs., tonelada.
Farnho de Irgo Tivemos nesla semana um car-
regamento de Kichmond.e va-
rias partidas procedentes doRio
de Janeiro, cora as quaes o de-
' pozitojhoje monta a 15,100 bar-
ricas, e 1,600 saceos do Chili,
tendo-se vendido a 173 rs. a
de Ballimore, 19& a 203 rs. a
de Richinond, 208000 rs. a de
Philadella, 21 a 23J rs. a de
Trieste, e a 18J o sacco de 200
libras do Chili.
Dita de mandioca Vendeu-se a 53000 por sueca.
Fcijo -----------Vendeu-se a I3OOO rs. por ar-
roba.
Ferro------- O inglez vendeu-se de 59500 a
63000 rs. o quintal, e o da Sue-
cia a 85500 rs. por dito.
Vendeu-se a 270 rs. a botija.
A ingleza vendeou-so 1 285
por cento de premio sobre a
factura.
Manloiga A Ingleza vendeu-se de 880 a
JOOO rs. por libra, e a [ran-
cezade 510 a 570 rs.. Picando
em depo7io 1800 barris.
Venderam-se a 2$300O rs. os
naraengos
Vendeu-se de 83500 rs. por
arroba.
Vendeu-se a HO3 a 1203 rs. a
pipa.
- O do Barcelona vendeu-se a
245g a pipa.
- As steaiinas venderara-sc de
620 a 640 rs. por libra.
- O rebate de leitras regulara de
10 18 por cont ao anno,
dscontando a caixa filial cer-
ca do 600 eolitos desla se-
mana.
I'reles-------------Sem cotaco.
OSCILI.ACAO DA HARK.
Baixamar as 9 h 42' da manha, altura 0.60 p.
Preamar as 3 h 54' da larde, altura 7.0 p.
Observatorio doarsenal de raarinha 29 de se-
tembro de 1860 Vikoas Jnior.
Editaes,
Genebra--------
Loiici------------
Queijos -
Toiicinho-----------
Vinagre------------
Vinhos--------------
VollM---------------
Descont
305$280
CGb$0S
1203172
453110
---------------1:1388670
Prccos correles dos principaes c;c
' ros produeces uacionaes,
oue se despacliam pela mesado consu-
lado na semana de
de 1 a 6 de oulubro de 1800.
Agurdenle aleool ou espirito
----------------i de agurdenle ..... caada
17:7338946 dea caxaca......
- den) (lo caa......
dem genebra.....
dem ideni......
dem licor......
dem idem. .
dem resillada e do reino
surte.
Mesa do consulado de Pernambuco 29 de setem-
bro de 1800.O escrivo, Jacome Geraldo Ma-
ra Lumachi de Mello.
Uecebeiloria ile rwiiilijs internas
geraes le Per 1111111 buco
Rendimento do dia 1 a 28. 26:724*707 Algodao empluma 1." st
..... 2 85)378.8 dem dem 2.a dita .
_________dem idem 3.* dila .
dem do dia 29.
29:5793195
Alfandesa.
Rondimentododia 1 a 28. 311.-42I330
dem do dia 29.......25:0828009
330.5033355
Hovlraento da alfaiidega
Voluraes entrados com fazendas 86
cora gneros 30
Voluraes sabidos cora fazendas 107
> com gneros 488
116
593
RENDIMENTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEttNAMBUCO 1)0
MF.Z DE SETEMBRO, A SABER
loros de terrenos de ninrinlia ..
I.audemios.......................
Siza dos bens de raz.............
Decima addicional das corpora-
les do mo mora.............
Direitos novos e velhos e de
chancellara.................. -
Ditos de paleles dosolliciaes da
guarda nacional................
Diurna de chancellara...........
Muila por infraecijes do regola-
monto..........................
Sello do papel fixo................
Dito do proporcional.............
Premio de depsitos pblicos
Imposto de Correloivs............
Emolumentos ...............
Imposto sobre lujas e casas
descontos.....,......
Dito sobre casas de movis, mil-
pas, etc. fabricados em paiz es-
Irangero......... .
Dilo sobre barcos do interior. .
Taxa de escravos .........
Cobranca da divida activa ....
l:\lraordinario.
Indemnisaces...........
Reccita eventual...................
de
1768985
3373500!
10:3888905 I
373gQ95
5383550
:100300o!
2123353
I
432G6
2:1583080
( 319610
373390
iOOiOOO
. 371$920
4:5093650
dem em caroco '. -
Arroz pilado......
dem com casca.....
Assucar branco novo .
dem mascavado idem .
Azeite de mamona ....
dem de meiidoim e de coco.
Borracha lina......
dem grossa......
Caf em grobom.....
dem dem restolho ....
dem dem com casca. .
dem moide......
Carne seccu ...
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem em velas. .
Charutos bons......
dem ordinarios.....
dem regala......
Chfres........
Lonco seceos......
Courns de boi salgados .
dem idem seceos espichados,
dem idem verdes .
dem de cabra cortidos .
dem de onr.a......
Doce de calda......
dem de Goiaba .....
Numere
casa
Numero!
CODCC
rondalla por......................
dem 6.1 A mesma, um sobrado
com urna loja c um andar, ar-
rendajo por...................... 1:4003000
Idera8.4-Guilbermo Soares Bole-
lho, ci sa terrea arrendada por.,
dem 20.Dr. Flippe Carneiro de
(llmdi Campello, um sobrado
cora u na loja, um andar e soto,
e urna cocheira ao lado oceupa-
) mesmo, avaliada por....
Joanna Mara de Oeos,
Irado com urna loja e um
rrendado por.............
Jos Carlos Manso da
va, te
da pe!
dem 34
11 m sob
andar,
dem 30
Costa ltcis, casa terrea arrendada
por...J...........................
dem 38.10 mesmo, casa lerrea
arrendada por....................
dem 40.Joanna Maria de Dos,
casa leirea arrendada por........
dem 42. A mesma, casa terrea
arrenda Ja por....................
dem 44.4-Thomaz de Aquino Fon-
seca, caa terrea arrendada pnr..
dem 46.- -O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 54.- O mesmo, casa terrea
arrenda a por....................
dem 58.-0 mesmo, casa terrea
arrendac a por ...................
dem 60. O mesmo, casa terrea
arrendada por............. ......
dem 81.Uos Maria Freir Ga-
meiro, um sobrado cora tres lojas
c um anejar, arrendado por......
dem 3.Joanna Joaquina Laura,
urna ctsaj lerrea arrendada por..
dem 5.A mesma, urna casa ter-
rea orremlada por.......,........
Oescarregara hoje 1. de outubro.
Barca inglezaJohn Martinfazendas.
Brigue inglezEagleobjectos para o gaz.
l'atacho nacional Beberbe diversos gneros.
Iinortaco
Vapor nacional fguarau, procedente dos por-
tos do Sul, nianifestou o seguinle :
40 quarlolas cerveja, 50 bariis vinagre, 5 cai-
xas papel de forrar sallas, 4 faidos dito de ira-
presso, 10 caixas vidrus. 1 dita franjas c Olas, 1
k &*>*. WSrctiiRirA *\ V}SVtttiV^> -Slt ViYVb fTSV* YMVW,,
100 latas o 7 barris oleo de linhac.i, 64 pecas cabo
e niialhas, 82 saceos caf, 313 ditos milito, 31 ro-
los fumo, 4 barricas e 52 saceos gomioa de man-
dioca, 3 ditos cera de carnauba, 70 ditos algo-
dn, 19 ditos arroz, 69 ditos farnha de mandioca,
1 barrica, arroz, fejo e milito, 1 dita corno ;
ordem de diversos.
RENDIMENTO DA ALFANDEC.A DE PER-
NAMBUCO NO MEZ DE SETEMBRO DE
1860.
Iniporlaciio.
Direitos de mportacAo para con-
sumo ...............329:309-3150
Ditos de baldeaco e reexportaco
para os portos estrangeiros .'. 3614
6OO3OOO Ditos de bdldeacao e reexportaco
para os portos do imperio. 273160
Expediente dos gneros eslraugeiros
navegados por rabota nem lvros de
direitos de consumo........ 5833357
8U0300 Dito do paiz............. 6133609
Dito livrts.............. 2353350
Armazenagem das mercadorias 3:6453140
1:2003000 Dita da plvora........... 4383J0O
Premio de assignadoa........ 8133529
Interior,
Mullas................ 326-3236
Sello do papelfixo......... 623560
Dilo dito proporcional........ 153500
Imposto do> njudantei do despa-
chante!..........
Emolumentos de ccrlidcs.....'.
Recebedoria de Pernambuco 29 de selembro de
1800,
O escrivo,
ttrnoel Antonio Simdes do Amaral.
Consulado provincial.
Rendmenlo do dia 1 a 28. 60:5513275
dem do dia 29....... 3:3023119
69:8538094
RENDIMENTO DA MESA OO CONSULADO PRO-
VINCIAL EMO MEZ DE SETEMBRO DE 1860.
Direitos de 90 rs. por (a) do as-
sucar exportado........ 6:4735494
Dito de 20 ra. por caada d'aguar-
dento, alcool etc.................
Dilo de 7 Or) do mel.......
Dito 2 01o Jera do algodo expor-
tado ...............
Dilo de 7 rs. por libra de courus
seceos, verdes e espichados.....
dem idem do 5 idem dos mais
gneros exportados.......
Decima dos predios urbanos .
Escravos despachados............
Sello de herancas e legados. .
10 por ccnlo de novos e velhos di-
reitos dos empregados provin-
ciaes...............
Emolumentos de polica.....
2 0[ das loteras extrahdas. .
Imposto de 3 e 4 por cento sobre
diversos cstabelecimentos. .
Dito de 403300 por casa de perfu-
maras etc......................
Dilo dem idem de bilhar.........
Taxa da inslrucQo publica.......
Multas por infracQoes ......
Juros da decima..........
distas............................
Capatazia de 320 rs. por sacca de
tfvonao rvpofwan .......
i por cento de meia siza de es-
cravos ......... ....
2803000
338600
6203000
3383455 dem secros.....
Espanauores grandes. .
I22333O \ dem pequeos.....
1:89 3500! Esleirs de prepon .
------------i Estoupa nacional.....
9:579-5195; Farnha de aramia .
dem de mandioca ....
Feijo........
Fumo em folha bom. .
dem dem ordinario. .
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. .
onima polvilho.....
Ipecacanhua......
lenha em ochas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros. ...
Madeiras cedro taboasde forro
Louro pranches de 2 cuslados
botija
caada
garrafa
caada
arroba
i>


arrba
alqueire
airolia

caada
>>
arroba

arroba






cenlo


libra


um
s>
libra

um
una
arroba

alqueire
alqueire
arroba





arr c-
cenlo


una
u m
13000
600
720
80 0
280
960
320
800
7$0i;0
6$600
5SfO'J
l$90O
33300
3860o
43*0(1
SjOOil
I #760
2$00(j
"Sooo i
43000!
7J500
43500
53000
!SG00 '
Perante a cmara municipal da cidade do
Olnda eslaro ainda em prego no da 1. o 5 do
mez de oulubro prximo viudouro para seren
arrematados por quera mais deros seguintes im-
poslos, que fazem parte das rendas da mesma c-
mara : a aferico de pesos o medidas por 6OI3,
imposto dos 500 r.. sobre eabeca de gado vaceum
por 5033, o alugucl das cnsinhas da ribeira por
9332O, imposto sobre mscales o boceteiras
35-3500, os 80 rs. sobre carga de farnha e logu-
rnes 238040, repesos do acougue 128100, dos200
rs. sobre o gado saino 83256, dos 100 rs. sobre o
gado ovelhum 6$22l : os prelendentes podem
comparecer no paco da3 sessoes da mesma cma-
ra nos referidos dias, munidos de fiadores habi-
litados na forma da lei.
Paco da cmara municipal da cidade de Olnda
em sesso ordinaria de 28 do selembro de 1860.
Joaquim Cavalcanli de Aibuquerque.
Presidente.
Eduardo Daniel Cavalcant Vellez de Guvara.
Secretario.
Perante a cmara municipal da cidade de
Olnda oslaro anda em prego no dia 1." e 5 do
mez de outubro prximo viudouro para serem
arrematados por venda a quem mais der, na for-
ma do ail._28 da le provincial n. 474 de 5 de
maio de 1859, o telheiro que serve de raaledouro
publico, avaliado em 4003, e o predio contiguo
a igreja de S. Sebaslio da mesma cidade, em
chaos oreiros, com 02 palmos de frente, avalia-
do em 2:0003: os prelendentes podem compare-
cer no paco das sesses da mesma cmara, nos
referidos dias.
Paco da cmara municipal da cidado de Olnda
em sesso ordinaria de 2S de setembro de 1860.
Joaquim Cavalcant de Aibuquerque.
Presidente.
Eduardo Daniel Cavalcanli Vellez do (uvara.
Secretario.
Joo Baptista de Castroe Silva, inspector da ihe-
souraria de iazenda de Pernambuco, por Sua
Mageslade Imperial e Constitucional, que Dos
guarde, ele.
Faz saber a todos os habitantes desla provincia
3ue em virlude da ordem do Exm. Sr. minislro
a Iazenda, presidente do tribunal do Ihesouro
nacional, se procede pela lliesourana subsli-
luico das notas do mesmo Ihesouro de20300(1
da quarla eslampa, papel branco, valor por valor
at o fim de abril de 1801, rontecando do Io de
maio subsequenle 1 soflrorem a's ditas notas o
descont da lei na razo de 10 por cenlo nolu
mez, de 20 por cenlo no segundo, e assim por
diante de modo a-perderem todo o valor no d-
cimo mez.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco, 21 de
setembro de 1860.
Joao Baptista de Casiro c Silva.
Declaracoes.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lera de comprar os objec-
tos seguinles :
Para a pltarmaca do hospital militar da guarn-
cao de Pernambuco.
Alcool de 36, 32 libras em garrafas; agurden-
le branca de 22, 32 libras em garrafas ; exhalo
de potassa, 10 libras em vidros; coadores meta-
43000. lieos sorlidos 6 ; extrato fluido de salsa parrilha
18600 de Balyo, vidros 15; encerado de La Perdrel do
93000 n. 2 o 3, rolos 12: emplastro adetivo estendido,
138000.20 varas ; indurlo de mercurio, oncas 4 : me-
2;50 1 nhan, libra 1 ; pellica de camurca, pellos 6 ; raz
IgOOO da China, libra 1 : rob de I.afecteur, garrafas 15 :
33000 -
5000
48000 Para
220 lalezas.
4001 Azeite de carrapalo, caadas 500.
140 i Quem quizer vender taes objectos aprsente as
aOjsuas propostas era carta fechada, na secretaria
103000: do conselho, slO horas da manha do da 3 de
500 i oulubro prximo vindouro.
400 i Sala das sessoes do conselho administrativo,
1^000 para fornecimento do arsenal de guerra, 21 do
33200 setembro de 1860.
13600' liento Jos Lamenha Una,
300 i Coronel presidente.
Ig600 Francisco Joaquim Pereira Lobo,
38000 Coronel vogal secretario interino,
235OO T~ llDn- Sr. regedor do Cymnaso manda
7S000 avisar aos P'',', tutores 011 correspondentes dos
1580001 a'aP00s internos, meto pensionistas o externo
9S000 '
sala parrilha do Sander, vidros grandes 24 .
no follias miada, libras 10, man 32 libras,
fornecimento do luzes dos corpos e fo
Cosladinho.......urna
Mesa
i de 1860.
09:289333
do consulado provincial 29 de selembro
Costado......
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhlico pranches de dous
distados.......
dem idem ciistadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 2 1/2 a 3 de
largura.......
dem idem dilo de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos de secu-
pira para carros.....
dem idem rodas de dita para
ditas.........
Mel........
Milho........
Pedias de amolar ....
dem de filtrar.....
dem rebolos .......
Piassava era uiolhos ....
Sabo. .
Salsa parrilha......
<"Ur>. tLtn^raaui......
i Sola wvaiiucuv Inicio) .
2:9058606 J^P""*; '......
_________I Unhas de boi......
Vinagre........
Pao brasil.....,
8343480
53152
934*351
3:74187001
3143020
12.3150912
2:04J:()00
37:3723083
4103848
53400
28OJ000
9093010
SOOfOOOi
203000!
93800
1413840
9*238j
^ 3323770
b"



par

caada
alqueire
T

um
libra
arroba

urna
arrba
cenlo
pipa
quintal
do Gymnasio, que no dia 22 do convide princi-
pia o recebimento das monsadades, correspon-
dentes ao 4." Irniestre do!.- de oulubro ao ulti-
mo de dezembro do crrenle anao.
Secretaria do Gymnasio Provincial de Pernam-
buco 21 de setembro de 1860.O secretario,
A. A. Cabral.
Trihunal lo commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz priblico, que nes-
la data foi admitldo registro o brigue nacional
j I Olitida, do porte de 214 toneladas, e deque
fWflnO S:, Proprietarios Bailar & Olivera, domiciliados
28500 "es.la cidade do Rccifo-
Secretaria do t-ibunal do commercio de Per-
nambuco 28 de setembro de 186D.
Dinamerico Augusto doiRcs-o Rangel.
No impedimento do ofFicial-maior.
COBBEIO,
Pela administraco do correo desta provincia
se faz publico, que no dia 5 de ou ubro vindouro.
polas 3 horas da tarde era por.to fechar-se-hSo
as malas que deve conduzir o vapor cosleira
-Persinunga com deslino a Taraandar e pro-
vincia de Macei.
Conselho le compras nnvaes.
Promuve este, conselho em sesso de 5 de ou-
tubro prximo, vista de propositas que receba
em cartas fechadas, entregues mase dia, al s
11 horas da manha, a compra dos seguinles ob-
jectos do material da armada, cujas, amostras, islo
, do que couber no possvel, devero oromp*-
nhar as mosmas propostas, incluidos nesses ob-
jectos os constantes na deelaracae ou annunco
de 18 do crrenle mez, assim'de nenhum ef-
feito.
Para os navios.
10 bandeiras nacionas de 4 pannos. 10 ditas
ditas de 2 ditos, 10 bracos de balarra, 100 cami-
para usileiros navaes, 1 escaler d 6 remos, 2(1
para camarotes, 40 dtns de patento
5 arrobas do linha >lo barra, 200 na
73000
163OOO
63OCO
45001)
258O0O,
23500
1 600
I29OO
33000
93000
43OOO 1
2320'
18600
2O3C00
103000
'.530OO
1630OO
83000
83OO
1O3000
3O8OO0
'#00
33500
800
93000
13120
200
120
258000
58000
28800
^Oifechaduras
8:?.u0 I para caixa,
O 2" escriptnrarro,
Ulssos Cokles Cavalcanli de Me
lo.
08S00O
4083000
4083000
4O8JO0O
4003000
5003000
500$000
5OO3OOO
4O0SOO0
7OO9OOO
240-000
2403000
63250
469100
Reciila eventual
Extraordinaria.
as seguinles especies:
Dinheiro 321:2843778
Assignados. 15:2199529
336:5033355
952
336:5043307
Depsitos.
Em bataneo no ultimo de
agosto..........19:6733339
Entrados no correle mez. 1:1533807
20:8279646
Sabidos.............. 6:9539698
Exisleules......... 13:8739918!
PRACA DO RECIFE
Sil DE SETEMBRO DE 181.0
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios---------Sobre Londres saccou-sa a 25
1/2. 25 3/, e 26 d. por 13000,
sobre Pars do 370 a 380 rs.
por fr e sobro liamburgo a
105 rs. por M. B., elevando-so
o valor dos saques a C 50.000.
Algodo O superur vendeu-se a 73600,
a 7g700rs.,e o regular a 7f400
por arroba.
Agurdenle------A ultima venda rcgulou por
1203000 rs.; prec.o que hoje se
repula nominal.
Assucar Sera entradas, c sem vendas.
Couros Os seceos salgados venderam-
se de 210 a 220 rs. por libra.
Azeile dOce------Vendeu-se a 2fl;300 rs. por ga-
lio.
Arroz------------Vendeu-se do 28400 a 2*600
rs. por arroba.
Batatas-------------Venderam-se a 1$000 rs. por
arroba.
Bacalho---------Em atacado vendeu-se a 9f000
rs., e a rclalho de 53000 a 11 $
rs. a barrica, fleando em ser
quinze mil barricas.
Carne secca- A do Rio Grande vendeu-se de
48000 a 4J800 rs. por arroba,
o a de Monlovido de 39200 a
33600 rs., licando em ser triiita
e sois rail arrobas da primoira.
5,000 da segunda.
lovifoanto do porlo
Novios sabido no dia 28.
Portos do sulVapor inglez Onsida, comman-
danto J. A. Reris.
Navio entrado no dia 29.
Portos do sul5 dias e 22 horas, vapor nacio-
nal Crmeiro do Sul. coramandante o capito
de mar e guerra Gervasio Mancebo.
Navios sabidos no mesmo dia.
Habor GraceBarca ingleza Rolbesay, capito
William C. Taylor, em lastro.
Rio de JaneiroBrigue nacional Almirante, ca-
pito Jos Manoel Viauna, carga assucar e mais
gneros.
OJ OS 0. <> 0. u B 1 Horas 1
w * a n 3 P e (A 'XI Itmosphera.
0 a Oireccdo. < tu z O
w * w 53 3> Intensidade 1
OS Centgrado. -i 0 B Pl H 31 O 0.
C3 00 hs 00 0 1a p 00 0 i. * 1 Reautnur.
ce 00 ?^ *_ O -1 _tc OS 1 S- Fahreheit
-1 r<3 00 Uygrometr
-A M O Barmetro l
A noite nublada, vento SE, veto para o terral
c assim araanheceu.
iMJion val,,as Je niarinlieiro e 6 pavilhdes de navio.
Para os navios do arsenal.
1 peca de flelo branco, 10 grosis de peonas
de ac, 30 resmas de papel almaco, 40 arrobas do
sabo, 20 latas e tinta branca de zinco, 10 Alias
de dita prela, 3 arrobas de secantel 3 dilas do
zarro, 20 bracos de balanca, 4 arrobas de colla
da Rabia, 2 ditas de lio de algodoj 4 lernos do
pesos de ferro de 8 libras a 1/4 e 2 caixas de vi-
dro grossos para vidracas de 10 a 16 pollegadas.
Para o arsenal.
1 peca de cairo novo, 12 chicaras ^om pires de
metal, 20 lonclladas de forro bruto, 40 folhas de
ferro anglo de 1(2 polleguda de grossurs, 35 bar-
ras de dito em lencol da mesma arossura, 10
barras de dito da Suocia de 2 1|2 pl)llegadas do
largo o 3 a 4|8degrossura, 9 barras le dito dilo
de 2 pollegadas a 3(4 de largo e 3 a 4(8 de gros-
sura, 12 barras de dito dilo de 2 pollegadas de
largo c 3|8 de grossura, 9 barras de dito dito de
3 pollegadas de largo e 3 a 4|8 de Igrossura. 1
foi o de 4 palmos, 12 saias de algodo azul, 1 sa-
. fra,6 feixes de arcos de ferro sorlidds, 30 bro-
chas para caiar, 1 bgorna de ferro, GU pares de
dobradgas do cruz, 30 ditas de 2 pollegadas em
quadro, 2 foles de 3 1(2 ps de comprimento de
2 e 4 pollegadas de largura, 200 lams de siru-
pira, 400 folhas de Una de vidro, 20 arrobas de
ochre e 20 libras de pregos ripaes de1 cobre ba-
tidos.
Para a enfermoria de marinha.
40 colches e outros lanos Iravesseifos de li-
nho cheios de palha e 24 orines.
Sao as condicoes para a compra desles objec-
tos, sujeilar-se o vendedor multo de 50 0|0 do
valor de cada um nao entregue da qualidade e
na | on-ii contratadas, alera de I lies licar a car-
go o excosso do respectivo cusi no marcado, se
o houvcr, por motivaren! essas fallas que all sc-
jam oblidos; bem como serem esses objectos
pagos no mez seguinle ao da venda. i
Sala do conselho de compras navnos pm 27 do
selembro de 1860 O secretario, Alexandre Ro-
drigues dos Aojos.
Tribunal do commert'iQl
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico que Oca
c
a
V-
p:
pe
<
>
r.
9



Q
C
3=
C
r-
jm*~ .


