Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09446


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Full Text
Jt, uno de 1846.
Quinta-feira 22
O DIARIO Bub\ic*-te lodos os dias qiia bo
forem d guarda: o preco da asignatura lie de
4^000 r. por quartel, Hif/os adan/ador. Os
anniincios dos assignantes sao ioicridos a razio
de 10 rus por liona, 40 ris en typn differen-
le, o os repelieses pela melad.. Os que nao fo-
rem asignantes pgo 80 ris por I i u lia, o lo
em typo'differente. ^^^^^^
PHASES DA LOA NO MEZ. DE OUTUBUO.
l.u chela I tllT hora e 48 minutas da (arde.
Mingoanlea 12 a l liorae4T mi, da man.
La ora a 2 a I hora e 24 min. d maoli.
Grajeante a 22 aos4 9 minutos da tarde.
'PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Goianna e Paraliyha Segundas o Sezlas l'eir|s,
Rio Grande do Norte, chega nn Quartas feiras
ao meio dil e parle ins mesnias horas as
(tilinta! feiras.
Cl>o, 3*rnhacm, Rio Formoso, Porto Caito e
Maceyr. no I.", 11 e 21 dcada me.
Gar.iiih'inn lonita a 10 (11.
Boa-Vista e Flores n H e 28.
Victoria as Ouintas feiras .
Olinda todos os dias.
PREAMaR de iiojr.
Primeira a 6 h. M minutos da tarde.
Secunda a 2 h. IR miniaos da manilla.
de Ontubro.
Anno XXII
N. 230.
DAS DA SEMANA.
19 Sf. S. Pedro de Alcntara. Aud. d> J. do
orph.edoJ. doC.da J. r., doJ.M da. v.
20 Tere. S. Joo Caucio Aud. do J. docir.
ila i. v. e do .1. de paz do 2. dist de t.
21 Ouarta. S Maleo, Aud. do J. docir. da 2.
v e do J. de pal do 2 disl. de I.
22 Quinta S Maria Salom. Aud. do J. de or-
phrios, do I municipal da I. rara.
?3 Sexta. S Jo3o llom. And, do J. lo civ. (Va
I. t. e do J. de paz do 1. dist. de t.
21 SabUdo. S RapWl. Aud. do J. do cir.
da I. v.,'e 11 Domingo. Ss. Crispim e Criloiniaiio,
CAMBIOS NO DA 21 DE OUTBRO.
Cambio solire Londres 27 '', d. p. I#a
a a Paiil 146 ris por franco.
Lisboa 100 /o de premio
Hese, de Itlrns de boas Gruas I '/i I'- Ve
Oii/nOncashesiniiholal.. 0|000 a
MoedasdaOJIOnyel. |2H0 a
deGiinnnov. Iii|f0fl0 a
. m de 4J0O0... 9/100 a
Prata 1'alacOes........ 1*990 a
Pesos coluuinares lf990 a
Dilos Meiicanos. '#920 a
a Miuda.......... I|780 a
Accesda Comp. do Belieribe de 5OS00O
60 d.
aomez.
aifjllil
1(1*4011
I (#20(1
SiJOi
J/nwl
JfOOO
#<>
nao
ao par.
DIARIO DE PERHT AMBCO
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO JORNAL DO COMMERCIO.
MONTEVIDEO, 12 UE SETEMBRO DE 1846.
Ah ri o Sr. Hood como velo : fez grandes males c ne-
nhum bem. A negociaco, que- a principio tinha appa-
rrncia de cliegar a un desenlace pacifico, nunca teve
em realtdadi 11111 s momento, que promettesse esse re-
sultado. Vincs.j teem conhecimenlo das bases, de que o
Sr. Hood fol portador : nao continha urna syllaba mala,
que oque omcialmentc publlcou o Commrrcio del Plata
do da 4 do corrente. Tambem j Ihes niandei a respos-
ta do governo oriental. Agora vero no Commercio do dia
10 os tractos daa respostas de Rosas. A rcapoata de O-
11 lie nao se publicou, mas li anloga : acceita todas as
bases, modificando a quarta nos mesuios termos, por
que a inodificou Rosas. Entretanto, Rosas e Oribe accei-
ta rilo ambos, na inlelllgeucia deque os gorernos media-
dores reconhecem a Oribe como governador legal desate
paiz, e que o governo, que existe em Montevideo nlo
he neni parte na negociarlo. Assim o verlo Vmcs. cla-
ramente no llcfenso < na (acrla. O iiiesmo consta de do-
cumentos officiaes, que rio publicar-se.
Vmcs. conipreliendero, que semelhante pretenco
impossibillta toda equalquer negociaco. pois he dia-
metralmente opposta ao projeelo de paz e s lostruecdea
dos plenipotenciarios mediadores, segundo as quaes
nunca sondarlo os dous governos em reconhecer a Ori-
be carcter nenhum, uem se lembrro nunca de dcs-
conhecer o carcter, que teni este goveuio, juuto do qual
residi'in os agentes pblicos daquelles governos e de to-
dos di inais. Rosas, pois, aparentando acceitar as ba-
ses, as repellia todas, porquanlo attribuia a Oribe um
carcter, que ellas Ihe negavo c desconhecia ueste go-
verno o carcter, que ellas llie do. Entretanto o Sr.
Hood fez por sua parle quanto pode para fomentar essa
absurda pretenco de Oribe ede Rosas. Dizendo-o elle
inesmo, 011 consentindo-o e admittindo-u quaudo 011-
tros Ih'o disio, fez acreditar no Cerrito e em Buenos-
Ayres, que trazia plenos poderes dos dous governos, e
que eslava encarregado de ajustar a questo por si s,
quando todos vimos pelo discurso do Sr. Guizot, que
nenhum carcter tinha senaoo de portador das liases.
A circunstancia de ver un agente diplomtico ao lado
de Oribe, unida de ter arvorada a bandelra ingle/.a na
casa, que oceupava no Migiirlctc, e a de dar senipi e em
seusofticlos e carias conlidenciaes o titulo de presidente
ao general Oribe, e de minfro a Villadeinoros, fez, que
110 campo de Oribe se acreditaste, que este-era reconhe-
iido pelas duas potencias no carcter, que pretende. A-
crescenlem a istoVnics., que o Sr. Hood recebeo, sein
oliservacio, nem reserva alguma, a resposla de Oribe
assignada sopor Villademoi os romo ministro dot negocioi
rstrangeiroi. Os plenipotenciarios julgrlo, como era na-
tural, que nao podio ter isso por acceitaclo de Oribe,
]iois que Villademoros nao lie cousa nenliuma para a
-'ranea, nem para a Inglaterra. Fizcrc, portanlo, que o
Sr Hood voltasse ao campo de Oribe, para que este ac-
ceitasse por si mesnio ; mas Oribe nao fez mais do que
ratificar como presidente o que tinha feito o itu mintro.
O Sr. Hood ib i mandado lanibcni a Huenos-Ayrt I para
obter de Rosas, que retirasse as iuodifica(es, que tinha
feito s bases, que as acceilasse siniplesmente 110 de vi-
do carcter. Rosas nao qulz ceder um s ponto, e o Sr
Hood retirou-se mas tanto em Bueno-A)res ionio no
Cerrito, e aqu espalhou toda a casta de suggestes pa-
ra alentar Oribe, e para desunir aos dous plenipotencia-
rios mediadores. Em verdade fez o papel de conspira-
dor em favor de Oribe. Diz, que o baro Dellaudis he o
nico, que se oppdz, e que o Sr. Ouseiey approvava o
que elle Hood fazia. Isto fez elle acreditar a Rosas ea
Oribe; mas nada est mais longe da verdade, pois, nun-
ca os dous plenipotenciarios discoidalo eninada, nuda
(aranlo-lhes isto, que digo.
Nao ha, pois, esperan, .is de paz por agora, c nao as
ha, porque Rosaf e Oribe nao quereui, nem nunca ho
de querer paz, que nao seja um triiiinpho absoluto,
completo esem condico alguma. Alm da circunstan-
cia, que por si sexclue toda a negociaco, isto he, a
de acceitar as bases, tiuppoudu, que ellas reconhecem a
Oribe ionio presiden le da Repblica, ha as respostas de
Rosas 7.* e 8.* proposico ; e vejao o que sobre ellas
diz o Commtreio do dia 10. Parece-me, que isso he irres-
pondivel.
Que farao agura os governos interventores ? He o que
nao sei; mas parece ser chegado o momento de firmar o
Brasil a sua poltica. Agura a alternativa he inevilavel;
ou os dous governos europeos retroceden! de plano e
do a Rosas o triumpho, que o Braiil com tama raso
deve recelar, ou, cansados com Rosas, decide 111 por ter-
mo a esta questo por meio da Core*. Em um c nutro ca-
so parece, que o Brasil deve prevenir as consrquencias,
lomando o lugar, que Ihe compete.
NOTICIAS DO RIO DA PRATA.
V MONTEVIDEO 19 DE SETEMBRO DE 1846.
A escuna americana ^6sia-Jeii*in, procedente de'
Norfolk, varou no banco inglrz nodia l(j do corrente.
O brigue dinamarquez Seandinaven sabio daqui, iinme-
diataiueiilc que se recebeo esla noticia, para prestar-
Ihe soccorros.
A escuna Abitha Jtnkins eneonlrou 30 legoas a leste do
Bio Grande una canoa com dous pelos e um moleque.
Nao tinho agoa nem vveres. Fro recelhidos a bor-
do da escuna, e declararlo, que fugiro do Rio-Grande,
e se dirigan .i Costa-d'AI'rica.
Estas desgranadas creaturas foro trazidas para esla
ciaade, e entregues pelo Sr. cnsul dos Estados-Unidos
ao Sr. capito do porto.
-- Recebemos noticias de Buenos-Ayres at 15. No
dia 12 frSo preso* naquella capital dous mdicos e um
dentista, todos eslrangeiros. Un dos mdicos diz-se
ser o Dr. Me Kenna, e o dentista o Sr. Tenker, Norte-
Americano mullo conhecido em Buenos-Ayres. O de-
udo destes senhure! foi n re nao usarem da fita encar-
nada com os vivas e morras de Bosas, que novamente
se ordeimu trouxessem todos os prof^ssores de medici-
na e clrurgla, boticarios, sangradores, etc., ainda que le-
jo eitrangeiros.
Rosas invoca para esta violencia o seu decreto de 3 de
fevetelro de 1830, que maudou fazer uso da fila encar-
nada. O decreto, que s falla de empregados elvis e mi-
litares, ecclesiasticos e todos os que recebem sold do
, governo, tuostra com evidencia, que essa resoluco nao
l se referia aos estraiigciros. c de feito nunca se Ihet ap-
pllcou. E como poderla applicar-se-lhcs sem os forcar
a trazer urna divisa de partido, incompativel com a sua
naturalidade? Agora Rosas os obriga a trazer essa divi-
sa, forca-os a tomar o kii partido, ao menos em appa-
rencla exterior, sem que baja nem possa haver lei do
pait, que imponha semflhantc oondlfo ao ercrcicio
das proiissoes scieulilicas.
Que farri os agentes enearregdos de proteger esses
cstiangeiros? Se esse novo ataque de Bosas aos dlreltos
(testes Ihe trouxer reclamaccics e complicacoes, ha de
gritar, que o estrangeiro atropella o iy*tema anvricano,
de i[ue faz parte o decreto das fitas.
Conliuuava o silencio sobre Corrientes ; urna caria do
dia Ifi diz : esta gente principia a chamar traidor a Ur-
quia.ii (Commtrrio del Plata.)
HELOISA E ABEILARD.
UBIS, 30 DE JULHO.
Pars acaba de perder um mounmento de pouca ap-
parecencia, verdade seja, porm de summo interesse na
realldade, e que delxa grandes saudades a lodos os ar-
eheologislas, e, milito mais que a todos elles, a todas as
pessoas sensiveis e namoradas. Quasi 110 meio da illia
de S.-Lulz, e precisamente defronte da ponte, que cor-
ta o Sena nesle lugar, se elevava, ainda lia poneos dias,
urna modesta habilacodc tres ailares, iillimauenle 00-
cupada por um marceneiro. Nada no humilde edificio
havia, que podesse por si mesmo attrahir a attenco de
qucui passava : mas esta pequea habitaefio, lo pouoo
importante pelo material, era aquella inesina, em que
tinhao vivido Heloisa e Abeilard, cousa de 7 seculos an -
les da nossa era, c era isso o que a fazia recolniuciida-
vel. .Nunca viajante, que jiassasse por Pars, deixou de ir
visita-la 11111.1 e militas eses, e raro era o dia, em que
defronte da pequea casinba se nao acliassem militas
pessoas, conlemplando-a com ceno respeilo religioso, e
copiando com attenco e interesse as palavras, (|iie, na
face voltada contra o rio, estavo escupas em grandes
leltras romanas :
1IEL0ISE ET ABEILARD
IlAHITRENT OES LIEUX.
DES nDLES AMANS
MODELE PHECIEUX.
AN II18.
A pequea habitaro de Heloisa e Abeilard he demo
lida para dar lugar a edificio mais suinptuoso, mas nun-
ca mais interessante ; e quanto a mm, he mu 1 pro-
fanaran, que 110 posso levar a preco, e que jamis liei
de perdoar aos vndalos desta cidade. ( 0111 a pequea
casinba desapparecvru de Paris todas as memorias,
que ainda restavu, dos dous amantes : quem actual-
1 ni-nii' (juizer ver alguma cousa, que Ihe record mate-
rialmente, que exisliro, hade Ir ao Paracleto, alo
longe de Fonlaineleau, edificio, cujas paredes ainda
boje reprlcm a cada nstame o noiue de Heloisa, de que
ate as enancas daquelles sitios cunlo a vida.
O Paracleto he aquellc inostciio fundado por Abei-
lard, de que Heloisa foi a primeira e .1 mais Ilustre das
abbadessas. Koi nesla especie de sepulchro, que a mise-
ra e un -qu inli.i veio sepultar a sua desrsperacao e a sua
dr. Foi nesla casa lo celebre, que, voz de Abeilard,
ella veio encerrar-se para nunca mais de l.i sabir, pro-
nunciando, ao entrar, aquelles ininilaveis qiieixiimes,
que Lucillo jie na bocea da iniillier de l'ouipi(i,i|iiaiidu
Ihe apresentro a cabeca ainda ensanguenUda deseo
marido :
0' mxime conjux I
O' thalamil indigne meii I lloejuri hahrhat
In iimiuiii /orluna capul ?.6'ur impia nu/iii
Si miserum factura fui ? Aune accipe poMOl
Sedquai iponte luam....
Km portuguez : O' illuslrc consone l O' tu, de quem
o met Ihalamo nao era digno lie pottivel, (|iie a for-
tuna seinelliaute direito livesse sobre oabeca lo gran-
de ? Cruel! porque me casel comligo, se lo desgra-
tado havia de einlini fa/.er-le : Oh recebe em expia-
'.111 do ineii crime o castigo, a que de boa ronladc vou
submetier-me.
A applicaco a Si mesmn desta lo viva expresso de
maguas albeias he bastante para fa/.er ver toda a belleza
do ineoiupaiavel carcter de Heloisa. Toda abnrgacuo,
toda seiilimento, toda ternura, nao puiiha duvida em
aecusar-se a si nicsina da desventura daqnellc mesnio,
q.ie 1 tinha feilo lo infeliz. Quanto a Abeilard, tudo
revela no sen comporlameuto para cun Heloisa urna al-
ma essencialiucnte egosta, e que eslava bem longe de
igualar em inerecimento aqu. lia, que tinha feilo lo
desgranada.
O Paracleto conserva ainda boje o tmulo, em qu
Heloisa deposito!! o corpo do seu amante, quando Ih'o
entregarlo, e cm que depuis mandn depositar o seu
propvio, quando a natureza veio exigir-lhe o tribu(o,que
todos pagSo. Nesla derradeira morada se conservio
unidos depois da inortc aquelles que a lyianni.i tinha
separado cmquanlo vivos ; c nella doiinirao em ventu-
roso esquecnienlo o somno da niorte ceulos de anuos,
at que os revolucionarios de 1789 profanarlo ludo.
Nesla poca ou tro sacrilegio, ainda mais grave que o
que nesle momento eslo comniettendo os vndalos da
capital com a demolilo da casinba da ilha Je S.-l.uu.
velo interromper o eterno descanso dos dous amantes,
que al aquellc momenlo nunca nlnguem se tinha a-
trevldo a perturbar. Os corpos de Heloisa c Abeilard
forao, com piedosa profanadlo, trasladados para o ce-
litei 1.1 do l'i i't Lorian,,, 1111 Paris, onde se Ibes cons-
tiiiio novo tmulo, que he actual mente o principal ob-
rcio da curiosidade dos (|iie visillo esta necrpolis,
'orem o iiioiiiiento do Pere tehait; mbora mais suinp-
tuoso, nao he aquellc, que aseiisivel Heloisa mandn
construir para recolher os restos de seu marido e os seus
proprios, e aquellc, que tantas vezes regou com as suas
lagrttuUi e tantas vezes bumedeceo com beijos de de-
vuelo e de amor; este ultimo aclia--.se ainda hoje bem
conservado no Paracleto, e licou por consequencla re-
duzldo a cenotaphio depois da traslada.;;m dos dous cor-
pos. Na occasilo, em que este ultimo aconteciineiilo te-
ve lugar, varias pessoas procurarlo fazer a acquisico
Jas reliquias dos dous amaines. Entre ellas tcz-Se 110-
Itavel um Inglez que por um dente de Heloisa que
pode obter, pagou, ao que dizcui, a soinina Incrivcl de
cen mil francos.
Termino estas lindas com una especie de sentimciilu
de indignadlo c de dr, Vou ainda una vez visitar a pe-
quenacasiuha de Heloisa, antes que acabem de demoli-
ra. Se cu fosse homem de cabedaes, de ceno a compra-
da para salva-la, e para conservar posleridade este
lurioso monumento, ao menos para uiiiii to interes-
sante. (Carla parlicuiar.)
(Jornal do Commercio.)
PERNAMR'JCO.
ASSEJttBLE'A PROVINCIAL.
SKSSAO EM 20 DE OUTUBRO DE IS-Ki.
em -II1IM u DO SU. SOCZ TEIXEIBA.
(Continuaco do numero anteceden le).
O Sr. Netto: A eominisslo de instrucelo publica as-
senlou, que se prdissem esses esclareciinenlos ao gover-
no ; porm creio, que o reqiicriinenlo, como esta redi-
gldo, va i ihu dos seus desejos. Precisa ella saber adn-
tos alumnos'Icein fiequeiilado em cada auno a aula de
|u uncu 1- I.'liras deGolanna, desde que entrou em exer-
cieio o actual professor; mas nao interessa de inaneira
alguma saber os bornes, as fli.ic.Vs, dades e naturali-
dad, s desaei alumnos, fiara exigir a remessa dos inappas
triinensaes. existentes as duas ihiMuirarii s. Assim pois,
|iarece-nie, que alliviaremos a trela de quem nos ha de
Ininecer as inloiinaroes pedidas, e nos conforniarenios
inelhor com o pensaniento d.l cniniiiisso, reqacreodo,
que, a vista desses mappas, se nos declare o niiinero de
alumnos, que em cada um dos dilos anuos frequenlio
a aula do pelicion.irio.
I.e-se na mesa a seguinle emenda:
ti Que sepergnnie ao governo, que Humero de alum-
nos leni lido a aula de primeiris leltras de C.oianna, des-
de 15 de ontubro de 1827 at o prsenle. Vello.
Apoiado, entra em dtscusso.
O Sr llarreto: Oque acaba de dlzer o nobre depu-
tado, me parece inulto justo. O meio, que recorre, be
o nico, pelo qual poderemos saber, se o professor de
lioianna lem lido o numero de alumnos, segundo a lei
neeessario, para que seja a sua cadeira conservada, ou se
se tem esta subsistido, indepeudenlc desse numero, c
por coiiseguiute em menosprezo da iiiesiua lei ; be elle,
que nos ha de fornecer os dados precisos para, com jus-
lica, ih 1 1I11 mu o particular em queslo.
Isto posto, e recouheeendo eu, que esta mulliplicida-
de de mappas, que pede o requeriineiilo, ali'in de ser
mui dillicil de obter, de nada nos pode aqui servir, de-
elaro-me pela opiuiu do nobre deinitado, e nesle senti-
do i./iarei.
O.S'r. Vinifi lachado nota que a emenda do Sr.
Netto cabe no inesmo erro.or elle CUXergado no reque-
rimeulo, pois (pie exige saber qu.intns alumnos teem
licqiientado a escola de primeiras letlras deGolanna
em anuos anteriores aquellc, a que se refere o respec-
tivo professor, quando pede a gralilicarao, que por le
Ihe compele, allegando, que leciona o numero de dis-
cpulos cm u niesina el designado ; observa que
311C111 condece a cidade de Goiainia, que j.i leve urna ca-
i'ira de pbilosopbia, tem oulra de l.iiiiu, e he o mais
populoso dos lugares, ijue fieo de poules para tura, nao
iliividar, seja a nica aula de primeiras ledras, que all
existe, lieqiieiit.ida por um mui crescido numero de me-
ninos.) aramia, que o prufessor d'essa cadeira he ho-
mem de milito boa t, digno de lodo o eonceilo, (in-
capaz de pedir una gratificarlo, a que,segundo a lei nao
li nha direilo ; ola que o documento, que esse pro-
fessor junta a sua pcliro, he mais que sufliclente
paraprovaro que allega ; e declara, que ha do volar
contra o requerimeoto e contra .1 emenda
ti Sr. Aello : Parrce-nie. que o nobre deputndn, que
aeaha de impugnar o requeriuieiito, esl engaado acer-
ca das disposieoes da le de IS de iiutubi o de 1827.
0 Sr. Hunei Machado: -- NSoserl a primeira ve.
0Orador : Todos estamos subjeitosa esses engaos,
e a prova temos noque succedeo ao noble dcpul.ido,
pesar de sua eonheolda llluitraclo.
0 artigo III da citada lei lie concebido nos segulntea
termos -- Os presidentes em coueellio co aulorisados
,1 conceder nina gratifican animal, que nao exceda ter-
ca parle do ordenado, aquelles prnfessores, que por
mais de 12 anuos de ejercido nao interrumpido se live-
rcm distingnldo, por ana prudencia, desvelos,'grande
numero e aprovclumento de seus alumnos.=
Ora, di pendendo a eoncesso da gratlOcacto ( no caso
de se considerar rigente esse artigo] do numero de a-
lumnos, que frequenlio a aula, n.io sedeve eslranhar,
(iue a coinniisso de insliucfu publica, encarregada de
dar asua opiuio arrsprito da |ireicnco do professor
deGolanna, procure coohecer qnantoa alumnos teve a
respectiva aula...
0 Sr. Nmtes Hachado: Mas nao precisa saber-se
desde 1827.
O Orador : Desde o lempo, em que cnlrou no exer-
clcio do emprego, para veriliear-se, se por mais dos 12
anuos teve grande numero de discpulos, pois nao he in-
verosmil, que nos primeiros anuos avullasse mais esse
numero do ipie nos ltimos, e vlce-versa.
Na sesso pass.ula live occasio de indicar urna aula
publica da capital, que era froqurnlada porpuucos dis-
cpulos.
OA'r. Aune Machado : Tambeui ha militas aulas a-
qui, quando all nao ha seno nina.
0 tirador : Nao duvido nas a coinniissao, que se
deve regular por dados mais seguros, nao havia de for-
mar o sen juizo smenle por ennjeeluras, ou por infor-
maedrs particulares, que podesse alcalizar.
OSr. 6'unha Machado:A iiiunicipalidadc be autori-
dade competente para nos informar.
0 Orador : Porm nao he a nica fonle, de que po-
demos tirar essas iiiform.ices. Assim como a ellas, a lei
tem encarregado a otitras autoridades a inspecelo das
aulas primarias : c, 110 caso ein queslo coulros seme-
Ib mies, nao creio. que eslejamos na obrigaco de jurar
na.s palavras da muuicipalidade smenle. Os corpos col-
lectivos sao laltez os menos azados para tarefas dessa
natureza ; e mais de um atlestado officioso tem sido ar-
rancado algumaa cmaras municipacs.
0 Sr. Villela lavares : --Isso he inulto forte !
O Orador : Mas nao deixa de ser verdade.
Kotendeo a commissao, que 11I0 devia consagrar o
principio de levar-se nicamente pelos atlestados das
municipalidades para evilar a collislo de recusar uns
e admit)!' oulru, segundo a cuuancu, que li. inspi-
rassem oacidadlos, que os tivessem assignado....
(' Sr. Cunha Alachado: E os mappas sao mais au-
tbenlicos, que a informarn da muuicipalidade ?
O Orador : Nao se aftlija o nobre deputado, que eu
Dio trato agora de aulhenticidade, nem quero contesta 1
a l, que merecen! as cmaras niuuicipacn : digo apenas,
que, nao sendo ellas os nicos liseaes das aulas de pri-
meiras lettras, nlo somos obrigados ddeixar de ouvir
lambeiu os oulros liseaes. e menos ainda a renunciar os
lucios, que porveutura tivermos para apreciar a exactl-
dlo do seu juizo. Eslou persuadido, que acamara de
Cniaiina atteslou o que Ihe constava a respeito dtelo e
prudencia do peticionario, e do numero de alumnos
que frequento aquella aula ; mas nlo creio, que todas
tciihlo sempre to exacto conlieclinento do que vai pe-
las escolas publicas, e at porque seus membntV, eleltos
de qu.iti o em quutro anuos, leudo perfeito conheciiuen-
to do estado actual das mencionadas escolas, podem Ig-
norar completamente o que nellas se passou no lempo
de seus antecessores.
O Sr. Cunha Machado: -- Os de Goianna teem sido ree-
Icitos.
O Orador : Outro lano nao lera acontecido nos ou-
tros municipios da provincia ; s fura scui duvida atcal-
os estjlus da casa negar conimissao os meios de illns-
lrar-se em casos taes, para mellior apreciar a realidade
dos lacios, em que assenio semelbantes pretencoes.
Pinico nobre deputado, como residente em Goianna,
ter cabal coulieciuienlo dos lacios allegados pelo peti-
cionario ; mas nem por islo (leve reparar, que 05 uiein-
bros da eomiuisso, que nao teem essa babililaclo, es-
tojo na lud) completa independencia deupiuilo, e pro-
curein esclarecer-se pelos unios, que eousiderarem mais
eflicazes
nanlo a niiiu, crio dispensaveis as infoiniaces pe-
didas, por entender reVogado pela le de Id de junho de
1837 o artiga Hl da le de 15de ouiubrn de 1827; mis a
assenihlc.i, 1111 11111,1 dac sessies anteriores, decidi o
contrario, concedeiido essa gratifica;! a outro profes-
sor, ecoiiio ella possa rontiiiuar nesla inteiligencia, era
dever da cotllissio de instrucelo publica solicitar todos
os csrlirecinicnlos precisos n um e 11'oulro sentido, pa-
ra babilita-l.i alomar a deliberaco mais acertada. A
quem havia a commisslo recorrer, para chegar ao coobe-
cimeuto da Verdade i1 V cmara municipal nicamente '
OSr. .'larrelo : Aa cmaras sao as fiscacs ueste ne-
gocio.
O Orador : O governo eo director do lyco tambem
oslo. Eu nlo acredito milito as fiscalisacbes das aulas
publicas do Brasil. I'cilas pelas cmaras municipacs.
O Sr. Itarreto : Enlo, para onde iremos ?
O Orador: J vejo, que o nobre deputado se pronun-
cia contra o reqiiei'imenlo da coiiimisslo, e quer malar
este seu lilho. Ksl como Saturno; vai devorando quau-
tos ihe forera uacendo.
O Sr. Memtes da Cunha : Se forem lilhos-perversos.....
O Sr. bar reto: He verdade; ao menos mor e 111 aqui.
O Orador: Nfio deixo de ser fillios, e de tereni, co-
mo tacs, o direilo de ser alimentados por quem Ihca (leo
a existencia.
Confio mullo na imparrialldade dos membros da c-
mara de Goianna mas nlo sel, se todas as municipali-
dades em todos os lempos me luc, eeni igual coufiau-
c.l, para eslabeleeer, como principio, que os siiujiliees
a 1 testados dellas b.isiem para justificar despe/.as tao im-
portantes. Hapoucos dias, live occasilo de examinar mu
requerimeoto, e juntos a elle encontr! intestados de c-
maras diversas, copiados uns dos oulros....
O Sr. Cunha Machado: Isso lie prcvcnclo. do nobic
deputado.
O tirador : O facto existe, e pude ser verificado alu-
da pela casa, se o nobre deputado qulzer.
He ordinario, Senlior presidente, os vereadores sao
proprielarios, que moro distantes da villa, onde esto
as aulas de primeiras lettras, e deslas propriedades
nem sempre coiiliecein o citado dellas. Os professores
leona multas vezes o cuidado de os tomar logo por padri-
nhos dos lilhos, quelbeevo nascendo: adquircui es-
trella ainlaade com os secretarios, em cujos candidatos
nao deixo de votar, e afinal, sol a influencia de taes
relacoes, oonsegueni de certas cmaras tudo quanto d-
se jo. Professor conheeo cu, que, para contrastar a con-
siderarlo, em que he lido no seu dstriclo, disse, que era
elle mesmo quem dlctava us atlestados, que precisara,
c os folla assignar pelos vereadores.
Recelando encontrar-ae com um documento deates,
enlendeo a commisslo, que convinha, em casos dessa
oi'dcm, proceder com o maior escrpulo! seu z.elo lalve
seja deaneoeasarloj mas de ceno nlo he i redor de cen-
sura.
Vol, portanlo, a favor do rrquerimenlo.
OSr. Kunes Machado observa ao precedente orador,
que nao tem rasio para suppr, (|ue a casa .0 censurar
|iois que deve reconhecer que ella sempre Ihe ha pres-
tado a mais franca c leal coadjuvaeo ; diz, que, se
nlo approva o reqnerlmento, nlo he com a iuien(lo
de privar a commisslo dos eselarecimenlos, de que es-
ta entende precisar, mas sim por estar persuadido, que
o .1 (testado da cmara lie mais que sulliciente para pro-
var a alleghcao do peticionario, visto que, segundo a
lei, a incsma cmara he competente para inspeccionara
ad.ira, que u peticionario rege ; e faz .ninas umitas re-
Il.xes tendentes a motivar o seu voto, e a convencer ao
diputado, quem responde, de que deve acreditar nos
documentos, que, como o de que se trata, veem revesti-
dos de lodos os caracteres da aulhenticidade.
O Sr. brrelo, declarando, que reconbece o mo esta-
do da instrucelo publica da provincia, e que tanto mais
o reconbece, quanto o seu cargo de director do lyco des-
ta cidade o habilita a saber de cousas, que ao conheci-
menlo de outro qualqucr nao posso lalves chegar, diz,
que, comquanto, quando no exereicio desse cargo se
aclia, milito deseje dcsvmpece-la dos obstculos, que ae
oppOe a que chegue ella ao punto de perfeiclo, a que de-
ve, nao pdfl todava bxe lo, por nlo encontrar na legis-
larn vigente os meios, deque para Isso carece.
O Sr. Laurenlino, allegando, que apresentira o seu re-
querimen'.n, nlo por duvidar da auloridade, que tindo
as cmaras municipacs para darem atlestados aos pro-
fessores, mas sim por estar redigido de una inaneira
vaga o passado ao professor, de que ae trata, e nlo poder
por isso fornrcei -llic os rsclai c< tinentos, de que enlen-
deo precisar,^ pedio em o inesmo requerimento, decla-
ra, que votarFpor elle.
Julgada a materia discutida, he a emenda doSr. Netto
suiuieindi I volarlo c rejeitada, juiiamentc com o re-
querimento da coininlsso.
Continuaco da discusso do parecer da commisslo de
instrucelo publica acerca do requerimento do padre Jos
Gonralo.
O Sr. Laurenlino manda a mesa a seguinle emenda ao
parecer:
K Aassembla legislativa provincial resolve:
Artigo I.' O Reverendo los Goncalo fica com di-
reito ao ordenado de (OOAlO rs. que percebia antes de
ser jubilado na eadira de philosophla racional.
.. Art. 2." Ser-lbe-ha paga a diAerenca, que deixou de
receber desde a referida jubilarlo.
Art. 3." Fico revogadas aa leis e disposiedes em
contrario.
Pacodaasscmbla provincial,20 de outubro delMti.
Cutral. Carralho.
Apoiada, entra em diacusalo. Conlinuar-H-ha).


^2
IIIIRIO DE PERVAHIICO.
Alera da maleria, que consiiiuio a 1.* part- da ordem
do dia da sessao passada, trata-se hojc na asscmbla, da
1.' discussao dos projcetos ns. 23e24. c da segunda do
de o. 19.
Coi*re$p Srs. Redacloret. Teudo cu recibido olHrio do go-
vrriiu belga, no qual se reconiini'nda, que nao consin-
a na vendado navio Amalia, quamlo estrVesse ueste por-
to, porque fra fraudulentamente desviadodossruslegi-
tinios pruprictarios pelo capilao Edward Knudsen, que
por este faeto estava sendo proerssado ein Bruxellas, as-
iii. i nnii. sua, cmplice Margaridc van den Eynde, e que
eu requisilas.se a pisao dos mismos paia que fossrin pa-
ra all i iiii, ii,,l,,s e punidos, segundo a gravidade do
o me. empreando todos os meios meu alcanse, para
que nao vingas.se a fraude, e prevenindo o que eu havia
platicado, de que linda uo tinha noticia aquelle gover-
no, julgo de ineu dever dar publicidade ndito docu-
mento, para que se cnnlicr.i, que sempre obrei em le-
gra, e simiente procure) c>tar, que fosse avante lio es-
candalosa fraude, e que os criminosos licassein im-
punes ; iufi'liimenle, po'm, tambarlo das Icis, e achi-
rlo proteccao, que nos deve euvergonliar para com a
Blgica, r oiitro qualquer paiz eivilisadp, sendo sollo, e
levando em paz parte do Vuelo do seu ciime, leudo a
audacia e protervia de queixar-sc de iniui.como caluin-
iii iiloi. (,"i haver cumplido o meu dever, aeliando
para ludo sin aeolliimento e favor nao merecido. O
publico, em vista do exposto, apreciar devidaniente cs-
ii- aeonleciinenlo, e os meios, pelo quaes se arrancou
lira criminoso das mi* da justica. e se me negou a coad-
jiivaco, que implorei, na quulldadc de cnsul da Bel-
gica.
Itesta-me a lisougcirasatisfacio. que ti/, quantn de mi-
nli.i parte esteve, e que, se alguma cousa de vergo
idioso lioiivir ueste negocio, au recahir sobre inin..
I'i la publicidade deslas linhas farao especial favor i
Monoel Cutiano S Carnriro lUonltiro,
Cnsul da Blgica.
MIMSTKKK DES AFFAIRE.s KT.RANGKRKS.
iNOICaTM h b .>. 1674. n. d'ohuhi.4. on j:st pbik he k*-
l'LI.I.RR IUNS I. RIPONSI LA DATI: 11 II S. DI IV Dl-
pF.t'HE. 1. ANNEXE.
Bruxelles, le 25 ao.il 1846.
Monsicur le cnsul. Vous trnuverez dans la lettre Ci-
jointc, en copie, de M. AnucinanM, direeleur de la soci-
it inaiitinic de Bruxelles, les faits i, l.nl- un acle de
i 'iili rie, mi. inin ,11 innin, d'iusignc fiiponerie, cnni-
mi par le Sr. Knudsen, capit.iine du navirc belge .triu-
lia, appartenaut celle soeit.
J'.idhcrc enticrement aux conclusin que M. Anne-
niaiis me demande de ralifier, et je vous prie, en eons-
quciicc, Monsicur le cnsul, de voulnr bien aire ce qui
ilpenil de vous dans le cas o i'Amalia se trouverait en
rtlt dans le port de Fernambuc, pour falre arrter le
Sr. Knudsen et sa couiplice, s.iislr, pour le comple de
qui dedioit, les papiers, valeur et ni.irch.indises, et
pour falre reexpedid" le navire en liclgiquc, confrme-
lo, ni la marche trace dans la lettre de M. Anni inans.
\inii Invoquere, le cas cchant, en vertu de votre
inaiidat et au nnm des ranporls inlernatioiiaux, l'asss-
tance des aiitorits brsiliennrs.
Si VAmalia se liouvait dans un porl autre que celui de
mire resiilenee, vous voudii,/ bien donuer romiais-
s.ince de mes Ini truel ioni celui de vos collegucs qui
pourrait les incide prolii.
Je vous recoinmaude spcialement retleailire, Mon-
siem le cuiisul, etsaisis eette oecasiou de vous renou-
vele les assiiranccs de na considci.ilion dislnguc.
Pour le Ministre dfs albires tr.mgres, le sccrclarc
genera. (Eslava a assignatura do secretario geial)
Monsicur Carnciro Monteiro, cnsul de Kelgique.
r l I, ilnli, 11" (Blsil .
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS
I.-.DIC.IIU B. K, 1674. N DA UIIDF.M. i AOC.t-.Sr. DE MKN-
C10HAB NA HlsPOST.l DATA | II H, DO OHMIO.
1 IN.M MI.
Ilrusrllas, ib de agosto de 1846.
Senhar tonsul Peta carta do.Sciihor M. Aunenians, di-
rector da socirdade martima de Itruvellas.pnr copla in-
clusa, vos vrreis os fai tos relativos .i un auto de bara-
tera, pelo menos, um auto insigue de tralicaucia, que
acaba de serpraticado pelo o Senhor Knudsen, capitn
do navio belga Amalia eujo navio lie pertcucculc
esta sociedade.
Eu inlcirnmcute animo as reelamaces, que o Se-
nhor Anneinansme roya de as rectificar; portanto, v<>
deveis enipregar lodosos desvellos, que de vossa part
di'prudereni.no caso que o mencionado navio se aehe no
porto dePcrnanibuco, deprender o Senlior Knudsen i
juntaucnle a sua cmplice, como tambeui detonar,
por cunta de quem perlencer, os papis, valores e mer-
eadmias, e expedir o navio para a Blgica, conforme as
iiistrurcrs da carta do (mencionado Senlior Anueraans.
Em caso de ser neccssai o, vos podis, por vossa or-
dem e em lime das rclaceg liiternaciouacs, invocar a
assislencia das autoridades brasili iras.
Se o navio Amalia se aehar em outro qualquer porto,
que na seja o de vossa residencia, vos deveis Iransmit-
tir ao cnilifcitucuto dos vossos collegas estas minlias
inslruecOes, para que elles pussao usar detlas com uti-
lidade
Eu vos i a ininnii niln mui especialmente este nego-
cio, Senlior cnsul, e tomo esta oecasiao para vos reno-
var a confianca da miiilia coMidcracno,
Pelo ministro dos negocios estrangeiros,
O secretario gerat.
(Estava assigoado)
r*. Hciaeiorei. -O abaixo assignado roga-lhes,queiro
inserir em sua folha a carta inclusa, alim de constar ao
respeitavel publico a m f e a habilidade, que leve o
Sr. Kirmino Antonio de Figueiredo em arranjar a assig-
n.itiii a iln Si. Anastacio Xavier de Couto, em una carta
que,para llludir os iiitegerrimosdrsembargadoresda rc-
lacao desta provincia, a seu bel prazer mandou co-
piar e como documento a fez unir aos autos, em que
s;io reos os pardos Justina e Ludano, esclavos do seu
Venerador e criado
Manoel Mureira da Cotia.
lllm. Sr. Manoel Moreira da Cotia. Como tive por no-
ticia, que na sua queslao se aclia nina carta com o meu
iioiue declaro em abono da verdade que Firmiuo
Antonio de Figueiredo foi com una copia de nina carta,
pedio-me, que cu a copi.isse. e como de faci que a
copiei; purm, nao me assignei: e como a dita carta ap-
parrec agora assignada com o meu nouie, e eu
nao quero duvidas para o futuro com pessoa alguma,
participo-lhe com antecedencia, que nao ha tal; e se
for preciso jusliucarei. No inais, sou de V. me. ser-
vo c criado Anailucio Xaviet.de Coulo.
ii Sua casa, I6de outubro de 1846. ir
w
i'tiblie.K'Ho a pedido.
Aulo de pergunlat feilat ao clcela Manoel Jos do
Xatcimenlo
Anuo do nascimento de nosso Senhor Jesus-Christo de
1846, aos 26 das do mu de setembro do dito auno, nesta
cidadedo Recife de Peruambuco e secretaria de polica,
onde se achavo o doutor julx de direito, e o chele de
polica Antonio Alfonso Ferrcira eoiiiiuigo escrivao de
seu cargo, c aendo ahi presente o calceta Manoel Jos
do Nascimento, vindo a esta secretarla a rcqueiiincnto
de Daniel de Sanl'Anna Barrse Silva, dito doutor ebefe.
de polica lhe fes as perguntas srguinles :
Koi-lhc perguntado, se na noite do dia 17 do COtraale
lora espancado no cailabouco do lrpo de polica Ua-
luel de Sant'Anna Barros e Silva, c quem fora, que o
mandara espantar '
Respondeo, que nanoitc do dia 17 do correte (ora es-
pancado pelo calceta Manoel Cosme o muco, que est pre-
sente, por mandado do soldado do crpo de polica, Jos
Mari i iis deC'arvallio, c que antes do espancamento fu-
rao para esse fun convidados os calcetas, que se acha-
vo nn cailabouco, c que depois de ler-se verificado as
pancadas o omcial de estado se dirigir ao cailabouco,
c perfumara ao otTcndido o que lhe acontecer; ao que
respondeo este, que nada tinha sollrido. Ilisse mais, que
antes de terem havido as pancadas,o referido calceta Ma-
uoel Cosme sahira do cailabouco cora o referidoaoldado,
e que suppe ter ido ao estado-maior, e que o mesuio
calceta amen;.ira aos inais calcetas, ditendo, que Ihs
tirara as vidas, se porventura alglliu delles declarasse,
que elle tinha dado no moco. I. nada inais leudo dito
doutor chele de polica a perguntar mandou fazereste
auto em que se assignou, e a rugo do respondente, por
nao saber escrever assigna Jote Manoel de Sousa, com
as testeiiiuuhas e parle. Eu, Aprigio Jos da Silva, escri-
vao o escrevi. A/fumo Ftrtrira Jote Manoel de Sousa
Servlo Manuel de jess llellarmino Ferrcira Lima Da-
niel de Sanl'Anna Barros r SiIra.
/
Aulo de pergunlat [eilas a Honorio Jost da Rocha.
Anuo do nascimento de nosso Senhor Jesus-Christo,
etc., etc.
Foi lhe perguntado, se na note do dia 17 do crreme
fora espancado no cailabouco do corpo de polica Da-
niel de Saiit'Anna Barros e Silva, e quera fra, que o
mandara espancar?
Responden, que nao conhece esse Daniel de Sant'An-
na llanos, porque na occasio, em que se reeolhra un
preso, elle respondente se achava dorinindo, porin
quena referida noite fora espancado um preso, que all
lora reeolhido, quando elle respondente se achava dor-
niindo, c que ditlio ter sido isso mandado fairr pelo of-
licial de estado, e o frade .loao Capistrano, o qual nao
conheceo poi estai a lu/ apagada, c ter sido logo reti-
rado do cailabouco.
Foi-lhe inais perguntado, quem foi que dco essas pan-
cadas?
Responden, que o calceta Manoel Cosme. I-', nada n.ais
leudo diln lli. chefe de polica a perguntar, mandou
fa7er este auto, em que se assignou com o respondente,
lesleinunlias presentes C parte. F.u, Aprigio Jos da Sil-
va, escrivao o escrevi. Afunso Ferrcira liman i Jos
da lloclla Manoel Jos Pinto Jone Manoel de 'ouiti
Daniel de Sant'Anna Sarros e Silva.
Auto de perguntas feilat ao calceta Manoel Cosme.
Anuo do nasciiuenln de nosso Senhor Jesus-Christo,
etc., etc.
Foi-lhe perguntado, se na noite do dia 17 do crlenle
fi'ira espancado no cailabouco do corpo de polica Da-
niel de Sant'Anna Barros c Silva, c quem lora, que o
maullara espancar ?
Respondeo,que nao sabe, se foi ou nao na note dodia
17 do correte espancado Daniel de Sant'Anna Barros,
e que sim, havendo barolho na prisao, elle respondente
acordara, e vira a luz apagada, e que entao apparecra
0 oHlcial de estado na pri,o, indagando o que llera oe-
casiao ao barulho.
Foi-lhe inais perguntado. se. antes de haver o hai ulho.
elle respndeme fura chamado pelo soldado Jos Mar-
tina de Carvalho ?
Respondeo, que nan, e que elle respndeme s labia
do cailabouco para os seus trabalhos as obras publicas.
Foi-Ibes inais perguntado, se nao ouvio ao menos di-
/er se Daniel de .Sant'Anna liarlos e Silva fora esnaii-
cado.'
Respondeo, que no dia iiniiu dialo he que lhe dissciao,
snllira alguinas bordoadas, mas que elle por estar dor-
inindo isso nao presenciara, c que nein sabe quem liras
leo. E nada inais leudo dito l)r. chele de polica a pei-
guntar, mandou facer este auto, era que se assignou, e
a rogo do respondente, por au saber escrever, assigna
Manuel Jos Soares dcAvillai, com as Icsieniiinhas e
parte. F.u, Aprigio Jos da Silva, escrivao o escrevi. Ar-
finuo Ferrcira Msmotl Josi Sonre de Avillai -- llelarmi-
M Fcrrrirn l.ima Servlo Manoel de Jess Daniel de
Sanl'Anna Horras e Silva.
lriitacs.
Miguel Arthanjo Monteiro de Andrade, oficial da imperial
ordem da lima, cavalleiro da de Chritlo, e inspector da al-
fandega de Pernambuco.por S. M.I., o Senhor D. Pedro II,
que Dos guarde, etc.
Faz saber, que no dia22 do corente, ao mel dia, se
bao de arrematar na porta da alfandega, a quem inais
der, duas caixas com 125 latas de inannelada novator
de 80/000 rs., impugnadas pelo guarda Joo Manoel Ri-
beiro de Couto, no despacho por factura de Miguel
Joaquim da Costa: sendo a arrematay-o subjelta a dlrei-
res.
Alfandega, 21 de outubro de 1846.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
Miguel Archanjo, ele.
Faz saber, que no dia 26 do corrente, ao raeio da, e
na porta da alfandega, se ha de arrematar um cofre vc-
Iho de ferro no valor de 12/800 rs., pertencente a mes-
ina alfandega; sendo a arrematacao livre de direilos.
Alfandega, 21 de outubro de 1846.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
O doutor Josi Thomat Nabuco de Araujo Jnior, juit de
direito da tegunda vara do civel desla cidade do Heci/e de
Peruambuco, por S. I. e C. Sic.
Favo saber aos credores de /efirlno Domlngues Mo-
reira, que o mesmo se acha fallido para que os credo-
res, que quizereni requerer sobre os bens sequeslrados
e inventariados, compareci neste juizo, no prazo de
vinlcilias, alim de requererem o que Ibes convier. E
para que cingue ao conhcclmenlo de todos inandei
passar o presente, que ser alfixado nos lugares inais
pblicos desta cidade publicado pela imprensa. Da-
do, e passndo nesta cidade do Recife de Pernainbuco,
sob meu signa! c sello destejui/.o, que ante inin serve
ou valha son sello e.i -r.ni'ii, aos 20 dias de outubro de
1846. E eu, Manoel Jos da Molla, escrivao o subscrevi.
Ao sello 100 ris, valha scui sello ei--riin.ui.
-- O escrivao da mesada recebedoria de rendas inter-
nas geraet, srrrindo no impediinenlo do administrador,
manda transcrever os seguinles artigos des regulanien-
tos e decretos abaixo declarados, alim de ver se por
esse incio serio cumplidas as suas disposicoes na parte,
que diz respeilo a alguiuas pessoas a ellas obrigadas,
que al o prsenle nao as teem comprido. Recebedoria,
17 de outubro de 1846. Etlanistuo l'ercira de IHiveira.
ii Justino Jos Antonia.
> corneta Florentino Marques.
teoente Joio Goncailves Netto.
soldado Manoel do Carnio Pessoa.
cadete Pedro Luiz de Barros.
soldado Jacintho Jos de Meudouca e Silva.
anspefada Joo de Vargas.
De Hcnry Forster t C.
Jos Maria Fernandes.
Francisco Lopes Castelbranco, Florencia de Souza
c Pi Rodrigues.
Manoel Dionizio.
Pi Rodrigues Sanios.
> Jos Vieira da Silra.
Jos Silva Braga.
Pedro Al ves das Chagas.
>i Manoel Ambrosio Gusmao Padilha.
Francisco Cactano PerelraGuimaries.
Do sentenciado Daniel Rodrigues e Sant'Anna.
Ellas Gomes Ferreira, e Francisco Antonio
de i.m.i.
Aulo de pergunlat feilat ao cairela Jos Cabral de Jess.
Anuo do nascimento de nosso Senhor Jess Christo,
etc., ele,
Foi-lhe perguntado, se na noite do dia 17 do crreme
lina espancado no callaDOUCO di corpo de polica Da-
niel de Santa Anua Barro* e Silva, e quera fra, que o
mandara espancar?
Respondi, que na noite do da 17 do crlente fra
espancado no cailabouco de polica, onde elle respn-
deme eslava, UUI moco, que all fra reeolhido, puro
calceta Manoel Cosme, e Issu por mandado de um solda-
do do mesmo corpo, que antes j,i o baria convidado pa-
ra esse Un.....ai que ignora, que, alm desse soldado,
oulra pessoa mandasse cpaneai ao dito moco, sendo el-
le respondente um dos convidados para isso, assim co-
mo os inais calecas.
Fui lhe mala perguntado, se o calceta Manoel Coama
antes do espancamento sahira do cailabouco, c para on-
de se dirigir r
B.csnondro, que antes do espticamente aabira, mas
que nao sabe directamente para onde se dirigir, e que
sin. suppoe le sido para o eslado-inaor j e que elle
respndeme tinha mala a declarar, que o calceta rele i-
dodisse que, se poiventura algueni descobrisse, que
elle linha sido quem espanera o moco, que prometa
que nao comera inais fainha. E nada mal leudo dito
l)r. chere de polica a perguntar, mandou fazer este au-
to, em ipii se assignou, e a rogo do respondente, or
nao saber escrever, assigna Servlo Manuel de Jess,
comas teitemunhai presente, eparte. Eu, aprigio Jos
da Silva, escrivao o escrevi. Alfonso Ferreira -Servlo
Manoel de Jetus Manoel Jos Soaretde Avillar Felarmi-
no terreira l.ima Daniel de Sanl'Anna llanos e Silva.
COM ME ICIO.
Alf;iu.|qr;i.
RENDIMENTO DODIA21........8:886/560
ni -i-ona i,o', iioiE 22.
lirigiie--fon'/r-(lc-//ar(gfainha e maslareos.
Briglirllena ni i/il, -- liar II, ni
hrigue americanollrnndirinenicrcadorias.
BarcaEspirito-Santodem.
SumacaNova- A uroraidem.
barca H'."1 Hustell dem.
(>OliSlll:i(!().
RENDIMENTO DO DA 21.
Geral......
Provincial.
Diversas provincias.
832^)08
242/410
122/130
1:197/048
UV4Uieiito o i'oito.
Vafio entrado no dia 21.
Ass ; 26 dias, briguc brasileo S.-iWnnort-^ugutto, de
236 toneladas, capitao Ballbaiar Jos dos Reis, equi-
pagein 16, carga sal ; a Bernardo Antonio de Mi-
randa.
.\avio tahido no memo da.
Una ; hiale brasileiro S.-Josi-Ulorioso. capitao Manoel
Francisco de Souza, carga varios genero*. Passagei-
ios, Antonio loifqiiiin Fabin, CassianoCoelho de Al-
liuquerque, Miguel Archanjo Canavarro, Joaquim da
SiivaCunha, Antonio Joaquim F'abiio Jnior, Braii-
leiros.
nVgu.amfTilo de 11 de abril de 1842, sobre escravos.
Art. 27. Logo que passar a poca da prinieira matri-
cula, nenhum escravo poder sabir para fra da provin-
cia, seni passaporte passado pela polica ; pena de ser
apprehendido como roubado, e quem o conducir, preso
e reeolhido as prisocs publicas, donde nao sahr, sera
que lenha juslihcado a posse delle e pago urna inulta de
clncocntt mil ris, da qual inetade perlenccr ao ap-
preheiisor, liavendo-o. E a polica nao dar passaporte,
sera que a pessoa, que despachar o escravo, mostr cora
certidao da matricula, que lhe pertcnce 'ou que est
matriculado) e que nada deve.
Decreto de 4 de junho de 1845, sofci o mesmo fim.
Art. 4. Os escravos, que enlrarein as cidades e vil-
las com o destino de seren vendidos, serio manifesta-
dos na estpcaO fiscal competente, para seren matricula-
dos al terem novo deslino.
ii Arl. 6. Os chefes de polica as capitaes das provin-
cias, e os seus delegados as cidades c villas, reinelle-
ru, de quin/.c em quinze dias, s estaces liscaes, onde
se llzer a arrecadacloda laxa, relafes uominaescoin as
precisas declaraces dos escravos, que entrarem ou sa-
iiireni por mar, ou por Ierra, alim de que na matricula
respectiva se fai fio as notas e altcraces, que forera eon-
venientes.
ii Regulamenlo de Ib de junho de 1844, sobre o
impottode tojas.
Arl. 17, Ninguera poder abrir loja, casa, etc;, para
fxrrcerqitalqnei ndilslia cominercal ou proflssao sub-
jeta ao imposto, sem que priineiro faja declarao, na
estaclo fiscal, do lugar em que a pretende abrir, e a na-
lureza do negocio, para ser inscripto no lancainento, e
proceder-se aos convenientes exames; c o que o con-
trario li/.er ineorrer na mulla de outro lauto do impos-
to, nao excedendo porin, nunca a tresentos mil ris.
Art. 18. As cmaras municpaes nao poder dar as
licencas animis aos que s.io obligados ao pagamento do
imposto, sem que teohiio apresentado conhecimento de
o haver pago, do auno anterior ou da licenca, que se re-1
quer.
Arl. 10, Nenhiinia aciio poder o collectado propr
ou defender em juizo sobre o objecto do negocio da res-
pectiva casa ou loja, etc., sem que mostr all, pelo eo-
nlieciniento competente, estar quite do imposto do ulti-
mo anuo, no acto de propr ou defender accao.
ii Arl. 26. Quem montar ou comprar qualquer sege
ou ca ru.igein de qualquer forma ou denoininafio que
seja, para seu uso ou para aluguel, ser obligado a nia-
nifesta-la na reparlico tscal, para ser inscriptas.no lan-
ramenlo doanno ; e os que o contrario pralicarem, in-
correrd na multa do duplo do imposto, c os que ocul-
taren! e usarem de meios illicitos, para subtrahirein-se
ao imposto, uo declarando, no acto do lancainenlo, as
que etilo em Clrcuimtanolai de pagar o imposto devido,
serlo subjeilos a igual mulla do duplo do imposto. Em
caso ncnliuin, porin, exceder a inulta a duzenlos .nil
ris.
Ilegulamento de 26 de abril de 1844, sobre carias de jogar,
ii Art. 58. O importador, que despachar cartas dejo-
gar para consumo, fien uln i.;adu a participar por es-
criplo ao chefe das estaces iiscaes do sello, os nomes das
pessoas, a quem vendereni as inesnias cartas, e a quauti-
dade de baralhos vendidos a cada um, e bem assim res-
ponsavel pela imporlaneia do sello da quantidade, que
lioiiver despachado pela alfandega, qiiando deixe de fa-
zer lal parlicipafio, ou quaudo ella, por cxainc fiscal, se
verificar menos exacta.
Declmeles.
O arsenal de inarinha compra, no dia 24 do cor-
rente mea, as II horas da uianhaa, azeile doce proprio
para luzes do pharol da barra; travs de 35 a 50 pal-
mos de coinpriineiilo ; enchameis de 28 a 32 ditos de
dito, sendo esles dous ltimos oblectos de uiadelra es-
colhida ; rlpas, e taixas de bomba de cobre. Os preteu-
denles a venda destes objectos sao convidados pelo
lllm Sr. inspector interino do mesmo arsenal a aprr-
sentarem nesta secretaria as snas propostas em cartas
fechadas, nesse dia, e a referida hora.
Secretarla da inspeccio do arsenal de iiiariulia de
Peruambuco, 21 de outubro de 1846. O secretario,
Alejandre Hodrigues dos Anjos.
O arsenal de guerra compra seis cadeiras com as-
sento de paihinha; quera este genero tiver, mandar sua
proposta em caita fechada directora du mesmo arse-
nal, e a amostra, al o da 22 (boje) do enrente me/.
Arsenal de guerra, 17 de outubro de 1846.
Joo Ricardo da Silva,
Amanuense.
Existeni na administracio do colirio os ollicios de
particular Inieresse, abaixo declarados, que nao podein
seguir os seus destinos, sem que priineiro paguein o
CONSULADO DE PORTUGAL EM PERRAMBUCO.
O abaixo assignado publica para conhecimento do
conimcrco e navegacSo, os dous despachos circulares
seguintes, que recebeo do seu governo; e declara, que a
suspenso do decreto de 26 de novembro de 1845, a que
se refere o priineiro sob n.0, he o que por este consula-
do foi publicado no n. 139 deste Diaria, de 26 de junho
prximo passado.
u N.6. Circular. Por decreto de 21 de malo ultimo,
publicado no Otario tade a rainha por bem suspender era todas as suas dis-
posicoes o decreto de 26 de novembro do anno passado,
que nrgauisou a reparlico de sai'ide publica, devendo o
servico sanitario do interior do reino e dos portos do
mar continuar a fazer-se pelo modo, que se acha rsta-
belecido no decreto de 3 de Janeiro de 1837, e outras dis-
posicoes anteriores ao decreto de 18 de setembro de 1844,
O que participo a Vine, para sua intelligencia e execu-
cao, e para que o faca constar aos vice-coosules seus su-
bordinados. \
Dos guarde a Vine. Palacio de Belra, em 5 de ju-
nho de 1846. Conde de Lavradht. ~ Sr. Miguel Jos Al-
ves chanciller eucarreg.ido do consulado em Per-
uambuco.
N.8. Circular. Participo a Vine, para que o faca
constar aonde o julgar conveniente, que, pelas partici-
paces, que o Sr. ministro da inarinha acaba de receber
das autoridades da villa da Praia, na ilha de Santiago,
datadas de 12 e 19 de niaio prximo passado, cousta, que,
pelas noticias extra-ofnciaes, que all havia, da ilha da
Boa-Vista, as povoaces de I'orto-dc-Sal, Rei e Rabel
existiio apenas alguns convalescentes da epidemia, que
apparecra nesta ultima ilha, e que s as povoaces
do Norte liuhao havido anda alguns casos da mesma ilu-
dir, mas com multo pouca intensidade, c que ein toda
as oulras ilhas era boiu o estado sanitario.
Dos guarde a Vine. Paco de Belm, em 6 de julho
de 1846. Conde de l.avradio Sr. Miguel Jos Alves,
cha nccller cucar i eg.ulo do consii lado em l'ei ianibuco.u
Consulado de Portugal em Pernambuco, aos 12 de ou-
lubro de 1846 Miguel JotAlvet, chanceller encarrega-
do do consulado.
Pela secretarla do curso jurdico de Ollnda se fas
publico, que, de ordem do Exra. S. director do mesmo,
os exames preparatorios terio lugar no dia 2 do raez
prximo vindouro, pela forma segulnte :
No priineiro dia lectivo da semana, liaver exames de
latiin, pliilosophia, geograpbiae francs.
No segundo dia, latlm, rhetorica, ingles e geometra.
No terceiro dia como no priineiro.
No finarlo dia como no segundo.
No quinto dia, geometra, rhetorica e inglez.
No inais como no anno passado.
Roga-se instantemente c se espera, que os padriiihos
dos estudantes nao pratiquem mais as imporlunaces,
com qne, cora a mais flagrante imprudencia, veein per-
turbar a boa ordem dos exames, c assim converiein em
confusio mu nociva este negocio delicado e serio.
Secretaria da academia jurdica de Oliuda, 20 de ou-
tubro lie 1846. O hachare! Eduardo Soares de Albergara,
secretario interino.
Theatro publico.
QUARTA-FE1RA. 28 DO CORRENTE.
(oa santo)
Sesrepresenla.ein beneficio do ponto, a grande peja
D. SEBAST1O REI DE PORTUGAL,
oo
A BATALHA DE ALCACER-K1BIR ,
Dividida em 5 quadros.
1.* a llomenagem. 2." o Brinde, 3. o Roubo. *.'
o Fanatismo.--5 a Sorleda guerra.--
N. 6. Como tf ni de anparecer pela 1.' vez a msica
parbara, composta de timbales, pandeiros, pratos. cara-
painhas gaitas, tringulos, carrilhes, e uniros iiis-
trunienlos desta nalureza, de que usioos Mouros do I.e-
panto.quando aconipanhao os seus reis, e que um amador
nos fez o especial obsequio de prestar por esta noite; e
como haver quem estrauhe aquella dcsharuionlosa e
extravagante apparicao; lhe transcreveinos aqu aquelles
versos do Sr. D. Antonio, grao-prior do Crato, para nos-
sa defesaejustificacio. -.
Desafinada e fnebre harmona
De revoltame msica o precede,
ii Que nos rochedos con-'avos quebrada,
E de escabrosos troncos repellida
tf Mais barbara se torna!!!!
Tambera haver a Iiarinoniosa msica militar europea,
que assiste ao brinde,que d el-rei ao imperador de Mar-
O 5. acto he todo preenchido das diversas acedes da
balalha entre o Tamista e o Mocazim.
PUBLICACO TITTERAR1A.
Sabio lu urna colleeco de todas as phrazes das tabu-
las de La rontainr, traduzldas e esclarecidas segundo
os nielhores expositores ; obra inuilo til para os que
frequentao a aula de francez : vende-se na livraria da
ra da i rus, n. 56, prefo 480- rs.
0
Avisos man I irnos.
tiorte.
ios i
empregados da alfandega.
Do soldado Themolio Rodrigues.
cabo Vicente Angelo Monteiro.
n soldado Bento Lzaro.
)i I." cadete Joaquim Alexandrino.
ansnet;ada Jos Bernardes.
ii soldado Jos de MjIIo.
corneta Joo Pereira Dutra.
* l* sargento Jos Pedro F'alcao.
i soldado Seraliin Jos de Mello.
u n Joio Allonso Moreira.
a Leandro Ribeiro da Silra.
caboSerafim Jos Tos Anjos.
soldado Serafim Jos Mcndes.
Freta-se, para qualquer porto do Norte ou Sul.obeiH
construido paihabole S. Joilo: quem pretender carregar,
dirija-se ao meslre, a bordo do momo.
Para o Ass-sai nestes 8dias o hrigue Echo, capilao
Manoel Luiz dos Sanios; recebe carga a frete e passa-
geiros: osprelendentes dirijo-se ra daCadeia-\ellia,
arinazeiu, n. 12, de nailar tu Otiveira.
Para o Para sigue vlagein, at o dia 28 do corrente
inez de outubro, o pa lacho Jszpfranea-fio-i/aroBBo, ca-
pilao Joaquim Antonio Cuucalves dos Santos; ainda po-
de receber alguma carga miuda: a tratar cora Manoel
Joaquim Ramos e Silva
Para o RIo-Grande-do-Sul sahira breve o velelro
brigue Castro-I, capilao Jos Maria Ribas, por ter a
maioria do seu carrrgamenlo ; pode ainda receber al-
guma carga, e oflerece superiores cominodos para pas-
sageiros e escravos a frete : quem pretender, pdeen-
leuder-se com Aiutfiini limaos, na ra da Cadeia. n. 4:>.
= Para o Maranhio sai em poneos dias o brigue es-
cuna nacional Laura, de primen-a marcha, forrado e pre-
gad!) de cobre; teiu excellentes commodoa para -passa-
geiros.- a tratar com o capilao ou comNovacs iC, ra
do Trapiche n. 34.
= 0 hiale Xovo-Otinda pretende saiiir para o Aracaly
no dia 30 do correte, por ter a maior parte da carga a
bordo, e tratada: quera ainda pretender carregar, falle
com o meslre do mesmo, Antonio Jos Viauna no tra-
piche Novo.


Para o Maranhiio, domingo. 85 do corrente, salina a
ctcuna nacional GalanU-Mariu, ferrada e pregada de co-
bre, de primcira marcha ; recebe ainda alguina carga
miuda, e lem o mais asseiados commodos para pasta-
ge iroi: a tratar na ra da Mocda, com Silva 8t Crillu.
Leudes.
=M.' Colmont & C. continuar}, por |ntervcnvao do
corretorOlivelra.osru Irilaodr fa/cndasiigle/.as.asrnals
proprias do mercado : sexta-frira, 23 do corrente, atlO
hora da luanhaem ponto, no seu arina/ciii, largo do
Corpo-Santo.
~ Lello.quepretendcm fazer a Me. Calinont ii C. ,
de 9 barrlcat com potassa, muito superior, sendo arre-
matada ein lotes a vontade dos compradores: trxta-fci-*
ra, 23 do corrente no caes da Alfandega.
Avisos diversos.
O NAZARENO X. 57,
esti a venda na livraria, ns. 6 e8, da praca da Indepen-
dencia, e na ra estreita do Rozarlo, casa da Fe. Por
inconveniente do impressor, deixou de apparecer hon-
tein, como foi annunciado.
Hoje, 22 do corrente, pelas 4 horas da tarde, por-
ta do Illm. Sr. iloutor juU de orpbot, e a requeriinento
da respectiva proprietaria, se ha de arrematar un so-
brado dedous andares n. 37, silo na ra da Cadeia do
bairrodo Heclfe. avallado por 16:000/000 rs., e cuja ar-
rematadlo nao pode ler lugar no dia, que fra anterior-
mente annunciado.
= Onereoe-ie unta pessoa para criado dequali|iier
pessoa, tanto nacional como estrangeira: os prelendeu-
tes poder procurar ua ra dos Quaricis, casa luna,
n. 3 ou annunciem por este Diario paraserem procu-
rados.
Illm. amigo e Sr. Boticario.
Pernambuco, 10 de oulubrode 1840.
Nao sabe o como fique I, quaudo, ao receber cartas des-
sa rliladc(Macei), ineus amigos me avlsro, que Vmc.
milito se havia alfanado com o ver o seu nome lia assig-
natura da correspondencia do Diario de Pernamliueo
n. 218, e ate promettendo gastar, se necessario fosse,
uns trinta reaes de mil ris, para descubrir quem fui,
que leve tal arrojo. Ora meu charo, nunca pense!,
que Vine, dsse tal cavaco a essas gentes d'ahi, e por tao
pouca colisa? Para que gastar csses cobres, que podem
ser applicados a flus mais Biela r de malar proveilo f Na-
da, nada, ineu amigo; lembre-te, quecavacos s Krveui
para o fogo, e que nada se faz ueste bom inundo, que
se nao venha a saber : portante guarde a pecunia,
que breve saber o que tanto deseja, e entlo lioara sa-
tisfeito: e se accaso a exigencia he uiuita, e quer vir a
esta cidade, aqui me achara prompto a cumprir seus
mandados ; o que me avisar com tempo. Est a fechar
a mala, e por isso deixo de Ihe dixcr agora unas omi-
naos, que d'ahi me mandara dizer, de ras uiiioeiu
nocturnas; oque farei ein oulra occaso, se isso tlvcr
lugar antes da inlnha Ida a essa cidade no entanlo re-
coinmende-me rapaziada, nao esquecendo aquelles
dous, que o meu amigo sabe, e que forao sempre insc-
paraveisde nos.
Aqu fleo prompto a sua disposlcao, pois que sou e
seuiprc serci, o seu compauheiro
O Sarramoi.
Arrenda-te ou coinpra-se um sitio de boa trra,
rom baixas, e noqual possao trabalharcnccllvamenle 25
cscravos, nao distando mais de legoa e meia ilesta ci-
dade : na ra Diieita, n. 3b\ primriro andar.
O Sr. Jos Mara da Silva, sendo srja o que be
caixeiro de um padelro francez, nucir anparroer na
praca da Independencia, ns. 24 e 26, para Ihe ser entre-
gue urna carta, que, por ser de Igual nome, foi tirada do
crrelo.
Aluga-se urna loja por baixo do sobrado encarna-
do da ra Unlao ; quem a pretender, dlrija-se a ra
Nova, loja n. II.
Prccisa-se de um rapa/, portuguez, de 12 a 20 ali-
os, eque tenha pratlca de venda: as Cinco-Ponas,
n. 71 ; na inesma casa vendeni-sc rolas de Hamburgo, c
mullo bom doce de guiaba.
Audr de Medeiros Castello-llranco retira-se para
Portugal.
froca-se urna imagem de S. Francisco de Assis,
de vulto de palmo e meio, com crucifixo e resplandor
de prata, e com um oratorio douradocm bom uso : na
ra das Larangelras, n. 2.
Arrendo se, ein S.-Anna, algumas casas para a
frita, e outra no Cordeiru defronic do sitio do Sr. Ga-
briel, sendo algumas dellas com conunodos para nu-
merosa familia : a tratar ein S.-Jos-do-ManguInho,
sitio de porlo de ferro, defronte da capella.
O abalxo assignado fax ver ao rrspeilavel publico,
3ue he morador na villa de Campia-Grande, provincia
a Parahlba do Norte, ettabclecldcr com loja de la/.en-
da, e casa de gneros de niulliados ; c que os Srs. ne-
gociantes dessa piafa nao cumpro caitas de ordons
suas, sean quaudo forem escripias, de wrio ad twroum,
com a sua Irttra c fuica.
Campina-Oi inde, 11 de outubro de 1846 Ualthmar
Gomei Vertir Luna.
lioga-se as pessoa*, que tiverem con tas com 0 capi-
tn James Tyler, do brlgue Ingle Countrts-of-Ourham, ar-
ribado a este porto com avaria, se sirvan aprrsciita-las
at odia23 db corrente imprrterivrlmcnte, no escripto-
rlo dos consignatarios, l..uli un & Ilibbcrt, ra do Tra-
piche, n. 32, para seren satisfeilas, nao se responsabi-
llsando estes pelo pagamento dellas; passado que seja o
da cima mencionado.
Custodio Francisco Ramos embarca paran Kio-dc-
. Janeiro o seu escravocrlonlo, de nome Antonio.
ATTENlAO AO PUBLICO.
Na casa de alfaiate de Jos Juaquim de Novacs, nos
quatro cantos da ra do Queimado, casa de un andar,
contlnua-se a ter obras fritas,c se asfai de encoinmenda;
igualmente tem um sortliuento de cortes de colletes de
fustn multo ricos, brins, caismiras de cor e pretal, c
sarjas para vestidos, das inelharcsque teem vindo.
Quem precisar de um rapas portuguez de 20 an-
nos que sabe ler, escrever e contar para caixeiro de
Yenda nadarla ou outra qualqucr arrumaco dirja-
se a ra Dlrrila n. 23.
Esl tratada a compra da casa terrea n. 9, sita na
ra das Larangriras a viuva e herdriros do linado do-
no da dita casa, e ao prsenle marido da dita viuva.
Roga-sea quem se julgar com dirello por qualqiier
motivo que seja a referida casa ou parte della ba-
ja de o declarar poresla fulha.por estes 3 al 8 dias.alim
de sr vitaren! duviilas para o futuro; e pede-se,'que se
dirija a ra Nova loja n. 58.
Tlrou-se, por engao, urna carta do correio, vin-
da da llha de S.-Miguel para o ^r. Mauoel de Mello : c
romo baja igual nome por isso roga-se a quem per-
teneer a mande procurar na ra Di relia n. 40 ; cuja
cari* traz dentro um papel do parodio da freguciiade
S -Vicente de unas missas que o mesuio Sr. Manoel
de Mello mandn dizer.
Precisu-sc de um oilicial de laloei-
ro e de oulro funileiro : no Alerro-
da-Boa-Vista. n 65.
Drteja-se laber, se existe nesla provincia Jos Ja-
nuario Suais Frrrrlra, natural da villa de Santa-Comba,
ein Portugal, vindo para esta cidade ein 1820 ; o mesiiio
ou quem der noticias, dlrija-sc a ra do Vigario, 11. 25,
primriro andar.
= Urna senbora d bons costumes se encarrrga da
criacao de meninos de pello, impedidos e drslmprdi-
dos, e tambem recebo meninos para desmamar ; oque
prometle fazer com esmero e delicadeza : a mesina
.faz sciente, que mudou a sua residencia para a ra Au-
gusta, na loja do primeira sahrado novo, eque lambeiu
vende tres varas de bico largo de 1 amageos com rc-
cortrs fundos de muito bom gosto, e uiu berjo em niul-
to bom uso. Quem de seu pristimo se qulzcr utllisar,
dirija-te a cata cima indicada.
= Precita-se de urna ama de ieite para criar urna me-
nina, que tem um mez de nascida ; na ra Nova, loja de
alfaiate, n. 46.
Antonio Jos Lisboa, de boje em dlante.se assigna-
r por Antonio Jos Lisboa d Oliveira: -
= Precisa-se de una senhora, que saiba pcrleitam. li-
te a msica e plano para entinar ein casa de ramilla ;
trata-se na ra Dirella, sobrado, n. 29.
= Arrcnda-se um sitio no m da estrada do Arralar,
para a do Montciro, com casa de pedia e cal, grande
baixa para capim, de vero e invern, arvoredotde. Hue-
lo e pasto para oilo vacias de Ieite, e por piejo rasoa-
vel; e com a vstate far inelhor negocio: quem o pre-
tender, dirija-se a ra Velha, n. 83: na uicsina ven-
de-se ou hypotbeca-se urna casa terrea sita no Aterro-
dos-Afogad'os, n. 42.
Quem Ihe
Aurora n. 44.
Prccisa-se de um capellao para um engenho da-
qul a 6 legoas ; na ra Dirella 11. G, primeiro andar.
Alfonso Saint-Martiu na ra Nova n. 14, segun-
do andar, recebeo agora pelo ultimo navio, viudo de
Franca, mamolas de gros de Naplcs guarnecidos de,
franja de retro. ; mantas e chales de seda de novo gos-
to e muito superiores ; cortes de seda bonitos, para ves-
tidos ; chapeos de seda ricamente cufeilados ; ditos de
palhinlia.inuilosuperiores ; ditos para meninas ; len-
cos de sciiui de primcira qualldade, para senhora ; tu-
las de pellica de meio braco com botes e compe-
tentes puls.ii as ; ditas pretas malha de retrox ; ditas
de pellica mullo superiores, para homem; panno prc-
to de Paris todo de laa fino c muito lixo na cor mul-
to proprio para sobre-casacas a 18/000 rs. o corte ; ca-
simira preta, chamada seliinzeflr primcira qualldade,
para calcas, a 15/000 rs. ..corte. Os Srs. que pre-
tenderen! ver qualqucr destes objeelos lera a bon-
dade de mandar avisar ao anniinciante que iininc-
diatanieute lh'os levar em suas casas. _
I abrica de chapeos de sol,
ra do iWeio-Pnblico, n. 5.
TJoao Loubet tem a.honra de participar aores-
peilavel publico que acaba de receber de tran-
ca pelos ltimos, navios ItoBCeael um bello
sortimeiito do ultimo gosto sendo : chapeos de sol ,
para homem e senhora, de seda lisa, lavrada e lurla-
cores com cabos e castfies multo ricos ; seda de todas
as cores. qualldadet ; paiininhos entrancados c lUoil ;
nulo para cobrlrchapeos de sol; chapeos de sol de pan-
ninlio de todas as cores para honieni com 1
_ ComprSo-se eftectivamente escravos de ambos os
sexos, deidad.- de 12 a 30 anuos ; pago-se bem na
TUL Compraolse alguns ps da laranjade rinbigo, que
sirva para embarque na ra do Vigario, n. 25, prunei-
ro andar. k ,,
-^ Compra-se urna canoa pequea que sirva para ti-
rar enlulho em um viveiro na ra do Queimado,
"'-- Compro-se eileclivamente escravos de ambos os
e~aMoes"Vc"o7rt"a,ben; concertaos n.esmo, Unto sexos.de 12 a 24 anuos <" -JggJ?": o
, de homem como de senhora ; pois te... ludo quanto lie m. larga do Rozarlo volundo para os quarleis ... zi.
:-se ou hypotbeca-se urna casa terrea sita no Aterro- necCMarlo para os ditos e pro.nctlc muiu brevidade, primeiro andar. < escravos. para
,t-Afogados, n. 42. ,. d, P" fer qualcruei concert: tudo por preco com t omprao-.e, '* ;*0'^e^ bnUas I gu-
- Que... Ihe faltar urna fatc.xa d.r.ja-se a ra da 1 fora ,,a prov.uc.a, V*^JWJlfJEZS be..,.
,.,.^ u procisa-sc de dous lavradores em casa do doura- ras. com oflicios e prenda, ou sem ellas, p. VtS~\
- No-
Compras.
i*recisa-se oc uous iuvi.mo.ua *- ^*. -
dor, ou fabricante de candleiros de gaz;, na ra
va n. 52.
[ sBsS!eaBHt5mrsioii9aiwa''o:' >>:-.::
I -'.-=, 11 si nssssii 1 1 tBes=~-.jja =
Na rita do Queimado, loja de encadernaciio, con-
tigua a esquina da Congregacao, 11. 43, faz-sc toda e
qualquei encadernaco, conforme exlgireui srusdonos,
pois para lito se tem os prearos precisos, e se rao ser-
vidos coma brevidade exigida, c polidM possivel; tam-
heui se fazein pastas para secretarias, para o J." anuo,
e para meninos; earteiras para cdulas; carteles para es-
criptoiios.etc; c vendem-se livros em branco; pastas
para meninos; cartas; taboadas, ele.
Jos Mara Seve e Manoel Joaquini Seve, aba.xo as-
signados, lazen. publico, que dissolvraO hpJeainlgaveH
mente a sociedade, que tinhio em a loja de fazendas da
ra da Cadeia do Recife, n. 57, e que gyrava com a tir-
ina de Seve A Irinos, litando tl'ora em ilianle a mes-
illa lojapeilencendoa Jos Mara 1Seve, a cargo de quem1 j
tica lainbem a liqnidaco da exllncta lirma. Recife, 10 I
de oulubrode 1846.~Joi Mai a Seve.-Manoe l Juiu/ium
Seve.
AVISO IMPORTANTE
AOS
seSboaes de encenho.
F E Alre Kiaimu, com arinazen. de assucar na ruada
Seiizalla-Vclha, n. III), recebe assucarct a coiiimis-
so, com as vanlijosas condi.es indicadas na tal.eii.i
sfigulnie:
SAVDaOUlsi
DAS COMMISSES DK VENDA.
Commisso de venda de caixas......1
de saceos e barricas por I ,ju| nol.c(.,llo
barea9as...... -, unicamenle.
de sacos em combois as
cosas de cavallos. .
par encastar ou deposi-
tar assucares, a espera de
O primeiro secretario avisa ajas Srs. socos, que. por
motivos, licou o espectculo transferido para sabado,
26 do coriente ; e que os bill.eles para essa recita con-
tinuaoaser distribuidos na casada sociedade.
Aluga-se, para se pastar a l'esia, ou animalmente, 1
pequeo sitio na estrada da Casa-Forte para o Arraial ,
com casa para grande familia bastantes arvoredos ,
cercado de liino, boa agoa larga do Rozarlo venda n. 50. .
O nvo proprielnrio da harca dos
ha ni. os te m honr 1 de fazer siienle ao
rcspeilavel pul.lico su 1 barca sf acliao fun milito osseio
os Srs. coiKui iiiilis
e
8eunmcd : os ^ls. coiicm iintis podem
vir sem receio. I'rcco 100 is cala lia-
nlio.
PauloChavannes.de na?o sulssa relira-se para
o lUaranho con. a sua eunhada e nina hllia menor.
Arrenda-te un. sitio na lugar de S.-Anna-de-Par-
nameliim con. grande casa abarracada com bastan-
tes co.....iodos para familia e casa com ..Mmenlos pa-
ra fazer farlnha ; diversas arvores de (rucio, duas bai-
xas para capim que sustenta annualmeule 4 cavallos ,
e muito pe lo do rio ; o qual he o que Rea entre os de
Jos Francisco Beln, e Joaquim Jos de Ainorim : a
Halar na ra de (lorias, 11. 140
Arrendao-se duas grandes casas torreas abarraca-
das no luga, do Manguind onde fluda a estrada da
Soledadc con. Squartos cada uu.a semalla para pre-
tos.e estribarla ; por preco muito cominodo-. a tratar
na ra de llortas, 11. 14(1.
_ Uoga-se a Indas as pessoas habitantes nesra praca
e seus sirrm l.ios, que, se a caso se Ihes .-.presentar olle-
recendo seus servicos como Torra una parda de no-
me ltiyiniinda de 16 anuos pouco mais 011 menos, ca-
bello cortado r anudado rosto chelo e redondo ollios
con. belidaseavistacurlae na, com nina cual.uymasi
a provincia 1 ur arj..u ...-y _-----
ras, con. ollicios e prendas, 0.1 seu. "Wt*"'"]!":
- Comprao-sc duas juntas de bons bois e gordos,
na ruado Queimado, n. 4. ,__
- Compra-te urna cou.moda de Jacaranda un. par
de bancas dito un. loucador dito un. par de BUgu
de vidro bordadas iimdito de lanternas lima meta de
jamar duas veneziannas ; ludo con. pouco uso : na es-
quina do Llviainento loja de 6 portas se dir quem
compra.
Veift.is.
Vende-se cal virgem muito superior e nova, chegada
roximainente de Lisboa : na ruado Apollo, arniazein.
34, de Meudes S Terroso.
Vende-se lima capa nova para padre ; na ra Ulrel-
__ I! aiBl.i>*la* nil'i 1'
i
Vinle rispor
obler augmento 110 pre- 1 uma allDa.
co, e por qualquer tcm-j
po, que Ihea convier. .'
Fazem-se adianlnmenlo com garanta solida nesta
praca.
AOS SF.NHORES NEGOCIANTES EXPORTADOBES.
Quarenla ris
.ui.il.;.. -- iiunreiiia i
veocarretoparaoem-/ caaa^
unos assucares.Com-1
;acen.......... ,
Pela compra por sua cont esoqueoui
ensaque de assucares. no referido ai
masen., inclusive
barque dos mesi
inisso de bracae.-.n
Recebein-se em pagamento letlras a bO das, ag adn
do as tirinas. .
Dao-se todas as garantas ao gosto do comprado!.
-Jos Rodrigues de Carvalho avisa aos seus Iregue-
zes, que mudou a sua residencia, da ra larga do Boza-
rio para a ra do Queimado, n. 3.
AO BOM T0M PARISIENSE.
BA NOVA, N. 7.
TEMPITTK, VLKAIATK,
tem a honra de participar aos seus frcgueies que
dissolveo, desden dia I5desele.nl.ro passado a so-
ciedad.- que tinba con. os Sfs. (olombiez 8c (.. as
pessoas. que oquizere.n favorecer COtn sua l.egiiez.a,
S acharad na U. loja, ra Nova, n 7. Te... pannos pa-
ra calcas, colletes e casacas, de todas as qualidades, os
mais novos ebegados agora de Pars, e a collcccao dos
mafl recentes yurinos.
= Io5oJos de Carvalho Moraes, agente nesla pro-
vincia, do contrato do tabaco rap Pr.nceza-de-Porlu-
gal, faz publico, que desd'ora en. d.anle se acha a viu-
da mes.no rap, chegado prximamente de Lisboa
pela escuna FtKt-Vniio, e se vende em caixas e a r. la-
do libras e meia dilat.e em frascos, pelo preco '""-
lo pelos eontratadores, de 3*100 -j*2g&
ro de contado : 1.0 Recife, ra da Cadeia, loja de miu
dezas, n. 51.
- Os Sis. donos de obras e mestres
, qtie tiverem de concertar al-
gumas casas elhes seia preciso alguns MMriMI
tencentes ao ines.noollUio queirao dnlgir-se ao r-
mate. n. 8, por detrs do theatro velho que acharad
ludo emaisemeonta do que em outro qualqucr de-
P--luga-se para annasem de assucar OU oulro
qualquei estabeleciinento o arn.azem da ra de Apol-
lo, n. 30; pois nnerecc grande vantagen., por ter des-
embarque no Tundo para a mare : a tratar con. Joao
Esleves da Silva. _
- Aluga-se una casa terrea, 110 sitio do Cordeno a
mantenido no Capibarlbe com coinmodo bstanles
para familia, co/inl.alu.a e estribara: a Halar no pa-
teo do Carino n. 17 com Gabriel Antonio.
pedreiros
daconliiriirn.Oo c tamanhi. da palma de nina .nao
lugar da nuca or dclrs do pescoro, de a. apprd.ei.
dereni e mandarem a 111a da Cruz, 110 Recie 11. .1, a
Manoel Illas; poli que lie sua escrava, que llie lugio no
dia II do corrate que. alm de mullo agradecido ti-
car, se responsal.ilisa a satisfazer qualquer despeja, que
I se fuer coui sua captara
Precisa-se de um amassador e que venda pao na
ra ; paga-se bem, lendo freguerla ; assin. como de mu
nrelo que entenda tamben, do olbem : na ra larga
do Rotarlo, padaria n, 48, de JoSo Manoel Rodrigues
_'o abalxo assignado faz scicnle ao publico que
aniigaveln.ente dissolveo a sociedade que tinba na
venda do Brcco-Largo 11. 1 que gyrava debalxo da
i....... da Gulmaraet k Cunha e agora fica gyrando de-
balxo da lirma do socio Cuiiha lieaiulo este obligado
a Indeinnltar a prava do debito contiahido por aquella
fu 10a. a Urrnardo Jmr da l'.unha.
Offerece-se ara homem sem familia para adminis-
trador de qualquer engenho, ou fazenda nosertao, que.
no espacode 16 anuos quando seahor de engenho ,
prendeo todo o offlelo necestarlo como carplna po-
drelro ...estre de assucar. purgador destilador, nao
parausar delles mas sin. para saber a proposito go-
vernar; assim como levanlar engenho de agoa, mudar
de lieslas para agoa ainda lien, nao leudo a devida ca-
pacidade fa/.er o qtH for lilao B'agoa bom de so. te
que nao falle agoa para llrar qualquer sala: lauto 110
que dii respeito a agricultura comcein iodo o servico ,
nao se faz precise......slre. A vista de quem pretender
se dir o motivo, que o lev a a por en. platica o sen pres-
umo, e, nao o f.uendo, nao quer pagamento. Quem de
seu presumo se qulzcr utllisar aiinuncle.
Precisa-sede urna iniageni de M. S da Conceicao ,
que seja niui bem frita ; quem a tiver ea quizer trocar ,
dlrija-se a 111a Bella 11. 40.
==Na padaria epastelarla franceza do Aterro-da-Boa-
Vi.ia n. JO. recebeo-se ltimamente um completo sor-
limcnlo de eonfeitos, ainendoas cobertas, doces de as-
sucar crislalisado, rom licor por dcntro.amendoas reaes,
e outros eonfeitos dos mais ricos, etc. ele; bocetas don-
radas e confeiladas para rncher dos niesnios, proprias
para fazer presentes ; ago'ardrnlc de I-rauca de supe-
rior qualidade; verdadeiro marrasquino de Zara; ali-vu
thosuisso, da inaica verdadeira; viudo de Bordeaux en-
garrafado.elc. etc.; e igualmente te acceltao encoraiueii-
das de doces finos, e bandejas para cha, tudo por pre-
co inait coinmodo. ,.,.,.,.
LOTERA DA MATRIZ DA CIDADE
DA VICTORIA.
Achao-se a venda nat lojas de cambio dos Srs Ma-
nuel Gomes e Vieira, no bairro do Recife, c no de S.-
Antnnlo na loja do tliesourciro, ra do Queimado, e na
botica do Sr. Mor. ira, na ra do Calinga, os bilhetes
da I parte da 1." lotera concedida a favor das obras
da igreja matriz da cidade da Victoria, para cujas rodas
est determinado O andamento para o dia 26 do corren-
te mez. Nos rarsinos lugares recebem-se os bllhetes
premiados da lotera do Liviainento, em troca dos da
iiue ora se a.inuneia.
= 0 abalxo assignado advoga tanto no civel como no
criuie; para o que est competentemente habilitado
com novo proviiuento do Exm. Sr. presidente da rela-
co: todos os que se quizerem Utllisar do seu presumo
o acharad na casa de sua residencia na ra de S.-Fran-
cisco, n. 82, casa onde inorou o advogado Cartano de
Sonsa Antunes. c ultlinamenlc o Sr. rsrrlviio de pro-
testos, Tito. Anlunio l/vrgee da Fonseea.
... .... ? 1. ,, j. 1.............
L> 11.6, primriro andar.

AGOA DO JAPAO.
* Esta preciosa agoa tem em si o remedio ef-
l licaz de fazer uascor e amaciaro cabello, tirar
t toda 1 caspa, al que fique a caduca limpa,
aclarar o rosto, amaciar a pelle o evitar es-
pinhascarnaes : omethodo, ntic ensina o seu
f^ uso, acompaulia 09 vidros. Ella lem mereci-
jj iln toda acccitiico 0111 todas as partes da Eu- (rj
km ropa, visto ter sido examinada e approvada r)
v: pela sociedade de medicina do Japio : yende- ^s
m s.....1 icamente na praca da Independencia, na. M
O 13c 15, loja de Joaquim Pereira Arfcntos, ^
',,'i pelo precatle 1000rs.jiaaimcomooatrunial- ^
r*i tas piM-l'uiiiai'ias e calcado. ^ ^
S:e mm &::& mm& :&&:M&MW.ewM
r= v.nde-se un. cachorro, proprio para sitio ; na na
daPenha, loja 11. i. .... ...,
- Vende-se limpelo de naran, de bonita figura,
sem vicios nem achaques vende-se para comprar uma
pela ; e lamben se troca sendo a pela de bouila li-
uia e que nao tenha vicios : na ra da Concordia .
pastando a pontezinha a dirella, segunda casa terrea.
= Vende-se uma porcao de terreno de inarinda .sito
na 111a de Apollo, onde existe un guindaste, desenibar-
,,,. de tallas ,e um tanque d'agoa: a tratar com Antonio
Piulo Botelho de Mesquita que tem ordeni do dono
''" \'e'n',lc se um lerieno na praia de S.-Rita entre o
depotlto de carvSo e o telhelro (leFrMcak Irtofio. com
30 palmos de frente e cerca de 200 ditos de fundo ; a
dinli.iro, ou a pra/.o ; lamben, te recebe um cscravo
ein troca : na ra de S.-Hila 11. 85.
Vende-se um sobrado de dous andares sito na
1 a estrella do Rozarlo .... chaos propros, e que ren-
de 28* rs. mensaes : na ra do Nogueira n. Z7.
Vende-se sarca-parrilha muito nova e superior,
por preco coinmodo : 110 arniazcni do Itraguez, ab p da
= Veiide-sc uma pequea morada de casa, na ra
dos Gatos, da cidade de Olihda, em cl.aosproprlos.com
um terreno de um lado : a tratar Ha ra da Boda, n JO.
OLIVRO DE TODOS
ou
Manual da laude,
'"ontendo
todos os esclareclnientos theoricos e praticos necessa-
1 ios para poder preparar e empregar, tem o soccorro do
professo, os remedios, e se preservar e curar-se promp-
tamente, cora pouco dispendio, da mor parle das moles-
lias ruraveis, e conseguir um allivio quai equivalente
sai'idc, as molestias incuraveis.
Seguido
de um tratanienlo especifico contra 9 co.iueluche, e de
regras hygicnicas para prevenir as molestias ;
pelo doutor G. de Ploesquellec.
Preco 4#000 rs. en. brochura.
O supplemento, indispensavel aquem tem a obra, da-
se gratuitamente aos compradores. Odlto suppleinen-
lP traz as tres dulcientes rrccilaWpara a coinposifilo da
agoa sedativaeste precioso remedio,que tainanha repu-
tacao j lem ganho, e que dz-ve existir em todas as casas
para remediar promptamenM aot accidentes < mcom-
mndos repentinos. .....
Vende-te na praca da Independencia, livraria ns. tic 8.
Acalmo de cliegar livraiia dn
esquina do Collegio as obras comple-
Ihs 1I0 insigne Lmz de Camoes em tres
voluine da mais ntida e correcta edi-
co, que tem apparecido : e vendem-se
por preco excesivamente mdico os
poneos exemplarcs que j resto.
Vt;ii(Je-se nm cavallo ptimo de
cano, por preco muito coinmodo ; no
Aterro-da-Boa-Vista, n. 36.
ttos, Tito.anlunio Uorati da ronseca. j JiJ ii, Tr-ii
FirininoJ.F. daRosa *Irraao previnem ao respe!- azendasde lojas ra
___1 _..i..i .,.:,...nl.f,,.,. an enuimeiciii une =' endein-tC pati
e principal mente ao commerci que
ate dala nao ser admitlldo recibo algiim j
~ iin.i nuil iniiin rv* ul'nlil Iiil 1
Casa da aferi^o, na rua las
Larangeira.s n. 'i9.
O abaixo assignado continua a ser o arrematante das
afericoei dot pesos e medidas deste municipio ; por is-
so declara, que principia a aferir para o auno de 1H10 a
1847 de boje em dlante das 8 horas da nianhaa as a
da tarde. Outro sin. declara mais que o Sr. Joao Hi-
lario de Rarros nao tem mais gerencia alguma nos
trabalhos da actual aferifao e que ten. encarregado ,
ein sua ausencia de fazer as tuas vetes ao Sr. Joao
Jc: de Moraes. Antonio (imcalvti de Moraei.
Quem liver achado unas chaves de gaveta en. uma
corrente de prata querendo-as entregar na rua do
Queimado, loja n. 44. recebera o importe da corren-
te, ou a mesma, se Ihe servir.
Aluga-se urna casa na travessa do Mar seo : a tra-
uma ra da Cadeia de Sanlo-Antonio, n 14, primeiro
lar na rua aa wun. (|lo asnarao accoes uo seguuuu r............- .
'"."."Troca-se urna imagen, de S. Jos, de vulto de pon- Unitario e aquelles, que, (eodo-as **> [
8 ,CIEIU0E
IIARMONICO-THF.ATRAL
A i ti rilll 1 !.-?.ni iiiimiiu.-iiinii" *-----------------
rie nao assignro acedes do segundo einpresliuio vo-
.' 15 .._,.__ ___ ..i j >cin ido. nada ale
menor ; quem tlver, annuncle.
O Sr. Francisco Jos do Reg
Iperal n. 37, para receber uma
S.-Mguel, ulmainente.
Ibiroii a tociedade ,
zo de 30 dias, nao p
a que esto obrigai
de 1839 ou por int
que fosseni eliminados 1
pagareni ou as incias mensa!
...gados pela resolucao de 14 i
por iuteiro as acedes, que asugnarao.
KO ATF.HR0-DA-KOA-VISTA LOJA N. 9, DE JOAO
CIIAni'ON,
vende-se merino milito Uno de 4/000 rs. at JO00 rs.
o .ovado ; pannos franceid linos chrgados agora .
de 4#o00 .1 12/000 rs. o covado os mrlhorrt, que lia
nesla praca ; muito bons e ricos len{Osdcseda tarja e
setin. preto e de cores para gravaus ; bou chapeos de
sol de seda para homem : lindas bijoutariaa chapea-
das de ouro; graudesorinento de calcado de todas as
doalidades, para senhora; bonitas e galantes perfu-
marias, chegadas agora ; miscio,copios mullo tinos ,
oculos linos de lodos os graos ; chavenas de porce ana
para caf; ricos apparrlhos da verdadeira porcellaua
fraiic>za dourada para cha caixinhas de dila para
uuai dar sabio c estovas ; escarradores de dita; globos
de cristal para candleiros de machinas ; e oulras mais
" incetaa ; ludo por preco coinmodo.
elidas ele lojas na...tu ,uur. ,..,. --......------
=Vcndem-se passas miiida, para fazer podint ; cerc-
,,- e anwlxas teccat feljciei ; ervilhas ; lentlba ; cham-
panha ; viudo do Porto; Schcriy; Madeira ; vinho do
i[fnH"--------------------------- ------------"7, ...i,, viiihodo P01 to ; BCIicnv; aiaaeira viono ui
.obrado por pessoa alguma que nao sejao o, proprio. a a I o ? j $ ^^ d
merrssados; ats.n. como nao tera valida qualquer n>l h. fad fa ,., llluil0 b'01ll. super|or cognac;
rcao de compra,, ou vendst. Recife, 14 de outubio Jo f^^.,, arrae ; Re.,ebra de Hollanda vlr.ho
de 184o.
arraiauu a 'iv. .^. ..... *...., ...r. ..... w^.... .
rhiim de Jamaica; arrae; geuebra de Hollanda; vlr.ho
de Malaga velho, em meias garrafas ; frascos de todas
as quali.lades de fructas da Europa ; repolhos conser-
ados ; barril pequeuos de caviar, de uma libra
JARMON.:0-T..EATRA, jSStSSi ^SS ftEtt ^i^
^^^^jt^^^^T^Z^^^- mao; sardinhas; erVllhas e mal oulras conserva, de
nao ; sardinhas; ervilhas e mal oulras conservas de
icixe e carne ; conservas de pepinos e ceboilinhos; cer-
,. ..__._ .1...... J_ ..l.l... .-..na lUrM .ll.


^Vende-se potassa branca de superior qualidade,
ein MrriS pequeos; ein casa de Mallieus Austin 4
(.ompanhla. na na da Alfandega-Velha, n. 36.
Vende-so carne do sertao, multo gorda r nova, por
ter trazido 10 das de vingem do Araeaty: na ra da Ca-
dea do Recife, n 11.
Farinha SS>F,
da mullo acreditada fabrica de Molino Strazig sendo a
ultima cliegada a este mercado ein pequeas c Bran-
de poicos : a tratar com J. J. Tasso Jnior.
Na rua do Crespo lo ja nova
n. 12, de lose Joaquim da
Silva Haya ,
vende-ie um rico sortiiucnto de castlcaes de
casipilnha, com sitas eonipetrntes lanternas
tos os inais modernos que tren) apparecido
uinuto proco de8/, 10/ e 12/rs. cada par.
a Vendem-se mnendas de forro para engenhos de as-
ucar, para vapor, agoa e bestas, de diversos tainanhos,
por prefo ciiiiiiuodo ; c igualmente taixas de ferro toado
c batido, ele lodos os tamanhos : na praca do Corpo-Sau-
to, n. 11, cni casa de Me. Calinont ,\ C
rua de Apollo, armazem, n. li.
lio i-si na
de gos-
pelo dl-
Coiupanliia, ou na
Potassa branca,
da mai's superior qualidade em
barricas pequeas, e desembarca-
da no dia 30 de agosto prxi-
mo passado, venderse por pre-
co com modo : emeasa de L. G.
Ferreira & C.
Ocorretor Olivrira tem para vender cobre ein fo-
Iha e pregos de dito para forros de navios : os preten-
derte dirijao-se ao inesmo, ou aos Senhores Mosquita
& Outra. *
JNa taja ta esquina da rtiatlo Collegio.n. 5,
de ti u maraes Sera fin, & C.,
vende-se, alm do nm bonito sortimento do fazendas
por prefos bastantes moderados, as seguintes :
(uitcs de novas casimiras franeczas, a .... 4*000
inglezes, a 280 rs.; iiiiirsulinas decores para vestidos,
prlnbaratissimo proco de 280 n.; riscado francezes,
a 100, 200. 220. 240 e 280 rs.; cassa lisa ordinaria, do
largura de vara, a 280 rs.; zuarte de largura de dita, a
280 rs. o covado; panninhos pretos e cor de rosa com
lustro, a 180 rs. n covado; cambraias adamascadas, por
4/000 rs.; ditas bordadas com flores mludas.com 9 varas,
por.tyOOO rs.; ditas de cores, por 2/000 o 3/000 rs. o
corte; laa para calcas, a 00 rs. o covado; pellc do dia-
bo, a 440 rs. o covado, ou a 1/440 rs. o corte de 3 '/. co-
vados; lilas muito finas a 500 rs. o covado; e outra
mais la/ondas por muito conimodo preco. Os prelen-
denles, que nao poderrm vlr a esta loja.mandembusc
amostras, que se -lh.es dard promptamente, tanto das
que teem prec marcado, como de outras, que quizerem.
coiinhao ; macarro novo, de 4 rodas; um esi
grande para vestir seora de Jacaranda ; urna com-
inoda de dito vinda do Porto; 2 bancas de dilo.de
molo de sala, um relogio de ouro, sabonete ; um ocu-
lo grande do ver ao longo ; una bandeja de casqulnlia
praleada com 18 casaos do pires e chicaras, 6 pratos ,
ludo de poroellana ; um habito de Chrislo pequeo :
na ruada Cadeia de S -Antonio, n. 10.
ADMIIUVEIS
NAVALHASDE AC DA CHINA.
Teem a vanlagein de cortar o cabello som oiTensa da
pellc dcixando a carapareerndo estarna sua brilhan-
te mocidade.
rste ajo vem exclusivamonle di. China e so nelle tra-
balhao dous dos inolliores e mal abalisados cuteleiro
da nunca excedida e rica cidade de Pekim capital do
imperio chin).
Actor Shaw.
ii!-~"e rfcom""'ndado o uso dostas uavalhas ma-
ravilhosas por todas as sociedades das scioncias niedico-
cirurgicas.tanto da Europa como da America,Asa e fri-
ca, nao so para prevenir as molestias da cutis mas tam-
bem romo um mrio cosmtico.
i?'.,d.r","se "a "a Hilas ditas mrlhores, a
Dita pretal franerzas o covado, a .
Panno, pretos, azues, vrrdrs r de oulras coros
diflerenles, desde 2/400 rs, o vovado a .
tortrs de calcas de pello do dlabo a
Chale de l|a e oda, grandes, a
Lenco de rambrain guarnecidos a bico, a
lindezas para vestidos o covado a .
Escocrzesdc la calgodo, com xadrez fine
seda o covado, a.......
( ortos de laa o soda para vestidos a .
Cliita-cass.-is o corte a .
Curtes do i oliles de fustao francez, a '. '.
lencos linos para grvala, a.....
5#000
3/000
12/000
1/440
2/560
640
/240
/320
7/000
2/240
1/tlOO
/400
da F,
ilo Kosario, n. (i.
Casa
na rua (\>iiriin
Nette e.tabolooiinento scblo-se a venda as cautelas da
lotera a favor das obras da matriz da cldado da Victo-
ria, da qualandaroas rodas no dia 20 do crreme moz-
os procos das cautelas sao os do costuine.
- Vende-se. por 220*000 rs. um preto velho, forte,
notn para traballiar r botar sentido a um silio G es-
clavos, bous para o traballio da praca e campo ; um di-
to oinna| do sapatoiro, oque lio bom pagom ; nina poe-
ta de .15 anuos por 280/000rs. que collona, lava e
he qultandrira dita entre ellas um cose faz ronda,
r ongomnia ; urna mulatinha. do 12 anuos coso c fazo
mal* servico de nina casa : na rua do Crespo n, 10
primeiro andar.
= Veiidem-se ,,o fim da rua da Aurora n. 4, tam-
bores e rodetes de moendas antigs por proco barato ;
don* ralde.rotes grandes, do ferro coado a 40 s. a li-
J>! a,
Vend-86 uma preta, ile 18 anuos,
de eleganle figura costureirt), cozinliei-
ra e intiiln propria para ludo o servi-
co de casa ,- 4 pardas, de 18
de milito Loas figuras
& Maya.
Aos Srs. propriefariosde
engenhos.
Vendem-sc taixas de Ierro roado tnornda de can-
na para agoa, ou animaos rodas dentadas, mvm ,
boceas do lornallias r niais objecto necessaiios para
engenho por preco rommodo ; na fundicao de ferro ,
de Me al I11111 v Companhia na ruado Brum no Re-
cifo us. 6, 8 o 10.
Farelo nmo,
em sareas grandes, vendo-so no armazn) do llacolar
confronto a oseadinba da alfandega e em casa de J.'
J. Tasso Jnior na rua do Amorim.
toja nova de calcados, de
h portas, ni rua ln Cadeia
do Recife, ns. 4e >0,
achaque ; um preto multo robusto canoeiro e car
i'o sem vicios nem achaques por preco commodo
no Alerro-da-Boa-VIsta, n. 26.
= Vendem-se bico e rendas de toda as larguras ;
do-e a amostras deixando penhor ; fitas de cs de
todas ai larguras, por prefo commodo: na rua do Cres-
po loja de mludctas n. 11.
~ Vendem-se um preto c nina preta ( casados) pro-
prios para o servifo de campo por pref o cotninodo ;
na rua do llangol n. 45.
Vende-se urna venda com poucos fundos e ei
bom local : na rua do Livramento, n. 16.
Vende-se urna escrava crloula de 21 anuos que
engomma, cose chao coilnha e lava de sabao ; um
lindo mulatlnho de 9 annos proprio para aprender
offlcio ; um escravo de narao Angola de 26 annos, tra-
balhador do scrvi{0 de campo : na rua da Cruzes n
22, segundo andar.
Vendem-se 6 cadelra ; urna marqueta com asien-
to de palbinli.i em bom uso por prec.o commodo : na
travessa deS.-Jos na loja do sobrado n 35.
Vende-se urna farda para guarda nacional em
bom oslado : nesta tvpohraphia se dir quem vende.
= Vende-se um relogio de ouro, patente ingles, mui-
to bom regulador, novo ; na rua estrella do Rozarlo ,
vendan 1.
Vendem-se 4 terrenos na rua da Aurora antes de
chegar a pontezlnha, sendo um na frente e tres no fun-
do ; na rua da Praia n. 39.
= Vende-se urna ptima escrava de nac.ao de boa
conducta sem vicio nem achaques para todo o ser-
vico de casa e rua ; na rua de Agoas-Verdes n. 22 ,
primeiro andar.
= Vendem-se chita franco/as, largas, padrdes mul-
lo bonito e de tintas muito segura a 280 r o cova-
do ; ricos corte de barege apreciados pelo publico
como a faienda de melhor gostn e qualidade que pre-
sentemente se usa para vestidos do sonhora, polo com-
modo proco de 12/1)00 rs. : na rua Nova, n. 12.
Vende-.se, por preco
modo urna parda recolliida, que
de ser capaz e muito hbil
conla de urna casa
T*-rrvY^ndem-se junios, ou separado ; Mvterlo. a
castcllodeUdolpho,6v..|Ca.tello de Granvllle 4.
i.nstello dos morios ou a filha do salteador 2 r IMa
Castellodos Pvrineos, por Soulle 4 v. ; Vctor' on
nimio com-
, alm
para tomar
, entende de rozinha,
na rua do Crespo,
deira e cozmbeira
a 14 annos
io a ao annos
. e entre ellas urna
perfeita cngommaijVira costureira, ren
. mulripifs de i-x
sem vicios nem achaques ;
a pelos de nato, de aaa 3o anuos, po
prios pata lodo o servico : na iub da Ca-
deia le S Antonio ti. 5.
Vende-se um relogio do prata ; um dito de ouro,
com muito pouco uso. o bons reguladores, o borizontaes;
uma coi rente de ouro para os inrsinos ; ludo por mdico
preco : na rua do Vigario armaieni n. 8
- Vrndem-se2 pretos 111090, tondo um 20 anuos ,
ue bonitas figuras do lodo o servif o mesino para o de
ampo 011 aiinazeni de assucar ; duas prrlas, de 20
auno, propria do todo o servico ; urna parda ; um par-
do bom para pagom, r para outro qualquor jnico; 2
bonito moloques do 12 auno : na rua larga do Ro-
zarlo ,udo para a dos Quartc!, n. 24, primeiro
Vollarctc.
_?a esquina da rua do Collegio loja 11. 5 de Guima-
rae Soraiim k Companhia, vendem-se cartas franceta
linas, entro-finas o ordinaria; ditas portuguozas 10-
das por preco mais barato do que ein outra qualquor
parte. *
I^a loja nova da rua do Cres-
po, 11. W, esquina, que vi-
ra para a rua das Cruzes, de
li > tiiiKM I llonlcirolti a.
acaba do rorobor-so mu completo soi tmenlo de calcado,
como soja: bonegunis gaspoados e depona de lustro,
para lioiiiem o sen/iora ; sapalos inglezes de bezerro,
abolinailos e do 01 ribas, de entrada alta o baixa; ditos do
uma palaododuas, tanto para honiriu cuino para moni-
llos do G a 12 anuos; bolius o meios ditos do bezerro,tamo
francozes como de Lisboa ; sapatos de tapeto, para ho-
iiM'iu o sonhora ; dilos do orrllo proprios para as pes-
ia que padeoem do frialdade; dilos do sotiin dura-
quo e niarruqiiiui, tanto pretos como dr coros para so-
nhora o mollinas; dilos do manoquini, para senhoras
andarrin por casa, a 480 rs. ; dilos para meninas, a
XW rs. ; sapatos de lustro, para hoincni. o sonhora e
mon as; dilos do clchete; c oulras umitas qualida-
os do calvados; assim cuino um coniplolosorliinento de
perfumarlas a* mais Anaspotsnrel; uvas do pellica do
coros para soiiliora ; ditai para hoiuciu a 1/rs o par ;
ditas do soda bordadas, tanto compridas, como curias
chapeos do castor de Lisboa polo barato preco de 7/000
rs. ; ditos de seda preta de aba larga, e oulras multas
diversas colisas por proco mais barato possivol.
Vende-se um ptimo cavallo rodado, novo ,
gordo, e mu bein feito, anda baixo ; tem
muito bom galope c he bastante ardigo :
na rua da florentina, 11. 16.
-- Vende-so um eleganle moloque do 20 anuos ,
s. 111 vu ios nem Chat|Ue proprio para carregar cadoi-
rinlia ou para ainiazini de assucar
por montar bom a cavallo
primoiru andar.
Vende-se um escravo .i
cose e faz renda
n. to.
Vende-se potassa da Rus-
sra pelo ni ni lo mdico prc
co de 100 rs. a libra ; cal vir-
em de Lisboa cliegada no
ultimo navio : no armazem da
rua do Ira piche n. 17.
B Na rua Nova, loja n. 18, de M A. Caj vendem-se
sollius elsticos a 26/000 rs. ; ditos bordados a 18/000
rs. ; ditos ordinarios a 8/000 rs ; chales de seda mul-
to bonitos a 10/HOO rs.; ditos de laa grandes a 3/000
rs. ; ditos mais pequeos a 2/T)00 rs.; bicos de seda ;
aiS*0"!''*' ,'ara c,lPp0* 1" melhor gosto possivel,
a ^(KlOo.l/OOOi., e mais pequeos, a 1/000 rs. ; bor-
zogmns para hoinom a 4/000 rs. ; botins de lustro a
.1/000 rs. ; ditos de bezerro, a 4/500 rs. ; sapatos, a 1/600
rs. ; dilos do lustro, para nieni.os, 1/200 rs. ; ditos de
setim, para sonhora a 1/280 e 1/KOO rs. ; ditos de lus-
tro com clcheles para meninos, a 320 rs. peonas
finas para noivas a 2/bOO rs. ; ditas com pontas azues,
a 000 is. ; redomas com imagen a 2/000 rs, ; carrafa
de cristal, a 2/500 e 3/000 rs. ; um formoso galhetoiro ,
por U/000 rs tintoirosdo vidro, a 1/500 rs. Kstas fa-
zendas vendem-se por todo o preco para se liquida-
rom por nao se querer continuar com ellas ; e com a
vista dos compradores serao patentes suasqnalidades,
a rtia do Crespo loja n. 8,
de Campos & Haya ,
coniinuao-se a vender ricos cortes de canibraia aborta
de listras de cores a rainha Victoria a 6/500 rs. di-
los de ditas de lislras do cores, a 5/000 rs. ; lindas man-
tas do la agarca, com listras de seda, a 4/500 rs. ; man-
tas de soda, dos mais delicados gostos a 15/r. ; !n-
lino iiMi-i... A*. .^.1___.. ... I?
Iha se cncontrto nesta livraria por precos commodos"
Oh que pechincha !
Vende-se a casa de 2 andares da rua do Caldelrelro n
12, com grande quintal portao para o rio, chao p'ru
prios inultos commodos ; o qual rende mal de um
por centoao mes: nesta typographia, se dir com(,..,.,
se deve tratar. H "
Vende-se a armacao- da bem conbecida loja do
fazendas da esquina do Livramento n. 1 por preco
commodo : a tratar na mesma loja.
Vende-se um sobrado na esquina do becco de S -
Podro n. 1, em que mora o cirurgiao Lf al de um an-
dar esotao, com 5 quarto e terrado : na rua Direlta
casa terrea n. 105 '
Vende-se urna parda de bonita figura, de 17 annos
boa engommadelra cozlnha bem o diario de urna casa'
cose emende dr fazer lavarinto nao tem vicio dequa-
idade alguina, o que se allanca ; bem como c vende
junto com um lllho tambera pardinlio, de anno e meio
multo bonltinho : na rua do Crespo, n. 12.
= Vendem-se duas pretas tendo uma deltas 24 an-
nos, com uma cria de bonita figura, boa coiinheira
de Torno, refina assucar, faz dooos, engomma liso
faz renda, cose chao ; e a outra de 12 annos de boni-
ta figura faz renda e cose cho : na rua da Cadeia do
Recile n. 53, primeiro andar.
= Vendem-se bons foges completos que servein
para navios, cso proprios para casa de pouca ramilla
momnos grandes de moer caf proprios para deposi-
to: na rua da Cadeia do Recife, loja do forragens, n. 56.
Vende-se urna cama de angico prompla com 2
colchos ; uma mesa redonda de meio de sala do jaca-
randa ; uma di la de escrever, de amarello ; c mais di-
versos trastes; tudo com pouco uso por preco rom-
modo : na rua da Cadeia de S.-Antonio, n. 18. (
Vendem-se 4 esrravas sendo urna deltas engoin-
madeira, cozinheira.e que cose alginna cousa, outrs.qne
cozmha o diario deuina casa, eas outras, que lavao de
sabao o \ ari-oII.,, e servem para o servlvo de campo: na
rua da Concordia passaudo a pontezinha a direlta
segunda casa torrea.
Vende-se a armacao da loja da praca da Boa-Vis-
ta que Ib i de sapatos ou aluga-se : a tratar na yenda
da esquina da mesma casa.
Vendem-se barrls de breu-louro de multo boa
qualidade por preco de 6/400 rs. ; no armazem de ca-
bos .tdefroulo do Corpo--aii(n, t, 17.
=Vende-se um moloque, de 14 a 16 anno, com prin-
cipios de carpina sem vicios nem molestias ; na rua do
> igario, n. 25, primeiro andar.
Escravos Fgidos.
Fugio urna preta crionl* de ri-
me Domingas bem parecida figura
alta cor meia fula olhos grandes, na-
riz chalo ; cestuma andar vestida com
soia bordada como ando as pretas na
Baha e um veslido de chita. Roga-se
encarecidamente as autoridades policiaes
e capitcs de tv.mpo de a pegarem e le-
varem a rua da Cruz, n. 10
, que serao
ou para pageiu ,
a rua do Rangel n. 36,
escravo de naco onliino para o
rui ,ampo' P0' U-rbasUntepratlca: na rua l>-
-- Vendem-se lindos moloques de 19 a 18 anuos
sondo un driles co/.i,,heiro { i ditos, de 7 a 10 anuos;
ipaidos, delaOauios, de lindas figuras, sendo
1 preto de 30 annus, canoel-
nina parda, de 25 anuos; uma preta com algumas
nina dila, do 25 anuos, com uma cria mu-
vendem-se cortes de cassa multo linas com listras
do ,eda; dr inui ricos gostos, com 13 covados o tros quar-
tas, a 6/000 rs.; cambraias brancas com lislras do coi es,
do gostos os mais modernos ; ditas brancas, com listras
abortas com 8 varas ; pecas de canibraia adamascarlas ,
para cortinados; casimiras elsticas infestadas, de lis-
lras plisas ; panno preto e de cores, muito fino; alpaca
azul e preta ; chales de seda, muito rico; ditos deba o
seda ditos a nova Alhenas ciuteirn para a mojas de
bom gosto para fazoreui a cintura delicada ; suspen-
sorios de seda, e outras multas fi zondas, que sero pa-
tentes ao compradores tudo de muito bom gosto o
moderno ein raso dos poucos dias, que a loja tem.
um dilles bom carroiio
ro
habilidades
utiiiho, de 2 annos, com habilidades: na rua do Col-
legio, ii. .I, segundo andar.
,~X''!,'':*''"m3.,,0'V\';?c sac';os co' farinha da
oua minio suuinor a3/500 rs o alqucirc
bem so realha .ola poryao que quizerem os compra-
dores ; na rua das Cruzes n. 37. '
-- Vende-se um par de arreios para dous cavallo,
con. forragens ludo novo o cl.egdo ltimamente de
Manca, por preco commodo no Atoro-da-Uoa-Vis-
:'..' ;, 'ja de m""'"ai "-' Thomai l'ereira de Mal-
IOS J.SIIIIIil.
- Vendem-se varios trastes como soph, canaps,
cadenas, mesas de jogo o redonda,, do'meio do sala
tudo de Jacaranda ; apparolhos de louca ,
outros usados garlos ; copos de vidro
palaoquira ; cadera de ari uar ; r mullo* ulonsilios ca-
se re-
llos:
i. ni
Vende-se urna escrava moca de bonita liaura
un. molequn, de 10 anno ; couros niiudos ; sola hU
zorros ; umoculo ; um relogio de orno; esleirs fcitas
Recife n 26, venda de Lu.t Jos do S.i Araujo
.JT. **BM-^*rieravo, entre olios urna pre-
a panda do dous mozos, con, habilidades e ten. bom
lettr ; todos de bolillas figuras e moros : na rua Pi
n. 21, segundo andar.
- Vende-se um .avallo de estribarla que tem b
nos conos do lalagarca, para vestidos a 4/000
!','va co'"(esdecaiiibraia do listras de
s. com
c cores, a
; cortesdeeassa-chius, a 2/240 c 2/500 rs. :
c outras umitas la-
alpaca preta a 800 rs. o covado
zondas por cominodo proco.
O BOM VINHO DO PORTO.
. 'i1 !'"a do TraP'cbe i). 40, tanto em cascos com en-
lambem ha outros viudos de ptima qua-
generosamenle rcc< mpensados.
Fugio, no dia 5 do corrente uma preta crioula ,
de nonio Theodora coga de um olho con. todos os
denles da frente podres. Consta que esta preta anda
sempre unida com outra de nome Narcisa e que oe
calugl he em uma das casinhas da Ribeira, frogueziadue
S -Jos. Quem a pegar, leve a rua Augusta n. 34, que
sera gratificado.
Fugio na madrugada do dia 17 do corrente, o i
avoJos denacao Roblo, de 30 anuos pouco ni
ga nafa.lo
lidad
~v''nacm-e "tes de cassa pintada de cores fixas,
i .in o rs. ; dilos de cambractade quadros escoecze ,
JOrs.; dilos de cambraia de cores nvclludadas
com modas
tem uso c
T,"IUIV caueira aran uar ; c multo utensilios
senos ; tudoi muito en, roma poner o dono de so
tirar para a_r.nropa ; assim como bridas para caval
na rua doCabuga, ii. 10.
quididades, e por se achar acharado dos ps, que, mi
Potassa daltussa,
verdadeira ein ha iris peque-
nos e desembarcada no dia
18 desetembro prximo pas^
sado: na rua da Cruz, n. 10
Panno, finos pretos, cor fixa, a 4/ efi/rs. o covado ; lir c^ ,l<. Ifll U .^'
mrrin. pretos, a I|000r4/00rs. "covdo ; lencos del C^ <,C Kalklliailll fe H0-
charsdieT^li^r^^ '00 ri Lo.s....^l
cnairs de rda, a 10/000 r. fdo melhor gosto, que lom
viudo), estes chales teem o campo oscuro ; ditos de cam-
po branro, fio de Esencia a 3/500 rs.; ditos dr 15a,
ATFRRO DA BOA-VISTA, LOJA. N. 14.
o/ouii rs. ; ditos de lindiense que finge seda a 3/500
rs. ; cassa-clutas com 4 palmus de largura a 160 rs. o
covado ; riscadinho francez a 220 rs. o covado ; pocas
ac ganga azul com 14 covados a 1/ rs. ; alpaca pre-
ta de superior qualidade a 800 rs. o covado : moias
casimiras do quadros a 480 o 1/200 rs. o covado ; e ou-
tras inultas fazendas de li..lio e soda por barato proco;
na rua do Crespo loja n. 10 de Jos Joaquim de Fre-
las I .lllo.ai ,,. ..
8#00 ris.
\ende-se superior rapo de Lisboa, afiancando-se ao
compradora boa qualidade ; na rua da Cadeia do Re-
cite loja de Joao da Cimba Magalhes.
Romances em porluguez, che
gados de novo livraria
da esquina do Collegio
O Medico e a menina emigrada, po> V. Ducange
on. est 1845; o Mysterio de um nasclmrnio, pelo mes-
ino autor 2 v. 1845 ; o Gaiato do Torrriro-do-Paco ,
ou o (.il-lirai porluguez romance original, 4 v. 1845;
??," iJ,/el.ha' la!"tie'" original .pelo mesmo autor
ter ottl v "'Sf ^."k" 5 V ; "MWn,i Vr Wal-
"; -l' r- ,W, i Abbade eguinirnlo do Mos-
. .",Vi ,. Vni""' ,, "' ou u'"a conJ"raco no reinado
de l.arlosXIII pelo conde de Vigny 3 v. com est
Viagonsao interior da Nova-Hollanda obra critica '
moral r recreativa, por V. J. A., 3 v : Han d'lslanrti-i
por Vietor Hugo 3 v. ,844 ; Mathlldesr'Alfredo?!
ira 4 v lTlrlcU:Hl'",i'll"'l"'r '> de La-
M, iwV n ; Doi''"'8u o Slneirosinbo, por
nio ani % P"^'^^ ,M3; Kl""*'"'a. pelo inos-
v liS .'p3.V ,m> "i Da '"1", ,)ia' V* toul' 4
y. i lSU Paulina, por Alejandre Duina 2 v l84i
lnd,a,...aporGoorgo.Sand,2v 1845; Torre infernal '
pelo autor da Leitoira de Bercy 2 v. 1844 com o!. '
fer'i r,K;^. asr riei"ai-por **
c I84j Hercules preto romanos
TVViVo..'rT'Vi8"''' '. Ul'-Dra aa revolucao ;
S:.;.! .LVlnerlot de .>!"( i Fonte de S.ICa-
de bonito go.to;, a 2/400, 2/800 e 3/000 rs.; fusloes do
coidao, de bonitos padres. a 640. ROOe I/8O0 rs ; brln
Jraucrzes dr quadro, cor fixa, a 580 rs. o covado ; ditos
se mu nd
= Vende-se superior vlnho de Bordraux em ouar-
las ; assim como ago'ardonto de Franca ( cognac 1
ii barrls; na rua da Cruz n. 20, casa de Avrial Ir-
lindo mullainbo de 6 anno [em
lol
em
nios.
=Tende-se um
draSnV l;""'ra''"-2 v._, 1845 ; Dellina, por Madama
?^ lv ,""*d<,Ge'restein. ou a donzolla do nuvool-
ro por WalterScott, traduceo de Ramalbo, 4 v. 1843;
Keniiwortn, do mesmo autor e traductor; os Don Ami-
go, ou a casa n.ysieriosa, por A Lafontaine, 2 v. com
est. ; Leonla pelo ines.no autor, 2 v. com est. ;
Atsassmo ou a torre e a capella 2 v., com est. ,1844
i ? ft" ??' v- \lr3 a welra. por Souli
lv',184tir?l0,ee3'',e,d*' ouo.'o do ciun.e
lecao de romance novo de P. de Kock ,
cravoJos de nacoo Rebolo, de30auuo pouco mais
ou menos altura regular, cor um tanto fula cara
mola opada proveniente de bebedeiras olbos peque-
nos o sahidos a maueira dos do poico beicus grandes e
rouxos um tanto fociuliudo ; cosluma deixar crescor o
bigodee barba doquoixo formando a maneira de dous
pincois, nicos lugares, onde Ihe sabein baibas; p lar-
gas esqui das nadegas tem as costas uns pequeos
calombos que julga-se scrcm marcas velba de ihi-
cote pomas finas, pos nrqurnos, maos grossas do
trabaIho andar apressado e atirando con. urna peina
para diante ; quando dorme, estando bebado sendo
acordado, levnnta-sc multo apressado e repetindo va-
rias veies a palavra = em = levou camisa de algodo-
zinho trancado caifas do mesmo de listras e sem cha-
peo. Quem o pegar, leve a rua Real do .ilaiiguinho pa-
daria n. 51 quesera recompensado.
-- Oil'erece-se a gratificaco de 100/000 r, a quem
capturar, ou descobrir o escravo pardo escuro.de
nome Benedicto chelo do corpa pouca barba ; re-
presenta 30 annos, pouco mais ou monos ; he muito es-
perto e bastante caj.adocio ; e julga-se que por onde
se adiarse inculcar por livre e mesmo ter mudado
o nome ; era marinheiro e oiilonde de pescador ; fu-
gio de bordo do brigur Catiro-Primeiro no dia 13 de
setembio. Este escravo perlence ao Sr. Antonio Dias
de Souza Castro do Rio-do-Janoiro. Quem o captu-
rar, roconhocendosesero proprio, recebera a gratifica-
cao cima na rua da Cadeia u. 45 em casa de Amo-
rim Irmos Pode-se igualmente a todas as autorida-
des policiaes todo o escrpulo no rame de qualquer
escravo capturado, certa deque se Ihe Acara por tudo
summamriilr agradorioo.
= Fugio no dia 7 do prximo passado da casa de eu
soiihor, obacharel JaciolhoPaes do Mendonca oescra-
voSrverino, de altura regular secco do corpo edr um
pouco rula barba quasi noi.huma rosto compiido. Es-
U escravo fol comprado ao Sr. Mauool Joaquim e este
du ter rllr sido rscravo de Joc .Siabra, morador entilo
as Alagos e hoje no engenho Babilonia. Ouem o pe-
gar, Irvr a travesando Quelmado, rasa dr Manool Fir-
mino Ferreira que rrcebrr 100/000 r. dr graficaco.
= Fugio no ella 7 do corrente o cabra i .aciano, es-
cravo da viuva de Goncalo Jos da Costa e S ; he inar-
ceneiro ; drsconfia-se que eU'ja ocoulto trabalbando
ein algiima tonda ; tem os signaos seguintes ; magro ,
algunia cousa corcovado de 20 anuos, rosto couiprl-
(lo, altura regular, cabellos e olho pretos, nariz e
bocea regulares ; he bastante vivo contador de histo-
rias : qein o pegar, leve a rua da Madro-de-Doos a
casa da dila viuva ou na rua do Trapiche n. 34, que
soi generosamente recompensado.
Fugio, no dia 19 do corrente um escravo cabra
de 30 anuos pouco mais ou menos de nome Miguel ,
baxo refoifado do corpo ; com una cicatriz na ca-
brea sobre a testa do lado esquerdo rosto redondo ,
olhos encovados inacaes do rosto estufada e mai alta
do que o rosto aspecto bastante carraucudo p<5 apa-
Inrtados ; levou caifas de riscado j desbolado cami-
sa de madapolilo bonete de panno trancado c pala do
inesmo grande um botao de metal amarello noun-
lito ; desconfia-se ter lomado a estrada dr S.-An-
. I "! P* Garanhiins por ter sido comprado a Theoto-
1 mo de S.-Cruz Oliveira morador no lugar do Corrente,
comarca de Caranhuns. Quem o pegar, leve a casa de
Joaquim Antonio do Forno
38, que ser gratificado.
rua das Cinco-Pontas n.
PFKK.i TT#. DE M. F, DI FARIA -f*(>,


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