Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09420


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Full Text
I
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ftr tres mies reieidM 6JB00
SEXTA FEIIA 22 II 10TIIBR0 II ftll
Ptr ant diaibrit 19|000
Ptrto fraiet un sifcierpUr.
"1
ENBARRIfiADOS DA SBSCBIPCAO DO NORTE
Paranyb, p Sr. Amonio Alexandrlo de Li-
sas ; Bata,, o, Sr. Amonio Marques da Silra;
A*oaety, o Sr. A. de Leras Braga; Coar o Sr.
r- Jos do Oliroira jHaranhio, o Sr. Manoel
Jos Martins Ribeiro Guioares; Par, Justino
J. Raaos; Aaazooas, o Sr. Jerooymo da Costa.
fAKTiOAS DOS COrRIOS.
Olinda todo* os dias as 9tf horas do dia.
Ig.arasa, Goiaona, e Parahyba as segundas
e aextaa-feiras.
8. Aullo, Boterros, Boeilo, Caruarfi,*Altioho
Garaohuns as tercas-feiras.
Pod'Alho, Nazareth. Limoelro, Breio, Pe-
queira, Iogazeir., Florea, Villa-Bella, Boa-Yiala.
Ouncury e Ex na qua. tss-feiras.
Cabo. Serinhiem, Rio Formoao, Una.BarreirOs
Agua Preta, Pimeotelras e Natal quintas feiraa.
(Todos os correios prteos aa tO horas ds manhas]
EPHEMERIDE8 DO HEZ DB ROTOMM).
2 Lia ora al hora 44 alnata* da tarde.
9 Ouarto srascenta as 8 horas e 25aiaa>tos '
machia.
17 L.a hala as 10 heras t 47 minutos 4* asas
25 Quurto minguanta aa 8 hor.s a 47 oslara los
man has.-
PREAMA DS HOJE.
Primeiro as 8 horas 80 minutos da manla.
I Segando aa 8 horas e 54 asina toa da tardo.
PARTE 0FFICIAL.
Ministerio da aberra.
expedienta de 24 de oulubro de 1861,
Segunda directora geral.
~~ Ao presdanle de Pernambuco, remetiendo
paralerem o destioo conveniente oa procesaos de
weaa de avengaaeio para a qua8cacio de
egoodos cadetes doa soldados Joaqun Lopes
Forraz da Cunha Reg e Antoolo Roberto Cor-
oeiro, este da compaotita de cavallarta da mea-
ras pronncia. e aquello do 9 bstalhlo de infan-
tera.
Terceira directora geral.
Ao presidenta do Maranhio, mandando for-
necer diversos ebjectos de armamento, equipa-
monto e utencilios ao 5 batathio de ioraotaria.
Ao meamo, devolveodo os papis e plaota
eonceroeotea is obras do quartel do campo de
Oerique, imde que o respectivo ogeoheiro
aaltefaca as exigencias exaradas no offlcio do di-
rector do archivo militar, o qual ae Ihe remalle.
Ao do Para, declarando que em 16 do cor-
rele Ihe foi remettida a Ia rie de coohecimento
de 80 arrobas de polrora fioa que aeguiram para
Pernambuco com destino do Pari.
Quarta directora geral.
Ao presidente da Parahyba, declarando, pa-
ra que faca coaltar ao eommaodantedo respecti-
vo eorpo de guarnicao, que vista da terminante
disposiclo do aviso de 17 de julho ultimo, nao
ae deve-ebonir a o cadetes particulares o pre-
mio da voluntario, Bcaodo assim respondido-o
sen offlcio n. 271 de 5 do eorrente, propondo a
dovida ausctada pelo dito commaodaole a este
respailo.
-29-
Segands directora geral.
Ao preaideote da Parabyba, mandando ins-
peccionar pela junta militar de saie da mesma
provincia 7 pravas do respectivo corpo de guar-
nicao, e reaaelter a esta secretaria de estado oa
taraos de inspeeeio. acompanhadoa das certi-
does de assentameotos daa ditaa pracaa, attm de
resolver-ae aobre o destino dellas.
Ao do Rio Grande do Norte, devolveodo,
para ser archivada, o proceaso do cooselho de
investigacao do soldado da compaohia de caca-
dores da mesma provincia Veocealio Jos da Sil-
veira, o mandando castigar correcciooalmente o
jilo soldado, que. depois de soSreresse castigo,
aeve ser remetlido para esta corte com deitioo
a um dos corpos estacionados no Rio Grande do
oUl.
Ao meamo, dem dem o do soldado da
compaohia de cardadores da dita proyocia Salva
flor Mana da Trindade, e mandando p lo em
liberdade, por isso que faltas isas como essa pela
qtral foi processado o dito soldado pdem e de-
vem ser punidas pelos commandanles dos corpos.
Ao do Ceari, devolveodo o do aoldado do
corpo de guarnicao da mesma provincia Francis-
co Manoel dos Aojos, para servir de base ao de
guerra a que mandar proceder.
Ao do Maraohio, dem os do cadete do
5 batalhao de infantera Napoleio Jos de Lima,
para o meamo um.
Ao meamo, commonicando, em aolucao a
duvida proposta pelo delegado do cirurgiao mor
do exercito oa referida provincia e aubmeltida por
S. Exc. i decalo do governo imperial, qe, seo-
do os facultativos de dia s enfermaras militares
coadjuvaotes do eocarregado das mesmas enfer-
msriae, segundo o 1* srt. 5o do regulamento
de 16 de maio do correle auno, devem auxila-
lo noa trabalhos que occorrerem durante o lempo
em que eativerem de servico naa ditaa enferma-
ras, como a conferencia doa mappaa diarios, oio
se limitaodo a receitar aoa desates que entraren)
desos da hora da visita do mencionado eocar-
regado.
Terceira directora geral.
Ao preaideote do Amaxonas, declarando
que, sendo plauaiveis as razos allegadas pelo
pharmaceutico da reapectiva enfermara militar
acerca da falta de reaesaa do mappa, modelo n.
22, de que trata o regulamento especial das en-
fermaras, deve dar-se bataneo a botica, e co-
xoecar de eolio em diante a organisar o referido
mappa.
Ao de Minas Geraes, dem que, atientas s
raides ponderadas em seu offlcio de 91 do corren-
te, fica approvada a despeza da 180 feita com
oa concertos na parte do quartel do corpo de guar-
nicio que serve de enfermara.
Ao de Pernambuco, para que ordene que
pelo respectivo anenal de guerra aejam remetli-
doa com brevidade oa 100 pares de sapatos que
or aviso de 14 de juoho ultimo se mandara m
uroeeer provincia daa AlagOas, para uso dos
recrutas.
Quarta directora geral.
* Ao presidente do Amazonas, em resposts
ao seu offlcio n. 186 de 22 de agosto prximo
fiassado, dando coota dos embaracos com que
ota a respectiva thesouraria do fazenda para ter
em dia o pagamento doa destacamentos nos di-
versos pontos da provincia, que deve regular-se
a este reapeito pelas ioatrucQoea mandadas obser-
var na provincia de Goyas, por aviso de 8 de
novembro de 1858, anm de que os corpos esto-
jara sempre em da com o pagamento. di
Ao de Pernambuco, devolveodo os docu-
mentos da despeza feita nos quarteie a estabela-
ci meatos militares pela compaohia de Ilumna-
lo a gaz, na importcocia de 9 3799050, aflm
e que a mesma compaohia -requeira o seu ps-
guaeolo penle a thesouraria de faaanda, nos
termos da circular da 6 de agosto da 1847, valo
perlencer a divida a exercicioa lados ; e remelteV
do, para que mande adoptar na referida provin-
cia, doze exemplaies das tustruceea que regu-
lara o servico o flseslisacao do consumo do gis
nos edificios da reparticio da guerra nesta corle.
30
Segunda directora geral.
Ao preaideote do Rio Grande do Norte, de-
volveodo o proceaao de cooaelbo de investigedlo
dos soldados da compaohia de cacadorea da mec-
as provincia Firmioo de Oiiveira Frailas e An-
tonio Jos de Santa Auna, ana de servir de base
ao proceaso de cooselho da guerra que maodiri
proceder.
Circular.Illtn. e Exm. Sr. Coovindo que
nao a oa diffecealoe carpos do exercito como os
seos destacamentos estafa* sempre pagas em dia,
a podeodo dar-ae a aaao da haver ahi por necea
andada do aervico puntea signo, destacamento
longo da capital dssaa provincia, recoamendo
V. Fxc. que oa tasa aireumstaactaa devor man-
dar obaervar o que diapde as instrnecoes dadaa
para a de Goyaz par aviso de 8 de novambro de
1860. que veak .apresaos aa collaccao doa setos
do governo daquetle aono, na parle que fflr ap-
jkaYei aa casa occarraole.Deua guarde V.
ExcMarqutx de Carine.Sr. presidente ds
provincia da.
81
Primtif dirtetoria feral.
Ao preaideote daa Alagdas, devolveodo a pre-
eaaso de cooaelbo da lovootigacio para aervir de
bese ao cooaelbo de guerra a que deve responder
o espKo Joa Aoeeiae Valeijo, caamsodante da
eroslasa mente do 8* batalnio da infantera exis-
tente na aesas provincia, sabr qusm rtoahe
colpabilidade pala fuga do attet Jaaqwim load
Luiz de Souu, a ardaaaoda que a 9* saleta Fran-
cisco Victorino da Meira a o aabo da eaqaadra
waal Antonio Bibeiro iaa Nltai. ^r7:
l
i
I Ao de Pernambuco, exigiodo urna guia em
que se declare o fardamento que recebea e devia
receber pelo 4 batalhao de artiiharia a p a que
parteoce o 2* cadete 1 aargento do 4o batalhao
de iniaalsna Jlo Severano Madel da CoaU.
Rtquerimentot indeferidot.
Do padre Jos das Dores Barata, pedindo ser
admittdo na reparticio ecclesiastica do exer-
cito.
Do 2 sargento Manoel lavares de Jess, pe-
dindo transferencia de corpo.
Do aaldade Pauto Joe dos Santos, pedindo qae
aoja considerada voluntaria a sua orara.
Do soldadr Jos Silvestre do Sacramento, pe-
diodo sor reintegrado do posto de 2o aargento do
qaal fra rebaixado.
Do 9 sargento Francisco Carneiro da Silva
Fontoura, pedindo quatro mezea de licenca.
Do particular Francisco Luiz de Miranda eCas-
iro, pedindo baixa do aervico.
Ttrceirm directora geral.
Ao presidente do Maranhio, declarando qae
nenhum objecto pode ser dado em consumo sem
que se proceda de accordo com o que diapde o
aviso circular de 10 da agosto de 1853.
4 de novembro.
Primeira directora geral.
Ao presidente de Pernambuco. idem que, por
decreto de 30 do mez fiado, foi oomeado com-
mandante daa armaa daquella provincia o briga-
dero Solidonio Jos Amonio Pereira do Lago ;
aeodo por outro decreto da mesma data dispen-
sado do referido com mando, por assim o haver
pedido, o coronel de infamarla Jos Antonio da
Fooseca Galvao.
Segunda directora geral.
,. .Ao Preaideote do Maraohio, remetiendo a cer-
lidao de aaseotameotoa do teoente do corpo de
guaroicio da mesma provincia Antonio Pedro Go-
mes de Caatro, que pertenceu ao batalhao de ca-
ladores de Goyaz.
_ Ao de Pernambuco, declarando que, visto
nao existir neohuma vaga de Io sargento no 9*
batalhao de infamara, para o qual foi iraosferido
o r cadete Io sargento Manoel de Faria Lomos,
deve aer elle incluido na vaga existente de 2*
sargento.
Quarta directora geral.
Ao ministerio da fszeoda, para ordeoar que no
crdito concedido I thesouraria da fazanda de
Pernambuco para as deapezas do 12, preaidio de
Fernando de Noronha, no exercicio correte, ao-
ja aonullada a quantia de 70*320 que foi distri-
buida thesouraria do Rio Grande do Norte, afim
de desapparecer o exceaio de crdito.Commu-
mcou-ss I praaidancia de Pernambuco.
Ministerio da marinha.
BXrBOIBHTK DE 18 DE OUTOBRO DE 1861.
A presidencia de Peroaaouco, remetiendo,
para oformar, ouvindo a capitana do porlo, di-
versos papis relativos queixa formulada pelo
coneulliortuguez oa mesma proviocia contra a
aupradita capitana, de suppostos vaxamea exer-
cidosem detrimento dos compatriotas do citado
funeciooario.
19
rfA>,mre'IdenSi d^ Sir-cc""nd0 wcepciq
do .offlcio n. U dto 1T ato mes crrante, em quJ
participa ler all chegado a canboneira Ibicuhy,
e que ia este navio eotrar em concert ; a re-
commendando que mande fater as obras de qae
elle carecer com toda a brevidade, remetiendo
opporluoameote um orcamento detalhado.
2* aeceo.A' de Pernambuco, msodsodo des-
pedir do aervico da capitana do porto a Francis-
co Evaristo Velloso da Silveira.que figurando co-
mo patrio na relaclo daa pracas da mencionada
capitana emprega-ee em trabalhos de escriptu-
racio; e preveoindo de que aemelhaote vaga nao
deve aer preeochida, valo estar praticameote de-
monstrada a possibilidade de um s6 patrio des-
empenhar aa obrigaedes que tioham sido com-
mettidas a dous.
21 -
A presidencia do Maranhio, mandando despe-
dir do aervico da capitana do porto o individuo
que aob o titulo de remador all eaprega-se ex-
clusivameote em trabalhos de escripia,
, ~~ A' da Parabyba, aecusaodo o recebimento
do offlcio o. 38 de 20 de setembro u timo, que
velo acompaohado de outro em que o respectivo
capillo do porlo participa achar-se eocarregado
da administradlo da obra do caes do Varadouro.
~ m Ccu>ndo a reoepcio do offlcio
o. 13 de 23 de setembro prximo paaaado, a qa
vieram annexos dous exemplares do rotatorio
com que abri a aassio ordiouia da assembla
legislativa da mesma provincia no dia 17 de agos-
to ultimo.
22
A' presidencia do Maranhio, approvando a de-
liberarlo que lomara de cooceder ao capillo do
porlo permissio de fazer ac compraa para sappri-
meoto da compaohia de aprendisea marioheiroa
all ltimamente creada, pelos meamos precos das
arrematacoes fetas para aapprimeoto da eslaco
naval; o recommeodsndo que expeca sa oeces-
sarias ordena para que, por ora, continua a func-
ciooar o cooselho de que trata o art. 16 do citado
regulamento, deveodo fazer parte delle o com-
mandante da compaohia, sempre que se trato da
obteocio doa gneros a ella preciaoa. Nesle
sentido so capillo do porto da aasma proviocia.
8 seceso A' das Alagos, recommendando
que mande deapedir do servico da reapectiva ca-
pitana do porto a Jos Malhiae de Alcona, que
com o titulo de remador, ae acba empregado noa
trabalhos de escripia da mesas capitana.
A' presidencia de Pernambuco, declarando
ncar-se inteirado do que commuoica por offlcio
n. m de 14 do cortete acerca do hiate cona-
trntdo na meama provincia para o servico ds ca-
pitana do porto do Maraohio. Expediram-se
sviso so quartel-general e i conUdoria de mari-
nha, remetiendo copia daa nulas das dimensoes
e do costo do referido hiate.
. ~"'. d0, Amszonss, acensando o recebimento
do offlcio de 17 de agosto ultimo, que acompa-
nnoa quatro exemplares ds collecslo das lela da
mesma provincia, promulgadas no crreme on-
no e no pasudo.
25
3 scelo.A" presidencia da Parahyba, aecu-
ssndo a recepcio do sea offlcio o. 37 de 11 do
mez p. p., com referencia ao aviso de 10 de
agosto ultimo, a respeiio do pedido que fizera de
um quantitativo para pagameoto doa yencimen-
tos do patrio e remadores da galeotas da mesas
presidencia ; e declarando novamente que as des-
peras com taes embarcatea nio podem correr
palo ministerio da snarinhs, o qual srsweote au-
xilia este servico, fornecondo, quando preciso,
as pracaa neceasariaa para guaroece-las, seodo
assas pracas tiradaa daa que perteocem sos es-
tsbeleciaeati oavses existentes naa provincias.
A' presidencia de Pernambuco, approvando a
deliberarlo que era offlcio b. 9T de 12 do corre-
le partieipou haver tomado de mandar applicar
o casco do brigae-eacaoa ling pbra que s
esl fazeodo para fechar a barreta do Sul, visto
oso terem appareatdo licitantes no acto da arrema-
Ur;io, apezar de redutir-se o preco da primeira
avahacio ; e declarando que nio deve a uto risa r
naapeta algnma com guaroicio para asta navio,
porque oio sera approvada ; e saquanto ola fflr
este apprteado so sarvieo a que se deftioa, cum-
Prt Bear t cargo arteail de mariohi, qua Te-
lan a, asa guarda.Comanolcoo-se saqaartel-
getal a oontadoria.
conselho"naval.
Q*adro do ptttoal militar da i" cla*H da ar-
mada, por ordem de antiguidade, publicado pe-
iucaaaasaw mavml, em eseeago 46 aaW elf?-
avnaro art. 12 do ik regulamento.
. Vtca-alairaate.
1 Jlo Pescoe Greofoll.
2 Bario de Taoaaadar-
_ Chefe de eaqaadra.
1 Antonio Pedro da Carvalho.
3 Guilherme Parker.
3 Joaqaia Jos Ignacio.
4 Dtogo Ignacio Tarares.
... Chefe de devisio.
1 Joao Mara Waodeokalk.
5 Antonio Leocadio do Sonto.
3 Francisco Manoel Barroso.
4 Jesaioo La mego Costa.
5 Joaquim Raymundo da Lsrasre.
6 oaqaia Manoel de Oiiveira Figueiredo.
. Felippa Jos Ferreirs.
8 Joo Custodio d'Hoodain.
a v t Cl^efl de "Tl graduados.
1 Jos Mara Ferreira.
2 Francisco da Silva Lobao.
u a ^ ^ Capite de mar e guerra.
d Pedro da Cunha.
4 Maooel Fraociaco da Costa Pereira.
B Aotooio Flix Correa de Mello.
6 R.phael Meodeade Moraea e Valle.
7 Fraociaco Pereira Pinto.
8 Francisco Xavier de Alcntara.
Eluuario Amonio dos Santos.
10 Gervasio Mancebo.
11 Louren;o da Silva Araujo
f o og",to w">eelo da Silva Lisboa.
13 Guilherme Carlos Lsssance e Cunha.
14 Beojamim Carneiro de Campos.
15 Jos liara Rodriguea. *
, ... Cepilles de fragata.
1 Vctor de SaolUgo Sabr.
2 Rodrigo Jos Ferreira.
3 Joa Eduardo Wondenkoik.
4 Jos Antonio Correa.
5 Gabriel Perreira da Cruz.
6 Jos Moreira Guerra.
7 Antonio Caetaoo Forras.
8 Francisco Cordeiro Torres e Alvim.
9 Joao Baptista de Oiiveira Gnmaraes.
10 Maooel de Oiiveira Paes.
11 Jos Mara Galhardo
12 Fernando Lisarode Lias.
13 Joa Segundino Gomensoro.
14 Ernesto Alves Braoco Muniz Brrelo.
15 Candido Jos Perreira.
16 Fraociaco Candido de Caatro Meoezes.
T Ernesto Preoirico de Veroa Bilsteio.
18 Carloe Augusto da Rocha Freir.
10 Jos Antonio de Siqaaira.
20 Bernardo Alves de Moura.
21 Joio Gomes de Aguir.
92 Victorio Jos Barbosa de Lomba.
. ., Capities teacotes.
1 Joa Maooel Picaneo da CoaU.
2 lui !.,* a...a wasoe.
3 Maooel Luiz Pereira da Cunha.
4 Antonio Lopea da Mesquita.
5 Joio Carlos Tarares.
6 Padro Antonio Luis Ferreirs.
7 Hermenegildo Antonio Barbosa da Aloeida.
8 Flix Loureoco de Siqueira*
9 Joa Pereira Pinto.
10 Fraociaco Eduviges Bricio.
11 Guilherme Augusio de Freitas:
12 Antonio ABooso Lima.
JfAntooio Joaquim de Santa Barbara.
14 Rodrigo Aolonio de Lamare.
15 Marcoa Jos Evangeliata.
16 Joio Paulo da Coala Netto.
17 Tbomaz da Cunha Vaaconcellos.
18 Joio Manoel de Moraes e Valle.
19 Amonio Joa Pereira Leal.
20 Joaquim Rodrigues da Costa.
1 Pedro Garca da Cunha.
21 Antonio Eroeato Lasaaoce e Cunha.
23 Antooio Airas doa Santos.
24 Fraociaco Joaqaia de Siqueira.
25 Nuoo Alvea Pereira de Mello Cardoao.
26 Luis da Cunha Moreira.
27 Joa Antooio de Faria.
28 Tbeotonio Raymundo de Brlto.
29 Antonio Claudio Sbido.
80 Jos da Coala Azevelo.
81 Delphim Carloa de Carvalho.
32 Miguel Jos de Mello.
33 Fraociaco Joa de Oiiveira.
34 Antonio Joaquim Curvello da Aila.
35 Dr. Joaquim Alexaodre Manso Sayao.
36 Bernardo Antonio Loureiro.
87 Ludgero de Salles e Oiiveira.
88 Maooel Benicio Furtado de Mendonca.
39 Joa Leopoldo da Norooha Torrezao.
40 Gennioo Augusto de Barros Trrelo.
41 Antonio Joaquim Ferreira Ramos.
42 Cypriano de Atevedo Tompaoo.
43 Manael Mana Lobo Botelho.
44 Jos Duarte da Ponte Ribeiro.
45 Francisco Duarte da Costa Vidal.
46 Joaquim Fraociaco Chavas.
47 Alexaodre Jos de Araujo.
48 Antooio Pedro Carneiro Pereira da Cuuha.
49 Jos Gregorio Affooso Lima.
50 Ignacio Accioli de Vaaconcellos.
51 Aoaelmo Jacques Golroy.
52 Silvino Jos de Carvalho Rocha.
53 Antonio Carlos Rodrigues da Silra.
54 Jos Raymundo de Faria.
edro Thom do Castro e Araujo.
rsocisco Manoel da SilvaGaisnaries.
57 Bonifacio Joaquim de Saol'Aona.
Prlmeiroa lenentes.
-1 Joaquim Guilherme de Mello CarrSo.
2 Policio de Si e Brito.
8 Joa Pereira de Lima Campos.
4 Joio Pedro de Carvalho Raposo;
5 Candido Benicio da Silva.
6 Praocisco de Miranda Ribeiro.
7 Sabino ioy Pesaea.
8 Ricardo da Silva Navas.
9 Pedro Leitio da Cunha.
10 Carlea Augusto Victoria.
11 Giacomo Raja Gabaglia.
11 Candido Custodio de Lemos.
13 Heorqoe Antooio Bsplists.
14 Jerooymo Paralra de Lima Campos.
15 Antonio Mariano de Aze'vedo.
16 Joa Carneiro de Amorim Bezerra.
17 Luiz Mara Piquet.
18 Eneas Justo do Barroa Trrelo.
19 Maede Simos da Silva.
20 Basilio Antonio da Siqueira Barbado.
11 Antooio Manoel Fernandas.
22 Jos Lopes de Si.
23 loa Heariqaes da Silra Fras.
24 Jos Avelioo da Silva Jacques.
25 Jlo Carlos de Souza Jacques.
26 Haobei Francisco Crrela Leal.
1 Jos Nolasco da Footoura Pereira da Cunhs.
28 Fraociaco Freir da Borja Saloma Garcio. "
29 Joaquim Leal Ferraira.
30 Engento Padro da Rocha Pitia Garfio.
31 Antonio Coelho Fragoso.
31 Antonio Luis da Silra Souto;
33 Joio Soares Pialo.
34 Francisco Leopoldo Cabral do Canto e Teire
35 Salustiaoo Cavtaoo dea Santos.
M Manoel Joaqun da Gutro Costa,
DAS DA SEMANA.
18 Se ganda. S. Romlo m. ; s. Odn ab.
19 Teres. Sania Isabel raioha de Hungra f.
Quarta. S. Flix de Valoia fundador.
Quiote. Apresentacio de Noasa Seohora.
^Satu. Santa Cecilia v. m. ; a. Filemon a:
atoado, f. Clemente p. m. ; s. Felicidade.
ingo. S. Joio da Cruz c.; s. Estanislao."
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE9 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundae qniolss.
Relaeio: tergss. quintas e aabbados aslOboras.
Fazanda t lercaa. qnntaa e sabbadoa-aa 10 horas.
Juizo do commercio : quartss ao aeio-dia
Dito de orpkioa: tercas e sextas aa 18-heras.
Pnmeiravara do civil: iars,a ,emaaae meio
Segunda vara do cival
ora da larde.
quartas e sabbadoa a 1
-<-
ENCARREGADOS DA STJBSCBJPCAO DO BOL
Alagos, o Sr. Claastano Falda Dias: .
o Sr. Jos Martina Alvo; Rio da Janeara, Sr.
Joio Paraira Martina. ~
EM PERNAMWCO.
Os propriatsrias da pumo Manea! Plgwairoa aw
Paria Filho, na aaa Hvraria arcnea'
dencia os. 6 e 8.
>r Antooio Marcellino da Ponto Ribeiro.
Jos da Cunha Moreira. .
9 Padro Hypolito Duarte.
^JlS 'I0'81 io*& Piolo.
^, Jaatino Joa de Macedo Coimbra.
:4JB.faaoatPereira de Figuairedo.
Joaqoia Marta de Almeida Portugal.
44 Manoel Rodriguea de Almeida.
45 Luiz da Costa Fernandos.
Bi Id y i no Jos Ferreira de Aguiar.
47 Loureoco Eloy Peasoa de Barroa.
48 Antonio Ximeoea de Araujo Pitada.
Mr Ignacio Joaquim da Fooseaa.
Manoel Antonio Vital da Oiiveira.
. A#ffn1o Correa de Brito.
I Mltoei Ernesto da Souza Fraoea.
8B Antooio Benedicto Orozimbo Xavier de
Aievedo.
S Padro Cordeiro de Araujo Felo.
Joaquim Nolasco da Footoura Pereira da
Cunha.
3t Antonio Luiz Teixeira.
5T Francisco Gomes da Silva.
58 Joo Duarte da Ponte Ribeiro.
5f4doJlngos Joaquim da Fonseca.
60 Antonio Gomes de Mallos.
61 Buzebio Jos Autuoes.
* Joej) Franciaco Pioto.
W Dr. Basilio da Silva Barauna.
84 Joao- Moreira da Coata Lias.
65 Caldioo Cicero de Miranda.
W Aurelio Garciodo Fernaades de Si.
67 Fraociaco Antonio Ssloa Pereira.
68'Rugusto Mximo Baptista.
69 Jos Msximiano de Mello e AWim.
7Felippe Orlando Short.
71 Fraociaco Manoel Alvares de Araujo.
72 Franasco da Cuoha Galvao.
73 Eliaiario Jos Bsrbosa.
74 Podro Ferreira de Oiiveira.
75 Jacomo Martina Baggi.
7 Francisco Jos Colho Netto.
77 Desiderio Celestino de Castro Jnior.
78 Thomaz Pedro de Bilteoeourt Culrim.
79 3. M. de Araujo CavaUante de Albuquerque
Lina.
80 Carloa Braconnol.
81 Ernesto Igoacio Cardim.
82 Jos Rodrigues Souza.
83 Carloa Ramel.
81 Alvaro Augusto de Carvalho.
85 Guilherme Jos Pereira doa Santos.
86 Pedro David Durochar.
87 Antonio da Silva Teixeira.
88 Maooel Martina de Araujo Caatro.
89 Jos Mara do Naecimento Jnior.
90 Rufino Luiz Tarares.
9! Nestabo Jos de Saol'Anna.
92 Collaliao Marques de Souza,
93 Ricardo Greeohalgh.
94 Joao Evaogelisls Cordeiro de Araujo Lima.
95 Joio Mendea Salgado.
96 America Brazilio Silvado-
97 Antooio Joaquim Moreira Marques.
98 Henrfqu Francisco Martina.
.2 l*?h,iw FurU,, Mendonca Psas Leme.
10? Joio Gomes de Faria Jaoior.
! T^**^ C*vqtr Lia..
102 Jos Candido Duarte.
10J Fortuosto Fortes Vidal.
104 Angelo de Paria Pinto Hangabeka.
105 Jos Moreira da Coala Lima.
1u6 Manoel Caroeiro da Rocha.
107 Joio BapUsta de Oiiveira Montaury.
108 Joaquim Rodriguea de Souzi Aranha.
109 Joaquim Mara Nogueira.
110 Helvecio de Souza Pimentel.
111 Bernardino Jos de Quelroz.
112 Aolonio Carlos de Mariz e Barros.
113 Franciaco Romano Stepple da Silra.
114 Augusto Netto de Mendonca.
115 Manoel de Moura Croe.
116 Jos Hippolyto de Menezes.
117 Fernando Dlaa de Mendonca Paes Leme.
118 Aroaldo Joa Pinto de Cerqaeira.
19 Joaquim Franciaco de Abren-
120 Jos Bernardino de Queiroz.
1S1 Jerooymo Fesjataco Goncalvei.
122 Francisco dfTanla Fragoso.
125 Braz Jos dos Res.
114 Cimillo de Lelis e Silra.
1 Jos Antonio ds Silva Mala.
126 Jayme Goaea de Argolo Ferrio.
27 Joao Aotonlo Alvea Nogueira.
128 Aotunio Laiz Hoonholtz.
129 Joio Goncalvea Duarte.
130 Aureliano Joa do Couto Soares.
131 Cirneme de Cerqueira Lima.
132 Franciaco Antooio de Vassimon.
Segundos tenanlea.
1 Pedro Joa Alvea.
2 Lucio Joaquim da Oiiveira.
3 Franciaco Jorge da Silva Araujo.
4 Geraldo Candido Martina.
5 Emilio Augusto de Mello a Alvim.
6 Augusto Cesar Pires de Miranda.
7 Jos Luis Telxeirs.
8 Manoel Lopee da Cruz.
9 Fraociaco Forjaz de Laeerda,
10 Joaq jira Cardse Pereira da Mello.
11 Jacimho Pernandea Pioheiro.
12 Eduardo Wandaakolk.
18 Maooel Lopes de Santa Rose.
14 Pedro Lopes da Conceicio.
15 Evaristo Ferreira da Valga.
16 Felippe Pirmioo Rodrigues Chaves.
17 Olympio Jos Chavantes;
18 Manoel Soares Pinto,
19 Manoel Ricardo da Cunha Cont.
20 Francisco Esperidilo Rodrigues Vaz.
21 Lourenco Luis Pereira da Sosas Juoior.
21 Joio Henriquea de Carviiho a Mello.
23 Taoc/edo Jos da Silva Qainlaoilba.
24 Antonio Ferreira da Oiiveira.
25 Antonio Joaquim de Mello Tamborn.
96 Praotiaco Goularte Rolim.
17 Jos Marques Goimsries.
98 Jos Ignacio da Silvatra.
99 Antooio Catana du Pin eAlmeida:
89 Frederiea Guilherme de Lorona.
31 Joio Joaquim Rodritnes Pinta.
32 Joa Garlos Patraeirs.
33 Augusto Leopoldo da Noronha Torrezio.
34 Joaqaia Vtllela de Barrea.
35 Amalda Leopoldo da Muriaelli.
36 Heorqae Praocisco Caldea,
37 Joio Jos Lisboa.
88 Antonio do Costa e Olivairs.
89 Francisco Joa da Frailas.
40 Custodio Jos de Mella.
41 Antonia Pompea da Albuquerque Csvalcanti.
42 Francisco da Saltea Werneck Ribeiro de A-
guilar.
48 Bdoarda Augusto de Olivairs.
44 Eduardo Pablo Pereira Franco.
45 Aonib.il Joa Raaos.
46 Joio Bernardino Moreira da Araajo.
47 Jaequia Augusto da Costa Smpalo,
48 Manoel da Araujo Cortas,
49 Jorge Saturnino da Maanas.
50 Manear Joaquia da Costa Juntar.
51 DoaiOBoe Joan do Azorado Jnior.
52 Hyppalito de Siass Bittencourt.
58 J*qasB Gandida des Beta,
ti Baaoso Panto de Araujo Correa.
5B Joa Barato Moreira altea
58 Te(IJ4a furrio.
57 Podra) Antonio do Manta Bulas.
M M.uov! a Sauaa Gaznan Jarda.
59 Aagojlo loa da Souu Soares de Anorta.
Sala das sesses. em 25 da outnbro de 186.
Joagutm Manoel de Oiiveira Figueiredo.-Bardo
i! !?lba;TS01?' c,aPri*tano Bandeira de Mil
%-K<>r<"t Meade de Moraet ValleRicardo
J0* Gamu Jardtm.-Padro UHao da Zunha.
60VER0 DA PROVINCIA.
Expedieate ato- governo do da tde
B0***** des ISSf
Offlcio ao Exm. presdeme do Bio Grande do
Norte.Tero o conveniente destino o aviso de
ri'.1 P_rt"rf,8*81000. a que ae refere o
offlcio da v. Exc. de 13 do correte que fica assim
respondido.
Dito sn Exm. presidente de Sergipe.Constan-
do de participacio da secretaria de estado doi ne-
K?-',. orfV,lc' d? 5 d5Jeften,e. 1ue Pr se-
creto de 30 de oulubro aTlirfo S. M. o Imperador
nouve por bem remover o juiz Je direilo Fran-
cisco Aotonio.de Oiiveira Ribeiro da comarca do
Bonito nesta provincia para a de Itabaiana nessa,
por aasira o haver pedido: assim o commuoico i
v. exc para o fio indicado nos arts. 22 e 23 do
decreto 687 de 26 de julho de 1850. rogaodo-lhe
que1 airva de fazer chegar is roaos do referido juiz
ae aireilo a inclusa communicacio que por aquel-
la secretaria de estado Ihe dirigida com a copia
do decreto de sua reroocio.
v o, 8, ""dame das armas.Conyem que
l' 11.* Im? .m <"le dia ssentou praca no 10
nataihao de infantera o individuo de nome lana-
L n08aq'oai-Go.^'JlTe8' a 1e >llaile e offl-
cio o. 1869 da 11 do crreme.
Dito ao meamo.Determinando o Exm. Sr.
mioiatro da guerra em aviso circular de 31 de ou-
lubro ultimo, que aejam remettidsa para o arsenal
de guerra da corte, com brevidade as pecas de
brooze de calibre 3 a 9. que exislirem nests pro-
vincia aa quaea devem ir desacompanhadas dos
respectivos reparos; assim o declsro i V. S.
abm de que expeca neste sentido aa conve-
nientes ordena.Coamuoicou-ae ao araenal de
Buorrfl.
Dito ao commandanle superior da guarda na-
cional do Recife.-Haja V. S. de oformar oa
parle que Ihe toca aobre a materia do offlcio
junto por copia que me devolver, do delegado
de polica do 2 diatricto deate termo dirigido ao
chefe de polica, em data de 16 do correte.
Dito ao inspector da thesouraria de fazeoda.
Declaro I V. S. que em offlcio de 24 de oulubro
ultimo1 commuoicou-me o Exm. presidente do
Maranhio que foi paga naquella proviocia ao
S5iiIC0 i Fr,nci>co d Oiiveira a quanlia de o -oHur apa
M. pelaiquil sjustou levar para aili o hiate n offlcio de boje.
destinado i reapectiva capitana.
Dito ao mesmo.H.ja V. S. de habilitar-me
com a sua informscio de modo a poder aaliafazer
0 que exige o Exm. Sr. ministro da fazenda no
aviso de 4 do correte 000818019 da copia junta.
Dito ao mesmoCommuoico V. S. que nes-
ta data e em vista de requisieio do director do ar-
aenal de guerra autorisei o cooselho administra-
tivo a compra de 500 meioa de sota para forneci-
mento do elaoxanfado do mesmo arsenal.
JJitO ao resanoRematU Vi. 8. para oa con-
venientes exames aa inclusas copias das actas do
cooselho admioislrativo do arsenal de guerra,
datadas de 11 e 13 do corrate.
Dito ao mesmo.P le V. S. conforme indica
em aaa informadlo de hontem sob o. 1110, man-
dar por em hasta publica para aer aforado a quem
mais der o terreno de marinha, que existe devo-
Iulo ao norte do armazem do bario do Ligamen-
to no Forte do^Mattos e coosta dos incluios pa-
pea do agrmenaor 2* lente Antonio Egidio da
Silva.
Dito ao mesmo.Queira V. S. ordeoar ao ios-
pector da alfaodega qae (sea desembarcar coa
urgencia do vapor Apa e eotregar ao portador
oeste offlcio um caixio com objeclos remetlidos
do Puuhy com destino I expolelo desta pro-
viocia. v
Dito ao iospector da thesouraria provincial.
A vista do que solicitou o juiz municipal da pri-
meira vara desta cidade no offlcio porajopia jun-
ta d V. 8. aa provindeociaa oecessariaa, afim de
que possa ter lugar o exime a que aegundo a pre-
catora junta tem o mesmo juiz de mandar pro-
ceder nena thesouraria.
Dito ao mesmo.Haja V. S. de habilitar-me
com ana informacio de modo a poder aaliafazer
o que exige o Exm. Sr. mioiatro da fszenda no
aviso de 4 do correle cooslante da copia junta.
Dito ao meamo.A Estevio dos Aojos da Por-
ciuncula mande V. S. pagar conforme requisilou
o chefe de polica em offlcio de hontem aob n.
1160 a quanlia de 54J4O0 em que. segundo a con-
t junta, importa as despezae feilas no mez de
ontubro ultimo com o sustento dos presos pobres
da cadea da villa do Cabo.Commuoicou-ae ao
chefe do polica.
Circular a todos os commandanles superiores
ds guarda nacional.-Remello i V. S. para sau
coohecimento e execacio copia do aviso expedi-
do pelo rainisierio da juatica em 24 de oulubro
ultimo ao Exm. preaideote da provincia de Santa
enharina em soluto u duridas se o capitio da
guarda nacional designado psrs servir de major
de um corpo deve ser considerado offlcial do es-
tado maior do meamo corpo e se os commandan-
les superiores teem interveoeso na composiclo
do conselho do qualiQcacao.
Dito ao juiz de direilo Joio Antonio de Araajo
Freitas Heoriques.Em deferimento ao requer-
manto que V. S. me diriaio ero 18 do correte,
marea-Iba o prazo de 3 mezea contados docta
data para eotrar no exercicio do cargo da chefe
de polica da provincia da Babia para a qual foi
nomeado; coma me coamunicou em data de 14
de oulubro ultimo.
' Dito ao iospselor do arsenal de marinha.De-
feriodo o requerrnoslo de Maooel Eustaquio Xa-
vier de LTaa aobre o que V. 8. ioformou em offl-
cio de 8 do crvente o autoriso a mandar alistar
na companhia de apreodixea marinheiroa os me-
nores Manoel Eustaquio Xavier da Lima Jnior e
Jos Psuiioo Xavier da Liaa, filhos do supplican-
te. urna ves qua esiejam naa coodicoes do regu-
laaemo annexo ao decreto de 4 da Janeiro de
Dito eo meamo.Em resposta ao offlcio deasa
reparticio datado de 28 de oulubro ultimo, tenho
a dizer 4 V. 8. qae as 2 boiaa requiaitadas pelo
capillo do porto para balisameoto do baixo do
ingles deraa aer construidas neese arsenal, logo
que seja possivel, como determtnoa o Exm. Sr.
ministro da marioha em aviso de 10 dsqaelle
mes constante da copia junta.Communicou-se
ao capillo de porto.
Dito ao meamo.Transmiti V. 8. psra o fia
indicado no final 00 offlcio datas reparticio data-
do de 8 de catabro ultima a incluso documento
do qual coosta ter sido entregue na provincia o
Maranhio coas oa seas partooeee o hiate que ae
coastruio oeala provincia coa destino capitana
do porto daquella.
Dito ao cooaelho da compras.Autorito o con-
ealho da compras a promover oos tenaos des srt.
9111 da regulameate da 20 da fevoroiro da
185B, a compra doa ojelos mencfooados em san
offlcio de 15 do crreme, visto qae alo necease-
risa oa aroanal da aa liaba a aoa oavloa da ar-
aada come Oslaron o aesmo cooaelbo.
Dita a tmara a ai d pal.-A tiende oda ae qae
"^l^1 -"a'? *"M1 doaU atando, aa
1 son oeneie do 18 de carreMo. toaba reaalv iea ano | rabona ana. aMBaaaa li nanTuTL
* a tenalo do Nllegi .l.itar.l daa aamatpio aa da hnaii TTLZr^.yrP^^^
S^u"?.." igreji de Noau Sat*-| *a Concotraa
*< MUtlsres.no dia para uso ikmitaam^eEZ.
ao sem fTeiio o offlcio de boataaoo -
" rfeja do Espirito tanto, iaM
"esma cmara para sau caabeciacmta>* <
licio daa eonaentontu ortinT^*^
P?"wmnJ!PW,?,'5de'!f* -#lr-* **
r:rbro^;{s0es-^&^^^-^
commercio e .bris pmMic!ZhMa 2^'
endent da estrada de fer7o 4o taa^^Tam
empo de ser enviada para a corta no ronaVaZ
aa^E!,Blk? P"a a Ml A^a-5-2
TWeSdV.de"Pr,>priad-4-,*"~"
0.?l? 1 ."Mor Alexaodre Tan Ba
Para cuapnmentodo dispaile ooavua 4a
tieso da .ricultura, ceaaercia a obVoa mu
datado de 23 de oul.bro \Uo"m^**?WBT
me env brevidade o relatarla. pljliUJLa
exig era offlcio de 19 de agoate .^^0.4012
da copia'incluaa. aanna Buauaaauu.
Dito so juiz da direilo interino de Taesrai -
Trsn.m,l&o i Vmc. par. aeu cnVlaSanaST^
da1 inforaacao ministrada pelo cm
sideote da relaclo a ISdVeorrV.U
rencia al appell.cea craos dea reo.
tai1" Su,rei L,,bM Vi"DU ^r. u
Bamba, rneoc.ooados oa relaclo junta m aaaad-
flcio de 1 de selembro oIibV "*-
Dito p juiz de direilo ds Florea^Baaaetla k
Vmc para su conheeiaento copias deaiaiL
macoes minisjrsdas pelo solicUaor da iaaaae.
que me foram transmiuidaa peloceaaelhaanawT
.dente A> reU?ffl em 4 ^cam**.^.
na as appellaC6s crmes de qua o rrsaaaab.
ram 01 seua olflcioa ns. 13 e 15 do al'a.ra-
e arha?^6 '^ d'r qM rM^Ma,T.^iu.
se acoar em culpa e for de dir.it. .! *--___
das dos roi ns. 2, 3, 4 7'8i VlaVvJZ^Zl
de Lima. Manoel de'Sau 2mt!SSm^.
cravo. Joao Flix da Cruz. Floree ",. 4
Cruz, Jos Joaquim da Silva a Jlo Padrada Ma-
gaihaes.j meociooados na relaeio .aia a* oari-
melrn daquelle. w, eiUdoa^flUsC w aln
nao foraa apresentados 00 trbaool da resaca.
Portan, a .g,DCi. cp.nhi. d. fiJS
us sn. agentas ds coapaabia brastlatraa* m-
quetes I v.por asolea dsr diswisbi sTJl
para o Rio de Janeiro ao vp*rAZ*'*m-
destioados para pawgeiro. de a '
Dom. e a seus dous Otaos vista
validas.
Offlcio a mesma.Polea *Vi
guir o vapor Apa amachas a san iaiuia
u ofidio de boje. iesau ana
Portara a mesmaO Srs. acales ste tmm
p.nbi. brssileir. de p.qu.le. i v.p^. euSSrn
dar traraporle para a corta 00 v.mt Apa aa la-
gar dr-soado p.ra pasaageiro da aotasVo. ite-
res reformado do exercito Joaqsia Paraira Xa-
vier de Oliveira.-Coaamaieon-aa ae
danto das a rasas.
.^''1 T orMd0 proviaaia, M
ao que requeren o promotor aabiien a a
do, Bonito, b.ch.rei Jos AataanTcalsia
r.oo em ofllcio de 23 a. aas nnsiana 8aO.~rZ
solve conceder.Ihe 30Otas a (scancT.
meatos para tratar de san aaada.
Di la.O presidente da a>ro viada _^
ao que requereu o delegado da policia o
de Caruar. alteres Maooel GaraaaT
reaolve conceder-lhe 15 das da lt
a esta capital.
Dita.O presidente da proviaeia
qua Ihe requereu o .Iferea retaran.
Joaqun! Pereira Xavier de Olt.atra,
S2S?"ih- Uceo?a corta V
negocios de sea oteresne.
DitaO proaidenle da proviaeia ras.lv. M.
mear, nos termos do art. 4* da caaraaioao a
S.nt. Casa da Misericordia da 27 da i.ab. a
aono panado o bario da "aaalj onn Isa.
gsr de vice-proveoor da acema Santa cana
achir"T re,dindo ns corle o Dr. laaa Can
no Bandeira do Mello, qua exarcia sau alia
para b de roordomo o s.pple.ta Dr. Cya
Fenelo Guadas A Ico forado. ^aagata
ao pronedor da Saota Casa da Misarte.**.
ile ala
S. Exc.
teirsdo
Offic e ao contador da inaaanrorU
aSr.
o Sr. presidente ds pravaaa _
pelo sau offieio de hoatea, aob a. 574 a
naver '. s. assumido as uacceo a iassirlis
dessa l! leaouraria no aspedioseai. d. raneaoMis
serveotusrio, assim Ih'o manda declarar ea"raa-
posta-ao citado offlcio.
DMiMtebon do allaTl ala
eto)IS|.
., ,_, Reeuerimenloe.
. Alai ida Goaea Alvos 4 C. Ioforaa
Paetbr da thesouraria provincial.
Barib do Livrameata. A tbaaaararis
zeoda lea ordem para por ea
'''V'iue treta.
Filipbo Dom.-D-se-lhe do proa.
Fraoisco Botelho o Aadrada. Dirija-se i
iheaontaria de fazenda. "aasprn-ea a
Joaeha Mara do Espirito SaoU ,
port.nameate eerl allendida.
re Joaqaia Barbas. Lia.._.
rector geral da initr.ccio auMioa, aatn
pass.r. alo ha vendo ocmvi '
I Euslsquio Xavier do Uaa.Ai
oa da qaa IraU o Sr.
arlana.
lo aaaignados opera o.
arseoal de marinha Iaforaa a Sr.
thesoursra de fuends.
Pedro Leopoldioo Marques.O soaal
est seodo racionada.
cante
ao Sr.
mandad
Mane
te os 01
oal do
Abaii
EXTERIOI.
[o do paz doa enyga__
aa no Japio. Ordiaarit
um paiz eatrasnaira.aaaa
udar a ana historia a gfw
t contos dos viajantes qsa naw 1
juire-se aa foado da raahn
pialado pelas eoav.rseca. aaa
v. ., quem aa asiifcnlassisa rali
aitiea-nos comprehendar, aa aba
vists so menos sea aoitea
ido disnta da aonaai
a neas. oxiraa. .i_
iurop.ua taxaraa aa Ti
aaa da^rtaa. da Ta
aexoa e Haraas aaa I
Mundo; ea aosao ssocr aa
prados do Deccan. aaa bardan l__
oouddhs, nos Usantoa islbadoa na ___
montee d'Etlova a d'AdjouaUb ant aa sanan ea
teaias ea honra da Veabnan ana ~
pora* Haais anoaotrat anirn aa _
rastdaatae da Chiaa. an noa ana l
auloa aaaos ds aerada ao J. "
aontsata daa


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"X.
\\9n mvaM ft ce ivm Ata
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ULRK) ftl rlBf AMBOGO' SEXTA
*em a ignorcocia dss lioguat, nem a 'uXC- arbitrarias violentas que excederem olma que
pathla das religtoes bfla^>llu*i,^e faci,;, se preeunham.
crew penetrar a causad mete outra,
WN--
-----------------___ __. .u.c,,.,ucu,a uuiio, u L-ouiinerciu compela resalar o oreco a
talvez mesraqTjaaimggcfraaraafcia !- %a? bMradoria, her como de qualtuet outra.
dora.% E demais para r-lo explicar aer- c Nao auero fazer-vos entrar aaim nm,
me*
ganadora.' E demiis para t
ane-hii preciso eocetar uma _____
Mica. Permiltl que me limite agora a dizer-voa
aamejspio assim eomo a Jarra a dada .6 utna
saudade cny leca.i Muitaspcaeacs.e>CQa M de.ll nt,
ee irritara com lelo, ; i ex do procura ; paci
eatemiere, decifrar o^
4* pele torca ; e til*
airo meio de penet
eodeaelle abrir t, |a
tretanto que teeios Istte ha. rile
J lu com a China ?
temos eteiladp as tempestades naese ocea-
aode400 railhoeadeereeluras huaaaooo ; porm
o 1i*to de bieroglyphos, despedazado por nossas
ttatlaa riviAn i.Bliili1l.. ,*.- ____- ____k_- .
---. w~- .-f,
ix de procurar pae-J
RsmfJISefertoa quebra-
culbaa e noto*, es chis, os avus, os c*i
------- -----a nwv w ^Bwiawa vu.rj,
Nio quero fazer-voa entrar aqtn-em uraadis-
- cussao tecbnica sobre as diversas rnoedas deou-
ro, prala e cobre usadas no1 Ja pao; sobre os ho-
jdjgqujg deforma ellto0cn,de
s kobtngs
------------------- --------- ------ rti* u, os
lempos fmoeds de cobre) ; aobre seu valor fluc-
---------------,-jloan*>' conieptar- om dizer-vos que o
ra a Europa govaino decidi que as transaccoes commereiaea
. da.dgclusi ogulo i ou
es te eeeh|e. le ore do valar de dtes Crneos pouco mais ou
- meaos ;~mas s dio dea* moeda a os eslraogc-
ros, eos troca de sen dollars, a razio de tres
itxeons por dallar, urna carta quantidade por
dia, determinad segunde aua prepria spreciacao
pelas uecessidades da vida de cada un. Cm-
annos que
- ...v. -c il<.IU8VuiIirai uB9iieuavuo por uossaa peas oecessiaaoea as vida de cada um. Com-
tullaa rayadas pelas aliaste ttos*** carabinas pren^MareTsTadlmeli" vevxattaaae4L'aK.t*>
tomouSR nm parada Taiml ntU itltm^ *.> ol. .. __.__12____'_ _V. ..*_. _
tornou-se um segrede. Igual aorta tal vez amea-
e* Japao.
O que vou dizer-vos nio arrancar o veo desse
aphiege enygea.tico s-pretendo nesta narra-
cao facer paasar sob voisos boa a iua sombra
fugitiva.
Foi nos pnm-eiros das de dezembro, quiodo
ji as escuadras armadas que impozeram ao
imperadordaChina o tratado de Pekn, partiam
para os climis menos rigorosos, que nos larga-
mos do golphe de Petchelt para irmos ae Japao.
O vapor ajuJou-nos a repellir o vento pouco
avoravei a o longo das costas da Corea, cujas ex-
.aiemidades pareclim fueir para looge de nos
com o nevoeiro.
Susteetimo-nos um po'o'co ao largo, como
por iostincto, quando passamos diaote das para-
ena funestas para nossos annaes pelo naufra
gie ala hria e da Victoriosa, e entramos na
asarte de 7 de dezembro na babia que precode o
porto to bem'fechado de Nagasaki. Dm claro
ais vfvo brlbava no horisonie diante de ns,
emeMiaote a easa atmospbera luminosa que en-
rve Paria a ooite, quando se enira pelos Cam-
poa-etlystos. As iajlglnc6es'joveris, que a e
pectstiva d'um paii novo exaliava, prpcaravam
tiMM ffeito Urna causa mgica ; era apenas o
reflexo dos phares de urna mullidlo de barcos
e pesca, que a calma de urna bella aoite deter-
minara a sahir.
Ao amanhecer, os aprazires abordos rjesse
uceradouro to coohecido se desembaracaram
pouco a pouco dos vapores e sppareceram-nos
m todo o seii brilho- Essas ilhotas verdejaotea
atrae das qnaes espalhava o mar cmo aoi toa-
iba deaphyra, estes cabos abruptos, esses pro-
montorios tao caprichosamente contorneados e
recortados, cobertas de arvores da mais graciosa
fothagem que desciam al a vaga argntea dos
caefeopos, como as tongas pregas ondeantes de
m manto de florestas, encantaram oossa vista
portaoto lempo entristecida pelas aguas ama-
relias e os ribeitos lodosos de Petcheii. O porto
teNsgasaki nao 6 mais do que o prolngamelo
de um estreito e sinuoso vallezinho que comeca
Ttaemonlanhas, e se mergulha ao mar; a cada
impulso de hlice que nos fazia penetrar oesse
porto qae jamis os tules, terror* desses mares,
tem assombrado com algum naufragio, nosso x-
tasis augmenta va ; os fortes, os pagodes. as ca-
*, aa bateras de canbes de que os Japooezes
em erricado a costa por toda a parte onde um
accidente do terreno permittio eslabelece-las, e
joe eiles cobriram de aipendres bem tapados e
* "*> 8<>*lo lodo boilaodez, os quarteis dos ar-
tilheiros, onde o olhar mtis escrutador nao des-
cofcfiria o mnimo dofeifo, os camiohos que para
ah conduzem um fcil declive, aceiadoa como
ao aleas de um bello parque daa margeos do
Tamisa, se nos apreseotsram successivameMe
como nm lindo panorama.
O gosto gaolez talvez desejasse mais varie-
uade nas cores uniformemente sombras de todas
a construcQoes jiponezas; porm os massicos
e verdura que as circulam sio to bellos em
mu tranquillo esplendor que encantavam nossos
fMK
Os dous navios que coostituiam nossa pe-
quea divisao navalas necessidades do servico
ala China nao permiltiram mais, a Fama, fra-
gata de 60 canhea, oe qual ia o pavilho do al-
mirante Pag, e o Afonge, aviso de formas ele-
gantes, de marcha veloz, foram ancorar na ex-
tremidade do porto, onde era lio estreito qua
pareca apenas poder conter-nos. As alias pon-
tas de nossos mastros confuodiam-se com os ci-
mpa dos cedros que adeotavam os cumes dos ou-
teiros de que estavamos cercados.
* Comecaram entao as vititas dos represen-
tantes de todas as nacoes europeas e as conveni-
nio. iirt.ces. e durante doui dias inteiros os
ecnosdessas verdes monTaohs anda ha pouco
tao indolentes, quando o Jjpao eatava fechado
os turbulentos europus, nao poderam dormir
um instante em seas retiros perturbados.
< Estsvamos muito prximos cidade, cuios
nabitantes de semblantes affiveis e calmos, dei-
xavam suas caas de madeiraa e papel, aceiadas e
recolhidas, semelhanles s cellulas dos religiosos
do Munt-Cassin, para vir contemplar os turbi-
inoes de fumo, corlados de rajos, com que en-
chiamos o sen ancoraSouro.
O primeiro objecto que chama a nossa at-
tengao quando abordamos a cidade. a ilha de
^leUima, de 200 metros de extenso, e 70 de
largura, construida em forma de leque por ordem
do imperador Yemita no meiado do seculo XV1
tiara ah metter em redil os Portuguexes, e que
depois tornou-se feiloria dos Hollandexes.
S oa ileugmaticos Hollandezea serio capa-
zea de se conservar por mais de dous seculos
-immoveis nessa especie de prisao, sem suffoca-
rem, sem cahirem sobre a naco que assim os
sequestrara. Sobra Detsima, nico ponto do Ja-
pao, onde ba bem pouco lempo os Eacopeus.po-
aiam pisar, ludo ja se Um dito ; se alguem se
demora boje all porque oa negociantes hollan-
dezea estaboleceram um basar onde se enconlram
todas as japonenas de pacolilha, que ae trans-
porta para a Europa : broozes de toda s especie,
Joucas ordinarias, baixelaa de porcaUanas, e essas
mil fnoleirss tem nome onde ae ostenta a phan-
tasia japooeza em caprichos extravagantes.
Detsima nao mais do que urna pagina ri-
dicula da historia ; porque, a atenea que o de-
monio da guerra nio lance a Europa na barbaria
dos quioze primeiros. onos Ueste seculo. a pol-
tica de isolement do Japao est para sempre
acabada.
Os Europeos tem agora o direilo, segundo
os tratados com o impeno, de residir em Naga-
saki ; concedeu-se-lhes ao sol do porto, no pro-
lofigamento de Detsima, urna estrella praia qoa-
si toda alagada, com faculdade de a eolulbarem
pira nella Tundarem estabelecimeftjos ; grandes
casas ioglezas se acbam ji alU esibaJecialas.
a QuarUo aos Russos, sob pretexto da um hos-
pital para a sua equipaoem doente, fundaram
bem a vista um bello estabelecimenlo ende repa-
rara seqs navios. EmOm o governo japones pa-
rece ter abandonado Nagasaki, a contminaco
cstrangeira ; os Europus podem circular em li-
Derdade pela cidade e mearao passeiar a cavallo,
fora, a o longo de um caminho onde se eocoobram
sitios pittoreacos Tnca piadores.
O commercio estrangeiro anda agora que
principia.
Ouatro objecto* aomente tem dado lugar al
aqui a um serio movimento de navegaro : em
pnmeiro lugar ai sedas, que si o de ptima qua-
lidade; depois amaa nawta dne tem forne-
ciio o carregan#W lfBgit(s %ajRos com grao-
ato lucro dos carregadores ; a cera vegetal, muito
apreciada por alguej temoo aa Europa, mas que
v A o commercio compete regular opreco des-
,------------------------ --- ->y-W sulta para o commercio porque o ilxe&ou nao nas-
sa de imi mercanoria de monopolio, cuja quan-
tidade bem inferior as exigencias da circulaoao
e em feoia ompra prde consideravelmente o
dola r.
t O que primeiro d nss vistas em urna cida-
de do Japae o aceio que reina em todas as ras
o em felfas as catns ; a idildde pariainse mui-
to teria que aprender aqoi. Os habitantes sio
dotsdos de alegra e vivaeldade. Pela impressio
que causam a edr de sua tez, e sua linguagem
argentina toda ebeia de vogaes, crar-se-hia es-
tar em alguma ilha da Sociedadi; as mulheres
lem a affabii franqueza das TahitrcFanas o som
harmonioio de sua voz eat se Ihes psreeem nu
expresses: ja oraa nss, vos diz d passtgem a
joven Tahaticiaoa : Mya onaa oraa, vos diz no
lumiar de sua porta a mulher japonesa. A pri-
meira vala pareceia sem duvida estar na Ocea-
nia ; mas quinto a sua raga ditTere Da belleza I
Os horneas anda que forles para o trabalho, slo
em geral pequeos e as mulheres de baixa esta-
tura, de formas mu delicadas e muito semelhan-
tea m mulbeja* iudUaa o Cttic. Se tendea
labios, as quaes dio mais ex
o riso mais suavidade. (da
cofreziobo, onde tem um e,Pe*9flHI
vaioa, tacas,.* urna iooldade ~^H
delicados, coja eoumerajo. dcsCTL
go deixo aos voos de vosea imagtcMI
as mulheres do poderosoB daimior.tu*, --------
t}JH&> ^^Ue ma4|^4alkaa^ oomA-
i tMUiaviaKato Ban-
da maatbaa pelas nuid
MICOIlaiMSBII
itaote dava luar o
atlraelivoa nioatu-
r maceas mogas emcaaa
ias das pracisaas racaitas,
las, etc., pedindo por
i o encarnado, o brao-
M BE NVEMBBX) M 1861;
t Av
____
7
*
_passel
c,**a.i|JBU Boa er
aras i que a,
goafip da japonana
raes. Era bello ver <
daa mercadraadapc
com as anas s
dous sidos, por um
A_!LO pretb ; ai mercadOra conlava.com.o^edj) a M. min^p nrn.,m. ,.. ,Tr B1 hi nrtniaa
o-twidodaW^edf-padlda, c omouanto prepa- aHar em am tom mats-mrerflco, oTffae liaWrli
rava os atiralivos do dis, as comadres e as ms ,moa da capital da ftrrsj da sol *o> iTdo san go
al 1IVVA rurln aa a.n.. ....________j______. P
rV.ii. a^^l -.-:"r"-*"' "= '="0 muitnar asiuur um nimai, rea cid
folbeado os albuns dos japunezes e aeus livros de barulho, nem conteodas, e entretanto
Bravuras coloridas, deveis ter notado nelles daraa' unxii *<,. a m*._______...
----------- w *F Ju^WHMbua as OUXMif |ll|tl| urj
Bravuras coloridas, deveis ter notado nelles duss
ragas de horneas, nio menos distiuctss entre si do
que os Gaulezes e os Francos no lempo das gran-
des invasds scandioavas : o povo e a ariatocra-
Cii. Os primeiros, com urna tez Je um amarello
escuro, de feiges grosseiras e irregulares ; os se-
gundos, homeos owulheres, de tez aira e rosa-
da, de rosto oval, nariz arqueado como o bico
de uma aguia. No que vi, nao encontr! essa
dillerenga (o caracterisada ; os grandes persona-
gens, datnos em linguagem japoneza, principes
ou senliores preciso nem empregar aqui este
lioguaa do qdarteirlo Caram livre curso as
suas gramolas e dichotes. Sentamos prazer am
ver esses mentos japooezes lio vivos, tao cusi-
sos,.inteligentes e dados, que alegremente cor-
respondan) s qossas caricias; que differepcados
meninos chinezs que acabramos de deixar, que
ssabiam gritar e fglr quando delles'nos appro-
ximava-moal .
< En todas aa casas a banbeira Qxa em um
lugar; homens e mulheres .ah baoham-ae auc-
cessivamente em Ins impotlirem a sua nudez,
da meama forme que Adi e Eva antes do peces-
do. As mogas nao evitab mais osolhires quan-
do esli 00 baoh Vellidas como Suzanua, do
que quando em seu camarim com toilette de Ve-
nus de Hilo.
Outro interesse aiada eocontramos quando
visitamos as fabricas ; o mestre, os artistas e os
aprendizes trabalham em familia ; C-se que ha
all uma reciprocidade de affigao que nio eicluc
o respeito, e que nem mesmo tem idea a nossa
geragao da Europa. O vapor corp um soptp tari
murchar essa flor das almas. Pela cidade nao ha
nao se v
aguasis, agentes de polica, como eptre os Chne-
les, com seus estalos d chicotes e estrepidos de
cadeas ; a diantada educaco disciplinar desse
povo, oude lodos sabem ler, escrever e meditar
as mximas dos sabios, deve sem duvida conxor-
rer para a conservado da boa ordem ; mas a so-
briedade, que uma virtude commum a todsavaa
classes, explica su lucientemente a docura de cos-
tumes da rafa japooeza.
No Japao dos livros, onde vivera at aqui,
nunca flz idea de um'japonez sem o seu leque,
tanto que lencione trazer d'alli um muilo bollo.
i.-------- "ViT-' ^ - n.HrfrqUe,Jfeudallsmo esUao Poliuco do bem marcado com o sello do paiz. No Japio qu
mai, ru7. hS .p"*#- V??*? U Um' *" I Per<*K|. aao enconlrei um shaoitante. dequ.l-
?- f*---I'.'. e-d.e.**?__ d,8'.doa que o po quer ordem ou classe que fosse, que irouxesse na
niail nu rifitnra aua nKi^nin ..n 1..1.... .a- :_
dores _.
cosaos de pr&aragSo," tornar jgua ao. njelhor
chi do valle do Mo.
Como complemento de carregamenio acres-
centaremos as porce)lanis, os bronzes e algumas
tacas, o leremo percqrrido a lista actual do mer-
ecido de exportacao do Japao.
avej e constacte,
1, desds o mano
acbar um coaumo .
..j n veste toda a pop'ula
I at -primeiro ministro.
- Uma casa fkhjiz fez uma boi operaco com-
/cial trauajrottindo para aqai pl9|Maiiip
, e comprar /em ShaDg-'hil f" lqr^ae ae oa
^fca^pi^'rMoW
^portante de coniurop. Os prtmeirp* negocian-
rque, logo dtrjfofa 0o tratados, laotaram opaj
W?
Wtluha all utfv
djc o da prata',Ventra,rifff
auca isto hio passou doTl
**ies nao tarrj.r.m em co
^*Vr|ur!oYm,meaiata
vo ; quanlo a largura eapecial do lalhedo roslo
s encootrei uma mulher do lypo senhorial das
gravuras, e aioda assim nio era aira, oem cora-
da, mas de um amarello desamado. Supponho
que hl nissp alguma cousa de cooveocional,
como na pintura do lempo dos Peragius e dos
lierii lings. As douzelias (moutmuis) lem os deo-
les aJvoa como perolia ; maa logo que se casam
tingem-nos de preto. Levado pelas ideas fran-
cezassobre a belleza talvez chamis a isso barbaria
e criminis inmediatamenteociume dos maridos;
porm as elegantes tem o cuidado de empregar
nesse uso uma laca lioa do mais lindo brilho.
Ser nao bello? Ser feio? Rerpondei-me ; gos-
laes dos diamantes negros? Sera duvida, muito
principalmente quando os rellexos do engaste
harmooisam com seu paludo brilho. Pois bem
cride que aa bellas senhoras do Japao sabem per-
feitamente engastar os diamantes negros. E* um
excesso de affectao que ss matronas romanas
nao cooheceram no fundo de aeus gyoeceres, e
que nossa rudeza europea permilti-uos apenas
comprebender.
a A grande oceupacao do viajante, que nio
negociante, consiste em ver as curiosidades, em
oxbeMez como diziam as senhoras decerto mun-
do. Pora os profanos todos os bronzes, todas as
lacis e poreelaoas que o commercio expede lem
um sello do paiz tao longioquo quaoto a sua iraa-
ginagao pode conceber; porm os adeptos que
tem lomado gosto pelas obras dos grandes secu-
los d'arta, oh I nesses eleitos do nic-nac ou do
bnc-a-brac. ludo o que se enva para a Europa
produz o effeilo, que em uma pessoa j coslu-
raada com palacio de Cluoy, produzem os mo-
vis amontoados 00 arrabalde S. Antonio. Siles
passam com desdm pelos grandes armazens mo-
dernos, e correra aos quarteire3 mais retirados
a procurar alguma laca velha escapada ao pala-
cio do mikado (papa japonez) ou alguma phan-
lasia1 desencamihada docamarinj de alguma no-
Dre dama ou de algum daimio inJividado. E'
um gosto dispendioso; os japooezes sabem o
prego de Suas obras primas e os numerosos eu-
ropeos que j visitaran: este port tero tornado
raras as maravhas. E entretanto que magnifi-
cas descoberlas ainda nelle se fazem alsumas
vezes I
Km Nagasaki s se enconlram porcellanas,
bronzes e alguns desse bellos sabres de lio boa
tempera ede 60 to corlante, que com elles, se-
gundo dizem, os japooezes de outr'ora, abriam o
veotre por qualquer motivo ftil; mas nesse ob-
jecto muita geole arrisca-se a ser logrado. En-
tretanto nio desejo guardar silencio sobre os ar-
mazens de fazeodas de seda ; os japooezes sao lio
perfeilos na manufactura desses lecidos, tem um
gosto tao puro, tao delicado, na disposigao das
cores, na escoiha dos desenlios, que mesmo as
vossaa leoas da moda, caro pariainse, nao labe-
nam onde Uxar sua preferencia. Qusnto s por-
cellanas ms. confesso, que durante mioh& estada
no Japo, me apaixooei tanto das delicadezas da
artaaotiga, que os objeclosda actual manufactu-
ra me pareciam indiguos de merecer alguns ins-
tantes deattepso; mas depois que voliei para o
seio desies grosseiros europeos [fallo dos mais dis-
tinctos), a riqueza das cores e o capricho do pin-
cel japonez sobre os vasos e os servigos de mesa
me trazem algumas vezes o pezar de nao me ler
prvido desses objedos para os meus amigos de
Frange, apezar do risco de fractura e naufragio
que sempre transitara loogaa viageos.
Essas visitas ao 6t'6e/o trazem ainda outro
encanto ; o de achar-se occesiio de penetrar na
vida intima dos japonezes. Todas as caasa sao
de madeirs com repartimeoto de papel assenta-
do em quadros que ae movem sobre bastidores,
desorte que a cada instante e opera em torno de
nos raudancaa de vista como na opera ; entramos
per exemplo para uma sala de visitas e speoaa
estamos assenlados, nos seamos em uma bella
gallera que d para um bello jardlm com repu-
chos pequeas cscalas, rochedos despedazados e
perspectivas cbinezas ; desapparece a gallera,
vemos um armazem, uma cpimha no meto da
qualferve a chaleira de cha, de que-com affabi-
lidade se nos offerece uma chavaos ; ou anda
melbor nos acharaos no toilette, onde as doozel-
las soltara sobre aa apaduaa nuas al a cintura,
os seus longos e ondeantes cabellos negros 1 ba
uma simpljridade de costumea que s iulgacamos
existir em Tabili; e. Dos queira perdoar-rae
um mi pensamento 1 maa, pareceu-oos que
maia de uma vez o negociante laxara a sua mer-
cadoria, segundo o humor galante do comprador.
Feitas as devidas ezcepcoes, conhecem por ven-
tura oa noasoa mercaderes do boulevsro 00 da
ra da Paz, esta met de tornar o comprador cor-
rente sobro o prega das luvas e gravada ? Aqui
nio ha cadeiras, canapea, nem camas ; o aoalbo
uma especie de colohao de esleirs, sustentado
por um estrado, onde se asseotam a orle ata* e
deitam-se para dormir; costme eolrar nessaa
cazas como em uma mesquia ; o asseio todo o
seu luso. Nio ha movist algumas caiiinhaade
laca, vasosde bronze e porceilaoa e naa casas co-
bres raagnifleos aabrec suspensos as paredes, eis
toda mobilic Maa esees paredes de papal meio
transparente, orne opaco, coberio daa mala fres-
cas pinturas, noa envolvem do uma luz tranquil-
la, ou quasi que digo, elyaianaa por mt lombrar
do velho Homero. '
Yleohie-mp Atrapecidp dou objecto impor-
mao ou cintura esse objecto que julgava lio in-
dispeosael ao seu toilette, e o resultado do exa-
me que flz esse respeito, fol descobrir no canto
de uma loja velha alguos leques de papel, taei
como os que se vendem pelo verio, por cinco
sidos, nboulevardS. Dfauz. Teria, poia, cabido
em desuso semelhanto muda ? ou esse uso- s
pelo verio ? Qrs, durante a oossa estada all, a
nev cobria as monlanlas, e a brisa do norte
transformara as aguas das bacas em moates de
gelo.
O almirante resolver entretanto fazer uma
visita ollicial ao goveroador do Nagasaki, que
ao mesmo lempo kami ou principa de uma pro-
vincia do citerior. Cumpridas as formalidades da
etiqueta para a flxagio do dia e hora, dirigi-ce
com um grande cortejo de offlciaes ao palacio,
que situado no alto da cidade. O prtico do
granito denegrido tem bom aspecto ; no pateo
direita v-se um corpo de guarda, onde vimos sl-
gum plicidade sotiga. Asgalerias. as salas successivas
por onde nos fizeram passarestao complelimen-
le despidas ; nem um movel, nem um objecto de
decoragio, exceptos os lindos papis pintados que
separam e forram os quartos ; como em loda a
parte espessas esleirs forra am o soalho. O sali
oode nos recebeu S. Exc. Wrs prvido, por nossa
causa, de bancos e mesas. Logo que nos asseuta-
mos irouxeram-nos umi bandeja cora tabaco, em
cachimbo e um braztiro, destinado ao mesmo
lempo a aceoder o cachimbo e aquecer nossos
dedos ; excellente precauJSo para o invern em
uma casa de papel ; logo depois servram-oos
jantar japonez de iguarias pouco intiressioles de
descrever, em vssos covos e bandejas de laca pre-
ta, ludo acompaphado de uma bebida feila de
uma especie de agurdente de arroz tepid, cuio
gosto faz lembrar o de certos vinhos de lladeira e
Hespaoha.
Depois dos primeiro curt primelas, sempre
uro pouco cerlraontosos, como convmem serse
Ihaole caso, a conversacao tornou-se animada ;
101 uma troca rpida de expresses coilezes e de-
licadas. Nossos dignatarios da Europa nao teem
mais espirito do que o que moslrou o nobre ind-
gena do anligo Jiponoou. O governanor leudo
sempre a seu lado o espiio offlcial, que nunca o
deixa, e deve dar confi em Yeddo de todaa as
suas aeges, de lodas as suas palavras, moatrou-
se amavel. desejoso de sgradar, e perfeitamente
instruido nas qualidades que dintiDguem os diver-
sos povos da Europa.
Tinbsmos rollado da ezpedi'clo da China ;
naturalmente flzeram-oos perguntas a esse res
peito, e coro que aitengjo foram ou vidas aa nos-
sas respoaus l Dir-se-hia que a propria existencia
do Jspio esta va em questo. Quando o almirante
levantou-se para despedjr-se, o goveroador pro-
malloil nanas lk _;_Ii i- v
perfeitamente as vistas de cea
sabido conquistar tods a sua
porque as funeges tem sido
doa limites ordinarios, maa
._io nica excepgio doa fastoa do
ia-ae-Ibe mandar vir sua mulher
segundo a le poltica do estado,
wliN coa|aji<,no: JaMM
loanto durafl istra-
goveraccflU ju rodcU o pa-
ou Imperador IaJ|poral. Qaanto
nio vi nm sqaawoaomQatras-
os actos datifi rande fuoecio-
nsrk, da quom temos coosrado ama teroiem-
praoga. 9a a Japo aahindo da aua poltica de
isolameut,.ajiiisse verdadeiramaoe entrar em
relago coa a Europa, JFJmpoaaivel que aa
achawe um homem mais Capaz da dirigir a tran-
sigi. ^L
Ha minha
com
verqo, que epexar de noasoa recentes tratados,
nao pana pora os Europus do um indecHravel
enigma.
a F. Cxirc
Vonrnal iu Lhih.^mUtm.)
vtl*tSf
"MTEMOH.
jf "lew no w\T%tOt
O* iervii tele antea prestados pelo actual ca-
pitao do porto da provincia o Sr. Caeiana Alves
de Souza Filgoeiraa uio podem ser iodiffercotes
aquellea que Cesejaip o augmento do caes do Va-
radourp.e aformoseainenln das pragaa^ajaccotes
Possuidos d'este sectimaDlo viemos ao prelo, pa-
ra, dn alto da impreca*, galardoarmoa o escrito
do empregado zeloso e activo, que, no desempe-
nho dos deveres da seu cargo nio poupa eocom-
modos seus, e sscrifica ao bem public- suss mais
apreciadas horas de dascaoco.
Quem vio o estado deploravel em que se acha-
ra o porto do Varadouro. o examiqs actualmente
os beneficios recebidos sob. a iospeceo d'aqulle
digno offlcial de marinha, naco podo daixar de,
como nos, prestar-lhe borneoigem reoder-lhe en-
comios.
Tuao permanece hpjejio maior asseio elimpe-
sa possiveis, e temos f que dentro em brava oos-
suiremos, grande porcio do mangue atterrado,
feito sem augmento de doapeza a apenas com o
lempo dispooirel da marinhagem doc escalares
em servico da capitaaia.
A escoiha deste distioeto offlcial para o impr-
tante lugarqueoccupa.dar-Aos-bia uma alta idea
do tino administrativo doExm.Sr. ministro da ma-
rinha, se a capacidade de S. Eso j por tantea
ou tros ttulos, nao estiresse exuberantemente pro-
vada. r
Fszeroo8 sinceros votos pela cooservagio de S
S. nesta provincia, na conviegao de que, seus ser-
vigos tendern sempre a malborar o noaao porto,
a a dola-lo assiduamenle das obras de que ca-
rece.
Consta-nos que alguns propreiarioa de terre-
nos de casas demolidas oa pragt do Varadouro,
temi em alteogio os importantes ser vigos pres-
tados ao porto pela Sr. espita o de fragata Fil-
gueiras acabam de offerta-los ao governo, disit-
tiodo do direito de ediiescio que Ihes aesistia,
para assim o ajudarem a completar o aformosea-
menloda mesma pfa;s.
Cromos que.este fado falla mais em louvpr de
tao distioeto offlcial, da que ludo quanto houves-
semos de acerescentarem elogio do mesmo.
Pedimos a S. S. desculpa, se eom estas poucas
pslsvras ofrendemos a sua modestia ; entende-
mos, porm, que nio deviamos conler por mais
lempo os seotimentos que nos dominara sobre
tio transcendente assamoto.
[Diario da Parahyba.)
a-am
DIARIO DE PEBHaUlBtiCQ.
^^smxL^m^sssBss^si
ambos os ssxos Um o maior cuidado em scua ca-
bellos ; o* btipauf rapara os da part anterior da
caueco.p do resto faiem urna s tranca 4 cauda
aen^to*aptep*a*d8a,quolutramcom ua ap-
ta, malbemaUca ;d'a*ies era moda lr*e-la diioi-
ta como uma poupa ou um tope, aa hojo tra-
wm-oa cahida sobre a froa te. oode se conserva
coro a preusao da um Wlaaoopw cabra seo p4:
creto qua locwoal*a aaria umiaMtlte, da aasjtqa
frtvm 1 nnn n n >__ ~ __ t______ a_ 1 a .
Ouauo s molbasaa, a aau laucado um odi-
, suiianudo par loagoa alttoaiaa4* oura am- .
rwa^4^do,pafoJa,s^u i*avre*.pau*>aas ; sio.: gem
"".W apaJXBaadas do bf|acoa aavearraado ; taro "
- vcmdM Par aapeauaas, aobraaaolhaa e

Marca a aurora de boje na revolugio de lampo
dous annos que aportava s nossas praias o au-
gusto chefe do estado; e esse dia que j faz par-
te da chronologia patria com aasigoalacao de uma
poca nolavel oa expaosao das furesa socises. nao
pode passar desapercebido para [os coraces aue
amara o torrio natal, para aquellos que preacln-
dindo de abstraegos, tomam a vida piatica am
seu positivismo, e nao sob o cambiante do prisma
daa paixoes. r
Anniversario de um fado grandioso pelo seu
~ Se^r^r.M^a^0;800181' dia 22 de novembro
dos effeitos magestosos daquella faeto fecnodo.
Sim a|exposigio dos nossos productos agrcolas
industriaes e artsticos, que ahi vemos aberta
visita publica, nelle se entronca presagiando um
porvir de ecuodidade, cujas limites nio dado
prever.
Sob os auspicios de tal procedencia, est dado
o primeiro passo aa ria do progreaso ; e fiel aua
missao tradlcclonal, a exposigo das cinco pro-
viocias nio produzr ffeitos negativos, dando
pelo contrario impulso aos desenvolrimeotos ma-
teria es _e morsas de seus povos nessa luta pacift-
r ca daa industrias e daa artea. a que todoa con-
Y correm. a que todos levam uma manifestagao do
eogenho humano
A popularidade das exposices immensa sem
meite p.^MheVK'n,. s^u^e e"^ u7s,?.i:erto7.m%',ri^mt ,UtM *S ^
psnhou-o at a porls. *u" "lzes.'ocsm tambom 4a ultimaa camadaa do
A- hora marcada elle velo com efTeito 4 bor- ^Ta^^A^0:6 ^aio cebera o im-
do da trgala do almirante com um sequilo nu-
meroso. Era dia de fes la i bordo; as circumstan-
ciasde nossa navegacio fizeram differir para esse
da a solemnidada do pajolda plvora. Nomos
hospedes japonezes parecern) gustar dos diverli-
mentos dos marioheiros. mas sem cessar falla-
vam na expedigio da China : rjue as vosees
tropas uma vez desembarcadas tenham batido oe
Trtaros, cousa simples, diziam elles ; viole ve-
zes em oossa historia com um puohado de Japo-
nezes temos exterminado ionomerareis exercilos
de Mongoux e Haoichoux ; elles fogem de nos
como animaes selvagens; porm como podestes
ganbar trra ? Como sobre tudo podestes obter a
entrega dos fortes do Pal-ha situados do meio dos
psotanoa r
O almirante, qae precisamente commandara
a divisao das chalupas caohoneiras que podero-
samente contribuio para a oapitulacio dos fortes
e da armada trtara, explicou-lhes como, comas
suas chalupascoealhadac noa bancos de lama, aa
occaaiao da preeaaer. peder estabaiecerjitrazdes
fortes uma ormidavel n>leia dejanhoes rajadas
que, atacando .da banda a frente volteada que fe
chava esses fortes no estreito o varria com os sais
onze canhea o nico ponto por onde ae oa poda
abordar, a arrasara sob canhonadas de uma pie-
cuao fatal; como Sacra saltar o grande polvari-
nfao dos forles ; como oe farUros, que por tres
vezes liobam voitado aos saua poatos, foram ra-
pellidoa peloeaetilAaoca do ooaeas enormes balu.
Foi eDtao preciso mostrar-lhes os proieclia qae
ferem Uo baa a da lio looge; alies os examina-
rara com.uea perapicada melanclica, e. nessa
mesma larde, paro um mensageiro para Yaddo
lovandp. eeaaa paiiieuiaridadaa ainda ignoradas
pelo Japo. que spbre os destinos do imperio ce-
leste lem tido uma influencia funesta.
c Uepois foi servido um legante jaolar fran-
cesa, que. o almirante offereceu ao goveroador.
a EnUasjac-me-bi de boa voatade a vossos
excellentes viahes da Ftaaca, dira o prinoipe ja-
pooez.cuja bocea encaeoada e olhae aciolillaote
dav.B..MIMp.H,rMuaM 0^*4 ,nt4ito e
expressao ; mas qua dira ao governo o meo ea-
piao, ae de reos** o roeu acpinto ao perturbaa-
se em razio dos vapores qua ellee fazem aubir so
cerebro f a
E voltando aosalao.ondeae respira am osper-
fumesdo moka, dea*ctfaooaaaH>aBsa>d ta-
mo embalsamado, qua avaporavam daa brazeiros
%*"&& aavWla/manmtla qua dovic ter-
minar a fesla daa canboneiras. s
QuantoM*.eaewa t dsssealia ; maco
que escreveri(.saaha* para a corte da Yaddo o
meu espiio, a disando isto, pos ligeirameete
er-

s.. k \ t '"' *"' "geMrameate a
mao aobre.fli, aerabros, da aua sombra iva, i- se
eu psssaaae- am,aila Aborda da um navio de
guerra estraogeiro f ,
E deixou-naa>c*aa.amcvcl kami amana at-
pecie de eolcraccjmaat qae noa anaataoa alga -
Nesaa mesma larda as offlaiaa* tiaaaaram-aaa
com seus agraoaalmcatas e coca a
. sus satisfagio, frutas taaraa a
Na partiamoa no. dea
pulso do alto do throoo, como a nossa
Um outro fructo da visita augusta, que boie
rememoramos, a creacio do instituto agrcola
desta provincia ; e o asjfo de mendicidade a alia
deou igualmente a sua ioauguracio.
Uma e outra ioslitOlgSo hao de tomar desen-
volvimento. hio de dar os fruclos que a ioencio
imperial Ihes assignalou pela, respectiva cr*acao-
nao de porcerto melhoraros dous ramos disiinc-
tos da vids iodostrial e da vida orgnica a que
ells se prendem.
E sssim, bem pode estar marcado nos planos
da Providencia que anteada revolugio do lempo
volver i nos este rjia auspicioso, tenhamos de
consignar actos de vida expansiva deasas duas
nstiluigoes, que uasceram ao bafeio do menar-
cha illustre, cuja visita a nos outros Pernamau-
canos solemnisamos cpm esta recordacio de in-
delevel amor ao throno e a dynaslia que o oc-
PEBNIMBUCD
REVISTA DIARIA.
Tendo a Ctmnissio Direclora da
Exposico de f^er remcssa Rara a c4r-
tc do imperio de diversos objectos es-
colhidos, e igooMidQ se todos os ejfe-
sitores coBseiteni em .ae esses objc-
tos sejam remeltidos, coavida a qae
comparecam nas salas da Biposieojat
as 6 horas de hoje. afim de decla'rarem
se coDsenten na remessa.
-Tendo a conimisso directora da
Eiposico deliberaoV qae segaisse a
maior parte dos sfijectos desta provin-
cia e todos os daa oatras para o Ria de
Janeiro, eoserra-SS hoje s 6 hars da
tarde a visita.
Continuamos boje o nosso Irsbalho sobre a x-
poalcio, bontem interrempido.
o S." *"**. Nf seba-se um retrajo; S. U. o Imperador piolado pelo Sr. U?SteuSCaP
!.St.hlciC,
bre orna pbotographia doa Sra.
OCAatA 8ALA.
1 a V quadtos. Dous bellos ctodos a oteo do
Sr. Araenio da Silva. O primeiro represen-
patoa oravioe, qoe collpcadtt na inar-
pal eatao peaeanda. O aegnndo offe
cocurutoa de eacalvados peabascos. Em um'dS-
lea aaaentc um aajui, que attentac;arentada-
pera o bqte de dma taeeie, que seelevandoppr
trsz de oros rdU >ro&r atfca-ls.
dos s oteo do
present; dona
E^l!?^^ ^^
acamas
bellos detalhes _
"* da serpea t absnrveriam a atan'csVdo
JThSe lDirador, se desde o primeiro momento, de cen-
saemr A." f?.pUio n4- *** ea **<> e oxdi Tela


oleo pintados'em tamanho :oatural| pelo nosso
distinelo retratista o Sr. E. Gadauil. M)p poda-
mos fazer aeiecgo entre eatea dous primores de
irte ; ambos os trabalhos sio tio^sjamj,, lio aVtai,
os diversos toos tio naturaes, tio docemeotc t>-
batidos, que encaniam a llludem pereitameataa
vista ,
< V quadro. Um phanUeia do mesmo Sr. E.
Qadault represeolando um busto da mulher, 1er-
aaoia como ubj cherubim, verdadeiro tjpo da
brssileira. Um nao anda am botad aotraajhta-lhe
pe labios, e a czpreeaflo Laegorosa s seaeolhoa
negros deixa pensar ama onte perenne de amor
intenso na rrulharque rulitar-lha a tyaa.
Acha-se ella ao desalinho, com oacabeHeades-
arcndidoa e ioltoa em parta pelo coila, ooJsVeol-
Iuiam os desejos.
nosso joven pintor exprimi todas ae sitos-
goes da sua ehz cooeepeio com um espirito de
ahiarisile a ama latladada ahyaiolegiaa,
mtram. .;, y^ "t=i_
Neajbe mesmo quadro 6 mui importaoVe a digna
de menceo p eaUdo de orea renda que guarnece
a camisa da figura, que al nisto brasileira.
qdsdro. Uma liada payaagem a oleo, do
mesmo Sr. E. Gadault, e digna como pintura de
ugarar a lado dos done retratos de que cima
l^a,,*a,0, E' ual "oinho d'agua em Vosges.
7 e 8* quadros. Does iolereaiantes ealudos de
caga eitos tambara a lea pelo Sr. E. Gadauil.
A animago que ha nelles, o a perfeigio da ra-
produegio da especie dos passaros aio admirareis,
e encaniam a vista. -
S" e 10 quadros. Soaaauadros com deaenhos
archileciooicos feitoa pelos Srs. Antonia Basilio
Ferretta Barros e Antonio Joaquim de Lima.
11. quadro. Ha uro trabalho feito s o de cre-
p negro sobre um funda de selim branco, e re-
presenta um S. Jos. A' primeira vista parece
um trabalho de naukiu feito A pena*, e se o fos-
se nao tinha muito valor, maa aeodo faite a lo de
crep torna-se um des trabalhos mais importan-
tes de lodos os que foram expostos e feilos pon-
a de aguiha. A autora desse quadro apenas col-
locou aob elle as ioiciaea E. I. S. C. Nao aere-
moa na que v.moa re vallar o seu iacofnilo. a
apooia-la coico uma daa pessoas mais estimadas
dos nossos saltes de primeira ordem.
12. quadro. E' um bordado i matiz com ponto
de marca lia e seda sobre selim branco. Pri-
moroso trabalbo da aguiha da Sr* D. Margarida
Candida da Cunfaa Almeida.
13. quadro. E' um trabalho de troce de corea
sobre um fundo de cera, feito tambero pela Sr."
D. Margarida C da Cuoha Almeida, e tio impor-
tante quaoto o precedente.
14. quadro. Para.a confeccao deste quadro era-
pregaram suas autoras as educandaa do collegio
das orpbaas, lia e seda de cores com o que dese-l
nhsram sobre chamalote de seda branca uma vi-
de coberla de cachos de uta.
15. quadro. Um trabalbo de crochet feito por
0. Candida fialbioa Rosa. Trabalbo difficil e ex-
cedentemente executado.
16. quadro. H um grande papel recortado
leudo no centro aa armas imperiaea eraaileirae, <
immensos desecho* de flores, folhaa e Ultras
Bem ,eiio e delicado trabalho, (eilo oom appiicaf
cea do syttema punctographico. Bata quadro
ibesoura e aguiha ou pQnccao de D. Isabel Pe
regrina de Silva.
17. quadro. Trabalho em especie igual ao pro
cdanle, e feito pelo Sr. Feljx Gonsalves de Me
nejes.
18. quadro. Trabalho feito em las estufada sof
brrum fundo de chamalote de aeda branca, por
D. Guilhermina Corleit.
19 e $0 quadros. Duss miscelneas de speci
mana de liihogrspoia.
Terminaremos esta nossa deacriagac sobre o
qusdros expostos, e que lem maia retaceo col
pintura ou deeeobe, dando noticia aos leitoras
de um magnifico bordado expostopor urna jo-
ven que por modestia occulla seu nomesssirp
diz o bilbete que a elle se prende I Trabalho d r-
psciencic chioeze, do mais apurado goalo e pe -
eicio, e que nao lera levado menoa de 8 i
mezea a fazer-ae.
E' alie uma passagem feito am parta a pon
de marca .sobre telagirga com lia, seda e mid
cangas decores, e com uma cercadura de flores
estufadas* Esta trabalho igual ao que do me-
Ihor a maia perfeito temos visto vindo da Euro-
pa, e lastimamos que urna nimia modestia n< s
oceulte o nome de uma mortal qua possue raiis
tao delicadas, e um verdadeirogenio arlistico.
Foram concedidos 30 dias de licenga coi a
vencimenlos para tratar de sua sanie ao Sr. D .
promotor publico de comarca do Bonito Joi 6
Antonio Culho Bamalho.
Com o Bm desir a cata capital foram con -
cedidos 15 diaa de licenga ao delegado de Gi -
ruar, altere. aUnoel Germano da Miranda.
Achando-se com resiJencia na corle o S\
cooselheiro Joao Cspistrsoo Baadeira de-llell i,
vice-pravedor da Santa Casa da Misercord a
desta cidade, foi nomeado para o mesmo lug r
o Exm. Sr. bario do Livramenlo; aeodo igua -
mente nomeado para o lugar de mordomo por >.
Exo. deixado o Sr. Dr. Cypnano Feoelon Guedss
Alcoforado, qua era um dos suppleotes.
Acha-se na exercio da inapecloria da thle-
aouraria provincial o contador respectivo por
impedimento do inspector.
Temos noticias de Garanhuas at 13
correte, que dao-ooa o seguiola:
a Esl unecionando o tribunal doa jurad
sob a presidencia do juiz de direito interino
comarca Dr. Joio Duarte, sendo promotor)
Dr. Coala Dourado.
De Aguas Bellas ba noticias satisatorips,
pois que a polica ali redobra de zelo e aclivu a-
de, para a captura dos criminosos, que esjio
seodo vigorosamenle perseguidos; e em fice
desse procedimento louvavel nao tem xplicaiao
aa queixaa infundadas e os clamorea injustos que
ae ha erguido contra ae dignos fuoccionarioa o
capillo e bacharel Jos Pedro Nolasco PerJira
da Cuoha, e alfares Joaquim Pedro do Reg Bar-
ros ; os quaes muito bao feilo em bem daquella
fregueiis e da cauaa da justica.
c E' crescido o numero dos candidatos i pro-
vincial : muiloa aa apresentam, a acia serio [os
escolbidos : muii sunt vocati, pauci ilteti. i
Somos informados da qae S. Saotidade PiqlX
acaba de obsequiar ao Sr Josepb Facbioctle cora
uma carta apostlica de correipondencia, asiig-
nada por aeu proprio puobo, com data de 5 de
oulubro prximo passsdo; assim como de que
na familia Fachinetle, alm de muilos clrigos,
houve um csrdeal e um papa, que foi Innoten-
ci IX.
A vista disto o9o felizmente lio aterrad) r o
eaiado da saude de S. S., por cuja conserv igio
fazemoa votoa ao Todo Poderoso, como m ster
a sua Icreja.
Concluio-se hontem a apursgo das Iiaias
para jaltes de paz da freguezia da Boa-Vistal cu-
jo resultado o seguinie.:
Primeiro districlo.
Porfirio da Cunha Moreira Alves..........
Guclsvo Jos do Reg....................
Aotonio Carneiro Machado Ros...........
Thomaz Antonio Maciel Mocteiro........
Suppleotes,
Oorindo Ferreira Galio..................
Jos Pacheco de Queiroga................
Dr. A. de Menezea Vasconcellos de Drum-
mond......
Feliciano Jos Gomes.'.'.'.'.'.'.'..!!!'.'.!'.'.!'.!!
Segundo districlo.
Francisco Martina Rspozo................
Thome Carlos Pereiii.....................
Jos Joaquim Att.tun.es....................
Joaq,uim Jos Matuos.....................
Supplentea.
Dr. Silvio Tarqulnio Villas-Boas.........
Antonio Carneiro da Cunha........'.......
J. Augusto Ferreira Jacobina............
JoaoBarlhoiomeu G. da Silva............
Terceiro diatricto.
Dr. iiaopel Gentil da Costa Alves..........
Juvilinq Armiolo de Berros Corres........
Augusto Jenuino de Frgqeiredo..........
Frsndsco Antonio da silva Cavalcantl.,..
Suppleniea.
Fraacisco Buflno Corra de Mello........
Jos da Costa BrandioCordeiro,.........
Maooel GoDCalvea da Silva Jnior......
Traianov.riito Frreo C. B.......,...
Passageiros que seguiram no sai
ieiro Apa, no dia 20 pare os portos do
5A'? I^0,rt0 feJlacWa.VaienVino
goa AtVed Brilo e rescravo, Bicha.
Asm,te|creW d,a D Marta da Mac
,t.Jlte,Wo ?r*ty** Aaiprit
SobViaJia, Aotoqio daoilveUeCaid
raes f ida seohbra,. Thomax Scott
Antonio lo esa "
f
mita
e Angelo Maaizde
, Aalonio Airea Pareara. 1
do
s,
da
1 cnado, Tbeopbe F, daa Saataa e
ara, Joio Barbosa A., UmbaMate Hacia
s, I escravo. Augusto Ricardo. Lacrea)
c CavaleaeU Alhaqaerajae. Fabsa aa-
s Maooel BapiuU, t aacracaa ala jarla
Ht
Gervasio Manee
mello e 1 criad
?S|tM..ro'
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do. Fradari aa l.i______________
sS'c S-. 5;
faociaap ladrigaaa SctVaaa, I r a L_
yoaqnlaa CaaaUncia Meara Caasa, Lasase Ha-
los Mootairo de Castra, Jaie aVaMfatasse HW-
tiro de Castro a 1 eecrevu. Stafraace L
IIve Queiroga a 1 eacrava, Proewa
ongalvec e 1 escravo, Alvara
lonoccncio Joa Frailea
a CoaU, 7 recrutas para
atoaio Araujo Frwtaa Haariajaee aaa as
Albo menor da 10 aaaee sScsl %J, % i
vos e .1 crjcdo, Frsocisca Aataaaa Tia
Profiro CavalcanU da Malla 1 criada a t
Manoel Parante Vtaaaa. Aadeaaa 6.
meada, Salvador Pirca da Carvarba. ,_
que, Ignacio Ferr.ua Dtaa daa laelaa, t
voa de Simio S. Caite. Robarla R. Zade ama aa-
nbora, Francisco Ignccia Gaimarieo a 1 '
Gongs lo Viaira de Halla e 1 eecravo, f
da Antonio Bernarda do Ratja, Uraaaa
Pessoa de Mello. Jos Joaeaim
de Campos, 1 eeersvo de Igaacie Petera
Valle 2 escravos da Fraakiw da A. asacasen.
Augeeie M. de Mallo Mettee. t eacva-
eeda Jeauaiae Mvria Paraira Vmaaa.
Joaquim Pereira C da Otaira, Maaeai L-,
de Olneira Pessoa a 1 criado, Sabaatiea A.
e 1 criado 1 eecravp de Msacal Baata
Lima. Jos Amonio Barataos, Tobiaa L
Augusto Cezar Carneiro Maaasaa, Vt
dido Ferreira Tuprcho. Felipee D. i
Joio VazCarvalho Sodr el criada
Botelho de Almeida a coa acabara,
Pedro. FUho. I aavavaa da aCliaaa
Jos Guedea Nogueira, Jas Maa Alvaa,7 aa-
cravos de Salvador Rodrigues da Silva, 8 la
vos de Jerony roo Jos da Coate Baila. I caer vo
deSyufrouio Olympu da Silva Qoairaaa. Fadra
da Silva R. e aro m aaiaa ataaar. Jaad Ca-
rnea Silviuu, Joio RuQao Silva Bamaa. Iraln
5 escravos, uma esersva de Simia Saaspata .
te, Bemvindo E. Lobio, Aareliaee da Silva
oello e 1 criado, Tbeopbe F, aaa I satas
uma escrava, Joio Barbase A Ul
das Neves, *
go Bezerra
gusto, Jos L
nio Jos de Castro, 3 da Joa Jacaaae Teams
Joio Joaquim Alves, Francisco fastaases Gaaa
Jacobino. 4 escravoa de Maooel Alaos Caera,
Luu Caetaoo M. Barrete, 1 rtldsds a 10
las, 1 escravo de Liberato Lioa Cava
buquerque, D. Emilia Carolina Doae
filhas menores, os escravoa Juo ac
Antonio, de A. MiadfUa, Bamaria,
Rpss Paes Barreto. Ffaacisee iat
Bastos Joio Alvec Guerra, Nicolao .
Vergara. uma escrava de Beato Joa da
Hontem foi visitada a palacio da
gao por 1,810 pessoas, cajo nu osera rseaado as
dos diss aotecedentaa, eleva a cifra aee vi
i 10,899.
MOaTALlDADE DO DU 90:
Jos, Perosmbueo. 2 mezes, 8. Joa ;
tente.
Damianoa, Pernambuco, 1 mas, S. J<
valed ca.
Simda, Cear, 51 sanos, flaca, escrava, 8.
bypetropbia.
Mara do Roccrio, Pernsmboeo, 45 i
Viste ; disrrhea.
Jos Isidro, Pernambuco, 18 as
Vala ; um erlea crcamo
Anselmo Jos Pinto de Souza, Portagal, SO
viuro, 8. Joa; eoaeestao carabcal.
CHRONICI UDICIMIA.
Tribunal do coaBcrcio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 21 DE ROTI
BRO DE 1861.
reisiniHcu no na. sa. pseeastaaaaaa
. v. A. DE SOUZA.
As 10 horas ds manhaa, reunidos oaSrs.
lados Rogo, Lemoe, Basto e Silvaira, a Sr. pecai-
denla daclarou aborta a ssasia
Foi lida a approvoda a acu da aatacadaatc.
. Esraatasm.
ro presente a caUcio offlcial dea precac cor-
reles da prsca, da aluna saaasas. Aecha-
ve-ae.
DXSPACBOS.
Um requerimenlo dcMarqaaa Goataa A
paobia, pedindo para aer registrado o sea i
to social. Hsja vista aoseabor dasems
fiscal.
Outro de Casemiro Pinta Nagaaira a ^
to Nogueira, da cidade do Ico do Ceari, .
explicacao do aasealo deste tribuaal daUde ja-
lho de 1855. Noa termos da UbaJIa oraeaaasda
pelo tribunal, em reasio do 1* da marca da 1860,
s cabe aos curadores flsrssa a deacaitsiseo aa
massas fallidas a porcealsgeas atoicede avara a
soroma ou dinh'iro que os primeiros arracada!
ou torem depositados em mi daa aasmml
Outro de Joo Luu Ferreira libaste a
liento Fernandas Braga, padiado o reazatra
seu contrato de asciedede.Vala aa Sr.
bargaddr Bacal.
Outro de Jos da Silva Laya k
pedindo o registro do aviso do asi aislar*' da fa-
zenda da 26 da dezembro do 185.Viata aa Sr.
desembargidor fiscal.
Outro da Antunea Guimarics & Campaabia.
pedindo titulo de sdmioistradoraa ala aa
sIfandegado Bario do Livramala. O
despacho.
Outro de Joa da Cunha, pediade _
lo de administrador a depositario da
Cunha.Igual despacho.
Outro de Joio Piolo de Lomee Jnior, w-
que se Ibe certifique aa aa aaa mairkalado.
Como requer.
Nada maia honre.
SESSAO JUDICJARIA ~EM al DI ROVaVMBBO
DB186I.
rassiDisciA do exb. aa. naiaBiaaiaaa
soase.
Stcrttario, J*U Gwiwutrm,
A meia hora, acheeeo-se araaaataa aa Srs.
Hpsembargadores Villares, a Silva fuiasasisa. a
OS Srs. deputados Reg. Lamoa. Oaataa o Oasaaa-
ra, o Exm. Sr. praaidaala abri a seccic.
Lida, foi apprevada a acU a seeaaa calesa -
denle.
DESlOMACiO DE D1A X J
Embargante, Bernardo Jaa
dado, Joaquim Francisco da
tsagp.
Designada a dia da hoja
Foram desprezadoa ea am
relo de que oa juros so ci
deaecilo.
Appellante, Claudino Banicio
pellado, Miliiio Boraaa Uchaa.
aaua lilboa. ^
Daaianedo o dia de hoje
ueaprazereas-aa ea embargaa.
Appelhnle. Joa Paule aWges de
pallada, D. Seoboriaha Fran '
6a Antonio Leu Vieirc.
Sorteados os Srs. depatadoe
Decigaado o dis 4- bajo,
FoicoaQfcsadaa aaalaaca
ApaeluaU, D. Madaaaa
sppailado, Maooei Peraara H-.
amaaiio do commaaSada t
drada,
Foi daaiga arlo a acimaera dia asM.
AppeUaaU,
"ioa ; appelUdae,
penhia.
Do Sr. dNembarajadat Silva
desembaraador Vniaree.
Appellantes, Jasaos Ryder &
peliadoc. Braga & Aatlaejcev
Do Sr. deaeaabeciaamr SUca
deeambariader VilUtca,
aaV.
Rccorrenle.
tro, carador da baaaaaa
Aes,Faeaardao.; l_
MtmaaL Fraue*aoo a Sima,
ae aallie* da JeaicHreara A
Aqakaiaasejhsssiadsi II
O'exh. S*V pt


aUAaUUi
ente rindo do Jaiio Ssn-
emque atarante Ma-
que G>n a Walter Tbomp-
in<
? dea prorimento.
,!$*I'n**{2*mi? **** Gb Lagas ;
geiista da Coala e Silva.
<**< ^sdeatdeau mugo prorimento.
*2.,dt ^JfJ*T**> tratar o Zxa. Sr. praal-
deate eeocrrau a aeaaao.
J, 7 dilas obj
itas agua de Co_
cegoac, 80 diloa e li
coa piraenla, 1 fard
Tifio? JS? eniSS'S3KK Aeosme-
nto cidadio, que nunca ceaaou da der-mo pro-
bado immate^p apteee.e estira, me _.
procero peger-lhe Wbuto da gratidao, sympa- '
thia e dedicado que lije conaagro.
Pf aenleiras, 13 de oorembro de 1861.
Hito de A. Bixerra.

PROVINCIAL.
H*1* J*s ctsas fctix neiic.mda
que surera ilienses presea-
,..*' ice*te do Afogados.
NvJoeo f asHe de Queiroz, oaaa
terrea aenasede m>
*ftT?rA"lt"to ** Coata
plateaste, ass-tosa* oceupada
Jkeenbofio. afaaiadaeTr...
I* W~Vtoa ate Aniceto Peala e
1201000
i*m*
casa
GoD?ales de
lacrea Mrdada
150000
Moraea,
***2*s.+?r:...................
80-.lW)|arta 4 Mara Joa-
Ib da Aaouariacio, eaaa ter-
* arraodada per................
o l~Hetdeiro a Manoel Pe-
4 de ateraes, obrado de usa
t^r* i01-' " dem 17--Iro*steaeedeSS. Sacra-
e*ts. loa Afogadot. casa mea
* il Rila Jaciotha, a) iet Ber
aardtoo Alte, eaaa larrea arreu-
,djUdappr........................
sjam 27Antonio Aoaes Jacome
rZ,r8fQC"A'ienrw "dada por.
Mdm,Jn9-Q meaor Apelioorio Qar-
ueiro, cata terrea arrendada flor.
Me 33-Jo*d Pedro Velloeo da gil-
'".............-................
dem 37Antalo Uiaa Caoossas,
casa terrea arrendada por........
dem 39-O mesmo, casa tortea ar-
rendada por.............. .......
., L,"o os Matriz.
dem 13Hara Mamila da Iocsr-
So, cast terrea arrendada por
Ra do Motocolomb.
dem 2Herdeiras de Haria Joaqui-
na Pereira do Couto, caa terrea
arrendada por..............,.....
dem 4Jos Lopes Roaas, caa tor-
ra arrendada por................
Ideo 18Viura de Josfc Thomai
l.ins, eaaa terrea occupada pelo
meamo a aliada em.............
dem .10Beraardioo Jos Monleiro,
casa terrea arre o da la por....___
dem 30-Sabioo Bruno do Rosal
fio, eaaa terrea arrendada por....
dem 36. Ploriadj Prxedes de
Santa Aona, casa terrea arrenda-
da por .......................\t%t
dem 38. Maooel do Nascimento *
dos Anjos, casa terrea arrendada
por...............................
dem 5o\-Joo Baptista Raiooodo
dos Santos, eaaa terrea arrendada
por..............................
dem 3.M a noel Eleuterio do Reg
Barroa, casa terrea arrendada
Por................................
dem 23.Victorino Teixeira Lelte,
casa terrea arrendada por........
dem35.Irmandadedo Sanlissimo
Sacramento dos Afogados, casa
terrea, arrendada por ............
dem 37Jos Roque Antunes Vl-
$a,casa terrea arreodada por ..
dem 39.Siiino Serrlo de Barroa,
casa terrea occupada pelo mesmo.
avallad* em.....................'
dem 41. Francisco Ignacio da
Cruz, casa terrea arreodada por ..
dem 47. Tranquilino Manuel de
Parias, eaaa terrea arrendada
por.............................
dem 57.Joao Lopes de Sousa, ca-
sa terrea arreodada por..........
dem 59 A.Aolooio Diaa Canossa,
eaaa terrea arreodada por ........
dem 73. Msnoel Domiogues da
Silra, casa terrea arrendada por.
dem 73 A.Joaquina Jos dos san-
tos, casa terrea arreodada por.,..
dem 73 B.O oesmo, proprietario
de urna casa terrea arrendada aa-
nualmente por.....,..............
roo Tra'essa de Motocolomb.
H. L. Compaohia, da estrada de
ferro, casa terre de madeira a-
Taliada por......................
K i n a ."** .8. MigaY."'
N. 64. Herdeiros de Thom Pe-
reira Lagos, casa terrea arrendada
P'-;..............A.............
dem 72.- Maris Rita da Concedi,
casa terrea arrendendada por....
dem 88. Luir Gomos gilfeiro, ea-
aa terrea arrendada por..........
dem tJ. /0S Esteres Moreira da
Costa, casa terrea arrendada por
dem 1M. Joaquim Domingos Po-
cas, cata terrea accopada pelo se-
nhorio araliada em...."..........
150000
laaeooo
3909006
144M)00
144fOOB
7HWO0
2009000
ilSOOO
144*000
1449000
1689000
2405000
1449000
6O9OOO
2405OOO
I6650OO
I449OOO
144|0OO
_oo1Ul .
brulho, 6 fardos
taboaa de pinho.
cemento, 9ceixa
orden.
Hiate nacional

18'da tarda.^Uura 1,8 p.
21 de no-
irtme, 40 pacotas papel de em-
S.de NP*>fimir, 10 duriaa de
tesassatisr:
awolo /, viado do Arncatj,
mSS* Gulmariea^maaleetoa o
Ib. 18'da tarde, jltun
te arawoai d|fa1Ka
ROSUaJO.STEPPLZ,
1* teoeule.
"*=r
Editaes.
Vuilaoe* iantem a exposicjio agricoU e in-
dustrial establecida as saUa terreas do paa-
ctada pmidaocu.
Eolia os muitos objectos que eoconlramoa,
atrahio eapecialmaate nossa atlen^ao ama ra-, Vapor oaciooal ipo, procedente dos porto* do
seira feita de papal, que soubemosser kabalher no1rtaD njanifesteu o aaguiate:
do Sr. Eduardo Firmino da Silra, empregado no
^18. Acco' P0". ^S* maio sola, 96. mol has
coml,95pete.Jee.b. ratejST.ate.do, 4
caixas agurdente; a Prente Vianna 4 C.
corris goral desta nrorincia.
ii em outraa oecuioes rmos algumas obraa
de flores de papel do 8r. Eduardo, taes como ra-
mos e capailas, e admirando a pertoicto delta*,
louramoaa pericia e habilidadedeste senborque
sem ter aprendido esta industria, a ella se entre-
ga s6 por goslo e dom artstico oas poucas horas
de d*acan50 que lhe deixa o *eu affanoso em-
prego.
Desta rez porm Acarnos realmente surprehen-
didos, notanJo o arraojo, a disposiqo e o col-
rido|daa flores e folhas da linda roseira que se acha
exposta na quarta aala.
A sfaaeibao;] coa a natuaeza ioteira a ponto
de se ser lerado joatinctaoseate a tocar na* fo-
iaaa e flora* para se conhecer se sao ou nao ar-
ticiaes.
Felizmente o publico que ha con corr do. ex -
pstelo tam como, nos apreciado o bello iraba-
lbo do Sr. Eduardo, a reo de as deridos enco-
mios ao aosso pstrtcio, que dolado do rerdadeiro
Rento artstico e irabathador, anrlda toda* as snaa
forreas para aperleioear-ae cada rez mal* ao ra-
mo da industria a que aa-dadica%
Esperamos qoe a commissio jlgadora dos ob-
jectos daexpesico contemplar como um dos
'mata digno* no aea genero a hada roseira do Sr.
Eduardo, e que applaudiodo a obra nao se des-
lesabrar.do nome do artista, concedendo-lhe o
prfmio derido ao sea -talento a aifoM**.
Recite, SO de oorembro de 1961.:
Um Pernambucano.
r
3O05DO0
I2O5OOO
969000
1689000
I2O9OOO
120/000
729000
1205000
60JOOO
1209000
1209000
I2O9OOO
1205000
3009000
09000
1329000
1909000
09000
Publicis a pedido.
Recebi do Sr. Jos Joaquim da Costa
Leit, a quantia de 7:095^250 em par-
celas coostaatei dacqnta que nesta data
me entregou, sendo proveniente por
parte do dote que o mesmo Sr. e sue
senhora coacordaram- dar a sua Uta
Isabel Hara da Trindade Leite, com a
qual me liguei em matrimonio. Recife
10 de marco de 1857. Manoel Fer-
nando gilva. Gomo testemunba, Fran-
cisco da Silva Boa Vista, Manoel d'Aze-
vedo Ponte*.N. 48160. Pg. cejstoe
sessenta rs. Recife 26 de marco de 1857.
Carvallio.Callaba. Reconbeqo A$ tres
aisigaaturas supra : dou fe. Recife 12
de mar90 de 1861 .Em testemunbo de
verdade. O tabelliao publico, Luiz da
Costa Portocarreiro.
(Contfnuar-ie-ha.)
1509000
Communicadog.
Umvotodegratida
Vcnho, Srs. redactores, oceupar um pequeo
espado do rosso bem conceituado jornal, para
cumpnmento d'um derer sagrado, a sublime.
orno o o da gralido. de que sou deredor 4 to-
das quelles Rio-Grandonsea que, com oa aeus
votos espontneos, quer pedidos, me elegeram
um dos aeus representantes assembla prorin-
Faltaria, sem durida, a esl sublime derer, se
por raslura ousasse calar desta rex o beneQcio
lecebido, porque eoteodo quaotoosentimento da
gratidao lao natural, que o considero um dos
mais elevados do corecao do hornera ; por elle
f oa o homem experimenta, e auaitosta o puro e
sublime senlimeoto do datar, ella a memoria
do coragao, oa phrase d'um eacriptor.
Rio-Grandenaes, roa aou tamo mai* grato, o
tecoobecido, quanlo presumo ter sido roseo elei-
to sem inierrenjao o'aquelle que se insina o
snandao deasa pobre prorincia, dlba esquedda !!
o qual, sem aioda ter-lhe dado moliro, paraca
votar-me ogerisa.
Nao desojo com telo offender a *u*ceptibilidade
da pessoa ajguma : a mea Qm apeaaa dizer-
to, que tire aislo mais um toara mo ha ric-
toria, e duplicado ros reodo o meu sentimeoto
de gratidao.
Agradeceodo, pois, em geral i todos que ae
digaaram dar-me o* aeus rolos, com especiali-
dade dedico o* meus protestos o'amiaad* aincera
aos Srs. vareador Francisco Ja atino Partir de
Brito, Jos Bernardo da Madairoa, eoente-coro-
neis Bonifacio Francisco Piahaire da Cmara
Vicente Praxedaa Baneridas Pimaate, contmao-
dante auperior Antonio fiaallio Ribeiro Daelaa, *
filbo do mesmo oeme, canteo Maoael Praacia'eo
Dantas, Alexandre Francisco de Siles, aeu fl-
Ino, mea especial amigo a ooitegaHoracio Ca*
alteo de Sales e Silra. T-
Aceitae, Rio-Grandeoses, em signal da mate
aura gratidjo a racoahacifaaato, eaua poucas pa-
larras, que offoreo* A rotaa leUura o soaso pa-
tricio, e migo daratedo.
MmnoilJot Ftrnandet.
' Suumculqut....
Qusodo rejo o testemunho publico e geral que
Um receido o illuatrado a integerrimo Sr. Dr,
Iriateo de Alencar Arartpe, qu rem de deixar
cargo de chafe de polica da prorioia, qoe lio
digne e honrosameajte exerceu jjor tanto tempo;
ateo poseo eoirsrnr-me (ndilferante, ou ante*
aHencioso. delxtndo de concorrer com o meu
sjaia de rala para a pyramide ou monumento de
aaa atetiaete *>e*f aalade reraeiment, moral a
awalaaiooal: compre asaim um grato derer de
recunhecimeto i> bnlhaaU ualtades, senti-
108 rolos aalsa e 1 encapado ; a Scbaffter & C.
Siv 2 caixde*'; a Jos Leopoldo Bourgard.
2 dito; a F. Saurage A C.
I dijosjoiw.; a RabeSc^BmetUu &C.
1 dito ; ao presidente da provincia.
i encapado ; Antonio C. Damaceno.
Mito;*Hanoal4^iMoMtf.
?f>t*" 'fttt Botge*.
dito; a Hargot.
pacota; a Raymando C, Leito & Irmio.
1 roda O* ferro a 1 farro ; a Almeda Gome AU
**? Vi
1 dita dito ; a Ta*w Irttio.
1 ^iao ; a Sebaatio Jos da SUr*.
1 dita ; a Joao Quinno de Aguilar.
1 encapado: Clemente de Araujp limi.
1 mcco ; a Jos Antonio de Araujo.
ditos; a Aolooio de Hoira Rollm.
Icaixta* ; a Manoel Goncalres da SUa.
Hiata n*cional S**o 4maro, 'fado do Parl,^^J^ ^f eoaHrata
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o 7- dividendo de 12f
por acc5o, relativo ao semestre fiado
em 31 de agosto prximo passado.
Beeebedorla ale rendas Internas
(raea#a
Rendimento do dia 1 a 20.
(dea do dia 21. .
20:048*881
600*00t
Connnlado provincial.
Rendimento do di* 1 20
dem do da 21.
. 34:6025401
. 2:546J998
37:14899
Importacao.
Brigue hamburguez Capibaribe, rindo de Ham-
burifo, consignado a Kalltmano Irmos.
150 caixas reas, 11 ditas papel de imprimir, 2
ditas boriegulus. 1 dita raraes dourados, 4 dita
courosenrernisado,2dita8 fitas de algod&o, 1 dita
botoes de madre-perola; a Rabe Schmmettau
i L.
1 caixa parolas; a Domingos Airee Uatheus.
2 ditas couros eovarniaados ; a I. Halliday
11 ditas ditos dito, 6 ditas espelbos.l dita cami-
sas, 2 ditas pianos, 4 ditas boides, agulbas, cor-
das, etc., 1 dita bordadoras, 27 ditas fazendas de
algodso, de linho e mixtss, 4 rolumes amostras
a D. P. Wild 4C.
45 caixas fazendas de alcodo, de lia, de linho
e milla, 4 dita* roupas feitas, 1 dita caria* de
jogar.2 ditas perfumadas, 3 dita* couros eorer-
rasados, 4ditssquinquiiharia, 2 ditas comestirels
3 ditaaconserrss, 2 dilas menas. 1 dita froctas
1 dita passas de coriniho, 5 ditas bonecas, 7 Dar-
ris manteiga, 1 dita presuntos ; Lindan Wild
& C.
575 garrafes raiios, 52 presunto*, 1 pees de
carne fumada, 8 caixaa couros, 4 ditas objectos le
borracha, 3 ditas ferragense quinquhariae 1 di-
ta lirros em bronco, 4 ditas ridro*. 1 dita eofeite*
2 ditas comesiires, 1 dits msica, 100 pacotes pa-
pel de em brulho, 1 catea armacoes p.ra hapos
de mI, 1 dita botoes. 24 dita* a 1 fardo fazen-
das de slgodao de linho. de las, de seda e mix-
tas, 2b barns ignoro, 20 lastroa de carrio de
pedra, 1 volume amostras; a Kalkmaaa Irmos
6 Canas espelho* com garata, soldados de
chumbo e cordas para violao; a Hooteiro A Lopes
4 eaiu* eepelAos, 2 ditas seda torcida. 1 dita
^tsa de algodo e aada, 15 ditas papel pare es*
crerer, 2 dita* perfumara, 1 dita cartas deiogar
a Heonque 4 Aieredo. e '
r 5)"'"Vnh".*0'ta* armas, 2 ditas cha, 1
fardo bordadoras, 2 caixas droga, 19 ditas ence-
rados, 1 dita louaa de marmore, 3 fardos papel 4
caixas panno encerado. 2 ditea moris relas
steannas 3>ditas fitas de sed., botas. agulbas e
ridroa, 1 dita quadros com ridro e moldura. 2 oa-
xotas amostras; a I. E. Chrstlaoi. P
1 caixa chapeos de palha de carnauba 1 dita
objectoa de c.a. 4 f.rdoa 31 caixas f.zends. da
alKodao, de lioho. de seda e mixta*. 15 ditas i-
oho, 6 roame amostras; Dammayer 4 Car-
24 caixas e 1 fardo fazendas de algodio, da li-
nho e mixtea, 2 pacotes amostras ; C. J. Aslley
21 caixa*i 4 fardo* fazendas de algodio, da
J^?sffl'i*zr cbap6"de
10 caini rioagre. 15 ditas agurdente. 2 dita*
conservas; a Gustar Bousset* C
1 caixa estojo de prata ; a J.f. G. Kladt.
2 caixaa piano ; a J. P. Vogely.
50 barra potasas ; s Bailar 4 Olireir*
91 ditos dte, 1 dito presuntos, t caix. Mi.oe,,
yu reatidos de Isa a algodao ;iR.O. tteaer
2 caixas garrafas rasiss, 1 dita gomma lacre 1
dita ouro em folha ; a B. F. de Sonta. '
8 canas Cazeada de algodio, da lia, chapeos da
sol de eoa, de lia a de algodio, 1 p a soteTa moa-
tras ; a Joio Keller 4 C. '
1 caixa quiaquilharia: a 1.1. Basta*.
1 dito lapi* ; a Hallo Lobo 4 C.
JO dita* reas atearin.a. 5 diua cordas pa na-
.0ArVateeVinnS.'4 CP.elhM "6i" de "g00'
re 4 C*" aU#** -#Mli0 w6,B"i 5 *t-
deTrba,r' eaa*ttto ; >PWa da estrada
^B&S**etl,aetM;
. 5*CJ,.I""en'1*" **<". le algodio a mix-
tas, 1 dito chjpos de sol a seds. 1 fardo saceos
rwL?: iT *?""'! to *u '-
rtgen*. 22 dte* ndro, 3 dita* objectos de madei-
jf n^~ I Ir----------
01 ITTm. Sr. inspector da thesouraria da fa-
&&A0&"S&!!l **&: 8l.-0 Relegado.
*PW'^1&02!' MDal, quedisse ter ce ai prado
a um afaapN psulu, os auaes rwaparsm da aet
P,*?,e PI?*5r,ra u*a, aaaim come aioda
eateto da.ooiitado um carallo magro, ruco ledrez,
ja a muito annunciado, e igualmente um taila-
oko pequeo, tomado a Sererlno Gomes 1 a 911-
*due a* acha^recolhido oa casi de deten sao, a
nao poasirel declarar nem mostrar pror m por
oode d possuis, cujoindiriduo wot publi:a eo-
oaaeido neata rr*guzi* como chef da h rto da
carallo : quero a julgar com dlreto, eocipare-
5*.- 8uodlagacte dos Afogados 1 da norsmaro
consgoado a Prancisco de Azeredo, maoltestou
o aeguinte:
.400 barrica* te/tohs (le trigo. 1,000 Haca* de
rime. 20 acco comioho*. 10 caixas papel, 14 di-
tas absinthio, 30* rolos salsa ; a ardem.
Barca iogleza nne Scot, oda de Cardiff,
consignada a Scott Wilaon 4 C. manifestou o se-
gu ote :
296 toneladas de carvio de pedr*.
20
Polaca haapanboij Ermesinda viada de
Bareellona, coosigaada i riura Amorim 4 Pi-
Ihos, aaaieatuu o seguate :
50 pipas vlnho tinto, 8lf barricas e 73 roelas
fsrinha de trigo, 400 caixas passas; ao capitao
da m^ma I Exportacao.
Do dia lAdffloreaibro.
Pataoho portugus. etH* da Ctorio, para Hs-'
boa, carregaram:
Fi*oei*M Sevariaao Ea**lto4Filho. 10 pipa
com 1,840 medidas de caxaca.
Barca inglex Iris, para o Canal, carregaram :
Jamea Ryder 4 C, 800 saccoa cena 4,000 arro-
bas de aisucar.
18
Patache porluguaz Mara da Gloria, par Lia-
boa, carregaram :
Fraocisco SaerianoRabello 4 Filbo, 1,400 sac-
cos com 7,000 arrobas de assucar.
Barca iogleza Irit, para o Canal carregaram :
James Ryder 4 C, 800 saccoa eom 4.000 ar-
robas de algodao.
Patoaho a menea00 L. C. Walts para New-
1 ork, carregaram:
Henry Forster 4 C, 1,520 saceos com 7.600 ar-
roda* da assucar.
Patacho brasileiro Julio, para Lisboa, carrega-
Domiago* Rodrigue* da Andrada, 154 coure*
salgados com 4,591 libras.
Brigue portuguez Viajante, para Loanda, car-
regaram : .
Domiogoa tibeiro da Cuaba Olireir, 9 barris
com 900 medidas de mel.
Thomaz de Aquioo Fonseca, 8 bsrris com 288
medidas de mel.
Barca portuguesa Lima I, para Liaboa, carre-
garam :
Pinto Berboca 4 C 100 secos com 500 arro-
bas de assucar.
Amorim Irmos 450 saceos com 2,250 dita* de
dito.
Jos da Silra Loyo Jnior, 500 saceos com2.50O
ditas de dito.
Thomaz de Aquioo Foosecs, 19 saceos com 95
ditas do dito.
Carra1lit-Hoguetra fJC, 30 saceos com, 1500
ditas de dito.
Patacho nacional Julio, para Lisboa, carrega-
ram :
. Feliciaoo Jos Gomes, 600 saceos com 3,000
arrobas de assucar.
Patacho portuguez Marta da Gloria, para Lia-
boa, carregaram :
Amorim Irmos, 800 saceos com 4,000 arroba
de assucar.
20
Patacho portuguez Maris da Glora a
Lisboa, carregaram :
Jos da Silra Loyo 4 C.: 12 barricas com
49 arrobas e 2 libras de assucar ;
Francisco Sereriano Rabillo 4 Filho 20 ro-
los com 42 arrobas e 13 libras de fumo e 800 ar-
robas a 1 barrica com 4005 arrobas de assucar.
Barca portugueza Lima I para Lisboa,
carregaram :
Manoel Ignacio de Olireira 4 Filho 700 sac-
coa com 3500 arrobas de assucar;
Carralho Nogueira 4 C. 90 saceos com 450
arrobas de assucar. t
Brigue portuguez Viajante, para Loauda
carregaram :
Mrrquea Barros & C. 19 pipas com $477 me-
didas de agurdente;
Thomaz a'Aquino Fonceca 38 pipas com 6916
ditas de dita.
Barca iogleza garam: 1
James Ryder 4C- 1000 saceos com 8000 ar-
robas de assucar.
Barca franceza Sphere par* o Harre,
carregaram :
Tiaaet freres 500 couros salgados com 25453
libras.
Brigue hamburguez Capibaribe
Hsmburgo, carregaram :
Kalkmaa Irmos & C. 300 quintaos da pao
brasil
para
para
ana
MoTimenlo do porto
Navios entrado no dia 21.
LiverpoolU diis, barca iogleza Imogtne, de
315 tonelada*, capitao Williaoa. equipagam
14, carga fazenda* e outros genero* ; Henry
Gibsoo.
Baltimore 39 das, barca americana Chase, de
toneladas, capitn I. D. Raffle, equipagem
JjP^' *...=, u.Ki.u. .. .uu.D, ai|ui|iay3ein
i4, carga 3125 barricas com farioha de trigo ;
i Johoaton Pater 4 C. Seguio para o Rio de
Janeiro.
Mi houreran; sahidas.
Obserrac&o.
' Appareee ao ral ama barca americana e um
patacho sueco.
a
Borat.
A
0 *
C
7
I i
kthmoiphtra
H
I Dirteeo.
s
s
s
3
J
j lnfn$idade.
1
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s 2 a
i Fahrtnheil.
I
8
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Carntif rede.
S J'nTy^oajtafr.
P O o
I
Cisterneae/dre-
t I .9 I ["-.

* -2
i
nfkt.
11
?
i
l^^* mmmf *i"wlE e S**ihrimT-
oscitAgio da suaf.
Preamar as 6 o. 54 da maaha, alian 7,8 p.
-_ publfto- que peranle a
ffi/* mi^I^** w'4 ad*) em basta
S da Urde, o terreno de marioha que existe de-
uto ao norte do armazem do Sr. Bario do Li-
7I!im^nl,,L0 Fort6 d0 "atts/oqoaltem de fren-
m. h- V>-r*.4a P*1"0. Poocom.i,
ou meos ao lado do mar.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 20 de norembro de 1881.-Mano.l Jos
Pinto, serrfndo de offlctel-maior.
.riw,M,"t B,,DteiPl publico pan cenhaoimeato do corpji atolteral,
anee Exia. presiden da provincia, por eftioio
deW do cerrante tea commoaicou narer esig-
MO-0 a igraja da Gonceicao doa Militares, para a
??r!.d0 col,a" loUoral deato municipio ao
tel* do correnta, ralo aeber-ae em obraa a
sjceje, matriz da fraguezia da Santo Aotonto. Pa-
ZtffTJu ?u?iciBp'1 R. 20de norem-
mLm..! i Uta Franciaco da Barroa Reg,
pestedente, Fraocisco Canuta da Boariagem, offl-
otal mator rarwodo daaeeretario.
.Z~iS "" fc* *aaeotor da thesouraria pro-
acial, *m ceoiotinenio da ordena do Exm. Sr.
prndenle da prarsaeia, manda conridar as pes-
oae que quizerem contratar a eoDsiruccao das
pontea aos lugares indicados na note absixo co-
piada, a apreaeatar na mesma thesouraria ae
aua* propoataa, sendo os eoolratos effectuados
ae* a* condi;os* seguais :
Priaeira. Que a importancia da* obraa con-
tratada* correr por coate dos eontralaotes, nio
aendo em caso algum por ella* responsarels os
cofres da provincia.
Segunda. Qoe o gorerno garantir a percep-
?io do pedagionelo lempo a forma que contra-
tar, com tant(Tque os contribuinles do'pedakia
oao pagueni em cada barreira mais do d^plo do
fue sa arracada as exutenles como receila da
psatuaia. *
Terceira. O numero de aonos para a percep-
ZL0^ tJPP* Mra TeWlt" atteacio fre-
SlTi-n?0 .**^1? ,U p0Ma h' a importan-
cia e difficuldade da obra.
'm+ZfciriP'tZr pf*" ,erao contrm loado eendttees. planos e orcameotos apre-
seotados pela directora das obras publicas
Quinta. Q8, em quanto nio flodar o prazo
i percepc.ao do pedaglo, o emprezsrio ser obri-
gado i coaserrar a obra em perfeito eatado, aoq
pena de serem o* reparos neceasarioa feitos por
ardan do gorerno casta do mesmo emprezario
2*; '* "wto pagar urna multa correspon-
de Amera P*rle iu de,Den I"6 eom teso
Sexta. Que as obras serio inspeccionadas
pelos agentes do gorerno, nio s quanto sua
oeeairaecio, como no que diz respeito aoa traba-
inos de cooaerra^io.
Sptima. Que qnalqoer das obras, embora
2?Pl?.-if ??.' P"Ucul"es, ser considerada
de utilidade publica, para que possam ler lugar
as desappropiiacdes de que por ventura dependa
a sua tealisa^ao, e por isso gosar do meamos
pnr legios que as de mais obras da prorincia.
Otara. Que o contratos assim feitos flesrio
eieito approra?io da aasembla prorincial
oom axcepgao uoicameflle daquelles que versa-
ren! sobre obras de um ralor equivalentes tres
cootoa de ris, ou em que se estipular pedaeio
ir;oi?*M!B 'n,,?'os ^ pfodu"ri
iVoo dos luqaru onde deven **r construidas
4 a as ponte.
dAlho sobre o no................ Capibaribe.
1 Tuiba, oa nUa de Pao d'Albo dem.
3-Cspuaga > ideni.
4 Motocolomb, estrada do aul.. Tiiipi.
O -r- Engenho Trapiche, estrada do
- Ca5- .-....-,.,........... Pirapama.
b Trapiche de Ipojuea........... Ipojuca.
7 Porto de Pedra................ Sennhaem.
y,- aromar. :r::::::.:: &z.
II- tacada........... ............. Ip -
" Amarigi............,.......... Amarigl.
13-Genipapo...................... Sibir.
A* propostas serio receladas at o fira de de-
sembr do correte anno.
E para constar se mandou aullar o presente a
publicar pelo Diario. '
Secretaria da thesouraria prorincial lie Per-
aambuco, 7 dejjorembro de 1861.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AonaociaQo.
. ~ y Illn, Sr. inspector da thesouraria pro-
nnvjial, em cumprimenlo da resoluco da junta
aazeoda, manda fazer publico, que 00 da 28
do crrante ral oorameote praca para ser ar-
rematad a quem mais dar, a renda daa casas
abano declaradas pertencentes ao patrimooio dos
orphao?.
Bu* do Azeite de Peiie.
Ns.
63. Sobrsdo de um andar, por anno
Ra da Cacimba.
66Casa terrea, por anno..........
67.dem dem, por auno........,,',
na r Bu do* Burgo,
bv.Casa torrea, por anoo........
70 c w BoaSeniaiaVelha.*'
7.-Sobrado de 2 andares, por anno
80dem idem, por aonn...........
Ra da Guia.
84.-Casa terrea, por anso...........
_ Boa do Pilar.
8.-X*sa terrea, por anoo........f
Artrremata^oea aero feita* pelo 4empo"que
decorrer do dia da arrematado at o Qm de iu-
oho de 1864.
E par* constar aa maadeu affixar o presento e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria prorincial de Per-
narabueo, 15 de oorembre da 1861.O secreta-
rio, A. P. da Annuociacao.
O Ulm. Sr. inspector da thesoan
nnctal, em cumprimeoto da ordem do Exm. Sr.
preatdenteda prorincia manda fazer publico, que
no da 28 do correnie, peranle a juota da fazan-
d da mesma theaouraria. se ha de arrematar a
quera maior prego offerecor, o rendimento do.
impostas creados pelos % 16, 17 e 31 do art. 40
di le provincial d. 510 e bem aaaim e augmento
dos impostas dos gg 13 e 42 do mesmo artiao nos
seguidles municipios :
Bonito.
Brej.
Cimbres.
Flores.
Boa-Vists.
A arreaiatacio ser feita por tempo de 2 a-
inos, cootar do 1 de julbo do correato anno.
E para coostsr se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria prorincial de Per-
nambueo, 15 de norembro de 1861.O secretario
A F. da Annuneteco.
Pela secretaria do goreroe a* fas publico,
are o*esMrimea4o de anean iotereasar poeaa,
que se achara era concurso o* deus offlcioa de
partidores de tormo de Nasarelh, creados pela le
provincial sjy 504 de 29 de malo deete ansa, de-
rendo um aceoaaular ae toootee* da ceetedor e
o ouiro aede distribuidor, aaa de qae eaprala'n-
denle* apraseatem os ttma raqoerimenioa ioatra-
do* na forma do decrete o. JW de SO de agosto
de.851 a a.iso n. 252 de) de dezeosbro de
1854, no prase de 60 eauatete.
nr
illamii-
Jo* Francisco Carneiro Moolf tedi
' Conseibo admioMfratiT.
J.0ifo,f^ dteJnUUatiro. para foraacHneato
do assmal de guerra, tem deaemprar aa ibtea-
tos seguintes:
Pars prorjsaente do arseosl de guerra.
500 meiosdesols.
40 meta* da aala branca earrotiada.
Paaa ocoapo da guaroicio desta prorin* i*.
8 daAradig** pera deus arma*.
5e**UWM "rt amo.
Terrohos.
3 dobradica* par* um cofre.
3 (echaduras para o mesmo.
8 5*fMpara tr*, oeaa graade*.
7 testara 7 ditas pequeaaa.
Quem duizer vender taea objectos aprese >te aa
sn.s proposu a casto (echada na aecreta ria do
eonaelho, a* 10 hora* da manfaaa do da 7 do
corrate raez.
Sala das aesaoe do cooselho adminiairaro
Pra orneciraento do arsenal de guerra, de
norembro de 1861.
Bento Ju Lamenha Lins,
Coronel presidente,
Prevaeteeo Joaquim Pereira La >,
Coronel rogal, secretario ini erioo.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. enrenel, director r.
aeoal de guerra, *e fa* pablfeo, qoe nos lermos
a J^0 d0 mioiteri(> <*a guerra de 7 de
de 1860, se lera de mandar manufacturar
guinie: -r-
18S sobreessacas.
188 calcas de peono azul.
388 fardftas de brim.
&85calcaa de brim.
585 caronas de algodio.
585 para* da polaio.s de panno prejo.
- Quem quier arrematar o fabrico d dito arti-
goa, no praxo de 25 dias, comparece na s lia da
directora do mesmo arsenal, pelas 11 bo as da
manhia do dia 23 do correte mez com su 1 pro-
posta, am qae sa declare o menor preco, 1 qual
eu fiador.
Arsenal de nuerra dePernambuca 20 d 1 no-
rembro de 1861.O escririo,
Francisco Josa Gslrlo.
Correio.
JPela alministraco do correio se faz pi buco,
que hoje (22] as 2 horas da tarde em pootc serio
fechadas as malas que dere coodazir o rspt r eos -
teiro IgaarassB, com destino prorioi s do
Cear e portas intermedios.
Continua a estar preso oa casa de de eocio
o escravo Alexandre, que diz ser de Manoe Igna-
cio de Albuquerque Maraohio, e andar fui ido. o
qual escravo fra recolbido 00 dia 27 de o itubro
prximo passado ordem desta subdelega ia.
Subdelegada da freguezia de Santo Ante lio da
Recife 21 de oorembro d* 1861.O aubde egado
auppleote, Manoel Antonio de Jesas Jnior,
eVdexeerfcro de 1140 ach
destaa palavraa Iluminada a ge
goexa. A* eeeuerda de threoo aestev-
tembem acesa gaz Torre de Porcelaee am
CMo. .dteatto aaruiat de Petor..
rto aalao pVqaano barer ama arate
aa#n gas de 70 pe de eemavisM
entaod* ctdede da Lteboa *m o
conjuradas, a o aelaeto daduaacaa |
a eaquadra ao Tajo fataedo-ta a
bsndeicae haspaemnl pela*
trante 4o a*lo rar-ae-bie quaere
Ser : Europa, Aala, frica a Amrica.
A entrada doa aaloeo eaterio eoltocadas 4%
estatuas imitando os archeirai ate taea rail
Portug.l. E.flo,, fiord ^alaetTerLT
os saloea e todo oaVasseas anal 1 bismi 1
queseja no todo aatisfeila a expeeUeo
Naau ocoaaio o propriaterio daa
pellando pata o palrioliamo doa bee* pecu-
zaa, aolicita ana ooadjaraco para que e ai
oa acqaieicio doa objectoa da arte a laxJTa
errirao para adamar *a reapeetteea aatew. a
causa portuguesa a pe toda* deeem t|*i.
rr, aaxiliaodo aesim os esforcee de pioarieUrte
doa mencionados saloea, ejue neaham eacristete
pecuniario exige.
lo ar-
ma rgo
o ae-
pealc.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Compaobia dramtica seb adirecei*
artista firaaM.
SABBADO 23 DE NOVEMBRO DI 1881.
Besclta extraoralteMirite
be ir icie ni
VICENTE POSTES DE OLIVEH.
Represenlar-se-ha o morslisaima drama esa
anco actos a seis quadros.
5019000
8U0OO
125JO00
753J00
753*000
1685O0O
224*000
DwJaraco**.
, Por eta sitedetegacia ae (as publico ^."Wau^a nma race* de cara branca, a
qas1toiDtreue a este juno por Heari^ue da
Fanaaca Coltmho, dzendo a ter pegado m mu
sitio deatottoeo tuaa plante*; outro sim tambera
aacbaoidBooaitadasdu** cebras (bicho] : quem
a Jangar eess aareito a usa* e outra u>u*a. com-
pai^a.--8abtetegacla do Atogadoa 18 de no-
rembVe da.18Sl.-0 subdelegado.
Jas francisco Carneiro Monteixo.
Pr>r este subdelegscia se fas publico que se
achara depoaitadoa um carallo ruco peajes, to-
mado pelo Inspector da SincopirtTort, a um ia-
Companhia
Beberibe.
de
DEGRAOS DO GRI1E.
DENOMINaCaO dos quadros.
!O banqueta.
I.*As mulheres.
3.#O jogo.
4'O roubo.
-sO asssssinato.
"O cadafalso.
O beneficiado tonta bastantemente com a aaa
rontade do Sr. Germano, para poder afflaaeac ae
publico, que o presente drama ser represeetade
com todo o esmero capricho.
Terminar o espectculo eom o gracioso ntre-
selo,
RepresenlaJo pela Sra. D. M.noria, aaraaM-
do, e D. Carmela,qeede bom grados* ara
a trabalhar, ala de qoe o beneskiada aati
a rontade de numerosas peseoae qoa lhe l
a repreaeotacao desta toteraaaaale otea.
Sra. D. Manoela prima com a
aclarecido talento.
O beneficiado peda preteecie
gratidio. ^^
Os bilhetes podem desde ja ser
escriptorio do thealro.
Comecari i* 8 hora*.
IBSCTfi
laeiteatetao atea
m
Nao se tendo reunido hoje o numero
de votos presentes que exige o art. 46
dos estatutos da companhia para que
hajasessao da assembla geral doi ac-
cionistas, sS6 estes convidados para se
reunirem no dia 25 do correnie ao
meio dia, afim de qu"'*e;Dpssa cuntprrL
o que determina os rae*** asUti tos e
fazer o dividendo- ;*s/t dLedendo-adt en
t5o de confortnidade com o djsposto no
artigoadditivo ao 16- que permitte! que
haja sesso com o numero de votos! pre-
sentes.
Escriptorio da Companhia do Bebe-
ribe 18 de novembro de 1861.
O secretario interinjo,
Justino Pereira de Feria.
r~
Avisos- martimos.
Rio de Janeiro
O brigue nacional cCooeeicio pretende sabir
no dia 8 do correte, e s recebe aacraraa a 1
COIP
GB4NDE BAILE
PARTICULAR
NOS
Sales do caes de Apa
NO
1' de dezembro do correite an
Annlversarlo da memoravel
rentauraco ala Independeac
portugneza.
O proprieterio des saloea do caes do Ap
nio qoerendo que por mais tempo pasee
percebido em Pernarabuco o memorare! d
de desambro de 1640, em que tere lugar a
laurceo da independencia de Portoal, at ka
tio subjugaJo pelea armas de Csstells, resol eu
festejar o seu sooirersaro, ao correte an 10,
com um baile aoa eoberboa saloea da ciea do
Apollo, rate ser particular o mesmo baile, sei do
gralit o dito iogresso a someote mediante a
apresentacio de cartdes que serio diitriui os
em cartas de coorte.
PROGRAMMA.
Ao romper da aurora do da cima meocioc 1-
do haret urna salva de 21 tiros, outra a a oa
hora da larde, e outra finalmente ao romper lo
baile, que aor preeedido do hvmoo porlugu 1,
executado por urna banda militar que trai r
grande uoifora.a. Os trabalhoa do baile aet iu
sagidos por uma cpmraissao a cujo cargo esteta
a reriflceQo dos eartoe, qae nao podero sjer
traosmiliidos pelas pessoas convidadas. Os T-
loe* esurie aderoada a mate deoeotemecle
posslral a eom rlquissimos cortinados com 1
cores poftuguaza*. aaode que a posta priaeii il
que d entrada para o* eaiea haeer uma raa -
pe da madeira rica meato eoost rada, para te -
osr a ealrada mai* magertasa. Heeer t
aa fraade erae ailegorico cea o trapalee da
aa porte*****, tead* um dtettoo eade ae r
raoaaaetuteteaatearras :l da Oetemata
140e aos ladoa do me*a* a roe bar era*
MatM damonstraade a figura das caeaderaa
#. per cima deas* arco rer-ae-ha ateo da ii
bardada eeteaodo aaa pea a demonio do deseo
tismo. Tsmbem ae echsrio coilocados doa
rossiro* eos ejueas jtenlo toados os doa* par
Ihoes braaiteke a aoKaguet.
J^taaatedo aaJu principal faarard ote nag
lado oas a*
Mavegacocosleiraavapir
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do Alfu', Aracaty, Cear',
e Acaracu'.
O vapor cJaguaribe, commaadaate I rbati
sahir para os porto* do norte da sea escala al
o Acaracu no dia 9 de deiembro as 5 horas a>
Recebe carga at o dia 7 ao meio dia ratea
mendas, passageiroa e diuheiro a frele at a d
da sabida aa 2 horaa r escriptorio ao Forte d-
Maltos o. 1.
O capitao Francisco Riviere, da
barc franceza Jean Parmentier, teado
de virar de crena, de amboe oslados
se preciso for a dita barca, para ver o
fundo, convida aos proprietarios date
barcacas empregadas neste tervico. a'
ap presenta rem suas prc postas por
quanto fazem este servico at sabbadc-
23 do corrente, ao meio da, em casa
dos consignatarios Scott Wilson A C.
ra do Trapiche n. 4, teado a prefc
rencia quem por menos figer.
Rio de Janeiro
O palhabole Artista pretende sabir per teste a
preeente sema fia por ter j um tarca de *e ar-
regaaeolo a borde, a adra e reate a eetiaaa a
frota, trata-s* cora o proprielarte tirtbntoaf
Lourenco, oa raa da Madre de Daaa a. 2.
Marauho e Par.
O patacho brasiteiro etaKsteaegne cea bran-
dada a receba oaesja gara aastea pjj|_ trata-
se coa os coosigaataria* Mareeca Barree A C
Largo do Carpo Saato a.^. "
nlBco throoo
COMPANHIA PEtNAMBDCAIU
Navei|aco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
ca o do Asm'. Aracaty,
n Pr Igmraee*.
sahir para oe porto* do arte de
ato o Cear o* dia 22 da corrate
hora* da tarde.
Bastes carga ato a di* 24 ae atase
!?"..% r*saaeir*e t dtoaeira a
di* d* sahida as 2 horai
do MaUoa n. 1.
S5
horas: aaeripierte a Fer-
GonpaRbiaPeriBic
O vapor Iguareeu,;*ee lea de a
o Ceae asear ae Acaread, pesa UtsjM
Lisboa,
Sabe impreterirelmente ate'
do corrente, a amito velara
asm I, so nsgabe mes
m c
odia 13
afflgtei de f. Peen V e de imperador do Braaf (tisjao trotamento : a tratar a
irsaralasdo em vUa de todc osala as baaeei *,an.mtSZTnT Ju ^T ^T^ -
r..d..n.cees.mig.s.sobToThreno sacia, *l8nrtar,ot Carvalbo, NoguetT! C,
das efflgteis estsrao escripias em letlraa de fog na rua Vigario n. 9, rxifMra fcpW
uppiartM-riTsJB os testoaruotea do du i oa comocapttJo na pri^a.


(4)
buMo m mtuttfle u ms*a Mu h mmouMum
Para o Rio de Ja-lobado 23 do corrate,
neiro- ..


abrigue nacional Alonte pretende segP*,r
con ecuila brevidart^ ^m p,ttodt ea,r-t,gt.
melo prompto, pra 0 ml0 que lhe fs'.'a pessa-
geiros e ".crsvos a frete^ pata tt que lem aiseia-.
dos commodos, tratase tora v seus consigeits-
rios Azarado 4 Hondea no sen escriptorio roa da
Cruz n. 1.
Antunes tara leilio-em seu armszem na
do Imperador n. 73, dos ricoa e bem Mu
'LVeis americanos cima mencionados., pera o
que convida a leda as paaaoaa que oslaos de
unir a commolidade do preco a arte i gao da
obra que ola deixem da eoncorrr ao referido
leilo. que alero das pecas supve-ciUdas encon-
trarao ainda mu toa objecin indlspcnsateia a
ama casa de familia. Constar as 11 horas em
poni.
Para
em direilura o Mate Santa Cruz, recebe carta
a frefe : a tratar ton Caetano Cyriaco da C. M. &
Irmao, no lado do Corpo Santo n. 13.
Conlinuaeao do leilo
ELIXIR
Citrolactato d ferro

13 Meo def osito no botica do Joaqun* MarUo-iio
do Cruz Cotroio., too do Cabmgfc n. 1A,
em Pernamaaeo".
p reprtelo
Rio Grande do Sul
cegu no dia K do tnei correte o patacho Boro
Jess ; para o resto da carga que Ibo falta, tre-
ta-se cora Caetano Cyriaco da, G. M. & Irmo, no
ado do Corpo Sanio o. 23.
Maranho e Para.
Segare con* orevidada o hiate Liado Paque-
te por ter grande parto de seu carregamenlo
contratado ; para o resto trata-se com os con-
sigo atariot Almeida Gomes, XI?es & G., ra da
Crasa. 37.
Para Lisboa
O patacho brasileiro Julio pretende seguir
pera Lisboa oestes nito diaa, tem parte de seu
carregamenlo prempio: para o resto que lhe
falta, trata-se com os seus consignatarios Aie-
vedo & Mendes. no ea escripiorio rea da Crac
tioaiero 1.
Maranho.
SeRue em poneos diaa o pathabole nacional
Santo Amaro, caprato Uanoel da Silva Santos,
para algusaa carga que ainda pode receber trata-
se com o seu corrsisjnrtario F. L. de i). Azevedo,
ras da Madre de Beos n. 12.
Baha.
Para a Bahia segu em poucos diss a escuna
nacional Carilo, capitio Luciano Alves da Con-
ceioae, para alguma carga que ainda recebe tra-
la-sa com o seu consignatsrio Francisco L. de O.
Acerado, roa da Madre dedoan. t2.
Para o Araeaty,
e Male Atacaty segu oestes dias, meetre Joao
Heariqoc de Almeida ; a tratar com Tasso lr-
anoes.
Para
em direilura.
Segu pera o indicado porto o bem conhecido
brigue escuna Graciosa, capitio Joio Jos de
Souzs, por ter psrte de seu carregamenlo adian-
tado; para o reato trata-se com os consignatarios
Almeida Gomes, Alves C, ra da Cruz o. 27.
PELO AGENTE
CARVALHO.
DE
Loip fina e grossa, por-
celana e crystaes.
(Sera limite e com lamine)
das il koras da-manhaa as 2 da tarde e
das 4 as 8 horas da noite.
Visto o dono ter de acabar com o seu
estabelecimeaato.
LILAO
Urna casa terrea na ra da
Conceico da Boa-Vista n. 31.
Sexta-feira 22 do corrente as 10
horas em ponto.
O agente Coala Carralbo (ara leilo em seu ar-
mazem na ra do Imperador n. 35 no dia e hora
cima mencionado, de urna casa terrea reedifi-
cada ha pouco lempo na roa da Cooceico da
Bpa-Vista n. 31, com 3 salas, -5 quartos, aotio
no ioterior, cosinha fors, quintal morado, ca-
cimb e; oa preleodeotes podero desde j
examina-la e pata eselarecimentos podero en-
teuder-se com o raesmo agente ea ten arma-
zem.
O Dr. H. Thermes (de Chalis) snligo pkarmaceutico aprsenla hoje urna ora
da ferroeom o nomo de elixir de cilro-lactata da ferro.
Parecer o publico um luzo emprecar-ae um meamo medicamento debsixo de frmalas lio
Tarjadas, maso homem da ciencia comprehende a necessidade a importancia de ama tal vare*
dade. '
A formula um ebjecto de multa Importancia em Iherapeulica; 6 in progresso immenso,
quando ella, maniendo a easeocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas ss
tdadea, para todos oa paladares o para todos oa temperamentos.
Das numerosas prsparacoes de ferro at boje coohecidaa nenhuma rene lio bellas qoalida-
des como o elixir de citro-lactecto de ferro. A seu sabor agradavel, reuoe o tomar-aeem urna pe-
quea done, e ser de ama prometa e (acil dissolueso no estomigo. de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que contem em sua composijo, a coosfipacio de
rentre frequeolemeote provocada pelas ouiras preparacoes terroginosas.
Satas eras qualidadea emoada alterara a edencia medicamentosas de ferro, que sendo ama
substancia da qual o medico ae nao pode dispeusaa em na clinica, de incomparavel ulilidade
qualqaer frmala qne lhe d propiedades taea, que o pratico poaaa prescrever sem recelo. E' o
que ooasogeie o pharmaceuiico Thermes com a preparado do citro-lactaeto de ferro. Asslm esta
medica tente oceupa hoje o primeiro lugar entre aa numerosas preparacoes ferruginosas, com o
altala a pralica de mnito mdicos diatinctoa que o tem eosaiado. Tem sido empregsdo como ra-
mease proraito osa molestias de languidez {cblorose paludas corea ) na debilidade subsequente as
hetaorrhagiaa. as hylropeaiaa qne apparecem depeis dss intermitentes ns incontinencia: de nrinaa
por debilidade, as perolsa brancas, na escrophaia, no rachitismo, na parpara hemorrhsgica, na
conralesceocis das. molestias graves, na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o aeogue eche empobrecido oa viciado pelas fadigas, affecees chroniess, cschexia tuber-
ooioaea, caocroaa, syphililica, eteessos venreos, onanismo a aso prolongado daa precaocoes mer-
curiaes.
Estaa enfermidades sendo mui frequeules a sendo o ferro a principal substancia do qne o
medico tem de lanzar mo para as debelar, o autor do cltro-lactato do ferro merece louvores e o
recenhecimento da humaoidade, por ter descocarlo urna formula pela qual ae pode sem receio
de ferro.
consLTewo especial eoiwr ati ico
no ouTon
A SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Muido
Novo) n. 6,
Consultas todos os diaa tela desda as 10 loraa
at meio dia, acerca daa seguiutea molei Lias :
oictiiat ssimsisirM, molutxat da$ c ian-
C, atoiestias da p*lU, majestosa do olhot .mo-
tes sypAiiiMeas, todas os aspeis* d {i br$t,
ftbru intrrmilentet tat conttousncsot,
pUAKi&ciA ssfbcui, hohkof.thica.
Verdadeiroa medicamentos homeopathco i pre-
parados som todas as cntelas oeceasariai, in-
tsAivea em seus effeitoa, tanto m tintara, tomo
em glbulos, pelos presos mais commodoi poa-
slvele. -
N. B. Oa medicamentos do Dr. Sibinn sao
anicamante vendidos eoc ana pharmaeia; lodos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteirss sio acompanhadas di um
Impreaso com um emblema em relevo, ten lo ao
redor as seguintes palavraa : Dr. Sabino O.L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
Jpalmante na Itata dosmedicamentea que te pe-
a, Aa carteirss que nio levaremesse im\ reaso
sssim marcado, emboratenham natampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falaos
Ama de leite.
Precisa-se ahigar urna ama de leste :
na ra dos Pires n. J>0.
Cenno
i.
Leiie*.
Leilo
Hoje, 22 do corrente.
Ssuoders Brothers & C. cootiousro por inter-
venco do agente Oliveira, o seu leilo de gran-
de sortimeoto de fazendas inglesas as mais pro-
priss deste mercado:
Sexta-feira 22
do correle, s 10 horasds maohaa, em seu ar-
mazem contiguo a asaociaco comruercial desta
praca, largo do CorpoSsnto. V
LEUAG
DE
Farinha de man-
dioca.
Terca-feira 26 do corrente-
Hstheus & Rodrigues fstao leilo por inter-
venco do agente Pinto o por coala e risco de
quera perteocer de 400 saceos com farinha de
mandioca, os quiessero vendidos sem reserva
de preco, ss 11 horas do dia cima mencionado,
no armazem do Sr. Joio Carlos Augusto di Sil-
va, forte do Hatto n. 25.
LEILO
Terca-feira 26 do corrente
Costa Carvalho fara' leilo por man-
dado do lilm. Exoa. Sr. Dr. juiz do
commercio e a requerimento de Fraga
& Cabral, da armacao e mais pertences
da taberna na ra do Bangel n. 22,
pelo maior preqo encontrado.
Impo
rante
. mssLM ,
DE
Movis amerifianos constando
de ricos guarda-roupas de
mogoo, mesas redondas
com tara pos de mar more,
mesas elsticas, costurei-
ras, estantes para livros,
secretarias, consoios, com-
modas com armarios, ditas
com espelhos, ditas com
peoras, apparadores, co-
lumnas para p de cam,
camas francezas, toiletts,
bancas para jogos, porta-
toalhas, cadeiras de balan-
co, toucadores de fetios
modernos etc., etc. Objec-
tos para quartos, camas de
casal, commodas, lavato-
rios, meziuhas e cadeiras,
sendo estes objectos de gos-
to inteiramente modernos,
espelhos com molduras
douradas de todos os tama-
nbos etc.
Avisos dirersos.
sLOTIRIA
As rodas da segunda parte da primei-
ra lotera do Gymnazio Pernambucano
andarao impreteri?elmente no diasexta-
feira 29 do corrente. Os bilhetes achara-
se a venda na thesouraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e as casas com misio-
nadas. As sertes serao pagas como de
eos turne.
O thesoureiro,
A. J. RodiiguesdeSouza.
Rogase aos seohores abaizo mencionados
o favor de vlrem a ra do Crespo o. 8 A a nego-
cio de seus interesaos, visto nao ae saber dosnas
moradas.
Dr. Ignacio Pirmo Xavier.
Dr. Manoel da Silva Reg
Dr. Pedro Gandiaoo Raiia e Silva.
Padre Francisco Alves branles.
Fre Joo de Santa Cecilia.
Dr. Serpa Braodo.
Capitio Antonio Fernando Raaoura.
Tenente Jos Ignacio de Hedeiros Reg.
Dr. Antonio Heoriques de Almeida.
Acurcio Jos de Medeiros. i
Frsocisco Jos do Amsral.
Francisco de Paula Cavalcanti Wanderley.
Flix de Araujo Albuquerque.
Joa Guilberme dos Res.
Joaqoim Pedro do Reg Bsrreto.
Manoel Dusrte Ribeiro Jnior.
Manoel Antonio Barbosa.
Miguel da Puriflcaco Gomes.
Jos Pedro Carneiro da Cunha (ealudante).
Jos Gorgonio Paes Barreto.
Alexaodre da Silva Tavora Veneno.
Jos Thomaz de Aguisr.
Jos Thomaz de Aguiar Jnior.
Joao Bautista Horelra.
Francisco Jos Alves Guerra.
Joaquim Ignacio de C*rralho leodonca.
D Josnna Mari das Dores, herdeira legi-
tima de seu flaado filho Jos Fernando da Cruz,
convida a todos aquelles que forem credores do
mesmo piragjque haju.ra de apreseotsr os seus
crditos a seu Qlho Joo Fernando da Cruz, resi-
dente ns casa n. 65, segundo andar, na ra Nova
desta cidade, e isso no prszo de 5 diss, a contar
da presente data, aQm de que a annunciante me-
Ihor habilitada, poaaa tratar do psgameoto dos
mesmos credores. Becife SI de norembro de
1861.
Atten Precisa-se aiugar um sobrado de um andar e
solio que tenha quintal com cacimba : quem
tiver pode ae dirigir a travessa doa Acougui-
ohos n. 20, que se dir a pessoa qne quer. -
Felipp Dora, Jos Dom o Joio Dom subdi-
tos Belgas retiram-se para o Rio de Janeiro.
Quem tiver um sitio com bsixa de capim
para aiugar nos Afogados, ou em suas Immedia-
coes, annuncie por este Diario.
Aluga-se urna casa ioteiramente fresca, no
lugsr ds Torre, raargem do Capibaribe : a tra-
tar na ra da Boda n. 20.
PEDIDO.
Rogamos ao muilo digno emprezario do thea-
tro de Santa Isabel que nos nio deixe sem slgum
espectculo no dia 1. de dezembro, pois que ne-
nhum outro diverlimeoto temos nesse dta tio
faustoso para todoa aquelles, que como nos, ga-
bera apreciar as liberdsdes da patria. Assegura-
mos-lbeimmensa concurrencia.
% Um dos mullos.
Jos Jorge Pinto, teodo de ir a Europa pa-
ra tratar de sua saude, pede aos seos devedores
que maodem pagar o que lhe estiverem devendo
i roa da Cadeia do Recife n. 1.
Attenco
a
Adverte-se so soteito que por aoouocios chama
a fllhoa familias i foja o. 16 da ra da Impera-
triz, que com fllhos familias se nao- fazem nego-
cios, principalmente com aquelles, cojos pas lem
por mais de urna vez arredado das relaces do
annunciante ; devendo ssber que se fcil Ilu-
dir a fllhas slbeias com atsignatura e papeia tal-
aos, o nio illudir sos qne sabem condozir os
Irsiaotea & detencio, e os pancadas cala de
doidos.
SOCIEDADE *
DAS
ARTES MECHAMCAS E LIRERAIS
DE
PERNAMBUCO.
Foram examiaadoa oa Srs. Tbeodoro Rompb,
Antonio Francisco de Sani'Aana, na pralica de
aeuaofleioa de pedreiro, e spprovadoa plenamen-
te : seguirsm-se oa Srs. Rufino Manoel da Croz
Couaaeiro, Francisco Mendes Mrtir.offlciaes de
carapioa, tambera plenamente ; o Sr. Feliciano
Primo de Souza aimplesmenta.
Secretaria da sociedade das Artes Mechanicas
o Liberaes.de Pernambuco em 21 de norembro
de 1861.
Simio de Souza Monleiro,
1.* Secretario.
Na ra das Cruzes a. 35, preci-
sa se de um oficial de barbeiro.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.,
Consultorio medicocirurgico
^-H13VHV GL.OH1V CA.SA. DO l]NB\0-3
Consulta por ambos os systemas,
Esa coosequencia da mndanca para a sua nova residencia, o propietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem de que oa remedios do sao estabelecimeoto nio se confundam com os de
oenhum outro, visto o grande crdito de que sampre gozaram e gozam ; o proprietario lem tomado
a precaucao de inscrever o sen nome em todos oa rtulos, devendo ser considerados como falaiflca-
dos lodos aquelles que foram spresntados sem esta marca, a quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo a em pa-
pel marcado com o seu nome.
Outro aim : acaba de receber de Franca grande porcao do tincturs de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao to conhecidaa que oa meamos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsosqur em tubos qur em linduras custario a 1} o vidro.
0 proprietario deste ealabelecimento anuencia a seus cuentea e amigos qne tem commodoa
sufficieotes para receber alguna eacravos de um a outro sexo doentes ou que precisem de algama
operaco, afflaocando que aerio tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todas
aquellas que \i tem tldo escravoa na casa do annunciante.
A situacao magnifica da casa, a commodidada dos banhos salgados sio outras tantas vanta-
gens para o promplo reatabelecimento doa doentas.
Aspessoss que quizerem fallar com o annunciante de vem procura-lo de manbia at 11 horas
e de tardo daa 5 em diante, e tora destas horas acharao em caaa pessoa com quem se podero en-
nder: ra da Gloria n. 3 casa do Fundi.
Dr. Lobo Motcoxo. ,
Sement de algo-
do da ilhade
Fernando.
por-
Srs.
uaes
Arrendamento
Traapaass-se o arrendamento do sobrsdo e sr-
mazena da ra do Trapiche n. 40, excelleote para
qaalquer estabelecimeoto commercial de fazen-
das : tralt-ae na raesnss cssa.
Aluga-se o sobrado da ra da Aurora, hoje
pertencente aos herdeiros do tinado desembarga
dor Bocha Bastos, com excelleotes commodoa pa
ra grande familia : a tratar na ra do Creapo n
5, loja de Marcelino & C.
Dentista de Pars.
,15 Ra Nova 15
FradaricGautier.cirurgiaodentista.faj
todas ss operaedes da sua arta acoloca]
dantas attilciaes, todo com a supariori-i
dadaaparfaicoqueas pessoasantandi-j
das lhereconhecem.
Tam agua a psdantifriciosate.
Casa em Jaboato.
Aluga-se orna das melhores ca/aa em Jaboalio:
a tratar com A. V. da Silva Barroca, na ra da
Cadeia do Recife o. 4.
Um segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praca da Boa-
Viata : a tratar na loja de calcado na ra da Im-
peratriz n. 46.
Manoel Alves Guerra aaca sobre o Rio da
Janeiro.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
Precisa-se da quanlia de 1:400$ sobre hypo-
Ibrca em beoa de raz : quem tirar a quizer dar,
dirija-ae a travaaaa daa Cruzea, taberna o. 12, ou
na ra doQueimado, loja n. 35.
Preciaa-ae de urna boa engommadaira para
urna cssa estraogeira : na ra da Cruz c. 7.
Precisa-ae de nm eaixeiro quo tenha bai-
lante pralica de loja de miudezas, e que d co-
nbecimeolo a sua conducta ; a tratar na ra No-
va n. 11.
Precisa-se de nm feilor; no sitio de A. V.
deS. Barroca, oa Passagem da Magdalena.
Irraandade
Programma da festa de Nossa
Senhora da Soledade na
igreja de Nossa Senhora do
Livramento desta cidade do
Recife, a qual ter lugar no
domiogo 24 do corrente.
Na vespera ao meio dia tocar a bem conheci-
da musics dos menores do srsenal de guerra, e
oesta occasio subirio ao ar gyrandolaa de fogo
aonunciaodo o da de verdadeiro regozijo para to-
doa que com fervor ae dedicam ao culto divino
o dia emim da feslividade da Virgem Senhora
da Soledade.
Aa 4 horas e meis da tsrde ter logar a bencio
de Nosso Senhor Jess Christo morlo, sendo esse
acto revestido de toda pompa e decencia devidaa
ao Nosso Divino- Redemptor, cojo vulto fiesr ex-
posto aos devotos at as 8 horas da noile, depois
do que sahir a bandeira com a effigie da Excelsa
Virgem das Virgena, acompanhada pela irmao-
dade e conduzida por meninas e ao som de me-
lidioso cntico, ateo lugar onde ae acha colloca-
do o maalro em que ter de ser alvorada, o qne
aera ssndsda por fogo do ar.
Ao romper da aurora no dia de domingo, eje-
cutar a mesma musics algumas pecas degosio,
e hsver urna salva de fogo do ar.
Aa 10 horaa e meia da maohia ter comeco a
solemne testa, com excelleote msica de orebea-
tra excntada pelo profeasor o Sr. Josuino Bi-
biano Mooteiro, sendo orador o padre Joio Leo-
nardo Grego, e as 4 horaa e meia da tarde estar
s msica prostrada em freote da igreja afim de
por em pralica diversas pecas, mostrando cresta
occasiio o respectivo meslre o Sr. Manoel Au- rinttprnfA
gusto de Menezes Costa a sus pericia e goslo HOUIO,
Pelas 7 horas da noite principiar o Te-Deum, Ue ordem da mesa regedora da irmandade
no qual aera orador o padre Lourenco de Albu- das almas da matriz do Corpo Santo, convido pe-
querque Loyolla ; Ando este acto tirar-se-ha a.ilo Pre*ente a todos os nossos irmios corapare-
bandeira com as mesmss formalidades com que cerem na mesma matris, domiogo 24 do corre-
te, aa S 1|2 horaa da larde, afim de encorporadoa
do Divino Espirito Santo,erec-
ta no convento de S. Fran-
cisco.
Em virtudedo convite de S. Exc Rvm. convido
oa nossos cbsrissimos irmios para comparece-
ris domingo, 24 do correte, as 3 horaa da larde,
no consistorio desta irmandade. para encorpora-
doa acompanbarmos a procissao de Corpus Cnris-
li. Secretaria da irmandade do Divino Espirito
Santo 90 de novembro da 1861.O secretario,
M. Uooorat.
Irmandade
acadmica de Nossa Senhora do Bom
Conselho.
Em viriuda do convite de S. Exc. Rvm. a por
ordem do nosso irmio juiz, o secretario desta ir-
mandade convida oa seus charlssimos irmios para
comparecerem no consistorio desta irmandade
domingo, 24 |do correle, aa 3 horaa da tarde,
aOm de encorporados, acompaoharmos a procis-
sao de Corpus Chriati.
Irmandade das almas
Tendo-se reconhecido a superio ida-
de do algodo da ilha de Fernand >, S.
Exc. O Sr. pnctidente oandou rir
cSo della para ser distribuida pelos!
agricultores desta provincia, os
por si ou seus correspondentes pddem
manda-la buscar na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, remett mdo
seus nomes e lugar da moradia.
Aluga-se a caaa terrea na freguezia di Boa-
Vista, ra doa Prazerea o. 14, ao lado do I ospi-
tal Pedro II, com muitos cammodos para ami-
lia, retlBeada toda de novo : a tratar no I ecife,
travessa da rus da Madre de Deoa o. 18, ae nodo
andar, das 6 s 9 do dia, e das 4 s 6 da arde,
preco commodo.
Sociedade bancaria
Amorim, Fragoso,Santos h. C. sacam e ti mam
saquea eobre a praca de Lisboa.
Aluga-se urna casa em Beberibe : a ratar
com J. I. M. do Reg, oa ra do Trapiche i. 34.
Precisa-se de om criado nacional par i ser-
vico de cozioha e compras : oa rus- da Impera-
triz n. ti, primeiro andar.
Aviso aos marchante >s
No largo dn Paraizo, junto ao quartel del poli-
ca, na casanova e fresca, e a maia aaseiadja que
ha psrs este genero, ainda ha alguna tal! oa de
corlar carne para alogsr, e por prego como odo :
a fallar na rus do Impersdor n. 28.
O sbaixo assignado, em cooseqoeoc a de
nio ter ainda apparecido o seu escravo por nome
Luciano, fgido pela segunda vez desde o i is 10
do mez psssado sem que st o presente ten is tl-
do noticias delle, querendo retirsr-se p ra a
Bahia, sua provincia, roga a lodaa aa autor ladea
e capitiea de campo e a quem quer que o ei coo-
tre, de captura-lo e leva-lo caaa do lili i. Sr.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito, onde ser
bem recompensado.Joio P. de Cerqueira.
Aluga-se urna casa e sitio na travessa da
Cspooga para a Baixa-Verde, defroote do porto
do sitio do Arsnles ; trata-se oa ra da Cideia
do Recife n. 25, segundo andar.
Altenco.
A antiga coeneira d'atem da poole da povlscao
de Beberibe coolioa areceber carros e cavlllos.
O Sr. Joaquin Lins da Costa Wan-
derley, filho do Sr. Joaquim Jo*da
Costa morador nos AiTlicto, tenha a 1 tonj-
dade de dirigir-se a ra da Imperi triz
n. 16 a negocio de seu interesse.
. Por 450/?000
Aluga-se um sobrado oa ra da Concordia n.
grande fsmilia. mjuito
re-
artns-
Este aoro praesaao # atetara
cado photograpbia excodo a I
tem-so visto at age
apuro de detslhes e aelicaOxa daa
mesmo aaa miniaturas anata asarlas.
Parece ora esmalta I
Pode-se garaaUr-lha
duracio da piolara a atoo,
perra ea vel nao so ao cootaoto da
phera, como la rabana boundado do tal
modb que nao se aliara I
eapaco de lempo dabaixo Cagas.'
Outra grande r aniega ae 4osU anillo
da retratos e qua a pialara aooea
mudar oa traeos alo a be legra
que a semelhsoea perlera lio
maia do pincel.
Oa annanefaatea tendo adqairiio do
inventor o segredo desta reos
vaco (da qual ao poner exas
gom espcimen na eipoaicka
aborta estes diaa no palacio do
spressem-se om por eosaa vsalsgooa a
diaposicao dos seus aaMajoa o asagaasso
afim de quo poaaam alada anproveiur da
curto espato do lempo qoa oNoa loas a
demorar-sa oeste praca, senda IxeOo
imprelerivelmeoU para o dia 31 do do-
zemoro prximo talara
Coa seas SMsjeciae.
STAHLst C.
[Photographos de S. M. o Ism
14RA OA 1MPERATR1Z14
tqainea aa
joae ieaa- M
auaeaar al- Ib.
Alaga-ae orna mai-agua par Oairas do saja
do Nogueira ; a tratar aa ra da Qoormsda a-
me ro 53.
Precisa ao do orna ama pora todo eos sisa
interno de urna caaa do pooca familia : aa roa ana
Cotovello n. 18.
Urna pasaos habilitada offereee-sc pajea co-
brar dividaa no ioterior desta proviocia da Por-
nambuco, Parahiba e Bio Grande da
quo d ador a sua conducta : quem
de annoneiar por esto Diario para ser
Pagio nm caraaoo muilo
e sem cauda, da ra da Saudade, caaa a. lS:paw
de-ae a quem o livar achade a favor do laoia
lo, que ser generosamente recom
Aluga-se
Dma caaa na Torre com commodoa posa
lis, qointsl mursdo e agoo da beber, por
modo preco, para so pasear a testa : A
meamo lugar com Francisco Joa ,
Na abaixo assignados declaramos qaa em
com mu m accordo separamos oesta data a serie
dade que oesls praca gyrava aa Irma do Ovar-
te Almeida 4 Silva cando a cargo o activa a
passivo so socio Antonio Pernandee Daarte Al-
meida.Becife 20 de novembro do 1861.-
nio Fernandea Dusrte Almezas.Paala Fe
da Silva.
Da cocheira da Claudio Dabeax farUram aa
ooite de sexta-feira para
em grio, com oa aignses sega i atas :
ro, bsixo, bastante grosao, coa
de pedrez no pescoco. topeto o poeta d'a
torados, teodo no peilo mercas do aorrota
ro j ssrsdss. mas bem vizivois ; o oalro
sujo, grande, cabano o nm pouco atean do i
lo direito, tendo as clines aparadaa da a*
lado.
Alaga-aa am armazem na roa do cao
Apollo n. 7, com commodoa nffiriooleo
qualquer estabelecimeoto : a tratar ao palca do
S. Pedro n 6.
No die 23 do corrento mox do ooveaesre oa
ha do arrematar, depois da audiencia da Dr- joa
municipsl ds 2. vara, um sitio de trras am Isa
lo Amaro, freguezia da Boa-Viste,
34 com commodoa para
fresco e em estado de nio precisar o meoc
paro a tratar oa roa do Imperador n. 37
zem de leilo.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos
Pinto Freir,
que mora para e eatrada de Joio de Barros,
livraria n. 6 e 8 da praja da Independencia.'
Precisa-se de um homem que tenha pralica
agricultura para feitor: a tratar na ra da Guii
numero 5.
Caes ('Apollo
armazem n. 67.
Deposito do sab^)
fabricado na sboaria da
Ra Imperial.
Os propietarios deste estabelecim
to, o primeiro neste genero e o mais a
tigo da provincia, acabam de estabelec
no armazem n. 67 do caes ie Apoll
um deposito de seus bem conhecidt
productos, consistindo em um. variadL
sortimento de sabo desde a muito corXI 'oJhTflI
i ^ ... ii.^w ano
foi alvorada.
Desta maneira ficario preeoebidas ss vistas ds
mesa regedors, cujos esforcos por certo o extre-
mo resultara de suas torca, e a mesa pede eos
moradores do paleo que ae digne illumioar aa
frentes de suas caaaa naa noitea doa dias 23 e 24,
para maior esplendor da feslividade da Excelaa
Mae de Deus, de quem se deve esperar a verda-
deira recompensa.
' Preciaa-ae de huma ama para oaaa de pouca
familia, na ra de S. Francisco n. 18
Est para alug*r-ae o 2" andar do sobrsdo
da ra daa Aguas-Verdes, e o 2 andar do sobra-, Imperador n. 44, primeiro andar.
do da ra do Boserio de Boa-Viata: quem pre-
tender, falle ne ra das Cruzes, penltimo sobra-
do n. 9, lado direito, quem vai da ra do Que-
mado para Sao Francisco.
Precisa-se da ama ama, que aaiba conzi-
nbar a comprar: na ra Nova n. 33
Copeiro.
Precisa-se de nm bom copeiro para aervico de
hotel: quem o tiver dirija-ae a rea do Trapiche
Novo o. 12.
A quem fallar um novho, cujos signaes
deveri dar, pode o procursr na Eslrsda Nova, si-
lo do abaixo assigosdo ; sdvertiodo, entretanto.
qna alo se responssbiUss por incidente algum.
Jola Antonio Vjleeecea.
Perdeu-se no da SO do corrente um caval-
lo rodado, earregado de.caros aecea, e no meio
da dita carne am capote, urna calca a nma cami-
sa, lado dentro Je um sacco : roga-sa a toda a
pesaos qne o tiver acbado, ou della noticia der,
do ao dirigir a roa da Pesia o. 13, qne ss grati-
ficar.
Irmos scompanher a procissao de Corpus Christi,
para oque fomoa convidados por S. Exc. Bvma.
Haooel Maris Campos,
Escrivio interino.
Perdeu-se as ras deala cidade a eacrava
Rachel, ainda moca, alta, magra, naci Costa,
rosto talhado, lem umpaoDo braceo oa testa e
mentecapta, porm mansa, carregava um foga-
reiroacompanhando oulra pessoa, e leveva saia
de liscado amarello, conato qua seguir para a
estrada doa Afogadoa : pode aer levada a ra do
No dia 23 do corrente, depoia da audiencia
do film. Sr. Dr. juiz municipal da 2.a vera, ae ha
de arrematar por venda em praca publica do mes-
mo juizo, ums casa terree sita na ra doa Acoa-
guiohos n. 17, a qual vai pTa$a a requerimento
do leatamenteiro e inventarente doe baa da fi-
nada D. Mara dos Prszerea do Jess : o escripto
schs-se em poder do porteiro do juizo Francisco
Manoel de Almeida, advertindo-eo porm que oa
(pena sao foreiros.
A mesa regedora da irmandade do Senhor
Bom Jeaua dos Pastos, erecta ne igreja do Corpo
Santo, convida a todos os seua irmios para no
dta 24 do corrento, as 2 \\1 horaa da tarde, com-
parecerem no consistorio da mesma irmandade,
afim de reunidos, acompanharem a procissao da
Corpus Christi, para o que tomos convidados pe-
lo Exm. a Bvm. prelado diocesano.
No dia 8 do crrante perdeu-se da ra Novo
al a raa da Cadeia do Recife am briihsnta :
quem o echar a quizar restituir a sea dono pode
dfngir-ae a ra do Vigario o. 31, que so dar a
ocompausa.
pare o paleo de igreje, a vai praca por a
de D. Emilia de Eocernacio, o D. Joaepaa Barajo-
rida, contra os herdolroa do Joo Piala aaa loar-
los, e a ultima praca.
Deaenceminhou-aeda roa do "'ljala ao
dia domiogo 17 do correnta, iras cabras (sica*),
seodo duss vermelhss e nms prele (mocha), a aaa
pavio, vindoa do Bio Grande do Norte ha asaca;
quem dellaa tiver noticia, o $i tenas retida, te-
nha a bondade de aonuociar, qne se pegar a ees
peza, ou dirija se e mesma ra da f Isdsdaa.
70, casa terrea.
3,000.000
Dase 3.0009 a juros sobre hypothece : quem
precisar dirjase a ra do Cabag o. 1 A, ae di-
r quem d.
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreta do Rosario n. 32, pri'
meiro andar.
planta denles pela prossio do ar, por anaias o li-
gaduras, e fez todea ae operaedes de raa arto.
Quera quizer arrendar ou comprara eeceaao
Itapirema do Meio oa comarca de Goiaaaa aa ar-
rendar o engenho Souza na freguezia do Teemsra
o provincia da Parahyna, oa mesmo casaorar
mais de motado oseta eogenho, porleatealo aaa
herdeiros do fioado corooel Estevio fetalcana!
mum at a superior e verdadeira massa
a preco de 100 a 200 rs. a libra confor
me a qualidade.
E* intil dizer-se que o sabao abri
cado neste estabelecimento, tem a pro4
piiedade de lavar perfeitamente a roupi
sem causar-I he o menor damno, o que'
nao acontece com muitos outros, que de-
terioran! o panno diminuindo assima du
racao : a verdade desta asserc3o estal
comprovada pela preferencia que lhe!
dao os consumidores : melhoramentd
este devido ao processo ltimamente era-
pregado na manupulacao pelo actual'
fabricante.
Para couhecimento dos compradores
declara-se que as caixai contem o se-
grate letreiro em forma oralFabrica
de sabao nacional ra Imperial, Pernam-
bucoe se vende qualquer quantidade
de urna caiza para cima.
Na travessa da ra das Cruzes n. 2
primeiro andar, tinge-te com perfeicao
para qualquer cor e o mais barato
possivel.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
pira o artico do coziohar e comprar : na ra do
Imperador n. 37, aegundo andar, entrada a di-
reita.
Quem precisar de ama escrava parda que
sabe cozlnbar e lavar roopa a engommar, dirija-
ae a rus da Lingoeta o 8, segando andar, c a tra-
tar na roa da Cruz n. 68.
# Lagerbier
be i
Gustav Bousset A C.
ue, dirija-se e rae eslreite do I
ar ou ao engenho Tab na fnaaatio.
da Taquera.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
De ordem da mesa recesara ca vida a ladee ea
oossoa iroeoe e comperecerem am aeese rea oa
lorio domingo 24 do correte, as S horaa da lar-
de, afim de encorporados, acompenhermoe o ece-
cissao de Corpus Christi qoa lem do sabir da ase-
sa igreja, e para o que fomoa convidadas par .
Exc. Rvms. ; e rogo aquellas do smoom
que tiverem capas em son podar o par
motivo nio possam comparecer de ss
entregar ao a osso irmio tesoaroiro. C
da irmandade 20 de novembro do 18*1.
Antonio Augusta dos Saatos Parlo.
Escrivio.
Aluga-se urna meia-agaa, ism am tasase
no quintal em aberto, a em lagar froeeo, arana
de 8 meoaaes : a tratar com o Sr. Vetan ea lam-
i a fabrica da gaz.
Aluga-aa a laja da sobrado a. 3 qaa lea
ao noria da fabrica do gas, o o mrgaos o raa.
tem commodoa paro familia, a da
guel. o lagar mal frasee o coi
a vaotagom d > benbo aa parle, q
usar, aluga-ae por 14 man.....a tratar
Sr. Valeaca.
i
^Gabinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 37,
Serio dadaseoaoalisa mdicas clrarft-
caa pelo Dr. Estevio Cavalcaati ds alta
querque das 0 ss 10 horaa da aaaabla, ae>
eudiodo sos chamados aom a ansiar bra-
ndada possivel.
! Panos.
2.* Molestias do polla.
3.* dem do oaos.
4.a dem doa orgias coaitaes.
Praticartoda e qaalquer oparaci* esa
aou gabinete on am caaa dos) desalar r-n-
forosalhaafdr mala iiaiiarfajMa.
Alaga-ae a ana------------------------
iba qua fas sai deltas da laja da raa
n. 18 t t tratar aa ama a laja.
i


.___
-------------------___:___
D1AU6 M flUUttWQp- XT* ftlBA MilMOMUM M tMi.
xRttUurmuu
WBTSLHilTWTA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
B alo Cmsseiaj a. 18, t.
eatrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por meUinutypo, so-
bre piano encerado, sobre talco, especiaos poso
pnlcetrae, alfineles ou caisoltlas. Re mesma
cata lisie oti eompleto e abundante tortimento
de artefactos francotes o americanos psra a coi-
locadio do retratos. Ha tambem para ate mes-
no flsa cassoletas e delicados aloetes de ooro
de le; retratos em photographia das principaes
persoeegens da Europa ; ttereoscopos e vistas
stereoscopicas, aasia como vidros para ambrotypo
e caleteas photographicss. 1V
OfeOeQ #& *>
S ST4BL & C. {
JUTRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR!
9 Hua da lmperatriz
Minero 14. 9
Tencionando retrar-se proxt- J
j mmente destapratjapsrticipam
' a seas fregueses e amigos como J
J em geral a todo 9 precisar do seu officio, aGm de*
9 que aproveitem do pouco tempo V
| que os annunciantes podem ain O
9-da dispor para a exocucao das
9 encommendas com as quaes
9 queiram honra-los. %
9 Agradeceado nesta occasio 4
& ao Ilustrado publico desta cap- 9
9 tal o bom acolhimento das suas $
9 obias, decidram se a por estas Q
} ao alcance de todos introduzindo 9
41 uma consideravel baixa na maior O
fjfc parte dos seus preces e esperara 9
que o desfalque que disso Ibes 9
resultar sera' compensado por 4)
um augmento de concurrencia.
Arrenda-se o eogenho Timb
diitanla do Recite 4 leguas, coa doss cassi de
vivenda, casa da engeoho, casa de porgar e ca-
sa de caldeira todas de lijlo, moenle e eorren-
". 3 taguas de malta virgen, cujas.rendem ao-
nual 1:4009 e mais querendo, cercado de Tala-
do, moe o dito eogeoho com multa abundancia
d'agua, vende-se coma safra nota criada : qoem
o pretender dirija-se a Gorreia Irmios, na roa
do Livrsmento e no mesmo eogenho a tratar
com o Sr. loio Gil Paos Brrelo.
_ Luir Pereira de Mello avisa ao publico que
oiaguem contrate com Jos de Aragio Ebla, so-
gro do annuocianle a venda de urna cesa ou de
outro qualquar bem pertencente ao casal da sea
finada aogra, visto estsr-se procedendo ao in-
ventario e sem cooclusio deste 6 nulla toda e
qualquer allenaco feita pelo ioventarianle, sem
scieacia e cooseotimento dos herdeiros.
Duarte & Souza acienlillcam ao publico com
especialidad* ao corpo do commercio que nesta
data admiltiram para seu socio ao Sr. Paulo
Ferreira da Silva em aeus eatabelecimeotos de
melhados sitos na roa das Cruies o. 36 e largo
do Carmo n. 9, fleaodo o activo e passWo a car-
go da neva firma que gyrava na razio de Duar-
te & C. Recife 21 de oovembro de 1861.An-
tonio Fernandas Duarte Almeida.-Joaquim Jo-
s Gomes de Soasa.Paulo Ferreira da Silva.
Precisa-se de urna a'ma para coziohar e
comprar na ra, para casa de homem solteiro : oa
ra da Cadeia do Recife n. 19.
Alugam-seduaa boas casas no Cachang a
margen do rio, com eicellenles commodds, para
pastar-ae a fesla ; a tratar oa ra da Paz o. 42.
s
Padaria.
Joaquim Francisco dos Santos
40loa di Oueimado40
seso > o ooeeae
osa
DB
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier fas publico que
tem reorganissdo a ana casa de saude, na grande
casa, propriedade do mesmo sitio em que exista
o seu aotigo estabelecimeoto dessa ordem, que
fica ao norte da estrada da Passagem da Magda-
lena, entre a ponte grande e pequea do Chora
Menino, onde contina a receber doentes de am-
bos os sexos e diversas cathegorias, aOancando o
melhor trelamento, ludo pelo prego mais com-
modo.
O mesmo douter psra mais commodidade das
pessoas possuidoras de escravos, ou que se qui-
zerem tratar em seu estabelecimeoto tem deter-
minado a diaria absixo declarada.
As operages serio por previo ajuste, Dio
arao parte das diarias assim como as conferen-
cias, e sanguessugas. Podendo o doente tratar-
se tambem nomeopathicameote, para o que ha
commodos separados.
O servco medico ser feito pelo distiocto cirur-
gao do grande hospital Pairo II, o Illm. Sr. Jos
francisco Pinto Gormarles, e o doator proprie-
tano de estabelecimeoto, praticaado-se ah toda
e qualquer operacio-por pregos muito razoaveis.
Este estabelecimeoto toroa-se recommandvel,
ji pela boa casa de que dispoe, como pelas con-
digoes hygienicas em que se acha situada, pro-
vado isso pelo crescido namero de doentes abi
(Tarados.
O seu proprietario espera, .portanto, dos seus
amigos, antigos freguezes, e mais pessoas, a sua
cooperacao em bem do progresao de to til co-
mo necessario estabelecimento, parausado por
nio poder elle achsr-se sua testa, em virtude
de haver sido accommetUdo de urna grave enfer-
midade, porm boje que se acba completamente
realabelecido, promelteesforcar-se na boa ordem
de sua casa, e na direceo do tratamento dos
doentes.
Diarias Escravos I96OO
2.a ordem 29000
1 otdem 3*000
Para a entrada dos doentes se deverio tratar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, oa ra
Nora de Santa Rila n. 7, sobrado de um andar
com frente para a ribeira do peixe, ou no seu es-
tabelecimeoto a qualquer hora.
Os abaixo assignados parlicipam ao respai-
lare! corpo do commercio que o Sr. Jos Pereira
da Sirva Visoria deixou de ser seu caixeire desde
o di 18 do correte. Recie 19 de novembro de
1861.Reis 4 Gomes.
Perderam-se tres bilhetes ioleiros da 35*
lotera da casa de caridade da cidade de Nithe-
roy de ns. 4354, 565. 1061 '. roga-se a pessoa
quaos acharo obsequiode leva-Ios a ra do Ca-
rnario o. 9 a Joao Pacheco de Queiroga, que
recompensar.
No di* 23 do correte, depois da audiencia
de Dr. juw municipal da 2.a vara tem de ser ar-
rematada por ser a ultima praca a escrava Joa-
quina, crieula, de service domestico, com idade
de 26 annos, avallada por 400, penhorada ao
Dr. Candido Jos Casado Lims. por execucio de
Luiz de Franca Souto, escrivio Attayde.
Em eaaa de Blandi Aiue, ra do Trapiche
Novo n. 22, precisa-se de um preto robusto para
todo servico de casa, psga-ae bem.
Aluga-se o primeiro aodar do sobrado n.
63 da ra Imperial, com excelleotes commodos
para urna graode familia, e um armazem na ra
do Imperador o. 39; a tratar com Luiz de Moraes
Gomes Ferreira.
A mesa regedora da irmandade de S.S. da
parochitl igreja de S. Frei Pedro Gongalves, con-
vida a todos os seus irmios pira no da 24 do cor-
rete comparecerem no consistorio da mesma
igreja, a Uro de reunidos, acompanharem a pro-
cisaio de Corpus Cbristi, para o que fomoa con-
vidados pelo Exm. e Rvm. prelado diocesano ; e
pede igualmente aquellos que liverere capa e Ibe
nie seja possivel comparecer, o obsequio de man-
da-las entregar ao nosso irmo thesoureiro.
Miguel Joaqoim da Costa.
Escrivio.
Qoem achar um alnete de diamantas que
se perdeu oas salas da exposicio, e quizer resti-
tuir, leve-o ra do Cibug, loja n. 14, que ser
recompensado.
Irmandade de Nossa Seahora
Mae dos Homens.
De ordem da mesa regedora convido a todos
os oossos cbaroa irmios a comparecerem no dia
dis 24 do correte pelas 2 1$ horas da larde
consistorio da meama irmandade (igreja da Ma-
dre de Dos) aOm de acompanharem a prociasio
de Corpus Chtii como do confile de S Exc.
Rvm.*O eicrivio, Jos Antonio Pinto Serodio.
390Oe #*
COLLEGIO e
Traspassa-se a padaria da caixa d'agua n. 50,
ou arrenda-se prompta e trabalhando ; a tratar
na mesma.
Precisa-se de uro catieiro que tacha pratica
de taberna, de 14 a 15 annos : na ra das Cruzes
numero 1.
Precisa-se de urna pessoa para trabalhar em
um sitio em Olinda, forro oa captivo : no largo
do Carmo o. 5, seguodo aodar.
Precisa-se de orna ama livre ou escrava pa-
ra todo tervicn de pouca familia : quem tiver
annuncie.
Precisa-se de um rapas para caixeiro de 1
ama casa de molhados, que d fiador a sua con-
ducta ; a tratar no pateo de S. Pedro o. 6.
Precisa-se de um pequeo de 10 a 14 an-
nos para caixeiro de um estabelecimeoto de mo-
lhados, dando-se preferencia os mais novos ebe-
gados : a tratar no pateo de S. Pedro n. 0.
Leite pura.
Na ra do Imperador n. 43, junto a cocheira de
Claudio Dubeux, haveri de segunda-feira em
diante leite puro de vacca, as 7 horas do dia.
No dia|26 do correte mez de oovembro se
hio de arrematar em praca publica do Sr. Dr. juiz
de orphios, depois da audiencia, os escravos se-
guintes: Joaquim,de 9 annos, avallado por8009;
Daniel, de 5 annos. avaliado por 40Qf ; e Jos,
de 6 annos, avaliado por 5009; por execucio
contra a viuva e Inventarame dos bens do falle-
cido commeodador Francisco de Carvstho Paes
de Andrade.
Defronte do becco da Congregando, letreiro verde.
VEND1-SE.OSEGU1NTE:
Para casamentas:
Ricos cortes de vestido de fil ou blond de seda branca com ramo e capelli. o
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a branco e
coros*
Ditoa de tarlstaoa branca bordadoa a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com malta elegancia.
Ditos de barege de seda de cores com barras e listas, novos gostos americanos.
Saias bordadas.
Ricassaias de cambraia branca bordadas com o mais spnrado gosto e mais finas
que ha no mercado. 8
Ditas de dita recortadas mais karatas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com malta elegancia o
mais moderno e mus superior que ha no mercado. 9 w .
Manteletes.
rmnRm.S1,nl"Jle',d' de c.orw P"fc> bordados alisos com enfeites, bam
como arrendados, por preQos commodos.
Lencos.
Ricoa lencos de cambraia de lioho bordados a 39,4$ e5} cada um.
Chales,
Ricos chales da touquim brancos bordados de ponta redonda e de 4 pontas.
aoalidVdS J!f.!"DA 8cimlameD; *m grande sortimento de todas as
quaiiaadea. que nao poasivel mencionar-ae pelo grande espaco que tomara.
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
Compras.
Compra-se moda de oiro de 20#O0O oa ra
Nova n. 23 loja.
Compram-se escravos de 15 a 30 annos pa-
ra exportar para o Rio de Janeiro : no eacrip-
torio de Maaoel Alves Guerra, ra do do Trapi-
che n. 14.
Attenco,
Compram-se crioulos de 14 a 20 an-
nos, bem pretos e sem defeito, nem mo-
lestia, quem os tiver nestas circumstan-
cias, pode drgir>e ao trapixe da com-
panhia, na praca do Corpo Santo, que
achara' com quem tratar, e pagam-se
bem, para o Rio de Janeiro, tambem se
compra alguma mulalinha, de 16 a 20
annos, sendo bonita e prestimosa.
'Compra-se urna mei-agua pequea ou urna
casa pequea, em qoalqner ra nesta cidade, ou
em Olinda em boa ra.
Compram-se palacees: na ra Nova o. 23.
Vendas.
BE

iY S. de Bom Conseliio.S
W Esta' aberto o curso de phi- $
aJP iosophia e geometra para as f|
A ferias. 0
*#-&
JoMoh Perore, Joaquim Verere, Gisaoder
Terer, Maaoel Destele Verro, Bernardo Vel-
zleve Sozes, reliram-se para (era da provincia.
Aluga-se urna casa com boos oummodos e
Urra baataote para plantar : no sitio ds L, A.
Daboircgna Cspaofs.
50 AKua da Cadeia do Kecie50 A
3^00,5^000,6^000
3^000e 1#800.
Hanoel Goocalves de Oli?eira Santos, vende
para a presente estacio pecas de cambraia trans-
parente muito finas com 8 Ii2 aras a 3J200,
cortes de colletes de velludo que tem-se vendido
por 149 por 5g e 6$. camisas de lioho muito fi-
nas a 3r), dita a 15800 e 29, ditas de fustio bran-
ca a 28, nada mais barato apparecam rapazeada.
Vendas de predios
Vendem-se quatro casas terreas sitas os villa
1 .B*C(da. na ra da Barra : quem as pretender
dirija-se a ra do Lirrameolo n. 24 e para tratar
na mesma villa com seu propietario Joio Car-
dozo de Amollar.
Veode-se por prego commodo, um sitio com
boa casa de pedra e cal, bem construida, na ra
da Pasagem o. 16: entre a ponte pequea e grao-
de da pasagem oa Magdalena, iodo do Recife, do
lado direito, defronte do sitio do Sr. Dr.Firmo
Candido Xavier, com quareola palmos de frente
e cento e tanto de fundo, a eocostar na camba,
chaos proprios. & & quem pretendor dirija-ae
a roa do Queimado o. 37 loja.
- Champanba superior atacado ou a retalho:
vende-se m casa de James Crabllret Si C* n. 42
ra da Cruz.
Milita attenco.
Francisco Antooio Correia Cerdoso tem para
vender em seu estabelecimento de fundicao e
caideiraria da ra do Brum o. 84, os objectos
abaixo declarados, que os vende por prego muito
commodo a saber :
Urna moeoda inteira grande, chegada ha pouco
de Inglaterra, da melhor e mais forte coottruc-
co, propria para vapor, ou para ser movida por
agua.
Ferro sueco em barras largas da melhor qua-
lidade, e por muito menor preco que em oulra
qualquer parte.
Trilhos para estrada de ferro por preco bara-
tissimo.
Zioco em folhas, proprio para cobrir telhadoa
e lerracoa
Canoa de chumbo para encanameoto d'agua.
Jilos de ferro balido para o meamo tiro.
Chumbo em barra mallo mais barato que em
outra qualquer parte.
Torneiras de bronze de lodosos tannos, dito
dito.
rame de lati de variaa groaauras, dilo dito.
Cadiohos para fundigao, dito dito.
No mesmo estabelecimeoto fabricara-se machi-
nas para vapor, obras de ferro, bronze, ou qual-
quer outro metal para navios, moeodas para en-
genhos, e oulras muilas obras, ludo a contento
dos que as desejar.
quasi de graca.
Chapelioaa fraocezsa de seda, como de fil, ri-
camente eofaitadas, para aa aeohoras que quize-
rem luxar com pouco dioheiro, por todo preco a
saber: de 3, 49,8,9e IO9HI
Luvas de pellica de Jouvio para aeohoras e me-
ninas, sendo brancas e cor de canoa a 1$ III s
oa loja de fazeodas que est em llquidecio. roa
doCabugn. 8. *
Ns ra Imperial n. 1, vende-se leite tirado
ao p da vacca.
Vende-sa 20 arrobas develas de carnauba
pura bem feitas, pelo diminuto prego de I0f500
por arroba: oa ra do Brum n. 41. Tamoem
vende-se na mesma casa urna fabrica de velas
em poseo oso, por preco commodo.
Attenco.
No srmszem n. 40 ds rus da Cruz vende-se
papel para forrar salas e quanos, e bem como
guarnicio ludo da gosto muito elegante e inlei-
tmente moderno, e por multo barato prego.
Continua-se a vender neste ar^azen* de molhados os
melhores gneros que vem ao mercado, e por muito meos preco do qus em oulra qualquer parta
rii3VeCeb" prPrie,ario em todS TP' da Europa, a maior parte"ds IYLV
?.a *.Pc P!iM08' e"Mrr8;". P le O* Por isso nbvameole participa aos seas (rea
nS L\J"' d Pra5i comodeeDgos e lav.rdores. quf queiram seguir poas^S
nio deixem ao meooa de comprar a primeira vez suas encommendas, cario de !? te mu?
para o que oto se pouparlo oa propnetarios. era prestar todalalteocio, e mesmo em swvireVWrl
udorea menos praticoa, to bem como se visssem os Srs. pessoalmeote; e abaixo mena ombEs
oaprecos de signas gneros, por onde se pode julgar que vedemos baratissimo. u"9m&mm
a*teib?r?i .*5\teSit,,i 9uperior qne ha merc'do **n Bb" -
"^W Pm s ""Periore. do mercado T**X> nm
e 19800 rs a libra e afianga-ae a boa qualidado. wuw, zawu,
Viieijosdo relmo ehegad0i DMU ulumo T,pJr,3#200( dUo, d0 Tapor paw-o
^^~ Jfc*ta^n!lA8uperior qu"id'de Buito 11000 r.. uas., .
Preiuntouiglez propi0, para fianibre, 900 j, 11bra> eB por5io m Uf >h>ii_
kRA DO QUEIMADO WA6
'Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 259, 289, 309e 3S#a caaacos multo bem
feitas a 25g, 2Sg. 30g e 35g, paletols acasacadoa de panrw peto de 16 at 259, ditos de casemira
da cor a 159,181 ng. patatota saceos de panoo e casemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
meiio o la da 49 at 69, obre de alpaca e merino di 79 al W9, calcaa pretaa de casemira de
89 at 148, ita de corae79 at lOg, roupas para menino de todoa os tamaohoa, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam salgas, paletots e colletes, sortimento de colleUs pretos da
aetim, casemira e velludo de 49 a 9J, ditoa para casamento a 59 e 6*9, paletots brancos de bra-
mante a 49 e 5/, caigas brancas muito finas a 5f, e um grande sortimento de (szendaa fina s e mo-
dernas, completo sortimento de easemiras ioglezas para homem, menino e aeohora, seroulas de
lioho eaigodao, cbapeoa de aoldeseda, luvas de seda de Jouvio para homem e senhora Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de gran Jes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais ds
cincoenla obreiros escollados, portanto ezeculamos qualquer obra com promplidio e mais barato
do que em oulra qualquer casa.
N. 20Ra da ImperatrizN. 20
O barateiro Ouarte acaba de receber novo sortimento de fszendas que retalha seodo a di-
oheiro sos seguioles pre$os como sejam : cassas borda laa propriaa para corlioados, babadoa 00
mosquetearos a tg600 a pega, cambraia grossa com 8 varas cada peca ptima fazeoda para peneiras
mosqueteros, saias e forro de vestidoa a 1900, mussalinas largas das seguioles cores verde, azul
prela, rxa, encarnada e branca a 200 rs. o covado, coi tes d riqoissimas lios escuras com babados
contendocadaomeorte24covadosa 109 o corte, velludo de seda das segointes cores ciozeoto
verde, sale preto, excellente fazeoda para vestidos de seohora eroupinha de criancaa pelo baix
prego de 29600 o covado. cortes de cambraia fina com aalpicos miudinhoa a 59, tiras bordadas e n-
tremelos a1 15 a pega, golliohas bordadas muito finas a 19. chitas com algum toque de mofo a 160
rs. o covado, pellos para camisas brancos e de cores a 160 rs.
ARMAZEM
ROUP APBPPA
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Queimao'MO
Defronte do becco da Gongregaco letreiro verde.
nesie esraoeiecimenio ha sempre nm sortimento completo de roopa faita de
todss as quslidades e tambem se manda execoUr por medida i vootade dos fregue-
zes para o que tem um dos melhores proftssoras.
Caiacaa ue panno preto a 40g,
35g e
Sobrecasacos de dito dito a 359 e
309000
- 3O1000
Paletots de panno preto e deco-
res a 359, 309, 259.10. 189 e 2OJ000
Ditos de casemira de cores a 229,
15f, 129.79 e 99OOO
Ditoa de alpaca prela golla de
velludo francesas a IO9OOO
Ditoa de meriu setim pretos e
de cores a 9f e 88000
Ditos de alpaca de sores a 59 e 39500
Ditoa de alpaca prela a99,79.59 e 3f500
Ditos de brim de cores a 5f.
m 49500. 49 e 39500
Ditos d bramante de linbo bran-
co a 69. 5 J e 49000
Ditoa de merino de cordio prsto
a 159 e 89OOO
Caigas de casemira preta ede co-
rea a 119. 109,9f,7Te 69OOO
Ditas de princeza e merino de
eordio preto a"59, 69500 e 49500
Ditaa de brim branco ede cores a
59. 49500 e 4|50O
Calgaa de ganga de cores a 3|000
Collete de velludo prelo e de co-
rea liaose bordados a 129,99 e 89OOO
Ditoa de casemira preta e da co-
res lisos e bordados a 89,
59W0.59 31500
59OOO
59OOO
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditoa de gorgurio de seda pretos
e de cores s 79, 69, 49 a
Ditos de brim e fustio branco a
3|500, 29500e
Stroulaa de brim de linbo a 29 e
Ditaa de algodio a 19600*
Camisas de pello de fustio branco
-ede corea a 29400 e
Ditas de paito de lioho a 59, 49 e SOOO
Ditaa de madapoln brancas e de
corea a 89. 2500, 29
Chapaos prelos de massa francesa
forma da ultima moda a 109,
8f500e
Ditoa de feltro a 69, 59, 49 e
Ditos de aol de seda ingieres e
francezeaa 14f, 1*9, 11f e
Colarinboa de linbo muito Idos
novos feitios da ultima moda a
Ditoa de algodio
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a lOOf. 909. 80g e 701000
Ditos de prata galvanlaanoa pa-
tenten borisontaes a 409 SOgOOO
Obrsa de ouro, aderegos e melos
adereces, pulceiras, rozslss e
aoeia a 9
Toslhss de lidio duiis lOf, 69 e 91000
Ditas grandes para mesa urna 39 e 49OO0I
59OOO
39000
29200
19280
29200
lgf.00
79000
29000
79000
9800
9500
de urna libra por 900 rs., ditas da
bntros muitos fabricante* de Lisboa
luglOJZ enecacado e coalelletas projirias para fiambre a 800 rs. a libra.
melhor petisco que pode haver por estar pr< mpto a toda a hora a 19 a Ubr
ToueiBliO do reino 360 r9 IlbM e ,rr0b. .99500
Cnouficiis e pilos moi(0 noTOi, 560 r, m.
BaBlia ^mPb?r!i?4^ll,latta' >
\ZCitOliaS multo IlOiras 1S00O r. a anco ata. e garrafa 30 rs.
LaU8 ?mToi.a.^a Sda "'
em porgao se far abatimeoto.
*ia;a ao larntie, ma9 D0Ta d0 merCid0 em uui
duas ditas por 19700.
MarmeVada imperial d0 afamad0 Abrea, de
a 19 a libra, em lataa de 2 libras por I98OO.
EiT\illias franeezas as B lhoret que ie pode dl em m#iM UUf
tambem tem portogueza me latas enleiras a 610 rs.
ChOCOlate f raiieeZ e he8panhol cheg.do neste Jfm vapor a 1200 a libra.
1'aSSaS pr0pria, piri poojm a goo rs. a libra.
WOCe Oe aVpereue em Ialag de 2 ,ibraf elegantemente snfeitadas a 11200 cada ama
KiSpeYUtaSete ,uperior de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. i. em caixa a 740 re.
Latas com peixe em posta d melhore, Lid.de, qoe ha eB Porl.gal
\mendoa s coufeitadas Ilbtti llM eB
- a 480 rs.
Noies e castanhas pad muUo n0T, 160 libri.
EiStreillUlia par, gopa a 640 ra# a libra e enj caixDha8 [e 6 a g |braf >6 far ,batlmm*o
\letria, macavvivo e ta>u%Ym a m r8.
SeVaainlla franceia muito nova a 240 rs. a libra;
Fariuha do Mafanhao muitoalTaecheiro
Prtzunto do reiao

440 rs.
o que ha de bom neate
genero a 480 rs. a libra e inteirc
uomma de eDg00,mari 0 que 9e p6e degejar por ser mni, ajTa a 100 rf., ubra#
iVlp\Sia mujj,, novo e jimpo a ifjo rs a libra e e porgio 19 fari abatimeoto.
T& u n voanoiliDol nuhtinA M*m -!-.r.-^-t^ .. t... _^..l j ^ ^ j______________
Ji v o respeitavel publico, quje afiaogando-ae a Doa qual aaoe aos gneros cima mencio-
nados, se vende muito barato, e pelos quaes se poderi julgar lod is os demsis qae oio (orara an-
nunciados.
Chegou novo sortimento de superiores bolciohas de borracia psra (orno, fazenda nova e
nunca viata a 610, 800 e 19 cada urna : na ra da Cadeia do Recife
milo a 800 rs., ditas com casca
a libra e em caixa a 99.
a 160 rs.
dade dos geoeros cima meotio-
iS^wl?,J&
u 15, loja do
Centro commercial.
Papel Gftribaldi
Superior papel para cigarros fazenda novs, ra da Cadeia do Recife o. 15, no
Guimares
Villar.
Ra do Crespo numen
Veudciu baratissimo.
Csmbraias brancas bordadas para vestidos desenhoras a 79 a pi ga de 9 varas.
Organdys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores fazeoda Opa a 240 e 280 rs. o covado.
Manguitos e gollinbas pirs senhoras a 29 o par.
Gollinbas ultimo gosto a 19. *
Manguitos a 39 o par.
ntremelos ricamente bordados a 29.
Tiras estrellas e largas bordadas para enfeites de vestidos de 29 a 59 a pega,
Saias bordadas de 4 pannoa a 49.
Saiaa bordadas de 3 pannos a 29500.
Saiaabalio de musselioa com babados a 69
Chapeos de pslhs de Italia para senhora a 289.
Ditos de seda para senhora a 129.
Manteletes de seda
o que ha de maia moderno de diversos pregos.
Ditos de fil muito bonitos a 30j}.
Vestidos brancos bordadoa a 209. '
Ditoa brancos bordsdos a 79. .-
Cbitaa fraocezaa de todas aa qualidades a 280.300, 360 e 400 rs. 4 covado.
Madapolio de todas as qualidades a 49,49500, 59 e 79 a pega.
Oulras muitas fazendesde gosto e pregos baratos.
Vendem-se
no armazem de fazendas
de Santos Coelho. ra
do Queimado & 19,
esleirs da India, proprias para forrar salas e ca-
mas, de 6, 5 e 4 quartas de largo.
Lencoes,
Lencoes de bramante de linho muito grandes
s 39000.
Coberlas s cbioeta s 19800.
Leocnes de panno de linho a 29.
Cambraia.
Cambraia branca ailada, propria para forrar
vestido, lendo cade peca 8 1 [2 varas por 29.
C olchas de fustio
de lindos larc res e muito grandes a 69.
Corles de seda de cores a 409.
Algodiocossj7 palmos de largo a 540 a vara.
Toalbas de pstto a 500 rs. cada ama.
Capelina.
Rico sortimento de capailas para stssea.
Grodenapleiurta.cores com algia ole a 18
o covado.
MOTE-
Vende-se sa 1 excellente coep de melhor es*
qne tem vindo s este mercado, por preco ~~
e um cabrioletjpor menos de sen valor
larga do Rosar o a. 14 se diri que
Vende-se,
rs, e excellenl
Rita n. 5.
Vende-se1
param-se bou laa
de de Olioda,
nasa negra
lavadeira
meca, boa auiaada*.
; na ra Nova def
doce de caj seeeo, nevo, f pre-
laa para eneommendae : na eMe*
ras de minias Perreirs a. 12.


IliRIO
natk-u vmmum di iisi.
4 loja da bandeira
[Nova loja de funileifo
ra da Cruz do Rectfe
numero 37.
Mmoel Jos di Fon seta participa *
todos os seus [reguezei tanto da prs(a
como lo mato, e j u ota mente ao respeita-
telpuolico.quetomou a deliberacao de
bailar o p reco de todas asacas otras, por
cujo motivo tem para Tender nm grande
surtimiento de babas e bacas, todo do
iifTnrntes taraanhoae de diversas cores!
*m pinturas, e juntamente em grande
sorlimento de diversas obras, tonteado
bsaheiros e gamelas compridas, grandes (
e joquenas. Machinas para caf e cane-
cas para condazir agua grandes e peque-
as, latas grandes pira conservar farl-
nha e regadores ao aso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil a
camas de reato, (atas de arroba a 1$,
bartngrandes a 49 a pequeos a 600
rs bacia grandea i 5} e pequeas a
800 rs. .cocos de ata a 19 a duzia re-
tfadores rsgulares muito barate, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ha pintados e em branco e ludo mais
se vende pelo menos prego possivel: na
loja da bandeira da raa da Cruz do Re*
cite n. 37.
A diaheiro ou a prazo.
Ven4e-se asa escravo de idade 45 anuos com
prc-sso de forneiroe que entende perfectamen-
te de tnassas por ter sido sua oceupagio podara,
tambe ti gaoha na ra e n i$ diarios, sujo es-
cravo vende-se por 400J pela raio que se dir
ao pretendente : a tratar na ra do Imperador
n. 37.
K s)!3s^)l5fMK'OI39i3 'K9I99M8IM
lAcaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na rua Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res a. 47.
Um grande e variado sorlimento de
roupas (eitas, calcados o fazendas e todos
estes savendem por precos maito modi-
cados como de seu costu me,assim como
sejam sobrecasacos de superiores .pannos
e casacos feitos pelos ltimos gurinos a
269, z8J, 309 e a 358, paletots-dos mesmos
pannos preto a 16$, 18$. 209 o a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
ivos padrees a 149.169, 189.203 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99.109,12f a 149. ditos pretos pe-
lo liiniauto prego de89, 109, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordao a 128, ditos
de merm chioez de apurado gosto a 159,
utos -le alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49. ditos de palba de
seda (zonda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditos de (ustao branco a 49,
grauda quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditis de brim de cores
Unas a 4J500, 39. 39500 e a 4$, ditas de
brim brancos Qnas a 48500, 5$, 59500 e a
69. ditas de brim loni a 59 e a 63, colletea
de gorguro prelo e de coras a 5$ e a 6$,
ditos de casemira de cor a pretos a 45500
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 38500, ditos de brim lona > 4|t
utos de merino para lulo a 49 e a 49500'
calcas de merino para luto a 45500 e a 5$'
capis de borracha a 99. Para meninos
le tolos os lmannos: caigas de casemira
preta e da cor a 55, 69 e a 79, ditas ditaa
le orim a 2}, 39 e a 39500, palelols sac-
eos ae casemira preta a 6g e a 7, ditos
le cor a 68 e a 7f, ditos de alpaca ality,
sobrecasacos de panno preto al29e a
1i>, ditos de alpaca preta a 59, bonets
par menino de todas as qualidades, ca-
misas oara meninos de todos os lmannos,
ra para meninas de 5 a 8 annoa com cinco
baba toa lisos a 89 e a 125, ditos de gorgu-
rao de cor a de laa ajei 69, ditos da
brim a 38. ditos de cimbraiaricamente
bordados para baptisados.e mitas outras
(azen-tas e roupas (eitas que deizam de
ser menetousdas pela sua grande quanti-
l4e; assiro como recebe-se toda equat-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sorlimento de fazen-
las de gosto e urna grande officina de al-
stale dirigida por um hbil mestre que
pela suaproraptida eperfeico nadadei-
xa a desojar.
m
50 A
8
O rival sem seguido, ni
ra do Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
vo, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e
Silva, est disposto a
continuar a vender pe-
los presos abaixo de-
clarados, que na ver-
dade bom e baratis-
simo.
Frascos com agua Alavande embreada a 500
Ditos superior, frasco maito grande* 800
Dozia de sabonetes maito fino a 500
Sabonetas ioglezes da methor qualidade a 160
Ditos muito grandea a 830
Frascos de agaa celeste multo superior a 19500
Ditos com cheiro maito fino a 800
Ditos com baoha de orco a 600
Ditos com oleo de babosa a 320
Dilos maito superior a 240 500
Ditos eom banha maito fina a 240
Ditos com opiata de Lubin a 500
Ditos de dito de Pi ver a 3*)
Ditos com baaha transparente a 900
Ditos cota oleo philocome a 900
Ditos com superior agaa de Colonia 400
Ditos com macaca perola a 200
Ditos com ditos (oloj a 100
Nvelos de linha do gaz de cores a 20
Dilos de dita encerada muito boa a 30
Ditos da melhor qualidade a 60
Ctrnteis de linha de cores com 100 jardas 30
Nvelos de linha do gax para marcar a 40
Pares de metas de cores para me atocia 190
Ditos ditos para meninas a 120
Ditos ditos cruss para meoinos a 200
Duzias de meias crasa muito encorpadas a 25400
Ditas ditas brancas para seohora a 39000
Caixas com pbophoros de seguranza a 160
Ditas de folha com phopaoro a 110 #
Duzia de phopharos de gaz a 240
Dita de ditos de vela a 820
Pessas de trsoca de laa de todas as cores a 40
Cal vir
de Lisboa em
Veade-te matt novarV kpfrift qWbtno
mercado, por prego baritiisimo, nicamente no
largo do Corpo Santo a. 19, trapiche 4a compa-
Chitas larga a 220 rs.
na loja db Pavi
Venda-se flnissimaa chitas francezas eom pe-
queo toque de Bofo, afflangsndo-se soltar o
mofo logo que ae lsvem, por serem de cor fizas
a 220 rs. o covado : na ra da Imperatris d. 60,
loja de Gama 4 Silva.
Tarlatana brauca a 2$
a pega com 8 aras : na raa- da Queimado n. 18,
segunda loja rindo do Rosario.
daEs-
i-4iis-
fLoja das 6 por-f
tas em frente do Li-
v ramento.
Koupa feita muito barata.
Palelols de panno fina sobrecasacos,
dilos de casemira de cor de (ustao, dilos
de brim de cores e braceos, ditos de
ganga, caigas de casemira pretas e da
cores, de brim branco e de coras, de gan-
ga, camisas com peito de liaho muito
finas, ditaa de algodo, chapeos de sol
de alpaca a 49 cada um.
Caima engarrafada
".- *** nma ala : na travesea do pa-
tee o Paraiz* n. 16 taberna da 4 portas.
MV4M' c*"8 e 514a ra d
persiga on caniobo Novo do bairre da Boa
la, chao proptio. quintal marido, usaa mei-agua
no tundo ; t tratar na mesma raa n. 45.
-T N padaria da ra dos Quirteis n. 18con-
7lW^",e /odr excellente pao a O re. a li-
bra, da rois libra para cima, tolschlnha a*0O,
490e 140rt. a libra, l.\ 2. *3. ; a farinha 1.
qualidade a 140 tt., V 1* .. 3 a 100 rs. a
Jlbrs, ewUchinha doce a 140 re. a libra, por ar-
roba 49. amata a 240 a libra. O proprietsrie
desu padaria anda tem para dispar terreno para
mais de 20 esas de 80 palmos com 150 de fun-
de : aa pretendentes podem entender-se com e
mesmo proprietario que todo negocio far i rista
de lagar que ascolherem.
Maaoel Antonio de Jess.
Milho a 41000
saces : na travesea do pateo do Paraizo o. 18
Uberna de 4 portss.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
saperiorqueh no mercado e a prego maito
cesMMdo: no escriptorio d Mmoel Ignacio d
Otiveira & Filho, Isrgo do Corp Ssoto.
Nova california
DE
Carros e carrosas,
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros amerieanos mui elegantes
a leves para dsu a 4 pessoaa e recebem-ae sa-
co mmendss psrs cujo fim elles possuesa arap-
pas com varios deseobos, tambero vendem car-
rogaspara condcele de sssacarete.
Vende-se lavas de amurca fina bran-
8 case amarellas para militares s 29 o par :
na loja de Nabuco & C. na raa Nova n. 2.
:
:
:
Fazendas baratas. r
Na rua da Imperatriz n. 48, jauto a
padaria fraiceu.
Corles de cambraia brancatom babadi- I
nhos 49 e 49500 superior 59, cambraia li- J
a com 8 lr2 vara 3J. 89508, e49, ditas de J
Escossia 59, e 69, ricos enfeites para se- J
nhora 6&e6J5O0, tintos os mais delicados J
para seohora 29500.39, ch.pelias para cri- J
anga gosto ioglez 39500,49, para baptlsado J
39, corle! de vestido.de seda Escosseza de
bonitos gosto 129 estao se acabando, ri- *
eos lengos de labyrtnsa T9.18*- chapeo
de sol para sentora de bonitas cores, lisos
89, ato e matfim MOO, cortes de esm-
W "* braaeoa eom ffftr de seda 59. risca-
do fraucez 260 ris o covado, completos #
sertimentos de balees de arcos 39, sorti- #
oieatos de meias para menino e menina #
200 e 240 ris o par. chales de tarlatana
w de cores a 640 ris, leogoa branco com bar- #
ras 160 ris chitas ingleas a 180 e 200 rs.
dita franceza a 240 e 280 rs. o corado
pegas de cambraia de forro com 9 varaa
a 29 junto a padariafnneeza n. 48.
3
nfmm
vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita*1.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
coatraro os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam como Jacaranda.
BANHEIRSde todos os tamanhos.
SCMICUP1AS dem dem.
BALDES dem dem.
Bacas dem dem.
BAlIUS idem dem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeico a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANBLLAS idm idem.
COCOS, CAND1E1ROS e ilandres para qaal-
quer sorlimento.
V10ROS era caias e a retalho de todos os ta-
maodaodo-se maohos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer nata-
reza, coocertos, que ludo ser desempenhado a
contento.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muito fino e assim tatobem
tarlataua branca muito fina, tanto urna cousa co-
mo outra sao propriaa para vestidos, nao s para
bailes como para assistir-seacasamentos, andem
antes que se acabe na ra do Queimado n. 28
na loia da Boa-F.
Meias baratissimas.
A 29400 a dozia de pares de meias brancas fi,
Cerveja.
Lager & Bier, em botris, superior
qualidade.
Madeira.
de pinho, vende-se na ra do Apollo n.
31 defronte do theatro, em porcao e em
retafko.
-s Vende-se na ra Formoza n. 18, farinha de
trigo multo ora a 160 rs. a libra.
4 musselina do Pavo
200 rs. o covado.
Vende-se musselina branca com 4 1|2 palmos
de largura faienda maito fina pelo diminuto pre-
ta de 300 rs. o covado. cortes de chita ingleza
com 10 covados cores Qxas a 19500 rs., ditas de
musselina branca com 10 corados a 9, tude
para apurr dioheiro : na raa da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
4 grande liquidado da
loja do Pavo,
Na ra da Imperatriz n. 60
DE
Gama Silva.
Acaba de chegar a este estabelecimento um
grande e variado sorttmeolede fazendas propriaa
para a Testa, e seus donoe resol vera m readerem-
nai por pregos baratissimos por estar no fim do
anno e qnererem apurar dinhelro, come sejam :
i assas.
Um lindo sortimento de cassas de varias cores
e qualidades, que vendem a 240 e 280 rs. o co-
rado.
Brilhantina.
Veade-se brilhantina de qusdrinhos a 240 rs.
o covado : na raa da Imperatriz n. 60, loja do
Pavao.
Chitas a 240.
as para homem
na loja da boa j.
na ra do Queimado n. 22
Cortes de cambraia
babados a 3J500.
com 6 ordens de
Vinho
do Porto superior, dito muscalefte carcavelos : em
casa de Barroca & Medeiros, roa da Cadeia do
Recite n. 4.
Vende-se um silho quasi novo, todo bor-
dado, e armacSo ingleza : a tratar na ruado Im-
perador, armazem n. 35.
Vende-se urna casa terrea na ra do Cabral,
em oiinda : quem precisar dirija-se a ra do
Trapiche o.26.
Vende-se a taberna do paleo do Terco n.
28. a qual tem poucos fundos: a tratar na mesma
Musselina a duzentos rs.
o covado,
Veode-se musselina branca com 4 e meio pal-
mos de largura a 200 res o covado e dihs de
cores matizadas largura de chita a 200 res o co-
vado na ra da Imperatriz n. 60 loja do Povo.
S o Pavo emli-
quidaco.
R 29'i03, eslciohas bordadas para meoioos a 19000,
golliuhas com manguitos al9600, gollinhas de
Uaspasso a 1$, ditas sem ser de lraspaso a 500
r9. Iubs de seda em perfeito estado a 500 rs. o
par, hapos deso de sed com franja muito d-
licidoa p*ra senhora a 39500, chiles grandes de
merino a 29 jOO. dilos de rede bordados a 89 cada
um. manguitos de cambraia bordados muito fios
a 800 e H enfeites para cabega a 59, para me-
ninas a 640 rs
Para homem.
Venie-se na loja do Pafo um completo sor-
timento de roupas, como sjam : palitos de pan-
no o casemira de todas as coree, calcas de case-
mira preta e de cores, ditas de brim de todas as
qualioades, omisas francezas taalo para homem
como para roroioos por prejos malscpmmodos
do que era oulrs qnaquer parte. Do-se emol-
ir de todas as uzeadas que em naasoa anoun-
cies se v, drizando ficar penhor : aa raa da Im-
?1*lr'r n' 60, 0D lado diMora, para nao haver engaos denoile
tem un dstico por meio de urna luz em que diz
E' muito barato.
Cortes de vestidos de seda de bom
9 "'o 50|000
Caiaveque de velludo para se-
nhora a 209000
Chapeos de seda para senhora a 89OOO
f^ Cortes de cambraia branco desal-
&. pico com 8 1[2 varas do boa
[ qualidade a 45000
0 Organdys de cores covado a 400
Bi E outras maitas faseadarque se vende
i muito barato.
5 Na raa do Crespo u. 8 A
2 LOJA DE
Leandro Miranda
Loja fias 6 por-
tas em frente do
Livrametifta.
Chapeos de sol de alpaca a 4#. -
Duzia de meiascruas para homem a
1920P e o par a 120 rs., ditas brancas
muite finas a 2g500 a dozia, lencos de
cassa-com barra deeoresa 120 rafeada
um, ditos brancos a 160 rs., baldes de
20 e 89 arcos a 35, tazioha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos s 59 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
emeia de largura a 480 rs. o covado,
fil de Itoho liso a 640 rs. a vara, pe-
cas de cambraia lias fina a 39, cassas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussolina encarnada a 320 rs. o
covado, ealcinhas para menina de escola
algo par, grvatinhas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs.. cada
um dutia 29, pegas de cambraia desala-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
tanhaderolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberla das 6 horas da uanha as 9 da
noite.
Leandro & Mi-
randa*
Ra do Cfespo n. 8 A.
Receberam pelo paquete francez diver-
sas fazendas de bom gosto, que se ven-
dem por precos baratissimos:
Borzeguios de Melis a
Luvas de pellica, de Jouvin a
Cintos de novo gosto a
Pivelas psrs chitos a
Gollinhss e pannos com botlo a *
Ditas bordadas a 500 e
Sedinhas de gosto o covado a
Babadoa bordados largos por
Enfeites s imperatriz a
Ditos de retroz que n'outra parte
89 69000
E de outrss muitas dualidades por bara-
tissimos pregoe.
Saias a balao de crochet a 39600
Ditas dita de dina a 69OOO
Vestidos de cambraia branca bor-
dada de 6J, 109 e 129000
ManlBlote de (ro.danaple a 909000
Orgsndys d gosto covado a 400
E outrss muitas fazendas por presos com-
modos.
138000
29500
2f000
29000
29000
1|000
19200
39000
11500
Calcado
45 Roa Dirata45
Magnifico sortimeato.
SemprecendeeoMeaote # rsacsatalaat mm
r gueses que I he Vraaea diebetre, e
ri 1 desie grande eatabaladmeato eeati
e eeer ao publico, per prega* ssodicee 1
la erioree sos de oatro^o sea hallo se
di cascada ftaneea, inglet e hteellaire e
Homem.
B^riegulns Vistor Emasaael. .
cauro da pote*.....
lordPaLa**aiM(bes*rrew .
diversas fabricanlee(laalra)
JoboRasaall. .....
SWoesNaotes (batera ieleira). ,
paleto*.........
S patos nanga (portugaezes). 1 .
(raocezes). ....
9 enlrsda baixa (sala rita). .
a asalto chiqe* (usa* sola). .
Senhoras.
Bjorzeguins primer fJoly).......
brilhantina .....
a gaapaalta.......
baila. ..... :
> 31.32,31.34.....
> decores 32,33.34. .
S ipatos cota salto (Joly)......
francez e fres* ai oh os.
31,93.33 *34 laatra. ...
E um rico sortimento de cauro 4* laair*. b*-
sbrrofrancos, marroqoia, sola, vaqeHaw, coss-
r nhos, fio, tanas etc., por 1
cuer outr* >* ti*r.
Vende-se ao armazem
arroz eom easea a 89 alqaeire,
d.i(opilaee a293We2*MOa arresia.
Grande sortimento de perfumaras, rou-
pa feita, chapeo* para homem, senhora e
crisola e tudo se vende por presos ba-
ratissimos.
Vestidos.
Ra da Cadeia
EE.ujg'
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Vendem-se finissimas cassss garibaldinas sen-
do estas cassss as mais modernas que teta che-
gado a 360 rs. o covado : na raa da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & Sjlva.
Atten Vende-se a cocheira da ra da Paz n.
1 A, com bons carros e cavallos. a di-
nheiro : adverte-se que bem afregue-
zada : a tratar na mesma.
Fumo em rolo.
Vende-se finlsslesas chitas francezas escuras e
alegres, fazeoda que sempre se vendea por ama
pataca e acaba-se a 240 rs. o covado : aa ra da
Imperatriz 0.-60, laja do Pavao.
Lazirtrasa280rs. o
covado.
Vendem-se Lazinhs* de quadros para veeti-
do, fazenda de apurado gosto a 280 o covado-
aa raa da Imperatriz n. 60, leja do Pari. '
Laa chioeza a 400 rs.
Vaoe-se lazinhas eatestaOaa a 400 ts. o co-
vado: na ra da Imperatriz n. 60, laja do Pavo.
Cambraas de seda.
Veedesa-se fioiasisaos corte* de cambraia de
aeda com doas tobados e de apurado gosto a
-99*00 cae corte : na loja do Pavao.
Vestidos brancos.
Vendem-se flnissimos cortes de cambraia la-
vrada com babados e duas saias. fazeoda que se
renda em qualquer parte a 8&000 rs o Pavo
est torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
rss bordados a 28500, 39 e 39500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Cambraias de sal-
picosa 4#000.
Vende-se cambraia branca com lpicos miudi-
nhos, tendo 8 X varas cada corle, pelo baratis-
simo pre$o de 4*000, sendo fazeoda que sem ore
*e vendeu a 79000: na ra da Imperatriz n 60
loja de Gama <& Silva. *
CASSAS LAVRAOAS
vende-se cassas lavradas fazea4a do ultimo
gosto pelo baratissimo prego de 3*500 : na ra da
ImperaUiz n. 60, loja do Pavao.
Sedas a covados.
Vende-se grsdensples preto muito incorpado
a 19600. 19800 e 29000, dito cor de rosa, azul e
amarello, sarja branca lavrada para restidos de
noivas, e outras quslidades de sedas por precos
baratissimos : na rui da Imperatriz n. 60. loja
Pavao.
Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Dias & C, ra da Craz n. 26 :
Safras a tornos para ferreiro.
Ferro suecio em barra.
Liohss de carritel de 200 jardas.
Malas para viagem.
Espingardas francezas muito Qnssem caixas de
per si.
Ferros de late para engommar.
Pregos fraocezes de todos os tamanhos.
Ditos batel grande.
Ditos de construcc*o.
Bracos grandea para balanc*.
Espingardas lazsrinas.
Ca vinotes .inglezes.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas as nacOes
podem testemunhar as virtudes desteremedio
incomparsvsle provarem easo necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem sen arpo e
membrosinteira mente saos depois de havar em-
pregadointilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas m-
ravhosas pelaleitura du? peridicos, quelh'as
relatam todos os dias ha moitos annos ; e s
maior parte dellas sao tao sor prendantes que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoasrecobraram com este soberano remedio
o uso de sens bracos e pernas, depois dador
permanecido longo tempo nos hespitaes, o tas
deviam soffrer a amputacao 1 Dellas ha mui-
eas que uvendo deixado esses, asylos depade-
timenios, para se nao submeterem a esss ope-
rarao dolo rosa foram curadas completamente
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de sen reco
nhecimento declara ram estes resultados benefi-j
tos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimle mais autenticaren) su a firma^
tiva.
Ninguem desesperara do estado desaude ssj
tivessebastante confianza para encinar esie re
medio eonstantementeseguindoalgnm tempo rj
traiamento que neeesstasse a natureza do mal
cujo resultado seria provarincontestavelmente,
Que tudo cura .
O ungento hentil, maiss pardea
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Gartei de clcheles francezes com 14 pares a
ZU rs.
Peotee de masss dourados maito fiaos imitando
tartaruga a640.
Eoanilhos para senhora, que sempre se ven-
deram a 69. por 2*500.
Trancas de lis para vestido, a peca a 40 re.
Laa psra bordar muito fina e lindas cores, a li-
bra a 79.
Ilassos com grampos a 40 rs.
Liabas para bordar, a miada a 40 ra.
Ditas de peso muito finas, miso* grande a 240.
Franjas de linbo para vestidos, a vara a 120.
Apparelhos de porcelana para meninos, pinta-
dos e dourados a 19*00. 2g. 29990 e 39.
Carbs com alfinetes s 100 rs.
Paoeis com alfinetes es beca chata a 40 rs.
Eofpites psra senhora maito finos a 3, 4 e 79.
Sintos maito fios para seohora a 2| e 500.
Mei** de laia e pretas para padre que sem pre
se vendersm a 29 a 640 rs.
Enfeites com flores vara senhora a 1$.
Colheres de metal muito finas para sopa a 109
rs a duzia.
Garlos do mesmo metal a 49000 a duzia.
Assim como outras muitas miudezas finaseba-
' ratas, que drizamos de mencionar, para nao se
tornar tanta massada.
Vende se ama Mariana enm terreno, chao
propno, pcompto a edificar ; a tratar na ra* Im-
L perial n. 22z.
do
a
CHAPELINAS
6^000 eada urna.
Superior fumo chegado ltimamente no arma-
zem n. 5, travessa da Madre de Dos, de Jos
Luiz de Oliveira Azevedo.
Arroz com casca.
Vende Jos Luiz de Oliveira Azevedo era seu
armazem na travessa da Madre de Dos n. 5.
Alfazema.
Aifazema muito nova ; vende-se no armazem
travessa da Madre de Dos n.5, de Jos Luiz de
Oliveira Azevede.
Liquidado decalcado
francez.
Rna da Imperatriz n. 16.
Para hotnens.
Botinas de vernise de beserro, de diversos fa-
bricantes a 59 o par, sapatOea de verniz e de be-
cerro a 29.
Para senhoras. *
Sapalos de verniz com franja, filas e fivelaa a
800 rr. o par.
Para meninos e criancas.
Sapalinhos e botinziohos do diversas cualida-
des e fabricantes a 500 rs o par.
Oseeoberes devedore* da loja cima alo roga-
dos a virem aaldar eeaa debites. 00 contrasto ae-
reo cobrado* jadicialmenle, e psra que maguis
se chame a ignorancia faz-se o presente.
Gomma de mandioca.
Vende-se gomma de mandioca muito boa, da
melhor qualiade que ha 00 mercado : na ra
da Craz n. 26, armazem.
Vena* de urna preta.
Ni ra de Queimado o. 65, loia de Gui maraes
Irmao
Vende-ae urna' negrinha de idade de 9 an-
nos : a pessoa fue arevsMec dirija.ae a raa do
osario da Bot-VisU o, 53, ipUmetro andar.
Veude-ae chapelinas modernas entenadas com
muito gosto para senhora a 6j>000 cada urna: na
tua da Imperatriz n. 60, loja do Pavai.
Leucos para mo.
Vendem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de lioho com labyrinlho a 29500, ditos de
J2 g0,, a imilacio < labyrinlho a 800 e
18000: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
faTao.
Madapolo enfestado a
tres mil ris.
Vende-se pecas de madapolo eofestsdo com
\ ara.9 pea: n* rua da Imperatriz n. 60 loja
do Pavao.
Phantasia asis mil ris
Vende-se muito ricos vestidos de fantazia com
bsbados de muito bom gosto, fazendas de I29OOO,
por 69OOO, na rua da Iaaperatriz n. 60 loia d
Pavo.
Filos.
Vende-se fil de linho bordado fazeoda muito
fina a I9OOO a vara, dito lizo a 800 ra., tarlatana
branca e de todaa as cores a 800 rs. a vara na
loja do Pavio.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios de aeda para meninos, fazeoda
. .,** .Por 5*0 : na r d Imperatriz n. 60,
loja o Pavao.
(lambraias lisas.
Veodem-se pecas decambraias lisss, fazenda
maito fina, com 10 e raeia vara cada peca, pelo
30 del59OOO a peca, ditas de 8 e meta varas a
9500, 89. 89500 e 4J, ditos de e meia .vara a 29
e ZftaOO oer;a, ditos para forro com 8 e meia va-
ra* a 1|600 e 29 : oa rua da Imperatriz, loja do
revio.
Baldes sem ferro a
3^200.
Vendem-se muito superiores saias de cordao
que faaem as vezes de balo, tornaodo-se msis
recommeodaveis por se poderem lavar engom-
mar, 39200 cada urna: na rua da Imperatriz n.
60, loja do Pavio.
Vende-se
Para acabsr materiars por barato prego, junto
aoquartel decavallaria, telhas, aUenaria bati-
jda, ladnlhos, tapamentos, cal branca, areia 11-
lBi, areia fMssa, barro tudo maU.
rmente eos
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras .
Dores de cabera.
das costas.
dos raembros.
Eofermidades da cutis
em garal.
Ditas de anus.
Erupcpes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
InflammaQao do figado.
Vende-sa este ungento no estsbelecimentol
geral de Londres n. 244, aStrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda
America do sal, Ha vana Hespanha.
Vende-se a 800 rs eada bocetioha conlml
nma instruo^o em portugus para explicar a
modo de faisr nso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. SonmJ
pharmaceutico, na rua de Cruz n. 22, ere
Pernambueo.
ftuadaSenzala Novan.Ml
Vende-se sm casada S. P.Jonhston 4C
llias* silh5ssQglazes,candsairo a eastica*
bromeados,lonas agiotes, fio davala,chicoi
paracarros, emoniaria.arrsiospara carrod
asi loas ttalos ralogiosde ouro paiant
oglet.
uintes casos.
lnuamma'cao da bexigsl
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosquitos.
Palmos.
Queimadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qaalquerj
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articolaees.
Veas torcidas on
das as pernas
no-
o. 23.
Ricos vestidos de seda, de aasbrai
bordados e de phantazia, liaiioha c*
res, seda* da qua4riah 0 Nsasa, *aa
aas de cor modernas, casshraUs casa lia*
de cor e bem assim outras fsTsadsi an
prias para vestidos
Manteletes e chapeo*.
Superiores capa* eoan*aa' 4* aavaja-
rio, manteletes. Ulnas da crox. II*
ede outras maltas qualidades saaiisw
chapeos de pela* enfetUdos awa *-
nhora.
Novidade.
Modernos eafeites a* cabaca, lava* *
pellica 4* Joavii, l*****, esfartUaM*,
penlea de tartaruga, saias balao, caatiaao
para senhoras e meaiaee, sin toa, anisa
inglezas para seohora, manguita* sja***,
palceiras de saatdadalo, chapee*** t-f*v
Boupa feita.
Completo sortisseat* catea* casis
tes. paletote, s*breca*acae 4* pasma, cas*-
mira. alpaca etc. oa rua da Castas* a. *J
loja de Garsjel a Perdi*o.
Attenco
Burros para Tender,
Es pera-e brevemente de Mnuli liaVij
um carregament de cerca de 60 a
100 burros, os pretendiente* quervas*
apparecer na rua do Tnrpcbe n. 8,
casa de Renry Forster fit C.
Propriedade.
Vende-se urna propriedade da la ata i
cinco legosa, propria para lavaalar asa
d'agua para aaUejar 2.000 pi d asa**
boas matas e capoeiroes. sita sw fngaeaaa'* H
S. da Luz : qaoza ptteatfT i)a-* a eatfji
Santa Rosa da mesma fregacaia, a fallar
Thom Leio de Castro, dono da asesas, oa
lado do Corpo Santo a. 23.
Vendem-se libras alertiaaa ; a*
de Amorimlrmios. raa da Cruz a. 3.
pechiocha
Cortes de barege de seda cosa 30 covados a 11
cortee de lia com M covados a 5f, *s* sto aesla
com lindas florea a matiz, coa*c a 8W ra.. *-
cinhaa de entremeto! rooi 3 1 (t varas a 199**
fino fuatao de collete a 19900 : na raa da Q*ei-
mado n. 44.
500e400.
O rival sem segundo na raa do Qarliasta ais-
mero 55. rali queimando as segaiaies sai******
por precoa que toos devrm admirar late pe-
las suas qualidades, como 'rri ttisearirij.
A ellas antea que ae acabes.
Crozas de peonas da ac a 480 ra.
Ditas de maozinha, muito 6aas a 509 rs.
Caixas com agolhaa francataa a 119 n
Caias com aparelhoa ara divertir sssaa*ei a
240 ra.
Ditas muito finas e graadee a 599 rs.
G rozas de boles de esa* pecjoeaeaa 190 rs.
Ditss de ditos de looca a 190 ra.
Duiiaa de baralhe* portugueses a 19400.
Tesourss muito Qnas para onbas a 499 rs.
Ditas para costuras maito fias* a 499 ra.
Baralhos muito fiaos para voltarat* a 9*S) ra
Agulheiros com agulias a 80 rs.
Caivete de aparar penasa a 80 n.
Ditos com duas folbaa s 160 a 949.
Pegas de tranca de li* de l**as carao a
Pecas de franja de laa de todas a* cares a
Sapatos de tranca lia laa* a 1|bb9*.
Carta de alfinetes fnncezea a 10* rs.
Caizas de ditos ditos a 60 rs.
Escovaa para lisaper ***tes aila fiase s 999
Masaos de grampos aapeilores a 40 rs.
Cartas com colzetes com deleito a 90 rs.
Ditas ditas superior* 40 rs.
Oidaes de co para aeaboraa a 100 rs.
Apitoa de chumbo pan sseainoe a 99 n.
Eofiadoree p>ra veetide* cesa 4 vara* a 99 rs.
Caixas com clcheles francezes s 40 rs.
Cartas de alfinetes para arssader a 989 rs.
Fios de coral de rau a 640 ra.
Charuteiras maito finas a 19089.
rs.
Na rua da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann Irmios&C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
prime nto e grotsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en-
commendas.
itlencao
Vendem-se caixCes vatios proprids
para bahuleiros.unileiros etc. a l|i80:
quem pretender dirija-se a esta tirx -
graphia, que ah te dir' quem ottei 1
para vender.*
H. O.Bieber&-C., successores,raa da Cr z
n. 4, tem para vender reloglos para algibeira
ouro eprata.
Reloglos.
Venda-se esa aas a i*.
raa do Vigario o. S ata b*ll* sarri
ratogioadoo*ro,B*v*i* iagass, da *>* ss*a*
afamados fabricantes 4* Lisas p**l; sal asa
usaa variedad* de balitas ir***>pata a.
mes saos.
Attenco.
Ra radoTraplche*.4t,*sa**a de t a
Bookat 4C. exista sertirnaata **|t-
ahas decoras brancas*saarr*tei> 4* 1
briaaDtedefaglatarraaaqaaea sevt
drscos mslraxeavals


i m m ^Wawmo.. ^*wta jea t mmwism M IWl.
Remedio JB&fyftel contra as,'w>
rhea antigs e recentes. nico depo-
sito na 'botica franceza ra da Cruz n.
32. Preco 3|-
Na toja da arara.
Veijde-ie peese de meoapolao & enfaldo
a 8, corla da caaeatraprttapare calca a 3*600
do. (..udos d Tft.a'r: s; eo*i?.
??mS7.^ lllao-corlM rtB"le
i^ti'^e'H^ o*** lM jwiw-
SoO-a XN r. o qpTad,itMaaiBlad a^aea pa-
ra vestidos a 1W0O o wTSdTSboV pStTaaM
cjlcaa e paletols a 2J e 2*500 o corado, saiaa da
,l^l^ ora rt.st*b.. 400 ai* o .otado, .r*e** O^e-
Iit,5l,,-lBl *** "^ e4wr,-aw 0 e
aloutrae'multas faieodaa qu* ae veede bartia-
^'totafWlhl loja da arara de 4
porta* n. 56, est aoert* al 2 tora* da noire
tata anoit. ubi relogia oom letlrst ota que diz
Arar 1.66. V:-
Vende-se usa cas teTree ero ama daa me-
oree roaa da fregoMie da Boa -VieN om eolio
interior, 5 quartoa e 3 talas j a tratar aa travena
da ra da Crac n. 0.
SO ARm da Cafleia 4o Becifc50 A
^ 2400, 2,5000, 3rQ00 e 3*300.
' de admirar 1
Meiaspara homensencorpidas a Sf400 adu-
nia, dla para teoh.ort que ae tem Tendido por
i*?-8* 9500a duxii PeC e cambraia para
Vagalhaes Mendes.
> liquidocae e recbeos o .ditaua
qoehdade. de uzeada, nova, e ni o deaejaado
'com Jetados, itas da orgiitas de aad* de
-nUaidl ziiihU muito Una com duaa aaiaa e
barr coa U aoradoa. ditas a*m barra com 16
coTado.,coate, de chiUa fioas a imitacao de lia
com t3 coiadoaa 8#500. cortea da riacado fiaos
a tJSOO, dius da riacado a garibajdi a 2*800. cor-
ta, de caitas freoceaaa asearas a ciafaa a 2*500,
ditas inglez*. a 1I50O, cortes a cambraia da
da talpicoa a S| e 3*. pecas de cambraia fioas
a 1600, 2#50O 3 e 3*600: na ra da Imperatrii
loja do arara da 4 portas d. 50.
v Iffflrico^rro,^
Vende-se om rico e elegante carro mu bella-
eerte preparado : se eacriptoaio da Manoel Ig.
ama da Olireir* 4 Filho, largo dp Corpa Saoto.
forre com 8 1|2 r
cambraia oom 6 o
seas a J. cortea d. restidoa de
rdeaa d babados a 3*600.
A \eT&a&eira\iq\i\da
i&o de tajeas a ta- $
leudas, Tttupas iti-
tas e miudezas da 9
*ua do Cabiig >.
i
8
I
8
8
8
XST Burgos Ponce deleon, liquidatario
da exlincta firma de Almeida & Burgo,
teodo de satisfarer a segunda prealaco
ao* credores da mesma firma, d'ora em
diante paaaa a expor a venda aioda por,
meos do que tem aanoaciado, con maior
abatimeato do custo, tmente para
apurar dinheiro, grande sortimento de
fazeadaa para senhoras, horneo, e
creaneaa.
E' aproveilarem-se para a (esta.
SYSTB ga.IBDlG0 BODLLOWA
PILULAS HOLLWOYA.
Este ines tima val especifico, com posto inteira-
mente de hervs raedicioaes, nao eontm mercu-
rio nem alguma outra subsuncia deiecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleijo mais robusta;
enteiramate innocente em suis ooerafese ef-
feitos; pois busca e remo ve as doencas de qual-
qaer especie e grao per mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre milhires de pessoaa curadas com eete
remedio, militas que j estavara s portas da
morle, preservando em seu uso consegu rara
recobrar a saude e forjas, depois de haver tenta-
do inultimenle todos os ouiros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-sea des-
espera^o; fajara urn competente ensaio dos
efficazes effeitos desla assombrosa medicina, a
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguales enfermiJides:
Fctircio da especie.
Hemorrhoiass,
Hyiropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infla mraacoes.
Irregularidades de
menstruacio.
Lombrgas de toda es-
pecie.
Mal de padra.
Manchas na cutis,
Abstruccae do ventre.
Phtysica ou consump-
eao pulmonar.
Re tone, ao de oorina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Temores.
Tico doloroso,
ulceras.
Venreo ( mal)
Acdenles epilpticos.
nipOf cafla
Ampolas.
Areias ( mal de)
Asthma.
Clicas.
ConvuUes.
DebiliJade ou extei
cao
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganka.
de barriga.
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueci.
Herysipeli.
Feb.re biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabeleciraento
geral de Londres n. 224, Siraada, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
en car regadas de saa venda em toda a America
da Sul, Havana a Heapaaha.
Vendem-se as boceiiobas a 800 rs,, cada
urna deltas contem urna instruejao em portu-
gus para explicar o modo de se usar dess p-
lalas.
O deposito gtaal 4 em casa de Sr. Soum
phsrmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambaeo.
^ Em casa de Kaikmann Irmaos
8& C, na ra da Cruz n. 10, exis-
te constautemene um completo
8 sortimento tle
Vinhos Bordeaux de todas as
qualidades.
Dito ^Cerez em barris.
Dito Madeira em barris c caixas.
Dito Muscatel em caixas.
Dito champanbe em ggos.
Cognac em barris.
Cerveja branca.
Agua deSeltz.
Azeite doce muito fino em caixa
Alvaiade em barris.
I Cevadinha em garrafoes.
Arados americano le machina-
paia la va rroupa: em casa de S.P. Jo
bston & C. roa? daienzaU n.*l.
n,YjeDde-se ntfrua do Apollo
n. 31 defronte do theatro a 4$
a arroba, meia arroba a 2$500
% a 160 rs, a libra,
Veada-ee gaa americano de primeira q.a-
lidade, em latas de 25 garrama-, na raifto de 15J,
aaaim como latas pequeas de 5 garrafas ; do
caea do Ramos aa. 10 e 36, e na roa do Trapiche
rwerQ-8.
Chumbo
Vead.-a. chambo d muieo, a diobefro a
21J o quintal. arroba a8M0: no eaeriptorio
de Antonio Cetario Moreira Dias, ao Porte do
tkttoa, roa da Moeda n. 27.
Venda de loja.
Veoda-aa a muito acreditada loja de miudezas
ita na ra da Imperatrix n. 82, sendo estaem
aa daa metb*rea loctlidadea, maito propria pa-
ra qualquer principiante, por vender-., com o
aortimento, de formaque o doto comprador nada
precisar comprar ; veode-sea preso, conforme
ae convencios. : a tratar na mesma raa n. 46,
toja.
Feijo de corda.
No atmaieu de Taaso Irnso., ra do Amorim
numero 36.
* Souhall Hellora & C, lando receido or-
den para vender o sea creacido deposito de rslo-
gios vjste o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; cooHda, portan lo, s peasoaa fue quizerem
possuir um bom relogk de ooro ou prata do c-
lebre fabricante Koroby, a aprovear-ae da ep-
portuadade aam parda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prejo no aau eaeriptorio
roa do Trapiche n.18.
Fabrica do Honteiro.
Crystalisacao e refinacao
de assucar.
Deposito na raa de Apollo n. 6, e praea
da Boa-Vista n. 26.
Este importante estabelecimento contina a
fornecer ao. seui innmeros freguezes do alvo e
poro astucsrcrystalisado, em p e em paes, 1.a
e 2.a qualidades, pelo prego de 160 e 200 ra. a
libra, e doreflntdo a 100,120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador lera um deaconto
favorarel. Nos mesmos depsitos tambem ae
vende niel de assucar a 600 ra. a caada, e car-
vio animal em p a prego commodo.
Novo destino do
, toreadorUtl
13Largo do Tergo%3.
a
3B, roa das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
m r#i
experi-
H0890S
aU.ndeDdc*a
s
Taixas.
Maior redsMcao dm pretfo. para acabar.
.jv,Vwideai-e no armazm de BfSca 8bn oVJ
narM.dalie4a, ttlxa. de ferro coado do moi
aeredatade {atirile BtfWh, Mavr a 100 re. por
liara, aa memu qo. ae vendiam por fO ri. "
Macas.
Vendem-se bariiqaiohas com maclasebegadas]
ltimamente ao gelo, pelo prego de 8S a btrri-
Vende-se manteiga ingleza especialmente esco-
lbida a 800 e 900 rs franceza a 640 e a 600 ra.,
assim como se lorram outros muitos gneros, co-
mo seja, caf, arroz, azeite doce, velas de esper-
maceie e carnauba, etc., etc., e se acaso alguem
duvidar venhaver : a dinbeiro vista.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No b.m conhecido a acreditado deposito da rea
da Gadeia do Becifen. 12, ha para vendar a ver-
dadeira potaaaa da Rotaia, nova a de superior
qualidade, aasim como tambem cal virgem em
padra ; tudo por presos mais barato, do qu. am
oatra qualquerparte.
ramela
HlNDCiO LOW-MOOfc
Roa daSeazalla Nova n.42.
Nast. stabeleeimanto continua ahavaium
ompleto sortim.n to damoenda tasaaias moen-
dsparaengenho,ssachinas da vapor .taixas
>a ferro batido coado,da todos ostamanbos
part Hito,
Ferro <& Maia,
Ra do Queimado n. 10,
laja de 4 portas.
Vendem-ae chitas Iraocezas muito finas de co-
rea fixaa, covado a 240 rs.
Cbiua ioglezaa, covado a 160 ra.
Cassaa francazas muito fioaa, covado a 220 e
240 rs.
Bnm branco de puro linho, vara a lf.
Panno verde, cor de caf, azul e prato, covado
.eMOPQ.
40^50j!)Oo! t0U l0* *** ^ 35,
Superiores meias de algodaocr ara hornea,
nzia 4]L
Viaitaa bordadaa a matii, urna, 8* a 10J.
Camitaa para aenhora, urna, i.
Cortes de casemira de cor. superior azenda, a
St^HI
Vallade* toda, as corea, covado, 3# e 4.
Superiorea .aleteta de caaenrraia d. corea a 14|
qoaeimas eapinhas bordadas pava tenhora a
.SUi4*1 m* "MUtatee pre*et bordados a 15 ,
408000.
Hiqoiaafmos cortea de seda preta a 40,5 608,
'o01* !l0iOe "braia branca bordados a 10,
25. 30, 35 e 40a.
Chiles de merin estampados, suparior fajen-
a fl 4t}*
'* '^taBBBBJBBBBBBBB^' [ ~ --------------1----- < ~---------!---------1-----1----------'---------------- tB -^BBBBBBBBBBBBBBB^
A% F. Duarte Almeida, sodio que foido armazem progresso, faz scienle aos seus fre-
guezes quetendo separado a sociedade que tiuha com seu mano, achl-se de.novo estabele-
eido com dos ceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. PauloFerreira da Silva; o prmeiro ua razo de Duarte .Souza, e osegundo
ua de Duarte Almeida ft Silva: ettes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao.g na liippeza e asseio com que se apbam montados, como em commodidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarioa mandarem yir parte de seus gneros
em direitura, ifim so pnbhco urna vamagem de menos 10 por canto do preco que posma, comprar em outra qualqner parte, por isso deseisndo os propietarios acredi-
taren) seus estabelecimentos tem deliberadogaranlirem toda e qualquer qualidade da generas vendidos em seas armazens, e assim j podar ver o
pubueo que poda mandar suas encemsaeadas, mesmo por pessoas ponepsricas, m qualqner nsn desieeastsbeleeimeatos, queserao to bem servi-
dos come seviessem peasoalmente, na eertexa de nunca acharem ocootr.rio de nossos anatioeios, a sala fondados as vautagensque oerecemos
pedimos a lodosos senhores da pr$rs, senhores de eogeobo elavrsdores que mandem ao menos suas eneommendss a' primeirsvez, afim de l
^IL'^l. c?Q*ma"*m> Pque aara isso ao^pouperao os propietarios (ereaa para bemMrvitn aquellas pessoas que frequentarem
estabelecimentos, abatxo traoscravemosalgutaasadioSas de nossos nrtcos, por onde ver e publico que veademes karatissimo, attaBdanoe
qualidades de nossos gneros, -
Manteiga ingleza especialmente eseollhidia 800 re. a libra a em porcia a 780 recommeada-ae aos apreciadores destete gene
T 1 "'"rW en0S exp6^l,nenla^ 8er,os *n8d* Perderem pois para isso confirmamos o quaievamos uto.
dem franceza melbor do mercado a 640 rs. a libra e em barris a raziado 00 ra. a ItWa
t n nySSOn e pretO 0 eMl0r d0 mercado da 1*700 a Sa880 a em porcao tar aba timen lo, e afianca-ce a boa qualidade.
presunto Uambre in^ez hambargaez a 900 rs. a libra a em porfi a 800 ra.
i-reSUntOS portUguezeS viadas do Porto de easa particular a 560 rs. por libra einleiro a 460 rs.
MarmeUda dos malhores autoras de Lisboa premiada as oxposices nniversaes de Londres a Pars a 19800 a lata.
Caixas com estrelinha pevide e rodinba 7ooo.e.x. esoo re.. br... parcio tari .b.mnte.
Latas de ameixas francezas com cipco libras a 49000 a 19000 a libra.
Passas em eaixinhasdeoito libras, as melboresdo aereada a 200Q e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 7000.
Espermacete superior 720 n. m xa a. 740 r,., br..
Conservas francezas inglezas e portuguezas a ooo soo rs. o fra.00.
firvilas portuguezas e francezas a 800 re. a fraseo afianea-se seraas mais bem propendas que tem vindo ao mercado.
Lata com bOlaxinba de SOda de diversa. qaaUdades, a to nova U50. a grandes ded a 81Ur.sdeSlf500 4*500.
frrefa^a wi?dSria^ Prl' Prt 6' 8e0U^ necl,r Ca^^" M-deUa "eca, Feitoria e Camones a 1200 a
Viriho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 n. a garrafa ede 3JWQ0 a 41800 a caada.
Latas COm frUCtaS de todas as qualidades que ha em Portugal da 700 a IfOOU a lata.
era em Caixas de 4 a 8 libras a melhor que se pode desejar e tem vindo ao mareado de 49 a 6| a asila e 19280 a libra.
LOnntQias em frascos de 1 1t2 a 2 libras de 1*600 a 29200.
Catl8ACvr PeiX6 Savel Pescada a outras multas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado da 1*400 a
Laie QO KlO o melbor qaehaa240ra. a libra ea 280 re. o lavado.
VinaarP am^nd0a eom 2 ,ibra8 P'P Pw mimos, porserem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
v ifiagre branco o melhor aUahf R ej6rVa M noa8 novos V* ^ no WKrio 800 a libra do comiaho o a 400 rs. a eeva doce.
V1DDO OrdeauX de bo, qualidade a 800 e 19 a garrafa e de 8*500 a 10*000 a duzia,
MaSSa de tomate em latas de ama libra de mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosse mercado, de 1* a 1**80.
rigOS nOVOS om eaixinhas de 4, 6, e 8 libras proprios para mimos, por seren muito bem enditados de 19500 a 4 e a 400 rs. a libra!
Cervejas das melhores marcas 6oo rs..garra. 59000 a duzi. d. braacs.
Vinagre puro de hsboa 24o t pntf, e 1#880, Mnada
DOCe da gOiaba da Casca em eaixio a 19 a em porco a 000 rs;
Az^tedocepurificado aoo gu ^sooa. cix. com 12 gim,M.
""B^ a melhor qualidade que temos no floreado anfrOW girla 1WUUP I golla. ^
CnLlUASu **? uUimamflnle 50rSl e eB P0^0 er .batimento,afians.-se'a boa qualidada.
Genebra de Hollanda ooo r.. o ***. 69500 fresquea com 12 frascT
railtOS UxadOS para dente, a SOO e 160 re. o maco eom SO macinhos, o flor
dem do gaz 3*0O0 a greza e 280 a duzia da caixas.
Chocolate 0 mais superior que temos tido no mercado portuguez. hespanhol e franeaa de 19
Azeitonas as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado
AmendoaS chegsdas no ultimo navio a 480 re. a libra a em porco ter a batimento.
Alpista o maislimpo que tem vindo ao mercado a 160 re. a libra a 59000 por arroba.
Alem dos ganaros annunciados encontrar o pablieo na completo sortimento de tnd tendente a molhados.
Vendem-se oseogeobos
edro. e Espirito Santo, am-
moentes e correnti'S e
ua, sitos na freguezia d*
tent"' comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de engo-
r e poucas obras, porm
ejaquatromilpes, ose-
gundo tem boas obras, porm
a safreja dona mil pes:
em pretende-loa dirija-se
uada Cadeia do Recife n.
, primeiro andar, que acha-
com quem tratar.
Grabas a Deus.
J se pode fazer mimes.
J se p6de fazer mimo..
J as pode faaw aalaiaav
J. pode ataei sblj
Chegaram affoal aa eap.radu bmcm m %
ealose vendendo pcl tMlade da. rttartaai*
am, sendo a 160 ra. eMetbida. a. nm av
osito de Soax C, ru. ertreil.U*
"ero 11.
Exposicao
DB
Caadieiros a gaz,
O proqriettrio d. nova expoaicio doa ca.aHav-
roa a gaz avisa ao publico em geral, qM M ^a
sempre aorlido com grande e varate! .rtiatrta
de candieiroa de.de o maia barato at m w om
asnm como um grande depoaito d. gas tSrmat.'
verdadeuameote econmico. reconbteiOo vtOa-
deiramente por todo, os cooiumiderta : m rea
Nora na. 20 e 24, Carneiro Viaaaa. m'mmtmm
Reata mesma expoticio ae encostrar a-
navel aorlimeoto de riqnisaimoa qaadros } loe*.
a. qualidade. que por goslo ae poda apreciar ee
seos desenhos, em /iqnlaeimo torlinio ao
qoinquilharia., contfndo entre ella. riqaiM
yavatorioa para quarto. (goate chiaei], aaa v.rta-
lel aortimento de balaioa eom todo. o. prrttM
para Tiagem, contendo pratoa, faca*, copo. m-
tro. frascos para condicionar, ferros d. ftmtm-
roar a vapor, mecbioaa da bter oto. a *.-
machina, de fazer caf a vapor, espionar*** ti
dous canos tronzadas e de alcance, bi^., .[
mondo, e ootroa muito* objectoa que te .nd. aa
jpo precoa diminuto, para acabar: tu Mata
ae mero SO.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja dopa\o
Acaba de ebegar a Me Mtbeleim..i. pHe
vapor fraocez om lindo toiliateato 00 ..rgta.
de seda, ueoda anda ale viata este atare*..
que aa vende por preco baratsimo, p*t esast
muito prximo a feata, astim como lisMas ate>r-
quezinbaa ou chapenalnho. de sol par. tfOta
oa ru. da Imperatriz o. 60, loja de G*m A
Sil^t.
a 280 rs.
a 1*200 a libra.
al 200 a ancoreta do Porto, e a 29000 as da Lisboa.
^Cortea de velludo de cores para collete a 4* e
Golliohat de cambraia bordada., urna 320 ra.
SaoMioraa casemira* da cotes, covado a 2|00
Pentea viradoa de tartaruga a 6 e 8*. '" ,
Lenco, del liobo, duzia a 5 e 6j.
Caa.Ma.de la*., duzi., a 88, 40 e 46*.
dfSo^fSporV' M^rt0f f,*#IM,t 0T,o
I Esperanca.
Receben de sna encommenda pulc.i-
9 ras de cabello qu. veode por 10* o par,
daa bracelete, de mosaico, a 6* cada um
v agulbas victoria a 120 rs. o papel, pen-
9 tes de tartaruga a 8, 10 e 12J. precos
9 porque ninguem pode Tender (boa fa-
a zenda) estes artigos nio se encontr em
loja ueohuma por uso voa ra do Quei-
9 Qado n. 33 A, loja da Esperanca.
#Esperancareduz aexpres-
8 sao mais simples.
(A* DINHEIRO.)
JP Todos os artigos que esto na loja
alfc ninito barato quem quizer T comprar e
* ver : ra do Queimado n. 33 A, Guima-
ries & Rocha.
Ra da Senzalla Nova n. &%
Neste estabelecimento vende se: ta-
cha de ferro coado libra 110 r. dem
de Low Moor libra a 120 ra.
Ra da Cruz n. S
Wo eaeriptorio d. E. A. Burle 4 C. vende-ae
urna rqnissima mobilla de mogno toda de obra
de talba o maia modtrno a melhor que pos-
sivel, por preco moito razoarel; no me.mo es-
criptorio ha a venda excellentes mobilias fingio-
do junco guarnecida* de marmore a 350*. como
tambem fia cadeiraa para pianos, lavatorio., toa-
metes, cabide. tudo por precos que admira.
0 Pavao.
Ven*-ee celciahae bordadaa P meninaa a
1, Iutbb OO aeda tana. pr. aeohora como para
bomem fmenda em paifeito estado a 500 ra. o
par, ai o toa de tedaa*. qaalidadea para aenhoraa
e meninaa e mis bordtd. con muito gotto-
e. roa da Imp.ratrU n. 0, loja de Gama A
Sirva.
I
aOaBMtd>ykaasram bordado. pie. de diu da salpleos a S*. f '
Leq. ea a 8*.
CbPoaa Srib.fdietr.tataal9, 12.15.
OerralM.tcee.sat, urna IgSO.
TtrMn d. tod*. M core, a 800 te.
laiaio aaaia uaa Mpaaadide aematesHa O* -
ssondea qsKi seria cofaOoaa. metMioae-ias, e que
aa veedeaa por aaatto menos preco de aoesm
oatra qaalqaer parte, ~ *
ma barcada.
Vendeja, ama barcaea de parte de 35 eaiaa,
eaoainae* no eatal.iro do meatre oarpiotair Ja-
cntbo Kletbao, ao poda fortaleza das Ciaeo Poe-
ta* .aoodo pode aer vista e eitmmada pelo, pre-
tetrdetira ; rende-so a prazo ou a dtelaetr.^ a
tratar camHaaoel Altea Quem, na rea do Tro*
picha su 14.
Obras debrilhantes.
Km cata de Altea C, ra Tjb Crpz n. SU
aeha-se iposto t vend um grande, sortmet.
de obras de brilhaote., taca copo eejam, adere*
. males ditos, palestra., .10 o a tea, Aaoei., bo
Jes.^loSffta, que ae vendem a precos com-
Sal do Ass.
Vende-ae sal do Ass, a bordo do brigue bra-
sileiro Ad.laide, recenlement. cbegsdo : a tra-
tar eo eaeriptorio de Bailar k Olireira, roa da
Cadeia n. 12.
Na loja do Vapor
Boa Novan, *.
acha-se barato grande sortimento de eticado frao-
cez e inglez, roapa feiu e perfumaras maito
unas.
Cheguem freguezes a ca-
lifornia que est liqui-
dando por todo preco.
OH QUE PECHINCHA A 20500.
Na loja do sertanejo ra de Queimado a. 45,
segvada laja junto do becco da Cong/egaco :
om collete branco de brim e uitao a 8J5O0 tem
porcao e maadam-ae em caaa de qualquer pea-
toa que qaeira escolher, easatequea de fusta o
rieam.nie enfeitadee a 7* cada un, aberturas
brancas e de cor, aaaim orno tudo maia que
precisaren aqui encontrarlo por muito menos
do que as ooirt parta, attian diapoatos nao
engaitar dinbeiro, aaaim aomo tambea* tem ca-
pellaa braneaa com ramo, para o peilo propria.
para neitaa o melhor que ha neste genero a 4(080
cada eeaa, tem *eaad. algodao eom nm peque-
no defeito a Sp600, pepa, de riacado de chita
com 86 covado. 4*800 5 cada peca, cam-
braia preta vara a 380 rs., e tudo maia no me-
lhor gosio em precos por nao ter limites, um co-
Tado de chita por 10 e 140 rs., 6 de admirar
chita larga maito fln* a 340 ra. o corada.
Aos respeitaveis
acadmicos.
A KA DO LEAO' DB GBO.
Na loja do leio de ouro ra do Cabugi n. i
C, vendem-se boas Otas de .gorgorio proprias
' para cartas da .acharis, aa quaee se eatio ven-
* aaaia b*ra*o do flue ata oatra qualquer
paite, a ella* ante* queso ac bem.
AtteifaeSo.
JSS^ am' "Wra-dia freaoesia dea Afo-
gadoa com pdeos tundo* propfla para princi-
piante ; quem pretender dinja-se a mesma fre-
guezia raa de S. Miguel a. 74.
Nova exposico.
Ra Nova n. 2o!
Riquissimo sortimento de cotilerss esa todo
o genero, assim como um riquissimo son melo
de iouca de porcelana para cozinha, riq isakab
lorUmenlo de metaea, riquissimo sormi nlo de
miudezas, e outros muito. artigos, que coi i a vi-
do comprador se poderao apreciar : ; a ra
Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Bombas de japy.
Saa Nava a. 20, leja da Carneiro fiaoi a.
Cano, de chumbo.
Ra Nova n 20. loja de Carneiro Yianni.
Aos proprietarios do cairos,
correeiros,
fabricante de bonets, e c.
Peebineha nanea vista.
45Ra Direita-4E.
25aa*ffia*C0W81 deboi' illtelro,' de lu,lre*fle
Na loja do vapor, ra No-
va d. 7, acha-se barato
inglez.
grande sortimento de calcado franoez
roapa f.ta e p.rfumaria. moito finas.
Vende-aa o grande sitio denominarlo Caia-
na. aito a* freguezia da Vartea, de mu to
trras, que ludo quanto se planta d un
quaotidade, eom ama easa de taipa j
urna dita de facer firinha, grande qnan ic
p* de eafezeiroa, com diverso* pea de f u
eemo teja larangeiraa, coqu.iros, etc.
tambem vendem-ae daaa vaecaa qoe dio btttan-
S Cj!
te leite, urna dellaa com a cria j
burro manso
aftdo*
V.nde-a
OUreira
a tratar na roa do Sebo
Libras sterlinas.
boa*
grande
coberta,
idede da
cteiras,
etr.: e
gran le, e
20.
um
rende-ae na laja de Nakaco 4" C .
roa Notb n.2, os maia moderno* cb*aw
de palba Tratiata para mobov*., .ii.
a Garibaldi, dito* a Cavoer, dito* de *#os
a turra para meninaa, dito* de polka a
Garibaldi, dito* a betpanbola, O* *>-
traa muita. qualidade. lano de tea* to-
mo de palba que te v.odeaa mais barato
do que em outra qualquer parta.
Nabueo a C. eom loja na ros "? _.
2, receberam polo ultimo navio uaa tinao
sortimento de eofeites de froco cees *i-
drilbo*, dito* de retroxpreto o do coreo,
dito, de fita, a florea, tica* griaaMa* -
^ie^ i^sr "*" ~*"~ *
Kap francez
Vende-ae na loja do Reboce
roa Nova n. 2, rap frascos a 3
Nabueo C com leja aa rae Not,
acabam de receber polo ultimo a>a*io
francez om lindo aorlimeoto do te>iu-
rioa psra menino* s> Sal aneas, rama
aejam veetoarioa de reliado, dito, d* ae-
da, ditos de merin, dito* 00 fosas* ftwr-
dadoa e de outraa moil** qualidaOea
se vendem mais borato do qoe esa oesto
qualquerparte.
Si utos para sen hora
Teade-ae na loja do Nabueo A C no
roa Not. d. 2, ricoa aiatoa douraOo, .
tos pr.leadoa, ditos de llae de seoO o O*
Telludo tudo por preco >
Escravos fogitM^.
MU,
Folha de flan dres.
Veade se Superior fdfrfa d flaodrea em caixas i
no eaeriptorio de Manoel Ignacio de OUreira A
*Mbo IfReo *a qaaoooSo.1 w.
stiras de Angolla.
Tebdem-ae aa boas esleirs fie Angolla : na
-se no escriptorio de Manoel
e Filho, largo do CorpoSantoJ
Queima-tudlo
Serva para se deitar nos castigaos ej segarar a
vela da espermacete, fazeodo-a qeelmar at a
ffm, e preservando oa mesmos de seJqoeerarem
com o calor da luz: vende-se a 560 rs. eada
>ja d'agoia
quelma-ludo, na tea do Queimado
Joaqalm Francisco da Mello Ssntoi
teas fregoezes desta prac' e os de fia, que tem
"I^I Tend Modasaatabrtca
otrmazem doaSra. Trav
avisa aos
Fugio da cas* de ana robora, molis Alos-
na com o* sigoae* aeguinte, alta, eaBwflao pe-
tos, e anoelados. tem aagoas caM**s bi.*)i*a.
tem os dente* da frente pertstte*; p grBo*>s;
iorirula-*e por forra, lerou cosm do oaoap****
Testido de cambraia azul ji desalas., e itia
um de chita por baiie, aria bracea; panno Oasp
reto j velbo com alg.n. raejtic* eosse* o> liaba
ranc*; roga-se as autoridade* peltciae. *> ap>-
prehpndft-la e levar a caaa de se seooer* oa rao
do. Quartel. legando andar dentos oo a.tu*,
do Sr^ Piolo, a posaos oo tesa aua %* pw.
eat respoosavel a todo, o* prfjolseo qo* dita
eserav* tem faite, e aojarle ao criase............
Escravo fgido.
Desda o dis 24 de ootubro p. p. *t fOfi Oo
etcrtTo mulito Jo.quim|peaUtara rofuUr, cea
clara, bigod-a e peira, "fci eserav* o arria. -
quem o pegaHere-o a na ia Croa o. 48. cato
de aeu senhor E. A. B.rle, qu. sorf rmsanaa
sado. ^^
Fugio d* edg.abo do* MaUa*. cutarra
Cabo, no dia 28 de aelembro o f8fl. oa *ortvt-
vo per oome Julo, crioelo, vcrssotbo, *Har. re-
I g<*r, groaa* do eorpo, asp.dooOO
re tanto, anno., mets*o-*a aos:
abo do Monte, at que Ra tirotee
!|ue lavar., e logo que ao vio sosa oras oto** ojata
urtou um quarto meliaO coas eaa*vl*. pao*a*L
tVs **'
p*arail s carai-
negroj tem rio* pre-
so no fiecif* du* veoes, a praaoara vas traeo-
lbando com orna earroes. o a atguod* m M
preao trabalhBDOO em om aroaaso
com* Arro: quoot o nosjar levo so
a, qoe om posb recompeoooOS
Desapparooaa oo Ota 10 OO
genbo Misa*-Nevos asta o*
nbiea -om cabro oo kom*
naaa alo oa erg viole* 28
de cerpo eotMora regular,
ponco varatoiaoo,
caIrises da vaoloas* 1**0* OO sos
otro, corto b., *of*m*M, || asi
dtnte e per taso '--------
* C., aa ra do Amorimn.$8; maaia amarelk,
esstanhl.prats a outras qualidades por menor
preco qa* da oatrasfabricas. No mjssmo arma-
bem tam falto osen depoaito doral
a com principio de earrego, *
pequeo roooo do roooo : aon
lo a 17 de outabro. Beto swsm
O* Vri-
os Janior poique eempie por*
otorrOSoeo pollrsoos cptalo*
beslo do dMe osara, a
oito entrabe, em oa rao da
a caraaev ende qo* sarao
ao aa I. o pt.taa** ******
Ulisando-se dt sena serreo*,
f*H"


(8)
Litteratura.
AWO# tlllUMBdO. m MT fMRA 19 M ftuVfliftO 0 tfl.
0 estado c a egreja.
ii
(Coacletao.)
f Nao claro, diz eioda o conde, que qaem li-
ver em suas mos a roaioria dos cardeaea far o
popa, e por conseguinle ser papa ? E como aa-
ranus a livre eleicio'do summo pontfice ? Pen-
sae que precisaos de ura papa que saja o pie
commum Je todos as nacoes cathlicas. nao um
papa ialiaoisaimo, occupadoem servir ambicio
pieraonteza. em auB.menl.ar o ascendente moral
O novo reino na Italia, em auhetiiuir a accio ita-
liana da Fraog ou 'Austriano oriente ou al-
gUU'S.
Ora o Tiemonle soberano e senhor de Roma,
ter sob o aeu poder o sacro collegio, j impondo
sobre aseacolhas a toser pelo papa reinante, 4
ganbaodooa cardeaea urna le Doeados, e asaim
na cadelra de 8. Pedro se asentar um de-
legado, ou antes um serr do throoo piemoolez.
Finalmente, dis o Ilustre conde, amanha o
papa nomear cardeaea ; tos abstereis de toda a
influencia ? Depois. os cardeaea torio de noraear
um pape, vos abstereia de toda oppresto t Esse
papa recusar instituir voesos bispos : se tossos
soberados quizerem divorciar, elle oscoodemnar.
Gomo o supporUreis vos?
E se o papa mudar a hierarchia entre um de
vossos alhados, come fez em Inglaterra. I quem
se quetsari esse Hitado? A como sequei-
*am ao suttio quando o patriarcha grego ou ro-
mano nao 6 baotante dcil.
Ese mudardea de govcrno, se romper un>
revolucao, quem garantir ao papasua liberdade.
visto como nao Ibe poderam garantir um throno?
Sob que rgimen estar elle amanha ? Sob que
rgimen estaris r* mesmo ?
Estes e outros argumentos do illustre coude de
Montalemberl, se impe com uma (orea irresis-
tivel ao espirito mais sophistico, e calam nacoos-
ciencu mais perlinas.
Os mi us espiritas sempre acham executotes
para suas obras. O Piemoole achou um general
que combateodo oulr'ora pelo fraccin t ment Italia, hoje que nao pretende tervir 03 verdade-
ros e ma%$ duraveit inieresses da talholicidade
encara o papado como um cancro, e a Italia como
elle a sooba'deve ser protestante. Eis o martyr
da Uberdade I vido de gloria, seja ella qual tor
prestase do corpo e alma ao seu rei para detxar
seu nome gravado na historia.
Seo pontificado abunda de dr. nem por isso
lhe falta a magestade (6). Nao essa a primeira
vez que o papa tem aido atormentado. Na histo-
ria re-ae pochas bem tristes por que lera elle
passado. De Leo III Gregorio VII subiram
cadeira de S. Pedro sessenta papas ; para ad-
mirar que em 376 anoos fosse a egreja governa-
a por tantos pontfices. Neite periodo em que o
poder temporal passou por laotoa temporaes o
papa tomou part defensores da Egreja es impera-
dores da Allemanha. Oe Gregorio Vil Clemen-
te V em novas lulas envolreu-se a egroja. Nes-
ta poca maotfestou o seu ardenle amor pela re-
ligiao a rainha Mathilde. celebre pela sua dedi-
cado e extremos pela causa da egreja. Basta no-
mearas eras das cruzadas, de Barba-roxae de
I! m1C0 *' de Adrsno V, e etc. para dar uma
ida das vicssiludes e calamidades porque pas-
sou o sacerdocio. De Clemente V i Paulo III
a pocha intitulada do capliveiro da Babylonia e
das phanlasias republicanas de Rieozi, do schls-
ma do occidente, poehas que, bistaotes tribla-
coestrouxeram ao papado, cujo direito era con-
testado, e de lempos em tempos ameacado pelo
despotismo pela violencia ou cela intriga, como
du o bispo de Argel. *
Cimo enrielaos catholicos temos firme crenca
de que a pedra sobre a qual fundou Deus a sua
egreja, nao ser lanzada ao fundo do ocano d egoismo e das paixes, e que jamis as portas do
inferno se abnrao para absotv.-ta ; el portas in-
fer non provalebantadversuseam.
Sbte Navarro.
,"nf !h de.TeDdo i a pena capital. :Aa-
aim nao se deuava s lustic.s subalternas seaio
o coohecimento dos simples delietos que eoliaro
n *.- 4 5"'Ce correcciooaeae pecuniaria.
u.n^h a d *>,,P,d0 d *. Prior de Sao
Maruobo doa Campos, o abtade de Sao Garmao 1
do Prados, o grande preboste do Temple e al
guna outros altos jusliceiros tioham visto cahir
em desuso os previtegios de sua jurisdiceio cri-
minal ; mas a forca patibular que era o atlribu-'"
to desta jurisdiceio ficou em p em seu dominio
muito empo depois deterem fenuociado A f.ier
uso della ; a forca apodrecia no mesmo logsr e
nem mesmo servia mais de espant.lho. entriste-
cenco com seu aspecto sinistro o boriaoote del
um tcado ou de uma edCrusilhad, entuste
a prisio feudal eonlinuava recetor e i albergar
os hnmeos mal proceiidos, os vagabundos e cri-
minoso, que se tranareda para as prkea do rei.
;eu.ooc.Te;m ,er ju,g,dos pe, parn-* -
Nao ha mais que uma a raa cejo nome recor-
d inda a forca patibular true ah se via outrV
ra : a rea da Forca, onde os esbirro do tribu-
nal do biapo tiveram uma barreira ou um cerr1
de guarda at o seculo XVII.. Sabe-se tamben
que a rna des Vieilles-Haudrleltes tinba-se cha-
mado por rouito tempo ra da Fote do Temple.
por causa do patbulo que os Templarios ah ti-
rina? reito levantar no seculo XIl\ patbulo que
subsisti mais de qualro aeculoa depois da des-
quicio da Ordem do Temple, pola que. m 1*700,
a torca caranchos 1 oceupava anda o mesmo lu-
gar, embora nao servisse absolutamente desde
muiios anoos : s servia para oa brincos dos me-
ninos do bairro. que se diverliam em trepar pe-
tas escadas meio-quebradas e se balancarem com
ama corda que passavam pota amla de ferro em
que tantos enforcidos tioham sido atados por
senteoca do griede preboste do Temple.
Dee-ie ficar sorpreheodido de que oeohema
ra tenha conservado, em seu nome tradiecio-
nal, a lembranQa das antigs pri*6es de Par.
ia. em torno da egreja de S5o Dionysio da
vocaran a ordenanca de Luis IX, paca rute
preso, por que astea pagavam & aonmti
treito de carceragen oe de guarda, mas
a um direito de sustento.
'a pois o intereaae do guarda da priiio pro
[ar t nal poeeivet urna dupla rauda que lhe
rdea j.obos. Tamben, Milu vetes
a ajuetsdo cea os beleguins, para fazerem
N.oder sob o mais leve pretexto uma uma mal-
Wuwo da pessoas Is quaes nao se restitua a li-
berdade senio depois de--ter-lhes feito pagar lar-
gamente teu escote. Assim as prisoes estavam
sempre chelas'e de tal modo, que os carcereiros
viam-se obrigados a recusar oa novos presos que '
ncessantemente se lhe traite, ou i solta-los *
em julgamenlo. para daren lugar i oulroa.
Comprehende-se que deploraveis abusos resul-
tavan de um tal estado de csuiia : aqui, a pri-
sao se achara tao eotlhada, que uma epidemia,
algunas vezes peste, se declarara nella e abra
a porta novas victima ; all, es beleguins, che-
gando com criminosos que traziam para a prisSo,
nio podiam faze-los ah edmrttir e se viam n'al-
ternativa ou da guarda-loa em seu proprio do-
mfcilio ou reeovia-los para suas casas sem fianza,
m abuso acarrala sempre outros abusos apos
f. O carcereiro, que augmentara seos rendl-
meutoa en razio do numero de seus preso, nao
e apreasava de ve-Ios julgados ; ora guarda-
va-oa por mullos mezes, sem parlitipagao aosjoi-
zes, e fazia-ossahir da prisio, segundo eu bel-
prazer, sem qua so mente tiressem sido interro-
gado ; ora tratara directamente com elle de
eu resgate e assegurvva a tmpunidade aos malo-
rea criminosos, mediante certa toman du di-
nheiro. S era respoosavel em mu poucos ca-
aes, pela pesaoa do preso que se lhe liona eon-
ado, e poda, qaai sempre, por em coota de
uma erasio ou fuga da prilao, a soltura de um
de seus hospedes, embora fosse obrlgano, sob pe-
na de multa arbitraria ou puoico corporal, i re-
presentar, morto ou vivo, o preso que se lires-
se deixado sob sua gusrda. Era pois um com-
P" __,?_ Pern,nnt, una compllcidsde perpe-
nea V'es!. Teta'r.".?" 'e "!.e',,m 'e? ,0" Pl' '0,re' os "'""" oa beleguins.- Estes
dafa ektm M ,CODSilu,d81 d,"BJ. no lug aiun o papel de batedores, para arranjarem a
de la Chartre on pnaao de gorernador de Lutd-f ca^a de prisio ; souelles abriam ou ffitim
m.n..P0"-d' HccuPa?So GM" P^o Ro-* suas. rede,, con torne ."atareiadesta caca. flu"
auS A"81"* dULr'0le a ed,de m,li rM d0 i'hi "-o m. wm deiLrrnoaa ? q
daCad^"SBCITlVn S Dryti F0rPV ^ '5 JB S !% con..,.
"^deston^f. pi -?. I gy 5rVJgu?V qUe C"los-o-Bello ordenen aos carcereiroa d
SToTn^oL^n l e "? d Chtt^f\ P^" I8 rvgiatraaen a entrada e aahid.
itLS^a^S^Ttlk ? P0 Hohsi ;do preoai : tal foi a origem dos assentos. D'ahi
que a cerrad.V1Mr'!"a da e-gre/" e daf ru" em d aole! Prebole ? ou euteneoie de-
Zl sTaTlu ie!r" D""o (Corcer) en via, e verdade, ristt.r cada da as prisoes e in-
?tdo h.?i. !.Veu" COInPa?h!1rol, tmhan ormar-ae de lodoa os noros presos que abi ae
vrio v\Vrf.a! dVserem condusidos so mar- tivesse recebido deade a vespira-porem o pre-
rt". P- alJ"' ,orn"-e nn> lugar bosle e seu teoeote tinh.m se desembarcado
f.zi.Prrmgnn,^a0. ""I*, e?ow,u ida8.pia' D0 *M Dlei de uma visita lio dsMgrZel
hm. V h,,.lon" ,la.m da ,egenda d0 .u "no encarregavan agentes subalternos que
tar?;rbBenate^0,0pd"G,ll"- M"^ ce.-^6 deiam is pri.o. p.r.faxerem causa T
onde .rh.m 1 *"* Terem um" pn,a0 imu." Com "rceri'os e subnelter os presos s
i h am Uma cgre,a* mato odiosa ex.cces. < Queremos, diz o ra.
moart!nri.sOC.C.UPf*iT0"DOS *"<>> <*""*->* ua crdensn5a de 17 de fe.ereiro de 137,
T, .2 i h fallaremo Po-co, porque qua- quenosso preboste ou seu teneote visiten os pre-
i nadase sabe do que ellas eram. Admittir-se-, o que lirerem sido conduzido i prisio do dia
As antigs prisoes de Pars antes do
1789.
As prisoes de Paris representaran durante a
rerotusao um papel lio importante e dramtico ;
que tolos os escrlptores que se oceuparam de
sua historia parecem nio ter auspeitado que esta
DUttjffa datara de nais looge : julgamos pois
ier uma lacuna histrica i preencher contando o
que as prisoes foram anteriormente, isto antes
da .poca de 89 que rio cahir a Bastilha e se ele-
var quasi logo una multdao de outras bastllhas
em miniatura, que eocerraram durante o terror
cem retes maia rtotimas do.**, Bttoca te,e %)
eus muros a reina fortaleza de Carlos V.
Far-se-hia uma ida completamente falsa do
estado das prisoes na edade media, se se pensas-
se em compara las com as prisoes acluaes; se
se suppozesse que os infelizes que ahi eatavam
amooloadus achavam as garantas de ordem e
humaoidade que a admioistrscao das prisoes as-
segura hoje aos maiores criminosos cujo castigo
a justiga prepara. A philantropia nio desceu
sombra das nasnorras seaao depois de ter sido
por multo tempo embalada ao aol, de alguma
sorte, aobos olhos dos philosopbos e moralistas.
nossoa paes, semserem mais deshumanos do que
nos o somos, se compadeciam pouco da sorte dos
presos, ou antes nao se inquieUvam pela triste
situsgao desses desventurados, que muitas vezes
nao tioham alimentos e por outros morriam as-
pnyxudos em seus nesquinhos quartinhos.
a historia das pristes de Paris antes da revo-
lucao nao pode apresentar uma serie chrooolo-
gica de fados e quadroa seguidos,.como o pode-
rla o periodo do terror, em que os registros dos
senlos e as senlencas do tribunal revoluciona-
rio dao cada jornada uma pagina aangreuta ou
terrivel. Wao temoa a intengo de procurar, nos
archivos das aoligaa prisoes. uma tonga e moodi
lona iista de nomea desconheridos que nao dei-
ixaram vestigio seoao as lgubres ephemerides
a cades, e que foram se absorver cono tantos
outros nos sombros e mudos aouaes da justica
criminal. Sem durida bem curiosos seriara de
consultor os reinos sssentos, e esperamos, com
uma rira impaciencia, a prxima publicacio do
grande registro criminal do Cbatelet, que ooa
promette a aociedade doa Bibltopnilos, e que nao
exigir menos de dous rolumes, para nos ensi-
llar a historia diaria desta prizao do Prebostado
.u SV* cerca da lre nnos, de 24 de
lulho de 1589 18 de maio de 1592. M.a o que
queremos somente p6r em orden, em nosso tra-
Dalho, quo pode ser serio e til, sem deixar de
ser variado e pilloreaco, sao rasgos esperaos, r-
pidamente esbozados, largamente celotidoa, que
jarren ,do reproduair a phyeionomia dos costu-
mes do lempo, apresontaado com verdade o in-
terior das prisoes de oulr'ora.
Gost ae de penetrar em imaginaco nessas si-
Distras habitacoes onde co-reram tantas lagrimas
onde leem reaoado tantas queixss e gemidos.
nanlo mais ae sent feliz e a-guro de sua felici-
dade, quaoto mais se est cercado de lodos os
goios da vida, tanto mais se deseja conhecer sof-
frimeotos que nao se teme experimentar um dia
e que alias quaai desparecerm do mundo ci-
vilisado. E' acaso egosmo, acaso piedade ?
Deletamo-nos singularmente em saber como se
sonre, en coohecer tudo o que possirel sof- ..m-o
rer. D ah a Inmensa sympathia que despert- muitas retes
ram certoa prisieneiros, pela narracio mais ou "
menos rendica de aeu eocarcerameoto : Latude
o preboite de Beaumoot, Silvio Pellico, Aodrya-
A pnsao tem sempre chos profundos e ne
ha pois facilmeote que deriam atsemelhar-se,
que todas tinham o mesmo aspecto lerrlrel e
ameacador, que s differiam entre si em um r-
gimen ioterior mais ou menos rigoroso, nais ou
menos tyrannico, en uma extenso mais ou me-
nos restricta, e em tima' insalubridade mais ou
menos caraclerisda. O que sobretodo faltara
as prisoes reese feude, era o espago, a luz,
o ar. Nio possuimos. de mais, descripeo al-
guma architeclonica deesas medoohas habitares,
onde a rida humana tioba que lutar contra todos
o gneros de soffrimento physico e moral; nio
possuimos oarreQio alguma contempornea que
nos faga penetrar no fundo desses abysmos, que
s a imaginario pode nos representar, serrindo-
se de alguna factos esparsos colhidos aqui e ali
oas relagoes do preboslado de Paris, nos regis-
tros do parlamento e as ordenanzas dos reis de
rranga.
E* 'acil fazer-se um quadro exacto das prisoes
oa edade-mdia, sabeodo que a autoridade que
as administrara se preuceupara exclusivamente
om a boa guarda dos presos e s accidentalmen-
te ae interessava em sua existencia. Algumas
vezes mesmo, por exemplo, tomara-se' medidas
extraordinarias para impedir que morressem, no
carcere, de inanigio, pestilencia ou asphyxia.
rica-se tambera espantado da quantidade de
grades, rlulas, rares, que se empregara para
fechar as jan?lias e todas as abertal da caoVa ;
uca-se tomado de assombro do peso das cedeas,
algemas, grilhoee, e arglas que serviam antes
ae instrumentos de torturas, que de garanta
contra uma tentatira de erasio; fica-sa estupe-
facto e incrdulo quando se arista no fundo d'u-
ma masmorra tenebrosa o perfil de uma gaila
de ferro, chumbada na parede e destinada i
pombos humana**. Algumas destas prisoes do
bom tempo aotigo anda subsisten! como horren-
dos testemunhos do que eram todas em uma
,?oc* em .ue Pfeso era de alguma sorte posto
tora da le; via-se-as oas Bastilha, antes da de-
molido desta fortaleza de sinistra memoria ; ve-
seas sempre no Monte de Sao Miguel, porem
nao servera mais qua de speclmen histrico para
o recreio do tourista que algumas vezes ahi vae
procurar emoces que nio acbaria oas prisoes
usnes de nossa philantropia americana.
Quando a imaginario tem juntado tudo o que
pode fazer o horror de uma prJsio : aa paredes
espessas, as abobadas que recunan, aa tro-
vas densas, o chio hmido e limoso, as cadeiaa
pesadas, os vares que se crusam, o ar viciado e
delecteno, o silencio ioterrompido por estrpitos
de ferrolhos; quando o espirito engenhoso em se
fazer lmageos facticias tem assim reconstituido o
'nleripf desse inferno real, nio est ludo ajuiza-
do aobre este hornrel assumpto, cujos restigios
a tradievio da Coociergerie conserva apenas.
Masmorras haria onde o preso era mettido at a
cintura o'agua ptrida ou no limo; masmorras
hana onde tinha que ae defender contra enor-
mes ratoa de mordedura renenoaa, reptis peco-
nnentoa, serpeles, escorpioes e sapos ; masmor-
ras hana onde se respirara uma atmosphera lio
pestilencial, que o homem msis rigoroso nio po-
da ah river mais de rinte e quatro horas : mas-
morras baria em forma de cone ia avessas ou-
tras em forma de estrella, outras em torna de
rosca, outras en torna da serra, as quaes o in-
feliz que ahi se fechava oo poda estar en p,
oem deitado, nem sentado, e nio dar i seu
pobre corpo senio posicas toreadas, penireis. do
torosas, intolerareis.
presente ao seguinte, porque quasi sempre infe-
lizes pessoaa sao agarradas e eocsrceradaa por
nrolo motiro, u cuja suficiente soltura e dito
preboste podar logo fazer, e assim bareri mais
iembranca de todos oa presos. No cabo de al-
gumas semanas, por falta de un livro de assen-
lo regularmente conserrado, nao se s.bii mais o
o nome do preso e ignorara-te at o motiro de
seu enesreeranento.
Era este o vicio radical das antigs prisoes,
onde um pobre desventurada podia ser guardado
como pensionista do carcereTro durante aoooa in-
teiro, sem obter o favor de um interrogatorio e
um julgamenlo.
A ordenanca de Carlos-oBello attendia este
inconreniente da prisao prereotir*: O dito
preboste hade fazer escripturar todos os presos
que estimara no Chitelet sob outraa ordens qae
as do dito preboste, declarando o delicio, ha de
solta-los se puder e ha de vir talla nossas
gentes (do re) de olio em oito diaa, e igual-
mente para com os pobres presos, que nio leem
quem os lembre, aflm de que noesaa geolesdeem
ou tacan dar por nossa ordem bons remedios a
isto. Esta ordeoan?a, inspirada por um senti-
menio de piedade e justica, nio tere, todava o
effeito que o re della esperara e em nada mo-
aillcou a triste sorte doa presos que esqueciam
nos carceres, porque oenhuma protoeco tinham
junto aos juizes. Fica-aecommorido e aorpren-
dido por achar um rei que digna-ae cuidar net-
las infelizes *
lembrt.
Nae accuiamos nimiamente de barbara e des-
rWi a.que,'e* "Dpos, en que as prisoes
contlohan t.ntos ioooceoles e taotas rictin.s.
quando vemos no reinado de Lua XVI. o digno
u i *f* <*"*'e rei hnmm dalun, Lainlnnou de
Maleaherbe, visitar ss prisoes. como o preboste
da Pans no seculo XIV, e nellas achar. em mas-
morras infectas alguna destacados pare-
cidos com espectros, semi-mortos de fome e
peourta, qua nunca liuham sido julgados e olhos
e que neobom crme tinham commettido. Eo-
cbiam-ae i Malesherbes os olhos de lagrimas
quando fez a narradlo dos afictivoa detalhes d
sua visita s prisoes Luiz XVI, que tirera que
ndo poJer duvidar da veracidade do que oura
beohor de Lamoigoon, diase-lhe ausoirando
gracia roa, espero com alguna cooftonca que
para o futuro aa prisoes sejan de ridro. E lo
uan, apezar deata promessa solemne, da voo-
tade expressa do rei, dos estorbos generosos de
seu ministro ; oito annoa mais larde, Latude re-
cobrayaaua liberdade dapoia de ter pastado lio-
to e cinco anoos oas masmorras da Bastilha, en
Vincennes, em Charenton. Quintos deaventu-
rados, nenos culpareis aioda do que o era Latu-
de, vireran e norreram no fundo das prisoes
en todas as pocas, anteriormente a rerolucao'
sen que nunca seu nome teuha despertado um
eco da compaixo ou de misericordia I
Achara-ae aqui e acola as ordenancas dos
res do Fran?a, da terceira raca, assim como
nos amigos Costumeiros, um,a nullidao de iodt-
cacoes que serrenan pars reconstituir em seu
todo a legislacio daa prisoes; determinado em
toda parte que os carcereiros doren ser escolla-
dos entre as pessoss nais de bm da cidade qua
estes carcereiroa sao eocarregados, correod'o os
riscos e perigoa, da aeguraoca dos presos que se
tnes confiar; que sio obrigados toroecer i es-
tes presos o sustento oecessario; que oa presos
' P,8uen,.a8 carcereiros o preco do alenlo uue
SL S.MX" e!,'Pito coneon-
ni aim"' ?* 'W'" 5 executara-
.!!^ TU"e ." lrlnla dM^Mcailoa que
Mera a (orea quasi morto tome e semi-
II
flvtjo secuto XIV, os carcereiros tornsrsm-
e ao caprichoso e meticulosos para a admissao
oos presos, pretextando yenpre a insufflciencia
dje pruoes. que o prebesto de Paris tere de se
TOupur es crear um legar rTedetengao proriso-
ria, no qual se fechava os individuoa que fosseoa
iresos durante a noite, para serena solios no dia
'guile, depois de um interrogatorio, ou guards-
i.i eville. preboste de Paris, representen ao rei
que muiuacapiurae infortaotes de bandidos,
facinoroaos.ladre, vagabundos da ooile, eou-
tros malfeitores sio abandonada ou nae podem
aer lenas, unto em lugarea da alen do Pelit-
Pont, como da Cita, porque o# bel-guias e of-
ciae da ronda nio podem Uto prompta, apressa-
oa a brevemente, cobrar o direito de prisio co-
mo muitas rezes foi preciso para bem da jus-
0 Grand-Chitelet, que oetta poca era prisio
gerai do preboslado, nio podia mais correspon-
der i seu destino, estara moltaa vezes c lio cheio
abastecido de presos, que nao ae aabe neie on-
oe reeoih-los segara esecretsnente. esta mul-
iioao de presos e crimit\oio$ provioha sobretodo
ae se prender algunas vezes oito ou dez pessoas
pelo mesmo fado criminlo, uio podlami ser
posios em aegredo em quartos separados, ese
cnavam amoSloados promiscusmente em prite*
com ui na ou nos saguea espostea ao ar. O pre-
boste lombrava portaoto ao re que o Petit-Cha-
leiet, que desde muito tempo nio servia mais
para aguarda dos preso*, conltoha todava
muitas e diversaa prisoes, umaa aolidas, decen-
tes, seguros e completamente arejadas oodequal-
juer creatura humana sem perigo de morte ou
tortura, pode eatar esoffrer pena de prisio. <
Em consequencia, o rei ordenou que pelo tem-
po adianto todo o malfeitor, agarrado de dia ou
de ooile peto preboste de Paria oa seas lenles
sena mandado para o Petil-Cha.telet:
k ?'\V1' "Ua a ordenan? de 24 de dezem-
Dro de 1398, ao guarda que tor proposto i guarda
das prisoes (do Petil-Cklelel). que daqui em
dame, i qualquer hora, receba em custodia, em
nossas prisoes desle lugar toda e qualquer pessoa
que para abi seja levada, administre lhe ali-
mentos, recebendoa costumada carceragem
O rei Cerloa VI se preoccupsva aioda mais que
seus predecessores com a triste ailuacao dos pre-
sos, como se tivesse pressentido que, anda que
totse soberano, devia experimentar um dia, em
aeu proprio palacio, todoa os tormentos da pri-
sio.
un
8 preso, quvr re *
copla de sea uro-
t ao supremo tribu-
Mas comtodo apezar de sua benignidade que o
Bzera appellidar o Querido, aotes de sua demen-
cia, nio leve a honra de editar o cdigo das pri-
806",
Foi o rei de Inglaterra, Henrique VI, que to-
mou, dizen, das antigs leis ioglezss os princi-
paes regulamenlos deste cdigo, que offerecia
seus novos subditos como um peahor da um go-
verno justo e paternal e que, em qualidade de rei
de Fnnqa. estabelecia em sua grande ordenanca
tocante ao Chitelet de Pari.
Esta ordenanca, dalada do mez de maio de
1415. 'toba evidentemente por objecto tocar e at-
trahir oa espiritos do poto, prorsndo que o rei
mglez tinha intengo de inaugurar aeu reinado
por importanlea reformas a em materia de iua-
O rerdtdeiro rei de Franca, Carlos VII, repel-
lido para alm da Loire pelaa armas victoriosa*
de seus nimigos, teria eoffrido mullas ioquiela-
coes se flzesse egistrar peto parlamento uma or-
denanca em proveilo do pobre presos de seu
reino.
143. Se um belegaim levar
qoerimento aeu, quer para a
ceeso. do tribunal do ChileU.
nal do parlamento, tem dir lo i dous sold ; se
bonvef multo beleguio em regados oa condc-
elo do dito preso, cada qual teri don Mide por
ana parto. Se un belexuin i requerimeoto de
um preso ou de seus amigo fr procurar eate
preso por ordem do prebostj ou de seu teneote,
nss prisoes de um Senhor n i juitieiro de Paris,
pars leva-lo is prfsdes do Cl telet.ler dous sol-
dos por paga: mas esta paga aerf elevada i trea
sidos de Paria, no caso eni que o beleguim fos-
se buscar o preso, qner em 5 ao Germano dos Pra-
dos, quer em Nossa SenHofi dos Carneo, quer
em Sao Margal, quer em 1 rclor, qoer en Sio
tourenco, e mesmo, se o bnlegolra fosse alera
destea tribunaes e na cirroi iscripcio do termo,
exigira por aeu trabalho ci ico asidos de Paris,
eonforme o artigo 138.
O preso nada teria qsje pi gar, bem entendido,
ao beleguin qne eondnsis a por ordem do pre-
boste ou de sea tenante, qu s ao archivo crini-
nal, quer o tribunal. O art. 31, nio diz que o be-
legaim tivesse que reclama uma paga qualquer
nestas cirr.umstaneias em qu gratoitamente exer-
cia seu offlrlo no intereaae < a justica. Mas o ar-
tigo 14S nos iostrue o qne c istara pars mandar
prender algnem em Paris, tarando intervengao
cirel contra o delinquen te : era preciso pagar do-
ze dinheiros ao beleguim q e fszia a prisio. O
beleguim nada tinha que r levado um homem ou uma nulher I prisio, iem
requerxmento particular, p r juitica ou ofjtcio,
isto quando cumpria seu i isadado requisicio
do nioiaterio publico.
Trila e 8ele srtigos do rgulamauto de 11495
consagrados i definir o offl :io do escrevnte da
cadeia Uto o escriro oa secretario da prisio
oo Chlele!, e o offlcto de ca cereiro ou guarda da
pnsao. Estes arligos comeca n do 147 e seguem-
se at o flm da ordenanca. Sio pela mor parte
mu curioso, e fszem-nos CDobecer exactamente
qual era a organiaacio inti rlor da prisio. Se-
Ruodo o artigo 147. tod. p oaio i .oltur. de
um ceso devia aer recebid pelo escrevnte da
cada, con tanto que o ppoenle norasse en
Pars e Ozesse registrar sua opposicio sen ser
obrigado i motiva-la. pagan lo un direito de re-
gistro laxado em 4 sidos de Paris. Assim. cada
joel poda, correado os risi os e perigos. oppr-
se i reslltuicio da liberdade i um preso. O es-
crevnte da cadeia era aem lavida um persona-
gem notavel. offereceodo gaiiotiaa de moralidade
e teodo coohecinentos especiaos em materia de
jurisprudencia, p%is que em certos casos exercia
una especie de magistratura subalterna. Mas o
regnlaroento nio menciona ab coodijesde capa-
cldade que se exiga deste es ririo em chefe, que
prorarelmente tinha sob sua ordens escrerentes
ou secretarios.
Quaoto ao carcereiro. bast ra que toase socalar
e solletro ; nao se exiga de le oatra couss. por
que suppunham que um car:ereiro, no poder de
uma mulher. poderia em c. rtas circunstancias
deixar de ter sea lirre arbitr o, porque o antiRn
proverbio : O que quer a m\ Iher que-lo Deus 1
applica-se tanto aos carcerei os como todos os
homens caeados, que nada ti en recusar suas
mulheres. Comprehende-se alen disto, que o
estado de carcereiro era anlif tthico com o carc-
ter eccleaiaatico. O carcerei o deria portaoto aer
tem lontura, como o deten Ina mui expresaa-
mente o artigo 148 ; de mais era obrigado tra-
?7 col,nu8n'e,>i o trajo emendado ou ajustado,
isto de duaa corea que a ordenanca nio es^eci-
Uca ; maa de presumir que eram aa cores da ci.
dade de Pana ou aua libr, ai ul e encarnado. Eis
ah o trajo do carcereiro do Chatelet, regulado
omci.lmenle. Pdese aase rerar que oa carce-
reiroa daa outras prisoes trazi m aa cores ou libr
de seu amo e superior. Nae uelle tempo, cada
officio que representara um rriu hiersrehico da
autoridade real oa senhoritl, tinha um trajo par-
ticular attribuido ao exercicio do cargo. O car-
cereiro. pelas cores de sua veste (elle nao era
certamente vestido de curto, de seda nem tam-
, ... ?em. de 8'haoJ, fazia conhecei, 4 primeira vista, a
Ignoramos se o re ingles toroou-se menos an- J""6pu jurisdicego que p jrtencia. Eate uoi-
ISIhlCO i nacao franr.eza. nm pnnaiil>F>KS/> < torne dlStinctn linh >lila kl.i,
n.... '----- -- v- i, c Huauuu us re ae r ranea lornaram o.i. .
n.que nao ttem quem ai 4 entrar no Loovre, nio vacillaram em confirmar tnm!i' ,l" 149> crcein i via -se obrigado 4
. Pureaimplesmenleesta ordenanca. que sua ori-! Ju ".odisiodas pessoas na suaentra-
gem ingleza nao impedir de tornar-se a brse da I i.Pi"f-a Prlsao- pargunlandr -Ibes se eram ec-
jurisdiccio do Chtetol. Assigoalaremos smeo- ria"las,,M8 ou n*o e alteslaod por uma assigoa-
te os srtigos reKulamentarea que tocata s pri-
opai e aos preso, porque em pouco tempo foram
estes am*... ppirca.ei &d a, wa\t-j oe
Franga, e pode-ae dizer que a mor parte consti-
tuirn o que temos chamado cdigo daa pri-
^TeZeZZlSZSl'Z bra d^"""d-""lrtder"cd."di., alm de" um dire.tode ",!
.I. donhae masmorras a recebiam ceragem que, em muitaa provincias m %atJuVi
alnZVl Ti'l' lor,1n.rio.. Un. or- dia em diflerentes imposto que tre si renal"
dM.nca de Carlos VI (24 de dezembro de 1398), lian o aeohor do lug.V. o c.piUo ou w?i;
h? i- r,p'eHeB?w que de8de muUo lempo d0 ca,te" era I8 o chavaP prisiS e o c
m.n8: renuoc'ado e.pecieoe encarcera- cereiro ou guarda deata prisio. ra dlrehn".
ChS.l".%2'f n 9ehiM- ?-ffl pe,ueno-' de "*cala' da rceramenVo. de ca?te|togem o
n.n : L.? f-p<"iaei,a- hMrl- orde- j clav.ge. Advioha-se que os prew 2
SSK'-Ltre8Cade'aa 4o arejadas. naa' aupporlar eatr.nhas exaeces, an"o esUr.m
do or ?I ^r 9Bm Tl?6r n,U,. ,era-|e,n "Hdo de wlv.bilid.dfnovel; n8.to c
po, por falla de ar, como por nossos pedreiros' prolougava-ae o mais oossirel Al-n!i^
.juramentado, o outros fui referido aos perno. -Q.aBta?.os pobree. faztoS u\h\r nn^&'
mmmmmMm
sertas e iouteis.
Nao que oa rei de Franca tenhan etqueeido
crearen uma especie de legislago das prisoes!
nota-se, ao contrario, em -
auas ordenanca, que
ran com anta Brava
-------ae preoecupavam com asta grave
quaslao oo ponto de vala da justica o da moral;
maa oa cuidados que tomaram sem cessar para
recordar eate respeito as aoligaa prescripcoes
i predecessores, proram aasas que nao
i. r ""-""""'"'"':' proiuoao ene- ae seu predecessores, provam assaz que nio
lancolicos. q.e dao 4 vos humana uma eloqueo- eram observada com mjiito escrpulo pelos car!
ca mar.vilhoa. elevan enoclo 4 alma nais cereiro e beleiruins. San i.i, P..TJM
Ca maravilhosa
indi fie i en le.
As prisoes de Paris eram oulr'ora mais nume-
rosas povoadas que o aso hoje ; porque, alem
da justica real que esiendia aua junadiccio sobre
todo o territorio da Cit, e cidade e uoirersidade,
faavla na capital uma mulltdao de jusiicas secun-
darias ou intermediarias, que sa attribuiam o
direito decada: era ama eapecie de renda que
opossuidor desle direito tirara d'antemo aos
presos que os esbirros condnziam pnzao e que
hi ficavam muiiaa rezos at que tiresaem pago,
nao somente o preco de aeu sustento, mas aioda
laia da carceragem. O direito de cades devia
ser lamban a consequencia do direito de forca ;
ota. todo o senhor, leudo feudo civil ou eccle-
sustico con direito de jualica nenor ou naior,
tinha una torca, isto un patbulo, onde poda
em cerloa casos, fazer execnlar os nalleilores
que tinha mandado prender por aeu preboste, e
que guardara en sua prizao. Este direito de jus-
tica, verdade, nio ae tinha. conservado Inte-
gralmente, em face da justica real, que tenda
absorrela ; os officiaea do rei ae reserva vam o
tomar coohecimento de lodos os factos refutados
(6)P.y,ia>.
cereiros e beleguins. Sao Luiz tirera o cario-
so peoaamento de dimiouir o mal possirel o ri-
gor da prisio preventiva, ahi retando o preso,
fiara assim dizer. sob a ooica garanta do ana pa-
ivra o interesse pessosl ; porquanto. segundo
um artigo de suasituliluicei ou lea fundamen-
taos, todo p.reso, aecusado de homicidio ou de
roubo, que se eradisse da prisio antes de ser jul-
gado, via-se, peto nico facto de aua evasio. cha-
gado e conreocido do crime que o tinha feito
prender ; em consequencia, ainda que deeto cri-
ne fosse innocente, devia ser coloreado se de
novo caisse as mos da justica. Eis texto des-
ta lei singular, que ae lia aon duvida na porta
das prisoes reaes :
c Se alg.en estando preso por sotpeitsde ho-
micidio ou do roubo, oa de alg.n grande delic-
io, pelo qual burease duvida se dereria ser on-
demoado morte, se eradisse da prisio, serla
tio culpare! do faci, como se o tiresse pratica-
do ; e embora nio o tiresse seria eofnrcado. >
Sob o inperio d'una igual ameca, os presos
quo se recoohrxiam innocentes oa quo espora-
van passar por taes, nio trataran de quebrar
uu duterro e de se condennar ellos proprios ao
patbulo.
Pono-so suppor que fonm os carcereiro que
re ou ao senhor; pern o carcereiro sopropria-
va-ae. por ana propria conta.de que tinha adia-
do no corpo de aena pensionistas; era tanto mais
desapiadado, quanto. do ordinario, os beleguins
que tioham prendido n homem nada deixaram
as algibeiras deste novo hospede que cooduiiam
pnsao.
Eis porque muitas rezes seria os carcereiros
recusaren registrar e albergar as petsaa deseo*
nhecidu, que osofficiaoe de jualica Ibes enria-
ran) e que os beleguins da ronda tioham posta
era estado de eocarceramenta, cono vagabundos
ladrea ou assassioos. Oa carcereiroa notira-
rmi aua recusa con o nunero dos presos que
eochiam j a priaio e uio loes perniltn receber
un de nais. sob pena de conproncttet a aetu-
ranca de todos. 8
Aconteca eatio que se andan do tritio on
pnsio on on criminoso preso em flagrante de-
licio, aem en parle alguna obter que sequizos-
so com razio gu.rda-lo-al que tiresse silo in-
terrogado pelas gentes do rei ou do senhor. Por
uso os beleguins.^ pata veren-se lirrea da espe-
tara que tiohan> feito. apilaran seu bonan, de-
pois de it-lo corrido e expoliado. Alguna o pu-
nham em ira toa, para assim dizer, o maltrataran
o rtotontaram, para obrtga-lo pag.r-lkes res-
gato; outroa ocooserraram em cadeia privada,
en uma hospedara ou en ama case particular
cooaiitaindo-se eus carcereiros e Uxaadc-o4
aeu bel-prater.
Todo o preso que nio pigatse antetlpadamen-
te tasa da prisio o nio ajos, tanca para se.
sustento, era por isso mesno una causa do rui-
na para o carcareiro, verdad.: esta tinha, pula,
prests em n rer Itvrn drlle, a jUja criniual
tipathico na^io francesa, en coosider.cio l?Ta,e dislioclo tinha alias unj obieelo de utida
a humanidade para con oa presos do Chitelet de> Porquanto impedia que o carcereiro fosse em
aipo algum confundido com oa preaoa no inte-
de ParJ*. Porm, como flcou senhor da capital
al 1440, sua ordeuaoca tere o tempo de tomar
torga de lei, e quando os reis de Franca lornaram
reior da prisio.
No artigo 3 da ordenanca : ordenado ao pre-
boste de Paris o visitar, lodosos dias, ou mandar
nsit.r por seu teoente as listas dos registro das
pessoas recolhidaa prisSo no dia-precedente ; o
visitar tambero ou mandar risitar, todas as s'e-
gundss-feirss, os proprios presos para ver seu
estado e ssber deiles se nio leem que se queixar
de algunt aggravot ou opprenoei da parte do*
carcereiros ou outras pessoas. Conrm coofes-
sar que, nio obstante os progressos moraes de
que nossa poca tio altiva, talrez, com razio
os presos nao tenham a dita de serem visitados e
ourtdos todas aa aemanas pelos chefe da magis-
tratura. Dividamos comtudo que o preboste de
Pars tenha sempre cumpriodo seu mandado para
com os presos do Chitelet.
Qoe o dito preboste ou seu teoente faca con-
eerrar aa prisoes limpas I avisa o 5 artigo do
regulameoto. artigo bem mal executado, ple-
acredia-lo. porquanto o interior das prisoes
era tao immundo e infecto, que ahi reinaram aa
dnencas epidmicas quasi continuamente e os
preso, roidoa de bicho, sujos de lama e im-
mundicias. deriam crerem-se ditosos quando
nio eram asphixiados.
Artigo 6. Prohibe ao preboste e i seu tenente
tonar ou appltcar i proreito seu aa ciutas. joias
vestidos, roupas ou outros adoruoa prohibido!
que os edictos pomposos vedavam is mulheres
morosas ou dissolutaa e que estas teimaram era
trazer o que as fazia cooduzir 4 priaio quando
um beleguim enconlrava-aa oa roa vealidaa com
estofus de seda ou entalladas com joias de ouro e
praia. Beleguins e carcereiroa disputaran) ordi-
nariamente entre si os despojos destas infelizes. e
o preboste, para pfl-toa de accordo, altribuira i
seo proreito a confiscagio doa objectos prohibi-
dos, que o rei rereodicava como direito de auc-
cessao adquirido aos beos da coroa.
Q artigo J6 prescreve aos examinadore, isto
sos juizes de instrucc^o e commisserios inquisi-
dores, o larrar, oo meano diada prisio, um pro-
cesso verbal do eocerraneoto dos presos qne el-
le tiressem nandado levar ao Gbtelet, e isio sob
pena de 10 libras de malta, nio aendo executado,
excapto se a prisio de vase ficar secreta bem
aajuetica; alm diaa eram obrigados declarar
no procesao verbal [regiitro das ditas prisoes)'
em ririude de que peligioou fueixajiinham feito
executar a ordem de comparecer ante o juiz. Be-
ta acertada medida tinha aobretudo por Om dimi-
nuir oa abusos monstruosos que dar lugar a
encarceracio doa preaoa por dividas, i requer-
ment de aeua credores. Eslimamos reconheter
que a prisio arbitraria, tio frequeote at a redac-
?o do cdigo Napoleio, hoje um facto quasi
*m possirel.
Os arligos 116, 118, 119.136. 137,138,139
1, duendo respeito aos beleguins em suas re-
Jages com os presos. Pelo artigo 116, todo be-
leguim que conduziese un preso ao Chitelet de-
rla antas de deixsr s prisio, declarar, en un
proceaso verbal (regiatro). quaes eran aa cousas
da priaao e en rirtude de quorden tinhan si-
do fetas oslas prisoes. O olvido voluntario ou
nio deste proceaso rerbal accarretaria ama mul-
ta de dez aoldoa en proveilo do rol, sem delrl-
nento dos damnos pagar ,quem de direito fos-
se. O artigo ltS prohibe expressaraente aos be-
leguins o levarem alguem ao archivo publieo ou
i priaio nio lendo ordem de on juiz. 4 nao ser
que nin tenham sido elles meamos teatenuohaa
do flagrante delicio, o que osle delicio oeja, por
sua oatureza. un tocto criminoso O artigo 119
ftxa en 60sidos do Paria, alea dos damno e
interesses para com a parte, a asulta qne loria de
pagar ao rei todo beleguin que se. arriacasse i
levar um preso ao Chitelet sem urna orden ex-
presas, quex do chancelle* d* Franca, quer do
supreno tribunal do paynenlo,, quer do pre-
boste de Pan cou de otro quo tenha o necease-
no poder.
A pagas devidas pelo preso aos beleguins que
lea
r ---------------r,v K,oav su, yonguiui nuo aiuu agiota), aoao C
os prenden ou escoltara sio nui cathegorioamen- judia, dous sidos:
te especificada nos arligos 136.137,"138,139 ilutado cb... oito
tura ou una cruz a presenca Idos que declaras-
sem ser clrigos; tioham assisn quedar, sob pe-
?ia 6.n.,e 0id0" de Pans dejmulta. ama espe-
cie oe assigoalamento dos prsos. aej. x'i\,.
of ? eM e,t8 V,iK' ,rtJ o 'do em
?iJ?u"*'D;S is, 4g'ro destinado 4
estabeleter a Idendidade de caito preso. Os pre-
sos que se trazia por facto criminoso eram postos
a p.rte em prisio fechada e nao communicavam
con pessoa alguma emqaanto > preboste ou seu
lente nao tivesse ordenado c contrario.
Tal o objecto do artigo 150, O artigo 151 rv-
tare-se aos preliminares da pri o : o preso, en
cnegaodo. era cuidadoiameo e apalpado peto
carcereiro ou seus .gente, a t ,do quanto se lhe
achavs.fluer dtnftatro quer ou\ra conia, paasava
i ficar ao cuidado especial d< carcereiro, que
disto fatia uma relacio em um livro ad hoc. de
maaeira que nada podesse ser subtrahido ou oc-
a."a "rcereiro delirarte constituido
guarda doa objectoa tomadoa a i preso, qoe. to-
d2iVV "11"!- *e?e! Dao obti lha inicio
eelles. O artigo 151. por mais formal que fosse
s mu rarameote era executado, o o carcereiro
de bom grado se dispensara de registrar a toma-
da dos objectos que ello sabia tao devessem ser
rec amados ; ou eolio fazia um i reiacao incom-
pleta, que lhe permiltisse apoderar-se de uma
parte doa despojos confiados 4 leu cuidado.
O carcereiro do Chitelet de aris nao eslava
s para occupar-*e no devore de seu cargo ;
podia se fazer ajudar por tantos] criados quantos
o numero dos presos exigiste; nss o artigo 15*
o obngara somente coosarrai s suas custaa
tres cnadoa e um escrereote. Q escrereote abi
estara para fazer os assentos do i linos da cadeia.
porque nao CusUr-se-ha cre que o carcereiro
nao sabia sempre escrerer, riste o srtigo 149, sci-
ma citado, prerr o caso em qu > nio aaaiguaue
seu nome seno tozendo una i ruz. Os criados
do carcereiro s della dependa n. risto s elle
ser respoosarel pela perfeita se, ;uranga e admi-
n,J,rcoda prisio. Comiudo i s srtigos 153,154
e 155 da ordenanca se refarem seus empreas-
dos tanto quanto elle mesmo era-lhes pros-
cripto de nao deixarem pessoa i Ig.ma fallar aos
presos criminoso, i nio ser por ordem do pre-
boste ou de seu tenente : qusnt sos outros pre-
sos, deudos por simples delietos correccionaesou
dundas, todo o mundo podis i tsita-los, fallar-
bes e trazer-lhes que comer e eber, naa aen
todava penetrar em eaa priaio; os mandaran
chamar para o garreaux lato p.ra o primeiro
pateo interior, chamado tambes otoaudo, e all
tioham a liberdade de conservare a coro seus ami-
gos, sob a vigilancia docarcereii j e de seus em-
prestados, aos quaes era expreas mete prohibido
pedir ou obter paga qualquer. Uta prohiblcio.
pode-ae imagins-lo, tao impedi que o carcereiro
eseus era pregados fizessen ri* resnente pasar
auas complacencias. v
O srtigo 156 eseguintes ditera respeito aos pro-
prios presos e ceoatituem o est.i uto da prisio
Artigo 156. Nenhum preso p o ter escrivani-
nha, tinta e penna ; o carcereiro deve fazer viaro-
rar eata diaposicio, B
Artigo 157. Nenhum preso d re escrerer oe
mandar escrerer cartas fechadat, salvo se par
tal tor aulonsado peto preboste.
Artigp 158. Nenhum preso pote ter nadado
de pnsao pela resolucio do caree reiro oa de seas
empregados, quaodoo preboste t rer determina-
do a natureza do enearceramento ; se a doenca
do preso, ou qualquer ontra ca a aconselbasse
de muda-lo de urna pritopara mtra, seria pri-
meiranenle participado ao preb te ou I san te-
nente.
O srtigo 159 nui curioso : I ia o proco da
carceragem, entrada e sabida pait as eiffereate
cathegonas de presos do Chite ai. Un coode
ou uma coodesta p.gsra dea tita de Pane ; en
caralleiro de baodeiri ou una di na de taadoi-
ra. rinte sidos; un simples car ittesro ee una
ampies acurrara, ciaro sidos ; ui i eseudaito ou
uma simples dooaoHa aobre. dot< einhoiros ; un
lombard ou lombarda (aaain dea guar.-ae talos
o que ao oceuparam da tanto a que tinhan
sido agiotaa), doso dioheiroa; un jadee oa una
.v??ido"Voldo,.{^,*,,^^0,'lr4Pre, nio q.a
Nio era lado a pagar
ato. aieee eatur a po"a4.
co variar, cooierna a Vagar ^mTZmmmV^nZ.
para aa codea do Oitatot. ZaZ^SLZ~
mava o nato Hq.io. sjea*j
contava-ao por cacto aoita ano
carcereiro pastara detalla dea la
da cuslava erdlearlsneato oee flijji '
.cama costara qostro j ttarei o
direito, toben Ibe pa
ma e,, eotta eaio. pagara aon eate
Quanto toa can.. Uado .na ter
que d ah aahiHe m.ia. porque o earcertir.
la ae apostara per direito -f- s.tcaaeiu, A
nanea de Henrtqo IV ankaa tfeulh di
aobre a eapecie de ene qoe a arioio
pessoas qae tinhsn con quo p*ea-la i
aumir que a tal cana eo vaiuTtle to
que remonta, cono aa r. | t^g, ^
Pdenos, con o a exilio dea artistas i
tota da aoita, reconpor, do '
toes do Chitelet, qot to av
net ceracieriaticoe. Harto trae
com mu os, aat q.tes lodoe oa u.
d**, i,akfm < atoavetr. L*
Salto; abi, tinha-a. una catea
nbeirot, nao conprttaad. aa t
estad. A pristas (eeJsaee,
cana ao pagaran pola natas, tvxt
connant, chanav.at-ae la
moni e la Griesche. Batea trea
en duvida tres sedaree ee tortee
en cada on dos qu.es o preso estar.
conpanbetro riotobe qae cota aun
eonmunior. La Bouctarie (o
querer diter qae p.ra ahi era ...
presos destinados ua. tjoadtnaii
carta ; Beaumoot parece ser o priaseiro!
Momfaucan, onde aa ergaia a graetle i
intacta o nono de ene pega qoe lee satn-
to nui des.gr.darel ; de nal, eata aofao eo-
cabulo eyoooyno carga, fardo. O i
punta en aegredo netias prtotat _
obtiohi argneta. rete, o ttror dt ata sor
gtdo de ferros.
Descanoa agora a prite iaforioret ara* ana
excavada, diz tradieae. aMiT^ *
5j: crwB0t iaterprrtaoao
163 a 114, que tosen os tacto
que ellas se compunham de
posto ; no primeiro. onda u.
cama pagando-a por quatro di.bairea em
Beauvoxr, ichtv.-M a. aen. d. carcere. aje
ta chamara Barbarie ou GloriaUe:
por alluaio aos tornelos por qae ee i
passaram, e Gloriette, en raforooma fes
dade doa nalfeilorea que liaban atareaste t.
reui recolhidos o es le re.Ub.to do torea o se-
gundo andar subterr.neo coatiata It PoatHecartl
onqe o preao deria un diaheiro por coate atilt
tendo com que pagar,la Gouratotao.etastatte teatv
ben le bercueil ou tareeaa (o tarcol tata "
por ctutt da torna deata crter*; orn* o
era obrigado i eonservar-aa d.iua, o M
le (nasnorra con ale.pao) oede a eet
gara assim cono na Fosee. "*!
jtoumas retes un preso entro d.at'ttftat rart
165). e o ioelit paga*, untan an totatra
embora nao podesse mover-te oes
torno, oode flc.v. do p, noido do
achar un instante de descaece.
Pagars-se poto oa era de direito -.
cereiro o lugar qoe se oceupa va na
compenaagio, o carcereiro deria
dar ana coala pi o agaa aoa
tireren de que rirer.t salvo ae' Un
presos por dividaa, caso en que eras
res obrigados 4 toroecer-Ihes alinete
torne a caresta do rivera (Art. MBl.
mesmo prohibido ao carcereiro tasar ama
preso, en preveocao criniaal, obter .* 'ab-
alelo ntis uccolento do qae o
que compunham o ordinario da
mesquinho ordinario nio era multo'
presos qoe muitas vezes rec uta va ai pee-eo
meta do carcereiro; eata coito ata peala tan-
ga-los i coner sen pi e beber ana atoe ale)
podit ntis interceptor ti provieoee qaa a lean
maodava de fra. A atete de ctreereira tet-
rtela taires i teut hospedes i
con teniente, cujo preco nio
denanca de 1425, oede aoneete
preboste on ten teoente reterrt 4 ti o tasar
neat qutndo ot rireres estirares
lo. (Art. 170.)
Era ben djfficil oppor-ee is
Qoet do carcereiro para con
Potto que autoriaados 4 viraren daa 'tjtoeoae
tioham incetssntementa qoe letar ca.tr sea
vooiade do eareerairo, qae aab protesto da
minar os slimentos nsndado de tor.. para
Dctr-.e ae contaran atoaste canea
deiinha na passagem est-s tlineetet' t ae i
iregsra corruptos polloidos. Era
o legislador nio podit conpletemt _
p preso, psrs andar en ees. catar aovee c
tenttr con o r.gimeo elinoetor da prtata. O
c.rcereiro nio ezercia atine i
continuas coacusados en prej.iz'o
sssiui era-lhe expreaaaneale prohiaiaa .
o noho, o fur.r-lhe ea catete, aee tito
otrodazido a pristo para ato daa preses, o
conservar o vinko liquido e tem ia.ttoatt a
do netno o cooleudo do casco de nota .
diminuido en cooaaqueaci. da frtldtd. ee
qualquer outrt cauta. Era tantan aasa eoee-
calacio do carcereiro deitar ea presas lvete te-
la d agua ptra obrigaloa iconprtr-lta na*a ;
o artigo 173 ordenou-lhe, on mttaamlt. aon
coaserrtr cheit o'agua a graedt poeta IsaaBil
que ttt nos carreaos aln de que o presea te-
san ter d'ella sen risco.
Ha um proverbio, mai intigo taires ... re-
gulameoto de 1435, prorerbie qaa i ea aera
das camas qae o carcereiro alugara i q.tlr. t-
obeiros por noite ; Coate de redria nata) tor-
mento e afflicco.
O artigo 174 decid, todava qae eatae
seriara oronda*, tolo ateas largte para
soas ; o carcereiro nio derit pote
em cada cana, nais de trae
lempo, que bariam da pagar
dinheiros por nez ; naa, contraria,
.-artigo da ordenanca certa qae te
pelo nenoa quatro ou cinco pteot"
na, risto ama cana de hospital
meaos de quatro doeotas.
Verdade que n'etta poca se canea eran i
lo mais comprida a larga do qua a
quanto ordioarianeeta po Jte-ee ahi
eataeeiraa, en aeado coetrtrie, i
oa ps dos compaobeiros de cana a
aem oo meio doa toncte. De nato, ea i
tinham maio.de tar sattsat eaa a
para a cadeu a a collocavan ee legar en. a car-
cereiro era obrigado A lhe. toraeccr. Q.a.et
preso lioha ato canto de tte caa, estiva
lorisado 4 partilbar eata cana can ees a efe
e. n'este csso, o carcereiro ao tiabt aarJteei
dinheiro de g.nho, qae todava Ibe pasart o ara-
so qae se deiitn .ttim con eeee
Km caso nenhum, era-so diapeeaada. ai
vase ana cana quer aee, de prgar
obeiro por estada per cada aotlaate:
Muito custou que ae canas ala prito
nelborea o nato acetadas: torna seta
no socolo lio abominareis cono riada
no fin do XVIII. Podo-ee dizer que ee
r.mentot 4 este respailo sao q.itti
aeos. Foi preciso qoe o roapela
de iogerisse-se con itee par trate
retorna qae fnutilneeta, ba
a mor.l a a pbtlaatreeia.
rataavaai
^..rvtreeee.
-v-c
tvraeakta esac-
denica contagiosas, qae reiaavatjj q.an tmmmZ
lantemente no interior dae prisoes fssttat.-----
ten cttttr n'ealaa c.n.t ioteetaa -iJirrTVl
toa va pesaoaa innanJtt. daentUrs
chtgtt roidts de lepra e Hrbea- Cv-
na nio paaaava de atea ltete de eata sta'aZ
t estaodu una aenaikheira oa taAtMBeeaTe
algnm.a vetea toncte oe i
trigueiro : ptanoe, eaaerL
sem. sacceaairaneote i
de pensionistas que abi deixavtaT' c '""'
aee lurae, Mpeu ceeetTiTLa^i S*
dlcl*. wain.nneew8jetod^
dinheiro.
"i
PIRN.TTP.D at.P.MFAWA PILHO. MtX.


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