(i)
DIARIO DE PERNABMUCO. SEGUNDA FE1BA l DE OUTUBRO DE 1860.
registrado nesta data o papel de dislrato que cm
15 do corrente fuera m Jos Alves Fernandes e
Jos Feliciano Pereira de Lira, dissolvendo a la
sociedade, ficando s socio Feliciano desonerado
pital cora quo entrou para a mesma sociedade,
un dinheiro e letras, e o socio Fcruandes obri-
gado pela liquidago.
Secrelaria do tribunal do commcrcio de Per-
nambuco 25 de setembro de 1860.
Dinamerico Augusto do Reg Rangel.
No impedimto do ofBcial maior.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
culhidas desde j as notas
ile 1 o,ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
Novo Banco de
Pernambuco*
Sao convidados os Srs. accionistas do
uovo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de 9$ por
accao, do dia 10 de setembro em diante.
O fiscal da freguezia da Santo Antonio,
seienlifica ainda por esta vez, a todos os donos
de eslabelecimeutos do portas aberus de qual-
quer nalureza que seja, olHcinas, quo as postu-
ras municipaes de 20 de novembro de 1855, con-
Unuam em inteiro vigor, pelo que, em face do
disposto no arl. 5 2, devero mandar varrer to-
das as manhas, al as seto horas, as testadas de
seas cstabelecitnentos e olcinas, e a irrigar no
das de sol, ludo sob a peua estabelecida de 5J
de mulla c o duplo na reincidencia.
Fiscalisacao da freguezia de Santo Anlooio 25
de novembro do 1860. fiscal, ManoelJoaquim
iin Silva fibeiro.
Conselho administrativo
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de gueira tem de comprar os objectos
seguales ;
Para a igreja do presidio de Fernando.
8 medidas de vinho branco em garrafas,
arrobas de cera branca em velas de 42 libras.
24 medidas de uzeite doce.
2 vidros para a lampada.
2 arrobas de verde em massa.
1 arroba do azul em massa.
8 libras de vermelho.
8 libras de amarello francez.
Para a enfermarla.
6 barricas de faiinha du trigo marca SSS.
2 barricas de assucar branco.
2 saceos do arroz pilado.
2 calas de cha hysson.
Para o servico de aluioxarifndo.
1 livros em brauco de papel de llollaoda'pau-
tado de 150 folhas.
12 resmas de papel pautado encorpado.
40 cadernos de papel niela Hollaudn pautado.
12 caitas de pennas de ac envernisadas.
24 cauetas de esplnho dequand.
1 ihesoura de aparar papel.
- facas inglezas de 8 a lo pollegadas.
Para dilferentes olficinas do carapinas.
galopa com ferros.
I serrotes de fix3s.
\ serrotes de pona.
6 goivas curtas e direilas, sorlidas.
* enches.
24 verrumas sorlidas.
12 formoes sonidos do neo fino.
i com pacos pequeos sortidos.
1 c'po de cantil com ferro.
1 guilherme com ferro.
1 dito para moldura com ferro.
1 dito para caixilho com ferro.
'' Planas de vollas sorlid3s com ferros.
3 ferros de dei'ies para planas.
3 folhas de serfa soitidas.
1 barrelete.
1 pu com forros.
2500 pregos de gnarnico.
2500 ditos de meia guarnicao.
1 arroba de cola da Bahia.
Para marcineiros.
12 formoes sortidos de ac lino.
1 serra pequea para serrar folhas.
1 dita bracal para desdobrar raadeiras.
3 ferros sortidos para desbastadores.
1 ferro de abrir macho e femea em parafusos.
1 dito para abrir grampos.
3 sorras sortidas de trncar madeiras.
6 goivas sorlidas de abrir entalhas,
1 ferro de guilherme.
2 serrotes de fixa rom costas de lato.
1 serrote pequeo para jnntar.
6 grosas sorlidas.
1 ferro redondo para moldura.
1 cepo de ferro de abrir macho e fnica.
1 dito de meia canna.
6 grampos.
1 serra do volta.
2 graminhos sortidos.
1 pochel.
2 pedras de aliar ferros.
Meia arroba de colla franceza
8 libras de palhinha preparada, sendo 4 libras
mais grossa.
2500 arrestos.
1 prancho de pao d'tfleo
Babia.
Pretende seguir para a Baha at o dia 30 do
correte o palhaboto Dotts Amigos: par alguma
pouca carga que'ainda Ihe falla para o abarrle,
trata-se com o seu consigoalario Francisco L. 0,
Azuvedo, ra da Madre de Deus n. 12.
Para o Assu
segu em poucos dias o hiate Camaragibc, for-
rado e pregado de cobre, por j ler a maior parte
de seu carregamenlo prompio : para o rosto e
passageiros, trala-se na ra do Vigario n. 5.
Maranhao e Para,
hiate Novaes segu em poucos dias por
ter meia carga tratada ; para o resto, liata-se
com Joo F. da Silva Novaes, larg do Corpo
Santo n. 0, segundo andar.
il
degquem perteocer, cegunda-feira 1" de outubro
s 11 horas da manhaa no armazera da ruada
Cacimba n. t
DE
6 pipas cora vinagre de Lisboa.
20 tumis com dilos.
2 pipas com vinho branco.
Avisos diversos.
1 encli goiva.
Para tanoeiros.
dita de martollo.
dita do raspa.
segura
folie.
sacho.
mallio.
1 quinlal de arcos de barra para ancoras.
Meio dito de dilos para pipas.
2000 cravos para barril.
500 dilos de pipas.
Para ferreiros.
2 duzias de limas chatas de 4 a 15 pollegadas.
2 ditas de ditas de meia canna, sorlidas.
2 ditas de ditas triangulas, sottidas.
I dila de ditas murcas chalas de 5 a 12 polle-
gadas.
1 dita de ditas de meia canna de 5 a ^polle-
gadas.
I dita de ditas triangulares de 5 a 12 polle-
gadas
1 tarracha franceza com caconela de 1 1/2 pul-
legada.
1 dita pequea de 4 pollegadas ou menos.
2 quinlaes de ferro sueco.
1 arroba do ferro em folha.
8 libras de lato em folha.
8 libras de ac de molas de espingardas.
Meia tonelada de carvao depedra.
Meia barrica de areia de caldeinr.
2 duzias de limales sonidos de 3 a 13 polle-
gadas.
Para pedreiros.
(i picaretas calcadas de ac.
3 pices calcados de ac. *
3 malhos sortidos de 24 a 48 libras.
Para o servico agrcola rural.
200 enchadas calcadas de ac.
48 limas chatas de 12 a 15 pollegadas.
ti pedras de amolar (das amarellas).
Madeira de sicupira suflicienlc para 2 carros
e 2 eixos de sicupira para os mesmus carros.
3 paos de arcos para utencilios dos canos.
12 rolos de quiri .ou cabraliiba para cangas.
4 toros de sicupira de 5 a 7 palmos de roda.
1 bomba para tirar agua era cacimba com 20
palmos de altura.
Quem quizer vender laes ubjectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 8
de outubro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 de
setembro de 18G0.
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel voaal secretario interino.
Rode Janeiro,
O bem conhecido brigue nacional Eugenia,
pretende seguir com milita brevidade, tem parte
Je seu carregamenlo promplo pa-,i o resto que
lhe falla trala-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mondes no seu escriplorio na ra da
Cruz u. 1.
Para Lisboa sabe imprelerivelmente al o
dia 15 o brigue Tarujo & Fhos por ter parte
de seu carregamenlo prompto : quem quizer car-
regar ou ir de passagein, dirija-se ao consignata-
rio na ra da Cadeia do Recite, escriplorio de
Manoel Joaquina Ramos e Silva.
Le toe
.
THEATRO DE S.
II1IIMMIIJ UICiDE (.lliRINlNGELl
Terca feira 2 de outubro.
28.a retila de assipatara e 14a para as eamaratesde prineira serie.
Represenlar-se lia a
Grande opera aparatosa
em dous actos do celebre commendador Rossini, applaudida mesmo boje nos primeiros theatrjs
do mundo, in lmiada :
SEMIRAN
A arcSo passa-se era Babilonia, sendo lodos os visiuarios e todas as vistas a carcter da-
quella poca e-: lugares, mandados oxecutar pelo emprezario, polos raelhores artistas de Milao p
Florenca.
N. R.Sendo esla opera muito extensa sedar prinepioas 7 l|2 huras em ponto, e dividir-
se-lia o primeirc acto em dous, com um intervallo de 10 mininos.
Os bilhetes vendem-se como de costurae.
Avisos martimos.
Para o Presidio tle Fernando.
Segu al 15 de outubro o hiato nacional cBom
Amigo*, por permssao de Exm. presidente da
provincia. Recebe carga e passageiros : trala-se
eom o capitao Pereira Mariano, em casado Pal-
mnira & Bellro, no largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
com Martins J limo ruada Madre de Dos nu-
mero 2.
Aracaty pelo Ass.
Segu com a maior brevidade o hiate Gralido
por ja ter a maior parte da carga pronipia ; para
o resto e passageiros, trala-se no l'asseo Publico
n. 11, ou na ra do Codorniz n. 5, coiu Pereira A
V alent.
COVPAMIIA l,ERY4MICAY4
DE
Navegaco cosleira a vapor.
O vapor Iguarass, eoraniandanle Moreira,
segu para os podos do norte de sua escala no
lia 7 s 5 horas da larde: recebe carga para
Uranja e Acarac no dia 1 e 2, para o Cear, Aca-
ra ty e Maceo nos das 3 e 4, Rio Grande e Para-
hiba no dia 5, eucommendas e dinheiro a frete
at 6.
O expediente fechar-se-ha no dia 7 a 1 hora
da larde. Previne-se que d.o se dar bilhetes
de passageni, sera que na respectiva gerencia fi-
que depositado o compleme passaporte aos
passageiros, que na forma du lei nao podem via-
jar sem elles.
COVPANIIIA PERIMMBICANA
DE
Navegado cosleira a vapof
O vapor Persinunga, commandanle Manoel
Joaquim Lobato, segu para os portos do sul de
sua escala do dia 5 do outubro s 5 horas da
larde, recebe carga at o dia 4 ao meio dia, en-
commendas e dinheiro al ao meio dia do da
sabida.
O expediente do escriplorio fechar-se-ha as 3
horas da tarde. Nao se dar bilhetes de passagem
sem que na respectiva gerencia fique depositado
o competente passaporte aos passageiro3 que na
forma da lei nao podem viajar sem elle.
Para o Rio Grande do Sul
sahir dentro destes poucos dias o patacho na-
cional Arapehy. por ter quasi toda a carga
prompta : para o rstanle do carregamenlo con-
traia-secora Munoel Ignacio de Oliveira & Filho,
na praca do Corpo Santo, ou com o capitao do
mesmo, a bordo.
Para o Aracaty
O hiate Sania Rila recebe carga : trala-se
O vapor inglez Forwood. devora aqui chegar
al o fim do corrente nipz, e seguir para S. Vi-
cente, Madeira, Lisboa e Liverpool ; de primei-
ra marcha e tem excellentes commodospara pas-
sageiros, tanto de prinieira como de segunda cas-
se. receber cania para Lisboa e Liverpool : a
tratar com Scoll, Wilson & C.rua da Cruz n. 21,
primeiro andar.
Para o Rio tirando do Norte, com escala
pela Parahiba, segu com brevidade a barraca
Coraeo de Jess, de 90 caixas, muilo veleira
e da segunda viagem : para carga Irata-se na ra
do Crespo o 14, ou cora o mostr no trapiche do
algodo.
Para a Bahia.
O veleiro e bein conhecido patacho nacional
Julio pretende seguir com muila brevidade, tem
parte de seu carregamenlo prompto: para o
resto trata-se com o seu consignatario Azevedo &
Mendos, no seu escriplorio, ra da Cruz n. 1.
OMIM\lII\
DAS
Messagcries imperiales.
Espera-se dos portos do sul no dia Io de ou-
tubro o vapor francez Guienne, commandanle
Enout, o qual depois da demora do coslume se-
guir para Bordeauxrom escala por S. Vicente e
Lisboa : para passageiros c encommendas a tra-
tar na agencia na ra do Trapiche Novo n. 9.
Porto por Lisboa.
Vaisahircom brevidade para o Porto com es-
cala or Lisboa, o brigue portuguez Prompldo
II, forrado e encavlhado de cobre, de PRIMEI-
RA MARCHA ECLASSE: para carga e passagei-
ros, para os quaes lera excellentes coramodos,
trata-se com Elias Jos dos Santos Andrade &
C., na ra da Madre de Dcos n. 32, ou com o ca-
pitao.
Commercial.
Segunda-feiral* de outubro.
Antunus autorisado pelo Exm. Sr.
Dr. jiuz especial do commcrcio, a re-
querimento dos depositarios da mansa
fallida de .lose Luiz, Pereira Jnior, la-
ra' leilao no dia acuna designado as 10
lioras em ponto, na rna Nova casa de
residencia do dito fallido, le toda mo-
blia, joias e predios descriptos no ba-
lanco apresentado ; assim como vende-
r' ao meio diaem ponto a dinheiro ou
a piazo sobre propostas, a loja de fa-
zendas e dividas que pertenceram a
aquelie fallido sita na mesma ra Nova
junto a igreja da Conceico.
O annunciante dar' toda e qualquer
informarao que for precisn, em seu ar-
mazem na ra do Imperador n. 73.
Quarta-d*eira 3 do corrente as
11 horas era ponto.
O agente Uchoa ara' leilao no ar-
mazem do Sr. Annes defronte da al
fandega
DE
14 barril cora chouricas e 15 saceos
com feijao tu do sera' verdido ao cor-
rer to mal tello.
Una olicina de (orneiro
e loarcineiro.
Hwa das Flotes u, *^
Quarta-feira 3 do corrente
Antones autorisado pelo Sr. Joo de Barros
Nello, far leilao de una officina de lorneiro e
marcineiro, aa 'juaes purlcncerain ao fallecido
alternan Bnwman, constando de bneos de tor-
no, parafusos de prensa, machinas do fazer pa-
rafusos, caixas de ferramentas, balaustres, ma-
i;anetas, madeiras e multas outras coasas per-
lencentes a referida officina. Principiar is 11
horas om poni.
O referido agente far leilao por oonla e risco
de ciueii'porlencer, lerea-feira ;2 do corrento as
10 horas da manlia no armazem do Sr. Annes
defronte da alfandega
I)F.
70 caixas com garrafas de cervejt marca dia-
mante 11.
lt) lahs com savel frito de escabexe.
Ira obrado.
PELO AGENTE
O referido agente far leilao por conta e risco
de quem pertencer, quarta-feira 3 de outubro ao
meio dia em ponto em seu armazem na ra do
Vigario n. 11
1)E
1 sobrado de primeiro andar e sotao com bs-
tanles con modos, com grande quintal lodo
murado e cacimba ludo em muilo bom estado,
silo na ladcira da S n. 4.
_____ t*
Vinho e vinagre.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far leilao por conla c risco
Aviso
Thom Leo de Castro, rendeiro do engenho
Pixo, sito na freguena da Luz. cimarca de Pao
d'Alho, avisa ao Sr. Pedro Jos da Gunha, mora-
dor no engenho S. Braz. que o seu escravo Be-
nedicto o procurou para comprsr, sendo queira
vender, dirija-s 90 raesino engenho para tra-
tar, ficando certo que nao se responsabilisa por
fuga ou qualquer cousa que possa succeder ao
mesmo escravo
Os abaixo assignb'dos partecipara que no
dia 31 de agosto prximo passado dissolveram
amigavelmenle a sociedade commercial que gy-
rava nesta praca sob a tirina de Jos Luiz Perei-
ra Lima C, licando a cargo de Francisco
se constituan) em sociedade, sob a ra-
zao de Novaes & Lima, o activo e passivo di fir-
ma exliucla Parahiba 26 de setembro do 1860.
Jos Luiz Pereira Lima.
Francisco Ferreira de Novaes.
Jos Luiz Pereira Lima Jnior.
Aluga-se un sitio na estrada do Monleiro,
Aviso.
Eu abaixo assignado
\chiile La u ronce, consti-
tuido procarador do meu 5^5?"Novnes eJos Luiz,erira 'J'-:
Irmao Emilio aurence,
durante a sua ausencia e
em primeiro lugar decla-
ro que o procurador cons-
tituido em segundo lugar
Adolpiie EVeoord, nao po-
de exereer acto algum de
procurador estando eu
presente, e sem que eu
tenha declarado que te-
nho desistido da procu-
racao,que nullo todo o
acto que praticar como
procurador que actual-
mente nao o Alm de
estar eu constituido em
primeiro lugar, foi cx-
pressamente declarado
que o Sr. ftegord s exer-
eer i a o cargo de procura-
dor na minl.a falta ou im-
pedimento- E para que
conste a quem convier,
luco esta declararlo que
farei electiva pelos meios
competentes e linalmente
que nesta data foi despe-
dido da casa. Recife 21)
de setembro de 18G0.
A Laurence.

A. \V, Osliorn retratista americano annun. ia
ao respeilavel publico desla cidado que elle aca-
ba de receber dos Estados-Unidos da America
um explendido Sortimenlo de molduras redondas
douradas de todas as dmensoes, caixas para re-
tratos fazena muilo fina, assim como receben
um bello sorlimento de casoletas de ouro e al ti -
neles de dito obra prima expressamenle para re-
tratos. A. W. Osborn aproveila esla aprazivel
do lado da sombra, casa grande o com 8 quar- opp.orlunId.a.de Para informar ae publico que elle
ios, cozinha fra, grande sistema, bast: nles ar- I es'a resolvldo a dar liccoes da sua arte em todos
os seus ramos, ssim como tem para vender um
completo sorlimento chimico e outros apralos
proprio para as pessoas que professam a sua arle.
Mr Osborn tambera tira retratos em cartes de
visita e em papel de escripia por preco muilo
razoavel: na ra do Imperador primeiro andar
com baudeira.
Quem precisar de um moleque para criado,
de 16 annos do idade, drja-se ra da Assump-
gao n. 22, que ah adiar com quem Iratar, ou
anuuucie por esla folha.
i S f tTTTTTTT fTT ? fnTT'R
Z DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaignoux, dentista, ra das i a- ^
voredos de fructos, e esl lodo amurado ; quem
o quizer alugar dirija-se a ra do Collegio, hoje
do Imperador, no segunio andar da casa n. 42.
Precisa-se de um caixeiro que enlenda de
taberna para a villa do Cabo: oll'erece-se bom
ordenado, no caso do que mereca, e quer-se
pessoa capaz; a iratar uu travessa da ra das
Cruzes n. .
Aluga-se um sobrado na ra da Peuha n.
29, seguudo andar; a tratar no mesmo sobrado.
@ Precisa-so de um crendo para servico t
-} interno e externo de urna casa do familia, fp
e quo d lianea a sua conducta, paga-se ^
g) bom : na ra da matriz da' Boa-Vista na- @
mero 2. $ tlMM
Rogd-se a todas as pessoas que liverem ob-
jectos para piular na ra do Vigario n. 10, loja
do pinturas, quo osvenham tirar no prazo de 8
dias, nao so esponsabilisaudo o abaixu issignado
por qualquer eslravio quo os mesmos levarem,
visto que se tem de mudar da mesma loja.Jos
Antonio dos Santos l'eres.
42 Gralilica-se eom 505 a quera restituir a ,
a5 quaulia de 190$ purdide hoje desde a ra l
U da Aurora alea do Cabug dando-se pe-
la falta por occasie de pagar-se um ob- i
\% jectu na ruado Cabug. Antes eslive em !
^ duas tojas uiua na ra Nova e outra na
a) ra do Cabug experimentando uns pa-
~j letols, mas procurando-se ueslas nao en-
%r coulrou-se : quem livor achadu pode en-
** Iregar na ra da Aurora no collegio Bem-
3B tica ao Dr. Moraes Sarment que recebe-
^ r a graliticacao declarada.
jS E. Bolelho de Andrade-
T rangeiras 15. Na mesma casa tem agua a <
i.. > i n i > l i-ir. q
p denlifico.
USi LUS0-BR\SLEI1{A,
2, Goldeu Squarc, Londres.
. G. OLIVEIRAleudo augmentado,com to-
mar a casa contigua, ampias e excellenlfs ac-
commodacoespara muito maiornumerode hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branra dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
visitemesta capital continua a preslar-lhes-seus
servirose bons oQicios guiando-os em todas as
cousas que precisen) conhecimento pratiro do
g < paiz.elc.; alm do portuguez e do nelez alla-se
g i na casa o hesoanhol e francez.
Bl Aluga-se a casa terrea n. 120 A junto
BiPOnle dos Afogadus por 14*000 rs. mensaes : a
2 i tratar no paleo do Terco, taberna n. 19. Tam-
ben d-se 1-5005 s 2 COOftOOO a juros com liv-
pelheca em casas terreas, e vende-so semen lo
de coeutro na mesma taberna.
Morella Giacomo e ladro Zanghesi, subdi-
tos italianos, retiram-se para fra da provincia.
Joaquim Mara Machado de Lacerda, subdi-
to p%rtuguez, retira-so para o Rio de Janeiro.
Fugio no dia 27 do corrente um bui de carro
de tur amarea : quem achuu, leve ra do
Rangel n. 09.
O Sr. Mailin Simonsen, sua seuhora o um
criado, Deituind Leshats, reliiain-sc para o la-
rauho.
Pilulas paulista-
nasn.ien.2.
Desde 1852 conservo una viva e grata lem-
branca de um curativo que obtive com a applica-
co das (lilas ilutas, em urna pesssoa de minlia
casa, que solTria um tumor cancroso no peito e$-
(uerdo.
Tendo j muito consultado cora professores,
resolveram estes ser pteciso fazer-se operaco ;
porm a doento nao se achava com animo de'sof-
fre-la.
I.embrei-me consultar ao autor destas pululas,
e este me assoverou que os seus remedios te-
riam suffieieulo forra para resolver e dissolver o
tal tumor, sem ser preciso recorrer operaco.
Esla, promessa era para ralm de pouca esperanea,
porm nao tardei a te-la ; pois que em 12 dias
de tralimcnto desappareceu o tumor, ficando o
peiio perfeito.
Porlanto, nascendo hoje a necessidade de fazer
conhecer a rirtude desto remedio julguei ser de-
ver meu publicar o presente, em beneficio do au-
tor e das pessoas que su acharam no caso quo
acabo do mencionar.
Santos, i! de Janeiro de 1839.
Francisco Correia da Silva.
DEPOSITO GERAL
110 Ra do Parto 110
Rio do Janeiro.
0 abaixo assignado pede ao Sr. Justino
Francisco de Assis, que venba tirar o seu cirro
que j esl promplo na olicina do Sr. Grosgeau
e ao mesmo terapo pagar o novo e velho concer-
t que importa em lttijj, ese uo o vier tirar no
prazo de 8 dias, pagar pelo lempo que liear na
cocheira j |>or mez.
Joo Marlins da Luz.
O abaixo assignado previne ao
respeilavel publico que o terreno de
marinba n. 22ft e suas bemfeitoriaa de
que se acha de posse Jos Francisco Ta-
rares, isto na ra l'noerial defronte das
casas do Sr. major Gusuio lhe esta' hy-
| potliecado pela quantia de 500(, desde
o anuo de 1855.
Manoel Finnino Ferreira.
Aluya-se para se passar a festa 5
casas na Torre, muito frescas e com
commodo para familia : a fallar com
Francisco .lose Arantes no mesmo lu-
gar ou na ra da Matriz n, 5 das 9 do
dia as o da tarde.
Deposito do rap princeza (asse e Ro-
cha, em Pernambuco, e:n casa de
Pinto de Sotiza & Bairao, na ra da
Penha n. G.
Este rap que por sua qualidade tanto se tem
feito recommendar nesta provincia como as
mais do imperio, e principalmente na do Rio de
Janeiro aonde seus autores so exforcam para o
lomar conhecido, fiados na aceilaca que elle
tem adquerido pela boa aualidade que serapre
I \ B<
i
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
l'.m Pernambuco.
Do ordem do Sr. presidente convido sos senho-
res socios effeclivos para sessao extraordinaria
de assembla geral que dever ser feila n3 con-
forraidade do art. 31 dosnossos estatutos, terca-
feira 2 de outubro, s G lioras da tarde, visto nao
ter reunido numero sullicienie em os dias 28 e
27 do corrente.
Secrelaria da sociedade l'nio Beneficcnte dos
Artistas Sefleiros em Pernambuco 28 do setem-
bro de 1860.
Auspicio Antonio de Abren Guimares.
1." secretario,
Eu abaixo assignada declaro pelo prsenle
annuncio, que tendo dado ao Sr. Jos Francisco
Ribeiro a quantia do 1:0009 com o premio do um
por cento ao mez, succede que o diKumentuque
me passou para garantir o meu dinheiro, extra-
viou-se, e caso appareca em poder de qualquer
pessoa, ticar dennnhum elTeilo; visto como es-
te, isio com esta declarando o Sr. Jos Fran-
cisco Ribeiro deve-me passar novo documento,
ou a entrega de meu dinheiro com os compelen-
tes juros, que j fazem capital, nao se contando
o principal que o l.OOUjJ. Recife 28 de setem-
bro de 1860 Anglica Anna Perpetua.
Irmandadedo Senhor Bom
Jess tas Chagas.
Constando mesa que dous auonyraos andam
colisaodo para a testa do Senhor Rom Jess dos
Perseguidos (a qual lem lugar em Janeiro), a
mesma previne que nao encarregou commisso
alguma para tal Um, como consti de urna caria
que se acha em poder de dita mesa, com os se-
guintes nomes : Luiz Francisco d'Annunciacao e
Joo t'.hrisoslomo da Silvi. dirigida consorte do
Sr. Bernardino Jos Monleiro; e desde j provine
s pessoas que receberam carl.is ueste senlido,
que nao deera esmola, visto que taes cartas nao
parlem da irmandado, e sim de algum experieo-
te. Recife 29 de setembro de 1860.
Padre Kaphael Antonio Coelho.
Escrivio.
Precisa-se fallar com o Sr. Joo Maria de
Moraes Navarro, na rua do Crespo, loja n. 20, B.
Precisa-sede I-500$ a juros por tempe di'
seis mezes, dando em Hypolheca dous ou tres
eseravos mogos ; quem quizer fazer esle negocio
annuncie para sor procurado.
Precisa-se do urna ama que saiba coznhar
e fazer todo o servico de casa : na rua do Caldei-
reiro, taberna n. 60.
Afl'onso Henriquos do Vasccncellos, subdito
portuguez, relira-se para a provincia do Cear.
Candida Lina de Figueiredo e Leocadia Ma-
ria de Figueirodo declarara que oSr. Manoel For-
tunato de Oliveira e Mello nao pode lesalmenle
vender nom hypothecar a escrava Genoveva,
crioula, visto ser a mesma escrava de proprieda-
do das annuncianles.
S
-- s. -. -~
* ti **
o o o o
o o o o
o o o o
No escriplorio de Guilherme C.irvalho & C,
rua do Vigario n. 17.
Para conhecimento do publico transcrevemoso
seguinte, como prova do verdadeiro xarope do
bosque, bem conhecido pelas innumeraveis cu-
ra, cxpecialmente para lodas as molestias dos
orgaos pulmonares.
Attencao.
Os abaixo assignados, successores de A C. Ya-
tes i C, cx-proprietarios do xarope do bosque,
fazem si iente ao publico, que do 1." de julho em
diaule fizerim mudanca nos letreiros o envolto-
rios das garrafas e meias garrafas, em conse-
quencia da grande falsificaco que algirraas pes-
soas, sem sentimenlos e bem conhecidas 4los
proprietarios fazem nesta corte.
0 lelreiro que esl collocado as garrafas
DENTISTA
ni:
PERNTAMBUCO.
3Ruacstieila do Uosaiio-l

