Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09431


This item is only available as the following downloads:


Full Text
T
trio de 1841
Serunda-fera
O MARIO pnMic'-'. 'todos os d? que n"o
fofin desuarda: o precd da assl^nalura h de
non rs. par quartel, akfat adimilaiVu, Os
producios "I"-" ssieimntes '" iossridn raijo
de in riis por li"1'"- ,ft ri' '" lvl"' *"*
te e a reiiclices pela mctade. Os que uo fo-
rero ssin*nt P"8* 80 r,s I*01" lin""' e IG"
em typo ill'erente
PHASES DA LA NO HEZ DE O0T0BRO.
],n cliei as 1 hora *r' '"'nulos da tarde.
Minitoanlea lia I hora e 47 nuil, da man.
Lua nova h 2 a I hora e 24 nao. Cresceulea 17 aos49 minutos da tarJe.
PARTIDA DOS CORFIOS.
Ooinnna Pan.livna Hegnoilas c Sl< feiras,
llio ( 'ande ilo Nafta, chegl BU Unartas feiraj
no meln d ti parle as mesinai iioras as
Unilas fsiras.
Cabo, Seriuhaorn, Ro Formoso, Porto Calvo e
Muevo no l., II el de n,d< niel,
(raraiihuns e Knultoa 10 e24.
Boa-Vista e Plores a II e I.
Victoria na Quintal feiraj .
Olinda lodoi os ilias.
PHEAVUR DE HOJB.
Pri.neir a 4 h. 30 minulos da tarde.
Secunda a 4 h. 54 minulos da manliaa.
Outubro.
Anno XXII N. 221.
DAS DA SEMANA.
:, Srennda S. Placido, aul. d>J. do orpl-.
,. do J. rio C. da 2. V..OO I Al d*..V.
t Tere S. Bruno sud. do J. do c v. da i. v. e
do 1. dep do i. <1I d '
7 Quarts 8 Marco, sud. do .1. do civ. d !.
v c do '. da pal do 5 riist. de l.
8 Quiis S BHgida, ud. rio J.dr orpbSos, do
I. muoiciiwl da |. vara.
9 Sexta S. Dionisio, aud. do J. do civ. da I.
v e ilo J. d pas do I, dist. di' t.
10 Sabbado S Peoicio, aud. do J. do civ. I.
v., e do J de pa do I. dist. e J. de fda
I Domingo O Patrocinio de S. Jos.
CA VIMOS NO DA I DE OUTUBUO.
Camliio sobre Londres VI '[, d.p. if a
i. I'..- n 11 i u-is por Tranco.
> Lisboa ion "/o de premio
Dato, deletrea do boa* firmal i ViP %
OumOncat heapaniiolaa lOIOOfl
Moodasds tljI'Mi icl. |j"0
ii de (ijKn nov. lUfiMO
. de 4#000... 9/ino
I'tula Palncts........
l'rsos culuimmrei.
,i Dos Mexicanos.
Miuda
Od.
ao mes.
Slf2"e
lfi'800
idinn
o ton
I/oO
IfOOO
11940
U780
Accesda Comp. do Rebei-ibe de 50/r000 ao par.
lOiln
i ii
ij-.i.'ii
1*70(1
DIARIO DE PERWAMBUCO
PERNAMBUCO.
I
AaSEMBLE'A PROVINCIAL.
SESSO EM !! DE OUTUBRO DE 1846.
PKKSIDINC1A DO SENII0B SOUZ* TEIXUllA.
StmHtRio. Expediente Reqiieriiaeato do Sr. KunesMa-
cli.ido. para que chamen) se os siipplentos necessarios
jiai-.i prefexeretn o numero de 36 depulados. Discus-
sao dislc rrqiH-i incalo, na qual tomaina parte, o sen
tutor, r os Sis. Lupes Nello e Mrndcs da Cuiiha.
Ri queriiiioalo do Sr l.npcs NpUo, para i|in lf noiiuc
Ulna coliiiiiltaSo, que, revendo toda a le|>islacao pro-
vincial, eonfroiite-a e liarminiise-a eoin a lei inlerpie-
tativa do acto addicuinal. Discursos, qnesobie esta
'propnsla prnferii o. o autor della, e os Srs Peixnto dp
Hrito. Mrndcs da tniha p Niiiics Machado. Dpcso
da propotla. DlsCUMata do projeeto, n que reins-
tnuia a fip(;up7ia da VaiZPa. Ucquerinieiitii da Sr.
Lopes NettO, para que a respeilo do projeeto ouca-sr
o diocesano, rilo Sr. Nuiips Machado, para noe eja I
discusso adiada. Discursos destes dous .Sra. e do
Sr. liarrto. Declara;ao da ordem do dia para a ses-
so seguiute.
s onze horas c un qtinrto da inanhaa. oSr. 1." sperc-
tario fai a chamada, e verifica enlama presentes 23 Sis.
depuladns.
O .Sr. Prndente declara aberta a spssao.
U Sr. 2. Secretario le a acta da sessiio aaleccdcatc, que
be .ippi'nvada.
O Sr. 1." Secretario menciona o srguiute
EXPEDIENTE.
Um offieio do Sr. depulado Antonio loaquim de Mello,
participandii, qup, por achar-se doente, nao Ihe he pos-
jlvel comparecer por agora s sesses, e qua o far, logo
que esleja reslabclecido. Inleiroila.
Um rcqueiinienlo. em que Francisco de Paula Pereira
de Andrada, professor publico de primiiras lemas da
villa de Naurretb,allegando, que se acha impoasibllludo
de continuar no sea aiagisle io, eai loiiseqaca ia de ino-
lesli is, e sein os anuos de exprcieio, que, segundo a lei
deve lerparn requerer a sua jubilacao, pede, que a ai-
seiulili'a aulorle D Exm. presidente da provincia a ju-
biln-lo coni o ordenado, que o mesilla Kxm. Sr. enten-
der dever pe teucer-lhe. A' commiiio de imtruccao
publica.
Ontro de Antonio Fernandes da Cuaba Avillar, reque-
rendo o lugar de continuo da secretaria da asseinble^,
que seaclia vago A' commistaode polica.
U Sr. ."Secretario le o segaiatc parecer, que he ap-
provado:
A conimissao de polica, a quem forao presente o.
rcqiipiiineiitnsdoseidadaos Jos Francisco de SOUsa M i-
galbaei, Jos Lope* Vianna, Antonio dos Santos Mira, Jo-
s Amonio de Miranda, e Domingos de Ateredo Coutl
nlio, pediudo o lugar de continuo, que se acha vago nes-
U asspinbla, entrou no exame das liabilitayaes dos pi e-
temlenles, eenteude, que, di aire riles, esta ao caso de
ser prvido ao lagar o cidadao Domingos de Aieredo
Coutinho ; pelo que, o prope a esta Ilustre asseaiblea,
de ronformidade cota o ai ligo 180 do regiment da
Sala das commissnes, 3de milahro de 18-6. Souza
Tcixeira l'eixoto de Hrito. 'nii".
OSr. fuMi Machadol Sr. presidente, ped a pala-
va para fazer um reijnerlmento a casa. Pos nos adia-
mos, naverdade, reunido-, em numero legal, mas nao
coin numero i;o lumclente, que, no caso de um Inooin-
modo em ajgunl Sis. depulados, pelo qual se vejao
obrigadosa Tallaras sesses, succeda nao poder haver
casa e falta de numero legal.
OSr. Hlriid,i da Cunha : Isso nao ha de acontecer,
se I leus qaizer.
O Orador : -- Mas he possivel; prtanlo, en acho Con-
vinieiile cbaniareai-se OS sappli ales visto que pde-
nlos em fieilidade reeonheccr, qnealguna br, depu-
lados llcctivos, Otl nao pod" ru) compaieeer ja. mi mis-
mo nao comparecern porttntn, retnedele-ac este
inconveniente, e he isto, a que leude o lequerimealo,
que vou a presentar.
Eu podra, Sr. presidente, analysar agora o procroi-
mentodealgUnscldadaus, que no aclo da elelclo, quan-
dn esiao a aierccer os votos da provincia, taiem lana
hnllia, empeaho snas forras, .iiili.n, a eleiyiio he o
ohjeelo, qac oecapa todos os seas pi asamenlos, can la-
dos deseios, para depnis fazcrein lao pinico caso dos
votos da provincia, c se honraren! to p< neo coia elles,
que j ligela Noave, que pieHade" i-nanea los e
por isso me admira, que quem tatito l.aliallion para ser
Incluido aa lista dos depulados elietivos, deixe, de
una manelra, que nao se pode ate classilicar, de aqu
comparecer
Sr. presidente, no quero entrar arsla questao por
ora ; abandono-a e por isso lien aqui. e peco a V. Ele.,
que mandc-iiie papel para lser um rcquciiinciilo uestes
Irruios.
He litio, e, apoiado, entrara discussao o seguale rc-
qnei iairiilo:
. Erquelro, que seconvidem a tomar assento nesta
assenihlia lautos sapplentes, quaatos bstela para coai-
plelar o numero I.-gal de seus men.bi os; visloqae nim-
ios Sis. depulados ellrelivos nao leen, cou.pan cido, i- de
alguns se sabe, que nao cowparecer.~ Anas Ma-
chada.
O Sr. l.ope$ Ifetln : Entendo, que o rrqiierimeuto do
nobre dcpaiado ao deve ser appivvadc-.
Durante assessoes preparalm la-chainarao-sesete sup-
pleiitesp.ira sr prrrncherem as vagas,que havia.qualro
das quacsfoioilepoispirencliiilas pelos honrados me la-
bios, que chegro ltimamente .la corte, eporesu-
reni enlo fra da provincia, consideremos impedidos.
Longp de ciiiivid.irinos mais suppleales, parece, que de-
viamos dispensar os que viei aosuppiir a falla dessrsqua-
tro di pinados, e se mi concedemos anda tal dispensa,
he sem din na pela iacerle/a, em que estamos, do coin-
parrrimento de alguna honrados iiiembros, que se a-
cliau distantes da capital, e talvez impedidos de tomar
parte nos ir.ihalhos da presente sessao ordinaria.
Heverdadt, que mais de ama res temos observado,
que alguns depulados eBrctivos tomac assealo na casa,
para oiivlrem orelatorto da presidencia; faxero tus ao
subsidio, e auseal;io-se du.;::, "" ,""'2 !- i"'P-'da;
porcia, como se cousideraia impedidos rss. S. i.lioi es
deputad.is honorarios, para chainar-sr quem os sahsti-
tua ? Oatros, tirio s aies.no fasem. a.ostran-se em
toda parle saos p robustos, meaos oeste recinto, onde
lano desejainos v-los. Em qnal.;uer destes casos. O re-
gliaento nao perinitte a aduiissao dos suppleales, e por
isto pronuncio-me coulra ella, nao obstante deplorar
coin o nobre autor do rrquprlinento a repetlyo de
exeniplus si-inelll mies, tSo pinico diglIOS de illltayo.
Ocoorre haver-se espalhado boje a grata noticia do
prximo coiapareeiaiealo de doze depulados e supplea-
les, todos da opposico. Esprenlos, pois, alguns dia,
por estes Senhores ; animemo-los assim a vireai defen-
der aa tribuna a cansa dp seus aiados, que drixrao
correr a revella. Venho mostrar a rxcpllencia da po-
ltica vencida : as vantagens, que o spu partido garan-
ta ao paz, r 0Smalea, que i provincia tinaxcrao asia-
llaencias dominaiites. Meyao coia as nossas as saas ar-
mas aesta arena ; e suslcatem peante a nayao, que DOI
ouve, qaaato teein misado eserever, sob a capa doano-
ayniii, e a respoasabilidade dos Bonifacios, contra as au-
toridades artuaes.
Por ludas estas rasos, que considero altendiveis, vo-
l coaira o reqiierimruto, e votarci pelo adiaiaealo da
discussao, se f-r requerido.
OSr, ri Machado : Sr. prrsldpnlp. o nobrp depu-
lado, combateado o requerimealo, nao provou urna s
desconveniencia dille.
Senhores, que a casa deve estar completa rm sita to
talidade, lio evidente, e assim 0 exige pdetermina a lei;
sr mo, d/e-mc, Senhores, por que rasao a coosliluyao
exigi, que aassrnibla provincial se coinpozesse do nu-
mero de .'*6 depulados. na provincia de Pernaiabuco ? O
legislador teve um motivo mano grande de coavenieii-
(ia publica para estabeleeer este niiiucrn.qur nao hela*
difieren!* : 0 legislador vio, qac as opiiiiies se dividio ;
que as discussiies deveriao havrr inultas divergencias,
paia, em resultado, se descobrlra verdade; f para que
ama materia, lalve inulto Importante, aao podesse ser
votada de urna aiancira, qac ao livessp minio cunlio da
verdade, cstabebeeo-sc esle numera cuino garanta do
acert ; pois, quantn malor for a discussao, quanto inaior
for o numero das pessoas entendidas, que se disputen) o
descobrlmento da verdade, mais piobabilidade haver
de ella apparecer.
Senhores, nolai. que a Influencia de urna volaeo esta
na raso do uiiuirro dos volos ; he una rircuinstanein,
que iullae aa Importancia di declsio e torna mais fcil a
sua acccitayo, etc. ; e aqai est, pois. a rasao. por que o
legislador estabeleeeo esse numero; isto be, leve em
vista, que houvesse una n.elhor discussao, una discus-
sao mala larga ; porque, como disse, quauloa mais fo-
ii'iii os iirpiii.Hiiis, qac aquiestiverm, tanto mais se de?
ve presumir ha ver na casa mais sciencla, mais conheci-
meatos praticos, profrssionaes iiiesmo, etc. Ora, lina
dista, outras militas rasin s legaes ha; r agora iiiesmo,
Billa bem forte se aprsenla. Em virlade de ama con-
sulta do i mu .Un de estado, temos, que a voiayo dos
doas tercos, as assemblas proviuclae, diz respeilo, nao
os ineuibroa presentes, mas i totalldade dos inein-
iros ; por consequencia mais ama raso. para queaas-
sembli-a esteja constituida em saa totalldade.
Senhores, ea aeiniipaabo o aolire depulado, nica ami-
go, ra saas ideias, c divo inesinii prevenir a asseaiblea.
que ao tenho empeuho na approvayo do mea reqin-
rimralo ; que inesmo nao lerci din ida Pin o retirar! a-
companho o nobre diputado rni iodos ni seus sent.......
los ; mas os faelos provo, que esles Sis. au nos que-
rein honrar con. a sua pi esenya, oil nao querem honrar-
se coin os volos dos seus consida.Ios, honrar eslas ca-
de! ras ; e Pillan, que la/cr ? Eu j disse, e repito, que
acoinpanbo o noble drpiltado iipsscs sras sealiinelilus,
equem sabe mismo, le eu uo Uve fin villa, quaudo
olleiecio aieu reqacriiaento, excilar esses uossus coia-
panheiros a virria ?
Senhores, vou coafessaraiaa ideia aiiaha, talvez mei-
qiiinba, poriu he um sealiinento IllfU, r lie elle o nao
gOStar, que loinem o laell lagar : durante a vi.igeia, Pll
vinha ancllo, cu llnha deiejoi de chrgar, para me as-
sealar a'uiaa cadena deltas, que me compele, em con-
sequencia dos votos dos meiis comprovincianos c o
mismo jaizo layo dos oatros
Sr. presidente, ea ao suppoaho mal de ningliem ;
porque isso era ir contra os principios do Rvangelho e
por i.sn esloa, que desde o momento, Pili qi.....Siel Sis. ,
3ae ao teein comparecido, vlrem, que nos romo que
escondamos de sea patriotismo, de sua vonlade de eon-
correieoninoscona confecyaode boas Iris em piolda pro-
vincia, da provincia, onde aasccro COIUO nos, entendo,
digo, qac ellei se daro pressa de desmentir esse nosso
iiiizo. cumparecendo, e nao conienliddo, que seus luga-
res sejao uccupadol por oulros ; corier de sais casas,
viran aqui ajiidar-iios em aossos trabalhos, disculir, ea-
sioar-nos inesmo.....
O Sr. filela Tavare: Dos nos livre de tars mrs-
trc*- .
O OradorFiles viraii apresentar-se, para.de face a
face coiaaosco, provara f.ilsidade dos mallos (loe.....cu-
los, que mis trinos apipsentado, nao sii nesta casa como
na cmara grial, que coin loda a evidencia comas!.m os
ados da anual administrarn rom aquellrs, que prati-
cro as adminislrayes aatei ioies. .. .
O Sr. Vello : Isso sabe loda a provincia.
O Orador : --- Mas riles nao se do por vencidos ; he
gente tenaz, he teimosa ; por lauto, eis mais ama rasan,
por qaeliz o mea leqiieiiiaenlo. Aliu das rasiies legaes,
quero ver, se ao meaos isso serve de pxcilainenlo para
psses'rs. Demais, podemos agora misino na discussao
provar, qac ha algus Sis. deputados coin um la), on
qaal Impedimento pbyiico, que os priva de comparecer,
e podraos preencher seas lagares ; porque liles nao po-
dra comparecer coia tanta facilidade.....
OSr. Nrttv : Essas fallas eitfio precnchidas.
0 Oiiidor : Ccio, que ,i,i... Senhores o ineu y^>^ae
ro argumento consiste em que esla casa tein dircilo a
srr representada na lotalidade dos inembrns, de que se
compe a assrmbla provincial, para que todos concur
rao c..... seus votos para a factura das Iris ; isso he um
dircilo, que a provincia leni a provincia quer, que
seus destinos nao comi s pelas maos de um pequeo
numero dp depulados, menor do que aquellos, que mar-
