Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09421


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Full Text
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fraiet para o subscriaUr.
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ENCARIBetiDOa BA 8B9CRIPQAO DO NORTE
Farahyba, o Sr. Antonio Alexaodrlno de Li-
mi; Natal, o Sr. Antonio Merques da SUra;
Aracaly, o Sr. A. de Lesnas Braga; Cear o Sr.
f. Jos de Olivera; Maranhio, o Sr. Maooel
Jos Martins Rlbeiro Guimiraes; P, Justino
i. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
"
AMIDAS OUS OKRlbS.
Olinda loee as das aa 9% koras-du dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyb'a naa segundas
e sexlas-toiras. .*--
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuo na* tercas-feirai.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
Sueira, Iogazeira, Flores,'Villa-Bella, Boa-Vista,
uricury e Ex as quai taa-feiras.
Caho, Seriohiem, Rio Foranos, Una.Birreiros
Agua Prela, Piroentelras e Natal quintas feiras.
(Todos oa correios partem as 10 horas da manha)
EPHBMERIOES DO HEZ DE NOVEMBRO.
2 Las ora a I hora 44 minatoa da larde.
9 Quarto crosconte as botas e 95 mina toa da
manla.
17 La hala aa 10 horas e 47 sala atoa da asan.
15 Qaarto minguente as 8 horas a 47 mnalos da
manha."
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro as 9 horas e 18 minatoa da machia.
Segando as 9 horas e 4S miaatoa da tarde.
PiBTEOFFICUL
DAS DA SEMANA;
18 Segua. S. RomSo m. ; s. Odoo ab.
19 Terca. Santa Isabel rainha da Hungra f.
SO Osarla. S. Flix de Valois fundador.
31 Quinta. Apresentago de Nossa Senhora.
22 Sexta. Sania Cecilia r. m.; i. Fileraon m:
93 Sa*abedo. 8. Clemente p. m. ; s. Felicidede.
24 Domingo. S. Joao da Cruz e. ; a. Estanislao:
- -i ----------
*.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e qniolas.
Relacio: tergas, quintas e aabbados aa 10 her
Fazenda : lerdas, quintas e sabbados as 10 horas!
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphioa: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do civil: tercas sextas ao meto
dia.
Segunda rara do cirel: quartas e sabbadoa
hora da tarde.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO DO SOL .
Alagas, o Sr. CUadiao Pakio Das; Babia,
o Sr. Jos Martina Aires ; Rio- de Janeiro, o Sr.
Joio Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
Os proprietarioa do pumo Maooel Fifoeira ala
Faria & lilho, na ana litraria prag*ala ~
dencia os. 6 a 8.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente dogoverno do dia O de
^- t npvenalaro de 1881.
Otcio ao Bxm. presidente da provincia do Ma-
raohao.Com o otBcio de V. Exc. de 11 do cor-
rente recebi um caixo coaleodo dirersos pro-
ductos para a exposigao desta provincia, que a
requleigao do Exm. presidente do Piauby V. Exc.
fez embarcar no rapor Apa.
Dito ao Exm. presidente da provincia do Piau-
by.Com o oflicio que V. Exc. me dirigi m 10
de outubro ultimo recebi doaa exeraplares da ex-
posigao com que o 3* rice-presidente coronel Er-
nesto Jos Baptista passou a admioialracio dessa
provincia ao ex-presidente Dr. Manoel Antonio
Duarte de Azeredo.
. Dito aoExm. presidente do Piauhy.Tendo re-
cebido por intermedio do Exm. presidente do Ma-
ranhio um caiiio que V. Exc. remettea-me con-
tando dirersos objectos para a exposigao desta
provincia, assim ocommunico i V. Exc. parasen
conbecimento, e em resposta ao seu ofBcio de 28
de outubro ultimo agradecendo k V. Exc. os es-
toceos que empregou para esse fim.
Dito ao presidente da caixa filia) do banco do
Brasil. Ao officio de 4 do correte em que V.
Exc. sqlicilou despensa do servido activo da guar-
da nacional para o primeiro escripturario desse
estabelecimenlo Jos Francisco Ribeiro de Souza,
tenho a dizer em resposta que villa da termi-
nante disposigao do aviso de 19 de outubro ulti-
mo que declarou nao serem casas commerciaes
nem repartiges publicas as caixaa flliaes. para
gosarem do favor concedido pelos artigos 15 e 18
da lei de 19 de setembro de 1850, nao me pos-
sivel attender a requisito de V. Exc. cootida em
aeu citado officio.
Dito ao commandanle das armas.Queira V. S.
mandar postar em frente da igreja deNossa Se-
nhora do Livrameoto no dia 22 do torrente s 9
horas da maoha, urna guarda de honra para
aasistir a fes'.a que se tem d fazer a Santa Ce-
cilia.
Dito ao presidente da relago.Sirva-se V. S.
de ioterpr o seu parecer sobre a materia do offi-
cio que em 19 do corrente dirigio-me o promotor
publico daste termo.
Dito ao commandanle superior do Rio Fumoso.
Deferindo o requerimento do commerciante Pe-
dro Joaquim Vianna Lima, acerca do qualinfor-
mou V. S. em data de 15 de oulubro ultimo, re-
commende V. S. que expeca auas ordens para
que sejam dispensados do aervico activo os guar-
das Innocencio da Silva Costa e Pedro Marinho
de Almeida e Silva, at a prxima reunio do
cooselho de qualiQcacao, a quem devem requerer
o seu direilo na forma do-artigo 18 do decreto n.
1,130 de 12 de margo de 1853.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Restituo V. S. os documentos que vieram a'one-
xos a sua informaco de 8 do corrente, aob n.
1,108, afim de que, de conformidad com ella
mande pagar a quantia 8 205900, em que impor-
tara varias passagens dadas noa vaporea da com-
panhia brasileira, como se v 3a contaem dupl-
cala, que vai cobrindn os referidos documentos,
meaos na parle relativa aosdous soldados do cor-
po de polica da Parahiba.Communicou-se aos
agentea da companhia brasileira de paquetes a
vapor.
Dito ao mesmo. Autoriso i V. S. nos termos
de sua informagao de 18 do correte, sob n. 1,111,
dada com referencia a da contadoria dessa the-
souraria a mandar pagar ao2* lente da compa-
nhia de artices deets provincia, Antonio da Ro-
cha Bezerra Cavalcanti, depoia de salisfeita a im-
portancia do sello, emolumentos e direitos de sua
patente, a quantia que se Ihe eativer a dever pro-
veniente de aeu sold nos mezes de julbo a ou-
tubro daste anno, como se v dos documentos que
devolvo.Communicou-se ao commandanle das
armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista do incluso pedido a que ae refere a sua
informaco de honiem, aob n. 576, mande V. S.
entregar ao thesoureiro pagador da re par liga o das
obras publicas a quantia de 3:405 para occorrer-
se a ama parte das despezas com aa obraa em
execugo por administrago nesle mez, segundo
declarou o respectivo director em officio de 6 do
corrente, aob o. 256.Communicou-se ao direc-
tor das obras publicas.
Portara.Os Srs. agentes da companhia bra-
sileira de paquetea a vapor mandem dar paasagem
de estado para o Rio de Janeiro no vapor Apa,
que hoje segu, a Emilia Carolina Doaely e duas
fllhas meuores, visto que sao desvalidas.
Dita.O Sr. gerente da companhia peroamba-
cana mande dar urna 'passagem de estado para
Macei no rapor Versinunga a Joao Moreira de
Queiroz, que consta ser desvalido.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar urna passagem
de estado no rapor Apa ao pharmaceulico da ar-
mada Joaquim do Prado Araujo.
Dita.O preaidente da prorincia attendendo ao
que Ihe requereu o guarda do almoxarifado do
arsenal de guerra Melchisedec Aario de Albu-
querque Lima, resolre conceder-lhe tres mezes
de licenca com reocimeotos para tratar de sua
aaude fora da prorincia.
culos. Abaladas depois pela monarchia absolu-
Despaehos do das O de novembro
de 1861.
Reouerinientot.
Padre Claudino Antonio dos Santos Lyra*>In-
forme o Sr. thesoureiro das loteras.
Domingas Maria da Conceicio.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Emilia Carolina Dooely.De-se-lhe.
Eduardo de Azevedo Amorim. Concedo a li-
cenca requerida.
Irmaodade de Nossa Senhora do Rosario da fre-
guezia do Divino Espirito Santo da villa de Po-
d'Albo. Fica a supplicante absolvida da multa
que alinde.
Irmaodade de Santa Cecilia erecta na igreja de
Nossa Senhora do Livramento.Dirija-se ao Sr.
tenente-coronel commandanle das armas.
Manoel Thomaz Cavalcanti.Informe o Si. Dr.
ohefe de pericia.
Manoel"Jos Dantas.Satisfaga o supplicanto a
exigencia da thesouraria escripia no verso.
Alteres Manoel Germano de Miranda. Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica.
Joaquina Maria da Conceigio. Informe o Sr.
Dr. director geral da instruegao pnblica.
a foram arrastradas na corrente das grandes re-
formas do fim do seculo XVIII, se bera que offe-
reeessem aos operarios reunidos em eorpos ga-
rantas, que depois elle nao poderam mais en-
contrar, e certas proQssdes como corretores de
cambios, notarlos, etc. que anda hoje apro-
veitam.
A' exeepcio de algumas reservas, occasiona-
das em rirtude da seguraoga publica, o traba-
lho manual desembaragado dos obstculos que
se tioha imposto a ai mesmo gosa em nossos das
de inteira liberdade. O novo rgimen lio funes-
to para os traeos quao rantsjoso para os fortes
fez-se acorapanhar, qual exercito marchando
para o combate, de um verdadeiro serrigo de
ambulancia, onde gragas s combioages aa mais
variadas da assistencia e reciprocidade as nume-
rosas rutinas ds imprevidencia recebem os soc-
corros que exige a sua falla de luzes e de e-
nergia.
Seria t3o pouco rasoarel o lastimar os privile-
gios do antigo rgimen do trabalho como o eod-
demnar os palliativos do novo rgimen do traba-
lho como o candemnar os palliativos do noro r-
gimen; mas nos asaistimos a um espectculo que
a razo mal pode conceber. Em quanto os mo-
nopolios e privilegios reconstituidos como
oulr'ora em proreito de corporages ou so-
ciedades parecem renascer de auas cinzas, o
novo rgimen desenvolre o numero e po-
der dos seus palliativos ; e certos eapiritos con-
victos de sua necessidade Indefinida os ele-
vara altura de urna organisacao, e at mes-
mo de um progresso social.
A intelligencia se perde no meio dessa guerra
de principios, ou antes dessa confusao que se-
gundo parece querem establecer entre os pro-
gresos reaes e os expedientes temporarios. Foi
para esclarecer um pouco semelhante chaos que1
se ormou urna sociedade, cujo fim e instituigao
tiremos ji occasio de explicar aos leitores da
Revista. A sociedade de economa aocial ser-
commenda especialmente pelas garantas de im-
parcialidade de que se ha rodeado: composta
de homens perteocentes a diversas opinies, pro*
vida de um methodo de obserragao funlado so-
bre a analyse o vista directa dos tactos, deu
comeco a um estudo ioquiritorio, cujo terceiro
vol.me acaba de publicar.
O volume de que tallamos eocerra nove mono-
graphias, quadros uniformes em qae, a maneira
de quadros vivos, familias inteiras oos offerecem
8eueeracler, e particu I ridos da sua existencia.
A t ranga empresta elle os aeis typos que sese-
guem : o Campontz taboeiro da taixa-Proven -
a, a Bordadora de Vasgti, o Yinhateiro de Au-
nts, a Fanque%ra de Lille, o Inetituidor rural, o
Operario de grande familia em Pars. A Tos-
cana apparece tambem pela duodcima vez no
ioquirito ; em 1857 offerecia a monographia do
Rendtiro dos arrabaldes de Florenga, cujo autor
foi depois mioiatro no paiz que lao bem descre-
veo : em 1861 offerece-oos o seu Fundidor de
chumbo das Alpes Apuanes. A sociedade malsu-
maoa nao deixov de enriar um representante a
esse congresso universal das familias laboriosas ;
vimos abi successiramente o Mareineiro de Tn-
ger, os camponezes em eommuniade de Bonsrah
(Syria) i e oeste aooo obsecramos mais o Per-
fumista de Tunis, relbo e digno patriarcha to
liel ao Koran como as tradieges seculares das
auas eomposigdas odorferas, EmfimJas nof
th$ leasl (ultimo do nomo mas nao o menor),
mencionamos o Mineiro do condado de Mariposa
(California) oulr'ora Francez, agora cidadao do
mundo; hoje explorando a gosio a em liberda-
de. as trras aurferas do claim de que pro-
pietario em rirtude do direilo de primeiro pos-
seiro, smaohaa taires na Australia, no Pera, na
China atraz de oras descocerlas de betas e pe-
drinhas mararilhosas. Alm de exaclidao que
reina naa suas descripges, as monographias sao
ah ricas de cores locaes e de quadros pittores-
cos ; entretanto ontro o seu fim que nao agra-
dar, pois aomente buscara offerecer aos econo-
mistas e moralistas estados sobre aa mais altas
quesies da ordem aocial que elles difficilmenle
enconlrariam em outra parte.
Quando em urna colleego se veem grupados,
ao lado una dos outros muilos fragmentos de um
mineral precioso, encontrado sobre dirersos pon-
tos do globo, nao procurara todos coobecer a ri-
queza do cada espcimen sem se importar com
a sua proveniencia,e com a profundidade da oxea,
ragao em que foi elle encontrado '.' O ioquirito
que estudamoi urna collecgao bem direraamen-
te preciosa da dos productos naturaes, porque
offerece-nos typos representados de humanidade ;
e com mais forte razo ae dar ali indagar aem
distinegao de paizes ou de ragas aquillo que deve
ser considerado como urna riqueza no horneas ou
as sociedades humanas, isto 6, oa principios e
as tradiegea que aaaeguram a sua grandeza mo-
ral e o seu bem estar.
Antes de penetrar no assumpto prevemos j
urna objeccao. Neohuma cooclus&o til, nos di-
ro, pode ser lirada do estudo de novo familias
escolhidaa oos qualro cantos do mundo ; o es-
tudo talrez seja meito meditado, e as familias
eseolhidas de proposito para reaamira condieco
geral das populacoes de que fazem parte. Sem
examinar ae o mechaniamo da ordem aocial
maia complicado que o da alma humana, cujaa
pegas descrereo Montaigne, aem appellar para
muitas outras razes, igualmente decisivas a
nosso ver; pedimos ao objectador que leuda um
pouco de paciencia.....
O ioquirito prodazio ji seis rolumes, inclusive
a obra de M. de Play> Os operarios turopsu*
por todo sessenU e qualro mooographiaa : da-
qui a dous aooos contar cem volamos, treseo-
tos ou qua trocen tos daqui a des, tres ou quatro
mil em viole aooos. Al. o prosete as obser-
ragdea se coadumam ; por toda a parte os mes-
moa principios produzem as mesmss cooseqoen-
oalro, e offerece aos operarlos e aos patries van-
EXTERIOR.
cias ; oa ltimos estudos rerineam a exaclidao
dos primairos. Ja se r que a objeccao vai per-
dendo o seu ralorinseusiralmente ; daqui a pou-
co nenhum valor ter absolutamente. Espe-
ramos alm disto, para o fim de melhor escla-
recer as questoes suscitadas pelos derradeiros
estudos da sociedade de economa social, extra-
hir uteis combinaces daa duaa primeiras partes
do seu ioquirito, aa quaes impedio-oos de apo-
sentar completamente ha alguna mezes aos lei-
tores da Revista urna discuisao de methodo, que
encelamos aniao.
Nao pediremos ao ioquirito mais do que os tac-
tagens considerareis, crtameote ser de olfll-
dade publica proclama-lo bem alto. E'esta a
primeira queslao que encontramos abrindo o Io-
quirito.
O exemplo mais saliente e mais completo do
systema de compromissos voluntarios permanen-
tes se eocontra na organisacao da mor parte dos
saboefros de Marselha (III, 110) (1). Os fabri-
cantes de sabio daquella cidade conservaran: a
anliga tradicglo das relagdes asis prolongadas
eom todos aquellas a quem elles empregam. Oa
operarios trabalham de pas a filhos as mesmas
fabricas, e este costme se estende aos cootra-
mestres e eaixeiros que dirigem os negocios do
estabelecimeoto. Era multas casas os eaixeiros
e empregados passaram sua extsteneia inteira
sob o tocto do patro ; ah naiceram, ah sueca-
deram a seus pas, e ahi tambem foram auccedi-
dos por seus filhos. Os patrdes se gloriara dee-
sas tongas e affectuosas relagoes, e cilam-nas
como um titulo de honra para as suas proprias
familfas. Os eaixeiros e os empregados fallam
da fabrica como de um lugar commum, onde 4 a
aua residencia, e onde seus filhos sao espe-
rados.
Essas tradieges fecundas formam a torga e a
seguranga dos patrdes e operarios, hooram-os e
moralisam-os, e o seu mutuo cootentameoto as-
segura a paz publica, e offerece ao estado pre-
ciosos elementos de estabilidade. Fados anlo-
gos podem ser contestados na mor parte das gran-
des fabricas das nossas prorincias. Em geral al-
l tambem reina o systema de compromissos vo-
luntarios permanentes (II, 268).
Considerado como um derer pelos pairos, e
como um beneficio pelos operarios, squelle sys-
tema estabelece entre elles um lago mais forte
do que o ioteresse, e parece transformar o esta-
belecimeoto n'uma grande familia. Eosioo gra-
tuito, recreagoes raoraes, bibliothecas, pouco ou
nenhum dascanco, salarios conveoitotes, soc-
corros mutuos, asylos, babitagoes commodas por
baixo prego, laes sao as consecuencias ordina-
rias da permanencia das relagoes industriaos.
Um outro rgimen prevalece entre as indus-
trias exercidaa oo centro das grandes popula-
ges: todava, gragas i iniciativa fervorosa a bem
pensada de alguns patrdes, nossaa cidades ma*
oufactureiras sem excluir Paria foroecem nume-
rosos exemplos de relagdes fundadas livremente
ni permanencia do trabalho.
Os effeitos desse systema ao tanto mais con-
cluientes quanto fafham com o isolamente do
operario no systema oppoato.
Certos operanoa no fabrico doa chales buscam,
contra o costme, ligar-se a aeus patres de urna
maneira permanente.* immediatamente os seus
salarios augmentara, e se conservara altura e
mesmo cima de suas necessidsdes ; desappare-
ce a incuria, e chegam-lhe auxilioa e subrenges
sob todaa as formas; a economa fructifica ; a
um dia rem, um bello dia, tm que alguns ds-
ses operarios pode sublrahir-ae i caresta pro-
gresaba dos alugueres comprando is portas mes-
mo da Paria ama modesta habitago que em par-
te pagar com adiaotamentos gratuitos do aeu
patria (L,32). Nio iato industria, dirio, um
romance ou caridade; quando muito seria urna
excepgio: porm urna excepgao que bem de-
pressa tornar-se-hia n'uma regra geral se os op-
ranos e os patias melhor compreheodessem os
seus dereres recprocos, e a aolidariedade de sena
interesses.
O systema dos contratos oa compromissos mo-
mentneos, quero dizer. por pouco lempo, apr-
senla um quadro absolutamente direrso. O ope-
rario cooserra mais independencia, a mudando
continuamente de patrio e oceupago pode algu-
mas rezos achar salario mais crescido ; maa en-
tra logo nessa populagao fluctuaote de operarios
sobre que pesam com especialidade todalaa fiuc-
tuagoea e ricissitudes do trabalho. A mooogra-
phia do Lenhador dos suburbios de Paris (II,
451) moatra at suas ultimas consequencias os
tristes effeitos dessa instabilidade a que es di o
pomposo nome de independencia. De entalhador,
depoia fabricante de greda, o operario torna-se
servente, descarregador de lenha, e cabanqueiro,
passando alternativamente de um desees estados
para o outro, segundeo ioteresse ou o capricho
de momento, e isto quando a embriaguez nao o
retm em aua choupana. As mooographiaa do
Yinhateiro de Aunis, a da Fanqueira de Lille,
completara com alguna tragos especiaos.esse tris-
te quadro do isolamento e da impreridencia (III,
Os tres rolumes do inquerito oo nos apr-
senla exemplos da operarioa que teoham me-
Ihorado de posicio de urna maneira cerla no
aystema de compromissos temporarios: oio digo
bemum s chegou a ser proprietario, mais por
meio de urna especulagao em virtude da qual a
sua propria familia foroeceu-lhe os recursos, de
que linha necessidade, na falta de um patrio que
se interessasse por sua eorte.
Conrm todava ealudar na historia desse ope-
rario (I, 84) que a historia de tantos outros
a qae grao de ariltaraeato e verdadeira barbaria
a independencia lllmitsda, realisada pela eondi-
cao dos operarios nomeados, pode arrastrar nm
nomem cuja educagao primaria nio obstante
offerece o exemplo de urna direccio moral a re*
Iigioaa. Alternsliramente bofarinheiro, criado,
moleiro, terraplenado^ conserrando-se apenas
poucos mezes em casa de um mesmo patrio,
quando nao por acaso despedido, carregado de
dividas, quasi aempre embriagado, urna grande
falla rem aalra-lo, mas depois de quanlas expia-
Coej crueis I Casa-se com aquella a quem ae-
duzo. e estamulher trabalhadeira. econmica
e enrgica, conduz lentamente, mas coaduz sem-
pre para a existencia de familia, isto para o
bem estar e salracio aquello hornera estragado
por tantas devasiides.
O operario nmade para bem dizer est no ul-
timo degrio do syslama da compromissos tem-
porarios, porque entre os operarios quaoto mais
a coodicgo do trabalho se arreda da permanen-
cia, tanto mais decreaeem a moralidade e bam-
eatar dos mesmos operarioa: ao contrario no
dito systema quanto mais o compromisso se sp-
proxima da permanencia, tanto mais se elevara
a moralidade e o bem estar. As monographias
do Carpxnteiro de Paris (I, 32) e do Cabou-
que\ro dos suburbio* de Paris (II, 67) nenhu-
ma duvida deixam a aase respailo.
Entra essaa duaa corporages nio ae usa da
compromlasos permanentes: com.udo os dous
mercado publico, que se conservara firmemente
degerago em gerago nos limites commnos dos
operarlos e proprietarioa, caracterisam o melhor
possirel a condiegio e vantsgens desse rgimen ;
porm duas poderosas influencias mioam-lhe
surtamentes alicorees : a diviso iadefinida do
patrimoolaque faz o camponez cabic no astado
de ]oro*HJo, e a concenlragio do trabalho in-
dustrial ios grandes establecimentos em detri-
mento daa pequeas offleinas.
Os capttaes e as machinas ameagamos maia hu-
mildes oflciaei (tt, 17) ao passo qae a d'viso pa-
trimonial concurre para retirar a Ierra das maos
que a cultivara. Essas familias socolares de
carr-poneres eto fecundas, tio fortemeote cons-
litoidas outr'ora, e que formaram urna das bases
mais solidas do nosso delo social, desappare-
cem de diaero dia.
Anda boje em dirersos pontos retirados da
Franga ha algumas qae rioresittindo aos impul-
sos modernos, gragas energa dos habitoa anti-
gos (1,107), e aos esforgos mais ou menos le-
gaes que desenvolver para manter a iotegridade
dos bens da familia ; nio obstante o daclirio so-
bre que se aeham coltocadoa os lera fatalmente a
ara dostes extremosa miseria ou a eaterilidade
(III. 363).
Os tactos obserrados no ioquirito oos permitlem
encarar a questio dos salarios debaixo do mesmo
ponto de vista em que se oos apreaeotam a na-
tureza e oa effeitos dos compromissos e relag5es
entre operarios e patrdes. Elles oos podero
esclarecer sobre o valor de um axiome econmico
contra o qual se agita actualmente "urna seris
reaegio lano na Franga como oa Inglaterra, se-
ria por fue tem por ai homens considerados oa
Aa tentativas fekas em poeas diversas para altra-
hir alguna de entre elles a outros eslabelecimen-
los com offerecimeoios ranlajosos Scam aem re-
*i n"?' 0ra> eau8as Pfiocipaes dessa nota-
si!iidnde prorem do patronato exercido pelos
eneres do estabelecimenlo sobre os operarios,
que ae sentem protegidos, e sabem que no caso
ae precisao oto aera abaldonados e das diffe-
renles instiluigdes com que os patres procurara
augmentar o bem estar phyaico e moral dessa
boaeiotelligentepopulagio. [II, 269.)
O patronato privado se desenvolre mui larga-
mente ; toroou-se nos graodes establecimentos
industriaes um
rece ser considerada em nonra aa nossa poca
como um rerdadeiro oiorimeoto social. Urna ios-
puag3o, rasoarel algumas rexes, muitaa iostioc-
Ura, espalhada entre todos oa poros cirilisados,
tende a fazer delle urna lei moral, e por elle subs-
tituir esse axioma econmico do offerecimento e
exigencia, que nio poderia ser urna lei por sua
pouca moralidade. Se a maior parlados homens
de coragio dedicados aos ioleresses da claase de
operarios receiam a sua agglomeragao oas grao-
des cidades porque o patronato prirado abi se
nao eoraizou aioda, ondo nao passa de urna ex-
cepgio, reinando em seu lugar este outro patro-
natoa aasiateocia publica, pela qual os iofel-
ze> leem urna justa repugnancia, e algumas re-
zes at lastimosa. Oa operarios someote a elle
recorrem quando obrigados por absoluta oeces-
sidade.
Na mooographia da Fangueiro de Lille (III,
253) remos urna operara de habilidad ; labo-
riosa, entregue com o seu filbioho i um estado
de profunda miseria, que oio pode conjurar
.
scieocfra naTndustrls, seria por qua tem por si torga de trabalho. Aida mais soffreria i
algunas sonsa de maisa sia moral: queremos j ser um dos seus irmaos. como ella pobre opera-
lallar de principio de offerecimento e exigencia, rio, que reio em seu auxilio, e a nio serem al-
Na vsfdads os trea>volomes do ioquirito indi- gons soccorros dados por urna dama caridosa.
cam pooCo empenho da parte doa interessados, Nao obstante o trabalho, isto o pi nao appa-
patroes e oasrarios. em seguirem o curso do rece todos os dias : existem occasides en que na-
mercado na avaliagio do trabalho. Um outro da ha qua fazer. A reae derera eotio recorrer
systema lende a preralecer quanto regulagio assistencia publica, quando nio fosse por si ao
dos salarios: esse systema caracterisa a condic-
gio do trabalho no rgimen de liberdade, e talvez
seja elle destinado a resolver as suas principaes
dilculdades, Entre muitas iodustrias organisa-
das em corporages as particularidades e prego
da mi de obra sao reguladas por meio de con-
tractos livremente debatidos e aceitos: sobre-
ludo admirare! a fldelidade dos operarioa s con-
dicgdea por elles mesmos apresenladas ou aceitas.
Os carpinteros, apezar do augmento geral ha-
rido aa depois em seus salarios, seguiam reli-
giosamente em 1858 e prorarel que ainda hoje
sigam a tarifa que obtlreram em 1845 (I, 63.)
Nem sampre se eocontra de ambos os lados essa
exacueao leal daa coorengoes.
Urna tarifa proposta pelos chafes de urna in-
dustria designada no ioquirito, aceita pelos ope-
rarios, vigiada por urna commisaio composta
de delegados dss duas partes contractaotes,
hoje reapeitada por mui limitado oumero de pa-
trdes. __*0s delegados publicaran a respeito urna
proclamajo, que faz recordar as conferencias de
Sheffield, e da qual citaremos apenas o principio
bastante sigoificaliro: c Os delegados da fabrica
de......teodo a prora de que os fabricantes ape-
los em que o estado daa pupulagoes "de opera- operarios descriptoa no inquerito conservaran de*
rioa aa relele mais claramente. A aua sita- Pr'e P*f te loogas relagdes com os seus patrdes,
Da ewnlicco ecmica do trabalh
aFniea eeitre alguas pavos es-
traageiros.
" Apenas libertados pelo cristianismo da vil
precaria condiegio a que se reduzira o trabalho
por toda a parte em que hara penetrado o do-
- minio romano os operarios das Gallias busca-
ran, naa associagdes a proteegio que nio pode-
riam encontrar iaoladamente para ai aeus inte-
resaos : o essas associagoas transfrmalas pouco
~ pouco com o andar do lempo, e recabando o
cunho das diversas formas sociaea porque passa-
^ vam, saiirn se maotireram durante quatorze aa* monstrar que nm dellea auilo preferir! o
gio material aprsenla satas trae aspectos prin-
cipaes : natureza de compromissos a relagdes en-
tre oa operarioa e oa patrdesmeios de existen-
cia-- modo da existencia. Trataremos de todos
tres succeenamento. ,
Os operarios executam os asas trabalhos -uns
comprometteado-ae para osos seus patrdes vo-
lanlariaaeole, maa de una maneira permanen-
te ; tros comprometiendo-se momentneamen-
te, e s com om demudar ds efficina e mesmo
do localidade, sganlo o aeu capricho ou Ule-
rease passageiro. No aetheo qae serve de qua-
dro s monographias essas duas eondreges sao
indicadas da seguate maaeira : syatasM de com-
promissos voluntarios permanentes systema de
compromissos momentneos Como toda o ge-
nero da trabalhos pode ser effactuado indistinc-
tamente em cada um daasea systemae, ae ae de-
e.fBaf,rfm Ita posigo, que podiam
attingir, talo de cootramestre ; e ae nio ehe-
garam a mostrea nio ioi porque deixassem de
tentar; porquaoto depois de iofractiferas dili-
gencias ambos se coutentaram com a ana condia-
fio, comprehendeoae que alguma couaa lhes fal-
tava para dalla sahirem....
Essa aiiuagao relaUvamente maia independen-
te do que era dado aaperar-se, cooslitue um ter-
ceiro rgimeno rgimen do trabalho sem com-
promuap, no qual ae elassifieam oa operarioa cha-
les de officio, isto patrdes e operarios promis-
cuamente.
Oa camponezes que possuem por freguazia o
indica'
.() O algariamo romano indica o volume da
obra-Opsrariai doa dous ensatadas, a o algariamo
rabe a fagina em que se aeham consignados oa
tactos citados no artigo.
zar das suas assigoatnras dadas livremente fa- privado, parecem ser destinados a ter em equili-
zem trabalhar os operarios tora dos limites da brio as necessidades e os salarios com esta diffe-
tarifa determinaran) & (I, 349.) | renga essencial que uo patronato privado de
Na monographia do compositor typographo de soccorrer o operario cabe a aquello que aproveita
Bruxellas (II, 225) existe outro exemplo de sa- as ,uaS torgas e trabalho, ao passo que oo patro-
larios Qxados por meio de cootraelo eotre opera- nal publico aquellos que deviam preeocher eaae
rjos e patrdes. O cootracto combinado e aceito' deverdeclioam delle para a sociedade. Coovra
de commum accordo no correr do aono de 1857,' accrescentar que os soccorros da assistencia pu-
sem que isso tranapirasse, ouoca cessou de ser blica por mais preciosos que sejam e religiosa-
escrupulosameote observado. Existe alm disto mente concedidos trazem urna certa offensa
em Bruxellas sob o titulo de Associaco livre dos digoidade do hornera.
compositores typographos um* sociedade cojo O soccorro orgaoisado raras vezes considera-
circulo de operagoas abraga a manutengan dos do como um beneficio: para una esmola, para
salarios, e a assistencia de trabalho para com os j cetros um direito. Concebe-se bem que a socie-
seus membros em particular. Os typographos dado nao estique ante esse inconveniente; con-
parisienses possuem tambem urna aasociagio des- Tem *Dtes que tudo por limites miseria, espe-
se genero que defeode igualmeote os operarios **> **'- ------
cootra o curao do mercado quasi sempre fraudu-
lento.
'Essas associagdes parecem ser um remedio ne-
cessario agiotagern industrial, o o complemen-
to do systema das tarifas. Os patrdes hoorados
as animam, porque compreheodem que ellas os
garanten cootra urna concurrenesa desleal, e
contra essa decadencia que se produz oa mo de
obra por toda a parle em que ella mal retri-
buida.
Se dos operarios assim protegidos por aua or-
ganisagao em corporages passarmos para os ope-
rarios isolados, o ioquirito noa demonstra que os
chefes da industria dotados de alguma digoidade
pessoal de forms alguma se inquietara para aeguir
a respeito delles os cursos fundados no offereci-
mento a exigencia. Beproduzimos aqu textual-
mente o que lemos no Cuboqueiro de Pariz: O
operario que pela primeira vez se aprsenla a um
patrgo cabouqueiro recebe a principio um salario
proporcionado s necessidades que soffre, e nio
ao trabalho que presta. > A mooographia do
Ferreiro de Herimoncourt offerec-noa igualmen-
te o exemplo de trabalhos pagos segundo urna
apreciacio das necessidades do operario (II, 242.)
Oa effeitos de semelhaote apreciagao, muito
mais communs do que se imagina, nem aempre
se manifestam no prego do salario, porque os
pairdes dispdem de oulros meios da mesma sorte
efficazaa para melhorarem a sorte daqnellea que
empregam oo aeu serrigodispdem das subren-
ges. At certo lempo estas oio figuraram aenio
de memoria nos processos ordinarios de ioresti-
gagio, e o papel coaaidararel que fazem na ques*
lio do salario era completamente desconbecido.
Hoje, gragea aos estudos da sociedade de econo-
ma aocial e ao methodo scieolifico que Ihe serve
de base coohecemos o ralor positivo desaea re-
cursos, de que o operario, qualquer que seja a
sua oceupago. grao de commodidade, e meio de
existencia, ae aproreita mais ou menos sob umi
^dessas tres influencias: o patronato prirado, o
patronato publico, a o patronato providencial.
O patronato privado i a melhor dellas, por ser
a que aprsenla consequencias mais felizea sobre
a condieco pbysica e moral dos operarioa; por
aer a que ae inspira por aentimeotos da familia
reproduzinde os seas resultados principaes ; por
ser finalmente a que obra directamente aobre a
commodidade daquelles que vivem debaixo de
suas leis paternaes par meio da instruegao gra-
tuita, residencia, vida commoda, e permanencia
de trabalho; indirectamente por meio de insti-
luigdes previdentes, como, calzas de soccorro 4.
As subvengdes do patronato privado ao aquellas
mesmas medidas indicadas mais cima, de que
uzam certas chefes em beneficio dos operarios
que a elles se ligam por compromissos volunta-
rios permanentes.
Proeirar-se saber se ellas exercem algama
acgo aobre oa meios do existencia dos operarioa,
o mesmo que eatabelecer e resolver a questio
de eiber-eese ellas tem Igualmeote alguma
aegio aobre o rgimen do salario. Mas acaso
aquelles que gosam daa vantsgens daa subven-
gdes team disto coosciencla T Encaram-nas por
ventura como vaotageos positivas e durareis?
Resultar dahi, fallando no ponto de rista geral,
effeitoa econmicos para o trabalho e para o ca-
pital T Responda por nos a monographia do He-
rimoncevrt: Os operarios do estabelacirnento.
rando ao depois encontrar o meio de comba-
te-la.
Quanto sememante ponto to delicado da
sciencia social o ioquirito contm exemplos mui
dignos de meditago. Assim, ao passo que a as-
sistencia publica excita repugnancias inrencireis
entre a maior parte dos operarios, ou ms incli-
nagdes eotre outros, a assistencia priradadoapa-
tides sempre cordealmente aceita, e parece
apurar e elevar oa sedimentos do operario. Esta
obserragao pode ferir certastheorias; ella porm,
est de accordo com os fados, alm disso mui-
to adaptarel a qualquer intelligencia, e em nada
offeode os principios tradicionaes da ordem ao-
cial.
Com elTeito. o homem ajudado, soccorrido por
aquello que o emprega, seote-se oecessariamen-
te sob o morel de urna obrigagio, mas de urna
obrigagio para cujo desempenho encootra mil
meios ao seu alcauce.
Trata-sede um empreslimo dediuheiro? Os
boos dias virao em que o empreslimo ser pago.
De urna subvengan para melhoramento do com-
modo da familia ? A officioa, o trabalho, per-
mitlem aoa pareotea fornecer por aua vez a sub-
rengao do zelo, essa torga productira que passa
de coragio aoa braess do operario, e faz a obra
voar em suas mioa. Quanto aquillo que nio se
paga, iato essas aubvengdes da alma que sio o
dom principal e supremo de um verdadeiro pa-
tronato, o operario nio tem por ventura o poder
de retribuir affeigio por affeigio. estima por es-
tima ?
Mas quaudo o beneficio descoohecido, quan-
do o soccorro resulta de urna instituigao publi-
ca, a obrigagio torna-se ineupportarel, on eolio
nio sentida. Em nada ella aporta oa lagos so-
ciaea, quando oio acootece que oa affrouxe.
Os operarios, sem serem metaphisicos, deseo-
brem muito bem emsuas conscienciaa o lado ra-
co desse patronato aem patrio, deaae soccorro
sem compeosago. Citamos j a fanqueira de
Lille, que apezar do mor queltnhaa aeu filbioho
o expunha aotea a partilhar com ella crueie pri-
ragdes, do que recorrer assistencia ; citaremos
mais este pedseioho da monographia do cabou-
queiro de Paria Recoohecendo os dous que
deve beneficencia de algumas pessoss mais fe-
lizes do que alie, repelle enrgicamente toda a
esraola, e a este respeito mostra urna auaeepiibi-
lidade exceaaiva.
O autor entende por esmola a assistencia pu-
blica desforgada mesmo sob generosas apparen-
ciaa de mutualidade; Trata-ae daa caixaa muni-
cipaes de soccorros mutuos, em qae membros ho-
norarios, e bemfeitores, depois de fazerem ama
primeira derrama, pagam urna coUeacio aem par-
ticiparen! dos direitos dos membros titulares. Aa
claases de operarioa sentem arerso pelaa socie-
dades deate modo constituidas ; porque abi en-
xargam urna eamola, um patronato caritativo, que
choca ao mesmo lempo e sen sentimento de in-
dependencia, e digoidade.
Em urna aasociacio deaae genero, fundada em
parta por cabouqueiros com vistas da minorarem
oa numerosos accidentas a que sio expostos, ape-
nas sacontou um de coda quloze operarios de cor-
porages. O operarlo descripto pelo Inquirito
nunca quis filiar-te i lal associaco pelos motiros
que acabamos, de indicar, nio obstante as maia
1 vivas losAsBcias do patrio.
Entretanto admlre-ss este contraste : elle re-
cabe da patrio oio sd sem dtfnculdades, maa ain-
da com reconhecimeoto. importantes dadivas do
T9.tid.cs, e de gneros alimenticios(11,102]. A
mesma repugnancia se eneonlra, segunda para-
ce, entre os operarioa ingleses. A monog-aptiia
do criador de vaccae do arrabalde de Landre*
apreseota-nos o exemplo de noa paa da Ueallia
pertenceote poderosa corporagao (lAs Worthip-
fucompuny of Groeer) de cuja nosrosas vaa-
tagenselle poaeria gozar, especialmeaie aa easi-
no gratuito para seus ftlbas. porm da taa sa aa*>
quiz aproveitar considerando de basara sae da s
smente depender.
Sem ullrapassarealimtesem que naaaaeressea
restringir oio podemos desearolror ledas so as-
mVregVa" tio7aD*e\airsldT'^uo |"JJe'V'".*"*..0 "tf^5M "bros-coee tras
ideradaera honra da nossa poca V.J.V" <-uela.'Uri* otaaseai
lo baste para attrahir a atleacadoa bornea
piosos, e iospirar-lh-s o desfja de caosaltac a
pbia, era que bebemos as asesas reOexbas. O*
relatnos minuciosos justos a cada na o a ag i
phia conteem alm disto alga rismas a e aclarec-
taeutos sobre aa despena dos apranos seos as
duaes impossirel spreciar-se exsctsassata a
dita questio dos salarios.
I O terceiro aspecto sobre qree nevemos exaaai-
rJar a condigio material da familias o seu aaaao
ae existencia: o genero de vida de cada asna dif-
iere essencialmenle conforme babitesa oa no
campo ou as cidades. Existe em prisaeiro lagar
para os habitantea do campa am patronato priva-
do da que aa cidades se veem privadas pooc
mjais ou menos sao aa riquezas naturaes qaa s
Providencia semeii e cultiva espooUaeassesjls.
qi er no slo que pisa o pobre, qaer aa ao'o qaa
pin o rico. A herra crescida nao eamiohos e
m ittos permitiera aos desgranados criar asna vas-
ca ou pelo menos urna cabra, qae Ibes ai o us-
t ito. Os peixes e ioaumerareu marisca* mm* o
m r arroja s fsuas praiaa com pro.asio forotaaa
en parle a ilimeotagio daa popolacjoas riaoiri-
nhas. A madeira secca cabida naa florestas, as ca-
ra Duchos oceultos oaa riohas, a respiga, a mata
al; urnas plantas agrestes todas estas sabrosi-
go s prorideoeiais, de qae o ioquirito trata esa
ca titulo, fornectm extraordinario eoBtiagnate
pa a a Commodidade das familias collocadaa aob
o egimeo rural.
tsse rgimen se estende sos operarios das fa-
bricas isoladas oo centro dos paizes agrcolas. Do
sea lado o rgimen urbano adoaiitido pelo agri-
cultor querire oas viziobaogas das cidades popu-
losos. Neste ultimo rgimen a carne da agoague
majis ou menos boa, mais oa meaos procurada
segundo os recursos da familia, forma a basa es-
sencial da alimentagio. A olha burguesa appare-
ce pas vezes por semana, quer oa cama-oda ha-
bitado do earpioteiro de Paris, quer oa misara
haliiagio da faoqueira de Lille.
Ma certas cidades qae apreaeotam as suas es-
pecialidades origioaes, de que poderiam as ph-
siologistas tirar interessantes consequencias. En-
tre os operarios parisienses o uso do cali casa
leite, e mesmo do cat preto, esti taa adoptado
qu se r era nossos dias mulherea munidas 4a
sppjarelhos especiaes forneceodo essa bebida esa
lorio dss offleinas publicas, da mesma sorte qaa
durante o esli por slli circulara o liquida pro-
atico, e a fonte ioextiogutrel do vendedor de-
s. Maa este uso forma um contraste com
adoptado na Inglaterra, oada circulaos em
das offleinas fruelos ds trra asaatanciasa, a
daa de cor secura maia aubslaociaes aioda I
carne de agougue pooeas rasas figura ao re
n alimenticio do campo, e someole em caso
excepcional, como naa occasides solemnes da
nupcias, fealaa patrooaes, a outras soleaanid
cert is : preferem antes a caroe de poreo, qaa i
gasto tem nos dias ordinarios. Em todaa as lati-
tudes do continente francas, entra oa caaaponezes
da Bretanha ou de Boussillon, da Gaseaaha ata
de f landres, se echa tio pronunciado a haeiie a
o goito para cada ao deaaea regiaaeas, qaa sa
expdria a desagradar aqaelle que preteaaasaa
mod Oca-Ios, ernbora com o filo de melhora-los.
Etia idea de laxo e de festa qae, por exeasple.
os operarios ruraes ligam ao aso ds carne da
agoukue, nio quer dizer por forras algama asea
preferencia : pois qaa oio paaas do usa tributo
que pagam s tradieges, como quando se mel-
le m ios hbitos de domingo, qua os oppriasesa a
fatigara, e que em qualquer outro dia da semana
aeham insupportaveis.
menos por seu lilho ; porm urna delicadeza ver-
adeiramaote dolorosa a afasia desse proposito.
Mas como o trabalhador de Paris, lio justa-
mente qualificado de chefe de numerosa familia
(III, 373) poderia aem as subvengdes da assisten-
cia prover as necessidades do urna familia de
desasete filhos ? Como forneceria o pao de
todos os dias a easea estmagos joveos e bem dis-
postos com o salario de dous a tres francos por
dia? Que problema realmente ser urna fami-
lia to numerosa sustentada com semelhante
salario, anda mesmo com o auxilio das subven-
gdes I O inquirito nio nos presta o meio de re-
solve-lo, porque a commiasio achou o operario
rodeado j de filhos em estado de ajuda-lo : um
desses filhos ficra junto a seu pae, e entrega
para o commum austento quasi a totalilade da-
qtiillo que ganha ; e urna daa filhas. arrsnjada
n'uma casa rica, manda igualmente a aeus paes a
mor parte dos seus ordenadns. Apezar deaaea
auxilios a receita da familia nio cobriria a cifra
da despeza, se oo fossem as subxenges da assis-
tencia publica, cujos effeitoa econmicos do orna-
mento do inquirito dio-nos occasiio de apreciar.
Essas subvengOes, bem como aa do patronato
gao
des.
formi.
quei
cao
digeo
O dame feito com silencio aa orgaraeato i
operarios dos dous mundos reveis para cada um
dos regimens, que indicamos, ama semelhaoga ge-
ral e palpavel oo modo de oxisteoeta daa bsBiiias.
Todas vivem pouco mais ou meaos da atetase for-
ma, a as deapezaa differem someole no prego asis
ou menos elevado doa objectoa confortas aa lo-
calidades : e essa prego teade ainda a vetar-sa
aob ai influencia dss viaa terreas, a a distriaai-
produetoe em proporgio
odavia eocootraaa-ee exeapges i
ade da vida material eotre oa operaras, a
um numero grande de filhos, oo a iofrac-
a leia moraea. faz descer aos limites da in-
:ia (III, 249, 377.)
Os ltimos esludaa do ioquirito revelan infe-
lizmente outra circumstancta no asada) da exis-
tencia doa operarioa : abo as diScaldedea creadas
pela caresta geral das alugueres a daa sabssataa-
cias que aa Franga aa estsaaa mi si asta* pai-
zes iodustriaes, como ucabaa
colas. J oavimos dizer qaa seraelbaoie
lis urna prova ds prosperidade, a neta tavera-
vel ao deseovolrimento da riqueza pabtsaa. Sa-
ja-nos permiltido daridar alguma csssaa ale)
respai lo.
Os Ingleses nossos vizinhos psnsam da ama asa-
do b( m diverso : para ellas a prssasridsds asaf
na fa ilidads do mareado, v tasa beta asta ata
Fram a a opiniio do maior ouaaere daqaellas
oio i irem de theorias : a at ao tarea misases
que aba paiz qualquer sa illudia raapaits da oo-
melhante qusstao ; porqaaoto a praspsrtdsds aao>
tem necessidade ds atr affirmada, pois sa
festa sor ai mesma coma a laz da dia. E'
para amer-se qae deixe de existir qoeado sa Ur-
na ni eaaaario demoostrs-la.
Em todo caso, itluaao por illuaao, nao ser en-
tes melhor combates resolutamente a cansadas o
que com ella contormar-aef Maa cesas cena
ba ter eaae iaisnigo ? Qual o aem lado valaara-
vl 1 A quealo complicada ; proearamos assa
desen volve-la someole debaixo da pasa 4a vleta.
da lil erdada de trabalho, tsrreaa san qaa asas)
temo i exeiasivaaaeota eoltecado,
porque aaaa liberdade azareo a assss
lnfiuencia deoiaiva sobra a jnasene.
Com aftsite a sociedade, qae ae sabe)
dos limitas da cirilieecio. daaaavaiva i
manto a sua actividad* no verdadasra i
aeussatarasees,isto ,de aaai
do alo ha obstculo qae ae apastas saa I
dada ale acgo. Assim coma aaaa crata, a i
um curioso qualquer nato trajeara testar a
nem dar aoa ramoe urna diraecae artiaBsaae,!
aeu asis alto grao de torca, da ,
durago a isaandadads,
o, a qaaaaae nopracara aa
desauvolvimeoto,
granea, (otte a leeaada.
agraes pan a Franca tai isla) .
livremente mi poeas) asi qaa
eorreris com
fui na dpatraa) Ur sida i
impreaso oa Ulaa aasjshmcba de aaaa lar-
Uuraas, ampregadaaam darrsbsc staSatadsa
do que em reattsar pispesasag. Caana rs-
ia ella a eaaea golpea raraoa, patieesi
es, que o sistema dqttutralisejp es em-
ira


