Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09423


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Full Text
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WMf-l J
TERCA FEI1A 16 II lUTEIBRO
PiraaaaaJiaaUJailfOdl
Parle fraaea aara t ascriUr.
Hlal
ENCAtlREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba.H Sr. Antonio Alextodrioo de Li-
ma; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra ;
Araealy 0 Sr A. d Lomo* Braga; Cear o Sr.
f. Jos do Otfolr.; M.rsnho.o ,Sr. Maooel
Jo* Martin RibairoGuim.re; Psr. Justino
1. Hamos; Amazona, 0 Sr. Jeronymo da Costa.
MTE OFFUML.
I*AttTlllAS DOS cofiitKius.
Olinda todos os das as 9X horas d<> dia.
Iguarass, Goianoa, e Parahyba as aogundas
O sextaa-feiras.
8. Aatio, Bezerros, Bonito, Caruar, AHinho
Garanhons na tercae-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoairo, Brejo, ?e#-
queire, logazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista.
Ouncury e Ex. as qua.Us-feiras.
Cabo, Senohiem, Rio Formoso. Una.Barreiros
,lRlia Prela' ""lelre e Natal qoinlas feirss.
(Toctos os'correios parteas as 10 horas da mtnhaa)
EPH1MERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO. i
1
2 Laa nova a 1 hora o 44 minates da tarde I
inelg, da 1
DAS DA SEMANA.
r.
9wS8 "** d.Jl Segunda. S.Catharin. t. m.; s. Jocunda
17 La* etaia as 10 horas 47 mia.toa da man !**' S* P4r Ato**rinib-
35 Qaarto miogaante aa8 hars e 47 iaatosia!* *arU* S* Margarids de Seboia t.
*"b*a; M Quinta. S. Gregorio III- p.: S.Jacob, da Marca.
FREAMAR DE HGJE. S8X,a- S. Saturnino m.; Illaminala T.
Prlaairo as 11 horas e 45 minuto da manca*. Ia* Ssbbado. S. Andrap.; S. Trajino b.
Segando as 12 horas e 6 pinatos da torda. I 1l Domingo. S. Eloy b.; S. Nahnm profeta.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas, quintas e aabbadosaslO horas
Fazenda : torcaa. quintas e sabbadosaa 10 horas!
Juizo do commercio : quartss ao meio dia.
Dito de orphios: torgas e sextas as 10 horas.
Primeira tara do civil: tarcas sexta* ao
dia.
Segunda vara do ctvel
horada larde.
tueio
quartaa e (abbadoa a 1
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO BUL
Alagaa.o Sr. Claudino Falca Di- auvi.
o Sr. Jos Uartiae Aires ; Rio d Jaaen
Joo Pereira Minios.
(Janeiro, Sr.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do punto Manoel Figaeiroe ato
Faria & Filho, na sea livr.ri. pr.ca d
dencia ns. 6 e 8.
flOYURO DA MVMCI.
roverao dia de
----ro de 1861
nSul0S!Hl!L' pr?dea,e tf0 o Grande do
!fi;*;7R6CM**e*0'l0- no exame a que se pro-!
ajea nos medicamento e aais objectos compra-
?A c20/or''to com oofflcio de V. Etc. da-
esse arsenal 120 coturnos e 00 pares
to. '
Ce maqualidaiJe. ecooudoqus o Tendedor
V. S. que em odelo de 18 do correte partici-
pou o commandaote do presidio de Fernando ha-
r?r_r*mB,ri.4o..no T"Por Paraense com deatino a
de tapa-
do dia de noveinbro
de 1860.
. Jrcausrimenlos.
Antonio da Crui Leda.Informe o Sr. inspec-
tor da IheiounrU proTincial.
Amaro Joto da Croa. Informe o Sr. inspector
dj thesouraria de fsxenda.
Antonio Ludgerto da Silra Costa.Informe o
Sr. Dr. juu municipal do termo de Santo An-
tao.
Padre Claudino Antonio do Santos Lira.A
lotera de que trata o supplicaute nlo est com-
subsmua por antros, em bom estado, deixo pjr
ssode remette-lol no rapor Iguaru. o q.e
sua scienci? com,B,,UC" v- E". para
Dito ao Exm. bispo diocesano.Tdudo teaolri-
renoiaodoseleitoresdoprimeiro districto desta --
cidade tenha lugar na igreja de Nossa Seohora
da ConceiCao dos Militares no dia ji marcado. 0-
cando atas eff.ito a ordem que expedi para ser
4 ms reuoiao efectuada na igreja do Espirito San-
io, assim o communico
RIO-GRANDE DO NORTE.
Relatorio apresentado assernblale-
gislativa provincial pela Exm. Sr.
Dr. Jas Beata 4a Cunha Figaeireda
Jnior, presidente da provincia.
{ConlinuacaoA
FORQA PUBLICA.
A da gaarda nacional dividida par 6 comman-
do superiores, quo comprehendem SI batalhea
e um esqaadrao de caralliria, aioda esl bem
te, secundo con'sta' de u~ufo"rmlcao M*Al ,on8e d.ecne|"a01eu estado completo de or-
mmZS .._. ,2S o gaoisacao. Falta-lhe armamento, inlruccao e
disciplina. Acha ae por preeocher graode nu-
mero de postos para cuio prorimenlo ji exig
proposta. Nao se pode calcular com exaelidao
tod,a a orga da guarda nacional qualificada, pela
Cirancia de alguos mappaa que os respectiros
{Mes tem obrigacao da remeller. E' ce rio po-
rm que a informar5es por mim exigidas rere-
tero claramente o estado pouco lisongeiro a que
alludi.
Creio que s na capitsl existem guardas farda-
dos, prestando serrino com certa regularidade,
eomo fez a forrea de 80 pracas que tire de aquar-
telar com autoriaafao do gorerno imperial para o
somco da guarnicao na falta d tropa que foi
mister distribuir em pequeos destacamentos
pelo interior.
a V. Exc. em addita-
mento ao meu ofTicio daquella data.
Oilo ao commandanle das arma.Queira V.
? 2 pmar acerc. ios a Konseca no incluso requenmenio.
t. P-7a,?0-~Que,ta V- s- apresen-
lar ao capillo do porto parater o conveniente des-
uno o recrtjta Belarmioo Antonio do Espirito
T>aoio, que foi recolhido a fortaleza do Brum a
2 T d',PM,0o. o parlicipou-me o eom-
maplante superior da guarda naciooal deste mu-
n ciplo em ofRcio de 18 do correnle.-Commu-
otcoa-se ao capitao do porto e ao commandaote
superior da guarda nacional do Recife.
Dito ao mesmo.Paseo as raaos de V. S. para ,
ter o conveniente destino a relacaodaa alleracoes
occorndas no mez de oulubro ultimo acerca do 2*
. cadete do 10o batalho de infanuria Epaminoodas
Ascencio de Aila, actualmeote addido ao corpo
de guarnicao da Parahiba.
p?~ 5 0-7'Sirta-ae V. S. de informar
acerca do que pondera o director do arsenal de
guerra no incluso ofcio.
Dito ao inspector da thesouraria de faz-joda.
Mande V. S. pagar, visto nao harer
ido consta de tus infocmacao de 20 do
crreme, sob n. 1.1S7, a quaotii de 189J000. em
que importara dtrersos objectos comprados a Jos
ko jngues da Rochi para o hospiul militar, co-
mo se v dos documentos que derolro e que me
oram remetttdos pelo pmideute do Cooselho a1-
imniBiratiro do arsenal de guerra com o officio
jauto, n. 78, de 18 deste mez___Cjmmuuieuu-e
ao presidente do cooselho.
Dito ao mesmo.De cooformidade com a sus
oormasao datada de 19 do correle autorUo o
conselho administrativo a comprar para registro
ds listas de qualiQcaco da guarda nacional do
municipio de Santo Aotao os dous livros em
fjrjnc requisitados pelo respectivo chafe de e-
todo-aisior.Gjmmuoicou-e ao chele de esta-
a>i,maior da guarda nacional.
a "3e|no^ TW.Uda.inforaiaojo data-
da de *J do eerreute wjS(SKm o coaselho decom-
pras naraes a effectuar a compra dos objectos
mencionado no offlcio constante da inclusa co-
DnCommunicou-a ao conselho de compras.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recommendo a V. S. que ministre com urgencia
a mformasao que por despacho de 26 de oulu-
bro ultimo exig sob a pretcnco do arrematante
da conervarao da estrada de Pao d'Alho Maooel
Peres Campello de Almeida.
Dito ao mesmo.Gasto do cometido de suas
ioformace de 80 do correte sob n. 579 e 580
tenbo a dizer-lhe que mande pagar a Maooel
5r./!a S,, , 8:0105000, que ae Ihe est a dever proveniente
do abate da 5* parte que obleve pelo artigo 30 da
le proviociil n- 488, como arrematante do im-
posto de SgOO sobre cabeca de gado consumido
n*Q?*rca ae Sint0 Aolao no enoio de 1857
a 1860, ao menos metade desss quantia logo que
Ceoha o sapplicante sattsfeito o que deva a essa
thesouraria.
Circular a todos os commandaote* superiores
da guarda nacional.Transmiti V. S. para
ou conhecimento e execuco copia do aviso ex-
pedido ao Exm. presidente da Parahiba em 18 de
outubro ultimo em soiueo a duvida : se a des-
peno do qua prescrevem o* artigos 70 e 85 do
decreto de 25 de outubro de 1850 podara ser ac-
tualmente reformados os offlciaes da antiga guar-
da naciooal que nao foram empregados por occa-
sio da nova orgaoisaco, nem requereram refor-
ma dentro do prazo marcado no referido decreto.
Dito ao provedor da santa cas da misericordia.
Pelo officio de V. S. datado de 20 do crreme,
fmuei inleirado de achar-se o mordomo. Justino
Fereira de Paras, serviodo o lugar de ihrsourei-
to esmoler da santa casa da misericordia, visto
ter de retirar-se para fora da cidade o commen-
dor Jos Pires Ferreira, que exerce aquello cargo.
Dito ao commaodante da estaco oaral.Pode
V.S. fazer seguir para a corle no dia 24 do cor-
reme o vapor de guerra Paraense.Ficu asaim
' respondido o seu o licio n, 55 de 21 deste mez.
Dito ao mesmo. Uaja V. S. de ordenar ao
commaodante do rapor Para$nte qaie transporte
seu bordo o aprendiz mariobeiro Joo Thomaz,
a quem o iospector do arsenal de marrana tem
de remetter ao quartel do corpo de imperiaes ma-
rinbeiros.Commuoicou-ae ao inspector do ar-
senal de marioha.
Dito ao juiz de direito interino de Tacaral.
Com a copia do parecer do conaelheiro presiden-
te da relaco com que me conformo, respondo ao
seu officio de 22 de outubro ultimo.
Dito a cmara municipal do Bonito.Ioteirado
do que expde a cmara municipal da villa do Bo-
nito em seu officio de 14 de outuhro ultimo, re-
lativamente a cultura do algodio e do trigo, ta-
ri h o a dizer-lhe que opportunamente serio remet-
tidas as sement de trigo que solicita a mema
cmara em seu citado officio.
Dito ao director das obras militares.Fica ap-
provado o contrato que Vssc. segundo o termo de
- que me remetteu copia com o officio de 13 de
correte, celebrou com a directora da compaobia
de Beberibe para fornecimento de 82 e meio
baldes d'agoas diarios, sendo 60 para o hospital
militar e22 e meios para o quartel do Hospicio.
Communisou-se ao commandaote da armas.
Dito ao gerente ds companhia Peroambucana.
Por conta do ministerio da guerra, f*c.a Vmc.
transportar para a capital do Rio Graode do Nor-
te no vapor Iguarmt os medicamentos e mais
objectos que o conselho administrativo tem de
1 remetter a enfermara militar d'aquella provin-
cia.
Dito ao mesmo.Em addameotoao meu offi-
cio de hootem lenho a declarar Vmc. que a dea-
Seza com as comodona do menor Joo Antonio
anoel, devem ser pagas pela pessoa que o Exm.
Sr. presidente do Cear indicar.
Expediente do secretario do
So ve rao.
Officio ao commaodante da ealacao naval.De
, ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
rogo i V. S. que faca remetter para eat secre-
taria um caixo de areia prets, viodo do preaidio
de Fernando no vapor Paraense.
Dito ao director do arsenal de guerra.O Exm.
Sr. presdeme di prerincia asada communicar
Praocisco Ella do Reg Dantas. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Guimaraea & Azeredoloforme o Sr. iuspec-
torda thesouraria provincial.
Bacharel Joaquim Borboza de Lima.Selle a
rolle quereodo,
Jos Marcelino da Costa.Como requar pago
os direitos deridos.
Msnoel Barboza da Silra.Dirija-se i thesou-
raria provincial.
Miguel Jos da Motta Jnior.Informa o Sr.
inspector d* thesouraria de fazenda.
INTERIOR.
9 reernta.
riaeclo para a coopta de lScavalIos, spectas fii
acquisi;ao de 7, sendo um delles destinado para
o commaodante da sesao. lio caro e tao diffl-
cu se tornou aqui o sustento atoases anima* da.
note o verlo que me (ei neceoearo manda-Ios
para fora da cidade, atlm de serem maatido por
algn meses sem o menor dispendio da fazenda
publica.
Em ver da distribuir pequeo destacamento
de torca regalar, que alo insufficienle, muilas
vezes, par diligencias importantes, parece-me
preferivel ter em movimento um oe dous contin-
gentes msis numerosos, que sob o commaodo de
officiaes de confianca, percornem os diversos
pootos da pruviocia, demorando-se nelles o lem-
po ndispensarel para proceder a captura de cri-
minosos.
Se me nao embarecasse a deficiencia da torca
actualmente, eu nao hesitaria na execuco esse
alvilre, que n'outras partes tem produzido van-
lajosos resultados, sem o perigo de certas rela-
coee que os militare adquirem as localidades
oode permanecem muito lempo.
RECRTAMENTO.
Tem sido apurados :
No exercicio de 18591860.
Para o exercito 51, para
No correte exercicio :
Para o exercito 18, para a toaaada 1
Aauspenslodo recrutamento atou maze an-
ter e am depoi da eleicio, na coaformidade da
le, explica a deficiencia do numero do recrula*
apurados neate exercicio, durante o qual tem-se
alistado voluntariamente 27 individuos nara o
servico do exercito. No auno de 1850 a 1860 as-
sentaram praca 22 como voluntarios.
Para fazer ceasfr os conflictos muito requen-
tes entre a guarda nacional e a polica, distribu
por districtos de commaodoa superiores os re-
crutas que tioham de ser apreaeotados pelos cho-
res da gmrda nacional, e por freguezias os que
a polica devia fornocer, pastando, porm, a re-
crutar indislincttmente nos districtos onde os
respectivos commandantea nao houveasem dado
ate o fim de um semestre metade do numero de
recrutas fizado para o seu districto.
Deste modo espero que se poder completar o
contingente de 193 homeos com qae deva con-
tribuir esta provincia no correte exercicio, sen-
do 163 para o exercito e 30 para a armada.
Escrupuloso na apraeiecao dos motivos allega-
dos por quaeaquer Individuos afim de se eximi-
rem doservteo milar, lenho aampre procurado
manter a torca moral da autoridade publica,
insudando someole pdr em libordade os qua a-
presentam razes asalto attendiveis de
ci..
MATRIZ E.
Achei-.me impossibilitado de dardjppliceco i
quotas votadas na lei do orcamento vigente para
aa obras das matrizes. Se algn p a rocho s mai
zelosos tem conseguido dar um impulso admi-
ravel a taat obras mediante os auxilio de eu
parochas, outros nada abaolutamente tem feto,
cootando apenas com a subrencao do cofre pu-
blico.
Sincero admirador atoa
ex,oy:
------------ic toa ser vico importoaMaat-
Ho/e apenas se acham aqu deslacaetostt g**r- |o prestados as. provincias de Pernamaaa e
das auxiliando a companhia flxa de cegadores.
O batalhio desta cidade conta aomente trinta
armas proprias. J requizitei do mioisterio da
justica maia algum armamento, e contino a dar
outras providencias ao meu alcance, procurando
assim coocorrer de alguma sorte para que essa
briosa milicia possa attiogir o grao de luzimeoto
que as circumatancia permittirem.
A fur?a de primeira Imha consiste apena em
143 pracas da companhia fiza de cacadore, com-
prehendidos oeste numero 54 aggregado a 8
addidos, alm do commaodante e 6 officiaes. O
armamento, tardamente o corrame achavam-ae
quasi ioutilisados. Iostei pela vinda do novo
objectos precisos psra a companhia, e lenho sido
em parte saiisfeito.
E' imperios a necessidade de um corpo ou
pelo menos de um meio batalho para o serviro
da provincia. Neate seotido j solicitei a pro-
videncias do governo imperial.
COMPANHIA DE POLICA.
Compoe-se de 70 pravas, estando comprehen-
didos neate namero 5 offlciaes, e 6 soldados da
seceso de cavatlari.
O armamento e patrones j excederam o tem-
po marcado para sua durarao. ata o cinture
e outras peca de equipameoto acham-se em bom
estado.
A deficiencia dos dioheirot pblicos obrigou-
nea mandar diminuir da companhia 41 pracas,
logo que a coodusao do proceaao eleitoral noa
aiitarentes pootos da provincia m'o permitlio fa-
zer, sem risco da tranquillidade publica.
Kaibora reconhecease que a companhia de po-
lica, anda no seu estado completo, que de
140 praca, nao pode sslisfazer a urgencias do
servico, nao heaitei em tomar a deliberado de
I*!* reerfo Alm de urna eeonomia iodlspensavel, consegu
com esta medida expurgar a companhia de mui-
taa praca que pelo aeu estado valetudinario ou
mo procedimeolo nao eslavam na condices de
bem servir.
Nao devo dissimular os graves embaracos em
que se possa achar a administrado ds provincia
com a reduego da forca publica ; raa por outro
lado me anima a esporanca da que o govoroo
imperial, apreciando a (iltelo fioaoceira, que
nao permute urna despea avultada com a torca
policial, nao deixar de augmentar a de primei-
ra linha. r
Em todo o caao reilat o recurio da tazer des-
tacar em diverses pomos a guarda nacional, cuja
deapeza corre por conta do cofre geral. A ex-
periencia tem demonstrado o grande inconve-
niente que resulta de espalhar os corpo em pe-
queos destacamentos, commandados por infe-
riorea na differenle localidades. Em circums-
lancias normaos, coovern seguramente concen-
trar na capital a torca de l* linha e de policia,
tanto quaoto for poasivel para fazer o aervico da
guarnicao. Sob as vistas da autoridades supe-
riores a disciplina mais rgososamente maotida,
e a pracas adquirem, por meio de eternicios
reguisres, a iostruccao de qae carecem.
Neste sentido techo dado as providencia ne-
cessanas, mandando qua para o servico da poli-
ca, aaaim como para a gurrda a condaetjio de
presos vejara cbamadoa oa guarda oacionaes
para deaiacarem, venceado sold por conta do
ministerio competente ; a estou bem certo de
que semelhaote aervico, convenientemente dis-
tribuido, nada ter e velatorio, urna vez que as
poueas pracas nelle empregadas aejam substitui-
das regularmente dentro de curto periodos.
Deste modo s alguma emergencia de mai*
vulto tornar precisa a ida de asm destacamento
de primeira linha ou de policia para o interior
da provincia.
Nao haveoao nesta capiial um edificio naciooal
ou proviocial que possa ao menos provisoriamen-
te servir de quartel companhia, continuam a
pracaa alojadas no consistorio da igreja de Santo
Antonio, nao obstante a justa reclamacao da res-
pectiva irmaodade. A necessidade de remov-
is do logar improprio e acachado oode se acham
nao pede ser aioda aatiafeila em contequencia
da falla de dinheiro para a conalruecao da um
edificio com a necesaarias proporces para a
eccao da cavaart, cujas pragss j ae acham
montadas.
Teado a lei proviocial o. 467 concedido auto-
Frymtia ato Penta.Calcula-e em 20:000
a atoapeu necaaaarto aflaa de ficar completamente
coacluida a nova matriz, para cuja obra havia
ooaasedido at 6 de ferreiro do aooo paasado
auiatis de 3:000$ A respectiv coramissio an-
da safo prestou conta do 2:000 entregue por
P*r*4*m 16 dedezembro de 1858 S la no
da 1859.
A amiga matriz sita na poroaco de Flor,
acha-se arruinada, com capella-rcr, o de um lado da sacrista. E' esti-
mada em 8:000 a somma necessaria para os re-
paros desse templo.
Alm de duas espolias de engenhos um ora-
torio publico, que eat por acabar, existem na
parachia duas capeilas filiaesa de Santa Luzia
do loga, em bom estado, e a deFlor, mui de-
teriorada.
.J?*tzia s- Bento. E' calculada em
IxQOOf a despeza para a cootruccto do coroo da
capaila de Nova-Cru, filial matriz de S. Ben-
to. Em 30 de novembro do anuo pastado exiatia
uma porcao de madeirat junto obra, para a
qual sa eotregou pela thesouraria provincial a
I""' "total de 3000000 oot tnnos de 1852
e 1553.
ffeguetta de Macu O parocho calcula em
~-*MS adepeza precita com o coro, torres, cor-
redor aOadrilho. Entretanto recebeu elle em 11
tto abril de 1850 a quantia do 500S para a obra de
*ua matriz.
A parochia que paaeou a denominar-se de ISio
Bento em virtude da lei citada, soffreu desmem-
a,?ao ? 0,r,e do eo torrftorio pela lei provin-
cial n. 393 de 24 de agosto de 1858. que creou
oa povoacao de Saota Rita da Caehoeira a fregu
ta deate nome, tem que a de Sao Bento mudaste
a sua ade. onde residi o parocho at ao tempo
em que foi esttbelecer-se no districto de Nova
-,,u6"^ra p,r" iuo oio allvgue o mano
urna licenca do prelado.
O certo que algn actos eleitorae do 1856
Pr c se praticaram irregularmentft no districto
de Nova Cruz, quaodo o de Sao Bento devia aer
considerado o da matriz.
Teodo de fazer cessar esse abuso por occasiao
da ultima eleicao primara, dirig me ao referido
prelado, que concordou com a minha opiniao,
attendendo s razes ezposlas.
A le profincial n. 367 de 19 de julho de 1858
Iransferio de villa Flor para a villa de Canguari-
tima a sede da freguezia de Nossa Senhora da
Lonceii;ao (hoje denominada da Penha) devendo
ter lugar a transferencia logo que houvesse uma
capella decente, em que se podessem adminis-
trar os sacramentos.
Suscitando-ae uma duvida sobre o lugsr em
que devera effeituar-ae a eleirao de vereadores e
juise de paz, oOlciei ao Exm. prelado diocesano,
que em 10 de oulubro do anuo passado declarou-
me hayer expedido ordem ao visitador par que
se etfeituasse aiodicada trinsferencis.
Fez-e a elei^ao primaria no districto que com-
acffi jsarra"' """ tf*iSwffaa?7aTr s:
a^tof uezto de Mossor Augmentado na fren-
te com sessenta palmo, Gcou o corpo da igreja
mais eapacoso, embor nao estoja em proporgao
com a capella-mr, que um pouco acanhada.
Compre levar a efleito a reconstruyo do arco
arruinado e de algutoas paredes lateraes qae se
acham dessprumadas, a coodusao da torre, bas-
tante adiaotada, e a coolinuaco das novaa pare-
dea da freute, que com pouco trabalho flearam
em atado de recebar a caberte. Excluiodo-ee
a abra do Irontespcio, torre e corredores, cal-
cula-se em 2:000* despeza mais urgente
evitar que contina o temp|o deacoberto, e
com a rigor do invern o ventos fortes veoha a
damaifiesr-se o que est (ailo.
Da agosto
dia o respectivo parocho em virtude de um des-
pacho do visitador.
Alli existe uma capella que com quanto nao
tenba a forma exterior de templo presta-se ce-
leoragao doa actos religiosos, ficando assim san-
eila a coodico do art 3 da lei citada.
. CEMITERIOS
Municipio da capiial.De tres camiteos tuo-
nados em 1856, por occaaio da epiuemia do cho-
lera, too desta cidade est murado, carecendo
porm de capella. para a qual pode aer aprorei-
tado o pequeo edificio que alli existe. Alm ds
para conslruccao de catacumbas pelo avalenta moderno,
que coovm trruar e plantar o mesmo cemiterio, que
com um bom regulamento poder produzir a renda
precisa para o seu cosieamjnlo, continuando a
ciato ce-
reccao da estarna
da matriz a tto aa-
incumb
.Ai!81*?6'0"-18* enlreou-e admioialrado por um empre'gad S custa do
'^Ll !da,UU 'gei'- k COfr" P"blic0- eommandei para Pernambu-
tnjuexia do su. A matriz acha-ee em co algumat arvorea aproprtodat
..aT .q.U'?l bf* d* P!"ra caU / lr* 0| w,lw, aoua eeraileriot foram feitos ex-
mandade conlratou com um pintor a obra do ta- penses de particulares, e a autoridade publica
m.ntA^T P0 *W. Pfara cojo paga- nao tem do nelle. ingerencia. Ach.nSo-P.e cer
mantocarecedeumaMiliodo cofre proviocial, cadoa, faltaodo-lhe porm capailas. .
na .mj.ort.nci. de 1:000 a l:5OO|000. De.de 1858 ce.sou inieir.meme a pr.tiea dos
Pe thatourana se lem despeodido com aquel- eoterramentot ms igreja fiwaaa uos
^i\M\^\^^J?niS^ e l:WOi ^"^V? de S0 Goncto._Em 1856 detigoou-
FrLLr L S. a! m*\l ,0e *$* na PWM"*< va um terreno oode at
StS^+SASEZA*? ?*? "eS 5,a aeoulUn-se cadveres. Para a cooatruccao
atnz achaodo-ae alm disto fechada exterior- de um cemiterio maia decente concedeu o gever-
nnnl ?h P I***11"* Avalla-se em no, em virtude de autorisacao legislativa, diver-
Jf. 5"' prec1"9- Uaa como iMBtoipi- sts quantiaa na importancia total de 1:400 ris.
- corredores, cinco portas internas, da qual deduzindo-se o custo dd 15 milheiros de
a
mente
AUgas paloa misionarios capuchinhos. que tan-
tos monumentos leem levantado casta da pie-
dadedea fiis, tolicileido Rvm. prefeito da Pe-
nha do Recife a viada de am desees religiosos,
que alm de innumeraveis fructos que poderia
colher pela palavra e pelo exomplo a bem da re-
ligio e da moralidade publica, conseguira sem
duvida em ftror da* obras pias a preslacao de
servicos gratuitos e outrts contribaices, que de
alguma sorte suppririam a falta doa auxilios pe-
cuniarios que a provincia nao pode actualmeote
conceder.
Tenho promeasa de ver satisfeito o meu desojo
logo que o convento possa dispdr de sigum reli-
gioso que veoha exercer saa mssao neala pro-
vincia.^
freguetia da capital.Sioto nao poder dar
aodameoto obra da respectiva matriz, pelo me-
os at ao ponto de evitar a* deterioraco do que
esl feilo.
E' urgente a collocaco do relogio que se man-
dou vir para a torre, e que ficar damnificado
continuando no lugar em que se acha.
Alm da capella dos Ssotoa Reia Magos, exis-
tem quatro filiaes matriz de que se trata.
Freguezia de Extremot.K florescente villa
do Cear-Meirim apenas tem uma capella mui
pequea onde celebram-ae os actos religioso.
Observando isso quaodo alli estivo, nomeei uma
commisso de8 memoro, incluido neste numero
o respectivo parocho, afim de promover o anda-
mento da obra di matriz, com as aommas conce-
didas pelo cofre publico ou pela piedado dos par-
ticulares.
Em 2 de julho recommendei de novo que se
&**!! onTeo,>te spplicacio quantia de
774*080 ri, qae ainda restara da que fora con-
cedida pelo meo antecessor para essa obra, cojos
alicercea esto feitos, assim como parte da capel-
1nTrm^^^a,iaD,,0 a ,araara oictpal em res
iwuuuauuo, a despega oecewiria para ficar aquel-
lo templo em estado de pretar-se celefrraco
do officios religiosos.
A igreja matriz situada na poroaco de Extre-
moz.a tret legaa d distancia ds villa do Cea-
r-mirim, carece de pequeos reparos urgentes
no ledo e rootespicio. tlm de oulras obra
mais detpendiosas, tasa como o ladrlho no cor-
redor esquerdo, a collocaco do aioo, e a cons-
lruccao de uma etcada para subir-se ao campa-
nario. O parocho deu-me noticia de uma iubs-
cripcao qae eslava promovendo entre os seus fre-
guezes para occorrer aos concertoa mais precisos,
coroo recommendei.
O proprio nacional, que outr'ora servio de con-
venio ao jesuta naquella povoacao, continus
em progressiva deterioraco. Determioei so sub-
delegado que tivesse sob sua guarda as chaves
do edlQcio. e qua o vizitlsae frequentemente para
nao s conserva-lo no maior asteio poasivel, co-
mo preaerva-lo doa estrago do cupim, solici-
tando deste governo o meios precisos par qusl-
quer reparo iodispensaveh
Ao engenheiro dei ordem para examinar o es-
tado da igreja o do cooveoto, afim de apreieotar
o ornamentos, em separado, do melhoramentos
e concert mais necessarioa para evitar maior
augmento oa ruina desses edificio.
Freguexia de S. Gongalo. Tem duas capel-
las filiaos matriz. A de tilinga, com principio
de ruina, e a de Santo Antonio, que segundo ob-
""i oceulermeote, acha-se maito deteriorada.
J exig ioformaoes sobre o respectivo patrimo-
nio, e rendimeatos delles, assim como em rela-
cao ao procedimento do administrador dessa ca-
pella.
Fr$guexia de S. Joti.Existem alli duas ca-
pelliohas filiaes matriz. Uma deltas situada
em Porpiri, distante 6 leguas da cidade, cons-
truida de taipa. e acha-se bastante arruinada.
Apesar disto, celebram-se nella os actos reli-
giosos, e os habitantes da localidade tratam de
edificar urna melhor.
A capellioha do eogeoho S. Joo chegou a tal
estado de ruina, que foi preciao remover as
imageos. Ja nem um acto religioso alli cele-
bra-se.
Fr*puzia de Goianninha. Para a obra da
matriz foi recebida pela respectiva commisso
em 27 de agosto de 1859 a quantia de 1:000800
ris, da qual se prestaram contal em 27 de se-
tembro do auno pesiado.
co, so sino dot
e vareadas de ferro para algamaa'janeUas, tribu-
na* a pulpitos. Est cemprtheodida no orca-
maato a detpeza com caiadura e retoque no dou
rada a piotura*.
A commisso comeada para dar direceo s
obras recebeu para ellas, em 1858 e 1859, diver-
sas quanlas na importancia lotsl de 1:6009000. e
ja prestou con tas da da 800f000 qae loe foi en-
tregue em 5 de novembro de 1859
A nica capella filial da parochia est situada
na Serra do Bom-Fim, e tem capella-mr e sa-
crista cobertas de telha ; maa carece de am al-
iar. Aa paredes da nave acham-ae elevadas
peqaena altura. A frente est em alicerce.
Apenas encootra-se uma porta em todo o edificio,
cuja conalruecao, ha 17 ou 18 annos, ficou para-
lysada pela mora de teu fuodador.
Freguexia de Sant'Atina do Maltas. Atlanta
a pouea capacidade do templo para a cresceote
popuiaco da freguezia, indica o parocho a ne-
cessidade de augmenta-lo com msis 21 palmos
na frente, pelo menos, fazendo-se alm disto os
lijlos existentes no lugar da obra, alm da cem
carradaa da podras para o alicoree accumulsdas
por particulares, resta va aioda em poder do en-
carregado Maooel Machado de Miranda Manrique
a quaous de 769*000, que maodei recolher the-
souraria, aliento o estado do respectivo cofre.
IS*iu,da a obra ae Padreiro, quosesjuitoo por
1:700 re, estimada cm 3:000 ris a despeza
total com a obra do cemiterio. para a qual pro-
moveu-se uma aubacripcao que mootou a 6008
ris.
, ^'ohio',01 os entrramenos nss igrejas em
1857, foram bento e cercados, custa dos par-
ticular, diversos lugares, onde sao iobumados
os cadveres.
ifunicipio de SSo /orO cemiterio aitaado
curta dialancia daquella cidade com paredes de 7
palmos de altura, foi principiado em 1856 quao-
do iavrava o cholera morbus, a desde entao ces-
saram os eoierramentos na nutrir. Ainda falla-
Ihe a capella e um porto de ferro.
Da quantia de 800 ri concedida par a obra
apra-
oseessarios cortadores. A despeza precita or- do referido cemiterio em 6 de iulho de IztSR i
Cada Am K'fMMm. Nanhlimi mi.nti. aa tam <4a._ nra.fr... .._... .. j. f f-ru J
cada em 8:000. Nenhuma quantia ae tem des-
pendido pelo cofre provincial com aquella igreja,
que matrlr ha 36 annos.
Existe no pequeo povoado de Caissra, na
beira do rio Aas, distando 8 leguas da villa, um
oratorio publico, que a instancias dos habitantes
do lugar foi concedido ha quatro para cinco au-
no pelo visitador Mmoel Jos Femandes.
Freguezia do Apody.Com o reboque de pe-
redet, concluso da obra do atrio e soalho da
torre e corredores po1er-se-ha gastar a somma
de 900 a 1:000 ris, segundo informa o paro-
cho. O cofre provincial nao despeodeu ainda
quantia alguma com oa reparoa daquella matriz.
Frtfuezia de Carabas.Coraecada no fim do
anno de 185S, a matriz tem aido construida 4 custo
dos fiis, sem despendi do cofre provincial, do
qual solicita o parocho a quantia de 2:000 para
a concluso da obra.
prestou conta o padre Joaquim Severano* Bj-
beiro Dantas.
t Ha mai dou pequeos Cemiterio cercado de
fachinas, um em Papari e outro no Ledro. Em
ambos sepultam-se os c.d.veres que pela distan-
cia nao ao conduzidoi para o cemiterio da cida-
de. Tanto eate como aquella foram construidos
; com dinheiro e trabalho dos fiis, alm do auxi-
lio do cofre provincial.
O de Sao Jos tem administrador nomeado pela
presidencia. Os outro dous continuara sob a
dlreccao do parocho.
Municipio de rtx.Tem dous cemilerios. O
primeiro, que em marco de 1856 comecoa a pres-
tar se para o enterramenlo do cadveres, tem
150 palmos quadrados, e dista da villa 50 braca
pouco mai ou menos. O sagundo, que pnnci-
PJPU a servir em Janeiro do anno pastad*), de
' 100 palmos de comprimento e 70 de largura, dis-
Frtguexia do Principe.Acha-se a matriz ar- lando da villa 30 bragas. Ambos
ruioeda, e carece de nova coberta e de csiadura,
calculando-se em 4:0008000 ris a deapeza ne-
cetsaria.
En 26 de abril de 1850 recebeu o parocho a
quaotis de 80000 rs. para os reparos daquelle
tmalo.
Tem a fregoezia duis capella filiaes, uma si-
tuada na villa e outra diataote desta 7 legoas.
Ambas carecem de reparos.
Freguezia do Acari.Alm da matriz existo
alli, em mo estado uma capella filial com a de-
nominarlo deCurraes-Novos.
Freguexia do Jardim.Cora o auxilio de 1:000
rea recebido do cofre provincial por ordem do
mea antecessor, a com os recursos dos fiis, acha-
se adiaolada a obra de pedreiro ; carecendo po-
rm a matriz de sacrario, throno, pulpitos, alta-
rea collateraes, coro, escadas as torre eeoalho
nos corredores e consistorio, alm da decoraco
inditoensavel o importe de tudo isso calcula-se
em 6:000000 re.
Coutem a parochia duas capeilas filiaes feitas
receotemente custa dos devotos
Freguezia do Pala.Sem frontespicio e sem
sacrario a matriz necesaita tambera de algumas
esses cemile-
rios, que se acham bentos, nao esto cercado
nem limos
Municipio de Canguarelamo.k\m de 2 ce-
miterios particulares, existem 8 pblicos, com
200 a 300 palmo quadrado pouco mai ou me-
nos. Os da villa, Inga, Formo, Tamatanduba
e Flor distara doa respectivos povoado o Io 100
bracos, o V, 3 e 4* duzentos, e o 5* 50. Cons-
truidos em 1856 cusa dos habitantes dos luga-
res, achaa-sa oa meamos cemilerios cheios de
maltas a com as cercas cahidas. Cessaram ha
muito os eoierramentos as igrejas, excepgo
dos dos engenboa, maa o (ervico nao eat regu-
larisado, e a inhumaedea se fazem sem llcen;a
do parocho e sem os suiTragioa.
Municipio de Mac.O cemiterio daquella
villa, com uma exieoso de 800 braca, dista della
outraa tanta. E' cercado de madeira de man-
gue, e tam portao feito a expeoeisdoa habitsnles
da parochia. Desde o anno de 1857 ceasaram
alli oa enterramentos na matriz.
Municipio de Acari.Alm de alguos particu-
lares, fundados no tempo do cholera, existem na-
quella freguezia doua cemiterioe publico. Um
deilea, o da matriz, fundado em maio de 1856 a
alfaiaa. O parocho pede 1:000 ris para a des- 400 paasos da villa para a parte do norte com 1*70
peza com eases objectos. incluida a caiadura do
edificio pela parte exterior.
Freguezia da Imperatriz.O templo nao tem
torrea, nem corredores, cuja importancia cal-
cula-se em 8 a 4:000 ris. as paredes veem-se
algumas rachaduras que fazem reeeiar um desa-
bamento.
Freguezia de Pao dos Ferros.Calcula-se em
8000 ris a despeza necessaria com o dourameo-
to da matriz e conalruecao do frontespicio, corre-
dores e forro do tecto da capella mor. Nada se
lem deapeodido pelo cofre provincial com aa obras
daquella igreja.
palmos quadrados, comecou a ser construido ei
1857, e Ucoa prompto o anno passado, com a
despeza de 3:500 ris, calculando-se em 500}
ria a somma necessaria para a edificacio de uma
capella. ^
O outro cemiterio o de Curraes-Novos, e fi-
ca para o noeote, mesan distancia da villa que
o da matriz. Tem a extenso de 100 palmos qua-
drados. Fuodado em 1857 e construido em 185g
ao despeza j monis 1.500 ris, e julga-s
precisa a quantia de 1:000 ris para a sua con-
cluso, e edificaco da capaila.
Oa doua cemilerios feitos cutta dos dooativos
de particulares, promovido? pelo parocho. esto
sob a direceo dette e do eapello de Curraea
No vos.
Ha muito qae se oa eotorram
igreja.
Municipio do Jor-am.Ao poeote da
cadveres oes
villa,
A lei provincial n. 199 de 27 de junho de 1849
decretou que fosse transferida a sede da freguezia
de Santa Rila para a capella de Sao Beoto da
Serra do Pires, logo que se podessem administrar
os sacramentos oa referida capella.
Com esta eoodico o visitador, autorisado pelo j distando desta 100 bragas pouco'"mais ou'menos'
reverendisstmo prelado diocesano, anuuio tras- existe aa cemiterio com capella altar duas or'
ladacao cannica, que realisou-se segundo a de- dos da catacumbas doua portoes. 3 frontoanicioa
clsra?o expresa de um dot meus predecessores a um crtueiro. Tem elle 250 palmos de eomnr
ero seo raiatono apresentado a ata assembla no ment a 150 de largura. A construeco te
de packa titolo 9 T, comecoa m 6 de aturo
anno d. 1851,
de 1857, e ficnu coocluida em 8 da marco ato Ba-
a teguiole, sendo toda a despeta taitai caata
ao parocho e da subscrpeo por alia promovala
entre os seus tregete. Cessaram oa enierra-
meotos as igrejas depois de bento o
mileno, que se sena sob a i
parocho, do administrador
cruio.
toa ^i-l?'0* i6 An*ieo. Ana ato _
.!. Pnocioe- n0 cemiierioa ees parto al-
8 S.V.!,0' "".""toa aa fazem .a. .Vetos.
Dursote minhs estad. 00 municipio d?Caa-
r-merim subscrever.m diverso, cid.doe, s ca.
vite meu, a quanl.a total d 1:650 para a cooa-
truccao de um cemiterio em terreWdaq.ella via
que me parecau apropri.do, e qua pelo respectivo*
propnetsrio fo. genero.smeule* cedido saTri!
buicao algum. A uma commisio de sel.
brps presidida pelo parocho da freguezia
t cobrtnga das quantiaa oferecidas a a diraccao
m obra que comecari depois da concluida a pUa-
la que ha muito lempo maodei orgaoisar pelodi-
.m*' br" PUb,C"' 'Ba acha S ?'-
t, bem como o orcameoto.
AFRICANOS LIVRES.
Dot africanos importados em 1845 reslem 19
sobre os qu.es nao havia uma uspecco esjartoca
e vigii.nie que cohibiste o mo prowoimenloda
mor parte dalles. Soube que alguna bem bavtoa
receido o baptisrao, e que um lora baptisado j
moribundo. "^
Deaigoada uma das autoridades policiaes Para
te-Ios sob sua direceo immedial, determine! qae
elle se empregassem n.sobra peblica* atediaa-
.UUmm|".anpara roP alimento*, prestando
alm disto outro ervico que fossem neceaaa-
Recommendei tambera o parocho que as
preparasse para receberem o occorro e.pi-
Foi-me exgida ltimamente do governo iaaa-
nat ana relaco desses africanoa que merecaaaaia
carta de emancipaco. *~twaa
HOSPITAL DE CARIDADE.
Construido n'uma daa melhore lituace da ea-
Pita o nico estsbelecimeoto de candada ae
existe na provincia reuoe a condices iodUaea-
s.veia para o fim a que foi destinado, noi.ado-a
porem a pouca .Hura, e a falla de elrgaacto tto
cu 1 ti CIO.
.eIfil8ram se dur,ote o anno prximo passado
162 doenles do sexo masculino 55 do femenino
Falleceram 26 horneas e 15 omitieres.
O numero dos enfermos qae alli ao achaa dia-
rn mente varia de 15 a 21. leudo subido a saaiatto
30 durante a epidemia da bexige.
Empregsm-ae provisoriamente no servico inter-
no d prac-is da companhia de policia, uaa dalla
como amanuense a duas como enferaeiros A
difticuldade de obterem-se nona eapregadea ae-
diaote um vencimento mdico tem-ne obrigatto
a conservar alli taea praca. que camprea aaaa
deverea aob a inspeccAo do director do hospital
que tambem commaodante da companhia to
policia. r
Apezar de ter aido destinada aaa parle eo edi-
ficio para deposito de medicamento,
misturados am caixoes, a espslhadoe sea
os que resta vara de diversa ambulancia)
das para aoccorro publico em outra
Maodei dar em consumo os que ae chvat
misados e acondicionar o non era armario a
praieleiraa, que j ensilara para eM fim.
Debalde se tenleu rniis de uaa vaz a arreaa-
lago de lae medicamento, o,uo s Boderaaaar
bem conservados e aproveitadas, ficando a cargo
de um pbarmaceuti:o, como permita a resolaro
n. 871 de 30 de julho da 1858. ^^
Aioda nao adoptei esta providencia por ae pa-
recer excessiva a {uantia de 100 que exige aa
botiesrio soraente par pesar os medicamento
COLLEGIO DE EDUCANDOS ARTFICES.'
Contara o eetabelecimento 9) educados, dea
quaea fiz despedir 7 que, ou tiobaas mo proce-
rmente e pouco ou nenhum adianUraanio, aa
oo ae achavam lo desamparados qae abaalavto-
mente careceesem da cartdada publica. Foi atada
a necessidade da ecooomisar oa dinheiro* da pro-
vincia que levoa-me a lomar easa aedida.
Tem boje o collegio 23 educando, a tastos (re-
quemara as aulss de primeira letra, a a mor
parte dilles de msica, com algara adiantaaaa-
lo, segando veris do aappat junto.
Desde 5 de marco de 1859 ach.-ae vaga a ca-
deira de geometra. Nao conva por ara a gata
tr a deapeza publica coa o proviaeato tolla.
Quando se acbarem ot educando aa estada ato
applicar-ae a etse ramo de iostruccao, podarlo
re*ebe la no atheneu, sendo ccaveoieolemeata vi-
giados dursnte o sea trajelo da ua neleaetoti
^.mento par outro. O aaaaa diga a respaile da>
ensino primario, te (dr aupprimida a respectiva
cadeira. Os educandos freqaeolariam v.atajaaa
mente o atheneu, fazendo assim diariamente ua
exercicio salutar, acompanhsdo de algara empre-
sa do do collegio que intpirat.se conflaaca.
Daa nove officioas creadas pala regol.aeato a.
3 .pense se achara providas duas, a da alfeUte
a de sapateiro, regida actualmente por ua doa
educandos. A de carapina ficou paraliaada desdo
o dia 1* de outubro, pretextando o respectivo aeav
tra a falla da ua banco e terrtmenta. A Uatido
com que alli sa trebalhava, oa raeequienea trac-
tos at ento obiidos, o trazo dos 3 ditcipala
que applicavam-aa aa officio, a a pouca actividad*
de seu mestre, me cooveacerara da vaaiagea tto
tupprimir por ora ama deapata qae ale taratraf-
cientemente compeotada, em quanto a provia-
cia nao poder pagar maior salario a aa atoa ri-
cial, e fazer acquisico dos utonsiliea a ir t nerita
ptrt o servico.
Na officina de sapateiro foram maoaactarattoa
durante o anno passado 580 obras, a na ato alaiato
792. Os educandos da primeira raoetrat
lamento, asaim como 4 da segunda. Oatroa
tido pouco ou nenhum aproveilameolo.
Comparada a receila do esubelecimenlo na im-
portancia dell:350029, cora respectiva faap
za que moslrou oa q.iamia Vi&JZ Uli9 < *:MftaW3 7/8. !* *'> I-
l.DiWOS, que aeodo proveniente do felio a (jato
feitio daa pecas de fardameolo da coapaoaia to
policia, manufacturados pelos edueaattos o ati-
enes exteroot, nao foi eacripturado aa receila par
oo ter ido entregue a respectiva lapatlaaila
pela thesouraria prorincial.
Por este resultado, bea ae poda inferir i
seriara as vaniagens de tao importaate
cimento se elle esliveaae coavenieoieraeote
tado. N'uma provincia oode as artes aach.
inda ae acham no mait deplorare! atrasa.
aproveitariam aa obras publicas o at aaaaa a
particulares com a existencia da eflkiaa lagstli
rea, que alm de derea ena prego a ioslrocca* a
muito operarios, foroecenaa saos prodactoa tas)-,
disnte am lucro rtzotvel, pea piado a iaraaaaato
e demora que se tara de saffrer as rrqtiwre tto)
objoctos que forcosaaente sa aaadaa vir tto aa-
tris provincii, para'onda aaitaa qaaetiae aa
constantemente distrahidas da nosaa riiralaiha.
Infelizmente o collegio dos educaattoa nato tai
inaugurado aob o aelnorea auspicios,
carecer o pouco escrpulo cora qaa toa
mitlidoa individuos de certa idade, al
m ndole," que mais ou menos oorv
esplritos infamia com exaaptoa da deptassajasi
toctrai de paasagem na caasa ana atoa atatoas
a proaperid.de do ettibelecimeato.
O edificio terrea, escolhilo para a faadafaa ato
colletjio, sendo am dos tois rastoi

w n twam ai im\ &m
URK> M Ifc.nMlDCO. i ItftCA-FEI& 94 DE HOVEMBRO DI 1861:
uM^aW

nio tem >o menos as necesarias eccommodagdes. quanto selhe pefgonta, tempre com
paraasolucioas. Baixo fMA^tNtbKito, Mi
reno alero disio >daiu|(rf\ cpqdicQa*.dea-1 Acabada as diversas experiencias, o Sr. Ge-
veotajosas. que eris <#M|rbMwMt* VWHpTStfrawo leve* s paciente estado de calalepsia,
a expoigo do medico do partido publico. A ', afiro de mostrar o qaanto se tornavam rgidos os
ata maisespagosa, qae serve TrFtJtvrWPJPltpbJtJf* | Ulllbbros e (fue forca tiohs sobre a paciente.
jIO palmo de_lrenle e 7 de tundo. Ns I Todo e trabalho (oi feito por meio ds
peiuedff^lTfe f*Wl coHpo s do Huido maegbttioo pela I Biag
i snpieiro. foram tratados 1"2 dcates o : A importancia q* pode exereor o mi
ana f aseado. A phvsooomia da mor parle dos j obr diversos poeto* da vida borne
indos. levetoMu soffruentos physica*, pa- sejar <]uo es experiencias do Cwre>
msir eipeosao. I testara
justificar o juno do medica do partido pu-
acesca da salubridad* co ediacio. J er-
que lies fagam exercicios moderados os j
os e dies santos, e que durante quabfucr
idade sejam tratados no 'hospital de ari-
que loro raelhorcB proporee* para esseftra.
impossihilidade de se construir por ara um

rnaamo 6r. prosiga neHas. para
fia.
Depois d menhi, no Iheatro 1
Isabel, o Sr. G. Helmold ara um 2o concert.
O hbil planista coadjurado pelas nossos *r-
liites dUtitiCtos Manoel Francisco de Paula, re-
edificio apropriado, ou de se obier qoalquer ou- Idro Justino Theotonio, Smollz e Sslustiano, sen-
precisio e Hontem o Illm. Sr. Dr. losi
deCarvalhaes, ebefe de policia
ts da casa de detengio, demorand
10 horas da manha al as 3 da t
ouvio coso summa paciencia a benig
dos es pre.*os clausurados no ralo d
ran
do
de
im
ect
edeM
ar
RcleffJ al
[Pone, fforxe
g*intoe:
D. Barbara de
T Ollll UfXII lili
op|o JTaz I Devera aer
avrtt-fDlai, o qoi
B
julgado rea Antonio Luiz
de a segundo julgamenlo por
mor te do indio Vicente Por-
gar junto igreja do Pilar,
1861.
tea metfcor por-aiugpel. eu jterla msodado fa-
zer os cooeerios iodispensaveis ns casa que serve '
actualmente, se Uao toese embancado pelo esti-
*o das Uoangas provinciaes. Entretanto o respec-
tivo proerietario leclama a curaptimento da con-
pico do contrito qae abriga a lateada a taes con-
cert*.
Diaote da riecessidade de dar bom alojamenlo
aos educandos, considero ledas as outras secun-
darias e dell mais ou menos dependentes. A ter
de pormauecer leo benfica iueiitaieio en vos pe-
pena autorisagio para alterar e seo reglamen-
to. A reducQo do pessoal incumbido da admi-
nistracao do collegio, distribuindo-se convenien-
temente o tarvico dos respectivos empregados ;
o augmento razoavel dos salarios para se oble-
Tea bous mostrea, en quanto estes nao poderem
aer substituMos por offlciaes internos sufflcienle-
meeie adientados; algumas djsposiQes regula-
meetares relativas aos educandos que em certa
rdededevam ser iluminados do collegio. Desudo
Antonia e 2
do-o tambera tranaspactaT obsequio au suti mliulAuguitu P cima
o da MMIAIo (l* ei-.
proiiuAto friclas e
a provincia He VenMi-
ue lhe liaUrtphes
prxima!:
Reunidos I neniurus da commiMio, a excep-
ftio doa Srs.lirio de Munbsea, a commeodador
^ louza Leo, Mala de su as seaaet pelas 7 botas
) Thnrr-za 9fS" ^treale, feo-l presente
Communicadoi.
--------------------------------------------........
Nio podemos deixar de acompaohar m seas
soflrimeotos urna provincia irma, levantertaa
um brado em seu favor, e dirigiodo urna auoplica
W"o augusto roaamsBkCor
naaaever de con
Mbern para m
k que opprimam os noaaoa ir
elia provincia bMareobao, pola, esti
i tiatima de uraa aridMba, qu cata ;
MMasimo desea Majcao, a que a a ce*
fad
con
ns
por urna seohora desta cidsde.
0 concert ser dividido em duas partes.
A primeira constar de urna ouvertura de Na-
bueodonotor, para piano, quatro mios, comoo-
sicao de Verdi, execucaa dos Srs. Smolts Hel-
mold ; do urna grattde waisa brilhnte, para re-
beca e piano, composicao de Pedro Justino, e
execucio do proprio autor da senhors obse-
quiante ; de roa grande polka de mearte para
piano, composicao de Wallace, e execuco d Sr.
H'lmold ; de um do brilhente, para clarineta
piano, composicao de Bessy, e exeeu;ao dos Srs.
Smollz e Paula.;. e de uro capricho-estudo, deno-
mieado as Anorinhat, para -piano, composicao
de Asclier, e exetucao o Sr. Helmold.
A segunda coosiari igualmente da na ouver-
tura da azta-Ladr, para dous pianos, combo-
sir^.o de Roasioi, execuce da atnbora obse-
quiante o da Sr. Helmold ; de urnas vari>coes,
para clarineta e piano, eomposico d Vilosi, e
o A a toen a Poosms Manad Lim. y?, Z JLD"IPi,9wro proonm por
i ifc.37L wmmi-Wom'l eli tabna ) e Manoel Lopes. prlr.hin A* m. l.i. a_____;_.*. t_^;l_
todava ojeitos a "diversas obrigac^Ses psfa com- execu?o da meama Sra. e do Sr. Theotonio ; de
peastrem i provincia daa'(TSpetas que cbm elles um do brilhaote, para flauta e piaoo, ompoai-
ae houver feito, taes sao, alen de outeos, os pon- ; ?o de Houteo, e execuco oes Srs. Saiuatiano e
tes pnneipaes sobre qae deveria versar a reforma I Helmold ; de urna phantaeia sobre motivos do
do regola ment. Irovadmr. para rebeca iaoot composicao de
N'uma visita qae flz ao estabelecimento reco- Berr, e execucaa dus Srs. Pedro Justino a Smoltz;
nheei que a escrlpturar^ao da reqeita e despeza e finalmente da pbaotasia, para piano, deuomi-
arhavHse em trazo desde o dia 20 de margo do I nada bamboula, daosa de negros, composicao de
aaoo passado. Naoquerendo augmentar a despe- Gotlschal, e execu;ao do Sr. Helmold.
aa com a oomeae&o de um esciivao, incumb ao
rsticanle da theseuraria provincial Biriliolomeu
Gaeies da Rocha Pagundes o trabalho de tola a
escrreturac.o, que agora est em dis com a re-
gularidade necessarla.
Poram tomidas as contas ao almoxarife desde
17 de abril at 31 de outubro, e a respectiva es-
criplurafo acha-se em dia. Removidoaesse em-
pregado para um lugar vago em outra repartirlo
publica, deixeide prorer o emprego de almoxa-
vif*, que juigo dlspensavel, preferiodo antes dis-
tribuir as respectivas fu0cc,5es e aa de escrivo
Beta director e mais um empregado que sirva tam-
ben de pedagogo com obrigagao de residir no
collegio dia e noHe. '
l>a exposijo que acaba de dirigir-me o actual
director veris o estado do collegio, e alguna me
Jhorementos que esse funecionario considera mais
urgttiies.
Parceeodo-me que os gneros fornecidos ao
collegio em certas por^oes, por meio dearrema-
tsco, podiam-ae obter por menor precu, maodei
proceder a ella em jti de junho do anoo passado.
Entre as indicacoea feitas no relatorio do ins-
pector de ssude publica merecem especial meo-
cao :
1*. A conveniencia de sujeilar-se cada edu-
cando a um exame minucioso de sua organisa-
cao, feito por pessoa prolissional, para que se
possi conhecer se elle physicamenle apto pan
appliear-se, sem risco de arruinar sua saude, a
certas artes para as quaes linha mostrado vo-
caco.
2.a A necessidade de se admtltirem no collegio
algans exercicios physicos, ltenlas ss vautageos
que a sciencia reconhece.
Outras medidas apootadas ne sobredilo relato-
rio, ou dependem de simples rusoluces adminis-
trativas, ou exigem commodos que o estabeleci-
mento nao tem, e despezas por ora incompali-
vaiscom o estado financefro da proviocia.
[Continuar-te-ha.)
PEBWIHBUCC.
REVISTA DIARIA-
Domingo reuolo-se o collegio eleitoral desle
municipio, e dando se a volacao para os mem-
bros da mesa, fui esta constituida pelo modo se-
Ruiote:
ViscoTidedeCamaragibe, presidente.
Dr. Francisco Joio Caroeiro da Cunha, secre-
tario;
Tenente-coronel Luiz Francisco de Barros Reg,
secretario.
Dr. Francisco Serfico de Assis Carvalho, escru-
tador.
Dr. Diodoro Ulpiaoo Colho Calanho, escrutador.
Foi encontrado hootem e depositado nocea
do Forte do Uattos o cadver de um recrula que,
hs dez ou doze dias, havia desertado de bordo do
brigue barca llamarac noite. A cabera esla-
va intacta, e ligada ao corpo lao somenle pela co-
lumna vertebral: as pernas aslavam parte inte i
ramele consumidas e parle, do joelho para bai-
xo, em perfeito estado. Os bracoa haviam aido
Oealocados, e foi somenle encontrado o tronco
desse cadver da maneira cima deacripla.
Sabio hontem pelas 10 horas da manha
com destino 4 corte a corveta vapor Paraense,
ao mando do ir. capilo-lenente Uelfim Carlos
de Carvalho. Este navio conduzio os objecios
mais digoos de figurarem na exposico da corte,
indo tambera nelie de passagem, alm de trinta
recrutas do exercito, o Rm. Sr. padre Azevedo,
autor da machina tachigraphica de sua invencao.
Pena foi que um ramo de flores de cera mui
bello, ofTerecido por urna das filhas do Sr. Fran-
cisco Caroeiro Machado Ros, e que se achara na
4* sata dentro de urna caixa de vidro, ficasse in-
leiramcnte perdido ; porque, sendo posto em q-
roa de uns objectos dentro da lancha que coodu-
zia os volumes para bordo do Paraense, e cando
assim sob a aeco dos ardenles raios solares,
succedeu que os bellos trabalhos da cera ficaram
de todo perdidos.
Domingo ultimo teve lugar a procissao de
Corpus Christi, a qual nao presidio o luzimento
do rostume, sendo para notar a ausencia nella
do corpo capitular,'clero, seminaristas, confraiia
ds ordem 3* do Carmo, assim como a presenta
apenas de uns doze irmoa do Sanlissimo Sacra-
mento, ao passo que ha uesta cidade quatro ir-
mandades com mais de 2,000 irmos I! I
No mesmo dia teve lugar a festividade da
Senhora da Soledade, ns igreja do Livramento.
Teve esta fuocQo religiosa a decencia condig-
na do culto da Mi de Deus.
Sexta feira [2t) teve lugar o baile de inau-
gorac.a.0 do Club Commerdal, em os aloes de
outr'ura hotel inglez na ra do Trapiche, sendo
bastantemente coocorrido. O bomgosto, o aceio
ea profusio correram parelhas com a urbanida-
ee cavalbeirismo^os socios, que esmararam-
t em bem servir seus convidados. Os saldas
acbavam-se elegantemente decorados, sobres-
biodoo miior delles, em o qual se dansars.
No aabbado leve tambera lugar a partida da
sociedade Corybantina, na casa de sua sede na
roa larga do Rosario. Igualmente ahi se nota-
va profusao e bom goslo no preparo da casa e no
delicado servico de mesa, eaforando-se os seus
ocios por bem cumnrirem os devores da lhane-
xae smabilidado, para com as senhoras que or-
navam a fesla : mais de quarenta senhoras ahi
se notavam, trajando simples, mas elegantemente.
Assistimos domingo urna sessao de mag-
netismo animal, dada pelo Sr. Geraldo Correa
Lima, em a casa de sua residencia, no largo de
S. Pedro.
. A paciente urna menina de 18 sanos, natura}
desta cilade, en a qual o Sr. Geraldo descubri
em marco do corrente aono os caracteres do
somnambulismo, e a forja magntica qae havia
emsi.
A' operscio de leva-la so astado de somnam-
bulismo durou speoai dona minutos, ficando a
pacicente em completo estado de somnmbula,
* apta a responder quanio lhe perguntassem.
SenJo-lhe perguotado por um dos assistentes
,ue horas eram om o seu relogio, isto no do
Qterroganle, respondes que 10 e JO minutos;
Cdada viajar portngsl e que dissesse alguns
edificios importantes de Lisboa, respondeu
com precisSo, dando o nome de diversos.; per-
gnntada quem havia entrado responden que urna
pessoa cuja proflsaao era aer medico, o qae na
veriade era mandada ra de Si Francisco i
ama casa para dizer o que 1A se pastara, res-
pondeu acertadamente 4 quanto indagou o inter-
rogante.
A pericia do concertista com o adjulorio do
nossos artistas, e a escolha variada das pecas que
tem decompor o concert, garanlem horas deli-
ciosas para os apaixonsdos da msica. E assim,
6 de esperar que a i (fluencia destea ao Santa ba-
bel no dia referido compense os esforcos ttn
vontade do Sr. Helmold e daquelles que ae pres-
tara a obsequia-lo com o seu concurso de irmos
de arte.
A noticia que seguev nos foi enviada nos
termos, em que damo-la ; e como o cu autor
a cobre com o anonymo. nio podemos garaolir-
lhe a aulhenticidad. Todava ochamos conve-
niente publica-la, como meio de verifteacao do
facto qae ella contera; pois que a ser exacto,
deve ter m termo.
a Sr. redactor da Revista Diaria.A bem da
moral publica pedimos a Vmc. que justiceiro co-
nlo, leve ao conhecimento da auloridade com-
petente o seguale faci, aflm de ser coarctada
sua cuntinuacao.
a Ha oa ra Imperial nm lio, que de conti-
nuo esti a bater em urna infeliz moga sua sobri-
nos com um bacalho de pernas, proprio de ser-
rar escravos. pelo simples facto deasa desdilosa
haver perdido sua mai de tenra idade. Esta sua
barbari Jade pralieada de ordinario i noite, sem
motivo da parte da victima, sendo lalve por que
est suas expensas....
O que admira, porm, Sr. redactores, que
nesta roa haja dous inspectores de quarteiro, fi-
cando um nio longa do theatro dessa sevicia, e
nao haver urna providencial a
Hootem, pelas 5 horas o meia da tarde, ten-
tou suicidar-se, dando um golpe no peacococom
urna faca do mesa, o pardo Feliciano Bernardo
Ferreira, dentro do corredor da nossa offlcioa. \
Esse homem pela manha havia aido levado
preso para bordo do brigue de guerra Getwmue,
como desertor, e sollo algumas horas depois por
ser maniaco e incapaz do servico.
O paciente linha sido lgum lempo comensal
da casa de pareles das proprieterios desle Dia-
rio, de compaohia de quem sahira para em-
pregar-se na estrad de ferro, de onde voltoo ha
dous ou tres das, sendo preso como desertor por
doua soldados de linha, aos quaes pedir para ir
valer-se aos referidos proprieterios, o qoe eom
eTeito fez, antes de ir para bordo.
De volta do brigue Cearenie, appareceu elle
nossa oQieina pedinda-nos alsuma comida, que
lhe foi dada, e serviodo-se da faca, que com ella
foi, deu um golpe do pesclo. Apena conitou
occorrido sos praprietanos, flzeram elles parte
ao subdelegado respectivo, que comparecen jan-
lamente rom os Srs. Drs. Carolioo e Alvet, qoe
procederam ao corpo de delicio, sendo o ferido
remettido ao depois para o hospital Pedro II.
Fizeram acto na Fscaldado de Diretto no
dia 23 de oovembro de 1801:
1 anno.
Bolvar Teixeira alen-
des .................
Bento Borges da Foo-
seca.%...............
Antonio Carlea Damas-
ceno...............
Francisco de Assis Cor-
rea Lima.......a....
Miguel Figueira de
Faria ...............
Manoel de Souzs Ro-
llne Alencar........
Epiphaoio Yerres Do-
mingues da Silva...
3
Campos, Jos Comea Veiga, Alfredo Qon;al-
ves da Costa Linta, Jos Leoncio Silva Rosa, An-
tonio Caroeiro Pinto, Jos Ferreira Rodrigues,
Aotanio Gomes, Josa FraooMOO, Antaoio Rodri-
gues Meodes, Anionio Pereira, Joaquim Fran-
cisco. Seraflm Gomes, Pedro de S, Antonio Al-
ves Colh
ra Garrido e Ihoael Lupo,
O hiate brasileiro Sergipano, vindo do As-
l, trouxe a seu bordo os pssugeiroa seguintes:
Justino Leopoldo de S Cavalcanti, Hanoel Jo-
s Martin, JoSo Joidde Albaquarque. Luiz Jos
Soares Macado, Antonio Alexandre Teixeira de
Souz.
Moviasaoto-4* enfermatMtdaaas* de deten-
gao no dia de 21.
Teve baixa para enfermarla Rom&o, pretov as-
cravo de Manoel Leitao da Costa Filgueiraa; be-
XigB. |1
Exiatem em lulamente II exiguenios : sendo
9 livres e 2 escravos. s
MORTALIOAD DO DA 24 :
Emilia, Paroambaco, 8 mezes, Boa-vista ; den-
licio.
Manoel, Peraambuco, 6 metes, S. Jos ; conval-
eces.
Cyrillo, Peraambuco, 4 mezes, Santo Antonio ;
coavulcoes.
Anglica Mara da Conceigo, frica, 96 aonos,
viuv, S. Jo; velhicc.
Da ib :
Jaliana Marta da Coaceicio, Peroambuco, 30 an-
uos, solteira, S. Jos; tubrculos pulmonares.
Carolina das Mercs, Ouricuri, 21 anoos, soltei-
ra, Boa-viste; ihysica pulmonar.
Catharina, frica, 75 annos, solteira, Boa-vista;
gaslro hepalite.
Umbelina, Pernambaco, 34 anno, solteira, es-
crsva. S Jos ; encephalite.
Anna Mara da Conceicio, Peraambuco, 22 an-
nos, casada, Santo Amonio t peritonil*.
Jos Mara Xavier do Couto, Peroambuco, 21 an-
nos, viuvo, S. Jos eoterite.
Julio, Portugal, 30 aonos, solteiro, Recie ; Afo-
;a4o.
onso, Peroambuco, 20 mezes. Boa-vista; pleu-
ro pneumooia.
Manoel, Pernambuco, 12 dias, Boa-vista ; coa-
vuledes.
Manoel, Peroambuco, 3 mezes e meio, Boa-vis-
ta : desenteria
denle de eemiisia deeleroa abetle seae.
Lida apprsvaoa a osa da ssssio antecedente^
passou-se ao expediente.
Pieto,^htmaocatira siabtiecide oeete ribde,
datado de 14 deate mez, em que diz ter aviado
atropellar aos homeoa seosatos e hone
proviocia ; por qH sm. Primle
leudse ligado homei ., que odiam
quanlo honrado, jonoHrnobre, ach-i
t&MHWBStS.t;
ne. qaeejmginmM naprfjr.....mcbsm-
mero entrei; e lastima teata fabe'sa ||
Vapa ie fe o Sr. OaiaUa* balea a I
verdadelros se saccerr i (actas
ara cooapuaBMaa>ioba
e ser crishAMamnas
*sVdes, Sr. Qelin,
gre d ter desea <:..
salutaies am ^H
rj.zi. tbnaM fMre c
rmett mestaa SrJ
*9**o eaapa, s4Mt> ene-
aa Sr. (>B*Mlao ansa, em dkm
para as salas de xpoBicavdivtraos proovetoa por
elle UbriMdaa, igranda catre cato ail qu.
extrtbio de urna planta denominada Indina
fera seguindo para obte-lo e mesmo processo
empregado na India e emoulres tusares; e um,
do Sr. engenheiro Buarque de llacedo, da ms-
ala data, dirigido ao xm. presidente da provin-
cia, m qae atz qae a machios tachigraphica do
Sr, padre .Vzevedo anda dio pod ser aprsenla-
da, masque o ser antes da inaogorca- d x-
poritao.
Nio ha vendo mais expediente, pastea a com-
missio aos sus trabalhos, e depota de oceupar-
a de diversas materias relativas exposigao, o
Sr. Dr. Sarment dlsse qae, podando succeaer
que seja precito encsixotsr ot objectot que tem
de seguir para a corte do imperio antes de Andar-
se o prazo fizado para a vierta dos productos ex-
pottos, convinb* que se anounciasse islo mesmo
para que as pessoss, xjue desejarem examioar
esses productos, nao se reservem para visitar as
salas que os contm nos ltimos diat, e o Sr.
Figueira de Parta aprasentou distribuigio dos
membroa da commisso os bilhetet de entradas
reservadas qae tem de ser por elles dadas Ss pes-
soss que quizerem visitar as salas de exposico.
Nio haveodo maia nada de qae se oceupasse
a commisso, o Sr. presidente encerroa a seisao
pelas nove horas da noite, e eu, como um dos
secretarios escrevi esta acta.
Sala das aessdes da commisso no palacio do
gorerno 14 de novembro de 1861.
Vitconde- de Suassuna,
Presidente.
Dr. Joaquim de quino Fonctca,
Secretario.
Joaquim Pires Machado Portilla,
Secretario.
Approvado plenamente.
Mero.
Reprovado.
anno.
Approvado simplesmente.
dem.
dem.
dem plenamente.
anno.
Approvado simplesmente.
Ad
Biu a rapidez cojo que ella responde a
dem.
anno.
Jos Baptista Gitirana. Approvado plenamente.
Francisco de Paula Ca-
valcanti de Albu- *
querque............. dem simplesmente.
Francelino Bernarda
Quinteiro..........
*
Jucenal de Mello Car-
ramanhos...........
Manoel Jaouario Be-
cerra Montenegro... dem plenamente.
Francisco de Paula e
Silva................ dem.
5o anno.
Joaquim Antonio Al-
ves Cerdeiro........ Approvado plenamente.
Jeronymo Bandeira de
Mello .............. dem.
Lourengo Bezerra Ca-
valcanti de Albu-
querqueLicerda.... dem.
Francitro Liberato de
Be?e.............. dem.
Fizeram exame de geometra no dia 23 de
ooftmbn do corrate aooo 12 estudantes.
Approvados plenamente. i
Approvados simplesmente. 5 .
Reprevados........ $J
letal......12
Fizeram same de francs no dia 23 de no-
vembro do corrente 12 estudantes.
Approvado plenamente. .. 5
Approvado simplesmente. 4
Reprevados................ 3
Total........... 12
Fizeram acto na Faouldade de Dtreito no
dia 25 de novembro de 1861.
i* anno.
Demetrio Jos Teixei-
ra...........
Domingos da Costa
Ramos Filho........ dem plenamente.
FranciscoGongalvosda
Inste.............. dem.
Cter de Sonsa Mar-
ques................ Reprovado.
V anno
Americo Pinto Brrelo. Approvado plenamente.
Eajdi* Vraimesce daa
Cnanto............... dem simplesmente.
Joaquim Germano Es-
moa.................. dem.
S auno.
Celso Tertuliano Fer-
nandos Quintella.....Approvado simplesmente
Paula Aatran.......... dem plenamente.
Anlbnio Joaquim Piret
de Carvalho e Albu-
querque............ dem.
5o anno.
Antonio Aladim de
Araujo.............. Approvado plenamente.
Pedro Gandijoo de. Ba-
tis'e Silva Jnior... dem.
Rejlnaldo Alves de
Illm e Exros. Srs.Tendo-se encerrado a visite
i exposico dos producios ataes, agrcolas
industriaes desta provincia e das que Ibes sao li-
mitrophes oa lhe fleam prximas, qoe acaba de
effectuar em salas do alacio do governo provin-
cial, a commisso directora, d'eu-se pressa em
proceder escolha daquelles que lhe pareceraai
poder figurar na expoaigio que deve fazer-se na
corto oeste imperio no dia 2 de dezembro do cor-
rente anno, conformando-so nisto com as ins-
I trucgbes do governo imperial e tem a honra e
i dirigi-ios a Vv. Excs.; maa muitos dos qae mais
| sobresahiram nio podero ser remettidos; por-
que as pessoas qoe os ex peseram aa pretendem
fazer que sigsm directamente para Londres, sflm
de figurarem oa expotigo universal que alli deve
ter logar em mato do anno vindouro, ou lhes
dio tanto a prego qae nio qutzeram preater-se a
deixar qoe fossem remettidos, ou vende-loa, para
que podessem seguir psra essa corte.
A commisso director, levada elo peeta-
meoto de reme.Uer os productos que Iheparece-
ram poder ter futuro desenvalvimeoto, ou que
mestravam adiantamento de eultura e da mi
d'obra, procurou fazer a melhor escolha. Eotre
aquellos diversos figurara oblidos de vegetaes qae
seencootram em abxodvncia nesta orovincia-
e as qae lhe%io limilrphs ou lhe fleam pr-
ximas e se prestam so desenvolvimento de nossa
cultura e augmento de nossa exportarlo, e entre
estes algant que attesltm que, se nossa agricul-
tura definha por causa de reeonbecida falta de
bragos, anda nao cessoa deempregar ex toreos, a
que, so nossa industria aio tem arada grande de-
senvolvimento, promette vir a te-lo. O exame
desses productos prevar melhor a VV Excs. e.qoe
diz a commisso directora qae para aio distrahir
a attenco deVV. Exet. lo precisa actoaimeote,
nao procuren fazer sobresahir asqaalidades ven-
tajosas de cads ora, pas que estas esvioao al-
cance de qualqer pessoa qae examlna-los.
Tendo a commisso directora de apreeentar a
VV. gxes. os'productos que tois sobresahiram
d entre os que procederam das provincias qae sao
limitrophes desta oa que lhe fleam prxima,
nio pode deixar de mencionar com elogio os da
do Cear, qoe alem do empenbo e pressa qoe fez
era concorrer com aeos producto, dea prora de
que procura ir rpidamente na senha do pro-
gresso. E na verdade, que pela corteza de prazo
Gxado pelo governo imperial, as outras provincias
que entraram no circulo, expositor, nio pode-
ram colligir e remetter senao um pequeo nu-
mero de productos, e que a de Alagoas, du-
vidaodo talvez da competencia da commis-
so directora desta 'provincia na apreeiagio
e escolha que tinba de fazer, remetter directa-
mente para essa corte parte sem davida o mais
importante, de teas productos ; mas esse mes-
mo pequeo numero mostrou que todaa se em-
penham pela proeperidade local, o que intei-
PHeWrfeTB que prevlimanta ot coalaT La-
mentamos cordialmeola a misera poaiea aba to-
mou S. Exc. na altura administrativa a* que foi
collocado. Mas este seotimeotp de aridoaa lea-
tima ao nos leva a o-silencio vtete qae sotTrem
pessoas que dos e caras.
Sim, urna dst victimas da sanJja dme ho-
mans e da maleabilMade daquelle qae ae presta
a ludo, ha aido o nosso directo e talentoso amigo
o Dr. Joae Climaco Lobato, actual luiz municipal
do termo da villa de 6. Banto.
Finalissudo-ae a seu qualnenaio em 1* de de-
zembro do correte anno, em agesto passado, re-
quereu o Dr. Lobato a S. M. I. gr.g ae ser re-
cooduzido no mesmo lugar, alindo valiaeos
documeutos de sua iolelligeocia, zelo e honradez,
no cumprimento de seus davares ; ora essa Deli-
cie, liona de ser remetlida por intermedio da
presidencia, mas como servigo aos desairelos do
Dr. Lobato, e muito principalmente & um cele-
brrimo Tinoco, mancebo coberio de vicio*,
chelo de divids, Ou pac troca de votos, e influen-
cia eleitoral, al agora bao pode inda ter segui-
mento a petigio do Dr. Lobito, sob o pretexto
de qae oa presidencia paraca documentos contra
o caaaano Dr. Lobato, o qual scieqte dsso, i com
documentos vshosisslmos verbalmehte se defen-
deu detsaa graos aecussces, que diz S. Exc. se
lhe fazem.
Qoando isso assim fotse, corra S. Exc. o ri-
goroso dever de mandando extrahir copias desses
documentos, ouvir ao Dr. Lobato, mas nunca
coarelar sen dlreilo de defeza, e atropellar suas
justas pretendes. Mis quem que nSo enxer-
ganestedubiocomporiameoto do presidente urna
arriere pense, om formal designio de prejudicar
injusta einfundadamente ao Dr. Lobato? E quem
nio vS que S. Exc. assim obra, nao por amor i
justiga, mas sim para dar saltfagio odios
alheiosi quandcS. Exc. est bem informado que
a origem da ogerisa que ao Dr. Lobato vola o tal
Tinoco para aquello at maito honrosa ?
Sabemos a fundo todo o negocio, esperamos
documenlos, e volteremos entao a oceupar a at-
tengio do publico, se astim eutendermos ser
mister.
1P.

os reai sarvrdo a i
quando alli foram publicabas, bara
#fltP ffti'a>fMalljlsaal *ablTJB>Bj
pe a nova correigio cae leve lagar ala
t^rmo da villa do Principe, caja ceatsi
agora am magistrado, de ootro erlterte a*
o do Sr. Quiolino qae, segaed* perace.
ria s, iaiamia 6, ende caita, 7
provimentet ahtnrdsje a sa mcate,
urna iraagioagae deavairada, e eage
Um
ao menos li es qae sgors vigorara, c avacaaai
tam cora eqnetles prmeiros, e estaaai bem
e mente toda aletvt de .
Bsra.
CHRONIGA JUUICUKIA.
JURY DO RCIFEt.
5.a SESSAO.DIA 23 Dfi NOVEMBRO DE 1861
Presidencia do Sr. Dr, ans municipal da pri-
meira vara, e jmix de diretto interino da se-
gunda. Hermogenei Scrates lavares de Vat-
tohcellot.
Prometer publica, o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Gusmio Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Franciaco de
Paula Esleves Clemente.
Procedend* esetivao-e chamada nominil dos
8ra. juizes de fado, verifica-e starem presentes
38 juizes de Cacto.
Sao multados em 20$ aqoeiles qoe havendo si-
do notificados, deixaram de comparecer os tra-
balhos, sendo relevadas as mollas impostas aos
Sr#.:
Galdino da Silva Martin.
Jos Candido de Souza Castro.
Jos Francisco de S Letto.
Eotra em julgamento o reo Procopio, eseravo
dos herdetros do commendador Antaoio Luiz Gon-
calves Ferreira, preso aa cata ae deteogio desde
26 de deterabro de 1859.
imputa-se ao ecuaado haver ferido gravemen-
te aa prelo Gersldo, aacrovo qaa foi do IJr. Nabor
Caroeiro Bezerra Cavalcanti, resultando i d'oase
ferimento dentro em alguns dias a raerte do of-
tendido.
Pareceoeo primeira vista estraano que a ns-
truccao do summariolenha castado ao aceusado
a prisio preventiva por mais de 22 mezes, cum-
pre entrar por am desenvolvimento de circoma-
lancias que avaltem no referido prooesso.
Instaurado o aummaro em 1659, fura nqueri-
da a primeira testemanha aos 6 de fevereiro de
1860, tusciteodo-se nossa audiencia do subdele-
gado do Poco d Panella a questo de saberle,
se ao senhor do eseravo ollendido incumba o di-
reito de intervir direclamente na aceaaagao, ji
inquirindo, ofierecendo e eooleatando lesiemu-
nhas.
Oppondo-se essa indebita intervencbo o cura-
dor do reo, para cujo encargo lora noraeado o Dr.
Joaquim Jos de Miranda, ordenen o subdelega-
do qoe fosse ouvido sobre tal incidente a promo-
tor publico do termo o lugar que a este lempo
era exercido interinamente pelo Dr. Trigo de Loa-
reiro FiWio;
Nessa remessa do processo para o promotor
publico interino, deu-ae o facto de ser adiado o ramente era "proVeil'daoVimperio. Dado es
somatarlo at jolhu de correte anno, sendo que primeiropasso, canta a commisso directora que
durante tu lo esse intervalio nao fr posstvel des- i se o governo imperial for permittido exposicoes
cobnr oude existira esse summaro. semelhanles, cada provincia levada pelo e.timu-
Lompulsaudoos autosreconbecemosqae se deve ,1o de sobresahir e exceder, o que interessaote a
o zelo do actual promotor publico a presente for- todoa os brasileires. as futura ezposigdes de
- ____
Correspondencias.
Tendo de responder ums correspondencia do
Sr. Dr. Jos Qaretlno de Castro Laao> aerada,
contra mim, neste Diario de Pernambuco, com
data de de jnnho do cnente anno, cumpre-me
era primeiro logar agradecer w seu digno ou-
nhado o Sr. Jos de Barres Cerris Sette t> modo
acrimonioso porque se dignou tratar-rae pr mio
de urna unir correspondencia escripia neste mes-
mo Diario em o dia 22 de aaaio deste mesmo
anoo, onde por gentileza sua. e proprrs de ana
pessoa, me cnruma com os epithetos injuriosos
de tangedor de boladas, e energmeno, como se
para tanto estivesse o mesmo Sr. Sette autori-
sado ; por tente retrrbaindo esse senhor qaanto
lhe devo, e com autorsagio igual, permita qoe
o chrisra tambem com o distinelo nome de As-
modeu, qae bem pode asentar a sua phosphori-
es pessoa, qoe desta vez dea ao respeitavel pu-
blico urna copia de si a mais desiavoravel, e de-
gradante, a qual cbamarei, sera hetitagio algama,
indigna do homem que pensa e social, indigna
mesmo do todo iquetle qae nutre em sea cora-
gao anda o menor reflexo de honra, e probida-
de, dicendo-lhe mais, Sr. Sette, que se flz tan-
ger boiadas para a feira, foi porque as tire para
isto, o que talvez, segando pens, teri rotado
de fnveja a S. S. que parece ter sido creado com
pernas de carangueijo, bem como o teu nobre
cunhado, a quem agora vou responder, e quem
iuilo devo. OSr. Quiolino titulo de defeoder-
b, ootendeu, que. desenvolvendo o sea genio
leonino, eslava habilitado a laucar mao de argu-
mentos forjados a sea belprazer, e offerec-los
ao publico, como se com elles provasse ousa
algum'a, seoio o sea inaudito capricho, e a sem
razio por qae me vota ogerisa.
Anda assim: nio dar-me-hia ao trabalho de
responder*!he, se por ventara Smc. se tivesse
limitado aoa meios de defeza, de que inmereci-
damente se julgasse credor, e nao, esqaecendo
os limites da verdade, e probidade, tivesse pro-
curado calamnioesmenle ferir,-me om suas fal-
sidades, faltando desta sorte o respeito devido ao
publico, e a si proprio na qaalidade da am juiz
de direito.
Approvado simplesmente.
tejini
tilo.............. dem.
raagao de culpa que estara indefinidamente adia-
da, a nio seres as importantes diligencia! que
consta m no processo de fl. 16 a fi. 34. Rel ri-
mo-nos is patarras do proprio Dr. Joaquim Mi-
randa, o qual escreve em suas razoea de defeza
que este um servigo verdoaeiramenle nouvel, o
que, par de outros, ficar archivado nos tnbu-
naes do paiz, recommeedando a diligencia do Sr.
Dr. promotor pollino.
Tal foi o procetso submeltido julgamenta no
primeiro dia da presente seseas, paraoqoel
foram designados como juizes :
Joaquim Leocadio Viegas.
Juslioiano de Albuquerque Bello.
Joaquim da Coate Ribeiro.
Flix Francisco da Pat.
Joio Pedro de Jesas da Malta.
Joio Baptista Gomes Peona.
Francisco. Antonio da Boto.
Miguel Jos de Abreu.
Joio Duarte Carneiro Monteire.
Faustino Jos da Fonseca.
Julio Pires Ferreira.
Antonio Valentio da Silva Barroca.
Procede-s o. interrogatorio do reo, testara
integral das pagas do processo, aecusagao, dife-
za, replica, treplica resumo doa debates.
Sao piopollos aa jury de senienca os seguintes
quesites :
1.a O ro Procopio, eseravo doa herdeiro de
Antonio Luiz Goncalves Ferreira, na dia z* de
dezembro de 1859. no lugar da Caaa-Porte, en-
tre as des onze horas da noite, matn ao preto
Geraldo, eseravo do Dr. Nsbor Carneiro Bezerra
Cavalcaoti ?
2. O reo eommetteu o facte criminoso de
noite ?
3." O a commettea o (telo criminoso em lu-
gar ermo?
3. Existem ci reo s te acias altennotes fator
do reo? .j
Recolhndo-e is 3 horas a m qaario cata
daa confcreneUs, o jury responden aos qaesMmt
pela forma seguate :
i.0N*o; per 11 votoe.
1.', 3. e i." prejudicadoe.
Em vista das reas oslas do jury, o juiz publicou
a senteoga, abaoiveao o rao a condemnindo
mnnicipalidade naa castas o taranteo a temi
adiando-a para o dia 25 do correnta pelaa 10 ho-
ras da manha.
DIA 25 DE KOVEMBRO.
Presiocncia do Sr. Dr.juiz municipal da 1* vara
e juir de direito da 2*, /7rmooen Socratte
lavares de VasconceUoi.
Promotor publico,o Sr Dr. Frantsco Leopoldino
de Gusmio Lobo.
Escrivio privativo, o Sr. Joaquim Franciaco da
Paula Esteres Clemente.
A'a 10 horas da manha, verifica-se eslarem
mais a mata brilhantet, e por isto faz votos para
que sejam permiliidas, concorreudo todava o
governo imperial com qusnlias sufficientes para
as despezas que lhes sao iodispeosaveis, facili-
tando oa transportes e dando premios.
Sea exposico, que acaba de efiectuar-ae, fos-
ee visitada por estrangeiros que para isto viessem
de paizes manufacturemos, como succede nos qae
se fazem era Pars, Londres e entras grandes ci-
dades, est conveocida a commisso directora
que muitos productos expostor, que pasearas
desapercebldos, teriam merecido seria attengo e
d'ahi resultara maior desenvolvimento da cuita-
ra dos que sao suteeptiveis de t-la, e qae mili-
tas materias primas, que se encontrara em gran-
de abundancia no Brasil, viriam a ter moita im-
portancia e a constituir gneros preciosas de ex-
portado, mais itto poder ser supprtdo pelo
empenho do govrno imperial em permiltir ex
poslgoes e animar o expositores, auxiliando-oa
o recompensando dovtdamente aqaellaa qne mais
digoos so moslrarem, como praticam os gover-
dos que lomara a peito a prosperidade doa pai-
zes que dirigen.
Nao admlindo a commisti* directora que
haa brasieiro, que se nio deixe iofiaaar peta
gloria e deaeje a prosperidada da patria, e co-
nheceodo o carater nobre do poro deate imperio,
est intimamente persuadido quo querendo o go-
verno imperial em poseo tompo terio mensao
honrosa entre as exposiges do globo as que se
foram fazendo no Brasil, e por tato empenha-sc
em que seja attendido o que Ac dita:
Se foi corto o prazo Atado pelo governo im-
perial para qoe se effecioasse a exposigao, curte
tambem foi o asignado a commissio directora
para fizar om relatorio circumstanciada de ludo
que occorreu dorante a exposigio, e orgaaisar
um catalogada lados os productos expostos eom
aa condiece exigidas pelas inaUuegas dadas
palo governo imperial; mea a presen tari esse
trabalho pelo prximo vapor ingles, e espera aer
desculada em attoogo aoa exforgos que empre-
gou para deaempeohar as obrigacoat que acei-
tn, e corresponder do melhor modo a honra
que lhe fez o Eira. Sr. presideole da nrovjncia
nomeando para memoras deate commiMio peaseas
que por corto nio eram maia aptos para deeem-
penbar etaas obrigaget, e estando persuadido
que, se a exposico nao foi lio brilhaote quanto
pedia aere desejav que o fosse cada um de seu
membros, nn envergoabou a provincia, de quo
foi centro, nio obstante muitaa causas que con-
correram para contrariar seos exforgos,
Dous guarde s Vv. Excs. Sata das aessdes da
commisso directora, no palacio do governo 23
de novembro de 1861.Illms. e Exms. Srs. pre-
sidente t membros da ceramiasia da apowgo
do corle do imperio-. VUconda d Suassuna.
Dr. Joaquim de Aqaiao Fonseca, secretario.
presente 34, juizes de ficto, o Dr.juiz de direito JJeaquim Pires Machado Poriella, tecrelario.
adioo a sesso para o dia 26 do corrente. I .-...-.
E porque o Sr. Quiolino me ultraja tanto? por-
que, fiz publicar a decao da questo oscilada
entre mira, e elle, a qual sendo em mea favor,
o fiz corar, e eaiigmalisar-se. e, por ter ee, em
o commuoicado qae fiz publicar a 20 de maio,
sorvido-me do termo pechiocheiro, o dito que
os erimet, a crimioosos robustoceram naquella
pobre comarca do Serid com allusao, em du-
vida, a Smc. E teria eu, por ventura, claudica-
do, Sr. Quintino? Mata abixo moatrarei qae
nao; por ora pisto a curar-me das mordidelas
de Smc. O Sr. Quiolino grazinindo primeira-
mente muito pela patarra pseudo com referencia
aos seua amigos do Serid diz, qoe I tem ver-
dadero amigos, qae nio deiiario pasear des-
apercebida essa patarra ; e digo que nao
Smc. lio feliz que deixasse no Serid verdajdeiros
amagos, alm das commuos, e inculcados pela
fbula, quando diz tulgare ett ornen anid, sed
rara ett fidetamigos assim todas temos, amigo,
commuos, e que nos d a civiiissge da scalos
e essa ordem acial, assim tambem ea tul era
a'gum lempo amigo de Smc. porm de amigos
verdadeiros no Serid esquaca-se o Sr. Quiolino
por que amigan nao s adquirem assim, I tem
pessoas qualificadas, e que bem merecem o deoe
nome de amigos, maa nio chegam para aoa merce,
que ainda nao Ibes, provou os quilates de rai-
zado, e Sdelidade, por tanto de ama vez sque-
ca-seSme. porqoe eeeea carcter es notares nio
lhe perteocera, sao de outros.
Dia o Sr. Quintino que nio falsifica testamso-
toa, como bem a do fiaado Visitador Feraandes,
alludindo a miaba peasea, lavoteado para tato o oulheconstou
testemunho do preto Caetaaa, que foi aacravo do
mesmo vigario e impreatando-ma tmbeme titulo
de pechincheiro, como e Smc. podasse pro-
var qualqaer eiva a meo respeito, qu fosse ca-
paz de compromettar a rain ha reputacao, como
empregado publico, respondo ao Sr. Quintino
qoe falisiraa a nolicla de tal faUticago de
testamento, e se por desgraea e dsse um facto
deate ordem accarreterta Smc. com grande res-
ponssbiridade, visto como sendo juiz de direito
na cosaares do Serid, e lando no termo do Prin-
cipe aborto correicio, em que devera hacer
de todos a abuio pntieados, maito da propo-
sito daixou de tomar conhecimento deste, quao-
de era o testamento lio aovo, e leudo fallecido
aquello illuetre Visitador om fevereiro de 1858;
miseria qae o Sr. Quintino tive llagado mi
do teitomuaho da um preto infame, desagrade-
cido, o visionario, para proenrar assim msrear
a leputaco de usa ciaado, e de un empregado
publico, emftm, ta histerias do preto Caateoo
com o Sr. Quiolino, Deus ot faca verdadotios I
Para prava do que ata impata o Sr. Quintino,
como a pregado publico offareco i ae leitura,
4 do repeitavel publico, os d oca maa tos n. 1,2,
e 3, qaa sio da pessoas competentes, asteo
muito cima de criterio de Smc, a qatt pco-
varao man a mea reapaito, do que provou
respeito do Sr. Quintana aembr aguo dos 10 do-
cumentos, que apreaeotou, qae nao si para que
servir se foi nos algaravia qae man serve para
abata, do que para elevar a Smc., pota que,
segando a phrate da Earriptura Sania,qoem ae
exalta, abate-sequi a aoJtei, mraifoatstir,
e o louvor em bocea prosita 4 vituperio, coma
exprime o bom portatga.
E' lastima que Sr. Qatntino naa soabes qaa
o padre Luiz Marinho ea raen prente, quando
eom dente da vbora mordia-ma na Serid, s-
menta soubeaaa que ara atiaba parante aquella
moga da infeliz aerara qae l marra*,
Smc. diz ter aido tisissiuada pela seohora por
; o qaa 4 ama rerdadetra casamata, cuto
quetidades,
tino.
Diz tambem o Sr. Quiolino qae a
dente da provincia
aaa, manden logo atro IHlUamie ata faa-
da dot presos ; 4 murta eu darte, fl
saiba Smc. que, quaode a na qaal
legado de policia do termo do Pnacipe.
o destaca melo para capitel, tan per
senhor ebefe de potieta peni
tro destacamento, viste o
de homen insubordinados,
cuja reclamagio havia eu ateriara
mesmo senhor e como Smc. arrogar a ai a nata
do outro destacamento ? E' maite ftiridada I 7
pena que um homem qae alisos os rearas do aca-
demia, como Smc, nio saiba respeiur .
dos Has sementante*, a eeeervar a sanie i
ma do direito natural aasam cuiau*
Contine o Sr. Quiolino, ao em triases i
noses robustecer aoa no Serid,
ludo itto, porque ert jais muaipal
em exercicio e delegad* da pata ria V
A islo respondo radicalmeato ; corae abste-tee ss
qoando sua merce com o sea veto ea deisave im-
punes? qaal a razio da Smc, ttmecii hM
til isa r-rae ponte de, juiz da direito ae era
querer chamar si as atiribeieeea te a
cipal e de delegado, e ter na Serid a /a
senlo porque nio quiz acorapanba-te em i
prezas adocicadaa T
Se est esquecido, lembre-se, Sr. Qeiatiaa. d*
assassioo do Porabal, que se luroa ae jy a>
Serid, e de cuja saotoeca nie lia*,
baria at ma lestaraunna qaaaavie a i
da boca do proprio re* ; tembrt
Francelino, qoe,tendo exuberaate
do a aua innocencia e tendo sabia* liare".
pellado por Smc. para a retaceo da dia
qaal felismente ji reparou e iajastka ; .
se do que te passou cora a velbo Joaquim |
Campello e tea filbo; do qae se
pitio Antonio Sosres de Brite ;
qae se passou no procesa* da Joae a Craa a*
Lucen* e outros, e nio mato procara terr-aa*>,
porqoe urna tal mordidelta eegeea I ~
agora, arista desta bravo expasiga de f
Quintino, nio ser itto pecaincae,
oa criraes e crimioosos T bija
ra sido iovengio raioha, qoaae ap
tal phrsseado?
Muito de proposito deixe da
renho de dizer, mas se Smc i
aua reputagao, exigir de mil
prorapto em aervi-lo.
O que oSr. Quiln* quer alledirai
dividas, que deixou no Seria*,
contra si, porqoe se essa algaem dcixea
sua merce daixou o qaadrapto ea i
como todoa abi tabem, e o qae aaa i
poder negar.
Alardeia da subacripgio quo lira* o Sarta,
servigo que fez com o dioheiro alhato ; maa dttnt
Smc. qaanto ji maodou para obra is remmitne
do que tinba sobscripto qaaedo dizie se saen
poder da va para obra mais da qaa a, ae bu te-
nsado por Smc. am lOftaOOO.
E por ventura julgaria Smc. podra
ser pechincheiro, alladiadodifidaa
engrandecen do os teus rasgas de fraaqoesa 11
confunda, sio cousas mui diversa*.
Nio se elogia tanto, Sr. Qulnltoo, a d mi
copia de ai 1 I 9
Protesto pelo silencie aamo resposta ilnnete
e enrgica qae merecem as naites folwliln
crimioages fatais do Sr. Quiolino coaira mam.
que vivo longede Smc, e nio mata me impar*
com ot seus desmandos.
Joaquim ipolinario Ptrtira eh Brilo.
Villa do Principe, 14 de oulabro d* I0fl.
DOCUMENTOS.
N. 1.
Illms. Srs.Joaquim Apolinar Perara de ri-
to, actual delegado de policia e juiz raaaUapa!
substituto do termo deste villa do rraaae. pre-
cisa a bem do sea direito, qae osea remara aba
Ueste qaal a sea conducta civil a raavat. a asi
o seu coraporlamento na dislribeigie
como funecionario publico
consta qae o sapplicaote recbeos*
dioheiro, bens ou qoalqoer coasa .
admioiatragao dajastica, pela qaal se,
olvido a inttireza do ac carcter da
publico : por tanto pede a Tv. Ss. Mate. Srs "pre-
sidente e* membros do cmara raaniripal ata illa
do Principe sejam servidos deferir ao iaaaliras
como for de jostiga.E. R. M.
Joaquim Apolinar Pereira da Bcito.
Ella cmara atiesta qaa o tupplicaal* tem tmm-
ma condneta civil e moral, j corat
j como erapregado pub ico, em qua i
irado seloso e ioteliigeote nos
aa competencia ; a amos tai
nio cenata a esta cmara qoe e appucaate va-
se recebido suborno de petoa algama **|
se em olvido a aua reputagao come
publico.
Paga da cmara municipal, am
da 12 de outubro de 1801___Jos erearee. te-
lidente. Monteire. Medeiros. Inte.M.
Freilas.
[Ettavam reconhecidat.)
N.S.
Illm. Sr. Dr. juiz de direito. Joaqeira Apeta-
nar Pereira de Brilo, delegada de aeMebB a ja*
municipal aubtiituto do termo da villa ata Piba-
cipe, da comarca do Serid, precisa, a naa sea
direito, qaa V. S. Ib* atieste e* pe i
tem sido a aua conducta civil o raer!, i
V. S. se cha cite comarca, a qaal
tem seguido o distribuigio da jattiga, i
cionario publico ; assim corao ea eevte j I
era tarase algara, qae a teap-
cante recebetse donativos das partas, qaa nedaa-
sem influir na deciaie do* teM*. am r ata ol-
vido o seu criterio de empregado peiliee : per
tanto submissanente peda a V. S. lila. Sr. Mr.
jaiz de direito da cora ana de Sond Iba tetra
como for de justig.E. t. M.Jaeaaim Apem-
nar Pereira de Brito.
Atiesto que desde qoe entrei na nereida ata
jais de direito desta comarca tea tide Meara-
cante a melhor condeca civil a meral, e qaa
nio me conste q* tivesse era algara tasara *>-
tribuido a roa jaifjga por iaflnenctee de **
que recebesse das partes, o que altaste ea f ata-
cargo que occapo.
Villa do Principe. 12 de ostebro
Miguel Goacalvw Lima.
(Esteva reeonbecida.)
i R S.
Villa de Principe 12 de oafabre ata I
Ittaa. Sr. coraraaodaote ni
teijo Biriz.Arate*
meo carcter e repategae ata
algum tanta Mareada atoa _
e crimineedea de algaera, tav
tmenlo, qae me proprio, i i
a miaba repnUglo, ji o
e 14 como simpfes cidadbe, ^
V. S. o favor de alteater a* pd tasto aaa Ba
constar sobre os meus ft "
paWico o como cidadio, _
toa j que ea na dittribaicia ata jaaOca
dioheiro, bens a outra qaalfear i
te, que podeae ofloir para
oa cheirasse i suborno, |
meu direito e rapatayin.
Teabotodaa
V. S. pata-icio e cellaga, i
ebrigadiaim*.
toaqaim,
Altetto cladao-teai
ti


*U**l;MftSMNP#* *- U)|AarStft* i* fllflHNMQl
te. nem mesmo evtLdieof v. como emprega-
p""jc0 reoeb**** *" peri- dinheiro, bens,
u qsatovar coum qae cheirasse a auborao, o
4frMacptft.oa taa sem receanaeida
fr,*"*i a.esernpulosa coascissces. O qaa di-
go* a para-verdate, e por imo pode o measte
aignalastvlazar deste mea atteetedo o so que
lhe rnnriej*.
(Estaram reconhecidas).
Pablca$6es a pedido.
szO^arpATHieO ACTOR
VICHffR PONTfl *GOUfttftA
ifo seu teae/iefo.
Ea tu aprecio, e me alegro
Ao ver-te assim laureado
or esse immenso auditorio,
10 benigno e illuslrado 1
Jevoo-aina, revelas
ToeseW iotelligeocie...
Arante I avante I oa seada
f rosegue con veh-emeoeia !
Avante I A lucia 4 difficil,
-Meabas de le *v victoria ;
Pcosegue, e has de esta fronte
Cobrir dos laurel* de gloria 1
Arante 1 E realisal
Vers, artilla, o lev anaeo 1
Proaegue 1 V que horaaonte
To brtlhaote eqfao risonho !
Arante 1 Mlh* frapetesl ef
Quero aaaptesjiaU, tto*_
Pobres flores, sena perfume,
Eia-aqui o su prevente 1
23 de oorembro de 1861.
Imaueb.
no dia 24.
brigue braaileiro c Cro-
loneladas, capitao Fatu-
qoipagem 13, carga 30D
Nax
Bwdu toeirar-rii di
zeiro^o Sol. a de ,
tioO artwa.lYas.lo8,
a,ccoi.coaaxinha de mandioca e lastro; a
Attooes Gaimaraes 4 C.
i, hiate braaileiro < Dous Irmaos, > da
capitSo Joaquim Jos da Silrei-
pagem 6, carga sai. goman, e ostros
; a Martios Irmaos.
.-.dias, brigue portuguez Mercurio,
e 149 toneladas, capitao Jos Francisco da
Cunba, equipagem 14, carga rinho e ostros
gneros: a Thomsz da Aquino Fouseca J-
nior.
HOJIENAGEM AO GENIO.
V0BZ1A.
Ao iiwjne actor Vicente PonUt di Olivtira no
u benficio r*citaba.\
Ei-lo l a genio doa genios sobre o palco,
Doa aceptros conquistando maialuzente.
Sublime artiata, quem aa nao transporta
Sa rtela, o que es ? ize, Vicenta I
Ei-lo 1 o filho da sceoa brasileira
Triumphante de gloria e de louvor,
Mais urna flor que o Taima lemeara,
Ka bcasilia plaga, um grande actor.
Qitaodo en miro teu genio portentoso,
Curro a fronte e bemdigo a natoresa.
Procuro insano da arte urna florinha.
Das que tenfto inodoras, sem belleza.
Aoa turbilhoes cotral-me o sangue sinto
No peito, que rebate de prazeres,
Mmh'alma se arrebata transportada,
E rai prostrar-se sus pe do Ser doa seres.
Genio da acea, joven talentoso.
Pasmo daa turbas, que te viro ento
Recebe estes meus versos, mal rimados
as naacidos, ae quer do coraco.
23 de nuvembro.
B. A. Ai. S.
Rendimento do dia
dem do di* S

40 0874122
2j080|567
4JL167|8Q(
=?
MoTiineiiU) do pono.
^.er
dataidYafca
manda convidar as
r a conajrucco
n
asma
Secretaria dj
nambucoSl de o
F. da Annunciaca
O Illm.
rineial, ao cu
presidente da provincia,
soai que quizarem con
pontea nos UigireiJn
piada.AM
laisVMM
sob as condic5es seguintes :
sendo em capo alguna par
cofres da psnaacia. T ?_
Segunda. Que o governo farantiri a
cao do pedagio pelo lempo a forma qaa
lar, ,coa tanto que os eoolr^buioies do
nao pegirem em cada barretea mais do
**>MW<5eMU wUtaAtes como r
tereeira. O numero da annos para a percep-
Sn do padagio aera regulado em attencao re-
quaocU do Uaoeito que powa baver importan-
cia e difflculdade da obra.
otflbdhel
obras con-
aocjrtv dW
fT
di
Naw-Tork27 dua,brigue americano Volant, a. Qaatla. Qup a pontea serio construidas,
de 307 toneladas, capillo Botsford, equipagem' segundo as condicdes. planos e ornamentos apre-
), carga 2,288 barricas com tarinha de trigo: -------
a ordem.
Ifavioi tahidoe no mamo dia.
Liverpool pela Parahiba brigue inglez Glau-
cu, capilao Prede/ici Sitare : qn lastro.
Asst -Mate braiileiro c SerglpsJslMdMlV*
Henrique Jos Vieira da Silva, carta differen-
Waioi entraos no dX kU 3
Suansea 48 dial, barca francesa a Jioaa Coeli.
de 280 toneladas, capitao Boaae, aajuipagem
10, carga corri da podra : a Seolt Wilson
&C.
Gardiff40 das, bafea fraaceza a Brea, da 242
toneladas, capilao Herr, equipagem 13, carga
carvo de pedra: a N. O. Bieber & C.
Boatoo 41 das, barca americana Emblem, >
de 980 toneladas. capitSo S. Nickersoo, equi-
pagem 9, carga 2.l barricas com rinba de
go : a Jobnalon PaterA C.
New-Yorct48 dia, patacho amerioano Ligh-
lioing, a de 233 tonelada, capilao Danieles,
equipsgem 8, carga 1967 barricas, 190 meiaa
ditas com farinba da trigo: a Henry Forster
&C

en ,;
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Uortkt
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Recebi do Sr. Jos Joaquim da Costa
Late, a quantia de 7:095#250 em par-
celas constantes da conta que nesta data
me entregou, sendo proveniente por
parte do dte que o mesmo Sr. e sus
senhora concordaram dar a sua ilha
Isabel Mara da Trindade Leite, com a
qual me liguei em matrimamo. Recife
10 de marco de 1857. Manoel Fer-
nando Silva. Gomo testemunha, Fran
cisco da Silva Boa Vista, Manoel d'Aze-
vedo Pontes.N.48160. Pg. centoe
sessenta rs. Recife 26 de marco de 1857.
Carvalho. Callara. Reconheco as tres
assignaturas supra : dou fe'. Recife 12
de marco de 1861.Em testemunbo de
verdade.O tabelliao publico, Luiz da
Costa P ortocarreiro.
kthtnospkira
Dir$eio.
ao
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I liiUmiad:
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| Centgrado.
| Bygromttro.
Citttma kydr-
trica.
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A noite clara, vento NE
dade e assim amanbeceu.
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Francez.
Inglez.
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QARTA-FE1RA.27 DENOVEMBRO.
sella extraordinaria
E* BKMvicto t
Depois qoa a orcheatra tiver exeeutado nasa
iada euverlura, aubir i aaaoa peta ultima rez,
laaaaliaaae drama em cinco actos, aaa qaa lauto
rima o Sr. Germano,
}. CESAR M BAZAN.
Fazendo a Sra. D. Manoela o papel de Marita-
o de Bi Cesar, e tomando1
aeuUdoa pela d Quinta. Qae, em quanto nao fjndr o rirazo
percepgio do pedagio, o empfeaaru) Ierd obii-
gado 4 consecrar a obra em perfeito estado, soq
pana de aerem os reparos neceuarioi feitos por ', e o Sr. Germano
aftVem do gorarno i cuata do mesmo emprezario, liarte toda a companhia.
que, alm disto pagar urna multa correspon- DarS floi ao espectculo com urna Cornelia no-
dent (Intima, paria das deapezas que com isaora, composi;lo de um Pecpambucsno, o Sr. Joa-
ae azarea. quim A. Bessoui de Almeida,
Saata. .Que as obres serio inspeccionadas
pelos agentas do goveroo, nao s quanto sua MFCTF f^A IT Ha? flCA
construeco, como no que dU respeito aos traba- IfBillB \i.-tOV Ul! kaTIXTiAiSv
Ibos de consarvac/io.
Sptima. Qae qualquer daa obrss, embora
emprehendida por particulares, sari considerada
de utllidade publica, para que possam ler Tugar
as desappropiiagos de que por ventura dependa
a sua lealiwsao, a por isiu gosar dos meamos Toda ornada de couplets, msica do profesaor o
a carga que o vapor poder condaxir, a qual de-
ver se embarcar oo dia de sua chegad, diuhei-
ro s frete e eoiommeadae ata o alia da aahida 4s
9 horas da tarde : getela rtis da Groa n. 1, t$-
criptorio a> Azevedo di Mentfea.
O capilao A. Refiere donarla francez Jean
Parmentiax, aulorisado palo Sr. cnsul de Fran-
ca, convida aS peasoas que quizerem eucariegar-
se dos coacerlos e irabalbos oeceasarios ao dito
navio de appwecerem quarta-feira prosima 37
do crrante I 11 horas da machia na chacel-
Uxia do consulado de Franca para em presenca
do dito Sr. cnsul toma-loa de empreitada, tendo
preferencia quem por menos flser. Os traba-
Ihs precisos a fazer at esta data sio o se-
gjuloliea:
1 TJm lema.
t Um cepo.
Calafetagem dos altos e do couvez.
Por am carena o dito navio.
Rio de Janeiro
LriJe*.
LELO
ou
Os Estydanles do Recife.
3
pretenie aegnir com muita brevidade o brigue
escuna Joven Arthnra.tero parte de seu carrega-
mento prompto : para o resto que Ihe falta, tra-
ta-secom o seu consignatario Atevedo & Man-
des, no seu escriptorio ras da Cruz n. 4.
PELO AGENTE
privilegios que as de mais obraa da provincia.
Oitava. Que os contratos assim feitos flearao
sujeilos i approvagao da aasembla provincial,
com ezcep^o nicamente daqtielles que versa-
ren sobre obras de um valor equivalentes tres
conloa de ris, ou em d%e se estipular pedagio,
que nao eiceda de um asmo, os quaes prodaziro
logo oa eeue etfettoe.
Nota doa lujsara* onaV deven tur coiutrmdtti
ai f ostias.
1 S. /Joo, na estrada de P4o-
d'Alho sobre o rio................ Capibaribe.
S Tuina, na rilU da Pao d'Alho dem.
3 Cspunga > > dem.
4 Motocolomb, estrada do aul.. Tipi.
5 Engenbo Traplshe, estrada do
Cabo............................. Pirapama.
6 Trapiche de Ipojuca.......... Ipojuca
7 Porto de Pedra................Seriohem.
8 Duas-Barras................... Ideas.
t Villa de Barreiros............. Una.
10 Engenbo Juodl............... dem.
'o~~ **^**a*......................... Ipajaea.
** Amarigi....................... Amarigi.
13 Genipapo...................... Sibir.
variavel de iotensi-
COMMKMIO.
Ren'imen to do dia 1 a 23.
dem do dia 25
4 iO 925*458
10.0261491
450.951*9*9
ormenlo ate alfaaala
Volumes entrados com Tazendae.. 356
> com gneros.. 170
Volames
c
sahidos

com fazendas..
com gneros..
60
140
528
200
ge-
e pas-
Descarraaam hoja 26 de novembro.
Brigue sueco 8alamaodramercaderas.
Barca ioglezaImogeneiJem.
Barca americanaImperadoridem.
Patacho americanoLightlmgfarinha.
Patacho hollaudez Specnlanle diversos
eros.
Patacho haspanholErmesindafarinha
aaa.
Barca francesaVeloce diversos gneros.
Brigue suecoGhristtnafeno e batatas.
Brigue braaileiroBeberibecharque.
Brigue poriuguezMercurioceblas.
Importado
Hiate nacional Doui irmaos, viudo do Aracaty
e do Ass, consignado a Hartins Irmaos, oeani-
festou o aeguiote :
270 alqueires de sal, 50 molhos de pslhs, 51
saceos gomma, 100 esleirs, 1 barrica sapatos, 1
caizao cera amarella. 1 embrulho pennas de ema
OSCILAglO DA AR.
Preamar as 10 h. 18' da manha, altura 43 p.
Baizi-mar as 4 b. 30' da tarda, altura 2.2 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 25 de no-
vembro de 1861.
romaico Barnt,
i* tente.
Editaes.
Secretaria do governo de Pernambuco
25 de novembro de 1861.
0 Run. Sr. presidente da provincia manda
convidar aoa seohorea chefes e empregados daa
differentes reparticoes civis e militares, bem co-
mo aos de mais cidados para assistirem ao cor-
tejo quo aa C,em de_fazer r. efigie da S. M -v Ito-
peraaor no i>.i.r-,n ,f0 governo, as 4 hra e meia
da urde do da 2 de aeiombr prximo vinaou,.
aoniveraario natalicio de S. M. o Imperador.__0
secretario do governo,
Joao Rodrigues Chavea.
0 Dr. Tristao de Alencar Araripe, offleial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
docommercio desta cidade do Recife, capital
provincia d Pernambuco e sea termo, por
5r. Cols.
PERSONAGENS.
liberto, quiolo-annista da fa-
culdade de direito ....
.ngelo, calouro. .....
liguei, cascabulho.....
iorge, cascabalho .
lm sludante......
oio Manoel, la arador .
tarnab, sapaietto.....
'rocopio, sirgeoto da guarda
nacional do mallo .... Raymundo.
Diversos eatedaalei.
A scena p tasada no Recife.
pocaaciuadade. t\
Eta comedia prirneira prodcelo do Sr. Besso-
i, bem escripia, e mnilo espirituosa. Tem tido
elogios de differenlee oavalrrairos que a tem tido. i .
t dada e recebe carga para ambos os
Valle.
Vicente.
Teiieira.
Campos.
Leite.
-Nones.
Sansa Rosa.
COMf AWUA PERNAIBWIAIU
M
Navegado cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracatj, Ceara',
e Acaracu'.
O vapor Jaguaribe, eommaodante Lobato,
aahiri para os portos do norte de sua escala at
o Acarac na dia 9 da dezembro as 5 horas da
tarda.
Recebe carga at o dia 7 ao meio dia. Rocosa-
i aneadas, passageiros a diubeiro s fete at o dia
ida sabida as 2 horas: escriptorio no Forte do
iMattoaa.l.
Maranho e Para.
0 patacho braaileiro Paulino segu com brevi-
A' porta4o.ariaazena Sr. Aanes dafiaele
da alfandaka e pelas 1f slraf a skaaia a sa-
ferido ageada vender a um aa mais lotea
6 caizaa com 600 latas de frattaa em caalas.
Coitinustao do Wlaa
DE
Louca, vidros e
porcellanas.
as 7 lufas da noite.
PELO AUETfTE
CARVALHO,
ao.
Os beneciados julgam ler falto urna callente "u"' '^STlSmm^SSuIlSZS. ... r
escolb. de especiAulo. e desde pedem a pro- .lTta Pono W 1a"0,fi""t>ue8 Barroa & C'
toccao de um publico lo illuatrado e beneflcanla. M**0 do Corpo S*nl n- 6
O Santa-Rosah por vetea honrado cora a esti- -.-w T* 1
ma dos habitantes desta capital, espera ainda por: L1*!'O f\ rilA lP ll-
eala occasiao receber proas de sua alta beaavo- ** ** ^^ *l,AVr Uv< P %A
lenria, e declara que nao preleodendo aobtecar-
As propoalae serao recebidaa at o Qm de de-pegar osseus amigos com esporlulaa alm do 11 f* 11*0
zembro do carrete anno. Ipre?e da casa, etpori todos os seus buhe tes, tan- R*VAlA,a-J
E para eonstar se maodou afTuar o presente a to de camarotes, cOma de cadeirae e platea,' I o brlgie nacional Almiranteo pretende seguir
r pelo Dtarto. vendo no escriploriu do tbeatro. pedindo descul- com muita brevidade, tem parte de seu carrega-
protincial de Per- pa por nao ir peaaoalmenle fazer os seus con-H oiento*prompto, para o resto que Ihe falta passa-
| geiros e escravos a frete, para o que tem asseia-
ua Nova n
LKILAO'
K
v Movis (para acabar.)
Ouinta-feira 28 do jrrente atoa 10 hor
meio dia e das 4 aa 6 da larda o ageata Ga
raes nao tendo podido acabar com seos iameaea
roa movis no latlo qoa fes oo Ha 20 4o cor-
rete a precisaodo tranaferir saa araaozem at
Qm do correte de novo fri laao en o iaasaa
armazem na ra do laparador o. 37, do lea*,
quanto nelle aa echar patate. Convida o
aquel les qae an.a a economa a viras aa|
rar para o prximo lempo do fasta o tas
ra com pouco d uheiro oro rea saa a
neceasario visto como Indo sari
por canto da mmos porque podara aa
para mais eoaaiadidaoo doa swetsateatoe
dito leilo eectuado oo dia o aa horao
indicadas. No mesmo dia aa vender ai
briolet sem neobum deeo.a diohairo ou Bra-
zo para tame do mesmo aeverae entender-<
com o referido agente.
rites.
Secretaria da iheaooraria
nambueo, 7 da novembro de 881.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Aonunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumplimento da resoluco da junto
da fszanda, manda fazer publico, que ao dm 28
no crrante val novameole praco para ser ar-
rematad a quem mais der, a renda das casas
abaixo declaradas parteasentee so patrimonio dos
orphos.
Ra do Azeite de Peize.
Ns.
63 Sobrado da nm andar, por anno 3019000
Ra da Cacimba.
86.Gasa terrea, por anuo.......... 122(000
67.dem idem, por anno........... 8I9UOO ;
69.Casa terrea, por aaoo!^?!'..... 125|Ktt [ 0 (lirtJCIOr da C0air>hia dramtica,
*h V 75*0*0?** a **** e PfW!,,1r ao respeavel
7535wobibiict, qae est preparando especta-
I calos para os das 1 e 2 de dezembro
O Santa-Rosa
Inca conlote
Sedo contado
Tiver encheute.
Com isso conta,
Pois verdade,
Que este boro povo
Tem caridade.
Eaabem todos
Quanto homaoo
Este non povo
Pernarnbucano.
Coraecar is 8 horaa.
j dos commodos. trata-se com os seus consgnala-
! ros Azevedo & Mandes no sen escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Para
DE

B direitura o bista Santa Cruz, recebe carga
a frete : a tratar com Gaetano Cyriaco da C. M. &
Irmie, no lado do Corpo Santo n. 23.
Ra
000
da
Sua Magestade Imperial e constitucional o Sr.
D. Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Faco sber sos que a presente caria do editos
vreme delta noticia tiverem, que por parte de
Joaquim da Silva Lopes me foi feita a peticao do
theor seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Diz Joaquim
da silva Lopes, eommerciante matriculado no tri-
bunal do commercio desta cidade, que, derendo-
Ihe Antonio Jos da Costa Guimaraes, Jos Mo-
reira da Silva e Jos Moreira da Silva Juuior.a
quantia de 1:200$ rs., principal e juros at o pro-
sete proveniente de tres letras do seu aceito
vencidas ; necessits a bem de aeu direito que V.
S. se digne de mandar eitar os supplicados ulti-
mes para fallar aos termos da urna accao por as-
sigoasao de dez dias, em que o supplkaote pre-
tende pedir-lhe a referida quantia : e cmo se te-
oham ausentad os supplicados para lugar incer-
to no reino de Portugal, requer o mesmo suppli-
cante a V. S. que em vista do que dispde o artigo
45 do decroto n. 737 de 25 de novembro de 1850
paragrapho Ioo 3o, se digne mandar proceder
dita accao por editaes, sendo o supplicante admit-
Udo a justificar o allegado e passaodo-se editaes
79.Sobrado de 8 andares, o>r anno
80.dem idem, por anno...........
Ra da Guia.
84.Casa terrea, por anno...........
Ra do Pilar.
98.Casa terrea, por anno........: 2249000
As arrematarles sero feitas pelo tempo que
decorrer do dia da arrematacao at o fim de fa-
ino de 1864.
E para constar se mandou afSxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
no, A. F. da Annunciiau.
0 Illm. Sr. Inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia manda fazer publico, que
na dia 28 do correte, perante a junta da fazen-
da da mesma thesouraria, ae ha de arrematar a
quem maior prego offerecer, o rendimento do,
impoStoa ere'adea pelos 5 16, 17 e 31* do art. 40
da let provincial n. 510 a tem aasim o augmento
dos impostos dos 13 e 42 do mesmo artigo nos
seguintes municipios :
Bonito.
Brejo.
Cimbres.
Flores. I
Boa-Vista.
A arrematado ser feita por tempo de 2 an-
nos, a contar do Io de julho do correte anno.
E para coostar ae mandou afflxar o presente e
publicar pelo Otario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 15 de novembro de. 1861.0 secrelario
A F. da Aoounciaco.
Rio Grande dSul
segu no dia 28 do mez correnle o patacho Bom
Jess ; para o resto da carga que Ibe falta, tra-
C M. & iranio, no
prximo. As billetes tuto de cama-
rotes, como de caderas eprata sero r*Totog?Ki?.?Sa
vendidos para as duas recitas. Rece- ,
bem-seencomiiendas 10 escriptorio do M&F&nlllQ 6 Fcir.
toca O. i segu com brevidade o hieto Lindo Paque-
_________ te por ter grande parte de seu carregamenlo
Fariha de trigo.
A 28 do correnle.
Jonoatoa Pau-r & C. faria leiUo aor ialarvaa-
Co do ageule Oliveira.de carca 900 barrica* av
farinha de trigo em bom estado, setoo aptvsa-
msdamente a meude da marca Wiaaar aatak*.
rinda de Baltimore pelo navio Palaetlo*. a a
mais porgo de diversaa marcea viada 4a Liver-
pool pero navio Serepbina:
Quinta-feira 28
do correnle, 4a 11 horaa da meaban ota sieli.
em seu armazem junio ao do Sr. Aaloat* Han ir
Machado, rus d'Apollo ou antigo parta daa ca-
noas.
LEIUO
DE
lima escrava.
Salao do theatro
285 meios desoa, 13 altanados, 19 couros de be- p015 de Jul8oa por sentenga a justifleagao re-
zerro, 1,115 courinhos curtidos; a ordem dos
meamos.
Brigue nacional Cruzeiro do Sal, procedente
do Rio de Janeiro, consignado a Antunes Guima-
raes & C, manifestou o seguinte :
150 pipas vazias, 5 cairas canella, 2 ditas papel,
2 saceos pimenti da India, 300 saceos farinha de
mandioca, 10 fardos fumo, 1 caixo che: a or-
dem.
Patacho sueco Chrisline, rindo de Antuerpia
consignado a Rolhe & Bedoulac, manifestou
seguinte :
24 caixas papel, 4 ditas fazenda de algodio, 1
19 caizas tintas, 10 ditas brochas e pinceis : a
C J. Asiley & C.
5 dilaa papel, 2 ditas tinta de imprimir ; a Bren-
der a Brandis.
59 caitas vidros para vidracas, 1 dita cartas de
jogar, 1 embrulho amostras; a Alvee & C.
301 fardos papel de embrulho, 1 dito panno 4
caizas fazendaa de algodo, 50 ditas vidros,' 1
dita e um embrulho amostras; a D. P. Wild
iC.
58 caizas vidros para vidraca, 13 ditaa papel
nm embrulho amoatraa; a Rothe & Bidoalac
C.
37 caizas e 8 fardos fazendas de algodso, 6 cai-
xas chapeos de feltro. 3 ditas a um embrulho a-
mostras; a Lindem Wild & G.
200 caizaa vidroa para vidraca, 200 ditas gene-
bra, 195 ditas velas, 3 ditas cartas de jogar, 40
fardes fenno, 12 ditos e 22 caixas papel,2 embru-
Ihoa amoatraa, 42zgigos batatas, 51 ditos ceblas:
a ordem.
1 caiza pello de lebre ; a Christisni Irmaos.
Exportacao.
> Dia 23.
Brigue poriuguez fiajaMe, para Losada, car-
regaran-:
Thomsi d'Aquioa Fonseca, 5 pipase 3 liScom
1,440 esnadaa de agurdenle.
Barca iogleza Jris, psra a Canal, carrega-
rsm :
James Ayder & C, 800 saceos eom 4,000 arro-
bas da aasucar.
Recebedoria ale rendas loteras*
aje raes de Pernambaefl
?"""' ttm&&zz ~'SZXi TEZ
dem do da 25.
1:688038
49*579816
querida, aendo estado Antonio Jos da Cosa
uimaraes, que se echa preaeote nesta cidade.
O supplicante protesta juntar a conciliaco jul-
gadi por aentenee.- Nestes termos requer'e pede
a v. S. defenmento. Espera recebar merca.
Joao Francisco Teizeira, advogado.
E mais se naocontinha em dita peticio, na qual
eslava o despacho do theor seguinte :
Destribuida, justifique. Recife 27 de setembro
de 1861.Dona.
E mais se nao continha em dito despacho por
forca do qual fdra a mesma peticao destribuida
ao esenvao Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento ; e tendo o supplicante produaido suas
lestemunhas, que justicaram a ausencia dos
supplicados em lugar nao sabido, subiram os au-
toa mioha eonclusio, e nellesdei a senlenca do
tbeorsaguiole :
Hei por justificada a ansencia dos justificados
Jos Moreira da Silva e Jos Moreira da Silva
Jnior, em miada prora lealemunhal e docu-
mental, quedecorrede folhas sete a folhas treze
e mando que se faga a citacao edital com praz
da trila das, publicaodo-se nos lugares mais
notorios e gazetas mata lidas. E pague e iusti-
cante as cusas.
Recife 15 de novembro
Alencar Araripe.
E mais ae nao continha em dita senlenca aaui
transcripta, a em seu cumprimento o referido es-
crivao fez pasear a preaeote carta de editos, pelo
theor da qual chamo, cito o hei por citados os
ditos supplicados, para que comparecam neate
juizo, no prazo de trinta dias, aflm de opporem
os embargos que tiverem, sob pens da revelia.
Porlanto, toda e qualqoer paasoa, prente, amigo
ou conhecido dos referidos supplicados, os poda-
rao fazer sciente do que cima rica dito.
E para que obague a noticia ao conhecimento
de todos, mandei passar editaes que serao publi-
cados pela imprensa e affizados nos logares do
costme. *
Recife 22 ds novembro de 1861. Eu, Manoel
alaria Rodrigues do Rascimeoto, scrivio o suks-
cren.
n ni c TrsUo de Alenc Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
ial. em cumprimento da resolugao da junta
de 1861. Tristlo de
Oedara^oes.
de fazenda, manda fazer publico que
agio da renda das caaas do |
phos, annunciada para hoja
ra o 0ia28 do correte.
E para constar se maodou afiliar
publicar pelo Diario.
Consulado de Portugal.
150 dia 28 do correte, pelas 11 hora* da ma-
nha, na chancellara do consulado de Portugal
que se acha oa ra da Cruz n. 6, segundo andar'
ae procurar a arrematacao dos movis perlen-
centes ao espelio do finado subdito poriuguez
Joaquim Manoel Goocalves, o que ae faz publico
para oa effeilos convenientes. Consulado de Por-
tugal aos 21 de novembro de 1861.
Consulado provincial de Pernambuco.
Pela mesa do consulado provincial ae faz pu
blico aos proprietarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados que os
tnota dias uteis para cobranga. a bocea do cofre,
do Io semestre da decima do anno financeiro cor-
renle 1861 a 1862, se principiara a contar do dia
3 de dezembro viodouro ; e que tambara 00 mes-
mo dia principia a cobraoca do primeiro semes-
tre do imposto de 5 % sobre as rendas dos bens
de raiz pertencentes a corporaces de mi morta.
a I?.*0 cooso,ao Provincial 23 de novembro
de 1861.Theoloro Machado Freir Pereira da
Silva,
Conseldo administrativo.
O conselho administrativo, psra foraecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar oa obiec-
toa seguintes:
,' provimento do arsenal de guerra.
oOO meios de sola.
40 meios da sola branca carrotiada.
Para o carpo da guamicao desta provincia
8 dobradicas para dous armarios.
2 tachaduras para os msenos.
2 ferrolhos.
3 dobradicas para um cofre.
3 (echaduras para o mesmo..
6 ditaa para tres mesas grandes.
7 ditas para 7 ditaa pequeas.
Quem quizer vender Ues objectos spreseole as
euts propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horaa da manha do dia 27 do
somata caez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimeoto do arsenal de guerra 20 de
ovambro de 1861. '
m Bento Jos Lamtnha Lins,
Coronel presidente,
Francisco Joaquim Pereira lobo.
Coronel vogal, secrelario interino.
Consulado de Frailea.
Em conformidade com o art. 7" dt convenci
consular, concluida em 10 de dezembro de 1869,
antro o Braeil a a Franca, o coasul da meama sa-
cio (ai publico que o subdito francez. Eugenio
foi transferida pa- Leconrte, cabellereiro, ra da Imperatriz, fille-
! ceu hootera pelas 7 horas da norte,
a i Peraambaco 23 de no reabro de (814.
DE
Santa Isabel.
Segundo grande concert instrumental dado
pelo pianista G. Heimold, na noite de quinta
fcira 28 do correte mez, tomando parte os ar-
tistas Manoel Fraociseo de Paula, Pedro Justino
e Salusiiano, coadjuvaodo por especial obsequio
a Ezm.a Sr.* D. Carolina de Azevedo Carvalho de
Siqueira Verejioeos Srs. H. Smoltz e Theoto-
nio.
Prirneira parte.
1.Uu ver tura de Nabucodonosor para piano a
quatro roaos pelos Srs. Smoltz e Heimold.Verdi.
2.Grande walsa brilhaule para rebeca e pia- |
no pela Sr.* O. C. de A. C- Varejao e Pedro Jus-
tino.
3.Grande polka de concert para piano s
per Heimold.Wallace.
4.Phanlasia sobre l'Ambrassadrice para ca- !
rineto e piano pelos Srs. Smoltz e Paula.Bessy.:
&As andoriohaa, caprichos, estudo para pia-
no s por Heimold.Ascher. -
Segunda parte.
6.Oavertura da Gazzi Ladra para dous pia-
nos pela Sr,* D. C. de A. C. Varejo e Heimold.
Rossioi.
7.Do brilhaote para flauta e piano por Sa-
lusiiano e Heimold.Hunton.
8.Variacdes para clarineto e piano pela Sr.(
O. C de A. C S. Varejo e o Sr. Theolonio.
Klas.
9.Phantwia sobre motivos do Trovador para
rebeca e piano pelos Sr. Smoltz e Pedro Justino.
Muller.
10.Bamboula, danca de negros, phaotaaia
para piano" s por Heimold Gottchalk.
Coraecar as 8 horas da noita.
Avisos martimos.
contratado ; para o resto trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alvos & C ra da
Cruz n. 27.
Para Lisboa
O patacho braaileiro Julio pretende seguir
para Lisboa oestes oilo dias, tem parle de aeu
carregamenlo prompto : para o resto que lhe
I falla, trata-se com os seus consignatarios Aze-
j vedo & Mondes, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.
Marariho.
Seg*j em poucos diaa o palhabote nacional
Sanio Amaro, capilao Manoel da Silva Santos,
para alguma carga que ainda pode receber trata-
se com o seu consignetario F. L de O. Azevedo,
ra da Madre de Djos n. 12.
o presenta
COMPANHIA BRAS.LEIRA
____DE
MOTITIS EIJUPDI.
E* esperada dos portos do sol at o dia 28 do
crrante um doa vaporea da companhia, o qaal
depois da demora do costme seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada, en-
commendas, diuheiro a frete at o dia da sabida
as 2 horas : agencia na ra da Cruz o. 1, escrip-
torio de Azevedo & Mendos.
COMPANHIA BRAS1LEIRA
DE
pagos? is k mm.
, AM a dia 1* de dezembro aqui aperado doa
Para a Baha segu em poucos dias a escuna
nacional Carlota, capitao Luciano Al ves da Con-
ceicao, para alguma carga que ainda recebe tra-
ta-se com o aeu consignatario Francisco L. de O.
Azevedo, roa da Madre de Daos n. 12.
Para
em di re tura.
Segu para o iodicado porto o bem conhecido
brigue escuna Graciosa, capitao Joao Jos de
Souza, por ter parte de seu carregamenlo adian-
tado; para o resto trata-se com os consignatarios
Almeida Gomes, Alves & C., roa da Cruz o. 27.
O capillo F. Ritiere, da barca franceza Jean
Parmentier, reconhecendo-se induzido em erro,
por seus consignatarios, convidando pelo annnn-
cio publicado no Diario de Pernambuco de boje,
os proprietarios de bascacas a apresentarem seas
propostis no escriptorio dos raesmos consignata-
rios al o dia 23 ao meio dia, para os trabalhos
qne o dito navio neceasitar, apretsa-se em de-
clarar, hoja, que o dito annuncio considerar-se-
ba nudo e sem elTeito.
O ezame de peritos, aulorisado pelo Sr. cnsul
de Franca nesta residencia, nao estando conclui-
do ; o capitao nao podendo por tanto requerer e
obter ainda do dito Sr. cnsul asaotorisacoesque
lhe ao necessaraa, tanto para virar em carena,
como para execuco dos coacerlos que forem jal-
dados indispensaveis, nao podia evidentemente
fazer dito annuncio, que elle declara hoje nullo ;
porque, felto aem autorisaco consolar, elle ex-
punha oseo navio a perder sua oacionalidade.
Recife 22 de novembro de 1861.
II
Quarta-fcira 27 do correnle.
Costa Carvalho far leilo aa dia adsaa as
horas em ponto por mandado da Utas. 1
Sr. Dr. juiz do commercio a a ras, 11 ansela a)-
Parente Vianna & C, de urna escraa asaca a>
habilidades, a qaal foi arreatada a Msaeel Joa-
quina de Oliveira devendo o leilo ser aa ata ar-
mazem na ra do Imperador n. 35.
Leilo
O agente Antunes far leilo am aeu araassea
-ruado Imperador n. 73, de 4 escrava* pacas
sendo 3 moloques enma mulata, as 11 horaa rm
ponto do referido dia.
Importante
UAL COIPASHIA
DE
Paquetes i nglezes a vapor
At o dia 28 deste mez espera-te 3a Enropa o
Oneida, o qual depois da demora do costme
seguir para o Rio de Jaaako locando na Babia :
para passageas etc. devex-ae-ha tratar cam os
agentes Adamson, Howie& C, rus do Trapiche
Rovo n. 42.
qui esperado dos Saha com -toda a presteza o veleiro arigae por-
poctesdo sorteo vapor clocaoUna*. comman- tugues Mascao par ter a majqr paite do car-
daate o prirneira tenents Pedro Hyppolito Duer- reg meato'pro* po ; pr o reto l pn^geiroi.
te, o qual aasjois ds demora .do costara* seguir trata-se eom a consignatario T. 4a Anoten Fon-
para os portos do sul. I teca Juaior, na travesea da Madre de Veos D 7
Deadai recebem-se passageiros, a engaja-aa; primeiro andar, ou com o capillo oa prac.*.
DE
Movis americanos constando
de ricos gu rda roupas de
m )guo, mesas redondas
com tampos de mar more,
mesas elsticas, costurei-
ras, estantes para livros,
secretarias, cousolos, corn-
il lodas com armarios, ditas
com espelhos, ditas com
podras, amparadores, co-
lumnas para p de cam .
camas francezas, toilette.
bancas para jogos, porta-
toalhas, cadeiras de balan-
ce, toucadores de fetios
modernos etc.. etc. Objec-
tos para quartos, camas de
casal, com modas, lavato-
rios, mezinhas e cadeiras,
sendo estes objectos de ges-
to inteiramente modernos,
espelhos com molduras
douradas de todos os Utrna-
nhos etc.
Terga-fara 56 do correnle.
Antones far ieUae aaa aes
de Imperadas- n. 72, atoa ricas
movis aaaaricanos cima
cjaa con vaaa a testos as
seir a osmmmliatoda da
abra qaa ato dateasa V
leiteo, qaa alaa aaa |
trarao ainda nsaitas i
nmacaaa de TasaSte. ttoaaaear ao
ponto iapraltrirslmoata.
\a. \----* .__r


<*>
DIAUQM
VUQk>m**
U M MVWMODI mu
A 26 do corrente.
**^5, *^**e,pal,*,*M5Jo
_ eortimento
de fitendit de la, liaho, algodio e teda, inclu-
sive muitii pera liquidajio de facturas e oulraa
cbegadaa pelos ullimoe navios :
/ Tei?-feira26
lo correle, aa 0 tiaras da raanhia.'em aeu ar-
maam ra da Cris* 40 R|cife.
Farinha de man-
t^ioca.
Ter^a-feira 26 do corrente*
Matheus & Rodrigues.farao laitaa por inter-
?engio do agente Pinto por conta e risco de
juera pertencer de 400 saceos com farinha de
mandioca, os quaes serao vendidos sem reserva
no artuazem do Sr. Joao Cartea Auguslo ds Sil-
va, forte So Matto ni 25.. fc
Ter
[erga-feira 26 5o corrente
Costa Carvalho faru' leilo por man
dado do lllm. Exm. Sr. Dr. juiz do
commercio e a requerimento de Fraga
& Cabral, da armaeo e mais pertencet
da taberna na ra do Kangel n. 22,
pelo maior preqo encontrado.
LEILO
Quarta-feira 27 do corrente.
Milla Latham A C. fario leilao por inter*encao
do ageste Pinto, de 28 ancoras nao so para na-
vios como para barca-as e 10 torren tea de dille-
s-entes grossorag, em lotes a vontade dos com-
pradores, as 19 horas do dia cima mencionado
no armazem do bario do Livrameolo, caes do
Apollo.
Avisos dirersos.
Grande laboratorio de fta-
vagem
Os donos dos nmeros abaixo declaradoa podem
mandar buscar a roupa que est prempta : 181,
141, 273. 270. 176. 42. 256, 87, 14, 271, 139,
M, 164. 272. 2*8,274, 158, 253. 190, 232, 130,
240,188.191,137.
Basiliano de Magalhes Castro,
como testamenteiro do fallecido Jos
Fernando da Cruz, e inventariante dos
respectivos bens, em vista do annuncio
que faz o Sr. Joao Fernando da Cruz,
como procurador ou gestor da Exm a.
Sra. D. Joanna Mara das Dores, para
que os credores daquelle fallecido apre-
sen tem a elle seus crditos, julga con-
veniente avisar aos mesmos credores que
elle testamenteiro e inventariante ja'
deu comeco ao respectivo inventarla
pelo juizo municipal da segunda vara
desta cidade, eterivo Motta, e que em
tempa competente avisara' a todos para
que justiiquem seus crditos.
LOTDUII
As rodas da segunda parte da primei-
r lotera do Gymnazio Pernambucano
andarao impreterivelmente no dia sexta*
feira 29 do corrente. Os bilhetes acbam-
se a venda na tbesouraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e as casas commissio-
nadas. As serles se rao pagas como de
costume.
O thesoureiro,
A. J. Rodtigues de Souza.
Aviso
aos senhores do
tom.
Madama Carolina Traveraa, (raoceza modista
e florista, avisa assenboras desta capital, que ten-
para comprar novas mercadorias, vende em li-
luidaco e com grande abate nos pregos aa que
poasue actualmente em aeu eatabelecimento da
ra da Aurora n. 10, constando essaa mercadorias
de objectos de motas e novidades chegadas de
Fraoga pelo ultimo vapor, laes como flores, ca-
pells, bireges, tarlatanas, roussulinas, luvag,
veos para chapeos, enfettes de cabega, etc. Tem
tambem flores de papel Pmitaodo as llores nata-
raes, para ornar mesas ; jardineiras, vasos e di-
veraes objectos d'arte imitando madeira esculpi-
da* A mesma modista convila a todas as psssoas
que precisirem mandar vir objectos de Paris a
procura-la para este m. prometiendo eocarre-
gar-se de auas encommendas com o maior sello e
cuidado, e por urna commissao moderada.
COMPaHIA
DE
Seguros Ulili^ade Publica
Convidrnosos senhores accionistas desta com-
panhia comparecerem no dia 30 do corrente
ao meio dia no eschptorio da nreams, na ra da
Cadeia, para execugo do disposlo na 2.* parte do
art. 41 dos estatuto!, e para elegerem urn direc-
tor em razio de um dos acluaes se retirar para
fura da provincia.
Recife 25 de novembro de 1861.
Os directores,
fos P. da Cunha.
Thomaz de Paria.
No dia 21 do corrente, depois da audiencia
do Dr. juiz municipal da 2.* vara, tea de ir pra-
ca a esexava Joaquina, idade 26 annos, aeivigo
domestico, penborada ao Dr. Candido Jos Casa
do Lima porLulz de Praoga Soulo, a qual nao se
etTectuou no dia 23, como se anuunciou, em ra-
zio de se ter requerido adiamento.
No dia 26 do correte novembro, depois da
audiencia do juizo de paz de S. Joa, aa 9 horas
da maohia, tem de ser arrematado ama mesa re-
donda de meiu de sala por 190, 2 consol* 169, I
sof 12, e 12 cadeiraa 30. todo de madeira de
amarello, por execugio de Manoal Gongalves Per-
reira Silva contri Antonio Pacifico Simes do
Amaral, 6 a ultima praga.
Hoje depois da audiencia do juizo de or-
pios val a ultima prega signas trastes, merque-
zas, mesas de moto de sala, bancas, etc., por
execueao movida contra a viuva da II. C. Leal
O padre Francisco Joio de Atetado, de via-
gem para corle pede escalpa a todas os aeus
amigos, por sao ter ida passoslaoote deipe-
dir-se, e espera oble-la urna vesqu* easa viagem
foi resolvi de momento.
Precisa-se de uro cont de ris s premio sobre
nypotheca em predios ; a1 pesaos, que quizer ddr
dirija-a* a ra eatreila do Rotulo n. 27, primei-
ro andar, de 9 horas em diante, ichari com quem
listar,
Precisa-se de m cozinhelro, preferlndo-se
captivo ; no Forte do Mallos b. 12.
*- Aluga-se at o ultimo do mez de margo
protimo vindooro urna casa no Caxngi A aar-
gem do rio, coafronte o eogenho Poete, com um
ailio, e com commodos para familia, por barato
prego ; a tratar no Moodego, liberna n. 97.
E. A. Ryder vai para a Europa. *
Joa Francisco Lcurengo, Joio Cabral, Fran-
cisco Pereira, Jos da Silva, Portugueses, vio
para o Para-
Aluga-se,. um* prela captiva que aaiba co-
zinbar e engomaran para easa de urna senhora
viuva com puuca farctiia ; no trapiche do Cunha
ae diri quem precias.
Alaga-se o segundo andar da casa n. 15 da
ra do Yigario, com basta ote commodo e mdico
aluguel ; a tratar na meema ra n.#13, taberna.
* Pelo juizo de orpbos desla cidade se faz
publico, que vai a praga por arrendamento, a
quem man der, o aluguel do aobrado meta agua
de 2 andares da ras eslreita do Rosario n. 4,
pertencenle aos herdeiros do finado Caelano Pe-
reira Vianna, a requerimento do tutor por par-
te de soa tutelada, eujo aobrado ae acha arren-
dado annual pelo prego de 144*000 ra. cada an-
dar toja.
AUencao.
a
Pede-se mu encarecidamente as autoridades
policiaea, besn como as de Affogadee, Varzea e
Muribeca, o favor de aprehenderem o escravo de
nome Severioo, crioulo, muito magro, altura re-
gular, julgs-oo alo tem sido pegado em razio do
maltrato em que anda, echa-se fgido desde 18
de dezembro de 1860 da cidade de Olioda, e teas
andado trabalhaodo de enxada, a foi visto a se-
mana passada sahiodo de ums venda na Varzea
de manbia muito cedo, representa cincoeola an-
nos e barba j piolando; gratiflea-se generoaa-
mente a quem o Irouser 4 tua da Senzala-Velha
n. 54.
Aluga-se urna meia-agua na ra da Atrai-
cion. 1: a tratar na ra do Socego do Campo
Verde o. 8.
Joao Chesner subdito francez retira-se pa-
ra o Rio de Janeiro.
Quem for dono de urna esersva anuncie
por este Diario'dando todos o* eigoas e aoode
devem ser procurados, oeste rao alguna signaes:
cor parda, alta, secca-do corpo, amarra o cabello
e eile roivo e carapinho, foi bem educada, sa-
be fazer renda, labyrintho, costuras e trstar de
urna casa, suppf-se ter daa bandas de S. Joa
dos Pombos ou Panellas de Miranda, sahio em-
barcada pelo Rio Jacuipe com conductores de
madeira, talv%z antea da epidemia.
Sr. lente Manoel do Naiciment Silva'
Bastos.Pelo Diario de Pernambuco ji lhe flz
sciente de que quero ser pago do diobeiro que
me pedio ha dous annos, e que desde dezembro
para ci tenbo-o pedido sem ao menos obler
qualquer resposla, no eono que caaou passou a
mo em um escravo meu de nome Caelano e
vendeu-o a Francisco Jos uarte para fazer
roupa psra si e sus mulber: de aovo, pois rogo-
Ibe quedesejoser indemnlsado pois teobo que
fazer meus arraojos, emprazaodo-me para o tri-
bunal divino.J Joaquim Goncalves Bastos.
Quem se julgar com direito a dous escravos
annuncie por este Diario dando todos os signaes
e aoode devem ser procurados, aqu se dio al-
guos signaes: am pceto bem fulla, baizo, grosso
do corpo, barriga grande, pouea barba, aigsteea
de beziga ; o outro preto. baizo, muito secco do
corpo, marcas de bezigas, de viole e tantos an-
nos da idade, ha suapeilaS de ser das bandas de
Goianna, ha mais de 5 mezes que estao em certo
lugar.
Na ra das Cruzes n. 35, preci-
sa se de un oflicial de barbeiro.
Precisarse de um caxeiro para
cobranca, o qual preste urna (ianca e
more fora : quem eitiver nestas circuns-
tancias dirija-se a esta typographia.
com carta fechada com as inicias ABC.
O abaixo assignado desejando
quanto antes dar. oomprimento a con-
cordata que lhe outorgaram seus ere*
dores, roga aos mesmos, de se digna-
rem entregarem seus ttulos aos Srs.
credores Monteiro Lopes & C. curado
res fiscaes da tallenca, afim de que pos-
sam ser verificadas e poderse fazer o
dividendo na forma estabelecida em dita
concordta : a presteza da entrega sera'
em beneficio de todos, porque quanto
mais depressa fizerem a entrega mais
depressa receberao o que Ihes compete.
Becife 25 de novembro de 1861.An-
tonio Joaquim Vidal.
Preciia-se fallar com o Sr. Manoel do Car-
mo Rodrigues Esteres, na ra da Praian. 10, a
negocio de seu iotereaae.
Precisa-sede um caxeiro de 14 16 annos
de idade, que tenha pralica de taberna; no becco
do Campellon. 4.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Amorm : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
Gabinete medico cirurgico.*
a*> Ba das Flores n. 37.
aj> Serio dadasconsiltas medicas-cirurgi-aja
ca peloDr. Eslevao Cavalcaoli de Albu- SJ
fj querque das6 sslO horas da manbia, ac- aj
a*) cudindo soa chamados com a maior bre- SJ
aj vidade possivel. a*
aj I Partos. Z
0 2.* Molestias de pe41e. aa
aj) 3.* dem do olhoa. *j
sj) 4.* dem dosorgios xenilaes. aj>
aj) Praticaritoda equalquer operagio em fj
oj, seu gabinete ou em casa dos doantes con- a*
a*j forme lhes fdr mais conveniente. a>

Aluga-se urna casa no Monteiro com quatro
quarlos, duaa salas, coaioha fora, doua quintaes
murados com aahida para o rio e quarloa para
escravos : na ra do Amorim armazem de Tra-
vasaoa Jnior & C.
m segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praga da Boa-
Viata : a tratar na loja de calgado na ru da Im-
perairiz n. 46.
Manoel Aires Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Alugam-se duas casas com comrounicacSo
em Apipucos. junto da povoagio, com banho
perto, por prego mdico : a tratar na ra da Im-
peratriz n. 47.
Aos senhores pedestres.
Anda fgido desde o dia 16 do correte o par-
dinho de nome Eugenio, natural do Rio Grande
do Sul, tem signaes de bexigas, a vista esquerda
coberla de nevoa branca, taita de cabello na ca-
bega do meamo lado, nao tem denles na frente,
de idade de 18 annos, tem sido por vezes encon-
trado ua ribeira e ras de Santo Aolooio, e com
um p atado : quem o levar a seu aeabor na ra
da Imperattiz n. 9, segundo a&dar, ser recom-
pensado.
Saque sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira A Filho sacam so-
bre Lisboa ; no largo do Corpo Santo n. 19.
WMMk\.
Quem precisar de orna criada portugueza, di-
rija-se a ta de Apolle* n. 8, primeiro aodar.
SAIJDE
olactaro de ferro.
13 mico &eij.U m btU dt Joa^uYm MatVVnXio
d% CruT. C-jttcV.., na 4o Cabuga n. U,
am JPemambaeo.
O Dr. H. Thermea (d* Chalis) antigo parmaceutico aprsente hoje ama nova preparagao
de errocom o nome de elixir de citro-lactat de ferro.
^Irece, ao Poblico um* laso empregar-t um mesmo medicamento debaiso de foreaalae lio
variadaa, maao homem da aciencia comprehede anecessidade e impottancia de ama tal vare
dad*.
A. formula am objecto de muita impoiancia em Iherapeutica ; am progresso immenso,
^^'Wnaawlandoa easeacia do aaedicameto, o torna afradavei, fcil e possivel para todas as
tdades, para todos os paladarea e para lodoa oAemperamentoa.
Das numerosas preparageade ferro athoje conhecidatnenhuma rene lio bellas qaaiida-
dea como o elizirde citro-lacUcto do ferro. Aseu saboragradavel,rene o tomar-se em ama pe>-
1*eaa doae, e ser de di prompa a fcil diaalugao no estomago, de modo que completamente
atsimilado; e o nao pVdduzir por causa da taclia, que cootem m sua compoaigio, acoostipacao de
ventre frequeotemeote provocada pelas outraspreparaedes terroginosas. v
Batas novas qualidadea em nada alterama sciencia medicamentosas do ferro, que sendo nma
substancia da qual o medico ae nie pode dispusaa em sua dioica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe de propriedadea tasa que o pratico posea prescrever sem recelo, t* o
que coosegaio o pharmaceutico Thermes com ipreperagio do cilro-lactacto de ferro. Asaim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar etre aa numerosas preparagdes ferroginosas, com o
atiesta a prattea de mullo mdicos disllnctoa qu o tem enaaiado. Tem aido empregado como im-
menso proveito osa molestias de languidez [ chirote pallidss cores ) na debilidade subsequenle as
nemocrhagias. nae hydropesiaa que apparecem epoiadaa Intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, oaa perolaa brancas, na escroptiU, no rachitismo, na parpara hemorrhagica, na
convalescencia das molestias graves, na chloro nemia das mulheres grvidas, em todos os caaos
em que o ossague ae acha empobrecido ou viciad pelas fadigas, affeceoes ehron
GONSULTMtlO E8KCUL HMEIPATB1C0
do neuToa
n SABINO 0. L. PINHO.
Ruada Santo Amaro (Mundo
Noto) n. 6.
Consaltas ledos os das ateta deade aa 10 horas
al mato dia, acerca das seguintes molestiaav
molsitias ai asniasras, molestias das crian-
cas, moleitiat da pellt, molttlims dot olhos, o-
Itstiai $yphiliticat, todas as ttptcitt ds fsbrss,
fsbrss inttrmitUntet s mat contsqus+eiat,
PBABJIA.CU ESriClAI. HOBSOrATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathieos pra-
Earados sor* todas as cautelas nacoasaries, in-
illlveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
emglobalos. pelos pregos mais commodos pos-
iveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sibino tio
nicamante rendidos en? soa pharmacia ; todos
que o forem tora della aao falsas.'
Todas as carteirss sio scompanhadas de um
Impreaso com um emblema em relevo; tendo ao
redor as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Plnho, medico braaileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As cartetras que nio levarem esse impreaso
saeta mareado, emboratenham na lampa o no-
me 4o Dr. Sabino sao falsos
Avisa-se
A quem lhe faltar am cavall*
anda va com a cabralo i raat*
dando os ai gata es pogdo) a*
IrefBt : do SMspilal de caridad*.
sismo omn
Sbre a viage aa BrasH m ISIS,
Carlos B. Sansfidd.
t
culosas, ca
curiaea.
__ ehronicaa, cachezia tuber-
roaa, aypbililtca, azcessoa venreo, onaoiimo e uso prolongado daa precangoes mer-
Estas enfermidades sendo mui frequente e sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de langar mi para as debelar, o ator do citro-lactato de ferro merece louvorea e o
reconhecimento 4a huaaanidade, por tet desoberto urna formula pela qual se pode sem receio
do ferro.
Consultorio nedico-cirargico
a--1W3\IpA GiAmiAC VS DO V\^NH\0-3
Consulta por anbos os systemas,
Emconsequencia da mudanga para a suanova residencia, o proprietario deste estabeleci-
menlo acaba de fazer ama reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desojo que tem de que os remedios doieu estabelecimento nio se confnndam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que stnpre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaugio de mscrevero sea nome em todos ts rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellea que forem apreaeoUdoa semesta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhari ami cunta assigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o sen nome.
Outro sim : acaba de receber de Frange randa porcio de lindura de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas prouiedades sao to conhecidas que os mesmos Srs
mdicos allopalhas empregam-as constan temerle.
Oa medicamentos avulsos qur em tubos jur em linduras cuslario a 1| o vidro.
O proprietario deale estabelecimento anmncia a seus clientes e amigos que tem commodos
aufcieoles para receber alguna escravos de ume outro sexo doentes ou que precisem de alguma
operagao, afflaogando que serio tratados com ttdo o disvelo e promptidio, como sabem todos
aquellos que i tem ttdo escravos na casa do aiounciante.
A siluagio magnfica da cas, a commodada dos banhos salgados sio outrss Untas vinta-
gens para o prompto resUbelecimento dos doeilea.
As pessoas que quizerem fallar com o amuncianto devem procura-lo de manbia at 11 horaa
e de tarda das 5 em diente, e^fora deatasjiorasacbario em casa pessoa com quem se podero en-
Sement de algo-
do da ilhade
Fernando.
Tendo se reconhecido a superiorida-
de do algodfio da ilha de Fernando, S.
Exc. o Sr. presidente mandou vir por-
cao delta para ser distribuida pelos Srs.
agricultores desta provincia, os quaes
por si ou aeus correspondentes podem
manda-la buscar na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, remetiendo
seus nomes e lugar da moradia.
Sociedade bancaria.
Amorim, Frsgoso,Santos & C. sacam e tomam
saques aobre a praga de Liaboa.
No sitio da viuva Aoacleto Jos de Mendon-
gi, na Torre, appareceu no dia 19 do corrente,
um boi, o qual ser entregue a quem der os sig-
naes certos, pagando as dspotas que se tiver
feito e o estrago que e meamo fez.
Aluga-se urna mei-aRoa nos fundos da ra
do Nogueira, a tratar oa ra doQueimadon. 53.
i a
2 GmJegio Bom Couselho. '
^ Esli abertaa para o curso das fariaa ,
l aa aulas de geogrspbia, rhelorica, francez ,
I e ingles.
ra da Gloria n. 3 casa do Fundi.
Dr. Lobo Moicozo.
Ama de leite.
Precies-so de ama ama de leiie ; aa ilha dos
Rato*, casa por Irsz do Gymoasio n. iO.
SABAO
;Ces do Apollo armazem n. 67.1
Deposito do sabao fabricado n saboara
DA
im iiiiip]iifiii^ma
Os proprietarios deste estabelecimento, o pri-
meiro neste genero e o mais antigo da provincia,
acabam de esta belecer no armazem n. 67 do caes do
Apollo, um deposito de seus bem conhecidos pro-
ductos, consistindo em um variado sortimento de
sabo,desde amarello commum at o superior ver-
dadeiro massa a preco de 100 a 200 rs a libra con-
forme a qualidade
E' intil dizer-se que o sabo fabricado neste es-
tabelecimento, tem a propriedade de lavar perfeita-
mente a roupa, sem causar-lhe o menor damno. o
que nao acontece com muitos outros, que detrioram
o panno dimiauindo assim a duraco, averdadedes
taasserco est comprovada pela preferencia que
lhe do os consumidores, melhorament este devido
ao processo ltimamente empregado na manipula-
cao pelo actual fabricante
Para conhecimento dos compradores declara se
que as caixas cootem o seguinte letreiro em forma
ovalFabrica de sabo nacional ra Imperial Per-
nambuco ese vende qualquer quantidade de urna
caixa para cima.
FEMEIRA YILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba de Cabugr n. 18, f andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por aatbroiypo, por melainoiypo, so-
bre panno encerado, aobre talco, especiaea pare
pulcelras, alQnetes ou cassoletas. Na mesma
caaa exiale um completo e abundante aortimeoto
de artefactos francezea e americanos para a col-
locagao dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo fim cassoletas e delicados alflnetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persooegens da Europa ; atereoscopos e vistas
slereoscopicas, assim como vidros para ambrotypo
e chimicas pbotograpbicas.
A. D. DE PASCUAL.
Acha-se novamenu aaert* a i
esta eicellente obra eos d**e va
te impreasM, ds* osas* atlas*** r*U j |
cade. As pessoss que desejarem
dorio dirigir-se ao escrialono da roa da Cro e,
45, 1 andar. Prego da Ora c*aapleta SfN>, **
eerio pagos i entrega ** priaaetro valias.
A pessoa que se julgar cea direil* ees as*
easa terrea oa Passagam da Magdalena a. 1f, ea*
fronte a caas do Sr. Dr. Ignacio Piras* Xavier,
propriedade de Francisca aa Oes** ejttioia.
dirija-se casa da raa losporial a. SJ, vial* aja
a mesma caaa asta ea egeaia coa
rio. isto no prazo de tres dios, e cao ter i
Recife 25 de novembro de i8tt.
Precisa-ae de uaa ama qua saiba
e eogommsr, pare casa de pones familia
do Hospicio o. 62.
CASA
Aluga-se o armazem da rus da Sentala Ve-
lha que tica por detrs da laja da rus da Cadeia
n. 18 : a tratar na mesma loja.
O abaixo assignado, era conaequencia de
nao ter aioda apparecido o seu escravo por nome
Luciano, fgido pela segunda vez desde o dia 10
do mes paaaado sem que al o presente tenha li-
do noticias delle, querendo retirar-se para a
Babia, sua provincia, roga a todas aa autoridades
e capHiee de campo e a quem quer que o encon-
tr, de captura-lo e leva-le i caaa do lllm. Sr.
Dr. Caelano Xavier Pereira de Brito, onde ser
bem recompensado.Joio P. de Cerqueira.
Atten^o.
A aotiga cocheira d'alem da ponte da povoagio
de Beberibe contina a receber carros e cavallus.
m
Saude.
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier fas
tem reorganiaado a sua casa de osado", na ,
casa, propriedade do mesao sitio aa qoe*
o seu enligo eslabelecimeoto dea** *r**a
Oca ao norte da estrada da Passegea ato
lena, antis a eonle sra oda a a pia*e*a efc
Menino, or-de contina a receber bos os sexos e diversas cstbegorisa, al
melhor tralamento, tado pelo pteco
modo.
O mesmo dootor para mais coaaodidedo o*
peaaoaa poauidoraa de escravos, ea eje* a* qwi-
zerem tratar em seu estabeleeiaent* tem '
minado a diaria abaixo declarada.
As operag6es serio por previo sjswte, a
fario aarle das diarias assim como aa telas
cas, e sanguessugss. Podeodo e doeola tratar-
se tambem nomeopathicamaate, pera ajas* as
commodos separados.
O servigo medico seri feito pelo i
aiio do grande hospital Pejro II, a lile. Sr..
Francisco Pinto Gaimaraes, a o doalor araprio-
lario do estabelecimento, pralica*** ea abi leda
e qaalquer operagaopor pregos Bailo razasteis.
Este estabelecimento '-----n raramaaidaid.
ji pele boa caa ale que diape, esa* aaie* eoa-
digoes hygieoicss em que se sebe silaede. peo-
vado issu pelo crescido numero da dnsoisa asa
curados.
0 seu proprietario espera, .porta*!*, dos a***
amigos, amigos fregueres, e aaia pasee**, o sea
cooperagio em bem do progrese* de lio ofll co-
mo necesssrio estabelecimento, psrslia*** p*r
nio poder elle achar-ie i sua testa, ea virteeo
de haver sido accommttildo de na* grava
midade, porm hoje que se acha coa pela a
reslabelecido, promalte etforcar- se na bao i
de sua caaa, e na direegio do Irai
doentes.
Diarias Escravos
2.a rdea-
1 ordena
Para a entrada dos doeoles a* deveri*
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, am ra*
Noa de Saota Rita o. 7, sobrado de oa andas
com frente para a ribeira do peixe, o* no ae* es-
tabelecimento a qualquer hora.
Aluga-se o primeiro aodar i* sobrade a.
63 da ra Imperial, coa excelWals* egeeodea
para urna grande familia, e aa araaasaaa *a raa
do Imperador n. 39 ; a tratar coa Loiz o* Maraca
Gomes Perreira.
Precisa-se de urna ama livre oa estrave po-
ra todo servigo de pouea familia ; roa das Cru-
zes n. 21.

Furto.
Na madrugada do dia 22 do correle furtaram
do sillo Da ra da Esperanca n. 74 um cavallo
com os seguintes signaea: cor mellado, dinas e
cauda pretae, nm p e duas mios ealgadee de
preto, aem andaree, e eslava carnudo : quem o
pegar e leva-lo a casa cima, oa no eogenho
Sibir ds Santa Cruz, que seri bem recoropen-
_ sado.
STAHL k C.
^RETRATISTA DES. N. 0 IMPERADORg
H ftua 4a Imperattiz n
numero 14.
Tencionando retirar-se proxi- J
' mmente desta pra9a participara J
I a seas freguer.es e amigos como J
' em geral a todos que podem J
precisar do seu officio, afm de J
g que aproveitem do pouco tempo j
r que os annunciantes podem ain
l da dispor para a execucao das |
O encommendas com as quaes w
9 queiram honra-Ios. 9
O Agradecendo nesta occasiao
49 ao Ilustrado publico desta capi- S
^ tal o bom acolhimento das suas V
obtas, decidiram se a por estas 1
ao alcance de todos introduzindo <9
urna considera vel baixa na maior O
A parte dos seus preqM e esperam #
9 que o desfalque que disto lhes
resultar sera' compensado por 9
um augmento de concurrencia. 9
9#9 *
O dentista Nuraa Po mpilio.
nua estreita do Ilosario n. 32, pri-
meiro andar.
planta denles pela pressao do ar, por molas e li-
gadursa, e faz todas aa operages de sua arte.
Quem quizer arrendar ou comprar o eogenho
Itaptrema do Meio na comarca de Goianna ou ar-
rendar o engeoho Souza na>4reguezia da Taquara
na provincia da Parahyba, ou mesmo comprar
mala de metade deate eogenho, perlencente aos
herdeiros do flnsdo coronel Estevio Cavalcaoli
l'ANjuquerqae, dlrija-se a ra estreita do Rosario
n. 10 3# andar ou ao eogenho Tab na fregueria
da Taquara.
Aluga-se o sobrado da ra da Aurora, hoje
pertencenle aos herdeiros do finido desembarga
dor Rocha Bastos, com excalleotes commodos pa
ra grande familia : a tratar na ra do Creipo n
5, loj de Marcelino & C.
.ra
Precisa-se de um homem que tenba pratiea de
agricultura para feitor: a tratar na ra di Guia
menuro 5.
Atten(h
Quem quizer possuir com pouco diobeiro boos
carros de passeio, e ptimos cavalloa de carro,
inclusive urna parelha muito gorda e bonita, di-
rija-se i cocheira da ra do Imperador n. 12, que
tudo acbari por junto, ou em separado.
Os devedores da extincta firma de
A. L. Santos & Rolim, queiram terabon-
sdade de mandar pagar, quanto antes
seus dbitos ao abaixo assignado, a quem
pertence hoje toda a liquidacao. a qual
sera' feita judicialmente se os remissos
assim quizerem : ra do Queimado
n. 31, sobrado amarello. Antonio de
Moura Rolim.
Aluga-ae o segando andar da casa n. 13 da
ra da Lapa ; a tratar na loja do meamo.
Ao publico.
Autunes GuimarSes desta praca e
Jos Rodrigues Pinto Coimbra do* Rio
de Janeiro, socios de contrato da fir-
ma Antunes Guimaraes & C. decaram
ao respeilavel corpo commercial que
dissolveram a miga vel mente a sociedade
particular que tinham com Manoel Ras-
tos de Abreu e Lima, ficando este livre
de qualquer responsabilidade futura,
porem sujeito a pequea liquidacao at
esta data ; e outro sim declaram que di-
ta firma apenas deve a quantia de rs.
4-:085|380 nio vencida ; bem como que
continuamsem alterarloda mesma
maneira com sua casa commercial sob
a mesma razo de Antunes GuimarSes
*.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado do
Becco Largo u. 1 A, concertado e pintado ha pou-
co e aluga-se por prego muito commodo : a tratar
na taberna defrunle.
Precisa-se logar um escravo preferindo-s*
idoso, para servlgos domsticos : na casa de ba-
nboa no pateo do Garmo.
Precisa-se de urna ama : os ra Nova n. 5:
A quem lhe faltar doua cavalloa cujoa sig-
naes deveri dar pode procurar 00 sitio do Chora
Menino, advertindo entretanto que nio se rea-
ponssbiliss por incidente algum e lhe serio en-
tregues psgsndo as despeas.
Importante
Aviso
Na loja de|4 portas da raa do Qostaao* s. fj,
icha-se am grande armazem coa lodo aocli-
mentode ronpaa feiUs, para cojo fia lea------
lado urna offleina de alfaieta, oslando 1
do della am perfeito meslre rindo de Lisboa, pa-
ra desempenhsr toda e qualquer obra que a* Ib*
encommende ; por isso que faz oca convite espe-
cial a todas as pessoaa com especialidad* oa*
Illms. Srs. ufficiaes Unto ds armada coa* do
exordio.
Paz-se fardaa, fardes com superiorespreporaa
e muito bem feitas, tambem Uata-s* faser fal-
damento todo completo conforme ae asa lie
de Janeiro, tanto que tem os naurinos qu*
li vieram ; alera diaso (u-t* mais casaquiHkas
para rbonlaria, rardcias ou jaqueles, a*a como
colletes a militar para na Srs. ajadanlea d* la-
do maior e de cavallaria, qoer seja sngales a*
bordados a espequilba de ouro ou praia, tatfa ao
goalo da Europa, tambera prepara-se beca* para
desembsrgadores e de qualquer juiz seguztd*
estylo de Coimbra aoode se uzea ae aalbaraa
ronhecidas at hoje, assim como lem aait* rica*
desenhos a maliz de todaaaa corea propriaa poso
fsrdamemo de pageos ou criados de libr o* a*
fari pelo gosto i franceza. Na mesma cao* ea-
earregs-se de fazer para menino jaquetas a
francesa bordadas ao meamo gosto. Affiangaade
Sue por tudo se flea responaaval coa* seje bao*
izendas, beca feilo e bom corte, nio ae falta aa
dia que ae prometler, segundo o sjsteaa d'eade
veio o mealre, pola espera a honrosa visita **
dignos senhores visto quenada perdeos aa es-
perimentar.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabuga n. 11.
recebeu um completo aortimeoto de gwlnoba* 4*
mjssaoga, sendo de todas a acores
1
Dentista de Taris.
15 Ra Nova 15
r radericGautier,cirurgiiedenlisia,
todas as operaedes da soa art* ec*li
denles artificiaos, tudoeom a sp*ri
dadeeparfaigioqueas pessoasaniei
das lhereeonhacero.
Tea igua e psdentifriciesetc.
I
Precisa-se de ama ama qe saiba
e lavar: na roa do Rangel o. 7, aegaud*
No dia 17 O correle, depois da
do 9r. Dr. juiz municipal da segunda vara, osen
de ser arrematada pelo prego ds atfiuOsfotS*
que de l:000f000, a caaa terrea de roaos*
Uerlyrios n. 25, em chio foreiro ; e alebaa
praga.*
Ilauoel da Costa e Fraocieca do C**ta eoso-
2 Albos retirsm-se para a Bable.
Aluga-ae por aono ou por fasta asea ao
melborea casas do Cachangi e do lacada ria ; *
tratar ds ra Nora, bja de Bastee &
1.. fTT^. i


MJJJft*tftlffAUB0>-4 Ttt( JURA 36 Al SiftltlB&Q Dft tMl
M
Roga-se ios eenhores abajan mencionados
o favor de tirem a roa 4o Crespo 8 A a nego-
cio de sen inieres***, visto nao te caber de saas
morad*!.
Dr. Maooel da Safra Reg
Dr. P*df o OMlaa* Ralis e Silva.
Padre Fraicio fres branles.
Fre Joao de Sania Cecilia.
Dr. Seta* Branden.
CapiUo Antoaio Femando Ratoara.
Dr. AiMonio Heoriqae* deAlmeda.
Acurcio Joe de Medeiro. ,
Francieeo Joe do Amaral.
Francisco de Paula Civalcanti Waoderley Lina
Flix de Aramio Alboquerque.
JoaOuihorxee de* Reta.
Joiquim Pedro do Rege Brrelo.
Maooel Duerte Ribeire Jnior.
Maooel Anlenio Barboaa.
Miguel da Pariflcacao Gome*.
Joa Gorgooio Paea Brrelo.
Alexaodr* da Silva Tavora Veneno.
Joa Thomaz de Aguiar.
Joa Thomaz do Agaiar Juaier.
Joto Baptuta Horeira.
Fraociicovoi Alte Guerra.
Joaquina Ignacio de Carralho liendooca.
D Joauna Maria da* Dores, herdeira legi-
tima de seu finado filho Joa Fernando da Crui,
convida a todoa aquellos que forera credores do
meamo para que hajira de apresentar os aeua
crdito* sea Qlho Joao Fernando da Cruz, resi-
dente na casa o. 65, segundo andar, na roa Nova
deita cidade, e isso no prazo de 5 diaa, a contar
da presente data, am de que a aonunclaote me-
lhor habilitada, posaa tratar do pagamento do*
meamos credores. Recite SI de norembro de
1861.
Attenco

Precisa-se alugar um sobrado de um andar e
sollo que teir quintal con cacimba : quera
liver pode ae dirigir a travessa dos Agougaji-
nhos n. 20, que se dir a pesaos que quer.
Quem liver um sitio com baixa de capim
para alugar nos Afogadot, ou em suas tmmedia-
coes, annuocie por este Diana.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
[Ceuuotypo
Este novo processo de pintura appli-
cado i photographia excede a ludo o que
tem-se visto al agora em perfeigo e
apuro de delalhes e delicadeza daa tintas
mesmo as miniaturas sobre marflm.
Parece um eamalte I
Pode-se garanr-lhe pelo menos a
daraeao da piotura a oleo, visto ser ira-
permeavel nao s ao contacto da almos-
phera, como tambem humidade de !al
modo que nao se altera ficando qualquer
espago de tempo debaixo d'sgua.
Outra grande vanlagem deste esiylo
de retrato* e que a pintura nunca pode
mudar os traeos da photographia de modo
que a aemelhanga perfeita nao depende
maia do pincel.
Os annuoeiantes lendo dquirido do
inventor o segredo desta pitciosa iono-
vacio (da qual ae poder examinar al-
gum eapecimen na exposiclo iodestrial
aborta estes dias no palacio do goveroo),
apressem-se em por essas vantsgens a
disposicao doa seua amigos e freguezes
aQm de que possam anda approveitar do
curto espado de lempo que elle* tm de
demorar-se pesia prags, sendo Qxado
imprelerivelmote para o da 31 de de-
zembro prximo futuro o eocerramento 1
dos seus negocios.
STAHL& C. I
Photographos de S. M. o Imperador
MRA DA IMPERATRIZ14 |
mkwtOW fflVVWnnfVIW VWTVrBVaSf rW;A
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
para o snico de coziohar e comprar: na ra do
Imperador n. 37, segundo andar, entrada a di-
raita.
Precisa-se de ama ama, que saiba conzi-
nhar e comprar: na ra Nova o. 33
Muita attengo.
Ao amanhecerdo dia 15 do correte, fortaram
do abaixo aasigoadu um selim inglez novo, com
borrainaa alraz e adiante, com rabixo, estribos
de ac, e ama bride velha com correle na bar-
bella bastante compri* o, manta velha de
paono de ourelo preto forrado de panno branco :
quem der noticia ou aprehende-lo se gratifcala
com 205, e igualmente pade-se aos doaos das
cocheiras e aos Srs. seleiros que no caso de Ihes
ser offerecido o tomem e participen) ao abaixo
assigoado no seu sitio na ra de Joo Fernn les
Vieira, junto do Manguinho.
Antonio Leal de Barros.
Precisa-sede urna ama forra ou escrava pa-
ra fazer todo o servido da casa de urna pessoa :
na ra das Larangeiras n. 26.
No hotel de Apipucos precisa-se de urna
coainheira e um cosinheiro e que sirva para fa-
zer as compras do mesmo hotel, e tambem pre-
cisa-se de um criado.
Vicente Jos di Silva Lima, retra-sa para o
Rio de laneiro.
Precisa-se de 2 amaasadores que emendara
perfeilamenle dos Irabalhos de padaria: a tra-
tar na padaria da ra larga do Rozario n. 16
Alugam-se duas boas casas no Cachang a
margara do rio, com excedentes commodos, para
passar-se a testa ; a tratar na ra da Paz n. 42
NOVO IETH0D0 PRATICO-THEORICO
PARA
aprender urna lngua em seis mezes.
APPL1CADO AO FRANCEZ,
segundo o facilimo systema allemao do
Dr. H Ollendoll.
POR
Cicero Peregrino.
Com o epilhelo cima publicou hootem 00 Dia-
rio de Peroambuco, van individuo, um anouncio
que nao m aasigoa, todava reaponderei pela pri-
meira allima vez, porque nao estou para quei-
mar cera eom lio ruin defunto.
Paree* **r verdade ludo quaoto elle diz poique
se oo houvessem aeluloree de filhaa Inelas, o
cabra, filho do padre de Pesqueira. oo casaria
com urna mofa da familia de Siqueiras.
AssigoatjiaM fa&H* en eveia que nunca mandel
baptiaar aeijfinhas oor fri Joo d... falle de um
celebre negocio de ata alferea, creio que mi
cosnpreheode.
Tratantes 4 corroeeio, ab 1 que lembranga fe-'
liz, mas qual. porque ae houvesae correcto para
elles oo ae chamara coulanlemente pelo Diario
a ale* e aquello* lugares, nao verdade, filho*
familias? bem bom modo de servir a Deo* an-
dar urna sucia de raides com a cara chela de bar*
be a engaar a bumanidade, uadoa em aerem fi-
laos familias, e quem pode adviohar ae um bicho
deases ou nao malor (le 21 annos. Pancada*, a
caaa do* doudoa eu creio que nunca empedi a
que mandassem o onanolsla do filho para o hos-
picio do Pedro II, como ja o mandaram para bor-
do de um navio de guerra. D-a* raapeilo.
Aiada est para alugar o armazem, prinaei-
ro andar o solio do sobrado o. 62, sito oa ra da
Guia : quem pretender, dirija-se a ra de Dorias
o. 14 tratar.
Paga-s bem.
Aluga-se ou arrenda-ae urna caaa de um andar
e soao com commodos para grande familia, sen-
do em boa rus do beirro de Sanio Antonio ; se di-
r quem quer na ra da Penha n. SI, segundo
andar.
Precisa-se de urna ama que tenha bom e
abundante leile : na ra da Palma, aobrado nu-
mero 41.
Fieou transferido para odia27 do correle,
denois da audiencia do Sr. Dr. ]ulz municipal da
2.* vara, a arrematacao por venda com abat-
meato da lei, de duas casas terreas, aias na ra
do" Giqui, sendo ama com 3 portas de frente,
avahada por 500$, e outra com 5 jaoellasde fren-
te, avaliada por 2:50>, cujas casas vo praca
por execugao de Jos Barbosa de Miranda Santia-
go e ootros, contra Joa Florencio de Oliveira e
Silva, escrivao Sanios.
Precisa-se de um menino que tenba prali-
ca de taberna e que d fiador de su* conducta :
na ra Nova n 48.
Calcado
45 Ra Direjta 45
Ouqam!.. Ougam!..
O traste iodispeasavel ao hornera ojviliaado
em contradicho o sapato 1 E' elle to necessa-
rio como o pie ao estomago. Tolera ao um
chapeo jaca ; urna casaca do ajualar taboadof;
um vealido desbotado; mas o sapato acsleanha-
do e roido, a botina sean lustre o j descosida
um* indeooocia. um intuito ao orgao tisual de
um chrsto. E' por lao graves considerare*
qua o proprielario desle eatabelecimeoto. que
acabando de reeeber um magnifico sormenlo,
roga aos aeua freguezes apreasem em renovar
o calcado velho, visto estar prxima a fetta ;
vejam:
Homem.
MILIES (chegre privilegiado) frascos co
moa agua do Prata.....
BOBZEGUINS.inteiricoa (Rothlld). ,
diversos fabricantes. .
a lustre pechincMfs 'J .
Sapatoe* nante* balera.....,
inglezea.....
Nsntes meninos. .
lustre (sola e fin. .
fuma sola). .
de traoga portugueza. .
> franceza. .
Senhoras.
BOTINAS gaspa alta e lago inglezes
duraglo ioealeulave. .
fraacezas (lago). .
> sem lago. .....

de
149000
9*600
88000
5f500
5500
59OOO
49500
3*500
52U0
3|000
2S000
19500
Joaquina Francisco dos Santos.
40lu do Queima Defronte do becco da Congregando, letreiro verde.
VENBB-SB O SEGUlNTf: EB
Para casamentas. *sf
* capells,
Compras.
Gompra-se moda de oiro de 209000 na ru
Nova n. 23 loja.
Compram-se escravos de 15 a 30 ancos pa-
ra exportar para o Rio de Janeiro: no eacrip-
lorlo de Maooel Alves Guerra, ra do do Trapi-
che n. 14.
Compram-se pstaeoes hespanhoesdo cunho
de Carlos 111 e IV : na ra Nova n. 23, loja.
Compra-se urna armagao ou s um balco:
quem liver dirija-se a roa larga do Rosario, loja
de charutos n. 30.
Compra-se ama preta de meia idade, que
tenha algamas habilidades : quem a liver leve-a
i ra Nova de Santa Rita n. 7.
Compra-ie urna ou duas vsccas de leite que
tenha baatante leite ; na ra Nova ni venda jun-
to a botica.
Vendas.
Carro novo.
Vende-se um carro'novo americano de 4 rodas
com assentos para 4 peasoas e arreios para 2 Ca-
niles : para ver, na cocheira da ra das Flores
n. 35, e para ajnstar, na ra da Cadeia Velha n.
5, com Rabe Schemeltan & C.
Legues.
|000
MM8
5J009
> gaspa baixa.......48800
outroa (32, 33 e 34). JgSOO
Sapatos (Joly) com salto......39*00
> ( ) sem alto......2|000
tapete......... 800
lustre (32. 33, 34)..... 800
econmicos para casa.* 500
Alem diaao um variado e abundante sorti-
mento de tudo o qe oecessario a sapateiro pa-
ra execatar qualquer obra.
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
2^400,2^000,3^500
3#500.
E* de admirar!!!
Ueias encorpadas para homens a 29400 a du-
zia, ditas para senhoras, que se tem vendido por
49 59, a 39500 a duzia, pegas de cambrsia para
forro com 8 e meia varas a 2|, corles de vesti-
dos de cambraia.com seis ordns de bsbados'a
39500. 3p|
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
E' barato que admira!!!
Para senhoras a 480
>a vara e 7$ o corte.
Cortes de vestirlos de. las decores lavradas a
79, cambraias de cores a imilacao de organdys a
480 r.. a vara : venbam ver para saber contar.
BHfiK
Exposicao
DE
Candieiros a gaz,
Ricos corles de vealido de fil ou blond de seda branca
mais moderno e superiorqua ha no morcado.
Para bailes.
Liado* corle* de voatidos do fil ou blond de seda branca bordados a branco e
cores.
Ditos de tarhtana branca bordados a branco e coro*.
Ditos de cambraia branca bordados a branco rom mufia elegancia.
Dltoa de barege de seda de cores com barras e listas, novos goslos americanos.
Saias bordadas.
Ricaasatas de cambraia branca bordadas com o mais aparado gosto o mais finas
que na no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com muita elegancia, o
mais moderno e mais superior que ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores
como arrendados, por precos commodos.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de llano bordados a 39,49059 cada um
Chales,
Ricoa chalea de touquim brancos bordados de pona redonda e de 4 ponas.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um grande sormenlo de todas
quahdades. que nao possivel moncionar-se pelo'grande espago que tomara.
* pretos bordados e lisos com enfeitet, bam
E _jUoja da bandeira f
iNovaroja (le funileiro da,
ra da Cruz do Recite
numero 37.
Manool Jos di Fonsee* participa a
todoa os sus freguezes unto da pre(a
cmodo mato, e jumamente aoroapeila-
volpoblico.qoetomou a deliberado de
baixar o prego de todas assass obras, por
i cujoi motivo tem para vender um grande
[ sorlimenlo de babs a baca*. Indo da
i dinerentaslmannose de diversas corra
| em pinturea, e jautamente um grano
isorti ment de diversas obras, coalendo
banheiros e gamelas coaapridas,grandes
e pequeas, macbinas para c*fe cane-
cas para condozu agua grandes e peque-
as, latas grandes para conservar ali-
ona e regadores ao ufada Europa, ditos
grsndes e pequeos ao uso do Brasil
cama* do vento, lata* de arroba a 1,
bahs grandes a 49 e peqaa Boa a 60$
rs, baca grandes a 59 pequea a
800 rs..cocos de sza a 19 a duzia ro-
gadores regulares moilo barato, diles
pequeos s 400 rs., do lodos estes obje-
tos ha pintados e em branco o lalo maia
e vende pelo menos preco possivel: na
loja da baodeira da raa da Cas do Re
cife n. 37.
*
i ':
'Lindas flores.
Na loja d'agaia de ouro, roa do Cabaga o. 1 1,
receberam de sua propria eocommeoda um com-
pleto sorlimenlo de flores, o mato floo qua pos-
sivel eucontrar.propriss paraeafeiles de esbrea ea
vestido, coasa muito chique, qoe ae vente per
Pf,f,C0L'lue admira, sendo a 800 e 1* o cacho.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de M>l de alpaca a \f.
Duzia de meiascruas para homem a
19200 e o par a ISO rs., ditas brancas
muito finas a 2g500 a duzia, tencha c-
cassa com barra de cores a 1 JO rs. cada
um, ditos brancos a 160 rs., baldes do
20 e 30 arcos a 3|, lazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chale* de merm
estampados unes s 59 o 6|, larlatara
branca e de cores muilo lira com vara
e meia de largura a 480 rs. o covado.
fil de lioho lisos 640 rs. a vara, pe-
cas de cambraia lisa Boa a 39, cseas
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 ra o
covado, calcinhaa para menina de escola
a 1J o par, gravalinhaa de tranca a 160
rs petos para camisa a 900 rs. cada
um dusia 29, pecas de cambraia do sal-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francesas a
220 e 240 rs. o covado, a loja es
aberta das6 horas da manbia as 9 da
noite.
senhora pe-
zia ; na ioj v.
Obra inteiramente nova e nica, escripia em
portuguez por squelle syslema, approvada pelo
cooselho director de iostrueco publica desta pro-
vincia, em sessao de 10 de outubro ultimo: 2 vo-
lumes de quasi 500 folhss em 8 francez 7JO0O.
Recebem-se assignatursa ni ra do Queimsdo
n. 26, primeiro andar.
Aluga-se durante a festa urna casa no P050
da Paoella, sita na ra do Rio, com 4 quarlos e
quintal murado: na ra do Queimado, botica
numero 15.
Antonio Jos Silva do Braail, achaodo-se
uo exercicio do lugar de juiz de psz do 1.a dis-
trlcto ds freguezia de S. Fre Pedro Gon;alves,
publica qued audiencia as segundas e quarlas
de cada semana, a 4 horas da larde, em casa de
sua residencia, travessa da Madre de Dos nu-
mero 16.
Terca -feira 3 de dezembro vai praca a
quem mais der por arrendameoto, o sobrado um-
agua da ra estrella do Roaario, de dous andares
o. 4, perteocenle ios herdeiros de Caetano Pe-
reira V'ianna a requerimento do tutor por parte
de saa tutelada Celecina Pereira Vianna, cujo
sobrado se acha arrendado por 1449 cada andar
e loja.
A pessoa que annunciou por este Diario es-
tar om negocio coma caaa na Passagem da Mag-
dalena, defroote do sitio do Dr. Firmo Xavier,
declara-ae a esta pessoa se a casa que foi de
Joo Simes que veio ha poucos mezes da ilha
de Peroando, que tem o porteo de ferro, esta
casa est bypolhecada por escriptura publica,
como prova o regalo no cartorio do escrivao das
hyputhecas. Recite 25 de novembro de 1861.
O bypothecario,
Josquim da Silva Lopes.
Collegio de Bemica.
Este estabeleciment nao d ferias, suas aulas
continuara, como at agora, aem interrupcao, pa-
ra todos os seus alumnos. Alem disto, desde o
principio de dezembro, haver um curso separa-
do de pbilosopbia, retborica, geographia e geo-
metra para os esludaote* que quizerem fazer
exame dos ditos preparatorios 00 comeco do pr-
ximo eono lectivo.
Alaga-sopor nao ou para se paasar a tes-
ts, um sitio em Bebedbe, na estrada que vai do
Caengue para o porto da Madeira, com cass de
vivenda, lendo commodos para grande familia,
estrjbaria e cocheira, baatante terreno para plan-
tario, e mais urna eapecialidade do que ler o
rio pelo fundo : a tratar oa ra da Aurora n. 56.
Precisa-se de urna perfeita engommddelra,
brasileira or portugueza, forra ou captiva; na
ras do Imperador n. 27.
Vendem-se lindos leques de madreperola, o
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro, ra
do Cabug o. 1 B.
Vende-se um piano de mesa em bom esta-
do, por mdico preco : a tratar na cidade de,0-
linda, os botica de Joao Soares Raposo, ra do
Quatro Cantos n. 1.
Meias para stn\\ora.
Vendem-se superiores
lo baratissimo preo de
da boa f, na ra do Queimado n. 21.
Toallas pata maos.
Vendem-se muito boas toalhas para mos pelo
barato preco de 59 a duzia ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Ricos eaeitei.
Vendem-se ricos e superiores enfeites os mais
modernos que ha, pretos e de cores,
tissimo preco de 6 e 69500 : na loja da boa f,
na ra do Queimado o. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratissimo preco de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem coohecida loja
da boa f.
Cortes de cambraia pintada.
Vendem-se cortes de superiores cambraias
pintadas, teodo cada corle 7 varas a 29240 o cor-
te : na loja da boa f, na ra do Queimado o. 22.
Cambraias francezas finissimas.
- Superiores cambraias francezas muito Boas, de
muito bonitos padeoes, pelo barato preco de 700
rs. a vara : na loja da boa f. na ra do Queima-
do D. 22.
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos franeczes a imi-
taco dos de Hubo, muito proprios para os taba-
quistas por serem de cores escuras e fizas, pelo
baratissimo preco de 5 e 6$ a duzia : na ra do
Queimado n. 22, na bem conheclda laja da boa f.
- Fil liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
e de cores, pelo baratissimo prego de 800 rs. a
vara ; na bem conhecida loja da boa f, na ra
do Queimado n. 22.
Ltuvas de Jouvln,
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
sempre se enconlraro as verdadeiras luvas de
Jouvin, tanto para homem como para senhora,
adverlindo-se que para aquelles ha de muito lin-
das cores, na mencionada loja da boa f, na ra
do Queimado o. 22.
0 proqrietario da nova expsito dos candiei-
ros a gaz avisa ao publico em geral, que se acha
sempre sortido com grande e variavel sorlimenlo
de candieiros desde o maia barato al o mais caro,
assim como um grande deposito de gaz idrogenio
verdaderamente econmico, reConhecido verda-
deramente por lodos os consumidores : na ra
Nova ns. 20 e 24, Caroeiro Vianna.
Nesla mesma exposicao se encontrar um va-
riavel sormenlo de riquissimos qaadros de todas
aa qvslidades que por Rosto ae pode apreciar os
seus deseohos, um rlquissimo sorlimenlo de
quioquiinr.,ooniondo entre ellas riquissimos
vavatorios para quarlos (goslo chinezj, um vario-
rel sorlimenlo de balaios com todos os preparo s
para viagem, coolendo pratos, facas, copos e ou-
tros frascos para condicionar, ferros de engom-
mar a vapor, machinas de bater ovos s vapor,
machioas de fazer caf a vapor, espingardas de
dous canos tronxsdas e de alcaoce, roappas del
i bara" """d0e outr08 moitos objectos que se vendem
jpo precos diminutos para acabar: ra Nova
numero 20.
kKUA DO QUEIMADO N?A6
Pflt7hfcGRANDEo0mMEre
^DftSERlpKSP
Sorlimenlo completo de sobreeasacos de panno a 259, 289, 309 e 359, casacos muito bem
feitas a 25|, 28g, 30g e 35g, paletota acaaacados de panno preto de 16 at 159, ditos de casemira
da cor a 159 181 e 20|, paieiots saceos de panno e casemira de 89 at Hj, ditos saceos de alpaca
m erin e la d* 49 at 69, sobre de alpaca e merino da 79 at 109, calcas pretaa de casemira de
89 at 14f, ditos do corae79 at 10|, roupas para menino de todos os lamanhos, grande sorli-
menlo da roupaa de brina como aejam ralbas, paletota e colleles, sortimento de colletes pretos da
selim, casemira e velludo de 49 a 9f, ditos para casamento a 5tf e 69, paletots brancos de bra-
mante a 49e 5f, caigas brancas muito finas a 5f, e um granle sortimento de fazendaa fina s o mo-
dernas, completo sortimento de casemiraa ioglezas para homem, menino leobora, aeroulas de
linho e igo lao, chapeos de sol de seda, luvas da seda de Jouvin pira homem e senhora. Te-
mos ama grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommeodas de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais de
cincoenta obrairos* escoltados, portento executamos qualquer obra com promptido e mais barato
do queem outra qualquer casa.
tlA.LUS.IUnE" O
Carrarr
Lencos brancos muito
fia*\08#
Veodem-se lencos brancos multo Unos, pelo
diminuto preco de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
Vende-se urna negra com urna cria, muito
toa eogommadeifa e ptima cozinheira, sem vi-
cio aigum ; quem quizer poje dirigir-se a ra
Pormosa n. 8.
Vende-se um pianno de mesa em bem esta-
do, por baratissimo prec.o ; na ra Augusta nu-
mero 90.
No pateo do Carreo, taberna o. 1, vendem-
de garrafes com 5 garrafas de vinagre sunerior
por 19300.
Vende-se urna balanga decimal por barato
prego, muilo propria para armazem de assacar :
na ra nova de Santa Rita o. 65.
Pe ciiia cha
Vende-se 1 carro de 4 rodase 2 cabriolis:
}uem os pretender, dirija-se a ra do Jasmim n.
4, o
'(Ticina de ferreiro, que
tratar.
achara com quem
para acabar
Manteletes de seds a 14,18 e 209. fazenda mui-
to boa ; na ra do Queimado 0. 47.
A16#000.
Paletots de panno fino forrado de seda ; na ra
do Queimado o. 47.
A WO rs. o covado.
Cassa toda preta : na ra do Queimado n. 47.
A 600 rs. a vara.
Pil de lioho liso ; na ra do Queimado n, 47,
CHPEOS DO CHILE
os mais finos que ha no mercado, na ra
Direita, lojas de chapeos nmeros
28e6l-
Alem das muitas qualidades de chapeos,tem
os do Chile, osmelhoresqoe se tem visto oeste
artigo, e o proprielario doa mencionados estabe-
lecimeotos est disposto a vende-los com pouco
lucro, e lem a convieco de que quem os vir nao
deixar de comprar, tanto pelo prego como pela
qualidade.
Hacas.
Veodem-ae barriquinhas com macaaschegadas
ullimamenle no gelo, pelo prego de 89 a bsrri-
quinha: na ra de Apollo, defroate do iheatro.
Para a parada de dous de
dezembro.
Luvas brancas a 160 rs.
Havendo grande quautidade de luvas brancas
propriss para os difluidos gusrdts nacionaes se
apreseniarem com ellas no dia do festejo nacio-
nal, se ha resolvidoa venJer-se a 160 rs. o par,
e a 200 rs. das mais unas: na ra do Cabug, lo-
ja de fazendas n. 8, do Burgos.
Chapeos de palha para os
cajs.
Na loja da ra do Cabug n. 8, anda ha algnos
chapeos de palha hamburguezes doa que se tem
annunciado a 19 cada um ; nada ha de mais ba-
rato, est se acabando.
Ganga amarella da India.
I$280ejp00apecinha.
Na ra do Cabug, loja n. 8, vendem-se peci-
nnas de ganga amarellada India, sendo de listras
e de quadros a 1J280 e a I9SOO. Com lo dimi-
nuta quantia tem-ae boas e bonitas caigas.
A 2,300 a caixa
de charutos suspiros superiores da Bshia. sendo
caixss de 50 charutos, vendem-se em porgo ou
a retalho por este barato preco, e sao frescos : no
aterro da Boa-Vista n. 12.
Cambraia de seda.
Veode-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5$ a pega com 8 Ii2
varas, dita lapada muito superior, pega de 10
varas a 6f : na ra do Queimado n. 22, na loia
da boa f.
ftrefmaate e atoaUta&o de
UttYio
Vende-se superior bramante de puro linho com
duas varas de largura a 29400 a vara, assim como
stoalhado adamascado tambem de puro lioho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da baa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ealejL
Veodem-ae cortes de caiga de meia caaemira
da cores escaraa a 2f cada corte ; na loja da boa
fe, m ra do Queimado a. tf,
N. 20Ra da ImperatrizN. 20
O barateiro Duarte acaba de reeeber novo sorlimenlo de fazendas que retalha sendo a di-
oneiro aos segumtes pregoscomo sajam : cassas brdalas propriss para cortinados, babados ou
mosqueteiros a 1J600 a pega, cambraia grossa com 8 varas cada peca ptima fazenda para peneiras
mosqueteros, satas e forro de vestidos a 19600, musstlinas largas das seguinles cores verde azul"
preta, rxa, encarnada e branca o 200 rs. o covado, cortes de riqoissimas lns escaras com ba'bados
contando cada um corte 24 covados a 109 o corte, velludo da seda das seguinles cores cinzeoto,
verde, szul cf relo, excelleote fazenda para veatidos de senhora e roupinha de enancas pelo baixo
prego de 29600 o covado. cortes de cambraia fina com salpico* miudinhos a 59, tiras bordadas e n-
tremelos ai 18 a pega, golliohas bordadas muilo finas a 19, chitas com algum toque de mofo a 160
rs. o corado, pettos para esmisas brancos e de cores a 160 rs.
ARMAZEM
>bT2
ROUP A F
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defroute do becco da Congregaco letreiro verde.
Nesle estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa falta de
todss a* qualidades e tambem se manda executar por medida vontade dos fregue-
zes para o que tem um doa melhores professorta.
Casacas ue panno preto a 403,
35g e 3O9OOO
Sobreeasacos de dito dito a 359 e 30)000
Paletots de panno preto e deco-
res a 359. 309, 259.109.189 e 209000
Ditos de casemira de cores a 229,
15J, 129,79 e 99OOO
Ditos de alpaca preta golls de
velludo francezas s IO9OOO
Ditos de merino selim pretos e
'de coro a 9| a 8)000
Ditos de alpaca de cores a 59 e 39500
Ditos de alpaca preta a99,79,59 e 3J500
Ditos de brim de corea a 51,
49500, 49 e 395CO
Ditos de bramante de linho bran-
co a 69, 5| e 43000
Ditos de merino de cordao preto
I5e 89000
Caigas de caaemira preta de co-
res a 129. 109. 9f, 79 e 69OOO
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a"59, 69500 e 49500
Ditas de brim branco ede corea a
59. 49500 e 28500
Caigas de ganga de cores a 39000
Collete de velludo preto e de co-
res lisos e bordadoa a 129,99 e 89000
Ditos da casemira preta e d co-
res lisos e bordados s 69,
59500,59 3J500
Ditos de setim preto 58000
Ditos de seda e setlm branco a 6 e 5}000
Ditos de gorguro de seda prelos
e da cores a 79, 69, 49 e 59OOO
Ditos de brim e fustio branco a
3|50O, 2500e 39OOO
Saroulas do brim de linho a 29 e 29200
Ditas de algodio a I96OO e 15,-280
Camisas de pello defusto branco
ede cores a 89400 e 29200
Ditas de peito de linho a 59, 49 e 3#000
Ditas d* madapvlao brancas e de
cores a 39. 29500, 29 a 1J600
Chapeos prelos de massa frtnceza
forma da ultima moda a 10|,
M. 8*509' 79000
Ditos de feltro a 69. 59, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda ingleses e
- franceses a 14f, 129, lije 79000
Cominos de linbo moilo fiaos
novot feilios da ultima moda a f 800
Ditos da algodSo ffiOO
Relogios de ouro patente e hori-
. zontal a 1008, 909. 808 e 708000
Ditos do prata galvanizados pa-
tente e horizontaes a 409 30800o
Obras de ouro, aderegoa e meios
adereces, pulceiras, rozlas o
aneis g
Toalhaa de linho duzia 108, 69 e 98O0O
Dita* grandes para mesa urna 39 e IgOOrj
Liquidado.
Ra do Queimado n. 10, loja
de 4 portas.
Vende-se panno verde, preto, azul e cor Je
caf, covado 39.
Caaemira preta superior qualidade corado
11600 e 11800.
Chale* de touquim para acabar a 10, 15, SO,
30 e 409
Superiores corles de seda o mais moderno que
lem viodo ao mercado a 90, 100 e 1209.
Sedinhas de quadrinbaa e flore*, superior fa-
zenda e moderno goslo, covado 800. la e 19400.
Chaly, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do to, fazenda parvveslido de ssnbjra,
ovado 500 r?.
Taimas e manteletes pretos 18, 20 25a.
Superiores ve.lidos birancoi bord4s 20, 25
e 30.
Cassas fraocezaa fina*, covado, 110 r.
Oorles de cassas de salpico*, um 39 e 3J500.
Corles de seda prela a 25f. 30, 35 e 40.
Leogos de seda a 600 e 800 rs.
Laa de quadros psra vestido de senhora e rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covado 18280.
Chales de merino bordados a l|.
Chitas francezas escoras, covado 240 rs.
Meias de algodo*cr para homem a 49.
Cortes de velludo para collete s 39500 e 4;(.00
Paletots de orim a 3 e 4a
Chapeos de sol do seda para senhora e meni-
nas a 3 e 48*
Leques para senhora e meninas a 3 e 49.
Esparlilbos psra sennora meninas a 3 4J.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelioas de eda para senbora a 8 e 10|.
Camisas aberlas de renda para senhora a ij t
3SO0O.
Grosdenaple amarello com um pjqueno loque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paletot, caiga e collete de casemira, pelo bara-
iaaimo prego de 259
Ceroulas escocezas, urna 1J-2C0.
Cortes de barege com duas saias a 8 e 109.
Cortes de seda escocezs, superior fazenda, cota
13 e 15 covadoa cada um a 109-
Camisas inglezas com peilosde linbo e com am
queoo mofo, duzia 25$.
Paletots de alpaca, um 99.
Cortes de, casemira um 39500.
Chalea de 13a e seda, superior fazenoa, a 99500
Lencos de cambraia de linho bordadoa coa ti-
co, a 39. 5, 6 e 89.
Ditos de dita para homem, duzia, 69, 8, 10, 13
e 149.
Setim preto maco o melhor que tem apparo-
cido, colado 39.
Chapeos deso de seda para homem un 6*.
Ditos dito de dita iusleza para homem, um 9j,
10 e 129-
Bales para senhora, um, 3 e 49.
Panno de linho do Potlo com 12 palmos d lar-
gura para leoges, vara a 39200 e 3|40P.
Lencos de caubraia bordados com tico, duz.o
a 2S500.
Golliohas de cambraia bordadas, ama 9-JOrt.
Manguitos de dita ditas, um 19.
Camisas para meoioot, c" Fil de linbo bordado, vara I92OU.
Dito de dito liso, vara 19800.
Corlea de brim de lioho, om 19601'.
#
: Nova california |
2 DE
I Fazendas baratas. X
Na ra da Imperatriz i.48, julo aj
2 padaria fraieeza.
Cortes de combraia branca com babadi- 1
2 nhos 49 e 49500 superior 59. cambraia '
t za com 8 1(2 vara 3$, 39500, e 49. ditas do J
I Escossia 59, e 69, ricoa enfeilea para se-
nbora 69 e 65500, sintos os mais delicados
para aenhora 29500.39, chapnliaa para cri-
anga gosto inglez 3*500. 49, para bapiu.ao
19. corlea de vealido de arda Eacosseza 4*
boDiloa goato 129 ealae se acabando, ri-
coa lengos de labyriotho 19. 18200. chapeo
de sol para senhora de bonitas cores, liaos
59, cabo de marfim 59600, cortes de cam-
braia brancos com ffr de seda 59. ruca-
do francez 200 ris o covado, coapir im
aorlimentoa de balea da arcoa 39, sor li-
memos de meias para menino a atraa
200 a 240 ris o par. chale* do tarlaUna
de cores a 640 ris, lencoa branca com **c-
ra* 160 rea chitas oglozaa a 180 a 200 rs.
dita francesa a 240 e 280 rs. o eav*o
oa) pegaa da cambraia 4a forro coas 9 vara*
a 29 : junio a padaria rsneez* a. 46.
Ksiii it iti AnnL
Jli unh/ci


Mamau puajmaoKx n^.ni sMiMwn*4>t um.
BOM E BARATO S
O rival swMgHMo.naj 4 g^ y^j^ fo
itSCfcC loja do Pavo,
oja de mmi 4e Pfe ra da Imperatriz n. 60
Silva, est dlsposto a
Francisco Feraandes Duarte.
Largo daPenlia


continuar atender pe-
pr^os afcako de-
clarados, que na ver*
""daSe-' bornebaratis-
los oeste ultimo vapor a 3J200, ditos do vapor paitado
o que ha da bom neste genero a 480 ra. a libra
mais Iva que ha oo mercado a 480 ra. a libra
Continua'se a vender neste armazem de molhados os
melhores gneros que vem a* mercado, por multo menos prego do que am outra qualcaer parte,
.para o que recaba o pro prieta rio em todoa oa vapores da Europa, a maior parte de aeus gneros,
asoQlhido* por peasoaa eocarregadas, para este fim ; por isso novamente participa a as seue tregaezee,
oca s os Sss. da prar;a comode engenhos e lavardores, que queirara seguir em progreseo, eme
bSo deixem ao menos de comprar a primeira m auaa encommendas, cerlo de que bao de gostar,
para o que alo se pouparo oa preprietarios. en prestar toda attenco, e mesmo em serviros por-
tadores menos praticoa, to bem como ae visssem os Srs. pessoalmente; e abaixo mensionsmos
es precos de alguna sjeoerot, por onde se pede julgar que rendemos baratsimo.
HailVeiga mgVexa mtl8 jup,,!,,, ne na no mercado i 800 rs e 1*000 a libra em
berril telar abetimoato.
M.*ntQiga f r anteza ,juil0 n0Ta, 640 r> a 1bri e em barti|, goo n.
Cita yro\a, Uysson i& preto Baii aaperiore, d0 aercad0 tm0i ^oo.
e f|600 ra a libra e afianga-se a boa qoalidade.
Queljos do teioehega(J
39000.
Qne\)OS VOnaTlllOS de 8uperior qualidade e muito (rescaea a 19000 ra. a libra, e
eDteJro se faz batimento.
m. reimitO ngleX pr0ptios para fiambre a 900 re. a libra, em porcao se ar abati-
maoto.
Prezunto Ao reino
440 ra.
X OUCIHIIO nglCZ encocado e costelletas proprias para Hombre a a0 ra. a libr
**"*"" o melhor petisco que pode haver per eejter jrompto a teja a heve a lf a libra
T oneinno do wAno m liDM 6 *^.o5oo
CnontHas e naios awil0 novoa, 5fle ..*,.
Banha de porco refinada.
e em barril a 440 rs.
AAeOnaS mUtO llOiraS 1|000 a aCOret4, em garrafa 3*0 rs.
Latas com bolaxlnna de soda ^* dieretes qu.iid.des a meo
m porcao se far abatimeato.
in.aa ae ttiwate. ^j, n0Ta d0 mercad0 em ut de ma iDM por 900 rs., diua de
duas ditas por 1*700.
alrmela da imperial d0 afraa(i0 Abreu e de outras muilos fabricantes de Lisboa
a 19 a libra, em lataa de i libras por I58OO.
KiPYllnaS l^ancezaS a, neihores que se pode desejar em meias latas por 500 rs.,'
tambem tem portugueza me latas enteiras a 610 rs.
CllOCOlate iranceZ e h6spanhol chegado neeteeWmo vapor a 1J200 a libra.
fASSaS propas para podim a 800 rs. a libra.
UOCe de alperene tm Uiu de 2 Ilbr ojegaatepiente Miadas 1 tflOO cada ama.
iSpermaSCte iapenoe. de 4, 5 e 6 em libra a 799 ra. e em caixa a 740 ra.
LataS COm peUe em pOSta dra.iber.qe3lidedes qu ha em Portugal a
11400.
A.mendoas conleltadas. lf a iibrii dilas em Blolffl a m t.,M diu com CMW
a 480 rs.
Nozes e castanhas
^strellinna
Metria, macarra e ta n% rim a 400 rs tuem i. 99.
se\aQlHua franceza muito nova a 240 rs.a libra.
Farinlia do Mavannao
VS' Ulllia de eg0mmari 0 qUa 8e pje desejar por ser muito alva a 100 rs. a libra.
IVipiSll muil0 D0VO e imp0 a |5o rs a |bM e em porcao ae farS abatimento.
J v o respeitavel publico, que aQan(ando-ae a boa qualidade dos gneros cima mencio-
nados, se vende muito barato, e pelos quaes.se poderS julgar todos os demais que nao foram an-
nunciados.
simo.
Frascos com agua lavande embreada a 500
Ditoa superior, (naaeo marte graedee 800
Duna de sabonetas muito flno a 800
Babelee ingiazes da melhor qoalidade a 160
Ditos muito grandes 320
Frascos de agua celeste sollo superior a 14900
Ditos com ebeiro muito fino a 400
Ditos com banha de urco a 600
Meae com oleo-de babosa a 350
Ditos muito superior a J40 e 500
Dtlos com banha muito fina a 940
Ditas com opiata de Lubin a 900
Ditos dedito de Pirer a 30
Ditos com banha transparente a 900
Ditos com oleo pbllocome a S00
Dito* com superior agua de Colonia 400
Ditos com m'acac parola a 500
Ditoa com ditos (oleo) a 100
Nvelos de linba do gar de cores a 30
Ditas de dita encerada muito boa a 30
Ditas da anclbor qualidade e fO
Crreis de Iinha de cores com 100 jardas 30
Nvelos de Iinha do gas para marcar a 40
Parea de meias de corea para meninos a 160
Ditos ditos para meninaa a 120
Ditoa ditos cruas para meninos a SUQ
Dotiaa de meiaa erase maite encorvadas a 2|400
e inteire Ditas ditos brancas psra senhora a 3J000
Caizaa com pbophoros de seguranza a 160
flus de folhe.com phophoro a 110
uzia de phephoros de az a 240
U de ditos de tela'a '^%. -^, 380
; aPeeeaa da Iraoea de la de todos as aeres a 40
piladas muito oras a 160 ra. a libra,
para sopa a 640 rs. a libra eem calxinhas de 6 a 8 libras se far abatimento.
muito alva e ebeirosa a 160 rs.
i@~Guimares k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Tendem baratsimo.
Cambratas brancas bordadas para vestidos desenhoras a 7$ a pega de 9 varas.
Organdys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Casaas de cores fazeoda fina a 540 e 280 rs. o covado.
Manguitos e gollinhas pira senhorss a 29 o par.
Golliohas ultimo gosto a 1J.
Manguitos a 3# o par.
ntremelos ricamente bordados a 3$
Tiras estrenas e largas bordadas para enfeites de vellidos de 2fl a 5& a pec.a,
Saias bordadas de 4 pannos a 49.
Saias bordadaa de 3 pannos a 28500.
Saias balo de musselioa com babados a 6$
Chapos de palha de Italia para senhora a 289.
Ditos de seda para senhora a 129.
Manteletes de seda
o que ha de mais moderno de diversos presos.
Ditos de fil muito bonitos a 30$.
Vestidos brancos bordados a 209.
Ditos brancos bordados a 7$.
Cuitas francezas de todas as qualidades a 280,300, 360 e 400 rs. o covado.
Madapolio de todas as qualidades a 49,49500, 5 e 79 a pece.
Outras rauitas fazendasde gosto e precos baratos.
SLoja das 6 p
tas em frente do Li-^"
9 vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletota de panno fino aobreeaoacos, ^
k ditoa de casemira de cor de Usalo, ditos 0|
de brim d cores e brancos, ditos de 2
ganga, calcas de casemira p re tas e de 9
9 cores, de brim branco e de coree, degan-
4fc a, camisas com peito de Itabo muito a
' tinas, ditas de algodao, chapees de sol
9 de alpaca a 4| cada um. 0
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31 RuaDireita81.
Neste rico e bem montado estabelecimesto en-
contrarlo os (roguetea o maia perfeito, Bem aca-
bado e barato oo seu genero.
URNAS de todas aeqaalWades.
SANTUARIOS que matiaea ootao jioarand.
B\NHEIRUS de todos o* temaahoe.
SEMiCUPUS demidem.
BALDIS idem Mea. V*
aUOAS dem tdenu
BAHUS idem idem.
FdLHA em cairas de todas aa grossuras.
PRATOS imitando em perfeicio a boa porceU
lana.
CIIALEIR\S de todas as qualidades.
PANBLLAS dem idem.
COCOS. GANDIEIROS e flandres para qual-
quer sortimento.
V1DROS em eaixas e s retalho de todos os ta-
mandaado-ae manhoa. botar dentro de cidede,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de quslqeer natu-
rera, con ce ros, que tu do aerf doiempenhado a
contento.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-ae uTo liso muito fioo e sasim tambem
tarlatana braoca muito fina, tanto urna coui'a co-
mo outra sao proprias para vestidos, nao s para
bailes como para assistir-seacasamentoa, andem
antea que se acabe na ra do Quelmado n. 22
na loia da Boa-F.
Pechincha sem igual.
Cambraia franceza ede cor a 220 o covado : na
ra da Imperatriz n. 48 junto a padaria franceza.
Gama Silra.
Acaba de ebegar a este estabrieeimenlo am
grande e variado aortimento de (alendas propriaa
para a feste, e seus donae resolverem jeaderem-
at por preeos baratissimee per estar noftm do
nno e quererem aparar dinhelro, ceexo aajasa :
cassas.
Um lindo sortimento de easass de vsrias cores
e qualidades, que vendem a 940 e 280 rt. o co-
vado.
Brillantina.
Vende-se biilhantita de quadrinhos a 240 ts.
o aovado : na ra da Imperatriz n. 60, loia do
Pavee.
Chitas a 240.
Vende-se fioissimaachitae franceses escaras e
alegres, fszeods que sempre se renden por ama
steea e acaba-se a 240 ra. o covado : na ra da
mperatria D. 60, leja de Pavao.
Musselina a duzentos rs.
e o covado.
Vende-se musselioa braoca com 4 e meio pal-
mos de largura a 200 reis o corado e dits de
coree matizadas largura de chita.a 200 reis o co-
vado na ra da Imperatriz o. 60 Iota do Povo.
So o Pavo em li-
quidaco.
Ricos sintos dourados lisos e com lisliohas a
2|500, calciobaa bordadas para menioos a I9OOO,
goUiafaas com manguito a1f600, golliohas de
traspasso a lf, ditas sem ser de traspaaso a 500
rs. luvas de seda em perf sito estado a 500 rs. o
par, chapoa deaol de seda com franja muito do-
lieados para aeahora a 89500, chales .grandes de
merino a 29500. ditos de rede bordados a 39 cada
um. naaoguitos de cambra bordados muito finos
a 800 e ff. eofeitea para cabera a 29, para me-
ninas a 640 ra.
Pora homem.
Vende-sena loja do Pavo um completo sor-
timento de roupas, como sejam : palitos de pan-
no o casemira de todas ss cores, caigas de case-
mira preta e de cores, ditas de brim de todas ae
qualidades, camisas francezas tanto para homem
como para meninos por presos mata commodos
do que em outra qualquer parte. Do-se amos-
tras de todaa as ftzendas que em noeaoa eooun-
cies se v, deizando ficar peohor: na roa da Im-
peratriz n. 00, onde teas am pavo pintado do
lado defora, e para nao haver engaos denoite
lera am distico por meio de urna lu em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280ts. o
covado*
Vendem-se lazinhas de quadros para vesti-
do, fazeoda de apurado gosto a 280 o covado ;
na raa da Imperatris a. 60, loja 4o Pavo.
La -cbineza a 400 rs.
Vande-se lazinhas entestadas a 400 rs. o co-
vado : na ra da imperatris n. 60, loja do Pavo.
Gambraias de seda.
Vendem-se finissimos cortes de cambraia de
seda com dous babados e de aparado gosto a
495OO cada corte : na loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vendem-se finissimos cortes de cambraia la-
vrada com babados e duas saias, fazeoda que se
vende em qualquer parte a 89OOO rs o Pavo
est torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
ras bordados a 2$500, 39 e 39500: na ra da Im-
peratriz n. 80. *
Gambraias de sal-
picosa 4^000.
Vende-se cambraia braoca com salpieos miudi-
nhos, ten Jo 8 ) varas ceda corte, pelo **<-
simo preco d aaoeo, ond razeuaa que sempre
se veodeu 3 79000: na re da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
CASSAS LAVRADAS.
Vende-se cassas lavradas fazenla do ultimo
gosto pelo baratissimo preco de 3$500 : na ra da
ImperaUiz n. 60, leja do Pavo.
Carros e carracas.
Em casada N. O. Bjfter
A C. successores rut da Cruz
numero A.
Veodem-se carros americanos mu i elegantes
e tares pare dass e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas psra cajo fim etles possaem gua-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
ia para condcelo d aaaac
irete.
Leandro & Mi
randa*
Una do Crespo k.8 i.
Receberem pelo paquete francez diver-
sas fatendaa de bom gosto, que se ven-
dem por precos bsrstissimos:
Borzeguios de Melles a 13f000
Lavas de pellica de Jouvin a 29500
Ciatos de novo gotio a tfOOO
Pivelas psra cintos a 29000 '
Golliohas e punhos com boto a 29889
Ditas bordadaa a 500 e ffOOO
Sediohas de getto o covado a 1J2O0
Babados bordados largos por 39000
Enfeites a imperatriz a 1J50O
Ditos de retroz que n'aatra parte
89 9000
E de outraa boj tas ualidadea por bara-
tissimBs pre;os.
Ssiaa a bati de crochet a 896OO
Ditss dita de titee a 69OOO
Vestidos de cambraia branca bor-
dada de 65, 109 e I29OOO
Hanteletea de grosdenaple a 209000
Organdys de gosto covado a 400
E outras muitas fszendae per precos com-
modos.
- man anwinanl
Grande sortimento de perfumarias, rou- |
feita, chapeos para homem, senhora e
enanca e lado aa rende por precos ba-
ratissimos.
m pees pera ve -
aeceeada Ap-
lf modos.
MfJaVSsatfikaHsat
jm Grande sortin
tf Pa faite, chapeo
I enanca, e todo
ratissimos.
Attenco.
Chegou na rea do Qoeimade a. 19
portas rnelpomeoe imperial eos
gura a tjOOO o eevado, e mata
do gosto que se pede esteonerer
senhoras e meninas.
Vende-se por proco cea
boa cass de pedia a cal, bem
da Paaagem a. 16: oodM4
de da paaagem aa Magstal
lado direito, detrente de Jsata ota Se.
Candido Xavier, eem laiiseila pelases ee
e cento e tsoto de fande, a-a "
chaos proprios. & \ jasase
ja raa do Queimaie su 87 tata
Vende-se superior sebe <
las e sabio, lataa rom salmeo ;
polo armazem n. 97.
Vendem-ae o#e*geoln9s
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e oorriates e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Beato comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de eoge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pies, e se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia de Recite a.
26, primeiro andar, que
ra com quem tratar.
Vende-se no armazem de Jet Antonio Mo-
rena Das & C, raa da Cruz n. 26 :
Safras o tornos psra ferreire.
Ferro suecio em barra.
Linhas de carritel de 200 jardas.
Malaa para viagem.
Espingardas francezas muito finas em eaixas de
per si.
Ferros de lalo para engommar.
Pregos fcancezes de todos os tamanhos.
Ditos bstel grande.
Ditos de construcQao.
Bracos grandes para bataola.
Espingardas lazarinas.
Clavinotea ingieres.
Vestidos.
Ruada Cadeia n
vestidos de seda.
a-
Uvas.
Vende-se as verdsdeiras uvas de Itamarac por
pre^o commodo, no deposito do Sodr 4 C, na
ra estrella do Rosario n. li.
Vende-se o sobrado de
um andar e^oto situado na
ra das Cruzes n. 34, contiguo
aodolllm. Sr. tenente-coro-
nel Justino Pereira deFarias:
no pateo do Para izo sobrado
n. 24, com Salustiano Augusto
Pe de Souza Peres.
Sal de Lisboa.
Vende-se sal mullo alvo e miudo por preco
commodo na ra Nova n. 69.
Attenco.
No armazem n. 40 da ra da Cruz vende-se
papel para forrrselas e quartos, e bem como
guarnido ludo da gosto muito elegante e inlei-
ramente moderno, e por muito barato prego.
i O 000.
E' na ra do Queimado o. 99 loja de quatro
ports que s/vende os mslhores chapeos de se-
da de formas mais moderase e bom gosto.
Vende-ae nm eacrevo padairo e lambenj
forneiro, bonita figura, robusto e possante :
quem o pretender, enteeda-se com Narciso Jos
da Costa Pereira, no largo do Carse, eu eom o
w. Antonio Ricardo do Fego, em casi de quem
est o preto
".>** $e*e -y'
Vendem-se
qo armazem de fazendas
de Santos Coelho. ra
do Queimado n. 19,
esleirs ds Indis, proprias para forrar salas e ca-
mas, de 6, 5 e 4 quartas de largo.
Lenqoe,
Lencoes de bramante de linho muito grandes
a 39OOO.
CoberUs a cbineza a 19800.
Lencoes de panno de linbo a t|.
Cambraia.
Cambraia branca ailada, propria para forrar
resudo, tendo cada pe;s 8 1(2 varas por t}.
Colchas de f ustao
de lindos lavrores e muito grandes a 69.
Cortes de seda de cores s 409-
Algodocom 7 palmos de largo a 560 a vara.
Toalbas de fusta o a 500 rs. cada ama.
Capellas.
Rico sortimento de capellas psra noivas.
Grosdenaples furta-cores com algum mofo a 19
o corado.
MP
Vende-se am excellente coup do melhor gosto
que tem rindo a este mercado, por prego mdico,
e um cabriolet por menos de sea valor; ni roa
larga do Rosario n. 14 se dir quem tem.
Vende-se dote de caj aeceo, neto, e pre-
param-ae boceles para eucoromeodaa : na cida-
de de Olinda, ra de efathias Ferreir a. IB.
Champanha auperior atacado 00 a retalho:
vende -ae na can de James Crabttret & C* n. 42
raa da Groz.
S E' niuilo barato.
* Cortea de vestidos de seda de bom
9 801 5OJO0O
Casaveque de velludo para se-
S ohora a 209000
V Chapeos de seda para senhora a 89OOO
^ Cortee de cambraia branco de sal-
pico com 8 lr2 rarai do boa
qualidade a 49000
H Organdys de cores corado a 400
Q E outras muitas fazeadas que se vende
^ muito barato.
S Na ra do Crespo n. 8 A
2 LOJA DE
iLeandro Miranda
3
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de GuimarSes Ir-
m5o,^ na ra do Queimado n. 65.
^Certoei de clcheles francezea com 14 pares a
20 ra.
Pentes de massa dourados multo Tinos imitando
tartaruga a 640.
Esoanilhos para senhora, que sempre se ven-
deram a 69, por 2500.
Trancas de la para vestido, a pega a 40 rs.
Las para bordar muito fina e lindas cores, a li-
bra a 79.
Massos com grampos a 40 rs.
Linhas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditas de peso muito finas, misda grande a 240.
Franjas de linho para vestidos, a rara a 110.
Apparelhosde porcelana para meninos, pinta-
dos e dourados a 19000, 2f, 29500 e 39.
Carita com alfinetea a 100 rs.
Papis com alflnetes cabeca chala a 40 rs.
Enfeites psra senhora muito finos a 3, 4 e 79.
Sintos muito fios para senhora a 29 e 29500.
Meiaa de laia e prefae para padre que aempre
se venderam a 29 a 640 rs.
Enfeites com flores para senhora a 1 j.
CoUierea de metal multo finas psra sopa e 101
rs. a duzia.
Gsrfos do mesmo melsl a 49000 a duzia.
Aaalm como outras muilaa miudesas finas aba-
ratas, que deitamos de mencionar, para nio ae
tornar tanta maaaada.
Sedas a covados.
Vende-se grosdenaples preto multo iocorpado
a I9600. 19800 e 29000, dito cor de rosa, azul e
amarello, sarja branca lavrada para vestidos de
noivas, e outras qualidades de aedaa por presos
baratissimos : na ras da Imperatriz n. 69, loja
do Pavao.
CHAPELINAS
a 6|I00() cada urna.
Vende-se chapelinas modernas enfeitadas com
muito gosto para senhora a 69000 cada urna : na
ra da imperatriz n. 60, loja do Pavio.
Lencos para mo.
Vendem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de liado com labyrintho a 29500, ditos de
muito gosto a imitacao de labyriotho a 800 e
lgOOO: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavo.
Madapolo enfestado a
tres mil ris.
Vende-se pegas de madspolo eofestsdo com
11 varas a pega: na ra da Imperatriz n. 60 loja
do Pavo.
Phctntasia asis mil ris
Vende-se muito ricos vestidos de fsotazia com
babados de muito bom gosto, fazendas de 12&000,
por 69000, na ra da Imperatriz n. 60 loja do
Psvao.
Filos.
Vende-se fil de linho bordado fazeoda muito
fina a 190O0 a vara, dito liso a 800 ra., tarlatana
branca e de todas as cores a 800 rs. a vara ; na
loja do Pavio.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios de seda para meninos, fszenda
de IZ9 por 59OOO ; na ra da Imperatriz a. 60,
loja do Pavo.
Gambraias lisas.
Vendem-se pecas decambraias lisaa, fazenda
muito fina, com 10 e meis vara cada pega, pelo
preco de 59OOO a pega, ditas de 8 e meia varas a
2&500, 89, 39500 e 48, ditos de 6 e meia vara a 29
e 29500 a pega, ditoa para forro com 8 e meia va-
ras a 1JJ600 e 29 : na ra da Imperatriz, loja do
Pavo.
Baldes sem ferro a
3#200.
Vendem-se muito superiores saias de cordao
que fazem as vezea de balo, toroando-se msis
recommeodaveis por se poderem llsvsr e engom-
mar, a S920O cada ama : na rae da Imperatriz n.
60, loja do Pari.
Acaba del
chegar
novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupaa feitas, calcadea a fazendas e todoa
estes savendem per pregos muito modi-
ficados como 4 de seu coetume,assim como
aejam aobrecasacoa de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
269,269, 309 e a 359, paleto ts dos meamos
pannoa preto a 165,18f. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos psdroes a 149.169. 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 a a 149. ditos pretos pe-
lo diminuto prego de89, 109, e 125, ditoa
de sarja de aeda a sobreoa*adaa a 129,
toa ue merino ue curdo a 129, ditos
de merino chinez de apurado goaio a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 43, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 109, ditas
Sardas a 39 o a 49, ditss de brim de cores
as a 25500, 39, 39500 e a 45, ditas de
brim brancos finas a 49500, 55, 59500 a a
69, ditas de brim lona a 59 e a 65. colletea
de gorguro preto ede corea a 55 e a 65,
ditos de casemira de cor e pretos a 45500
a a 59, ditos de fusto branco e da brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 45,
ditos de merioo para luto a 49 a a 49500,
caigas de merino para luto a 4J500 e a 55,
capas de borracha a 99- Para meninoa
de todos os tamanhos : caigas de casemira
5reta e de cor a 55, 69 e a 79, ditaa ditas
e brim a 25, 39 e a 39500, paletota sac-
eos de casemira preta a 65 e a 7, ditos
de cor a 69 e a 75, ditos de alpaca a|89,
sobrecasacos de panno preto al29e a
14*, ditoa de alpaca preta a 59, boneta
para menino de todas a a qualidades, ca-
misas psra meninos da todos os tamanhos,
meios ricos restidos de cambraia feitos
Eara meninaa de 5 e 8 annos com cinco
abados lisos a 89 e a 125, ditos de gorgu-
ro de cor a de lia a 59 e a 69, ditos do
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados psra baptisados.e muitas outras
fazendas e roupaa feitas que deizam de
ser mencionadas pela aua grande quanti-
dade ; assimcomo reeebe-setoda eqnal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos nm complato sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina da al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela suapromptida eperfeigo nadadei-
xaa deaeiarr
PtuadaSenzalaNoYan.42
Vende-se am casada S. P .Jonhston AC.
allinse Jhesaglezes.candeeiroE a castigas!
bromeados,lonas agieses, fio devela,chicote
para carros, emoniaria.srrsiospara carro da
um a loas cvalos r elogio sd a ouro patenta
Qglar.
ummmtm m tmmmmxmm
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann Irmoi &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir morimento, canudos
de borracha de qualquer com-
prmanlo e groisura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-ie en-
commendas.
23.
Ricos
bordados e de pata*Uzia, soasjaalaa
res, sedea de qnsrtrssmoe a de Hela
sas de cor modernas, cambraias ce
da car e bem asoim outras fazendas
prias para vestidos.
Hanteletes e chapeos.
Superiores capas coaandas de gerga-
rao, manteletas, taimas da crex, Oa li
e de outraa muitaa qualidades, sepasasiee
chapeos de palha enfeiladoa pasa se-
nhora.
Xovidade.
Modernos enfeites de cabeca, lavas da
pellica de Joavie, leeaoo rrpaiiiUme.
peales de tartaruga, aaias beta, caasseaa
para seaborss e meniaoa, teles. '
inglezas para senhora, seaogoilos e 1
pulceiras de sandadalo, 1'
Roupa feita.
Completo sortimento de ea'ges e
tea, paletota, sobrecaoocoe da naaea, 1
mira, alpaca re.: aa rea da Ceeeia 1
leja de Gargel di Perdlgeo.
Attenco
9
Burros para Tender.
Espera-ie brevemente de Montevideo
um ca riega ment de cerca de M a
100 burros, os pretendente rjiirir
apparecer na ra do Trapiche n. t,
casa de Renry Forster & C
Propriedade.
_ Vende-se ama propriedade distante
cinco legoas, propria para levantar ajes
d'agua para aatvejar 2.000 paos da asea)
boas matas e capoeiroes, sita oa fresjaesia
S. ds Luz : qaem pretender dirija-
Santa Rosa da mesma freguezia, a
Thom Leo de Caatro, dono de seem
lado do Corpo Santo a. 23.
Vudi-. IUt.. atcilinaa ; um
de Amorim Irmos. roa 4a Croz o. 3.
E pechincha
Vende-se urna armac,ao de deposito, cons-
tando de csixes, balco, tuo bem prompro a
pintado de novo : oa pretendentea dirijam-se a
ra de Lir rameal o casa o. 32.


Taixas.
Attenco
Maior reduocao nos precos para acabar.
Vendem-aa no armazem de Braga Son & C.
na ra da Moeda, taixas de ferro cuado do mu
Vendem-se caixdes vatios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1#280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ah se dir' quem ostem
para vender.
N. O. Biebar & C, successores, raa da Cruz
libra, as mesmas que se veodiam por 1M re.
acreditado fabricante Edvrio Maw a 100 rs. por n. 4. tem para vender relogios para algibeire da
ooro epratt.
Cortes de barege de seda cota 30 coradas a 12*
cortes de las com 24 corados a 5f, gasa de sosia
com lindas flores a matiz, covade a 90t re.. a#-
cinhas de entremeios com 3 1|2 varos a IgSM.
fino fusto de collete a 19200 : oa roa de Qaet -
mado n. 44.
S00e400.
O rival sem segundo na rae de Oaeianode aa
mero 55. est queimaado aajegqietea mies isa
por precos que a lodos devesa adairar lele te-
las suas qualidades, como lamben pelee procos.
A ellas antes que se seabem.
Crozas de pennss de 090 a 400 r.
Ditaa de miozinba, muito finas a 500 rs.
Caias eom agulbas francezas a ISO te
Caitas com aparelhee para divertir aoeiees
240 rs.
Ditaa muito finas e-grandes a 500 ra.
Crozas de botoes de osso peqoeeeea 19 rs.
Ditas de ditos de loaca a 120 rs.
Duiias de baralhes portugueses a 19400.
Tesouras muito tinas para onhas a 409 rs.
Ditas para costuras muito fieos o 400 ra.
Baralhos muito finos para voltereta a 919 ra.
Agulheiroa com agulhas a 80 rs.
Caivete de aparar pennaa a 80 r.
Ditoa eem duaa folbaa a 160 e 240.
Pegas de tranca de lia de todas ae cares a
200 rs.
Pegas de franja de la de todas ao caree a 990 ra.
Sapatos de tranca da lia fiaos o 19980.
Carlas de alfineies frsncezea a 100 ra.
Caias de ditos ditos a 60 rs.
Escoras para limpar denles acuito fiaos a 219re.
Massos de grampos superiores a 40 rs.
Cartas com celxeteseom deleito a 20 re.
Ditas ditaa superiores a 40 re.
Didaea de ago para aeoboraa a 100 rs.
Aritos de chumbo para meninos s 20 rs.
Garladores p*rs vestidos com 4 varee a 00 rs.
Caixss com clcheles fraoeeceo a 40 ra.
Cartas de alflnetes par* armador a 100 rs.
Fios de coral de rara a 940 ra.
Charoteiras muito finas a 1)000. '
[50 A- Ra da Cadeia do Redfe-50
.500, 15, 250G,j
4^500 6 541.
Manoel Goncalvee de Olivetra Soel
acaba de arrematar ama ptele de
sendas muito barato e per tase vsarao
rato para vender muito, vende asarlo ex
ra vender barato grvalas de sede a 999!
rs., enfeite de vidrilho que ae le
do por 49 a 19, chapee de sel
nhora a 29500. ditaa da cabeca a gariboi-
di a 49600 e 51, veabam a este asi abela
cimenta veraam
ReogisT
Vende-se encasa de Johastoa Peen C,
ras do Vi gario n. S ata bello irtisases di
rologiosdeouro,patente ingles, deesa ssWaaea*
afamados fabricantes ds Lirerpeel; UraasVesa
ass vsriodada da boaitos iraacenisere ee
messtos.
Attenco.
Ra raadoTraplchen.49,eacaaa dogo r a
Rooker &C. asate asi tasa eorliaeea.a deli-
ahas decorea o braaaaaeseeaiielel da a
brieantedelnglaterraaaqmaea aevi
drecoa mu irasoavala
I


^tofrmurk-mmmwumwmu
U
Na loja da arare

veooe^M sacas e^samdseOlae tlao entestado
a 3, corlas de caaearira a4e*epme**iifa pSOo.
diiaeeaiasiadoa de core ti* ***. esites
*MHIftWifclidMi>rtili|.Bi -do artad*
corea lfc&6 a IdjOBeV mm* flota garibaldi*
aw e 0 rs. otono, groedeaaple de cores pi-
ra vestidas 1*860 o covado, panoo preto pira
caloso pablte aloje 1*600 o covado, saiai da
aliodio para 4ie SUMO, btlao de madapoln
a ef, .ditos de 28 SO arco* a 8 e 3,500, laotl-
nha entestada 40e>rs o evado, lpica de co-
ree pare patetet a 400-re. o covido, dltea a 180 e
180, dita* larga. a*>, 840, 20 e 280 o covado,
e outras roanas fexendas.qjee ae vende barstis-
simo^aa roa dj Imnaraliizloia da arara de 4
porras n. oo, est aberta aleja" boraa di noite e
ide-f^dSfi^^Wala^ ~m
sia.
aia
nova e
superior que hn do mercado e a preso multo
eomnodo: no escriptorio de Mmoel Ignacio d.
Oliveira A FUho. targe de Corp Salto. H
Cassas garibaldi-
nas na lega do
pavo.
. Vende-se non jjxp a elegante carro roui bella,-
ente preparado : no escriptorio de Maooel Ig-
nacio de Oveia ' jasa ^SBv
I ,

Vcndem-se fnissimaa cassas garibaldiats sen-
do estas cassas as mais modernas que tem che-
rlo a 390 rs. e cavado : na ra da ltnpef striz
60, loja de Gama 4 Slrv*.
8
S
A. verdadeira liquida-**
?ao de todas as la- g
zendas, roanas fti-
eiaiudezas da
do Cabng n.

tas
tua
%.
z
m
l
s
Magalbaes & Menc.es.
Eslatdd em liqudago e recetando diversas
Jualidades de (azendu oras e nao desejando
eraora-las ezpor a renda pelo dlminolo prego

co
ra acabar .icpsxor.e, de
de lia de duis aaias
gorgurlo de seda de
quadros com 18 corados, corles de orgsodys a
garibaldi Iizenda muito fina com duis saias e
barra com 14 corados, ditos aem barra com 16
corados,cortes de chitaa Bou a imitaco de lia
com 13 covadoaa S|500. cortea de riscarfo fios
a Sf500, ditos de rtscado a garibaldi a 1*800. cor-
tas de chitas francesas escuras e claras a 21500,
ditas ioglein a Vt'yOO, cortes de cimbraia de
de lpicos a 5# e 3|. pegas de cambraia finas
.fMOO, 2#500 3 e 39500: na ra da Imperalriz
loja do arara de 4 portas n. 56.
$?
- Vm rico carro.
iu laBOOv
Vndc-s ta ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a A$
arroba, meia arroba a 2#50O
e a 160 rs, a libra.
-t- Vende-ie gas americana da primeiaa qua-
lidade, em lata de 25 garrafts, na raio de 15$,
aeaiae como latas pequeas de 5 garrafas ; no
caes do Ramoa aa. 18 e 36, e na ra do Trapiche
numero 8. t
tsa* Burgos Pooce de Leen,. liquHalirio
'da extincta firma de Almeida & Burgos,
9 tendo de satisfaier a segunda prestado
aos eredores di mesma firma, d'ora em
_2 diante passa a expdr a renda ainda por
menos do que tem mnurjciido, com maior
abatimento do custo, lmente para
apurar dioheiro, grande sortimento de 2
^fawndss par seohoras, borneo! e J
Jp creingas. ap
H E* aproveitsrea-se para a festa. fi
SYSTE li MEDICO HODRLLO WA
PILULASBOLLWOYA.
Eato ioeuimavel especifico, compoelo intra-
raente deherva? medicinaes, nao conlm mercu-
rio wm alguma ontra substancia deleeterii. Be-
nigno mais tanra infancia, e a compleigo mais
delicada, igualmente prompto seguro pira
desanergai o mal na compleico mais robusta;
enteiramente innocente em suas operares e ef-
feitos; pois busca e remove as doeneas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e teoazes
qu3 sejarn.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, militas que j estavara s perlas da
norte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a sauda e torgas, depois de haver tenta-
do inultimente todos oe outros remedios.
As mais afilelas nao derem entregar-se a des-
esperago; fac,am ura competente ensaio dos
efficazes effeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperara* o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguales enfermidades :
Accidentes epi'epticos. Febreto da especie.
36, na das Cnizes de Santo Antonio, 36,
PR0GRE88IYO
Fazenda. nwdernisiiDBa para
vestidos, a lfja do pavo
Acaba de ok^>r i m eatckalecteras* awsa
vapor francez um lindo oiii,eBio e gorgar**
de seis, fairn ainde ol vista acate sacrex>,
qe aa venda por preco baratlesiato. par estar
muito prximo a feta, isiim com* liadas aaar-
qneainbas oo chipeoiinhos de Sol para acabara :
na ra da Imperatrit a. 60, laja a Gasaa 4
. Duarte Almeida', socio q fui do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estabele-
cido com dous aceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razao de Duarte Souza, e o segundo
na de Duarte Almeida & Silva: estes estabeleeimentos oferecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na limpeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de tAem sempre completo sortimento, como tambem poderem ofterecer
ao publico urna vantagem de menos 10 por canto da preco que peasam comprar em outra qualquer parta, por isso desejando os proprietarios acredi-
taren! seusestabelaeimeotos tem deliberadogarantirem toda e quarquer qualidade da gneros vendidos vm seas rmaseos, e aesim j poder ver
Vende-te na laja de N.baco C aa
ra Nova n. 2, os mais modernos chapaos
de palha a Traviati pira senboraa, ditos
a Garibaldi, ditos a Civonr, ditos da seda
a turra para meninos, ditos da palba a
Garibaldi, ditos a heipanhola, 4 os-
tras muitas quiHdades tanto de seOa co-
mo de palha que se venem anais karata
do que em outra qualqaer parte.
Nsbuco A C. com loja na raa Nava a.
2, receberam pelo ultimo navio um lindo
sortimento de enfeites de froco ceas vi-
drilhos, ditos de rctroa preto a 4a carea.
ditos de fitas e flores, ricasgriaaldas pa-
ra nbivss, e outros mailoa rnfallri eusa
se vendem biralo.
Rap francez
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de) .
Aslhma,
Colina.
Convulses.
DebiUJade ou extei
oao.
Debiltdade eu filia de
forreas para qualquer
cousa.
Desinieria.
Dor de garganta.
-de barriga.
nos rins.
Dureza no reir.
Enfermidadeno rentre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enebaqueca.
Berysipela.
Pebre biliosa.
Gotta.
Heraorrhoidas.
Hylropesia.
Ictericia.
lasagastos.
Infla mmacoes.
Irregularidades de
menstruacSo.
Lembrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Absirueso do ventre.
Pbtysica ou consurap-
Reten^o de ourina.
Rhaumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
ulceras.
Venreo ( mal)
Vende-se chumbo de municao, a dinheiro a
21} o quintal, e arroba a 5*500: no escriptorio
de Antonio Cezario Moreira Das; no Porte do
Mallos, ra da Moeda n. TI.
Venda de loja.
Vende-se a muito acreditada loja de miudezaa
sita aa na da Imperalriz o. 82, sendo esta em
urna das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por vendet-sa com o
sortimento, de forma que o novo comprador nada
precisar comprar ; vende-ae a prazo, conforme
se coBvancioaaa : a tratar na meama rna n. 46,
loji.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irtcaos, ra do Amorim
numero 35.
Souhall Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito derslo-
gios v|sto o fabricante ter-e retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizerem
possuir um bom relogro de ooro ou prafa do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidide sem perda de tempo, pira vir com-
pra-Ios por conimodo prego no aeu escriptorio
roa do Trapiche n.88.
Fabrica do Monteiro.
Grystalisaeo e refinaco
I de assucar.
Deposito na raa de Apollo n. 6, e praca
da Boa-Vista n. 26. .
Este importante estibelecimento contina a
fornecer aos seus innmeros freguezes do airo e
puro assucsr crystalisado. em p e em paes, 1.a
e 2.* qualidades, pelo proco de 160 e 200 rs. a
libra, e do refinado a 100,120 e 140 a libra, sen-
do que em grosso o comprador lera um descont
favoravel. Nos mesmos depsitos tambem se
vende mel de assucar a 600 ra. a caada, e car-
vio animal em p a prego commodo.
Novo destino do
torrador!!!!
23Largo do Tergo23.
Vende-se manteiga ingleza especialmente esco-
llada a 800 e 900 rs., fraoceza
sssim como se torrsm outros m
mo seja, caf, arroz, azeite doce, velas de esper-
macete e carnauba, etc., etc., e se acaso slguem
duvidar venha ver : a dinheiro vista.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bemeonhecidoa acreditado deposito da raa
da Cadera do Reciten. 12, ha par
publico que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas poueo prstieas, em qualquer um destesetlabeleeimentos, quesero lio bem servi-
dos come se viessem pessoalmante, na certeza de nunca acaarem a contrario de nossos annuneios, o assim fondado* as vantagens que ofJerecemos,
pedimos a todos os senhores da pra$a, senhores de aagenho e lavraaores qna manden ao mena* suas encommendas a' primeira vez, aim de experi-
mentar, eertos de continnarem, pois que para isso nao pouparo os proprietarios forjas para bem servirem aquellas pessoai que frequentarem nossos
estabelecimentos, abai'xo transcrevemosIgumas-adijoes de nossos prados, por onde veri o publico que vendemosbaratissimo, attendend as boas
qualidades de nossos gneros.
Manteiga lDgleza especialmenteescollhida a 800 rs. a libra e em porjo a 7B0, recommenda-se os apreciadores deslele genero que
snandemao meaos experimentar, serlos de nada-peiaram pois para isso confirmamos o quo levamos dito.
dem fraoceza a melbor do mercado a 640 rs. a libra e em barris a razo de 600 r. a libra
tn hysso e pretO o melhordo mercado de 19700 a 2|880 eem porejio ter'abatment, eafiar^a-ce a boa qualidade.
Presunto fiambre najez e hamburguez a 900 rs. a libra a em poreoa 800 rs.
PreSUntOS portugUezeS vindos do Porto de easa particular a 560 rs. por libra inleiro a 460 rs.
31armelaaa dos melhores autores de Lisboa premiada nasexpos'iQoes untversaes de Londres a Pars a 19800 a lata.
CaixaS COm estrelinha pevide e rodinha a 7|000 a caixa e800 rs. a libra eem porcao ter abatimento.
Latas de ameixas francesas cora cinco libras a 49000 e 19900 a libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2#500 e a 600 rs. a libra e caixa de urna arroba a 89500.
Espermacete Superior a 740 ra. am mi* e a T60 rs. a libra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas a 600soo rs. o aoo.
CiTVIlilas portuguezas e franeexas a 800 rs. frasco aflanca-se seTem as mais bem preparadas que tem* vindo ao mercado.
Lata COM bolaxinha de SOda de diversas qaalidades, a muito nova a 19450. agrandes de 4 a 8 libras de 2*500 a 4f500.
Vinho em garrafas Duque d* Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madaira aaaao, FeUoria o Camones a 19200 a 1|300
a garrafa e a 13 adaira.
Vinho empipa proprio* para pasto de 500 a 600 m. a garrafa e'de 39800 a 480O a caada.
Latas COm fructas de todas as qualidades que ba em Portugal da 700 a 19000 a Uta.
r era em CaixaS de 4 a 8 libras a melbor que se pode desojar e tem vindo ao mercado de 49 a 6| a caixa e 19200 a libra.
Corinthias encrseos de 1 1\% a 2 libras de 1*600 a 29200.
Latas COm peiXe Savel pescada e outras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 19400 a 19600
Araruta a melhar que se pode desejar a 320 rs, a libra, e 120 r. a libra de gomo.
irascos de amendoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfekadas e desuperior qualidade a 39 cada um.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercadoe> 400 rs. a garrafa e 2560 a caada.
Cominho e erva doce os mais novos que ha no mercado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eeva doce.
Vmho BordeaUX de boa qualidade a 800 a 19 a garrafa e do 89500 a 109000 a dtuia,
MaSSa de tomate em latas deuma fibra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, de lf a 1*280.
CaixaS SOrttdaS com ameixaa, amendoas, passas figos, o que ha de mais proprio para miraos, de 19000 a 59000 rs. por caixa de 2 a
1 % libras, e 400 rs. a fibra dos figos.
CervejaS das melhOre marcas a 560 rs. agarrafa a 5 a 69OOO a duzia da branca.
Vinagre puro de lisboa 94*3 a gem.* natao aeanada.
Doce da goiaba da casca em caixio ta.., Mi?i#, 900 r$>
Azeite doce purlccnlo 1 soo rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
GognaC a melbor qualidade qua temo* no mercado a 19000 a garrafa 109000 a duzia.
muitos gneros, co- QuJOS SU1SSOS chegados ltimamente a 500 r*. e em porcao ter abatimento, afianga-se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fusco a 69500 a frasqueira com 12 frascos.
Palitos llXadOS para dente* a SOO e 160 rs. o maco com SO macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz 89OOO a groxa e 280 a duzia de eaixa*.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol efranees de 19 a 19200 a libra.
AzeitonaS as melhores e mais nova* que ten vindo a nosso mercado a 19200 a ancoreta de Porto, e a 29000 a* do Lisboa;
AmendoaS ehegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcao ter a batimento.
aw'J Vf tn^ZT ^H**8** o mais limpo que tem vindo ao mercado a-160 rs. a libra e 59000 por arroba.
I potas., da Russia, nova ^ da oaijor k 14m do, g|Baroi anouB8a -
Vende-se na loja de Nabaee k C aa
raa Nova o. 2, rm fraacet a 3*
ibuco 4 C. com Wji'u ru
S, acabase da recebar p*U Waw aavta
(riQcez ua lindo sotliataU da vasiaa-
rioa para meninos de 2 a annos,
arjam vestaatios de velhwlo, ditos da na-
da, ditos de meo, dilae da fuslao bor-
dados e de outra maitaa aabOadta qaa
ae veodeai mais barato de <\ asa salta
qaalquer parte.
Si otos para senhora
Vende-se na loja da tabuco a C. ata
raa Nava n. 2, ricoa sialoa doarados, di-
tos praleados, diloa de Blas da ees a da
velludo todo por preco coasssoda.
A mnsselina do Pavao a
200rsocovak
Veade-se musselina brinca ceas 4 1(2 pilan**
de largura (azenda muito fina pelo dtaaiaala aaa
(o de 200 ra. o covado, cortes de chita ingiera
com 10 covados cores fizase 1*50 rs., ditas a
masselina branca con 10 covadaa a 2f. too*
para aparar dinheiro : aa raa da I a* pera I rn a.
60, loja de Gama & Silva.
Escra\os fugico.
Fugio do dia 4 de outabro do correte aaaa,
do abaizo auignado, um ueravo de noase yjui-
oo, de idade de 50 annos para mais, da aacao
Costa, alto e relorcado, islo pooca ebet
do corpo, rosto um poaco talbado, car besa ra-
la, fallo de denles na frente, pooca barba, ace-
brado da virilha, fue aa vozes traz toada, a
quando anda inclina o corpo para diante, coja
negro inculca-se de carador de cobras ; qooaa a
pegor, o poder entregar ao Sr. cepito Paula Ca-
vilcanti de Albuqoerque, no engeaho Aorors.aa
no engenbo Ligo na freguezia da Eacada, qua ah
ser bem recompeossdo.
Jos Pies Brrelo Civalcanti.
Ausentou-se do Monteiro a pela Rtanoa,
ha viole e tantos dias, e tem os sgase* segaio-
tes : altura regular, secca do corpo, cabello* grae-
des e repartidos so meio da cabeca, falla de aaa
dente na frente, levou vestida sala de cbalj asol
de baados, corpo de outra [azenda, chales en-
carnado usado com listas de seda aa barra, le*
urna bandeja grande oilavada, com urna toalba de
algodao grosso : aa peisoares qoe a (egaresa le-
vem ao armazem da roa do Appello n. 20, qo
aeran bem recompensados, ou aa Moateiio, aa
casa do Sr. Queiroz Fooseca.
Uencao
* rrento,**,*!
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outra* pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
da Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a SOO rs., cada
urna dellas contem urna insiruccjio em portu-
guez para explicar o modo da se usar destas pi-
lulas.
0 deposito gtaal ara easa do Sr. Soura
pharmaceutico, na ra da Crus n. 22 em Per-
ra a mbuco.
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra ; tado por pregoi mala baratos do que em
oatra qualquer parte.
fJNDICO LOW-HOOB
Roa daSonztllt Rova n.42.
Heste astabelacimsnto contina a haver ubi
ompletosorlimento demoendasemeiasmoen-
4a*paraengeaho,aaehinas do vapor etaixat
(aferr batido e coado,de todos ostamanhos
para dito,
Muila attenco.
iados encontrar o publico um completo sortimento de ludo tendente a molbados.

s
Em ca*a de KaLkanana irmaoa
(j) &C, na ra da Cruz n. 10, exis-
A te constantemente um completo
A sortimento de
m Vinho* Bordeaux de todas as
ajan qualidade*.
0 Dito Xerez em barris.
g* Dito Madeira em barris e caixa*.
A Dito Muscatel em caixas.
a Dito champanhe em gigoi.
a Cognac em barris.
a Cerveja branca,
i Agua de Seltz.
Azeite doce muito fino em caixas.
Alvaiade em barr*. a
Cevadinlia em garrafoei.
S -Mal
Arado a americano ae machina-
par a iava rroupa: em cata de S. P. Jos
bston & C. ra da tenala n.42.
s
Francisco Antonio Corris Cardoso tem para
rendar aaa sea eslabelecimento de fundico e
caldekiria da raa do Bruna n. 84, os objectos
abaixo declarados, que oa vende por prego muito
commodo a aaber :
Urna meeada inteira grande,, ebegada ha pouco
de Inglaterra, da melbor o maia forte conitruc-
Qo, propria para vapor, ou para ser movida por
agua.
ferro sueco em barras largas da melhor qua-
lidade, e por muito menor prego que em outra
.quaianer parte.
Trunos para estrada de ferro por prego bara-
tissimo.
Zinco em folhas, proprio para cobrir telhados
e temeos.
Canos de chambo para encanamenlo d'sgua.
Ditos de ferro batido para o mesmo fim.
Chumb em barra multo mais barato que em
outra qualquer parte.
bronze de lodos os lmannos, dito
dito dito.
S Esperanza.
Receben de sna encommends pulcei- '
fjp rss de cabello que vende por lOg o par, {
A braceletes de mosaicos a 69 cada um, i
!? agulhaa victoria a 120 rs. o papel, pen-
W tes de tartaruga a 8, 10 e 12$, precos
^ porque ninguem pode vender (boa fa- ,
zenda) estes artigos nao se encontra em
loja nenhama por isso vo a ra do Quei-
9 mado n. 33 A, loja da Esperaoca.
SlEsperanga reduz a exprs-
2 sao mais simples.
W (?' DINHEIRO.)
dj^ Todos os artigos qoe esli na loja
muito barato quem quiser v comprar a
ver : rus do Queimado n. 33 A, Guima-
fp raes & Rocha.
s
/
Lager di
qualidade.
barris, superior
Madeira.
v.
de pinho, vende-se na ra do Apollo n.
31 detronte do theatro, em porcSo e em
tetalho.
Balanca.
Veada-se nata kalsoga decimal com peso* el
com pouco oso, por preco commodo ; quem pge-
tender, pode dlrgir-se a ra da Frsia n. 44, paral
ser je tratar.
Torneiraa de
ftd.
rame de lalo de varias grossura*
Cadinhos para fundiese, dito dito.
No mesmo estebeieciraento fabricam-se machi-
nas para vapor, obras de ferro, bronze, ou qual-
qaer outro metal para navios, moendaa para en-
genbos, e outras muitas obras, tudo a contento
dos que ss desejar.
quasi de graf a.
Chapelinas {raoeezas de seda, como de fil, ri-
camente eafeUadas, psia aa senboraa que quize-
rem luxar com pouco dinheiro, por todo preca. a
saber: de 3o. 49,8,9 e 10 l
Luvis de pellica da Jouvio pera senhoras e me-
ninas, sendo brancas a sor de canoa a 1$ II! a
oa loja de fazaodas qoe asta em Hquidaeie, raa
do Cabagi n. 8. /
Esteiras deAngolla.
Vendem-ie aa boas esteiras de Aogolla : na
raa estrea do Rosario n. 11, deposito de Sodcd
& Companbia.
Attenco,
Tende-ae aaa taberna na freguzia dos. Afo-
gados com poacoa funooo proaria para princi-
plante : qaeea pretender dirija-se a mesma fre-
fuazia a do S, hUgnel n. 74.
Ra da Senzalla Nora n. 42.
Neste estabelecimento rende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Ruada Cruzn. 48
No escriptorio do E. A. Borle & C. vende-se
urna riquissima mobilla de mogno toda de obra
de talba o mais modsrno e melhor que pos-
sivel, por prego moilo razoavel; no mesmo es-
criptorio ba a venda exceltentes mobilias flngin-
do janeo guarnecidas de marmore a 350*, como
tambem ha cadeiras para pianos, lavatorios,toa-
lhetes, cabides tudo por pregos que admira.
0 Pavo.
Vende-se eslembas bordadas para meninas a
19, lavas de leda tanto para senhora soma pan
hoesem fazenda em perfeito estado a 500 rs. o
par, aintoa de todas as qualidades para aenhoraa
a meninas a sesea bordadas com metto goato:
na roa da Imperalriz n. 10, loja de Gama A
Silva,
Urna barcada.
Vanda-se ama bascaca do porto de 35 caixas,
encalhada oo aatalairo do meaUe carpinleiro Ja-
cintfao Eleabo, ao p da fortaleza daa Cinco Poe-
tas, sondo pode ser vista o examinada pelos pre-
tndanles ; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Manee! Airas Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Obras de brilhantes.
Esa casa de lveo A C, raa da Crs a. 64,
acha-se esposto venda um grande lortlnsaato
de obras da brilhantes, rae* eamo sejam, adere-
coi, meios ditos, pnlseiras, arnaates, anoeisr'bo-
6es a rosetas, qoe ss veodom a pragos com-
Sal do Ass.
Vende-sa aal do Ass, a bordo do brigue bra-
sileiro Adelaide, recentemente ehegsdo : a in-
terno escriptorio de Beltar A Oliveiri, ruada
Cadeia a. 11.
Na\o}a doYapov
Rasa Xova n, "S.
acha-se barata gnode sortimento de calcado fran-
cs a ingle, roupa feita e perfsmarias muito
finas.
Cheguem freguezes a ca-
pe est liqui-
dando por lodo preco.
OH QUE PECHINCHA A 2#500.
Na leja do setlanejo ra do Queimado a. 45,
segunda loja junto do becco da Coogregagao :
um eollete brinco de brisa e fuslao a 28500 tem
porgao e mandam-ae em casa de qualquer pea-
soa que queira escolher, aaaaveques Oe fuslao
ricamente eofeiladoa a 7 cada um, aberturas
brancas e de cor, aaaim como lude mais que
preciaarem aqoi encootrarao por muito menos
do qoe em outra parte, estarnas dispoatos a nao
engeilar dinheiro, assim como tambem tem ca-
pellu brancas com ramos para o peito proprias
para ooivaa o melhor que ha acate genero a -4|800
cada urna, ten pegando algodao com um peque-
o deleita a 2$600, pegas da rucado de chita
com 38 covados a 49800 e 5* cada peca, cam-
braia preta vara a 380 rs., e tudo mais no asa*
lhor gosio em precoi por nao ter limites, um co-
vado de chita por 120 e 140 rs., d de admirar
chita lsrga muito fina a 240 rs. o cesado;
Chitas largas a 220 rs.
na lqja do Pavo.
Vende-se flnisaimas chitas francesas com pe-
queo toqae de molo, amangando-se soltar o
mofo logo que se lavem, por serem de eor Asas
a 2 rs. e covado ; na ra da Imperalriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Tarlatana branca a 2$
a pega com 8 varas: na na do Qaeimado^n. 18,
Nova exposico.
Ra Nova n. 20.
Kiquissimo sortimento de culilerias em todo
o genero, assim como um riquiaaimo aortimento
de louga de porcelana para cozinha, riquissimo
lortimento de metaes, riquissimo sortimento de
miudezas, e outros muitos artigos, que com a vis-
ir do comprador se podero apreciar : na ra
Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Bombas de japy.
Roa Nova o. SO, toja de Carneiro Vianns.
Canos de chumbo
Roa Nora n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pechincha nunca vista.
45Ra Direita45.
Grandes coaros de boi, inteiros. de lastre, de
25 a 355.
aj vende-se lavas de camurga fina bran-
0 cas e amarellas para militares a 2> o par : m
na leja da Naboeo & C, na ra Nova n. 2. #
a
Vende-sa o grande sitia deoominado Caia-
na, sito aa freguezia da Varzea, de moilo bou
torras, ojo* tado qaanto sa planta d orna grande
quaalodada, com ama casa de taipa j coberta,
urna dita do fosar firinha, grande quaniidade de
pao do cafezeiroa, com diversos pea do frocteiras,
como seja larangeiras, coquelros, etc., ele.; e
tambem venden-so duaa vsccas que dio bastan-
te UUe, ama dolas com a cria ji grande, e um
burra maaao : a tratar aa roa do Sebo a. 90.
Libras sterlinas.
Vende-se oo escriptorio de anoel Ignacio de
Oliveira o Filho, largo do Corpo Santo.
Queima-tudo
Serve para ae deitar nos castigaos e segurar a
vela de espermacete, fazendo-a qaeimar at o
fim, epreservando os mesmos de se quebrirem
calor da ros: vende-se a 50 rs. cada
No oa oa do ..trtnic,q,i io horas da sso-
nhaa, sibindo a mandado ano Bi.i..b. -
brinha de oito a nove annos de idade, oaa procor
roo msts a casa, e jalga-se que fot occolu pao
alguem : por isso, roga-se vos capities de caap-
oa a qualquer pesaos, qoe a possa arhar, do a le-
var roa do Queimado o. 46, aa raa da Un-
ge! n. 8, qae ser recompensado; e tem a aarasaa
negrinba os signaos segainles : cor fula, caarilee
cirspinhsdos, nariz chato, dentes alravesoadea.
falla eem a Hgala nos beicoi, a eaaas fot com-
prada por divida a Haaeef Ignacio de Siqoerra
Cavalcsnli, senbor do engenbo Hassabiba, ao fa-
do de Saolo Amaro de Jaboatao.
Ausentou-se da easa de aaa senhor a eteva-
va de nomo Josepha, com os sigaeos segoiaU* :
corpo regolar, falta de deoles aa frente, cor evaa
preta, falla um pouco ronca, levoa vestido do
cambraia azul, com babados ja osado, e oulro da
chita de listras coas palmos encimad*, tm nao
vista pelo aterro dos Afogados, ha mais Oo osa
mes qow est lagida, descoola-se qae estej acol-
lada em algoma easa : roga-se as aatoridaOta
policiaes e espilaes de campo a captura da dita
escrava, e levem ra Augusta n. Si, qaei
generosamente recpmpeosados, e protesta-ee<
tra quem quer que a teoha occolti.
llontem pelas 2 horas da larde fugio do can
do abaixo assigoado ra do Imperador, a sala
200 Julio, o qaal tem oa stgoaes segsaies : oa
bem preto, tem falta de dentes oa freo te. re-
presenta ter de idade 18 mno, levoa veattdo
ama caiga de psono preto e camisa de algoao
grosso : quem o pegar levando-o a caso aeiaaa
ter a recompensa.Joiquim Salvador Pisaos da
Siqoerrs Cavalaoali.
Fofriran do engenbo Conceigio, sito oa fre-
guzia de Traeonbiem ds comarca de Niziretb,
no dia 4 de novembro de 1810, doaa e*cr**os
mulatos com os oomes o sigoaes segoiolrs: asa
de nome Paulo da 45 aaaaa da idade pooca mus
ou menos, ofOcisl de pedrairo, sapaleiro o pu-
mo bolieiro, de tdr ileraajede. caballos carapi-
nhos. rosto descarnado, elhos braacoa, nariz e
bocea regulares, asa poaco secco a a estilara
media, o qual tem dous dedos da nao direita
aleijadss de um pansrigo, e tem tambem o Sedo
miaime da mi esqasrda eem igaal drf-ilo, a
cima da sobrancelha de um dos olhos orna cica-
triz, proveniente de um talho, e oatra cicatriz
com am carocinho cima da mesas, casa asn
dos dentes da frente quebrado,qoaooo ao embria-
ga torna-se arrogante. Ease escrava j ioi ser-
rado e eonsta andar aeWRecife, Unde sido vista
pira as bandea da SoMfade e Santo Avaro por
oigomaa pessoas, a qaem tem dito baver-to lioer-
tado. O oalre, de nome Felippe, de cor trigaos
ra, caberlos eanpiobos, estatora baiza, oa resja-
lar, bem barbado, um pouco secco, bom (ailoi
e csntsdor, coas 90 annos da idade, soda iigetro
e moilo despachado no servico do eoxada o rai-
ce, com falta de denles ns frente, coa olbos aa
pouco apitembados e capioogos. Qaem iporo-
hende-los leve-os ao dito engenbo ae sao saaior
o teneote-coronel Joso Cavalcsati Miorioa
Wanderley, qae generosamente recompeasar.
Escravo fgido.
segunda loja vindo do Rosario.
Na padaria da ra des Quaileis n. 18 son*
tinua-se a vender o eicellenle pao a tttt rs. a li-
bra, de meis libra para cima, bolaehiaha a 100,
0 e 140 r*. a Tibr*. I.*, a.* e 3.* ; a tarinha f .
qoslfdade a 140 rs., 1. a 110 u.. 3 a 100 rs. a
libra, bolachinha doce a 140 ra. a libra, por ar-
roba 4|, ararata a 240 a libra. O propcieUrio
desta padaria ainda tem para diapdr terreno par*
mais de V cisas de 80 palmos com 150 de lan-
do : o* pretndanles pdeos entender-se com o
iesmo proprieiario qae todo negocio far 4 viat
o lugar que ascolberem. ,
i Usnoel Antonio de .Jotas.
Ns ra Imperial n. 1, vende-se leite tirado
ao pd.da vatsa.
qaelma-tndo, na raa
branca n. fvj
do Queimado, loja d'aguia
S4BA0.
Joaqalm Francisco da Mello Santos avisa aos
seas fraguases dests praga e osdefra, qae tea
eiposto venda sabio de sus fabricadenominada
Rectta-^aoaraamm dosSrs. Trarassos Janior neqaene rooao de raaaa :
4 C, na roa do Amorimn.58 ; massa amaretla, h> a 17 do aatobro. lata
castanha, preta a ostras qualidadsa por atanor so ae Recia* doaa vasas, a
prago qde de oatraafabricas. No mssmo arma- lasado coa urna carroca, e"a
bem tem felto o*eu deposito de velaa de carnaa- preso trabalbaada am aa ara
zasimplessem mistis algama, tomo aa lo como farro: quem o pegar leve ao
tompoiifilo, aa, qae ser bem rrciapaaaawl,
Desde o dia 24 de outabro p. p. asta
esersvo mulato Joaqun, estelara regalar, car
clara, bigodes a paira, Ioi escravo da aattao :
Jasa o pegar lave-o a raa da Crea a. 48. aaaa
a seu seonor E. A. Baria, qma asad rsesmpaa
sado. r
Fugio do edgeabo daa stailaa. aaaarca de
Cabo, no dia 98 da satembra do I
vo por ooaa Josa, crioalo,
gnlar, grosso de corpo, eapidiads. lamia oo i
la a tanto* annos, aatlee) aa aaa aataa do sega
DbodoMoote, at qoe Iba lireram ama possa
Se lavara, o logo qae so vio sea esas avaam aa
toa aro oeertae Bailada I
e coa priacipte de rmraam. o
a. r-^.< .^




wwMMmiHM*jrtjiMQkjm&. +mtk*mm m u.
-Ttusl^u ds razan, o que o sol na ordem
LlllCr&tUrd. (et. Como este, ella lado esclarece, en
.. i i i i i B. Querer fazer a theoria e at leit d
r>- I revelaeio, em vittude da* oecetsida
Discurso sobre a arte, prennuado par (tapioca, do homem e das rirmjmsia
m j- i j (rudos de ama trra eaatnculin
distribuirn dos premios do peqaena ruiu. onde u uvessem isnc
seminario, em 6 de agosto de 1861.
Stnhorts:
Ja por muitas vezes tenho procurado azec-vo*
comorKhender o que a idea religiosa deesr na
eiucaqao, na philosopuu e na lilteralra. Toa-
un hoje wi>stfr-vo9 o que elia deve ser iu afV
mentes
A Escriptura diz-nos que Deu
para nossos primeiros paes,
liam.
creavi Mis scitn-
Eslas palatras, de qualquer maneira quesejsm
interpretadas, irovam evideulemenle que Deus
ucmou otufaero sflqrt I "
sob a relego do cordelo
De mais, e.cronca*U,
auestlo.nlo duvijoia ; Ba se
i'jIarrMde um enligo pbrraeopho
c O homem nao invertlou cousa alguma ; to-
A arte, em su. m. ampia siguficago, um. o.^L'dirtH?*1" 5 a "". hUm8D n"CeU
te. .'ui|car-QiU-liia>(rliz se, acautelanJo-sus cuo-
tra a inrasodo o u godo, deque este secutoae
ai ta possuido, podese nesle discurso fornecer-
vus u riiei.i iie apreciar e admirar, cono coovera,
ai produegoes do gasto, fecuudado pelo chris-
liamsmu.
tobfe esta
Ae nestas
oojsaogueidos marty res. como ae eom-
"eve viveMejuapfoeri
a cruz, PafRir ella pd
optlho. Na opinie doa
eia um retorno f arte
rtderado sais que um perige;
erro. para lo destarar oadirai-
oiento que refazja o mando,
e destruir completamente as MaM
pagas. Esta arta ora, esti arte chris-
da f* o a ray* paja i n"efvd
nilo a par a laaeraoa'bt'l-
lea : um reflexo ou urna emanacao dos royste-
spiracl?pafaut loflt
m aonho, urna tbstrscgao fugitra o p, nada
ld arta io mundo jamis conseguir re-
WfO"e ej de verdadeiro ou de
um fuado semelhante.
imem, ealudada as vivas lu-
uao eocerra para a afta urna
1 Antes de Jetas Christo, o
feliz segundo a expressao
dado de todas as dores. Elle
abo que cshio muito baixo, mas tambera sabe
que pela* propbecies, um dia se elevar altura
d* seas briIhantes deslios.
Depols da redempgo o homem antigo desap-
htetoriado
es do cathol
|*odanle colbe
homem culpsv'el
d/um padre, o p
itiil'co. Ora, quinto digu quo a arla uma
inlimacso, exprimo urna lei ral, em virtudeda
qusl ludo se etTectua no mun lo phyaico, intellec-
lual e sobrenatural. O grao de reia, o aeixo, o
mineral e a plauta que vegeta, o insecto o ele-
phsole, s6 sao imita^oes ou copias. O homem
que pensa, o homem que Irabalha repeta oque
aprernieu. O homem que se sacia n*s (unte* 4a
graga, e que a eleva s alturas da MUlidada emi-
ta o Dcus feito homem.
Mas se.arle consiste em imitar, a petbicao da
arle consistir em fcera imitar.
O homem, recebando do Creador o ser e a vi*
ua, recebeu como conai^ao, ou antes como parte
migrante eo ser e da vida, un fundo de idss e
aentunealos.aobre oqaal oecesseriamealle seiem
ex< desde o principio de osando, aehou-aa no meio das
obras de Deas, em relaeio intima com Deua e
suas obras ; entao, impellido pelaa leis da natu-
eza, p te e fui oorigado a imitar as obras de
Dsus; e dahl comecou a arte.
K*ia primeira no^ao da arta nao ae firma s-
tneoie em urna prova metaptvysiea ; porm,
altamente confirmada por lodos os monumento*
da tradicio e da historia.
Remootemo-nos, lano quanto nos sprouver, ao
curso das ideas, at as pnmeiras lembrancas do
genero humano, saberemos que a arte, por mais
essenctal que seja a sua applicaco, roafundese
em sua origem com a appsricio do homem sobre
a ierra, com a religiao e formaco da socie-
dad e
A irle s pode existir ; s pie ter prestigio e
valor pelo concurso de tres grandes faculdades do
tiomem.
A intelligencia d-lhe a verdad, que a bsse
de ludo ; a Imaginero ebre-lhe, alm do real,
um mundo *em limites, cheio de riquezas e de
formas infiuitamenle variadas ; a sensibililade
vea depois inicia ls nos segredos e oovimeolos
das paixes.
A arle dirige-se A vida material : oeste senlido
aeu domiaio limitado.
A arle se dirige principsImenU s oacessidades
da atma : sob esta relaco, sea dominio se es-
tende de umi msaeira indefinita.
A arle move todas as fibras do conco. Por
ma serie e continuacao de meios occultos sub-
leva, e pe em sccao lado qoanto nelle ha de
n.-ais intimo e profundo as existencias escolhi-
das, e nos seres fortemeote organisados. Ella re-
presenta um importante papel na vida das mas-
cas. E' um poder cojos resultados alo immensos,
quer em bem, quer em mal.
A arle, considerada em sua estreiturs, em seu
raechanismo, em seus gneros e deseovolvimeo-
tos, e em sus marcha, nos aprsenla caracteres,
cijo estudo e sproveilamento da mais alta im-
portancia.
No'Oriente b*T$o do genero humano, a arte
est como saturada e penetrada da f primitiva.
E' mysteriosa, nobre, grandiosa e potica. Oes-
pre^a todas essas formas pesadsse incommodas,
sob que ve U-hemos mais tarde. Gompreheode
tu 10 no ponto de vista de urna vastae maravi-
Hi'.'aa rynthese.
No Occidente leva-se menos ; approxima-se
rnais do homem e da trra ; mais subtil, mais
lgica e mais grave.
Procura mais na analyse- da razio das cousas.
A arle tero por tanto antes de ludo sua raz na
regto. Admitti por um instante, ecomo impos-
sive, o medooho systenra do alheismo ; o que
azeis ? Anniquilareis o centro, fl'onde brilham
t'ia a luz, vida e cajor; matareis a arle ; s
fleixareis ao homem appelites bruties e materia,
para salisfaze-los.
A arle tunsrguiolemento 6 lem podido nascer
e desenvolver-se sob a influencia de dous Bran-
des (artos que dividiram o mundo : o moootheis-
b.o i' o polyteism. (> anaibimo representa
i>iir nAa a vaMnda cstholica e christa. O poly-
teisnio, sendo apenas a alleracao e o desvio da
-rerdade primitivamente revelada, torna-se por is-
'. me.amo a idolatria. Dahi resalla naturalmente
esta di'isio : a arte christa e a pagaa.
A arte christa pois a que toma sua theoria e
formas, seus meios eseu fim na verdadeira reli-
gtao, uas doolrioas da f, qualquer que seja a
poca da historia em que seja considerada. E'a
arte que devemos presar e cultivar, como neces-
ana ac(o, ao triumpho e aos progreasos da rer-
dade entre nos.
Pelo contrario
arte paga a que em sua
orig>-m e marcha e em saas applicaces reproduz
o espirito, as paixes e os erros dos cultos ido-
latras.
Qumdo esta arte imposta sociedade catho-
lica, quando os espiritos, dominados nao sei por-
que ceitueira, scolbem-na e apreconisam, urna
eno i alia to absurda quanto perigosa.
A arle christa, sem excluir o que perteoce sos
gozos da vida corporal, e que diz respailo ao la-
do humano, positivo e nacional da sociedade,
(em ti'io sempre em vistss, sobre ludo, o culto do
?erdadeiro e do bello. Tem sido sempre o pode
roso auxiliar da f e da moral.
A arte paga, por isto mesmo que piga, ad-
mit* elementos falsos e heterogneos, que, em
um mesmo lempo dado, a condazem sob difieren-
les loro.as, a todos os desvos e excessos do pso-
theiamoesensualismo. Muitas vezas tem servido
para fazer com que se abracem e Iriumphem doo-
lrioas e paixes que ullrajam a virlude, e degra-
dara o homem.
Nu seria demasiado repeti-lo, que sem urna
i-evelaco, anterior historia, collocada na pro-
pna ongem das cousas, nada se pode explicar nem
os sciencia, nem na arte.
A revelaco precisamente, na ordem iolellec-
0 proprio Oras tracara o plano da aunque
deveris salvar No e ana familia das aguas do di-
luvio. Deus dissera aioda a Moyss, a proposi-
to da conslrucgo do tabernculo : tConsiderae
bem todas as cousas, e fazei ludo segundo o mo-
delo, que moslroi-vos sobra a monianha. Ora,
estes dous fados particulares podem muito bem
se geoeralisar no sentido de que Deas, quer por
urna revelaco directa, quer por peres interme-
diarios o quer animando o inspirando o genio ie
alguns bomeoa, ensinou desde o principio as suas
eraaturas razoavois ludo quanto era esseodalque
conhecessem.
De ootro lado, se a arte alguma coma, dere
ser o cuito e a expressao do bello. Mas o qu
o bello? Onde se deve v-lo e procura-lo? Se o
procurardes na phitosophia paramente humana,
encootrareis tantos systemas quaotos sao os indi-
viduos ; e o bello ser para vos urna abslraccao
nao sujeila, e urna sombra, que vos escapar com
mais rapidez do que um soouo. O bailo, por
cuja causa tanto se tem disputado, e para cuja
explicacio se lem despendido tantas theorias e
raciocinios ; o bello que Plato to bem defini o
exptendor da vida, o bello existe no que Leibnilz
to justamente denomina a regia o das verdales
eternas : isb em Deus e em todas as suss obras
desde o grao de ara at o globo do formameoto,
desde o raminho de erva at o cedro, e desde o
insect.i at o homem. Cada ser, cada objeclo da
creaco tem sua vida, seu sentido, seu destino,
suas leis e sua belleza. *K arle consiste em apro-
veitar, experimentar e representar ludo slo de
urna manetra verdadeira, viva e profunda,
Dahi se comprehende o que deve ser a arte an-
lig. Eotre os Hebreas, a quera urna providen-
cia especial preservara da desgrasa da idolatria,
a arle, se bem que nao fosse prohibida a esse
poro, mantinba-se nos limites do verdaieiro, do
bom e do bello, com seus elemento: de uoidade,
verdade e ymbolismo. Ella teve sempre, e por
origen, formas severas. Em urna poca, em que
a imeginscao e o coraco oram to fcil e oat-
versalmeute arrestados pelo paganismo, seria
preciso, primeiro que tudo, esclarecer e susten-
tar a iutetligencis, conservar a iotegridade da f,
a siotidade do culto, por meio de praticas confor-
mes s doutrioas divinas, e affaslar rigorosamen
le tudo quanto poda fazer nascer no meio da so-
ciedade os abusse a corrapeo da arte.
Na India, China e eotre os Egypcios, a arte se
aprsenla com os mesmos caracteres generosos,
e offerece por tota parle os mesmos lypos. Sao
esbocos successivos, formas e proporces eolios-
caos.
A idea religiosa oceupa ah o primeiro lugar.
Ha nesses lugares um resto magestuso da gran-
deza e do poder de homem primitivo, e alguma
cousa, que nos recorda de urna maneira admira-
vel que o homem s pode elevar-so e aperfei-
coar-se pela religiao, e que nos mostra quanto
as consaquendas da degradaco original e da ido-
latra sao oppostas ao movimento de ascendi,
que se deve opersr em nos durante nossa paisa-
gem por este mundo. Oque nella convm rr,
principalmente, um lago de parentesco entre
todos os povos; um berco commumente, urna
nica fonle, de onde emaoem a s'ciencia, arle e
civilisago.
No mundo hellenico e romano a arte caminha
com o auxilio dos escriptos dos poetas o sabios.
Ella obtm resultados, que se devem apreciar
com justiga e sem exagerago. Sim, adairemos
as obras primas da Grecia e de Roma, visto que
sio a expressao do verdadeiro, e corresponden) a
todos os instinctos da alma. Todava vamos ao
fundo das couass; nao nos deixemos seduzir
nem pela veracidade das cores, nem pelo polido
das formas, nem pelo que deleita a imaginago, e
** f'" T' Hnoilmnli> Inftal e pa.siaaei-
ro. [Sessa poca do espirito humano, oriiiianio
sem duvida sob muitas relago-s, a idea funda-
mental da arle, recebida do mundo oriental, nos
apparece logo grame e pura, pois que Plato
deixou-nos urna theoria do bello, que o chrislia-
nismo est longe de repellir. No meio dos sys-
temas e dos erros, que se crusam, e se contradi-
zem de todos os lados, a verdade se apaga, as ire-
vas se augmentara esdi vez mais; os deuses'so
feilos imagem dos herns ; o mundo so materia-
lisa ; os caracteres se abalem ; o vicio coroado;
o homem nao passa de um escrao; a liberdade
apenas um nome; a humanidade de alguma
sorle desapparece, e ae funda na existencia e ns-
ciooalidade de um poo invasor. Desde esse mo-
mento a arte avassalsda cae sob o imperio de
urna roylhologia va, ridicula e vergonhosa. Dif-
cilmente sedescobiem aqu e alti algumas scin-
tillas da antiga belleza ; o frivolo, o paradoial, o
absurdo e o mo dominam ahi em urna propor-
go eoorme; e todas as torpezas e lodos os furo-
res atrozes da idolatria encontram sua justifica-
gao e apotheoae.
Eotretanio, urna donlrioa celeste trouxera so
mundo verdades desconhecidas e admiraveis so-
bre Deus, o homem e a naturezs. Fados im-
mensos se effectuaram no seio da Jadea dessa
doulrina e desses fsetos nasciam logo dous ele-
mentos e duas virtudes, que anteriormente so
existirn) no estado de imperfeigo: a e o
amor. A arle e a sciencia encontravam d'ahrpor
dianle urna direceo nova e horisontes novos. O
christianismo, purificando a arte de todas as suas
manchas, reconciliando-a em sea senlido espiri-
tual e divino, promettia-lhe e mostrsva-lhe os
mais magnficos deslios. O espirito creador
soprra sobre o chao. Segundo a deliciosa ima-
gem de um poeta, o bello jardim, florescente pe-
los dous ralos de Christo, ia cobrir-se de toda
sorte de thesouros.
Com eteite, a arte christa, nascida as cata-
tnto.como nos a dns ebjas 4a Homem Deu*rd||erengaaB-t-p*receu ; o tiomem renovado, o hornera da graca
-bras do hmem da graca, ou do homem regeae- trlumpha. Todas as suas (acuidades acham-se re-
rado. f L^ Istias e augmentadas. Novas veas de ideas e
Ora, a arte chriatla, aaetrn conoejolKae deseo- aenlmentos abrem-se nelle para dar nascenca a
rolve de seculo em saclo rom toida as riquedM aegoes que o genio sotigo nao chegra a suspei-
cora a santa a sbra i**tep*dMda da verda4a lar, e que a mais vaaisimsginagao nao pOdaaio-
catholica. Ella se eleva pouco a pouco em todos da comprehender : quero fallar dos, trabalhos e
ai gneros, sempre maiMMfBpadda idea queda dsa Mqaistoa da apostolado, da coraftem doa
axprasaao, np sserlfida^nvjlmais a materia, ob- "
serrando sem cessar de cima e Irazendo tudo i
sem cessar de cima e Irazendo
unidad*: rio magesloso, que dimana afama (ante
eterna, e que, depois de diidir-se em muitos ra-
mos, a ter espelhade aaas beialdas em lados os
lugares, por onde pana, volta essi mesma fonle
eterna A Atrav* e motxado mil obstculos sus-
citados pelas paixes apafkieresia, conserva mu
espirito, sua vidi. Seas prinBaJjjos e sea fim. Ella
na meia idade ckf gou ao sau ajteo ; da q*e sao
tesleraunhos todos esses grandlfS-ionumentos,
tedas essas grandes coasas, todo eSses grandes
destrogos, que com profuso nos offerece essa po-
ca de nossa historia ; poca que tanto se lera c-
lumnisdo, e que to pouco conhecida. Bem sai
que os sabios artistas d'ento nao procuravam
multiplicar ss invengdes e os ensa ao commercio industria. Nao conhecism o
mundo phy*ico, como hoje conhecida ; nao ido-
latravam o corpo com prejuizo da alma ; mas acre-
ditivam e encaravam as cousss pelo sea lado es-
piritual e divino. Preteran) a tudo o reino da
verdade, justiga a cinliaago. Quando pensarem
coaapanbam, senliam em si um sopro e una
forga, que as transportiva s regioes superiores.
Mas a arte, como ludo que passa palas mcs
dos horneas, tem seus das de abalimento e de-
cadencia, como de progressos e glotis.
No XVII seoale a philosopbia. a poltica o
coslumes se saturaram do sensualismo oque foi
para a arte causa de urna deploravel mudanga.
Todas as lembraocas da mythologia sahiram do
esquecimento, em quo ba muilo permanociam :
todas as produegoes e ideas das otelas gregas e
P*^//4. d" vida dos soschoretas, dos aaczifkios
da v4#fi*dade e das heroicas dedicegdes da cari-
dade. A arle nao: encontr ahi urna" materia su-
blime, fecunda e inexgotavel ?
Ixamloae ludo quanto da mais bello se tem
to, de methor se lem feito e sido mais ap-
ido psra a gloria do homem, Acaris con-
rAaJpos de que os autores, algumas vezea at
sem o querer, e sem disto duvidar, foram sempre
inspirados quer dio urna idea, quer de urna obra
e quer de urna siluaco pertencente exclusivs-
monta ao dominio religioso. So tiraes ao homem
0 sobrenatural, se o reduzs a preporgoes philo-
sopbioas, tere ora ser esteolado, um ano ; e
desafio o saais hbil artista do universo a desco-
bnr um so cousa capaz de agradar ao mea espi-
rite, tocar mioha sen sibil idade o excitar mi-
cha imaginago Cousa neobama pode sahir do
nada.
O que a natureza ais olhot d'um desta ou
d um atho? E' um complexo do aeres sem razio
de aer ; sao phenomeoos insignificantes que ae
nao prendero cousa alguma auperior, que a ao
explicara pelo acaso ou pala faulidade. e que
o3o tem relago alguma com essa necessidade in-
nata de ordem, harmooia e symbollsrao que tra-
zamos em nos miamos. Assim eocsrsda, t nati-
reza muda.
Pelo contrario, quando a tocha da f se abixa
e inclina sobra o mundo material .para esclar-
celo e vivifica-lo, tudo moda immediata-
mente : ha alguma cousa mais deliciosa, suave e
encantadora do que o que experimentamos so
nascer do sol. iDirims urna nova areacau, ama
romanas reappareceram coro esplendor, e toroa- aova larra I Cada objeclo toma seu lagar, se aui
FOLIIETIM
AD4H4D4SPER0L1S
POR
A. DUMAS FILHO.
rom a dominar.
A arte abandonara as altas regies descienda:
tornoa-se servil. Nao conheceodo mais s verda-
deira belleza, collocou a perfeigao na copia ioa-
nimada, ou na fria imitago das obras primas do
paganismo. Doqu* at ae ven a concluir que o
ebristianiamo por natxreza inimigo da poesa e
da arte. Aindamis: o racionalismo, tendo-se
lomado a base da philosophia e do eosioo geral,
seguindo a reforma e systemas do XVII secuto,
resultou d'ahi a ruina e morte de ludo quaoto
constitue a esseneis e o esplendor da arte. Estra-
aba hypothese, depois da quat nada bdlo, oem
feio de urna maneira absoluta ; ludo de conven-
ga o : o genio do homem produz tem regra, como
Ihe apraz, obras confusas e phantasticas 1 A srte
coodemnada por isto mesmo a tujeitar-se
sorte a que sa sujeita a moral, quando se lira a
distinego do justo e do injusto, do bem o do
mal.
Nao seria demasiado afflrraar que a arte, esta
grande e santa cousa, que faz do homem imitador
de Deas, ou creador subordinadamente, deve ser
esscncialmente religiosa em sua origem, forma,
meios e Om.
O que nao er e nao seote no fundo do seu co-
rago o trabalho da f, concorre para a morle da
alma. E como nao seria comprebendida esta ver-
dade ?
f.Como.,.era POMirel fazer-st urna idea da arta
tora da idea religiosa ? Procuras eonceber um
mundo sera causa, sem luz, sem ordenu* sem har-
mona I Tirse da arle o elemento religioso,
como se tiraaseis ao homem a alma, a urna casa
os alicerces, a urna arvore a seve e raize*. a um
campo a (ecundidade o a um rio lodos os ribeiros
que o alimeotam.
Os tres graudes objectos da arte ao o mundo
dos espirites, o homem e a natureza.
Queris fallar de Deus? Queris delinear quer
com a peona, quer com o pincel o que Deas, o
que disse elle, o que faz e o que anda faz cada
dia na ordem sobrenatural pela egrejt, e na hu-
mana pelas leis geraes e particulares d> riwi-
"""'';' ,* ?> npriaado a inlerrNv etuuaul-
tar attentamenle a fradigao, a saua Escriptura e
a historis ? Que poderis dizer-vos, que poderia
dar-vos a este respeito a phitosophia, senso in-
dignas parvoices? O'homem I ta, Uo pequeo,
limitado a fraco, que farids s en face de Deas,
em presenga de suas perfeigdes espantosas e obras
infinitas, que queros representar? Que farieis, se
i f, se os divinos raios e os sublimes ardores de
qnje ella o principio, nao vieisem elevsr tus in-
telligeocia, animar leu coraco e augmentar e
dirigir tua imaginago ? Mas seriis a formiga ten-
tando revolver e levantar a Ierra I Serids o ceg
de nasceoga, explicando as eflres I Seriis o in-
sensato mil vesei mais que o insensato que, sem
mesmo conhecer os primeiros priocipios ds na-
morego. se julgasse em estado de resolver os
mais difflceis problemas I
Quaes sao os pedsgos de litleratara e poesia
que melhor nos reproduzco* as grandezas de Deus
os roystenos de seu ser, os prodigios de sua sa-
bedona e os milagree de sua bondade e de seu
poder ? Nao sao os que a religiao iaspirou, os que
oascem de um genio fortemenie nutrido e embe-
bidos no christianismo? Na estatuaria, pintura e
archilectura quaes sao ot monumentos que attra-
bem, que absorvem toda a atteogo e que jamis
se deua de admirar? Nao sio os que julgamos
profundamente estampados d'um carcter celes-
te ; os que, pela tua firmeza, rerdade e sytnbo-
ltsmo mais se aproximara dos eoainos calholicos
sobre Deus, sobre o Verbo encarnado o sobre a
Virgem Mara?
Imaginae como vos aprouver um homem ex-
traordinario, e dotado de todas at faculdades, que
constttuem o grande escriptor e o grande artista
ponde esse bomem diante do deus da philosophia'
e pedi-lhe urna obra-prima : que far elle? Co-
mo harer-se-ha ? Qual esse Deus que convm
descrever e representar fallando io espirito, i
vista e a todos os sentidos ? E' a lembrance de
ma, reveste-se de belleza e caminha um fim
por estradas e funegoes maravilhosas. O asul do
irraamento, o brilho do sol, a radiosa multido
dos astros, o aspecto amesgador dss moolaohas,
os melanclicos murmurios dos ribeiros e das do-
mas os purifica desembarace det Vacos dt asara-
vide; nao diminue a fscutdedet humanas, teas
as eleva e dirige, imprimindo-lhes um carcter
de grandeza e forga.
Sim, o christianismo ams a arte, ama apasio-
nadamente as creages ds arte, quando ellas pres-
tara homenagem virtud, e quando inspiram ao
homem seotimentos lonvaveis, generosos, e se-
goei uteis.
Sim. o chistianismo fez pelo triumpho da arte
o que jamis se fez pela sede de our&^e dos pra-
zeres ; foi elte o nico que bem cqmpreheodeu
a alta misso da arte, esoube animar eficazmen-
te e recompensar os homens distinctoj e especio-,
sos votadiss ao culi Helia. Oque b christianis-
mo nao ama o que detesta e detestar sempre
o abato que della se faz, a sua profaoacao. o
crlme dos que se servem dos seos segredos e po-
deres para escarnecer das obras de Deus, para
abaler e corromper o horneas, para abalar a lo-
dos os principios sobre que repo'nsa a existencia
moral dos individuos, dss familias t da socie-
dade.
Norte ponto nao pono abster-me de fazer urna
aproximago. A idolatria eslava veodda. A
Cruz do Calvario brilhava atvorads sobre o pala-
cio dos Caraares. 0 christianismo creara em a-
bnndancia novos elementos para a arle, e tragara
o caminho que devia seguir em seas deseavolvi-
msntos successivos. De repente ums tempesta-
de terrivel se formara pouco a pouco as regies
do norte vem langar-se no occidente.
Creu-se por oslantes que tudo eslava perdido;
taes nio ersm ss vistas da Providencia : pel
contrario a iovaso dos barbaros acabara de le-
var os restos impuros no imperio, e ao mesmo
lempo trazla para a grande familia um sangus vi-
goroso e de enrgicas faculdades que a egreja s
poda santificar e governar, e de que ella devia
tirar, sob muitas relscdes, um grande soccorro
para as geragea futuras.
Hoje ha perto de nos e entre nos barbsros ds
peior especie qsje possivel temer-se. Etles oo
vem do norte, mas sahem de baixos lugares de
ums doutrina monstruosa que o inferno vomitou
sobre a trra.
Nao sao homens novos e Ignorantes, capase*
de ser esclarecidos, e civilisados, sao seres es-
tragados e sceptlcot que se tornaram taes pelo a-
buso da luz e da civilisago. Livres pensadores
e arruinadores, elles se propem depois de ter
triostornado tudo, a refazer a seu modo o ho-
mem, a sciencia e a sociedade.
Que vira a ser ds arte ? Nao est condemna-
da a perecer no naufragio universal ?
Excepta-se urna cidade que se chama sem or-
gulho s Cidade Eterna. Outt'ora governava ella o
mundo pela espada ; hoje o governa pela verda-
de a pelo amor. Essa cidade por etcellencia a
patria da arte ; favorece-a sempre de ama ma-
neira extraordinaria ; procurou e conservou sem-
pre as suas obras primas; em todas as poeas, e
vivo, empregse a lima e
nm do"* oes da nette. Ve u.
elemento superior qu ae treta' da pdir
e priadpio de arto doa artea-aem duvida
tetur gsmsdss eaetiss; vn dir
que golpea qme Iba daea
qae twaria taMateite sm
eebogo, o qae nio tem
feigo. Nao o eocaet. ais ve iateneetee; te-
de severos e inexoraveis. DeveeMM di nem si
suores em lana quaatMade garatas gallas Ta-
gua ha no mar. a com os teme Oiot ea dtrtme
modelo, coatieuse vocea obra at a Ote. E la
obra uma vas acabada, valor tate para va,
para vossas familias e pira a sarta
os poemas, estatuas e ebraa pri a
Moni.Andrmdt Lunm.

Variedades.
XXI
(ContSiuago.)
a A benevolencia sem discussto desse pae nio
me parece de muilo bom quilate, o sei que no
leu ceso eu flcaria as conveoges ettabeleddis
e nao ira mais adianto.
Aposto que nao entras na Austria. O qae ta-
res, quando ella l eslivtr? Nao. essa nova via-
gera intil, desastrada e perigosa. Dou o des-
como dos Impulsos do corsglo, dos aconteclmen-
tos que acceoluam de repente uma stuago da
Crreme o,ue te arresta, mas eu quizera ver-te' di-
rigir um pouco, em vez de segui-la com tanto
ln Ero uma palavra, jdmitlo, e como coohe-
^o-lhe os detalhes, respeito a toa ligago, e com-
prehendo que ella te obriga 4 eertae oecessida-
des. naoego que dovia ler certaseonsequencias
e que oeviaa partilha-las; mas lado ha um li-
mite, e j fizeste o que podiss fazer.
Nao sesslram os negocios do corago seno
com s cabegs, e pareee-me qoe a toa caneca j
Do te serve psra muita coust. Tenho grande
aympathia pela duqueza, amo-a, estimo-a, lasti-
mo a ; porm tenho maior ttteigo ti; tea ia-
tere-so preoceupa-me mais do que o della, e seu
inieresse exige uma solugao qoslqaer, qae ponha
fi'n essa historia e aos bostos que fez nascer,
boatos de que anda nao te falle!, porque creto qu
cahuiam por si, mas que, em coosequeocie da
tua prolongada ausencia, tem temado e tem qui-
i o direltode tomar sa appsreocias de verdade.
Como iodos os homens de tsleoto, tens ioraigos.
A duques, per ana pdelo, por sua naturezs,
P'laa auis qualidades. eal no mesmo caso ; os
eeus amores, o seu dessppa red ment e o leu ca-
liirara nu dominio publico. Necessariameote as
ersoes mais lmpossiveis e ao mesmo lempo peio-
(*) Vlde o Diario n. 171. '"""
restss, as amenas campias, s humilde flor dos sem disiiocgao de'povn ou nsgo, deu asylo a to-
campos. a golta d'orvalho, aa planicies cobertss dss as saas prdducgoes o reliqoias. Sem ella nao
de espigi, at eollioas ornadas d'uma teora ver- ae saberia o que viria a ser ds arte, no meio das
dura, as mil produegoes diversas que chegam tempestades que a tem assaltsdo o da terrivel
lempo eerlo, e variara oossos prazeres ; o corcel borrasca laucada tobre a Italia. E se ests dds-
que te arremega altivamente no cmbale, o aui- I de tanto lem feito, se ella desenvolveu lentos re-
inal da carga que iraga um penivel reg, o cao i cursos para o progresso da arte, pela razo de
que vela porta de seu saebor, o iasteto que I que a s Je da verdade calholica. Bem 1 Vede
zumbe, o pssssro que caota nos bosqaes ; todas
estas cousss, todos estes seres formsm em qua*
dro immenso e animado. Sao os innumeraveis
actores d'uma sceoa verdadeiramente encantado-
ra ; acea em que lodos os aitributos da sabedo-
ria creadora ae represeotam at olhar observador
por meio de tragos sempre novos, mas veros e
inalteraveis. Para o pbosopho, o poeta o orador
e o artista, que objecto de estudo 1 Que fonle de
admirago e enthusiasmo I Qae vasto campo aber-
to imitago, reproduego da natureza e per-
feigo da arle I
E depois, aps esses objectos e phenomeoos,
ba leis que nos eniiosmque todo gradago no
mundo ; que os vida e oas cousss ha analogas
secretas, concordancias intimas, em virtude das
quaes os movimentos se prepsrsm, se eneadeism
e se explicam. A porgo de Ierra que calcaes sos
ps psrs a planta, esta para o animal, este psra
o homem e o homem para Deus. Todo o mundo
inferior nao seno um espelho. A bondade phy-
sica conduz bondsde moral, o esta 4 celeste.
Eis o qae se escrevia no meio da edade media :
O mundo o cdigo divino em qae deemos ler
sem cessar. Ha um livro duplo, elle escripto,
primeiro interiormente : a arte eterna de Deus ;
depois exteriormeote: o mundo senstvel. > Que
penases a respeito destas palmas ? Ellas consi-
derara admiraveis pela sua exatido e profundeza .
creio que velero por si sos vastas o sabias compo-
siges sobre a arte, seus principios e regras. Sim,
""''".' I* hm .b, 40 Doat, no .isjo
corlgao, nesse, universo que fere vos* valas
mndilaa anatante a proiunjmente, meditse ain
da em lodos os captulos, em todas as paginas,
phrasea e palavras desse grande livro : encon-
trareis nelle tudo: a verdade, a ordem, a harmo-
oia, a belleza o a perfeico ; sabereis que entre
lodas as expresados, imageos e ideas que elle en-
cerr, desde o snjo que sbi figura em primeiro
lugar al o grao de areia que eal no ultimo, oo
ha ums s que oo seja uu possa ser uma licc.o,
um modelo o um raio de las para vos e para a
arte.
Por mais que se diga do progresso de nossa
poca, do grande raovimento, por meio do qual o
espirito humano procura ampliar cada vez mais
o circulo de seus conhecimentos, deve-se reco-
nhecer e confessar que a arte est em decadencia
e vae de roja quando pretende caraiohar fora ds
Idt religioss. Com efleito, essas telas e estatuas
que enthem nossos museos esto isentss da cri-
tica ? Esses dramas, romaoces e todoa estes mos
livros que se multiplicara e que, como um dilu-
vio medooho nos ameaga, tem muilo valor no
PPlrt de vista da arte ? Mas qaasi sempre tudo
shi fallado o exagerado : os principios do goslo
o as leis ds logics sao nelles sacrificados.
Nao a vida real que ahi ae enconlra, uma
vida ficticia^ e imaginaria, a dasordem de to-
das as relages estabelecidas pels natureza. A pro-
fundeza substituids pela caridade, a harmouia
pela confuso e a luz pela obscuridade. E o que
ba de peior que a cada iostante se observs ahi
o culto do feio, a glorificado da materia, a justi-
tlcaco e a coraago do vicio. Funestas aberra-
ges que tem raizes bem vivszes e cujo triste es-
pectculo exerce uma influencia terrivel sobre
nosss mocidsde, e por islo mesmo sobre o futu-
ro do muodo I
Nao 1 o christisnismo oo repelle a materia ;
mas em vez de adora-la, traoaforma o a re-
concilia com o espirito; nao opprime os sentidos,
res circulara tem cootestago, menos que che-
guem al mim ; mas nem sempre chegam, e
alm disso sou toreado a responder 4 ellas cem
uma delicadeza to minuciosa e Ico prndenle,
que nao lem solidez. Nao posso nem dizer nem
aceitar o que dizem, e nao estou em toda a parte
em que se falla.
Repilo-te, tudo isao mau. Querer isso di-
zer que devas vollar por essa simples razo, e
comprometter assim interesses charos e affeiges
serias T Nao; mas creio que esse regresso anda
tena outra raotsgem, a de desenliar definitiva-
mente a stuago. As ligaeoes do mondo devem
ser myslenosase impenetrsveis, na viver audaz-
mente frente do muodo, depois de algum escn-
dalo, que as revele serias e profundas; porm a
duvida as supposigoes, os gracejos, os pequeos
escndalos, o clsro escuro, a facoldade deixada
cada um de coatar e de coraraeatar, neo ha nada
peior nem mais irritante. A proloogacao de tua
ausencia colioca-te oessas tristes coodices. Es-
tando aqu, calar-Bs-niam lodos, e gaoharias
mais fazer crer ao duqoe e ao pae, em cuja in-
dulgencia nao tenho uma conflanga lltimtlada
que esio livres de ti, e que rompesle com ella i
e ao mesmo lempo essa dedso dara novos es-
tmulos energa da duqueza. energa que ae de-
fende no habito de tua preseoga, e de tua obe-
diencia passiva.
< A distanda a verdadeira me lida dessaa es-
pecies de affeigo. Talvez, se le afastasses por al-
gum lempo, visses que o que tomases por amor
oo passa va de febre, e que teu oortco bata
mais em teu cerebro do que no teu peilo. Se, pe-
lo contrario, isso continuar, nao ha razo para
que voltea mais, e nao desespero de receber um
dia cartas datadas de Canto ou de Tomboelou.
Dir-me-hst que a duquesa juroo-te nao ir alero
de Vieooa; mas tambera te harta Jurado nao sa.
hir de Pars; jurou-te nao passar de Dresde, e vt
que as circametanclas, mais fortes do que ella,
obrigaram-a a fallar aos primeiros juramentos.
Quinto mds ella se afasia de Pars, do centro de
sua vida, de suas relages, mais perde de seus
meios de resistencia. Acrescento mesmo que a
mi$e en tetne dessa viagem agrada-me muito
pouco. Andas atrsz do marido, quo te foge; mas
elle vae adianie e iu atraz; elle o senhor, tu o
ladreo ; nio Ihe acho graga.
o que se pssss 1
Tragsodo 4 roda de Roma um drcnlo de
fogo que esda dia se v esfreitsndo, quena-
do privar do throoo o papa e assallar-lhe sus ca-
pital, a revologo oo commetle someote um
grande crime contra a egreja e contra osdireitos
os mais sagrados, os mais inviolaveit, mas anda
declara guerra a arte ; ella abale o sol. esvs a-
bysmos ahi onde a arle tem seu centro e suss
maravilha
Como quer que seja, se a saude da sociedade
ao possivel pela religiao, se o espirito de f
mais neeessario qoe nunca em pretengs dos ini-
migos qae nos smeagam, o no meio das ruinas
a montoadas, de todas st partea, egualmenle
verdade e evidente que o mesmo espirito de f
iodspensavel para s conservago e restauragao da
arte.
Na verdade, na vida das nages, ns humanida-
de e na marcha dos acotitecimentos, oada so-
lado e indifleroote: todo se aproxima, se une,
se harmonisa e se coordeoa para um fim nico e
supremo. Que todos os que amam a arte e para
quem ella uma paixo e um culto, se lembrem
que sao ao mesmo lempo pontfices esoldsdos, o
que teem acumprir deveres d'um immenso inte-
resse. Que compreheodao qae o triumpho do
socialismo revolucionario ser o tmulo da arte.
Senhores e bem caros discpulos, comegaes
comprehender, nio verdade? o que e o que
val a arte; apreciaet aa grandes vantagens de
que ella, a fonte. quando o que deve ser.
Arases a arte e a celebridade que ella d. Tl-
vez j sinlaes no corago ums legitima e nobre
emulagio para encelar algum dia algum dos ob-
jectos qae perteocem so seu vasto dominio. Per-
mtiii-me qae vo-lo dlgs, e qae esta ligio oo
seja sem (rucio para vos: a arte, como a temos
encarado, til a todo o em toda a parta; de-
veis-vos servir della para tudo, na mais humilde
condigo, como oa posigo a raaia elevada. Para
vos e para aada um de nos a arte o trabalho,
a forma do trabalho, a vida, a alma o orna-
mento de tudo quanto pasas pels intelligencia e
mo do homem. Sabei-lo antes de tudo, e ja-
mis o esquegats, sobre vos mesmos, sobre
vosso espirito e corago o sobre toda a voiss con-
ducta que deveis logo exercer vossa srte.
Se visase aonuociar-vos que na flor da vossa
edade seris todos, nos grandes poetes, e orado-
vs, outros grandes piotoret e artistaa, me ouvi-
reis com surpreza ; se podetteit crer em miohss
palavras, experimentareis cao sei que de encan-
tador e celeste que ss lingual humanas nosabe-
riam exprimir.
Bem em nome da soberana verdade, que oo
eogana, que nao ssboris eogsosr, vos declsro
que seris msis qae lado isto se o quizerdes,
qualquer que seja a somma dos voseos talentos.
Sim, hs em ys, para a arte, um elemeoto cuja
excedencia nao so pode ver comparar con tudo o
que ha de mais precioso na materia ; nao i ma-
deira, nem msrmore, oem prata, nem ouro,
um ser vivo creado 4 imsgem de Deus, e feito
para a gloria o feliddade. Apressai-vos, pois,
chamae em vosso soccorro tedaa as sabias e san-
tas industriss da atte. Tomae esse elemento de
que fallo, ponde-o diante de vos como objecto
immedialo do toda a vossa atteogo, e de todos
os vossos esforgos. Supprimt com cuidado todo
o que ha ahi de exceseo, que nao paro, que
se hsrmonrsa com o plano qae concebestes.
Cu Mtalifcfc.
TENHAM L CIVILIDADE VIAJANDO I
Troavili,, agasUdetMI.
Ha um barco vapor qea las a atajaste da Ma-
rre Trouville era menos d'uma bar a.
A' prmeira viata, lasa a casta ese fraaee ; aa-
rm isso poda, em certas sin trasteas jas qae ra-
mos fazer conhecer, costar somma saaita mate
excessivaa.
Era, ha cousa da tres semaaet. casada
vamo-nos em trinta graos da catar, a a
pareca ter viudo fazer eme viagem
em noeto pdz.
MO Valenm Salaaava acaba va d
uo barco I vapor om quettie.
Era um mancebo d viaU a naco 4 data c^fr
noos, correspoodeudo peiMlaai
lamento dt todo ot pasee partee
Modesto empregso em use mieistsri
sava alas, ragas 4 Ualaa
sobre seu ordeoedo, uma
rrbada.
Entre mais pessoas, duas trabte eetavasa aa
barco.
Uma, como lio bem di-la Balzac, eeete leoam
periodo da vida d'uma malber durante a ejaal tata
olla trints e nove snnos, vestida da
brias porm de bom goalo, aa flor i
dencia, bastante foraosa anda. !_
ltiado de arrepemdimcntoi rastaabaa qesa i
vam peles suas faces, de ar daca a i
viuva, suppoobo, e parecaado saatir >
tejam de modo em Fraac ss feaatute
Isbar.
A outra, raa ulna, rappoaae
uma joven de viole i viol doat
como Cres, levemente gorda, pbywaeaasia rai-
mada por um olhar chdo de repinte, "
notar por um nariz de marqoezs afilad a
lalhe iodioado 4 hespsnhola, fiara cota e su-
perficie d'um cesto de pecegos, vaaratkaaa a'asa
buroous cinze ti to com baria da aada a taamta
com um desses morret qua ai albores aeree-
tam na cabega 4 maneira de chip.
c Agora, dtvo fallar-te do Uu iateresse pessoal
que lessdo por essas viagens imprevistas? devo
mostrar-te os leus trabalhos Interrompidos, leus
recursos diminuidos, toa posigo comprometlida
leu futuro em perigo, tua mi inquieta ? Sao cou-
sas essss do que a paixo tem o direito de eique-
cer, mas que neeesssrio que s razo se lem -
bre cedo ou tarde. Pensa nisso. Sel que fcil
fallar friamenle do jogo dos outros quando oo se
tem as cartas oa mo; talvez os meus eonselhoa
tsrdios cheguem fra de proposito; talvez esta
hora, um tconlecimeoto novo lenha mudado toda
a queslo. Em todo o easo, 4 ti cabe tomares em
miabas impressoet o que achares de justo e sp-
plicavel: e para me resumir, s teas uma cousa
intelligente a fszer, se anda nao ests em Vien-
na ; vollar 4 Pars : se j ests, o que eu dun-
do, fixar un termo definitivo 4 duqueza e
afiliado esse lermo, partir corajosamente, deix'an-
do meu programma, prevendo todas as probabi-
lidades e execotando-se por da, o tanto melhor
quaoto l oo has de estar; porque a tus pre-
senta, eomqaanto a consol no moral, iocommo-
2 nialer'8,0ieol8 so'teo pao o aouber
Onde est o pae que tosa sua fllha do ma-
rido para patst-la do mesmo nstame ao seu
amante ? Se o pae est bem dfsposto, porque
!5u0r" .m,,f.,M cousss. entre outra. qae segues a
fllhs. A mmha opinio qie, te quorem tornar t
ver-se, devem sepsrar se- momentneamente. O
seu amor bastmte grande e bulante tarta para
camiohar s, para terminar por ama figura do o-
tlclo.se deve morrer no prleiro entr'actu.
intil continuar a pega. *
Estiye por alguns dias sem ter notldas de Jac-
ques. Ter-se-bia elle zangado com a mloha fran-
queza ? Comegava j a cr-lo, ou antes a tem-
lo, quando me chegpu s mos urna carta coro
um sello de om paiz desconhecido.
Sabi de Dresde, tua carta correa atraz de
mim: dahi provm a demora da mioha respos-
la. Entro sem prembulos na queslo, e respon-
do aos leus conselhds c Tens razo. fsto, posto,
ouve o meu raciocinio. Raciocinio e razio esto
longe de aer syoonimos, mas eroflm o primeiro 4
algumas vezes destinado a faxer esperar o oulro,
eomqaanto Ihe seja inferior.
c Durante a mioba viagem. tenho lido multas
vezes occuiio de reflectir. por mais aanorado,
por mais dominado de ama paixle qut etttjt o
homem, quando um pouco iolelligeote, ha cer-
tas qualidades 4s quaes nao se pode subtrahir.
Pode tropecarum pouco com a verdade no prin-
cipio ; mas de vez o quando elle loma sua des-
forra e ganha tudo.
Tenho-me contentado al] agora de com-
municar-te aa differeniea peripecias desses lti-
mos dias, e guardei para mim a philosophia a as
liges que deriam naturalmente resultar. Con-
tar-t'as leria sido dar multo depressa 4 tua ami-
side o direito de envisr-me os cooselhosque bo-
je recebo. Ha certas situaces falsas que um ho-
mem nio pode Peculiar 4 si mesmo. e durante as
quaes escolheria muito mal as objeeges da mais
sincera amisade. Quanto mais justas fossem es-
sas observagoes, mais disposto eslava elle a com*
bal-las, o a querer mal 4 aquello que as fizesse ;
o espirito que se tinte em fslso nao perdoa de-
presas ao amigo que lh'o prova. O homem ges-
ta de olhar essas posiges difflceis como aoor-
maes. Nao se v nisso seno aa traoaaeges ine-
vitaveis do possivel ao real, do bom ao melhor,
da eeperanga realisagio, e espera-se para reco-
nhec-las sos olbos dos outros, qae teaham cedi-
do o legar 4 rttuagee melhores, o qut se tenba
tomado p sobre um terreno firme.
c A barca que nos leva do navio em qoe esta-
vamos quisicilmot na margem em que espera-
moa estar definitivamente, nao tem que atraves-
tar um mar mais ou meos agitado ? Segu uma
liona de horisootalidade perfeita ? Nio ; segu
(opadamente as ondulsges da vaga que a leva.
Por momentos aquelles que esto 4 bordo, quan-
do desapparece entre duas vsgas. pndem julga-la
subraergida. Entretanto reapparecee depe em-
flm na margem passageiros mais ou menos con-
movidos, mas ernBm saos e salvos, e alegres por
tocarera o alvo 4 que ten dia m; assim acontece com
a alma, nao se chega mollas vetea ao porto entre-
visto de saas esperanzas ou de suas paixes, a
palavra depende dt siiuago e de sua maior ou
menor energa, seno apos multas agitaces do
lods a espede ; e viris fra dt proposito aquelle
que, do meio dos teas hbitos tranquillos. Ihe
gritasse, quando a visse miis exporta., Fizeste
mal em embarcar se Ihe aconselhasse de voltsr
quando lem menos camioho a faxer o menos pe
rigoi a correr para procurar o porto de chegtda.'da mulher, a leaMu" lefaranca
nao
e poderia prejudicar a belleza do todo ; lalhaeno
do que para vollar to porto de partida. Tal en
a mioha stuago. Hoje quaii que est determi-
nada. Nao posso ir, physica o moralmente mais,
longe do que oode edou ; ha um ado forgado na
mioha vida, cooversemba, pois, sincera e franca-
mente.
r E em primeiro lagar, no ponto de vista da
razap, da dignidade, do ioteresse de todos esses
seotimentos mathematicos ds existencia, aira, flz
msl em seguir a duqueza ; mas, sendo dsd a
nossa partids, a nossa posigo relativa om para
com o outro, o nossa smor reciproco, llve razio
de partir. Obedeci ao primeiro movimeato da
paixo, movimento natural e iudescutivel. O
meu espirito, meu corago, minha alma, liga-
vam-se 4 ella ; o corpo, essa cousa to absurda
quando a desertim os seus motores poderosos,
poderia flear atraz I
Se tu fras um amigo vulgar, uma intelli-
gencis acceasivel somonte 4s impresses com-
rauns de todo o mando, 4 calvicit do corago, eu
procurara provar-te que a proprta natureza
lisava-me aos paasos d'Annete, fosse qual fos-
se o lugar 4 que ella livesse o lugar de lever-mc;
dir-le-hia que acompanhando-a eu nao acompa-
ohava s ums mulher quem amo, mais anda
mi de meu filho ; que nenhuma conaiderege
social, que oenhura raciocinio humane forte
bastante para separar um pae ds teu filho etc.,
etc. Respeito muo o sentimeoto que me liga 4
duqueza, psrs faz-lo cahir em exageragoes ridi-
culas, inuteis, inverosimeis. Direi mais, o du-
que era um homem es.ima.vel, se nao houvesse
psrs sua mulher perigo maior, desgraga mais
certa emflcar com elle do que em rollar mim
se eu tivesse de accusir-me de ter perturbado
um casal regular, e attentado ao repens de om
nomem honrado ; se tivessem havido probabili-
dades que o lempo, deatruiudo uma febre mo-
mentnea restituase pouco a pouco a felicidade
ou pelo menos a tranqolllidade 4 mulher com o
perdo do marido ; ou entlo se este, de nsda ti-
vesse desconfiado, se suas relages conjugaes no
tivessem permittido, 4 duqueza e 4 mim, a me-
nor duvida 4 reepelto desse menino, se essa par-
tida tivesse sido resaltado do acato e nao de um
rigor que t conducta anterior do duque alo mo-
tiva, eu leria ficado, como creio, e
replselo
dt marido
Valentas sentra-t aa rateare, dibtaie da
tends das primeiras. Tioha em mos a
Prito Havrn, por Eugenio Chpala, aj l
com o peosamento toda essa bella
Normaodia qae alie justamente tapetara
rer durante seus quima dia de ferias, ai
to Ihe duratte a centena de estada aaa
tara. *^ ^
Sendo s pstssgem mai ettrdts, ett rara
roda destas seoborss, Valentas tara
se para dar-lbe pasaagea ai
mente em arrssjar doat assentos i
accommodar o armaum de casas qae ella arras-
tavam aps d 4 pretexte de tria
A ma inclinou-s da leve.
A joven requebrou-se e mirou e bice dea aar-
teguint em paga desla atuago.
Valentim nao pode deixar da aerar aa peaco
de ter tido tanta andada, rorteme te atea
satsfagio como em chapadj) malfszej.
O capito suba para tea asaca de qaert. a M-
monairo pz-te na canna da leme, a rapar pria-
cipiou 4 mugir, daixaodo aps d am carapnda
peonscho negro, o barco passa debat de tana
de Franciaco I, costra raolbe, aobrra ae daaa
bolas qae fluctuara oa entrada da porto, Urnaa I
esquerda e siogroo para Troarllle.
Bem poderia aqu faxer aa fanalhaaia tiiar
ao leltor quo Trouvilla ola da origen evadirs,
como geralmente se pensa ; qae sea aera Tar-
ritvilla, aigoiflcs villa fortificada, a qae l-
manos ahi eaubeleceram ama viga da literas
Ci, assim cono em toda o litloral da casias
na ambocadura dos rio, ptrt opporem-ra t ia-
vasjs sar unas al tenias... Mas, sa a
be-o, de que serr dizer-lb'o ? e so al.
psra que apraba-lo era flagrante delicia da
rancia ?
Eu que roa fallo, ka daz raanlo
tes de l-lo no Guia, ignorave-o coi
Valentim, pausando qua chegrs a
de temor ares (de martimo, sacra da
papellito, urna bolea da furao picada
perolss que prendan no bollo da
se 4 enrolar um cigarro.
Valentim oo tioba costme de furaar, .
lar I singular I nao ?porm eavira dizer
nada preaervava lie bem de eajdo ceras a vicia
de usar d tabaco oa fose.
No entonto, vindo-lhe i refleiie, paro ata
meio de sua optraco, e iocliaaade-ao rseeiilt
lmente para suas duas viziabas:
Miabas senboras, aergaataa alia, aaa ia-
commoda-ss o fumo ?
A' oinguem absolutamente, acabar, atedie
i meziohi.
Quaoto t mim, accreeasatea jevra. rad-
io estimsrei qee o senbor distraa torrivd caat-
ro de alcatrio que aqu t respira.
Se a seohera rallar- para este lada, para
bombordo, acudi o rapas ; o vaste est su-
doeste.
O senhor martimo ? pergualea a Sea.
d'Orgemont.
Eu chamo-a Sra. d'Orgemont perqu,
rindo aeu verdadeiro nome, oo veja mi
convenientes em dar-lbe aquella qae ata
Coaliaaar-ss-aa.

caseta, a pee-
Z *
\
terism veoddo i minha paixie ; lada Wte
no mundo para nio conproraoite la. ter-s
contentado com at miohas racardaca a i__
do qae o dorar entraste aeasa alas par ata taa-
tante desrairada, eu uio lea desviad,
proveito, do seu verdadeiro rsmara. ai__
tencia i qual ea ale poden* reattlair a aaa i
feilo perder. Teria acceilado aa rsatas
da uma poago normal, como aecdtrt aa__
lados possiveu do uma dtuscio etrepcieatL
ame tentativa cri-
c Em vt de ir at e fim da
mioosa em appareoda, Icgete
seocia, eu teria deixado a avraMpJJ
destecho previsto dos amores daaaa rspadt. ajas
a legalidade do casamenta, a late de esleta, aa
exigencias da sociedade, te lapassibaUeaae da
toda a cuta, a igooranda oa Tentada de ma-
ndo, o intereses das repaUgas e ara
eegoismo do amante, e recaa <
rtciocioot quo a posso faz nascer, aaa a lam-
po e a sociedade ragalsm aaa Mitra rama a
crreme social, a qoal, seraalbrau aee riae
que levara corasigo a lgrsslraia
terogeoeos, absorvem o
alimenlam *de um lado, mandara de
vara, emporealbam, eutbalara, apagara
sede, sjudam a vida, dio a marte, e
parar al que te mistures aa ocaso,
pite da mearas forma, vittas rutees,
seotimentos, lamt e flores a i
civilisago univertal. Se ea tiv
ease raciocinio, talvez boaveasa
de me irapadird partir, mas di
oho quando at primeiras diScaldrae
garam a f izer s primeiras refleiea.
OU infelizmente 0 nosoo
era coodiges inteiramemte _
disso hara o lago desea eraaace. Ealretaada
da que esse lago alo existir, a
rao modo. Elle confirma a m
coofesso-t que nsda aereeeeata 4 raiabaa'
luges. Amarei este menioe mais par eaT'
de Annelle do que por tac

^\
(C
PERN. TTP.DE M. P. DE FAEJLA 4 OK.
.\
/


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