Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09447


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Full Text
Auno de 1S46.
Sexta-feira 25
O DfMII10 \iu\A\ci-st todoi o lias que do
[orrm de guarda: o preco tln aaUqnamra lie de
4*1101 rs. por quartel, pagos adiaalados. Os
miniincins dos aisignantes so inseridos a raza
de 3" ri\i por lihha, 40 reis en t?po dilferen-
le, e a eeuctices pela inelaiie. Os que no lo-
rem esliqnantes p'go 80 r> por linha, c l0
eni lypo dilfereiite.______________
FU ASES DA LA NO MEZ, DE OUTUBRO.
l.u cliei a 4 at 7 hora e 40 miiiulas da larde.
Mingoantaa 12 a I Iiarae47 ruin, da osan.
La nova a Jo a i hora e J4 inio. da manli.
Crescenle a 57 aos49 minutos da tarde.
'PARTIDA DOS CORRF..OS.
Ooianua e Parahvba Segundas e Sextas letras.
Rio (Sriftde do Norte, chega ns Quarlas feiras
no meio da e parte uas inesin.ii lioras as
Quintas feiras.
Oalm, Serinhaem, Rio Formlo, Porto Calvo
Macey nol.', II c 21 de cidi me/,.
Garanhunl Honda a 10 e 21.
Bo-Vislae Flore a lli 2.
Victoria as Quintas feiras.
Olind.1 todos M das.
PKEA>I\R DE 11- JJ .-:.
Priincira a 7 h. 4J minutos da Urde.
Secunda i 8 li. G minutos da manha.
. .
de Outubro.
Anuo XXI N. 257.
DAS DA semana.
I Sea. S. Pedro de Alcntara. Aul. d J.dos
orph.edoJ. doC.ds. v., doJ.M da i v
20 Teica. S. Joo (juicio. And do I. ilo civ.
da I. V. e do J. .le paz do J. dial de t.
21 Ouarta. 8 Maleo. And. do J. v v do I. de pa do J iisl. de t.
22 Quinta S Mara Salom. Aud. do J. de or-
plios, do I municipal da l.rara.
13 Sena. S Joo Hom. Aud. do J. do eiv. da
I. v. edo J. de paz do I. dist. de t.
2t Saldado. S Rapliael. Aud. ilo J do civ.
da I. v., e do J de paz do I. dist. el. de f
2.S Domingo. Ss. Crispim e Crispiniano.
COI POS NO DA 22 DE OUTUBRO.
Camino sobre Londres 27 a Paiii 3 li reis por franco.
,. Lisboa 100% de premio
Desc. le letras do boas urinas I '/, p. */
),oOncaslu-spanliolas.. 30*000 a
. Modasde CJ400 vcl. |8j200 a
n de 0*400 nov. iti^fOOO a
. de IjOO... V/100 a
Prata Patacoes........ |*9'J0 a
j Pesos coluinnarcs l#990 a
Ditos Menicanos. if'JJO
i.n.l
Miuda.......... "*"0 a
Accesda Comp. do Uelwriue de 50*000
ao ates.
31f200
111*4011
16/2011
lijen
2/Oull
2|0fl(>
I #94i.
1*801)
ao par.
DIARIO DE PERNAMBUGO
PERNAMQliCO.

AsSEMBLE'A PROVINCIAL.
SESSAO EM 20 DE OUTIIRO DE 1840.
PRESIDENCIA DO SU. SOLZ TFIXEIBA.
(Conlinuacao do numero antecedente).
OSr Peiioto de Rrilo: Esta lllmtre assembtfa ter;i
observado, que eu eslou iim pouco desviado das disctis-
ses: prlinelramente, porque sao ellas tratadas por tao
'ilustrados oradores, que me contento em votar depnis
de receber seus esclareciinentos; em segundo lugar,
pirque acnnanca dos ineus collegns me coll k-oii em
mu lugar, que me inhib' algum tanto de entrar as dis-
cutaBeSi Hnalmente, porque j me passou esse furor de
filiar, que acompanha qnasi semprp aosdeputados no-
ven; mas, Senhor presidente, a questo do padre Jos
Goncalo, professor jubilado de phllosophin, que me pa-
reci inulto justa erasoavel, principalmente depois que
li oparrrer da commissao a respeito, fui combatido
pnr un nm nobre dpnutado, por una mancha til, que
nao pude resistir ao desejo le toma-la a meu cargo, afini
de destruir asduvldas eobjeccVs.apresentadas pelo nu-
bredeputado, que nega o di re to, que assiste ao peti-
cionario.
O oobre deptitado, procurando complicar urna ques-
tao. que, no meu entender, be milito simples, remon-
tou-se, sem necessidade, (apoiadat) a una poca mili re-
mota, fol procurar o professor na origeiu do sen cnsino,
c chainnu para a discussao seus ttulos, para conibater
a legitimldade de stia nomcaco ; portanto, leudo de en-
trar na discussao, sou forrado a aeeeita-la na posico, em
que a eollocou o nobre depulado, a remontar-mr un
pouco tainbem, e a acompanliar o nobre depulado, nao
em todos os pontos do seu discurso, porque ainda nao
o II, mas naquillo que me for possivel, e tiver conser
vado em memoria.
Ocio, que o nobre deputado me dispensar de recor-
rer aotempo, rm que eramos colonos; porque sabe,
que actualmente nao se pode argumentar coiu as regias
c eslj los desses lempos, principalmente no que se refe-
ria .i administraco, que consista na vontade do capito-
general, e na ordeni do re. I Apoiadat) Nessos tempos, os
professnres tinhao suas prpvisoes temporarias, todos os
annos tiravo una provisao, c o professor, de queui se
trata, he desse teinpo; eu deixarei, pois, de reinoiitar-me
a tao longe, porque nao necessi'.o de dar to grande vo,
para aquestno, deque se tratu ; Hniltr-ine-hel a nina
pora mais prxima, que he a de nossa Independencia.
e apresentarci o que ha depois della, acerca da insti uc-
ea o primaria do llrasil.
A piMueiin Ici, de'nu tenlitiotlcia,publicada depois
da ladependencla, foi a ll de 15 de outubro de 1827, que
considero ejmio complementar da cojiftltnlfaO do Impe-
rio, que garante a instruccao primaria, e cumpreluiidco
apenas o enslno de prlineias lettras ; e todas as regias,
que lora o nella estabeleciilas, nao diziao respeito senio
a tilas. Depnis, pnr um decreto de 25 de jiinho de 1831
forao creadas algumas cadelras de humanidades na pro-
vincia do Cear, e por outro decreto do mesmo anuo, de
ll de novembro, tornou-se extensiva pasa medida, euc
linha sido particular para O Cear, a todas as provincias
do imperio, e entiio esse ultimo decreto iiiandou, que os
provinientos dos professores para a cadelras de huma-
nidades se regularla" pelas regias estalxiecidas na lei de
15 de outubro de 1827 no ai tigos 7. c 9......
O .Vr. AVflo: O concurso.
I)Orador: Sim, o concurso, e nao s para os novos
professnres, como tanibein para os |tie j ensinavao, c
iieite segundo caso eslava o peticionario; portanto ne-
nhuma necessidade lenho de chamar para a discussao
a stia origem, e s o seu titulo depois da publica-
cita desta lei. porque, por virtude de suas disposi-
es, loinou o peticionario, permitia-se-ine a PXpreisSo,
una nova nalurca. Recorro aos docunienlos, pie o ne-
tirinnnrio jiinlou sna peliciio e encontr o seu titulo,
concebido da manera, por|iie passn a lr a esta Ilustre
asjeinbla; ora j v a casa, que.a autoridad? deelarou,
OJO*, ouviiiilo ,to concelho, e por virtude da lei, mandou
passar o titulo ao petii ioienio ; levo, portanto, crir, pie
Pssa nitorid ole cumpli a Ici, obrigaudo o peticionarlo
a concurso.....
OSr. NUto : Nao ha tal.
O Orador: Permita o nobre depulado, que eu d a
documentos desta ordem o crdito, qu nieiecem ; que
me louve antes nelles do que nos dilos do nobre depu-
tado; iipnin/nt) e nem outro deveria ser o meu procedi-
mento, e o desta casa, a vista do artigo citado no titulo,
que he o artigo 18 da carta de lei de M de juulin de IS.'ll.
Fu passarei a lr este artigo da lei, e ver o nobre de-
putado, que, dando a le aos presidentes a fnculdade de
provr os empregos do niaglsteilo, declara, que deve
preceder o concurso [l o artigo).
Ora, he necessario suppmios inulta iieglitrrncia, que
outro nouie nao quero iieni devn dar a tuna autoridad)'
publica, que, pausando um proviinento deslrs, f citando
o artigo, que ai-abo de lr, rieixasjc de cumplir o pre-
ceilo nelle estabilecido [muiioi apoiadot) portanto eu
nao pens como o nobre depulado pensou, |ii' era pre-
ciso mu documento publiio, pelo qual o peticiouario
provaise, que linha com efl'eiiu entrado em concurso;
e nein me parece, que o peticionario commeltesse urna
falta, oii iimi suslentasse bem o seu lireilo. |uando nao
apresen Km esse documento :.elle no podia prever, que,
tratando-se do simples laclo de se lindar o ordenado
por intilio, se Ironxesse para a discussao a legalidad)- de
nm limlo, que una lei llie tiulia dado; uo podia pre-
ver Islo: se o podesse, certamente teiia o peticionario
supprido essa falta, que o nobre deputado allega ; mas,
quando o peticionario tivrsse apresentado um tal do-
cumento, serla ronieslado eoin o argumento, teino j linha o nobre deputado, quando disse, que o
concurso f(\ra feitoem urna poca revolucionaria, como
se tai eireunisiai.tia impuitassc a nullidade de um con-
curso ; e se este argumento nao fosse bstanle, apresen-
taria iimllos < otros, porque o nobre depulado pin bas-
tante habilidad)' paia os aprrsentar : por coiiseguinle cu
entendo, que et demonstrada a legalidad)- do titulo do
padre Jos Gnii(;alo | ntiiioi apoiadus) na ininba lonvic-
.ni est plenamente demonstrado peb) titulo, que apre-
seata, (npni'aa'o) visto que teui as formalidades legaes.
e se refere ao artigo da lei, relativo aos conclusos
(apniorfnj) sob pena, repito, de considerannos aaulori-
dade, que o mandou passar, como inepta, como deslei-
xada, he. &c.
Permita a casa, que me aproveite j da occasio para
responder tautbein a um argumento do nobre depulado,
apresentado contra o peticionario, e que tez o objeclo
de na censura acerca de um dos fundamentos do pare-
cer da nobre comuiissao.
O nobre deputado estranhou, que a commissao uas-
se da palavra propriedade vitalicia, e diz elle, que a pro-
priedade de empregos nao existe. Eu mostrare! ao no-
lire doput.ido. que os lugares do niagisti'rio forao consi-
derados vitalicios pela lei de 15 de outubro de 27, edo
pois Mostrare!, que a palavra propriedade nao foi tao mal
einprcgda coinopensa. Passarei a lr o artigo 14 da lei
ile 15 de outubro de 27 que diz {!(). Logo temos, que a
lei d aos professores o carcter de vilalicledade.
Diz, purin, o nobre deputado, que a commissao ein-
pregra impropriamente a palavra propriedade; o nobre
deputado sabe, pie propriedade vem de propririm pro-
priflntii, de propriut, que quer dizer aquillo, que algueni
possue como seu ; oempregado possui- o emprego como
seu ; logo he sua propriedade : mas eu nao Ihe chaina-
ii-l propriedade, chaniar-llie-hei emprego vitalicio, que
ipiei dizer emprego por toda a vida: em pinito o peti-
cionario existir ninguein lhe pode tirar o emprego ; por-
tadlo pari-ce-nie, jue tenhu levado evidencia (las
colisas: prinieii.i, que o titulo da peticionario he legiti-
mo; (muiiiM apoiadoii) segundo, que elle linha un em-
prego vitalicio, equeassim o conservou, at que urna
nova lei modilieou. ou alterou as disposiedes da lei, que
lenho citado.
Sabe o nobre deputado, que, pelo acto addicional, a
instruccao primaria deixou -le ser objecto geral, e pas-
sou a ser objeclo provincial; e a lei provincial de 10 de
jiinho de 27 fui a primeira, que regaln entro mis a ins-
truoro primaria, e rcgulou nao s as cadeiras de pi i-
meiras b-llras, eoiuo uiesmu os estudos secundario!, c
at o estabelecimenlodo lyco; compri-hendeo, portan-
to, todo o ensino da provincia. Vejamos, pols, que for-
ma, ipn- uatiireza loinoii o peticionario com esta nova
lei; vejamos, que providencias deo a respeito a lei: SUS-
tentn os professores, que exlstiao no exercirio destiai
funefes, ceslabeleceo o concurso para aquelles, que
deviao ser nomeados novanicnto ; > s>- nao disse, como
disse a lei de 15 de outubro de 1827, que o magisterio
era vitalicio, deixa em muitos casos ver, que essa foi a
ntenco do legislador, principalmente quando estabe-
leceo asjtibilaces para certos e determinados casos ; e
vemos, que, nos impedimentos, manda dar urna pal lo
do ordenado, e quando excede de corto lempo manda
tirar lodo; calm Instes casos, temos um multo espe-
cial, que he quando manda conservar os ordenados aos
professores, cujas cadeiras fossem supprimiilas; oque lie
expresso no artigo S do capitulo 8 das disposlces ge-
raes, que passo a li asseinbla (U). Logo est recoulio-
cida a vltaliciedade por esta lei.
A vista do que lenho dito, me parece ler provado, que
peticionarlo contina a conservar a sua vltaliciedade,
e que como lal foi conservado at una nova poca, que
li i- aquella, em que esta assombla autorisou o presi-
dente da provincia a reformar o lyco delta cidauc ; u
ano Ira com a disposico do artigo 47 da lei provincial
c 30 de abril de 1839, que passo a ler (iVJ.
Por virtude desta aulorisaco, o presidente da provin-
cia jubilnii o peticionario: eu nao posso prescindir di-
urna questo, OU pelo menos de oniillir a ininlia oplniio
a respeito.
Eu entendo, c eulondi, quando deputado provincial
liessa poca, que essa autorisaeo nao permiltia lauto
arbitrio ao presidente ; que o presidente nao linha o di-
reilo de jubilar nem do despedir os professores, que
exlstiao, porque nao est aqu.... (,1/ui/ut apoiadot)
OSr. Sello : Entilo, que diroilo lhe deo a Ici ?
O Orador; Ueo-lhe o direito do dar uielhur forma
ao lyco....
O Sr. .Vello : ~ Esse direito linha elle pelas leis exis-
tentes.
OOraToWi ~ Emendo, que a autorisaeo nao era para
tanto ; que mesmo a reforma so nao podia logo por rin
oxeeiiciio, porque manda, que ella soja presente ni es-
sao futura ; [apniado) mas einfuii por virtude desta au-
toris.ioo, rlilcndeo o presidente, que eslava aulurisado
a jubilar alguns professores, e ilizem, que assiin o en-
li-ndeo por frca de suas exprcsses emittid is no seu re-
latn io do anuo de 18311, no pial, podlndo a aulorisavao
declarava, ine despedirla alguns professores, oonservan-
do-lhes os respectivos ordenados, caqui esl O relato-
rio, que passo a ler (le) ; portanto, j v esta Ilustre as-
sembla, que, admittida essa intelligencia dada pelo
presidente, elle nao cumpli a promrssa, que fes, de
conservar os ordenados ; c o que fez ? Eu vou ao titulo
de julnlacao, que me forneoo, os iiielhores argumi-nlos
para o combater.