^u mw\w t imif
WiRIO fil lfiliMlCCO- K SaBBIDO, 3 ftE NOVEMBRO ftl 1861;
'iii i i 111 ___________________
ipolenci arlministraliva atura aI"W
noa esae espiito de inioiatua, individua), .espi-
rito que ooa seculos passados p*taemo a dossos
paes o realisarem grandes cea se* ?
Gragas a Dos, ssMesgralaveis consequencias
desse systema comegam a abrir o
c* horneas desinteresssdos, e iat7eT"*assislanios
fu* mina 1
'a emelhte syat*maqued*eriioe."rBnon-
tr para descobrir a origen das esedigea econo-
MMea. de que a eareslior. geral um dos princi-
fees e maia graves ressHa4es. A Frange pessuia
.-sauBenssa riquezas natura e-o^ricolas a expo- ,
*ar; liosa oecessidado fle lodosos seus tragos e al o seu espirito, e
pitaes para feriilisar seas caaipos. rotoar suas *
ierras, fecundar saas '.florestas, deesecar seu
fcarcos, n'uma palavra, obedecer sea otos da
Proideociaqu*aMaue<>m.uoi solo telina ex- v
cepcionaea : maso enlralisaro quisque a Fran- videncia, ainda que os costume severos e maa-
r .'Uta IftlAB irtH.ml .A_. __. ... _
'orga urna reaccio, porque elle fax medo, e faz
Qiedo alera aquellos que o praticaro.
Urna mudanza salotar se ta prodozido no cen-
tro daoscornmunas,e as re apso aaeerdoto e o instituidor,duus poderes mo-
i de todos. xtM da que longo lempo havia estavarn privadas.
Apreaentemoa a respeitu do materialismo ob-
jeclo um oulro quadro, oude se pde contemplar
os eTeilea de principios dianetralmeote oppostos.
Aqui o operario, embora nao seja de usa fervor
religioso excepcional, todava profundamente
cbriMo :
Nem urna parcella de aceplicismo penetrou
_ seu espirito, e sua f ingeoea moatrs por
tanto urna deferencia profunda a respeitode seus
superiores, um desejo arden t a de cumprir os seus
deveres, e nm verdadeiro culto pelo trabalho. Os
esposos possue al alto grao o espirito de pre-
ra tosse aotes industriosa.
Nesse senlido, sobre-excitados palos nossos
ovemos, e por theorias fconomicas deploraveis,
sacrificamos nossas riqoissiraas ceifas. nossos val-
les abundantes s manufacturas e fabricas ; im-
pellimos os nossas campooezes a deixarem a tr-
ra, o arado, e a charra pela offleloa, o offlcio a
as machinas ; e todo esse movimeato nao deixou
de excitar a nossa admirago at a poca em que
t despovoamento des campos, e o atrazo da agri-
cultura apresentaram-se-oos de urna maoeira as-
Beatadora 1
ha ainda quem se espante desse despovoa-
mento e desse atraso I E' porque nao coropre-
heolem que as centenas de mil bragas roubadss
a agricultura ero proveito do iMbeHio industrial,
do commodo e embellezameoto das cidades, bra-
cos que lertam cultivado o trigo, e criado o gado
destinado para os mstadouro. empregaram-se no
sh perlino em prejuizo do necessario 1 Nao ha du-
oids de que nao tem diminuido a acfividade so-
cial ; porm, desertando do cultivo da Ierra, de-
serta do posto avanzado do nosso bem-eslar phy-
sico ; e a caresta, nao encontrando obstculo al-
gum. penetra por todas as brechas do trabalho
agrcola.
A' esta causa directa e principal da caresta,
talvez, possamos arcrescentar orna oulrs, cojos
Srincipios e effeitos interessam igualmente a or-
esa social e no mais alto grao : a diminuirlo
dos filhos na familia entre as popularles ruraes.
A esterilidade calculada das familias se desen-
volve Infelizmente na Franga no centro de todas
a classes da sociedade : por todo a parte se liga
ella auma depresso geral do sentido moral e
dTueao de um grosseiru materialismo ; mas cm
parte alguma aprsenla consequencias lo funes-
Ws, como no centro dos nossos campos (III, 363).
o que acabamos de notar a respeto do seu des-
povoamento pela emigrado se applica com mais
razao anda ao seu despovoamento pela esterili-
dade.
No primeiro caso, nao se d mais do que um
mo emprego das torgas da Franga ; no segundo
.aso, porm, da-se a destruigo dessas raesmas
torgas. A emigrago relativa s circumstan-
clas ; pode cessar no dia era que as obras publi-
ca*, diminuindo o seu andamento avenlureiro,
nao empreguem mais tantos bragos ; ao passo que
a dimiouiguo dos fllhos o trabalho, a produc-
to, a riqueza nacional extinctos na sua essen
a ; como nos mos das do imperio romano,
a vida da uago norecebendo mais alimentos de
sua fonfe a mais pura abundante.
Se nesle mundo os horneas tivessem somente
a satisfazer as necessidades do sua organissgo
pnysics. seria tempn de acabar com isto ; roas
enes tem outras oclinaco-s, e oulros destinos.
A sua duplice natureza lhes impde dever de dar
assim 4 alma como ao corpo, desculpe-ss-nos a
comparagao, um alimento, um exercicio, e cui-
dados hyueoicos especiaos. Honra, pois, seja
tena aos fuodadores do inquerito, por lerem re-
servado no seu methodo um graode lugar exis-
tencia moral, vida da alma dos operarios : e
por uso que a sua obra adquire extraordinaria
Toga.
As condigoes econmicas mudara, o trabalho
se modifica, o meio social se transforma, porm
a nutureza humana iromutavel. Em lodo o lem-
po as mes mas leis naluraes, os mesmos principios
roantiveram o homem do bem em todo o lem-
po os boos coslumes, os sentimentos honestos
tornaram o homem feliz, e no operario esta con-
sequencia nao desperla urna s das conlradiccoes
appareotes que se julga encontrar algures. Sobre
um objeclo tao delicado, e que fere a tantos pre-
joizos fortes, o methodo classifica os lacios ob-
servados oestes tres captulos : Religio ecoslu-
mes moraes ; Rerreages ; Coatumes e inslilui-
goesqueasseguram o bem-eslar physico 6 moral.
O primeiro capitulo aprsenla era todas as
crengas, e latitudes sera exceptu operarios
animados de sentimentos religiosos, como os mais
peeifleos, mjis sobrios, ccooomicos, e fiis ao
cumplimento dos seus deveree. A hoslilidade a
crengas religiosas produz ao contrario no opera-
rio, tambera sera excepgao, oa mos coslumes, o
rompimenlo dos lagos de familia, o desprezo da
autorioedes, e o antagooismo social. Deve-se,
pois. concluir dessas obseivagoes positivas, se
contestadas nao sao, que todas as vezes que se
recusa o freto de urna lei moral das mos da reli-
fao, nao para se o receber das mos da cods-
creocia, da pbilosophia e da sociedade.
Assim a sorte d religio na Franga tem sido a
fle todas as iastituiges destinadas a manter os
ftomens no bem pelo nico e livre effeito de urna
Tontade esclarecida. A insiituigo por excellen-
*ie uto a firalie. em geral oo aquillo que
oevera serurna escola de dedlcago, de respeilo
e de boos coslumes. Para encontrar hoje no cen-
tro das nossas proviucias populages ioleiras, em
que os prenles sejam obedecidos e veoerados.
em que o corago estreite entre os lbos os lagos
Ca natureza, preciso afasUr^e das cidadea e
oa muliuao, atravessar vastas solides, subir al-
ias monlanhas. gaohar as nossas villas e aldeas
as mais retiradas (1,111).
Ali prevalece anda a familia, ali se encontra
anda esse quadro encantador, que era quasi tido
como um sonho vendo-se-o enfraquecer, obscare-
ar-se, e perder iusensivelmente suas ires e tra-
eos ao contacto de oovos coslumes. Mas o isola-
meoto e as sohdoes sao obstculos ephemeros, e
a lamillas a quem ten elles protegido s deve-
lan contar consigo mesmas para sua conserva-
can. Deus as guarde 1 E sobre ludo as defenda
ecair no avittameoto em que o ioquerilo dea-
creve certas commuoss do oeste da Frsoga. Eis-
qui alguos trechos extrabidos da monographia
de um operario, onde especificada a observagao :
Nascido de paes sem insirueco, sem renca
religiosa nao receban delles una s noeo de
reprat. Sua mulber, nascida e educada nos raes-
moa principie, como elle, s falla da religio,
para deprimi-la eridieolarm-b. Taessenlimen-
loa sao paitilhados pela maioria dos habiante
Cas comjiunas visinhas, que crem em feiti-
ceuos, fadaa, sortilegios sobre homens e aoi-
mae, lowshomena e rauas outras supersligaes.
iso) a imprassao deates sen limen tos diversos os
lagos de familia se vSo afrouxando a ponto de o
paes nao lerem afleigao a seos fiMtio, senio em
Maselo estes se achara em menor idade. Os fl-
hfi tambera do seu lado, quando crescero, per-
dem todo o seaaaenlo filial, o veu aproxi-
raar-sesem pesar, quic com alegra, o momento
enpque podem parlithar do patrimonio, ou ces-
sa renda vilalicia que osohriga a lei.
O espirito de familia nao tem mais raizes. Ca-
da Qual, habituado a dividir as berengas por mo-
rcas que sejam, acha natural que se exija rigo-
rosamente as prescripgoea da lei : se ha as par-
xilbas a mais pequea desigualdade, suscitam-se
logo ceoteatacoes qae terminsm muilas vezes pe-
ranse os Inbuoae. Sao alm dislo animados de
ua ivo seoaento de antagonismo corvtra as
classes que dirigem e tm sao snoeriores ; ^>s
sopecrroi que dilasrecesm toapinm-lbes des-
^2^^"* 0,?u 'eDaiD Bw' > qe
Um **Q de fazer pagar caro. Em se chocas.
^W**6? *m b!5q''Dtadas, fcil
ser faz-los adherir a um owvitaeoto -nao con-
traogoveroo.psMaiie a peUtica estratrha a to-
das as ansa diseoaades, maa contra as ermes su-
petiores da sociedade, a raapeilo das qsaes aoi-
-rnara pj dioso eiuass, aqoem aectlsam de
auuinar o operario. O eosMuoismo coosa qae
ceffiqdePDr "' Uaf' D-enhUm ^.^: '* 'o- fiPJUl m PU-J^u/a iqva- que a aoZZ^^^S *Z">
cem de parcimooia. -aiem-se sem heaitcio e dir. e mauchar o noato *4<4 .n>l n.r.m Za*~. .7T-.. 1" .717 'lULV"1". ,0 *>-
cem de pircimooia. Fazem-se sem hesilagao e
sem pesar as despezas necessarias para dar aos
Glhos a instruego primaria, e urna proQsso lu-
crativa, ou para constituir o dote das raparigas,
quando em idade de casar
Os paea j velhos, com o fim de evilarem a
inlervengao na familia dos homens de lei, costu-
mam dividir em vida aquillo que ajuntaram, re-
servando para al urna peotio vitalicia foroecida
pelos herdeiros ; nem de semelbante costume
lhes resulta ioconvenient elgum, ao passo
que entre outros serve elle para mergulhar'a
piedade filial dos mais hediondos clculos, e pro-
vocar ao aesmo| lempo o criuie o mais revel-
tsnte.
e A fecundidade da asie de familia nao para
o operario um motivo de pesar e de desanimo ;
altivo pelos oito fllhos que posssue lem como a
maior glora da sua vida educa-los honestos e
trabalhadores, ao mesmo tea no que prepara a pe-
quena fortuna de que elles ho de participar. O
pae de familia v-se rodeado de todo o respeilo a
que lem direito : a autoridade paterna exercida
com amor e iDUlligeacia. cooserv xquelle paiz
um grande prestigio. Os fllhos oo encarara
como um direito imprescriptivel para si a egual-
dade de parlilha dos neos paternos ; mnitas ve-
zes o chefe na occasio deis parlilha carrega
para um dos fllhos o quioho de que por lei pode
dispor ; e as outras partes ioteressadas n3o s
offendem por isto, e a opino publica v6 nessa
medida nada mais do que urna combiuag&o da
previdencia paterna.
O respeto s superioridades sociaes tem por
principio entre os operarios a affeigao dedicada
que elles sentem por seos patroes, cojos interes-
ses elles mesmos representam oesta' palavraa
fabrica. Para bem compreheoder a forga que lem
semelhaote lago do coragao preciso dizer que
desde idade de onze annos a vida do operario
se passa sob a influencia desse patronato, que
antes havia ja protegido a seu pae e a seu tio ;
os modestos ttulos que podo elle invocar para
reclamar a estima publica estao fia memoria do
pairan, e fazem parle das tradicgdes da fabrica.
De outro lado esse patronato de perto de quareo-
ta anoos lhe faz adquirir um estado, da que as-
segura-lhe o fiel exercicio, melhorando com o
lempo o seu salario e beneficio. N'uma palavra
a beneficencia do patro concorre para o bem es-
tar do operario do mesmo modo que a laboriosa e
modesta dedicago do operario concorre para o
augmento de fortuna do patiao (III, 76) >
O inquirito nestes dous exemplos nos apona
oa dous camiohos aberlcs sob o regimeo'do livre
arbitrio. No primeiroo operario marcha s, re-
pelliodo toda a direegao moral, todo o freio e au-
toridade conlrarios ao seu prazer ; tora do qua-
dro social, vivendo como vive o selvagem no
meio das solides do novo mundo, elle mesmo
a representado do verdadeiro selvagem do ve-
Iho continente. No segundoo operario de sua
livre vootadeesem constringimento busca o au-
xilio de urna luz mais pura e mais certa que o
brilho intermiltente da sua consciencia ; liga s
seus intaresses aos interesses daquelles que po-
dem servi-lo e protege-lo, caminhando assim
sem o pensar para o ponto culminante do pro-
gresa social. Nao boro, diz elle, que o ho-
rnera viva isolado. e isto se enlende nao s com
a uoio dos coragoes e dos interesses no trabalho,
fundamento e lago da grande familia humana,
como tambem com a unio conjugal, base da fa
milia em particular. O hornera, ser essencial
mente religioso e domestico,marcha peloinstinc
lo no caminho providencial em que so arrasta a
a sua proptia natureza, quando nao delle des-
viado por nossos regulamentos, nossas leis, dou-
trinas, declamages, prejuisos, odios ou raucoree.
Pois que chegamos a questo das instituiges
gao do operario das cidades, tod
das raizes no estado das familia.
Ojnquirito pinta-nos certas co
a propriedade nio s acha ma..
agricultores em virlade da divisad
heraogas eotre numerosos fllhos
gJo; e outras em que esta conseque
siria da nossa )egislago^^^sVasd
mente sos otto los cajl tem _
cer em alguos anoos o medio dos filhos na
de nm por qualro, isto so mioimo abssH
to. Semelhaote resulta, emopra
aos partidistas da es
pelo meos entre os
fiecr os heraens corJocados cima das veas
theorias, eque muito bem sabem sob que infle
enca fecundidade laude a dcsapparecer da
familia.
O materialismo arraatra sps si todas as desor-
iTUl Illa
#
te*tyt*h~H 'eila'^isp.
'.ritos elevadas tu. re-
dir, e mauchar o Boato estado social/ ensoram
a fecundidade porlangar as familias no desanima
e na miseria; .Usa ambas estas cousas se encon-
trara Indiffereotemente e no mesmo grao entre
as familias. Onde ha poueos lhoa, a de opera-
rios celibtirios, ou mesmo as familias nume-
rosas ; iremos ainda maislooge: a devsssido,
a embriaguez, e os sentimentos desnaturados
crescem entre os operarlos na rase inversa do
numero de seus filhos. Quaoto maior consi-
deravel esse numero, tjDlo mais offereoe a fa-
milia ura. ponto de apoio solido alavanca das
leis moraes.
Langas as vossas vistas sobre esse operarios
de Paris de que j fallamos (III, 377). Nao du-
vidando da Providencia um s instante educa
detesete fllhos, e os madera as melhores coo-
dlges possivjs de moralida.de. Por nico re-
curso s tem o se salario que sao tres francos
por dia. Que iballtui(es viro era seu auxi-
lio ? A roda, s casas de aiylo? Nao : a me
quer conservar junto a si os seus filhts a cusa
dos maiores racnflcio?. A iostruego gratuita, e
as circumstaocias difllceisa ssslslncla das
rmaas da caridade, sao os nicos consolos male-
naes quo ella julga dever pedir religio, e
caridade.
Sob o impulso do um sentimento que se ex-
pande em cuidados e ternuras inexprimiveis,
etsa me inspira a seus fllhos virtudes, cujos
iructos um dia colhero os seus prenles. A
familia j hoje encontra a sua fecandidade re-
cursos e subvengdes que nunca encontraiiam na
economa, caixas de soccorros, e ostras combi-
nagoes que taes do commuaisrao. O seu bem'
estar e commodidade crescem todos os das sob
iufluencia do trabalho edo reconhecimeoto dos
fllhos, aioda que reslem mais seis ousete a edu-
car. O numero delles, e a boa educago que
recebem sao o melhor guante, a mais elevada
capitalisagSo, que podem os paes realisar no
interesse de sua pro, ra ventura, e do seu futu-
ro, corxo o disse urna alta autoridade nesla
materia.
Todos os fados que acabamos de anslysar de-
monstrara sufCcieniemenle.a que ponto a oidem
na familia simpliQca esse rgimen deiosliluiges
publicas, cuja influencia o inquirito procurou
sondar. Se o estado actual da nossa sociedade
exige taes insluigoes, convm ir indagar em
ouira parte os remedios pira a decadencia que
as torna necessarias: urna graode porgo dos
nossos euforgos devisen tender para esse lado,
que o lado fraco da Franca. Nos campos e
oLucnas soladas, o palroaatcfdos ticos proprie-
tarios, e dos chefes da industria com os seus
melos limitados lem feito maravilbas no sentido
de desenvolver entre os operarios o espirito de
familia (III, 108, 356). E porque o mesmo se
nao ha de fazer no centro das nossas cidades po-
pulosas, onde se dispoe de laotos meiose de lo
generosas vocages, prestando-so auxilio s fa-
milias pelo melhoramento de suaa commodida-
des, pelo mercado rasoavel, am de que estas se
baseem as mesmas vantagens positivas, que
prestam por toda a parte era que repousam sobre
os coslumes o as Iradiges ?
A primeira locliosgo oatural que compre
reatabelecer-se na familia a preseoga da me
no lar domestico a primeira ousa a fazer-ae
atacar enrgicamente, sem tergiversago, as fu-
nestas consequencias de certas instituiges oari-
dosas, e do trabalho industrial, que apagara do
- corago das mulherea dos opersrios o amor ma-
ternal que a mo da Providencia aligravou pro-
fundamente. Se a sociedade nada pode nesle
ponto, a Providencia a ludo prover; mas em
caso algum admitamos que oa especie humana
as maes podem ter qualquer pretexto rasoavel
para deixarem de cumprir a respeilo tde seus
PERHINBCO.
REVISTA DIARIA.
tntremos agora na lerceira sala com a roulti-
dao de visitantes, que efflue aerante, sem cessar ;
sigamos-lhe asondulacoes ; acompenhemo-la em
seus lorneios de obseivagoes.
Nesta sala repousam' os olhos agradavelmente
oa cootemplaco de urna bella parle da natureza
vegetativa ; o reino de Constantioo, sendo hbil-
mente invadido por dossos patricios de um e ou-
tro sexo, veio contribuir grandemente para o ador-
no da exposico, a que esmalta como esses reca-
mos do manto real.
A arte do florista acba-ae com effeilo magnfi-
camente representada em nossa exposigfto, reve-
lando o genio dos productos de tantos primores
nesse geoaro de urna industria que nulla eotre
ds, e que por cooseguiote tem urna dupla razo
para a admirago qae se vota aos seas producios,
cuja origem liga-se natureza espontanea, i cu-
riosidade peculiar ao braaileiro para as artes, pa-
ra as scientias, para todos os ramos de maniles-
tacao da inteligencia humana.
E' notavel por certo que, sem instrumentos sp-
plicedoa asa industria, se exhibam producios
nao so meo os a esses que a pericia ajudada pelos
.oMUO vucrcuiu a quesiao uas msiiiuigoes para deixaren de cumorir a re lito rros ahi aprsenla 1
queasseguram o/bera estar dos operarios cabe Olhos deveres que%5 pro ios tS&Vtol&w^S^"*"' JP"iiaai-voa i esta
aJ"V8dmir8rnl0-n09.da 15? perarios que professam eren-
r o encontrar no resto desse dia
compensado para o repouso, e
_ alo qae no domiogo para elles
'Slo por sua f.
,jto opposto parece propagar-se na
Suscitado pelosa hbitos dos patroes ej i
om'nSo.TI K'dKir JJTg*
----:--. "-ivi mwm a irucias oiveraaa do paiz, da Sra. U.
prejuizo da terda-feira, quando L. Ferreira VUlela. A imiagio 4a na
ia fervorosos adfcptsa dea* no
de festa |MBj Uveras, das
_ a familia, as segundaa-feiras
ia aos dominjss\4racteriasa ad-
mira V9iments>as tendencias dos i a opai arios
o regime dslfcerdade do '
A vereda na pos proporn* igplr loca ao apa
termo. NaoajaiUmos em aiisiaa soasas opi-
oes pessoiea por eotre .irflf litantes questes,
4ade-d economa social, lrta "mais resta-nos
diaer a este respeilo. Pardm alm aa^uea-
loes tratadas no inquirito existe urna outra de que
depende todo o boto xito de nossas reformas e
progressos futuros, e q.if julgamos digna da at-
tengao dos leitores da Revista.
Queremos fallar do desaccordo que reina na
Franga entre as iotelligencias sobre os mais ele-
mentares principios da ordem material e moral.
Nada podemos.entender; ponas ludo confu-
sao: o que uos admiram, condemnam outros : o
que eaiea veanram, aquelles desprasam.
O bem e o mal, a ordem e a desordem, as vir-
tudes e os vicios^) progrssso a a decadanois to-
dos os pontos aue entre outros povoa civilis'ados
nao suscitara dissenlimento ou contusio alguma
ua Franga, s fazem nascer theorias ou diecus-
soes. Demais, o que ainda mata funesto, a es-
sas discussoes liga-se urna mediocre importan-
cia ; vive-se p tal respeilo em completa indille-
renga.
Dihi resulla que o.primeiro progresso, a pri-
meira reforma a fazer-se entre nos, sesia suscitar
o nteresse para o progreaso, e Uir stU u-
cessidade palpitante das reformas. Pode-se des-
de j prever as difficul Jades que encontrar a so-
ciedJde de economa social no deseovolvimenlo
doseuflm; essa Kjstituiga particular nao ae
limita a espalhar uo publico por meio de asas
publicages os fados lo pouco conhecidos de
oossa condigio social, eamiona tambem para o
Qmdeproduzir no mesmo publico, por meio do
exame e discusso preleminar dos tactos, um ac-
cordo sobre os principios e urna commuoidade
de ideas, cujo exemplo podara exercer aaudavel
influencia.
Nao duvidar dobom-senso do nosso paiz, nem
do seu mor pelo bem, certameote fazer-lbe
justiga ; mas lambem preciso eicita-lo a em-
pregar generosos esforgos para elevar-ae na or-
dem moral .altura dos povos a quem iguala ou
excede na otdem material. Tal a obra, tal o
fim dessa til sociodade ; tal tambem o meio
de acgo mais certo e mais legitimo nesse rgi-
men da liberdadedo trabalho, cajos phenomenos
priocipaes acabamos de examinar.
A. Rogutt.
(Racista Contemporanta. Silveira.)
Ora, sendo aa florea de peonas artislicameoU
fallando mais dificeis, sao por certo asis -vahe
aas quando bem acabadas, como as que mencio-
namos, qae prendera s alteogo do ebssrvac
aob um verdadeiro magnetismo do bello.
Fecharemos este apachado, no qual pode
ter omiliido alguma produgo por oo occorrer-
nesle morssiatt, .por ums costa d<
fructas di versas do paiz, da Sra. D.
1.
L^^?*71X'aff Vrte-
Se o verdadeiro 4 .ffieiu! L 2J & ^,0 S* f" V? ** >
Se o verdadeiro 4 seasfO bello, ievraiu
totyaura beau, o Imitado porfolio parUcipa 4el
apoma coodigo : aera pro bello Isoapom.
Ligamos esta aprsciacao lo s a sois producto
eoaao a lodoa os demais j especialisadoa.
Hasta mesma sala xistem variados outros pro
duelos, que se recommendam quer pela sua ori
fMaiidads, quer pelo bemacapado da pbra.
A variada colleccid de labyrinlhos em leogos,
loalhas e camisas ; os bicos o randsa do um ees
bado mimoso, em que primou a cidade do Aro
aty, slo por certo de nm merec Tiento superior!
Sebreaahe nessa coecgao um leogo de asa.ai
grade, bem como um oulro cujo trabalho de la -
byrintho oo tecido, maa a ponto do bordado'
E' oolaval tambem um peote do tartaruga I
imperatrit, em caja parte superior existe a or i
Imperial, com um lago na inferior, e bandado d >
fe (tatitos.
E" obra do Sr. Manoel Antonio da Silva Rios.
Urna cspella tecida de besouros. de urna mulbar
doata cidade, prende agradavelmente a atteng >
tapto pela materia de que feila, como pela per
fecao da elaboragio.
O mappa em que desenvolvido o systema or
inographico do Sr. Figueiredo acha-se tambem
nesla sala.
Seg.ue no aeu syalema o refeiido Sr. Figueire -
do a orthographia pfaooica, por meio da qual de-
moratiza-se perfeitameate de escrever, de raa-
neira a coofundir-se sob esta apreragio o homem
Ilustrado com aquella que mal sabe o alphabetd.
Nos que admittiotos a orlhotrsphU etymola-
Rica com a maia conaeolaoea a mesmo raciona ,
nao acoropanbaremoa ao Sr. Figueiredo na subs-
tituigao, que assim prope. Maa sao nos cit)
omitlir que o seu trabalho importante pelo lad >
das comboages que o preceder e o coostituen.
sendo elle mais coosequeote do qae outros quK
lem pretendido plantar o mesmo systema, ao
passo que na pratica apenas a presen taro nm mix-
to de orthographia phonica e eiymologica.
Publicamos hoje na 8* pagioa um juizo de
critica Iliteraria sobre as poesas do Sr. Manoel
de Garvalho Paes de Andrade.
Doata trabalho dos Srs. Drs Torres Baodeira e
Uoraes Pioheiro pde-se chegar a apreciago do
mrito das referidas poesas.
Amanha reunem-se os collegios eleitoraes
da provincia, para elegerem os membros da as-
sembla provincial no futuro bienoio de 1862 a
1863.
O collegio eleitoral desle municipio deve im -
tallar-se oa igreja da Conceigao dos Militare i,
por achar-se em obras a matriz desta freguez a
de Santo Antonio
A procisso de Corpus Christi lera lugr
amanha, como j o declaramos cora especiuc -
cao do seu itinerario aoleriormeote.
Hoolem pelas & horas da tarde ioi encerri i-
da pelo Rvra. padre provincial do convento i lo
Carmo a visita que havia aberto na respecti a
ordeoa lerceira, para conbecer das irregularida-
des, que ae deram na eleigo de prior para a
mesma ordem.
Ao retirar-se o mesmo provincial cooduzio o
Sacramento que existia na capella da referida cr-
dem em consequencia de se achar ella ligada i m
communho com o convenio; acto que praliou
aquella prelado em virtude do accordo da te-
lago do districto que deoegou provimento ao
seu aggravo.
Consta tambera que o respecti fu padre com mis-
sano fra retirado, por ser oceupsdo tal lugar i or
um dos religiosos do convento.
nio 2 ; ordem do de S. Jos 1; |
dos Atacadas 1; o rdeas do da Ca
MAiADouno rositco.
Hataram-se para consumo dosis ridio aa sos
WifffSK rotea.
J^ia S-^snsBj: ssBsst ^^sassasiiiM.
.^PaMa#* 4o 'r^ WasilosT lf raaa.
sahido pasa os .partos do aorta asis B a
correte: Lalz Podro Ferreira '
BoaJamin} Piolo Nogueira ossa
Ibos agrada": a aswsiscao nio t ;r"S"*T'I_B,*S lu ">opoqerii aivar a raml-
iiaMracgao.; os ^Sm^Jn^ !TSaL '^'<. *n*erdade di scfo, llberdade ne-
*atsaaaoa aavaima da carso parUeisridsdM i ? L^-?.ada p?'084ami tolito'M-
+#Jh aoTpeSlo quo^emKugo Kla IkJ'V *Wrrde9,e ^P A" puera re-
ouaimiaa^ m^mmtn-mt^Sn^Jh h,bl,,,aif. a famlha 1uaDaP eus proprQS'feo-
"w o que possnia, um asaco 4a ana a <. m ie" i co.i"i*n>-*t apenas em d
WtoHlmMMriV^lfr&lVSrJZ drenmatanoas attenosots f
,.- K.fc--------' rw wirf e o casa em
KJ5&X*^ h Bstam.pradea-d^xplica.s.im.-arah.;
r4; iembro-oa wmmnS^matMmmUl^r 508 e,B ftWttas2t irmape-denci. e autordsda do.paea.s .Sord!
m.mmwtit*H*ntai,i^\el^jlJ: fiados filhos. e era moli.do-a berdade
do puBdrpuaji4aa easn ImXL UJiJ! ^" teslamentarii, rjaesto esta cuja extrema gxaii.
*> -FT*-- *"""" "^P'bMmw Wa.^ctameptpKxS'JS
aqui admirermo-nos da ligo que esse respeto
nos offerece essa enliga tradiego de camarada-
gem, em que os homens mais ciosos de sua inde-
pendencia, e mais dispostos a sacudir o jugo pu-
blico se submeltem voluntariamente a condiegoes
de ordem, de hierarchia e disciplina, cercadas de
sanegoes penaes respeitadss 1 O inquirito, sem
oceupsr-se das prevencoes espalhadas contra a
camaradegem, mostra os seus felizes resultados
sobre o operario (I, 54).
Desde o comego do seu estado, e bem poda-
mos dizer da sua vida, o aprendiz camarada rece-
be de oulros seus camarades mais experienles a
melhor das educagoes professionaes aquella que
a pratica inspira e reclama : preciso lhe recora-
mendar-se por urna conducta laboriosa e hones-
ta para obler o titulo de aspirante, e o de cama-
rada nao Iho ser coocedidoseno depois de um
exame em qne mostr capacidade : pelo que
este altimo titulo aos olhos do operario um tes-
temucho honroso para a sua vida passada, urna
obngacao para a futura. Alem dessas diversas
garantas, aufficieotes para explicara persisten-
cia e ulilidade de instituigo, de que fallamos,
accresce qne ellla assegura o trabalho ao operario"
em toda a parle em que adoptada, e aoccorros
frateroaes quando os accidentes e molestias in-
terrompem o-exercicio de trabalho bello e tocan-
te pensamento 1
A mais alta autoridade da camaradegem uma
mulher, a quera os operarios camarades chamara
sua me ; e todas por ella professam do s res-
peto, como tambera verdadeiro culto'filial.
Nos nossos habitse coslumes encontramos nos
proprios no fundo de ludo o que forte, duradou-
ro, e geceroso a autoridade, a hierarchia, a so-
lidariedade, n'uma palavra o espirito de familia :
e ealea dous ltimos principios to favoraveis
ordem publica, servem igualmente de base as
corporages ondo oo prevalece a camaradagem
a diversas combinsges de sssisiencia mutua on-
de a dedicago pessoal represeota um papel mais
importante do que o dinheiro. Parece que se
desconhece as vantagens ioapretiaves dessa tro-
ca de dedicago o deveres, quando se busca fun-
dir pela creago de caixas ae soecorros munici-
paes todas as comboages de asslslencla intro-
duzcas nos corporages por tradicges, recursos
e vocages especiaes. '
Essas comboages, ainda quetossemimperfei-
hs, anda assim nao seriara preferiveis a simples
rendas era que o dinheiro ludo, a pessoa nada;
ou aa virtudes sociaes se exercem em consequen-
cia de urna tarifa engenhosa, e segundo o nte-
resse que sbi se descobre ?
Em resumo dbo descobrimos nos factos reco-
Ih id os pelo oqnirilo que a familia no seu estado
normal tenba oecessidade de instituiges estra-
nhaspara assegurar o seu bem estar; ellas nao
trias seo quando os seus mem-
^!!Z^^^^
quaDto unidos-podem resistir a todps os esfor-
gos das vcissitudes humanas, desunidos'basta
o menor choque para abat-los. Entretanto em
vez de remontar 4 Causa do mal oceupam-ae
comoaaeus effeitos: suppre-se por meio de nu-
merosas organisages aa lacunas da familia mas
despresa-se os melos adoptados para regenerar
as fundages. A mr parle de nossas inslitul-
gpes de caridade enfraquecem mais do qne for-
tificam a idea e a pratica das virtudes da familia
que aio as propras virtudes sociaes. '
A familia no' mais bem soccorrida no terreno
dos principios aMda-se-o contrario urna bisar-
ra contradiego : os setrs mais dedicados cam-
pees leem medo da aotoridade paterna, e por
ipfelictdade aquillo que s'poderla salvar a fami-
rigorosaraente, a lodo prego, e muilas vezes
eom risco da existencia.
Sobre este ponto, como sobre muitos oulros,
os factos nio sao bem coohecidos. Le-mos ha al-
guna das n'um livro de M. Jnlio Simn, intitu-
lado A coslureira a o seguinte : < Quando para
manter-se urna familia restrictamente necessa-
ria a aomma de tres francos por dia, e o chefe
ganha apenas dous francos, o melhor conselho
que podemos dar mi de familia oeste caso
que adopte ura estado em que ganhe vinte sol-
dos, a
O conselho teria sido msii proveitoso se o emi-
nente moralista excitasse a mi a ficar em sua
casa, cuidando do trato domestico, da lavagem e
concento da roupa de seus filhos e sen marido.
Estes trabalhos, como fcil verificar-se exami-
oaodo-se oo ioquirilo o orgameolo das familias,
equivalem bem a viole sidos paca a mulher do
operario sem que Iho seja preciso trocar por ou-
lro o seu estado do mi e de esposa. Ella os po-
deria gaohar ou poupar, o quo vem a ser a mes-
ma, eulregaodo-se a outros trabalhos, como a
compra e a preparago dos alimentos, oa cuida-
dos empregados com os filhos e com o aceo da
casa e dos movis, trabalhos que o inquirito oo
incluio nos seus clculos po: nao querr( o que
julgamos) fixar salarios a oceupages quo consi-
dera como outros tantos deveres rigorosos. M.
Julio Simn considerou profundamente acercado
valor e effeitos dos deveres cumprdos para nao
ter em conta aquelles as vantagens positivas
inherentes presenga coustante da mi de fami-
lia no lar domestico.
Tratando agorado lerceiro poni de vista, sob
.que o inquirito encara a coodigo moral dos ope-
rarios as rtertacots descobrimos entre a
maneira de divertir do operario e os priacipios
que o dirigen) as mesmas relages ioexoraves
cujo carcter contestamos ,auccessivameole no
meio dos diversos estados da sua existencia. Os
mesmos sentimentos que o impeliera a pedir ga-
rantas de felicidade e bem-eslar religio, 6 fa-
milia e ao patronato fazem com que procure n'um
culto religioso, e na vida Intima da familia, as
suas mais doces dislrages.
O operarlo que dirigido por sentimentos op-
postos, fugiodo mais pequea apparencia do de-
ver, anda que casado e com filos, busca inevi-
tavelmente dislrahir-se as tavernss. A familia
e a tavernaeis para os operarios os dous pon-
tos extremos em que buscam as suas recreages,
segundo aceitara ou regeitam a autoridade das
leis moraes.
Muito se tem fallado a respeto das tavernaa.
porm peior se tem feito a nosso ver inslituindo-se
em certas localidadescom o fim de melhorar os
coslumestavernas de familias aonde os opera-
rlos conduzem suas mulheres e seus fllhos, ensi-
nando a estes innocentinbos coslumes que melhor
Or. Joo Franktin de Alonesr a
Boniato Heoriques ata Castre. Antois Pereda o
Castro J joior, Firmino ao Silva Aaoiira Jse-
qulp da Costa Masiz. Haaoal Frossclsco 4m fro-
ta, Ri) mundo Flix Taixoira, Dr. Jas GosidMo
da Silva Franga, 5 escravos do Sr. tiailsaalan
Pinto Nogueira, Joaquim Migael, Jss da Pon-
to, Joaquim do Mello Aseos t lisos o 1 osaro-
vos, Dr. Alvaro Nstor de Albuqnerqee N. o I
criado e I eseravo. D. Joanoa CavareOTats Toare*,
Vicente Ferreira da Franca da Garvalho, Jss da
Silva Colbo Juoior, Manoel Rabello de Otareis.
Dr. Henry Krause, Antonio Joio Rasaos. Aman-
eo Jos de Franja, Jos Garda Alvos da SUr,
Luis Aogaato Feroaodea Tieirs. Dr. Baliili
Pialo da Mendooco a 1 criada, Prsaciseo de S
Pereira Jnoior, Justino Pereira do Cuaba.
MORTALIDADE DO DA 22 :
Mara Ignacii, Pernambuco, 85 aoaoa, solteir.
Boa-vista, tubrculos.
Paulino, Pernambuco, 5 mezas, Santo
coovulgrfs.
Jos Joaquim de l/raa, Porlagal, oa)
casado, Ba-vivt*, apoplexia.
Joo Baplists Carneiro, Pernambuco, 35 ai
casado. Sanio Aalonio, sexigaa.
Meliaono, Pernlmbuco, 2 ornes, loo-visu, as-
pasmo.
Bruao, Pernambuco, 4 annos, Boa-vista, bysrs-
pezis.
Igaacio Jos Proeoce. Rio do Janeiro, 30
solleiro. Ba-vists. frialdade.
Ignez, Pernambaco,3 annoa, Santo Anisis, I
convolsa.
Jos, Peroambuco, 10 mezee, Boa-vista, diar-
rhea.
Manoel, Pernambuco, 1 hora, Reeif*, telaao.
Libanis, frica, 38 annos, aolteira, escrava.
Santo Antonio, affecco cerebral.
Joo Igoaeio Rodrigues da Costa, Portugal, 82
annos, casado, Ba-vtsta, febre cerebral.
Umbelina Teixeira Bastos, Perosrnbace, 38 aa-
nos, solteira, Affogadoa, phtyaica.
Francisca. frica, 65 annos, solteira, escrava,
Boa-vilta, indigestao.
Communicados.
Ao dlstneto corpo eleitoral <
metro districto.
Tem de proceder-se amaohia a eleigo para
deputados provinciaes pelo primeiro districto
eleitoral desta cidade.
O partido conservador olTerece ao cuidad* sos
dignos eleilores tos oomes daquelles cidadios.
que mais tem merecido por sua dedicago i
causa da ordem e dos interesses polticos apota
mesmo partido.
Fracciooado o grande corpo eleitoral saa opi-
nioes diversas, semelhaote desacorde vira a
ser gravemente damnoso a anidado do peass-
menlo poltico, que compre maatsr.
E' mister estar de sobre aviso....
Em occiaies tses surgen ordioarianaata zao-
ges polticos, que insinusndo-se sorralaira-
mente, procuram sugar o favo, qae diligen-
tes obreiros tem formado a cusa da sacrificios
peoosos.
Iotroduzidos urna vez na colmes, levaos pes-
co a pouco a desharmoola e a discordia ss seis
commum.
Por oulro lado lem o eleitor contrabajo esa
i." empeoho de honrale ser fiel a causa do sarti-
JE J8 ""i qUe f"e r,d a M8,m b "r d0- por CUS (or' oblara elle ara lUstoda
[uelle provincial, por se lhe querer coarcar mnftunr. f'^.k: ....... =mmmm
lir aa
Nao podemos approvar semelhante eccletismo
que demonstra aem duvida o estado deplrate!
era que se acha a moralidade entre certos onera-
rws. e que infelizmente tambam dao a coohecer
aa parle dqs homeos generosos, qne buscara mu-
dar essa situaco, dianneifies r concUaS
dous.pnnclflios nm^wS, saber; o be e
r?. 7 a^1^ a ^Ier'M- F'cillat o bem
rodea lo de todas as vantagens imaainaveis e
poss veis, eis o JfJm faXtigi "S pYaior
Os inglezes corhateram. muito o uso de Urer-
[mienantes instoules) onde numero** ajperien-
'f Jlaamr :**" PMcoraaa; duMBle as
nuiles deesiw^me^coaiardins pnde a hUlo-
ria aalural, ^J>ym^m^%4kmu voi rivallsaw oota.eressa fiS%UTata^Miral-
vas, as arvores e florea Iluminadas.
Alrp dejtudo isto oa nossos vjtiahos reconhe-
u repoaso
marcaa-lhe
cae rspouso para e qomiogo. u publico tamben
na coDhecido a applioagio dessa lei divina ou na-
cional, ao ponto de vista era que a encaramos.
. cera unanimente a oeaeasidade de
hebdomadario para o operario, e
Flores de papel, flores de panno, flores de ISa,
flores de peonas, flores de gomaos, flores de cera,
flores de couro, e finalmente flores desementes
diversas, em que o carago do milho combinado
com a sement do melo, o do geriquiti com a
da csrrapateira, e assim por diente n'uma varie-
dade agradavel.
Parees que cada orna dessas prodacg&es se es-
forga em belleza para obter a preferencia, como
qae se renovando no dominio da natureaa inani-
mada essa competencia das tres deosas da anli-
gudade ao pomo de Pars.
Escolhes, defer a preferencia, se o ousss, novo
Pris I
Varillas f e poderas nao, quando o bello se re-
parte sem perder a menor partcula da sua es-
sencia.
Differeotes sao os trabalhos de flores artiflciaea
que fazem parte da exposigo ; e a cada um del-
les concedendo o valor devido, maniendo a res-
pectiva importancia pela delicadeza da obra e
perleico da imitago, cumpre-nos todava espe-
cialisa-los por urna analyse mais positiva a cada
um.
Duas jardioeiras da flores pelas meninas do
collegio das orphas sao mui apreciaveis nao s
pela procedencia, como pela variedade das flores
que as compoero. Das mesmas ba um ramalhete
de craves, bem como urna cesta de flores de fe-
meo tes diversas, cujo originalidade mui fri-
sante.
Poder-se-ha notar nessas flores uns looges de
raestria ; maa iato nao admirar. Sao meninas
que aprenden agora, e que assim do urna copla
Oo que devera ser sob a direegao das venerandas
fllhas de S. Vicente de Paulo, as quaes foram urna
providencia para aquello estabelecirnento.
Dous ramalhete de flores do panno e gomma,
daSra. D. Isabel Ribeiro da Meoezes, e suas ir-
mas, de Mamanguape, sao um trabalho perfeito;
no qae ce acompanba urna pequea palma, cujo
autor ignoramos.
As florea de cera, de ama senhors Alba do te-
nente-coronel Francisco Carneiro Machado Rios,
sarprendem palo primoroso da imitago, illudem
pela aemelbenga da natureza, e encantara pela
delicadeza do trabalho, que rivalisa com os de-
mais existentes em idntica materia.
Da Sra. W. ha um ramo tambem de flores de
cera, cujo trabalho de um acabado magnifico.
Mais muito mais importante, aob a apreciago
artstica, urna sua cesta de couro cora flores de
panno, e mais ainda urna guaroigo exclusiva-
mente de couro toda floreada desta mesma ma-
teria em alto velero.
O valor artstico desla guaroigo excede ao qae
lhe pode dar ama apreciago perfdnctora.
A roseira e o jarro com flores de papel, do Sr.
Eduardo Firmino da Silva, sustentara e mais flr-
mam o conceito de babil florista, aue ha elle con-
quistado entre nos, e tanto mais quaoto tudo
quaoto produz dere-o saa natureza de essimi-
lar perfeita mente as Sores naturaes aquellas que
ihe sahem dos dedos sob a eompresso da thesou-
ra, com que d-lhes a forma.
A roseira figurada em un raso esli em todo o
vigor da sua eflorescencia ; uns botes conser-
vam-se fechados, outros ra desabrochando a
corolla ; outros finalmente expandindo suas pta-
las, j sao rosaa qoe pareeem embalsamar o ar
oraos seus effluvios, to perfeita a imitaco da
natureza all representada.
O ramalhete de flores de la, da Sra. D. Fran-
cisca de Miranda Leal, de Cearo, bem como a jar-
dioeira de flores de igual materia, da Sra. D, Ma-
ra Villaseca, sao to bem acabados, tanta perfei-
elo se lhes observa, qoe al 'pessirel urna es-
carba por preferencia.
Identioo etleHo experlmeBlambs a reipeito das
floras de peonas, a Sra. D. Clotilde Cesar edo
Sr. Antonio Ramos.
Talvez qoe no trabalho de floTisla seja o ramo
mais importante aqnelle que sirve das penosa co-
mo materia.
O panno e o papel, a cera e gomma prestam-
se sea duvida mata fcilmente do que a peona ;
e por isso com difficuldade de arte maia deve pe-
sar o trabalho nesta do que naquellaa materias
primas, ums vez que a estrese
aquella provincial, por se lhe querer coarcar
hoje a juriiiegao que por lempo immemor al
exetcia sobre aquella ordem ; fioando por al
torma oa irmoa privados do soccorro do ofldto
d'egoaia, oa ultima hora de aeu passamenlo.
-T- Sobe hoje sceoa oo Santa Isabel um es-
pectculo em beneficio do sympaUco arlists o
Sr. Vicente Pontea de Oliveira. composto do lii
do dramaSeis degros do crime,* da eogragi-
da comediaBerlha de Castigo.
A eacolha feila pelo Sr. Vicente mais urna
prava do sea bom gusto, e desejo de captivat a
benevolencia do publico desta'cidade.
Nos lhe desejamos prospero e feliz resultad o,
como corda a oa seus esforgos de artista.
Hoolem eocerrou-se a oossa exposigo, se i-
do nesse dia visitado o palacio por 1,451 pessoas,
cujo numero, unido ao dos das antecedentes,
eleva a 12,353 a cifra dosaisitantea,
Picaran acto na faculdade de direito no dlia
32 denovembro, os seguintes estudanles :
1 anno.
Antonio Jaosen de Mal-
toa Pereira............ Approtado plenamente.
Joao Manoel Mendesda
Cunha Azevedo........ dem simplesmente.
Celestino Gomes de Oh-
, *".................. dem plenamente.
Jos Joaquim de Olivei-
ra Fonseca............ dem idem.
2" anno.
Miguel dos Aojos Bar-
ra.................... Reprovado.
Ezequiel Franco de S.. Approvado plenamente
Joaquim Mauricio da Ro-
cha Waaderley......, dem simplesmente
Eugenio Gomes Becco.... dem plenamente.
3? asno.
Flix Jos da Bocha J-
nior ................. Approvado plenamente
Jos Fiel de Jess Leite.. dem idem.
Francisco Antonio de
Freitaa Barros........ dem iden.
4o anuo.
Manoel Caldas Brrelo
Jnior................ Approvado plenament i.
Ignacio Tarares 4 Silva Iden iden.
Manoel Rufino Jorge de
Souza.................. Iden idem.
5o anno.
Jos Antonio de Maga-
Ibea Castro.......... Approvado plenament).
Francisco Antonio Ceta-
rio de Azevedo........ dem idem.
Jos Julio de Albuquer-
que Barros............ dem idem.
Joo Mara de Moraes
Navarro..,............ dem iden.
Fizeram exame de geometra no dia 20 fe
oorombro do correte auno 11 estudanles.
Approvadoa simplesmente. S
Reprovados ........ 9
Total ..... .""i!
Fizeram exame defraocez oo dia 20 de no-
verabro do arrate laestudeotes.
Approvado plenamente. .. i
Approvadoa simplesmente. t
Reprovados................ 8
Total........... 19
Fizeram exame de geometra no dia 2t ia
novembro do correte II estudantea.
Approvados plenamente. 2
Approvadoa simplesmente. 5
Reprovados................ 5
Total...........~t
Fizeram axamea de {ranees oo dia 29de 00-
venbro do crranle 12 estudanles.
Approvado plenamente ... 1
Approvadoa eiuplesmente. 5
Reprovados......... 8
wUU. ^.,,HHM. D .,. u Hu0 eucasamos, prunas, urna vez que a estrese ejs resreasota-
que de njjBitoa annos para c se opera oes movir da em suas eres proprias, ana vez qoe oartift-
ento akif-BQbdw xaopsmsnj nos circuios cial cooeorra com o natural n'uma sn'ilude que
nuacltireire,' eara ecbarem-ie u QmtB oes astigoale no artista a data de genio, a oso -
MPMdOtao maio aa. le neln r.nnlrarinn o.i;nm. a. ...i....... '
p pelo conlrario o estigma da vulgaridad*.
Total.....: (2
NodUlso corren le loran recomi
casa *0 detena o 9 bonena e 2 mulheres, a
5 lirres s eecravse, a Saber: ordem do
juis especial do osanordo 1; ordem do
delegado da capital 1, que 4 o crisolo Juatn
eseravo de Lusz Bobourg : ordem do tabee
gado do Recito 2 inclusive o arleeoe Amaro, vr
eiavo de Fraatiseo Joo-de Barros; i orden de
Santo Aoteoio t, que sao os crieuloa Gregorio e
Rita, o a afriesoa Mara, asta aacrava de Jos de Norooba,
Dusrle Csasko, a aqaelle eseravo de Jos pina
Ferreira ; ordem de de 8. Jos J; s ofism
do de Poco S Pan el I a 4, que 4 o crenlo T n-
morbeo, eseravo de Heary Gasn.
Mea das tfte 21 toran recomidos i merma 10
honans, sendo 8 livres a f eacravos, a saber 4
ordem da Dr. ctiefe de poKtU 1, que o cridlo
Maresline; eseravo de Manoel Isidro da RoAa
Flatoso; i arden de sabdelegsdo do Reda 2,
coofianga. E' dahique ven dizer se e eleitor
nao deve transigir con o sea roto, o qual ser-
tence ao seu partido.
Nao ha portanto considarages, por asoia va-
liosas que psregam, da anizade oo de eosdes-
cenJencia, que posean justificar booresai_
a offerenda de um voto, o qual distrabido,
facilmeolo abrir espago derrot de an ei
''alo do partido em substiluicao de contrarias.
Os que iofelizmeote nio devem deasrcoatan-
plados, que aguardem o futuro, quando poden
"ar provas mais seguras de patrialico estoico.
Maoteoham os eleilores aotidaredsae, > a
qual todo partido rnpossival; cessen as asas
chapas ; a susteolem firmes o sea enpesse do
honra.
Recito 23 de novembro de 1861.
Visconde da Camaragibe.
Barode Muribeca.
Augusto de Souza Leo.
Francisco do Regs Barros Brralo.
Joaquim de Souza Res.
Cvpriano Fenelon Guedes Aleeforsds.
Manoel Coelho Cintra.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva
Joaquim Prea Machado Portella.
2o
3o
4
5o
6
7o
8
9
Correspondencias.
Senhora redactoresNao espersva, depois da
quarenta s oito aonos de serrgo prcataslsa pa-
tria e ao Imperador, oceupando por nsilss saca
importantes cornmisses, ver niaka rpotarse
ataoada, e vilmente insultada en o aeriodice Or-
dem, por nui iofame que ae vetea de
assignando-seLsmpoo ds aldas,
dando com presteza pleooateste jastigesr-
pesso ao respeitavel publics qoo sasasada a ses
juizo al que chsne ao tribunal competente
gratuito ioimigo.
Eotretsots, remello por agora algosa docoi
toa que tratan de minea conducta coa
mandante desle presidio pars qoe o govoiae
Sus Mageslade o Imperador e o Exn. Sr.
dente da provincia flanea lega ees
qusnlo sou injustamente calumniado.
Sou, senderes redactores, sea constante keilor.
Fernando 17 de novembro de 1861.
O coronel Trajano Cezar Barlaassene.
O coronel com mandante d ternioa ana a Sr.
ajudante desle presidie Jas Rebollo Pasitos ser-
me todos os sentenciados miniares
em presenga delles, leis sa corrsepa.-
seridas oo peridico Ordos anas de qoe
so sao verdadeiro es lacles ds qss seo i
em relago aoa nesnoa sentenciados;
ao p desta un corlicado de tsds qs.
clarado.
Quartel do commaodo do prooidio de F
do de Norooba, 13 ds aavonbro as) I8M.
Traas* CsssrJlsatonaaoji.
Em virtude da portara aupra, atiesto
o dia 14 do correlo, en o lagar 4a
preseoga dos sentendados militares
li as correspondidas inseridas en o .
Ordem, e declare! aoa meanos qoe sedin livre-
nente dizeren se o que i
correspondencias, onde
actual commandante desta presidie, _.
verdade, e ae lodoa eslavan saiiofsiles
actos pralcados palo nasas Sr. rnaasi
ao que respondern, qoo ellea toda tonara ve a.
por quanto ealavam ioieiraaeals saliststtee asen
oa actos da joscs praticados pase Sr. a
dente, tanto quanto a admioislrsgodeo
do presidio, como en relago a atta .
qoe traUva con nuila homanidsds. E* o
posso affirnar e me foi respondido. a
Fernando, 15 de noreabro da 1861.-
dante do presidio,
Jos Rebollo Psalas.
Os vivandtiroa Tiburcio Ferroir, Grtcisns Jos
de Fre tas. Jos Cae tana Teitolra. Josqaia Bs-
i se acha aseriase na ansa
danegris-ee a beata 4a
este presidia, ata en ana
driguea Mala de OUrera, Migsel Ps. .. _.
queiram declarar ao p desta, se lio vorsOleree
os factoa de
*sv"*t uasitu vuui
para lirar qualq
"" ^jMjHtfjZ
inclusive a afriesaa Rarteljqoe nio dedarou u
quen a aterir i fdjtHei do de Saoto j\i to- *o drtinclo coronal cea
de noveabro do lftl.
Trajano Cesar Borlansani.
Quanto ao qae flfx o peridico, aa aaaa "
sdeoeie.
Presidio de Feramdo da Ntroahs. 15 4e ne-
vera br o de 1861.
Tibnrde Forreara.
Declaro or ter Inteiro conhedtaeolo
ce factos praticados neats piasalo
ccmnaadanie, por isto dfrei ser al_____
re volunte a accuaago tola dea peridicos .



-i-
^*uwpj*M3mwim**mt>
ilva Boa Vista, Manoel d'Aze-
N,48-Ido*, ^g.centoe
. RextfeS6aeiurcio ele 1857.
Carvalho.Ciliada. I^eamhetjo a tre
auigoaturas tupia : dou fe. Recife 12
de naarco de i 861 MFm testettHiahe aba
trdMe. O tlWlliaVpttblito, Lfetda
Costa Por tocar/retro.
AO ik^IVEBSARlO DA IOBTE
2RU
CAROlll
LEliTISSlMASENHORA
DE SIOoEWW CAVALCAMTI
slBUQUERQuE.
DE
Burlamaqul; asata aoaa a8b*eoaeta qae o mee-
o coronel tenbt tpbK, trjosacgao de nego-
0, otes mostra-se overo em prohibir negocioi
de ageard antes e jogo prohibidos, fechando para
ia*j tabernas e prendenao qusndo encontr
Taadeado agaardeole cono contta.
IMu de Fernando, 18 de aorambro do 1M1.
Graciano Jote* lie Freitea.
Tacho a diaer robra a correapondeaeia isflHf
no Mario de 5 de norembro bVIT, eoofrt b
Illm. Sr. coronel Burlsmsqui, qae qualidtde*t-
MdeoegoriottieemelKeibo^KoeomoSr.
eoa ho, pota alo cooheco ue e!teb ifj>o we-
goeeotes, corto dit o embuateiro ni toe corres-
pondencia, onde trat tambera da minha rapla-
co; e qasaeeu areiso da gomme, farlhhae
ttucraa aot oalenettdos tttdo compro, para ftto
tea seo' Meados*' a qjiM ao ate offerdee a
mar.
16 de norembro de 1961.
Jote Ctetaao Teiteira.
Tenho a dizer sobre a corr espoodeocta no Dia
*te<4e 5 dojierewbro, contra o lila. Sr. coronel
Burlamaqui, que estando ea oeste presidio e bera
Mi faeio da todos os negocios nelle oecorrldo,
mostra serum falso-leranMda contra o dito co-
ronal, a fim de aatisfazer paltes d alguna nego-
Oaatee que aqui tem lindo ; e nada mai tenho
a alzar.
Fernando, 16de norembro de 1861.
Joaqulm Rodrigues Hala de Otifeir.
Declaro qae ao depoia de ter aberto a casa da
negocio, com licenca de S. Etc., nao me cenata
que o Sr. coronel commandante usa da menor
transacgio de negocto, nem mamo o Sr. sen fi-
lbo antea pelo contrario est constantemente
compraado ganara ae primelra necessidade em
talaba cato, por lhe (altar as auas dwpeom.
liria de Fernando, 16 de norembro de 1861.
Miguel Pareara do Valle.
Tendo silo Impressa no peridico intttolado a
Ordem, ama correspondencia ond> son feridoem
minha reputacio como commandante deste pre-
aidio, os Sr. pregados oirie o militare etr-
Tam-se declarar abati desta, se os fados de que
ana accusso sao ou nao rerdadriroa para em
tempo ustiflcar-me parante o gorerno o o pu-
blico, cando os masmosseohoressclentes deque
ihas dou toda liberde e franqueza para decla-
rarem o que (or rerdade.
Quartel do commaado do presidio do Fernando
de Noronha, 13 de novembro de 1861.
Trajano Cesar Burlamaqul.
Na abtito assignados declaramos em qualida- da oosao eetiocto amigo ; a para lego a eonater-
da de em pregados deate presidio, o se necessario j negioe o loto, diffandiodo-se urna familia io-
for juraremos sob as Santo Evangelhos, que os
factoade que aceusado o Illm. Sr. coroaet Tra-
jano Cesar Barlamaqni nao alo verdadiros, an- 'largas aassenluneotos e aos espontaneo inslioc-
fes pelo contrario de adrede intentado para de- I toa da natareza.
oegrir a honra de um commandante recto justi- Mas a dor, a coailemajlo a o luto qae se tra-
ceiro. Com esta declarable camprimos o dever da duziam ao praoto, e que 14 foram expandir-se.
Tardado: em f do qae mandamos passa-ls % nos com toda a sinceridade d'alms, Uiaale deum se-
assignamos. j pulcro, airares daa luzes mysteriosas do sanctua-
Presidio de Fernando de Noronha, aos 13 de 'rio, e das trevaa di marte, deiaiam ampio espa-
aorembro da 1891. i go f e esperance, que nesse facto commum
O alfares Pedro Carlos Nogueira de Baumam. do paaaamaoto na ierra, bem comprehendem o
O capillo Candido Leal Ferreira. desenlace neoessario ao problema da vida, para se
O ejodante Jos Rebello Paditha. ; ir completar ella mesma, um pouco mais tarda,
O alteres Lourenco Jos Rsalo. n'outro mundo melhor.
O 2 tenente Felippe Marques dos Santos Jnior.
com ot canh&e,
daa, e as mulhe
Conrenienle d
residente nss te
tata riras symp
mar.
Fdra acertado
erguer a
quellevi
moonaai
moa oossa naci
af
do-nos aindasserj
Srfe
TRIBUTO DE SAUDADE.
. OFf ERECIDO AO SKU KSF 080
O ILLUSTRISSIMO SERHGR DOTOR
Amaro Joaqntm Fonse^a d Albu-
aaaerque
Emquanlo o mdafle tumulta l fra, ni ebri-
ffdp fertoroaa dos festina, o osa publicas man-
uU?o.e de praxer e de rigosijo ; Tiran n6t,,pa-
ra quem areligiao (em um ralor immeoao, der-
ramar algumas lagrimas de intima saudade sobre
um lmalo respeitaelulWnto paradaira, coate
muaaa, para urna axraleaaia apraaiaral e que-
Ha um ana o que easa asistencia disaipou-sede
todo no.mjra4erioininlerraBpido da orle ba
um anno que essa alma candida a pura, coja au-
sencia sentimos, desembacacnaae do inolucro,
pelo qualae achava ligada atarla,e foi langar.se,
n'um supremo deliquio, aos pea de Deut, na ha-
bila^lo das bemaveaturados. Sra ama filha ter-
na, orna capota oirinhona aaxemplar. easa mn-
Iher digna e sublime, que deiapparecia entao da
listados vitos : soubera ella ser mi e praticar
dsTeraaJque aaaa astado lhe hatia imposto;
tporqua a doeasaoraadadalto aperfeicoameato
do espiritolhe reamara em lodo o brilho as
(acuidades natiras,a lhe apuntara, no caminho
" da dever, qae ae lhe pozara diante, o principio
i da honra, como padrao seguro para o aeu proce-
der e para todas as suat aeces.
I Naquelies momentos de tristlatima rCordarao
a dor celou bem profunda na coraea do esposo,
da oossa distincto amigo ; a para logo
aactoao loto, diffandiodo-ss urna
' teira, e par toaos queveneravam aquella precio-
so oaracter da mi. de Qlha, e de esposa, daram
bracas da aeua Blhos
Sut I compatriotas I Voemos todo#etja ad
(tu I B psds, tudo aproreitar a obra santa ds salvadlo, p
dos Urea 4a aaUaaawadoa I ProTemos a nossos
raleotet inimigoa (tedeUl nome se arraiarem)
que somos dignos de conservar o nosso torrlo;
ou sa ella aataandemnado a ser calcado por o-
ras gentes, fasandam-lh'o o cadareres da gera-
5I0 que vire.
Com etaa taamapde.becatomba humana, regis-
tra a historia, qua Portugal acabou.... nodia em
que aoaSMtaaa oa partugueaes, e grare-se-nos na
louaa aquella epitaphi proposto nal grande
pico.
--------------- jais de direilo
mmtlaa 1 atiAilaaa aiilade do Recfa
t tarta*, capital da prorincia de Pernam-
aor S. M^at. o eonslilucioaal a Sr. D.
"JH'Waf^^t-fl %
m Srjsle juUo e
_iatiama^o%^alatMamaMeraa corre
elacurlo de seoten;a por mandado de pre-
MN ao auenlado Antonio Pereira Vianna
iiluUanstrdia 18 da norembro do correte
pac psrUdo-aaliciuaar lUnaal RaymuodoPena-
Forla, procaradar doa axequaataa ote (era eilo a
raquanaaanla. aagaiota: K
Aot 18 de narombro de 1881, naata cidade do
:a*df^'d^ho&l't,fc#- *&>addWvoao 16
a.
dem.
_ sakrada do tul.. Tijipi
Tatpiebe, eaUaia do
....................... Pirapa
6 Trapiche da Ipoiuci........... Ipoiuc
7 -Parla da Pedta A-------,....].. 8triab> em.
8 ttuat-Barras................... Idea.
9 Villa de Barreiros............. Una.
10 Engeoho Jaodti ... Man.
1 Sacada...................".... IpojucJ
9 Amarigl....................... Amara!,
13-r-Oaniptta..................., JibRA
terio recebidas al ofliadi de-
Unle tono. "f
\ se maodau tfStar o prese ta a
eurla di Ihesoararia profioclal de
nambuto, 7 Ba norembro de 1811.
O secretario,
Recife de Peroambueo, em publica" audiencia qua n ... *i?'0i? Ferreira d'AnnnnciaQo.
aos taito a partea (aa a Dr. juic de diraito es- ~ Sr- >
pocial do caraaaroio Tristaa da Alaocar Araripe,
o ella palo solicitador Maaool Riyaaaada Pena-
fotr
a en
Ao
. t
.--------ww~,..-..w. un nfaaai, om--
rta, aroeuradar aaa exequantes uka aacusada
leobara qua aa aague eta pala seguale caria
pracatoria ; raqaarenda que ao eaecuUdo Anto-
nia Peceira Vienen, naaaa ioaaaem asaigaadaa
4abata da pregaa aeb pona da laacamanto na 6
iaa da lai, coma 18 as aos aredaras lacertos,
riela como semelbania peebara ae affeetaaca em
dtaheiro, paaaando-sa ts editaea do esiylo.
O quo rido palo jais atem o defera,
Ealrahi o prsenle do acolacolo daa audiencias
Germano Fran- ^eL?uu.rr^^,k^u"
Ea Jola Vicente de Torrea Bandeira, eacraren-
c Dics, hotpedt, ta, ana aqui jsiemos
Passidos do inimigo (erro, em quanto
A't santas leu da patria obedceme.
* # *
Im. Sr.
cisco de Oliveira.
Pedimos ao mnito digno empresario do tbeatro
de Sania Isabel o faror de le*** scana no iae-
moraral dial" de deaembro o magnifico drama
eo Exm. Sr. Viicoode de Almeida Garre! D.
PhaMlpa da Vilhena, cajo asaumplo se pcaada
aos Celos desaa dia glorioso i
Estanoe oerto que todos aquelles que amana a
libordade do aeu paiz, applaudirao o nosso empe-
nho, e o Sr. emprezario conquistar! mais louros
alada, para a sua cora immarceasirel de artista.
Era nosss opinio ette o drama que mai con-
reen aqaelle dia, e escueado ser! fallarntos de
suaa bailesa tonda j aojMociado o- nema da
Garfet I
Nestecuo, padem a ti oa bilhelas Teadaram-sa
para duas recitas seguidas, porque o drama s
abraca a duas nacionalidades, risto qua nessa
poca, Brestleiros e Porlugueza farmaraaa urna
s familia,* dando ella origem a que mais tarde
surgissem em Peroambueo, oa Camaroe, Ileori-
ques Dias, Negreires e ouUaa muitaa hroes 1
Aguardemos poit a rtoluQlo da grande artista.
Os Lusos-Brasileiros.
er-
3.
4.
5.
6.
Declaro que desde 2( de outubro desle anno
que aqui cbagoei, os aetos praHeados pelo Illm.
Sr. coronel Trajino Ceear Burlamaqui, todos alo
fundados com juslica e livres de calumnias que
tem apparecido em folhas publicas.
Presidie de Pareando, 14 de norembro de
1861.
O capillo Joo Paes Brrelo de Mello.
ReQro-me a declaradlo do Sr. capitao Paea
Brrelo.
Americo Nunes Corris, boticario.
Reflro-me a declaradlo cima.
O tenente Manoel Virissimo da Silra.
Reflro-me e-daelaraclo cima
O capitlo Raymuodo Jos de Souza.
Reflro-me a deelaraeo suprs.
O capellio los Lope Dias de Csrvalho.
Reflro-me declaradlo supra.
O aivres Joaquim dos Sanios Neres.
Reflro-me a declaracao supra.
Dr. Manoel Cardoso da Gosta Lobo.
Declaro que do dia 9 de aetembro do corrente
anno em que cheguei neata preaidio, tanho pre-
senciado serem os actos praticados pelo Illm. Sr.
coronel Trajano Cesar Burlamaqui commandante
desle presidio, fondados emi.ustica, desmentidlo
assira o que contra elle disse a correspondencia
do peridico intitulado Ordcm.
Fernando, 15 de norembro de 1861.
Albino Jos de Farias.
nasa i.m.
Srt.-xedactoresJg&Bsotio i Vr. Ss. para, por
meo daseu mnitoconceifuado ]onw>l,presentar
para deputados & assembla provincial, na legis-
latura futura dos anuos ds 1862 el863, pelo quar-
to districto :
Os Illms. Sra.:
1. Dr. Antonio Raogel de Torres Bandeira.
Dr. Antonio Witrurio Piolo Bandeira e Accio-
li de Vascoocellos.
Dr. Jos Antonio Coelho Ramalho.
Empregado publico Joaquim Pedro Barrallo
de Mello Reg.
Vigario Tilo de Bsrros Correa.
Pro prieta rio Luiz Paulino de Hollanda Va-
lenga,
O 4* districto sa dere honrar muito com a elei-
qIo de todos estes senbores : os dou3 primeiros
sao muito coohecidos; o terceiro promotor pu-
blico da comarca de Caruar; o quarto igual-
mente bem coohecido ; o quinto mai digno ri-
gario da freguezia de Grarala ; o sexto um hon-
rado|proprielario em S. Rento.
Srs. redactores.Tenho a bonra de apresentar
aos meus illustres collegas eleitores do quarto
districto os cidadaos sezuioies para deputados
assembla provincial na legislatura futura de 1862
a 1863.
Os Illms. Srs. : '
1.* Joaquim Pedro Rarretto de Mello Reg.
2.* Padre Tito de Barros Correa.
3. Dr. Antonio Witrurio Pinto Bandeira e Accio -
li de Vascoocellos.
Dr. Antonio Raogel de Porras Bandeira.
Dr. Jos Antonio Coalho Ramalho.
Proprietario Luiz Panlino de Hollanda Va-
Ienca.
Um eleior do Alinho.
Pablicagoes a pfedido.
Ao Dr. Amaro J. Fonceca de
Alfouquerque
em commemoracao do failecimento
de sia presadlsaima
consorte D. F.
aSC0KD\Q*0.
filo vim lembrar-te o dia de amargores.
Nem o praoto exhaurir doaolhostaaa;
Mea rim lembrar-te, amigo, que aatre flores
O teu anjo no ce coatepa a Deus !
>9>
A saudade rigura o senlimanto,
A lembranen do co minora a dr...
E' gozo repetir tal soffrimeoto,
E' rerirer por ella o leu amor I
Mo rcordes amigo a insanos lida
De quem no p deixou a reste impura...
O que "rafe do mundo a triste vida
Para a fldr do paralxo ingenua e pura? '
Morreu?... qh nao raorcau, nao marre em atjfa
Que apenas obr a trra perpatspo..,..
ae ariver no mondo fl'am srchaojo
Qae pira os coa someate Dea creou I '.a
E* que as ideas e as crencas da philosophia ca-
tlica se eleram lento mais cima das ideas e
dascreoessda philosophia mentirosa e bastarda,
: do seculo, quanto mais sobrepuja o espirito a
malaria, Deua ao homem, o infinito ao finito. Da-
; plora-se por rezes, como boje, urna perda irre-
'pararel : rebentam do coracao nao poucaa sau-
'; dades amargas e atormentadoras : rislanbra-se
contristado, ao trarez de um silencioso jazigo,
um vulto qae se esrosQari um dia nos myslerios
' do nao existir; mas, aa Ara de todo, os olhos
', que se humedecen) de pranto, e o coracio que
se despedace quasi ao pungir de urna pena acer-
j ba, l se rao repouaar, aps essa longa provajo,
i na ( que Ihes amostra o co, na esperanca que
( os fas sabir para elle,oa3 azas da piedad, e
na resignado que all mesmo lhe depara um
consolo,'alm do tnmulo.
| Taesslo os penssmentos que nestahora, e aa
; tracar dealas lionas, nos preoccopam de lodo. A
amisade traz-nos, sem esforz, commemoracao
{ de um successogrsve, cuja intensidade bem po-
de ser apreciada asentida por aquello mesmo a
quem nos dirigimos: a neste ingenuo tributo de
nosso afteclo para com elle, e de nossa respeito-
sa lembrao^a para com essa, que elle perder tao
cedo, ha mais do que um voto, ha um rigoroso
dever.
f E' a homenagem que, aps um aono de morti-
fleadors saudade, vimos pagar-lhe, ante o sepul-
; ero de sua idolatrada esposa.
Recife 2t de norembro de 1861.
Por. um amigo rfscUcoaVu ,
Quando etta' prximo o da em
que te tem de proceder a* elecio para
deputados provinciaet, nao potto dei-
xar de apresentar o nome de nosso
amigo o Dr. Francisco Jos Martins
PeriDa, recomtnendando o aos meus
amigos, e companheiros, os Srs. elei-
tores deste primeiro circulo, como
digno de obter seus tuTragtos, ja' por
suas qualidades pessoaes e ja' por sua
capacidade moral e servico3 prestados
a' poltica.
Um eleitor da freguezia do Recife.
^juramentado o eacrevu
Ea Manoel da Carraiha Paea de Anirade, aa-
crivaooaubaereTi
Por forsa dadaferimanto dada acata raqaari-
mento, o escrirao reapeciiro tez paaaar o prasao-
te pela Iheor doqualaarao citados os credoret
iucertos pac.todo o coaUado aa requerimento a-
3ni inscripta, afim de qaa dentro aa preBxo preso
e 10 dias comparecer neste juizo allegando o
que Ibes fdr a bem de aeu direito e juslica.
E para qne chigua noticia a quem ioteressar
possa mandei passar editaes qae ser afflxados
nos logares do coslume a publicados pel im-
prenta. JA Al
Dado a paitada ocsta cidade do Recife de Per-
aambuco, aoa 22 dias dama de norembro de
1861, quadrjgessimo da independencia e do Im-
perio.
Eu Manaal a Qarralba Pata e Aodrade, es-
crirao o subscreri.
-o madBSbtt&tt!5!Xk*
da imperial ordem da Rusa e juii de direito es-
pacial da commercio desle cidsde do Recife da
Peroambueo a seu tetrao por Sua Magestade Im-
perial e Constitucional o Senhor D. Peded II
quem Deus guarde ele.
Fago saber aos que o presente edital virem e
delte noticia tiverem que oo dia 16 de detembro
ae ha de arrematar por renda a quem mais dar
em praca publica deste juizo oa sala dos audito-
rio*, um terreno, silo na estrada de Jlo de
Barro, com sessenta palmo de frente e trezen-
ospecter da theaauraria pro-
vincial, em cuoiprimeoto da resoluco da j inta
da tzenda, manda fazer peblioe, qae no di i 28
do corrente ral aoratnapt* i,tac para sei ar-
rematada a quem mais der, a renda das risas
abalan declaradas pertenceniea aa patrimonu los
orphos.
Ra do Azeite de Peixe.
rf.
3.*brido de um aedar, por anno
Roa da Cacimba.
66.Casa terrea, por aono..........
67.Idam idem, por anna...........
Ra dos Burgos.
69.Cata larrea, por aono..........
Boa daSenzala Velhs.
79.Sobrada de S andaras, par sapo
80.dem dem, por anno...........
Roa da Guia.
84.Casa terrea, por aono...........
Ra do Pilar.
98.Casa terrea, por anno
qu permita
haja sesteo com o numere ate
sentet.
Escriptoio da Companhia do
ribe 18 d norembro de 186t.
O secretario interiaor
Justino Pereira de Fatri
GK4IN0E BULE
PARTICULAR
NOS
Salees do caesd Apolle
22^9000
co

CIO.
Novo Banco de Peroambueo.
O banco paga o 7* dividendo de 12|
por acc5o, relativo ao semestre findo
em 31 de agosto prximo passado.
tos de fundo, araliado por quinhenlos mil ris, o
qual perteocente Bernardino Jos da Silra e
.Ilaedeaia,
Rendlmento do dia 1 a*3t. .
dem do da 22.....
389:4589202
29:032j734
418490(936
Mov rae no da alfands
Volamos entrados com faxenda..
a a com gneros..

Eleitores do primeiro circtato !
TJni rossas fileiras, cerrae-as bem ; nato por
acqaiesciencia esse miserarel principio que
manda excluir o mrito, e preferir o proselyts-
mo poltico ; nao, dignos eleitores 1 ni rossas
fileiras, cerrae rosis columnae, maapara que
nio deis ingresso, a um s, sequer, desses carac-
teres esterilisadores, desses caracteres egosticos
e sem titulos que ros solicitara um lugar no con-
gresso legislativo. Alguna desses candidatos ros
os conheceis perfeitamente, nlo serio nunca re-
presentantes da provincia, ante, porm, rerda-
deires artfices de patotas.
A prorincia precisa que se cuide de seus inte-
resses collectlros ; con vm que se acabem os ar-
ranjos de familia. A provincia repelle o absurdo
de candidaturas impostas, e ros digaos eleitores,
haris mostrar-ros conscios da rossa misso ele-
gendo aquelles que a rossa perspicacia reeonhe-
cer mais probos, e mais digne.
Eleitores do primeiro circulo, cerrae vossss fi-
leiras, e lnscrerei na rassa bandeira a seguiote
legenda, nica consentanea com a nossa digni-
dade poltica, e circumstancias sociaes morte
aQibadsgam, eleraso aos mais dignos.

Volamos sabidos tom tazandas..
a cam gneros..
11
218
404
Descarregam boje 21 de norembro.
Patacho hollindez Specalante diversos g-
neros.
Brigue hespaiiholFluviafarinha de trigo.
Barca americanaI m paradorfazeodas, bola-
chinha e papel.
Barca ingieraImogenefazendaa.
Brigue braaileiro Beberibecharque.
Hecebedoria de rendas Internas
geraea de Parnamboeo.
Rendimentododia 1 a2l. 20:6186885
dem do dia 22......; 929bl3
21:578(398
Consolado provincial.
Rendimento do dia 1 a 21.
dem do dia 22.
37:1498399
2:033861)4
MoTimento do porto.
4.
6.
Cuando o dedo' d
ttagtia '
Eolio dire: No motdo nao se ajeata I
.........................................
Recie, Jldj tu#$S%<|-Wi..
A lista dos a prese Riad os depntaco
provincial por este primeiro circulo
eleitoral, publicada hojen'este jor-
nal, e assignada con o pseudnimo
de-Um eleitor desperloa-nos
a curiosidade para odagarmos o se-
gu ute
1." Qual o directora, que combioou a apre-
se ntacao de dita Usta, como n'ella se afBrma ?
2." Si, qoaado dito directorio eilslisse e a ti-
resse combinado, deretia t-lo feito sem ourir,
e por forma atguma consultar os eleilore, que;
nem por adherir urna opioiao poltica ei-
xam de receoheoer qae ha muiUis habilitados
inclusa* em suss chapas, e com servidos mais al-
teadivets, prestados em prol da metmt optniio
polHica ?
3." Si o eleitor. apresentanie, sera alfum cao-
didato desconfiado, que se atirasse aquella meio,
como i qualquer outro, para fazef "'raler sua in-
cluaao?
Responda-nos quem pudor.
O eleitor que nao piba, t neo candidao.
Odia i.' dedeztmbrt).
Acaba de cfasgar-nos j mos aa livro ntita-
lado UnJ^o-Iberics, publicado na Rio 4a Ja-
neiro, por um Vortugues, acerca da grajissima
qaestlo qe'-hoje desperla serios'receibs em Por-
tugaVAtmo bem aaplica o eacriptor, isto.afo-
sao dos poros da PeninsuU-lberlca sob um.uoico
sceptro. Nlo podemos ppis, furtar-nos ao desejo
da Uantcierer em aegcrld osdous^nUlmos'napi-
tulos dease livro, ferlilissirao de aentimenlos pa-
triticos, certos de que grande eoha eoconlraro
ni todos os memBfo da tanjlHa porlugueza aaui
ceaidtolea, e em raspara de am ala to raemor
ora Talla o grande escriptor I
A \\ l
*.....................
itfltatA-^l^f'^^^4*1* i **--
Tmrte debite. E' repm a mmortalidade da almaJ'1
Jtaaoa aiddi de raciocinio qae da tantimenV/ '>
^Tavtos eMradot no dia 22.
Phtladelphia38 dias, barca americana Impera-
dor de 378 toneladas, capillo John Power,
equipagem 12, carga 2834 barricas com farinha
de trigo e outro gneros ; a Malheus Aus-
tin Si C.
Anrers51 dias, patacho sueco aChristine, de
185 toneladas, capitlo Lunel, equipagem9, car-
ga fazenda e mai gneros; a Rothe & Bi-
doulac.
Rotherdan33 dias es:una holiandeza, especu-
lante de 185 toneladas, capillo O. Niland, equi-
pagem 8, pessoas; carga queijos, genebra e ou-
Iros geoeros; a Brandar a Brindis.
Liverpool51 dias, brigue sueco Salamandern,
de 326 toneladas, capillo N. J. Hola, equipa-
gem 11, carga fazendaa e outros gneros ; a
Patou Nash & C.
Vorio sahido$ no mesmo dia.
Cortos da nortevapor brasileiro Igumss
commandante M. li. Vlaone.
Parahibabarca iogleza aPortena, capitlo I. H.
> Goiran, em lattro ; suspenden de lamerlo.
Obterrecjio
Vundeou no lamerlo urna barca francesa, atas
nlo tere communicaeso com a trra.
tea ea1 ^'*aa"alt'-'
* 9
**m
'
!KaCo,ta
a qtWBUft ae,1;085|a50 em par.
eetatcctattritet "da conta que nesta data
me W\$m> Wo, ptvenirite pat Ueiittj^a>tis caetj'aav d ^aMt ai
parte dadateiaoeio tomamo Sr. i e-sua ntiaiett. ,
aenhora concordaram dar a sua
l#M |U ,d>^4odgda J#teom i **. todad i%H
-i9
uta lidaaj erjpsjjtrfaaMiio'i
W;-1|^e
rer
W*v3nc4aadaanwe
axaoktdlpor l
da rau.pela,*a*jia,
enamos comparar cooreniencl*
rergonhar-nos-hiamos; o thprmaletl

a
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ti, *0-
-
tfad*.
*
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Unten,
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li (lili
3 22 2 U l^araaaaWd^
I
T
al a pra^a poc etecufiio que lhe more Heory
Foster & G.
E oto barendoi a orador que cubra o preco da
araliaglo a arrematadlo serl feita pele ralor da
adjudicarlo com o abstimento da lei.
E para que chegue ao eoohecimentd de todos
mandei passar editaes que serlo publicados pela
impreosa e affixados nos lugares do costum.
Recife, 21 de norembro de 1861.Eu Manoel
Hara Rodrigues do Nascimento, escrivao o I
subscreri.
Tristlo de Alencar Araripe.
O Dr. Tristlo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz do direito especial
do commercio desta cidade do Recife capital da
prorincia de Peroambueo e seo termo, por S.
M. I. e constitucional o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital rirem e
delie noticia trerem, que no da 9 de dezem-
brose ha da arrematar por renda a quem mais
der, em prega publica deete juizo na sala dos au-
ditorios, os escraros seguintes :
Pedro, de idade de 8 anno pouco mais ou me-
nos, araliado por 5009000.
Amaro, de idade da 5 annos, araliado por ris
Varia, de 9 annos de idade, avallada por ris
Os quaesaiopertencentesa Bernar lino Jos da
Silra, e rao i praga por execuco que lhe more
llenry Foster & C.
E nlo haendo laocador qae cubra o prego da
araliagao, a arrematadlo ser feita pelo ralor da
adjudicado com o abamenlo da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar editaes, que serlo publicado pela
imprensa, e afiliados nos lugares do coslume.
Recife 21 de norembro de 1861. En, Manoel
Mara Rodrigues do Nascimento, escrirao o sub-
screri.
Tristlo de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
ltada desta provincia, de cooformidade com o
offlcio de S. Exc. o Sr. presidente ds 19 do cor-
rate mez, manda fazer publico que peranle a
mesma Ihesouraria, ser arrematado em hasta
publica no dia 30 deste mesmo mez, pelas 2 ho-
ras da larde,*o terreno do marinha que existe de-
roluto ao norte do armazem do Sr. Bario do Li-
rramento no Forte do Mallos, o qual tem de freo-
te do lado de Ierra 40 palmos, e 90 ponco mais
ou meos do lado do mar.
Secretara da Ihesouraria de fazenda de Per-
oambueo 20 de norembro de 1861.Manoel Jos
Pinto, tertinde de offlciil-maior.
A cmara municipal do Recife manda fazer
publico para conhecimeoto do carpo eleitoral,
qua o Exm. presidente da provincia, por offlcio
de 19 do correle, lhe communicou baver desig-
oado a igreja da Concelgao doa Militaren, para a
reunio do coltegio eleitoral deste municipio no
di 24 do corrente, risto achar-se em obras a
grrja matriz da freguezia da Santo Autonio. Pa-
go da cmara municipal do Recite, 20 de norem-
bro de 1861. Luiz Francisco de Barros Reg,
presidente, Francisco Canuto da Boaviagem, offi-
cial maior serriodo de secretario.
y O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem da Exm. Sr.
presidente da prorincia, manda convidar a pes-
soas que quizerera contratar a construego das
pootes nos lugares indicados oa nota abaixo co-
piada, a apresentar na mesma ihesouraria ai
anas proposta, sendo os contratos effectuados
sob as condignas seguate :
Primeira. Que a importancia daa obras con-
tratadas correr! por conta doa contratantes, nao
sendo em casa algum por ellas respontarei oa
cofres da prorincia.
Segunda. Qua o goveroo garantir a percep-
gao do pedagio pelo lempo e forma que contra-
tar, com tanto que oa contribuJntea do pedogio
oo paguem em cada baireira mai do duplo do
qua sa arrecada aa existente como teceita da
prorincia,
Terceira. O numero de aonos para a pereap-
cao do pedagio ser regulado em atleogaa A tra-
queada do transito qua posta baver a importto-
cia e difflculdade da obra.
, QjtJ.l. QQ a pontee serio construidas,
segundo as coadicoet. plenos eorcameotosajraj-
eatado pala dtvettotla das obra publica.
, ttmrWn Qeo, ejn>Tqwatrtte*flojtaiiii)D
t percepaAo do Redaglo, o empr^tArio atr obri-
312-Slgado cbqsettr a obra em'perfetto estado, aoq
-? >ena de seren os reparos neessjarios feitos por
' S w dfdem dd goreroa t coit* do mesmo emnrMr|o,
que, alm disto pagar urna multa correipon-
dente p)amma>paflk1 das dtutxaa.que com iaso
A arreaatagoes serlo teilaa pala temp<
decorrer do da da atremala\iu at o tim d > ju-
nho de 1864.
E para ansiar se maudou afiliar o prestla e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaonrsria provincial da Per-
oambueo, 15 de norembro de 1861.O secreta-
rio, A. P. da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thosoararia pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exn Sr.
presidente da prorincia manda fazer publicc, que
na dta 28 do cerrente, peranjjp a jauta da f izen-
da d mesma theseuraria, se ha de arrean lar a
quem maiar pre^o offareeer, o rendimeot) do,
impoetos creados pelos 16, 17 e 31 do a:L 40
da toi provincial n. 510 e bem assim e aagiiento
dos impostes dos 13 e 42 do mesmo artii j nos
segurles municipios :
Benito.
Brejo.
Catatan.
Flore.
Boa-Vista.
A arrematagao ser feita por tempo de 2 an
not, a contar do Io de juiho do corrente ai no.
E para constar se mandou afiliar o preitnle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial dje Per-
nnmbuco, 15 da norembro de 1861.O aec retario
A F. da Annunciag&o.
Pela secretaria do goveroo sa faz p iblico,
para conhecimento de quem interessar possa,
que se acham em concurso os dous ofA :ios de
partidores do termo de Nasarelh, creados tela le
pxerinciai n. 504 de 29 de maio desle an o, de-
Tendo um accnmular as funcgdes de contidor, e
a outro as de distribuidor, aQm de que os >reten-
deotes apresentem os seus requerimeotos nstrui-
dos na forma do decreto n. 817 de 30 de agosto
de 1851 e aviso n. 252 de 30 de dezen bro de
1854, no prazo da 60 desta data.
Declarares.
39:183S003
Correio.
Pela admioistraqlo do correio se faz publico
que hoje (23) as 5 horas da larde em pon > serlo
fechadas aa malas que dere conduzir o i apor de
guerra Paraense, com destino
Baha e Rio de Janeiro;
aa prori icias da
ibro
ao
da
carrate
' UObeeTTt* IU
ji-i- *jf.
WaV
iaxineparonta- a
UiYtbtoa'ottbioV'
do toreados, corredia^xi%BaVto os snldedo
'oVp;
0bt,M
jaerpo.
inspeccionaas
|J quauto i aua
feapetwaot trata-
machia do dia 23 do corrente mee ca
Conselho de compras navaei.
Teodo-se de promorer a compra do material
da armada, ebaixo declarado, manda o :onselho
convidar ao preteodeote 'apresentan m auis
propostas, enarcarlas fechadas, no dii 28 do
correte mez ale s 11 horas da raanha. acom-
paohadas das amostra dos objectos.
Para o parios.
12 bandeira nacionaes de 4 pannos, a oalrss
tantas de 2; Si raspas da ferro, e 12arriba a 8
libras de polrora gressa.
Para os navios, e arsenal.
8barrs de breu, 8 ditos de alcatrio. 12 pedral
de amolar, e 20 arrobas de pregos de cobre para
forro.
Para o arsenal.
1 braco de bslanga grande com corcha, 20
arrobas de almagre, 24 fechaduras de gaveta,
e 10 duzias de tabas de amarello, ou pao
carga.
Para os africanos livres ao serric/ da
arsenal.
Do sexo mascolino.
54 camisas e 79 caigas, de algudlo az iL
Do sexo femenino.
6 camisas de algodlosinho braceo, e I saias de
algodo azul-
Sala do conselho de compras naracs m 21 de
norembro de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos tajos.
Inspeca.o do arsenal d( ma-
rinha.
Paz-te publico que a commissao (e peritos
desle arsenal examinando, na rraa determinada
no regulamento acompanhando, o decre lo n. 1321
de 5 de ferereiro de 1854, o vapor Iguarass, da
compaohia Pernambucioede naregagic cosleira,
achou-o em estado de poder naregar.
Iospecgio do arsenal de marinha de Peroam-
bueo em 21 de norembro de 1861.0 inspector
interino, Hermenegildo Antonio Barbo;a de Al-
meida.
Arsenal de guerra.
Por'ordem do Illm. Sr. coronel, diret tordo ar-
seoal de guerrs, se faz publico, que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
da 1860, se tem de mandar manufacti irar o se-
guinle:
188 sobrecasacas. \
188 caigas de panno azal.
388 frdelas de brim.
585cslgas de brim.
685 camisas de algodSo:
585 pares de polaina da panno pret.
Quem quizer arrematar o fabrico de ditos arti-
gos, no prazo de 25 dia, comparega na sala da
directora do mosmo arsenal, pelas 1 hora da
de dezei
Annive
reatauraee di
perl
O proprietario oda caldea da cae do Apata-.
JO AO DAS HEVES,
nlo querendo que por mais lampa pasee itaaa
percebide em Pernambuco o m.moravel dia f
da dezembro da 1648, aa qae tova lagar a ree-
taurago da independencia da Portagal, at aa-
tlo aubjugado pala armaa de Caatella,
featejar o seu anoireraario, oo corrate
com um baile nos sobarbos aalea alo c
Apollo, risto ser particular a aaesnao baile, i
aralis o dita ingresso e someate
g preso ntacao de car toes que serio diatril
em carta de convite.
PROGRAMMA.
Ao romper da aurora do da cima aat
do harer urna salva de 21 tiro, outra a aau
hora da larde, e outra finalmente aa reaeer a
baile, que ser precedido do hymno parfajsaa.
eiecutado por urna banda militar qae trajsra
graude uniloro.e. Os irabalhoa do baile safio
regidos por urna commissao a cajo carga reta i
a rerificago dos car toes, qao nio poderlo sor
traosmiliidos pelas pessoas coauJadas. Oeaa-
loes eslsrio adornados o mais deceataaaoaae
poaslrel e com riquissimo cottiaadoa cosa ao
corea porlugueza, ende qua a porta priaeipet
que d entrada para os aaloas harer ama na-
pa de madeira ricamente coastruida, para tor-
nar a entrada maia mageatoaa. Harer Uaaaoaa
um grande arco allegorlco com o trophoo doa ar-
ma portuguesas, lando um dstico onde oa ae-
reo as seguiote patarras :1* da dezambra ale
1640e aos lados do mesmo arca turereo doa
bastos demonstrando a figura dos caeadoroo a.
5, por cima deise arco rer-se-ha o aajo d l-
berdade calcando ao ps o demoaia do
tismo. Tambem se echarlo eollocadoa
mastros noa quaes estarlo igadea oa aaaa
Ihes brasileiro e porlugaez.
No fuodo de salij principal harer aat saag-
nitico throoo explendidameat armado cata aa
effigieis de D. Pedro V a do imperador do Bram
tremolando em ralla de toda o sali aa b>Bati-
rs das nages amigas, sobre o throoo o ociaaa
das effigieis estarlo escripias ata lellraa da toa
aspalavrasriraea oa restauradores do dia 1
de dezembro de 1640 acbaada-ao ao
destas patarras Iluminada a gas a ooroa
gueza. A' eaquerda do ibrono acba
tambem acesa a gaz a Torro da Parclate aa
China e adireita a ruinas de Patarra.
No sallo pequeo barer uaaagrande illaasi-
nagio a gaz de 70 ps ae eeatoriasaato raare-
senlando a cidade do Lisboa oeaa o palacio daa
conjurados, a o palacio da deqooaa da Maeida o
a esquadra no Tejo fazeodo-se a odaoca daa
bandeiras hespaoholss pelas portagaezaa. BU
frente do sallo rer-te-hio qeatro aatalaao a sa-
ber : Europa, Aaia, frica e America.
A' entrada do saldes estarlo collorada daa.
estatuas imitando oa arebeiros da casa raal d*
Portugal. EmOm, florea natura perfemarin
os salea e todo o esmero ser empregado aara
que seja no todo aatisfeita a expectacio ooMka.
Nesla occasiao o proprietario do alo* p-
pellando para o patriotismo das boas portegaae-
zes, solicita sua coadjuragio para que o ajeara
na acquiaigio do objecto do arta a laxo ejae
servirlo para adornar oa respectivos salooa. A
cauaa portuguesa a pois todo deraa ceeear-
rer, auxiliando assira os aforeos da piopretan
doa mencionado sale, qua nenhum itutail i
pecuniario exige.
THEITRO
DE
sua pro-
porta, em qao se declare o aeBor pre jo, e qutl
leu fiador. [
Araenal de guerra de Pernsmbaeo 39 de no-
rembro do 1861.Oeacrtrlo,
Francisco JosdalJraO.
Contrpfia estar preso aa casa de detenc&o
o eaetato Altxadre. que dizaer de MJooel Igoa-
cio de Albnquerque Maranhao, andat fgido, o
qual eteraro tota recolhido no da 27 le catabro
prximo psssado oroam deataf tnMe egacia.
'"Sfodala'gacia-da frgae^a ib Santo lotonto. do
Retffel de norembro dV fBdlM) 0 rbdelegado
supplente, Manoel Antonio de Jesos II nior.
Santa Isabel.
Compaahia dramtica sob a ireceit de
artista Gerataaa.
SABBADO 23 DE NOVBMBKO DE 1881.
Beelta eatraeralta
EM BEKKICIO M
VICENTE P0NTE8 DE OLIVEIIA
Bepreaeotar-se-ha o morslisaiao drama aas
cinco actos a seis quadro,
/
a:rr
PW>l^fWjTldara"
i J>S .qaa^pasam, tac/
fd*qMa.Mi,van tM
apelo oicawaltdioi^eMe*, qpe, paoaK
-) obraa de um ralorjOgtjWfOP^oa, f, tro
in #9 w w mm taagii
jW*mifPVrm*t*t$M(~
\ulpM*'ad+4tiitrn. *er f wir uvioa
aspante. i'.^v
Joto, na estrada dePa-
"ZT~!L
DEG8A0S DO MIME.
DENOMINaCAO DOBQOAOaOS.
1.O lijfctlii.
2.#Al mulhecae.
3.O jogo.
4.O roubo. _.
5.-Q.aalaato.
.O cadatalso.
O beneficiada coarta baatantaoaante cea a boa
rontade do Sr. Germtno, para poder alfiaecar ao
publico, que o presente drama aera rapreaoatado
com todo o aseara o capricho.
Tarminari o espectculo com o graciaoe aertre-
aela,
mmm m ame.
Raptoaaaiaaa pata era, tti Eatmla, Bap-a
"Ol
Nio se tendo reunitk) iHjfc < num
de-rtos -Tti^rW^ude^o t
44o ecaattttdl* ol,'i(e que se x>ossa
fazer o dTidcnb.; proie t8o de conforoiidade com o d|sposto no
'tw
do, e D. Carmela, ooode bem
ItieaahitisBasda aa a i
ata
ais
a, aaia oa qai
a rontade de numerosas oaaaaaa ajoo II
a repraaantaea deata lutu atoa ata obra.' oooa a
8ta. P:Muuult pity eiaaxMUllMa^toai
esclarecido taleoto. K *
Ot bilbetea^UtMaStMtVaSff protawena a
aacriptorto dotheatro.
m9mm9S **8 n

ioq apaaasj
a a.
M

VkQHft MMhaaM
segundo granas co acert
uutnaeatai


f*
ommmwmmum^ samm %
. i
velo pianista G. Helmold, na noite de quinla-
aira fh> do cortease mez, tomando paria oa ar-
tista! Manoel Francisco de Paula, Pedro Justino
e Saluitiano, coadjuvando por, especial obsequio
a Exm. Sr.* D. Csreliea de Azevedo Carralhode
Siqueira Varejio e M Sr?. H. SaolU Thoolonio.
Primeira parte.
1.Ouvertnra de Nabucodooosor para piano a
qsetro'miee pelos Sr*. aanoluaHe^old.-Verdi.
2.Grande waisa biilhanle para tabees e pla-
no pela Sr.' O. C." de A. G. de S. Vareiio e Pedro
Justino.
3.Grande polka de csafteito para pisno a por
Helmold.Waliaee.
4.Phaniasis p|>(|y*.sjajH|||drice para claii-
ueto a pianopejIaawa.SaHjBaoia.Beasy.
5.As so4dSobj^^HM, astado para pia-
no a por HpBM^s^L^H
Ladra fWflou!
.eS.fsrreiaoe
ous pia-
ejo e Hel-
6.Oa
nos pela
roold.Roaaini.
7.Do hrllhinte para flauta plano por Ss-
lustiano o Hetne|d.->-Muoto.
8. Variacoet para clarineto piano pela Sr."
D. C. de A. C. S. Vireiao o. Sr. Theolonio.
Klas.
9.Paantiste sobre motivos do Trotador psrs
ra-becC* piano petosSrs.(Saioltz e Pedio Justino.
Hallar.
10.Bamboula, dan;a de negros, phantatia
piano s por Helmold Gottchalk.
' ComeQar. Al 8 horas da noite.
AYISOS
;ar('8 horas
marrtin
mAt
ixxua.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Conceicao pretende sahir
do dia 8 do corrate, e s recebe escraros a (rete.
COMf
BUCAIU
Navegaco costeira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Asu', Aracaty, Ceara',
e Acara cu'.
O vapor Jagusribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte' de sua escala at
Acarac no dia 9 de deiembro as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 7 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros diubeiro a frete at odia
ta sabida as 2 horas: escriptorio no Forte 4o
Vatios n. I.
Marauho e Para.
O patacho brasileiro Paulino segu com breti-
dade e recebe carga para ambos os portos trata-
se com oa consignatarios Marques Barros a C.
Largo do Corpo Santo n. 6.
ELIII DE
Farfnha de mai
diuca.
Terea-feira 26 do correte*
Mitheui & Rodrigues farao Mito por nter-
Tentio do agente Pinto a por coo,W e risco de
qaom perteoctir de
lceos com firlnba
mandioca, os ames serio vendidos sem reserva
da preco, as ti horas do da cima mencionado,
oo armazem do Sr. Joio Carlos Augusto di Sil-
"*, forte do Matto n. 25.
Terca-feira 26 do corren te
Costa CarvaUo fara* leilo por man-
dado do Illm. Exm. Sr. Dr. juiz do
commercio e a requerimento de Praga
& Cabral, da arma da taberna na ra do Rngel n. 22,
pelo maior preqo encontrado.
orlante
USI*M
Lisboa,
Sahe impreterirelmente ate o dia 23
do corrente, a muito veleira barca Li-
ma I, s recebe pasiageiros para 01
quaes tem excellentes commodos e p-
timo tratamento : a trate r com os con
signatarios Carvalho, Nogueira & C,
na ra do Vigario n. 9, prmeiro andar,
ou com o capitao na praca.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue nacional Almiranteo pretende seguir
com muita brevidade, tem parlada seu carrega-
mento prompto, para o resto que Ihe falta passa-
geiros e eacravoa a frete, para o que tem asseia-
dos commodos. trata-se com os seus consignata-
rios Azevedo & Hendes nu sen escriptorio ra da
Cruz o. 1.
Para
em direitura o biate Santa Cruz, recebe carga
a frete : a tratar com Caetaoo Cyriaco da C. M. &
Irmo, no lado do Corpo Santo n. 23.
Rio Grande do Sol
segu no dia 28 do mez correle o patacho Bom
Jess ; para o resto da carga que lhe falta, Ira-
ta-se com Caetaoo Cyriaco da C. M. & Irmo no
ado do Corpo Santo o. 23.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiate Lindo Paque-
te por ler grande parte de seu csrregamento
contratado ; para o resto trata-se eom os con-
signatarios Almeida Gomes, Aires A C, ra da
Cruz n. 27.
Para Lisboa
O patacho brasileiro Julio pretende seguir
para Lisboa oestes oito dias, tem parte de seu
carregameoto prompto : para o resto que lhe
falta, trata-se com os seus consignatarios Aze^
vedo & Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.
Maranho.
Segu em poucos dias o palhabole nacional
Santo Amaro, capitao Uanoel da Silva Santos,
para alguma carga que ainda pode receber trata-
se com o seu consignatario P. L. de O. Azevedo
rus da Madre de Daos n. 12. veuo,
DE
Movis americanos constando
de ricos guarda-roupas de
m3gno, mesas redondas
com tara pos de mar more,
mesas elsticas, costure*-
ras, estantes para livros,
secretarias, coosolos, com-
modas com armarios, ditas
com espelhos, ditas com
pedras. apparadores, co-
lumnas para p de cama,
camas fremcezas, toiletts,
bancas para jogos, porta-
toalhas, cadeiras de batan-
eo, toucadores de feitios
modernos etc., etc. Objec-
tos para quartos, camas de
casal,, commodas, lavato-
rios, mezinhas e cadeiras,
sendo estes objectos de gos-
to inteiramente modernos,
espelhos com molduras
douradas de todos os taa-
nnos etc.
Sabbado 23 do corrente,
Antunes far leilo em seu srmazem na ra
do Imperador n. 73, dos ricos e bera acabados
movis americanos cima mencionados, para o
que convida a todas aa pessoas que gostam de
unir a commodidade do preco a perfeicao da
obra que nao deizem de concorrer ao referido
leilo, que alem das pegas aupra-citadas encon-
trado ainda multes objectos indispensaveis a
urna casa de familia. Comedir as 11 horas em
ponto.
LEILO
Quarta-feira 27 do corrente.
Mills Lathsm & C. faro leilo por ntervenco
do sgenie Pinto, de 28 ancoras nao s para na-
vios como para barca gas e 10 torrentes de dilTe-
renles grossuras, em lotes a vontade dos com-
pradores, as 10 horas do dia cima mencionado
no armazem do bario do Livramento, caes do
Apollo.
ferro.
nico detoalt* na botica do Joaquim MarUaao
da Crui Crrela., tka do Catug n. U,
*m PeraamBQco.
a. f. ML'** (r* Ch*tt?),,^i8. ?* "P*Bta boje urna nova prepinco
de ler-roccm no me do elxir de el iro-la ciato de ferro.
_ 1-Si*cer. EjMicp um laxo emprecar-aa um mesmo medicamento debaixo de formulas lo
farfwiae, mase homem da actencia comprehene a necessidade e Importancia de urna tal varie-
daae.
*l*. fornu*um objecto de mult. imporUncia em therapeutica: em progreoso immenso,
2^.^0l,, 6U, ."eoct. do medietmento. o torna agradavel. fcil e possivel para todas as
idadea, para todo* oa paladares e para todos os temperamentos.
dea como o eMxtr de citro-lactacio de ferao. A sao sabor agradavel, rene o lomar-ae em urna pe-
J^lHS'-llLt6 Ia". I*0*** e il dlssoluclo no estomago, de modo que com plata mete
VOSZ ? J ^ rodozU por causa da laetiaa, qe coofem em sua camposiQo, o conslipaco de
veotrelraqueotemaola provocada pelas outraavreparacoes terroginosas. wvon
-.h^.-ua^'i 1a,,,.t,,e "dl lteWB wieocia medicamentosas do Ierro, que sendo orna
substancia da qual o medico ae nao pode dispeusaa em aua clnica, de la^mparaVrnUlidade
2uSoLSra^!Ld^^ UM qoe P"3~P~" Preacre^r sem receto e' o
n2E2jZk"T'?m'Xlc*ilkVm? com a P"P"5o do citro-lactacto de ferro. Aasim este
"^rDr2^/L^*^!0,i,Tr eDUe namer" P"P#5oe. froginoa... com o
lito mdicos destnelos que o tem eoaaiado. Tem sido ompregado como im-
homZS^.^5121I" d' ,t0tt' SIuSyT" M,r*P PNrecem depoisdaa irUarmiteotea na incorUiaoneuTaTurinsi
rTmf^T. M **1ma*uB graves na chloro-anemia das malherea grvidas, em lodos oa esos
loL. \2^V3am2!2?0 U TCU* Pel"/adt". ff^ chroaicas, c.chexi. tSS!
m?m. ,yPM,lllM-.|M"W enos, onanimo e oso prolongado daaprecaoS5ea mer-
4lc.^%eD!!nc.ro1nitnrd\?V!1quen,,-.# e.n',0 f*"9 a PrinP "batnela do qoe o
nih.??- .. C "* ??r! ". dPl'. rto' do cilro-l.ctito 4. farro merece louvorea o
dTfrol h*"idade, por ter de.cob.rto urna formula pela qual m pedo em receio
medico-cirurgico
3-K13A.BA. ULOUi \ CA.S1V HO \3TXll\Q-3
Consolla por ambos os systemas,
nseqtencia da mudanca pata a sua nova residencia
de fazer orna reforma completa esa todos os seus i
Em conse
ment acaba
nenhum
o proprietario deale estabeleci-
medicamentos.
> tem de que osremedios do seu estabelecimento nao ae confundan
izaram e gozam
.com oa de
...l'iyV"*0 g"nde credil de (,,,e M,Br gowram e gozam ; o proprietario ten
. precaucao de inacrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como f.ufflcl-
dos todos aquellea que forem apreseotados sem esU marca, e quando a
B'-Vr^ot.S'o^s;ueSme:C0,aPMhir ^ ^ ^ D' "-^-So T
i.i 5Lm : ,caba de ricebr d" Fran^ rde porcao de tlncturs de acnito e belladona r
^aSSmT^0* .a,ulfw qur em ,mfc0" qur m tinoto" cttaUro 11 o vidro.
ffliJ rPtodeste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodo.
sufficieotes para receber alguna escravoa doom e outro sexo doentes ou que nroeisenV de *uZS
.ue serio tratados com todo o disvelo
aquellea que i tem tido escravoa aa casa do annunciante.
A siluaco magnifica da casa, a commodidada dos banhos salgados sao
gene para prompto restabeleciment dos doentes.
outras tantas vanta-
.-Aws!rruStff^jassa*4rtft^r
nder: roa da Gloria a, 3 casa do Fnndo.
Dr. Lobo Moscoso.
Arrendamento
Traspassa-ae o arrendamento do sobrado e ar-
mszens da roa do Trapiche n. 40, excelleote para
qualquer estabelecimento commercial defazen-
das : trati-se na metras casa.
Babia.
Para a Bahia segu em poneos diss a escuna
cacional Carlota, capitao Luciano Alves da Con-
cedi, para algnma carga que anda retebe tra-
ta-a eom o seu coasignatario Francisco L. de O.
Azevedo, roa da Madre de Dios n. ti.
Para o Aracaty,
o hiate Aracaty seg\. oestes dias, mestre Joio
llenrique de Almeida : a tratar com l'asso lr-
mios.
Para
em direitura.
goe para o indicado porto o bem conhecido
irrifae escuna Graciosa, capitio Joio Jos de
Souza por lerjmrle de seu carrqgaoiento adien-
lados e o resto Icata-ae com oo conainoalarios
Almeida Gomos. Alvos & C. raa da CrS o. W.
Leiles.
Avisos diTersos.
H*je, ^ do eorrente.
Saunders Brothers A C. contiausro por inter-
ven?ao do.aRente Olivia, o sea leilo do gran-
(Je^sorlimtyjlo de fazeodaa inglezaj a ma
re
c ida
zcaztn contiguo a associ
praea, largo o Corp~gMito.
Grande laboratorio de la-
vagem
.r?od?m m,Ddar bascar a roupa lavada de ns
181,158, 42, 256,136, 87,124.139. 218.
LOTERA
As rodas da segunda parte da primei-
ra lotera do Gymnazio Pernambucano
andarao mpreterivelmente no dia sexta,
fetra 29 do corrente. Os bhetes acham-
se a venda na thesouraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e as casas coinnmsio-
nadas. As sortes serao pagas como de
costume.
O thesoureiro,
A. J. Rodrigues de Souza.
Aluga-se urna casa no Hooteiro com quatro
quartos, duas salas, cosinha tora, dona quintaea
murados com sahida para o rio e quartoa para
eacravos: na ruado Amorim armazein da Tra-
veseos Jnior &C.
,."" M?rU B ae p"l pese seus Qlhoa moi-
lo agradceme toda. petloaa que se dign"m
aeompaoharao cemiterlo publicoH.os restos 0
?..? 8dU ,,emipre ,e quim do Paula Lopea e de novo oa convidara pa-
ra assistirem a missa do stimo-dia terca-feira 27
nnTcrX."64 d" Bo-ViiU "' 8- P^cis-M de
bJH A,1"-48 o terceiro andar do sobrado do
Becco Largo n. I A, concertadoe pintado ha pou-
co a luga-ae por prego muito commodo: a katar
na taberna defronte.
irfr/uDr,,r?.do ,1Ur,de S*oto Antonio na ma-
triz da Boa-Vista, oaimagem pequea do mea-
mo santo, quem por gracejo ou devoto de maia
^ lirom v reatituir o Ihesoureiro da moama ma-
u^'gr?'* 00 ,in w aa ra-4a Coocordia
n. 15, declarase que pandse cbrio os alta-
1HH"a *,ei^ d8 WMl de P" e acbava alU
coltocada avmeima imagem.
iiZZ Pr,ctM-MIl u eanravo preferindo-ea
nrnoTteTdfetrC,: "" ^
Precisa-se de urna ama : na ra lova n 5-
oftVaTtlit^JtVl^-c^, *
Menino. .dvertrtWrrQKta^naoa r-
(toDe$eVr> idos lxiUrc>
-----m por tito a mesa re
pavidar ^ todoa m
a. rmloa a compaiacaram em seo
JSfW '* e<*torfol.^riato-
.. do4,S.daflaajaaicie uovembro de 1M1.-0 lecrttario,
FrsDeelino Bernirdo ,
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
rradarieGauiw.cirargiiodentistaJis1
todas as oparacoes da sua arta ocollocal
dentes artiiciaes, tndoeom a suparior-j
dadaaparfaicoquoaspessoasantandi-i
das lhereconhaeem.
Tem agua a psdentifriciosate.
Casa em Jaboato.
Aluga-se urna das melhores casas em Jsboato:
a tratar com A. V. da Silva Barroca, na ra da
Cadea do Recife n. 4.
Um segundo
andar.
#
Guerra saca sobro o Rio de
Precisa-se de huma ama para casa de pouca
fimilia, na ra de S. Francisco n. 18
Est para alugir-se o 2* andar do sobrado
da roa daa Aguaa-Verdes, e o V andar do sobra-
do da ruado Rosano da Boa-Viats: quem pre-
tender, falle na ra das Cruzes, penltimo sobra-
do n. 9, lado diretlo, quem vai da ra do Que-
mado para Sao Francisco.
Copeiro.
Precisa-se de um bom copeiro para servieo de
Noo n.^T drJ"Se '" d0 Tr,Piche
rta.AHqaem i'11" *m no?iln<>; cujosslgaaes
dever dsr, pode o procurar oa Estrada Nova, si-
tio do abano assigosdo ; adverlindo, entretanto
que nao se respoosabilisa por incidente alguml
Joa Aolooio ViUsecca.
Pardea-m no dia 20 do correte um aval-
lo rodado, carregado de carne secca, e no noio
da dita carne om capote, urna caifa o urna cami-
sa, ludo dentro de um sacco : rogi-se a toda a
pessos que o trer echado, ou deile noticia der
cara """ "* d* P"" '13, qtte *'""
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nossosi irmaoa a eomparecerem em nosso coms-
lorio domingo ti do corrente, as 3 horas da tar-
de, aOm de enoorporados, acompanbarmos a pro-
cissao de Corpna Chrlsli que tem de sabir de nos-
sa greja, e para o que fomos convidados por S.
Exc. Rvma. ; o rogo iquelles de nossos irmaos
que tiverem capas em seu poder e por qualquer
motivo nao possam comparecer de as miodar
enlregar ao nosso irmo thesoureiro. Consistorio
da irmandade 20 de novembro de 1861.
Antonio Angosto dos Sautos Porto,
, Escrivio.
Aluga-se urna raeia-agua, tem um peque-
no quintal em aberto, e em lugar fresco, preco
de 8 mensaes : a tratar com o Sr. Valenca un-
to a fabrica do gaz. J
Aluga-s a loja do sobrado n. 3 que ca
tem commodos para familia, e de pouco alu-
fve.nt.Td KmuLfre9C0 e 80cead. oBerece
a vantagem do banho na porta, quaodo se qoelri
usar aluga-ae por 14 meoiaes : a tratar com o
* v BiBncs,
.t~" A,8-M rmazem da rus da Sefazala Ve-
Iha que Oca por detraz da loja da ra da Cadeia
n. 18 : a tratar na mesma loja. ,
~ A* los Rodrigues de Souza
aluga eix-sitio do Monteiro, o qual
bastante fresco e tem bons commodos
Aluga-se o segundo andar da praca da Boa-
Vala : a tratar na loja de calcado na ra ds Im-
pera Iriz n. 46.
Manoel Alves
Janeiro.
Alngam-ae duaa casas' com commnnicacSo
em Apipucos. junto da poroa^ao, com banho
perto, por pre^o mdico : a tratar na ra da Im-
peratriz n. 47.
Preciaa-se do ama boa eagomnradeira para
ama casa eetrangeira : na raa da Crui c; 4.
Precisa-se de um caixeiro que ten ha bas-
tante pratica de loja de miudezas, a que d co-
nhecimento a aua conducta ; a tratar na ra No-
va n. 11.
. "T 5reci"",e de ini foitor B0 'Uo de A. V
de S. Barroca, on Passagem da Magdalena.
Irmandade
do Divino Espirito Santo,erec-
ta no convento de S. Fran-
cisco.
Em virtodedo convite de S. Exc. Rvm. convido
oa nossos cbariasimos irmaos para eomparece-
rem domingo, 24 do correte, as 3 horas da tarde
no consistorio desla irmandade, para encocora-
dos acompanbarmos a procisso de Corpus Chris-
ti. Secretaria da irmandade do Divino Espirito
Santo 20 de novembro de 1861.O aecretario,
M. Hoaorat.
Irmandade
acadmica de Nossa Seuhora do Bom
Conselho.
Em virlude do convite de S. Exc. Rvm. e por
ordem do nosso irmao juiz, o secretario desla ir-
mandade convidaos seus charissimos irmaos para
eomparecerem no consistorio desla irmandade
domingo, 24 |do correte, as 3 horas da tarde
am de encorporados, acompanbarmos a procis-
aao de Corpus Chiisti.
CfflttLTOIM IcviTOLHOflimTNCO
V no nono
D SIIIMO.L PJNMO.
Ra de Santo Amai o (Mundo
Novo) n/B.
Comultai todoa os dias atte 4 esdi ai 10 horas
al mato dia, acerca daa aeguiatos molaattaa :
aoiatio. Ui mulhirt,, mUs < dos rtaa-
K, wfesttot da ptllt, moUiti ti 4oiolkoi.no-
i*$ typkiliticaf,todai urUjteUi i f,lr,$,
f*brt$ xntermittentt$tt%a$ eom tqutnciat,
^ZMACU ***u maaawaasjiu.
Verdadeiros medicamentos ho neopathicoi pre-
parados eom tpdajaseaaUi^slaecoaaariaa. ia-
laUveia em seus effeitos, tanto m lintura.eomo
globoloa. pelo i procos maii commodoa poa-
N. B. Oa medicimentoa do Dr. Sabino lio
!!r!,l?Ml#TiT4l5*?,-a, Plrmacia; todoa
que o forem (ora della sao falsi s.
Todaaascarteins sao scom)anhadas da um
impreaao com um emblema, m relevo, tendo ,a
psV." 88lntea p.rav'rar Dr. Sabinot.'l!
Plnho, medico braailelro. Bst > emblema posto
'gualmente na lista dos medical lentos que se po-
?!-A* c,rtJir" io lava em esse impresso
""""do.amboratenbam natampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos
Sement de algo-
do da ilhade
Fernando.
Tendo-se reconhecido a superior ida-
de do algodao da ilha d Fernando, S.
Exc. o Sr. pretdente mt ndou rir por-
cao della para ser distril uida pelos Srs.
agricultores desta provincia, os quaes
porsiou seus correspondentes podem
manda la buscar na livra :ia n. 6 e 8 fia
praca da Independencia, remettendo
seus nomes e lugar da m< radia.
Aluga-ae a caaa terrea na freguezia da Boa-
Viala, ra doa Prazeres o. 14, so lado do hospi-
tal Pedro II, com muitoa com iodos para fami-
lia, retkfleada toda de novo : a ratar no Recife
travessa da ra da Madre de Dios n. 18, segando
andar, das 6 as 9 do dia, a das 4 s 6 da Urde,
prego commodo.
Sociedade ba icaria.
Amorim, Fragoso,Santos & (.ficam o tomare
saquea sobre a pra;a de Lisboa.
-- Aloga-ae orna casa em Beberibe : a tratar
com J. I. H. do Reg, na ra do Trapiche n. 34.
Precisa -se de om criado nacional para ser-
vieo de eozioba e compraa : oa ra da Impera-
iriz a. 12, primeiro andar.
O sbaixo aiaignado, em consequeneia de
nao ter anda apparecido o seu bscravo por nome
Luciano, fgido pela segunda v|ez desde o dia 10
do mez passado sem que at o presente teoba ti-
do noticias delle, querendo retirar-se para a
Babia sua provincia, roga a todas as autoridades
e capilaes de campo e a quem quer que o encon-
11?' ode cplora-lo a leva-Io casa do lllm. Sr.
r. Caetano Xavier Pereira Je Brito, onde ser
oem recompensado.Joio P. di Cerqueira.
Atten a An*^l eocheif" 'leo da ponte da povoacio
de Beberibe contina a receber carros o cavados.
Desencsminhou-seda ra da Soledade, oo
dia domingo 17 do corrente, tres cabras (bicho),
lendo duas vermelhae e urna preta (mocha}, e um
pavao, vindos do Rio Grande do Norte ha pouco-
quem dellas tiver noliels. e es tenhs retido, te-
nha a bondadede annunciar, que se pagar a des-
peza, ou dirija-se a mesma ra da Soledade n.
70, casa terrea.
3,000.000
D-se 3,0009 s juroa sobre hypotheca : que'm
precisar drrija-se a roa do C'bug o. 1 A. ae di-
rquem di.
Furto.
Craz, qaa sari aoaa
Na madrugada do dia 12 do comao i
do sillo na roa da Eaeoraaca a. 74 a
eom oa seguintea aigaaos: ct
es*#a prelaa, um p* o duaa
P reto, sem andaras, e esUva caraodo:
fKga e Uva-lo a caaa
StadaSeata
-- Precia*-* U 2 aa.___
Boriouameaio doa IraaaUMo .
Ur a sadaria da roa larga da !
- ~?Je *8 d eoCTu. dapaaa i
sr. Dr. juiz municipal da k* ata. I laaar
arrebatado por vaada Casa aaaaaMaa da
2 oaaas terraaa sitas aa raa do Geaia.
urna com 3 portas do freale ava4ia4aa tt
e oolra eom 5 jaoaHw '-
2:5O0O0O, cajai aasao va* i
da Jos Bar boza do Mkaada SoMaagm c
contra Jos Florencia da Olivaica a Salva '
vio Santos. a
Fugiram da aagaake Coacoici* a* aa aaa-
guia da Tracuonieai da caaiose
no dia 4 da novembro da 1810,
mulaloa eom os nomes algoaas
da nome Paulo da 45 aas
ou menos, offieisl da padrotre,
mo bolieiro, da cor auraaiada. uaollaa
aboa, rosto descarnada, alboa
bocea reculares, a as pooco aoe
media, o qual Um doaa dadaa
aleijadoa de um pan arico, Ka '
mnimo da mi aaaaerda com m
cima da sobrancalaa da sa daa i
Iris, roveaJaalo de eaa Ulna, a
com um caroeiabo cima aa tm_
dos deotca da fcaalo qucarado.faaado rr'imiaai*
ga torna-ie airogaoU. Bato aaiiwa i fitaai
rado e consta aada
para aa bandea da aaiaaada a
algumas pessoas, a quem lea dito I
lado. O outro, de aiaas miaja. car
r, uUllg. mi.|>utu>t, um aaiao. asa
lar, bem barbado, um r
e cantador, com 30 aaa___
a muito despachado ae aervice *'__
ce, com falta de denlas aa iraals, ceas
pouco apilombados e eayaaaaaa, Qaaa
hende-Ioa le ve-os ao dito eaaaaaa aa aaa
o tenente-corooel Joio Ceralsaatt
Wanderley, que genaroaamaeta mea
No litio da viuva Aaealeie iaaddal
Cs, na Torro, appareeo* aa dia M da i
um boi, o qual ser entrega* a
naea certoa, pagando a*
feito e o estrago que o asi__
Aloga-ae orna mei-egea aaa
do Nogueira, a tratar aa raa
Basiliaiao de
como testamenteiro do" tallecido
Fernando da Cruz, e '
respectivos bens, em Ttta do
que faz o Sr. JoSo Fernando da
como procurador oo gestor da
Sra. D. Joanna Mara das Dores.
que os credores daqueiie tallecido' i
sentem a elle seus crditos, juiga
veniente avisar aos mesmos credores qae
elle testamenteiro e :------*iassa "ja*
deu comeco ao respectivo
pelo juizo municipal da
desta cidade, ercrivo Motta", c
tempo competente avisara' a todos para
que juitifiquem seus crdito*.
mmodo:
a tratar m ra do Crespo n. 5.
* Ta V66'8*-8 um caixeiro de 14 16 annos
a;.iKrM p#tc"de ubttrn,; n ss-
Grande osequio.
Cordula Haria Mooleiro de Paiva(viuva d*Jo_
qaim Jos* de Pas; pede a>eeo. i'x2
carta de seu fllho cadete /oMotnf feardoVaT
drovjopalvs vino, *, RW ffie 1 Ter
hondada desedirijir 4 ra ttrW2*'
dar. pelo que fiehri *Wr*ate?r*ui
-. *^.** dor, o fciTo-
seguintes: alo
umaaar5.deo.Bdakrtto a carisTde alK
gVoaat: qwo 0 pagar levaao-o a cala aSma
.-JoaquImSlvdor Pesso.de
Qainleirtf. J Verds a. 8.
R*a
Siqueiri _
PoeUi-M
*"*n s* ** *a R^|rt *' '* -Ko 5S*
Aluga-ae urna meia-agua o. fu diaW
Ci o.l a tratar o. h, tfJ Soeego do frt
^Gabinete medico ci^u^gico.,
Ra das Flores n. 37. j
Serio dadasconsiltaa medlcas-cirurai-1
oaa pelo Dr. Estevio Cavalcanti de Albo- i
querque das6 as 10 horas da manhia, ac- t
cudiodo aos chamados com a maior bre- I
vidade possivel.
! Partos.
2.' Molestias do pella.
3.* dem do olbos.
*.* Idea dos orgaos geail.es.
Praticartoda equalquer operacao em
Jju gabinete ou em casa dos doentes con-
tarme Ibes Mr maii conveniente.
Irmandade das almas
do Recife.
u
De ordem da mesa regadora da irmandade
das almas da mauw.oaCoso-SaBto,**avidoae-
io presente a todos os nossos irmios 4 compare-
ff't* o "a T"1* rt*. domingo 14 doaorreo-
je, as a 1|2 horas da tarde, afim de encorporados
irmoeacompaohar a practlSaUo Corpus Christi,
para o que fomoe convidadoaipor.'S.^xc. Rvma.
Manoel Mara Caeapoe,
t ^. .iT. ^"aoaieria*.
a7 No .W*eato, detWd. aodiencia
do 111. Sr. Dr.juu Hafcfpal da 2.* vara, se b.
da arrematar por venda m ara;< pabttca so mOi-
mo. rMi ama eaaa taitaa sita na raa doa Acoa-
do-to^?Se"t^ro rav'salas&taJo, ^oj dHI^
nadf O. Marta dos Presares ^e Jess : o escripia
.Ch.2^?,D.p.od6,r d0 P0"i. do juisa Fvancfao
tiSfflu.-T? *' 'dfrod0^ Pr* I* ot
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreito do Rosario n. 32, pri-
meiro andar.
plaa dentes pela pressao do ar, por molas e li-
gadura,, e f. todas a. operaC6es de sua arte
hZSOSSteZi Brrend" eompraro engeoho
rina^ Mw'cD8 C0D,rc deGoianoa ou ar-
rendar o engeoho Souza na freguezia da Taauara
m.,P.r:i0C: da Phyba, oS meamo compr r
Derdarn."^ t"* eDge?h' Ptencente P,o
aik- d n 10 a^nd.?' d,nJfl"Se r' e,lre,U d0 Ro"
di Ta?o.r. 0 eDfeDh Tab na rreu
Aluga-se o sobrado da ra da Aurora hoi*
SmSRS herdeiros d0 flosd i""b.fg
,,RnAfB'^5, com entaa commodos na
k f- mih8,.: a trat" do Crespo a
5, oja de Marcelino & C. p
. wmrm
Preciia-se de um homem que tenba pralica de
agricultura para feitor: a tratar na ra da Guia
numero 5.
Caes d'Apollo
armazemn. 67.
Deposito do sabo
fabricado na saboaria da
Ra Imperial.
Os propietarios deste estabelecimen-
to, o primeiro nejte genero e o mais an-
tigo da provincia, acabam de estabelecer
noarmazem n. 67 do caes ie Apollo,
um deposito de seus bem conhecido
productos, consistindo em um variado
sortimento de sabSo desde a muito com-
mam at a superior e verdadeira massa
a preco de 100 a 20 rs. a libra confori
me a qualidade.
E' intil diier-te que o sabio tabri'
fiado neste eiUbelecimento, tem a pro-
priedade de lavar perfeitamente a roupa
em causar-lhe o menor damno, o qu
nSo acontece com muitoa outros, que de
^terioram opannb dimimtihdoattimaduj
Hrac^o,: a yerdado desta aiseroao as
cosxiprovada pela pretewricia que Hw
dso os^amfumidpre '
sfarat
_' mesa regedora da Irmandade do Senhpr
Bom Jess doa Pasaos, erecta na igreia do Corpo
Sen*..o*i4* a todos ujsii tmaoe para ao
'J** t""nl. aSaiy da Urde, com-
parecerem no cemiatartp da mesma Irmaadedo,
aflm de reunidos, icompinharem a proaiasiodo
Corpas Christi, para o que tamos convidadas pf
lo Exm. a Rra. prelado diocesano.
Ao publico.
Autunes GuimarSes desta praca
Jos Rodrigues Pinto Coimbrado'i
de Janeiro, socaos de coatralo ala i
ma Antunes Guimaries 4 C.
ao respeitavel corpo commerc
disiolveram amigavelmente a
particular que tinham I
tos de Abreu e Lima, ficando este l;vre
de qualquer responsabilidade futura,
porem sujeito a pequea liquidaco
esta data ; e outro um uectaraaa que
ta firma apenas deve a quantia de
4:085^380 nao vencida; besa comoq
continuamsem alterarloda
maneira'com sua casa
a mesma rzao de
& C.
Antunes Guimaraes
este
%VStsA
Attenco.
Da casa do abaixo assignaoo,
Santo Amaro junto a fundiqao do
fogio hontem a noite a negra
bem retinta, alta, magra, re^
ter 35 annos, le roa vestido bronco,
les pintado de azul, suspeita-sc andar
pela rui do Rangel ou pateo da ribeira,
podendo ser que partisse para a cidade
do Rio Formoso onde tem mi por aso-
me Hara de Rosario, liberta : rogase
aos capiles de campo a apprefaemcfto
da dita negra, que se gratilicara' gene
rosamenteO capitio, Hanod Porfirio
de Castro Araujo.
O capitio F. Rivire, da aerea traacn Mam
Parmtntter, raconheeende-io ieeexMo asi
por saos coosigoalarioa, eaarvMaaaa asee aa
co publiesda no Marte a rVreemsace U I
o proprieta rica de bascacaa a i
propostas no escriptorio sa a
nos al o da 23 ao meio dia, aera es
qae o dito navio nnresallar, mmn
el.r.r, aioj., ae o dito aaauacio
ha oullo a sem effeiie.
O exame de santos, ai
da Fringa Beata reaideacia, ala
do ; o capitio Dio podende por late
obter ainda do dito Sr. eeeeel asae
loe sao oeceasarias. Unte para virar esa'
como pan execucio doa eoaesrtoa aaa
gados odispeosavevs, alo pedia eepU.
fazr dito Dnuecio, que ella declara" hete
porqoe, feito seB a.loHsacie eeeselar^rlU nL
punha o seo navio < aerdar eaa aa "
dJtlavw^4L
Goilegio Bom Cooselho.
Esli abartaa par o carea aai
as aulas do geogrspbia, rhaterka,
o ingles. ^
HuiUL fHHBataa.
Aoeejaaaasarda dia 15 de liinall
do abaixo aasigaae asa laum ragle i
borraloaa atroz e sdiaate, eom rsetso
deco.e.>esri*ev^..'aam earvaae.
bella bastante er^pridaa eska meata i
panno da ourelo preto forrase de asar-
quem der noticia on asraasade-lo ao
pregado na mamiplacBo pelo +~~-~'?^H"&^+l}J'm ft.*
Parajoi

ara coobeeimento dos compradores
declara-se que as caixas conte&"W{
gumte U-aro-e^^ripaj oral-Fabricsl
ao sabao nacional roa imperial, Pernam- ______________________
bucoese vende.>M;M am aaossaaire e aaa-esras g asa as
de urna cixa Para ama. I^IBWuX?*9 *"** **** **"
*4 k
Pcecsa-aa
ra fazer todo o aarvico de eaaa da
"SrSlaW?*

\
<.


m**i mmawnp^ Mmw>-** mwn M Fi*r^*lVi?i'vmAe^ds leitej
na rua dos Pires n. 40.
LtrfKMMi de" BOHo avisa ao inaatmo que
ninguem contri u coa Jase de Aragao Ebla,.ao-
gredoiaoueciaoUi vend de urna caa ou de
outra quilquer basa perleneenle ao ca**l de aua
finad* legra, viito eetir-ae procodeado o io-
TeoUrio im cooclusao desto aulla toda
qualoer slleaacio (alta pelo inveaUiente, mol
acieocu e consent meato dos herdeiros.
Duirte&Soue sefeatHreom a panuco com
espeoalidsde m corpo de cora morete que rieeta
dita idmittirim pera sen todo o Sr. Paulo
Ferroin da Sttra os ana eotoaoUoknentoe de
molhadoa silos na na das Craua a. 36 e largo
do Carmo n^ fleando o ltivee passivd asar*
go da nota firma que gynr na razio ala Duir-
tetC. Recite 21 de novembro de i*M.--An-
toato Fermndes Otearte Alcaoida.~4aaa.ain Jo-
s Gomea de Soeza.relo Ferreira da Silfa.
Precia-ie da ana ana para eosinhar e
comprar oa tus, para caaa d hornern solleiro : aa
ra da Cadeia do Kecie n. 13.
Arrenda-se o engenho Timb I
iiteato do Recite .4 ieguas, can dase casa* de
viTeodi, caa de englobo, casa da purgar e ci-
aa da caldeara todas da lijlo, eaoenle e corra-
le, 3 leguas da malla virgem, cajas rendem an-
nual 1:4009 e mais querendo, careado de Tala-
do, moa o dito engenho. coto, mu la abundancia
d agua, vende-se com a Mira ao*a criada: quam
o pretender diriji-se a Correii I^mioi, na ra
do Livrameoto e no mesmo eqgeabo a tratar
com o Sr. Joao Gil Paes Brrelo. -
Roga-se aos seahoras afeaixo mencionados
o favor de viram a ra do Crespo a. 8 A a nego-
cio da seas interesaos, fisto oo se saber do suaa
moradas. *,. ^^
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Dr. ManeoUa Silva Bego. ,
Dr. Pedro Gaudiano Raii e Silva.
Padre Francisco Abres Abrales.
Fre Joao de Santa Cecilia.
Dr. Serpa Brando.
Capilo Antonio Fernando Rasoura.
Teneote Jos Igoicio de Medeiros Reg.
Dr. Antonio Heoriques deAlmeida.
Acurcio Jos de Medeiros.
Francisco Jos do Amiral. 2
Francisco de Paula Cavalcaali Waoderley.
"Telix de Araujo Albuquerque.
Jos Guilherme dos Res. '
Joaquina Pedro do Reg Brrelo.
Manoel Duarte Ribeiro Jnior.
Manoel Antonio Barbosa.
Miguel da Purificaco Gomes.
Jos Pedro Carneiro da Cuoba (estudate).
Jos Goigooio Paes Brrelo.
Aleaadre da Silva Tarora Veneno.
Jos Thomaz de Aguiar.
Joa Tbomatdo Aguiar Jnior.
Joao Baptista Moreira.
Francisco Jos Alves Guerra.
Joaquim Ignacio de Carralho "endones.
D. Joauna Mara das Dores, berdeira legi-
tima de seu finado Sitio Jos Fernando da Cruz,
convida a todoi aquelles que forero credores do
mesmo ptra que bajara de apreseolar oa seus
crditos a sea ilho Joao Fernando da Crui, resi-
dente na casa n. 65, segundo andar, oa ra Nova
desta cidade, e isso no prazo de 5 das, i contar
da presente data, aum de que a aonunciante me-
lbor habilitis, possa tratar do pagameoto dos
meamos credores. Recite 21 de novembro de
1861.
Manoel Ante
te ao resptilivel
negocia com a eea i
sem qne se entenda com* a pe
Imperial a. 37, iatodaao coi
{pelo trbaail do eomm>ric*dbi
da mesmi.
. "" UalliH
TA
Ami^u
TXSTA

: i n i
04
uro
Compra-se moeda de oiro de 20
Novan. 231<5]i.
Compram-ao escravos de 15 a 30 annos pi-
amelar 1 MP<'tar para o Mi' de Janeiro : no eadrl-
ll>IIitl WJ'JaMjuWi; t0r, de V*Doe1 A,Te* Georra, ra do do Trapi-
Compra-se urna reei-agua pequea ou urna
asa pequem, em qoilqner roa neiti cidade, oa
em (Rinda em boa rus*
Campram-se pitaeoes: ao roa Nova a. 13.
Comnram-se patacoes hespaohoes do cuoho
de Cirios III e IV : na ra Nova a. 13, toja.
AUGUSTA GASA IMPERIAL,
Retrato! por ambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, aobre talco, eipeeiaei para
polceiras, alneles oa cpssoletas. Na mesma
can existe um completo e abundanle sorlimento
de artefactos trnceles o amertanos para a col-
Ipcaco dos retratos. Ha tambem pira eite mes-
mo flm cissoletss e delicados alfinetei de ouro
i; retratos em phottjgrpbia das principies^'
.nageos di Europa; stereoscopos e vistas
oscopicas, assim como vidros para ambroiypo
~pbotogriphcis. i
ST4HL & G.
iTIATISTa DE S. 1.0 IMPERADOR!
aua da lmperaliii
numero 14.
Tencionando retirar-se proxi-
mmente desta praca participara
a amos freguezes e amigos como
m geral a todos que podem
precisar do seu officio, afim de
Attencjo
8
que os anounciarites podem ain
ida dispor para a execuco da
encommendas com as quaes
queitam honra-Ios.
Agradecendo nesta occasiao
ao Ilustrado publico desta capi-
tal o bom acolhimento das suas
obias, decidiram se a por estas,
ao alcance de todos intrduzindo
urna consideravel baixa na maior
parte dos seus predas e esperam
que o desfalque que disso lhes
resultar sera' compensado por
um augmento de concurrencia.

Yendas.
50 ARa da Cadeia 4o Recite50 A
3p00,5$000,6#000
3000e 1#800.
Manoel Goocalves de Ollveira Santos, vende
para a presente estacio pecas de cambraia traoi-
parante rauito finas com 8 i\' varas a 39200,
cortes de colletes de velludo que tem-se vendido
por 14 por 5f e 6$, camisas da liaho muito fi-
nia a 39, dita a 19800 a 3, ditas de ustao bran-
ca a 8$,.nada maia barato apperecam rapazeada.
Potassa da Russia.
Vendt-se potassa,da Russia da maii nova e
superi4rqeb no merca da e a preeo mallo
DB
'WfcfviiiJ Francisco dos Saotfe.
40-llt do Nmadt-40
Defrotite do becco da Congregando, letreiro verde.
VPNDtVSBOEGlNrE:
vJJJL
Para casamentas:
. leos cortes de vestido de fil ou blond de seda bransa com ramo e eapelli, o
moderno e auperiorque ha do mercado.
Para bailes. ; J >
Lindos oortes de veslidos^le fil ou blond de seda brinca bordados s branco e
mam
;cores
Macas.
Yeodam-te barriqaiahaa com mafsaacttegadas
ltimamente no filo, palo eco de 8f a barr.-
quinna: aa roa da Apallu, freaU do iheaUa.
Vnho
do Por lo superior, dito musca le carcavelos: ea
sa de Barroca & Medeiioa, na da Cadeia do
\1mmmmmsmmi.
l^aW^awaBjw^aajr ejam^paj 1
fnOd*: no eacripforio da' Manoel Ignacio d.=
que aproveitem do pouco tempo ollTei & Fiibo^largo do Corp Santo.
4BV vende-se 20arrobaa de velas de carnauba
pura bem eitas, pele diminuto preco de 10$500
por irroba: ni ra do Brum n. 41. Tambem
vende-se na mesma casa urna fabrica de velai
-em pouco uso, por proco commodo.
t
Ditos de Urlstaai branca bordados a brinco a cores.
Ditos da cambraia branca bordados a branco com malta elegancia.
Ditos do barege de seda de corea com barras e listas, oovos gostos americanos.
Saias bordadas.
Ricas satas de cambraia branca bordadas com o mais apurado goslo e mais fins
que ha no mercado.
Ditu de dita recortadas mais baritas.
Para baptisados.
Ricas cortes de vestido de cmbrala branca bordados com muita elegancia, o
; man moderno e mus superior qne ha no mercado.
Manteletes.. j.c
Ricos manteletes de aada de corea e pretos bordados e lisos com enfeites, bam
como arrendados,por procos commodos.
Lencos.
Ricos len;o de cambraia de linho baldados 3&,4| eSf ceda um.
Chales,
Ricos chales de touquim brancos bordados de ponta redonda ede 4 ponas.
Alem das fazeodas cima mencionadas lem um grande sorlimento de todas
qualidides, que nao .possivel menciomr-se pelo grande espaco que tomara.
as
s
(CASA
loja
Precisa-se ilugar um sobrado de um andar e
sota o que tenha quintal com cacimba : quem
tiver pode te dirigir a trivessa dos Acougui-
nhos n. 30, que se dir a pessoa que qaer.
Felipp Dom, Jos Dora e Joio Dom subdi-
tos Belgas retiram-se para o Rio de Janeiro.
Quem tiver um sitio com baixa de cipim
pira ilugar nos Afogados, ou em suas immedia-
r.es, annuncie por este Diario.
Aluga-se urna casa ioteiramente fresca, no
lugar da Torre, margem do Capibaribe: a tra-
tar na ra da Roda n. 30.
Jos Jorge Pinto, tendo de ir a Europa pa-
ro tratar de sua aaude, pede aos seus devedores
que maodem pagar o qne iba ealiverem devendo
u ra da Cadeia dttlacjfe n.,1.
Attenco
Adverte-se ao sujeito que por anouncios chama
a Albos familias toja n. 16 da ra da Impera-
triz, que com filhos familias se nao fazem nego-
cios, principalmente com aquelles, cujospiis lem
por maia de urna vez arredado das relacoes do
aonunciante ; devendo saber que le fcil Ilu-
dir a Albas alheias com asigoatura e papis fal-
sos, o nao Iludir aos que sabem conduzir os
tratantes detenjo, e os pancadaa casa de
doidos.
Na ra das Cruzes n. 35, preci-
sa se de um official de barbeiro.
Aranaga, Hijo & C. sacara sobre
o Rio de Janeiro.
PCH9KQMWSNS eMHSSKSMMS^
DE
Saude.
O Dr. Ignacio firmo Xavier faz publico que
tem reorganisado a'aua casa de saude, na grande
casa, propriedade do mesmo sitio em que existia
o seu antigo eslabelecimento dessa ordem, que
tica ao norle da estrada da Passagem da Magda-
lena, entre a sonto grande o a pequea do Chora
Menino, onde contina a receber doentes do am-
bos os sexos e diversas csthegoriis, afianzando o
melhor tratamento, ludo pelo preco mais com-
modo.
O mesmo doulor para mais commodidade das
pessoas possuidoras de escravos, ou qne se qui-
zerem tratar em seu eslabelecimento lem deter-
minado a diaria abaixo declarada.
As operaces terao por previo ajaste, e nao
faro saite das diarias assim como as conferen-
cias, e sanguessugas. rodeado o doeale tratar-
se tambem bomeopalhicamente, para o que ha
commodos separados.
O servico medico ser feilo pelo disuado cirur-
io do grande bospilal Pedro II, olllm. Sr. Jos
Francisco Pinto Goimaraes, e o dontor proprie-
taro do estabelecimeolo, pralicando-se ahi toda
e qualquer operacopor presos muito razoaveia.
Este eslabelecimento torna-serecommendavej,
j pela boa casa dexiue dispoe, cpnjo pelas coa-
di^es hygienicos em que ae acba situada, pro-
vado isso pelo crescido numero de doentes abi
curados.
O seu proprietario espera, .portanto, dos seas
amigos, antigos freguezes, e mais pessoas, a sua
cooperacao em bem do progresso de lo til co-
mo necesaario estabelecimento, parausado por
nao poder elle achar-se 6 sua testa, em virlude
de haver sido sccommeUtdo de urna grave enfer-
midade, porm hoje que se ach completamente
restabelecido, promette esforcar-se na boa ordem
de sua caa, e oa direceo do tratamento dos
doentei.
Diarias Escravos I96OO
2. ordem ftOOO
.. ordem 39000
Para a entrads dos doentes se deverao tratar
com o referido Dr. Igoacio Firmo Xavier, ni ra
Nova de Sania Rita n. 7, sobrado de um andar
com frente para a ribeira do peixe, ou no seu es-
tabelecimento a qualquer hora.
jCennotypo
Eate novo processo de pintura appli-
cado photographia excede a tudo o que
tem-se visto al agora em perfeicao e
apuro de detalhes e delicadeza das tintas
mesmo as miniaturas sobre marfim.
Parece um eaditlie 1
Pode-se garantir-lhe pelo menos a
doraco da pintura oleo, visto ser ira-
perraeavel nao 6 ao contacto da atmos-
phera, comoatambem humidade de al
modo que oio se altera fleandji qualquer
espaco de" lempo debaixo d'agua.
Outra grande vantagem desle estylo
de retratos e que a pintura nunca pode
mudar os traeos da photographia de modo
que a semelhanca perfeila nao depende
mais do pincel.
Os innuociantes tendo adquirido do
inventor o segredo desta preciosa ir.no-
vaco (da qual se poder examinar al-
gum espcimen na exposico industrial
aberta estes das no palacio'do governo),
apressem-se em por essas vantagens a
disposicao dos seas amigos e freguezes
anm de que possam anda approveitar do
curto espaco de tempo qne ellea tem de
demorar-se oesla praca, sendo filado
impreterivelmeate para o da 31 de de-
zembro prximo futuro o encerrameuto
dos seus negocios.
STAHLA C.
lotographos de S. M. o Impera
U RA DA IMPERATR1Z14
"^..Precisa se da urna ama pan todo'ierv
interno d orna casado poucafamilia : ni ra do
Colovello n. t,8.
Precisa-se d urna ama forra ou captifi,
nara o servido de cozinhar e comprar: na ra de
o)pera.dor n. 37, segundo andar, entrada a dl-
ita.
Da coeheira de Claadio Dubeox fortaram
Perderam-se tresbilhetes inteiros da 35*
loleria da casa de caridade da cidade de Nilhe-
roy de ns. 4354, 565, 1061 roga-se a pessoa
que os acharo obsequio de leva-los a rus do Ca-
rnario n. 9 a Joao Pacheco de Queiroga, que
recompensar.
Aluga-se o primeiro aodsr do sobrado n.
63 da ra Imperial, com excellentes commodos
para urna grande familia, e um armazem na ra
do Imperador n. 39 ; a tratar com Laiz de Mora es
Gomei Ferrein.
Irmandade de Nossa Senhora
Mae dos Homens.
De ordem da meas regedora convido a todos
os nossos charos irmaos a comparecerem no da
dis 24 do correte pelas 2 1)2 horas da larde
consistorio da mesma irmandade [igreja da Ma-
dre de Dos) aflm de acompanharem a procisso
de Corpus Christi como do convite de S Exe.
Bvm.0 escrivo, Jos Antonio Pinto Serodio.
Liquidaco.
Ra doyueimado n. 10, Ti
de 4 portas.
Vende-se panno verde, areto, azul e cor de
caf, corado 3*.
Caiemira preta superior qualidade covido
1600 e 19800.
Chiles de touquim para acabir a 10, 15, SO,
30 e 409
Superiores corles de seda o mais moderno que
tem vindo ao mercado a 90, 100 e 120$.
Sediahaa de quadrinbas e flores, superior fa-
zenda e moderno gosto, corado, 800. 18 e 1J>400.
Chaly, superior fszendi, covado, 500 rs.
Mimo do co, fizenda para vestido de ssnhora,
covado 500 rs.
Talmai e manteletes pretos 118, 80 e250.
Superiores vestidos brancos bordados a 20, 25
e 30J.
Cassas francezaa finas, covado, 240 rs.
Cortes de cassas de salpico!, um 3) e 3$500.
Cortes de seda preta a 25S. 30, 35 e 409.
Lencos de seda a 600 e 800 rs.
Lia de quadros psra vestido de senhora a ma-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdensple prelo, covado 19280.
Chales de merino bordados a 4|.
Chitas francezas escuras, covsdo 2(0 rs.
Meiis de ilgodao cr para hornera a 49
Cortes de velludo para collete s 39500 e 49000
Paletols de brim a 3 e 49
Chapeos de sol do seda pira senbori e meni-
nas a 3 e 4f.
Leques para senhora e meninas a 3 e 49.
Eiparlilhos para senaori e meninas a 3 e 49.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelinss de seda para senhora a 8 e 10$.
Camisai aberlas de renda para senhora a 2a e
3J00O.
Grosdensple amarello com um paoueno toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paletoi, caiga e collete de casemira, pelo bin-
iieimo preco de 259
Oroulas escocen, urna 10200.
Cortes de barege com duas asas a 8 e 109.
Cortes de seda escocesa, superior fazenda, com
13e 15 covados cada urna 109.
Camisas ioglezas com peitos de linho e com um
qaeno mofo, duzia 25$.
Paletols de alpaca, um 99.
Corles de casemira um 39500;
Chales de la e seda, superior fazenha, a 29500
Lencos de cambraia de linho bordados com bi-
co, a 39, 5, 6 e 89.
Ditos de dila para homem, duzia, 69, 8-, 10, 12
e 149.
Setim preto maco o melhor que tem appare-
cido, covado 39*
Chapeos deso de seda para homem um 69.
Ditos dito de dita iogleza para homem. um 93
10 e 129.
Baldes para senhora, um, 3 e 49.
Panno de linho do Porto com 12 palmes de lar-
gura para leoces, vara a 39200 e 39400.
Lencos de caabraia bordados com bico, duzia
a2$500.
Golliohas de cambraia bordadas, urna 320 rs.
Manguitos de dita ditas, um 19.
Camisas para meoioos, duzia 159.
Fil de linho bordado, vara I92OO.
Dito de dito liso, vara 19800.
Corles de brim de linho, um 19600.
Vende-s nm cscravo padeiro e tambem
forneiro, booita figura, robusto e possante :
quero o pretender, enienda-se com Narciso Jos
da Costa Pereira, no largo doCarmo, ou com o
Sr. Antonio Ricardo do Bego, em casa de quem
est o preto.
A loja da bndera
[nova loja de funileiro daj
ra da Cruz do Recife
numero 97.
Manoel Joa da Foaieca participa a
todos oaaeas fregaeaea unto a pra$a
cmodo mato, e jeatamoate aotoopeita-
relpublico, qaotomoa a doliboracio de
balsar o preco de tolas as mis abras, por
cujo motivo lem para vasdor m grande
tortimento de bahna a bacas, lado do '
ifferentesiimanhose de divarais eores [
em pintaras, e juntamente am aramia
| sorlimento dadivaraaa obraa, cooleado
banheiroa e gamelaa compridas, grandes
epequeas, macbiaaa para cali a cana-
cas para conduzir agua grandes a peque-
as, laias grandes pvra conservar lari-
nha e regadorea ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao aso do Brasil a
camas de vento, lats da arrobo a 1?,
bahsgrandes a 49 e 04*0 nos a tOO
rs., baca grandes a 59 soqueis a
800 rs.,cocos da azi 1 i| 1 dasia re-
gadorea regularea taaiUt borato, ditos
pequeos a 480 rs., do todos estes ekjve-
tos ba pintados e em branco t lado mais
se veade pelo menea preco poeaivel: aa
loja da bindeiri da raa da Craz do Re-
^ttJ&SWMSMMatt tttt ^a^atHasSMQ
Attencao.
Vende-se a coeheira da rua da Paz n.
1 A, com bons carros e cavallos, a di-
nheiro : adverte-se que e bem afregue-
zada : a tratar na mesma.
kRADOQEIMADO N?46
Sorlimento completo de sobrecsiacos de pinoo a 259, 289, 309 e 359. cuacos multo bem
feitas a 25$, 28$, 30$ e 35$, paletols acasacados de panno preto de 16 at 159, ditos de casemira
da cor a 159,18$ e 20$, paletols saceos da panno e casemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
crino a la do 49 at 69, sobre de alpaca e marin de 79 at 109, caigas pretas de casemira de
te 14$; ditos da cor de 7J> al 10$, roupas para menino de todos os tamaohos, grande sorli-
mento de roupas de brins como seiam calcas, paletots e colletes, sorlimento descolletes pretos di
lelim, cssemira e Telludo de 49 a 9|, ditos para casamento a 59 e 69, paletots brancos de bra-
mante a 49 e 5/, calcio brancas muito fins 5f, e um gran le sorlimento de fizendaa fina s e mo-
dernas, completo sorlimento de caiemirai inglezis para homem, menino a senhora, seroulas de
ltnho e algodo, chapeos de aol de leda, luvaa da aeda de Jouvin para homem e senhora. Te-
mea urna grande (abrlca de slfaiale onde recebemos'encommendas de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil meslre de semelhante arte e um pessoal de mais de
cinedenta obreiros escolbidos, portanto executamos qualquer obra com promptido e mais barato
do que em outra qualquer casa.
qui
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a A|.
Duzia de meiascruss psrs homem a
19200 e o par a 120 rs., ditoa brancas
muito Boas a 2$500 a duzia. lencos da
cassa com barra de coree 1120 rs. cada
Um, ditosbrincosi 160rs., beles da
20 e 30 arcoa a 3$, liaxinaa para ves-
tidos 240 o covido, chales de merino
estampados finos a .59 e 69, tarlalaaa
branca a de corea muito fina com vara
e meis de largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso a 640 rs. a vara, pe-
cas de eambraia lias fina a 39, casias
decores para vestidos i 200 rs. o co-
vado, munulina encornada a 320 ra. o
dorado, calcinhas para menina de escola
a 1$ o par, grivitiobis de tranca a 160
rs petos para camisa a 200 rs. cada
nm duzia 29, pecas de cimbris de.l-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francesas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
berta das6 horas da manbia aa ida
oite.
T I iliaTSf tlwr-"-^Tii TBTB iT
Cervqa.
Liger & Bier, em barril, superior
dade.
I DE $
SN. S, do Bom ConseIho.|
Esta' aberto o curso de phi- it
H losophia e geometra para as #j|
*H ferias. af|
##M#-a.itic mmmmm
Paeaia-aa da um caixeiro que lenha praitoa
de uberna, de.14 a 15 anaoi: aa rua das Cruzes
numero 1.
Precisa-se de urna ama livreou escrava pa-
ra lodo servido de pouca amilia ; rua das Cru-
zas n. 22.
- Precisa-sede um rapaz para caixeiro da
apa aso da melbedos, que d fiador a soi con-
ducta ; a Jralar no pateo de & Pedro n. 6.
Precisa-se de um pequeo de 10 14 aa-
Sis para caixeiro de um eslabelecimento de me-
ados, dando-se preferencia os maia novos cha-
gados : a tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
Leite purQ.
Na rua do Imperador o. 43, junios coeheira
ludio Dubeux, haver de segunda-feira
i de sexta-feira para laboado dous civii
b grlo. com'orslgwessegolntes : umTectf i
re.'baixo, aatinte greoso, com pequeas pintas
podre*si pescoco. topete e pona d'aguiba Bau ...
taradoi, toodo no pello marcas de oorreia de ca- #into lente euro de vicci, is 7 horas do di,
os j saredas inai boro *Uioia ; ApatrJl 5~ J> dMfl < corraal*. mz de novembeo
aaj?.gr.a*l*VC*B*aeo t>. ooo^aaiet,dxiaaa>: ffo lfarrematar em praca^lic. S&Sa
lo dweito, tendo as. cunas aparadas do mesmo S OVfioO; donott di eadWocii, os 'fofos
lado. i JWntes: Joaquim.de 9 annos, avaliatto
Alaga-te um armazem na rua do caes de
Apolla a. .7. con aJtooeo .oefBcieotaa ara
aualque eatibelacimento : a IraUr uopiUo de contri a viova e ioiocurtaMhdae bena do filte-
. Pedro a 4 cido ^mmendad|jlBMU]l Carvilho Pies
No dia 23 do correte mez de novembro ae de Andrade. "S"1'*
ba dararrematar, depola aooadionca OoDr- jwh _-A!ujam-se duas boas caas no Cacbaog a
itio de torras em %m,, >#& Woh.imAtbfton^Oo^Tl
a Boa-Vista, comfraoloj
e tai praca por exe*cu{io
maotoipaldaiavoiaj
lo Amaro, fregaezia
para o pateo da igreja,
de D. Emilia da Eocarnacio, e D. Josepha Msrga-
i, aonlra si berdoiros de Joao Pialo dos San-
tos, e a aloma praca.
Prda-se deirma-ama, q/siita crjzi-
BBf aompnr: Ot fus'ffafi^ &9
ISMttMaua faata; axlraiav di rua da Paz-DtnW
TraipisM-se a padsri da caxa
ou arreodise promrls e InSulhinio
m mesar,' T
Attencao.
Chegou ni rua doQueimado o. 39, loja de 4
portas melpumeoe imperial com 6 palmos de lar-
gura a 20600 o covado, o mais moderno e apura-
do gosto que se pode encontrar para vestidos de
senboras e meninas.
Pechincha sem igual.
Cambraia francesa e de cor a 20 o corado : na
rua da Iroperilnz u.,48 junio padiria friocezi.
Vtnde-se melado de um siiio, contendn urna
casa, com larangeiras eioutros arvoredos de truc-
la, junto ao sillo do Sr. Ribeiro, perlo di ponte
do Remedios landos de frente 95 pemos e de
fundo 365: trata-ie na rua do Brum n. 48 o si
botica do Sr, Torrea, no Terco.
Vende-se superior lebo em paes para ve-
jas e sabio, latas com salmo ; no caes do Apo-
plo armazem n. 67.
V^ode-ie urna armsQap de deposito, cons-
tando de caixs, balco, tudo bem prompto a
pintado da novo : os pretendemos dirijim-se a
rua do Livramento casa n. 32.
N. 20Rua da ImperatrizN. 20
O banteiro Duarte acaba de receber novo sorlimento de fazendas que retalha sendo a di-
nheiro aos legulntei precos como sejam : cassas bordadas propnaa para cortinados, bibados ou
mosqueteros a 1$600 s peci. cambraia grossa com 8 varas cada peca ptima fazenda para peneiras,
mosqueteiroi. saias e forro de vestido! 1900, musselioas largas das seguintes cores verde, azul,
preta, roa, encarnada e branca a 200 rs. o covado, cortes de riqaissioaaa lana escuras com babados
contando cada um corte 24 covados a 109 o corte, velludo de sede das seguintes cores cinzento,
verde, szul o prelo, excellente fazenda para vestidos de senhora e roupioha de enancas polo baixo
preco de 29600 o covido, cortes decambraii fina com silpicos miudiohos 1 59, tiris bordadas e en-
tremeios a 1$ a peca, golliohas bordadas muito finas a 19, chitas com algum toque de moto a 160
rs. o covado, peitos piri camisss brincos e de cores a 160 rs.
ARMAZEM
ROUPraFPA
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Queimado-40
Befronte do tmicto da Congrega$o letreiro verde.
Neite estabelecimento ha sempre um, sorlimento completo de roupa taita de
todas ss quilidadei e tambem se manda executir por medida rontade dos fregue-
ses para o que tem um dos melhores profaasorea.
Madeira
de pnho, vende-se na rua do Apollo n.
o i deironte do theatro, em porfi c em
retalho.
T
Vende-se sal muito alvo
commodo di mi Nova a. 69.
Sal de Lisboa.
e miudo por prego
10J000.
E' na rua do Queimado o. 89 loja da quatro
portas que se venda os malhoree chapeoa de so-
da de formas mais moderis e boro gosto.
ft
A^W
Veode-se as verdsdersauvai da Itamarac or
asaco cammodo. 00 deposito de aodr diC, ni
"~asiaastta'a. 11.
~Y,erde-se o sobrado de
um andar e soto situado na
rua m Cmlfe; 34, eontiguo
attflftjtt,- $r, te^nte-coron
w$*vnito$pr$ry defarias:
opattjo do Parai/o sobrado
n. 24, com Sltiatiaao Augusto
d'agai o. 50.
"""'P. de SooS Peres.

Casaca uo panno prelo a 40f,
35$ e
Soerecasacoide dito dito a 359 e
Paletots de panno prelo e d co-
rea a 359. 809, 259.109,189 e
rDitoa de casemira de cores a 29,
151.123.79 a
Ditoa de alpaca preta folla de
Telludo fraacezis a
Ditos do merino setim pretos e
de coro a 9J e
Ditoa da al pica, de core s 59 e
309000
309000
209000
99000
IO9OOO
Ditos de
Di los J
Ipil
pret|,
- de ti
' le cor dio preto
350
Dit
e casemira preta ede co
t2. 109,4$. T a 6*0oo
irDces^rrmJrjno o
preto ^ SflO,e7., 4#5Q0
3m branco e oe corea a
CafSoSga de
Collele da Tallado preto 1
re Usse bordados I'_
Ditos da casemira peala' e
rea lisos e bordados 69,
3*500
Ditos de setim prelo 59000
Ditoa de seds e setim brinco a 6 e 5J000
Ditos de gorguro de seda pretos
ede cores e 79, 69, 49 e 5J000
'Ditos de brim e fustio branco a
3$500,9500e 3O00
Stroulas de brim delinhoa 29*e 29200
.Ditas de algodao a 19600 e 19280
'Camina de peito de fustio branco
ede coree 1 29400 e 29200
Ditas de pello 00 linho a 59, 49 3*000
Ditas de aaadapelao Jaraneas o de
corea s 39. 29590,19 a Iffoo
Chapeoa pretos de mana franeeza
forma-4e,ut4ima moda a 199,
8$5O0 e 79OOO
Ditos de fellro a 69. 59, 49 e 29OOO
Ditos da sol de seda inglens e
it^mf ulitTit* Jiooo
Colsnnhos de lindo muito Anos
novos feitioi da ultima moda a 9800
Ditos da ilgoaio 9600
Keloglos {ejttmpalente & hori-
zontal 100$, 909, 80$ a 7|O00
Ditos de prata galTinlsados pa-
tento e horizontaei 1 409 e 30|00o
Obni de bur, aaore^ba a maloa
Mertjoajk, puicolni, routaa e
1 ata a
Toalbea da Uni duzia 10$, 69 e
as graac

Nova california
DE
Fazendas baratas.
Na roa da Imperatriz i. 48, juta a
padaria frauceza.
-ortes de cambraia branca com babadi- '
ni os 49 e 49500 superior 59, cambraia h- '
za com 8 1)2 vara 3$, 39500, e 49. ditas da 1
Es rossia 59, e 69, ricos enfeites pin se- J
nt ora 69 e6$500, sinlos o maia delicados J
pa a senhora 29500.39, chapelioa para cri-
an ;a gosto ingles 3c500,49, psra baptiaado
39, corles de vestido de seds Eacosseza da
bo litos gosto 129 esli se acabeade, ri-
co i lencoi de labyriotbo 19. IfSOO. chapeo
de sol para senhora da bonitas cores, lisos
5a cabo de marfim 59800, cortes de cam-
br ia brancos com Mor de seda 59. rises-
dc francez 200 res oeovsdo, completos
10 tmenlos de bildes de arcos 89, sorli-
m 'otos de meiis psrs menino a meatos
2C ) a 240 ris o par. chales da tarlatana
de cores a 640 ris, leacoi brinca eam bar-
ra 1 160 ris chiles inglezis a 180 e 24
di 1 francesa a 240 e 280 it. o corado
pe ;as de cambraia de forro com 9 Taras
a 9 : junto 1 padaria francesa a. 48.
Cal
virgem
fle Lisboa em pedra.
Ver de-ie a miis non a superior que ba ca
mrcalo, por pieco barillasime, aeteameoto co
largo lo Corpo Santo n. 19, trapicha da eomca-
nhii.
Chitas largas a 220 rs.
na loja do Pavo
se finissimis cbilss fraacaus com p-e-
loqae de mofo, nfflaneaado-so soltar a
ogo que se Isvem, por serem da edr Isas
v. o covido : na rua da lmptntrfz a. #0,
Gama & Silva.
tarlatana branca a 1$
i peca cea I Taza: aoa a Oooissod* a. I,
iegon< a tola viada do Bem rio.
a saeta
tobera
libo a 41000
pateo lo Faraizo
!f
do-je
a iravessi di
de 4 pofUs.
Attencao.
No alrmizem a. 40 do re da Croa
papel | in fornrialai a quartes, a
guarn io tudo do gosto rauito elegante e iatei-
raroeot i moderno, e por moito barita aran.
V nde-ie por prece eommodo, amaitM eam
atoa caj i de aodn a eel, bem aa
di Pisa ;em b. 16: eolre a aoate pt
de da p issgem ds Hagdilsaa, ia
lado di lito, dairoato 4a sitio a 8c. .-------
Candldt XiTlar, eom qasreaU palmea aa fraaie
e cento a lulo de lindo, a encestar aa eambi*.
^ftWrtos. & 4 ae#a pretaadac
ras df Qaeimado tr. 57 loia.


iario o% mniiuuto ^nmtuso ^iiw^mfHwu
#-
Francisco Fernandos Duarte
largo daPenha
.
... wk *. ?? MI.!
___
CotinurVse a vender neste armazem de molhados os
oo. a^ 8 d. ,J .JI-S P*1? eKe,a* Pr o novameote participa sos teai (mcuizm,
ni aJ.VJ VT*? ^oenenhoi e larardores, que queiram seguir, em inwwTnu
S?a ni """^P'"' P Tez sua. *commm*,Mu7fi3HJ?
ira pretiere, lio bem como ae risssem os 8n. penalmente; e abaixo mens onamo
S alia?a?!(eDlo.",ll ,Petr ,M h" D n,ercado rs a 1000 a libra en
MMiteigft fraile en muil0 n0Ta, 640 rf. libra e em tarril. w n
P ?i5 r.7S!?*J.^^ "* *><>, 2,680.
0 W00 ** mheda't to r.por a3#200, ditos do rapor passado
Quecos.Iwtoos.. auperlor tdae muilofrescae8a
enleiro se faz abaUmento.
Prexunto inglez
ment.
PrwnUo do reino 0 h. di
440 rs.
_ enecaoado e cojtelletas propriu pata fiambra a 800 rs. a libra.
* H1C o me,fc0r pei qua pfide haver pof esWr pMmp|;a ti> a hw a
Toueiiilio do roiuo 360 a 1bra d mota a9
GWtcts e palos But0 80T05 a 560 1}fcra
BanUa do po reo refinada a m
e em barril a 440 re.
JVzeV to uas mu o novas .n
. .; r a *I000 rs. a ancoreta. o em garrafa 320 rs.
Latas eom bolaxinha de soda M
am porgio ae f., .batimento C0Dlend dlff"ente8 qUald'des a l** 6
Maca de tomate..
duas ditas por 19700. D7a B,ercado em lal" de ama lib" W 900 rs., ditas de
Marmeladaimperialrf ,., a,
* i* lih,. o i de afamado Abreu e de ontros muitos fabricantes de Lisboa
19 a libra, em litas de 2 libras por I98OO.
rs. a libra, e
propiioa para fiambre a 900 ra. a libra, em porcia se ar abati-
bom aeste genero a 480 ra. a libra e ioteiro
aia alva que ha no mercado a 480 ra. a libra
simo. -
Fraseos cem agua Alarande embreada a
Dito superior, fraeeo mallo grandes
Duna de aabooetea muito fino a
Saboeete ingleses da methar qoalidadea
Ditoe muito grandes a
fraseos da agre celeste marte superior a
itos com chairo muito fino a
Ditos com banba de urco a
Ditos com oleo do. babosa a
Ditos muito superior a 240 e '
Ditos com banha muito loa a
S'toe com opiata de Labia a
itosdedilo de Piera
;c^o^rfficoranUa
Ditos cot superior agua de Colonia
Ditos convanacac perol*-a
pitoaoom,4itoil)*
Novelas de linha do gaz de cores a
Ditos -de dita encerada muito boa a
Ditos da melhor quatadade a
Carriteis de lioba de cores com 100 jardas
Nvelos de liona do gaz para marcar a
i.!/"'!" meiaa de corea para meninos a
Ditas ditos para meninas a
Ditos ditos cruas para meninos a
R0!*1***^ rM,M cnu*;""to encorpadas s 21480
& grande liquidacae da
&ja? do Pay&a,-
w da lm per a tr iz ft. 60
.2"ft
O rivalscb
riiafoQut
. nt(# i
* v conffiiuara
los* pey* aBMto de- "-^S
clarados, que na veiv
dae- bom'e barata
Brithania.
de
^njaSilva.
cnegar a este
eslabelsclmaato
; Um liado sortimento de csate de arias carea
equali*adea,'qa:T fMeJ _


m Vende-se brilhantina de qadriohos a 140 rs.
nlLuad.a lB,P"Hjizn. 60, toja do
S0t Parttr.-
>'u hu" qi?>Dr w veaaaOFBt aara
no patacaaaebauaealrtlavotaTadoTil nrad
^0 Wratr.z o. 60, loja do P.ao.
Musselina a duzentos rs.
o covado,
Vendtsa;mtfMe11t branca coar 4 meio pil-
moa-de largra a 200 eis o corado e ditis" de
cores matiza*** largura de chita 300 res o ce-
rado na ra da Imperatriz a. 60 loja do PoToi
S o Pavo ero li-
quidaco.
I Ricos slDtos dourados lisos e com lislinhas i
mq. 20500, calcinitas bordada
39600
160
110
240
880
40
rs.,
ss melhores qualidades que ha em Portugal a
libra, ditas em milo a 80U r., ditas com caica
'Ervilnas f raneezas
tambpm iom n..... melhores que se pode desojar em meiaa latas por 500
lamoem tero portugueza me latas enterras a 640 rs.
Chocolate franeez u u, ,.
* e hespanhol ebegado neste ultimo vapor" a 1IJ200 a libra.
InftSS&S propr88 para poditD a 8Q0 rj a ,.bra
oee de alnereiie
em latas de 2 libraa elegantemente enieitadas a 1J200 cada urna.
P ete superior de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em caixa a 74> rt.
L woo. K
\mendoss ctinfeitadas lt.
480rs.
Koxes e eastanYias
- para sPa a 60 1bra e em caixinhas de 6 a 8 libras se far abaUmento.
Aletria, maearrao e ta\ntrim tfa
^ .. ..as a400rs. a libra e em caia a 9.
ainna fr4nceza muit0 n0Ta a 240 rs a libra.
Farinna do Maran\*ao
w Aw.muuv mull0 al?a echer0M a^60r.
^ deengommar, oqaesepie desejar por ser mnito aira a 100 rs. a libra.
^lf muit0 n.ovo,e "SP0 a m llhr* e em PQ5o se ar abaUmento.
nado, t.n mf.?i tJbllc! que au5ndo-aea boa qualidade dos geaeros cima mencio-
nuociados P" q,eS S6 Pder iule" lodos 0S domaia *** aio oram an-
piladas muilo novas a 160 rs. a libra.
,,, ch'on Mosortmento de superiores bolcinhas de borracha
UDCa vista a 6i0, 800 e 1 cada urna : na ra da Cadeia do Recite n.
para fumo,
15, loja do
fazenda nova e
Centro commercial.
Panel Garibaldi
Superior papel para cigarros fazenda nova, ra da Cadeia do Recite n. 15, no
K^Guimaraes & Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Venden. Iiaratissiiuo.
a peca de 9 varas.
Gambraias brancas bordadas para vestidos de senhoras a 1
Organdys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores fazenda fina a 240 e 280 rs. o covado.
Manguitos e gollinbas psra senhoras a 2$ o par.
Golliohas ultimo gosto a 10.
Manguitos a 39O par.
Eolremeios ricamente bordados a 9f.
Tiras esireilas Ingas bordadas para enfeites de vestidos de 2a a 5 a peca,
Saiae bordadas de 4 pat^oe a 4a. MV ^ a 'Vi
Salas bordadas de 3 paoos a 2a500.
Saias balie de musselina com babados a 6a
Chapeos de palha de Italia para aaahora a 28
Ditos de seda para aenhora a 12y.
Manteletes de seda
o que ha de mais modernode diversas precos.
Ditos de l muito bonitos a 30$. i -
Vestidos braneos bordados a 298,
Ditos braocos bordados a 7a.
Chitas francesas de todas as cualidades a 280,300, 360 e 400 rs. o covado.
Madapolao de todas as qualidades a 4, 45O0, 5 e 7# a peca.
0ulr8S U fazendasde gosto e precos baratos.
~j---------,
eni-se
Colchas de f ustao
de lindos lavrores e muito grandes a 9.
Corles de'seda de cotes a 46f.
AlgodSo com 7 palmos^de largo a 580 a yWk
Toalhas de
o a 500 rs. cada ame.
Gapelbu.
Rico sortimento de eapellas para noiras.
Grosdeniples trrlt-coies eom algum mofo a la
' corado.
no armazm de fazeodas
de Santos Coeltio. irua
do QueimaJo b, 19,
esleirs da India, propfias para torrar salas e ca-
mas, de 6, 5 e 4 quartas de largo.
Leocoes, .
Leones 4e,bfisa5te ds ah. pito gra^l"frottllt*i n.tl aedW o>m.tan.'
Coberla a chioeza a l|8B0
-eoQaes de panno.da liehea.tR.
- Cambrain.
CamWale1 branca anHae; projria par* fortar
Vende-se am eice
e tem Ttedo ate
a trm cabriolet'por nreno di
Ditas diles brancas para senhert a
Caizia com phophoros de seguranca a
'{Mes de folha eem phopho'ro a
Dita de ditos de rea .-^L .
PesaM da traaea de la de toda* as corea a
fLoja das 6 por^
tas em frente do Li-
vramento.
a Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino aobrecasacos, '
f-J"' de casemira de cor de f ustao, ditos i
k de brim de cores e brancoe, ditos de-
j gaoga, calcas de casemira pretas a de'
P corea, de brim bunco e de corea, de san- I
Sga, camisas eom peito de aho miito ,
finas, ditas da algodao, chapeos de sol
de alpaca a 4 ceda um. I
Fuoileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarn os fregueses o msis perfeito, bem aca-
bado e barato no sea genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o jaca/anda.
BANHEIRUSdesoueses laananlapsL
SByiCOPlaS ideas tdem.
BALDES idem idem.
BACA ideo dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caizaa de todas ss grossurss.
PRATOS imitando em per(ei(ao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todaa aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e (landres para qual-
quer sortimento. n >
VIDBOS em caixas e retalho de todos os ta-
mandando-semanhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendaa de qoalquer natu-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
Fil liso e tarlata-
i na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso mullo fino e assim tambem
tarlataua branca muito fina, tanto urna couta co-
mooutra sao proprias para vestidos, nao s para
bailes como para assistir-se a casamentos. andero
antes que se acabe na ra do Quelmado n. 22
na loia da Boa-F.
Meias baratissimas.
A 2a400 a duzia de parea de meiaa brancas fl,
as para hornera : na roa do Queimado n. 22
n* loja da boa j.

Chitas a Veode-sefiaiemmaechilewfrancesas atraer
alegres,, fazenda que ~
Carras e carrosas.
Em casa de N. O. Bielder
A C. mocessores mi da ruz
numero 4
arcanos mu elegantes
Vendem-secarroa
pas com ranos desaino; tirmle1nrvendem car-
rocaapara condcelo da aaaacarelc.
I E' muito barato.
9 Cortee de vestidos de seda de bom
9 gosto a 503000
|b Casareque de velludo para ae-
fpv obora a 20SO00
t Chapaos da aeda para aenhora a 8*000
fj| Cortes de eesobraia branco deaal-
gx pico eom 8 1(2 varas do boa
g qualidade a i-ooq
V Organdys de cores covado a 40O
Q E outras maitas {aseadas que se vende
I muito barato.
2 Na ra do Crespo n. 8 A
LOJA DE
iLeandro Miranda
mmmmm*-m
m
it para meninos a i|000,
golliohas com manguitos a 18600, golliohas de
traspasso a lg, ditas sea ser de lrasp*so a 600
r*. luvas de seda em perfeito estado a 00 rs. o
par, chapeos deso de seta 'com franja maito de-
licados para stnhora a8#0Q, chales raides de
m*na-2|}500. dftos de rede bordados a 89 cada
um, manguitos de cambrai* bordados.muito (Idos
a too e lf. enfeites para ekeca a 5, para me-
ninaa a 640 rs.
ParajiQmem.
Vende-se na Iojs do Pavo um complete sor-
timento de reupas, como sajen : patitos de pana-
no o casemira de todas is cores, calcas de case-
mira preta e de cores, dirs de nrlm de todas as
qualidades, camisas fraocezas tasto para bomem
como para rapninoa por pre;os mats commodos
do que em-eotra qnelqaer parte. Do-se amos-
tras de todas asfizendas que em nossos senun-
cios se v, deizando ficar peohor : na roa da Im-
peratriz n. 60, onde tem am pavio pintado do
lado de fora, e para nao harer engaos de noite
tem um distico por meio de urna luz en qoe diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se liaziohas de quadros para vesti-
do, fazenda de apurado gosto a 280 o covado
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavio.
La chiueza a 400 rs.
Vende-se liazinhaa enfestadas a 400 rs. o co-
vado: na ra da Imperatriz n. 60, leja do Pavio.
Cambraias de seda.
Vendem-se floissimos cortes de cambraia
com dous babados e de aparado
4JMK) cada corte: na loja do Pavio.
Vestidos braneos.
Vendem-se finissimos cortes de cambraia la-
vrada com babados e duas saias. fazenda que se
vende em qualquer parte a 8*000 rs o Pari
est torrando por qaatro mil ris, di* j com bar-
ras bordadoa a 2^500, 3 e3#500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Cambraias de sal-
picosa 4#000.
Vende-se cambraia branca com sslpicos miudi-
nhos, tendo 8 ) varas cada corle, pelo baratia-
simo preco de 4*000, seodo fazenda que aempre
se vendeu a 7000: na ra da Imperatriz n 60
loja de Gama & Silva. '
vCASSAS LAVRADAS.
Vende-se cassas lavradas fazenda do ultimo
gosto pelo baratissimo preco de 3S500 : na ra da
InperaUiz n. 60, loja do Pavao.
Sedas a covados.
.-^e-:ser,gI6,(,enaDles PreU> muito ncorpado
a 19600, 1800 e 2*000, dito edr de rosa, azul e
amarello, sarja branca lavrada para vestidos de
noivas, e outras qualidades de sedas por precos
barat.ssi.mos: na rus da Imperatriz n. 60, Uia
do Pavao.
de
goato a
Leandro ( M-
randa.
Ruado Crespo n.% A.
Receberam pelo paquete frocez diver-
l sss fazendas de bom gasto, que
dem por presos baratsimos :
Borzeguina da Halles a
Loras de pellica de Jourin s
Cialoa de novo gosto a
Firelae para cilo* a
lollnhas e punhoe cora botio i
Jila* bordadas a 600 e
fledinhas fle gosto o covado a
ifitos^a rstro*j|oe '<)tra parte
, A^*. Ktoo
da outraa omitas qualidadea per bara-
tissimos prerjos.
Siiasa balo de crochet a 8*100
tss dita de clina a 6)000
Vestidos de cambraia branca bor-
t dada de 6f, 109 e HH0O
Manteletes de grosdenaple a 909000
[.Orgendjs de gasto covado a 400
.amUMM muia fazendas por precos com-
aaodos*
OiN
49
se ven-
131000
29500
2|000
l 29000
1|000
19200
31000.
IIEEL
tirando aortiraento de perfumaras, rou-
pa feita, chapeos para homem, aenhora e<
CTianca e lude se vende por pracoa ba-
ratissimo.
a
CHAPELINAS
6^000 cada urna.
Vende-se chapelinaa modernas enfeitsdas com
muito gosto para senhora a 69000 cada urna: na
ra da Imoeralriz n. 60, loja do Pari.
Lencos para mo.
Vendem-se muilo delicados lencinhos de cam-
braia de linho com labyrinlho a 29500, ditos de
?nn g08t0 a imita?ao ae labyrinlho s 800 e
1JO0: na ra da Imperatriz a. 60. loia do
Pavao. *
Madapolao enfestado a
tres mil ris.
Vende-se pecas de madapolao enfestado com
iz varas a pesa: na ra da Imperatriz n. 60
do Pari.
loja
Ir-
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes
mao, na ra do Queimado n. 65.
^Cwtoei de colchetearancezes com 14 pares a
tsrugs ajjj" dw,ri^s ftao ioitsado
Espartilhos para seafcegaj '
deram a 69, por *tm
I6
Trancas de lia para resudo,
Lampara bordar mnito fina e lindas co'resT U-
v que sempre se ven-
a peja a 40 rs.
OS.''pinta-
gosto p
WOdJco,
na ra
a 79.
ftssos com ampos ,s 46rs.
Liehas para lordsr, a miada a 40 rs
D^os' de*eee rWrftrjflnds, rhlArgrande a 14
^Ipparetnosde v ff-SdJeurados a 1960Q, 21.3*1
Caitas com alfrnetes'aToOrs.
*5*u coia 'finetas ssbeca cbats
Enfeites para se/rora mnito rirn
SlMos muito flrwa para senlrorL
Msias de uia- prU* para oat'
serenderam a9ee4drs.
Enfeites coni florea para senhora. a
Gotherea de metal muito 6oas Vttr
CarJoe d meamo metal a 49000 s diUia.
Phantasia asis mil ris
Vende-se muito ricos vestidos de fantasa com
c^e mut0 DOm 8t0' azendas del29000,
por 69000, na ra da Imperatriz n. 60 loja do
ra?ao.
Filos.
Vende-se fil de lioho bordado fazenda maito
Ana a 1000 a vara, dito lizo a 800 rs, tarlatana
branca e de todas escores a 800 rs. a rara na
loja do Pavio.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios de seda par meninos, fazenda
loj?0 PP.7i!?* : a ra dS Ito|Mir,,rZ D- M'
Cambraias lisas.
Vendem-ae pecas de cambraias lisas, fazenda
muito fina, com 10 e meia rass cada peca, pelo
KSSidi?!2?S pe.ca- dil88 de 8 e mela "* a
290M9, 89506 e 4g, dito* de 6 e fflea rara a 29
e 290OO a eece, dito* para forrtt tom 8 e mefa ra-
ras a 1J660 e 2|: na rea delmpenrtrir, loia do
Pavao. -r r-mgf
1 sm
Ipa a JO
m
:^5,!52?<,f,,D ,,?f* *"<*:' Vende-se nms negrinba enm terreno chao
k rr 5'.'"f M l: TC-
1 v^Wa-^^lrlio,.uMfcrjs **W Vcord**,
que fazem aa vezea, j Vle,A*ro too?*8Wa>y.s51r:
Pv|%
VttiMSS
Venoe-se 00 armazem de Jos Antonio Mo-
reira Das & C, rut da Cruz o. 26 :
Safras e tornos para ferreiro.
Ferro anecio em barra.
Liabas de carritel de 200 jardas.
Halas para viagem.
Espiogardas fraocezas muito finas em caizas de
per ai.
Ferros de lalo para eogommar.
Pregos francezes de todos os tamanhos.
Ditos batel grande.
Ditos de coostruccao.
Braco*grandes para balanza.
Espingardas Usarinas.
Clariootea inglezea.
Acaba dei
chegar
ao novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado sortimento de
roupas tei tas, calgados e fszendas e todos
estes ss vendem por presos mnito modi-
ficados como de seu costume.sssim como
sejam sobrecasacos de superiores pannoa
e casacos feitos pelos ltimos flgurioos a
269,289, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16|, 18J. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
joros padroes a 149.169. 189.209 e 249,
ditos saceos das meamos casemiras de co-
rea a 99. 109,139 a 14; dito, preto* pe-
lo diminuto preso de 89,109. e 12J, di lo*
de sarja de aeda a sobrecasacadoa a 129
ditos de merino de cordao a 129, ditos
de merino chinez de apurado goato a 159
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 10
ditos saceos pretos a 49, ditoa de palha d
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fuslao a 3a50o' 49
e a 49500, ditos de fustio branco a '49,
grande quaotidade de calcas de casemira'
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de cores
flnasa2500, 39. 39500 e a 4g, ditas de
brim braneos finas a 49500, 55, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 65, colletes
de gorgurao preto e de cores a 55 e a 6|
ditos de casemira de cor e pretos a 41500
e a 59, ditos de fusilo branco e de brim
a 39 e a 39500,ditos de brim lona a 41
ditos de merino para luto a 49 e a 4950G
calcas de merino para 1 uto a 41500 e a 51'
capas de borracha a 99. Pra meninos
do todos os tamanhos: caigas de casemira
preta e ds cor a 51, 69 e a 79, ditaa ditas
de brim -. 3# e a 39500. paletota sac-
eos de casemira preta a 61 e a 7, ditos
de cor a 69 e a 71, ditoa de alpaca.
obrecasacoa de panno preto al29o
14, ditos de alpsca preta a 5, boneta
para menino de todaa aa qualidades ca-
misas para meninos de todos os tamanhos
meios ricos rostidos de cambraia feito
para meninas de 5 a 8 anno* com cinco
babados lisos a 89 e a 12|, ditos de gorgn-
ha. J 5?e U,' a 5* ? a "tos de
brim a 89, ditos de cambraiaricamente
bordados para baptisadoa.e muitas outraa
fazendas e roupas feitaa que deixam de
aer mencionadas pela aua grande qaantl-
dade; assim como reeebe-setods eqnal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar o qu para eate fim
temos am completo sortimento deasen-
das de gosto e ama grande offleina de al-
jjBiaU dirigida por tm hbil mestre qoe
pela suapromptida eperfei5ao nadadel-
ta a deaejar.
fmm-mmmmmm
RuadaSenzala NoTan.44
V*nd*-sa em casada S. P Jonhston <4C,
allinsa silh5esnglezes,eandssiroseeastieaer
bromeados,lonas agieses, fio davela,chicou
paraesrros, amoniaria.arraiospara sarroda
ubi eious eavsloi relogio ide ouro paiantt
agraz.
MlltNNIOMt M9 fiH WMMNiM
Na ra da Cruz n. 10, casa de
KalkoMua Irmaos & C, ten ax-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de 1
engenhos, sendo correias para
transmittir mov ment, canudos
de borracha de qualquer com-
prime nto e groisura, pannos de
Isorracha, raxietas de fita, so-
bre^ditp, artigo, toiWim-M.lfp*s
1aaS>-jo(i*
RaDfreita45
Mollifico MrtiMllto.
Sempre^n^aendeaM* e 1
^o deste gnrbde estabeleeiaseede
recer%c^5rW,per9raea.
Hrtra.a Ma I
e calcad trances, ingle* kraeilettV.T
Homem.
leneguins Viciarla
a eoare da
v lu retas
> divesaarttarliiaiilliaiiil
I JehnReeaetl. '.^ .
Sapatoes Haotee (beUria iaetr*>. ,
paftaete.........
aapetes traae* (eeriagaesaa). t .
> (franceses). ....
9 entrada ata* (mi* eTtreJ. .
sewito chara* (aiasa aran). .
Senhoras.
drzoguini primor (Jaly). ....
blhsnW.a.....
gasa* alta.......
? Dalia.......
3i,.,14. ;
Sap.tee cea **Me (ieey)......
a fraaeeze fresqeiaawe. .
? M, 9t3-aITlratr.. .
E am rico lertimeat* de erara
aerro francs, marreqrias, arla,
rinbo*. fio, uiaaa rea., por sarsM
quer outr* por* vender.
~ Veode-aa um ailbeo qrass rere, tai rrr-
a.ao .^4. wu ur m rae rr laa-
erador, armazem n. 39. ^^
veslii
Ra da Cadeia n. 23.
Ricos vestidos de rata, de a
bordadas e de pbantazia. Bastaba
Rres, sedas de qaadrinbo* a de lista***cae-
af a de cor moderoas, cambraias crea H
de cor e bem assim outras fazendas
prias para restidos.
Manteletes e chapeos.
_ Superiores capas compridaa da i
rao, manteleta, taima* da cread, del
e de outraa maitas qualidades i
chapeos de palha enfeitados par
nbora.
Noridade.
Modernos enfeitaa de esboce,
pellica de Joaria. leqoes,
pentes de tartaruga,
para aenhora*
.1
de lraSrr.br-
prr-
Attenco
aa
Burros para Tender,
Espera-se brevemente de Montevideo
um carregamento de cerca de 60 a
100 burros, os preten denles queiram
apparecer na ra do Trapiche n. 8,
casa de Renry Forster & C.
Propriedade.
Vende-re ama prepriedade diatante dr Bsris
cinco legoas, propria para levantar aa* rareab
d agua para salrajar 2.000 para dr sissisi." ara
boas matas e capoeirea. sita aa fargaerJa de H
S. di Lu : qum prataaoar aviia-sr aa njaia.
baoia Rosa da mesma firgrezia a faUar crea
Thom Leso de Crter, 4ra7 la mesma, ra ar
lado do Corpo Santo n. 23. *
*."iass3ssftrs r*
pechiicba
Cortes de barege de aeda com 30 corados a 12
cortes de laa com 24 corados a 51 asar da ara
com lindas flores a matiz, cersdr a
cinhas de eolremeios com 3 lr2 varas
fino fustao de collete a 19900 :
mado n. 44.
809 rs.. ne-
na ras do Q
500e400.
O rival sem segundo na roa do Onelaardr ar-
mero 55. eali qneimando aa aegnirter i
por presos que s todos devem admirar i
las suas qualidades, como isaobem reier i
A ellas antes que ae acabrm.
G rozas de peonas da ac a 400 rs.
Rilas de mozinha, muilo finas s 500 rs.
Caizas com agulhaa frsneeaaa a 120 rs
Omas com sparelhes para divertir meadaer a
Ditas muilo finas e grandes a 500 rs.
Crozas de botoes de osio pequeos a 120 rs.
Ditas de ditos de louca a 120 ra.
Duzias de baralhos portugueses a I940O.
Tesouras muito finas para anbaaa 409 rs.
Ditas pira costuras maito finas a 400 ra.
Baralhos muito finos para voltarete a 240 ra
Agulheiros com agulhaa a 80 ra.
Caivete de aparar pencas a 80 ra.
Ditos com duaa folbaa a 160 e 240.
Pesas de tranga de lis de todas as corta a
200 ra.
Pesas de franja de lia de todaa aa corea a 800 rs
Sapatoa de tranca de lia finos a 19280.
Cartas do alfinetes francezes a 100 rs.
Caizas de ditos ditos s 60 rs.
Escoras para limpar dentea muilo finas a 200 rs.
asios de grampos superiores a 40 rs.
Cartas com col ze tes com de tei lo a 20 rs.
Ditaa ditas auperiore a 40 rs.
Didaes de ac para senhoras a 100 rs.
"iWlos de chumbo para meninos a 20 rs.
ofiadores para restidos com 4 raras a 80 rs.
izas com clcheles fraocezes a 40 ra.
artas de alfinelea pira armador a ICO rs
los de coraf d rali a 640 rs.
arnteiras mnito finas a I90O.
[50 A-Ra da Cadeia do Recie-50
500, 1S, 250G.
41590 e5|.
Manoel Gonsalvaa da Oliveira Saalra,
acaba de arrematar urna porfi da fa-
zendas muito barato e por iato vende ba-
:, rato para vender muito, rende mnito pa-
ra vender barajo, grvate* de aeda a 509
S.. ealelte do ridrUbe oaauUa rezad?
"dl faV
d) a 49600 e 5|, reaim. a este rete bale- !
rM
Vendem-se .cj^rtajioi proprios
i paV bahuleiros, f unuiiro*c. ar4flS0t
pretenda djr^|| a esta t
quem ostem
stroeessore
TdlogWs par
m^

V*ad*-ia smeabarrJrjbMtoa Patar fl.-
la do Vigario 3 am bailo lOTfnaata k
Ir al
rbaadoo faW.camae dr tivarnooi-____
Ciao?!,f** d-1W?,l*trl^,lft*P^i
AUenoao.
raaa^rraplckaa.4e,dBraa*a t^ta1!: a
Rooker 4C. aiiata am bom eortimento srl-
-
r-


- *
****** ttfmttMtfc'MiiifeBo iMnmuuttxii mu
ob
Na loja da arara.
Vende-se peca de madapolio fino enfettado
a corte de casemlrs pceta pa clea a 3500.
ditos enfadados e de corea fioai *I500, cortes
de fuste* para .calta.* lJjl-20. cortea de btu de
corea a 1J280 e lfBOO, eassas fiaas a garibaldi a
280 e 320 rs, o covado, groadeoaple de cores pa-
ra vestidos a 1&800 o covado, panno preto para
calces e paletots a 2f e tJ500 o covado, saiaa da
algodo para bailo a 89500, bailo de madapolao
a 8|. ditos de 20 a 30 arcos a 3 e 3|500, lanzi-
nha enfestada a 400 rs. o covado. alpaca de co-
S!.p;^., P i ,ot 40 OTedo, ditas a 160 e
180. ditas largas a 220. 240, 260 e 280 o covado,
e outras maltas fazenda que ae vende baralis-
simo : na ra da Imperatriz loja da arara de 4
porta n..56, est aberla at 9 boraa da noile e
lem a noile un wlogio com letlr.s em que diz
Arara n.56.
Folha de flandres.
Vende-se superior olha de flandrea em caixas:
no eacriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira 4
runo, largo do Corpo Santo n. 19.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Vendem-se nissimas cassas garibaldinas sen-
do estas cassas as mais modernaa que tem che-
gado a 3S0 rs. o covado : oa rea da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & Silva.
Gomma de mandioca.
Vende-se gomma de mandioca muito boa, da
melhor qualidsde que b no mercado : na rna
da Cruz n. 26, armazem.
J A. verdadeita lquida- g
# ao de todas as ta- @
zendas, roupas f i- J
H tas t miudexas da
ra do Cabug n.#
Burgos Pooce de Len, liquidalarie
da extincia firma de Almeida & Burgos,
tendo de satisfazer a segunda prestaco
aos credores da mesma firma, d'ora em
diante passa a ezpr a venda ainda por
menos do que tem a onuuciad o, com maior
abatimento do cusi, smente para
apurar dioheiro, grande sorlimento de
fazenda* para seohoras, horneas e
crean ca.
' aproveitarem-ae para a feata.
Magalbaes Mendes.
fcataado em-llquldacao e recebando diversas
qaalidaes de fazeodas novas e filo desejaodo
demora-las espora a venda pelo dimine te preco
para acabar ricos cortes de lia de duas salsa
cosa 22 covado, dito de gorgurao de soda de
qaadros com 18 covados, cortes de orgeodys
garibaldi fazenda muito fio* com ddas saiaa e
barra com 24 covados, ditos aem barra com 16
covados, cortes de chitas Ansa imitacio de 18a
com 13 corados 2J500. cortes de riscai'o finos
a 2f500, ditos de riscado a garibaldi a 2*800. cor-
tes de chitas francesas escuras e claras a 99500,
ditas ioglezss a 18500, corles de cambraia de
de (lpico a 2$ e 39, pecas de cambraia finas
a 19600, 29500 3 e 39500: na ra da Imperatriz
loja do arara de 4 porta* n. 56.
Um rico carro.
Vende-s nm rico e elegante carro mui bella-
mente preparado : no eacriptorio de Manoel Is>"
naci de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
i-ieteena
-oual i tvs>
ii..
, 36, rea das Gruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
m
SYSTE MA MEDICO HOBELLOWAY
PI LULAS H0LLWOTA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
raenie de hervas medicinaos, nao conten mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
dosaneigar o mal na compleicao mais robusta;
enteiramente innocente em suas operac,oes e ef-
feitos; pois busca e rernove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazas
que sejara.
Entre milhares dapessoascuradas.com este
remedio, muitas que ja estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do inultimenle todos os oulros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-sea des-
csperagao; fagam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintas enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
A reas ( mal de).
Astbma.
Clicas.
Con vulsoes.
Debilidad ou extena
cao.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
HemorrhoiJas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
I n fia m maques.
Irregularidades de
mensiruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrucc,ao do ventre.
Phtysica ou consump-
cao pulmonar.
RetenQo de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios,
Tumores.
Tieo doloroso,
Ulceras.
Veneres (mal)
Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do thatro a A$
a arroba, meia arroba a 2#500
e a 160 rs, a libra.
Vende-se gaz americano de primeira qua-
lidsde, em latas de 25 garrafas, na razio de 15$,
assim como latas pequeas de 5 garrafas : o
caes do Ramos ns. 18 e 35, e na ra do Trapiche
numero 8.
Chumbo
Vende-se chumbo de muaicao, a dioheiro a
219 o quintal, e arroba a 59500: no eacriptorio
de Antonio Gezario Moreira Dias, no Forte do
Mattos, roa da Moeda n. 27.
Venda de loja.
Vende-se a muito acreditada loja de miudezas
sita na ra da Imperatriz n. 82, sendo esta em
urna das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por veoder-je com o
sorlimento, de forma que o novo comprador nada
precisar comprar ; vende-se a prazo, conforme
se convencional : a tratar na mesma rna n. 46,
loja.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irruios, ra do Amorim
numero 35.
Souball Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seo crescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s peasoas que quizerem
possulr um bom relogio de ouro oa prata do c-
lebre fabtieante Koroby, a aprovettar-se da ep-
portunidade sem perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prego no aeu eacriptorio
ra do Trapiche o.28.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisaco e refinado
de assucar.
Deposito na roa de Apollo n. 6, e praca
da Boa-Vista n. 26.
Este importante estabelecimento contina a
fornecer aos seu innmeros (reguezes do alvo o
puro assucsr crystalisado, em p e em pies, 1.a
e 2.* qualidades, pelo.prego de 140 e 200 rs. a
libra, e do retinado a ICO, 120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador ter um descont
favoraveh Nos mesmos depsitos tambem se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vio animal em p a prego commodo.
Novo destino do
torrador!!!!
23-Largo do Tergo23.
Vende-se manleiga ingleza especialmente esco-
llada a 800 e MO rs franceza a 640 9 a 600 rs.,
assim como se torram outros muitos gneros, co-
mo seja, caf, arroz, azeite doce, velae de esper-
macete e carnauba, etc., etc., e se acaso alguem
duvidar venba ver : a dioheiro vista.
Peta daBussia e cal de
boas
que
A, Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus
guezes que tendo separado a socidade que tinha com seu mano, acha-se de novo estab
cido com dous a celados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Goi
le Souza, e oSr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro narazo de Duarte fc Souza, e osegu
na de Duarte Almeida blico, nao a na Urjipeza asseio com que se acham montados, como em commodidade dp.
preco, pois que para isso resolveram os proprietaros mandarem vir parte de seus gene
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offereoer
ao publico urna vantagem de menos 10 portento do preco que possam comprar em outra qualquer parle, por isso desojando oa propietarios ac
tarem seus eslabelocimentes tem deliberadogarantirem toda e qualquer qualidada da gneros vendidos em seas armazens, e assim j poder v,.
publico que pode mandar'suas encomraendas, mesma por pessoas poueo praticas, em qualquer um deslesestabelecimentps, quesero tao bem s vi-
dos como seviessem pessoalmenle, nacrtela de nunca acharem o contrario de no|sos annuneios, e assim fundados nes vantagens que ofJerecetoos,
pedimos a todoaos seihores da praca, senhores de engenho e lavradores que mandem ao menos suas encommendas a' primeira vez, afim de ex >eri-
mentar, certoe de eominuarem, pois que para isso nSo pouparao os propiiurios foroas para bem servirem aquellas pessoas que frequentarem n ssos
estabelecimentos, abanto traoscrovemoaalgumasadioSes do noesos prac.os, por onde ver o publico que vendemosbaralissimo, attendendo as
qualidades de nossos gneros. '"'
Manteiga ingleza especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em pocio a 760, reeommeBda.se aos apreciadores destete genero1
mandem ao menos experimentar, serios de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
ryi, 6Za a IIMni0r do mercado 84* ""libr* e ** barr 8*- yssoil e preto 0 melhor do mercado de W700 a 2880 em porcio ter abatimento, e afianza-ce a boa qualidade.
Presunto ambre inpjer e hamborguez a 900 rs., a libra e em porcao a 800 rs.
FresuntOS portuguezes vindosdoPonode casa particular a 560 rs. por libra einteiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores da Lisboa premiada as exposic5es universaes de LondTes e Paris a 1800 a lata.
Caixas COm estr^inha pevide e rodinha 7#000 a eawa e 800 rs. a libra eem porcao ter abatimento.
Latas de ameixas francezas com cinco libras a 4000 e 1000 a libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libra., as melhores do mercado a 2*500 e a 500 rs. a libra o eaixa de urna arroba a 8500.
Espermacete superior 7M ri. em calxa e a 760 rs., ,Sbra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas a eoo e soo rs. o frasco.
TVlinaS portuguesas e francezas a 800 rs. o frasco afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mereado.
Lata COm bolaxinba de SOda de diversas qualidades, a muito novaa 450. agrandes de 4 a 8 librasde2&00 a 450.
nrLeragai'"Du,qu!dd Porto' Porto fiD0* enaioo, nctar, CarcaveHos, Madeira seeea, Feitoria e Camones a 1200 a 1300
a garra la e a 139 a duza.
VinO em pipa proprios para pasto de 500 a 600ts. a garrafa ede 3800 a 4800 a caada.
Latas COm fructas de todas as qualidades que ha en Portugal de 700 a 100U a lata.
era em CaiXaS de 4 a 8 libras a melhoj que so podo desejar e lera vindo ao mereado de 49 a 6 a caixa e 1280 a libra".
LOnntniaS em fraseos de 1 1(S a 2 libras de 1*600 a 2?f200.
S COm peixe Sa Vel pescada e outras muitas qualidades o mais bem arraujado que tem vindo ao nosso mercado de 19400 a
ta a melhor que ao pode desejar a 320 rs. a libra, e 120 rs. a libra de gomma.
Vendem-se oengenhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na fregueEia o'e
S. Sent comarca de Porto
Calfo e provincia de Alagoas,
o prjimeiro tem casa de enge-
nhoj e poucas obras, porm
safr|eja quatro mil pes, o se-
guido tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quejm pretende-los dirija-se
amada Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra c om quem tratar.
(Iracas a Deus.
J se pode fazer mimos.
J ae pode fazer mimos.
J se pode fizer mreos.
J se pode fazer mimos.
um garam alnal as esperadas macas no elo,
,,4o se vendendo pela metsde das que se veo-
, !eni a -16.0 eolbids : no grande de-
positi i de Solr 4 C, ra eatieita do Rossrio nu-
e esli
diam
mero
11.
1*600
Frascos de amendoa
com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e desuperier qualidade a 39 cada um.
Exposico
DE
Candieiros a gaz,
O troqrietsrio da nova exposico dos candiei-
ros a gaz aviia so publico em geral, que se acba
emflr wrl,do com grande e variavel sortimento
de ci ndleiros desde o mais barato al o m.s caro
aasin como um grande deposito de gaz idroeenio'
verdiideiramente econmico, reconhecido verda-
deire mente por todos os consumidores : na ra
Novs ns. 20 e 24, Carneiro Vlanna.
Neista mesma exposido se encontrar um va-
riavel sortimento de riquissimos qusdros de todas
as qualidades que por goslo se pode apreciar os
seus desenhos, um riquissimo sortimento de
qumquilnanas, contendo entre ellas riquissimos
yavatonoa para quartos (gosto chinez), um varia-
lel sortimento de balaios com todos os preparo*
para viagem, contendo pralos, facas, copos e eu-
tros frasco psra condicionar, ferros de engom-
mar a vapor, machinas de baler ovos a vspor
machinas de fazer caf a vapor, eapiogardas de
dous canos tronzadas e de alcance, mappas del
mundo, e outros muitos objectos que se vendf m
jpo recos diminutos para acabar: ra Nova
numerlo.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja do pavo
Acaba de ebegar a este estabeletimento pelo
vapor francez um lindo sortimento de gorguroea
de"sea, fazenda ainda nao vista neste mercado,
que se vende por preco baralissimo, por estar
muit) prximo a fests, assim como lindas raar-
quez obas ou chapeozinhos de sol para seuhora :
na raa da Imperatriz o. 60, toja de Gama &
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
enea negadas de sna venda em toda a America
do Snl, Havana e Hespanha.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instruc^o em portu-
gus para explicar o modo da se usar destas pi-
lulas.
0 deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
gi m casa de Kalkmann Irmaos
^ & C., na ra da Cruz n. 10, exis-
A te constan te caen te um completo
3k sortimento de
/ Vinhoa Bordeaux de todas as
^ qualidades. |
&k Dito Xerez, em barra,
aa Dito Madeira em barris e caixas.
& Dito Muscatel em caixas.
g| Dito champanhe em gigos.
^ Cognac em barris.
^| Cerveja branca.
sk Agua de Seltz.
a Azeite doce muito fino m caixas.JJ
3| Alvaiade em barris. ga.
a Cevadinha em garraoes.. S
Arado s americano te mchina-
paralavarroupa:emcasadeS.P.Jos
hston 4 C. ra da-iemala n.42.
s
i
s
No bem conhecidoe acreditado deposito da raa
da Cadeia 4o Recite n; 12, ha para vendar a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
padra ; tudo por presos mala baratos do que em
outn qaalquerparte.
INDICIO LOW-HOOH
Roa daSenzalla Nova 1.42.
Reste estabelecimento continua abavaim
completo sortiaaan to dmoenda seaaeias moen-
daaparaeageaho,aacbinas de vapor ataras
te ierro batido e coado.de todos ostamanbos
para dito,
Hoita utten(?ao.
Franciaco Antonio Correia Carioso tem para
vender em seu estabelecimento de fundigo e
caldeinria da rna do Bren a. 84, oa objectos
abaixo declarados, que os vende por pceco muito
coamodo a saber :
Urna moenda inteira grande, chegada ha pouco
de Inglaterra, da melhor e maia forte construc-
;ao, propria para vapor, ou para aer movida por
agua.
ferro sueco em barras largas da melhor qua-
lidade, e por muiio menor prego qae em outra
qualquer parte.
Trilhoa para estrada de farro por preco bara-
tisilmo.
{toco em folhas, proprio para cobrir telhados
a terracos ,
Canoa da chombo para enoanamento d'agua.
Ditos de farro balido pera o mesmo fim.
Chumbo em barra multo maia barato que em
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560 a eanada. "
tominho e erva doce os mais novos que ha no mercado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eeva doce.
VinilO Bordeaux de boa qualidade a 800 e 1 a garrafa e de 8|500 a 109000 a duzia,
AlaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr tmeira vez a nosso mercado, de 19 a 19280.
?i\Si sor*1"as cm ameixas, amendoas, passas e figos, o que ha de mais proprio para mimos, de 1*000 a 5*000 rs. por caixa de 2 a
12 libras, e 400 rs. a libra dos figos. r
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa a i 6000 a duzia da branca.
Vinagre puro de Ksboa a 240 rs. a garrafa e UP850 a caada.
Doce da goiaba da Casca em caixao a 19 e em porcao a 900 rs; ^
Azeite doce purificado a SOO rs. a garrafa e 99000 a eaixa com 12 garrafas.
Gognac a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e 10*000 a duzia.
Quijos SUSSOS chegados ltimamente a 500 rs. e em porcao teiabamento,afiana.se a boa qualidade
Genebra dC Hollanda a 000 rs. o frasco a 6*500 aJrasqueira com 12 fraseos.
PalltOS HxadOS para dentes a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 39OOO a greza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mereado portugus, heepmhol e franeez de 1 a 19200 aibra.
Azeitonas as menores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 1*200 aancoreta do Porto, e a 2*000 as de Lisbea;
Amendoas chegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcio ter a batimento.
AlpiSta o maulimpe que tem viudo ao mercado a 160 rB. a libra e 5*000 por rrob.
A lm dos genero annnnciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
8 Vende-se na loja de Nabuco & C. 1
la Nova n. 2, os mais modernos chapeos
U de palha a Traviata psra senborjs, ditos
P a Garibaldi, ditos a Cavour, ditos de seda
a turca para meninos, ditos de palha a
Garibaldi, ditos a hespanhola, e de ou-
tras muitas qualidades tanto de seda co-
mo de palha que se vendem mais barato
do que emoutra qualquer parte.
Nabuco S L. com lojs na ra Nova n.
2, receberao pelo ultimo navio um lindo
sortimento de enfeites de troco com vi-
drilhos, ditos de retroz preto e de cores,
(itos de litas e flores, ricas grintldas pa-
1 a noivss, e outros muitos enfeltes que
se vendem birato;
Rap francez
Vende-ae na loja de Nabuco & C na
ua Nova o. 2. rap francez a 3S a libra.
Tahas.
Maior redcelo nos preeos para acabar.
Veodm-e do anaa de Brasa Son & C.
na ra da Maeda, Uixa de ferro cuado do mui
acreditado atricante Edwin Mavr a 100 rs. por
libra, M mesmaa que ae veodiam por 120 rs.
Vendas de predios
Vendem-ae quatro eaaisaerreaaartaa na villa
da Esead. na ra da Batas: nenvo **<
dirija-se a ra do Livrameoto m. 24 e aera tratar
na mesma villa tato seu propietario Joio Cr-
azaAJmot*,----------
JoM .OHJM l A'.'
outra qualquer pacte.
Torueiraa da broasi
Torueiraa da bronze de todos oa lmannos, dito
rame da lati de varia grosuras, dito dito.
Cadlaeos par fundifio, dito dito.
. No mesmo estabelecimento fabricam-se machi-
naa para vaper, obras de ferro, bronia, ou qual-
quer ooUa natal pera navio, mocadas para en-
geaboa, e outra muitas ebrae, ludo a contento
o que as desejar.
I quasi de graca.
: ChspeWn francezas de sed, como de fil, ri-
camente entallada, para as seoboras que quize-
rem luxsr com pouco dinbeiro, por todo preco a
aa*er:de3,48.9el0|lll
Luvas de pellica de J ouvio para sonoras e n
nin, sendo branca e cor de cinn a 1 III <
na loja de ftzendas qne est em liquidacao, ra
do Cabag n. 8.
Esteiras deAngolla.
Vendem- a boas esteiras de Angfilla : na
Mwlrette dolosario n. 11, deposito M Sodre,
& Companhi.
AtteiKjao,
Vende-e ama taberna fia fregnezia dos Afo*
gSfo com pouco fundos propria para princi-
plante : quem pretender dlrija-ie a mesma fre-
m Esperanca.
Recebeu de ana encommenda pulcai-
^ ras de cabello que vende por 1010 o par,
a braceletes de mosaicos a 6j> cada um,
m. agulhas victoria a 120 rs. o papel, pen-
W les de tartaruga a 8, 10 e \g. precos
%$ porque nidguem pode vender (boa fa-
% zenda) estes artigos nao se enconlra em
^ loja uenbuma por isso vao a ruadoQuei-
$p mado n. 38 A, loja da Esperanca.
HEsperancareduz a exprs-
sao mais simples.
(A' DiNHElRO.)
^ Todos os artigos que esto na loja
a muito barato quem qulzer v comprar e
[ ver : raa do Queimado n. 33 A, Guima-
fp raes & Rocha.

8
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Ra da Cruz n. 18
No eacriptorio de E. A. Burle & C. veDde-se
urna riquiaaima mobilla de mogno toda da obra
de talba o maia modtrno e melhor que pos-
sivel, por preco muito rasoavel; no mesmo es-
criptorio ha a venda encllenles mobilias fingin-
do junco guarnecidas da marmore a 850a, como
tarabem ha cadeiras para piano,lavatorios, toa-
lhetes, cabidos tudo por precos qae admira.
0 Pavo.
le
19, luvas de aed tanto para seohora como para
feito
Vende-se calcmha bordada para meninas a
>, luvas de aed tanto para seoh
hornera fazenda em perfeito estad a 500 rs. o
par, tinto de todas as qualidades para ssnhora
e meninas e saiaa bordadas com muito gosto:
na rna da Imperairiz n. 00, loja del Gama ft
SUt- tb >
Sal do Ass.
Vende-se sal do Ass, a bordo do brigue bra-
sileiro Adelaide, recenlemente ebegado : a tra-
tar no escriptorio de Bailar & Oliveira, ra da
Cadeia o. 12.
Naloa do Vapor
Ba Nova i, 7.
acba-se barato grande sortimento de calcado fran-
cez e ioglez, roupa feita e perfumara muito
Anas.
Chegoem freguezes a ca-
lifornia que est liqui-
dando por todo preco.
OH QUE PfiCHINCHA A 20500.
Na loja do sertanejo ra do Queimado n. 45,
segunda leja junto do becco da Congregado :
um colleU buaco de brim e fustao a Sg500 tem
porcao e maodam-se em casa de qualquer pes-
soa que queir escolher, easaveques de fasto
ricamente eofeitados a 7# cada um, aberturas
brancas e de cor, assim como tudo mais que
precisare qui encoBtrarao. por muito menos
do que em ostra parte, estamos disposto a nao
engeitar dioheiro, anim como tambem tem ca-
pellae branca eem ramo para o peito proprias
para noivaa o melhor que ha neste genero a 4J800
cada urna, tem pecas da algodao com nm peque-
no deleito a 2$600, pecas de riscado de chita
com 38 covados a 4&800 e 5$ cada pega, cam-
braia preta vara a 380 rs., e tudo -maia no me-
lhor gosio em presos por Dio ter limites, um co-
vado de chita por 1:*0 e 140 rs., de admirar
chita larga muito fina a 240 rs. o oovedes
Aos respeitaveis
Uimbarca
Yeode-ee ese barcaca do porta de 35 caixa,
encalhada no estaleirotOe mestre carpinteiro Ja-
cinlho Elesbao, ao pe da forUlaza da Cinco Pon-
te, onde pode ser vist o examinada pelos pre-
"tji."Bdaroo,. #, waper. p dj
-
irr,nrua do Tr-
tralar co
picha n. 14.
Obras ite^^^
Ka cata da Alvos r\ C, roa da ros n. M,
aeka-se exaeato i estda nrsjraauM aorMmeeie
da obras de aviltMBiae, tas orno ejse, aeVre-
coa, meias ditas, pulaatraa, alflrwte, aaoen, bo-
iea e rosetas, que se venden a precos tom-
oei,
A LOJA DO LEAO* DE OTJRO.
Na loja do lelo de ouro ra do Cabugi n. I
C, vendem-e boa Ota de gorgurao proprias
para cartas da hachareis, as quaes se. eat&o ven-
dendo mais barato do que em oua qualqusr
parle, a ellas antea que se ac bem.
- Na padaria da ra dos Quartels a. 18 coa-
tinua-se a vender o ezcellente pi a 0 ra. a li-
bra, dmela libra para cima, bola china* 100,
qualidade a 140 r.,t. a i JO rs.,^.* a 100 t. a
fibra. Watriahe. doce a O ra. a libra, por ar-
roba amula a SlrfO ahttts. Qtprapue4ario
deta padaria ainda lem para diipdr terreno para
mala de SO c$u de 90 palmos cuco 150 da fun-
do : os pretndanles poda* .eotandac-sa soca a
metmo proprletario que todo negocio fat i vista
do lujar que esoolherem.
Heatel Aatosio da Jetu.
ftroslmprirn.l.Vend'e-ieleJte tirado
10 'pesia tastt,
Nova exposico.
Ra Nova n. 20.
Riquissimo sortimento de cutilerias em lodo
o genero, assim como um riquissimo sortimento
de looca de porcelana pars cozinha, riquissimo
sortimento de metaea, riquissimo sortimento de
miudezas, e ontroa muitos artigo, que com a vis-
ta do comprador se poderio apreciar: na ra
Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Bombas dejapy.
Roa Nova n. 20, loja da Carneiro Vianna.
Caaos de chumbo.
Roa Nova n. 20, loja de Carneiro Vlanna.
Aos proprietaros de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pechincha nunca vista.
45Ra Direita45.
Grande coaros de boi, inteiros, de lustre, de
250 a 35$.
a?i
2
Vea de-se luvaa de ea morca fina brao- SJ
ota e amarellaa para militares a 2 o par : #
na loja de Nabuco & C. na raa Nova n. 2. 0
Nabuco & C com loja na ra Nova n.
acabam de receber pelo ultimo navio
raneez um lindo sortimento de vestua-
rios psra meninos de 2 a 6 anoos, como
jpjam vestuarios de velludo, ditos de se-
la, ditos de merino, ditos de fustao hor-
ados e de outras muitas qualidades que
i veodem mais-barato do que em outra
qualquer parte.
Sintos para senhora.
Vende-se na loja de Nabuco C. na
rea Nova o. 2, ricos sintos dourados, di-
fe tqs prateadoa, ditos de fitas de aeda e de
I velludo tudo por preco commodo.
4 Biusselina do Pavo a
200 rs. o covado.
Vende-se musselina branca com 4 1|2 palmos
de largura fazenda muito fina pelo diminuto pre-
se de 300 ra. o covado. cortes de chita ingleza
com 1) covados cores fizas a 1$500 rs., ditas de
musse ina branca com 10 covados a 2. tudo
para a par.r dioheiro: na ruada Imperatriz n.
60, loa de Gama.& Silva.
7ende-se a taberna do pateo do Terco n.
28, a jual tem poucos fundos: a tratar na mesma
Escrayos fgidos.
Fugio da eaaa da sea senhora, a mulata Albi-
na com o sigoaea seguio., alte, cabellos prs-
laa, eianneladea. tem signos cabelles braneos,
tem os dentes da frente perfeitoa; ps grsndes ;
Intitula-se por forra, lavou camisa de madapolao
vestido de cambraia azul ji deibotado, e Bala
uaa de chita por baixo, aria branca; panno fino
preto j velho ees algn raspaos cosido de liana
branca; roga-te^s satetidades povMaes de ap-
prehend-l e levar a casa de sna seohora na roe
dos Quarteia segando andar defronte da bolleo
do Sr. i Pinto, a pesioa que a tem em aeu poder,
eatd lejaponsavel a todo oa prvjalsee qae a dita
fcrva tem feito, e ujeito ao crimo............
Vende- agrande sitia denominado Caia-
na, sito aa fregueaia da Vanea, de muito boaa
trras, qaa tudo quanto ae planta d ama grande
qutatidsde, cesa urna casa de taipa ji caberla,
urna dita do fazer arinha, grande quentidad*d
pea de cafezeiroa, eem diverso pea de fructeiras,
casa* aeja laraogeiraa, coquelros, etc., etc.; e
tambase vendem-ae deaa voceas qae dio bastan-
te leite, urna dellae com a cria j4 grande, e um
burro manao : a tratar na roa do Sebo bu 20.
Libras sterlinas.
Yende-ae no eacriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira s filho, largo do Corpo Santo.
Queima-tudo
Serve para se deitar nos csstigr.-e e segurar a
vela de esperasaeete, tazeedo-a qaeimar at o
sa, e preservando oa meamos de se quebrarem
com o calor da lus: vende-ae a 500 ra. eada
queima-tudo, na xas do Queimado loja d'agui
branca n. 16.
otoaaono, metteu-se as malea do enga-
itante, al que Iba tiraram ansa,nalga
Heno Sanios avisa ao que lev a ve. e lega, qaa se. vio sea eta diaem qae
et praf e oade fra, qae ten furUu m qaarte sellada eoro cabellos pretce,
etposto l venlb sabio da aaa fabrlcadenominada i com ptiactaio da- soriego, a tambem ka am
Reeifa noacauaam dosSr. Travasaos Jaoior peqaeoa reabo de rosna : deaeppareeea>o caval-
AC..n,arnadoAmorimn.58; maaaaamarella, a a 17 da oatabro. Este negro j lem ido pre-
caaUnha.prata'aodtraa qualidade* por menor m ae Aecifa aVaae veza, a primeira vez- traha-
preco qse de oatraatabrieas. No saasmo arma- Ibando com eesa carrosa, e a segaada ves fe
bem t,em faite o aaa deposite davalaa de carnea- preso traaalbanSo em am armazem de aaaucar
asimplesam mistira algam, como as de aso toma: qaaaa e pagar leve ao engenho aci-
eompoaisae, ma, qjne Ma bem recompensado,
Desda odia 24de obtobrop.'p. esti regio do
ecrVH> mulato Joaqaim, esUtnra rogular, edr
clsrs, Mgedta e peirs, rci eseravo do senio :
queme pe|ar leve-e a-raa da Cruz n. 48, casa
da seu lenbor E. A. Burle, que ser retompan-
sado.
rSJ .;
Fagia do edgenbo dea ettae, comarca do
Cabo.ne dia da eeteasbeade 1861, um eatra-
ro potraone Joo, crioalo. varatelh, altura re-
aolarJasaa de carpo, eipkeaaao, idada da trio-
\


(8)
OUlip | rUlUHBUCO; ~ SAMADO 13 M NoVtBRO B8 1811.
Litteratura.
jar-se no chao immuodo, por onde se arrastam Hanoel de
srdidos os sacerdotes do erro e di degeneragio
social. Em taes conjuncturas, a mocidade que se
e que espira caminhar para dianle, iba-
ose para melhorea e mals bnancpsos
ato aVa-
I raveis do meos prego que a aguarda ; e da al-
Daas palavras proposito das flores "fJ,e
SgelaS dO Sr. llanoel de CarvalhO futuros, topare"frente com barreiras quas *nsu-
p.M Jft A mirada peravei, que lhe apparecera da tropel, na indif-
racs ae anuraae. ferenga de alguos. na malevolencia de amitos, e
Pouco. bem raros alo os espiritas novos. que,' n0 *?] I" tod'- il neste seculo de lodiffereoga e de calculado ekois- rscoe? cca-se-the de urna w pin sempre ;
mo. se nao abaixam para as re^s obscuras do ". aPs aslenlo e a nanicao, totopa-
scepticismoe da descrenca completa.
Nao que a tuocidade se nao levanto frvida, e
l bem no intimo rTalma lhe nao tumultu una
eaper.-inca viva, um qua inslincto generoso, que
a dirige por vezes, em muitos sonhos ledos e bri-
liisntes, para um futuro melhor, para um porvir
Je proporges bellas e por ventura gigantescas. E'
o segredo das grandes aspirsges d'alraa, que,
nessas edades de gozos e de phantasiasdoirada?,
sobe ao de cima doa sentimentos e daa ambique
vulgares, e se deita repousar, repleta de jubilo e
de purissimoa affecto, n'um mundo eslranho, de
T'.soes e de idealidades sublimes.
Sao curtos, porm, esses periodos da vida .para
as inlelligeocias, que se abracan com as tradi-
ges da passado, eque procurara alera, no inde-
finido volver das pocjs e das geraces, o marco
millonario, o padro nico da felicidade, para
complemento doseu destino moral.
ii
Carvalho
dravde.
tL'homane qui combat et souffre o
marchaot vera un nobtt bul, presant
cortes nu beau spectacle....
sBalxac.
M*j nao livro rae surgir luz publica : e am
livro que nio se occupa deexpoiges induatriaea
nena agrcola de, combinares algbricas nem
tignometricas, de clculos econmicos nem bao-
arios. O apparecimenle de mala um livro da-
turas do cu, por onde se desprenda a imaginado, qoe pena7/7 merece senao exige palavras
gao creadora e arrojada, cabe ella oppressa de animadoras e sinceras.
caosaco-nos abyamos de um inferno., petor mil d-ooi que pensar o litro que temos ante os
8-?^!\85ro' PhsBlst,d0 no ^y100 ">-.olhoa, porgue a nossa sociedade pervertida e im-
A; sociedades percorrem rpidas um circulo que
lites tragado; e quanJo, aps muitos dias de
urna creaga robusta, erguem se no horisonte da
humanidade nevoeir-is, e porl remoioham ven-
tos precursores de alguma tormenta que anda
vem loogiuqua, o espirito decahe para-logo no
batimento e na languidez, que sao as aule-pro-
logos iufalliveis da trauslormaco, ou antes, da
desorganisago social.
Vivemos nos, lhos de hontem, herdelros de
um passado nebuloso, carregados com recorda-
rles amargase tristes, n'um presente de iotibla-
mento e de quasi total inaccio para as cousas da
intelligeocia e do ingenho. Malerialisou-se de so-
bra o seculo em quevamoa; e, torga de re-
quintar e de apurar a actividade nos mil proces-
8os da industria e do ioteresse commum, lindou-
se pot constituir a theoria do industrialismo e do
tnferse indivudal, que vio direitos a philoso-
phia pratica do egosmo, e ante os quaes o espi-
rito recua espavorido e aterrad j.
A apolheose da materia deu quasi em Ierra com
o edificio custoso do saber, que os informes pro-
gramlas de tima educagio desregrada iam pou-
co a pouco, d*ha scalos esta parte, reduzindo
a templo despovoado, ou qoem sabe?a mon-
teo de ruina apparatosas. A' repulsiva msela
de principios iocoogrueules veio uoir-se bem de-
pressa, para completar o dessecordo das ideas, o
empreslimo escusado das doutrinas anti-sociaes,
anti-retigiosas, aoti-artistics, dos seculos pagaos;
ea civiiisacao, Tasada n'um molde de semelhan-
te natureza, campea hoje mais material do que
espiritual, mais pretenciosa de que judiciosa,
ruis arilhmelica, e calculadora do que investiga-
dora e racional, mais destra noalphabeto dos lu-
cras e da mercanca do quo sabedora dossegre-
dos ltimos da intelligencia.
Bem haja a reaego que se prepara, polas obras
c pelos trabalhos de alguns esplritos nobres des-
la raesma geragio, e desta mesma edade em que
vamos 1 Prepara-se ella, e j vem auspiciosa em
olgumas tendencias, que bom ser nao desvai-
rem, ao cabo do seu caminhar, em meio delutas
e de fadigas I
O mundo social, que se forma pela impressao e
pelo resultado das idss, dos priocipios e dos h-
bitos, nasce lalvez primeiro das lettrase das ar-
tes do que das sciencias propriamente ditas. A
descreoga, se que por vezes lavra profuoda as
carnada* sociaes, insinua-se tent,oeira e fallaz na's
concepces do ingenho ; e propria imagioago
nJa raro succode e*pairecer e derramar-se quasi
espontanea pelo amplissimo espago de inspire-
goes lubricas, ou, ao menos, semsaborooas e des-
moralisadoras, se a athmosphera em que gyfa
impregnaran!-n'a os vapores deleterios da cqr-
rapgao e da licenciosidade. E porisso, do quadro
em que se nos representa a sociedade de hrjje
com seus Qogidos adornos, com seus mal dislar-
gados hbitos o pensamentos pagaos, com sua/es-
tudada severidade sceptica, e ainda mais comlsua
inculcada philaolropia estoica, ahi vemos pepi-
tos e acabados transumplos nos trabalhos do|es-
pirito e do ingenho, pela mxima parte esti
descambando para a descrenga, e com seus I
de impo odiffereulismo.
A mocidade, em tal caso, se propende p
progresso, em razio dal propriss aspirage
alevamadiante.no estadio da vida moral
cial, absorvera-n'a logo os clculos mausdo
zoo, os prfidos raciocinios da poltica, q
genhoso do Lethes.
Nao admira, pois, que, ao passo que a indus-
tria progride, que os malos de activa-la sur-
ge m ao centenarea neale periodo aocial ,i que
pertencemos, a poaaia, o seotimento do bello, se
t a desvanecer leolaraente ; ou que, por outro
lado, se revista, sem pudor esem modestia, des-
ses ouropeis sedigos do mundo positivo e mate-
nal, desses falsos brilboa de urna sociedade nova,
mas j rachilica e myrrada.
Louvtveis, portaoto, bem merecedores de ap-
plausos, sera o sempre aquclles espirito robus-
tos, que, bem longe de se deixarem vencer pela
apalhla, fillia primognita do indiferentismo, se
aliram impvidos pira o campo, em que a luta
dos principios se trava mais intima e compacta.
Invejaveis at sao essas musas nascentet, que
nao se mancrus/n nolodagal dos vicios, nem de-
cem ao manancial infecto das psixoes odiontas.
Bem invejaveis sao ellas, porque soltam-se em
vdos audazes porm seguros, sem renegar eren-
ga quo se lhes embeber n'alma, ao prlmeiro de-
sabrochar da vida, sem preterir as doguras do
amor patrio, do amor da familia, da esperanga
em Deus. Nornes vanissimos aosouvidos e alma
dos poetas deacreotea, que poetas nem horneas
podem dizer que eram em toda a serie das eda-
des e das revoluges Iliterarias, a liberdade, o
amor e a f sam formosos e admiraveis para oa
verdadeiros cultoras d'arte, que nao os querem
depreciados, porque os comprchendem na muda
exyressao dos atfectos das commogdes intima.
Bemvindo sejam ao banquete da intelligencia,
todos esses campeadores sinceros e fervorosos na
lida iocessante das leltras 1 Bemvioda essa reac-
co espontanea do seotimento ardenle da moci-
dade para as horas elevadas do espirito e do in-
genho I E' urna reaego maravilhosa, que augu-
ra triumphosjdouradourose magnficos, um quasi
ante-goste das delicias embriagadoras da arle,
na traduego simples mas eucanladora da na-
lureza. -
a eacolada mate-
a poeaia, em geral
mais impoltica de todas as comboagoes du amor
proprio e do ioteresse privado ; e at vera a ser
ella subjugada pelo Drago de ferro da indiTeren-
c.3, que lhe mala urna a urna as instinclivas ten-
dencias.
A poesa transubstancla-se quasi toda no pen-
samento e no sentimento geral de urna poca, e
de urna gerago dominante ; e se as que passam
hpje por diante de nos vo repassadas desse mal
m,al entendido orgulho cortezo e material, ahi
se; extravasa a poesa a primognita das artes e
dais tradiges Iliterariasem milaares de produc-
gos hybridas, informes, fataea arremedos dos
cantos e das lendas de outros povos, de urna ci-
Tilisago imperfeita, bastarda e anti-social.
O poeta deixa eoto de ser credur, para tor-
narse especulador; despe-se dos atavos garbo-
sos d'arte, para enropar-se na capa immuoda do
cyir.co ; desbsrala-se-lhe a phaolasia nos exces-
sos de imaginar de um romanlismo deslavado e
extravagante ; e depols, o que devra ser apost-
lo da regenerarlo moral, mediante o poder.da
palatra mgica, deque a arle o constituir de-
positario, vae-se pelo mundo immenso das imi-
tagoes servi, e das doutrinas politices e philoso-
pbicas, que se lhe poem diaole.
Eis a razao nica do marasmo, que fatalmente
accommette a mais de urna intelligencia nova, ao
querer tranapor o Iimiar em que se concentra, e
arremessar-se, muito slm, nos dominios da pu-
blicidade. Eis a causal primaria desses tropegos
tocommuns as primeiraa edadea, deasas nac-
goes vulgarlssimas, que ttacam de preferencia os
talentos nasceotes, em malaria de lettras, e que
O fazem muilissimaa vezes morrer, ao mais leve
passo que deem. A allencia de estimulo* inlibia
e entorpece oa ingenbos ; e a cruzada infrene doa
especuladorea e dos industriosos, que malconbe-
cem a arle, e a olbam inaensiveia ou com o sor-
riso do deaprezo nos labios, desaponta os novicos
manobradores Iliterario, e oa entrega, sem re-
curso, ao mar tempestuoso da opinio dominan-
teque o capitolio para a materia, e a tarpeia
para o espirito.
Somos todosque nos identificamos com o des-
tino das artas, daa aciencias e daa lettrasquasi
urna clasae parta, que vive de seus proprios es-
forgos, no combate diuturoo e improbo das ideas
a dos sentimentos. Obscuro expectador do que
Tae por este mundo da moderna sociedade, apraz-
nos por vezes confronta-la eom as sociedades
passadaa ; e a Roma.ajpe vemos de longe levan-
tar-se impdica e eftoiala, no aeculo famoso da
dominago paga, a da estulticia philosophica
dos Cales e dos Sanecaa, deaenha-se-nos em
tragos pailido, mas perceptiveis, i plena luz
deste zeculo, em plena cirllisago que se afana
alardea de ser pensadora eminente. Os vicios e
as paiies que lhe pollelam l dentro, no aeio
offegaote, aps o fervor ceg das batalbaa e o go-
zo inebriante das conquistas, traduziam-se de
plano em aua litteratura, esplendida sim, mas
que j propenda lalvez para ama decadencia pre-
matura, devida, na mxima parte, depravagao
do gosto e m aducaco do espirito. Sobrena-
dara no seculo que raa correndo militas memo-
rias desses sculos idos, a lio pesados de immo-
ralidade e de corrupgio : transpiram aqui e all,
cesta nova aociadade, presa s antigs pela filia-
gao e pela heraoga ininterrumpida dos hbitos e
daa tendencias exticas, milhares da ideas falsas,
mas deslumbrantes, qua, de ana a outros, se
Iransmitlem com a rapidez da electricidad, por
todos os ponfos do mando moral. Perde a litte-
ratura com isto; e, mais qua todaa as riquezaa
luteranas, perde s poesa, cujasconcepgoe amol-
dadas a osse typo rangoso, mas que aa remoga de
dia para dia, reentem-e, por va de regra, da
impureza da origem, a da rudeza da creaco ar-
tstica a natural.
Quando se lera chegado n'nma poca, superfi-
cial por excellencia, e, mais que tuda, eminen-
temente material, a facer convergir para um so
ponto as aspirage da espirito e at a maUriali-
sa- lo mesmo; quando ae tem ido ao axcaaso de
erigir estatuas ao dolos do orgulho e da impu-
dencia, personificados nea innmero caracteres
tivos das psixoes rotos a egosticas; cerlo que
ss lettras, e eom ellas a poasis, descem do pe.
deslal eminente que lhes compota, para irn ro_
Ainda bem que, entre nos,
ra e da materialisago para
para as lettras, vo encontrando adversarios in-
fatigaveis em alguns dos novos talentos, que pen-
sara e sentsm ao revez da cartilha do pensado-
res commus. e dos mos theoristas da poca. A
poesa, para ni lodos, lhos desta gerago est-
pidamente racionalista e calculadora, quer a con-
siJerem nacional, quer a tenham na conta de
emprestada e imitadora, ou a baplisem de cls-
tica, ou a chrismem de romntica, sempre e em
todo o lempo ser bella, ser loug, ser inspi-
rador,!, alem de inspirada,se a bafejarem no ber-
go com as crengas da infancia, na mocidade com
as tradiges e a historia 'da patria, com os so-
pros benficos da f e da verdadeira liberdade so-
cial, e se ainda adianto lhe flzerem reapparecar,
no seu longo estadio, as grandezas da Cruz, e as
delicias do lar domestico. A reaego que vem
prxima far isto, gragas ao esforgos de alguna
mancebos, cultores incansaveis da litteratura e
da poesa ; por cujo duplo, ou, antes, nico iote-
resse, como por urna causa de vida e morte, para
a sociedade e para o mundo moral, combatem j
oa arena publica do jornalismo. e em obras de
mais vulto e de innegavel merecimenlo.
E' nessa phalange de novos lidadores lutera-
nos que vemos figurar o Sr. Maooel de Carvalho
Paes de Andrade, cujo volume de poesas, sob o
titulo deFlores Sincelas,temos neste mo-
mento diante dos olhos. Mais urna prova do
nosso asserto, e da veracidade das proposiges
que emittimos, esse livro encerra, de feilo, aa
llores simples mas Sympathicas da existencia de
um poeta, que, ainda as primeira qoadras de
seu inlelleclual deseuvolvimento, se embala e se
embevece de todas as creoga e as tradieges
d'arte, e se levanta com o espirito livre, e com o
corago palpitante de amor e de pairoiUoin.
para os magestoso deslinos da verdadeira e ge-
nuina civllisacao. E' que seus cantos, repas-
sados do sentir sincero que lhe brota espontando
'alma, traduzem-Ihe, urna a urna todas as im-
moral como anda, deveiacutir nos nimos jovens
o carcter antes das daeepges profundas, qua.
produzem agelidez e a morte em todos os aire-
los extremosos ; deve produzir prlmeiro o effei-
tos das injustigas repulsivas e tacanhas, os desa-
lent das perseguigoe odenlas selvticas, que,
nos nimos poetfiados, embebe-os bem cedo, do
tedio da vida, dos ho'meni e das coasas. *
A illusio que se rasga em um seio jo*ea e ins-
pirado, urna morte rpida, ou urna agona atroz
e profunda : que ao Dr. Ribeiro da Cunha fez
baptisar os seus versos de Cantos < Prantot; ao
Sr Cetario de Azevedoaos seus deIllusoes
perdida ; a pais a socudade que to cedo faz
praotear entristecer s juvenlude talentota e
moralisada ardenle e apaixonada, ae deve sorpren-
der de que em seu gremio polluido apparecam
vocagoes e ensayos, como do livro de que no oc-
cupamo, que revelem vdos do espirito, rasgo
do corago, e proclamen) os priocipios eterno e
immutaveia da autoridade sobre o poder, do bem
sobre o mal, do justo sobre o injusto, do bello
sobre o feio, incongruente e repulsivo. Que me-
rece sono exige palavras animadora, porque nao
a toda produceo luterana em um paiznovo re-
quer estimuloa; como porque, para chegar-se a
publicar um livro qualquer, preciso que a com-
mogo seja nobre, que a rocagoseja sincere, que
s vonlade aeja firme e vehemeola, qu V tlen-
lo, gyre em que esphera gyrar, tonha trabalhado e
estudado nao pouco.
Como diz Balzac: ao homem que combate e
aoffre com o Oto em nobre lim, offerece sem du-
vida um bello espectculo.... Ora, abalancar-se
qaalquer a trazer luz de um publico adinren-
te e egosta ;um livro que mais ou manos s
collecgo de muitas esperaogas fecundas, de mui-
tos soUrimentos sinceros, de muitas confiasesin-
timas do corago e da cabega, sem duvida um
esforgo que merece estima e applauso, e neste
caso est o autor dss Floru Singelas, o Sr. Ha-
noel de Carvalho Paes de Andrade.
As Flore* Singelai do Sr. Paes de Aodrade,
revelara um talento potico de urna sinselaza e
naturalizado admiraveis. um pensar moraliaado e
cavalheiroso, tima fecuodidade e vocacio sem
duvida auspiciosas, e ainda sob um tal ponto de
vista que, o seu livro modesto e mimoso meren-
corio e natural, oa siqgelo, como lhe elle baptt-
saque nio nos podemos furlar as palavras ani-
madoras que merece, e um lugar na totea galle-
ra que compomos sob o titulo da-Qaadros a Ty-
poa Brasileros.
II
O livro doSr. Manoel de Carvalho Paes de An-
drade. e que tem por tituloFlore Singelas
manifesta-se aos impulsos d don movis sabi-
do do corago humano; o amor da patria, e o
amor da mulher; aquello antecedendo a este. E
nem poda deixar de aasim succeder. O autor
das Flore Singelas passra os verdores da edade
por detraz daquella cordilheira de ridentea montea
osGusrarapea-queem aimi-circulo emquadram
o Recite antro o asul ferrete da um cu tropical,
e o verde gaio das vagas espumosas espreguigan-
do-se s plantas dos bosques de coqueiro, caju-
eiros e mangabeiras, suavemente agitados pelas
brisas occeaoicas, sob urna atmosphera lmpida
e azul.
Antes pois que o Sr. Paei de Aodrade apren-
derse o idioma aymbolico do amor feminil, o
olhos ae lhes cosiumaram ainda ignaro, a ver
do cume dos Gaararapes, as posiges estratgicas
da Casa-forte, do Arraial. Remedios, Cinco-Pon-
tas, Salinas, Paasagem e Marica ; os p infan-
tes tropecaram muitas vezes nos estigalhos dos
trabucos e granadas, das langas e alabardas ; e a
noite, quando a la corra solitaria e magnifica
oa amplido azul dos cus ; as auraa nocturnas
caotavem-lhe ao oovidoa hymnos mysteriosos
de nossos feito, e desaliohavam-lbeos cabellos :
a voz maternal balbuciava-lhe o poema monu-
mental de oossas glorias, aquello canto mago de
inhoiln BDier patrio ..ai|iuolv MtrMnr rt r_
mas, e murmurado sombra da ramagem vir-
gem daa maltas, da naturesa explendida do Brasil,
sob a abobada estrellada do Cruzeiro.
Annos depois que o poeta procura traduzir
*<|da a existencia do poeta, e arraatar-nos o es-
pirito reflaiaaa phmtasticas, suaves e melanc-
licas.
lio podemos fartar-nos a transcripgo do r-
as anee do Sr. Paes de Andrade, que, de aua es-
trs, em duvida urna flor sinceramente form-
se, siogela a mimosa.
Paspimnibueo
Ea nasci, Pernambuco, em teu slo,
Onde os dias da infancia passei;
Auaentei-me de ti, ful bem longe,
Pul bem... bem longe I., e rollei;
Porque- 6 no leu seio se gosam
As delicias que eu l nio gosei.
Mioha mi, minba amiga, ensinou-me,
Quando, infante, a fallar comecava,
A dizer, Pernambuce o leu nome
Junto ao nome dejeas ; e me dav
. Muitos beijos, por ver comoldoco
De meus labios teu nome adejava.
Quantas vezas comigo no eolio
Mioha me, me embalando, diza ;
c Cregce, cresce, mau filbo: desl'slma
Sers sempre a mais grata alegra.
Se leus paet, leus ave, imitando,
Deas e a patria tomares por guia.
Eu cresci, e, codeada ao meu fado.
Para looga autentei-me de ti 1
Longos annos de ausencia passados
N'oulraa trras lio longe d'aqui,
Foram lempos em que tristemente
De meas dias a flor consum.
E voltei... e ao ver.le de longe.
Doce sonho pensei que sonhava :
E inda mal o vapor em que vipha
Em tea porto feliz ancorava.
Venturoso por vr-te urna prece
Santa e pura ao Senhor enviara.
Mas quio triste os da preontes
Vio mudados dos dias d'outr'ora,
Quando Oa ledos SOrrio4 infancia,
Despertavam com os cantos d'aurora,
E no seio materno dormiodo.
Era a vida illusio seductora 1
Depois do cantos patrios que o Sr. Paes de
Andrade, movido pelo amor da mulher, acorda
para canta-las. Como o iofiailo das sensages
que sgitam-lhe o corago, assim nesta parte de
seu livro, o metro modula-se na balada, no r-
mance, na quadra e na aexttlh*.
O tlenlo que se inspirara infanta, quando os
labio maternae derramavam-lhe oo aeio as com-
moges do amor da patria, nio podia deixar de
amar tambera a mulher que primeira lhe des-
cortina va a vocagio potica, com a mo fidalga e
mimosa lhe indicava no extremo do horisonte
aquello mundo expjenaeote de viies encantado-
ras, aquella esphera luiente de magnificencias
phantasiosas, aquello todo de um mundo ignoto,
mas snciado com impeto, imaginado com delirio,
e fecuodado com a esperanga.
Tudo isso percebeu e sentio o autor das Flore
tinaelas, para poder tanger a lyra ; ora s inspi-
ragoes de uns olhos negros; ora, ao accordos
de ama vos argentina e para ; ora, aos aceoos de
urna estreita mi, alva e macla ; ora, a um andar
deleixado, gracioso e atrozmente sensual; ora,
emfim, s acentelhas de om espirito vivo, illas-
irado e seductor.
Se so sol da patria, o animo e o corago do
autor das Flore singelas, com ama naturalidade
gaaciosa, se casa com o passado guerreiro de eras
idas, sempre memoradas com triumpho, sempre
fecundas de inspirarlo, sempre feiticeira e ri-
dentes; e do futuro, promette se estreitar s com-
moges vivazes do slo, da natureza robusta e
magestosa da nOsss America ; se nss monta-
nhas, altiva e assombross ; se as planicies fei-
ticeira e amena ; se nos valles, sombra e florea-
da ; se nos ros, torrencial e impetuosa ; se no
mares, immenss e infinita; se nos cus, fulguran-
te e rutila ; no amor feminil, a musa do Sr.
Paes de Andrade apparece vealida de melancola
tocante, vislumbrando vises rapbaelicas, seras
finitos vistos atravez das commoges do corago e
dos vus da paixio.
E' desse impulso mago e nobre, que o Sr. Paes
de Andrade, com sensibilidade, compoz muitas
das suss produccoes poticas, dentro aa quaes,
a Phantasia e a Nebulosa sio como baladas, onde
na 1.a, o trovador recita urna aexiilha mimosa
assim:
Solta um riso de leus labios
To formoso de rehire....
Nosio ainor aera eterno -.
Ea te juro, oh bella.. Sim I
Por easaa aguas de prata.i
Onde a la ae retrata.
_ -.ja- i"i,t-v, v .uuuibui a uDiiu (;uuuKrarinR una
como passaiempo exerctcios da ae-oqo. p,Hudo de ordenangas cheia. de sabedoria, sem
"!r-"?"".-l\t J!rdaf eA..-*" .f'"' Jue el" "dencas tivesseui especialmente re-
ta gio com
das n'uma fonle pura, nao vo mesclar-ae .nos
destempetados desvaneios da escola sensualista,
que deturpa em muita parte a poesa moderna ;
e nem se rebaixam ao nivel abjectodas concep-
ges maleriaiisadoras, com que nos aturdem os
ouvidosno poneos ingeohos pervertidos e bas-
tardos. Novo na senda por onde se arremesss,
o Sr. Paes de Andrade soube harmonisar em suas
produeges poeticaa, o bello da idea com o ele-
gante, da forma ; e eremos que, se o estudo lhe
aviveotar anda mais o estro, com a edade e com
a applicagio, viro depois, em um futuro nio
mullo remoto, novos ttulos de benemerencia
sua mus*, j feiticeira e galante. Grande impor-
tancia ligamos nos a esses trabalhos do nosso es-
timavel conterrano, porque se nosrevelam como
os fructos de urna imagiuago, que nio se dixa
possuirdas vagas aspiragOes do presente, e antea
se atira impvida e sinceramente generosa na
carreira da eaperanga, com f inabalavel nos ul-
teriores e mslhores destinos do mundo social.
Se ellepoeta novodescambasse para o atheis-
mo, e se langasse deavairado no grupo dos in-
differentistas da poca, ou se fosse alistar na co-
horte dos vales sem conscieocia, que ousam fal-
sear o idioma divino d'arte, proalituindo-o s exi-
gencias das paiies e dos precouceilos excntri-
cos da aclualidade, seriamos nos o primeiro a re-
trair-nos para o mais profundo silencio ; e do
nosso humilde gabinete lhe nao acenariamos urna
s vez com o mioimo sigoal de amisade e de ap-
provagio. Deixai'o-hijnios passar na turbados
fantasiadores obscuros, dos creadores de materia
indigesta dos papagueadores da palavra mgica
dos Hugo e dosManzoni; e, para nos, o trium-
pho que lhe rebaotasse as pracas, e os loiros
que lhe cingissem a fronte, leriam, por cerlo,
significado nuila. Em boa hora, porm, e com
boa esirea vieo elle : a musa qne o bafeja d rea
de nona, porque o realmente, mas r-ie-ihe
o gosto e a unegio d'arte, no vo que despren-
de j, bem formada e cuidadosamente educada.
Protesto vivo contra a litleratura Ilegitima, e
contra a pseudo-poesa, que ae curva no p e no
materialismo tustnrrante da moderna thoorla so-
cial, do agio e do induitrialitmo esse livro do
Sr. Paes de Andrade um bem ordenado rama-
Ihete, com suas fragranciaa delicadas, a com seos
mimos de nativa pureza.
O mister de bibliographo e critico levar-nos-la,
talvez. obrigagio de trancrever aqu alguma
daa melhores poesas, que formara o sea monu-
mentosioho elegante e de primor. Abalmos-
nos, entretanto desse compromisso; bastndo-
nos ponderar que o estro do nosso poeta, que ae
eleva nos sonhos a as fantasas, com garbo a
ingeleza,como na propria Fanlasia, no Enlevo,
oo Jaimim, e na Nebulosa, remonta robusto ecom
bellas proporgoes nos cantos liberses e patriti-
cos, a que a liiitona sublime da nossa patria
commum o foi cooduzir, por nliraussimo ins-
tincto. Realgam-lhe o amor e sentimento essea
hymnos de verdadeira iogenuidade potica, pelos
quaes o espirito e a imagioago capairecem aatis-
feitos em pleno contentamente ; ese alguma flor
ha ahi de mais original perfume, de mais primo-
roso mstfz, inquestionavelme'nte o Boto de Ro-
ta Branca, ioapiragio mimosa, que, unida poe-
sa Quinzt Annos, seria bastante para constituir
e firmar a repiagio potica de quem quer que
fosse.
Eis, em franqusima linguagem, tal qualoos
presamos da fallar, as impresses de que nos
possuimos pelo livro da poesas do Sr. Paes de
Andrade, e por elle mesmo. Pequeo, mas sin-
cero propugnado* do progresso, levemos urna
palavra de aflicto, de animsglo e de attenta bo-
mensgem aos mancebos que abem, como o Sr.
Paes de Andrade, cultivar o proprio ingenho,
aem prejuizo pira a educagio e para a desenvo-
lugio moral d'arte. O publicomo grado ai
calculadas manobras da infliffrjsnga e do egos-
mo,ceder ao poeta o lugar $oa lhe pettemee;
a nos desde j temos para o poeta a para o amigo o
oraco da sympathle e do resplto.
A,' A. os Torres Baitohr*.
presses da vida : que suas iospirages, hauri- aquelles enigmas das ternuras malernaes, aque-
- les sons merancoros do amor da patria 'a da fa-
milia, e que entio a memoria evocando-oa fazia-
Ibe a razio conceber o que significavam Reballi-
nho, Tavares, Felippa Carnario, Joo Feroandea
Vieira, Vidal de Negreiros, D. Clara Carnario,
Henrique Dias, hroes de tanto feito, que por
largo lempo fizeram tremer as colomnarvegetaes
daa mattss virgens, a lastrar em o solo com afolha-
gem daa juremas, vacilaren) os edificios recentes,
bambalearen! as estacadas fortificadas, voarem em
hastilhas ss bsndeiras, com as pugoas-lilanicas
da restaurado, onde os cantos dos pags susur-
rados nos para-sea das maltaaacalentava as tris-
tezas e infunda coragem nos indgenas, emquan-
to os trabucos e as psalmodias ebrislaas arroja-
vam as hostes lusitanas de encontr aos esqua-
dres aguerridos da Bafavia.
Quando o poeta, inspirado e desenvolvido,
concebeut udo que havia de maravilho s uaquelle
quadro, de aublime naquelles (eilos, de patri-
tico e magnifico naquella poema, e a imaginati-
va se lhe ampliou aos luseiro do estudo, ds ar-
te e do bello, o corago palsou-lbe na arcada do
pello : eotioWaduziu com o metro a vehemencia ,
das commoges patriticas, na qaal se vislumbra
o toque fino e apurado, o trago natural o aiogelo,
em um eatylo que tem raios de luz como os do
sol pernambacano, tem colorido como os senti-
mentos puros, a lem graga como tudo que nasce
do corago.
Eia urna poesa do Sr. Paes de Andrade, que
entre tantas, melhor a nosso ver, talla tanto d'ar-
te, do bello a do seotimento patrio:
O Guararapesque tem trechos assim]:
Pernambuco, assa perola mimosa,
Do Cruzeiro esta parte abeogoada
Patria dos Camardes, patria dos Dias,
Que na guerra mil loaros conquistaran!,
Contra o Hollandez que repellido loga.
Os altos carrol tem dosGuararapes.
E foi doa Gaararapes sobre'os cerros*'
Que a audaz Hollanda, baqueou vencida.
Aqui onda outr'ora mil balas gemeram
Mil sellas rompern as gazas do ar,
Aqui onda a Hollanda proslou-ae vencida
A' gloria aubidaque Deas no quii dar,
Aqu onda vimoa lio poseo* dos nosso
Tornar em destrocoea armada hollandeza,
Aqu uestes oerros nos temos escripias
As oossas conquistaso a nossa firmeza.
Aqui nestes cerroscuslosos Iheaoaroa
Planta ram mil lo uro o nossos av I
Aqui que temos a gloria a o renome
Qua o lampo nio aome, legados a nos.
III
No livro, porm, do Sr. Paes de Andrade, alm
da poeaia cujo* trecho traoscrevemos, ha outra
que, aem tanto calor e movimenlo como aquella,
tem o mrito da encantar como um sido mgico
que se percebe a hora em que o aol rubro sa at-
tufa as cordilheira do occidente, a araponga
deacania na espessura das capoeiras, a juruti ar-
rala margem dos ribeiro, o namb aolta gar-
galhada estridentes o loucas, bandas de ^wei
vam a cata do abrigo,, o rabanho bala no redil,
a natureza opulenta de Pernambuco s reste da
luz diaphana, merencoria e taudos*.
A poesia Pernambuco a|oouo ver, da-
quellas que pela singeleza da forma, naturidade
do metro, loavidade do eitylo, a ternura do. pen-
samenlo junta a nm melancola tocante a com-
movedor, denancia a verdadeira vocagio do au-
tor dai Flore tingella. Parecando anta um
rlmance cantado ao por do sol, a poaaiaPernam-
bucolembra-nos os gemidos do pomcafimo
da Bohemia, oa murmurios temos da otuia da
Croalia, de que tanto no falla Merim, aa can-
goes hespenhola da Andaluzia, ou antes aa no-
tas mgica que murmurara dos trpicos nss ara-
gana balsamices de ama noite da luir magnifico
as solidoes do campo.
Como o por do sol qua reflecte toda sandade
do dia, oo como a noite de luar quo embala o es-
pirito em cismaras merenoorioa: assim a poaaia
rarnaabaco tem o Berilo Emquanto na 3.a ni Nebulosabalada que des-
creve tre phaaea de um peregrinar amoroso-, se
le as seguinles sexlilhas:
Como a flor qua desabrocha
Em manbia serena e bella,
Eu via brilbar ao longe
De meu porvir linda estrella ;
Mas como a flor que seccou,
Minha estrella se apagou.
Incauto vagava atoa
Na barca da phantasia,
Era serena a lagda
Onde a barca ae perda....
Amor no leme a guiara....
Doce esp'raoga me sorria I..
Na poesaMinha alma triste, deparamos
como na Canro do Trovador mov ment
rhythimieo. toadas melodiosas que bem tradu-
zem os embates do corago do poeta. Na 2/
poeaia agradon-noa essa trecho:
Oa sejss visio oa fada,
Tu que tanto me fascinas,
A's tuas plantas divinas,
Teos curvado om trovador.
Que em doces cantos te jura
Que por ti morro de amor.
Na Minha alma i triste estimamos a se-
guate quadra:
Minha alma triste, como o som da flauta
Que tira o nauta na amplido doa mares,
Oa como a qneixa que o proscripto aolta
Do manto enrolla de crueis. pesares.
Ainds mencionaremos dentre as FLORES
SINGELAS do Sr. Paaa da Aodrade as poe-
sas Tri njos Miragem O vate e a flor
que conteem o jogo cadencioso da rbyma.a natu-
ralidade da forma,emfim o cunho de que o cantor
daa FLORES SIMGELAS tem dentro em ai
a esaeneia da poeaia, qne mais tarde com o
estado dos grandes mestrea, os eooselhos since-
ros dos que eetimam e amam a arte a a littera-
tura nacional lhe far vibrar a lyra aomo os
too graves a guerreiro doa corredores do Sa-
baara e Omam ; carao aa notas severa e bblica
de Israel e Jui ; ou como os rasgos impetuosos,
monumentaes e bellissimos, dos nosioi melhores
poetas.
A naturalidade da envolta com urna aemibili-
dade tocante, e forma de urna aingeleza encan-
tadora, denunciara erecommendam.por emquan-
to, a auspiciosa estra do autor dasFLORES
SINGELAS.
Depois que vira a obra do tempo, o esludo
do serio e grave, as prescripges to bem pensa-
das de A. de Vigny, o conhecimento de todos o*
segredos da imitacao natural, o emprego da todoa
oa recursos plsticos ao servico da eoncepcio
ideal.
Tenha pois, o Sr. Paes de Andrade, animo a
conflanca no futuro, que nao obstante ai perse-
guigoe tacanhas, as alluses ensaboronas, as
prfidas intrigas e as calumnias costumeiras da
urna sociedade corrompida e m ; que outros.
lhe virio tazer justig* esauda-lo pelos esforcos do
talento, qne Ora j lhe reconheemos e applaudi-
mos no livro que publica sob o titulo deFLORES
SINGELAS.
Recite, 1 de outubro de 1861.
MOBAES FIKHEIRO.
As antigs prisoes de Pars antes de
17*9.
( Continuaglo. 1
m
Os artigo 176 a 177 tendiam destruir um
aboso que ainda exista e ha da existir sempre
nss prisoes. Presos hvia entio que-, em razio
de aua torca, audacia, perversidade ou qaalquer
outra vaniagam pesaoal, erragavaai-se ama espe-
cie da preeminencia a supremaca obre eeui es-
meradle, e lomavam o titulo do prehoetet a
prisas*, ostentando osla titula pe** obrar i pro-
veito aeu dlveraea renda en dinhelro, alimentoa
caada de vinho da patente (la quarte d* vix de
bienvenue ), qae o preao pgava so entrar pira a
cadeie ; o fallar no recinto da eadeia ( le purler
dettovs a ceiulure ) o fallar latim | la ptirler
latin ), o voler d moine e oulroa truffle* l exae-
coas ), cajo sentido exacto imposaivel apre-
ciar. Oa prebostes da prise axigiam, com om
rigor excetaivo, aa difireme* ioiemnidadei de
que viam-te tributarios todoa os presos. A or-
denaoga de 1425 abola em principio estes imli-
gos coslumes das priies e prescrevia ao carce-
reiro o oppor-ae que elle fossem posto em
vigor entre os presos.
Estes pobres presos nao linham a liberdad s de
recrearem-se no saaao ou nos carresux, orno
a ieem hoje as horas de recreio. S se lhe of-
ferecia
que os
ticavam com muila repugnancia, a Que d'tqui
em diante, determina o art. 178, preso algum
nem outra pessoa alreva-ae jogar os dados nos
carreaux. O saguio, qua era colgado com pe-
draa chalas ( d'ahi seu nome de carreaux) pa-
reca nada-menos que feito de proposito par o
jogo de dados ; maa este jogo fdra geralmoote
prohibido em Frange.
Nio obstante, como entre oa presos havia al-
guna que a por Jete delicio citis estaram na
eadeia ou tioham sido somente presos por devi-
da, permittia-se esses o diveriirem-se, roa-
neira das pessoaa de bem, jogando as tables (la-
mas ) ou o xadrez. Oa mais, os presos crimi-
nosos nio podiam jogar osteoiivelmenle jogo al-
gum, quando achavam-se reunidos na mesma
priso ou oo mesmo saguio.
Todava jogavam, fizessem, o que quuessem
para empedi-los de tal; jogavam sobre todoa os
jogos de szar e eotravam nelles. na falla de di-
nheiro, com seos alimentos, isto sua ragao de
pi ; seu vestido, isto os andrajoa que se
lhes deixavam no corpo, e todos oa aervlgoa que
eram capazes de prestar aoa que ganbavam. Na-
da mudado tem a este reapeilo as prisoes em
que a delenco em commum favorece partieular-
mento a p.no pl jogo
Os presos, alias, recebiaro de fora, nio s ali-
mentos e vestidos, como tambera dioheiro, como
para sustentar este jogo deaenfreado, contra o
qoal eenipre foram impotentes os regulameotoa
da prisio. Os amigos e a familia do preso fa-
ziam-lhe passar outr'ora, mais fcilmente que bo-
je, tudo quanlo podia snavisar seu ancarceraman-
lo, ofazer-lhe obter tanta eommodidade qua ota
comportar podesse o rgimen das prisoes. An-
da nio tudo : os que oio linham parentee nem
amigos achavam-se naturalmente collocados sob
os auspicios da candada publica. V-ae nos ar-
tigos 179 e 18 da ordenanga de 1425 quaes eram
os resultados da beneficencia, privada oo inte-
rior das prisOea : bavia um delegado da eadeia,
um recebedor, um ageole qualquer, qae saiam to-
das as manhiaa, de porta em porta, pelas ras
da ciddade, para pedir esmolaa em nome dos
presos.
Este peditoro produzia sem duvida donativos
de toda especie, porem s se aonunciava por um
brado bem conhecido, que s pedis : Pie para oa
pobrea presos I Este brado Ilustrado em dife-
rentes pedagoa em verso e em prosa, em que se
encontra a nomenclatura dos brados de Pars no
aeculo XIV. O pedilorio do pi devia cooaide-
ra-ae bem, dar muito mais que o que era neces-
sario para o consumo doa presos. O carcereiro
usurpava cortamente, para aeu uto peuoal, todo
quanlo nio cliega va at elle.
Alem do pi proveniente do peditoro diario,
tinha-se anda o que oa jurados dos psdeiros eram
obrigados, por seus estatutos, tirar por cada
fornada ; tinha-se tambem o que cada corporago
de profissio mandava para a eadeia, como ofle-
renda e como eamola, todas as vezes que esta
corporagio estireise em alegra, quer para ele-
ger seus guardas ou jurados, quer para entregar
carta de mestrado seo apreodizea, quer para
celebrar a fetla de seu santo ; bavia mesmo o
quiohio dos presos em diflerenlea confiacages
que eram feitaa nos armazeo dos padeiros, pai-
teleiro, e ontraa gentes de profissio em qua se
empregasse farioha. D'ahi resulta que os pre-
sos, em certos casos, comiam bolo-aovado (brio-
che.) Esta enorme quanlidade de pi o alimen-
tos, nao podendo ser consumida pelos proprios
presos, pode-se estar cerlo de que o carcereiro e
seus servidores veodiam proveilo seu, fora da
prisio, tudo o que elles oio eonsumiam, ainda
que a dislribuigio do pao e outros obiectos em
ser deyesse ser feita de preferencia aoa habitantes
das prisoes inferiores pelo mais compateote (suf-
fisant) e notavel preao que se achaise entio nos
carreaux, e que o preboste de Pars oa seu l-
ente designara para cumprlr esta missao de
ctonfianga. Bale mesmo preso distribua, do mes-
mo modo, o dioheiro que donativos particulares
destinaran ao alivio dos pobres preso. Esta
diitribnigio de dinheiro toroou-se urna eamola
geral oo da de aexla-feira da Paixio, que fazia
sempre chover aa boa obras as prisoes de
Pars.
Nao se pode imsginar quanto a triste aorta doa
presos preoecuspava neala poca aa peasoas pia-
dosas, que ioceaaaolemeote mi.ndavam-lhes abun-
dantes eamolaa; que em todas aa preces da egre-
ja, em todoa actos de devaco e penitencia, via-
ae reaparecer a lembraoca doa presos ; nio se-
contentava com rogar publicamente por elles ;
pagava-se-lhes, d'algum modo, ama especie de
dizimo proporcionado fortuna a piedade do doa-
dor. Muitas vezes succedia qae as esraolas, de-
positadas na mi do carcereiro ou seus erapre-
gados, ahi Qcavam todas inteirai.iem qua a me-
nor parcella fosse pplieada aos presos. O art.
181 teria remediado este abuso de conflanca, ae
o ioteresse do carcereiro e.aeus empregados nao
tivesse sido mais poderoso que o receio d'um cas-
tigo mais ou menos iocerlo, msis ou menos ap-
plicavel. Este artigo, que nunca foi observado,
e que todava tem aido sempre msotido no cdi-
go das prisoes, intimava ao carcereiro e a seus
empregadoa o deelarirem ao preboste ou soa
tenente todas a soturnas que recebiam directa-
mente por conta doa presos, a fias de qae eatsa
som mas fossem distribuida oa forma ordinaria,
e isto sob peos de serem reputados iaY&e* a co-
mo taes ponidos. Por mais claro e positivo que
toase este artigo, sabe-se que, sempre, excepto
provavelmente em noaso lempo, os carsereiroa
tiveram mioa para lado receberem e nada entre-
garen!. Nio te diz com tudo que carcereiro te-
nham sido frequentemenle cilsdossm juizo como
depositario inflis.
Emfim o ultimo artigo da ordnanos real, qne
organisa o servigo interno daa prisoes, certifica,
ainda melhor que todoa oa outros, o privilegio
que a le conceda aos csreerefroa, dando-lhea
por tributarios os presos qae fossem levados pa-
ra aoa cada. Nenhum preso podia ser restitui-
do a liberdade; antes de ter ajustado cootas com
o carcereiro, pagando-lhe seu direito de entrada
e sahida, de cama, pousada e estada, conforme a
tarifa eapeciUcada no regulameoto. O carcerei-
ro eslava pois autorsado reter arbitrariamente,
sua vonlade, todo preso que nio se tivesae
deseocarregado para com elle, depoia da ter ot>-
tido de seu juizes ama aeolenca de soltara oa
absolvigio.
Comprehende-sa ss monstruosas violencias qne
devia aearretar semelhante estado de coasas, a
pode-se apreciar qae odiosas exagea dava lu-
gar esta incrivel tolerancia concedida pela le aoa
intereisea pecuniario* do carcereiro. Este tioha
pois seus presos, como a justiga oa seus, a con-
servava presos, por mezas a annoa, aquellee
quera quera obrigar ae retgatarem, para assim
dizer, como prisioneiro de guerra. Eram bem
entendido, es maia rico qua pagavam pelos mais
pobrea, por quanto, estes ltimos, nada maia o
carcereiro pedia que despejarem os lagares o mais
depreaaa possivel.
Foi a primeira instituida o do rgimen das pri-
soes do Chatelet, e, ae temos analysedo ca cui-
dado este regulamepto qua nos faz tambem co-
nhecer aua poltica interna nesta poca recuada,
porque depois serva de base mor parte dos
novos regalamratos qua ae ecadorem at 1789.
Fica-ae urpraodioao de nio'encentrar, as me-
lhores historias de Pars, um extracto *u ram ario
desta cariota ordenanga, que" o carcereiro e balo-
guim juraram manter e observar no que lhe dia-
aesaa resplto, depois de lodos os officiaeseto
Chatelet, advogado e procurador do re, commia-
sarios, tabelliio e beleguins terem feito o mesmo
juramento solemne na mos J
dente do parlamento. A
nio foi abrogada por Carlos
dos os tactos que chegavam ae produzir as
prisoes colloaidas sob a vigilancia immediata do
preboile de Par. De lampo em tempo, fazia-
se justiga as queixa d'alguos presos; remedia-
va-te abusos que tioham-se iolroduzldo na ad-
ministrado e guarda das cadas ; attendia-se aos
melhorameotos mais urgentes, afanando qual
Keridi de reforma geral; porm o regulamea-
que regia a polica das prisoes oio pastava
lia por moiiflcacao alguma importante e pas-
ara de mi em mao como urna tradigio fortifi-
cada pelo habito.
I E' cousa notavel, todos os reis de Franca, des-
e Carlos Vil, oceuparem-se, porCa, com o
uei se chamava entio aecao da juilica [fait de
ta juslic), e lomarem i peito consagrar-lhe urna
os presos, que permaneciera sempre
Ira sea enligo estado, quando tullo em torno del-
is mudava, magistratura e jurisprudencia. E'
preciso circumstanciaa extraordioajiaa, excep-
cionae, para que um ri cooainta sanar que
existe prisoes am seu reinsdo, como se incessan-
mente se lembrasse de ter sollado os presos
or oecatiao de sua apraaivel elevagio ao thro-
a>.
Pelo fim do seculo XV, certos excesios, mui-
tas vezes assignalados no systema das prisoes,
tioham-se tornado iotoleraveis muliiplicanoo-aa;
aqu, nenhum livro dos sssentos se conservavs,
eos presos achavam-se tnettdos na cadia [mis
en chartre) aem que um processo verbal regular
fizesse constar sua incarceraco; aqui, presos
apanbadoa em flagrante delicio de crime ou de-
bati de preveogio criminal eram sollos com
QBnga, fra da iotervengio dos magistrados, e
desappareciam para sempre antes-de terem sido
julgados, sem deixar vestigio algum de sua pas-
sagemlna prisio, quer oa entrada, quer na sahi-
da. Carlos VIII, que entio reinara, ordenou
expresamente aos escreventes das cadas (gref-
liers ou eleres des geles) q fazerem registrar 'os
presos empratadot para comparecerem peuoal-
wijcnf \em ;"alo [ajournts A comparoir en per-
senne), e que deviara, como tae, nio serem
si Itoa com anga ; era todo caso, aa peaaoaa que
ti ressem oblido ama soltara desta especie, nio
poderiam aproveitar-se della sem o consenso da
pi rte adversa ; por quanto tinha-se visto muitos
griodes criminosos comprarem poder de di-
al eiro sua liberdade provisoria e fallarem depois
i jtagio que oa chamava barra do tribunal,
Je nunca de tal trata-se maia, diz a ordenanga
de, julho de 1493, e ficam muitos grande crimes
e delirios impunes, com grande detrimento do
inleresse do bem publico. Achavam-se as pri-
soes, naquella occasiio, lio atulbadas de aecu-
saos que esperavam, havia aeis ou oilo mezes,
sea julgamento, que Carloa VIH ordenou ao pre-
sidente e conaelheiros do parlamento que se ec-
cupassem na prompta expedigio dos oreaos re-
servando ao menos am da por semsna audi-
ga das caasas atrazadas : c e disto, diz elle, en-
cadregamoa sua honra e coosciencia.
A redaccio dos costumes, que teve logar por
toda a Franga, durante o reinado de Luis XII,
dea torga de lei certos usos, mais ou menos
antigos, que se encontra va aqui e acola eatabele-
cidos naa prisoes reaea e aenhoreaea das provin-
cia. O direito de clavage variava conforme oa
paiie; ora era tazado em um ou dous dinbei-
rosj; ora nio podia exceder de doxe dinheiros.
porjem todos os estatutos coitameiros estavam
de accordo sobre muitos pontos, saber: .qua a
guarda das prisoes devia ser dada pessss de
berh, de boa vida e costumes irrepreheosiveis ;
qu os homens e as molheres nio haviam da ser
recolhidus juntos nos meamos quarlinhos; quo
o* presos nio haviam de ae ver obrigados com-
prarem seu sustento na priiio e poderiam faze-
tfr da fra ; que a victima d'uma prisio injus-
ta e nio seguida de condemnagio nada teria que
pajar ao carcereiro por direito de 'carceregem:
que lodo preso poderia ser restituido liberdade
cora Ganga, salvo sendo um ladrio, um homici-
da, um incendiario, um hertico, ele. Estas
dia osiges relativas aos presos e s prisoes figo-
no cosiumeiro da menorcidade como na mor
par ite das cadas da commum (commune)do se-
culo XIII. O costume de Paria linba poalo de
parte este capitulo doloroso das prisoes para nio
faz ir duplicado emprego com a ordenanca do re
ing ez Henrique VI.
loram pois, como dissemo-lo mais cima,
areslos do parlamento, sentengas do Chatelet,
deeKsoes do prebostado, que aueeessivamente
completaram esta ordenanga fundamental. As-
sim a sltuagio do carcereiro foi claramente esta-
blecida em urna grande variedade de caaos que
por ai mesmo ae apreseniaram apreciaqao do
jurisconsulto. Era prlmeiro lugar estabelece-se
como principio que oa presos sa aehavam car-
go do carcereiro, correndo ette o rico e pergo
( I* charge fortune et pril du golier), deade o
momento em que lhe tivesiem ido entregues.
Por consecuencia, morrendo sbitamente um
preso na cada, era sua morte Imputada ao car-
cereiro, at que este livesae provado plenamente
que de tal se achavs iooocente. Conseguiodo
um preso fugir, quer fossa ou uao culps do car-
cereiro, era este obrigado responder pelo tacto,
por sua proprxa conta, e por-se immediatameo-
\ f.discrigao do jais, no memo estado que o
fugitivo cujo lugar lomav criminal ou civilmen-
te, em poder allegar nem fazer valer excusa al-
guma. Entretanto doixava o carcereiro de ser
responsavel, se a fuga do preio ti re ase tido lugar
em consequencia d'am incendio oa qaalquer ou-
tro accidente imprevisto. Tendo assamido tio
graso respoosabilidade, era o carcereiro autori-
ad( pela lei fazer aso de lodos os meios qae
julgisse convenientes para a guarda de aeu pre-
so ; podis pois carregar de cadaa eata desgrana-
do, com a noica condlgio da nio feri-lo naa per-
nas aem em qualquer outro lugar do corpo; To-
davia exhortava-ae-o para que ae regulasse se-
gun lo o eooselhos da justiga e humanidade; por
exeuplo, devia ter em considerado a edade,
com tituigio e carcter do preao que ae abando-
nan i aua discrigao. Um preso, qae j se ti-
vesse evadido, d'uma natureza rebalde oa per-
vena, d'uma torga temivel, exiga mais vigilan-
cia i compresivo que am velho dbil e tmido.
Di maia, a lei prescrevia aos careereiros o
tratarem affavei e humanamente (gracieusemenC
et dbucemn) seas presos, o ter compsixio del-
le, o pi lecha-loa em lugares onde tiveasem.
falta d ar, o nio te-Ios lio afastsdos dos outros
presos que lhes fosse Imposaivel fazerem-ae ou-
vir lando grandea gritos ; o nio fazer-thas sot-
uer tome nem sede ; o nao impedi-los de verem
seo i amigos ou prenles; o deixar as esmlaa
aspi Iharem-se na prisio e o nio reter proveitp
seo algum dos donativos destinados aoa presos,
etc.; moa os careereiros exerciam indialiacta-
mei te urna autoridade quasi sem limites na ca-
da cuja guarda eslava aeu cargo e eram elles
que faziam regulamentos sua conveniencia, em
lagir de submetterm-se ao* qu o tribunal su-
premo do parlameoto quizera tmpor-lbes. Ti-
oham acabada por ae eximiram de qaalquer re-
gist o, de qualquer direceo, por tal modo qae
reciiiavsm o aujeitarem-ae fornecer todos os
mates sos magistrados um quadro da situagao
dos presos, aeu nome, coodigio, edade, asta-
do tanilario, etc., embora foaaem obrigado 4
apresentarem regularmente este quadro, sob pe-
na Ide SO libraa em ouro de multa. Va-ae qae a
malta tinha sofinvelmente augmentado depois de
doqa aeculo, porque s era de 40 aoldo de Pa-
nsjem 1425; porem, ainda qae tivesse sido mais
considerare!, os careereiros nem por isso te-la
ata pago, por quanlo esta medida da orden o
ranga, havia muito tempo, nio se observo-
ais aaaim como fa-lo constar Loureogo Bou-
1 em sua BiUiotheca do direito francas, tjii-
blifcado em 1643.
i > jofa, verdade, eslava ssmpre no aas/o do
sa dar conta do ealado da prisio, e ver por seus
pr prios olhos os presos que ahi ae aehavam
Lii ara suas attribuiges ama parta da Vimlia-
cii directa, qua as aoligaa ordenanga reeerve-
va n ao preboste de Paris ou seu teoe-nte ml-
lela tambem, oo inleresse doa proaaav a mao es
Uf-naa das attribuiges do carcerei ro. Assim
la ato ette recaude alimentos i presos qua nao
Ui ha com que pagar aam.usterrto, floavaas-ae
a aa diveotarado loma am aeu careare Pa-
ta que semelhante accijctmnto nio ae repro-
di ataaa, ojuiz eucureCm.ao 4 prover de pi e
( la nai nvaa^a iba ak> aS.^.___
gislagio Ingiera.
Era bem raro, alias, que poder real digois-
ae-se Ingerr-se nao pequeas particularidades
da orgaoiaacio interna das prisoes; Isto locava
ao preboate de Paris, so juis criminal, ao jais ci
ou objectoi da prtoaira nacessidtde. Chama- jvil," a oenfe do re; o parlamento e (
Te ella rtodu imitada, doi uioifauMoa: Uacidiaudaqaiia^DdoNajrba^
modo aatisractOrto
que alo aehavam
--------queixa. Bata sa-
l cara-ie como principie qoa nenhuana prisio
p avenitva davta durar mais d'am mes, o que
n io Mtpodia que cortoa accaaados aaparassem du-
r ota aanaa aoa julgameote a alfuau vexea aua
a .llora eam julgamento.
iC**Hn**r-it.k*.)
. TTP.DE TF. DS fAfcUA & FILIO, 1M1, ^


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