ra a lei ; quer, que o sea deslino seja subiiirtlido, seja
examinado, seja discutido r decidido por lodos aquel-
Irs qnro hgisladoi constitucional estabeleeeo, qae In-
ter'viessea : por consequencia. inconveniente creio, que
nao ha na chama, rm-sc os stipplenles.
Siirpouhao nobre depulado, que seda ocaso de se
dever votar urna lei, que uo |>ddc merecer a saneyao do
enverno provincial ; rom o numero actual do rs. de-
pulados n" podra haver algaiaa difliculdade?... .
O Sr. Ketto : Mas isso aao se da daqui alo segunda-
O Orador :----F.ntao, o nobre depulado j nao'argu-
iiieala contra a possibilidade dolarlo, mas si ni coin o
lempo ; com dizer, que aiaaalia he domingo, eisto uno
se piidp verificar ; mas suppualiainos, que, srgunda-fei-
ra, esses seus grandes desejos, que eu lambeai tenho,
de ver oceupadas estas cadeiras por esses illustres co.a-
panheiro, sao iludidos, o que faaer ? E noie, que deve-
inos mais contar coia isto, do que com oulra consa por-
que mis j.i vimos, que algara aeteSrs. Ja renunclou a
honra de representar a sua provincia.....
II Sr. Villela lavaret:-- Mesiao ao reconheceo a le-
galid.ide di-sla nssrmhlea.
0 Orador: Quem disse ao corpo legislativo geral,
que reiinnriaxa a volaran di provincia, que I "ao quera
representar, qae cousiderava eleicio para legislatura
actual um complexo de iniquidades, de abusos, c de per-
ver.sid.ules.......
0 Sr. Afilo. Mas isso fui coin rclayao a cmara
eral. .
O Orador: Elle Individuo, que assim sp exprimi,
nao pode reputar vestal essa eli'iyo, assim aleunhada
por elle, de vicios, edeliilos, na pane geral, s para re-
presentar na asseaiblea provincial os seus coiniail-
lenles.......
O Sr. .\rito: Como niofoi, emrelaoao arstacasa,
que elle se exprimi, pode,
O tirador : --i orno, Srs? pois he isso possivel! Eu ru-
teado, que he preciso ser milito corajoso, para que ISSf
Individuo sp aprsente aqui, depoisdeste faci.......
OSr, Ntlto: Vea. vea.
O Orador: Nfio sei; mas pii pntrndo. que talvpz a
sspinbla podesse a respeilo dille tomar algunia me-
dida........
O Sr. Afilo: Para elle vir mais depressa, estara eu
proinpto.
II Orador: Aqai est em que me fundo para aprr-
sentir inca rrquei iiaeato; sei desles lacios, porque, na
qualidade de menibro deuinacommisso da asseaiblea
geral, a quem foriio prsenles todos esses dociiaicalos,
ni vi p li um o'.cio deaia desses Srs., renunciando in-
icua p absolutamente os volos de irui coacidados, que
acabara de solicitar com einpenho......
Foses: M.is isso fui na cunara geral.
0 Orador : A clcico he ama e a aiesiaa ; os motivos,
qar levro esse individuo a renunciar aquella, ful lllp-
pr nao legal aaparayo frita pelo poder, que tinlia di-
reito de o fazer, mas Isto inesmo seda coin relacoo i
i sta assi nibl a, qar ireonbeceo legitima aquella apura-
yo. A provincia rntendeo, que devia incluir no numero
dos seus representantei a alguns desses Srs., e mu dri-
les renunclou essa honra; foi elle, SP ao II.......ga.....0
Sr. barao da l'oa-Visla, ou seu irnio. Eu suppoaho, que
psia asseaiblea rpcouheeeo como legitima averincacao
da assrmbla geral; o dircilo, que liaba a assrinblca gr-
u, de verificar, ao principio de una nova legislatura, o
processo da elelclo primarla: PStou nesta ideia, neui
podia d.ixar dr oslar ; esla asseaiblea reconheceo como
direito legal esse faci; faci, que estesSrs. pfie.....ai
duvida, e (li/.rm ser lilil) de um i s|ii I tu III ruginoso, de
um desojo de expulsar os legtimos rcpreseutautei da
uacaoi em fin de mu espirito de depuinyao.......
a Sr. I Hila Tarare: Foi por cansa doOuriciiry.
O Orador:O Sr. depulado tein esperanras deque
estesSrs. comparern; ru O desejaria muito, porque
quena estar acoa.p.inbado de Io Filustres coinpauliri-
ros, por gladiadores io lories, epor isso ollereci o laeu
requerimento porque, em favor da causa da inlnha pro-
vincia, desejo cunar em liya, desejo ser convencido, di-
que os liomeiis, que eslo acliialuicnle aa poli tica do
paiz, nao leeni direito de coiicorrcr Pin Indos os aego
rius pblicos, nao trcia aeiiba.aas sympalias, acahuala
caparid ni. ^i representar a provincia......
O Si. .Vello: Nao teem influencia legiii.ua.
O radOI : Repito, quero srr convencido, quero ver
desmentidos OS factos, que coulra riles temos apresen-
lado; quero a publicidade, pois s com a publicidad!'
be, que os quereinoscombatei ; couvrnrao-se elles dls-
so; mis nao precisamos de comentaros lacios, nao; mas
leillOS neccssiiiade de aprsi'ata-los, laes qaaes elles sr
lei-in passado, ao conbrriuiriito do ainado; pela mi.iba
parte, prometi nunca morallsar um s facto, mas te-
nho lien ssid ule, O bem da pruvincia lea lien ssid nlr da
inaior publicidade ; que oslarlos pausados chfgttfiu ao
coidii'i iiaealo de lodos, r quila lem eousiieacia procediinenlo n8o deve temer a publicidade; pnreui
naosel, que influencia lem a publicidade, que multa
gente ira. medo della eu, a mea respeilo, a desei.......i-
10, e entendo, qae sem publicidade hei de ler d.llicalila-
de Pili vi"el".......
/ ni Sr. Depulado: -- Quem coahece estes corpos, sabe,
qi.....lies nao leen graya sem opposiyao
0 Orador: Bu uo digo mais: recelo, que as espe-
ran asdooobre depulado sejo (Iludidas; seaisiiunffo
fossi-, uo duvidaria aicsmo retirar o mea re.jucri-
a.i-alo.
OSr. Mtudet da fimha comqnanlo reconheya a ne-
crssiil ide de co.nplclar-se o numero de 36 ..niobios, lu-
de opinin que se adi al terra-li-ira a di ciso do
requer.....uto, qac pede, se chaiiicn os siipplentes ne-
nssiiiis para SP conseguir esse conipleinenlo; por-
qiianl i leill ra-iirs fui Irs para eicr, qae arsse ili.i se a-
pri senl.ir.io na casa niio meaos de ilose depulado!, que,
cheiosdo Esplrilode Dos, ecompenetrados das verda-
des do Evangelho, ha muito esqurcldas, mas qae agora
vao revivrndo, vlrao Ugar-sr fraternalmente aosacloaes
e ajada-Ios, discordando apenas dilles Pili Ulna OU OU-
Ira coasa; iliscoidaiicia, qttf pode aicsa.u apparrrc rn-
li r os Si iibo.es, qae de prsenle COIIItiUieill I casa, que
he aecess.iiia, e qae il gra e vida s eorporarPs, cu-
jas (Irrisn s sao lomadas a plai alidadr de votos, e devela
ser precedidas de discussao.
O Sr. Nuntl Machado: -- Eu pey licenca para dizrr ao
nobre depaludo, qae lie mullo espiiai; purria, ao obs-
tssM, iiiiro o un a nqoi i mi ni", |ii testando oflere-
ec-lo na lerya-feira ; Apelar de que, estOU desconfiado
deque pssas esperanyas serio Iludidas ; isto, porque j
trnlio | assado por a,lillas di 11 pedes-
OSr. \." Secutado d conU de se achar na mesa ose-
guinte requerimento:
.. Rrquriro, que sr noineie uina co.....lissao de tres
m.millos para rever a legiilacSo piovinclal, e propr ai
reformas convenientes, aiiu. de harmonlsa-la com a lei
Interpretativa do acto addiciuaal, e as neceuidades da
provincia l.opri Mello. -
Apoiado, entra em discussao
OSr. Aunrs Machado : Srs., aao vou combater o rc-
quprinipnlo do nobre depulado ; vou fa/.er algiimas ob-
lervacdes, para provocar alguiua discussao. que fay.i
rrcouheccr a conveniencia S alilidade do requeri-
aie.ilo.
0 nobre dppulado propOp, que se nomeie urna eoin-
niiss.iii espeei.ii para fazer a revlsjlo d" todos os actos
proviiK iai's, e harinoaisa-los com a !. Interpretativa do
aclo addicional. Ora. PUentendo, que esla he una das
principad obrigacoei do corpo legislativo provincial, de
cada um de nos, e por i oiisi guale 0 requer minio pa-
r ce propdr o que j esl determinado ; sem ulleiisa,
pode dizer-sc, que pecca por abundante.
tu disse, Srs., logo ao principio, que nao combato o
requerimento, fayo abrumas obseryaydes, como para
provocar algainas explicayes aa discussao, para que
pn.sanios todos convencer nos de loda a sua utilidade.
Senhores, o Hu do requerimento he alil, r aao desco-
nheyo a conveniencia de examinar os actos legislativo
p.'oviueiaes, e p-los Pin harmniiia com a legislayo ge-
ral, p soln-eludo com a lei constitucional ; mas me pa-
rece, qac he obrigayao especial do corpo legislativo, c
qae talvPS aas coiuiuissdei rre.idas, e mandadas crear
pelo regiment, alguma, oualgumai hajSo, que possao
mi inesmo dev*o enesrregar-se deiie tribalho; todava,
repito, cu su qu-rn mais algumas riplicayes. O nobre
depulado pndera le boas rasoes par provar, que as
coinaiissoes, que existcia Horneadas, nao sao muito
proprias par apresrnlar um iraball.o alil e convenien-
te ; porni cu achava, qae, sendo isso una de suas
obrigayoes priacipaes, t-ll.is podiau eneirrcgar-se desse
irabalho; mas ouvirri 0 nobrp depulado, declarando-
llie, que sii I'./, roasidi-rayi'ies saccinlas, e qae aao eslou
longe de volar em lvor do sea reqiieriiaeato.
O Sr. Lama /Vello:Sr, presidente,rcconlieceado a uti-
lldade do iiipu requeriuiento, o nobre depulado dispen-
1011-llie do irabalho de justifica lo. Enlendro, poriu ,
iiecessoria urna discussao, e, para provoca-la, irouxe
Gonsideracto da casa aijudiciosas reflexdei, que aca-
li linos de ouvir. Ellas abonan a iulclligeiicia do nobre
depulado, pnslo naosejo sallieiratrs para di-lcriaiaar
a rejeiyao ilo requerim alo, que niaiidei mesa.
Por ser da compPteacll delta asseaiblea a materia do
requerimento ao se spgup, que deva eate lerrejeitado:
islo leria lugar,srpropozcssi airdid i excntrica das nos-
sas alt.ibuiyes. Ha, em verdade, alguma obrigaeo da
parir das diversas coilimissdes di casa, para proporria a
reforma, de que nos oCCUpaillOI : mas essa obrigayao
PSpalliadl por taas pessoas, que descanso amas a as
oulias, nao foi liada cumplida, e o resallado de sean
II.ame Indifferenca be vlgorarem anda na provincia lela
inanifesiaiuenlf InconsiltuclonafS. He lempo de acabar
i sta anomala da nona leglilafSo, eo meiamaladequa-
do, qar teios para a d. slrairiaos, he oque acabo de
prupr. Se occorrer ao nobre diputado outro mrlbor,
ludique-Q, que ao duvldarel adopta-lo.
o Sr. feixotode Utito: Ea voiarci prlo requerimen-
to; mas nao posso di-xar dedlser ao nobre depulado,
que vot irri. aao por iaxergar-llie a importancia que
elle Ihe d, mas porque nao faz mal. Ealeado, que he
mais ama COiniaisso, que lea de crear-te na casa.
o Rui do nobre depulado he providenciar aquillo, que
esta* providenciado I fxer um encalo menor para aquil-
lo, que existe em am circulo maior ; isto quanto a ama
parle ilo rcqueiian..lo : porque elle leiu duas, da se-
gunda dasquaei tratare! depol.
Por agora,oreupu-iue ilaqa.ila parte,que manda rever
a ligislayao p ioiiiui.il p.u a ai i oiuuioda-la s uocessi-
d -des do paiz. Ora, este cuca.r.i>,continuando, como es-
l.i, dividido por diversa comiaissfies, pode ser niellior-
.....ule dPSempenhado, do que sendo circumscripto a
ama sii ; porqaauto; Mando is oecrssidadei da provin-
cia divididas em diversos ramos,e huvcndu para cada um
desses ramos .una oomuiisso rspeeial, ella uecesaaria-
ininle tein de prestar loda a sua alteuyao a mu s ramo
de servyo e por fiso com muio mais facilidade reco-
aliecer as neeessidades, de que esse ramo se rescate;
lio entretanto que, sendo una s a eommisso, teiu de
distribuir asna attencSo por lodosos ramos do servyo,
por todas as neeessidades publicas, P por couspguiute
ao poilcr exainina-Ios con. o nrrrssario cuidado, com
o iiecrssaro vagar, neni io pouco dai-se ao irabalho, de
que iiecessilamos.
laucado, pois, que esla revsao sera mais conveni-
i-ali-iiieale leila pelas coiuniisses especiaes. Temos a
coiuaiissao de fajeada, i|iip nos srus trabalhos se rn-
arrrga de rever a legislayo provincial ad hoc: leaos a
dr polica, q.....-ever aquillo, que dls respeilo aos ne-
gocio- pollctaes.etc, i te; p isto Independente de recom-
iiu ud.ii ao, pois qae oail i ama das coiumisses est coin-
pi-iieliad.i de que all dos seas dcvpri'S he irc-eru legisla-
ran priiriiieial e combina-la ou hnrmonita-la com as mcesii-
dadis do -priu'incia.
Uiiauto segunda parte, aquella, em que o ineu col-
lega exige, que essa coinaiissao especial procure har-
luonisai a Irgislayno p.ovincial com a lei Interpretativa
do aclo addicional, parece-ine, que se quera creayao
de urna cuimulssau para um negocio, que he esiranho
as nossas altribuiydes ConslilUconoPS ; porque, des-
de que o poder legislativo geral, interpretando pacto
addicional, cnnsulrroii, que iiuiit.is das assemblas do
brasil tlnhao evorbilado, tinbo sabido lora do circulo
de suas attrlbulcoes, e, procurando o mrio de evitar os
iuroiivi incales, qae haviao de resallar de ama andida
qae coasidrrasse millos lodos os anos provinciacs, disse
ao Ultimo artigo da le disse, qae as bis provinciacs, que
foSSi ni i.ppostas a iulerpretayao dada aos artigo precc-
deutps, naoe entendesse......vogadas pela promulga-
yao di sta lei, sem que expressaincnte o fosseiu por ac-
tos do poder legislativo geral, consideran os aclcs exor-
bitantes das assemblas provinciacs como actos geraes,
c os i li um ii para a sua alyada.
Vozcs:Nada, nada.
0 .Sr. JVtraei Machado : Nao se sfgue, que as nao pos-
san.os revogar.
O Orador : lie ininha opiniao; quero v-la comba-
tida.
Consideran, repilo, os actos provinciacs drssa pspe-
cir como achia geraes, chainou-os para a sua alyada, e
dei.iunooii, que CiintillUaSseill a ai viguf, ule que o
corpo bgislalivo gi-.al os n-vogassr: logo asasseinbldas
provinciacs nu podciii, por actos seus, por iludidas le-
gislativas suas. revogar um aclo desles, que ja nao he
seu, e mu geral. Eu assim calendo a lei ; e pey aos
inilirrs depulados, que ouyo com calma as palavras
della (Ir).
Aqai se diz. me tacs Iris uo se considerarn revo-
gadas, sem que por acto do poder legislativo geral o eejo :
por coiisequenola ninguem os pode revogar senao o po-
der geral.. ...
QSr. Nana Machado : Combine esse artigo com o
das altiibuiyoes das assemblas proviociaes, e veja a
ronsrqiiriu ia, que tira.
O Orador:Repito : he ininha opiniao, que, einquan-
tu o poder legislativo geral as uo revogar, ellas sao Iris
geraes,i- a asseuibl a provincial nao as pude revogar e se
uo, pcrgiinto: mis podi mus Irazer boje a discussao a
|c:!.-. susrdl "icio..al, que prescntenieulc he couside-
i i.ia tomo objccio geral Podemos ? I'arece-me, que
nao ; porque, se podessemos, dar-se-hia o caso dele-
glslarmoi sobre o objecto geral...
0 Sr. A'uiies Machado : Desmanchamos o que file-
mos...
O Orador -. Enlao, podemos revogar a lei, que he ge-
ral?..