Refere-se o mulo ao artigo 16 do plano do Ivcco, de 17
de feverelro le 1840, e este ao capitulo 2." artigo 1." da
Ici do 10 do jiinho de 1837. Eu poco atlenriio para loro
artigo para verem, que bella referencia para jubilaran
(/). Ora, j ve esta assenibla, |UC sonielhaiilc ai ligo s
trata de dividir os ordenados dos professores em qualru
partes, considerando nina como gralilicacao, que man-
da perder quando esl lora do ejercicio, e nem di/, urna
palavra a respeito de jubilarnos ; mas procede-te assiin,
pnrcpio o prneedimeiito he arbitrario, porque nao lm
autorisado, e porque, so se |uizesse seguir a disposico
da lii qusnlo s jubilaces, nao so poderla Jubilar o pa-
dre .InsGniicalo, que nao eslava na primeira hypothoso.
porque, para ler os 20 anuos, seria necessario contar-se-
ibo o lempo, que servio na Madre-do-l)eos, ose boje si-
lbe boga esse lempo, quanto mais eiito ; que nao esla-
va na segunda hypothese, porque elle nao liuha moles-
tia .lignina, para que o potiessem reformar Com a nieta-
de do ni llenado
Mostrare!, ainda, Senhores, que, quando este arbitrio
podesse ser usado, nao podia se-lo, considerando o or-
denado como ordenado e como gralilicacao ; porque
nina le posterior, de 30 de abril de 1830, detoriiiinuii,
que para eoiii os professores prvidos anteriormente
lei de Iti ile jiiiilui (le 27 nao se fizesse essa diviso de
ordenados e graticac.es, e mandou conservar os orde-
nados por inicuo indivisamente.
i)o que lenho expendido, pois, concilio, que jubila-
cao foi illegai ; que nem o presidente foi autorisado pa-
ra lal la/el .
Mas. Senhores, deixemos esla questao, que lioje est
legitimada por um acto desta assombla, que a appro-
voii ; porm tambem entendo, que a assembla reco-
nlieceo eomo imperfeita essa reforma, porque a lei de 9
de malo de 42 recoiihecro em um dos jubilados, o padre
Lama 'mino, o direito ao seu ordenado por inliiro ; e o
que se segu deste acto ? Segue-se, que a assembla ap-
provou o plano em ludo menos na parte, que jubilou
os professores com ordenado menores do que tinhao ;
/ npoiadot) e esla mesilla assembla nao se contentou
com isto, tambem recouheceo o mesmo direito no-pa-
dre mestre, que he hoje peticionario, e no professor de
plioioiioini.i. como se ve da lei do 2'J de abril de 1843, que
passo a ler (ll).
Ora, he vrrdade, que no auno seguinte, por una ues-
sas fatalidades Inexplicaveis, que succedem nestis ca-
sas.... Permitia-ine esta illuttrc assembla, que eu faca
aqui nina pequea digressao.
Senhores, eu nao posso deixar de reconheeer )-m lo-
dos os nossos collegas o niaior zelo pelos dinheiros p-
blicos ; eu considero cada um lo iuteressado como to-
dos juntos ( ve ser levado ao ponto de degenerar no oxoosso de com-
metleruios iujuslloas, eereeando os ordenados de mis,
c nao do uniros : semolliaiitos excepciies quasi sempre
deixo entrever desval.......to da parle daqnello, que as
solli-e. Se os cofres pblicos esto exhaustos, se nossa
reccita nao equivale,! di-spe/a, o so na he possivel so-
brecarrogai-se o povo do novas mposices, ento appa-
reca nina medida geral, o sejo ceroeados lodos os or-
denados'; o assiin ter nina tal medida o iiinbo da jusli-
(a e da iuiialdade
Senhores, na le do orcamento de 1843 i'uero-se essas
i e lm n. na melado, he verdade....
ti Sr, Arl/o: -- E foi isso por seren desvalidos i
O Orador : IVo sel, se he por isto ; o que sel be, que
o peticionario leve o Infortunio de se adiar na galera
na ultima sesso desta casa, quando do lpente se vio
acabrunbado o esmagado com o peso das propositos,
que contra elle lancou o nobre depulado, ao poni do
dizer, que llovera recolher os dinheiros, pie indevi J-
menle havia gaiihadn no longo periodo de seu magiste-
rio ; e foi nessn ooeasiao, que me resolv a fallar, para
dar a nio a esse eidadan lo inolleiisivo, o que acabava
de ser cruelmente injuriado....
" Se. Vello -- Nao lhe H injurias.
I> Orador: llavera maior injuria doque ehamar-se
estpido a um professor publico (MlrflOI npoiadot,
Senhores, ou, so livesse urna pretencao neslacasa, por
inait justa que fbsse, a linha retirado, se solliesse os
luios lalos, cpie sniiieo o peticionar ib....
O Sr. .arrelo : Se o padre fosse Judas enforcava-so.
O Orador: Se estas scenas le repelissem, seria o
melhor meio do arredar lodos os pretendcnlos. Senbo-
n s, pndo-se contestar0 direito. que algiieni Jlllga ler ;
demonstrai -se o absurdo da prelencn : mas para isto
nao he preeis.....allralar, nao he preciso chamar est-
pido, e julgn pouco oneroso aprovoitarnio-nos da irros-
Eoosiln'lulade, de -pie nos adiamos revestidos, para of-
-iidor a qiieni nao pode usar das mesillas armas ( lo npoiadot)
O Sr. .Vello : Isso nao tom applicaco a uiini ; por-
que o nobre deputado sabe, que eu digo os ineus sonti-
mentns em todii a parlo, em que be necessario dizc los.
0 Orador:K lhe neg eaap direito : o que lenho
ainda, por ultimo, a dizer-lhe lio. que nao estamos Jul
gando, em concurso, da parolado do padre Jos Qob"
(alo; que uffo tinhao nobre depulado necossidad)' de dis-
entir a sua capacidad)' ; que se record, que laos jul-
ios i.....unto inlalliveis, cqu.....uitos leciu sido victi-
mas de reprov n.oes injuslas..,.
OSr. Sello i Se faz applicaco a inlni, ou o confesso.
(Orador: Nlo faca applicaco ao nobre deputado,
e antes me record!, que agora mesmo forao reprovados
nos poneos de candidatos para vigarios, o noni por isso
eu ponbo em (Ilvida a eapacidado de alguns, que forao
reprovados ; por conseguate nSo ha nada mais fallivel
do que esse juico.
Senhores, eu concilio o que linha i dizer, persuadi-
do deque bei provado, que o padre Jos lioncalo foi le-
galinoiile prvido que seu titulo he vilalicin ; que IU
jubilaran clevi.a ser com o ordenado por inteiro ; oque,
sendo-lbo reconhecido este diroilo pela assi-nibb'a, iion-
liunia raso bouve na redueco, que soffreo posterior-
mente,
\ oto pelo parecer da commissao e emenda, que est
na mesa.
(I .Se. Afilo suppoiido-se olVendido pelas c.vpressoe
do precedente orador, principia o seu discurso, queixan-
ilo-.e el.i injiistica, enni que essa oflusa lhe fra feita ;
mas, tendo o mesmo orador declarado em umapaite,
(lU te nao linha referido ao nobre depulado. desisti
elle do seu proposito ; o depois de haver dito, que so-
monte o amor da verdade o inesnio a dii cocn, que to-
iiioii a discussao, o levara a fallar do padre Jos Gonca-
lo i uja pessoa nao deixava do ler oni eonsidcraco, da
manera, por que o fez ; depois de ter allirniado, que
linha ooragein bastante para exprimir com lidelidade
os seus seulimenlos Sem altenjiSo a ninguoni o fus-
so onde fosse ; concille refutando alguns dos argumen-
tos do orador, a quem roponde, e sustentando as ideias,
que a respeito do objecto em discussao antecedentemen-
te emiltira.
Or. /.ureiifiBo.--- Sr. presidente, como mrmbroda
cnniiuissiio, vi-jo -me forcadoa fallar segunda voz na ma-
teria. Depnis de ter ouvido o nobre deputado, que se
asenta ao lado direito de V. Exc, paiecc-ine que na-
da lia mais a dizer, porque elle manejoii por lal mane-
ra as ici, relativas materia em discussao, mostrou com
tal evidencia o direito, pie assiste ao reverendo Jos
(unc.ilo, que Indo quanto so acoreseenlai, na inlnha
opiuiao, he ocioso; mas entretanto, como vejo, que 0
nobre depulado firma seus argumentos em duas bases,
una das quaes nao satisfez absolutamente, e a outra. em
que elle mesmo deo armas contra si, direi alguma colisa.
O nobre deputado, na forra de seus argumentos, que-
rendo provar a incapacidad)- do padre Jos Goncalo para
o exercirio da cdeira, diz: Nao sei como se contestao
cousas desta natuieza, colisas, que lodo o mundo sabe
: eu, servindo-me dcsle arguincntn einprega-lo-hei
contra elle mesmo.
Sabe todo o Pernainbuoo, que bouve una cadeira pu-
blica de philotopbia na iMadre-de-l)eos ; si.bo lodo o
mundo, que o proposito noineava mu padre para a re-
ger, o que o Sr. Jos Goncalo a exoreeo ; nao sei ento
como contcslar-se esla verdade, jue todo o mundo sabe,
que o sabe todo Peruambuco.
A outra, Sr. presidente, he, que a lei de 10 de junho de
1837 s favorece aos professores, pie senirem por20an-
nos consecutivos, sem nota ; ponto, em que o nobre de-
putado milito tem repisado; e quando eu me prepara va pa
ra pedir-lbea deolaraco das notas, sendo prevenido pe-
lo nobre deputado primeiro secretario, que Ih'as pedio,
o nobre diputado, |ue combate ao parecer, o salislez
com dizer-lbe, que a nota coustava do facto de sua apo-
icntadoria, porque, se elle fosse capaz de dirigir a ca-
deira, o governo o nao terla reformado; do sorte, Sr.
presidente, que, segundo a forja leste argumento, todos
quantos forao reformados naquellc estabileciincnto,
ero ineptos e iueapazes do exercicio de suas cadeiras,
entretanto que o nobre deputado sabe, que o padre
Laurentino, que levou a vida desde sua iiiocldade no
exercicio do magisterio, foi reformado naquellaoccasiiio,
e o nobre deputado, ha pouco, me disse, que respeita-
va suas cinzas, pela sua moralidade e luzes.
OSr. .Vello. E nao seria elle reformado por outro
motivo P Pela idade?
O Orador: Nao, Senboi : antes elle laiuentava-se da
reforma, dizondo, que a ella deveria a abriveatura de
seusdias; por isso que, all'oiio desdo inultos annos a um
exercirio quolidiauo, logo que passasse a una vida se-
dentaria, devia alrVrar-se-lhe a saude.
Sr. presidente aprovoito a occasio para satisfa-
zer em parte ao nobre deputado, aptesentando ca-
sa este papel, que. pela sua louuevidade, parece pro
var alguma colisa, porque vc-se milito bem nao ter sido
fono cu/ koe, he > i opia de um allestado do prepsito da
Madro-de-Heiis, para o padre Jos (ioncalo cobrar o seu
trimestre, como professor (le pliilosopliia, quando pas-
sou a cadeira dupiella casa para o Ijco (li. Ja v< o
nobre depulado, que o peticionario ensiuou na Madre-
de-Deos; aqui teios una altrstaco do Sr. Lumachi,
pessoa bem condecida do nobre deputado, milito fide-
digna, que atiesta (tV) ter sido discpulo do padre Jos
Con.;.ilo na Madre-de-Deoa, malrlsulado em 1824, e af-
lirina, que naqucllo lempa ja 0 padre evereia aquel-
la cade ira, havia alguns anuos: o para corroborar o que
aqu se tem dito (le sua habililacao c capacidade temos
documento mais vigoroso (If) He una cerlido do be-
del do hoco, api escotando o numero dos discpulos do
reverendo os Goncalo, que animalmente ero exami-
nados o approvados nemiiie diterepimte.
OSr. .Vello : Isto he o menos; porque muitos disc-
pulos sao milito mais sabios que se lis mostres.
O Orador : -- Ouoio conceder ; porm ereio, que o no-
bre deputado confosar. que eases oxemplos nao sao
lo frequeilles ; o que, leudo o padre Jos Gonzalo tan-
tos discpulos, que hoje oceupo lugares na magistratu-
ra, nao ora natural, que iodos fossem lo favorecidos da
nalure/i, que Insseui pbilnsiipbos sem aprenderem; e
quando sua haliilidade fosse tal, sonipre a seu mestre de-
viao OS (-lmenlos do seu deseiivulviuiouto inti-llcetu.il
las materias philosopblcas.
Provado, poitanto, como est, com os documentos
juntos, o c oiu as leis relativas a materia, que o reveren-
do .loso Goncalo tem direito ao que rrquer, voto pelo
parecer.
lu- ida a materia discutida, he o parecer approvado.
Mudo a emenda julgada objeclo de deliberacao, e man-
dada imprimir.
O Sr. 1'iliV'ci 7'iitvire requer, que se vol logo a emen-
da como em primeira discussao, no caso de ser possivel
vista do regiment.
Depois de algumas rellexes do Sr. Pedro Cavalianli,
sobre a ordem, e do Sr. Poixoto, esto incidente nao con-
tina.
onniM oo ni..
Conlinuacao da primeira ditcuno doprojecto 21. fVIde
Diario n. 234, sesso de 17 lo correiile.j
O Sr. Sello : Ped a palavra para provocar alguma
diseiissau a esle respeito : sei, que o requerimeuto
morro, mas quero que morra com todas as formalida-
des do Ctelo e como esteja hoje na casa o Sr. 2.0 se-
cretario, que he autoridad)- ein Goiaitna, e deve co-
ubeeer bem os limites d iquellc municipio peco-lho,
que...,
OSr Xiinet Machado : Anda agora duvidoii da opi-
uiao da niunicipalclado.
O Orador : Mas tenho milita confianra na pessoa
do Sr. 2." secretarlo, o sei, que elle ha de conheccr
miiito os limites de sua comarca....
A'r. Cutiha Machada : Sei: mas nunca sahi da i ola
de para Taquara.
O Orador:--O nobre depulado, sem ter sabido da
cabera da enmarca da sua juiisdieeao, pode saber at
onde ella ehoga ; o presidente anda nao sabio do Re-
Cife, e sallo aonde termina a provincia....
OSr. i'nnha Machado : A questo he de direito : he
saber, se a freguezia da Taquara est enmprehendida
mi provincia de Pernainbnco, ou nao : esta questao he
grave, e eu nao estou habilitado para me envolver
nella.
O Orador : Dselo id do nobre deputado alguma in-
formaro sobre os limites do municipio de Goianna ;
porque agora nao a posso obter do outra fonie.
(i Sr. funda Machado : -- E uierecer-lhe-hei eu algu-
ma f f
O Orador : A inini toda....
O Sr, l'unha Machado : As municipalidades nao lhe
niereiVin f, cuino Ib'a pode merecer um delegado de
polica!
O Orador : Alin de que ou nao disse, que a mu-
nicipalidad)-de Goianna nao moreda f, agora peco eu
ao nobre depulado, que me esclareca a nilin e a casa.
Sr. presidente, se eu nao tivesse a certeza de que o
meu reqiieiinieiito morro, eu nao imporliinava o nobre
depulado ; porm, como sei, que islo ha de acontecer,
o as inforniares do noble depulado podem laxer com
que eu voto eomo levo, isto lie, que nao rejeite, de-
vendo approvar, ou que nao approve, devendo rejei-
laro pan-cor, rogo-lhe, que queira dar casa ao me-
nos alguns rsclarecluanlos.
Tendo dado a hoia
0 Sr. Pretidenlc d.i para ordem do dia da sesso se-
guinte : leilura de pareceres cprojectos, discussao de
paree, ros adiados, e conlinuacao da de hoje; e levanta
a sesso. (Ero 2 lloras da larde.
SESSAO EM 21 DE OUTUBRO DE 184ti.
MESIDINCIA DO SB. SOCtl TIIXEIBA.
SUMMAHIO. EXPr.oiKM-r. .Vomef*> d Sr' Corrtiad
Mello e Carneiro da funda para membroi interinos da com-
mi'io decnmmercia e arles. l.eitura de um pro/felo.do
Sr l.aurrnlina. IHicassad e approvacao dos pareceres
rrTr!. ./.. nrofutnre de primeirat ledras do trelo c Hio-
Formoso. Approoacai, em primeira discussao, dos pro-
jeclos n." Sli 20 e 22; e em segunda, do de n. I / .--Adiamtn-
10 de um requerimenlo doSr. funda Machado. Segunda
discuno do projrclo n. 16, e sua subslituicav por duas
emendas do Sr. !\etla.~ Primeira discussao das posturas da
enmara municipal de Cimbres.
sonze horas da manha, o Sr. I.* secretario faz a
chamada, e verifle estarem presentes 22 Srs. depu-
tados.
ti Sr. Presidente declara a lie ra a sesso.
11 sv. 2.Secretario 1* a actada sesso antecedente, que .
he approvada.
