Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09439


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Full Text
A uro de 18i6.
Qnarta-feira 14
*-
'O 0A<#/i'/'Opuhlic>-se lodos os dias que njo
forem He nanla : o precn
  • 4o00 rs. por quartel, pago* ad:antadn*. Os
    annoncins dos assignnntes de 5" ris por lino, to ris c n typ difieren-
    te, e a re|>elires pe., melado. Os que nao fo-
    rem assignanli 1 P'go 80 ris por liulm, e 160
    eni lypo difl'ercule
    PII ASES DA LA NO HEZ DE OUTGBIIO.
    l,u clieia a 4 7 hora e 40 minlos da larde.
    Mingoaulea lia I h Ta e iT mili, da man
    Lila nova a 5" a I hora e 51 min. da maali.
    Crscenle a 17 aosl minutos da tardo.
    PARTIDA DOS COHRVIOS. '
    Ooianna r Pandivna Serondas e Sextas feiras.-
    Itio Grande do Norte, chega as Quartas feiras
    ao meio 'lia e parte as mesinas horas as
    Quintas feiras.
    Cali, Srrinlini, Rio Formoso, Porto Calvo e
    M icev no l.. II e 21 de Cada mez.
    Oaraiilmi e Knuito a 10 e2t.
    Il.ii-Vista c Plores a u e i.
    Victoria as Quintas feiras .
    Olmd.i todos iis ilias.
    PREAMaII DE HuJE.
    Primeira a 11 h. 42 minutos da tarde.
    Secunda a 12 h. 6 minutos da manilla.
    de Outubro.
    Anno XXII
    N. 29.
    DAS DA SEMANA.
    1} Segunda. S. Cypriaiio. Au-I. do J. dosorple
    e do J. do 0. fia 2. v., do I M da 2 V.
    13 Tere:.. 8. Eduardo Aud. do J. dociv. da I
    v. e do J. do paz do 2. clist del.
    11 Quarla S (.'listo. Aud. do J do cir. da 3.
    v e do J. de p7 do '.' ilist. de t
    IS Quinta S Tharcaa de Jeras VnH doJ.de
    orplios, do I municipal da I. rara,
    l Sexta. S Martiniano. Aud. do J. do civ. da
    I. v. edo .1. de paz do I. dist. de t.
    17 Saliliado. S Florentino. Aud. do J dociv.
    da I v., e do ,1 de pai do l. dist. e J. de f
    l S Domingo. S. Lucas Evangelista.
    CA MUIOS NO DA 13 DE OUTUBRO.
    C'.amliio solircLondres 27 y, d. p l/a
    Paiis J*4 ris por franco.
    I.ishoa ton % de premio
    Desc. de lalnl de boas firmas I '/, p. /o
    OuroOncas liespaiiiiolas 00.00
    Hodas de UI00 vel. ljtno a
    a > deOatOOnov. |6#000
    a de 4000... 9/100
    Prala Palacocs........- 1*990 a
    t Pesos columnare*. l|990 a
    u Hilo. Mexicanos. <#9?0
    a Muida.......... ijfaco a
    A cedes da Comp. do llelieribe de i0#000
    liO d
    aomei.
    SI#200
    16*800
    16#2OH
    9 20ii
    J/Ouli
    MWM
    #
    IJ780
    ao par.

    DIARIO DE PERMAMBUCO
    PERtfAMBUCO.
    AoSfiJtBLE'A IMUIVUNCIAL,
    SESSO EM 12 DE OITTUBRO DE 1,846
    FMl.SFIir.NtMA DO -II SOZA TKIXEIRA.
    (Continuncfio do numero antecedente).
    OSr. Pe'ixato de finio: -- Acha-se na ante*sala um Sr.
    deputado supplente, que vem tomarasseiitn
    OSr. Presidente: Convido os.....minos da commissao
    de contllluicilo e poderes a darpin o sen parecer.
    OSr N""f* Machado: V. Ex. convida os memliros
    da COWmisaoo para darem osen parecer sobre a aduiis-
    so do Sr. Francisco Joo, <|iie seacba na ante- sala, para
    tomar assento.
    I-n nao sci como dar esse parecer; porquanln u modo
    regular e ordinario de se cbamarem os di pul idus sup-
    plentes be dii igir-te assemblra o presidente, e este
    cmara municipal, aflu desta expedir o diploma ; esb a
    sao os nielo regulares: se se fe ouira cousa, nao sel; a
    que sei he, que a commissao nao tein base, sobre que d
    seu parecer.....
    OSr, llaihnlhn l'ehon: Veja a acta geral.
    0 Orador : En estou peste estado ; nao sei sobre que
    dar parecer; se h? sobre a requerlojento, que inaadou
    chamar os supplentes, nao precisa dizor milis cousa al-
    guina, porque a assembla, ap|irovando o parecer, reco-
    nbeceo a legitimldade dnsupplente; se, poriu, he so-
    bre a identidade do individuo, elle devela ler apresen-
    tado o seu diploma...
    Sr. Pedro Cavalcanti: -- A assembla chainou-o d-
    roctainentc.
    U Orador: Se lie para diui, que o individuo be o
    mesura, estou, que nao quereio matii alisar tanto o ne-
    gociOi i|iie seja preciso um parecer de COUlUlissSo, lian-
    do lentas de todos os sigimes do individuo ; e se sao be
    pal i nada disto, uo sei para que seja.
    O Sr. Lipes Ncllo : Estamos em caso especial, e por
    isso Hiendo, que podemo-nosafastar do que coitum-
    nius nratlcar nos caaos ordinarios Por via deregra.ru
    supplentes sao convidados pela cunara municipal, para
    siipplirem as Tallas dos di pillados illoetivos; e, quando
    aqu se apresenlao, seos diplomas sao submeltidos
    co......issao de | oderes, para inteipr o sen parecer: mas
    ayoi a. que so trata de um supplcnle convidado directa-
    inente pela assembla, oque por este unitivo uiio ta/,
    diploma, parece-ma Hispenaavel evsa linrinalidade, es-
    lindo ja reeonlneida assim a sua idoneidado para sup-
    prii nina das fallas rerilit ad.is.
    Ouaiido se propiu, que se dsse assento na casa ao Sr.
    diputado Pedro Cavaleanti, fui de parecer, que se re-
    inettesse o requei inienlo a eoininissao de poderes; mas
    a can i, solveo o contrario, considerando j o ineuno
    Sr. iieniiboeido ineinbrndesla assembla. posto mililas-
    som coma raaa d< olso os est] lo* da cmara dos dipu-
    tados, onde coi.....yo, o Sr. Mondes da Cilnli.i, o muros,
    em di micas eircuiiisl.iiuM.is, se procedi da maneira op
    posta.
    O Sr. I'edra Cavalranli: -- Eli j: linba asiento na casa
    nas sessoes preparatorias: s nao eslava Juramentado.
    0 Orador : Creio, que na ausencia do nolire depu-
    t.ido loi que tomos reconln cidos.
    OSr. Vrfro CavaIcanli: -- No. Senbor: cu eslava pre-
    sento, quando se fez o re onlicchncnto : fui reconhecido
    deputadu, s nojinei.
    O Orador : l'ois bein : se o rocoiibi'cinicnlo nao dis-
    pensa a nlervriiiio da i QlliliiissSti de poderos,(piandoo
    depiiiado Ira/ diploma, dispeiise-se cssa iiilerveni;aii ago-
    ra, que o cidadao, de que se trata, nao tein diploma, c
    idi ronvidado peloSr. secretario, em viriude de dellbe-
    racoo nosaa.
    t) Sr. lailiolho i'rha: Senbor presidente, ocosluino
    da casa foi sen pie chaiunrem-se os suppleule por n-
    ter medio da cmara municipal, nao sil poique se au
    segnia agn osle cosime.
    \ i isa decidlo, que so eliainasseiu os supplentes, que
    fossoni necessarioa para prrencher o numero daquelles
    dipulailos. ,|uo se nao linliiiu anda apresrntado, sein
    que todava tjvcsse ella vi rilicado os poderes di sses sup-
    plenteS, que laa ser cliainados.
    OSr. 1." lecreurio chainou, em vista da acta geral,
    queiii Ihe parecco, que era o competente para lomar as-
    sento; i uinpie-nos, pou'in, examinar, se o siipplciile,
    que se api i senta, lie aqm lie, a queiii loca a (ubllituiCAo,
    e se a sua eleiviio osla legal: por SSOJulgO, quede ne-
    CCSSirj ule .leiiiiiinlssaii de COU>tltll(0 e poderes, a queni
    comjiele fa/er esli exiine, lleve pi inieirainenlc dar o sen
    parecer, para que a casa delibere, se o siipplente cha-
    mado piule uu nao tomar assento.
    I) Sr. Mnid.s da (uiiha di/., que, teiulo sido o Sr. Fran-
    cisco Joo chamado pela assembla, e devendo se pre-
    sumir, que esse i liamaineiilo se nao verificara, se ella
    o uo houvesse reconhecido como doputado supplente,
    emendo, (|Ue () me-nio Sr. deve ser aduiillido na sala,
    i|idepeiidei|te de parecer da COinmisso.
    0 Sr. Peijolo di llriio : Seqlior presidente, em nego-
    cios desta urdem nao podemos dirigir-nos por precedan-
    tes; porque, se rccorreruios a ellos, o acharemos em
    contraposicao i o h minenlo detei mina, que, fallando de-
    lunados, so oflicie ao presidente para mandar r.uara,
    que expeca diploma aus inmediatos cin votos, que sao
    s supplentes,
    OSr. lunbalho Vrbia : Mas isso he o que se nao fez.
    O Vrmtiir: Porque a assi inbl.i deterujlnou o contra-
    rio. Fu me poderia dispensar de jusiiliear o arto da as-
    sembla, porque me nao cabe este encargo; todava di-
    ici aluiiia cousa i ni al,uno de sua di i isiio.
    Sonliores, mis nao podemos prescindir, nesta quoslao,
    e nina coosideracau, que lie: ou a apuraco da c-
    mara ii'iiui, i|,,,l vem paia esta casa, epassatalqn.il, e
    culac tomos o recunlipciinento dos diputados eflecllvns
    so; oua apuiacn da cmara municipal vem para isla
    casa, e nopasaa tal qual, o trinos nina apuraciio feita
    pela casa,como multas vo/es ip( acontecido; e em tal caso
    a assriiiiilu uo se teni limitado soao reconhcciuiento
    dos di pillados elleoliviis, e lanibcm recoiibcco ou a to-
    talidade dos supplentes, ou, pelo menos, um nu.....ro,
    que Ihe parM* sufflciente para snpprir as fallas dos de-
    purados (iieeiivos; ,, he justamente a rnfpoihese, em que
    nos ai ham, s: na sf'ss.o exiraordinaria, quando houve o
    ri eonbeiMnenlo dos poderes, a casa examiniui as actas,
    vio, que nao devia estar pela apuraco da cmara, por-
    d
    se dirigisse, ou mandasse, que o priineiro secretario se
    dirigisse directamente aos supplentes j reconhecidos
    como laes; c foi o que se fet acerca do doputado supplen-
    te, que se aclia na ante-sala, o a quera se ollicioii em 29
    deseteuibro, por virtude de um lequeriinento do Sr.
    Nelto, que foi aprovado, e consta da acta.
    A vista do exposto,enlondo, que o noble supplente es-
    t no caso de tunar asseutu iudcpciidciitcinculc de pa-
    rare r da commissao.
    l.c-se na mesa 0 Sfgulnte requeiiniento :
    a Requelro, que se de assento ao Sr Francisco Jo5o
    indepeiideute do parecer da cumuisso de conslitiiicao.
    Asto. >
    Apoiado entra em diseussao.
    OSr. .Viiin.1 Mnrliado:-- Seulior presidente, nao me op-
    teve do annullaf alguns colleglos,e aprecntoq Um
    j .'.purayao sun ; o n sollado li.i, nao so roeoiihi ci-
    nto dos 'Mi ineuibios ellec livns. mas i^ualim ule o re-
    iiuilii eiuuMiio de um grande numero dos supplentes:
    lo({o neiiliuiii inconveniente havia, para que a assembla
    F,
    ulio ni requeiinieiilo, mas peco ao nobre doputado,que
    ampli o seu requeriniento, ou cnlao, que V. Ex. tome
    um a providencia para o (liante-.
    Concordo, que se d assento ao Sr. francisco loan, em
    visia das rasos, que expiiideo o Sr. I." secretario : oom
    elliito, a apuraco e Verlflcacffo dos poderes da asseni
    lili a actual foi fcila por ella niesnia, na totalidad* da
    eleieo.
    OSr. I'edro Cavalranli : E seinpre o be.
    O Orador i Nao he asslm : multas vese se oonhece o
    julga somenle os poderes dos deputados ollclivos, ea
    annnllaco de um COlleg|p,que, naordeiu da VOtacSo, na
    da altera Bni quanto a ratea, todava o fot a res pello dos
    supplenles; mas, tomando assonti os elleetivos, C nao
    leudo de cbaniar-sc suppli ules, a as-i inlila nada diz a
    seu respeito, e he d'aqui, que nasee a necessidade de.
    quando l'or chamado algUin supplente, este se apresi-utai
    i mu o sen diploma, para que se verifique, so elle osla OU
    nao no caso de tomar assenlo, do contrario nao haveria
    sobre que dar parecer. Supponhamos.que o aupplente,
    que se aprsenla, lein, por ciiciliiislaneas. pciido 01
    direilos poltico!,OU niesnio so acha COIU ellos suspensos,
    em vlrludc de pronuncia; se elle for chamad o directa-
    mente pela assembla o nao se adoptar a medida, qu
    cu exijo, mi ha de lomar assento? Seni duvida nenliii -
    na ; por<|iiaulo, anmineiada a sua chegada. como a eoni-
    missiio nao be maisouvida, nao se discute cousa alguma,
    piule escapar a cireumstancla 3o iuipeditneuto legal, e
    ei-lo tomando assento na easa : pin lauto, peco ao noble
    dcpuiado.quc ample malso requerlinento.ou-que \. Ex.,
    Sr. presidente, como director de nossos trabzlhoa, orde-
    ne na seerclaria.que para o futuro se nao possao chamar
    inais supplenles Sean pelos canaes compelemos.
    OSt. I'eixolo de tirito:-- Salvo, quando a assembla
    determinar o contrario.
    O Orador: l) precedente nao he conveniente ; por
    cousogiiiute liinn lie, que se nao repita.
    O Sr. I'idin Cavatmli lie de opiniao, que nao seja ad-
    inillido o Sr Fia:,cisco Joan, sciu que acerca d.llc de o
    seu parecer a COUliniisaO de eonslitui$o o poderes.
    OSr. \illa : --() nobre depiil.ido, que se senla do la-
    do opposto, nao lein raaio para entender, que a as-
    sembla obrou irregularmente, mandando conVidar os
    supplentes lein ser por Intermedio da presidencia c da
    cmara municipal. Recordo-me de Pactos arme I han tes,
    OCCorridoS em oiltros lempos. OSr. Flix I'eixolo foi
    convidado pira lomar assento nesta casa, quando da
    galeraassistia diseussao. uSr. douldr Mendea rece
    le o Igual convito do secrelario da assemldra, c aqili es-
    la o n alstro do officio respectiva {Ir).
    I'm Sr. diputado : Em que dala foi isso ?
    0 Oadur: Em 1835.
    ni Sr, di palada E o regiment de quando lie '
    II Orador: Espere 0 nobre diputado, queaqui eslo
    Dulcios Si melliaiites, datados em 1839, dons ou tres an-
    uos depois de approvado o regiment da casa(U>.
    V, pois, \ Iac., que a assembla co.,!'oi iiiou-se cun
    os precedentes, que haviao, quando. pela eatreiteza do
    lempo deliberou o comit directo dos supplenles ,
    durante as sessea preparatorias.
    Eui que assenlai o parecer da cominissao de podo-
    es' Na idenlidade de pe-so i 1 Nao; porque sobre ella
    nao ha duvida. Na iiluiiculadc do individuo? Tambein
    Creio, que mi; porqu......pulamos idneo, quando
    o mandamos convidar, e o nobre deputado mismo eon-
    fessa reconhece-lo como o l.' supplente,na ordem da vo-
    Hlo: quando, poriu, assini nao fosse, o o nolne do-
    putado eslivesse Pin duvida, a assembla, que admil-
    llo o Sr. Jnaqiiim Villela, na qualidade de quarto snii-
    plente, approvou a apuracSo, ein viriude da qual he o
    Sr. Francisco loopriineiro sii|ipleiile.
    ' oiiveuho, Sr. presidente, na iitilidadc de Ulna ilu-
    dida regiineiilal para os casos de convite f adiuissao de
    supplenles, mi prevenidos na aelualidadc: propoiiba a
    onobie (epatado oua coinmiss.ui de poderes, que nos
    a discutiremos; mas, emquanlo ella nao apparece. de-
    .nos assenlo ao snpplenle, deque solala, ceiija elei-
    v;io esta fia de duvida, para tormos o auxilio de suas
    lu, s na cunliniiacao de nossos Irabalhos.