32 Francisco Piulo Ozono continua a col-
2 locar denles artificiaos tanto por meio
i; de molas como pela presso do ar, nao
jg recebe paga alguma sem que as obras
j nao fiquem a vunlade de seus donos,
^ 'om pozos eoulras preparares as mais
jjg acreditadas para conser.-ac'o da bocea S
KM tmsMtim vaemm
B. Reg Valonea pode ser
azul cora emblema e letras da mesma cor, o do
envoltorio amarello cora letras cor de rosa, aa
meias garrafas tem o letreiro collocado, roxo,
com emblema e letras da mesma cr, o do en-
voltorio verde com emblema e letras da mes-
ma cor.
Todos os letreiros sao assignados pelo proprio
puulio de II. I'ruis i G.
O papel que servo de envoltorio branco, tan-
to das garrafas como das meias garrafas, com o
seguinle lelreiro em letras d'agua : II." Piins &
C.,40 rua do Hospicio Rio rio Janeiro Xaropo
do bosque 40 rua do Hospicio.
As garrafas c meias grrulas sao de vidro de
cr esverdiada. O deposito geral na rna do
Hospicio n. 40, Rio de Janeiro.
Aluga-se um sobrado sito na povoaciio dp
Honleirn,o qual tem commodos para grande fi-
milia ; assim como cocheira e estribara para
cavallos : a tratar com Manuel Alves Guerra na
S rua do Trapiche n. 14, prinu iro andar.
Ensino de msica.
tem conservado ; os annunciantes o fazem lem-j procurado para o exercicie de sua proflsao de
brar ao respeilavel publico, que o nico depo-
sito nesta provincia _na casa cima indicada, a
qual se achasuprida'com todas as qualidades.
CASA
DE
COMMISSO DE ESCRAVOS
NA
Run larga do Rosario n. 20
segunde andar.
Nesta casa recebem-se eseravos para serem
vendidos por commisso por conla de seus se-
uhores. Afianca-se o bom ira lamento, assim como
as diligencias possiveis para que os mesmos se-
jam vendidos com promplido afim de seus se-
nhores nao sofTrerem empate na venda delles.
Nesta casa ha sempre para vender eseravos da
differentes idades de ambos os sexos, com habili-
dades o sem ellas.
Roga-sn a pessoa quo estiver incumbido de
receber os foros das casas da rua das Calcadas ns.
2 e 4, de apparecer na rua do Vigario n. 10, loja,
a negocio de seu ititeresse.
medico
na rua da Cruz n. 21, segundo andar.
LA
stabeccida m Londres
I),
CAPITAL
Cinco miWioes de Mbvas
sierttnas.
Saunders Rrothers& C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
casas, e a quem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e jiedra,
cobertos de lelha, o igualmente sobre osobjeclos
que contiverem os raesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade.
OfTerece-se para leccionar o solfejo.como tam-
bera a tocar varios instrumentos ; dando as li-
ces das7 horas s9 li2da noile: atralarna rua
da Roda n. 50.
D-se dinheiro a juros sobre penhores de
ouro ou prata : na ruido Rosarlo da Boa-Vista
n. 58.
Gravador e dou-
rador.
Grava-se e doura-se em marmore ledras pro-
piias para calacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o .iniiunciante aprsenla seus Irabalhos
nos tmulos dos Illms. Srs. Viraes, Dr. Aguiar
Guerra, Tassoe em outros mais rua da Caixa'
d'Agua u. 52.
Prata.
Paga-se por melhor preco do que em outra
qualquer>arlp, prala de loi, fina ou baixa : na
rua larga do Rosario, loja n. 24, de Francisco
Gomes de Mallos Jnior, junto ao armazem de
louca.
--------------
" "T
I
/


-------
V
UlAHIO DE PERNAMBUCO. SEGINDA FEIRA 1 DE OUTUBRO DE 1860
f*
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
EM
Pernambuco.
Vi3 sor alegadas a quera mais der o raelhores
garantas olTercoer, 5 cusas no sitio Cnjueirocon-
liguas so hospital porluguez ; os pretendentes
podem dirigir-so ao Sr. provedor ou enviar-lhe
suas proposlas em caria fechada al 30 do cor-
renle eui que iindam os actuaes arrendamenlos.
Recife 24 de selerabro de 1860.
Manuel Bibeiru Baslo?,
1." secretario.I
Uleuco.
i
Roga-se a (odas as pessoas que eslo devendo
no abano assignado, veuli.im pagar no pra/.o detO
dia, a.contar da dala doslc, e aquellas pessoas
que deiiarem do o fazer no dilo prazo serao cha-
mados a juizo para reaHsarem os scus debilos.
Recite 21 de selembro de 18Co.
Domingo-- Francisco Ramallio.
Madatue Gekle, eslabeleeida na ra das Cru-
ces ii. 36,avisaao respeitavel publico que se acha
sumpre prompla para fazer qualquer obra de
vestidos de senbora. e lambem chapeos moda
de Taris, por muilo commodo piejo.
Queui ttver uin sitio peito ou
loage desta cidade, com tanto que tenha
casa de viveuda, arvores de fructo e i-
que prximo ao bauho salgado, tempe-
rado ou done, e o quena alugar diii-
ja-s: ao largo do Terco casa tt-rrea nu-
mero 33.
HConsnllorio central hoineopatliico*|
I IPIMMIBWJL 1
<$ r.ontiir.ia sob a rnesma direccao-do Ma-9
@ noel da Mallos Teixeira F.ima, professor@
3) era h.mi -opalina.As consullas como d'an-
tas.
i;| !5 o 1 i e :i ce si I ra I li o m c o pa I h ca ^
1 \)h S.VBINO 0, L PINHO-S
j. S tros nodioamenlosiioraeopatliicos en-
Arlados da Europa pelo Dr Sabino ix
V :;i>js n iieam tutos preparados espe-Z
A i i,ii ii- segnndoas iteo.essidadesda no-
A a tpiihia no Brasil vende-se pelos pre-^
S'-ti i i -i los na bolica central horneo-*),
i liliic i rui le Stnlo Amaro (Mundo No-q
&<) 2
O Sr. Domingos Gesario Pinto
queira dirigir-se a esta lypograpliia.
que Si- Ihe precisa Callar.
Precisa-se de una mulher do miior dado,
que de prova de Sil a conducta e ootnportaniento,
que nao lenha filhos e oulro qualquer embarao,
que seja capaz de sor incumbida de lodo o go-
verno de urna casa de familia e tratar de meni-
nos que andam na esrola : quem esliver nesas
circunstancias dirija-se a ra das Cruzes sobrado
n. 20, segundo andar, que vista da prova que
deve apreseular de sua conduca se dir quem
assim o precisa; prefere-se alguma seuhora
l'or(uRUPza.
Tendo de entregar amigavelmente, no fim
do correnle mez, ao Sr Prxedes da Silva Cus
iiio, a chave do trapiche Hamos, por motivos
que breve levarei ao ennhecimento do publico :
convido aquelles seohores que no mesmo trapi-
che tiverem algumas fazendas recolhidas, lenham
a bondade de se dirigirem ao mesmo trapiche
a fim de serem conferidas. Recife 24 de selem-
bro de 1860. Jos Mario Fernandez Thomaz.
Aluga-se a casa n. 107, da ra Imperial com
dons andares e sotiio : quem n pretender queira
dirigir-se a ra da Aurora n. l A.
O Sr. Andr Avcllino da Costa venha res-
galar o scu relogio no paleo do Terco n. 19, no
praso de tres dias, do contrario ser vendido
pela quanlia que orear o principal e juros e o
importe do prsenle annuucio.
Hotel Trovador.
Ra larga do Rosario n. 44
As pessoas que recorrerem a este hotel encon-
trarlo boa commodidade para urna uoite, dias e
utezes, conforme Ihesconvier, eitconlratic lam-
b-in a qualquer hora do dia c noite lanche e ca-
l. O dono do respectivo hotel se obliga a dar
roada para fra as pessoas, que quizciem. as-
segurando lodo o asseio. Tudo por pieco com-
modo.
Retratos
ern cartoes de visita como se
usa era Pars. Os 100 por
o relralo o mais econmico que se pode ob-
ler e o mais proprio para dar de mimo aos p-
renles e amigos, podendo ser remetlido commo-
damenle dentro de urna carta. F.sles retratos,
nao obstante suas pequeas dimenses, repre-
sentam a pessoa de figura inteira com o maior
apuro nos delulhes, sao a mais propria recordaoio
de ludas as pessoas que nos siio gralas. Reunidos
em eolleeoao poderaoservir para formar ura ele-
gante lbum dedicado a amisade. Tiram-se lodos
os dias e com qualquer lempo, no instituto pho-
SOCJEAUE
INSTITUTO PI E.LITTERA..IO
A commissao abaixo assignada, encarrilada
dos festejos do anuiversario do liislitulo Pi o
Lilterario, faltara a um rigoroso dever se nao
viesso pelo presente agradecer a lodos os si-nho-
res socios honorarios e correspondentes, aos se-
ohores convidados e as diflerentes associacoes
que sedignaram assislir a sesso magna do dia
23 do correte, anuiversario do mesmo Instituto.
Assim como agradece a lodos os socios que ssis-
tiram a mlssa do seu padroeiro, no mesmo dia.
Rocife 27 de selembro de 1860. Allino Ro- i G>
drigucs Timenla. Henrique Mamede Lins de I .^
Almeida.Joao Baplista de Siqueira Caveleanti. I 15
Jos da Silva Loyu Jnior. Menervno Au- | ^
gusto de Soii/.a l.eao. Tilo l.ivio Vielra Dorias.: ^
Precisa-so fallar com o Sr. Joaquim Lopes afe
Mac.ieira, clit-gado ha poucos mezes do Macei : ^f,
Aluga-se
o segundo andar uo sobrado n. 5 da ra do Viga-
rio : o tratar no mesmo.
i
I
tographico de Slahl & C. Retratos de S. M. o Imperador. ra da Imperatiiz. c,a. e.nha bondado de mandar elle se dirigir S
r ra Din-lia n. 24. ik-
adeuda dos fabricantes auterlca*
aos Griuiver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel
johuston & ra da Senzala Nova n. 52
PCM --'
i v.'..::'"- '
Eslaspennas de difTerentes iiualidades, sao fa-
bricadas de ac de prala refinada de primeira
tempera, e sao applicaveis a todo o lamanhode
etlra. Prec.o 1J>&00 cada caiza e pennas de ouro
lelo mesm autor com ponta de diamante, que
crem a grande vanlagem de nao estar sujeitas a
cr.T^rferrugem e conservndose bero limpassio
de Oi;-acao intinila, deposito em casa dos Srs.
Iluodes & Gonc as ra da Cidria n. 7.
fs
Olerece-se una mulher para ama de ho-
rnera sollciro ou rasa de punca familia ; quem
precisar, dirija se a ra do AAgoas Vordes n. 92.
Vai praca nos dias 25 e 28 do correnle, e
2 de oulubro depcis da eudieucia do Illm. Sr.
Dr. juiz do orphaos, o moleque Amaro, dban-
nos de idade, oertencenle aos beiis da finada D.
Mara Rosa d'Assumpco.
i AVISO. 2
@ O Dr. Joo Pedro Maduro da Ponseca @
@ mudou a sua residencia para a ra da f.a- @
J5 deia do Recife n. 52, seguudo andar, aun-
@ de sr, presta ao servico lano de medicina
@ como de cirurgia e das 9 para As 10 horas
da manhaa sempre o encontrarlo cm casa. @
va.:'
.HBWI_.
O Dr. Cosme de Sa'Pe eir da'
consultas medicas em seu escrip-
torio.no bairro do Recife, la
da Cruz n. 53, todos os dias,me-
nos no dominaos, desde as t
horas ateas 10 da manhaa, s-
breos seguintes pontos
1 Molestias de olLos ,
2. Molestias de coracao e de
peito ,
.- Molestias dos OrgScs da (je-
ta cao e do a n us ;
i.- ralicara' toda e qualquer
operacao que julg r conve-
CORAL.
Vende-so verdadeiro coral de rais a preco
muilo coramodo, e mais muilas miudezas e rap
de varias qualidades, tanto a retalhn como em
libras : Da ra larga do Rosario pascando a bo-
tica asegunda luja de miudezas u. 38
Vende-se cadeira de pinlio e ci-
mento tanto em barricas como em ti-
nas
liquidado
Na loja de chapos da praga da Independen-
cia ns. 36 e 38. vendem-se os seguirfles objectoi
: e mais barato que em oulra qualquer parle : cha-
no armazem do Dl'CCO do linpe-: posde feltro de 2*560 a figOO, ditos do Chylo
rador n. 24.
otate para.o restabelecimen- ^
^ to dos scus doentcs.
P O e\amedaspeHoasque o con- $
M sultarem sera' feito indistincta- irjS
^ mente, e na ordem de suas en- |
Iradas, fazendo excepcao os doen-
tes de ollios, oti aquelles que por P
^ motivo justo obttverem hora |
M marcada para este (m. M
Aitenco.
Liquidado.
O dono da loja de miudezas da ra Direila n.
83, desejaudo acabar com a mainr parte das miu-
dezas que lem em seu eslabelecimenlo, est re-
solvido vender tudo a dinheiro, pelos prcco8 abai-
xo mencionados, a saber : superiores agulias
francez^s Icaixa) ICrs., grampas a 20 e 40 rs. o .
maco, gollinhas finas para seuhora a 500 rs., 1- 2
de2j[ a 12$00b, ditos de casam' i com abas for-
(/fadasdo pilha de 2#* 2$560, itos de outras
qualidades que s com a vista os compradores
so convencerao; bonets a ingleza bordados a
|ouro, ditos de diversos goslos para meninos,
chapos de palha paia homem de diversos gos-
los, ditos amazonas lano de feltro como de pa-
lha para senhoras, galoes de ouro e de prala pa-
ra divisas, bonets para a gurda nacional lano
de soldados como do offioiaes, o outros muitoi
objertns que eslarao presentes.
-ija-i 3HfijLjw'^jisiuii'UtiiHiii;iaU'i SJt ^e-amn* ,i
Seguro contraogo o
OSIFAlIHl
nha ae peso a 120 rs a miada, fita para cs a
210 a peca, penlesde bfalo para alisar a 240 rs.,
oleo de babosa a 560 o frasco, papel almaco a
28 a resma, escovas para dentes a 160, canelas i
de mailima 120, pintes linos para tirar pioihosa
300 rs., meias minio finas para senbora a J) u '
duzia, dilas de cor para meninas a 200 e 2i0 rs. I
o par, meias finas de cor para homem a 200 e 240
rs., babado ou tremoia do Porto a 80 o 100 rs. a ;
vara, e peca com 30 varas a 2*400, verdadeira
fita de liulio a 100 rs. a peca, pentes virados para
atar cabello a HjGO. toncas de la para meninas1
a 500 rs., tesouras para costura com aro enver-l^f f lalav A IoiiiiiumIik 7;
nisado a 400 rs.. ditas grandes para corlar S- j L J AStiey LtOOlpailDlM. g
lisla de Pans.
15Ra Nova15
Prederico Gaulier, cirurgio denlista,
faz todas as operacoe da suaarle e col-
oca dentes artificiaes, tudo com a supe-
rioridade e perfeicao que as pessoaseu-
tendidas Ihe reconhecem.
Temagua e pos dentifricios etc.
(Si
a
&AAAAiiBai ,..... rt; Precisa-se alugar uin sobrado de um andar ou
u,.g ros da Boa-Vista ou Santo Antonio : quem o ti-
ver, dirija-so a ra do .Crespo n. 85.
SSr* Manool Pereira'. Lopes Riheiro Iransferio
a sua lojn de barbeiro oefronle da matriz da Boa-
Vista n. 86 para n. 13 em fenle os retratistas
re- : imperiaes ou contiguo ao deposito do Sr. Pinto,
Vaccina publica.
Transmissao do fluido de braco braco, as
quintas e domingos, no torre.io da alfandega, e
nos sahhados at ;'is 11 boras da manhaa, na re-
sidencia do commisssrio vaccinador, segundo an-' participa aos seus freguezese ao publico em geral

Roga_-ie aos d<-vedores da loja a
ra Direita n. C8, de vinm at o dia
15 de outubro do correte anuo salda-
retn seus debitse seassim nao uzererd
verao seus nomes por extenso niste
Diario.
O Sr. Jos Alfonso do Reg Bar-
ros tenha a bon lade de apparecer na
ra do Crespo n. 20.
Fa ra Imperial n. 203
se dir quem d dinheiro a premio sobre
nhores.
Pede-se ao Sr. Antonio Joaquim Fernandes
de Olive ira o favor de apparecer na ra do Cres-
po n. 21.
Alugam-so duas casas em Sanio Amaro na
ra do Lima, junto a [undico, com bstanles
commodos una dolas : a fallar com Jos Gon-
ealves l'erreira Costa, all residente.
Precisa-se de um amassador : na ra larga
do Rosario n. 46.
dar do sobrado da roa estrella do Rosario n. 30.
|ttH|$?! ':::, -v^^s^**
@ O Si. Tnbia Pieri, artista italiano, pre-
11 tendo dedicar-se ao ensinn de piano e. de (;
@ canto : as pessoas e os pais de familia que @
i qui/'-rom ulilisar-s-; com o sen presumo, !
poilein procura-lo na ra de Santa Isabel g
n. 9 para tratarem com o mesmo senhor,-^
que ser mui razoavel nos seos ajustes.
que lem offlciacs habis tara corlar cabellos, fri-
zar e todo mais pertencente a sua irte, assim co-
mo receb- luchas continuadamente de Hamburgo
para alugar e vender, bota ouvidos em armas de
espoletas e amola-se todo o ferro corlante isto I
com asseio e presteza, pode ser procurado a;
qualquer hura.
i Precisa-se tomar a premio sob
antia
por
este Diario.
O abaixo as berna sita na ra Imperial n. 213, e leudo entre-
gado a sua administraco a) Sr. Jos Joaquim de
Sanl'Anna, declara ao respeilavel publico o ao
corpo do conimercio, que nao se responsabisa
por debito algum coatrahido na dita taberna, ou
seja em uome do mesmo administrador, ou do
O Sr. thesoureiro das lolerias tendo obtido do \ abaixo asignado.
P" i Exm. Sr. presidente da provincia a opprovaco L Jos, Mall's da fllva Cn,rSps-
do plano que abaixo "ai transcripto, manda fazer | SOCiedado UOS iJeVOlOS il 0.1-
,:; que sera mu razuatei nos seus jusu-s. *? i *1__
9S#d# hypotheca de um moleque a qua
S (fe fift'i fe l H iS B ii t't -'0$ quem o ti ver aununcie
tido a 800 rs., dilas muilo finas para unha a 400
rs.. linha de peso a 120 a miada, clchete em W
carlo a 50 rs, Jeques finos a 2j500, meias pre- ^
tas para seuhora a 280 o par, pennas finas de ac j
a 500 rs. a gioza, cartas francezas douradas a 5 t w
rs. o baralhu. superiores obreias para as amo- i 3
radas a 200 rs. a caixa, redoma de vidro com o|l[
crucificado a 640, bulos para punho a 160 o par, 9
cofiadores para cspartilhos a 100 rs., livelas para |H
calca a 80 rs., fiinhas de sarja muilo estreitaa, ^
de lindos goslos, propras para enfeitar toucas 3
ou vestimenta de meninos, tranca de seda muilo ^
estrella propria para enfeitar vesiimenta de rae-: 2 Kcn nonrrlnQ
nios a 120 a vara, bicosde seda pretos de dille- i E L,st' "p'1' ua8,
rentos larguras, lilas jarradas de sarja, garca,
selim, franjas do seda de difTerentes larguras,
bicns e rendas ; lodos estes objeclos que nao tem
proco, e outras que se deixam de annunciar, ven-
dt-m-se por melado de seu valor para acabar.
1

Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Luchadas de ferro.
Ferro sueco.
para
.9
13
publico que do conformidade com o mi sino pla-
no se achant expostos a venda lodos os dias na
roa do Imperador n. 36 e na casa commissiona-
da pelo mesmo Sr. thesoureiro na praca da In-
dependencia ns. 14 e 16,.os buhles e meios da
quarla paite da quinta lotera do hospital Pedro
II, cujas rodas rievero andar impreterivelmenle
no dia 6 de outubro prximo futuro.
Thcsourar a das lolerias 22 do selembro de
1860.J. M. da Cruz.
Vinva de Souza Coulo, declara ao respeitavel
cerpo do commcrcio e a quem interessar possa,
que o Sr. Firmino Alvos de Souza dcixou de ser
seu ciixeiro desde o da 22 do corrate mez.
O armazem n. 13,
da ra da Cruz do Recife, est para alugar-se : a
tratar no Forte do Mallos, largo da Assembla
n. 18.
Aluga-se urna casa torranos bair-
ros d? Boa-Vista, Santo Antonio ou S.
Jos : quem tiver entenda-se nesta ty-
pograpiiarpie achara'com quem tratar.
Adriano dos Santos Pereira, subdito Poitu-
guez, relira-se para a Parahiba.
Oll'erece-se urna ama capaz para servico de
urna casa : quem a pretender, dirija-sc a ra da
Agoas Verds n. 92.
4000 billieles a
20 por ceulo.
PLANO.
iOOO.....
pella da estrada de Joo de
Barro.
1 Premio de
1 Dito de .
1 Hilo de .
1 Dilo de .
2 Ditos de 200
4 Ditos de 100.
6 Ditos de 50$
16 Ditos de 20^
20 Ditos de 10?)
1036 Dilos de 5g
1288 Premiados.
2712 Brancos
5:000$000
2:OOO0O()
8O0/J00O
400g000
4i.0*0<)0
400gOOO
3005000
320*000
2O0>0o0
6:180*000
De ordem do Sr. presidente, sao pelo presente
convidados todos os seuhoies mem.-ros da mesa
directora para se reunirem no dia 3 do correute
pelas6 1|2 horas da larde, no lugar do costme,
alim do se resolveren! negocios de importancia.
Recife 1." de oulubro do 1860.O secretario,
l.uiz Iiraucisco de Paula Ramos.
Na ra daCadeia n. 24 deseja-sc fallar com
20.000000 os senliores :
4:010*000 Joaquim Dadivo Telles de Souza.
---------------1 Domingos Caldas Pires l'erreira.
16:000*000 ; Pirmino Antonio da Silva.
Marcelino de Souza Pereira de Brilo.
Joaquim Clemente de Lemos Duorlc.
Joo Rodrigues Cordero.
Cleto da Costa Campello.
Lcobin'o Henrique Mafra.
Antonio de Albuquerque Maranho.
Offerece-se una mulher moca e seda para
engommar e coziuhar em casa de homem sollei-
ro ou viuvo : quem precisar, procure na ra do
Sebo, casa n. 25, na Boa-Vista
Aluga-se urna casa terrea por detrazda ma-
-16.000*000 triz da Boa-Vista n. 14 : a Iratar na ra da Flo-
rentina n. 32.
Precisa-se alugar um sitio na Capunga : a
chegados de novo pelo ultimo paquete : na loja
do vapor na ra Nova n. 7.
Vinho Slierry da marca
Tod Ilfiallij & c.
Km casa de Gustavo Boussel A. C, ra da Cruz
n 5, vende-se vinho de Sherry muilo fino, da
bem conhi-cid mana
Tod Heatly & C.
Vinho do Porto muito lino.
Vinho de Bordeaux.
Chat. Margaux.
Chat, la rose.
Risroitos inglezes.
Todos para procos muilo commodos.
Vende-se urna cabra (bicho) muilo boa de
leile e muito mansa, a qual lera suui cabritinho:
na ra da Santa Cruz n. 26
Vende-se urna poreo de courinhos curtidos
por preco muito em couta : no paleo de S. Pedro
4000
Saldo
a luz o 3." lomo das bio-
numero 6.
Milho.
Vendem-se saceos com millio a .")*."iOil
acabar : na ra da Cadeia do Recife u. 3.
para
Uillio novo.
Saceos de alqncire : no largo da Assembla n.
19, armazem de Aniones Guimaraes A. C.
Cera de carnauba,
qualdade especial : no largo da Assembla n
19, armazem de Antones Guimaraes & C.
Charutos do Rio,
- Joao Jos de Medeiros, morador na cidade W a, petas; e honiens il
da Parahiba na ra das Convertidas, sobrado n. & 1 i
136, faz siionte ao respeitavel corpo de commer-Ilustres da provincia de Pernambuco,
ci desta cidade de Pernambuco, que por encon-j pej0 oominenc'ador A. J. de Mello.
StZ^r1"0"85"8818'"^: Em.- asbiographia.de LuizFran-
cisco de Carvalho Couto, Jeronymo de
Albuquerque Maranho, Alvaro Teixei-
ra de M&cedo e Joao Antonio Salter de
Mendonca ; um bello poema jocoserio,
sonetos, trinta edes anac eonticas, a
historia i nteressante do levantamento
de Goianna era I821,e noventa e dous
documentos inditos. Por hora em
raao do autor.
F.duardo Flippe Francisco Tnic.hon, socio
da casa commeicial desta praca soba razo de K.
A. Burle & C relirandi-se para a Europi, deia
por seu procurador com plenos poderes, em pri-
meiro lugar a seu nico socio Eduardo Alexandre
Burle, e na falla desle ao Sr. commendador Ha-
noel Goncalves da Silva.
Giovani Faraco e Rocco Pagano, subditos
napolianos. retiram-se para fra^lo imperio.
lliiiique d Barros Cavalcauli de Lacer-
da convida aos amigos e collcgas do finado
Jos Vctor Granja assislirem a jnissa
que pelo eterno repouso de sua alma se ha
de celebrar se gnu da-fe ira Io de outubro s
8 horas do dia na matriz da Boa-Visla.
all desde 1852 no largo da Assemb.a
armazem de Aniones Guimaraes & C.
n. ia,
tratar na ra do Crespo n 14.
CoilSUllOI'iO especial llOineOlialllicO, l'lia qualidades finas .- de difiranles formatos, fabri-
de Santo Amaro (Mundo Aovo) n. ti. '''ldns por um dos melhores a",ores- -lab"lecv">
O Dr. SibinoO. L. l'inho, 6V volla de sua via-
gem a Luropa, d consultas lodos os dias uleis
desde as 10 horas al'uieio dia ; visitas aos do- I
micilios de meio dia em dianle ; e em caso de
necessidade em qualquer hora. As senhoras de |
paito e os doentes de molestia aguda que nao ti-
verem anda tomado remedio algum allopaihico|
ou homeopalhico serao attendidos de prefb- 1-erros econmicos de engommar a vapor
reacia.
Ac de Trieste
Pregos de cobre de rom- I
posico..
Barrilha e cabos.
Brim de vela. g
I Couro de lustre.
I Palhinha para marcinei-
ro : ao armazem de C. \
i. Astley A C. 1
Taboas de cedro.
Vendem-so no Forte do Mattos, largo da As-
sembla, armazem n. 18.
Liquidaco de fa-
zendas
Por menos de seu valor
Na ra Direila n. 08.
Riqnissiraos vestidos de bareje de seda, dilos
de mussulina de seda, dilos de fantasa de soda,
dilos de seda prelo, ditos de grosdenaples borda-
do a velludo, polacas fraocezas da ultima moda,
chales de todas as qualidades, paletos de panno e
de casemira de difTerentes qualidades, ditos de
alpaca prela e de cores de 2 3g00, e outras
muilas .fazendas que e enfadonho menciona-lo*.
AfTiaiicando-se que nao se engeils dinheiro.)
Loja de calcado.
Vende-se a dinheiro ou a prazo urna loja de
calcado com poucos fundos, muilo propria para
qualquer principiante, e muito acostnmada a ven
der buhles de lotera : quem pretender dirija-se
;'i praca da Independencia n. 39, que se dir
qual .
iquidaeao
para acabar.
DI
Avis.
APPOVACiO E AlTORISACiO
DA
kmmtk wmmi m mmmm
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
KLECTRO MAGNTICAS EPISPATICAS
Para se.rem appcadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo.
AS CHAPAS Ml'.DICINAESso muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincias
drtsl* imperio ha mais de 22 anuos, e sao afamadas, pelas boas curas que se teja obtido as enfer-
mo! ides abjixo escripias, o que se prova com innmeros alleslados que exislem de pessoascapa-
/-. e dn listinccoes. H
Cun estas" :ii.vp.\s-Ei.Bf.Tiio-SAfiNETiCA-EPisPASTiCASobtf.m- se urna cura radical e infallivelem
n I n os casos de inllammacao (cansacoou falla de respirando), sejam internas ou externas, como
d i i;il). bofes, estomago, baco, rins,ulero, peito, palpilacao de coraciio, garganla, olh'o's, ery-
sia las, rheumalismo, paralysia e todas as affecces, nervosas,etc., ele' Igualmente para as dif-
frailes especies de tumores, como lobinho,escrfulas etc., seja qual for o seu lamanho e pro-
u:il-.a. por molo di suppurjc.io sero radicalmente extirpados,sendo o seu uso aconselhado por
i, ib -i-- e dislioctos aculiativos
As encomraenJas das provucias devem ser dirigidas por escripto, leudo lodo o cuidado de
a'.-;- n n vmaria* explicanes, se as cliapas sao para homem, senhora ou crianca, declarando a
ni ilestia ero que. parte di corpo existe, se na cabeca, pescoco, braco, coxa, perna.'p.ou tronco do
ooroi). declinndo a circuraferencia : e sendo nchaco?s, feridas ou ulceras, o molde do seu tama-
nho era ura padaco de papel o a declaraco onde exislem, afim de que as chapas possam ser
bi o applietdasno sen lugar.
Po" le -.4ft inml.ir vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As ehapaasoro acompanhadas das competentes explicaces e lambem de todos osaccesso-
rios para a eolloeaco deltas.
CiiHullas a lo las as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianc.a, em seu escripto-
10, que se achara aborto todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
||9 Ruado Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
l'recisa-se de ua casa terrea com quintal,
que seja pequea, as seguintes ras, Florentina,
Bella, Roda o S. Francisco : quem tiver an-
nuncio.
Est justa e contratada a casa da ra da
Conceicao da Roa-Vista n. 36, perlencente a Sra.
Gerlrudes Antonia e Mara Joaquina : quem mais
seacharcom direilcra ella declare nestes qualro
dias.
mvsm.
O abaixo assignado laz publico a
quem pussa interessar contiido o bilhete u. 244r> da primeira
pa te da primeira lotera de Nossa Se-
nhoru (o IJoui Consellio, premiado com
O abaixo assignado, cstabelecdo com loja de
calcado na ra Direila n. 7, avisa ao respeitavel
publico, que francisco* Ignacio Accioli deixou de
ser seu caixeiro desde o dia 29 do presente mez.
Rec.ifrtB9 de selembro de 1860.Adolpbo Aslol-
pho Vasconcellos Pimenlel.
Alten cao.