O Sr. Afimto Verreira : Podemos dlzer, que lira em
Vigor a M grral.
O Orador: E donde noi vrio o direilo le drclarar-
mosmi vigor iiinn |c| grral ?
Si'iiiiiiri, a < i ti stm in Importante ; he preciso venti-
la-la Ofl'creco ritas uonsideracnes, derla raudo, qur nAo
dtlvido miar prlu ruque rimrutu mi nina de lilil partos;
apital cli que me pan r, i|iio lie mais Ulna comn, .m.
que sr cria ; patece-nie nie-inu, que fila nao tingar ao
hu, que (liM'ia o nobre deputado.
Quantott outra pane, rmlltia inhiba optnlao,aasaein-
blra reaviva oque rnlonder conveniente.
O -Sr. Mi mii \ iin Cunhn pugna prio reqiirrlmrntti d
Sr. Ni'ito, e rumbalf as Idelai '!< Sr. Pelelo "Ir Hrlto,
lili inlo, (lile, sendo, como he, de suimua Importancia
ai' visao de tudas ns Iris proviiiriaes, e a sua confronla-
i'.in iiiin a bgislaco anli rior, he de necessidadr, que
esse Irabalho, pan que apparrea iffo perfeiio, como
deve ser. teja roiiinu nido a una coiiunissn especial,
que d'elle f smenle dille le necupe, o cnin a ineilit i-
co f descanso, que exige larefa uto ardua, tan un lin-
drosa p allegando, que, a vigorar a oplulSo de nobr#
tlepiiiadn .iiriia ile au pollera assiuihla, tlrpiiis da
inlerpielaiaii do arlo addlcl.....!, revogar as lela, por
ella confeccionadas, d.ti-sc hla mu Interregno legisla-
liiu, e lie ni a a iiietma asseiubla privada de una dai
suas prlnrfpact atlribuicdcf.
Jnlgads a materia discutida, he o requciinmilo suh-
iiieiiiiio a votai Ao, e approvado,
O .Sr. /'rcsidrnle noiua para a cominis-o, de que o
irqtif rmenlo trata, aus .-rs. Mendei, .Vuius Machado,
i Vilo.
OSIll m DO DA
Segunda ditrnssilo do projeeio n. 5 dtttt anna, que ins-
tauro n unliqo frrgurzin dn Portea. (Vid., no Otario u 06,
.i ICSsAodell de marru il't slc annti.J
O Sr. fViraai Machado : -- Sr. presidente, se en cnteii-
di ise,que n projecto devera i'-i j. as honras de tegun-
,l.i ditciisso, proporia.qur os outroarilgot rossem coi
vertidos rin paragraphoa du artigo I '.para evitar algum
absurdo, dilm de utn detenido da nosaa parte.
Dlr-sr no artigo l. Pica luilaurada a amiga frrgur-
/ia da Vanea." Ora, pnr uinacn iiiiislaui ia, inesnio in
dependente da niis-i vnnlaile, piule scgiiii-sf do pio-
jectO <> eootrarlo daquillu, que o autor leve em vi.sta ;
porquanto me parece, que elle nu que absulmaurii-
te ret ib< I cer a antiga freguezia da Vnrv a coni que-
.11 di lYeguczia dos ifogadol, quer dividir i freguezia
ilus ifogados e a do Poco, e Aucruma terceira ; porui ,
volando-ar oaitigol.*, e pudendo, por una circuma
ia tu ia do momento, volnr-se contra os uniros artigas,
leguir-te-bia o Onntrarlo do que quer n Sr. deputado ;
linrqiie o artigo i." em ti he completo, c poderla barer
una sorpresa, ualucidor boa IV'.
he, pola, i ii rstiveese habilitado para entrar nesta dis-
. ii-sau, pinpmia esla qitrto de nrdrlil ; mas, Sr. pre-
sidente, co.....nan esimi ; coma nan sei, quars sfin estes
limites, que aqu te marrAo, nem |>osso avallar ajusta
conveniencia dista divisan; ionio a materia he grave,
porque grave por cello lie a divisao de luna fri giic/ia,
e devenios late-la rom tuda a prudencia, quaodortll-
',eniiiis lieui eerlos de lodas as eirruinsl.iiicias juslili-
catlval de-sa divisao ; en, que respeito as hilciicncs du
nobre deputado, autor do projecto, que emendo, que
elle atteudeo multo as cnnveuli nciai publicas, que a<
leve em vista ; Pll, que nan iltivitlaria d ir-lhe un vilo
ci ^ii de roiiflanca, todava, emuo julgo, que o pobre de-
putado nao me pede agora esse vol, e vejo Ijue nesie
negocio nao eulroucousideracau individual,luassim n
le u desejo de servir n pala, peco llci nca pata olierecer
mu adiaini iilu an projectu pin 16 dias eiiiquutn o go*
verno, entend uiln-se com as respectivas aUtuitlaths
eclesistica e civit.....s habilite ( an mi nos a llllm ) jiara
flariuns un Milu cun aquella i ouvii i ;in, que hf pinpria
de iiieuihrus dista casa, e que exige a importancia da
nial. ria....
0 Sr l.i'petSrtto: Ja aqili eslava o requerimciito (Vi-
to ; mas ollif, que nSo lie por 16dial.
0 Gradar: Ku iiaoqurrn prejodiaro projrclo ; rs-
perarei pelos termos do adiamen todo nobre depuiadu, e
lia volaran pnderi inos rnnvi ni inuai'.
II' IiIh na mesa oseguiute requi rmenlo :
Itequi iru. que le Ultra u I un. prelado diocesano
.iei na il i conveniencia da divisan da fn gui /ia dos Afo-
gadoa,eda reslauracMo da Vaizca. com us limites mar-
eados un pruj ciucn disi lissao. Lopu Afilo/
Apoiado, pntra em dlscutso.
O A'r. tnivalho MtmUmio : -- Sr. presidente, eu nao me
oppnnlia ao pi iun iru rei|iiei iineiiio, que oimbre di pilla-
do ilisse. ia tater, prdludn o adlaueuto; niasvuiucon-
traesle, que est .'i(;a na mesa.
Sr. presidente, concordo com u adiamcnio, e talve
mesiiiu o propusesie, nao por quinre dias, quejui^u
mullo, uns pi r ms iu i lio das, para inSsc pillu-
do de lempo, obler infia in.nin s. que me li.ihilitassi ni a
formular com prucisourna i menila, que trullo de otle-
reeer aos artigo, que se ai han consigiiudus no proj cto.
Sinhnris, coinquanto o piimeuo d'e-ses adigos de-
Clare, que lira ii iiislauradii a amiga fu gm 'in da \ ai -
zea, m'ui fui lodavif lunilla inli ncai. ac. h.nmm a dosA-
fngadot, como briu se vi dos dental* nimos du prujrctu,
que tillen i i, e ii...... ainda inais na ni les i 111 i na enn lula
que leneiniii) apn si nlar Por lili), voto pelo adiann uto,
ainda un su o por iSdial, cuino quaw o noble di pilludo.
(l.Si Auium Murhodu : Sr presidile, cu direi ao
Sr. deputado, que aeaba tle seular-se, tpie elle me nao
Compreheudco beiu. Ku nao quero prcjudiiar u projec-
to ; qnciia eviiar, que, por un. desmido, se Hxessr o
COIitiai lo du que t m em visl.i o luihre di pillado 1 o que
fcilmente pudeiia lucredi r, romo, ha pomo, liz ver....
m /'r/iiiiiu/o: P.utrnde-te salva a n dmeo.
O Orador : Aqu I queilau he de materia e nao de
redaecao ; poicui uo beagoia otcasiao de Halar dis-
to......
a maioria da casa pode entender, que eu eston em er-
ro ; mas difn ao nobre deputado, que o eotendn asslin.
Alcui do priim ir defeito tle ser o ailiinniitii iudefe-
nidn, eu acho, que a redarco .....siua nao est nos ter-
mos rigorosos, em que devera estar, e por isso nao te-
n lu reineilin senao prnpUr, como addilaiuento, as idrias,
que einilli, quaiido l'allei pela priineira vea
cmara dos denutados, marcar-se um prazo para se da-
rein seuiellianres pareceres, c le fura, deveriamo
rrnnncia-lo, lendo de inppAr-sr. que u bispo nao
adiara a remella dos eselareciiuentns desejados, ape-
nas ns obtiresse. Mas. como a presuinpcao desappare;a
filante da verdade, se virmos, que nos lardan el es, c
que S Kxc contra seu costuinr. para millilicar g^p-
Sr presidente, eu hei de prupr u adianienlo por 15 tencoes da asseinbla, guarda silencio, remediareiuos
das: cnteiido, que eoni menos lempo nao podeiviuo.s esse mal, dando o necessario impulso adiscussaodopro-
esperar as infiruiares, que mis habiltelo, para, com ieeto, passado um termo rasoavel.
euiisciencia, voliiiniis este projecto. Trata-se dn dlvl-! Oreginieiilo da cmara dos deputados contin adis-
su de una auliga freguezia. Irata-se de localidades, poslc-fio do nosso sobre os adiamenlos, e tanto n'aqiiel-
que en nan colillero ; e cuino V. I'.xc. sabe, que nina das la casa, como n'esta, minease reputaran iudefenidos
pi inn iris colisas, que nos devenios considerar nestas os que sao concebidos em termos taei entendendo-se
divisfies, he a ciiiiiniodidade remtante da niaior con- seinpre, que a discussao flea interroinpida, ale que
crnlracao da popularan, e eu nao me acho em estadu de chegue a rriposta daauturidadc, aquein se mandn ou-
avali.ir esta fin ninsiaiicia, |mr1io quero informaedes. vlr. Nesta parte tainbem me parece ponco relevante o
He especial do Mosto paiz una grande extensao de
territorio, e pnuca popula(o, uiuilu espalbadae disper-
sa ; o que Justifica as umitas ereaces e dlvisrs de fre-
giie/ias, anu de que os soceorros rspirltuaes se tornein
n ais l neis rehegiiem a lempo mas isso nao se pode
fazer sein enuheciuienlu das luealidatles, afim de aeau-
lelar abusos,e que se tacan males, quaiidn a llileucao
he later o bein. Repito, uau esluu habiliado para co-
nlieiei islas colisas ; nao sabia inesnio, que exislia na
Varzea n lugar chamado Corontl-riiu-foilet ; posso ter
panado por l inultas veces, mas tal iiouie nu conde-
ca : pur isso, marido a mesa mu adililamento an adia-
mento propotto pelo Sr. deputado che o segu me (IV) :
ti >eja o adiaiiienio de l.'i das, pediudo-se, entretanto,
iiiliii'iii.n in n ao goveino da provincia subrea couvenieu-
ci.i e melhor maneira de se fazer a divisau, que propde
o projecto. S. R. -- Nunti lUarhado.
Apoiado, entra em disciissao.
( Sr. barreta : Hespidlo, Senhor presidente, as lu-
li's do Ilustre deputado que oll'eieceo o projecto ;
lias como ni lesiaslico, e o nico, que existe pnr ago-
ra nenia casa nao posso aiapeniar-mr de algumas
reOexoes, delxandupassar mu piojrotu, que me nao
parece conveniente, c que eu nao julgo cmplelo, pur
assim ti dizei
IVtis au pndeinos prescindir, em questues de seme-
Ihaute iialure/a, em quesles, que versan sobre mate-
rias ei clesiastlcaa, e de-la ordem de ouvir o che-
fe do rgimen eccleslastico : litis nao piulemos ja-
mis prescindir de uuvir u Sr. bispo diocpsano. Niis de-
venios saber, esabenius, que esta tlnulriiia nao he vaa,
queella esl pnsilivainriite cuuiiguada. Nao poderemus
jamis facer anstraceao do chefeda greja pemambai-
cica: nina vi z t|iie se trate aqui de cou-as, que digo
respeito dlvisAet depann hias, nos devenios seguir o
Irilho de as subiiieller an Sr. bispo, para que elle nos
siihuiiiiislre o sen parecer. Ku sel, que este lequeri-
inento ha de ser levado no funliei inicnlo do Kxm. M-.
presidente ta provincia ; respeito a sua prudencia, o
sen ilise rninento, oeu bnm senso, sel demaisa maii
|Ue lie um juriscnnsullu, e que elle inesnio lea o ac-
ordode oenviar ao prelado, e de o ouvir sobre a ma-
leria ; porque, deontra forma, elle inesnio coubeceria ,
que nao obrava em regra.eque sin nao Me Orarla bemj
siippiiiili.iinos. qu.' em occasiao seineIhaule nao te-
inoa mua prssoa b dni da nrovicia ; que lindamos algum huiiiein de luces
iiiesquiihas e escassas, iinimii eslupidofe iieiu lie a pri-
lueira vi z, que sin nos acontece) (apoiadoi); e que este,
desprevenido dos ronlli^clineutOS precsus; seni ideia
das colisas peclpsiltstl as. jnlgaiido-se auturidaile nica
na .....liria, iiuaginava-o as-iin, e nao mandava ouvir
o prelado; que resultarla desle fnrto ? Urna iuvasao as
bis pcrlesiaslicas una I n vatio nosestvlos, e fin cer-
tas fm nulas, alias neeessarias. Se as divisties podeiii ser
hilas de mu luodu h gal. de maueira sulemne, port|ue
obraremos nos de oh Ira modo? Ku nao digo.e nem pode-
ria dicer, queouvissemos o Kxm.prelado, em tiidooque
bzcriuns ; pori'in eu insisto, que o oucamos sempre em
linio, que Ihe pe lencer; que o oiicnmu*. t|iiando se tra-
bar d.-sia inaiii'la, de diviset de paroclilas, porque elle
lie a pessoa habilitada e le(tlina p ra ser ouvid.i uestes
casos- aula que nos reciirdeinos, de que os Senhoren
bispos devem ser sempre ciuisultadus sobre as necessi-
ilailcs das suas tlinics.'s. por isso que piles eslao em
cnniacto cnin os povus, esto cni contacto com os patu-
chos; rere he in, e mivem linios os diasrrpiescnlaces J.i de
nina Ireguenla, j de nutra; recebeill e despat bao re-
qiicriiiicnios sobre as exigeut ias'espirilnaes, subre a
lilla do paito pspl ritual Eutendo, ponanto, que, urna
vez que nao uiaiiilaiuus flreciaiueule ouvir o prelado,
pelo menos cuns gnemos a itleia, de que o Kxill. Sr. pre
siibiiie o mande ouvir: se esta iludida nao be precisa
an anual administrador da | rtiviucia. rila o ser para
oulins, en: casus igua.s. .l disse : confio no actual, mas
nem sempre exisiii nogoveirin. Se a ideia, qii> eu pro-
piinlin. for couilguatla no projecto, evitaremos, que
pasiP seiiiclhanle prcci denle nesta casa...
l'u Senhor Ihimlodo ; -- J passou.
O (Indar:-- Pola he. para que nao passe : passou, c
paSSOU mal. Se passou, he islu a ineu favor. Se nos co-
nheci inos isto, llevemos dar-lhe ti remedio, para cvilar-
intis duviilas, t- para que a mesina amurillado ecclesl-
asiiea laiba, f. cunbeca a materia, e o que ella deveri
obrar...
O Sr. Xetto: As leis Ihe sao rnneltidas para Ibes dar
exeeiicao. na parle, que Ihe loca.
O llrmlar : Mas, se Ihe nao tocar nada, nenhiimaexe-
cuco Hit- dar : a le pass.u, como esliver; e nu Ihe
restar mura musa, scnti alguuia represen lacio, a
nuein competir, bilvet a assembla iiiesma, ponderan
do a iuvasao j fi ila.e un em lauto a le lein passadu;
e que llir 1'ar.i u Sr bispo ? Kevngar a ll '/ NSo lie
Pola, melhor, nao he mala prudente, prevenir ludo is-
lo ? No he nielliiii man bar em regra ? K liiesmo con-
forme os principios do riirrito i eclesistico? Nao be me-
Ih
fuidauenio, com que o nobre deputado ataca o reque-
riniento.
0 acto addicional, que marcou asnossas attrlbulcdes,
nSo nos Impoz o dever de seguir, nem inesnio de con-
sultar o bispos em materias srmelhaiiies: deo-nos am-
pia faeuldade para legislar com ai restrlec-s. que al-
guns bispos do Brasil teem queridoestabelecer, isto he,
com a dependencia da vnntadc dos prelados diocesanos.
O Sr. Harreto Adoptadas as formulas.
Orador: Se o nubre deputado quer clnglr-ie
* formulas, direi aluda, que nao somos obligados a
ouviro Kxm. bispo, eso o farcinos, para melhor nos es-
clarrcerinos, equando o jiilgarnios conveniente.
OSr. Sarreto: --Temos limito queaproveitar, ouvin-
do-o
a cssa conveniencia as corea dedirelto, nem se suppo-
nha, que he smenle o tliocesano, por sua poslcao,
que ni nos poder dar os eselareciiuentos, de que pode-
remos precisar. ...
O ,S'r. trrelo: F.u nao disse smente.
0 Orador: Sr. presidente, tenlio gauhn alguma coli-
sa, porque o ineu lim he provar, que a audiencia do
bispo diocesano he urna conveniencia e nao mu direito,
cointi parecen querer, e qufe O nobre deputado.
1 11 j pedi ao nobre deputado, (nem perrisava pedir.
Ihe, elle he lo honesto) que nao se ofl'enda com o que
eu disser: hade fazer-uie juslica, e entender, que as
minhas palanas sao ditas smente por lurca de argu-
utenUcao .
0 Sr. harreto: Diga o que quiter.
O Orador: O nobre diputado est mercdu:lndo ao
silencio .
0 Sr HaTelo: Faco justlca as suas intencdei, e as
suas palavras.
O Orador: Vas, diga o que quizer. .
OSr. Hrrelo: Slm. diga o que quizer, porque nao
dir seno o que convelo dlzer.
O Orodjr: Bein, direi, pois, que ai conveniencias
publicas pedeni (ainbeni, que nao s se ouea o Sr. his-
po, que nem s se d impurtaucia ao seu Juixo neita
materia; porque algiiem, que quizesse ser excessiva-
meute rigoroso, poderla entender, que a funte, a que
se dirige o Sr. bispo, para tirar essas Infuruiarocs, que
nosiransinille, pode ser averbada de suspelta. .
I> Sr. Nelto : Pude manqui-jar de um olho.
0 Orador: --A materia he importante, Senhores ; a
di' sao de una freguezia sempre tende a diminuir a
mas podemos resol- posicao. as vantagens daquelle, que dirige essa fegue-
0 Orador : NSo duvido ,
vero contrario do qup S. Kxc. entender neeestarlo zia; e. fallando mesmo com multa houesudade, suppon-
lo ; e he este direilo nosso, que desejo sustentar do, como devenios suppr, nos paradlos a maiur lio-
t _>iUlJ> J> n *_* .sil...i i'i.a ii'inoaue .ni iiiiliuiiln ..<...
-. man-liar cun aqu lia decencia, une mis devenios
"Oprllnelro artigo he um projecto conservar nrsts cata ? Senhor presidente, pur bina pa-
tarra o projrrto Arar rm forma, flcar perfeitn, e por
pie rasa., pi i si iidiiiinos ilclla ? Fu i suiu certo, que o
iinlire ili puladn, que ullereeeu n prnjevlu, lelll basian-
tednrllidade, para eonsenlil nesta diminua, porni es-
stncial altcrac.no. Rala llleracao, esta pala va be, que o
Sr. Ai>;m irjn muido.
O Sr. Lnprs .Vello : Antes de responder s rrflexors
do nobre depulado, permita \. Kxc, que diga duas
palanas acoca do projecto.
lia anuos se lala insta tasada restaurar, fiu da fregue-
ila ta Varrea, p sempre fui ta i
clon ein favor d'ella, N
completo
O Ortidnr : He vrrdadc ; mas, repito, nao be agora
orcasio de tratar disto: quandu o projeeio vli r a dis-
CUStSo, i u apresi nlan i a quenlAo de ni ib m, cunvert n-
. do OS aitigns em paragraptins, para i vitar um conlra-
