Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09425


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Full Text
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All IIIT11 I01EI0 275
Portre*nettgaaU4ts 0JO0O
Ptr tres ces vencidos 6$000
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QDUTA fEIlA 28 II 10TEIBR0 II Itll
PtrMMadiaiUd#19|000
Pfrte fraiet para snbscripttr.
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ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o %. Antonio Alejandrino de Li-
jos ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; CearA o Si.
f. Jos de Oliveira; Maranhio, o Sr. Haooel
JosMsrtiosRineiroGnimarieo: Pjr, Justino
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Cosa.
FAHI'IUAS UUS.CUHKtiO.
Olinda todos os dias as 9> horas do dia.
Iguarass, Goianoa, e Parahyba as segundas
e sextas-feiras.
S. Aotio, Beierros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garaohuns na* largas-feira.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Breio, Pes-
qoeira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista.
Ouncury e Ex as qua> las-feiras.
Cabo, Serinhiem, Rio Formoao. Una, Barreiros
AguaPreta, Pimentelras a Natal quintas feiras.
Todos os correios partem as 10 horas da aanha)
AMBUCO
EFHRMERIDES DO MEZ DB NOVEMBRO.
2 Lata ora a 1 hora 44 mnalos da tarda.
9 Qaarto manha.
17 La ancla as 10 horas e 47 mina tos da man
1$ Qaarto minguan t a aa 8 horas a 47 minutos da
manha.-
PREAMAR DE UOJE. .
Prisneiro a 1 hora e 42 minutos da manha.
Segando a 1 hora a 18 niatos da Urde.
_PMTE OFFlClftL
GOVERNO DA PROVINCIA.
namh!lr d,M!0fMno de Pebuco. 25 de
Z.inH? de l861' Bkoj- 8r- presMeite da
gg*J"* communiear eos Srs. abetes e
X.,1. k' d" d,fforen9 reparticoes vis e
*- bem emo aos demais eidadov, para
? S S" Crle, qUe M tem de f"" *
S.;-J 1.n,Puer', qualro e ateta horas da larde do dia % de detem-
tr-o prximo vmdouro, aniversario natalicio de
c. n. o imperador.
Assigoado.Joao Rodrigues Chaves.
V vpetliente do governo do dia S5 de
novembro de 1881
Officio ao Exm. bispo diocesano.Convido i V.
fctc. Rvm. para assistir ao cortejo que se tem de
I V 8ie de S- Imperador no dia 2 do
dez-ambro prximo viodouro. anniversario natali-
cio do mesmo Augusto Senhor, s 4* horas da
tarde, oeste palacio.
Keitero V. Exc. Rvm. a seguraoga de mioha
e-suma e alta consideraba >.
Dito ao mesmo. Respoodendo ao officio que
V. Exc. Rvm. dirigiu-ras em 18 do correte, ea-
bJ-me dizer-lhe que a directora daa obras po-
nteas anda nio apresenlou o ornamento que,
pira cumprimento do aviso ds repartigo do im-
perio de 16 de joibo desle anuo, exigi em 5 de
afosto nllimo, das obras de que carece o Semina-
ria Episcopal de Olinda.
DAS DA SEMANA.
25 Sgunda. S. Calharina v. m. ; S. Jocunda r.
28 T>rea. S. Pedro Alexendrno b. ra.
27 Ooarta. S. Margar id a de Saboia v.
28 Quinta. S. Gregorio III p.: S.Jacob, da Marca.
29 Saxta. S. Saturnino m.; Illaoioata v.
30 Saebado. 8. Andr ap. ; S. Trajano b. .
1 lomingo. S. Eloy b. ; S. Nahom profeU.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL. ENCARREGADOS DA
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tergas, quintes e sabbadossalO hora,
Fazenda : tergas. quintas e sabbadosaslO horas. I Joao Peraira Martin
Jutzo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orpbaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas aextaa ao meio
da.
Segunda vara do civel:
hora da tarde.
SUBSCRIPGAO DO BUL
Alagas.oSr. CUodino Palcie Dias; Bahia.
o Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
EM PERNAMBUCO.
quartas e sabbados a 1
Renov V. Exc. Rvm. os
tratadoa os presos accommeltidos de molestias
contagiosas. Communicou-se ao chele de po-
Dito a cmara municipal da cidade de Olinda.
Respondo ao officio que me dirigi a cmara
municipal da cidade de Olinda em 21 do corre-
te, declarando-lhe que deve mandar por nova-
mepte em praca o imposto sobre.o capim. visto
que nao qulz Jos Joaquim de Lima eeeigoar as
leiiras da importancia por qne foi arrematado o
rnearno imposto por Joaqaim Jos Fertaira da
Almeida.
Dilo so juiz municipal do Brejo. Remeti
Vmc paraseu conhecimeolo e execuco do que
nelle se coolm copia do officio que nesla dala
dirijo ao juiz de direilo deesa comarca, azen-
do-lne aeotir que muito coovm ao servigo publico
que as autorides se harmooiseme auiiliemno
eierciciode saas atlribuige.
pito ao juiz de direito ioterino do Po-d'Alho.
--Lora a copia do parecer do conselbeiro presi-
dente da reUgio. com que me conformo respon-
do ao sen officio de 9 do crrante icrea da in-
diligencia do art. 1 do decreto o. 1,090 do Io de
setembro de 1860, relativamente aos processos
por crimes de furto de gado vaceum e cavallar.
Portara.O presidente da peovincia atienden-
do ao que requereu Maooel de Sonza Braga, re-
solve nomea-lo de conformidade com o disposto
no 8 6 do art 5 da carta di lei de 3 de olubro
de 1834 e aviso de 14 da maio de 1860 para exer-
cer provisonamenU os officios de partidor e dis-
tribuidor do termo de Caruar, .creados pela lei
provincial n. 504 de 29 de maio deste aono,
emquaotc nao forem definitivamente prvidos na
a do decreto n. 817. Commucicou-se ao
esiirna e coosideracao.
Dito aoco-nmandante das armas.Sirva-se V.
S.de designar urna pessoa para levar o dioheiro
qus em vista do seu officio de 11 do eorreote tem
de remoller o inspector da thesouraria de fazen-
daaocollector do municipio de Garaohuns. aflm
de.occorrer aos pagamentos da forca destacada no
termo> de Buique, sob o commando do capito
Joa Pedro Nolasco Pereira da Cuoha.Officiou-
se a thesouraria defazeoda.
Dito ao mesmo.Queira V. S. expedir as con-
venientes ordens para que no dia a de dezembro
prximo viodouro. anniversario natalicio de S.
M. o Imperador, se formero em grande paris os
torpee de liaba, inclusive a compaohia de ar-
meus protestos de .uizmuoicipal do termo do Caruata.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que lhe requereu o lente do 9o batalho de
infaotaria, Heoriques Eduardo da Costa Gama e
leodo em visU o paercer da junta militar de sau-
de daUdo de 2 do correnle, resolve conceder-
me mezea de licen;a na forma do art. 106 do
reclmenlo annexo ao decreto n. 2.677 de 26 de
outubro do anno passado, para tratar de sua su-
de dentro da provincia.
Expediente do secretario do
governo.
Officio aochefe de polica.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, manda declarar i V. S. em
resposla ao aeu officio n. 1,175, dn 23 do corren-
tines, e marebem, reunidos aos batafhdet da fe ue em d^ de 2 e 6 dst'mez~"se exigiodo
*\rd' nac,0Qa, deata cidade, e sob a directo doli,", opal da i* vara desta cidade as guias
oficial a quera por lei cospetir o commaodo
para o campo das Princezas is 4 horss e 1|2 d
tirde, afim de assistir ao cortejo que se tira de
zr etigie do mesmo Augusto Senhor. A gnar-
d sao da praga ser feita nesse dia por pracas da
{parda nacional que nio marcharem, para o que
luam expedidas as ordens necessarias, cumpnn-
u que V. S. se entenda com ocommaodante su-
perior respectivo, acerca do detalhe da parada.
OiHciou-se no mesmo sentido ao commaodante
superior, do Recite.
Dito ao mesmo.Queira V. S. maodar postsr
em freole da igreja da Santa Cruz na Boa-Vista,
areanhaa s 3 horas da larde urna guarda de hon-
de todos os seotenciados que exislissem sem el-
las no presidio de Fernsndo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.O
fcxm. Sr. presidente da provincia, manda com-
muoicar V. s. que o Exm.Sr. ministro da ma-
rinha approvou a deliberaco que toroou de man-
dar applicar o casco do brigue eacuoa Xing a
obra que ae est fazeodo para fechar a barreta
do sul du porto desta cidade.
Despacbos do dia 6 de novembro
de I860.
Itequerimentoi.
-,* Aogelo da Costa. Informe o Sr. Dr. director
ra, am de acompaohar ao Saolissimo Sacramen- gerat da iostroecSorfuibHca.
lo daqaella igreja para a respectiva m.ix. ( Fiulden Broihera.-Drrtja-se a thesouraria de
uno ao commaodante superior da guarda na- fazenda.
ciooal do municipio do Recife.-Para que eu pos- Dr. Jos Joaquim de Souza.-Apresente o me-
sa resolver acerca do requerimento incluso de Ao- or ao Sr. iospeetor do arsenal de marinha.
tomo Lordeiro da Cuohs, sobre que versa a sua Major Joao Francisco do Reg Mais.-Informe
nacao de 2) do correnle. oecesserio que l o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
V.<>. faca ajuotar urna certido mais completa do
parecer da junta queiaspeccionou o peticionario,
conpreheodendo as assignaturas dos cirurgies
de ru olase compfie.
Oto thesouraria de fazeoda__Autoriso V.
S. tro virtude de sua informa;o de 23 do corren-
te, iob n. Hit, a mandar pagar aos emprezarios
oa llumioacao gaz nesla capital a quanlia de
40^00, em que,segundo os documentos que de-
*oo, imporlou o gaz coosumido com a illumi-
naao do palacio da presidencia nos dias 6 e 7 de
seembro ultimo.
Jilo ao mesmo. Em vista das ioclusas coutas
erroualicata, mande V S. pagar aos emprezarios
uailluminaco gaz nesla capital a quantia de
14!j>760 rs., em que imporlou o gaz coosumido
coa a iluminac&o do palacio da presidencia nos
mizesde setembro e outubro deste anno.
Dito io mesmo.Mande V. S. adiantar ao al-
eles do 9* batalho de iofantaria Jus Luccas Soa-
rei Raposo da Cmara, que vai destacar ni cidade
di Victoria, os vencimeotos do correnle mez, bem
cemo aboor-lhe o quaniilativo necesssrio para
Mariano Francisco das Neves.Opportunamen-
te ser a Hendido.
Maooel do Nascimento.Opportaasmeoteser
altendido.
Capitio Manoel Pereira de Souza Burili.Sel-
lado volte.
INTERIOR.
RIO-GRANDE DO NORTE.
Relatorio apresentado asserablale-
gislativa provincial pela Exm. Sr.
Dr. Jos Bento da Cuaha Figaeiredo
Jnior, prndenle da provincia.
{Coninuacn.)
SALUBRIDADE PUBLICA.
Desde o priocipio de fevereiro do anno lindo
tem lavrado na provincia a epidemia das bexigas.
Urna das causas a que se attribne o deienvolvi-
urragem de urna beata de bagagero.Communi- \ ment do mal com espantosa intensidade o pre-
ciu-se ao commaodante das armas. conceilo, mais obstloado oa gente aorante, con-

Dito ao mesmo.Teodo resollido que fique de
nenhum effeito o officio desta presidencia de 26
de.dezembro do aono passado, pelo qual se man-
dn fornecer au gerente da compaohia Pernam-
bucana de navegaro cosleira, mediaote iodem-
Disa;o, 30 tooeadas de ferro em lingados;
assim o communico V. S. para seu conheci-
ment. Communicou-se
uhia, e ao inspector do arsenal de marinha.
Dito thesouraria provincial. Mande V. S.
Pagar ao arrematante da obra do corte do alto da
larlrot, logo que for possirel, conforme iodici
em sua nformaQo de 22 do correte, sob n. 589,
a quantia de 2 1233550 rs., em que importam a
gente ignorante, con
tra a inoeulseo do paz vaccinieo, que, embora
incumbida a um homem, cujo estado valetudina-
rio nao lhe permiti grande actividade, podia en-
tretanto ser mais arcplameole propagada pelos
mdicos commissionados pelo governo.
Era tal o grao de intensidade com que ia gras-
sando a varila, principalmente na cidsde, qua o
a o gerente da compa- { meu antecessor, no iotuilo de soceorrer os en-
fermos pobres, vio-se obrigado a ter. alm do
medico do partido publico, um outro facultativo
que, em quaolo foi preciso convir em commissao
mediante a graltcacao diaria de lOttOOO rs.
Determinei que os enfermos pobres da capital
e dos logares prximos, quaodo nao podessem
e 4* prestsco que elle tem direito por ter j tratar-se em suas casas, fossem immediatamente
sido aquella obra recebida definitivamente, se-
gundo me participou o director da reparticao das
obras publicas em officio de 12 desle mez, nume-
ro 260. Communicou-se ao director das obras
publicas.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S.. que, de
conformidade com a sua inCormaco de ti do cor-
rele, sob n. 588, mande entregar ao juiz de di-
reilo da comarca de Flores, bacharel Joaquim
Gjncalves Lima, ou ao seu procurador os 4OOJHJ0O
rs.,em que foram por elle oreados, segundo cons-
ta de seu officio de 21 de setembro ultimo, os re-
puos mii3 urgentes de que precias o aguda da-
quella Villa, visto coma leoho resolvido que lies
reparos sejam feitos sob a admioistraco desse
juiz. Communicou-se ao juiz de direilo da co-
marca de Flores.
Dito ao mesmo. Reslituindo i V. S. as pro-
postas, que vieram aonexas ao sea officio de 22
do- correte, sob n. 590, o autoriso a contratar
com as pessoas (mencionadas oa relacio que veio
cobrindo aa referidas propostas, o foroecimento
das fazendase objectos oella mencionados, e que
, se fazem precisos aos collegios de orpbaos e ur-
phaas, podendo V. S. conforme indica no citado of-
1 ficio, maodar entregar directora do ultimo dos
mencionados collegios a quanlia per ella pedida
[ para a compra dos bancos que se requisitou para
\ o servido do mesmo collegio.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
[ Avista da sai ioformaco datada de 23 do cer-
I real* o autoriso a mandar admitiir na companhia
I de apreodizes artfices desse arsenal o menor Jos
i Taptists de Souza, que lhe ser apresentado poto
r. Jos Joaquim de Souza.
Dito ao administrador do arsenal de guerra.
vendo a companhia de artfices fazer parle da
nde parada que tem de marchar no oa 2 da
emoro prximo viodouro, anniversario nata-
o de 9. M. o imperador; assim o declaro
c. para seu conhecimeolo.
lo ao director das obras publicss. Mande
orc.ar a despeza, e orgauisar i planta de
enfermara provisoria, que dever ser coci-
era logar conveniente dentro dos maros da
i detengo desta cidade e onde pouam ser
destinadas para] o sexo masculino e 8 para o e-
mioino.
Provi ltimamente a de meninos da villa do
Jardim. Para aa outras tres aprsenlaram -se
coacurraotes n'am ezameque se fez recentemen-
le, mas nenhum dedos me parecen habilitado,
apezar de lerem sido lodos approvados plenamen-
te. Emendo que deve haver o maor escrpulo
na apuraQSo do merecimento moral e Iliterario
doi aspirantes ao magisterio. Se n'um exame
publico mostram elles poucas habililacoes, nio
se pode ter por certo que venham no futuro a
adquirir grande aperfe'iQoamento as escolas do
centro, fra da iospeceo immediati das autori-
dades superiores.
Considerei sem effeito em 30 de novembro do
aono passado as nomeicdes dos professores inte-
rinos que em numero de 14 serviam em difieren-
tes pontos da provincia, onerando com despeza
ada o cofre publico, sem que houvessem
EC
Os propietarios do pumo Manoel Figueira de
rana & Filho. na sua livraria praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8. *
pleta-loa, sea que houresse decorrido o lempo
sufficitole am de aquilatar-ae a sua capacidade
para o magisterio, deixaria.de ser salisfeita, mul-
las vezw, a inteoco do legislador, e flearia inhi-
nl a fe8laeoc'a recorrer ao nico meio que
lhe reste quando urna observacio mais prolon-
gada ebrga a convence-lo da inaptido do
profeasor.
Revela aleda observar que va remocio de um
individuo de urna cadeira para outra difTerenle
por acto espontaneo da presidencia estabelecer a
I respeito lejo a presampeo da ponca idoneidade
I para o ensioo da disciplina que lhe estiva con-
fiada ai< ento. Em tal caao contina ease in-
dividuo a ser experimenUdo n'uutra disciplina, a
ter diroto vitaliciedade depois de Dado o
praso da lei se antes disso nio for recoahecida a
sua Mca>cidado para o magisterio.
A* visa disto declarei sobre representarlo do
directorgeral d inatrueco upblica que os pro-
augmentar as vantagens provenientes da navega-, Contr.'i.i-
?ao costaira. Cada um delles toe. no aorlo desta Z?Z*&?\
approve provisoriamente as
e passageos nos vapores da
fliJ Jlrovas desofficteocia. de que alias ca- essoreslo alheou sarao considerados vataiicios
^'- i. P" 8 <,e,le8' como re"'a >cl0 d8 luanaocomplelarem tres aonos contados da data
oao se naverem proposto ao exame que leve lugar das ntmeacSes qe Oa em virtude da lei n
nP.OoUC.0HemW- 496' Ut* deci40 q importa airopllsmente
fft rLnAtr2' Pre'w0"l Prvidas, -erara 'urna iilelligencia dada ao art. 4da resolucio n.
h.mT. "d" P0r m lua,0. < Por 129.350. e, segundo me parece, a mais conforme ao
TntA*. ._... i. s!u aPiril. Po r. consagrada como disposi-
i..n.n r T para as villas mal populo-cao ro novo, regulamente, se acaso merecer a
sas os protessures de lugares menos importantes, rossrapprovaco.
aos quaes se poder conceder o beneficio da ins- I IfSTITICAO PARA OS SLRDOS-MUDOS.
22",p" qoando fr mais prospero o | Sar-vos-ha presente um aviso do ministerio
estado financeiro da proviocia. do Imperio recommendando-me
As escolas estao desprovldas de utens'lios;
alguna alumnos conservam-se a p e outros sen-
tados em esleirs ou pedras.
Usando da autorisaco concedida pela lei prrr-
vincial n. 496 da 4 de maio do anno passado
nomaei urna commissao para organisar o oovo
regulame'nto di iostruceo publica, visto ter sido
revogado o de 13 de novembro de 1858. Aioda
nao me foi presente o trabalho dessa commissao,
composta de pessoas reconhecidamente habili-
tadas.
que
favor
para
solicite
do es-
os sur-
ja isempto de varios objectos que urgentemen-
te reclamavam a mais seria e constante atteocSo. embora houvesae da augmentar
c em breve publicar o regulamento a de maior cathegoria.
deita assembla um auxilio em
, taieUcimento fuodado na corle
. das-mudos.
SECRETARIA DO GOVERNO.
Em virtude da autrisaco coocedida pela lei
provincial n. 473 de 3 de abril do aono passado
fci augmentado pelo meu antecessor o pessoal
da secretaria do governo. melhoraodo-se ao
uesmo lempo os respectivos vencimentes.
| Se me coubesse nessa parte a execucAo da so-
iDredia lei, eu me leria contentado em crear um
numero menor de empregados de ordem inferior,
o numero dos
vel
que rero-rae.
Nesse trabalho procurare! quinto me for possi-
attender a alguns melhorameotos Importan-
tes, que tem de flear dependentes da vossa
aporovaco.
Cercar o professorato de certas garanliaa que
coovidem para elle pessoas de merecimento,
urna necessidade nao menos reconhecida que a
de estabelecer os meios mais efflcazes contra a
incuria on insuficiencia dos professores. Esta
considerago suggere a conveniencia de estabele-
cer-se entre o provimeoto da cadeira e a acqai-
sicao do direito de vitaliciedade um espago ra-
zoavel para melhor apreciar-se a capacidade do
ado qua dever perceber urna gratiflcaco
| A experiencia me tem mostrado que os em-
pregos de segunda e terceia classe sao ordina-
riamente pretendidos por principiantes, que ou
nao tem o ment preciso para algum dia presta-
j rem mais valioso* servicos, ou quando mesmo
reunam as neeessarias habilitages que se sper-
feicoim pela pratica ; tratam muitas vezes de ir
consagrar osen zSlo e aplido aodesempeoho de
outros cargos, renunciando um adiantamenlo
tardo dentro da reparticao. oode lalvez estejam
oceupaios os melhores lugares por inliviiuos
de inferior capacidade.
Entretanto as autoridades superiores poderiam
encontrar mui bom auxiliares em pessoas de cer
- ta ordem que estivtssem no caso de pretender os
razoivel depois de certo periodo de boos servicos lugares mais vantajosos n'ama reparticao. per-
dTdAmenJe/er,ncad08- .. manecendo n'ella iem eonstraonimenlo emqua-
conduzidos para o hospital da caridade, sem de-
pendencia de minha autorisaco especial, para
que de modo algum ae retardasse a prestacao dos
soccorros.
Mandando mdicos para lodo* os lugares ac-
commeltidos da epidemia, como Ponta-Negra,
S. Jos Pspari, Arez, Geianninha e Canguareta-
mo, procurei sempre limitar o man possivel a
diaria que devia ficar, a nenhuma dellas exeedeu
da quantia de 15 rs. Os facultativos foram pr-
vidos dos medicamentos e quantia* necessarias
para soceorrer os iodigeutes. O Dr. Manoel An-
tooio Marques de Faria prtou-se a desempe-
nhar gratuitamente urna deasas commiseoes em
muoicipios distaotes da capital.
A varila ccommetteu receo temen te a povoa-
co da vMacahiba onde se acha um facultativo.
Ha noticia de terem fallecido ali 19 bexiguento*.
Consiando-me por ioformaco particular que
nos quiolaes e casas de pessoas pobres se aecu-
mulavam roupas e outros objectos que linham
servido aos variolosos, ordeuei ao inspector de
saude e medico do partido publico que fizesse
desinfectar todas as casas dos enfermos desvali-
dos e delias remorar quaesquer roupas ou ira-
mundicies.
Fosse qual fosse a efficacia desta medids, o
certo que depois delta a epidemia deeresceu
consideravelmeote, e hoja se poda considerar ex-
mela na cidade, verificando apenas um oa ootro
caso.
Durante oa mezes de setembro a outubro fo-
ram vaccinadas na cidada da S. Joa 167 pessoas
pelo respectivo eommisaario Antooio Baptista
Viaira, segundo consta do um mappa que elle
apresenlou -me.
INSTRUCgO PUBLICA.
O actual director foi encontrar o registro com
alrazo de 10 meses, achaodo-se coafnodidos os
papis do archivo da directora, alguns dos quaes
eslavam n'um pequeo armario estregado e ou-
tros atirados a um canto e eobertoa de poeira.
Exislem na provincia 37 cadeiras ale iostrurco
primaria, pro*idas vitaliciamente, senda 29 fre-
quenladas por 1,147 alumnos e 8 por 193.
Acbam-so vagas 21 cadeiras, das quaes 13 sao
Sendo mol freqneales as licencu concedidas
aos professores pelos delegados da instrueco
publica em virtude de umi deaposico j revo-
gda. determino! qun lias fossom 4* cxoluslra
competencia do presidente & provincia, salva
qualquer outra disposico ulterior.
Nao perco de vista a conveniencia de 80 ir
fazendo urna reforma no pessoal desses delega-
dos, alguns dosquaes servem por condescenden-
cia, podendo ser bem substituidos oos lugares
onde ha funecionarios graduados em alguma das
faculdadea do Imperio.
ATHENEU RIO GRANDENSE.
Dando prompta execuco aos arts. 18.19, 20,
21, 22 e 24 da lei provincial n. 496 de 4 de maio
do anno passado, reduzi o pessoal daquelle esla-
belecimento, fazendo as nomeaces dos respecti-
vos lentes.
O anno passsdo matricularan!-se no atheou
61 alumnos, seodo 16 na aula da iingua e lite-
ratura naciooal, 21 na de latim, 10 oa de fran-
cez, 6 oa de rhetorica e potica, e 8 na de geo-
metra. Picando desertas as de philosophia e
geographia.
Foi menor o movimeoto
pois que a pena
sabor:
18 oa de latim.
8 Iingua o litteratura nacional.
9 francez.
7 a rhetorica.
3 > geographia.
2 > geometra.
Cocvm notar que algnns individuos recorrem
matricula, menos pelo desejo de aprenderem
do que de se eximirem do servicn ectivo da guar-
da nacional.
E' um faci inconlestavel que as pessoss de
certa ordem que podem proporcionar a ses fl-
Ihos a instrueco secundaria, os mandara ordina-
riamente estudar em Pemambuco.
Todas estas razdes reunidas outra anda mais
poderosa* deficiencia do cofrd publicoacn-
selham a suppresslo de algumas cadeiras, que ha
mais tempo leria sido feria, se no animo dos le-
gisladores da proviocia oso iofluisse o desejo,
alias muito louvavel, de promover o adianta-
menlo da instrueco publica. Cumpre porm
aguardar urna poeu mais favoravel em que
possa ser reconstituido o atheou sob as venta-
josas coodices em que se acham n'outras pro-
vincias estabelecimentos desta ordem.
das auls este anno,
as freqnentaram 47 alumnos, s
conslraogimenlo emquan
lo nio oblivessem um accesso a que a sua ido-
neidade Ihes deas* o direito de aspirar.
Se porm.acredito que, em geral. antes con-
ven! lar an>a a!uos empregados capazes da tra-
balbos importantes, aioda com a raduccAo oa
classa doa servidores aptos somente para funeges
de ordem secundaria, reconheco todava que o
pessosl da secretaria do governo nao de sobra
para o seu avultadoexpediente, e vai cumprindo
satisfatoriamente as respectivas obriga;des, sob
a direceo do sea hbil e zeloso chafe.
Sendo apresentado cmara dos senhores de-
puladas na sesso do anno passado o projecto de
reforma administrativa que aujeila aquella repar-
ticao ao rgimen do poder geral, parece-me con-
veniente aguardar a deciso desse negocio, em
vez de substituir j por outro o actual regula-
mento, qua alias pode ir servindo.
Deve porm subsistir a autorisaco que tenho
para reforma-lo, e de que usarel se for possivel.
Sendo conveniente que se d publicidade aos
actos administrativos cootralei este servigo me-
diante a subvea^o mensal de 50$. que paga
actualmente a ama das folhas da capital. Reser-
vando-ae seis columnas de cada numero para a
impressao do expediente, ainda assim nao sobra
espaco para a Iranscripcao dos actos do governo
imperial, a qual me tem sido, por mais de urna
vez recornmendtda.
Julgaei portado indispensavel mandar sjusUr
em Pernambucoa impressao da correspondencia
ofllcial, fazendo-se a conveniente remeasa dos
ejemplares precisos s repartieres e autoridades
desta provincial
CORREIO.
As constantes reclamages das autoridades do
interior da provincia mostraran! haver muiti de-
mora na entrega da correspondencia ofncial. Al-
gumas providencias adoptadas eos boosdesejos
de que se mostrasoimado o actual admioistrsdor,
do-rae espersoea de ver coosideravelmenle me-
Ihorado esse importante ramo do servico publico.
O governo imperal, attendendo is reclamagdes
que lhe forim dirigidas, honvT por bem transfe-
rir para a villa d* Ceari-mirim a agencia do cr-
relo da povoacio de Extremos. Igual beneficio
coube i villa da Penha, onde hoje se acha a res-
pectiva agencia, transferida da povoacio da Flor.
A conveniencia publica exiga imperiosamente
essas medidas.
TE1RAS PUBLICAS.
Supprimida a reparticao geral das trras pu-
Um i .'" .a C,p- COm. *on,a1' 1- Micas nesla provincia por decreto n. 2.575 de 14
Sr^ii.. 2 ,Q8!r!?ccao ecuodana, aeria mui de abril de 1860. passaram a ser exercidas pela
ri. ^r! 'Posicao que consagrasse a prefe- presidencia asattiibuicoes conferidas ao delegado
a provmciaes, e ; do director geral.
para empregoa pblicos ,
principalmente os tie certa ordem, em favor dos
individuns que as houvessem frequentado com
aproveilamenlo.
OUTRAS AULAS DE INSTRUCgO SECUN-
DARIA.
As de latim de S. Jos, Ass. Imperalriz,
PriBcipe e Acari. foram frequentadas : a 1 por
24 alumnos, a ** por 11, a 3* por 15, a 4* por 30
e a 5* por 5, numero este cuja exaciido ae con-
tests, segundo o testemuoho a que alinde o di-
rector geral da instrueco publica.
Das tres aula de francez de S. Jos, Ass e
Imperalriz, a nica frequentada foi a 1* por 19
alumnos.
N'ama provincia mais adiantada como a de
Pemambuco tem sido supprimidas nos lugares
do interior as cadeiraa de ioatrueco secundaria,
Qcando esta cencenlrada na capital.
Em virtude da resolucAo provincial n. 350 de
26 de setembro de 1856 os professores du athe-
ndu podem ser demittidos peln presidente da
proviocia quando ae moatrarem pooco idneos,
adquirindo porm direito vitaliciedade 3 anoos
depois de oomeados.
Por forgs das dispesic6es geraes da lei n. 496
da 4 de maio do anno passado, que autorisou-me
a dar novo regulameoto instrueco publiea. fi-
caodo desde logo revogado o de o. 4 de 13 de
novembro de 1858, e a reerganiear o mesmo
alheou, foi um dos respectivos professores dis-
peusado do exercicio da cadeira qae regia e
nomeado para outras.
Pareceu-me que o praao de tres sonos deveria
cootar-ae da data da nova noraeeco, puis que
evidentemente o flm ds lei conceder autori-
dade superior um eapaco rasoavel para apreciar
a idoneidade. de quem nomeado iodependente-
mente de concurso. Se o individuo removido de
urna cadeira para ontra mui diversa antea de I
contar os tres anoos, viesse pouco depois a cosa- navega presentemente na
A nao ser s nomeacao dos juizes'commissarios,
o registro das trras e as ioformaedes que a ellas
se referem, nada mais achei felto a bem desse
importante ramo de servico publico.
A falta de individuos habilitados para exercer
as funcedes de agrimensores, sem duvida um
embanco que fcilmente se pode superar.
Entretanto ha necessidade urgente de dar im-
pulso s medidas e concessoes. Pessoas pobres
qua se spossaram de trras ou nellas trabalharam
depois da promulgarlo da lei n. 601 de 18 de se-
tembro de 1850, vem-se privadas dos meios de
subsistencia, pois que tendo contrs si asdiaposi-
coes do regulamento de 30 de Janeiro de 185,
que prohibem rigorosamente a rhvaso e devas-
tado de Ierras e maltis publicas, quereriam obter
coocessoes legaes que garantissem os resultados
de um trabalho boneito.
Sobre este objeeto que ha de merecer a minha
attencao, nao deixarei de solicitar do governo im-
perial as providencias necessarias.
CORTE DE MADEIRAS.
Conttando-me ser frequente nesta provincia o
corte de madeiras sem a competente licenca, ex-
ped ordem, de conformidade com os avisos de 5
de fevereiro e 19 de margo de 1858, psrs que as
autoridades policiaes reprimissem semelhante
abuso as maltas do estado, e as particulares,
oode seas donos podem somente sproveitsr sem
previa autorisaco as madeiras que nao sao re-
servadas para construego naval.
E' mui conveniente o empeoho am restringir a
progressiva destruigao das maltss n'uma provincia
que j so vai tornando to mesquinha nesse ramo
de riqueza pnblwa.*
COMPANHIA PERNA.MBUCANA.
Tem aido fieimeute observadas ascondigdes dos
contratos celebrados com a provincia em 27 de
novembro de 1857, 16 de abril de 1860.
O oovo vapor Jaguaribe, qae com o guarasii
liana io norte, veio
-----------._.. _o porto desta
ciaade urna vez por mez, e outra no aeu regresso
do Cear.
Em 7 de agosto
tabellas dos freles
compaohia.
O governo imperial, para resolver definitiva.
mente na cooformidade da 8* daa coodices aone-
xaa ao decreto o. 1,118 de 31 de Janeiro de 1855,
recommeodou-me que fizesse examinar esse ob-
jeeto por pessoas entendidas: designei o iospee-
tor da alfan lega e dous negociantes da capital,
bsta commissao, a quem remetti algumas infor-
macoes por mim exigidas do administrador de
rendas de Hacu. nao rae apreseotou anda n re-
sultado de seu'lrabalho.
QUESTAO DE LIMITES.
Era maio do anno passado constott-me parti-
cular e depois officialmente que o subdelegado
de polica da Bilua da Traigo (provincia da Pa-
rahiba) invadir com forga armada o territorio
dests provincia no lugar denominadoMarcos
onde flzera urna priso. Immedialamente exigi es
esclarecimeolos precisos, e soliciiei do Exm.
presidente da Parahiba as necessarias providen-
cias, que se deram, sendo logo demiltido o agen-
te policial que ordenara a sobredita priso.
Pouco depois represeotaram-me contra as au-
toridades judiciarias do termo de Mamsoguape
que pretendiam exercer actos de urisdieco no
lugarMarcos.
Tralei entao de exigir informages sobre a ques-
lao de limites que susciliva-se entre esta e a
provincia da Parahiba no referido lugar.
Com todos os dados que pode colher offieiei ao
respectivo presideote pedindo-lhe que de sua
parte procedesse ao exame preciso para adoptar-
se o alvitre mais prudente o justo, evitando con-
flictos perigosos.
Ao juiz de direito d comarca de S. Jos, a
que pertence o territorio, cuja posse disputada,
eocarreguei tambera de proceder a convenientea
averiguages qae foram feitas com o maior es-
crpulo, lodo ao lugar dos Marcos, dirigio-se
aquelle magistrado s pessoas antigs e coohe-
cedoras do territorio limitroohe, e na sua minu-
ciosa exposigo indica as deelarages que obteve,
o as observarles que fez occularmente para co-
nhecer, quaolo era possivel, a verdadeira lioha
divisoria..
Toda a difficuldade da queslo consiste era ve-
rificar-as a primitiva posigao de uu marco, que
servindo de balisa entre as duas provincias fra
mudado para o norte cota prejuizo desta, segun-
do me levam a crer as aliegages cootidas as
pega officiaes qua vos serlo presentes.
Por mais liquido que me parega o direito des-
ta provincia, alias contestado pelas autoridades da
Parahiba com razdes que oo podem destruir as
nossas, cumpre que se proceda a urna demarca-
co ou aviventago de rumos, cooservaodo-se
entretanto a posse no ttatu quo al qua o poder
competente resolva como for mais justo.
Neile sentido represenlei ao governo imperial
do'jrgo'docota presidencia da Parahiba, que'
agoawa o meu parecer ulterior, para de sua par-
le previnir administrativamente oa conflictos em
que lhe seja licito intervir.
Convra entretanto consultar aioda os archivos
pblicos, e investigar qualquer prova que teoha
por fira dilucidar a questao de limites entre as
duas mencionadas provincia.
LIMPEZA DAS RAS.
O estado da mor parte dis ras da cidade re-
clama algum melhoramento que a respectiva c-
mara municipal difficilmente poder fazer, sendo
to deficiente a sua renda Em certos lugares
convert destruir mallos, e n'oulros entulhar bar-
rancos feitos pelas aguss pluvises; nivelaran
meos quinto for possivel, os lugares de maior
transito, e reparar o pequeo ealcameoto que
existe.
Apezar dss minhas recommendagoes cmara
am de conservar-se o asseio em lodss as ras
da capital, evitaodo-se a nccumulaca de im-
mundicias, e promovendo-se a fiel execugo das
posturas municipaes que obrigam os proprieta-
nos a ter limpas as testadas de suas casas, creio
que nenhum resultado vantajoso se conseguir
emquanio a directora daa obras publicas nao
poder fazer o servigo oecessario, aproveitando os
presos mediante um salario mdico, que nao me
licito autorisar presentemente.
J live de chamar a altenco da cmara e da
policia para observaocis do art. 5o das posturas
de abril de 1853 e art. 43 das de 2 de jaoiio da-
quelle anno, que prohibem a construego de casas
de palha, capim ou junen naff ras da capital,
assim como nao permlllem queellas sejam reedi-
ficadas oo reparadas.
Nao tenho deixado de fazer sentir a necessidade
de urna vigilancia incessante afim de qua os lis-
caes desenvolvam a precies aetividade reprimindo
as amiudadas infraeg s das postaras munici-
paes.
ILLUUINACAO PUBLICA.
Pelo meu antecessor foi contratada a illamina-
co publica da capital por um anno mediante a
quantia de 9:000} paga em prestages.
Sessenta laropedes, qoeserviram durante a en-
liga illuminago do azeita na cidade do Recife,
foram comprados pela quantia de 2:460#
J mui gastos por um uso diuturno carecem
constantemente de concertos, e segundo informa
o contratante veio um delles com remend de pa-
pelo tioto de preto. Tem sido necessario soldar
frequentemente diversas pegas da respectiva fer-
ragera Sessenta candieiros velhos que fizeram
parle da encomraenda, achavam-se to damnifi-
cados que foram substituidos totalmente.
Collocados com a distancia de mais de 500 pas-
aos de um a outro, nao podem os lampees Ilu-
minar convenientemente urna cidade inteira. Ha-
veria lalvez maior vanlagem em distribui-los so-
mente pelas ras qne costumam ser mais tran-
sitadas.
Pronuncio-me entretanto pelo alvitre de nio
renovar-se o contrato, cujo prazo tem de espirir
em 16 de maio prximo viodouro. Se ainda nao
podemos adoptar melhor syatema de illuminago
que o actual, fora melhor reounciarmos, por em-
quanto, a um melhoramento asss defeltuoso que
de certo nao se compadece com as forgas do nnsso
cofre.
Bem difficil hs de ser a renda do material ad-
quirido para o servigo da illuminago publica.
Nao mais fcil conserva-lo sem grande risco de
deteriorar o, preveolndo-se 0 caso pouco favo-
ravel, de que elle possa ser ainda aproveitado no
futuro.
Aotes de comegar a illuminago determinei que
o director das obras publicas entregasse ao res-
pectivo contratante os lampees comprados para
esse fim. depois de proceder-se peraote elle e o
procurador fiscal da fazenda provincial verifi-
cago do estado em que se achavam taes lam-
pees, lavraodo-se disso am termo em que se
mencionassem todas as eircumstanclas convenien-
tes, e que seria assigoado peles pessoas indi-
cadas. *'
Logo oo comego da execugo do contrato dei
tambem as providencias neietss-ria* para que as
autoridades policiaes obsenassem se os lampees
eram acsos diariamente, e so assim se conserva-
vam durante o tempo preciso; apreseotando me
o crtefe de policia semaaalmente urna parte cir-
oumstaociada dasoeearreacias que se dssem re-
lativamente observancia do mesmo contrato.
A esto tespei'.o tenho ouvifo officialmentn o
tres prestages na
16 de maio at 16
que procura justificarse com o mo
estado dos lampees,e outras desvsntsgens inbe-
!L i 9m" Prt" D0T. <". lm do mais.
tem lutado com a falta de pagamentos pootoaes.
L certo qua elle s receben
importancia de 2:250 desde
de gosto do anno passado.
J ordeoei thesouraria que fizesse a conta da
importancia total das multas em que tem incor-
qna.0r,.rconrCr.r",,nle- f fan" d* "*
PASSAGEM DO SALGADO.
Auto'isado pela lei provincial n. 465 de 6 de
margo do aono passado, raandou o meu anteces-
sor construir ama barca, que ainda bem Iripola-
aa so tana vagarosamente o sea trajelo.
1 areceu-me entretanto preferivel empregar es-
lieres e candas que fcil e coromodamente ae
prestassem navegago entre a coros e o bairro
da Rtbeirs, e entre esle e o lugar denominado
nediona.
A propria experiencia e a leitura do regula-
mento qae exped no I." de outubro ultimo de-
monsiram a vantagera de aer feito o aervico por
pequeas embarcages bem adaptadas para o
transpone de passageiros e gneros.
em por isso leve de augmentar se a antes fi-
co.i diminuida a deapeza com a adopgao deste
aystems. Mais appropnado para a cooducgo
do materiaes precisos para as obras publicas, a
oarcaoi vendida por ordem mioha fazenda na-
ciooal pela quantia de 2:086*140rs., da qual de-
duzndo-se a de 650. importancia das pequeas
emDarcagoes de que tralei, ainda ficou oo cofre
provincnl o saldodel:436|140rs.
Anda se faz o servigo com 5 remeiros. e te-
ios seriara Umbem indispenaaveis, para mover
smente a barca. .
De 4 de novembro do anuo passado al 23 de
margo ultimo a despeza ds passagem, excluido
o prego a material, mootou a 1:361(440 rs., e a
despeza respectiva receita a 8811880, havendo
KL22?,Plta ura deflcil importancia de....
478J860 rts.
Para que o servigo fique completamente regu-
lar, faltam ainda alguns melhorameotos, seodo o
mais despeodioso a construego de um lelheiro
no bairro da Ribelra para dar abrigo ao fiscal e
remeiros, substituido a palhoga que pressa fiz
levantar afim de servir provisorismeote. O mer-
cado publico, no lugar oode se projecta, pode
oflerecer accommodages para esse fim. e ato
para deposito dos geoeros transportados do lado
apposto do rio.
0 talheiro da coroa carece da concertos e ou-
tros beneficios, para os quaes fallecem os reenr-
sos pecuoiarios.
MERCADO PUBLICO.
Um lelheiro arruioadt, que ameaga prximo
desabamento, est servindo de meresdo publi-
co. Trato de obt^r alguma casa para oode o-
faga remover, mediante alugael, at que se possa
construir o novo mercado, coocertar por prego
mdico o amigo edificio.cujo material, em ultimo
caso, ser aproveitado para qualquer obra.
A fiscalisago dos agougues e seus utensilios a
bem da salubrii.de-publica, que tambem exigo
o exame das rezes que vo ser talhadas, e o maior
asseio o csutela nos depsitos de carnes verdes,
sao objectos que devem merecer toda a attencao
da cmara e seus agentes, parecendo-me conve-
niente a adopgao dos preceilos que s este rea-
peilo indica o inspector de saude publica.
OBRAS PUBLICAS.
A direegio das obras da provincia achava-se
confiada a um simples curioso, que, por mais
bem intenciooado que fosse, careca de habilita-
gOes para iospeciona-las convenientemente. E'
por isso que as obras amigas resentem-se da falla
e elegancia, pelos meos.
Melhorameotos decretados para o centro eram
incumbidos a diversos individuos, alguns do
quaes ainda nio deram conla do dioheiro nem
da obra.
Para nao cansar a vossa paciencia com exem-
plo, basta citar o facto deeerlo eocarregado que
leudo recebido urna subvengan para a abertura
de ura agudo, come adianto veris, declarou t la
empregado na compra de bois para essa obra, e
aioda em cima pedio a inderanisago de um aaldo
que apresenlou em seu favor.
Mediante a fiscalisago do actual eogeoheiro,
o bacharel Ernesto Augusto Amorim do Valle.
que sendo convidado pelo meu antecessor come-
gou a servir durante a minha adminislrago, n
crdito que se evitaram muitas frudes e disper-
dicios.
A' excepgSo de alguma obra, cuja construego
seja to urgente que nao permita aguardar a ida
do engenheiro, todas as outras do interior da pro-
viocia devem ser levadas a effeito por meio de
arrematarlo, vista do p'ano, orgamenlo e con-
diges indicadas pela repartigo respectiva.
O director das obras publicas carrega com todo
o servigo de expediente e direceo.
Passando para outro logar oamaouense deixei
de substitu-lo, poupaodo urna despeza de 600$
rs., anouaes, por me ter assegurado o mesmo
director que podia dispensar ns servicos desie>
empregado, asstm como os do administrador, quo
parcebia 5g rs. mensaes pelo cofre provincial,
foi exonerado em 18 de jaoeiro ultimo.
A repartigo reseote-se da falla de Instrumen-
tos que vi-me obrigado a eocommendar para a
corta depois de convencer-me que os nio podia
obter em Pemambuco.
O descuido de examioar-se (reqoaotemenle o
estado dos edificios que sao proprios naeionaes e
provinctaes, tem dado lugar i progressiva dete-
riorado da alguns, entretanto -xfue pequeoos
reparos, feitos em lempo, evilariam ease resulla-
do, a por comeguinte maior dispendio. Para
este objeclo tenho sempre chamado a attengo dt>
eogeoheiro.
E' urgeole a necessidade de fundos para os
concertos indispensaveis de obras publicas.
Muito cooviris que esse empregado fizesse urna
viagem por toda a provincia, aflm de poder
mioislrar-me informales circomstanciadas acer-
ca dasdiveraas visa de commanieago dando ao
mesmo tempo o sen parecer aobre os melhora-
meotos precisos na obras publicas existentes e>
sobre a necessidade, que reconhecesse, de
quaesquer outras. Deste modo haveria tambera
a vanlagem de verilicar-ae a applicagio qaa ten
tido os dioheiros dispendidos no interior da pro-
vincia com varias conetrueges, qae nio forana
aioda examinadas.
Eu j leria adoptado essa medida, se nao atteo-
dease falta que faria a presenga da engenheiro
para certas obras era andamento na capital.
Os presos da cadeia recebiam indiaiinctamentet
240 rs. por du, como j declareiv sem presta-
re m servigo algum, nem mesmo os condemnadoa
priso com trabaluo.
A vista disto determinei qne elles fossem em-
pregados naa obras publioas com um salario dn
640 rs., deixando porm, do perceber diarias pela,
theaouraria provincial em quanto IrabalhaaansjB
por conta do cofre feral.
A experiencia veio justificar esta medida. Cora
nm salario menor do que o concedido ordinaria-
mente a outroa operarios, obteve-se naa. eersico
muito mais vantsjoso quo o d'esles, poupando a
provincia uma despoza sempre rscente con
I diarias.


m um iTMiq
MAM0M MiMMCO. OTILIA FE1B4 *JB NVEMBRO DI 1861;
Tor meio de nm ezercioio salulsr, alHlm-se
entregue aos
3!
Determinei que sotes de si
operarios empregados oaa di__
ponencia dos alarios correspondentes
cada
pe-
Boa
le
.... --------------- __ra-o
Mis ferias.
obras rqppwi
(He etteuo fioanceiro ijp file S*cha aaxovio
esta parece-aae eacuaado mencionar multa oes
nejieo&es .vas, queconviria emnf ahondar. #av
*ertnto limitar-me a certas obras e especial
sstaate a que se acham esa enlmenla, ou pa-
ralysadas, e aos concerlot de que carece alguas
iP lucios publicas. ....
CASA DA ASSEIURLA.
Ao queja disse em outra parle deste reUtorio
rea accresceutar que retelhou-se toda a cober-
U dest. cas*, e caiou-se .a fachada principal e
lateral. Alm da substuigo do sealho arrui-
nado do solio, indica o director das obras publi-
cas* necesaidade de demolir o metmo sotao.me-
Jhorar os repartimeotos do pavimento terreo,
de fuoccioot a thetouraria proviocial, e aug-
meplar al ra Grande o edificio, que tsira
acera osa dos melhores da cidade, con excel-
leosea accomsaodaces.
Neate caso se mudara para aquella ra a en-
*x*da principal que hoto usa oes fundos do mes-
rno edificio.
J exig, para vos ser preaeote, o orgaraeolo
4B obras precisas.
ATHEiHBU RIO GR NDENSE.
Alm de algia ea coooertos que se raindaram
ater necessila da rarios methor amentos calcla-
les m i aportan*ia de 30}000 rs.
MATADOURO PUBLICO.
Cumpre fazer alli alguna despeas coro reparos
MIMO.
FONTRS PURLICAS.
A priocipal deala oilad carece de concertoa
importantes. J determinei ao engenheiro que
fizesse o orgaeaeoto dalle, inlicaodo alguns me-
Iheramentoa man importantes que alli conve-
sm adoptar-se. Logo que as ercumstaocias do
cofre nermltrirem, se dar execuco obra ne-
cessaria.
Can Cacimba de S. Thom despendem-se
naualmeute 1449000 rs. para pagamento de um
serrote enearregado de enchero tanque por mel
de urna bornea. Pretendo supprimir essa des-
lela, sendo feito o trrico pelos presos, que re-
vezarlo.
CDEA E CEMTERIO DA IMPERATRIZ.
Paras eonatrueco da cada abunou-se em 12
de etombro de 1857 a quantia de 900&000 rs., e
Varao actbamento do cemiterio a somma de
386a90 rs., aendo anear regad o da primeira obra
Jalao Ghtysestomo Bezerra Cavalcaole de Albu-
tiaquerque. e da segunda urna commissao bene-
fieeute. Para essas duas obras recebeu anda
M^noel GoogaWes Gloria em 16 de fevereiro de
1838 a quantia de 580J000 na administrarao de
rendas proviociaes da freguezia de Pu-dos
Perras. Ao referido Joio Chrysosiorao eotregou -
semtis em 2 de Atemoro do mesmo aono a
impertancie de 500JO00para a obra do cemiterio,
a commissao que delta se oncarregra abonou-
me outra igual quantia em 2 de maio de 1859.
assim figuraudo mais de um individuo como
reaponsavel de uras s obra, e sendo entregue i
xnesma pessoa urna iiuantia para diflerentes cons-
traeees, em ler-se feito a precisa deelaraco da
Ojela destinada para cada urna deltas, s depois
la preslago de contt se poderij discriminaras
atareaste applieacoes da somma total de 1:5808000
Impendida pelo cofre provincial com o cemite-
rio e a cada.' ;
ATIERRO DE GUARAPES.
Um dos meus predecessores, na ioteuco de
remover os inconvenientes oppostos ao coramer-
cie pela difflculdade das commuoicagoes entre
ajata cidade eo interior da provincia, tentou cons-
tituir um ponto commercial margem do rio
salgado no lugar denominado Guarapes ,
afonde segu a estrada de S. Jos, ja livre dos
aererseos que se enconlram ao sabir da ca-
pital.
Era 80 de agosto de 1859 foi contractado pela
quantia de 7:000$ ura atierro que se acha feito
na xlenso de 168 bracas com 1 1|2 de largura,
prejectando-se coostruir na extremidade delle
urna ponte que d communicaco entre ss duas
margeos do rio, que alli offerece um espacoso
aocorsdouro para embarcares de cerlo porte,
como demonstrou-me urna viagem de expe-
riencia por mim feita no vapor de guerra Thetis
arrogado com toda a artilharia.
Resis anda por fazer urna parte do atierro
que sem a ponte apenas serve para facilitar o
embarque e desembarque a passageiros e ene-
ros em canoas, que as mars-baixas nao pde-
sela alcancar a extremilade do meamo atierro,
em quaoto nao for suficientemente prolongado
at a bocea da camboa.
Se bem qut o estado flnancelro da provincia
acooselhe o adiameoto dessa obra, reconheco
todava que Guarapes na< vantajosas condiedes
em que se achs, pode vir a ser um bom povoa-
do, ou ao memos um arrabalde, de que tanto
carece esta cidade. A ponte alli projectada n,io
sena intil, anda mesmo exislindo urna outra
nesU capital, pois en lodo o caao ha vantagem
em facilitar o transito para diversas direcces.
E' do lamentar que quando tantas localidades
no interior da provincia augmentara coosidera-
*elmeole em edilicaco, agricultura e popula-
cho, aioda se conservera despovoados e incultos
terrenos aproveilaveis as proximidades da ca-
pital, taes como, alera de ootros naa margens do
salgado, as da Alda-velha, e do Petiinb, que
Ucj oaa visinhancas de Guarapes.
AC0E DE ANGICOS.
Essa obra foi incumbida a urna commissao que
recebeu urna prestarlo de 500 em 7 de feverei-
ro do anoo passado e outra igual era 21 de abril.
Por occasio da tomada de coalas decarou-se
er sido despendida a primeira dessas qaaplias,
:om a- compra de 16 bois para a mesma obra'
que oo consta ter ido comecada.
ACUDE DE NOVA-CRUZ.
^ /or=esta obra foi "treB em 3 de dezombro
de 1859 a quantia de 400, de que prestou coa-
las a respectiva commissao em 3t) de novenibro
ao anno passado.
PONTE SOBRE O RIO SALGADO.
Ordenei ao director das obras publicas que
tratasse de rever o orcarneoto dessa ponte orga-
ntsado pelo engenheiro Ricarlo Jos Gomes Jar-
aim.
PONTE SOBRE O RIO CAJUPIRANGA.
Bastante arruinada em um dos encontros, pre-
cisa ser concertada quaoto otes para se evitar
maior despezs.
ATERRO DO CARNAUBAL.
Soffren grande estrago com a ultima enchenle
ato rio. Easa obra lo necessaria que os pro-
prietahos j Qzeram sua custa parte do trabs-
Ibo, para cuja conclusSoulga a cmara ex suffi-
cieote a quantia de l-OOfJj, locluida a imporlan-
ca de urna paat%
CeNSERVACAO DAS ESTRADAS.
Ohraa desla natureza, que eusiam avultadaa
sommas provincia, ficam estragadas em pouco
tempo pelas aguas plnviaes e enxurradas, ou pe-
los arbustos que crescem impedindo o transito.
Seria pois conveniente contratar por mdico pre-
co a cooservacio das estradas sob aa clausulas
xnais conveoientes, velando pela observancia
dellss o director das obras publicas.
ESTRADA DA CAPITAL A GUARAPES.
JA foi entregue pelo respectivo arrematante,
que cootratou-a com o meu antecessor pela
quantia de 4J400J, achando-se anda obrigado a
fazer na extrema da mesma estrada sobre o rio
Cnsrspea um pequeo gpntilho. Removido o
embirago queseoppuoha essa.coastruMao, or-
denei ao engenheiro que intioaasse o mesmo ar-
reauaate para conclui-la no prazo de trjnta
ESTRADA DO SBRIDO'.
Contratada por 6:0(b> em 2 de julho de 1859,
essa obra foi concluida dentro do prazo de 11
anexes fixado no contrato, e anda resta-pagar-se
0 respectivo coalralanle a ullima preit^ao do
PLANTA DA CIDADE.
A falta de instrumentos iodiapeosaveis para
trabalhps topographicos, ten) demorado o levao-
tamento da planta da cidadn. J es selfcilei do
gprerno imperial.
OBRAS GERAES.
Pela deficiencia dos dioheiros proviociaes te-
rianj.de ficar paralvsada8 as obras publicas na
prnftnc,^, ge roe nao valessem as subvencoea por
otilada fazeQaa nacional, send :
15.1WJO0O pelo ministerio do imperio.
6:0009000 pelo da gaerra,
1:114I1S pilo da rateada. I
1:598}500 pelo da mariaha.
ToasTs&s quanlias dao o total de 14:7129913,
fH rtfrttli'Uevida applicar.o.
O crdito consignado, pelo ministerio do impe-
la oi o mais coosideravel que se tem concedido
fneacoes
r nffk.in
ra esta provincia dentro de um s exercicio.
CAE8 AO SA.6ADO.
itre a alfandfga e o morr 4o Roiario riste
aaqea Breque gen ala-
**> poe
tss:v''
rede-essores, eoncebeodo a vJ4a
aquelie terreno para um paseis pu-
visto qua nenhom nutro lugar of ere ce lio
s condi(5M pare tal tes. detertninou
camira municipal que prnhibisse as edifica
particulari. SU** otdem raingaria 4>
da preside neta de 1 d"6 deierrrbro
mandada por mim subsistir em 17 de oulubro do
aono prximo fiado. Qusudo mesmo no preva-
lecesse o projeclo de um passeio publico, que
bem se pode ir fazendo a pouco e pouco, era in-
conveniente que antes de levantada a planta da
cidade. cuja edicigo j lo irregular, e que
entretanto loai sobejo espaco para aovas casas,
se concedesie a particulares um terreno que olle-
rece s melhores condiedes para edificios pbli-
cos, destinando-se ainda o espaco suficiente para
ama boa prac/.
Nesle peosamanto mandei construir msrgem
do rio. na eatenso de 950 ifatoaoj catuates,
urna muralha que se eleva a 1 i/2 palmos cima
do nivel do preamar das mares vjvas, tendo 4
palmos de largura no respaldo, que Tai todo feito
de tijollos pela falta de lages apropriadas. O ali-
coree tem 4 palmos (termo medioj de protuodi-
dad e 6 \1 de largura.
Toda a obra construida de pedra e cal, e rebo-
cada com cimento, Bcou concluida no curto es-
paco de dous mezes e 19 dias, desoendendo-se
a quantia de 8:9919780 rs, na qual fica incluida
a despeza com o pequeo aterro que u'umi daa
faces da praga defende entrada das aguas
Crescendo extraordinariamente a mar no dia
26 do correte as 6 horas di tarde descarregpu
sobre a face extrema da muralha, e pela excava-
cao que fez n'uma pequea parte do aterro con*
prehendido entre a alfaadega e a extremidade
d,aquella obra, ao norte, entrou com impetuosi-
dade e aluio profundamente a bate da referida
muralha, a qual desmoronou-se na exteaslo de 12
palmos. Essa parle a meama que o director
das obras publicas pretenda abrir para dar esgo-
to s aguas, visto que despedida toda a impor-
tancia do crdito que se destinara para aquella
construyo, nao era possivel cootinua-la para o
no imperial a qoem brevemente
planta e orcamento neceaaario.
ALPANDEGA.
Por ordem minha tomou coala
engenheiro da provincia, quando se
sado a mor parte della sob a direece1,,
do Inspector interino daquella repartirlo
lumeMe j netxaai le
defeiUs mu
a o de edili
miotm
credsSi
M
.PbbbbbbbVL
slgu asas paredes fue
aioo ajal amarradas.
quantia de 11:6*0 rs., dlspendeu-ae em coicertos
J de fcft\aiil7 antea da minha ariBinilrnan,
monopolio dos cham
m OUB UTIXl lili
ados straressadoret, no qual
a aempre crescenle dos gene-
temte indicado como oecessa-
'eiras, principalmente as que
distancia da cidade, como as
hiba.
conpedi. Reunidas estas parcelas de
5:9899500 rs., calculada para concluir-se oda a
construegao precisa, leremos a- importancit total
de 23:8649230. Cora. pouco mais se ptderia
edificar uma oaaa aprepriada sem os iomeve-
nientes do velbo armagem, que ftcou indi mais
disforme com a obra accessoria que formacorpo
com edificio um lugar improprio.
4rmoxem tos eicaleret ato Ettado.Quaido o
actual engeeheiro tomou coou dessa obra, ape-
nas encontrn nm telheiro em parte dascobtrto,
e sustentado por pilares' de" alvenarla, que pro- que estabelecu
metttam pouca duraclo. Xatretanlo ii ae SatlA acia *......
Jispendido a quantia de 1:178*630 rs. Gonade
1:5989800 rs., qoe oblve do minislerio da ia a-
ona fecharam-se com paredes de alvenar para
mslor seguranca as duas faces laiertes. e / fren-
te, qua Dcou com quatro arcadas, sobre f quaes
te asseotaram portas eogradados. fiom/cou-se
um gradeameuto de madeira na face q>n deila
sabr o rio, lravejou-se e assoalhou-se a prte
superior do armagem, fazendo-se alm disto urna
etqada psra o vio da coberla,, qae ficou aprovei-
lado como deposito do trem pos eacaleres,, e pode
ao mesmo tempo servir para dormitorio dos
remeiros.
Cora a quantia de 7009 presume-se
coocluido o reaio da obra necessaria.
NEGOCIOS MUNICIPAES.
t notavel a innufficieocia dos recursos de que
dtspoem as municipalidades da orovinila
descoahecer a conven
enteod
erlas co
O DOS
talo resultado
das feiraa.
Has n'outri
_. RICTO DB
Achel aquI^Mi pratica a divisio
tftit pressao de daaSatos de Pa
sembles, q | quaes f
Dado.
Sabia porm que em Pernambuco eram
arloa pratiaaSaa peraa -cansaras uaUTnuaaj;-
que" o corpo lglTtvp os tvesse decretado aJ^u-
A divergencia sobre .0 modo fia entender um
das pontos importantes da
1 que
taes
qut Gcar
- legislado exiga
wierirgenca authentlca qae firmasse urna regra
'"l'P'T1-. Go" quanto o artigo j.qp cdigo do
precetso criminal e o art. 55 da le do 1. de ou-
lubro de 18 cofertssem attriboicio s cama-
ras municipaes psra marcarem e repSrtlrem os
dtstrictos da-nado termo, pereceu-me quo esta
diapoeicio havia caducado depois da^roroulga-
ES. } cunitttucional de 1 de agesto de 1834,
dkt m ^-*fiafitico compe -
0IOM prOTIOClftvS ptffl IVRiSlS
rem obre a divitao il e jMdicisria.
A considerar-so cumulatlva para o corpo le-
gislativo e cmara municipal a faculdade de de-
liberaren! acerca.dos dispeles, appareceriam se-
guramente contctoa, podeado os actos de um
corpotaao, em cortos casos, er nulliftcadot pela
oylra.
Julguai conveniente submetter ente eagocio ao
governo imperial, e por avise do ministerio de
imperto de 19 de setembro do aono peseade,
cooslouruza que .$ M. Imperador, de confor-
midade com a sua immediaia eaoluglo lomada
sobre o parecer da secfiao-do impacto de conte-
Iho do estado, hoave por bem mandar declarar,
que a creaco dos dlstrictos hoje da exclusiva
competeocia das assembleas legislativas provio-
ciaes.
pretidenci
portunam
Ha pouco tempo eocalhou tamben oes baixot
de Maracaja a etcuoa nacional infoi, qoe
conteguio talvar-se a esforz do respectivo cora-
mandante ; bem cono do capataz e autoridade
ltcial da iocalidade
exittindo m
ido para p
epatoeeorros pr
hender
r e a cap
deelguma lanch
_.*ao se eno
Voias circum
, muitas v _
StM das vidas eJeatgaae par
dos direiloa se atenda, pois que perte
> salvados pode extraviarse antes de havar a
~, politiza lafuaitn
lfl. de M darem providencja.lop-^g^cU^ue^final te reconbeceu ser de........
4toM.%avareaptHioio ihesoureiro e tua
demtsslo, expedindo-se as ordena necessarias
. PWt JIM jila fe execulado por parte da fa-
zenda e processado os forma da lei.
na eor unan eeamissao, ejee ea eee aetatorio
daeierou taeaaaseaarado petni pettwnos atotei-
escabjii |||. Ageeatto ce esetareateaae-
*> re I daqjietta reparticio
to reteride, di eewel8r,ae, em-
aez-neeipa*ar que e am-
ere nm
para
PORTSE BARRAS.
A sitnscab da capital a mais poderosa eauss
doseu atraso. Ao longo da epata estende-se um
tno/ro de arAa que vai estreitar a embocadura da
a*', Bf 0uU* ,lds' <**o- Pela estrada
de s- Jote, eocoolrem-ae mais sele morros de
afea que dificultara excessivamenle e traotito.
pensaveis, que chegam so lugar tardisntes.
A tude Uto acererce a difflculdade de evitar os
contrabandos n'um lao extenso liltoral.
Sobre este aasumpto j dirigi aogoveroo im-
perial uma fiel eiposicio, de cujo resultado cao
tive ainda communieeeto algama.
PESCARA.
Eve pratica eooeeder a presidencia Hcenjae pa-
ta pescaras em pontos determinados da coste> Drvideri
Urna decisio recetrte do ministerio da marinha, v
coesMerande-ee abusivas, velo justificar o escru-
pulo eeea que temare me abstive dessa pratica.
O decralo n. 2,756 da 27-de fevereiro ultimo
dsuarou que as cmaras municipaes continua-
riam a coeceder lieencas, nunca excedeotes de
dous avaoos, para a eeaatruccao e conservacao dos
eurraes de penes, precedeado sempre declarare
das capitanas dos portee, e observando- se ontras
regraa presesiptas.
Seedo cosame locaren os pescadores estsess
em diversos lugar a do rio Satgae, emesracando
a oavegaci, erdenet ao capito do porto que 0-
xease costar este inconveniente pelos meios ao
san alaance.
PROJECTOS DE LEI QUE NAO FORAM SANC-
C1ONAD0S.
O meu antecessor deixou de dar ou negou sua
sanecao ao projeclo de lei qua Ihe foi apreseola-
do em 14 de abril, autorisando a despeza de dous
cootos de
Ptesta insjMHe des dinr.
abuw queeepratioa ha atetto tempe,
Ne prinetelo de nada met. quando etefofcose
fizar pasamentos que nio soffriam dilago, en-1
en qnanlias precisas pare o cofre, e as
disponiveis sahiam logo depoia para empresti-
mes e outros fina. Deve entretanto confessar
que ainda obtive dados segaros para coohecer al
ireirc
que ponto exacta pala sssegeifi
O carcter do actual thesoureiro, como e do
Seo antecessor, inspira-me toda a confianza. *
Cantando apenas com recursos limitadissimos
para octorret s daapecas publicas, fui dando at
que pediaa caber na minha al-,
cad.
Procurei sempre regular oa pagamentos de
maoeira que nunca faltaste a somma necessaria
mentalmente para o sustento toe preces de po-
lica, presos pobres, educandos e doentes do hos-
pital de candade.
Os epregados pblicos vio recehecdo teua
encmenlos a proporco' que se resliaam entra- -
tlaa de dixmeiios de que poseo dispar para etse*
Upa,
Nem ame ebra eu canearte mait imprtante
iModei realiaar por coala 4a provincia.
Teoho tobi'ettado na execuco de qaaeaquer
1 rligos da lei 4o orcamento concedeodo aotori-
iagoea para empresas que nao me pareeem da'
necessidade palpitaole.
Uiv4 caduocea que fia. vitando dispendios
esousedos, acharase mencionadoa em diversas
parles deste relilorio.
Maodei recolher quanlias qae se chavare em
lado da.lfandega. e elevar o atierro at ."SS.: outr.s^propriamen" municj"/J?. ua .""oj' le/to^a esalVJLa
orea mantos.
Se para isso
ra conveniente para maior seguranza.
Deram-se logo ai providencias necessarias
aim de evitar que a ruina te estendease a mais.
Convida logo fazerse ds muralhs para dentro,
em toda a exientio desta, um aterro com a lar-
gura da 35 a 40 palmos. Este importante
melhorameato, oreado em 6 a 7:0009 alm do
queja se despeo leu, deixaria urna ra eapagosa
que dsse fcil transito por aquello lado entre os
dons baicrose evitara a deteriorarlo da mura-
lha pela face interior, principalmente no invern,
quando as eoxrrada, descendo do morro adja-
cente, vao inundar toda praca, onde, alm disto,,
se accumulam as aguas filtradas dos lugares que
ficam mnito abaixo do nivel das mare cheias
Attendendo se proximidade dos materiaes,
calculado o aterro de toda a rea na importan-
cia de 25. at 30:000#000, podendo ser entretan-
to aproveltadas, conforme determinei, as reas
que terviram de lastro aos navios, e que dantes,
accumuladas margem do rio, iam deposilsr-se
no lelto deste, impellida na vasante das mares
pelas aguas que alagara o espaco de terreno baizo,
compreheodtdo eutre os dous btirros da cidade.
Ji del ordem ao engenheiro para levantar a
planta da praca e ras adjacentes, reservando
as extremidades d'ella do lado do rio, os espa-
tos necessarios para a construccSo de dous edi-
ficios, um dos quaes dever ser o mercado pu-
blico.
A construidlo de urna rampa para embarque
e desembarque na parle mais central da mura-
lha ; um dos melhoramentos qua prestando
utlidade concorreria para aformosear urna dat
mais importantes localidades desla capital.
Alm da rea de que j tratei existe urna nu-
tra defonte daquella entre a igrejinha do Se-
nhor Bom Jess das Dores, e o aterro que com-
munic os dous bairros. Dando-se esgoto s a-
guas que alli te accumulam principalmente oa es-
lafio iuvernosa, formaudo um charco insalubre
no centro da cidade, poderia ser arquelle espago
aproveitado para edificac.5es publicas ou particu-
lares, reservando-se no ceniro urna praca com a
ett;ns&o conveniente.
ATERRO DO SALGADO.
Obrlgou-se o contratante a fazer alli, pela
quantia de 4:5005, os reparos necessarios, plan-
tar gramma nos taludes e construir urna ponte
no lugar arrumbado pela camboa. Na ultima
visita do engenheiro applicava apenas assentar o
soalho e fazer as guardas da mesma ponte, ende
para maior seguranca construirn)-se alas.embo-
ra este melhoramento nao eslivesae comprehen-
dido 09 contracto.
As ultimas endientes da mar tem damnifica-
do consideravelmente as obras Teitas.
Seodo muito dispendiosa a construccao de dous
muros de reveatimenlo em toda a exteosio do a-
lerro, lembra o engenheiro a conveniencia de
fazer-se urna estacada para conservado do mes-
mo aterro.
A rampa que Oca na extremidade d'esle, deve-
ria eolrar mais pelo rio, facilitando o ombarque,
e desembarque na baixa mar.
. PALACIO DO GOVERNO
Com a consignaQio que obtive do minislerio
do Imperio foi todo pintado o edificio, forradas,
esteiradas e>tapetadas sgalas, fazendo-s um
docel na que fui destinada para os carlejoa.
Tambera piutof-se pavimento terreo desti-
nado para a secretara, e fizeram-se alguna repa-
ros, que deram maiores accommodaces a essa
parle do edificio, que proprio particular.
CASA D.\ POLICA
A casa particular ond6 fuuccona a repartijao
da policia, foi toda caiada, retalhsda e piolada
interna e externamente, mediante o crdito a-
berto pelo ministerio da juttiQa sobre ioforma-
co da presidencia.
QUARTEL MILITAR.
Com a quaoiia de 5:99360 ra. fizeram-se de
junho para c diversas obras. Sobto o flanco
direitodo edificio, com direccio ao fundo, cons-
truiram-se scommodades para mais duas com-
panhias, duas salas para arrecadajao,, oulra para
rancho e urna cosinha raelhor que a existente
para o servido do quartel. Alm destas obras,
que acbam-te em estado de receber o madeira-
menlo da coborla, parte delle j proapta, co-
bno-ae, ladrilhou-se. e caiou-ae ama espaeosa
cosinha que se achav comecada para o ser ico
da enfermara. Np espaco que fica entre esta e
aquella construiram-se, para o medico do dia
botica e operagSes, tres sals independentes que
anda tem de ser Isdrilbadas e caiadas, faltando
lampera collocar as vidrajas que etlo
Com a quantia de 20:7509780 rs. presome-se
qu ficar concluido o quartel, podendo enlo
comportar cemmodameote um baialbao.
A forialezados Santos Res Magos carece de
algunas pecas, que requisitei ao governo impe-
rial, e lamben) de varios reparos importan-
tes. Achando-ae eagotado o crdito aberto no
corrento exercicio para obras militares, mandei
fazer sob minba responsabiUdade o retelhamento
geral da coberta das casas da mesma fortaleza
visto que as goleiras alagavam os aiojamentoe,
podendo arruinar ss paredes sobre quodescanca
o madeiramenlo. H oulras obraa necesaariaa
que dependem da discxjPao e orcamento que o
li.?MIrCa lfata ^ or;'n" Pa" terem sub-,
Bellidos considerarjio do governo impe-
(TPharottle coostruido os fortaleza precisa de
ama grade de ferro.aflm de aej)odersem risco lim-
Ptr os vidros.fl.ue encerrara O respectivo caniei-
ro, e este deye ser melhortdo, evilando-se a
perda de utx^t grande quanlidade de azeite que
se extravasa pelos bicos.
THtS0URARUDEFA4ENDA.
A na9, se levare.m a. efleilo Indas as obraav
dispendiosas de que carece o antlgo edificio,
convirva soles fazer-lha alguna pequeos reparos
para sua conservaco, ficaado elle em estado de
ervjr para as reparadas docorreio e da polica,
^* em casas panicularei.
caso se deveria construir om edificio
ourana, que presentemente fuuccona
Oprio provincial, lugado pela quantia
9 rs. menstes.
A este respeito aguardo providencias do govei-
municipalidades da pro....
deaempenharem os importantes encargos le Ibe
foram impostas pela lei de sua creaco. Os ba-
Uocos demonstrara que as reodas da rao: parte
deltas mal chegam para o pagamento de oidena-
dot aoa respectivos empregados. e acquisiuio de
oojectos de expediente, contributodo entreunto o
cofre provincial para desoezas com cemiten.
ipendo acommu-
. perte do centro da pro-
vincia.
Convencidos do grande mal que resulta dessas
condiedes desventajosas, todos nos reconhece-
mos igualmente as extremas dlficuldades que se
oppoe mudanca da capital, Jaita.de outro local
martimo com melhores properces.
O nosso porto, um dos mais centraos do litto-
ral da provincia, offerece etpafoso aucoradouro
para grande numero de navios, que alracam f-
cilmente aoa ir&piohes, tal a placidez das aguan,
e a profundidad, de muites lugares contiguos a
Ierra. Eotrblauto coavem adoptar alguna me-
fhoramentos na barra, impedindo se ao menoao
. a utorid.de suPeVfora'pXudVo^rodaiPell,M ,,e,0"eal08"0
" para os compellir
ana ii tir,,. n....4. -__j. j-_ m.. ^__ -awooia.
tem poderosamente concorriio a
escastez dos patrimonios de diversas cama-te,
sou tambem levado 4 crr. por urna serie de ac-
tos conhecidot, que a falta de lo em provei*r
as poucas forcs dos mesmos patrimonios, e una
censurarel complascencia com os agentes incum-
bidos da imposico das multas e arrecadaco dai
reodas, sao causas mais ou menos permanentes
que tambem explicara a deficiencia dos recurso
municipaes.
Nao ha someate que lamentar e m gerencia
dos negocios pertencentes as camarss. Algumas
se lem tomado tao iodilferentes aasinteres.-es do
lanzar wo de meios severos
ao cumprimenlo dos mais imperiosos deveres.
Duat cmaras foram multadas o aooo passado
por nao haverem cumprtdo opreceilo do arl. 94
da le regulameotsr n. 387 de 19 de agosto de
loto.
le que j tratei.
O porto de llossor, ao norte na extrema da
proviocia, muito accesaivel a embarcacta de
terto porte.
A instancias miohas veio da eaUcao naval do
Maraohao um navio de guerra para babear aquella
bura, do.de havia deagarrado urna daa boiaa.
Exped ordem, de cooformldade com o art. 28
n.c.pae.deArez.S.Bento. S.nfAaa. do Mallo. I ?u r em Pernrmbuc0q *"'" *ffeC"
e Cear-menm, por oo terem remanido a est I fernambuco.
ssembla, o_i> ornamentos da receila despeza Pela nbservacao ocular que Ox em comp.ohi.
no engenheiro da provincia coovenci-meda utili-
dadeque podar ter um armazem na barra de Idos-
sor para recolhet-se abundantes productos que
descera do interior, e que al agora sao remetti-
Itrectarnenle para a cidade do Aracaly (pro-
Alm da cmara do Assfl, que apenas se reuni
urna vez em sessSo ordioaria o aono passado, foi
a da vilja do Cear-mrim urna das que se mos-
traran! mais negligeotes duraala o quadrieonio
nodo. Reconhecendo que nern ura fructo pro-
duztram as repelidas
predecessores
se dirigase a
ligir as provas
sablidaoe dos vareadores omissos, leodo i vista I do mesmo
o artigo citado da lei 11. 494
posse
-. T VV|BI Vi -
reaores anda se reanissem algunas vezes: mas
em lugar de curarem doa iotresses munictoaes
perdiam lempo em qusstdes inuicis, que revela!' lhoran5n"lo""d" uVf deneuTa TZl^ Ti
vamprofuntas dissidencia. entre alguna verea- vapores da comp.Sni. mTX^'/'u'ZI
para a construccao
armazem, que melor ficaria na mar-
oe nao me embaracaaae
eu j teria levado a effeito
o estado do cofre,
esse impartale rae-
dores. Assim contiouou a cmara a nao cum-
prir os seus deveres at o nm do quadriennio,
deixando por ultimo de expedir as ordent coovj-
nieniet para as eleicoes.
A correspondencia oficial andava de mi em
mao por nao haver quem a quizesae receber na
qualidade de presidente da cmara.
D'ahi resullava, alm de outros inconvenientes
a difiiculdade de reunir se a junta revisora dos
jurados, o conselho municipal de recurso e o de
revista da guarda nacional. A cobranga de urna
multa imposta pelo juiz de direito ao presidente
da cmara, por nao haver este comparecido para
fszer parle da junta revisora dos jurados, deixou
de ser promovida executivamoute porque o pro-
curador da meama cmara tamben se recusava
ao cumprimenlo dos seus deveres at a presta -
cao de coutas exigidas pelo pro-presidente. A-
guardo as ultimas informales que pareceu-me
conveniente exigir a este respeito, antes de sus-
pender o mencionado procurador a manda-lo res-
poosabnis'r, fazendo que aquello que Tur Hornea-
do promovt a reforida cobranca, conforme a de-
cisao constante do aviso do ministerio da juslica
de 29 de selembro do anno passadb.
Releva aqui declarar que se nao suspend ad-
ministrativamente os vereadores miasos foi por
coovencer-me oe que este meio xtremo se tor-
nara improficuo, quan.dq lodos ossiipplentes que
deviam substitui-los se moslravam igualmete
omissos, detxando;de comparecer is sestees para
I que eram convocados,
I Resta agora esperar que a uov cmara com-
penelrando-se da importancia d> seus deveres,
irale de reparar o mal causado pela sua anteces-
ors, principalmente no que diz respeito co-
branca e fiscal isaco das rendas ; accrescendo a
itto a ralla de posturas, que eixei de approvar
por cirecerem da alteracbes as que em 30deno-
vembro devolv para este m, e anda nio me fo-
ram reenviadas.
para
imita
de 30,
.Tive occasio de viiar seleenutaicipiosda pro-
nncia a saber :S. Gon?alo. Cear-merim/.S. Jo-
. tapan, Mossora,. Ats e Maco. Em dous
pude conseguir subvences de particulares para
obraa publicas, como veris das reiscoes apensas
a este relatono, o procuro inicitr um ou outro
Saraalefl,0 C0"P,,lf el com os recursos da pro-
Teoho reconhecido quanto foi proficua a scien-
c que adquir do pssoal e das becessidadeslo-
caes, seotmdo que as Torcas deque dispoulio oo
me permittam atund las como desejar..
Municipio da Imperatriz. a coocluso da
irrl.- Sea,,,eno aaliada em 5Q0000 e a cons-
truccao de urna casa para cmara e cadeia, assim
como de un a5ude para o qual foi decretada a
quanti, de 3:000000 na lei provincial n. 441 de
af. rt6 '-1 de 1859' tes si0 oecessidades in-
U. H"^'im "'*"* Wi Umbem 80llcUa a 1""
lia de 5OOJ00O para fortificar a paredede uma5u-
faii 6 mw" Uli1, que ,end0 8id0 construido
oZ:l., am.e*Sa raPdo ruina, a nio azer-ee o
concert ndispenpavl.
aJu deud1reit0 da omarca faz seotlr a naces-
sidade de abrir-se urna estrada da villa de Pao
dos Ferros de Mossor para iranspotie dos pro-
ductot que vao ser arrecadados no Aracty. Es-
sa obra que se julga de fcil execuco apenas
calculada na Importancia de l:Ott5oO.
A villa do Cear-meri* seot. a falta de um
mercado publico, casa de cmara e cadeia, seodo
a despeza com etsat obraa calculadas pela cma-
ra municipal em 6:000. qu.n.VePm.parmeCe
.De outros munlcipfqariSd; receb! as informa-
C5es que exi*i das respectivas enmaras.
Recusado ante of grandes embaracos que se
oppem commanicacio, enUe esta caaital e o
interior da provincia, os vendedores de gneros
trazidos das diversas localidades preferem mer-
cadeja-los em pequeos centres commerciaessob
a denominaco defeiraa, qnle enconlram al-
guna estabelecimenlos pouco. imporUotes, que
podem abastet-los doa objectos necessarios.
A's feiraa mais prximas da capital concorrem
individuoa que comprara genero* por um preco
mdico para viren vend-loa ao mercado com ex-
cetsivo lucre. Para acabar com esta especie de
.panbia peruambucaaa oa referida
narra.
O porto de Maco, frequentado por grande nu-
-r.20kT"qae.'i vao WI"*af; 'ambem
mihS? J?'unto "guiar que j solicitei ao
ministerio da manaba.
Na falta de botas a barra balisada por meio
de compndaa bastea ou ramos, suja posicio va-
mn.' "l? periodos Prque aaaras, muile
movedicas, fazem mudar a ailuacio das coreas.
Alemde mullas angras eeoaeadaade fcil ese-
guro aocoradouro, enconlram-ae em toda a costa
ntlexleocao deiquasi cem leguas, retaihada de
ros, algumas barras que se tornarn muito suf-
c entes para dar entrada a embarcacaa de ca-
botagem, medwnle os melhoramentos indispen-
Um desles ser a destruicao do obsUeulo que
offerece a barra de Cunhah a entrada deember-
caces de certo porta. Um doa digno, represen-
laoles desta provincia j obieve o auxilio da at-
semolea gerat legitlativa para essa empreza bem
como para um melhorameet. .o ioaporlante
municiMo do Geari-merm. ende, porTcc.siao
das grandes cheias no sorteo, as agua descera
pelo rio cora grande forca. eaalhando-se em dif-
terenles direcQoes e formando grandes atagadicot
com grave damno das laanuraa, como acaba de
acontecer. Os habitantes de lugar nio oesaam
ae reclamar nm beoefkio que consiga dar esgato
as aguas, apreveitande terrenos incultos e de
prodigiosa uberdade.
Acamara municipal i.sta pela abortara do rie
uear-meriro. desden poeto denominado-Poco
ate a toz do metmo rio, sobre o qual se deve
levantar urna ponte no Ugar em que aioda se
avau/r ?* ,*HM oe o^"- Ba obra
Faco juntar a este relatorio urna inlejessante
memoria do capito lente Felippa Jos Fer-
reira, que em 1847 foi quelle m.aicipio am
commissao do gover.o. e iodicou varios melho-
rarneutos para facilitar a oavegac&o pelas barras
ao Uar-merim e Utcbaranguapa.
BARRA DU CAttOROPIM.
OnoTrahiry, correndo pelo municipio de S.
Jos de Uipibu, ferlilisa o valle do Capt, despe-
Ji-se 00 lago de Papari, e d'ahi vai desembocar
no ocano, em um lugar denominado Pedra 4o
Lamoropim a qual faz parle do arrecife que
naace ua cidade de Caravellas, ao sul da baha e
corre paralellamente cotia al proximidade
da villa de Touroa, onde desspparece ioteira-
meute.
Censerva-se
que j se tintia passado o prazo de dez dias den-
tro do qual e devia resolver na conformidade do
art. 19 do actoeddiccional. Entende-se, portanto,
que a presidencia dera a seeceao, competiodo-vos
mandar publicar o pro>eclo com esla deelaraco,
observadas oe formalidades que prescreve a cir-
cular 4o Io de agosto de 1818.
Nao pnde tambem aaaccionar o projeclo de
lei, que me autorisava a contar a Jos Ignacio de
Brito, ex-official da secretaria d* thetouraria pro-
vincial, para .ffeito de sua aposentadora, o lem-
po que houver servido em qualquer reparticio
gerat eu provincial, contando o vencimeoio pro-
porcional ao lempo que tiver em reaco ao or-
denido que actualmente percebe o oficial maior
da mesma secretaria. Ser-vos-ho presentes as
razoea em que fundei meu acto.
Um terceiro projeclo que taco vellsr, deixou de
ser sanecionado por nao declarar o objeeto da
concetaio.
E'ideeterneot. houve na copia urna omissao,
qne nao se 6de reparar, por me ter sido pre-
sente aquella projeclo 00 ultimo dia de sessio,
e quando nao havia lempo de substilui-lo por
outro rerealido dasassignaturas dos membros da
meta.
AUTORISACES.
Das que foram coocedidas i presidencia pelas
leis pwviociaas do aooo paeaado algumas detxa-
ram de ter execuce* pelos motivos declarados
em diversas partes deale relalorio. De nutras,
que deereUram deepezat, nao pude uzar pela ca-
rencia de diubeiro.
As viegens que Uve de fazer o interior da pro-
viocia, o esludo indispensavel e aa medidas ur-
gentemente reclamadas sobre ot variados ramas
do servico publico, as difculdades unanceirae e
os negocios eleitoraes de que j trate!, nao me
perroiltiram organiaar por mim mesmo alguna
regulamentos, taes como os 4o corpo de policia
e o da thesouraria provincial, para cuja coofec-
Cio se exigeru, alm do esludo da legislado res
pecvi, certos conhecimeotos praticot sufficieo-
temeoio Ilustrados pela apreciaco daa circuma-
tancias peculiares da provincia com relacio Os-
ea I isaco e arrecadectro da. rendan publicas.
Mui poucos sao aqui os auxiliares com que a
administraco pode contar. Ella v-se por isso
na vigorosa obrigacio de examinar e fazer quaa
ludo por si, e em laet circumttanciae nao ha quem
descooheca o.ue a aclividtde e dedica^o mais
extremosa nio conseguem em pouco tempo ven-
cer lodo o servico que o'ooirae partea auxiliado
por borneas proQssionaes e prestrnosos.
Autorisado pela lei proviocial o. 482 encor-
porar um banco rural e hypolhecario, com o fun-
do de 500:000$ ris em cinco mil accoea de 10Q#
ris cada urna, dirigi-me sobre este objeeto ao
ministerio da fazeada, que em avisos de 22 de
agosto e 4 de dezombro do auno pastado deca-
rou-me que a lei citada, altela a sua iocoasti-
tucionalidade, nao devia ser executada.
a Iradicao da que pela foz origi-
naria do Trabyri, que uuje ae acha obstruida par
um morro de area e por um cerrado manga!,
entravam a sahiam livremeDte barcacas earrega-
das cent gneros.
Desviando posteriormente o seu curso, foi o rie
buscar nova tbida no Camoropim, onde arre-
cife nata sensiveimenle abeiiae o rochado em
muila partes.
Reconhecendo por observacio ocular as gran-
des vantagnos da abertura da barra, cheguei Um-
bem a con?encer-me de que a deatruigio daa po-
dras do Camoropim, ou a deeobelrucco 4a ..ti-
gi foz reslituinJo-se o rio ao seu primitiva leito
urna empreza tao deipeadiota que por muito
lempo nao se podar realiaec.
NAVE6ACAO.
Durante o anno naeuceiro de 1859 a 1864 ea-
traram .0 poeto desla idade ib embarcacaa
procedenlea de diverses paites estrangeiros, alm
de 55 de grande cabotagem e 385 de pequea-
NAUFRAGIOS.
Sao mui requentea oenaufragiot na costa des-
ta provincia. Ne curto eapaco de menos de tres
raezes encalharam duas embarcagoes nosbaixee
de Uaracajaii. Urna dellat. Americana; vitaba do
Rio-Grande do Sul, cosa cawragamenlos de otaos,
parte do qualaproveilou-ae, bem como a baga-
em, nio haveodo, felizmente, qua lamentar .
perda de urna s vida.
9navio, porm, nao lu possivel salra-lo. De-
pois de recebida noticia deaae aooniecimeoto
por via particular, chegou commumeaco ofi-
cial, quando ji eatavam tomada, as medidas ne-
ceatanaa. Julguei eolio conveniente ordenar a
autoridades do litloral que, apenas toubessem de
qualquer naufragio, iraoemitttssem logo aviso
Antes de habilitar a cmara municipal de Pa-
pen, de conformidade com a lei o. 488, para
conseguir a reivindict{io do a'guos sitios de seu
patrimonio, se ae eobam em yodar 4e porticu-
Itrea, exig o calculo da quaoiia precisa, que
anda nio me foi apresentado pela cmara.
I'ela lei provincial n. 378 de 16 de agesta de
1858 fui cuncedidu a Francisco Comea da Silva
Jnior e Hermogenes Joaquim Bsrbosa Tinoco o
subsidio de l^aOf ria fortes (depois elevado a
1:5789 ris), sflm de ettudarem na Europa o cur-
so de eogeoharia civil. A' requisico de um dos
meus predecessores dirigido ao presidente de Per-
nambuco Cuapromeiteu-se urna das casaa com-
merciaee daquella provincia a fazer effeclivo o
pagamento da subvenco, mas ata boje nao pode
aioda ser indomaisada pelo cofre publico, apezar
da generosidade com que se prestar, a na aer-
Tigo gratuito e oneroso.
Autorisado pela lei proviocial o. 475 de 6 de
abril do anno fiado mandar commissionados
examinar o estado e e modo porque se fazem aa
coerancas dos direitos proviociaes as mesas (de
Mossor e Nacu e osa diversas administrares
da provincia, reeommendei aa iospector da the-
souraria proviocial ero 21 de maio que me indi-
caste aa pestoas que Ihe parecessem mais idneas
para este as, formulando, per. serem submetti-
dae aona aouaideracao, as instruecea que se
devem expedir n. ferma do artigo i* da lei cila-
da, que aer o p porta mente cumprido, depois
de terminado esse trabaiho que acabo de exigir
seguoda vez.
A falta de empreados na thesouraria em con-
sequencia de molestias o anno passado, e o es-
tad do cairo pablico, a,a nao permeuia fazer a
despeza necessaria com os commistionados, fo-
ram metitos para que ea neo desse mais
ao exame alludido, que entretanto
neceaaario.
me
pressa
parece
LOTERAS.
Ra virtude da autorisacao ceocadida pelo art
3 da lei provincial n. 485 d. 19 de abril do eooo
pastado, exped o regulalaenlo de 22 de agoalo
ultimo pare a ex traeca o das loteras concedidas
em beneficio das matrices.
A falla de tendo monetario no cofre provincial
pare pagamento des premios a des despetas ne-
cessarias com esta oxtraccio tata occasianado a
demora .0 cumprimenlo da citada Ui, cojo be-
neficio muite inserto, allanta a difflcaldade que
preyavelmea*. barata na venda do. Mnete?.
E dnsansmadosa a experiencia das tres Morras
burladas, de que falln aa aeu lelalorio nm doa
meus predocaesAres.
FAZKNDA PROVINCIAL.
Logo que tomei posse da administrado come-
fiou preeecuaar-oae iaeesaantemente a estado
pouco liteegeire dat Qnaaeas provinciaet.
Um uaaerveeo eseruputMs veio em breve can.
venaec-n*n ate qae ivarsaa causas, a.teceoeale-
meate accumuladas, haviam preparado ama crise
oevttevt, aara aaaiMl oto veoialmenie eeoeorri.
Quandn ogiteva no meios oooveeientes para
ao meaos attaeae^a, j que ni. roe era possivel
remov-ia, fi anraaehaaditJ. por na tacto qne
augmentou coaaideravelmeote as dlficuldades da
stluacao.
Em oonvarea particular pude perceber urna al-
luaao que ia4amo-m. mandar dar irtexperad.-
meote e ~'
proiinci
quantia
na impotune de 15:190f 5it rit contra
P,T?*ml.!i!t??Il?.^i i aidaae de resolvetdes co'm urgencia sobre ti
um enmn^^r .!?^!,:speoSo' l'n,a '>** otDPtrpois W ie aproxima a
urna commiasao para taritk.r eeuup.mMmetrve es d. mencionada arremaiaclo.
Chamei a coalas os devedores e eesponsaveis
da aienda, marcando Ibes um prazo par satis-
fazerem leus dbitos, sob pena de proceder-te
execucao cerno vai aoonteeenalo.
Exigie-se de diversos exactores o recolhiraento
fio quaotias ao cofre publico, procedendo-se con
ira aquellos que se achavam alcaocidoe ou ser-
viam sem anga.
Nao podendo estas medidas, por ai tos, traa-
quilliaar-me, recorr ao governo imperial des-
creveodo-lbe fielmente at ercumstaocias cala-
miloaaa em que ae achata a providencia. Tive
em resposli aviso expendido pelo ministerio
da faze.d. em 10 de setembro da anr.o passado,
e no qual te neclarava que nao ere permitlide
ao governo geral conceder empreatimoa s admi-
nistragoes provinciaet, valo qne, tendo o acto
addicioual consUteicao do imperio establecido
a separara do que geral e provincial de ua
modo lio iocitivo, vedando mesmo a ogarencia
doa poderes do estado 00 que respeila .a certoa
actos des admioiairaces proviociaes, s cabe
assemhla geral velar sobre a torte das provin-
cias depois que ai respectivat assembteas se de-
clreteos impoteotes para soccorre-la, cumprio-
do portanto que esta pvesidencia, n. rbita da -
suas attnbuicoes o. sob saa respensabilidtde,
procurase, remediar, como enlendetae, ai cir-
cumtttneias extremas em que se achara a pro-
vincia, olicitando da aesemM.a proviocial em
tempo opportano as providencias precisas para
sanar os males acontados em meu offieo.
FaItava-me autorisacao par. recorrer a um em-
prestimo, e quando meamo tiveese, schar-me-
ma embarazado pelo reeeio de ver augmentada a
divida paasiva com accumulacao dot juros. Tea>
temunoa des motivos ponderosos qae ha bem
pouco tempo tornaram quaai irreaiisavel um em-
prestimo per conta 4a importante provincia da
Peroambuco, eu nio poda nutrir a esperanza da
obte-lo para aqui, sem oulras garaotias alm da-
Huellas que eu podesse olerecer. Invocar o pa-
triotiamo dos cidados mala abielados atim do
emprestarem sommas qae satisfizessem aa neces-,
sidadea urgentes, foi urna idea que a principia
me occorreu, mas de que logo desist, por coo-
sidera-la ineficaz. Devo entretaalo mencionar
o nomo de cidadao PanriUo Gomes Pedrosa que
generosamente ofiereceu por mprestimo, sem
jarea, a quantia de 5:000, da qual j foi em par-
te indemoiaade rcatando-te-lbe apenta 700.
A' vesse perspicacia devo confiar a justa apre-
ciacio de certas cautaa taires aa mais poderosas,
que Um dado lugar ao triste apuro do cofre pre-
viociaL Poupaodo-me portanto oconstrangimea-
10 da aaetgoaltr a. que especialmente se referen
sppliescaa que tem tido oa dioheiros pblicos,
prere antea confessar a miara admiracao per
ver que ellas nao tem produzido um resultado
aioda mais grave. Com islo mostr achar-rae
r me mea te con vencida de que ra mui fcil
poupar-Bos boje lautos dissabores, se a confian-
ga illtmitada as torcas da provincia uso tueste
sacrificado um pouco a prosperidade fioancein.
Anda asaim ne temos importantes comproy
missot pecuniarios a islisfizer. Naa conside-
rav.l a somma total de prealacoea devidas a ces-
tos individuos que fizeram contraloa em pocas
anteriores miaba admioistrugo. O qae ba mais
afictivo a aorta doa empregados, bomens qua
todos pobres, que cooslragem-aae iaceaaaniemes-
le pediudo pao para seua lhos, e al j requeres
paamenlos em letras ou com abate.
O 4 do art. 37 do regulamento n. 2 de 14
de selembro de 1857 impe ao Iheaouroiro o de-
ver de apresentar no Io de cada mez um balaoco.
aas transaesoes do mez anterior, com a declara-
gao dos saldes em cofre e suas especies, cuja
existencia deve ser averiaguada pelo inapeelor
da thesouraria.
Apezsr de me terem vindo a maos os nalan-
cetes menstes, nio posan afirmar que esse pre-
ceito impondo o exame oceular do che fe da re-
particio fuste cumprido fielmente al a poca
em que reconhecesje o alcance do thesoureiro
Luiz da Fonseca Silva.
Este fado entretanto levou-me a recommeodsr
ao inspector que, alm de observar escrupulosa-
mente a disposigo citada do regulamento o. 2,
fizesse com sua assittencia, urna vez cada mez
inesperadamente, o exame preciso para verificar
a quantia que deve existir no cofre.
Por maior que seja a repugnancia para s crea-
gao ou augmento de impostes, nao se deve pres-
cindir de al^uma medida deste genero, em faca
do nosso estado floanceiro.
Um pequeo sacrificio da parte dos contribuin-
ies concorrer eficazmente para o bem commum.
a que ellet nao podem ser iodiffereotes Deixan-
do aoS escolhidos da provincia a iniciativa sobre
objeeto de lamaoha gravidade, limtar-me-hei a
lembrar diversos nreios que mais de prompto po-
derse remediar a deficiencia de numerario na
cofre publico.
A emisso de apolices pela thesouraria provin-
cial para serem rescatadas dentro de certo pra-
zo, um recarso que removera de alguma sorte
as difculdades actuaos.
Um emprestimo contrahido dentro ou fera da
provincia sob condiedes pouco ooerosas, outra
medida que naturalmente occorre, embora offe-
rece tlgoos embarazos facis de prever.
Se a venda do gado, qoe oio se pdde arrema-
tar o aono passado, fosee agora promovida sobr-
certas bases, indepeodeotemeate de arremata-
gao, per agentes de coaganca que arreodassem
logo a respectiva importancia, talvez se contassa
em prazo breve com alguma somma necessaria
para as despezs mais argentes.
latreranto qualqaer alvttre qne se adopte para
accelerar a entrada de sommas para o cofre da
irresourana, podar salvar-nos das difflculdides
preseotes, mis nada influir para a futura pros*,
pertdade flnanceira sem a redcelo da despeza
P.. 1' e ao8a>ent0 real e permanente da re-
celta, navendo alem disto a mais prudente appli-
caco dos dioheiros proviociaes, e o maior zelo
possivel Da fisctksaclo e arrecadaglo das rendas,
O inspector da thesouraria propo que os con-
tractos de arremataeio dos diurnos de gado vr
Cttm CBTal1ar1- miungas, e lavouras, se realiza
sem d era em di ante sob a condigio de ser pa
sta ao menos a terrja ptrfe do preco de ta
oaTmZ^llnT^ i.. D*x^raof- '"* menos a terca parte do preco de t
al i^aEXL~M* -a Cre wat/MXn> o restante" delta a prezos ce 9 e
a tas i ooontroo-te a minuta metes.
tLl^^^^S*^99 0B *-fleH" 'a""- eooveoiente sobmetfer ao vr
anoia de 15.190J5 rit contra ores- Criterio esta indicario. nondaraodo-vos a ne
Criterio esta indicacio, pooderaodo-vos a ne


. ARREMA
Procedendo
gado e da* mi
aoao fiado, o
bases fe leila
reodineolo d
aivam
iJDWMiawina m (M..-IO u Dumumommi.
mas
:-raiw.r.SM.
DIZIMOS.
dos diurnos do
23 da abril do
paroceu. As
mo medio do
toram aucces-
ceolo;
m offe-
"do Uo5 Mbf# 0i gido, de frtgueii 6
laitaram de ser
iiver.m; 2T d*m**weto
a Bata que
39 por ceate na
.6> na retaca a><*o-an-
BaTm.n?.' ?"a Ca,cul do" "lowa; 8, I-
*,**?**" ^H* aacia o receto beaa funda-
T-n.' *"" ? inteteae.* da faaenda.
K iV COm Mur5 o lempo em que t-
d> rhnA.PP"reC.er .uma **" poderosa, a (afta
Sreizol?;qa9.fUJ",M^i* um consYderavel
SI K. P*ri* M-'"t"aa, ae levassem
certoi rin'd T1 F d0 cenlr. f de
dTrnS"* l,"-W <1>Mcarel a arreca,
SitS.*" 1" "atoaaie se lem
4nu d0"arreB1.aUl0 de 80ri 'o. como
ms^L^'a Rr0pna- l'ciUotas est.vam j
Mtoa de- esperar, soOraado preialaoa eoea .
"aflemora na capital, e d3l^ SSpo!
maeracao iofluia poderosamente em meu espiri-
ium i .? rreB8'?o. i tarde seveoce-
hm J '""1 ,|4,e !,? w ln,",a8r a lmpassibilid.de de sa-
siaiizer a lazenda encargos oaerosissimoaeootan-
oo apeaas com uma pequea receita, at que se
?eoeeesem as ledras da '-'-
s reres na imp
dbitos com a "
Asco. N'uma .,
deocia para os negocios
coocebe-se faciloa
precisa para evitar
deocia
la da solrer seus
da pelas leis
jfci notarel a te
com a lazenda publi
anta precaucio nao
provenientes da i
r deaaV
Dos quadros juntos rereis que a
arre ma- dos raoeimeole* devidos aos dito rentes rnzega-
Lt* es jutt^. sw, ? do melher preoo : f o
arrematacio dos
mais importante ramo
futura
fluimos, que coostituem o
fla receita publica.
Resa-lri portaiito aaprorar a arrematado, nao
80 ao gado das 16 freguezias no valor de26 528*834
ra. como tambera das dos dizimos de raiuncas e
l"oura*o*imporUod*d*i993*204rs. Todas
ae ore wosrr freguezia de Pi dos Ferros- Esta e ae de Ga.
raubas e filtremos foram.aeque obtiv erara aug-
mento* mais considerareis sobre as bases da 11-
citacao. A totalidad* das differencas entre os
Tatures oblidos na arremataco e as ditas bases
nao exad*uda*;739*381 comprehendeado-aeto-
aas as treguenas licitadas.
Mandei eatao que a respeilo das miuocas e la-
Toura daa fregazils p.ra quaes Dao hollTe
lacoalgum, seobserraaae o diapoalo noart.19
da le o. Id* 27 de >go.ta de 1857, e quanto
aos aizimos do gado raccum e ca?aliar das fre-
gueaiaB que nao foram licita jas, ordeoet que se
tentasse a arremalaso por cabeca, como permit
te o art. 15 da Ui proriucial o. 463 de 2i de no-
h!.2 li.859' D0 CM0 Dao ,eMm cebertas aa
fiases do latUo.
Maata pte^os offsrecidoi, deduziodo-se a por-
ceniajem,d4>rcacadadarea. na rasao da 18 0|0,
mu U mfenor a base (3fcOa3#837) que foi calcu-
iu S2.'A-ram"Ucf' ** lot>0' 1" 9 fregu-
sias, nao obstante o abate de 24 IM.
Deuei portento da approrar a arcematacio por
cabeca. e a isso determinou-me Umbem oVppa-
recimento de algnmas chuves no agreste e no ser-
ta o ficand* asaim dimiouidas aa probabilidadea
d^nuT0*,- 86em extremo poderla eu
adoptar o sfatema da arrematado por cabeca
i certa* eventualidades que occasiooam
ieie$ uma notarel diminuigo no rendi-
presumido, ao passo que a licitacao em
globo offereoa um resultado mau seguro.
d,U. c0r41cao Pre*oc a oovo is.lo dos
ai i-V.:*1 8;e d8 'o aald para
da junho e depoia para o d*a 2 de agosto*.sem
^,9n?lapra8eD'aMe um PWlesidenleaiquerrcom
itentatiras improflcuas, e, mais que erro,
sujeito
mullas
melo
-01
O crescimeoto da divida paaaira proTeoieate do
atraso no pagamente dos empwgados puhlooo
oonmaclo noro. utro semslhaote est
consignado no rel*torjo>, qqo a esta assambla
apresentou um dos meus predecessores no auno
UB1 ISjili
lSO*L DA THBSCtaMIA MOV*tCIAL.
Pode ser um pouco redmaido em uare incon-
veniente para o servico publico. Deixei de pro-
rer o lugar do pratioaule recenlemante nomeado
para um emprego que ragou aa secretaria do gp-
Terno. *^
CRDITOS SUfPLEMENTAREy.
Fis juntar arrala rotatorio ma nota dos credi-
,VS?f!!5?ot,rt"* brtoeimportBMia total
de 5.J4t$677 pera ocoorrer a dt.er.as despezaa
por aerea iosufflciaates as quaotias decretada
por eaU asamblea.
GOMMERCIO.
De duaa caas commerciaes que impartavam
objectos rindo* diractameote d>oropa. apenas
existe uma aclaslment*. Akgana> negocia o tes oa
limitam-se a exportar gneros em navios que
para este am sao- mandado de PerBambuoo ou
a importar por cabotapem diversa mercadorias,
ara aortiram oa estabeleoimealos que aqu as
vaooom a retalho.
Uuitos agriculiorea e oaUcas iodividoaa t-
barcamaeus gneros ooapoitoa do llttoral mais
contiguos s suas pretriedades para vende-loa
em Peroambuco, de. aasmo modo recebem
directamente os foroeeimentos de que carecem,
trazidos qaaai sempre d'aqoetla provincia, com
a quai esta eotretm as mais estrellas reiacoes
commerciaes.
E* evidente que *6 ao porto d Maco. que se
echa alfaotfegado, podem ser convenientemente
uscalissdas a importado e expoatacio, cobrando-
ae os direitos-dat fazvnda.
c w IMJfSFA4i*KxPoi\TAgito.
Subi a a*914799 o valor dos gneros de
producQio e manufactura, do paiz importados
das provincia* do imperio.
A saber :
Peroambuco ...
Cear.........,
Bahia ........
.lio de Janeiro
As mercadoriis do paiz exportada* para a Fran-
ca. Hamburgo, Grae-Bwiaoha e Estadoi-Uaidos
constan do eguiote quadro :
Teneole-coronel Jos"A^t>rlH loRa....
Dr. RuOno Augusto da Almeida..........
Dr. Antonio* dos SaoJoMde Siqueira Ca-
aleanti^..........^.................
Pedro faudiano da- Ratia BjSttra.'....
__adaiaft CoUlo--Ci*j(*a
Dr. Francisco Alves da Silva.....
(or do 8ystaoiajafo.iejra|
II
u
II
9\^SSX6V^'uS$bb,
9
6
5
4
nsjwwvnav, ao*
satn,, le que dissemoi
'asiio de occupar-no*
exp'of5o,' enria-nos a*
eguiotes hohis relativss ao motivo, razoes de
er e mecanismo do **n systeaa.
.i*^pfeSeotel Di "Posisao um alphabeto bra-
?n*S!t?'ma W^tajlaMiiadiia^gav bazoa-
nuaS:,10,0m' 'o. conforme pro-
JL ^a-lt!i -* ^yjraniia. etymologi.de
y!^* f! ftaU*" com todas aa maanaa let-
ira.que aao naoaMrta para otra- outm nDfraB,
d!. limll1 L"\gU a2men,e. 0I "o* Pfimitivo.
eVilSn?i,t,11' !** otCMacte-
Organise para o eniioo de primeiras lellras
M *art. ; ,8 regra* 04#a A ,togwll bj^^j,,, 0
ser alterada ; o plural dos oomes; as conioga-
coea do* voroo auxiliare., regularee irreguia-
n",'.!. de,wod *otaaajai grammatrea peio
pouco lempo marcado par* a exporaiqo, e que-
nrI^2IMUr M "'.cwtilo quahaviaem-
prehendfdo um syslema. de atore ver cerlo con-
forme a pronuncia certa ; para o qual tambera
esUnelott Mg,,,, aegundo oa aon* primitito. e a
natureza daeleUra*: ornfin. orgaataai urna-llng.a
dooomiaada braaileirai. escrevando certa os
ollleatrado. coma teeabea o q.e aprenden ao-
a ler. Francisco Aotoaio da Figuei-
traneiaco
r-.aam,
P"3et>A?,r
balde* diariamente, pg
da W
a de Antonio Mereira
TApp/ovado simpleMente. f JUrtame^.* wT^iSVAZ ffiC
" no Campo- drtrlnia
44:75tJ99a
8:772j)800
301)8000
7899080
MERCADURAS.
Algodio..........
Asaucar braneo..
Uito mascavado..
Couros salgados.
Chifres...: M......
Ossos............
Uohas............
Pao Brasil.......
Tatajuba..........
1 S Quantidade.
a?


a

c
m
Importancia
76:3*75061
5003600
482:3059070
30:358J057
65a800
9f600
39600
86:7t9*)*01
1:8029440
o Hhatimentos
Tantast
a cessa;o das chuvss.'que em breve se veiifico'.
occasiooando graves dainos asfazendas de cria-
do, e analmente as ultimas enebentes dos ros,
qua tanibam do em aludo a perda do gado
fazem-me cer que andei muito avisado nao adi-
ando a primetra arremataco dos dizimos. A das
freguezias nSo licitadas lem Oe ttuaar-se
mesmo tempoem que se Hiera deste aono.
BALAN^OS E ORgAMENTOS.
Pelo balanoo defioitivo do exercicio de 1859
ve-ee que iocluindo o saldo do exereicio anterior
na importancia de 37:7845168. elavou-se a recei-
ta arrecadada a quantis de 353:309l ti, que cora-
parada com a despeza realisade, que montn a
283:235g024, demoostra um saldo de70 074#08",
que passou para o exercicio seguiote.
Tendo sido porm a receita calculada em.....
126:1189058, veio a resultar um excesso de......
22':19l053, sobre a qne foi arrecadada. Coo-
fronlaodo-se a despeza effeciira com a que se -
xouem 224:125g89l, venca-se um dficit na
importaacia de 59:1099133.
A receita arrecadada de Janeiro a dezembro do
aono psssado subi a ris 254:7759198, compre-
hendando-se nesta quantiab saldo de 70.074087
q"8 Pssou do exercicio anterior, e a somms de
5:0009, emprestada pelo major Fabticio Gomes
Pedroaa, como j declerei.
A despeza eftectuada d'eotre daqualle periodo
nao excedeu da quaotia de 144:3459069, que com-
parada com a despeodida no aono aoterior, mos-
tra uma differenga de 138:8909655, que ainda te-
na sido mais notavel se ante* de miaba adminis-
tracio nao occorreasem varias despeza* que me
pareceram dispeosaveis.avultaado algumas prove
mentes de contractos que j sehei realizados. O
saldo da receita, deduzida a despeza feto oeste
XoeS-Aoz*6be ll0:*l*M. oodo em dioheiro
1:9105034 e em Ultras 68:432J775 alm da som-
ma de 40.0569420 existente em peder de diversos
responsaveis.
Acham-se no contencioso, para serem cobra-
^8:SC2TTaa'eB,16 dfer9a le^" no valor de
236435487 rs. Ootras que esli recolhidas ao
cofre, imporiam oa quaotia de 38:7899288 ris
sendo 1:5249750 em lellras j vencidas, e........
37:2645538 das que devem vencer-se 'al agosto
do aono correte. >
Alguos dos responsaveis, chamados a conUs
em 14 de agosto do anno paseado a posteriormen-
te, j as tem prestado, exislindo na thesouraria
vanas outras que estad sendo examinadas. Es-
pero qua brevemente se corrija liquida-las sem
queneonum do* responsaveis falte impunemente
aoa seus deveres.
Na aomma existente em poder delles scha-se
incluida a quaotia destinada para aa obras pu-
blicas, alm da da 8:665jU2 adisntada para dif-
ferenies despezss, e a de 6:630|989 proveniente
de alcance do Ihesoureiro Luiz da Fonseca Silva.
Dos qusdros comparativos da receita e despeza
provincial nos tres ltimos ancos, comprehendida
naqoel a a importancia de impostes arrematados
aquellos periodos vareta quanlo tem decrescido
a renda publica:
Pareceu-me tambem conveniente addicionar a
demonstrado resumida da despeza effectuada pela
thesouraria provincial do 1* de Janeiro a 28 de
abril de anno passado, e de 29 deste ultimo mez
al 28 de fevereiro do crrente anno.
Nos tres ultimas aooos despeadeo-se com as
obras publicas proviociaea 46:6234891 a saber -
1858 1859 1860
S6:6U5*6W 3-t13H6* 16:W5f30l.
O ultimo algarismo nio comprahenae despeza
alguma por mim iitprjaart*
A que figura no quadro junto provem de cen-
tractoa o de aubvenedes concedidas em pocas
nseriares asiona admioislreco.
Gem reparos de obra* despenden se aoa alti-
asos trea aaaoa ihbm de |f:371T2, dilri-
buida pela .aasaeira seguiote : .
:47t7M '.%Xm iSmU:
D. 29 ae abril dn*6H2Sajt faaMeiro ultima
autorissi a despeza de 1:0789100 com essa verba
A receita aera oaaercicsD da *86a> 4 arcada em
12:04-7
M
256:2l22i
483-2
1420
89
0
It-t60-4f0
1364
. Os direitos emais rendimenlosarrecadadi pe-
a allandega no aono nanceiro de 1859 a 1860
importaram na sotana totsl de 716:1539625 ris
como demonstrara ns quadros untos.
... INDUSTRIA.
Al ao aono de 1847 a criacao de gados era] a
h.h^fU'.a 1Btdura a que se applicavam 'os
habitantes da provincia.
Hoje aa comarcas do Natal e S. Jos de Mipi-
b comprehendem 173 eogeofaos de farro e msis
14eogenhocademadeiras que fabricara nica-
mente rapaduras. E' calculada em 417,488 ano-
nas a produegao anoaal de todos essee estabele-
"y^ema'1n chinas. uonco, e adjuirido novas ma-
Alem dos eogenhos existente o anno paasadd
no municipio do Ceara-merim, foram levantados
mais 7 e2 engenhocaa de madeira.
Estims-se em 16 a 20 o numero de outros es-
tabeleciineatea aetaalhanies que esistem em dif-
iranles ottto *t> antro, equat vio contem-
plados no quadro junto por falta da informaces
precisas
Tem"*?' ?er,8CS(,o na* cinco comarcas a existencia
X ni a"od*s de 8d. qe do aooualmsnte
50,734 crias. Por deficieocii dos dados oecessa-
rio nao se incluem n'esse numero as fazeodas
das freguezias da Penha e Sena Negra.
,A'!el11"0 'Ha-se aproximadamente em 60 a
70,000 crias a produego annual de todas as fa-
zendas de criar nesta provincia.
Na comarca da Maiondade affirma-se que este
anno, por falta das chuvaaem lempo proprio, nao
baver colheita alguma de algodao. A esse ra-
mo de cultura que mais se applicam us habitan-
tes da comarca, calculaodo-se o valor da produc-
?o em 200:0009 no aono de 1858, em 150:0009
oos tres ltimos aonos aoterioreg.
E" avahada em 200:0009 a importancia do gado
que all se veude aonualmeote.
A industria de minerago anda nao foi aqu
explorada, e a este respeito oem um oame se lem
teito. ltimamente recebi amostras de enxofre
encontrado ao municipio do Acari.
Consta tambem que o'um errte denominado
Cabello distante tres leguas da villa de Pao
do* Ferros tem se encontrado ouro em pouca
quantidade.
Sobre o estado das diversas industrias exigiiu-
formacoes circunstanciadas, que ainda nao me
loram ministrada* por diversos funceiooerios do
centro entre ellos o administrador de rendas da
villa de Maco, relativamente i importaoies sa-
inas que exislem oa comarca do Ass, e ao va-
lor dos respectivos productos exportados daquella
menta
redo. >
ftapdla d'amaobia lera lugar a partida da
Cadea do Recite o.51. 1 andar. ""*"
r.|,Qnr6C,(le,,t** Dt0 a aoctadadega-
rantem aoa eaa obaequiado^ uma noile folgada
em passameoto iaooceote. ""
n.ZJfi">d0 dB*!r^>s em um dos nameros
PjMdoa. aa oacurrenciaa da-cae dadetearao.
n ?rf\d? ""8014?0 o P^os pobrea, jao Sr
presidente da provincia tioha conhecimento de
laes occuneociaa. arovideociava
Srs. depuladoa provineiaes.Ao concluir esta
exposicao, cujos deMtos aupprir a vosea escla-
recida experiencia, resta-rae assegurar que alem
da melhor rentade em ministrar-voa aa informa -
goes exigidas durante us vossos trabalhos legisla-
tivos, encontrareis em mim um constante auxi-
liar para ludo quanto for a bem d'esta provincia
que _confiadamente espera da vossa illustracao e
patriotismo o* beneficios mais adaptados s cir-
cunstancias aetuieg.
Cidade do Natal. 6 de abril de 1861.
Jote Bento da Cunha Figueiredo Jnior.
PERWVNBUCO.
pro-
nta
ando um saldo de
Esta calculo a deve aenatetar contra a
babiUdaae damadefieit, atiaava Adema*
da renda no exereieie de. 1860.
A divida frttva perteocente ao exercicio de 1899
Todo o zelo oa fiscalisago, todo o riger oa exs>-
acaa pav parte da rateada nem sempre cutiaagde
REVISTA DIARIA.
Acompanhia de Beberibe paga o 27 divideo-
do aos respectivos accieoistas, oa razo de 3920
por apolice.
AmaoWa tora lugar a festividade religiosa
da Virgem Mjrtyr^aot* Ceoilia. oo conrelo do
Oarrao, havendo antea vesperas solemnes.
E orador da feala o prestador da ca pella impe-
n*} R!m'psdre Lino do Monte Carmello Luna
edo T-Deuw o Rad. padre Leonardo Joa
Grego.
Por occastto do fivaogelho, aera execotada uma
antiphona, novaasente caataaata por Mr. Parelle,
e pela pnmetra a#r afra eantada. sendo igual-
mente nova a suusica to Te-Oeum
Hoje oaj* ser beozida a iaaagem da Virgam
Santa Cecffls. ** 8
Devenios rectiflear uma iaexactido em oine
a?feiC4ro,Bpta,*wi,> ^*
A nica irmandade do Santltsimo Sacrameato
que fez parte **-----------------
oa
*.
. Jroettio Cava lea ele
de Albuojuerqae. declaramos ana nio pattlo dejla
a nottefa que publicamos acerca da mvj. qne e"
eapaaoada rrt roa Imperial. : *> ^
No collegio de Aguas Pretas, obtivera/m'vo-
tot os Sh. :' i 7
30
'30
com o Sr. Dr. cbofe 'da^ poieia"P"JJ^.Torte
d.quelles infellzes fo.se rn^lhorad..1 '
-rU??I,H0, B8.ert'*1"-rdana.ae sana*, para, qua aojam.alimentadaa toaeaaaua-!
les presos, que provarem Indigencia.
a U.o /rP.0r4,rl",*>a"""1d,,bBOSe *'
US*, h mate ; no;a Uata. com toda a, dili-
gencia de remover a enrermari dos bexigueobs
para fra do a*tob*tedaiaoto. E com* qoat eae
recusa.se a admioisttacio da SMt*C*aa raaaer
o atacado* de semelb.nte enfermidi^: aun de
?5,^? r89 a* P^agaa aa. grande huaplal.
orno* informado* de que S. Exc. val ordeiar a
coustrucQao de uma enfermara dentro dosmn-
U*1^! U??* ***&>* do-modaa poderiao-
lar os empestados.
Tambem tam merecido a alteoco de S. Exc.
!n^M8" den,or* .u o aa expedico das
appella5oes ei-o^cio. E assim. consta-nos que
. txc. providenciara np aentido de ae dar anda-
mento a remessa para o tribunal da reanlo da
appellacaoioterposta.ao julgamanio dos comaro-
meltidos nes triste* acootecimentos de An-uas-
Bellasi.quejulgados ha mais de 4 mazesjliod.
ffrtoS."- l^b,,0a, Prtla^Va/Ilcia
Amanhaa pela* 8 horai di manla dever
comecar a extrac5o da | parte da f lotera do
Gymnauo Pernambucano (3* concaasoJ ao cob-
tooio lre* d R08"i0 da freBU8Z de s
- Eotrou 26. s 8 hora* da noite. o vapor
ftrtxnungu da compaohia Peroambucaoa.
Em sua viagem de Macei para Camaragibe.
h^'i "S Chegdr ao por,- *ou-lhe a haatea da
bomba de ar, o queiobibiu-o de fazer desta vez
a viagem regular, como cosluma ; felizmente,
m ".' excep5 le se ter tornado a viagem
um pouco mais longa. nada de tucootcorreu
e de Alagoss ateat do correal o" c""' i* ti
Nada de importante occorrara na primeira.
Quanto segunda l-se no Diario do Com-
mercio:
Acaba S. Exc. o Sr. presdanlo, da accordo
com o digno chefe de polica, de tomar enrgicas
e acertadas medidas afim do affectuar a priso
dos pretos bandido* do laboleiro ou quaodo nao
saja poesivei, debelar o coulo e dispersa-los.
O overno nao poupa esforgos na justa re-
pressao do prime e perseguigo dos criminosos.
O espirito publico repousa tranquillo, sum-
mamenle confiado na justiga, zelo, moralidade de
s. Lxc. a par de suas boas inleacoes e senti-
mentos. ^(
a Nao ha razio para que se levanten) nevoei-
ros onde reina o bello e brilhante sol do meio
da.
Temos robusta f no feliz xito da empreza.
A commisso de expsito metteu aote-
hontem (sabbado 21) S. Eac, o catalogo dos
objectos destinados para a expsito da.coite,
pondo-os sua disposigo para seguirem no pr-
ximo vapor.
A. coramisso torna-se digna de elogios nao
s pelos seus bons desejos e recursos proprios
que envidou. mas tambem pelo modo como bus-
cou desempenhar-se.
Felicitamos a commissao por haver bemeom-
prehendidoedinoamentesatisfeito a sua missao
visio que os productos por ella colligidos (ou
communs ou nao) foram todos de accordo com as
nstruccoes da 8 de agosto ultimo, que regulam o
objeclo. Alem de que alguna ba que sao bem
cuneaos, delicados e de raro merecimento. o
Cummaaic*m-noa da villa do Pilar, era data
de 14 do correte: o algodo est a 9x400 e o
Minear a 29. e posto que leona apparecido no
mercado grande quantidade, quer outro geoero, tantos sao os compradores que nao
fieam satisfeitos.
. Ha grande safn da assucar no reconcavo
desta villa, que. talvez nao possa ser tirada toda
Sean apparecer mais alguma barcaca taremos
difflculdade de condugo para eseSjgeneroe.
O commercio vai animado e satisfeito
que vende-se bastante ; e o
quadra actual.
a Anda ha procura de casas para estabeleci-
mentos commerciaes.
a Consta-nos que um dos pretos do quilombo
sendo assediado e acossado pela polica, resistir
ao ponto de preferir matar-se, rompendo o ven-
tre cora uma faca com que se defenda, antes do
que detxar-se prender. Terrivel estado de em-
bruteclmento e desesperarlo I Este exemplo de
invoocivel tenacitade faz presumir que o seu au-
tor seja um doscaudilhos do bando.
J,~l/!?eram acl na P'culflade de Dirello no
da 26 de novembro de 1861.
1* aono.
Jefferson Mirabeau da*
Merce Gordo.......
Ernesto Odilon Maciel
Monlero............
Lenidas Ferreira Bar-
bosa................ _
Jos Thom da Silva.. demsmple7meot'e.
2* anno.
Goncalo de AguiarTel-
lesdeMeoezes...... Approvado plenamante.
Joao Baptista da Costa mo^w.
i*r*fo0'A'"'r..... Idem"mPlesmente.
Jos Ricardo Gomes
de CarvaJho........Uem plenamente.
Alvaro Frageto de Al-
buquerqaw..-...-..... Utm sroplesmeote
'V^anno.
Manoel Valado Pi-
rdS^ntoi;cor:'Vwro',la"ena,ne,e'
reta de S.......... dem simpleamente.
Mainonl Gasino d *
tpnio Joaquim de
a Parawo...... dem dem.
odrigue Tila-
................. Repnrrado.
9 apno.
Adenio Salslrano de
^L%S .i-i,-: Appro"do pleD*mente-
"a Bittencourt..... Ilem dem.
aTaoei Joaquim Fran-
cisco de.lToura..... dem idem.
<- Fizeram exame defrancez no dia 25 de no-
veirbro do crreme 12 estndaotes.
Approvado plenamente. .. 3
Approvado* simplesmente. 9
Reprovados................ 3
Total...........~"
-Fizeram exame* de frapcez no dia 28 de no-
veobro do corrente 12 eiludante*.
Approvado plenamente ... 3
Approvado* simplesmente. S
Reprovados........ 6
total ....... f2
- Fizeram exame de rhetorcia nn dia 28 da
no'*mbro do crrente asno 12 estudanlas.
Approvado* imple*mente.
Reprovados
9

era
ToUI......12
Passageiros do vapor Ptruunga, viodo de
Matei e porlos iniacmedioa : r. Jos Paulino
de ^Ibuquerqae Sarment, Alejandre Cambrai-
nh, Jos Conjalves de Madeiros. Antonio Fran-
cisco Marsues, Angelo Roque, alteren Luis Anto-
nio Jtenatvs.dos Sanios e 3 pravas, Dr. Francisca
barcia de Amara!, Joao de Almeia* Uonuiro,
los Joatjuim Diaa Ferreira, Jos Soaras de Sou-
za, Antonio E. da Sitveira. Labille Augusto, Um-
beloo A. S. de Mello, Jacob Francisco da Silva,
maor Tbomaz C. da.S. Lina, Juo Jos da Cu-
nh I-ages. Sabina Mara da Concai^io.
Passageiroa do hiata brasiltim Arlitta, sa-
l do para o Rio de Janeiro :Vicente Jos da
Sira Lima, Jos Antonio da Costa Gomes e Pe-
dn B. Moreira.
MORTA.UDA.DX DO DIA 27 t
Aotonio Jos da Santa Cruz, Peroambuco, 76
amos, casrdo, Santo Antonio ; hydmpesia.
Felippa, Peroambuco, 7 mezes. Boa-Vista ;
ianhea.
Benio Joaquim de Sampaio, Peroambuco, 22
aonos, sotteiro, Recife ; beiigas.
por-
que importa aa
Approvado plenamente,
dem simplesmente.
dem plenamente.
s'^fr*......t......Approvado planamente.
b.ro orina*, peaeoa. dem idem uapwa.a-
Jua Francisco Jorge
'r. MenOel Buarque de Macedo
Or. Padre Alfonso Ferreira.........
IV. Gaspar de Menere Vasconceilos de
Drammond,..............
r. Joa Maru da AlbssquaTaiaaisfairai.'
(ftu Lauxeacp Aveline de A4buqurau
Mtllo. ..*).........,.,,,,,,

Vieira Leal.......- dem idem.
. v ~V-
Josuma, Yelloso da
Jo^PedoCa^Uo-di Km""* 8i^"-
TaoMaBeft0It....U,inip>nJ.
AdtooioNunes.. dem idem.
25
u
25
19
1T
Joa
Companhia do Beberibe.
lllms. Srs. accionista* da companhia do Beberibe.
Para cumprimento do disposlo no artigo 28
6* dos estatutos que regulam esta associacao, ve-
oho expor-vos o estado dos seus negocios, e in-
formar-vos as occorrencias havidas depois de vos-
sa ultima reunan em 16 de malo prximo pss-
sado.
Cabendo-me a honra, oo impedimento do illas-
tre director o Sr. Dr. Jos Mmede Alves Ferrei-
ra, sou o primeiro a confessaroacaahamento em
que me vejo pela (alta de habilitaQ6es.com quan-
to me sobrem bons desejos pelo acert.
EXPBDIENTE.
O balancete e outros papis relativos ao semes-
tre decorrido de 1* de novembro do anno prximo
pensado i 30 d'abril do carrate anno foram re-
mettidos pelo Sr. director effectivo, ao Exm. Sr.
ministro do imperio na cooformidade do disposto
no artigo 2* do decreto a. 12:679 de 3 de novem-
bro de 1860, euja reeep$io'j ees foi acusada.
Em referencia a informarlo dada por esls ad-
ministriQo na peticao doa moradores da Passa-
gem, Bamedio, e Bemfica em qua este* pedem a
ediflcac/io e abertura de um chafariz, o Bxm. Sr.
presidente da provnola por officio datado de 26
dejulho declaren a esta administraco que esla-
va de accordo e approvava aa bazea e condenes
para esta obra aprcaentada por esta admioistra-
(o. menos aa parle em que ae lhe declsrou
que edificacao do chafariz deveria ser contem-
plado no numero dos de outros do previlegio
(conferido pela tai provincial n. 46 de 14 de ju-
nho de 1837 oo artigo 2o 8 6*): em consequencia
do que a*dmioi*trac.o resolveodo que nio sla-
me-nn vutaerVW-rr-wiAvw^o u.p^a iuw
cial n. 46 de 14 de junho de 1837. Se respostou
ao Exm. Sr. presidente, por estar reconhecido
que a factura do mesmo nao prodirsiria renda
su luciente a fazer frente ao deseen oolco do capi-
tal.
O Exm. erovedor da Santa Casa de Mizerioor-
dia desta cidade parparte da junta da mesma,
solicita da philanlropia desta compaohia o forne-
cimento d'agua necessaria pars o granJe hospital
Pedro II, e reconhecendo a administrsco que
nada poda resolver sobre esta materia nao obs-
tante julga -la de summa importaocia e caridade
publica, todava respondeu ao mesmo Exm. pro-
vedor que a Santa Casa de Misericordia deveria
apresentar a sua peti;o assembla geral dos
accionistas a quem exclusivamente compele de-
cidir.
Por nio haver acceitado o lugar de viee-direc-
lor par que foi eleito o Sr. cornraendador Joao
Pinto da Lomos allegando que j tem prestado
viole asnos de servicos a esta compaohia, o Sr.
director Jos Mamede Alves Ferreira por motivo
de moUstia passou a mim a directora interina
d adminisiraco em dala de 3 de junho do cor-
rete amo, e teodo tambem dalo parte de doeo-
te o Su secretario Dr. Manoel Gentil da Costa
Alves, loram chamados para fsier parte d'admi-
nistMc) os Srs. Kevm. Dr. Antonio da Cunha e
Figueirsdo, Jos Brando da Rocha, e commen-
dador J)s Pires Ferreira como immediatos na or-
dem davolago. Baveodo o Sr. director das
obras m litares e o Exm. Sr. commandanle das
armas desla provincia, solicitado u'a lmioislraro
a* bize* para o contracto que por ordena do go-
verna arelendem (azer CU(D a companhia para
fornecimeolo d'agua aos edificios pblicos do
hospital militar equartel do hospicio, foi esta exi-
gencia inmediatamente aatiafeita pela adminis-
iraco dsbaixo daa coodi(6ea j approvadas em
sessao anterior desta caaa, e poseo informar-vos
que este contracto era breve ser realisado.
ABREalATACO DOS CHAFARIZ ES.
No dia 26 de junho prximo Uodo effecluou-se
a arrematacio dos cbafarizes e bfcas desta com-
panhia pela importancia total de rs. 72:1005000
durante gmente um auou, saberpelo bairro
de!io Frei Pedro Gongalves 17:0005000. dito de
Santo Antonio 22:0508000, dito da Boa-vista
16 OdOWX). e dito de Sao Jos 17 OOOJOOO ; devo
porem iaformar-vos Srs., que alem das diversa
propostes inferiores esla pela qual foi effectua-
do o contracto, appareceu oulrs que offerecia mais
em favor da companhia o augmento de 476^000
reis com tanto que a arrematadlo fos da porjt-es aonos, o que sendo plenamente dis-
cutido em sessao q'administrsco esta resolveu
acceitar a primeira proposta d'rremalac,o por
um apno e regeitar a segunda.
O augmento por trea annos nio estava 0a pro-
pongo de ter preferencia, visto que no periodo
daquelles annos, nada mais aproveitaria a nossa
companhia dos contractos particulares.
ENCANAMENTO.
Durante o semestre Ando nada de extraordina-
rio occorreu as obras da compaohia a excepeo
de pequeos estragos, provenientes do continua
do uso, en torneiras, que foram promplameole
concertadas.
De conformidade com o quo resoUeatea na al
lima sessao, mapdou a administracao confeocK)-
lar a agora lem a honra de aubmettei a voasa
approvacao os planea com seus respectivos orea-
manta* pata a pasaagera do encana mani do
bairro de Santo Antonio para o de Sao Frei Pedro
Goncalvea do Recife, e para um deposito ou cal-
Ka d'agua que deve Mr dificado no ultimo del
referid* beirros, ma cumprindo porem Urubrar-
vos Srs. que eslas obras sao de taminha ioPor-
'ancia e urgeocia que ollas dovetn ser effectua-
das em a ananas demora, aob pana a grave*
preyaizaspara a oomoaobia.
Para que ae atienda com madura refieaae ao
que deixo expeli, os lambro que talvez fosee
conaenjaota decaatar o utoriaar unja o/iantia
como funde ie*MvaaVo e appliaacio vajkaiat a
di|aa obraa. aara ue ea divioeodoi fetures.nio
tenham maior differeo;a, e a aomma re(eet*>po-
dara Miau em anata cortante com -e banco ou
como melbtjr o eqiaaaeos.
ANNBIS E PEUAS D'AGUA. .
pjiBMtt eait;an*aife(t*SA^ Mdwelos e-
guinte*para a caaa da Aataoio Ferreira Pialo
oa ra o Raogel a. 1. ae <*ntraieu 15 baldes
diariamente, psra a de D. Cecilia J(as o* Costa
a ruadavlmparatrin 12. 15baldeadurumen-
le, para a de Amaro de Barras Corsea aa roa do
Aiaino n. 1, 15 bables diariamente, para a de
MQmWMi&m cu, do Crespo n. 13, %5
oha que se acha situado
7 balde* dlariaajaoie, a *,. cocheira do car-
ro* na ra do S o. 37 perUncente i Antonio
Joa Ferreira Hsjfaadvr, A tAlda* diaMasaMt.
Aleo presente contaasta compaohia com sessen-
ta a dous eonlractoa paeUeularM pan fbrnci-
MOVJIAENTO DAS APOLaCilT
As transferencias das apolices desta companhia
oovMaedre Qoda foram em numera d 94)3 Mu
se effeeluaram por diversas pessoas em 30 con-
trates entra elle celebrados, a* ultima* pelo
preco de 55800O re?. deveado.e, porem oolar
que este o melhor vlor que as accoes con*er-
Tim ao mercado, por que a que foram vendi-
aae no semestre anterior pelo preeo de 601000
r*5 toramaomeoti.em numero de 18 acede*.
Pela relacao que vos aprsenlo veris que esta
companhia coala coas 297 accionistas qne repre-
sentara $ 10:736 apolioes emHtida*
CAJXA DA COMPANHR.'
Pelo balaoQo que a adminwirac>o submella ao
vos*o exame, veris que al d di 31 de outubro
asista o aalde de 36:2001845 ris, qne permsUe
fazer e 27 dividendo na razio de 3J200 rs. por
aoceo, cujo dividendo podis decretar, Qcaodo o
RtlL2fea^' da i8l;>af5*5 auieitos ..
t:l9S|W0 r. que se deve de dividendo*
trazo.
ORCAMENTO PARA O SEMESTRE CORRENTE.
Em observaoma a dispasto no art 2 | 3o
dos estatutos desta Compaohia. vos aprsenlo o
orcameato que rata administrado formulou para a
recelta e despeza do presente semestre, oo qual
va| considerado o 27a (ideado na razio da
1*00 rs. por acgo, e se as obras que j vos fal-
lel nao avultarem muito as despezas, que alia
podera ser compeoeadea pela* raadaa qne coai
trequencia vio appareceado nos contratos parti-
culares, devenios teca eaperanca de um dividen-
do maior para o semestre aeauiole.
CONCLUSAO.
O pouco tempo em que me aono Usa da di-
reccio, a falta da pratica e exiguidadede meus re-
cursos, privam-me de ser mais extenso o que vos
peco descuipa ; acham-se sobre a mesa o* livro
e man papis concecneotes ao semestre nodo, os
quaes podis examina-loa com toda a minucio-
idade.
Escriptorio di Cempaohia do Beberibe 8 de ao-
vembre de-1861.
O director ioterino.
Joti Pereira Vianna.
^-^Bv>a>a>.
7/im. Sn. accionistasi da Companhia do Be-
oeri*.A commisso fiscal desta asaociacao.
em cumprimento do seu dever, examinou a es-
criptura^ao d mesma associacao do eaaestre
finio am 31 de outubro do corrente anno, e
achou lodo em da, e cora a maior clareza, mos-
trando o resultado, constante do balaoco que vos
ser apreseotsdo.
Nesta* circumstancia* julga a commissao que
deve ser approvado todo o procedlmeoto da res-
pectiva gerencia, agradecendo-se esta o traba-,
loo que despeodeu, e o zelo com que preslou os
seus servicos.
Escriptorio da Compaohia do Beberibe b de oo-
vembro de 1861.
/o3o Gonfalves da Silva.
Btnio Jos t'ernmndes Barros.
Francisco loo de Barros.
0 caixa da Companhia do Beberibe em
conta corrate com a mesma, cor-
respoodenle ao primeiro semestre
do anno finaneeiro do i* de maio
31 de oulnbro do correnle anno.
Debito.
Saldo em caixa at esta
data....................
Pelo que se recebeu'dos
arrematantes dos cha-
fsrizes e bicas, oeste
semestre..............
dem dilo do* contratos
pblicos..............
dem dito dito particu-
lares ..................
y na oviCes,;'"
tre com despezas ge-
raes ..................
dem dito como paga-
mento de dividendos
atrazadns..............
dem dito com dilo do
26 dividendo.........
Salde em caixa que pas-
sa ao seguiote semes-
tre.................... 36:200$845 75:91l}362
35:694J042
36:534*660
1:904400
1:7798260
4:864*267
1:429650
33:417tiOO
75:912^362
Escriptorio da Compaohia do Beberibe 8 de
oovembro de 1861
O escripturario.
Marcolino Jos Tupe.
PERNAMBUCO Io DE NOVEMBRO DE 1861.
Diversos Bataneo.
Pelo activo da Compaohia do Beberibe.
Caixa.
Pelo dioheiro existen-
te nesta data........ 36 2009845
Empreza do encanaraento.
Pelo valor da mesma. 486:1689444 522:3679289
Balanco Diversos.
Pelo passivoda Compaohia de Beberibe.
A capital.
Pelo valor das 10,736
apolices enjillidas a
prego de 42g00 ca-
da uma............. 4O:912J0OO
Vigsimo primeiro dividendo.
Pelo que se resta a
Pagar............... 15*000
Vigsimo segundo dividendo.
Pelo que se resta a
pagar............... 15*500
Vigsimo terceiro dividendo.
Pelo que se resta a
pagar............... 30*000
Vigsimo quarto dividendo.
Pelo que se resta a
pagar............... 37*800
Vigsimo quinto dividendo.
Pelo que se resta a
pagar............... 160SOOO
Vigsimo sexto dividendo.
Pelo que se resta a
pagar............... 937*660
Lucros & Perdas.
Pelo b a 1 a o ; o desta
conta............... 70:2599389 5223675289
dem dos contrato* do
araenal de marioha,
dilo da guerra, caa
de datnrao e com-
panhia do cavallaria
de Uno., em aai*
, maza*.-----......
dem dos ditos parii-
. culares em 6 mezas.
dem doa ditos da pas-
sagem da Magdale-
na, em 6 mezes ....
1:9459900
1:418*940
390JO0O 39:804*732
Despeza.
Com o pagamento do
27* dividendo na ra-
iio de 3*200 ris
poraeco........... 34 355*200
Cem dito do* dividen-
do* aluzados....... 1:195*900
dem dito doa admi-
nistradores das obra*
da Companhia...... 12103000
dem dilo do escriptu-
,/"io................ 600*000
dem dita do aluguol
do eacriplorio....... 200*000
dem dito do dito do
./'"*............ 150*000
dem dito de expedien-
te e aceio do. eacrip-
toiio da cumpanhia. 150*000
dem dito da* olhas
semaoaes dos con-
servadores do acude
t.dop"Ja--......... 650*000
dem dito de reparo*
geraes na liaba do
eocaoameoto........ 1:850*000
dem dito d* porcenta-
gem do caixa........ 721*511
76:0058577
4t;082*6tt
S. E. O.-R*. 34^92^66
Ecriptorio da Companhia do Beberibe 8 de
novembro de 1861.
O director interino,
Joti Pereira Vianna.
O caixa,
Manoel Goncajves da Silva.
O aecretario interino,
Justino Pereira de Parias.
Bernardina Jo> Monteiro.
Josi Joao de Amorim.
J,osl Brando da Rocha.
Padre i .tonto da C. e Figueiredo.
Luii Antonio Vieira.
communicado*.
Negocios de 01 inda.
Senhores redactores.Vem hoje no seu esti-
roavel jornal om desses individuos de que infe-
lizmente a sociedade abunda, com o pseudonino
de armario de papagaio, nie podendo elle, quem
quer que tomar um epitheto qne mais lhe ade-
quasse, oceupaodo-se das eleicoes de Olinda. de
um modo que bem revela nao passar de um des-
ses transrugas, ou inflis s promessas tantas a-
zesfeitas quelles de quem se dixem alliado* ou
mesmo amigos.
Quera nio descobre nesse individuo um da-
quelles que tanto trabalhou e se esforeou para
transformar a combinacao eleitoral a qual ae ha-
viam accordado? De certo nao oa podemos en-
tender.
Urnas vezes concordatn em umavetacie cerra-
da ; depois nao a querem, porque, di'zem elle,
parece impoicao e isso nio digno de um elei-
tor, embora houvessem tcitamente a isto se com-
promettido, mas logo depois vem de novo cen-
surando e gritando, porque ditera ainda olles, o
encarregado da distribuirlo daa listas incluir era
algnmas, amintruzo, um acadmico, etc.
Ora eolendam l, e sajase juiz com Ue* mor-
domo*.
B' o caso preso por ter ci e preso por nof-
ter cao.
Quaodo fallamos aasim, bem claro que nao
se entende com quelles senhores oleitores que
to dignamenle se portaram, mostrando que na-
da hsvia que Ihes fizessem trepidar,
o Sr. Guedes houvers arremessado a'chspa q"ue
um senhor T. A. pedir que se dignasse a acei-
tar, porquanto nem elle se abaixaria a tal vileza
oem to pouco este T. A., quem quer que ,
consentira em uma tal afironta.
Appellamos para o testeraunho do mesmo Sr.
Quedes, elle que diga a quem quizer ouvir, se tal
accao praticra alguem.
Nao passa, porlanto, de uma miseravel iotcig,
propria de trnsfugas e energmenos, e porqu
se julgaodo mordido em sua consciencia, ou por
que ella se aecusrs, eis que vem elle, e deixao-
do-se dos seus cuiuados, ahi vem, deitaodo mel
pelos beicos, snnunciando provincia que apezar
de ludo qnanto occorreu, que o Exm. bario d*
Vera Cruz livera toda a votacao (que novidade !)
nao obstante o capilo Martias ter valiosas re-
corameodace* ero favor de um candidato, ma
que nada fizera e nem irabalhra era atlencDo i
alguem.
Agora dizernos nos :
aermo que lh'o pague.
O que quer dizer que o capillo Martina nao tra-
balhou contra a chapa ou a combinadlo ?
Ora deixem-se detsas cousas qoe mais pare-
cem-nos uma justificago do quo outra cousa
qualquer, o que por certo se nao exigi.
Por ultimo dizemos que essa pesaos que, ent
sea arliguito diz o tal armaco de papagaio, es-
teva encarregado do bom exiio da voia^o, in-
capaz de todo e qualquer gen tro de indigutdade,
e ainda menoa seria incapaz de distribuir chapa*
lacradas e rubricadas, porquanto ella tero ansa*
conflanca nos seus amigos que o cercam, par sn
deixar levar por supposicoes dessa orden., a
praticar uma tal degradacao de cuja injuria a
elles irrogada declinamos.
Intactos devolvemos essas expresados o,*'-'*
proprias de arrieiros do que de gente que vivo
entre nos, e que se dizem com jos regalas so-
ciaea.
Olinda 27 de novembro de 1861.
_______' 0 an/i tntrigane.
quera encommndou o
Escriptorio da Companhia do Beberibe 1* de
novembro de 1861.
DEMONSTRADO DA CONTA DE
LUCROS & PERDAS.
Debito.
Pelo excedente do cas-
to da empreza ao ca-
pital da compaahia.
dem dioheiro exis-
tente em caixa nes-
ta data.............
A bate-se o que se de-
ve de dividendos em
atraso............... i:195JM0 35:004*945
35:254,444
36:2005845
70.259*389
do
Pela differenca
lor do casto
pieza .............,.'
idem do que Ac em
caixa pagoios divi-
dendos em atrazo ..
-
Credife.
va-
35:254*444
.*n"
35:004*945
7*259f389
MI .
".'.. O ratxa.
-r*-
Correspondencias.
Committentes do lampio da ilha de
Fernando.
Eu ficaria em aileocio onde a sorte me tem ha
muilo como um homem extiocto da sociedade.
ae nio visse no peridico Ordtm, de 22 de oul
tubrosob o. 225, aa desastrosas calumnias, falsa-
mente deoegriodu a reputacaodo mu digno bsin-
cero commandanle deste presidio, o coronel Tra-
jano C. Burlamaque.
Senhores redactores, eu quizera ter uma capa-
cidade que ao menos podjjaae preeocher a teruei-
ra parte de um dever, quem por amor da ver-
dade sou obrigadQ a dizer. Nao me desconbe-
cida a natureza da razio, e oem a roda myslecio-
8a que compoe a ilha de Fernando quem per-
tengo ; e eixjtia impune tal materia, at mes-
mo para nio me magoar com narraces ineonles-
tavelmente aflliclivas, se nao fra o preceilo que
teaho como homem de nasclmento livre, e
dedicado sempre veriade ; e por Uso lenfao de
anounciar alguos actos praticaios e ordenados
pelo coronel Burlamaque, acto* que couddero
conducentes para obvias outros nao inferiores ma-
les que veixaram, e anda oppnmem uma parte
da populacho deala ilh* : pelo quo me nao lici-
to deixar, ao-b to graves mum plus, da oceupar a
rosta atieno a do reapeilavel publico.
Depoisds posa do actual commandanle. ello x.
,pA,aium*4 providencia, por ella dada rvlati-
vamente aoa alimentos de primeira necesidade,
que poda por ao alcance doa desvalidos qua rnaio-
re pnvacoes seoliam ; e igualmaata meociooou
ou traa medida* tendentes a regular o governe de*-
te Mfveflo*-me,n.o meio da pungente dr. o
prazer de declarar, quneala classe da desvalidos
i de prnai to min-
a>U*ria*,a dJUfi somos
af?tfiW,?0* 4C^ommiei-moa pela
a necistiade ac?oes criminosa*, tudo isto
*mJV\o ufsDp^a4^fx^*ia^er|(ja>,o cramo-
aVewaeZ Qoncalvet da Silva.
0remenlo da receita e despeza da gl0.' J!B!WrVI*gaBJge ^e u
Companla do Benerioe, para o se- *
iudo semestre do ano finaneeiro
el861 al4j2, a saber: g i ^
Bamliiiod'aldeia, ataeMMm iajxat.r. pr:-
i*B5i'.v-i deve admirar porque diz perlenHrV l ftWa nue.
m mn mfm imto [mimmfft9ln
da yuedadwella. recqmmendava costo.um dever
l^a^WHUtt qaaljna*daOJa *niaa|q ma>
Mm& iWOr*10 Q W>M^d0 W ^ a^ss- coa-
fieceila.
^Ilo.v.^-Aildo
em caixa neata dita.
Importa ocla aa. aaresa-
Sgaa da taca da*
ifirlM a bicas.
.^^.tia awanafai
de 1801 30 de abril
4a I8a*i MaaaaM fu-
t"Mfl.-............. 36:049*992
,; in


*=
oammmmmoK onfA w wranowMii
Bm quinto dkserea oa commftttnles que todss
ai visitas do commandante fotim remuneridaa
com mandar arrancar do poder dos sentenciados o
productos do mus tribainos, ludo hito, mis Di-
cido do pessou mil Tntenciunadae e imbiciom, e
que consideran esla ilha tomo oeaeusverda-
deiros morgados, e por isso temern perd-la. E
eis, excelleniissinia seuoor.o faci succedtdo.o co-
ronel Burlimique desejoio como pelos interes-
aos nacime, e velando psra beneficiar commu-
mente os sentenciados, foi pessoalmenle i dife-
rentes portos desla ilha, e ictaou ser de Justina
reservar ilguoi terrenos ruis suffieientes para
neiles miodar Uier as pliulicoe de mandiocas,
qoe exigem as necesidades 4o presidio, e para
este IIm ordenou com lempo que contiouasseea a
iratarem de cuas lavouras, e depois de colherem
eus (rucios, ncarii emo as ierras desocupadas
para se proceders ptsntac.dta por conta da na-
cao em lempo conveniente ; fraco o meo dis-
curso, comtudo percebo que o commsndante tem
direitode interessar-se 4 favor da fatonda nacio-
nal, pouptndo ao theiouro publico si (rindes
sommasdedinheiro, que annualmente le depende
com compris de filiabas pan o consummo desti
ilha.
Nao ha hoja governo que com suas bellas ios-
Huicoes possa preeoeber o flm desojado pelos
habitan es de Femando, porque entendis al-
guna que vera intrometer-ie no commercio, que
s querem como slo slheio soldaren] suasque -
bradeirss, mesmo oulros que funecionam seus
empregos que os pobres aemelhantes sao liceos
de pechiochas para suas algibeiris, e por iso
nao se rorlim a cometlerem ibuios, e violen-
cias, e querendo seinpre se ooosliluirem credo-
rea de infinitos igradecimenlos por parte do
commando, e privados que sejam seus desatinos,
como tora tu, por um com mando recto, logo ma-
liciosamente buscaram o oomedos sentenciados,
e pediram alia coosideraco da primeira ioto-
ridade, aonde existe justica e mrito, exigindo
termos a soHuoieatoa que sao exutem, e *im
aquelles que o preceito nos sujeila. Comtu-
do agradecemos i lodos os commiltentes suas
to lindas eboas instruccoes a osso favor, pois
nao lio pequeos servicos prestados em prol
dos desgranados eocarcersdas com lo vastas ca-
lumniaa proprias dos ambiciosos e ivarentos; em
paga dos inexperados beneficie s, todos ao coronel
commandante pedem, e com especialidade eu,que
nao deixe impune noasos bemfeitores, fazendo-
os punir como ocursos nos iris. 229, 230 e 231,
do cdigo penal, para conhecermos o nome de
lo grindea hroes que em suas correspondencias
calumniosas nos prestam urna favoravel prolecgao ;
adverliodo ao mesmo lempo qoe antes pedir co-
mo necessidade ao Eim. Sr. presidente para se-
rem caaaariadoa aeai araiiaio, do que com ca-
lumnias roubarem o mrito de um coronel assis
circo raspelo que em ledas aa pocas sempre tem
merecido a cooQioca publica.
Suapendei, senhores comilentea do lampio,
o vicio com que coalomaes sustentar vossas sen-
sualidades movidas pela vossa naturezs, penden-
te pelos iuteresse de Fernando Eu c vos dese-
jo, os cos voa tragam, nao para fiierem produ-
xir ama deplorareis e perigosoe effeitos, mas
sim para espirem comigo os seus crimes, como
de conformidade com os artigos ji mencionados
Bem conheco que o corpoel Burlaroaque nao
precisado mioha iraca voz psra com ella prorar
a regularidide de seus actos, porm anda oais
me aucumbo, quaudo vejo oa paglnaa do publi-
co s apparecer as voses dos perdulario! caberlos
de maledicencia, fazeodo repousar aecuasco, a
verdade e a razao.
Adeus mundo de l, julgo abortar por ora, nao
por estarem completos os meus deveres, e sim por
me fallarem aa luzeaaioda que fosse do amigo Um-
piao, mesmo s escreve as horas vagas que me
reslam do trabalbo de mioha laboriosa vida, que
irei me pon pando para ser mais extenso quando
me lr preciso.
Ilha de Fernando, 18 de oulbro de 1861.
Antonio da Silceira S Brrelo.
quim Pereira Bastos, que, nao
foi paga, tendo at Bastos ob-
tido sentenea a stru favor em
tudos os trijmnaes contra o
pretendido direito do casal do
ftnado JosJoaqimda Costa
Leite que se tfiza credor des-
sa quantia; entrara nessas
parollas a quantia de ... IV.
1:2035140, importancia esta
das despezas feitis com a de-
manda contra o dito Bastos;
entrara mais nessas parcel-
las a quantia de 25 em rou-
pas que deu o finado Leite a
sua filha, somente que eu
quero que confronten! estas
parcellas com os 7:093^250,
como constado recibo trans-
cripto por Vmcs. ueste Dia-
rio.
1 lettra da quantia
a"e ris. 5:200#000
dem em despezas
a mesma
lettra. 1:203,*, 140
Importe de roupas. 250|000
Rs. .
Importe do recibo
7;093p50 saldo
ris.....
6:653^140
440^110
Ris. .7 093#250
tudo se prova com documento
em tempo competente.
Manoel Fernandes da Silva.
COMMERCIO*
Alfandesr/a.
Rendimento do 41a la 26. .
Mam dodli 27.....
469:302*458
22 2071010
491 509*468
Movlmeuto da airaudeara.
Volantes entrados com fazendas.. 452
s com gneros.. 461
Volames sahidos

com fazendas..
com cenaros..
132
193
913
325
Publicaicoes a pedido.
Joo Francisco do Niscimeoto, e todos os habi-
tantes da colonia militar de Pimenteiras, qoe de-
Sfjam virerem com o eipirito socegado e debaixo
4rt.udavn. dAojnil asradecimentos ao Illm. Sr.
ma colooia queso determinado por Dos e por
sua capacidade, deu aa providencias necessarias
afirn de evitar um mal que se eslava urdindo
contra este poo, e contra o governo, prendendo
um indio de nome Manoel Valenta), que sempre
foi das mallas de Vicente de Paula, e que lem-
brando-se do lempo passsdo, quera constituir-
se o terror dos habitaotes dessa mesma colonia.
Receba portento o Sr. Dr. BjsIo os nossos egra-
ecioienios pelo beneficio que nos fez.
Recebi do Sr. Jos Joaquim da Costa
Leite, a quantia de7:093#250 em par-
celas constantes da conta que nesta data
me entregou, sendo proveniente por
parte do dote que o mesmo Sr. e sue
senhora concordaram dar a sua filha
Isabel Mara da Trindade Leite, com a
qual me liguei em matrimonio. Recife
10 de marco de 1857. Manoel Fer-
nando Silva. Como testemunha, Fran-
cisco da Silva Boa Visto, Manoel d'Aze-
vedoPontesN. 48160. Pg. centoe
sessenta rs. Recife 26 de marco de 1857.
Carvalho.Callara. Reconheco as tres
assigoaturas supra : dou fe. Recife 12
de marco de 1861. Em testemunhode
verdade.O tobellio publico, Luizda
Costa Portocarreiro.
Descarregam hoje 27 de novembro.
Barca americanaImperadoro resto da carga.
Barca inglezaMirandabacalho.
Barca francezaVelocefarinhi.
I Polaca hespanholErmesindarjnho e passas.
t i Rrigue suecoSaUmaodermercadorias.
- j Barca inglezaImogenedem.
Brigue americanoChaitawgafarioha e papel.
Patacho americanoLightimgfarioha.
Brigue portuguezMercuriomercadorias.
Barca portuguezaSympathia diversos gene-
ros pira fora.
Brigue braaileiroBeberibecharque.
Barca francezaJoacn Scolicarvo.
ft-eraes d rernambieb
Rendimento do dia 1 a 26. 25:405<29
dem do dia 27.......1:118*336
para
Pergantas qoe nao *o nem vem
queo poder respooder.
Dizem que ha certo corpo que em um semestre
teve dous agentes, um que comprara os gneros
por um preco psra dar-lhes entrada no rancho
com a ridicula differeoca de 50 e mais por cento
exigindo logo nos dias Io al 2 as sobras de todo
o mez, para reentraren! como gneros compra-
dos no mez seguinte, e oulro quo assigoava todas
-as rontsa que se Ihe aprsenla va.
Dizem mais que o primeiro agente que era
commandente a principio, comprara gado a 20
que arrobav8 de 8 a 10 arrobas e dar entrada e
carne as conlas pelo diminuto preco de 5J12Q 1
Ser verdade ?! I
Ser eticto que o commsndante agente desse
0'po flean em cert occasiao de fel e rinigre
por ler comprado urna porc.no de feijo a um ma-
lulo oa razao de800rs. a cuii, e pedindo-lhe
austentasse ter sido a lfl00 na presenta doooen-
leinnomtrie, Ihe V_ti toda a Importancia por
ste preco, e mandando-lhe depois por deiraz
responder que nao fosse lolo, que elle nao o
Ser verdade que foram comprados a certo
stijeiio melhor de 600 arrobas de carne verde pelo
tueco de 29720 rs. pedindo-se-lhe que psssasse
os reribos Como se fr comprada a 3S520 ?
Ser verdade que achando-ee a farioha no mer-
cado a 400 rs. a euis, o fejso a 960 e a 1J00O. a
carne verde de 9240 a t560, w chamoa por um
annuncio concurrentes para o fornecimento do
corpo, e appareeerrdb doos, um por psrte do com-
mandamee oulro peni, que fizia grande raoia-
gem ao corpo, rasa que se procufou por meios
tristes arreda-lo, do qie resallou contratar com o
primeiro carne wde a 4)400, fernna a 1, e
fejjio a 21000, toccedendo desfarte -oconirario
lo que acontece nos oulros corpos, que de con-
Iralos taes eolhem gneros mais baratos dos que
9 tfo metMo r M *
lito e alguma cousa mars procura saber
O Bar&o dot Saveirot.
O abaixoassigaadoagra*
decepdp a seus cu,aJiados eso-
gra a publicado do retMbo
transcripto no^Diario de Per-
nambuco de hoje, pergunta-
llies quae? as 9 parcellas des-
se pagamento. Entre ellas en-
trara a parcella de 5:200^1 em
urna lettra a receber de JToa-
26:5239765
Consalado pruvlaclal
Rendimento do da 1
dem do dia 27
s 26.
43 290*762
1:8I9J928
35:110*690
MoTinento do porto.
Navioi entrados no dia 27.
Macei e portos intermedios3 dias, apor bra-
aileiro l'ersinunga, commandante Manoel R.
dos Santos Moura.
Maceio6 dias, brigue brasileiro Camacuan, de
185 toneladas, capilo Cielo Marcelino Gomes
da Silva, equipagemll, em lastro ; a Marques
Barros & C.
Cardiff6o din, barca franceza Athos, de 250
touelsdas, capilo L. Aigressive, equipagem
10 carga carvo de pedra ; a Scoli Wilson
SC.
Marseille52 dias polaca franceza Neplune de
de 188 toneladas, capilo Roux. equipagem 10
carga cimento, farinba de trigo e outros ene-
roa ; a E. Burle & C.
Kanagava120 dias barca ingltza Kenl, de 396
toneladas, capilo Chapman, equipagem 15,
carga seda, cha e outroa gneros ; ao mesmo*
capilo. Veio refrescar e segu para Londres.
Baltimore48 das, brigue Americano Chatta-
noogi. de 180 toneladas, capilo J. H. Fryer
equipagem 10. carga 1,800 barricas com fari-
nna de trigo e oulros gneros ; a Krabbe Thour
& C-
Ballimore 42 dias, barca americana Flyina
Clowd, de 319 toneladas, espito Kerwao
equipagem 10, carga 2,600 barricas 250 meias
ditaa ; a Johnston Fater C.
JVom'oa sahidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroHUte braaileiro irtiala. capilo
Aotooio Joaquim Alves da Silva, carga esau-
car e oulros seeros.
ParahibaBrigue hespanhol Pluvia, capilo Ma-
noel Faro; em laslro.
New Yoik.Barca americana lazar, capito
U. A. Karstens, carga assucar.
t Observa;o.
Funffeou no lamaro um palhabo'e america-
no, mis nao teve cummunicaco com a Ierra ;
bordeiam no lamaro um brigue e om patacho
brasileiros, e apparece ao sul urna galera fran-
Edtaes.
O doptor Tristo de Alencar Araripe,
., ,uiz dadi-
raito especial do commetcia deits cidadi do
Recita e aeu termo capital da proviucif de
Peroambuco, por Sua Magest.de Imperil a
couilituciooil o Senbor Dom Pedro Segando
que Deus guarda ele.
Pico laber peto presente que no dia 9 de de-
zembro do correnle anno se hide arremalt* em
praga publica desla juo. a quem mala der, de-
pois da audiencia respectiva um eterno de lomo
Francisco, de nago, de idade de ciocoenta an-
uos pouco mais oa menos, avaliado em pairo
ceios mil ris. Um boi de carroca avaliarD em
ciocoenta-mil ris, urna carrosa avafads emein-
coenta mil ris tudo perlenceole a Noberto
Muoiz Teixeira Guimaes, e a ele foram pnbo-
rados porexecucoquelbe enesminhs JosPeres
da Cruz, e na falta de liciUnies sero arreoata-
dos pelo prego da adjudicaco com o abatiaento
da lei.
B para qu chegue a noticia a quem cmvler
mandei passar edidas, que sero affixadoi nos
lugares do costume e publicados pela impeosa.
Dado e passado nesta cidade do Recife dePer-
nambuco aos 27 dlaa do mez de novembro de!861
quadrigesimo ds iodependaacia e do impert do
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Pses de Andrada, es-
crivo o subescrevi.
Trislo de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da theaouraria iro-
vneiil, em cumprimento da rejolugo da ota
de farenda, manda fazer publico qoe, a arma-
laclo da renda das casss do pstrinooio dis or-
phos, aononciada para hcie foi transferida
ra o dia 28 do corrente.
E para constar ao mandou afiliar
publicar pelo Diario.
Secretarla da theaouraria provincial de
pa-
o presente e
Per-
nambueo 21 de outubro de 1861.-0 secretar, A.
F. da Annunciaco.
Ddclaracoes.
ceza.
o.
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_S 2
A
francs.
-_
bSfkX.
v3f
o
;|
2S
Pela admmislrscao do correio desla citade
se faz publico para fins coorenientes, qoe emvjr.
todo do disposio no art. 138 do regulanientole-
ra I doe crrelos de 21 dodezembro de 1844 e
art. 9 do decreto n. 785 de 15 do maio de I8il
se proceder o consumo das cartas existen t>
nesta administraco e perlenceotaa ao mez ce
novembro do anno passado. no dia 4 de dezembn
prximo, s 11 horas do dia, oa porta do mesm.
correio, a a respectiva lala se acha desde il ex-
posta aos inleressados. Correio de Pernambuco
27 de novembro de 1861.0 administrador.
Domingos dos Pasaos Miranda.
Pela administraco do correio deata cidade
so faz publico queem virtude da convencao pos-
tal celebrada peloa governos brasileo e fnncez.
serao expedidas malaa para a Europa no dia 1
de dezembro proxin.o, de conformidade com o
aonaocio deste correio publicado no Diirio de
l h Jt?eir0 desle flDno- A "rl" o rece-
bidia at Jus horas antes da que for marcada
para a aahida du vapor, e os ioroaes al qualro
horas antes. Crrelo de Pernambuco 27 de no-
vembro de 1861.O adminisirsdor,
Domingos dos Pasaos Miranda.
Santa casa de Misericor-
dia do Recife.
O Illm. Sr. theaooreiro eamoler interino da Sen-
t casa de Misericordia do ftecie, manda fazer pu-
blico que no dia 7 do prximo futuro nez de de-
zembro pelas 10 horas da manha, na caaa doa
expostos, paga-ae s respeclivaa amaa que forem
acorapanhadts discreincisasmensalidades veo-
cidaa al 30 de setembro ultimo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia
Recite, 27 de novembro de 1861.
F. A. Cavalcanli Cousseiro,
Escrivi.
Companhia do
ucuenue.
TBE1TRO
BE i
Santa Isabel.
CompaiMa nunatie &ob airecco do
artista GemaBo.
Heclt extraordinaria
EM BENEFICIO DE
SABBADO 30 DE NOVEMBRO DE 1861.
Depois de urna magostse, lymphonia pela or-
chestra. subir acea, pola ultima vez, o mag-
nifico mysterio em qualro clos, oraado de m-
sica a coto todo o macbioismo,
GABRIEL E LISBEL
OD Os
ILAGRES DE SANTO ANTONIO.
Terminar o espectculo com a predil teta co
media esa un acto, ornada de msica,
4 Corda Sensivel.
A beneficiada ensilo aa lisoogeia de poder apre-
sen lar aos seus convidados eao publico em geral
o presente drama, eajo effeito sorprendente sem-
pre mereceu justos applaosos.
Sendo esta a ultima rez qna a companhia Ger-
mano tem de repreaentar esta excellenle coropo-
sico, empregar todos os seus esforcos para per-
feiU execujo, afJm de que nada deixe a de-
sojar.
Os bilhetes sebam-se disposico do respeita-
vel publico oa ra de Santa Isabel o. 11, on no
escriplorio do theatro.
Comecar s 8 horas.
A beneficiada anticipa seus votos de agradeci-
menlo todos que sedigoarem honra-la e pro-
teg-la.
Rio de Janeiro,
segu em poucos dias o brigue nacional Cruzei-
ro do Sul, de primerra clasae e bom veleiro, por
ter parle de aeu carregimeoto prompto ; recebe
passageiros a frote, para os quaes lem commo-
dos, assim (jobo pira escravos : a tratar com
seus consignatarios Antunes Guimares & C, no
Forte do Mallos nt. 15 e 17.
Maranho e Para.
Segu com brevdade o hiato Lindo Paque-
te por ter grande parte de seu carregamento
contratado ; pira o resto trats-se com oa con-
signa tirios Almeida Gomes. Alves AC. ra da
Crez n. 27.
Para Lisboa
O patacho braaileiro Jelio pretende aeguir
para Lisboa oestes oito dias, tem parte de seu
csrregamento prompto : para o resto que Ihe
falta, Irata-ae com os seus consignatarios Ato-
j vedo $ Mendos, no seu escriplorio roa da Cruz
Naveg
eMrajWi miUliUClU
acicosteiraavapor
O vapor Persioungs, commandante Moura,
sahir pora es portos do aul de sos escala ao dia
5 de dezembro aa 5horai da larde. Recebe
carga at o dia 4 ao meto di. Pasaaajeiros e
dioheiro a frite al o diada aehida aa 3 horas -
eisripiorio no Forte do Msllea a. 1.
Pera aa eoodioce, fretea e passagens trata -se
aa agencia.
Aracaty e Ass.
Segu nestes dias o niate tExhalaco; para
carga e passsgeirog, a trstar com Gnrgel Irmlos,
na ra da Cideii do Recife o. 28, 1* andar.
amero 1.
Maranho.
Segu em pucoa diae o palhabole nacional
Sonto Amaro, capito Manoel da Silva Santo?,
para algum carga qoe anda pode receber tran-
se com o seu consignatario F. L. de O. Aievedo,
rus da Madre de Daos n. 12.
Baha.
Para a Babia segu em poucos dias a escuna
nacional Carlota, capilo Luciano Airea da Con-
ceicao, para alguma carga que anda recebe tra-
ta-aecom o aeu consignatario Francisco L. de O.
Azevedo, ra da Madre de Daoa n. 12.
Para
em direitura.
Segu para o indicado porto o bem condecido
dezeDDrO brgoe escuna Gracioaa, capilo Joo Jos de
0 director da companhia dramtica,
tem a honra de prevenir ao respeitave
publico, qne'csl preparando espect-
culos para os dias 1 e2de dezembro
VrOImO. AS bilhetCS tanta df cami. So". Pr lr Prle de seu carregamento adian-
IiTJ7 a ""i51" rani0, "? e5,ma i llo; para o resto trata-se com oa consignatarios
lOleS, COmO de CadeiraS e platea SeraO Almeida Gomes, Alves & C, rna da Cruz o. 27.
Ytndidos para as deas recitas. Rece- A paniiii a Qn\
btm-se enconimendas no escriplorio do
theatro.
Salo do tbeatro
DE
PELO
do
com-
Silva,
dT-

ii
ave? do qua-
I

noile elara, vento NE
reate aaaim amaahaceu.
oemaejo m ab.
Preimir et 11 h. 54' da ma oboe, altura 0 2 p.
BaUs-mar aa S b. V da tarde, altura J.f .
Obaerratorio do irieoilO*-imlila/l7 4eno.
rembro de 1801.
StKrtlt,
O caixa dita companhia
znendador Manoel Goncalves da
acha-se autorisado a pagar o 27
dendo na razo de 3,0200 n. por aco,
o mesmo Sr. caixa adverte aos Sn.
accionistas, que parte se acha em cobre
que tem recibido dos arrematantes.
Escriptorio da Companhia do Bebe-
ribe 25 de novembro de 1861.
O secretario interino,
Justino Pereira de Faria.
Consulado de Portugal.
No dia 28 do corrente, pelas 11 horas da ma-
nha, na cnancel!na do coosulado de Portugal
que se acha oa ra da Cruz o. 6, segundo andar!
se procurar a arrematarlo doa moveki perten-
centes ao espolio do floado subdito portuguez
Joaquim Manoel Googalree, o que se ftz publico
para os effeitos convenientes. Coosulaio de Por-
tugal aos 21 de novembro de 18til.
Consulado provincial de Pernambuco.
Pela mess do-consulado provincial se faz pu-
blico aos propietarios dos predios urbanos das
fregueziae desta cidade o da dos Afogidos que os
trila das uteis pira cobranca, a bocci do cofre,
-!, 5?e8lr/J decia,!a d0 aono flnceiro cor-
o V 8e PriC'Pm a contar do dia
3 de dezembro vindouro; o que tambern ao mes-
mo dia principia a cobranca do primeiro semes-
tre do imposto de 5 % sobre as.rendas dos bens
de ruz perteoceates a corporaedea demomorta.
a M/Osdo ""sulado provincial 23 de novembro
de 1861.Theodoro Machado Freir Pereira da
Ollf o i
Consellio administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar o obiee-
loa segumtes: J
io vPwa *' DlaWo de inianlarii.
213 bonels. ,
142 3(4 corados de panno preto.
71 3|8covados de holksoda de forro.
1240 varas de brtm bfaaco.
1242 1|2 varaa de algodozioho.
40 grosas, 3 duziis e 10 botoea prelos de osso.
Para a guarda naciooal de Santo Hoto.
1 livros em branco, aendo om de 330 folhas e
outro de 200 dilas.
Quem quizer vender taes objectos aprsente aa
so*a propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, es 10 horas da manha do dia A de
dezembro prximo viodouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimeoio do arsenal de guerra, 25 de
novembro de 1861. "-, ue
Bento /asi Lamtnha Lins,
Coronel presidente,
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secrelario interino.
Conselho de compras navaes.
Teodo-so de promover a compra do material
da armada, abaixo declarado, manda o conselho
convidar aos pretendiles apreseotarem susa
propostis, em esrtaa fechidis, no dia 28 do
corrente mez al a 11 horas da rsaoha, acom-
pannadas das a mostrea dos objectos.
Pira oa navios.
12 baodeirss nacionaes de 4 pannos, e outrss
antis de 2; 24 nspss da farro, e 12 arrobas e 8
libras de plvora grossa.
o w ?"' nni0*t o arseaal.
8 barrio de beeu, 8 ditos de aleatro. ISpedras
de amolar, e 20 arroba* de prego de cobre para
Para anana).
arrabas de almagre, ti fechaduras de gavel
^t'-taHM tabfta. Je SMialia. oti So
Para oa africaaos iivres ao errieo do
araecal.
Do seto mascolTBO.
34 easataw e 7 calcas, da algoOao aaal.
Do le* femenino.
Oearniata de alg odaeaioho branco, a 6 salas de
**4<> eoBelho de compras navaes em 21 de
novembro de 1861.
Osteiiarfo.
Alexaadre R^rtfaea Joa Aajoa.
Santa Isabel.
Segundo grande concert instrumental dado
pelo Pisoiata G. Heimold, na nolle de quinta-
jaira 29 do corrente mez, lomando parte os artis-
tas Manoel Francisco de Paulo, Pedro Justino e
Salustisno, coadjuvandopor especial obsequios
Kxma. Sre. D. Carolina de Azevedo Carvalho de
Siqueira Varejo e osSrs. H.SmoltzaTheotonio.
Primira parte.
1.Ooverlura dr Nabucodoooaor para plano a
quatro mos peloa Sri. Smoltz e Heimold.
Verdi.
2.Grande valsa brilhante para rabeca e pia-
no pela Sra. O. C. de A. C de S. Varejio e Pe-
Saft-:-w;,^ -"" p"-p*os6
*Phantasia sobre l'Ambassadriee para elari-
neto e piano pelos Srs. Smoltz o Paule___B8.y
* aJ!'Joriohas, caprichos, esludo para oia-
no s por Helmold.-Ascher v 91m
Rio de Janeiro
segu brevemente o brigue nacional Adelaide,
de superior marcha, por ler alguma carga j en-
gajada : quem no meimo quizer carregar ou ir
da paasagem, dirija-se a Bailar & Oliveira, roa
da Gadeia do Recife n. 12, ou com o capilo na
praca.
Porto.
Segu brevemente a mui veleira barca portu-
gueza Sympathia por ler aua carga prompta a
embarcar : quem na mesma quizer carregar ou
ir de passagem. dirija-se a Bailar A Oliveira, na
ra da Cadeia n. 12.
Pira o Rio de Janeiro sihe com brevdade o
brigue naciooal Siqueira, j tem parle de seu
carregamento prompto, para o reataote e escra-
vos a trote, trala-ae com o capilo do mesmo, ou
com David Ferreira Bailar na ru ---------*"'
r^j^
DE
qa"Sr^SjVfil: Paquetesiglezesa vapor
por Heimold.Ascher.
Segunda parte.
o.Ouvertura da
dos pela Sra. D. G. de
roold.-Rossini "'" At o dia 28 deste mez espera-se da E
i...V~ lha.n.ta D,ra flauU e Piano Por Sa- 0nda. o qual depois da demora do costum
Iustimo e Heimold.Hunten. aeguir para o Rio de Janeiro tocando na Bahia
n 7~ v.,n".C0M P"'clarineto e piano pela Sra. Dara PM8ens ele. dever-ae-ha tratar cornos
o.. l .de A. C. S. Varejo e o Sr. Theotonio. KeDlea Adamaon, Howie & C, ra 4o Trapiche
ans Novo n. 42.
.Phantasia sobre motiros do Trovador para
epiano pelos Srs. Smoltz e Pedro Justi- ', \ ffi | [ g\\ \ b
rabeca
no.Muller.
10.Bamboula,
I
1U.Bamboula, danca de negroa, pbantasia' ** ^S/XUa. II ^sief
para piano s por Helmold.-Gottchalk.* j Sane com toda preateza o veleiro brigue por-
n r n. -i Coine?a'f s 8 horaa da noile. I ioguei Mercurio por ter a maior parte do car-
. 'no P'.8"0 colh'dos para este coocerto regemento prompto ; para o resto e passageiros
sao de propriddade do Sr. Joo Pedro
com estakelecimeoto de
n. 25.
pianos na ru
- passageiros,
Vogeley trala-ae com o consignatario T. de Aqnino Fon-
a Nova 9a 'nor, na travesa da Madre de Dos n. 7,
primeiro andar, ou com o capito na praca.
THEATRO
DE


APOLLO.
COMPANHAbBRASILEIRA
-. E* esperado dos portoa do aul at o dia 28 do
Ullintl-feira 28 dO COrretltp !orrnleu'n',0*aPores da companhia, o qual
"ulc" depou da demora do costume seguir para os
portos do oorte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
jai
DK
INavegaeo costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Auu', Aracaty, Ceara',
e Acarara'.
J"w *tvtbe. commandante Lobato,
sahir para os portos do norte de sua eacala at
o Acarae no dia 9 de dezembro as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 7 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos a. 1.
Maranho e Para.
O patacho braaileiro Paulino segu com brev-
dade e recebe carga para ambos os portos trata-
se com os coosignatarios Marques Barros & C.
Largo do Corpo Santo n. 6.
'
Leudes.
LEUO
Quinta feira 28 do corrente.
PELO AGENTE
_______Q
A' porta do armazem do Sr. Annes defroote
da alandega e p jias 10 horas da manba o refe-
rido agente vender em um ou mais lotes
6 canas com 600 Utas de fraclas em calda e
mermelada.
LEILAO
DE
Oueijos, hoje.
a* .re, Uo martello
CoaU Carvalho far leilio PU. coma de quem
perteocer na porta da alandega, de 60 caixaa
com queijos mullo frescos desembarcados neat
momento na Adale.
LEILA/V
DK
Movis (para acabar.)
meio da e daa 4 aa 6 da tarde o agente Guima-
res nao lando podido acabar com aeu. innme-
ros movis no leilao que fez no dia 20 do cor-
rente e precisando transferir ssu armazem al o
im do corrente de novo far leilo em o dito aeu '
rmizemjia ra do Imperador n. 37, de tudo
quanlo nelle se achar patente. Coorid. a todos
aquellea que un economa a rirem se prepa-
rar para o prximo tempo de festa e tambern pa-
ra com pouco diuheiro ornarem auas casas do
necessano viato como tudo aera rendido com 25
por cento de menos porque poderiam comprar e
par. m.18 commodUade dos pretendemos ser o*
f ^..'1'0 ^cl^<> a e as bor.s cima
indicadas. No mesmo dia se vender um ca-
nnolet sem neobum defeiio.a diuheiro ou a pra-
n^"0r* er"me do me"D0 *'< entender-so
com o referido agente.
A beneucfo da joven gymoaslica peruambucaoa
Mana Rosslioa da Eocarnaco e Jos Francisco
do Reg.
eXr 08mMDh0rf,S rfeMre9 da 0rch"1" ] '< Stari^KS KSlt en!
execatare
scena pela lerceira rez, a pedido, o excllenees-
pectacula4e physica e gymoaslica em seis actos.
Ha novas passagens do seu trabalho de gymnas-
lica e pbysica. '
Pedem portaoto a lodos oacidadoa desla cidade
toda proteceo e scolhimento.
Nos nlervallos os boneOciados iro pelos ca-
marotes agradecer aos seus generosos protectores
de quem espera toda a proteceo
Principiar a8^ horas da noile.
Avisos macitoioa.
O capilo A. Reviere do navio francez Jean
Pirmentier, autorisado pelo Sr. conaul de Fran-
ca, convida as pessoas que quizerem eocarregar-
se dos concertos e Irbaihoa necesaarioa ao dilo
navio de apparecerem quarta-feira prxima 27
do correle s U horas da manha na chancel-
lara do consulado de Franca para em preseoca
do dito Sr. consol loma-loa de empreitada, tendo
a preferencia quem por menos flser. Oa traba-
Ihos precisos a fazer at esta data ao
guio tea :
1* Um leme.
Um cepo.
Calafelagem dos altos e do convez.
Por em carena o dito navio.
aa 2 horaa : agencia na ra da Cruz n. 1, escrip-
lorio de Azevedo & Mondes.
y*
os se-
i:
Rio de Janeiro
des, no seu escriptorio mi da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
0 brigue naciooal yUmiraote pretende seguir
com atsrfta breVidade, tem parte de seu carrega-
mento prompto, para o resto que Ihe falta passa-
geiros e escravos a ffete, para o que tem aaseia-
dos commodos, trala-ae com os aeua coaaigoila-
rioa Azevedo & Mandes no sea escriptorio roa da
Gras a, 1.
COMPANHIAJRASILEIRA
tfaCPEfes nma
Ate o da ie de dezembro aqui esperado dos
portos do norteo vapor Tocantins, comman-
danle o primeiro aeoente Pedro Hyppolito Duar-
te, o qual depois da demora do costume seguir
para os portos do sol.
Desj recebem-se passageiros, e de engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro a frete e eocommondas al o dia da sabida i
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz zf. i. es-
criptorio de Azevedo 4 Mendes.
DAS
enes imperiales.
No daa i de desManro aspara-m doa nattn.
do mi o vapor francez Navarre.
portos
idaaae-
pretenle segoir com multa brevdade o brigue
eacuna Joven Arthur,tem parte de seu carrega-
mento prompto : para o resto que Ihe falta, In- *
a-secom o aeu cordal.*, A,.vedtf e*. ^tfrSirK!^
do ha um vapor em correapondencia ceas Gere)
e Lisboa.
A companhia encarrega-se de ai
cadonas eabarcadae a bordo doa vspona Ura-
bera recebe dinheno a objectoa ,de ior com
desuno para Londres om transito por Bordeaux e
Boulogoe. V1
Para o Rio de Janeirosahira' bre-
vemente o brigue nacional Mari Ube,
de priojeira classe, recebe carga e frete
e escrasos; trata se com Domingos Fer-
reir Maia, roa do Apollo a. SV
Farioha de trigo,
A 28 do corrente.
Johnston PaterA C. faro leilo por interven-
cao do agente Olireira.de cerca 900 barricas de
larioha de trigo em bom estado, sondo aproxi-
msdamente a metade da marca Windsor Mills
vmda de Baltimore pelo navio Palmetlo, e a
maia porco de diveraaa marcas rinda de Liver-
pool pelo navio Serapbina :
Quinta-feira 28
do crrente, sll horaa da manba em ponto,
em seu armazem junio ao do Sr. Antonio Nunes
Machado, ruad'Apollo ou aniigo porto das ca-
noaa.
LEILAO
DE
Miudezas e ferragens.
N. O. Bieber i C, suocessores, faro
leilo sextafeira 29 do corrente, por
intervengo do agente Antunes, de um
completo sortimento de miudezas e fer-
ragens finas americanas no seu arma-
zem ra da Cruz n. i, as 11 horas em
ponto.

Avisos diverso.
-
-w
Grande laboratorio de la-
vagem
Oa eeaboree a quem perteocem os asneros
abaixo declarado*, podem mandar buaear aa rou-
?55 ITS^,*****'* W, 144. 157, 225.

AMANHAA' as oito horas di ma-
nha artdarao impreterivelmente as ro-
da4 seguaMia perte da primeira^iote-
nm do Gymnazkj Pernamburano ceira concesso). (k bilhetes aehaun-se a
venda at anunhia as 10 horas ata noite
na thesouraria das loteras ra 3o Cres-
po n. 15 e roas casas roumstonadas.
Asscrtes aereo pagat ooaaode costume.
O thesoureiro,
A. J. Rodrigues de Souxa.
i
i'


I
BF ^aaw a asaaa L


1

D-A* ti MMM*W*.-t MPUmUi U U HQVAfiBP Dl.llAl.
mata
aos senhores do
tom.
Madama Carolina Traversa, (ranccza modista
e florttto,a?Maoeerwueeto captol, que teo-
lo bsevemeate de fuer urna viagem i Prehca
M4Wipar novas merendonas, vende en li-
qnoa^ao e tm graade abata mi procos as que
possue actualmente em leu eel.betocie.eolo da
de ofcfectos de modas a noridades chegadas"^
naoff- palo ultimo vapor, tees eomo florea, fe.
pelias, bsreges, tarlauo.s, BMssulinas, luvss,
veosi para chapeoa, enfeiies de cabis, etc. Teas
tambera flores de papel imitando aa flotes natu-
zaes, para ornar meas ; jardiosiras, vaaea e di-
TOraee objecloa d'arta imitando madeira aaculpi-
aa. A mesma modista convida a todaa aaVaaaoaa
que precisirOm mandar vir objectos de Paria a
procura-la para osle flm. prometiendo encarre-
gar-ie de tuas encbmtnendas com o maior sello e
cuidado, e por ama commisso moderada.
O padre Freoeiico Joto de Azevedo, de via-
gem para corlo pede desculpa a todos os seos
amigos, per nao ter ido peaaoalmeote despe-
dir- se, e espera oble-la urna vez qae esaa viagem
loi resoivida de momean.
Precisa-se de um cozioheiro, preferindo-se
captivo ; no Parta do Mattoan. n.
O abaixo assignasto desejando
quanto antes dar comprimento a con-
cordata que I he outorgaram seus cre-
dore, roga aos meamos, de se digna-
ren! entregaren! seos ttulos aos Srs.
credores Monteiro Lopes & C. curado
res fiscaes da fallencia, afim de que pos-
sana ser verificadas e poderse fazer o
dividendo na forma estabelecida em dita
concordata; a preste da entrega sera'
em beneficio de todos, porque quanto
mais depressa fizerem a entrega mais
depressa receberBo o que Ihes compete.
Recife25 de novembro de 1861___An-
tonio Joaquina Vidal.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n.37, sita na ra do Amorim : a tratar
na na da Cadera n. 62.
Manoel Alvos Guerra aaca sobra o Rio de
Janeiro.
Alugam-se duas casas com communicaolo
em Apipucos, junto da povoacao, com baoho
perlo, por preco mdico : a tratar na ra da Im-
peraros n. 47.
Aos senhores pedestres.
Anda fgido deede o dia 16 do correte o par-
aanho de nome Eugenio, natural do Rio Grande
do Sul, tem signaos de bexiga*. a vista esquerda
eoberla de nevoa branca, falta de cabello na ca-
neca do meamo lado, nao tem dente na frente,
de idade de 18 annos, tem sido par vezes encon-
trado ua nbera a ras de Santo Antonio, o com
m p atado : quem o levar a seu senbor na roa
da Imperatnz n. 9, segundo andar, ser recom-
pensado.
Saque sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Olireira A Pilho sacara so-
bre Lisboa ; no largo do Corpo Santo n. 19.
imum wmm
Sobre a viagem ao Brasil em 1852,
DE
Carlos B. Mansfield.
POR
A. D. DB PASCUAL
Acha-se novamenle aborta a asslgnatura para
esta ezcellenteobra em dous volu'mes, ntidamen-
te impressos, dos quaea o primeiro esi j publi-
cado. As pessoas que desejarem possui-la po-
derao dirigir-ae ao escriptorio da ra da Cruz n.
43, f andar. Preco da obra completa 5000. que
aerao pagos entrega do primeiro volume.
Sociedade bancada.
Amorim, Fragoso,Santos & C.sacara o tomam
taques sobre a praga da Lisboa.
Aloga-se o armazem da rna da Senzala Ve-
lha que rica por detrs da loja da ra da Cadeia
n. 18 : a tratar na mesma loja.
Alten$o.
A enliga cocheira d'alem da ponte da povoacao
de Beberibe contina a receber carros o cavados.
Aluga-se por anno |oa para se passar a fes-
la, um sitio em Beberibe, na estrada qae vai do
Caengue para o porto da Madeira, com casa de
vivenda, tendo commodos para grande familia,
estribara e coeheira, bastante terreno para plan-
tado, e mais urna especiaiidade de que ter o
rio pelo fundo : a tratar Da rua da Aurora n. 56.
Precisa-se de orna mulher de idade para o
servico interno de urna caaa de pouca familia : na
travessa da rua das Cruzeso. 2, primeiro andar
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
12 na travessa daa Cruzes; a tratar na praca da
Independencia o. 37. ',
Precisa-se de um cozinheiro, prefere-se es-
cravo ; na rua dos Pescadores ns. 1 o 3. padaria.
Aluga-se orna boa escrava cozioheira, e sa-
be compr*r na rua : a tratar bo becco das Bar-
reiras da Boa-Vista o. 2.
O Illm. Sr. Miguel de Miranda Vianna tem
urna carta para lhe ser entregue : na rua -da Ca-
deia o. 40, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia ; na prega da Boa-Vista n. 3. caaa terrea.
Antonio Pinto de Azevedo vende o seu si-
tio denominado Mugonga na freguesia dos Afo-
gados, o qual tem nma boa casa de pedra e cal
para vivenda, aeozala, casa de farioha e forno,
boa agua para beber, um bom viveiro de muito
boa produccao, e dom mais que necessiUm de
obras, lera grandes terrenos para plaotscdes que
dao pasto para 10 vaccas de leile annualmente
muito bons arvoredos de fructo, como sejam :
200 pea de coqueiros j dando, e mais de 500
prestes a isso. laraogeiraa, maogueiraa, goiabei-
ras. limeiras, cajueiros, fructa-peao outras mul-
las, e multas outras vantsgeosque serao patentes
ao comprador, como sejam : grande quantidade
de mangue ji em estado de cortar, ac, etc. os
preteodeotes dinjam-se a rua da Piaia. armazem
d. 4o, caja venda ser! teita com dinheiro vista
ou o comprador desobrigaro annuncianle por le-
tras que elle deve ao commercio.
Fugio em 5 do correle, do eogenho Pan-
torra, o eacravo Jos, crioulo, de idade 40 aonos
cor preta, baixo e corpo regular, carreiro, gago'
e nao anda direito por aofrer de eraros nos ps;
beato mesmo da tambero fugio o eacravo Anlero,
crioulo, cor fula, de idade 40 aoooa, alto, corpo
regular, no andar puz por urna perna, carrei-
ro, o tambora trabslhs de mestre de asauear. Ro-
go, portante, as autoridades policiaea e aoa capi-
tes de campo, que os prendara, e levando ao
dito eogenbo serao gratificados.
CeMP*HIA
^Bdule Publica
Aviso.
Oa aenhorea estudantes do curso commercial
qoe preteodem (requemar o corso de algebra,
queiram comparecer na casa o. 74 na roa Direi-
ta, para eerem matriculados, e saberem o lugar
onde tem de funccionar a anta., assim como o dia
e bora em que tem de principiar o exercicio
~ZlE!tSSz'l!*--2P*,lPu dei5 aDnoa> *
ou Meaos, uvr**u Ofcra*e, para servio do oas.
o rua : na lha dos Ralos, rua deSeve ou Uoiao,
casa o. 28, com parti ao lado,' visioha a ponte
que se est fazendo da rua da Aurora para o
Campo das Princesas.
Aluga-se o sobrado da rua da Aurora, hoje
pertencente aos herdeiros do finado desembarga
ddr Rocha Beatos, com exeellentes commodos pa
ra grande familia : a tratar na roa do Crespo V
5, loja da Mamliao & C
Aluga-se o segundo andar da casa o. 13 da
rua da Lapa ; a tratar na loja do mesmo.
Roga-se aa pesioas que se julgarem credo-
res do ofdo Joaquim de Paula Lopes, queiram
apresenlar auaa con tas no prazo de 8 diaa, a epa-
tar de boje : no armazem n. 3 do caos da ajfan-
atega.
Convidamos os aenhorea accioaietas deaU com-
panhia i eomparecerem no dia 30 do correlo
aoraeio dia noterrpiorio da mesma, Dama da
CleT, para rwcucao do disposto na 1.a parid do
art. 41 dos estatutos, e para elegerem ora direc-
tor em razio de um dos actuaos se retirar para
fra da provincia.
*oKe t5 de novambro o 1SS1.
Oa directores, a
g -i | Wp.Suuuh,.
Thomaz de Paria.
Roga-se aos senhores abaixo mencionado*
tfavor de virem a^rpa do Crespo n. 8 A a nei
) de sena ioleresses, visto nao se saber de s
oradas.
Dr. Manoel da Silva Reg.
Dr. Pedro Gaodiano Ruis o Suva.
Padre Francisco Alvee branles.
Frei Joo de Santa Cecilia.
Dr. Serpa Brandio.
Capillo Antonio Fernando Rasoura. m
Dr. Antonio Henriques deAlmeida.
- Acardo Jos de ttedeirbs.
Francisco Jos do Amara!.
Francisco de Paula Gavarcanli Wanderley Lis
Flix de Araujo Albuguerque.
JosGuilberme dos Res.
Joaquim Pedro do Reg Brrelo.
Manoel Dusrte Ribeiro Jnior.
Maottel Antonio Barbosa.
Miguel da Puriflcacao Gomes.
Jos Gorgooio Paes Barrete.
Alexandre da Silva Tavora Veneno. 2
Jos Thomaz de Aguiar.
Jos Thomaz de Aguiar Jnior.
Jalo Baptista Morelra.
Francisco Jos Alves Guerra.
Joaquim Ignacio de Carralho Mendonga.
* "PiP^iv
Attenco
Precisa-se lugar um sobrado de um andar e
aolo que teoha quintal com cacimba : quem
liver oode te dirigir a travessa dos Acougai-
nhos n. 20, que se dir a pessoa que quer.
Arauaga, Hijo & C. sacamj sobre
o Rio de Janeiro.
fCeimotypo
Este novo processo de pintura appli-
cado photographia excede a tuda o que
tem-se vista at agora em perfeicao e
apuro de detalhes e delicadeza das tintas
mesmo as miniaturas sobre martim.
Parece um esmalte !
Pode-se garantir-lhe pelo menos a
duraco da pintura a oleo, valo aer im-
permaavelnio s ao contacto da almos-
pbera, como tambera humidade de tal
modo que nao se altera ficando qualquer
espado de lempo debaixo d'agaa.
Outra grande vantagem deate estylo
de retratoa e que a pintura nunca pode
mudar o traeos da photographia do modo
que a aemelbanca perfeila nao depende
mais do pincel.
Os annuncianles toado dquirido do
inventor o segredo desta pttciosa inno-
varlo (da qual se poderi examinar al-
gum espcimen na exposi;o industrial
aberta esteadias no palacio do goveroo),
apressem-se em por ossas vantagens a
disposigo dos sena amigos o freguezea
afim de que possam ainda approveitar do
curto espado do lempo que ellea tem de
demorar-se nesta pra?a, sendo fizado
imprelerivelmeate para o dia 31 de de-
zemoro prximo fnturo o encerramenlo
doa seus negocio*.
STAHL& C.
otographostie S. M. o Imperador
14RUA DA IMPERATR1Z14
KM9 CnflHSKfln QI99IKW
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
para o ser'ico de cozinhar e comprar : na rua do
Imperador n. 37, segundo andar, entrada' a di-
taita.
'Precl*8>ao de urna "ama," que salba conzi-
nhar e comprar: oa rua Nova n. 33
Alogam-seduas boas casas no Cachang a
margem do rio, com excelleotes commodos, para
passar-se a feata ; a tratar na rna da Paz n. 42
^ l A,ia18_,.e dorante a Testa urna casa no Poco
da Panella, sita na rua do Rio, com 4 quarloa e
quintal murado: na rua do Queimado. botica
numero 15.
Antonio Jos Silva do Braail, achando-se
no exercicio do lugar de juiz de paz do 1. dis-
tricto da freguezia de S. Frei Pedro GoncaWes
publica queda audiencia as segundas e quartss
de cada semana, s 4 horas da tarde, em casa de
ana reaidencia, travessa da Madre de Dos nu-
mero 16.
Collegio de Bemfica.
Este estabelecimento nao d ferias, suas aulas
contmuam, como at agora, sera inlerrupcao, pa-
ra todos os seus alumeos. Alera disto, desdeo
principio de dezembro, haver um curso separa-
do de pbiloaopbia, relborica, geographia e geo-
metra para oa estudaotes que quizerem fazer
exame doa ditos preparatorios no comeco do pr-
ximo anno lectivo.
Attenco.
PrecUa-se do um cont do ria a premio sobre
nypolheca em predios ; a pessoa que quizer dar
dirija-se a rua estrella do Rosario n. 27, primei-
ro andar, de 9 horas em diante, achara com quem
tratar..
Aluga-se at o ultimo do mez de marco
prximo vindouro urna casa no Caxang mar-
gem do rio, confronte o eogenho Poeta, com um
aitio, ecom commodos para familia, por barato
prego ; a tratar no Moodego, taberna n. 97.
E. A. Ryder vai para a Europa.
Jos Francisco Lcurenco, Joo Cabral, Fran-
cisco Pereira, Jos di Silva, Porluguezes. vao
para o Para-
Aluga-se, ama preta captiva que saiba co-
zinhar e engommar para casa de urna senhora
viuva cora pouca familia ; no trapiche do Cunha
se dir quem precisa.
Aloga-se o seguodo andar da casa n. 15 da
rua do Vigario. com b.at.nte commodo e mdico
aluguel ; a tratar na mesma rua n. 13, taberna.
Feto juizo de orphoa desta cidade se faz
publico, que vai a praca por arrendamento. a
quem maiader, o aluguel do sobrado raea aKua
de2 andares da rua estrella do Rosario b 4
pertencente aoa herdeiros do finado Caetano Pe-
reira Vanos, a reqoerimeato do tutor por Dar-
le de soa tutelada, cujo sobrada ao ach arren-
dado aonual pelo prego de 144*000 rs. cada an-
dar e ioj,
Quem for dono de orna escrava annuocie
por este Diario dando todo* o* sigu.ea e aonde
derera ser procurados, oeste vo tenos signaos
cor parda, ila,s*4a do corpo, .marra o cabello'
e este intvo e carapioho, foi bam educada, s-
be fazer M(lw,.|a7r1t*le, costaras o tratar de
urna casa,suppoe-se aer das bandas de S Jos
dos POroho* oa Paeras de Miranda, sabio em-
barcada pelo Rio Jacuipe com conductorea de
madeira, taltez antea da epidemia.
- Quem se julgar cora direilo a dousescraros
sonando por este Diario dando lodos os aignaes
o aoodedevem ser procurados, aqui se dio al-
guna aignaea : um prato bam l:o\ baixo, groeo
o;cpr^*arti|a rande, ppuaa brbs. Irgaaea
de bexiga { o outra prato, baW, mult'sea* do
ospo, marcea do bexigas; do vinte e tantos an-
nos Aa idade, ha suapeitaa do ser *^M|aatJH^le
Goiaona, ha mais de 5 mezas que eaV edsWto
wummwi
Na madrugada do dil S2 do correte furtaram
do aillo oa rua da Esperases n. 7* um cavallo
com o* aognlotes signaea: er mellado, cnaa e
cauda pretaa, um p o duaa moa alcadaa de
siniro da Santa Cruz, qae ser be.m recompen-
Quem quizer possuircom pouco dinheiro baos
carroa do passeio, e oplimoa cavalloa de carro,
inclusive urna pareth* muito gorda e bonila, di-
rlja-ao cocheira da rua do Imperador n. 1S, que
tudo achara por junto, ou em separado.
Os devedores da ex ti neta firma de
A. L, Santos& Roiim, queiram ter a bon-
sdade de mandar pagar, quanto antes
seus dbitos ao abaixo assignado, a quem
pertence boje toda a liquidac5o, a qnal
sera' feita judicialmente se os remissos
assim quizerem : rua do Queimado
n. 31, sobrado amarello. -^ Antonio de
Moura Rolim.
Paga-se bem.
Aluga-se ou arrnda-se ama casa de um andar
e sotao com commodos para grande familia, sen-
do em boa ro do bairro de Santo Antooo: 'evl-
raquera quer na raa da, Poba..n. 21, aegundol
andar.
de urna ama que tenha bom o
ua rua da Palma, sobrado ou-
Precisa-se
abundante leite
maro 41.
Precisa-ae de um menino que tenha prati-
ca de taberna e que d fiador do sua conducto :
na rua Nova o 48. r
Precisa-se de urna perfeila eogommadelra,
brasileira ou porlugueza, forra ou captiva: na
rus do Imperador n. 27.
Quem quizer arrendaron comprar o eogenho
Itaptrema do Meio na comarca de Goianoa ou ar-
rendar o engeoho Soaza na freguezia da Taquara
ni provincia" da Parahyba, ou mesmo comprar
mais de metade deate engenho, pertencente aos
herdeiros do finado coronel Estevo Cavalcanti
d Albuquerque, dirija-se a rua estreita do Rosario
n. 10 3 andar ou ao eogenho Tab na freguezia
da Taquara.
O Sr. Miguel perdeu o bilheto da passagem
que levou para seguir para o Rio Grande do Nor-
te, e por isso faz este aonuncio para que ninsuem
ae utihse delie.
Est para alugar-s* a loja do sobrado da
rua daa Cruzes n. 9, penltimo sobrado de dous
andares, lado direilo, quem vai da rua do Quei-
mado para S. Francisco : quem pretender falle
no meamo.
Hospital Portuguezde Be-
neficencia.
De ordem do Sr. provedor do hospital ptfrtu-
guez fago scieole aos Srs. socioa do mesmo que,
em coosequencia do convite aito pela commis-
*ao porlugueza encarregada do Te-Deum que ha
de celebrar-se no dia de dezembro prximo,
ao qual tem de assislir a juoto administrativa,
foi transferida para o dia 8 do referido mez, a
reuniao da assembla geral doa Srs. socioa, para
o flm designado no 3 do art. 17 dos esta-
tutos.
Secretaria do Hospital Portaguez de Beneficen-
cia 27 de novembro de 1861.
Mendes Guimares,
1.* secretario.
Precisa-se de urna ama de leile: no caes do
Ramos armazem o. 10.
Arrentia e una loa me Uroi c* %l-
luga
Na rua das Cruzes n. "o^pi^ci.
sa se de um official de barbeiro.
Um segundo
Aluga-se o segundo andar da praca da Boa*
Vala : a tratar na loja do calgadona raa da Im-
poritnz p. 46.
load da Cunha Res faz setente ao res-
peitavel. nubltco, que ha quasf cinco
annos ifelhe tata' hysoU|eoado|8obra-
do de iim andar sitotw riia do Velha n.
63, pertencente ao Sr. .Jos' Ferreira
Lopes Riog, por escriptura publica labra-
da as notas do tabelSo Costa Montei-
ro ; cuja escriptura nStf sendo registra-
da em tempo, consta lhe que alguem
tirara por certidao mostrando o mesmo
sobrado Tre e desembararado, talvez
que para hypothecar ou vender. Pro-
testa pois contra a venda ou hypotheca
do referido sobrado visto estar sugeito
ao pagamento de urna lettra de .
2|W6Ji|a>63, vencida em 21. de maio p.
p., e seus juros vencidos e vencer na
mesma lettra estipulados at seu reaj
embolco, para cujo fim vai instaurar a
competente accSo, visto o nlesmo Sr.
Jos For rer a Lopes Ros, nao querer
pagar amigavelmente.
fo dia 30 do corren te mez de no-
vembro, na sala das audiencias, ao de-
pois da audiencia do Illm. Sr. Dr. juie
municipal da segunda vara civil, tem dz
ir a pr'ija por venda a quarta parte
da casa terrea h. 70 sita na rua do Pilar,
da' freguezia de S. Frei Pedro Goncal ves
do Recite, avahada a dita parte em 600,$
penhorada por execucao de JoSo Joa-
quim Vie'tra contra Domingos Barreiro
e sua mulher; os licitantes deverao com-
parecer no dia e hora, no lugar cima
indicado.
Precisa-se de um cozinheiro ou cozioheirs,
que aeja forro ou captivo, para cozinhar o diario
de urna casa de pouca familia : a tratar na rna
da Aurora n. 80, ou na rua da Cadeia o. 3, pri-
meiro andar.
No dia 95 do correte furtaram da casa do
baiio aaaigoado oa objectos seguintea : um cor-
daocomo peso do 16 oitavas, um par de brincos
grandes, um anoelao e dous armis pequeos, lu-
do de ouro : roga-se encarecidamente a pessoa
a quem for offerecido ditos objectos, de apprehea-
derem, ou quem dalles aouber, levarem a casado
abaixo assigoado, na rua Direita da freguezia dos
Afogadoa n. 4, ou oa rua daa Cruzes da fregoezia
de Santo Antonio, loja do marcioeiro n. 40, que
serS generosamente recompensado.
Antonio Prea do Lima.
Attesto e agradeQo ao
Illm. Sr. Ricardo Kirk.
Lobinho no punliu da mo esquerda
O abaizo aaaigoado declara que tendo sido urna
sua escrava accommellida de um tumor mole,
ou lobinho, na parte superior do puoho da mao'
esquerda, do quesoffria grandea dores, que a nao
deixava socegar, mormente de noite, e que a
Impossibilitava de todo o uso daquella mao e bra-
^o, sendo tratada ne espado de mais de dona an-J
nos. e nao tendo obtido me'.hora ilguma, anal,
[epor coosentimento do facultativo aasisteule)
recorri ao Sr. Ricardo Kirk., escriptorio na rua
do Parte o. 119, o qual com a applicacao de suas
chaas medicioaes, do prazo de 70 dias a pz
perfeila e completamente boa.
Este facte descriptivo de seu cuidadoso trala-
meoto nao possivel oceultar, o por isso em ver-
dad lbe atiesto o agradec.0.
Roa do eogenho Velho n. 13.
Joo Francisco Ferroir
tos e casa na Capunga a margem do
rio Capibaribe e (rente para a estrada
com dous portees, a casa tem excllen-
tes commodos, urna boa coxeira com
um sobradinho, boaestnbaria, banhei-
ro bem acabado de pedra e cal, o sitio
tem muito boas fructeiras de diversas
qualidades e afinal muitos outros bons
commodos, o qual ica confrente o sitio
da Sra. Laserre : a tratar na rua do
Apollo n. 24, armazem.
. O escrivao da irmandade do Seohor Bom
Jess dos Marlyrios em nome da mesa, convida
a todos os irmos para que comparecam no seu
consistorio domingo 1. de dezembro, as 11 ho-
ras da mantisa, para reunidos, traannos de ne-
gocio orgente, a bem da irmandade o dos irmaos
ora geral.O escrivao,
Boaventura Manoel do Nascimento,
Muita attenco.
Ao amaohecer do dia 15 do correte, furta-
ram do abaixo assigoado um selim ioglez novo
cora borraDss alraz e adianto, com rabicho, es-
tribos de acoje urna bride velha com corrente na
barbella bastante comprida, e urna manta velha
de panno de orello prelo, forrado de panno bran-
co; quera der noticia ou apreheode-lo, graliQca-
rei com 208000, o igualmente peco aos donos
das cozeiras a aos seohores selleiros que, no
caso de Ihes ser offerecido, o lomera, epareci-
pem ao abaixo assignado no seu sitio na rua da
Joao Fernandes Vieira, junto do Manguinho.
Antonio Leal de Barros.
Arrendamento.
Traspassa-se o arrendamento do sobrado e ar-
raazens da rua do Trapiche n. 40, excelleute para
qualquer estabelecimento commercial de fa-
zendaa : trata-sena mesma caaa.
Joseph Twedy.
Of Villa do Cabo Would obllge by paytog a
Bill due october 14" 1861 to Robert Kerkp.lrick
for the Sum of 124:000 if not paid Wilhin three
days further measures Wilr be Uken to recover
lhe money also his passage to Eoglaod Will be
Embargado. Recife 26" de novembro 1861.
Elizabeth Kerkpatrick.
Frecisa-se de una ama na rua das Laran-
geiras n.J6 ; pagase muito bem.
Aluga-se um armazem oa rua do caea de
Apollo n. 7, com commodos sufficienlea para
qualquer ostabelecimento : a tratar no pateo de
o. rearo n. tw
Frederico Chaves aluga sua casa de sobra-
r?Jr Po?fd.,P"ell. com muitos bons
commodos para familia, j.rdim aos lados, terra-
dn'ha,n*hnP"a c"f,?. > e estribara, perto
dpertrizh0nAr,0,reK,:'lraUrn*rM
cavallo.
Sumio-se hontem SV do novembro um quarlo
alazao carnudo, de 7 para 8 annos. marchador de
baixo a meio, calcado de ambos os ps, cora o
torro JP : quem o trouxer na mi larga do Rosa-
rio n. 21, ser generosamente recompensado.
Precisa-ie de um homem para levar
este Diario a Olind, e alli distribuir
pelos assignantes: na livraria n. 6 e 8
da prca da Independencia.
Vndese molduras douradas, de
todos os tamanhos, por menos preco de
33ZTrktr ^ "*
quatro quartoa o cosinha fur,, tudo em nonio
a tratar na
Gratido.^
Inflammaco na bocea do estomago.
Eu abaixo assignado. certifico que tendo pade-
cida ha mais de cinco mezea de urna ioflamsna-
qo na bocea do estomago, que me tirava parte
da reepiracao, e lendo feito tudo a meu alcance
par* obter melhoras. tado foi bsldaOe, o por ul-
timo recurso recorri s chapas medicnaes do
Sr. Ricardo Kirk, escriptorio na rua do Parto n.
119, as quaes me ouzeram perfeitameule bom no
curto espseo de 10 dias, pelo que lhe serei eter-
namente grato. Rua do Conde da Cidade Nova
numero 198.
Para as eucammeodas ou informaces, diriia-
aepharmacia do Sr. Jos6 Alexandre Ribeiro,
rua do Queimado n. 15, em Pernambuco.
Joaquina doCorajao de Jess retira-se para
o Rio de Janeiro.
Olerece-se um moco com habilitares pa-
ra eosioar primeiras lettras, preparalorioa e mu-
alca, dentro ou fora da cidade : quem pois quizer
utiltsar-se deaeu prestimo dirija-so a esta lypo-
graphia em carta fechada com as ioiciaes D. B.
Na botica do Pinto rua dos Quarteis acaba
de receber a injec?io de Brow infallivel e preser-
vativo nos esquentamentos recentes ou chronicos,
e o xarope de Lobelooije cootra molestias do co-
ra^ao, as hydropesias e tu affeccoes do peito.
Programa
DA
resta da gloriosa virgem
e martyr Santa Cecilia
kVO.
rboSJajdo Aqatno Lobo da Silva retira-se pa-
ra a cidade de Loando ; quem at jolgar Seu ere-
dor apresante sua acata aa casa do Sr. Doraifigoa
Jos da Coste Lopes, no prazo de tros dias, a
contar de hoje.
Aluga-se.oma escrava para o Serrino inter-
no de caaa de familia, eoiedOe da coiinha, cose e
eogomma : a tratar no principio da estrada de
Joao Fernandos Vieira o. 38.
Basiliano de Magalhies Castro,
como testamenteiro ojo fallecido Jos
Fernando da Cruz, e inveotarante dos
respectivos bens, em vista do annuncio
que taz o, Sf. Joao Fernando da Cruz,
como procurador ou gestor da Exma.
Sra. D. Joanna Mara das Dores, para
que os credores daquelle fellecido apr-
sentela a elle seus crditos, julga con-
veniente avisar aos mesmos credores que
elle testamenteiro e inventariante ja'
deu comeco ao respectivo inventario
pelo juizo municipal da segunda vara
desta cidade, escrirao Motta, e que em
tempo competente avisara' a todos para
que jiMtifiquem seus crditos.
Alugam-se as tojas do sobrado da roa Au-
gusta n. 43 : os pretendeotes dirijam-se ao se-
gundo andar do mesmo sobrado
NOVO 1ETH0D0 PRATICO-THEORIGO
PARA
aprender urna Ifngua em seis mezes.
APPUCAOO AO FRANCEZ,
aegundo o facilimo systema allemao do
* Dr. H. Oliendo!!,
POR
Cicero Peregrino.
Obra ioteiramente nova e nica, escripia em
porluguez por aquello systema, approvada pelo
cooselho director de instrucgo publica desta pro-
vincia, em sessao de 10 de outubro ultimo: 2 vo-
to mes de quasi 500 foi has em 8 francez 7$000.
Recebem-se assignaturaa na rua do Queimado
n. 26, primeiro andar.
Desappareceu oo pateo do Carreo n. 13 um
cavallo com cangalhs, e tem ossigoaea seguiotes:
ruco pedrez. dinas viradas para a os'querda, um
pouco sellado, tem o andar furta-passo, na junta
do p esquerdo tem marcado um talho ; roga-se
as autoridades policiaes, ou a quem o appreheo-
der.leva-loao lugar cima, ou no engenho Ara-
riba da Pedra.
Jos Pereira, Joaquim Ferreira dos Santos,
Manoel da Silva e Alexandre Ferreira, subditos
porluguezes, retlram-se para fora da provincia.
Manoel da Silva Barbosa, subdito
guez. retira-se para o Pai.
porto-
Compras.
Compra-je moda de oiro de 20JJ00O na ru
Nova o. 23 loja.
Compram-se escravos de 15 a 30 annos pa-
ra exportar para o Rio de Janeiro : no escrip-
torio de Hanoel Alves Guerra, rua do do Trapi-
cho n. 1*.
Compram-se pataedes hespanhoes do cunho
de Carlos 111 o IV : na rua Nova n. 23, loja.
Compra-ge urna preta de meia idade, que
tenha algamas habilidades : quem a liver leve-a
rua Nova de Santa Rita n. 7.
Compra-se urna ou duas vaccas que d bas-
tante leile : na rua Nova, na taberna junto a bo-
tica.
Vendas.
desta
ainhps nem ao lado nem na" frente
rua do Rosario da Boa- Vista o. oST
NO
Convento do Carmo
cidade.
Quinta-feira 28 do corrente, ao meio dia, di-
versas gyrsudolas de logeles annunciaro a fea-
ta da Virgem Martyr, e que sua veneranda ima-
gem ai ser benta pelo padre mestre provincial
Fr. Norberto da 1'urilieac.ao Paiva.
As 7 horas cometario as vesperss solemnes, e
no dia 29 s 4 horas da manhaa, haver miasa,
entrando a feata as II horas do da, sendo o ora-
dor do Evaogelhn o Rvm. padre mestre pregador
da capella imperial Lino do Monte Carmelto, sen-
do nesta occisiao execntada pela primeira vez em
Pernambuco urna lioda antipbooa, composicao de
Mr. Parelle ; o Te-Deum priocipiar tambera as
7 horas da noite, sendo orador o Rvm. padre
mestre pregador da capella imperial Leonardo
Joo doGrego.
A msica da festa a segunda vez tocada nes-
ta cidade, soodo a do Te-Deum ioteiramente no-
va : ambas estas magniticas pecas ao composi-
cao do insigne professor Manoel Filiope.
Taoto no acto do beczimento da imagem como
oa vespera, festa e Te-Deum. a msica marcial
dirigida pelo professor Manoel Augusto de Meoe-
ses Costa, executar as melhores pecas do seu re-
pertorio.
Na tarde do dia 29, daa 4 horas at o aooile-
cer, a banda marcial locar oo adro da igrejs, en-
tretanto que a orchestra do Carmo, no choro da
mesma reveaar com ella em differentes harmo-
niaa de apurado gosto, exocuiando o mesmo pro-
fessor Manoel Filippe difficeis e lindos concerlos
de trompa, e o Sr. Angelo de clarineta.
Desta forma ser celebrada a festividade da
gloriosa Santa Cecilia do convento do Carmo,
seotiodo os encarregados d mesma festa se nao
salisluerem pleuamele a expectativa de todos os
devoto* da meama gloriosa santa,
Ao concluir, djrigem-se a tod
do Jargo do Carmo, rogando-Ibes o obseauio
lllumloarem as frentes 'de si -
da
Urna arma^o.
Veude-ae urna armaco nova e em ponto pe-
queo, propria para deposito ou fabrica de cha-
rutos, por muito barato preco: a tratar na rua
do Aragao o. 36, taberna.
. ~~ Vende-se a casa n. 5 na rua dos Prazeres do
bairro da Boa-Viste: na rua da Imperatriz n. 88
se dir quem faz o negocio.
Vendem-se velas de carnauba iguaesas do
Aracily a 109 a arroba : na rua do Brum n. 41.
_" jlgum breu para vender-ae : na rua do
Brum 0^41, acba-se com auem tratar-se.
Pedido.
Os abaixo assigoados, curadores Dieses o depo-
sitarios da massa fallida do commercianle Jos
Femendes Agr, fazem publico aos credores da
referida massa, que at o dia 5 de dezembro dea-
te anno deverao apresenlar seus titulos oo arma-
zem n. 16 da travessa da Madre de Deus, aura de
proceder-sea veriQcaco eclassiflcacSo de crdi-
tos, que os nao apresenlados para dito ra nesse
tormo, nao podero ser mais recebidos pelos an-
nuncianles, visto flear ento terminado esse tra-
ba"1? da parte dos administradores a quebra.
Recife 27 de novembro de 1861.
Ferreira &Marlins.
Barros & Silva.
Amarga? nao!
No estabelecimento sito rua larga do Rossrio
n. 35, tudo doce, vend6-se ameodoas con feita-
das a 19 a libra ; ditas concitadas a chocolate a
800 rs.; ditas dito a caoella a 800 rs. ; confeitos a
640 rs. ; assucsr candi a 600 rs. ; caatanhas con-
fesadas a 800 rs.; bollinhos de limio a 1 ; ca-
vacas de goslo lisboneose a 1$ ; latas com 5 libras
de doce de calda, de sbacexy. sspoty, larsnja,
cidra, birimb e grozella a 2500; xaropes' de aba-
caxy, grozella, IsraDja a 500 ra. agarrafa ; assu-
car refinado fino a 140 rs a libra e 40160 a arro-
ba ; dito baixo a 120 rs. a libra e 3|520 a arroba ;
dito grosso de varias qualidades, caf, cha e ou-
tros gneros proprios ao estabelecimento.
Vende-se a taberna e padaria na rua Direi-
ta dos Afogadoa n. 3, mui bem afreguezada e
tom muitos commodos.
Vendem-se batatas francezas a la o gigo :
no largo da alfandega n. 18.
Vende-se
Azete de dend.
Azeite de amendolm.
Azeite de paite.
Tudo no Forte do Mallos ou lsrgo da Assem-
bla o. 1.
Vende-se
na rua d Queimado n. 19
oseguinte.
Pegas de eambrare fina adamascada para corti-
nado com 8 \[% varas,pelo barate preco de 5gMJ00.
Toalhaa de linbo adamascado para mesa s4jL
Cambraias de salpico* graudoa muito lindas a
59 a peca, ditas de ditos miudiohos finas a *9590.
Leocoes de bramante de linho a 39000.
Cambraia ailada para forro de veatido, cem
1|2 varia a pega por 29.
j Grandes colchas de fustio lavradas a 69.
Chapeos eufeilsdos muito liados, proprios para
meninos a 79 cada um.
Cobortea de chite, gasto chioez, a 19800.
tod'na os morador** *}c*i5*Pllaa para ooire, de Borde larsnja.
1 0obs7a0rd. tt^JLW.*M.rif .600r.....r.
1 suas casas as noitea
Cuero,

Precisa-se arrendar annualmi
NH1 para familia, obrigando-se o anonocianle a
ertraaja-lo era o meamo eetado ou melhor ou ou-
iras eondiedea que couvencionar-se : a tratar na
rna do Nogaeira n.21.
Laaoe* da paoou de linho a 19000.
a^rprn^ar. W wgeMuetisfeoa en
Acha-sa abarlo o coreo das aula* preparatorias
Aa ruada Gloria o. 116. Em attenco ao emba-
race atoe examee ada mea o esoasramente das
matriculas dos differentes preparatorios para o
dia 7 da dezembro ; fdtertiraoa fue esse prazo
improrogavc^faawyiifas^j espadantes que se
quizaren mHay ld>m- par essa declarado
, Aluga-se a casa terrea na rua airas da ma-
UfeMar Boa-Vista n. 14 : a tratar na rua da Flo-
rentina n. 32.
O abaixo aasignado tem mudado ana casa de
drogas bomeopathicas da casa n. 13 do pateo do
Paraizo para a casa o. 8 no mtsmo pateo.
Veids-ia a mata aova qoe ha no morcado por
preo mulo commodo ; mica monte 00 largo ao
Corpo Santo a. 19,.laaffeiwto oompaobia.
vepde^e urna carroga nova para cavallo.
um vrodalMMeiar gooorou auan. ^to pouco
uso, urna Crroca em bom estado e uro hoi; tam -
'* VSS* *"*** de ,orn- P*hdes da
sicopira do 28 palmos do comprido at 60. tudo
f-tlt^ D,wr,a D0T d *nl W defronto
da cacimba da ribeira n, ti.
piala iogleza
para dettUs.
Est finalmente remediada a falla que se sen-
ta deesa aprtfiavel opiata ingina to^roveito-
sa e necess'aria para os rJoutes, isso po'rque a lo-
ja daguia branca acaba darreeebe-la de sua eo-
commenda, e cunllnua a venda-la a 195(10 rs. a
cala : quem quizer conservar seus denles per-
leitos prevenirse mandaMo-a comprar em
lita toja a aguis branca, rua do Queimado n. 16.
Navalha^d'aco
coaa cabo de marfim.
Vend-se na loja d'agua branca mui finas na-
valhasdaso refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade dellas basta dizer-
se que sao dos afamados e acreditaba fabrican-
lea RodRors & C. cusa cada estojo de duas na-
valbaa f9000: na rua do Queimalo, toja d'agua
braoea,|n. 16. .. ,
Peonas galvanisadas.
A loja d'agua branca recebeu essis peonas
galvanisadas, de no?iseiaaa e mui boa quslidade,
e as est rendando a 2*000 a caixinha com urna
groza. As primeiras dessaa peonas foram.offe-
recuas Garibaldi, a par isso trazeaa o ae re-
tracto, e as referidas calzas se encentra o dia-
licopennas Garibaldi.
S se encootram na rna do Queimado, loia
d agaia branca n. 16.
Touquinhas de setim,sa-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
para bapsadoi.
Aloja d'aguia' branca acabada despachar de
ua propna encommenda, um bello sortimento
oos objectos cima, e de muito bons costos, sen-
do as touquinhas de setim mai be enfeitadss
de fitas e flores s 9000. rindo cada urna em sua
cauoha, sapalinhoB de selim braceo muito bem
noraadoa a 6$ rs e meias do superior qualidade
lano brancas como cor de carnee pintadas a 2
rs. o par: quem munido de dinheiro dirigir-se
s.ietsj?i;.o,t **branca n-16*Dio
Esponjas fioas
para o rosto.
Vende-se mni fioas esponjas para rosto, a 29
branca"! 16' '" d Ouelado.' -"i-
Delicadas escovas
cabos de marflm e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na verdadeuma escova para limpar penles
sempre necessaria em qualquer loucador, e com
especiaiidade no da senhora que preza o asseio,
e para que elle seja perfeilo mandar comprar
orna dessss escovas de cabe de marfim ou ma-
dreperola que custam 29 e 39 rs., na loja d'aguia
branca, na rua rua do Queimado n. 16.
Cortes de cambraia.
No armazem de fazendas de J. J. de Gouveia,
rua do Queimado n. 29. esquina do collegio exis-
to um grande sortimento de cortes de cambraia
brancoscom babados, que se vende a 5$ e 7{000
cflufl corle.
5:000 rs.
Na rua do Queimado n. 29* armazem de fazen-
iu J* J< ?e Gou'eie, vendem-se chapeos de
palha, copa altaprova d'aguapelo mdico pre-
go de 09 rs. r
Cassas miadinhas,
A 280 rs. co vado
Vendem-se cassas de cres miudinhas pelo di-
minuto preco de 280 rs. o covado. no armazem
de fazendas de J. J. de Gouveia, rua do Queima-
do o. ro, esquina do collegio.
Leile virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
.. 'e]f 'irginal j bem conhecido como reme-
dio infallivel para sardas e pannos, vende-se a
SJ rs. o fresco ua rus do Queimado, toja d'aguia
branca n. 16. e
As verdadeiras luvas de
Jornia.
Acabara de chegar pelo ultimo vapor pata a
toja d'aguia branca, na rua do Queimado n. 16,
sendo de todas as core.
Luvas de pellica.
Vende-se tovas de pellica de Jouvin para ho-
mens e senhoras a 29500 : na rua do Queimado,
loja de miudezas da Boa-fama n. 35.
Enfeiies brancos para
noivas.
Veode-se ricos enfeiies brancos para noivas a
109 e 129 rs., assim como ditos de retroz gosto
moderno a 79 rs. ditos pretos com vidrilhos para
meninas e senhors^alfSOO : na rua do Queima-
do, loja de miudezas da Boa-fama n. 35.
Opiata iogleza a
. 1,500
Vende-se opiata ingleza a 19500 a caixinha,
agua balsmica para dentes a I9OOO o frasco,
opiata franceza a 500. 640 e 19, assim como um
completo sorlimeotejsfe perfumaras doa princi-
paes fabricantes, todo por menos do que em ou-
tra qualquer loja : na rua do Queimado, loja de
miudezaa da Boa-fama n. 35.
Cascarrilbas
Vende-eecascarrilbas para enfeiies de vestido
a 29500, 3$ e 49 rs., franjas, trancas o gales de
seda de diversos precos, aflanca-se aos compra-
dores procos mdicos : na rua de Queimado, lo-
ja de miudezas da Boa- fama n. 35.
Pe chin cha
Vende-se 1 carro da A rodas o 2 cabriolis:
Juera os pretender, dirja-se a rua do Jasmim n.
4, officiaa 60 ferreiro, qno achar com quem
tralar.
para acabar
Manteletes de seda a 14,18 o 109. fazenda mui-
to boa ; na rua doQuetaaSdo n. 47.
A 16,0000.
Paletota de panno Uno forrado da seda ; na roa
do Queimado n. 47.
A200rs o covado.
Cassa toda frota : oa rua do Queimado o. 47.
A 600 rs. avara.
Pil do linho lito : na rua do Queaadji> u. 47.
Lmvas de Joy i,
Na loja da boa f, na rua do Queimado n. 22
SSi? ,eacoDtrrSo 'rdadoiras luvas d
Sil .nd0"'e ,M ?,ra *u,ll ai^ muito lin-
MI 1TII AhA
11
\ /r-1
i


BOM E BARATO
mu HrumumM* i-H>m*um n uuj
Francisco Permandes Duarte
largo da Penba _
Continua-se a vender neste armazem de motilados os
melhores generes que vorao mercado, e por muito menea prego do que em outre au^MaTn.rtr
p.r. o qoe recebe epreerteartowtodee os Trotes da Europa, a malo pTrtido seuo^*
acolado, por penosa eoomegad.s, para este fin,; per lasoMmoto MrtfdM 4eooarae^a'
ooa a .os 9m d. r?B. de engenhos e lav.rdores, que queiraan lTr em pSeelr7e
nao deixem so menee do comprar t praeinr vez suas eocommeodaT cVrlo Se aue^afTT.o.Ur
a. *- i9^ e riMsem os Srs. pesseoteente; e abano eMkeM'awt
os pregos de algans genero., per onde se podo julgar que rendemoe berallidmeT
Manteista nurlexa
barril te faielnilleiuutu roparior qne ha no merowlo a 800 re e 1)000 a libra ea
Exposicfto
.08
O J.'
MauUlga tcaucexa auil# not>. 64(
CW Broia,. liyssoia e preto
2)600,
e l* rs a*ftd e^dfcnc^se boa^-Taad.?"10"* *"* **'
*^*^000 Eft^***#,,,0,n "Por 3|200, ditos do vapor panado
* de superior qualidade e muito frescaes a 1)000 rs. a libra, e
a 900 rs. a libra, em porgao se tari abati-
o que ha de bom neste genero a 480 rr. a libra e inteiro
e costelletas proprias para fiambre a 806 rs. a libra,
rer por estar prompo a i
a libra e arroba a 9)500
560 rs. a libra.
mais alva que ha no mercado a 480 rs. a libra
a ancoren, a em garrafa 310 rs.
contendo diferentes qoalidades a 1)440 e
enteirose taz abatimeoto.
Pr3ZMU>nglcxproptiM?1
montoi
Prezunto do rein
Me.
IowAlitinglMMtt,c,da
. C ""'hor peUseo que pode ha ver por estar promp(o a toda a hora a 1) a libra.
ToueiBl.0 do reino.360rs
Banaa de porco refinada a
e em barril a 440 rs.
Apitonas muito novas a .l$m r.
Latas co bolaxinna de soda
m porgo se (ara abat melo.
Maca de lmate...
dua. dit.s por 1)700. n0" *"* em de Uma 1b" Pr "" <"1" de
Mar melada imperial, ..
1* ihr. JTi a ,, afamad Abreu e de ontr maitos fabricantes de Lisboa
a i a libra, em litas de 2 libraa por 1)800.
Klrwlnas f raneezas maXh
,,_> ,a a melhores que se pode desojar em meias latas por 500 rs.,
tambera tem portugaeza me latas enleiras a 640 rs.
Chocolate f ranee.*, h.. u, ..
- o hespanhol chegado neate ultimo vapor a lg200 a libra.
SSaS proprug psra po(Hni a 800 rs. a libra.
Doce de alnerelie
r -wm^ em |alas dfl 2 ,bras elegantemente enfeitidas a lfl-200 cada uma.
^spermasete iuperior de 4,5 e 6 em libra a 760 r9>
Latas com peixe em posta
1)400.
Amendoas confeludas
a 480 rs.
Noies e eastanhas
Para sPa a 640 rs. a libra e em caixinhas de 6 a 8 libras se far abatlmento.
AAetria, macarr&o e ta \\* rim
Sevadtnna
Farinha do MaranUao
- de eu8mmar> .u e pie desejar por ser omito alva a 100 rs. a libra.
iVlpiSta muito eovoelimpoa 160 rs a libra e em porgao se far abatimeoto.
n,H ..*?"'? kipubllco! que afiaD5ando-8e a boa qualidade dos gneros cima mencio-
nocdos qU"eS *6 Pder julg" t0d0S S demi, que na0 foram
Candieiros a gaz,
O proqrietario da nova expoaigio dos candiel-
,ro" "az ?* a PMco em eral, que se etta
stfp^saJroV(*m grtmd e terie*?Mrlmtt4e
.^aadlewee-^ee e mete barato***^ QMavo>
aaaim eome.um grande deposite de jaz idrogeoio
rerdadeiramente econmico. recoehecdO terds-
t?**10^ ?(Z t0*. iiaori: rwrM
Hova os. SO e.34, #riieirt Vianea.
Nesta mesma expsito se eocontrar um va-
riavel aorlimentode riqnissimos qusdros de todas
* Vevatortee para qvertMfseete cmmra), umnrit.
leleortimmtodeeelaioe eea t4ee os prepkros
pata rutpsm. coetendo prato*. faeaj, copos e ou-
tros frascos para conqlfeoOar. ferro tf# eegom-
machinas de fazer caf a vapor, eepiogardaa de
deus anos tronzadas e de alcaace, roappat del
mundo, e ootros muiros objectbs que se vendara
'*** ^^iS' tfmlM,u *: m Nova
eumeroW.

e em caixa a 740 rs.
das melhores qoalidades que ha eaa Portugal a
alga libra, ditas em milo a 800 r., dita com casca
piladas muito novas a 160 rs. a libra.
a 400 rs. a libra e em caixa a 9).
franceza muito nova a 240 rs. a libra.
muito alva e cheirosa a 160 rs.
an-
^Guimaraes & Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Tendem baratsimo.
chitos m chile
o tnauiaos que ha no mercado, na ra
DireiU, loja* de-chapeos nmeros
2*e6I-
-^.wmnSimuU".Sualidades dfe chapeos.ltem
Wde Cb4le, osmelhoreeqoe se l.a vteto oeste
*, proprietirio deameociooados estaba-
lecimentos esta disposto a vende-los com pouco
lucro, e tenva convierto d que quem os vlr nao
."!"** ""I*"' tato-pelo neecocomo peta
qualidade.
Paira a parada d dous de
Luas brancas a 160 rs.
Hsreode grande qnauidade de luvas brancas
proprres para os distinctos uuardas nacionaesee
(rpreeenuretn coa ellas no dia do festejo nacio-
i2ba f^taidoveajder-ee a 160 rs. o par,
ea-260 re. das mata finas: na raadoCabug, lo-
j de (aseadasn. 8, do Burgos.
Chapeos de pslfaa para os
cajs.
Na lojs-da ra do Gabogn. 8, aioda ha alguos
cnspeos de palba hamburgueses des que se tem
annunciado a lacada um ; nada ha de mais ba-
rato, est se acabando.
, Ganga amarella da India*
l$280el$300apecinha.
Na rea do Cabog. loja n. 8, vendem-se peei-
nnas de ganga amarella da India, sendo de Mstras
e de quadros a l)t80 e a 1)500. Com tio dlmi-
uta quantia tem-se bois e bonitas caifas.
A 2,300 a caixa
de charutos suspiros superiores da Birria, sendo
caixss de 50 charetos-, vendem-se em porclo ou
a retalho por este barato preeo.esio frescos : no
aterro da Boa-Vista n. 12.
Cambrala lisav
Vende-se carobraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato preco de 4 e Sf a peca com 8 Ii2
varas, dita tapada muito superior, petja de 10
Da raa do Q.cimad. M, na lojj
i grawte iliaca da
loja do Pavo,
IVaraa^hOlMiratrirn. 60
Gama SIva.
eri* de-i^.%^'b*in|*ato um
grande e variado aortlmenlo de fazendas proprias
?-* '' f*0*^90* resolveram -teaderem-
pof trt-es-bwransitt,,, ur elWf .^ flm 0
no'^qeerefeB apurar dinheiro, como sejam :
tassas.
"uI! 96rt,m*lrtff csswetfe- tstlar cores
e quaUdades, qao veedem a 140 a-18rs>. o c*-
.ado.
BrilhantiHa.
Chita* a 240.
Vende-se floiasimas chitas francesas eeei
alegres, fszeoda que sempre se venden por
pataca e acab*e#a 240 r* o e#wd : na r
lasosratiiz n.60, loja do ravoT
Afinseliiia a duzentos rs.
o eovado
osearas e
uma
ra da

dita
raras a t)g :
da boa f.
Bramante e atoalnado de
linlio.
Vende-ae superior bramante deparo linho com
duas vare, de largura a 2*400 a vara, aesim como
atoalhado adamascad* Uaibaai de para linbe
cora 8 palmos de largura a 2*000 a vara : na barr
conhecida loja da boa f.na raa do Qeeimado nu-
mero 22.
Cortes de calca.
Veodem-se cortes de caiga de
de cores escuras a 2$ cada corte :
f, na ra do Queimado o. 22.
meia ceaemira
na leja da boa
a 7) a peca de 9 varas.
Cambraias brancas bordadas para vestidos desenhoras
Organdys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores faxenda fina a 240 e 280 rs. o covado.
Manguitos e golliobas para senhoras a 2) o par.
Gollinhas ultimo gosto a 1).
Manguitos a 3) o par.
Eniremeios ricamente bordados a 2)
Tiras estrellas e largas bordadas para enfeites de vestidos de 2) a 5) a peca.
Saias bordadas de 4 pannoa a 4a.
Saias bordadas de 3 paonos a 2)500.
aias balo de rousaelioa com babados a 6)
Chapeos de palha de Italia para senhora a 28$.
Ditos de seda para senhera a 12).
Manteletes de seda
o que ha de mais moderno de diversos precos.
Ditos de fil muito bonitos a 30$.
Vestidos brancos bordados a 20). '
Ditos brancos bordado* a 7).
Chitas fr.ncezaa de todas aa dualidades a 280,300, 360 e 400 rs. o covado.
Madapolao de todas aa qualidades a 4), 4)500, 5) e 7) a peca.
Outras multas fazendas de goato e presos baratos.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muito fino e assim tambera
tarlataua branca muito fina, tanto uma cousa co-
mo outra sao proprias para vestidos, nao s para
baile8Como para assistir-seacasamentos, andem
antes que se acabe na ra do Queimado o 22
na loja da Boa-F.
Vende-se musselina branca com 4 e meio pal-
mos de largura a 200 res o Covado e dits de
cores matijada largura de chita- a 200 reis o co-
vado u. ru. d. Imparalriz n. 60 loja do fqvlo
S o Pavo ein li-
qoidaco.
ctaSS0* '.''0* ioand4* l com listinhas a
-*)500, ealcinha bordad aa para meninos a 1)000
gollinhas com manguitos a 1)600, gollinhas d
traspasao a If, ditas sem ser de traapasso a 500
rs. lavas de seda em perfeito estado a 500 rs, o
par, chapeos de sol de seda com franja muito de-
licados para senhora a 3)300, chales rancie, de
merm a 2)300. ditos de rede bordados a-8) cada
um manguitos de cambraia bordados muito flnos
'i &1,nfeile* pa" c*bea a ** Para me-
IBH I04U T-
Para homem,
Vende-sena loja do Pave um completo sor-
timento de roupas, como sejam : palitos de pan-
no e casemira de tedas as cdtes, caigas de case-
mira preta e de cores ditas de ftrlm de todas as
qaaltdades, camisas francesas tanto para homem
como para meninos por pre;os mata commodos
do que em outra qualquer parle. Dao-se amos-
tras de todas as f cioe se vS, deisando Otar peoher : na raa da Im-
peratrix n. 60, onda tem um pavo pintado do
lado de fora, e para nio haver engaos de noite
n"p um dislico por m*io luz em que diz
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se tiazinhas de quadros para vesti-
do, f sien da de apurado gosto a 280 o covado
BUS raa da haperatris n. 60, loja do Paveo.
La chineza a 400 rs.
Veode-se lazinhas entestadas a 400 rs. o co-
vado: nrrua da Imperalriz n. 60, loja do Pwao.
Cambraias de seda.
Vendem-ae finissimos corles de cambraia de
seda cora dous babados e de apurado gosto a
4)d00 cada corte : na loja do Pavao.
Vestidos braneos.
Vendem-se finissimos cortes de cambraia la-
vrada com babados e duaa saus. fazeoda aue se
vende em qualquer parte a 8)000 rs o Pavo
esta torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
ras bordadas a 2S500, 3) e 3)500: na ra da Im-
peralriz n. 60.
Cambraias de sal-
picosa 4#000.
n\!??*V "mbraia branca com aalpicos miudi-
nhos, ten do 8 X 'ras cada corle, pelo barats-
imo prego de 4*000. sendo fazenda%ue empre
: na rui da Imperalriz n. 60,
Carros etnaocas
de
S
numera 4.
Vende-se carros americanos mui elegantes
tares pasa anas e 4 peasoaa e recebem-so aa*
commsndas para cujo m ellea peaauem man-
pas com varios deseabas, tambera venem car-
Leandro & Mi-
randa.
Ra do Crespo n. 8 A.
13JO00
Receberaai pelo paquete frasee i dieer-
sss fazendaade bom gosto, que se ven-
dem por precos baratissimoa:
Borzegeioa de Melis a
Luvas de pellica de Jouvia a
Ciatos de novo gosto a *
Pivelaa para cintos a
Gollinhas e punhoa com botio a
Ditas bordadas a 500 e
Sediohas de gosto o covado a
Babados bordadas largos por
Enfeites a imperalriz
Ditos de retroz que n'oulra oarte
8) ^ 61000
E de outras omitas dualidades por bara-
tiss'mos precos.
Saias a balo de crochet a 3)600
Ditas dita de clina a 6)000
Vestidos de cambraia branca bor-
dada de 5. 10) a 12)000
Manteletes do irodnpU a SUyOOO
Organdys de goato cavado a 400
Eoutraa muitas fazendas por precos com-
modos.
tirade aorlimeoto de oerfumarias, rou- j
pa fetU, chapeos para homem, senhora e J
enanca a todo m vende por precos ba- !
ratissimoa.
Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Das & C, rus da Cruz o. 26 :
Safras e temos psra ferreiro.
Ferro suecio em barra.
Liabas de carril da 200 jardas.
Malas pera viagsm. .
Espingardas francezas muito finas em caizas de
per si.
Perros de lati pare enaomasar.
Pregos francezes de lodos os tamanhos.
Ditos batel grande.
Ditos de construccio. '.
Bragos grandes para balanga.
Bspingardae laza rias.
Glavinotes ioglezes.
mmmmmmmmmmmm
se vendeu a
loja de Gama di Silva.
Uvas.
Veode-se as verdadeirasuvasde Itamarac por
prego commodo, no deposito do Sodr C. os
ra estrella do Rosario n. .1.
Vende-se o sobrado de
, un andar sotao situado na
ra das Cruaes n. 34, contiguo
aodolllm. Sr. tenente-coro-
nel Justino Pereira deFarias:
11
Vende-se um excellenieconpdo melhor gosto
que tem rindo a este mercado, por prego mdico
e um cabnolet por menos de seu valor : na ra
larga do Rosirio n. 24 se dir quem tem
Vende-se uma salanga decimal por barato
prego, moito propria para armasen de assacar :
na ra nove de Santa Rita a. 6$.
no pateo do Paraizo sobrado roa da Imperatriz n.48, jauto a
. Gk I ___ a_ t__._. nnalaia fman&>a aft
n. 24, com Sa*uUanoAgu8to
P. de Souza Peres. -

Sal deLisboa.
e anudo por prega
Na
Nora california
DE
Fazendas baratas.
Vende-se sal muito alvo
commodo na raa Nova o. 69.
Attcncao.
No armazem a. 40 da ra da Cruz vende-se
papel para (orrarsaUs e quertoe, e bem cerno
guarnigo ludo de gosto multo elegante a inlei-
raraenle moderpo. e por multo barato-prego.
nadara franceza.
j Cortes de cambraia branca com bebadi-
m nhos 4) e 4)500 superior 5), cambraia K-
S m com 8 1r2rara 3J. 8)500, 4), ditas de
E"0>8' H-'J. ricos enfeites psrs ee-
X nbora 6) e 65500, sirrtos os mais delicados
para senhora 9)500.8), chapeta perari-
a olo ingles 350#, 4), para baptlaado
3). cortea de rostido da seda Escoeeenr de
booilos gosto 13) esto se acabando, ri-
9 eos leos de labyrintho 1), lfSOO. etna-Jp
de sol para sea hora de bonitas cores, Heos

E* oa ra do Queimado n. 89 ibis e qirttra
SSr,8r* M 1W^?*l|WWritloa de sai
da de firmas mais modernas e bom gosto.
Vende-W nm esersvo padeire e tambem
forneiro, bonita ftirurs, robusto e poisenle
VELp?i*,?tt' eD,"M-e oar-frarcho Jos
ds Cos. Perek, no lamo o Carmo, on com a
S. 't? e#ff *00e 240 reis4plr.ajt]alesde tarlatana
de cores a 640 ris. ieogsa brancocom bar-
ras 1W ris chitas iaajleto-j a 180 a 200 rs.
dita fraaaata a S40 e 886 ts. o torada 1
1 I* maito barato.
g Cortes de vestidos de seda de bom
$8 goato a 501080
^ Casaveque de velludo para se-
ahora a 88)808
P Chapeos de seda para senhora a 8)000
8j| Cortes de cambraia branco de sal- fft
a pica com 8 li2 varas do boa
[ qualidade a 41000 $
v Organdys de cores.corado a 400 A
fi| E outras muitas fazeadas que se rende affc
g| moito barato. V
S Na ra do Crespo n. 8 A 1
g LOJA DE
Leandro Mirandas
Importante
Annuncio
Na loja da diligancia, de Guimai-ae Ir-
nao, na ra do Queimado n. 65.
14 pares s
Cartoei de clcheles francezes com
20 rs.
^ Pentes demaisa dourados muito finos imiUndo
Esjanilhes para senhora, que aempre ae ven-
der m a 6). por S500.
Traogas de lia para veslido, a pega a 40 rs
Laa^ra bordar muito fina e liodaa cores, a li
7)-
CASSAS LAVRAOAS.
Vende-se caasas lavradas fazen gosto pelo baratiasimo prego de 3#500: na ra da
ImperaUiz n. 60, loja do Pavao. a
Sedas a covados.
.Y..!!!e:"*g^6,deDa,>le Pre, muito focorpado
1)500. 1)800 e 2)000, dito cor de reas, azul e
amarello, sarja branca lavrada para vestidos de
noivas, e outras qualidades de sedas por pregos
baratissimoa : na rus da Imperalriz n. 60, loia
do Pavao.
CHAPELINAS
a 6$000 cada uma.
Veude-se chapelinas modernas enfeitsdas com
muito gosto para senhora a 6)000 cada uma: na
ra da Imperalriz n. 60. loja do Pavo.
Lencos para mo.
Vendem-se muito delicados lencinhos de cam-i
braia de linho com labyrintho a 2)500. ditos de
22 Bsl a imitagao de labyrintho a 800 e
18000: na ra da Imperatriz 60, loja do
Pavao. *
Madapolao enfestado a
tres mil ris.
Vende-se pegas de madapolao eofestsdo com
do Pa"-' Pe?8: D* "* d* Iffl>6MlriI w loj
Phantasia asis mil ris
Veode-se muito ricos vestidos de fantasa com
Daados de muito bom gosto, fazendas de 12000.
por 6)000, na ra da Imperatriz #. 60 loia do
rsvao.
Filos.
Venie-se fil de linho bordado fazenda maito
fina a 1)000 a vara, dito lizo a 800 rs., tarlatana
branca e de todas as cores a 800 rs. a rara na
loja do Pavao. ,
Vestwmm a cinco mil
ris.
Ricos 'estuarios de seda para meninos, fazenda
l?.3t ,Por.5)000 ; na ra da Imperatrir n. 60,
toja do Pavio.
(ambraias lisas.
Masaos com grampos a 40 rs.
Liabas para bordar, a miada a 40 rs.
Dito* da peso moito finas,, miada grande a 240
ifraujas de linho para vestidos, a vara a 120
Apparelhoade porcelana para meninos, pinta- muito" fina' 7\i *Z.*1
dos e dourados a 1)600, 2|, 2)500 e3).
' Cartas com alQnetes a 100 rs.
apeis com alQnetes cabega chata a 40 rs.
, Enfeites para senhora mutto finos a 3, 4 e 7o.
Siotos muito flnos para senhora a 2) e 2)500.
Mates delaia_epret.--
J ?2f* *"1*'iW,t!' *.'***' **VdiS
a 2) : tonto apaara franeeh\ W.
Tinw pfeta para escrever
varas
ftatfce da esesme metal s 4)000 a dazra.
A sal cerne witra.fcuiUi mradM-na%o1-
'tatan; qaer *H*ms^^aieasiOMT: pera alo se
teroar tanta mnsHa. -

Cortea de. barage de seds com 30 corados a 12),
^cortes de la com 24 covados a 5j, gase de seda
te tinta preta par. prever ffi%E^^ft$;J Srff
na livrana os. 6 8 da pra- fino fus^o de collete 1)200Taa r". do ffi
I ruado n. 44, ,
ja da Indepandencii.
Veadom-se pocas de cambraias lisas, fazenda
PBc ,fS?B W tt 0Bei '" "* P*C. Plo
2aoOM), 3)500 e 4J, ditos de 6 e meta vara a 2)
* *|fl?i*Jf**fc' **** P*M forro "om 8 e meta va-
1lL.1 lRr.,i*'''^^ pxlfe que aempre ni*
roaderarn a 2) a 840 ft. "*' BttlOPS SPftt ffiTVfk a
Enfettra coja flores para senhora a 1f MJWWV* avm fVf F& U
VUP9 *"**?** ?fm bm i loa
3^200.
Vendem-se muito superiores
?. salas de cordo
ue fatem as vezes de fchUo, tornando-se mais
ecommeodsrels por aa poderem lavar e eogom-
raar a 3)200 eada ama: na raa da Imperatriz b.
60, loja do Pari. ..A-.A
Taxas.
Haior reducto nos preijo para acabar.
Vendem-se no armaaeai de Braga Soar 4 C.
na rus da Moade. taizas 4a forro caado do- mui
acreditado fabricante Edwin Maw a 100 rs. por
libra, as mesase qae se vendiam por 120 n.
Acaba del
chegar
ao noy o armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado aortiaento de 5
roupas feitaa, colgados a fazendas e todos
ctc. o Tcodom por nrocos mu lo modi-
ficados como 4 de seu eosTamo.assim como
sejam sobrecasacoa de superiores pannos
a casacas feitos pelos altimoa figurinas a
26),28), 30) e a35), paletots dos meamos
pannos preto a 16$, 18J. 20) e a 24),
ditos de casemira de edr mesclado e de*
novos padresal4). 16), 18). 20 e 24,
ditos saceos das mesmas casemiras da co-
res a 9o, 10), 12) e a 14). ditos pretoa pe-
lo,diminuto prego de8), 10), el2J, ditos
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 12),
ditos de merino de cordo a 12), ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 15)
ditos de alpaca preta a 7), 8), 9) e a 10),
ditos saceos pretos a 4), ditos de palha de'
seda fazenda muito superior a 4)500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3)500 4)
e a 4)500, ditos de fusto branco a 4),
grande quaotidsde de calcaa de casemira'
preta e de cores a 7), 8), 9) e a 10, ditas
pardas a 3) e a 4), ditas de brim de cores
finas a2J500, 3), 3)500 e a 4, ditas de
brim brancos finas a 4)500, 5$, 5)500 e a
6), ditas de brim lona a 5) e a 6f, colletes
de gorgurao preto e de cores a 5fi e a 61
ditoede casemira do cor e pretos s 4500
e a 5), ditos de fusto branco e da brim
a 3) e a 3)500, ditos de brim lona a 4J
ditos de merino para luto a 4) e a 4)50u'
calcas de merino psra l uto a 4*500 ea5f'
capan da borracha a 8). Para meninos
de todos os tamaehos: caigas de casemira
prefaedacora5S, 6) e s 7), ditss ditas
de brim a 2J, 3) e a 3)500, paletots sac-
eos oe casemira preta a 6f a a 7, ditos
de sor a 8) as 7|, toa de alpaca a|8),
aobrecasacoa de panno prato al2)e a
14, ditos de alpaca preta a 5), bonete
para menino de todas aa qualidade ca-
misas para meninos da todos es taan hos
meios ricos vestidos de cambraia feiloo*
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babadoa lisos a 8) e a 12J, ditos de goreu-
rao de cor e de la a 5) e a 6), ditos de
brim a 3). ditos de cambraiaricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deizam de
ser mencionadas pela aua grandequanti-
dade ; assim corao recebe-se toda e aual-
quer encommendo de roupaa para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de f azen-
r.u. $!lV uma 8ran,e offleina da al-
n.u Ulgld' P0r Bm h*bil es4re que
ff:d"Xmptl" e^an.d.dqei-
4tten$ao
Vendem-e caixoes vatios proprios
parabahuleiros.funieiro etc. a 1A280:
quem pretender dirija-se aeata. tipo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem
para Tender.
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
os, ras daCras
algibeira da
1. veodom-
o superior
--rT.O. Biabar &C.,*aceei
n. 4, tem para v
ouro e prata.
No pateo
se garrames com
por 1)300.
t.c.o^.%4-,r^
%^^gysGi 7t tapit;
Uueiraado n. 22, oa bem conhecidalaia da boa fe.
Filo )iso e tarlatana.
Vende-se superiorato Uso e tarlatana branca
a da cores pelo barotissiao preco da 800 re.
Talas para maos.
Veadem-so maite boas toslbss para mus pelo
bsalo proco deafsdorio; .. roadoTfSaima.
do n. 22, na loja da boa f. vi.
lios eneite*.
VVadam-se rice* e superiores enfeites os mais
"2^qoha.OTeSedO core; pero tWri-
***!*9*Pto 6 e 6)500 : na loja da boa M
roa do Qaelnado n. 22. "
Cambraial de core.
ra.V!LdieJ,l""e1cambr,i" fra85? liodatco-
rea, pelo baratiasimo prego de 280 o corado na
dato. ?9nMd ^ "- ^^SSS sS
Cortes do cambraia pintada.
i^!SeB:^.C0Iie8 t uP"l eomlsralas
Pintadas, teodo ood corte 7 raras a 2)240 o cor-
te : na loja da bba f, na ruada Queimado n. 22
Gambrausj francezas faissimar.
Superiores cambraias francezas muito Saos, de
muito bonitos padres, pelo bsrato prego da 700
-do la* : M ,0r-JI boa' f6> n rado Queima-
Vendem^-se-os-nifraheB
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
dagua,sitos na fregusjxia de
S. Beoto comarca de* Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poueas obras, porm
safreja quatro mi pire, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pea:
quem pretendemos dirija-se
a ruada Gadeia do Rpcife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Vestidos.
Ruada Cadeia
2400,2S000,3500
3^500.
E'd3 admirar!!!
Meias encorpada* pora hornees a 2)400 a du-
Sf:ia"\o?s58-ien.arV' qtte ,e "e8,id0 O
4) e 5#, a 3)500 a duzja, penado coebraia para
forro com 8 e meia varas a 21, cortas do voati-
dgd, cambraia4oom aou TW&E.
50 Aua da Cadeia do Recie50 A
E'barato que admira!!!
PArasenlii?8a480
a vara e TJo corte.
_orterde voslidos de isa da corea lavradas a
7),cam*raia8docor8 a imHagio de orgsnay* a
M. a Fara:venbam veepara sabor contar.
Vondam-oo barriquiahas com morcas chegadas
ltimamente no gelo. pelo prego de 8) a barri-
qatnha: na roa da Apollo, defronte do thaatro.
n. 23.
Ricos vestidos de seds, de cambraia
bordados e de phsntazia, laxioha de co-
res, sedas de quadrinhos e de listas, cas-
sss de cor modernas, cambraias com lista
de cor e bem assim outras fazendas pro-
prias pira vestidos.
Manteletes e chapeos.
Superiores capas compridas de norau-
rao, manteletes, talmss do croad, de Al
edo oairao muitas qualidades, superiores
chop*, oo palha enfeiladoe para se-
nbora.
Nbvidade.
Modernos enfeites de cobega,. luvas de
pellica de Xoovio, Ieques, espartilhos.
pentes de tartaruga, saias balo, camisas
para .ianh.,o mciiinua^ aantog. meias
inglezos para senhora. maognitoa e goleo,
pulceiras de ssndadalo, chapeos de Sha.
Roupa feita.
Completo sortimento de caigas colle-
tes. paletots, sobreesoacas de panno, case-
mira, alpaca etc.: na ra da Cadeian. 43
*nKmS? ?er
Attenco
Burros para \ender6
Espera-te brevemente de Montevideo
um carregament de cerca de 60 a
100 burros, os pretendentes queiram
apparecer na ra do Trapiche n. 8,
casa de Renry Forster & C.
500e400.
0 rival sem segundo na rus do Queimado nu-
mero 55. est qoeimando aa seguintes miudezas
por pregos que a todos devem admirar tanto pe-
las suas qualidades, como tambem pelos precos.
A ellas antes que se acabem.
Crozas de pernios de ago a 400 rs.
Ditas de mozinha, maito finas a 500 rs.
Julias com agolhas francezas a 120 rs
2408rsCm aparelh08 P"ra dlTertir meninos a
Ditas mullo finas e grandes a 500 re.
brozas de boloes de osso pequeos a ISO re.
Ditas de dilusde louga a 120 rs.
Dmias de baratos portugueses a 1)400.
Tesouras moito finas para unhasa 400 rs.
Ditas para costuras muito finas s 400 rs.
Baralnos muito fios para voltarete a 240 rs
Agulheiros com agulhas a 80 rs.
Caivete de aparar pennas a 80 rs.
Diios com duaa folbaa a 160 e 240.
l de trans' de ,8 de ,oa, "*corei a
Pegas de franja de lia de todas as cores a 800 rs.
Sapatos de tranga de lia flnos a 1)280.
Cartas de alflnetes francezes a 100 rs.
Cana de Jilos ditos a 60 rs.
Escoves para limpar denles muito finas a 200 rs.
Massos de grampos superiores a 40 rs.
Cartas com colzetescom defeilo a 20 rs.
Ditas ditas superiores a 40 rs.
Didae* de ago para senhoras a 1O0 rs.
Apttos de chumbo para meninos a 20 rs.
Eouadores pira vestidos com 4 vsras a 80 rs.
caizas com clcheles francezes a 40 re.
Cartas de alflnetes pars armador a 100 ra.
nos de coral de raiza 640 rs.
Charuleas muito fioaa a 1)000,
[50 A-Lua da Gadeia do Recie-50 A
,500, 15, 250u,j
4500 e5#.
Macoel Gongalres de dlivelra Santos,
acaba de arrematar ama porgSo de fa-
zendas muito barato por isto vende ba-
rato para vender maito, vende muito pa- '
re vender bsrato grvalas de soda a 500 -
,!.. enfeile da idrilba que se tem faadir'I
a 4|5fj0 e 5|, venasn esU eslabola-
jP*>*a-qu aaojita,
B^lQgios?
Vande-ta ameasa de Jobaston Ptier C.,
roa do Vidrio n. 3 um bailo sortiaio da
<*Mda ouro.pjitaielaglaa, da a d*as
afanados faancaatos da Livaroeo.; loasaom
asa rariedada da be ni ios traveafins poro os
QsaSsaOS.
ttencao.
IHraa do Traphfte B. 46; m caaa de ocker
poker C. existe m boas sorthaieate d lin-
f*!?^ c*re" orBe eorreteis do aeibor
Ubricanta de Iagiatarra as quaes se venden por
pregos mui raioave.
r

~rr
/\
1



?
Na toja da arara.
o 0 de corea
288 e 190 r. o covado. rosdeoenla* a
tmmm
StSSBBSEA
* brian-d*
garibeldia
; covado, grosdenaplade cares pe-
ra vendos a 1)1800 ocoaado. panno preto para
^*^**jW'*4e*4e, *iM*
aJicdaopara M MM^^alM en a* palio
I. ditoa de ao 30 eraos a S| a 8|M0, lauai-
rea para paletot a 460 r. cavado, dita* a 160 a
tift^tM.r|M 2*0. 240, SCO e 380 o corado,
e outras muitas fazendes que ae rende baralis-
simo: aa roa da Iap*retri loja da arara de 4
portas o. W. esa aberla at 8 horas da noile e
lana a now um reloglo com latirs em qe 4i>4
Arara n,.
Potassa da Russm.
Vende-se polea** da Rusaie da mala aera e
raw~ ~'que ha do mercado e a preco maito
eomnodo: no escriptorio de Manoel Ignacio d.
Olivara & Filho. Urjo do Corp Suato
4
<& Meni.es.
rrsat
no desbando
fdaclo e recbenle direr
tti^S
oas na toja
Pavox
do
Vendem-se finissimas castas garibildinaa sen-
do estas eaeaee m maia modernas que tero che-
gado a 360 rs o aovada: ea ra da Imperatriz
Q. 60, loja de GunA Silra,
Liquidado
de movis americanos.
Vende-se ulna grande quantidede de moris
americanos,, como sejam : ricos guarda-roupas
de mogno, melaa redondas, ditas elsticas, cos-
ta reirs, estantea para livros, secretarias, cooso-
los, commodas com armarios, apparadores, bao-
cas para jogo, porta-toslhas. carteiras, loucado-
res, camas de casal, commodas, etc., etc., sendo
estes objectos inteiramente modernos, e por pre-
ces muito em conta, em casa de Jos Cypriaoo
Anlunes, ra de Imperador o. 78.


das "ora*
a veada pelo
artes de lia de
ditos de goraurlo de seda de
corados, cortes de organdys a
uito fioa com duas salas e
os. ditos aero tarta com 16
corados, cortes de caites fioa* a imilaeio de lia
coml3cwMoaV00.corte8 de rUcaro finos
a IfSOO dito* de rlleado a garibaldi a 2j800. cpr-
e chitas franceses escuras e ciara 2**P,
ditas nglezaa a l|50O, cortes de cambraia de
a ftOOO, z>500 3 e 3|000: na ra da Imperatrii
loja do arare de 4 portee n. 58,
Umricoearr.
Vende-se nm rito e elegante carro anu belte-
eiente preparado ; no escriptorio de Uanoel l-
menle preparado ; no escriptorio de Hanoel Ig-
nacio de (Mireira #U>0, largo do Corj Saolo.
36, na das Crozcs de Santo Antoej), 36,
PROGRESSIVO
Attenco.
Ctogo* aa rae do Queimado o. 38, toja de 4
portas maipOBSeneinyierial com 6 palmos de lar-
gura a t600 o ce*ta, a rtraerslo e apura-
ido goeto asnee pedo cncontrer par* T**tido* de
acabaras asnoina*.
i "~ VeBde"* uperior sebo eaa pin para Te-
lase aabse, latas cosa saimo ; no caea do Aco-
plo araazaaa n. 67.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja do pavo
Acaba de cbegar a este esUbeletimento pelo
vapor francs um lindo eortisseato de gorgurdee
de aeda, fazenda anda nao vista neate mercado,
que se vende por pnce baratisaimo, per estar
muita prximo a eaU, aasia como lindas mar-
qoeziohae ou cbapeoiinbea de sal para aenhora :
na ra da Imparalr 80, toja de Gama &
5NlY0
Ven de-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a Ag
a arroba, meia arroba a 'SJftO
e a 160 rs, a libra.
Vende-ae gai americano de primeira au-
lidada, em laUa de 25 garrafas, na razio de 15$,
asaim orno lalaa pequeas de 5 garrafaa ; ao
caes doltamoa ni. IB e 36, e ni ra do Trapiche
numero 8. -j;


E' fin de auno, quero
torrar.
Na ra das Cruzea o. 1, veadem-aa os seguin-
tes goneros :
Mscerreo, alelriae Ulharim a320libra.
Sag e ceradinha a 200 rs. a libra,
Qiaaijao do ultimo vapor a 2J800.
Manteiga inglesa igtOn.
Vioao Os Liabo#a OOrs.
Peras, azeile e azeUoaw, dita, a lg.
B tudo mis na seengeita dinheiro i vista.
Vende-ce urna escrava crioula fue tem de
idade 9 aonos, benita figura ; na raa ala Apello
numero 30.
Vende-se a Voz da Religuo, 5 valuases,
servida, mas esa bom catado : na ra de Cadeia
do Reafe n. 7, primeiro andar.
Potassa da Russia.
Vndese em caja de NN0 Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. A.
Muita attenco.
Certes de seda de todas as coree e brancos, la-
rendaa lindamente adamaacadaa, com 16 a 20
corados cada corte, pelo diminuto prego de 15 a
20, ditos com babados a 20# ca ib corte, mante-
letes de aeda pretoa a 18*. mantas de blonde pre-
taa a 6. fazenda que sempre custou 10 e 129 :
antes que se acabe cheguem i loja de tres portas
na ra do Queimado a. 69.
iMaHMl, .
Vende-ae selitre de primeira qn'rRhdfe por me-
nos do que em eutra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Cesario Moreira ias, no Porte
do Mallos, ra da Moeda n. 27.
Vende-se chumbo de muetcSo, a dinheiro a
2tf o quintal, e arroba a 5&5O0: no escriptorio
de Antonio Cetario Moreira Das, no Forte do
Mallos, ra da Moeda n. 87.
Venda de loja.
Vende-se a muito acreditada loja de aniudezss
sita na roa da Imperatriz o. 82, sendo esta em
urna das melhorea localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, par render-se com o
sorlimento. oe forma que o novo comprador nada
precisar comprar ;ende-se a prazo, conforme
se cocsanciona* : a tratar na mesma ra n. 46,
loja.
Feijo de corda.
No armaren de Taaso Irisaos, ra do Amorim
numero 35.
Souhall Mellors A C, tendo receido or-
dm para vender o seucrescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portanto, ispessoas que quizeram
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda da tempo, para vir com-
pra-Ios por coromodo prejo no sea escriptorio
ras do Trapiche n.28.
Fabrica do Monteiro.
Cryslalisaco e refinaco
de assucar.
Deposito m roa de Apollo n. 6, t praca
da Boa-Vista n. 26.
Eale importante estabelecimeola contina
fornecer aos seua innmeros freguezes do airo e
puro assucsr crystalisado, em p e em pies, 1.a
e 2/ qualiJades. pelo p'ego de 160 e 200 rs. a
libra, e do refinado a 10OT120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador lera um descont
favoravel. Nos mesmos depsitos tambem se
vende mel de assualr a 600 rs. a cenada, e car-
vio animal em p a prego commodo.
Novo destino do
torrador!!!!
Para bailes.
Ricas grioaldaa napolitanas, propriaa para bai-i
lea e casamenloe, caegaram i loja de Guimaries I
& Lima.no ultimo vayor vindo da Europa, sao)
as de mais gosto que se tem visto, e que ornean
com a aaaior elegancia o mais bello ponteado que
qualquer seuhora possa imaginar : na ra do
Crespo n. 7, leja que /as quina para a ra do Iot-
perador.
w2*m
i Loja
das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4jjl.
Duzia de melaacruaa para hosaem
19SQ0 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2J5O0 a duzia, len;oa de
caasa com basra de corea a 120 ra. cada
um, ditos brances a 160 ra., baldes 4*
20 e 30 arcos a 3f, laaziaha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finas a 5 a 6, tarlalana
branca e de corea muito fina com vara
e meia de largura a 480 ra. o corada,
fil de linho lis* a 640 ra. a vara, pe-
caa de cambraia lias Oca a 3, caaaa
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussuliae encarnada a 320 rs. o
corado, ealcinhaa para menina de escola
a 1| e par, gravatiohaa de traDca a 160
rs., pelos para camisa a 200 ra. cada
um duaia 2, pec.ae decambraia deaal-
pico muito fina a 3*500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francesas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberla das6 horas da manba as 9 da
noite.
Arados americano $e machina-
par a l aya rroupa: em casa de S. P .Jos
hstoa & C.rua da erzala n.*3.
Carro novo.
Vende-se um carro novo americano de 4 reda*
com assentos psrs 4 peseeas e arreios para 2 ca-
ra los : para ver, na cocheira da ruadas Flores
n. 35, para ajwUr, na roa da Cadera Velha n-.
5, com Rabe Sohemettra & G.
i
Legues.
Vendem-se lindos loques de madreperola, o
mais fleo peseivel: na foja d'agoia de caro, ra
do Cabugi n. 1 B.
Vende-se um piano de mesa em boro esta-
do, par mdico preco : a tratar na cldade de 0-
lhsda, na botica de Jeio Soares Raposo, ra do
Ouatro Cantos n. 1.
ienoa bzmeos muito
sinos,
Vendetn-te lenca bTentos maito finos, pelo
dminoto preco de 2*400 a doria, grande pe-
chincha : na loja da boa f, na rea da Queimado
numero 2i.
Vende-se urna negra com ama cra, muito
boa eogommadeira a ptima coiinheira, sem vi-
cio algum ; quem quitar pode dirigir-se a ra
Formoaa n. 8.
Firiiiha de mandioca.
Vande-se em saceos, prepiia para animaes :
no becco Lirgo a. 0.
23Largo do 7er?o^33..
Vende-se manteiga ingleza especialmente esco-
lhida a 800 e 900 rs fraaceza a 640 e a 600 re.,
assim como setorram outros mallos gneros, co-
mo seja, caf, arroz, azeite doce, velas de esper-
macete e carnauba, ele, etc., e se acaso alguem
dovidar venhaver : a dinheiro i vista.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem eonhecido a acreditado depesitoda raa
da Cadeia do Recite n. 12, ha para rendar a rar-
dadeira potassa da Russia, ora e de superior
qailidade, assim como tambem cal virgen em
padra ; todo por pregos mais baratos do que em
outra qulquerparte.
f IOIM0M 'Uw-IMNtt
RuadaSenzalla Hora n.42.
Hasta astabelecimaato contiaa a havar usa
completo sor ti sieB to daraoenda temeias nwei-
dparengennt>,|Mcn1ttas dt ttpoT ettixes
ferro batido a coado.da todos ostmanhos
para dito,
Hiiib aUpinfftft
TI UI MI UUvuyuU*
Francisco Antonio Carreta Cerdoso tem para
vende* -eea- sea eetaaeleeimcBte da fan^a e
caldeiraria da roa) do Broa n. 84, os objectos
abaixo declarados, que os rende por prego muito
commodo a saber :
Urna mocada inleir rende, cnegade ka pouco
de Inglaterra, da melhor e mais forte constrnc-
co, propria pera vapor, en pars ser movida por
agua.
ferro sueca em barras largas da melbor qna-
lidade, e por maito menor preco qae em outra
qualquar parto.
Trllhos para estrada de ferro por preco bara-
tisaimo.
Zinco em folhas, proprio para cobrir lelhadoa
o terracos
Caaos de chambo para encaaameoto d'agoa.
Uites de ferro batido para o mesmo flm.
Chumbo en baa mallo mais barato qae em
outra qulquerparte.
\ Torneiras de bronze de todos os tamanhos. dito
'dito.
Arante da lalia de variea grossoras, fita dito.
Cadtobes para fundieiO, dito dito.
No mesmo eetabelecimento fabrica-se machi-
naa para vapor, obras de ferro, bronze, ou qual-
quer outro metal para navios, moendas para en-
geohos, e oatraa muMas obras, tudo a contento
dos qae as desejar.
quasi de graca.
Chapelinas fraocezss de seda, como de fil, ri-
camente eofeiladas, para aa senhoras que quize-
rem luzar com poqco dinheiro, por todo preco a
aaber:de3a.4,8talO|Ill
Luvaa de pellica de Jevrlo para aenhoras a me-
ninas, sendo brancas e cor de canoa a lf III so
na loja de fazendas que est em liquidaclo, roa
do Gabug n. 8.
Esteiras deAngoa.
Vendem-se as boas esteiras de Angolla : na
raa estrlta do Rosario n. 11, deposito de Sodr
& Companhia.
Meias para stja\\Mt.
Vendem-se superiores meias'para aenhora pe-
lo baratsimo pre^o de 3|M0 a duzia ; na loja
da boa f, aa ra do Qaeimado n. 21.
A, F. Duarte Almeida, socio que foido* artoazem progresso, faz seiente aos seus fre-
guezes que leudo separado a sociedade que tinul com seu mano, acha-se de noy estabele-
cido.com dousaceiados armazfjas de molhados, associado com o S*. Joaquim Jos Gomes
de 9ouza, e o Sr. Paulo Fcrreira aSilva; o primeiro na razo d Duarte A Souza, e oaegundo
na de Duarte Almeida A Suva: ectes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s n liropeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
pr^CPfcPois que para isso resolvern os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em reitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
ao publico um vanugem da menos 10 por auto do proco que possaa comprar em outra qualquer parte, por isso desejando os propietarios acredi-
taren) seus estabekei roen toe tem deliberado garant rem soda e qnalquar qaal idade da gneros rendidos esa seus armazens, e assim j podar rer a
pubHea qrjo pode Mandar anas encommendas, mesmo por pessoas pone pratieas, em ranrqBOT nn doslesetiabelecimentos, que serio tao bem servi-
dos como se viessem pessoalmente, na corteza do nunca acbarem o eonirsrio de hosw snnuneios, e assnn fondados ii vaiilgens que oflerecemos,
pedimos a todos os senhoras da praca, sanhores do engonbo a Uvradores que mandem ao aneaos sana eneoBHMndas primeirarez, afim de ozpori-
*olvert# conawosjren, poisqae pw ii oo pouparao os proprielarios forjas para bem servirooa aquellas peaeoat que frequectarem nossos
esthMoMawntos, abaixo transcre vemos algunas adicQos de nossos prtco, por onde veri poblico que readeaaasbaratissirao. attendendoas boas
quahdados de nossos generas.
Manteiga lOgieza especialmente eseollhid a 800 rs. a libra e em porfi a 780, reoonmwd.. tos apreciadores destete genero que
manden) ao menos experimentar, serlos da nada perderem pois para isso confirmamos o que lerames dito.
dem fraoceza a mefbor do mercado a 640 n. libra e em barris a razio de 600 n. a libra
Cha hySSOn e pretO o melhor do mercado de 1*700 a S80 e em porsaotard abitimaato, e afiance-ce a boa qualidada.
PreSUntO fiambre ngJsjxeimaabursjBez aOOOrs. a libra e em porcaoa 800 rs.
Presuntos pOTtUgUezeS viados do Pono da eau particular a 560 rs. por libra ntairo a 460 rs.
Marmelada dos melbores autores de Lisboa premiada as exposijSes universaes de Londres o Paris a 1*800 a lata.
CaixaS COm estreiinha pevide e rodinba 7,000 a caita 80O n. a libra eem por9ao ter abatimento.
Latas de ameixas franeetas oom cinco libras a 49000 l6O0 a libra.
Passas m caixinhas de oito libras, as melbores do mareado a 34)560 o a 500 rs. a libra o eaixa de urna arroba a 8*500.
Espermacete Superior a 740 it. am eaixa 760 rs. a libra.
Conservas fra acezas inglezas e portuguezas a eoo e soo rs. o frasea.
Erylnas portugueus fraecezas a 800 rs. o frasco aianea'se serem as mais bem preparadas que ten vindo ao mercado.
Lata COm bolaxinha de SOda dediretaeao^idade* a muito nova a 1*450. egrandes de4 a 8 librasde2#5C0 a A500.
VmnO era garrafas Duque do Porto, Porto fine, genuino, nectai, Carcavellos, Madeira seeca, Fettoria e Camones a 1*200 a 1360
a garrafa e a 13 a duzia.
Vnho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a arrala ede 3*800 a 4800 a caada.
Latas COm fructas de todas as qualidades qae ha em Portugal da 700 a 1*000 a lata.
Pera em caixas de 4 a 8 libras melhor que se pode desejar e tem rindo ao marcado de 49 a 6| a eaixa e 1280 a libra.
CoriUthiaS em fraseos de 1 lii a S libras de 4*600 a 2*200.
atas COm peiXe Savel paseada a outras muitas qualidades o mais bera arranjado que um rindo ao nosso mercado da i400 a 1}600
AraPUta a melhor que se pode desejar a 320 rs. a libra, e 120 rs. a libra de gomma.
t rseos de amendoa eom 2 libras, proptias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 3 cada um.
* plIia?>r? br,neo m6,a9r l1" t*> o mareado a 400 ra. a garrafa e 2#560 a eanada.
Cominho e erva doce os mais noros que ha no mercado a 800 a libra do eominho ea 400 rs. a eevadece.
Vnho Bordeaux e boa qualldada a 800 e l* a garrafa a de 8500 a 10000 a duzia,
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr isneira rex a nosso mercado, de 11 a 1 280.
^aX5?t sor*-i(las amendoas, passas e figos, o que ha de mais propr para mimos, de 1*000 a 5*000 rs. por eaixa de 2 a
12 libras, e 400 rs. a libra dos figos. *^
GervejaS das melbores marcas 560 rs. a garrafa a 5 e 6*000 a duzia da branca.
Vinagre puro de sboa a ido rs. a garrafa o 1*50 a eanada.
Doce da gOiaba da Casca em caixio a l* a em porcao a 900 rs.
Aroite doce purificado a 800 n. a garrafa e 9*000 a eaixa eom 12 garrafa*.
(xOgnaC a melhor qualidade que temos no mercado 1*000 a garrafa a 10*009 a dnzia.
QuijOS SUSSOS ebegades ltimamente a 500 rs. e em porcao ter abatimento, afianen.se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fiasco a 6*500 a frasqueira com 12 fraseos.
PalltOS lixados para dentes a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz s000 a groza e 280 a duzia da caixas.
Chocolate omaia superior que temos ttdo no mareado porta guaz. hespanhol efraneez de 1* a 1200 a libra.
AzeitonaS amelhores e mais novas que tam rindo a nosso mercado a 1200 aaneoreta do Porto, ea 29000 as daLiabeai
Amendoas cfaegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcao teri a batimento.
AlpiSta o maislimpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra o 5*000 por rroba.
ganaros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de ludo tendente a molhados.
Vende-se oa loja da Nabtue C. i
ra Nota n. 2, oa mais modernas caapeoa
de pauta a Traviata para senioras, ditos
a Garibaldi, ditos a Cavoar, ditos do seda
a turra para aieninoa, ditos de palha a
Garibaldi. ditoa a heapanhola, o de oa-
traa muitas qualidades tanto de aeda co-
mo de palha que ae venden mais barato
da que tm outra qualquer pasta.
rOKCMQM M2VEL6a^aW i
wfcaeo G. aoa laja aa roa Nova n.
2, receberam pelo o hirco aario um lindo
aottuns.udeenieilMde troco com vi-
drilboa, ditea de reroz preto e de cores,
ditas de itaa e flores, ricas griaaldaa pa-
ra naivas. a oatraa aaaitoa afeites que
ae Tendera btrato.
na
Rap francez
Veado-ae na loia de Nabaco & C.
aaa a. f, rape rraoeez a 3 a libra.
Nabuco & C. eom loja na rna Nova n
2, acabam de receblr pelo ultimo navio
francez um lindo sortimento de vestua-
rios para meninos de 2 a 8 anoos, como
seiam vestaario de velludo, ditos de se-
da, ditos de merino, ditos de fusilo bor-
dados e de outras muitas qualidades que
se vendem mais barato do que em outra
qualquer parte.
Sintos para senhora.
Tende-se na loja de Nabuco A C. na 2
ra Nova d. 2, ricoa sioloa dourados, di- 1
tos prateados, ditos de fitas de seda e de 5
_velludo todo por preco commodo.
ateneNanaH flasBansnaKeatS
4musselina do Pavo a
200 rs. o covado
Vende-se musselina branca com 4 1(2 palmos
de largura fazenda muito fina pelo diminuto pre-
50 de 200 rs. o covado, cortea de cbita ingleza
com 10 covadoe corea fizas a 1500 rs., dilas de
musselina brapca com 10 corados a 2 lude
para apunr dinheiro: na raa da Imperatriz n.
60, loja de Gama Silra.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabug o. 1 B;
receberam de ana propria encommenda um com-
pleto sortimento de flores, o mais fino que pos-
sivel eucontrar.proprias para enfeites de cabera ou
vestido, eousa maito chique, que se vende por
preco que admira, sendo a 800 e 1 o cacho.
Vende-ae urna barcaca de lotaco de
25 caixas aendo esta nova com todo seu
apparelbo, cuja anda est no staleiro,
construida com aa madeiraa melbores
que ha : os pretendentes podem dirigir-
se a ra da Praia n. 9, armazem que
achara com quem tratar.
k lm dos
S Esperaba. S
Receben de saa encommenda puleai- 9
9 ras de cabello qae vende por 10} o par, fl|
Tfc braceletes de mosaicos a 6* cada um, dM
#r agulhas victoria a 120 re. o papel, pen- 2
tea de tartaruga a 8, 10 e 12*. preces &
9 porque ninguem pode vender (boa ra- 6k
^ zenda) estea artigos nao se encontr em Z
loja uenhuma por isso vio a roadoQuei- V
9 mado a. 38 A, loja da Esperaaea. $)
Msperanca reduz a exprs-
sao mais simples.
(A* DINHEIRO.) W
9 Todos os artigos que eatSo aa leja M
a maito barato quem quizer v comprar a 4
* veri : ruado Queimado n.33 A, Guima- V
9 ">" & Rocha. O
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Ra* da Cruz n. 48
No escriptorio de E. A. Burle & C. vende-se
uro* nquissiasa mobilia de mogno toda de obra
de ulba o mais moderno e melhor que pos-
sivel, por pre;o muito razoavel; no mesmo es-
criptorio ha a venda ezcellenles mobilias flngin-
do junco guarnecidaa de marmore a 3509, como
tambem ba cadeiraa para pianos,lavatorios, toa-
Iheles, cabides tudo por precos que admira.
0 Pavo.
Vende-ae calembs bordsdas para meninas a
1#, laves de seda tanto para senhora como para
hornera fazenda em perfeito estado a 500 rs. o
par, sintos de todas aa qaelidedes para senhoras
e meninas e ssiaa bordadas com maito gosto:
na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama 4
Silva.
Urna barcada*
Vende-se ama barcaca do porte de 35 caixas,
encalhada no estareiro do mestre cerpinleiro Ja-
cintho Elesbio, eo p da fortaleza das Cinco Pon-
as, aonde pode ser vista e examinada pelea pre-
tendentes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Uanoel .Vives Guerra, na rna do Tra-
piche n. 14.
Vende-sa urna casa terrea na tos do Mon-
dego ; a tratar na ra da Imperatriz n. 80, se-
gundo andar.
Vendem-se doaa carrosas para vender agua
na ra, e urna de eafxao para materiaes com 8
bois muito boos e ji affeitos a est servico, assim
como tambem urna carrosa de 800 tijolos e um
ca vallo muito bom ; quem oa pretender, dirja-
le a rus Dlrelta dos Afogados, casa n. 68,
Saldo Ass.
Vende-se sal do Ass, a bordo do brigue*bra-
sileiro Adelaide, recentemente chegado : a tra-
tar no escriptorio de Bailar & Olireira,. raa da
Cadeia n. 12.
Na loja do Vapor
Ra Nova n. 7.
acha-se barato grande aerlimeato da calcado fran-
cs e inglez, roupa eita e perfannariaa muito
finas.
Chitas largas a 220 rs.
na loja do Pavo.
Vende-se finissimas chitas francesea com pe-
queo toque de mofo, affiancando-se soltar o
mofo lato que se lavem, par aerea de eOr nas
a 220 re. o covado : na ra da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Na padaria da ra dos Quarleia n. 18 con-
tinuare a vender o excellenle pi a 120 rs. a li-
bra, de meia libra para cima, bolachinba a 100,
ISO 140re. a libra, 1.*, 2. e 3.a : a farinha |.
qualidede a 140 rs., 2.a a 120 rs.. 3* a 100 rs. a
libra, bolachinba doce a 140 rs. a libra, por ar-
roba 4{|, araruta a 240 a libra. O proprietario
deata padaria anda tem para diepOr terreno para
mais de 20 esas de 30 palmos com 150 de fun-
do : oa pretendentes podem entender-se com o
mesmo proprietario que lodo negocio far vista
do lagar que escolherem.
Manoel Antonio de Jess.
Vendem-se libras sterlioas ; no escriptorio
de Amorim Irmios. ra de Cruz n. 3.
SLoja das 6 por-S
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots da peona fino eobrecasacoe,
ditos de casemira de. cor de fueteo, ditos
da briza da cores e brances, ditos de
ganga, calcas de caeenfa prelas a da
cores, de brim braaco e de coras, de gas-
a, camleee com peio de linbo muito g|
finas, ditas de algodao, chapeos da sol "j
P de alpaca a 4# ceda um. tt
Vestidos para ca-
samentos.
Riquissimos cortee de vestidos de'Monde bran-
oos bordados a seda, sendo os lavoree de malte
gosto, como grinelda de florea e ramos para o
pelto, oa man proprios at boje para noivas : na
ra do Crespo n. 7, loja de Oeimaraes & Lime,
esquina qoe rolta pare a raa do imperador.
Vende-se urna armaclo propria para qual-
qaer negocio, com om paiol para sal; a tratar OS
ra das Cinco Pontea n, 91.
Nova expositjo.
Ra Nova n. 20.
Riquiasimo sortimento de colilerias em todo
o genero, assim como om riquisfimo sortimento
de louca de porcelana para cozinha, riquissimo
(ortimenlo de metaes, riquiaeimo sortimento de
miudezas, e ouiros muitos artigos. que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar : na ra
Nova n. 20, loja de Carneiro Vianns.
Bombas dejapy.
Roa Nova n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Canoa de chumbo.
Raa Novan. 20. loja de Carneiro Vianna.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pechincha nunca vista.
45Ra Direita 45.
Grandes coaros de boi, inteiros, ce lustre, de
US,
Vende-se a bordo lo patacho nacional Pauli-
no ; a tratar com Marquee, Barros & C.. lamo
do Corp Sent.
pechincha.
Pegas de cambraia lisa de 8 1r2 varas a 2*500-
na ra do Queimado n. 44.
Vendem-se globos para candieiros, e bom-
bas de japi, maia barate do qoe em outra qual-
quer parte: aa ra larga do Rosario, n. 34.
Escrayos fgidos.
Escravo fgido.
t

Vende-se lavas de camua 8na bran- #
eaae amarellaa para militares a 28 o par : #
na loja da Nabuco Si C. n raa Nava n. 2.
Vende-sa o grande sitio denominado Caia-
na. aito na freguezie da Versea, de muito boas
trras, que tudo qnsnto se planta di urna grande
quantidada, eom urna casa da taipa j coeerta,
urna dita defazer farinha, grande quantidade de
pea de cafetsiroa. com diversos pea de fructeiraa,
como seja laraogeirac, coquetros, etc., etc.; e
tambem venoem-se duas vaccas que dio baetan-
te leite, urna dellae com a cria j grande, a um
burro manao : a tratar na, ra do Seno n. 20.
Libras sterlioas.
Vende-saoo escriptorio de Manoel Ignacio de
Olireira e Filho, largo do CorpoSanto.
Queima-tudo
Sorra pen ae daiter nes caslfeaee e segarar a
-velada espera aceto, fazendo-e qaeimar ala o
fia, e preservando os aaeaaaas de ae quebraren:
com a calor da las: vende-se a 600rs.. cada
qaeinea-tudo, na1 raa de Queimado, loja d'agaia
branca n. 16.
Joaqalm Prenciaeo de Hallo Santn avia a aoa
eaas fregueses desea pnce e ae de (6ra, que tao
axposto i randh sabio da aue febricedenominada
Racifanoarmazem desSre. Traveesoa Jaaior
4 C, na roa do Amorim n.58; maesa amacolla,
cwtaoha, preta ootraa qualidadae par asaswr
proco qae de oetresfabricas. No mesmo arme-
bem tem (ello otea deposito de relee de carnea-
ra simples sem mistara elgame, sonta aa le
sompoaifiio,
Fugio no dia 23 do corrale, da fabrica da raa
do Brumo. 84, o escravo Antonio, crioulo, de
idede 20 annoa, pouco maie ou menos, de estatu-
ra baixa e reforcada, com signaes de bexigas no
rosto e rOxo da peroa esquerda.descoofia-ee que
teoba elle se evadido para algum dos engenbos
ao norte deata praca por ter j isso praticado al-
gunas vezes : roga-se, portento, a qualquer pes-
soe qoe o epprebender, o favor de o mander en-
tregar na fabrica cima declarada, que se lhe gra-
tificar.
Hootem pelas 2 horas da tarde fugio da casa
do abaixo assignsdo ra do Imperador, o inole-
que Julio, o qual tem os signaes aeguintes : nao
bem preto, tem falta de dentes na frente, re-
presenta ter de idade 18 aonos, levou vestido
urna caiga de panno preto e camisa de algodao
grosso: quem o pegar levando-o a caea cima
ter a recompensa.Joaquim Salvador Pessoa de
Siqueira Cavaleeoti.
Fugiram do engenho Conceigio, ai lo na fre-
gulzia de Tracanbiem de comarca de Nazeretb,
no dia 4 de novembro de 1860, dous escraros
mulatos com os nomes e algoaes seguintes: um
de nomo Paulo de 45 annos de idade pouco mais
ou menos, offlcial da pedreiro, eepeleiro e pti-
mo bolieiro, de nbos, rosto descarnedo, olhos brancos, nariz e
bocea reculares, um pouco secco e de estatura
media, o qual tem dous dedoa da mi direita
aleijados de om panarico, e tem tambem o dedo
minimo da mo eaqaerda com igual deleito, o
cima da sobrancelba Je um doa olhoe urna cica-
triz, proveniente de um taino, e outra cicatriz
com um carocioho cima da mesma, com um
dos dentes da frente quebrado,quando se embria-
ga toroa-se arroscte. Esae escravo j foi sur-
redo e consta andar pelo Recife, tendo sido visto
pera aa bandas da^olodade e Santo Amaro por
alaumae pessoas, Tquem tem dito haver-se liber-
tado. 0 outro, de nome Felippe, de cor triguei-
ra, cabellos carapinbos, estatura baixa, ou regu-
lar, bem barbado, am pouco aecco, bem fallante
e cantador, com 30 annoa de idade, anda ligeiro
e muito deapachedo no servico de enxada e foi-
ce, com falta de dentes na frente, com olhos um
pouco apllombados e cepioagos. Quem appre-
hende-loa leve-os ao dito engenho ao seu senhor
o tenente-coronel Joio Cavaleeoti Mauricio
Wanderley, que generoaaxoente recompenser.
Escravo fgido.
Desde o dia 24 de culabro p. p. est fugio do
escravo mulato Joaquim, aatatura regalar, cor
clara, WgoaVs e peira, oi escravo do sertio :
quena apenar leve-o aros da Croa a. 48, caea
de seu eenhor E. A. Burle, qae ser recompen-
sado.
Pogio do edgenho das Maltes, comarcado
Cabo, no dia 28 de seteaebro da 1881, um escra-
vo por nono, lelo, crioalo, vermelho, altura re-
galar, grosso o corpo, aaaadaado, idade de tra-
te a tasto* amo*, metten-se as males do enge-
nho de Monte, at que lbe tiraram urna p*iga
Sr* levaa. a logo qae s* vio aetn Ua dizem que
rtea um quarto metraeo com cabellos pretos,
e cota principio de csrrego, a tambem fez am
pequeo raabo de roupe : deesppereceu o caval-
lo a 17 da outnbro. Este negro j tem sido pre-
so na Recre duas vetes, a primeira vez traba-
rbando com om* carroce, e a segunda ves foi
preao trabalbando em um armazem de assucar
como forra: quem o pegar leve ao engenho ci-
ma, qae aera besa recompensado.


(8)
Litteratura. ^
i
DIAWO
-* QJUUWA DEOU S8 MI
1811.
Algnns erres de geste contemperanee,
ea materia d'erte.
O goato Pe. fin est hoje aais que nene*
derramado pela Fraoga; roaa cortamente este aro*,
lo, de dala mullo fecenle, nrns geral do qae
esclarecido. Fcilmente pode-se cricular qnafi-
lo ganiiam com uso os compendiadora e livrei-
ros; porem seria difllril dizer o que tem gaoho a
inteligencia da verbera arte Ero verdaile
recelo muito q-.e elle, apenas Ur|la servido al
o presente de crear um novo ramo de commercio,
e dar materia a algua eogenhoso economista para
no futuro accrescentar o Imo de Adau, Srnitn,
uoi udous capitulo*, aob este mulo satyrico
Do gasto pelas artes considerado tm suas relaces
com a cxrcnUeio das riqueza* e da realidade
substancial dos valores facticios creados pelos ca-
prichos da moda e da opinio. Nosso gosto pelas
arlos seoielha-ae de alguma forma ao ooaso gos-
es uUe0cidMPOraDe Pe'08 Telh* U?roa Ju,laB>*'8
Sunca a Fraoca tere lanos leilores quanto ho-
je; mas en coropensaeao nunca tambem ae im-
primi tanta cousa intil e ociosa."" Amamos e
eonos phanatlcos pelos slfarrabios histricos e
e biografieos ; imprimimos sob o titulo de do-
cumentos Idda a especie de atmanak* mofados ;
publicamos sob o titulo de resurreices Iliterarias
toda a especie de prodceles enligas, esteris,
pedantescas o algumas veres mesmo obscenas ou
srdidas. Temos hoja em accio quantidade de
espritus muilo zeloso* que corroraperem a cobre
profissao de erudito. Ha por exemplo em un
maco de papis, orna pagina a rasgar e s sal-
var do esquecimenio ; elles publicsm todo o
"'5 ea> ua pagina ha duas liohas de un
interesse verdaderamente humano a eitrahir
copiam toda pagina.
Em verdade parece qae a caducidade e as inju-
rias do lempo sao un titulo curiosidade e ao
lavor do publico. A maior parle dessas publica-
se recommeodam atleoc.o dos leitores, bao
porque centenham cousai novas ou ignoradas
mas porque sao exirahidea da papis eatigos. Es-
ses papis sao aotigos ; eis seu mrito, seu belto
titulo de honra, se sao o mesmo lempo enfado-
nhos e esteris I Crr-se-hia verdaderamente
que esses que os publicsm obedecen a om pre-
juuo de nova especie, e suppr que noj seculoi
que nos precedern oo havia palradores, tolos,
pedantes, fatuos, Iliteratos hydrophobos mordi-
dos pelo cao da melromsnia e possuidos do de-
monio da mania deescrever. Grabas a distancia
dos annos, os defeilos de todos esses escriptos
nuieis parecen traosformar-se em outras tantas
qualidades para algoos dos nossos eruditos que
recitara, commentam e traduzem sob diversas
formas a bella passagem que Moliere imitou de
Lucrecia.
O palrador torna-se um echo Oel do lempo ; o
enladonho, um testtmunho grave e severo: o fa-
tuo um espelho occullu onde ven rtfleclir as ace-
as que as conveniencias sociaes obrigavam a
conservar em segredo. Resulta d'ahi que a cri-
t e/udiCo que deveriam servir para diasi-
par o chaos das dundas e incertezas, acabam por
serrir somonte de embulhar anda mais esse chaos
e aogmentar a coofuso. Quanto a mim, deso-
jara de boa voolade que se ntostrasse por um
eremplo memoravel o amor que se deve ter do
pasjado, quaes n> suas reliquia deven ser con-
de"ru'd qUaM dC SeaS a,farrabios P'ra sempre
Levaotar-sa-hia em urna de nossas pracas pu-
Micas duas eslatuas. urna a S. Simio, ootra a
a madama de Sevigne. e embaixo accender-se-hia
urna mmensa fugueira na qual se lancariara lo-
dos os eiemplares existentes, sera exceptuar
mesmo o jornal de Daogeau, como o typo supre-
mo em que se resumem cssas publicaees nau-
eaAundas e eolulhadoras. Laocar-ae-uis ainda
na loguaira, como exemplo do castigo que amea-
a os palradores do fuluro e do presente sempre
promptos a lomar a peona s lodos os instantes
urna boa porco dos exemplares existentes do
jornal do advogado Barbier, noque nao veria in-
conveniente aigum.
i= mvnmo acoo,ece om o nosso gosto pelas ar-
tes ti ese distingue telo mesmo arrebatamen-
r?ti?! e baoa'' Por'a-se com a mesma cu-
riosidade, sem discernimento, sobre todas ss
obras do passado, boas, ms ou mediocres. Nao
187 dilTerenga entre os autores, nem entre ao
oorss de um mesmo autor. Admitte-as todas
jgHalmen e, nio porque tenham tal ou lal mri-
to original, mas pela nica rszao de serem anti-
5,*,, f* g.fl0 lolerante. nes. este afoga-
me to banal Iraz consecuencias deploraveis. que
muifo applaudina lalvez um demcrata amigo da
egualdade, mas com a vist a.a quaes iodo ai lis-
ia verdtdeiro, ou lodo o verdadeiro conhecedor
nao podo deixar de desgostar-se. Urna dessas
consequencias mais singulares expr commor-
cialmenle todas as obras a raerc do capricho
individual, e crear assim valores ficticios e exa-
gerados. As obras nao tem mais o seu valor in-
trnseco, mas sim o que Ibe d o capricho de um
carecedor ou a astucia de um traficante.
ISao se poder explicar raiosvelmeote a tmiho
porque pela lela de tal pintor de ordem secunda-
ria se paga 100.000 ir., eotrelando que pela de
era verdadeiro nao se d mais do que a melade
flessa somma. Tem-se-me dito que esse fado
Ce pouca importancia e nao diz respeito senao
acuelle que compra a obra inferior. Elle tem a
liberdade de empregarseu dioheiro como apraz:
lauto peiorpara elle se compra urna lela medio-
cre por um prego elevado ; victima desea afo-
grenlo, e fez urna compra m.
Mas o espirito humauo se governa por leis
muilo mais subtis do que o pensam os que assim
laiiam, e tem urna tendencia singular para estibe-
lecer relagoes entre as cousas mais loagmquas, a
tirar de suas consequencias mais toreadas. Quem
creria. por exemplo. que urna obra acaba por ser
aumirada nao por seu valor intrnseco, mas ero
proporrao ao que cujtou? Se urna lela foi com-
prada por 100.000 fraocos, o possuidor almira-a
em praporcao da somroa que despende^ e todos
acabam por pensar como elle. Involuntariamen-
te o publico vse dando s obras nma estimacao
egual ao preso porque ellasforam compradas.
wa realidade com difficullade se pode figurar
que urna tela que custou loO.OOO fraocos, possa
&rnfme005 eslima;0 "0 que oulra que custou
S.OO. Procuran razOes para admiraren a mais
cara apezar da evidencia, do tesleu uoho dos
sentidos, das resistencias da imaginaco que se
conserva fea. e so nao acharo, como acontece
pahvrS,empre' adn,iraai na conflanga e sem dizer
A economa poltica nos ensina as alteragoes
materiaes por que passa a sociedade quando, por
urna causa quaiqu,r, perdese o equilibrio que
deve existir entre o valor real das cousas e o
signat monetario que representa esses valores.
Anda se nao cajculou as desordens que se
apoura no gosto publico e na intelligencia geral
de urna sociedade, quando nao existe mais pro-
porrao entre o valor inirioseco eo commercial
dos objeclod arle.
A mola, e o capricho subslituem a principio
a razao e a justisa. depois o gosto arbitrario substl-
tue a moda, e bem depressa'..falso substitue por
sua vez o arbitrario.
A intelligencia desee assim de deg'o em degro
todas as escadas que conduzem a esses limbos da
Ignorancia onde se extingue todo o sentimento
ao bello e da arle, e onde as obras mais sublimes
bem como as mais mediocres gozam da mesm
estimacao appsrecem sob um mesmo dia paludo
e uniforme. Commesa-se, como se faz hoje, por
comprar em Hoblema pelo prego por que se de-
vena comprar um Ruysdail, depois chega-se a
dar por uro Pater o mesmo que nern sempre se
dara por um Chardin ou Watteau, assim pro-
gresivamente acaba-se por dar a todas as obras
de arle indilTerentemente o mesmo valor material
o que uma baoalidade.
A principio os compraran como objeelos de
capricho e phaolasia, mais larde compra-los-ho
como luxo. e afina! cono parle integrante da
mobilia de uma casa.
Assim as libertades dos nossos conbecedores
modernos provam menos, do djue se quer crer
em favor do gosto conlamporanto. Pagar por
qualquer quadro hollaodez o mesmo que por um
Ruysdail, e por um Pater, o mesmo que por um
Chardio ou Walteau nao ter s artes um amor
verdadeiro e esclarecido. E at estes ltimos,
que raerecem com justa razio o Ululo de meslres,
sao muttas veres colados alera de seo valor real,
e de sua importancia verdadeira no reino da arte.
Damos muilo valor oao so as producepes dos
pintores mediocres, mas anda as obras primas
dos de seguoda orden. Parece eremos que as
cousas bellas, se ja qual Mr a ordem a que per-
tencam, nlo tem preso. E* um erra,
.o7?sle eJ .Terd8d8 obras inappreciaveis. que
ee nao podernos, colar; mas quao raras que ellas
ou Ra-
Cliardiu
tado com
.la*
ddsHlO
eftUdlu,
I A t*n* d4w am P'*?0 fllqer, porgue
M oso sabe exactamente qual o que se Ibes deve
dar, visto como o seu valor excederte a esllma-
gao dos mais habis conhecedores. Um Raptase!
um Leonardo de Vinci, nm Corregi oao tem
I prego: pode se pagar, inlifferenteastou, por aval
quer de suas obras, 100.000 francak m um *j>i-
lafcao, a maior desUs duas sonaros*na* represen-
tar, o seu valor real, melhor do
l mas quando se salte dessas regid
da srie, para entrar as rejeides
;-as mudara de aspecto, prfae
obras tm um valor oirto que
lamente.
Se nuiafse^Ade pigir
phsel. o mesmVMo acn
ou Waltaa. SeSSalor
tola a exaetidio na bols
suas obres mais do que
( bom sensotaio gneros...
I mas prodigalidade funesta e puro logro
Ootro deleito de neeso gestb peles artesde-
feto que tem ana relelo bem intima com o
preceoente ser mais rido que curioso, mais
airebatsdo que sagaz. Elle to tem odlsceroi-
mento. nem subtileza. Ignora que certas pala-
vraa lem mil siguiflcagM. sio susce'ptivels das
mais difiranles accepges, p.lavr otara prjroa
por exemplo. SuppSe que todas as produegoes
que tea esse aomeao iguaes, e tea a mesma
excellencia; mas essa palavra designa obras ntui
diversas e de valor mui desigual.
Ha obras primas que tem na arle unja impor-
tancia capital, ootras que s ten ama importan-
cia relativa, e algumas ve2es mesmo muito re-
! ;" Ha nmas que s pdem'ser consideraSas
isolada e independentemeete, o que nadaganham
com a coroparago e o contraste; outras ha po-
rm que sO sao bem comprehendidas por meio
de contraste, e bem julgidas pela comparadlo,
u* algumas sem as quaes poda perfaitaneole
passar o espirito humano; elles podiam oxislir
ou nao. a historia da arlo nao sofTreria rondansa,
da mesma forma que nao aoffreris a historia da
numaoidade, se tal ou MI soberano nao ti vase
alcangado lal ou tal victoria brilhante. Desse
numero sao a maior parte das pinturas hollinda-
zas e sobre ludo hespanhlas.
Folgamos muito com a'existencia dessas pin-
turas por que nos deleita a vists e a imaginaco,
mas em verdade ellas poderism deixarde existii,
sem que o desenvolvimento ualural de arle sofTrae-
se com isso. porquanto nao cooslituem em annel
necessario na cadeia desse desenvolvimento. Ha
nutras peto contrario que se nao pdera snppri-
mir pelo pensaraeoto sem que a lgica do espirito
sej* logo translornada, cuja existencia por assim
dizer necessaria, e sem as quaes se nso poderia
conceber o desenvolvimento da arle tal qual exis-
te, as obras, por exemplo, de Miguel Angelo, de
Leonardo, de Ticiann e de Rombrandt.
Diz-se de ama pintura que faz experimentar
exlremoprazeraquellequea contempla: E' um
primor da arle, da mesma forma que se diz
de uma obra que impe admiregio; e entretanto
existe entra a seosago do prazer, e o sentimen-
to de admiragao uma difTeronca que basta pars
estabelecer desigual iade entre duas pinturas que
recetaem arabas a qualiicago de obra prima.
E preciso pois saber escolher mesmo entre as
obras primas, e ousar ser iodepeodtote nesmo
para com o genio. Sem essa extrema indepen-
dencia corre-se o risco de cabir na superstigio
Dizemos que a liberdade imprudente imaode-
rada era prejudicial ao gusto esclarecido das ar-
les, dizemos agora o mesmo a respeito da cega
admiragao que confunde em um mesmo enthusi-
asmo as mais diversas obras, sob pretexto de to-
rera todas a mesma quahficagao superlativa.
Aquella que nao sabe fazer essa distinegao en-
tre as obras primas, qu nao sabe admirar pro-
po/cionalmenie por assim dizer, que contando
emum banal enthusiasmo lodosos gneros de
belleza, aquello para quera essa palavra, obra
prima, nao susceptivel de infinitas significa-
Soes, nunca lera o verdadeiro gosto das arles, e,
se por desgraga tem a autoridade de impor suas
preferencias desviar iofallivelmenle aquclles que
pretende guiar.
Parece que nao estou dizendo.mais do que o
que os Inglezes chamara gra Irvim ; porem a
Quostao tem sua importancia pratica, e val a pe-
na fazer reflectir um instante aquelles que se
inleressam pelo gosto publico. Dew un exem-
plo para illuslrar o meu pensamento. Diz-se
obra-prima de Murillo, bem como se diz obra-
prima de Raphael e de Leonardo, e entretanto
que accepgio difL-rente nao d um verdadeiro
conhecedor a essa palavra em um e outro caso I
Uma obra-prima de Murillo s o relativamen-
te, isto e comparada com as outras obras do mes
mo pintor, ou com as da escolha que elle per-
tence. Uma obra-prima de Raphael ou de Leo-
nardo uma obra-prima absoluta e que desala
toda a comparago ; ella tem urna vida propria,
e nao precisa, para fazer sobresahlr sua superio-
ndade, de ser comparada com outros quadros do
mesmo pintor, ou de seus mulos e rivnes. Urna
nica obra-prima me basta para attestar o genio
de Leonardo, Raphael e Ticiono, e me seria im-
possivel dizer outro tanto a respeito de um qua-
dro de Murillo. Quem possuisse N.'S. de S.
Sixto ou a Virgem na cadeira, nao precisara de
outras pravas do genio de Raphael; ao passo que
quem nao possuisse mais do que um quadro de
Murillo, embora o mais bello, teria apenas uma
idea muito incompleti desse pintor.
A quesio, como se v, tem alguma importan-
cia, e merece a allengSo nao s dos milliooarios,
que desejassem formar para ai uma galera, mas
das pessoas encarregadas da adminsitrago de
nossos museus.
Um quadro amavel e gracioso de Murillo, e
Conceigao, foi comprado por um prego eojrnie.
E obra-prima, concordo ; mas f.rltam ao santera-
piador os pontos de comparago, para comore-
hender a rac&o porque esta tela obra -prima,
visto como elle nao tem em si mesmo um poder
de belleza lal que imponha admiragio. Separa-
do das outras lelas de Murillo. elle fies, por as-
sim dizer, humilhado e sem classicagao ; oao
supporta a comparago com os quadros dos gran-
des pintores italianos, que o rodeiam, e o verda-
deiro senlimento que inspira essa sympathia
misturada de caridade, que nos fazem experi-
mentar no mundo as pessoas quo chamamos inte-
ressantes
Se tivessem08 maior numero de lelas de Mu-
rillo fielmente compr-henderiaraos porque a
Conceigo merece o Ululo da obra-prima. Polo
contrario, a Jacoola de Leonardo, qae o avizi-
nha do sallo quadrado, pode ser iodilTereote-
menle transportada para todos os musus, e com-
parada com as obras mais sublimes ; ella ne-
cessila do soccorro das outras lelas de seu autor.
Poderia existir isoladamente, sem temer qual-
quer comparago, e por si s bastar para dar-
nos idea do genio de Leonardo. Quem possue a
Jacooda possue ao mesmo lempo duas causas,
urna obra-prima eterna e absoluta, e um esbog
do genio de Leonardo que faz com qae se possa
passar sen as outras suas obras. Quem possue
a Conceigo. pelo contrario, nao possue una
obra-prima absoluta, ero um esboco do genio
de Murillo. Comprando t caro este ultimo qua-
dro, a adrninistrago dos rousus, pode-se assim
dizer, fez um mo negocio, e deiiou-se levar
pela accepgio ueual e geral da palana obra-
prima.
Talvez nao tivesse ella feito esta Compra se re-
fleetisse as muiws sigoificagdes que tem essa
palavra, e se tivesse antecedentemente propos'to
estas questes : o contemplador francez compra-
hender a razo porque este quadro obra-pri-
ma ? Sentir ell diaote da tela isolada de' Mu-
rillo a mesma satisfaeo, a mesma pleoitude de
admiragao que experimenta em presenga de uma
lela isolada de Raphael ou Leonardo ? Murrilo
ser um pintor, cujas obras supportom o isola-
mento Y nao ganharlo ellas mais com a compa-
rago, porque se prestan em mutua apoio o soc-
corro ?
O que dizemos dos meslres se pode estender s
escolas inleiras. Tal escola pode resumir-se
em algumas obras, outras s podem ser compra-
hendidas pelo grande numero de toas produe-
goes. Doos ou tres quadros judciiosameote es-
colados represeolaro toda a Italia ; mas que
poden represeolar doos ou tres quadros hollao-
dezes ou hesoanhoes ( exceptuando os de Rem-
brande e VeUsques) mesmo eicolhios pelos
mais pratieol oh materia, sqnio caricaturas eo-
gragadas. lindas miniaturas e grandes excentri-
cidades ? Porque ? Porque o aerilo dessas
pinturas nao consiste todo no genio do pintor,
e porque urna grande parte da inlerease que ins-
pirara sobretodo histrico. Ellas agradara nao
s cerno obras d'arte, mas tamben como repre-
sentago pitlorescs dos costuraos e da vida, dos
povos no meio das quaes sao culadas. D'ahi
esse encanto e sttrativo, aas o'ahi tambera, cou-
sa ioerivel de dizer. sua infwioridade. Nao
tanto o genio dos artistas que nos seduz o altea-,
be, qutolo 01 auvmptos de que tritim. Essas
- uc "si>uu aje vejim ae permeio ta- quero
i afvauto*. flutffM doaados, estol.*, m antes pililo n. admirado;
2L?^lr*!I2*r2I2OS paii ""'"o e Srid A critica de Mr. Ciernen! diz respailo aoa Iras
ras tm para nos .o attractivo de docuaen-
ortcos, sio outras taitas paginas que nee
a vida familiar desaonaes aoras #>*>
tatje extiactaa. Ncilas conteraplanWs os
pjee, os procedimentos, as phisiooomias do*
nsde oulr'ora Uo livreaente oao es coo-
isteo*; ntllas advidhamos os segredos da
srte, burgaexe e Nsttca Hollanda, da ea-
e apaixonada Hespanha. O livro mais
_ om nlo pode enafnsr o que era a ovo-
bespanhola,-do que o quadros de durillo.
rM vivos e gr^ioeT)*,VrW^ai^*pXrt liJ
geuos de cores teros e solutivas. Nao sio qua-
ros pora afrontar o solgpjtflno.Mffl o aagniii-
^O esileadsw dos-ttnsK'sJomo. Os do "grandes
pintocM Slianos ; mal se os eollocaraos pela
iaja*jW*g5onapa|lidaclaridadp de urna SMhrisUa,
* de mess-nndeM teja de perneio >a
1'r^,ffi*e.odf0e,g,rO ^ W^ M
. qH
tido pr
larlictrir
iato*j ao*
. accordo coa'os do
impresses se achaa legi-
roprias; como ni ainda, te-
i ler as suas paginas ludo o
Ihe-hao sido reeonhecidos
desconheeid*s inditas
-js conhecimenlos. por exea-
Mwas paginas em que Francisco de Hollanda
.MMnieftdus em casa da aarquez* rio Fesesire, e
ai-nos asslstir a uma deasas conversacea subli-
me em que Miguel Angele explicava os segredos
de sea arte. T
Donamos de parle todos esses mritos muilo
|nles, ufo leilorpJe apreciar lao Mm co-
is. O faliaremosWe um ment mai* oeeuito,
elle talvez nao apteciasse devidamerrte, e
e.ae BosioMsim dizer. o sal desM livro ;
m f*l|W da indepandencia e e 11 rmaja de es-
lismo vilenlo e sombro, ejfr
raorto. a eoergia dojfma irnVginago
' cfida a
i mor da
febrteitan-
-rj- B.8uioa, qu precisamente
WOOlneu pela admiragao que loe inapiram. uma
iVfen?,r.VeM7.;: ad.W0el^
dado religiosas cora auioiti d ilimant.r... iinr. <, TZZZLl.? "o""1 ub eomiraooo
dade* religiosas com'que SOMs"de'aTraeota"r".se
i lodos, mesmo casta da perseguigo e do
fc-.Lrr iorsvguisBo e ara uesconnae dessas admiracas excesaiva* nu*
hespaohol revivem as lelas ardantea.1 e'xtrava-i
gantes de um Zurbaran e de una H-ffrera.'
O interesse pois dessas telas em grande parte
histrico. Isto to verdadeiro que se, por um
milagre. a lembranca da Hespanha sa apagse da
memoria humana, s ignoressemos qnal fra su
cmlisaco moral e as aas paixoes. essae pinturas
perderiam metade de seu valor. Entb nao faria-
mos mais do que criticar a extravagancia da crea-
gao, as iocorreccoes. a* infraocoe das leis nor-
rnaes da belleza o da re. Ellas nao passariam
de togogrypbos indeciraveis. porque teriam per-
dido esse poder de apreseotar aos olho da ima-
ginago todo am passado extincto, qae cooslilue
sus alma.
O que dizemo* dos piatore* bespanhoes pode-
ye dtier Igualmente dos hollaodezes, nao obstan-
te serem artistas serios e de um incootestavel ge-
oo. Tomaramos por ventura o mesmo interesse
por suas pinturas, se nada soubessemos da Hpl-
landa.de sua civilisagSo protestante, de sua vid
burguMs epopular, ao mesmo teropo honesta e
deshonesta, econmica e aumptuosa ?
Vade agora os pintores italianos ; nelles se da
loleiratiente o contrario : elles devem sem du-
vida muito ao genio de seu paiz ; mas esse ele-
mento histrico absorvido entre elles pelo ele-
mento da belleza e da arle. A idea da civilisacio
italiana a ultima que se Ihe aprsenla imagi-
nario, e ainda assim como simples accessorio.
A iembraoga da Italia poderia ser apagada, que
essas obras nada perderiam com isso, porque nao
liram o interesse que inspiran da circumstaocias
exteriores e estranbas arte da pintura. Todo o
seu valor quasi que est na belleza e na realisa-
gao que apreseotam das grandes leis da arte.
Se tal o carcter das pinturas hespanhlas e
noitandezas fcil comprehender que nio podem
ser tao apreciadas quanto as italianas.
Pergnnto agora, que effeilo pode produair so-
bre o espirito um s quadro de Murillo ou Zurba-
ran ? Nenhum, ou quasi nenhum ; quando muito
produzr uma impresso de admiragao, ou um
elfeilajijat: muan te de curiosidade cachetiea. Ante
um quadro hespaohol isolado.o contemplador ex-
perimenta uma sensagao toda especial: essa pin-
tora o irntasem o satisfazer ; ella por si s nio
me oasta, elle nao compreheode ou comprehende
imperfeilaraente. e sent um irresislivel desejo
de ver outras obras da mesma escola.
ao estando satisfeila a sua curiosidade, o seu
sincera e verdadeira.
Desconflae'dessas admiragas excessivas que
juizo arrYsca-se r f.i.T curi0Maa"',,seu ?ue au">' enha necessidade de formular em
clonad [porque f*m.? Ki m^^S?!1 Dlen' m0Ve,,er081 ui"1" poderi.mos tomar co-
__ porque lauar-ihe-bo elementos oara mo oedaniM mnt.i. i______________
clonado, porque faltar-lhe-bo elementos c
tormar uma opiniao verdvdeira. Tudo porm rau-
da logo que essa curiosidade satisfeita. Ento
pouco poacoT revela 7^ b -uaiuresa aevsj ser olhado como inferior ao
tura Modaa srlU L & ? S? ^'" P," V* loorad<> """ ouirs qualidade ou outro
i tujas essas telas se coapletam uma na ou- dom : cnainrahona..___.____. ...ii^-^. _
|ura todas essas telas se coapletam uma na ou
ira. e se prestam a explicago mutua ; as singu
raridades oda nos "o^^T* \ 8n*-U' a mB9 r'pda hW ^ emelh.gao nio po-
.ir.7,1,.. q PPreciam cono exeepcoes derism ser comparadas forca inventor* mina
2s*r?"l'M "P,,-no """ porque existem e sciencia mais ,n I J?' ,'" k." n"' ??5 "
estranhas expheam-nos a razio porque existem e
aevem existir; as sceoss, figuras e combinaces.
quecos pareciam resultados u phauuai. Udiri-
dual dos artistas, descobrem-nos quaes foram
as realidade* de lodos os das de orna rids x-
tincta.
Para comprehender pbia.o vilorda pintura h*s-
panhola, niobastam algans'qusdro's mesmo esco-
midos com discernimento, sio precisos muitos, e
quanto mais melhor.
Snbmelto humildemente esta* reflexoes a alten-
gao dos administradores do musAu do Louvro
cuja boa vontade e zelo se tom deixado desenca-
miohar neates ltimos annos, a respeito da pin-
tura hesp&nbola. i .. .
Parece-nos que elle* ainda nao comprhende-
..._. V .f ,uua uao comprenenae- pre concedido o conceder semore x divr.
nW8e"apQlUrad"|,,'!llass0ura 1nio qu.lidades da n.lurez. e do escrito Se iul^r
pode tornar juizo v ata de atoun* modelo* n. de. D..n< pode tornar juizo vista de alguos modelos so-
mente.
Escolheram na galera do general South alguna
quadros de Murillo. Zurbaran e Herrera ; mas es-
sas pinturas, com pezar o digo, nao obstante as
qualidades de energa que as recommendam, des-
agradan! quasi como extravagancias, e oarecem
fra de seu lugar.
tsssssarsjss ?**r sS^s-- srssss, aras
metade de seu valor pela proximidade das pintu-
ras italianas e francezas; o S. Basilio de Herrera
e a Morle do bispo negro de Zurbaran estao bem
louge de produzir hoje sobre o espectador a im-
presso que produzam na galera do marechal
South.
Nao eram alguna quadros que se deveria com-
prar, se se quUesss dar ao publico idea da pin-
tura hespanhola, mas sim toda a galera. Dsla
"Jali161"*" hia *UDl>toidlo esse rico museu hes-
panrTbl, propriedade dos principes d'Orleans, que
oesappareceu do Louvre, depois da revolugio de
foverairo, esse musu tio interessante pela abun-
dancia e diversidade das obras que continha, e
que dava ao curioso uma ids completa da arte
heipanhola, sera que Ihe toise preciso sahir de
Pars.
Quem visitasse mais de uma vez esse musu,
sentia-se transportado para um mundo lodo par-
ticular d arte, para um mun Jo que nio era. nem
o da belleza, como o italiano, nem o da razio,
como o francez. nem o daamiliaridade e Ihaneza
como o hollaodez, para um mundo emtlra onde
ludo era paixio. aridez, aspereza e violencia.
A principio sentia-se repugnancia, mas logo co-
megava a fascioagio e experimenta va-se um en-
canto cachetico em contemplar essas pkysiono-
mtas graves, esses corpos hirsotos, essas exprta-
soes medonhas de uma f selvagera e viva.
Atrevo-no a dizer que os Franceses que nao
poderam ver o museu hpspahpl do Louvre na
poca em que elle existia, nao podem ter idda al-
guma dessa escola pelos seus modelos que hoje
possuimos, por mais notareis que sejan. Quem
ir apenas da pintura bespanhola alguna modelos
nao lera dea aenao uma impresso falsa o des-
agradare!, e muito rsceio caraclerisar com eum
epitnelos o senliraenlo que lera experimentado
muitos curiosos e contempladores dos rarissimos
quadros dessa escola que o Louvre possue.
Vfi-se que esse gosto pela arte, inicuamente
moderno, que se tem apoderado do nos, nao
Isento de defeilos, e pode, segundo a occasio.
commeller muitos erras.
Muito lerlamos que dizer a respeito desses d-
tenos o erras; porm linitar-nos henos por ho-
je algumas reflexoes que j fkemos.
Digamos, para desculpar ooaso amor das arles,
que elle da data muito recente, e tem por eon
sequencii os defeitos da mocidade.
Elle se deslingue lotes pelo arrebatamento e
paixao do que pela peoetrago e discernimento
recca espontneamente por un) excesso de admi-
ragao qae o leva a confundir tudo, e a prodigali-
sar a arte de segunda ordem os mesmos louvorea
que prodigalsa a verdadeira arte.
-i., i i T* :------r-' ouS pletarla fcilmente, como creio, em muito pouco
lempo, se a critica da arte, que um pouco ne
gltgenle, se desse mais vezes ao Irabalho. desiu
da-lpe guia-Io.
Precisaramos por alguns aonos de um certo
numero de livros como o que acaba da publicar
e nosso collaborador Mr. Charlas Ciernen!, judi
cosos e eogenhosos, de um gosto ao mesmo lem-
po liberal e aeguro, em intolerancia pedantesca
nem indulgencia pueril.
Mr. Charles Glement pode dar aos que o lerem
i ligio mallo importante, nms dess*s ligos
. -- --------.--..,. ., vii.iv ia ira:; en
sinar-lhe-ha como se deve admirar, e variarse
guodo as obras e os meslres, as formula da ad-
miragio.
Nossos leitores coohecem perfeltamente as tres
excetieptes monographiag que Mr. Clement con-
sagrou aos tres raaiores representantes da arte
moderna, e por iiso neo nos preciso dizer-lbei
ludo o que alias contera de iateressanle e iostruc
Uro.
es
enlhusiasnos tem grande parte a conveogo. Ad-
erar maito nio indica emogio. indica antes, a
mor parte das vezes, uma prava de descoofiao-
?a de si mesmo.
Admir*-sa meito com recelo de nao admirar
asante e de parecer pouco sensivel Cao to-
das as paixoes verdadeiras, a verdadeira admira-
vao ceims e penetrante, ola com benevolencia
osaeellos da obra admirada vericta-os com sub-
tiiexa, e, looge de ver nelles um motivo de ar-
refecer, encontra nisso pelo contrario ua motivo
de avivar o aeu enthusiasmo.
E' assim que Mr. Clemnt sabe admirar. E'
preciso ler um seotlaento vardadeirameole sin-
cero e profundo, para, trataodo um assuapto co-
mo o que e.le tratou, ae nio deixar levar pelas
repetigs, pelas qualifleages acreditadas, peloa
logares commuos consagrados ha tres seculof.
f8 a tj,eenl 'ives*e admirado os seus favori-
tos de am forma aervil, s teria achado para lou-
v-los os aotigos elogios muilo coohecidos. e nio
tena encontrado os novos bosquejos que recen-
mendam seu livro. porque os aentimenlos de
copvengao nao brtlham mais pelo inprevisto da
expressio, do que pela pela verdade do Juizo.
Uvs tros maoographia* que Mr. Clement con-
sagrou a Italia do secuto XVI, -a de Miguel An^
Reto ea mais extensa, enthusiasta e interessante.
ve-se que oi escripia com amor e predtlecgao, e
entretanto nao revela nenhuma parcialidade,
nenhum capricho de paixo. Miguel Angelo a
artista favorito de Mr. Clement; mas se o prafe-
FVf MU8 d4,us nfae r>*o por allractivo de
intelligencia, ou por uma particularidad de na-
tureza, mas sim por obediencia a equidada que
aera presidir ao* juisosdo gosto. O cnlbusiasmo
oe Mr. Clement proporcionado a grandeza dos
essamplos que elle trata, e essa proporgio mar-
cada por differengas extremamente delicadasque
oais se deixam ad.vinhar do que se mostrara,
sobre Miguel Angelo, esse enthusiasmo se expri-
me pela emogio unida admiragao. sobra Leo-
nardo por uma mistura de curiosidade e attenco,
sobre Raphael pela sympathia unida ao xtasis.
Basas diferengas bastan para nostrar os respec-
tivos lugares desses tres grandes artistas; us
graduagoes se achan por assim dizer determi-
nadas petos difiranles grus de admiragao que
lospiram ao aeu critico, e pela diversidade das
quaiidades. pelas quaes elles sao loa vados. Sem
que o autor teoha necessidade de formular en
-- 4------ -* w |>v '"va >vuiei w-
o pedantes e audaciosos, conhscemos que o ar-
twta que louvado por tal qualidade ou tal dom
ureza deve ser olhado cono inferior ao
------F- *- vw*,u iiuuiltiaurj UU UUUU
om ; compreheodemosque a maior facilidade e
mais rpida faculdade de assemelhagio nio po
sciencia mais engenhosa. e o mais hbil espirito
ae combioagao nao podsriara ser eguatsdos ao
n>o que tira tudo de si nesmo.
guando o contemplador entra no dominio da
arte sublime de ordinario ea Unido ; a belleza
aas obras longe de consolidar o seu juizo, per-
loroa-o afa-to hesitar; elle receia dar uma pre-
terencia. Mr. Clenent ensina-nos o neto de pre
vinir essa linidez.
Procurae, nos diz elle, o artista, em que se
revelara as qualidades mais distioctas, e admi-
re-o ouadamente, abstrahindOdoslouvores con-
sagrados. ModiUcae ou ampliae a vossa admira-
gao segundo os diversos grus de estima que a
cuu^.Bucla u,orai 4o genero huma i.n4nm.
oncedido e cooceder sempre s diversas
des segundo as leis desse criterium i.ifalivel. a
auperioridade de Miguel Angelo sobre Leonardo e
napnaet, se vos mostrar imponente, e nao ex-
perimentareis mais a falsa vergonha de preferir o
g'gaote Itoreotioo a seus dous nv*es.
Das tras mooographa* a de Miguel Angelo a
em que se revela mais habilidade e affeigo ; nis-
smo se mostra a superioridade do grande
de critica mais feliz que seus rvae, e augmenta-
Ihe as torgas de seu talento. Entretanto preferi-
mos talvez os captulos sobra Leoeardo de Ven-
c e Raphael, porque nelles o critico deseovolveu
melhor essa independeocia de admiragao pela
qual o elogiamos e que nos propomos a tomar
por modelo. Elle ousou dizer a verdade sobre
Leonardo e Raphael; deixnu de parle quantoso-
Dre elles se havia escripto, desprezou as formu-
las banses e coramodas, e obserrau com seus
proprios oihos, em vez de olhar pelos oculos da
iradigao. Gragas a essa feliz audacia, pode co-
nnecer e saboreara maior.de lodaeas delicias do
espirito, a de sentirse realmente o possuidor le-
gitimo de sua admiragio.
Bastantes horaens, mesmo de um espirito dis-
iincto.deixam mullas vezes escapar essa occasio
de deleite, admiran alravz da admiragao das
geragoes que os precedern, e nao ten assim
nais do que uma admiragao do renexo que che-
K* a sua alma arrefecida a pallida como a luz da
d elles. Ignoram a felicidade que se gosa em eo
Irir directamente em communicagio com os ho-
mens e as obras do passado. sem intermediario,
sem opiniio antecipada, em sentir que se tem
razoes pessoaes de admirar, que nada devem a
outrem, e que se tem adquirido por suas proprias
emogoes o previlegio de sacciooar a senlengado
lempo e o juizo de nossos anlepassados.
Foi o dtreiloque adquiri Mr Clement. Rene
o Juizo tradicional e geral por raeios que Ibe sao
propnos, e chega ao grande ponto de admiracio
universal por caminhos que elle mesmo ebrio.
Latamente experimentara ante Raphael e Leo-
nardo emogoes de uma natureza intima, porque
nem bem conbece os recursos e as fraquexas des-
ses maravilhosos talemos, e poude echar para o
concert de louvore*. cuja gloria celebra a posie-
ndade. veriedades- tio verdadeiras quanto encan-
tadoras sobre um antigo thema de.critica bem
coohecido. Como bem expresso nestas pou.
cas linhss o genio gracioso e flexivel de Rs-
phsel : genio mais iotelligente que crea-
dor, Iraosforma-se a medida que a edade e
as circumstancias modifican suas impres-
ses.... E' uma arvore que segu o seu cresci-
mento natural, e que, a priocipio planta de fo-
Ihas brandas e de formas indecisas, lorna-se uma
baste flexivel, elegante e graciosa, e depois um
tronco robusto e elevado.
A respeito de Leonardo alie achou algumas no-
las verdadeiramente bellas, e aueexpnmem essa
especie de fascinago encantadora e fallaz, esse
oao sei que de doloso nascidu da uniao de uma
sciencia iogeoboaa com urna elegante semudida-
de, que faz do autor da Jaconda e do S. Joo um
u, l*..V. *""" "?. ae. que taz do amor da Jaconda e do S. Joo um
eta riffariranu r!S!?" "bads' \" COffl- tyabol fri"0le *"*'' *** d.seducgo
etana lacilmenie, como creio. em multo oouco meio divina, meio di.bnuv. > n ;.,;_"
meio divina, meio diablica, que o genio italiano
- lera em todos os lempos exercido sobra todos os
- povos. Que singular Tantazia ievou o artista a
por urna cruz os mi deas imagem profana ?
Esse S. telo uma mulher, ninguem ae pode
engaar. E' o lyeo da volupia : elle domina so-
- bre-Q espirite com ioerivel poder ; parece estar
- vivo; elle ca gravado pa imagioagoe no cora-
gao como essas reeordages dolorosas e ages da-
veis, que ae detasta e se presa. Lambro-me que
indo a Roma pela primeira vez, parei parlo de
Baccaoo por um accidenta de carro....O especia-,
Pllln ma ht muila. .nnn. i.^1... -.- {_l .
thera* coohecJe; oh essss variedades bastan
para revelar uaa amocio ioteiraaente passoal,
para torna-la communieativa a contagiosa, para
enterra-io como agrilhao no espirito dos leilores,
e oelle avivar pois este, o fim da vsrdadeira
criticao desejo de coobecer, de saber, de pro-
eorar raides sempre mais profundas de aaar o
admirar.
Mr. Clement nio pode admirar .epn.ard j a Ra-
phael como Miguel Angelo, e sera tiailez ex-
plica a razio. O genio de um de tempera
mais fraca, o do outro do vflj meaos nobre e
elevado. Mr, Ce nent dir francimole que o
eaia de Raphael nao seoio a faciliJada, a
docliidada, a mais almiravel faculdade de asse-
mil^agao. Raphael nao tirou ludo de si como
Miguel Angelo. Seu genio se ostenta, ae desea-
voive por assim dizer sobre a vida ricamente or-
ganisada do passado. ah se nutre a vontade e
produx assia uaa nova arte. Arta ntiga, mea-
res primitivos, eicola da Ombra, escola floren-
tina, da tudo se tem aproveitado, ludo i i tem
assemilhado, sem parecer tomar cousa alguma
emprestada e sea nada perder de sua originali-
dade. Sua alma falte, abarla s belleza, recebia
todas as impresses cora uma docilidcde volup-
tuosa como se recebesde uaa caricia aurabeijo.
essa passividade mesmo est o segredo da pro-
digiosa unidade que Raphael souba dar a todas
ss suas obras, nasetdas entretanto de ielnencia*
lao diversas o conttojdietoriss. Muitas pessoasjul-
garsm que taes pitarras Ha ama btasphemia ;
entretanto essa btasphemia pronuncia-a Mr. Cle-
ment; Rsphael imita mais do quo produz. e,
quando a impresso qu* recebe nio bastante
tone para mnammar-lhe o genio, elle suppre a
ospiragao que Ihe falta por bellotas de conven-
gao e expedientes de escolas. < Guiado por um
admiravel instinclo da belleza, que foi Afmpre
o aeu verdadeiro genio. eomprehendis^idC, imi-
tara ludo, e tudo transformaraj^m obras perfei-
la* ; porm uma iospaaoil |loal nao vivifica
gualnemetu|*>-o-que f.z. A rbetorie nio
eistes^siTreBi litteratura. e o bello aeade-
nico. o convencional que Ihe corresponde as
artes do deseoho. Esta transsegio entre os dif-
V.e.!?in,0do"1!coac,,bor xorimie a forma,
esaa belleza media, sem individualidade, sem
realidade, sem vida, esse modelo muito conhe-
cido, que se Iransnilte na escola, essa larrivel
molestia que oTre a a/te quando se aftasta de
sua origtam. a natureza, nada diato poupou Ra-
phael. E em oulra parta, fallando d Escota dt
Aiiitnas, o autor sem ao deixar illodir pelo alto
valor destaobra, indicou francamente esse outro
germen 4 rhetorica em pintura a arte repre-
sentativa. E" ao mesmo lampo, diz elle, um
grande esforgo de talento e uma obra completa ;
mas 6 lamben o primeira ensato em semelhao-
esproporges dessa arte puramente representa-
tiva em qae a sciencia substitue a inapirago
potica, em quo um pensamento imperfeitamen-
e denido s parece chamar os personagens para
estemunhar por aus belleza o saber e habilidide
do pintor.
p genio de Leonardo Julgado coa a mesma
independeotia e a mesma falta de prejuizo. Os
que esli habituados, em virtude de certas re-
Traa, nascidaa na escola, a identificar as pala-
vra* ideal a idealismo com a palavra genio, a
considerar todo o graode pintor, poeta ;e artista
como um tdealista, admirar-se-.hao talvez de
ver Mr. Clement dar ao systama de Leonardo o
nome de naturalismo.
Se esta palavra nio fosse mal empregada pre-
sentemente, elie darla mesmo ao graode pintor
o epitheto de realista, e esta qualicacio seria
exscta. *
A realidade com suas pompas, seus esplendo-
ras e mysterios. sua mistura de sombra e luz,
eis o dominio de Leonardo. Elle ve a natureza
e o hornera como um sabio e philosopho, e nao
como um contemplador, um nystico, un chris-
lao.
Parece considerar a natureza um ricoarnazem,
cheio de formas vivas, bellas e extravagantes,
onde o artista pode encontrar cora profusio aor-
risos, posiyoes, olhares, que sio expresses de
uma alma obscura que se ocr.ulta por tras d*
materia animada: Melhor que Raphael, que Mi-
guel Angelo lalvez, elle represente o genio ds re-
produegio. o giro ardente d natureza a travet
das umptuosidade de uma polida civilisagio, e
satoi eiprimir om genio por figuras mysleriosas.
onde as verdadeiras paixoes da vida e da nature-
za s* unem aos requintos e a sciencia das almas
civitisadas. D' ah s iocomparfvel altratgio des-
sas pinturas,.e esse ar de mysterio que tem ad-
mirado todos os contempladores ; ollas represen-
lam almas sabias que beberam os fontes oalu-
raes. e que gragas a suas sciencia, surprehea le-
rsm, como Acleon, a nudez da deosa. Suas pin-
turas tem alguma cousa de enigmtico que sedas
repella ao mesmo lampo; iaquielmm por um le-
grado que nio dizem. e nao nos appraximamos
d ellas com a conflangae franqueza que nos ins-
pira m as de Miguel Angelo, ou com a graciosa ne-
gligencia que se apodera de nos ante as de Ra-
phael. Ease segredo consiste em nao lerem ellas
candura nem|iunoceoci: ellas teta estudado todas
as virtudes da natureza a coohecem-lhe o valor
porn nio esqueceram as paixoes da vida civili-
Hfli
As pinturas de Leonardo reverti am psycho-
logo de urna peoetragio e habiltdade extraordi-
narias, um conhecedor profundo das paixoes da
alma ; porem Mr. Clement tem razio quando diz
que elle nao penetran muito no muodo moral. E'
um genio terrestre que nunca paasou alem dos ho-
montes da terrs. O universo sensivel e visivel
suiciente a sua curiosidade.que tio graode que
suspende-lhe todas as outras faculdade* e faz ca-
lar todas as vozes da alma. Elie nio possue
menor idea do divino e sobreoilursl; seus as-
sumplos religiosos sio quadros e pretextos que
ihe servem para exprimir as bellezas naturaes e I
o jogo das paixoes sobre os semblantes humanos, i
tom elle estamos bem louge d'esse mun loso-!
branatural para onda o sentimento chrutio de i
Miguel Angelo transporta a imaginagao, bem loo-1
ge lambem a'essa vivacidade O'alaa, d'essa io- '
nocencia. d'essa flor de ingenua piadade, que
caractensam as obras de Raphael quando se lem-
bra que christio. quando se record das liges
di escola de Ombra e do seol ment dos pri-
metros meslres. Leonardo merece pois o epithe-
to de {naturalista que Ihe deu Mr. Clement, e
devemo* esperar que d'ora a vaote depois d'elle,
nao ser mais permiltido proounciar, sem expli-
ca-las, as patarras ideal e idealismo.
(Conlintiar-as-na.)
=
oiso so mente filh* nica e liaba tor-
vra l hara de ser um casamento le
Variedades.
.7 .vi .k.~, uuij nasas ngoes oaccano por um accidente de carro....O esoecla-
r.P iL um0reCl8in.*0,da >|W",rte: en- culo que ha muitos annos desejava ver tinha-o
stnar-lhes-ha cmase dore admirar a >...a_ ,h' L.nii.n. ... ... ____' ... .
sob' osolhes ; mas essa imagem do S. Joo de
Lepnardo ma persegua por toda a parle.... A
voluptuosa imagem me nio deixava; ella *e me
apresentara na vasta planicie; eu via seus labios
graciosos e risoohos, seus olhos eolevados, seus
longos cabellos d'ouro, entret na cidade eterna
com o pensamento chelo desse fantasma do deus
falso de todos os tempos. Anda urna vez o
digo, ludo isso Dio pajas. d variedades sobre um
Uma actualidade.
TENHAM L CIVILIDADE VIAJANDO I
i
Trouvilla, agosto de 1861.
( Cooclusio J.
i7- ,?"? da ViUt dt Paril> n,in'ia -nriora,
lerceiro dislncio, segundo b.talhao.
Estou sentmdo que coroega i tazar fri... E a
naezinha que est com cuidado oque nem ae
passava em Iembraoga!.. Vamos, mea aenhor.
veoha depressa I..
Cypriana deu o brago i Valenlm, apertou-o
cora bem forga sob as apparanoias d'um esireme-
ciraeolo nervoso, e poz-se caminhar i pressa,
rebocando o mancebo al o sitio onde tioham
deixado a Sra. d'Orgemonl.
Caxorrinha! diz esta ; abandonar-me a*im,
sosioha, a noute.
Era urna praia ignota acrescentou a filha.
Se anda eu tivesse tbido ende poda achar-
vos I prosegue a me. ; porm minhat pobres
pernas...
E depois eu receiava...
Ah maazinha, tu nao tabes ? Um momen-
to ha em que as ondas me attrahiam.. nio era
senhora de mim... Sem o seohor, que nio sabe
nadar... '
Justo cu I exclamou a Sra. d'Orgomont.
Sem aqui o aonhor, que nsde como m pre-
go, que me ajunlou mariscos em seu leogo de
jaoaco e que toca cha peo cninez que um rega-
to ; nao st na verdade...
Parece-me que a senhora ata BIha trasve-
na um pouco, aveoturou Valentina meia voz.
A emogo sem davlda... Acredite, slm diso
senhor, quo nunca hei d'esquecer o immenso ser-
vigo.i..
Porm, senhora. asseguro-lhe...
Miezioha do coragio, estou ttrilaado, recolha-
mo-nos, pego-te por favor. Sio muita* impresses
Pr "6 8erao oao Bcaria mai9 Pra -
nha. De vottaao hotel, as dusssenhoras a Va-
Untim trocarara ara apeno de mi, ingleza, e
cada qual recolheu-se a aen aposento.
~" E' de mil marvilhas esta joven, diz comsigo
Vtlentim dettaado-se ; talvez multa cousa de
imprapii.0 no carador... porm isso tem sua gra-
?.. So .
tuna....
patente.
Madoaeiseite CyprlaBa, em p ditote d'arn es-
n.7?/!?*!' w,w*"-lh Sf. d"Ortamanl.
qae de seo lado, prenda porgos de seas cabal-
los em papalotes.
A joven oltou-se, com os bracos engracada-
r2!l!i?,rM*nd,,,0S sot>,e a Cbeca- coviohas no
rhlit!";''e09.,a- *<- Postara, como Rs-
cnet levando um amphora nos hombros e encon-
trando seu primo Jacob as bordas de nio sei
mais que tonto, na Mesopotamfa
ril^mnU^^aJW P*. JoltP. responden, e ma-
ritimo como eu.
Cinco minu tos depois. uma respirago egual a
desembaragada alleslava que a innocencia ador-
No da inmediato a noa seguintet, a intimida-
do t fez augmentar.
Valenrim bemdizia sua estrella por ter-lhe fei-
to encontrar tio amaveis companbeiras d^ ,!b-
gem. *
Estas senhorss, qae evitaran o nundo e o tu-
multo, qae eram mui avaras de sus smisade. qae
iiahaa em horror a baoalidade, que, por cousa
alguma ataste mando teriam tomado amisade com
n pri metro ebegado, astas senhoras, por sea ledo
agradeciara ao acsap por ler atirado sobreseas
iracas passos ua mancebo lio,bem educado tao
atiencioso. rico talvez, ejM\fpodia ser um caaa-
mentQ^fluixonveoierjiOr
EHs sahnm e eotravam juntos ; na mesa, aas
caberlas ficavam. visiohas:
No camino de Trouville. am uaa excursoes ao
casiello d AquMseau, i Beaetvoille, i S. Padro
Azif, ao caslello de Villers-sur-Mer, i costa de
Orace, cada vez, para dizer tudo. ue ae tratava
d alguma despeza I-ita emeamaum e que natu-
ralmente Valentn pagavs. a aeahora d'Orgemonl
reerabolsava-o, i larde, com uma escrpulo*
Na verdade alguma cousa da patriarcbal hava
m a-l. p,g a.lerB.ln.nie conllnhas
Jd0 P?I ,old0 Sfl hl* 'gm troco, a e-
nhora a Orgomont recorra Cypriao. Cypri-
ana tirava entio d'uma elegante cartelra de ve-
ludo bordado bonitas moedinhas novas que o
nancebo recebia con veoeragao e puoha precisa-
mente de lado, esperando sinceramente nunca
tocar nellas.
Alm do que, Cypriaoa nio livera mais desses
accessos exlravjgaotes que assigoalaram o pri-
meira serao de ana estada em Trouville e que a
senhora a Orgemoot attribua am syttema ner-
voso o uma delicadeza extrema.
Ella eslava agora meiga, moderada, aeris. at-
tenciosa. aceilaodo com graciosa ingenuidade as
aventuras trgicas que Valenlim aprender pela
manhaa em aua historia dos naufragios.
A Sra. d'Orgemoot tomava bichos ; Cypriana
nio tomava. avia pois certas horas em que os
dousjovens passearam s* na praia.
Cypriana apoiava-se um pouco no brago de Va-
lenum. enbalava sua cabecinha ardilosa e sas-
pirava algunas vezes.
Valentin, de seu lado, conegava i fazer mai
oem o olflcio de amoroso.
Algumas vezos. i tarde, na margem do mar,
quando a briza refrescava, estas senhoraa cooQa-
vam a Valenlim a chave de seu aposento e pe -
aiam-lhe que fosse ver chales ou mantas. Natu-
ralmente haveis de pensar que o aposento eslava
oe*ia desordem inseparavel d'uma chegada re-
cente e uma partida prxima, mas tudo aht era
tao fresco, tao balsmico, to galante I aqui um
vestido pendurado n'aldraba d'uma janella, aco-
la aperlado* borzeguins altivamente cotlocados
era altos saltinhos, uma toalha, um leogo. aguas
de Jouvence, escora*, mil cousinhas d'ago, tar-
taruga, marm. servmdo para fazer reaicar a
formosura. Valenlim em tudo locara, tudo co-
J ? D9,J0S- em "'lo sa enievava.
No hotel, viam-no subir sura o aposento destas
senhoras, abrir a porta, tornar descer, levar
vestuarios e nada pareca mais natural.
A senhora d'Orgemoot e Cypriaoa tinh*m tam-
bera mu graode f no bom gosto de Valenlim. e
tanto que, una manhia, o coovidaram para
acompaoba-las i om armazem de modas. Ahi
zeram desdobrar mila fazenda, conforme o
uso ; Valenlim dra aeu parecer. Depois estas
senhoras decidlram que sim, depois que nio, de-
pois, que hanam de cuidar, depois, que haviem
d voliar. Sabis que os negocios d'Esttdo nada
sao comparativamente aos negocios de vestidos.
Havia cerca d uma dozia de das que Valenlim
denava-se levar em tio suave declive. Na ves-
pera o fro viajanle fora i Pifes^ ondp esli-se
m termo* de levantar um monumento comme-
mor.ii.o d* p.rtida de Guilherme, em 1066, ot-
ra a conquista da Inglaterra.
Durante esta .eicurso, Valentn aproveitoa
hbilmente a occasio de tratar da queelao do ca-
K?? <>uefcom aautorisagao preliminar
as niha. o momelo era solemne; nao se tra-
ii fa" C50,0, nor ,r 5 vtan confessou
ludo e revelou estas senhoraa que elle era sim-
ples empregado ero um ministerio.
Estas senhoras pareeeram decididamente am
pouco contrariadas com a descoberts, porem,
t~ a% ?,.Prline,ro momento, a mi disse que
n?k i e,la 8 queria a ^"cidade de sua
nina, e dava seu consenso.
,7r ,raD,Prte de "legri, Valentn conside-
rou uuilherme como um bem pequeo conquisla-
aor ao p delle. *
*J\%?lU Tro"Tl8. He. Cypriana conheceu
que deixara aeu chapelinho de sol em Dives ; um
ctiapellinho de prego, que mui particularmente
estimara e que Ihe dera sua madriuha, a duque-
za de Tulipaoo, grande de Hespanha, aparentada
coa sua familia, etc., etc.
Valenlim tornou partir para Dives.
Estas senhoras ainda te-lo-hiam indubilavel-
meoie acompanbado ; porem a senhora d'Orge-
moot estar com uma lerrtcel enchaqueca.
o pobre rapaz liaba para todo o dia boa dose
de dor decabega.
Por volla de meio-dia, pouco mais ou menos
uma hora antes da partida do barco para o Ha-
vre, uma carta com brasio chegou enderecada i
senhora marqueza d'Orgemonl.
A'penaa leu-a, desmaiou.
Cypriana pendurou-se por todas as campainhas
e pedio soccorro.
Deram-se pressa em acudir.
A aenhora d'rgomont arregalou um olho para
perguotar ao dono do hotel i que horas parta o
barco. r
Dentro de viote minutos, minha senhora.
Justo cu I mal teremos lempo I...Depressa,
os bahus I faga idea, senhor, meu velho tio es-
t com a vela na mi, a calega quebroo-se. Ah I
ternvel l...desla feita perco a cabega l...nao ou-
so pensar em tal l...uma calega...um tio. quero
dizer, tao torno, lio rico a bem disposto I...
Cypriana dava mostra* de solegar; eslava aioe-
Ihaaa e orave.
E o bario, coolinuou a senhora d'Orgemonl
o noivo de minha lilha que foi para Dives procu-
rar tttB ehapetioho de sol esquecido l...Nio podo
eslar de volia antes desta larde, oflo ?
Nao. minha senhora.
Ah I nos nio haremos d'esperar por elle...
vamos partir...cada minuto vale un secuto I.. os
bahu esto pronptos ?...Ah 1 m,esqucia...mioha
pobre louca I ..H.i de flear doula I...poren o se-
nhor ha de ajusiar coalas com o barflo...
Sim, minha senhora.
^t- Diga-lhe aem (alia que parta pelo primeira
vapor e rena so-nos no castello.
IV
Qaando Vslentim voltou para Trouville, ficoa
mu sorprendido de ounr chamar-se seohor ba-
rio, de saber que a senhora marqueza partiru
com sua noiva, e que esperavant-oo no caslel-
lo I...
No dia seguiote, apresantarara-lhe uma eonta
de quatrocentos francos, depois a factura de qua-
renta e dous metros de chamelote de seda.
Valentn pz a bocea no nundo.
Responderam-lhe que elle chegara comalas
senhoras, conservara seu aposeulo, nao deixara-
as em distancia nem d'uma palmilha; que mui-
tas veze se vira em suas fljios a chave de seu
quartb era sua ausencia, que ludo pedir em seu
nome, at mesmo os vestidos escolnera. desig-
nando as cores.
Noivo ou cumplica, era este o demma.
Esperando uma aolugo, Valentim foi retido no
hotel como penhor.
Seus amigo, e eu sou do numera, abxiram
uaa subscripgio entre ai para desempenha-lo.
0 chapelinho nlo foi achado.
Adsien Fall.
[PretseChvass.)
^.-^l_^^^^^.^^
PERN.TTP.DE M F. DI PARA 4 FILHO. 1861,
A
a~ ~


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