Na r.ua do Imperador n. 14 precisa-se fallar
ao Sr. Francisco Jos Marques, a pedido de p-
renles do mesmo senhor, que existen no Rio de
Janeiro.
. Quera precisar de um caixeiro tanto para
casa particular como para embarque ; pode di-
rigir-se ao largo da Assembla n. 1C, Forte do
Mallos.
Precisa-se de urna ama para coziuhar : na
ra dos Pescaderes n. 1 e J.
William G. Fennelly, relira-se para Macei.
Na ra da Cadeia do Recife n. 54, deseja-se
fallar com o Sr. Joo Paulo Ferreira.
Aluga-se um sitio muilo perlo da praca,
com commodos para grande familia : a tratar na
ra da Crol n. 5t\ armazem.
Ferros econmicos
ra Nova ti. 20, loja do Vianna.
Attenco.
o
Ifa loja de chapeos da praca da Indopedcn-
dei-:,i n. .10 e 38. vendem-se chapeos de couro
Na loja di ra do Crespo n 14, vende-se um
variado sortimento de fazendas abaixo menciona-
dos o por procos o mais barato queso pode ima-
ginar ;
Cassas de cores fixas u corado a 160 rs.
Camisinhas de cambraia com gollinhas a 500 rs.
Dita dita com gollinhas e manguitos a 4.
Pentes riquissimos de tartaruga de 10# e 19f.
Chales de l.ia eslampados a 29500.
Dilos de merino de urna so edr a 3$.
Dilos de louquim a 155.
da Russia, pelo diminuto proco de 1000 cada j, *og do de core's com bico a 120 rs.
chapeo.
I
AO
ompras.
armazem de fazendas da
ra do Queimado n. 19.
Leuces de bramante de urna s largura pelo
barato preco do 1?J800 cada leocol.
l'.o\;i(!o a mil c duzenlos res.
Grosdenaples furia-cores com urnas pintaS de
mofo muito pouco, pela pechincha de 152O0.
A 5$500 chales.
Chales de merino bordado, franja de seda.
Palelol de seda para homem de 10$ a 12g.
Dilo de panno c casemira a 15$ e 18ft.
Coitesdo vestidos de larlatana bordados n seda
a 13-5 e 20$.
Dilos dita de fnlar.de seds a 15#
Dito dito de seda preta e de cojes bordados com
babados a 60J.
Ditos dilo de grosdenaple prelo bordado a ve-j
ludo coro babados a 7()g.
Dilos dito de grosdenaple pretn a 50g.
Ditos dilo de grosdenaple prelo d'aquile a 30JJ.
I Diles dilo dito dilo a 25.
Ditos dito de seda de cores com babado a 20$
e 40.
Ditos dilo de phantasia de barege a 15jJo 17j|.
Ditos dito de cambraia brancas bordados tinosa
f' o 303.
s
Compra se lijlo de alvenaria, no escripto-
rio da Companhia Pcrnambucana.
Comprara-se escravos de ambos os sexos
de 12 a 25 anuos para so exportar para o Rio de
Janeiro, tendo boa3 figuras e sadios, paga-se
bem : quem levar 011 inculcar na ra Direila n.
60, escriplorio de Francisco Mathias Pereira da
Costa, recebera 20g de gratificaco.
Compra-se iuoedas de ouro bra-
sileiras e portuguesas : em casa de
AikwightiSt C-, ra da Cruz n. 61.
Compram-se moedas de ouro de 16$ e 20 :
no largo do Corpo Santo, escriplorio de Manoel
Ignacio de Olivt-ira & Filho.
e
a sorte de 10:000$, garantido por P. J. n_ comprase um escravo que seja robusto
Layme, (o preciso recorrer ao Illm J proprio para qualquer servico : na ra larga do
Sr. Dr. chefe de polica para fazer ef- i Ro"rio n" 18- '''^ro andar Na
, 1 vende-se una excellente escrava,
lectivo O pagamento da respectiva ga- lente engommadeira e cosinheira.
Colchas de fuslo muito grandes de lindos de-
senlies a preco de 5500.
Brzeriiins de spnliora.
Vendem-se bonegnins de senhora muito novos
pelu diminuto proco de 48800, a dinheiro vis-
ta : na ra da Cadeia n. 45, esquina da ra da
Madre de Dos.
Livros.
mesma casa
moca, excel-
ia. Recile28 de setembro de 1860.
Jos Joaquim Gome* deAbreu.
L
DA
A
mmu
Alfaiale fraucez, residenlo na ra da Cadeiaado Recife, tem a honra de avisar ao respeitavel
publico desta cidade, que, desde 15 de agosto deixou de fazer parle da casa do Sr. Mercier, e que
acahn de abrir um eslabelecimenlo lh grande ponto, no n. 16 da ra da Cade* do Recife, assegu-
rando desde j aos concurrentes que esforcar-se-ha pela perfeicao, baraleza e promplido das en-
encommendas que lh forem feitas. Igualmente lem um rico sortimento de fazendas de todos os
goslos e de primeiras qualidades, para calcas por precos commodos.
PROVI
Compram-se moedas brasileiras de vinle e
dez mil ris : na ra da Cadeia oo Recife nu-
mero 22.
Vendas.
Primeira parte da primeira
lotera de Nossa Senhora
do Bom Conselho.
O abaixo assignado vendeu o bilhete
nteiro n. 2H5 e abaixo transcreve o
recibo da garanta dos 8 por cento-
P. J. Layme.
Recebi do Sr. Polycarpo Jos Layme
a quantia de 800$ importe da garanta
do bilhete int iro da primeira parte da
primeira lotera de Nossa Senhora do
Bom Conselho n. 2415. Kecife 28 de
setembro de 1860.
Jos Joaquim Gomes de Abreu.
Vende-se urna taberna na travessa da ra
do Vigaro n. 3, com poucos fundos, propria pa-
ra um principiante.
Vende-se una boa casa lerna em chaos
proprios, ua ra de Sanio Amaro n. 12 ; Irata-se
na ra do Crespo 11. 14.
Taberna.
Vende-se a taberna da ra Imperial n. 213,
com poucos fundos, proprio para um principian-
te, e bem afregueztda, cora lauto que seja a di-
nheiro vista, ao lodo ou parte dellc ; a (ralar
na ra Direila 11 91. ou na mesma taberna.
Vende se na ra da Cruz arma-
zem n.23 :
Cera de carnauba a 10.s' a arroba em
saceos.
Sebo refinado do Portoemcaixoesa 11$.
Dito em barricas a 10#500.
Dito era velas caixotes de 1 arroba
por 12#
FiodaBahia em saceos pjr libra 750 rs.
>s dilo de seda preta tarrada a 25g.
Ditos dito do seda de cores lavrada a 30.
Ditos dito de cambraia e seda a 3.
- Mf c\ I Ditos dito de fustao com casaveque fetosal5.
IjraneS COlCliaS a O^OU. [Casaveques de cembraia bordado de 3, 4 e 15.
Penteadores de cambraia bordados para senhora
a 5.
Romeiras de cambraia de salpico e bordadas a
lg e 2.
Visitase sahidas de baile de merino e seda a
8J e 15.
Manteletes de grosdenaple branco a 10J.
Dilos dito pretocom bico de 15$ a 20.
Visita de fil prelo a lOg.
Saias bordadas para senhora a 2,2500, 3 o 5g
Capas de velludo ricamente bordadas para se-
nhora a 80.
Vendem-se diccionarios latinos, inglezes, al- i Camisas de cambraia do salpico para menina a 1g.
Ditos de fusiao bordado para enanca a 1.
Ditos de seda bordados para crianca a 7.
Vestuarios de gorgurao para menino e menina
a5,8Sel5.
Ditos de brins para menino a 4.
! Ditos de fuslo para meninos a 6.
Calcas de casemira decores para menino a 6.
i Vestidos de cambraia bordados para baptisado
de enancas a 6 e 15.
\ Colxas abortas de la para cama a 5g.
Grosdenaple de cores covado a 1 e 1200.
Tafel de cores com pequeo defeitu de mofo o
covado a 320 rs.
I Barege de seda lindos padroes o covado a 900 rs.
La de cores muito fina o covado a 600 rs.
Riscado de la e seda muilo fino o covado a 800 rs.
Chales de cores o covado a 500 rs.
Lencos de seda de cores a 1 e 1*500.
Luvas brancas de pelica em bom estado a 500 rs.
Ditas de seda prolas e de cores a 320 rs.
Leques fnissimos a 1$500, 3 e 15.
Peca de fita de gorguro para sinto de senbora
com 11 varas a 4JJ500.
Peca astreita de velludo com 10 1|2 varas 1.
Fita milito larga e rico desenho para cinta de
senhora a vara 2500.
Chapeos de palha copa alia para homem a 4.
Ditas amazonas para montaa de senhora a 4f.
Ditos de seda para senhora a 10.
Ditos de seda de cores para crianca a 4.
Bouels de lontra para menino a 4g.
Vinho genuino.
ha urna pequeua quanlidade de ancore-
,nho sem confeicao, e proprio de doen-
a do Vigario n. 19, priraeiro andar-
lemies, Horacios com interprelaces e natas, se-
lectas ingle/as, fbulas latinas, brevinrios roma-
nos, flos sanctorum : na ra da matriz da Boa-
Visla u. 34. 1
Terrenos perto da
praca.
Caminho dos mnibus.
Os herdeiros do commendador Antonio da Sil-
va vondem sua propriedade, no lugar da Casa
Forte, em sortes de ierra a voniade dos compra-
dores com a nica restrircao de nao lerem menos
de 30 palmos de frente, fnndo designado pela
respectiva plaa approvada pelas autoridades
competentes, o engenheiro Antonio Feliciano
Rodrigues Selle o encarregaoo das medicos
precisas, e pode ser procurado no mesmo sitio,
ou na ra estreita do Rosario n. 30, terceiro an-
dar, ou na praca da Boa-Vista, botica de Joaquim
Ignacio Ribeir Jnior : os pretendentes podem
dirigir-se igualmente para qualquer proposta ou
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu sitio na Capunga.
Milho novo
em saceos grandes : ni ra da Cruz n. 21. Assim
como arroz com casca e pilado muito barato.
Na ra Nova n. 33, loja de ferragens, ven-
de-se urna escrava pelo baralissimo prego de
soofoeo.
Vende-se urna negra da Cosa sem vicios
e nem achaques, de idade de 35annos, para lodo
servico, por prego commodo : na rus da Inipe-
ralriz n. 19, com Fredcrico Chaves.
Vende-se um sof e 6 cadeiras de amarello
em muito bom estado ; uo pateo do Paraizo n. 8,
segundo andar,
_i n
i II FCVFI i
i
3
V Bajs.
Com este noriie acaba de chegar urna peque-
a poroto de transparentes de flores mui elegan-
tes para candieiros : na ra do Vigario n. 19,
primei.o andar.