senso i ini eu in nos tb si jos tic si u autor
Sr. presidente, nSo posso votar pelo adiamrnln nos
termos, rm qur o toiicebeo o nobre di-pinado : ral.....
que concordar cun migo, rm villa tas rasoes, que peco
lii enea para nllere er-lbe Ku ai hn, que os li rniiis, mu
que u nobre deputado com In O n si u adiaiiif uto, ala-
rn, pnr mais di- nina rasao. u leginuiiiu ta tasa : nan
ou justo ,
Fa divisan das fregueziai, cuiiipre-nns ter em vistas
as necessidades civit e etpirituaes dos cidatlaot: quanio
aquellas, pnileiuoi dispensar eslranhos pareceres, icgu-
laiidn-nos peloeconhecimentos prnprins; pun'-ni. quanto
a eslas.se quimerinos acertar, nunca ser desconvenlcn te
consultara quem tein em seu favor a presuinpcao de
conhece-las peifeitamenle
OSr. Harreto : Fa{a-se o que te deve fazer, enao te
prescinda do dii ello, que est marcado.
O Orador : Km que direito est marcado que
sigamos sempre o pensamentn do bispo, em casos teme-
Ibantes, ou, pelo menos, que nao legislemos sein ou-
vi-lo ?
O Sr. Harreto : Nao temos direito, porque temos
todus.
O Orador : O nobre deputado debaldc o procu-
rar, e apenai achara rommlgo, que a medida be
conveniente, mas nao iiidispensavel. Zeloso tas atlri-
iniii.o -s da igreja, ha de perinillir, que o sejamos das
tiesta assembla, nao coiiseniiiido, que a constllulco
do Miado soll'ra lluilt'ces, que ihe nao podem ser im-
postas por quem a rila se devrsubjeilar.
O anuo passado, nestaeasa, votou-se una le, que con-
tenda com a divisan ecclesiastica, e para ella nao con-
corren o F.xin. blipo rom osen parecer. Eu c nao es-
lava iicsse dia.e le estivesse, leria votado com a meno-
ra, que opinouii pela audiencia de S. Exc. Rvm.; assim
Como repiovoallamentea resohiSo. que elle toinou, de
p negar a exeruco dessa lei, na parle, que Ihe tocava
faz-la ohsprvar.
OSr fillrla Tarares: E al boje ellas aindao eslao
sein exeencao.
HOrndor : Trnipn vira, em que ceste o capricho, e
quengnvernn imperial faca senlir aos blpos do llrasil
a ni eessidaiie tle i es]iei la i cni ai altribuicei do poder
temporal.
Essa questao, Sr. presidente, foi levada pelo bispo
de Pernamhuro ao conhrcimeutn do guverno, oquala
a decjiliu (pan ce-me que deptiis de uuvir o coiieclho
de estado.) contra elle, como era de esperar. Outro
lauto sureedeo com mua le provincial da liahia, que,
alterando a divisan de urna fregueria, deo lugar a qurl-
xa do respectivo partidlo, que tambcm se fmidava na
falla do assi iitimento do meliopuliano ; mas d--vo lein-
brarcaia, que este venerando e sabio prelado (mul-
le aioindot) nao lonlestoii a assembla daqiiella jirovin
fia o direito de prescindir do seu parecer em casos des-
la ordem ; e que o Exm. hispo do Rio-de-Janeiro, nao
menos illustrado, e digno de respeito, tem dado nteira
exeencao as leis piovinriars daquella provincia,relativas
a ereates e iniprrsscs de freguezlat, votadas e sanecio-
nadas si ni audiein a delle.
J v, porlaiilo, o nobre deputado,que me tem honra-
do rom o- seos apartes, que a sua opiniao. contraria
leiira da cnisiiiuirao, s deefsdes dogoverno, anque
teeiii pralicadn as unirs assein lileas sem opposicao dos
resprnlvos dioersams. nn poje ser por nos abracada.
Conc-rdando na cnuvenienela do requerimenlo, o nobre
flepuladti, que se seuta do lado opposlo, culemleo mais
regular nao se declarar, que esses esclareeinientos fos-
sein tlados pelo Exm. bispo, esim pedidos presidencia,
que os prnruiar onde me I lio rus poder encontrar : mas,
se cuquero mesmn, que seja ouvido o dioresano, e nao
considero com islu tillendida a siiscrplibllidade do Exm.
presidenle, magistrado esclarecido, e inulto certo dos
envos pai lamentares (miiilo* opoiadim), nao possoar.nuir
a afieracao prnposta pelo nobre deputado, a menos que
seprnve a desvanlagem do ineu requerimenlo, cuja con-
veniencia o nobre deputado reeonheceo.
Parere-me, Sr. prpsidcnle. havrr respondido s refle-
xoes dos nobres deputados, se mi cabalmente, ao menos
como era necessario, para justificar a mrdida, que pro-
pnz. Vol, porianin, pelo requerimenlo,
O Sr. .ViiTiu Machado : Sr. presidenle, eu frlirilo-me,
por ler sido mal entendido pelo ~r. deputado que se as-
s. na a miiiha dircila ; poique dessa desiiilelligencia re-
stillou a ili-cuss-io de urna materia imporlaiitissinia, e
que en lenlio desejo de ver ventilada.
Eu fui mal entendido pelo nobre deputado, e isto pro-
v in. ou de mu equivoco, ou de urna susceptibilidad!',
alias niiiilo louvavel na posicao do nobre deputado.
Senhorrs, eu comprehenilo bem o que he urna conve-
niencia, e o que lie um direilo; acho, que entre nina
conveniencia e nm din lio ha nina dillrrrnra inmensa ;
he conveniente, que a assembla provincial, a rujo car-
go esl u promover a felicidade publica, tratar de todus
ns iiielliorainentos da provincia, propr lodas as medi-
das legislativas, que leudan a esse lim, procure os indos
de se bem dirigir, para chegar a eise resultado; mas o
,M".....niin prese.ac no i, giu,......delta asse.....lea, mas boje de parecer, e por isto o nobre autor do projecto
me parece, que elle nao pude aiUonsar lim ailiaim-ni,, ;, ,|,.V(. ,.,lsil|, r,.. mrtl ,-,.,1,,,'rimenlo como urna es-
trategia, paia contrariar as suas dras. Todava, nao
indefinido, sem termo marcadu ; ora. desde o momento,
em que o nobre di pillado aprsenla mu atlameiito,
lijo termo Iba di pi iiib ule da vuiilatlc da aiilurulade,
a qin m se petleni as inloi inatocs, u nuble tb puladn Pin
requerido mu adiameiilu iudeleuitlo ; e he isto, que nao
pode passar.
Sr. presidente, en j disse, que nao queria matar o
projecto, poique, se o qiiizcsst later, (lein indu-ine de
loiieiiis. eu eulraria na lira, e cniuhab a sua materia i
direito de legislar nu pude suB'rer outras limilacaet, se-
n. ta menora que se pronun- nao aquella, que eslao escripias ua lei .....dameiUal; e
.10 tenho motivo para mudar aqil, ,,,. he c011VPllPn,^ llo he U1 dil.,Uo 81.r
ito nina vanlagem, urna utilidade ; mas. o nobredepuudo,
quer limitar esse direito, aquillo que nao esl na lei; e
eis-aqui o que eu nn quero, e be nisto que insisto, e que
peco licciira ao nobre depulado para impugnar.
Sr. presidente, eu pey ao nobre deputado o favor
de me julgar cnin jusca. nao eiitendendo, que, quan-
tln eu assim me exprimo, e cmbalo urna exigencia in-
fundada do poder ecdcslasiico, posso otfender a de-
cencia.
Si. presidente, presume-se, e presume-se com rasao.
que o Chefe da igreja pernambucaiia lenha muitns lucios
ne obligo a volar pelos limites, que elle julgou dever
marear i esta Ireguetia : aguardo a discussAo, para de-
cidir-me pelo que mais rasoavel parecer-me.
Tendo ouvitln dizero nobie depulado, que tenciona-
v.i pedir o adiaineutn desla discusso pur quiue dial,
para procurar lucidores cselarecimeiilus, que nos levas-
i sem -i vr*!!!!- eoui uiif c^:;!'..";-:::e!:tu de cansa, ;.;;:; c-
I" i.na. por certo, vc-lo prniiiiiiriar-se conlia o ineu re-
inas nau esluu hablilla.In para volar a favor mu con- | queriinenlo. que, tlanilii-lhe leuipn para sulieilar esses -
i : purlaiiin, ai liando conveniente o amanenlo, nao(mrlarpclmr'ntoa, dos habilita para, ueste intervalo, re- Plra no* fomeeer os dados sullicentes, para, sobre i lies,
pos-u, coiiiindo, cnin nrdar nan duran, deque se scr-
i loo nobre depuladu, pur isso que ataca, como ja disse,
o regiuieniii, quaodo nau Ihe maica lempo, e ainda |ior
urna outra rasao, qual a de se nao segiiitein os canaes,
que a lei constitucional marca ; purquantu ritiendo, que,
em neiihuiua circuiustaiicia, os legisladuies se podem
dirigir e communicar com outra autoridadr, que nao
teja o presidente da provincia. Ora, eu julgo muito con-
veniente e preciso respeitar as formulas, porque sao el-
las garantas ; e le assim nao fora, se o legislador consti-
tucional o nao entemlesse assim, sabendo todos, que o
preiideule da provincia be a priineira autoridade della,
nao pre iiava, que nina lei ih-s.sse. que sii com i lie a
aiseinhlcMiptleviaeiili nder Nan he sin nina nciusidade,
lie ti reronbe. iinenio tl.i conveniencia de have una cel-
ta Knrmula de
cuii.iiiuuuavati entra os poderes, c de te
rrspeit u. oitslylo.
Sr. pretidente, quandu olfi-reco eslai reflexties, nao
Jallo com as couvictois dos outrus, fallo cun asumidas.
A mim parecen, que o diajncAto nao uva em forma ;
ii In mm. punas do Kxm. diucesanu. Sein preterico
lio seo projeeio, e lalvez inesnio tle accoido com us seus
detejos, poda o nobre deputado consentir na medida,
que propiiz, a ineims que emenda intil uu prejudi-
cial a audiencia do bispo, em materias desta ordem.
O ineu nobre amigo, que se sema du lado opposlo
iiuhieiiii com a redaecao dn requerimenlo, por Ihe pare-
cer conlraiio aos esiylos da casa dirigirmo-nos a outra
autoridadr, que nao o presidente da provincia; mas
eslou, que, sem grande esfarco de sua reeonbeclda in-
lelligencia, o nobre deputado ver, que segui com fi-
delitl.-ide aqiicllis eslyp>s, e bein longe me acho de que-
rer iiiiiovacvs ociosas e contrarias s leis vigentes!
porquanto, sendo ex presto uu acto addleioiial, como
pondi-rtiii, tpie s asseinbleas pinvinciaes sote poden!
dirigir pre-idenei.i por Intermedia du respectivo te-
fici.ii o, es entendido, que o bispo ter onvldo por
esse canal, se pnrveiiliira a assembla julgar conve-
niente oiivi-lo, como pi opii/.
Tambeiu me parece nao ser estylo da cata, nem da
pniierniiis convenientemente dividir, crear ou suppri-
iii i i unta freguezia; mas, Seniorcs, essa conveniencia
nao pode nunca ser estornuda a ponto, que mpurtr urna
liuiilacao an direito, que tem a assembla provincial,
le legislar (upoi'adoi) c de drgislar sobre a divisao civil e
ccclesiastica.
(I Sr. Brrelo: Nao o neguei.
O Orador: -- Creio, que pdonos legislar, qur tup-
primindo, qur dividlndo, t|ur creando freguetias, in-
dependente da audiencia do bispo, e de sua opiniao ; p
por isso he, que eu disse, ha pouco, que f.uia dillrrn-
ca entre uma conveniencia e mu direito ; emendo,
que he Conveniente oUvJr o prelado, mas de nn se ou-
vir o pi ciado nao se segu, que nao se pussa legislara
respeilu de freguezias. .
Sr. presidente, he conveniente, que o legislador mar-
che sempre com mulla circlitiispeccao que proceda
rom ennliceinieiilnile causa ; provenios, que assim pra-
licaiuus, c su esse cuiiluviiiieuto us pode vlr da au-
diencia do diocesano, ouca-sc-o; mas nao te queira dar
iiestid.ule, de que riles sao capaces, eu entendn, que
uo ha parocho (julgo-me por miiu; juit.COUlO sou, nao
gosto, que sume corte cousa alguma da nimba comar-
ca.). .
OSr. /Jrrele: --Se me crtarem a freguezia, nao dou
palavra.
O Sr Sello: Oulros j derao o exeinplo; nao s na-
da dlsscrSo, mas convierSo na divisao.
OSr. Harreto: Prexo-me mullo de seguir us bous
exemplos.
1)Orador: Mas, como ia diiendo, nao haver para-
dlos, a quem mais ou menos nao atienda a divisao de
urna fregueiia, e por isso |K)de exagerar alguma cousa
as in lu iiiaers que dr; mas, tendo, como tem, o po-
der civil tambcm melos sua diiposicao, para dar eisas
informacrs, e sem poderem iPr averbadas tle suspei-
jao, nao he molivo para nao poder ser ouvido.
Se o paradlo, em rasao do contarlo, em que se acha
diariamente com seus frequezes, pude bem oonltecer
suas necessidades e sobre ellas informar, aauloridade ci-
v I, nao he lau excntrica, que nao pussa ler este co-
nhecimenlo; antes a considero mais habilitada pur
iiiainres ineiiis; se o paruchii procede ao arrulaineiitn de
seus parochianos, a auturldade civil lambem os areola,
e suas aiirliuiciies a levo ainda a mais estrello Con-
tacto em mais tle um caso, porque euteiide com iiiaio-
rrs particularidades da vida do cidado, tua moradia.
seus teres, seus costumes, o estado da loealldade, ex-
tensao, populacao e riqueza; e assim, lalve se possa
di/er, que sitas iiifurmaces sern mais minuciosas e
entupirlas; e piiri.'ititu, tanta rasao ha para ouvir a urna
romo a outra, porque cada uma pude, por si, mu suf-
licieiileiuenle dar laes nformaedes.
E pot, j v o nobre deputado. que aqui nao se tra-
a de um direilo exclusivo do bispo ; eu nao impugno,
que teja elle ouvido, ao contrario at onselliarei, que
o seja, por conveniencia e nao por neceSSidade, ou
direito ; e nem posso deixar de assim o pensar, porque
n-conlirco, que a existencia e a belleza dos seres so es-
l ua harmona, dogma fundamental, que furnia a es-
scncla do mundo possivel ; mas nao queirantos esla
liai iiiuttia de modo, que d em multado o contrario
do qur desojamos.
Or, o nobre deputado. que quer a harmona, quer ao
mes'iio triiipo, que te nao facao leis provinciaes sem ou-
vir o hispo; e aqu esl o nobre depulado plantando a
di shal liiouia.....
OSr. Harreto: Ainda mais esta!! depoit de velho
aiiarehisla :! {Hiladas)
OOradot : Cuino a constituico, marcando nossas at-
iribuccs, nao poz a limitarn, que o nobre deputado
Ihe quer pdr, eis porque assim me reprimo, e digu, que
a conseqneneia do principios do nubre deputado he
plantar a drsharmonin......
Vmaroi: Enganou-se.
O Orador: -- Nem ser esta a priineira vez, ou talvez
seja esse o ineu estado habitual.
O.Vr. Hrrelo: NaoSr., sempre initilo acerlado.
O Orador: Senhores, esla questao he de urna impor-
tancia inmensa, e essa Importancia cresce de pomo, em
vista dos fados, que se teem dado mais de uma vez, e in-
felizmente aluda existem na nossa trra.
A priineira autoridade ccclesiastica da provincia,
enteiuleo poder tirar fundamento para erigir-se em po-
der moderador, e por seu vito na exeencao de una le
provincial, da circiimstancia de nao ter sitio ouvido na
creacao de uma freguezia. Ora, aqui est a desharuionla,
e isso he o que eu mitiquero..... e nao sabe o nubre de-
pulado, quanto fui para iniii doloroso este lauto.....
O Sr Hrrelo : ~ Nao entro em fados.
O Orador: Pois o legislador pude prescindir de
factos?.....
OSr. filela Tarares:Eu, por cautela, como quero
a harmona, voto contra o requerimenlo
OOrador: Puis he pusslvel, inesnio na vida particu-
lar iln hoineiii, estabelecer tuna regra de conducta, sein
considerar os factos? Supponlio, que nu : e note-se,Se-
nhor presidenle, be da naiiireza de todos os poderes,
quer cada mu augmentar as raas de sua autoridade......
OSr. Brrelo: Eu nao tenho neuhuma.
O Orador : Esta tendencia existe ein todos os mein-
briis de un puder qualquri ; liidu nos parece, que he
nosso ; qualqiier cousa nos parece urna ollensa, un ata-
que quillo, que mis reputamos ser nossas allribuicoes ;
e em vista disto be necessario considerar bem as'pala-
vras, para que de lias se nao deduzo dirrilos, que nao
exislu, para que se nao repila u fulo, queja se deo en-
tre nos,de mua autoridade ccclesiastica se constituir po-
der tiiiiderador,!' por velo a urna le; nao quero, puis. que
a harmona seja levada a punto de estabelecer ein direi-
to n que nn pude ser direito. (Apiados)
Persuadido, Sr. presidente, de que nao ha um s de-
pulado, que nao concorde na conveniencia de se ouvir
o prelado, creio,que lodos roncordar, que nao se pre-
cisa dlzer na lei ouvidoebispo, assim a maneira de
urna cundirn.....
O Sr. Hrrelo: Se ett de accordo em que te suca,
consigiif-se na le.
O Orador: O nobre deputado quer, que te consigne
no corpo da lei as expresses nundo o hispo ; mas li-
so ptiiie ier urna importancia iniiilo grande, e dar lugar
n enii-iider-se uiu direito o que nao he direito: o nobre
depulado conhece bem o alcance das palavras.....
O Sr. Harreto: Nada conheco ; fura d iqul sc alguma
cousa; ein viudo para aqui, nadasei, ouco lauta cousa,
que rico sein nada saber.
OOrador: Eu esluu persuadido, que o nobre depu-
lado relina; e porque refina he. que quer, que sr con-
signe na lei a ideia, que, confessa, nao he de direilo, mas
de grande conveniencia ; convenho nisto, mas apelle o
nobre deputado para o bom senso du corpo legislativo,
que ha de con ultar ao bispo, todas ai vrzes que julgar
prrcio; mas uau se empregiiein expresses, que podem
autorlsar pretences exageradas, pque a lei fundamental
reprova.....
II Sr Harreto: A prava do bom senso ser inserir is-
so ni le.
O tirador: O nobre deputado quer ouvir urna routa:
CU SOaro, que me cliamutii fcio, estpido, .igiioittuls,
mas inepto, nSo goslo.....
O Sr. Harreto : En nao ih'o chame!.
O Orador: Pnderchainar-ine ludo, mas Inepto, is- f
lo nao ; porque me agouio, quandu me do urna niadi- \
nha depoit de uma embassadella. O nobre deputado
J


confia no bom senso do corpo legislativo, delxe de
itis'slir.... ,
O Sr. Ilnrrelo : Pode haver um desvio, como teem
todos o cnrpos leg'nl ilivos. que san ruuipostos de ho-
ineiis, ntreos quars nao lia nada pcrfeilo...
O Orndnr : N>> cnnvein; porque nao podemos cons-
tituir em dirriioaqoillo. ine n nao he.
O Sr HarreUr. O cintilte faz lei.
O Orndnr : O costme, para fazer le he preciso,
que seja auligo e nao interrmn ido; que nao hija l>'i es-
cripia; que si-ja mullo conforme com a Justina, com a
equidade, com a moral.
Sr Harreln : F.sie coslume est nessas regras.
O Orador : -- Porm, qnando ha lei, e sobretodo lei
constitucional, quandn se trata do ejercicio de direitns,
nao pode fazcr-se outra colisa, que uo seja seguir a lei,
nao lia costuuies;c nao quero, que, depois de felta urna
lei nina autoridade se opponha a >ua exccucao ,
Sjuando sancclonada por aquelle, a quein a conslituicao
i'z nico juu dos noisus actos: o blspo he um cidado
como os outros, est obrigado a obedecer lei, deve
gul'jeitar-se a ella ; e hito, que o chefe da igreja da
minlia provincia nos dsse o eiemplo de dcsharmonisa-
tlor qnando elle nSo pode ser senao todo harmona.
Sr. presidente, de ludo isto concilio, que o nohrede-
pntado pode ficarcerto, qne uo consegue, que esta casa
s ini-rioiie como principio quiln, que importarla nina
liinltaco desuas attrbuirdes constitucionaes ; porque
isso ella nao faz......
O Sr. Ilarritn : Diga e faca o que entender, que en
direi e farei o que entender.
0 Orador : Kssa cxpressao faca o que entender precisa
de explicacao......
OSr. frrelo: Paca a casa o que julgar, he justo,
que eu farei o que julgar, que he justo.
O Orador : Senhores, urna coma he o poder physl-
co de pratirar o facto, nutra cousa he ter direltode o
platicar : em um caso nao ha senao a forca material, e o
facto pode ser at criminoso em multas circuosla u.tijs ;
em outroattende-se an justo, possibllidade legal.
Sr. Presidente, oadiamento nao pode passar pela ina-
neira, por que est concebido ; nos no podemos propr
aditamentos indefenidos...
0 Sr. Netto : Eu nao quero adiamento.
O Orador: Ku jnlgo, que elle importa um adia
inento; o nobre deputado o sabe inulto bem ; e sendo
.1 s s i 111 considerado, ott'enrie o regiment. O nobre depu-
tado deo urna elasticidad)- milito grande as iiiiuhas pa-
lavras; eu nao qnii dizer, que elle propunha, que se
ouvlsse smente o bispo, mas disse, que era preciso
guardar as formulas, sendo o officio redigido conve-
nientemente, afim de que (usando ile nina expressao
milito conhecida) se mate dous coelhos com urna sca-
jadada; isto he, pedem-se informaces ao presidente
da provincia, e este, se entender necessario, as pedir
tambem ao diocesano, e aconipanhar essas nfnrina-
ces das suas reflexes. Aqui est, pois, a convenien-
cia de manter-se a formula, porque as formulas todas,
niais ou menos, sajgaranldorasda harmona, que eu
quero, que subsista.
Nao voto pelo adiamento, proposto pelo nobre depu-
tado, por ser elle indefinido; mas proponho-o por
quinte dias, dentro dos quaea pode ser ouvidu S. Kxc.
Rvm. : e e este prain for curto, isso nos ser cominii-
nicailo, e n tereuios o bom senso de di/er : fica a ma-
Uriadf novo adiada; c nao se d. essa imposico, nein se
oll'eiide o melindre
Sr. presidente, concilio..dizendo, que nao convin fa-
ier excepces, ou priilcgius a favor do hispo: se isso
he conveniente, tambeiu podemos f.izer um privilegio
ein favor da autoridade civil; a conveniencia exige, que
seonca o bipn, porm he pela conveniencia, e nao pe-
lo (Incito; e demais, S. Exc. j foi ouvido, ein 42, acerca
desta materia, e eu lerei a respusta de i1. Exc. acerca
delli (li).
Voto pelo adiamento, que propui, e contra o propos-
to pelo Sr. Nelto.
A discussao Pica adiada pela hora.
O Sr. Preiidenle : A ordem do dia para a sessaose-
guinle he a continuaban da de buje.-- r.sl levantada a
sesso. (Ero duas horas da tarde.)
CGMMEHG.O.
All;iu RENDIMENTO DO Dlt3 ......
DESCtRlEG HOJE 5.
BrigueGustavomercaduras.
(Iimsiiludo.
RENDIMENTO DO DIA 2.
Geral. .........
Provincial.............
DEM DO DA 3.
Geral..............
Provincial........ .
3:797/404
10*823
3/34U
14/163
17/186
12/056
29/242
PRACA DO RF.C1FE, 3DEOUTUBRO DE 1846,
AS TRES HORAS DA TARDE.
EVISTa SEM'NlL.
Cambios Transarles regulares a 27 '/j <* P- '/rs- ,sn~
bre Londres, com lettras ollcrecidas e 345
rs. por franco sobre Pars.
Aisucar Entradas diminutas, e procurado pelos pre-
ces anteriores.
Algodo Sel alteraciio; sendo pequeas as entradas.
< ouriis Abundancia.
ttacalho -- Chegou de Terra-Nova um carregamehto do
novo, o qual seguio para a Pabia.
Carne secca O deposito, inclusive dous carreganientos
rimados na semana, he de 60,000 arrobas;
sendo as vendas diminutas.
Farinha de trigo Um carregainenlo entrado seguio
para o Sol ; c o deposito nao he grande ,
mas o consumo l.uiibein he diminuto.
Louca inglesa Vendeo-se de 220 a 232 premio sobre a factura, conforme aqua-
lidade.
Manteiga dem de 560 a 570 rs. a libra da ingleza, e
de 450 a 470 rs. da franceta.
Rap de Lisboa dem a 2/800 rs a libra.
Velas de espermaceti dem a 750 rs, a libra.
Entrio, depois da nossa ultima revista,Sembarcacaes,
e sahiro 7, existindo boje no porto 34 : sendo 26 brasi-
leas, 2 belga*, 1 dioainarqueza, 1 ingleza, 1 portuguesa
e 3 sardas.
imperial, eaealleiro da ordem de Chriilo, e administrador
da neta do consulado dula provincia.
Faz saber, que no dia 9 do corrente, a urna hora da
tarde.se ha de arrennlarem praca na noria desta re-
pariico. o se guite ; 9 pesos hcspanlics. a 1,960 rs. ca-
do un; 27 mned.is, a saber: 10 de cinco francos, a 1,640
rs.; 12 de dous ditos, a 680 rs.; 5 de nm dito, a 320 n.;
e 2 meias oucas. inoedas de onro, a 15.500 rs. : appre-
lieudidas na 1.* barca de vigia. pelo guarda da lfand>-
ga (.'andido Eustaquio Cesar de Mello: a arrematoslo he
livre dedespea an arrematante.
Pcrnambuco, 3 de oututvio de 1846.
O administrador,
Jodo"^Tnnrr armero da Cunta.
Alo* lucillo do Porto.
A'ariQf enlradoi no dia 4.
Barcelona e Malaga ; 52 dias, bilgue bcupanhol Ftif-
cedor, de 150 toneladas, capitao Jnao Roses, equipa-
gi-in 13, i aiga viuho, passas, azeile doce e inais gcuc-
ios ; a Manuel Joatpiiin Itnmos e >ilva.
Ararat} ; 12 dias, turnara brasileira S.-Cruz, capitao
Jos Jnaqiiim Alves, equipageui 10, carga couros, so-
la e algodo; a aetauo ia Moreira. Passageirus,
Antonio Joaqulm Massa, onm 3 escravos, Jos Calado
Gaiao, com I eseravo, Cosme Jos dos Santos Calado,
Filippe da Silva Porto Antonio Loureuco da Cuuha,
com uo familia, Felicia Maria de Jess com 1 esera-
vo e 5 ditos a entregar, Mara Jos de Jess, com
eseravn.
Observo1'^n.
No da 3, nao entrou nem sahioembarcacao alguina.
MIH.--1.
Joo Xavier Carneiro da Cunka, fidalgo cavaiitiro da can
Theatro publico.
SABbADO, 10 DO CRRANTE.
beneficio do director.
GRANDE PECA NOVA
A < ONQUISTA DE MALACA.
ou
O VALOR DOS PORTUGUEZES NA 1NDTA.
Drama histrico original, tirado da >ii Parivquna,
de Minoelde FariaeSouza, parte 3.', dividido em 6 qua-
dros, e 5 actos.
1. quadro, /ramenlo.2.', o Combate. 3., ai T-
mulos rfa India.-A.', Traico ao traidor. 5.*, o/teoa
Defentnra.6., o Funeral de D. SimiU de Mello.
N. H. O maior numero possivel de tropa, que poder
conter o theatro, formar o ataque dos Portuguezes, em
tres columnas, contra os Mouros : sendo lodos vestidos
ao carcter do seculo XVI. Ni vespera do espectculo
liavei ensain geral a ferro e fogo; o que se faz sciente
is autoridades competentes, e aos Srs. iuspeclores de
qiiarteirdes.
N. II. Como est chegado o teinpo da calmas, einui
tas pessoas vao passar os domingos no campo, passao os
espectculos a ser aos sabbados para commodidade
publica. ______

Avisos marilimos.
Para o Araealy seguir brevemente o hiate fovo-
Olinda : quein nelle pretender carregar, se poder en-
tender com o inestre daiiiesmo, Antonio Jos Vianna,
no trapiche Novo.
Para o Rio-de-Janeiro prop<5e-se a sahir breve o
brigue Santa-ltaria-ttoa-Snrte, capitao Jos Joaquim
Dias dos Prazeres, por ter a maioria do seu carregainen-
to : pode .-linda receher alguus voluntes iiiiudos, assim
como escravos, para o que tem bous coinmodos, e mes-
iio passageiros: para o que trata-se com Auioriui Ir-
maos, ra da Cadeia, n. 45, ou com o capitn
= Quein liver a embarcar escravos no hrgue Desen-
gao pra o Rio-de-Janeiro, deve embarra-Sos hoje de-
tarde, e antes disso eutender-se com o consignatario
do inesino brigue, na rn.i da Cadeia do Recife, n. 34.
= Para o Assu' segu viagem, no dia II do corrente, o
brigue nacional Competidor; pode receber carga a frete,
bem como passageiros: para o que trata-se na ra de
Apollo, armatem n. 2. mi com o capitao, Ignacio da Fon-
seca Marques.
U patarho nacional Novo-Saraha.
pregado e forrado de cobre, de superior
marcha segu para a llalli imprele-
rivelmenle al o dia i5 lo corrente ,
com a carga que liver : para esta on
passageiros aos qnaes offerere excellen-
les rommodos trata-se com W.tchado
& l'inheiio na ra da Crin n. 6'>
ou com o capitao, Joaquim Bernardo de
Sonza
-- O brigue Felit, capitao Alejandre Jos Alves ,
parle para o Rio-Grande-do-Sul hoje, 5 do corren-
te: os Senhores, que teem escravos a remetter, quei-
rao levaros conhecimentns a casa dos proprelarios, Fir-
iiiiuo Jos Flix da Rosa 8c Iriuiio na ra do Trapiche ,
ii. 4i.
Para o Rio-Grande-do-Sul ai muito breve o bri-
gue l)ro*-le-luarde; pode receber alguma carga e escra-
vos a frete : os prelendenles entendao se cnin o capitao
ttanoel Jos de Azevedo Santos, ou na ra da Cadeia do
Recite, armazem, n. 12.
I.cilio.
= James t'rahtree S C. fardo leilo, por intervencao
do eorretor Oliveira, de grande sorlimentode fazendas
inglezas, as mais proprias do mercado ; e na niesma oc-
easio se vender, or conta e risco de quein pertenec-,
28 pecas de lonas, averiadas a bordo do patacho Novo-Sn-
miva, chegado prximamente do Rio-de-Janeiro i terca-
feira, 6 do corrente, s 10 horas da manilla liupreterl-
velinente, no seu armazem, ra da Cruz.
rvisos diversos.
O0'erece-se um homem fotneiro para padaria aqu
na piafa, ou mesino para o mallo: na ra larga do Ro-
zarlo, ao p lio fiuartel de polica, n. 19.
PreclM-se de una ama branca, e prefere-se estrau
geira, tendo de 40 annos para cima, para servir a hu
humein solleiro. e que saiba engommar, coiinhar,
coser e faier todo o mais arranjo de nina casa : lia ta
vessa do Queimado, venda n. 3, se dir.
Arrendao-se, em S.-Anin, algninas casas
para passar a Testa, sendo una dellas
com coinmodos para grande familia ; as
quaes todas licu peito do rio; outia taiiiLem, no lugar
do Cordeiru, defronte do sitio do Sr. Gabriel, beira
do rio, com sete quartos e duas salas: a fallar em
S.-Jos-do-Maiiguitho, sitio de porlo de ferro, de-
fronte da igreja.
Mft Aluga-se una casa com mnitos commodos si-
jj;"*l toada !'o melhor lugar do l'oro-da-Paiiella : tra-
ta-se na ra do Queimado, loja n. 8.
= Jos Joaquim de Freilas Giiiinaraes embarca para
o Rio-de-Janeiro, ou Rio-Grande-do-Sul, o seu eseravo,
de iioinc Malhcus.
Casa da F ,
na ra rslreita do lo/ario, n. Ka casa cima aluda se yent. nm retir. Hp cautelas da
lotera de N. S. do Livrainentu; da qual lulo de correr as
rodas no da 8 do corrente niez, fique o numero que fi-
car de bilheles. ,'
=Roga-se aqualquerpessoa, a quein forem oflerecidas
tres voltas de cordao fino e nina moeda de 4^000 rs. com
uuia algorinha de ouro.haja de as apprehender e leva-las
no sobradiiilin de um andar no becco do Padre, por cima
da parda Chrlstitia; pois Torno fuadapor nina preu de
cima de una mesa. A apprehenso ser gratificada.
-P.ogn-se a pessoa. que tenha em sen poder una
carta viuda do Rio-de-Jaiu iro para Jos da Silva < am-
pos, o favor de a entregar na ra da Praia, n. 32, ou
aiiiiunciar, para ser proeurada.
Fa2-se negocio com um sobrado, na travesa da Ma-
dre-de-Dos, n. 7, de dous andares r solo.com varandas
de ferro, a prato ou a troco de escravos e tambem de
casas terreas, pelo motivo de se percisar concluir cer-
tas determiiiaces: ott'erecem-se todas as coinmodidadcs
ao comprador': I rata-se na ra da t.nil n. 50.
Roga-se aqualquer prente ou herdeirodo fallecido
Isidoro Gomes Arouca, que residi oesta previncia, o fa-
vor de se dirigir a ra do Raugel n. II para abi saber
quein se deve habilitar para receber una herauca ,
que tem na aldeia de Pai-Pires, teruio de Aliada, em
Portugal.
Preclsa-se de um calxiro, de 11 a 14 annos, para
venda ; na ra Direita, n. 23. Na mesma casa se dir,
quein d 5040IX) rs. a premio, sobre penhore
SOCIKDaDK 'URMONlCO-THEAi'RAL.
A coinmissao administrativa convida aos Srs. *oc'*
para a i-euniao d i socled ide, na furnia dos arts. 4 e 40
dos estatutos, hoje pelasD horas da tarde, no theatro d A-
pollo.
I'erdeo-se, no da I. de outubro, una obriifacn,
passada por Alexandrr Jos Perelra. da qu uilia de du-
zentns c setenta e tantos mil rs.; porm, COinu u dito Ale-
xandre nao snubesse lr, outro assicnnu a sen rogo : a
iessua.que a liver adiado, pode restitu la no Aterro-da-
loa-Vista, venda n. 88, que se gratificara
Oftercce-se nina miilher para ama de urna casa, qnr
sabe bem engoinmar e cocimiar, e faier toda as qualida-
desde manjares, iguarias, doces e mastas: quem della se
qulzer utllisar, dirija se ao becco da Piedade, casa n. 28.
egundo andar.
Preclsa-se de um bom refinador de assucar: ua
ra da Cru, venda n. 66, se dir.
Antonio Rodrigues da Cru embarca para o Rlo-de-
Janeiro o preto loao, criitulo, a entregar a seu senhor,
Iternardn Jos Pinto
-- Antonio Lopes de Almeida, subdito de S. M. ., RU
sciente, que, em coiiseqiiencia de ter encontrado outro
de igual noine, se assignar d'oraem vantc por Antonio
de Almeida Gomes.
Pedro Marques de Athalde, ha pouco mais de dous
anuos, comprou ao Sr. Antonio da Silva a pela I). lima
Maria do Rozari i, suaescrava, por 470>O00, com a con-
digno de conceder-lhe manumlssao, logo que ella dsse
essednheiro aoSr. Antonio da SilveiraSousa, de quemo
annunelante comprador o louiou a juros, qiiinlia esta,
da qual aluda deve 250 rs. do principal, fra os juros : ha
dias ausenlou-se essa preta da easa do annuncianle, que
previne aos senhores tabelliaes desta cidade, que nao
lancem em seus livros de notas qualquer carta de II-
berdade, que porveutura lhe possa dar seu mitigo se-
nhor; pois que o nao pode fazer, seinque o Sr. Antonio
da Silveira Souza seja pago, ua forma do contrato refe-
rido.
O abalxo assignado faz publico, principalmente ao
coinmercio, que tem dissolvido anigavelmente a sncie-
dade que linha com Antonio Alves Barbota, no armazem
do trafico de assucar, na ra de Apollo, d. baixo da finita
de Cruz 8 Barboza : outro slm, que no inesmo armazem
contina o mesiiio trafico, debaixo da firma de Manoel
Guncalrrs da Cruz.
Aluga-se unta elegante casa com trapeira, no lugar
de S.-Anni-de-Oliveira, com quatro salas, sete quartos,
cozinlia Tura, estribara, cocheira, com un jardiiu ao la-
do com varias flores, alguns arvoredos de inicio, terre-
i.....iiirado e caplin plantado para um cavado ; tendo a
vantagem de ficar perto da estrada e do ro : os preien-
dentes dirijiio-se a praja da | oa-Vista, botica n. 6, ou a
esta lypographia, que se dir quem aluga.
nuem perdeo urnas sedulas'inlias iiiiudas. dirija-se
a ra da Praia, armazem n. 18, que, dando os sguaes
certos, lhe sern entregues.
Precisa-se de um feitor para um engenho, que seja
portugus e robusto : na ra da Crui n. 43.
O Sr., que levou a chave da rasa tenea da ra dos
Quatro-Caotos do bairrn da Boa-Vista, ha quatro dias,
baja de a levar oude a foi buscar.
AVISO IMPORTANTE
AOS
SeNHOBKSDE ENGENHO.
F. E. Altes Vianna com armazem de assucar na ra da
Senzalla-Velha, n. 110, recebe assneares commis-
o. com as vantjosas condires indicadas na tabella
rguinle:
TOJUBaHrHi fi,
DAS COMMISSES DE VENDA.
Coinmissao de venda de caixas......,
de scense barricas por( Umc(,n,0
b"r'..... luiiicanieiite.
> de sacos em combla as |
costas de cavados. .
por encostar ou deposl-J
tar assucares, a espera de/ y|ntp r(li,
obter augmento no pre- > arroba'
90, e por qualquer lem-
po, que Ihes convier. .
AOS SENHORES NEGOCIANTES EXPORTADORES.
Pela compra por sua conta e soque 011 1
= Aluga-se ui br.idnho atrs da igreja de San a-
Rila, com Trente para o mar, e com coinmodos sum-
cientes para una familia peqiiena;esla concertadoepin-
tado de novo : qi.....1 o pretender.dirija-se a roa da I nj"i
armaentde cune do Sr.Taborda.coiu que111 podea tra-
tar sobre seu alugu 1.
A coinmlsian adniinislraliva marcou o dia b do cor-
rente, pelas U horas da tarde, para receber as propostas
de co ividados para a partida d.ste 111./, e adverte, que,
passado o dia marcado, nao aduiitUrra proposta al-
^'"as neisoas, que teem Tallado para a admissao de a7
prendizesde compositor nesta typograpllia. podeui a
ella dirlgir-se. ___
Aniaiihaa, seis do corrente por ser a ultima pra-
ca, tem de ser arrematado, por venda, um terreno entro
as duas puntes da Magdalena,peoboradoa lose Joaquim
Heierra Cava lea mi. por execncode Manoel Zeferlno do*
Santos; cujo terreno se acha aforado a Jos Sundes de
Magalhiies.
Rufino Reboiifa Chaves embarca para fra da pro-
vincia o su eseravo crioulo, de nome Mariano.
= Preclsa-se de tresentos mil ris a juros por espaco
de seis metes, dando-se boa tiiiita, ou hypotheca em um
bom mulato canoeiro.
= Aluga-se, por auno ou pelo tempo da Testa, a me-
lhor casa, qin- ha na praia de S.-Franclsco em Olinda,
com duas salas de freitle, quatio quartos, corintia Aira,
cacimba, coqueiros; e aclta-se catada. Esta casa he p-
tima para quem quixer usar dos banbos salgados pois
que distar da borda do mar pomo mais de lOOpassos.
A tratar 11.1 ra de Matbias-Fcrieira, 110 sobrado onde
uiorou o capitao Passos.
Aluga-se nina casa para passar a festa 011 por an-
uo no Caxang : a tratar na 1 ua do Crespo 11 15, pri-
melro andar.
Tra*passa-se um arinazein de carne, em bom lugar,
e com freguezia ; na ra da Praia, 11 31, ou na ra Nova,
n. 65.
Desappareceo, 110 dia 29 de setembro prximo pas-
sado da casa n. 15 da ra de Apollo tendo viudo da
Paraltiba, ha pouco mais de um me, um lioniem, forro
pardo escuro, de nome Tbeodnzio; reprsenla 25 a 30 an-
uos, barba serrada; levou calcas pelas, camisa de risca-
do com listras rouxas e cor de rosa, e chapeo prelo; tre-
ine-llie a falla e inesmo nao est em scujuizo perl'cito,
por ter sido aneciado do mal de vento. Roga-se a todas
as autoridades policiaes. e ao oflicial do regis o do porto,
se algiiem, por nialvadea, preleode-lo embarcar, que,
por niiinanu id. o apphendo e mandein conduzir a
casa cima indicada onde se pagar a despeza da con-
ducan.
Coii)|>raa.
("omfjrao-se quatro varas e meia ou seis varas de
bico de ramngem, largo e fino: na ra Horlas, n. 112.
= Cimtpra-se unta carteira de madeira de urna s
face, que esteja em bom eslado; quem tiver, aunuu-
cle
-- Coinpro-se 2 ou 3 moleques, officiaes de sapateiro,
sendo de.bomlas figuras, ptgo-se bem: na ra da
Concordia passando a poulezinba a direita segun-
da casa terrea.
Compra-se urna negrinha, ou mulalinha de mais
de 6 annos que sirva para andar com meninos; na ra
larga do Rozarlo loja de mudezas n. 35.
xa ra da Cadeia do Recife n. 29. tercero andar,
comprase um cavado de boa figura que tenha carre-
go baixu at meio e seja de carro.
Vendas.
Vende-a
tara le 1
: na rn
ensaque de assucares. 110 referido ar-f Quarrntl, r((g
naiem, encluslve u carreln para o fin-) Jr caU(l ^
barqne dosuiesmosassucares.Coiu-l' v
niissai, de bracagem..........I
l)o-se todas as garantas ao gosto do comprador.
Trasp ssa se a luja do j-oliratlo da
rm do Queimado. n. l\C} smente com
a uruiHcao : a ti atar na mesmn ra ,
loja n. 8.
= Aluga-sc um sitio a margem do Capibarbe, com
boa casa estribara para 4 cavados cocheira unta
grande baixa para rapim, viziuho ao ein que mora o
consulo iuglez na Capunga ; quem o pretender, .111-
nuncie.
= Precisa-se de um homeiii para feitor e administra-
dor de engenho distante desta praca 140 leguas; no
Forte-do-Matlos prensa de Joaquim Jos Ferreira.
= Aluga-se una casa nn.lidiada no lugar do Ca-
xang do lado do rio e da sombra com duas salas ,
cinco quartos cozinha fra, lugar para estribara e
pelos : os prelendenles dirijao-se a praca da Roa Vista,
bolica n. (i, ou a esta lypographia que se dir quem
aluga.
= No dia 12 do corrente, a porta do Sr. dnutor juiz
de in pliaos a horado coslume e a requerimento da
respectiva piopretaria se ha de arrematar por ser a
ultima praca a casa de dous andares n 37, sita na rn.i
da Cadeia do bairro do Recife avahada por I6:000/rs.
Furtro, do Engenho-do-Mcio propriedade de
F. de Carvallio ao caixeiro do inesmo que, depois de
haver frito seu quarto dorma a porta do dito enge-
nho um iclogio de prata, nglez de patente meio
chronoiuelro do autor Rob Rnskei I e de sabonele ,
em cuja lampa superior est gravada a firma F. de ("ar-
valho. Rogao-se as autoridades policiaes e a qualquer
pessoa, a quem for olterecido dito relngo, a graca de o
apprehender e entregar uessa praca ao douloa Jerony-
1110 Marliuianno Figueira de Mello, ou aodlo propre-
lario que alian do agradeciuieuto generosamente
recompensar.
Desaparecern no dia primeiio do corrente do
lugar de hrberbe-de-i de idade de 8 annos de nome Flix ; outro da mesma
idade de nome !'rano-lino ; e o ultimo de II) anuos ,
de nome Francisco : esie e aquelle sein jaquela com
calcas azues e camisa de rscadinbo ; eo priineiro com
igual camisa mas com jaquela e calcas azues bonete
de vi Iludo, tambem azul ; e os outros rom bonrles de
panno; todos forros. Fugiru da escola e suppe-se,
|ue. aproveilando-se da sua simplicidade e innocencia,
osseiu seduzidos c Tintados. Quem delles liver no-
ticia fora caridade de annuneiar onde se achao ou
reineiie-los aquella pnviiacan a entregar ao professor
publii o de primriras lettras, o Sr. Alexaudre Dorad-
las para os fazer eucaminhar a seus pas.
Agencia de pasHapurleft,
Na ra do ('ollegio, n. 10, c no Aterro-da-Moa-Vsta.
loja, n. 48, tro-se passapnries, tanto para dentro co-
mo para Tora do imperio; assim como despacho-se es-
rrnn<- fildn ruin hr^viH^dc.
Ouaiquer pessoa, que se julgar com curosdade
siillici.iur para curar umaTerida cancrosa rm um ho-
nem, dirija-se a rualaiga do Rutarlo, 11. 38, segundo
andar.
= Oflerece-se nina mullier para ama de casa de Ito-
iiiem solteiro ou de pouca familia : na ra de Horlas ,
Vemfe-sc graxa do Rio-Grande, multo clara, pro-
prh para Velas, e por menos do que em nutra qualquer
parte: nzf na da Praia, n. 32, defronte do theatro; as-
sim cnimv arroz branco, por menos do que em outra
qualquer parte.
Vemle-seum bonito escravoT ptimo para o ser-
vico do campo por ter do niesmo bastante prat lea,
ou para qualquer outro servico, por ser bastante ha-
liil : na rua lllreitl, 11. 18.
- Venile-se no Poco, na rua da Poeira, confronte a
cerca do sitio do Sr Ignacio Nunes, nina casa ha pouco
acabada de construir, depedra e cal, com quintal e bas-
tantes coinmodos para unta familia, e em lugar proprio
para se passar .1 festa, por ser ,1 bero do rio : na rua do
Queimado, 11. 44.
Vende-se. por precn coinmodo, a venda nova da
travesa do Carioca, na rua da Praia.
Vende-se carne do serlo. milito gorda e nova, por
ter trazido 10 dias defflngcm do Araealy: na na da Ca-
deia do Recife, 11 II.
Vendem-se sofs, berco,cadelras, mesas de niPlo de
sala, jngo de bancas de diversos moldes, emodas e nielas
cornudas e marquesas, de angco. Jacaranda e amnrello,
ludo do mais moderno gosto e mais coinmodo que em
outra qualquer parte; na ruada Cainboa-dn-Carino, n.8
Vende-se nina negra muito moca e de elegante fi-
gura, com habilidades, que se dir.'.o an comprador; cinco
moleques de lia 14 anuos, 2 negro, de 24 a 30 annos, e
4 mualas de 18 a 24 annos, entre ellas una perfeita en-
goinmadrlra e eostureira: na rua da Cadeia do bairro de
S.- Antonio, 11 25.
= Vendem-se 28 escravos sendo : dous carreiros ,
de bonitas lisuras ; 2 molecotes; 6 escravos de servico
decampo; 8 negrinhas sendo algumas de naco *c
13 a 20 annos ; nina cscrava para todo o servico ; 5 di-
tas quitandeiras e lavadeiras ; 2 pardas de meia Idade;
unta mulalinha de 14 anuos que cose e engonnna
bem : na rua Direila n. 3.
CALCADOS.
Na praca da Independencia ns. 13 e 15, vendem-se
borzeguins gaspeados a 3/200 rs.; ditos a 4/500 rs. ;
ditos a 5.* e 6#50O rs. ; sapatesde couro de lustro a
4<500 e 5|000 rs. ; sapatol de entrada baixa, a 3*200.
rs. ; sapatocs de be/erro Trancei, a 2/000, 3/, 3*500 e
4/000 rs. ; sapalosde panno para hoinem a 1/440 rs. ;
dilos parasenhora a 1/000 rs. ; dlos de duraque a
I/0O0 rs.; sapatos de couro de lustro, a 2/rs. chiquitos
de inarroqulm a240rs. ; ditos, a 50C e 800 rs. ; ditos
de lustro ; bolins'inhos de marrnquiui a 320 e 1/000
rs. ; ditos de lustro a 500 e 960 rs., para enancas ;
perfumarlas ; espartilhos a 1/000 rs. ; chinelas de
Braga a 980 rs. ; filas, a 100 rs. a vara; sapatos In-
glezes ; bnr/egiiins dilos; e outros muilos calcados.
= Vende-se um elegante c bem construido sobrado
de 2 andares c iniranle em una das principaes ras do
bairro de S.-Antonio ; assim como dna.s Tunosas casas
terreas; una eserava, de 18 annos, para Aira da pro-
vincia, com as un lio.res habilidades, que se podem en-
contrar : na 10a de Aguas-Verdes n. 16.
Vende-se urna negrinha, de 15a 16 annos, de bonita
figura : na ruada Praia, n. 18.
Vendeni-secortes de cassa pintada, de cor fixa ,
a 2/ti0O rs. ; dilos com 7 varas e meia, de muito bom
gusto a 2/500 rs ; cortes de chitas patentes a 3/600
rs. ; riscados francezes a 220 rs. o covado; ditos de
alc.od.10 c seda a 280 rs. ; pecas de ganga azul com 13
covados a l/OOO rs. ; zuarte da India com 4 palmos
de largura proprio para rscravatura a 240 rs. o co-
vado, e outra umitas zendas, por barato preco : na
rita do Crespo loja n.10, de Jos Joaquim de Freilas
Guimarai s
= O eorretor Oliveira lein para vender cobre em fo-
lha e pregos de dito para forros de navios : os preten-
deres dirijao-sc ao inesmo, ou aos Senhores Moquita
& Dulra.


A
Fofossa branca,
da mais superior qnalidade em
barricas pequeas, e desembarco-
da no da 30 de agosto prxi-
mo passado, vende-se por pre-
co coiiimoilo : emeasa de L. G.
Ferreira & C.
rs o
Z-3S9G*
nr-.r>rzs
>~s|;8 I;5t 5^*3 gis*
!~ -. 2 -. #>'. ,#. i"
sv>.
m
I-frS-a
-= ffS ~: 5.*
sa -i r* < -i r
I9j fl -5
I*
3
"^
S-
r>== o--.-
i ?=>
C 5 C 5
& "5.3
_. T x i *
='5"s;*s 2
S-o-23
"/
2 3
= = 53 KE 3 s <^f
re w

9
a. o
B cE a
ll?
3 *-
c-2 3-2
_ r
- z o <
-i 3?
SSL.
5-5.
s
c-
o
o
Q
s
3
o
5*
3
1
-i ^ .
S! <
. O a> ,
. o .
o
o
<
-.
O
V O ^ 3 .
iffl X>!" =.'
"32* 3^.2
c,
= &s
2 *
j
.a
c
-*.
o
lili
|of:
ilf::
o;'o
5.S
o -
M
n o
2.8
m
e
3

3 <
3" 35
O
i =
c <*
w t t
*
s
<
c
5''
o
a
a
3 7=
-3
O
ev
*. X O O l
o o o '
k> ai si =>
O O O 3 o
a
Potassa.
Venderse polassa americana ,
muito nova por ser prxima-
mente cliegada, e cuja qnalidade
he a melhor, que lem viudo, por
prego commodo : na ra da a-
deia do liedle, armazein n. 12 ,
de Bailar & Oliveira.
Vende-se, na rin da Crut, n. (o,
cera ero velas, de superior qnalidade sor-
lmenlo o gusto 'lo compi.idor, e u
|)r< toxis i (inundo do que ein <>t. >
qualquer parte
CARNAUBA,
Trnde se no armnzpir'ili' liiriiiba, do cae do Cnllrgio ,
d.' inferior qualldadC em pinino ca ntallio por ba- \ noaa na na Nova as madriras seguiutea : calinos ,
ralo prr(o. I mi* (ravrMaa e enchaniell lodaide boa qnalidade.
= Vendem-se, no deposiln lie Ibrloba de mandioct, I v.....le-ae, OO Iluga-W, pelo lempo da Testa, una
da na da CadeladeS.-iifon.lOi 19. aeeai com boa cata de pedra e cal, rom grandes roniniodos, sita no
faihiliide May, a bg rs.; ditas de S.-Mathens, a4/rs. Monteiro del'ronu- da Igrja: a tratar narua doymi-
djlai ile ario7.de rasea, a-l/rs. ; ditas de inilho, a 4jjlrs ; I niaclo n. II.
e nina porcfio de arcos raiiot, de estopa. = Vcndcin-se 8 esciaras entre ellas lima negriiida,
= Viudo de Tenerife, ei|l barr, de e.xcellenle qua- de II a li.niims que cuse chao c lem pincipios di
lldade; ceneja brama e prela, a inellior que ha llar- innominado; nina dita, de 10' auno que co/inlia o
clay i Donipaiiliia, empoic:io, ou a rctalho; e lio de diario de nina casa! lia ra da Concoidi.i pastando a
sanateiro, por preco couiinodo: vende-se na na duTra-. pontethiha a direita, Seirunda casa terrea,
piche, n. 40. i Vende-te un par de caslicaes de prata moder-
=-- N. 40, ra do Trapiche, un c^ronometro para na-
vio, de Londres, perfelto, e mu bem regulado ; relogios
de (iiro, patente ingle*, muito bous e baratos ; corren-
tluba de oiirn, padies|'i incipe Albeno=.
= Vende-se nina parda mnca.sadia, sein vicios e ro-
busta, que sibe entornillar, co/inhar e coser na na da
Aurora, a fallar com o coronel Joaquini Jusc Luii de
Souia,
- Vendein-e mnendasde ferio para engenhos de as-
sucar. para vapor, agua e besta, de diversos tamaiihos,
timento de eambraia para vestidos, a .IfjOO 4/000 e 5^
r<. o inaifcoininodoposalvel calclnhas de meta Pn
ra meninos, a 640 r. ; manta de seda escocea
rs. ; dita ma ricas a 10/ra. ; alpaca prela a 800 e
I limito fino, todo de laa a 4^1100 e4^500 r. o covadu.
Indi pendente desta fizenda, ha ncsla loja uin com-
nleto siMtimento de nutras militas fazendas que se
vendem inai eniconta do que em outra qualquer par-
le livres de seren engaados.
Rap-Principe.
Acaba de cliegar do Rio-de-Janeiro
esle excelleute rap, o inellior e mais
proprio para consumo deste paiz pelo
liom aroma, exquisito pilad ir e fcil ida-
de da tleslilacao : esla pitada lie digna de
ser apreciada pelos amadores do bom ra-
p, aos qtiaes se wnviiia a experimenta
rcm Ventle-se no deposito, na ra do
Trapiche n. 34; no airro to Recite,
Rourgard, Antonio Francisco de Moraes,
Jus (jai los Ferreira Soires Jnnior, l'on
les & Mello, dueles & Mello, Angosto
Ferreira Pinto&C, ioSoda Cunha Mi
g Hules ; ni.i do Ctespo Henriipie ck
C ; rin do Qiieitt) idi, Campos ck A'-
meida, Codrra & Gnitnaiaes ; roa doy
(uarteis, Victorino de Castro Motira ;
ra do Livramento, rranciaco Cavalcan
ti de Alitit|iierque; roa do Cabuga, Jos
Joaquim ta Costt I'rancisco Joaquim
Diurle, Tlioinuzde Aqtiino Fonsec-,1 pr,i-
ci da Independencia Cbristovao Gu-j
llietiiiel}i'ekero(ieltl,Fiirtiinaio Percira da
Fonseca Bastos; Aterro-da-Boa-Vista,
(aciano L.tiiz Ferreira, Estima, Leal &
Inno, Antonio Ayres de Lastro & (".;
pisca ild Boa Vista Manuel Francisco
Hodiignea, e Alixinlrc Jos Lopes, ra
do l'oz.irtoda IJoa-Visla.
Bichas grandes de Hainbui'iro.
Veiide se a rctalho nina partida destas verdadeiras
sanguesugas, cbegailas iilliiiiannnte, em purcoesde 100
para cima, por preco cuniinodo. Na ra do Auioriin, n.
.';.'i. piiineiio andar, ou no anuaieni de llacclar, no caes
daalibudega.
= Vende-se potassa branca de superior qualidadr,
em bai ris pequeos ; coi casa de Malinos Ausliu &
Coiiipanliia, na ra da Alfaud ga-Velha, n. 3.
Para passar a Icsla.
Na loja n. 3. da ra do < respo ao p da esquina do
arco lie S.-Antoniu,, vende-se nina excrllenle e vasta re-
de de pauso de liuho o mais excelleute possivcl nova
c sein dcfciloalgum.
Gambreocs a I440rs. o
cor-Mi.
Na loja n. 3 do baralciro da ra do Crespo ao p da
(".quina do arco de S.-Autouio vendem-se grain-
bn-es para calcas, a quatro patacas e niela Q corle.
.-.la laiefida( receblda iiuvaiui'nte, lie labricada de l;ia e
algodao ; porcni Un nm eiicordoado e leciilo de tal
uiancia, que, junto aos lem modernos e ricos estam-
pados no ultimo gusto a (aa mili fcilmente tomar por
qualquer casimira l'ranccza.
Vendem-se, no arma/em n. 19 do porto das ca-
-- Vendem-se 4 negrlnhas de 14 a 20 annos ; duas
pretas, de 20 a 22 anuo ; un) preto para todo o servi-
Co da praca c campo de 20 a 24 annos com alguiuas
habilidades : na travessa da matriz de S.-Antonio, con-
fronte as catacumbas casa terrean. 18.
Persanna.
Rirpiissimas cobertas para camas,
da
multo superior faxenda denominada Perslanna Es-
ta fazenda he fabricada no reino da Persia e a primil-
la vez, que apparece ueste mercado : quanlo a sua
qnalidade eduracao appellainos para o entendiinento
dos compradores, que, a vista da superioridade da fa-
xenda nio dei sarri de tecer-ihe grande elogios : cus-
la cada coberla o pequeo dlnheiro de .Vuoll rs. e ren-
dem-e simiente na loja de Antonio Luis dos Santos S
Coinpanhia, narua- do Crespo, n. II.
OLIVRO DE TODOS
oo
Manual da tade,
''ontendo
todos os esclarecimentos theorlcos c praticos necessa-
rlos para poder preparar eempregar, sein o soccorro do
prnfrssor, o remedios, e se preservar e curar-se proinp-
Imenle, C0U1 ponen dispendio, da unir parte das moles-
tia curareis, e conseguir um allivio quasi equivalente
sade, as molestias incuraveis.
Seguido
de um tr.itimeiito especifico contra a coqueluche, e de
regras hygienicas para prevenir as molestias ;
pelo doutnr G. de Plocsquellec.
Preco 4/DOO r;. em brnehura.
O siipplemenio, indispensavel aquein trm a obra, da-
se gratuitamente ao compradores. Odito supplemen-
te trai as tic dillerentes receita para a coinpnsico da
ai;n i sedativa;este precioso remedio.que t unaiilia repu-
i Han j.-i lem ganlio, e que deve existir em todas as casas
para remediar proinptaiucnte aos accidentes e incoiu-
modos repentinos.
Vende-se na praca da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
Pellc do diabo o tlrap, a 1'iOO
rs. o corle.
Vendem-ie cortes da bem rouheclda fazenda pelle do
diabo com tre rovados o corte e de drap, com duas
varase nina quarta pelo baratlssinio preco de quatro
patacas. Esta fixrnda he de puro liuho, padrrs cscu-
ros de quadros e ptima para calcas pela sua con-
sistencia e por ucobrir o sujo.
Ba rege dea Ifodao a .joCO
rs. o corle.
Na na da Cadeia loja n. 50, do bom baratelro, vrn-
dem-se cortes com 14 covados de barege, com lislras de
cores pelo diminuto preco de oito patacas o corte. Es-
ta hienda he ptima para vestidos e inosquetciros, pela
sua transparencia c lindos goslos.
.lleias casimiras, a 500 res
o corle.
Na ra da Cadeia loja n.50, de Cunha k Ainorim ,
vendem-se cortes de lucias casimiras com 3 rovados e
linio cada um pelo lu aiis-i mu pirco de dex patacas.
Ileoc.ao!
Na roa da Cadeia, loja n. ftO, de Cunha & Amoriin ,
cnnliniia-se a vender o foiiuidavcl rap Paulo Cordelro,
"lo Itio-de-.Ianciro em botes e as oitavas. Taubein
anda resla para vender una pequea poican de ancoras
cun cal virgein de Lisboa.
no
al
fabricantes de velas c para dar em encerado a 200
e240 rs. a libra, c sendo em porclo dar-se-ha por me-
nos ; a fallar com Jos de Mello Costa Oliveira.
Vndese um escravo nieo de boa figura para
todo o trrico, e he queganhaoor de ra 2 moleques,
de 12 a 13 annos; 3 pretas mofas,, de todo o servifo, sen-
do nina dellas perfeila lavadelra ; una-dita, pm
rs. : na ra larga do Ilo/.ai io voltando para os quar-
teis, ii 4, priuieiio andar.
Vende-se um mulato sadio de bonita figura de
IGannos, ponen mais ou menos, que entena? de na-
darla, e lie proprio para qualquer servifo: na ra di Ca-
deia-Velha n. 30.
Vcndem-se 8 escravas, sendo : urna parda, de 12
annos ; urna preta boa coziuheira ; 3 ditas do servifo de
campo; 3dila(om habilidades; 2 preto, por barato
preco : no pateo da Matrix sobrado n. 4.
Veude-ae um sobrad!uho, na ra do Padre^-Florian-
novo em chaos proprios com soto, c bom quin-
ii. 69, pegado ao sobrado do fallecido frei (aciano;
na ma Nova n. 52 primeiro andar.
d<
na ra Augusta, n. 11.
Xa ra do Crespo, lija
Campos & Vaya, n. 5,
contiiiufio-se a vender muito modernos cortes de tala-
garca de multo lindos gustos pelo mudico preco de
4V00 r. ; corlea de ras-u chitas de boniloi padiese
cores fixvaa pelo barato preco de 2/240 2/500 c 3/500
por prefo ciimniodo e igualmente taixas de ferro coa do rs. com sete varas; rica mantas de seda, dos maU
r balido, de lodos os taiiiaulios: na piafa do t'nrpo-San-' delicados gostos a l^uOO rs. ; corles de cambraias
to, u. II, co casa de Me, i.aluiont & l ompanliia, ou na dos mais modernos gustos, com lislras de cores, a ;'i 500
i rs. ; chales de talagarfa imitando laa e seda a 2/500 i
3/1)00 rs. ; lascados franecze, largos, a 240 rs. o covado,
'chitas Iran izas, largas, a 240 rs. o covadu ; cuites di
chitas envn/ idas de limito lindos padres a 3/200
rs, ; assun como nutras militas fazendas que a vista
dos compradores se vcudcr por menos do que ciu
outra qualquer parle
Vende-se Mipeiior vinbo brauco da
Madciru, em I mi i is de 4 6 0 em pipa ;
.na e em bar ios di
ra de Apollo, ariuazeui, n. 6.
Na ra do Crespo loja nova
n. 12, de Jos Joaqum da
Silva Maya ,
vende-se um rice, sortlinento de castifaes de
casi|iiinlia, com suas competentes lanternas
to os mais modernos que tcem apparecido ,
minulo prejo de 8/, 10/ e 12/rs. cada par.
finissima
de gu-
pelo di-
Facililla SSfcF,
da multo acreditada fabrica de Molino Straxlg sendo
ultima cliegada a este mercado em pequeas e gran-
des porfea : a tratar com J. J. Tasso Jnior.
Farelo oo\o,
em saccaa grande* vende-se no armazein do Bacelar ,
confronte a ricadinha da alfandega e em casa de i,
J. Tasso Jnior na ra do Aunorim.
Na ra do Crespo, loja nova
ii 12, da Silva Haya,
vendem-se bonitose delicados cortes de camhraia, com
Ultras de seda ao mdico prefo de 7/ rs ; casimiras
franceza elsticas a6/r. cada corle ; corles da mili-
to acreditada iudiaiina a 3/000 rs. ; ditos da victoria ,
fazenda imitando seda, a 4/000 rs. ; chale de lia ar-
rendados, de cores muito mimosas, a 2#40i) 2/800 a
3/1)00 rs. ; romeiras de tilo de liuho eufeiuda com bi-
co propriaspara iruhora e mruinai, a 1/000 r I/OO
r:. ; v0*4r diio para cbapeoa os quaes muilas pes-
aoaaierm comprado para camisinlias de criaufas a
1/280 rs, ; chales de laa e seda, muio delicado* em a-
vroret, e de asiento escuro fazenda Intelrauu nte no-
va os quaes rivali.no com os de seda, a 7/000 i.; pan-
no Uno axul e preto a 2/560 r*. o corado ; um rico or-
cervcji i'iigarraldtla e em
4 (limas ; genebia bolland> za em iras-
quenas de i5 lra>co>; polassa da lussia ;
dotis fortes pianos dos autores de Lolun
& Lolirti de p tente de Londres de
6 oilavos e mcio ; ludo de superior qu3-
lidade e por mdico preco : na ra do
Y gario aimazeiu n. 4, de liollie &. lii-
doolac.
=_ Vendcin-sc muito superiores coi das de tripa para
violiio e rabera bordoes para os meauo* papel pau-
tado para msica, ebegado prximamente: ua piafa
da Independencia loja n. 3.
V.iide-se peixe secco, barato ; no armazciu de
pona liuga di fronte da ecadiulia.
Vcndem-se bichas de ll.imburgo, grandes; e lam-
bein se aliigau, por prcf o commodo ; no Alerro-da-Uua-
Visla ao pe &.\ punte na primeia venda o. 2.
V'-ndein-sc carias de jugar franeexase Unas; na
ra Nova, u. 25.
Vende-se um preto da Cesta, de todo o servifo,
para fura da pro> l canoa iuc >uega mal*
de mil lijlos un ;.ui de rudas nova piuprias para
carrofa de cngiiibii : a tratar com llaiiorl Antonio da
Silva Molla na roa de Apollo n. 31.
Vende-se superior cera de carnauba em porfi e
arciadiu; pinna de euia ; ludo por prefo commodo:
na ra da Cadeia-Velha, n. 2.
se
s
.o 0 1 1 1 ^ u 2 o '3 a m - f8 i
O s" > s
* S * . .
s o; c c3 . .
^5 o = -o O ej -ir
s
'O o Irsfs

-3 3 I
IW
16-
- -^ i-
5 s ,.
= o
m
2 o fe
!P
cT c '*
0
S ? '-
2 o
IJ
t I
H ; i, -*
- a. a
x h
" O Z? .41
"> ?~ ra -
i lili
a--fJl
_-s
!;
rae .
tiu
"3 s
03 2
S
c -
te a
Ul
ra i-
Sil
" ** 5
lis
Sua*|*f&:l
i:i s c u
* Mi Efia
a*SSSSa-9l
feIs8Sl&-i
J.-Wrt /i2m.-
Chegou nm novo lortiment de fazenda* nes-
*P> ta loja, consistindo em madapoWe, de 20
rfe vara a pe, a 2/240. 2/800,. 3/. 3/200, 3/500, ..
C* 4/000,4/200, 4/:>00, 4#800,5/000, 5/500 e 6#000 ^
<** rs. ; chita a 140. 160. 180, 200. 220 r 240 r. $
2 dita milito fina, a 280 rs e franceza, dos mais 3
" ricos desenlise tinta fixas, a320rs. ; casluil- ''
^ ras de lindos padres e de pura laa ; chales de jW
seda; ditos escoeexes de laa e seda ; fazenda gu
para habito de tereciro ; luvas de seda para se- *
2? nhora a320rs. ; eoutras militas fazendas Kf
Sf as, bem como : pannos linos e ordinarios, por (J
^L commodo prefo; sarja hespanhola, a 2/241) rs,; .
X dita para forro de obras a 720 rs. ; ganga, boa S
' f para escravo a 100 rs. ; briui traiifadi, de al- fr
/fi godan a 200 rs. n covadu ; e outras multas pe- **
fe chinchas por baratisslmo prefo.
A 7/000rs. o corle de cain.
braia de lislras e barra
de seda.
Na ruada Cadeia do Recife n. 35, vendem-se cortes
de cambraias de lislras e barra de seda, a 7/000 r. ;
ditos de dita tecida e abrrta a5/000 e 6/ra.; ditas pio-
ladas ,3/1)110 rs. ; riscados francezes, mullos finus e lar-
gos de bonitos padres a 240 rs. o covadu ; ditos de
lislras imitando seda, a 220rs. o covado; brius liitra-
ilos de cores, de puru liuho, a 800 rs. a vara.
A 5800 rs. o corle ele casimi-
ras francezas, elsticas.
Na ra da Cadeia do Recife n. 35, vendem-se cor-
tesde casimiras superiores francezas e elsticas, de
p idroes anula nao vistos a 5/500 rs. ; chales de seda ,
muito bous e grandes a 12/ e 14/rs. ; ditos de laa coiu
palmas de setiui ; di'osde dita com Ultra* asselinadaa ,
a 3/r. ; dito de cambraia de algodao e seda a 2/300
rs.; ditos de laa 4 a 2/rs. ; ditos de cambraia branca
adamascada a 800 rs. ; leiifos de seda com franja, de
quadriuhos e palmas de setiin de cores a 1/20 ts.; di-
tos de dila de cerca 800 nls.
Economas para as senlioras*
Sao chegailos a toja da ra da Cadeia do Recife, n. 35,
un bonitos donados e econmicos manteletes, to-
dos de boa laa lavra los e imitando seda proprios pa-
ra as senlioras ireinao banho pela festa, pelo diminuto
preco de 2/000 rs.
Asean Ao, a 240 rs. o covado.
Na ra da Cadeia do Recife n 35 vende-sc esta fa-
mosa fazenda denominada ascarrao pelo adiuiravel
prefodr240 rs. o covado.
Vende-se un violan de fabrico fiancez, por pre-
(ii muito eoinuunlo ; na ra Cadeia-Vellia, loja n. 33.
= Vende-se nina venda com poucus fundos e com
bastantescommodos ; na ra das l.inco-l'ouias, u. 66.
Vende-se um piano muito bem construido e de
boa* vozrs purprcfu commodo; na luja da csquiua da
ra do crespo que vira para S. -francisco.
Kscravos Fgidos
ra
; u O
y-ii
9S
a
9
55-
_ e i- -j 2. '
o.r2 = oi = = =
4-8*112* -
5 S.Sc ,= -.2 S"0 te
HiS-ail
i- O s
?3 y ia *J o
= Vende-se carnauba de muito superior qnalidade,
pelo barato pref o de 6/000 rs. a arroba; na ra do Cres-
po loja n. 10.
-Vend. m-se globos de vidio,
tiuito bonilos, para candieiros
de machina lano em po yo
como a relallio por prego m-
dico ; narua o Cnbug, bijas
de fazendas de Pereira & Gue-
des, ns. 4 e6.
= Vendem-se inoedas domadas para marcar jogo ;
na ra larga do Rozarlo defroute da travesa das Cru-
trs, n. 50.
= Veudcm-sr phnsphoro* de aptima qnalidade, che-
gados prximamente a lOrs. a c.iixa : na ra larga do
lio/ario, defioute da liavessa das Cruzes n. 20.
=- Vende-se mu globo celeste ; narua da Cadeia do
Recife, loja n. 57, de Scve Si Inmio.
= Vendem-se fezes de ouro e izarcao em liareis
peuuciios de4 arrobas; na ra do Vigario, armrxem
Vende-se farlnha di Ierra muito superior a
3/200 rs. o alqueire ; fcijao nmlatinbo, muito superiu'r ,
a 7/000 rs. o alqueire da medida velha ; una fraaquelra
com 10 vidros dourados ; ulna pauella pollegadas ; doui le rus de engomuiar muito supe-
riores : o.i ra do Caldcirciro n. 80.
Vende-se graxa superior, para vapore*, engenhos,
Fugio, no dia 29do prximo passado nina negri-
nba criolita, de 14 a 15 anuos; levou vellido de chita
azul j velho ; jnlga se niio ter levado mais nutra luli-
pa ; he bem pareeid i bem Otilante; nao lem sicnal
algnni particular lie natural das parteado Riu-Knriuo-
so ; fui comprada a Seuhora I). Mara Luisa de Moura ,
boje moradora na Roa-Viagem. Bata negiinlii tinlia
ponen coiilieeiiiiento aqu na piafa por nao andar na
roa; he de suppor que nao fusse pira milito longe.
Rnga-se a todas as aiituri lades policiacs c capit;ics de
campo de tcrein todoocui ra da l'ltlla, a seu seuhor, T.uiz Marques di Silva
Mello defroute dutrem armazein n. 5, que gratifica-
ra generosamente.
Ainda continua fgido desde a noitc de sabhado,
29 de agosto o ioncente Francisco; representa 18an-
nos ; olhos grandes belfos grnssos nariz chato den-
tes limado, sempre muito risonho; e, apesar de ser de
nafo falla cuino erionlo ,'por ter viudo pequeo; le-
vou camisa de algodaozinho tranfado ; caifas de ziiarte
azul um suspensorio de inca de cor, jaqueta de pan-
no verde rola no cotovello rsqiicrdo chapeo de pa-
Iha e mais nina trouxa com o resto de sua roupa; cons-
ta ter sido visto, no primeiro* di.is depois da sua fuga,
para o lado dos Afogados llega-se a todas a autori-
dades policiacs, promovi a capona do r**frtda escla-
vo ; assim como aos ca pitaes de" campo, aos quaes se
proniette generosa recompensa se o levaren! a Alves
Viaiuia na na da -rn/alla-Velha n. 11(1.
l)ll'erece-se a gralilicafio de 100/000 rs. a quein
capturar, ou descubrir o esclavo pardo escuro, de
nome Henediclo cheio do corpo punca barba ; re-
presenta 30 auno, poucq mais ou menos ; lie muito es-
perto e bastan!"cfpaducio ; e Julga-se que por onde
se achar se iiR-ulcar (mi luesino t"'i niudailo
o noiue ; era luarinkeirf eeblendcde pescador; fu-
gio de luido do brizne.' Ciutru- primeiru no dia 13 de
seleinbro. Este racrwlp o Sr. Antonio Dia
desonza lastra do Rlo-de-Janeiro. (,)uem o captu-
rar, reeonhecendo-se ser o proprio, recebera gralilica-
fo cima, na ra da Cad'ia n. 45 emeasa de Amo-
rim Iiinus. Pnlr.se igaanuente a todas as autorida-
de* policiacs todo o escrpulo no exame de qualquer
eacr.vo capliirado certa de que se Ibes lic.iii por ludo
811 mamen te agradecieo.
~ Fngiu, no dia 1." do miz prximo passado, a eicrava
Hllitana, crloula, deidada de25annoa, aluna regular,
aecca do COrpo, bem preta, n.ii i/, chalo, cun um denle
quebrado na frente, e no lado direii.i do pesenco nina*
clcari7es- rga-aeasauSsridsdrs po'l ''*
campo, que a preudlio Icnu-ua, ra lrelta B. O
primeiro andar, onde serio recompensado*.
"in-s
TUTTP. DE M. FDE FARIA i
46


nno de 1846J
Segunda feira 8 de Outubro.
N40.
DE
S4I
PERNANBUCO
(SOB OS AUSPICIOS J3k SOCIEDADE COMMEBCIaL.)
Subscreve-*e na Praca da Independeocia, loja de livros n. 6 e 8, por iaooo ris por anno. pago
s adiantados.
IB-
PHE^OS CORRENTES DA PRA^A (Corregido Sabbado as 3 horas da tarde.)

o
a
1|1 i
1
3 .3 8 .3 5 ]J J
o
Z
l!
!1--t|-l1|l-I.......fjiiji i i-I
___ -" _'^^ -!. -. -. -> .1 ^ = = 3 3 O = O
8 -I 4
srs- 2=
rS-S
- o c o => ocoo ooooooo = o
= s t-w*'--3*-**'*'


3 = 3 O O _
_C u ix -.-
i
6.
Ififtill.ilc .Hl-liiMii*8---r
S
3

o
^ r ^rf r r #---------------------------;
?7i ".1..1. 7T.'iii1-1.-4--I s*** llljijll
= -n e o
o o O COI
~os>e
oooto--~
x f< a "-
o a c o o
j r C M
ro < -" -
ee -a 2 = 52
c J? o T.
c oa =
_ .* *
c=====92
e = = --225
-00
I *A
I
i O =
5ec>ct< = #ter*-':-fl
Sooc^rfac^-*-t-
A rt O ^ ** M
r #* _____ ___ -*--------------------------;-------------- _
s 2 t 2 S s J s: j i 1 A f "f 4 C o S 3.1 g g B e .
lj-i-i5lis.s-i-i--ii-E8-r-rr--iXM i i j j:iijj ^s555^
j j^^>^ o c__0-1= <^s:g =^-*,go- os o o----------rrm i *
-----------uoeo Joco ce S = 2 g S;55= o 1 = = S2 S S il

o e O A r* oo o c> -
o -
5
p 00 os
^ 0cCkI
c*
o5 5 o o o o> >= = p o
Ote -npO x ** *"

o o o
o o o =
i- r-
^5
c o

c o
o = 5 =
ice
o>, *> o:aaiaj
c -
e
o
ce *
Wtt *> O ">
0>
ocfOofofgoog|
* "" "*
e o o c i
! O O
C4COOO0(DOO
a-9-'-"
MUTILADO
I


(>
i i O) Ofitli,
EXPORTADO.
Agoardente Cafa .- -
A Igodo I. torte -
3. a
[ Assucar branca ea caisas -
a mascando -
a cm barricaf ou sac-
eos, blanco -
mascavado -
Couros seceos salgados. -
Meios do sola -
Cbifres da^lerra -
do llio Grande -
[EXPORTS.
Rum -------
Colln 1. qualilj -
> 2. a -
Sugar iu cues wliile -
* a brown----
a lor Barris or bags
wliite -
brown. -
Dry silted hides -
l'aiiiie bids -
Ox-lioriis -
PREfO DA PRAQ
sojooo
4/JOO
4S00
|J"300
1*000
21290
ifOOO
110
115110
ijfvOO
2|000
55#000
l*40n
1*100
2f700
11650
115
1JCIO
4*50o|
pon
Pipa.
Arroba.
5 Ierro
Libra.
Hum.
Ceulo.
C> M BI O S.
Londres.........................27 '/ae"por If rs. a 60 dias
Lisboa.......................... 100 por cenlo premio, por metal eQecluado
Franca.......................... 345 rls por raDCO.
Rio de Janeiro.............*... ao par
PKATA iniuda................... 1*760 a l|I80
a Pataces Brueiros........ 1*800 a 2*000.
Pesos Cojumnarios......... IfDOO 1 2*000.
a Ditos Mexicanos.........'.. 1*950 a 1*940.
CURO. Mcelas de 6*400 velbas... 16*600 a ICj800.
> Ditas ditas novas... lOfOGO a I0f200.
Dilas de 4*000............ 9|I00 a 9JI200-
(Jucas l.cspanbolas.,...... 31*000. a 31*500
a Ditas Patriticas.......... 20*600 a 3i*000
Letras.......................... I por ceulo ao mei.
FRETtS.
ASSDCAR.
Liverp ol .....V...............\
i Caiialeulre Amburgoe Havre.....>
1 a iucluindo portos Inglezcs ... i
llienova em saceos ............Jcm transa croes
Mlamburgo caias...............\
\ Bltico........................
I l'rieste pira caias..............1 1
I oslados-Unidos................. I
fPorug.l.......................j\
k t lauca........................ f.s 50 e 11. % de
ALGODAO.
Pnrttical................... 600 por (ffi sem piimagem nominal
Frailea............ ....... 360 por @"e I0p 0/aocaiul>. de 160 p ir nominal.
Inglaterra.................. V8o -"e5 p. % de prmagem, uoininal.
Ilarceloua..................
COUROS.
luglalerra Seceos I i 2 10 0 ... por tonelada e 5 por cenlo, nominal.
tranca........................ .. 70 iiancos por toneladas, com 10p centn
Kslailos Unidos.................. NSo ha.
'EBVB^mfc ts.
t*M*Zi
I
Do dia II de Novemhro de 1811 II liante pagarn 60] p. c. o rape 011 tabaco
de po, os charutos ou cigarros, o fumo un Mo 011 em folln. }
Pagar50 p. c. os saceos de canliaiii.,-so grossaria ou gimes da ln.lia, os cai-
vetes ein Idrina de punlial, as almofa.laS wra cairua;eiis. as pedras l-vraiias para la-
gedo, as pedras de cantina pira |K>ries, portas jmilas, as pedras lavradus para
eiicaiianienlos, cepas, cunliaes e cornijas, oassucar reliuad.i. crvstalisadn OO de qual-
quer niaueira confeilado, o cli, a agoardiiile. a cerveja a cidra, a teera, o mar-
rasquino, ou outros licores, e os viulios de qualquer qualidade e | rcccdeucia
Pagar 40 p. c. as alcililas ou tapetes, o cinlmnaco ordinario 011 grossrria, as
balances de qualquer qualidade, e rnuji.i leita, nao eqecilicada 11a tarifa, as c utas pa-
ra ogar, as escovas de cabo de niarlin, o logo da China ciu carias, ou qualquer un-
lio logo de arlilicio, o papel pintado, praleado ou dmirado, sendo de qutlidades
linas, o papel pintado para loriar salas em collccrcs 0:1 paixagens, o papel de llol-
andi, imperial, ou outro nao especllicado na tarifa a plvora, os sfameles, o sabio,
o sebo em velas, as velas de Slearlna ou composico, as ameixas, ou oulras Celas
em frascos ou latas, seccas, em calda, 011 un espinto, o clioeolate de cacao ordinario,
o vinagre, os carrinlios, carruageus ou caitas )<> os, rodas, arreios para nina e ou-
,'a cousa as esleirs para Corral- casas, os cairos para coudimr gcnle, os sociaveis,
s sillines, os areieiros e unten 01 de |>orcelaua, e qualquer ohecto de louea nao cun-
preheudido na tarifa; os lustres. 01 clices para licor ou vinlin de vidroliso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado elavradn ordinario da Alle-
mtfilia e seinellianles os de vidro liso moldado 011 lanado, de Cundo corlado 011 liso,
com molde ou lavor ordinario ; os clices para Chainpanlic ou cervrja, as canecas,
e conos direitos de 10 a I cin qiiartilho, as garraCas de vidm ale I quarlillic 011 Otis,
seudo lodos estes objectos de ns I e as gnalas de vidm pretas 011 escoras da
mesma capacidade, conipreheudidas .11 que teivam para licores ou Le-Ruy os copos
|ra tabernas at nina caada, os Irascos de vidro ordinario com rnlhs to inesino
le 3 libras ou mais ; ou leui rolha at J libra* ou mais, os i!e boca lari>a com roldas
do menno, al 4 libras 011 mais, 011 sem roiha ; npndrldoc os v dios para a-
lampaJas ou candeiros, as Uboas ou folai de mogno 011 oiilra madeira Boa. e lias-
les de qualquer madeira.
Pagano 25 p. c. 3 ac, alcatro, lineo em barra 011 em follia cliumlioem barra
ou lencol, fUntra cm barra 011 em vergulnha, ferro em liana venjuinlia, eliapa o
Im-aUos para fuiulico. milla de Klaudres. galha de Alepn, lata em folhas, latan em
chapa, marhin, salitre, vime, bacilbo, pene pan, e qualqner oulro, seceo ou sal-
-ado i bolacha, carne secca 011 de talmnura, berva-duce. Camilla de trigo, pellicas
nca 1111 piuladas, cordove* 011 cortes de becerro para callado, hezerros e coiiros
cuveruizados, couros de poico ou bo, salgados ou seceos sola clara para sapaleiro
011 correeiro, coure e caparrosa.
Pagar JO p. c. o Irigo em grao, barrilh canolilha esp->uillia, lieiras, lios,
franjas, lanlijoulas, palhetas, passamanes, sendo ile 01110011 prala enlrelina, ordina-
ria ou falsa: gales dmenos natuaeza, 011 lucidos com relio/, hubo, algodo ou
seda, rendas 011 ntremelos de aigodo nao bordados ; leudas de liiri, as de alodSo,
reros ou trojal lencos de cambraia de liulio ou aigodo, e bandas de retro de
nalha.
Pagar 10 p c os livros, manpas c .r'olajs geograpliioos, nutrimientos malhe-
maticos, de pliysiea 011 cliimica, ciles de vestidos de velludos 011 damascos,'borda-
dos de prau ououio lino retro 011 tracal, e cabello para cahelteiieiio.
T*"rii0 P1coc,"""i|l", cordlo de fio espiguilha, lieira, dos, franjas, ga-
lio de (10 ou pallieu. lanlijoulas, pnli.ela. rendas, cadarcos e lodoso mais objec-
tos desta iialureza, sendo de ouro e prala lina,
Paga- S p. c. tai vio de pedra, ouro para dourar, 011 quaesquer obras e
atensis de prala,
Pagar 4 p. e. as joias deouro ou prala, ou quaesqacr obras de ouro.
Pagar 5 p. c. os diamantes e outras pedras preciosas solas semenles, plan-
as C raras unvhs de animar* uteis.
Tagar 30 p. c.'todas os mais objeclos.
Os gneros reexportados ou baldeados pago I p. c. de direitos alm da armaie-
=r.;iin a o despachante presta Banca at approvaco desla medida pela Assein-
U..cedem-se livres de armazenagens, por 16 dias, as mercadorias de Estiva, e
vo vate"" ete* P"""' P*8,r4Vi P- <= o mez do respec-
Os rdireitos das fazendas, que pago.por rara, dere enlender-se vara quadrada.
Os direitos nao podem ser augmentados dentro do anno Bnanceiro masoGo-
uZ^rT Y Pde'rem "J*U deUr ',raU > vigsima parle da, que
O Goveruo est auiorisadoa esUbelecer um direilo diferencial sbreos gneros
de qualquer naro, que sobreearregar os gneros brasileiios de maior direilo, que
iguacs de oulra nacaOf
Us arlijos nao e.qiecilicados na paula pago o direilo ad va/nrem sobre a factura
apresenlada peto despaoliante : podeudo poiia ser impugnados por qualquer oflicial
da AlKiidena, que cm tal caso paga o impone da factura OU valor, eos direitos.
>o caso de iluvida sobre 11 classilicaco da mercadura, p.-ide a parte requerer
arbiliauento para designar .1 qualidade e valor da pauta, que llie compele.
Sao isentas de diieilos as machinas ainda nao usadas no lugar, em que forera
impoi tailas.
F.XPORTACAO Os direitos pago-se sobre a avalia^o de una paula sema-
nal na razo seguime : AssucarlOp c. Aigodo, caf, e fumo 11 p c.. Agoar-
dente, cornos, e lodos os mais gneros 7 p. c. Alein desles direitos pago-se as
lasas de 160 rs em cada caina, de 40 is, em cada fecho, de 20 rs. e.u cada barrica,
011 sancos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de aigodo.
Couros e todos os mais gneros sao livres de direitos para os portos do Imperio, a
excepeo do aigodo, assucar. caf, e fuiro, que pago 3 p, c. e as laxas por volunte-
Os melaes preciosos em barra pago de direitos 2 p c. sobre o valor do mer-
cado, e a prala e o ouro amoedado nacional ou estrangeiro paga nicamente '/a P- c.
Os escravos ctporlados pago 5000 por cada um
IMSPI-.Z,\ DO PORTO As rmbarcaces nacionaes, ou estrangeiras, que
uaveco para Cera do Imperio, pago 00 rs de ancoraban por tonelada: eas
nacionaes, que navegan entre os diversos portos do Brasil 9C rs. As que entraren
em lastro e sahirem com carga c viceversa, pagar inctade do imposto supra e um
terco as queeiitrarcn, e sahiiem em laslro; e incsino as que eiitraiein por franqua,
ou escala, quer enliem em laslro, quer com caiga Desla inposico poimsero
isenlas as que impoi-lareni mais de 100 Colonosbrancos, e as queenlradrem poi arribada
forrada, com tanto que estas nao carreguem, ou descarreguem s mente os gneros
necessaros para pagamento dus reparas, que Kzerein.
VENDAS DK NAVIOS As embircacrs estrangeiras. que passarem a ser
nacionaes. pagan t5p. c e as nacionaes, mudando de piopriclano, ou de baudeira
pago 5 p, c. sobre o valor da venda.
HE VISTA SEMANAL.
CAMBIO T.anssccses regulares a 27 '/, d. por 1*000 com lettras ofTereci-
das a esl. quotacao sobre Londres, e sobre Pars passaro-se varias soturnas a 346
l* por banco.
AH.-UCAR As calladas continuo a ser diminutas, sendo procurado os or-
eos quoiadoi. r
ALGODAO Pondas entradas, e vendas i quotacao.
<:()IJROS Abu diutis
PAR1MIA DK TRIGO Chcgou bum carregamenlo de Baltimore, quese-
Kuio para o Sut; o dcpo.it. nao he grande, mas o consuiiimo he niuilo diminuto.
BACA1.IIAO Che;ou hum carregameiito de Terra-Mova, seudo o primeiro
do novo, que seguio para a Habla.
CAR\K DE CHARQUE etiegaro ilous carrcgainenlos, as vendas foro
iliuiiiiiilas o deposito iuclusi.e as duas entradas he de 60:900 ariobas.
Itesumo rlai Embareatei existentes neste pj,io no dia 30 dt Ovtubro dt 1646
Brasileiras.......................................................... J(
Diiiamarqucza......\\'.'.'.\.'.\V.ili.V.^V.V/.VV.V.'.*'.'.'..U..'.'.!."I^
J"K''................................................,.......
a"U............................................................. 3
A Provincia goza tranquilltdade.
Total
14


___________________________________________(*)_______________________
LISTA das Embarcaces existentes nesle porto at o dia 3 de Outubro de 1846.
ENTIUDAS.
,S(B Abril
JllllllO
Julbo
>
Agost
fetembro
Oululii d
29
21
16
30
3
H

II!
23
2S
2
6

7
9
II
II

M
II

19
r.
29
I
I
DONDE VBM.
Junho 10
Outubro 2
SelemLro I
Sclembro o
Si i i'mi! ii o 20
Maio IR
Aunslo 31
Sctcwbio K
5. Malhers
I! o (rinde do S.
Rio Grande do S
R. Grande do Sul
R. Grande do S.
Ass
Aracaty
Rio Grande do S.
Parahiba
Babia
Babia
HaianhSo .
Ass.

laranliao
Rio Grande do Sul

Poru Aleare
R.G doS. elt.J
Rio de Janeiro
R G do Sul
A
Rio de Janeiro
llalli
Aracnly
S. HatMtll
GallHO
Antuerpia
l.o lidie'
Babia
Figueira
Montevideo
New -Orinal
O.M eGibrallar
CISCO.
jumaca
brigue
bi igue
brigue
brigue

Fatacbo
ligue
h-esc.
Hiale
sumaca
b -esc
sumaca
brigue
paucho
brigue
hu c
bi igue

patacbo
brigue
bngiM
li.igue
liri ue
biate
Gaiop
b rea
hrctie
lili, iic
brigue
bri-. se.
I'iue
I ;il..rl ,1
brigue
NAQAu.
Ilraz.
Belga.
Dia.
Ingl
Pon.
Sarda
MOHE8.
Sania Mara Boa Soria
Dens-te- uarde
Independenle
Sania alaria ltoa-sorla
Ecbo
Feliz
Flor da Verdad
Castro I.
Heniiqueta
S. Antonio Flor do Rio
Sania Auna
Josephiiia
S. Joi'o
Desengao
Fsperanca
Tigre
Generosa
Argos
Doiii Irmiios
Novo Saraiva
Paquile de Peinaml-uco
("ompe'.iilor
Velm
Viclnria
Novo Clin la
, S. do Itoinfim
Ameba
Gustavo
[.011 SC
Couoles9 Din li.im
Maria Joaquina
Pylades & Ore
Providencia
Daro
TONS.
AS
I3S
191
J*i
260
!87
89
191
114
17
92
174
41
313
122
i6l
208
l7
177
101
180
149
169
181
80
30
179
164
209
til
108
148
91
179
MESTRg.
Manoel Joaqun Nunca
Mauoel Jos de ireredo S
F. J. Pereira Dutra
J. J, Oias dos Praieres
Manoel I.uii doi Santos
Aleandre Jos Alves
Liiiz Goncalves Victoria
Jos Maria Ribas
JosJoaqnim A Iv da Silva
T. Goncalves d'Almeida
Joo de Dos Pereira
Jos Maria Uai liosa
Urbano loi dos Sanios
Jo'io Antonio da Silva
J. a Goncalves dos Santos
Domingos Ferreira
Jos de OliveM Souia
Jos da Costa Pinirnla
Jos Antonio Maria
Joaquim Bernardo de Souzn
Jomo Gousalves Reis
Ignacio Marques da Fonseca
Jos Maria da Conceiro
II iilo Jos d'Almeida
Antonio Jos Vianua
Doiiiiii;oi SoaresGomes
E. Nod.ou
Kellsen
L. Ell*r.j
Tyler
Manoel da Costa e Suva
Antonio Girandelo
M Ivolicli
Dcmimgos lluuaao
COHSICNATA1I0S.
Jos Vellos Soara
lUltar & Oliveira
Manoel Alves Guerr
Ainorim Irmos
Jos Perei.-a da Cunlia
F. J. Flix da Roza & Iimo
Carvalho Gomes.
Arnoriiu Irinos
F. Joaquim Pedro da Costa
Jos de Oliveira Campos
Nov.es & C.
Manoel Duarte Rodrigues
Jos Mara Barbota
Jos Antonio Bastos
M Joaquim Ramos e Silva
Nassimcnlo & Amorim
Araorini Irinos
M
Joo Francisco da Crux
Machado Si Pinbeiro
Leopoldo Jos da C. Araujo
Feliciano Jos Gomes
Amorim Iriuos

Joo da SUn Santos
Luiz Borges de Siqueira
A Ordrm
N. O. BielxrStC.
N. O. Bichero: C.
Latliam ot Hibbert
F. Jos Feliz Rosa & Irrao
M. Joaquin- Ramos Silva
Le Bretn Scliramm & C.
Uiveira lnnios &t C.
DK8TI.10.
Aracaty
MaceyA
Ccar e Mar al
Arribado
Lisboa
Pernambuco na Typographia de M. F. de Feria.1848.
f MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHKOAOXZY_M2DS0Z INGEST_TIME 2013-05-01T00:57:09Z PACKAGE AA00011611_09431
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES