Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09424


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Full Text
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All IIXYIJ IDIE10 274
PtrlreMBfzesait4ts 3$000
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L tiJ*Jf|f1 f- Ofjffl
OARTA FEUi 27 II I0TEIBR0 II
rraiMauUdtl9|000
rtrto fraaca pan a saaseriatar.
ENCARREGADOS DA SUBCRIPCAO DO NORTE
Parahyne,,|Sr. Antonio Alexandrino da Lf-
mi; Natal, a Antonio Marques da Silva-
Araeaiy, o Sr. A. de Leaos Braga; Cear o Sr'
f. Jos de Olireira; Maranhio. o Sr. Manoel
Jos Martina Ribeiro Guimartaa; pM> Jatliao
1. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
rjjtoua todos os dias as 9* horas dadla.
Iguarsss, Gianna, e Parahyba as segundas
e lexfos-feiras.
S. A'ntlo.-Bete'rros, Bonito,"Cruarfi, Allioho
e Giranhuos oaa tergaa-feiras.
Pao d'Alho, Namelh. Llmoelro, Brefo. Pes-
queira, Iogazeira, Flr>s. Villa-Bella, Boa-Vista.
Ouncury e Ex as qa-tas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Uos.Barreiros
Ajraa Preley Pimeotefras e Nata] quintas feires.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da manhia]
PMTE 0FFICI11.

EPHBMERIDES JK> MEZ DE NOYBMMO.
manhia.
II k"!.' V"1' ,0 bor" n int da
15 Oaarto maguante a. 8 horas e *7 mlrfu
manirs;
PREAIfAR DE HQJE.
Primeiro aes 54 minutos da manhia
befando aos 30 mnalos da Urde.
GOVBRNO DA PROVINCIA.
decretara do governo de Pernambuco
25 de novembro do 1861.
O tiro. Sr. presidente da provincia manda
Maridar aoa senhore* cheles o empregadus dA
amrenle, repartieres civis e militares, peo co-
ma MM.de aaei* cidadaos papa-asaialirem a* cor-
tejo que se tem de faaer a eligi de S. M o Im-
perador ao palacio do governo, as 4 horas e meis
da Urde do dia 2 de dezembro prximo vindouro
annivereariouaulicio de S. H. o Imperador__6
secretario do governo, / "
Joao Rodriguesthare?.
Expediente dogovernolo dia 3de
Dovetnbro de 18G1
Ofllclo ao Exm. presidente da profinciada Ba-
{|la---A corveta vapor Paraense que aegue
hoje desta capital para a corte, deve tocar oessa
provincia, segundo as nstruecSes do ministerio
da roarinha. Entreunto seudo ella portadora dos
objectos reroellidos desta e de outras provincias
para a exposigio da curte, que Um de aer abena
do dia 2 de dazemtro prximo viodouro, recom-
mendet ao seu commandante que, vislu (altarero
poucos dias erapregasse lodosos seusesforcos
para all chegar ante* da abertura da referida
exposteao. Nao podeodo, poim, o Paraenu dei-
xar de locar uesse porto, vou rogar V. Exc. a
bondade de niofaze lo demorar ah mais do que
o lempo preciso para entregar esie officio e reee-
ber assuas ordens, visto como qualquer embira-
So em sua viagem que devo aer rpida, far iou?
"p ar }oi>s a providencias que se tomaram
ahm de se cumprir as ordens do governo coo-
cernentes a este objecto. Espero que V. Exc.
acolher bem este meu pedido, adn de que seja
elle aatiafelto, pelo que antecipo os meus acra-
decimentos.
Dito ao commandanle das armas.Remelto ia-
cluso por copia o olflcio do delegado do termo
s"l Aiitio .dstado de 15 do correte, para
que V. S. Qcando inleirado de quanto elle dis-
poe com referencia aos destacamentos daquelle
termo de as providencias afim de que v um offl-
eial subalterno quanto antes assumir d cotnrnan-
uo do mesmo destaca meato. Communicou-se
ao ehefe de polica.
Dito ao mesmo. Queira V. S. ordenar ao
ooraroandaole do 4." batalhao de artilharia a p
que sHisfaca a exigencia do inspector da ihesou-
raria de fazenda constante do incluso oHcio, que
me ser devolvido com os papis queoacom-
panham.
Dito ao mesmo.Para que eu possa resolver
deerca dos inclusos requerimeotos dos religiosos
franciscanos Irei Antouio de Santa Rosa e frei
Joao d Nossa Seohora do Rosario, sobre que ver-
sa o seu officio de 6 do correte, convm que
v. S. informe acerca do que ponderou a tbesoo-
raria de fazenda em seu parecer.
Dito ao chafe de policia.Scieole pelo officio
que V. S. hontem me dirigi de haverem termi-
uado sem a mais leve perturbagio da erdem pu-
blica os Irabalhos da eleicao de julzes de paz, i
que se procedeu na freguezia da Boa-Vista, te-
oho i dizer-lhe que approvo esse resultado, de-
vido ao zelo e louvavel prudencia com que se
portaram os agentes da autoridade sob a previ-
< dente direccao de V. S. e de seu antecessor.
Dito ao mesmo.Remotto iocluso por copis,
o officio que me dirigi o cnsul de Portugal em
21 do correte, afirn de que V. S., tomando-o
na devida coosideraco, procure evitar que se
realise os receiosque tem o mesmo ooosul de 0-
car impune o individuo que espancou o sublito
portugnez Joaquim Teixelra Aroucha na cidade
do Rio Formoso.Commuoicoa-s* ao cnsul de
>>Porttgal.
Dito ao commandante da eslagao naval.De
J conformidade com a sua informarlo de 23 do
correnle expela V. S. as convenientes ordens
para serem transportados no vapor Paratnte os
30 recrutas que tem o commandante das armas
de enviar para a corle com deatioo ao exercito*
-'Communicou-se ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.Sirva se V. S de mandar dar
transporte para a corle no vapor Paratnte, a
Paulo Jos Francisco que allegou ter servido na
armada.
Dito ao mesmo.Queira V. S. mandar dar
transporte para a corte no vapor Paraense a Luis
Francisco de Azevedo que tero baixa doserviQo
no corpo de imperiaes roannbeiros.
Dito ao iospector da thesouraria de fazenda.
Auloriso V. S nos termos de sua informacao de
2i do correte sob n. 1158 a mandar eflectuar a
indemnisaQoque do requerimenlo junio pede o
padre Tranquelino Cabral Tivares de Vasconcel-
os na importancia de 209832, que Ibe foi des-
cornada de aeus vencimeotos como professor de
canto gregoriano no seminario episcopal de Olio-
da nos mezes de agosto a outubro deste anno.
Dito a thesouraria provincial.Pode V. S de
conformidade com a sua ioforwac.o de 21 do
correnle sob a. 584, autorisara collectoria de Na-
zareth pagar ao marcineiro Jos Piobeiro Ctbral
de Mello, a quantia de 4u9000 por que conlratou
fazer urna gaarita para a cadeia daquella cidade,
segundo declarou o respectivo juiz de direito em
officio de 21 de oatnbro ultimo a que se refere a
sua citada ioformaco.Commuincoa -sa so juiz
de direito de Nazareih.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. que es-
tando nos termos legaes as inclusas contas man-
de pagar a Francisco Xavier Cavalcanli de Almet-
pa, conforme requisilou o chefede policia em of-
ficio de hontem sob n. 1174, a quantia de 157J8O0
despendida com o sustento dos presos pobres da
caieia do Santo Aoto nos mezes de agosto e se-
tembro deste anno.Communicou-se ao ebefe
de polica.
Dito ao mesmo.Recammendo V. s. que em
vista da Conta que devolvo, e a que se refere a
sua informacao de 21 do correte sob o. 587,
mande pagar aos negociantes desta praija Aodra-
de & Reg, conforme requisitqu o dieta de poli-
cia em officio de 5 desde mezn. 1104, a quantia
de 60>OO despendida no mez de selembro ulti-
mo cora o sustento dos presos pobres da cadeia
di villa de Flores.Communicou-se ao chefe de
olicia.
Dito ao mesmo.Tendo em vista a sua infor-
macao de 21 do correle sob 585, recommendo
V. S. que mande pagar logo que or possivel,
a quau'.W de MOUjOOO que aioda ae est a dever
a Joio Francisco d Reg Haia, proveniente da
ultima prestacao da obra do areamento da estrada
do Cacbaog.
Dito ao commandante do corso de polica.
Logo que for possivel mande V. S. completar o
numero de 0 pravas do destacamento da cidade
de Oiinda. Cemmuoicou-ae- ao chefe de po-
lica.
Dito ao director geral da instruccio publica.
Pelas razos ponderadas ns informado da con-
tadoria da thesouraria proviocal datada de 11
do correnle inclusa por copia, nao pode ser ai-
tendida a aulorisiQao que Vmc. solicitou em seu
officio de 23 de agosto ultimo sob n. 257 para a
compra de movis de que deve ser supprds a ca-
deira de iostruccao elementar da reguezla de
Nossa Senhora do O' de Ipojuca.
Dito ao director do arsenal de guerra.Ao
officio que Vmc. dirigi sob o. 333, e dala de SO
do correte, respondo declarando-Ihe que nao
tazeudo o aviso da reparlico da guerra de 31 de
outubro ultimo dislincio entre boceas d fogo
de bronze de carapacha e de moolanhas, devem
aer enviadas para a corte todas as pecas que
exialirem nesse arsenal e forero de calibre 3 a 9
menos as 4 declinadas ao servido da companbi
de artfices, acerba das quaea resolver o Exm.
r. ministro da guerra o que eateuder coave
oiente. .
.DMo.*2.t*,*0>*-M,8d* Voic' ecolher a eate
arsenal 22 espingardas e 18 varetas que se achaea
em mo estado como declarou o commandante
do corpo de gnarnicao no offlcio por copia in-
cluso. r
Dito ao director das obras potocas.Devolvo
a vmc. o orcamento a que se refere o seo offlcio
de 2d de outubro ullimo. sob n. 245 relativa-
mente a concluso das obras do raio do Este da
casa de detenQao, adm de que laga corrigir o en-
gao notado pela contadoria da thesouraria pro-
vincial na informacao junta por copia.
Dito So juiz municipal da primaira vara.
SIDll0 VmC' par* os Bus convenientes co-
pia do offlcio do commandante do preaidio de
Fernando de 16 Jo cOrrente e em original a parle
a que elle se refere, do qual consta ter cnido ao
mar e desapparecio o sentenciado desta provin-
cia Manuel Jco da Silva, que foi para o mesmo
presidio, acompanbado da guia laavbem por copia
inclusa.
Dito ao juiz de paz presidente da mesa paro-
cblal da freguazia da Boa-Vista___Picando intei-
rado do que Vmc. expe em seu offlcio de 2 do
correte concedo-lhe a autorissglo qus solicitou
para publicar as informscoes que tem ministrado
a esta presidencia no corrar da eleigao que aca-
ba de proceder-se oessa freguezla para juizes de
ikD'i 80 cooselho de compras. Pode o conse-
Iho de compras effecluar pelos precos indicados
00seif officio de 15 do correnle a compra dos ob-
jectos constantes do mesmo officio enviando
thesouraria da fazenda copias dos termos que i-
signarem os vendedores dos ditos objectos.
Lommunicou-se thesouraria de fazenda.
Dilo cmara municipal do Recite. Concedo
a autortsacio que a cmara municipal do Recite
pede para alterar a planta desta cidade na parte
relativa travessa de que trata a mesma cmara
em seu officio de 4 do correte, aob n. 73 que
ca assim respondido.
Portara.O presidente da provincia altenden-
do ao que requereu o promotor oublico da comar-
ca de Santo Antao b.charel Manoel Innocencio
Pires de Figueiredo CnTargo, resolve prorogar
por 15 das a licoo$a de um mez que lhe foi con-
cedida em 12 de outubro fiodo, sem vencimen-
IOS.
Despachos do dia 3 de novembro
de 18 .
. RequerimentoB.
Joao Francisco do Reg Maia. Diiija-se
thesouraria provincial
Jas Joaquim da SHva.-Podem seguir mulher
o niho 00 supphcsnte.
Joaquim de Souza Revoredo e oulros.Opnor-
tunamenteserio altendidos.
Mari'anoo Jos" do Sacramento. Informe o Sr.
director geral da iostruego publica.
Commendador Manoel Gongalves da Silva.In-
forme o Sr. commandante superior da guarda na-
cional deste municipio
Romana Mara da Conceico. Pode seguir a
supplicante com sua filha menor.'
Velante Marta da Cooceicao.Pode seguir.
r.
DIAS DA SEMANA.
* S*Ql & S- c,,h,r,0 ? : S. Jocende
* Terfi. S. Pedro Alexandrino b. m.
27 QoMta. S. Marga rida de Saboia ?.
28 QunU. 8. GregorioIII p.: S. Jacob, da Marca
89 Saita. S. Saturnino .; Illumioata r.
30 Sabbado. S. Andrt ap. ; S. Trajano b.
1 Domingo. S. Eloy b. ; S. Nabum profeta.
AUDIENCIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL !farii.rlftrt- ^
r w a lUL' ENCARREGADOS DA SBSCBJPCAO DO SOL.
Tribunal do commerrin iunn.1... ....... i ... ^ ""*"
Tribunal do commercio : segundas e quiotes
Relacio: ter?as, quintas e sabbados as 10 hora?
resalida : terSas, quintas e sabbado as 10 horas'
Ju zo do commercio : qaartas ao meio dia.
Dito de orphioa: tercas e sextas aa 10 horas.
duT" '"* ciT: ler5" ,ext" '
^'d.Ta'rde0 ^ = ""ao. .1
rr
EXTERIOR.
A emigracao e o Brasil.
O engrandecimento do Brasil, desde que se
coos ituio em imperio, tem reflectido na prospe-
ridade de Portugal. v
Erem muilo mais seguras as bases em que
desde essa pocha. podiam asseoUr as relaces
amigaveis e commercisesdos dons povos, do que
o apparelho obnoxio do sysiema colonial com que
se projectra, maa intilmente, em tantos pontos
do muodo. escravisar o consamo a urna serla e
determinada prodcelo.
Libertado o novo imperio de nao ter senao um
mercado europeu que prevase ssuas crescentes
necessidades, foi ampio o desenvolvimento que
lomou, nss differenles e variadas ramificacoes
dos mieresses sociaes e econmicos.
Nao soubemos em lempo olhar para aquella
siluagao pela face brilhanle qu apresentava, co-
mo altatnenle favoravel aos nossos inleressas.
Era mais conveniente sabermos negociar eom
um grande imperio, do que manter o commercio
exclusivo com urna cetonia que possuia todas as
condicoes geographicas e polticas psra ser um
vasto potentado. '
Nao o compre hendemos logo assim*.
Ser impossivel rehaver o que perdemos, por
nao entender a nova silusQo que es aconteci-
roentos nos cearam: mas desde ha muilo era
possivel ler caminhtdo mais apressada e directa-
mente, na directo uoics e verdadeira da allian-
Qa cooamercial dos dous povos.
A mesma itngus, a mesma religiao, parte dos
mesmos eostumes. os chamam mais eslreita e
permanente conmunidade de intereases, que o
economista e at o politice, podem encontrar ns
historia contempornea das naedes. Depois da
separado do Brasil huuve familias que ficaram
nivididae entre es duas potencias. O instioclo
emigrante, caracterstico da raca portugueza, con-
linuou a povoar o Brasil com innaos em vez de
dominadores.
Os venerandos fundadores da independencia
desse imperio lancaraa bem fundamente os ali-
corees da sua obra grandiosa ; e entre os cali-
chamos de tantas repblicas, a America via ad-
mirada, levantar um ihrono constitucional, onde
a monarebia foi poderosa, porque te Ultou no
respeilo ii liberdades publicas.
Aioda heje esse aaonarchU se ergue magesloaa
e sobranceira a Untas ruinas de oulros povos da
America, ainda hoje sombra da corda de
um imperio que a civilissco floresce entre as
scenas gigantemente piliorescas do novo mundo.
A escrav.tura era mancha uoica de Uotsa
pagioaa brilbanles, heroicis e respeitaveis. Urna
nuvemziuba vagando pela atmosphera, na mais
bella hora de qualquer dia, gra a tempestado
que vera cubrir com abobada de trevas, momeo-
taneameute aulcada pelo fogo elctrico, o pano-
rama vicoso e rldente da primavera.
A intelligencia superior que subir ao throno
do Braail, avislava e conhecia este perigo, que
nao deixava tambem de ser previsto por lodos os
homens que as evolucoes da poltica leravam s
eminencias do poder.
O trafico da escravaiura foi prohibido, e a pro-
hibigo mantida com tio sincera severidade, que
bem mostrevs ser annuncio de que deve chegar
um dia desde o qual nio haja 110 Brasil sean
cidadios livres.
O imperio, que Unto senta j a necessidade
do trabslho psra transformaros sertdes e as fer-
iis campias por meio ds civiluajio, aioda sen
lio muto mais instante essa necessidade, desde
que levautou urna barreira horrorosa contra a
importacio dos brnncos escravos.
Era um espectculo consolador pira a buma-
fn 9f aolco poTO ** Arica que -tinha
abido firmar um throno as coistiUieo^s lMe-
raea. qaerer fundar no trabalho livre afroprie-
dade de aeu futuro.
..o*" ^.e povo **Mr "nceo econmica
que projeclava, combsteodo nao s erros e pre-
concailos, mss Umbsm inleresses valiosos, baria
um nico meio : osa abrir os seus portos, en-
redar parte das suae trras aos coleaos estran-
geiros.
ri4W1,,*S *"* ^ee se fosea neasas tr-
ras de Santa Cruz, ecboava em Portugal, mais
do que em outra qualquer naci. ;
;LQ0MJ K**^** Ubori! o sorle hatia
sempre manlido em mais ou menos forra = cor-
renle^migrante atravz dos mares que a sepsra-
vam da ierra ende muites dos seas maiores se
tioham enritpaecido. e alguna at uobilitado.
lono6 *n** fa Asiim aconteceu.
01 ahgamil de emigrscio foi notsdo com des-
gasto, os abusos que se deram no principio de
urna coloBisacao irregular, despertaran eurPor-
tngal attenco a attengao dos poderes pu-
DIlCOS.
Foi com justos foodamenlos que juntemos is
oossas leis a de20 de julho de 1855 sobra enti-
greci.
Nao abracamos todos os sens principios; en-
tendemos que ella carece de ter alterada em
alguna pontos, mas foi ao renos ums declaraco
authenlica de que oe poderos pblicos reeonhe-
ciam o direito que oo podiam negar a nenhum
ciaadao, de residir onde mais lhe convfosse. ao
passo que nao desprotegia. nem lhe quebrava o
ac que o prenda patria, porque elle tentara
ir Duscar forlens'longe das nossas praias.
, A le punha o dedo na fertda que, se nos pe-
judicava, nao favoreca tambem o.Brasil: itaca-
a a emigrarlo clandestina, sedurao que lhe
anda enlagada. o engao onde ae crestam sa es-
penucas do mogo emigrante.
* ^0,U8 PT" comejavam a regular deste
modo i luz do. sol, respeitando os direitos so-
ciaes e os deveres das naedes, o que nio se po-
da passar as trevas, sem prejuizo de ambos.
tra portanlo completamente, e diremos mais.
cons.quencta necessarta daquella lei, ama con-
venrao entre o Brasil e Portugal, onde se regu-
laaseo assumpto em todas as suas importantes e
ranadas relafoes.
Alguns estudos deriam proceder eate acto,
destinado a garantir a surte de tantos milhares
de Porluguezes em trra que, pesar de ser para
elles urna segunda patria, sempre estraoha, e
no qual se deriam pertar mais os lagos de re-
ciproca amizade qne unem os dous povos que o
mutuo commercio prende, operaco de muilo al-
cance e valia.
A mortalidad* era a primeira queslo que se
devia estudar, com desassombro e sem paixio
nem preoecupacoes. ,
E' o que tentaremos fazer do subseqaenle ar-
O descrdito da colonisagao do Brasil nio con-
vm a Portugal. Nem s os bracos porluguezes
ivao trabalhar na prosperidade do imperio. Nes-
ie ponto mais de urna nago se regularla pelo
painel ero que a exageragio tivesse tragado, nss
margeos do Tejo ou do Douro. a morte e a mi-
seria, como epilogo certo e nico da existencia de
todos os colonos.
Nio nos sorprendeu, portanlo, ver o governo
brssileiro apresenlar ao corpo legislativo, no
relatorio do secretario de estado dos nego-
cios estrangeiros, esclarecimentos estatisiicos
tendentes a evidenciar factos relativos a mor-
teos quaes, sem essas averiguarles, podiam ser
desngurados al com os mais puros e louva-
veis intentos, em desfavor da prosperidade do
imperio. r r
Tomando taes esclarecimentos na sua origem
offlcial, nosso proposito dar mais urna prova
entre muitasque j tem dado a impreusa portu-
gueza, da imparcialidade com que se dirige, quan-
do reclama dos poleres pblicos quaesquer pro-
videncias a bem doa milhares de compatriotas,
que transferem a sua residencia para a Ame-
rica. r
E" innegavel que a epidemia da febre amarel-
li fez estragos no Brasil, e que, nos primeiros
anuos da invasio, alguma coma paralysou o des-
envolvimiento dos grandes meios de engrandeci-
mento que possue o novo imperio: mas tambem
nao deixa de ser innegavel qne o flagello depois,
ou abrandoa em parle as iras devastadoras, ou
as coocentrou em certos periodos, que chega
a aer possivel determinar com bastante exac-
tidao.
De lodos esses factos convm qne bsja em
Portugal conheclmento completo e verdadeiro,
o qual, segundo o nosso parecer, se deve apro-
veitsr as negociacoesa que j impossivel
deixar de procederpara acabar com todos os
abusos a que possa servir de pretexto a colooisa-
?iu, e para cortar na origem aa raizes de quaes-
quer desintelhgeucias que, principiando de go-
veroo para governo, podem ir medrando at se
deseo volverem de povo para povo, com incoo-
testavel prejuizo de ambos.
Nao andam isenlos de duvidas, em nenhum
paz, oa esclarecimentos estatisticos que se refe-
ren) i populado e seu movimeoto.
Quem procura os mais authenticos porque
deseja acertar o melhor que possa.
Para nao sahirmos dos limites que nos mere-
gam credlo. que nao eremos oa exposigao de
Lll"* uct0> lH1 pmeiro semestre de
1860.
Passemos a resumir o que se pode com mais
seguranga obter acerca da aortaiidade do Aio de
Janeiro.
A populagio desla capital excede, aegundo as
melhores opimes, a 350,000 almas.
De 1856 1859 a sua mortalidade representa-
da desta forma:
1856.. 8.085
1857.. 8,972 '
1858.. 9.721
1859.. 9.832
No priraeiro semestro de 1860 a mortslidade
foi de 6,880.
5' para notar que o primeiro aemestre do anno
isa t\a moica ribIm *>. ... __ .
AUgftas, o Sr. Claudino Falca. Dias ; I
o Sr. Jos Martina Alces; Rio de J*sU*r. m %,
Jlo Peraira MarUns. ", 5r.
EM PERNAMBUCO.
Os proprieurios do pumo Mannel Pib.,a.
V2!tiZ........*VS5T*
!>% nmigraoio. Nio seremos nos que tacamos
VJr*!00 d0 Bm,1 8 off-"" oe suppor que elle
pensa de outra forma*
Fizando assim o nosso direito, nio lhe pode-
mos uva* ma|( por 0,ir0 |wlo que ge eetrii,e
nos. dociMriflntos de, boa aulhenticidade, pera at-
leouaronffeito que podesse pro-tnztr, o modo in-
eoalet^ de Ter s grave quettao da mortall-
caoe. -
EflscaLjjnoiia), aa fosse eceilo como expres-
Ja^o ^ morfatidade mensal to anno de
859, que tomeremos psrs exemplo.dos mezes de
marco e abril, os bitos do anno no Rio de Janei-
ro seriam 12.180 em m de 9832, como forsm
em todo o auno.
Se nos sobos que aponamos a mortalidade re-
gular sempre por cerca de dez mil bitos, elles
*8?%S?ltm p*r" PPul"?o JjO:000 almas, a proporgto de 2 1(2 a 3 por cen-
lo, quinao inculca insalubridadnefasta, por ser
a que estilsticas de fama citam^'Srno relativa a
rnutUe dados da Europa, cuja salubridade nao
coauetada.
E' Pse sentir que nao haja em Portugal um re-
censeaasento da populacho portuguesa do Rio de
Janeiro. Entretanto, o relatorio a que noe temos
referido asevera, que segundo os melhores cai-
culos eaaa populagio, que ero 1856 subia a 56:000
deccAOMfozer actualmente 60:000 almas.
i *orl*"a.*0,8 d"os porluguezes residentes
no Rio, relativamente a quatro anuos, e touaudo
como bem prximos da verdade os algaliamos que
dvixamos citados, a proporcio dos bitos para o
numera total dos individuos nfto muilo leva-
da como se v n'este quadro.
1856......780, oul 25 0.0
1857....1.69, ou22 3 0|0
1858....1,400, ou 21i3 0i0
1859....1,470, ou2 3i7 0[0
Comprara nao obstante a experiencia, que
mUter concorrer por todos os modos psra que
essa proporcio, e desga um delles, seguramente,
o cooselho, e talrez a intervengo. da propria
autoridade publica, por aceordo celebrado entre
os dous governo, aQm de que declarada a epide-
mia no Brasil, nao se destinem a nenhum dos
seus portos, onde elle exista, os emigrantes, nos
mezes coohecidos como sendo da maior mortali-
dade.
Seria porventura mais conveniente que nos fl-
casse no reino a poroagio que vae dar valor a
trras lio loogiquas ; mas nao de improviso que
se pode conseguir acabar com um acto que, alm
de outras circumsiancias, at filiado na ira-
digao. ^
Os gocemos liberses oo podem nem devem
furgar a povoagio do seu territorio a abdicar a fa-
culdade de (cremento dispor de suaa pessoas.
Regulado o tributo de aaogue a que lodos sio obri-
gados nos termos das lei, pelo bom governo,
pela fecunda iniciativa, que a prosperidade de
urna naci se levanta a ponto que os seus habi-
tantes nao procuram melhorar a fortuna nem a
posicao fra da metropole e respectivas colo-
nias.
E mister aceitar os fastos como elles sio, e cui-
dar em os regular, deotros dos principios do di-
reito Btom a conveniencia do dever, tanto no iu-
teresse da Portugal corno no do Brasil.
( Jornal do Commercio, de Lisboa. )
259
226
224
216
185
185
182
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142
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38
32
32
31
28
28
26
26
24
16
16
7 r--------------1 ."> miio uu auuo oh.b, uue iura para o presidio ae re
inclue u mezes mais falaes aos que aporlam ao Noronha, eahio o mar e desappareceu
Rio e nao seauem oara o ininrnr m. .. ..s ... __ u...i_ _.i_:.___ .T: -____
PERaUNBUCO.
REVISTA DIARIA.
Pelo brigue americano Fofoni, entrado dos
EsUdos-Unidos, tiremos joroaeaat 27 de outu-
bro prximo passado.
Del les consta haverem aa torgas do governo to-
mado, nao sem custoacidadedeLeesbarg, onde o
governo havia establecido as suaa guardas avao-
gadas. Esta cidade, mui bem fortificada, achara-
se antea em poder dos rebeldes.
Apromptava-ae urna expedigao de cerca 30 na-
vios de cela, e alguns vapores, com 30 mil ho-
mens de desembarque, dizia-se que para a Caro-
lina do Norte, sujos habitantes esUcam possuidos
dos mais nobres seolimentos em prol do gover-
no, mas careciam de torgas.
No Missouri s torgas rebeldes -perdis m lodos
os dias terreno, em preseoga das torcas do go-
verno.
No dia 25, apenas o lelegrspho snnunciou
oavio eocalhado, o vapor Camaragibe, que se
achava de fogo abatido, recebeu orden para por
vapor em cima, e seguio para o snl, onde se dizia
que o navio eatava.
EfTectivameole, depois de recebido o respectivo
guarde fiscal, sanio logo o Comaraoift, em de-
manda do infeliz, que ji entae se havia visto es-
tar encalhado ns prsia das Csodeiss, tendo pas-
sado as muitas arrebentagea e recites que bordam
aquella cosa.
Logo qu all chegou, foi o respectivo mestro
com o guarda fiscal, i bordo do nsvio, que se ve-
riiirou ser o brigue oriental Alfredo, em viagem
de Montevideo para Inglaterra.com um carrega-
meoto de ossos.
0 n"io j& hacia aberto agua, e tinha cerca de
10 palmos 00 porio. Apezar disso o Camaragibe
mandou os viradores, e lentou arranca-lo, mas
baldados foram seus esforeos.
O Alfredo, curvsdo ao peso dos aonos, nio po-
da resistir essa operagio, pelo estado i que, as
muitas fertdas que as pedras lhe haviam feilo,
t'.oham reduzido aquella quasi cadver.
E' digna dos maiores. elogios, a presteza com
que o vapor acudi ao lugar do perigo; assim
como merecem iguaes elogios o Exm. Sr. caoitso
do porto, por haver feilo expedir urna balieira
com os praticos competentes, e bem assim a al-
fandega pelas providencias que dea, mandando
igualmente a sua balieira com a Qscalisagio res-
pectiva.
Concedeu S.Exc. Sr. presidente ao Sr. juiz de
paz presidente da mesa parocinal da Boa-vists
a autorisecio, que pelo mesmo foi solicitada, par
publicar as inforraacoes que dera ou ministrara
presidencia no correr da eleigio ultima de juizes
de paz daquella fregosla.
O sentenciado desta provincia Manoel Joio
da Silva, que fra para o presidio de Fernando de
Rio e nio aeguem para o interior.' ou se u ju-
jeitam i observagio das regras hygieoicas ; que
laorecoramendaveisso, para previnir a invasio
do flagello, como bem se observou, quando live-
mos a iofellcidade de o contemplar em Lisboa
no seu horrivel aspecto. '
Decompoodo a mortalidade respectiva a 1859
pelos mezes, achsmosa prova do que fica dito'
porquanto foi em '
Janeiro........ 845.
Fevereiro..... 922
Margo.......... 1:086
Abril.......... 944
Maio.......... 878
Juoho......... 743
Julho.,........ 723
Agosto........ 708
Setembro...... 73
Outubro....... 910
Novembro..... 722
Desamoro..... 848
Nenhum governo, por mais justos fundamentos
que tenha, pode esiranhir que oulro, se o enten-
der conveniente e legal i face das suss UU, cohi-
Hontem concluio-se a eleigio para deputa-
dos assembla proviocal, pelo primeiro dis-
tricto, obteodo msioria de rotos os Srs. :
1. Visconde de Camaragibe..............
2t Bario do Muribeca....................
3. Dr. Augusto de Souza Leio...........
4. Dr. Francisco do Reg Barros Brrelo.
5. Dr. Joaquim Pires Machado Portella..
6. Dr. Joaquim de Souzs Rris............
7. r.Tfceodoro Machado Freir Pereira
da Silva..............................
8. Manoel Coiho Cintra............
9. Dr. Cypriano Feoelon Guedes Alcofo-
rado.........,..........................
Dr. Antonio Jos d* Costa Rlbriro...... .
Dr. Alfonso de Albuquerqoa Helio.......
Dr. Joio Jos Pinto Jnior................
Dr. Casiano Xavier Pereira de Rrito......
Dr. RoBno Coiho da Silva...............
Dr. Silvino Cavalcanti de Albuquerquo...
Do segando aislricio eleileral sao conheci-
dos os collegios de Oiinda, Iguarass, Nazareth e
Limoeiro, faltando apenas o de Goiinna, dando
em resultado o Mguinte :
261
246
218
208
201
190
188
180
177
163
148
122
116
111
92
Barao de Vera-Cruz...........
Joaquim Pedro Brrelo de Helio" Reg".'.'.
Dr. Joao Francisco de Arruda............
Dr. Francisco Joio Carneiro da Cuiha.."!
Dr. Hennque Peraira de Lucena........
Joao Francisco do Amaral.......
Or. Jos Maria Moscoso da Veiga Pe's'soa"
vr. Joao Juveoeio Ferrelra de Agular....
Dr. Tristao de Serpa Braodio..."........
Dr. Fiai de Sigruarioga Vaz Curado..!!.'!
Dr. Joaquim Francisco de Mello Caval-
canti..........................
Dr.Jos Bonifacio de S Pereira'.'.'.'.'.'.'..'
ur. Symphrooio Cesar Coutioho..........
Dr. JosHamede Alves Ferreira.........
Dr. Jlo Cacalcaoli de Albuquerque.....
Jos Joaquim de Souto Lima.............
Dr. Gervasio Campello...................
No collegio do Cabo, pertecenlea tercei-
ro diatricto, obtiveram volos os Srs.:
Dr. Ignacio de Barros Brrelo ..........
Major Jos Joaqufos-do Reg Barros......
Dr. Maooel Neto de Sousa Bandeira......
Dr. Alvaro Uchda. Cavalcanti ...... .
Dr. Jos Maria de Albuquerque Mello.. .
Dr. Pedro Affonso Ferreira...............
Dr. Antonio dos Sao tos de Siqui'rV'cV-
valcanti...............'.....
Dr. Lili* Felippede Souza Leio'..'.'.'.'.'. '.'
Dr. Msooel Buarque de Macado.........
ur. Ignacio Joaquim de Souza Leio......
Kvm. Aotonio da Cunha e Figueiredo .
Fraocisco de Carvalho Soares Braodao!.
Ur. Maooel do Nascimeoto Machado Por-
tella .....................
Dr. Guilberme Cordeiro* Coiho cVn't'ra.'.'!
Dr. Francisco Alveg da Silva ....
Dr. Bartholomen F. de Souza e Sica'.".!!
Commendador Jos Antonio Lopes.....
Dr. Maximiaoo F. Duarle......?.
Dr. Pedro Gaudiaoo de Ratiaisva'.'.'.'.'.
Dr.Gaspsrde Hnosos Vasconcellos de
Drummond....^........,.............
Foi autoriaasn a cmara municipal "deela ci-
dade por acto de 13 do crrente, a alterar a
planta desta cidade na parte relativa & travessa
sobre que reclamou a mesma cmara.
Foi prorogada por mais 15 dias a licenga
concedida ao promotor publico de Santo Aotio,
bacharel Manoel Ionocencio Pires de Figueiredo
Camargo.
1 "I ,E,n conse1uencia de haver fallecido o Sr.
jse1 Joaquim de Lima, que nests provincia ser-
via de sgente Oscal das rendas das proviocias da
t-arahyba e Rio Grande do Norte aqui arrecada-
das, fui nomeado provisoriamente para exercer o
mesmo lugar, al resolugio ulterior dos presi-
dentes daquetlas provincias, o Sr. Jos Joaquim
de Lima, filho do finado agente.
Temos queixas contra um individuo da ra
da Praia que all d-se espectculo com escn-
dalo das famiMas; e essas queixas sao capitula-
das de modo pouco digno para si.
Importa.pois, que essa pessos se absteoha des-
se procedimcnto reprovado, aervindo de aviso
estas opucas palavras que ahi Acaro.
Remettem-nos a seguinto declaragio acerca
dos negocios da ordem 3 do Carmo ; a qual de-
ctaragao damos em seus termos originaes :
a Declara-se ao respeilavel publico e igualmen-
e aos irraaos 3" da ordem do Carmo, que a no-
ticia dada oa Revitta Diaria de 23 do crrante,
no Diarto de Pernambuco, cerca do encerra-
mento da vizita que fez o Rvd. padre provincial
do Carmo oa ordem, eda retirada do Sacramento
da mesma ordem para o convento do Carmo, foi
e mais que verdsde ; sendo que a dita Reviila
nio disse ludo quanto o do proriiicial obrou
oessa occasiao por lhe terem oceultado; e por
isso agora declara ae, por ter sido publico, qae o
Kvd. padre provincial na mesma oecaaiio em que
lechou a mita, disse persote a mesa da ordem
qae o cotdjurave, que d'aquella data em dianle
tlcava quebrada a concordata que havia entre os
religiosos e os 3', sanecionada pelo internuncio,
e que por sso desde aquello momento em dian-
te Qcavsm os religiosos separados dos3".
Isso foi cerd.de, e lio publico que se oo
pode negar, e menos deixar de reconhecer-se que
toi um acto arbitrario da parle do Rvd. padre
proviocal e da mesa regedflra da ordem, em des-
peno de ter-lhe o respeilavel tribunal da relago
denegado o seu aggravo intempestivo, por nio ser
elle provincial parle nos autos que os3" pleiteiara
entre si, e nao com os religiosos do convento e
que por iaso nao devia o provinal, e nem poda
entrar como parle em urna quesUo que em nada
diz respeito seu convento ; e que por tal proce-
dimeoto foi que o justo, consciencioso e honesto
tribunal da relago, recoohecendo a falta de di-
reito que tinha o mesmo provincial, negou pro-
vimento ao aggravo ; pelo que mil louvores se-
jam dados aos muilo dignos desembargadores.
pela justiga feila.
tlsso foi o que cerdadeiramente se passau e foi
publico, e para que osirmios nao andem iludi-
dos como andam por alguns irmaos mesarios,
se faz publica a verdade do qus se paasou.
_ Assim como tambem declara-se mais que
nao cou s naquelle ponto 01 actos arbitrarios
que praticouo Rvd. provincial, que sem coosul- '
Ur um capitulo dos religiosos do mesmo con-
vento, e menos so Exm. diocesano, delegado de
sua ssntidade, assim o pralicou, continuando em
seguida, combinado coro a mesa, a praticar outra
arbitrariedade, a qual foi a seguinto.:
Sendo de coslume celebrar-ae urna misaa aos '
domingos e aos dias santos oa ordem, chamada
musa do dis; para os 30s e m ais povo. o Rvd. pro-
vincial e a meaa a tranaterio para o convento
daodo principio no dia domingo 24 do correle'I
presidida pela mesa parameoUda de habito, dei-.
xando com easa transferencia a igreja da ordem
em abandono, sem aquello acto religioso do cos-
lume.
Perguota-se agora ao Rvd. provincial e
mesa o que quer isso significar ? Querer o mes-
mo Rvd. provincial e a meaa transferir tambero
toda a ordem para o convento do Carmo como -
zeram com o Sacramento, e li inaliluirem urna
nova ordem 3* de religiosoa seculares?
Nio possivel e nem o conseguirte; por
que as autoridades queadmioislram o espiritual
e o temporal lomarao esses actos em considera-
gao, eenlio dario aa providencias necessarias ua
forma das ieis em rigor.
Isto ros afflrma eate rosso
Guarda,
Um deposito de lougs vidrada da fabrica do
engeoho Barbalho, do Sr. Jos de Moraea Gomes
Ferreira, acba-ao aberto ra do Imperador
n. 41.
Ao genio emprehendedor do Sr. Jos de Mo-
raea deve a provincia esse melhoramento. k.
louga rivalisa com a de melbor qualtdade, e
o aeu prego esta mallo abaixo da que ordinaria-
mente se vende. Ella figurn na exposigao des-
ta provincia, e figurar na da corte e o publico
apreciar a aua importancia, indo v-la e com-
pra-la.
DepoUyamaohaa, pelas 8 horas da manhia,
no consistorio ds igrejs do Rosario da freguezia
de Sanio Antonio, dever comegar a extrago
da 2*parte da 1* lotera do Gyraoasto Pernambu-
cano (3* concessao ]
Nos dias 22,23. e 24 do crenle, foram reco-
Ihidos i casa de detencio 10 homens e5 mulhe-
res, sendo 1,0 livres e 5 escravos a aaber: a or-
dem do Pt}. delegado da capital 1, que o criou-
lo Hacerlo, oscraro de Antelo de Souis Rangsl
africano Lulz. escr.vo da Masoei UmVffiL Ll
Jeot do de Santo Aofor?Ti8ST.' JL
; e a ordem do d. .SEi '*"
*" recolhiat> *a* ne dia 25 danto
mez 3 homens. sendo 2 livres el *...
PoMo,AtroVxC lTu*Z\?ympatkia- *"n^
geiros: WU lK,rdo pas>
A^a . sK m.s",?> ,j0,6d k"ch- J4--MS
Joaquim Fernandos da Rocha. Jos Mu. 1.
dos Santos, Bern.rdino Gonc.lves Jo.?- T
e.rNones Jo.quim Gooc.Imi C^iSTlat
da Costa Jos Moreira da, Sil... AtVoofo C^toS
Joao Mana dos Ssntos. Antonio Aarnto Ufl
ir^T fa,eri ,r.aDce" i*fo, rinda do Barra
'X^p^Eicntun/'"-^0 "A2 =
H.mh^r-br'fUe 'goni ffmroo, rindo ato
guite :8 U" "U bord0 "m7 ,
Theodore Krugger.
Hatadouro pc meo.
Mataram-se para consumo desta cidade na di.
22 do correnle. 78 rezes
No dia 28-106 rezes.
No da 24-98 rezes.
No da 2597 rezes.
HORTALIOAOE DO DU 26 *
p^aV1o.,,0r", Pern,"fc". s'o Afo"r; esj-
Manoel da Trindade. Pernambuco, 39 aonos sol-
teiro. Boa-nsts ; tbphysics. "**
veyB;eP,!rt",Bb,,C0' ^ n,ele S"l ^K^
MTria,r,."20,? nwrt.StO Aotonio.
l.,inhilaDde V"conos de Albuq.erna>
Maranhao, Pernambuco, 26 aonos. solUira
Boa-vista tubrculos pulmonares. ,0llnn'
Paulino Jos de SaofAona, Fernambcjeo 3t an-
no, casado, Recifejhepame. '
CHROfllCI UUjCURU.
CPCcxJriblM,a,wH-
SESSAO EM 26 DR NOVEMRRO DE 1861
rnBsiDMcu no b. sn. cossELHE.no tnsunio
i *nu BKLBAO.
AslOhoras da manha, achando-seores.ri-
Sce0.1,.8"itdesemb"gador'es Cn.uLV.3S;
, r ,.l""M> Lurengo Santiago, Motu PT
relt. chO. Cacalcanti. Am. e Gum.'Jroe'.Sl
dor da corda, foi aberta a sessao. f"vcmn-
Passados os eitos e entregues os dUtribai-
dos, procedeu-seaosseguintes UM,nB,u
JLGAMENTOS.
REVISTA CITEL.
Recrrante, Joio DUa de Sampaio Gaimares
recorndo, Jos Dias Cupertino. *
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
r.lS SiUeS?' 4"- C-
Julgou-so a favor do recorrido.
RBCCRSOS CRISIS.
de mS"0**" a'Z0; recorndo.Joio Guiih.rme
canli,at0r Sr* <,e,emb*r,dr Ucnda Caval-
Ho^rpereul.8"' desemb"8d<>^ M-Jt.
Improcedente.
P.ulaX'arSn,0'10 '' '"'"H*' "**
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Snrteados os Srs. desembargadores Peretti.
Hotta eAssts. *
Improcedente.
Recrreme, o jaizo ; recorrido, Ig.acio Candi-
do do-Cravides.
Relator o Sr. desembargador Silvaira.
Sorteados os Srs. desembargadores CosUMolU
Assu e Peretti.
Improcedente.
Recorrente, o Juizo ; recorrido, Manoel Candi-
do de Oliveira.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Silreira.
Lourengo Santiago e Moita.
Improcedente.
Recorrente, o julio ; recorrido, A.toni. Dias
Canossa.
Relator o Sr. desembargador Lonrengo Saav-
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana.
Assis e Costa Molla. ^-
Improeedente. "
Recrreme, ojuizo ; recorr lo, UeaardoFram-
cisco Pereira Pinto.
Relator o Sr. desenbargader Hotta.
Sorteadas os Srs. desembargadores Aseas, e>
Peretti e Lourengo Santiago.
Improcedente.
AO GRAVO DE rETigO.
Aggravaote, Antonio Joaquim do Ffrastrad.
Seabra ; aggravado, ojuizo.
Relator o Sr. desembargador Ucboa Caval-
canti.
Sorteados os Srs. desembargadores Asis
Lourengo Santiago.
Nego.-se provimenlo.
Aggravanle, Francisco Hanoel de Siqnsira; ag-
gravado, o juno.
Relator o Sr. desembargador CaeUno Saat-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Silreira.
e Costa Hotta.
Negon-se provimento.
Aggravaote, Joio Casemiro da Silra Machada ;
ageravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Silreira.
Sorteados os Srs. desembargadores Coala Hoau.
e Peretti.
Improcedente.
Aggr.v.rna. o bacharel Jos Rodrgala do Fas.
so ; aggravado, o juixo.
Relator oSr. desembargador Giilraoa.
Sorteados oa Srs. desembargadores FarrAti,
e Silreira.
Negou-se provimento.
Aggra vanea, Domiagoa Jos Marqaas
res ; aggravado, o jaiso.
| Relator o Sr. deseajbargador Loartnca
llago. ^


m H CflgaUuF, Hlj Jim ifi^j)
Sorteados os Sts. dcsembargndores Assts e
alta. IT (
URIO 01 rIBfAM1CCO. ~ QARTA FE1RA tf D& NOVEMBRO 11 1161;
Mona.
Dea
- cata tarua
arrendada por
---------------------bombo, proprielario
^rnulllfWoVk & f 'fSifSM^^LV"* 'ren<,,," "'
Appellaote. Heorique Lolz fl Barro Wan- dem 142. OmeamoV'*
iertoy; appellada. 6. Mana 'UUUIIll Uf IHU -fe. arrradada
W Oail UTZII IIU
endo proveniente por
que o meimo Sr. e tue
ram dar a la ilha
Trindade Leite, com a
~T. sppenecoe civeis :
erme Augusto de Miranda.
OntStlieaS CRIHER
l.Hcrdeiroa de Severino
Tfdarlqna'ayCailro TOtonle, ifcu
aa terrea com um telheiro que
UMMk olaris e/oaia de rootho
occupado ludo pelo meamo, ava-
la
MiUi*' ^V'otW*11**0' Ped'0 *9s,9o~'
dao Marcea.
uinoKS.
r Caetano Santiago, a
Ae Sr. desem
aaatluceee eireis:
apellante, a fafends ; appellado, Joa Anto-
nio 0> Arraje.
AbDr. o^eembargadorSilveira, asappellicdes
iveia :
AppeMeot*. a aieada ; appellado, Jos Joa-
da Siha Mia.
A Sr. desembargador Gilirana^ aa appeUaces.
paete :'
AapeHante. a hienda; appellado, tgpacio Luiz
*}e.nt.i Ta borda.
AaSr. deeeinborgtrdoY Lourenco Santiago, aa
appellacoes civeis:
Aapettrate, i fazenda ; appellado, Ignacio Luiz
da Vito TebordV
A 8r. desembarga do r Costa Hofta, as appella
coo* elveis .
Apoeitante, a (aterida ; appellado, Joaquim Lo-
pm de AhneHa.
o Sr: desembargador PereUj, aa apeellacss
*ppe*B*e, a razeTrda ; appeltad, Fraociica
Theei rzie da Gooteicto CMnha.
-* (> recurso commercial:
ororfeote, o jaizo ; recorrido, Stomedo &
BMans.
o Sr. desembargador Uchoa Cavglcanli, a*
apfteltae&es cnmes i
Appellnle, Francisco Paulino Gomas de Mel-
lo ; appellado, Jtdo Lo oes de Freitas
A apptllacio civel :
Appertaote, a frfzcnda ; appeHado, Paulo los
Getes.
Ao Sr. desembargador
civeis:
Apei|*ale, a hienda; appettados. os terdei
ros de Domingo Aototo Gomes Guiroaree.
A* 1 ) horas da tarde eocerroa-se a staao.
ln5^ni?F,-eM*i*r*5r pWBOtord* l*^-a^VoM*r*niaea'dop'au-
ja!h?:,"fPp^1'oe,cn"?I,;. ._ 5. lcaos torrea arrendarfa por....
dem 15 Manoel Goocalves Per-
i rotro e Si ira, easa terrea arrend-
f^p1*Uante Argemiro Hrndea Guimarie ; ap-, di pr......................
^!f2u? **"". ,, L dem 17.-Thomazia Mari da Con-
>/?Ta*e\W* PMUado. JoioBobortb ceicae, easa tarrea arrendada por*
*m % n w ^ ,. 1 ld*a 31.MmibIido Fernandoo
Appellantr, Joao Cabral da Coala ; appellado,! n^n? fM1 ttr, arrendada por
(Jdem 4t.AtexafltfrortortferTo dos
Santos, caaa terrea arrendada
por...............................
Idsu 42. O mesme, cosa ter-
rea arrendado-por,...............
dem 45.~GuiLherme Awgaeleao-
drigues-Saie, caaa terrea arren-
dada DO*..........................
I lo* 73 -Joao Machado M>galhaee
e outroa, casa-terrea arrendada
aer ............................
dem 75. Claudiaa Faaucisca de
Jaaus, uw lerj-e* iroadada por.
IHm 77. A oteasae, casa ter-
arroooodo por.............
Idaoi 79.Joaquim Domingos Pis-
os, cis terrea arrendada por....
tem 101. Viua o fcorde*foa;#o
Antonio- Jaaquiro- da Costa Pi-
goeiri, casa terrea- arrendada
por............i...................
IdemlU.-Juao Uodrigues Este-
res, caso terreo erreadado por..
dem 113 O meme, easa ter-
rea arrendad* per...............
Ii**ro 117 A. Jo Buarque Lisboa,
rosa terreo occupado polo mesmo,
a aliada .;....................
(?ero 119.G meamo, o telheiro
qtie serve de olera, occupado
elo meamo, avahado em........
Iifem 125 A. Antonio ftaptista
Pernandea, oaea trrea arrendada
(.'.........................,
Ra do Qjiabo.
N. 34BeroardoCerreia de Mello,
cesa terrea arrendad* pef........
dem 46.Jea^uim Francisco, easa
terrea arrendada por"............
dem 72. bernardino Francisca
dos Santos, cao terrea arrenda-
da por..........................'
dem 74-0* tnesmo, css terrea ar-
rendada por .....-..-...............-.
I lem 78.O reesrao, easa terrea ar-
rendada por......................
dem 80.Manuel Joaquim da Si I -
ra, casa terrea a-r rendad a por....
Ltred dos Remedios.
N. 3 A.Cietana Mara Magdalena,
easa terrea arrendada por........
Berofica.
N. 70 Joaquim Bernardo de Son-
za Rangel, caaa terrea arrendada
por.......................'.......
dem 72.Beato Joaquim Gomes,
caaa terrea arrendada por........
dem 74.O mesmo, cara terrea
arrendada por....................
dem 76.Joo Joaquim di Cosa
Reg Barros, sobrado de un an-
dar elojrf, occupado pelo meamo,
a vallado em......................
dem 5.Viuv berdeiros de Fau
lo Pereira Simdes, sobrado de
dous andares e loja, arrendado
ludo por...................(.......
dem 7.Jos Joaquim Das fer-
nandes. sobrad tfe S andaros e
loja. arrendado tudo por..........
dem 9.O mesmo, sobrado de um
andar e foja arrendado tudo por.,
dem 81.Manoel Joaquim Ramos
e Silva, easa terrea com soiSo,
occupada pelo mesmo, avallada
par............................;,..
dem 29.Manoel Ignacio d'Avila,
sobrado de um andar e loja ar-
rendado por......................
mninfl
^Ja^fJIUUV
1201000
paseo que existe anda oor qaaliflcar quasi outro
tanto, o sem a"*B>o serigp.,d opMcia auffra pre-
lencAo por falU de quem a liase preste, o baja
atropello oos destaaameato* da guardo aumioaai
Se o .rt. 41 do detretoo. 1130 d-jadsnwrS
de 1853. dfz, que quaodo o cnle'da guarda na>
ciooal em ririad d# revslo afrarda qmrpca>.
oto -rBcoobdoor. qae o tabcrv de, prigs 4oa car-
pos, compaahia, op sopes escoda eos de sea
f erganisajao d.ae* omnjutWMtr aos Srs, miowtro
OSJOOOlda jnstifa e presidente < piSSbclBi para o
quemis eotfrter, para a reo>gT.is*c.io de
Asis, as appellatoes
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS II DE O-
- TUBRO DE 1861
Presidencia do Sr. Barro* Reao..
Presentes os Srs. Ilenrique* da Silva, Reg,
aia e Mello, abre-se a aessao, e lida e appro-
Tada a acta da aotecedente.
Foi lido o segunte
EXPEDIENTE.
um officio da commisso directora da espoai-
ao dos productos agrcolas o mduairiaes, couii-
Jando a cmara a comparecer no dia 16 do cor-
rente as II horas da mauba* m salas do palacio
la presidencia da proviocia, aQm de assistir a
iuauguracao da dita exposc,ao uo dia e iiora in-
dicados.Inteirada.
Outro do juiz de paz mais volado dol* dislric-
to da freguezia de Sanio Antonio, commuoicsode
er ntralo em exercieio no dia 6 do crrante.
loletrsda.
Outro do juiz de paz,, hpje do Io anno, do Io
jistricto da freguezia de S. Frei Pedro Gooc-ilves,
Jos Pedro daaNevee. oou,njuicaodo aue por
doente uso poda eiaj^er em etercldo.loteirada
por j se haver chamado" 0 2'' votado para pres-
irar juramento a entra er exercieio.
Ouiro do juiz de paz do Io anno do 3* districto
da freguezia dos Aiogados, commuuicando tar or-
denado ao escnvio que remellesse a secretaria
desta cmara, para ser rubricado, o livro que lem
d servir para escripturas de compra e venda de
eseraroj.- -Inteirada.
Outro do eogenheiro cordeador, informando a
peltr/ao. na qus'l o De. Ignacio Nery da Fonsoca.
pede por aforameulo Ierren os no logar do Pos,
declara o mesmo eftgeeheiro que nao Iba consta
liaver planta approvada que lenh> devidido esses
terrenos em ras, parecendo Ihe com ludo que a
iniormajo dada a presidencia pele capilao de
porto deve merecer atlengo.Que se iaformagse
o Exm. presidente da provincia, reosetlendo-se
copia do oQcio do eogenheiro.
Outro do mesmo. Informando o requerimenlo
oo qual Jos Elias Machado Freir pede que s
lhe declare se o terreno, em que tem eslaleiro na
ra nova de S*nla Rila, entre o deposito da oar- I Nrt Diario ie Pernambuco de 17 de outubro pr0
vao e o estabelecimento do tnenle-curonel Frae- "" P** 10-ao wroa eorr^eeondencia do Sr
ca. pertencoou nao a particulares, declara que ra,*r eno Jos Alves deOliveira, na arta I
pela pfinla da idade est ahi marcada urna prac,a Leeoaerado o Sr. cerooel Jos de CarvaHio d'Arao-
pubiica, nao sabendo se pertence ou nao a part- J<;Cevalcaii, coromandaole superior de Gara-
miares. Adisdo at que o procurador informas- """na por ter sobmeltido a approracio do gover-
e. v o como, leodo acamara comprado na- | n0 erl'l a proposla da ceacao denm batalho
78f000
WJOOO
7800f
860009
71(9000
81*000
I2O9OOO
1809000
1503000
1509000
4OO9OOO
2009000
GOgOOO
1809000
1809000
909000
489000
60000
1088100
132JOO0
8490O0
192SOOO
192JO00
1:8009000
1:5009000
1.5009900
4009000
8009000
atjo
Bwrwta aa KMrmimur me **
peba e Den caodidato.
tacao pro'incMl por osie.prtnviro circulo eleito-
publicadi'-Besle jornaF ass>goada com o
em mati
18571
roo U
VU,
W. 48 \(
|cife 26 dea!
itja. Reco
ra : de
61.1_
^rdade.r-0 tabelliSo pnhli,
"* Furtuuirruiro. ~
e caixaa ferragens. 1 embrulho amo
rente Vianoa & C.
18 fardos e 20 caixas fazendas
James Crabtrat.
3 caixia fazeoda
barrica ferragens;
ixa fazenda
44>
de linho, 8 fardos looaav
a Isidoro Halliday & C.
para
Msm
do Norte
Maeeel Meria
Jooe
,-jrora
ser citado o prtmeiro MpeHcaOo _
Wageana por ser morador sw Mao
tt
.OHMtt


'11
asaxa vina
o. 1 dita
11 vola
ixas fazei
da a
1 de lia,
C.
rolumes fio
llardos fazeo
1 fazendas do
^105 Lannlartaa tria 4* ff^
^ia
50
m
JxBxria.
I 18 frdoj
dos lonas, 4
t0,algod!o.t.ir
Gibsen.
[Continuarseho.)
communicailos.
0 Sr. coDimandante superior de Gara-
iliuHs e major Rento Jos Al ves de
Oliveira.
1809000lrnrnns, rnmpanhiis, 0.1 aactoai, oo para ora4
fSow oirrroT, CoTtToiTuvraaT-e.*rriie nao sendo
iirasadon-ete ba podara o ommaedans su-
lerior de GeraMiees p*>* a erooeao do uma-
talhao para o Corrate?
Como jelgae-oe lio inepto um fdnccionario que
alhoje lomssbMe zelar coa" teMI dignilade a
reaat;4o. q telitmoote. goza de prudente, dis
craooe ajanado P
Infeiizmette o 8r. major Beuto Jos Alvo oV
Uliveira ignora, que quando o coronel Cnvaffio
*e dirige otBoialmeato ao goaerno, mpde
qoalque oom relativa ao serrico puolteb;
soeipre moito e muUo estribado na le, elend
por uuico alv ao coaveoieocias do setrifio pu-
blico, e ahi est. d muitos anoos a sua corres-
pondencia offlcial para alteaUr o que veuho de1
orxer.
H.Sv,i,,*-Jrti* ** d* M do aotembro
ae Ms&>, estatua, que a forja de cada eompanhtV
de infaotana ser de 199 t tSOpraoaa dtf aoroieo'
activo, u que todava o municipio, oaroehia, ou
capello, onde ae alistarem okeol, poaVf ale r urna
Coof)*r)hia. e Correlo que eerrtem itlreentoi e
lanos qualiflcados nao poder ter at dous ba-
lathdea de quatro eompaehias (Ti. 30}'Oo de seis
companhiaa, de cem prajaa cada um, sobejaodo
indacem AracM,' onie com algoa> cufoodo mais
na quaiiflc*o Hateara pmler) ainda haver ou-
iro_batalha E quao-Sr. ma}or Beato Jos Aires de Ol-
verr, nao corrteote de haver em S. Beato cinco
compas-ma, um esqyadto -ale coralfaria, do
qual S. 9. digno che (mais que em sea cor-
respofldieoeia no meneionou) e hacend ainda
come diz 9. 8., urna proposla d s,eecto de b.la-
Ihao submeiitda a epptovacAo do governo impe-
rial para S. Berrtd, anda quer que com pretericao
de Correte ou de outro qu.lquer rugar baja mais
all um Iiatalhao '
E'rauito louravel o desejdo>a niriroo Sr. ma-
jor Bento Joi Airas de Olrreifli de fner engran-
ao, e oe oentestavel Lomeada; mas enterado,
que tal graede injtjstii; ao carcter do eomman-
deot superior de Garaohuns de o julgar capaz
de propor ao goeroo Imperial a ereircjio nanaihae ten praas ou composto de vtlho e me-
mitos....
O que ialta no correte om eidadio distloc-
to, como o Sr. major Beato Jos Aires de Oli-
veira qee poast elera-lo i cathegoria e importan-
cia a que lem em 180 pooa idade chegado fre-
guezia de 8. Bento, que com territorios desmem-
brados freguezia, villa, municipio; tem cinco
compir/Was de guardas naciomes, um esqnedrSo
de cavallsna, e em vesperas de terajama aeccao
de batalho 1
O Correle smplesmente um asto districto
agrcola, com doze leguas de cireumferoncii, dis-
tando de Garanhuns dex, tfo Papacara doze. da
Palmeira quatro, e dos limites da provincia de
Macei tres, contendo alero disto quarieire, co-
mo os do Pao Amarelfo-,. Riacho da Palha, Men-
des. Salgado. S. J0S0, Areia. S. Boarentura e ou-
iros, que reunido, deram quindenios votantes...
e no enlrelaoto o Correte .ainda. e ser urna
cpenla carada da matriz tfe Garaohans por lhe
taller o chnsma polilieo de eoHegio elitoral.
O Sr. major Bonto Jos Alves de Oliveira es-
quecendo sem (fuvida qoea aupraeRada le de 19
de se^mbro de IS50 delermma, que dentro do
innatas dt cada municipio podarao ser creadas
secSoes de companhiae, companhUa e batalhe
(art 24) anda olridoa-sa^ qua o Correte com-
preheode o mooicifiio de Garaohuus. e coiise-
guintemenle que em presenca da lei pode oell-
ser creado um tatalho de guarda nicional sem
algum inconveniente ao aeriCo publico, sem lhe
ser mister os Ututo de municipio a rilte ; tanto
mais quanlo as qaalicages fallam maia alte que
quintos ttulos ha a invoear-se a favor desu 00
daquella localidad* contra o dopforawl Gorrente I
lermino aqo, senhores redactores, pediodo
encarecida mente ae Sr. ronjor Bento Jos Alves
de Oliveira, que nao faca do qeom incapaz de o
oleuder (nem por pensameutes) iulies. que ter
precisamente do returma-los, e nem diga, que a
Benio se tem feuo iejasticae qoando
ral,
pseudnimo-do Um eMtov ; %a^a&9f...'Mt
o do nobre eraadoearUd treaia aa ada falirmanla n nabraje muite dlotian,-
te cavalletro.
learallelro. RTnrrSr; vrsconie de Catearagibe
V. Ooom otx dirertotto de u partido, tratan-
fry mT*mKH^. ,U* WOtBO OS
iMeraaoaTCo partida, diz o proprk partido, pelo
que fica evidente que a vonlade 4 partido con-
oraado fet coosuluda aa cooiacfie de dita Mala e
eaoMg^ioaesoeate fui liaeem dos dtgeoa elei-
toree que aahirsm d seas dease partido : e a pre-
7-? *"e'i de Mido, esses meamos
eleatofiea osera aa IMumphar ooea es sane rotes
easa meama lista completamente como demons-
tra o raaultado dos 2 eollegios cuja poWieocio
val abaixo, *
3. Pica prejudicado. '
Katrelaolacumpre apenaa aoreeeentar que fe-
lzmeate o partido coueervador deu ainda esta
vasa peo va mala entonte de qm con fl a no seu
directorio, o da que aaqe cerrar fttetrts quaodo
'preciso.
O Coetrreaalor.
XaDmw do 8*3 do. firrente, em a Sr. Joa-
quim Apolmario Pereira de SVite vontataade dia-
tribeecostra mim moa coaeod o Dr. Jeate Qiiin
tiao-ae Caatto Uia; s aaaeeira audaMiaaa com
;que se aprsenla pela segunda tez o Sr. Apogea-
rlo, maia.urna preva de que este seohor cesti-
nua posseaao.
Em deferencia ao publico me vejo toreado a re-
Pllir lude e/aamlor da naim diH este
Panga., proteatando, fue ata a ultima v
douceepoela mus Bjenla eaaiietos.
Recife 20 de Boaeubre de 1861.
J** de /farra* Cmrtm Sitie.
trigo
aos mea-
COHHKRCIO.
Caixa Filial d Banco.
EM 26 DENOVEMBRO DE 1861.
A caixa descoma aa letras de raaior prazo de A
t 0 mezea a 10 / o aono, e as de 4 mezes a
/., e .toma diuheiro ae premio de 7 /
a
9o

6209000
yuelle lugjr um lerreno, era oecessario'conbecer-
ae se e nelle que existe o eslaleiro de que se
uat.
Outro do procurador, remetiendo os balance-
tes da recetla e despeja municipal nos mezea de
aetembro e oulubro ltimos. A' commisso
le polica (Reg e Albuquerque e flenriques da
Sila.]
Outro Jo mesmo, informando o requerimenlo
tle Genuino Jos Tavares, leslameoleiio do falle-
tado Justino Pereira de Ao irade, que requeren e
pgameolo da quaolia de 2109. preQo porque (ra
justa a desaproprucio amigavel de solo palmos
oe terreno oas Cinco Ponas, onde houve a ex-
plosao em junho de 1857, e fazendo o mesmo
procarador diversas oaservacoea sobre esta ques-
lao, cooelae djzendo que nao ettecluau a daaapro-
priacTo com Justino porxjue este Ihenoapre-
aeotou ttulos que provassm o dominio directo
que tjnha so ailo terreno-----Que se consultasse
de novo ao advogado, rem'ettendo-s'e-lhe copia
leste, ofcb.. v
Onlro do conlador, informando nao haver quo-
ta para o pasamento da quaatia de 182*250, pro-
veniente de custas que ae deve ao.e)r. Francisco
Domiqgues da SilvaVi- Que o contador passasse
mandado pata quando a houvesee ser pago o mea-
no Dr.
Outros (S) do fiscal da freguezi* doS. Louroo-
50, comanuoicaodo terem sido moras para o coa-
sumo da mesma ffeguezia 00 njezdesetembro28
rezos, e 00 de oatubro ti Ao archiv.
Prestou juramento o Io supnlente do juiz de
pas do Io districto da freguexia do Recife
Despscnaram-se as poticoes de Antonio Morei-
ra aeia(2), Antanio Lucio Airea Bandeira, Amaa-
cio Godofredo Lima, Antonio de Barros Correa,
bachsrel Americo Fernaodes Trigo de Loureiro*
Bernardo Jos da Costa Valente, Domingos Moo-
telro Peixoto, bacharel Ernesto de Aquino Foa-
ceaa, Eraucitca Romana Moreira da CosU, bacha-
rel Gervasio Gongalvea da Silva, Dr. Joo Perreita
da Silva, Dr. Joao Nepomuceno Dias Pernandea,
Joaquim Maitios Moralra, Joao Baplista Boavea-
tura Rudnguea, Jos Joaquim de Oliveira, Joa-
quim Francisco de Paula Esteres Clemente, Luiz
Antooio Maciel da Bocha, Maaoei dos Santos Mo-
reira, e lesaalou-ae a sesso.
Eu, Fraaciaco Canuto da Boa-Viagem, oBcial-
anaior a escrevi, 00 impedimento do secretario.--
Haerioues da Silva, pro-presidente, Rege.
Barata de Almeid.Reg Mais.Mello.
CONSULADO "POVINCIAL,
Relacao das casas abaiio meacionadas
jtestitiTraai aUr te laBcaneato feito bio lncadtr
tomtim te 6aoa> foll.
Ra de S. Miguel.
,, .J. (Cotorttiio.J
Jdem 138-Msnoel Jos Goncalves
do guarda nacional para este districto e de urna
seceso debatsIMo para a fregaezia de S. Bento.
Nao est actualmente nesta localidade o Sr. co-
ronel Carvalho, e sin no Boique, pelo que de
presumir, que esss correspondencia nao posss ser
por 8. 8 premptamenle respondida, e jusliOcada
eslt proplfa, que djzter ehfgado ao seu co-
nhecimeoto o Sr. maior Bento Jos Alves d'Oli-
reire.
Sabe*m todos, e sabe ogoreTOo, mais que nln-
guem, que4 os actos offleiaes partidos da secreta-
ria do commando superior desta comarca tem
sido, e podem ser. em todo tem do, justificados
C.o-m a lei e conveniencias do serrino pubtico, vis-
to como, permitta-se-me dizer. nenhma ontra
conveniencia ha a nSo ser a melhor orgahisaco e
" regalar dfscIrJIina da guarda nacional tem
presidido aos actos e correspondencias officiaes
Offeotanranifairi soperfor de Giranrruns.
Nao discutirei, Srs. redactores, os ttulos de be-
i"*"?!"?0'1 e orerdacta da villa dS. Bento e
do^Urreio do Corrcmte- fleia eomarca ; b*o e-
trerej no deseovolvrmento da tnesese a villa de
b. Benioounao soperinr, e mais digna que 0
oiotrtcto do Corrento para ser creado antes na-
quella do que oeste um batalMo da guarda nacio-
nat. e nao urna secc,So de batalho ; perquanto
soire ser esta ama questao emioeolemeote pue-
ril, e que poder per ventura alear anda mais os
came*'t> Sr. major Bento Jos Alves d'Olireira
comprehen*endo\que aestabercer-se-a pariade'
o pobre despreza lo e esquecldo districto do Cor-
rete perdera irremissivelmeole esse honroeo
pleito dopatrloHco balrrismo !...
No entretanto co*0 nao preparado para lutar
com om adversario to hbil, e qolQ ta0 vigoro-
o em ligas desta ordem apenas me compre dizer
aigumas pslavras em defeza de meu pai, o Sr
coronel Carvalho, eroqnanto elle a nao faz pes-'
aoalmente, juslifleando irrespondivelmente essa
proposta de creajao de om bataftSo para o distric-
to de Correte.
Esfwu psra o Corren lo na raxSo do Sr. major
Bento fos Ates d'Oliverfa para S. Bento ; ngo
soArO* nataraes dos legares ijue actoslmenle re-
sidimos, pelo que nao se nos pJe arerbar de
suspeitos. coto vantagem porm de raioha pafte
que ndCrreme sdfl apenasum humilde ama-
nuense da secretara do commando superior, e
nada maid absolutamente.
O fororesse, pois, qao me toore responder
como poso, Ir, essa correspoodencia do Sr. ma-
jor Bento Jos Alves de ORveira, faxer neatra*
Usar, com a verdade dos tactos, quaesquer pre-
renes que por veotara se queira ncotlr no ni-
mo do govrno, reltiramenle aos actos offleiaes
do Sr. commandanle superloT, eatqaanto eite, por
aua honra e dignldede nio acode aO appello do
Sr. major Beato Jos Alves de.Olfreira.
AJropalscao de Corrpdre, senhores rcdsctofSi,
pegando a ultima estatisttea enviada ao governo
pela autoridade policial desfe dfslricto monta i
seis mil habitan les.
OHbW dos cldadao* ullimamele qualflcitfos
S.
poataao acaial e politice, pe influeBcia, que go-
'IaTL* ,'0*" de hoje eooaiderado
a cOrle de tiaranhnos.
Crreme 6 de novembre. de 1861.
Jote dt Carvalho dt Atvufo Covafconl Jnior.
Correspoadeacias.
As eleic/es de Olinda.
Sri. Redactores.Daodo-lhes parle do reaal-
lado da eleicao fioincial desta cUade do Olin-
da, lenho a sigaificar Ihes qu. ha lempos es-
ta parte, nao rejo tal moximada; quero dizer
tanto foro na chapado ExnwSf. bario da Vera'
Cruz.
Aqu geralmenle se altrlbue aquello deaaccor-
doum boato que cooata-me ter-ae espalhado
por entre os membroa 40 cpllagio aleuoral de
que a peasoa enoarregada de promover io la ola a
chapa do Sr. batao, fxa a p'rimeira a viola-la e
corrompe-la, votaodo e maodaodo votar no aca-
dmico Souto Lima ; geodo que, anda segundo
a voz publica, para pOr-ae a coberto de justas ar-
guijoea qua lhe podesaem ser feitao, esse mesmo
individuo mandara distribuir sedlas lacradas e
rubricadas, A quaodo alo era mata lampo de
ataln^rou remediar o furo {i hor*s da twde)
pelo T. A., o qual, jaleando tratar, coreo cai-
jeiro com fraguases, a quem tivesse de aviar, a
todo irauae quera impiogir o coaraeanoo.
Mas felizmente,. teoo>-8e dirigido ao Sr. Al-
meida Guedes com aqueUo Om. este o deaapon-
tou iBContioeole, atirando-lfce a chapa carimba-
da e igualmente fazeado-lao er energ.camente
que eieifao nao era balco.
Nao obstante, o Ei, Sr. bario lee a uuant-
midade do collegio, e a sua chapa, mi grado
aquella eelralagema, obtee a maioria doe votos.
flevido feto a alguna dignos eleitorea, que bem
compreheoderam a sua posi?4o, uea como o a-
ptlao Mailins, que ae achando encarregado de
distribuir pelos eleilorea cariaa do eugenheiro
Jos Mamede, anles de ae proceder a rolaclo.
e-10 pracisaaaente depeia.de coocluida ella#mos-
trando com to que aabe ser fiel aos aeua prin-
cipios, muito embora ae inlerassasao pelo triem-
amigo? ^ M#*td*' ** *"* "tno
Nao podemos igutlmeote deixar do losar ao
dominio do publico o earalheirtamoflo8r. tero,
nei Joaquim Cavalcan, que, delocga date ao,
nbeeendo daa miseraote estrategias d"Maaiu
qm nao raroia. mm. teas furo, de^miljou
aoa seus quo votaose uoaarao e em aJ-anVdo.
de sua chapa, o que me leva a acrediteTaaB
Sr. coronel trato u reinndwaa a as Maein-
fluencia. -"
Ostras muitas cousas Uutu ae aua diur u.
Jiaja. rospaito da ele5io. mfJSu lTpsI
so aer mais extenso. K
Olinda 26 de novembre de 1061.
0 papugaio da Broioco.
NOVO UNCO
Dt
Pernambuco.
ES 26 DE NOVEMBRO DE 1881.
O Banco descont na presente semana a 9 */
ao anao at o prazo de 4 magos e 1 U '/, al
o de 6 mezes,e toma dinheiro em tontas correales
simples oa com juros pelo premio e prazo qua se
couvencionar.
*-1 tandea;; a,,
tendimento do dia 1 a 25. .
Meta do dia 26. ...
caizasch;"
Ifavio4 hoiladdex Speculante, viodo de Rolier-
dao. eoosigoado a Bcaedea a Brandas, mamTea-
lou o seguinte:
100 caifas aueijal, 100 banlcas o 400 frasquei-
raa gaaebr^ 200 oaixae vaiaa atearinas. 100 bar-
ra salitre, 667feixes roitm, 121 saceos arroz. 400
togareuflare barricas epm grelhaa, 80 fardos
Mpe.l de embrulho. 4 ditos papeo, [2j ditoa o
W caixas papel de imprimir. 100 caxs* dito de
*?f.f*T*r' P'cote flvros, 1 caixi charutos, 1
*" biinujjailusx. 3: rjim: obras de rtato^ 1 arta
loaqa vidrada. 450 ditas vidros para vidrscas. 1
difrajrujde fructas, t50 barritas pregos, I ca-
nario. 4 pacotes amostres aos mesmoa.
Patacho americano Lghitning, viodo de5ew-
York, consgoado a Ueury Porster 4 C, manjfes-
tou o seguinte :
2097 barricas fsriaha de
moa.
Barca Trncela refoce.rmda de Bordeaux, con-
signado a Tisset freres, manifest*, o seguate :
100 caixaa vioho, 50 litas velas, t dita cha-
peo d feliro ; a Seve Pllhoa 4 C.
^ caix, vioho. 6 ditas rermouth ; a f. T. de
15 caixas aardinliaa,e-barris vinho tinto; a Joio
da Silva Paria,
17 rolumes perfumarlas, pontea, chapeos, cria-
lar eroupa ; a Mello Lobo & C.
I cfta peores ; a Izidoro Hilliday & C
1 dtta el?ado ; a J. P. A reates.
2ditas roupa ; a Caucanas g C
XOD- barrls manleigs, 1647 Oarricas rrtnha de
ingo, 1,300 glgns batatas, ZOO ditos ceblas, 150
ce 'arelo, 25 caixas queijos ; a Tisset frere
4 C.
caixas chpeos de feliro, 25 dia e 10 pirris
rognac, ti ditos e 5 cafxas vinho, 10 ditas
Kersch, 10 ditas absiothlo, 61 ditas azeitonas,
pipios, tomates, conservas, mustarda, ameixae.
etc.;a P.Sauva4C.
Exporta ^ao.
Do dia 25 de nouembro.
Patacho uacional Julio, para Lisboa, carrega-
rattt : -a
Joio Pedro Rodrigues 250 saceos coa 1250 ar-
robas de aasucar.
Joaquim Lu'u Airas Vianoa, 10 barricas e 6
meiascom 102 arrobas e 25 libras de assucar.
Marques Barros dt C, SO saceos com 1000 ar-
robas do assucar.
Brigue portuguez Viajante, para Loanda, car-
regaram :
Thomaz de Aqaioo Fooseca. 75 saceos
375 arrobas de aasucar e 35 barris
dente.
Polaca bespanhola Prompa, para Genova,
carregaram :
Bailar 4 Oilreira, 800 saceos cora 4000 arro-
bas de assucar.
Barca americana Hazard, pata New-York, car-
egaram :
Henry Forsler 4 C, 1250 saceos com 6250 ar-
robas de aasucar.
Recebedoria de rendas Internas
Teraea de Pernambuco
Rendlmento do dia 1 a 15. 23:8578616
dem da dia 26......; 1:5*79813
25:405a429
,
uaoaaV ** a pata da tai
K *#> aaeaaajHto ata)
>jd__ SBlr^mL *'fii* *'
pha* aasda.
E mais t nio coniioha, e nao aira esa
eoee aaaie ae destara ae m asir 11
petigo que aqai val mil bem o Belatett
com
com aguar-
450.9519949
18:3501509
469 3021458
Hovlmemo da airsandeara.
volumea entrados com fazendas.. 471
com geoeroa..
Volamea aahidoa com fazendas..
com gneros..
863
"56
508
1;334
------ 664
Deacarregam hoje 27 de novembro.
Patacho suecoChriatrna-mereadoriaa.
Patacho americanaLightimgfarinha.
Barca ingieraMirandabacalhao.
Brigue sueco Salamsndermercadorist
Barea iogletaImogenedem.
Barca americana-Imperadorfarinha.
Brigue poriugaezMercuriogeneroa pira fora.
arca portuguezaSyrapalhia-iJem.
Brigue braaileiroBebenbecharque.
Patacho hespanholErmesindafarinha.
Importavao
Birca inglesa lmogem, viada de Lirerpool.
consignada a Heury dob, mauifestou ose-
guiute : '
40 fardo e 14 caixaa fazendas de algodo. 8
fardos ditos dita de linho, 9 barrls egnardente de
Franca, 6 dito riahoj xerez ; a Adamson Howei
4 C.
1i cala objectos para veslidoe; aD P. Wild
4C.
9 ditos o 1 fardo tapetps fszendas de algodao de
1*0 e Wa, de Kobo, bandas elsticas para cha-
peos, etc.; a J0S0 Keller 4 C.
1 caixa cobertores ; a L. A. Slqaeira.
29 fardos e 2 caixas fazenlas de algodo e de
linho ; a Rabe Schammeteau 4 C.
1 caixa objectos particulares ; a J. Reddish..
3 barris sal 2 eaixai presa ato, 3 ditas biscoi-
los ; a J. F Lima.
1 caixa mmitarda, 7 ditas conserves ; iH.J.
GooQalrea Foote.
33 lardos fazendas de algodo ; a N. 0. Ble-
be r 4 C.
SO ditos e 6caites fazendas de algodo, 6 ditas
dita de-diloe-lae. a 1 d.ta de lia, 0 barris man-
'eiga, 49gigos e 1 caixas lou;a ; a ordem
12caixas 0 5 fardos f.Jteodas de algodo. 1 61-
to refugo dedlto I caixa misteres para gax; a
Rostron Rooker 4 C.
1 fardo Oo de sapateiro, 1 embruRio ps. 1 cai-
* culeleria pregos e ferragens ; a Vaz 4 Lal.
,.f.*" ch1Pew. 'So*, tros, etc.; a Per-
reira 4-Aravjo.
S dita passas, 1 dita ervijhas.e 7 ditas perfama-
ras, miudezas. roupas, fazendas, charutos, etc. i
a Hennqua 4Ateveilo.
*c,i" J?rM,,rtt9. ftarricasestanho. 50 bar-
ris baoha, 61 oiloa maoteiga de vacca, 5 caixas
chapeos de sol 16 ditas e fardos fazeoda de a
godao, 5 caixasToKiaS de Plainlres, 4 barricas fe-
chadara, f dita arrafae de vidro ; a Patn Nask
4 c.
3 caixas|miudeza, utas e curti de algodao ; a
Mello Lobo e C.
Navios entrados no dio 26.
Hamborgo43 dias, brigue bsmburguez /Tormo,
de 00 toneladas, capito R. Hollasen, equi-
pagem 10. carga fazendas e outros gneros: a
Seve 4 Filbo.
pf1*7 das, barca portuaueza Sympathia, de
261 todeladss, capilo Antonio Nogueira dos
SAotoa, e^Ulgam al, carga ditUBtM aaae-
ros; a Balthar 4 Oliveira.
Glasgow0 dias, brigue inglez Shgshaw, de
ill Innalidi, capito James Applelon, equi-
pagem 10, carga carvo de pedra: a Soutbal
Mellnrs 4 C.
Terra-Nuva31 dia, barca ingleza Miranda, de
S44 toneladas, capitn John W. Symoas, equi-
pag-m 14, carga 3,900 barricas cora baealhio ;
a Saunder Brolhers 4 C.
Havre29 dia, galera iraoceza Adle, do 37S
toneladas, capilao Gallier, equipagem 17, car-
ga fazendas e antros gneros ; a Tisael Frre.
Naiiot sahidos no metmo dia.
Bahia Bares americana Bmblem, cepitio S.
Nukerson ; coro a osesma cergs que trouxode
New-York, suspendeu do lamerlo.
Oeeer vacie.
Puodeeram no lamaroums barca o urna po-
laca franeexaa, mas nio tiveram commuoieacAo
com a torra. Apparece ao sol o vapor Ptrti-
nunga e urna barca ingleza, e passou para o oer-
te ama escuna.
Publicages a pedido.
1 1 .
Recebi doSr. Jos Joarltiim daCoU
Leite, a quantia d7:093|250 eta par-
celas corutantes da conta qae neita data
10 fardos e 32 caha fazenis de algodo ; a
Mills Latham 4 C. %
100 barris manielga, 77 caixas cha, 1 barrica
lou^a.n caixaa el2 fardos fazenda de algodo
1 cana camisa de algodo e linho, fazenda de a|-
gooao e Heho. Scaixss ditas de linho ; aJohn-
ton Pster 4 C.
3 caitas e 3 fardos cobertores de algodo, len-
cos de linho, chapeos de sol de algodo e 18a, sa-
cos de tapeto e colerlnhos de linho; a Kalka-
aan Irmans.
ail8AC?"'!fVd'i.8 f"e.! do IgodSo e de
dito e lia; a E. A. Burle 4 C. '
. di!'*" r00op4 \ bollni'l Darr lct 6tta de o*;
a Phihppea Brothers 4 C.
1 caixa seiiaa, 50 ditaa e 48 flrtoi. fazeoda de
algodao : a Jamo Ryder 4 C.
4 caixa e 4tudb fazenda de algodo, 1 dito
dita de laa e dito, 3 caixas chapeo! de aol de ae-
^M'.1" de *%m! ArhwrigM 4 C.
299 fogareiros, 26 barricas enxadas. 10dita 1
emorulho ferragens, 50 caixaa fotha de flandre,
1 barrica escora, 1 dita aotda, 43 ditas soda. \
caixa gatoe de forro. 3 tobo para c.ldeira, 700
barra 150 (eixea a 3 embrulho de ferro ; a S.
r. Johnaton 4 C.
10 caixaa et fardo, izeoda de algodo, de
II e de linho ; a C. J. Aatley 4 C.
1 calxi1 chapeo de seda ; a J. P. doaSatos.
WirtlciiB inslrameaios de gricultars, 7 ditas
Consulado
Rendimento do da 1 a
dem do dia 26 .
provincial.
2o. 41:167*809
.... 1:1225953
43.29i)d762
ttoTiaemo 40 portQa
-

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I Intimidada.
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Froncax.
Inglez.
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B
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9 a
I
rariavel de inteoil-
A noite etre, rento HE
dade e assiu amsnheceo.
09CILACXO da aArt.
Prearoer as fl h. 6' da manha, altara 4 8o
B,n'm8r, ?5> t8,da UM;- rtS-M P.
T.^Kala,^r,m, *mtriab'--
ROBAWO STSrPLK,
f* tente.
Editae.
_^_
Imperial Ordem da Rosa e jai de direilo e-
ptI da provincia de Periiambuco.a seu termo.
?' r!U*0Vgiri'* l-^*18 Cowtit-oioaal o
l^-fl'.0"1 i3utm "8ttida, etc.
raeo taker aoa qae a presente carta de edito
/-.&-! I> 5)'?" Uw". 9* PA*rie oo
prea dente dltectoree da caixa lJH do baaco do
.euote : 0 U,Mr- MM> Qd0 "'
lllm. e Rim. Sr.. HV.Jatts do ommeraJo^-Dl-
zem o presidente o diroctoreada caixa fttial do
bncod a transcripta, oa qual eslava o -frilaran Ae
forma modo e rnaneira segu ata :
JustiQquem. Recita 9 de jolbo de 1811.Asis.
E maia se nao ao atiabe d aem ajjaeee
couaa maia so declara va o mestrav* daA
pacho aqu mu bem e fielmente cofia le e
cripto dos indicados autos.
E lendo o supplieadoa prodexido 1
ohas, que juallcaraa aaeseocia deaoi
lugar oio aabide.a aubiram ee ostlaa
cluso e oelies del a seuleoc do iheer
modo e maoeirs seguale :
Julgo juaUOeada a aawiBila da OA Al
meida Noguairav rteo# proveeeda ; a oaaaado
que so face a uceo odfrt com a araao. traaU
das, noticlando-je as gazetee mais lidae a lega-
res mais pblicos. E pague a juaiitiraiiteae cestas
Recife 5 de novembre Ao 18ft. TiistAe da Atoa-
car Araiipe.
E maia se oio cootinha e aoa alga asa otra
eousa mais ae dedaraae e meatiaia em
tenca aqai mu bem e fleta
cripta, e em caaeptimeata Ae eaaf e aaiao las
pasear a prsenle caru do aaitae cees o eroea das
U-iaU dus, pele qual chamo, rile. ka* per.
do aa mpa4ica.to.para que deelro del "
o compareca oeete jais* para "
por todo o coaiedo a a peasale .
aot> (mos do proseguir a coate aet
tela. '. : --
Por tanlo toda e qa*lqaar peaeea. parale, aaai-
80 ou coohecido do referida eaapttcadg aadaai
fazer actorue do ue fice dita. "
E para chega/ u coobecimaaU ae todos, msav-
dei pasaar e'uaes, que serie paMlcsdee pela uav-
prensa e publicados aoa lagares do eeataaee,
Recife 16 de novembro de 1881.Ee Miaaat
Mara Rodrigues do Nascimento, oscrivae. o reo
Tristio do Aleacar Areriee.
O Br. Tristto de Alencar ArariM. enViel d.Im-
perial ordem de Rote o jaix ato trata 1
eiat do commercio desta desalo ato
Pernambuco a sea termo per 8>. M. I. a C
Sr. 0. Pedro II a quem Dos guarde ale
Faco oer aoa qoe a prsenle certa 1
vuem e delta noticia liierem qoe por
preeideole e directores da caixa fllial da
do Brasil oeste cidade fai dirigida o retirle de
theer aegainte: "
lllm.e Exa. Sr. Dr. jaiz da com me reto O
presidente e directore da caixa fllial ato
do Brasil nesta cidade lendo requerid a
tona junta para ser citado aa comarca ato Bto
Formse a seu detedor Jos Ferreira de Olivei-
ra para accao de leilra, acoaleee qoe
cado nao lora all encontrado nem te saea
domicilio certo querem por lase oa eaf
faze-lo citar per cirta da edito e ramea
V. Exc. qoe para esse Sea oo diga* aesafi
competente jusliQcagso para qae deeeis ato {li-
gada paase-se a dita caria pan ser o aeaaAtcade
para ella citado com o prazo da lei pera t>
termoa da causa na excuc*o ot ialegrtl
so dos supoiicantes Earrivio Maeeal aaarit.
Padem a V. Exc. que aasim lhe aelra.Esanra
recebar meree.Procura lor RodolaAe JaiaBa-
rata de Almeida.
O mais ae nao coolioha em dita leticia ee
qual dei o despacho do iheor aegeiale :
Como requerom. Recife 25 de jolbo de 1881.
sala.
E maia se oio coolinhi em dito despacho toa-
do os supplcaotes prodazide Mtm I iamaean
quejusiiflcsram a ausencia ato sapotate aa
lagar nao sabido, subirm os autos a miaba cea-
clusio o oelies dei a seoteoca de taeor Agaiaia -
H-i por justificada a a me ocia 4a JeoA Perrei-
ra de Oliveira em vista da prova U
mando que ae pasee carta de edite 4>
para aer citado o juetifleaJe aa feraae
noticiando ae aoa lugares a gasetaa aa
cas. E pague a jusitQcr>le a raf. I
de novembro de 1861.-Triste j de Atoecar Ase-
ripe.
E mais se nao contioha oa dito nalaaia aela
theor da qaal o escri'io que esta Mbscrevae (n
passar a presente carta de ediles, aela eaal cae -
mo. cito e hei por citado ao rtenle rlitii
para comparecer neaie juizo seb peee do aer cea-
demoado a rovelia. Portante teda e f laati
pessoa. parate, amigo ou coekacide da r*Vhto
suyplicado o poder! fazer setenta de qae
Uca dito. O prsame seta atBxada ae
do cosam e pobticado pela impreaoa
Recife 18 de novembro do 1881.Ea *.
Mana Rodrigues do Nascimento, es;nio e >.
crevl.
Trisio de Aleacar Araripe.
?r:T,ri850 d A,*' Arariae, ofllcial ala im-
perial ordem da Ros*, ejaiz da di mi a raai u,l
do commercio desta cidade ato Recra da Per-
nambuco e sea tormo, por Se MageeUee Im-
perial e Coostnuciooal o Sr. D. Pedro II rae
Deu gearde, ele. ^^
Faco saber aos qae a prosete carta da odelaa
rirem e della noticia tiverea, ame aer parte ato
prestdeote e directores da cala !..! ato baaca
do Brasil nesta proriocia, foi dingias ae ara aa-
tecessor a petirao do theor aeg.iale:
lllm. Sr. Dr. juiz especial do eomaarcto.__Di-
zem o presiden le e directora da caite 8aal ato
baoco do Braail neata cidade, que bavraato raaae
ndo a precatona ju-.ta para aer ritaee aa aTd
Kscada a Aolonio Juslioiano Paca Bantte aera
fallar cea outro oe taraco ato ame acera ejaaaa
supplicanles Ihes proptrzeraa, aia f.i arbeato
supplicado, nem aeaabe oede toa a ara
lio, querem por isso oa lapplicaetes
auseocia do sapplicado para eje*, i
tado por carta de edital coa o prese i
lhe serem assignadoa oa de> dias se
requerida, sendo logo citado aera tsab _
da exeeucie al final embolso da caita
vossa sraboria que ae digne edatttsr
gao dos supplieaalea, <0m de piaagaii
respeito de reppltcedo, viste ja a a
(oa ji foram condemnados.Earrivae
Baria. ^
E maia ao nao cominha ea dita peticie aa ajeet
estar o despacho do theor a*ga*ata : *"""
Jaaliflqoem. o designo a 4 horas da tara 4a
da 21 do corrale, ea rasa de atabe
- Recife 17 da agosto da 1881.
silva.
E msis so nio coaliaba ea dra
lendo o suppltcantes prodazide saea
qae jasuflesram a aseara da
gar nio sabido, tubiraa a aalos I
claso eoelleedet a aeatoaca 4a
modcue rnaneira aegeiale :
Jolgo justiflcada a auseocia
oano Paea Barreta, altela a
do qee se faga a citacio odiul
oa forme da peticao a falbea 18.
na gazete o logare, ato eatyto, a ptmmo
cantea aa costas. Recito 4 do
Aleaear Araripe.
E mais ae oio ceeliaae oa dita
aea campriarate o aaertvaa
fes easasr a prearaaa asea a_
peto qual ebaaa, cite o bel par
do suppitoado peta leda o
arate.
>*aBle toda a qealner
go oa conhecido ato referido -,
(zar acirate do qa adata ata
O areeenU sari "
icado aato________
Rectfc 18 de overear. 4a 1881.
Eu Manoel Mara Rodriguee 4a
enri o MbecrevL
Mcaa
O Dr. Trataa da Alentar Arariae.
periel rdea da Boa, o lata de
da comaercio desta cidade ato
Batabeco e ara levara, per Sea
penal a Cooitiiaeioaal, aan
ele.
. Faco aaber as qae a praal
aaa
presidente directoras da caixa nal dabaaaa
5-S



P0
.________E____.......i
THf g fflmgHHlJMnUMgi^
*flWM**!rt#d
a
peticib
do Braeit
do Iheor segu
Illm.Sr. Dr. juiz de direrto eaeeciat do eora-
atr*ie.^izem o readaut e directores di cat-
ar Iit aafcaaeo Ca Brasil Mato eieede, u*
pttpeeMB rtUnrWwer. per eef'jteo, eerHto
Manoe lt>rie* contra J*aqutm de Costa Pinta;,
Augusto rND?klie Mrk t3(F*j, e curador*
cuidos o supplicdo' loaguim da Coste Pinto e
Augusto Fraetalia Mav\ dlrWy, adr se dizerem
moradores do Rio Grande do Norte, acontece,1
porm, ano tado e dita precatora voltara sen
serem wlMoa ortapajIioaMi pe, nao serem all
Jnoes4o*ee asa oe aaepJioaMaa eaberetn sonde
!. aead* que es auatnicados se ackaaa ero
lagar loeerto eaisittis, per ieso oe aupeii-
les pernea jaaiiakar a sua easeacia *n,
Jlda per seteaa, seram os saoetieedoe esta-
doaewee^eeetaleom a SMNdtM, psra to-
dos otondas 4* eecae e sea exaooga t inte-
gral embala* do aapplieeatM: patero toas
eeobtria ee(ttimtne.-~&. R. M.-PfeaajNda*. B.
J. Barata de AI meada.
a^a a eepaeao do Ueor aeguiute :
JaeuVplea. Recite S de juleo de 18M. -
Aatia. i
E ak se nao eootiaha em dte despacho, e
subinijo os ai*at i atiaba eoecauso atilea dei a
aeataaca do theor seguate :
Jalgo jualtucadi a ausencia de Jusquini daIoepe teja
Costa Piolo e Augusto Franckln ala. k Cerley. Jaatjtsja
Tista da prova dada e raaodo se faca a ciacao
edilal dentro do prezode trinia das na forma re-
querida a fulhas, nottctanJo-se nos lagares mais
pblicos, e as zetas mais lidas.
E pague a jusaficaole as custae. Recife 4 de no-
vembro de 18B1. Triaste de Alencar Ara-
ripe. _
E mais se naacontihi em dita seotenca, e em
aeu cumprimente oes:ri*aofez passar a presente
com o prete dettiot das, pelo qual chimo, cito
e hsi por citado es referidos suplicados para que
compsTfcam peste jutzo sob pena de revelia.

riaf
Sil
acha imteimm
' "
qfcft tem rectebrdof do arrematantes
Eaociptorio da Compaabia do Bebe-
rrfee 5 le novembro tie 1864.
Q secutarlo interino,
Imtim JJiMBiam Coasuho^e Portugal.
No dia 28 do correte, pelas 11 horas Da ma-
ohaa, na chancellara do consulado de Portugal,
qu s acha na ra da Cruz n. 6, segundo andar,
se procurar a arremata cao dos movis pepeo-
para da efTeilos convenientes. Consulado de Por-
uonitrfatro
erPMiTiu
provmbM d
lo coisulad
blico sos progaje^efipsffoa^ rOdloe
buco.
Pela mesa do consulado provincial >*e fas pu-
Kletariot don predios urbanos dar
cidade e dr dos Afogidos que o
Pottanlo toda e qualquer eessoa,rente, ami-
na en onhecido de referido supplroado o poder
fater atiente do que cima (toa dito.
0 pmeate ser efflxsdo nes lugares do coetu-
rae e panucado pete tmpreoaa.
Recife 18 de novembro de 1861.
Eo Manoel Mara Rodrigues do Naecimenlo, es-
criveo o sabscrevi.
Triatao de Alencar Araripe.
O Ilion. Sr. inspector 4a thesouraria pro-
vincial, era cumprimenle 4a reaoluco da junta
de fizenda, manda fazer publico qee, arrema-
tado da renda das casas do patrimonio dos or-
ph.ios, annunciada para baje foi transferida pa-
ra o dia 28 do corrate.
-E pare constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
rina buco fil de outuero de 1861.O secretario, A.
F. da Aonunciicao.
O Illm. Se. inspector da tbeaourstia pro-
vincial, em cumprimento da ordera do Etra. Sr.
presidente da provincia, manda convidar as pea-
so as que quizerem contratar a construeco daa
pontea us lugares indicadoa na nota abaixo co-
piada, a apresentar na mesan thesouraria as
Mas propostas, sendo os cootralos efectuados
sob as condicpes seguintes :
Primeir. Que a importancia das obras con-
tratadas correr por conta dos contratantes, nao
sendo em caso algum por ellas rasponeareis os
cofres da provincia.
Segunda. Que o governo garantir a percep-
cao do pedagio pelo lempo, e forma que contra-
tar, coas tinto que oa aontribuiotes do pedagio
nao paguem em cada barreira msis do duplo do
que se arrecada as existentes como receita da
provincia.
Terceira. O numero de annos para a percep-
ao do pedagio ser regulado em alinelo S fre-
quencia do transito que possa haver a importan-
cia e difflculdade da obra.
Ouarta. Que as pnrrtes serlo construidas,
segundo as condiges. planos e orcameotos apre-
eotadoa pela direotoria das obra publicas.
Oomts. Qae, em quante nao Dodar o prazo
percepQo do pedagio, o emprezario ser obri-
gado coaserrar a obra em perfeito estado, soq
pena de serem os reparos necesstrios feitos por
rdem do governo cusa do mesmo emprezario,
que, alrn disto pagar una multa correspon-
dente A cima pirie dn despezn que com isio
ti trie.
Sexta. Que as obras serio inspeccionsdas
pelus agentes do governo, nao so quaoto sua
construeco, como do que diz respeito aos traba-
lhns de cooservacao.
Sptima. Que qualquer das obrss, embora
empreheodida por particulares, sari cenaiderada
de utllidade publica, para que possam ler lugar
as desappropilaccs de que por ventura dependa
a sua tealUaco, e por isso gosar dos mesmos
"privilegios que as de mais obra da provincia.
Oitava. Que os contratos assim feitos licarao
ujeitoa approvacao da aasernbla provincial,
com excepeo uoicameole daqnelles que versa-
rem sobre obras de um valor equivalentes tres
contos de ris, ou em que se estipular pedagio,
que nao exceda de um anuo, osquaes produziro
logo os aeus efTeilos.
Nota dos tugare ondt devem ser construidas
as ponles.
1 S. JoSo, na estrada de Po-
d'Alho sobre o rio................ Capibaribe.
S Toibi, na illa de Pao d'Alho dem.
3 Cspuoga dem.
4 Hotocolomb, estrada do sul.. Tijipi.
5 Engeoho Trapiche, estrada do
Cabo............................. Pirapama.
6 Trapiche de Ipojuca........... Ipojuca
1 Porto de Pedra................ Seriohaem.
8 Duas-Barras................... dem.
9 Villa de Barretros............. Uaa.
10 Engeoho Jundt...............Uem.
1 ~- Esoada......................... Ipojuca.
12 Amarigi....................... Amarigl.
13 Genipapo...................... Sibit
As propostas sero recebtdas al o lira de de-
zembro do correle uno.
E para constar ae mandou affliar o preaeote e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambuco, 7 de novembro de 1861.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Aononciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimeiito da resoluco da junta
da uzeada, manda fazer publico, que no da 29
do crrante val nova mele praca para, ser ar-
rean tid i s quem msis der, a renda das casss
abaixo declaradas pertencentes ao patrimonio dos
orphos.
Ra do Azeile da Peise.
Na.
3 Sobrado 4a um andar, por anuo 501*000
Roa da Cacimba.
6.Casa terrea, por aoao.......... lSSfOOO
67.dem idem, por anno........... 81)000
Ra dos Burgos.
9.Casa terrea, por anno.......... 1361000
Ra da Seozala Velha.
79.Sobrado de 2 andares, par anno 768|000
0.dem idem, por anno........... 7fta000
Roa da Guia.
84.Casa terrea, por anno........... 1681000
Ra da Pilar.
98. Casa terrea, por anoo........ 2249000
As arremataces sero (euas pato earpo que
decorrer do dia 4a arrematacao ate o lino de iu-
aho de 1864.
B para constar ae mandn affixar o preaeale e
publicar palo Diario.
Secretaria da theaonriria provincial da Per-
oambuco, 15 de ooveo.bro de 1861.0 aecreta-
o, A. F, dj AnnuocUco.
O'Illm. 8r. irupaclet da thesou-raria pro-
vincial, em cumprimelo 4a rdeas do Exm. Sr.
presidente da provincia manda fizer publico, que
no dia 28 do corrate, parante a junta 4a,azau-
4a da jneim thesouraria,. ae ha de arrematar- a
quem miior pte^J offsrectr, o rendtoaenlo do,
impostos creados pe&s { Jj6, 17 e 31 do art.i40
da le provincial p^SlO tJtn aiaim augmeato
impostos dosgpfB e4#de mesmo artigo nos
intes iauaiciutos
Jilp.
troprai.
rwSu.
trinti dias uleia para eobraoc*. a bocea do cofre
do 1 semestre da decima do anno Qnanceiro cor-
retite 1861 a 186, ae principia a contar da- dia
S 4e dnembfo ndovro ; e que tambem na saes-
mo dia principia a cobranza do primeiro semes-
tre do imposto de 5 % sobre as rendas dos baos
de raz pertencentes a corparaces de mo morta.
Waaa do coasaUaVa praiocil R3 de noveaaaro
da 1861.Theodoro Machado Freir Pereira 4a
Silva,
Conselrr* daiitistrattvo.
O conselho adaairmtrativo, para foraectmento
do arsenal de guerra, ten de comprar os objee-
toa seguintes I
Para provimanto do arsenal de guerra.
500 meios de sola.
40 meios de sola branca carrdliada.
Para ocorpo da guarnicao deata provincia.
8 oobradicea para doas arenarias.
2 fcbaduras para os mesmos.
2 ferrolhos.
3 rlobredigas para usa cofre.
3 ffchaduras pata -mesmo.
6 ditas para tres mesas grandes.
7 ditas para 7 ditas pequeas.
Quera quiser vender laea objectos aprsente aa
auis propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas ds man has do dia 27 do
correte mez.
Sala das sestees do conselho administrativo
para fornocimealo do arsenal de guerra, 20 de
novembro de 1861.
Sent Jos Lamenka Lins,
Coronel presidente,
Francisco Juaquim Pereira Loho,
Coronel vogat, secretario interino.
ir eapecial obsequie Psllgwir4 Vrfeta, {rafias quaes lera cero
\ievedt>i)a/alba>saa faatlaaim orno para escravoa : a tratar
recebe
mo-
como para escravoa : a tratar com
solo- ae* consignatarios Anlunea Guimares & C, na
Por! do Malto* as. 15 17.
nos pela Sr O. C. de A. C. Vsrejo a HelmoM.
Rosslni. >-.
7.oo brflbsrjte para Santa e errao por 8a>
luartano e HelmoW___Plorrren.
8.Vartaces para clarinete piacro pela i Sr.*
t).t.a)e A .^BT*jaV e 'o -Sti Theotonio.
Elas.
f.Pftantasia sobre motivos do Trovador para
fatoea piano pelo Srs. Smalli e Pedro Justia*.
10.Bamboula, daoca de negros, phantaaia
para piano s per Helmold Gotichaik.
Comacara as 8 horas ds nota.
aquellos qee ao a a economa a viren, aa prepa-1 Jj
rsr para o proxieno lempo de frata a Igfnbem pa- ,., *T
ra com pouadkdanfealne otossaqr ana* casas dL"' V,IU_*'
neceasario 4aiaam aa*p saJraV Menta com 25 P".^" etofcf 14. J
por canto da4a4e*4)oaaM^K>4erias> comprar >
para mais commodidade dos preteodentes ser
ait leilao eiTcla*d no da aa aaraa aalaa ,
odiaadaa. N* meame di aa venaer ura a- -^"rgado. Recite 26" da oaara 18*1.
btialal em nenhap) 4efita,a4oheira ou a pa- ,. ^b^LbbI L.
a para esaua 4o aasa das
com o referido agenta.
levere enieodar-ae
Maranho e Para.
Farifha de lrigo
A 28 to corren te.
ovando
Carolina de Azevqi
. o e os Srs. H. Smoltz

Primeir parte.
l.-Oovnrtirra de Nabucodonoaor pata piano a
qvJdlro roaos palo Srs.Smoht e Hehnold.rerfl.
2.Grande vralsa brilhanle para rabeca e pia- Segae com brevidade o biate Lindo Paqae-
no peta Sr.* 0. C. de A. C. Vsrejie e Pedro Jus- te por ler grande parta e sea eanragamenlo Jeaaataa Pater 4 C. (ario leilao por interven-
"_ Bi!> ; paaa* nata trata-sa casi aa esa- <0^4iajaiU4Dlivra.da carea WO Barrica* de
R.-rande polka de concert pstw piano 6 aianetatios Airaeida Camas, AWea ft C, rae da
por Helmold.Waliace. Ota a. 27
4.Phantaiia sobre l'Ambrassstrice para da-
rineto e piano peina 9rs. Smottc eMala.Besar.
flAs andorinhas, caprichos,ettudo para pia- *****aRfifo Julio ptateade aegnir
no s par Helmold.asAar. nasa Usaaa. natas ule Segonvft psrte. oaatagaaneala aaosv+to; 9 aesi* que lh
6.Onvertura da Gazzs Ladra para dees ata- UM- "au-aa coas oa aeus cooaijaaUrioa Aae-
vedo* Meadas, no sea esesVpiatio *aa aa Cruz
naaser i.
ParaXiboa
Maranho.
Segu era pausa dia n palhabole nacional
Samlo Amaro, capilo Manoel da Sil Santos,
para algum a carga queaiada poda recebar traa-
se com o aeu coaaigaaiHia F. L. da O. Aaevedo,
ra*daitidredeDs n. 12.
\7 **22st
.Embargado. Recife 2C - Jos. J..sq.ini,GoPi'^)i^*tSittti.
do com toja de (azendia na rpa a QveiataaV
o. 46, lenuo no Diario de Prraamtfaa 4a H> 4
farinha de trigo em bom astado, sando sprosi-
msdamente a melado da marca Wiedsor Milla,
*4nia da Rslamora pelo navio Palmate, e a
aia porca d diveraaa mareas viada de Liver-
pool pe* navio Serapainae:
Guiata-eira 28
do correle, a 11 horas da maohaa em ponto,
em aeu arraazem janlo ao do Sr. Antonio Mues
Machado, ra d'Apollo oa aatigp parto dea ca-
noas.
crrante
Manoel
maao d Sff 4
mez um aonunclo -r~iri a Ir Iraaadi
do Nascimento Silva Bu
aatoa, e q
de igual oome ao do aonanciante litera pa!
em dito numero do referid. Diario, veas ca
po decltrar a quem interesiar, que
ci nao tora publicado por ella boje ai
que nenhum negocio Um coa o referida t-
ente, o qual nem aequer couhece.
Precisi-so de urna aera aa rsa gas Laraa-
geiraa n. 2*J ; paga-se mnilo basa.
Aluga-ae um armatem na raa 4e cae* ge
Apollo n. 7, cura commodo $
qualqaer eaiabelecimanlo : a traur aa
S. Pedro n. S.
Babia.
,
TftETR
DE
Para a Baha segu em poneos dias a escuna
nacional Carlota, capito Luciano Al ves da Oon-
caicao, para alguma carga que alada recebe tra-
ts-sa com o seu consignatario Francisco L. de O.
> Azevedo, raa da Madre de Daos n. 12.
LEILAO
DE
3-ltaa eatreita da ftg*r4>-3
U Francisco Pinto Uxorio continna a ceg-
aja, locar denles artificiaos tanto por rela
a molas como pela preasio da ar, nao
v Ceba paga alguma sem que aa obras
jj quem a vontade de aens denos, teta pan
9 outras preparacoes as aais acreditadas
ampara conservacao da bocea.
Quintt-Mra 28 do cofrente.'
A benefici da joven agticn pevMmnucana
wdi reitura.
Segu para o indicado porto o bem conhecido
uvufiiviu uo ]i" va K T aajBPaaajap m vaj >> ni jmjai u aj
MariaRosjlioaaraaawacio4J(jaa*raariise:^ue^ P"ao Joao Jof de
do Bego Souzs, por ler pane de seu carregameoto adian-
Logo qu os senhores professores da orchestra '*JI.P"? 'esto trsta-se comosconsignalarios
execntarem urna excellente ourertura, soblr i Comea, Alves 4 C.. rna da Gnu-.a. 27.
scena pela terceira Tez, a pedido, o excellenle es- ] f* 1 1 n I
pactaculo de physica e gymnastica em seis actos. KlA lirFiTlsi'a flA Vlll
Ha novas passagens do sea trabslho de gymnas- HIV UI HUW} UU kjllt
ticae physica. Bi
Pedem portanto a todos os cidados desta cidsde !
toda proteccio e acolhimento.
Nos interrallos os beneficiados irao pelos ca-
marotes agradecer nos seus generosos protectores
de quem espera toda a proieccao
Principiar 8>{ toras da noite.
| rtt.u
Rio de Janeiro
Consulado de Franca.
Em conformidade oa e art. 7* eaaavTvenQao
ceneular. concluida em 10 de desatOlVfoMe 186'),
entre o Braalt-e a Frauda,- cnsul da rnwma aa-
ciafai pui>lico que o subdito franca,,Bugenio
Lecerate, cabellereiro, ra da Imperaim, filie-
ceu hontern pelea 7 horas da naite.
rematbate 28 de Doeembro 4a WM.
THEA.TRO
DE
Santa Isabel,
Compaahia dramtica sob a direcQa do
artista Germano.
UL'ARTA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO.
Uecita extraordinaria
El BENEFICIO DE
Depois que a orchestra tiver execulado um
linda ouverlura, subir acea pela ultima vez,
o excellenle drama em tinco actas, em que tanta
prima o Sr. Germano,
D. CESAR BE BAZ4N.
Fazeodo a Sra. D. Manoela o papel de Minia-
ra, e o Sr. Germano o de D. Cesar, e tomando
parte toda a compatihia.
Dar fim ao espectculo com urna comedie no-
va, composico daum Peroambacano, o Sr. Jua-
quim A. Bessoui de Almeida,
NESTECISOEISECASO
OL m
Os Esludanles do Recife.
Toda ornada de couplets, msica doprofessoro
Sr. Cotas.
PERSONAGENS.
Alberto, quloto-snnista da fa-
culdade de direilo ....
Angelo, calooro......
Miguel, cascabnUio.....
Jorge, cascabulho.....
Um estudante ... .
Joso Manoel, laarador
Barnab, sapateiro.....
Procopio, sirgenlo da guarda
nacional do mallo ....
Diversos saludantes.
A scena pissada no Recife.
pocaactualidade.
Esta comedia primeir prodcelo do Sr. Besso-
ni, bem escripia, e muito espirituosa. Tem tido
elugioa de differentes cavalheiros que a tem li Jo.
OibeneeiaUoa julgan ter faito ama as.<-ellente
escolna de espectculo, e desde j pedem a pro-
ieccao da um publico to Ilustrado c benecente.
O Snta-Rc>jj por vceea honrado rom a esti-
ma-dos habitantes desta capital, apera aioda por
esta occaaio receber provea de aua alia benevo-
lencia, e declara que nao p re tendeado sobrecar-
regar os seas amigos com esportuUs alm do
prego da cata, espora todos os seus bilheles, tan-
to de camarotes, como de eadeiras platea,
venda no scriptorio do theatro, pediodo des:uU
pa por nao ir pessoalmeole fazer os seus con-
vites.
O Santa-Rosa
Hceforuatate
Sedo contado
livor eaebente.
AtvOs martimo.
COMPANHIA BRASILE1R1
MfllTSS ftlJUPUDl.
E' espralo dos porloa do sul at o dia 18 do
correte um dos vapores da companhia, o o>aa
depois da demora do ceelume seguir
segu Brevemente o brlgae nacionil Adelaide,
l de superior marcha, por ter alguma carga j en-
gajada : quem no mesmo quizer earregsr ou ir
de passagem, dirija-Be a Bailar & Oliveira, ra
4a Cadeia do Recife n. l, oa cara o- capilo aa
sata.
Porto
Segu brevemeote a mui veleira barca porlu-
guezs Symoaihia por ter sua carga prompta a
embarcar : quem na mesma quiter carregar ou
ir de paaaagem.dirija-ae a Bailar & Oliveira, na
raa ds Cadeia n. 12.
Rio de Janeiro
Urna escrava.
Quart -feira 27 do correte.
Gntta Caralho far leilao no dia cima as 11
horas em ponto por mandado do Uta. Eim.
Sr. Dr. juiz do commercio e a requenmente de
Parate Vianna C, de ama escrava moca de
habilidades, a qual foi arrestada a Manoel Jua-
quim de Oliveira deveodo e leilao aerea mu ar-
raazem na ruado Imperador n. 35.
LEXO
Quarta-feira 27 do correte.
Milla Laiham k C faro leilao por in.lereeoc,o
da agente Pinto, de 28 ancoras nao s para na-
vios como para barca-as e 10 orrentea de diffe-
rentes grossusas, aa lates a oeude daa com-
pradores, as 10 horas do dis cima mencionado
no armazem do baro do Livramenlo, caes do
Apollo.
LILAO
DE
Miudezas e ferrasjens.
N. O. Bieber & C, ipccesjore, farSo
leilao sextafeira 29 do correte, por mediante o uso desse precioso remedio.
I Para o Rio de Janeiro she com brevidade o
( brigue nacional Siqvaira, j tem parle de seu
arregamanlo prompto, ataca o redante e escra-
pata o
portos do norte. aa\ .
Desde j recenern-se passageiros e eogaia^se "1* ,r>r5'5,8ta:8enM>? Po do raetmo.ou
cam David Ferreira Bailar na ra do Brum a. 66.
a carga que o vapor poder coajajacir, a que* de-
ver ser embarcada oe dia de Me chegada, an-
commendas, dinheiro a frete al o dia da sabida
as 2 aras : agencia na ra da Cruz n. 1, escrip-
lorio de Azevedo 4 Meadas.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
UiL (tlrAMLV
IJaL
Paquetes i nglezes a vapor
At o dia 28 deste mez espera-se da Europa o
Oneid, o qual depois da demora do costume
seguir pars o Rio de Janeiro tocando na Baha -
pata aisagena ele. devar-se-ha tratar cornos
agentes Adamson, Howie& C, ra do Trapiche
Nato n. 42.
Ate o dia 1 de detenrbro "tqai esperado dos
portos do norte o vapor Tocan tins, com man-
dante o primeiro tenante Pedro Hyppolito Duar-
le, o qual depois da demora do costume seguir
par os portos do sul. ,
Desj recebem-se passageiros, a da eogaja-se 1
a carga que o Tspor poder cooduzir. a qual de- She com toda a presteza o velelro brigue por-
rera ae embarcar no da de aua chegada, diahei- t,gneE Rercario por ter a maior parte do ear-
ro a frete e eocommendas at o da da sahida regmentu promplo ; par o resto e passageiros,
<7m, dV,re : Mn'"> d'Crut n. 1, as- irau-te coa o consignatario T. de Aqnino Fon-
|l teca Jnior, na travessa da Madre de Dos n. 7,
primeiro andar, ou com o capito na praca.
criptorio de Azevedo & Mendes.
O capito A. Reviere do navio francs Jean
Parmentier, auionsado pelo Sr. cnsul de Fran-
ca, convida as pessoas que quizerem eucarregar-
se dos concertos e irabalhoa necessarios ao dito
navio de apparecerem quarta-feira prxima 27
do corren te as 11 horas da mseha oa chancel-
lara do cpoaulado de Franca para em presenta
do dito Sr. cnsul toma-Ios de empntada, tende
a preferencia quem por menos fizer. Os traba-
Ibos precisos a fazer at esta data sao os se-
guintes:
Io Um leme.
2 Um cepo.
3* Calafetagem dos altos e do convez.
4o 'Por em arena o4iio navio.
Vatle.
. Vicente.
. Teiieira.
. Campos.
. Leile.
.' 'Nunes.
Santa Rosa.
Raymundo.


-
-Oo iato-conta.
Pois e vfniade.
. Que -este, ou pavo -.,,.,
Isa. aritade. jU
Eaalaa ftJos / IWt
Quaoto huaiajio ,
''43B2C. '''''
ComecarP >.8 ivorps.
rftdllWOBMV^
tem a haBMbfjfMiiMr ao res^eitave
Liale*.
Rio de Janeiro
Hoje, VI docorrente.
1. A. Burle &C. eontinuaro por intervenga-
doagaata Oliveira, o seu leitau de grande sortt-
mento de fazendaa francezas as mais proprias
deaie mercado, e tambem outras logltzas de al-
gooo:
Quarta-feira 27
do correte, as 10 horas da aenhia em poni,
em sen armazem na ra da Crui do Recife.
intervenc5o do agente Aotunes, de um
completo sort'imento de miudezas e er-
ragetu unas americanas no seu arma-
zem ra da Cruz n. i, as 11 horas em
ponto.
Avisos dTersos.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGUERTR HOLLOWAT
Milharet de individuos da todas as
poden testenonbar at vir ludes deata i
incomparavele provarem caso necessarie.qaa.
palo uso que dalle fizer aro tesa sea raa a
merabrosinieiramentesao*depoisdehatea asa-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convenctr deseas carss bm-
ravilhosas pala I ahora daa petiadicae, aa Ifc'as
relataa todos ao dias ha raailos aooaa; a
raaior parte dellas sao la o sor prenda
adrniram os mdicos mais celebres.
pessoas recobraram com este soberano
o uso de seus breos e peraas,
permanecido longo lempo nos hospitaes.el
deviam soffrer a ampou^ao I Dallas ba Ban-
cas quera vendo deiiado estes, asylos da aaata-
timenlos, para se nao tukaeterea aeetaeaa-
raco doloroso lona curadas-----r-'-raam.
Basiliano de Magalh3es Castro,
como testamenteiro do fallecido Jos
Fernando da Cruz, e inventariante dos
respectivos bens, em vista do annuncio
que faz o Sr. Joao Fernando da Cruz,
como procurador ou gestor da Exma.
Sra. D. Joanna Mara das Dores, para
que os credores daquelle fallecido apre-
sentem a elle seus crditos, julga con-
veniente avisar aos mesmos credores que \ das costas
elle testamenteiro e inventariante ja''dot raeabros.
deu cometo ao respectivo inventario j Enfermidades da cutir
gumat das taes pessoa na enfusao de sea 1
ohecimenlo declararam estes resollado
eos diante do lord eorregedor e ontres
Irados, afimde mais autenlicarem sua a I
tita.
Ninguna desesperara do estado de tanda sa
tivesse bastante confianca para encinar ste re-
medio eoDstanlamanteseguiBdo algnm isaps
tratamento que neeesslaasa a na rareza ale aa!,
cujoreauludo seria provarincontetuveiaatt.
Que tudo cura.
O ungento he til, mala
la ratien te nog searmsalea
Alporcas
Cairabras
Gallos.
Aneares.
Cortaduras .
Dores de ca beca.
pelo juizo mnniemal da segunda vara
desta cidade, esetivj Motta, e que em
tempa competente avisara' a todos para
que justifiquem seus crditos.
mi
pretenle aegnir oom multa breiidide o brigue
escuna Joven Arthura.tem parte de seu carrega-
meoto prompto : para o resto que loe falla, tra-
ta-se com o seu consignatario Azevedo & Mon-
des, oo seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
COMP
(IGAKA
DR
toegau costo a vapor
Parahiba.Ilio Grasado#do Norte, Ma
. cau do Assu, Aracaty, Ceara',
e Acaraqu'.
0 vapor Jaguaribe, commandanle Lobato,
sahiri para as porloa do norte de sua escale at
o Acarada na d 9 de deiembro as a horas da-
tarde.
Recebe carga al o dia 7 ao meio dia. Eocom-
meadas, passageirosedioheiro a frete at o dia
Mbuc^qae^mmtApM p^a o ftii de Ja-
^-3**iirt4gA Beiro.
arreaat^ao ser, feita por taavpo da.2 n- W&\,t*m*te$&l^#Wb--
a cna.Uit4o Io de^lho d*.erouanno. v>adidas nnra a duna rt>r.itaa nTa
publicar pelo Diarxo. MHl-8e eVCOBBreillIaS QO
Secretaria di Uiesouraria provincial da Pea- tat)tM
nambuco, 15 de novembro de 1861.0 eeeretario
A F. da Annunciacao. i
Matloan.-V
Marauhao e P^E.
0 patacho brasilMso^nAiaoaegua.cam hrevi-]
dada e recebe carga para ambos os portos trata -
sewtn e* cataten alarte* -Hartes arros* \ ;
Largo do Corpo Sitio o. ,9. s '
0 brigue Racional Almirante* pretende
cam aulla bTeTdarJe, tem parle de me
meato prii ttaaV, aeraj resto .qaa Uta talu
'^^ffiW*-8 fre,te,a>ars onw.Ua
Coamofloj. trata-se com os seus consignsta-
MlviwlrVuaBaU ovaraescriptorlt ruada
i a, 1.
Quinta feira 28 do corrate.
PELO AGENTE
Anuas
A' porta do armaxem do
da alfaadegae pjla 10 horaa d* aanha o refe-
rido agente vendar em um ou mais lotes
6 caixaa cora 600 latea de frucUa em calda e
mermelada.
Grande leilao
HOIE37, .
Se-lar hoje as 10 horas da wanb&i Uilo de
batatas, ceblas e quejo* em Iotas a vontade
do* compradores ; noarmatam do Sr. Annes de-
da sabida aa ai hora .- eseripiorio no Forte do. fronte4a alUode^a. Gantcos ests cheg-tdus ul-
timaMeaVe paU.batea traoceza Velace.
Ra .aVfrlia 71 30.
..rW
rVlAveis ^para acabar.)
Oulrita-elra aa sanale das 40 aaraa ae
.Ha e -Vs 4 ai*) aa-Urde o aanaa fiaiata-
aaeenaa todo eadMe eaaatcoa mos taauaie-
Depois d'amann&a as 8 horas da ma-
nhaaaniarao impreterivelmente as ro-
das da segunda parte da primeir lote-
ra do Gymnazio Pernambucano (ter-
ceira concesso). Os bilhetes acham-se a
venda ate amsnbSa as 10 horas da noite
na thesouraria das loteras ra do Cres-
po n. 15 e as casas commissionadas
As sortes sero pagas como de costume.
O thesoureiro,
A. J. Rodligues de Souza.
Arrendarse um dos melhores si-
tios e casa na Capunga a margem do
rio Capibaribe.e trente para a estrada
com dous porteles, a casa tem excellen-
te commodos, urna boa coxeira com
um sobradinho, boa estribara, banhei-
ro bem acabado de pedra e cal, o sitio
tem muito boas fructeiras de diversas
qualidades e ainal muito outros bons
commodos, o qual fica confronte o sitio
da Sea. Laierre : a tratar na ra do
Apollo n. 84, armazem.
O escrivao da irmaodade do Seohor Bom
Jess dos Martyrios em nome da mesa, convida
a iodos os irmoa para que comparecen) no seu
consistorio domingo Io de dezembro, as 11 ho-
ras da maohaa, pjra reunidos, traannos de ne-
gocio urgente, a bem da irmandade e dos irmios
em geral.0 esemo,
Boaventura Msnoel do Nascimento,
Joaquina do Goracao de Jess relra-se para
^> Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna ama de leile : qo caes do
Ramos armazem o. 10.
Roga-se as pessoas que se jutgarem credo-
res do finado Joaquim de Paula Lopes, queiram
apresentar suss coolas oo praso de 8 dias, a con-
tar de hoje : no armazem n. 3 do caes da alfan-
dega.
Preeisa-ee de um menino portuguez. dos
chegadas ltimamente, delata 16 aa nos ae ida-
de, pata Mitoteo de tabaraa: aa rea do Pago
a. *o.
Multa attenQao.
Aoamaohecer do dia 15 do torrate, furia
ram db abati esigaado 10 setim reates novo
com borrainat Hraz e adlanta, conabehe. es-
irlbosde acofeama evfcde reihaeaacarrete na
barbella bstanle comprida, e urna manta velh
em garal.
Ditas de anus.
Empeces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frtaldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacpes.
Inflamrnacao do 6gado.|
o da bv
matriz
Loara.
Malee das pamas.
os peitos.
olbee.
Mordeduras da repti.*.
Picadura de mosquito'.
Pnlmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinba, aa qoalque-
parte que eeje.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articalacoec.
Veias torcidas oa no-
das as pamas.
Vende-so este ungento no esiabeleciraeato
geral de Londres n. 244, Strand, e aa toja
de todos os boticarios droguisu e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hetpanba.
Vende-se a 800 rs caria bocetinha coatra
um nstruccao em portuguez para explicar o
modo de fattr uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum.
pharraaceutico, na ra de Cruz n. 21, ara
Per nambuco.
999999999
bacharel Witrlvio po-
de ser procurado na raa
Nova n. 23,sobrado da es-
quina que olla para a
camboa do Carreo.
I
*- raa mowM na latle* qaetti no dia 80'-ao cor-|
iaa a p>aaiaaaiea trawferir au rmaaaavate o !
fia do carraas de novo tari lailae ero o dato sea!
armazem na ra do Imperador n. 37, da tudo
quanto nelle se ochar patete. Convida a todos [toadas : trata-se na mesma ata.
das coieiras a aot eohores selleiros que, no
casnde Iheastt ooeraii". tomem, epirleri?
pem ao abalelaaigahae ua aeu sitio na ra de1
Jeae'Pernandta VletN, iuato do Maaceiaho.
Antonio Leal de Barros.
Traspatsa-se o arrehametft fio sobrado e ar-
aazeoada ruada Trapiche o. 40, axcellaete para
qa '
BARATO
sem igual, s na ruado
Quemadon.40.
Luvas de seda decores para homens, senboras
e meoinas, o par 4U0 rs.
Lenciohos de seda com franja, finos, para me-
ninas e senhdras bolarem no peaeoco, ua 900 rs.
Chapeos de sol de seda para meninas de esco-
la, ua H600.
, Grvalas de peda de ponta largi. outr'ora do
valor del a Sf. pelo diminuto preco de 1f ama.
Diversas fazendss de |a e seda prra vestidos
desenhora, que outr'ora a veodiam por lf-280,
peladiminuto preco de 300 o corado.
Sedas decores Superiores com pequeo toque
de mofo a000 rs. o corado.
.%teor8s e afamadas peonas de aco.deoomi-
nadas Wa.,roza,v^0 rs.
Etfits de easslisa com 10 varas de largura a 4
. e urna manta reina
eoaa i,U
Jaetaedio inalUvel contra as j>nor-
rbeas antiga e roceates. nico dapo-
utuiui iuiuh uimum a. mj, axca DSV i 3tl r r,
alqaer estaealaciaanlo toaaieratel de ItM l^ M hotiCa franCOia ra df Crux H.
12. PreqoSf-


~ OtMKHt
Segaros llitdade Publica
Coovidamoi os leohoret acciooittas deiU com-
panhia i comparecerem na dia 30 do correte
aomeio dia no escrip torio da mesma, na fu da
Cadeia, para execucao "do dupolo na t.* parle do
rt. 41 doa estatutos, e para elegerero um direc-
tor em razio de um doa actuaea ae retirar para
fra da provincia.
Recife 25 de novembro de 1801.
Os director,
JosP. da Cuaba
Thomaz da Faris.
Rogase aoi senhores abati mencionados
o. (aor de virem a ra do Crespo n 8 A a nego-
cio de seii Dtereaie, visto oo ae saber desuaa
aoradaa,
Dr. Manoel da Silva Reg.
Or. Pedro Gaudiano Rali e Silva.
Padre Praociaco Alvea branles..
Fre Joio de Sania Cecilia.
ffm
10 DI iM.
^ffi
*J

2S?
tu
I
Dr. Antonio Henriquea de Almeida. fcJLl 3
Acurcio Jos de Medeiros.
airancieco Jos do Amaral. i G+ 5
Francisco de Paula Cavalcanli Wanderley Upa
Flix de Araujo Albuqoerque. aa> \
JawGuilaerme doa Res.
Joaquim Pedro do Reg Brrelo.
Manoel Doarte Ribeiro Jnior.
Manoel Antonio Barbosa.
Miguel da Purificarlo Gomas. >
Jos Gorgooio Paes Barreto.
Alexandre da Silva Tavora V
Jos Thomaz de Aguiar.
Jos Thomaz de Aguiar Juaior
Jao Baptista Itoretra.
Fraaciaco Jo Alvea Guerra
Joaqulni Ignacio de Carvalho Mendonga.
D Joauoa Maria das Dures, nrdeira legi-
tima de aeu finado filho Jos Fernando da Gru,
convida a todos aquelles que forem credorea do
tneamo para que najara de apreseotar os aeua
crditos a seu filho Joto Fernando da Cruz, resi-
dente na casa o. 65, segundo andar, na ra No*a
tiesta cidade, isso no prazo de 5 das, collar
da presente data, aflm de que a aununcianle me-
Ihor habilitada, posaa' tratar do pagamento dos
meamos credorea. Recite 21 de novembro de
1861.
I
' Precisa-te de Hax etclo da rii a premio sobre
hypotheca ero predios ; a'peasoa que quite dar
drrfje-ee a ra estrella do Rotuno n. 27, prieati-
ro Mar, de 9 hotafe em diante, chara coas quem
tratar.
Precisa-se de um coiioheiro, preferiodo-aa
captivo x> Fdre do faitea o. 18.
Arnaja-se al o ultimo do mez de marco
ailio, ecom commodos para familia, por barato
preco ; tratar no Mpodego, taberna 97.
E.A, fydei4t>rfttfcpa.i'i^ I
Jos Francisco Lorerr6,"rtio bfef.ffrah-
ciaco Pereire, Jos da Sile, Porlugueze, vio
para o Par-
Aluga-ae, urna preta captiva que aaiba co-
zinhar e engommar para casa de ama senber*
viuva coro pouca familia ; no trapiche do Cunba
se dir quem precisa.
Aluga-se o segundo andar da casa D. 15 da
roa do Vigario, coffl bastante cora modo mdico
aluguel ; a tratar na mesma ra 13, taberna.
Pelo jeizo de orphaos deau cidade ae fax
publico, que vai a praca por arrendameoto, a
quem maisder, o aluguel do sobrado meia agua
de 2 andares da ras estreita do Rosario, n. 4,
pertencente aos herdeiros do finado Caelano Fe-
reira Viaona, a reqaetimenlo do tutor por par-
te de auatulerajda, cujo sobrado se acha .arren-
dado anrattl peld prego da 141|000 u. cada an.
dar lom
QuBmordooo d urna acrava annuncle
por este Biario dando tolos o aigoaes e aonde
ELIXIR DE SALDE
Uuleo deposito n* boliea de JoaquM Marti\b
d Cruz Crrela., tu* do Catugo. H,
em Peruana buco.
0 Dr. H. Thefmes (de Chaiei) anligo.>harmaceutico aprtsent* hoie urna nova preparacio
de (errocom o *- -i-_ a. ... i. .._ .------
nome de
J varecer ao* tsubi
variada, maso home
Hiad.
elixie de crtro-lacUW de ferro.
de eiixia de citro-lacta
jftt 4$M* mprearat-a* um meamo medicamento debaiio de formaje*, lio
comprehende aoecessidada e importancia de urna tal vaue-
p <4m progr
quando ella, manteado a esencia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todaa aa
A formla m objeclo de multa importancia esa tberapeutica ; i um
a ella, maoUado a aaeaaia do medicamento, o torna agn
idades, para lodo os paladares e para todaa a temperamentos.
COI^lJLTOftW ESP m AL HDIEO f ATHICD
DO DOUTO
Rut de
N
Consultas.td)
at meio dia, acerca
Das numerosas prepararles de torro al boje coohecidas nenhuma rene lio bellas qaUda-
dea como o elixir d citrolaxtaeto de ferro. A aeu nbor agradavel, rene o tomar-eeem orna, pe-
quea dosa, e ser de ama prompia e fcil dissolucio no estomago, de modo que completamente
assimilado;e nao produzir por causa da lactina, que cootem tm sua composicao, a conilipaco da
ventre Irequeniemente provocada pelas outra* prepararles terroginoiaa.
. a. 'Kjrtanovaa qualldadM nada alteram a scieocla medicamentosas do Ierro, que sendo urna
substancia da croal o medico ae ni pode drspeusaaenv saa dioica, de incomparavel utilidade
quaiqoer formla qae Ihe d propriedadas Uta, que o pratico potaa prescrever sem receio. E' o
que coDsegeio o pharmaceutico Thermea cosa a preparacio do citro-lactaclo de ferro. Atsim este
medica ment occudk boj* o. prlmoiro lugar entre aa numacoaaa praparacea ferrogioosaa, com o
altala a praUoa de muito med toa diatinctoa que o tem ebeaiaoV Tem ido empregado como im-
meoso proveito naa molestias de laoguidez (chloroaa paludas corea ) na debilidade aubaequenle aa
hemorrhagiaa. naa hylropestaa que apparecem depoiadaa intermitentes oa incootioencia: de urinas
por debilifa-de, naa perolae braocas, na escrophula, oo rachitiamo, na parpara hemorrhagica, na
eonvalescencia das molestias gravea, na chloro anemia das mulherea gravidaa, em todoa oi casos
de.em ser procurado, oeste vio alguna signae.: .. jsJaT^.^^^TSrSto^^ tMSiS^tSX^^^tSSt
FlaB fflTdka Bm.tt.s4m laKovinlrin nnr,t,.n* ^ l.-t.. 4. a.alll
Attenco
Precisa-te alagar um sobrado de um andar e
soto que teuha quintal com cacimba : quem
tiver pode ae dirigir a travessa dos Acougui-
nhos n. 20, que se dir a pessoa que qoer.
Aranaga, Hijo & C. sacatn obre
o Rio de Janeiro.
I
8
8
fCeunotypo
Esle novo processo de piolura appli-
cado i photographia excede a ludo o que
tera-se visto at agora em perfeigao e
apuro de detalhes e delicadeza das tintas
mesrno as miniaturas sobre rnatlim.
Parece um esmahe I
Pode-se garanr-lne pelo menos a
duraco da pintura a oleo, visto aer im-
permeavel oo a ao contado da atraoa-
pbera, como lambeta bumidade de tal
modo que oo se altera ficando qaalquer
espago de lempo debaixo d'ague.
Outra grande vantagem deste estylo
de retratos e que a pintura nunca pode
mudar os tragos da photographia de modo
que a semelhan;a perfeita nao depende
mais do pincel
Os annuncianfes tendo dquirido do .',
inventor o aegredo deala pftcioaa iono- x
vago (da qual se poder examinar al-
gum espcimen na exposi^o industrial
aberta estes dias no palacio do governo),
apressem-se em p6r ssss vantagens a
disposico dos seus amigos e freguezes
sfim de que possam ainda approveilar do
curto espado de lempo que elles tem de
demorar-se nesta pra?, sendo fizado
impreierivelmeate para o dia 31 de de-
zemnro prximo fttlurj o encerramento
dos seus negocios.
STAHLA G.
jPhotographoi de S. M. o Imperador!
% 14RUADAIMPERATR1Z14
3K#Q vwWRCRw) SWSeWiSSfMtWS
Precfsa-se de urna ama forra ou captiva,
para o serco de coziohar e comprar: na ra do
Imperador n. 37, segundo andar, entrada a di-
reita.
Preciaa-se de orna ama, que saiba conzi-
nhar e comprar: na rus Nova o. 33
Muita attenco.
Ao amaohftcerdo dia 15 do correte, furtaram
do abaixo assigoado um selim inglez novo, com
borraioaa alraz e adianle, coai rabxo, estribos
de neo. e urna bride velha com correte na bar-
bella bsstsnte comprida e urna manta velha de
panno de ourelo preto forrado de panno branco :
quem der noticia ou aprebende-lo ae gratificar
com 20JJ, e igualmente pede-se aos donos daa
cocheiras e aos Srs. seleiros que no caso de Ihes
aer offerecido o tornero e participen) ao abaixo
assignado no seu sitio na ra de Joio Fernn Jes
Vitira, junio do Manguinbo.
Antonio Leal de Barros.
Vicente Jos da Silva Lims, relira-ss para o
Rio de laneiro.
Alugam-seduas boas casas no Cachaog a
margen do rio, com excellenlea com modos, para
.passar se a fesla ; a traler na ra da Paz d. 42
1S0V0 METBODOPH4TIC0THE0RIC0
PARA
aprender urna Magua em seis mezes.
APPL1CADO AO FRANCEZ,
segundo o fac limo systema allemao do
Dr. H OlIendoT.
POR
Cicero Peregrino.
Obra inteirameole nova e nica, escripia em
portguez por aquello ayslema, approvada pelo
consalho director de iostruego pablida desta pro-
vincia, ero sesso de 10 de oulubro ultimo; a o-
lumes de quasi 500 folhss era 8 francez 7(090.
Recebem-se assignatura ni ra do Queimsdo
n. 28, primeiro andar.
Aloga-se torete a fesU ama casa no P050
da Panella, sita na ra do Rio, com 4 quartos e
quintal murado: na ra do Queimado, botica
numero 15. ^o
Anloni Jos Silva do Brasil, achando-se
no exercicio do lugar de juil da paz do 1. dis
trelo da freguezia de S. Frei Pedro GoncaUes,
publica que di audiencia na segundas e quartss
de cada semana, fia 4 hora da tarde, em casa de
sua residencia, travessa da Madre de Dos nu-
mero 18.
Terca-feira 3 de dezembro vai i praga a
quem mata der por arrendameoto. o vobrtdo oj'i-
agui da ra estreita do Rosario, de doua andares
o. 4, perteocenle os herdeiros de Caelano Pe-
reira Viaona a requerimento do talar por parle
de ua tutelada Celectoa Perelra Viaona, cojo
obrado se acba arrendado por 144} cada andar
loja.
A pessoa que annoociou por est Diario ca-
tar em negocio com a cata na Passagem da Mag-
dalena, defronte do sitio do Dr. Firmo Xavier,
doclara-se a esta pessoa se a casa que foi de
Joo Simdes que veio ba poucos mezes da ilha
de Fernando, que tem o porto de ferro, esta
casa est bypoihecada por escriptura publica,
como prora o regalo no cartorio do escrivao das
hypothecas. Recite 25 de novembro de 1861.
0 hypotheca rio.
Joaquim da Silva Lopes.
Colregiode Bemfica.
Este estabelecimento nao d feria, toas aulas
continuam, cmo at agora, sem iolerrapgao, pa-
ra todos oajftdla almeos. Alem dicto, dfjde o,
principio da trtzemaro, ivaief^uaa cana atora-
do itf philafqphia, rethorici, jaJaKafchia; tfato-
metria para aa eatodaetesy qui \Me$fWttT
exame doa ditos preparatorios oo ooajafo dff pr-
ximo anno lectivo.
Manoel da Costa e Francisca da Costa tem
4 filho retiram-separa a Babia
Pracise-se de urna ama que aaiba cosinhar
e larir :*ha ras do Ra'ngel n. 7, aagundo andar.
V- SS
b (azar reoda, labyriniho, costuras e tratar de
urna casa, suppoe-aa ser das baodas de S. Jos
dos Pombo* ou Panellas de Miranda, sahio am-
bareada pelo Rio Jacuipe com conductores de
madelra, talvez antea da epidemia.
Quem se julgar com direito a doosescravos
annuncle por esle Diario dando todoa os aigoaes
aondedevem ser procurados, aqui se dio si-
guas siguses : um preto bem (olio, baixo, grosso
do corpo, barriga grande, pouca barba, aignaea
de bexiga ; o outro preto, balso, muilo aeeco do
corpo, marcas de bexigss, de viole e tantos an-
uos de idade, ha sospeilss de aer daa bandea de
Goianna, hs mais de 5 mezes que esto em certo
lugar.
Na ra das Cruzes n. 35, preci-
sa se de um ofiicial de barbeiro.
Precisa-se de um caixeiro para
cobranca, o qual preste urna iianca e
more (ora : quem eitiver nestas circuns-
tancias dirija-se a esta typographia.
com carta fechada com as inicias ABC.
O abaixo assignado de$ejando
quanto antes dar comprimento a con-
cordata que lhe outorgaram seus ere-!
dores, roga aos mesmos, de se digna-
rem entregaren! seus ttulos aos Srs.
credores Monteiro Lopes & C. curado-
res fiscaes da fallencia, am de que pos-
sam ser verificadas e poder-se fazer o
dividendo na forma est. belecida em dita
concordi ta : a presteza da entrega sera'
em beneficio de todos, porque quanto
mais depressa fizerem a entrega mais
depressa receberao o que Ihes compete.
Recite 25 de novembro de 1861 An-
tonio Joaquim Vidal.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Amorim : a tratar
na ra da Gadeia n. 62.
Estts enfermidsdes ando mu (requema* aendo o ferro a principal substancia da qae o
medico tem de lancar mo para as debelar, o autor do citro-lacUto de ferro merece louvores e o
recoonecimento da bumanidade, por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem receio
do Ierro.

Consulta por ambos os systemas,
Bm consequencia da modanca para a aua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com oa de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precauco de nacrever o sao nome em todos os rtulos, deveodo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apreseotadoa sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter qjaior certeza acompanhari urna conla assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em na-
pel marcado com o sea nome. K
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porfi de tinctors de acnito e belladona re-
medios eatea de summa importancia e cujas propriedades sao lio conhecidas que os mesmos Srs
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tobos qur em linduras cuslaro a 1 o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem" commodoa
offlcieotes para receber slgunt eacravos de um a ootro sexo doentes 00 qoe precisem de algum
operario, amaneando que serio tratados com todo o disveio promplido, como sabem todoa
aquelles que i tem tldo eacravos oa casa do annunciante.
A aituacio magnifica da casa, a comroodidade doa banhos salgadoa aio outras tantas vanta-
gens para o prompio restabelecimento dos doentes.
- As pessoas que quizerem fallar com o annunciante derem procura -lo de manhia at 11 horas
e de Urda das 5 em oante, a fora deatas horas acbarao em casa pessoa com quem se podarao en-
nder: ra da Gloria n. 3 casa do Fundi. kuo en
Dr. 060 Moscoxo.
. L. PHHCL
Amiro fltfundo
) i%-6..
as -tais dad aa 10 hora
laa aeauintea moleatiaa :
wasjsjlioa imviktrt, moUtliat ,4ai crtart-
{, moUtlitu i* pillt, moUtti*M 4o* olhos. mo-
Uiiia$$UPkiUtiea,,toda$ a, uptcitt i, f,\,rn,
ftbw inkrmiiitnttt a astas cdwncia,
piUMaeu lapsvaAi, hombopaibicx .
Verdadeiros medicamentos homeopathicoa pra-
parados som todas as cautelas necosbarias. in-
rallivaiaem ua effeiloa, tanto am tintura,coano
embbalos, pelos precos maia commodoa pos-
W. B. Ot medicamento do Dr. Stline aio
aoicamente vaadidoa sor saa pharmacia ; todos
qoa o forem fra della aio falsas.
Todaa as carteirls sio acompanhadas da am
isapresse cora ota toMatad am relevo, leudo ao
redor as seguiotes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho.nsedicobrasitoteo. Eu sabiema posto
Ifoalmente na lala dos medies mentos qua se pe-
da. As carteirsa que nao levaremesse impresto
aasim marcado,mboratenham oatampa o no-
do Dr. Sabino aao falsos
Sement de algo-
do da ilha de
Fernando.
Tendo se reconhecido a superiorida-
de do algodao da ilha de Fernando, S.
Exe. o Sr. presidente mandou ir por-
c3o della para ser distribuida pelos Srs.
agricultores desta provincia, os quaes
por ti ou seus correspondentes podem
manda-la buscar na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, remetiendo
seus nomes e lugar da moradia.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & G.saeam e tomam
aaquea tobre a pra?a de Liaboa.
Aluga-se urna mei-agoa nos fundos da ra
do Nogueira, a tratar na roa do Queimado o. 53.
Avisa-se
Coilegio Bom Cooselho.
Esli abertaa para o curso das feriaa Z
as aulas de geogrspbis, rhelorica, francez Z
e inglez. J
Aloga-se o armazem da rus da Senzala Ve-
Iba que fica por detraz da loja da ra da Gadeia
o. 18 : i tratar na mesma loja.
Attenco.
A antiga coebeira d'alem da ponte da povoicio
de Beberibe contina a receber carros e carallos.
Gabinete medico cirurgico.*
sj> Ra das Flores n. 37.
ej) Serio dadascoos<as medlcas-cirurgi- aa
ca peloDr. Estevao Cavalcanli de Albu- tj)
0 querque da 6 as 10 horas da manhSa, ac- SJ)
aa cudindo aos chamados com a maior bre- I
c vidade possivel. aja
Sj 1" Partos.
aa 2.* Molestias de pelle.
9 3.* dem do olhos.
sj 4.* dem dosorgos genitaes. aa
aja Praticartoda equalquer operario em
aa seu gabinete ou em casa dos doentes con- a
aa forme Ihes r maii conveniente. sj>
#
Aviso
aos senhores do
tom.
Madama Carolina Traverta, franceza modista
e florista, avisa as senhuras desta capital, que ten-
do brevemente de fazer urna viagem i Franca
para comprar novaa mercadoriaa, vende em li-
quidarlo e com grande abate nos precos as que
possue actualmente em seu estabelecimento da
ra da Aurora n. 10, conaiando eaaaa mercadorias
de objectos de modaa e novidades chegadas de
Franga pelo ultimo vapor, taea como flores, ca-
peles, bsregea, tarlatanas, mussulinas, luvas,
veos para chapeos, enfeiles de cabeca, etc. Tem
lambem flores de papel imitando as llores natu-
raes, para ornar metas ; jardineiras, vasos e di-
versos objectos d'arte imitando madeira esculpi-
da. A mesma modista convida a todas as psssoas
que precistrem mandar vir objectos de Paria a
procura-la para esle iro. prometiendo encarre-
gar-se de suas eocommendaa com o maior zello e
cuidado, e por urna commissao moderada.
No dia 27 do correnle, depois da audiencia
do Dr juiz municipal da 'Xa vara, lem do ir pra-
ca a escrava Joaquina, idade 26 anuos, seivico
domestico, peoborada ao Dr. Gaodido Jos Casa-
do Lima porLuiz de Frausa Souto.'a qual nao ae
effectuou no dia 23, como se aouunciou, em ra-
zio da se ter requerido adiamenlo.
O padre Francisco Joio de Azevedo, de via-
gem para corte pede desculpa a lodos oa seus
amigos, por nao ter ido pesaoalmenie despe-
dir-so, e espera oble-la urna vez que essa viagem
foi resolvida de momento.
Uqi segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praca da Boa-
Vista : a tratar na loja de calcado na ra da
peralriz n. 46.
Manoel Alvea Guerra aaca sobre
Janeiro.
Alugam se duas casas com commanjcaoSo
em Apipuco. junto da povoaco, com banho
perlo, por prego mdico'* a tratar ua ra da Im-
peratriz n. 47.
Aos senhores pedestres.
Anda fgido detde o dia 16 do correla o par
dmho de nome Eugenio, nataral do Rio Grande
do Sul, lem signaes de bexigas, a vista esquerda
coberta de nevos branca, taita de cabello na ea-
beca do'maeme lado, oio lera denles oa frente,
de idade da 18 annos, tem ido por i^zei encon-
trado oa ribeira e ras de Santo Antonio, e com
um p atado : quem levara aeu seubor.na roa
da Imperattiz o. 9, segundo aedar, tari rocom-
pensado.
SABAO
[Caes do Apollo armazem n. 67.!
Deposito do sabo fabricado oa saboaria
DA
Im-
o Rio da
Saque sobre Lisboa.
Manoel Ignacio da Oljveira Fifho team ao-
braulbQt ; no largo do Corpo Santn. 19.
ida p
prime
Ama deleite.
Quem precisar de orna riada portugueza, di-
rija-s a roa de Apollo n. 8, primeiro andar.
Precisa-so de urna ama da lata ; oa ilha doa
Ratos, cava por lrss do Gyranato o. 10.
Os proprietarios deste estabelecimento, o pri-
xeiro neste genero e o mais antigo da provincia,
acabam de estabelecer no armazem n. 67 do caes do
Apollo, um deposito de seus bem conhecidos pro-
ductos, consistindo em um variado sortimento de
sabo,desde amarello commum at o superior e ver-
dadeiro massa a pre^o de 100 a 200 rs a libra con-
forme a qual idade
E* intil dizer-se que o sabo fabricado neste es-
tabelecimento, tem a propriedade*de lavar perfeita-
mente a roupa, sem causar-lhe o meno? damno, o
que nao acontece com muitos outros, que detrioram
o panno diminuiudo nssim a duraco, averdadedes
ta asserco est comprovada pt la preferencia que
lhe do os consumidores, melhorameato este devido
ao processo ujUmameate empregado na manipula-
co pelo actual fabricante
Para conhecimento dos compradores declara se
que as caixas conten o seguinte letreiro em forma
ovalFabrica de sabo nacional ra Imperial Per-
nambucoese vende qualquerquantida.de de urna
caixa para cima.
STAHL & G. S
BETMTIST\ DES. M. 0 IMPERADOR]
ua da linpmtii
Bumcro 14.
Tencionando retirar-se prxi-
mamente desta praca prticipam
a seas freguezes e amigos como
em geral a todos que podem
precisar do seu officio, am de
que aproveitem do pouco tempo
que os annunciante* podem ain
da dispor para a execur^o das
encommendas com al quaes
queiram honra-los.
Agradeoendo nesta occasiSo
ao Muslrado publico desta cap
tal o bom acolhimento das suaa
oblas, decidirn se A ptf'ft*1
ao alcance de todos introduzindo
tJ*HJ?*?to *>*$#* carratfte (urt.rbm urnaconrfdfettffiUixana maior
t^-^s^JSs^mSassi tparte jw^ v^r
ene prataw, am a daaa mata ulctiUi di 9 que o desfalqqe que disso Ihes
m r*t.^7V.'.rij^a-',,*0o: ^V re,u,tar sera' compenado por
sSiro da Santa Cruz, que ser bamrewXtn- Um augoierjto de concurrencia.
" > #0 ###
J FERREIM VU1LA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa do Cabust n. l, 1.* andar,'
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrolypo, por melainolypo, so-'
bre panno encerado, sobre talco, esoeciaet para
pulceira, alBnetes ou csssoletas. Na mesma
casa exilie am completo e abundante aartimento
artefactos frencezea e america
o das relato
o tracasaole
^atoi
di
itereoscopicas, asaim como viarc
e cbimict* photoasasfafca. '
photograptoicas.
Furto.
i


O dentista Numa Pompio.
Ra estreita do Rosario n. 32, prW
meiro andar,
planta denles pela presso do ar, por molas e li-
gaduras, efaz lodas as operaedea do sua arte.
Quem quizer arrendar ou comprar o eogeobo
Itapirema do Meio na comarca de Goianna ou ar-
rendar o engenho Souza oa freguezia da Taquara
na provine*. m.l. J. Btaa de.le eogenho. pert.ncanto .o.
herdeiros do finado coronel Bslevao Cavalcanli
A n. 10 3 andar ou ao engenho Tab na freguezia
da Taquara.
Aluga-se o sobrado da ra da Aurora, boje
perteocenle aos herdeiros do finido desembarga
dor Rocha Bastos, com escllenles commodos pa
ra grande familia : a tratar na ra do Cretpo n
5, loja de Marcelino & C.
. mwm
Precisa-se de um bomem que teoba pratica de
agncaltura para feitor: a tratar na rea da Guia
menuro 5.
Attenco*
Quem quizer poisuir com pooco dinheiro bons
carros de passeio, e ptimos cavalloa de carro
inclusive urna parelha muito gorda e bonita, di-
rija-ae cocheira da ra do Imperador n. 1S, que
tudo achar por jauto, oa em separado.
Os devedores da extincta firma de
A. L. Santoscv Holira, queiram terabon-
sdade de mandar pagar, quanto antes
seus dbitos ao abaixo assignado, a quem
pertence boje toda a liquidacao, a qual
sera' feita judicialmente se os remissos
assim quizerem : ra do Queimado
n. 31, sobrado amarello. Antonio de
Moura Kolim.
Aluga-se o segando andar da casa n. 13 da
ra da Lapa ; a tratar na loja do mesrno.
Paga-sc km,
Aluga-se ou arrenda-se urna casa de um andar
e soto com commodos para grande familia, sen-
do em boa roa do bairro de Santo Antonio ; se di
r quem quer na ra da Penba n. 21. aegundo
andar.
Precisa-se
abundante leite
mero 41.
Ficou transferido para o dia 27 do correte,
deoois da audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da
2." vara, a arrematarlo por veoda com abali-
mento da lei, de duas casas terreas, shas na ra
do Giqui, sendo urna com 3 portas de frente,
avahada por 500#, e oolra com 5 janellaa de fren-
te, avahada por 1:806, cujas casas vo praca
por execufo de Jos Barboaa de Miranda Santia-
go outros, contra Jos Florencio de Olireira e
Silva, escrivao Santo.
Preciss-se de um menino que lenba prati-
ca de taberna e que d fiador de sua conducta :
na roa Nova n 48.
Publicaces do Instituto Ho-
meopathioo do Brasil.
THESOLRO HOMEttPATHIfO
ou
VADE-HECIIDO H0MF0PATI1A.
(Segunda ediccao consi-
dera vel mente augmen-
tada.)
rio papilar de neiciM ho-
Mpttkict
cS*WH0flvt. PHHO.
CanHSMaal wasigtaturts para astaw otama a
ambro. Deisalampo
serio ele.radJJTri.
A quem lhe faltar ora cavado caitanbo, que
anda com catretto I raato e com eangalba
dando s sigaaas e pagando aa daapezaa, aeen-
* : *?. ''O'yHal de caridad, aoa Coelha.
sisan (Einwdi)
Sobre a viagem aa Brasil en 1852,
Carlos B. Manafield.
POR
A. D. DE PASCLAJL.
Acba-se novamenle aberta a aesimttera para
esla escellentaobra em doua voluntes, ntidamen-
te irprestos, dos quaes primerro est M publi-
cado. Aa peaoaa qua deaejsrem poaauila po-
darao diriglr-se ao eacriptorio ds roa ds Crnt D.
45, 1"andar. Preca da obra coavplata 51060, qoe
terao pagos entrega do primeiro *Aome.
A pesaoi qae eejalgarcom dlreilo em orna
casa torre* na Pas.ag.m da Magdalena a. H, con-
fronte a cass do Sr. Dr. Ignacia Firmo Xavier
propnedde da Praasaisao daa Cbaaaa diveira.
dirtja-se caaa da roa Imperial n. 87, visto que
a mesma casa es l em negocio com o proprieta-
rio. uno no prazo de tres dias, a contar de hoie.
Recife t5 de novembro de 18SI.
Preciaa-ae da ama ama qoe aaiba coziohar
e engommar, para rasa de pooca'familia : na ra
do Hospicio n. 6-2.
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publico que
lem reorganiaado a tua caa de aaude, na grande
casa, propriadade do meamo aitio em que exista
o teu antigo estabelecimento desta ordem que
Oca ao norte da estrada da Paasaaean da Magda-
lena, entre a ponte (randa a a pequea do Chora
Menino, onde eoalioa a receber ooenlea de am-
bos os sexos a diversas cathegoriaa, anancaodo o
melhor tralamento, ludo pelo preco maia cosa-
modo.
O meamo doulor para mais commodidade das
peatoas pouuidoraa de escritos, ou qae ae qui-
aeram tratar em sea estabelecimento tem deter-
minado a diaria abaixo declarada.
Aa operarles toro por previo ajuste, oo
tarao M'ie daa diarias asaim como as conferen-
clae, e tanguessugaa. Podendo o doeote tratar-
se taro bem bomeopa tilicamente, para o que ha
commodtH aparado.
O servico medico ser! feito pelo diitiocto cirer-
siao do grande hospital Pearo II, o lllm. Sr. Jos
Francisco Pinto Guimares. e o dootor proprie-
tario do estabelecimento, uraticaodo-te ahi toda
e qualquer operacaopor precos muito razosveis.
Este estabelecimento torna-se recommeodavel
ja pela boa casa de que dispe, como pelas con-
di^oes hygienicas em que se scha silaada, pro-
vado isso pelo crescido namero de doentes ahi
curados.
O aeu proprietario espera, .portanto, dos seus
amigot, amigos freguezes, e mais pessoas, a saa
cooperarlo em bem do progresio de tao til co-
mo oecesssrio estsbelecimento, parausado por
po poder elle achar-ce & sua tests, em virtude
de baver sido accomffletltdo de urna grave enfer-
roidade, porm hoje que ae acha completamente
restabelecido, promette esforcar se na boa ordem
de sus caaa, e na direecao do tralamento doa
doentes.
Diarias Eacravos I96OO
2.a ordem S9OOO
1 ordem SjOOO
Para a entrada dos doentes se devero trslar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, na ra
Novs de Santa Rita n. 7, sobrado de am andar
com frente para a ribeira do peixe, ou no leu es-
tabelecimento a qaalquer hors.
de urna ama que teoba bom e
na ra da Palma, sobrado no-

a
fatJDOO.
PlCia-ee tta urna perfeita engommadeira,
braiileira ou portugueza, forra ou clptiva : na
ras do Imperador n. 27.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
FfdaricGautier,cirurgiodeatisu,(2i
todas as operaces da sua arla colloc!
dentes artificiaos, todo com aspariori-(
dadaaparfaisioqueaspessoasanundi-l
das lhereconhecem.
Test iguaa psdentifrieiosaie.
No dia S7 do correnle, depoit da audiencia
do Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara, tem
de ser arrematada pelo preco da adjudicaciu
que de 16O0$O0O, a casa terrea da ra dos'
Mariynos n. 25, em chao foreiro ; a ultima
praca.
Aluga-se por anno ou por fe*la urna daa
memores casas do Cachang e do lado do rio a
tratar oa ra Nova, loja de Baalos & Reg. '
Aluga-se por anno ou para se passar a fes-
la, um sitio em Beberibe, na estrsds que vai do
Caengue para o porto da Madeira, com casa de
vivenda, tendo commodos para grande familia
estribara e cocheira, bastante terreno para plan-
tacao, e mais ama especialidade de que ter o
rio pelo fundo : a tratar na roa da Aurora n. 56.
Precisa-se de urna mulher de idade para o
erviqo interno de urna caaa de pouca familia : na
traveasa da ra das Cruzes n. 2, primeiro andar-
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
12 na travessa das Cruzes; a tratar oa praca da
Independencia n. 37.
Precisa-se de um cozinheiro, prefere-se es-
cravo ; na ra dos Pescadores os. 1 e 3. padaria.
~ Aluga-se urna boa escrava coziobeira, e sa-
be comprar oa ra : a Iretac bo becco das Bar-
reiras ds Boa-Visla o. 2.
ajraiM)
Precisa-sede um caixeiro que tenha pratica de
balcao ; na ra estreita do Rosario n. 11.
O lllm. Sr. Miguel de Miranda Vianna tem
urna carta para lhe ser entregue : ns ra da Ca-
deia o. 40, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia ; na praca da Boa-Viala n. 3, casa terrea.
Antonio Pinto de Azevedo vende o aeu ai-
tio denominado Mugonga na freguezia dos Afo-
gadoe, o qoal lem ama boa casa de pedra e cal
para vivenJa, senzala, caaa d farioha e forno,
boa agua para beber, um bom viveiro de muito
boa produccao, a doua maia qoe necessitam de
obras, lem graodea terrenos para plaotsces que
dio pasto para 10 vaccaa de leite annaalmente,
muito bons arvoredoa de frocto, como sejam :
200 pea de coqueiroa j dando, e mais de 500
prestes a isso, larangeiras, msogueiraa, goiabei-
raa. limeiraa, eajueiroa, frucla-paeae outras mui-
ta, e muita outra vantagens que serlo patentes
so comprador, como sejam : grande quanlidade
de mangue j em estado de cortar, ac, etc.: os
preleodentes dirijam-ae a roa da Praia, armazem
n. 45, coja venda ser feita com dinheiro vista,
oa o comprador desobligar o ano uncante por le-
tras quo elle deve ao commercio.
Fugio em 5 da correle, do engenho Pan-
torra, e eacravo Joi, cnoulo, de idade 40 aoooi.
cor preta, beixo carpo regular, earreiro, gego.
e nlo anda direito por aoffrer de cravoa nos ps ;
neste intimo da lambem fugio o eacravo Antero,
crioulo, cor ful, de idade 40 toos, alto, corpo
regular,-no andar ptu por uaaa perna, cirrei-
ro, e lambem trabalh de mestre de aeaoear. Ro-
go, portanto, aa autoridade policiaea e aos capi-
tn d campo, que os prendsm, e levando ao*
dito engenho terao gratificados.
Afaga-se oras esenva qu nlo teoba vlciot,
3oe saiba engommar e coziohar com perlero o
iario de urna cata ; .jotro Uver. dirija-ae a ra
do Livramento o. 11, legando tndsr.
Aviso.
Os senhores studanlea do tarso commercial
que pretendem frequenlar o carao da aliebra,
queiram comparecer na caaa o. 74 oa ra Dimi-
ta, para terero malricoladot, taberem logar
onde tem de funeelonar aula, aasim como o dia
e hora em que tem de principiar o exareicio.
Preciaa-ae de uro rapaz de 15 annos, mais
ou menos, llvre eu eioravo, pa,ra serrljo de cata
e ra : na ilha doa Ralos, ra do 3eve ou lioiao,
casa o. 28. com portio ao lado, ttmqha aponte
que se edil fsteodo da rol da Aurora 'para o
Campo das Princezsr. "


AA a**VAWC* -* tf*Bg* ;H* i7dMNMMI^ Miwi
Eacravo fgido.
Fagkt no dit 23 do crranle, da fabrica da ru
Bruna n. 8*. o eecravo Aotuaio, crloulo, de
32>)annos,pouco mais oa meaos, da catalu-
ra baixa e reforcada, con signaos de basigas no
roato e coso da para eaqnerde, desconfla-se que
teona ella ae evadido pai algum dos engenbos
ao norte deila praca por ler ji iss3 pratieado al-
lomasmee : roga-ae, portalo, a qualquer pea-
90a que o apprebender, o favor de o nendar en-
trgame fabrica cima declarada, que ae Ihe gra-
tificar*.
O Sr. Miga*) peraeu bilhete da passaizem
que levan para seguir para o Rio Grande do Nor-
te, e por eso faz este anuncio para que nioguem
se ulilise delle.
Esll para alugar-sa a loja do sobrado da
ra das Craues a. 9. penltimo sobrado de dous
andares, lado diretto. qaem ai da na i Quei-
mado para S. Francisco : quera pretender falle
OOBtf
".. jgam-se aa lojae do sobrado dama Au-
gusta d. 43 : os prelendentea dirijam-se ao se-
gundo andar do mesmo sobrado.
compras.
Compra-se moda de oiro de 20)000 na ru
Nora d. 23 loja.
Cotopram-se escravos de 15 a 30 annoapa-
ra exportar para o Rio de Janeiro : no eecrip-
torio de alanoel Aires Guerra, ra do do Trapi-
che n. 1*.
Compram-se pataedes hespaohoesdo cuuho
de Carloa III e IV: na roa Nova n. 23, loja.
Compra-s ama armaco ou s un balcio:
quem tiver dirija-se a ra larga de Rosario, loja
de charutos n. 30.
Compra-se urna preta de meia idade, que
leoha algumaa babilidadea : quem a livar le*e-a
ra Nora de Santa Rita n. 7.
Compra-se ua ou duaaTaccaaque debas-
tante leile : na rea Nora, na taberna junto a bo-
tica. I >
45 R*a Pireita 45
Ouctvmt.. ugaml'..
O traste indispeassrel ao hornera civilfsado
seta cpqtraafcao o sapato E' elle lio "necessa-
rio cmo o po ao' estomago. Tolera se um i
chapeo jaca ; urna casaca de ajuatar tahoadoj;
na hala deanolado; mas o tpalo scalcaoha-
4o e rohrfeja botina sem lustre e j descosida I
ejna rflia|#acia, um iesulto ao. ergio visnal de
ana christao. E por lao grates conaideracoea
que o propietario- dcate estsbelecin.tnlo.
acabando de receber un magnifico sortimentn,
roga aos seus freguexes sa apreasem em renovar
calcado reibo, riato eaUr prxima a resta;
vejam :
Homeiu.
MILIES (chegre pvlvltegtado) frescas co-
moa agua do Prata.
ORZEGUINS.ijllwrico (Rothlld). .
" diversos fabricantes. .
*- lustre pichincha. .
Sapatoes nantea balera......






Vendas.

Lenlos bramos multo
alllOS,
Vendem-se lencos brancosjnuito finos, pelo
diminuto preco de 2JJ400 a OvMa, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22. ,
Vende-ae urna negra com urna cria, muito
boa eogommadeira e ptima cotioheira, sem vi-
cio algum ; quem quiwr pode dirigir-ae a ra
Formosa n. 8.
inglezes. .......
Ntntes meninos.....
lustre (sola e vir. .
(urna sol).....
de tranca porlugueza. .
francesa.....
Seuhoras.
BOTINAS gaapa alta e laco inglezes de
duraco inealculavel.
> irancezaa (taco). .
sem laco. .......
gaapa balsa.......
outroa (32, 33 e 34). .
Spalos (Joly) com aalto......
(> ) sean aalto. <9tf.-m.W-
x > tapete.........
' lustre (3t. 33, 34).....
econmicos para casa. .
Alem diaso un variado e abundante
4*500
39500
59200
3J0OO
28000
19500
61000
55000
51000
4J800
4|500
38*00
20000
800
800
500
sor-
Joaquina Francisco dos Santos.
40-lu do Queimado40
Defronte do becco da Congrdgaqao, Utreiro verde.
VENDK-SEOSEGU1NTE:
maia
corea.
Para casamentas;
Ricoa cortea de vestido de fil ou blond de seda branca com ramo e
maereo e aoperiorque ha no mercado.
Para
Lindos cortea de vestidos de fil
capelli, O
ou
bailes.
blond de seda branca bordados s branco
Dvlea daj tarjat.na branca bordados a branco e corea.
Dftea de cambraia branca bordados a branco com muiU elegancia.
iMlos de barago de seda de corea com barras e Halas, aovos gostos americanos.
Saias bordadas.
qehl"mer"aaoCamb"labr*1C* bord,df coln ntPnrado gosto e mals finas
Wtaa de diU r|cortaM asis baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com multa elegancia, o
maia moderno e mais superior que ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de corea e pretos bordados e lisos coto enfeites, bem
como arrendados, por precos commodoa.
Sncos.
Ricos lencos de cambraia de linho bordados a 3$,4)e5f cada um.
Chales,
Ricos chelea de touquim brancoa bordados de ponU redonda e de 4 ponas.
Alem das fazendae scims mencionadas tem um grande aortimento de todaa aa
adea. que nao 4 possivel mencionar-se pelo grande eapaco que tomara.
Nova lujare funieiro daj
ra da Cru$ do Bftcife
Ou 10 ero 37.
Manoel Jas di Ponseca participa
todos os sena ragueztri lano dat, praca
cmodo malo, ej uniamente enreapeila-
j velpublico, que tomou a deliberacso de
baxar o preco de todas as auaa obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
i* aortimento debahe a bacas, ludo de
difireme* lmannos e de diversea coree i
em (ualaraa.e juntamente uxn glande
sortimento dediversaa obraa, cootendo
banheiros e gamelaa cooipridaa, grandes
e pequeas, machima par caf e cane-
ca* pare conduzu agua grandes e peque-
as, leus grandes pira conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grande e pequeos ao uao do Braail e
camas de vento, latas de arroba a 1;f,
bahas grandes a 49 o peque noa a 600
re., baca grandea a 5ft o pequeas a
808 rs..cocos de aia a 19 a duaia re-
gadores regulares muiu barate, diloa
pequeos a 400 rs., de lodos estee oje-
los ha pintadoa e em branca e lado mais
ae rende pelo menos preco possivel: ne
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cite o. 37.
Opiata iugleza
Vende-se urna barcaca de lotac.a.0 de
25 caitas sendo esta nova com todo aeu 5
apparelho, cuja anda est no estaleiro, w
construida com as madeiras melhores ^
que ha : os preteodeates podem dirigir- ga>
se a ra da Praia n. 9, armazem que J
achar com quem tratar. W
Ul
Vende-se a bordo do patacho nacional Paali
l0* ;^!"tar.com Marques, Bsrroa & C, largo
do Corpo Santo.
pechincha.
Peces de eambraia lisa de 8 t[2 raras a 2$500:
na raa do Queimado n. 44.
Farinha de mandioca.
Vende-se em saceos, propris para animaes :
no becco Largo n. 6. ^~~"\^
Tinta preta paraescever
Vende-se excedente tinta preta para escrever
a 600 rs. a garrafa ; na linaria ns. 6 e 8 da pra-
ca da Iodepandencia.
Milita attencao.
Corlea de seda de todaa as cores e brancos, fa-
zendaa lindamente adamascedla, com 16 a 20
Corados cada corte, pelo diminuto preco de 15 a
2l>9, diloa com bebados a 2041 caa corte, mante-
letes de seda pretos a 183, maotas de bloode pro-
tas a 69, fazenda que sempre cosiou toe) e ti -.
antes que se aesbe cheguem & loja de tres portas
na ra do Queimado n. 69.
Vendc-se salitre de primeira qualidade por me-
nos do que em oulra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Cesario Moreira Diaa, no Forte
do Maltes, ra da Moeda n. 27.
Para bailes.
Ricas grinaldaa napolitanas, proprias para bai-
les e casamento?, chegaram loja de Guimaraes
& Lima, no ultimo vauor vindo da Europa, sao
as de mais goslo que se tem visto, e que ornam
com a maior elegancia o maia bello ponteado que
qualqner senhora possa imaginar : na ra do
Crespo o. 7, loja que faz quina para a ra do Im-
i perador.
Vestidos para ca-
samentos.
Riquissimos cortes de vestidos de blonde bran-
cos bordados a seda, sendo os lavores de muito
gosto, como grinalda de llores e ramos para o
peito, os mais proprlos at hoje para noivas : na
ra do Crespo n. 7, loja de Guimaraes & Lima,
esquina que volts para a rus do Imperador.
Vende-se urna armacao proprla para qual-
quer negocio, com um paiol para sal; a tratar na
ra daa Cinco Ponas n. SI.
Vende-sa urna casa terrea na ra do Mon-
dego ; a tratar na ra da Imperatriz o. 86, se-
gundo andar.
Vendem-se duss carrosas para vender agua
na rus, e urna de caixao para maieriaes com 3
bois muito boos e j affeitosa este servico, assim
como lambem urna carroca de 800 lijlos e um
. carallo routlo bom ; quem os pretender, dirja-
se a rus Direita dos Afogados, casa n 66.
Liquidaco
de movis americanos.
Vende-se ama grande quanlidsde de movis
americanos, como sejam : ricoa guarda-roupas
de mogno, mesas redondas, ditaa elsticas, cos-
tureras, estantes para livroa, secretarias, conso-
los, commodas com armarios, apparadores, ban-
cas para jogo. porta-loalbaa. carteiras. toucado-
rea, camas de casal, commodas, etc., etc., sendo
estes objectos inteiramenle modernos, e por pre-
cos muito em conta, em caaa de Jos Cypriaoo
Antones, ra do Imperador o. 73.
Atteoco.
E' m de anno, quero
torrar.
vendem-se os seguio-
mento de tudo o que necessario a sapateiro pa-
ra executar qu.ala.uer obra.
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
2#400,2#000,3#500
3500.
E'de admirar!!!
Heias encorpadaa para homens a 2|400 a du-
zia, ditas para aeohoras, que se tem vendido por
4#e 5J, a 3#50O a duzia, pecas de cambrsia para
forro coro 8 e meia varas a 2, corlea de vesti-
dos de cambraia.com aeis ordena de babados a
33500.
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
E' barato que admira!!!
Para seuhoras a 480
ia vara e 1$ o corte.
Cortes de vestidos de laa de cores tarradas a
79, cambraiss de cores a imitacao de organiys a
480 rs. a vara : venham ver para saber contar.
Exposico
1 DE
Gandieiros a gaz,
O proqretario da nova etposiQo dos caodiei-
ros a gaz avisa ao publico em geral, que se acha
sempre sonido com grande e variavel sortimento
de candieiroa desde o maia barato al o maia caro,
assim como um grande deposito de gaz idrogenio
verdaderamente econmico, reconhecido verda-
deramente por todos oa consumidores : nal ra
Nova ns. 20 e 24, Carneiro Viaona.
Nesta mesma exposico se encontrar um va-
riavel sortimento de riquissimos qusdros de todas
as quslidadea que por gosto se pode apreciar os
seus desenos, um riquissimo sortimento de
quinquilharias, contendo entre ellas riquissimos
vavatorioe para quartos (gosto chinez), um varia-
lel sortimento de balaios com todos os preparo s
para viagem, contendo pratos, facaa, copos e ou-
troa frascos para condicionar, ferros de eogom-
mar a vapor, machioaa de bater ovos a vapor,
machinas de fazer caf a vapor, espingardas de
dous canos tronxtdaa e de alcaoce, raappas del
mundo, e outros amitos objectos que se vendero
jpo precos diminutos para acabar: ra Nova
nomero 20.
CHAPEOS DO CHILE
os mais finos que ka no mercado, na ra
Direita, lojas de chapeos nmeros
28*3,61'
Alem das muitaa qualidadea de chapeos,1 tem
os do Chile, os melhores que ae Um visto oeste
artigo, e o proprietario dos mencionados estabe-
lecimentos est disposto a vende-toa com pouco
lucro, e tem a conviccao de que quem os vir nao
deixar de comprar, tanto pelo preco como pela
qualidade.
Macaas.
Vendem-se barriquiohas com macaas chegadas
ltimamente no gelo. pelo preco de 89 a barri-
quinba: na ra de Apollo, defronte do thealro.
Para a parada de dous de
dezembro.
Luyas brancas a 160 rs,
Havendo grande quaulidade de luvas brancas
proprias para oa distioctos guardts oacionaesse
apreseotarem com ellas no dia do festejo nacio-
nal, se ha resolvidoa veoder-se a 160 ra. o par,
e a 200 ra. das mais finas: na ra do Cabug, lo-
Liquidaco,
Ra do Queimado n. 10, loja
de 4 portas.
Vene-se panno verde, preto, azul e cor de
caf, co?ado 39-
Casemira preta superior qualidade covado
12600 e 1800.
Chales de touquim para acabar a 10, 15, 20.
30 e 40
Sortimento completo de sobrecaaacoa de pnno a 25, 289, 309 e 359, caaacos muito bem Superiores cortes de seda o mais moderno que
feitas a 25, 23J, 30f85f paletolsseasacadoade panno preto de 16" at x59, ditos de caaemira! tem vindo ao mercado a 90, 100 e 1209.
da cor 15, 18 e 9Ug. paictota eco d panno e caaemira de 8 ale 14, diloa aaocoa 4o alpaca Sedioha* da quadrinbaa e florea, superior la*
m i-tin e la de 49 at 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, calcas pretas de caaemira de zenda e moderno goslo, covado. 800, le e 19400.
kRA DO QUEIMADO N?46
PAyp^GMNDEMTIMEIlT0
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
receberam de sua proprla encommenda um com-
pleto sortimento de florea, o mals tino quo pos-
sivel eucontrar,proprias para enfeites decabecaou
vestido, cousa muito chfque. que se vende por
preco que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a \$.
Duzia de meiascruas pan hornera a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2g500 a duzia, lencos de
csea com barrs de corea a 120 ra. cada
um, diloa brancos a 160 rs., baldes de
20e 30 arcoa a 35, lazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlalana
branca e de cores muito fina com vara
e meia de largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso a 640 rs. avara, pe-
cas de cambraia lisa tina a 39, cassas
de cores para vestidas a 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 ra o
covado, calcinbas para menina de escola
a 15 o par, gravalinhaa de tranca a 160
rs pelos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29, pega' de cambraia de sal-
pico muito tina a 39500, pecae de bre-
lanha de rolo a 29, chitas francesas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
berta das6 horas da manhas as 9 da
noite.
89 at 14S, ditos de cor de 79 al lOj, roupaa para menino de lodos os tamanhoa, grande sorti-
mento de roupaa de brins come sejam calcas, palotote e colleles, sortimento de colletes pretos da
selim, casemira e velludo de 49 a 9f, ditos para caaamenlo a 59 e 69, paletota brancoa de bra-
mante a 49 o 5/, calcas brancas muito finas a 5g, e um gran le sortimento de fazendaa fina a e mo-
dernas, completo sorlimeolo de caaemiraa inglesas para homem, menino senhora, seroulas de
linho e aigo'io, chapeoa de sol de seda, luvaa de seda de-Iouvd para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil meslre de semelhante arle e um pessoal de mais da
cincoenta obreiroa escolhidos, portaolo executamoaqualquer obra com promptido e maia barato
do que em oulra qualquer casa-
N. 20Ra da ImperatrizN. 20
O baraleiro Ouarte acaba de receber novo sortimento de fazendas que retalha sendo a di-
nheiro aos segulntes precos como sejam : cassas borda las proprlaa para cortinados, babados oa
mosqueteiros a 1|600 s peca, cambraia grossa com 8 varas cada peca ptima fazenda para peneiras,
mosqueteiros, saias e forro de vestidos a 19600. mussalinas largaa daa seguales cores verde, azul,
preta, rxa, encarnada e branca a 200 rs. o covado, coiles de riquissimas los escuras com babados
contendo cada um corte 24 covados a 109 o corte, velludo de seds daa seguintes cores cinzento,
verde, azul o preto, excellente fazenda para vestidos de senhora e roupioha de enancas pelo baixo
preco de 29600 o covado, cortes de cambraia fina com salpicos miudinhos a 59, liras bordadas e en -
tremeos \$ a peca, gollinhas bordadas muilo finas a 19, chitas com algum toque de moo a 160
rs. o covado, peilos para camisas brancos e de cores a 160 rs.
*
Na roa das Cruzes n. 1,
les goneros :
Macarrio, aletria e talharim a 320 a libra.
Sage cevadioha a 200 rs. a libra,
Qaeijee do ultimo vapor a SfWO.
Maoteiga ingleza a 860 rs.
Vinho de Lisboa a 500 as.
Peras, azeite e azeitonas, dita, s 1$.
Eludo mais nao se engera dnhelro i vista.
Vende-se urna escrava crioula que tem de
idade 9 ancos, bonita figura ; na ra de Apollo
numero 30.
Veode-ae a Voz dn Reiigiao, 5 volumes,
sertida, mas em bom sudo : na na de Cadeia
do Recife n. 7, primeirc andar.
Polassa da Russia,
Vende-se em casa de N. 0 Bieber &
C, fuccetsores, ra da Cruz n. 4.
ja de fazendaa n. 8, do Burgos.
Chapeos de palha para os
cajs.
Ns loja da ra do Cabug n. 8, anda hs alguos
chapeos de palha hsmburguezes dos que se tem
anounciado a 19 cada um ; nada ha de mais ba-
rato, esl se acabando.
Ganga amarella da ludia.
iS280e!.s300apecinha.
Ka rna do Cabug. loja n. 8, enlem-ae peci-
nhas de gang amarella da India, sendo de llstrss
e de qoadros a 1J280 e a 19J0O. Com to dimi-
nuta quantra tem-se boas e bonitas caicas.
A 2.300 a caixa
de charutos suspiros superiores da Babia, sendo
cslxas de 50 charutos, vendem-se em porco ou
a retalho por este bsrato preco, e sao frescos : no !
aterro da Boa-Vista o. 12.
CamVrata Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fl-
na, pelo barato peeco de 4 e 51 a pega com 84|2
varas, dita tapada muito superior, peca da 10
varas a 6f : na ra do Queimado n. 22, na leja
da boa f. J>
Bramarle e ttoaUad* de
Vende-ae auperfdrtVatriantB* de puro linho coa
duas varas de largura e 29400 a vara, assim como
aioaihado adamascado tambem de puro linho,
*n 8 palmos de largara a 39500 a *ara : na bem
coobocida loja da boa 14, na rna do Queimado bu-
mero 22.
Cortes de ea\<.
Veodem-ee e*rles de calca de meia caaemira
de ores escaras a 2$ cada corle ; na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
ARMAZEM
ROUPAF
Joaquim F. dos Santos.
iO-Ri 1I0 Qiieimailu40
Defroute do becco da Gougregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre nm sortimento completo de roupa faita de
todsa as qualidades e tambem ae manda executar por medida vontade doa fregu-
es para o que tem um dos melborea professoras.
309000
303001)
Casacas ue panno preto a 40S,
35| e
Sobrecasacosde dito dito a 359 e
Palelots de panno preto e de co-
res a 359. 309, 259, 109,189 e 209000
Ditoa de casemira de corea a 229,
151.129.79 e
Ditoa de alpaca preta golls de
velludo francesas a IO9OOO
Ditos de merino setim pretos e
de corrs a 9f e 88000
Ditos de alpaca de cores a 59 e 89500
Ditos de alpaca preta s99,79, 5 e S$500
Ditoa de britn de corea a 5j,
49500. 49 e 39500
Ditos da bramante de linho sran-
,coaH5|e 49000
Ditos de merino de coxdo preto
159 e 89000
Calcas de casemira preta ede co-
rea a 129. 10|, 9f, 7| 69000
Ditas de prioceza e merino de
cor'dao preto ac59, 69500 o 49500
Ditaa de brim branco ede corea a
59. 49500 e 2f 500
Calcas da ganga d crea a 31008
Gollete de velludo pre 10 e de co-
ras liaos e bord ados a 129,99 e 89OOO
Diloa da casemira preta d co-
rea lisos e bordados a 9,
59500,59 3S500
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda e setim branco a 6 e 5&000
Ditos de gorguro de seda pretos
e da cores a 79, 69, 49 5J000
Ditos de brim e fuslio branco a
31500, 2950O e 39OOO
99OOO Siroulas da brim de linho a 29 e 29400
Ditas de algodo a I96OO e I928O
Chaly, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do co, fazenda para vestido de senhora,
ovado 500 rs.
Talmaa e manteletes pretos a 18, 20 e 259.
Superiores vestidos brancos bordados a 20, 25
e 309-
Cassas francezaa finas, covado, 240 rs.
Cortes de cassas de salpicos, um 39 e 31500.
Cortes de seda preta a 25*'. 30, 35 e 40?.
Lencos de seda a 600 e 800 rs.
Lsa de qusdros para vestido de senhora e rou-
pa de meninos, cdvado 240 re.
Grosdenaple prelo, covado 18280.
Chales de merino bordados a 4$.
Chitas frsncezas escuras, covaao 240 rs.
Meias de algodo cr para homem a 49
Corles de velludo T)ara collete s 39500 e 4J000
Palelots de brim a 3 e 49
Chapeos de sol do seda para senhora e meni-
nas a 3e 4|.
Leques para senhora e meninas a 3 e 49.
Esparlilhos para sennora e meninas a 3 e 49.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelinas de seda para senhora a 8 e 105-
Camisas aberlas de renda pan senhora a 29 e
SffJOO.
Grosdenaple amarella com um >jqueno toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
r.-iletu, calca e collete de casemira, pelo bara-
issimo preco de 259
Ceroulas escocezas, tima 1J2C0.
Cortes de baregecom duss saias a 8 e 109.
Cortes de seda escocezs, suuenor fazenda, com
13 e 15 covados cada urna 109-
Camisas inglezas com peilos de linboe com um
queoo mofo, duzia 25$.
Palelots de alpaca, um 98.
Cortea de casemira um 39500.
Chales de lia e seda, superior fazenna, a 99500
Lencos de cambraia de lioho bordados com ti-
co, a 39, 5, 6 e 89.
Diloa de dita para homem, duzia, 69, 8, 10, 12
e 149.
Setim preto maco o melhor que tem appare-
cido. covado 39-
Chapeos deso de seds psra homem um 69.
Ditos dito de dita iugleza para homem, um 99,
10 e 129-
Baldes para senhora, um, 3 e 49.
Panno de lioho do Torio com 12 palmos de lar-
gura para lences, vara a 39200 e 39400.
Lencos de cambraia bordados com bico, duzia
a 2J500.
Gollinhas de cambraia bordadas, urna 320 rs.
Manguitos de dita ditas, um la.
Camisas para meninos, duzia 159.
Pil de linho bordado, vara 19200.
Dito de dito liso, vara 19800.
Corlea de brim de lioho, um 19600.
I
pa& dentes.
Est finalmente renediada s falta que se sen-
ta desea apreciavel ptala ingleza tao proveito-
aa e necessaria para os denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aciba de reeebe-U de aua en-
commenda, e centinoa a vende la a 19500 rs. a
CMia: quem qaizer conservar seus denles per-
i?* PrT*"'r-e mandando-a comprar em
dita loja o'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Navalhas d'aco
com cabo de rnarfim.
Vende-se na loja d'.guia branca mui finas na-
valhaadaco refinado com boa de ir-arfim, e
para asseguiar-se a bondade dellaa basta dizer-
sa qae sao dos afamados e acreditades fabrican-
te* Rodgera A C, costa cada estojo de duas oa-
valbaa 8000: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca,|o. 16.
Penas galvanisadas.
A loja d'aguia branca recebeu essts penosa
galvanisadae, de noviasicna e mui boa qualidade,
e aa esl vendendo a 29000 a caijinh. coro urna
groza. As primeiras deseas peonaa foram offe-
recidas Ganbaldi, a por isso trazeaa o sea re-
tracto, e as referidaa catxas se encentra o ais-
ticopeonas Garibalfli.
S ae encontrsm na rna do Queimado, loja
d'aguia branca n. 16. '
Touquinbasde setim, sa-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
para baptisado.
Alojad'aguia.braoca acaba de despachar de
tua propna encommenda, um bello soriinenio
nos objectos cima, e de mnilo boos gostos, sen-
do ss touquiohss de selins mui bem enfeitaoss
de fitas e flores a 69OOO, viodo cada urna em sua
csixinhe, aapatinhos de setim branco muito bem
bordados a 3$ rs e meias de superior qualidade
lano brancas como cor de carnee pintadas a 5fl
rs. o par: quem muoido de dinheiro drigir-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 1G, nao
deixar de comprar.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a S
cada orna : na ra do Qoeimado, loja d'aRula
branca n. 16.
Delicadas escovas
cabos de rnarfim e madre-
perola, para impar
dentes.
Na verdade urna escova para limpar pentes
sempre necessaria em qualqner toucador, e com
especialidade no da senhora que preza o asieio,
e para que elle seja perfeito mandar comprar
ama dessas eseovas de cabo de rnarfim ou ma-
dreperoW que cuetsm 29 e 39 rs., na loja d'agnia
branca, oa ra ra do Qoeimado n. 16.
Cortes de cambraia.
No armazem de fazendas de i. J. de Gouveia,
ra do Queimado o. 29, esquina do collegio exis-
te um grande aortimento de cortea de cambraia
brancos com babados, que se vende a 53 e 7*000
cada corte.
5:000 rs.
Na roa do Queimado o. 29' armazem de fazen-
daa de J. J. oe Gouveia, vendem-se chapeos de
palha, copa altaprova o'aguapelo mdico pre-
go de 59 rs.
Cassas miudinhas,
A 280 rs. o covado
Vendem-se cssss de cores mludinhas pelo di-
minuto prego de 280 rs. o covado, no armazem
de fazendas de J. J. de Gouveia, ra do Queima-
do n. 29, esquina du collegio.
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
U leite virginal j bem conhecido como reme-
dio infallivel para sarda* e pannos, vende-se a
2$ rs. o frasco ua ra do Queimado, loia d'aguia
branca n. 16.
As verdadeiras luvas de
Jouvin.
Acaham de chegsr pelo ultimo vapor para
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
Luvas de pellica.
Vende-se luvss de pellica de Jouvin para ho-
mens e senli iras a 29500 : na ra do Queimado,
loja de miudezas da Boa-fama n. 35.
Enfeites brancos para
noivas.
Vende-se ricos enfeites brancos para ooiv.is a
109 e 129 rs., assim como ditos de retrnz gosto
modernos 79rs. ditos pretos com vidrilhos para
meninas e senhora a 1J500 : na ra do Queima-
do, loja de miudezaa da Boa-fama o. 35.
Opiata ingleza a
1,500
Vende-ae opiata ingleza a 19500 a caixinha,
agua balsmica para denlea a I9OOO o frasco,
opiata fraocezs a 500, 640 e 19, asaiea como um
completo aortimento dCi^perfumariaa doa prioci-
paes fabricantes, tudo por menos do que em ou-
lra qualquer loja : oa ra do Queimado, loja de
miudezas da Boa-fama n. 35. *
Cascarril has
Vende-ae cascarrilhas para enfeites de vestido
a 295OO, 3fi e 49 rs., franjas, trancaa e galops de
seda de diversos precos, aflsoca-se eos comura-
! dores precos mdicos : na ra do Queimado, lo-
ja de miudezas da Boa fama o.35.
Camisas de peito defostio branco
ede cores a 29*00 e
Ditas de peito delinbo a 59, -19 e
Ditaa de madspclo brancas e de
corea a 39, 29500, 29 a
Chapaos pretos de maesa franceza
forma da ultima moda a 108,
8|500 e
Ditos da feltro a 69, 59, 49 e
Ditos deso -de seda inglezes a
franceses a 145, 129, 11 $
Colarinhos de linbo mnilo finos
novos feitios da ultima moda a
Ditos da algodio
Relogios de onro patente e hori-
zontal a lOUff, 909. 805 e 70J000
Ditoa de prataf galraaisaoos pa-
tente e herizootaes a 409 30fOOo
Obraa de ouro", aderecos e meioa
deseos, puleairaa, roztlea a
aaeia a y.
loalbea linho duaia 10. 9 9#00
Ditas grandea para mesa urna 39e 4900q^
292OO
3>000
jeoo
79000
29000
7J000
9800
9500
Fazendas" baratas. I Pe chlDChit

ajXa ra da Imperatriz n. 48, junto a
2 padaria franceza.
Corles de cambraia branca com babadi- f
5 nhos 49 e 49500 superior 59, cambraia li- '
J za com 8 Ij2 vara 3J. 89500, e 49, ditaa de J
f Escossia 59, e 69, ricoa enfeiteapara se- J
* nbora 69 c 6S500, sintoa os mais delicados 1
* para senhora 29500,39, chapelina para cri-
anca goslo inglei3500, 49, para baptisado J
_| lf, cortea de vestido de setfs Escosseza de
booitoa gosto 129 eslo se acabando, ri- V
eos Teneos delabyriotho 19,1|200. chapeo 9
de sol para senhora de bonitas cores, lisos V
859, cabo de rnarfim 59500, corles de cam- 9
braia brancos com flor de seda 59. risca-
do franoez 200 res o covado, completos
sortimentos de baldes de arcos 39, sortt- val
mantos de meias para menino'e menina
200 # 240 ris o par. chales de tarlalana
de cores a 640 ris, lencoa braaco com bar-
ras 160 ris chitas inglezas a 180 e 200 ra.
dita francesa a 240 e 280 rs. o covado
pegas de cambraia da forro com 9 varas
a 29 : junto a padaria franceza n. 48.
asea
s
:
Vende-se 1 carro da 4 rodas e 2 cabriolis:
quera os pretender, dirija-se a ra do Jasmim o.
24, ofBcioa de ferreiro, que acbar com quem
trstar.
para acabar
Manteletes dejeda a 14,18 e 209. fazenda mui-
to boa.; na ra do Queimado n. 47.
A 16^000
Paletota de panno fino forrado de seda ; na ra
do Qoeimado n. 47.
A 200 rs o covado.
Cassa toda preta i na ra do Queimado n. 47.
A 600 rs. a vara.
Fil de liaho Uto : na ra do Queimado p- 47.
Ltrvasde JoxiYii.
Na loja da boa f, aa ra do Queimado n. 22.
sempre se encontrarlo as verdadeiras lavas de
Jouvio, tanta para homem como jiara senhora,
advertindo-se que para aquelles htda muito lin-
das cores, na mrnciouada. loja da boa t, na tua
do Queimado n. 22.
~T~~ k


nm*m^^im*'>m>mr***iHn*l#a,4**.
a*
BOM E BA
Francisco Feraandes Duarte
Larodal'cniia
Continuarse a vender neste armazem de molhados *s
?.8r!!,-r2L2f *"-**. VfVS&f*0* mu,lb *" ao Ia" *" qwlqwr parte,
por o q*-! norprapaetaifo>*iMfc>a* os vapores da Europa, tnaior parla tnNiNem,
ascoihidot por pettoaa eneSrreg.das, para ate Bra ; por taso notamente participa aos MMIreauezes,
ona a .oa Srt. 4a cuaca casto de tegeohos e laveMores, que qneiram aegair aaa nionraaaV fia
no eixem ao aeaoa de camprar priamra vtz auaa eocemraenfes, o-------"-'
paran que alo se paeparao oa proprietario*, era prestar loria alteado, a _
tarfores menos p ral icos, to bern como se tiasaera oa Sra. peeaoataeala; abaixo mensionemoa
pre?oa de alguaa geoeros, por onde se pede julgar que rendemoa baraUssiao.
ataieiga nglea a wtU wp#rior qne ha n0 mercad0, ^ e 1|W0, m
barril as far abtliaeolo.
M*uteiga franeexa ^^,m...... MtmA
Xhfc perda, **aa preto .., d0 .rc.d0 g^
e loeO rs a libra o alabase a boa qualidade.
$tt*lis do reino
3J000.
V **! ,***"^*1* ** soperior qualidade e muito (rescaes a 1*000 rs. a lftra, e
enteire ae faz abatimenlo.
JotitA&YtMMimpi
Silva, ef di
continuara
los presos bati'
clarados, que na vtff^
dade bome^lf*
simo.
*U .. M
Frascos com agua Alavande embreada if"
Dtioa superior, frasee multo Binaaie
Dutia de aabonelea muito fino a
Sabonetea ioglezea da raelhor qualidade a
uilot muito grande* a

2*600,
Tta.UO 0 q h, dt
boro nette genero a 480 rs. libra e tnteiro
eocemraenias, certa de que hao da gastar, Frascos de agua celeste amito tuesriOT a
! todo atteeeio, e meara a eervtr ea por- Ditos com cheiro muito Gno a
-- Dtloi com baDha de urco a
Ditos com oleo de babosa a
Ditos muito auperior a 140 a
Ditos com banha muito fioa a
Ditos com opiata de Lubio a
vitos de dito de Pirara
Ditos com basta transparente a
Ditos com oleo philocome a
Ditos com auperior agua de Colonia
Ditos com macaca parola a
es it. amaro vapor a 3MO, dltlot do rapor pastado %lut delShi. dogaz de cores a
Ditos de dita encerada muito boa a
Ditos da melhor qualidade a
Ctrriteis de lioba de cores com 100 jardas
bt*_ ^ Nsvelos de linha do gaz para marcar a
rteiUlllO inttleX 0r0Ofi _,-_,- propnoa para Hambre a 900 rs. a Hbra, em porcSo sa far absti- Ditos ditos para meoioas a
Prtzunto do
440 rs.
_ "MS'* eoccacado e eottelleUs proprias para ambre a 800 rs. a libra.
* me,hor Pel0 Pode harer por estar prompi a toda a har a tf a libra.
T oueiAo do reino m bri e ,rr(>ba f|M0
CWncas c ptos muUo D0T0, ^ ri ubfa
Bauha d* porco Tetinada,
e em barril a 440 r.
A.zeitonas muio novas , - "* w*Ra ISOOOrs. a aocorata, e em garrafa 3M rs.
L .mTnrni .77 w- u**w cooteodo difiranles qualldades a io440 e
m poroao te far abalimenle.
WEaea de tcAtnatt). .:
duas ditas por 1700 DV8 mere*do om Ut" de uma lib" or 9W de
Marmelada imperial H a ..
. 1* i.k. r, 7 ,18famado Abr0 deoutros muito fabricantes de Lisboa
a ij a libra, en Mas de 5 libras por I$>800.
RTYhas f rancezas m.lh
i.-k melhoret que ae po^e desojar em meias latas por 500 rs.,
tambem tem porlugueza "me latas eateiras a 60 rs.
Chocolate f rancez
PoSStg
mais aira que ba no mercado a 480 ra. a libra
1 e hespanhol chegado neate ultimo vapor a lg200a libra,
proprias para podim a 800 rs. a libra.
perene em ,al de 2 librag eijgmieojente entalladas a lfOO cada uma.
V Sete auperior de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em ctixa a 740 ra.
tratas com peixe em posta a .
lMOO. das melhores qualldades qu- ha em Portugal a
\mendas caneit^das ,-. ,
a 480 rs ** a \% a libra, ditas em milo a 800 r a., dita com casca
"N ores e castanVias ,
i? i\* i.^ VlIadasmuilono8a,60r8lib"
_ para sPa a 6<0 rs. a libra e em caixiohas de 6 a 8 libras se far abatimenlo.
IWtria, macarra e U Yy tim tna
** la* a 400 rs. a ilbra e em caUa a g^,
e\aiinna frarjceza rau0 n0Ta. 240 rs Ubra
Farinha do MaTanuao ,. v,
mwamiun^* muitoaUa echeirosa a 160 rs.
de eDgommar, o que se ple desjar por ser muito aira a 100 rs. a libra.
isa n",t0 P0'0,6 limP 16rs 'libra e em porgio se far abatimeoto.
n.rtn. -..' Ik! fMP.e,l"eI P"bl'co que aQangaodo-aea boa qualidade dos geoeros cima meacio-
Suoriados 6 P qU"S Pder4 Ulg" ld01 8 dam,U qae Da0 foram ,n-
^i^Guimaraes
Ra do Crespo numero 17.
Tendero liaraiisvmo.
Orn'-V;'! -.'d"-" P*" veslidos desonhoras a 7* a peca de 9 varas.
Or^andya de corea delicadas a 500 rs. o covado.
C-ss's de cores fazeoda lina a 240 e 280 r8. o corado.
lifiiiiiitos e gollinhas p^rs senhoras a 2 o par.
li'illuirMs ultimo gosto a 1J.
Mnutng a 3^ o par.
Er.trerr.Pios ricamente bordados a 2&
KSlr-U* eJarf" borfllas para enfeites de vestidos de jj a 5# a pee,
>>ias bordadas do 4 pannos a 4*. y
Saias b.irdadis de 3 pannos a 2&500.
.Saias btlao de rcusselina com babados a 6ft
Uiat-e >s de palha de Italia par* ssnhora a 28
Ditos de teda para senhora a 1#.
Manteletes de seda
n que ha de mais moderno de diversos precos.
Ditos de fil muilo bonitos a 30$.
Vestidos brancos bordados a 20}.
Ditos brancas bordados a 7^.
En un?ZfdetodM !, 1ualidaile 80.300, 360 e 400 rs. o covado.
MsdapMao de todas airqualidades a 4, 4500. 5 e 7 a pees.
Uutras multas fazendasde gow0 e precos baratos.
Uvas.
Vfode-se as verdadeiras uvas da Itamsrar por
sreco enmmodo, no deposito do Sodr & C na
ra estrella do Roza rio V. 11. '
t- Vende-se o sobrado de
un andar esoto situado na
ra das Cruzes n. 34, contiguo
aodolllm. Sr. tenente-coro-
nei Justino Pereira deFarias:
noi.ateo do Paraizo sobrado
n 24, com Salustiauo Augusto
V, de Souza Peres.
Sal de Lisboa.
e miado por preco
Veode-te sal muito alvo
eommodo na ra Nova o. 69.
A t ten cao.
No armazem n. 40 da ra da Cruz rende-ae
p*pel para forraVaalas e qusYios, e bem como
guorutf,o ludo da gpslo muito elegante e iolei-
ramente moderno, e.'por muilo barato preco.
"--- -.- ffmmm uiduiusj O
Ditos ditos cruss pera meninos a
Duziaa de meias craas muito aacorpadas a
Ditas ditas brancas para seohora a
Caixis ctm phophoros de seguranza a
Ditas de folha cam phophoro a
Duzia de ri ti nii li n i oas italatgajLitti
Dita da
14a do Pavo,
laWi da Impwatfizn. 60
;*ma irri^'
gba d?..c.b*'ir f\ estab.lecimeoto um
BR ? JSB?* **rtt"y Ob hiendas proprias
wttF^ ietW%8eusdonos,Vesolveram seodewra-
.P2.r-prI5^" baruimos por ettar no fim do
ono querrem aparar Wnhelra, eemo se)*m :
i assas.
*m.,,1l!2Lmenl0 de caMal de "*" erajs
rpjatidatfa, trote vendem a 140 e 280 rt. o tto-
Brilhantina.
y
X
.. cores i
mmmmm
tas em frente do
vramento.
Roupa feita muito barata.
Palelols de panno tno tobrecasacoa,
ditos 4a casemira de cor de fuato, di loe
brim de cores e brancos, ditos de
ganga, calcas de casemira pretas e de
corea, de brlra branco e de cores, de gan-
ga, camiass com peilo de linho moito
finas, ditas de algodo, ^chapeos de aol
de alpaca a 49 cada um.
t
FuDilero e vidraceiro.
Grande e nova olicina.
Tres portas.
31ttuaDireiU31.
feate rteo-e bsw umutado estabelecimento en-
con4rarefreguieomai petfeito, bem ac-
bario e barato o seu geajaro.
^f*rS'12rt2,*-,,,I'aH,,t<,S- "**
n,7L2, X* I^TWalisam com o Jacaranda.
IUNHllHUS de Malos ot tamaiiKoi.
SEtUCOPlASiWemtujui.
BALDES dem tttom.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
pL!iA em PRATOS imitando em perfei(ao a boa porcel-
lana.
CHALEIRas de todas aa qualldades.
PANBLLA.8 Hem Meo.
cocos. c\fofEfR0S e flandres para oual-
quer sorlimento. n
VIOROS em caitas e a retalho de todos os ta-
mandando-semaohoa. botar dentro da cidade.
em toda a parte.
Recobem-se encommendas de qualquer natu-
reza eoncertos, que todo ser desempenhado a
contento.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se ril liso muito fino e assim tambem
tarlatsua branca muito Qna, tanto uma cousa co-
mo outra sao proprias para vestidos, nao s para
bailes como para asislir-se a casmentos, andera
antes que se aeabe oa ra do Queimado n 2
na loiada Boa-P.
3 E' muito barato.
S
Cortea de vestidos de seda de bom
gosto a 501000
Cataveque de velludo para se-
!" ? aoioflo
tnspeos de seda para senhora a gpOOO
Cortes de cambraia branco de sal-
pico com 8 1(2 raras de boa
qualidade a 4*000
Organdys de cores covado a
E outras muitas fazeadas que se vende
muito barato.
Na ra do Crespo n. 8 A
SLOJA DE
Leandro Miranda
Vendemse
no armazem de fazendas
de Santos Coelho. ra
do Queimado n. 19,
esleirs da Iodfa, proprias pura forrar salas e ca-
mas, de 6, 5 e 4 quartas de largo.
Lencoei,
Lencoes de bramante de linho moito grandes
a 3^000.
Cobertas a chineza a 19800.
Lencoes de panno de linho a 2$.
Cambraia.
Cambraia braoea ailad, prepria pala forrar
vastido, tendo cada pefs 8 1[2 varis por tf.
Colebs* de utto
de lindos lavrores e muilo grandes a 6>.
Cortes le seda de cores a 40y.
Algodo com 7 palmos de largo a 560 a rafa.
Toalhas de fustao a 500 rs. cada ama.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de GuimarSes Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Cartdei de clcheles francezes com 14 pares a
raerf
*Vele*.8e brilhantins de quadriohos a sifjti.
Parto "M**" |B6*- loja o
Veadij-ee talfBtmas dtiil.s francezas escuras a
lefrl spamoda que aempre ae venden por orna
Musselina a ^uzentos es.
ocovado
jVdB^w'B*tl*rra1)ttidc*bm 4 e meio pal-
edfriargtira a 200 res o covado e ditis da
cores matizadas largura de chita a 200 res o ex>-
vado^n tua da Imperatrl n. 60 toja do Povio.
So o Pavo em fi-
quidaco.
Rieoa tintos doarados lisos e com lislinhas-s
x50O, etttiabaa bordadas para meotoota 11800,
goiliobas eom maoguiloa a 1600, golltohaa de
traspasa a \$, itas sem ser de traapaaao a 500
rs. lavas do seda en perfeilo estado a 500 rs. o
par, cbapos deso de seda com frsnja muito do-
licacM psjaatj'ijaora %3500, chales grandes de
rf d '4***. ditos <\tmm btMados a 3 cada
n^WuHMtferambttjh bardada einHajloos
00 e ig. ofeKes para Cabojtt a'tf, para rne-
"aiiiraa*40t, *
Para homem.
Vende-se na loja do Pavao um comptavo aor-
amento de roupas, como s.jam : palitos de pan-
no o casemira de todas as cores, caigas de case-
mira preta e de coros, ditas de bnm de todas as
qoalidades. camisas francezas tanto para homem
como para meninos por presos mais com modos
do que em outra qualqaer parle. Dao-se amot-
Mas de todas as fizendas que em nossoa aonun-
clos se v, deizando ficar peohor : na roa da Ira-
peratriz n. 60, onde tem um pavio pintado do
Jado defora, o para nao haver engaos ePoite.
wm um dstico por meio de uma lu em que diz
V iAV AU.
Lazinhas a280rs. o
covado.
Vendem-se Itaainhas de q\JufSjj -pala testi-
uO, fazeoda de apurado gosto a 280 o covado
na ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
La chineza a 400 rs.
Veode-se lazinhas aofestadaa a 400 rs. co-
rado: na ra da Imperatriz n. 60, loja do'Paao.
Cambraias de seda.
Venlem-se floissrmos corlas lie cambraia de
?-?,vCom dous bb'e de porasJo .gosto a
4*a00 cada corte : na te)a tto Paio.
Vestidos brancos.
Vende ra|a com otados e duaa saias. fazeoda que se
*endeem qualquer partea 8*000 rs o Pao
esta torrando por quatro mil ris, ditos com bsr-
ras bordados a 2S50O, 3 e 3*500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Cambraias de sal-
picosa 4#000.
Veode-se cambraia branca com ssiplcos miudi-
nnos, tendo 8 X *ras cada corte, pelo baratis-
simo prego de 4000. sendo fazenda que seropre
se vendeu a 70rJ0: na ra da Imperatriz n. 60
loja de Gama & Silva. '
CASSAS LAVRAOAS.
Vende-se cassas lavradas f.ien la do ultimo
gosto pelo baratissirao prego de 3J500 : na ra da
ImptraUiz n. 60, loja do Pavo.
Sedas a covados.
Vende-se gridenaples preto muito iocorpado
a ItCOO. 1800 2O00. dito edr do rota, ul e
amarello, tarja branca larra.ia para vestidot de
aoivas, e outras qualldades de sedas por precos
baratissimos : na rus da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
CHAPELINAS
a 6$00 cada urna.
Vende-se chapelinas modernas enfeilsdas com
muito gnslo para senhora a 6*000 cada uma : oa
ra da Iraneralriz n. 60. loja do Pavo.
Lencos para mo.
Ven braia de linho com labyrintha 2*500, ditos
muUo gosto a imitsco de labyriotho a 800
de
rvwu -------- n"- liuuoyau U lili
400 W 'IfOOO : na ra da Imperatriz
Pavo.
n. 60, loja do
J Madapolao enfestado
tres mil ris.
a
E* na ru ,1o Queimado i
pnrt-s que se vende oS m-lhores efcapeos de se-
da de rnrma&iMit moderaa bagasto.
-Venase Bm osera ro pflelfrr'e ttmbem
-tortier, bonita ftg.irt, robuito e possante :
aoeni o pr.iaoder, emendte rom Narciso los
Oa Cotia P*|rtra, ao tarto do Caroso,
r. AotoninHioardo do Reg, am es
esta o preto.
Capetlai.
Rico sortimento de capellat para noivas.
Gridenaples furia-cores com algum aaeld al*
o covado.
OlfS-
Vende-se um eicellente cotlp do melhor goato
o. 39 loja de ouatro ^a11eml'm,!,in,d mereado, por proco mdico,
..*. .. f "ro cab/iolet por menos de seu valor ; ai ra
larga do.Rostrio o. 24 ae dir quea tem.
ou com o
casa de queso
que aempre se ven-
20 rs.
Peo tes de maesa dourados muito finos imitando
tartaruga a 640.
Esaarlilhos pata senhora.
dersm a 6*. por2500.
Tiancaa da la para veslido, a pega a 40 rt.
Laa para bordar muito fina e lindas cores, a li-
bra a 7*.
Maasoscom grampos a 40 rs.
Linhas para bordar, a miada a 40 rt.
Ditas da peso muito finas, miada grande a t40.
Franjas de lioho para vestidos, a rara a 120.
Apparelhos de porcelana poca meninos, oint.
dot e dourados a 1*600, aLjBQO e 3.
Cartas com lfinetea a 100 rs.
Paaoiacom alnel.s cabeca chata a 40 rs
Enfeites para saobora muilo finos a 3 4 o 7a
Sjotot muitofioot para teohtr. a 2*2*500.'
Malta delata o pretas para padre que seropre
se vender m a 2* a ,840 ra. H p
Bnfeites com florea para senhora a iL
4olhes de meiai-miHie Rom para sopa' a 10*
rs a duzia. r ^
Girfoa do meamo melal a 4*000 t A atira como outras multas madazu fio aa a ba-
ratas, que deixtmot de mencionar, para Dio te
taroar tanta m.ttada. ^ W
--'Ghsmptnha Superior alteado ou a retalho: Cortes de bdMa
-.Ms..e W15. .., b.MK a^jasriTSfijsabB-.
n\<% **italii*v ata K.ll.a^ --
preco. muito propria p. ^gV" sucVr" notoZX'S: 'fZU?Z?Z VK ru
'na ra nova de Santa i\iu n. M. '"""' 'Tdo n '44? 0 : aa ra do Quei- .erathUdo fabricante Bdwtn M.w loo rs.
***# mm a libra, mesmts Vende-se pecas de madapolao enfestado com
IB varas a peca: na ra da Imperatriz n. 60 loja
do Pavao. '
Pkanasia asis mil ris
YeoJe-sa mito rioas vestidos de ftttlazia eom
babados de muito bom goato, fazendas de 12*000
por 68000, na rus da Imperatriz n. 60 lora
Pavao.
Filos.
Vende-se fil de linho bordado fazeoda a
fina a 1*000 a vara, dito luo a 800 rs., tarlatan
branca e de todas as cores a 800 rs. a vara
loja do Pavio.
do
uilo
na
mil
fazeoda
n. 60,
Vestuarios a tinco
ris.
Ricos vestuarios de seda para meninoa.
. < '*? -por 5>W)0 '< na rua oa Impetatri'z
loja do Paro.
Cambraias Usas.
Vandem-se pecas de cambraias lisas, fliend
muito fina, com 10 e meta tara cada peca, pe
50fV^. tt500 e 4S. ditot de 6 e meia vara a 2
* ^^viaJ!0, *t0* para orro omo 8 e meia vt
rs a iggoo e %>: na rua dar Imperatriz, loja do
ratao.

Baldes sm ferro a
V^iidem-se muito superiores aits de corda
a^B fazem as wezes do-Blo, tornando-te msi
recommendavel por se poderem lavar eeagom
Brar, a 3*200 cada uma : na rua da Imperatriz n
6Q, loja do Parlo.
.
Taixas.
Maior reductonofprc^o! para ac
Vendott-se no armazem 'de Braga Son 4
oa rua da Moeda, taixas de ferro cuado do
bar
m
Cara
A
cas.
Em SipJWil JUtoJliUber
p. successor.^s ru^i da CrrJ
nuMeto 4.
Vendem-tt^arroo btoerjetmos mal elegantes
'ves para dua e 4 pessoas e retebem-sa an-i
immendts ptrt ar*!'
it com rarioa det_____
:Mfi^!zai*Mae
Leandro i o peaaoaa e raaeoenL,
sajo fim enes pottuem map-
etenbot. tambem vendem car-
suca r
randa.
Ru-doCtmpo n.8 A.
Receberam pelo ptquU fraacaz diver- i
m fazendas dalatdBBtJJaaatiqaa se ven-
dem por proco* ba.alltataaeai r
ovz.gaint da Melia a
] -fcuvas de pellica da Jouvia a
Ctntot de novo gaoto a
fitelas pira ciato* a
| ollinhas a punhos coas botao a
"Ditas bordadas a 500 e
i ttediohat de gotlo o corado a
i Babados bordados largos por
Bofeites a imperatriz
I Ditos de retroz qua o'oulra parte
I- 8* 6*000
E de outras multas qualldades por bara-
tissimos precos.
Saias a balo de crochet a 3*600
Ditas dita de dina 6*100
| Vestidos de cambraia branca bor-
i dada de 65, 10* 12*000
I *nl.letei da groidenaple a 20*000
'OrgaO'lye de g.isto corado a 400
E outras muitas fazendtt por precos cora-
modos.
13*000
apbto
2*000
2*000
2*260
1.000
1*200
3*000
1*500
qoiaU
bata ti
Que
do
na
Grande sortimento de perfamarias. rou-
pa feha. chapeos pora hornero, tenhora e
l'crianea e tuJo te vende por precos ba.
ratissimot.
Veode-se no armazem de Jos Antonio HV
ira Das & C, nst da Crart o. 26 :
Safras a toroos para ferreiro.
Perro suecio em Parra.
Linhas de carritel de 200 jardas.
Malas para viagara.
Espiogardas francezas muito finas em ciizas de
per si.
Ferros de lati para engor mar.
Pregos franceses de to^os os lmannos.
Ditos batel granrle.
Ditos de conslrocfao.
Bracos grandes par* balanza.
Espingardas lazarinas.
Claviootes inglezes.
Acaba d c 14 j
chegar
o novo armazem
DE
B4STOSUEG0
Na rua Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47:
Um grande e variado sortimento de w
roupas feius, calcodoa a fazendas e todoa &
estea aa vendem por pregos muito modi- tal
Usados como 4 de sea costme,assim como
aojara sobreeasseos de superiores pannos
a casacos feitos peloa ltimos figurinos a
38*. 18*. 30* e a35*. paletots dos mesmot
pannos preto a 16J, 18f. 20* e a 24*.
ditos de casemira de cor mesclado a de
[i novo prtrtes U. 16*. 189.20 e 24*
ditos saceos dat meamaa catemiraa da co-
rea a 9. 10*. 12* a 14, ditoa pretoa pe-
lo diminuto prego de8*. tO, e 121, ditoa
de aarja de seda a sobrecasacados a 12*,
ditos de merino de eordo a ti*, ditos
de merino chioez de apurado gosto a 15*
ditot de alpaca preta a 7*. 8*, 9* a a 10*'
ditos saceos pretos a 4*. ditos de pallra d
seda fazeoda muito superior a 4*600, di-
tos da brim pardo a da fustao a 3*500, 4*
e a 4*500, ditos de fuato branco a 4*.
grande quantidade de calcas da caaeair
preta e de cores a 7, 8*. 9 e a 10, ditas
pardas a 3* e a 4*. di tas de brlm de corea
finas a2|500, 3*. 3*500 e a 4$, ditaade
bnm brancos finas a 4*500, 5$. 5*500 e a
6*. ditas de brim loni a 5* e a 62. colletes
- de gorgurio preto e de corea a 5J, e a 61,
| ditosde casemira de cor a pretos a 41500
I a a 5*. ditos de fustao branco e de brim
*3*e a 3*500, di los de brim lona a 41
ditos de meria para luto a 4* e a 4*500*
calcas de merino para luto a 41500 e a 51*
% capas de borracha a 0*. Para meninos
J de todos os laminaos: calcas de casemira
I fe^odo cor 55. 6* e a 7, ditas ditas
K de brims-21. 3* ea 3*500. paletotssac-
eos ae casemira preta a 61 e a 7 ditos
" de eor a 6* e a 7J, ditos de alpaca a!3
sobrecaaacos de panno preto al2*e a
14, ditosde alpaca preta aj*. bonets
para menino de toda* ai qoalidades, ca-
misas para meninos de todoe os lmannos
meios naos vestidos do cambraia feitos
para meuinat de 5 8 annoa com cinco
babados lisos a 8* e a 12J, ditos de gorgu-
brlm a3, ditos de oambrsisricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas fetaa que deixam de
ser mencioosdas pela sna grande quanti-
dade; assimcomorecebe-etodaeaual-
quer encoaraenda de roupas para se
mandar manufacturar e qa para este fim
temos um completo sortimento defazen-
fatata dirigida pomm hbil mostr que
i.1.' de.aePir.9rmPUda PerfeC" - ftaadaSenzalaNoTan.42
Vanda-s* am casads S. P. Jonhstoa 4 C.
illias i ilhes nglezes,can dssiro i cas tic.i
bromeados,lonas agio**)*,, fie davala,ehicott
para carros, a montara, arreos pan carro da
aa alous eavslot rslogiotda uro patente
nglac.
Na rua da Cruz n. 10, casa de
Kalkaiann Irmaos &C, tem ex-
porto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo corroas para
transmittir rnovimento, canudos
de borracha de quaiquer com-
primento e grotsura, pannos de
borracha, rodetes tfe dita, *o-"
I bre ditos artigos tomam<*e ea-,
commendas.
AuCBtJl
:-i', i
Venderi)-se caxrJ* Ysios proprio^
parabaifuUarQ*,luiileiros>tc. flaWO:
quetn pretender dirtja-ie a esta trrjo-
. graphia, aue ahlse dir' quena os tem
C. para etirir. **> mWPSff- 9
1 T i" Wabtr& C.,aecsore,ni* da Cruz
por, m. 4. tem parafoa^rwlailoaparaaigfbarra^
ouro a prata.
i, ror haraliasimn nr.cn n. .... .____._ ..
lo,,
mero
na rua Augutla pa-
or baralissimo preco
90.
^Jbp^teooprmottberBtn.l, tendea-
iSfaSpoV nm g,m1" *" TlB*lr 'dfhrr
Aoi tabaquiatas.
#o doa de linho auu, eroprias paca os Uba-
ooieiea por aerem de eo*ea!aafa* TtW balo
Wiamao preco de 5o 4Taaz4*,,i oa a^U
imado o. 22, na bem conhecldalsja da ao* f
F.t Uso e tarlataoa.
?endo-ae supottor fil Ita^e laratava brawa
recrea petobtraa^ai^p,^ dTfl*S!5
tara ; na bea conhecida loja daboa'f na rat
at Otreinrido n. 2t. _
To8.VtaL.ft para wAob.
Vesaem-te tnola bo.tataHraaV pava^|*lot<|a|o
barato preco de 5* i duzia ; na rua d^Tk-tvee-
- n. 82. ha leja da ba l. ^*a-
ftictss enrertes.
irdoprffrf..^w: "5di b,f:
Cambraias de cores.
vTendem-se cambraiat francezas de lindas co-
res, pelo baratiasimo prer;o de 280 o ebvao : na
rua do Queimado n. 22, na bem Conneefda
da
loja
te
do
boa fe.
Cortes de cambraia pintada.
Vende -se corlea te aoparietoa cambraias
piotadaa, temi cada cotia 7 varas a 0*140 o cor-
" na la-jo da boa f, no rua do Quemado o, 32.
Cambraias tranc-ita* mrssimas.
Superi3res cambraias francert multo finas, de
nilo bonitos padroes, pelo barato preeo de 700
. virn : aa late da boa f, oa roa do Queimt-
0. zz.
"Vendem seosengeohos
S. Pedro e Espirito Santo,am-
bos moentes e torrentes e
d'agua, si tos a freguezia de
S. Beato comapea de Porto
Calvo e provinciavde lagoas,
oprimeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se*
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretenderlos dirija-se
a rua da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Vestidos
Ruada Cadeia n 23.
Ricoa vestidos de aeda, de cambraia
bordados e dephantazia, liazinha de co-
res, sedas de quadriohos e de lista, caa-
sat de cor modernas, cambraias com lists
de cor e bem assim ostras fazendas pro- |
priss para vestidos. Q
Manteletes e chapeos. M
Superiores capas compndas de gorpu- 5
rao, nantelet.t, taimas de ctox, de fil 1
e de outras muitas qualldades, superiores S
chapeos de palha enfeitados para ao- I
nbora. !
Novidade. K
Modernos enfeites da cabece, luraa do B
pellica de Jouvio, iequas, espartilhoa, 2
pentes de tartaruga, saias balso, camisas S
para tenhoraa e meninos, sintos, meias S
nglezat para seohora, maaguttoa e golas
puleeiras de sandadalo, chapeos de palha.
Roupa feita.
Completo sortimento de caicas colle-
tes, patetots, sobrecasacat de panno, case-
mira, alpaca etc.: oa rua da Cadeia o. 23
_?>_> Gurgel di Perdiaio.
Attenco
^aF
Burros para Vender,
'Espera-se brevemente de Montevideo
um carregament de cerca de 60 a
100 burroa, os ptetendentes queiram
apparecer na rua do Trapiche n. 8,
casa de Renry Forster & C.
S00e400.
O rival sem segundo na rna do Queimado nu-
mero 55. est queimando at legaiotes miudezat
por pr^os que o todos devem admirar tanto pe-
las suas qualldades, como tambem pelos precos.
A ellas antes que se acabem.
Crozas de penn.s de ac a-400 rs.
Ditas de maozinha, muito finos a 500 rs.
Caitas com agulhas francezas a ISO rs
2tnS Cm *parelhos Para di?ertir meninos a
Dat muilo finas e grandes a 500 rs.
(rozas de bolees de oso pequeos a 120 rs.
Ditas de ditos de louce 120 rs.
Duzias de baralhos porluguezes a 1J400.
Tecoures moito finas para unbasa 400 rs.
Ditas para costuras muito Qoas a 400 rs.
Baralhos muito finos para vnllarete a 240 rs
Agulheiros com agulhas a 80 rs.
Caivete de aparar pennas a 80 rs.
Ditos com duts folhas a 160 e 240.
ftm de ,raC'' de ,ia de l00a* as core* "
Petas de franja de la de todas as cores a 800 rs.
Sapatos de tranca de laa finos a l*j280.
Cartas de alfloetes francezes a 100 rs.
Caizas de ditos ditos a 60 rs.
Estovas para limpar denles irulto fioas s 200 rs.
Massos de grampos superiores a 40 rs.
Carlas tm colxelesooin deleito a 20 rs.
DU*a oltaa aaperisraae 40 rt.
Dtdas de eco para aenhoras a 100 rs.
Apitos de chumbe para meninos a 20 ra.
Enliadorea pra vestaos com 4 varas a 80rs.
Chus com clchete* francezes a 40 r*.
CarUs de alfinetes par armador a 100 rs.
ros de cecal da raz a 640 rt.
CharuieiraeoMiito finta a t00.
{50 A-Ruada Cadeia do Recife-50 A?
.500, i#, .^500,1
Msnoei Gwcsivea de Oliveira Santos,
acaba de arrematar uma porcao de fa-
, zendas muito barato e par iio vendaba-
|'rato para tender tnoito, rende muito pa-
ra vender b>rtto gravatas de seda a 500 S
rs., enfeite de tidtilho que se tem vend- S
I dS P0r SwJ*' cba(lu ool.p*raaa- S
nhora a 2JS00. diljs de cabeca a oaribab-
di 4500 a 5, vrnham a este eatabill
i cimento ver esias.pechiocbas que
utra aa- *g>
tribal- H
tiabele- S
Reoslos
Vands-M aaeass da Johnston Pajar & C.
nw do Yigario n. 8 om bello sortimento do
Tdltjiosdeouro,aaiaoie irjglas, deum do&aais
amadof fatnaante* do Li wpool; uabam
at* aarradaaa da bonitos irancaliafiari o*
masaos.
*d(r^.D4Stoa^.
Kootier C. eziate om bom tortimanto de lin-
haadoo*rea fabricante de In#lairra a* quaes te vandem por
precab mal TiwtreW. *


DlkUO
Na loja da arar.
a39. corle de eaaemfrs preto pira calca 39600.
dttwenfeiUdosede cures Boas s 49500, cortos
,BWrSr ^ ? ""I. gfo.oeaaple de core pa.
revestidos a l|80O o codo. panno preto mi
calesai e p. le leu a 2* a 2jM0 qovado. aaiaTd.
'^-iCT^'* fiHTh.Wp de .d.polio
!. '* de 20 a SO arcos 39 e 3|500, Uw>
nha eolselada a 4t0 rs. o covado, alpaca da eo~
' *" '"^ 400 rs. o covado, dilaa a 160 e
180 diu. larg,, 220, 240. 260 e 280 forado,
e outras multa. Utaaiu que ae vende baraue-
!"!.011' S**\''* loja da acara de 4
BagaHffios d Mendes.
Cassas g{*ribaldi-
nas na loja do
Pavao.
...- X* -"-""-, v| va asar* ae .
um a no"* um relogw con letirsa em que da
Potasa* da Russia.
Wrte-ae potasaa de ttusaeda mala nova e.',,*cio ** Vei" *,ho ,w o0 CorP Sanio.
aperiorajgeh> n'o mercado e s preco multo
commodo: no escripiorio de Mtooel Ignacio d.
Oliveira Fho. lar* do Corp Santo.
Sanbaldt faxenda multo fina rom duaa a a isa e
rra com 24 ovados, ditos aem barra con 16
covados, cortea de chita fins imitado d* lia
co"Ll1c?**do1 ,*WW. cortea de ricafo finoa
*PM. dito de riacsdo a garibaldi a 1*806. cor-
te de chitas francesaa escuras e clara* a 91990.
dflailbglexaa a 19500, cortea de cimbrara de
diraatplco a lySf. pecas de carnala Qoas
a IffiOO 29900 39 e 39500: na roa da Imperatriz
loja db'ratar de 4 ptWs o. 60.
Unrieeoafm.
Vende-se om rico e elegidle carro mui Bella-
mente preparado :_no_escrijrt]iro de Mauoel l|i
36, roa das Crnzes de Santo Antonio, 36,
Vendem-ae Onisslma easses gariba Id Mas sen-
do eetae eaeeae a* seis modernas qiu> tesa Che-
"rL1.3?8'** * a 60, Ion de Gaora 4 SU.
A. vcraadtira li<\u\da-
ao de todas aa fa- $
iludas, rampas tai- g
tas miudczas da
Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a 4$
a arroba, meia arroba a 2jf$d
e a 160 rs, a libra.
Vndete gax americano de primeira qua-
lidade. em latas de 25 garrafas na razao de 15$,
assim corao latas pequeas de 5 garrafas ; no
caes do Ramos as. 18 e 36, e na ra do Trapicho
amara 8.
s

:

m* do Cabag
O.
S
Burgo Ponce de Len, Iiquidatario
da ettincta firma de Almeida & Burgo,
leudo de satisfazer a aegooda prealagJo Q
aos credores da meima firma, U'ora em jpa
diante paasa a etpt a renda atada por *
menos do quo tem annunciado, com m'aior W
P abaiimeoiu do cusi, rnente para A
S apurar dinbeiro, franda sortimenlo de. Z
faxendaa para lenhOM^ bomens e W
creancaa. fp
^ E' aproTeitarem-ie para a fela. PILULAS HOLLWOTA.
Bate ioesiimavel especifico, coro posto inleira-
nwnte-de herras meJicinaes, nao contera mercu-
rio nem algoma outra substancia delecteria. Be-
ntgaw4 rais lenra infancia, e a coroptei^ao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desarieigar o mal na compleQao mais robusta;
enleifament ianoceate em sua operaeaes e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
ijaer especie e gio por mais amigas e tenazas
qua sejara.
Entre milharaa d peaaaaa iradas com este
remedio, nroilas que j estaram s portas da
morte, preservando era seu uso couseguiram
recobrar a siude e (orgis, depois da baver tenta-
do inultiraente todos os outroa remedios.
As mais afflictas nao devem eniregar-se a des-
esperacao; fajara um competente ensaio dos
effteazes effeitos dasta assombrosa medicine, e
prestes recuperarlo o beneficio da santa.
Nao se perca tarapo em tomar este remedio
para qualqaer das seguintas enfermi lades:
Vende-se chumbo da munico; dinbeiro a
21} o quintal, tk rfjStil no eseriptorio
Se Antonio Caaaria Moraira Diaa, na Forte do
latios, ra da Moeda n. 27. ,
Venda de loja.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
Areias ( mal de) .
Asthma.
Clicas.
Conrubdes.
DebiliJade ou extena
$o.
Debilidade on falta de
forjas para qnalijuer
cousa.
Deainieria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre. Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo ( nal)
Pobreto da especio.
Gotta.
Hemorrboidae.
Hy tro pesia.
Ictericia.
Inflamma^toBf- -
Irregularidades de
menitruasao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Maaehas aa cutis,
Abstrunjo do ven Ir e.
Phlysica ou consump-
5o pulmonar.
Retengo de ourina.
Vaada-aa a muito acreditada kqade midazas
ka M ra* da Imperaio'z a. anda eeteem
ma das melhure looatidaea,:milita propria-pa-
ra quatquer principiante, or randee-aa com a
lorlimeni, de foniaa qite o novo comprador nada
precisar comprar ; veae-se a prazo, conforme
e convencionai : a uiat aa meama roa d. 4,
loja,
Feijo de corda.
No arraazem do tasa Irmios, ra do Amorim
numero 35.
Sehall lAellorsi C, teado recebide or-
dem para vender o aemcreacidodepoatto> aralo-
gioa r|sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, porlanto, s peisoaa quo quizerem
possoir um bom relogio de ouro ou prala do c-
lebre fabricante Kotnby, e aprOverair-ee da op-
portunidade aem perda de lempo, par vir eom-
pra-Ios per commodo prego do sen eseriptorio
roa do Trapiche 0.28.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisa^ao e refinacao
de assucar.
Deposito na roa de Apollo n. 6, e praca
da Boa-Yi>ta n. 26.
Eate importante esUbeiacimeoto contina a
fornecer aoa seaa innmeros (requeres da alvo e
pura asaucarcrystaliaado, eaiieo pies, 1.a
.e 2.a qualidadea, pelo prego de 160 e 200 ra. a
libra, e derefiaado a 100, 120 e 140a libra, sen-
do que em ajrasso o comprador lera um descont
favoravel. Nos meamoa depsitos tamben) ae
vende mel de anucar a 600 rs. a cacada, e car-
vio animal en so a prego commodo.
Novo destino do
torrador!!!!
A, F.a>narte Alajida, sowoque Sido armazem progresso, faz seiente aossuafre-
guezes que tendo separado a aocledad que tinha com seu ruano, acfc*-sa de novo estafcele-
cidocom dbus ceiads annazena de molhados.associado comoSp. Joaquim Jos Gomes
de Souza-,< e-oSr.' Paulo Iferreira da Silva; o primeiroiia razo de Duarte A Souza, e osegundo
na do Duarte Almeid* Silva: et-tes ostabelecimenlos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, osnali'npezaeasseiocomquese acnaw montados, como em commodidade de
preco, pois que para sao resoveram os proprietariOs mandarem yir parte de seus gneros
em direiture, afim de teremsempre completo sort i menta, como tambem poderem oftVrecer
aa publico urna vantaaamda nanos, -10 V" fl"a da prec qua postan comprar en outra qualqner parta, por isso desejando os proprielarios scredU
usam sena esta^naantas leto dalitarafcgmmiran tadaa qaalqner qa^idada da guaros aandidos anaaas arnarVns, a'ain i poder w a
pnblico que pode mandar suas encommendas, raeenra por pessaas poewa praticas, em qnalquer usa desiescatabelecimentos, qu serao ao ben servi-
dos como se v.esserd pessoalmanle, nacertezA dawrnca acharen o contr.rio de nossos annnneios, a assin fondados as vamagens qftwflerecenos
ESuT,iM r '" r^-V-^Wda anganho e Uvodora. que manden ao nenos su.i encomm.nd.s a,' primeir, vez, ,Wde exTeri-
SLS^XST' P'8 ,U8 ?"* f^F*-f****~*m M ben servir., aqfl.ll., ploa, que freq.uta>n nossos
"S^ZZ\'^^CnV ^^ m'Pt*^ ^f^e*^*rblteaqFeana>nm*^..*o, ^ia*ido.. ao
Manteiga igleza esDeciatmaoteeseonhiaaSaars. alibraeem por^So a 780, reommenda-se aos apreciadores destete mero que
manden ao menos ex^tu^niar. sartos djinadAnardarenpaU para so confirmamos oque levamos to: *
dem1 fraoceza a ^itor ^ mercado a 64ar. a Kbra e em barris razio de 00 rs; a libra
CBaft iiySSOn e prelO 0 aaniar* mercado de l7O0. 2880 ean porcia teri abaaiaMto, eafianca-ce a boaqualidade.
PreSUntO Uambre ngle..baa^rguaa.OOOrs. .libr.ecmpaagM.AMars. :
t-resuntosportuguezes viniodoPor4adac.ptcalbr.5x)r..porlibr.ftia;ffAA 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as expos$5es universaes de Londres a Paris a l#t>00 a lata
Cwxaacom eatreUnha pevide e radinha .tw ...#n.. i.br. ae. porcia tar .batimento.
Latas d ameiXaS franeeiaa com croco Jibraa a 000 a 19000 a (ibro.
ISaS em aaixinhaa da cito libras,
7
Chacn na ra do Qoeimado o. 3. loia de 4
fura a H600 o corado, o ant cdamo e asura-
da coslo.que se pode encanlsax pau veadas d
aeaboraa e maoinaa.
Veade-se superior sebo em pies para vo-
lea e sabio, latas com salmao ; no caes do Ano-
polo armazem n. 67- **"
Fazenda modemissima para
vestidos, na loja dopav&o
Acaba de ebegar a este estabelecimemo pelo
vapor francs om lindo aoitimeoto de gorauOe
de seda, fazenda anda olo vUta neate mercado
que ae vende por pr*$o biratlstimo, por eitor
muito prximo a fests. assim como lindas mar-
quezinhas ou ehapeozinbos de sol para senbura
sftv'a0* d* In,P*r*lr 60, loja de Gima

as melkores do mercado a 2|500 e a 500 rs. a libra a caixa de urna arroba a 8>5Q0.
r"
23largo do Tergo23.
Vende-Se manteiga ingleza especialmente esco-
lhida a 800 e M0 ra, franceza a 640 ? a 600 rs.,
asiim come se torram outros muitos gneros, co-
mo soja, caf, arroz, aieite doce, vetaa de esper-
maceie e carnauba, etc., ate., e se acaso alguem
duvidar venbaver : a dioheiro i vista.
Putea da Russia e cal de
Lisboa.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encliaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febra intermitente.
Vendein -se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, aStrand*, e na loja
da todos os boticarios droguista a oulras pessoas
en car regadas de ana venda em teda a America
do Sal, Havana e He*panha.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs., cada
una dellaa conten una insiruajo en porlu-
gnet para explicar o nado de se osar decas ai-
lulas.
0 deposito gaal em casa do Sr. Soura
pharmaceutico, na ra da Cruz o. 22 em Per-
nambaeo.
^ Em cata de Ralkinann Irmos a||
9 &C, na ra da Cruz n. 10, exis- 0
ig} te constaotemente um completo A
a^ sortimento de ^
^ Vinhos Bordeaux de todas as m
ej^ qualidadet.
^ Dito Xerez em barril. g
A Dito Madeira em barris e caixas. m
Q Dito Muscatel em caixas. m
* Dito champaahe em gigos.
a Cognac em barris.
. Cerveja branca.
a Agua de Seltz.
jml Azeite doce muito fino em caixaa.]
S Almiadeem barris.
1 Cevadinha em garrafoes.
Arados imencanose machina-
pata Ufa rroupa: era caa de 9. P.Joi
htton 4 C. ra .da encala n.*S.
Carro novo.
Vaaaa-sa um etronovo anjricsno de 4 rodas
*? ""*0* *** 4 pesaoas e arreios para 2ca-
alaa r acra ver, na cocheira da ra das Flores
a. aa, a para ajaitar. na roa di Cadela Velha n.
5, aoa Rafea Schemettaa & c.
?anlem-se lindos lques de madreperela, 'o
nate fln0 po8t{,el: na loia d'agua de ouro, ra
ao Cabag o.lB,
Vanla-se um piano de meaa an bou eeta-
QOtJOr modi -.o preco : tratar aa cidada da O-
llnda, D botica de Joo Soarea Raposo, raa do
Oualro Cantos n. i.
Hielas pava sen\\ara.
Tend^m-se superiores meras para senhora pa-
la keraUsaino preco de S|840 a duzia ; na loja
da b.a fe, na ra do Quetmado n. 21.
No feara coaheeido a acreditado depesttoda raa
da Cadeia do Recren, lt, ha para vender a ver-
dadeira potaaaa da Russia, nova a de superior
qvandade, aaaim eemo-tambem eal vlrgem em
pedra ; tudo por precoa mais baratos do qae m
oatraqaalqaerparte.
fNDielO LOW-M0(IR
Roa daSenalla Nova B.42.
Resta astabolacimanto contina a havar um
ompleto sorlimamo dimoendaameiamoen-
das oaraangenho.machinas da vapor ataas
te ferro batido a coado,de todos ostam.nhos
para dito,
Milita aUencao
Francisco Antonio Gorreia Cardse ten para
vender em aaw estabelecimenlo de fundigo e
caldeinria da raa do Brum a. 84, os oajeetos
abaixo declarados, que os vende pot prega muito
commodo a saber :
Urna mocada inteira Rrande,chegada ba pouco
de loglaterra, da melhor e maia forte cooatruc-
?5o, proprTa para vapor, on perriser movida por
agua.
Ferro sueco em barras largas da melhor qua-
lidade, a por muito menee prec.0 fue em outra
quaiquer parte.
Tnlhoa para estrada de ferro por preco bara-
tisaimo.
Zinco em olhas, proprio para cebrir telhados
e lerracoe
Caoa ae chumbo para eocanaaento d'igua.
Uilaa da ferro balido para o meamo ftm.
Cbumbo em barra muito mais barato que em
utra quaiquer parte.
Torneirae de brese de todos os tassaabos, dito
dito.
Afama da lilao de variaa groaauras, dito dito.
Cedlohee para aaadieho, dito dita.
Na maamo oaUbatecMieBto fabncam-ae machi*
aas para vapor, sacas da Ierro, brooz, ou quai-
quer outro metal para navio, mecadas para en-
gaos, a ootraa muftaa obras, ludo a costelo
dos que as desejir.
quasi de gra?a.
Chapellnag trncelas de seda, como de fil, ri-
camente eofeltadas, para aa aenboraa que quize-
rem luxar com pouco dtohei-o, por todo preco a
saber: de 3. 4, 8,1 e lOJIIt
Luvas de pellica de Jouvin para senhoras e me-
ninas, sendo brancas e cor de canna a 1SII! s
ba loja de fizeodas qae esti em liquldaoao, ra
doCabug o. 8.
Esteiras de Angolla.
Vendem-se ss boas esleirs de Angel a : na
roa estreita do Rosario n. 11, deposito de Sodr
& Compinbia.
Attent^o.
Veade-se bus taberna na freguezia dos Afo-
lado* com poneos fundos propria para princi-
plante : quem pretender dinja-se a misma (re-
'guezia ra da S, Miguel n. 74.
Espermaeete superior. 740 n.cala. a iwn.. br*.
Cofwervaa fraacezas^eza* e portuguesas aooo a ooo o frasco.
i Ul vt V***?**" 0 *"<> !!! ns bam preparadas que te vinco ao mercada.
Lata C0D2 boIaxiDlia de SOda M^v^U* ^^ miQ. ^r.ndaa d.4 aO librMd.2500 a A500.
*l,rt?^^*9m,*""^llia*' .'Ci*a Kr. su. Faiton. e Cmnnes a 19200 1,300
Vil aui**'
viABeem pipa proprios para pasto da 500 a 800 n. a gnala ede 39800 a 4800 a caada.
Latas COTO fructas de toda, as qaaMades qne ha em Portugal da 70O a 19090 a lata.
reraem Callas fe 4 a 8 libras a mima que se pode desojar a tem vindo ao mercada da 49 a 09 a caixa a 19280 a libra.
LOTlBtQiaS em faseos da 1 lj3 a 2 libras de i600 a 29200.
Arr* i30"1 P6Xe 8aVe*-)escda omr* nu^quaridadeso maisbeo arrAojado quo tem vindo ao nosso marcado da 19400 a 19600
Ara ruta meUior que se pode deaejsr a 320 rs. a libra, e 120 rs. a libra da gomma.
raSCOS de amendoa cea a librea, proprias para mimo., porserem muilo bem enfaitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
TIDagre branco o melhor que temos tido ao maread* a 44)0 ra. a garrafa a 29*00 a caada.
LOBJ1DMO e eir doce os majs novos que ba ao mercado a 800 a libra do eoninao e a 400 rs. a eeva doce.
V1DOO Bordeaux de boa qtmlfdaa a 800 a 19 a garrafa e de 89500 a 109000 a.duiia,
Massa de tomate enlatas danna librado mais acreditado antor de Lisboa e viuda a pr inteira va, a nosso mercado, de 19 a 19280.
l"l^^^^ "" e ** qM h fc "* P-Pfi nnW' m* m "' 9" M *' *
Cervejas das meljiores marcas 500 rs., garraf.. 5 .09000. m* 4. branca.
Vinagre puro de llSboa 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Doce da goiaba da casca emeaiaio a 19 e em porSao a 000 rs.
Aceite doce pu rificado 800 rs. a garrafa a 9900 a caixa com frt garrafa.
Gognac a melhor qualidade que temos ao mareado a 19000 a garrafa a 109000 a duria.
QUIJOS SUSS0S chegados ltimamente a 500 rs. e em porcio tari abameato, aaanea.se a bes qualidade
Geiiebra de Hollauda 600 rs. o fiasco e 69500 a frasquaira com 12 frascos.
PalltOS llXadOS para denles a 200 a 160 rs. o maco com SO macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3000 a graza e 280 a duzia da caixa*.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguaz. bespanhol a francaz de 19 a 19200 a libra
Amindnl\al!.e,Jh0re8 6 m8 n0V" qUe *" Vnd0 D0M merMd 12 M-Ml d0 ++ '- MMm
\ mcnuuHS enegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcio ter a batimento.
Alpibta o naislimpo que tan vindo ao mercado a 160 rs. a libra a 59000 per rroba.
A lm dos gneros snnunciados encontrar o publico um completo sortimento Je tudo tendente a molhados.
t
S Esperanza.
Recebes de sua encommenda pulcai- $&
9 de cakwilo qua vende por 10J) o par, A
sm braceletes de mosaicn a 69 cada om, m
^ egulhas victoria a 120 r. o papel, peo-
lea de tartaruga a 8, 10 a 12g, preco
ip porque nioguem pode vender (boa fa- Sjfe.
gsg zenda) eite artigos nao se enconira em
? loja uenhuma por isso vio a ruadoQuei- V
*4p mado a. 33 A, loja da Esperanca. Qf
(pEsperauca reduz a exprs-
8 sao m ai s si m pies. O
(A' D1NHEIRO.) 9
9jp Todos os arlio. que eslo na laja k
s|| maito barato quem quizer comprar a g
g veri : rus do Queimade n.33 A, Guima- ~
raes & Bocha. A
Ra da Senzalla Nova n. 42.
ffeafc- eitabcleaiemuia) mandola ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Roa da Cruz n. 48
No eseriptorio da E. A, Burle & C. vndese
urna nquissima mobilia de mogno toda de obra
de talha o mais modtrno e melhor que ps-
liyel, por prejo muito razoavel; no mesmo es
criptorio ha a venda ezcellentea mobilias flngio-
do junco guarnecidas de marmore a 85(19, como
tambem ha cadeiraa par. piaoos,lavatorios, toa*
Iheles, cabidea ludo por presos que admira.
0 Pavo.
Veade-se eslemba bordadas para menina a
19, luvas de seda lauto pava senhora como para
homem fazenda em perfeito estado a 500 rs. o
par, siniot de todas ss qualidadea para sanbatas
e menina e saias bordadas com muHo goiio:
oa ra da Imperatrtz n. 60, loja ce Gana A
Silva.
Urna barcaea.
Vende-se urna b-reac.a do porte de 30 caixa,
eocalbada no estaleiro do meatre carpinteiro Ja-
cinlho ElesMo, ao p da fortaleza das Cinco Pos-
ta, sonde pode ser vista e examinada peloa pro-
tendentes ; vende-se a prazo on a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, ns roa do Tra-
piche n. 14.
Veode-se por preco commodo, tn sitio con
boa casa de pedra e cal, bem cen-truiOa, na roa
da Pas-gem n. 19: entre a ponte pequea e grao*
de da paaagem da Magdalena, Indo do Recite, da
lado direito, defrente do sttio do Sr. Dr.Firmo
Candido Xavier, com quareata palmoa ae frente
e cento e tanto de fondo, a encoalar na cambo,
chaos proprios. & & quem pretender dirija-se
a roa do Queimado n. 87 loja.
Salda A-ss.
Veode-se sal do Asi, a bordo do brigue bra-
sileiro Adelaide, recenlemenle cbegido : a tri-
tar do eacriatano de- Baltar k Oliveira, riada
Cadeia d. 12.
l\aloja do Yapar
Ra Nava n. V.
acha-se barata grande aottimanto da calcado frao-
eez e iaglez, roupa tai la e perfumar iaa muito
ama.
Cheguem fregares a ca-
que est liqui-
dando per todo preco.
OH QUE PJKCHINCHA A 2^(500,
Na loja da sertaaejo ra do Queimade o. 46,
segunda loja junto do becco da Congregaco :
um eollete branco de brim e fuatao a 5i50O tem
por?au e mandam-se em casa de quaiquer ps-
oa qae qiieira eacolher. cisaiaqaea da fustao
ricamente eotenidos a t$ cada um. aharturaa
brancas ede cor, aeim como, tudo maia que
preciearem aqu eocootrarao por muito meaoa
do que em outra parle, estamos duposlas s nao
enaeitar dinbeiro. a*im como tambam tem ca-
pellaa brancaa com ramos para o peito proprias
para ooivae o melhor que ha ueste genera a 4J8Q0
cada urna, tem pecaado algodio com um peque-
o deleito a 29600, pecaa de rucado de chita
com 38 corados a 49800 e 59 cada faca, cam-
braia prala vara a 380 rs., e tudo maia no ma-
Ihor gosie em procos por nao ter limitas, um co-
rado de chita por 120 e 140 rs., da admirar
cbita larca muito fina a 210 rs. o covado,
Chitas largas a 220 rs.
na loja do Pavao.
Vende-se flnissimas chitas franeeiaa com pe-
queo loque de mofo, affianc^ando-se soltar o
mofo logo que aa lavem, por serem de cor fizas
a 220 r. o covado : oa ra da Imperatriz n. 60,
loja de Gama A Silva.
Tarlatana branca a 2$
a per;, com 8 v.raa: na ra do Qoeimado n. 18,
egund. loja vindo do Roiario.
Na padaria da ra dos Quarteis n. 18 con-
tinua-aa a vender o escellentc pi a 120 rs. s li-
bra, de meis libra para cima, bolachinba a 100,
120 e 140 rs. a libra, 1 \ 2. e 3." ; a farioha 1?
qualidade a 140 re.,2.* a tzX) rs.. 3 a lOOr.. a
libra, bolachinha doce a 140 ra. a libra, por ar-
roba 49. enrola a 2<0 a libra. O proprietsrio
desta padaria aiuda tem para dlapor terreno para
maia de 20 c aa da 80 palmoa eum 150 de fun-
do : oa preleodentea podem anteoder-ae com o
meamo propietario que todo negocio far i vista
do lugar que eacolherem.
Haaoel Antonio de Jess.
Verftem-ae libras sterlina. ; no eseriptorio
Oa Amorim Irmios. ra da Cruz n. 3.
Nova exposico.
Ra Nova n. 20.
Riquiasimo sortimento de cutilerias em todo
o genero, assim como um riquissimo sortimento
de louga de porcelana para cozinba, riquissimo
roriimento de metaea, riquissimo sortimento de
miudezss, e outros muitos artigos. que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar : na ra
Nova n. 20, loja de Orneiro Viaona.
Borxbas de japy.
Ra Nova n. 20. loja de Caroeiro Viaana.
Caaos de chumbo
Rae Nova n 20. loja de Carneiro Vlanna.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bnnets, etc
Pechincha nunca vista.
45Ru* Direita 45.
Grandes coaros de bol, inteiros, de lustre, de
239 359.
S2?*M?:#*##
Veade-se hivaa de raaMvea fina bran- #
Cae a amartilla pera militare a 21 o par : Ca-
na leja de Mataco & C. na na Nova o. 2. SR
Vende-aa o grande aitio denomiuado Cala-
a, aita aa freguezia da Vanea, de muito boa
lerraa, qua ludo quaulo aa planU di Urna grande
quaodada, coca urna caaa de taipa ja robera,
urna dala deiazer firinhi, grande quantidade da
pea da ceieieiroe, com direaoa pea de kucteiras,
como u\ laraogeiraa, coqueiroa, etc., ele.; e
tambem vendem-se duaa vae&ae que dio bastan-
te leite, ama dellaa com a cria j grande, e um
burro manso : a tratar na ra do Sebo n. 20.
Libras sterliuas.
Vende-se no eseriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira e Fho, largo do CorpoSanto.
Queima-tudo
Serve para ce dettar no caatie.aea o segurar a
vela de espera acete, (azando-a qaeiroar at o
flm, ealanceeade- oa maomeedese Quebraren)
com o eaier ds la: vende-aa a 500ra. cada
quelma-tude, na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. H.
_iaasw
Veode-aeaa loja deN. buco"$ "5." "D7
ta$ Nova o. 2, os mais modernos chapeos
ae^palhaa Traviat p,fa senriorr, ditos
a GanbaUi, ditos a Cavoer, ditos de aeds
aturra para meninos, ditos da palba a
banbaldi, ditos a hespanhola, e de ou-
iraa muiia qualidadea lano de seda ro
mo de palha qne se vendem maia barato
do que em oulr quaiquer parle.
Nbuco a C. Com loja na ra Nova n
2, receberam pelo oliimo navio um lindo
oriimenio de enreile de froco com vi-
drilbus, ditoa de retroz prelo e de cores,
ditos de filas e flores, ricas grinaidas pa-
Tf noivss, e outroa muitos enaltes que
ae vendem barato.
mmmmm m*a mhk^j
Rap trancez
Vendo ae na loja de Nabuee &C. na
ra Nova n. 2, rap francas, a 39 a libra
Nhoco C. coa Inja na rw Nova n.
X acabam de raceber pelo ultimo oavio
rcez um liado aotumenlo de vailua-
pera manios ae 2 a < aunes, como
aejasa vettuarioe de velUdo^ ditoa d se-
da, Sitos de aierio. ditoa de fustao bor-
dacma e da ataras muitae qwauaaCe que
se vendem meis barato do que em entra
quaiquer paite.
Sin tus para senhora
Vende-ae aa loja de Nabuco & G. na
ra Nove o. 2, rico sintoe deutado, di-
tos prateadoe, ditos de ntaa de aeda e de
velUaae tudo por preo- commodo.
***** CMia.MStKM.eit
4 musselma do Pavao a
200 rs. o cavado.
Veode-se musaeUaa branca cem 4 1|2 palmos
de largura f.zenda muito Roa pele diminu., pre-
?o de 200 rs. o covado, cortea de chita ingleza
com 10 covado core fi a ljSOOrs., dias de
muiieliaa branca com 10 covado a 2R. tudo
para apurr dioheiro : na raa da Imperatriz n
60, loja de Gama & Silva. V
Escrayos fugi Fugio no da 4 de outubro do crtente anno,
do abaixo assignado, um eecravo donme Quui-
no, de idade de 50 aanoa para mais, de na^ao
Costa, alto e reforjado, ialo um pouco ebeio
do corpo, rosto um pouco talhado, cor bem pre-
ta, falto de dente, na frente, pouca barba, que-
brado da viriles, que as vezee trac funda, e
quando aoda inclina o corpo para diaate cuto
negro incuk-a-se de curador de cobras ; qem o
pegar, o poderi entregar ao Sr. capito PautuCa-
valcanti de Albuquerque, no engeoho Auri.ra, ou
no engenho Lage oa freguezia da Escada, que ahi
ser bem recompensada.
Jos Pies Barreta Civelcanti.
JUtencau
Joaqaim Fra atoco de Malla 6a n toa aviaa aos
aaafregueses det praca a oade fra.qaa tan
exposto venda sabio de aaafabricadenominada
Reeifeneirmasem doaSva. Travaaaoa Jnior
4 C, na raa do Amorim a. 5; maaaa amarella,
saeUnha, acata e oatrea qualidadea por menor
preco qae de eatraa abncaa. No meamo arma-
ba m tem taita eeea depoaito do velaa de carnaa-
xa Imple em mistara algama, como aa de
Ion paiiclo.
No di ai 23 do correte, palas 10 horas da ma-
nhaa, sihiDdo a mandado urna mnlatinha ou ea-
biinba Se oito a nove aonos de idade, nao procur
rou mais s cesa, e julga-se que foi ocrult pao
alguem : por iaso, roga-se es capities de camp-
os a qu.lquer peswa, que a pona achar, d> a le-
var ra do Queimado n. 46, ou 4 ra do Han-
ge! n. 8, que ser recompensado; e tem a m. .mo
negnnha os signaos seguinles : cor fula, cb.llos
carapinhados, nariz chalo, denles atreveeaaCos,
falla coma hngula oosbeicos. a meama fui com-
prada por divkta a Manoel Ignacio de Siqueira
Cavalcanti, seobor do engeoho Mussabiba, ao la-
do de Santo Amaro de Jabeado.
Auseotou-se da casa de sea senhor a etera-
vs de aerne Josephe, com os signaes segumies :
corpo rpnoiar, falta de dentes na frente, edr bem
prele, falla um poueo rooca, levou vestirto de
cambrata azul, com babados ja usado, e outro de
chita de lutraa com palmea encarnadas, lew sido
visto pelo aterro dos Afogados,~ha mais h um
mez que esti logida, descoofia-se que esiej acoi-
tada em alguma casa : roga-se s autoridades
policiaes e capitaea de campo a captura ia dita
escrava, e levem i ra Augusta o. 31, ques*rao
generosamente recompensados, e protesta -se con-
tra quero quer que a tenha oceulta,
Hootem pela 2 horas da larde fugio da casa
do abaixo assigoado ra do Imperador, o wole-
que Juhio, o qual lem oa signaes seguiutes : nio
bem preto, tem falta de dentea na freuw, ie-
preaenla ter de idade 18 anuo, levou vestido
urna calca de panno preto e camisa de algodao
grusso : quem o pegar levando-o a caaa cima
teri a recompensa.Joaquim Salvador Ptssoa de
Siqueir Cavalcanli.
FuRiram do engeoho Conceigio, sito na fre-
guizia de Tracuohiemda comarca de Nazareib,
no dia 4 de novembro de 1860, dona eiravo
mulatos com os nomes e sigoaes seguiras : um
de nome Paulo de 45 aonos de idade pouco mais
cu menos, officul de pedreiro, sapateiro e pti-
mo bolieiro, de tOr alaranjida. cabellos carapi-
nhaa, rosto descarnado, olhos brsncos, naris e
bocea regulares, um pouco secco e de estatura
media, o qual lem dous dedos ds mao direila
aleijtdos de um panarizo, e tem tambem o oeJo
miuimo da mao esquerda com igual o. f--tn, e
cima da sobrancelha de um doa olboa urna cica-
triz, proveniente da um taino, e eulra cicatriz
com um carocinbo cima da mesma, rom um
doa dentea oa frente quebrado,quando le en bria-
aa loroa-sa arrogante. Esa. estrave j foi ar-
rado e ceaaU andar peto Recate, toado sido viato
para as bndas da SoLJeae e Santo Anaro por
algoma pessoas, a quem lem dilo haver-.-e liber-
tado. O outro, de nome Felippe, de cor triguei-
ra, cabellos ceraftiobos, esUlara baixa, ou regu-
lar, bem barbado, um pouco aecco, bem fallante
e cantador, com 30 aaaoa de idade, aoda ligeire
e muilo despachado no servaoo de erizada e fui-
ce, com falta de dentea na freale, eem olhea um
pouco apilombados e capioogoa Quem appre-
hende-loa leve-oa ao dilo eagecho ao a*u aenhur
o tenentfl-cerooel Joan Cavalcanli Ma uncs
Wanderley, que geottressaseeta recempeoaaii.
Escra vi fgido.

Desde o dia 24 de outubro p. p. esti fugio 4o
escravo mulato Joaquim, estatura rogolar, cor
clara, bfgod s e peira, foi escravo do sertio :
quero o pegar leve o a ra da Cruz n. 48. caa
de aea seobor I. A. Burle, que ser reorop*a-
sado. '
Fuglo ro edgenho daa Maltas, comarca do
Cabo, no dia 28 de aetembro de 1861, un. escra-
vo por nomo Jlo, crioulo, vermelho, altura re-
gular, grosso do corpo, espadando, idade de tri-
la a tanto anoos, nretieo-se as malas do enge-
oho do Monte, at qne lbe tiraran urna p>iga
?ue tevava. e rogo que se vio sem ella diz^ro que
artou um quarto mellado com cabellos pelo
e com principio de carregn, e tambem fez um
pequeo rodbo de roupa : desappareceu o cava-
lo a 17 de outabro. Este negro j tem cido pre-
so no Reeife duas vetes, s primeira vez traba-
lhando com urna carrosa, e a segunda vez foi
preso trabalhando em um armazem de assucar
como forro: quem o pegar leve ao engenho ci-
ma, que sari Den recompensado.


(8)
OUMOill
QUARTA
Litteratlira.
em voz de ler se Arme cmbale* t cahe COBO
eorpo lem equilibrio.
c Smenle a certeza pode serric de amparo i
cootcieocia contra oa atsquea daa paitse. Beta
sabemos que ease amparo nem sempre batan-
te forte para defend-1 daquellea tofesot ioimi-
|oi ; a alma a raais bero corapentaMKdos aeus
leverea se deixa levar muitas veatTpfo interes-
se ou pelo prazer : mas se Ihe fafiar a certeza
ero quem se ha de ella apoiar parareel8lr4rl*s?
S*r enlio o au nico oanlo de
movediga di devida. ,>. fce quer Qitjef tria ftf
ser derribada, e rolar por uro ~
aeoio a arSa
^ef Sqp .'
abysrno oai*
que a separar com rapidez crescente da su
(eicBo mafTl/T.'
:ois ao hornera
le (falte ct'j
Jstiitf aq;
do broto e o al
per-
teza.optenuncitK
t o msia sublime;
que o eefloee mui-
ioia de [*."
E* li>eoifeto qu i 'certeza mtfftrt oto-
tereaee supremo e o primalrn lt"'1^ djLii
chodt huatant, quanto evidente q:
de roaaoiencia tomarla no sentido de'que
moa, incompativel com esse ioleresie, e aiteo-
talorit desse direlto.
a Com etlito. s desconbecendo completa ai eo-
K maior parte dos nossos Uitores conhece o
excedente ltvro que o reverendo padre H, Ka-
miere,- da eompanhia de Jesas, nos de- sob o ti-
tule deO Apntioltdo da tupplica : e por, isto \
com prnzer quo hoje aonuntiamoa urna nova' obra d
nornesmo autor, quo salnr a li*z em poneos *'
da, uuultdea egreja'ea ciiiilajao moder-
no. Daremos delta niguas peqaeoos extractos.
liu-aqui em que iermo> o autor expe o tira
o o plano desuVbra:
Aateodei.das da toiiedtda e da egrejs tu-
toism-oos a esperar a prxima, cessaqa dot
ceoniciiis UmenlevTa, de que somos tesiemuohaa
ou nnsiiao i-llas lugar pa receiar un divorciq^
e-da vez mais irrecoticiliavel?Eis urna quesiio
que no preaenls livro nos destinamos a escla-
recer.
c Para resolt-la com pleno coolieciiuenlo de,
causa nio' bastante encarar oa facloa que se
consumara face da aociedade. Essea fados sao
mui las Tetes o resultado de influenciai pats-
geiras, semelhanles ao topro que agita a auperQ/j
ce do ocano tem exercer acgio ela.uma sobre o *
moviruento geral de auas aguas. Nao nosjulga- ,e aseondiges prsenles da natureza tjumana po-
remos autorizados para eraitlir um juizo sobre '!der* g"m perauadir-se de que o hornera est
direcgao que segu a sociedada e obra o termo 00 CM0 de Por si mesmo aquirir a certeza na eda -
que deve attiogir, em quanto nao penetrarlos o de em.quedeva formar-se a aut cooicieidt. Se
amago da queatio, em quaoto nos nao assenho- Credor o tivesse predestinado para por al mes-
mo^ formar a tua crenca, teria posto tai dispo-
sigio auxilios mais poderosos para completar elle
essa obra capital, limado o de obstculos to
grandes como oa que enconlra noa patiodot me-
nos crticos da sua existencia.
c Eotrelaoto nao aeonlece asaim. B' na moci-
dade, no momento solemne em que o hornera
deve esco'her urna cerreira, formar a tua crer.ca,
e fizar o sea futuro, que te T mais violenta-
mente asfaltado pelo* fura coas das paixees, e
meaos esclarecido pela lusincertade urna razao
sahida apenas dat trevas da infanci.
O que teri delle em tima sociodade, onde
i ordena do consideracea reinV oa licencia de negar-so todas atTsrdodet
la demonstrar a realida- ''istoaas. ao que ae chama liberdade de cons-
a; as todenciaa dot ea- a"* ? Infelumente podemos dize-lo : acoote-
cer que ouviodo em torno de si nsquelle mo-
mento solemne mil vozea que se conlradizem,
sotlicitado por mil doutrioa, daa quaes aa mais
funestas sao aquellas que te preparara de brittian
tes adornoa, a incapaz de romper o vu capcioso
que lhe occulla a Ter-lade, oo resistir ao stlra-
ttvo do erro, de accordo com o impulso interior
da paixo.
Ora, para a consciencia o attractivo do erro e
da paixo a peior das serv loes : logo, a lber-
dada de consciencia assira entendida 6 atervido
quasi.inevilaTel da meama conscieocis.
E isto o que nos vemos torca ios a confessar
vista-do estudo que temo* eitda oatureza hu-
mana cora toda a atlenco; e roesmo o simples
exime dos tactos basta para demonstrar as decep-
es que se occultara sob esta palavra pomposa
liberdade de conseieocis.
c Oigamos o que diz um escriptor, de cuja au-
toridade a democracia moderna nao tem razo de
amago da queatao, em quanlo nos'nao assenho-
rearmos daa ideas que exarcem sobre aa almas
urna allraccjio mais poderosa.
< Mas se acharaos que aa ideas so uarmooi-
ssm cora os factos, que as inclinagoes ibiisiveia
que arrasiam os espiritos, da mesmi sorte qoe
as inctinacoes exteriores que fazem mover ot po-
vos, approzimam a sociedade da egreja ; se, por
outro lado, a egreja te not mostrar revestida da
urna fnrr;a tuaior para attrahir a ti a sociedade :
entflo leremos o direilo de prometter a cessagao
das luas funestas que ho at hoje obstado o
progresso da humanidade, para urna poca qua
Dio vena muilo longe.
a D'aqui oascero tres
que deem coocorrer pa
de de nnssaa esperancaa ; a tendencias dot ea-
l'irilos. as tendencias das sociedades, e as ten
dencias da egreja.
No seu primeiro volaras o autor procura de-
monstrar quaes sao aa tendencias doa espirito*,
as ids hoje predominantes ; no segundo quaes
es tendencias das sociedades, os facloa uaiversaet
e persistentes que assigaalam essss tendeocias;
no lerceiro e ultimo qoaes as tendencias da egre-
1. ialo aa verdades quo a egreja eosioa em
oossus das com mais insistencia, aa modifica^oaa
que se operara as suas formas exteriores, e os
meios de sao que ella emprega actualmente de
preferencia para esclarecer e converter oa povos.
O reverendo padre Ramiere demonttra nao s
que as tendencias da sociedade moderna se acham
de harmona com as tendencias da egreja em to-
da a sua legitimidade. como tambera que s a
egreja pode dar sos homeos O s sociedade o
nieio de atiiogirem o fim para quo prosegnem. A
------" -vwudhwii u um pe( a ^yg prUarfCUem. A .------ ~ ^-~ Mu. raviit'tm, ua tuja u-
conclusi que nao pode falhac o accordo entre tr'd'*de a democracia moderna nao tem razao de
egreja e a sociedade moderna, pois que ambas >a,Pe'tar ? elle Mr. de Tocqueville, aquello de
tendem aa mesmo fim. nossos publicistas moderaos que melhor tem co-
DeTemos ranfnasur mu mniu.... M,.;a.. nhecido a doiiocraria.. e nue. man ulai urnrn
DeTemos confessar que parece-nos duvidoia
essa conclusa*. E' muito certo que s egreja t-
mente pode realisar o que ha de verdadeifo e le-
gitimo as ideas e tendencias da sociedade mo-
derna ; pnrm seja-oos permttkido o receio de
que esta sociedade, arrasiada peto liberalismo o
pela revoluQao teoha introduzdo nessas leas e
teudencias alguma couaa de falso o illegiliroo, e
que a egreja ropilla e proscreva oexorarel,
mente.
Submettemos esta duTida ao reverendo padre
R'miere : esludarenros a sua obra com tola a al-
ten?So que reclamara aa questes transcendentes
que sao-ali tratadas, e com todo o respeito de-
Tido foi wtenro sus acabar cora a desintelligeoclaj
que separa de seus irmos um certo numero de
catnoticos bastante aferrados eivilisact moder-
na, e no ardor desse desejo fez-lhes todaa as con-
cesfes que se podem fazer sem renegar os prin-
cipios e sem trahira vsrdade: mas chegado a es-
se limite suspende-se, e nada' capaz de leva-lo
mais avante. E ninguera o duvidar lendo as se-
gutntes paginas extrabidas do capitulo stimo in-
tiiulado-4 effrrj'o e a liberdade de consciencia.
Nao se trata aqui da independencia da cons-
ciencia para com Deut, massim em relacao so-
ciedade.
E issim mesmo, a liberdade de consciencia
ple ter dous sentidos mui difTerentet; pois que
pole significar a liberdade de adherir verdade
ou de combal la.
O primeiro sentido ou a aeepcoo evidente-
mente o mais verdsdeiro. Se a consciencia foi
Cada ao hornero tmente para discernir a verda-
de do erro, o justo do injusto, est claro que o
que mais importa nao encontrar ella obstculo
algum oa indagacao da juslica a da verdade.
Ora, a liberdade de coosciensiai lomada oes-
te sentido to pouco oppost dontrina da egre-
ja que pelo contraro o fructo desaa mesma dou-
trina.
o Porm os oostos adversarios n&oqueremad-
xnittir esta defioiso da liberdade de consciencia.
Ja demonstraram por ventura que era falsa ? Nao.
E como o demonslrariam se a deQoico se origi-
xi da propria idea da consciencia? Has ento
porque a regeilam ? Poique elles sabem perfei-
tamenleque, se a adraittissem, a queatao sobre
liberdade se desenvolvera das obscuridades que
tem feto della um thema facundo para tantas
oeclaiuases.
questao de fado : A egreja possue a verdade. e
exhibe provas manifestas da divindade da sua
mis>ao T Quesiao de que elles procurtm fuxir o
mais que podem.
a Asaim pois no entender dos nossos adversa-
rios a liberdade de consciencia consiste anda
mais no poder de combater a verdade e adherir
ao erro, do que no poder de fugir ao erro e adhe-
rir verdade.
a egreja pode ou nao consentir que a socie-
dade t-oha a aculdade de conceder aos seus
meabros esse poder de atacar a verdade porto-
dos os rreoa que nao perurbem a ordem mata-
'-air iE .eile s 0M0 T6r verdadeiro ponto da
difH uldadee a verdadeira questao em litigio en-
tro os adversarios e os defeosores da egreja..
Quanlo a nos enteodemos que a egrei'a'nao
deve nena pode admittir a liberdade de combaler-
se a verdade.
O primeiro direilo, asrm como a primeira
necessidade da consciencia humana, o conheci-
mento certo dos seus deveres : em quaoto nao
possue essa certeza incapaz de qoalquer nro-
gresso moral ; porque desprorda de forcaem
vea ue camiobar para diante, hesita e retrocede
como um viajor que se tenha perdido na estrada-
IOLETIM
A DAMA DAS PEROL AS
POR
A. DUMAS FILHO.
XXI
(Coniinuaco.)
E.... dir-te-hei ? Sim, porque te proraetli
aer franco, pois bem, preferira ter de amar an-
tes um filbo do marido da duqueza, do que um
Clho meu. laso hade parecer-te singular. Com-
prebende bero, a seria da mitin opiniio. as
iigaces (Ilegitimas, sou forgado aservir-me des-
a palavra, porque por mais que faca, nunca po-
derei. social mente fallando, legitimar a noisa;
O filho nao um resultado esparado, como no
casamento: um accidente potsirel. A ules de
aua existencia, a mi leme-o como orna vorgo-
tiha ; quaodo elle est para nascer ella o T che-
gr como um perigo. Quaodo elle existe, a mae
cao tem mais para ama-lo senlo os ioslioctos da
oatureza, que ouoca se occupa com os ambara-
f os soriaes, o para faze-lo entrar na vida a me
v-se algumas Tezes toreada a abriga-lo sob uma
meotiTa, ou abrr-lho uma porta falsa, como Tae
Xarer a duqueza. Cora as alegras legaes, com
os sodrimentot confessados, as felicitases da fa-
milia, as esperancas do futoro, a santa coramu-
oho do esposo e da esposa no fructo de seu
amor regular, o baplismo moral, fallam a essa
innocente creatura. O remono a o receios mao-
cham esse nascimento como um segundo pecca-
o original. Para o pae, que nem ae quer tem
adesrulpa da flor do parto a oppor i exprobra-
C-a de sua consciencia, qoe deixs for(adameote
que a mulher ctrregue s o peto physico e mo-
() Vide o Diario a. 278.
oto das quaaa fttcVaa sem costar o
da algan aMos para ei, son *
aa Qrmasvaate da vera
vas errot.
ludot ests maito cima da capte
homena, e qaantto mmmn
ao podesaam enUegar i a
claro quo oeste empaoho gasta
aspo.
pralica diaria da sua vid a alo precitas
ideas firmes e robustas sobre Oeus e sobre a na-
" W.'S.lvJi1 *' r^rv^^
Isto me parece sera replica. Entre aa scien-
E lSfl.

i aa attentado aootra
cias aMm
tioao
Bm
sao
jniss^n suag
%at a%iallcwdtlrvl
tOjlo^^OjkaMaM|.o
mtlor oumetax
dade. da aateodarmo-
damonstrar qua a liberdade
'a considerada como princi-
taresses da aociedade ?
i condiclo do progreaso mo-
to a moraltdade dos seus
rasY Ora, aaajdo assima liberdade de qua
da deatruinai^com a certeza a moralidade
das consciencias. abita em" sua base O pdmeiro
elepiento do progreaso social.
Oesetiptor queja temos citado por Teres
fornece-no8 mais um argumento que conduzir
""lima coocluaao :
E' (aeil dff-Ver-te, diz elle, que nao ha so-
cieadaqBe posta praa^rar sem crencu teme-
?att, ou antes quf>jtim ellas posas tubsislrr.
porqaesem idea cuoutiom nao pode taifbem hs-
iatFccio commumoaam aeco comtiWm po-
dem existir homeos, mas nunca um corp
Para que ha ja soetedade, e eotn mais ffll
e naturezs humana, lio entro, todas aa ideas
aquellas que mais convm sejam aubtrahidaa
accao habitual da razo individual, e a respeito
das quaes mais se gaoha do que aa parda reco-
oheceodo-ae uma autoridade. ( Da democracia
Atsim pota as ideas geres relativ.t a Doan para que eaa aociedade'progrda, ralttm da
ItlfiiravM humana ain Ar.lat t^Amm ;41a lnrlisa*> >..!.: i w
todos ot espirito dos cidadaoa vivsm aempre em ,
harmona, e em contacto por algumas idtas prin-
cipaet; a ato aasim nao pode aer emquanto ca-
da um delle oo beber auaa opiniet n'uroa fofl-
le commum, e aao consentir em recebar um cer-
no America, tora 2. prirra parte, cap. 5(1) )! to numero de cren?aa ji adoptadas (Mr de Toe-
Eit-aqui como ot ftetoa sa apreaeotara a* quevilleDa democracia tus America, lom. 1L I.
i proposito. I, cap. II. ]
hecido a domocracia/ji que man uteii sorucos
lhe tem prestado. Oueamo-loque ve elle de-
monstrara necessidade em que se acham os ho-
meos de receber pela f, e das mos da autorida-
de, o uiaior numero de verdades que os* tornam
razoaveis.
f Se o hornera, diz elle, se visse oa obrigacao
de dar a si mesmo a razio de todas aa verdades,
seria um nuaca acabar ; esgotarii as tuaa torgas
em demonstraces preliminares, sera patsar dahi.
Como falta -lhe o tempo, por causa do curto otpt-
go de vida, e tarabem a faculdsde de assim obrar,
por causa da eapbera limitada do teu espirito,
v-se reduzido a ter como cerloa urna muliMo
da ftos e opimes, que nao teve o arbitrio nem
o poder de examinar e verificar por si mesmo,
mas que foram descoberlos por ootros mais ha-
bis, ou adoptados pelo povo.
E' sobre este primeiro alicerce que o hornera
levanta o edificio de seus proprios peosamentos.
Wo a sua vonlada que o lera assim a proce-
der mas a le iolexivel de sua condiccao quo a
iaso oarrasta.
Nao ha philosopho neste mundo por mais sa-
bio que teja que nao creta em um milhio de cou-
sas sob a f de outrera.e que naosuppobhi mui-
to maioroumero de verdades, do que aquellas
que lera eslabelecido. Isto nao tmenle noces-
sario. tambera para desejar-se.
Um hornera que empreheadesse a tarea de
tudo examinar por ai mesmo, empregaria mui
pouco tempo e atlenso a cad cousa de per si :
esse trabalhoter-lhs-hia o espirito n'uma perpe-
tua agitago, que o impedera de penetrar com
fundamento ero alguma verdade, e fixar-ae com
solidez em alguma carteza. (Da Democracia
Americana, por Alexis de Tocqueville, tom. II,
c 2 )o
Ora, ae o homem v-se na necessidade de
crer antes do raciocinar naquellas questes que
sao da competencia exclusiva da razio, porque
nao ser raaior essa necessidade as materias e
assumptos religiosos, que sio objeoto proprio da
f, e respeito das qoaes a raziu da mor parte
dos homens incapaz de rhegar por si mesms ao
gru de certeza? Oucimos o qua dizaioda a este
respeito Mr. de Tocqueville :
< Quasi que nio ha um s ponto de aeco hu-
mana, por muito particular que ae suppooha, que
nao tenha proveniencia de uma idea bastante ge-
ral que os homens teem concebido de Deus, de
suas ralaces cora o genero humano, da oatureza
da alma, e dos deveres do homem para com ot
seus semelhantes. Ninguera pode negar que taes
idaa tejara a origem commum de onde dimana
todaa as outras.
Os homeos por conseguate teem grande in-
teresse era formar ideas bem flxas i respeito de
Deas, de suas almas, de seus deveres geraes para
com o Creador e para cora oa aeus semelhantes :
porquanto a duvida neste primeiro ponto [aria ir
ao acaso todas as auas aeses, e os oondemnaria
de alguma sorte desordena, e impotencia.
a E' essa, pertanlo, a materia aobre a qual
convm que eada um de na forme ideas bem se-
guras ; e infelizmente sobre ella que cala ora
entregue a si mesmo e ao extorco de sua razao
menos procura firmaras suas ideas.
a Nao ha espirito por mais livre que esteja das
preoccapacoes ordinarias da vida, por mais pe-
netrante, perspicaz e exercido, que po3sa ir de
encontr a easas verdades tio oecessarias, anda
que teoha por si o auxilio 4e bastante tempo e
cuidados.
a Vemos mais que os proprios philosophos se
veem quasi sempre rodeados de incertezas ; que
a cada passo a luz natural que os guia se obscu-
rece, e ameaca extinguir-se ; e que, apezar de
lodos os exforco*, apenaf coaseguiram descobrir
um pequeo numero de noedes contradictorias,
ral de uma falta que muito mais delle do que
dessa mulher, nio v muitas vetes do {nas-
cimento deaae filho se cao a liberdade da mi e
raras vezes ao saber a noticia desse nascimento,
umsenlimento novo e verddeuameote puro des-
pert em sua alma, principalmente quando.eomo
eu, moco e suas paixdes vlrazes anda lm
mullo caminho a andar antes de detcancarem nos
tranquillos seatimentos da segunda metade da
Tda. Nao desejou ser pae, nio est prorapto
para se-lo e oem sabe te lo. Para que ame aeu
ulho, necessario que este tenha nascido nio
de um acaso dos seus sentidos, necessario que
o filho partecipe directamente de aua alma pelo
desejo que o pai teve de te-lo. Digamo-lo, pois
em louvor dts instancitt leaes da sociedade a
paternidade nao pode ser agradavel, feliz e til
senio qmndo legitima. S se pae quand j
ente que nos deve o ter, poje publlcsmenle cha-
mar-nos pae.
Parlilhas certamente easas ideas, e deves
comprehender agora, que corno ha pouco te di-
zia, ease filho que meu, sem que eu potsa ser
seu pae, em vez de me ligar mait slidamente
i duqueza, ler-me-hia ao contrario afaatado del-
la, ae, afattando-me tempo, e ae o duque, ma-
rido verdadefro, e de nada autpeilaodo, podease
o filho nascer em condicoes ordinarias. O se-
gredo s teria sido conhecido por Aooette e por
mira, e nenhura de nos o teria trahido. Quintos
filhos nascem assira I Eu teria amado baatanle i
esse para nunca mais v-lo. A* que singulares
sublilezas podem certas stluscoes constrauger o
ooaso corago, e como um amor serlo pode aer
levado i s se manifestar por provas negativa !
Essa traosaccio roytteriosa impossivel I Tu-
ve lugar um escndalo ; Aooele fez uma coofia-
tio, a verdade conhecida. O que devo fazer ?
O que ettou fazendo ; soiTrer aa coasaqueociat
doa acontecimentos com tanto maior facildade,
quaoto era o que quera o mau corarlo : maa,
sotXrendo-aa, devo al o fim tentar concilia-laa
com a reputscio da duqueza,nesmo em delrimen-
espirito, que ae nao deixa cegar de
a Deixaado de parte oa racioelnioa, pegunta-
remos aos notaos adversarios : para quanlos ho-
mens existe realmente a liberdade de conscien-
cia Para quantoa ella pettivel ? Admitamos
que o seja para alguos: a imrens maioria te
v obrigtda a aceitar bora ou mi grado a eos
crenca ou iacredulidade ds autoridade dos outrs:
as sociedades aristocraliess a aceitar da auto-
ridade dos horneas eminentes, as sociedades de-
mocrticasda autoridade da multidao : maa ha-
veri aempre uma autoridade. A nica liberdade
que etti ao alcance dos homens d mudar d
jago; porm nunca a de serm livres: porquan-
to elles pastaran de orna dnotrna i ontra, con*
forme aa exterioridad) sed acto re* que coda Mar
apresentar-mas constituirem-le Juizes da ques-
tao fundamental, e pronunciaren do alto da tri-
buna da sua liberdade uma seutenga exactaisso
oio, que ellas nio podem.
a _E teoio atteodam bem pira isto: a demo-
craciamalafaroravel, ao que parece, aos outrot
gneros da liberdade nio favorece de aorta algu-
ma a liberdade intelleclual: e o mesmo que
Mr. de Tocqueville conclae daquillo que preaen-
ciou os Estados-etdos.
A autoridade intelleclual, diz elle, ser dif-
iranle as sociedades democrticas, mas nem
por iaso ha de ser menor; e looge de acreditar
na sua desapparicoo, ao contrario ioCino-md
muito a crer aa aua prosperdade, de modo qoe
depois de vencer os obstculos, que oatr'ora lhe
impuuhara hooaona e classes,- o espirito humano
seguir estrictamente a vootade geral do nume-
ro maior.
c Eit por cooseguiote qual a condicio verda-
deira do homem : qualquer que Seja a energa ra-
dical de aua razio, elle nao potsuero tempo e os
meios de attiogir por si mesmo i todas as verda-
des, especialmente aquellas que sao mais io-
dispensaveis i sua vida moral.
c Somanta pela porta da T ple o homem sa-
hir da ignorancia, somonte soffrendo o jugo da au-
toridade pode elle conquistar a aua liberdade in-
lellectual.
lias qual ser essa autoridade? Se tate uma
autoridade humana, seria fallivel; se foste falli-
vel, poderia ioduzir o homem ao erro; a otate
caao seria iosufBciente para dar lhe a verdadeira
certeza.
c Polemosj fazer uma idea exacta da liber-
dade de consciencia forado egreja: uma bar-
quinha sea leme vogando descripqio entre o
abysrno ds ignorancia, o escolho dos'erro, o aa
tempestades da duvida.
E quererem-me persuadir auec ella para a
razo humana q Ideal da pereicao l E pretende-
rem que a egreja, mi das almas, desej para
seus' ti,1 hos esse ideal vergonhoso I No. oio as-
sim : juro-o pela sabedoria do meu Creador, e
pela digoidide d roinha natureza I Nio essa a
liberdade que ambiciono.
a A verdadeira liberdade da mlnha eonsciencia
a faculdade de fazer o bem aem obstculo, e
portaoto a faculdade de coohec-lo tem errar, e
nao a liberdade de escolher por mioha intelligeo-
ca entre o erro e a duvida, e por minha vootade
entre as differentes paixes aquella que me ha
de escravisar.
Se a autoridade rae necessaria, Deus nao
rae recusar a sua autoridade ; pois a nica da
que tenho necessidade aquella em que po*
crer aem hesitar: Ora nenhuma outra autoridade
existe, seuau a da Deus, a que posta eu preatar
uma crenca certa naquillo que diz respeito ao
mesmo Deus. Logo a autoridade de Deut o at-
eo apoio da mioha liberdade moral.
< O que potto concluir da natureza dat cousas,
e da idea que fago da bondade divina, aaulllo
mesmo que a historia com o seu irrecusavel les-
lemunbo.
A autoridade de Deas se maoifeatou no mun-
do, e perpetua-se na egreja; forma todas at coas-
ciencias, desmascara todos os erros, esclarece o
homemmogo ou velho, sabio ou ignorante :
pois ella a grande protectora da liberdade das
conscieoeias.
A ponteo se poderdes um povo s que possua
essa liberdade inda que na apparencia, e que
nao a bouvease daquelta autoridade.
Vele o jugo aullante que padecen tolos os
povos infieis, que te nao deixaram libertar por
ellas; vele os sonhos absurdos e iocriveis das
nages herticas que derrbaram a aua autorida-
de; o conclu daqui que tudo o que favorece a
sus sccio favorece a liberdade, e que todo o
(1) Aquella pessoa que se quizer dar ao iraba-
Ihode confrontar o que diz aqui Mr. de Tocque-
ville com a argumentaco com que S. Tbomaz
demonstra a necessidade da revelagao quer no
summartotheologleo ( l* parte, perg. 1\ art. Io)
quemo summario philosoptiico (liv. 1, cap. 4 e
6. Vide o appendicsn. VIII,) aOmirar-ae-ha da
conformidade perfeita de doutrina, e at meamo
de identidide de lioguagem. Entretanto os dous
autores mirara um ponto de vlata bem diverao
um do outra: S. Thomaz tem em vieta a de-
monstragio da doatrina catholica ; Mr. de Toc-
queville, que est anda muito longe do ponto a
qaa devo chegar mais tarde, colloca-se oa posi-
cao da observador imparcial, e nio tem outro
cuidado senio contestar os fados e as necessida-
des snciaes : mas elle sincero, e a sua tinceri-
dade o torga a demonstrar apeztr sen a necessi-
dade de uma autoridade religiosa eslabeleeida de
Deus. Essa demonslragio laoto mais conclu-
denle qoanto o autor menos aa apresta em con-
cluir.
A sommunidade de crepg* portsnto de su-
premo ioteresse para a sociedade, pois que dahi
somonte pode resultar essa cdmmuoidade de aegio
qaje a propria esaencia da tociedade. a origem
ua sua forg, e o principio de todos os seus pro-
gressos. Sa Daua nao ti'taso por al mesmo favo-,
recido aos homens essas crengat, te nio houves-
te ettabelecidduma autoridade que fosse dellas
o depotito, a sociedada devana prehencher easa
lacuna, e o poderia fazer, aasim como provr a
cooservagiodss verdades que lhe servera de base.
Masquem nio v otrabalho qoe teria ella em
defender ossas verdades contra o* ataques da du-
vida ?
c Jditiemosi autoridade do homem euen-
cialmenle lallivel, tambera essencUlaenie ioco-
paz de impr a outrem o que este outrem deve
crer, especialmente emrelagio s coosas sobre-
humanas, fundamento necessario dos deveres so-
ciaes. IT sobretodo i respeito de attumpto to
importante que podemos dizer com M da Tec-
quevilleque aquelle que acolhe urna opinio
aob palavra de outrem escravjsa o aeu espirito
mas ae essa palavra puramente humana, diffi-
ctl se torna acreaeentar como elleque uma sa-
lular eacravidao que permita fazar-ao bora uso
da liberdadee ento tudo o que poderiamos di -
zer que essa escravidio necessaria e iodis-
peosavel conservago da sociedade.
Gragas porm i bondade diviaa nao chega-
mos anda ao ponto de optar eotre a destruido
da aociedade e a destruigio da liberdade intellec-
lual as cousas moraes a religiosas. A egreja
dando-nos a conhecer ctfm certeza o que Deua
lhe rovellou garante ao mesmo tempo todos os
interesset: o ioteresse da liberdade,porque forne-
ceado-nos crengaa certasofterece-nos na sua histo-
ria e na sus existencia as provas mais manifestas
da verdade com que falla ; o ioteresse da soce-
de, porque a sus autoridade goveroaodo com
igualdade a todos os homeos colloca cima dos
seus ataques essas crengat communs sem as quaes
a sociedade nio pode subsistir.
< Aasim que Deut retolvea este problema
insniuvel. llavera quem negu aer semeihante
solugo tio vaotajosa para a sociedade, quioglo-
riota para a liberdade humana ? S o poder
oegar quem quizer fechar os olhos evidencia.
Tal necessidade de uma autoridade dogmtica
para fizar as crejigas communs tio manifeela
quo os maia sabios legisladores se julgaram an-
loritados a substiiui-la por fraudea aa aua au-
sencia : e quanlo Deusvo-la fornece, quanlo vos
mottra a sua verdade e immeosa utilidade aocial
por uma existencia de deso vilisaco moderna que obra sua, tuppoodes que'
nada mais vantajoso podis fazer em favor da
sociedade do que entrega-la aos ataques da pai-
xo o da incredulidad* ? Anda mais queris ar-
rasta-la aps vastos paseos, declaraodo que essa
licenga de destruir os fundamentos divinos da
sociedade o ideal da perfeigao social I
a Por pouca que aeja a vossa boa f nao podis
negaro que queris que a egreja se desminta
a si mesma, abdique a aua divina missio e o po-
der que retobea do Todo Poderoso para dar a cer-
teza sos homens. Se o que queris, dizei-o
frsncamente para que saibamos com que armas
vos devoraos combater: se porm nao queris
recusar egreja o direilo de afllrmar que s do
Cea receueu u dapusiUi completo da verdade mo-
ral e religioaa, por merc nao levis a mal que
alia afQrme tambem aer a conservago daaaa
verdade a primeira de todas as necessidades so-
ciaes I.
Por consequencia podaremos eitabelecer co-
mo principio que a egreja nao ple admittir a li-
erdade de atacar a sua doatrina : nao o podo
porque seria lsso trshir os direilos da consciencia
de que guirda fiel : oio o pode porque seria
issocompromaiter o interessa o supramo da so-
ciedade de que protectora, e porque seria des-
mentir-se a si propria, ou antes desmentir o seu
divino fundador; nio o pode porque seria isso re-
conhecer que o erro e a verdade sio cousas in-
dirJerentes ; e finalmente porque seria por o ideal
da ordem na legaliaegat da desordena, isto .n'um
estado de cousas em que as trevas do abysrno
teem plena liberdade para interporem-ae eotre a
ialelligencia e a luz do cu, am qoe o veneno do
erro, adubado com todas as temperas da paitio,
offereco-se ao apetite em voz do pao da verdade.
Nao ; a egreja nao pode recoohecer essa ideal :
ella quer a liberdade das almas, e eis porque re-
pelle com tolas as forgas a liberdade de escravi-
sa-las.
< Eis tambero porque, quando a sociedade mo-
derna illudida por sohismas do secuto confunde
essas cousastio differentes entre ai como o dia
da ooile, a egreja se v obngada a pralrcar a
respeito da sociedade do mesmo modo que uma
mae a respeito de um filho que rahiase em falta :
v-se obrigada a combater o erro anda com o
riaeo de desagradar, o a repellir em no rae da
verdadeira liberdade de couseiencia a liberdade
do erro que se osteala aob esse titulo.
Nao nos venbam pois dizer que a egreja re-
cusando admittir como principio a liberdade de
conscieneia fornece armas cootra si mesma, e
justifica as peraeguigoes que lera soffrido da par-
te das potencias inflis ou herticas. Para que
tivesse alguna valor semeihante observagio, seria
preciso que se desse orna destas duas causas: ou
ae estabelecesse como principio que a verdade
nao tem maia direilos do que o euo i adhesio
das intelligencias, au se demonstrassa como tacto
qoe a egreja catholica nio di mais provas da sua
divindade de que as teitss creadas pelos homens I
ou oa callea idotatraa. Proveaa-ooa iota, e tan- (
fesasr-nos hemos vencidos.
Realmente ero teria o direilo da perseguir
oachriatiot, aa ao lhe demonsirasse que a honra
da diviodade. e a digoidade da alma humana
exigan qua ella lomaste contra o Evangelho a
defeza do culto de Ygnbs. deosa da impudicicia,
e de Mercurio, deus do latrocinio: maa quem
ousaria sustentar semelhane ehormidade ?
Quanlo aos poderea terticos lemo qutrd
resposla. O principio sobre que se apoiam ases
poderes os.pe n impossiblliJale de perseguir
aegreja^ amenos que quqiram caihir amis
flagranlecootradicao. E' com eltuito manifest que
nao reeeberam de Deua delegaco alguma especial
para interpretar authenllcamoote a sua [ei; ioda
a sua autoridade nao pode provirteniodoEvaoge-
Iho interpretado pelo juizo privado. Ora, tendo
assim com que ir eit o podem prohibir ao catho-
lico que interprete tambem o Evaogelho aua
manera 7 Por ventura a aua tnterprelagio nio
aerla fio raeoavel Como a do sotiniano que no
mesmo Bvengelho v a negagto da Trlodade, e
do araao que ali contra aer o Vareo de Deua
ama pura creatura ?*
Como pois podriara, sem ae ternarem cul-
pados da mait bradante injustigof recusar ao
catholico, que entende o Evangeiho segundo a
tradigio recebida de esenptorea toopiradot. a
liberdade qua conoodem aos dogmatitadovea te-
merarios que aiysram at doutrinas que entinara
coaferme oa eu ctprichot ? Qual a lgica
qua torca a enreja a admittir esta eonsequencia,
quando recusa ella arbdicar a toa divina
missio ?
Paramos aqui por hoje. Em outra oeeasiio
citaremos mais aguns pedagos das paginas que
se seguem, as quaes o reverendo padre Ramiere
explica mui claramente em qoe aentido e em que
limites, em que tempoa ou paizea ae pode aJtnit-
Ur o que o liaeaalismo cbama tio impropriamen-
teliberdade de consciencia.
I Pe Lac.
( aTtonaV5aii>eira. ]
Variedades.
lentim foram naturalmente reunidas e transporta -
da. polo mnmo mogo. r*T*
v'J"1 Pjoaoto para estas eenhoru, pediu
Valefctim tnttanf na hotel, a um quarlo para
II
J tlrrhi ptssado a hora da mest redobda ;
chegadoV*8 ma p*q,,en* cuberl M" s racem-
mSSIr ^m?oos*' Sra. d*Orgemont e m.de-
maiaotl Cjrpnana esta.am n'bm retto do toilette
para o qn* tuiham pedido cinco minutos, por
Km' 104 8peU,S durar5in lre quarloa de
Valeolim conlerila,ra-se com urna escovadella e
um penleadeila. depois do que fralou de fazer
provisao de aventuras msritimas. e correo E
vamente icoprar aolivreiro vixioho a i/iitort>
doe na%frag\oi "*
Jaiitou-se para bem dizer em familia. A re-
fegao foi divertida, convenientemente tcompa-
nhado de chistes e bordoaox, com o canho deste
deue-que-v parisiense que nio exclne a de-
cencia, ff
A' tarde, quando o calor declina e os Italianos
teem a boa lembranga de te levantaren!, euca-
minhou-te para a praia.
Ah 1 quio Uella a ooile oas ondas ador-
mecidas! poe-se exclamar mademoiselle Cv-
pnaoa ; quanlo gasto de ver estes balis de pesca
que o mar embalaoga como uma creanga no ber-
CO.e cojas braocas velas fluctuara merc d'uma
briza expirante I Quaoto me apuz ver aa estrel-
las bnlharem oa superflefe das vagas como ou-
tras laBlit leolejoulat d'ouro cahidat do c6a!..
quanto me agrada osurdo e melanclico murmu-
rio do Ocano adormecido I... quaoto amo estas
magestosas harmonas do mar e doacusl...
Ahi tamoa Cypnaoa em ua de seus acces-
sot de xtasis potico, diz sorrindo a Sra. d'Or-
geroont; imagine, Sr. Valentim, que ana alma
como urna harpa eolia, vibrando ao menor aopro
qua vera desliser-lhe aacordaa.
E' isto ara dom precioso, embora muitas
veze. .tal, dfz 0 mancebo, qu'e Deus o"org
is melhoros naturezas.
to de alguns dot meas olereases. Ora, s urna
pessoa pode salvar e conciliar todo, o pae. Po-
lo contra nos perder-nos. Podia eu arrtsUr Ao-
nelle a desobedecer ao nico auxiliar que tem"?
Fallar de sua fraqueza ; porern essa fraquez,
inherente alera disso i sua qualidade de mulher,
nao teria por ventura uma desculpa no imprevis-
to da lula a sustentar, na execueio doa meios,
na impossbilidade da resistenda, na ausencia
de lodo o aonselho, de lodo o apolo, de todo o
defensor ? Essa desculpa Ji nio existir quando
ella tiver ao p de si um sustentculo legal, um
protector natural, uma affeigio toda sua ese em
circumstanciasdifTerentes, previstas e preparadas
por ellt mesma, essa fraqueza se manifestasse de
novo, torqne decididamente nao me ama ; en-
tao eu esrSria livre, e aeria o primeiro a romper
cora um amor indigno do meu.
Disse a mim mesmo ludo Isso ; escrevi
Aonette, jorou-rae anda que eu podia contar
com a aua promease, e aatorisei-a a partir, cum-
qunto eu nao a podesse acorapanhar. A em-
baixada d Autlria em Dresde recusou visar o
meu pasaporte para Vienna porque nao tioha o
valo da embaixada de Paria. Era o que eu li-
nhs previsto. Dirig roe ao nosso embaixidor
que niosomente nada pode sso rpapeito, mas
que pareceu-me detconfiar das verdadei/as ra-
soes da mioha viagem. Nao havi portaoto meio
de insistir ; AnneUe anda nao liohe partido ; in-
formei-a desae incidente. Eutio escreveu-me
ella : Venha at a ultima cidade da fronteira
e quando eu estiver em Vienoa, e a chegada de
meo pae me tiver tornado livre, al que eu pos-
sa partir livremente para Frang, eu acbarel
meio de faze-lo eotrar o'Aastria, ou virei v-lo
de vez em quaodo ; em todo o caso estaremos
mais perlo uro do outro do que se vost Qcasse
aqui, e eu quero estar separada de voss o me-
nos posairel.
t Consent e vi-a partir. Ali. tive um grande
apeno de coragio, confesso I Nio podia ser de ou-
tro modo not ptimeiros momentos de costa sepa-
ragio, principalmente qaando me t s, no ver-
da deiro deserto em que prora etti espara-la. Foi
na primeira noite que aqui fiquei que compre-
hendi quanto era doce, e que tive saudades
da nossa correspondencia iovisivel de Dresde, e
dessa janella o'oode todas as noites me desca
uma carta, uma palavra, uma alegra. Ea eslava
todo admirado de aentir meu coragio preao ease
hotel de Saxe, em torno do qual passei os nicos
momentos felizes de minha viagem. Que lugar
oceupam certos sitios e certos objectos inanima-
dos as nossaa sffeigdes, pela recordago quo a
ella liga s ventura perdida, de que eram o terreno
e os contldentea. Julgaei, no primeiro da em
que aqui fiquei. que nio poderia resistir ao dese-
jo de voltsr Dresde, smente para fazer uma
romaria i essa janella. Sinto aympathia at pelo
homem do gaz. Teve seo papel nessa porgio de
mioha vida ; bastante, eu quizera sem-lo. Tu-
do o que ae liga directa ou indirectamente ao meu
amor por Aonette torna-ae-rae sagrado. Qua
Deua proteja aquelle ou aquella que habita agora
em Dresde o quarlo que ella habilava I
a Emflra a razio readquiriu os aeus direilos, o
eu mesmo me convenc que era melhor para ella
e para mim nio eslarmos juntos aa cidaJe em
que seu pae vae encontra-la. A eaue Ilegitima
e viva da aeparagio nio deve estar muito porto
dat razos juilas que ella vae fazer valer. O re-
verso da medalha, se fosse conhecido.-seria de
-mu effeito. Conaolo-me um pouco com essa re-
flexio, depoia ji recebi uma carta em que ella
apenas me aonuocia a chegada de aeu pae. E'
dizer tudo realmente. Hoje ou amanhia, outros
deulhes chegarao aem duvida. No entaoto aqui
tico pelo menoa por una quinze dias. Se ella vier
ver-me aqui duas ou trea vezes, como me pro-
aelteu, o tempo nio me parecer longo, se tiver
ease lempo completamente a, nio aer l couaa
muito alegre. Restar-me-hio suas csrtas, por-
que, em todo o caao, ella ha deescrever-me to-
dos os dias. Da mais, s me restara qualorze dias,
porque um ji li te foi. Oh o coragio que espera
i lima aetualidade.
TENHAM I CIVILIDADE VIAJANDO!.
Trouville, agosto da 1861.
( Continaagio. J
Valentim trazia uro chapeo pequeo de copa
bixa e de abas halas, uma camisa da liatraa
aznes, ama grvala de folar com lago. Alem
disso, suas fices, morenas baatanle, manifestavam
a intengo, bem mal justificada, de empaveza-
rera-se de sutataa i Soubise ; se bero que, se-
rai-maritimo por seus appendicea. quiz entre-
gar-so ao ionoceote prazer de fazer de Joio Bar
por algum tempo.
Qae de melhor i Tazer qasndo aa est embar-
cado ?
Sim, minha aenhora, responden, marinhei-
ro de raga, que volta da India.
Tnha-oadvnhado, redarguio graciosamen-
te a senhora o'Orgemoot. Os martimos teem
um nio sai que de leal, de sympalhico, que logo
se reconhece.
Nessa occaaiio, Valentim applicava-se caval-
leiramente aspirar pelas ventas o fumo do ci-
garro ; mas veio-lhe uma toaae violenta que dis-
pensou-o de responder.
O senhor deve ter viito muitoa paizea, dit-
ae anda a aenhora d'Oritemont.
Todos I retorqeio Valentim.
Isto tudo I diz a joven com um aorriso.
Cypritna, inquerio a miezinha. dirgindo-se
a filha. nio acbat que o senhor d ares de teu
primo Jorge.
R-*gra geral : desconfiae das mulheres providas
de primos Jorges, e que, cahindo das nuvens em
plens Mancha, as ondas engaadoras, preten-
dere queima-roupa que sejais em tudo pareci-
do com os desconhecidos qoe ellas conhecam.
O senhor mais alto, observa Cypriana.
K mais secco, accrescentou a mi.
E mais trigueiro, replieou a filha.
Por pouco que differencemos anda um pou-
co nisto ou naqnillo, acodio Valentim, a pare-
ceoga, quaoto i mim, aioda nio rigorosamente
exacta.
Quera to sement fallar da phisioooma,
diz a senhora d'Orgemont.
Oh I a phisioooma diz anda madamesella
Cypriana, requebrando para o co seos olbos
azues celeales ; a physionomia tudo I A" meu
ver, a belleza sem exprossio nio passa de ama
impostura.
Tambem, o senhor bem joveo ainda. ac-
crescentou a senhora d'Orgemont, mas como ji
se lhe divisa na pbtsionomia a roaturidade das
viegens. o habito dos perigos, o saogae fri do
homem de mar I
Valentim deixava coroportar-se como prncipe.
Refera a ceremonia do bom homem Tropiee, a
histoiia dos fogos-fatuos e a do pillo exaltado,
que uvera o prazer de ler na SaJumondra de
Eugemo-Sue, n'uai dia em qae hsvia muito que
fazer no mioisierio. Entretanto urna cousa in-
commodaTa-o; promovido s fuaegea de eagoula
por mademoiselle Cypriana, que tioha em horror
o alcalrio, o pobre rapaz julgeva-ae obrigado
acender cigarros to bre cigarroa, i ponto de aen-
tir o estomago remexer-lbe um pouco.
Por um momento veiu-lhe lembranga o dea-
cer i cmara para beber um copo d'agua. porm
o amor proprio e alm disso o balango do barco
fez o nosso homem torear atirar-te no assenlo
dobradigo, pallido como uma mortalha.
Emflra o barco atracou no caes de Trourlle ;
os navegadores saltaram em ierra.
Senhor, diz a Sra. d'Orgemont- Valentim,
mal posso suster-me ; minha pernas abaodo-
nam-me... Estar o senhor em estado dedar-me
o brego?
E* o cu que inspira-lhe esta idea, pensoa
Valentim..... sinto que custaria algum tanto
para andar s..... Escorar-nos-hemos mutua-
mente.
Cypriana lamentava ter sido to curio o tra-
jelo ; teu olhar significava : Pois que 1 apar-
tarmo-nosjl
Par que hotel faz o senhor tengao de ir?
pergunlou a Sra. d'Orgemont ao mancebo em
quaoto desembarcavsm-lbe as bagageos.
Para o primeiro que se apresentar, miaba
aenhora.
E' tambem para ahi que na vamos.
Ot bahus dasdaaa viajantes e a mala de Va-
dia a mae aorrindo com indul-
Sim, um dom fatal, prosague Cypriaoa t-
rou-me a palavra da bocea ; quizera ar.par to-
do o mundo uma cousa qualquer qae nio pense
urna flor, ama arvore, um passaro, voar no
ar ou Oorescer oa borda d'um regato.
Um passaro, nio digo eu, replicn Valen-
tim, volta ao nioho quaodo bem lhe parece -
mas urna flor, parece-me isso bem immovel e
isolado. E quando o sol ae pe. faca idea como
nao tica triste...
O senhor tem estado om toda parte, nao ?
perguntou bruscamente a joveu.
Sim, minha aenhora.
No Oriente tarabem ?
Necessaria mente, pois que...
Poja bem I falle-me do Oriente, deate es-
plendido paiz, desta cidade d'ouro e de sol que
se chama Constantinopli : cidade dos Kiosques
verdes e vermelho. das bacas de marmore cheias
d uma agu lmpida e perfumada, das frescas
sombras de sycomoros. Estar em harmona
tom minha disposigio de espirito desla tarde.
Louca
gencia.
Minha senhora replica Valeolim, receio que
lagaes uma falsa idea sobre Constantinopla. De
minha parte, apenas li vi muitoa caes, lama ou
po, conforme a eatagio, ruaa onde tres homens
nac poderiam andar de frente, e que preciso
escalar tanto sua rampa escarpada.
Ah I diz a joTen com entono, o senhor ir-
rila-me I... O aenhor maltrata meu Oriente I
Z~ CyPria,u. "e Ciro aojo, contina a Sra.
d rgemont com tom de reprehensao, tos tos
descuidaes... Meu senhor, pego-lhe que detcol-
pe-a... E nervoso.
Como pois, mioha senhora, porm pelo con-
trario... replieou apatetadamente Valentim.
. "r um nada ea seria capaz de chorar.....
Preciso correr, aspirar o ar quanto me for poasi-
vel, prosegue o cero aojo lomando aeu vo para
o mar, na areia macia da praia.
Meu senhor. pego-lhe por tudo quanto ha!
exclama a Sra. d'Orgemont, siga-a; lome senti-
do nella I esta menina me ha de malar 1
Cypriana ji eslava longe quando Valentim al-
cangou-a. Oa bulhas daa oodss franjavam-lhe
de escuma o bico dos borzeguins.
Mioha senhora, pondera o mancebo, Vine,
inquieta a senhora sua mi.
Eu acho que O Ocano attrshe como o abys-
rno ed& Tertigem, contina o caro aojo ; iiso d
vontade de ir procurar no fondo da immensidade
a expresso desse enigma que se chama morte
O senhor sane nadar f
Ai I nio, minha senhora
ritimos saibam nadar.
raro que os ma-
uma alegra sabe calcular al os minutos que della
a separara.
a Agora pergunlar-me-baa porque tenho ainda
quinzo dias a esperar, a o que impede a duqueza,
estando o pae com ella.devendo leva-la eomsigo,
de vollar immediatameole. Em primeiro lugar,
era necessario admittir que ease pae, que che
la dos Estados-Unidos, que s esteva muito pou-
co tempe em Fraoga, qua poz-ae immediatameole
i caminho, que velho, que nio tem visto a filha
muito tempo, ha de precisar deaeanear i aeu
lado, e oio ae oceupar apena chegue, dot ne-
gocios que o fizoram vir. Ella meamo ha de ter
necessidade de certas transaeges prepralas, de
certas consideragoes, de uma certa gradacao para
lhe contar utilmente toda a verdade, ae por aca-
so, elle nio ceder immediatameole ie ratea
que ella lhe dr. Por outro lado, o duque ae de-
fender o melhor poaaivel; Aonette est cer'a da
victoria, porm aioda haveri lata, e para re-
peuso do pae, para as confidencias da nlha, pera
os meios a ora pregar, para a lula a sustentar, para
as dspo3igoBa a tomar, para o tempo moral in-
dispensaTel i semeihante acooteeiraenlo, nio ao
de mait quioze das. De resto, foi Annelto sempre
quem Oxou a poca na ultima carta que too es-
creveu em Dresde, quando soube que eu oio po-
dia acompaoha-la Vienoa. Espera-rae quinze
dias ns fronteira, disse-me ella ; o ultimo sa-
crificio que lhe pego, e no decimo-quioto acn-
tela o que acontecer, estaremos reunidos. Se en
faltar i minha palavra, que eu aeja amaldigoada
por meu pae e desprezada por voc.
c Hoje aio seis de malo ; ella deve estar aqui
no dia viole ; e para dar-te uma prova da energa
e do orgulhe que rae recomraendaa, se no dia 20
ella nio tiver chegado, oo di 21 pela mauhia
parto para Fraoga, aem parar um minuto oo ca-
minho. E' dizer-te quo confio em sua palavra.
Al eolio, ji que as cartas nio levam seoo qua-
tro dias para irem d'aqui i Pars e quatro dias;
para voltarem, escreve-me. Di-me noticias de
~ Tanto peior, o senhor langar-se-hia atraz
de mim, reconduzir-me-hia para a praia, chema-
lo-hiam meu aalvador.dar-lhe-hiam teivez uma
medalha ; nio passaria tudo isso d'uma pura bes-
lidade, porm polo meos seria emogio. Picar
por tanto para uma outra vez.
_ Prefiro iato, disse Valentim com seus bo-
toes.
Depois bem alto :
Na verdade, minha senhora, lera Vmr. ideas
dessas ?
f .~..Ab 'A'" ter id4as. deve ser a verdadeira
felicldaie? Sou feliz,senhor, sois?
llinha senhora, conforme ; a felicidade...
Sim, sei o que ue me dizer.
Leve me o diabo se eu mesmo o sei. diz
eomsigo Valentim.
Ora ahi tem, se o seohor aproveitir esle
rato de la para apaohar-me moriscos?
O mancebo estendeu sea lengo na areia e
lomou como obrigagao de ahi reunir um museu
completo decoochyologla.
Cypriana atacou brilhantemente urna serie de
gammas todas mais chroataticas urnas que ou-
tra.
Ei-la cantan lo agora, pensoa Valeolim ;
grande creatura esquipalica I
O senhor musico? perguntou a joven, pa-
rando immediataraeute no meio d'um trinado.
Muito pouco, minha senhora.
Que instrumento ?
Eu soa chapeo chioez na guarda nacional.
Chioez I oa guarda nacional! e martimo I
Pois ha guardas nacionaes na marinha? E bor-
do de que navio o aenhor chapeo ehinez, quero
[Continuarse-ha.)
13.
tornara inteiramante egosta, e desejo saber que
todos vocea sio felizes, e depois preciso de algu-
mas distraegoes, porque o que me rodela nao l
muito alegre. Nao creio que te potta encontrar
um paiz maia ainislro do que aquelle que estou
coodemnado. E' verdade que eu j sabia que
havia de encontrar quaodo vim. Tinham-me pre-
venido. Em Breslau, ultima cidade habitavel que
atravessei, achei-me i mes, no hotel em que
jantava, ao lado de am homem de aeus cincoenta
anoos, acorapaohado de seu filbo, de edade de
olio annos pouco mais oa meaos. S estovamos
os tres na tala. O pae e o filho fallavam fran-
jea ; n'um instante travai conversa com elles.
rallar rancez com um Francs, era couaa que ha
muito tempo nao ma aconteca. Nos mancebos
muitas vezes rimos ds palsvra patria. E' preciso
ser-te um homem achado fra de sua trra nao
ter visto senio eetrangeiros durante um m'et: e
ouvir de repente, como me aconteoeu, a voz'de
um compatriota, para compreheoder o que ha de
emogio neate echo ineaperado da patria loogin-
qu. E' verdade que au eatava em meia disposi-
gio de espirito de me enternecer na primeira oe
caajio ; mas depola que eu soube que o meo ~.
ztnho era do meamo paiz que eu, nada do qae elle
Uzia me pareca couaa ordinaria : o menino me
pareca espirituoso, enea mador, o maia gracioso
possivel, e ea fleave, commovido ao ver os doce
aornsos com que elle agradeca as alteogoes pa-
ternaa. ouviodo sua alegre.tagarellice, suas ione-
nuas perguntas. Eu e o pae depressa iravaan<
ceohecimento. Quando soube que eu era Fraor.
esiendeu-me eordialmeaie a mi. "cea
Venho, disse-me elle, de um paiz onde to-
dos fallam francez, mas isso nunca subatne a
Frang.
(Continnr-a.*o.J
para voitarem, eacreve-me. ua-me ooiiciat ae
todos. A miaras oceupaget peasoaes nio me' PERN. TYP.DE M.P, DE PARIA & FILHO. 1861.


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