    - OSr llarballm Crlwa : ~ Sr. presidente, julgo esensa-
    do declarar, que nao leein por liin as rellcxos, que le-
    nhn lidio, cinbaracar a cnlrada do Sr. Francisco Joau ;
    quero smente oppr-ine pastagem de nina delibcra-
    co, que me parece abusiva.
    (I nobre deputado, que acaba de fallar, qiierendo pro-
    var, que o coiiipnrtaincnlo da casa, chamando dir i l-
    .....ule os supplentes, nao tlnha sido irregular, iiiostrou,
    que em oulras ueeasioes a asi.....Iila lein procedido da
    un sma inaneira ; mas osla prova mi be, quanlo a mini,
    to coiielndente, quanto parece primeira vista pelo
    e......ario, o que se pode llall di duzir he, que I niesnia
    irregularidade j se lein dado nessas oulras occasiocs.
    Ell enlcndo, que 0 Sr. Fian iseo Joo. Sein queacoin
    inis-u ile poderes d. o seu parecer, nao pode tomar as-
    senlo. Eu faco multo bora coneeito do Sr. priineiro se-
    cretarlo ; mas pode acontecer, que um secretario, ou de
    proposito, ou niesnio por engao, eli une para lomar as-
    sento um supplcnle, que nao he aquejlf. a queni cabo
    Servir pela ordem da VOtacSo ; como pHrremos uos co-
    nhecer tal abuso, como verificar isto ?
    I'ni Sr, Hepulado : Vendo a lista.
    O tirador : Nein ledos nos temos a lista : o regimen-
    t da casa lein designado urna commissao para este ea-
    me. Supponhanios anda maii, que syhame um sup-
    plente, que, por circiimslancias occOfridas depois da
    suaeleiiMio, j uo est no caso de tomar assenlo; por
    e.xeinplo. se livor sido pronunciado por crime'iiiafianca-
    vi I, lia de entrar e tomar ssseuto aqu ? Nein esla hypo-
    Ihese esl longo de verificar-se : agora me record, que
    fui chamado direcl.......ule O.Sr. Joo Mauricio, que, se-
    cundo se di/, aeba-se sollrendo unas puncas de pronun-
    ras ||e he um dos supplenles, a quera toca a sulisii-
    tuicao dos deputados ausentes; e oque farcinos mis,
    quando elle se apr-sentar, dar-lhe-hemos assenlo em
    inais oxaine ? Eu dir!, que sira, a passar osle preceden-
    te. Pode iiiesmo o supplente eleto nao ter a idade, nao
    ter o rendimenloda loi, etc. : para tudo isto se precisa
    de exame o de veriflcacSo.
    Voto, pois, que se nao d assento ao Sr. Francisco
    Joo, sein que a ooiiunisso d seu parecer acerca da le-
    ga I idade da sua admisso aqu
    Julgada a materia discutida, he o requarimento sub-
    meitido volaco, e rejeitado.
    O Sr I'eixolo de //rilo : Depois que en annuncioi
    assemlila. que na ante-sala se acliava o Sr. Francisco
    Joo, ella lieou desle faci conhocedor.i ; nao reslava se-
    an, queoSr. presidente convidasse a commissao para
    dar acerca dille o seu Jalao : leiio isto, tudo est ter-
    minado.
    O Sr. I'rrsidrnle : -- Convido a coinniisso de consti-
    tuirn e poderes para dar o seu parecer acerca da adniis-
    IhO do Sr. deputado supplente, que se aeha na ante-
    sala.
    A < uinmissn. tendo lahidn da sala, entra pouc.o de-
    pois, o manda mesa o segulnte parecer.'
    A coiutnissao de coustituiefio o poderes, em vista da
    recoillinendacAO verbal do Sr. presidente, p ira iuterpor
    o sen parecer sobre o i id.ulu Kran'CiSCO Joo Carneiro
    da ( un) i. que, i,a qualidade de supplento, seapreseu-
    inii para tomar assento nest assembla, riaininou os
    papis da secretarla; e, verificando por elle, nao s que
    o mesura cidado he o priineiro snpplenle na ordem d
    volaran, si nnque loi convidado a tomar asiento na ca-
    sa polo Sr. priineiro secretario, em coiisequenfia da di-
    llberacao i\.i inesma, he de pnre^rr, que se Ihe di assen-
    lo Safa das eoinmisses, 12 de oiilubi o de 1840. J.
    VUlll. --./. .V. Mu hado.
    Nao havendo queiu Impugne rale parecer, he elle
    subiiietlido a volaran o approvado.
    O Sr. 'residate convida os >rs. secrelai ios siipploulos
    a introduzirera na sala o Sr. Pranciscd Joo, e, sendo
    elle admitlido com as formalidades do cslylo, presta ju-
    ramento e tuina assento.
    Sao lidos, o, por pedir a palana o Sr. Mondos da I u-
    nha, lico adiados, os seguinles pareceres :
    " A coimnissao do cunts e orranieiito das eamaras
    niiinii ipaes. examinando as da cmara da villa do Un
    j", aehou, que a receita do I, de oulilbrn de 1844 ao
    ultimo de scioinhin de 1845 maatou quantin de rs.
    1:136/331, Inclusive a divida activa deis BO/BOO, dos
    anilOS aiileriures.quo a e.iiuar.i diz fallido;e que, leud-
    se smente arrecadado dentro do anuo a de rs 2'2'#33l,
    lieiiu i ni divid a de rs. !ll(..0il0 o inais que a despe-
    Ka paga importo......i rs. 2470820, ficanda por pagar-te
    a qiiaulia de rs. 53/880.
    (i (iuiquanto a cniuiuissao eneontrasse algumas in-
    curias na orgauisacao das unas, bein eoino a de ni
    luclulr-ae na col....... das dividas algumas verbas d.i
    receita oreada e nao arreeadada, I.....xcis.o da dospe/.a
    naga em relacio a quantia arrecadada, lem quea cma-
    ra deca rasse a rasao dessa diflTerene; todava, cornos
    des|ie/..i osl.i lei.'alisada <..... os doeuiiieiilos, que a acom-
    p.iuhro, he a eoniuiisso de parecer, que as contas
    podeill si r approvadas ; fa/indo-se sentir a cmara as
    laltas indicadas, e que lias Cuntas futuras devora de-
    Cl ir o. quaesos objeelos, de que proveio essa divida ac-
    liva de rs. Sllll.vilUII, .|ni- nao lie cohravcl, Cillll a de-
    claraco dos anuos, a que pertence. Sala das eoinmis-
    ses, 12 de outubro de 1840. ffnto de .1 unida l.uiz
    Roaia.a
    \ eoiuinisso de cotilas e oreamento das cmaras
    municipios, examinando as da cmara da villa do iln>
    relativas ao auno, que decorreo do l.'de outubro de
    ISII ao ultimo de scicinbro de 1845, aehou quea re-
    celta foi oreada em a quantin de rs. 182/000, si lldo so-
    monte arie id ida a de rs. 122/000, por ter Acado seni
    eiieiio a arreinatacio dos di'irnos de miuncas, ntSo
    oreada emrs. 60/DOO, porsehaver distrahido das ren-
    das municipios para as provineiaes o dixlino dos reos
    d'aquelle municipio; observou, que a despeza paga est
    em equilibrio eom a q lia ulla arrecadada, deis 122/000,
    e l, ^alisada j'oin os ihu uiicmiIos, que foro aprsenla-
    dos. o nue esta para pagar a qnaiili i de rs. 233^000, pe-
    la deficiencia d is rendas daquello municipio, Isto posto,
    lie a collllllissSo de parecer, nue as cuntas podeill si i
    approvadas. Sala das couiiiiissoos \'2 de ouiubro de
    1840.--Pintodi \lmeida.Luiz Roma..*
    i, \ commissao de contas e oreamento das eamaras
    inuniclpaes, examinando eom a divida attencio as can-
    tas da cmara da villa do Bonito, do anuo, que decorreu
    do l.'de outubro de I S ao ultimo de si timbro de
    1846, aehou, que a receita desse anuo foi oreada na
    quinliadeis 5M/1l50i inclusive a divida activa ante*
    rior, da quantia de rs. 363/950; que Rcou norarreoada
    a do rs. 190/000, eqUC adespeza paga fbl daqu.uili.i
    de rs. 252/133, Bcando por pagar a quantia de rs.651/796,
    inclusive rs. (MI/OUO de divida passiva dos anuos aule*
    rimes.
    Observou, poriu, a commissao, que, se tenilo ar-
    recadado a quantia oreada, de rt. od3/950, o di sla des-
    Fondido a de rs. 252/133, velo a flear o saldo ile rs,
    II/WI7, que, unido ande rs. lflu/100 por arrecadar den-
    tro do anno, pela/ o total de rs. 221/917, que, deduzi-
    do da divida passiva, de rs, OJI^T'J virosla a ser re-
    dutlda rs. 429^879.
    u t'omo, finalmente, a coininisso uo piide eolligir
    das contas os objeelos de que proveem cssa divida
    passiva, e que anuos pertence, lembra, que, pelos ca-
    nses competentes, se faca sentir respoelivacain.ua,
    que deve remediar cssa falta nas conlas finuras : sendo,
    entretanto, de parecer, que as presentes podem ser
    approvadas,visto que aacoinpanliao os documentos, que
    autoriso as despezas Sala das commissoes, l"J de nu-
    uibro de 1846.Ptnlpdi Mmridn.- l.uiz Roma ii
    Sao lidos na mesa, juagados Objeclo de deliheraco, c
    mandados Imprimir, o pi ojelo c o parecer seminales :
    n A commissao de la/onda o or.menlo, alteiuleiulo ao
    ano representarlo o arrematante c fiador do Imposto de
    ous mil ris por caliera *l, gado eo o sumido no luimiiM-
    jdo deOolanua,no trieoniode IMi a 1843,he deparo er,
    que OS peticionarios nao podom ser obrigados ao paga-
    mento de toda aquanlia, por (|iie arrcuialru esto im-
    posto, visto que, por acto legislativo desta assemlila,
    posterior a essa ariematacan, foi desligada dosse muni-
    cipio a freguezia da I aqiiara, fleando por isso os peticio-
    naria*, para a arrecada o do imposto, com um con-
    sumo inferior aquello, cora que conliirao, oque servio
    de base ao proco d'arremalaro : o como este caso nao he,
    e n..... pode ser daquelles, a que a I, i siilijeila os arre
    matantes dos iinpostos, a commissao julga por isso, que
    se de io COfeoeder aos pelicionanosuni abato; o,por mi
    se conformar com o que foi den otado na le do ore inien-
    lo vigente, propoe a segulnte resohtcSo, que tem a hon-
    ra de ollerocer a ( sla as-, niblea: ,
    " AassiMiiblia legislativa provincial de Pernainbuco
    resolve:
    ii Artigo 1. Fica concedido ao arrematante do impos-
    to de 2*000 rs. por cabeca de gado consumido no muni-
    cipio dcGoianna, no Iriennio de I8I a 1843, o abate da
    quinta parte da quantia, por que foi arrematado este im-
    posto.
    ii Art. 2. Ficao revogadas todas asdisposicesem con-
    trario.
    Paro d'asscmbla legislativa provincial, 12 de outu-
    bro de 1846. J. P. da Silva. l'ri.rnlii de Wri/0.
    Entra om diseussao o parecer adiado dasessao ante-
    rior, acerca do requerlmento do padre Jos Marinho
    Falco Padilha. (Vidc Dirrio n. 228, sessao de 10 do cr-
    reme.)
    O Sr. NlUa : Sr. presidente, nao posso approvar o
    parecer, que se disculo; uo porque, como membruda
    commissao de instruirn publica, entenda dever rata es-
    quivar-so a dar sen parecer sobre qualqiier Irabalho,
    que porvenlura Ihe possa conipelir ; mas, porque me
    parece, que estas declinatorias nSo devera ser aduilttt-
    das, sobro tudo na especie prsenle.
    I) peticionario! padre Jos Marinho, pede, que se Ihe
    repare a iiijilslica, quejulga ter sollrido ua parte rela-
    11 \ i es leus v.....iniciaos : ora, que lem osla protencao
    Cpm a coininisso de inslruero publica ? Se a coiHinis-
    so de potioiies uo lie a ooiupetenle para tratar destes
    negocios, pira dar um parecer asen respeilo, nao sei
    qual soja i materia de sua attrlbuicao, nein o que ella
    pude fa/er; porque, se se tratar de despozas,dir a com-
    IllissO dopoluoes- reiiielta-se a couiinissao de con-
    las se se lala da prole nrao do mu profossor, res-
    pniide a eomuiissu de pctii,ocs oa compel' a coininisso
    de insliuevaii publica ; a final redn/-se seu irabalho
    a dar aos reipieiiinentos o mesiiin destino, que o Sr. I.*
    selretario Ihes deve dar. pelo regiment da casa.
    \liiu disto, Sr. pie side ule,'he esljio da casa, que.
    [Uando qualquer negocio he dirigido a una commissao,
    ella InterpOe acerca dclle sen paarcer, porque tantas ha-
    bililacc.es leein umas como nutras, para conhecer de
    quaesquer negocios, que Ibes sao subineuldos, esobre
    os qiiael lodos lomos de volar. Citarel UIU exeniplo, que
    me parece congenilo, occorrido esle auno na cmara dos
    deputados geraes; tratava-se de um parecer da coui-
    inissaii, nao digo Inin, ti 'aiav,i-se de um ollicio, dirigi-
    do pela cmara municipal do Hecife ao secretario da
    ainira deis depnlados, a respeilo do Seulior viseon-
    dc de Goianna, cujo officio acompannava o diploma
    desse uiesmo deputado ; suppux eu e dutro meinbrn
    da casa que acamara municipal se tinha excedido,
    oiisando injuriar a um dos poderes do estado e era
    necessarlo, que esse negocio fosse siihmctiido a una
    e.....mlssao, para o apreciar ; c a competente para isio
    me parecco a de justii a criminal ; purni oulros depu-
    tados nppo'iro-sc, di/enilo, que, sendo os papis re-
    mcltidos a coimnissao de constitUicSo, esla nao era s
    encarregada de dar o seu parecer a respeito dos poderes
    dos deputados, inaaosobve toda e qualquer questao, que
    podesse resultar daquelles documentos : assiin se ven-
    i eo, e a coiumisso de poderes leo o seu parecer a res-
    peito dos poderes, o da ouira material que me pareca
    impelir a comuiisso do jiislira criminal. Ora, este
    e.xeniplo parecc-ine, que lem pandado com o objeclo.
    que nos oeeupa....
    O Viltfla Tavartl ; -- Nao lera inuita.
    O Orador : Nao lein !
    () Sr. ViUela Tarares : Apello para a couscicucia do
    nublo deputado...
    0Orador : -- A ininha consciencia est to pura, como
    pode eslar a de qualquer nutro; eucitoi oexcmplode
    nina eomiiiissao de pode res, que foi obrigada, em iden-
    lie as ein umslaneias, a Halar de nina malcra, que era
    da abada da de J US tica criminal ; esle negocio foi assiin
    decidido.
    OSr. filelaTarares : -- He negocio estrauho da ma-
    teria suhjcila.
    0 Orador: --Eu eutendo, que as commissoes estn
    habilitadas pava tratar das materias, que Ibc sosub-
    mettldas, eassevero ao nolire deputado, que a ininha
    consciencia esl couforine com o que acabo de diier, e
    seuipre esti de accordo com as iniuhas palavras: mas,
    Sr presidente, seoexeuiplo canee de pandado, eu al-
    inda BSsilll elirei, que a coniliiissu de petiroes nao tinha
    rasan para declinar de si aquillo, que, pela lettra c es-
    pirito do regiment, ibe pertence,
    i'iala-so da pelirao de un cidado, que se dit oRendi-
    do em seu dueito;islo nao lie, por corto, objeclo de ins-
    trueeo publica ; nao se traa de cslabeleciincnlos lit-
    ten.....s, inin do eiisino da inocidadc, ou de cousa, que
    tciilia a menor n l.u n eom a instrncen publica ; como,
    po s, a ceiuuuissaii de pelircies se declara incompetente
    paia dar siMipaieeer a respeilo .' Nao sei, c por isso voto
    contra o parecer, o proponho que elle volte a commis-
    sao, para dar sua opiniao definitiva sobre a prcteucao
    do peticionarlo.
    La-te na mesa o seguintc requorimento :
    1 Volte O roquoriuiontn ii coiumisso de peliroes para
    dar sen parecer sobre elle. -- .Vello.
    Apoiado, entra ein diseussao.
    '/ Sr L'atirui :~Sr. presidente, nao foi o desojo de exi-
    mii--e ao iraballio quein nioveo a conunisso de peli-
    lieos a dar o pare coi, que ora so disi ule ; foi simo jul-
    ;ar-seella iiiooinpetenie para oiiutlir a sua opiniao so-
    bro una materia excntrica das suas attribulooea.
    Sr. presidente, o regiment da caa, que lera estabe-
    lecido a ordem dos nossos trabalhos, deierminou no ar-
    ligo 30, que honvesseiii eoiuniissoes perinanenles, por
    quein se disli ibuissiiii os iiiesiuus Irabalhos, para que
    iiao |i lassein inais sobre uus, duque sobre oiilrni....
    O Sr Alendes da (unha : Esta muito justificada a
    commissao de petl( B< i
    O Orador ... e a Ion de que deputados nao entendi-
    dos n'uma materia nao dessem pareceres sobre nego-
    cios, de que uo linho conhecimentns: por exemplo,
    i coiumisso depetlcoes ara requerlinento de um
    arrematante de estradas,pedindo iiidemnisaciiodoprc-
    jui/.o, que sollreoeni urna arreinataco, quefei ; por-
    M mura a coiumisso de prlicocs. que nao lein uotict*
    alguma de obras publicas, podia dar com acert o seu
    parecer a respeito ? Nao ; porque a conunisso propria
    he a de obras publicas : e por isso devia dar o seu pare-
    cr, declinando para aquella coiumisso, que he a com-
    petente.
    Sr. presidente, nos sabemos, que muilos negocios
    veein a esta easa, das cmaras municipacs, mas tam-
    bein sabemos, que nein lodos ellesdizem respeilo a pos-
    turas ; o que cuinpre a conunisso de posturas obrar em
    lal caso ? Enlcndo, que deve declinar para a coiumisso
    respe -oliva. A oaniara municipal de Iguarass pede a
    cimslruico de nina ponte, que facilite a communica-
    liin entre a illi i de liamarac e o continente : a cmara
    do Pao-do-Albo pede igiialmcnle a eqnsirucco de duas
    pontos nos riachos, que corto a villa do inesmo nome.
    assim como, que se lome ni providencias sobre urna bar-
    reira particular, estabelecida antes da malta de S.-Joao i
    i
    I MUTILADO
    fatn


    u
    pergnnto fu, se r porventura a coinmissao dai postu- i O Orador : Sr m'o contf Jlinfnj, pcrdilo o fu tem-
    rns a comprimir para rmltllr o sru juizo .terrea deslri po, pon|iir hayia de faf-lo lempre : nao poda, por-
    olijrrtos ? Parrrr, <|iir nao Hr vrrdadr, qur qualqurr tanto, esperar, qur o nobrr drputado mequizesse accu-
    Sr. drputado pode d ir sut opini.o sobre materias desta str dr approv.tr aqu jmenle o qur faco, ou faiem o
    ordrm ; pode mrsinoaprrsrnlar mn projrclo sobrr es- meus admiradores, qu.tndo sou uin dos deputado mais
    indis, pon les. ele ; mas,-quando sr subjrita a tuna esteris nesta casa, e qur tnrnns proirelos aprrsrnlao,
    comiiiisSo. nao drvr ser nutra seno adcobras publi- rslrrilidadr esta, qur eonfrsso, r hr filha da poucaenn-
    cas. s'gundo oartgo 35do rrglmrnto..... Aloca, que frutio nos inrus talemos, e dr mintia inca-
    0 Sr S'riln: Itr-tia; vamos agora .1pplic.19.io i < spe- pieidadc. all* muito reconhecida ; nao dr boje, nao
    ce, dr qur sr trata.
    O Orador : Ku peco ao nobre drputado, qur niio me
    atroprllr com os sctis rtescontpissados aparte, para nao
    pns-armos prln desgnstn dr vrrinos rrprtidas as sernas
    deste auno, qur tivr a honra dr assrmar-mr na ms.i
    rom o nobre drputado, mas drsdr muitos aunos, qu
    sou nirmbro dr lia, trnho approvado tanta cousa, que
    nao sri como o nobre drputado jolgou drvrr lancar-mc
    do dia 9 do'rorrrntr : ru srl. qur as minhas prnposlces, anda cise odioso, alm dr tantos outros, qur justa ouln-
    por muito ajustadas qur srj.o, n.o podrm agradar ao jusiaiurnte prso sobrr mim. ----- .
    nobrr drputado ; basta nao partirrin dr si nu dr srus Parrcr-mr, Sr. prrsidrntr, trr mostrado comportada- f"^.*?,, ''_...
    - mrntt r com alguma clama a rallo, que trnho para '"
    rntrndrr, qnr o parrerr nao drvr srr approvado : troti-
    ne o rxemplo da cmara d'is drputados, qur me parc-
    cro concludrntr, mas o mru amigo, qur se asseuta no
    lado opposto, disse, qur careca dr paridade, porque all.
    admiradores : portanto, prca a palavra, e responda aos
    jnem argumentos
    OSr. titilo:-- Apoiado.. valha-me tuna rajada das
    do Sr Mendrs, daqurllas meseras.
    O Orador .frontiiiuandn): (lia, assim como a coin-
    missao de posturas nao he a comprimir para dar o sru srudo a nrgorio subinrttido coininissao de constitu
    parecer sobrr os objrctns, dr qur traliio os rxrmplos ci- cao, rila dro o sru parrerr cerc.t da quesillo principal e
    tados, assim lamhrmsr jnlgou incomprtriite a coinnns-
    sin dr prllcVs para rmiltira stiaopitiio acerca do rr-
    qurrimrnto do profror dr um rstahrlrrmriito sclen-
    tifico, drrlinaiido-o para a coinuiissao de instrurcao pu-
    blica, E dr mtis, .1 cotnmisso de petiedrs com o cu
    parecer sequo os precedentes da casa : o professer de
    primeras Iritras de N.-S.- Io-0' reclainou mu quintil a-
    livo para aliignrrrs dr casa, iut prtco foi rnnrllida a
    comniiss.o dr instriiccao publica; o profrssor do Pao-
    do-Allio prdo augmento dr ordrnado, arguinrnt.iiido
    comalridr 10 de junho del8<7, sua prlicln fol lani-
    licn a cointiiissao dr in-lrurcao publica : e porque ?
    Porque a coinmissao dr instrurcao publica hr a compe-
    trntrpara conhecer das habilitacdes drssrs profrssorrs,
    edijuslica dr su.ts prrtcncdr, rlc. : portanto, Iruho
    ui'isiiuln. j. rom o rrgimrntn r mrsiiio com os rstylos
    da casa, nu como a coiinniss 1 dr prlicr proceden fin
    regra, declinando a prticao do profrssor dr rlu-lorica
    para a coinniissao dr instrurcao publica, a quein com-
    prtr dar o sru parrerr sobrr o qur allega o mrsmo pro-
    l'essor : rntretanto, pnssn, em nome dos inrus co npa-
    nhriros, mrinbros dacominisso dr prticrs. assrgurar
    a east, qur nao nos rrciisarruios a dar qualqurr parr-
    err sobrr as material, que emndennos srr da nossa
    competencia, ciiinprindo assim com o rrgimrnto. Voto
    i'ontra orrqurrliurnto r a favor do parrerr.
    OSr. filela Taeare: Sruhor presidente, ped a pa-
    lavra para dizer inulto poiico.
    O nobre deputado parece, que se agastou de alpuuiti
    manflra. ...
    OSr. Sello. Niio Senhor, afianco-lhe, que me nao
    .igutrl.
    O Orador: Parecro-mr, qur o nobrr drputado sr
    agsstou rom mn apartr, qur Ihe dei, quando apiilrl da
    sua argiimrntacao pira sua inlclligeiiria, para sua con-
    scicnci.i; as minhas palavras niio drvifio ull'ender 0110-
    brr drputado, porque elle sabe o concrlto, qur faco, da
    suacapac-lcladr, r boas intcncdfs.a amizadr, qur lliojtr
    nho ; f por sso drvra olliar mais para o meii julio. Ha
    que para as palavras. E de m.tis, Seubores, hf inistrr nao
    serios tao susrrptivris, porqur. do contrario, serrinos
    obrigados a rscolhrr termos e palavriuh.is, para arrrd.tr
    qualqurr snspeita de ullcnsa, e nisto gustaramos muito
    Ir tupo srm provrito.
    0 nobrr drputado qtilz rstubrlrccr .1 parid.tdr rntrr o
    negocio do Sr viscondr dr Goiaiuri roartual; mas pr-
    So licenca para discordar da sua npiniiio: a li tratara se
    r uint CBinmissn dar osen parecer acerca dt legali
    dade do diploma do Sr. viscondr dr Onianiia, mas rssr
    diploma rstava cobrilo com um ollicio di cmara 11111-
    niripal desta eidadr, rqur continba palavras, qur, nu
    verdade, erao cill'ensivas, insultos mrsiiio violentos, fri-
    tos acamara dos Sis. ileputadns.....
    OSr. Nunn Mneh'idn: Hr preciso diier, que a c-
    mara despiriuu rssrs insultos.
    (JOrarfor: Hr vrid idr ; mas, romo ia dizrndo, sus-
    citou-sr qursto arrrea da comniissfio, quein drvia srr
    rruii'ttido aqurllr oftirio, r a coinmissao decidi, que
    t'osse mesma coinmissao dr constituicftn qur rsta com-
    missao devia dar o sru parrerr sobrr 11 diploma, e entilo
    avaliar do nfltaio da cunara municipal mas qur par-
    d.nle (em isto rom o caso, qur sr il 11.1 actualid.idr, qur
    diz respeilo a um individuo, que rrquer augmrntu dr
    nnlrnado, 011 rxrcucao de una lei ? Kste requriilliento
    foi remetliilo rommissao dr pelicors; rssa coinmltaSo
    rntrndro, qur devia drcliii.tr ile si rssa decis.o, por nao
    radiar coinpetrntr para da-la; rntendo, que ilecliunu
    mal, porque niio hr a rouimisso de instruccao publica a
    eomprtrntr para conhrcrr da materia rin nnelo, mas
    un a rommissao dr ordenados, r talvrz a dr.lrgi-.lac.to;
    nins ipiid indr? Ma alguma parid.tdr entre ocaso vrr-
    Ifiitr f o citado prlo nobrr depiilado, eque tevr lugar
    na rainara temporaria? F.u cuido, que mo.
    Nao concordo com o nobre deputado na parte, em que
    en'.ende, que as coinmissiVs siio todas aptas para co--
    nhrcrrfiu dequarsqurr negocios, que sr Ibrs.tpresen-
    trm; porquaiilo um negocio, por rxemplo, ile estalistica
    pode srr rrmettldu a nina coiiiinlsn.to extrauha mate-
    ria, v. g. de obras publicas, ou de cuntas, 'c drsprzas
    proviiiciars? E quando o urja, hr curial, qur rssa eom-
    nussao di parrerr sobrr o assuniplo? Orlo, nao pode
    drixar dr drclinar para outra. porqur o nrgoeio na 1 be
    de sua competencia; porquanto, desde que a casa da o
    en voto aos ineuibrus das rommissoes, prcstiinr se, qui
    aju7J da rapad ladr dr cada um driles para aqurllr ra-
    mo rsprcial, de qur se trata.
    Aqu rst, pois, a rasSo, por qur nao aehri rssa grandr
    paridadf na argummlaco aprrsrnlada prlo nobrr dr-
    putado : nada mais dirrl, inrsmo porque o negocio nao
    me parece de tanta importancia, que deva oceupar por
    mais lempo a casa.
    O Sr. Arito:--Sr. presidente, eu nao d-va mais con-
    tinuar nesta discussao ; porqur, tciido-r o nobrr di-
    putado oflrndido, s por Ihr prdir, qur applicassr es-
    pecie vertrnle o que julgou convrnirntr di/.er, o qur
    surcrdrr, se continuar na inipugiiaco do parren, r
    mrtter-nie a responder an aeu discurso ? Se o apartr
    mais modrrado, mais compaundo, que tenho visto, ar-
    rancoii Ihe a desabrida rrsposla, que me deo, o c|ue
    ser de mim, se ousar einprehrnilrr a rclui.1c.10 dr
    cada mn dr srus argumentos, r insistir na sustrutaco
    da rinrnda, que mandri mesa ?
    Ja vejo, que estou perdido ; mas, como nunca me
    considere! n'um Irito dr rosas, r costmno adiar uestes
    bancos as grrlhas dr S. Lnurrnco, he ferroso, que car-
    regue o grave peso da indignacao do nobrr drputado.
    No rxrrcicio df minhas funrers Irgislativas, sdr-
    srjo, como todos os inrus amigos e couipaulieiros, pro-
    mover o bem da provincia, que me elegeo, r nunca
    tive un vista srn.to os intrrrsses da inlnha provincia,
    que procuro seuipre sustentar, enipregando sempre
    para isso os mfus fracos recursos, na melhor f do
    inundo. As questes mais ou ir.enos drsagadatis,
    r^tf BfiT TCt!lr3 *CS*30 OCCOrrer, "> llllpailas neb, nn-
    bheo; mas peco' aos meiis nobres companheiros, que
    reconheco, nue eu nao tenho o menor drsrjo dr faltar
    qualqurr das minhas obrlgacrs, qurr como hoiurm,
    qurr -orno mrnibro drsta casa ; c uina d.stas obriga-
    Crs, Sr. presidente, he, no mru concrlto, a de mani-
    festar con. franqueza e lealdade as rasoej, qur tiver
    para anolar 011 rrjritar qualqurr nirdida, subinrttrn
    do-a labrdoria da casa, que sobre ellas tem de pro-
    uuuciar-ae.
    Sr. presidente. reOectindo sobrr mim inesino, emen-
    do, qur niio hr possivel, por nnus recursos, nem pelos
    meus poucos anuos, qur ru tenha Ji admiradores ;
    quein me drra, que me ru podrsse considerar 11a possi-
    bilidadede os ter, porque assim lisongearia, aluda que
    por momentos, a miiiha in11g111.19.10 I mas reronbe^o-
    mr tanto, que inr nao posso apavonar com risas Idrlas,
    qnand rrUieto na di-bilidade dos meus recursos, e n 1
    concurrencia do nobre drputado Mas, te nao posso
    xpirar tamaita vrutura, ao turnos mr parrer, que o
    nobrr deputado mr nao negar o dirrito derx.iniinar
    osseiu trabalhos nesta casa, e coiubater suas ideias....
    OSr, Cabra! -. Mnguem Ihe contesta cite dlreito.
    locado na capital de urna provincia, e lobretudo de urna
    provincia como a nossa, podene com regularidade tra-
    tar, activar a cobranca doi dinheiroi pblicos, com-
    pcllindo os devedores ao efifectivo pagamento, porque a
    rxtrnsao do trrritorio he urna dilfculdade immrnsa :
    e portanto, he obvio, que nao se deve augmentar esse
    inconveniente, sobrecarregando-ie mais o jnir como
    conheciinrnto rjulgamrnlo das causal da fatenda pro-
    vincial; e assim concordar-ic-hacoinmlgo, que he mili-
    to conveniente, necessaria e urgente a separacao destas
    causa para outrojuiz; e,d'a,iui ja ve.n os nobres de-
    pfttadoi, que nao estou fallando contra o projecto, co-
    mo aqu ao p de mim ouvi diser. _____
    Sr. presidente, niio quero argumentar agora com ai
    dlfficuldadci, que Umbem possao provlr da falla de
    cumpriineuto dos deveres de rada um dos
    nue entrao no processo e julgainenlo dei-
    ,S .....m nisto: redro-ine smente a lin-
    de cilin-
    da queitlo secundaria; mas isto hr justamente o qur nos
    oceup.t: da possibllidade matrrial dr podrrmas dar um
    parecer niio sr trata, trata-sr da possibllidadr moral, e
    he precisamrnte rsta, que o nobrr mruibro da enm-
    ntissao de petleAM contrsla. Dlssr-sr# qur rile he o rs-
    tylo da casa : no caso de ser, he mo estylo, e nao tc-
    111 is obrigac.to de segui-lo.
    Senhores, a dlrrcco dos negocios para as diferentes
    rommissrs, nao hr arbitraria ; ella tfin a approvafao
    tacita di casa, porque a mesa declara -- vou mandara
    comuiissn tal r as vrzri nos nos opponios.di/.endo ;
    rssa coinmissao nao hr a proprla para dar rssr parreer
    ; logo, a casa approva tacita ou rxprrssamrnte a
    di rerjao drssrs negocios; logo, ascoininissoes leein mo
    ramenle obrigacao de tralarrm daquilln, que Ihe he in-
    riimbido. Mas o nobrr drputado inrinbro da cominis-
    sao ritnu mis poucos dr rxrmplos. (que dero lugar ao
    tal aparte deiromnaiiado) para mosUar, qur rile mesino
    ir tem dsto na neeessidade de declinar de certos nego-
    cios, por niio serrn da comprmela da coinmissao, a
    vista do regiment: mas no mrsmo regimentlo nobre
    deputado vio, que a coinmissao de posturas nao he s
    de posturas, he tainbem dr negocios das cmaras; e
    sendo aponte, que referi, frilt a expensas da cmara,
    era a coininissao dr cmaras inuuicipaes a competente
    ptraapreri.tr a conveniencia da obra, com excluso da
    rommissao dr obras publicas : cilou taiubrin rxrmplos
    da cunara do P.io-do-Alho, r dr outras mais, cuja ap-
    plicaco niio pude comprchrndrr, srm duvlda por cau-
    sa da rrspost.t mais qur muito desabrida, que dro o no-
    brr d- pillado ao mru aparte detcnmuaiiado.
    Eu rsprrava. qur o nobrr drputado mostrassr, que
    0 padre Marinho prdio una densas cuusas, que nao no-
    dulo ser decididas pela coinmissao de pelieoes, para cu-
    tio avaliar o areiinirnlo, nue fl!e inrsmo quli tirar do
    procedimento da commissiiu de initTUCCio publica ; eli-
    jo precedente, alias, he inteiramente contraria i opi-
    iiiiio do nobre deputado : mas anda estou espera des-
    sa drmonstraciio ; r, para qur uo escape, rogo comuai-
    sfii/'iinrnfr.tii nolirr drputado. que, quando fallar pela se-
    gunda ves, moslrr com a rvidrnela, que Ihr hr propria,
    qnr com rll'eilo esiamos n'uiii caso drstrs, qur o padrr
    pedio providencias excntricas das allribuicdcs da coin-
    missao de petiedes: se o fuer, como devo esperar.... eu
    Ihe perdoare o .-tcs.abriuif uto, com que acaba de tratar-
    me tao injustamente.
    O Sr. lUrndei da Canha : K se o nao fuer?
    O Orador: Tambrm Ihe prrdiVi; deixando a appli-
    c.n in da pena para qiirui dr dirrito fr.
    Alguns rrqurrimriitus, dsse o nobre deputado, so-
    bre augmento de ordenados de professores de priiurlras
    ledras, torio mandados couiiiiss.io dr InltruCcIo pu-
    blci, r nao de ordenado! he verdade sto, mas rrs-
    poudrrri agora compi.ttdrfiimmtf ao nobrr drpulado, ipir
    a coinmissao de iustrucciio, apezar disso, dco seu pa-
    recer.
    OSr. Cabra!: Iiicomprtentemrnlr.
    O Orador : Mas o nobre deputado, que niio he dos
    mrut admiradnre, appiovoil com seu vol esse mru tra-
    balho, com o que mullo mr lisongeou ; r se o prece-
    dente serve, lie para mostrar, qur a coimuissio de pe-
    tiedrs devia fuer outro tanto com o lequeriineulo do
    padre Marinho.
    W presidente, os apartes, ro|u qur rmbira o nobre
    deputado, s.o tndiipeoiavcll nos paiiameutos ; s ve-
    ei valeiu grandes discursos, c sto se prova com o fic-
    to de seren consl iiileineiite tolerados; nao promrtto,
    pois, deixar de os dar; mas aflirmoa V. Exc, que, da-
    1111 por di inte, sobre todo na occasio, em qur fallar o
    nobre deputado, procurarei o roinpuMO uiaisadagio.qur
    possa havrr, as ligiuas as mais gravrs, i|ue fxljlu a
    uiaior demora, afim de agradar ao nobre deputado, que
    tirhou-me de descuinp issado.
    Agora, permitta-me V. E.xc, que, tambem enmpnrsa-
    dimtntr, retire o mru rrqiirrimrnto, para mostrar ao no-
    bre d.-pulido, qur com ell'eilo, apelar do parecer nio
    ser obra miulia, iirin dos meus admiradores, eu oap-
    provo
    A asseinbla comente, que o Sr. drputado retire o
    sru rrqiirriiuciito, e em seguida rrjrita o parecer da
    coinmissao.
    tas causas; nao entro nilto; reflro-me
    possibillda le, em que e possa achar tata, de cuin-
    nrlr rsirs srus drvrrrs, isto he. hnpossibilidade physi-
    ca resultante da muluplicidade dos processo e longi-
    tude dos lugares, que com ellrito fa com que os nego-
    cios pblicos, por esta parte, nao sejao tratados com a-
    iiiifa prstela e regularidade, que as conveniencias
    exigeiii; portanto, jase v, que he da maior co.ivein-
    encla. que ha toda a rasao, para que. ja .pie nao pode-
    mos diminuir as longitudes, ao menos dliuiiiiiamo o
    trabalho, tirando aojul a aceumulacao dos fritos da
    fazrnda provincial, e passemos essas altnbuicofi para
    una outra auturidade. que, em consequencia de menos
    trabalho, possa inelhornieute deiempenha-las.
    ina, nao cria cousa nova, escolhe, entre o que j exis-
    te, una entldade, a quein confere a faculdade de co-
    nhecer das causas provinciar.
    O Sr. IT1U0: Um juiz do crline nSo pode julgar
    em causas civfll.
    O Orador: A nometcao, Sr. presidente, he quein.
    reveitr o individuo do carcter de empregado publico,
    mal nos nao nomf ainoi a ningiiein. 1 irgnnda vara crime
    j rxstr errada por uint lei grral ; smentr por este
    projecto se Ihe traspassa o conheciinentodas causas pro-
    vincites, segundo as mesillas regras do proersso fsta-
    belecldo ; e Isto nao he novo, porque a mesma le d,,
    Arracao dos juliei doi fritos dfslgnou os iiises do cri-
    iie para substitutos daqurlle: logo nao he uina cousa
    nova : a resprito dos julzrs doscivrl as assnnblras treui
    determinad 1 estas siibsiituiffies, r at os prrsdnntes o
    term frito ; e por certo ningurin dir, que o presidente
    confere a faculdade de julgar nlngnein ; Na faculdade
    est.i impressa, est inherente qutlidade, que o Indi-
    viduo ja tem, de maglstado, fin vlrtiidc da noineaciio
    iinpei-ial. e em conformidade coin a constltulcao : logo,
    assim como aliis geraes deisgno julgadores para co-
    uliecer das causas geraes, no* podemos fazer o mesuio
    com relacao aos taterenes provinei.tes.
    OSr.Netlo: Os interesses provlnciaes csto identi-
    ficados coiubs inteesses nacionars.
    O Orador : Por comrgiiintr o projecto pode paliar
    niesuio na parte, em que designa, ou esrolhr.rntre
    entidadrs rxlstrnte, uint em quein apena deposita o
    cnnherlinentoda causas da fazrnda provincial; porque
    essa disposlcao nada encontra em contrario.
    attribuicdrs, que otieiidrm os princip
    nars; mas a mim, Sr. presidente, na qualldade de de-
    putado provincial, nao cabe scuao accc.tar o tacto, vis-
    to que os poderes do estado r .1 nacao teem nelle con-
    sentido ; por consequencia, devo receber como legi-
    tima urna tal instiluicao, inesnio porque sustentar o
    co-itrario nao vem para o meu caso.
    Sr presidente, eu lerei a lei. quecreou os juizesdos
    fritos cconi ella provarel ao nobre deputado, que, le
    abuso se pode considerar o meu projecto. abuso existe
    no ractodosactuaesjuies dos felloi da fazendt nacio-
    nal chaniarem a si c terem-se arrogado o conheclmen-
    to das causas de fazrnda provincial, que a lei geral em
    nenhuma psrte Ihrs concede.
    Sr. presidente, a le est aqu e
    eid
    lecSo. elimo se v no acloaddicional, que, quando trata
    dr objrctosdr fateuda, exprune-sc: fazrnda nacional
    e [menda provincial.
    JmSr. Depilado. Mas nacional coinprchende am-
    bas as especies.
    O Orador: Nao, Sr ; he muito difterente: entendeo-
    sr, por una lllaccao, para a qual eu nao acho um fun-
    damento, que, urna vez que aquelle juiz couhecia das
    causas grrars, drvia taiubrn conhrcrr das provlnciaes,
    porque at uin certo ponto, quer uina qur otra cousa
    respe)ta aos interesses publico; e mrsmo por una qua-
    si nrcessldade, vislo que alguem havia de conhecer
    deltas.
    g'
    OIDEM no DU,
    Prmrirn diicuno dnprojeclo n. 19. (Vlde Diario n.*227.
    sesso de 9 do corrente)
    OSr. Mendrt dn Cunlm recmihece a utilidade do pro-
    jecto, porriiirnlrndr, qur nao pude ser approvado, por
    ,'st.u persuadido, que as atlribjicrs daassriublra nao
    cibeo legislar acerca da materia, que faz o sru objeclo ;
    api c-iiit 1 as rasOei, por qur aeha o projrclo ulil.r as qur
    o Irvo a repular a assemblea ncoiiipelrntr para se oc-
    eupar drlle; prde irr esclarecido, r termina, declaran-
    do, nur. sr o hir, drr sru voto ao projrclo.
    OSr. .Vunrj Machado : Sr. prrsidrntr, ru aprnas vou
    fallar para dars rasAei >lo mru prucrdiinrulo, otl'err-
    cendu o projrcto, qur sr discute, r srm a iirt-tencao dr
    l.ttisfazrr .10 nobrr deputado, que acaba de sentar-sr,
    cuja inlelligencia nao precisa ser esclarecida por quaes-
    uer 1 isi'ics, que porveutura ru possa apre-enlar em
    ivor do projrcto, sobretudo em primelia discussao,
    Senhores, Indos rslo beiu certos, qur eu sou daquel-
    les hoiuens, que nao leein refolhos, sou multo franco, e
    todos os das repito ao publico o ju/o, que formo de
    iitiiti inesnio ; nunca tenho a prrsumpco de mr consi-
    tle .11 coi circutiistancias de poder servir para cousa al-
    guma : portantn, jd se v, que cu nao posso convencer
    ao nobre drputado.
    Senhores, ru din ido, que se possa contestar a utlli-
    dadr do projrcto.
    tli'r. Mendei da Canha : J me vou convencendo.
    O Orador: Duvido, Sr. prrsidrntr, que quein conhe-
    ce o estado pouco favoravel. que lem chegado a arre-
    c;i(l o. .10 dos dinheiros pblicos, se abalance a dizer, que
    esse ramo de servido publico, tornando melhor a arrr-
    cnl.ii io, c elfecliva a c .inane, 1 das dividas da provincial
    cuja falta he para nos uin escolho insuperavel esclito,
    em que lodosos das naufragoaas uielhores conccpcei.
    os melhores planos, os inelhures desrjo dr propr mr-
    did.ts, que tendo a elevar a provincia ao estado de en-
    srandecimento a que tem dlreito, c para que tem
    torca.
    Sr. prriidente, o juizo dos fritos da fazenda foi errado
    por uina iri grral, mal srm umita altrncao s circuuis-
    tanclas particulares r locars de cada uina provincia ;
    e escapou ao legislador attender, que era pouco um
    juiz para conhecer das causas da fazenda, por la na-
    turrz.t morolas, j pela reluctancia, que teem 01 de-
    vedores. de satisfacer suas dividas, porque erradamen-
    te se entende, nue drvrr a fateuda he nao devera
    ninguno, olliaiido-se como um acto de insolencia c de
    orea a iiuposiciio doi tributo, all Justillcada pelas
    necessldades publicas ; e j pelas grande distancia,,
    qur milita* vezes iuutiliso os melhores drsrjos da par-
    le dos encarregados da cobranza; escapou, digo, Sr. pre-
    II__________________^. m J! n j.ArtJlflllPAP fWI.lt Abd* ***_ --_!
    Sr. presidente, consulte o nobre deputado a nossa le-
    ..llaeio, que nu multas parlrs ha dr achar o lermona-
    cinnal empregado leiu rela9o elrcumstancla pro
    vinciaes. .
    O Sr. Harbalho llchoa.: Ao nobre deputado he, que
    compele a prova
    OOrador: Eu sei.que, em geral, oque he nacional
    he provincial, e vice-versa ; ei, que a provincia est 110
    imperio, mas, politicamente fallando, o que he pro-
    vincial nao he grral : a lei, quando falla dos pioprio
    nicinnies, exclue o provlnciaes ; siio cousas ditlincta,
    e sendo llo aniin, he certo, qur da Iri, qur errou o
    juizo privativo para os fritos da fazrnda nacional, nao
    sr po 11.10 tirar rasrs para se Ihe dar o conheciiuento
    das causas provinclaei
    Senhor presidente, ru nao lomare! a meu cargo juili-
    ficar aluda agora o dlreito, com que aissenililcigei.il
    iiitrrprrloii o neto addieional; ene dirrito est escripto
    no meiino acto adJicioaal, e eu entendo, qur nao ha ln-
    trrprrtac.o, qur litio traga comsigo, 011 amplla(o, ou
    reslrlcc.io da cousa interpretada: do contrario, nao sel
    deque serve a Interprelaclo.
    Senhor prrsidrntr, o nobre deputado sabe, que a as-
    semblea provincial pode legislar sobre a decretacao de
    i nipos tos c su.1 arrecada.to: ora, este artigo, como se
    dlsse. nao fol interpretado ; por consegiiinle devinins
    estar pela sua Irttra, r rntrnd-lo sem nriihuma rrstric-
    cao. com todos os srus corollarios, consripirncias, qur
    nao poden ser outras senao lerem as assemblas pro-
    vlnciaes direito de estabelecer regras para arrecadaco
    das rendas di provincia cuino meio para conseguir o lini,
    011 essas regras digao resprito aos uirio liscars jiropria-
    inente ditos, ouaos meio judiclariosj attrlbuifo, a que
    a Ir) interpretativa velo dar muito maior forca, como e
    rrconlircrr.i. Irndo-sr o ai t. 2.0, qur, se bem explique,
    que a faculdade dr errar csiippriinireniprrgos rrfere-se
    dente .10 numero c nao sut nalurrta c attrlbuicors,
    todava accrescenta quando foreiu relativas a objectos,
    sobre os quaes as assemblas provinciaes nao possao le-
    gislar-; mas essas assemblas podrm, rm virludr do
    7 to art. 4u, legislar sobre imposto! e sua arrecadaco;
    logo podentdecretarol melos para conseguir csse m.se-
    jo deque natureza forem.oii propriainritlr liscars ou ju-
    dieiae e outra cousa eu uo propouho,en uiioaconselho
    cmara lio meu projecto ; podeudo anda ir a mais e
    acuiiselhar a creaco d'uiu juio especial.
    Eu disse ao nobre deputado, que tlnha esta ideia,
    que apellava para a discussao, alim de me esclarecer
    melhor, r fazer alguma alteraco, insiituindo uin juino
    especial, segundo mr parrer, que nos autorlsa o artigo
    da lei interpretativa, que smente limita a faculdade de
    legislar, qur temos, quando for em material sobre as
    qu es nao podemos legislar.
    Sr. presidente, o nobre deputado deve recorrer ao
    espirito dacoustituico, ndole do nosso syitema, para
    entender o acto addieional lio sentido poltico, e cutan
    adiar, que, havendo outr'ora interesses de una s na-
    lurrta, hojr rxlste uina separacao e difterenca entre
    interesses geraes e da unio, e interesse particulares c
    provinciaes, havendo a resprito drstrs urna certa inde-
    pendencia eexeentrieidadr : dos interesses gei aes cui-
    da a asseinlda grral ; o provinciaes nos eslao directa-
    mente couados, c sobre elles podemos legislar com
    toda a ampliltiile, sem outras regras e liinitaces, que
    aquellas do acto addieional. Portanto, comoq
    os Mus quer o lucios, nao se nos pode negar o
    de designar os instrumentes, com que devenios fazer
    essa arrecadaco.
    Sr. presidente, a arrecadaco da fazenda nacional,
    un si- f* pelos agrilles iiscar ,11 oplame me ditos, OU
    enlo pelo julio contencioso, 110 caso de rebelda da
    parte dos devedores : ora, se neis podemos crear agen-
    tes liscars propriainrnte ditos para cuidarrm da arrrea
    daco das iniposicoes, por que raso nao poderemos
    tambein crear um juizo contencioso para conhecer das
    causas provinciaes, quando nenhuma lei nos pde bice ?
    Senhorr, a consliluico nao rrconhece juies espe-
    ciaes, nem admtle privilegies ein favor de nlnguem, el
    inulto menos poderla admitlirein favor da fateuda, por
    fue era o mesilla que eitabelrcrr uin privilegio rm
    livor do mais forW: ora, le, nao obstante eate princi-
    pio claro e positivo da consliluico, o legislador geral
    enteudeo, que nao poda cheg.tr aos fin sem estabelecer
    os melos, e lancuu mo deileda creaco de juizei eipe-
    ciaes para o conhecimenlo dos fcitos da fazrnda nacio-
    nal, porque raso se ha de negar, que as assemblas
    pioviuciars, collucada as ineimai cifcuinstancias,
    possao Umbeiii crear eui juizes especiaea ?
    O Sr. Mtndc da Cunha : Eu estou convencido ; po-
    rm agora be multo puxar pela corda.
    O Orador: Sr. presidente, dz-se, que nos nao po-
    fre; o juiz dos fritos nao pode devldainente satisfazer as
    necessidtde publca ; tira-ie-lhr, pois, parte dos rn-
    cargos, que pesio sobre elle, e d-se a uina autorldide,
    que melhor os possa upporlar ; e estou errto que ,
    quando entrarmos na segunda disriiiso, la havrmosri-
    lar habilitado para provar, que com elt'rllo o juizo dos
    frito, como rst, nao pode s.tllsfazer as nreessldadr pu-
    blicas: rxistem dividas multo antlgai por cobrar, e eu
    devo snppr, que he por falta de lempo, e por harrrem
    iitnilos afueres
    Sr. presidente, eu nao respondo pela Irgalldadr dn de-
    creto, rm que fallou o nobre deputado ; todava dlrei,
    que o acho multo conforme com a minha rasan;qur sua
    disposices nao violo lei nf nhuina grral nem sr on-
    pem a constltulcao, por consequencia o gnvrrno poda
    rxpedi-lo: este decreto diz assim (l): da sua leltura le v,
    que a minht oplnilo he approvada.
    Sr. presidente, nao me parece ocioso, que se diga, que
    a forma do processo he a mesma; porque alguem poda
    suppr, que, passando-se o conhrcimrnto da causa
    da fazrnda para o foro coinmuin tambem sr mudava
    a forma do proersso, e isto he, que eu nao quero ; e j
    na casa alguem dissr, que era sua oplniao : para evitar,
    pois, dnvidas, hr que liiesia drrlaracn.
    S-io estas as rasflrs.qur mr levaran a apre jecto : na segnnda discussao eutrarri rm ifui drtalhes,
    lmlttando-inr por em qnanto ao que dcixo dito, e de-
    clarando, que voto porrlle.
    Tendo dado a hora, a discussao fica adiada.
    O Sr. Prndenle d para ordem do dl.t da sessao segiiin-
    te fritura de projecto e pareceres, discussao dos pare-
    cer! adiados, continuacSo da primeira discussao do pro-
    jrcto 11. 19 e o resto da ordem dn dia de hoje; e levanta a
    sesso. (Erao duas horas e. niela da tarde.
    SESSAO EM 13 DE OUTUBRO DE 1846.
    FRESIDENCU SO SI. OOZ TEIXIlli.
    SUMMAR10 EXPEOiEirre. -- Parecer dacnmniuo de con-
    tal t detpeai pravineiatt eobr um requerimenlo da admi-
    niitracao dot'ilabelecimenloi de caridade, ida de inttructao
    publica acerca da prefnco do profeuor de primeirat letlrai
    do collegio da orphoe. Diiciuio e approvaeo de um re-
    querimenlo, por que oSr. fiante Machado pede o mappaei-
    talietico dat freguetiat da provincia. Onilinunpo da pri-
    meira diicuiiao do projecto relativo aoproeeuo dat cautai
    da fazenda provincial.
    onze hora da manha. o Sr. 1.* secretario fat a
    chamada, e verilica eslarciii prsenles 21 Srs. drpu-
    tados.
    O Sr. Pretidtntt declara aberta a sessao.
    U Sr. 2." Secretario l a acta da sesso antecedente, que
    he approvada.
    O Sr. 1." Secretario menciona o seguiute
    (XrEDIENTE. f
    Um odelo do lecretario interino da provincia, remet-
    iendo. 40 exemplares do relalorio, que S. Exc. leo ua
    abertura da assemblea, na presente sessao ordinaria.-
    Fardo mandados di'lribuir.
    Outro do inrsmo, necusando remeisa de urna copti
    do offii o, rm que o Exm. bispo diocesano den ao Em.
    prrsidrntr o parreer, que este Ihe prdio, acerca da res-
    tauradlo da anliga freguezia da Varzra.
    Outro do inesnio, enviando copias de duas pecas olh-
    ci.tes comprobatorias de que Manad Alvares Fereira
    fura destituido da cadrira dr lal'un di comarca do l.i-
    morirn, porli.tvr-la abandonada, r lirar, por isto, coni-
    prrhrndido na disposico do art. 3." do capitulo *
    Iri provincial n 43, dr 10 de junho de 1837. "-
    mif.au de inttrucco publica.
    Uin requerimenlo de Joaqiiim Ignacio de Larval no
    Mrudnifa, arrematante da barrelra da ponte do Mnio-
    colombo, pedindo una mnrotorla >le doiu auno, para
    iideiiinisar a fizenda publica da ultima preitacno, com
    que devia entrar para os cofres da provincia, e qur im-
    porta rm 1:380# r. A' commhso de fatenda e ore amento^
    Outro dr .Tor Carlano dr Mrdriros, rx-arrr.nalante ao
    imposto dr 2:500*" rs sobre as carnes verdea do muni-
    cipio da villa do'Brrjo, solicitando mu abale na quima,
    com qnr entrou para os cofres provinciaes, por acnai-
    sr as nirsmas eircuinstancias dos arrrinatonlrs, qo
    srsso extraordinaria deste auno oblivero avor iguala
    que elle implora. A' metma commiseo. .
    Ouiro, em que o lenente-coronel Manod Joiqiiu11
    Rrgn c Albuquerque, como rredor da thfiouraria
    Vlncfal, na quanlla de 9:799/840 rs., provenirme e '
    (tillo, que Ihe foi dado, na qualldade de /J*n,"VT
    da 2.' parte do 8 lauco da eslrada do Po-do-Alho,. xp ^
    do os males, que vio senlindo algn parlieulares
    a existencia da divida publira auloi isada prla le n-
    de8drmaiodrl843, por n.io ir trrrm ,,ab.,,,,'cJ*do,
    inrlo adrquado9 r convniirntrs para a amorlisaca ^^
    Portanto, como quein qrr juro e do capital drsla mesma divida, pedr, O11' t
    dirrito, srmbla mande estabelecer as barreiras, conior.
    citada lei, ou consigne na do oreamenia^ u'"" ^r,,
    10 pr
    idate, que nao se poda considerar, que esse juiz, col- demoi uomear ; be verdade : maso projecto nao a-
    para amortisaco desta divida e leu juro#
    que, adoptado ele iiliiuio expediente^ "patera^ --
    remo cm sua divida ; e uaimeiite soil^U "":- J0J
    dencia qualqurr, que uirno prrjudicial ^se toe' fom_
    credores da tliesoiir.it ia provincial. A' mtima
    miitio. 1.1
    {Continuar-ie-MI
    _________jaBg-

    mimo lie i'Eiiv
    A ordem do dia para a sesiao de boje da "nl>I"^Jr'-
    glilallva provincial he: fritura d projrclo e p
    crrrs ; discussao dos pareceres adiados ; conlniuava ^_
    primeira discussao do projecto relativo s r"*a.V ,,ri-
    zenda proriiicial ; o relio da ordrm do dia ja danj" i^,
    mrlra discussao do projrcto n. 21 drste auno, ^
    posturas d 1 cunara municipal de Cimbre ; C"fc
    da addiciouaes da da roa-Vista. ,1 '
    Par fallar acerca do projecto obre a cauW'' u*^j
    zenda provincial licitan hnntrm com a C,'a,/-1.K1|liO
    Sr. Nuuri Machado, pela legunda ve, e o Sr. o*1
    t'cboa, pela primeira.
    MUTlLnn


    Meu Dos, que horror Bem dissemos nos, anda nao
    ha milito, que a raja humana eovai progresiva-
    mente degenerando. F, vos, que sois soinmamente
    misericordioso ; e vos, que sois essencialmente hom ;
    e vos, que so drsejais- o bem de vossas crealuras,
    nao Ihes daris a mo, nao as chamareis a vos, nao
    Ihes restituiris aos coraces os puros sentimenlos de
    virtude, com que nascro, e que poueo a pouco vao
    perdendo, a ponto de expelli-los de todo, para subs-
    tilui-los pelo mais abominavel ranoor, pelo mais pro-
    nunciado espirito de vinganca, pelos mais torpes e infa-
    nii's desejns Esperamos, que nao : tempo vira, em que
    cnmpadeeido de vossos ftlhos, esquecido das iininensas
    oft'cnsas. que delles havels recebidn, Ihes aligerareis os
    males, Ihes tqetigorcis as penas, Ihes melhorareis a sor-
    te, e nao consentiris, que se elles inanchem coin cri-
    iiies tan horriveis, lo esecrandos. tan extraordinarios,
    como o que nos arraucou esta ejclainac.no, e deque ora
    nos vamos occupar.
    No dia II do corrente, em Apipuoos, lugar, que desla
    cidade apenas dista duas legoas, e que he limito povoa-
    do, pelas nove horas do dia, un homem, acompanhado
    de mais cinco, c tao bem arnindos, como se elle achava,
    descarrega un tiro de bacamarte sobre outro, que, teti-
    timlo-se frririo, corre, busca asylo em una casa, cuja
    porta elieonlra berta, e, della repellido, dirige-se, com
    a precipilaco dequein quer evitar amorte, para a de
    sua residencia, abraca-se com a esposa, que, devotada,
    procura coliri-lo com o proprio corpn, e anl inrsmo, nao
    obstante a inuralha, que o si para dos seus encarnica-
    dni perseguidores, recebe mais oito tiros, e dezoilo Taca-
    das, e alinal expira nos bracos da dedicada consorte,
    que, t.'iiiilii'in l'criila, toda salpicada do sangue daquelle,
    para queni so vivia, de quem conservava no entra um
    tillio. primeiro fruelo dos seus puros e legitimados a-
    mores, com a pallidez do moribundo sobre as fices,
    com iillios espavoridos, reronhece o pai e os minos en-
    tre os assassiuos do marido, e com voz entrecortada de
    suspiros queixa-se da crueldade daquelles, que, tendo
    ligada sua vida a do infeliz, cujo cadaverinos bracos
    conserva. rraucrfio-lh'o por um modo to brbaro,
    tao inslito, sem se abrandarem com a sua presenca,
    sem se eiiternecerem cum a ideia de que ifio redu/i-la a
    viuvet, e priva-la do prazer de mostrar ao seu filho o
    autor dos seus dias.
    Fiar Impune este delicto? Os que os perpetrrao
    nada sofl'rerci, e Acarad assim habilitados para conti-
    nuar na carreira, que tao estrondnsaiiii'iite cucet.i-
    ro? Vejamo. O resultado do processo. que, a souie-
    Ihante respelto, estamos informados, se instaurou, nos
    habilitar a responder estas perguutas, que nos mes-
    mos fazemos.
    COMME^-tO.
    RF.NDIMENTO IX) DIA 13......
    DESCARHKUA HOII 14.
    Briguetnur--mercadorias.
    HrigueFelit-Vniao dem.
    Escuna(olani-Jfary--bacalho.
    (i:9o4.#7ni
    Consulado.
    RENDIMENTO DO DA 13.
    Geral. .
    Provincial.
    153*873
    36o88
    190#iol
    linimiento do l'orto.
    Navios minutos no dia 13.
    Parahiba ; 5 dias, hiate brasileiro Foa- Viagem, de 26 to-
    neladas, capitao Jos da Silva Seine, equipagem 5, car
    Su lios e couros ; a Jos da Silva Meiulonca Vianna.
    assageiros : Vicente Jos da Silva Lima, com 1 es-
    cravo, Joan de Freitas l'iiiifiitel. Porliignczes ; Fran-
    cisco Flix do Reg, com I escravo, Antonio Fernn-
    des da Silva, Manoel Garcia do Amaral, Brasilcirns.
    Salem 51 dias, patacho americano Otho, de 130 tonela-
    das, capitn Henry Tmvno, equipagem 8, caiga fari-
    nha ; a Luiz Antonio de Cerqneira.
    New-liedfnrd (52 dias, brigue americano Inga de 170
    toneladas, capitao E. Cidsvvorth, equipagem 23, carga
    petrechos para a pescara ; ao capitn. Segu para o
    Mar Pacifico pesca.
    Rio-ili-Janeiio; 23 dias, brigue brasileiro *om-/mu, de
    223 toneladas, capilio Pedro Jos de S, equipagem
    17, carga farinha. por cotila dogovern; a Gaiidiun A-
    gosliuho de Barros Pssagciro, Jacintlio Jos < abral,
    Portuguez.--Segu para a Parahiba. Rio-Gr uidc-do-
    Nurte e ear__________________
    '________m*sm*asaemmmmmmm
    De luraguCS.
    D'ordem dolllm. Sr. inspector interino deste arse-
    nal se faz publico, que no dia l(i do lorenle miz, pelas
    II horas da inanliSa, se contratar o fornecinicnt, por
    tres mezes, de carne verde; e igualmente te contrata-
    r a compra de caibrot e travs de 35 50 palmos de
    compriniei.to, inadeiras escolhiilas, ripas. varn de fer-
    ro ingle, redondo, de una p llegada, dito de dito, qua-
    drado, de pol.gada e nica, e barras de ferro inglez de
    cloas pollegadas de largura.
    As pessois, que laes gneros se prnpozerem vender,
    rompareco nesta secretaria nos indicados das c hora,
    com as suas proposias pin cartas fechadas.
    Secretan i da inspeccao do arsenal de inarinha de Pcr-
    nambuco, 13 de oululiru de lK-ili
    O secretalio
    Alejandre Horlriguet dot Anjot.
    A administrarn geral dos cstabclccinientos de ca-
    ridade manda fazer publico, que, no dia 20 do corren-
    te, ir a praca |.e|o tempo, que decorrer do dia da ar-
    rrmatacao a 30 de junlio de 1849, a renda das seguinles
    casas :
    Ra da Cade"ia de Santo-Antonio, sobrado de um an-
    dar, n. 24.
    Dita Nova, sobrado de um andar, n. 57.
    Dila do Quilinudo, dito de tres ditos, n. 15.
    Dita da Roda, as lujas da casa, n. 38.
    Os pretende ules dirijo-sc ilo dia aprazado, pelas 4
    hora da larde, a sala de suas sessoes, na ra do Collr-
    gio, o. 4.
    Administrarlo geral dos estabelecimentos de carida-
    de, 12 de outtil.ro de 1840.
    O escripturario
    FranriiroA. C.usseiro.
    O arsenal de guerra precisa comprar dnzentas vas-
    souras de limbo quem tal genero liver para vender,
    couipareca no mesuio arsenal com sua proposta ate o
    da 14 deste corrente mez.pai a tal compra ser etteituada.
    Arsenal de guerra, 10 de oulubro de 1846.
    O escripturario
    francisco Serfica de Aisis Cartalho.
    ^immmaSf^^m^mmmmmsmmammmsmm^mmmmsmmsmm
    Amsos martimos.
    O patacho nacional ISovo-Saraii'a
    segu para a Balda, no dia ao dn'correii-
    te impieterivebncnte ; pode anda rece-
    lier tima pequea pe reto de raiga mui-
    da, e passageiros, aos quaes oFerecc ex-
    eelntef coinmodos : trata-M com o ca-
    pitn, Joatjunn Hernardes de Sonso, cu
    com [Machado & l'inbeito, nu ra da Cruz,
    n. 6o piiiiuiro ailar. As pessoas, que
    teem tratado passagens no dito navio, sao
    prevenidas a reabsa-las at o dia 17 do
    corrente, pissado o qual, se dispor dos
    lugares, que all liouvetem tomado.
    O brigue nacional Detpique segu
    para o A mu, impreterivebnente no dia
    16 do corrente : recebe carg* e passagei-
    ros, tmloa commodo preco. Trata-se com
    o capitSo, Jos Joaquitn Duarte, u com
    iMacbado & l'inlieiro, na ra da Cruz ,
    n: 6o,
    =No dia 18 do corrente, a porta do Sr. doutor juiz de
    dlreito da segunda vara do civel, se ha de arrematar.por
    ser o ultimo dia da praca, \un terreno na estrada de Be-
    lm, com 180 palmos de frente e limito fundo, com ar-
    vores de fructo, avallado em 259/200.
    OSr. que annunciou ter urna tipoia para vender,
    pode dirlgir-se ao pateo do Carino, em casa do doutor
    Ibiapina, que achara quem a qtirr comprar.
    Aluga-se ana ama de leite, crloula, captiva, com Ib
    anoos de idade ; na ra do Pires, n. 29.
    Fabrica de chapeos de sol,
    ra do Passeio-l'ublico, n. 5.
    TJoao Lmibet tem a honra de participar ao rei-
    peitavcl publico que acaba de receberde r ran-
    ea pelos ulunins navios franerzes um Deiio
    sortimento do attlino |OStO,, sendo: chapeos de sol ,
    para homem esenhora, de eda lisa, lavrada e furta-
    Para o Aracatv seguir brevpniente o hiatc Novo- vincia, do coulrato
    On*i : quem nelle pretender carregar, se poder en- gl. f publico, nue desd ora em diante se
    tender coin o niestre ao mesino, Antonio Jos Vianna, da o mesino rape, chegado prximamente de Lisboa
    itavcl publico que acaba de receberde Fran-
    " Ml. -
    sendo : chapeos de sol
    e furta-
    cores com cabose caslrtes muito ricos; seda de todas
    i as.cores e qualidades ; panninhot enlrancados e lisos;
    Anda resta para vender urna porcao < Pc | q,^ para cobrlr chapeos de sol; chapeos de sol de pan-
    secco, multo barato: no armaiem do Bacelar, derronte| nho de todas as cores para homem. coin cabos e
    da escadinha da alfandega. castdes ricos : tambeni concerta os mesinos Canto
    ~ Precisa-sc de um rapaz para caixeiro de urna ven- de i|0|nfl|1 ,.0II10 ,|,. senhora ; po" lfm ,udo quanto ni"
    da: na ra Imperial, n 145.
    =.loao Jos de "*"'
    i1.1' "'Hi ....___! necessarlo para os ditos e promette umita brevidade,
    Larvalho Moraes agente nesta pro- f ,,.,.,. roncerlo : tudo por preo coin-
    o do tabaco rape Prineeza-de-Portu- ,lodo '
    lite se acha ven-
    iio trapiche Novo.
    Para o Rlo-Crande-do-Sul sahir breve o velelro
    brigue Castro-I, capitao Jos Mara 'Bihas, pnr ter
    ni .noria ilo mu carregamenlo ; pode anda receberal-
    guma carga, e otlrrece superiores coinmodos para pia-
    sageiros e escravos a frele : quem pretender, pdeen-
    lendt r-M' com Amorim limaos, na ra da Cadpia. n. 45.
    Para o Rin-de-Janeiro partir na quinta-feira, 15do
    corrente outubro, nao havendo inconveniente, o brigue
    Sanla-Uiiriii-llwi-Surlr. capitao Jos Joaquim Dias dos
    Prazeres ; oque se faz sciente a todos os Srs., que teein
    pseravos para embarcar, mandando os coiihecimentos a
    casa de Amorim Irmos, ra da Cadcia, n. 45.
    Vndese a escuna americana Oallanl-Mary ,
    de lote de 123 toneladas ameriianas de pri-
    mera marcha encavilhada de cobre e re-
    centemenle pregada e forrada de cobre; acha-se coin-
    l let.iinenic apparelhada prompta n seguir viagein : a
    tratar com os seus consignatarios L. G. Fcrreira 5t C.
    0 brigue brasileiro/impresa, de que he capi-
    tao Francisco rerreira liorges .est a chegar
    _ de Lisboa e depois de descarregar a carga .
    que traz para este porto seguir, poucos dias depois.
    para o Ciar: quem qiiiier aproveitar-se da brevidade
    tanto para carga como para passageiros dirija-se a
    Francisco Severianuo Rabellot Filho no largo da As-
    seinbia Provincial.
    Segu viagein por estes iDdiea .
    para o hio-Gisnc-ilo-Snl o brigue In-
    depemlente : quem no mesmo quizer
    carregar transportar-se oo embarcar
    esclavos a fete Tille a Manoel Alvo
    Guerra ou com o capitao Fructuoso Jo-
    > Feteira Dtitra.
    Para o Ciar c A carac pretende seguir com
    brrvidadc a sumaca Sanla-Cru;. quem na
    inesina quizer carregar, dirija-se ao lado do
    t orpo-Sanlo, loja de cabos, n. 25, ou ao meare Jos
    Joaquim Alves.
    I.citad.
    Joao da Costa Lima Jnior far leilo por tonta
    c risco de quem pprtencer de una poryio de barril
    com presuntos de Lisboa : hoje, 14 do corrente, no caes
    da Allandrga.
    BBS
    visos diverso,
    O n. 134 acha-se a venda, na praca da Independencia,
    livraria ns. 0 c 8 ; na ra do Collegio, loja de livros da
    esquina ; c na lypographia Unio, Unto este numero ,
    como os interiore*.
    Torna-SC imposslvel aos passageiros da barca por-
    tugueza Hipirilo-Sanla, ultimanieiite chegada da cidade
    do Porto, deixar de dar mu publico testemunho degra-
    tidao ao perito capitao da niesma barca, o Sr. Rodrigo
    Joaquim Crrela nao tanto pelo boni tratainenlo. como
    pelas politlCM e all neis nianeiras, coin que em toda a
    viagcnios tratou. Digne-sc elle acceilar de bom grado
    esta pequea prova de nossa sincera amizade. I eriiain-
    bui o, 12 de outubro de I84o.--7oie Caelanaie Carialko
    ^ntonin Jnaqaim Vidal.-- Ju.tiiaim Antonio Pereira. Jote
    Mara l'nmrtilce: ,lnloin Curloi Ferrara Sonret JuSn
    l.uizdeVIiceira Fhret. Antonio Joaa Vidal.-- f ancuco
    Antonio finio de Queiroi.- Joaquim Antonio Rodrigues.
    Manoel da Silva PattOS. Domingos Silva Trixeim Anto-
    nio Rodrigues tiomts.Domingos e'ilippe Ferreira Campo*
    Antonio Joaquim de Souzu Ram t.-Jo' de Voiiii Pinto.
    Jos Antonia Tarrinhat.Jo> Francisco dos Sanios Mata.
    Custodio Mara da Silva Magalhes.
    Joaquim di Sdva l.tfpes pele as
    autoridades policiaese aos capilcs de campo a captu-
    ra de un cscravo, que Ihe fugio no dia 10 do prsenle
    me/., com os biguaessegullitlt : chama-se Jos Antonio,
    de nacao Rebolo; altura regular, grosso do corno bo-
    tina liguiac de cara; falla mijito bem que parece cnou-
    lo; tem o p esi|iierdo milito grosso, que parece ter
    erisipela, c tem urna ferida iniiilo giainic na perna
    esquerda; este escravo (ni cativo de Manoel Hciiriqne
    da Silva, morador na cidade de Goianua : ha informa-
    jes que (ora para l. Quem dille der noticias, ou o
    trourer. receber a recoiupeiica. Este escravo fol arre-
    matado em praca publica pelo juio da segunda vara.em
    l'.i de -ci. nil.i ii do presente auno. U aiiiiauciante mora
    na ra da Cadeia do Recifc, n. 29.
    --Aliigo-seuin sobrado e loja.para pastar a testa, em
    Olnida, uolugar do Varadouro, no qual anda esta o Sr.
    doutor Carlos, e fita desoecupado no tim do crlenle ;
    bstanle fresco, com bstanles commodos coziuha fu-
    ra, grande quintal t bom banheiro no mesmo ; tem
    urna sala para jamar alese*e comjanellas na mesilla,
    que bolao |iara o pantano : a fallar a Joaquim Lopes de
    -, lo i ola, caixeiro do Si. loan Malhrus.
    --Arrcnda-se, para passara festa.um sitio ho lugar do
    Bai-balho.a margem do rioCapbaribe coufronte aoMon-
    teiro, com cxcellenlecasa de vivnda para tres familias,
    dita para escravos, estribarla cacimba, quintal mu-
    rado, emuitos arvoredos de fructo: a tratar na ra da
    Aurora, n.42, segundo and ir.
    Pr. cisa-se alugar urna preta, para o ser-vico interno
    e externo de urna casa de pouca familia : ua ra Nova,
    loja n. 19.
    =Deseincaininhou-se do poder dos abaixoatsignados
    urna lettra de rs. 1:148/262, pastada pelos Sis. joao E-
    raagrliita da CwiU c Suva & C em 23 de msrfc do
    crreme auno, a prazo de 6 inezes, e a favor dos abal-
    lo assignados: previue-se, que uingueui faca neg
    ci algum com a referida lettra pois os aeccitau tes se
    cimo prevenidos para nao paga-la seno aos aiiiiun-
    ciantcs; e roga-se a qualqurr pessua, que a lenha adia-
    do, o obsequio de entrega-la na roa da Crui, n. 60, pri
    ueiro andar, pelo que se Ibe ticar muito agradecido.
    Machado & l'inheiro.
    A pessoa de 54 annos de idade, que se oHereceo pa-
    ra administrador de eugenho, no Otario de ajobado, 10
    do corrente, dirija-se a ra Dirrita, sobrado, n.|l21.
    = Hoje, pelas quatro horas da Urde, na pra{a do jui-
    so do civel da segunda vara, no Aterro-Oa-ioa-Vista,
    tem de se arrematar urna escrava lavadeira, pela quan-
    tia de 330/ rt.
    pela escuna Petii-Vnio, e se vende em caixas e a reta-
    Iho, libras e inel.-ts ditas,c em frascos, pelo preco marca-
    do pelos contratadores, de 3/500 rs.cadllbra.em dinhei-
    ro de contado : no Recife, ra da Cadeia, loja de miu
    dezas, n. 51.
    = Arrenda-sr um sitio na estrada de Joao-de-Harros,
    muito perto desta pra(a, com boa casa de vividenda e
    com arranjos precsospara rrcrelo e commodo de qual-
    auer familia : a tratar, na ra da Cadeia-Velha, loja o.
    0.
    Oll'erece-sc urna crioula de boa conducta para ama de
    casa de pouca familia : quem precisar, d'uija-sc a tra-
    vessa de S.-Pedro, n 346.
    Desappareceo um cavado castanho, pequeo, na imite
    do dia 12, com o ferro segninteH-,com a cabeca algu-
    ina cousa grande, querendo pellar, e a sarneia tambem
    pellada com una feridinha, cauda um pouco curta; sup-
    pfle-se ter sabido pela porta do quintal : quem dellc
    souber ou o tlver pegado, querendo tazer o favor de res-
    tituir, dirja-se ao Atcrro-da-Boa-Vista, nosegundo andar
    da casa n. 26, quesera bem recompensado.
    1. J H. responde ao collega do Diario de hontem,
    que os 5/rs, que Ihe trou por graca, deixou-os na mao
    do coiicga G. o qual colliga na inclina occasiao quli
    da-los ao collega, porm o collega, possuido da bas-
    os, que Ihe he familiar, nao os quis receber. O colle-
    ga fo pouco cavalheiro para com o eollrga, em recor-
    rer imprrnsa por una simples graca, e que muito
    pode entup mu ii, r a basolia do collega; linalinente col-
    lega, quando quizer, receba os 5/ rs da mao do colle-
    ga G. lira com tanto collega, colega.
    attencao,
    Hoje (I4j, a porta da alfandega, van ser arrematadas
    >;> caixas, com 25 duzias de garrafas de vnho champag-
    ne ; adverte-te aos lancadores, que, aprzar do cnsul
    brasileiro no llavre-de-Grace, alleslar ser dito vinhoda-
    quella qualidade, manufacturado em Franca, e de cus-
    i de 1..XMI francos, ciicuinstaiicias estas, que tambem
    sao declaradas no manifest do brigue francez Armori-
    i/nr, com ludo, elle nao he mais que una imilaco de
    violto ordinaria de Hordeaut, conquisto pelos insignes
    autores A lidense Andt us, ra do Flamengo em Cam-
    penhagne, capital da /(icimunnrru, e tao denancado se
    acha, que parece vinagre.
    EsJacinlbo Paes de Mendonja previne a quem conver
    que nao paga urna lellra da quanlia de 380/ rs., que pas-
    sou a favor de Claudino do Reg Lima; c os motivos,
    que para isso tem, allegar em tempo competente.
    Precisa se alugar urna preta captiva que saiba
    cotlnhar e engommar: na ra da Roda. n. 26.
    Constantino Jos Rapozo embarca para o Rio-
    Graude-do-Sul a sua escrava Claudina de naci Songo.
    Pergnnta-so ao autoi do annuncio das Icllras ui-
    niciaes .1. J. R. se se enteude com Joaquim -'os Ra-
    mos.
    Ensina-se perfeitnmente u lazeiem-
    ns. (> e ii, ao p dos
    Agencia de passaportes.
    Na ra do Collegio, n. 10, e no Aterro-da-Hoa-Vista,
    loja, n. 48, tiro-se passaportes, tanto para dentro co-
    mo para forado imperio; assiiu como despachao-se es-
    cravos: tudo com brevidade.
    isina-.se pe
    se mechas de liidi ibgu, para quem qui-
    zer compiar phospboios o < s mais pre-
    parativos ; ludo muito em emita : lia rua
    latga do Hozario
    quai lea.
    Aluga-se urna casa com minios
    commodos sita no Poeo-do-Paaella : g
    tratar na i ti i do Queimatli. loj.-i n 8.
    -- Joo Albino da Silva eSouza embarca para o Rio-
    dc-Janeiro o sen escravo Josi-.
    Precisa-sr de dous lavradores em casa do doura-
    dor, ou fabricante de candlelroi de gaz na rua No-
    va n. 52.
    Jolniaon, Ingleza vai ao Rio-de-Janeiro e leva 2
    ilhos menores.
    Broadhursl, Ingleza val ao Rio-de-Janeiro.
    Alugo-sc duas casas terrest na rua da Alegra, no
    bairroda lloa-Visla : a tratar na rua da Scmalla-Vclha,
    n. 70.
    m Aluga-sc unta casa terrea com bous commotlos, co-
    ziuha fura, quintal e cacimba, na rua Real, n. 5. ( ogo
    adiante do sitio de I,ni/. Gomes) : a tratar na rua da Seu-
    talia-Velha, sobrado n, 130.
    a Na i na de llortas, casa u. 22, primeiro andar, cn-
    siiia-sc.em quanlodurarem atferial da academia, rctlio-
    rlca,geometra rgeogcapblai aquellet Senhorri, que
    qiii/.ercn aprender, compareci das 8 horas da iiiauha
    as 5 da larde.
    = .labbado, II do corrente, as 11 '/j horas da noi-
    te, deiXOO-se, por csi|i|ccimenlo, na biquinlia de S. Pe-
    dro, piii Olfnda, mu annei lavrado, com a Brint M. A. C,
    Coin 3 '/a oilovas de peto, na occnsifto, cm que se tomava
    banho e coma he lugar de inultos pelos iremlniuaragoa.
    pode ser, por algum ai-hado: a pessoa, que achou ou a
    quem fot ollcrecido,querendo restituir, leve defronte da
    niesma bica, ao Sr. capitao Anselmo, ou na rua Nova, n.
    18, que ser gratificada.
    -- Ha un mez, pouco mais ou menos, que, un quin-
    tal da casa n. 38 da ruada ."anta-Cruz, appareceo urna
    (runga, e h.i I.'das, que appareceo no mesmo quintal
    um gallo e outrafranga: julga-se perteneereuia alguem,
    que more na rua do Sebo, nu pateo da Santa-Cui/. ;
    quem for sen dono, pude mandar busca-Ios na niesma
    casa cima.
    Aluga-se um escravo ptimo para todo tervico,
    tanto de casa como de rua : na rua das Tiiiiclicira, n
    46, I andar.
    Aluga-se urna escrava, que seja fiel, para vender
    na rua : quem a liver dirija-se a rua do Pires, n. 14.
    = OSr- Autonio Correia Sodres tem nina caria viu-
    da do Porto : na rua do Cabug, loja de Pereira StGue-
    des.
    Anda restan para se alugar, para a festa duas ca-
    sas urna em S.-Anna com commodos para grande
    familia quintal com bstanles larangeiras e cacimba;
    e a oulra no Cordeiro a beira do rio defronte do Sr.
    Gabriel Antonio, cotn doas .ti- ,- -,, ie quartos ; a fal-
    lar em S.-Jos-do-Manguiubo sitio defronte da igreja,
    com porlo de ferro.
    -- Aluga-se por 10/1)00 rs. mensaes o primeiro an-
    dar do sobrado da rua -esireita do Rozario ,.n. 18: a
    tratar na rua do Nogueira n. 27.
    = Penttilte-se a qualquer pessoa a faculdade de tirar
    madeira e ferragens dos restos da galera yVoea-^nrorn,
    encalhada na cora dos Passariirhos. hita autorisaco he
    la pelos I]
    sa Irmo.
    Precisa-se de una ama de leite; na rua da Praia ,
    n. 22, primeiro andar
    -- Precisa-sed urna ama para urna pequea ^aue
    familia, senda livre ou subjeita, para o servlco de rua
    ecozinha : na'rua do Hospicio, casada esquina, n i.
    iNa nottjc- do da 4 pira uiaiiuecer
    o dia 5 do corrente lurlrao do quin-
    tal da casa de Jos Joaquim do Espinlo-
    beero do Veras, que volta
    Velha urna baca de cobre ,
    ^anlo, no
    para a rua
    orainle
    com duas arrollas e meia e duas
    e com ps de robre por baixo.
    libias e com ps
    l\oga-se a quem for offerecida, haja de
    apprehender a quem 'or olerecer, que
    se agradecer generosamente fazendo-
    se publicar o sen u-ime no Diario.
    = Precisa-se de um homem portuguez, que taiba te-
    cer fazrndas de algodao, pelo mesmo inctnodo, que se
    trabalha na cidade do Porto, ou Lisboa ; e de outro. que
    saiba fazer velas de cebo, iguaesai que se la/eni as fa-
    bricas da cidade do Porto : aquelles, que se achareiu
    munidos desses requisitos, dirijao-se a loja nova da por-
    ta larga, do Passeio-Publico desta cidade, que acharao
    com quem tratar um negocio de interesse
    Fazem-se quaesquer cortinados, qur de feltio vp-
    Iho. qur modprno, forrao-sc quaesquer asientos, como
    solas, cadeiras fixas ou de balanco; faem-se colchoes
    elsticos grandes ou pequeos; vai-sc por tapetes, esleirs
    em qualquer parte que seja; tudocoiii perfeicao, por ter-
    se piofessado esse olficio em Paria, e com pre90sos mais
    ratoaveit, que se poder: na travessa da Concordia, n. 13,
    atiis da torre do t;arnio.
    =-Traspasso-se as chaves de um armazein de carne,
    na rua da Praia, n. 31, vendendo-se oque tem dentro:
    na rua do Vigario, n. 22, ou na rua Nova, 0.65, primei-
    ro andar, se achara com quem tratar.
    Comprfts.
    =3 i oinpi.i se nina pela sadia que saiba perfeita-
    inenie co'tiihar engo.......ir, coser ou fa/.er renda;
    atrs da matriz da Boa-Vista, n. 22.
    ('niiipi ,,-sc nina negrinlia, de Jl a
    14 annos de idade, que seja de bonita fi-
    gura, e lenba algumas habilidades : na
    rua ta Gru, ti. 6o primeiro andar*
    Compra-se um par de bancas ; urna commoda ; uiu
    tone.idni ; ludo com pouco uso ; 2 veneslannas um
    candieiro de meio de sala, um par de mangas bordadas ;
    um dito de linterna-.: na esquina da rua do I.lvramen-
    lo, loja de 6 portas, se dir quem compra.
    Compro-se 2 ou 3 moleques ufnciaes de sapa-
    teiro ; sendo de bonitas figuras, pago-se bem : na rua
    da Concordia a direila segunda casa terrea.
    -- Couipro-se escravos de ambos os sexos para fil-
    ia da provincia coin habilidades ousem ellas ; endo
    de bonitas figuras pago-se bem: na rua da Concor-
    dia passando a pontezinha a direila segunda casa
    terrea.
    ~ Compra-sea peca D Sebaitiso nao a de Pimenta:
    de Agujar impressa em 1817 mas sima de Santos e
    Silva, impressa depois da constituico ; 2 pares de cal-
    xilho para a Ico va que tenho 5 a 5 palmos e meio .
    3 pares ditos para janellas, da niesma largura : no tbea-
    Iro a fallar com o director.
    V
    l.fl<-
    fl.fl.IS.
    dada pelos fiadores do arrematante,FirininoJ. F. da Ro-
    irisaca
    . F. da
    = Precisa-se de um bom amassador, que emenda bem
    deinasseira, c se Ihe dar o ordenado conforme o seu
    mei ecinicnio na praca da S.-Cruz, padaria de urna so
    porta junto ao sobrado. Na niesma reiidem-se mais de
    dnzentas barricas valias, muito novas, limpas e quasi to-
    das americanas.
    Quem precisar de urna pessoa hbil e coin bastan-
    tes coiihecimentos para administrar qualquer enge-
    nho aonuncie a iua inorada.
    ~ Precisa-se de una boa lavadeira de varrella que
    nao se demore coin a roupa no rio mais de 15 dias ;
    bm Unco-Ponta, tol>rjdo n, 16.
    Vende-se um bom escravo de naco, ptimo para
    servlco de campo ou para qualquer oceupacao, por
    ser bastante hbil na rua Direila, n. 12.
    Simientes de hortalica, chegadas agora de Lisboa,
    muito nova", de rbanos, rabanetet brancos, ditos en-
    carnados, repolho, cebolla, salea, alface e coentro de
    toiiccira : na rua da Cru>, n. 62.
    -- Vende-se, por precisan, una mulata recolhida, de
    Idade 18 a 20 anuos, e com algumas habilidades, pio-
    pria para nioc.imba : na rua esteita do Rozario, primei-
    ro andar, u. 31.
    v i mil ni-se, .ni (ilmila, duas casas sitas na rua das
    MangUPiras, unidas una a outra, e urna das quaes tem
    nni taninso sotan com milito bons coinmodos, tem
    loja c um loriuidavel quintal com cacimba, e he divi-
    d n, ni i. leudo na frente um bom aterro : os preten-
    ili ntes dirijao-se ao p do arco de S.-Anlouio. rua do
    Crespo, cata de Manoel Jos Goucalvrs Hraga, que
    acharo cun quem tratar: adverte-se, que fat-se todo o
    negocio.
    Vendem-se 500 at 800 gprimuns ou o numero ,
    que o comprador quizer ; bola-se na porta : na praca
    da lloa-Vista botica de Ignacio Jos de Couto ou an-
    nuncio.
    \ ende-se um preio 111090 de muito bonita figura,
    de 22 a 25anuos de todo o servico e que he proprio
    para armazem de assucar ; duas bonitas escravas.de
    todo o servico de 20 annos ; dous moleques de 12 a
    13 anuos proprios para oflicio ou pogens ; una par-
    da de 20 anuos cun habilidades: na rua larga do
    P.o/aini indo para os quarteis 11. 24, piimeiro andar.
    \ eiidein-se barris de niel, por barato pceo na
    rua da Cadeia-Velha n. 32.
    = Vend-se urna parda, de bonita figura que cote,
    lava roupa faz renda e cozinha o diarlo de urna cata ;
    na' rua do Crespo loja 11. 10.
    = Vende-se supeiior carnauba pelo preco de ^n.
    a arroba : na rua do Crespo loja 11. 10.
    = Vendem-se na rua do Crespo, n. 15 pecas de
    babados de linlio do Porto bem con Mecido por tremola
    e 1 aiii. no- pi>|o diminuto prejo de 1|280 rs. a peca.
    -^5& Vende-se ou permuta-te por casas de
    ''TWri menor valor, dando-se pelo menos em di-
    ~J3*.L nheiro 1:600/000 rs. as casas de dous an-
    dares na rua do Rangel, em chaos proprios ou a
    quinta parte de outras casas tambem de dous andares,
    em chaos proprios ; e as 4 partes que tres herdeiros
    leem no valor deltas conjunclainente tambem se ne-
    gocia 1 ao : a tratar na rua Nova sobrado n. 47.
    -*os Nra. prop Hartos de
    engenhos.
    V endein-se Misas de Ierro coado inoendas de cao-
    na para agoa, ou animaes rodas dentadas, crivot ,
    linceas de iornalhai, e mais objectot necessarlo* para
    eugenho por preco commodo ; na fundicio dt ferro ,
    de Me Callum tt Compaobia na rua do ruin no Re-
    cife ns. 6, 8 e 10.
    .Vcndeiii-se, muito em conta lOOsaccas com mullo
    boa farinha da ierra ; a bordo da barcaca S.-zntoms-Di-
    ligenie, fuudeada no Forte-do-Matto ; fas-se todo o ne-
    gocio, pelo dsao querer reiixar.


    *A
    Vendem-se 8 escrnvos; nina prela, por 300^000 rs., la; una parda, de .10 annos, que cozinha, cose e engom-
    qni- serv' briu a.....a casi e he ba i|iiilanil Ira 3 il- ni i alguma consa ; outras para o srrvico decampo e
    ni pr.'io, de 40 anuos, rasa: na rua di Conrordia a dlrella, segunda caa
    todo o traba I Im ; un terrea passando a ponlrzlnha.
    bonita crioulu de 20 a os '. bom pigriu e othcial de i Vendem se 28 esclavos sendo : prrtos, pretas ,
    alfilale: .lili ios, bulla para o trabaltlu de campo, na pardos, pardas, molrqurs negrliihas e miilatinhas
    -,... ...... <> ai. ,....... .> i- ||i> i.ii
    tal linas para ludo n srrvico ; un
    por 300)000 rs. iiiuitu fiirt'.par* t
    rila lo Crespo II, 10, priiin iro aml.u.
    Vndese, para montarla ele lenhora un silho
    mallo rico, coxlin de velludo carinialiu quatl novo,
    por preco commodo ; duas canoas de cancha muio
    lind.is; mu poreo de palhai de couuelro : oa rua da
    Scnznlla-Velha n. 110.
    \ endcni-sc os iilensilios de una venda por preco
    commodo pipas, nulas (lilis li.irric.i-. e barns v.isms ,
    balancas r pesos cni temos: na rua do Collcgio n. M.
    Vendcin-se 12 escravns sendo : i lindo* mole-
    unes de 12a 18 anuos: i.....Uto bom oi/inhciro 2
    ililos, de 7 a 10 anuos ; > pardos, de 17 a '20 anuos .Ir
    boa Asura, sendo um dilles bom carrcroi un preto
    i nuil ii o de 30 anuos; nina parda ile 25 anuos; 3
    pretal de l~ a 20anuos, de boai figuras, com algiinias
    labilidades; Ulna dila de 25 anuos, coiu una cria
    uinl.itiiiha de 2 anuos coiu li.ilnlidades : na rua do
    Collcgio n. 3, segundo andar,
    A 7/0001s. o corle do cam-
    li.na de lislras e barra
    de seda.
    Na ina da Cadeia do Recife n 35, vendein-se cortes
    de canibraias de lislns e barra de seda, a 7/1 KM) rs. ;
    ditos dr dita terida e .iberia, a 5H100 e (>'/ rs ; ditas pin-
    bonitai bKiiras
    e chegados proxima-
    nienle do Aracaly ; na rua da Cruz, no Recife, n. 51.
    Vende-se. na rua cera em velas, de superior qualidade, sor-
    lmenlo ao gosto do comprador, e por
    preco mais rommodo do que em outra
    qnalqurr parle.
    Na rua do Crespo, loja nova
    n. 1*2, de Jos Joaqun) da
    Silva Haya ,
    vende-se uin ricosortinienlo de caslicars de finissima
    oaanillnha, oom suas competentes lanternas de gof-
    ios os mais moderno* que treta apparecido pelo di-
    minuto prero de 8/, 10/ e 12/rs cada par.
    = Veiidein-se nioendasde ferro para engenhos de as-
    sucar, para vapor, agoa e beslas, de diversos tamanhos,
    por preco eoinmodo ; e Igualmente urnas de ferro coado
    e batida, de todos os tamanhos : na praca do Corpo-San-
    lo, n. II. em casa de Me. I.alutoiit iS Companhia, ou na
    na de Apollo, aiuia/.ein, n. .
    Vende-se um uolrco de 18 a 20 annos de linda
    na rua do
    l.iil in. a .'t/IMMI ra, ; risradus france/.es, multo linos e lar-' ligura. prnprin para carrejar cadeirinha, mi para arina-
    gns de bonitos padrdol a 240 rs. o covado ; ditos de
    lislras Imitando seda, a 220 rs. o covado; brins listra-
    dosde i O'cs, de poro linbo, aSllOrs. a vara.
    \ emle-se potaasa branca de superior qualidade,
    em barril pequeos ; em casa de Mathcus Allstill A
    llouipaiihia. na rua da Alfaudega-Vclha, n. 30.
    A iSiOOrs. o corle de eximi-
    rs france/.as, elsticas.
    Na rua da Cadeia do Itecife n. 35 veiidem-se cor-
    les de casimiras superiores, franeezas e elsticas, de
    pnlroes anula nao vistos a 5/500 rs. ; diales de seda ,
    mullo bous e grandes a 12/r 14/ rs. ; ditos de laa ooin
    palmas de setim ; ditos de dita rom lislras assetiuadas ,
    a 3^rs. ; ditos de cambra!* de algodSo e seda a 2/3(10
    rs.; ditos de la a 2/ rs. ; ditos de rainbi.iia branca
    adamascada a 800 rs. ; lencos de seda eoin franja, de
    quilinudos e palmas de setim .le t.'.rrs, a 1/200 rs. ; di-
    101 de dila de cures a 800 re.
    as senhoras.
    Economa para
    Sao chegados a loja da rua da Cadeia do Recite, n. 35,
    nns bonitus delicados e econmico* mantelete* lo-
    dos de boa laa, lavrados e imitando seda proprios pa-
    ra as senhoras irein ao banho pela fesla, pelo diminuto
    precn de 34000 r*.
    Vende-se carne do crino, multo gorda e nova, por]
    ter na/ido lOdias de vingeiu do Aracaly : na rua da Ca-
    deia do Recife, n. II.
    Asear rao, a 240 rs. o covado.
    Na rua da adela do Recife n. 35 vende-se esta
    mus flizendn denominada asearro pelo admiravel
    preco de 240 rs. o covado.
    AO IIARATi lito DA RUA D'M'.HEPO, LOJA, N. 3.
    ai ti ;m; a o!
    /.i.....le assin-ar por ser milito corpulento
    Raagel, n, 36, priineiro andar.
    Fardo nffiO,
    eni sacos grindes vende-sc no arinazem do llacelar ,
    confronte a escadlnha da alfandega c cni casa de J.
    J. Tasso Jnior na ruado Ainorim.
    Fofassa branca.
    da mais superior qualidade em
    barricas pequeas, e desembarca-
    da no dia 30 de agosto prxi-
    mo passado, vende-se por pre-
    go commodo : emeasa de L. G.
    Ferreira 8z C.
    Vende-seuina prela moca de boa figura pro-
    pria para traballio do mallo ; na rua do (luriniado ,
    n. 17.
    \ iiiileni-se, no deposito de farinha de mandioca,
    da rua da Cadeia de S.-Antonio, u. 19, saccas com boa.
    lariiihade Mag, a6/rs. ditas de S.-Malheus, a4/rs.;!
    ditas de ano/, de casca, a 4/rs. ; ditas de inilbo, a 4/rs.;
    de contas ; na rua das Cruie u. 40 se dir quem
    vende.
    Afoa de .lapao.
    Est esta agoa mui acreditada cin Pernambuco pa-
    ra impedir a caspa, limpar a cabrea e amaciar o ca-
    bello,asshn como para llinparasespiuhasecinpinges.at
    que fique o roslo alvo e a cabeca perfeitainente limpa:
    esta agoa.aque se nao tem podido descobriroutra igual,
    est approvada c teni merecido toda a estima, tanto no
    Japo e Europa, como no Brasil: vende-se no Recife,
    rua da Cadeia, n. 55; na Boa-Vista, rua do Aterro, n.72;
    c em S. Antonio, rua do Livramento, loja u. 23.
    &$&&&&&&%$&&&*&&&&
    e una porcnO de arcos vasios, de estupa.
    0 corretor Olivetra leni para vender cobre em fo-
    lli.i e pregns de ditn para forros de navios : os prelen-
    i.,_ denles dirijao-se ao mesmo, ou nos Senhores Heaqulta
    8i Duna.
    ~ Vende-se por precisan nina prcta da Costa ,
    mu i, de bonita figuri ; na rua Dlreitg n. 53.
    Vendem-se 3 rabias ( bicho), paridas, ha ponen,
    rom abundancia de lelte < inulto azadas para dar le te
    Na luja, n. 3, da rua do rispo ao p da esquina con-1 a chancas adve je-se que su iiiuito mansas e nasci-
    froute aoarco de Sanio-Antonio vendcin-se lindissiiiios I das na piara : na rua Augusta, n. MI.
    cortes de setim lavrado no mellior gusto do par/, a 3/l(K) I
    rs. o corle. F.sia faienda, pelos seua brlihaiiUsniose mn-
    dernoa lavrnres, tanto por serpropria para unlli tes co-
    mo pelo sen moderada preco, se torna recoiiiinendavel
    e digna de grande cnni iinencia. Veudein-se Igualmen-
    te lindissiinos lencos de seliin de modernos lavrores
    rnprios para Bravata, a 3/ni 0 rs. Alein disto, cnniinmio- ;;;, ,;.s ,h, novM .....uni^s franeezas, i
    se a vender chitas inudernas, algumai deltas seguras de
    tintas a Mil, 100 e 180rs. n covado ; IllUCainha para ves-
    tidos. (|uc tinge IllUitO bein i|ii.ili|iicr seda de alto pirro,
    a 240 rs. o (ovado ; panno lino.i/ol rsciirn puquio pira
    larda e multo superior, a 4 rs. ; dito verde-rsi un, a 2/
    rs .dito mullo supciiin f.i/.eiida para sobre-casaca, <:ii:,i,-s de ISa'e seda si
    I n00rs.ba|sr.....RS, fazeml* de li para vesliilos de |',.;.,,s (|,. ,'..,,,,,,.','j.
    balsemiras, fazenda de la i para v
    sinlioia, padiois esculos, pon'io iiimlri nos, a 320 rs. i
    i m ido ; i iss.i-i lula, c..... vara de largura, a 830 rs. o
    ce vado; sssini (.......um sortimento rompleto de hien-
    das para trauco, como sejaoalgoilm s i nliarado, lues-
    clidos e nllslradflS, a 24ll rs, U covado ; c tildo o mais puf
    precoi moderados. Do-se francamente as amostras sob
    u coinpelente penhnr.
    Vendem-sc varios escravns entre riles 2 pelas
    I tridas de punen eom habilidades e de boas figuras;
    nina prela enin (iniis lilhns de 5 anuos : ua rua Nova,
    n. 21, secundo auilai.
    Vende-se um sobrado de uin andar e solao lia
    i ni da Aiii ora n. 34 : a Halar na rua da Cadeia do
    Rccift, n.38.
    Fariuhfl SS-F,
    da milito arredilada fabrica de Molino Stra/ig sendo a
    ultima anegada a este mercado em pequeas e gran-
    des poredes: a tratar cotn J. J. Tasso Jnior.
    Vende-se ehampauba de niuito boa qualidade ;
    na rua da Cruz n. 55.
    Chapeos do Chile.
    Na loja de 3 portas n. 3, da rua do respo ao p da
    esquina do arco de S.-Antonio lia un bom soi tune-
    lo de chapeos do I hile, de todas as qualidadcs ; e ven-
    dem-se por preco mais moderado do que cni oulra qual-
    (|iier parle.
    Yol I a re le.
    Na loja da esquina da rua do Collcgio n. 5, de Gui-
    maraes Serafim h Companhia vendeni-se Carlas fran-
    cesas finas, entre-linas eoi (linarias ; dljas portugue-
    sas ; todas por preco mais barato doqiieeni oulra qual-
    quer parle.
    Vendem-se casaes de pombos grandes, bous ba-
    tidores e de boa rafa por preco coiuinudo; na rua da
    Florentina, n. 16V
    -- Vende-se, por preco commodo, a venda nova da
    Iravessa do Carioca na ruada Praia: a tratar na nies-
    ma venda.
    -- Vende-se una toalha de fil de linbo, bordada,
    rom bico igual ao mesmo bordado ; um buco de cam-
    braia hordido de marca obra de goslo ; sete panni-
    nlins de barba, mis bordados_c oulros de lavariulo :
    ni i na da Gloria sobrado n. 7.
    Vende-sr urna prela sadia e de bou i la figura : na
    ruadaCadeia-Velba n. 30.
    Ao publico.
    Vendem-se na esquina doLivramen-
    1o, n i, da Viuva de Burgos & fillios ,
    de lioje al tialihado prximo m.-is
    compridas escuras a 200 rs, o par e a dusia a 2/000
    rs. ; meias para meninas, taubein escuras a loO rs. o
    par ea duzia a 1/600 rs. ; suspensorios finos, a 200rs. o
    par e a duzia a 2/000 rs. ; botes de duraque a 8IK) rs
    agroza-, milhrirode penuas para escrever a 2/800 rs.;
    cortes de veslMn* de ramliraia coiu babados e oulros
    con. barra a 3/200, 3#500 e 4/000 rs. cada corle ; pecas
    de cansa lisa, c.in '7 varas a 5#5O0 rs. a peca ; e oulras
    fenilns haralissimas que se venibn para llquidacfio.
    Veiideni-se 5 eseravas sendo moa dellas de 18
    anuos, que co/inha bem o diario de una casa; outra, de
    20 *anos,quecozinha,engoinmae lava de sabio e varrel-
    Na loja lia esquino la tua do Collegio,n. :>,
    de t o na raes Se rali ni & C,
    vende-se, alm de um bonito sortiineiito de fazendas ,
    por Pico s bastantes moderados, as seguinles :
    4/000
    5/000
    3/000
    12/000
    1/440
    /m
    /640
    /24o
    tm
    7/000
    2<*240
    1/TI00
    J400
    Vemle-se nova alpaca, superior,
    a 1280 rs. panno fino de cores
    fixas, a 5ooo rs. : casimiras de I3a
    pura, a 1800 rs. ; ditas rom poj-
    ci mistura, a iooo rs ;
    cassi lina rom 7 varas, a
    rs ; assim como
    rom
    corles de
    3ooo ^
    as mais iazendas 4
    rf ja annnnciadas e oulras muitas <
    cbcgodsfl de novo
    Rap-liarse
    O encarregado da agencia do Rap-Casse nesla pro-
    vincia tem a honra de participar aos seus fregueses ,
    que se ac ha venda no deposilo da rus da Crin no Re-
    cife, 11. 38 urna das inelhores fumadas que aqu Iceui
    viudo do Rio-de-Janeiro do limito apreciado r.p
    gosso e ineio-grosso fabricado eom as inelhores qua-
    lidadcs de fumo da Virginia elijo aroma rivalisa ao
    mais superior rap princesa de Lisboa.
    NO ATKRHO-DA-IIOA-VISTA LOJA N. 3, UE JAO
    CIIAKDON ,
    vendem-se multo linas cassasabertas, de novos padrrs,
    para vestidos de sen hora ; lapini preto ; sarja hespa-
    nliola para vestidos ; llores; fitas linas, novas e lin-
    das, tanta par* chapeos desenhora como para enfeiies
    de vestidos ; ricas luvas de seda e de pellica para se-
    nhora ; boas nielas Usase abenas para dita ; chapeos
    da ultima moda, chegados agora, para senhorai cha-
    peos de sol de seda para homrm ; ditos milito ricos ,
    para senhora; lindo e rlqulsslmos chales, mantas a
    lencos de seda de quadros para dila prntes de segu-
    rar da ultima moda ; calcos para rspartilhos ; lacoi
    para botinas de senhora ; agulhas franeezas mullo li-
    nas de lodos os nmeros ; ligas para senhora ; ricas e
    novas pe fumarias ; e Mitras lliuitai la/endas de gnsto e
    da moda ; ludo ehegado ltimamente. Na mesina luja
    vende-se nina rica mesa de costura de ehar verda-
    deiro eom sen pertencesde marlim.
    ni laa ditas inelhores, a.........
    Ditas pretas franeezas, o covado, .1 .
    P;.......s, pelos, a/.ues. verdes e (le oulras cores
    diHerenles, desde 2/iOO rs. o vovado a .
    Cortes de calcas de pelle do diabo a .
    seda, grandes, a......
    Harnenlos n bico, a .
    Lindezas para vestidos, o covado, a .
    Escocezesde laa ealgodSo, com aadrrs Bnglndo
    da o covado, a..........
    I orles de laa e seda para vestidos a .
    Chita-, ass.is o corte a........
    Cortes de lolleies de fusiao francs, a ....
    Lencos fiaos para grvala, a.......
    Vende-se cha hvsson de superior qualidade, em
    Calila* de 48 libras por barato preco ; na rua da Crus ,
    n.2.
    = Vende-se um vestidn de setim braneo lavrado ,
    coiu bii os de blonda i llores do uiellior goslo possi-
    vel e que s servio no acto de casamento i vemle-se
    por precisan, por preco multo m couta : no becco do
    Pelxoto, 11. 15.
    -- Vende se farinha de S. Mathcus de superior qua-
    lidade por prero commodo ; a burdo da garopeira
    Sruluii-ilii-llnm-l- im fondeada defronte do Passeio.
    Vendem-se 5 bonitos indcenles 5 bonitas negri-
    nli.is ; Sinoleques: na rua estrella do Botarlo, n. 19,
    segundo andar, por cima da lenda de baiheiro defron-
    te da rua das l.arangeiras.
    Vende-se tima mulatlnha, de 14 a 15 annos de bo-
    iiii.i Ha lira boa para mucama de casa coiu alguiuas
    habilidades ; nao lein vicios era achaques ; veio do
    Aracaly para pagamento de una divida : na rua da
    Concordia pascando a ponteiinha, adlrelta, segunda
    casa terrea.
    -- Vende-se nina burra de guardar dinheiro ; una
    earteirade escrever com cadeira ; i.iixas coin borbule-
    las e insetos, para bistoris natural; colla da Haba, em
    porefles : na rua do Trapiche, n. 34.
    =; Vende-se nina pcrr.n de carnauba cm arrobas c
    a retallio : na rua Nina, venda u (i5.
    Vendem-se bhhas, chegadas ulllmamentc em
    poican a 7000 is. o cenlo ; no largo do Corpo-Saiito ,
    arniazem n. U, de .los Maria Palmeira,
    Vend'> nina canoa nova com
    30 palmos de compriniento e 7 de bocea; na rua de
    S.-Rta n. 85.
    = Vendein-se 7 ou 8 terrenos j aterrados rom ali-
    eerces na frente e fundo eom 150 palmos de fundo e
    a frente que os compradores tiiiiterein ; e tambera urna
    porfi de cantarla da Ierra e de Lisboa no niesino ter-
    reno no Ah da rua da Concordia, junio a travs** do
    Monteiro por preco eoinmudo : a tratar na rua larga
    do Rosarlo n. 18. Nauicsmacasa ha ordem para sr
    dispor de 20 acedes da companhia de Reherihe por me-
    nos alguina colisa dn valor, cni que se ai han.
    Vendeni-se espadas prateadas, enlre ellas algu-
    mas multo ricas para ofliriaes superiores : na rua No-
    va loja de ferragens n. 16.
    Vende-se um violan em meio uso por preco com-
    modo : na rua da >1adre-de-Deo>, n 9.
    Vende-se um relogio de ouro patente inglez,
    o nielhor regulador possivel da-se a contento:
    na rua do Queiinado loja n. 7.
    = Vendem-se cadeirns de angico por preco rom-
    modo ; na rua Augusta n. 31 ou na rua Imperial,
    ii. 145.
    =Vendeni-se palitos de fogo por todo o preco na
    ruadas ruies n. 40.
    = Vende-se una porcao de miudezas, eonsistindo:
    em alfi neles de ns. 7 e8 ; botes para caifas rodaques
    e abertura ; ditis donrado para casacas e jaqus; re-
    tro?, surtido: lolntarla para orelhas ; fitas de deb un ,
    de c res ; eaixas para rap ; proles para desembarazar;
    ditos dourados para prender cabellle outras muitas
    cousas, que se vendern por barato preco para ajuste

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    a f i a .': 5
    :-c a
    9 %

    Gloria da Bo-Vista ; a qual tem os signaes segniotes
    parda escura osra amarollaca estatura regular; re-
    presenta 30 ai ios, orelhas acabaadas, cabello p.
    , Ii.iiui. naa; 'sso denles abeito., cara larga, quei-
    xolino, falta* seansada e explicada, peitos cabidos,
    cheidocorpo raaos e ps carnudos, tornuzrllos gros-
    sos. Foi comprada na l'arahiba do Norte ; de iioinr
    Kilippa e eostuina mudar de nome, o diz ser forra.
    Oiiriu a pegar, ser generosamente recompensado.
    = Fugio no dia II do eorrenlc dia da fesla de N.
    S do Rosario pelas 5 horas da inanhaa mu preto de
    nome Silvestre de 40 annos pouco mais ou menos ,
    de nacao Mozambique ; he milito barbado destentado;
    tem a marca da sua trra ao p das fontes. estatura re-
    gular muito grosso do corpo ps grandes e grossos,
    pernas tambera grossas ; tem as nadegas muito grandei
    e empinadas quando anda parece que coxeia por nao
    poder andar de pressa e est muito gordo ; he muito |a.
    dio e conversador coin quem Ihe presta attenco ; lie
    quebrado da verilha esquerda.; levou camisa de algo-
    daods ierra ceroulas e calcas de algodaozuiho eatun.
    cado conduzindo comsigo um bauzinUo de madeira e
    juniainenle um surrSo de pelle de carneiro com uma
    rede velha e outras multas pejas de roupa. Este pre-
    to foi do sertao do Ico d'onde veio ha 5 metes, para
    esta cidade do Recife, aonde foi veudido: Roga-se as
    autoridades pessoas particulares e capites de csinpo,
    ou oulra qualqurr pessoa que delle souber e der noti-
    cia, de dirlgir-sea rua larga do Rozarlo n. 22 hule,
    para o quartel de polica, que ser bem recompensada
    de sen Irabalho. nm^nn
    OBVrece-se a gratificacao de 100/000 rs. a quem
    capturar ou descubrir o escravo pardo escuro de
    nome Benedicto cheio do corpo pouca barba ; re.
    presenta 30 annos, pouco mala ou menos ; he muito es-
    perlo e bastante capadocio; e julga-se que por onde
    se achar se inculcar por livre e mesmo tera mudado
    o nome; era marinheiro e emende de pescador; fu-
    gio de bordo do brigue Catiro-Primriro no dia 13 de
    selemhro. Este escravoperlcnce ao Sr. Antonio Dial
    de Souza Castro do Rio-de-Janciro. Quem o captu-
    rar, recoiihecendosesero proprio, reeeher a gratifica-
    cao cima na roa da Cadeia n. 45 em casa de Amo.
    rim Irniaos Pede-se igualmente a todas as autorida-
    des policiaes lodo o escrpulo no exarae de qualquet
    escravo capturado certa deque se Ihe licar por ludo
    suiimaiiienle agradeehio.
    __Deseja se saber aonde existo a prela Constanca de
    nacAO Munjolo ou Cabinda de 31 annos estatura
    mais de ordinaria magra falla adocicada ; tem no
    rosto uns pequeos riscos da sua naco que mal se
    percebem por seren finos; veio do Rio-de-Janciro, no
    mezde abril de 1843. para aqu ser vendida: quem del-
    ta sonlier he favor fa-er una pequea declararlo pelo
    jornal, para ser procurada,
    Ao abaixo assignado, morador no lugar Pao-Ferro,
    da freguezia '' Buique. comarca de Garanhuns, fugl-
    ro ou fuaran, no dia 12 de abril do crlenle anuo, os
    seguinles escravns: um, de nome Miguel, crioulo, cola
    25 anuos de idade. pouco mais ou inenos, alto e cheio
    do corpo, sem barba, com alguns denles podres na li, n-
    le, falla grossa, ps chatos, com bastantes marcas te
    chicote, olhos grandes: uma negra, crioula, casada
    coin o mesmo negro cima, estatura regular, secca do
    corpo, peilos em p. beicos grossos c de Idade de 18 an-
    nos. pouco mais ou inenos: outra dila do gento de
    Angola, de nome Florinda, muito ladina, e bonita figu-
    ra, estatura regular, com 14 a l(i annos de Idade, olhos
    grandes, ps meios cambados, e tambera tem pelo cor-
    po alguinas marcas de chicote : a pessoa, que a algnin
    driles pegar ou poder darnoticia certa, pode (iiimn-
    se ao mesmo abaixo assignado, ou a Jos Joaquilu de
    Fre tas Gulinaraes, morador na rua deS. Franctlco des-
    ia cidade, onde ser tnui generosamente recompen-
    sada -- /nlMiin Cnvnlrnnte tic mlrnde.
    = Fugio, no dia 8 do corrente a pela Rosa de
    naco Angola de 40 annos pouco mais ou menos ,
    estatura regular ; levou vestido de cinta-ja bastante
    usado panno da Costa e lima bandeja com toalha :
    quem a negar, leve a rua Nova n. 41, segundo andar ,
    que ser gratificado.
    = Fugio, no dia II do corrente, uma parda de no-
    me Rayiiiiinda, de boa altura, corpo cheio, roslo re-
    dondo, enxerga pouco por ter helida nos ollios;teni
    na nuca un sedenho nberlo lia pouco e com fll* pas-
    tada que lalve tenlia tirado e deixado fechar o sede-
    nho ; tem Igualmente n mesmanuca logo abaleo do
    sedenho, uma cicatrli grossa e fel, dotainanhoda pal-
    ma de um mo que fui causada por um caustico ,
    cabellos anudados o nao picharas ; levou uin vestido de
    chita eneai nada j desbolada e coin um remend novo
    da inesnia fa/.i nda no rodap, da parte da Tetrl i I '-
    rm talvez lenha mudado de roupa, porque Mrregou
    comsigo um chale de chita encamada uin vestido de
    risrado azul e aniarello um avenlol velho de chita a7.nl
    domada ; j lera fcilo Virlas fgidas inculi ando-se
    forra c iniseravel e nicsuio as mas desta cidade:
    quem a pegar, leve a rua da Cruz no Recife n. 3, que
    ser recompensado.
    "'?-
    - V)
    Z Z K o o
    * n V^-3 =
    R?fe
    - --5 = -a
    Slsac;
    o a
    r n "3 'J
    M b o
    "- ""
    f 81 -g
    - *
    Fazenda da moda.
    Vende-se na rua Nova n. i2, um
    novo e helio sorlimenlo de corles de ha-
    rege fazenda de setla da uliima motla,
    muito propria para vestidos de haile.
    Vende-se uma preta, de 18 annos,
    de elegaoje figura costureira, cozinhei-
    ra e muilo ptopria para todo o servi-
    (o de casa 4 partas, tle 18 a 10 annos,
    ilc muito boas figuras c entre ellas uma
    pe Inl 1 engonimarleir enslureira, reu
    ileiri e cozmheia ; !\ moleques de 11
    a 14 annoa sem vicios nem arinques ;
    3 pelos de naco, de aaa 3o annos, pro
    prios para todo o ser vico : na 111a da Ca-
    deia rfe S. Antonio n. iS.
    Vende-sc urna venda em um bom local de Fra-
    de-Portas coin 3 portas bem sorda e alregueada ,
    rom o fundo de mais de cont de reis : na rua da Ca-
    deia do Recife loja de Antonio Francisco de Moraes, se
    dir com quem se deve tratar.
    Escravos Futidos
    =x Fugio, no dia 12 droalnbro uma escrava de Vi-
    cente Antonio do Espirito-Santo, morador na rua da
    A!
    PITT0RESC0S,
    hecifiiiciu
    Am'ataia^ETo.
    Cobra boa fama e deila-te na oama.
    BKRN.; (S\ IVP l)K M y, ni- F*I"A i^'U


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