(i
DIARIO DE PF.RRAIBUCO. SEGUNDA FEIRA I DE OUTCJBR E 1860.
^^^______^______^_^______
e
23
Fazendas finas
roupa feita.
Augusto & Perdigao.
Com loj na rua Ja Cadeia do Recite n.
Tandera dio amostras as seguintes fazendas :
(..irles de vestidos de seda protose decores
Cortea de ditos de barago, de larlalana e de gaze
ile seda.
Carabraias de cores, brancas e organdys.
Au quinhas para saias.saias balo, de dina, ma-
dapolao e bordadas
Lencos de labyrinlho do asc francezes.
Chapeos amazonas de palha e >. '?da para sc-
nhoras e meninas.
F.iifeites de froco, de vidrilho e de flores.
reates de tartaruga, iniDeratriz e outros gostos.
Manguito e gollas, ponto ingloz, francez e mis-
sauga.
Vestuarios de fuslao, de la e de seda para
enanca.
Manteletes, taimas e pelerinas de difieren tes qua-
lidades.
Chales de toiiiim, de merino e de l de pona
redonda.
Loras de pellica brancas, prelas e de cores.
Vestidos de blood, manas de dito, capellas e
flores Borlas.
Sinluroes, camisas de linho e esparlilhos para
senhora.
Perfumarlas Boas, sabonctes e agua de colonia.
Casaei?, sobrecasacas o palelots de panno preto
e de cor.
Palelots de alpaca, de seda e de linho.
Caleta do casemira de cor, pretas e de brim
Camisas do madapoln, de linho inglez c de laa.
Seroulas de linho e de meia.
Malas, saceos, apelreixos para viageui.
Chancas pira invern, bolinas do Helia e outros
fabricantes.
Chapeos lio Chyli, de massa e de feltro para ho-
ra em.
Charutos roanilha, iiavaua, Rio de Janeiro e
Baha.
Parahyba.
Ven lt-$e o erigen ho Torrinha distan-
'lilsti (tillado ditas leguas por trra,
ti n lerrtio para dous mil paes or an-
uo c )>i casa Jt vivendu ussobradada e
i tas obras, teta eiiil>ar.|iieno porto di*
taate daengenho \\'2 quatlo de legua
do rio P.ir.(ivba cent menos de 3 boras
se v a a ci Udej (jnem o pretender di-
ri| i -so a Jlo Jos Je Medeiros Gorreia
A. d 'jne dir' quem o vende.
Attenco
Vende se na rua da Cruz n. 48, urna
divida julgada por sentencia, o devedor
dizem que tero loja em nome de outro
na tua da Imperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Jos de Azevedo,
Vende-se um terreno na rua Imperial, pro-
prio, com 110 palmos de frente, com urna cazi-
nha de lijlo com mullo bella visla, desembar-
que alraz, grandes fundos al o rio, aterrado e
prompto a edificar um estabelecimenlo, ou pro-
piedades, o que so vender com todo fundo ou
parle, como convenha ao comprador: no mesmo
lugar, casa n. 222, a tratar com o proprietario
Victorino Francisco dos Santos.
Sebo e graixa.
Se o coado e graixa em bexigas : no armazein
u Tasso Irmos, no caes de Apollo
Libras slerlinas.
Vcndo-se no escriplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, na praca do Corpo Santo.
CAL DE L1SROA,
nova e muito bein acondicionada : na rua da Ca-
doia do Reciten. 38, primeiro andar.
Cijegaeiu ao barato
O Preguiea est queimando, em sua toja na
ruado^Jueimailo n.2.
llecas de bretanha de rolo com 10 varas a
5, casemira escura infestada propria para cal-
ca, collete e palilots a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muilo bora gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muilo fina a 39 4$, 55,
e 63J a pec_a, dita lapada, com 10 varas a 55 e
65 a peca, chitas largas de modernos e escolhidos
padrs a 240, 960 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino estampado a 7}e 85,
dilos bordados cora duas palmas, fazenda muito
A os fumantes.
Charutos da Babia 8 1 rua do Livramento n. 19.
Vende-se
urna mei'agua no becco do Lobato, em chaos
proprios : a tralar no Forte do Mallos n. 10.
L0J4 DO VAPOR.
Grande e variado sortiniento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumaras,
ludo por monos do que em outras partes: na lo-
ja do vapor na rua Nova n. 7.
M)h.a
Fundirn de ferro e broiize
DB
Francisco Antonio Gorreia Cardozo,
tem um grande sortiraento del
tachas de ferro fundido, assiru |
corrise faz econcerta-se tjual-
quer obra tanto de ferro fuu
ditio como batido.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguna pianos do ultimo gosto, recentimenle
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood JkSons de Londres, <
amito orondosyara este clima.
ssneee
GRANDE SORTIHENTU
i' i.
azendasc obras feiasl
NA
echinchas
sera gfuaes, na rua do Quei- 1
mado q. G5, na bem conhe-!!
cida loja da diligencia de i
Fajozes Jnior & Guimares \
Meias pintadas muilo finas para homem a,!
l$80i) a duzia.e em pares a 160 rs., clcheles <
, francezes em carian a 320 a duzia de carines, e a i
delicada a 95 cadi um, ditos com urna so pal- 80 rs. cada carto com 14 pares, luvas linas de '
ma, muilo finos a 85500, ditos lizos com fran- ; seda para horneas e senhoras a CO o par, ditas!
jas de seda a 5, lencos de cassa com barra a i c.om al*,lin deleito a 20 o par, muito boas cor-1
100. 120e 160cada um, meias muo hmf^t^ZllSv^i^nS^"*', S
. it .- j .. i i i com 4 papis a 1UU rs., npparelhns de porcellana
ra senhora a 45P a duzia, dilas de boa qualidade muilo lindos para menina a 1J8O0, 2^)00, .1 e 4$,
a 35 c 3$500 a duzia, chitas francezas de ricos ;
desenhos, para coberla a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 59900 a poca, ea 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 1,
15200 e 15600 a vara, dito preto muito encor-
padoa 15300 a vara, brilhanuna azula 400, rs.
Foffes economi- i
eos *
Fog&es econmicos americanos, os melhores
que tem viudo ao mercado, nao so por cozinha-i
o covado, alpacas de dilTerenies cores a 360 rs. o rom era raotade do lempo do qualquer outro,
covado, casemiras prelas finas a 28500, 35 e como por nao gastaren) una terca parte da lenha;
35500 o covado, cambria prota e de salpicos a esla-se vendendo por melado do seu valor,
500 rs. a vara, e oulrasmuilas fazendas me se I al''"'V,;i,ar ** Garaole-se a boa quali-
, I, ac| dade e bom Iravado dos mesmos : vende-sena
fara palenle ao comprador, e de todas se dao fundico da roa do Br.nn n. 28, loja de ferragons
amostras com penhr. da rua da Gadea do Recifo n. 61.
Na rua do Queiiuad > n.
40, frente ama relia.
Sortimenlo completo de sobrecasuca de S
panno preto e de cor a 25, 283. 30# e 2
3J, casacas a 283. 303 e353, palilots dos m
meamos pannos20-3, 223 e 25g, dilos de (y>
casemira de cor a 16 eos.das mesmas casemiras modelo inglez -g
casemira fina a lti, \ig 1(3 e 15$, ditos ^
saceos de alpaca prelo a \$, ditos sobre <2|
lino de alpaca a 73, 83 e 9$, ditos de me- $|
ri selim a 10, ditos de merino cordao ^
a lOge 123, dilos de sarja preta trancada *1>
saceos a 6$, dilos sobrecasacos da mes- ^
ina 'azenda a 83, dilos de fustao do cor e
branco a 43, 4500 e 5, colleles de ca- M
semira de cOr e preto a 53 e G3, dilos de i
merino preto para luto a 43 e 53, ditos ^
de velludo preto de cor a 9-3 e 103, dilos 3>>
de gorguro de seda a 53 e 63, dilos de v^
brim branco o de cor a 2950H e 33, calcas ^
de casemira de cor c prelo a 7g, 83, 9? 'M
HEMtUIO iNtMPAKAVtL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nagOes po-
dem testeinuuharas virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar era caso necessario, que,
pelo uso que delle fizerara tem seu corpo c mem-
bros inteiramente sos depois de havereniprega-
do intilmente outros tralamenlos. Cada pesoa
poder-se-ha convencerdessascura maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha uiuitosannos; ea maior parte
delta sao lito sor prndenles que admiran, o
medico nais celebres. Quanlas pessoas neo"
braram com este soberano remedio o uso descus
bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilaes, onde de viam sofriera
amputacao! Dolas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padeciraentos, para seno
subiiielterem i essa operacao dolorosa foram
curadas completameule, mediante ousodesse
preciosoreraedio. Algumas das laes pessoa na
enfusao de seu reconheciracnto declararam es
te resultados benficos dianle do lord correge-
dor e outros magistrados, alirn de ni ais autenti-
ca re m su afirmativa.
Nioguem desesperara do estado de saude sa
tvesse bastante conlianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratato que necessitasse a natureza domai,
c'ijo resultado seria prova rinconlustavelmente.
Quetudocura.
O uajjruouto o atil, mais particu-
larcuunte uos Neguinteseasos,
, Suissos.
Em casa de Schafleillin&C, ruada Cruz n.
38, vende-seum grande e variado sortiraento de
relogios de algibeira horisontaes.patenles.chro-
nometros.meios clironoraetros de ouro, prata
dourada efolhe,rlosa ouro,sendo esles relogios
d h primeirosfabricantesda Suissa, que se ven-
d-riio por preco3 razoaveis.
Telhado de zinco.
tJiilnl) d tinco aqui usado as
edmp iniias do gax e camioho de ferro,
un Jas boas ia'entti( modernas, el-
lli'.ii' recommendavel pela grande
duraqo, pouco peto no ediicio, botn
icj i Iki )ii iiniMifo, barateza do cnsto,
fcil imiilucoao etc etc., toJos Sabjm
<|" a .lui-acao do zinco infinita prin-
cipalmente S3 se ti ver a cautel i de dar
un mo da tinta do Lvlo esposto ao
le'npo, unaa telha de zincocom o peso
I ; -2D libras i cobre um espiro rjue pre-
cisara para tal lim .">() temas de barro,
o esp ico coberto pela teili.t de zinco nao
penetra o m-mor pingo de ebuva e a
facibdaie de sua conduccao e tal tiue
ii n i cirroc pode conduzir de utna s
vezo teHudo preciso para cobrir umi
grande ca-;.i, o telbadode zinco muito
til princ; pal mente pata cobrir enge-
ii'o!, estaleiros, barraedes de ferraras,
armaxens de deposito etc etc., em
su n na quem <|uizer evperimentar o te-
li.i lode/.in.:o, conhecera* sua grande
v.inti'jrm, este t^'hado vende se a 120
rs. por libra de ">*? telbas p^raV,ciffla:
nos armazens de Paulo Jos Gomes e
Wmoel Fir.nino Ferrei*a rua da Gon-
ordia armazem de materiaes.^
Mantoiga france'za.
\ mais nova que ha no mercado a 500 rs. a
libra, e ern barril so faz algum abalimenlo : no
largo da Penha n. 8. \
BfttRTS. ^
^mlom-se bichas recentemenle chegadas,
mullo novas, por proco com modo ; era casa de
loao Son e C," rua"da Cruz u. 22, Da botica
franceza.
GAlNDIEIROS
i
Huilln
Grande sorlimenlo de candfeiros econmicos a
' idriigeoio, e todos os mais prepiros para
'insumo dos raosinos
V'ianna.
na rua Nova u 20,
IOj
Veude-se baralo
NO
Armazem de fazendas.
DV
Rua do Queimado numero 19.
A 1$800 rs.
l.encnes de linho finos a I38OO rs. '
A fjjfSOO rs.
r.oberlas de chita grandes gosto chinez.
A 4^800 rs.
Madapoln infestado com 20 varas.
A 4,?0<) rs.
Cambraia branca lina de salpicos com 8 1|2
varas.
A 5p00 rs.
Verdadeira peclnncl.a de chales de merino es-
tampados o lisos, grandes e muito finos
A 220 e 200 rs.
Chitas francezas largas cores lixas e escuras.
A 900 rs. a vara.
Brim trancado alvo com 8 palmos proorio para
toalhas so se vende oeste estabelecimenlo.
A4e-lj|800 a pee).
Cambraia lisa fina com 8 1|2 varas.
A 560 rs. a vara.
Cambraia preta com pintas brincas m
A 500 rs. a v.ira
Cambraia de cores muilo fin
A2|adu
Lencos brancos para algi
A 600 rs. a var
AlgodSo monstro propria para lencoe:
A meia pataca.
Chita miudinha pulo baralo prego do 160.
rtesie armazem e molaados coa-
por cunta
linna-se a vender os seguintes gneros nbaixo iiiencianados de superiores quadadi-s e mais barato
do queeni oulra qualquer parte, por serem a maior parle delles recebidos era dtreituri
Jos proprielarios.
MauVeiga iiiglexa c fraiieeza
perfeitamente flora mais nova que tem viudo ao mercado de. 610 a
se far algum abalimenlo.
j! e 103, dilas para menino a 63 e 75, ditas
9 ile morin de cordfto para iioinem a 5J o =
^S ditas de brim branco a 5J c 03, dilas *S
H ditd de cor a 3J, 3.j500, 1) e 53, e de r^
todas estas obras temos uro grande sor- v
lmenlo para menino de lodos 03 lama- jjj
tijg olios; camisas inglezas a H63 1 duzia. Na \g
g mi'sma loja ha palelots de panno preto
S para menino a 1 i, lJ e 16j. ditos de g
J% i-asenfira pira os mesaos pelo mesmo jjg
yg prego, ditos de alpaca saceos a :13 e a
HS-jOO, dilos sobrecasacos a 5) e G3 para
i os inesmos, calcas de brim a 2(501), :3 e
-! 3#500, palelots saceos de casemira de cor
M a 6| e 73, loalhas Je linho a 800 e 13 ca- I
'i ^a "mn- S5
| No mesmo estabelecimenlo manda-se Sj|
** apromplar todas as qualidades de obras -
^* ledenles a roupas feitas.era poucos das, =^
quo para esse lim temos numero sol- S|
^ llciente do peritos ofllci&os de alfaiatcs Sk
jS rgidos por ura hbil mostr de seme- '^t
g^ Ihanle arte, flcando os donos do estabe- jg
*gt lecimeuto respousaveis pelas mesmas
^ obras al a sua entrega.
m^'^^m mi-mu mmtmmn
la do Crespo,
I Loja n 25, de Joaquim Ferrei-
rade S.
Vende-se por procos baratis^imos para acabar:
Jporcas
Caira bras
Callos.
anee res.
Corladuras.
Dores de cabera.
{'s costas.
"os merabros.
Lnferinidades da cutis
emgeral.
Ditas do antis.
Empees e escorbti-
cas.
i Fstulas,!o ibdomen.
Fnaldade ou falta de
calor nas extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva -sldalas.
Inchacoes
Inllaia'tnaco do fl-rado.
Iinflammacao dabexiga.
da matriz
ILepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de o 1 los.
Mordeduras de reptis.
l'icadurade mosquitos.
I'ulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculaces.
Veias torcidas ou noda-
das naspernas.
Vende-se este ungento no eslaberimenlo
geral de Londres n. 5!2i, cStrand, e na loja do
lodos os boticarios droguistas e outra.s pessoas
encarroadas de sua venda em toda a America
do snl, lavara o Ifespanha.
Ven le-se a 800 rs., cada bocetiuha contera
urna instruccao em prluguez para o modo de
tazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Sounr
pharmaceutico, na rua da Crufl. llt. em Per-
uambu.iu.
Relogios.
800 is. a libra
rounoesde seda para senhora a 153, Iftazinhas de
cores tiara vestido a 00 rs. o covado, cassas de
cores linas a 210 o covado, chita larga a 200 rs.,
, casiveques de cambrjia bordados a 83. capas de
j fustao a jj. penteadoies de cambraia bordados a
em barril ^- l'ras lljh:|dos bordados a 120 a vara, loncos
de seda com franja a 1.;, riscado raocez a 200
rs., sobrecasacas de panno lino a 53. palotols de
panno prelo e de cores a 18, 20 e 223, ditos de
rroba por i.
Quei] os \araengos
muilo novos recentemenle chegados no ultimo vapor da Europa de 1g7(lO .1 HJ ei vista do fasto ilp** de -i$ a 8, calcas de casemira pretas e de
que o fregu/, li/.er se far mais albura abatiroento. cores para lodos os procos, ditas de brim bran-
Queijo pvato
os mais novos que existem no mercado a 13 allbra, em porco se far abalimenlo.
A.meixas fraueezas
em latas de 1 1|2 libra por 13500 rs., e em campoteiras do v,lro contendo cada urna 3 libra
por 33OO.
Mnslarda ing\e^i c vauccia
em frascos a 6 50 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
VevdaAeiros iigos \e comadre
incaixinhasd S libras elegantemente eufeitadas proprias para mimo a 1I6U0 rs.
Bo\ae\i\^\\a ingleza
a mais nova que ha no mercado a 210 rs. a libra e em barrica cora 1 ar
Potes vidrados
de \ a 8 libras proprias para raanteiga ou outro quabruerliquido de 400 a 13000 rs. cada um.
\mendoas eonfeadas proprias pava sortea
de S f oao
alga libra o em frasquinhos, contendo 1 1(2 libra por 23.
CVi preto, \\yson e perola
osmclhores que ha ueste mercadode l|600,2e 23500 a libra,
Macas em calxinuas de libras
contendo cada um dilferenles qualidades a 3500.
#%^ Palitos de dea tes lidiados
ImQrolhos cam 20 maciuhos cada ura por 200 rs .. $*
Ti jlo raacei
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas iaglezas e francezas
em latas e em frascos de differentes qualidades .
Presuntos, cUonr cas e paios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
liatas de bolacivinna de soda
de difTerentes [ualidades a l^COOera porco se far algum abalimenlo
recentemenle
1 co e de cores de 23 a 43, gollinhas bordadas ue
; traspasso, camisinhas para senhora a 23500,
manguitos bordados a 23001), chita de lustre lar-
: a para coberla a 320 rs,, esguiao de linho mu-
j lo lino a I32OO a vara, bramante do linho com
9 palmos de largura a 2-J'JO a vara, damasco
i de laa com 9 palmos de. largura a 23000 o co-
vado, pecas de madapoln lino a 13500. chapeos
1 de feltro linos, baldes A Garibalde a 53500, pale-
i lols de brim do cores e brancos de 4j a ti3, ca-
j misas brancas e do cores de 1 j5l)0 a 3-3, e outras
umitas fazendas por muilo menos do seu valor
, para fechar contas.
|Ciment inglez.ff
! 3J Para collar vidros, louca, tartaruga, fl>
i f marllm etc.chegou urna pequea porco S|
,35 desle cimento ja moicanhecido nesia ca- 85
gfc pilal e se vende nicamente na casa de l
1 {* Augusto & Perdigao, na ruada Cadeia do |e
'.* Recite u. 23, a 23 cada vidro dinheiro a
^ visla. Os amadores devera quauto antes ^
M prover-se delle. ak
m^^^m mom mmmmm
Na fabrica de caldeireiro da rua Imperial,
junio a fabrica de sabo, e na rua Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porc.io defollias
de zinco, j preparada para lelhados, e pelo di-
minuid oreco de 140 is. a libra
sa
iiiie-se
Tambem veodem-se os seguintes gneros ludo recemememe chojraij
res qualidades, pre/untoa a 480 rs. a libra, cho rica muilo aova.mrmelada do mais afamado fa"
bricantede Lisboa, macado lmate, pera secca. pas-as/ruclas..-m calda, araendoas. noses, frseos
com amendoascobj las onte.tes pasUlhas de vanas qualidades. vinagre branco Bordea 111 proorio
conservas, chfjutos dos raelhoreslabricanlesde S. Flix, n......
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas,
Biscoutos .
Emcasa de Arkwighl & C, rua da
Cru/ n. 61.
Botica.
Defronte do becco da Congregacoletreiroverd
Casacas de panno prelo a 303, 353 o
Sobrecasacas de dito dilo a
Palelots de panno pretos e de cores a
203, 253, 302 e
Dilos de casemira de cores a 15St e
Ditos do casemira de cores a 7g e
Ditos de alpaca preta golla de velludo 3
Ditos de merino selim preto e de cor
a 83 e
Dilos de alpaca de cores a 3*500e
Dilos de alpaca prela a 3g500, 5, 73 e
Dilos de brirrnle core? a 3*500,49500 e
n:l*s"fl5hfa1hantc de linho brancos a
*550~0 e
alQasdecasemira preta o de cores a
9,10g e
tas de' princeza e alpaca do cordo
relos a
ilas de brim branco e do cores a 23500,
.-18500 e
Dilas de auga de coles a
Dilas de casemira a
A
4OJO00
35$00()
353000
2JJ000
1290(0
123000
98000
5J009
93000
59000
63OOO
128000
5S00O
53000
33000
5J500
e.
Colleles de velludo decores muilo fino a
Ditos de casemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a 59, 59500 e
Dilos de selim relo a
Dilos de casemira a
Ditos de seda branca a 5J e
Dilos de gorguro de seda a 5J e
Ditos de fuslao brancos o de cores a 3? e
Ditos de brim branco e de cores a 29 e
Seroulas de linho a
Ditas dealgodaoa 18600 o
Camisas de peilo de fuslao brancas e de
cores a 2*300e
Dilas de peilo e punhos de linho muilo
finas inglezas a duzia
Ditas de madapolao brancas e de cores
a 18800, 28 o
Ditas de n.eia a 18 e
Relogos de ouro patenten orisonlaes
Ditos ne prata galvanisados n 258 o
Obras de ouro, aderecos, pulceiras e r-
selas
103000
69OOO
5gooo
33500
69COO
69OOO
39500
2g5()0
23500
28000
29500
353000
28501L
18600
I
30*000
Birtholomeu Francisco de Souza, rua larga do
Rosario n. 36, vende-se os segninles medica-
mentos :
Hiibl'AflVcleur.
Pillas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Satsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Ilolloway.
Pillas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assiro rimo lera um grande sorlimenlo de pa-
pel para forro de sala, oqual vende a mdico
preco.
Velas de espermaceti.
Era caixa com 25 libras por 153, a relalho a
610 a libra : no largo da Penha 11. 8.
Manteiga para tempero.
Perfeitaraenle em bom estado, vende-se em
barril a 160 rs. e a rctalho a 200 rs. a libra no
larga da Penba n. 8.
S ioleressa s senhoras.
Exisio novo sortimenlo das novas e desejadas
pulseitas do coral fingindo urna cobrinha, eneas-
loadas em ouro : nas lojas de ourives de Sera-
phira & Irmao, rua do Cabug ns. 9 e 11.
Venietn-se libias sterliiia, etn
casa de N. O. Bieber&C. : rua da Cru'
n. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P Jo-
hngtnn ii C. rua da Senzala rj. i2
Vende-se em casa de Johnston Pater i C, rua
do Vigario n. 3, um bellosorlimenlo de relogios
de ouro, palenle inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem nina
rarledade de bonitos traucelins para osmesmos.
Espirito k vinhocom 44
Vaiide-so espirito de rinho verdadeirocom 44
Kros,chegadoda Kuropa, as garrafas ouas ca-
sndas na rua larga do Rosario n. 36
Rua iaSe/rr/aiaiNovan.4!2
Vende-se emcasa de S.H. Jonhston & C. va-
quetas de. lustre para carros, scllius esilhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bruuzeados,lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um o douscaval-
os relosios d'ouro patente inaleze
Rival sem segundo.
Na rua do Qnaimado n. 55, defronte do sobra-
do novo, loja de miudezas de Jos de Azevedo
Mai.i e Silva, ha para vender os seguintes arligos
abaixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapalos de tranca de algodiio a 13.
Carlas de aldneles finos a 100 rs.
Espelhos de columnas madeira branca, a
1J440.
Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
Frascos de inacassi oerula a 200 rs.
Duzia de facas e garfos muito finos a 33500.
Clcheles em carlao de boa quadade a 40 rs.
Caitas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obreias muito novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dilo dilo para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapalos de laa para criancas e 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muilo boas a 40 rs.
Agulheiros de marfim a ICOrs.
Canivetesde aparar ponas a 100 rs.
Grvalas de seda muito finos a 600 rs.
Tesouras para costura muito linas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a 13.
Pecas de tranca de la com 10 varas a 500 rs.
Felilho para enfeitar vestido (peca) I3.
Linhas Pedro V, cartaocora 2iM) jardas, a 60 rs.
Dilas dito cora 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muilo finas a 200 rs.
Pares de meias decores para hornera muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pecas) 40 rs.
Macas
das melhores qualidades que existe em Portugal ,
vende-so nicamente no armazem Progresso de
Dnarle & Irmo, no largo da Penha n. 8.
Grammaticaingle
za de Ollendorff.
Novo metbodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez etn G mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os e&tabeleci meatos de instruccfio,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
SMalgMtc)
45-- Ba Direila-4
Esteestabelecimento oeiece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperiaes..... 100GA
itos aristocrticos....... 0^000
Burzeguins moscovia (prova de
fogoed'agua........ 9^000
Ditos democrticos...... #0(JU
Meio borzeguins patente. (Jjj(50()
Sapatdet nobreza....... 6^0(JO
Ditos infantes......., 5^000
Ditos de lmlia (5 1|2 bateras). C$C( 0
Ditos fragata (sola dupla). 5$C0<)
Sapatos de salto (do tom). C$000
Ditos de petimetre...... 5jj|C(;0
Ditos bailarinos........ 5|5C0
Ditos impermeaveis...... 2600
Senhora.
Borzeguins primen classe(sal-
to de quebrar).......SflUOO
Ditos de segunda clalse(quebra
cambada). .,,...,. 4^800
Ditos todos de merino (salto
dengoso).........4jjf.p>00
Meninos e meoinas.
Sapatoet de forra. ...... i(;( 0
Ditos de arranca........ 3jb00
Boi/.egnins resistencia 4$ e 3j8(IO
Pateo de S. Pedro 11. (i, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-se neste novo estabelecimenlo sacros
com (arelo de Lisboa, farinha de inanoir.ca, mi-
Iho, leijao muhiinho e prelo, gomma de mandio-
ca, arroz de casca e dito do ftlaranliao de supe-
rior qualidade, doce da casca da goiaba, vinho do
l'ertu em garrafa do melhor que iido haver nn
mercado, manleiga ingleza e franceza, bsnha de
pono emlatas, bolachinhas de soda de todas as
qualidades, cerveja prela e branca da melhor
marca, queijos llamengos frescaes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendeu por menos
preco do que se vende em oulra qualquer paite.
Cambraia organ-
dys a 300 o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loja n. 8, de qna-
iro portas, cembraia franceza organdys a 'MM o
covado, pora acabar urna factura ; assim como
boas chitas francezas a 240 e 300 rs., hienda de
lindos padrees e cores xas : do- se maostraa
Preta.
Na roa do Qamarao, taberna 11. 7, ha um prela
de una idade, com algumas habilidades, muito
sadia e em vicios, para se vender.
Vende-se um piano-forle em muito bom
estado e deexcellenles vozes : na botica da pra-
ca da Boa-Vista n. o. se dir quem u vende
SYSTOA MEDICO D HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Esteinestimaiel especifico, eomposto latelr-
mente dehervas medicinaes, no ciiiittci n.en li-
no, nemalguma ouira substancia deleeler.a He
feitos; pois busca e remoTeasdoeca*.'dequal-
quer especie egrao por mais antiua's e un y, s
iue seam.
Entre milhares de pessoas curadas con, ,-ie
remedio,multas que j esiavan. as pona- da
morte, preservando em seu uso: cr.nseaui-i
recobrar a saude efor5as, depois de have, t< r. t.. -
do intilmente todos os outros remedin
As mais aflictas nao devem entregar-fe 0.-
sesperacSo; facam um compleme vi sa o dos
eflicazesefteilos desla assombrosa medidU
prestesrecuperaro o beneido da saude
Nao se perca lempo em tomar este ren.d.o
para qnaiquer das seguntesenfermidade:
Accidentes epileptu
Alporcas.
Ampolas.
Areias (malde).
Asihma.
Clicas
Convulso es.
Debilidade ou eztenua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
-ousa.
Dysiuteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no reir.
Enfeimidadosno venire
Ditos no ligado.
Dilas venreas.
Knxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas.
intermitente.
Vendem-se estas
geral de Londres n
Pebre de toda a esnu e
Gotta.
Remorrhoidas.
Bydropesia.
Ictericia.
Indigesidcs.
Inflammacest
I r r e g u l'a r i d a i e 5 de
menstruacSo.
Combrigas de leda es-
pecie.
Mal de Pedro.
Manchas na cotia.
Obglrucco de venire.
l'hlhisica
ou comsump-
:5o pulmonar.
Helencodo ourins.
liheiimalismo.
Sympiom as secundarlo*
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mol).
PDI
qni mi
cobertos e descocerlos, pequeos e grandes.de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
i vn dos pelo ultimo paquete inglez : em casada
oSuthall Mellor & C.
Loja das seis portas em
frenle do Livramento.
Covado a 200 rs
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas eslreilas a imitaeao de laazinhas a
160 rs., cassas de salpicos brancas c de cores o
200 rs. o covado, pegas de esguiao de algodfio
muilo lino a 3g a peca, dilas de bretanha de rolo
com 10 vai as a 2. riscadinho do linho a 160 rs.
o covado, chales de morin eslampados a 2.
lencos brancos com barra de cor a 120 rs., dilos
cooi bico a 200 rs., algodn monslro de duas lar-
guras o melhor que possivel a 6-10 rs. a vara,
rnussulina encarnada a 210 o "ovado, fil do li-
nho prelo baslante largo. A loja osla oberla at as
9 lloras da noilc. .
El1?1" no estabelecimento
M, Slrond, e na lojo ,e
lodos os boticarios droguistas e outras pessi as
encarregidas de sua venda em leda a America
do Sul, llavana 6 Ilespanha.
Vendem-se as bocelinhas a c00 rs. roda una
dellas, conten urna instrnecao em porluguez pa-
ra explicar o modo dse usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa de Sr. Soum pliar-
meceutico, na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
buco
Potassa da Russia e cal de*
Lisboa.
No bem conhecido e acredilado depos|0 da
rua da Cadeia do Recite n. 12, ha para vend. i ,,
verdadeira potases da Russia nova e de supeher
qualidade, assm como iambem cal virgeni
pedra, ludo por preces niai ralos do^
oulra qualquer parte.
Machinas de costura.
N. O. Bieber & C. Successores avisara ao" pu-
blico, que no seu armazem na rua da Cin/ r, 4
estao ezposlos i venda as melhores machinas de
costura que al hoje teem viudo a este mercado
asquaespossuem lodosos melhoranienlosinven-
lados ale esta poca sem ter os defeilos que m
outras se nota, assini sao de conslrurrao simples
e facilitare o uso A costura feita por estas mal
chinas nao teem igual em obra de mao, um pon-
i boniio e forle, alem de que alionan e coVem
de todos os modos, cada coixa de rosiuja rem-
senla um lindo loilele paro gabinete de snior.
Igualmente ha machinas para sllenos, ele Os
precos sao mdicos, e o Sr. Birmingham, pW.
nheiro, ensina o uso das machinase lodos os par-
ticularidades da conservaco de sua constru cao
no aelo da compra.
Loja das seis porlas em
frciilp do Liiiiii^iilo.
Roupa feita barata.
Pslelols de casemira escura a 4g, dilos de al-
paca prela a 4 e 5j, camisas brancas e de cores
a 23. dilas do fuslao a 2$500, ceroulas muilo fi-
nas a 1^600 c 2$. palelots e brim pardo a 33
calcas de casemira prelas e de cores, palelols d
panno prelo, sobrecasacas, rlleles de casemira
prela, dilos de velludo preto e de cores, um rom-
pido sorlimenlo deroupa feita.
Vendem-se grandes loneis de omarello. ass
ATTEN(A0.
5e grandes loneis de ama...
comotoneise quartolas de madeira de boa qua-
lidade, todos muito proprios para as deslillacoes
dosengenhos e para depsitos de mel : par ver
a tralar na rua do Queimado loja n. 89 ou na
rua imperial em casa "do majar Antonio da Silva
Giismao.
# *
y,
J II FfifX/FI _
a



V-"
OIAMIO PE PERNAMBUCO. SEGUNDA FE1RA I OS OUTUBHO t 1860.
mw
tmwmito'nnkit
e
Si la ua na Imperial d 118 e 120 junto a fabrica de, sabao.
DE
Setafttiftt J. da Silva dirigida por Francisco Bel miro da Cosa.
Neste estanelecimenio ha sempre prompios alambiques de cobre de dilleronios dimences
DELICIOSAS LLNfr'ALLlYEiS.
-
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
J.3>

K6

DE
de pronze debidas as dimeneoese feitios para alambiques, tinques ele, parafusos de bronze'e j rL '
ferro para rodas d'agua,ponas para fornaJhas ecrivos -le ferro, tubos do robre e chumbo de todas! jarantid. scomo puramente vegetaes, agrada-
^ es dimences para encmenlos, camas de ferro cora arroacao e sera ella, fugues de ferro potaveis e i lavis vista, doces oo paladar, sao o remedio
econmicos, lachas etu-hos de eobre.fttBdos de alambiques, passadeicas, espumaderas, cocos i infallivel conlra as lombrigas. Nao causan)
para engenho, folha de Planrfres, ehuntoem lencole, barra, zinc o em lenco! e barra, Isnces e nauseaa nam Mnaaces dduiilM
armellas de cobre, leneesdoferroalatao.ferro su.-cia inglezde todas asdimensoes,safras, tornos ~
e falles para ferrnos etc., e outros rauitosarligos por menos preco lo que em outra qualquer
parte, desempenhando se toda e qualquer eiicommenda cora presteza e per fe i cao ] coohecida
pira eommodidade dos freguezes que se dignarcm honrarem-nos com asuaconflanca acha-
o r-.a ra Nova n. 37 luja do ferragens pessoa habilitada para turnar nota das eucomnieudas
Telemutihoexponlaneo em abono das pasti-
llas de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port By-
| ron 13 da abril de 1859 Senhores. As pas-
tilhas que Vmcs. fazem, curaram meu filho ; o
pobre rapaz padeca de lombrigas, exhalava ora
rheiro fedito, tinha o estomago inchado e con-
tinua comichao no nariz, to magro se poz. que
eu lemia perde-lo. Nesiascircumstanciasumvi-
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos Iregue/.es e ao publico era geral, toda 'sinho rae11 disse que as pastilhas de kemp li-
luciquer obra manufacturada em seu reconhecido estabeleciraento a saber: machinas .fe vapor de 'mam curado snalilha Logo que soubo disso
os tamanhos, rodas d'agua para cngeuhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen- comprei 2 vtdros de pastilhas e com ellas salvei a
das a meias moendas, tachas de ierro balido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guin- vida de meu (ilho.
chn; e bombas, rodas, rodetes, aguilhoese boceas para fornalha, machinas para amassaiman-i Sou de Vmcs seu amo agradecido
dioea e para descarocar algodao, prendas para mandioca e oleo de ncini, porles gradara, co- & T F '
lumuis e moinhos d vento, arados, cultivaJojes, pontos, 'sldeiras e tamjues, boias' alvarengas.' n___...i, ,. ii Tiri ..
botes e todas as obras de machnismo. Btecuta-se qualquer obra seja qual flu* oaiurezapelos L ProParfdas n'> > laboratorio n. 36 Gold
dos ilios ou raoldos que para tal lim foremapresentados. Recebem-se encommendas neste esta- Street pelos unicosproprietaros D. J.anman 9
bel.- menlona ruado Brum n. 28 A e na ra do Collegiohoje do Imperador n, 65moradia do cai- Kemp, droguistas por atacado em New York.
ieir.1 lo estabeleciraento Jos. Joajuim da Costa l'erpira. com ent-".iner nara aualquer obra. .:; j j.
prmcipaes cidadesdo imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano* C., ra Juliao n 2.
Pernambuco, no armazem dedrogas de 3. Suum
<& Companliia ra do Cruz n. 22.
es
^\VV^UCARAD4S.,*

PiLULS VEGETAES
ASSUCARADAS
iiniraveis remedios
americanos.
Todas as casas do familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ,ii,;., devora estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos con,
os quaes se cura eiieazmente as priticipaes mo-
lestias.
Violto
de Bordeaex.
Km casa de Kalkmann limaos & ('.., ra da
Cruz n. 10. encontro-se o deposito das bem co-
ntiendas marca dos Srs. Brandenburg Freres
Prompt alivio deliadWlV '6 H Srs* 0lfekl' Mareilhac A C, ern lior-
Insiantaneamenle alivia as mais acerbas dores ; ^"j TeU1 '''S ge*uin,ea ** :
e cura os peiores casos de rlieumatisrao, dor de J)e \U'i\ lldeilllll l*g frrCS
cabeca, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi- St. Es-tph.
lis, iodigestao, crup, .lores nos ossos, contuses, St. Julien.
ra, orupces cutneas, angina, reten- | Margatix.
Larose.
NEW-YOKK
O MELIIOR REMEDIO COMIECIDO
Contra constipacoc, ictericia, a ffeccesdo figado
(tires biliosas, clicas, tndigesles
cn.taquecas.
Hemorrlioidas, diarrha, doencas da
pelle, irupQ5es,e Codas as enfermidades,
pno\ F.Nir.STF.s no estado impiiio no sante.
75,000 caixasdeste remedio consonimem-se
animal mente 1'
Remedio da natureza.
Approvado pela [aleudado de medicina, e re-
rommon>lado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pita-
las puramente vegetaes, nao coniem ellas ne-
nhurn veneno mercara/ nem algttm outromme-
rd/;estao bem acondicionadas em caixasdefolha
para re^guardar-se da huraidade.
S 11 a^radiveis ao paladar, seguras e ellicazes
em su operaQo, um remedio poderoso para a
Juviitude, puberdade e velhice.
Lea-se ofolheto qu> acompanha cada caiva,
pelo qual se icar conhecendo as muitas curas
milagrosas que tem ellectusdo. D. T. Lanman
K imp, droguistas por atacado emiS'ew York,
. nicos fabricantes e proprietarios.
Ac!iam-se venda em todas as boticas das
principes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra Alfandegan. 89.
Babia, Germano & C ra Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C ra da Cruz n. 22,
;ao de omina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidades escrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de raaos
humores, purifica 0 sangue, renora o svMema; St. Julien.
prompto e radicalmente cura, escropbulas.vcne- St. Julien Mdoc.
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os- Cliatcau Uoville.
sos, tumores brancos, afecces do Cgado e riiis,
erysipclas, abceasos e ulceras de todas as classes'
molestias d'olhos, dilficuldade das regias das
mulheies hipocondra, venreo, ele
Ch.Mc.iu I.oville.
Chtealu Uarganz.
De Oldekop & Mareilhac.
Na mesma
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
casa ha para

