Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09422


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Full Text
lili IIIT IDIEIO 271
Por trwHiexes adiaaados 58000
Por tres metes reledos 6|000
II .*
SEGOJDA FEI1A 2$
IE HYEMRO IIHC1
Por ame adiiinUda 19|000
Parle fraaea para sabseriatw.
KNCARREG^ADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahrba, o Sr. Antonio Alex.odrieo de Li-
ma; Natal, o Sr. Aolonio Marques da Sil.;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Ceari o 5r.
r. Jos de OUveira; Marauhio, o Sr. Maaeel
Jo Martin. Ribeiro Goimariea; Psr, Justino
J. Ramos; Amazooas, o Sr. Jerooymo da Costa.
FAHILuaS vos
Olinda lodos os das as 9tf hor do dia.
Iguar.sso, Goianoa, e Parahyba na* aeguodas
e sexta.-feira..
S. Aolio, Bezerros, Bonito, Caruata, Altinho
e Garaohuna naa tergas-feira.
Pi d'Aibo, Nazerath. Limoeiro, Brejo. Pee-
oueira. lagaieira, Flores. Villa-Bella, Boa-Viate,
Oancury a Ixi as qua< tas-feras.
Cabg.ByirH*. Formoe. Uoa.Barreiros
Agu. Pret. Pimeotelres Natal quintas feiras.
(Todoe os correioa partes aa 10 horas a manhia)
EPHBMERIOES DO MEZ DB NOVEMBHO.
2 La. ora a | hora 44 mi nato, da farde
9 Orarlo rscente as8 horas e J5 minutos da
machia.
17 Lita bola as 10 horas e 47 mnalos da man.
tS Qnarto minga in te aa 8 horas 6 47 mino tos da
manha; *
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro aa 10 horas e 54 minutos da manhta.
Segando as 11 horas e 18 minutos da tarde.
t.
DAS da semana.
25 Segunda. S. Cath.rtoa v. m. ; S. Jocunda
28 Terca. 8. Pedro Alexendrino b. m.
* fuerta. S. Margarida de Soboia t.
18utota. 8. Gregorio ni p.: S. Jacob, da Marca.
29"SaiU. 8. Saturnino m.; Iilemioata r.
3 Sabfcade. S. Andr ap. ; S. Traj.no b.
I Domingo. S. Eloy b.; S. Nahom profeta.
AUDIENCIAS DOS TRIBUJtAES DA CAPITAL,
segundas e quintas.
Tribunil do commercio
Relacao:
Relacao: lerjas. quiotaa e aabbados as 10 hora.
Fazenda : lerg... quintas e aabbados as 10 horas.
Juno do commercio : quartas ao meio dia
Dito de orphios : tergas e Mitas aa 10 horas.
Primeira rara do civil: tercas seitas ao meio
da.
Segunda Tara do ci?el: quartas e aabbados a i
hora da tarde.
ENC# BREGADOS DA SUBSCsUPgAO DO SUL
AlaLOas, o Sr. Claudino Falcao Diaa; Bahi,
o Sr.Uos Martina Alvea; Mo de Janeiro, o Sr.
Joio I'eraira Martina.
EM PERNAMBUCO.
"US *.?M50_' 5a ,u hT"rt P"?a da Indepen-
JBH 0FF1CUL,
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente dogoverno do da I de
novembro de 1861
Officio ao Exm. presidale do Cear. No va-
por /ouoraaaii, que segu amaohia para o norte,
serao enviados ao corpo de guaroigo dessa pro-
cia, os objectos mencionados na relacao que por
copia passo as mos de V. EicEx^edio-se or-
den ao gerente da companhia pferoambucana.
Dito ao Eioa. presdeme do Hi j Grande do Nor-
te. Communico V. Eic. que nesti data exped
ordem afim de serem transportados para easa pro-
vincia no vapor Iguarast. coro destino reipec-
tiva corapanhia de caladores os objectos raeocio-
naifos na relacao por copia junta.Expadiram-se
as convenientes ordena.
Dito aoExm. presidente do Maraohao. Expo-
dindo nesta dala ordem para serem enviados para
a capital dessa provincia no primeiro vapor que
paasar dosul, os objectos indicados na relacao in-
clua por copia, os quaes perlencem-ao corpo fl-
xo do Piauhy, rogo a' V. Exc. que oa faca seguir
ao seu destino na primeira opporluoiJade. Ex-
pediram-se as comruunicacoes e ordens oeste sen-
tido.
Dito ao commandante das armai. Convido
V. S. e aos Srs. otficiaes do exercilo existentes
nesta capital para acompanharem a procts.o de
Goroes-Christi, que lem de sahir da igreja do
Espirito Santo, na tarde de Si do correle.
Iguaes communicacos fizeram-se ao comman-
dante superior do K-cie. commandante do corpo
de polica, capito do porto, commaodaole da es-
taco naval e inspector do arsenal da mari-
nba.
Dito
devendo ser elle eliminado da] coeap.ohi. de
apreodues se a ella esliver perteoceodo.
bipedio-se ordem ao gerente da compaofaia Par*
oambucana.
Dito ao director das obras publicas.Mande
y rae. examinar n estado da cadeia da cidada do
Rio Formoeo e orear a deapeza a axer-se com os
raoaros de que ella precisa, conforme requisita o
chefe de polica no incluso officio datado de hon-
lero a aob o- 1166. que me ser devolvido.
Circular i loaue o uiaes muoicipaes e de or-
phos.Transmiti a Vmc. para seu conheci-
menlo e execucao copia do aviao circular expe-
dido pelo ministerio da Justina em 14 de outubro
ultimo receteroeodando a observancia da parle
nal do art. 30 do decreto o. 855 de 8 de novem-
bro de 1851
Dito ao juiz de paz presidente da mesa paro-
chial da Boa-Vista.informe Vmc. com urgen-
cia sobre a materia da inclusa represeolac&o por
copia que acaba de ser-me enderezada por doua
memoras da mesa parocinal dessa freguezia, re-
commendo-lhe desde ja o exacto cumprimeolo do,
disposto no art. 13 do decreto n. 2621 de 22 de
agosto de 1860, e do aviso de 30 de outubro de
1856 que preacrevem as mesas parochiaes a obri-
igacode apurarem as cdulas que forem encon-
tradas sem vicio algum dentro de oulras, embo-
I ra riscadas, que lhes sirvam de involucros sem
alleoco ao lamanho das mesmas cdulas, visto
. que neobumas dimenses foram para isso marca-
das por lei.
Dito ao superintendente da estrada de ferro
Queira o Sr. superintendente da estrada de ferro
enviar-me com brevidade urna copia da quitaco
dada pela directora da mesma estrada a aocieda-
de desappropriadora dos terrenos precisos sua
cooslruccao.
Portara.O presidente da provincia coostan-
dencia os. 6 e 8.
mRmBSKZSStSS** dtnV- d-lhe h.-r UuVcidJj^JoaquVm d Lim q
^f,,Pn*ao. 1, a C0"mx*j iMlsrando-the que servi, nesta capital os empregos de agente fiscal
o forneciraento dos arttgos de fard.meoto requi- das reodas das provincias dVpirE e Ro
sitados pelo commandante do 10 batalhn. ...ra n,.rt ,.^.^.." ".. .:,". "r_aniDa e 110
laodanle do 10a batalho, para
os recruias em deposito, est dependeodo de de-
liberado do governo imperial, cujo conheci-
mento levei o pedido que alinde o seu citado
ollicio.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do muoicipiudo Recite. Sirva-se V. S.
de expedir suas ordens, para que os corpos da
guarda nacional desia capital acompanhem.sob a
direccao do official quem oor le competir o
commaodo. a procisao de Corpos-Chrisli, que
lem de sahir da igreja do Espirito Sanio na tarde
de 24 do crrante.
Dito ao r. chefe de polica.Mandi V. S. re-
ceber a bordo do vapor de guerra Poroenia, aiim
de serem postos disposicao do juiz muoicipal
oa 1 vara desia cidade, os presos mencionados
aa relajao junta, viudos do presidio de Fer-
nando.
Grande arrocadadas nesta,resolvenomear proviso-
mente a Jos Jo&quim de Lima Jnior para
exercer os referidos empregos at que os Exms.
presidentes daquellas provincias providenciem
a semelhaote respailo.Fueram-se aa necessa-
rias Cdmmunica;oes.
Dita.O presidente da provincia tendo em
vista o que requeren o fiel do theaoureiro do
consulado provincial Jos de Barros Correa Sette,
bem como as informacoes ministradas esse res-
peiio pelas reparlicoes competentes e usando da
autorisacao que Ihe confere o art. 1." da lei n.
513 de 18 de junbo ultimo, resolre conceder
e9se empregado tres mezes de licenja com ven-
cimeotos para tratar de aua saude.
Relacao dos presos vio Jos de Fernando, que se
refere o offlcio do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia desla data.
Francisco Alves Ferreira, para cumprir o reslo da
pena na c*sa de detencao.
Roque Antonio e Manoel BotelhoCordeiro ; vie-
ran & requinto la juiimunicipal da primeira
vara.
Antonio Alves da Silva.
Felippe Jos de Santa Anna.
Francisco Aolonio dos Santos.
Fraocisco Jos da Silva.
Joo Antonio do Nascimenlo.
Jos Antonio Moreira.
Loureiro Justiniano da Silveira.
Luiz Jos de Santa-Anna.
Manoel Ro9a Cavalcante de Araujo.
Syrophronio Olympio da Fooseca.
OQlciou-se oeste sentido ao commandante da
cttaco naval e ao juiz municipal da primeira
vara.
Dito thesouraria de fazenda. Pode V. S.,
conforme indica em sua informago de hontem,
sobn. 1123, mandar indemnisar o ministerio da
mannha, debitando o da fazenda, na quantia de
100SI05 rs.f em que m.ortam as despezas feaa
na enfermara do arsenal de marinha deata pro-
yocia, com o tratamento de cinco pravas da guar-
nija da escuna Lindoya ao servico da alfandega,
como se v dos documentos que devolvo e ne fo-
ram remettidos pelo inspector daquelle arsenal,
com o otfloio junto, datado de 23 de outubro ul-
timo, n. 289. Commumcou-se ao inspector do
arsenal de marinha.
Dito ao mesmoTransmuto i V. S. para o Qm
conveniente o inctuio aviso de letra na impor-
. tancia de 600*000 rs.,saccada pela thesouraria de
rendaa da provincia do Rio Graode do Norte so-
bre essa e a favor de Luiz Mosquita de Loureiro
Moraes, ou i sua ordem.Parlicipou-seao Exm.
presidente daquella provincia.
Dito ao mesmo.Tendo approrado provisoria-
mente a dlibereQo que toraou o vice-consul da
Austria e Hamburgojr. D. Feuerheerd de encar-
regar das respectivas funccoei consulares, duran-
te a viagem que vai fazer ao norte do imperio a
Gustavo Henriques Praeger cnsul da Prussia, fi-
cando esie obrigado a apresentar o exequtur
imperial no prazo de tres mezes ; asiim o com-
muoico a V. S., aflm de que o fa;a constar ao
inspector da alfandega.Fizeram se ss oecessa-
rias communicacoes.
Dito ao mesmo. Aonuin Jo ao alvitre terebra-
do pelo inspector da alfandega em seu officto de
2deste mez, com quesubmette ao meu conheci-
mento um requerimento de James Crabtree & C,
pedindo que ae far^a cessar a pratica de recebe-
rem os navios coosignados & sua casa commerctal
portara dejsahide passads pela secretaria do go-
verno, tenho resol vido que de hoje em diaote
preeochidas as formalidades exigidas pelo regu-
lamento de 19 de aetembro de 1860, para desem-
barazo dos navios nacionaes oa eslraogeiros eob-
tido la repartirlo fiacal o competente passe, seja
elle apresentado secretaria da preaidencia, afim
de se lhes conceder a portara ordenada pela ta-
bella de 27 de abril deate anuo, o que V. S. fa-
r constar ao referido ao inspector da alfandega
para sua sciencia e execugao.Fica aasim res-
pondido o officio de V. S. de hontem datado.
Dito thesouraria provincial.Uande V. S.
pagar ao escripturario e amanuense da secretaria
do governo,Joo Manoel de Castro e Jos Rober-
to da Cunha Salles a quaotia a que tiverem di-
reito, por haverem exercido.a contar do.l.0 at9
da outubro ultimo, o primeiro as fuoccea de che-
le dar tercelra seceo, e o segundo de escriptura-
rio como allegam 00 requeriroeoto que devolvo
e a que se refere a informarlo de V. S. dssta da-,
la aob o. 586.
Dito ao mesmo.Aonuindo ao que solcitou
o director geral da instruccao publica em olficio
de 15 do correle sob n. 348, mande V. S. adan-
lar ao director do j colfegiu dos orphios do Santi
Thereza em Olinda o quantia de IO3OOO para as
despozas miudas daquelle collegio, constantes do
ofQcio do mesmo director, junto por copit.. Com -
anajntrou-se a ioslrueeao publica.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Mande V. S. apresentar ao respectivo presidente,
da boje em diante e eiriquanlo duraren) os traba-
lhos do tribunal do jury desla cidade,. a guarda
do estylo. CommQtcou-se ao presidente do
* jury.
Dito ao direater do arsenal de guerra.Re-
meta Vmr. para o Cear no vapor lguarastu',
para o que fica expedida a conveniente ordem. o
setter Joo Antonio de Souza que existe nelsa
rMdal com o ooatxto Joio Antonio Manoel;
/' ........l!iJ
Expediente do secretario do
Sineruo.
Officio thesouraria de fazenda.O Exm. Sr.
presidente da proviocia manda communicr a V.
S. que em 18 do correte deixou o mjor refor-
mado Felippe Duarte Pereira o enramando da
fortaleza do Brum, que assumio o teoente re-
formado Francisco de Paula S Peixoto.
do-se entretanto n'uma attitude pacifica que Iho 1 crianiaosot. notando-se 17 por homicidio. 4 por
u goveroo, firme no seu pnsto, empregou sem- veaenameoto 1 por feriaaentos gravea.
Despachos do dia XI e novembro
deI86O.
Requtrimtntos.
D. Carolina Hosanna de Lima.Entregue-se a
parte com a cerldao passada pelo eacrivo do
presidio de Fernando.
Ernesto Augusto de AltahyJe.iN'o tem lugar
o que requer.
Dr. Francisco Jacinto Silva Coelho.Nao tem
lugar por ser contra a lei o que requer.
Tenente Henrique Eduardo da Costa Gama.
Passe portara eoncedende tres mezes de licenca
com vencimentos.
Dr. Jos Felippe' de Souza Leo.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Miguel Joaquini Machado.Nao tem lugar por
ser contra a lei o que requer.
Luiz Francisco de Paula Albuquerque.In-
forme o Sr. inspector do arsenal de marinha.
INTERIOR.
pre todos os meios de que poda ditpor para pro-
lagar eficazmente a liberdade da eleicio de ve-
readores, juizes de paz e.eleitores. Decis5es que
lera merecido a plena approvacao do governo im-
perial, foram dadas no proposito de previoir abu-
sse garantir a regularidade do proceaso electo-
ral. Nuqca fal(ou a represaao legal contra oa
agentes subalternos, quando alguns indicios ve-
hementes revelavam de certo modo a aua inter-
vengan iodebita, ou o poucq escrpulo com que
observan as recommendaces repelidas do go-
verno ato sentido de assegurar o livre exarcicio
dos direitos polticos, e de atiender aoa jaatos re-
clamos de cada cidado. O escrpulo da aniori-
dade superior nao se limitara a escolber para oa
cargos pblicos em poca lao melindrosa homens
honestos que podessem nielhor saliafaier as in-
tencoes benficas manifestadas por mim frequen-
lemente. Sem retirara minba conflanca de quaes-
quer funeciooarios que della nao deamereciam
por motivos debidamente apreciados, procurei
exercer sobre elles urna continuada vigilancia, e
por qualquer auspeita um pouco aulorisada, lo-
mavsm-se cautelas eflicaze para que nao podes-
sem elles abusar de sua poaicao.
As mesas parochiaes foram legalmente garan-
tidas, impedindo-se acloa tumultuarios que por-
ventura aa coagiasem ou nullificassem suas de-
cises.
Em varias localidades,onde receiava-se pertur-
ba;o da ordem, fez-se a eleicao regularmente, e
as providenciase conselhosda auloridadedispen-
sara m em muitos pontos a presenta da forca pu-
blica. Para outros. onde a exaltado dos nimos
anunciara aceas luctuosas, seguiram destaca-
mentos commandadoa por offiaiaes que nao dea-
meniiram a confianza do governo.
Nao sendo de grave consequoocia pequeos tu-
multos, contestacoes mais ou meos calorosas, e
certas irregularidades que occorreram na elei;ao
de alguns lugares, tivemos so qne lamentar os
dous successos imprevistos de Pao dos Ferros e
S. Goncalo.
Na primeira daquellas parochias travou-se urna
Iuta fora da matriz, resultando diversos feriroen-
tos leves provenientes de pedradas e de uro tiro.
As medidas tomadas produziram o efieito deso-
jado, coocluindo-se em paz a eleicao, que ficra
inUrrompida.
Foi mais funesto o atteotado que leve lugar na
villa de S. Goncalo por occasio da eleicao pri-
maria que correr em paz nos dous primeiros das.
Na madrugada do Io de Janeiro um grupo de ho-
meos com oa rostos tintos de preto e armados de
cceles acommelleo desorpreza a igreja matriz e
tentou roubar a urna que foi vigorosamente de-
fendida por poucos homens quasi desprevenidos,
um dos quaes disparando a arma quetrazia, oc-
casionou a morle de um dos aggreasores, que afi-
nal conseguiram evadir-se.
A um impeto insensato de despeito e malva-
deza se atiribue essa aggresso, que outro xito
nao leve alm da morle de um pobre pai de fa-
milia, que ceder a suggesldes perversas.
Cuaapre notar que a eleigao nao era disputada
por urna das parcialidades polticas, e proceden-
do-se a novos trabalhos, quando toase realisado
o roubo da urna onde se achavam as cdulas dos
votantes, presume-se com fuodameolo que a ae-
gunda expressSo da urna nao seria diversa da pri-
meira.
A polica tem feilo as possiveis diligencias pa-
ra que aejam descobertos e punidos os culpados.
A fama publica e certaa circumalanciaa reveladas
em interrogatorios judiciaes indiciam como man-
dante o coronel Estevao Jos Barbosa de Moura,
pronunciado pelo crime de tirada de presos do
poder da Justina no termo de Moasor. Nao foi
encontrado esse individuo por occasio de urna
busca que se deu em sna casa.
A grvida de do successo, a posigio do princi-
pal indiciado, ea difficuldade que tem havdo na
obteogo de todas as proras neceasarias, obriga-
ram-me a ordenar ao chefe de policia e ao pro-
motor publico que fossem ao lugar do delicio
.. gra
Iste resultara abona o zelo dos agentes poli-
cliu, que mala poderiam conseguir se nao fos-
san lio muge-idos os recursos de que dis-
poaaj.
Era mi/requente a remeaas de presos para a
capital aaa) aa notas de suas colpas, oa sem ss
guias esigidas pelo regulamento o. 110 de 31 de
Janeiro de 1845. e d'ahi resultare a demor <.ra
dax-se e:ecuco s sentenc/s, ou qualquer desti-
00 aoa pesos, que assim tioham de soffrer, mul-
tas veiet urna detencao mais prolongada.
Ditigi .ortanloas necessarias recommendaces
saatariades policiaes e crimioaes, afim de cum-
priiwsn reljente aa dispoiicoes em vigor acerca
aeeienbjjcto.
Cauvirdo tambera evitar que as pravas in-
cumMuas de diligenciaa, ou de condcelo de
pr**ft u) maltraiassem de qualquer maneira
inatiiaBene, exped nesle sentido as mais termi-
oanas ordens aja fuocciooarioa competentes.
GilHES E PACTOS NOTAVE1S.
Ne ajua.ro dos delictos commetlidos durante o
essepuado, figurara:
12 de htmicidio (entrando nesle numero os que
aaidiram meramente casuaes.)
3 dt> tettativa deste crime.
8 da frmenlos graves.
Al im feiraentos leves.
3 san ti ada de presos.
2psw ga de presos.
Sdercubo.
3 di futo.
8 pa* iso de armas defezas.
1 dn parlo supposto.
1 da asomo.
1 deajieaga.
2 de Ksisleucia.
1 de desobediencia.
91
D01 ifdividuos eomprometlidos oestes crimes
una achim-se preaoa, oulros pronunciados, e a
policia oolroa a dar aa providencias necessarias
para a captura de alguna.
No dii 10 de malo urna horda de salteadores,
oa povoico do Jardim de Piraohas, invadi a
easa de subdelegado 1* aupplente em exercicio
Antonio Jos de Oliveira Jnior, e perpretou um
roubo na valor de 400a. Apenas tive noticia desss
acto Azseguir disposicao do respectivo dele-
gado una (or(a de 10 pracas para a captara dos
criminotos, que ja responderam pente o tribu-
nal competente.
RIO-GRANDE DO NORTE.
Relatorio apresentado asserabla le-
gislativa provincial pelo Exm. Sr.
Dr. Jos Beato da Canoa Figoeiredo
Jnior, presidente da provincia.
dignoa aenhores membros da assembla
Em 10 de maio parlicipou-me o delvgado de
polica do termo de Porto-Alegre a fuga de um
preso e ira recruta, que armados de punhaes ac-
commetleram os guardas e conseguiram fugir na
occasikeem que o carcereiro visilava acadeia.
Ordnnei as uecessariis averiguaQoea, afim de
proceae-M contra o mesmo eareareiro o os guar-
das tu farota da tai. mostrassem culpabilida-
fle. Para -a guarni^ao da cadeia e diligencias,
mandei por disposigao do delegado urna forca
sufficiente, que poderla ser augmentada seguudo
Foram aubmettidoa a julgamenre 87 processo-
comprehendendo 118 reos por 181 crimes. Houvs
79 condemnagoes, incluidas 32 penas subsidiae
ras, mterpondo recurso 16 sentenciados. O nu-
mero das absolvieses subi a 74.
Aos juizes ae direito coube o julgamenle defi-
nilivc- de r/ualro proceasos, sendo dous por moe-
aa laisa, um por crime de prevaricacio, e outro
pelo de respoosabilidade. Apenas um reo foicon-
demnado.
Dos mappas juntos v-se que um individuo
bedieocia e 3 por calumnias^"fn8?f,lp'r -----
Deveis estar scientes de um fseto lamentavel
occorrilo em dezembro de 1859 na villa de Paos
dos Ferros. Cinco individuos moradores em pro-
vincia eslranha, tendo sua frente o criminoso
Vicente Brasil, entraram armados oaquella villa
dirgindo insultos publicamente e com eapeciali-
dade ao subdelegado, que, vista de tal proce-
dimeolo se spresenlou para desarma-los c pren-
der o mesmo criminoso. Travou-e ento um
conflicto, do qaal resultou a morle do defegade e
juiz muoicipal aupplente em exercicio Antonio
Cavalcanti de Albuquerque, que appareceram
oaquella occasio. Da escolta sahiram ferilosM
soldados, sendo 3 gravemente, e os criminosos
evadiram-se, excepeo de Luiz de tal, que foi
preso e de Vicente Brasil que sucumbi na lula.
Para a captura dos outros criminosos instante-
mente recommendada pelo governo imperial, ha-
via dado o meu antecessor as nacesaariaa provi-
dencias, que procurei tornar efficazes pelos meios
ao meu alcance. Felizmente a exforcos do juiz
de direito da comarca da Maioridade e do dele-
gado de policia Epiphanio Joa deQueiroz, auxi-
liados p<>lo atieres commandante do destacamen-
to Joio Carlos Lins Bezerra, conseguio-se a cap-
tura de Justino Manoel de Araujo e Manoel Bra-
sil, indicados como assassinos do infeliz Caval-
canti. ,
Contra elles ss instaurou processo, sendo o
primeiro absolvido e o segundo condemnado.
Em virtude de minha recommendacao especial
pode ainda o mesmo delegado capturar o crimi-
noso de morte da provincia do Cear Manoel Luiz
do Reg, eo de oome Manoel Ciryacode Horaes,
aecusado por crime de homicidio.
O termo de Pao dos Ferros um dos que
maior altenco reclama da parte das autoridades.
Distante da capital 80 leznas e limitrophe da Pa-
ra hiba, elle um dos centros onde se vao homi-
siar os crimioosos desta e de outrai provincias.
Daqui provm a necessidade de um destacamen-
to permanente que all tenho cooservado, e que
quizera tornar mais numeroso, a ser possivel.
Para maior celeoridade das diligencias cuja de-
mora poda nvlogra-las, j solicitei e oblire dos
Exms. presidentes da Parahtba e Cear a neees-
saris permisso afim de penetrarem noasas tropas
o interior daquellas provincias em perseguidlo de
criminosos
CADEIA DA CAPITAL.
Esse edificio carece da grandes reparos e me-
lhoramentos. cuja importancia io se pode des-
pender actualmente.
O numero de presos all agglomeradoa su-
perior eapacidade das prisoes.
villa de Angicos, com divisao para ho-
mulheres e lambem situada no pavimen-
tivo
redes.
As d
viment
IherW!
A da
mens e
2E C0B,d,o> oe salubridade e aeguranea
careceddo alm disto, depromptos reparos. '
ins.uS I"!* deMo"> {"> Urlo ac.nh.do e
3; iearo: Vi all urna cadei. bem
comecad.. que com algum. .Ueracio no reapec-
I poder ter u necessarias prrjpo-
s villa, do Principe e Acari sio nos pa-
slerreos das esas das respectivas cama-
l.'.-'foJdo* 'W fliyieiPafa horneas a mu-
e outros melhoramentos para aeguranea' ail-
bridade das prisoes.
A da cidade da Imperaltiz 6 um pequeo quar-
to de ta pa recentemente construido, sem segu-
ranga Qem re par ti ment, accresceodo a iaso a
falta de eoodi;es hycieoicae.
A da villa do Apoda a aala do pavimento tar-
reo da 1 asa da cmara, e alm de arejada. espa-
fiosa e 1 jgurx tem divisao para as pessoas dos
dous se: os.
A da villa de Port'Alegre carece de comraodoa
e reparos, sendo de mais a mais pouco asaeia-
da e salubre.
Algunas casasterreaa sern scommodacoeenem
seguran ja aervem de prisao na villa deTouroa e
na de S. Gongalo, d'onde ultima mente fugiram
5 presos.
No lemo de Goianioha desabou o quarto que
servia de prisao. Exped ordem afim de ae alu-
gar uma casa onde os presos sejam recolhidos
provisoriamente.
A villa de Macu, apezar da sua importancia
como parto marilimo, onde desembarca grande
numero de marinheiros que causara frequentes
disturbios, tem por nica prisao uma casa ter-
rea ssm seguranza alguma.
Os presos de diversas localidades que para all
vao frecuentemente, dstinando-ae muilos delles
a seguirem embarcados para a capital, tem a
maior ficilidade em evadir-se Icomo prxima-
mente dconteceu) a nao haver a maior vigilan-
cia possivel da parle dos respectivos guardas.
(Con(inuar-se-ha).)
DIARIO OE PERNAMBUCO.
diram de diversas prisoes o anno passado accros-
cem tres que fugiram do poder das escoltas que
osconduziram.
, Alm da pouca seguranza
rem para a fuga de presos ostras causas nao me-
nos poderosas, taes como, o deleito, s inepcia,
ou a connivencia dos cercereiros ; o pouco es-
a~fim de" procVdeTem 7m.Veffic8e" diligencia.0.1 t3tf&#*** ^ ?
sirr.nnaiflra ran.ar.n.s v nc oonL^ l!.?S" '"P"?80 P"a 1ue ncarregados
das prisoes cumpram seus deveres, e se possa
em lempo reclamar a bem da seguranza deltas;
a indulgencia para com oa individuos culpados
pela evasSo de presos ; a eonservaejio deaneces-
as circamsianciaa. eacolhendo-se guardas naci- Ainda hi pouco fizeram elles uma excavacSo
naes de conbancacom accordo do respectivo che- de 16 palmos, que foi presentida a lempo de evi-
te e da autoriuade policial. tar-so a fuga. i
Recommendet a maior vigilancia e cauteia so- J solicitei do governo imperial a necessaria
Dre os presos de crimes graves, sendo remettidos autorisacao afim de fazer remover alguns eon-
para a cadeia da capital ou outra segura, quando demnados para o presidio de Fernando,
nao vessem de entrar em jalgameoto naquelle -^
termo ou quando parecesse arriscada a conser- Vindo-me s raaos ltimamente, com favora-
An 1.1 ?el lnforrai(> thesouraria pravincial, uma
Ao numera total de 8 criminosos que se eva- -
Mu
legislativa" provinciai.-^abendo'-'me a distiocta
honra de achar-me no seio da representarlo pro-
vincial aflm de cumprir o preceito que a lei me
impoe, comecarei dando-vos a grata noticia de
que SS. MM. e Altez.a nao tem soffrido alteraco
na sua preciosissima saude.
Diversos motivos ponderosos moveram-me a
espagar para este mez a abertura da vossa sessao
ordinaria do correte anno. Se para muitos d'en-
tre vs era necessario algum repouso depois das
fadigas da quadra eleiloral, convinha tambem
que a admioistraco da provincia dispozesse de
um periodo mais longo para colher e coordenar
as informacda que devia apreseutar-vos, e algu-
mas das quaes ha poucos dias recebi de difluen-
tes repartios e autoridades publicas. Aos mui-
tos e variados negocios queatnesmo em circums-
lancias normaes sio desobrs para a oceupacao de
um a hornera, aceraseis aioda uma appltcaco
coostante e obrigada para resolver de prompto
as multiplicadas questes que suscita o processo
nuL,m*,!:ainiCOnl0 para ,precl" emergen- ficazmenie ntaiiUiVo com M7mpr7"d6da^o"n
. a regularid.de da cleis|o de vareadores e'iuze. | pJS^f Su^tol ^^gr.
zelo dos agentes subalternos na captura dos cul-
SEGURANQA INDIVIDUAL E DEPROPRIE-
DADE.
A preveng&o e represaao dos delictos sem at-
tender-se posico aocial de cada dellqoente,
oem a quaesquer conveniencias que nao aejam as
da mais rigoroaa justica, tal tem aido aempre um
doa empenhos mais constantes da minha admi-
nistrado.
J houye na provincia uma audacia espantosa
para o crime. O espirito de partido nao racuava
diante da perseguido, da violencia, e at do ho-
micidio. Felizmente a corrupeao a a perveraida-
de foram relrahiodo-se ao passo qne perdiam a
esperance de refugiar-se aombra do patronato.
Entretanto reconheco que a accio mnralia.dftra
do goveroo ainda tem muilo que fazer, e pela
minha parte nao faltn nunca o necessario esfor-
cp para a captura dos culpados. Um individuo
aqu mui saliente vio-se por mim obrigado a ia-
zer-me apresentar um reo pronunciado que se
oceultava em seu eogeuho. A' policia e ma-
gistratura tenho recommendido o mais perseve-
rante escrpulo para nao conientirem que qual-
quer interesse reprovado d apoio eflicaz a crimi-
nosos.
Se ainda existem alguns homisiadoa, nem um
delles se ostenta em face da autoridade escarne-
ceodo da iei impunemente ; e folgo de poder de-
clarar nesta solemne occa.io que uma so vez me
oaofaltou a prestante coadjuvacao doa tres dig-
nos magistrados, que aehando-se i frente da po-
licia durante o espago de onze mezes, me tem ef-
conta do fornecedor d'agua para a cadeia, pare-
ceu-me excessiva a quantidade consumida desse
genero. As informacoes que tratei logo de ob-
ter, confirmaram plenamente o mea juizo. Uma
das cadeias concor- experiencia feita em 4 dias demonstrou que baa-
tavam 4 cargas d'agua por dia, oa impotencia to-
tal de 900 ris, para aatiafazerem as necessidades
dos presos, entretanto que a provincia at ento
pagara 25 potas pequeuos na razo de 80 ris
cada um, alm de mais dous para s caaa da
guarda I
Supprimi toda a despezs sem demore, e do dia
14 de Janeiro em diante eomecou a ser feilo o
foroecimento d'agua gratuitamente pelos presos,
saris destes n'ums cadeia mal segura, quando po- com to diam aer removidos para outra melhor ; e a in- a delles.
dffereoca oa escolha dos guardas nacionaes que E*la medida, que eu j tinha adoptado em 14
na falla de tropa regular ae empregam em vigiar de jueho para o quartel militar, toroei-a exteo
as prisoes, ou coodusir criminosos. *'ra Ptra os demais quarteia, casss de guarda e
Nesle ponto nao deixarei de mencionar o preso repartigdes publicas, onde os presos e africanos
Manoel Antonio de Oliveira, quo, vindo escolla- Hrres foroecem agua e fazem a limpeza diaria
do por um cabo e cinco guardas em meiado do em horas convenientes sem contribuido alguma
da fazenda.
de paz e eleitorea em 27 freguezias de que se
compde esta provincia. Oceorreu tambem a ne-
cessidade de fazer ueste edificio, e especialmente
na coberta, um pouco arruinada, varios melho-
ramentos mais argentes, que pude levar a efieito,
sem todavia conseguir a execugao de outros, pa-
ra os quaes filiaram-me os recursos pecuniarios.
A abundancia das chavas e aa enchentes dos ros,
que toroaram summamente difficeis as visgens
do .erto para esta captol, nao deix.ram de in-
fluir em meu espirito, fazeodo-me nutrir incer-
teza de sa poder reunir aqui o numero sufficiente
de depotsdos para funecionar esta assembla, cu-
jos trabalhos eu leria antecipado ae, alm de cer-
tos motiros j expostos, nao subsislisse antes da
eleigao o rigor da scea e a deficiencia dos di-
nbsiros pblicos, que anda hoje se d para a dea-
peza occasiooada pela vossa reuno.
TRANQUILIDAD! PUBLICA.
A eleicao, queseaba de currer, velo provar
mais uma vez que esta proviocia nao excedida
por neohuma outra em seotimentos de ordem,
assim como de respeito lei e s autoridades!
Se infelizmente deram-se algumas oceurrencias
qne a razo nao justifica, me parece de justica
altribai-las a poucos individuos, que dominados
por motivos que ningoem de boa f considera ge-
nerosos, ainda recorren] ad tursolto e a oulros
meios coodemoaveis, pata lograrem seus inten-
tos, quaodo deviam confiar DaSinstituige. e no
goveroo, prevalecendu-Se dos recufaos-que a ns-
sa legislarlo garante tio llberalments.
Protestou, pm, ci^ntrt'essas'tactos o bm
senio da popal.gio, 'cuja maiorta empeobou-se
ariosamente to grande'pleito eteltoral, taaolen-
pados por furtos de gado v.ccum ecataar.
Delictos de.ia ordem, tio frequentes na provin-
cia, occasion.vam damnosconsidersveis lavou-
ra e cre.co. Depois da lei noviaaima que au-
jeitou ao procedimeoto oBlaial por parte da jusli-
ga oa individuos indicados em taes culpas, mui-
los tem sido presos em flagrante, haveodo porm
retardamenlo na conclusao da-alguns dos respec-
tivos procesaos, porque ss autoridades compe-
tentes luiam com extremas difficuldades na ob-
teoco daa pravas, principalmente a testernunhal.
Mas apez.r da proteegio que Untas vezea acolhe
O delioquente, oppondo oa mais serios embara-
(oa accio da ju.tlg., acredito que os respecti-
vos funeciooarios nao hao.de esmorecer no des-
empenho de sua benfica misso, para e qual
sempze lhes tenho concedido os possiveis au-
xilios.
Disposto a proceder com os recursos do minha
aegao contra aquellea que nao souberem cumprir
os seus devores, nunca deixei de concorrer com
os meios ao meu alcance para dar aos juizes e
agentes de policis a (orea moral de que csreoam
para bem do aervicp publico.
$em uma queiu. cooira qualquer autoridad*):
do interior tem deix.do de ser av.rigu*d.. Aos
juizes de direito recommendeiexprnssaaasnu que
mesmo sem preceder minha exiajencta, tr.os-
mitlusem-roe loferasacdeaiaobre ejnaasquar aato-
rid.dea da comarca, e sobre factoa ou necasaida-
de que exigtssem a intsrrengio do poder idari-
aiatcaUvo.
anno, evadio-se na villa de Campo Graode, oode
lhe tiraram as algemas e correnles para deixa-lo
ir missa e paaselar as ras da villa. Conatou-
me que esses guardas, contra os quaes mandei
proceder, foram aluciados por protectores do
preso, at hoje desconhecidos apezar das averi-
guages iostaotsmsnte ordenadas.
Alguns oulros aconlecimentos de certa gravi-
dade, sobresahiodo entre elles a tirada-de recru-
tas do poder da auloridade na villa de Sant'Anna
do Mallos, exigiram medidaa vigoroaas de repres-
so, que opnortunamente ae adnptaram.
APPREHENSO DE ARMAMENTO.
Para reprimir o uso pernicioso de armas defe-
zas, principalmente na approximacio da quadra
eleitoral, dei as mais terminantes ordens psrs
que as autoridades competeoles fizessem o msior
empenho em tomar e arrecadar lodo o armamen-
to da n.eio que oio svesse destinado ao aer-
vigo da forca publica ou da policia, aasim como
todas aa armas prohibidas que se encoalraasem
em mios de particulares ; sendo logo remeltidas
para esta capital.
Aparakenderam-se o anno paasado 17, pere-
ceado este sesuitado ventajosa comparativamente
ao doa anno. anteriores, em que por falta de cora-
ra onicacoea regulares dos agentes policiaes, nao
ha certeza do numero daa armas aporeheudidas.
AOMINISTRACAO DA JUSTIQ.
Todas as comarcas acham-ae providas de jnizes
de direito. Os promotores da Maioridade e do
Ass ainda nao tomaram posee dos seas cargos,
eodeS. Jos acha-se licenciado. Ainda est
vago o lugar de juiz municipal dos termes do
Principe e Acari.
Por portaras de 17 de dezembro do anno pas-
sado declarei oe lermos de M.co e Campo Grao-
de em circumstancia. de lar foro civil.
Comprehendeodo a cmara da capital 4 termos,
a da Maioridade outros tantos e a do As 5,
exisliado apenas um juiz municipal lettrado em
cada ama destas duaa, fcil de reconhecer quo
inlstr.gio da jusliea oio poda deixar de
Como este, muitos ramos de despeza podiam
ter aido corlados sem inconveniente para o ser-
vigo publico. A agua precisa para a guarda do
palacio, quarteiae collegio de educandos era tor-
neada i cusa da proviocia, havendo presos e
africanos lieres, que foram depois por ordem mi-
nha, em pregados oesse ser vigo, que em psrte
sempre devera ter corrido por conla do cofre
geral.
EUvOluou-M o apto pastado a captura d* 4
a adasi
soffrer graves embaragos, apezar de um lelo per-
severante da pane dos magistrado, que nao co-
dera cm toda a vaoltgera acudir is necesidades
do aervicp publico em lauto, pontos diversos,
que nao ficam a pequen, distancia, um dos ou-
lros.
A diaria de 240 ria que recebia cada preso po-
bre ficou reduzida desde 13 de (evereiro a 120
ris para os que exercessem officios mchameos
de que auferissem lucros na cadeia e a 200 ris
para os que nao podessem applicar-se a algum
trabalho compativel com as condignas em que se
adrase.
As qoantias mais diminutas se reduzio o foroe-
cimento em pocas que nio sio remotas, e que
nao sei se offereciam lodos os embaragos finan-
ceiros da presente.
A' exiguidade das diarias que fue accreece ama
circumttaocia qne deve ser devdsmente aprecia-
da. Recabendo-as em dioheiro, conforme a pra-
tica e.tabeleeid., costumam os presos a applica-
la. su.tentacio de vicios, reserrsndo uma pe-
que partena para a nutricio indispensavel. Trato
de ensaier o foroecimento em rsc,oes por meio
de arrematsci, e nio dnvidarei adoptar esta
providencia ae reconhecer que ella melhora a
condigao dos mesmos presos com vsntagem para
a fazenda pnblca.
CADEIAS DIVERSAS.
Alm da cadeia da capital, tem a provincia
mais 11 prtsoee, das qu.es:
A da povoacio de Bxtremoz, que meags. reina,
foi concertada, maa carece ainda de reparo, para
maior eegecanga dos presos.
A da cidade de S. Jos, sendo bastante clara,
eepacoM e arejada, reame aa nece..arias condi-
epes de salubridade, e pode conler multo maior
numero de preses do que e existente all presen-
temente. Concertado, ha pouco tempe, aquelle
aditicio offerece accommedacpe. parlese* da
cmara e aala livre no pavimento saperlor, tendo
boas reperlimeotos na pavimento tetrao, oode
os homens aatio separados des nraiheres os
criminosos dos simplesmevjte detento., que con-
serva-se n'uma aaU destinada para -quartel.
A da povoecau de Flor, sm ser inferior em so-
lidez eaccommedacoe. cadeia de S. Jos, ne-
Ces.Ua da anoto e de reparo.
A da cidade do As4, coosistin d; pMimento tarree da ca da amara, precisa
io ad de pequeos reparo a h*m da aalabrlda-
>
Se ao homem nao dado antecipar os ioeacru-
laveis designios da providencia, so menos mui-
las vezes como que lem uma intuigio delles; e
aasim atem-se uma esperanga que, diaa mais,
das manos, elle a v florir no campo da realia-
gao.
Nio iato principios abstractos, que nio te-
chara ulra molde, que nio assumam urna forma,
que nao tenham uma realidade ootologica final-
mente.
Com effeito, desde 1854 que presentimos a rea-
lisagao da exposicao dos productos ds oossa in-
dustria e arte; e desde ento estes nossos dse-
los tara si lo constantemente manifestados neate
Otario. Se pola nao eotecipimos o momento da
sua fecuodagio, com tudo previme-la como uma
pecestidade, que deveria aer satlsfeita.como ef-
lecuvareote o foi pela expo.igo agricola-arli.ti-
co-indu;stn.I das cinco provincias ; a qual tendo
eomecpi no dia 16, termioou no dia 22 do cor-
rente mez.
Aind uma vez poia denm pravas os pernsm-
bucano, os alagoaonos, os parahibaoos, os rio-
grandenses e os ce.reoses do quinto anhelam a
elevaga da patria commum. a trra da Santa
Cruz, apar das osedes mais cultas. Ainda urna
ez o Brasil em suas difforeotes partes compo-
nentes osteotou o espirito governista, espirito
eminentemente creador, de que o poder supre-
mo de v utilisar-se em prol das acuidades so-
ciaes, dendo-Ihe o impulso vivificador de que
crece o p.iz.
E disto se vsi compenetrando o governo, quan-
do toma a iniciativa de actos de taoto alcance :
e o coocurso eloquente prestado ao aeu appallo
pela populagio, um indicio vehemente e irre-
cusavel para popularid.de de taes id.s ou con-
cepgoes, quaodo descem pratica e dio laea
fructoe, que revelam um fundo, principio ou
gormen sympalhico entre a idea e a reapectiva
adopgao.
Bem que em espago mui exiguo, bem que-sem
tempo sufficienle para a apresentago de grandes
productea quaoto ao inveoto e 4 consequeote
el.bor.cao, com ludo os esforcos col lee ti vos das
provincias expositores foram curoado. de xito,
sen Jo os seos producios apreciados devidamenle
por pessoas entendidas, que uma voz se mos-
trara satiafeitas i'om o que se etpoz nesta provin-
cia, e epm o que temos noticiado a respeito de
oulras.
A nonas populegao acquieacendo aoa nossos
pedidos sltendendo sos nossos reclamos, econ-
correndo pera qne o oome da patria comum seja
elevado nos paizes cuitse o sen patriotismo fa-
vorarelmente aquilatado, tornou -se credora dos
nossos agradec montos, que ora lhe rendemos
.ob o. merecido, elogios pela presas que houve
oa remeaaa de seus productos, tendo nisio dis-
tincgaoaa seohor.s, cojos trabalhos mais abfi-
lhantaram a ciposigao.
Nao meos credora de elogios a mesma 00-
pulvoao pelo espirito de ordem que nalla predo-
mioou duraote os sete diss de visita fxjoaicio.
No meio de pessoas de todas ss idadea e de todos
oa sexos, entre individuos de todas as condiges
o de educaco variada, sempre raloou a urb.ni-
dada propria da indole do brasiteiro. sempre
gua"lg te devide, apezar do numeroso eoneurso de vi-
sitante.
A provincia que, por um feliz acaso, vio, que
justa mete 00 dia em que a igreja solemoisa a *
resta da insigne artista, a Virgen Santa Cecilia i
V laTa**^?0'? i OOTerBr'o da chegada de
s>. mm. II. seu tolo; que justimente nesse
mesmo terminen a sua tests artistico-tndostrial.
**?" ai,,'aadeeleel gratidio para com J"
0 Kim. Sr. presidente da provincia e p.ra com ar
painotica commissao pelos esforcos empregado..
peloH obstculo, vencidos, pela silisfacio tnalT
menta i expectativa publica. E se nao ha pata
vras bastantes para compons.g.o desees servico,
o futuro lh o pagar, ligando teas oome easa
quadra de ioiciagio de progressos psrs pai.
A historia nio aera omisas nieto, porque ha
uma aseociaoie de ideae ama afloidede til, que
a expoaigio euppoe os seos promolore, cejos no-
leri aasim de perpetuar.
PERNVNBttCO.
Hpuve e anno paseado 13 senos, do jury nos
difiranles termos di previnoi. Durinte aquelle
Baftpo aao famecMOoo o tribunal, do termo de
IdatpaaV nenhum dos ostros tiveram lugar
as oulras soasse qne le prewrave. De con-
lormid.de com as ordens imperi.e. teaho recom-
para qne se prooeds raigal rmente su Irae.lhes reparMmentoqa sep.rs as' passc.s d-dl do, se-
dof ais r REVISTA DIARIA ,
quii, e ultims isla conllnha quasi que. ex-
clusivamente producto, do solo, pertencautu 3s
ciaor provincias expotor.s.
Anostra de anotares de varias qutlirjades e
em iltaerentei atados; uma tarie^agoVgraadieaa,
de lidjirtne; diBorentea especies de cafir;' /arinhe
o gc-mmas diversa; raizas de mauaieca. p de
ad, de proporc>M .i^Miejca, vidaj de
Vajnkndo aquella, e de Nazareth esta ; acarnau-
Mrdem suaa triota e tantas manite.lagrs; Uto
e O mais que 0S0 podemos individuar agora for-
mavkm um belissimo moiico oom as mus, que
ptoiraatM oteot(Tim seuirico borutftt, cob q
llllUIDnPln lUPnDDtT I.
aSIMBMBa
sMMaaai


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ff flflfflifTftl
II
--------
m\ \ W. #1*1 r .. y > v

MARIO 61 ri&UHBOOO* te SGUNDa FBJA .15. jM NOVEMBRO 51 1861;
4 9-
'
aabio colorido da fabrica do Sr. Mello Santos,
com urna variedade de ridroa, j da aguas ma-
riicina*s, j 'de bebidas llcbolicss. com essas mil
uuas finalmente al* exsteetes, que nao pede
a lerubranca conservar.
A orle cermica eslava devidasaeeta oopreeaa-
uaa nesta sala. Os vasos vidrados da fabrica do
Sd^"*de Mor*** 6nes Ferreira sao bellos,
OOJ-aoaJsdos e perfettoa; as Jarra e outro
ees meno'res nao deixam tambem nada a de-
sojar.
O apparelho de cha fabricado por essa sorda-
ad, que mora dos proximidades do Ico. pro-
vincia do Cetra, superior ho que -pensramos.
A obra de urna perfeigo Dolave, quer quao
te a turma das pegas, quer quanto ao bruido
a vecOrtea das mesmas, nao sendo menos uota-
*cl esea cor de caf torrado, que ella daao barro
eoi que trabalha.
jo hapeo oaaeuro surrado sertartejs atlra-
hia devidameote a attengo. Imitava o do fel-
Ito ou alias o de lontra pelo sedoso, que fdra
dado ao couro.
Igualmente prenda a attengo urna rede de pes-
car eita da macahibeira, sendo para cousigoar-
se tambem as differeoles las, linbos e sedas ob-
tidas de productos.vegetaes ; e entre eslaa ulti-
mas admiramos a de que suscepllvel o abacaxi
nas olhii. que coroam a fru'cta.
De um brilho e alvura deslumbrante, o lio po-
rm mais fino que seja tem urna consisteacia tal
arue nao se u parte fcilmente, l'ode ser urna
cultura dupla em resultado, de que possamos nao
uaito fonge tirar fructos vsntajosos.
Os productos da arte de selleiro enviados, quer
peta arsenal de guerra, quer pela associaco res-
pectiva, sustentaran) a reputagao que esta arte
tere adquirido entre dos pela pericia dos seus
rustas. Nao indlvidualissmos oenhum, porque
xodoa estavam muitisaimo bem feitos. Em nada
rnenos aos estrangeiros, seno melhores, imi-
tava no trabalho perfeilamente ao joglez, at
aaaborraioas ioteirigas.
Jiao admiramos este efteito, porque sabemos
1'ie est mui.i adiantads enlre nos esta arte,
bem como a dos sapaleiros. Estes, porm, nao
quierarn dar urna copia de si ; e oenhum pro-
meto averia na Etooi*r 0:0 Araej- tntfl
*MMra so patos borzegmns, quo podem rivali-
sar com os francezes. sob qualquer ponto de apre-
ciarlo. Todava, desta cidade exista nm par de
borzeguim de selim de perfeigo completa: era
-trabalho de ama fabrica da Ba-Vista.
Aleo disto, flzeram sobresabir a nossa Exposi-
<;o as machinas de lavagera de roupa, as bom-
bas de apagar incendio, gaidas da ofBcioa dos
-Sra Villaga Irmo & Andrade, e mis que ludo
fia mechauica o piano lachygraphico do Rvm.
Sr. padre Azevedo, cujas experiencias derara os
oasis fetrzes resultados.
Este so producto origioado da nossa Exposigo,
seria mais que bastante para celebrisa-ls e carac-
terisa-la de eminentemente productiva, cora in-
Jieagio da forga do engenho e da aptido do bra-
aiieiro.
O piano tachygraphico do Sr. padre 'Azevedo,
qae ha de igurar na Exposigo de Londres, e
que all dar urna copia brilhante do Brasil, tem
tima importancia no dominio da arte e nas exi-
gencias da prstica, tal qual a do vapor sobro a
torga iudjTidual.
Como j tivemos occasio de dize-lo, adia-
se o corredor em segnimeoto da 4' e 3" sala oc-
cupado por varias pegas de madeira indgena,
alm de canuas em vegetago, urna taqaara ou
oamb de grandes dimensoes, lijlos empregados
as obras da va frrea forma ingleza.etc, etc.
Mas o que sobretudo altrahe ahi a attengo, pelo
interseque a empreza da limpe/a da cidade
inspira, sao os quatro apparelhos exposlos por
Mr. Cambronne.
O primeiro um apparelho de balango com du-
pla vlvula, bomba e reservalorio interno. Este
apparelho parece destinado s casas que por sua
situaco podem ter um escoameolo directo de
-suas immuudicias.
O seguodo um apparelho separador inodoro,
de i" classe, rom bomba e reservalorio interior.
JieparaiBos que o escoameulo dos lquidos ope-
rava-se instanlaoeamente, e que o systema deve
ser perfeilamente inodoro, em consequencia da
porco d'agua quehasempre na vlvula.
O terceiro um apparelho que parece destina-
do aos edicios e as la ninas pub icas E' elle mui
siropies, sem embargo de ser mui engenhoso
lambom ; porquanlo scha-so ao abrigo de qual- !
quer damnifkagao voluntaria ou de roalevolen-!
ia. Sao dous systemas de redouga ou balango ;'
um que faz abrir urna especie de colher, quando
acha-se a pessoa na lalrioa, e oulro que faz abrir
igualmente a vlvula da agua, quando relira-ae.
O quartu 6mfim um apparelho separador ino-
doro de 3a classe. Seu systema idntico aquel-
la da Ia classe, do qual uiffere aomeole pela bel-
leza e pela forma da caixa, bem como pela in-
existencia do reservalorio e bomba. Sua ioodoro-
sidade porem obtem-se perfeilamente por meio
de qualquer vaso, que pode ler-ae periodo ap-
varelho, e que permille, depois do seu uso, que
ae derrame a porgo d'agua necessaris, para que
a vlvula esleja sempre cheia.
Observamos que todos os mecanismos dos dif-
fereoles systemas expoatos por Mr. Cambronne
-ubram exteroameote, o que nao libamos anda
visto, oifferindo oisto dos primeiros apparelhos
que elle ha fornecido. E' um melhorameoto con-
stderavel, que subtrahe o mecanismo s aegoes
corrosivas da oxydogo, que dava-se quaudo
brava o mesmo no interior do apparelho ; e por
conseguinte islo um garante de urna durago
muito niais prolongada.
Felicitamos a Mr. Cambronne por essas roe-
lhoraineotos, que iniroduz em sua empreza por
meio desses apparelhos aperfeigoados.
Muilas produeges ler-nos-ho escapado nesta
desccipgao analylica ; pedimos pois desculpa, vis-
to que nao islo intencional, mas sim perceden-
le de nao ser possivel abranger ludo nella.
Tendo no dia 18 deixado o major Felippe
Duarte l'oreira o commaodo da fortaleza do Brum,
tai elle assumido pelo lente Francisco de Paula
S Peixoio.
r- No dia 23 comegaram os trabalhos do jury,
verifleando-se eoto a existencia de numero legal
de juizes do fado.
Sabbado le?6 lugar a primeira visita do Sr.
Dr. chefe de polica casa de detengao, tondo
principio s 9 horas da manb&a, coocluindo-a s
4 da tarda.
O Sr. Dr. chefe de polica, ourio a todos os
presos, procurando saber de suaa necessidades,
visitandu todas as cellulas, enfermaras, casa da
arrec*dCo dos genero, examinndolos escru-
pulosamente, e dando nesta occasio ordem ao
Sr. administrador para racionar aquellea presos
que julgasse mais orcesailadoa. '
Remeltem-nos o seguiote :
a Nao podemos deixar de agradacermos ao Sr.
.subdelegado do segundo districlo da freguezia da
Boa-Vista o grande beneficio que nos prodigali-
aou nomeando o Sr. Jos Beroardioo de Vascon-
celos Coimbra, mogo recommeodado por suas
boas qualidades, para inspector da ra de Joo
Fernandes Vieira. Mas como recoohecemos que
para o Sr. VasconcVJs bem cumprir seus deve-
les, e moralisar o seu quarteirao lula com grande
difficuldade, de nao ter de prompto forca para
coagir e prender aos turbulentos, como se faz
mister, rogamos ao Sr. subdelegado que, altan-
leno a ndole das pessoas, que morara oas pe-
queas casis situadas oeste quarteirao, em que
anda o governo nao se diguou da mandar eolto-
car siguas lampees de gaz, para facilitar a acgo
da polica, se digne de maudar por disposlgao
do referido inspector urna ronda de quatro pragas
pelo menos, para o m indicado.
a Assiai prereoir-se-ho muitos actos crimi-
nosos ; e, lirada a occasio, nao ha ladro, ae-
guodo o proverbio amigo.
A capella eits da azas de besouro, que fax
parle da exposigo, e de que tratamos em nossa
evisia de sabbado, foi trabalho da Sr.a eeunha-
das do Sr. Io lente da armada os Avelioo da
Silva Jacquet, as Exms. Sr." DI) Margarida Eu-
cenia Wandetley Jaequas, Mua efarisa Luis
Wanderl"y, Mana Augusta Lins Wanderley e Ao-
na Cvndida l.ins Wanderley, e Dio como sabio
por erro devrdo ao copista o origiaal mandado
para a iyrMHup4la.-
-HRTAlIDE-DO BU 23 :
Eugenio La.jJ*rls, 41 asaos,asado, Boa-
Vista ; hjdapttlcardio.
fiio, Pornambuco, 10 .dja. Santo Anlonlo 1.0a-
pasmo.
p*ti6a, eendo : 13 hraens, 8 mulheres rflu
-prfoi, lirrw ;-6 mulberes e 4 parfulos. bj-
os Srs. desembargadores Gilirana,
CHRONICI JUUICURIJ..
TRIBUNAL DA RELAQA0
SESSAO EM 23 DE NOVEMBRO DE 1861.
PRESIDENCIA. DO BIS. SR. CORSBLHKIRO ERMEL1N0
DELBAO.
As lOhoraa manhaa, achando-sepresen-
tes os Srs. desentaargadores Gaetano Santiago,
Silvelra, Gilirana, Loureogo Sanliaso, Molla, Pe-
retti. Desda Cavalcanli, e Assis, faltando o Sr.
deseas bargador Guerra, procurador da corda, foi
aberla s sesais.
Pausados oa feitos e entregues oa distribui-
do., procedea-seaos seguinles
JULGAMBNTOS.
AGGRAVO DS PETigO.
Aggravante, o bachatel Jos Rodrigues do Pas-
80 : aggravado, o juizo.
Relator p Sr. Jlesembrgador Asis.
Sorteados os Srs. desembargidores Gitirana
e Ucha Cavaleanu. *
Negou-se provimento.
bctJrsos crimbs.
Recorreole, o Jaizo : recorrido, Maooel Pires
Campello Jaeome da Gama.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Srs. desembargadores Assis e
Gaetano Santiago e Gilirana.
Improcedente.
Recorreole, o juizo ; recorrido, Antonio Vc-
tor de S Brrelo e outro.
Relalor o Sr. desembargador Assis.
Sorleados^s Srs. desembargadores Lourenro
Santiago, MWta e Gitirana.
Improcedente.
MABEAS-COllPLS.
Foi proposla a peligao de habeas-corpus, de
Joo de Sazes. e foi concedida para o dia 26 do
correle, s 11 horas do dia, oavidas as autori-
dades.
APPELLAgES CRIMES.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Gomes
da Silra.
Improcedente.
Appellante, ojuio; appellado. Manoel Anto-
nio Teixelra.
A' novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Fran-
cisco Rodrigues.
A novo jury.
Appellante, o promotor; appellado, Maooel
Francisco Leile.
Improcedente.
Appellanle, Joo Lopes Baptista ; appellado,
o juiro. .
Improcedente.
APPELLAGES CITBIS.
Appellante, padro Jos Aulooio dos Santos
Lessa ; appellado, Jos Pinto de Magalhes.
Confirmada a seutenca.
* Appellante, Antonio Ricardo do Reg ; appel-
lado, Manoel Gongalves Ferreira e Silva.
Cooflrmou-se a sentenca.
REVISTA CIVEL.
Recorrente, Francisco Alves Monteiro ; recor-
rida, D. Marianna Monteiro.
Relator o Sr. desembargador Ucha Caval-
canli.
Sorteados
e Perelti.
Julgou-se a favor do recorreole.
DESIGNACAO DB DIA.
Assignou-se dia para julgamentodasseguintes
appellages civeis :
Appellante, Andr Ferreira de Mallos ; appel-
lado, Domingos Francisco Cavalcanli.
Appellante, Jos Joaquim Pereira ; appellado,
Manoel Ferreira Ramo*.
Appellante, Joo Luiz Vianoa ; appellado, Ma-
ooel Lopes da Silva.
Appellante, Rozendo Francisco de Ollveira :
appelhdos, os libertos Maooel e Antonio.
Appellante, Joaquim Francisco Duarle ; appel
lado, Joao Piolo de Menooga. *
Appellante, o juizo ; ap'pellados, Oliveira &
Irmaos. -
As appellaces crimes :
Appellaue, o juizo ; appellado, Vicenle Fer-
reira Limi.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Cyria-
co de Moraes.
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos, escravo.
DisrniBLinES.
Ao Sr. desembargador Caetano Sautiago, o
recurso crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Aureliano de
Paula Das.
O aggravo de peticao :
Aggravante, Francisco Manoel de Siqueira ; ag-
gravado, o juic ,
As appellaces crimes :
Appellanle, ojuio ; appellado, Jos Rodrigues
Coala.
Ao Sr. desembargador Silveira. o recurso
crime:
Recrreme, o juizo; recorrido, Ignacio Candi-
do Grandes.
O oggravo de petico :
Aggravaoie, Joo Casemiro da Silva Machado;
aggravado, o juize.
As appellages crimes :
Appellante, Argemiro Menles Gnimares ; ap-
pellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Gitirana, os aggravos de
peligao :
Aggravante, Jos Rodrigues do Pasto ; aggra-
vado, o juizo.
O recurso crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Candi-
do de Oliveira.
A appellages crimes :
Appellante, o juizo; appellado, Jos Roberto
de Santa Anna.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, o
recurso crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Antonio Das
Caoossa.
O aggravo de peligao :
Aggravante, Domingos Marques Guimarles ;
aggravado, o juizo.
As appellages crimes :
Appellante, Jos Gabriel da Costa
o juizo.
Ao Sr. desembargador Molla, os recursos
crimes :
Recorreole, o juizo; recorrilo, Leonardo Fran-
cisco Pereira Pioto.
As appellages crimes:
Appellante, o juizo : appellado, Anni Francis-
ca das Mercez.
Ao Sr. desembargador Peretli, is appellaces
cimes :
Appellante, o jojzo ; appellado, Pedro Leopol-
dino Marques.
Ao Sr. desembargador Ucha Cavalcanli, as
appellaces civeis :
Appellante, Roque Ferreira da Costa ; appel-
lado, Antonio Joaquim de Figoeiredo.
Nao se jnlgaram feitos da fazenda pela falta do
Sr. desembargador procurador da cora.
A' \){ horas da larde encerrou-se a setsio.
llMaflfal
un
*t
11

appellado,
Communicados.
Cf*0t.
?at
Longa foi a interrupglo. nao por ocio, mas por
exclusivo trabalho do 4o tomo das Biografas que
est prompto para 400 paginas, em nada mais
feo, e desprezivel que os eolerioras, ae nao de
ascendente importancia, e iotereue : enlrar ao
prelo se a Assembli Legislativa iroviocial for
anda tao frivola, e prodiga, que rerale i mala
eate reprehensivel desperdicio. Agora conclui-
remos a nossa resposta ao aenber doutor Tbe-
berge sobre a naturalidade do Commendador D.
Antonio Filippe CamarSo.
Nos dous Communicadot antecedentes des-
zemos a falsa creoea, quo o seahor Taenrge
procurava impor-nos de ser o dito Commendador
mturai da Provincia do Sear (I): vejamos a-
gora quaes sao os Escriptores precedentes, que
assim o dissero mal-
ees quaes o seohor
crdito que merecem
prevalecer os que nos Iransmitirao ser aqoelle
Hroe ascido oa Provincia da Parnambuco. Co-
meoemos-.do mais moderno ate o mais antigo,
de que nos recordantes.
O seohor Francisco Adolfo da Vamhagem na
uorxmGtral a Brat diz pac. 362 do tora.
Io, Ullanaa de O, AetsMa FilippaCimaro :
EtU Indio aelaira era //o do Cear, t fora
dato iruiido.eom todow brtvoidatua scotta,
patoeopsiaa Martim Soar$$, tpmm tne Motieia
aV jwifo de Pcrnambuco. Mas o sentar Var-
ahagem he um Esenpier da boj, nao vio'o
que diz.nem diz quem Ih'o disio, chou ; e se a razio de lar viodo D. AjUoso Fi-
tippe-Camario do Sear co iS^^^
penas leve noticia do petigo Jf PeroanibtCQ*
como elle nos diz, he a quo lhe ormou a cbo-
viego dessa naluralidade i essa vlnda do Sear
anda quaudo verdadeira, no prdvarta o I
melo no mesmo Sear ; quanto mais tn* esas
vinda do Sear he falsa, he urna pura illusio d
senhor Varohagem ; Deohuin Escriplor [absolu-
lamante odizemoa) neta par Indicies 4aua aa-
(rever aemelhanle novidade ; e pelo contrario os
Historiadores sao coacordes en apreseolar a D
Aoteeio Filippe Caera* erapregado em Per-
nambuoopor Hothias aa Aieuquerque, a quem
viiluourio se apresentou aaaaaervlr, uno an-
tes da ebegada de Martirn Scsrea do Sears. Ve-
jao-ae Brito freir, oVedre Maooel Calado, Frai
Rafael de Jezus, e especialmente Duarle de Al-
buquerquo nas Memwidt diarias da guerra do
Brasil. O testemunho desle eos basta.
Neslas J/emofiasarla (tradurgo dos'seoho-
res doutore* Mallo Moraes, "eAchroirj pag. tt
lemos o seguinte :
a 1630. FEVERfcIRO 16. Desta msnei-
ra eocdntrou o oosso general o inimigo
em 16 de Fevereico pelas sete horas da
macha, quando chegou ao Rio Doce.
pela margem do sal, que he o lado da
villa, onde chegou o capillo Arfare Pe-
reira Tonudo, com a sua gente, a qual,
com a que agora cooduzia o general, fa-
zia o numero de trezenlos e ciocoeota
Infantes, e cem cavados, com tres'capi-
lea, Francisco Bezerra, Filippe Paes,
Joo Guedes Alcanforado. Havia mais
algans denlos lo dios com o seo prin-
cipal que os goveroava, Antonio Filip-
pe Camaro, e por leus interpretes Joao
Mendes Flores, e Antonio Pereira.
E pag. 30 t le :
1631. JUNHO. Nos princilios do Ju-
nho chegou ao Ral, com svecorro de
Sear o capilao Martim SoaresMoreoa,
do habito de Santiago (depon Meslre
de Campo) que foi o primeiro que por
Bl-Rei estere na que! la fraeo Kag,
por sua ordem vinha agora serW na
oerra de Peroambuco, trazendo tguus
Iodios, e poucos soldados.
Como eato? Em 15 de Pevereiro de 1630 ja
IJ. Antonio Filippe Camaro eslava slrvindo em
Ieroambuco.com os-lodios da sna jaisdiego ;
e em Junho de 1631 he que veio do Searxom
Manim Soares Moreno entre os do setcorro que
este de la Irouxe ? Nao pode ser mais tvidente a
llu^ao do seohor Varnhagem. Marim Soares
Moreno so veio a Peroambuco, depoH ae inva-
dido estej pelos Hallaodexes, em cirnprimento
da ordem Regia expedida depois da certeza da
invaso ; antes desla vinda nao coose que de la
Dzesse oulra ; ella seria um erro, uoa infraego
dos deveres prescriptos do seu coomando do
Preaido do Sear, Mas que a diese, isto nao
proya que com elle viesse do Sear i>. Antonio
Fiilippe Camareo.e menos qneeste la lascesse. A
autoridido por tanto do seohor Varihagem* he
fantaslica, e advinhadera ; nada conclse. E quan-
do mesrao seja urna injasliga o qualiica-la as-
sim concedeodo-lhe alias ama baze m Corogra-
fia do Brasil, veremos adisote, que nao pro-
cedendo esta, em todo caso o vol lo seohor
Varohagem he nenhum.
Siga-se o meo Amigo, o Exm. Sr. Basilio Qua-
resma Torreo, que no sea Tratado de Geogra-
fa umvertal descrevendo a Villa Vigo. da Pro-
vincia do Sear. diz: He celebre-tita Villa por
dar o berco a D. Antonio Filippe Canario.
Ped pela imprensa a este meo Amgi, que me
nzesse o favor da declararr 1# em virtuts de que
documentos, ou de quaesquer outras trovas, nu
fundamentos, elle imprimi ser D Antonio Filip-
pe Camaro natural da Villa Vigosa, naoroviBcia
do Sear ; 2o, se depois de me fazer a hiora, que
anda podia-lhe de ler quinto escreri i respeilo
00 2 lomo das Biografa, anda aeiedita.ou
suppoem que aquelle immortal Iodigeo do Bra-
sil nasceu na Villa Vigosa da Provincia lo Sear,
e nao oa Provincia de Peroambuco. Elle me
respoodeo tambem pela impreosa, e coa a rapi-
dez a que se nao devia alias rendar. [Correio
mercantil de 26 de Janeiro de 1860) eis tex-
tualmeols o essencial de sue resposta.
D-se V. ao trabalho de coosultai a Coro-
graphia do reino do Brasil, por um piesbvtero
secular, 1 edigo 2 val. pag. 23* a 233, ou 2a
edigao (de Laemmeri) 2o vol. pag. 206. e 16 a-
chara D. Antooio Filippe Carnario oruodo da
Villa Vigosa, provincia do Cear. Ahi est o dic-
cionario goographico de Mr. Milliet Ce Saiol-
Adolphe que 00 artigo Villa Vteosa, 2 vol. s
pags.769 a 770, depois da descripgo da villa
accreaceoa : < A estrada de Oryrts pasta por
eala villa, que a patria do celebre' Camaro.
que commaodava a vanguarda do exemto Per-
narubucaoo, enviado contra os Hoilahderes.
Alm disto, do tomo 3vs pagt. 88 e seguin-
les da Oorographia Histrica do Dr. Mello Mo-
raes, l-se acerca de D. Antonio Filippe Cama-
rao urna exposigo circumslanciada da vida, bap-
tismo e casamento (celebrado em 1612) e mais
particubridades deste hroe, antes mesmode ser
conhecido. por seu valor nas guerras dos bollan-
dezes; trabalho este foreciio pela chronica
(maouscriplo) do padre Francisco Pinto, offere-
cida pelo padre Jos de Moraes. ambos da Com-
panhia de Jeiut; onde, por iocidoote, tratando
dos trabalhos o morle do. servo de Deus, Fran-
cisco Piolo, que fora o primeiro miasiooarlo dos
indios de Jaguarybe vm mencionadas as parti-
cularidades e relacoes intimas que Uve aquello
padre com o indio Camaro.
AndaLmais,uo 'orno 11 (2 serie) pag. 387 o
'. Norberto memoro do Instituto Histrico e
Oeogrsahico Brasileiro na biographia de D. Clara
Filippa Camaro, diz : que a esposa daquelle
grande hornero, era oriunda dos Carijs, em um
lugar onde os jesutas fuodro urna misso.
Ura todo o mundo sabe que os Carijs, urna das
tribus dos Polyguars, babilro as margeos do
Jaguarybe; que este rio, leodo origem a serra
i ? i8t8' fra8men"> do Ciriry. baoha as
abas do Hibyspaba, e depois de um curso de 120
egnas mais ou menos, laoga-sa do ocano, tres
leguas abaixo do Arscaly. Nao pois, crivel
que, sendo D. Antonio Filippe Camaro descen-
dente de urna das tribus que habitavao Peroam-
buco, fosse buscar esposa em oulra tribu to dis-
tante da sua e oas faldas do Hibyrapaba.
Emflm Bernardo Pereira de Berredo, oa sua
Chronica da provincia do Maraoho, falla muitas
vezes em referencia no indio Camaro, como
de um vzinho poderoso o chefe de um grande
povo.
Quanlo ao psdre Maooel Gallado, no Valeroso-
Lucideoo, com cuja opioio V. se cooformou,
permitta-me que lbe diga, que o dito padre li-
mita-se em dizerque D, Antooio Filippe Cama-
rao natural da capitana de Peroambaco
que a capitana dita de Pernambuco abrangia
naquelle tempo todo o territorio que se acha
compreheodido desde s margem esquerda do Rio
de S. Francisco al o lugar denominado Granja,
extrema-norte da provincia do Cear.
A' vista pois das citages cima, inclioo-me a
crer que o here em questij natural da Sorra
de Ilibyapaba em um terreno onde foi fondada a
Villa Vigosa, provincia do Cear.
Nao obstante, porm a que hei dito, sa V. pos-
sue dadoa mais solidos que oo os do padre Cal-
lado, eu estou prompto a curxar-ata diente da
sua opiniio, a qual sempre respeitei, a boro.
Etootla coman jutlement on ecrii ihutoire ;
lato he, sem que setenas lido, o ponderado todos
os Escriplores; preoecupado do que urna vez se
escreveo ; imaginando um fado que nunca exis-
ti, islo be, eeuter a Capitana de-Bernmbuco o
territorio deale, da Itamarac, Parahiba, Rio
Grande a Sear ; despresando oa Escriptores coo-
Umporaoeos do fasta controvertido, a que foro
igaaloteote testemenhas ocalares, claros e posi-
tivoa. e adoptando ea aajeo*. e iacoogruentef, de
seculos posteriores!
Ora est valo pela raspas*! do meo Ilustre
Amigo que elle para na sua Oerafia dizer, que a
' Vigosa da Proveia do Seaf deo o barco a
Sr.
ebegoq o CRsCkJo, que havia muitos das, que
marcnj^^^^Hra desde o Rio Grande ; e quei-
pSque hia to prostradodo camiobo,
PAntinua-lo, leve licenga para ti-
ca con sed irmo o principal Jacauna, aquelle
grande mijo do caitao Martim Soares; mas
nao bastavo as recommeodsfiej deslas Leis me-
moriaspara qua elle concorraaie para a exped-
cao eom asis de viole Indios, gevernados par um
limo seu.Eis ahi lado quanto diz Berredo de
Camaro. Has camaro he D. Aatania Filipp-
Caeaaro ? A lgica responde, que se oso proa
vaaa qae nessa apoca bou ve asa aa Camaro, ou
que dizer Camaro he'dizer D. Antonio Filippe
Camaro, epor oulrot termos, qto C he a sesma
cousa que A. B. C, insistir aa contrario he coa-
tinuar puerilmente a escrever o'agea.
Ayres do Casal, sim, diz claramente, deaere-
vendo a Villa-Vigosa : He patria de D. Antonio
Fitippe Camaro. Has Ayres do Casal o disee: e
est dito ? Frei Manoel Calado tambem antes o
disse : e nao vale? Frei Rafael de Jess Igual-
mente o declarou ; em sentido contrario ambos,
eat entendid i : e eatio? Dous contra um ; dous
que virio, e communicaro os que viro ; a um
que aurge 174 anoos depois impoudo-nos ao com
a sua palavra nua o que oo *io, nam maguera
lhe afiangou ter visto. He admirarel entre nos a
grei de adivinhos histricos, que desde ha muito
nos espaoto I He muito preciosa a Corografa
Brasilica do Padre Maooel Ayres do Casal, e o
Brasil lhe deve oteros gratido ; maa elle oo he
isenio dos errot, e inexactides, a que taormeote
o tnduziro as ioformages de remotas localida-
des, na melhor boa fe, concedemos, maa sem s
ioditpensavel critica. Elle escreveo mais de se-
cuto e meio depois que dous Historiadores con-
temporneos do D. Antonio Filippe Camaro, o Pa-
dre Manoel Calado, e Frei Rafael de Jeaus, o de-
clararo nascido Da Provincia de Peroambuco,
oomo adenle veremos. Em que proras pois se
fundou Ayres do Casal para dogmtico impor-
nos, pelo contrario, qussi dous seculos depois, a
novidade do naacimonio (do famosa Indi ge u a na
Vigosa da Provincia do Ceari? Ou elle lave
Villa
primeiro que a acceitasse a mandou examinar.
Vejo-se aa dedicatorias.
To singulares penhores da verdsde Beata His-
toria, e no Valeroto Lucideno nada vateni, e os
devemos desprezar ? Eslava acaso Ayres do Ca-
sal oas mesmas circunstancias, e tere iguaes
proras para o que, em contrario a satis Histo-
riadores, escreven quasi dous scalos depois ?
Abr o Cariolo Lutitano, edigio de P.iris, a
a pag. 423 acharis repetida a carta de Haari-
qae Das em respest* aos Hollandezes, por outros
termos sim, mas enlre estes lereie o dizer Hea-
rique Das de ai. a de D. Antonio Filippe Cama-
ro : Fallamos obediencia que nos oceupava
no sertao da Bahia,*Vor nao faliareaea s ebriga-
ees da Patria, respeilaodo primeiro m lea da
naturtza, que aa do imperio.C nio eitari bas-
tante claro anda qae D. Antonio Filippe Cama-
ro oatcau em Pernambuco ?
Tome a VaUroto Lucideno. A' pag. 165 repe-
le elle :Quando a nossa gante se retirou para a
Babia com o coode de Baohole, tambem o Carna-
rio (o mesmo D. Antonio Filippe, de quem pro-
segue fallando) se retirou comnosco, etperaodo
que El-Rei dos mandasse soccorrer para elle se
tornar para a sua Patria em sua restauragao.
E nao he Peroambuco a Patria de D. Antonio
Filippe Camaro ? Emttm pag. 164 diz o mes-
mqjlistofiador :Tambem Joo Fernandez Viei-
ra escreveo com um proprio por terraja D. An-
tonio Filippe Camaro, que estiva alojado em
Cirigipe d'Bl-Rei com todos os seos Brasileiros,
pediodo-lhe com muitos roges, e encarecidas pa-
la vras, que pois havia nascido na Provincia de
Pernambuco, e havia feito tantas proezas oa de-
fenso dalla no lempo de Mathias de Albuquerr
que, e do Coode de Baoholo, que nao Ido f.illasse
agora oa miseria em que seus morajdores esta-
vo.Respondo agora os lgicos, e hermeneu-
ticos : D. Antooio Filippe Cmaras nasceu na
Provincia do Cear ?
Se levado pois o oosso amigo o Exm. Sr. Ba-
Zilio Qna resma Torreo do que leo em Bervedo,
e em Ayres do Cssal, e tslvez juntamente de
aerias \iiforraagoes parricTriaTes do Oara, lecta-
rou na sua Geografa, que a villa Vigosa dera o
bergo a D. Antonio Filippe Camaro, repeli esse
erro na melhor boa f sem do vida, nas preterida
a crtica, sem confrontar os outros Escriptores, e
contemporneos, que ou oeste ponto escaparam
sua attengo ao le-los, ou deslembjrado do que
Antooio Filippe Camaro, como exarou miouden-
ctas, e mitlio o Habito de 6hr a tenga, a merco da Goveroador geral dos Iodios,
o ltiro que elle sabia, o oorae, e herosmo da*
sua muiher em meio dos combales, reflexo, e io-
fluencia de carcter, e valor do marido, a morle
enrala deste, onde equando? DisUacceee.eeir-
btrtsttanciaa eminentes, obvias, claras, mixtas, e
ligadas ao nomo do Hroe nos Historiadores? O
Cbronista prtanlo nao falln de D. Antonio Fi-
lippe Camaro.
Se estaa rates oo provo i medida de todo
o desejo, todava a lgica, a a hermenutica as
nio replleos.
T> assumpto se nos presta anda a muitos exa-
mes, e argumentos ; mas lentos arengado ees de-
masa, bisiando-noi alias dizer aoa sent ores in-
novadores, como hora concluimos: So Ayres do
Casal disse que D. Antonio Filippe Camaro nas-
ceu na villa Vigosa, da Provincia do Cear; maa
disse-o quasi dous seculos depois que Historia-
dores contemporneos, e ao mesmoJempo teste-
munhas oceulares dos traosmittiro que D. An-
tonio Filippe Camaro nascere na Provincia de
Peroambuco; e a mesmo Ayres do Csal, sobre
oo dar urna pslavra que demostr o erro ou ma
f daquelles Historiadores contemporneos, ne-
ohaoia prova, nenhum fundamento, neohuma ra-
to exhibi em que se bazeo a ler nascido D. An-
tonio Filippe CamaroTni Provincia do Cebra.
Quem prevalece logo? Diga-o seohor doutor
Theberg. t
A. J. db Mello.
conhecimento do testemunho daqnelrea dous His-
toriadores, ou oo ; e em ambos os casos a no-
vidade do nascimento em Villa Vigosa oo lem
valor algum : no 1. caso; porque o con#ario se-
ria dar ao simples dizer de Ayres do Casal urna
supremaca, e preferencia de aotoridade, e crdi-
to iodevido sobre o testemunho daquelles dons
Historiadores, que por tantas razes sao credores
da nossa fe, e coo&aoca ; 00 2." oaso, isto he. se
Ayres nao leo o que nosdeixario essesaous His-
toriadores sobre a especie, he a mesma cousa,
igualmente a novidade do naacimento em Villa
Vigosa, que elle suscita, he sem valor algum ;
porque be natural, que ae elle tivesse lido os res-
pectivos lugares daquelles Historiadores, oa do
que tivesse lido oo aa esquecesse, nao avangaria
em contrario, sem apresentar a menor sombra
de fundamento, e razo, que a Villa Vigosa a
Patria de D. Antonio Filippe Camaro; confian-
do audaz, oa nescio. proscrever a naluralidade
de Pernambuco, e estabelecer-lbe onlra, por meio
da nica potencia da sua myateriosa palavra, ou
capricho ; orgulho 1 que alias, por aua caodura,
e mritos, elle nao poda deixar de ser estranho. duzido pelo doutor Csetaoo Lopes
era de fado ha nada de extraordinario em dar- esto Diccionario he compltame
nelles havia outr'ora lido. Por
aua crenea nao tem fundamento.
Vejamos se o oosso amigo he m
os Escriptores em que hoje procura
nova naluralidade da villa Vigosa.
senhor Joaquim Norberto de Souza
Saint-Adolphe, e o Padre Jos de Me
Dando de mo a aleumas inexac lid
duendas do seohor Torreo, quand
nos Ayres do Casal a naluralidade da D. Antonio
Filippe Camaro, aera ter lido sobre ella o Vale-' *'
roso Lucideno, e o Castrioto Lusitano, ou teo-
do-os lido sem attengo, ou esquecido do que le-
ra ; quaudo vemos, que o mesmo Ayres diz pa-
recer-lhe que o Dcnatario de Peroambuco Duarle
jseguinte a
is feliz com
poiar a tal
>o e'les o
Silva, Mr.
raes.
tes, e incoo-
1 ae refere ao
senhor Norberto, fllhas da boa voatide com que
accelerado quiz obsequioso responi er-me logo,
basta-rae observar-lbe, que o sen tor Norberto
nao fez mais do que referir-se a Ayres do Casal,
ioacreditavel no ponto, como deixamos demons-
trado.
Segue-se Mr. Milliet, Diccionario Geogrfico,
histrico, e descriptivo do Imperio qo Brasil, tra-
e Moura. Mas
ole desprezado
de que est
amostra do
pelos aoachronismos, e erros crasso
uigado. Veda este poucechiuho por
muito que l reduoda
No tomo 2-* pag. 281 fallando da invaso Hol-
landeza em Pernambuco em 1630, diz : Mathias
de Albuquerque, que eolio governkva a cidade
Coelho nuuca foi India, como quernm siguas' de Olinda sustentoa-se algum tempo em Santo
t.scnptores ; seodo alias expraeso do Ululo deaaa Amaro, defroote da posigo, que odeupava o ioi-
uoacao. que Duarle Coelho fex muitos servigos migo, e no forte do Bom Jess perlo da eidade,
nas parles da India, onde servio muito tempo ; porm os Hollandezes eairetanto aje fortificaran!
o que prova que oeste pooto Ayres escreveo sem na extremidade da pennsula, porelraz do Re-
ler visto esse DocumeDlo essencial, ou esquecido j cife, e fazeodo varios forles de distancia em dis-
gua sorte he bem verosimel, se nao posso dizer, de todas aaCoromarcas da Provincia. Erro, ou
absolutamente cerlo. que Ayres, sem que lesse o : falsidade ioaigoe ; porque o Arraiil do Bom Je-
Lucideno e o Castrioto, ou deslembrado do que sus, a sua fortaleza, situados um[a legoa entre
nelles havia lido, declarasse aquella naluralidade
de Villa Vigosa, levado apenas de ioformages
de pessoas do Cear, e estas fascinadas da falsa
tradigao, de que foro tambem Iludidos anda
hoja o Sr. Dr. Theberge, e outros.
Vejo-me obrigado a repetir aqu o que o'outra
parte i observar.
O Revereodo autor do Valeroso Lucideno es-
creveo esta Historia nao s durante a guerra de
que trata, mas enrollo nella, tcstemuoha ocular,
e em contacto, e commuoicago com os cheles, e
soldados, como se de muitos lugares da mes-
ma Historia. Por brevidade veja-se a pag. 38,
onde, narrando a transmigrado dos Peroambu-
caoos, diz '
do, o dormirem por os ps das arvores, sem am-
paro, oem abrigo, nao he cousa que se possa es-
crever, porque mullos dos que o viro com os
olhos; oomo eu, leodo os corages ferreos, nao se
podio refrear sem derramar grande copia de
lagrimas. A' pagina 43 nos filia do capilo As-
ceogo da Silva oeste* leraios: E nesta hora em
que estou escrevendo este capitulo me chegou elle
aporta ferido com duas balas. A' pag. 113 es-
t : B snpposto que o Psdre Vilhena trazia um
araozel de como ae havia de haver com o Coode
de Nassau, e os do supremo Conselho sobre as
materias de El Re de Portugal, e preceito pot-
a foroe que todos hio padecen- (destru-lo em 1697, mandando contra elle
Zn \ 8h,Me d,1ae,la ora6m- Paquelo acreditar, sem ver. que homeni
A.l ?, bri""Vd! 'e"5 de El Re.' ( a q^l or' I corro Pr semelhanto maneira.
demitu i.); todava elle, etc. > A* pag. 295 es- impor cathegoricos sob os seus o
Villa
ThJK* V?, tA?*mea*\ ^^^^'"^^^'toateveporltnrlaaio.
Thebirge nio fallou } qual o lo a qae leo am Berredo, eAyrea doOasal- eor-
m, a por ultimo sa davam eos demaisBsc - parecern muito depois de publicada e aoa Geo-
graftm. Vejamos pos o qua be qae ditiarao
aqi!le*daaeEsritsree. ^^
Bartedo djz no IUmS9 : Bm se patsoa
mostra a lodos oa iodios; a asteado sa anteadla '
ue daa dapandenaiaa da atesata Fortaleza da Ri
GraotesescbariamSOO frachuiroa, se conlaro
8234, com 12 prioelpaes a que tamben, se ha-
via de juntar o grande Carnario, que marchara
por tetra coat asana* de 40.E aata-se, aae o
epiteclo f raaos est asa kaheo, a ben parece
irouu quatiuicaUta da ptatroaeraal dasae^aata-
rao, qua roo segeja a Jerenymo a Albateer-
que.an8e.dj*p,Je>r, Maa m|ai yaomo diz
utro Escriplor; o qoa sais
croveo sobre a marcha de D. Aotooio Filippe Ca-
maro a Cunha o seguinte : Porem os succes-
sos desta jornada do Camaro nao os sai ao cer-
lo, e assim espero por sua tornada para me in-
formar com verdade. A' pag. 319 diz : Estou
esperando pelo dito Uestre de Campo (Andr Vidal
de Negreiros, que fora Paraiba] para me infor-
mar bem, e verdaderamente do principio, e mo-
do deste encontro.e de seo bem afortunado Jim. pa-
ra o escrever bem, t fielmente. E pag. 3S1 ex-
pressa-se desta sorte : E porque desle eapilao
Sebastio Ferreira me licaro multas causas no
tinieiro, das qoaes oo l-rano felo memoria, por
me nao dar lugar o continuo estrondo da guer-
ra, a os muitas oceupaces de mea officio, quero
reaituir-lhe aqui o que dero,
Ora a um tal Historiador, nao s contempor-
neo, maa teatemaoha ocular do que esoreve,
manda a Hermenutica dar ioteira f, e crdito,
salvo no que evidentemente erraste, ou no que
evidentemente por algum interesae foas levado
a alterar a verdade.
Vejamos pois o que diz o Valeroso Lucideno
sobre a naturalidsde de D. Aalooio Filippe Ca-
maro.
A'pag. 334 est una carta de Henriquo Diaa,
j restituido doaaerloesdt Bahia Psrnambuco,
mas duigida aos Hollandezes, aa qual diz :Meus se-
ohores Hollandezes, mea esmarada o Camaro
nao esl aqni, porm eu respondo por ambos.
Vossas mercs saibo, qua Pernambuco fie sua
Patria, e miaba, e que j nao podemos aoffrer
taota ausencia della.*-B eolio (perguoto) D. Ao-
tonio Filippe Camaro nasceu na Provincia do
Coara
DirSo que eala carta poda nao ser litleralmeo-
*o a que escreveu, ou assigoou Haorique Das,
mas queo Historiador acompoz, ou corregi com
as ideas que ao Hroe podio servia para a ort-
ioal, que aos inimigos fez asear. Maa aioda
assim levamoa a melhor ; se nao, digo-nas :
Que interesae pedera tero Historiador, que vao-
tagens resuilavio causa da rettjurago, em
qua to empeohado elle eslava, em apresentar
ella Historiador ao honradiaaimo Henrique Das,
affirraando que Pernambuco era a Patria de D.
-Aotooio, quando a Patria deste toase no Oetr?
Pelo eootrario desacreditar-se o Historiador, a
expoe-aa a nao aer rido etn quaesquer outros
pootos, e assumplos, eaviltar a Htorique Dtss.ti
rar-lhe a forga moral, e opprimi-lo eom o geral
despreso, justo premio do Impudente mentiroso,
e faofarro, be s qaaata ae poda esperar, a ob-
lar de ums tal mearira. Entra loga pelos olhos,
que da verdada coanua>, e viaa>l' nasceu a io-
geaaa assavaragao da naluralidade -dos dous cha-
fes no escripio referido : Meu camarade a Cama-
roa oo asta aqni, pavea*u retpoado por am-
bas : Voseas mercs itieSo, que Pernanteuco Ae
twa Patriatt miaha, e que ja oo podemos aof-
frer taata aasaaeia ella.
Permeia agora o Cattftoto Luxitano.
O Auto desta Obra nes diz, entregando-a
lodo Feroafldes Vieira A ttoUsia dos succa-
aas, das paitaos, dos lempos, a das partes, reee-
chou ; e te a ra
5 o fu asis caooorda costa
nvm..:.', 1. tiogular eaerjpa d'alaa, a anbssesrs a tatali-
^Ktiot de 4 do Mi. 18.4. Moio da M. ArJ^kmm^mST
a mais adianto
biida sugeitot fldedgoos pelot pastos quaotsa-
'***>;> pe cealroaactccim ^etarvfrsaTepela
&r!&&**^*m!tt .0,0 a tes.
J^a Fardajeamr^fbWtbme de v,8a se-
abatta, 9t qa^ioWsaa tmni, oa oav aba
Olioda, e o Recife, suttentaro-se, repeiliodo he-
roicos os mais violentos, e repetidos assallos at
6 de junho de 1635 ; o deste dia em dante anda
os Pernambucanos coaservavo o terreno l pelo
sul, eoblivero algumas victorias.
A' pag. 311 sob a palavra Pontai de Nazareth,
e seu forte, diz quaeste forte era entre Olinda, e
Itamarac ; quaodo o Pontai de .Sazareth he no
Cabo de Santo Agostiaho, oito legoas, mais ou
meos, ao sul da cidade de Uliuda.
A' pag. 192 sobre o quilombo de Palmares diz:
Durou este perto de 70 anoos,]tendo sido in-
fructferas varas expeoiges que contra elle se
Qzero ; porm o Mrquez de l'ombal acabou por
urna
expedigo de 0110 ntil homens. Quando hacer-
lo que e Mrquez de Pombal nasfceo em 1699.
Mas prescindindo disto. queduMr.Milliet sobre
D. Aotooio Filippe Camaro ? Nada. Eis as suas
patarras, tratando da villa Vigoia : A estrada
de Oeiras passa por esta filia, que he a patria
do celebre Camaro, que commaodava a vaoguar-
da do exercilo Peroambucano, eojviado cootra 03
Hollandezes Aoode he pois que fallou Milliet
de D. Antonio Filippe Camaro ? Ora Isto oo
pouco desairoao. C est em Milliet escripto
Camaro (exclamo) logo Dessa, Camaro est
escripto D. Antonio Filippe Can aro. Ntoguem
de ledras dis-
, o leimem em
por cathegoricos sob oa seus nimes este, eque
taes disparates.
Cumore observar porm, que bera pode ser, que
os erros apontados, e todos os iooumeraveis de
que est recheitda cada pagina do Diccionario de
Milliet, nao sejo todos desle, atas alguns do seu
traductor ; pois eale declarou tfet-lhe feito nu-
merosas obsarvagas, e aduees, sem comtudo
assignalar de modo nenhnm oque era seo para
o differeaear da alheio. E toado o mesmo tra-
ductor outrosim declarado, que entre as pessoas
de quem obleve ioformages fonao os dous bene-
mritos Cearenses Antonio Joaqjnim de Moura, e
Manoel do Nascimento Castro Silva, he vero-
smil que seja dattes quanto respailo a Camaro
se acha no Diccionario predito : illusea locaes,
de que un se daixaro levar sera exame, e cri-
tica, acreditando infallivel o qu 1 lisoogeava o seo
amor, e patriotismo Provincial
crevero innocentemente, maa
leveza, bem como anda hoje
Theberge. Eu disse illusea lo
te, at porque nunca houve ex
cano enviado cootra os Hollad
guarda commandasse algum Ci mario, como se
l em Milliet: a vanguarda do exercilo Peroam-
bucano, que marchou para a primeira batalha
dos Guararspes, foi commanda la por Andr Vi-
dal de Negreiros ; o a vaoguar la do outro exer-
cilo, que marchou em butea cas Hollandezes, e
deo a segunda batalha nos me irnos Guararspes,
foi commarrdada por Francisco de Figueiroa. De
nada presta pois em nossa controversia o Diccio-
nario de Milliet.
Vea por derradeiro a Chronica manuscripla do
Padre Joze de Moraes, impressa no lom. 3. da
Corografa do seohor doutor Mello Moraet. Mas
o Chrooista Joze de Moraes nao fa'la jamis em
0. Autooio Filippe Camaro ; [falla sim no Prin-
cipa f Camaro, o CamaroA e ama vez em D.
Antonio Camaro. E serio tollos estes entes nm
so, a aoico, isto he, o Commendador D. Antooio
Filippe Camaro ? Se alguem tem o dom de o ad-
viohar por caridade loicie-oos em to secreta sa-
benga. Hacerlo, que o Chrooista diz que o oome
dejse sen Principal Camaroi la da Ibiapabs, foi
to alteodido dos nossos Historiadores, em raso
do grande soccorro, qae deu as nossas armas na
expulsio dos Hollandezes dejPerosmbaco. Mas
isto nao decido, que etse tal Principal Camaro
saja o ootto D. Aotooio Filipple Camaro ; e .quao-
do podesse concluir a ideaUdlade da pessoa. nao
concluira o seu nascimento la no Rio Grande do
Norle, onde o fazem primeiro.apparecer, e gover-
nar, ou no Sear, onde depois o presentid, e de
preferencia o querem nascido.
Eu ijaizo aasim r O Chroauta Joze de Moraes
nio leve em mente rallar de D. Antonio Filippe
Camaro, por estas ratea:
1." O Chroniata dScreveu etn 1759, existilo Ja
tantas Historias Sabidas de pelo, que asas rtpe-
tem o oome de D. Anlooio 'Filippe Camarico, e
seus gloriosos faflot. Sa poii o Chronitla nosses
Hrsioriadores vio lio atteadioonomeda D. An-
tonia Filippe Carnario, 0 aa alte e que U lou,
cmo Iha bao raaaVa 6 aoma exacUmeate, islo
he, D. Antbol.Firlppe Camaro, aapeaatie ex-
pressao Camaro,o Principal Camaro.D.
Antonio Camaro ? He porque da D Aalooio
Filippe Carnario d|o tratava debaixo aaqaeilfls
ouiros differeote oomeJL.e expreaades.
2.' 0 Chrooista declrt4qhe faz.particular m-
ronca do Principal a. Antoiiia^amaro pira as-
sim Tsmanerdi a esaaciat aflicto, qua muilo niara
Leodo um communiesdo do Illm. Sr. Dr. Fran-
cisco Pialo Pessoa, no qual ftllava de sua candi-
datura deputago provioeial pela sua provincia
da Piraliiba, e inteirado das boas qualida Jes qua
o destinguem. nio deo deixar .de manifestar ao
povo parahibano o quanto digno o Sr. Dr. Pinto
de ser eleito deputado provioeial, pelo 1* distric-
lo daquella provincia.
O Sr. Dr. Pinto vi rendo em nossa bella pro-
viaeU do Pernambuco i tantos aoooa, leudo aqui
cursado, sem maocha alguma, a faculdadede ai-
reito ao ponto de ser doulorado, digoo, portan
to, de um lugar oa representacia nacional pe;
sua proviocia.
Si como preceptor, claro e methodico em
seu ensiao, consequencia de sua Ilustrada totel-
ligencia, como advogado nao o meaos na rec-
lido com que procede em suas causas ; si co-
mo bomem o resumo da moralidade, como ci-
dadao nao se nega a prestara patria e a seus con-
cidados os precisos recursos em sua marcha.
Portanto. quem nao dir que, obrar com jus-
tica e approveitameoto a proviocia da Parahlba
teodo como seu representante ao Illm. Sr. Dr.
Francjsco Pioto Pessoa ?!
Parshibsaos 1 nao um bomem imbuido no
erro ou engao, que vos falla, um Pernsmbu-
caDo que apreciando aa boas qualidades, hoora e
carcter do Sr. Dr. Piolo, deaeja que o chamis i
vossa representarlo provioeial.
E ento elle, integra em snas aeces, recto
em seus conselhos, e prodigo em seus feitos, pro-
curar fazer leis a bem da vossa patria e da nos-
sa nagao.
J. J. Raimundo de Mendonca.
Correspondencias.
Srs. redactores. Na qualidade do consol da
repblica argentina nesta cidade em dala de 6 de
junho prximo passado, como coosta do seu Dia-
rio, inici-'i urna subteripcaoa beneficio dos or-
baos e desvalidos da cidade de Mendooza, i
imilago do que se praticou em outras provincias
do imperio. Agora vou rogar-lhe para que em
um dos seus Diarios publique o nomo de todos os
senhores que concorreram pira a mesma, a cada
um de per si e a todos; e bem assim aoa que me
coadjnvarem com to boa vootade para um firn
lio humanitario. Rogo-ihes que aceitero os pro-
testos do meu mutuo agradeeimeoto e gratido.
Recife 23 de oovembro de 1861.
Jos Joo de Amorim.
Relaco das pessoas qae sabsereYeran
nesta cidade lieuelicio dos erphos
e desval I i dos de Mcndonza.
e outros trans-
com ceosuravel
o senhor doutor
paes; e ceriamen-
ircito Pernambu-
dezes, cuja rao-
**^.~:-M.K&^.te^ .....,............
do.
mfi^sS^'^^^
Maooel Googalves da Silva..........
Manoel Custodio Peixoto Soares....
Maooel Joo de Amorim............
Jos Pereira Vimos................
J.Keller A C........................
Johoston Paier& C................
Elias Bapliali da Silva..............
Baro do Livrameuto...............
Henry ibsoo.......................
Adamsoa Howie Si C..............
Matheus Austio 1 C................
Saunders Brolhera rSi C..............
Jos Joo de Amorim..............
LuizJos da Costa Amorim.........
James Ryder & C...................
Paln Nash & C.....................
Souihall Mellors & C................
Rustroo Rooker & C................
Aranaga Hijo 4 C...............L..
Tisset Freres........................
Jos Teixeira Bastos................
Viuva Amorim ii Filho.............
C. J. Astley 4C....................
Tisso Irmaos........................
l'hipps, Irmaos 01 Cr...............
Joo Pinto de Lemos Jnior........
Joo Queriuo de Azuillar...........
Jus P. da Cuaha & Filhos.........
Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filhos
Henry Forster & C..................
Kalkman Irmaos....................
Luiz Amonio Vieira.................
Krabb Whalley 4.C................
Arkwigh Si C......................
RabeSchamettau &C...............
Mills Lslham & C...................
James Crabtree &C.................
Linden Wild4C....................
Schafbeitlin & C....................
Jos Antonio de Carralbo..........
Mino-1 F. da Silva Tarreso.........
Jos Peixolo da Fonaeca............
Pacheco 4 C...............,........
Viuva Moreira 4 Filho..............
Joao M.de A.;oveira..............
Gabriel Anlooio....................
Joo Cerdoso Ayres................
M. J. GoogaUes da Feote...........
Bailar^ Oliveira....................
Joaquim Jos Silveira...............
Pedro C.vooS......................
Fraocisco Jos da Costa Araujo.....
Maooel Gougalvs da Silva Jnior...
Jos Braga..........................
Joo da Silva Regadas..............
JofloBaplijla Fragoze..............
Jos Aotooio de Azevedo Sanios Ju-
_nlor;...........................
Barroca 4 Medeiros.....e...........
Joao da C. Bravo &C...............
F. F. Borges........................
0 P. WilddiC.....................
Jos Duarta daa Nares..............
Fraouaco Joo de Barros............
Azevedo 4 Mandas.................
F Sauvage..........................
Manoel Alves Barbosa...............
A. Caer............................ .
E. A. Burle & C....................
Seve FilhoaA C....................
Hanrique & A*avdo................
Isidoro Hailiday.4 C................
Alraeida, Gomes, Alvear. C........
L. A. SUpaeira......................
A. SubaHie C........................
Meuroa Sr C.....i..................
Samuel Jubostoa 4 C.............
Aofele itptHia daNJOtnosetMo... ~.
Jote Antonio Bastos'................
Damsa*yer Cuneire 4iC............
Ferreira* Mtvtbeas..^.,........,
Joaqpim Uit Vieira Parate Vianna & C................
Googalo JoaAflorua...............
Anlooio Josquia.de Cajnpoa........
aaaet i. da S Ara o jo.............
Basto A Lemos....................
Jf.Wrtti?^* G**M l^s*a>oo>......
'Al ***&*? Ma^IrtWs^aaaoo....
A. c. do Jtjbreu...................
JuadJqaqujm masFaaaaadae.w.^..
Iffr^i'VWeiro..,.,,^,. _
almeira & BeRrio................
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199000
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sotooo
aupooo
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MPOOO
909000
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Francisco Gomes deOliveira
1m. Sete........
carta & Irmao,............
Mnoe Fernandos-da Costa....!...
Mjnoel Pereira Lemos...
Jos* Gomes Filiar..........'.'.'.'.'.'"
F. f.deOlvdra.................."
Francisco Quinlioo Rodrigues ste -
Laurino de Moraes Pihei'ro."'.'.'.*..'.*
Maooel Gouveia de Souza
Joaquim Citfe Roteado Rete'.*'
Manoel Nucimentode AraMo
jojo,w*d;*a;."::::;:::......
An odio Joao Futlado..........;..[".':
Antooio Jote Teiieira Basto & c
M.ooeid.siMA,orim... *_::::
Sererioo doSiqueira Ceteicanli
Jos GuilheraTGui.^.^--
FranciasoM. Piolo Barbosa..........
Bern.rdiuo Gome de Car", ik.....
Mauricio F. de Lima.. ......
Antonio Muuiz Hachado'".............
Jos da Silva Loyu...............
Fr.ncJMo de As. Bw7^.~ "'
Jos Monteiro de Siqu-i,,............
Manoel A. F. Ferreir..............
Guimaraes & Re*i
Alvaro & M.ga.h'es:::';;-.;...........
Jos Gomes Leel.............."'
joaquimd.s.ivaCM^r:::::;.::::
AnTarn^.0.0-8................
oreira & Duane .......
BeUrouno Barros.......
Jos J. Lopes de Almeida_______^m.
Joao Pereira Uoulioho.....
Joaqu.m Jos do Amorim......""."'
Brunoct Barbosa da Silva.. .
q,U,,m- da SiUaCampos...:.";"'
Vidal 4 Bastos...................
Marlinho de Oliveira Borges.L!"".""
Antonio & Monteiro.............^.,.
Augusto Pinto de Lemos-.............
Cietano da Sila AzeveJo ..
Ignacio Pereira do Valle.........'..".
Manoe V Perdigao................
Manoel F. Marques.................
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58000
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5*000
5*000
jOO
5*000
5*000
58000
c*M,l*a ,'^, ****'***<*>*** *ue oacorriam
para a felicidade d'aquelle que, sabendo apre-
cia-loa, una cruel destino o prlvou de o raras
qualidadesl I
Ho leito da dor quaado sea (aligado espirito
senta eneitos de urna separado eterna, nao ces-
sava de chamar aquellas que loe eram maia ca-
ro, coa que a preseoc,a desses penhores viessem
minorar-lUe o softrimento, traduziudo-se em aeu
olhar utn lamo e amoroso adeus.... basta, di-
ran, lee pranto correr, permute que te enohugue
e consol, poioqjie meu intento nao fazer revi-
rar a dolorosa scens que presenciei, mas sin
acompanhar-te no aniversario de tous sofTrlmeo-
los. e junto ao tmulo daqulla que le foi lio
cara offerecer-lhe urna coro de saudades........
............................................
Recite 23 de novembro de 1861.
J. R. O. Lima Jnior.
conmtucio
al'andeara.
Rendlmentodo dala 22. .
dam do da 23. .
418.490a936
. 22:4348522
440 925*458
Movlmento da al tandeara.
la a..t__*l~.. .. m ..
Volames entrados com fazandas..
tom ganaros..
Volames taido, com (azendas..
eom eneros..
17
450
= 629
196
193
319
5*000
5*000
5*000
5*000
58000
5/000
58000
4:260*000
Est conforme ao original.
Etta somma foi entregue ao cnsul geral
Rio de Janeiro as seguimos dalas : em 18
junho 3:500*000, e em 5 de agoslo 760*000.
Pelo cnsul,
__ Luiz Duprat.
no
de
Public agotes a pedido.
UMA L.A.GHIMA
sobre o tniuulo da Exma. Sra. D.
Carolina deS.C. de Albuquerque
olleretida ao Dr. Amaro de A.lbu-
querque.
Faz hoje am aono que foi Deus Berrido lear
desta vida para a ana santa gloria aquella, por
quem agora vimos derramar urna lagrima aeaau-
KH?Sp.8a c"inhoM. mai desrellada, a filba
v,r^,l?. Vm,g" .sloceM e da. a mulher
a ,! hJ. ltaa- Sra- D- Colina de Albuauer-
que dorme, ha um aono, na cidsde dos morios o
teruo e tranquillo sornno dos justos.
Hoje. s se conhece a sua ausencia pelo tscoo
iJ???*,..V o u paMameoto criara no seio
ae sua desolada familia.
Firmado em suas azas diaphanas, o anjo, rom-
5!.,.,seSpa0' peoelrra "fegioes ethereas, e
e.caoSra de sua penosa peregrinacio neste
fo?.D?nic0aCdCoa.Pan,10 ,UD, D8US ,U" ^ue lh8
coDos1flih0e.U9fi00lhOSdeSobretn'a,r,T3 d0 "P-
,,'nrJl I" e desprender ; e a fervoro-
sa prece que seus lbios eotoam. resguardara
estes das ciladas que o mundo Ihes prepara I
Se pois, a oada obteve j o justo premio de
suas raras virtudes, se o anjo da guarda da-
quelles que entre nos deixra, para que nos en-
tregarmos ao pranto, porque nos constituirmos
presa de uma dr que off-sade Divindade?
S nos curapre hoje desfolhir violetas sobre o
41 Lln ?T' dl"8os uma oracao o
Allissimo pelo descanso eterno de sua alma.
Kecife 23 de novembro de 1861.
Costa Machado.
4
Deacarragam hoje 25 da novembro.
Barca franceaVeloce queijos, ceblas e ba-
lAlSS.
Patacho hollandez Speculante diversos ge-
Brigue sueco-8aiamsndramercadoriaa;
Bngue hespaohol-nuviafarinha de trigo,
barca americanaImperadoridem.
Kngue braaileiro--Beberibechara*.
Bngue suecoChristinaraercadorias.
5*U0Q. "ca inglezaImogeneidem.
> Patacho hespanholErmesindadiversos geoe-
I m por taino.
Barca americana Imperador, vinda dePhiladel-
Phia, consignada a Hatheus Austio & G.. mani-
festou o seguinte:
. 2,834orrJcat. farinh'1 de tr'Ro. 55 berris po-
S ?m Jbfm1u!Dh". bolachinha, 200 saceos
farelo. 110 ditos milho, 1.509 resmas de paoel de
embrulho, 50 calzas e 20 fardos algodao| 25 cai-
zas banha em latas, 1 caiza daguerreotypo, 26di-
tas oleo em latas, 1 barrica lampees seus per-
tences, 3 laias oleo de Veroaene, 6 grelhas para
fogao; a Malheua Aosiin & C. H
Exportadlo.
Do dia 22 de novembro.
Brigue portugnez. Viajan*, para Loaoda, car-
regaram :
Thomaz de A. Fonseca, 68 barricas com 333 ar-
robas de assucsr e 10 pedraa de filtrar.
Patacho nacional Julio, para Lisboa, carre-
garam:
Carv.lho Nogueira &. C, 100 saceos com 500
arrobas de aasucar.
Barca ingleza lrit, para Canal, csrregaram :
James Ryder & C, 600 saceos com 3,000 arro-
bas de assucar.
Barca americana Hazard, para New-York, car-
Heory Forater-4 G., 2.0WT sacos com 10,000
srrobas de assucar.
Barca franceza Sphert, para o Havre, osrre-
Tisset frres, 800 couros verdes com 42,396
iiOf as.
Recebedorla de rendas internas
ajeraes de Pernambaco
Rendimento do dia 1 a 22. 21:578*398
dem do dia 23......, m^O
Receb do Sr. Jos Joaquim da Costa
Leite, a quantia de 7:093^250 em par-
celas constantes daconta que nesta data
me entregou, sendo proveniente por
parte do dote que o mesmo Sr. e sue
senhora concordaram dar a sua filha
Isabel Maria da Trindade Leite, com a
qual me liguei em matrimjnio. Recife
10 de marco de 1857. Manoel Fer-
nando Silva. Como testemunba, Fran-
cisco da Silva Boa Vista, Manoel d'Aze-
vedo PontesN.48160. Pg. centoe
sessenta rs. Recife 26 de marco de 1857.
Carvalho. Callaca. Reconheco as tres
asignaturas supra : dou fe. Recife 12
de marco de 1861Em testemunho de
verdade. O tabelliao publico, Luiz da
Costa Portocarreiro.
Os ez-consignatarios da barca Jtan Pormtn-
tver, abaizo assignadoa declarara em nica res-
posta ao annuncio hoje publicado e aasigoado
pelo cipitao Francisco Rivir que nao oioduzi-
ram em erro, como elle hoje declara na publica-
cao do aoouncio a que elle se refere, pois que o
if.er?(B euP"dw e elle assigoou, depois de se
lne ter lido.eal ignora vara se a vistoria/iutori-
sada pelo consulado estiva ou nao Onda, visto co-
mo foi o referido capilo quem disso tr.tou, sendo
certo que em 21 do corrento perlo das 4 horas da
tarde appareceu o referido capitao no esertoterio
doiei-consurnatarios dizendo-lhe que a vistoria
recomroendava virar de carena o sea navio, e que
quena subir para o lugar competente no da se-
guinte ; mas sendo para islo necessario licenca
das repartijoes competentes, sen do ji larde neo
polia isto ter lugar, sesao no dia seguinte, ins-
umo nesta occasiSo o referido capilo a que
maodassem para a typographia o annuncio aura
ele nao perder lempo; aiada assim os consigna-
tarios procuraran! no cnsul* o respectivo
cnsul para commooicarem-lhe a resoluco do
capitao, mas oconsulaloj se achava fechado:
esto procedimento parece que oo tem nada de
loduzmento a erro e smenle revela inteiro zelo
pelos interesses do navio.
Parecendo pois sos ez consignatarios que mui
monos por-lhe impecilhog. resolveram-se a de-
sUtir da consignacao do dito navio; i pelo quo
tambera declarara que se oo respoosabilisam
por qual conta da mesma.
Recife, 2 de novembro de 1861.
_________oo Wilon & C.
Unta lagrima de saudade pela erael
rapiaez do passamento da Exma.
Sra. D. Carolina de Siqnelra Ca-
valeanti de Albuquerque. dedica-
da ao meu especial amigo o Sr.
r. Amaro Joaquim Foaseea de
Albuquerque.
iVtinca mafs vI seu gentil temblante.
( sembo. J
E' mais um pooto que u>iappareca, nma flor
r marcha no jardm da vida, um aojo que WJa
egiao celesta.. H
Uaa aono marca hoja relogio de lempo qu,
Mita as m arrebatada a virtoosa Wha, a re-
lar esposa e a mais completa das mais. deino-
OV no sarcopnago da dar i seus tereoa pas, sea
caimhoso consorte e teoros Blhos ; ji alo niste
ruste pelago de rimes e traicoat onde eentinua-
mente se reproduzem militares de dissabores
aqveila que em recompensa t sua* virtudes ft
chamada eterna manso dea jaatas t !
Em seu extertoe lia-se a etagaleza d'umi alma
22:2I8j878
Consulado provlnclaT.~
f/-m1enlJ?d0JUla22- 39.183*003
dem do da 23....... 90450,9
40.08711122
, ALFANEtiA DE
rauta do preco dot gmont $
de exportaco.Smnmn* de
novembro de 1841.
Mercadoriae.
Abanos.....
Agua rdente de cana.
dem restilad
dem caxaca
dem geneua.."
dem alcool ou espirito
agnaxdenU .
Algodio em caroo ,
dem em rama od em la. .
Arroz com casca ......
dem descascado oa pilado. .
Assucar maacavado ....
dem branco ........
dem refinado......
Azeite de amendoim oa mon-
obim....... ,
dem de edeo......
dem de mamona.....
Baiatas alimenticia .
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dam fina........
Caf bom.....: ;
dem escolha ou restolho .
dem torrado .......
Caibros...... .
Cal. ..........
dem branca......
Carne seces charque. .
Carvo vegetal......
Cera de carnauba em bruto. .
dem idem em. veli. : .
Charuto. ......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados. .
dem verdes......
dem de cabra cortidos .
dem de onca......
Doces seceos......
dem em geleia[ou massa .
dem em calda......
Espanadores grandes. .
dem jjequenos.....
Esleirs para forro ou estiva de
navio......; .
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de arara t a ...."..
Feijo de qjralquer qualidade.
Frechaes........
Fuma em fotoa bom. .
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom .
dem ordinaro restla. .
Gomma......
Ipecacuanha (raz]
Lenha em achas .
Toros.....
Lenhas e esteios.
Mel ou melaco. .
Milho ....
Peo brasil ,
Pedras de amolar
dem de filtrar
dem rebolo .
Piassava........
Puntas ou chifrea de vaccas e
novilhos.......
Pranches de amarello de
dous castados......
dem louro.......
Sabio.........
Salsa parrilha......
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta .....
Taboas de amarello ....
dem diversas......
Tapioca........
Travs. .
Urinas de boi
1
>
libra
am
arroba

I
>
libra

cento
libra

I
um
libra


um
>
cento
arroba
lqueire
arroba

um

>

.
W
cen o

... um
caada
. arroba.
quintal
. uma

... 9
molhos
apeo
19280
18120
19400
41000
ftfOOO
7*500
50000
800
360
160
820
3J50
1{600
240
400
2&500
4JO00
175
220
100
300
11JOO0
19000
500
500
40000
2|000
209000
1600
2|500
^*.yjifV2S' t"< ^.r~ ~m~*?*t --'
iba
.
5SC00
21J009
7SO00
13SO0O
50500
29200*
250000
20000
II9OOO
500000
200
800
IO9OOO
800
40000
102CO
120
cento 39000
169000
80000
100
250000
50500
20800
1049500
709OOO
39200
89000
uma
libra
arroba

uma
duzias

arroba
uma
cento
PiUiJA DO RECIFE
3 DE \OVEMBRO DE i8I~
A'S 3.HORAS DA. TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Sobre Londres ssccou-se de
26 26 1/4 d. poriaOOfl. so-
bre Pars de 368 a 370. rs. por
i., sobre Lisboa a 110-por cen-
to de premio, e sobre o Rio de
Janeiro de 1 a 2 por cento de
4, .. rebate, a 15 e 30 dias.
Algodao O da Peroamtroco escolhido,
vendeu-sea 129600 rs. por ar-
roba, e o regular o 129400 rs.
O de Macei posto a bordo a
119600 rs., e o da IParahiba a
120600 rs. *
Assucar------------o branco vendeu-se de 39000
a 398OO rs por arroba, o so-
menos da 295OO a 2&700 rs ,
mascavado purgado de 29200 a
29100 rs., e o bruio de 18900
a 29000 rs. por srroba.
Agurdente Vendeu-se a 600000 rs. a pipa.
Couros------------Os seceos salgados venderam-
se a 170 rs. a libra.
Arr01.....O do Maranhio vendeu-se de
39*00 a 30500 rs., e o da India
de 20600 a 298OO rs. por arroba.
Azeite dflee--------O de Lisboa venden -se a 3J30O
rs. o galo, e nao ha o do Es -
treito.
Bacalho-----------Veodem-se em atacado a 10*500
rs. por barrica, e a relalho de
119 a 120000 rs., Qcando em
_ depozito 7,500 barricas.
Barricas vastas- Vooderam-se a 800 rs. cada
uma.
Batatas Venderam-3e do 10200 a 19500
_ rs. por arroba.
Caf-------------------Vendeu-se de 69OOO a 79OOO rs.
por arroba.
Cha--------------------Vendeu-so de 29400 a 29500 rs.
por libra do verde.
Carne secca-------A do Kio Grande do Sul ven-
deu-se de 29400 a 39600 por
arroba, e a do Rio da Prala de
29500 a 29500 rs., Qcando em
ser 44,000 arrobas da primeir*
e 12,0uO da segunda.
Cerveja- Vendeu-se de 49700 a 50000 rs
_ Suza de garrafas.
Farinha de trigo-Tocou no oosso porto e seguio
para o sul um carregimenio
procedente de Baltimore ; e en-
traran tres; um de Philadel-
phta, um francez e outro hes-
panhol. Retalhou-ae a 209 por
barrica de Richmood, de 16a a
220 a de Phi adelphia. I2i a de
Baltimore, 160 a de Hespanha.
189 a da Fieme, e 249 a de
inesle ; ficaodo em ser 200
barricas dfprimeira. 24,600 da
segunda. 500 da terceira, 2.350
7*^*' 2-m** qSlnla.e
*SJ5 "exta i montando tudo
a 37,050 oarricas
Loua- ----!> inglesa vondea-se com 300
por cento de premio sobre a
factura.
Mauleiga A francera vdndeo-se a 580
, o a- iogiezs de 620 a 940 rs.
a libra, flcaolo em ser l,2p
Paasa-----------Venderam-se a 89 acarn.
Q"^" -SSr *
v, endo do-Batroitah
Vinagre---------??S^ol>*al regulou 4tM*
Vinhos- Odelaooa>veoa*-se de 2209
gj Pifa, a o doEatceitoa
--------A*7I0 compnsi5ao "nderam-se
" SffewfiT"8 reu,ou de
nyarporeenlb, descontando a
\ caiza filial cerca de 250 cuota
a 9-e 10 por cento.
-------ftir o Csnal t 95.
....... -. 0320
Vl"aP"........caada 9280
Alandega de Pernambuco 23 de novembro de
1861.
O primeiro conferente. Pedro Alezandrino
de: Barros Cavalcanti.O segundo conferente, Joa
Alfonso Ferreira.
Approvo. Alandega de Pernambuco 16 de- no-
vembro de 2861.Baos.
Conforme o 3. escripturario. Joao Jos Pe
eir de Faria.
MdTiiaemo ao|ioru>.
Navio entrado no dia 23.
Terra Nova40 dias, brigue inglez tBalclutla,
de 242 toneladas, capitao George Dari, equi-
pagem 13, carga 2950 barrica com bacalho ;
a James Crabtreei C. ; seguio para Bahia.
Bordeauz38 dias. barca franceza Veloce, de 226
toneladas, capitao E. L Bourgevis, equipagera
l, carga 1647 barricas com farinha de trigo e
outrosseeros; a Tisset Frere.
Navio saludos o mesmo dia.
Lisboabarca portuguez*. lima, capitao Joaquim
Pinto da Costa, carga assucar.
dempatscho porluguezMaria da Gloria, capi-
tao Antonio de lluros Valente.
Cearbrigue hamburguez Ca/ri6ort6e capitao
C. Evert, carga parte da que treuze de Hani-
burgo.
o es
a.
m
(O
Hora.
S.
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c
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B
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E. I
kthmosphtra
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jL_*L~L. I Bygromttro.
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I Cisterna hydra-
mttrica.
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"S.
A noite clara, vento NE
dade e assim amanbeceu.
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Francez.
rnglez.
t*.
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O
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"ravel de intensi-
OSCILAQlO DA HAR.
Preamar as 8 h 5V da manhaa, altura 5^ n
oh.;?", "." 3.h- 6* da 'rda. altura \Sl.
reSSiTlSl?0 aren,, ^ marab8 -
ROMANO 8TEPPLK.
V
Editaes.
virtn.? Ii1*' Sr" 2n.P*c*r da thesouraria pro^
vinctal. em curaprimento da resolnSio da junta
i& enda. 1" c"" d0 Plrtmonio dos or-
rli.TdSS.oTh,j6 M fc*--
p.wfi.r'a.XKo?"'9' Mnt "'W"t**
.???ela. .d* ,h*ro"'ri proWricial da Per-
f,rA\orcK^dM8fc^'-^"-
Consulado provincial de. Pernambuco.
rea mesa do consulado provincial se faz mi.
rfe.*? r*""1055 Ptedios urbano, das
trii
dot
dias ule., para tn^/."^^.!?
Se di,Principia acobranca "do p"ri~m'e"i7o sam^"
dos
Descont- -
rows
tJW I nuntllla rj InMHWaTfi
dvqc:^.ffl^3^^i7"|c-
61.TheodoroMachdo Freir Pceira da
'. Jttfoardo atfltaio 4a Cosa, Hori. iuiz di,
> de Poto am boas e tea terord par M. I
F'o saber aos que o presente jtit viris'
sala dos au-
li-aguas, sitas
[Jfe de os. 43 e
imeira tem uma janella e uma porta, sala
reme, du asea marismas, um corredor no un-
l.mA'?mLV'a:>{l,> *ua P^uen*corredor ser-
onas, e um pequeo corredor servindo do cozi-
1.W99. H-quaes saVpertealeotes i Leoncioi
a M Caalcany de AJbaqueique, e vio praca
Poreiecu^ao que Ihe move Homaz de Faria.
K nao ha vendo lancador que cubra o preco da
avahaeSo, a arrematacao ser feila peto valor da
aojudicaco com o abatimento da le.
E par* constar maodai paasur oditaaa que ae-
rao publicados poia aprensa e affizados nos lu-
gares do costume.
Recife 25 de odtubro de 1861.Eu Manoel Ha-
na Rodrigues do Nascimenlo, esenvao, o subs-
crcvi.
nni> B*rn,'do Machado da Costa Doria.
,lr-.?e","do Hachado da Costa Doria, iuu de
direiio da pnmoir vara criminal e substituto
d* do commercio desla cidada do Recife e seu
tormo espital da provincia de Pernambuco por
gardlelc. **' Pedt "' M Deo>
Fa?o aaber pelo presente que no dia 25 de no-
vembro de correte aono ae ha de arrematar por
ved a quem msis der em praca publica deste
juizo. aepois da anuencia respectiva, a casa ter-
rea sita no lugar dos Arrombsdos, a qual de
podra e cal, lem doas satas, quatro quartoseam
solao, cosinha fora, com um portao ao lado e
uma janella, cocheira e duas sensatas, quintal
murado, cacimba e am portao quo deits para o
tundo, com terreno plantado de coqueiros
pertencente a Feliz da Cuoha Teixeira e a este
fora nenhorado por ezecuco que Iho enesroi-
nha Jos Velloso Soares, avaliada em 3:0009 e
oa [alia de licitantes ser arrematada pel preco
da adjudicarlo com o abatimento da le.
E para que chegue a noticia a quem convier
maudei passar editaea que sero affizados nos
lugares do coatume e publicados pela imprensa.
Dadoe passado nesta cidade de Recife de Pr-
''nibuco aes 20 dias do mez de outubro de 1861
40 da independencia e do. imperio do Brasil!
tu Manoel de Carvalho Paea da Andrade, escri-
vao osubiorevi. Declaro que este vai ser as-
sigoado pelo Dr. juiz de direito especial do com-
mircio Tristao de Aleocar Araripe.Eu dito es-
crivao o declarei.
f Tristao de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em euoiprmento da o.-dem do Ezm. Sr.
presidente da provinda, manda convidar as pes-
soas que quiserem contratar a conslruccao das
pontes as lugares indicados na nota aballo co-
piada, a aprsenla? na mesraa thesouraria aa
saaa prosostaa, sendo os contratos effecluados
sob ae ccndigdes seguintes :
Primeira. Que a-importancia das obras con-
tratadas correr por conta dos contratantes, oo
sendo em caso alguna por ellas responsaveis os
cofres da provincia.
Segunda. Qu o governo garantir a percep-
?ao do pedagio pelo lempo e forma que contra-
lar, con tanto que os contribuales do pedagio
nao paguem em cada barrelra mais do duplo do
qoo se arrecada as existentes como receita da
provincia.
Terceira. O numero deaonos para a percep-
cao do pedagio ser regulado em atieocio fre-
qnencia do transito que possa haver a importan-
cia e difikuldade da obra.
Quarta. Que as pontes serao construidas,
segundo as coodijes. planos e orcameole apre-
sen tadoak pela directora das obras publica.
Quinta. Que, em quanto oio lindar o prazo
6 percep?ao do pedagio, o empresario aera obli-
gado conservar a obra em perfeito estado, aoq
pena de serera os reparos necessarios feitos por
ordem do governo cusa do mesmo emprezario
que, alm disto pagar uma multa correspon-
dente dcima parte das despezaa que com isso
se fizerem.
Sezta. Que as oblas serio inspeccionadas
petos agentes do govern, nao s quanto aua
conslruccao, como uo que dis respailo aos traba-
1 nos 0e conservacao.
Sptima. Que qualquer das obrss, embora
empreheodid por particulares, ser considerada
de uillidade publica, para que possam ter lugar
as desappropuacoos de que por ventura dependa
a sua lealiaaeao, e por isso gosar dos meamos
privilegios que as de mais obras da provincia.
Uitav*. Que os contratos assim feitos ficarao
aujeitoi approvacao da aasnmbla proviocial
cera eieepco nicamente daquetler que versa-
rem sobre obras de um valor equivalentes tres
contos de ris, ou em que se estipular pedagio
que nao ezceda de um anno, os quaes produziro
logo os seus effeitos.
Nota dos lugares onde devem ser construidas
as pontes.
1 S. Joao, na estrada de Po-
dAlho sobre o rio................ Capibaribe.
2 Tuiba, na vilU de Pao d'Alho dem.
3-L3Punga Uem
4 Motocolomb, estrada do sul.. Tiiipi.
o Engeoho Trapiche, eatrada do
Cabo.............................
6 Trapiche de Ipojuca..!........
7 Porto de Pedra.............'.'.[
o Duat-Barras........
: Villa de Barreiros ...Y.'.'.'.'.'^.
10 Engeobo Jundi.........
11 Escada..............
\ Amarigi......................
13 Genipape............-:,
As propostas sero recebidas at o
zembro do correte anno.
PtrV,3rSir2."",dOU affi"P PreSeD,e e
n.Sh"Ur!r*^* ln,soararia Provincial de Per-
nambuco, 7 de novembro de 1861.
O secretario,
_ .,. Antonio Ferreira d'Annuncisco.
.:T. V m* Sr- loPect<>r da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenloxda resoluco da junta
da fuzenda, manda fazer publico, que no da 28
T^,nTkt9 V*1 Bovameote praca para ser ar-
rematad a quem mais der. renda daa casas
oShao *"" petlencent" ao Plrimonio dos
Ra do Azeite de Peize.-
^3 Sobrado de um andar, por anno
.. *aa d Cacimba.
66.Casa terrea, por anno.."........
.67.-rIdem idra, por anno...........
Ra dos Burgos.
69.CsSa terrea, por anno..........
. 0 t Ru da Seozaia Veiha.''
T9.-Sobrado de 2 andares, por anno
80.dem dem, por anuo..........
Ra da Guia."
84.Casa terrea, por anno........
Ra do Pilar."'
So.Uasa terrea, por anno........:
As arrematarles serao ejiaa
decorrer do dia da arrematacao
oho de 1864. v w
puwrpiKvarlmnd0U aE"r pre'ent8 e
Seafraaui a Ibaoarsria provincial de Pet-
nambucft, 15 de novembro de 1861.-0 secreta-
ru),.A. F. da Annunciago.
iJTi? IiB' Sr* a"Pfctor da thesouraria pr-
tincil, em cumplimento da ordem do Ezm^Sr.
TSlT^ pn>*,ocU maBd er publico, que
no da 28 do cerranlo, perarrta a junta da Cazeo-
da da mesma thesouraria.. aarha do arre malar a
quem maior ure5o off.reoer, o roMitteoto do
imposto, creado pelos tf. tf, # 31 do art. 40
g tai provincial o. 510 e bem aasim e aumenlo
sagaiates municipiofl : *
ooit;
' Br^o.
Cirnbre,
Flores.
Boa-Vists.
, A arremaiacao ar>,feila por tempo de 2 m-
7 *U<**U do oarsiu anno
iPub.i^P7o^ar?;^(MI-,iB*'t0ial-
------..------. sua
propostaa, em csrtaa fechadas, no dia 28 do
corre* mez al s 11 horas da msnUaa, acom-
panhadas da amostras dos ebjectos.
Para os na lias.
0 dirttw di comianhia dramtica
tem a honra de preveair m respei4avci
l bandeim. r^r^TpJtM. aoutraslf SI^sVSII^T'^ '^
lant. *e 2 24 r.^.s de terso, IB arobaa e 8 *UlW. P"" ?*? 4 8 2 d dffcP9
prximo. Os bilheles tanlo de caa-
{ vendidos puta as dnas recitas, fece-
bem-se encommendas no escriptoria U
theatra.
libras de plvora grosBa.
Pata os navios, e arsenal.
8barns de breo, 8 ditosdacat|ao, 12pedras
de amolar, e 20 arrobas da pregas de cobre para
Para o arsenal.
1 braco de balaoe grande com concha, 20
arrobas de almagre, 24 fechaduras de gaveta,
a 10 dorias da taboas de amateilo, ou pao
sarga.
Par os africanos lirres ao sflrvico do
arsenal.
Do seso mascollno.f
54 camisas e 79 caigas, de algudio azul.
Do seto femenino. 1
6 camisas de algodiosinho branca, e 9 ssias da
algodo azul.
Sala do conselho de compras navaes am 21 de
novembro de 1861.
O secretarlo,
Alezaadra Rodrigues dos Anjos.
Contina a estar preso oa casa de detencao
o escravo Aleandre, que diz ser da Msnoel Igna-
cio de Albnquerqoe Maranhio, e andar fgido, o
qual escravo tAra recolhido oo dia 87 de outubro
prazimo passado ordem desla subdelegada.
Subdelegada da freguezia de Santo Antonio do
Recife 21 da novembro de 1661.O subdelegado
supplente, Manoel Antonio de Jejap Jnior.
Arisos martimos.
.4*1
'1 vv
COIPAHB BCAIU
M
Navegacao costeira a vaptr
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do A$u', Aracaty, Cea%
e Acaracu'.
O vapor cJaguarism, comaaoiUala L.bato
sabir para os portos do norte de sua escala al
o Acaracu no dia 9 da detenbro as S bono d>
Recebe carga at o dia 7 ao meio dia. Eamem-
meniias, passageiros e diuheiro a frete at dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no Fort do
altos o. i.
Marauho e Para.
O patacho brasileiro Paulino segu com brevi-
dade e recebe carga para sanaos o porto traa-
se com os coosignatarioa Marques Barros A C.
Largo do Corpo Santo n. 6.
Companhia de
Beberib.
Nao *e ten do reunido hoje o numero
de rotos presentes queexigt; o art. 16
dos estatutos da companhia para que
baja sessao da assemblea ge(ral dos ac-
cionistas, s5o estes conidajdos para se
reunirem no dia 25 do brrente ao
meio dia, afim de que se posta cumplir
o que determina os mesmos! estatutos e
fazer o dividendo ; procedendo-se en-
tao de conformidade com o I disposto no
artigo additivo ao 16- que pirmitte que
Maja sessao com o numero de votos pre- rete, lrsta-se com o propietario Barthai.
sentes. I Lourenco, oa ra da Madre de Dos a. 2.
E$C"Ptorio da Compa-nlia do Bebe Daro Q Rlfi *1a jffl.
to
O paihabote Artista pretende sahir por todas o
presente semana por ter j um terco de smm car-
regamento a bordo, e para o resto e escravos a
Pirapama.
Ipojuca
Serinhem. '
dem.
Una.
llera.
Ipojuca.
Amarigl.
Sibir.
m de de-
ribe 18 de novembro de 1851.
O secretario interino,
Justino Pereira de Faria.
Consellio administrailivo.
O conselho administrativo, para (oraecimento
do arsenal de guerra, tem de com >rar os objec-
tos aeguinles:
Para provimento do arsenal de guerra.
500 meiosde sola.
40 meios desoa branca carrotiac a.
Para o corpo daguaroi^ao desta provincia.
8 dobradicas para dous armarios.
2 fechaduras para os mesmos.
2 ferrolhos.
3 dobradicas para um cofre.
3 fechaduras para o mesmo.
6 ditas para tres mesas grandes.
7 ditas para 7 ditas pequeas.
Quem quizer vender taes objcctoi aprsente aa
sn.a propostas em carta fechada na secrelsria do
conselho, as 10 horas da manha no dia 27 do
correte mez.
Sal das sejses do conselho i dministrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 20 de
novembro de 1861.
Bento Jos Lamenha Lit s.
Coronel presidente, I
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Consulado de Franca.
Em conformidade com o arl. 7o aa convenco
ccnsular, concluida em 10 de dezerbro de 186J,
entre o Brasil e s Frsncs, o consol da mesma na-
qo faz publico que o subdito fraoez. Eugenio
neiro.
O btigaje nacional Almirante pretendo seguir
com muiia brevidade, teas parte de aeu carreoja-
mento prompto, para o resto que Ihe falta rrrrta
geiroa e escravo a frete, para o qa too asaoU-
doa commodos. trata-ae com os seas consignata-
rios Azevedo& Mendes no sen escriptorio roa da
Cruz n.1.
Para
em direiturao hiata Santa Cruza, recebo cara
a frete : a tratar com Caelano Cyriaeo da CH. ti
Irmo, no lado do Corpo Santo n. 23.
Rio Grande do Sol
5019000
122C.OO0
81*000
125|000
7539000
73f0O0
1683000
2249000
pelo tempo que
at o lim de ju-
Lecomte, cabellereiro, ra da Imperatriz, fallo-
ceu honlera pelas 7 horas da noite.
Pernambuco 23 de novembro de 1361.
THETRO
DE
Santa Isabel.
Companhia dramtica sob adireceo do
artista Germano.
QARTAFEIRA, 27 DE NOVEHBRO.
Heeita extraordinaria
EM BENEFICIO OE
Depois que a orebestra tiver ezecutado uma
linda ouvertura, subir sceoa pela ultima vez
o ezcellente drama em cinco actos, era que tanto
prima o Sr. Germano,
D. CESAR DE BAZAN.
segu no da 28 do mez correte o patacho cBom
Jess ; para o resto da carga qoo Ihe Calla, ira-
la-se com Caelano Cyriaeo da C M. & Irma o
ado do Corpo Santo o. 23. *
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiato cLtnio Paque-
te por ter grande parte de sea curegaaento
contratado ; para o reslo trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alvea 4 C. na da
Cruz n. 27.
Para Lisboa
O patacho brasileiro Julio pretende sraar
para Lisboa oestes oito dias, lem parte de w
carregamento prompto : para o reato ine Ihm
S u '/ COm 8 ,eM consignalario Ato-
1 vedo Mendes, no seu escriptorio ra da Crur
numero 1.
Maranho.
1 Segu em poucos dias o paihabote oadoeat
ano Amaro, capilo Manoal da Silva Sanio.
( para alguma carga que ainda pode receber Unta-
se com o seu consignatario F. L de O. Azevedo.
rus da Madre de Daos n. 12.
Baha.
le Marita-
tomando
Fazendo a Sra. D. Manoela o papel
na, e o Sr. Germano o de D. Cesar
parte toda a companhia. '
Dar fim ao espectculo com uma cosnedia o
va, composigao de um Pernambucano. 1 Sr Joa-
quim A. Bessoui de Almeida,

Valle.
Vicent..
Teizeir .
Campos
Le te.
Nones.
Santa R
Raymni do
o.
pH>vtn6lt de W-
i-4"jiiaMllarao
Gawaelbo 4a ooatpracanrvaes.
4 armada, abaixo declarado, muda o conselho
NESTE C.iSO EU ME C4,0
ou
Os Estudanles de Recife.
Srlas.rnada decooplet8' mus,ca dtP' ofeisoro
PERSONAGENS.
Ainerto, quioto-aooista da fs-
culdade de direito ;
Angelo, calouro......
Miguel, cascabolho.....
Jorge, cascabulho
Um estudite .
Joao Manoel, lavrador
Barnab. sapateiro. .
Frocopio, sirgento da guarda
nacional do mallo ....
Diversos estudsote*.
A scena ptssada no Recife.
pocaactualidade.
.Est-comedia primeira producto do Sr. Besso-
ni, bem e3cnpta. e muito espirituosa. Ti m (ido
elogios de difTerentes cvalheiros que a te a lido
Osbeoeciadosulgam ter felto uma exc silente
escolha de espectculo, e desde jpedem *. Jrj!
tecclo de um publico tao Ilustrado e benel .cent
O Ssot-Aos j por veze honrado rom a esti-
esta occaaao receber proras de sua alta b rnavo-
lenna, e declara que nao preleodendo solrecar-
Ir,r^n,i0.S:ea9 **?," ^Hw todo
preco da casa, expor todos os seos Mnete r, tan-
to de camarotes, como de eadoirae e ola n k
vooda 00 escriptorio do ibeatro. pediodo destal-
P* pos nao ir pissoalmeai* fazer os seisoon-
viteo.
O Santa-Rosa
Ftacsn tente .
Se do contado
lWtr enebente.
Com iss cent,
Poisi dadak
Ou este bom poro
Tett caridad.
SftSL.a-.li/.
Este bom povo
Pemamnodatir).
' wvlMCtrl '|r|rfr%i.
Para a Bahia segu em poucos dis a .
nacional Carlota, capitao Luciano Aires da Con-
ceigao, para alguma carga que aiodt recabe ira-
ts-se com o seu consignatsrio Francisco L. de O
Azevedo, ra da Madre de Daos a. 12.
Para o Aracaty,
o hule Aracaty segu Beatas dita, mestre J*aj
Henriquc de Almeida : a tratar com Tasao Ir-
mios.
Para
em direitura.
Segu para o indicado porto o he* rsbatida
brigue escuna Gracioaa, capilo Joao Joa O
Souza, por ter parte de aeu carregamento adan-
tale; para o resto irau-ae com os coaoicoaUris
Almeida Gomes, Altes & C., roa da Cruz a. 87.
O eapitof. Ritiere, da barca (raaceza Joan
/ armeotier, recenhecendo-te ioduzido em erro
por seus consignatarios, convidando pelo aooao-
cto publicado no Otario de Pemrnmaneo de boje
os.proprietarioa de bascajas a apresentarce s*ai
proposlas no escriptorio dos mesaos constan^u-
nos al-o dia 23 ao mato dio, para es traoalbo
que o dito navio necessitsr, spreaea-00 eos do-
clarar, hoje, que o dito annuncio considerar-ee-
ha nullo e sem effeito.
OeaoM da perito, anlortsado pato Sr. cssuil
de rranoa nesta residetieia, nao estando cancini-
do : o capillo oo pos* "io por tasto requerer
pbter anda do dfto Sr. consol assatorisacoosane
Ihe sao necesstriaa, tanto pora virar ea carena
como para execuco dea concertos que terca ini-
gados iodispeosaveis, oo poda evienteanto
fazsr dito snnuocio, que ello declara boje Ho
porque, feito sem autoriaaco consolar eU ez-
puoha oseo navio a perder ana nacioca'lidade.
Recite 22 de novembro de 1891.
Rfi4L wmmw
DB
Paquetes ingfezes a vapor
At o dia 28 dea am esooea^e da "
Oneida, o qual depora da deaaora do
aogoir neta o Rio de Janeiro tooando a
pira pastagaoetc, rt^tr-tm-tu tratar
aAamMhMsmt HbvriebYC, rn del
Tifio tt. n _
Lciloes.
A 26 da correte
'T*a.a*A_.. 9
do agento OUveirs, do aaiseoaaUto


<*)
DIAfilO M HMMIMKO. SEGURD* FElflA 25 Dft MVIMMO DE 18tl.
de fazendas de la, linho, algodo e seda, inclu-
siva muita* para liquidarlo de factura, e oulras
chegadaa pelos ltimos nivios :
Ter^a-feira 26
do correte, as 10 hntt da manhaa, em sen -ar-
aaiem ra da Cruz do Recite.
Importante
DE
Movis americanos constando
de ricos guarda-roups de
m 3goo, mesas redondas
com taiupos de mar more,
mesas elsticas, costurei-
ras, estantes para Hvros,
secretarias, coosolos, com-
modas com armarios, ditas
com espelhos, ditas com
pedras. ap parado res, co-
lumnas para p de cam,
camas francezas, toiletts,
bancas para jogos, porta-
toalhas. cadeiras de alin-
eo, toucadores de fetios
modernos etc., etc. Objec-
t'KS para -quarios, camas de
casal, commodas, lavato-
rios, me/.iuhas e -cadeiras,
sendo estes objectos de gos-
to inteiramente moderaos,
espelhos com molduras
douradas de todos os taraa-
uhos etc.
Terca-fetra 26 do crvente.
Aotunes far leilao en seu armazem na ras
do Imperador o. 73, dos ricos e bem acabados
movis americanos cima mencionados, para o
que convida a todas as pessoa que gostam de
unir a commodidade do prego a perfeigao da
obra que nao deixem de coacorrer aoreferido
leilao, que alem das pegas supra-citadas encon-
trarlo sinda muitos objectos iodispepsaveis a
urna casa de familia. Comecar as 11 horas em
ponto impreterirelmente.
LEILAO
DE
Farinha de man-
dioca.
Terca-feira 26 do corrente-
Matheua 4 Rodrigues farao leilao por inter-
vngalo do agente Piolo e por conta e risco de
quem perteucer de 400 saceos com farinha de
mandioca, os quiesserao vendidos sem reserva
de prego, as 11 horas do dia cima mencionado,
no armazem do Sr. Joo Carlos Augusto di Sil-
va, forte do Mallo n. 25.
LEILAO
rerca-feira 26 do corrente
Costa Carvalho fara' leilao por man-
dado do Illm. Exra. Sr. Dr. juiz do
eommercio e a requer ment de Fraga
& Cabral, da armacSo e raais pertences
da taberna na ra do Rangel n. 22,
pelo maior preqo encontrado.
LEILAO
Quarla-feira 27 do corrente.
Mills Latham & C. farao leilao por intervenco
do agente Pinto, de 28 ancoras nao s para na-
vios como para barcagas e 10 torrentes de dife-
rentes grossurss, em lotes a vontade dos com-
pradores, as 10 horas do dia cima mencionado
uo armazem do bario do Livram6nto, caes do
Apollo.
Conatando ao abaixo essigaado que algue:
o calumnia a respeiio de ama Portuguesa, que
esteva oceupada em sua casa por alguus annoi,
apresss-se em -declarar que todoa eases boatos
alo destituidos de fundamento, -que aonuoci-
nte neohum trato lem com esse tenhora; e que
aeu lempo oecupado no irabalho para sustentar
sua legitima familia, seru se oceupar com a vida
alheia ; e espera que eases peasoaa que viem de
calumnla-lo ae cohiban de tal proceda) ento.
Recite 13 de novambre de 1861.
. Joao Jacinlho de Oliveira.
Precisa-se de urna ama quesaiba cosinhar
9 lavar: na ra do Rangel n. 7, segundo andar.
Auseotou.ee do Mooteirb a preta Romana,
ha vinte e tantosdiaa, e lem os aignaea seguin-
tea : altura regular, secca docorpo, cabellos gran-
des repartidos so moio da cabega, (alta de um
dente na frente, levou vestida aia de chaly azul
de babados, corno de ouira fazend, chalas en-
carnado usado com lisias de seda oa barra, levou
urna bandeja grande eilavada.com urna loalha de
algodaogrosso : as pessoarea que a pegarm le-
vem au armazem da ra do Appollo o. 20, que
terao bem recompensados, ou no Monleito, na
casa do Sr. Qaeiroz Fonseca.
Attencao
Avisos diTersoh.
Basiliaao de Magalbes Castro,
como testamenteiro do fallecido Jos
Fernando da Cruz, e inventariante dos
respectivos bens, em vista do annuncio
que faz o Sr. Joao Fernando da Cruz,
como procurador ou gestor da Exma
Sra. D. Joanna Mara das Dores, para
sentem a elle seus crditos, julga con-
veniente avisar aos mesmos credores que
elle testamenteiro e inventariante ja'
deu comeco ao respectivo inventario
pelo juizo municipal da segunda vara
desta cidade, eterivao Motta, e que em
remp:> competente avisara' a todos para
que justifiquen! seus crditos.
IOTERI4
As rodas da segunda parte da primei-
ra lotera do Gymnazio Pernambucano
andarao i m preter velmen te no diase*ta-
eira 29 docorrente&Os bilhetes achara-
se a venda na thesoraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e as casas commissio-
nadas As sertes serao pagas como de
costume.
O thesourero,
A. J. Rodiiguesde Souza.
Pelo juizo de orphoa desta cidade se faz
publico, que vai a praga por arrendamenlo, a
iuem ruis der, o aluguel do sobrado meia agua
ae 2 andares da roa eslreila do Rosario n. 4,
pertencente aos herdeiros do finado Gaetano Pe-
reira Vjaona, a requerimenio do tutor por par-
le de sua tutelada, cujo sobrado se acha arren-
dado annual pelo prego de 144#0GO ra. cada an-
dar e loji.
Attencao.

Pede-se mui encarecidamente as autoridades
DOliciaes, bem como as de Aflc-gados, Varzea e
jribeca, o favor de aprehenderis o escravo de
nome Severino, crioulo, muito magro, altura re-
gular, julga-ee nao tem aido pegado eos razio do
maltrato em que anda, acba-ae fgido desde 18
de dezembro de 1860 da cidade de Olioda, e tem
andado Irabalhando de eoxida, e fni visto a se-
mana passadasahindo de utas venda na Varzea
de maohaa muito cedo, represen* cineoenta an-
uos e baiba j pintando; gratflea-se generosa-
mente a quem o trouxer roa da Seozala-Velha
n. 54.
Aluga-ae urna meia-agaa na ra da Atrai-
;) n.l: a traUr na ra do Socegrj do Camn
Verde a. 8.
No dia 23 do corrente, palas 10 horas da ma-
nha, sahiodo a mandado urna molatiobaou ca-
brinha de oito a nove annos de idade, uo procur
rou mala a caaa, e julga-se que oi occulta poo
alguem : por isso, roga-se ios capases de camp-
o a qualquer nf|soe, que a ponsa adiar, de a le-
var ra doQumnaju 0. ;4q ou ra do Han-
ge! n.8, que aera recompensado ; e lem a masraa
negrinha ossignaea seguales : cor fula, cabellos
crapinhsdos, nariz chato, denles atraveaaados,
[.lia com a lingula noa beigos, a meama fui com-
prada por divida a Manoel Ignacio de Siqueira
Cavalcanti, seohor do eogenho Mussahiba, ao la-
do de Santo Amaro de Jaboaiae.
No dia 27 do crrenle, depoia da audiencia
do Sr. Dr. juiz municipal da segunda rara, tem
de ser arrematada pelo prego da adiudicagao,
que de 1:0005000, a casa terea da ra dos
Martyrios n. 25, em chao foreiro ; a ultima
praga.
Manoel da CoHa e Francisca da Cosa com
2 lilhos retirarn-se para a Babia.
Aluga-se por anno ou por fetta urna das
raelhores casas do Cachangi e do lado do rio ; a
Iralar na ra Noa, Lija de Baalo & Reg.
Precha-ae fallar com o Sr. Manoel do Car-
ino Rodrigues Estoves, na ra da Praia o. 10, a
negocio de seu inieresse. '
* Preclsa-se de huma ama para casa de pouca
familia, na ra de S. Francisco u. 18
Copeiro.
Precisa-se de um bora copeiro para servigo de
hotel : quem o tiver dirija-se a ra do Trapiche
Novo n. 12.
Perdeu-se no dia 20 do correte um caval-
lo rodado, carregado de carne aecca, e no meio
da dita carne um capole, urna caiga urna cami-
sa, ludo dentro de um sacco : roga-se a toda a
pessoa que o tiver achado, ou delle noticia der,
de se dirigir a ra da Praia n. 13, que se grati-
ficar,
- Antonio Jos' Rodrgues de Souza
aluga seu sitio do Monteiro, o qual e
bastante fresco e tem bons commodos :
a tratar na ra do Crespo n. 15.
Precisa-sede um caixeiro de 14 16 annos
de idade, que leona pralica de taberna; no beeco
do Campellon.4.
Grande obsequio.
Cordilla Maria Monteiro de Paiva (viuva de Joa-
quina Jote de Paiva) pede a pessoa que lem una,
carta de seu Bino cadete Joaquina Ricardo Mon-
teiro de Paiva vinda do Rio Grande do Sul, ter a
bondade desedirijir ra Direita n. 60, 2o an-
dar, pelo que ficar bastante grata.
mmm m mmmnmtmmm
I Dentista de Pars.
15Ra Nova 15
Fradaric Gautier,.; i rargi cuentista,faz!
todas as operacoes da sua arte ecollocaj
domes artificiaos, tndocom a supariori-t
dadeeparfeigioqueas pessoasantendi-i
das lhereconhecem.
rea agua e pradentifrieioseie.
Maria B. de Paula Lopes e seus filhos mui-
to agradceme todas sspessoas que se dignaran)
acomoanharao cemiterio publico os restos mor-
taes do seu sempre lembrado esposo e pai Joa-
quina de Paula Lopes e de novo os convidara pa-
ra assislirern a missa do stimo dia terga-feira 27
do corrente pelas 6 horas da manhaa na matriz
do Corno Santo.
=- Aluga-ae o terceiro andar do sobrado do
Becco Largo n. 1 A, concertado e pintado ha pou*
co e aloga-se por prego muito commodo : a tratar
na taberna defronte.
Precisa-se alugarum escravo preferindo-se
idoso, para servigoa domsticos'. na casa de ba-
nhos no pateo do Carmo.
Precisa-se de urna ama : na ra Nova n. 5:
A quem lhe faltar dous cavallos cujos s'g-
naes deveri dar pode procurar no sitio do Chora
Menino; ave'tindo entretanto que nao se res-
ponsabiiisa por incidente algum e lhe sarao en-
tregues pagando as despezas.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 57, sita na ra do Amorim : a tratar
na rua da Cadeia n. 62.
#& 9-ae9ea*to*s9et
JGabiuete medico cirurgico.J
aj Ra das Flores n. 57.
% Serjodad5sr.onst.ltas medlcas-cirurgi- aj
cas pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu- M
fjg querque das6 as 10 horas da manhaa, ac-
U cudindo aos chamados com a maior bre-
5j vidade possivel. a
9 I- Partos. Z
O 2.* Molestias de pelle. a
e 3.* dem do ollios. a
13 4.* dem dos orgos genitaes. a
^ Praticartoda equalquer operagao em f
sj aeu gabinete on em casa dos doantes con-
0 forme Ihes fdr maii conveniente. o

Aluga-se urna casa no Mooleiro cora quatro
quartos, duas salas, cosinha fora, dous quiotaes
murados com sahida para o rio e quartos para
escravos : na ra do Amorim armazem de Tra-
vassos Jnior <&C.
Um segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praga da Boa-
Vista : a tratar na loja de calcado na ra da Im-
peralriz n. 46.
Manoel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Alugam ae duas casas com commnnicagao
em Apipucos. junto da povoagao, com banho
perto, por prego modieo : a iralar na ra da Im-
perairiz n. 47.
Aos.senhores pedestres.
Anda fgido desde o dia 16 do corrente o par
dinho de nome Eugenio, natural do Rio Grande
do Sul, tem sigoaea de bexigaa, a vista esquerda
coberta de nevos branca, talla de cabello na ca-
bega do mesmo lado, nao tem deoles na frente,
de idade de 18 annos, tem aido por vezes encon-
trado ua ribeira e ras de Santo Antonio, e com
uro p atado : quem o levar a aen senbor na roa
da Imperatriz n. 9, segundo andar, ter recom-
pensado.
ELIXIR DE SALDE
-MMW&2
Citrolactato de ferro,
Italeo deposito ua botica de Joa^uini NiatUuo
da Cruz Cotreia., ruado Cabug u. U,
um Peruambuco.
O Dr. H. Thermea (de Chalis] antigo pharmaceulico aposenta hoie urna nova nreoaraco
de terrocom o nome de elixir de ero-lactato de ferro.
Pareoen ao publico um luxo.apretar-se um mesmo medicamento debaiio de formulas lio
miadas, maso hornera da aciencia comprehende a necessidada importancia da una tal varie-
A formula um objecto de muita importancia em therapeutica; 4 um progresso immenso,
quando ella, maniendo a osseocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
tdades, para todoa os paladares e para lodos os temperamentos.
Das Maerosas preparagoea de ferro at boje coohecidas neohuma rene lio bellas cualida-
des como o elixir de ciiro-lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene tomar-se em urna pe-
e.ueea doee, e ser de urna proapta e fcil dlssolugao no estomago, de modo que completamente
amallado; o o nao produzir por causa da lactina, que contem em sua compoaigio, acoustipacaode
ventre frequeniemeote provocada pelas outraa prepararles terroginosas.
...k E*,as.no,r8,1 qulid?des em nada alterara a sciencia aedicaaentosas do ferro, que sendo uaa
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em sua dioica, de Incomparavel ulilidade
qualquer formula que lhe d propiedades lae, que o pratico possa prescrever sea receio. E' o
que consegro o pharmaceulico Thermea com a preparagao do uitro-lactacto de ferro. Asslm este
medicamento oceupa hoja o primeiro lugar entre as numerosas preparares ferroginosas, com o
atiesta a pralica de muito mdicos dislinclos que o tem eosaiado. Tem sido empregado como in-
menso proveiio oaa molestias de languidez (chloroae paludas cores ) na debilidade subsequente as
bemorrhagiae. naa hydropesias que appirecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilHade, as perolas brancas, na escrophula. no rachitismo. na parpara hemorrhagica, na
convalesceocia das molestias gravea, na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
era que o saogue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affecees chronicas, cacheiia tuber-
curf ,M5r0M yPhl,,uc. ****** veoereof, onanismo e uso prolongado daa precaoges mer-
mi,Eff!LSaei'er^'lad?8 ,end0 ""'["luenteaa sendo o ferro a principal substancia de que o
EcoheciSe^ ie*U'> "lor d0 ciro-lact.to de ferro merece louvorei e o
do ferro. humanidade, por ter descobarto urna formula pela qual se pode sea recelo
CONSULTORIO ESPECIAL HOME )PATDIC6
DO D0UT0R
n SABINO O.L. PIN.O.
Kuade Sduto Amaro Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os diaa atis desda!as 10 horas
at meio dia, acerca das seguales molestias :
moaitiot daimulhtret, mokttiat dai erian-
cat, moletUat da pelle, molestias do olhos,mo-
Itttiat typhilitxcas, todas as especies dt febres,
ftbrit intermitiente a ua eonsea cta,
rHAKHACIA BSrKCUL HOBtOPAT 1CA .
Verdadeiros medicamentos homeop thicos pre-
(tarados som todas aAautelas oecei sarias, in-
alliveis em seus effeitos,tanto em ti tura, como
em glbulos, pelos precoa maia com nodos pos-
siTeis.
N. B. Os medicamentos do Dr. abino sao
anicamente vendidos em sua pharm icia: todoa
que o forea fra delta sao falsas.
Todas as carteiras sao acoapanhalas da um
lapressocoa um emblema em relev tendo ao
redor as seguintes palavraa : Dr. 5abinoO. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emb ema posto
Igualmente na lista (los medicamento: que se pe-
da. As earleiraa que nao lerarem esseimpresso
aasim marcado, emboratenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos
Sement de algo-
do da ilfala de
Consultorio medicocirurgico
3--1VCADA GtLO&lA CASA DO VNDAO-3
Consulta por ambos os svstemas,
0nhm !,8.T q-e,tem de ^"" ** estabelecimento nao ae confundam com oa de
? nrS,P h.'w g"n,le Cred,l de q"e 8empre gozarato e ozsm f Propriet.rio lea tomado
ESZflS!T2X. MU nme 6I5 UK,0S os roiu'09'<,eTendo 8er considerados como fal.ifica-
ni ?,q.!el'e* qu" 0.rem PWdoa sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar coa-
Ki m.rp 5 Certe" comPanh" conta .signada pelo Dr. Lobo Mosaozo e ea p?-
pe marcado com o sea nome. ,. '
..Mj>.0.iim Mb,de re.cebr d Fwajgagrand. porgode tinctors de acnito e belladona re-
LfitL u de(.summlmP0-l"'Ciae cujas propriedades sao Uo conhecidas que o. mesa" Sn
aedicos allopathas empregam-as constantemente. "mu ora.
Os medicamentoa avulsos qur em tubos qur em linduras cuslarSo a la o Tidro.
,m.,for0prl eUno1^'"^'acimentoannuncia a aaus dintese amigos que tem commodos
ufcieules para receber alguna escravos de a e outro sexo doentes ou que precisen d atan
operagao. affiaogando que serao tr.Udoa com todo o disvelo e promplfdo, como ..bemTtSS
aquelles que tem tldo escravos oa casa do annunciante.
,.. A UU5' oaci da casa, a comnodidada dos banhos silgados sao ontras tantaa Tanta-
gen, par. o proapto resUbeleciaento dos doentes. v.nia
- Ha i^SfST qu^-,ui"rem fai'" > o nnunciante devem procura-lo de manhaa al 11 horas
Dr. Lobo Moteoso.

'.
Saque sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira Filho sacan so-
bre Lisboa ; no largo do Corpo Santo n. 19.
WUWL
Quea predsar de eaa criada portuguesa, di-
rija-se a ra de Apollo o. 8, primeiro andar.
Ama de leite.
Precisa s Ratos, caaa por tras do Cymoasio n. f0.
SABAO
iCes do Apollo armazem 67.
Deposito dosabao fabricado n saboaria
OA
M!& flUIPIM^Ila,,
Os proprietarios dest estabelecimento, o pri-
meiro neste genero e o mais antigo da provincia,
acabam de estabelecer no armizem n. 67 do caes do
Apollo, um deposito de seus bem conhecidos pro-
ductos, consistindo em um variado sortimento de
sabo,desde amarello commum at o superior e ver-
dadeiro massa a preco de 100 a 200 rs a libra con-
forme a qual idade
E' intil dizer-se que o sabo fabricado neste es-
tabelecimento, tem a propriedade de lavar perfeita-
meote a roupa, sem ctfusar-lhe o menor damno, o
que nao acontece com niuitos outros, que detrioram
o panno diminuindo assim a dura cao, averdadedes
taasserco est comprovada pela preferencia que
lhe do os consumidores, melhorameuto este devido
ao processo ltimamente empregado na manipula-
gao pelq actual fabricante
Para conhecimento dos compradores declara se
que as caixas contem o seguinte letreiro em forma
ovalFabrica de sabo nacional ra Imperial Per-
nambucoese vende qualquer quantidade de urna
caixa para cima.
anmoiio fw
DO DR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
JARA 0 TRATAHENTO E PHMPTO CURATIVO
PAS EFE8M1DAWS SEXUAE, DN TODAS AS AfFECCOES CUTARBAS, Vl.CS E ALTE1ACOES DO SANCIE.
PLUS DE
COPAHU
Curato deten*Chfele.
Xarope mui preter vel ao
Copahba e as Cube-
bas, cut immediatamen-
i te qualquier purgarlo ,
relaxagao e debilidade, e igualmente flxoa e
flores brancas das mulberes. iBjee Se
Chmble. Esta injeceo benigna emprega-se mes-
mo lempo do xarope de curato de ferro, urna vez
de manha, e urna vez de Urde durante tres das-
ella segura a cura.
DEPURATIF
a.. SA1YG
Depurativa ae nunr.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico conbecido
e approvado para curar
i^m^ con promplidao e radi-
calmente impigens, pstulas, herpes, sarna, co-
mixo-s, acrimonia e alteracdes viciosas do san-
gae ; virus, e qualquer affeco venrea. Ba-
niio minoraes. Tom&o-ie dous por semana, se-
pnindo olraiamento depurativo.Paataaa -
(iherpetiea. De um effeito maravilhoso as af-
feces cutneas e comiioes.
. ^iiWan Pomada que as cuaa era. 3 diaa.
O apnrio ene ra largado Roiario, botica de Barthclomeo Franctoc* de Souza, 86.
Sirop du
DrFORGET
JARABE DO FORGET.
Eate xarope est approvado pelos mais eminentes mdicos de Pars,
orno sendo o melnor para curar conatipacoes, losse convulsa e outras.
J^^Zu'J^^TL^T9 dAPe, irr'u<$? n*"0MS e lusomnol^cias: mna colherad
j??i*' e. 0| "i1** "* 808cit O *ff deate excelente xarope satiata ao meamo
lempo o doente e o medico. ^^^
Odtpot i na ra Urea do Rosario, botica de Bartholomec Francisca de Soma, %. 3*.
Fernando.
a-
S.
vir por-
belo* Srs.
oa
(S
quaes
podem
6 e 8 da
rebiettendo
lado
en.
d. Boa-
do hospi-
para lami-
no Recite,
8, aegtndo
" da larde,
Tendo se reconhecido a suderiorid
de do algodao da illia de Fenlando
Exc. o Sr. pretidente raandou
cao della para ser distribuida
agricultores desta provincia,
por si ou seui correspondenL
manda-la buscar na livraria n.
praca da Independencia,
seus nomes e lugar da moradi
Aluga-se a cas. terrea na fregu
Vista, ra dos Pratere. o. 14, ao la
tal Pedro II, com muito. commodos
lia, retiBeada toda de novo : tratar
travessa da ra da aladre de Dos n.
andar, das 6 s 9 do dia, e das 4 s
prego commodo.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Sanios & Cacan e tomam
sque* sobre a praca de Lisboa
No sitio da viuva Anacleto Jos le Mendon-
5, na Torre, appareceu no dia 19 (o corrente,
um boi, o qual ser entregue a quem 1er os Big-
uaes ceitos, pagando as despezas que se liver
fito e o estrago que o meamo fez.
Aluga-se um. mei-agoa nos fue do. da ra
do Nogueira, a tratar na ra do Queii lado n. 53.
* *
J Gmlegio Bom Gonselho.
g Esli aberlas para o curso da i ferias tm
Q as aulas de geographis, rhetorica, francez m
0 e inglez.

Aluga-se o armazem da ra da Senzala Ve-
lha que fia por detraz da loja da ra da Cadeia
n. 18 : t tratar na meama loja.
_ o sbaizo assignado, em conset uencia de
nao ter .inda app.recido o seu escr.vi por nome
Luciano, fgido pela segunda vez des< e o dia 10
do mez passado sem que al o presenta tenha ti-
do noticias delle, querendo retirar- e para a
Babia, sua provincia, roga a todas as i utoridades
e c.pilae. de campo e a quem quer qu j o encon-
tr, de captura-lo e leva-lo casa dt lllm. Sr.
Dr. Gaetano Xavier Pereira de Brito, inde ser
bem recompensado.Joo P. de Cerqieira.
Atten i aoliga cocheira daalem da ponte di povoscao
de Beberibe contina, receber carro, n cavallos.
O dentista Nurna Pompilio.
Ra estreita do Rosario n. 32, pri-
meiro andar.
planta denles pela presso do ar, por a olas e li-
gaduras, e faz todas as operacoes de su< arte
-Quem quizer arrendar ou comprar o engenbo
Ilapirema do M^io oa comarca deGoiadna ou ar-
rend o engenbo Souza na freguezia d^Taquara
na provincia da Parahyba, ou mesmo] comprar
mala de melada deate eogenho, perlenc^nle aos
hercieirog do Qoado coronel Estevao Qvalcanli
.o?1"1"' dirija-se a ra estreita do Rosario
d Ta *a" U engenno Tabu na f"ge
Aluga-se o sobrado da ra da Aurira. hoie
pertencente aos herdeiros do finado desembarga
dor Bocha Bastos, com excMlenles comm&dos pa
ra grande familia : a tratar na ra do cte.po n
5, loja de Marcelino & C
Precisa-se de um homem que tenba p tica de
----------- w^Mwaaa -fMV lUlin II
agricultura para feitor: a tratar na ra
menuro 5.
la Guia
'o bou.
carro,
Atten Quem quier possuircom pooco diohei
carros de passeio, e ptimos cavallos del
inclusive urna parelba muito gorda e bonita, di-
rija-se cocheira da ra do Imperador n. 12 que
tudo achara por junto, ou em separado.
Os devedores da extincta firma de
A. L. San tos S Rolim, queiram terabon
sdade de mandar pagar, quanto Jantes
seus dbitos ao abaixo assignado, a quem
pertence boje toda a liquidacao, ai qual
sera' eita judicialmente se os renkissos
assim quizerem : ra do Queitaado
n. 31, sobrado amarello. Antonio de
Moura Rol ira.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 13 di
ra da Lapa ; a tratar na loja do mesmo.
' Ao publico.
Autunes Guimaraes desta praca e
Jos Rodrigues Pinto Coimbra do] Rio
de Janeiro, socios de contrato da fir-
ma Antunes Guimaraes 4 C. declarara
ao respeilavel corpo coramercial bue
dissolveram amigavelmente a sociedade
particular que tinham com Manoel al-
tos de Abreu e Lima, ficando este lT?re
de qualquer responubilidade' futura,
porem sujeito a pequea liquidacao at
esta data ; e outro sirq declaram que di-
ta firma apenas deve a quahtia de rs.
4:<>85^380 nSo vencida ; bem como que
continuamsem altfracoda mes na
maneira com sua casa commercial
a mesma razSo
& C.
:ob
de Antunes GuimarSa.
Padaria.
Traspassa-se padari da caixa d'egua n. 0,
ou arrenda se prompt. e trabalhindo : a tra ar
os mesma.
Avisa-se
A quem lbe fallar ua cavallo caeUaba,
aodava com o cabralo taate a caaa aaajgaL-.
dando o. .ignaea e pagando a. rt.ap.i... se es-
tregara : n hospilal de caridad*, atoa "nial...
Sobre a viagen Brasil ea 1852,
Carlos R. Mansfield.
POR
A. D. DE PASCUAL
Acha-se novamenle iberia a asngaatara para
e.t. excellenteobr. eaa dou. Tnlaaao.. Belldaiia
te impreMos, do. qu.es pri*niro eti ji pMi-
eado. As pemoaa que deaejareaa piaui L *-
derio dirigir-se.o escripiorio da rae a Crai a.
45, 1 andar. Prego da obra completa 5#Mt, aee
serio pagos entrega do priaaeiro volaaae.
Auaeniou-M da caaa de sea sia*yr a
va de nome Joaepha, cota o. ,,,
corpo regul.r,|falt. de denles na frente, er wm
preta, falla um pouco rouca, leroa Trstlda de
c.mbr.ia azul, com babados j. usado, o oulre "
chita de liatra. com palea., encaiuidaa, t
vina pelo aterro do. Afogatfoe, ha maia .
mez que esti fgida, deecooua-se que ealej m.
tada em alguma cata : roca-ae i. .alaridadea
polici.es e capitie. de campo espiara da dita
eicr.va, e le vem i ra. Augusta a. 31, que serio
generosamente lecompenaados.e protesta -sai
Ira quem quer que a Loba occulta.
A pessoa que se julgar com direilo em *
c... terrea n. P..s.gem oa Magdalena a. 1, ca
fronte a caaa do Sr. Dr. Ignacio Firmo Xavier.
propriedade de Francisco da. Claias Otivatn.
dirija-se casa da roa Imperial a. 37, vala ao
a mesma cas. esta em negocio com o proarieta-
rio. i.io no pr.zo de tres dia., contar da baje.
Recife25de noveaabro de 1861.
Precisa-se da ana ana qoe si iba coziabar
eengommar, para casa de pouca familia : aa raa
do Hospicio o. 62.
Pugio oo di. 4 de outabro do corrale aaao
do abaixo assignado, um escravo de ooaae Quiri-
no, de idade de 50 anno. par. mais, do aacio
Costa, alto e reforcado, Uto asa pooco ctrta
do corpo, rosto um poaco talh.do, cor beai pre-
ta, falto de deotes na frente, posea barba, qae-
brado da virilh., que aa vezes tras (aada. a
quando anda inclina o corpo para diente, coja
negro inculca-se de carador de cobras ; quem a
pegar, o poderi entregar ao Sr. capilao Paele Ca-
valcanti de Aibuquerque, no engeaho Aurora,aa
no engenbo Lage na freguezia da Lscada, que ah
ser bem recompensado.
Jos Paes Belo Cavalcanti
UM.
DE
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier (as publico aao
lem reorganisado tua casa de saude, aa graaoe
casa, propriedade do mesmo sitio em que exista
o seu enligo e.labelecimento dt-ssa eraesa oao
flca ao norte da estrada da Paasagesa da Miaj.
lena, entie a ponte r.nde o a pequen, da Chara
Menino, onde contina a receber ooeote. da a al-
bos os sexos e diveraaa calhegoriae, -firoraaie
melhor traiamento, tudo pelo pieco maia casa-
modo.
0 mesmo doulor para mais commodidaee de*
pessoas possuidoraa de eaeravos, oa qao ae ai-
zerem tratar em seu eslabeledaieato leas d
minado diaria abaixo declarada.
As operacoes serio por previo ajaste, a m
farao parte das diaria, astim como aa caoJatea-
ciaa, e aanguossugas. Podeodo o doente tratar-
se tambera homeopathicameote, para o qae ka
commodos separados.
O servio medico ser feito pelo dUliacto cirar-
aiio do grande hospital Pearo II, o Illas. Sr. J*
Francisco Piulo Guimaraes, e o doalor areana-
tario do estabelecimelo, pr.ticandc-ee abi tada
e qualquer operaciopor preco. aaaito razaavew.
Este estabelecimento toroa-ae recoa*B.*advel
j pela boa casa de que dispe, coaao pelas cea-
dicoes hygienicas em que ae acha ailaaaa. pro-
vado isso pelo crescido naaero da doentes ola
curados.
O sea proprietario espera, .portate, deoaeaa
amigos, anligos freguezes, e mais aeaooea, a asa
cooperario em bem do progreaoo de lio ulil co-
mo necessario esUbelecimealo, paralisoaa par
nao poder elle achar-.e Ma teste, oaa Tinado,
de baver aido accommthijo de naa. grava eaier-
raidade, porm boje qae se acha coaapleUasooto
reslabelecido, prometi esforgir se aa boa oraVaa
de sua casa, e n. direccio do Irataaaealo dea
doentes.
Diarias Escravos 1)600
J.* orden- SM>0
1 ordem asjOtJB
Para entrada dos doentes se dererio Iralar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, oa raa
Nova de Sania Bita n. 7, sobrado de asa nar
com (rente par. nbeir. do peixe, oo ao sea es-
tabelecimento a qualquer hora.
Aluga-se o irimeiro andar do sobrado a
63 da ra Imperial, com excelleole. coaatados
para urna grande familia, e usa araaezees oa raa
do Imperador n. 39 ; a tratar coas Laiz de Manea
Gomea Ferreira.
Preciaa-aede um caixeiro que techa ortica
de taberna, de 14 a 15 annos : aa roa da* Crezca
numero 1.
Precisa-se de um. ama livraoneeer.ee pa-
ra lodo servico de pooca familia raa daa Cro-
les n. 22.
Importante
Aviso
Na loja de:4 portea da roo 4o Oai
acha-se um grande armazem cosa lodo a
ment de roupa. feites, par. cojo m tasa
lado urna officin. de alfaiale, e.i.nde
do della um par feito aaealro viseo m Laoaaa po-
ra desempenhar toda e qualquer obra que aa le*
encommende ; por uso qao fas asa coavila asna
ei.l a lodaa as peasoaa com fi.pnri.lidede oaa
Ulms. Srs. offici.es tanto da armada coate do
exercito.
Faz-se fardas, fardes rom superiores preparao
e muito bem feilas, lambn Irata-ao lser a tar-
damenlo lodo completo conforme ao aoa oa 10
de Janeiro, lano que lem oa rj.uriaae aao ala
1< vieram ; alera disso fu-ae mais -Tire..
para montara, frdelas oo jequeUs, bon en.
colletes a militar par. na Srs. i jadile, o ata-
do maior e do cavallaria, quer eeja aiagolaa na
bordado, a espequilh. de oaro oa anta, tada aa
50.1o d. Europa, lamben prepara-se bocea para
osenbaraadorea a de qualquer juiz aecaana a
estvlo de Coimbra aonde se fazem aa iilaeas
conhecida. at boje, aaaln cono tan aanta rian)
deienhos a matiz de lodaa aa caras proarioo para
farda memo de pacons.oa criadoa 4a Har aoa aa
tara pelo gosto i franoeta. Ra naasai
carreg.-sa de tazer para xoeoiaoa
(i.ncez. bordada, ao neaaao faati
quo por tudo ao fie. rapoaaa?al
azenda., bem futo e boas corte, i_
dia que so preanetier, segundo a Tatema d'i
Talo o mostr, poi. apara a b<
dignos aeaborea viola oo nada
perimenlar
Na toja d'.goia do oaro. raa 4o Casta* 1,
receben um coaaalalo sormeolo O
miMsogt, ssodo aaiodat ascorat'



DiAJJO ti fJUMJJIJBCO SKGUND4 FEUU 15 M BOVJtUl&O DI 1861

Duarte &Souza acientiflcam o publico com
eepecialidade ao corpo do commercio que nesta
data admiltiram para sea aocio o Sr. Paulo
Ferraira da Sitra em aeua estabeleciaentos de
molhadoa sitoa na ra das Cruzea o. 3d e largo
do Carmo d. 9, ficando o activo e paaaivo a car-
So da nova firma que gyrar ua razo de Duar-
e C. Recite 21 de novembro de 1861.An-
tonio Fernanda Duarte Almeida.Joaquina Jo-
s Gomea de Souza.Paulo Ferreira da Silva.
Precisa-se de ama ama para coiinhar e
comprar na ra, para casa de bomem solleiro : na
la da Cadeia do Recife n. 19.
Arrenda-se o eogenho Timb
distante do Recife 4 leguas, com duas casas de
vlvenda, casa de engeoho, casa da purgar e ca-
sa de caldeira todaa de ljelo, moenle e corren-
te, 3 leguas de malta virgem, cujas rendem an-
cua I 1:400 e mait quereodo, cercado de Tala-
do, moe o dito engeoho com muita abundancia
d'agua, yende-se coma safra nova criada : quem
o pretender dirija-se a Correia Irmos, na ra
do LivramenNo e no ni es m o engeoho a tratar
com o Sr. Joo Gil Paes Brrelo. *
Roga-se aos senhores abaizo mencionados
o favor de virem a ra do Crespo a. 8 A a nego-
cio de seea intereuee, visto nao se saber de aaas
moradas.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Dr. Uanoel da Silva Reg.
Dr. Pedro Gaudiano Ratia e Silva.
Padre Francisco Alves branles.
Frei Joo de Santa Cecilia.
Dr. Serpa Brandio.
Gapilo Antonio Fernando Raaoura.
Dr. Antonio Hen/iques de Almeida.
Acurcio Jos de Medeiros.
Francisco Jos do Amaral.
Francisco de Paula Gavalcanti Wsnderley.
Flix de Arauio Albuquerque.
JosGuilherme dos Res.
Joaquim Pedro do Reg Brrelo.
Manoel Duarte Ribeiro Jnior.
Manoel Antonio Barbosa.
Miguel da PunQcaqo Gomes.
Jos Pedro Caroeiro da Cunha (estudanle).
Jos Gorgonio Paes Barreto.
Alexandre da Silva Tavora Veneno.
Jos Thomaz de Aguiar.
Jos Thomaz de Aguiar Jnior.
Joao Baptiata Moretra.
Francisco Jos Alves Guerra.
Joaquim Ignacio de Csrralho Mendongj.
D Joanna Maria das Dores, berdeira legi-
tima de seu finado filho Jos Fernando da Cruz,
convida a todos aquelles que forero credores do
mesmo para que najara de apreseotar os seui
crditos a sen filho Joao Fernando da Cruz, resi-
dente na casa n. 65, segundo andar, na ra Nova
desta cidade, e isso no prazo de 5 diaa, a contar
da presente data, afim de que a annunciaote me-
Ihor habilitada, possa tratar do pagamento dos
meamos credores. Recife 21 de novembro de
1861.
Altenc)
J KRREIR4 VILLELA
RETBATXSTA
DA
AUGUSTA GASA IMPERIAL,
Ba do Cabusf n. J8, 1.' andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambroiypo, por melainuiypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaea para
pulceiras, alunles ou cassolelas. Na mesma
casa existe um completo e abundante aortimento
de arielacis francezes e americanos para a col-
locago dos retratos. Ha tambem para aste mes-
mo Om cassoletas e delicados alfineles de ouro
de lei; retratos em photographia das principaea
persooageos da Europa ; slereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrolypo
e chimicas photographicas.
S STAHL & G. S
|nETR VTISTV DE S. N. 0 IIPERDOrS
9 Una da ImperaATi ^
numero 14.
Tencionando retirar-se proxi- j
' mmente danta praca participam J
P a seas lreguez.es e amigos como *
' em geral a todos que podem '
precisar do seu officio, afim de *
le? que aproveitem do pouco tempo O
w que os annuociantes podem ain -?J
9 da dispor para a execucao das
V encommendas com as quaes
queiram honra-Ios.
Agradecendo nesta occasiao
ao Ilustrado publico desta capi-
tal o bom acolbimento das suas
obtas, decidtram se a por estas
ao alcance de todos introduzindo
urna consideravel baixa na maior
parte dos seus precps e esperam
que o desfalque que disso Ihes
resultar sera' compensado por
um augmento de concurrencia.
s
s
45 R,qa Direita 45
Ougam!.. Ougaml.. -
O traste indispensvel ao humero clvilisado i
sem conlradic.au o spalo E' elle to necessa-
rio como o pao ao estomago. Tolera ae um
chapeo jaca ; una casaca de ajuaiar tabeado];
um vestido desbotado ; mas o tpalo acalcanha-
do e roldo, a bolina aem lualre e j descosida
urna indecencia, um insulto ao orgo visual de
um christo. E* por to grabes consideragoea
qua o proprietario desta estibelecioftnto. que
acabando de receber um magnifico aortimento,
roga aoa aeua freguezea aa apressem em renovar
o calcado velho, visto estar prxima a festa;
vejam :
Homem.
MILIES (chigre privilegiado) frescos co-
E ARMAZEM
DE
roo a agua do Prala.
BORZEGUINSJoleirigoa (Rothild).
diversos fabricantes.
lustre pechincha. .
Sapaloes nantes balera. .
14*000
9&50
88000
5$500
59500
58000
4500
395 59200
31000
20000
19500
mais
Preciea-se alugar um sobrado de um andar e
soto que tenha quintal com cacimba : quem
tiver pode ae dirigir a travessa dos Acougui-
ohos o. 20, que se dir a pessoa que quer.
Felipp Dom, Jos Dom e Joao Dom subdi-
tos Belgas retiram-se para o {lio de Janeiro.
Quem tiver um sitio com baixa de eapim
para alugar nos Afogados, ou em suas mmedia-
des, annuocie por este Diario.
Aluga-se urna casa ioteiramente fresca, no
lugar da Torre, margem do Gapibaribe : a tra-
tar na ra da Rods n. 20.
Jos Jorge Pinto, teodo de ir a Europa pa-
ra tratar de sua saude, pede aos seus devedores
que msndem pagar o que Ihe estiverem devendo
5 ra da Cadeia do Recife n. 1.
Na ra das Cruzes n. 35, preci-
sa se de um official de barbeiro.
- Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Furto.
iCeuuotypo
Este novo processo de pintura appli-
cado photographia excede a ludo o que <
tem-se visto at agora em perfeigao e
apuro de detalhes e delicadeza das tintas
mesmo as miniaturas sobre marfim.
Parece uro esmalte I
Pode-se garantir-lbe pelo menos a j
durmi da vtotuta a oleo, visto aer im- !
permeavel nao s ao contacto da atraoa-
phera, como tambem i humidade de tal i
modo que nao se altera ficando qnalquer ]
espago de tempo debaixo d'agua.
Outra grande vantagem deste estylo i
de retratoa e que a pintura nunca pode :
mudar o traeos da photographia de modo i
que a semeihanga perfeita nao depende
mais do pincel.
Os anunciantes tende dquirido do
inventor o segredo desta pttciosa iono-
vaco (da qual se podar examinar al-
gum espcimen na exposigo industrial
aberta estes das no palacio do goveroo),
apressem-se em por essas vantageos a
disposicao dos seus amigos e freguezea
afim de que possam ainda approveitar do
curto espaco'de tempo que elles tem de
demorar-se nesta prag, sendo fixado
imprelerivelmeate para odia-31 de de-
zembro prximo faluro o encerrrnoslo
dos seus negocios.
STAHL A C.
[Photographos de S. M. o Imperador'
14KUA DA IMPEKATR1ZU
sais ^MSSMMgttsK^xssies
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
para o srigo de coiinhar e comprar: na roa do
Imperador n. 37, segundo andar, entrada a di-
reita.
Preciea-se de urna ama, que saiba conzi-
nhar e comprar: na ra Nova o. 33
Muita attengo.
Ao amanhecerdo dia 15 do correle, furlaram
do abaixo assignado um selim inglez novo, com
borrainas alraz e adianto, com rabizo, eatribos
de neo. e urna bride velha com correte na bar-
bella bastante comprida e urna manta velha de
panno de ourelo preto forrado de panno branco :
quem der noticia ou aprehende-lo se gratificar
com 20$, e igualmente pede-se aos donos das
cocheiras e aos Srs. seleiros que no caso de Ihes
ser offerecido o tomem e parlicipem ao abatxo
assignado no seu sitio na ra de Joo Fernandes
Vieira, junto do Maoguinbo.
Aolonio Leal de Barros.
Precisa-sede urna ama forra ou escrava pa-
, s fazer lodo o servico da caaa de urna pessoa :
na ra das Larangeiraa o. -2&.
No hotel de Aplpucos precisa-se de urna
coeinheira e um cosinbeiro e que sirva para fa-
er -as compras do mesmo hotel, e lamben) pre-
ciaa-ae de um criado.
Attenco.
Da casa do abaixo assigoado, em
Santo Amaro junto afuodicSodo Starr,.
l'ngio hontem a noite a negra Emilia,
bem retinta, alta, magra, representa
ter 35 anuos, le?ou vestido branco, cha-
les pintado de azul, suspeita-se andar
pela ra do Rangelou pateo da ribeira,
podendo ser que partisse para a cidade
do Rio Forixjoso onde tem mae por no-
me Mara do Rosario, liberta : roga-se
aos capitaes de campo a appreliencao
da dita negra, que se gratificara' gene-
rosamente.O capitio, Manoel Porfirio
de Castro Araujo.
Proeisa-sa de 2 amassadores que entendam
perfeitamenta dos trsbalhos de padaria: a tra-
tar na padaria da ra larga do Rozarlo n. 16
Leite pura.
Na ra do Imperador o. 43, junto a cocheira de
Claudio Dubeux, haver de seguoda-feira em
diante leite puro de vacca, aa 7 horas do dia.
Alugaoa-ae duaa boas casas no Gachang a
margan do rio, eonr eseelleotea com modos, para
pasear-se a fests ; tratar os ras de Pez a. 43,
Na madrugada do dia 32 dogeorrente furlaram
do sitio na ra da Esperanca'n. 74 om cavallo
com os seguintes signaes: cor mellado, clioag e
cauda pretas, um p e duaa mos calcadas de
preto, sem andares, e eslava carnudo : quem o
pegar e lva lo a casa cima, ou no engeoho
Sibir da Santa Cruz, que ser bem recompen-
sado.
Joo Chesney subdito francez retira-se pa-
ra o Rio de Janeiro.
Publicases do Instituto Ho-
meopathico do Brasil. '
THESOURO IIMIEOPATHlf0
O
VADMECUl DO HOMFOPATHA.
(Segunda edic^ao consi-
deravelmenU augmen-
tada.)
Diecionario populai- de medicina ho-
meopalhico
pelo en.
S&BINOO- L. PINHO.
Cooiinuam as assigoaturas para estas obras a
20j>000 em brochura al dezembro. Desse tempo
em diante as assignaluras serao elevadas a ra.
259000.
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.

inglezes.......
> Nantes meninos. .
lustre (sola e virs. .
* y (urna sola). .
de tranja porlugueza. .
> a (ranceza. .
Senhoras.
BOTINAS gsspa alta e laco inglezes de
duiaglo iocakulavel. 6|000
franceas (taco)......51600
sem laco........5J00I
gaspa baixa.......4M0O
outros (32, 33 e 34). 4g500
Sapatos (Joly) com salto......3ft00
> ( ) seo sallo......SgOOO
pele......... 800
lualre (31, 33, 84)..... 800
econmicos para casa. 500
Alem diaso um variado o abundante sorli-
mento de todo o qae necessario a sapaleiro pa-
ra execular qualquer obra.
50ARuada Cadeia do Recife50 A
2400,2S000,3J500
3500.
E' de admirar!!!
Heias encorpsdaa para homens aft400 a du-
zia, dtlaa para aenboras, que ee tem vendido por
49 e 59, a 395OO a duzia, pecas de cambrsia para
forro com 8 e meia varaa a >$, cortea de vesti-
dos de cambraia com seis ordens de babados a
390OO.
50 ARa da Cadeia do Recife50 A
E' barato que admira!!!
Para seuhorasa480
tavarae 7^ o-corte.
Joaquim Francisco dos Santos.
40fu do Queiraado
Defronte do becco da Congregaco, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para pasamentos:
Ricos cortes de vestido de l ou blond de seda branca com ramo e capells,
moderno e superiorque ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a branco
cores.
Ditos de tarhtsna branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Ditos da barege de seda de cores com barras e listas, novos gostos americanos.
Saias bordadas.
Ricas saias de cambraia branca
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricoa cortea de vestido de cambraia branca bordados com
mais moderao a mus snperior que ha no mercado.
Manteletes.
Ricoa mantelete de seda de cores e pretoa bordados e lisos com enfeiles bem
como arrendados,por presos commodos.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de lioho bordados 39,49e5# cada um
Chales,
Ricos chales da louquim braocos bordados de pona redonda e de 4 ponas.
Aleen das fazendas cima mencionadas tem nm grande aortimento de todas as
qualidadka. que nao posaivel mencionar-se pelo grande espado que tomaria.
bordadss com o mais apurado gosto e mais finas
maita elegencia, o
IM
4 loja da bandeira
ova luja de funileiro daj
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Pooseca participa a
todos os sena fregaezes tanto da praco
cmodo malo, e juntamente aortapoita-
vel publico, que lomou a deliberecao do
bailar o prego de todas as suas obraa, ior
cojo motivo tem para vendar aa grande
tortimeolo de baboa e bacas, lado de
diflferenlestamanbose de diversas coree!
im pinturea, e juntamente um grande
[aortimento dedtveraaa obraa, conundo
banheiros e gamelaa compeidas, grandes
13pequeas, machina para cal e rane-
oas para conduzr agua grandes e peque-
naa, laias grandes pira conservar fari-
nba e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos so oso do Braail e
camas de vento, latas de arrobe e 1f,
babsgrandes a 4f e peqee nea a 600
ra., baca grandea a 59 e pequea a
800 rs. .cocos de sza a 19 a duzia re
gadores regulares snoilo barato, ditoa
pequeos a 400 rs., de todo estes objec-
tos ha pintados e em branco e ledo maia
se vende pelo menoa preeo posaivel: aa
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cife n. 37.
Cortes de vestidos de lias decores lavradas a
79, cambraias de cores a imitacode organdys a
480 rs. a vara : venbam ver para saber contar.
Balanza.
Vende-se urna balanga decimal com pesos e
cem pouco uso, per preco commodo ; quem pee-
tnder, pode dirigir-se a ra da Praia n. 44, para
ver e tratar.
Carro novo.
Attenco.
Vende-se a cocheira da ra da Paz a.
jl A, com bons carros e cava)los, a di
nheiro : adverte-se que bem afreguc-
ada : a tratar na mesma.
SMJ
t ompras.
Vende-se um carro novo americano de 4 rodas
com asseotos para 4 pessoas e arreios para 2 ca-
vallos : para ver, na cocheira da ra das Flores
n. 35, e para ajostar, na ra di Cadeia Velha n.
5, com Rabe Schemeltao C. >
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
pleto sortimento de flores, o maia Qoo que pos-
aivel euconlrar.propnas paraenfeiles de cabegaou
vestido, couaa muito rkiqae. que se venlej por
preco que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
Leques.
Veniem-96 lindos leques de madreperola, o
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro. ra
do Cabug o. 1 B.
Vende-se um piano de mesa em bom cata-
do, por mdico preco : a tratar na cidade de O-
linda, na botica d Joo Soares Raposo, ra dos
Quatro Cantos n. 1.
k KA DO QEIMADO N?46
PAyp^GMNDEmTIMEIiTo
Loja das 6 por-j
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4|.
Duzia de meiasrroaa para hornean a
19200 e o par a 150 r., ditas bramas
muito finas a -2J500 a duzia, lencos de -
cassa com barra de cores a ISO rs cada
um, ditos brancosa 160 ra., baldes do
20 e 30 arcos a 3|, 1 i azi n ha para ves-
tidos a S40 o covado, cheles de merino
estampaJos finos a 59 e 69, larlalana
branca e de corea muito fina com vars
e meia de largura a 480 ra. o covado,
filde*Jioho liso 640 ra. a vara, pe-
cae de cambraia liai fina a 39, ceaaae
decores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 ra o
covado, calcinbas para menina de escela
a tf o par, gravalinhas de tranca a 160
rs pelos para camisa a 260 ra. cada
um duzia 29, pe^as de cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, teca de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francez a
220 e 240 ra. o covado, a loja eal
aberta das 6 horas da manhia aa t da
noite.
Compra-se moJa de oiro de 20SOOO na ru
Nova n. 23 loja.
Compram-se escravos de 15 a 30 annos pa-
ra exportar para o Rio de Janeiro : no eacrip-
lorlo de Manoel Alves Guerra, ra do do Trapi-
che n. 1*. r
Gompra-se urna mei-agua pequea ou urna
cass pequea, em qualquer ra nesta cidade, ou
em Olinda em boa ra.
Compram-se patacoes hespaohoesdocuuho
de Carlo3 III e IV : na rna Nova n. 23, loja.
Compra-se urna armaco ou s um balco:
quem tiver dirija-se a ra 'larga do Rosario, loja
de churu tos n. 30.
Compra-se urna preta de meia idade, que
tenha algumas habilidades : quem a tiver leve-a
ra Nova de Santa Rila n. 7.
Vendas.
CHAPEOS DO CHILE
os mais finos que ha no mercado, na ra [VT
Direita, lojas de chapeos nmeros
28e61
Alem das muitas qualidades de chapeos,! lem
os do Chile, os melhores que se tem visto oeste
artigo, e o proprietario dos mencionados estabe-
lecimentos est dWposto a vende-loa com pouco
lucro, e tem a cooviccio de que quem os vir nao
deixar de comprar, tanto pelo prego como pela
qualidade.
Macas.
Veodem-se barriquinhas com macas chegadas
ltimamente no gelo. pelo preco de 89 a barri-
quinha: na ra de Apollo, defronte do theatro.
Vende-sa 20 arrobas de velas de carnauba
Ri"~rfVceDle ,s d* s'lva L' "i relira-sa para o pura bem feitas, pelo diminuto prego de lOfiaOQ
K>< de Janeiro. por arroba : na ruado Brum n. 41. Tamoem
Meias para sn\\t*ra.
Vendem-se superiores meias para senhora pe-
lo baralissimo preco de 3#S40 a duzia ; na loja
da boa f, na ra do Queimaoo n. 22.
ToaWias pata raaos.
Vendem-se muilo boas loalhss para mos pelo
barato prego de 59* duzia ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Ricos eaeites.
Vendem-se ricos e superiores enfeites os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
lissimo preco de 6 e 69500 : na loja da boa f,
na ra do Queimado o. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, peto baralissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conbecida luja
da boa (.
Cortes de cambraia .pintada.
Vendem-se corles de superiores cambraias
pioladas, leudo cada corle 7 varas a 29240 o cor-
te : na loja da boa f, na ra do Queimado o, 22.
Cambraias trancezas inissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muito bonitos padrdes, pelo barato prego de 700
rs. a vara : na loja da coa f, na ra do Queima-
do D. 22.
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos francezes a imi-
tagu das de hubo, muito proprios para os laba-
I quistas por serem de cores escuras e flxas, pelo
baralissimo prego de5 e 6f a duzia : na ra do
Queimado n. 22. na bem coohecida laja da bea f.
Fil liso e tarlatana.
Vende-se superior l liso e tarlalana branca
e de cores, pelo biratiasimo prego de 800 rs. a
vara ; oa bem condecida loja da'boa f, na roa
do Queimado o. 22.
L.u\as de Iouvi.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
sempre se encontraran as verdadeiras luvas de
Jouvin, tanto para homem como para senhora,
advenindo-se que para aqueHee ha de muito lin-
das cores, na mencionada loja da boa f, na ra
do Queimado o. 22.
Vaeneot braceos muito
linos.
Veodem-se leagos brincos muile Unos, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, grande pe-
chlncha ; na lo ja ds bw f, ai fef e Oueimso
numero 22.
.iiM M
de
em
velas
vende-se na mesma cese urna fabrica
em pouco uso, por prego commodo.
Para a parada de dous de
dezembro.
Luvas brancas a 160 rs.
Havendo grande quautidade de luvas brancas
propriss para os dislinctos gujrdts nacionaease
apresenlarem com ellas no dia do festejo nacio-
nal, se ha resolvido a venler-se a 160 rs. o par,
e a 200 rs. das mais tinas: na ra do Cabug, lo'
ja de fazeodaa n. 8, do Burgos.
Chapeos de palha para oa
cajs.
Na loja da ra do Cabug n. 8, aindahs alguna
chapeos de palha hamburguezes dos que se lem
anounciado a I9 cada um ; nada ha de mais ba-
rato, est se acabando.
Ganga amarella da India.
1028Oe!03OOapecDha.
Na ra do Cabug. loja n. 8, venlem-ae peci-
nnas de ganga amarella da India, sendo de listras
e de quadros a 11280 e a 1*500. Com to dimi-
uta quaoiia lem-se boas e bonitas caigas.
A 2.300 a caixa
de charutos suspiros superiores da Bihia, sendo
caixas de 50 charutos, vendem-se em porgo ou
a retalho por este barato prego, e sao frescos no
aterro da Boa-Vitia o. 12.
Cambraia de seda.
Vende-se cambraia. lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e b$ pega com 8 1|2
varaa, dita tapada muilo superior, paga de 10
varas a fM : na raV do Queimado n. 22, na loja
da boa f. '
Bramante e ateaihado de
iiako
Vende-se superior Wamaote de puro linho cm
duas varas de largura a 2*400 a vara, assim como
atoalhado admasca com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da,boa f, na rna do Queimado nu-
mero 22.
Corts de eaitji.
Vendem-se cortes de caiga de meta casemira
de cores escaras a 2| eada corte ; "Be loia de boa
W, na roa do Queimado 0. *f. *
Sortimento completo de sobreeasacos de ptnno a 259, 289, 30* e 359. casacos multo besa
feitas a 251, 28f. 30$ e 35f, paletots acasacados de panno prelo de 16 at 259, ditos de casemisa
de cor a 159.18S e 202. paletoU saceos de panno e casemira de 89 at 149, diloa saceos de aipaqa
mer,n*J" ** *> 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pretas de casemira ( e
89 ale US, ditos de cor ae 79 at lOf, roupas para menino de todos os tamanbos. grande sort
menU de roupa.de brln codo -i.m ..Ij.., p.l.u,u coll.U, orlimenio-de- eolleU pretoa
aetim, casemira e velludo de 49 a 9#, diloa para casamento a 59 e 69, paletots braocos de braj
mante a 4>e 5#, caigas brancas muito finas a 5|. e um gran le sortimento de fazendas fins e me
dernas, completo sortimento de caaemiras inglezas para homem, menino e aenhora, seroulas
linho eaigodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora T
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendas de grandes obras que 1
isso ort sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais d
ciBcoenta obreiros escoltados, porianto executamos qualquer obra com promplido e mais bara
do que em outra qualquer casa,
20Ra da ImperatrizN. 21)
O baraleiro Duarte acaba de receber novo sortimento de fazendas que retal!
_1L,!g.Ul'llpre!0SC,,"1O!,,ni : """ b^alM ""P"" Pra corlin.dos. babados u
mosque e.ros a 15600 a pega cambraia grossa coa 8 varas cada pega ptima fazeoda para peneir s
mosqueteiros. saias e forro de vestidos a 19S00. muss.linas largas das seguintes coreTverde az 1
preta. rxa. encarnada e branca a 200 tb o cov.do, co.tes de riquissimas los eseuras com bbac '
contando cada om corteUl covados a 109 o corte, velludo de seda das seguintes cores
ci-
lios
^!!VzL^enr?^e,0 e"el,enle f"enda Mre"estlVo"dVee*hor e fotfp"ln"hrd'criacas pelo ba"i ?'
prego de 29600 o covado. corles de cambraia fina con-
treroeios a 1J a pega, geklinhas bordadas muito finas
prego de 29M0 o covado. cortes de cambraia fina com salpicos miudinbos a 59, liras bordadas e ex-
trmelos a if a pega, geklinhas bordadas muito anas a 19, chitas com algum toque de mofo a i SO
rs. o covado, peitos para csmisas brancos e de cores a 160 rs.
ARMAZEM
ROtJPAF
JSB^SavjSB^U
Joaquim F. dos Santos.
40-ftua do Queimadu-40
Defronte do bebeo da Congregado letreiro verde.
Neste eslebelecimenio ha sempre nm sortimento completo de roupa f todss as qualidades e tambem se manda execular por medida voDtade dos freeue-
zea para o que tem um dos melhores professores.
Casacas
ue panno preto a OS,
S5f e 309000
Sobreeasscosde dito dito a 359 e 30J000
Paletots de panno preto e de co-
res a 359, 809, 259.109.18 e 20*000
Ditos de casemira de cores a 229,
i5f,129.7e- 99000
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francezas a lOfOOO
Ditos de merind seiim pretos e
de corra a 9J e 8O0O
Ditos de alpaca de cores a 59 e 39500
Ditos dealpacapreta a99,79,59e 32500
Ditos de brim de cores a 51,
'- 49500 49 e 395C0
Ditos d* bramante de linbo brac-
co a (Rf, 5f e 490OO
Ditos de merino de cordao preto
159e 89000
Caigas de casemira preta ede co-
rea a lt, 109, J, 7 e 6000
Ditas de princeza e merlo de
cordo preto a"59, 69500 e 49500
Ditaa de brim branco ede cores a
' M. 4tS8 e 2S500
Calcas de ganga de cores a 9|000
Colfete de velludo preto e de co:
resrisse bordados a 129,99 e 89000
Ditoa de casemira preta e df co-
res lisos e bordados 09,
SfajQO
59500,59
Ditos de setim preto
Ditos de seda e selim branco a 6 e
Diloe de gorgurn de aeda pretos
e de cores a 79, 69, 49 e
Datos de brim e fuato branco a
32500, 2950O e
Seroulas de brim de linho a 29 e
Ditas de algodo a I96OO e
Camisas de peito defuat&o branco
ede cores a 29400 e
Ditas de peito de lioho a 59, 49 e 3*000
Ditas de madapi'l brancas e de
cores a 39. 29500, 2#
Chapsos pretos de masaa francesa
forma da ultima moda a 10.
8J500 e *'
Ditos de feltro a 69, 59, 49 e
Ditos de sol de seda inglezes e
francezes a 14J, llj, 115 e
Colsrinhoa de linno muito finos
novot feitios da ultima moda a
Ditos de algodo
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 1008. 909. 80$ e
Ditos de prata galvanisados ps-
tente e horizontaes a 409 e 30100o
Obras de ouro, aderegoa e meioa
aderegos, pulceiras, rozlas e
aoeis a
Toalhas de linho duiia 10$, 69 e 9$000
Ditas grandes para mese ama 39e 4*00o
59OOO
59000
59OOO
39000
29200
1280
29200
1$600
79OOO
29OOO
79OOO
9800
9500
70$000
Liquidac>oa
Rna do Queimado n. 10,7oja
de A portas.
Vende-se r>anno verde, preto, azul e eos de
caf, covado 39-
Caaemir preta superior qualidade covzdo
18600 e 1*800.
Chales de louquim para acabar a 10, 15, 2C,
30 e 409
Superiores corles de seda o mais moderno qae
tem viudo ao mercado a 90, 100 e 120J.
Sedinha de quadrinhas e florea, uperi .r f-
zenda e moderno gosto, covado 800. 1* e I94OC
Chaly, superior fazenda, covado, 500 ra.
Mimo do co, fazenda para vestido de sachara,
ovado 500 re.
Taimas e manteletes pretos a 18, 20 e 2S#.
Superiores veaiidos brincos bordados a 20 25
e 309-
Cassas francezaa finas, covado, 240 rs.
Corles de cassas de salpico, um 39 e 3*5') \
Corles de seda preta a 251. 30, 35 e 40?T
Leogos de seda a 600 e 800 ra.
l.a de quadros para vestido de senhora e rese-
pa oe meninos, covado 240 ra.
Grosdenaple prelo, covado 19280.
Chales de merino bordados a 4$.
Chitas francezas escaras, covaoo 240 rs.
Meias de algodo ci para homem a 49.
Corlea de velludo para collele 1 3(500 e 1^00
Paletots de brim a 3 e 49
Chapeos de sol do seda para senbon e ea'o-
nas a3e 4$.
Leques para senhora e meniaas a 3 e 49.
Esparlilhos para sennora e meninas a 3 e 49.
Chapeos de pellica para meniao e saenioar!
Chapeos de palha para senhora.
Ghapelinas de aeda para aenbora a 8 a 10$
Omisas abertas de renda pan senhora a 5 e
3$000.
Grosdenaple amarello com um 'queno IskjM
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Palelot, caiga e collele de casemira, pelo b--
issimo prego de 259
Ceroulas escocezas, orna 18200.
Corles de barege com duas saias a 8 e 10a.
Cortes de seda escoceza, menor Uzeada, coas
13 e 15 corados cada om a 109.
Camisv inglezas com pellos de lioho e coa '.se
queno mofo, duzia 25$.
Paletots de alpaca, um 99.
Corlea de osemira um 3)500.
Chales de la e seda, superior fazenoa, a ipOO
Lencos de cambraia de linho bordaaoacoaa tot-
eo, a 39. 5, 6 e 89.
Diloa de dita para homem, duzia, 69, 8, 10, lt
6 1 4p,
Selim preto maco o melhor qae leas apare-
cido, covado 39.
Chapeos deso de seda para hornean em 69.
Ditos dito de dita iutleza para bossem. un te.
10 e 129.
Daloes psra aenhora, nm, 8 e 49.
Panno de linho do Porto rom 12 palmes de lar-
gura para leocea, vara a 39200 e 3f40P.
Lencos de cambraia bordados cosa bico duzw
a S$500.
Golhnhaade cambraia bordadss, ama 920 r.
Manguitos de dita dita asa 1.
Camisas para meninos, dosis 15?.
Pil de linho bordado, vara I920O.
Dito de dito liso, vara I98UO.
KCoUesde brim Oe linho, um I96OO.
: Nova california
2 DE
5 Fazendas baratas.
Va ra da Imperalriz i. 48, jU %
2 tacara fraiceu.
Cortes de cambraia branca com bakadi-
Z nhos 49 e 49500 auperior 99, cambraia li-
? za com 8 1|2 vara 3$, 39600, e 49, ditas de
. Esrossia 59, e 69, ricos enfeiles para ae-
J nfliora 69 e 6J500. fintea oe soaia deheade*
p ira aeohora 29500.89, cbapwlioa para cri-
a 'C oslo inglez 3500. 49. para beetleado
[ 3 I, corles de vestido de sede loteatze de
l) ni toa gesto 129 eelo ae acabaede, ri-
i c >s lengos de Ubyrioihn 19, 1$200. chapeo
b sol psra senhora de bonitas cores, liaos
5), cabo de marfim 59*00, corlea de cam-
l raa branrot com ffnr de seda 59. riaca-
I < o francez 200 rea o covado, completa
9 1 irtimenios de baldes de srcoe S9, aorll-
apelos de meias para menino e mea le a
e 240 res o par. chelee de tarlatana
le cores a 640 ris, lencos branco cem bar-
as 160 ris chitas inglezas a 180 e 900 re.
ii fraoceza a 240 e 980 r. o covsdo
egas de cambraia de forro com varaa
fj 29 : junto a padaria irsneeza n. 46.


6
IARIO 01 tHHUMAlHO.- MWDAJMlMI 25 MCtUiH, u 14iV
BOM E BARATO
O rival sesa segundo, na
1
ao-
Francisco Feroandes Duarte
largo daPenha
Continuase a vender neete armazem de molhados os
?.ero,S21que T,,D- ". Bercad. PO ">uto menos preco do que em
irt o que recebe o proprietano em lodo* os vapores da Europa,
outra qualquer parte,
maior parte de seus gneros,
alio
r, e
proprioe para fiambre 900 rs. a libra, em porcio se tari abali-
TtlUO
que ha de bom oeste genero a 480 rs. a libra e ioteiro
oo ana s?rr"""'*?"' par" 8i,e,a,n ; Pr ,8S0 lamente participa aosseas
nin L\L, I i* pc* comoae*ebos o lavardores. que queirara seguir em proaraau oue
alo deuem ao meos de comprar a primeira ves suas eocommendas corto avSi
recot de alguna eneros, por onde se pode jalgar que rendemos baratissirao.
bTrril ee^r <212iS.*to 8Per0r qe h" n merC'd ^ e ,*000 lib" em
TOaMtiga tr aueew ffiuil0 noTa. M0 r, libra* em bwn t w n
^li* nerola, nysson c preto M ,
n ucr ui --" os rcais superiores do mercado 2800 5*600
<1 i A 6 "flanC,'8e a b0" "lidade. mereaao ww, XWW.
39000. bagados ueste ultimo vapor a 39200, ditos do vapor passado
Queijosendrinos d auperior ldtde e
enterro se faz abalimento. *^
Prexunto inglez
ment.
Vrezunto do
440 rs.
Touciune ingle z
o melhor pelisco que pode haver por estar prompto a toda a
Xoueinlio do reino 360 ra llbr., arrob. i91500
CYlourisas e palos Bl0 DOT0S a 560 ri libra
ttanna de or co retinada ,
e em barril a 440 rs.
AlZcAtonas multo novas ,,n
., .;' 1S00 a acrela, e em garrafa 310 rs.
tratas cor oolaxinha de suda
am poroso se fara ."aUmeoTo ^ Cn,end dUrMWrt- *"M-d ^ 8
Ma?R t lmate, __,___. _._,
duas ditas por 1j700. m em UU" denma libra pot m "" dU" de
Mar melada imperial rf r a .
aU.lihr Ti i a ad.,.aamadAbrGuedeoatr08muUoia,>ficote8leLisboa
ai}i libra, ero latas de 2 libras por 1&800.
rvilnas i*raneezas.__ mo,hora. .
in,uam ,n ,ne,lh0^e iue se pode desojar em me as latas por 500 ra..
tambera tem porlugueza me latas euteiras a 610 rs. '
Chocolate f r&ncez. ,, w, L
*"" e hespanhol chegado neate ultimo vapor a 1J200 a libra.
St.S proprijg para podim a 800 rs ,br(K
Wo ce de al ver elie A *> i
r '*' em latas de 2 libras elegantemente enhiladas a ($200 cada urna.
_ ^ superior de 4, 5e6emlibra a760rs. e em caixa a 740 rs.
v atas com peixe em Bosta *
1S400. !"* d8S mgihores qualidades qus ha em Portugal-a
i\mend a 480 rs. ** a lg a libra, ditas em milo a 80U r... dita com cases
Noxes e castannas nila,
-_,_,. piladas muilo oovas a 160 rs. a libra.
- para 8Pa a 60 l'bra e em caixinhas de 6 a 8 libras se far abalimento.
AAetna, maear*ao e ta li rim a Am n
luna franceza mu(0 nova a 240 rs a 1bra^
Farinlia do Marannao
UI.M.EMUU moitoaiva echeirosa alfiOrs.
txomma de e?0ffimar
Mpsta Bl
lo Qacima
Me do so
^ja de mH
J^de Aeevedo Maia e
Silva, est diposto a
eonthruar vender per
tos pfijos abaixo de-
corados, que jia ver*
da* bom e baratisr
lquida^ da
Pavo,
m detNa ra dalmperatriz n. 60
enccaeado e costelletas ptoprias para fiambre a 800 rs. a libra.
hora a 10 a libra.
mais al va que ha no mareado a 480 rs. a libra.
. a aocoreta, e em ga
contendo diferentes
simo;
Frascos com agua Alavande mbreada a
Dito* superior, (rasco ito grandes
Dazia desabneles muito fino a
Sabooatea iogUiea d raelbor qualidadea
Ditos muilo grandes a
Frascos de agua celeste muito superior a
Ditos com chairo muito fino a
Ditos com banha de urco a
Dita* com oleo de babosa a
Ditos muito superior a 140
Ditos com banha moito toa a
Ditoa com opiata de Lubin a
Ditos de dito de Pirara
Ditos com baeha transparente a
Ditos com oleo philocome a
Dtios com superior agua de Golooia
Ditos com macaca parola a
Ditoa cem ditos (oleo) a
Nvelos de linha do gaz de cores a
Ditos da dita encerada muito boa a
Oiloa da aoelhor qualid.de a
l-irriteis de liona de cores com 100 jardas
Nvelos de linha do gaz para marcar a
raras de meias de cores para meninos a
Irnos ditos para meninas a
DUos ditos eruaa para meninos a
Dunas de meias cruis muite eocorpadas a
Uilas ditas brancas cara seohora a
Caixas com pbophoros de seguraoca a
Ditas de folha com phophoro a
Duzia de phophoros de gaz a
Ma de Utos de vela a
Pessas de traaQa de laa de todas as cores a
500
800
sao
i
3
l50O
500
60J pataca e acaba_.se 240rs.o corado
laperaatiz d. 60, loja do Pavo.
iisseliQa a duzentos rs
o covado.
Vende-se musselraa branca com 4 e meio pal-
os de largura 800 rea o covado n n.t.. rt.
500
320
900
9Q9
400
200
100
ao
30
o
30
40
100
1
2o0
2J400
3-3000
160
110
240
320
40
a libra e em caita a 9j>.
o que se pie desejar por ser muilo alva a 100 rs. a libra.
luito novo e limpo a 160 rs a libra e em porcao se far abalimento.
.., t-nH m'?i8 K*e ,publlco! *lue fiocaodo-ae a boa qualidade dos gneros cima
nadoN se vende multo barato, e pelos quaes se poder julgar todos os demais que nao (c
nuociados.
mencio-
foram an-
^-Gimares k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Vendeiii baratsimo.
"}i pe?a de 9 raras.
Mmbralas brancas bordadas para vestidos desenhoras
Urgandys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores tazenda una a 240 e 280 rs. o covado.
Manguitos e gollinhas psra senhoras a 2j> o par.
Gollinhas ultimo gosto a ljf.
Manguitos a 39 o par.
ntremelos ricamente bordados a 2$.
Tiras estrellas e largas bordadas para enfeites de vestidos de sty a 5S a peca,
baias bordadas de 4 pannos a 4#. -
Saias bordadas de 3 pannos a 2J>500.
Saiasbalao de musselioa com babados a 69
Chapis de palha de Italia para seohora a 28.
Ditos de seda para seohora a 12].
Manteletes de seda
o que ha de mais moderno de diversos precos.
Ditos de fil muito bonitos a 30g.
Vestidos brancos bordados a 20$.
Ditos brancos bordados a 7$.
Chitas francezasde todas as qualidades a 280.300, 360 e 400 rs. o covado.
adapolao de todas as qualidades a 4, 4*500. 5 e 7 a peca.
Outras rouita3 fazendasde gosto e prer_os bsratos.
Uvas.
Vende-se as verdadeiras uvas de Ilamarac por
prego commodo, oo deposito do Sodr & C. oa
ra estrella do Rozario n. 11.
Vende-se o sobrado de
um andar e solSo situado na
ra das Cruzes n. 34,contiguo
aodolllm. Sr. tenente-coro-
nel Justino Pereira deFarias :
no pateo do Paraizo sobrado *
n 24, com Salu9anoAugusto
P. de Souza Peres.
Vendem-se
no armazem de fazendas
de Santos Coelho. ra
do Queimado n. 19,
Sal de Lisboa.
Veode-se sal muilo alvo e miudo por preco
commodo na ra Nova o. 69.
Attenco.
Ko armazem n. 40 da ra da Cruz vende-se
papel pira forrrselas e quartos, e bem como
guarnicao ludo- ds goito muito elegante e intei-
rameate moderno, e por multo barato prefo.
esleirs da lodla, proprias para forrar salas e ca-
mas, de 6, 5 e 4 quartas de largo.
LeaQoes.
Lencoes de bramante de linho muito grandes
30000.
Coberlas a chineza a 1*800.
Lencoes de panno de linho a t|.
Cambraia.
Cambraia branca ailada, propria para ftrrrsr
vestido, leudo cada pega 8 lr9 varas por 29.
Colchas de fustSo
fLoja das 6 por-J
tas em frente do Li-
v ramn to. i
^ Roupa feita muito barata.
ra'etots de panno fino sobrecasacos,
J| ditos de casemira de cor de fuslao, ditos ______
Jft de b"m de cores e brancos, ditos de !!
f K*nga, calcas de casemira pralas da V
V cores, de brlm branco e de cores, degsn-
a ga, camisas com peilo de liaho muito 2
r Anas, ditas de algodo, chapeos da sol
de alpaca a 4 cjda um. @
Fuflileiro e vidraceir.
Grande e nova officina.
Tres portas.
^1RuaDireita3t
Mate rico e bem montado estabeiecimenla e~
contrtro os fregueses o mais perfeito, bem aca-
bao abarato no seu genero.
URNAS de toditaqualidades.
KNHEfBRuIs^u^^l^^(riw,-ndt-
SEHICUP1A.S Idearidea.
BALDES iJam idem.
BACAS ideas ideo*.
BAUUS dem idem.
FOLHA em cairas de todas as grossuras.
PRATOS imitando emperfeico a boa porcel-
laoa.
CHALF.IR\s de todas as qualidades.
PANELLA8 idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flandres para qaal-
quer soriimento.
V10ROS em cairas e a retalho de lodos os ta-
ajandando-semanhs, botar dentro da cidade.
em toda a parte.
Recebera-ae eneommendaa de qualquer natu-
cont" C?^ce^l08 1ue tud0 *erS desempenhado a
Fil liso e tarlata-
, na branca a 800
ris a vara.
Vende-se 016 Uso muito fino e sssim tambera
tarlataua braoca muito fina, tanto urna cousa co-
mo outra sao propas para vestidos, n5o s para
bailes como para assislir-ae a casamentos. andem
antes que se acabe ns ra do Queimado n. 22
na I o a da Boa-F.
Meias baratsimas.
A 29400 a duzia de parea de meias brancas fl,
as para homem : na ra do Queimado n. 22
oa loja da boa j.
Gama Silva,
Asaba de ebaar a asta estabslemmeato um
grande a variado aoHimeoiode fazendas proprias
Rara a fasta, e seus don os resolveres veederem-
0 por precos baratissimos por tarar no fim do
ann e qaererem apurar dioheir, como aejam :
(. assas.
m lindo sortimento de cassas de varias coras
qualidades, que vendem a 240 e 280 rs. o ca-
vado.
Brilhautina.
Vende-se btilhaoUn da quadriohos a 140 rs.
o cavado : na rpa da Imperatriz o. 60, loja do
Chitas a 240.
Vende-se fioissimss chitas francezas escoras
alegres, (azenda que sempre se venden por urna
na ra da
moa oe largura a 800 rea o covado e ditas de-
cores matizadas largara de chita a 200 res o co-
vado na ra di Imperatriz o. 60 loja ds Potan.
S o Pavo em li-
quidaco.
Ricas siutos doorados Usos e com listinhss a
29500, calcinhas bordadas para meninos a 09000,
gollinhas com manguitos a 19600, gollinhas ds
traspasso a lf, aitas sem ser de traapssso a 500
rs. luvas de seda em perfeito estado a 500 rs. o
par, chapeos de sol de seda com fraoja maito de-
licados para seohora a 39500, chales rsndes de
merino a 29500. ditos de rede bordados a 39 cada
u Bi, manguitos de cambraia- bordados muito fios
a 800 e lf. aofeites para cabeca a tt, para me-
ninas a 640 ra. '
Para homem.
Vende-se najoj do Pavio um complato sor-
lirseoto de roupas, como sejam : palitos de pan-
no o casemira de lodas as corea, calcas de cese-
mira preta e de corea, ditas debrim de todas n
qualidades, camitas francesas tanto pera homem
como para meninos por pre;os mais commodos
do que em outra qualquer parte. Do-se amos-
tras de todas as fiaendas que em nossos annun-
cios se v, deixando Scar penhor : na roa da Im-
peratriz o. 60, onde tem um pavo piolado do
lado de for, e para nao haver engaos de noite
tem um distico por meio de urna luz em que diz
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se liazinhas de quadros para vesti-
do, fszends de apurado gosto a 280 o covado
na ruda Imperatriz n.60, loja do Pavio.
La chioeza a 400 rs.
Vende-se lazinhas eofestadas a 400 rs. o co-
lado: na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Gambralas de seda.
Vendem-se finissimos cortes de cambraia de
seda com dous babados e de apurado gosto a
49500 cada corte: oa loja do Pavio.
Vestidos brancos.
Vendem-se fioTtsimos corles de cambraia la-
vrada com babados a dua saias. {aseada que se
vende em qualquer paite a 89000 rs o Pavo
eali torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
ras bordados a 28500, 39 e3$500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Gambralas de sal-
picosa 4$oeo.
Vende-se cambraia branca com salpicos miudi-
nhos, tendo 8 ^ varas cada corle, pelo barat-
simo preco de 4*000, sendo fazeoda que sempre
se vendeu a 7*000: na rui da Imperatriz n. 60
loja de Cama & Silva.
de lindos lsvrorese muilo grandes a 69
Cortes de seda de cores a 409.
Alaodocom 7 palmos de largo a 560 a vara.
Toalhas de fustto a 500 rs. cada urna.
Capellas.
Rico sortimento de capellas para noivas.
Groadenaples furta-cores com algum mofo a 19
o covado.
loiooo.
? na ra do Queimado n. 39 jola de quatro
ort*s que se vende os m#lhores chapeos de se-
oa de Mrraas mala modernas e bom goto.
Vende-se nm oscravo nadotm a 1.
3
i^w* Drncscravo padeiro e-tamben
forneiro, boMta Otrora, robusto e possante :
un o prB.erider. entend-se rom Narciso Jos
a Costa Pereira, no lareo drrCaroio. ov com o
5r. Antonio Ricardo do Reg, em casideqoem
est o preto. x
Vende-se um excellente conp do melhor gosto
que tem vindcr a este asteado, por prego mdico,
e um cabriole! por menos de sea valor : na ra
larga do Rosario n. 24 se dir qnem tem.
^dedeps^o, coo.
tudo bem prompto e
m da, Cruz. --------* ~HS ZL.**?^*** totmm*
E' muito barato.
Cortes de vestidos de seda de bom
0,t0 501000
Caiaveque de velludo para se-
ohora a 209000
Ltiapeos de seda para seohora a 8000
Cortes de cambraia branco de sal-
pico com 8 1[2 varas do boa
qualidade a 4JO00
Organdys de cores covado a 400
E outras muitas fazeadas que se vende
muito barato.
Na ra do Crespo n. 8 A
_. LOJA DE
^Leandrq Miranda |
ortante
Annimco
Na loja da Alig-ncia, de Guimaraes Ir-
mao, ama do Queimado n. 65.
de clcheles francezes com 14 pares a
Carte
20 rs.
tartoga S"' d0,1^*<,08 at*.>u>-lIUnO>
Esjanilhos para seohora, que sempra se rea-
dersm a 69. por 29500. ^ W
Trancaa de lia para veatido, a peca a 40 rs.
k.7 %*"a bord*^ l0uUo ,na o liadas ores, a U-
Massos com grampos.A 40 ra.
Ltnhas para bordar., miada a 40 o.
Ditas de peso muilo finas, miad grande a 240,
franjas de linho para vestidos, a vara a 120
Apparelhos de porcelana para meninos, anta.
doa e dourado a I96OO; 2J. 2f5O0 e 87 *^
Cartts com alfineUsa a 100 rs.
PapeU com alfioetes cabeca chata a 40 rs.
EBfeites para senhpra multo finos a 3, 4 e 7.
Sinlos muito fiooa para seohora a 29 a 29506
fltersr de laia e prr-las> para padre que sesadr
se veoderam a 29 MOrs. H ~PW
Eofeires com flores oara seniora a i _,
Colheres de metal moito finas mis atea IA* m
rs. a duzia. ^^ I* w-
Garfas do mesmo metsl 49000 a diixia.
!"?:?05?0l,lM ***** oM'HI finase ba-
a
CASSAS LAVRAOAS.
vende-se cassas lavradas fzen fosto pelo baratssimo preco de 3J500 : na ra da
operaUiz n. 60, loja do Pavo.
Sedas a covados.
Vende-se rideoaoles preto muito iocoroado
a 18600. 19800 e 29000. dito tr de roae. azul e
amarello, sarja braoca lavrada para vestido de
noivas, e outras qualidades de sedas por precos
baratissimos : na rus da Imperatriz n. 60. loia
do Pavao.
CHAPELINAS
a 6$000 cada ama.
Vende-se chspelinas modernas enfeitadas com
muito gosto para senhora a 69OOO cada urna: os
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Lencos para mo.
Veodem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de linho com labyrinthj a 2*500, ditos de
?Jl!S g08to in,it8Cio de labyriotho a 800 o
18000: na roa da Imperatriz n. 60. loia do
Pavao. '
Madapolo enfestado a
tres mil ris.
Vende-se pecas de madapolffo enfestado
II varas a pega: oa ra da
do Pavao.
Carros e car rocas
Enicasade X. O. Biejber
A C. successores rut d Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
a leves para da t 4pessoas e recebe n-ie ec-
commendas para Cojp fim elles possu >m map-
paa com varios desenhos, tsmbem vesdem car-
rocas para condcelo de assucaretc.
com
Imperatriz n. 60 loja
Phantasia asis mil ris
k ye?deLS8 muil(> riC08 '"o de faotasia com
Daados de muito bom gosto, fazendas de 129000.
por 6J0OO, na ra da Imperatriz n. 60 luja d
ravao. *
Filos.
branca e de todas escores a 800 rs. a vara na
loja do Pavio. .
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios da seda para mesioos. fazeoda
Sooft'if000 na rua da I-"-'*!
Qambraias lisas.
m,if Bm',e pecA" 'bM'MHsss; fazendi
mullo na. com 10 e mala vara cada peca, pelo
5,X d45%n T.' *ilm de 8 e "">'-
fSSo'SS^A9^9' ^idB e *?Mr' 2
L!v1#^?,Ld,H,8 p,ra orro com 8 me' -
raa a l|B00 e 29: oa rua da Iroperatr
ravao.
Leandto randa.
Rua do Crespo n. 8
Receberam pelo paquete francez
sas fazendas de bom gosto, que S
dem por precos baratissimos :
Borzeguios da Melis s
Luvas de pellica de Jouvin
Cintos de novo gosto a
Fivelas para cintoa a
Gollinhas s pahos com boto a
Ditas bordadas a 500 e
Sadiohas da goiio-o covado a
Babados bordados largos por
Eneitos a imperatriz
Dos de retroz que n'outr porte
de outras muitas dualidades pod
tissimos pre;o.
.Saias a balio de crochet a
Ditas dita de dina a
Vestidos de cambraia branca bor-
dada de 6J, 109 o 290OO
Mannietee de grosdenaple a i O9OOO
Organdys de gosto cevadi a 400
E outras muilas fazendas por preco com-
modos.
3SOO0
295OO
250OO
29OOO
2*000
11000
19200
39000
IfttO
W
bara-
39600
69000
brande sortimento de perfumara 1. roa.
pa feita, chapeos para homem, sen ora e
criaoca e tudo se vende por preces ba-
ratissimos.
mmmm anan mam mm ie
Vende-se no armazem de Jos Ar tomo Mo-
rara Das & C, rut da Cruz n. 20 :
Safrai lomos para ferreiro.
Ferro suecio em barra.
Liabas de carrltel de 200 jardas.
Malas para viagem.
Espingardas francezas muito finas emicaizas de
per si.
Ferros de lati para eogoromar.
Pregos francezes de todos os tamanhoL.
Ditos batel grande.
Ditos de construcQo.
Bracos grandes para balance.
Espingardas lazarinas.
Clavinotes inglezes.
Acaba de
chegar
novo armaz<
DE
BASTOS & RE
Na rua Nova junto a (!on-
ceico dos Milita-
res n. 47.
grande a variado
randa a variado sortimento ds
Bitas, calcados a fazeodas todos
%
que
. h- ai:.. -----/'" _--wm-.wmu. u. ciua-i lornar tama maasasa,
iSSLk d# UtiMu B'^.6in ,f' Vender uW araaclo
v-7d/fT^ Waio4a.i a rHalhorNando de caixes, balcio, ti
^W^MitUa9M Cr,bUwl ** >'
".-: e
'^Urcaai^tts,.*,
loja do
Baldes sem ferro a
., 3^200. ,,.
Vendem-se muito soperiore sales de eordio
fazem aa vezes dd^, ornando-se mais
mffl.n>2di'eUJpor M P0~n i" a engom.
j IfgvT &
qualidade.
Um
roupas I
estes se vendem por precos muito modi-
ficados como 4 de sau eostume.assin como
sejam sobrecasacos de superiores | snnos
e casacos feitos pelos ltimos figulinos a
269, X89, 30 e a 35, paletots dos a esmos
pannos preto a 16|, 18f, 20 e 1 24,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padrdes a 14, 16|, I89.209ie 24,
ditos saceos das meamaa casemiras de co-
res a 99. 10, 12 eali, ditos preoe pe-
Mo diminuto pro^o de. 10, el2|,diios
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de eordio a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159
ditos de alpaca preta a 7, 89, 9 e a 109,
ditos siccos pratos a 4, ditos de pajina do
seda fazeoda muito superior a 45Q0, di-
tos de brim pardo e de fusilo a S5D0 4
e a 4500, ditos de fustao branco |a 4,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 8, 9 e a 10L ditas
pardas a 3 e a 4, ditss de brlm decores
floas a 2S500, 3, 3500 e a 4J. dikas de
brim brancos finas a 4500, 5$, 55p0 e a
6, ditas de brim loni a 5 e a 6|, cdlletes
de gorguro preto e de coras a 55 el a 6f,
ditos de casemira de cor e prelos a 4550
e a 5, ditos deustio branco e dabrim
a3ea3500,ditos defirim lonala 41
ditos de merino para luto a 4 e a 450o"
caigas de merino para luto a4500 a 51*
capas de borracha a 9. Para mininos
de todos os tamanhos: caigas de casemira
prefa e da cor a 5|, 6 e a 7, ditaditas
de brim a 25. 3 e a 3500. paletola sac-
eos ae casemira preta a 6| e a 79. ditos
de eor a 6 e a 7$, ditos de alpaca a 13
aobrecasacos de panno preto a 12 e a'
14, ditos de alpaca preta a 5, loneta
para menino de todas as qualidade ca-
misas para meninos de todos os tamajnhoa
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninaa de 5 a 8 annos com tinco
babados lisos a 8 e a 12|, ditos de gprRn-
rao de cor e de lia a 5 e a 69, diana di
brim a 39, ditos de cambraiaricaente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deizain de
set'mencionadas pela sua grande quanti-
dade; aasimcomorecebe-selodaiiafc.
quer encommenda de roupas pa rale
mandar manufacturar e qua para esl e fim
temos um completo sortimento def izen-
iMfiVuma gr8nde offlc,n < 1-
falata dirigida por um hbil mestr que
fi" dPiarm PUda e perfelSo Ruada Senzala Noya n.42
Vnde-ie am eandeS.P.JonhstoBaC.
Ilinsa Jilhssnglezes.cand'asiro a casticaai
broniaados.lonasagleas, fio de vela,chicote
panoirros, amoniaria.arrsiospara arroda
am eloui tvtloi relogieeienrojiiients
ngle*. r
ifiMaHSNew m tmmmmmm
a rua da Gruz n. 10, casi de
Kalkmann Irm&os &C, tem ex
posto um completo sortimento
de amostras de objeeto* de bor-
racha, proprio para machinas, de
engeahos, sendo crrelas para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualtfuer com-
primento e grasura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se n-
commomUWtV' s.
4UCICM
Vendem-se caixSes vafoi proprios
para bfjirit*3S superior
Attenco.
ChegottMtMOIQaeraaOo Mi <
porta merpomeoa *atnaniai
gura-. tSOOO cv0, o
do gosto qe se pd msm
senhoras s aaenians.
Pechincha sem igual.
Cambraia francesa da s*r a 220
rua da Impertirte .'40 ja mmi
Vende-se metad6dasiis
"& WB^wngeiras e outroa srv
ta, nwWro sitro O Srs Ribeiro, perto a
do Restadlos laodos de frasrte 99 raisasi ,
pot* aras a 1. 7. ^^
Vendem se os engeonos
S. Pedro e .Espirito Sanio, am-
bos moentes e correo tos e
dagua, sitos na freguezia Je
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia; de Alagos,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil p.es, o se-
gundo tem boas obras, porm
safreja dous mil pes:
s<5
quem pretende-los dirija-se
a rua da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
*-
Vestidos.
Rua da Cadeia n 23
Ricos vestidos ds seda, de casal
bordados e de phanlazia, la azi ha de
res, sedaa de quadriohos a de lista
aas de cor modernas, canbraias coa
de cor e bem assim outras ffMtt
prias para vestidos.
Manteletes e chapeos.
Superiores capas mpndu d
rao, manteletes, taimas do erox, li
e de outras muitas qualidades i
chapeos do palha Miniados
nhora.
*NoYdade.
Modernos enfeites do cabala, liras a
pellica de Jouvio, leques, etpartilbos
pentes de tartaruga, saias balSo, camisas
para senhoras e meninos, sintos. meias
inglesas para senbora, manguitos e nas
pulceiras de ssndadalo, chapeos de palha!
Roupa feita.
Completo sortimento da ca'.caa clle-
les, paletots, sobreciaacas ds pens, case-
mira, alpaca etc.: na roa da Cadeia a 91
loja de Gurgel & Perdigie.
Attenco
o
Burros para Tender,
Espera-se brevemente de Monteridco
um carregamento de cerca de 60 a
100 burros, os pretendente rparira
apparecer na rna do Trapiche n. 8,
casa de Benry Forster k C
Pr&priedade.
Vende-se uma propriedade distante de lecifa
cinco legoas, prepria para levantar um engeale
d agua para salvejar 2.000 pies de atascar
boas matas e cspoelroes, sita na fregsazia'i
S. da Luz : quem pretender dirija-s ao eag
Santa Rosa da mesma freguezia. a fallar
Tnom Leio de Castro, dono da mesma en i
lado do Corpo Santo n. 23. .
Vendem-ae libras alerlinas ; ao escristeri
de Amonmlrmios. rua da Cruz n. 3.
pecbjncha
Cortes de barege de seda coas 30
cortes de lia com 24 covados a 5f,
com lindas flores a matiz, covado a 809 n
cmhss de ntremelos com 3 Irl vana
fioo fustao de cohete a la-200
mado n. 44.
Itl.
aa raa de Qeei-
rs.
500e400.
rival sem -segundo na raa do Qoeiaaad-
ro 55, est qoeimando as leguiotes tadnaa
precos que a lodos deveas admirar tacto pe-
suas qualidades, *omo tambem pelos precos.
Has aotea que se acaben. V"V^~
G rozas de peonas da ac a 400 rs.
Ditis de miozinha, muilo finas a 500 rs.
Caitee com agulhas fraocazaa a 110 ra
2 0 COa> 8p,re,ho" p,ra dlTrt>' meaaaee a
Dita i muito finas e grandes a 500 rs.
Gro as de boles de osso pequeos a M rs.
Diti i de ditos de louca a 1^) ra. """"' *
Dui as de baralhoa portugueses a 19400.
Tese uras muito finas para unhaa a 400 rs.
Dita para costuras muito finas a 409 ra.
Bar Ihos muito finos para voltarete a 240 ra
Aga heiros com agulhas a 80 rs.
Cani rete de aparar peonas s80 rs.
Dito com duas folbs a 109 e 840.
Peci 1 de tranca de lia le tedaa as com
I I rs.
Peci 1 de fraoja de laa de todae aa cores a 80
Sapi loa de tranca de lia fios a 1280.
Cait s d alceles francezes a 100 rs.
Can 1* de ditos ditos a 80 rs.
Eset vas para limp r lentes rxuito fioss 20
Mas aa de grsmpos saperiores a 40 rs.
tart is com colzetes com VMto a 20 rs.
Dita ditas superiores a #rie '
Did es de eco para senhoras a 100 rs.
Api >s ds chambo para meninos a 20 rs.
Eofl ,dores para veslidoa cem 4 varas a 80 rs
Can as com clcheles franceses s 40 rs
Cari is de alflneles pan armador a 100 rs.
tni de coral de rett a 640 rs.
Charuteiras muito finas a IfOOOr
50 A-Rua da Cadeia do HrfrfBft
?500, 1$, ^500,]
4^500 e 5J.
Hanoel Goncalves de Oliveira Saals i
acaba de arrematar aa perets n (a-
sendas muito benra* e per tato vea
, rato para vender maito, veis ara
ra vender barato grvalas ds seda
rs., enffte de vidrilh nt se tesa
4t *" ft8*,,ta4* ** H
nhora a 29500. dito de cabeca a
di a 49000 5g, venham aa 1
etmeotaveodatasi
rs.
I 4(1
WfW'
a esti
quem
quem pretender
grapha, que a
para render.
-- N. 0. Bieber C, aioeeasores, rae
9iS
Reii
Vaoee-ae esa.
na di Yigirio n. 3
^oajiBedioarp,!
?H9 fabricaate, de bliseis^,_____
sjsa raridsde de ko Bises niOOstlglalii es
tipo-
ostem
oiro
laesaos.
Attenco.
-rMJdeTraa4ia#.4fvei
look^dXJ. .ziau.ms-aa,
i I
diadas
S
ttooa miiraseeriii


i .
tf
m*imvm*M***mm nunmA m*k mmmmwmn mu
fa loja da- arara. M^ltiaes Veode-se pec de madapolSo floo
a 3|, cortes de csemirs preta p ira c
ditos obstados fcearoVdoa*
entestado
J a 3|50O.
jOO cortes
22? 12? l$ot, Cassaa finas a garibaldi a
580 e 330 ra. o corado, grosdeoaple de cores pa-
ra vestidos a 1J80 o'covado. panno preto para
calcas e paletots a 2f e 28500 o coado, saias da
algodio para balo a 28500. balio de madapMio
a 3f. ditos de -20 a 30 arcos a 3 e 31500, la. zi-
nha enfestada a 400 r. o covsdo, alpaca de co-
rea para paletot a 400 rs. o'covado, ditaa a 160 e
180 ditas largas a 220. 240, 260 e 280 o covado.
e outras multas fazenda que se veode barata-
simo? na rna da Imperatriz loja da arara de 4
portas n. po, est berta at 9 borai da noite e
tera a noe um relogiotom lellrjs ern que diz
Arara n.5. '"^
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da maia nova e
superior que hi no mercado e a preso multo
commodo: no escriptorio de Manoel Ignacio d.
Ohveira & Filbo, largo do Corp Santo.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Vendem-se Cnftsiraas cassas gsribaldinas sen-
do estas cassas as mais modernas que tem che-
gado a 380 rs. o corado: na ra da Impera t.iz
d. 60, loja de Gama & Silva.
Gomma de mandioca.
Vende-se gomma de mandioca muito boa, da
melhor qualidade que kt u mercado : na ra
da Cruz n. 26, aromen.
g mmvmm *#
g A. veTdaieim liquida- j
& ao de todas as (a- $>
zemdas, roupas fa>i-
^ las e miudezas da
ru* do Caong m.
ga S3?" Burgos Pooce de Len, liquidatario
* da extincta (irma de Almeida & Burgos,
9 tendo de satisfazer a segunda preslago
& aos credores da meima firma, d'ora em
3a diante paaaa a expr a reeSj ainda por
8P menos do que tem annuuciado, com maior
$ abatimento do cutio, smente para
apurar dinbeiro, grande sortimento de
* fazendaa para seahoras, horneo* e **
0 creancas. ^
A E' aproveitsrem-ae para a festa. a*.
SYSTEIA MEDICO HODELLOWAV
PILLAS HOLLWOTA.
Este nestimavel especifico, composto inleira-
mente de hervss medicinaos, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada, igualmente prorapto seguro para
desaneigar o mal na complejo mais robusta;
enteiramenle innocente em suas operarles e ef-
feilos; pois busca e remove as doencas da qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenates
que sejam.
Entre milbares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam s portas da
morte, preservando era seu uso conseguirn
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do inultimente todos os oulros remedios.
As mais aducas nao devem entregsr-sea des-
espers^o; facam um competente ensato dos
efficazes effeitos desta assorabrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da sande.
Nao se perca terapo em tomar este remedio
para qualquer das seguinias enler andados ;
Febrelo da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,'
Hyiropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infla mmacoes.
Irregularidades de
raenstruagao."
imbrgas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrucjao do ventre.
Phlysica ou consump-
eio pulmonar.
Retenc,ao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo ( mal)
Estando es liquidscio e recebendo diversas
qualidadeede fazendas novas e nao desojando
demora-laa ezpor a venda pelo diminuto prego
para^cabar tices cortes de lia de duas saias
cornTJ oovados, ditos de gorgurio de seda de
qaadros com 18 Cavados, Cortes de oraendya a
garibaldi [azenda muito fina com duas saias e
barra com 24 covada, ditos sem barra com 16
covados,cortea de chilaa finas a imitado de lia
com 13 covados a 2*500, cortes de riscar' fios
a 2J500. ditos de riscado a garibaldi a 2J800. cor-
tea de chitas francesas escuras e claras a 20500,
ditas inglezas a 1)500, cortea de cambraia de
de salpicos a 8 e 3#. pegas de cambraia fioas
a 1*600, 2*500 3 e 3500: na ra da Imperatris
loja do arara de 4 portas n. 56.
Um rico carro.
Vende-se ojo rico a elegante carro mu bella-
mente preparado : no escriptorio de Manoel Ig-
naci de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
GELO.
Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a A$
a arroba, meia arroba a 2#50
e a 160 rs, a libra.
Vende-se gaz americano de primeira qua-
lidade, em latas de 23 garrafas, na razio de 15J,
asaim como latas pequeas de 5 garrafas ; no
caes do Ramos ns. 18 e 36, e na'ra do Trapiche
numero 8.
is !.
36, ra das Cruzes
PROGR
A
Santo Antonio, 36,
SSIVO
Grabas a Deus.
A, F. Duarte Almeida, socio que foi do fcarmazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade quQ.'tinJia cm seu mano, acha-se de novo estaliele-
cidocom dousaceiados armazens de mol&a^os, assqciado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira 4a Silva; o primeiro oa razio de Duarte A Souza, e o segando
na de Duarte Almeida & Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao so na limpeza e asseio com que se acham montados, como em commodidad e de
pre^o, pois que para isso resolveram os propietarios mandarem vir parte de seus gei eros
em direitura, aflmde terem sempre compto sortimento, como tambem poderem^ofifei ecer
ao publico urna vantagem de menos 10 por canto do proco que possam comprar em outra qualquer parle, por isso desojando os proprietarioi acredi-
taren) seus eslabelecimen tos tem deliberado garantirem toda e qualqaer qualidads de genero vendidos em seus armazens, e assim j pode! ver o
publico que pode mandar suas encommendas, roesmo por pessoas poueo prstiess, em qualquer um dcstesestabelecimentos, que serao to be n servi-
ilno ama oa triaste a m aa^.a.I___ ^.j-^ 1^ ^___^-^ __l_____. _T__._._*. *._________________ .____#___i M
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de) .
Asinina.
Clicas.
Convulsoes.
Oebilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza, no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem -ss estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Sirand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendera-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna deltas contem urna instrueco em porlu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
0 deposito gtaal em casa do Sr. Sourn
pharraaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambueo.
' Vende-se chumbo de moBtcio, a dinheiro a
211 o quintal, .e arroba a 51500: no escriptorio
e Antonio Ceza.ru> Moreira Das, no Forte do
tallos, ra da Moeda n. 27.
Venda de loja.
Vende-se a muito acreditada loja de miudezas
sila'na ra da Imperatriz n. 82, sendo esta em
urna das melhores localidades, mullo propria pa-
ra qualquer principiante, por vender-se com o
sortimento, de forma que o novo comprador nada
precisar cosapxar ; vende-se a-prazo, conforme
se cocjenciona. ; a tratar na meama ra o, 4$,
toja.
Feijo de corda.
No armasen de Tasso rmeos, ra do Amorim
aumero 35.
Souhall Mellors & C, tando recebido or-
dem para vender o seu cresc.ido deposito de rslo-
gios vjsto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; coovida, partilo, s pessoas que quizrem
pessuir um bora relogio de ooro ou prata do c-
lebre fao/kanto Kornpy, a aproeitar-se da op-
portuotd*#B sera perSa de temp., uxrir-.cean-
pra-los per commodo preco do seu eeciiotoo
roa oVTTas-ieka m.i8.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisacao e refinado
de assucar-
Deposita 04 roa de Apollo n. 6, e jfrca
da Bw-Vbta n. 26.
Este importante estabelecimento contina a
fornecer ao> seu ftmirmeros ireguzes db alvo e
puro asiucsTcrystalisa'do, "W peem pes, 1."
e 2." qualiWfiri Dlo prertf .d-ieo e'200rs. a
libra, e do refinado a iOOVKfre*40a Hora, sen-
do que em-'gTssa 0 comprador ier* um descosi
favoravel. Nos meamos depsitos tamben se
rende mel deassuc*r a 000 rs. a caada, e car-
vo aoimal em p a pre^u cotumodo.
Novo destino do
torraoTIlI!
28Largo do Terf o23.
Vende-se manteiga ingleza especialmente esco-
llada a 800 e 900 rs., francesa a 640 e a600 rs.,
assim como setorram outros muitos gneros, co-
mo aeja, caf, arroz, azeile doce, velas de esper-
maceie e carnauba, etc., ele, e se acaso alguem
duvidar venhaver : a dinheiro vista.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bemeonhecidoa acreditado deposito da raa
da Cadeia do Reciten. 12, ha para vendar a ver-
dadeira potassa da Russia, nova de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por precos mais baratos do que m
oatra qualquerparte.
pessoas que freq
nossos prados, por onde ver o publico que venderaosbaratissimo, attendendo
is boas
11800
estabelecimen ios, absixo iranscravemesalgumssa
qualidadts de nossos gneros.
Manleiga ingleza especialmente escollhida a 800 a libra e em ppifio a 760, recommenda-se aos apreciadores destete geiero que
.mandan M naaos expatmenlar. sertas de Dada perdern pois para isio confirmamos o que levamos dito.
T rfii e2S **'h0r d nMreaa** 6*b "'a libra em b,rri ""^e 60 !*
t na nySSOIl e petO 0 melhor Jo mercado de 13700 a 2880 e em persao ter aba ti raen to, e a Ranea-ce a boa qualidade.
Presunto. Uambre ingJez a hamburguez a 900 rs. a libra e em porco a 800 rs.
mSUntOS portuguezes vi^e.^Portodeeas.perUealeraSOrs.porlibraeinleiro a 460 rs.
Martnelada doe melAoree autoras da Lisboa premiada as axposicoes universaes de Londres e ParU a 1800 a lata.
Cadas COin CSttelnha pevide e rodinha a7000acau.e800rs.alibraeenporcioterabalimeno.
Latas de ameixas francezas com ciato lipras a 4JW00 e 19000 a libra.
rassaS em caixinKasdeoilolibras, as melbores do mercado a 21500 e a 500 rs. a libra e caixa de urna arroba a 8*800.
Espermacete superior no ....i Teo n...
Conservas fraucezas inglezas e portuguezas eoo soo rs. o fraseo.
ninas fortunen* efraBcezas a 800 s. o fraseo afatfiea-se serem as mais bem preparada* que tem vindo ao mereado.
Lata con? noJ-Xinha de SOda de di versas itiddes, a muito novaa 19450. agrande* de4 a 8 libras de 39500 a 450<|
nr^agarratf.DT^a9p0r,' Poro fia". 8*h*o, nctar, Carcavellos; Madeira seeca, Feitoria e Camones a 19200 a
Mmm-J^-ptW*!mim-to*O a 600n. a garrafa ede 39800 a 4*800 a caada.
MtaS COm fructes lo todas a* qualidade* que ha em Portugal de 700 a 1900 a lata.
C l ^? Caicas de 4 a 8 libras a melhor que se pode desojar etem vindo ao mercado d" 49 a 6| Hciixa e 1*280 a libra.
LoriOtfcias em frascos de 1113 a % libras de 19990 29200.
LAtas COm peiXO savel pescada e outras nuitas qualidades o mais bem arranjado que tea viudo ao nosso mereado de 19400 a1
Arar Uta a melhor que se pede desejar a 320 b*. a libra, 120 rs. a libra de gomma. .
fraSCOS dO UQendbtt. eom 2 libras, proprias para mimo*, por serem muilo bem eofeitada* a de superior qualid
Vinagre branpo o melhor que temos tido ao mercaoo a 400 rs. a garrafa e 2*560 a caada.
Lominho e erva doce os mais novos que b* no mercado a 800 a Hbra do eominho e a 400 rs. a eeva doce.
VnUO BordeaUX de b^ qoaKdade a 800 19 a garrafa e de 8*600 a 109000 a duzi,
Massa de tomate em lalwde urna libra o maU acreditado aulor de Lisboa e viuda a pr imeira vez a nosso mercado, de 19 a 1980.
?a?i. SOr?aS ?u ^T*?* ******* Pa,SM e fifi03 qe ha de mais proprio para mimos, de 19000 a 59000 rs. per eai [a da 2
12 libras, e 400 rs. a libra dos figos.
Cerrajas das melhores marcas a 5.6O rs. a garrafa a 5 e690aduz* da branca.
-Vanagre puro4*>lieb>a ? ^. *v**i-*jm** ae.D.da.
DCe da gOaba d CaSC emcaSo* a 19 e em^oree a 900 r;
Azeite doce purificado a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
GognaC a melhor qualidade que temo* no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QuijOS SUSSOS ebegados ltimamente a 500 rs. e em nsjfuf ter abatimento, afianSa-se a boa qualidade
Genebra de Hollanda 600 rs. o basco. 69500 afrasqueira con 12 fraseo*.
PalitOS UxadOS para dente* a 300 e 160 rs. o maco com 30 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3906b a groza o 280 a duzia de caixa*.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez. hespanhol efrancez de 19 a 19200
Azeitonas as melhores e mais novas que ten viudo a nosso mercado a 19200 a aneoreta
AmendoaS chegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcao ter a batimento.
AlpiSta o maislimpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e .59000 por rroba.
A lm dos ganaros anunciados encontrar o publico um complete sortimento de tudo tendente a molhados.
J se pode fa*r misto.
Ja se pode fazer minos.
Jase pode fuer mi o-, os.
J se pode fazer munos.
Ihegaram affnal as operada, macaa no ele,
e eslise vendendo pela meUd. daa qoeae eo-
dtam, sendo a 160 rs. escolhidaa : no grande da-
psito de Soir 4 C, ra eatreiU do Resano n.-
mero 11. >
Exposicao
DE -
Gandieiros a gaz,
O proqrietario da nova exposicao dos cacdiei-
roa a gaz ava ao publico en geral, qu e acha
sempre sonido com gra.de e variavel aortioteai
de candleirosdeade o mais barato al o mais caro,
assim come um grande deposito de gaz idrogeaio'
verdaderamente econmico, reconbeeido eida-
deiramente por ledos o* consumidores : na raa
Nova ns. 20 e 24, Carneiro Viaooa.
Nesta meama espoticao so encontrar om va-
riavel soriimenlo de riquissiasos qoaoros de toda.
as (joalidades que por gasto se poda apreciar os
seas deamboa, um riqtiiseimo aoriienrnio da
quioquilhanas, con tendo enlie ellas riqoaaiaaea
ravalorios para quartos [goato chinea), ua. varia-
lel sortimento de balaios coas todos o. preparoa
para viagem, cooteodo pratos, facaa, copo li-
tros frascos para condicionar, ferros d. enaoaa-
mar a vapor, machinas d. baler ovos a vapor
machinas de fazer caf a vapor, espingardas d
dous canos tronzadas e de alcance, aaa.pas del
mundo, e outros moilos objtctos que se vendrn
Jpo precoa diminutos para acabar: na Na**
Masara 20.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja dopa^o
de ebegar a este estabelecimfdio pete
Acaba
vapor francez um lindo toitimeoio M
de seda, fazenda ainda nao vlata oeste acercado
que se vende por preco .sraUaaios., por eatat
multo prozmo a tests, assim como lindes mar-
quezinbaa ou cbapeozinbos de sol para acnbora
na roa da Imperatriz u. 60, loja de Gama
Silva.
Veode-se na loja de Ntboro 4 C. i
ra Nova n. 2, a mais modernos chapeos
de palha a Travista para aeoboraa, ditos
a Garibaldi, ditos a Cavour, ditoa de seda
a turca para meninos, dito, de palba .
Garibaldi, ditos a hespanhola, e a> oa-
traa muilaa qualidades tanto d. sed. ro-
mo de palha que a. venden mais barato
do que ene outra qualquer parte.
19600
Naboco a C. C m lojina ra Nova o.
2, receberam pelo ultime navio um lindo
aoriimento de enfeiies de froco com vi-
drilbos, ditoa de retroz preto ede cores,
ditos de fitas e flores, ricas grioaldaa pa-
ra noivss, e ootros muitos enfetles que
se vendem bvrato.
a libra,
do Porto, e a 29000 as de Lisboa;
es
Em casa de Kalkmann limaos
^ &C, na ra da Cruz n. 10, exis-
A te constantemente um completo
dj| sortimento de
&k Vinhos Bordeaux de todas as
dj| qualidades.
a Dito Xerez em barris. 2
m Dito Madeira em barris e caixa*. g|
dtt Dito Muscatel em caixa*. m
a Dito cbampanhe em gigos.
oh Cognac em barris.
na. GerTeja branca,
ge. Agua de Seltz.
a Azeite doce muito fino em caixas.
j& Al va ia de era barris.
xfc Cevadinha em garrafes.
2 #
Arado % americano se machina-
par a la va rroupa: em casa de 8.P. J
hston 4 G. ra daieazala n.48.
Taixas.
Maior reduccSo no* pres para acabar.
Vendem-se no armases* de Braga Son k C.
na ra da Moada, taixas d ferro caado do mu
SredUado fabricante ,Bdvi. faw a 100 rs. por
bra, a* mesaue que se veodiam por 120 rs.
Madeira.
de pinho, vende-sena rita o Apollo n.
SI iteuutij u ilnaT), em pofaq ewa
mmu low-hoor
Roa daSenzalla Nova n.42.
Resta s tabal aciment contic abavorua
completo *or timen to damoenda tes.i a s moen-
dMparasngenho,maehinas da vapor a taixas
te farro batido coido,da todos ostamanbos
para dito,
Hoita allencao.
Francisco Antonio Correia Cerdoso tem para
vender em seu estabelecimento de fundidlo e
caldeiriria da roa do Brua n. 84, os objectos
abaixo aclarados, que os vende por prego muito
commodo a saber :
Urna moenda inteira grande, ebegada ha pouco
de Inglaterra, da melhor e maia forte oooatruc-
cao, propria para vapor, ou para ser movida por
agua.
Ferro sueco em barras largas da melhor qua-
lidade,. o por muito Bsoaor preco que em outra
qualquer parle.
Tnlhos para estrada de ferro por prego bara-
tissimo. v
Zinco em folhas, proprio para cobrir telhadoa
e lerrecoa.
Canos de chombo per. enca.ameoto d'agua.
Ditos de ferro batido para o mesmo fim.
Chumbe em barra muito mais barato ,que em
outra qualquer parte.
Torueiras de bronze de todos os lmannos, dito
dito.
rame de lati de varias grossuras, dito dito.
Cedinos para fundicio, dito dito.
No mesmo estabelecimento abricam-se machi-
nas para vapor, obras de ferro, bronze, ou qual-
quer outro metal para navios, moendas para en-
geobos, e outras muilas obras, lado contento
do* que u desejar.
quasi de grata.
Chapelinas fraocezss de seda, como de fil, ri*
camente eofeitadas, psra as seohoras que quize-
rem luxar cotn pouco dinheiro, por todo preco a
saber: de 3. 49.8,9 108 U!
Luvas de peluca de Jouvio para seohoras e me- VnJe^iiaWMNa
ninas, sendo brandas e cor de canna a ljlll s6: *
na loja de fazendas que eal em llquldco, ra
doCabugn. 8. ,p
Esteiras de Angolla.
Veadem-ae aa boas esteiraa de Ansella : na
rea eetTefea do Resano n. 11, deposito de Sodr
A Cpmpanbia.
\Ss&
poicos ranvos prop
to : quem preUnder dfrtia-ae
'- raa da S. Hgael b. 74.
para.pvidjsv'
a mesma le-,
Esperanza.
Recebeu de sua encommenda pulcai-
%f ras de cabello que vende por 109 o par,
dn braceletes de mosaicos a 6$ cada um,
S agulbas victoria a 120 ra. o papel, pen-
W tes de tartaruga a 8, 10 e 12J. precoa
porque ninguem pode vender (boa a-
& zenda) estes artigos nao se encontr em
^ loja uenhuma por isso vio a ra doQuei*
^ mado n. 33 A, loja da Esperanca.
IpEsperaiiQa reduz a exp res-
sao mais simples.
(A* DINHEIRO.) 9
Todos os artigos que esli na loja til
jbj muito barato quem quizer comprar e a
\ ver : rus do Queimado n. 33 A, Gfcma- W
^ raes & Rocha. A

Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coacto libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Ra da Cruz n. 48
No escriptorio da E. A. Burle & C. vende-se
urna riquissima mobilia de mogno toda de obra
de talba o maia modtroo e melhor que pos-
sivel, por prego muito razoevel; no mesmo es-
criptorio ha a venda excallentes mobiliag ngin-
do junco guarnecidaa de marmore a 350|, como
tambem ha cadeira. para pianos, lavatorios, toa-
lhetes, cabide. tudo por precos que admira.
0 Pava.
Vende-se eslembas bordadas para meninas a
19, loras de seda tanto para seohora como para
homem fazenda em perfeito estado a 500 rs. o
par, si Dios de todas as qualidades psra seohoras
e meninas e safas bordadas com muito goato :
a da Imperatriz ir. 80, loja de Gama dr
t! >
Silva.
Urna barcada.
ca do pOfte de 36 esiiss,
eocalbada lio estaleiro do mealr carpintelro Ja-
chrtbo MdSbio, ao p da fortaleza das Claco Pon-
as, aonde pode ser Vista e examinada pelos pre
tendentes"; tendd-se s
^ aW'otf'f MMMIV f
traiar em Hsirttel Alves
pichen. 14.
Obras de brilhaRtes.
Era casa de Alves & C, ra da Cruz n, 54,
... acha-se existo i ve'tl um rSlioX'aorUmeiia
Jende-se urna taberna oa fregiezla Bol AJ- de obras de brioles: taes como seta, lados com poneos fundos propria para oriWl- eos. imioa du*iiti*,iraa. atltuatM

Coa. nreios ditos, pulsetras, alBflStes,
, tes e rselas, que f* vendem a pl
novo*.
tit
Sal do Ass.
Vende-se asi do Ass, a bordo do brigne bra-
sileiro Adelaide, recentemeote chegido : a tra-
tar no escriptorio de Baltar & Olireira, raa da
Cadeia n. 12.
Na\o}a do Vapor
Rasa Nova a. 9.
acha-se barato grande sortimento de calcado fran-
cez e ioglez, roupa feila e perfamarias muito
finas.
Ckepem freguezes a ca-
que est liqui-
dando por todo preco.
OH QUE PECHINCHA A 20500.
Na loja do settaoejo ru. do Quaimdo o. 45,
segunda loja junto do becco da Congregado :
um eollete braoco de brim e osto a SJ500 tem
porcao e mandam-se em caaa de qualquer pes-
aos qu. qoeira escolher, easaveques de fusto
ricamente enfeitados a 7* oada ua, aberturas
br.neu.de sor, asaim como tudo anal, que
preciaar.ni aqui e.contrarao por amito menos
do que em outra parte, estsmos diapoatos a nao
enaeilar dinbeiro, assim como tambem tem ca-
pailas brenca, eoa ramoa par. o peito proprias
para noivas o melhor que ks neste genero a 4J80O
cada urna, tem oe$aa d. algodlo com ana peque-
o defeito a 2J6O0, pegas de riscado de chita
con 38 covados 41800 5 cada pees, cam-
braia preta vara a 380 rs'., e ludo mais no me-
lhor gosio em precos por nao ter limites, um co-
vado de chita por lO e 140 r... de admirar
chita larga muito Boa a 240 rs. o covado.-
Chitas largas a 220 rs.
na loja da Pavo.
Vende-se finisaimas chitas francesas com pe-
queo toque de mofo, aQsoafsndo-se saltar o
m. logo que se laven,, por soroaroo e4r Izas
a 330 ra. o oovado : no ra. da Imperatrrc ai. 60.
raja de ama Silva. *
Tariatana bracaat2|
a pe|a com 8 varas ; oa ra do Queioudo a, 18
Mgunda loja viaoo d. Koaark). *L
. No padara a raa doa Quarteis a. 1 eoo- b,c 16. ,. k
Imna-ae a veader eaceileoto ao. a la r. a li-
bra, de meis libra para cima, bolaoMaoo .SOO,
i 140 rs. a libra, 1*. ato 3,* ; a-farinho 1>
4 140 ns.,1. a MO ra.. 8 a tOO-ro.
Rap francez
Vende-se na loja da Naboco
ra Nova n. 2, rai> francez a 3#
C na
a hbra.
Na buco & C. com loja oa roa Nova o.
2, acabam de recbr polo olliao navio
francez om lindo soriimenlo de vestua-
rios psra meoinoa de 2 a 6 annoa, coas,
sejam vestuarios de velludo, dito, de se-
da, ditos de merino, dito. d. f.sio bor-
dados e de outras muilas q.elioades que
se vendem maia barato do que eaa oatra
qualquerparte.
.Sintos para senhora.
Vende-se na loja de Nbuco A C. aa
ra Nova o. 2, ricoa sintos dourados, di-
tos praloadoa, diios d. tita. d. soda e de
velludo tudo por preco comaaodo.
na ru.
Nova exposicao.
Ra Nova n. 20.
Hiquissimo sortimento de cutilerias ?m todo
o genero, assim como um riquissimo soi timpnlo
de louja de porcelana para cozinba, riduissimo
sortimento de metaes, riquissimo sortic lento de
miudezas, e oulros muitos artigos, que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar
Nova n. 20, loja de Carneiro Viaooa.
Bombas de japy.
Ra Nova n. 20, loja de Carneiro Vianjna.
Canos de chumbo
Ra Nova n 20. loja de Carneiro Vianda.
Aos proprietarios de carros,
corregiros,
fabricante de bonets, etc.
Phincha nunca vista.
45Ra Direita Al.
,.Grandes coaros de boi, inteiros, de luLtre. de
'2$ a 30$,
Vende-se luvas de camurca fina hran- *J
amarellas para militares a 28 o ar : #
de Nabuco & C, na ra Nova p. ao
4 mosselina do favao a
200 rs. o covado.
Vende-se musselina branca com 4 lr2 palasos
de largara fazenda muilo Boa pelo dimi.oto pre-
50 de 200 rs. o covado, cortea de chita ingleza
com 10 covados core, flz.s 1*500 rs., dilaa de
musselina branca com 10 covado. a 2p, todo
para apur.r dinheiro : na roa da Imperatriz o
60, loja de Gama & Silva.
Vende-se por preco commodo, oa riti eoa
boa casa de pedra e cal, bem coostnrioo, a. rea
da Paatgem n. 16: entres poote pequen grao-
de da pasagem oa Magdalena, indo do Recite, do
lado direito, defronte do sitio do Sr. Dr.Firmo
Candido Xavier, tora quarent palmos ae frente
e cento e tsoto de fondo, eocosiar na eamrOa,
chlos proprlos. 4 & qoea pretender dirija-so
a ra do Queimado n. 37 leja. m
Escravos fogicos.
Hootem pelaa 2 horaa da tarde fagi. .. caaa
do abano aasigosdo ra do Imperador, o aula
que Julio, o qual tem oa signase aegan.ie.: m
6 bem preto, tem (a.la de deules na freole, re-
prsenla ter de idade 18 eooos, levo, vestid.
nma cal(s de psooo preto e camisa d. alfoette
grueso : quem o pegar levando-o a caaa esas.
ter a recompensa.Joaquim Salvador Pesoo. do
Siqueira Cavalcanli.
Fusiram do engenbo Concei^o, rito oa fro-
guizia de Tracuohem da comarca d. Naz.retb
no di. 4 de nov.abro do 1880, dooo travos
mulatos com os noroes sigooes segoiotes: usa
de nomo Paulo de 45 anuos de idade pouco mai.
ou menos, offictal de pedrtiro, sapsteiro pti-
mo bolieiro, de cor alaraoisde. cabello, carapi-
nhos, rosto descarnado, olboa brearos. .*nz .
bocea regulares, om pouco socco o do estator,
media, o qual tem don. dedoa d. ai. direita
alegados de om pansrico, e teas lamben o .cao
mnimo d. mi esqoetda coa ifo.l deleito, e
cima da soaraacriha de oa 000 ibo oaao ctra-
Iriz, proveniente de om taino, e ostra cicatriz
com um carocinbo cima da mesma, coa oa>
doa denlea da (recle quebrado,qua.do se es*bria-
ga toroa-se arrosaote^gaCsse escra*o ji foiaor-
Vende-se O grande sitio denominado Caia- ndo conata andar pelo Recite, Uad. aido visto
fea,
I
na, rito na freguesia da Varzea, de muiio boas
trras, que todo quanto se planta di orna grande
quantidsde, com urna casa de taipa j oberta,
urna dita de fazer firinha, grande quantiade da
pea da cafezeires, com diversos p. da frufteiras,
como seja larangeiras, coqaeiros, ele, fetc.; e
tambos vendem-se duas vaccas qne dio bastan-
te leite, urna deltas com a cria j grande] e um
barro manso : a tratar na ra do Sebo n.
Libras sterlinas.
Vende-se ae escriptorio de Manoel Ignccio da
Oliveira e Filho, largo do Corp.Santo.
da d
. a
ao p da vaeca.
Queima-tado
Serva para ae deitar ao*. casticaes e seiaras a
la de espermacete, fazendo-a qaeimarj at o
a, e preservando os msmos de se qoesrsrem
coa o calor da luz: vende-se a 500 ra cada
nielaa-fudo, na raa do Queiaadp, loja d'guia
SosUdao. a iot> oa. 1 Il7*Tb\ \WL R. \J 8
Jooqalm Frsacisco da Vallo Santos a viaja sos
Ideatsraoaeci. ainda asa para d
faaa diHt a aso ale BO polaae
a>d a* atileodasteacMaaa aa aaoorc.pTopriatario q.o todo Dagooro tari visto *-, aroa da a.a.rimn.58; massa am
aiiagl qua aoibera. sastanaa,prata e oatras qualidades por
MaaeoiaVnteaiadaJaMS. P*-lea dooolrasfabrtcaa. No mamo*raa-
*].< *'. -ii* M*^U*aood.po*ito.vaasvc
1 roa Imperial n. 1, veaie-H 1*U* lirado tasimplessam mistara alfams, cano
omposisio.
para as bandas da Soledaoe e Santo Aerare por
algamas pessoas, a quem tea dito haver-so liaot-
tado. O outro, de noa. Felippe, d. cor triguoi-
ra, cabelioa carapiaboa, a la tura baixe, os rego-
lar, bem barbado, um pooco aecco, boa felUoto
. ca.lador, c.m 80 annoa do idade, aso. Kgeir.
. muito Cea jachado n. servioo do eoiada I
e, coa falta de denles aa froolo, coa oteo.
pouoo apitoanbadoa e eapioogo.. Qoea .pao.
heode-lus leve-o. ao dito o.goobo ao soo aoaar
tenente-coronel Joio Caveaoosi Msmnco
Wanderl.y, quo ge.arao.aoot. lareapiaail.
Escrave Rgido.
Desde o dia 21 de ootnbro p. p. est fsfio 4o
esersvo mulato Joaquim, estafara regalar, Coc
Ciar*, bigod-s e peira, (oi esersvo o sciAo :
qiem o pegar lee-o a rus ds Cnu a. 48.
de seu aennor E. A. Borle, qu. aor rea*
saicu
Fugio do edgenho da* Maltas, *sl_
Clbo, no dia 28 de aelembre 00 1881, oa
ve por ame Jato, crioulo, versaolbo, altara re-
gular, grosao do corpo, apadaodo. idade 4o tri-
la Untos annos, metieo-ao sota, o rapo
olio do Monte, at que Ibe liraraa oa. sotaa
ana levava. a logoooe aa vio toa alta ditos 000
loitou om quart. mellado com cabello, pteteo.
. com principio de carrege. o taabea fes a
leqoenO roubo de. roopa : aosapaoreceo o coval-
0 a 17 de ootubro. Este negro ji tes sido pro-
So no Recife duas veres, a priaoira toa trabo-
lbindo eos urna carroca, e a sega.da ves M
reao trsbalbaodo em am araatea da
eomo farro: quem o pegar leve ao
qae sari bem recompensado. -


<
Litteraiura.
DtARt0 WUMWJCQ; *- SIGUNDA RIR4 M N NuVBattRO K lSt.
vado da prisao, pelo menos do teeulo XVII em
Oanle, e vam-se ahi sutimettidos ura rgimen
mxnos rigoroso que os outros pretos. .Assira, em
1618, ten to-se declarado urna epidemia oai pri-
ses da Conciergerie do palacio, o carcereiro Mail-
lard pedio ao parlamento instrueces notes no
inleresse da aalo dos presos: o parlamenlo, or-
densodo a evacuigao parcial das prises oode ti
nha-se declarado* .mol-lia contagiosa, msndou
cuidadosamente transferir os presos criminosos e
correccionaes para ai diu*erenies.,prisdes de Pa-
rs, porem quiz que todos os presos por divida
civil fossem gurdalos, com anga pecuniaria,
isa dos offlciaes de juslic*, commissarios e
As antigs prises de Pars antes de
1789.
(Conclusflo.)
III
epois da redacgSo do regrlamento d t4*5.
urna reforma mui ulil introduzira-se na mor par-
te das prisas Separara-se bsolotameole as
mulheres, para remediar os graves inoonveoien- J" "" ao, utciaes de justica, commissarios e
les que resultavam da mistura dos dous sexos i gulns 1ue' em dusnlo durou a epidemia, fl
em loces reservados e escuro9. Anda que os
homens e as multares presas livessem sempro
estajo separadas, aua proximilade permaneole
oirereca perigos o acarretava abuso*. Nao era
conveniente, lias, que os earcereiros, que nao
podiam ser Cisados, fossem eocarregados da
guarda das prezas. A lei. sem duvida. tinha
previsto o caso em que um guarda de cad*.a abu-
sasse de sua potigo pe.-soal para com urna mu-
irier cucarcerada : sempre contemplado como ler
obrado por violencia ou iotiraidago. anda que
a mulner se tivesse abandonado voluntariamente
devia por consequeicia|ser punido cora pena ul-
tima, pelo ferro ou pela corda. Estamos dispu-
tes a acreditar que os pobres earcereiros linham
por si mesmos renunciado to perigosa guarda
A v ta do que, decidise que para o futuro
as
mais
oeonuma mulher poderu ser mettida u'uma pri- I os
fian nniia hAi.nAHA 1. ..______ .#
so o
oode houvessc homens presos.
Anda nao se Mnha, oesta poca, prises ex-
elusivamente reservadas, s raulh-res. Porem
as casas religiosas da penitencia e refugio eram
ttem fetas para, em caso de necessidade, servi-
rem de pr.soes; e designou-se muitos conventos
de mulheres. principalmente as Filies-Dieu, as
Midpionnettes, a Ave-Marla. etc., onde aa mu-
lheres presas por crlme havism de ser rigorosa-
mente guardadas, al que o juintvesse tomado
urna decisao i seu respeito. quer para fare-las
comparecer em juizo. quer para desproauocia-
fas fsoit pour las lradujre eQ jusice 90i, pour
les meltre hora de cause).
IV
Nada era mais fraquente que o estarem as pri-
sas atulnadas, porque preodia-se eolio daz ve-
res mais gente que hoje, e anda quo a justica
criminal fosse mais expedita que o presente-
mete na instruego como no julgamento dos
processos (o que quer dizer que a justiga era me-
thor), anda que as conleranacoes cauitaes fos-
sem tambora mais numerosas, aconteca, sem
cessir, que o juiz fazia sihir da priso, sem for-
ra i de processo, todos aquellos que ae tinha pren-
dido as ras coma vagabundos, visto o caree-
retro oo querer sustenta-loa e poderem raorrer
de fome antes de serem mandados para os hospi
bostado. A polica municipal s conceda alimen-
tos aos mendigos doeoles ; expulsava sem pieda-
de os pobres que estavara era estado de traba-
Ihar: agoulava-se-os de ordinario no saguo da
prisao para oode linham sido conduzidos. Esles
miseraveis, nos lempos de penuria, faziam-se
prender todava na esperance de serem sustenta-
dos um da ou dous cuita da caridade publica,
se o carcereiro nao tivesse a grandeza d'alma de
eloerga-los aua cusa.
Um carcereiro nao era obrigado i ter as virtu-
des do um S. Vicente de Paula ; elle oo dava
raosrao pi e agua quera quer que oo o pagas-
se ou Ihe offerecess* garantas de pagamento.
Preciso era pois que os presos sem dionetrocon-
tassera, para viver, cora o pedllorio quotidiaoo
teno proveilo seu pelas ras e casas. O pro-
ducto deste peditorio diminua todos os dias
proporcao da miseria publica, que muitis vezes
chegou seu auge durante o seculo XVI. Ou-
via-se incessantemente os brados dos presos as
proximidades do Chlele!, que pediam pao. Nes-
ia dolorosa situago ponencia humanidade o
oao deixar augmentar esta massa d'esfaimados.
Os earcereiros fechavam-se pois em sua cada e
ah ninguem recebiam, se oo se lhes pagasse
adiantado a pousada e o sustento. O triOuoal
supremo do parlamento por um aresto de 2 de Ja-
neiro de 1545, ordeoou que todos os earcereiros
aguardas das prises, tanto reaea como aeoho-
reaes de Paris, livessem de fornecer de vveres o
sustento os presos que se lhes trouxease. e iito
al a sorama de dous dioheiros torneces por da
aperando que os commissarios do tribunal supre-
mo livessem tido curiado da alimentacao destes
presos, que se tinha pressa em mandar embora,
com ou sem punico corporal, se fossem mendi-
gos validos ou invlidos.
Dou3 sidos tornezes por dia, destinados ao
sustento de cada preso, mal chegavam paraim-
pedi-lo de morrer a fome; esta traca somraa tor-
oava-se inteiramente iniudiciente quando o pre-
?o do trigo elevava-se cima da taxa normal. E'
provavel que, debaixo do imperio desta necessi-
dade, o parlamento elevava tambera proporcio-
nalmente a tarifa da raco individual dos presos.
Nos adiamos muitos ex-mplos deste augmento de
despeza em proveilo dos presos civis. Em 1693
um aresto do tribunal supremo do parlamento
em cousiderago caresta dos vveres e princi-
palmente ao prego do trigo, decidi que o sus-
tento diario dos presos cirls seria levado sete
sidos em lugar de quatro que custava d'aotes, e
os c-edores forsm intimados depositarem na
secretaria das cidis, um mez adiautado, o di-
nheiro destinado sustentar seus devedores eo-
carcerados. Este uso manteve-se at nossos dias
as prises por dividas.
j- A mistura doa presos civis com os presos cri-
cninaes subsisti em todas as prises de Paris
al o meado do seculo XVIII. Bavia urna pri-
so, a da abbadia de S. Hirlinho, que se desti-
nava mais especialmente deteoco dos presos
por dividas; mas to pequea era est priso
vista do numero considera vel desta categora'de
presos, que estes achavam-se forjadamente reu-
nidos as nutras cadeas aos presos por crines ou
dllelos. Nao se v, alias, qua elles teoham re-
clamado contra esta vizinhanja pouco honrosa.
' preciso pois coocluir, de seu silencio tai
cespetto, que elles nao eram inteiramente con-
fundidos com.seus vergonhosos companheiros de
priso.
Elles deviam ser fechados em um lugar reser-
caram seodo seus earcereiros.
Pode-se imaginar o que podia ser urna prisio
" arruelle tempo. quanoo a peste (e chamava-se
pene qualquer tnfeco epidmica ou contagiosa)
aeclarava-ge entre os presos. A origem desla
peiinao era de ordiuario a horrlrel Imaundi-
cia dos lugares e a falla quasi absolata da veuti-
lacao. Os trabilhos de saoeamento queentio se
emprehendiasob o imperio u'am. perigo eminen-
te, noimpediara que as mesrnas circumstaocias,
produzidas pelas mesmas causas, se reproduzs-
sem mais ou meos aproximadamente. A es-
pantosa poresria das ras de Paris, no meado do
seculo XVII, deve dar ama idea do que reinara
sempre no interior das prises: eram nao someo-
le mootoes de palha bolorenta e ftida, fragmen-
tos de toda especie espalhados ou accuaulados
ios pateos, corredores, satos e quartos; eram
ain la cloacas d'imrauodicias, pgas da ouriua e
laff" e"ch(pa(,' No tempo da epidemia de
loMioaCunciergerie, o parlamento urdenou que
se procedesse ao aceio d'alguns .lugares da dita
Lonciergerie, e que as immundicias que d'ahi
se ttrasse fossem postas n'um bote, sem atira-las
ao no, para serem levadas e depositadas em um
lujar conveuieote. Preciso era que a epidemia
mostrasse-se era todo seu furor, para -que se to-
masse medidas de prudencia respailo dos pre-
sos criminosos : ordinariamente prefera-se dei-
xa-Ius raorrer por comeras na priso a mnda-
los para o Holel-Dieu para ah serem tratados*
Verdade que os administradores ou mestret do
Hotel-Dieu, s com extrema repugnancia rece-
mam esses doentes que se lhes dava para guardar
como presos e quera nao tioham direilo de cu-
rar sem avisar ao carcereiro da priso. Na pes-
te de 1648. quanJo a Conciergerie do palacio es-
lava transformada em um siuistro hospital onde
a mona fazia horrorosos estragos, s se ceu-
pava com presos por simples delictos, e se pro-
cedeu lentamente evacuago das prisos supe-
riores, afira de poder desiofeela-las e torna-las
saas. Quamo s prises inferiores, onde se acha-
vara presos, verdade, os mais famigerados fa-
cinoras. nao se tratou de mandar evaca-las por
estes desgranados. O carcereiro Maillard affir-
mou com juramento que os presos nao corriam
risco de serem atacados da pesio nos circeres da
taes ou expulsos d- cidaTepVr,enteca rpre- fuad-V^Vf B"' d" Pe,le ? V."?'
tostado. A polica municipal^ conced",: aUmea- SZS S.'^^^
FOLHETIM
-ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
claracao com osolhos fecbadoi, encarregou sum-
mariamenie ao carcereiro e aocirurgio da priso
de visitaren todos os dias os ditos presos, para
certiflearem-sese nao estavara doentes do conta-
gio o maodarem para o Hutel-Dieu os qua delle
esttvessem atacados. Elles s dexaram seus
carceres para serem meuidosna cova, e a epide-
mia cessou quando oao houve mais victimas que
acomraelter.
E' permettido crer que a responsabilidade di-
recta e pessoal que pesava ontr'ora sobre os ear-
cereiros, tornava-os mais desapiedados pan com
os presos que eram obrigados representar 4 to-
da hora sod pena de ver*m se si proprios cor-
poral e pecuniariamente sodreodo a puoico em
que estes presus livessem iocorrido Eites pobres
earcereiros podiam ser presos, arruioados enfor-
cados, decapitados, em vez e lugar dos crimino-
sos que deixassem fugir ou cuja evaso facili-
tassem.
Muilas vezes, sem duvida, esta evases nao tinha
oulr* consequencia alem de provocar urna inqui-
rigao e urna reprehensao ; muitas vezes tambera
ajustica pouco se Ihe dava cora um preso de mais
ou de menos ; porem. era certos casos, a ausen-
cia do preso poda ser funesta ao carcereiro ; quer
fosse ou nao culpado desla ausencia que era de-
clarada denitiva depois de tros citsces feitas a
som de trombeta dianle da porta da priso. Na-
da era mis ordmario no seculo XIV que ver um
oreso subtrahido ao curso regular da justica e
na mor parte dos casos, o carcereiro nao tinha'
iido oulra culpa alera da de obedecer mui incon-
sideradamente urna notiflcaco extra-judi-
Bastava, por exemplo, que um secretario ou
camarista do rei. um olHcial de justiga ou um
beleguim de armas do hotel do rei transporlas-
sem-se s prises de Pari* e exigissem a soltura
dos presos, de bjixo da obrigigao d'uma ordem
verbal emanada do rei.
O carcereiro oo uaava geralraente resistir
esta nolidcaco e punha em liberdade um preso
que os juizes vinham depois por sua vez exigir.
Reconhecia-8e logo que linha-ae mais ou menos
abusado do nomo do rei, e o preso nao toroava
mais a apparecer : Tem acootecido, diz a or-
denanza real que assignalou estes abusos, e acon-
tece que os processos de muitos atsassioos, la-
dros, baUeurt foyer (coupe-jarrets), estupra-
dores e sacrilegos (violeurs de femme et d'egli-
se), e mais criminosos sejara comecados e nun-
ca coocluidos ou levados a fim (e aucume fois
paraits et aceomplis), quando se soltava assim
criminosos que nenhum.Ululo tinham i demen-
cia do rei e que estavara destinados figurar as
forcas palibulares de Montfancoo ou pelo menos
no pelounoobo das pracas de mercado.
Os earcereiros pediram protecgo contra as vio-
lencias cojas primeiras victimas eram, e foram
autonsados para agarraren) e metieren- ni cadaia
quemquer que se arriscasse i reclamar a soltura
de um preso, em Tirtude de urna ordem verbal do
rei.
O nome do rei, imagioa-se devia ser soberano
as prises reaes. como a Conciergerie e o Ch-
lele! ; mas nao tinha pleuo poder as prises das
altas justigas, e nao prevaleca sempre aote o no-
me de ura seohor feudal como o prior de S. Mar-
linho dos Campos ou o abbado de S. Germano
dos Prados. J temos fallado das prises de
Grand-Chtelet e do Petit-Chfttelel ; havemosdo
tornar i fallar anda, indagando quaes foram
antigs prises da Paris desde os lempos m
r udos.
k prisio em que S.|Dionyio fra fechado com
saos compaoheiro, s. Rustico e 8. Elortario,
oo anoo tli de iosus-ChrisU, Acara asado, se.-
gundo a tradico. a crypt. > capetla aabUrra-
ua da egreja de Nossa Seohor* da Cideia, desig-
nada por este nome as iosenpeoes de seculo X
(Eceletia sancli Dionytii de Parisiaco in car-
cere).
Esta anliga egrjs, demolida, ha quarenta an-
nos apenas, foi substituida pelas casas novas que
fazem frente a o caes das t loros -ae prolongara
at a esquina do caes da Cit, principiado n'esti
poca. A crypta, na qual se deseta por urna es-
cada de trinta degrus, achava-se ao nivel do rio
que, oas grandes endientes, suba al as aboba-
das d'esta especie de subterrneo tenebroso, sem-
pre hmido o muitas vezes meio chelo d'agua.
Os historiadores est&o looge 'estarera de accor-
do sobre a origem deste subleraneo que, segundo
una, leria feito parle das prises do pretor ou 4o
procnsul romaoo. e que, segundo outros, era
urna d esias cryplai que se encontra quasi inva-
riarelmenle de baixo n egrejai primitivas*
Embora assim seja, nao sa pote duvidar que
houvesie urna priso junto de S. Diooysio da C-
deia: chama-se prisio de Glaucin (Glancini car-
cer), oa vida de S. Diooysio, por Bilduiaus, e
este nome de Glaucin, que os sabios oo team
raesrao tentado explicar, parece ter formado por
corrupgao o de Glaligoy, que aiuda o nome de
urna rus visinha. Dulaure afflrma, um pouco
ligeira, que esta prisio ae esteodia pelo terreno
do caes das Flores, eraquaoto a rui de Glatigoy
indica, com mais certeza, o lugar da priso de
Glaucin.
Pol desta prisio que se evadiram todos os pre-
sos que ahi se acharan em 868*. na occasio do
terrivel incendio que consuma urna parte da Ci-
l. Gregorio de lours, refeiindo esta caiasira-
phe, diz que os presos, depois de terem quebrado
as ponas, sahiram da Cii e foram para egreja de
S. Vicente e da Santa-Cruz (mais tarde S. Ger-
mano dos Prados), que era um lugar deasyloin-
vio avel onde maguera leria ousado apoderar-se
a. elles ; pode-se presumir que a pristi destrui-
da pelo fgo oo foi reedificada, porquanto nao
se lallou mais delta as chronicas.
Desde aquella tempo, provaTelmeote, a prisio
qns a legenda deS. Diooysio illuslrra, converte-
ra-se em capella Inferior, e os peregrinos aucce-
dersm aos presos. Esta perigrioaco era urna
das mais Requemadas das que ento existiam em
todas as parochias de Paris, Os degrus ds es-
Ireita escada que conduzla crypta tioham sido
gastas debaixo dos|ps dos fiis. No correr do aecu-
ii '^n,aDdar- pintar no frontespicio d'esta
capella dous aojos sustentando um escalo oval
onde, em lettras d'ouro, estava gravada esta loa-
cnpgao : Aqu a cadeia em que foi preso S.
uiooysio; em que nosso Salvador Jess visitn-o
e entregou-lhe seu precioso corpo esaogue. Con-
cede-se grandes pardes i todas as pessoas que
esto sanio lugar visitarem, cora especialiadade as
segundas e sexta-feiras de todo o anno, nos dias
e oilsras de S. Diooysio e S. Mathias.
a lo anno setenta de bemaventuranga e graga,
A' S. Dionysio strviu de priso este tenebroso
lugar.
Estes dous versos s eram edificantes para as
almas devolas. A legenda, tao apocrypha quanlo
possa se-lo urna legenda, refere, com effeilo.que
s. Diooysio celebrara o sacrificio da missa emsua
prisao. na vespera de seu martyrio, para fortifi-
car os christios que parlilhavam. sea captiveiro.
No momento em que parliu a hostia a fim de dar
a comunhao aos assislentes. virara estes appare-
cer Jesug-Christo que distribuiu elle mesmo seu
corpo e sangue entre todos. Este milagro sin-
gular tinha ainda por modo testemunho grande pedrade calhio preto chanfrada e furada
pelo meio na altura do pescogo de um hornera e
turada tambera nos lados para psssar cordas e
amarri-las nos hombros dos presos, para que
cassem acocorados sem poderem levaotir-se do
chao nem estirar-se para descan;arem um pou-
co. O padre Dubreuil, que deacreve-nos n'estes
termos esta pega anliga, procura provar que ella
servir para o martyrio de S. Diooysio a seus
companheiros. Pelo menos era em memoria des-
te mariyno que se a conservara na priso. Has
Dulaure, que vira-a, pensa que convioha antes
reconhecer n ella urna mesa de altar de q* a.
ja o paganismo. Preferimos adoptar opioiao
do padre Dubeul, que reproienU-nqs esta pedra
de ealho preto como ura instrumento de tortu-
ra, urna golilha. um pilio ou um peso que se-
gurara as pernas do paciente suspenso no ar.
A prisao de S. Dyonisio, transformeda em san-
tuario, nao tinha com tudo dado liges de huma-
nidade e clemencia ao poder ecclesiastico, que
possuia tantas prises quintas justigas menores
e maioro. O bispo de Parts tinha aua prisio ;
o capitulo de Nossa Senbora, a sua, sena desabo-
no prisio da relago eclesistica. Esta ultima
reservada exclusivamente aos eclesisticos con-
demoados pelo tribuoal supremo do official ou
juiz d egreja, achara-se encravada, os parte sul
da cathedral, entre o edificio da grande sachristia
e a antiga capella do palacio episcopal. Ella s
foi demolida era 1795; estar inteiramente rasia
e inalil, havia tres annos. Os presos qu* ahi se
guudava correccionalmente linham sido coodem-
oados pelo juiz ecclesiastico segundo os arestos
do direilo cannico : este* tioham commettido o
peccado da concospicencis.aquelles eram reos de
heresia ou d'impiedade. Para punir estes crimes
de lesa-mageaUde divina, o juix ecclesiastico
usava das aaamorraa de alcapo ( oubliettei J
que em sua prisio havia, como em quasi todas as
futras. Estas oubliettes eram masmorras em
forma de pgo, i que se descii com cordas o in-
feliz que ahi devia licar sem luz, ealgumas vezes
sem sustento, por dous ou tres dias. Se eioue-
ciam-se de lerar-lhe alimentos oa mesmo de li-
ra-lo dessa tmulo, ahi morria i fome, aspbyxia-
do ou de desespero. Charpeotier, em seu suple-
mento ao Glossarium nfima latinilatis, de Du-
cange, cita, patarra oblivium, cartas de remisso
do anno 137*. que fazem meogo da evaso de
muitos presos, conderanados a pena de oubliettei
tora da cadeia da relago ecclesiastica. A pena
filtfISA lAftllflAi
LXXXVIII
smuabio.Catastroplfc da crvela D. Isabel.
O discurso do Sr. ministro da marinha oa aber-
tura do oique imperial.Arsenal de marinha
de Peroambuco.
Estamos em 11 de oovembro: record ai-vos an-
da, leitores da Resenha Martima, do facto triste,
e luctuoso que esta data fatal iosereveu oaa pa-
ginas da historia de nossa marinha de guerra ?
h 1 quera ha neste imperio, ou fra delle,
que sinta pulsar-lhe no pello um coragio brasi-
lero, e nao guarte sempre viva, sempre pungen-
te a lerabraoga deste dia sinislro, que, apenas ha
um anno, substituio as corda* de louro com que
queramos ornar a fronte dos nostoa offlciaes de
marinha da corveta D. Isabel, pelas palmas de
cypreste que depozemos em sois simuladas cam-
pas ; os cnticos de alegra com que os pre-
tendamos receber, pelos plaogentes versculos
do memento, pedindo ao cea a salvaeio de suas
almas; as fervorosas demonstracoes da amizsde
de familia, pelos choros desolados e ioextingui-
veis de urna ma, de um pae, de urna esposa, de
urna irma, todos carpinao o pssssmento rpido
de ura ser que lhes era excessi va mente caro,,
que se extinguir n'um doloroso martyrio, dei-
xando o corpo Inanimado e fro, as plagas in!-
hospitas de lofieis I -^
Ooze de novembro de 1860 um da...... uro
da deagonia.de desespero, de urna luta de gi-
gantes, de herosmo que paasa desappercebldo,
de abnegacio exemplar. Hje est mqj fresca a
sua lerabraoga p>ra que consagremos estas linhas
i algam outro assumpto.
Vamos conversar, pois, reipeito doa infdirea
companheiros, que neste dia asisgo acabaratn a
w peregnaacio nest. terr..
S. Basilio, classificado pelos homeos virtuo-
sos de seu lempo o pregador da esmola, e que,
considerando com sua eloquencia admiravel as
maravilhas da creagao, gradualmente encami-
ohava os seas ouviotes absortos e entusiasma-
dos pira a contempjago do Creador, definiodo a
vida, fez d#tla esta exactisaima descripgao '. sim como aquellos que dormem em um navio
sao iraoellidos para o porto, e sem o saber con-
duzidos para o flm de sua viagem ; assim, na ra-
pidez de nossa vida que se evaporisa, -somos le-
vados, por um movimento ioseosirel e continuo
para o nosso ultimo lerrao. Dormimos, o tempo
nos escapa; vedamos e meditamos; nemporisso
o detemos. Somos semelhanles estes corredo-
res obrigados dar urna carreira. Passamos
adiaote da tudo, deixamos na estrada arvores,
prados, aguas e o mais que se pode encontrar de
agradavel aos olhos. Picamos por um momelo
encantados; mas passamos adiaote; porm cahi-
mos sobre pedras, precipicios, rochados, enlre
animaes ferozes, replis venenosos e outros fla-
gellos. epois de ter soffrido um pouco, os dei-
xamos atrs de nos. Tal a vida; nem seus
prazeres, nem suas penas sao duraveis.
Assim foi que nossos desgranados collegas ca-
minharam para o flm da vida, quando peoaavam
caminhar para o fim da viagem ; queso acharam
repentinamente na presenta do juiz supremo,
quando s peosavam era soregar os seus paren-
ts e amigos I
Tal a vida, como bem a define aquella santo
vario, Cora o auxilio de imagens to vivas. Ma-
nes de Bento Jos de CarvaThb, Cio Pintelro,
Moreira Neves. Pinto Al ves dos Sanios, Perdigo,
Jos Gandido Martios, Henrique Tnner, Marques
Pinto, Isidora Madureira, JoaoCatano, Caldeira,
Santa Barbara Garca, Espozet, Abreu Villar,
Acevedo Smpalo. Perreira da Cruz, Garca So-
brinho, Castro Barbosa, ArauiO Ges, Cunha,
Torres e dos cent* e uro mannheiros que acora
panhavam estes offlciaes, nao fostes ainda eaque-
cidos, era o sama to cedo, embora nada aqu
naja duravel! Hojeo da pwrteflfie vossa eom-
rremorago.
Voseo*-pareles, vossos aitrfgos dio treguas 6
todas as oulras preoccupaees da ierra, para ele-
var seu pensamento al vos; para rogar ao cu
que tfOhscomroneragio do vossvjs pencados, e
vos d um rogar ooste paraiio Ro deelBdb perds
**rdelrs ehrieWos.
O autor da Resenha Martima, que nio tem
deixado de carpir o doloroso acootecimento que
vos causou a morte; que desenvolveu toda a
sotlicltude pelo destino dos vivos, e que recente-
mente vin murchsr a nica esperanza que Ihe
resta va de ver ainda algum de vos oeste mundo,
e nao pode ueste momento solemne, daixar de
agradecer ao governo imperial e principalmente
ao ministro da marinha, as providencias que deu
para tranquisar o espirito publico, indiciosa-
mente abalado por urna preoccapago que parti-
Ihou, e que era louvavel, como aquajles, vem
depr urna corda de aaudadea i vossa memoria,
accrescentar urna orago mais s que por toda a
parte, oo templo, oo lar, i bordo, se dizem pela
vossa salvigao, cora religiosa conanca as pro-
aessas do Salvador. -
E tratando agora da catastrophe da corveta D.
Isabel, que homens que comiuao especulara, no
duvidaram apreaeetar em acea, no theatro, para
por este meio explorar o publico, profanando do-
res to santas, revolveudo feridas que ainda san-
grara, opporluno fallarmoa de um interessaole
livriuho com que lomos obsequiado, cora este ti -
lulo publicado pelo Sr. A. J. Victorino de Bar-
ros, irmo do sempre chorado commandanle
Bento
O autor deste besa esoripto livro, j reputado
na repblica das lettraa, coordeoou ludo quanto
se ba publicado respeito deste acootecimento,
de que a imprensa nacional o eatrauedre multo
oceupou-se. commovida e seusibilisada pela
grandeza Uo desastre, pelas aympaihlas, prioci-
palmenle, que havism captado em toda a parle
as victimas delle t porque ouUos naufragios in-
da maiores, como o da fragata Iraoceza Semil-
lanle, das boceas de Boiaecio, oio oecaaiooaram
tacto abalo.
A pedgio. especial do icriptoc s* rerella em
cada pagina ; se oatohexe bem qua un kroio,
que anda chorao irmo arrebatado a aua aRai-
gio ; o eetylo, pois, dista obrinha caapire tao
lerna malanodi, tal dse do seatimanto, de
J-sidaet frattroal, e ao rx,asmo tampo 6 tao fuua-
tairo, que inaoosiv^sseote se apessa do leitar,
ensmua-se_nel.lt, oimpressiaoa e domina, fazen-
do-o parUihar as quamas emo>;es. E' o nuior
triu^ph que o Sr. Victorino de Barros poderla
desejar, se a isto vizasse, e nao a entretecer urna
grioaldade saudades ic cttrraIho fUi a6affii-ie
i.^i i^!l!r'fobre,udo PP4 Por julga-
mento de trlbuBd supremo d'egreja. Charpen-
Itaoutr*documento que moalra-nos* presos
ido nos oubliettes da priso do bispado de
O capitulo de Nossa Saohora de Paris, que lio
direilo dejosliga maior e menor em suas trras,
lve tambera ama prisco era Pars, pelo meooi
at o seculo XIII. I^nora-se absolutamente em
que lugar da cidae era situada esta priso. Du-
n"V*- TB hypitheticamente oa ra de S.
Pedro dos Bots. oa esquinado becco sem sahida
.de Santa Marinha. E' mais provavel que ella exis-
lisse oo proprlo. claustro, debaixo das vistas dos
conegos que corTsideravam esle claustro como um
feudo elles perteocente e que ahi possuiam cer-
(meute urna orca ou patbulo, que a prox.mi-
ade da calhedrat toroava talvez qua-i intil.
Km compeoaago, era a priso suficientemente
villa int" C0D,9r popu,a5|0 emontoada d'uma
f.Sl-,a51 ( ,bb'de Lebea aae denuncia o
nJL a 8U h,'torJa da dioeese dt Pari> ) o ca-
Siii ? NoM* Seohora levantou ora imposto
?i!?"? e? n,gU8 Ti,l,,d0 "rielo
Jm^i-.?' ?. de ,,ue era 8enhor ""rano.
Sfol-u 8dbmeW-ae .esta laxa injusta, e o ca-
pitulo, sem descoocerlar-secom esls resistencia
mandou prendera transportar para su. priso lo-
nnm i -mei mS08 Telh0 1e compuoham
diStoPn ,?.. deu,ChaleD8- Sem duridaFno foi
in. I* ? *UU 'omou qliOSo de Cha-
lenai aux Roses. Estes infelizes, acumulados
era um espigo acanh.do, allou-lhes tudo e al
o ar respiravel, imploravsm em vo a piedade de
de I uVv'l?*" A r?iha Br'DCa de Ca8lella mae
ae luiz IX, advertida da triste situago dos pre-
*!? ped!f aos conegos que os puzessem
em liberdade ooffereceu-se para garantir sua di-
vioa raas os conegos virara no proceder ceri-
ftdll e reVuh.,,.Unm1^Uenlad0 C0D,ra 8eu direil0
lauaai e recusaram toda concessao ; e, atuda mais
ordenaram a priso das mulhere e fllhoi destes
presos e os amontoaram lodos na mesma priso.
Ma prisao ia lorar-se seu tmulo. Exhaustos
de necessidade, devoradoa de sede, elles iprciam-
ae de desespero em um ar empestado. Branca
de Castella, seguida de seus criados, acode a pri-
sao : ella minda que arrombem as portas; hesi-
tara, nao ousam obedecer-lne, rscaam aute o te-
mor dos aaathemas da egreja. A rainha, indig-
nada, toma um pu que tinha um dos que a a-
companhavam e com elle bate de rijo oa porta
da priaio. Immediatamente, fica destruido o
prestigio da inviolabilidade do poder ecclesiasti-
co ; cada qual bale por sua vez neal. port, que
se quebra e di paasagem a urna mullido chorosa,
suppiicante, i quera mal pode desassombrar a
proteccao r%al, to temidos eram os conegos de
Nossa Senhora. Branca de Castella fez urna iran-
saegao com o capitulo e iaentou os servos da villa
de Chateoai. A priso dos conegos subiistiu pe-
lo meaos at o seculo XVII.
rtaBSjU V' oe 1>ossa Seohora tivesse urna priso, visto cada
grande communidade religiosa ter a sua. A do
pnorado de S. Martioho dos campos era ma das
^'"i 7"!* f. leml'eis de Paris. Este priorado.
ciogido de altos muros laaqueado de torrinhas
tena podido susteotar um assdio contra um exer-
cito. Os presos que ahi se fechav. da parte d'el
re, achavam-se aob a viga do preboste e dos be-
leguins de senhor prior. Duss especies de pri-
^h"I? !? S,%l,ar,inno o Campos : urna cha-
mada a Cada (Gele), recebia toda aorta de pre-
sos, e principalmente ura grande numero que pa-
ra ah se lerava por conta da justica do parla-
uto e do Chlalet; a outra, sit.da na torre
de Vertbou, era sobretuJo destinada aos religio-
sos do priorado que toroassem-se reos d'agum
grave delicio : n'ella tioham encarcerado ulr?ora
segundo Sauval, os monges coovencidos de cri-
mes, porm, accrescema o sabio autor das on-
Hguidades de Paris, era debaixo do chio, com
um pouco d agua e de pi, em urna masmorra
onda costumava-se deixa-los morrer miseravel-
"S1?' JNa Pca d revolugio, quando os
educios do oriorado, viudo ser propriedade
nacional, lorafff vendidos e demolidos, correu o
boato, no bairro de S. Martioho, que se tinha
achado masmorras conleudo esqueletos carreea-
dos de cadeias.
n.n?ihai7Qdea' reel'utda em 17*0, ter
preaoa at 1791 ; sema .inda de lugar de deleo-
cao provisoria durante o terror. Nao eremos que
ella teoha conservado vestigio algum de seu enli-
go destino depois do estabelecimenlo do Conser-
vatorio das Arles e Ofllcios. ^ouser
Ouanto i lorriuha. que era a priso dos mon-
ges, sotes de ser a prisao por dividas, ainda esti
era p na esquina da ra do Verl-Bois; mas nao
se achaah o meos vestigio desses carceres de
frades fin-pace} que Sauval l. collocra sobre a f
da tradigo pupular.
Desde o meiado do seculo XVII, como temlo
dito, nao era mais que urna priso por dividas
Francisco Colletet, em sea poema burlesco inti-
tulado as Lidas de Paris, representa-nos um po-
bre devedor que os beleguios coodoziam pare
aquella prisao, e que o povo faz fugir :
Eia I como elle nao criminoso.
Como ninguem tirou da vida o gozo,
E i por divida a gra perseguigoj
Basta que rape um susto e mais, nao.
(Es, comrae il o'est poiot crimioel,
Ou'aueun n'a poiot de coup mortef
Et n'est poarsuivi que pour delle'
C'est assez qu'il ait la veaette.)
Todo o mundo favorece a faga daste homem
animoso, i quem um qnadrilheiro perseguede
espeta era puoho, e que quer evitar Sao Afarti-
ntio d Abbadia :
Cuja entrada de tremer,
E nao isto sem razio ;
Pois na entrada est a prisao.
(Doot t'eolre est un peu haie
Et cela n'eat pas saos ralaoo.
Car l'entre est Is prisoo.)
as profundidades do estreito di Gibraltar, vas-
ta neeropole de tantos bravos do mar.
Recoramendamos muito a saa leitura ; porque
ella, alm da circunstancia que notamos, con-
tera preciosos esclarecimeotos.
Nao ha melhor tarefa oeste mundo do que ser
opposidonista ; criticar sempre fcil, sempre
possivel, e a critica, principalmente aos actos do
governo, encontra hoje o respeitavel publico sem-
pre disposlo i receb-la com sympathia, sem re-
flexao, sem discussio.
Se pretendessemos seguir a carreira poltica, os
nossos primeiros passos pertenceriam opposi-
gao, e ainda que dessemos por pios ou por pe-
dras, procuraramos fazer barulho. E' o graoMe
segredode muitos homens de estado; a explica-
do do mysterio de muitas elevacoes singulares,
de muita repulaco emprestada.
O talento, a illustraco, a conscieocla, o patrio-
tismo sio qualidades negativas: i todas ellas se
avantaja o cyntsmo, o desembaraco de fallar mal
de lodos e de lado. Quem quer gaohar popula-
ridade deve mostrar possuir em alio grao estes
dous fecundos dotes ds oatureza.
Quanto fcil e sympathica a posigo do oppo-
siocioists, tanto difflcil e repulsiva a misso do
defensor do governo.
All se explica o manejo para oblar o poder pe-
lo amor da patria ; aquise infamara os cara iteres
e se chama a impreosa goveroista ass.l.riada do
governo.
Temos at hoje procurado em nossos escriptos
fallar sempre a verdade, sem derogar nunca a nos-
sa dignidad*. i^D/l
Alga mea vezes, rahecemos, levado por I a Isas
ioformagoes de pessoas em que depositramos
lepa cootianga, temo* errado na manifeitago de
nosso jaizo, e em ura., o que nos lea iu;omrao-
dado baaUote, apresentamos ura bomem venal,
carao virtuoso, isla porque acreditavamos aioce-
ramente que ella mereca as noasa* homenagan*.
Quando a venda nos cahio dos olbes astreme-
cemos po/ causa fio erro quo tinturaos cooimet-
Udo. Era Urde daqiat* para ama retratagio. Fd-
ra mitttr levantar a pedra de urna campa, e per-
turbar O repouso de ura raorlo. Recuamos... mis
precisavapjoi deaabafar, elnsensivelmente o faie-
mos agora. Quttn poder eomprthtnder que com-
prehenda. '
Tornando so que queriiraoj c-iier. nao podemo
A prisao da .'abbadia de Sao Gen uuo dos Pra-
do, qu vimos desappareser, ha alions auno*, e
cuja demoligo desembaragou os a icomo* d* ru
de Santa Margarida, oio era meno* sioistra que a
de S. Mirtinho do* Campo* ; ella iuha tambem
suas masmorras de algalio ; era eg ulmeaie pro-
tegida por muros espesaos, lorrioh. em cHa n-
gulo .varos enorme* em cada j.rielli. Dulaure
Urou de urna obra indita,lolitulad i Quadro mo-
ral das prites de Paris, urna desc pgoo da prin-
cipal masmorra desta horruel pris o :
c Ella esti cavada trinta ps de protuadida-
de ; to baixa e abbobada, que i m homem de
estatura mediana nSo i le estar de p o esti mas-
morra ; e tal a humidade que a i gua levanta a
palha que serve de cama aos infelizes. Segundo o
parecer do medico, elles nao poie o ahi perma-
necer por mais de vinte e quatro oras sem es-
tarem exposlos i perecer.
Pde-se asseguisr que semelbaf te masmorra
oo estava oceupada todos dias.
Com tudo esta prisao nio foi construida senio
em 1635 pelos cuidadosd'um emprejteiro chima-
do Gamard, i quem os religiosos da abbadia ti-
oham concedido o direilo de eatahelecerem ta-
lho* de carne e lojiohas de mercaddres (taux de
bouchor el descboppes de marchadds) oa praci-
nha situada diante da se-leia que elle encarrega-
va-se de mandar construir i sua cual*. O merca-
do do senhor Gamard subsisliu por tanto lempo
quanlo a cadeia que elle construir e que foi traos
forma em prisio militar no decurso do seculo ul-
timo. Era aii que se encarcerava os guardas fran-
c*ze* que deviam pauar por um conielho de
guerra.
Cumpre nao confundir esta priso cora o pala-
cio abbacial, que foi o theatro do* pavorosos mas-
sacres de setembro de 1793, qgando Ifizeram delle
urna casa de deteoco oode se fechara os realis-
tas e suspeilos.
Nao era esta, peosasse-o bem, lmenle pri-
sao que aependesae d. juriaoic^o tpal d.
abbadia : o abbade tinha, alm dissp, sua priso
particular, era seu proprio palacio, onde anda se
moslra subterrneos profuodos, noaquaes v-se
argolas de ferro pelas quaes eram os presos enca-
deados.
da abbadia,
de prevari-
Esses presos deviam ser vassallos
qaando nio religiosos acensados
cacao.
Cumpre com tudo confessar que o beneditinos
de S. Germano dos Prados, raooge* lellrados e
estudiosos, bem raramente expuuham-se is se-
veridades da autocracia abbacial. Sa|be-se que a
priso militar conservou seu deslaosle o dia em
que foi demolida por causa de insalul lidade.
As outras abbsdias e conventos de homens ou
mulheres, linbam prises mais ou meaos consi-
deraveis conforme a exteosio de sua urisdiego,
o os direitosde sua jusitga.
O abbade de S. Maglorio, que tinha direilo de
justiga superior e inferior sobre a parpehia de S.
Lopo e Saint'Eitydio, conservou sea prisio at o
m do seculo XVII.
Esla priso recobeu urna parte dos presos da
Coociargerie, em 1648, quando esses presos foram
d^ahi afugeniados pelo lypbo, que uaquella pri-
so se daclarou com um. espantosa ioteosidade.
Porm o abbade deate mosteiro perder seu pre-
vilegio de justiga superior, muito lempo antes de
ser desapossado de aua priso supptimida em
1675 ; porquanto a forga de S. Mtgiono ji oo
exista em 1515, quando se schou justamente no
lugar que oulr'ora oceupava atraz da egreja, es-
queletos carregedos de cadeia e os rastos de urna
forca.
O abbade de S. Viclore o de Santa Genoveva,
que ambos, tioham tido um bello tribunal onde
aa exeenges quasi que nio parav.m, renuncia-
ra m sua posse de boa ou mi vootsda em pro-
veilo da justiga real, porm cooservatam aasim
mesmo suas prises at 1675. A da abbadia de
Santa Genoveva oio deixou mesmo vesugios his-
tricos ; a da abbadia de S. Vctor sioda16 repre-
sentada por urna torre veiha, ns qual cha-se en-
costada a fonie que faz esquina para as ras de S.
Vctor e de Sein.
Esta priso nio servs somonte para, punico
dos religiosos da abbadia, mas com luda a torre,
que no-la records, lomou o nome de um mooge
chamado Alexandre, que por longos annos ahi es-
levo fechado, e que ah ttcra doudo. Souval,
dando-nos esta parlicularidade. nao leve cuidado
de contar-nos a legenda desie visionario. T'
Prises mesmo haviam dependentes das peque-
as jurisdieges eclesisticas : o cura 0 os seis
conegos da egreja cotlegial e parochial de S. Bento
na ra de S. Jacques. eram mui ciosos da seu di-
reilo, de cadeia, e nos vemos as rolagesdolp.e-
bostado de Pari* (Sauval. t. III, p. t95). que esta
priso, qee fazia parte do claustro da egreja, re-
cebia anda numerosos hospedes no decurso do se-
culo XV.
O antigo mosteiro de Saiot'Eloy, na Cit, Uve-
ra tambem sua priso, desde sua origem ; mas
esta prisio foi transportada para junto da egreja
de S. Paulo, perto da ra de Santo Antonio, em
um aotigo edificio que se chamara o Celldiro de
Saint'Eloy.
A prisio separou-se do mosteiro que ji oio era
asss rico e assis poderoso para ter beleguios,
earcereiros e presos; ella passon para as .atlri-
buiges do preboste do hotel do rei, por caasa da
proximidade do hotel de S. Paulo, onde residiam
de pre'erenciia os successores de Carlos V: po-
rm o bailios de egreja podiam comtudo mandar
ella presos perteocentes i suas juridieges. Es-
ta priso nao foi poupada nos massacres que i ple-
be de Paris lerou de priso em prisio, ao dia 12
de juoho de 1418, gritando: morram os Armag-
naes I A priso de Saint'-Eli, inlerameote abar-
cada pelas necessidadea do tribuoal real, substi-
tu at a revolugo. Cumpre citar aioda a pri-
sio do abbade de Tirn, que se r tambem men-
cionada nos massacres de 12 de juoho de 1418.
O abbade de Tirn, posto que saa abbadia es-
tivesse situada na dioeese de C hartres, possuia
ura hotel na ra i que deu seu nome, enlre a ra
de Sinlo Aotonio e a do re de Sicilia. Nioljul-
deixar passar desapereebido o procedimenl da
Actualidade, peridico que se publica em Nicihe-
roy, na censara que fez ao discurso que S. Ixc.
o Sr. ministro da marinha proferio na abertura
do Dique Imperial, que aquello jcnul procurou
ndicularisar, ponderando que 8. Exc. fallou tin-
to em cruz, que pareca preocupado em ir en-
contrar o diabo no fondo do Dique, e que deste
modo o queria escoojurar.
Ora, da certo, que o Sr. ministro da marinha
coraraetleu um grande erime associsodo a reli-
gio um acontecimeoto lio importante para a
marinha, oesta poca em que a propaganda con-
tra ella levanta altiva o eolio. Mas o reparoldo
collega 4a Actualidade oio desarrasoado, e jul-
gamos que com effeito o Sr. ministro pensara
escoojurar o diabo nesta oecaiiio ; porque dor
arte diablica cata obra to necetsaria, lio con-
veniente, oio s a prosperidade da nossa marinha
como do porto da capital do imperio, pedera ser
demorada at 1861, lando sido comeesda em
1824 1 j
E embora os nossos marinheiroa ji arpoassem
o grao diabo, apanhado em sceo no fundo do di-
que, diifargadoem um enorme mero, todavia pa-
rece que ainda li flcou a geraco, que s com ne-
vos exorcismos de S. Exc. poderlo aahir. Foliz-
raeole os fllhotes ji ealo na porta, e ae alo er-
raren: os clculos doSr. Lew, todos os diabmhos
abandonaio a entrada do-dique, i que se atier-
ra ram, dentro destes seis meses.
Nao lio estes o* onleos diabes que incommo-
dam agora o nobre ministro. Alguna eutroa ma-
thamorphoseados em offlciaes queresa um lugar de
honra oa prxima promocao. Quanto pezsda a
cruz, que opprima o raiOtalro oasis erise t
Se esiivesseraos em seu lugar corlaramos o n
gordia perfeitamente : attenderiamos someota ao
terdadVo mrito, o nao dos ilaporUVapjoi cot
os padrinhos.
#
Por rallar em verdadero mrito, deramoi co
idea easoctada, dedicar algasaa* liaba* a* aeiu
inspector do reesjei de manaba de Per
buco. A
Nosss opioiao acerca deate distinelo oficial j
mui conhecida; boje ramos preentar o jui
honroso de um homem eminente, cuja reraida<
girsQitmos; por que foi manifestado era nossa
presnca,
(5 falle
gara elle ii
seu bo*f 1 e por i_
aijuitigas vizinhl
em um* s ras.
A juitiga da sao la capella de patacie, a* i
preheodia ura eipa o, vate se
alen da* casas em cercava*
Capella; todava 1 vis ski
coraposla sera da vi a de sumsniiii
mas de que o tbesi ireiro da Saale CapetU
Irava-se lio altivo |uanto era gran-
de seu basti e saa sstaot* de mesics.
O bispo de Paris io conlaelara-M catas ter
como seohor eipr ul. a priaie de reacc **-
clesiastica, que o juiz ecclrsuMice rene ees
seu nome servia di casa de--------r*i iiilesiu
tica. Como sanhor temporal, o bisa* Uvera em-
tr'ora uma jurisdicg o mui importarte fMdSjf-
fuadia-se em difur ales burros da Paria e cana
asseolo prioeipal ar i aa Iriaaaal da btsaa (/raTn
epucopi), especie d anliga fortaleza i"iilraidi
no leculo XIou XI enlre a raa aeJk Csri.aa
TAuxerrois e o cae; da Migisaerie Mi aajsiss
residencia cahia em reina, qaaade Fnnriaia ti
Gondy primeiro arcebiipo da Paria a cardad da
Retz, maodoa demol-la ees f fTt. para leiaei I
edificar ara novo edificio qae ceaserrea a aasaa
de tribausl do bispo.
Ums oscripgo litios, gravada pac data a
porta grande que abra para a cae*, aaataacieva
orgulhoiameate qae a raaastatraeeia deete aaa-
tello forie episcopal Uvera lagar daraata aa dbs-
sengoes de Fronde, pelos cuidados a caeta a
Francisco de Goody, qae s a preecoaaara lalii
dizia a inicripgo, daa artas a da paz Ipaeis ew-
tes.jura, leguque medilmns).
Viole e tres anuos depoia, aappriaia a tai df-
Ooitivamenle a juriadiceao temporal d. egrej.
Pars e apossava-se do Iriaaaal da bis
delle fazer urna prisao real. U'aales, a
do bispo servia de residencia aa aaiiio da
qua ah tioha son tribunal aaareasa da
proferia suas seoteogas a guardava saaa
Este bailio pronaociara algaaaae vvica i
gas de morte contra os subditos da asae
execugescapitaes fazia-*, i shmc* asaia
dahi. na praca da Crea de Traaair. eae a farra
ou o patbulo *empre eaUvaaa aa* pnwearaai
ale a suppre*io da juitiga episcopal. IM\, ',
ticou como lerabraoga ama grande eras de eedn
que fora levantada rtefronte da forca. pira ae
os pacieotes livessem debauo da visu daraate
seu suplicio, a.imagea da redeaapgio Zatara,
O sabio* tenia rara provar com textos de carU-
em latim, que o tribunal do bispo aa f sua origem mais qae o foroo seaaereal da aasao
oode os habitantes do bairra de S. Gersaaaa Aa-
xerrois iam coser seu pi pagando m taalaaa
ofcial eocarregado da gaarda desea faraa. Sa-
be-te com effeito qae o bispo liaba maitee a-
iros foroos da aessaa espada, ara aa raa da Ar-
vore Secc. e oairo aa raa da Santo Itqlseii *)a
raeirao lugar ase depois eA a erisie ae 4at'-
Eloi, porm nio Uto ama razio para aae m
busque reachar a elyaologia do oom< '
nal do bispo (For-PBveqee), era ara
nos seohoreae* qae ae achavara com
oosjdireitos feudaes do bispado. Ofe-rmm va ara
lagar de justiga. ara Iriaaaal, jueto a aaal a
firnus, o foroo seoboresl, oso podia ser raata ase
ccessorio. "
A priso, aonexa indispenseval da tribaaai
fora preparada coa todo a iota qae ceaeerte
um estabelecimenlo deste genera, quando frea-
ci*co de Goody lemaroa-se de ergawr 'rthet
o poder temporal de sea areeaiapeda asa freaie da
aulondsde real.
Semelhaate casa oio pedia peas icar aaal
tornando se propriedade do rei ; jalgaa-aa asi
commoda para oella deler os presas aera i
depois, no seclo XVIII, deraa-lfc
tempo outro destino conforme coa
da poca : nella se fecha ae cossedia*.*
doi de rebelliio para coa a polica qae as<<
nistrava, ou eolio de irrevereada para ca a pu-
blico qua frequantara seas ihealres.
Era aquella pelo meos ama prisio de qae ara
bispo poda ser altivo a qae nio pareca aeaeoa
indigna de um rei. As prises candaras, aae
dependil m de certas jurisdieges vis, ara era
multo mais importantes qae es pntoes de aaaaaa
cor pos de guarda. sala a priaie daa ra-
nosle dos mercadores. aneada ata raa da Car-
turne (de Taerte), que da primeiro se
"". do Matadouro (del corcharte, saa v>
mais de 11 ps de compndo sobre 4 da larga. A
priso do preboaU doa ferradora* dava esti
compreheadid. no rdala da Miada vala
aua jurisdicgao ter saa asenla aa aera a aar-
raore da ala grande ; parra| igaoraaee ca ana
parle da palacio eslava esubelecila este truae
que foi reservada parlicularraeolc ara vaan
dos salteadores (voleara graades CMaiaaT
deiro* falsos, erafim aos duellutas q oa
tes dosferradores aaadava prender par i
dnlheiros.
O Millo da S. Joo da Latra, qae Uakea .-
nha quadnlheiroa i lervigo sea. s esarasara
junsdiccao sobre o territorio o(adadi cea-
menda de Malta, e coalendo dase aa tras rrara
cera urnas cioeoenta casas ; saas reatada elaa
da cada ordinaria, oode ler-se-bi* podido
ter. un triol, preso., ba.l. debaixo da gra*
torre da com menda carceres profaadoa aae
esta vam vasios, na poca ara qae e teera da-
nos albergavim contioaameota dazealos aa ira-
zentos peregrinos de JerusaUa ea ara sen
onde o* beleguins do rei e qaadrtlheirae da <
dade nio tioham direilo de penetrar l
quer pretexto.
O bailio do Temple, cuj iariadiceaa.*,
se sobre uma grande psrle do bairra da alara**
nao foi menos poderoso qae o eailia da 5 f*i*
deLatrao, esu* tuloridade sobrevivea i "
do Temple, qae creara-a. Eaaa
absoluta e oberaaa ae raciate
ira relativa e mitigada (ora
qual achava-se s priso do bailiaee.'qac
m'ster procurar oa grande terre eaaa tai*
cersdo o infeliz Loiz XV[ cara sas faailia
Esta prisio do bailiado, qae darra taad
a jurisdiego do bailio do Temple, ulo .
volugao tinha servido de depralo para m caad-
mnados a gales.
Biatioi-uiio Jaca*.
(Le Constitutiennel.H. Ckmem )
senador Msnoel Alvos Branca), siria ara aa
que, se algama vez mait feese iacoafei
ganisar ura ministerio. qM escolhada
rollega na pasta da marraba, ao
teoente Hermenegildo Anioaio
da, cajo ment, e capaddade
alto grao.
Este granee vario, que Untos services _
so seu paiz, conhecia muilo o iovaa aSd*l
que tinha prszer em ouvi-lo. o aie
pequea patente era que ella eslava, ai
va associa-lo a suprema admiaistracia
Depois dasle elogio, cada aeis dava*
pender i respeito. Eotretaale IrasacsL
eguiotes liaba* qM acabamos t>U(ti.
eo, peridico publicado ao Maraabla arada
rido official deu toda iaportaada m "
oapilio do porto qae all exarca*
Mlidada.
Por decreto de 17 da raads tai
de capitio do porto desla puntada,
do arsenal de marinha de Peraaraaaca a ir
pilio teoente Hermenegildo AaUena aarraa
Alssaida era recompensa aa saa aerite a tasa
vigot.
< Se por ua lado seaUaaa a seseada C
as de ura cavalaeira kka diatiacta, a
podemos deixar de nos eoagratalar a
(o qae de ai fas o governo raspaniL
honradez, iotelligeecia, aaaidaidr'
ment de eu* aaaarae, plidas a
prediesdos qua abundara aaasa di-
estado, ama daa glorias da mea* i
Deis* ao Mareaban Twdadsiisi
um nome honrado e sera rameril
Desejaraos-tbe e a sera raailu
gea a vigorosa silo/ x**^ T
. Assim como S. S. ara 1 natas da erara
que d'.qoelta praviot. prW. rataaWlj!
aervices 6 de esperar m ara da parta da
MmbaeoBMaala aaodd Mts asrartaaM
o. i ^nSieSSS^Ss^gr
do, potido a liusinda tapragedt
Baha, 11 de novembro.
18*8
t A.
lecto Tlsewde de C*r**ella i mnr(l o 1 PEtN. TTP.DE H.r.Vg PAIIA

-
L


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