O Sr. 1 Serrelario menciona o seguinte


f*=
EXPEDIENTE.
Um reqiierimcnto dos moradores dama da Praia, pe-
diado a ilrnioliv.il) das casinhas da ribeira do peixr, que
fico dcfroute da dita ra. A' commhini de negocios das
cmaras.
Outro de Antonio do Monte e Silva, fiscal da cidade de
til' iiiiii i requercudo, se Ihe marque o ordenado de fre-
semos mil reis, para que nao continu a servir seni ven-
rimento algum. A' comntlssw de negocios das enmuras.
L-sr, he julgado objeclo de dcliberacii.....naudado
imprimir o seguinte projecto:
A assembla legislativa provincial de Pcrnainbiico
resolve:
Artigo 1. Fiea livre a todas as ordens religiosas nes-
la provincia, da data desta em dianle, o receberein por
iiovicos lodosos individuos, que, por voearao, quiereui
seguir a vida claustral, sem dependencia de autorisaco
algiinia.
i. Art. 2 Picio revog.idas todas as leis ein contrario.
Paco d'assruihlca legislativa provincial de Pcrnam-
blico, 21 de outiihru de 1840. l'errira de Carralhn.
O Sr. Prirolo de "rito declara, que a commsso de
coinmercio cz sentir mesa, que, por falta de dous de
rus iii.-ii.I)i iis, nao podia oceupar-se dos inultos traba-
Jhos, i|ue tintn a sen cargo.
0 Sr. Presidente iiomca, para substituir a falta dos
membros da coiumissn, aos Senliorcs Crrela de Mello
e Carneirii di Cunha.
O Sr. jVrfn be de opinio, que nao pode verificar-sc a
Hornearn dos substitutos, por nao havereinns substitui-
dos participado, que nao podio comparecer, como era
de sua ohrigaco.
O Sr. ti'unet Machado concorda em que os deputados,
que nao coniparecerein scsso, devo selenlificar a ca-
tfdna motivos, que a isso os levo ; mas, como est per-
suadido de que os membros, de cuja substituirn se
trata, comquauto nao hajo procedido assiin, irru dei-
.vadn de vira assembla por causas mui justilicadas, en
tende.queessa subitifuirao pdr interinamente verificar-
se ; observa, que, ell'i alnada ella por essa uianeira, nen-
Jiiiiii inconveniente pode produzir, pnrquanto, apenas
sr apresriilarrui os meinbros ell'eclivos, os interinos ee-
dcr-lhes-ho os respectivos logan";; e em apoludasua
upiniao cita alguns exeuiplos da assembla geral.
OSr. Peixoto de tirito reconbece a obrigarao, em que
estn ns Senlioics deputados, de participar casa os
unitivo., porque deixodeapparrcer ni lia; mas observa,
que, nao (rudo sido este dever salisfeito pelos uiembros,
que falli na comiiiisso de eoiiiinercio e artes, e reco-
iihcccndo a mesa a necessidade de preeneber cssa falta,
11 siilvco-se a fo/c-lo, iudependente de una tal participa-
do.
O Sr. Yillela Tarares, em aparte ao Sr. Pietlo, aflirina,
que o Sr. Machada Ros se ach drate,
Futra em diseussao o parecer adiado da commissao de
iisirnrro publica acerca do reqiierimeiito do prufessor
de prlmeirai lettrasdn Lorlo, o padre .los das Candelas
. Mello.
Sr. Nltnei Mnehado cede da palavra, que, para fallar
sobre este parecer, havia pedido na lesaSo aulerioi, e
be elle posto a votaco e approvado.
Futra em diseussao o parecer adiado da enminisso de
ordenado*, sobre o requerimenlo do professor de pri-
ineiras binas do Rio-Formoso.
OSr. Setto: Sr. presidente, um negocio scmelliante,
(e Crelo que mal de um) fui rrmrtti'lo pela mesa i coin-
misso de Instrurcio publica, e esta deo o sen parecer
contra o peticionario, que era o professor de prinieiras
lettrai da fregu i a de IVnssa Senrura do ()', boje cabrea
da comarca do Cabo; os fundamentos desse Indeferl-
iiieuto foro a InjUitica, COIII que esse professor traerla
ter una i.asa particular, para dar aula a ICUI aliiiunos;
agora, porm, ni. suia pretruco, e pela Hirsuta mesa,
fui remedida roinniissao de ordenado!
Nao pretendo negar, que a COIIimiMio de ordenados
aeja a mal conveniente paia isso, posto seja minlia opi-
nio. que quaiqiier coinmisso da casa pode dar sen jui
70 sobre <; u I 111. i negocio, ein que Indos mis temos de
volar ; neiu me levanlei para censurar este destino; mas
para notar a dilfcrrnra dos drspacbos. No priuieiru ca-
so indrlirliiins, ueste defiriuios: detrjo saber a causa
dessa dilfcreiica na lorie dos peticionarios, t.'niirir
conceder a gralificacao pedida? Julgoque nao; se o or-
denado do profe.sor do Ro-Foininso lie iusullicciitc
para elle |er uuia casa, augmentemos o ordenad.i CIO
relacSo ai circunistaoclai locara, mas nio Ihe demos
Ulna gralificacao pira lugucl de casas, porque dalla
mam-ira damos lugar a que os oulros professores solici-
ten; h inetinn gratifleaco, canos enllocar na colliso
de sermos injustos, ou de sobrecarregaruios o tliesouro
coiii Ulna despea multo grande, concedendo igual gra-
tlficaro aos ontros professores, que a icquerereiii Por
le concedido urna grallllcacao dental em una das tei-
fiei anteriores, vio-se a auembla na necessidade de
conceller oiilras, < a Anal foru lautai as pretencori des-
ta nalIIreza, que ella se vio na iirccssiilade, nao su de
indeflrl-las, mas ate de ciliar todas as caucesscs fri-
tas al cnlo.
Occorre termos autorisado este anuo' a presidencia
para reformar as aulas de instriicco primaria. Fslou,
que essa reforma se far breve, c pella seiu duvida se al-
tender ,s circuuisiancias Incaes, para se regularos nr-
denados drsses servidores do estado. Fsperemos, pnll,
pela reforma, e uo nos a risquemos a ser injustos, con -
cedeiido ao peticionario favores, que nao se dero aos
seus collegas, que porvrutura cstejo ein circuiiistau-
cfai idnticas.
Voto, portantO, contra o parecer em diseussao.
O Sr. r'iguriredo : ~ Sr. presidente, eu crelo, que ai
raaOei, que o nobre diputado deo, para nao volar pelo
parecer, nao proeedem.
O nobre drpulado i nlende, que be um abuso o con-
ceder gralificacao aos profrisores, por quaiqiier titulo
<|Ue seja...
0 Sr. titilo : Nao; nao disse por qualquer titulo, lie
por esle.
O Orador: llein ; as gratilicayues, qtiftndn se dio, be
por um Ululo proveniente do rinprcgo; o nobre depu
lado emende, que se deve pronunciar contra todas as
gratiflcacoei, juigando mal conveniente, que seaug-
inentem os ordenados dos prufeisore, Para inim he
nnillereiile, que o aiiguienlo seja a titulo de ordenado,
o de eraliilcaco. A commissan est prompia a r......-
ber o peiisami'iitn do nobre drpulado, coiii tanto que
se vote pelos 120/rs. para o professor.,..
Mas, Senhorea, parece-me, que o que pretenle o no-
bre deputado coiii o iiivrlamenlo dos o llenados, nao
he possivel: entrndo, que o ordenado deve ser propor-
cionado importancia dos serviros dos profrssores, e
como a importanci i driles serviros he sempre igual, os
ordenados podem ser igualados; mas clrcumitanciaa
lia, que iii'iii sempre sao as mesillas para todos os pro-
fessores; que diii'erem segundo as localidades. A ca-
resta dos vveres, das casan, ele, pile aeonscliiar una
gralllicako para um professor, e negar a resprito di
outro; e es a necessidade de se estabelecerem as grati-
licnces, sob pena de baver injiisiir.i, au menos relativa.
Ora, iiingueiu ignora, que em Riu-Furnn so vive-se
t.m caro como na capital; que as casas all sobem umita
de valor, e que por esta causa se i oucedeo giatiliraro
a prufissor- de piimriras lettras : nao ha rasao, por-
tamo, par., que e nao faca o nicsiiio coin o peticionario.
Pulanlo, voto pelo parecer.
Julgada a materia discutida, he o parecer posto
votar jo e rrjritado.
Sualidade de autorldade daquelle lugar; porm o nobre
rpu lulo quiz por todas as formas obrgar-ine, coaglr-
ine a que cu entrasse n'uuia diseussao, da qual eu iuc
quera desviar : tanto imporlou a insistencia do nobre
diputado.
Bu podra, Sr. presidente, dar algumas Inforniaciles
ao nobre deputado, a esse respeito; mas, canto cuten
do, que cssas iiiformares uo podem ser sulncentcs
para detrrmiiiar a disCusso e voticao do projecto,
na as don,' porm eslou resulvido a fornecer ao nobre
deputado iiforuiaciVs mal valilas, documentos mais
iiitlirnliciis, c para este lim oliereco o seguinte requr-
rlmento(W).
Requeiro, que se pecao ao governo provincial todas
as rep.esentacOes do parodio da freguezla da Taquara e | coin conheeinento de causa.
Depois de breves rellexdei de alguns Sn. deputados,
he a emenda do Sr. Figueiredo approvada, e bem assiin
a do Sr. etto; assiin como o projecto em segunda dis-
eussao, para paisar a terceira.
Segunda diseussao do projecto n. 17. i'Vide Diario n.
226, sessao de 8do crreme.)
Entra em diseussao o artigo 1.
OSr. ti'elto: Sr. presidente, a nobre commissao de
estatistie i, pelo orgao de um de seus Ilustres membros,
proinetteo examinar o tamanho desta garva, e marcar
esprrilii ni un-ole us limites d i parle da freguezia do
Ourlcurv. que ella quer incorporar aoSalgueiro; eu ei-
pero, nls, que ella cumpra agora su promessa, para
jue, a vista das informacues, que der, eu possa votar
ordem no Dli.
Coutlnuaco da dlscussau do piojeclo n. 21. (VidcUfa-
ro n. 235, sessao de 20 do coricntej
0Sr. Cunha Machado:- Sr. presidente, V. F.xc. c cata
assembla vrao a maneira, pof que o nobre deputado
me npprmio uesta casa, quando entende, que eu, na
qualldade de delegado de polica do municipio de Goi-
anna, estiva habilitado paca fornecer ao nubre depu-
tado as luf'ormaecs, quejulgava necessarias para dr-
terininar a decisao da casa.
_ l.u.Si. prr.idrnii, nao pude deixar de considerar me-
nos generoso este procedimento do nobre deputado,
pulque faiiaa meu respeito Ulna exigencia, que eslava
uia de meu alcance, eslranha t tuinbas altrlbuicoes, na
ila inunicipalidade de Goianna;os ducuiiientos, que Ihes
roriu incorporados e mais pecas olficiaes eoncerueutes
UHiirpav'o daquella freguezia, c s duvidas suscitadas
acerca dos limites desta provincia coin a da Parabiba,
3ue deveni existir na respectiva secretaria, e que sao In-
ispensaveis para esclarecer c dictar a decisao, que,
de pistica, merecer a pretencao do arrematante do im-
posto sobre o gado vaeeiiui do municipio de Goianna, no
triennio lindo, de 1841 .'i 1843; cque, mi entretanto, li-
que adiada a diseussao do projecto respectivo.-- S. R
f mili i ilarhndo.
OSr. Nrllo : Sr. presidente, eu nao quero impug-
nar o requei lucillo' do nobre deputado...
U Sr. Cunhu Machado :Neiu podia, a nao cabir em
bontradic(io,
O Orador : Nao quero coiiibalcr. nem tenho vontade
de ser contradictorio. Agrailc^o mesmo ao nobre de-
putadu, milito c milito, o auxilio, que elle me d, com
a milicia drsses documeulos, que serveiu para o caso, e
i sp. i o. que a casa os tenha em sua lembraiica, isto lie,
01 tome na consideraran devida ; e dou-mc pardbeiis a
mfiii inesuio de ter dado occasiao a un re(|ueriuiento
destrSi mas, Sr. presidente, eslava bem longe liouleo,
(piando ped ao nubre deputado as cxplicar.ncs, que V.
Kxc. e. a cmara ouviro, (|iie elle entendesse, ipie eu
quera opprimi-lo nesla casa. Fu oppriiuir o nobre de-
BUtaslo?! t.un que foro*? Kslou persuadido, que elle
qui contrallar desta maneira a sua modestia; quiz taL-
vezatlrar-uie um revrete, mu especie de irona, a-
cerea da miiilia fraiiueza. Fui lodo o caso apraz-me a-
errditar, que elle nao se persuadi por mu su momenlo,
que ru quicsse oppriini-ln n'uutra parte, e inuto ine-
no. aqu.
Tambera, Sr. presidente, no pude saber a rasao, poi-
que o nobre deputado aeliou menos geaeroso o meu
procedimento, quanilocu Ihe liz um elogio... A quem
nielbor do que ao nobre deputado podia eu dirigir-iue
para saber al onde se estende a jurisdiccao das aulo-
rldadei de Goianna? Dirlgl-me a elle, porque eslava per-
suandii, e anda eslou, de que o meu req"ci ment nao
lia de passar, e que a casase lia de recouliecer muto il-
lu.liaila nesla materia, e em multas nutras da luesiua
nature/.a, que para Ca bao de vr, para dispensar in-
for nacors olliri.aes : fui por este motivo, e uo por ou-
tro algum, que recurr au nobre deputado Nao mereca,
pois, que se me consideraste com mu seiuiuiento to
ineiqulnho, qual O da falta de geneosld.nlc.
0 .Sr. CuhIih Machado : Pcrdiie miaba novalce.
II Sr. titilo : Kslou desarmado ; nao digo mais
nada.
0 Sr. llega Monleira declara, que coniqiiauto csteja
disposio a dar o seu voto, para que se pecan algutnai
ciissan, uoiidai, lodavii, a livor do adaueuto, que
inesuio requrrimento propoe ; c por isso pede, seja
este posto a VOtacio por parles.
Julgada a materia discutida, he o adiameuto rejeita-
do, e bem assiin o reqiieiiuiculo do Sr. Netto em todos
os leus artigo!; licaudo empalada a rutacAo, quanlo ao
requrriiurnlu do Sr. Cunha Machado, adiado, por isso,
niesiuo reqiii rinieiilo, c nppi ovado o projecto em
prluieira diseussao. para passar secunda.
Piimeira dlicuisio do projecto u. 20 ipie marca sub-
sidio para os deputados da legislatura provincial vin-
doura. Vide Diario u. 237. sessao de 9 do crrente.)
O S'r Pci.rotn it llrilti Sr. presidente, levaiito-me
para lairr unas breves obsenarrs, que lalve/. parecao
Ocloiai, mas que julguei necessarias a vista di) quea-
fcrc\ de um projerlo, que versMv.i sobi e materia iden-
tra que la/, o objecio do que ora se acha emdlscussaOi
Delta casa se passou, em uui i das seSfdel anteriores.
Seuliores, esle projecto he mu nreoelto coustitueio-
nal; portauto em priiiieiradiseussao nio pdedeixarde
p.is.ar; poilr srr eiuendailo em a segunda ; mas, quau-
tu .i sua uliliiliile, uaii piule dex ir de ser approvadu,
pois, se o nao f.ir, deixar de ser observadu u preceilO
da Couslitulcio,
OSr. ti'elto: .l se decidi nesla scsso, que uo era
til.
'( Orador: Fu nfio posso attribuir isso icnao a um
descuido da casa
O Sr. titilo) Descuidos na casa '.
0 Orador: Portauto, cu apenas lere o artigo da
constltuicio [i?).
Se nio VotarmOl por mu projocto desta ordem iul'riii-
gircoins a Conltltllico.
Julgada a materia discutida, he o projecto approvado.
Prjnieira dilCUSlio do prujecto n. 22
He approvado.
Segunda discuiiSo do projecto n. 16. Vid Diario n.
2'24, lessio de (> do corrente).
(I .S'r. Higo Moaltir ; dep-is de breves rellexes, man-
da a mesa a srgiiinl.....nend.i:
m Declare-se, qtie liciio suppriuiidas as haiii ii a. do
Oanla e MotoroloniliD.i)
Apoiad.i, euira em disi-ussao.
(' Sr Nrllo observa nio ser precisa a emenda do Sr.
Reg Montelro, eeutende, que o artigo deve ser subs-
tituido pela seguinte, que manda a mesa:
Fiea o presidente da provincia autorisado para con-
tratar com una coinpaiiliia, nacional ou estrangeira,
una ponte pensil, onde pedia, como for mais conve-
niente, qur cuniinuniqif o bairro de S.-Autonlo COIII a
poKiacao dus Aloyados, concedendo se aos empresarios
o privilegio do pedaglo, sob as clausulas seguintes.
Nao se exigir dos viandantes mais de 10 rs, por pe-
destre; 20 rs. por animal cavallar, vaceum uu muar ; c
20 rs. por cada roda de vehculo.
Apoiada, entra em dlscuisSo.
Depois de breves rellexes dos senhores l.aur.-uiinn e
Regu Montelro, he julgada a malcra discutida, rejeita-
dos o artigo e a.....euda do Sr. Kego Muutero, e appru-
vada a do Sr. Netto.
Entra em diseussao o artigo segundo.
OSr. Figueiredo: Sr. presidente, pedia palavra,
para mandar nina emenda mesa, propondo a suppres-
sao do artigo em diseussao Aeho, que o I." artigo ap-
provado coinprebeiide quanlo ha de desejar : [apoiadut)
depois, me parece ser mu oneroso obrigar-se a con.pa-
nilla a responder pela ponte por 5 anuos, eissouYpois
que ella j; nao lera inipecelio alguma sobre a obra :
ser obrga-la a eventualidades e riscos, que j nao
pode prevenir.... o ninguem querer assiin cucarre-
gar-se de tal enipre/a....
Foses : QuerrrO, querero.
0 Orador ; ~ Veremos. Aliu disto, Sr. presidente,
labeiuoi, que, se a ponte for pensil, exislem meios de
se verificar logo a sua perfeicio, c he carregaudo-se a
ponle coiii o peso correspundeiite sua capacidade, e
se ella nao der de s, e nao soU'rer avaria, rica pruvada
a pcrfero da obra ; c ueste caso, para que a condigno
dus ft annus? Sr for de pedra e cal (o que duvidul
tambera he mui fcil de se conhecer da bondade da
obra, que alias he executada en, vista e face de todos
us pedreiros e engenheiros do paiz.
Crelo, pois, que a condicio de 3 airaos lmente ser-
vir de ruteare para a formacio da companhia.
M.iinl.n ei a emenda meta.
(i .' iipprima-se o artigo. >
Apoiada. entra ein discusso.
O Sr ti'etlo manda mesa a seguinte emenda :
" Art. 2." O governo subuielter o cuulrato appro-
vaco desta assembla provincial na sessao iuiuicdialj,
ames de o por era exeemu.
Apuiada, entra em diseussao.
0Sr. Mtndonca e Reg Mnnleiro do algumas expli-
carles; r, sendo a materia julgada discutida, he o ar-
tigo approvado, e bem assiin o projecto em segunda dii-
cussao, para passar terceira.
Prbneira diseussao das seguintes poituras :
i. A' commissao de exame das posturas, repregenla-
9<$es e negocios das cmaras municpaes, examinando as
posturas de 16 de Janeiro deste correnle atino, propos-
las pela cmara municipal da villa de Cimbres e Pes-
Juera, lie de parecer, que as mesillas sejao approva-
as, eliminados os arligos 2.' e 5." Sala das coiniiiisses
da assembla legislativa provincial 0 de outubro de
1846-Pnto dt Almeida.Cabral.
Potlurai da cmara municipal da villa de Cimbrtt
t Pesi/ueira.
Art. 1. Todo aquelle, que nesta villa, e povoaedes de
seu municipio cstabelecer casa de negocio publico, ob-
ter. liccuca desta cmara annualinente, pagando rail e
lelscentoi ris; e, o nao fazcndo.sollrer a multa dequa-
tro mil ris : o duplo na reincidencia.
Art. 2. Fiea prohibido tirar madeiras, varas, si pues,
e oulros quaesquer objectos na proprledade alheia sera
consentitnento de seu propietario : o infractor solfrer
a multa de de/, mil ris, i: o duplo na reincidencia, a-
lnida iiideniiiisar.no do daino causado.
"Art.3. Aquclles.quc laiifareni fogo nos matlos ecam-
pos de criar, sem para isso tercm previo consciitimento
desta cmara, as trras de sen patrimonio, e as dos
proprlettrios driles, solfrer a multa de vlnte rail ris
o oito das de pn.au : o duplo na reincidencia.
Art. 4. Fiea prohibido criar-ie porcos sollos nasl'a-
zeud i. de criar gados deste municipio, pelo daino, que
causan : o infractor solfrer a multa de oito mil ris : o
duplo na reincidencia.
Art. 5. Nao he permittido comprar gneros a es-
cravos, fmulos, filhos-familia, sem expresso eonsent-
nirnto por escripto, de pai, senhor, tutor, curador, ou
administrador : o transgressor solfrer a multa de dez
mil ris e oito das de cadeia : o duplo na reinciden-
cia.
Art. 6. He prohibido atirar-sc coin armas de fogo
nesta villa e povoares de sen municipio, sem liceuca
das autoridades competentes, pudendo faze-lo em dis-
tanch de cento e cincuenta bracas : o infractor solfrer
a multa de quatro mil ris, c quatro dial de prisao : o
duplo na reincidencia.
Art. 7. Mngueiii deitar objectos defrontc das las
casas as ras desta villa, que incoiiiiiiodem o transito
publico, sem que preceda liccuca desta cmara: o con-
traventor snlfrcr a multa de quatro mil ris : o duplo
na reincidencia.
Art. 8. 'finio aquelle. que tlvcr cica, porcos sobos
nesla villa e povoaedes de seu municipio, solfrer a
multa de dous mil ris: o duplo na reincidencia.
Art. (). Todo aquelle, que IIver cabras de lelte nesta
villa, st.i obrigadu a conserva-las com cangas, soltan-
do-as as onze horas da uiantiaa.e recolhendo-as as seis
da tarde : o contraventor solfrer a multa de dous mil
ris : o duplo na reincidencia.
Art, 10. He vedado correr a cavallo dentro desta inexplicaveit,
villa e pnvoaces de seu municipio : o contraventor lof-
frer a inulta de dous mil res: o duplo na reincidencia.
Paco da cmara municipal da villa de Cimbres em
Pesqueir em sessao ordinaria de 16 de Janeiro de
IHMi.--Leonardo Hrterra de Siqueira Caralcanti, presidiMi-
Ir.Pnnl'iledo de Siqurim Caralcanti. Antonio dt Carva-
Iho t/htii/iiriqnr.-- /iMi/iiin de Carralhn Caralcanti, Ma-
110-/ Jonquim de Mello.
Tendo dado a hora,
O Sr. Vretidenle d para ordem da da sessao seguin-
te: bilma de projectos e pareceres, a mesilla de hoje e
mais a piimeira diseussao dos projectos ns.23 c24, e se-
gunda do projecto n. 19; e levanta a icsso. (F.rao
ditas horas da tarde )
mesmo Sexas sustento, e de repellir, como me onmprr
as aggressoes, que me elle dirige em a sua publicaban
de 17 do correnle rae.
Provocado tomo fui malignamente por aquellp deve-
dor reiulsso e tena, forca foi responder-lbe, illidindo
tuna a una todas as iiiai cavilosas Insinuarles: nem |)3
ah hoineni algum de lentiinenloi rectos e de jnizo silo,
que nso coinprehenda perfellmente a legitlinidade dni
motivos, que funilameiilrao inlnha resposta : se o meu
antagonista nao me concede o direito dedefesa, so elle
me quer eoiideiuii.il a o estado de um total mutumo.
Que horrvel tyrannia da parte de mn negociante de \;,a
boa f .' N.'io tenlio, porm, remedio seno insurgir-ine
contra a opprr.so. que contra inim querexercero meu
saiibudo antagonista e incorrer novamente ein o seu
desagrado. F. porque tanta indignaran e tanta colera ?
Por solicitar legalmeutc o que elle deve aos ineui cons-
iiiiiines de Londres ; por nao cruzar os bracus, rnao
deixar esse devedor desfruclar em plena serrnidade e
Suietacao os haveres de quera conlia no meu zelu c
escansa em mlnha probidade ? Nao Nunca Antes,
mil vetes antes, expAr-mc aos raneores do meu antago-
nista, e solfrer com paciencia todas as amarguras eln-
commodns, que me ho trazido io porfiado litigio, at
que os ti iliiiu es do paiz, emcuja rectldao deposito wi-
nhas mais caras esperanzas. ultiraeni_a obra de juitica
e de uioralidade cujos cimentos forao to luniinosa-
inente estabelecidos pela benemrita rela^ao desta pro-
vincia, no ultimo accordo proferido ; accordo este,
cuja ilnutriiia, por inconcussa e por santa, ella salina
inanler iiiabalaveliiieute, mediante o principios, que
tao sabiamente desenvolvro os magistrados ncorrup-
tiveis, que o firniiiao.
Emende o meu contendor, que fra una zombaria a
assevera(an, por inim feiu, de terminar cora elle perpe-
tuamente todas as desavengas, logo que elle se sirva pa-
gar tildo quanlo deve de principal e juros aos ineus
constituintes de Londrei.
Pois que! Ha .anula quem duride da sinceridade de tal
allirmaro.' Eu a reitero e manteiiliu nos termos os mais
explcitos: e at, para desvanecer quarsque.r apprchru-
ses sinistras, e Iranquilllsar perfeitamenle a cousoien-
cia timorata do meu contendor, desde j rae compro-.
mello a asslgnar termo fin que me obrigue a nao
envolver-me para o futuro em negocios e traiisac9is
com elle, aliiu de arredar toda a rventualidade de uina
dissencan ou rompimento. Mas, pelo amor de Deus, pao
tome u meu antagonista por escarncu u que da iinnlia
parle aramio mu categricamente, salvo seenlende,
- os fundos, que
II1CU entilen
dor, que, logo que achou a sua caixa vasla, convocou os
seus credores, como he dever do corainerclante honra-
do.
sua
SESSAO EM 22 DE OU TURRO DE 1846.
mi .uu sen DU SR. SOUZt 11 l\l.ini.
SUMM\HIO. KxeEDiENTE. Apreientaca de um projecto do
Sr. Villela Tararen e dt outro do Sr. Nunti Muchido. Pa-
recer dn comminaii de eantat municipaei acercada moratoria
requerida pela cmara municipal deila cidade; eda de ins-
Irurco publica. re'peilo da grilificaca pedidi pelo pro-
fessor de primeirai lellrat da cidade delioianna. Appro-
vncn de urna emenda do Sr. Mtndts da Cunha ao parecer
da commissao de arrmenla sobrt a moratoria solicitada pelo
rx-arrtmalanlt Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonca.
Rcjeifii do reqiieriniento do Sr. Cunha Machado, adiada da
sessao antecedente. Approvacao de urna emenda do Sr.
ti unes Machado ao scuprojtcto relativo uojulg i viento das
causas provinciaes ; rt>r projecto em segunda diseussao ; do
que rq ni lio i a o professor de primeiras lettras do collegio
dos orphaos aos atinis professores pubublicos, em primtira ;
das posturas da cmara municipal de Cimbres, tambem em
primara ; e de um requer ment do Sr. 1." secretario, para
que seja dispensado o intersticio da diseussao de alguns pro-
jectos.
s onze horas da inaiiba, o Sr. 1. secretario fax a
chamada, e verifica acliarcm-se presentes 20 Srs. depu-
tados.
O Sr Presidente declara aliena a sessao.
OSr. 2. Secretario le a acia da srssoanteccdente, que
he approvada.
O Sr. 1. Secretario menciona o leguinte :
EXPEDIENTE.
Um obvio do secretario da provincia, enviando urna
representado da cmara de Olinda, em que pede ulna
nova iuterpretarao restricta do 18. cap '2. da lei pro-
vincial n. 118 de 10 de inaio de 1842. A' commissao de
leqislacad.
Outro du mesmo, remetiendo um rnelo do Exm. bispo
diocesano, acumpanhado de oulros do visitador e paro-
dio dos Afogados acerca da rcslaura(o da amiga fre-
guezia da Varzea. Fiea sobre a mesa.
Ou tro do mesmo, acensando remessa demnoflicio, era
3ue ochefe de polica, referiudo-se a outro dosubdelega-
o dos Afogados, pede, ipie a lllinninacao daquella fre-
giie/.ia seja augmentada coin 20 laupees, pelo menos.
A'commissao de eommercio t obras publicas.
(Coatinuar-st-ha).
iiiuini n mvuiiiiico.
A assembla oceupar-se-ha hoje com leitura de pro-
jectos e pareceres; com a piimeira diseussao do pro-
jecto, relativo ao ordenado do professor jubilado de
pbilosopbi.i, o padre Jos (oncalo, e do que faculta a
adiuissaii de novicos em as corporales religiosas, la-
dependente de autorisaco eipecial; e com a segunda
diseussao das posturas da cmara municipal da Boa-
Vista, e dusprojectus de ns. 20, 21 e 22.
Coirespondeiuii.
Eis-ine iiovaiuentc em presenca do publico, enjo con-
cito profundamente aprec,, despeito, segundo pare-
ce, do meu adversario iVuno Alaria de Senas Nao com o
intento de figurar de escriptor, cuino elle insulsa c ini-
propiiaiuriue alliima ; mas cora o Um lu smente de
restabelecer a verdade dos lacios no pleito, que cora o
pane amrmo mu cairgoiacaiiieui. -.,..
que s por zombaria se pode exigir drlle o
em boa f Ihe forao confiados. A furnia o
ir. que, logo que achou a sua calxa vasla,
us credores, como he dever do coininerc
o... Veja, porm, oque dit, rrflicta uielhor, consulte
a memoria, e nao se precipite eiuo abismo, que quer
ritar I Nio se lembra, porvChtuia, o meu anlagonisla,
que nao convocou seui credores, c que su por diligen-
cias clandestinas conseguiu reunir essa supposta maio-
ria de credores, na qual nao figuro seno mn ou doui
hnmciis de eommercio, e aluda assiin por lima snnniia
inin i ni.i ? Nao se lembra tSo poueo, que, esinagado por
inim, pelo peso desse faci altamente expresslvo, de-
ciaron solemiiemente nos autos, que nao tlulia feilotal
convocaao, e que rl!a no era precisa, lorcendo c vi-
ciando o sent lo das palavras de Silva Lisboa ? Como,
pois, ousa agora fallar a verdade ao publico, affuuiaiido
o que no fez, e negando o que de feito praticuu ?
Para provar lisura do seu proceder, dls o meu con-
tendor, que, se elle nao fora um negociante de boa f,
um houieui de inteira probidade, urna virlude commer-
cial euifin, leria -afeorrido naquella conjunctura a
uielos obvios a todoiT isio he, a expedientes illicltose
reprovados, nao he assiin.'
Bem! Mas para que, para explicar seus prejuizos
, constiluio-se credor da casa de Diugu
Rurn St C, de Londres, quando est provado cora do-
cuin' nlos irrecusaveis nos autus, que, lunge de ser cre-
dor daquella casa, he lalvez pelo contrario leu deve-
dor ? Para que cnn-iiinio-se devedor da finada D. The-
rrsa, da quanlla de 11:913/429, quando o he realmente
de 1:400,1000, como se acha demonstrado cora una ver-
ba testamentaria ?
Para qlie figurou as transaccoes operadas cora o Sr.
Jos Francisco da Silva era um p, em que na realldade
nao ritavio ?
Para que.... basla A averiguarlo de todos estes pon-
tos esl feita nos autos coin toda a clareza e verdade, e
preciso rae fra abusar ein demasa da allcnc.no e da
benevolencia do publico, para expd.-los em todu desen-
vnlvimeulo e atuplidu. De mais, o ultimo accordo da
rela9.n0 os coinpendioii to subst.incialineiite, que fra
superfino referl-loi ; at mesmo porque este pleito triu
dado tanto lirado insta capital, que. le porvnilura
esmo se interrogar a qualquer pessoa, qur se oceupe
de taes materias, sobre a nalureza e lucideiile de tal
questao, no haver lalvez urna s pessoa, que nao con-
deinne ao meu adversario, ein a pena de....de devedor
remisso e ntratavel.
Allrlbur-ine o meu antagonista o proposito de querer
prevenir a opinio publica em seu desfavor..,, funesto
engao! Tal nao foi sem duvida o meu Intento, c sim
o de arredar de inim o cuello de sua aleivosia, ligu-
rando-me excitado de mplacavel san lia contra si, quan-
do eu nao estou animado seno do desejo puro c sim-
ples de einbolcar-ine.
De mais, ojuizo do publico ha limito est formado
sobre este assiiinpto ; e esse juizo, repito eu, he lerri-
vel para o meu anlagonisla. Insiste o meu contendor
ein arinar-nie cavalleiro da nova idade, e figiirar-ine
quebrando lanyas e colbcndo palmas, e o motivo, que
achou para debuxar-me, invesiindo stii castello feudal,
foi a nublcaco nua e lera conimento du accordo da
relacao.
( 01110, porm, a paixo fascina .anda ao liouiem ralis
impertiirbavel, e sciibnr de si I
He nolavel, que o meu adversarlo nao visse era tal
publica!ao o desejo de obsequiar a piara, instruiudo-a
da decisao de um facto coinmercial imporUntissinio
para ella, c devulgasse nella mu hymiio de iriumpho
entoado por niim, no mel dos transportes du Jubilo,
o mais arrebatador !
Digo;ufn7o porque assiui traduzo era lingoageiu por-
lugueza a tal leticia do meu adversarlo, que, para con-
fundir-me.at deo agora em fallar laliiti.
Nada dire acerca dos votos iiiferuaei, que o meu
contendor faz, para que funestas adversidades venho
complicare atlllgir uiinlia pequea casa de eommercio :
sitas nnpi rcavrs furibundas nenhum detrimento me
podem causar ; porque, confiado 11a protecffio divina,
que nunca falliou ao homem honesto, laborioso e hon-
rado, raminharei desitnpcdido, tendo sempre por bul-
sola a probidade e a iutrirrza, com as quaes, nimia sen-
do victima de algum desastre imprevisto, poderei achar
inteira consola(o na estimados negociantes e 11a syiu-
patbi.a doi homrns justds.
Rejeitarei semnre (anda o repito) o compromiiio,
que nao fr digno de inim, e dos que me o concede-
rein : aproveitc-ies raen contendor de todos esse fa-
vores to ofricioso e to significativo!, emquaiito os iri-
bunacs no se levanlao para nao faze-los extensivos
quera os nao concedeo. nao quer, nem de\ c conce-
der, e para nao consentirem cm tal violencia, como
para honra sua o teelu feito.
Kiiilim, pois que he do goslo do meu contendor,
que naja urna nova suspensa de jni/n da pane do pu-
blico, lava-se sua vonlade ; SUSpendo-se lodos OS
juizos do mundo: a isso me nao upponbo. Truho vis-
to tanto reqneriinentodesta naturrza indeferido, ape-
lar de se uo por despacho algum, que me coiunrazo a
acreditar, que este do meu contendor ter igual destiuo.
souSrs. Redactores, ate. Jos Jeronymo Mnileiro
ta. i^^.^^^m*i>iasasa1
1'uhliCiic 10 a pedido.
N. 53.lllm. e Exm. Sr. Sendo asiaz urgente obs-
tar a devastaro das madeiras de lei, occaslonada por
particulares, alim de que nao baja falta de taes madei-
ras oos arsenars de uiariuha, ctmio j se print ipin a
experimentar ; determina Sua Mageitade O Imperador,


que V. Exc. exp
as autoridades drusa
cric algum das
sen tem ordeus d _.
mui exprcssameiite se declare, que nao jioderao as men-
cionadas inadeiras ser vendidas algum particular, ou
trasportadas para fra do iiiiperlo, sem que prunelro
ten bao sido oflerreidas aos arsenaes de mariiiha, alnn
de se proverem das que tivrreni necessidad* pelos pre-
cos das tabellas, que reguliio as compras de senielhan-
te genero em taes eslal.el.viiuentos: oque V. Exc. rara
escrupulosamente eterutar.
Dos guarde a V. Exc Palacio do Rio-de-Janciro,
cm 18 de setrnibro de 1846. AnUmia FrancUco de Paula
c llollanda Cavalcanli de Ibuquerque. Sr. Antonio Pin-
to < hlchorro da Gama. umpra-se Palacio de Per-
nambuco, 3 de outubro .le 1848. Pinto Chicharro.
Conforme Francisco Xavier e Silva, ollicial maior in-
terino.
Leudes.
CtfMtfRCIO.
Alfande^a.
RENDIMRNTO DO DIA 22. .....6:236/096
Dtsciaaeot hoje 23.
Brigue~Co'i*-(i-Har(ig~faiinlia e vergontas.
BrigueRrnumudebacalho.
Sumaca--Von-4nrorazeile c tumo.
Barca--ioiriio-Sflntomcrcadorias.
JlrigueVoneticati--\dr..
Consulado.
RENDIMENTO DO DA 22.
Gcral. .
Provincial.
4!)!l#89!)
153/576
(53/475
Movimento do Por lo.
Navios entradoi no dia 22.
Ass ; 15 dias, brigue brasileiro .Vero, de 293 toneladas,
capitn Joaqnini Pedro de S Parla, equipagem 10,
carga sal ; a Leopoldo .Fos da i'osta Araujo.
Wahia; 7 din, brigue hespanhol Lince, de 183 toneladas,
qapItaoTtldro Maristany. equipagem 13, em lastro ; a
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Ass ; 14 dtas, patacho brasileiro Oliveira, de 182 tone-
ladas, capitn Jos Dias Crrela da Silva, equipagem
17, carga sal ; a Jos Vaz de Oliveira. Pasiagrirn, An-
dr Rodrigues de Castro, HrasIMro.
Navios mhidoi no meimo dia.
Falmouth ; paquete ingle* Penguin. cnininandantc Lea-
lie. Pnssageirosos mismos, que irouxe, com excepciio
de Thomas Douslry. rnmsua senhora e 1 esclavo.
Havanah quien hespanhol Modesto, capitao Pablo Pl,
carga a menina, que troiixe.
m\__________
Uet Uiaca.
= O arsenal de guerra precisa comprar, para ilha de
Fecnanrlo, 800 saetas de farinha de mandioca, < para tal
compra ser cHeitnada, convida a quem o inesmo gene-
ro llver para vender, a comparecer ueste arsenal al o
dia 26 do corren te iuez, com a amostra da lactina fari-
nha, e proposta em carta fechada.
Arsenal de guerra, 22 de outubro ele 1846. O escri-
turario, Francisco Sera/ico de Assis Carvalho.
Tlieatro publico.
QUARTA-FEIRA, 28 DO CORRENTE.
(oa snto)
Se representa,em beneficio do ponto, a grande peca
D.SRBASTIOREI DE PORTUGAL,
A BATALHA DE ALCACER-KIBTR ,
Dividida em 5 quadros.
1." a Homenagrm 2 o Brinde 3. o Boiifro. 4.'
o Fanatismo.b." a Sorle da guerra.
N. h. Como teni de apparecer pela 1. ve/, a msica
barbara, composta de timbales, pandeiros, pratos. cain-
painbas gaitas, tringulos, carrilhes, e oulros ins-
trunienlosdesta na tu reza, de que usSoot Momos do Le-
pantn.quando aeompauliao os eus reis. e que umamador
nos fazo especial obsequio de prestar por esta noite; e
como haver quem estranlie aquella dcsharninniosa t
.Mi avagante aiparicojlhe transtrrvrmos aqui aquelles
versas <\o Sr. D. ntonio, grao-prior do Grato, para nos-
sa defesa c justificacao.
Desatinada e fnebre harmona
> De revoltante msica o precede,
n Que nos rochedoscoiuavos quebrada,
E de escabrosos troncos repellida
i. Mais barbara se torna!!!. I
Tambem haver a harmoniosa msica militar europea,
que assiste ao brinde.qiie d el-rci ao imperador de Mar-
rocos. .
O 5. acto he todo prcenchido das diversas accOes da
batalha.entren Tamista e o Moeatim.
PUDLICACO TI ITERARA.
Saino luz urna cottrrcflo de todas as phrazes das fbu-
las de La rontniue, traduzidas e esclarecidas segundo
osmelhnres expositores ; obra milito til para os que
frequentio a aula de francrz : vcud.c-se na linaria da
ra da' ru, n. 56, preco 480 rs.
.visos man irnos.
Para Genova o brigue sardo Dnino. de primeira Mar-
cha, novoe fonado de cobre, pretende seguir no principio
de novembro ; anda Ihe falta alguma carga : quem a
quier car regar, ou Ir de passagrm, para oque tem ex-
cellentes commodos, dirija-se ao capitn, Domingos llo-
zano, ou a Oliveira temaos &Companliia, na ra da
Cruz, n. 9.
= O brigue nacional S -Manoel-Augutta pretende sa-
bir a 28 do crreme, para o Rio-de-Janeiro pode
ainda receber alguma carga iniuda c escravos: quem no
dito quizer carregar ou mandar escravos. dirija se a
prava do Corpo-Sanlo. a fallar com Manoel SiniOes, ca-
Sito do inesmo brigue ou a casa de Luiz Antonio
arbosa de i'rito.
-- O brigue-rscuna Henriquela, que acaba de forrar
de cobre, e he .avituallo de guai ural ha de sahir
para o MaranhSo. no flm da prxima semana, e s.i rc-
eetir carga iniuda: para cujo ajuste se trata com Fran-
cisco Jnnciuini Pedro da t osla, na ra da Cadeia do Re-
ctfe. n. 17, segundo andar.
Para o Ass sai uestes 8dias o brigue Echo, capitao
Manoel Luiz dos Santos; recebe carga a frete e passa-
geiros: os pretenden!, s dirijo-se ra da Cadeia-Velba,
ariuazem, n. 12, de hallar & Oliveira.
Para o Rio-Grande-do-Sul sahlr breve o velciro
brigue Cmlio-I, capitao Jos Maria Ribas, por ter a
uaioria do seu carregainrnlo : pode ainda receber al-
guma carga, e orterece superiores commodos para pas-
Bagelros fi escravos a frete : qnein pretender, pdeen-
t. -nder-sr com Amnriin Ii nios, ni ra da Cadeia. n. 45.
ira n Marauhu sai em poucos dias o brleue es-
cuna nacional aura, de primeira marcha, forrado e pre-
gado de cubre; tem excellentes commodos para passa-
Sriros.' a ir-lar com o capitao ou comNovaes iC, ra
o Trapiche n. 34.
= O hiate .Voro-Olfnrfa pretende sabir para o Aracaty
no dia SO do corren, por ter a maior parte da carga a
bordo, e tratada: quem aluda pretender carregar, talle,
com o mestre do inesmo, Antonio Jos Vlauna no tra-
piche Novo. .
-Para o Maranbiio, domingo, 25 do corrent, saoira a
~ JooKellertConipanhia farao leilao, por mtei-
veii9o do corretor Oliveira, de grande sortimenlo de
fa/endas bem conhecldas de seus freguezes, as ni.us
proprias do mercado : boje, '23 do corente, as 10 horas
da manhaa, no seu armatetn na ra da Cruz.
M.c i . das, annunclado para lioje, para qulnta-feira, 29 do cor-
rente, s 10 horas da manhaa, em consequencia de novas
fazendas avadadas c litnpas
pachadas n'alfandega.
Leilao, que pietendem fazer n Me. Calniont & C. ,
de 9 barricas com potassa milito superior, sendo arre-
matada em lotes a vontade dos comprado/es: boje, 23 do
crrente no caes da Alfandega.
Aluga-sc urna loja por balxo do sobrado encarna
do da ra l'nio : quem a pretender, dlrlja-se a ra
NoTa, loja n. II; '
Andrde Medeiros Castello-Branco retlra-se para
Portugal.
Arrendo-se, em S.-Anna, algumas casja para a
festa, e outra no Cordeiro defronte do litio do Sr. Ga-
briel, sendo algumas dellas com commodos para nu-
merosa familia : a tratar em* S.-.Ios-do-Manguinho,
sitio de portao de ferro, defronte da capella.
Iloga-se as pessoas, que tlverem cuntas rom O capi-
tao James Tyler, do brigue inglezCoiin(fM^/-Ouraain, ar-
ribado a este porto com avaria, se slrviio apresenta-las
at o dia 23 do correte impreterivelinente, no eserlpto-
rlo dos consignatarios, Lathain !t Hibhert, ra do Tra- > 0 se, iburbios, que, se a caso se Ihes apreseutar, ofte-
. piche, n. 32, para seren satisOitas, nao se responsabi- recrndnseus servidos como forra nina parda de no-
ic at esse da serio des- Usando estes pelo pagamento dellas; passado que seja o | mp Raymunda de 16 anuos pouco mais oii^l"^05^,0""
dia cima mencionado.
O novo proprielurio da barra do8
hanlios tem a lionra de fazer scienle ao
respeitavel publico que os banheiros <'a
su,i barca se aehfto com muilo asseio <*
seguranra : os Srs. concurrentes podem
rir sem receio. Preco 100 rs
nbo.
Paulo Chavannes, de nacao sulssa retira-se para
coda ba-
t Maranhao com a Ma cunhada e lima Olha menor.
= Roaa-se a todas as pessoas habitantes nesta praja
A\isos diverso.
S ytDADQR:
-wsw?
a tarde, na pra?a
d
-. M :"*^
O n. !36achar-se-ha a venda, boje
da Independencia, livraria ns. 6 e 8; na loja de livrosda
esquina da ra do ollegio ; c na typographia l'nio ,
tanto este numero como os anteriores.
=r.SV. /tV typographia, fui atrozmente calumniado pelo bem co-
nhectdo Manoel Florentino Carneiro da l.unha, cum-
pre-me, cm defesa de nilnha honra, covardemente atas-
salhada por esse individuo, pedir ao respeitavel publi-
co, que suspenda o seu julio acerca dos faetos, que se
me imputa, emquanto, pelos meios competentes, con-
veli de falso ccalumniadorao nieu inimigo, e ao ines-
mo publico aprsenlo a nilnha cabal defeza.
He dos Srs. Redactores, etc.
Estenio t'ara/ennli de Atbuquerque.
Aluga-se a mrtade do primeiro andar do sobrado
da ra doltangrl, n. II, proprio para pequea familia,
e tambem se aluga todo.
=Precisa-se de um menino portuguez.
nos, para caixeiro (te loja de iniudeas : na praca da In-
depend neia, n. 4.
= Os abaixo assignados perdern una letlra da quan-
tia de 163/000 rs., aceita pelos Srs. Ponles & Mello, em
3 de seieinbro do prximo passado. a 6 mezes a vencer ;
previne-se, que iiingurin faca negocio algum com a re-
ferida letlra; pois os acceitantrs se achio prevenidos
para nao paga-la genio aos annunciantes: roga-se a
qualquerpessoa.quc a tenha adiado, o obsequio de en-
trega-la, na rua da Cadfia do Recife, n.60, pelo que se
Ihe licar inulto agradecido. Junkhrym uilitt.
Precisa-se de una pessoa muito capa/., que d fia-
dor a sua conducta, para lomar couta de un arma/.ein
de carne, leudo platica de comprar e de se cnearregar
de um ludo : na rua do Vigario, arniazem n. 22, que a-
char com quem tratar.
mu ATngio-ie .loas casas terreas, para se passar a fes-
ta, em Olinda na laileira do Yaradouro, junto ao primei-
ro becco, siiliindo a la.lejra, com coniniodos sullieientes
para urna grande fgu.ilia : quem as pretender dirija-
se cm Olinda aoSr. Antonio Porfirio Leile, com luja de
sapateiro junto as niesmas casas, ou em Fra-de-Poi tas,
na rua do Pilar, u IOS, das 2as 9 horas do dia, c das 2
da tarde em diante, que achara com quem tratar.
Sri. Reductores. O abaixo assignado roga Ibes, quel-
rSo inserir em sua folha a caria inclusa, alini de cons-
tar ao respeitavel publico a in f c a habilidade, que
leve o Sr. Firmo Antonio de Figueiredo em arranjira
assignalura do Sr. Anaslacio Xavier de Couto, em urna
carta que, para Iludir os integerriinos desembargado-
res da relajo desta provincia, a seu bel prazer inan-
dou copiar, e como documentado a fez unir aos autos,
em que sao reos os pardos Justina e Lauriano, escravos
do seu venerador e criado
Manoel Moreira da Costa.
lllm. Sr. Manorl Moieira da Costa. Como Uve por
noticia, que na sua queslao se aclia una carta com o
ou u nome, declaro, em abono da verdade, que iirnio
Antonio de Fignein. fui eom nina copia de II.na carta,
pidime, que eu acopiar.se, e como de ficto que a
Copie) porui, nao me assignri : e eonioa dita carta
apparece agora assignada com o nieu lime, e cu nao
quero llovidas para o futuro com pessoa algiiiua, par-
ticip-lhe Com antecedencia, que nao ha tal ; e te I"
preciso justificare!, No mais, son de V. me. servo c
criado
Amistario Xavier de Couto
u Sua casa, lude outubro de 1846.
Arrenda-se, pelo lempo da festa, ou por anno, o si-
tio, que foi de Amonio Coelbo da Silva, com casa de
sobrado bastante grande, o outras riunmodidades: no
inesmo sitio no lugar do Cortiiine-do-Coellio.
Arrenda-se, por festa, um sitio a margeni do no,
confronte a olaria do tenentc-coronel Carneiro co""
grande casa, bastantes arvores, e outras coiniiindida
des, que se farao ver a quem pretender : na rua da
Sanla-Gruz, n. 74. .
Se nesta praca existir o Sr. Antonio da Silva Gris-
piano, queira, por este Diario, annunciar sua morada,
p.n.i ser procurado, sobre negocio, que Ihe inleressa,
ou procurar Antonio de Alincida Gomes, na ru.i de
Apollo, arinaz.cni n. 2 A.
I nlhiiilia Sabio a luz, Itlipressa na typographia de Santos t C.,
a folhinha de resa para o auno de 1847. qual seacha
junta a resa de S. Aflbnso Maria de I.igono, que o
kalendario deste bispado poe no dia 9 de agosto, mas
cuja resa se nao encontra na maior parte dos brevia-
rio, por ser novissima. Vcndem-sc taes lolliinhas
eniii a referida resa. a pre90 de 480, na livraria da rua
da Croe do balrro do Recite, n. 56, c ni praca da In-
dependencia, livraria, ns. 6 e 8.
Arrenda se um arinazcm de carne em mullo lugar,
vendeudo-sc o que tem dentro, c assegura-se, que o
aluguel he em conta, e muito afreguezado : na rua do
Vigario, n. 22.
Aluga-se a loja do Aterro-da-Hoa-Vista, com a ai-
maciio, que na inesnia existe, toda envidracada, propria
para qualquer negocio ; os pretendentes dinjao-se ao
Alten o-da-Boa-Visla, loja de calcado, n. 38, que acha-
ris com quem tratar.
= Hontem, 21 d<> enrrente. amar daminihaa, em
occasio, que urna canoa conduzia sele travs embona-
das, da rua da Praia para Santo-Amaro, qurbrrao as
coidas de duas travs, e desappareccrio. na occasiao em
que a canda passava a ponte, que, por ser aindarscuro,
nao se pode ver o rumo, que ellas toinrao, sendo urna
de 40 palmos e oulra de 28 ; a pessoa que de taes travs
souber e der noticia no Alterro-da-Boa-Vista, n. 22, sera
gratificado.
= FHgio, no dia 22 do correle pelas 9 horas da ma-
nhaa, da rua Nova, sobrado, n. 21, um papagaio con-
trafeito, o qual foi visto na mo de um iiiiilaliulio: por
isso roga-sc a quem fr oli'erecido, baja de o tomar e
mandar entregar na casa cima, onde as despezas fei-
tas srro pagas.
= Aluga-sc um escravo ptimo padeiro, por preco
coiiniiodo : no pateo de N. S. do Tcrjo, sobrado de um
andar, n. 26. .
Arrenda-se ou compra-se un sitio de boa Ierra,
com balxas, e noqual posso trabalhar ell'ectlvamentc 25
escravos, nao dislando mais de legoa e inela desta ci-
dade : na rua Direita, n. 36, primeiro andar.
Prerla-se de um rapaz portuguez, de 12 a 20 au-
nes, eque tenha pitica de venda: as Cinco-Pontas,
n. 71 ; na mesina casa vendem-se rolas de Hamburgo, e
inulto lioin doce de goiaba.
--Custodio Francisco Ramos embarca para o Rlo-de-
Janeiro o seu escravo crloulo, de notne Antonio.
Quem precisar de um rapaz portuguez de 20 an-
nos que sabe ler, escrever e contar para caixeiro de
venda padaria ou outra qualquer arruinacao dlrij
se a rua Direila n. 23.
Est tratada a compra da casa terrea n. 9, litR na
rua das Larangciras a viuvae herdeiros do finado do-
no da dita casa e ao presente marido da dita vinva.
Roga-se a quem se julgar com direlto por qualquer
motivo que seja a referida casa ou parte delta ba-
ja de o declarar por esta folha,por estes 3 at 8 dlas.alim
de se evitaren! duvidas para o futuro; e pede-sc, que se
dirija a rua Nova loja n. 58.
Tlrou-se, por engao, una carta do crrelo, vln-
da da ilha de S.-Miguel para o Sr. Manoel de Mello : e
como baja igual nome por isso roga-se a quem per-
teneer a mande procurar na rua Direila n. 40; cuja
carta traz dentro um papel do parodio da l'regueiia de
S -Vicente de unas missas que o inesmo Sr. Manoel
de Mello niandou dizer.
Precisa-se de um oflieiahle latoei-
ro e de outro fnnileiro : no Aterro-
ta- Boa-Vista n >5.
Deseja-se saber, se existe nesta provincia Jos Ja-
nuario Soares Ferreira, natural da vill de Santa-Comba,
em Portugal, viudo para esta cidade em 1820; o inesmo
ou quem .ler noticias, dirija-se a rua do Vigario, n. 2.),
primeiro andar.
tm Precisa-se de mili ama de leile para criar nina Hie-
de 12 a 14 an-| nl,,a' Uinpor cenlo
nicamente.
alfaiate, n. 46.
Antonio Jos Lisboa, de boje em diante,se nssigna-
r.i por Amonio Jos Lisboa de Oliveira.
Piecisa-se de una .cnliora, que saiba perfeitanien-
te a msica e piano para entinar em casa de familia ;
irata-se un rua Direila, sobrado, n. 29.
am Arrenda-se um silio no lim da estrada do Arrala I,
para a do Monteiro, com casa de pedia e cal, grande
batata paia oaplin, de vatio e invern, arvoredosde file-
lo c pasto para oilo vacas de leite, e por preco rasoa-
vel; e com a vista se tara inellior negocio: quem o pre-
tender, dirija-se a rua Velha, n. 83: na mesma ven-
il.-se ou hvputheea-sc nina casa terrea sita no Aterro-
dos-Afogados, n. 42.
AVISO IMPORTANTE
AOS
SENHOBES DE BRGENHO.
F. E. Aires F.mnn com arniazein de assucar na ruada
Sen/aiia-Veiiia, n. no, recebe aimicare* a coiiiiius-
sao. eom as vantajosas condices indicadas na tabella
seguntc :
DAS COMMISSES DE VENDA.
Commissio de venda decaixas......j
.> de saceos c barricas por
Ir n-.-.ii; !. .....
.. de sacos em combois s
costas de cavallos. ...
.i poreneostar ou deposi-1
tar assucares, a espera de I vhU(, 1(li,
obter augmento no pre-f uma arroba.
co, e por qualquer tem- J
po, que Ihes convier. .
Fa/.em-se adiamntenlos com garanta solida nesta
praca.
. AOS SKMIORES NEGOCIANTES EXPORTADORES.
Pela compra por Sita conta e soque ou I
ensaque de assiieaies. no referido ar-l Qa*.rnta r,'.js
Uiatein, inclusive o cairel., para 0,e"'- .,, c!uja ^f
barqiie dos mesnios assucares.Com-y
inissao de bracagem..........'
Receliem-se em pagamento lemas a60 dias, agradan-
do as tirinas.
l)o-se todas as garantas aogosto do comprador.
AO BO:\l TOM PARlStBXSE.
BA NOVA, N 7.
TEMPI'.TT. ALFAIATE,
tem a honra ,dc participar aos seus freguezes que
dissolveo, desden dia 15 dc setenibrn passado a so-
ciedad.- que linha eom os Srs. Golombiey. & C. : as
pessoas, que o qiiizercn favorecer nuil a sua fregue/.ia,
o acharo na sua loja, rua .Nova. 11. 7. Tem pannos pa-
ra raleas, cohetes e casacas, de todas as qualid.-ules, os
mala novos chegados agora dc Pars, c a collccco dos
mais recentes ligurinos.
soJoao Jos de Carvalho Moris, agente nesta pro-
vincia, do contrato do tabaco rap Priiiceya-de-Portu-
gal, faz publico, que desd'ora em diante se ada a ven-
da niesmo rap, chegado protimamente de Lisboa
pela escuna Frlii-l'ntiio, e se vende cm caixas e a reta-
Iho, libras e ineias ditas,e em frascos, pelo preco marea-
do pelos coniraladores. dc 36(IOrs.cada libra,em diuhei-
ro de conlado : no Recife, rua daCadria, loja de 1
dezas, 11. 51.
Os Sis. dono.s dc obras c Diestros
tle concf'it.ir nl-
liveieti
es seja preciso alguns inatrriars per-
no ollicio queiro diriglr-se ao ay-
pedrciro.s t|tie
yunias rasas e Ihe
lencentes ao niesiii
nazriu 11. 8, por detrs do theatro v.llio que achaiad
tudo e niaiseiu conta do que em outro qualquer de-
posito.
Aluga-se, para arniaiein de assucar, 01 intTO
qualquer cslabeleciincnlo ,0 armazem da rua de Apol-
lo, n. 30 ; pois oH'erece grande vanlagem por ter des-
embarque 110 fundo para .1 mar : a tratar com Toao
Esleves da Silva.
Aluga-se una casa terrea, no silio do Cordeiro a
inargem do ro Capiharibe eom commodos bstanles
para familia, coiinha lora c estribara: a tratar 110 pa-
leo do Carino 11. 17 con. Gabriel Antonio.
O Sr. Francisco Jos do llego dirija-se a rua Im-
perial 11. 37, para receber una carta, vinda da ilha de
s.-Miguel, ltimamente.
lubrica ele chapeos de sol,
ni* do S* sseio-l'iilico, 11. 5.
Joao Loubel lem a honra de participar ao res-
peitavel publico que acaba dc receber dc Fran-
ja pelos ltimos navios franceses um bello
sortimento do ultimo gosto sendo : chapeos de sol,
para boiueiu e senhora de seda lisa, lavrada e furia-
cores com cabos e castiVs muito ricos ; seda de todas
as cores e qualidades ; panniihos entrancados e lisos;
tudo para cobrlr chapeos de sol; chapeos.de sol .1. pa.i-
1.iiilio de todas as cores para hoiiiem com cabos e
casuics ricos : tambriu concerta os niesmos, tanto
de homiMii como de senhora ; pois tem tudo quanto he
necessarlo para os dllos e proinelte multa brevidade,
para fazer qualquer concert : rudo por prejo com
modo.
bello cortado e anudado rosto chelo e redondo olho
com bebdase a vista curia e m, com nina cicatriz.quasi
di eontiguracao c tamanho da pahua de urna inao no
lugar da nuca por detrs do pescoco, de a appreben-
derein e inandarcm a rua da Cruz, no Recite n. .1, a
Manoel Dias; pois que be sua escrava, que Ibe fugio 110
dia II do crreme que, alm de muito agradecido 0-
car, se rrsponsabilisa a salisfazer qualquer despea, que
se fuer com sua captura
Na paitara e pastelaria franceza do Aterro-da-Iloa-
Vista, n. 50, recebeo-se ltimamente un completo sor-
timenlo de contritos, amendoas eobertas, doces de as-
sucar critalisado, eom licor por dentro,amendoas reacs,
c outros confeitosdos mais ricos, etc. etc.; boeetas dou-
radas e confeitadas para enclier dos mesnios. proprias
para fazer presentes; ago'ardente de Franca de supe-
rior qual'idade; verdadeiro marrasquino de Zara; ahsyn-
tbo suisso, da marca verdadera; vinho de Hordeaux en-
garrafado,etc. etc.; e Igualmente se acceitSo encominen-
das de doces linos, c bandejas para cha, tudo por pre-
co mais con.modo.
LOTERA DA MATRIZ DA CIDADE
DA VICTORIA
Acbao-se a venda as lojas de cambio dos Srs. Ma-
noel Gomes, e Vleira, no balrro do Recife, e no de S.-
Antonio na loja do tliesoureiro. rua do yueimado, e na
botica do Sr. Mor. ira, na rua do Cahug, os bilhetes
da I.* parte da 1 lotera concedida a favor das obras
da igreja matriz da c.dade da Victoria, para cujas roda'.
est determinado o andamento para o dia 26 do corren-
t mez. Nos mesnios lugares recebem-se os bilhetes
premiados da lotera do I.lrramento, em troca dos da
que ora se aniiuncia.
O abaixo assignado advoga tanto no civel como no
crime; para o que est competentemente habilitado
com novo prnviiuemn do Exni. Sr. presidente da reta-
can : todos os que se qui/.erem utilsar do seu presumo
11 acharad na casa de sua residencia na rua de S.-Fran-
cisco, n. 82, casa onde moroii o advogado trtano dr
Sonsa Antnnes. e ltimamente o Sr. escrivo de pro-
testos, Tito.Antonio llorges da Fomera.
Acincia de passaporles.
Na rua do 'ollegio, n. 10, e no Aterro-da-Boa-Visla,
loja, n. 48, tiro-se passaporles, tanlo para dentro co-
mo para fra do Imperto) assini como despacho-se es-
cravos: tudo com brevidade.
Precisa-sc de dous lavradores ; em casa do doma-
dor, ou fabricante de caudielrns de gaz na rua No-
va n. 52.
Quem precisar de una ama secca, dirija-se a rua
de S.-.los n. 18.
Precisa-se de mu rapa de 10 .1 12 anuos para
caixeiro de venda ; na rua Imperial n. 145.
Quem precisar de una ama para casa de humen.
sollciro dirija-se a rua do Palacete, 11. 26.
- O Sur. Luiz Fernnndes Var. tem
do
tima carta de sua senhora ,
Crespo loja n. o, ta viuva
& Companliia.
na roa
de Affonso
Compras.
Comprao-se 10 pipas com ago'ardente branca de 20
a 22 graos, que seja bastante clara.- a tratar na rua
Nova, no primeiro andar- por cima da loja de Jules
Colouibiez &'.'., ao p da matriz.
e> Comprao-se alguns p* de laranjadeembigo, que
sirva para embarque,: na rua do Vigario, n. 25, primei-
ro andar.
( ompio-se cllectivainente escravos de ambos os
sexos, de 12 a 24 anuos; payo-se bem, agradando: na
rua larga do Rotarlo i volundo para os quartris n.94,
primeiro andar.
-- omprSo-te, na rua da Cruz, 11 66. escravos, para
fura da provincia, que sejao mocos e de bonitas figu-
ras, com ntidos e prendas, ou sem ellas; pago-sc bem.
__Coiiipr.i-se duas juntas de bous bois e gordos:
na rua do Quiiniado, n. 4.
Compra-sc urna coinmoda dc Jacaranda um par
de bancas din. um toiic.id.ir dito um par dc mangas
de vidr.i bordadas iiin.lilo de lanternas urna mesa de
jantar duas veneziannai; tudo com pouco uso : na es-
quina do Livraiiicnto loja de 6 portas, se dir quem
compra
ViMlas.
-- Vende-te nina farda para guarda nacional em
boni estado : nesla typohraphia se dir quem vende.
Contina a estar a venda o bello sitio dos Afogados,
que loi do fallecido Joaquiui Ignacio Crrela de llritto, .-
cuja ptima casa e mais proporcaies sao de todos bem
sabidas ; quem, pois, o pretender, dirija-se a rua do
Queiinado, loja da casa 11. 17, que ah encontrar com
quem .leve tratar.
Vende-se um cachorro proprio para silio ; na rita
da Penha. loja 11. 2.
=t; Vende-se cal virgcui em lucias barricas, chegada
prximamente por pirro mais commodo, do que em
outra qualquer parte ; na rua da Moeda, armazem n. 15.
Na botica da ruado Rangel, vendem-se os reme-
dios tegulntet, dos quaes a experiencia lem confirmado
os mrlnorc efiWtOt : deulilico, que lem a proprirdade
de (Impar os denles cariados, c rrslilur-lhcs a cor es-
maltada, em muito poneos dias ; o uso do dito reme-
dio fortilica as genuivas c tira o mo cheiro da bocea,
proveniente nao s. da carie, como do trtaro, que se
une ao pesclo destes orgos ; o remedio li designado
pelos nmeros Io c 2": orchata purgativa, mui util as
crianras e as pessoas dc loda e qualquer idade ; he com-
posta de substancias vegetaes, nao conten mercurio,
neni droga alguma, que possa prejudicar: remedio para
curar caTos. em poucos dias ; dito para curar dores ve-
nreas antigs, e que tcein resistido ao iratamento ge-
raliiiente ipplicado ; dito para provocar a menstriiacao,
e accrlerar a aeco do ulero nos partos naturacs, em
que nao se precisa das manobras scientieas da arte ;
dito para resolver tumores lymphalicos, vulgo glndu-
las ; dito para curar bobas e cravos seceos, o mais effi-
Cat que se conliece at aqu ; dilo oximel de ferro, mui-
to util nai cbluroirs, vulgarmente chamadas frialdades;
pos anli-biliosos de Manoel Lopes; canslas de gelati-
na, contend, balsamo de cupabiba ; ditas de oleo Ue
recinos purificado ; ditas de cubebas em p fino ; ditas
deassafetida; ditas com pos purgantes; ditas de ruibardo
da China; ditas de sulpliato de q u i ni no del e 2 graos cada
capsola ; algaleas, velinhas elsticas; pitillas de sal de ca-
li leiolio: agoa das Caldas, chegada prximamente; reme-
i os que cu rao a friadade dentro dc 40 dias, mesinoettan-
doinchado;nleo inuilubom para conservar o cabello,que,
alm dr nao dcixar cahii o cabello, limpa a caspa, e
cujo uso continuado faz reapparecer o cabello perdido ;
pilulas especificas para curar as gouorrheat chronicat.
1111 iinli. a lesu nao passa da ureta ; igualmente um ta-
rop aiiti-hcmorragico, applicado nos ca-os, em que se
della sangue pela bocea : o preco de todos estes reme-
dios be mui rasoavrl, c os bons resultados da sua appli-
caco he.que devem fazer sua apologa.


l '- j .__:.:" ;
=Ven.le se mn terrAo na praia de S -Rila pnlre o
deposito >lp carrito p o Iplliriro iIp Franca U Irmao, con
30 p limos de frrntp e eer.'a i|p 200 dito* dp lnndn ; a
dluholro, nn n pr izo ; laiuheiu se recebe un escravo
Pin troca na rna dp S.-llil i n 8i.
-- Vi-iidp i nn obrado di dous andares silo na
rui estrella do Rozaiio rm chaos proprios. p |Ue rrn-
di' 28/ rs. meii.sacs : na ra do Nogiieira u. 27.
= Vende-se su i, \-|i.n i illia multo nova P supprior ,
Sor prpfo roinniodn : no armazem do liragur/., ao p da
onceico.
= Vpnde-sp uina ppqiiPna morada dp raa na rna
doi Galot, da cidade dp Olinda, rm chaos proprios, com
un terrrno de mu lado : a tratar na ra da Roda, n 30
a.^s::ea::e^::e^::ee::ea:@a::i5^:!!K
s
'
O
AtOA DO JAPAO.
1
|
Esta preciosa agoa tem em si o remedio ef- j*
tira/ de fazer nascer eninaciaro cabello, tirar il
toda a caspa, al que fique a caneca limpa, rj
aclarar o rosto, amaciar a pelle e evitar es- y
pinliasraniaes : o nietliodo, que ensina oseu r
uso, acompinha oa videos. I'.lla tem merec- B
doloda accvitacno em todas as paites da Ru- (j
ropa, visto ter sirio examinada e approvada jv
m pela sociedade de medicina do Japfio : vende- r:
k3 setinicametilena praca da Independencia, ns. w
C.( 13 e 15, loja de Joaquim Pereira Arantes, jj
S polo precode 1000 rs.; assim como outrasmui-
I
H
tas perfumaras e Calcado.
a
n
fii:e ::e s::e azm ai :e &tm 9tm &:m era
Vrndr-sp nina porco dp terreno dp marinha silo
na na dp Apollo, onde raate mn guindaste, desembar-
que dr taixas c un tanque d'agoa: a tratar com Antonio
l'inlo Uotrlho de Mosquita que tem ordriu do dono
para isto.
Vpnde-sp cal virgcni milito superior e nova, ehrgad.i
prximamente de Lisboa : na ra do Apollo, armazem,
O. 34, dp Mrndi'S Si Terroso.
= Vendr-se mu selliui com spus pertrncet rm inul-
to bom pstado ; a Tallar rom o Sr. Gabriel, na arcada
da alfendega.
MAgAKS,
Vcndcm-sc eanastras com rxcpllpntes maces por
preco commodo ; no arco da Conceico.
VeinJeii-se /o harria rehali'los ,
proprios para receberem qualquer liqui-
do : na ra .le Apollo armazem re la-
noeiio dcfroiite do Snr. Joc AITons-o
Moira.
Vrnde-sc potassa branra de superior qualid.idr,
nn barril pequeos; em casa dp Matheus Auslin A
Companhia. na rna da Alfandega-Vclha, n. 36.
Vpnde-sp carne do sorlo, mullo gorda e nova, por
tpr irazido 10 dias de viagrm do Araealv : na ra da Ca-
dria do Recifc, n II.
Fariuha 88? F,
da limito acreditada fabrica de Molino Strazig sendo a
ultima rhegada a este mercado nn prqurnas c gran-
des porcei: a tratar rom J. .1. Tatso Jnior.
]Sa ra do Crespo loja nova
n. 1% de lose Joaquini-da
Silva Haya ,
vende-se un rico sortimento de caslicaes de finissima
rasipiinlia. ruin suas competrntrs linternas de gus-
tos ns lualt moderno* que trpm apparecido pelo di-
minuto proco de 8/, 10/ c 12/rs rada par.
VrndPiii-sr iimendas di" ierro para rngcnlios dp as-
sur, n, para vapor, agua e bostas, dedlveriol lamaiilios,
por proco rommodo r Igualmente taixas de ferro roado
' lialido, de todos os tainanlios: na praca do ( orpo-San-
to, n. II, piii rasa drMr. Laliuoiit i Coiupanliia, ou na
ra de Apollo, armazem, u. .
Fotassa branca,
da milis supprior ciualdade em
barricas pequeas, e desembarca-
da no dia 30 de agosto prxi-
mo pautado, vende-se por pre-
go commodo : cm casa de L. G.
l'Vi'iciri fv (
111 *"*- v-" [ lindo mulatlnho de 0 annos. proprio para aprendei
=- O rorretor Oliveira tem para vender cobre em fo- omelo ; un escravo de nacan Angola de 2(i anuos, tra-
illa p prpgnsdr dito para forros de navios : os pretru- balhndor do servico da campo : na ruadas Cru/es n
denles dirijo-se ao mesmo, ou aos Senhores Mosquita 22, segundo andar.
h Vende-se mu relogia de onro. patente inglez, mul-
to bom regulador, novo ; na ra estreita do Rozario
venda n 1.
= Vondein-sc chitas franeezas, largas, padrocs mili-
to bonitos < de tintas milito seguras a 280 rs o cora-
do ; ricos cortes de barege apreciados pelo publico
como a faienda de mrllior gotto e qualidade que pie-
^a loja r va da ra do Cres-
po, n. 10, esquina, que vi-
ra p ira a ra das Cruzes, de
Jis Uanel llonleiro Bra^a
vendem-sp corles de cajisa, milito finas com Mitras
dp eda. dp inui ricos gostos, com 13 covados r tre quar-
tas, i i'i.iM! i s. cambraias brancas com Mitras de cores,
dp gostos ni uiais modernos ; ditas brancas rom listias
abrrtas com 8 varas ; prcas de cambraia adamascadas ,
para cortinados; casimiras elsticas enfrstadas de lis
trai p lisas ; panno prrtoc decores, milito lino; alpaca
aiul cpreta : chales de seda, limito ricos; ditos dr Lia r
seda ; ditos a nova Alhenas rinlriros para as mojas de
bom gosto para fazerem cintura delicada ; suspen-
sorios de seda, eoutras muitas fricadas, que serao pa-
tentes aos compradores; tudo de milito bom gosto e
modprno piii raso dos poneos dias, que a loja tem.
= Vende-se urna bomba de pao milito boa por es-
cotar rom milita preslez una canoa : na ra de Apol-
lo lauque d'agoa n. 28, no mitigo porto das canoas.
= Vendein-se dua pelas de ngcfio, que engouimao,
p coririhao ; mn carro novo, de A rodas; mu espellio
grande par vestir srnhora de Jacaranda ; urna com-
nioda dedilo, vinda do Porto; 2 bancas de dito, de
lucio de sala um relogio de ouro, sabonete ; un ocu-
lo grande de ver ao longo ; nina bandeja de casquinha
prateada rom 18 casaos de piros e chicaras, 0 pratos ,
Indo depnrrellana ; Uin habito de Clirislo pequeo :
na ruada Cadcia de S.-Antonio, n. I'i.
ADMIRAVKIS
NAVAI.HASDF. AC DA CHINA.
Teeni a vantagein de cortar o cabello sem olleosa da
pello deixando a cara parecendo estarna sua brilhau-
le moridade.
Pite aro vem exclusivainente dn (bina e s ne||p tra-
lialhno dous dos melhores e mais abalisadns rutoleirn
da nunca excedida e rica cidade de IVkini capital do
imperio chini.
Actor Simw.
N". R. Ho rocommondado o uso deltas navalhas na-
ravilliosas por todas as soeiodadps das seiencias medico-
ririireieas,lano da Furopa como da America, Asia/- fri-
ca, nao s para prevenir ai molestias da cutis mas tam-
beni romo mn nielo cosmtico
Vendpm-sp na ra do Crespo, loja n.8, de Campos
& Naya.
Aos Srs. proprielarios de
ensenhos.
Vpndpin-se taixas dp (erro coado mnenda de can-
na para agoa nu animaes rodas domadas, rrivos ,
boceas de fornalhas e mais objectos nocessaiios para
engenho por proco commodo ; na fundir.m de forro ,
de Me Callmn & Comnanhla na ruado Rrum no Re-
cife ns.6, 8e 10.
Farelo no\o,
em saocas grandes rende-te no armazem do Itacrlar ,
confronte a escadinha da alfandoga c em casa de J.
J. Tasso Jnior na rna do Aninriin.
Vendein-se (i lindos moloques de 12 a 18 annos ;
sondo mu delles co/.inheiro ; 2 ditos, de 7 a 10 anuos;
2 pardos do l a 20 anuos do Mudas figuras, sondo
mn delles bom rarrriro ; 1 proto de 30 annos, canooi-
ro ; uma parda, de 25 anuos una preta com .ligninas
habilidades ; nina dita, dp 2 anona, qpin una cria mu-
latlnho i de 2 annoa com habilidades: na ra do Col-
legio n. 3, segundo andar.
Vendein-se varios trastes como snphs canaps,
cadeiras, mesas de jugo p redondas de meio do sala,
enmmndas tudo do Jacaranda ; apparelhos do Inora ,
sem uso e oulros usados garfos ; ropos de vidro ;
palanquim ; cadeira de armar ; f inultos utensilios ca-
seiros ; tildo iniiiloeiu ronta porter o dono de se re-
tirar para a Europa ; a*iiin como bridas para eavallos :
na ra doCabng.i, n. Mi.
= Vendeni-se varios esoravos, entre ellos urna pio-
la parida dedous mozos com habilidades ,e tem Inmi
leite ; iodos de bonitas figuras o mocos ; na ra .Nova ,
n. 21, segundo andar.
=Vende-se um lindo iniilatiuho de annos sem
achaque! ; um piolo milito robusto canpeiro e carret-
eo sem vicios neni achaques por proco commodo :
no Alerrn-da-Hoa-Vista, n. 21.
Yrndeni-se bicos o rondas do toda as larguras ;
dan-se as amostras deixando ponlior ; fitas de eiis de
todas as larguras, por proco eoiumodo: na na do Cres-
po loja de lutodezai. n. 11.
-- \rndrin-se um proto e lima preta ( casados) pro-
prios para o aervlc.0 de campo por piero romiuudo ;
na na do Rangrl n. -15.
-- Vende-se nina venda rom puliros fundos e em
bom local : na ra dn i.ivranicnt...... l.
-- \ ende-se nina rsrrava r'ioiila de 21 anuos que
engniilina, rose chao COlInna c lava de sabao ; um
lindo mn! un,ho
ls-; casia-chtai com 4 palmos de largura a 160 rs, o
royado ; riscadiiihn francez a 220 rs. o covado ; por.us
de ganga azul rom M cavados a 1/ rs. ; alpaca prc-
la de superior qualidade a 800 rs. o covado ; meias
casimiras de quadros a 480 e 1/200 n. o covado ; e ou-
Irai iiniii.is i.i/rnd.is do linho e seda por barato prc^o;
na rna do Crespo loja n. 10 de Jos Joaquim de Frei-
las Cuimaraes.
aynoo ris.
Vende-se superior rapt! de Lisboa, allancando-se ao
comprador a boa qualidade ; na ra da Cidria do Re-
cife loja de Joan da Cunba Magalhaes.
Oh que pechincha
Vendp-se a rasa dp 2andares da ra do Caldpirpiro, n.
12, com grande quintal, portao para o rio chaos pro-
prios mullos commodos ; o qual rende mais de um
por rento ao mez: nesta typograpfila, se dir com quem
se deve tratar.
Vende-se a annacao da be ni conhecida loja de
fazendas da esquina do Livramento n. I por pi no
eoiumodo : a tratar na motiiia loja.
Vende-se um sobrado na esquina do becco de S.-
I'odro n. I, cm que mora o cirurgiao Leal do um an-
dar e sotao, com 5 quartos o terrado: na ra Direita ,
casa terrea n. 106
-- Vende-se urna parda de bonita figura Je 17 annos,
boa engnmuiadoira cozinhabemo diario de uma casa,
cose .enlendede fazor lavarinto nao tem vicio de qua-
lidade .lignina, o que se afianca ; bom como se xende
junto com um filhu tambeiu pardinlio, de anno c meio,
inuito bonitinho : na ra do Crespo, n. 12.
= Vendoin-se bous fugos completos que servem.
para navios, eso proprios para casa de pouca familia ;
moinhot grandes dp moer cali' proprios para deposi-
to; na rna da Cadcia do Recifo, loja do ferragens, n. 56.
VendPiii-sP 4 esclavas sondo una delas cngoui-
madeira, rozinheira.e que cose alguina cousa.outra.qur
cozinha o diario dr nina casa, e as nutras, que lavan do
sabo o varrclla, o servem para o servic.0 de campo : na
ra da Concordia passaudo a poulrzinba a direita ,
si-guma rasa terrea.
. Vondeni-se barris de breu-lourn de multo boa
qualidade por piec.o do 6/400 rs. ; no armazem de ca-
bos drfrontc doCoipo-.sauto, n. 17.
=Vende-se um inoloque, de 14 a 16 annos, com prin-
cipios de carpiua sem vicios nein molestias ; na ra do
\ ir,ai ni, n. 25, priiueiro andar.
*fr> ^^ V *i C'fc MBt ^fc ^&'
= Vendem-se acedes da exlincta campanilla de Per-
nambuco c Parahiba para fazer pagamentos a mes-
ma ; na ra da Cruz. n. 9 casa de Oliveira Irniaos S
Coinpanbla.
Vehde-se sal do Ass, de superior qualidade em
porefio do um alquelre para cima a 1/200 rs. ; a bordo
dn hlale ^ndorinlia fundeado dofroule da T.ingola
ou a fallar com Jos Antonio de Majralliaos Basto,
\ endoin-se lencos de seda da India, a 1/440 rs.
rlscadinhos francezes de bonitos padres pa-
ra vestidos de senhora de cores finas, a 240 rs.
6 covado ; corles de cassa-chltas de ricos pa-
dres e de cores multo usas com 7 varas, a 3/
rs. o corte ; chitas largas franeezas padroes
muito modernos e de tintas multo linas, a 320 r-.
o covado; cortes de molas casimiras, de superio-
res psdrrs o de uma duracao superior a casi-
mira a 2/400 rs. o carie ; ricos chales de Lia p
seda multo modernos a 3/ 3/500 e 4/D00
rs. ; rassas finas, o mais rico possivcl decores
lixas c de ricos padres a 5/200 rs. o corle ,
Sanno pretoe de todas as cores e qualidades ;
retanhaeesguiao depuro linho; chaloso man-
tas de seda e errpe ; assim como um completo ,
sortimento de fazendas finas tudo por pre;o
tao era con la que he Impossivel avista da fa-
ienda o comprador deixar de comprar : na ra
do Queiniado nos quatro-cantos casa ama-
relia loja n. 39.
1
fti'if-se nova alpaca, superior,
a 1980 fas panno lino de cores
Puls, a ."ilion rs. ; casimiras tle laa
pura, a 1800 rs. ; ditas com poti-
; corles de
a 3ooo
la ze mi as
cu mistura, a 1000 rs
cass? fina rom 7 varas
rs ; assim como as mais
outras muitas
& Hutra.
Na loja da equina da ruatloCollegio.n. 5,
de tiuima raes Sera fin & C.,
vende-se, alm de um bonito snrlimeiiio de fazendas
por precos bastantes moderados, as soguintes :
Cortes de novas casimiras franeezas, a .... 1<(KI0 srllrl"onlP'p'M iw vcsiulosilpsniliora, pi-loconi-
Ditas ditas melhorrs,
Dilas prrlas franeezas, o covado, a 3/000
Pannos, pretos, azues, verdes e de muras cores
diflerentes, desde 2/400 rs o vovado a 12/000
Corlrsdp caifas dp pelle do diabo a 1/440
Chales de laa e seda, grandes, a...... 2A'i0
I j ni, ns de cambraia guarnecidos a bico, a /640
Lindezas para vestidos o covado a /240
Kscocpzps de laa a algodo, com xadrez lingindo
spda o rm ailo. a.......... /)20
Cortes de laa e seda pira vestidos a Tmiiiii
Chita-cassas o corte a........ 2/-240
Cortes de lollelesde fusto francez a u-ciiii
I.rucos finos para grvala a....... /400
Chsh (la F,
na rua eslile do Itozario, n. ti.
Neste rstabrlrcimcnlo aebo-sea venda as cautelas da
lotrria a favor das obras ria, da qual andarid as rodas no dia 26 do crreme nirz:
os procos das cautelas sao os do costo me.
- Veiidem-se nu fim da rua da Aurora n 4, tam-
bores e rodetes de moendas amigas por proco barato ;
dous caldeirnies grandes, de ferro coado a 46 rs. a li-
bra.
Vende-se um relogio de prala ; um dito de onro,
com muilo puuco uso. e bons reguladores, ehoiizuntaes;
urna corrrnir de ouro para os lucimos ; tudo por mdico
preco : na rua do Vigario armazem n. 8
"= Vendeni-se 2 prelos mocos leudo um 20 anuos ,
ir bonitas figuras de todo o servieo ineimo para o de
campo ou armazem de assucar; duas pelas, de 20
annos, proprias dr todo o servico ; uma parda ; um par-
do bom para pagrm ,epara oulro qualquer servico 2
bonitos moloques de 12 annos : na rua larga do Ro-
zarlo iodo para a dos Quarleis, n. 24, primeiro
andar.
Vollarele.
Na esquina da rua do Collegio loja n. 5 de Cuima-
raes Srrallm fc Coiiipanhia, vendriii-so cartas franeezas,
finai.t enlre-Anas e ordinarias ; ditas portugurzas ; lo-
las por prejo mais barato do que era outra qualquer
ido proco de 12/MHJ
Venile-sc.
respo
por pr< (o muilo com
modo urna pardi recolhida, que, alm
de ser capaz e muito liahil para tomar
ronta de uma casa enfeude de cozinha,
cose e faz re rula : na rua do Ct
n. io.
Vende-se potassa da Kns-
s'a pelo muito mdico pre
90 de If0 is. a libra ; cal vr-
em de Lisboa otorgada no
ltnio navio : no armaxem da
ria !o ra pk'he u. 7.
a rna do Crespo foja n. ,
de Campos &; Haya ,
cnntinuiio-se a vender ricos cortes de cambraia aborta
de Muras decores a rainha Victoria a 6/500 rs. ; di-
tos de ditas de listras de cores, a /l^OO r. ; Mudas mau-
la de lalagarca, com lislras de seda, a 4/500 rs. ; mau-
las de toda, dos mais delicados gustos a 15/ rs. ; Mu-
dos corles de lalagarca, para vestidos a 4/000 rs. com
>inv* oor,fs de cambraia de listras de corra, a
3/200 rs ; coi tes de casia-chitas a 2/240 c 2/500 rs. ;
alpaca preta, a 800 ri. o covado ; c outras muitas fa-
zendas por coiniuodo proco.
O BOM V1MIO 1)0 PORTO
Ha na rua do Trapiche, u. 40, tanto em cascos com en-
garrafado ; tanibrm ha oulros vlnhoa de ptima oua-
lidade. '
Vendem-se cortos de cassa pintada de core fixas,
a 2/01 Os.; dilosde cimbrarla dr quadros rsrocpipi '
a 2/40O rs. ; ditos de cambraia de cores avelludadas
3/000 rs. ; ditos de liiidiense que finge seda, a 3/500
' j annunciadas e
[ chegadas de novo. ^
:-J#^^tt-*f^^^C^-f-%f5
Vendem-se barricas e moias ditas com farinha gal-
loga muito superior; barricas o moias ditas com cal
virgein de Lisboa ; barricas com potassa branca c preta;
fi'rhaduras para porla do ariuazoui ; peneiras de rame;
rodas de arcos para barricas ; bichas de Ilamburgo ;
tudo por preco commodo : na rua do Vigario arma-
zem n. il.
Vendein-sc hezerros francezes, de Nantes, de
superior qualidade os melhores que leein viudo a
osle inrreado por atacado ou inosmo em duzias a
vontade dos compradores por mais barato proco do
que em outra qualquer parle : na rua da Cruz, u. 20.
NO ATKKRO-I) -ROA-VISTA SOBRADO N. 1. <:,VSA DE
MODAS FRANCFZAS DEM. MILLOCHAU ,
vendeni-se tarlatanas finas brancas o de coros, cain-
braias linas brancas, lisas e bordadas; bonitas llo-
ros do todas as qualidades; riras plumas ; veos de
montarla verdea o brincos; lindas grvalas de cassa
fina Imprimida para liomeni ; fil de seda e de linho;
inanias de bico prcto ; veos pretos ; um sortimento de
eollai'iuhos o posoociuhns ; camisinhase romriros bor-
dados para seuhora e meninas ; bieos pretos do retroz;
ditos de linho muito largos, para cabecao ; loiicinlios
do seda para grvala de senhora ; litas de velludo ; ton
ca para seuhora e meninas, camisiiihas para homem ;
trancase cordos para ornar vestidos ; raercearia fran-
ceza ; eoulras muitas fazendas, por proco barato.
O bazar da rua do Crespo, lo-
ja n. 5, ao p do rea de
S.Antonio ,
modernamente sin lidn para a fosla. Este importante es-
tabolecimento de varias c bellas fazendas, de gostos in-
teiramenle novos oHerece a consideradlo dos concur-
ipnles de entre as mais uolavoisas soguintes :
Alpaca para aqurtas c sobro-casacas, a me
llior, o covado a..........1/600
Chaly do laa c seda riquissimos vestidos, o co-
vado, a..............8/000
Casimiras bromouses, o covado a....../6llC
Brins de puro linho, ricos, estampados, a vara a 1/120
Riseados parisienses, riquissimos, para vestidos,
o covado, a ............/280
Dilos francezes para jaquetas e sobre-casacas,
a fresca, o covado a
Vendem-se charutos regala boa fazenda em
caixlnhaa de 100, 200 e 250. a 1/920, 2MO0e 3/000 rs.,
o rriiin mais em ennta, conforme a porcao; lumo em fo-
llia ile priinrira e segunda snrte a rotalho, por preco
coiniuodo ; charutos fabricados na Ierra boa fazenda ,
a 7/500 rs, o niillieiro sem caixa e em cantas a 8/
rs. : dase por osle preco poro dono ler grande por-
cao : na rua larga do Rozarlo n 32.
Vende se una Maula do 4 chaves quasi nova ; na
rua da l'rala armaiem n. 5.
= Vende-se urna preta de milito boa figura, com
iinii Mili,i do (i anuos, prnpri.i para o campo; na rua
Nova, n.65.
No Forte-do-Malto, estaleiro de Manoel de Souta
Cont ha um bonito e bein construido bote pintado,
croque e os competentes remos, ele ; ajusta-se com
Caudino Agostinho de Barros na pracinha do Corpo-
Santo n. 66,
Vende-se urna vacca parida de pouco lempo, dan-
do leite be nova e filita do pasto. O Sr. Panla de Li-
ma ou outra qualquer pessoa, querendo comprar di-
rija-se a rua Nova, loja n. 58, ou ao Manguind n. 55,
a fallar com a Senhora D. Thereza de jess.
-- Anda est para se vender urna pequea porcao de
peixr secco muito barato; no aruia/.eiu do bacelar, de-
fronlr da rscadiulia da alfandega.
Aluda se cnutinuao a vender por preco comino-
do -i 11, ii ,r, e sapatos para homem ditos de couro e
iiiaiToquim para senhora ; lambn alguiua fazenda,
i nad i 111 e alguna livros : na rua Nova loja 58.
Vende .! o na prensa de imprimir sellos, boa para
urna adminlstracSOj ou casa "de negocio, por ler a com-
modidade de poder mudar os sellos ; urna poican de
azogue ; uma por(ao de assido uiuriatico para o la-
loriros : na travesa da Concordia n. 13 atrs da Jor-
re do Carino.
= Vendrm-se 100 meios desoa de superior quali-
dade : a tratar com Joaquim Lopes de Almeida cai-
xeiro do Sr. Joao Malheu; ou com Antonio de Almei-
da Gomes na rua de Apollo, n. 2 A
Vende-se um cavallo alato gordo novo ,
ptimas marchas por baixo e excedente
para carrogar senhora ; na rua da Concei-
cao da Roa-Vista armazem do Rufino.
llar melad a nova .
vende-se na rua da Cruz venda de Miguel Joaquim da
Cosa Se Companhia, n.66.
Escravos Fgidos.
Ollerece-so a gratlficacao de 100/000 rs. a quem
capturar ou deseobrlr o escravo pardo escuro de
nomo Benedicto oheio do corpa pouca barba ; re-
prsenla 30 anuos, pouco mais ou menos ; be inulto es-
perto e bstanlo capadocio ; ejnlga-se, que por onde
se achar se Inculcar por livre e mesmo tora mudado
n noiiir era ni.ii inlieiro r rulrndo de pescador; fri-
gio do bordo do brigue Catiro-Primeiro, no dia 13 dr
setembro. Este escravo prrlence ao Sr. Antonio Dias
de Souza Castro do Rio-de-Janeiro. Quem o captu-
rar, recoiihecendose sero proprio, receber a gratilica-
rini cima, ha rua da Cadcia n. 45 em casa de Anin-
riin Irui.ios Pedo-so igualmente a todos as autorida-
des policiaes todo o escrpulo no exame de qualquer
escravo capturado certa de que se Ihe ficar por ludo
summamente agradecido.
= Fugio no dia 7 do eorrente o cabra Caetano, es-
cravo da viuva deGcncalo Josi1 da Costa e S.i ; be niar-
ceneiro ; descoufia-so que estoja uccullo Irabalhando
em algiima tonda ; tem os signaos soguintes : magro ,
algunia colisa corcovado do 20 annoi, rosto compri-
do, altura regular, cabellos e olhos pretos, nariz e
bocea regulares ; he bastante vivo contador de histo-
rial: qnpin o pegar, teve a rua da Madre-de-Deos a
casa da dita viuva ou na rua do Trapiche n. 34, que
ser generosamente recompensado.
Fugio, no dia 19 do eorrente, um escravo cabra
do 30 anuos punco mais ou menos de nome Miguel ,
baixo reforesdo docorpo ; com uma cicatriz na ca-_
beca .sobre a testa do lado esquerdo rosto redondo ,
olhos encovados majaes dn rosto estufadas e mala alias
do ipir i, i o-io aspelo bastante carrancudo pe"s apa-
Ihetados ; lovou calcas de riscadojii desbatado fanil-
sa de madapoln bonete de panno trancado e pala do
lesnin grande nui boto de metal amarello im fun-
do do dito ; dosconfia-ie ter tomado a estrada de S.-Ao-
tao para Garanhiim por ler Ido comprado a Theolo-
Inio dp S.-Crnz Olivrira morador no lugar do Correle,
comarca deCaranhuns. Quem o pegar, leve a casa de
rua das Cinco-Ponas n.
a fresca, o covado a....... j^j | comarca ueuoraiinuns. viion
Chalos dclacobertosdesodaein ricos lavrores, a 6/500! "a1"l,n *!'"'" no Fnrno ru
Loncos igualmente eobortos a soda com franja, a 1/440P8' 1f ",,!> grallfl.-ado.
Mantas ala-moda, de seda, MsliaJas a stima 15/0001 = "eiappareceo no da 4 do
. istmo
< hales de garra teeidos a seda, a......3/520
Lindezas e loiifainhas, o covado, a .... /240
Cassa-chtas, padres novos, o covado, /320
Merlnes ot mais superiores, o covado, a 4/500 e 5/000
Conliiinao-ss a vender chapeos finos de cas-
tor; panno de algodao para saceos : na rua
da Alfaudega-Vclha, u. 6, casade Joo Stewart
=Vendp-se urna manpieza c..... assentu de palhinha ;
umjogo de esprllios grandes ; nina cama guinde; um
bei i o: tudo em bom uso, por profo coiniuodo : na rua
das Laraugeir.is, n. i.
Vende-se nina preta de uacao de 33 anuos, q
lava e Oliendo soili ivelmente de corinha por prero
commodo; na ma di Cadeia-Velha n. 2.
Veude-ieuina venda em muilo bom local, e bein
alreguezada para aterra-, com commodos para familia'
quista e cacimba; vende-se com os fnudos a vontade dos
compradores com melado a vista e o mais conforme o
trato : a tratar com Antonio Pereira dos Santos na rua
da Aurora n. 48.
=Vende-sc mu escravo crioulo de 40 annos que
emende do servico de padaria algiima cousa e he
muilo servif al e fiel ; na rua larga do Rozario padaria
n 48.
Vende-ie uma casa e venda, no becco da Lingota,
n. 12 ; a tratar na mesina caa.
Vendem-se espadas prateada para officiaes su-
periores e subalternos ; na rua Nova, loja de ferragens
eorrente um pardo
escuro dp nome Cantillo. de_ 10 annos eheio do corpo;
levnn ra Ir is azues p camisa de madapolo ; andava com
nina eorrente no pt*, por motivo dp SPr mullo vadio ;
eslava api endeudo o officio de marcpoelro. Rnga-sea
qualquer ppssna, qup o pegar de levar ao Aterro-da-
Boi-Vista inis rosamente recompensada.
Fugio nn da 21 do eorrente pelas 10 horas da
noite um pardo, de unine Fldele jrellio; repre-
senta ter 50 a 60 annos baixo, grosso do corpo pomas,
brafui e mos curtas e groiia cabera grande, cara
descarnada qucixo de rabeea olhos pequeos fun-
dos e rermelhoi, boleos linos nariz, chato com falta
de alguns denlos bastante largo dos pollos, quebrado
das verilhas falla, balsa e mansa ; he lerlioejo do leci ;
andar descansado cabello raraplnhadn e toi sido cont
de negro barbado ; evon camisa nova de rilcadd azul,
de algodao trancado coin lisii,is brancas, chapeo de
pello. Este pardo j.i fez mu fugida enm oulro rscra-
vo e fol pegado a diante de Ignarasi 7 Ipgoai ; he de
suppor que tonha seguido o mesmo destino. Roga-sc
as autoridades poliches o (apilaos de campo que o
apprehcndaoe levein a rua da Cadcia de S -Antonio .
n. 19, que serio recompensados. Adverte-se, que elle
levou mais um surrao de couro aoude cooduz roupa.
y*
"FIIN.; NA TTP DE M. F. DB FAMA1^46.


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