NA NOVA
Loja de loiudezas na ra
\DireitaN. 85, onde tem
seess
Ra Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
Acha-se na directo da officinadeste acreditado armazem o hbil ffi^
rf>SS=
o lampeao do gaz,
vendem-se pecas oe filas de coz a 240 rs ca-
las d'agulhas fimuezas a ICO 240 rs., colheres
de metal principo para soupa fino a 5??200, ditas
paradina 25KOO a duzia, enfeiles de vidrilhos
p re tos finos u SftSU, dhixa de bfalo a 1* e
IgSOO, bandejas linas a 1J50, 2g 3, 48, e jj
uiacosde rompas rolicas a 40 rs., ditos 0e cara-
:s lnleires e reeiros linos a 2, ga-
0;;;: aianoel Jos rciicira. O respcituvcl publico conti pus ra a y^p trar em dito arraaiir. um grande e variado toitintutu e< 10upas
?''. eitas, como sej.m: casacas, sobrecasacas, traques, paletol de panno
>;;- lino, ditos de catemira de cores, de merino, bombazioa alpaca preta
S(<. e decores, ditos de brim debnho branco, pardo t d- 'cores, cicas
e;;;: de casemira preta edecres, ditas de merino, de princeza, de brins
M)' Par<* brancoe de cores, colU tes de velludo pi eU e d< cores, dit< fde
^^| grgmao, ditos de setina preto e Lraneo, ditos de merino para luto
ditos defustao brancoe decores, paletots, casaess, jaquetas, calcas P^
e colhetes para meninos de a 12 annos, camisa?, seioulas, chapeos '

e gravatas pretas e de cores, libres para criados, fardamentos para |||
a guarda nacional da capital e do interior. &<*-
Apromptam-se beca? para desembaigadons, lentes juizes de di- W.
reito, muniripaese promotores, e vestidos para montarla. NSoapra- B^
v>,: dando ao comprador algunas dasioupas tedas se apromptarSo ou- '*
>> t,asa 8ru Cost0' fl"f'r com fazenda sua ou do armazem para o que |>5$1

=g>3 tem escollados e babeis ollciacs, dando-setot! <
S pecas de lilas de liuho a CO e SO rs., coritas
;.;'.;- P'ira violiio a 80 e 120 is., trancas de linho para
g^-^c enfeles de vestidos a%0 rs. a prca, pentes de
^ alizar, de baieia, n 20, calungas de diversas
;:;':; qualidades a 120,160,200,240,280 o 480 rs.,
g^g goliuliss di rorrbi para senhora a 800 e Ig, ra-
S niveles do tima folha a 100, escovas para dentes
. a 240 rs. sahio fino para barba a 80 e 320 rs.,
bicos linos finos a 40, 80 e 100 rs. a f ara, meias
para senlioras a 320 rs. o par, liabas de miada
para corchia 20 rs. a miada, rib'ique a 80 rs. o
papel, otriins de maca a 80 rs. a caita, vlsporas
a 1, ra ras fia mezas' a 240 e 320, ditas porlu-
gue/as a 240 rs., lapis finos de cores a 100, l-
nhas pera marca a 20 rs.. tesouras a 100 rs.,
pentes paro alar cabello a 160 rs., relos de ac
a r>U0K(0 rs., pomada france/a a 100 rs., tpe-
les para Isnternosa 2$5C0 o par, louct
' ninas e meninos de la a 80O rs., col
cha a 800 rs. a duzia, al teles emeaL...
lo fino a 200 e 280 rs., luvas de u d'Escossia
deiores para boniem a C.0. oitas brancas a 646

8^
Mhej
I>aia
fib
Ipi
"para
a mui-

da convenciou
ado.
riualquer roupa no g^s r?-- mtias snas para bomem > 3.;200 a du-
g^--. na, la para bordar a mais fina que ha a 7S&00,
ifamiif
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim FraEcisco dos Sanios.
1
Defvonte do V>ecco da Congvega^Tio VelvcVvo vevde.
PililaS reguladoras tic Rad- Ji08"acombarrs qualdadefina
way
ac em caiasqualtdade inferior.
! Cerveia branca
para regulansar o systema, equilibrar a rcu a- *B ,, \u i- 1 1
cindn mimo ir.ir^,Q,>il i11"'" As meliiores machinas uccoser dos mais
caouosangue, nletramente vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas ne
dores de reir, dses do i a 3 regularisafa, de /,
a 8 purgara. Lstaspilulas sao eflcazes as afTec-
coes do ligado, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digesto, e era todas a3 enfermidades das mu-
heres, a saber : irregularidades, fluxo, i reten-
coes, flores brancas, obstruccoes, histerismo, etc.,
sao do mais prompto elTeito na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella. e em lodas as febijes ma-
ignas.
Estes tres importantes medicamentos vera a-
alamados autores de New-York, I.
M. Singer ; G. e Wbeeler & Wilson
es
Seda dequadrinhosmuito lina covado
L'nfciles de velludo com froco pretos e
de cores para cabeca de senhora da
ultima moda
l'azendas para vestidos, sendo sedas, 15
e seda, cimbraia e seda tapada e
transparente, covado
I.uvjs de seda bordadas e lisas pata se-
nlioras, lientos e meninos
Lencos de seda ioxos para senhora a
23OO e
Mantas para grvalas e grvalas de seda
de todas as quididades
Chapeos francezes forma moderna
Lencos de gorgurao pretos
Kirascapellas brancas para noivados
Saias balfio para senlioras e meninas
rafe t rrtxo o covado
Chitas francezas a 260, 280. 300 e
Cassaa francezas, a vara
travessas para meninas a 640 rs ditos de borra-
; cha para alizar a C00 e 800 rs., ditos de bfalo
branco a 500 rs,, dilos para pilhos a 260 rs., di-
108parasuissas a 500 rs., pegas de trancas de
laa de caracol a 60 rs., filas de seda da largura
de 5 dedos a 640 rs., obreias de colla a 10O rs.,
bonecas de camurca a 160 rs., ditas de rhoure.
500, 800, 1"0 e 29, tesouras para unhas a 80
rs ditas para costuras i 1. tara de rabo de ba-
lanco dousboloes C;5()(). eiieilcs dos mais mo-
dernos que lia para senlioras .i 5 e 4$50O, di-
tos para meninas a 4>Q0 e 50, eaixa de lampaii-
nas de nova invencoo'a ICO o 60 rs. bicos trelos
de seda a 100, 160, 200, 280, 320 e 500 rs., rar-
retidde liaba do gaz de lodas as cores a 40 rs.
ricas figuras para quadros ; vruham loen antes*
que se acabe a peclncha.
ll A
encarnado proprio
palmos de largu 1 a
Igl OC Setim preto azul c
p;ra forros iom
o cn.aiH)
) Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de rnerin bordados, lisos e es-
tampados de lodas as qualidades
Soda lisa prela e de cores propiia pa-
ra forros com palmos de largura, o
covado
mm
9
s
2$5C0
8&5C0
Ricos corles do seda preios e de cores
com 2 saias o de babados
Ditos de case e de seda phantasia
S5000 (-l'alcs de tonquim muito finos
iOrosdenaple prelo c do cores de lodas
as qualidades
Seda lanada prela e branca
Capas de fil o visitas de seda preln com
froco
iscoo
2000 j
9
1JS500
ftCOO
x320
S500
1
actiasemoenoas
qualidade esegursnea:
no armazem defazendas
do Raymundo Carlos
Lcite & Irmaos ra da
companliadosde instruccoes impressas qu mos-' Impcralriz n. 10, anligamenle aterro da lloa-
ram cora a maior iniuucosidade a manira de vista.
applica los em qualquer enfermidade. Esta o ga- 'UiICA VEHDADEIRA. E LEGI
ranldos de falsificacao por s haver vetada no 1
armazem de fazeudas de Raymundo Carlos l.eite !
&lrmao, na ruada Imperalrz. n. 10, nicos,
agentes em Pernambuco-
tfjSi
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous Braga Silva 4 C,tem sempre no sen deposito
autores, raostram-se a da ra da Moeda n. 3 A,uro grande ortiraento
qualquer hora do dia ou de tachase moendas para engenho, du muito
da noiie, e responsabili- acreditado fabricante Edvin Kan a tratar no
samo-nos por sua boa I "nesmo de osito ou na ra do Trapiche n 4.
ii t
Ruada Senzala Kova n.f,42.
Neste estabeleciraento continua a'haverum
comapletosrlimentode raoendas emeiasmoen-
dasparaeaSenho, macliina de vapor e taxas
de ferro batidu e coado.dt todos os laman!.oa
para J
Lencos, bicos e rendas.
Na loja da ra do Crespo n. 14, vende-se ricos
lencos de lsbyrinto de cambraia de linho, Lieos
e icndas feito na provincia do Cear.
Vende-se ama negra moca com tima cria,
com muito bom leite, oem abundancia, prnprid
para crear meninos, por ser muito limpa e aceia-
da, com habilidades: na roa do Rosario larga ti.
20, segundo andar.
Balos de 30 arcos,
Cliegaram as mais modernas e melhoies saias
j de balo roru 30 arcos : na ra da Imperalrz
; numero 12. r
Vende-sena leja de Antonio Augusto dos San-
Ios Porto na leja ns. 37 e 39 na praca da Jnde-
Escravos fugioos.
.. pendencia, capellasde ali
lacumh
e preeo
Capel las dealjofe com Escripcdes.crandes a 10a
Unas ditas por g
Ditas ditas por 50
Ditas ditas por
TIMA
LOMOS,
Harlinho &Oliveirst I
Vende-se em rasa de Saunders Brothers di
C. praca do Corpo Santo, relogios do afama
Jj fabricante Roskell, por precos commodos
e laniQeai -ancnllins e cadeias o'araos mesraos
de t- re.eallotn icosto.
Escravos pecas
Vende-se um moloque de 20 annos de idade,
un miilalinbo do 18 annos, dous escravos ambos
por 1:6(0.*, urna escrava de 20 annos, boa en-
Rommadeira, urna dita excedente cozinbeira por
W)0$, deas ditas para todo 0 servido : na ra das
\, i is Verdea n. 46.
Vende-se o engeuho Oniaorobo, na fregne-
7;> de Santo Amaro de Jaboatao, ou troca-se por
predios nesla cidade do Recite : a tratar no en-
genho Pintos, ou na roa Augusta, amarado n. 3,
Vende-se urna loja de calcado na ra do
I ivrimenlo n. 33, muito afreguezada, c com ar-
io o ao nova, e propna para qualquer negocio
que se pretenda botar : a tratar na mesma loja.
Vende-se a casa terrea n 35 da ra do Pa-
dre Ploriano, com chaos proprios : a tratar ca
iii larga do Rosario n. 20. segundo andar.
PECHINCIIA.
Vtnde-se um bom cavallo castrado muito a-
il idor de ludo, seni achaques, por pouco dinhei-
i na un dos Pescadores ns. 1 e3.
Kan siss^ zmmmmu
Vende se urna excellenle propriedade B
onstruiJa de cal e lijlo, paredes dobra- ^
i' das, com 2 salas, 4 qunrtos, cosinha fora ,*
mnilo fresca sil i na frequezia de Ja- j
boatan do lado do ro do mesmo nome : 3
i tratar na rut do Qneimado n. 46 A *t
Vende-se loros de mangue, no escrlptorio
da Companhia Pernambucaoa.
Vende-se por preco commodo um carro
r o Acetente boi ; n estrada dos Afftictos,
i| iuIq sitio depos da capella.
Canoas.
Vendem-se ou alugim-se duas canoas de car-
r ira, nma pega 200 feixes de capim : na ra Di-
reila dos Afogados n. 13.
Vende-se um cavallo proprio para carro,
mudo novo, pedrez, muilo manso : quem pre-
l-ii ler, di rija-se Passagem da Magdalena de-
a
Loja
tic
COM
fazendas
finas, x
|40Ruada Cadcia to Recife44o)
w Encontra-so nesle estabelecmenlo o-
^ das as qualidades de fazendas. ricos e
(g/ elegantes cortes de vestidos de fil, blond
K e de seda, preios, brancos e de coijes.
Jg cambraias, cassas, bareges, chapeos piara
S hornera e senhora, ricos m?nteleles|de
renda branca e preta, velludos de todas
qualidades, grinalelas, aderreos de qri-
;j,j I han tos e toncados para senhora, perfu-
x2 ""ras Francesas, ronpafeia parahomem
^q e meninos, calcado de Melis para Lo-
^ mem eJolv para senhora, luvas de pel-
g tica, chales de verdadeiro touqum e o-
(j5 dos os objeclos necessaros a urna sen 10-
gg ra de gosto e do grande mundo.
SAISA BAISIIILHA
PE
Remedio sem igual, sendo reconbecidos pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
jlvel para curar e?crophulas, cancros, rheumaiis-
I mo, enfermidades do figado, dyspcpsia, debilida-
dade geral, fbre biliosa e intermtlenle, enfer-
jmidades resuliantes do emprego de mercurio,
i ulceras e erupces que resultam da impureza do
, sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por ata-
cado New York, aegam-se obriga los a prevenir
ores^eitavel publico para desconfiar de algumas
m&smm
Rap nacional J).
Pedro II da imperial fabri- ZTlSr1-
I r l- l 1 'enuefe itnilnco.s da Salsa Familia de Brstul,
Ca (le JOMO bandido (IC 3ll-que tojo se vende neste imperio, declarando a
railda, Rio de Jaiieil'O. t0'.l0 <\esa ilesos uniros proprietarios da re-
Este rap sera duvida o de melhor qualidade : ceila Jo Dr- Br'sl0' ,tendo-llie comprado no an-
fabrcado neste imperio, acaba de chegar ven- no I I 185G.
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, ejscrip- tisa nenbuma mais ou pessoa alguma lem
lirello de fabricar a salsa parrilhadeBristol, por-
queb segredo de sua preparagao acha-se somen-
te*e*i poder dos referidos Lanman cv Ke
cia, capeles de aljfar emorale para ca- i Acna*8e fogido um mulato cabra de nome
as, tmulos ele, etc., da forma seauintc i Ryn,ulldo Patricio, ofiicial de pedicro e barfcei-
s razoaveis : r. ">> rcmetlido do Para fin abril de 185 polo
Ditas deimilaile por g*
Quadros rom a imagem do Senhor Criixifi-
cado com inscripces por baixo a Id? e a 8j
Ferros de en-
gommar
SASDE SdlllEM'd
DE
Fazendas e roupa eia
NA LOJA E ARMAZEM
PE
Jeaqttim Rodrigues Tavares de Mello
RA DO QUEMADO N. 39
KM SUA l.on DE QCATRO POR1AS.
Tem um completo sortimenlo de roupa foita,
e convida a todos os seus freguezes e lodas as
pesseas que desejarera ter um sobrecasaco bem
feito, ou urna calca ou collelc, de dirigirem-se a *"i c por i'reco o mais barato que se pode ima-
esle eslabelccirnento que enconirarao um hbil S'nar.
. H j t i Paletol sarco de panno prelo de 1b? a 18?.
artista, chegado ltimamente de Lisboa, para
desempenhar as obras a vontade dos freguezes.
Ja tem um graude sortimenlo du palilots de ca-
Sr. Manuel Jcaquim de Fara. o qual foi qui
vevddo ao Sr Feliciano Jos Gomes, e este se-
nhor venden ltimamente ao Sr Francisco Ma>
Ihias Pereira da Cosa ; lem os seguinles sig-
naos : estatura regular, bstanle grosso e barba-
do, olhos amarellados, falla com desembarace,
reprsenla Ier35 a u annns : roga-seas aetori-
dades policiaes a sua apprehenso ; e qncm o
pegar, diriia-se ao engenho Guerra, em Ipojuca,
ou na ra do Imperador n. 7!), escriplorin de'
Polyrarpo .lo Layme, ou na ra de Apollo n.
eCOIlOTJliCOS r0, pscnploriode Manoel Goureia de Sonza, iw
w ni\c\.i scr^ onerosamente recompensado.
n ,r),S()0. -.
Estes magnficos fer- bOQ i"eCOHipeilSa
Jos Malheus l'erreira recompensa bem a quem
ros acham-se a venda
o armazem de fa/en-
uioacao
para acabar.
Na loja da ra do Crespo n 14, vende-se um
vanado soilimenlo de fa/endas abaixo menciona-
Barato para acabar,
Rna do Passeio Publico, loja
numero 11.
tnp.
liara evitar engaos com desaprecia veiscombi-
semira cor de rap e outros esctiros, que se ven-
dem a 125, ouiros de casemira dequadrinhos
da mais fina que ha no mercado a 1G?, ditos
de merino setim a 1235, dilos de alpaka muilo
fina a G>, dilos francezes sobrecasacados a 12,
ditos de panno fino a 20, 2>35, e 30, sobre-
casacas francezas muilo bem feitas a 355, cal-
cas feitas da mais fina casemira a 10, ditas de
brim ede fustao por preco commodo, um grande
sortimenlo de colleles de casemira a 55, dilos de
outras fazendas por preco commodo, um grande
sorlimento de sapalos de tpele de gosto muilo
i apurado a 25, dilos de borradla a 2500, cba-
zerem co
Meias para senhora, du/.ia a 3jtD00, e 4g00 su | OS segu
penor, corles do vestido de cambraia com Jislras ; tr nreoarac
de seda a 5S, ditos de laa a 5, ditos de cam- ,\ ,,,,, ,
braia a 3, ditos de cassas a 22O0. pegas dejara- \ ? envollor10 de fora esta gravado de um la-
braia de salpicos a 3^600, grosdenaplu muilp fino I do S0D un,a chapa dcago, trazendo ao p as se-
a 1700, 23 e 2s300, cortes de casemira a 3ji chi- guintes palavras :
, nacoes de drogas perniciosas,as pessoM aun nn. '
:_-. mr n rl. l U89(lueq ^n.lZt**initm a^^Wda,do.melhorMqWtendoaomercadoslO,
)mcaSo falca8-'" S qUaC'S qU q"er U" dil0S de ML ingle"s a ,0*' dilos rani,os bons
125?, dilos francezes a 82, ditos grandes de pan-
3j>i ..
la frinreza a 220 orovado, camisas francezas de
fronte do sobrado grandevo coronel Joao Joa- ,corcs,c brancas a 18600, grvalas de linho a 500
,,Oi is., ditas do setim a 500 rs. o lg, chapeps do
' Na ra da Cadeia n. 2i, vendem-se as se- 5*el'i^j* guntes fizendas, por melade de sen valor, para ',aRfm ?'? J^h-.CA0-.0 '1ua.S. 8""!'.i2.aT
liqnidacio.
lucos de seda brancos e pretos, de todas as
ira[oras, vara a 100, 240, 400, 800 o 18000.
tim completo sorlimento de franjas de seda e ; "os-11188""83 a duzia 1S8,. Panno da Costa
d-algodao covado a 340, chapeas de sol de panno ordinario
ra a 600 rs., algodnzinhos a peca a" 3, 3400,
3J800 e 4J800 muito incorpados, madapoles a
peca3300, 4200, 4J400. 4JJ600, e 6 muito II-
Rhales de louquim a 10, l, 20 e 35
HoIops de seda, velludo, de louca ede fustao
do qnalidades finas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
i'.nllarinhos bordados de 500 rs., 2$, 3 e 4.
I'.iilrerreos finos, pegas com 12 varas a lj.
l'qlhos bordados tiras a 5"0, 1, 2. 3500.
c.Vmsetas com manguitos a 3-3, 4, 5 o 6j.
RnfeUes de flores a 6j.
i.hapoos de seda para senhora a 10j?.
Casiiveques de velludo a 40 e 60g
Hilos de seda a 25$.
Hitos de fustao age 12
rilas de seda e de lodas as qualidajes de 160
rs. a 1500.
Ditas de velludo de 240 rs. a Ig.
Vende-se. urna casa terrea com grande quin-
tal e porlao, sita na ra Direita dos Afogados n. Arreios deguarnigao de metal 1
27: quem a pretender dirija-se a ra uireifc des- e bem acabado: yende-se na ra do Hospicio
la cidade n. 26, se dir quem vende. i numero 21.
a 1JS800. ditos de seda a 68800, algodao de acco,
! vara a 280, chales de loa a 1800, ditos de me-
i ri bordados 3 5fl500, ditos lisos a 4500, lencos
! para rap de alcobaea a duzia 4, dit03 de ganga
j muilo finos a 3800," palelots de casemira forra-
I dos de seda a 18, calcas de casemira ordinaria
com mofo a 2. castores muito grossos a 260 o
: covado, brim miudo para caiga a 180 rs.o covado,
I algodao do lislra muilo bom a 200 r3 dito mes-
ciado a 180, pegas de ahita para cubera a 8J5O0
i muilo fina, ditas miudaspara veslidos a 7, ditos
l S 6JJ800, e outras muitas fazendas que s vista
: do comprador fara f.
D. T. LANMABt & KEMP
SOL AGENTS
N. 69 WATER STREET.
2' O mesmo do outro lado lm um rotulo eiu
papel azulclaro cem a firma e rubrica dos pro-
prietarios .
3" Sobre a rolha acha-se o retrato e firma
do inventor C C. Brislol em papel cor de rosa.
4o Que as direccoes juntas cada garrafa
tem urna phenix semelhante a que vai cima do
presente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro ra da Alfandega n. 89.
Baha Germano & C ra Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum,
C ra da Cruz n 22.
Chama-se a attericao.
Vende-so saccas com farello a 4000 rs. cada
urna : n pateo de S. Pedro n. 6.
no a 45, um completo sorlimento de gollinhas e
manguitos, liras bordadas, e entre meios muito
proprio para collerinhos de meninos e Iravessei-
ros por prego commodo, camisas bordadas que
servem para batisado decriangas e para passeio
a 85?, 10 e 123?, ricos lengos de cambraia de
linho bordados para senlioras, ditos lisos para
hornera por prego commodo, saias bordadas a
3500, ditas muito finas 8 53?. Ainda tem um
reslinho de chales de toquim a 30, -cortes de
vestido de seda de cores muito lindas e superio-
res qualidades a 1003?, que j se venderam a
150, capoiinhos preios e manteletes pretos de
ricos gostos a 20, 253? e 30??, os mais superio-
res chales de casemira estampados, muito finos, a
8 e a 10, toalhas de linho de vara e ires quar-
tas, adamascadas, muito superiores a 53?, ditas
para rosto de linho a 13?, chitas francezas de su-
perior qualidade, lamo escuras como clarss a
200, 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para caiga, colletes e palitots a 43? o co-
vado, e um completo sortimenlo de outras fazen-
das, eludo se vende por prego barato, e que nao
poyivel aqui se poder mencionar nem a quarla
partedellas, no entanto os freguezes chegando e
querendocomprar nao iraosemfazenda.
no armazem de fazen- ,he ir0xero seucscra^ Leandro, o qual ten. o,
lMliTlESte Z Snaes segulntes : Hade 20 anuos, pouco mais
los Lene & Iroso, ra ou men0!lf bajxf)i roslo robe(;a redondat safdaa
"a imperalrz n. iti. n(l rosto,pooca barba e ruiva, quando aada ar-
Iqueia um pouco os bracos, falla bem e sabe ler.
natural do Ico, onde tem familia : na roa da
; Cadera do Recite n. 35, loja.
soosooo.
Contina a esler fgida a escrava Paula, que
dizchamar-se Paulina, tem os sgnaes seguinles
6 fula, alta e muito magra, representa ler 25 an-
uos de idade; desrontia-se estar oceulta em al-
guma casa nosarrabaldes desta cidade ; reiodo
serian do Cear, d'otide natural : quem a pe-
1 gar, receber a qnanla cima, na ra da Cadi i:i
, n. 35, leja.
Acha-se fgida a preta Justina desde 23 de
rnrrente, tem estatura regular, rorpo cheio o
com muitas cicatiizes de chicle : quem a pe-
gar, leve-a ra do Pires, na Boa-Vista, 11. 4 i,
que ser recompensado.
2001
Fugio do engenho Uuanduz, em Sanio Anto.
no dia 18de maio do anuo prximo passadn, um
escravo de nome l.ui/, de idade 23 a 24 an-
uos, com os signaesseguinles : cabra, de esta-
tura regular, baixo. quando se ausenlou nao t-
nha barba nenbuma, cabello a especie do de
ralo, lem um pequeo geito as pernas para
dentro, um signal na pontj da lingna do lama-
nhn de um carneo do goiaba, que o atrapalha um
pouco quando falla, lem as coilas bem cicati/a-
itas de chicote ; este escravo to da villa do Sa-
boeiro, comprado ao Sr. Domingos de Sooza Bar-
ros, e ha noticia delle esUr amulado em urna
f.izenda cima da dita villa 20 leguas : pede-se
porlanlo a captura do dito escravo, e quera o pe-
ir .. u n bu t o o :garleve-o a seu senhor no dito engenho, 011 no
r7^rr, n i f' &h ^ Rucc<,fUM>rM. Rccife a Berinrdiio Francisco de A/evedo Cnm-
vri di nriime ,'nJfrr' ^SJL" TUetV ^ "" Ple0 d Carni- (l"e sp Srniilicar con. a
variado sorlimento de ferrag-^s linas, obras lo runlia do 200"*
lanoeiro e perlenres sem Um por usos domesli- No jja i/ de selombro do correnle armo
ausentou-se do engenho Pintos o escravo criou-
lo, de nome Traaos, alto e bem barbado, lera
alguns cabellos brancos na barba, 6 carrero o
mostr de assucar, inlitula-se livre quaudu au-
senta-se de casa : quera o pegar e levar ao en-
genho Pintos, ou a ra Augusta, sobrado 11. :t
ser recompensado.
100$degralificacao
Fngio no dia 27 de agosto do corrente anuo um
escravo por tome Pedio, que representa ter;!':!
annos de idade, com os signaes seguinles: de
cor simi-branca, alio, secco, cabellos corridos.
cabeca redonda e chata airaz, ponen barba, e
falla muilo apressado, quando anda inclina o
corpo para afrente, levou roupa de algodao bran-
co e azul de riscadinho, chapeo de baila prela e
do Chile F.sle escravo tinha um primo por nome
Manoel Alves, morador no Arraial, onde era fe-
lor, ambos naluraes do Rio do Peixe, ha loda
probabilidade que para l fossem por lerem l
prente. Esse escravo foi de Francisco Ribern
que recebeu em heranea de seus pai9, e treuxe
para essa cidade sos 9 de onlubro de 1858, que
venden ao Sr. Jos Francisco do Reg Medeiros
Mello : por Isso pde-se as autoridades policiaes
c capitaes de campo a sua captura e leva-lo ra
de Apollo n. B 4.
Dito fino de alpaca preta a \2$
Dito dilo de cores a 6.
Dito dilo dito a 5.
Dilo dito de alpaca prela para menino a 7;.
Dilo do brim bronco de linho a 4j.
Dilo de ganga a 2500.
Cravalinha de velludo para pescoco de senho"
ra a 400 rs.
Leos de retro/, bordados para senhora o
500 rs.
ntremelos bordados, vara a OO rs.
Tiras bordadas de palmo de largura a 1}*.
Hilas ditas largas, vara a 1$G0O.
Tapete o vellnilado a fi e 89.
Dilos ditos, ricos, para 4 cadeiras a 18}!.
Pannos para mesa a 2500 e 5(600.
Camisas inglezas.
Acaba de chegar na bem conhecida loja de
Goes & Rastos. ra do Qneimado 11. fi, um gran-
de e novo sorlimento das camisas inglezas, gos-
tos modernos, e por ser grande porco ronvida-se
OS freguezes a virem comprar a duzia dor 35J ;
so'de linho puro.
eos, productos lodos da industria norte america-
na, assim como :
Arados de diversos lamanhos.
Moinhos de milho
Machinas para corlar capim.
Grades.
Machinas para descarocar milho.
Cultivadores o ferros de engommar econmicos
erase
canoas de amarello de 28 a 45 palmos, por pro-
cos commodos : na ra do Vigario n.5.
A 2#500 cada urna saia halSo.
Na ra do Crespo n. 20 B, loja de Adriano &
Castro.
Canias de ferro
balido e fundido, de todas as qualddes, e de
lindos modelos, para una e duas pessoas, ditas
para meninos, bercos e lavaiaiios de fero, redes
de palha e de algodtio, ludo por preco commodo:
na ra da Imperalrz n. 75, deposito de camas de
ferro.


I
i2
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 1 DE OUTUBRO DE 1860.
Variedades.
FEROCiDADE.
A norte recente de um negro da Georgia, que
fugio para os bosques, e que dous eropregados
do caminho de ferro conduziam sen senbor, of-
ferece pormeuores horriveis.
A' sua chocada um sitio deserto, cinco le-
guas distauto da Cjlorobia, os dous brancos para-
rana, despirara o escravo, amarrarani-o urna
arvore e o chibatarnm por espaco de tres horas,
cnlculaudo-se que, durante este lempo, o marlyr
nao recebeu menos do 1:200 chibatadas. Quando
os carrascos o desamarraran), nao tinha um s
bocado de pello sobre os rins. Depois, por um
requinte de barbaridade, untaram-o de alcatrao
dos ps cabero, e o deixaram no mcio dos ro-
ohedos exjiosto aos ardores do sol de julho.
O desgranado negro, sustentado por urna cons-
tiiuico robusta, viveu ainda 24 horas nesle esta-
do, errando no deserto, sem saber para onde ia.
Descobrio afina! urna cabana, 5 qual se dirigi
penosamente, mas, quando l chegou, cahio e
expirou logo.
A ARTE DE ENVENENAR.
Ha un- 150 annos, das mais, dias menos, que
aples vivia muito pacificamente urna mu-
II.er, chamada Tofana, que eslava destinada
passar historia, como inventora de um veneno,
que tomou o norae de agua tofana.
Tinha a edade de uns 70 annos, quando mor-
reu de urna deslocago de pescoco n'uma couse
que so chama forca.
Os ttulos desla mulher, para passar hisloria,
orstn o seu talento na arte de envenenar, que,
n'aquella poca, se linha em grande valia, e era
exercida e patrocinada, cora incrivel zelo, pelos
primeiros dignitarios da egreja e do estado.
Se drmos crdito aos historiadores do lempo
da Sra. Tofana, conheclam-so enlo venenos as-
sombrosos, que deafiariara a sciencia de lodos os
ohymicos modernos, pois eram venenos que se
encerravam em anneis o se lancavam em luvas
e lencos, matando pelo tacto e olphalo, o at pe-
la vista;
r.om ludo, os mais eminentes manipuladores
do Tofana faziam uso de um veneno que, nos
nossos lempos, so considera o mais prosaico e
vulgar de lodos : o arsnico.
O certo que os mais notaveis envenenadores
ilo seculo XV e XVI conheciam pouco a chytnica
dos venenos, e os contos que delles se referem
correm parelhas com os das feiticeiras, duendes
o nigromantes da mesma poca.
Eram meios envenenadores que malavam mui-
la genle, e, se nao se descobria a grosseria da
sua obra, era causa disso a ignorancia e a su-
porslicao do povo.
Toda a sciencia chytnica daquella poca eslava
monopolisada pelos padres e mdicos, e o vulgo
estpido olhavj com espauto ludo o que nao
comprehendia.
Boje os envenenadores osto muito mais
adiantados, e teem muitos txicos A sua escolha.
Ha venenos que matara com a promptido de
urna bala ; e oulros que do a morto dopois de
um longo somno, ou com dores mais horriveis
quo as torturas do inferno.
Os venenos sao baratos, e com pouco dinheiro
se pode comprar arsnico para extinguir urna fa-
milia (oda.
Urna dse hopenopathica, por exemplo, um C.
de grao de slryehnina, basta para dar cabo de
um Hercules.
Felizmente que, A par da descolarla dos txi-
cos, tem caminhado a dos antdotos.
Nao ha veneno de que se nao reconheoam os
signaos, e nenhum crime se pode verificar com
mais certeza do qno-o do envenenamento.
Foi urna lico cnsinada pela Frovidencia para
limitar o poder dos envenenadores o lomar pa-
tente o seu crime
NKCROLOGIO.
O ador italiano Eduardo Mazernni, director de
serna da companhia Rislori, fallecen ltimamen-
te em Turin, com 63 annos de edade.
Era filho do coronel de engenheiros, quo diri-
gi n construccao do forte de Malguera em Vene-
za, duranle o primeiro imperio e servio tambem
no excrcilo francez, chegando ao posto de capi-
to do 4." lgeiro, e foi ferido em Dresda. Depois
da paz fez-so ador, director e tambera aulor dra-
mtico.
Sao, com este, j dous actores da companhia
Rstori fallecidos depois da sua estada nesla ci-
liado.
UN NOVO JONATHAS.
Ha lempos npanhou-se em Londres una ba-
lis, que o lord-mairc reclamou como porten-
eente A mnnicipalidade. Foi transportada A pon-
to de Londres, porm o governo decidi quo nao
era da municipalidade, mas sim sua, e fot leva-
da para a ilhado Doys, perto de Greenwich. Mr.
Ghift, zeloso zologo, apressou-se a esludar o
cetceo, e o onconlrou com a bocea aborta por
meio de duas viga?. Quorendo examinar n inte-
rior da bocea, Mr. Gliil entrou dentro sobre a
mandbula inferior.
A lingua do cetceo que urna massa espon-
josa e muito ficxivel, enlo por estar exposta ao
ar, quando Mr. Ghift a pisoil, afundou-so nella
romo n'um pantano, e resvalou par.a a gula, on-
de, escorregando pelo liquido rnticilaginoso o
gordurenlo desappareceu quasi completamente.
Honre grande difficuldade para tirar o curioso
observador, que esteve quasi ficar sepultado
donlro d'uma baleia, comquanto se achasse em
torra flrmr. -
Fsta noticia dada por um jornal inglez 1
PARA ROMANCE.
Mr. \..., capito francez, gravemente ftido
na batalba de Solferino, foi transportado pata
Brescia, onde soffreu a ampulacaode urna perna.
lima honrada familia da cidade reclamou, como
I Oi ULTIH
POR
PAULO DE KOCK.
XLVIII
Um baile.
(Conlinuaco )
Al I O'caso esto 1 Nao me queros reco-
nheccr 1 disse Froimont, quando Cerisotte ia-so
retirando. Pois vamos ver. Vou fazer escndalo.
F. o infame seguio de longo a moca, que se
dirigi para o vo de urna janella, e eslava beben-
do um copo d'agua que lhe dera Dumarselle.
O senhor conhece aquella mulher___que
est ali, n'aquella janella? disse Froimont um
sujelo que eslava A sea lado.
F.sse sujeito era Chalupeaux, que empinava
mais um copo de ponche, e que animado pelos
frequentes refrescos, segua Cerisette, desdo que
sua mulher perdia-o do vista.
Aquella moca bonita que eslA ali na janel-
la ? E madama Dalbonne.
Oral D'ondo yeioesla madama Dalbonne?
Como I pois nao sabe quo sobrinha de
madama de Fierville? -,
Sim I pois faco-lhe os^weus comprimentos
pela sobrinha. Conheco muito essa linda raore-
ninha, no outro lempo nao se chnmava madama
Dalbonne. Era siroplesmente Ceriselte.
Cerisette I o que me est dizeudo? disse
Chalupeaux, arregalando os olhos. Enlo eu nao
tinha-me engaado, ella I
Meu charo senhor. o que eu lhe posso di-
zer ___
Aqui Froimont pronunciou urna insolencia, A
que Chalupeaux respondeu :
E eu tambem.
E a mim, senhor, succede isso lodas snoi-
tos, porque sou seu marido.
Estas palavres forum pronunciadas por Len,
que, andando A procura de sua mulher, pirara
atraz dos dous que fallavam dola.
Rocoithecendo a voz do Dalbonne, vendo-o
perto de si. Chalupeaux ficou verde, o bnlbu-
cou :
Como.... ora. isto graca... nao acredito
urna palavra do que eu disse... nao verdade
o ponche... Juro-lho quo nem mesmo sci o que
eslou dizendo..
Quanto Froimont, vendo o mancebo, cujas
foiges eslavam conlrahidas, e que fartava nelle
os olhos, medio-o de alio baixo com ar ins-
lenle, dizendo:
Palavra, que sinlo pena pelo senhor; mas
se marido d'.aquella mulher, foi completamente
engaado, e nao retiro as minhas palavras.
Basla, senhor, bista, replicou Len, pogan-
dn-lho no braco com tanta forca que deixou-lhe
l) Vido o Diario n. 225.
favor, o d treno de tratare cuidar do ierido, que
achou no modesto lar, recommendavel por seus
coslumessimples e patriarchaes, a mais carinho-
sa o desvelada hnspilalidadc.
A joven fllha do dono da casa cuidou do offi-
cial francez como urna irma terna, procurando
todos os meios de lhe atenuar os soffrimeotos.
O rcconhecimenlo do urna parle e um vivo in-
teresse da ontra, deraro de si um projecto de ca-
samento. Porm a joven nao era rica c o ofDcial
tinha a sua espada, de que nao poda servir-se.
O rei Vctor Emmanuel soube os pormenores
deste romance, comecado no campo da batalha e
continuado cabeceira de um leito do si.flnmen-
to, e encarregou-se de lhe apressar o desenlace
ao pedo altar, dando um dote joven bresciana.
O imperador Napoleao nao quiz Bear atraz e
deu urna penso ao ollcial, al poder dar-lhe
urna pnsico conveniente.
PROPHECIA REA1.ISADA:
Publicou-se ltimamente em Londres urna Ti-
fa de Lniz Napoleao, escripia por urna senhora,
que lhe faz grandes elogios.
Entre oulras anedoclas que contm o livro,
merece nolar-se a que diz que em 1834, quando
a rainha Hortencia, roai do Luiz Napoleao, resi-
da em Arenemberg, foi magnclisada o prophe-
tisou quo seu filho seria imperador dos Fran
cezes.
LISONJAS.
Depois de continuadas chuvas, comecou o bom
tempo com a viagem do imperador e Imperatriz
dos Francezes nos departamentos.
Porguntando o imperador aura maire dla
Cle-d'Or pelo estado dascolheitas na sua com-
muna, respondeu este:
Ah I Sir, deverieis ler vindo quinze dias
mais cedo.
O curaprimento delicado 1
A Patrie nao quiz ficar atraz do maire, e fal-
lando da repentina mudanca faoravel do tempo,
perguntaa si mesma se, neste incidente, que pa-
rece ftil edevido ao acaso, se dever ver um
dos numerosos e profundos signaesque fazcm da
legenda napoleouiana a verdadeira Iradioc.o na-
cional !
TRISTE NOTICIA:
A cholera morbus, que ha dous mezes apenas
linha dcsapparecido de Malaga, reappareceu no
da 19 de agosto lindo, atacando na noite da-
quelle da mais de 600 pessoas e fazendo 00 vic-
timas.
Grande numero de familias fugia aterrado da
cidade. Nos dez dias seguintes o numero de ca-
sos foidiminuindo, porm ainda no dia 27 houve
17 falaes al A urna hora da larde.
Esta calamidade era mais lamentavel por se
dar na occasiao em que tinham comecado as vin-
dimas.
UM CRESO.
Falleccu ltimamente em Birraingham (Ingla-
terra) Mr. Tltomaz Colterill, deixando urna fortu-
na de um milho e com mil libras esterlinas.
Deixou muitos legados a diversos estabeleci-
mentos de caridade.
FACTO CURIOSO.
Deu-se ltimamente em Milao um fado muito
curioso. Um homem rico deixou no seu testa-
mento urna somma para ser applicada A melhor
obra do caridade.
Os lestamenteiros julgaram que essa molltor
obra era dar essa somma A Ganbaldi para ajada
da insurreigo da Sicilia o de aples.
ENGENI10S DE ASSUCAR EM CUBA.
Diz o Mensageiro Cubano que a produeco dos
engenhos melhor trabalhados na razio de 10,000
arralis ou 23 caixas do assucar por cada negro,
prirm que na maor parte dos engenhos, onde se
nao inlroduzio ainda o uso de machinas, a pro-
duccao s do II caixas ou 4,730 arralis de as-
sucar por cada negro.
11a em loda a iiha de Cuba mais de 2,000 en-
genhos e_o seu numero augmenta sempro.
Fm 1775 s havia 473 engenhos de assucar.
Nos 85 decorridos estabeleceram-se mais 1,775
engenhos, o que equivale A um augmento do 18
engonhospor anno.
PRESTIGIO DA REALEZA.
Dizem de New-York em 9 do agost :
O prncipe de Galles sahio, na terca-feira de
i manhaa, da capital da Nova Rrunswick e roto-
; mou o caminho do Saint-John, onde embarcou
pira a illia do principo Eduardo.
A sua reapparieo era Saint-John excitou um
tal enlhusiasmo, que a mullidao lirou os cavallos
| e puxou a carrnagem at ao embarcadouro.
A LUZ AUGMENTA.
O Times d conla das experiencias foitas pelo
professor Way de urna nova luz eleclrica, cu jo
hrilhn e brancura s. podem comparar-so A luz
do sol.
A experiencia foi folla n'un yacht, quo sahio
do Porlsmouth, A noilo.
i O navio dirigio-se para Cows e de IA para Os-
! bornehouse, residencia da rainha Victoria na ilha
de Wighi.
O apparelho. suspenso no maslro da frente,
projectava urna luz to pura, tao viv e tao bri-
, Ihanlo, que todas as luzes da illuminaoao da ci-
dade edos numerosos yuchls pareciara' manchas
vcrtnelhas sobre um fundo negro.
A luz era tao intensa, que era impossivel olhar
para ella fixamente.
Vista alravez de um vdro defumado, tinha ape-
nas o dimetro de urna pequea raoeda de prala
de tres sidos.
Esta luz produz-se pela accjio de urna batoria
eleclrica sobre tima columna de mercurio em mo-
vimento. O mercurio corre de um pequeo glo-
bo de vidro do tamaito de urna laranja por um
a marca dos dedos. Amanhaa As oito horas na
porta do bosque de Rolonha, e so tiver a desgra-
na do nao oslar l___
Nao se ataste, l ro, meu senhorzinho___
Tonho a mito feliz, e eslou acostumado A estas
cousas.
Entao amanhaa, e serA bstanle urna tesle-
munha.
Como qnizer.
Depois de tor dito essas palavras, Len virou-
se para procurar Chalupeaux, de quem quera
exigir urna reparacao ; mas Nemorin usAra da me-
dida dos prudentes, tinha-so mandado mudar.
Len eslava por um triz A correr atraz delle,
quando ouvin um grito doloroso, era Cerisette,
que leudo visto seu marido filiar A Froimont, ca-
hira eslendida no soalho com um violento ataque
de ervos. Len nao pensou mais em Chalu-
peaux, corren A sua mulher, que Dumarselle jA
lovanlAra, e A quem prodigalisava todos os cui-
dados. Madama de Fierville, quo vira ludo de
longo, approximou-se cnto de Cerisrtle, dizendo:
Meu Deus! o que houve? Como, Len, pois
foi sua mulher que desmaiou I Qual foi a causa
desse incidente? Voc mesmo como est todo
Iranstomado. O quo se passou ? Vamos levar sua
mulher para o meu quarto. Vou mandar chamar
um medico,
Nao, senhora, nao, disse Len, repollindo
vivamente sua lia, que quera approximar-se de
Cerisette. Nao om sua casa que minha mulher
deve adiar soccorro ; o que necessario antes
de ludo, que ella saia desta casa, onde compre-
hendo agora porque razao desejava lanto que ella
viesse I
E Len tomando a mulher nos braros, levou-a
para fra da sala e melteu-a no carro, ajudado
por Dumarselle, que. antes de retirar-so, deitou
A madama do Fierville um olhar quo a atterrou.
Entretanto affluio toda a genio do baile para o
lado de madama de Fierville, queriam informar-
se do que succedra. D'ahi a pouco veio madama
Chalupeaux augmentar n eonfosao gcral; vinha
dando gritos e procurando pelo marido, que desap-
parecra.
Ora, minha amiga, para quo estes sustos?
dsse-lhe madama de Fierville. Talvez o Sr. Cha-
lupeaux se sentisse indsposto e nao lhe quiz
dizer, para nao a ohrigar A sahir do baile.
Minha senhora, sei bem que meu marido li-
nha bebido muito poncho I mas so nao o achar,
quem m'o pagarA ha do ser sua sobrinha, que lhe
linha posto a cabec.a A roda.
Parece que a mnlher de meu Sf brinho poz
esta noite tudo em revoliieo na minha casa....
Mais larde saberemos a causa de todos esses in-
cidentes... mas isso nao razao para que o meu
baile fique perturbado. Vamos, vao tirar pares.
Olhem, a orchestra estA tocando o ritorncllo, a
quadrilha vai comecar.
Voltaram todos pra a dans, porque no gran-
de mundo nao do bom tom oceupar-se ninguem
com o que diz respeilo A dona da casa. Froimont
sahio da casa de madama do Fiervillo com o mes-
mo modo insolente com quo entrar, o quando a
lia de Len procurou-o para perguntaf-lne os
pormenores do que succedra, jA nao o achou.
Len trouxera sua mulher para casa, u or livre
havia acalmado os ervos de Ceriselte, de forma
buraco to pequeo como a ponta de tuna agu-
Iha fina.
Este mesmo fio caho em um pequeo copo e
d'ali trasborda para cahir n'um vaso inferior, que
o recebe para servir infinitamente, reslituindo-o
ao vaso superior.
Logo quo os fios da batera eslo em contacto
com o do mercurio, produz-se a luz e cessa logo
que o contacto interrompido.
O que ha de mais admiravel que, pela in-
fluencia desta viva luz, apezar de ser finissimo o
fio de mercurio, nao se produz vaporisagao.
APOSTA SINGULAR.
Voriflcou-se urna aposta singular enlre dous
Inglezes.
Um delles aposlou a favor da chuva e o oulro
a favor do sol, desde o Io de maio a 25 de agosto.
O primeiro recebe 40 libras por cada dia quo cho-
ver e paga ao oulro 400 por cada dia em que nao
houver chuva.
O quo aposlou a favor da chuva ganhava jA
2,800 libras no da 20 de agosto, e, A vista disto,
fra deduvida que lucrou com a aposta, pois j
nao podia perder o que ganhava.
REYROUTH.
Bcyrouth, capital da Turquia asitica naSyria,
pachalalo a 20 leguas N. N. E. d'Acre, o a 19 e
meia O- N. O. de Damasco, eslA situada n'uma
planicie A beira-mar e na embocadura do Bihr-
Bainit.
cercada de muralhas flanqueadas com algu-
mas torres.
As ras sao estreitas e irregulares.
Nos arrabaldes, que sao extensos, ha borlas
com figuoiras, oliveiras, etc.cujo aspecto mui-
to agradavel.
O porto eslA obstruido pelas areias e os navios
de vero fundeiam ao lado de urna pona situada
na parte anterior da cidade, e ro invern vao an-
corar no interior do urna pequea bahia muito
segura.
A cidade tom um bom caes.
Djezzar-Pach mandou construir algumas fon-
tes na cidade, e as altas torres que se voem ao
N. E. da mesma, para que servissem de pracas
d'armas.
Tem tambem umitas mesquitas e egrejas e nm
convento de capuchiuhos.
Residem ali um bispo grego raaronila e mullos
cnsules europeus.
Tem fabricas de tecidos do algodao e vidrarias.
O seu commercio consiste em soda cra, algo-
dao em lio, etc.
A seda cra exporla-se para Damasco, Alepo
Cairo e Europa.
A sua povoaco de 12,000 habitantes, Druz-
zos, Maronitas, Gregos,Turcos e rabes. Os seus
arrabaldes, muito bem cultivados e regados, sao
muito ferteis.
A cidade oceupa o local da amiga Bcrylus.
_ Qualro columnas de granito, tros das quaes es-
li anda em p no recinto actual, e muitos ou-
lros reslos de antigos monumentos extra-muros,
taes como um elegante palacio edificado pelo
emir Facardin, ou antes, Fakhr-ed-Dio, alteslam
a sua exlensao e seu anligo esplendor.
Anda apparecem porlo das muralhas os restos
de um canal aberlo na rocha, e alguos fustes do
columnas nos muros.
A cidade actual esleve muito lempo em poder
dos Druzzos, que a crigiram em capital do seu es-
lado.
A actual residencia do Abd-el-Kader em Bey-
roulh, onde acaba do fazer aos christos os re-
levantes servicos que lhe valeram a gra-cruz da
legiao de honra, que lhe conforio o imperador
Napoleao.
AS CONCUAS DOS PEREGRINOS.
Eram os primeiros lempos do chrislianismo.
Urna animaco desusada reittava em Ira-Fla-
va. hojo Padrn, a tres leguas de Santiago.
Era quo o duque da Maya tinha deixado os
seus estados de Navarra, ao norle de Dlizendo,
para casar com a fllha do senhor de Ira-Flavia.
Do repente, o cavallo que o duquo montava,
comecou a escavar no chao, e, nao podendo con-
le-lo, o cavallo se lancou no mar.
A lilha do senhor d Ira-Flavia de um grito,
que repettu,|atlerrada, a mullidao.
lima barca, semelhanlc A um ponto na im-
mensidade, se deslisava tranquilamente no oca-
no. Um homem eslava sentado ao p do leme
e seis o rodeavam de p, com o rosto vollado
para a praia.
Todos tinham o trage dos apostlos de Chris-
to.
Dominava aquclle grupo um disco luminoso,
que refleclindo no mar, diriga a barca na sua
marcha aveulurosa.
O cavallo internava-so cada vez mais no mar,
apezar dos esforcos do cavalleiro para o rotor,
e assim se achou logo to perto da barca, que o
senhor da Maya podo perguntar aos viajantes :
Quem sois?
Servos de Deus Ilhe respondern!.
D'ondo rindes ?
Do Jape.
E para ondes idos I
Para onde Deus quizer.
Eslo a quem seguimos era Santiago, filho do
Zebedeu, um dos doze apostlos de Christo, e
nos somos seus discpulos.
Sois discpulos de Santiago? pergunlou o
duque da Maya.
A' dizer a verdade, eramos, disse um dos
viajantesporque Santiago solreu o martyrio.
E, ao dizer islo, o que acabava de fallar in-
dicou com o dedo um cofre de madeira do ce-
dro, collocado no fundo do barco, e coiitntiou
assim :
A alma vollou A sua primeira roansho, po-
rm o corpo mortal nos ficou, quo subtrahimos
ao furor dos quo porseguem, e, confiando na
Providencia, vimos em busca de una ierra hos-
pitalera para o depositar.
Orando foi a sorpreza do principe ouvindo es-
qiie quando chegou A casa jA nao ostava tao aba-
tida. Todava Dumarselle quena ir chamar um
medico. Mas Cerisette oppoz-se ; agradeceu esse
homem generoso, cuja amizade nunca se des-
metilira, e que acabava de dar-lhe novas proras.
Len junlou os seus agradecimentos aos de sua
mulher e Dumarselle retirou-se pedindo permis-
so para vir saber noticias da doenle, o que lhe
foi concedido.
Quando Len ficou s com sua mulher redo-
brou de cuidados, de lernura, porque va que ella
olhava para elle com receio, que pareciaJer mo-
do do fallar-lho. Emim, Ceriselte balbuciou com
voz trmula :
Meu amigo, vi-te no baile fallar com aquello
homem, oh I nm homem que sompre procurou
jfazer-me mal. F.sse homem reconheceu-me, e
.apezar da minha persistencia em dizer-lho q'ue
so enganava, teimou em reconhecer-me. Ah !
| Len, deves corar de tua mulher... nao deves
mais aniar-mo. Entretanto antes de casar corui-
go, onviste Sabretache, elle devia ter-te fallado
! nesse Froimont que me ofTereceu o seu amor,
| quando eu eslava com os cmicos, e mandou dc-
pois cobardemente quo too pateassem, porque eu
1 nao lhe dei ouvidos....
Sei de tudo isso ; tranquillsa-te, Agatha, e
nao penses quo eu possa dcixar do amar-lo. Fa-
cam o quo fizerem, nunca poderito tirar-to o meu
amor....
Querido Len I mas o que foi que te disse
esso Froimont ?
Muito poucacousa... Eslava-o ouvindo di-
zer Chalupeaux que pareca que te eslava re-
conhecendo ; ento eu cheguei-mo e pergnntei
onde tinha conhecido minha mulher. A minha
pergunla porturbou-o, ficou interdicto, o depois
balbucou que se tinha engaitado.
Foi s isso o quo ello le disse?
S, absolutamente
Len, nao me engaas? Esse homem nao te
dtssc mais nada?
Mais nada.
Ah quando vi-tc fallando cora elle, senti-
mo morrer, eu quera correr... separa-los, mas
do repente nao vi mais nada em torno de miui.
Descanca, quo precisas disso, e principal-
monto esqunce os aronlecimentos desla noile...
Ah meu amigo, bem vs que nao devo ir
as companhias. Mas esse Froimont era casa de
rainha ta I...
Alliha algnma perfidia. Gastao tinha razao.
E Sabretache tambem... quando nos dizia
que desconftassemos.
Len conseguio acalmar os receios de sua mu-
lher ; redobraodo de lernura e de amor tez ap-
parecer alguroa tranquillidado n'alma, e Cerisel-
te, fatigada por lodos os incidentes dessa noile,
conseguio adormecer quando vinha raiando o
da.
Ento Len levaolou-se sem fazer bulla e
olhando para sua mulher adormecida, murmu-
ro u : >
Dorme em puz, pobre Ceriselte I tu,, cuja
vida conheco, porque Sabretache disso-me ludir
quiz que eu soubesso tudo antes de dar-te o meu
nomo, fim de que nunca podesse aecusa-loj de
me lerera engaado. Ah I-nao me arropendo de
leler associado minha vida.... Teu coragao
las palavras, e nao podo detsar de reconhecer
certa cousa sobrenatural no feliz xito de to
perigosa viagem, feita de um modo tao maravi-
Ihoso.
Christos 1 exclamou, o meu palacio
vosso.
N6s agradecemos, lhe responderampor
que Jess Christo disse sos seus discpulos :
Aquello que vos receber, rae recebe, e o que
me receber. recebe aquello que me enviou.
O seuhor da Maya ia continuar, porm nova
sorpreza lhe estavs preparada.
Olhando para o seu cavallo, que acabava de
fazer um forte movimento, viu quo tanto o ca-
vallo como elle estavam completamente cobertos
de conchas.
EncarcAt os discpulos do santo como a pedir-
Ihes a explcaco d'aquelle novo myslerio, po-
rm notou que tinham ajoelhado, declarando tira
d elles que o poder de Deus se manifestara n'a-
quelle milagro operado ante o corpo do apos-
tlo.
Ficou pensativo o principe, e, do repente, se
scniin subjugado por urna santa crenea o ineli-
nou a caboca.
Enlo, um dos discpulos de Santiago tomou
com as inos agua do mar, e, lancando-a sobre
a fronte do senhor da Maya, disse com voz so-
lemne :
Eu to baptiso em nomo do Padre, do Filho
e do Espirito Santo.
Assim seja I responderam os seus com-
panheiros.
Assim seja 1 respondeu, por sua vez, o
duque.
E, voltando o cavallo, chegou A praia, onde o
povo todo vira o que se passAra, sem nada com-
prehender.
Contou o quo presenciAra, e quando chegaram
os discpulos do sanio, operaram urna conversao
gcral.
A chronica acrescenta que, no momento em
que o senhor da Maya recebeu o baplismo, se
ouvin nos ares urna voz divina, declarando que,
de futuro, as conchas seriam um signal aulhen-
tico para recordar as virtudes de Santiago o
Maior.
Desde entao, os peregrinos trazem as conchas,
em recordaco de to milagroso fado.
NEM ANNEL, NEM DINHEIRO.
Ha um grande thesouro escondido no sitio
da Remposla.
Era 1701 foram vendidas A cora urnas casas e
hurlas na ra larga da Bemposta, no local onde
se edificou o paco quo ainda ali vemos.
O vendedor, no acto de contratar a venda, re-
servou para si o seu3 descendentes o direilo de
explorar um thesoure que por aquellas paragens
devera estar escondido. Com efleilo assim ficou
expresso.
Deu lugar A oslas condicoes a declaraco que
havia da parle de um amigo conlador-mr do
reino, declaraco que revelou seus filhos,
que lhe succederam na posse dos terrenos em
queslao, que elle conlador-mr, por occasiao
dos molins (alguma bernarda daquelles lem-
pos), recolhera nas suas rasas da Remposla gran-
de quanlidade de dinheiro em um lugar que
constava das letlrasdo annel que ello (razia ba-
bittialmenle.
Pela morle do conlador-mr, o annel desap-
pareceu, e consequenteniente os herdeiros fica-
ram ignorando o local onde deveriam procurar
o dinheiro escondido. Sao passados mais do 160
annos. Nao consta quo tal thesouro tonha sido
descuberlo. E' mesmo provarel que tonha esque-
cido a declaraco do conlador-mr.
Para quem estar reservada a fortuna de um
semelhanlc adiado '.'
urna all'routa, um vilipendio di-
que maior desprezo mere-
o animal objecto de es-
epitheiu de cao
rgido quelles
cero, sendo alias
tima.
Todos sabem que vulgarmente se d o nome
de cess dividas do dinheiro e que tambem so
chamam caes aos mos cantores ; a estes, que,
cantando mal. As vezes fazem recordar o latido
d'aquelle animal, poderia haver certa proprieda-
de em se lhes applicar semelhante epitheto,
mas nao c por esse motivo, roas como signal
de desprezo, como injuria,- por o cantor nao ser
digno de respeilo pelos seus, nenhuns doles ar-
tsticos.
Assim que o animal querido do homem, o
symbolo da fidelidade, tambera o symbolo da
vilania.
ARVORE A MAISANT1GA.
Segundse IA na Revista de Calcult, ha na
ilha do Ceylo urna grande quanlidade do anti-
gos monumentos de podra, porm a mais curio-
sa antiguidado que ali se encontra a arvore Bo,
que na lingua oriental do Mahawanso quer dizer
arvore santa.
Foi plantada 288 annos antes da era christaa,
e tem boje, portante, 2147 annos, islo um se-
culo mais do que as antigs arvores de que ha
noticia.
O carvalho do Conquistador (Conqueror's Oak),
no bosque de Windsor, muito mais moderno.
As oliveiras dojardiin de Gelhsmani e os cy-
prestos do Soma, na I.ombardia, que sao do tem-
po de Julio Cesar, sao muito posteriores fa-
mosa Bo d'Anaradjahpoora em Ceilo.
OS FILHOS DE KOSSUTH.
Esliveram em Milo alguns das, e sahi-
ram d'ali para Turin, os dous filhos do Kos-
suth, um de 19 annos de edade, e outro de 15.
Iam juntar-so seu pai na capital da Sar-
denha.
ESTATISTICA DA RUSSIA.
O recensoamcnlo da populaco, ordenado de-
pois da guerra da Crimea, torrainou o deu o se-
guinte resultado :
A populaco total de 08:931.758 habitantes. rorkY
sendo 33:655,824 do sexo masculino e 35:275,904 j ntcurso
do sexo feniiiiii..}.
refugiou-se n'uma casa onde os Musulmanos o
sorprendern! e lhe ofTereceram a vidaseapos-
tatasse da f e pizasse a cruz, porm o apostlo
da verdade confessou Chrislo e sdorou a cruz
pela qual soffreu o martyrio.
Os oul'os foram morios e queimados no col-
legio.
O GREAT-EASTERN EM PROCESSO.
O Correio dos Estados-Unidos conta o seguinto
sobro um processo tentado contra o cGreat-
Caslern.
A triste excurso do Cabo May, que deu um
golpe funesto na popularidade do Levialhan dos
mares, cora-se hojo por um processo em quo
se trata de urna indemnisaco de 100,000 dollars.
Ao mesmo tempo se que'slionan os direitos dos
engenheiros inglezes honra de teretn schado as
combinacoes de forcas motoras que permiltiratn
a construccao do navio mors tro.
Parece que em 1848 um cidado de New-York,
Mr. James Elmathan Smith, tirou privilegio orn
Washingnon para uro duplo aperfeicoamento do
systema de propulso dos navios A vapor. Esto
aperfeicoamento consista : Io em combinar jun-
tas a aeco do hlice e das rodas; ora enllocar
estas por dianle do centro de gravitado do na-
vio.
Devia assim,dizia Mr. Smith, obter-se urna ve-
locidade m?ior, urna melhor collocac.o sobro a
agua e urna marcha mais regular.
Depois de tirar o seu brevet, nos Estados-Uni-
dos, escroveu os dous grandes engenheiros in-
glezes, Mrs. Brunel e Stephenson, para lhes
subraelter o seu processo e pedir a sua opi-
nio.
A resposta que recebeu foi to desanimadora
que julgou intil fazer as despezts necessarias pa-
ra a obtenco de um brevet em Inglaterra.
Hojo este duplo principio, pelo qual Mr. Smitli
reivindica, com documentos na mao, a prioridnde
da invencao,acha-se applicado noGreal-Eastern,
construido precisamente por Mr. Brunel. A coin-
cidencia pelo menos singular.
Corntudo o facto desta applicaco nao dara ao
inventor americano nenhum direito contra o na-
vio, se estese limitasse A entramo porlo deNow-
a sahir para viagem d'alto mar. Porm a
do Cabo May e a que o vapor faz aclu-
O CAO.
Como quo, sendo o cao um animal 15o esti-
mado do homem, o sei; nome significa urna a-
fronta em todos os paizes ? Ou seja corno ob-
jeclo mimoso para ter nos salas, ou soja como
companhoro o auxiliar na caga, ou soja como
defensor, o cao o animal que" o homem mais
preza. O cao paga extremos com prodigios de
affecto c de fidelidade, o desta o symbolo. Pa-
rece, pois, que o nome do amigo do homem ja-
mis devera ser urna afTronta. Mas que, do-
tado do mais nobre instincto, oco, ao mesmo
tempo, um animal immundo, deshonesto e sem
vergonha. D'aqui procede o dictado : Ter rer-
gonha de cao mas tambem certo que o ri-
fo drz : Casa em que nao ha cao, nem galo,
casa de velhaco.
Contam deslo animal os mais nebros actos de
dedicacao ; referem-se do sen instincto feos no-
j lavis ; as mimosas damas estremecem os seus
j king's Charles cora tanto enlhusiasmo, que, se
alguna desastre lhes acontece, choram-o como
so fra A um amigo ou ao prente mais alfoc-
tuoso ; e, apezar disto, ao homem que se des-
proza, ao homem vil, ao homem descarado, cha-
mam todos cao I
Diz Bluleau tallando desto epitheto al'ron-
toso .-
* E' hojo to rommunt esta injuria, que ii3o
s pessoas particulares com ella reciprocamente
se maltratam, mas nos reinos e naces inteiras
com ella se perseguem e se empuhara. Tanto
assim. que, em corto modo, poderia naos dizer
que no mundo nao ha naco mais numerosa que
a dos caes. Chamam os Turcos aos Christos
caes, e nos nao s chamamos caes aos Turcos,
mas a todo o genero de inlieis ; chamamos
caes aos hereges, cues aos judeus ; al entre
christos o criado que nao serve bem cao e
o amo que nao paga ao criado outro cao ;
ha tantos qnantos aniraaes, assim racionaes
como irracionaes, sao capazos da injuria deste
nome.
Cames disso Tantos caes nao imbelles
profligados fallando dos idolatras e gentos
| vencidos pelas gentilezas dos Portuguezes nas
regios da Asia.
Aqui esl, pois. como por todo o mundo o
nunca foi manchado pelo vicio.... At vista,
mou anjo, vou vingar-le desse miscravel quo an-
da se atreve A perseguir-te... Oh I seo co
justo, este Froimont receber o premio de sua
indigna conducta.
E Len entrou no seu gabinete, onde escreveu
urna carta, que collocou sobro a secretaria ; de-
pois acabou de vestir-se, pegou na sua cala de
pistolas, e sahio devagarinho de casa, antes de
estar levantado nenhum dos seus criados.
Eram apenas seis horas e meia quando Len
conseguio, depois de muilro trabalho ; quo o por-
tero do Gaslo Iho abrisse a porla, feito o que
perguntou ao criado desto se seu amo eslava em
casa.
Se o patro eslA casa I murmitrou o criado
bocejando : Que duvida, A estas horas... oh I o
patro nao to matinal, anda deve oslar dor-
mindo.
Muito bem, vou acorda-lo.
Mas, senhor, com licenca, meu amo ainda
eslA dormindo...
Pois justamente por isso quo o vou acor-
dar I
E Len sem dar mais ouvidos ao criado, foi
entrando no quarto do Gaslo; osle, que tinha
ouvido ruido, eslava acordado. Nao se mostrou
admirado vendo Len entrar em sua casa to
cedo.
Perdo, meu charo Gastao, se te incommo-
do, mas um negocio que nosotre demora...
A tua visita nao me sorprende... j a espe-
rava : aposto que tens um duelo esta raanha?..
Justamente ; mas quem le disso?
Ninguem ; tinha-o provisto ; era a conse-
quencia do baile do tua lia...
Sim... linhas razao... oh I tudo isso era ar-
ranjado por ella.... Mas oque lhe fez Agatha,
para quo olla queira assim deita-la perder?...
Com um sujeito chamado Froimont, que rae
parece freguez de quanta lasca ruim ha pur ah, e
quo fazia um efleito terrivel era casa de minha
tia.
Devia ter forles razos para convida-lo ao
seu bailo.
Sim.... adevinho-o agora. Oh I horri-
vel.
- Emfim, esse homem ?
Miseravel I mostrava minha mulher a ou-
lro-----qnem tambem hei de encontrar. Direi :
EraQm, Gastao, o insulto tao grave, que pede
nao o sangue, mas a morte desse homem.
Est bom ; A que horas o oncontro?
As oito horas no bosque do Rolonha?
- Levanto-me, e daqui a pouco eslou prompto.
Gastao pulou da cama.veso-se depressa, per-
guntoo ao seu amigo se linha armas, e As oilo
horas menos um quarto subiram os dous mance-
bos para um carro, dizendo ao criado :
A porta Maillol, antes das oilo horas, e dez
francos de gorgla.
O cocheiro parti A trote rasgado. Durante o
caminho os dous amigos pouco fallaram ; esta-
vam inmersos em graves reflexes. Emfim, Len
disse A GastoJ:
. Se a sorto mo fr contraria j escrevi as
minhas ultimas vontades, acharas a carta na mi-
nha secretaria, Deixo ludo A aquella a quem orno
INCENDIO.
Houve um incendio que deslruio era grande
parte a cid'tdo de Orcmbourg 140 casas na
cidade, propriamente dita, 280 no faubourg e a
cidadella d'Oska, foi tudo devorado pelas cham-
mas.
AOS ARCHF.OLOGOS.
Urna carta dirigida do Cairo, era 12 de agosto
por Mr. Augusto Mariellc, o sabio egyptolo-
go, A Mr. Ernesto Desjardns, contm as seguin-
tes linhas de graude interesse para osarcheo-
logos :
Escrevo-vos A pressa. As essavaces de
Memphis deram em resultado a descobetta de
urna oflciua de fundico de metaes. JA adia-
mos os utensilios da oflicina, urnas quarenta li-
bras do prata bruta, briocos de ourodas orelhas,
untas rinto medalhas de prala, inditas, e ou-
lros objectos destinados A fundico. Os opera-
ros mandam dizer-me quo nao podem continuar
sont mtn, e eu corro ali, apezar do calor, quo
insttpportavel.
a linha forrea
PROGRESSO.
J foi aborta circulaco toda
do Paris Vienna.
A companhia do ste franceza poz-so de ac-
cordo com a dos caminhos de ferro allomaos pa-
ra a organisaco de una expedico directa, dia-
ria entro as duas capilaes.
Ambos os trens sahem de Paris e Vienna s
7 horas da manhaa o gaslam na viagem 37 ho-
ras.
A distancia de 1,491 kilmetros.
ESTATUA.
A cidade de Florenca vai levantar tima estatua
Dante Allighire. O governo deu para a snhs-
cri
d
cocae.
A estatua deve estar concluida em 1866, do- I
vendo entao celebrar-se a festa Iliteraria da Ita-
lia, imilaco das solemnidads quo houve o I
armo passado na A"
Schiller.
A estatua de Christovio
por acabar em Genova.
i Dante Allighire. governo deu para a snhs- i s bre nara"^?
ripco nacional 400 francesconi. E' o Sculptor! etir a te SdoT co o
e Imana, Eur.co Pazzi, o encarregado da exo- Vl l|() seu m8gn8n|ffi0 .
Icnianha em honra do poeta
Colorobo est ainda
PHILANTROPIA.
O principo Borghso e seus irinos, o principe
Aldohrandini e o duquo Salviati, uobres roma-
nos, unidos ao tnarquez Patrizi-Munloro, deci-
dram-se A continuar a phylanlropica operaco
quo coinecaram ha un anuo, que consiste in
comprar unta quanlidade considerare! de trigo
para o vender depois aos padeiros com urna per-
da do 15 a \ts ninU por cada rubblo. A munici-
palidade romana quiz associar-se este plnlan-
tropicopensamenlo, quo leude evitar a cares-
lia do pao e as especulages dos monopo-
listas, que sao o verdadeiro flagello dos po-
bres.
MARTYRES.
Os missionarios hespanhes sacrificados pelo
fanatismo musulmano, em Damasco, foram seis.
O padre Manoel Rodrigues, padre Nicanor Asca-
nio, padre Nicolao Alberca, padre Tedro Soler, e
os leigo? frei Francisco Ginazzo del Puenle e fre
Joo Jacobo Fernandez.
O primeiro, que ora o superior do collegio,
to privilegiado nos dominios dos Estados-
Unidos.
O processo foi instaurado e entregue a dous dos
mais afamados advogados dos autorios de New-
York.
NAUFRAGIOS.
A barca inglesa Kilty, capi'o Ellis, porlencen-
te ao porto de New-Castlo, em viagem de Lon-
dres para a bahia do Hudson, consignada A com-
panhia da bahia de Hudson, foi a pique nos es-
troitos de Hudson, lat. 62 N., long. 69 O. no da
5 de setembro de 1859. Suppe-se que o capilao'
e 10 tripulantes pereceram ; o contramestre e4
Iripolanles salvaram-se e foram conduzidos S.
Joo da Terra Nova pelo Loltery, procedente do
Labrador
A escuna ingloza Castolian Maid, capito .lef-
fery, pertencente ao porlo de Londres, om via-
gem de Cdiz para o Labrador, perdeu-sa no dia
21 de jtinho, tendo batido no gelo em consequen-
cia da esrurido.
A trpola^o, depois de ter andado 6 das em
um bote, foi recebida tambem polo I.otlery. 4
OsAlexandre Ralh, capito Borgue, do Mar-
selha para Shanghai, com carvo e provisoes
para a diviso inglesa na China, perdeu-so total-
mente no banco do norte do rio Yanglszikiang.
Salvou-so a tripolocao.
O l'igoon, do porto do Tobago, largou de Man
O' WarBav, a 28 de julho, porm lendo balido,
em consecuencia de una tempestade, nos roche-
dos do (iles, foi a piquo perecende o capilao e
quatro iripolanles c salvaram-se seis.
PRESENTE VALIOSO.
Algumas damas da mais alta aristocracia pari-
siense, resolvern! formar urna commisso secre-
| la para promover tima subscripeo intima, cujo
producto sera empregado na acquiscao de um
offorctido por ellas ao
lestemunho de admi-
procedimonto na defeza
dos christos do Oriente.
CASAMKENTO NOTAVEL.
Mademoisolle Nathalie Eschl.orn, muito cotihe-
Icida no mundo theatral com o nome de Frassini,
lesposou ltimamente era Hamburgo o duque Er-
nesto de Wurtemberg.
A bencSo nupcial foi dada a 18 do agosto pelo
reverendo Van Ashen, no hotel Koller, que pro-
predade do pai .I* noiva.
No domingo soguinle o duque e sua joven mu-
lher pariram pera a villa que ello possue nas
cercanas de Cobourg.
O duque Ernesto, primo do rei de Wurtem-
berg, tem rinroonl'i e tres anuos o foi general ao
snico da Itussia.
E' mais urna artista elevada calhcgoria de
princeza.
O PRINCIPE DANII.LO.
O principe Danillodo Montenegro, ltimamen-
te assassina Jo, tinha 36 annos do edade.
Esteve em Paris em 1857, quando foi Finura
para fazer reconhecer a independencia do Monte-
negro.
Desde a sua elevaco ao throno, que leve lugar
em 1851, introdnzo'reformas importantes, sepa-
rando os poderos civil e religioso, reunidos al
entao, e creando um cdigo penal muito elogiado
para fazer desapparocer os abusos das horriveis
ringticas montonegrinas.
O filho do principe Danillo tem apenas alguns
annos de edade.
lano. Encarrego-to, Gaslo, do fazeres execular
as minhas vontades.
Se suecumbires? Oh tranquillsa-le, Len,
cu mo enMtregaria tambem de viogar-te. Mas
nao posso rrer que um homem de honra seja vic-
tima de um infame, de un miseravel
Oh mou amigo, isso teni-se visto algumas
vezes ; apezar disso, aflianco-lo que esse sujeito
nao mo faz modo.
Chegaram porta Maillol, eapearam-se ; Len
olhou para o relogio, ainda nao eram oilo horas.
Os mancebos conservaram-so na entrada do bos-
que ; o lempo eslava sombro, fro e anda nao
havia un s passeiador.
Passaram-se seto minutos. Emfim chegou um
cabrolel-mlord, de que se apearam dous ho-
mens ; eram Froimont e un sujeito magro e
comprido, metlido n'um palelot, que mais pare-
ca um estojo de chapeo de sol, com unta cata
amarella e com urna barba de sapadr. E>t-i i-
guro Irazia debaixo do braco duas espadas.
Froimont dirigio-se para Len com o ar inso-
lente quo lhe era particular, e bamboleando-se
como um lambr-mr.
Perdo, senhor, creio que nao rae demo-
re i sao apenas oilo horas___ Para que lado
nos dirigiremos?
Tenham a bondade de seguir-nos.
Segui-los? Quer dizer, acompanha-los. Va-
mos l I Anda, Lambourlot, acera o passo.
Len dirigio-se para um lugar sen conhecido ;
ah havia urna pequea clareira onde parou, di-
zendo :
Picaremos bem aqu.
Sim, nao ficaremos mal. O quo aellas. Lam-
bourlot?
O sujeito comprido coiilentott-se com fazet
um signal de cabeca, mas Froimont contuuuii
dirigindo-se A Len :
Vejo que o senhor trouxe pistolas e eu
trouxc espadas, c como tenho a escolha das ar-
mas, bater-nos-hemns espada.
Em que se funda para ler a escolha das ar-
mas ? pergunlou Gastao.
Como! em que ? Ora boa I Em que o se-
nhor me provocou. Eu nao o conhecia, nem lhe
dizia nada. O senhor nao sabe o negocio ? Pois
eu lhe o cont. A (esleniunha deve conhecer os
fados.
Est bom, seohor, disse Len, o meu ami-
go conhece os fados ; poderia rebater os seus ar-
gumentos, dizendo que o insultado fui eu ; mas
tarda-me acabar com islo ; consinto, venha a es-
pada, depois ser a pistola se a espada nao
bustar.
Para que cedis aos desejos deslo homem ?
disse Gaslo ao sou amigo. Prope-le a espada,
porque sem duvida destro uelta. Para que da-
res esta vanlagem um inslenle deslos?
Quero acabar com islo, fra com a casaca,
senhor I
Nao se aOlij, senhor, que eu sei "como so
fazem estas cousas.
Lambourlot aprsenla as espadas para o se-
nhor escolher a que quizer, ambas sao excel-
lenles.
Gastao examinou as espadas que o tal Sr. Lam-
bourlot Irazia; eram ambas eguaes em compri-
(Jomal doCommcrclo, do Porlo.)
ment e leves, tomou urna o deu-a a Len di-
zendo :
Calma e principalmente sangue fri !
Mas Len linha lana pressa de baler-se, que
agarrn vivamente n'arrna e precipitou-so sobre
o adversario exclamando:
Em guaida, senhor!
11oimoni osporava-o firme c alenlo. O com-
bale empenhou-se com impeluosidade de nm la- i
do e cora prudencia do oulro. Len atacava
sompre, o seu adversario s faza defender-se.
Gaslo estremecen vendo o seu amigo deixar-se
levar pelo furor. Com efTeito, aproveitando urna
falta de Len, Froimont carregon e alravessou-
Iho o corpo com a espada. Len quiz susten-
tarse, bater-se anda, porm a espada escapou-
Ihe das mos e cahio nos bracos do Gaslo quo
correr para soccorrer o seu amigo.
^ Nao podia acabar de outro modo, disso '
Froimont veslindo a casaca e enrhugando a ca-
paila. O Sr. Dalbonne bale-se como mu louco....
Ah estas cousas nao se fazo- assim.
Lambourlot, ajada o senhor a levar o seu
amigo... j lhes mando o carro. Fizeram mal em
nao trazer um eirurgiu. Um seu criado, meus
senhores.
E Froimont relirou-se muito pacificamente, em
quanto Gaslo lodo oceupado com Len que es-
lava desmaiado, procurava faze-lo tornar a si
dando-lhe a respirar saes e pondo-lhe o lenco '
na erida. Emlim, ajudado or Lambourlot, con-
seguio collocar o ferido no carro e seguio para
Paris.
Ceriselte ainda eslava dormindo quando ouvin
um ruido confuso que a accordu'u, chamou a sua
criada que chegou paluda e trmula.
O que ha ? Ou vi um barutho o passos de
homens... Onde est meu marido? pergunlou
Cerisette.
A criada ficou muda e abaixou a cabeca para
occullar as lagrimas. No mesmo momento Gas-
lo abri a porta e disse a Ceriselte :
Seu marido baleu-se em duelo, minha se-
nhora, e foi ferido gravemene. Mas tranquil-
lise-se ; a ferida nao mortal e o cirurgiao dis-
se-me que responda por elle.
Ferido ? Ferido ? E por minha causa ?... Ali!
sim, quero ve-lo, quero estar seu lado... Len I
Len I
E Cerisette desatou a chorar. Gaslo chegou-se
a ella, pegou-lhe na mo e aporlou-a com aflei-
'c3o dizendo:
Se quer que seu matido fique bom, ne-
cessario, principalmente nos primeiros dias, quo
lhe poupeemoces forles. Visla-se e v r-lo :
coragem, nao lhe mostr profundo desespero. A
ferida grave, mas repito, salva*lo-hemos. Vou
ter com elle.
Ao cabo de alguns minutos enlrava Cerisello
paluda e trmula no quarto em que eslava o fe-
rido. Len nao podia fallar, mas procurou sor-
nr a sua mulher, como para dizer-lhe:
Nao chores, cuiar-mc-hei.
E agora, disse Gastao. vendo Cerisette sen-
tada junto ao leito do ferido, cuidemos no que
nos resta fazer.
(Continuar-se/i-n).

PERN.-TYP. DE M. F. DE FARIA.- 180^
:----------:


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9ORGHIE3_M6VPPD INGEST_TIME 2013-05-01T00:17:29Z PACKAGE AA00011611_09455
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES