Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09419


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Full Text
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lili XXXTI IDIE10 269
- -fT'
Pr treseiedititados 5$0<)0
Pti. tres Metes vencidos 6J000
QQ1HTA FE11A. 21II I0TE1BR0 II INI
'
Per ene adiaetade 19J000
Perte fraace, pan e snbserieter.
rElfl


r-
ENCARflE^ADOS BA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyha, o 8r. Antonio Aleandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Leaos Braga; Ceari" o Sr.
r. Joe de Oliveira; Itaranblo, o Sr. Manoel
Jos Martins Ribeiro Guimaraes; Par*, Justino
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeranymo da Costa.
PARTIDAS VOS COKKElUd.
Dunda todos os dias as 9tf horas di dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e seitas-eiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altioho
e Garanhuns na* tercas-feirai.
Po'd'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pjes-
quera, logazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quaitas-feiras. '
Cabo, Serinhiem, Rio Formoso, Uns.Barreiros
Agua Prela, Pimentelras e Natal quintas feiras.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da manha}
EPHEMERIDES DO HEZ DE NOVEMBRO.
2 Lia ora a 1 hora c 44 mnelos da tarde.
9 Ouarto crescente as 8 horas e 35 visites 4*
manha.
17 La heia as 10 horas e 47 minatos da nao.
25 Quarto minguante aa8 horas e 47 minutosda
manha;
PREAMAR DE UOJE.
Primelro ss 7 horas e 42 minutos da mentas.
Segando as 8 horas c 6 minatos da lerda.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. Romn m. ; s. Odn ab.
19 Terga. Santa Iaabel reioha de Hungra f.
SO Quarta.- S. Flix de Valois fundador.
21 Quinta. Apresentagao de Nossa Senhora.
22 Sexta. Santa Cecilia t. va.; s. Filemon m.
23 Sabbado. 8. Clemente p. m. ; s. Felietdade
24 Domingo. S. Joo da Cruz c.; s. Estanislao
AUDIENCIAS DOS TRIBUNABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Belacao: tercaa, quintas e sabbadosaslO hora,
Fazenda: tercas, quintas e aabbados aa 10 horas.
Juizo do commercio : qoarlas ao meio dia.
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 horas.
Prmeira rara do' ciril: tercaa sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quarlaa e sabbadoe a 1
hora da larde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO 9UL
Alaaas, o Sr. Candan Falca* Dias ;
o Sr. Jos Htrtina Airee; Rio da Janeiro, Sr.
Juo Pereira Marlios.
EM PERNAMBUCO.
Os propietarios ele pumo Manoel Pigneira e
Faria & l'ilho, na sua lirrarie preca i
dencia na. 6 e 8.
PARTE OFFICItL

Ministerio da fazenda
Expediente de t de outubro de 18614
Ao ministerio de estraogelros, remetiendo copia
da circular que oesta data se dirige s tegages
do Imperio em paizes estrangeiros, recownmeo-
dando-lbes o estado dos ioteresses do nosso com-
mercio internacional e de todas ss medidas eco-
nmicas e financeiras iniciadas dos nesmoi pai-
zes ou por ellas j adoptadas, aflm de qu o dito
ministerio se sirva determioar aos cnsules bra-
sileros que auiiliem em semelhaote trabalho,
aos cheles das legacdes, cbm todas asinformages
que delles exljam ou que Ihes occorram sobre o
tal assumpto.
Vopta da circular que se refere o aviso cima
extractado.
Ministerio dos negocios da fazenda. Rio de Ja-
neiro, 1* de outubro de 1861.Um dos maia im-
portantes servigos que as legages e consulados
do Imperio podem prestar aem duvida o de es-
tudar os ioteresses do nosso commercio interna-
cional, ao mesmo lempo qu tolas ss medidas
ecooomicas e hnaoceirss iniciadas nos outros pai-
zes ou por elles j adoptadas.
Resultar deste estudo oconhecimeotode mui-
tos factos, dados estatisticos, exemplos e opimes
que, sen lo trazidos noticia do goveroo imperial
sarao por este e pelos auxiliares da administra-
dlo interior aproreitados em ranlagem do Brasil
e dss nacoes com elle relacionadas.
Os cnsules ji desempenhsra urna parte desta
importantissima tarefa, mas nos seus trabalhos
limitara-se aos quadroa estatisticos da importa-
cao e exportadlo, e quasi sempre sem urna apre-
ciado elerada, geral e bem fundada, desses fac-
tos.
Nao basta conhecer as fluctuacoes do commer-
cio em cada anno e algumas de suss causas Im-
mediatas, de mister remontar a origem desses
efTeitos, examinados em todas as suas rlacoes,
explicar o presente e prever o futuro, no intuito
de guiar o goveroo, o commercio e os producto-
res do paiz oss medidas e precaucoes que Ihes
compre tomar para animar e proteger os ioteres-
ses collectivos e individoaes.
As legacdes nSo teem at hoje dado a esses
trabalhos dos cnsules; que Ihes derem ser pre-
sentes, particular attencao, e menos ampliado e
enriquecido-os com as noticias, dados e juizos
que esta o ao seu alcance. Releva porm que el-
iis preencham este grande fim de sua instituido,
que nao dere ser esquecido mesmo nos paizes
onde a nossa poltica externa tenha de atteoder
a outros e mais importantes enteresses.
Tal o objecto desta circular, que expeco de
accrdo com S. Exc. o Sr. ministro dosnegacios
estrangeiros.
Extraordinariamente, todas as rezes que hou-
ver materia importante acommuoicar, e ordioa-
Tia mente no Rm de cada anno, convel que V. S.
dirija a este ministerio urna exposigo demons-
trativa do estado econmico e tinancero desse
paiz, considerado sob o ponto de vista do com-
mercio exterior, e particularmente em relacio a
imperio ; e que ao mesmo tempo d noiiuU t
qusesquer publicacoes, discussoes projectos ou
tratados dessa natureza que ahi apparecam e se-
4"am dignos da considerado do gorerno de Sua
lagestade.
Espero que V. S. se compenetrar perfeltamen-
te do peosamento que dicta o presente despacho,
e que o satisfar tanto quanto Ihe seja possirel,
sera prejuizo de seus outros deveres. Para que
taes informacoes sejam mais uteis de mister
que parlam a tempo de seren aqui recebidas, sa-
rao antes, por lodo o mez de margo, isto com
alguma antecedencia coofecco do relatorio
que em cada anno tem de ser apresen'.ado as-
sembla geral.
Deus guarde a V. S. Jo$ Mara da Silva
Prannos.Sr...
A' presidencia do Cear, declarando, em
resposta ao seu officio de 20 de julho ultimo, sob
n. 23, em que d conta da nomeagio que flzera
de Ignacio de Almeida Fortuna para servir o lu-
gar de escrirao da mesa de reodas da cidade da
Granjs, que, para decidlr-ae definitivamente so-
ore a mesma nomeagio, compre que sejam pre-
sentes ao thesouro as informacoes recommenda-
das no aviso circular de 8 de abril deste anno.
A' thesouraria de Pernambuco, declarando
que a prelengio do chele de aecco Antonio Luiz
do Amaral e Silra gratiGcacao do art. 42 do
decreto n. 2,313 de 29 de Janeiro de 1859, nao
est ainda em termos de ser resolvida, visto nao
achar-se provado, para o um dse Ihe contarem
30 annos de serrico. osea exercicio como prati-
canle gratuito da extincta junta de fazenda da di-
ta provincia ; por quanto nem do atlestado que
acompanbou o officio da thesouraria de 23 de a-
gosto ultimo, n. 37, se coohece se o supplicante
deixou de ter alguma interrupgo que reduza a
menos de30 aonos o tempo total de serrico que
lioje conta, nemas ioiormacdes podem seraccei-
las por nao serem dadas em presenga dos pontos,
folhas de pagamento, ou qualquer documento que
faja f: pelo que dere o supplicante comprovar o
aervico referido, na falta de pontos, por meio de
documentos officiaes de que conste o seu exerci-
cio, seno diariamente seguido, pelo menos com
pequeas inlerrapces.
3
Ao fiscal do banco do Rio Grande do Sul.
Mioisterio dos negocios da fazeoda, Rio de Ja-
neiro. 3 de outubro de 1861.Informa Vmc. pelo
aeu officio de 11 de julho ultimo : primeiro, ba-
ver a assembla geral dos accionistas do banco
dessa provincia procedido no dia 9 do referido
jaez de julho eleico das commisses fiscal e de
cootas, conforme determina o art. 35 dos respec-
tivos estatutos, recebendo-se na mesma eleico
votos por procunco sem atteoder-se se eram
estes presentados por mandatarios lgaos ou re-
presentantes neceasarios, ou ae por procuradores
convencionaes, per se entender que as mencio-
nadas commisses nao faziam parte da direccao,
gerencia ou admioistraco do banco; segundo,
haver Vmc, em soluco ao officio da presidencia
da provincia, respondido a diversas bypotheses
figuradas pela directora do banco, a saber,
quanto primeira {proveniente de inteligencia
que se dere dar ao 8 11 do art. 2 da lei o. 1,083
de 22 de agosto de 1860, quaodo o numero dos
directores nao fr cinco ou mltiplo de cinco),
que se achava resolvida pela consulta de 5 de fe-
Vereiro do correnie anno; qoanlo segunda (se
assembla geral deria eleger outros directores,
no caso de algum ou de todos renunciaren) os
seus cargos), que, se a directora nao quizesse
continuar na gerencia do banco, a assembla ge-
ral dos accionistas era a competente para provi-
denciar como entandesse dejuilici, cabeodo ao
* gorerno somente examinar se o estatutos do
naneo foram ou nio obserrados; quanto a ter-
ceira (se se deria proceder a nova eleico, dan-
do-be ocaso dos noros eleitores tambera renun-
ciaren! os seus lugares], que ainda que a assem-
bla geral cabla providenciar como enteodease
usto, pareeia-lhe todava que, segulad-aa e-
eico dos directores a dos upplentea, conforme
o art. 37 dos estatutos do banco, e ficando por-
tanto o bsn/o com orna legitima direccao para
substituir aquella no caso de impedimento, soria
conveniente consultar ao goveroo sotes de ter lu-
gar orna ora eleico de directores; e quanto
quarta finalmente (se, depois de eotrarem os oo-
vot directore m mrclcfo algn ou tooi wll-
citsssem suas escusas, deria-se proceder a ora
eleico), que, segundo a dsposc3o do art. 61 dos
estatutos do banco, dada a renuncia depois do
exercicio, verifica-se o impedimento do escuso
ou escusos por mala de 30 dias, e portanto, aa
vagas que se derem nos lugares de directores de-
vero ser preenchtdas pelos supplentes.
Inteirado do conledo deste seu ofcio, declaro
a Vmc. relativamente primeira parle, que a e-
leijo das commisses fiscal e de coutas est com-
prehendida na letra da disposicio do 12 do art.
2 da lei n. 1,083 de 22 de agosto de 1860. de
vendo assim proceder-se nos casos futuros; e
pelo que respeita a segn la parle do mesmo of-
ficio,que approvo as respostas que deu no pare-
cer dirigido presidencia da provincia, sendo f-
ra de duvida que a assembla geral dos accionis-
tas compete resolver si br'e os casos da nova elei-
co de directores ou de sua substiloico pelos
supplentes, as diversas bypotheses que se figu-
rara no officio da directora do banco, ao qual ge
refere o da presidencia da provincia que Vmc.
respondeu, urna rez que se guarden) as disposi-
ges expressas dos estatutos e da lei acerca de
taas actos.
Deus guarde a Vmc./o Mara da Silva Pa-
ranhos.Sr. fiscal do banco do Rio Grande do
Sul.
_ 4 _
A' thesouraria do Para, declarando, em res-
posta ao seo officio o. 60 de 21 de margo ultime,
que bem resolvida foi pela mesma' thesouraria,
em sesso da junta, a duvida proposta pela col-
lectoria da capital da dita provincia em officio de
11 de ferereiro, por estar a solugo dada de con-
forroidade com o disposto no art. 117 combinado
com o art 21 3o e b' e art. 38 13 do regula-
mento n. 2,713 ue 26 de dezembro do anno pas-
eado, em virtude do qual as letras aceitas e ne-
gociadas, comprehendidas as disposices 4o art.
21 3 do citado regulamento, qual forem apre-
sentadas antes do pagamento na estsgio de arre-
cadago dentro do prazo legal, nao esli sujeilaa
is multas do mesmo art. 117, a excepgo das de
que trata o art. 23, que derem pagar o sello na
forma do mesmo decreto.
5
A' directora da cootabilidade, declarando que,
em solugo as dovtdas suscitadas nessa directora
geral_l, se D. Henriqueta Carlota Hess, pelo
(acto de se ter casado, e no caso de continuar a
perceber o monte-pio que o thesouro Ihe abonava
pur morte de seu irmo, pode ella mesma passar
a quitaco em folha ; 21, se pelo mesmo fado do
casamento deve a dita pensionista perder o bene-
ficio daquelle moote-pio, ou ae tem direito a
conserva-lo urna rez que se considere a especie
do art. 8 do plano de 23 de setembro de 1795 i
mesma do art. 4", segundo o qual as filhas dos
officiaes que percebem a penso do monte-pio
por. morte de seus pais nao a perdem embota se
casero; foi decidido por imperial resolugo de
consulla da secgio de fazenda do eonselho de es-
tado de 2 do correte, quanto primeira que j
se acha ella resolvida pela ordena n. 463 de 16 de
dezembro de 1857, e ainda pala deciso posterior
de 12 de julho de 1S6. conforme as quaes deci-
sdes o marido di|BRjsiooisU-,auB_sflcaaalo
trniptiente para passar a quitagao em loma ; e
quinto segunda, que temando-so em conside-
rado "que o legislador podia ter em mente diver-
sos motivos para nio incluir no citado art. 8* do
plano a especie deque sb trata.nao se pode julgar
mesmissimas as duas hypotheseses.isto a da fi-
lha e a da irma que o gozo do moote-pio se ca-
saram, o p jr isso a que nao licito ampliar a dia
pesigio do art.8o comjpreceitua o art.4 para as fi-
lhas dos tallecidos officiaes da armada, tanto mais
quanto patente o silencio do plaoo mencionado,
e especialmente do decreto n. 1,023 de 16 de ju-
lho de 1859: assim, pois. pelo que concerne ao
direito da referida pensionista conlinuago do
gozo do monte-pio, ra a questao ser submettida
aocorpo legislativo,que o competente para resol-
re-la e estabelecer a regra que se dere seguir em
casos idnticos.Expedio-se ariso ao ministerio
da marinha, com a copia da consulta de que se
trata.
Ao presidente do banco do Brasil, decla-
rando, em respoita ao seu officio de 22 de maio
ultimo, que n forma do art. 425 do cdigo com-
mercial, devera ser consideradas letraa.de cam-
bio as que aao sacadas de urna para outra provin-
cia, e portanto as que as caixas filiaos do ban
co actualmente existentes sacam sobre a caixa
matriz.
Taes letras sao por cooseguinte sujeitas ao
sello establecido na primeira parte do art. 1
cap. Io do decreto o. 2,713 de 26 de dezembro de
1860; e se alguma rez tem a recebedoria desta
cidade exigido por ellas o sello daa letras da tr-
ra, ao qual eato obrigadas as que ao passadas
e acekas na mesms provincia, ou as que ae pas-
sam na provincia do Rio de Janeiro para aerem
cumpridasnesta corte, conforme foi declarado ao
banco Commercial e Agrcola, fmrelaclo s le-
tras de suaa caixas filiaes de Campos e Vassou-
ras, nesse caso tem herido da parte daquella re-
paiticao um engao contra o qual ha recursos
legaes.
Ao fiscal do ero banco de Pernambuco,
declarando, em resposta ao seu officio de 11 do
mez paseado, no qual consulta se o pagamento do
seu honorario de fiscal do dito banco, relativo ao
semestre decorrido do 1* de marco a 31 de agosto
deste anno, dere verificar-se de cooformidade
com o decreto n. 2,814 de 10 do dito mez de agos-
to, como pretende a respectiva gerencia, quando
alias foi elle publicado nessa provincia no dia 2
da setembro, onde chegou a 30 do mez antece-
dente ; que daodo-se es eiroumatancias allega-
das e cima expostas, nao deve tal pagamento
ser regulado pelo citado decreto, e eim pelos de
o. 2.680 de 3 de norembro e n 2746 de 13 de
fevereiro ltimos; porquanto, nio sendo Inter-
pretativo de disposices anteriores, mas contendo
dispnsigo ora, nao tem o referido decreto n.
2,814 torga retroactiva, comegando smente a
obrigsr da data de aua publicecao.
Circular s thesourarias.Declarando, de coo-
formidade coro a decieao dada nesla dala a rece-
bedoria da corte, que os titules passados em paizes
estrangeiros, que liverem de produzir effeito no
imperio, esto sujeitoa ao sello devido, Oxo ou
proporcional, conforme a, natureza dos oteamos
ttulos, vista do disposte na ordera de 28 de fe-
vereiro de 1857 e do art. 39 do regulameolo de
26 de dezembro de 1860, que revogaram nesla
parte a ordem de 29 de outubro de 1851, que
mandara cobrar indisiinctamenle o sello fizo
por aemelhantes documentos.
A' recebedoria, declarando, para sua intel-
igencia e devdoa effstlos, que irregularmente
procedeu cobrando o sello Oxo na escriptura de
transaccio e ralificacao da cesso feila por D. An-
tonia d Padua Pereira Borgeaa Jos Fernandos
Pedroso &C, para haver a hersoca do sau fina-
do neto Cindido de Souza Leal, recolhidaaoa co-
fres pblicos; porquanto, anda quaodo enten-
desie que nao Ihe era applicarel a dispoaicq do
art. 39 do regulamento de 26 de dezembro de
1860, nio poda em calo algum cobrar aquelle
sello, rista da ordem de 28 de fevereiro de
1857, que revogou oesta parte a de 29 de outubro
de 1851, determinando que os actos a ppela U-
vradoa e expedidoa am paizes estrangeiros que
liverem de produzir seus efTeitos no imperio,
fossem sojeitos ao sello fizo ou proporcional do
cagulamento do 10 di julho de 1850, conforme
natureza dos meemos ttulos; deve portanto a
dita repartico tazet arrecadar o sello proporcio-
nal correspondente quantia de 1:6009,.raoeda,
forte, importancia do prego porque foi cedida a
heraaca pela herdeira de Jos 'de Carvalbo, no
ralor de 1:000$, e'mais 6009 que posteriormente
receben a herdeira para ratificar a primeira ces-
so que fez ao dito Carralho, transferida por este
a Pedroso & C.; restituiodo a importancia dd
sello fixo, individamente cobrado quando Ihe
fr requerido, ^''instaurando o competente pro-
cesso de multa aos empreados que arrecadaram
este sello, para que Ihes imponha a mesma. mul-
ta, ou delta os releve, conforme entender de di-
reito.
Ao presidente do banco do Brasil, decla-
rando, em solugo a consulta constante do seu
officio de 29 de maio ultimo, que os depsitos em
conta correte coro juros ou sem elles, nio estao
sujeitoa a tsxa do sello ealabelecida no regula-
mento de 26 de dezembro de 1860.
-8
A' presidencia daa Alagoas. Ministerio dos
negocios da fazenda. Rio-de Janeiro, 8 de ou-
tubro de 1861.Illm. e Exm. Sr.Communica
V. Exc. em seus officios ns. 21 e 22 de 12 e 18 de
agosto ultimo que, vista do artigo 25 da lei
provincial n 388 de 9 do mesmo mez e da con-
digo 3* do contrata celebrado entre essa pre-
sidencia e o negociante da praga de Pernambuco
Manoel Ignacio de Ohveira, em 9 de setembro de
1859, rescindi o mesmo contrato, em rirtude do
qual os assucares exporladosdessa provincia pa-
ra a de Pernambuco sao recebidos e depositados
no trapiche Companhia'da cidade do Recite, afim
de facilitar a percepgao das reodas all arrecada-
das por conta dessa presidencia; e como eue re-
cebimento e deposito deve passar a ser feito no
trapiche denominado Alfandega Velha, na dita
cidade do Recite, por novo contrato celebrado por
essa presidencia com. o locatario do meamo tra-
piche Gamillo Pinto de Lemos, requisita que por
este ministerio se expega ordem thesouraria de
fazenda de Pernambuco para que essa mudanga
nao encontr embarago em sua execocio.
Em resposta aos citados officios de V. Exc,
cabu-me recommendar-lqa que, sobreestando na
execugao do seo aclo, informe com urgencia e
circumstaociadamente sobre a repreaentagio in-
clusa por copia de Manoel Ignacio de Olireira e
Jos Velloso Soares 4 Fiho, proprietario e loca-
tarios do trapiche alfandegado Companhia, onde
actualmente sao depositados os assucares expor-
tados dessa provincia para a de Pernambuco, em
virtude do contrato de 9 de setembro de 1859 ce-
lebrado por essa presidencia, e da ordem do the-
souro nacional de 10 de junho de 1658, expedida
vista de um requerimenlo de varios negocian-
tes do Recife que se queixavam de ser o dito ge-
nero all reco'bido em differentes ermazens, e
indicaram o dos representantes como o maisadap-
do par esso mister por sua localidade e capa-
cidades
Aioda quaodo eate negocio fosse de ioteresse
puramente prorincial, nio podia o goveroo im-
perial deixar de atteoder qoeixa dos aaaigoau-
rios da representado, apreciando B raies da
conveniencia "nhfa, rf i11 ni daeraUd* a iu-
pro-
CtBvqpiefifiifl pulule*t>rqua foi decretada a
orisaclo que se coulm no artigo 25 da lei r.
viudal da 9 de agosto ultimo, e a presidencia da
provincia osou immediatamente dessa auierisa-
cio, assignando o referido cooUato em data de
10 do mesmo mez com o bacharel Jos Aalooio
de Magalhies Bastos, como procurador de Gamillo
Pinto de Lemos. locatario de meucionado trapiche
Alfaodega Velha.
Nao cooslara ao goreroo imperial, nem em rir-
tude do ariso dessa presidencia, oem por alguma
parlicipagao da thesouraria de fazeoda de Per-
nambuco, que Jos Velloso Soares & Filho ae
houreasem mal no desempeoho de seus de veres
coolranidos para com o gorerno imperial, essa
presidencia a o publico ; e por oulso lado nao
ha eotre o noto e o antigo contrato outra dille-
renga mais do que ser o prazo de seis em lugar
de cioco anuos, pagar o cootratador 2:0009 ao-
nualmenle thesouraria provioctal e reouociar
a presidencia ao direito que liona de rescindir o
mesmo contrato quando a experiencia mostrasse
ser elle desranlajoso aos ioteresses prorinciaes.
Nao peis possirelcoohacer os rerdadeiros mo-
tivos que acooaelharaea o acto de que se queixam
os interessados no contrato actual, aem as.expli-
cages que s V. Exc. est oo caso de prestar, e
que espero prestar a este ministerio com a maior
breridade poasirel.
Deua guarde a V. ExcJos Alaria da Silva
Paranhos.Sr. .presidente da provincia daa
Alagoas.
A' thesouraria de Pernambuco, ordenando,
de centormidade com o que foi decidido pelo
tribunal do thesouro nacional em sesio de 30 do
mexpassado, que exija dos directores da compa-
nhia Peroambucana Coaleira a Vaper, que retor-
cera a caugo que prestaram por occasio de ae
Ihes tornar effeclivo o emprestimo de 300:0009,
autorisado pela lei n. 1,044 de 20 de setembro
de 1859, risto que'os bens dados hyyotheca.se-
guodo o termo que acompanbou o officio da dita
thesouraria d. 173 de 22 de agosto ultimo, alm
de aerem pela maior parte de natureza precaria,
e de oo terem sido regularmente avallados com
assisteocia do agente fiscal competente, nao ene-
gam ao valor do emprestimo, porquanto os vapo-
res Iguarass t Persinunga nao deviam ser acei-
tos seno pela quantia porque se acharo aeguros,
isto o primeiro por tOO.OOOf, e o segundo por
60:000j. Feita esta rectiQcago, ficar reduzida
a importancia total doa baos bypolhecados a ria
271:6424675 sojeitos a a batimento na hypothese
eventual da urna adjudicaco 4 fazenda nacional;
e poitanto torna-ae indispensarel o reforgo exi-
gido, no qual nio derer ser admiliida por com-
pletamente Ilusoria e sem preslimo oesla occa-
sio a hypothese do novo vapor que a companhia
pretende mandar rir da Europa.
10-
Circular is thesourarias.Ministerio dos ne-
gocios da fazeoda. Rio de Janeiro em 10 de
outubro de 1861.Jos Mara da Silra Paranhoa
presidente do tribunal do thesouro nacional, no-
lando que as informagdes prestadas aebre os
requericneotos de empregados que padem apo-
seotadoria, eu a gratiificagio addictooal por mais
de 30 aonos de serrico, os Srs. inspectores das
thesourarias de lazenOs llmitam-ae a declarar o
tempo de servioo dos supplieaolea, sem aooexa-
rem a taes ioformages as notas reservadas de
seu comportameoto e serricos extraordinarios,
oa forma exigida pala circular o. 22 de 2 de margo
ultimo; ordena aos meamos Srs. inspectores a
fiel observancia dessa circular, em officio osten-
sivo bu reservado, como Ibes parecer preferivel;
comtaoto porm que nos casos de a^rosaoiadoria
oo deixem de informar muito explcitamente ae
a prelengio est nos preciaos termos da lei, oa
ae conrm ao serrico o aeu deferimeoto, e dos
de pedido de grattficago,.se os iudmduos que s
solicitam sao empregados da merecimeolo, eal&o
capazes de continuar a servir e til a aua coo-
aerragio oaa repartigoea a que pertencem ; risto
que aem inleiro coohecimaoto desse requisito e
Circomstaoclas que a mesma loi apona, nao
ae pode bem apreciar decidir as referidas pre-
lenges.
A' da Pernambuco, ordenando, em deferi-
meoto ao requerimenlo do escrirao da receble
ria dss rendas internas geraea da provincia, Ma-
noel Antonio Simas do Amaral, informado pela
respecUra presidencia em officio o. 83 da 28 da
gosto ultimo, que pague ao supplicante e aos de-
mais empregados da recebedoria o augmento dos
vsneimeatoa concedido pelo g 10 do art. 12 da
lei o. 1 114 de 27 de norembro de 1380, a cootar
dessa data.
Ao inspector da alfandega da Parnshyba,
rajnela doPiauhy. recommeodando. em vista
u que commuoicara em officio de 17 de agosto
ltno, relativamente aoa abusoa commeltidoa
pelos commaodantes dos vapores Camossin
Urussuliy, que maiade urna rez seguiram va-
ge m deixaodo de rceber as mslasdocorreiocom
grande prejuizo do servigo publicoque leve ao
coohecimento do presidente da dita provincia os
referidos factos, quanto ao commandante do va-
por Urussuhy, que oertence companhia de na-
vegago dono Parnahyba, e ao presidente da
provincia do Maranhio os relativos ao comman-
dante do vapor Camossim, da companhia Mara-
ahense, para que essas autoridades deem a este
respeito as providencias que estiverem ao seo al-
cance, emquanto pelo ministerio da agricultura,
commercio e obras publicas, a quero nesta data
se ofTicia, oosstomarem as medidas que forem
convenientes para que se nio reproduzsm seme-
Ibantes abusos.Offlciou-se ao ministerio da
agricultura.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do governo do dia IS de
novembro de 2861
Officio ao Exm. bispo diocesano.No dia 24 do
correte tem de reuoir-se os eleitores do primei-
ro disincto desta provincia na igreja do Espirito
Sioto, por achar-se em obra a da matriz desta
freguezia, aflm de procederem a eleigo de dipu-
tados assembla legislativa provincial. Para que
pois tenha lugar naquella igreja oo dia seguidle
a missa solemne do Espirito Santo, conforme o
disposto no art. 72 da lei de 19 de agosto de 1846
dirijo-me S. Exc, rogando-lbe que se sirva de
providenciar a fi m de ser cu m prida semelhaole dis-
posigo.Communicou-se cmara municipal.
Dito ao Coronel co-nmaudante das armas.
Queira V. S. informar acerca do que oxpe o ins-
pector do arseoal de marinha no incluso officio.
Dito thesouraria de fazenda.Communico
V. S para seu coohecimento, que segundo cons-
ta de ariso do mioisterio da agricultura com-
mercio e obras publicas, datado de 2 do correa-
te foi approrada a deliberagio quo esta presiden-
cia lomou de maodar pagar sob sua respoosabi-
lidade o que se estirer a derer por conta daquel-
le ministerio, no exercicio fiado, ao engenheiro
W. J. Liodsay, sjodante do engenheiro w\ Mar- '
ttneau, e bem assim" que naquella data solici-
tou-se do mioisterio da fazenda a expedigio das
convenientes ordeos para ser essa thesouraria ha-
bilitada com os fundos necessarios para satisfa-
zer ao referido Liodssy a gratficago mensal de
1003000.
Dito thesouraria provincial.Atienta a razio
ponderada no final de seu officio de 15 do cor-
rete sob n. 572, resolv approvar a arrematagio
dos reparos da cadeia da villa do Cabo, sendo ar-
rematante Francisco Pedro d'Advtoeula, que pro-
poti-aela fie-loi com 0 abate de um por cento
no valor do respectivo rgsmcffld~eSeodo nador
Antonio da Silva Guarni Jnior.
Dito mesma.Auloriso V. S., em vista de
sua informagio de 15 do correle, sob o. 567, a
mandar pagar peaaoa que para laso se mostrar
aulorisada a quantis de 120f000, em que im-
porta o aluguel, rencido nos mezes de junho a
agosto deste anno, da casa que serr de quarlel
ao destacamento da villa do Cabo.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. fazer substituir pelo paisano Antonio
Joaquim de Andrade o soldado do corpo sob seu
Commaodo Luiz Jos de Frange Baranna, cujo
requerimeoto ra junto ao seu officio, o. 512, de
16 do correnie, e tica assim deferido.
Dito ao director das obras militares.Mande
Mande V. S. fazer com urgencia os coocertos de
que neeessita a porta do iogao do hospital mili-
tar.Ftzeram-se aa convenientes commnuica-
goei.
Dito ao juiz municipal de Serinhaem.Com a
Dita.O preaidente da provincia tendo em vis-
ta a proposta do capilio commandante da com-
panhia n. 4 de reserva da guarda nacional do mu-
nicipio da Boa-Vista, sobre qae informou o res-
pectivo commandante superior em officio de 18
de setembro ultimo, resolve promover a alteres
0 guarda Liberato Aires Guimaraes; e ordena
que no prazo marcado ao art. 77 do decreto o.
722 de 25 de outubro de 1850. se Ihe passe pa-
tente, bem como a Antonio Jos da Cruz-e Fran-
cisco Manoel Gomes, que j foram oomeados este
lente e aquelle alferes da referida companhia
e esto contemplados em ditas propostas.Com-
municou-se ao commandante superior.
Despachos do dia 18 de novembro
de 1861.
Requerimentos.
Abaixo assigoados, praticos das barras e portos
desta cidade.loforme o Sr. capitao do porto.
Delphiuo da Silva Tarares.Nao tem lugar
a vista da informagio.
Demetrio Jo> Pinto.Reroetlido ao Sr. juiz
municipal do termo de Nazareth, para fazer jun-
tar cerlido de idade ecumprir o disposto no arl.
12 do decreto n 817 de 30 de agosto de 1851.
Flix da Cuoha Teixeira.loforme o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Francisco Jos Machado.Informe a cmara
municipal de Goianna.
Guimaries & Azeredo.Dirija-se thesoura-
ria provincial.
Jos Francisco Ribeiro de Souza.Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional do
muoicipio do Recife.
Alferes Manoel Germano de Miranda.Passe
portarla conodendo a liceoga pedida.
Manoel Pedro de Castro Lima.Sellado rolle.
Miguel Jos da Motta.Informe o Sr. director
do arsenal de guerra.
Marianno Francisco das Neres.loforme o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
M.moel do Niscimento.loforme o Sr. inspec-
tor do srseoal de marinha.
Melchisidec Aarao de Albuquerque Lima.
Passe portaria concedendo a liceoga na forma
pedida.
Satyro Emiliano Meira Lima.--Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional deste
1 municipio.
EXTERIOR.
FRANCA.
As garantas offerecidas ou prestes a ser offe-
recidas pelo rei da Sardnha ao Papa foram re-
digidas cora urna certa habilidade, e sobro ludo
enconlra-se aellas um luxo de promessas que a
muilos illude ; coorea: por tsoto examina-las e
rer se o Papa e os catholicos podem aceita-las,
E primeiro que tuto o que se pergunta ao Papa
e o que se he d ? A resposta a esta simples
pergual* faz desapparecer aos olhosdetodo ho-
rnero de bom senso e uo prevenido ludo o que
o progrmala piemoolez pode Jar de especioso.
Pdda-se-lhe que d uuv reino ^r meio da pro-
messas. E' esta, com effeito. ,a coacluso certa e
clara do factura Ricasoli, das brochuras La Gue-
ronaire e de qualquer outro programma pos-
sirel.
Uro reino por promessas. possesso positiva
por palavras, e a capital do mundo por frazes r
eis do que se trata. Ora, pergunto a todo o ho-
mem de bom senso, o Papa e o mando caiholi-
co podem aceita-loa ? Fagamos ama supposigao.
O goreroo espanbol diz ao rei de Portugal: < As
oceupages da corda ros eofadam e fatigam ;
ceda V. M. a corda a nossa affarel rainha (que
Deus guarde !)eser elle assim soberano de toda
a Pennsula uniconflada ao seusceptro. V. M. mui-
to fiel conserrar de .mais todas as honras da
realeza ; lera como nica propriedade o seo pa-
lacio de Lisboa e outros, e ser tirado para elle;
um drzimo sobre as reodas do seus amigos es-
tados. Se D. Pedro V aceitasse estas proposi-
tos que peosar-se-hia d'elle? Dir-se-hia por
toda psrte que perder o juizo, e faltara i honra
e sua dignidade. E' o que derer-se-hia dizer
copia da informagio, ministrada em 4 de oulubro do Papa, se elle snnuisse s proposices pie-
n Ikmn no (i une miiv^ain* A t? a n A a n(Hnin >. V r r
ultimo pelo juiz municipal da Escada, e officio
em original do coronel Hanoel Gongalves Pereira i
Lima,A que elle se refere respoodo ao de Vmc de
25 de setembro, derolrendo-lhe o do lenle co-
ronel Jos Affonso Rigueira Pereira de Bastos
Dito ao gerente da companhia Peroambucana.
Pode Vmc fazer seguir para os seus destinos os
rapores Persinunga, e Iguarass oos diaae horaa
indicados em seu officio de 16 do correle.
Dito cmara municipal de Bureiros.Cons-
tando esta presidencia, que ainda esto func-
ciooando a cmara municipal de Barreiros e os
respectiroa juizea de psz do quadrieooio fiado,
por nio ter sido approrada a eleigo a que all
se proceder em 3 de margo ultimo para oa no-
ros vereadores e juizes de paz, recomaiendo
mesma cmara que, tendo presente a acta da
eleigio que nao precisa ser approvada risto que
oeuhum proleato ou reclamaco se flzera contra
a sua regularidade, nos termos do ariso de 13 de
margo de 1854 dera juramento e d poaae jual-
les funcioosrioa.
Dito cmara municipal da villa da Boa-Vis-
ta.Em solugio ao officio que me dirigi c-
mara municipal da silla da Boa-Vista em 26 de
outubro ultimo tenho a dizer qae oo pode
mesma cmara pagar despezas de custas se oo
com aa Ternas para eate fim votadas o>que oo
seodo ella aufficieole dora indicar no seu futuro
ornamento a quantia neceasaria para pagamento,
o excesso de que trata o citado officio a o maia
que for calculado.
Portara.O presidente da provincia attenden-
dondo ao que requereu o profeasor publico de
liogua grega do Gyronasio Peraambucaoo bacha-
rel Luis Carlos de Magalhes Breves e tendo em
visla a ioformsco do director geral da iostruc-
cio publica resolve conceder-Ihe dous mezes de
licenca com ordenado.Commcoicou-ae a direc-
tora da iostruccio publica.
Dita.O presideote da provincia resolra da
cooformidade com o disposto no art. 65 da kei o.
602 de 19 de setembro de 1850, privar a Mauoel
Rodrigues de Souza Carralho o Antonio Luis
Peixolo de Barros doa poslos de leante do car-
po de carallaria n. 3 da guarda nacional da co-
marca da Boa-Vista para que foram oomeados
por portaria de 3 de setembro de 1860, visto nao
terem solicitado as respectivas patentes oo prazo
marcado no art. 77 do decreto a. 722 de 25 de
oulubro daquelle anno. x
Dita.O presi lente da prorincia conformndo-
se com a proposta apreaentada pelo commandan-
te do corpo da carallaria o. 3 da guarda nacional
da comarca da Boa-Vista, sabr que informen o
respectivo commandante superior em officio de
12 de outubro ultimo, resolra, da conformidade
cora o diaooslo oo art. 48 da lei o. 602 da 19 da
aetembro de 1850, nomear officiaes do mesmo
corpo oacidadioasefeiotea:
1* companhia.
Alferes Thomaz Pedro da Aquiao.
2* companhia.
Alferea Mxime Jos da Cruz.
3* oempaohia.
montezas. Mas dirio que ha neste caso urna e-
norme differenga : se o Papa oo aceita os ofle-
recimenlos que Ihe sio feitos, despoja-los-ho
dos seus estados, eo rei de Portugal nada tem a
receiar dalealdade da rainha das Espaohas. A
differenga sob essa relagio certa, e muito
provavelque roubem ao Papa a sua corda ; mas,
primeiramente, a espotiscio nio d direito al
gum ; em segundo lugar ella nio durar : a mo
de Deus se tem feito muito seotir sobre os per-
seguidores da igreja, e os Papas sao sempre ele-
vados a seu Ihrono ; em terceiro lugar, a espo-
liado devendo ser longa, conrem primeiro que
ludo salrar a justiga e a honra, e os Papas najo
faltario a ellas.
Ha urna mxima de sentido coramum que ae
applica aqui mararilhoaameote : Nio se dere
dar o certo pelo duridoso. O motivo por que
Deus quiz que seus representantes sobre a trra
fossem soberanos, a necessidsde de sua inde-
pendencia ; a razio do poder temporal dos Pa-
pas que elle a gsrsntia da sua liberdade no
exercicio de saa aatoridade pontifical.
Ora, al aqui esse poder temporal tem com
effeito garaotido a independencia do poder espi-
ritual ; um fado histrico, e ha mil annos qae
dura. Como querem que a igreja o faga cesar
ella pr.opria, para langar-se no ir/certo e na* s-
renturas de um futuro deseonheeido. Sa-to-ha
resoarel ? As garantas, taes como ellas sio for-
muladas pela brochara que no-las faz conhecer,
assim comegam : c O poder temporal, constitui-
do nos seculos passados com o tim de assrgorar a
independencia da Santa S, nio correspooden-
do mais ao fim para que foi creado, est ei fica
abolido.
Nada dizemoa desse estilo estraragante e desta
aem ceremonia ridicula, nos fall tempo para
tal. O poder temporal corresponde hoje, Como
sempre ao fim para que foi estabelecido, a isto
pela propria natureza das cousas, por que rea-
leta traz a independencia.
Somente, depois qua a revolucio tem1 seos
direitos oa Europa, e que os'que sio os seos
instrumentosodem impuoemeote stscsr os aeus
visinhos mais fracos a despoja-loa, o Papa tem
oecesidade de ser protegido celas nagss ciho-
lieas. Qua se daixe sem forca armada dorante
um mez um reino da Europa) ere-lo-ho. A
tctica da reroluco na Italia muito simples :
ella agitana poros por anas promessas e embus-
tea, exita aa paixes, eoveoena os deseontenta-
mentos, impels rerolts sob pretexto de refor-
mas, d armas, lauca anas tropas e aeus sicarios,
fax marchar ea axerattoa plemontetet, e exclama:
Vede, os povoe nao querem maia aeus sobera-
nos, ronhe trazer-lhea a liberdade. Ah I ella
Ihes trax a miseria, es pesados tmpostos, o aba-
t meato daa cidadea, cojas caoitaea tornaos-se
oabecas da prefaitura ; traz-lhee pres, ro-
aos, laceadlos, espiagardeamentos a dettruigoes
de cidadea inleiras ; sie (setas estes que na-
guata poda por em duvida. Vardade qae o
poro anetttano quero erre; elle bem i mal
potencias, c E mais adianto, S. M. aarda a l>asa
em presenga de Deus e 4 face do mando e aco-
pen ho solemne de proteger pessna do Papa e
de relar em que a independencia da Santa Sedo
flque iotea. Pergantarei primeiro ene tade
que esta gsrantia de potencias. Soaponeeaaoe
que a iodependeocia do pontfice masaa (arida>
Ou auniquilada, por que oo evidente qae ora-
se caso ellas iolervenDana. como reat***lce-
ro essa independencia? Fario a guerra pee
obter esse resultado ? E ae nio quizerea tazo-le.
se se nio julgarem a isto obrigadas. ni m
forgar a tal, quem aa persuadir ? Eu in-
dependencia ficar, pois nulla T E se firona
a guerra, que odio do goveroo italiano cantea
o Papa, que ter sido a causa delta, qae raow-
goes, e que inlregas surdas e ocealtaal Se-
r uro nunca acabar. Demais, a rsalo, ana
que consiste essa garanta daa potencias t O
que d'ella ? Onde est 1 Esquecia-me, po-
rm, de que o redo Piemoole loma oemoeoho
solemne, ante Deus c os horneas, do proteger a
pessoa do Papa, e vetar pela independencia da
Saota Sede. S. M. aarda entender proteger
pessoa e independencia do Papa, como prologa
a pessoa a independencia de aessenta biapoa ita-
lianos a que maadou prender ou destorrar, per
terem cumprido seu levar de bispos ?
Que sao as palavras e promesats anta os tac-
tos I Suppoahamos que o Papa esteja no poder
de Vctor Eramaouel, rei de Rjma.no momento
em que elle persegue os bispos de s*u reino. O
Papa obrigado a protestar, a publicar saa pra-
teslagio, a proteger os bispos perseguidos e a
fulminar por necessidsde o aoatbema contra
rei. E poder-se-ha fazer crer que a indepen-
dencia do Papa, sujeita ao principe ser respai-
lada I
Os catholicos nada tem de mais caro, depois
da independencia de seu chefe angosto a vene-
rado, de que sua dignidade e gloria. Foi eate
com efftfilo o segundo morel que leven a pre-
videncia e os principes chrislos, sena iaetrn-
m en ios, a enllocar em sua eebeca nata corda.
O Papa nio chete de urna soctedade da ao-
jos, mas de horneas, se me oio engao. Con-
vera pois dar-lhe a posigo mais propria a im-
primir em lodos e no mais alto grao o resoeii .
de sua pessoa. Ora, maoKestando a digaidada
real que melhor atlioge este resultado. Vire-ae
bem em urna poca de democracia, ha ni rea-
leza urna iotima magestede, mais anda que ex-
terior, que impo respeito ; aenle-se qoo Deas
esi nella para alguma cousa.
Demais, dere-se observar que, quando ea Pa-
pas reclamam a realeza e iodependeotia, nao 4
precisamente para elles que a qaerera, mais sane
para o ioteresse de sua divina miaso ; ainda
menos para sua individualidade que para a digni-
dade de catholicismo e honra do mundo caiaa-
lico. Que I duzeotoa milhoee de catholicos nao
merecem que seu chefe traga ema cordiT E sa-
nara governos catholicos qnem o despojarse del-
ta, quem coosummaase esse alternado sachlaga
cootra o catolicismo todo intelro ? Mas ea asa
eogaoo, querem cooservar ao Papa sua realexa;
ougamoa as Garantios : A egreja e a prac,* de
S. Pedro a oa palacios do Vaticano, caos anas
dependencias, pertencem sua aaotidadn n a f
succeasores. a Observon-se coostsnteaseate qae
o papa Piu IX percorria as diversas pbaaes da
Paixio do Salvador; oio lha filiara maia da
que iato; aera um rei da zombaria. pneer-sa-ba>
dizer-Ihe como a seu Meslre : Ave rtx, Judeontm.
A Fraoga permilti-lo-ha? Como componaaca
do abandono de aua realeza, e para continuaco
de sua rerdadeira iodepeodencis, do ana honra
e dignidade proroelte-ae ao Papa a a ana egreja
mundo e fundos ; a esta como a segando parte
das Garantas. Ougaesos :
< E' bom que se saiba qae o goveroo de re
(da Sardeoba) eat reaolvido s dar egreja, ua
Italia, urna liberdade tal come nao goza em paiz
algum do mundo.
a E' com eSeito bom que se seiba ; porque.
fillaodo-se francamente, nio se davitfaria disto.
vendo-se o que se pases nessa dilosa Italia, o"
El-dorado da liberdade da egreja. Fren lasa a
desterrara os bispos, preodem e maaaacrasa ea
padrea, impedem o mais que possirel qae as
administradores diocesanos curaprara sen dever,
e o uoico bispo favorecido uro rebelde ao Pap
e egreja ; aupprimir as commaotdadaa relicta-
sas, roubam e profanan) os heos rrrlaataaticoa.
Eis, de fado, a liberdade da egreja na liaba.
E' esta a qae nos promelteisf Qaiesqner aaa
sejam essas liberdades futuras, duas ahaerrateas
as coodutem sen justo ralor. Nada ha sobra a
Ierra que possa compensar para a enreja a paria
da realeza pon ti fica I, pe I a bem simples o peresap-
toria razio de que ella a late da primeara,
a raz preciosa a eeeendal de anas liberdade*. a
independencia de seu chefe supremo. Em se-
gundo lugar,como j observei-o, todas ansas pre-
messas, por mais magnificas que foaaeaa, ano
phrases, e eis todo. Has o que positivo o es-
pirito ante-calholico do goveroo sarda ; o qae
positivo ao oa factos liberticidos qoe acaba se
(embrar, a que alo com certeza bem prapitea a
dar ralor s promessas pieaa >otezas.
Terminemos por urna eonsiderac que ae ap-
plica a todas esaes altas anseteos ladarnaa, e
que de urna importancia capital. Ha hoja, ha
muitos annos sobre tndo, orna teas*
prelengio de governos verdaderamente
sa, o qae podem trazar aa njaioraa infamia
a prelengio de saber melhor da qae a pareja
que Ihe conrm. Compreheade-ae, com esteta.
que eaaa principio nota vas eetabaleciie, pasai ata
mui fcilmoata, sob pretexte de teas, rir ee sanie
tristes extremos. A ogryja teda pela voz ue sea
chea supremo, pala voz da loaos aa) asa
excepgo a'uro e, pela rox ea leda a
co, exceptuaede nasa iolma miona, deplaradn.
e aoalhaaalisado a expoliagao do Papa. Ifia-
guem duvida do peosameoio de chela Baguala do
catholicismo ; todos os bispos ae maatJe
raro-no de espirito e coracae. Infates doa
crem aar maia aabtoe do qae a egreja, a
am consecuencia diatol
O PaME Dcsoatx-.
{Monde. Andrade lsma.1
INTERIOR.
O ser. etaitas ele sastrte as-
Tamos, com o publico, tetada
considerar como ama pepiaelra ae
cae, qua ao faitea par admmietraca
em geral quando se trsta de obras poticas, vean
loan par aaaociacio a idea do lene a fausta ?-
blica.
E ae alguma excepclo Um haride 4
insigaileanie, a de tal netorrna, qae anana
pereebtda, por falta de rarsete)sano propria
isto assim, tasa sorpraeaisla a
a maaeira, per qee rai seade fetia
Varadoero deets cidade, eah a
cooselhado para rejeitar o jago piemoatez e qae-
Teaente o alferea da 1* Jas Antoaio Goncalres I rae coaaerrar sua aacionet|ade ; evUeotemen-
Vtanaa. I te, um poro do salteadores. B assim que se.
4* companhia. I repreaenU a comedia.
Tenente o alfares da 2* Benedicto F. Rodrigues 1 c A iodepeodencis da Saota Sede, continua
Co?lno. a roqhura, ajt* collonada eah geMniia dis
muito digna capillo de ferie, Sr. eaaeUe de Ira-
gata Ciatano Aires e Santa Filgaeirao I
Im vardade o Sr. Filgaairaa. sapea
respailo posea ter apoticaoto a revi
Virgilio, d asa protesto riro coat a a >
do sculo em que vivemos.
A obra do cae marcha com adivinada, l
aloT economa; e estatus tatemadas a aa*


"*''-
folha's
SUJUO SB riMAMWCO- QUINTA FKUU ,1 SQTEMW) M usi,
Deus queira que elle pona conbecer os
i, e nto niufrague guiado por mua pi-
Desejamos-lhea de corsco que se d bem
as ioHian serasnaes sao muitos Inferiores Tata.- Kenie
f"J? ?.' .* U IIIaJf 16TT1Q0. V.* lalas H
eoSr auan i* urna preapeetiva agrdate}, tem eolrado
l urna quanlidaJe de assucar dos sUejos queadml-
J1*** .* ao ofcrt**t8 serom ae Miras pequeas
AU uo ae vadla, por que
oaapre ata obra, e*amiaaodo,:mandando,~ "provU
Ali aJto asstaos iavistmis. qae 6 devem figu-
*",*v<,*c,f a rber- o disjkeiro.
mi agorando s e u '
Je formaHda.le.
E tudo se
o Se. Caetano lveede Souts Pilgute!
tem do auas entradas boas. O preeo do pri-
mero-destaa genero* daoaniaa aobre asado ae
productor, que v o teu capital, e sau trab.lho
sacrificado.nao sei coDiiouar cate estado de cou
ra.oa
lente nos inventarios]tala a 1800 atoja![,Cfratea, e .--
honradez' fH"
E ae por este fado oSr. F,lueirM.4-gno dos' v.z dllr\"Z?ZZTCD.
latoree encoraras, anda o tarabea pela lim-' tendo aeu^nuJ .. ,
a do porto.a otras .o beneficios, que tem em.1 mina L^Tvl,"}*
peta do pono, e otras e beneficios, que t
prehendido levado a effeito com seus proprios
XMuro*, e de alguna particulares, que o teem
judado em lao louvarel empenho.
V"* coahaeee, ka einoo raezes, o porlo do
^ucadourb. nao pode deixar de observar orna
grande diflerenca para o que ki hoje.
Alem da limpeza, que ae nota em todo porto,
o Sr. Filgueiraa cooegMo, por tras da casa, que
ra aer.e de altandegs, ura aterro, onde os navios
ateo i praaxi cacabeado os gneros, eem o gra-
ve loconvaniepte da out'ora da pr-se a pranxa
*Hre o caes, que ia pouco .a pouco arruinan-
do-se.
Do tado-da-ptaga-esl lanbem aienio ura
fiom sierro, que dar fcil e commodo embarque
e desembarque as canoas, boles o oglras peq.ue-
aas embarcsces, flcando-se assim livre desse la-
ecal, que tanto linha de prejudicial saude,
quaoio de inconveniente para quem linha de ali
aportar.
Ohr. capllao do porto tem mandado sondar o
perto e o fio.para que os praticos tenhara pleno co-
fcecimento dos lugares mais ou menos fundos
o oade podero ou nio navegar e ancorar com
guranca os navios.
Eal alem disto emprehendendo o corle e des-
truido de todo esse maogal. que rai deade o
porto at a ponte dp Sanhau, com o que far
m grande beneficio ao mesrr.o porto, alem de of-i
terecnr ama bella nata para aquelle lado.
E tudo isto e muitas outras cousas o Sr. Ciela-
no tem feito e ra conseguindo com os seus pra-
ticos, com os remadores do escaller da capitana
o com olto ceios mil ris, que o goveroo impe-
rial pdz a sua disposico 1
_ Asaira como o escrlptor publico tem por mis-
sao profligar o proceder irregular dos entrega-
dos, os desmandos da autoridade, e bem assim
pedir providencias cootra as iofraccoes de lei
te., tambera sus obrigago elogiar o empre-
ado, fazer recommendada a autoridade, que se
tornorem dignas de respeito e encomios pela aua
honradez e bem desempeoho do lugar, que ocu-
pa no fanccionalismo.
E nos mentiramos nossa consciencia, falta-
ramos ao oosso dever, se nflo dssemos ao Sr
capital do porto Caetano Ales de Souza Filguei-
ras um tealemunho do quanlo elle merecedor
da estima e consideracao publica, pelos bonse
valiosos servigos, que est prestando i provincia.
S*s opau ti. esse urnas duas duziascom iguaes
sentimenlos, ceito que os dinheiros pblicos te-
nam mais proveilosa applicagao.
Dos queira que tanta dedicaclo, e honradez
nao airvam de motivo para a desoneracio do Sr.
capuao do porto, mesrno porque o Detptrtador
aeixa.hi consignada algumas patarras em hon-
r de s, o.
os SriVdb an-
de aasucar aabir
ib vetas de meos preco. isto davido a
iromuoicaQo. O agricultor am
lho.vii comprornet-
- que este patse por as
maos do-, agiota. -EaUado a-neaaa gaTallura
nestes puros nem medida tomada pelos poda-
res competentes, so menos que a fa$a ausleotar
siiraentanao na esperaoea de ser melhorada. S
apparecem circulares, mappas. exames, e mais
exames.e ludo flca em papef sera o menor resul-
tsdo, sem o menor proveito. Hsds mais fcil de
qne ter-se urna reparcao bem mootada, e fazar
escrever para aa provincias, taes papeluxos. Ao
passo que a agricultura sem a menor garanta de-
tone, vemos os imposlos apparecerem vento
argo. Vamos muito bem, brevemente os tribu-
tos aerao imposlos pelo modo por queimpunham
os Felippes de Castalia ao remo de Por lua I
qtiando delle se asseoborlavam; se assim succeder
tambero nos devemos cooer ees algum da igual
ao t de dezembro de 1640.
Pesao a cmara que fa^a o Sr. fiscal eomorir
com os seus deveres, a rafa suioa gosa de plena
litierdade, poe em pelicio de miseria o rio que
passa por dentro da cidade. Os caes andam ol-
te, e da emcorrei?ao dos flscaes. Na seguiote
dire mais alguma coasa.
Adeus:
Jlo CapUtr&nodeAl-
, mia--............ dem.
Jos de Pinbo Uorgai. Idfm.
Joaquim Jos Farreira
da Rocha Jnior.... dem.
t* anuo.
Jos Candido da Silva
dem plenameote.
satUI
Joao
Ru
S4fcr.........
vsreo.doAl-
eprovado.
aosio.
PEBNAMBUtO.
notavel
ioven-
a mesma do-se
e por baixo do gatilbo ha urna
que consiste o segredo da referida
e a csmpanhia cam do Interior da
{Despertador.)
as
e ferir o
CORRESPONDENCIA DO DIaKIO DE PEaMAN-
BUCO.
. Parahyba.
Udade de Mamanguape, outubro de 1861.
K aempre com grande prazer quando tenho de
commonicar-lhe que eate termo goza de perfeito
aocego. seia uto ao m-oos em compeosacao a ou-
tros males que nos aflUge.
Felizmente lem cesaado as correspondencias
^lUlMA .''" P o jorn.es da
capital ellaa s serv,m BB exutar odiosidades e
represalias ; parece que os nimos rollaran, ao
anligo esl,do de calma. Deus permuta que iato
dure aempre. Todos nos lucramos com a paz
concordia. Uegou da capital o Dr. juiz munici-
'ir,0/"1' ^ chava com aaseoto
na aaacmbla provucisl, eotrou em exercicio no
Ha 7 do correte, cessou a ioierinidade.
..-" cW,d# W "o consta, tem
uas coojuncQoes de irregul.iidades, ha um du-
ende que o persegue, a ba voulade, o zello pe-
lo ser trigo publico dos Drs. SebaatUo Lacerda.
aont Razo, Joao CavaloanU, Augusto Carlos
anda nao poderam extirpar o mal,,a crdito oo
estar as suas mos os meios. Urna correico tal
vez muito aproveitasse. Passa como ama das
notabilidades do presente scula a i ustica de
Mamanguape, alocarlo ponto ha raio de as
im dizer-se. Convem ; se deve entretanto aa-
fier quaea sao aa autoridades cujos actos formara
tal especiahdade, ou notabilidad*, nao sao as au-
toridades solidarias em seus actos nem lao pouco
eleve qualquerdellas sor respoosavel pelos actos
dos seus antecessores. Faja ae uslica a quem
merecer. H
Nesta trra infelizmente goza de foros de jus-
ta, honesto, e com pudores de seus deveres ca-
racterea que sao verdadeiros aolilheses desles
predicados ; goza destes foros nao neale termo
por que lodos reciprocamente se conbecem, mas
ns capUal, e em outro lugares que se formam
juizoa por tabella, e dahi provem toda mal. Est
convocada a segunda sessaj do jury oeste lermo
para o da 28 do correte, consU-me que nao ha
grande numero de procesaos por entrar emiul-
gamenlo, de importancia apenas conata-me ha-
verem dous, um de um celebre Cabug pronun-
ciado em enme de morte, aqusrta vez que res-
poade ao jury, j est preso a quasi oilo aonos,
nutro um tal AgosUnbo que em 1858 raalou uoi
pobre menino com qualorze tacadas, e o deeolou
. o nicamente, aeguodo crtente, para ser
eaia morie impuUda a um seu ioimjgo. a a viiu
de tactos deata erdem se pode acreditar que no
coracao de hornero se aninhe tanta ferocidade
Esperamos que o Srs. jurados eompenetrem-se
dos seus deveres, reformen o seu proeeder pas-
ado. cumpram exactamente a honrosa, e delica-
da mwsao que a lei Ibes eocarrega.
,ie,88Jn ,er,OCCMo derouvaroseoprocedi-
meato. flcando ferio que ae eoniinuarem a ab-
solver a individuos que dizem en matei '
utros que ta*,. eu nao ceesarei de gritar es-
cndalo escndalo.
Esta cobeilo caa
- o vu de misterio um dalle-
r. Leonardo Bruno de tal, all dous eaoravoa io-
garam falcadas, um flcou com algumas costellas
ajuefcradas, e conata-me ter morrido, fez-se o
corpo de delicto pela aubdelegacia. depola d um
juez veto eate lar as raaos do delegado, oade es-
teve talvez dous motos, depois foi aa mos do
promotor, este requereu exame de sanidade nlo
sei se seria este iuiregus a alguma autoridade pa-
xa lormar a colpa, ahi esaareoeu-ae o lempo e de
nada mais sobe. Serio tooveajenta que S. Bxc
znandasse syodicar desta fado.
Segando consta-me eoeonlrou oSr. juiz muni-
cipal de sua volta da cvpUal doaa criminosos vi-
Ddo publicamente dentro desta cidade, am ini-
ciado emenme de morle. eoutro pronunciado em
crime de olenaas phy.icaa; este oi capturado a
nundado do juiz aui,i quando oa prender o subdelegado que porcoas-
monissodomaaooajulz municipal soube da exis
tencia de tal criminoso i muita audacia de tal
genle ou 6 muito cootar com o coracao bonda-
doso de certas autoridades.
Existem esta latoso grande amen de crimi-
noso^as autoridades nao lendo a sua diaposi-
sae-earos uadu'pevJvui-fazer, com gu*ra~n'acjonal
oda aa nodeobior, oooMmolaasto-aosnaBeJ
t?2L^'s/eUaa|rW teirio do Cau lugar denominado ioipapo.mora
iVnt^TV* Ff"*ri*inoso*e S!
ulpng de S. Antonio. Km Santa Cruz mora
untal Cosme dotal. quadizem aer eliminse no
to Grande do Ierle,oa.8iUo Cruz ooriooVJali-
^lfXI e, um. il eri0 qWt>do. como ve
consta, pelo ehefe dopoJioa. No Caite est um
nezerior chamado GajgiBO. Inbau ouuo.-obe-
MarcSuL04^ fer,pelafl- Ni0 Wloi4nos antigs
, ^mlS"D"' ,*> ^"S? <%cQiisideiMos
aeus enmes presenpios. Rom le^apo.^liTono
ffl?; ^ogdMeA S
! .UHW. necWHl*4e dp lar aquiumdos,
carneo,, fialo -eao| d ^ pfa0a,. esta oa^
pondera -,ua ., ^^ pessiv.rmU^ 'twe
boa, Aqu et o Dr. fosmipoi^:Vp*dT0-
I
f REVISTA -DIAR.I.
No da 23 do correte devem embarcar, afim
de seguir no mmediato pela amanbaa para a cor-
le, os objectos escolhidos cora destino de figura-
ren] ua exposieio central.
Assim, pois, cumpre que os visitantes se deero
presss cm apreciar os objectos expostos: or
quanlo no da 22 exclusive lermina a exposico
coutinDando todava aquella dos objectos restan-
)1,M ac .** 1ata0 encerra-so a meama
total e definitivamente.
m 7 ^onc.orreQ POicSo o artista Jos Frap-
clsco Bento. cora teoda de ferreiro em frente da
fortaleza das Onco-ponUs. com urna
fechadurs, que se recommenda por sua
,/!" 1U" um efpelho 1Uft conlo> To e-
gredos importantes, no mesrno existem dous
aigapoes, sahindo do primeiro superior um faco
l hLS/gHDd ,f,eri0r T6ie enlrau d h 0
a bocea da pistola.
Para ibrir-Se ou fechar-se
doaa voltas
mola, em
chave.
A pistola
fechadura.
deu.rrourn.d?rl,la Peaij0 de r,ri" P
deu alguas tiros com a sua machina, fazendu
pollas da chave tocar a campanhia
P^A ",cbB,.de, '"colej" doDr. Sabino O.L.
1 rabo, denominada Aguador dynamico. que s
SS?.-." C6,ra S'la da P*'Sa<>. lri daa
vantageos que parecem resultar da dieposieSo de
suas pecas essenciaes. que o mamo Dr. Sabino
muito competentemente habilitado, allrma se-
roB. evioent.ssimss, aprsenla a curiosidade de
mostrar em cada vscoleja5o um numero novo
!aV2!! Pla n,e,aliC8- 1u ex'sle um lado e
para cima da machioa, de nde resulta infallibili-
dade em o numero dea abaios, que se quer dar
preparagao horaeopslhica.
Essa machina satisfaz plenamente asviaUs dos
mdicos, e as necesidades da pharraacia, sendo
os fin? que ella preenche : '
1.* R^gularidade e energa constante de forca.
.-,-.Re"la,1'M8i.eni o numero dos abaios. que
sao msreados lofallivelmeote no cootado,
ces Reguiar,lla,le flas dynamisaQes ou dilu-
4. Presteza e alceio dcwservico.
Bfi.iuiHUJ,,ino dJ ,Cao d08 medicamentos ;
iof.lhb.ijdaae em sdus effeilos ra quaiquer d
suas dynamiaagoes. segundo as indicaces mr-
bidas especiaos. v
Resolveu S. Exc. qua fossem juumenlaos
e entrassem amexercico, os vereadores e iuizes
de paz do termo de Barreros oovamente eleilos,
porquante chegou-lhe ao conhecimenlo que an-
da funccionavam os do qualrieonio fiodo. sob
pretexto de nao ter sido approvada a eleicao, que
ali se procedeu em marco ultimo para taes
lunccionanos.
O seto de S. Exc. basca-se
- em nio ter havido
nenhum protesto ou reclamaco contra a regula-
ndade do processo eleitoral.
r Fr*mJconcedidos dous raezes de licenca
comordenjdo ao professor da lingua grega do
My.n.h,-I Sro,,n|. "harel Luis Carlos de
Hagalnaes Breves.
naZ Na0 leD.do D0 pr,z0 ,eal licitado aa res-
pectiva patentes os Srs. Maooel R. de Soma
Larvalho e Avotonio Luiz Peixolo de Barros, tu-
rara privados dos poslos de tenante do corpo de
2,ffiS.u.3da guar,la nacioual da-'ca
An7FltKl de l d correte foram ooroea-
dos. sobre proposta do respectivo commaodanle
superior, offidaes do corpo de cavallaria supra
Mfn?na.d0k ? Sr"" Thomaz Pedro de* Aquioo.e
Mximo Jos da. Cruz para alteres, este da 2 e
aquella da 1" companhia; e Jos Aolonio God-
calves Tianna e Benedicto Fernandes Rodrigues
V }ln9T ,e8BtoS' MU 4> e qielle da
o companhta.
s7 F.oihp>ia,0Vdo Por Portara de igual data
?ri;Kb'l,0iAiwG,,iinM alere d
cempanhia n. 4 de reserva da guarda nacional
domuoiciijiodaBa-vista. nacional
MiT lAInsanbaaI21) woiversario da chegada de SS.
aldea da 'fi. S'0!^"*' ler'uar. > '""os
aloes da .asa n. 1 da ra do Trapiche, o baile
de inaugurado da ociedade CU6 Commtr-
ca*,curaposla, em sua maior totalidade de
pesaoas empregadasno commercio. Nada se tem
poup.do, dizem-nus, para obrilhanlismo desaa
.grandioM. re8MU d 'oni?*"ario d8*se dia
Acaba com 0 litulo fl uni0 /rico de
dermU. '"aua"? Cfl.9 -w -TO.qS
.i.r-h 5 alla ^importancia social. geralmele
.iiribuido ao distioctuslmo Iliterato portugus o
Sr. Jos-Feliciano de Gastilho.
Pondo de lado o primor de osiylo, e valenta
de argumenlaQ5o que Unto brilhsn oe.se es!
rn,0!^*.?816"* d^ue lMU lao >"pitanta de
aclualtdade. que moguem delxar de procurar
at se distingue pela nitidez daimpreaso
Porlugueze e Brasileiros, amantes das lettras
esobre ludo da lodapendeuci. de urna Mto*
irmaa, que se aoha novaaaoie ameeada de lo"
*T%nheSprh',; t*03' MmoxoepW de um
s, uao podeun escusar-se de pessuirT anteo suas preciosidadea Mlterarias, a indica da puUi.
1K: mneaSe .di^^1-antia,como uo-to
venda Nogueira, em cuja teja ae asna a
Segunda-, vM mfM o prau-de regiatrar
mais um< fado, ana altamente ataos* ooaraia
tT^l0 cHnwcd'.Siqueir.Lflpoe, uB
legado da Iraguezi da Floros.
hm das doarino.p-ssaao um tolanotMaaOel
Joaquim. aaaassioora bosi)aa>mota: a fcfc.rtal.oo
PtaacA1 "S6*0* M'wS^^artnV de
,Psjc. Esas pervavso, que, por tantas vezea
cp^gujo iUudir asdelig.ua., .^Steia, mu!
mamoota, suppoodo repouaw tatjOMilio aom-
du- ** W"*^. l-todeia4r*i.o pelo
dito auhdelegadn: fazemas foteernars que a*
autoridades,da P.r,hina, a quamft. J8L,taS
o dtio criminosa, la* promofs a mais severa al
lagtuma powcao, afia deque por ut modo se
Ure todo o precio ttot ^teitows, o fcsd,^
audacia sos criminosos. 7
Hoatem foi i sitado o palacio da expoaicao
por 1^56 pessoas, caaj,c4ijontmofaitaa-ae a
cifra de visuantesABJWr^T^^^
Fuara acia na Uouldade do direito no dia
3
Cndido alartii de
Almtlda....... ...,gBp. plooaaente.
Antonio de Seuza
. Bar\............. Idam.
Amonio Jos Marques. -dem slmplestaeale.
, 4*'asMo.
Luu Bacreip_Corxa de ..
Ifanees............ App. p4enaenle.
r.miliodeHoraes Das. dem.
Antonio Pinta de Men-
donca...............Uam simplesmeote.
, ^ &* anoo.
Virginio Antonio Csr-
neiro de Albu-
qoerqne............ Approrado pleaamente.
Abel Greca............tJeo.
MclchadeaAuguaiode Os >
Azavedo, Pedia......dem
irmioo Barbosa Cor-
deirn------.........dem.
. Paasageiros do vapor brasilefro Apa, vinde
dos portes do norte: D. Emilia Cavalcaate de
Oliveira e 2 escravos, Jos Fraodaco de Oliveira,
rlepnques Joo Gustavo da Silva, Antonio Joa-
quim Teixeira, Manoel Rebello de Oliveira, fcla-
noel Jos Teixeira, Antonio Jlo Ramos. capHo
Luu Antonio Goocalve, Jos Gsrcia Alves ds
silva, Manoel Gomes Moreirs, Candido Jote An-
tonio, Joao. Umbelina, Josephioa Hara do Nas-
eimento, Guilherme Pulifarchen, Nicolss H. Ver-
Rara, D. Manoela Davila 1 fllho e 1 criaOa, Joo
Joao Jos Dias, e 3 escravos a entregar.
Segueta para o sul: capillo de engenhei-
ros Domingos Jos Rotrigues e sus senhors, ca-
p 3o Maooel Jos de Meoezes e sua aeohora, ca-
pilao Josi Antonio Alves e sua senhora, tenente
Francisco Joaquim Affooso, cadete Nelsoo C. B.
de Aisia Ricardo da Silva Marques, Cetario Ao-
tunes J. F. Queat, Hanoel Soares.
Passagetros do vapor /riinun<;af sabido
para Macei e portes intermedios : Jos Antonio
Lopes Juoior, Antonio-Euzebo da Silveira. Jos
Francisco da Triadade-e sua irma Joo Moreira
de Queiroz. Paulina Africana.
No dia 18 do correte foro recolhidos
casa de deteojo 9 horneas, sendo 7 livres e 2
escraros, a saber: a ordem do Dr. chele de poli-
ca 4, ncldsive os crioulos Ciddido e osu o
primeiro escravo de Autooio Brlto, to segundo
escravo do capillo Joaquim Francg ; a ordem
do Dr. juiz municipal da segunda vara t, a ordem
do subdelegado de Santo Amonio 1,. a ordem .do
e 8. Josl,.e a ordem do da Magdalena 1.
Paasageiros da crvela a vapor nacional Pa-
ra'n**. viodo de Fernando de Norooha :Capilo
Landido Leal Ferretra e sua familia, capillo Jos
oe Lerqueira Lima e sua familia, alteres Pedro
Carlos Nogueira de Bowmsooe sua familia, alie-
res Draz Avelioo Freir, 32 pracas do exercito,
10 presos de justica. Alexaodrioa Mara do Espi-
rilo Saoto, e 4 farrilias dos soldados.
Paisageiros do la te nacieosl Inrenciee,
sahtdo para o Aracsty:Jos Carlos de Carvalho
Jnior, Manoel Jeronymo Caminha Raposo da
Lamara.Filippe da Rocha Bezerra.Simao Joaquim
de Souza, Manoel Ignacio Jlezerra, Dr. Raduf
IheotOQio Bezerra de Mello, Jos Dominguas Ri-
Deiro Joao Vicente Ferreira, padre Joo Leile,
Frauklin Alleluis Mag.lhaes e sua familia.
. ~ Pasageirosdo hiale nacional Piedsde, sa-
hido para o Rio de Janeiro :Fr. Luzda Pureza
Machado, Antonio Cardoso de Miranda, e 10 es-
cravos a entregar.
jioutalioad do da 20:
Auna Maria da Coaceigo, Olinda, 94 aonos, sol-
teira, Boa-Vsla, estupor.
Urula. fernambuco.ae annos.solteira, escrava,
npi-Vita, ulcera oa bocea.
Paulo Aflooao do Reg Macelo, Peroarabuco, 11
aonos. Boa-Vsla, urna coxalgia.
Mana, Pernambuco, 6 raezes, Boa-Vists, t-
tano. '
Francisco das Chagas Borges, Pernambuco, 21
onos, solleiro, Boa-Vista, tubrculos pulmo-
nares. r
Joaquim de Paula Lopes, Portugal, 50 aonos, ca-
sado, Boa-Vists, meninge peritonile.
CHROMICA JUlCURM.
JURY DO RCIFE.
5.a SESSO. DIA 1 DE NOVEMBRO DE1861.
/ redsncio do Sr. Dr, juis municipal da ari-
meira uara, e 'juiz de direito interino da se-
gunda Hermogene Sooratet Taporas de Vas-
conctllot.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Guamo Lobo.
Escrivao privativo, o Sr. Joaquim FrancUco de
Paula Esleves Clemente.
Veriuia-seestarem proseles os eegulotes Srs.
juizes de facto :
Dr Jos Sergio Ferreira.
Jos Maria Pestaa.
Antoaio Botelno Pialo de Mosquita.
Pedro de Alcntara dosGuimares'Pouoto.
Jos Joaquim Ferreira de Carvalho.
Hanoel Moreira de Meodooca.
Joao Vicente de Torres Bandeira.
Jos Cetano de Medeiros.
Srttenano Pinto.
Balduioo Jos Tavaresda Silva.
Joaquim Antonio de Santiago Lesas.
Virialo de Freitas Tavarftf.
Autooio Valenta da Silva Barroca.
Aotonio Luiz de Amaral e Silva.
Joao Bapsla Seve.
Joo Alves Machado.
Joo Pedro de Jess Matta.
Francisco Aotonio- de Briso.
Joo Francisco do Naacimento Feitoaa
Foi dispeossao de servir na presente sessao,
u?,.n*h h"er "S*"" P"-* provincia do
Maranhao, no da 12 do correte, o Sr. eapito
de fragata Joao Baptisla de Oliveira GuimarSes.
foram relevadas as maltas impostas no di* 19
aOJ oT9a
Dr. Jos Sergio Ferreira.
Severiano Pinto.
Cumpro Observar que oSr. Balddio Jos Tava-
res da Srt.a, havsndo comparecido ao dia 18,
.nao rol multado, como por engao foi publicado
na revista paseada.
Emi .eguid. foram multados na quantia de
-W8, paraoseofreada cmara municipal do Reci-
te os seguales Srs. : .
Jos Luiz Pereirs Juoior.
Ur. Maooel G.gHl da Costa Alves. .
Commeodsdor*Antoaio Jos de GasUo.
Jos Ferraz Daltro. oar.
SebastiSo Antonio de Mello Reg.
Irioo Coelho da Silra;
Flix Jos Pontea. a
Dr. Fetippedw Souza Leos.
Cooselheiro Dr. Francisco de PaulaBapUsta.
Joaquim Viegas. r
Arwr de S e Albuquerque.
Andr do Abril Bezerra. <
Jos Ca.valcanii de Albuquerque S&.
Aotonio Igaaeio do Reg Medeiros.
Jos Aotonte de Oliveira.
Jeao Fraocisco da Silva Mendoocd.' k !
anoel Joaquim Ribeiro.
Aalonte Nanea de Oliveira.
|aaoel Joaquim do Miranda Save. i b os>
Hermenegildo Coelno da Silva.
'Torqualo da Silva Campos. > i sa
AOtonio Goricalvea Ferretra Qascio.
Joaquim Jos da Silva Gurmaries. > *ai
Manoel Ferreira Anlunes. -
M s noel djo Soeta^ Ferrei ra. .slill
r.aaiu a .
"edfo Frandaca da Costa.
______utaPins.
Siqoeirs.
'ende* da Silva.
iirs.
Martina.
. ira Alves.
noel da 8itasd.opes. -
JowuinsvsWn.rdino de Q M:do4MVavMoodonca.
If^fcLopo. abrigues.
Antaro J ceme da Arsujo.
Franeaeo Peretra Lemos.
Domingos Jas Alves da Silva:
AnJ?010 Mxime Muniz Ferreir.
Nao havaodo comparendo numero legal da
itaHpPK2?8" ****-
Antonio Jos ds Cosa Reg.
-Fdjo Alexandrin n,i. rIIBarfle.
Aotonio Radrigues Lima.
Caetano de M Joao Joaquim da Costa Leite.
JoioVfcfenllm da Silvs.
a*Bi'tof**rrfr* #..
Antonio Jos de Moraes
*oo*ooSantos Souza Lina.
Kredenco Lopes Guimariee.
Jos Lourenco de SaofAona Barros,
Manoel Luix Viries.-
Jos de Vascoocellos.
Eduardo Ctaadlno Cabral.
Joao Ferreira Villela.
Firmino HercoIsBO Baptisla Ribeiro.
Vicente de Paula de Oliveira VUlsa-Boaa.
Joao Francisco Maia.
Joaquim Ferreira Puntes.
Antonio Fraocisco daa Naves.
Manoel Ferreira Piato dMraujo.
Nada maia hayendo tratar-se, levanta-se a
sessao que designada para d dia 20 do correa-
ta DIA 20 DE NOVEMBRO.
Prendencia do Sr. Dr juiz municipal da Ia ora
ejuxz de direito da 2*. /Jermoosne Scrates
Tacares de Vaeeoncelloi.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Guarni Lobo.
EscMvo privativo, o Sr. Joaquim Francisco de
Paula Esteres Clemente.
A'a 10 horas da^manha, erifica-se estarem
presentes25 juizes de facto.
Sao multados am 20 aqoelles qae. havendo
Ido ootlQcados na forma da lei, deixaram de com-
parecer sem eaeusa legal.
Foram dispensados deservir na presente sessao
os segrales Srs. jurados :
Aotooio Jos da Costa Reg, por haver i servido
no anno correle.
Pemcti*oleX*niltn0 rUS Caa,arB' por WmUco
Antonio Francisco daa Neves, por estsr enfermo.
Joao Francisco da Silva Mendonca, por estar au-
sente fora do termo.
Procede-se sorleio
res, e sao
facto :
Joaquim da Costa Leite. -
Joaquim Ildefonso da Motta Silveira.
Manoel Jos Dantas Jnior.
Francisco Jos|Beliem.
Flix Feroaodes da Paz.
Jos Jseiothoda Silva Mendonca.
Francisco Ribsiro Psvo Jaoior
Mathias Antonio de Mello;
Justioiaoo de Albuquerque Bello.
r "l," hanoel de Albuquerque Mello.
Candido Casimiro Guedes Alcoforado.
r. Afonso Fernando de>Mellou
Miguel Jos deAbreu.
Domiogos Fraocisco Tarares.
Joao Vieira de Araujo.
Francisco Deodalo Lios.
Antonio Sergio da Cruz Muniz.
Manoel Vieira Perdigo.
Jos Candido de Souza Castro.
E nada mais havendo a tratar-se adioo-se a
convoeacao para an.anha pel-s 1Q horas do dia.
Aos, elitores do
1. circulo.
Approximando-se o dia da eleiela para depu-
Udos provinciaes, a eanviodo qua si partido conv
ervador cerr as ana. columnas, rimo apresen-
lar a chapa do primairo diatricto que fot appro-
vada pelo directorio, e que de esperar seis
be aceita pela, naembre. desse Mrtido, paro
que aioda urna vas aa prava que h unio oflr-
oteza de prracipiea, a que a lealdade de obrar
aeu melbor padrao de gloria.
Prtmriro dstrteto.
Visconde de Carnsragibe.
Bario de Muribeca.
Dr. Augusto de Souza LeSo.
Dr. JoaqwrarOVSoots Mtris.
Dr. Francisco do Reg Barros Bajretto.
Or Cypnano Fenelon Guedes Alcoforado.
Emprecado publico Manoel Coelho Cintra.
Dr. Theodoro Machado Freir Peraira da Silva.
Dr. Joaquim Piras Machado Pertella.
Um atlaV.
oesla occaaiao altamente
Correspondencias.
Srs JUdactores.-ti* ha eego maior do qae
aquella que nao quer ver. em culo baso ae pode
Clasucar aAlma do pobre homsm do Passmri-
?,!' ? 8eu Diario de hontesa; porquanlo
notielando muitos crimes commettidos em Bebe-
nbe, nao apona nenhum. o que, pedimos Ihe
fa?a quanto antes, declsrando se foram ou nao
processsdos e presos, quando o caso fot de priso,
etc. Quanto ao que diz o Sr. padre Bandeira
do faca, que intimaado-lhe o fiscal da cmara
de' pirada a ordem para elle desobstruir urna ser-
ndao publica, o mesrno Sr. padre! rompeu em
diatribas cootra o fiscal, e derrarhou teda sua
bilis cootra as autoridades que noTo deixam fa-
zer o querer, do n,o4 ,u U,^ p.r.eo elc>i
etc.. e o pona do fiscal soffreu ludo isso com pa-
ciencia evanglica, quando devia prende-lo vis-
to como para isso deu elle bastante causa. Nio
pode o Sr. padre Bandeira. ou a Alma do po-
bre, como elle se alcuoba. vir ao| publico aem
menoscabar a policia de Beberibe. cora o que d
exuberantes proras de que desejt urna polica a
seu geito para fazer o que Ihe confier
Aguardando a resposla do Sr. Alma do Pobre
etc., tica no seu posto o
A'enlineita de Beberibe.
dos juizes supplementa-
sorteados os seguintes Srs. juizes de
Uommunicados.
Lendo no Diario de hnntem 1*0) as correspon-
dencias das provincias do norte vi na do Rio-
Orande o resultado da elei;o que ae procedeu
para depntados provinciaes, que veio confirmar a
meu respeito a noticia que pelo meamo paquete
l,,il"ado',""a"igod,nl. Nella o corres-
Siu .Hh!,c^eTenc,0 ,is,a aos dPdos, por
a i ,r em ,rea cl.sses, segando ( como
aisse) as aprecia} dea dos dasirtnc.Sore.. Est.n-
ao comprehendido oaquelle numero, e nao ten-
do autonsado a alguem para me classiOcar como
satelliie desse ou dsquelle, ou declarar minhas
convu-coes poltica, protesto contra a tal classi-
ucacao. e declaro que nao mudareldo meu firme
proposito de proceder conforme me guiar a lei e
miaba consciencia.
Aproveito esta mesma occasiSo, por nao ter
outro meio mais prompto de manifestar a mioha
aevera gratidlo nao s aes meus patricios o ami-
go, que espontneamente se digoaram de dar-
me os seus votes, como larobem quelles que a
pedido raau ae intoressaram para o mesmo flm.
Knlre estes mu especislmente aprsente os meus
protestos e sinceros votos deaeaizade e recenhe-
ciroento aos Srs. Exm. Dr. Gabriel Soares Raposo
da Cmara, vigario vereador Francisco JustiDo
Hereira de Brito, leoeotea-cerooets Jos da Costa
villar e Luis Aotonio Ferreita Souto.
Strvam, pois, estas lgeirfl lichas de symbolo,
de homeaagem e gratido, em que lhes flca o
vosso patricio e amigo dedicado. '
Antonio Aladxm de Araujo.
Apresento-me candidato depulaco provin-
cial pelo 1* dislriclo eleitoral oa provincia da Pa-
rahyba ; veoho poia sollieitar os vetos dos meus
patricios e amigos em favor da mioha caDdida-
Viveodo desde a infancia entre os parnambu-
canos, quo sao sempre generosos em acolher os
irmaosde urna provincia amiga, nao aeja este
um motivo para fazer eamorecer a conflanca, qua
ja uma ve depositou em mim, quando me fez a
honra deeleger seu represeotaole.
Julgo oppoituna a occasio pira fazer desva-
necer' preoecupacps que o eapirito de inveia e
maledicencia tem taito aoprar contra mira ds
*Hr ostentado sempre inimigo do meus pa-
rn
que
No .aao do 1825, qa
brioso e allaeairo para
que Ihe cooiraoaia oa
aecordaado es ches,
P>nci# i vvt*-nasjaM
Sr. lente Jeo Carlosdoi
O honrado oosaaaarcanta Jos* j
u Machado seu praatimaoo pan asnaJAava ata a.
sr, quando ofaosjanta dsssMr U
do o, avaenco ainate, uaos*,
ani sublime genio dava-ih, ja swo
raeninieo meimo ; e ji no perpasaar
que o cooduziam a puberdsota
genio-^enesminhou-lha os pasea
1832 era um menino que lia o llnanaa o an-
cravia correctamente. fazenoa>-ai aspronr sniii
para a Ailemanha, afim de lw-TTsna il...
a sua inlelligencia no proprio loco do linir.fcnra
O nove Bitas deixa as baleas alo Carita asM oa-
tria, para ir ostentar longos toma seta ata naa
americano, naa licaadu pe^Manaaau I > u
Dtrigta-liM
P*m.
a am
sempre considerado e sncenao
prolessores, qs viam nella, nio
discpulo, porm urna fronte ampia smo
idaa maduraa e refiectidas I.... GosswT
Ailemanha o carao de humi '
lar paterno no anno de 1839 i
caos do pao, e ss aaeigaice* do am
en pae aiciau-lhe entao na p-rt__
h.vi. reservade-o conramia-esn. a
dependente e eamo proptia do
profisaao exerceu por um anoo
que a sua existencia linka n*^,
horsoota mais dilatado, sleaocoa
ceoca para ir applicar-se em estados
que c-onseguinde, foi psrs s capital ato inapsns
sentar praca de marinha no aono Se 18*1/^
Nao desmeotindo all a nnaso q>a feavia aaa>-
geado as letras, o governo imperial
de 1818-epoca de Napaleio lil^gn*. do
Mim fez-se avrodor I.. v.m m
Inglaterra, cujas suts lambona visitou ad
do amigos nos mestres; e nos condiaeiMtaaUmatoa
-tanto pode o genio I.... tanto poda. W-
11 O 9 | o a> sj
de 2. teoeote da nossa armada ; o esn 1854 vol-
teo Pars em vi.gem de in.tenao.
te-.",0d,! T" ,0,aa"eota. a cuota da ees*.
tsgoes este homem traba ooeessidsdn de qneai
Ihe mitigasse o espirito, e do qaem adocasoe-lao
o somno do pensara en lo. ~San iae
de de 21 anuos o coracao clama por nr
direito inaufenvel i humanidade, aarnda co
eu, nao troca expontaneaaaanta aa i
Public aiQoes a pedido.
Diario de am medien.
As aguas t os ares de Beberibe.
Me parece que deve aer lomada em cooider-
??o pe os mdicos do Recite a seguinle observa-
cao coibida na mioha pratica.
Um homem da Parahyba, de 30 anooa de ida-
ae, de constitaico traca, era alTe*tado de urna
aiarrha chronica. que sempre augmenta D.
^sel1aa^lalai0a. que ento o abats cooaidera-
Seus soffrimentos datavam de mnito lempo, e
dizia elle que jeatava cansado dd lomar reme-
dios de botica e cazeiros, e at mesmo remedios
horneopathicos. Em lo lameolavqis circumslan-
cias procurou-me para dirig-lo em sea trata-
ment, e como me declarasse que jamis
deixaru seoao curado, ou mortal entend
devera satisazer aua conflanca, d lalves un
esperanga. racumbindo-me do seu1 testamento.
Tendo-Iho administrado, sem proveito, alguns
medicamentos, e sendo o calor miui intenso na
cidade; e alm disto estando prestos a desenvol-
ver sea epidemia enoenca no Recite, porque
ota 14 lavrev. em Santo Aolo (foi isto em Ja-
neiro de 1856). julguei convenieulj acooselha-lo
para que sabase da cidade e proc rasse o campo
onde a frescura e pureza do ar e da aguas pode-
nam operar alguma modiflceco fevoravel ao aeu
restabelecimenlo. Dando este cons lho. eu occul-
tel as spprehensoes que linha cenca do funesto
resultado de ura ataque de cholera em lio asadas
conaiccoes ; seria o mesmo oue i Uro de baila
no mexo da testa.
Retirou-ie o doenle para beberibe, e dias
depots me appareceu para perguoar-mese poda
turnar banhoa no rio; respondi-lhe afrmaliva-
menle. Passadoa 15 ou 20 dias, i o muito me-
lbor, e oo fim de cinco mezes acbava-se comple-
t.mate boro. > "*" -
V de notar que duran^ l reinado do e*obrijm?.P7/ ;f'da ***}?* lho penda soa I A-
oror6,,a c,p,ul e aeu5 arredores. e o BCV? e "orrer por ella, era am .ctiOeio da pe-
mett. ao tratameoto nreve..vn ^ndo!",? arsTreZ'h^tl E "ho cre$cia e -
Dor isso' itl.i bn,ha,a- ^""o a Pcm crueia
por isso. lano amor, cortaram
do secute pela ate placida dr^ISo*?..'^
Sr. leoeote Machado amou. a aman coa asm
rervor e pureza que cooatituo a opoaoa o symbo-
lo sagrado de um aojo de paz, de amor, e de #-
peraness 1 amou de veras, coa aa fibras ato co-
racao, e com o tumultuar das patanes ana urna
pa avra nesse anno desposou pa presenca ds re-
ngiao, urna nobre senhora Riba deesa paiz.......
Fazeodo parte da osqadrilb"qn"coVdta'
L,sDoa a nipre lembrada senhora D. BatooAa-
l\'u' i \Sr- DcPero v- ^vSL.
oabiio de Nossa Senhora da Cooceicao da villa
No anno de 1858 tornou a vir para o sau pas
onde pelos bons serviepa que prestou foi promo-
vido 1. lente. ^
Kscreveu algumaa e exeollentas obras, aonos n
marraba, as quaea nao aciment beer.a. a illas-
a corPr*ao o quo peneuci., como i mim.
vos, e todos que somos Brasileiros, a (oigamos
de ver o lustre de um oosso iranio, aeia nao ar-
mas, aeja naa lettraa.
Completados 20 anooa de smeos, teso n
merco do habito de S. Bento de Am, qM u,
orna o peite. *
Mal sabia elle o quadro qae Ihe reservava o
desuno, para traze-lo descuidoso no sor nr das
honrasl....
Tenho tratado perfuncteriaatonta da vida pu-
blica do Sr. lenle Machado ; agora, p.romu-
rae, saohores, que me oceupe brevemente da aun
vida do coracao e do senilmente.
Um filho leve de sua esposa o Sr. leoeote Ma-
chado ; seo amor redobrou por ella!
No filho era um manancisl de espersneas ; na
nao
tratameoto preventivo
veratr, e cupr, um apoi outro; e, ou
ou por outra razio deaconhecida. o cholera
tave poder sobre elle.
Duraote o uso dos banhoa. em todo o lempo
em que a epidemia anda nos pouipava, elle fez
nn,n'.Mn-,e *.* Chn' 6 de 8ulf- 7wcllmonta
perd esta obiervacao, e
opportuna de
eaperei occaaiao
renova-la. o que leve lugar em
mas dous individuos, sendo um homem, e urna
mulher, que Acaram igu.imente turados.
.nrren h c.onhpe?>to de algumas pessoss, que
solTrendo de afleegoes chronicas abdominae. t.es
como uflammacao do ligado, do estomago do
"0-16 raco,brado a sade cornos ares e ba-
nrf,fa 6'H,6e-~M" (,ue ,e dpve a""b"'
prolicuidade dessss aguas oas affeccoes do baixo
venlre? Depender issn smenle do
iza. que como se sabe.
pro-
ester?o peta
aOdenovembfodeinmi:
1 no.
Fjci*>oTaapp3n>oo
CfclfPiato...,..,.v., a^#a)roMdJBJ,nleaian^tata.
Manoelfdleatioo de Olvete.
Thomsz'TeixOir. Bastos.
Praneisco 'de/Vurd'Wreirifdb Andrrte.
Jos Alves Amandas.
iJulto.Caldss Pires FeTrvJftn.0-'-'
.Florencio Tertaltaoo do fcsted Cfrdf, '" '
'Faustino Jos 4i Penseos;
Antonio Ferreira da Sir^'WndBY. *-<*'> <
Iziooro Pereira dos Res. *
Candido Pereil*^i6sJero.l>,* "un
ComrnendaoorMaowie.miHo Pires Fakio.
Innocencio Garca Cha-vea.
Aotonio Jos de Alnrefda Ribeiro.
Antaoia Rioaado o ago.
Joa Felicio oe Oliveira.
Jos Luiz dos Santn.
Astaooio Jos ooMnrsM Sirnteoto.
Joao Gonjalres Prea Ferreira.
HA
trietos.
Ura preceptor que preenche os seus deveres de
Dra?V.ei-que "an8(e com a Ignorancia,
K!ffL t,l*, Mr,,. "id"*. tom sido
confiada ao sea uidado. a tara antes digno de
ser venerado pelo desempeoho da aua importan-
ie missao.
cedido"0 C0D9c,n6' PwWto do haver assim pro-
Espero quo os elitores qae se digharem de
ooadjovar a minh. candidatura, portan, apreciar o
mtorasso que me lasa, de ser til i mioha
'locia ; e de quo vmpenho todo o
sua prosperidad*.
Que me offerecam elle a ooeailao de deixar-
lk""*! pr" ^ q-e ,Bmo' e cumprirei a
mioha pala vr a.
Recite, 20 de neeenrbro de 1881.
Dr. Iraneisoo Pinto Pessos.
"il f
Coostaodo-me qae oa lente da Fscoldade de
Direito asseverara que um des candidatos repro-
vados no coocurso a qne ltimamente se proce-
deu na mesma Faculdade, mandara soltieliar por
ioiermedio de atguem o seu voto, apresso-me
em deolarar quo falso, quaoto a mim, ter 1o-
eombido 4 esse alguem de semelhaote eora-
nrrssso.
Nunca sotHcitei rotos de preferencia em ne-
nhom dosconeorsos em queme teoho Inscripto,
rui sempre extranho taas manejos, porque eu-
tendo^ueostogaTwde lente nao saoproprie-
. 1 -"Jf. ""**!: e"ue aw* ser etraferibrrt
ao mrito dos concurren tes. Nests conriecao me
proparo sempre para a luta, e confiado />*;
espero vencer. *
So deesse aereditsr que os lentes da Faculda-
dedo ttfrenodoReeffome tem votado execra,
eao, como falsamente sesos ensinosr, eu descre-
riade srt rnissao paterlde.pree*ptored. que se
Modereo inq*vn., *. eontimootos humilde, o
wnteis de odio ou de despeito ; e, quando assim
aeentecesso, uio serta renos sssigoalado ornen
triurrjpno.
J*^*^!'*#>*t,*otnbiim Trosrror
tade. tve sempre o sea esmfaho.
**s a dec,ara?ao cima para que i ni aritos vi-
tee, aproveiiatMv>jii|a ama ealomntarhjeDo
oiesttMfam impnoemewtd.
to, 28 de b vemVto -eto UN. 11 i
Pr.Fraoctaeo Pialo Pesaw.
aeu estado
... raesrao na estaco
?,?"a"0 .I1"0 d .mel dia ^ordinaria ;
ou existir nella de mistura algumlprincipio acti-
vo medicinal, capaz de despertar es tercas da
oaiureza contra o principio morbfico, que as tem
suspendido nesse genero de mole.lias?Aven-
tando esta questo. eu me confesu inhabilitado
pera resolve-ls porque nao me consta que at
hoje tenham sido essas aguas exaninadaa pelos
processos chiraicos, sem o que nenjhuma soluco
cientfica ser possivel. Contenterao-oos
por ora com os factos, era quanto
algum espirito indagador, que os
meio ds analyse.
O estudo dos LOOAnES, dos ares,
tan essencisl i pratica da medido
Htpocrates, ha mais de dous mil nonos, tratan-
ao dessss materias lhes deu a maior
as desenvolveu convenientemente
luzes que haviam nesse lempo.
E fora de duvids o seguinle aphorismo ubi
bonai smi aonoi. t 6onu. u6i mbfa,, m ma.
lutUidem est aer. (Onde as aguas sao boas : o
ar bom ; onde sao ms, o ar tambera mo.)
Chamando a atteocio dos medios para este
poni, eu nao olvidare! econselbar os doeotes de
soirrimentoa abdominaes que procurem colher
destas ebservac.6os os resultados j justificados
pela experiencia, antes de tentarem urna vlagem
a Europa, sempre loeommoda para OBque.oflrem.
As agoss de Bellas e de Cintra em Poriugal
sao magoffleas pera as molesiias doi orgoa .0-
domlnsea; mas asile Beberibe em Pernambuco
nao Ibes sSo inferite.
Ur. Sabino Otegmrio Lud,
pois
nao appsreee
esclarec por
e das aguas
a que o sabio
importancia
segundo as
ro Pinho.
_ ; Para.
Orapdo fnebre do ?. ente da armada Joo
Carlos de Sonza Machado, pronunciada na
ermwfes do\esmtlsrto ata Snledade.
Veniet vide. S. JeSo c. 11 v. 31.
Senhores.A ceremonia publica I.... o acto
aolemne !.... entese I..... acerqai-vos dette
ala*oeI..... olhae.... olhaebemt... attendei
para dentro delle!.... O qne vistes !.... Um ho-
mem qne nochegar desua trigsima sexla estd-
fao anda hontem chio de vida, rindo com m
,iSa'*** e hondos, tengo estaVa de supobr
qno boje havia de dormir nest.teito exiguo eaba-
:,,<>r.....oamabhla tambbm.... e'depois... e
empre I.,.. Um homem efue anda rlonlem olha-
v para o co e renda agradecido am canto ao
Wdodor,- qae j& fcao fi0 ,iyoreJ;er de ho:e .
porque e bulco da> aua etisieocia tempeatuosa
aesloz-se era um temnortl certadi ; e o cedre
quo fjeavaVihe frontdirosbalou-ieji-veraou
mnrehou erahio I... Qm contraste !
dOrra !.... Que drtrerenca !....
flontem
orto ,
quiobio da
nal o divo i
emsasde
------- em flor oa diaa desta mi
que deixaram um orphio, deata esposa ana oor-
dii10 consorte !.... o que soffreu o esposa, a
que, sentio entao nao ae pode dizer; porque sao
ia i la m termos, porque nao tenho ideasdesase
scrmmeotn I....
O Sr. Machado pareen que cabio do co coma
um anjo perdido, n'um inferno de paixes pon-
As vezes era
dormia, porm
nio se rene a vida I
nann*' '"L-1'^ raci'a>. lelo que
sonha um roubo no filho. aps a esposa I...,
morle da esposa decidi de um teluro rico
um corpo que andava, fallava a
que oo viva, pola que ntaso s6
de
que mu-
o eopro da vida I Hola p barVJd'di
. Honlem a obra de rSeus1?.... Hola o
trra f.. Hontem o hemera racio-
0 I Hoje o cadver inerte.... i merc
de todos.... hh-to..,. mud glido! a paludo.^!
Astm como a aereonauta arrebatado '
^o da terri
vaosingradno o espseo descobb.ecido, at dr
no racuo o> ^un^komblvs, hlig-.iVE o ir, defi-
rtta i nwrrp ; as^rmWtd homem, estabeli.alqta
I fclt IT11 A KiJjf^l
espersneas! Nio viveu nem amoo. eo-
!d ?,"*, S!fa- t"rda >ae lraiia Proator-
nado dianie de lao immeosa saudade. Oa albos
aa sua sima pnneipiaram a nublar-se no meio
das irevas de tamanha dor 1 Cada dia do seu vi-
er era um aflecto desfolhado, ama esperaoea -
ludida, um cruel desengao.
E o mundo o que fez, o qoe fez a aociedada
para salvar do abysmo este novo David, qae nlo
poda consolar-sel....
O mundo I.... a socledade I.... Entre elle o
o muoio s haviam queixas 1 entre elle siso-
ciedade tinham-se partido todos os lacos, por-
que linha face de si a desgrana ?.... E o des-
granado chorara reclinado sobre nua desventura
e o mundo girando en urna alhmosphers cor-
rompida e m, longo de Ihe dar a mi para o
salvar em tempo, como os irmos de Josi o tan-
ca na cysterna do abandono, cioso de que o sen
nome fosse na patria urna legenda de gloria, e do
brilhantes feitos (,... E a sociedade fez-lhe mer-
ce de um olhar compaasivo e cynico, e cooleniou-
se em charoar-lhelonco Louco I. .. louca
tel a sociedade que nao quiz medir-lhe a frente
larga e expleodida, sublimo alcacer de urna in-
lelligencia vasta I,... louco foi o mundo que nio
quiz aoodar-lhe a alma escandecida de dores o
de psixoes acerbas coadas alnimamente pelo
coracao afflicto I.... louco.... louco foi o mundo
e lamoem a sociedade, que deixaram sumir-so
um nome, e apagar-sq um genio, que tanto pro-
mettia para as letras patrias, se nlo maresssem-
Ibe os bros, se nio embolassena-lhe o estro L...
Ravolveodo-se a tormentosa lula doa desengaos
e das decepcoes, este pobre Dapid nio encontrn
a um piedoso Joathas que ameigasso-lha a vida
quesereqasso-lhe o espirito cancerado, dizeodo-
ihe duas palavras de amigo, e enebugando-iho
duas lagrimas deduvida e de desatento
Novo Jacob resolve abandonar aa trras rio sea
nr para deixar vootade irmaos qne o oto ea-
raav.rn.
Assim, pois o Sr. lente Machado deixa Per-
nambuco. e procura a nossa provincia para nella
estabelecer a sua estada, e buscar eoosolaces -
tarde era, porm, porque trazis o corscio ermo
?U mI,^0 1qal Jermia8 em sabia a pro^
fundldade da sua deaventura.
Nesta cidade muitos o estimaran de corscio
enlre esses brilba respeil.vel o nome do dtaa
inyector actual do arsenal de marina, f.... *^
o .nr/o de 1881 por convite] do director do
ex-collegto da Santa Cruz, fot convidado para ra-
ger a cadelra de marhematica, cargo qne exarca
al ofuslo do colteglu o loternate do taeeiiV
Ani muilas vezes tiremos o prszer da nao com-
muntcarrnos com elle em cultivo de misase re-
ciproca I Ah mnitss vezes ouvimo-lo fszor ti-
rar do feu mglco abade sooaoeiss a melo-
das, qde enflsriam de invej. ao proprio Amantas
despertando alegre oa poia^tadoVdVtarra !._** ,
!lY" imos Xe,afH Wa a'0' flrl-
merjro \ parece que por dentro am rnlco Um
amecav. mortal., O corceo nadava-lko esa tal n
o oaos em s.ngue ].,.. "^
No correr da noita.de honlem. aabe-se amolo-
vsbiou-soqo leite, e ehamou f9jlk?m
c.mirisndo como qoem pr^aaT,^7* eS
fulminado sochio,
mir sem sab>
o quo o filho vottasa a stoc-
saturaa
cadver recebia aduelln uTmolalpUeaoTlfr
qde ne ttnha pal.sen maj,. qoe Ain
morte, e o ceu anearragava-se da carpir i
do sobre seus restos aanimadod!.
S*I Otaajbo era chavse. .*


iAio di mMmo^ QwwiA m*t tt
ti
A hora en que parea o chroaemetro di sui Vinagre
-
existencia nao ufada saber...
Ao amaohecer oa eos amigo, eneonlraram-no
morto, e a Tardada vos est prosete.
Ei-lo... para que desmatados quadros, quando
all tundes eatatumeta ata verdadeira 1
Dizei-lhe ouUimo adera, a rogai-lhe vola na
alma.
Meu amigo A morte ipoosequeocia da vida,
, sirva-te de refrigerio ao cea a alo precisares di-
xeeaestaaajert em ue nao nascette Mistremeni
mm^miownmont mni, soitomi vos amici ma, por
quaoto estea fue le uffragam aialma sao o arnlt
goa que cettlvasle etn Balear, sao oa amigos para
a vida e tamben para a morte.
Belem, 28 da oatdjjre de 1861.
Padre Gustavo Augusto da Gama e Cita:
(Otarle do Grao Po rd).
RecebitieSr, Jos Josrquim da Costa
l>ite, a quantia de 7:0930250 em par-
celas constantes da edita que nerta data
me eaTregou, Modo proveniente por
parteado dote que o mesmo Sr. e ne
sCnnorft voftcdtdaram dar a la itha
Itmi Mara da Tnndade Lfite, cora a
qtial nte liguei1 em matrimonio, Jlecife
10 de marco de I85Y. Manoel Fer
nand Silva. Como t'temunha, Fran
cuco da Silva Boa Vista, Manoel d'ze-
vedo Pontea..N. 48160. Pg cento e
setsaata r*. Recife 26 de marco de 1857.
Carvalho.CaUaca. Reconheco as tres
arssigdotdrar sop*a : don t. Rccifo 12
de BMmjodi86l Emtetemunho'de
?erdade.O tabelliSo publico, Lui* da
Celta Portocarreiro.
COHHaaKClO.
Novo Banco de Pe mam buco,
O banco paga o 7- dividendo de 12#
por aerjao, relativo ao semestre findo
em 34* de agotto prximo paitado.
Praca do Recife 20 de
novembro de 1861.
\s quatro horas da tarde.
Cotaces da junta de corretors.
Caaraios:
Sobre Londres 2Sd. por 1*000 a M d. vista.
Sobre o Rio de Jaiieiro-l 0|0 de descomo a
15 d. vista.
Descont >
10 0i0 ao anno.
Acedes : -
Novo Banco de Peruambuco 10 OO de pre-
mio.
Leal Sevefr-prerideote.
Frederico Guiaaaressecretario.
caada *180
, aa. -*, votualBdl djMwv
4in4B** de ^amaaeo >16 de novembro de
1861.
0 prmeiro conferenle. Francisco de Paola
Gancalvea da Silva. O segundo conferente, Jos
Tbooiai Oe Campos Querosina.
Ir^S^ie^"!***!, renrdtaaaca 19 da no-
Tsb"bro**881.-raes da Aadrade.
Conforme o 3. acriptdrtrio. Joo Jos Ps-
reira de Parla.
RuadoAzeile de Pe .
(%
Motimcii to o porto.
Advine fmtrodo* ao dia SO.
Barcelona41 flus, polaca fceepevjhola firmasen-
do, da 145 toaeladae, capilo load Torres, equi-
pagem 12, carga vicho pasaaa e outros gene-
ros ; iVnn de Amorim r Pilhes.
liba de Fernanda da Horotrn36 horas, corveta
a vapor nacional Paraense, commandante ca-
pito-teneute Derflao Carloa de Carvalho.
Buenoa-AyreaS9 dias, barca ingleza Porteo,
de 361 toneladas, capillo John II. Guwao,
etfuipagetn If, am lastro ; a Sanador Brothers
tfc.
Navio* sthidor no vaeeaso di.
Aracatybiata nacional lnvraeitef, capilo Jos
Joaquim Aires da Silva, carga differentes g-
neros.
NeTvVerk*-p'araeho aBrariosDO L C: W., capillo
Spooaer Jehkins, carga aeeucar.
Uacei e portes intermedios vapor brasileiro
Persinunga, conutundante Manoel R. dos S.
Mou'ra.
Penes do sulvapor brasileiro Apa, comman-
dante Pedro Augusto Conrsell.
Rio de Janeirohiate brasileiro Pieiade, capilo
Jos Marques Vianna, carga assucare slgooo.
501*000
1M|000
890f
fSSfOOO
753p000
O.
[Horas.
B
a
I i



P3
kthmosphtra
Diricgio.
4\lfaodeaj:a(
Readimento do dial a 19. .
dem do dia 20. ,
, 334 964*3338
. 32 91101l
367:875*319
_AOlo da al fondera.
Volamea entrados comlaiendaa..
coa generoa.. 88
Volames sahidos
a >
eom fazendas..
com gneros..
88
228
312
540
Descarreajam hoje 21 de novembro.
Barca ioglezaAnoe Scotlcarvo.
Brigue hespanholFlimfarinha.
Brigue brasileiroBeberibecharque.
Meeebedoria de rendas internas
ajeraes de Peruambuco.
Rendimento do dia lili 18;914$924
dem do dia SO. i ; i:i33457
20:048881
Consulado provincial.
Raadlmeoto da.dia 1 a 19. 32 4459275
. r Si157fl26
34:602|401
Idea do dia 20
Unidades. Valores.
. cento 1)000
. caada jtfSO
8280
J3i0
380
ALFANDEGA. DB PERAMBUGO.
Pauta dos prtfat dos genero* sujeitos a direitos
di exportfo.Semana, do 11 a 16 de met de
novembro de 1861.
Mercaduras.
Abanas.....:
Agua rdenle de cana. .
dem restilada ou do reino,
dem caxaca .....
dem genei>:a. .
dem alcool ou espirito
agurdente ,....
Algodao em caro o ...
dem em rama ou em l. .
Arroz com casca ....
dem deseaaeado ou pilado.
Assucar mascavado .... >
dem bronco......
dem refinado...... a
Azeite de amendoim ou mon-
dobim........caada
de
I
>


arroba

>
640
-2J8U0
12JO00
1(000
28800
28200
39600
9
dem de coco
dem de mamona.....
Batatas alimenticias .
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem fina. ... ....
Gaf bom...... ;
. dem escolha ou restolho .
dem terrado .,.....
Caibros ........
Cal. .........
dem branca......
Carne secca charque. .
Carvo vegetal......
Cera de carnauba em bruto.
dem idem em velas. .
Charutos. ......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados. .
dem verdes......
dem de cabra cortidos .
dem de onca......
Doces seceos......
dem em geleiafpu massa .
dem em calda. .
Espanador/s grandes. .
dem pequeos.....
Esleirs para forro ou estiva de
navio ...... i ,
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de araruta.....
Feijo de qualquer qualidade.
Frechaes........
Pumo em folha bom. .
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom .
dem ordinaro restolho. .
Gomma ........
Ipecacuanha (raz] .
Lenha em achas.....
Toros ....*. .
Lenhas e esteles. ....
Md ou raelaco......
afilho...... .
Pao brasil ......
Pedraa do-aawlar .
Idejn de flrtar.....
IdvJm irelwlo......'
Piassava.'
Pintas ou cbifrea
uovilhos
Pranohoes de
dous castados.
dem. louro. .
abo.
Jlsapa
ebo em rtrnia.
SdU ou raipieta
de vaccas e

>
arroba



libra
um
arroba

libra
a
cento
libra
1

um
libra

kj
um

cento
arroba
tqueire
arroba
>
um

a -
.
a
arroba
>
cen/o
um
caaada
arroba.
flintai
urna

>
momios
2*000
18280
18120
1*400
4800O
88*100
70500
58000
39OIO
360
160
. 820
38506
18600
240
400
29500
43000
170
220
100
300
118000
i ~
590
480O0
28000
209000
18800
'00
2100
5*100
218000
7gooy
13JUH0
58400
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258UOO
800
109000
48%
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224W
veoto E fresco e assim ama-
A noite clara,
nbeceu.
OSCILA^IO DA SAR8.
Preamar as 6 h. 6' da tarde, altura 7. 0.
Baus-mar as 11 o. 54' da manhaa, altura 0,9 p.
vemrode-Vl?0 ""^ ** m'b^ li deno"
R0HANO STIPPLE,
T* tenente.
Editaese
0 Illm. Sr. inspector da thesonraria da fs-
zenda desta oroviocia, de cooformidade com o
officio de 8. Ezc. o Sr. presidente de 19 do cor-
rente mez, manda fazer publico que parante a
mesroa thesouraria, ser arrematado em hasta
publica no da 30 deste mesmo mas, pelas 2 ho-
ras da tarde, o terreno de marinha que esiste de-
voluto ao norte do armazem do Sr. Baro do Li-
gamento no Forte do Mattos, o qual tem de fren-
te do lado de ierra 40 palmos, e 90 pouco miis
ou menos do lado do mar.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
narabuco 20 de novembro de 1861,-aIsnoel Jos
Pinto, serviodo de officiat-maior.
A cmara raoniciaal do Recife manda fazer
publico para conheciawoto alo oa* *tMt>r.\
y|-vj Eim. presdeme da provincia, por offlcio
de 19 do correte, Ibe communicou baver desia-
nado a igreja da Conceico dos Militares, para a
reurnao do collegio eleitoral deste muoicipio no
da 24 do correte, visto achar-se em obras a
greja matriz da freguezia de Santo Antonio. Pa-
go da cmara municipal do Recife, 20 de novem-
bro de 1861. Loiz Francisco de Barros Reg
presidente, Francisco Canuto da Boaviagem offi-
eial maior servindo de secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Ex.oa.Sr.
presidente da provincia, manda coovidar as pes-
soas que quizerem cootratar a cooslrucco das
pontes nos lugares indicados na nota abano co-
piada, a apresentar na mesma thesouraria as
snas propostas, sen'do os contratos efectuados
sob as condiQes seguintes :
Primeira. Que a importancia das obras con-
tratadas correr por conta dos contratantes, nao
sendo em caso algum por ellas responsaveis os
cofres da provincia.
Segunda Que o governo garantir a percep-
co do pedagio pelo tempo e forma que contra-
tar, com tanto que os contribuioles do pedaeio
nao paguem em cada barreira mais do duplo do
que se arrecada as existentes como receita da
provincia. >mw ua
Terceira. O numero de annos para a perceo-
?ao do pedagio ser regulado em alinelo fre-
quencia do traosito que possa haver a importan-
cia e difculdade da obra.
Quarta. Que as" pontes serSo cooatraidas
segundo as condicoes. planos e orcamenlos apre-
aentados pela directora das obras publicas
Quinta. Que, em quanto nao Oodar o prazo
s percepcao do pedaglo, o emprezario ser obri-
gado conservar a obra em perfeito estado soa
pena de sern os repares necesarios feitos por
ordem do governo cusa do mesmo emprezario
que alm disto pagar urna multa correspon-
DfizeemClaI1, P"'e d" de,'em ue com i80
Sexta. Que as obras sero inspeccionadas
pelos agentas do governo, nao construc?ao, como no que dlirespeilo aos traba-
Iboa decoDaervacao.
Saptima. Que qualquer das obrss, embora
emprehendida por particulares, ser considerada
de utilidade publica, para que possam ter lugar
as desappropnacoes de que por xentur* dependa
a su. ie.lH.elo, e por laso gosac dos mesmos
privilegios que as de mais obras d. provincia
Oilave.^.Que oscootratos astim feitoa ficiro
sujito. approtacao da aaacmbla pwviaei.i
com xcepcao enicameole daquelles que versa'
rem sobre obras de um valer equivalentes irea
conloa de ris, ou em que seest.pular pedaiT
que oo exceda de um anoo. os quaes produzir
logo os seus effeitos. Kwrao
Nota dos lugares onde devela ser construidas
a pontes.
1 S. Joio, na estrada de Po-
d Albo sobre o rio........,....... Caoibarih.
S Tu*., o, -illa de P tf Al iim.
o t-ipuoga a U ,-p. |4Bm
4 Hatee, lomb. esiradadaau.. Taipid.
5 Engenho Trapiche, estrada do
Cabo. ... ........)...... Pirapaaia#
7 -Porto de Podra.........;......'sSrirZesa.
9 Villa t* Barrairoa............. |jB,.
1'" ^aal............... IJe-
12-'Ajmlid".......'........."'" lm**0.
To **at .*"< ................. 8*161
y jAfrUtopoHo aeraojeeeljidae at o fim de de-
jasare do corrate a.no.
K para eonsUr se maodou.aaaaaf ^caaaaasta
publicar pelo Diario. --vwii
SwWavtf dd laesooraiia .ptOfaactai d Pdr-
; :aaa*Ua0,7 davsaare ummT^ Wr
ObSjactMarao, '
Wi>.Si.^s*iMm*oik*om^o>>Vn
r^. ^cuaapriaaaa4af.dHsuloato asa iuata
4tvfraaaaiw nae a mtmolma, qaVaa ala 89
SI'Ifei0]"''"" enwrreVs^Por f$wle*""-
-i.g n
J oa TVftf
vaaaatad a qoeai aatisaea, a tmHtT^T,?. f2\d" 9 horaa da ojMhi,' 1 da tarde.
Joio Montelro de Andrade Malviras.
Ns.
63.Sobrado de um andar, por anno
Raa da Cacimba1.
66.Casa terrea, poraoaa..........
67.Idean idem, por anoe...........
M Raa dos largos.
69.Casa terrea,- por aoae..........
Raa da Seexala Volha.
7f. Sobrado de 2 andares, por anno
80.dem idem, por anno...........
Roa da Guia.
84.Casa terrea, por anno...........
Roa do Pilar,
98.Casa terrea, persono........
As arrematado*, aerio feitas pelo lenpVque
decorrerdo dia da arrematacao at o fim de iu-
nhodel89. '
E para constar ae mande u affixar -o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonrsria provincial de Per-
nambuco, 15 de 110 fe abre de-1861.O secreta-
rio, A.1 F. da Annanereclo,
."* O Illas. Sr. ioepector da theaouraria pro-
vincial, em comprmanlo da ordem da Cae. Sr.
presidenta da provincia meada fazer publico, que
no da 28 do crrante, peraote a junta da (azoa-
da da mesma iheaauraria, se ha de arrematar a
quem maior preco ofTerecor. o rendimeat da,
impostes creado, pelo. jj 16, 17 a 31 do arL 40
di le provincial n. 510 e b aaaim e augmento
dos impostos dos 13 e 42 do mesmo artigo-aa
seguioies municipios :
Bonito.
Brejo.
Cimbres.
Flotes.
Boa-Vista.
A arrematado ser fcita por lempo de 2 an-
nos, a contar do 1# de julbo do correte anno.
E para constar se mandou afflxar presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 15 de novembro de 1861.O secretario
A F. da Annancia$ao.
Pela secretaria do governo s fas publico,
para coahecimento de quem interesar poest,
que se scham em concurso os dous offieios de
partidores do termo de Nasarelh, creados pela le
proviDcial o. 504 de 29 de maie deste aono, de-
vendo um accumular as unecoes da contador, o
o outro aade distribuidor, alisa de que es prete'o-
dentes apreaentem os aetaa requerimentes instrui-
dos na forma do decreto o. 817 de 30 de agesto
de1851 e viso n. 25* de 30 de dezembro de
1854, no prazo de 60 dests data.
THBMIRO
KM Compaohii dramtica sob adireccao do
Declara^oeiT
De ordem do IHm. Sr. inspector se faz p-
nico, que no dia 21 da correte, depois de meio
dia se hao de arrematar porta deeta reparlico
71 resma de papel de embrulho variado, pesan-
?i l!Jten libr,s- Tlor dl libra z ris to-
iai 59000 abandonados aos direitos por Phions
Brothers & C.
M,faneSf de Pernmb"eo 19 de novembro de
? n eC"Pluro. Maximlano Francisco
Peixoto Duarie.
De ordem do Illm. Sr. inspector se fas pu-
blico, que no dia 21 do crrante, depois de meio
da, se hao de arrematar i porta desta reparli-
co, t caixas da marca F R contando 700 latas
7JL ,?e Pesndo 1.050 libras, valor da libra
400 ris, total 4309800; e am caixao vazio da
mesma marca, no vslor de 200 ris, abandona-
dos aos direitos por Marques Barros 4C.
Albndega 19 da novembro de 1864.0 2o es-
criturario, Maximiaoo Francisco Peixoto Duarte.
Por esta subdelegacia se faz publico que se
achara depositados um cavado ruco pedrea, to-
mado pelo tus pacto r da Sincopira Torta, a um in-
dividuo de oome Manoel, que disse ter comprado
a um Manoel Paulo, os quaes escaparam de ser
presos e se pozeram em fuga, assim como anda
existe depositado om cavello magro, rujo pedrez,
ja a nono anounciado, e igualmeote um casta-
oho pequeo, temado a Severino Gomes da Sil-
va,que se acha recolhido na casa de detencio, e
nao pouivel declarar nem mostrar provea por
onde o possuia, cujo individuo voz publica co-
nhecido neata freguezia como chefe de urlo de
cavalios : quem ae julgar com direiio, compare-
$a10f,ub(,e'e6,,c,, d Afogados 19 de novembro
de 1861.O subdelegado,
Joa Francisco Carneiro Monteiro.
Tor esta subdelegada se faz publico que se
acha depositada urna vacea de cara branca, a
qoal foi entregue a eatejuizo por Uearique da
Fonaeca CoitinhOjduendo a ter pegado em seu
sitia destruindo auasplantas) outro sim (ambem
se achara depositadas duas cabras (bicho) : quem
se julgar com direito a urna e oulra cousa, com-
parece. Subdelegacia dos Afogados 18 de no-
vembro de 18610 subdelegado.
Joi Francisco Carneiro Monteiro.
CoDseilio administrativo.
O cooselho administrativo, para foraecimento
ao arsenal de guerra, tem de comprar os obiec-
toe- seguales: '
rPar' Provmento do arsenal de guerra,
500 meiosdesola.
40 meios de sola branca carroti ada.
r?r* corpo da guaroifo deata provincia.
o dobradicaa para dous rmanos.
2 fechaduras para os mesmos.
2 ferrolhoa.
8 dobradcas para um cofre.
3 fechaduras psra o mesmo.
6 ditas para tres mesas grandes.
7 ditas para 7 ditas pequeas.
Quem quizer vender tees objectos aprsente as
iuts propostas em carta fechada na secretaria do
cooselho. as 10 horas da manhaa do dia 27 do
correle mez.
Sala das sestees do cooselho sdmioistrstivo
para fornecimeoto do arsenal de guerra 20 de
novembro de 1861.
Ben/o Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente,
Francisco Joaouim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel, director de ar-
senal de guerra, se faz poblieo. que nos termos
Ir cZ" m,nis,fl de uerra de 7 de marco
de 1860, sa tem da mandar manufacturar o se-
guate :
1R8 sobrepasa cas.
188 eelcaede panno azul
S88 firdetas de brim.
58 calces de brkn.
58 camisas de lodlo;
-985 parea de poternas de panno preto.
Quem quirer arrPq,t,r 0 fabrieo de ditos avti-
Boa. no nrazo de 25 dias. compare?, na sala da
directora do meamo arsenal, pelas 11 horas da
msnhaa do da 23 do forrante tan em sua *ro-
se fiad".'"6 ** *ad*re 9 OMO' pre0 e <""1
Arsenal de auerra de Pernambpoo 20 de no-
vembro de 1861___O erivo.
Francisco Jos-Galvio.
IiispeccXo db arsenal de ma-
rinha.
_ Fae-se publico por ate araotial que a eommla-
ssade,Baaiioa taminaade. .. ferina deWmi-
oaia no regulmeotn annexo ao decrete n 1:324
* Sde feverefro de 18M, o vabor CamaragW,
a companhla Vigilante, achou-n em estado, tt
m^QH M tw,0-**lr*i!ft que
Instecjo-do arsenal de maHrfrar d Pemam-
\mamm de an,m|ffl rJllafc>*4> Htmotm
2JJ0' We Antonio Barbftz. rda-yU
Directora das ftlvaas mili-
artista Germaio.
extra0nMauirla
ei itimieie de
Campos e Jesuina.
QUINTA-PEIRA, 21 DE NOVEMBRO.
Representar-se-ba mullo aceito drama esa
cinco adose um prologo,
Maranho.
Segu esa poeces dlaa o palhabeta oacional
aaaasiaaarAaVtaadlae Manoel da Silva Santos,
para alguraa carga que anda pode receber trata-
se com o seu consignatario P. L. de O. Aseveda,
rui daMadredeDdos n. 12.
Baha.
01EJATEYEEASOH4MOTEJI.
Toda a compsnhia toma parte na represeo-
tacio.
O Sr. Teixeira, em obsequio sea beneficiados,
representar a interasaante scena cmica, que ss
intitula H
BElEfifiAfi).
O beneficiados erantes na tradicional ph'llen-
tropia do publico desta eidade, ousam acreditar
que serao bem succedidos, pan o que desde j
envism o seu voto de gratidio.
Comecar s 8 horas.
Avisos martimos.
Maranho e Para.
. Segu com brevidade o hiato Lindo Paque-
te por ter grande parle de aeu carregaaoento
contratado ; para o reato trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Aires & C, ra da
Crai a. 27.
Para Lisboa
O patacho braaileiro aJulio pretende seguir
para Lisboa oestes tilo das, tem parle de seu
carregameoto prempto : para o resto que lbe
falta, trata-se com os seus consignatarios Ara-
vedo & Mondes, no seu escriptorio ra da Crut
numero 1.
Psra a Batiia segue-efn poicos dfrt a escasa
nacional Carlota, caeit Luciand Alves da Con-
ceico, para alguma carga que aiods recebe tra-
ta-se con 0 sea consignatario Pranelaei L. de O.
Azevedo, roa da Madre de Daos n. 12.
Para o Aracaty,
o hlate aracaty sega oestes dias, mestre Joio
Heortquo de Araattda t a tratar cota Tasso r-
meos.
Para
em direitura.
Segu para o indicado porto o bem condecido
brigue escuna Graciosa, capilo Joo Jos de
Souza. por ter parte desou carregameoto adan-
lado; para o resto trata-se com os ccnaigoatarioa
Almeida Gomes, Alves & C.* roa da Cruz o. 27.
Lfriles.
Importante
VJ)
DE
Para

em direitura o hiate Santa Cruz, recebe carga
a frete : a tratar com Caetaoo Cyriaco da C. M. &
Irmo, do lado de Corpo Santo o. 23.
Fi A Ti.
Ri Grande do Sul
segu no dia 28 do mez crrante o patacho Bom
Jeaus ; para o resio da carga qae Ihe falta, Ira-
ta-se com Caetaoo Cyriaco da C. M. & Irmo, no
ado do Corpo Saoto o. 23.
Para Loanda.
Segu com a possivel brevidsde o brigue por-
tuguez cViajante : para o resto de carga e pas-
sagens trata-se na ra do Vigario n. 19, prmei-
ro andar, oom o consignatario J. de Aquino Pon-
seca.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O tpsa* .....' "'n minii aseada
com milita brevidade, tem parte de seu carrega-
meoto prompto, para o resto que Ihe falta passa-
geiros e escraros a frete, para o que tem asseia-
dos commodos. trata-ae com os seus consignata-
rios Azevedo & Mendes no sen escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Rio d Janeiro
0 brigue nacional ConceiejoD pretende sahir
no dia 8 do crrante, e s recebe escravos a freto.
Para Aracaty e Ass.
Hiate Sania Rita sshe cm brevTdtde traa-se
com Marlins & Irmos.
IStTW;
**.--
tos do forte do Buraon. oa quaes"
le for apretentada as pe.Ssos que
COMPANMA PERNAMBUCA1U
DI
Navegado cosleira a vapor
O vapor Persinunga. comraandaote Moura.
aahir paraoa partos do sul de asa escala 00 dia
M do corrente mez as 5 horas da tarde. Recebe
carga at o da 19 ao meio dia. Passegeiroee
dioheiro s frete at o diada sahida as 2 horas
escriptorio no Forte do Mallos o. 1.
Rio de Janeiro
O palhabole Artista pretende sahir por teda
presente semana por ter j um .terco de seu car-
regameoto a bordo, e para o reato o escravos a
frete, trsta-se com o proprietario Bartholomeu
Loureoco, na ra da Madre de Dos o. 2.
Maranho e Para.
O patacho brasileiro Paulino segu com brevi-
dade e recebe carga para amboa oa portos trata-
se com os consignatarios Marques Barros'& C
Largo do Corpo Sania a. 6. -. a
sjuaaa^asa/li-
COMPANHIA PRNAMBUCAJA
DE
Navegagooosteira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do AmiT. Aracaty, Ceara'
0 vano Iguarssaa, eommaadante Viaoaa,
satura para oa portea do norte de sua eacaU
ateo Cearna dia 29 do carrate mez a 6
horas da larde. .
Receba carga at o dia tfao meio dia. En-
commendaa, pasaaaeiroa e dinheiro a frete at o
^a da ^s.hiaa om 2 horaa: eacnpiorit ao For-
twalanos a. l.
Compiuibia PerBaiataimi
Iti ta
IeetOsdnfnrlni1nRiip.no n. ...____7-..TT1 "*"--------- '.....____:
o ooarente, a oMo<^rdrra barca Li-
(jOviy.tas^.eKcastaatea cosTamodot eof>-
tvtmt trata ment : a traWriOm ojtr
ll^lrltt^
m ruwdo Vigantf n. fr, peisasip anear
ou com o capit&o na praca.
Movis me ricanos constando
de ricos guarda-roupfts de
m3gQo, mesas redondas
com tara pos de mar more,
mesas elsticas, costurei-
ras, estantes para livros,
secretarias, cooslos, com-
modas com armarios, ditas
oom espelhos, ditas com
pedras. apparadores, co-
lumnas para p de cam,
camas francezas, toiletts,
bancas para jogos, porta-
toaihas, cadeiras de bal tu-
co, toucadores de fetios
modernos etc., etc. Objec-
tos para quartos, camas de
casal, commodas, lavato-
rios, meziohas e .cadeiras,
sendo estes objectos de gos-
to inteiramente moderaos,
espelhos com molduras
douradas de todos os tama-
iihos etc.
Sabbado 23 do corrente.
Antones far leilo em seo armazem na ra
do Imperador n. 73, dos ricos e bem acabados
movis americanos cima mencionados! para o
que convida a todas as pessoa. que gostam de
unir a commolidade do preco a perfeigao da
obra que nao deixem de conoasjrer ao referido
leilao. que alem das pecas supW-citadas encon-
trarao anda mullos objectaa.. indisponame. *
urna caaade familia. Comecar as 11 horas em
ponto.
LEILAO
de
Urna casa terrea na ra da
Conceico da Boa-Vista n. 31.
Sexta-feira 22 do corrente as 10
horas em ponto.
O agente Coila Carvalho far leilo em seu sr-
mazem na ra do Imperador n. 35 no dia e hora
cima mencionado, de urna casa terrea reedifi-
cada ha pouco lempo na :ua da Concecao da
Bpa-Vista n. 31, com 3 satas. 5 quartos. soto
no inlenor, cosinha fora. quintal murado ca-
cimba s; os prelendentes podero desd'e j
examina-la e para esclarecimentos podero eo-
lender-se com o mesmo agente em seu arma-
zem.
ventara de agenta Pialo, do mata reaaaiaas
tisd ramelo dentasteis*, as T
poatodo ata quiata-seira^t da carrea
armazem ra da Cadeia a. 36.
carrala
Avtaot diyereo*.
LO ti; I ti A
A$ rodal da segunda parte da prir
ra lotera do Gymnaiio Prianaafa
andarao impreterivelmente no dial
eira 29 do corrente. Os bilbetes ac__
se a venda na thesouraria das loteras i
do Crespo n. 15 e as casas
nas. As sertes serao pagas
coscume.
O thesourciro,
A. J Rodrigues de Souxa.
Precisase da ama ama para ladw sarvW
interno de urna casa de poaea fassilia : aa raa a
Cotovello o. 18.
MU,
Fugio da casa de sus senbora, s saalala Albi-
na com os sigoaes aeguinte, alta, cabella* ,
tos, e annelsdes, tem siguas cabelles
tem os denles da frente pevteites; pea |
lotilula-se por forra, levou camisa de i
vestido de cambraia azul j dasbetada. en
am de chita por balso, aria bracea; aiaas
preto j velho com aUans rsgaos roside a>U
branca ; roga-se aa autoridades pclieiae* da **-
paetisaid-li e levar a caM de eaa aeabera aw i
doa Quarleis segundo andar defroots
do Sr. Pinto, a pessoa que a lesa osa
eat responsavel a todoa oa prejarsoe ae a
escrava tem feilo, e aujeilo ae cataaa........
Joseoh Perore, Joaquim v-------/'fiiaidi*
Verere, Manoel Desiiete Verro, BeraarSe Vet-
zieve Suzes, reliram-ae para lera da ararlanj.
Aluga-se urna casa eom bens asadas
Ierra baataole para plantar : ao sitia de L A
Dubouregna Capungs.
Urna peasoa habilitada offereee-ee aera co-
brar dividas no interior deata praviaa do Per-
nambuco, Parahiba e Rio Grande do Marte, da
que di fiador a aua conducta : quem qai
de annunciar por este Diario para aer pro
O agente Pestaa far leilo hoje pelas 10 ho
ras da manhaa
DA
Armscao e pertences da taberna n. 113 da rus
Direlta dests eidade.
0 leilo lera lugar na mesma taberna.
LEILO I
DE
Fazendas inglezas
A 21 DO CORRENTE.
Saonders Brothers 4 C. farj l/ilao por inler-
vencao do agente Oliveira, do mais esplendido
sorlimeolo de fazendas inglesas, todas proprias
do mercado : *
Quinta-feira 21
do correle, as 10 horas da manhaa, em seu ar-
mazem contiguo a associscao commercial dests
praca, Jargo do Corpo Santo.
Louca. vidros e porcelanas.
n
QiiiiUifgira seita dioB ti e
do corrate.
NarnaNovajQ. 3f>.
Das 10 horas da manhaa as 2 da tarde
e das 4 a 8 daieite.
aetma marcados de om grande aormeaato da
tud,o sa vendara ao cocrar.da mariello,
Aviso.
O abaixo assignsdo taz pualira que
poder fazer negocio com a tobera* sita as> .
Irada Nova, perieoceote ae Sr. Antoeio a Ce-
nha Brando, sem quera veedaaas aalaaSsi m_
o abaixo assignade. ns raa da Rosario da Isa
Vista n. 51.Manoel Luis Hibeira.
Ha ama pessoa habiliua por belacc."
para caixeiro de taberna, d conheaaaeaU
so ; quem orelender dirija-ae a na ese I
geiras n. 15, qae echar com quem tratar.
Jos pa Ponte Arruda reiira-ee para oa
portoa do norle a tratar dos aeae rigacia*
Pugio um carauoo muio omiso, raalaaaa.
e sem cauda, da roa da Saudade, caso m. 15: aa-
de-se a quem o ti ver echado o favor de -situad
lo, que ser generosamente retoaapeasado.
Ama de leite.
Precisa-se alugar urna ama de leite z.
na ra dos Pires n. 40.
Compai\hia de
Beberibe.
Nao se tendo reunido boje o numero
de rotos presentes que exige o art. 16
dos estatutos da compsnhia para que
ha ja sesiao da auemblea geral dos ac-
cionistas, sao estes convidados para se
reunirem no dia 25 do corrente ao
meio dia, afim de que se possa cuamprar
6 que determina os mesmos estatutos e
fazer o dividendo ; procedendo-se en
tSo^ de conformidade com o disposto no
artigo additivo ao 16- que permille que
haja sesto com o numero de rotos pre-
sentes.
Escriptorio da Compahia do Bebe-
ribe 18 de novembro de 1861.
0 secretario interino,
Justino Pereira de Faria.
Antonio Egidio ds Silva e seas i rasaos
muito agradecem a todas as pessos que
se dignaram de acompaobar ao cemiterio
publico os restos mortaes de ana aereare
lembrsd. me Francisca Monics ds Cha-
Ras, e de novo as cao'idam pars asaiaii-
rern a missa do stimo dia que aera Olla
oa igreja do Cirmo as 6 horas da maaba
do dia 23 do corrente.
lruian atleile iNossa Sentiorn
Mae dos Homens.
De ordem da mesa regadora convido a lod,
os nossos ciiaros irmos a comparecaram ae dia
dii 2i do corrente pelas S IrS horas Se tara*
consistorio da mesma imantado (igreja da Ma-
dre de Dos) afim de anearaabaresa a proetoaa*
de Cerpua Chrisli como do convite alo S Etc.
Rvoi.a0 esenvo, Jos Antonio Pinte Sera
CO LURGIO
DE
Vi. S. do Bom Couselho.5
Esta' aberto o curso de pbi- V
| losophia e geometra para as m
d ferias. sfj
Aluga-se
Urna casa oa Torre cera 'coosBodc* para fassi-
lia, quintal murado agua de beber, par cesa-
modo prego, para se pasear a festa : a fallir aa
mesmo lugar eom Freecisco Joa Araolcs.
Na abaixo assirnados declara oso. om* >
coro o un accordo separamos oesta Sata a sacia
dade que neata praca gyrava oa firma de Duar-
te Almeida & Silva licando a cargo active a
passivoao sacio Antonio Feroandes Doerto Al-
-icida.Recile 10 de novembro de 1801.Acte-
Pernandes Duarle Almeida.Paci Ferrctra
Iva.

Qira-teira 21 do corrente.
Augusto Cesit d Abrou far leilo por inter-
Jato Aal
^iWd, feria
pcraBsIua, sem que p,________
sasnbe deapedir-sa de eocUs aa pea-
'M$& eW^.cow imissaV,
rirtude de moaestaa que lbe man
5, e tambera em petsoa de soa fasaa-
fr ft* R^ Rr/ieote ajtniancie; e pe-
dii^o danwpt pac ata talaa ia
taria, oSerece a' todos os seusfi
seus prestimos, naquella
os
Ra i
n a r\
L


>**
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mam m wianmri y wsbmwl mh^wimo de mu
IMPERIAL CASA DE SALDE

HIO TO j\nfaho.
26 Praia de Botafogo 26
O Dr. Bonjein participa a reapeitavd publico que acabe de fazer grande* melhoramentos na
ua casa de saude, renovando inveirameole a ala direila do estSbelerimaolo.
As salas e quartos acham-se elegantemente mobiliados, reuaindo aasim a caa ao bom tra-
ta ment, todo o conforto e aaseio.
Ha quartos iuteiramente independentes, eom aa corotnodidades seguranzas neceiiariaa pa-
ra alienados de-ambos os sexos, os quaea serio tratados cotn todas aa attences que o sea alado
reclamar. .
Tero condaccee gratia paran eatabelectroeoto os enfermos.-livres ou escrao, que se apre-
sentarem oo consultorio do medico director, ra Dire'ta n. 77, primeiro andar, en qualquer dia
til, do meio dia as 2 horas da larde.
Os Drs. Ferreirs de Abreu e Pertence sao os medico* operadores -o consultores da casa : o
Dr. Boojean dirige o servido medico e reside no eatabeleclmento.
Operacoes, consultas pedida, saDguesugas, banhos frios, quentes, sulphureo e de vapor,
sao pagos em separado.
O preco sera conforme a escolha do aposento, porem em
Sala para pesaoas livres................ 3JOO0 por dia.
Enfermarla para escravo........ ..... 2JO0O >
Dita separada para escra.f os............ 2|000
Pagamento 15 dias adrntdo.
O Dr. Boojean acbar-se-ha todot os dias da semana em sen consultorio, ra Direita o. 77,
do meio dia aa 2 horas da larde.
&Uenfa*
Yaz de Oliveira, natural da freguezia de
, Jos Taz de Oliveira, nal
Santa Harta Magdalena d gal, assisleole na ra dHospicio n, 42 no Rio
de JaiTeixe, declara que teodo ueela provincia de
Pernambtico. usa aeu lio de noma Joaquina Fnr-
reira da Cru?, e nao teodo sua fampS tecebtdo
ootirtas suas ha multo lempo*, slfppoTjwqne te-
nba fallecido, neste intuito roga o especial obse-
quio, a alguma pessoa que o confine,ou tiver
conhecldo. de dar algumas Idformscoee a respet-
lo nesta cidade da Pernambuco era casa do Sr.
Azeredo & Meles, roa da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro 14 de outubro detSOi.
Joa Vas d'Oliveira.
Aluga-se o sobrado da ra da Aurora, boje
pertencaaa aoa herdeiros do finido desembarga
dor Bocha Bastos, com excallentaa commodos pa
ra grande familia : a tratar na ra do Crespo n
5, loja deJMarcelino & C.
ELIXIR DE SAUDE
Dentista de taris.
5Ra Nova15
/ J H S A 2 A m m
FrdrioG*utier,cirtrgii(Klentisl,fzl
todas as operaces da sua arta ecolloeal
demes artificiad, tudocom a superiori-
dadeeparfeieioqueas pessoasantendi-j
das lhereconhacem.
Ta agua e psdentifriciosete.
Citrolactato de ferro
\3niee depo&iU na botica de Joa^uim MarUnVio
da Cruz Correia., ra do Cabng n. II,
em Pemamtouco.
O Dr. H. Thermea (de Chalet) antigo pharmacentico aprsente boje urna ora preparacao
de (errocom o nome de elixir de citro-lactato do ferro.
Parecer ao publico um tuxo emprecar-se um meamo medicamento debaixo de formnlaa tio
variadas, maao hornera da aciencia comprehende a necessidade e importancia de urna tal vari- j taberna ; na ra das Cruzes n
da<,e- V_ ... -.'. .. ,. Quem precisar de urna escrava parda que
A formula um obiecto de multa importancia em therapeulica ; um progresso mmenso,. sabe cozlnhar e lavar roupa e eosommar diriia-
quaodo ella, maniendo a esseocia do medicamento, o torna agraciael, fcil e possivel para todas aa'ge a ra da Lingoeta o 8 segundo andar' e a tra-
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos. tar na ra da Cruz n. 68.' '
Das numerosas preparaces de ferro al hoje conhecidas neohuma rene lio bellas qualida- Cn.ot\ *t l *'
des como o elixirde citro-laclacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-se em urna pe- vjuSB CMl JBDOB tclO.
quena dose, e ser de urna prompta.e fcil dissolucao no estomago, de modo que completamente i. A____n. .-
Aluga-se urna das melhprea casas em Jaboatio:
Na ra da Cadea d Recite n. 41
primeiro andar, deseja-se fallar com os
Sr. Manoel Joaquim -Alfares de Olivei-
ra e Manoel Jos de OHveira Lima, a ne-
gocio de seu interesse.
O Sr. Samuel Brlskarr tem urna
encommenda na ra da Cadeta do Recite
n. 41.
, Precisa-se de uar preto para serviro de pa-
dana ; na ra Direita n. 26.
Pecisa-se de uma ama que saiba cozinhar
a comrprar; na ra Nova n. 33.
Preclaa-se de um caixeiro portuguez de 12
a 14 annoa, que techa pratica ou sem ella, para
ncao.
B-se no d 17 do crtente, da ra de S.
!GaXJ#-:at a ra da Imperatri, orna pulseira da
mosaico : roga-sa a peasoa que a livor echado de
*ear *or de entregar oa rea do Queimado,
loja o. 13, que ser bem recompensada.
Aluga-se a casa terrea na fregnezia da Boa-
v>*. doa-Praures n. 14, ao lado do boapt-
lal Pedro II, com muitos commodoa para fami-
lia, relitada toda de novo : a tratar no Recife,
travetsa da ra da Hadre de Dos n. 18, segundo
andar, das 6 as 9 do dia, e dea 4 s 6 da larde,
preco commodo.
Quem vraeisar de um preto coiinheiro, di-
n>a-se ao escripfcorio n. 42 na ra da Cruz.
No largo da Assembla n. 16, preciaa-ae de
um sacravo. para conduzir tabaleiros, e fazer o
mais servico de caaa de pasto;
Aluga-se o primeiro andar n. 39 da rna da
Imperatriz, teodo o andar muitos com modos, ler-
raco e quintal com sahida para o Capibaribe ; a
fallar na mesma ra, casa o. 21.
Orna pessoa que tem da mandar sua fami-
lia para e malo, o oso lhe sendo possivel condu-
zir duss mobilias e quasi todos os utencilios de
caaa, pretende vender todo por melado de aeu
valor, sendo a mobilla da frente muito moderna,
de Jacaranda e pedra, e a inferior de oleo ; quem
pretender, dlrija-se a esta typographii a fallar
com o Sr. Mendes. Tambera se traspasas o arreo-
da ment da meataa casa em que exiate as mobi-
lias, poia grande e tem muitos commodoa para
grande familia.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C. sacara e tomam
saques sobre a praga de Lisboa.
Aluga-se uma casa em Beberibe : a tratar
com J. I. H. do Reg, oa ra do Trapiche o. 34.
Attencjo.
Sendo fra da cidade a morada do revorendo
Sr. Francisco Verissimo Bandeira, por isso ro-
gado a vir a travessa ds Senzala Velha n. 4, a
negocio de aen interesse.
- Precisa-se de um criado nacional para ser-
rico de cozioha e compras : na ra da Impera-
triz b. 82, primeiro andar.
Aluga-se pelo lempo de feata oo por anno
a grande casa que faz quina com a poote do Ca-
ndanga, com commodoa para numerosa familia,
muito fresca e sadia, com estribara para dous
caraHos, e bom quintal ; a tratar no mesmo lu-
gar com Francisco Xavier Carneiro da Cunha de
Miranda.
. APPROVAaO E AlTORISAiO
DA
oKfitcram
SalIliCi fiiP6BC(L 61 ifGCisC
E JUNTA CENTRAL OE HYGIENE PIHCI
CHA*
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
enrn
attesla a pratica de muito mdicos distinctos que o (em ensaiado.
menso proreito as molestias de languidez (cblorose paludas cores ) ns debilidade subsecuente as
hemorrhagias. as hyiropesias que apparecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilade, as perolaa brancas, na escrophula, no rachitiamo, na purpura hemorrhagica, na
cooyalescencia daa molestias graves, na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o sangue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, afTeccoes chronicas, cacheiia tuber-
culosas, cancrosa, syphilihca, excessos f enere os, onanismo e nso prolongado das precauces mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo muifrequeotes a sendo o ferro a principal substancia da que o
medico tem de laocar mao para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humaaidade, por ter descoberlo uma formula pela qual se pode sem receio
do ferro.
preparacoes ....,..,., ^.. "para o norte.
Tem sido em pregado como im- i r ,. _,_____ "
Precisa-se de ofHciaea desapateiro para obras
de taixa e de ponto, e obraa viradas ; na ra lar-
ga do Rosario, loja de calcado o. 12, junto a bo-
tica doSr. Pinto. A
CoosuRorio medicocirurgico
3-R\3A,D\ GLORIA. CASA DO F\NiD\0--3
Consulta por ambos os systemas,
Em consecuencia da mudanza para a sus nova residencia, oAroprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer uma reforma completa em todos os seus medreamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimeoto ovo se confundan, com os do
nenhum oulro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ;o proprietario tem tomado
a precaucio de inscrever o seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forera apresentados sem esta marca, e quando a peasoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar uma conla assigoada pelo Dr. Lobo Hoaaozo e em pa-
pel marcado com o sen nome.
Oulro sim : acaba de receber de Franca grande porco de lindura de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao to conhecidas que os meamoa Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras custarao a 19 o vidro.
O proprietario deste estabelecimeoto annuncia a seus clientes e amigos que tem commodoa
sufficieotes para receber alguna escravos de um e oulro sexo doentes ou que precisem de alguma
operacao, affiaocaodo que serlo tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aquelles que i tem tido escruos na casa do annunciante.
A situacao magnifica da casa, a commodidadados banhos salgados sao outraa tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
Aspessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manha at 11 horas
e de tarde das 5 em diante, e fora destas horas acharo em caaa pessoa com quem ae podero en-
ender : ra da Gloria o. 3 casa do Fundo.
Dr. Lobo Moscoxo.
Um segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praca da Boa-
Vista : a tratar na loja de calcado na ra da Im-
peratriz n. 46.
Na ra Nova n. 32 precisa-se de uma ama
pira cozinhar e comprar na ra.
Precisa-se de um forneiro para a cidade da
Victoria ; na padaria de Monteiro & Soares, ra
larga do Rosario n. 46.
O Sr. Jos Soares Horeira queira declarar
onde mora para se lhe entregar urna carta da Pa-
rahiba, nao se declara onde pode procurar, por-
que o conductor delta fotasleiro.
Haooel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita zxa ra do Amorim : a,ta-afai-
na ra da Cadeia n. 62.
O Sr Joa Soares Horeira, qneira declarar
onde mora, para se lhe entregar huma carta da
Paraiba; nao se declara onde peda procurar, por
que o condutor d'ella be forasteiro.
* 3:000#000.
D-se 3:000^ a premio sobre propriedades :
quem precisar procure na ra do Cabug o. 1 A.
Precisa-se da quantia de l:400f sobre hvpo-
tbeca em beoa de raz : quem tiver e quizer dar,
dirija-se a travessa das Cruzes, taberna n. 12, ou
na ra doQueimado, loja n. 35.
I O Illm. Sr. Miguel de Miranda Vianna tem
uma carta para se lhe entregar, na ra da Ca-
deia do Recife o. 40, primeiro andar.
| Precisa-se de uma boa eogommadeira para
( uma caaa eatrangeira : na ra da Cruz c. 7.
f Precisa-se de um caixeiro que leona bas-
tante pratica de loja de miudezas, e que d co-
nhecimento a aua conducta ; a tratar na ra No-
va D. 11.
Precisa-se de um feitor; no sitio de A. V.
s
s
m
i
Club Commereial.
No dia 8 do correnle per Jeu-se da ra Nova
at a ra da Cadeia do Recife um briihante : |
quem o achar e quier restituir a seu dono pode' <
dingir-se a ra do Vigar n. 31, que se dar a jde S" Barroc^a Pajera da_Magdalena.
e compensa.
Aluga-se uma casa na Torre com commo-
dos para familia, quintal murado e agua de be- I
ber, por commodo preco, para se passar a festa : Aq T\ vinrwF iniriin Untn ptp>
a fallar no mesmo lugar com Francisco Jos A- I UO j^l VlI10,SpiI 110 O8Ul0,ereC-
--------------w "~~ ag
Irmandade
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreita do Rosario n. 32, pri
meiro andar.
planta denles pela pressio do ar, por molas e li-
gaduras, e faz todas as operares de sua arte.
Quem quizer arrendar ou comprar o engeoho
ltapirema do Meio na comarca deGoiannaou ar-
rendar o engeoho Souza na freguezia da Taquara
na provincia da Parahyba, ou mesmo comprar
mals de metade deste eogenho, pertencente aos
herdeiros do finado coronel Estevo Cavalcanti
d'Albuquerque, dlrija-se a ra estreita do Roaario
n. 10 3' andar ou ao engeoho Tab na freguezia
da Taquara.
3,000.000
O-se 3.000$ a juros aobre hypolheca : quem
precisar dirija-se a ra do Cabug n. t A, se di-
quem d.
Da cocheira de Claudio Dubeox furtaram na
neite de sezta-feira para sabbado dous cavalios
em grao, com os sgase* seguinles : um rugo cla-
ro, baixo, bastante grosso, com pequeas pintas
de pedrez no pescoco. lcele e pooU d'agulha
toradoa, teodo so peito marcas de correia de car-
ro jsaradas, mas bem viziveis ; o oulro ruco
Hijo, grande, cabano e um pouco nafego do qar-
*o direilo, tendo aa dinas aparadla do mesmo
lado.
Alaga-te um aromen na roa de caea de
Apollo n. 7, com commodos sulcieotes para
qualquer estabelecimeoto : a tratar oo pateo de
S. Pedro n 6.
Sr. Jernimo Jos da Costa Meles teta
urna carta vinda da Rahia. no eacriplori* de Ha-
ooel Ignacio de Olireira & Filo, larga do Corno
Santo. si.
No dia 23 do correnle mez de novembro sel
ha de arrematar, d-poie d audiencia do Dr- joiz
municipal da 2.a vara, um sitio de trras em Sao- ;
lo Amaro, freguezia da Boa-VisUjPtom frente
para o pateo da igrejs, e ?ai praca por execucao
do D. Emflia da Boc*rna-cio, o 0. Josepha Marga-
rla, contra oa taerdaiira* de Joto Pinto don San-
io, o a -ultima praca.
Desencaminhou-ae da ra da Soledade, no
da domingo 17 do cdrtwit*, eoodo duas vermelhaae urna prela (aochal, s um
pavio, viudos do Rio Grande do Norte ha pouco;
quem deflaa tiver noticia, a ,a teaha reiido, le-
abd a boodadd d aMtinciar, qae na pagara a dea-
paz, ou |rija-ae a mesma iua da Soledade n.
7u, caaa terrea,
acata-
ra oles.
^Gabinete medico cirurgico.J
Ra das Flores n. 37. g
# Serao dadssconss.Uas medlcas-cirurgi-aj
cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Albu- f|
am querque daa 6 as 10 horas da manha, ac- ej
Q cudiado so chamados com a maior bre- ge
S vidade possivel. m
0 Partos. {
0 2.* Molestias de pella. a*
sf 3.* dem do olhos. 0
9 4.* dem dos orgos genilaes. 0
aj Praticaritoda equalquer operagao em m
gS aeu gabinete ou em casa doa doentes con- a)
m forme Ihes (dr mait convenieote. m
A mesa regedora da irmandade doSenhor
Bom Jess dos Passos, erecta na igreja do Corpo
Santo, convida a todos os seus irmaoa para no
dia 24 do correnle. as 2 l|2 horaa da larde, com-
parecerem no consistorio da mesma irmandade,
fim de reunidos, acompaoharem a procissode
Corpus Christi, para o que tomos convidado pe-
lo Exm. e Rvm. prelado diocesano.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
De orden da mesa regedora convido a lodos oa
uossoiirmos a compareeerem em nosso consis-
torio domingo 24 do correte, as 3 horas da tar-
de, aQm de eocorporados, acompaobarmos a pro-
c'sso de Corpus Christi que tem de sahir de nos-
sa igreja, e para o que fomoa convidados por S.
Exo. Rvma. ; e rog aquelles de nossos irmos
que iverem caps* em aeu poder e por qualquer
motivo nao poasam.com parecer do aa mandar
entregar ao nosso irnrio ihesooriro. Consistorio
da irmandade20 de novanrbro de 1^61 :
Antonio Augusto dos Sao tos Porto,
Escrifo.
Aluga-sa uma meia-agua, tem um peque-
no quintal en) dbetto, e em lugar fresco, preco
de 8 meosaes : a tratar com o Sr. Valenca jun-
to a fabrica do gat. -
O abat assigOado tendo vate o aonoacio
no Diario de 19 e SO do correte, em que tlnha
justo e contratado sua taberna na Estrada Nova,
declara poia que .tal negocio nio fea, nem to
pouco cota seu mano ; por iaeo declara a easa
pessoa que tal annuacio botnu, que tema a bon-
dade de ae aiignar, e oto bota booIdcoi em
nome de entro. Jfcecjfa 21 de novembro de 1861.
Antonio da Cunha Brando.
Aluga-se a loja do sobrado o. 3 qne tica
ao norte da fabrica do gas, e a margem do rio,
(em commodoa para-familia, e de pouco alu-
gaat o lugar mu fresco e socogado, e offerece
a vaatagem do banbo oa porta, quando sa queira
usar, aluga-se por 149 manaae: a tratar com o
Sr. Valonea.
ta no convento de S. Fran-
cisco.
Em virtudedo convite de S. Bxc. Rvm. convido
i os nossos charissimos irmos para comparece-
i remdomingo, 24 do correte, as 3 horas da tarde,
{no consistorio desta irmandade, para eocorpora-
I dos acompaobarmos a procisso de Corpus Chris-
' ti. Secretaria da irmandade do-Diviao Espirito
f Santo 20 de novembro de 18610 secretario,
M. Hooorat.
Irmandade
acadmica de Nossa Senhora do Bom
Cnsettio.
Em virlude do convite de S. Exc. Rvm. e por
orden) do nosso irmo juiz, o secretario desta ir-
mandade convida os seus charissimos irmos para
comparecejam no consistorio desta irmandade
domingo, 24 |do corrente, as 3 horas da larde,
aOm de encorporadoa, acompaaharmos a procis-
so de Corpus Christi.
Irmandade das almas
do Recife.
De ordem da mesa regedora da Irmandade
desalmas da matriz do Corpo Santo, convido pe-
lo presente a todos os nossos irmos compare-
eerem na mesma matriz, domingo 24 do corre-
te, as 2 1|2 horas da tarde, afim de encorporados
irmos acompanhar a procisao de Corpus Christi,
para o que tenaos convidados por S. Ex;. Rvma!
Manoel alaria Campo,
Eacrivo interino.
Perdoa-se nao ruaa desta cidade a eaerava
Raehel, anda moca, alta, magra,, naci Costa,
roste talluda, tem unfpaaoo branco na testa e
i&lf&IImftP** anaosa, carregava aa oga-
MnWMBVaViSaleWeWTai- pesaos, o levara sala
de riacado f marellp, consta que seguir para a
Sirada doa Afogadds : pode aar levada a r,ua do
iperador'V. 44, primeiro andar.
Precisase comprar urna caaa terrea oobair-
i*o da Bos-Vwla, em qualquer ra, nio sendo em
becco : quem tiver dkija-ae a ra atrae da ma-
triz da Boa-Vista, casa n. 10, qae achara com
quem tratar.
No da 28 do (crvente, dopois da aodfencia
do Ulna. Sr. On juiz moolcipal da 2.* vara, se ha
a arrematar por venda em prata publica do mea>
juizo, uma caaa terrea sita na ra doa Acoa-
guihes o. 17, a qual vai praca a requerteaeoto
do tealamenteiro o invenlariaate do*, beoe da si-
nada D. Hara dos Prazeres de Joaus: o serilo
acha-a em poder do portelro do juizo Francisco
Manoel de A*eida, advertiodo-se pordm que os
chioa ao foreiror.
i-r
A directora do Club Commercia scien- *
tfica aoa Srs. socios do mesmo, que tem
designado o dia 22 do correte para ter &
lugar a ioaoguraco da sociedade, e es- ^
Vera comparecam com sots Eimn familias 9
a lomar assim mais briihante e pomoozo 36
esse acto, que recorda ao mesmo lempo, 2
cerno anniveraario, a honrosa visita que "i
ajp SS. HU. 11. se dignaram fazer a esta O
A provincia. ^
Os aa loes estario patente aos senhores V
socios e convidados s 7 horas da noite. tt
Mftft 9 a000
Atten^o.
A peasoa que acbon urna pulaeira de cornalinas
encastoadaa em ouro, quereodo restitu -la a aeu
legitimo dono,queira lera boodade levar a ra
da Imperatriz o. 60, loja de Gama & Silva, conhe-
cida por loja do pavio.
Aviso aos marchantes
No largo do Paraizo, junto ao quartel de poli-
ca, na casa nova e fresca, e a mais asseiada que
ha para este genero, aioda ha alguna tainos de
cortar carne para alogar, e por prego commodo :
a fallar na ra do Imperador n 28.
** 999999mm
Collegio Bom Conselho. J
Est abeito o carao preparotorio daa 9
9 feria. A
Altencao.
A amiga cocheira d'alem da ponte da povoaco
de Beberibe conlioa a receber carroa e cavados.
O Sr. Joaquim Lins da Costa Wan-
derley, filho do Sr. Joaquim Jos da
Costa morador nos Aflictos, teuha a bon-
dade de dirigir-se a ra da Imperatriz
n. 16 a negocio de seu interesse.
Por 450#000
Aluga-se um sobrado na ra da Concordia n.
34 com commodos para grande familia, muito
fresco e em estado de nao precisar o menor re-
paro a tratar na roa do Imperador n. 37, arma-
zem de leilio.
Precisa-se fallar ao Sr. Joa Pinto Freir,
que mora para a estrada de Joo de Barros, na
livraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Preciaa-se de um bomem que tenha pratica de
agricultura para feitor: a tratar na ra da Guia
numero 5.
Caes d'Apollo
armazem n. 67.
Deposito do sabo
fabricado na saboaria da
Ra Imperial.
Os proprtetarios deste estabelecimen-
to, o primeiro neste genero e o mais an-
tigo da provincia, acabara de estabelecer
no armazem n. 67 do caes Je Apollo,
um deposito de seus bem conhecidos
productos, consistindo em um variado
sortiment de sabao desde a muito com-
mum at a superior e verdadeira massa
a preco de 100 a 200 rs. a libra confor-
me a qualidade.
E' intil dizer-se que o sabo fabri-
cado neste estabelecimento, tem a pro-
priedade de lavar perfeitamente a roupa
sem cauar-lhe o menor damno, o que
nao acontece com muitos ou tros, que de-
terioran* o panno dirainuindoassima du-
racao : a verdade desta assercao esta'
comprovada pela preferencia que lhe
dao os consumidores : me I hora ment
este devido ao prooesso ltimamente em-
pregado na manupulacSo pelo actual
fabricante.
Para couheciment dos compradores
declara-se que as caixas conten o se-
guirte letreiro em forma oralFabrica!
de sabio nacional ra Imperial, Pernam-
bucoe se vende qualquer quantidade
da-uioa caixa .|Mava cima.
Na travessa da ra das Cruzes n. 2
primeiro andar, tinge se com perfeico
pira aualquer cor e O mais barato
possivel.
Preciaa-ae da urna ama forra ou captiva,
?ara o sani$o de cozinhar e comprar: na ra do
operadora. 37, aegundo andar, entrada a di-
reita.
Aluga-se urna mai-agua por detrs da roa
do Noauira ; a tratar na ra do Qoeiaado nu-
mero 53.
Com estas Chapas-electho-magketicas-ewspasticas obteta-ae urna
fallivel em todos os casos de inflammaco ( auuaqo ou falta de respiraco ),
exiernas.como do Ggado, bofes, estomago, bajo, ros, ulero, pello, palpilaceo da
ganta, olhos, erysipela, rheumatisrao, paralysia e todas as affoecoee nervosas, etc., esc
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas ele., seja anal Mr o
tamaBbo e profundeza por meio da suppuraco serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselbado e reeditadas por habis e distinctos facultativos, tas
contestavel, eaa innmeras curas obtidas o fazem merecer conservar a maanea i
que ja tem a honra de merecer, depoia de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, toado to4a a i
de facer as neceasarias explicaees, ae as chapas sao para homem, seabera m rTiaaca,
rando a em que parle do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco eoxa, pana, ata, m
do corpo, declarando a cicumferencia: n sendo inchacoes, feridas oa ulceras, a asold t
{amanho em um pedacp de papel e a declaraeao onde ex islam, afim da que aa caspas satas
torma da parte aflectada e para serem bem applicadaa ao sen lugar.
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chape:? sero aoompanhadas das competentes explicaepes e lambem de todos ee acens-
nos para a colloeacao deltas.
Consulta as pessoae que o dignaren) honrar com a sua confianca, em sea eanriasario, na
se achara aberlo todos os dias, sem excep^ao, du 9 horas da manha as da nuda.
||9 Rua do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
l m f IRNAHIBieO
Para as encommendas ou informaces dirijam-se a pharmaeia de JoveAlexandre Iftsssn.
ra do Qbeimado n. 15.
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Attenco
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ao que ha de bom.
Felice Bollar i, subdito italiano, de prosaao
jardineiro. tanto de pedreiro para desenhos como
de plantaces, chegado ltimamente de Macei,
acnde construio all o jardim do cemilerio por
coota do governo, offerece-aa para exercilar a
aua profiaaao nnata cidade : quem precisar delle
pode procura-lo no Recife, ra do Trapiche nu-
mero 15. ^
Ar re n (lamento
Traanasaa-ae o arrendamento do sobrado e ar-
mazena da aado Trapiche o. 40. excellente para
qualquer estabtilecimenlo commereial de fazen-
das': trati-se na meama caaa.
Aluga-se o armazem da roa da Senzala Ve-
lha que fica por detraz da loja da ra da Cadeia
n. 18 : a tratar na meama loja.
CONSULTORIO ESPECIAL HO1E0PATB1C0
BO DOl'TOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
ftbvo) n. 6.
Coasultas todos os dias ateia doade as 10 horas
ate meio dia, acarea daa aeguintea molestia* :
moiesta* das mulharu, aotcstta dar criaa-
ms, snoaosSiaa da ptllt, motia o$olhoi,mo-
Ustiai aypkiiiitco, todas os ssoeoias da ftkru,
ftbrui*Uru%iH**li*tuai constqutncimi,
raaaauea bsvbciax homofathig* .
Verdadeiroa medicamentos homeooattaicoa pre-
paradas aom toda assatela a necessarlat, in-
lalliveis em aeua effeiloa, taato esa tintura, como
mglabakoa. poloa pracoa mais commodoa poa-
siveia.
N. i. Os aasdiaamsntoa da Dr. Sabino alo
anicamantereonrMosea saa pharmaeia ; todos
qae o fprem fra dellaaio faliaa.
Todas as aarterrao sao aoompaobadaa de am
impreaaa cata um emblema ea relevo, Sendo ao
rodor as aeguintaa palavras : Dr. Sabino 0.1.
Ptnho, aaadtaa braaiieiro. Sste amblema poeto
ratate na listados medicamentos qne se pe-
. Aaearteiraaa}ueaiolevaremesaeimrMao
assim mwcado, ambara tenhim na lampa to-
me do Dr. Sabino alo falsea
Sement de algo-
do da ilha de
Fernando.
a?
Tendo-se reconhecido a superiorida-
de do algodao da ilha de Fernando, S.
Exc. o Sr. presidente mandou Tr por-
co della para ser distribuida pelos Srs.
agricultores desta provincia, os quacs
por si ou seus correspondentes podem
manda la buscar na livraria n. 6 c 8 da
praca da Independencia,
seus nomes e lugar da moradia.
Oa abaixo aaaigoadoe tenbsm
apparecer oa roa Nova n. SI, loja
Joa Antonio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pimeala;
Pedro de Asis Campos.
Knzebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Betendo do Reg Barros.
Quem.lhe faltar usa boi
deada o dia 14 do correal,
aitio da Estancia, sobrado do da
dando os aignaes a pagando as
tregarl.
Preciaa-se criado aera caidar eas al|
valloe, e que lambem teaba al
olear : ne sitio da Estancia a
Homognea da Silva, on na raa i
aario d. 45, na fabrica da eaaraios, aa ftt I
nV dia em diante.
Aluga-se uma casa a sitia na traa
Caponia para a Baixa Vsrde, desneva de
do sitio do Aranlea ; traU-ao na raa da
do Recife o. 25, segando aadar.
O sbaiio aaaignado. asa
io ter aioda apparecide o sea saaiaja par aoa
uoiano, fogido pela awgaada vas daade a daa St)
do mez panado sem qne al o nreseale teaaa Si-
do noticias dalle, qnaraodo retirar- para a
Babia, aya provincia, roga a I
e eapitaea de campo e a qi
ir, de castoras lo a leva-la
Bt. Caetano Xavior Pereira i
bem rewmptnaado.- Joto P. ir Cereaena.
i a taatM aaianaaaaa
t^esaaejaaasaaasi
1. caaa da Un. Se.
rada Brisa, mf stri


DiaVallO 1 rilNAUDCO- QUINTA fUBA ii II HOVEIURO DI 1881
I
J
BWfeLLA
ISTA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa ato Cafcuff n. 18, *,. andar,
entrada pelo pate Ja Mttrlz.
Retratoi por ttnbroiyao, pr melainutypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos pan
pulceiras, allnete ou caasoletaa. Na mesma
casa existe nm completo e abundante serttmento
de artefactos franceses e americanos para a col-
locacao dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo nm cassoltfas e delicados alQnetes de ouro
de lei; retratos em photographia das princlpaea
personageos da Earepa ; atereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrotypo
e cbimtcas pbolographicas.
S ST4HL&C. |
^RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR?
9 Una da lmperattiz g
jg numero 14.
Tencionando retirar-se proxi- '
W mmente destapra(a participara *
j a seas fregueses e amigos como *
era (jera! a todos que podem '
wj precisar do seu officio, afim de
W que aproveitem do pouco tempo m
que os annunciantes podem ain
da dispor para a execucao das
9 encommendas com as quaes
@ queiram honra-Ios. 9
Agradecendo : nesta occasiao 9
ao ilustrado publico desta cap- 9
tal o bom acolhimento das uas 9
obias, decid rara se a por estas @
ao alcance de todos introduzindo 9
urna consideravel baixa na maior ^
parte dos seus precos e esperam 9
que o desfalque que disso Ibes 9
resultar sera' compensado por 9
um augmento de concurrencia.
9
Coafraria de Njssa Senhora
do Livrameto.
De ordem da mesa regedora da coofraria de N.
S. do Livramento, tenho a honra de convidar a
todos os irmaos desta coofraria, para oo domin-
go, pelas 2 1]2 horas da tarde acharem-se reuni-
dos no coosistorio da mesma igreja, aflm de
acompanharem a procieso de Corpus Christi, em
virtude do honroso convite de S. Etc. Rvma.
Consistorio da coofraria de N. S. do Livramen-
to 19 de novembro de 1861.0 secretario,
Bernardo Ftlco de Souza.
Perderam-se tresbilhetes inteiros da 85*
lotera da asa de aridade da cidade de Nithe-
roy de ns.. 435, 56tn 1081 : roga-se a pessoa
qoe os schar o obsequio de leva-Ios a ru do Ca-
rnario o. 9 a Joo Pacheco de Qaeiroga, que
recomneaisaxa. _.._ aAt.j^-
Ejie, novo proceiso da piolara appli-
cado i photographia excede a tado o que
tem-so visto at agora em perfei^ao e
apuro de detathes e delicadeza das tintas
raesmo as miniaturas sobre marQm.
Pareo*'um esmalte !
Pode-se gsraotir-lhe pelo menos a
ouracao da piotura a oleo, visto ser im-
perrneavel nao a ao contacto da atoaos-
phera, como tambem humidade de tal -i
modo que nao ae altera florido qualquer
espaco de lempo debaixo d'egue.
Outra grande rantagem deste estylo
de retratos e que a pintura nunca pode
mudar os traeos da photographia de modo
que a semelbaoca perfeita nao depende
ais do pincel.
Os annunciantes tendo adquirido do
Inventor o segredo desta preciosa inno-
vaco (da qual se podar examinar al-
gum espcimen na expoaicao industrial
aberta estes dias no palacio do governo),
apressem-se em pdr assas vantageos a
disposico dos seus amigos e freguezes
afim de que possam anda approveitar do
curto espaco de tempo que elles tem de
demorar-se nests praga, sendo fizado
impreterivelmeete para o dia 31 de de- 1
zemoro prximo futuro o eocerramento 1
dos seus negocios. St
STAHL& C.
Pbotographos de S. M. o Imperadora
14RA DA IMPEKATR1Z14 J
K*6 fl6*SS16ailQaia?*M*tt'*6
8
compras.
Gompra-se moda de oiro de 203000 na ra
Nova n. 23 loja.
Compram-se escravos de 15 a 30 andos pa-
ra exportar para o Rio de Janeiro: no escrip-
torlo de Maooel Alves Guerra, ra do do Trapi-
che o. 1.
Attenco,
Compram-se crioulos de 14 a 20 an-
nos,tbem pretos e sem defeito, nem mo-
lestia, quera os tiver nestas circutmtan-
cias, pode dirigir-se aotrapixeda com-
panbia, na praca do Corpo Santo, que
achara' com quem tratar, e pagam-se
bem, para o Rio de Janeiro, tambem se
compra alguma mulalinha, de 16 a 20
annos, t?ndo bonita e prestmosa.
Joaquim Francisco dos Santos.
- 40Iii;i do Oueimado40
Defronte do becco da Congregando, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentas:
Ricos eortes de vestido de fil oa blond de seda branca com ramo e capells, o
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos corles de vestidos de fil ou blond da seda branca bordados a branco e
cores.
Ditos de tarlitana branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bprdados a branco com muita elegancia.
Ditos de berege te seda de cores com barras e listas, oovos godos americanos.
Saias bordadas.
Ricassaias de cambraia branca bordadas com o mais aparado gosto e mais finas
que ha no mercado. -
Ditas de dita recortadas mais baratas. --*
Para baptisados.
Ricos corteado vestido'de cambraia branca bordados com muita elegancia, o
mais moderno e mais superior que ha no mercado.
Manteletes.
Reos mantelete! de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites bam
como arrendados, por pregos commodos.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de linho bordados s 3J,49 e59 cada um.
Chales,
Ricos chales de touquim brancos bordados de ponta redonda e de 4 pona..
Alem das fazeodas cima mencionadas tem era grande sortmento de todas as
qaalidadea, qoe nao possivel mencionar-se pelo grande espado que tomaria.
BOM E BAR
Francisco Fernandes Duarte
LargodaPeuha
Vendas.
uu
DE
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publico que
tem reorganisado a ma casa de saude-na grande
casa, propriedade do mesmo sitio em que exista
o seu anligo estabelecimento dessa ordem, que
ca ao norte da estrada da Passagem da Magda-
lena, entre a ponte grande e a pequea do Chora
Menino, oode contina a receber doeotes de am-
bos os sexos e diversas cathegorias, afianzando o
melhor tratamento, tudo pelo preco maia com-
modo.
O mesmo doutor para mais commodidade das
pessoaa possuidoraa de escravoa, ou qae ae qui-
zerem tratar em seu estabelecimento tem deter-
minado a diarla atasixo Aeel.t.da.
As operacoes sero por previo ajuste, e nao
aro parte das diarias assim como as conferen-
cias, e sanguessugas. Podendo o doente tratar-
se tambem bomeopalhicameote, para o que ha
commodos separados.
O servico medico ser feito pelo distiocto cirur-
giao do grande hospital Pedro II, o Illm. Sr. Jos
Francisco Pinto Guimaraes, e o doator proprie-
tario do estabelecimento, praticando-aa ahi toda
e qualquer operacaopor precos muito razoaveis.
Este estabelecimento torna-se recommeodavel,
j peta boa casa de que dispoe, como pelas con-
dicoes hygienicas em que se acha situada, pro-
vado isso pelo crescido numero de doeotes ahi
curados.
O seu propietario espera, .portanto, dos seus
amigos, amigos freguezes, e mais pessoas, a sua
cooperac&o em bem do progresto de to til co-
mo necessario estabelecimento, parausado por
nao poder elle achar-ae sua testa, em virtude
de haver sido accommettldo de urna grave enfer-
midade, porm hoje que se acha completamente
restabelecido, promeite esforgar-se na boa ordem
de sua casa, e na direccao do tratamento dos
doentet.
Diarias Escravos 1*600
2.a ordem 39000
1 ordem 3$000
Para a entrada dos doeotes se deverao tratar
com o referido Dr. Igoacio Firmo Xavier, na ra
Nova de Santa Bita o. 7, sobrado de um andar
com frente para a ribeira do peixe, ou no aeu es-
abelecimento a qualquer hora.
Irmandade de Nossa Senhora
da So.edade da Boa-Vista.
Tendo sido a mesma irmandade convidada por
Sua Exc. Rvma. para acompanhar a procisso de
Corpus Christi, o juiz convida a todos os aeus ir-
mos para no dia 21 do crreme, pelas 3 horas
da tarde, acharem-se reunidos no consistorio da
mesma para encorporados acompanharem a
mencionada procisso.O escrivio interino,
Luiz de Azevedo Sonza.
Os sbaixo assignados participam ao rospei-
tavel corpo do commercio que o Sr. Jos Pereira
da Silva Vianna deixou de ser seu caixeiro desde
o dia 18 do correle. Recife 19 de novembro de
1861.Res & Gomes.
Veneravel contraria de Santa
Rita de Cassia.
Os devotos de Nossa Seohora da Piedade da
coofraria de Santa Rita de Cassia, scieotifleam ao
respeilavei publico, que deixam de fazer a fasta
da mesma Seohora no dia 2i do" correte, por
ainda nao se ter concloido as obras.
No dia 23 do correnle, depois da audiencia
do Dr. juiz municipal da 2.a vira tem de ser ar-
rematada por ser a ultima praga a escrava Joa-
quina, crioula, de servico domestico, com idsde
de 26 annos, avallada por 400$, peohorada ao
Dr. Candido Joa Casado Lima, por execucao de
Leiz de Prao;a Suuto, escrivo Attayde.
Em caaa de Blaadin Aine, roa do Trapiche
Novo o. 22, precisa-se de um preto robusto para
todo servico de easa, psga-se bem.
Alaga-seo primeiro andar do sobrado n.
63 da ra Imperial, com excelleotes commodos
para urna graode familia, e um'armazem na ra
do Imperador n. 39; a tratar com Luiz de Moraea
Gomes Ferreira.
A mesa regadora da irmandade do S.S. da
parochial igreja de 8. Fref PedroGongalvef, con-
vida a todos osleus irmaos pira no da 24 do cor-
rete comparecerem no consistorio da mesma
igreja, afim de reunidos, acompanharem a pro-
cisso de Corpus Christi, para o qne foroos con-
vidados pelo Exai. e Rvro. prelado diocesano ; a
pede igualmente aquellas que tiverem capa e Iba
nao seja possivel comparecer, o obsequio de man-
at-las entregar ao nossa irmo thesoureiro.
Miguel Joaquiro da Coste.
Escrivo.
Qeem achar usa alfinete de diamantea que
se perdeu as sajas de exposico, e quizer resti-
tuir, leve-e ru do Cubuga, loja n. 14, qae ser
recompensado..
Na roa da Cadeia de Recife, sobrade n. 2,
tu bm crioula para aeosrar e osinhar.
Attenco.
Vende-se, permntase ou arrenda-se
o engenho Timb em Olinda : quem
pretende-lo dirija-se a esta praca aos
Srs. Joaquim Correa & Irmaos, ou ao
mesmo engenho ao Sr. major Francisco
de Paula Paes Barreto.
Attenijao,
Vende-se urna taberna na fregaezia dos Afo-
gados com poucos fundos propria para princi-
plante : quem pretender dinja-se a mesma fre-
guezia ra de S. Miguel n. 74.
Clicguein freguezes a ca-
lifornia qoe est liqui-
dando por todo preco.
OH QUE PECHINCA A 2#500.
Na loja do sertanejo rna do Queimado n. 45,
segunda loja junto do becco da Congregado :
um eollete branco de brim e fusto a 250O tem
porr;o e mandam-se em casa de qualquer pes-
soa que qoeira escolher, cssaveques de fusto
ticamente enfeitados a 79 cada um, aberturas
brancas e de cor, assim como tudo mais que
precisarem aqui eocontrario por muito menos
do qne em outra parte, estamos disposlos a nao
engeitar dinheiro, assim como tambem tem ca-
pelinas brancas com ramos para o peito proprias
para noivas o melhor que ha neste genero 48C0
cada urna, tem pecM de algodio com um peque-
no defeito a 29600, pecas de riscado de chita
com 38 corados a 4&800 e 5# cada pega, cam-
braia preta vara a 380 rs., e ludo mais oo me-
lhor gosio em precos por nao ter limites, um co-
vado de chita por 120 e 140 rs., de admirar
chita Isrga muitofina a 240 rs. o covado.
Aos respeitaveis
acadmicos.
A LOJA DO LEAO' DE OURO.
Na loja do leo de ouro roa do Cabug n. 2
C, vendem-se boas fitas de gorgurao proprias
para caitas de hachareis, as quaes su estao ven-
dendo mais barato do que em outra qualquer
parle, a ellas autea que se acabem.
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
Continuarse a vender neste armazem de molbados os
melhores gneros que vem ao mercado, e por muito menos preco do que em outra qualquer parte
para o que recebe o proprielario em todos os vapores da Europa, a maior parle de seis generes*
escolhidot por pessoas encarregadas, para este Ara ; por isso novameole participa aos seos fregunti.
ona t aos Srs. da praca comodeengenhos e lavardores, qne queiram seguir em progresso qi<
nao deixem ao menos de comprar a primeira vez suas encommendas, cerlo de que hao de gestar
para o que oao ae pouparao oa proprietarios. em prestar toda alinelo, e mesmo em serviros por-
tadores menos praticos, to bem como se vijssem os Srs. pessoalmente; e abaixo mensionamos
os precos de alguns gneros, por onde se pode julgar que vendemos baratissimo.
naWteiga ingleza a ma superior qne ha no mercado a 800 rs e i000 a libra an
barril se far abatimento.
Nlanteiga franeeza ,, nova. 640 rf-, libra e tn bltril a m n
Cha pMa, ^ysom e preto i8 superore8 d0 Bercad0
e 18600 ra a libra e aflan$a-ae a boa qualidade.
chegados neste ultimo vapor a 3$200, ditos do vsper pasudo
Qaeijos do teiao
contendo differentes qualidades a t440 e
hRA DO QUEIMADO M!A6
P/lr;hlGRANDE'201lTiMEIiTo
^DftSEROUPKSP
Sorlimento completo de sobrecasacos de panno a 259, 288, 30$ e 35. casacos muito bem
feitas a 258, 2S$, 30$ e 35$, paletots acasacados de panoo preto de 16 at 259, ditos de casemira
da cor a 159,181 n 20f, patetols saceos da panno e casemira de 89 at 149, ditos saccoa de alpaca
merino la de 435 at 69. sobro de alpaca e merino de 79 al 109, caigas pretaa de casemira de
89 at 145, ditos de coroe 7j at lOg, roupas para meollo Mo todos os tamanhoa, grande sort-
mento de roupoa da brlns como sejam caigas, paletots e coVites, sorttmeoto da oHetw preto* d,
setim, casemira e velludo de 49 a 9f, ditos pan casamento a 59 e 69, paletots brancos de bra-
mante a 49 e 5/, calcas brancas muito finas a 5$, e um granle sorlimento de fasendaa fina s e mo-
dernas, completo sorlimento de casemiraa ingieras para homem, menino e senhora, serpoles de
linho e algodio, chapeos de aol de seda, luvas de seda de Jouvio para hornera e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendaa de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil meslre de aemelhante arte e um pessoal de mais da
etncoenta obreiros escolhidos, portanto executamos qualquer obra com promptido e mais barato
do que em outra qualquer casa.
3#200,5#000,6#000
3$000e 1#800.
Maooel Gongalves de Oliveira Santos, vende
para a presente estacSo pecas de cambraia trans-
parente omito unas com 8 1(2 varas a 39200,
cortes de colleles de velludo que tem-se vendido
por 149 por 5g e 6$. omisas de lina muito fi-
nas a 39, dita a I98OO e 29, ditas de fusto bran-
ca a 2, nada mais barato apparecam rapazeada.
^-at9
0 Vende-se luvas de camurca fina bran- 9
Seis e amarellai para militares a 29 o par: #
na loja de Nabuco & C, na roa Nova o. 2.
Vende-se na ra Foruioza n. 12, farinha de
trigo muito nova a 160 rs a libra.
Filos.
Vende-se fil de lioho bordado fazenda muito
fina a lJfOO a vara, dito lizo a 800 rs., tarlatana
branca e de todas as cores a 800 rs. a vara na
loja do Favo.
Vestuarios a cinco mil
ris.
lieos vestuarios de seda para meninos, fazenda
de 118 por 5*000 ; na ra da Imperalriz n. 60,
loja do Pavo.
Clambraias lisas.
Veodam- se pegas de cambraias lisas, fazenda
muito lina, com 10 e rais vara cada pega, pelo
preco de 59000 a peca, ditas de 8 e meta raras a
29500, 9, 39500 e 48. ditos de 6 e meia vara a 29
e'SSOO a peca, ditos para forro com 8 e mei va-
ras a 1J600 e 29: na ra da Imperalriz, loja do
Pafo.
Baldes sem ferro a
3$200.
Vendem-se muito Superiores saias de cordio
que fazem as vezes de balo, lornsodo-se msis
recommendaveis por se pederem lavar e engom-
mar, a 3S200 cada urna : na ra da Imperalriz n.
60, leja de Pavo.
Vende-se
i Para acabar m'ateriaes por barato'prego, junto
oquartel de cavallaria, telhas, alvenarS bati-
da, ladrilhos, tapamentos, cal branca, aris 0*
d, anta grossa, barro e ledo mais. '
N. 20Ra da ImperatrizN. 20
O barateiro Duarte acaba de receber novo sorlimento de fazendss que retalha sendo a di-
nheiro aos seguintes pregos como sajam : cassas brdalas proprias para cortinados, babados on
mosquetear* a Ig600 a pega, cambraia grossa cora 8 raras cada pega ptima fazenda para peneiras,
mosqueteiros. saias e forro de vestidos a 15500, mussalinas largas das seguintes cores verde, azul,
preta, rxa, encarnada e branca a 200 rs. o covado, coites de rlqoissimas lina escuras com babados
contendo cada om orto 2 covados a 109 o corte, velludo de seda das seguintes cores cinzeato,
verde, szul o preto, excellente fazenda para vealidos de senhora e roupioha de criancas pelo baixo
prego de 29600 o covado, cortes de cambraia fina com salpicos miudiohos a 59, liras bordadss e n-
tremelos a 1$ s pega, golliohas bordadas muito finas a 19, chitas com algum toque de mofo a 160
rs. o covado, peitos para camisas brancos e de cores a 160 rs.
ARMAZEM
R07P AFII? A
Joaquim F. dos Santos.
'lO-Rua il Qieioudt-40 .
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sorlimento completo de roopa taita de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida i ventade dos fregue-
zes para o qae tem um dos melhorea prottssoras.
39000.
QUeiJOS \*n&T.IIOS de soperlor qaa|idade e muilo frescaes a 19000 rs. a liara, e
enteiro se fas abatimento. ^^ '
PTemuto nglez propiiOS para ,mbre, 900 r,_ 1braj em i0 m Uti tto4l._
men,to.
Pitzunto do Ttino0 quehade bom nette genero. m aIbrt eioleiro
a OUClUlia lUglVlt enccacado e cottelletas proprias para fiambre a 800 rs. a libra.
Sdlftllie 0 Dielbor petisco que pode haver por estar prompto a toda a bora a 19 a libra.
T oaeinao do reino 360 rs a libr, | arrob,, 9m)
Cnouticas c paios muil0 D0T0S a 560 ljbr,
Banua do porco refinada a ma5l ,lfa que ha no mercad0 480 hfcta
e em barril a 440 rs.
xVzeitOnaa mnitO nOYaS 1S000 rs. a ancoris. em garrafa 320 rs.
Latas com bolaxinna de soda
am porgao se far abatimento.
""Va ae **>, reas nova do mercado em latas de ama libra por 900 rs., ditas de
duas ditas por 19700.
Harmelada imperial d0 afamad0 Abreu e de outro, mnt0, -,^,11, de Ulboa
a 19 a libra, em latas de 2 libras por I58OO.
l^r\U\\aS iraneeZaS as melhores que se pode desejar em maiaa UUs por 50 rs..
tambem tem portugueza me latas enleiras a 640 rs.
CnOeOlate TrtfneeZ e hespanhol ebegado neste ultimo vapor a 1J200 a libra.
1 aSSnS proprjag para podim a 800 rs. a libra.
13 O Ce OO alperene eaj !atas de 2 libra8 elegantemente enfeitadas a l|200 cada urna.
biSpcrmsete ,upetor de At 5 e 6 em Ubra a 760 rs> e em Ciixa a 740 I#
LataS COm peixe em pOSta d meihores qoalid.de que b. em Portugal a
19400. -
\mendoas cneitadasa,tlibraidilaseininloloa800r* diu, coinea
a 480 rs.
^iozes e castannas piladas moilo n0T, m Ubra.
EiSireilinna para 80pa a 6J0 rs a libra e em cajxiDhas de 6 a 8 libras se fara abatimenlo.
xVletria, maearrao e tai n% rim a m r8. libra e m cai, 9,.
sevaainna TtDcei H1uo, nova a 240 rs. a ib,
Farinna Ao MaAnao mniloaWa ecbeiroti,l60.
ixomma de engommar, o que se ple desejar por ser mnito alva a 100 rs. a Ubra.
iVipiSia nuito novo e limpo a 160 rs a libra e em porgSo se far abatimento.
J v o respeitavel publico, que afiangando-aea boa qualidade dos gneros cima mencio-
nados, se vende muilo barato, e pelos quaes'se poder julgar todos os demais qae nao oram as-
nunciados.
Chegou novo sorlimento de superiores bolciohas de borracha para fumo, fazenda nova
nuoca vista a 610, 800 e 19 cada urna : na ra da Cadeia do Recife n. 15, loja do
Centro commercial.
Papel Garibaldi
Superior papel para cigarros fazenda novs, ra da Cadeia do Recife o. 15, no
UTO SIISHSiaOa^L.
Casacas ue panno preto a 40$,
35f e 309000
Sobrecasacos de dito dito a 359 e 30)000
Paletots de panno preto e de co-
rea a 359, 309, 259,109,189 e 209000
Ditos de casemira de corea a 229,
15f,129.79 e 99000
Ditos de alpaca preta golla de
velludo fra acezas a lOfOOO
Ditos de merino setim pretos e
de cors a 9$ a 8J000
Ditos de alpaca de cores a 59 e 89500
Ditos de alpaca preta a99, "9,5* e 32800
Ditos de brim do cores a 5f,
4950Q,49 e 395C0
Ditos da bramante de linho bran-
co a 9, 5f e 4#O00
Ditos de merino de cordio prtto
a!59e 89000
Caigas de casemira preta ede co-
res a 129, 109, 9, 79 e OOO
Ditas de princesa e.nvrtn df.tY.il i! 1
cordo preto a59. 69500 e v 49500'
Ditaa de brim branc de cors3 a .
59. 49500 e 2|500
Calcaa de ganga da cores a 3J0O0
Gollete de velludo preto e de co-
res lisose bordados a 129,99 e 890OO
Ditos de casemira preta e d ce-
res lisos o bordados a 6f,
59500,59 8|5O0
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda e setim branco ale 5jOOO
Ditos de gorgurao de seda pretos
a d* cores a 79, 69, 49 59000
Ditos de brim e foslao branco a
3f 500. 4J500 e 39000
S roulaa do brim de lioho a 29 a 2jp20O
Ditas de algodao a 19600 6 1*280
Camisas de peito defustio brinco
ede corea a 29400 e 2*200
Ditas de paito de linho a 59, 49 e 3a>000
Ditas da miidapolau brancas e de
cores a 39. 25500, 2 o lgCOO
Chapeos pretos de massa francesa
forma de-ultima modo a 10J,
8f500 e .79000
Ditoa de feltro a 69. 59. *9 e 29OOO
Ditos de aol de sede inglezts e
fr.ncezea a U$, 129, ll< e 79000
Colirinhos de linbo maito finos a
novos faitios da ultima moda a 9800
Ditos de algodio 9509
Relogies daanro ostente e hori-
zontal alOOg, 90 80 e 701000
Ditos da prata galvanlaapos pa-
tente e hotlsontaee a 409 e 3Q|000
Obras de ouro, aderegoa e meioa
adereces, pelceiras, rosetas e
' -sireis a
ToaDias a linho duzia 10J, 69 e 91000
Ditas grandes para mesa ama 39 e
K^GuimarSes k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Venden, baratissimo.
Cambraias brancas bordadas para vestidos de senboras i*(i peca de 9 varas.
Organdys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores fazenda fina a 240 e 280 rs. o covado.
Manguitos e golliohas psra senhoras a 29 o par.
Gollinhas ultimo goslo a 15.
Manguitos a 39 o par.
ntremelos rirameole bordados a 29.
Tiras estreitaa e largas bordadas para enfeites de vestidos de 29 a 59 a pee,
Saias bordadas de 4 pannos a 49.
Saias bordadas de 3 pannos a 29500. -,
Saias balao de musselioa com babados a 65
Chapos de pslha de I1 alia para aenhora a 28#.
Ditos de seda para senhora a 129.
Manteletes de seda
o que ha de maia moderno de diversos preco?. .
Ditos de fil maito bonitos a 301.
Veatidoa brancos bordados a 209*
Ditoa braocoa bordados a 79.
Chitas francesas de todas as qoalidades a 280,300, 360 e 400 rs. o corado.
Madapolao de todas ae qualidades a 49,49500, 59 e 79 a pega.
Oulras multas fazendasde gosto e pregos baratos.

Vendem-se
no armazem de fazendas
de Santos Coelho. ra
do Queimado n. 19,
ateirss da Indis, proprias para forrar salas e ca-
mas, de 6, 5 e 4 quarlas ce largo.
Lentpes.
' Leocoea de bramante da linho muilo grandes
S3J4OO.
Coberlaa a chinata a 19800.
: Laogoes de panno de linho a 29. u.
Cambraia.
] Cambraia branca ailada, propria era forrar
rostido, ttndo cada pega 8 1|2 raras por 29.
Colcias de fusto
de lindos larrores e muito (raedes a 69.
Corle* ale aeda de coras 40*.
Uodocom 7 palmos t< largo iM a vara.
oalbse de fusUo a 590 rs. cada ama
Ca pellas.
Rico sorlimento de capellaapara aiavea.
Grosdenaples furta-cores com algess mofo a lt
o corado.
fllffi
Vende-aW em excellente coape do sselbor gees*
que tem vindo a este mercado, por praca atedie*.
e um cabriolet por menos de sen ralee ; na roe
larga do Rosario n. 24 ae dir quem lean.
Vende-te ama negra mega, boa qaitaaeVi-
ra, e exeeHeoie lavadeira ; na na Nora te Sanea
R ta n. 66.
Vende-ee deee de saj secco, nove, e pie-
p ram-se bocetaa para eurommeadas ; na cMa-
de dt Olinda, ru de Halhias Ferreira a 12.
it'ii Ann


6 I
.
BikRivvmmMmttm* a***! ttft^i i^miBi di i**,

Aloja dafcmdeira
Nova loja de ftmileiro daj
ra da Cruz do Recife
-numero 37.
Msnoel Jos di Fooseca participa a
tolos os seus freguezes tanto da prafa
cmodo mato, e jualameote aorespeita-
Teipublico, que lomou a deliberadlo de
> balsar o proco de tolas assoaa obras, por
cojo motivo tem para rendar um grande
lortimeato de bahi e badas, tudo de
differeotes tamanhoae de diteris core*
m pintora., e juntamente am grande
sortimento de diversas obras, eontendo
banhiros e gamelas compridas, grandes
6 pequeas, machinas para caf e cane-
cas para coadazir agua grandes e peque-
as, lataagrandes pira conservar farl-
oha n regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos o uso do Brasil e
camas de rento, Utas de arroba 1*,
bafts grandes a4 e pequeos a 600
rs. baeia grandes a 5 e pequeas, a
300 rs.,cocos de aza i 1) i duiia re-
gadores regulares muito barato, ditos
peqaenos a 400 rs. de todos estes objec-
los ha pintados e ees braceo e ludo maia
se vende pelo meos prego possivel : os
loja da bandeira da rea da Cruz do Re*
A diheiro ou a prazo.
Vende-se om escravo de idade 45 anuos cotn
prosso de foroeiroe que entpnde perfeitamen-
te de massas por ter sido sua oceupago padaria,
tarabem gao tu na ra e d ij diarios, ion es-
cravo vende-se por 400f pela raza que-se dir
oprelend ente: a tratar na ra do Imperador
D. o/.
caba de
chegar
ao novoarmazem
DE
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas (eltas, calcados e fazendas e todos
estes saveodem por precos mu lo modi-
ficados como de sen eostume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feilos pelos ltimos figurioos a
26.289. 309 e s 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16$, \$$, 209 e a 249
de casimira de edr mesclado e de
O rival sem segundo, na
ra do Queimado n
defronte do sobrado no-
vo, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e
Silva, est disposto
continuar a vender pe-
los precos abaiito de-
clarados, que na ver-
dade bornebaras-
simo.
Frseos com agua ATavande smbreada a
Ditos superior, frasco muito grandes
Dona de sabonetes multo fino a
Sabonetes inglezes da melhor qualidade a
Dos mullo grandes s
Frascos de agua celeste muito superior r lSO&
Ditos com cheiro mnito fino a 500
500
800
500
160
320
Diios com banha de urco o
Ditos com oleo de babosa a
Ditos muito superior a 240=e
Ditos com banha mnito fina a
Ditos com opiata de Lubin a
Ditos de dito de Pitera
Ditos com banha transparente a
Ditos com olee pbilocotae a
Ditos com superior agua de Colonia
ortos com macar perola a
Ditos com ditos (olee) a
Nvelos de linha do gaz de cores a
Ditos de dila encerada muito boa a
Ditos da melhor qualidade a
rntets de liqha de cores com 100 jardas
Nvelos de linha do gat para marcar a
Pareado meiss de cores paramentis* a
Ditos ditos para meninas a
Ditos ditos cruas
Duzias de
Ditas dita
Caixas com pbophoros "de segu'ranca a
Ditas de folha com phophoro a
Duzia de phophoros de gaz a
Dita de ditos de vela a
Pessa. de trance de lia de todas as cores
ditos
novos padroes a 149.159. 18. 20 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9. 10, 12 i a 149. ditos pretos pe-
lo dimtoulo prego de 89, 109, e 12$, ditos
de sarja da seda a sobrecasacados a 12
ditos de merino de cordo a 12, ditos
de merino chinez de apurado gosto'a 15
ditos de alpaca prela a 7, 8, 9 e a 10'
dito; ssccos pretos a 49. ditos de pal ha d
i seda tizenda muito superior a 49500, di-
, tos da brim pardo e de fustao a 2>50 49
e a 49500, ditos de fustao branco a 4
grande.quanlidadaode calcas decasemira
preta e de cores a 7J, 89. 9 e a 10, ditas
pirdas a 39 e a 49, dits de brlm de cores
unas a t$500, 8, 39500 e a 4$, ditas de
brim braacos Moas a 49500. 5$, 550O e a
69, ditas de brim loni a 59 e a 6$. colletea
de gorgurao preto e de coras a 5$ e a 62
ditos de casemira de cor e pretos a 4$500
ea5, ditos de fustao branco e de brim
a39ea39500,Jitosdebrim lona .4?
ditos de merino para luto a 49 e a 4950o'
caigas de marin pata luto a 4$500 e a 5a'
capas de borracha a 99. Para ajenio?,
de tolos os lmannos: calcas de casemira
prefaed.cor a 5$. 6 e, a 7, dita, ditas
de brim a 2\ 39 e a d500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
deeor a 69 ea 7fV.ditos de alpaca a 133
sobrecasacos de panno preto al2e
14, ditos de alpaca preta a 5, bonets
para meniao de todas as qualidade ca-
misas para meninos de todos os tannos
meios ricos vestidos de cambraia eitos'
para meninas de 5 a 8 aanos com cinco
babadosliso8ea 12$, ditos de gorgu-
cto de cor e de la a 5 e a 6, ditos-de
brim a 39. ditos de cambraiaricamente
bordadosjiara baptisados.e muitas oulraa
fazendaa e roupas feitas que deixam de
ser mencinalas pela sua grandequanti-
dade; assimeomorecebe-getoda equal-
quer encom'menda de roupaa era se
m4odar ramufacturare qw par, Jale, flm
f?,ilTStV uma K""-!offlein. d.al-
faiate dirigida por um hbil mestreVue
fn^9.?Sy*BWMMwJS
Lencos brancos.
Votatofli-te teneos brafmros proprios para algi-
efra, pelo baraliaaimo precode 2400 a duzia :
na rua do Queimado n. 22, toja da boa'f.
Potassa da Russia".
Ven*e-se potassa da Russia da mais nova e
superior que hi no mercado e a preso multo
08 S,,'*,0.: "criptorlo de Minoel Ignacio d
575 0""AFilho. largo do Corp Santo
500
600
320
3000
160
110
240
820
40
Loja das 6 por-g
tas em frente do Li-
, vramento.
i Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sobrecaaaeos,
I <"08de casemira de cor de fustao, ditos
, Je brim de cores e brancos, ditos de
ganga,calcas decasemira preta* e do
i cores, de brim branco e de cores, degsn-
, ga, camisas com peito de liaho muito
unas, ditas de elgodao, chapeos de sol
de alpaca a 4 cada um.
e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres porta.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimeolo en-
cootrarao os freguezea o mais perfeito, bem aca-
Dado e barato no seu genero.
URNAS de todas asqualidades.
* rISSpmI^ 1,ue/Taiisam con o Jacaranda.
...fiE[RuSde lodos tamanhos.
SEMICP1AS tdem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
m xn "iI8S de ioi" rossoraa.
fKAlOSimiUndo em perfeigo a boa porcel-
lana.
Sfft^ de lod" qsliade>.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flandres para ql-
quer sriiojenioaaV r H
m.^1^?8 en> Ct ,s 8 *u"o de oot os ta-
-m toda aTarTe?*08' b,ar dMtr0. da tW^
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
conVenU?0"108* qUe tU<, 86r de,6n,Penbd>
Fil liso e tarlata-
- na branca a 800
ris a vara.
Vende-so fil liso muito fino e assim tambera
tartataua branca muito fina, tanto uma cousa co-
mo outra sao proprias para veslidos, nao s para
bailes como para assistir-ae a casamentos, andera
antes que se acabe na rua do Queimado n 2!
na loja da Boa-F.
Meias baratissimas.
A 29400 a duzia de pares de meias brancas fl
as para hornera : na roa do Queimado o. 22
na loja da boa j.
0
k-sjon
o. por pieco baratlislmo, nicamente o*
d> Cerpo Santo a. J9, rapiche 4a coapa-
itas largas a 220 rs.
na lojadnPatto.
Vende-se flniaimas chitas francesas com pe-
queo loque de mote*, affiancaedo-a sottar o
molo logo que se laven, por seren de cor fizas
a W>ra. o covado : na rua da Imperatrfz' n. 60,
loja de Gara a 4 Silva.
Tarlatana brauca a
s paca com 8 varea : n rua do Queimado n. 18.
segunda loja viodo do Rosario.
Nova california
DE
Fazendas baratas.
Na roa da Imperatriz n. 48, janto a
5 padaria fraaceu.
^ Corles de cambraia branca com babadi- 5
# nbos 4 e 45O0 superior 5, cambraia li--
eom. 8 lr2BraSS.1lMOi>9a),'!diiM de
Isoosoia 5. e 6. ricos nfcitos para su
s brancas para seQhoern.e.rP"M K 8 ?\ ^!L^^^^J^J
'9
Ca gosto ingles 39500,4, para baplisado
J, corles de vestido-de seda Escosseza de
Doouoa gosto 12 esli se acabando, it-
cos lencos de lbyrilhavl.i2f, chapeo
desolparrtenaofa do tonit cores, lisos
1 iR0 ** m**[fl 5*w. co** "e cam-
rfaf^r*0t,>rC9m ff" de "oda' 5. rtaca-
JWCtWOO ris covado, completos
rsfttmentos do balees de arcos 3, sortl-
nwmojdo meias para menino e menina
*>? 140 ris o par. chales de tarlatana
de cores a 640 ris. lencos branco com bar-
raa 160 ris chitas ioglezae a 180 e 200 rs
dita francera a 240 o 280 rs. o covado
pecas de cambraia da forro com 9 varas
i 29 : junto a padariafraoceza n. 48.
Lager &
qualidade.
'Bier,
em> brris, superior
Madeira.
de plnho, vende-se na rua do Apollo n.
31 defronte.do theatro, em porcao e em
retalho.
Cortes de cambraia
babsdos a 3J500.
i E muito barate. I
Vinlio
ecarcavelos: em
roa da Cadeia do
do Porto superior, ditomuscatel
casa de Barroca & Medeiros.
Recife n. 4.
Vende se um silhao quasi novo, todo bor-
om~niVe?de"Se Uma *"" ,errea na rn Oo Cabrel,
Spchl;iJ?6B preciS8r ^-- a 'd
M~ Jn-ntrn8 a ubna d0 Pteo do Terco n.
^. aqualieropoucos fundos: a tratar na mesma
Muselina a duzentos rs.
Vende-se
o coVado
mus3ehna branca com 4 e meio pal-
mos de largura a 200 reis o covado e dilss de
cores matizadas largura de chita a 200 res o eo-
vado na rua da Imperatriz o. 60 loja do Povao
quid;
siotos dourados lisos e com lisliohas ,
S o Pavo em li-
laeo
_- lisos e coiu ,
2)00, clcuihas bordadas para meninos a 10Q0
gotlinhas com manguitos 8 19600, gollinhas de
iraspasso a 1|, ditas sera ser de iratpasso a 500
rs. lavas de seda esa perfeito estado a 500 rs. o
par, chapeos deso alsela rom franja moho de.
feri^ .'?^I? "a88500, Ch,,M "r8nd,,S e
merm s 2500. ditos de rede bordados a 8 cada
um manguitos de cambraia bordados muito nnos
6 'gA6016"68 ftn C9bea a *9. Pr me-
Para homm.
Vende-se na loja do.fario um completo sor-
lmenlo de roupas, corno saino : palitos de pan-
no o casemira de-todas ia cores, calcaajde casar
Ih ,P^ia de core?' dilas eo'Wfloloaaas
qualiades, comisas fraocezas fatld paca bomem
para nenios ~
50J000
J Cortes de vestidos de seda de bom
aaf gosto a s
0 Casaveque de velludo para se-
gpj. nhora a 209000
Chapeos de seda para aenhora a 89000
^ Cortos de cambraia branco desal-
aajL pico com 8 1 [2 varas do boa
' qualidade a 49000
9 Orgsodys de cores covado a 400
m E outras muitas fazendas que se vende
I muito barato.
5 Na raa do Crespo n. 8 A
S LOJA DE
^Leandro Miranda
Ir-
como
do
por prejoa mal commodos
rqanr parte. Dao-se amos-
que era ootrs qua
tra, de todas asf-w^.g quft eq,,,,,,,^ f ^
lado de fora,
tem um distico
Importante
Annuncio
Na loja da ditg-ncia, de GuimarSes -
. mo, na rua do Queimado n. 65.
SO^"'08' de C0lchflte8francez eom 14 pares a
i--S0,2!.deaiSia,,a dourados du'c Anos imitando
la na ruga & D4U.
Esjenilfios para senhora, que sem ore se ven.
dftrsm a 69. por-ftSOO. ToB
Trancas de lia para vestido, a peca a 40 rs
bre 7*ra d*r lUl0 fi" e lindaa 6Vv' li_
Massos com rampos a iOra. i
Linhas para bortar.a miada a 40 rs.
Dilaa dopeao muiloaloas, miada grand* a 240
Jranjaa de linbo para vestidoa, a vara a 120
Apparelhos de pofCBl*Da para meninos, pinta-
dos s dourados atlJOOoTat 23600 a.
Cartas com alBnetes a iTrs: ni
Pape com ^lla.uac.t,Va ahsta a 40 rs.
cowres para-sennora muito finos a 3 4 e 79
M^^X'rZ'^l^ 3o;
se veoderam a 2 a 640 rs. p
Enfeiles com florea wara aenhora a 1 *
Colheres de melaf muito finas para sopa a 10
Oavfes do mesmo metal a 49000 s dtfe.
Assim como outras muitas miudetaa fines eba-
t*ai nn a (t*>>.~ .< ^_ _. t
e para nao ha,i,oaraos Oonoe
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livrmento.
Chapeos de sol de alpaca a 4#.
-?nia de mei8us para hornera a
19200 e o par a 120 rs., dilaa brancas
muito finaa a 28500 duzia, leoc/oe de
caaaa com barra de corea a 120 rs. cada
um, ditos brancos a 160 re., bales de
20 e 30 arcos a 3g. laasinha para ves-
tidos a 140 o covado, chales de tnwflnO
lampados finca a 59 e 6, tarlatana
Dranca de cores muito fina com vors
iA^la,dearfaraa480 o covado,
fildelinho hsoa 6*0 rs. a vara pe-
cas de cambraia lia* fina a 3, casias
decores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, massulrna encarnada a 320 rs o
covado, calcinitas para menina de escola
a 15 o par. graratiohas de tranca a 160
rs petos para camisa a 200 ra. cada
um duna 29, pecaa de cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
oenr*. iH0} a **' francezas a
!h V /?" covado 'a e'
abertadas6horas da manhaa as 9 da
noite.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Vendem-se finissimas cassas garibaldinas sen-
Saw*\sr*aa m,iI n,0,,ern" que tem che-
Atten^o.
Vende-se a cocheira da rua da Paz n.
1 A, com bons carros e cavallos. a di-
nheiro : adverte-se que bem afregue-
zada : a tratar na mesma.
Fumo em rolo.
Superior fumo chegado ltimamente no arroa-
zem n. 5. traaessa da Madre do- Dos, de Jos
Luiz de Ohveira Azevedo.
Arroz com casca.
Vende Jos Luiz de Oliveira Azevedo era seu
armazem na travesea da Madre de Dos n. 5.
Alfazema.
ttS.\e!Sa?1lto.?or.*'' ?eDde-8 nosrmazem
fea dAazeMvedo6.de ^ "l 5' J" da
Liquidacao decalcad
francez.
Roa da Imperatriz n/16.
Para homens.
hw.T.<,v!l*Te^D,, de b*eV> de diversos fa-
* Zt W P"' "pa,5eg de vernhro debe-
zorro 9
Piira senlvpras.
-^%ua Dirttte 45
Magnifico sortimento.
riKs,2r.ad2'?Ddeni,,ep,",*r O,
rotrnajSwtjBetiistrazemdinheiro, o proprieu-
%2?252*,Mtcim9oXo cont'nua a i-
ff!,H2S^5Bl,!:P.or Rr1*odicos e sempra
flVl^n? m*>m^0\ bel, ortimento
de calcado francs, icgiez e brasileiro e : re
Homeni.
loneajalns Vistor Emmanusl. .
conro de porco.....
lordPstmerston(bezerro .
aliversos fabricantes (lustre)
a ^ JohnRussell. .....
apatass Nautea (batera nte|rsj. ,
patente. .'
Sapam>ttsnca (portuguezes). .- .
(francezes). ....
9 entrada baila (ola a viral. .
atrito cbro.ua (umn sola). .
Senhoras.
Borzeguins primor (Joly). ....
* w bnlhjulina.....
Raspa alta......
'*- ;
100M
1006
5>
90000
8500
5l
2JJO0O
1S50&
5|560
3SOO0
>
>
31, 3aV33.34.
decores 32,33.34.
sap*itoa com salto (Joly). .
55500
5JO00
59000
4f800
. 4500
4fon
franceze fVesqinhos'. '. ', '. 28240
31,82.83 .34 lustre. 1J080
v.ILf" ,,W) ,orlin,eno de conro de lustre, be-
mmSkll. C8V marrqD. sola, raquetas, coo-
^quehr0oufro'plodVveeDCderPOr meB0< *> "" *"*
Relogios baratos.
-JL8J2ai!OTa.0* 2I ha raode PrCa0 de rele-
Rioaiohadoa, dourados e do ouro, patentes e ori-
xsotses suissos o inglezes, os qn.es sero ven-
didos pelos precos da laclara. Cada relogioleva-
SfiisvjjMsr ,,,HI,' pe,re-
4 musselina do Pavo a
260 rs. o covado.
rf. wdV8r n,U8?<,,ina.b">ca eonr 4 Ira palmos
?n 21122 f"eDda ma,t0 floa Pel diminuto pre-
rnrTV rs' c0^*. corles de chita inKleza
^i?in"?dO,COreafl",a,5,)0r8-. ditas de
mueselina branca com 10 corados a 2. tudo
S,"dZ"^TC.'" I>"""
1 e,Hde"8e "mMta do caes do Ramos o.
Ultimo gosto-
Cinteiros de bonitas fitas com pontas
cahidas e franjas.
^.-,0j d'a8u braoc recebeu uma pequea
S2S 2 de cinteiros de bonitas illas largas com
fSi- cahld"e'fr.ojas, o melhor a ultimo gos-
nH^ K8e "6 dos flKurinoa. lendo tambera slguos
todos brancoa proprios para casamentos : as se-
r?*AZlam d" P3S,uir bom. mana-
5rf com^rtirum c!n\o TS^iiA
4 grande liqaidacao da
loja o Ravb,
Na rua da imperatriz n. 60
DE
Gama Silva.
anCrtba d8 Chf8ar Mle isbelaelmonto um
lara 112"? aor"a'">de fazendas proprias
S or T; *eusdonos resolverm vebderem-
o t, nP 5 b""ls*mo. pr estar do flra do
anuo e quererem apurar d.oheiro, como sejam
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores rua da Cruz
numero 4.
Vendem-se sarros iwriciioi sirai elegantes
s leves paridnass4pessoasa reeeoam-se on-
commendas psrs cujo fim alies psaseos :map-
pascom varios deseabos, tamben vendes* car-
roedapara condcelo de assucaretc.
Leandro Mi-
randa.
Rua do Crespo n. 8 A.
t Receberam pelo paquete franeet divsr-
I sas fazendas de bom gosto, que se ren-
\ jem por precos baralis*imos:
Borzeguins de Melles a
JLuvas de pellica de Jouvin a
Cilos de nov gosto a
Fivelas para cintos a
i /ollinhas e ponhos com betio a
j Ditas bordadas a 900 e
fiedlnhas de gosto o covado a
Oteados bordados largos por
[ Eofeites a imperatriz a
i Ditos de retroz que n'outra parte
8 fjBQQfl
B de outras moitas aualldades r bara-
lissiraos prejos.
aias a balao de crochet a
Mtssdita de dina a
'Vestidos de cambraia branea bor-
dada de 6g, 10 e 12000
Manteletea de grosdenaple a 20M00
^ Orajaodys de gosto covado a 400
,B outras maitaa fazendaa por precos com-
36O0
6000
Grande sortimento de perfora arias, r|ou-
pa feita. chapeos para hornero, senhora e %
cnaoga e tudo ae vende per precos ba- 1
raiissimos. *
assas.
- -Umu,n0 sorlitnento de cassas de varias cores
e qualidades, que vendem a S40 e 280 rs. o co-
VAQO.
Brilhantina.
Vende-se brilhantina de quadrinhos a 240 rs
o covado : na rua da Imperatriz n. 60, loja do"
Chitas a 240.
ll*; fi0is8ima Chitas fraocezas escuras e
alegres, fazeeda que sempre se venden por uma
pataca e ac.ba-se. 240 ra. o corado : K ru""a
Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se lazinhas de quadros para vesli-
a'ru.^ d6 ,pVad0 *0,l a 280 co'ad:
na rua da Imperatriz o. 60. loja do Pavo.
La chioeza a 400 rs.
Vande-se lazinhas enfestadas a 400 rs. o co-
vado: na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pari.
tambraias de seda.
Vendem-se finissimos cortes de
seda com dous babados e
Veaoe-se no armazem de Jos Antonio Mo-
rena Das & C, rus da Cruz n. 26 : ^^
Safras e tornos para ferreiro.
Ferro auecio em barra.
Linhas de carrHel de 200 jardas.
Malas para viagem.
EspiogaTdaa fraocezas muito finas em calzas de
Ferros de lalao para eogommar.
Pregos francezes de tolos os tamanhos
Ditos batel grande.'
Ditos de construecao. *
Bracos graodea para batanea.
Espingardas lazarioas.
Clavtnotes inglezes.
REMEDIO INCOMPAFUVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas as naco*!
podem testemnnhar as rirtudes destdremedio
incomparavale prorarem caso necessario.qoe
pelo uso qne dalle fizeram tem so*aorp0,
membrosinteiramentesosdepoisdehiTorem-
pregadointilmente outrostratamentoe. Cada
pessoa poder-se-haconvenceT dessas duras ma-
ravhosas pelaleitura dosperiodlcos^qnelh'as
rslatam todos os das ha muitos annos; a
nitor parte deltas sao tao sor prendantes qua
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoasrecobraramcom este soberano remedie
o uso de seus bracos e pernas, desos dodur
permanecido longo tempo nos hospjues.o tos
deviam soffrer a ampulacao I Dallas ha mui-
cas quelaveudo deixado esses. asylos depad
tmenlos, para se nao submeterem a esss opo-
racao dolorosa foram curadas completamentT
mediante o uso desseprecioso remedio. aC
gumas das taes pessoa na enfusao djseo roeo-
nhecimento declara rato estes resultados benfi-
cos diante do lord corrogedor o ontros magis-
trados, afimJa maisautentiearomauaafirma-
tiva,
Ninguen dssesperaria doesudo desando aa
tivessebastante eonfi.Ca p.ra encinar este re
medio constantementesoguindo algrim lempo\
tratamenlo que necesstasse a naturaza do maL
cujo resultado seria provarincontosuvlmonta.
Uue tudo cura.
O ungento hentil. mais particu-
larmente nos seainlntea^aVo.
Inflammacq da bexiga
Cambraia de
de apurado gosto a
K) cada corte : na loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vendem-se Ooissimos corles de cambraia la-
vedt.IDnb'"5ad0S 6 d0"aai"- 'da qae e
vende em qualquer parte a 88000 rs o Pavo
est torrando por quatro mil res, ditos com bar-
por.b,rzdand.60a 2S5' ^ Da "^S*
Gambrias de sal-
picosa 4^000.
nhIseDten1o 8'"b:88 ^'T eom as,')icos n'di-
vCASSAS LAVRADAS *
aJt*a"9Ct Cas8M '""das (zanla
gosio pelo baratissimo preco de 3&500
IaperaUiz n. 60, loja do Pavo.
Sedas a covados
a ^"V^^Sl'Jwl'"-?"10. muUo "ncorpado
amarello, sarja branca lavrada pra osudos de
Alporcas
Gaimbras
Callos. -
Anceres.
Cortaduras .
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Eofermidades da culis
era garal.
Ditas de anus.
rupc,5es escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammacao do figado.
da matrir.
Lepra.
Males das piernas.
dos peitos.
de olhosl
Mordeduras! de reptis.
Picadura de mosquitos.
Polmes.
iQueimadela
Sarna.
SupuragSes | ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na [bocea,
do figado.
das srticulaces.
Veias torcidas ou
das as pomas.
Tendo cada-um 19 corado,
peiopreco de 121000.
! Vende-se no armaren 4^ bailas Goaaout aa
roado Qaaimade n. 1. *^^* em
Milho a 41000
sacca : na travesea do palo* do batan ou ta-
berna de 4 portas. w "" w
Canna engarrafada
200 rs. cada uma garrafa :' traveoaai 4s> aaa-
teo do Paraso n. 16 lbaro* a 4 porta*.
Vendem-se as caaos o. 49 e Mlsraamla-
peranca ou Camloho Novo 4a> kan* a Bm-VIb-
ta, chao proprie. quintal aaarado, m,i
fondo ; a tratar na aaesaa na n. 45.
Na padaria da r.a dos Osartats la sjaaj)
bnoa-se a vender a axcelkota dmiW -Tt
110 o 140 rs. a libra, 1 i c 4V ; a fartalaa 1 '
qaalidade a 140 rs.,5. i ttOti. S Mtn'.
libra. bo4.eM.ht doc. lffr? VBWa.'i* !
roba 4 araruta a 240 a libra. O iKaoratari*
destapadana alada te. para diayor tentrnam
mais deMc.aaa deJOp.lmoa coaa IMdo tasa-
do : oa preteodente. pode
mesmo proprietario qoa todo negocio far I ratu
do lagar que escolherem. ^^
Mmimi aaiMUa*
Vestidos.
Ruada Cadeia n
Ricoa vestidoa de seda, de
23.
re-
bordados e de phantazia, linialM a ,
res, sedas do quidriahaa do rastao -
sas de cor modernas, camhraua esa
de cor e bem assim outras fazendas
prias pira vestidoa.
Manteletes e cbapeoi.
Superiorea capa. copnOa
rao, manteletes, taima, de croz ae I
, e de ouiras muitas qaalidade. naeriOrM
chapeo, de paita, enftttasaaa
nhora.
pa*. aa-
I
Novidade.
Modernos enfeila. do cabera, lava, u
pellica de Joovi., 1^T^-^ltuV
pentes de tartaruga, aaiaa bala, cvoaaaa
para aenhora. e menino., tintos aaeiai
inglezas para aenhora, maagnito. mIm
pulceira. de aa.dadalo. chapo, d. ^mUu
Roupa feita.
Completo sortimento da c.'cas colle-
tea, paletou, aobrecasacas da aatMa caat>-
mira, alpaca etc. : na ra. a Cadeia a
loja de G.rgel & Perdia*. *-^a*:"
Attenco
Burros para vender,
Espera-se brevemente de Moarterideb
um carregament de cerca de 60 a
100 burros, os pretendentes queiram
apparecer na rua do Trapiche n. 8,
casa de Renry Forster & C
Propriedade.
Veode-se am. propriedade distante
cinco legoa., propris para laa.Ur ota
d'agua para aalvejar 2.000 paea da asan
boaa malas e capoeirbee. sita aa fregezia'*a H
S. da Luz : quem pretender dirija
Santa Boaa da mesma freamoe
Thom Leao de Castro, doao da
lado do Corpo Santo n. -iO.
-- VcDdem-se librea alerlina. ; no eacriatorio
de Amonm Irmaos. rua da Craz a. 3. s^"'
a fsJUr
pechincba
nC,rl!.S ? bare8P de *ea eom 3 etwaa. 1U>
corte, de lia cera 24 corado, a M AS
com liad., flore. m.tiz, c..d7'. 0 n. lZ
cinh. de eolreraeios com 3 Ir* varas a IMOS)
m.doUn^de C0"e,e *** "" **'-
S00e400.
O rival sem segando na ra. do Oaeh
mero 55. eal queimando .a tenale.
por precos que a todos devtm adornar I
las suas qoalid.des, como tambera pelea presea
A ella. .ole. que se aeabem.
Grozas de prnoaa da ac a 400 r>.
Dilas de muznha, muiio finas a 500 rs
caizas cora agulhas (ranees., a 120 ra
Caizas com aparelhoa para divertir m
240 rs.
eaiaas a
12 ra.
no-
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Undres n. 244, tStrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pos-
soas encarregadas de sua venda em loda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Yende-se a 800 rs cada bocetinha contera
urna instruccao em ponuguez para explicar o
modo de foser uso deste ungento!
O deposito geral em casa dof Sr.
pharmaceutico, na rua de Cruii n.
Pernambuco.
Soum,
92, .m
do ultimo
na rua da
MJf

Para meninos e enancas.
Sapaliohos o baainziolfa da dlvewaa
deaaiatsicaote. .500rT
o par.
qualida-
Os senbaraa devedoae.' da io^'toim. .5o 0.-
doa a pirem saldar aaaaooMto^ij"oo.Wfi5^JoL
rao cobrado.iadict.leot*VVw. anaTlMoSot
se chame a ig.or.ooia.Jkaavie /pSa^o g "
Gafflina de mandwea.
Virnde-seidmma de mandioca muUo boa, da
a 00 mercada : na rua
!SS?,'!',a
CHAPELIMAS
a 0^00 cada uma.
Vende se^hapalinaamoderaas enfeitadas com
maito costeara aenhara 6#000 cada ama: na
rua da moaraldz-n. 6. ioja du Pav9.
LUQos UAramo.
hr.W6?*8,8 muit0 deliadl lenwho. de ca-
braia de hubo com Utayq.th. a *500, dos da
9'ioato a imitacio de labyun^h. a 80O
500: n..ruVda mperatru/. 6?. lojaTd
armazem,
Pffaov "T""wrrit.u. ow, ioja ao
Madapolav enfiestado a
tres-mil r^is.
tiV.il!'-6 pea*^dP'MroeBealad. oom
Vendad urna preta. &? "'"' *
l",*!^^^.* c,,.^ Phantuswmmmilris
HualaSenzaIa Novan.42
Yande-se em casa da S. P. Jonhston 4 C.
bronza.dos,lonas ugl.z.s, fio d.;Ttla,ehicota
paraetrros, e montana,arraiospara carro do
aa aioui cvalos relogiosd. ouro patanta
niJat.
enaneme m mmm&v&m
m Na rua da Crue n. 10,, casa de tt
Kallcmann Irmfios&C, tem exr '
posto um completo urtBento
de amostra de objectos de^ bor-
racha, propHo para mach'nas de
engeohos, sendo correas para
[ transmitir morimento, canudos
[de borracha de qualquer com.
aprmenlo e grouura, paonos de
borracha, rodetas de dita, so-
bo dito, artigts tomasa.se eor
commendas.
Vendem-se caixfJes vaaroa pioprwt
para bahuleiros.unileira>te. a 11280-
quem preteadaar dirija^ a esta1 tipo",
graphia, que ah se dir' quem ostem
DUae muito finaa e grande, o 500 rs.
Crozas de botes de oaso peqaeooa a
Dilas de dito.de looc* a 120 ra.
Duzia. de baralho. portugueses a 1400
Tesouras maito finas p.ra orinas a 400 n.
Ditas para costuras maito fias. 400 rs.
Baralhos moito fino. par. valurelo a MOra
Agulheiros com agulhas a 80 rs.
Caivete de aparar penn>s a 80 rs.
Ditos com duaa folba. a 100 a 240
"JI de '""1 200 rs.
Pegas de franja de lia de todia a. rore. a
bapatoa de tranca de la fino, a ifaj
Cartas dealtioeies francezes a 100 ta
Caas de ditos dito. 60 ra.
Escoras para limr-ar dente, aiuito Coaa a SH
Massos de grampos superiorea 40 n.
Carta, com colieles eom deleito 10 ra.
Uitaa ditas auperirea a 40 ra.
Didaea de ac para aeobore. a 100 ra
A pilos de chumbo para menino, a 30 rs
EnOadore. pira vealido. coa 4 vara* a M is
CaiTs com eolebelea francezea a 40 ra
Cartaa de alfloetea para armador a 10 rs.
Fios de coral de raz a 640 rs.
Charuteirss muito fioas a lO00.
50 A-Rua da Cadeia do Recie-50
500, 1$, 2,5500,1
4^500 65,5.
Manoel Goncalvea do Oliveira SaaJew.
acaba de arrematar uma porcSa dab-!
reodaa muito barato e por talo v*de ba-
rato para veoder maito, vende saMla m- '
ra vender barato grvala, de seda m
ib., enft'ite de vidrilho qae m lea taasH
do por 4 al, chapeo de col pare7L
f nhora a tpSOO. ditos de cabeca a aarihal
I di a 450O e 5J, -nham bT eltoh-ul
ieoio v OMajL^eahinihaa e.ae 1
ra.
rs.

para.veoder.

ostem
< -^ N. 0. Biebard C. soocesaorea. rua da Cea.
.. 4, tem p.ra tender roiaaiov > iMm. I.
ouro a prata.
I a\ all inrllll ALTNafNk
Relogios.
V.ada-a. mt*J*buimfmmSL
a do Vinario n. 3 amtaeala liiis.saia, i
uu.1._____. o. aa
rdUte.doonro.patwa j^L,, df m i
afamados fahrjcanUa da LtorW;______
au v.saadad. do boatiM la^ia. m, M
maamos.
AUensjiso^
fc !r c- *1UU ortalmf d.H-
isaiaaraa hraaM.Mamrroolf da I
r-*' S-S^-SvS^^ss
drofioa moirazoavai.


^_______.____
inei
Hemedo. infclirel oontra as .goc-
rheas antigs e recente. nico depo-
ato na bqticrraBceza ra da Cruz n.
22. Preco 5
Na laja da arara.
. wB,tufirfM *; P** fino enfestado
^:f.wtt?Jg? *& til, amito brfm de
tSTI "*"!?* ,wo-0-M, lBi* Maribaidi
ra vestidos *J*8flO o covado. paooo prto para
J'JSSi? ^ii30 aC0* m*&-
aba eafeatad. 6nr o catado, alpaca- de eo-
oT? *toit4m o carado, dita, a O
im -na .n^'*?"4** '* *'
simo r na raa da laapa^cii loja da arara de 4
*5Jrjf~g WD ^ lautas em que diz
Vende-ie ama casa terrea em ana das soe-
< Ibones raat da fregoeziada Boa -Vista oro solio
interior, 5 quartos e a atas: a tratar na travesea
80 ARaa da Cadnia d llecife50 A
^ 20400, 20000, 3,5000 e 3,5,500.
' de admirar i !
Meias para bomena eocorpidas a 2|400 a do-
2ta, dila para eenaora que e lem vendido por
*a*al500a dusia, peces de cambraia ara
torre com 8 1(2 varas a 2. cortes de vestidos de
cambraia cera 6 ordene** tobados a 38500.
^ *** $*
g A veTdadeira liquida-
&o de todas as fa-g
zondas, reupas tti-
tas e mAudezas da 2
Tua do Cabuga n.
5 8. |
m W" Burgo Ponce de Len, liquidalario 2
* da exmela firma de Alroeida & Burgos, V
V tendo de satisfaser segunda preatacao k
sjh aos credores da mesma firma, d'ara em a
diante passa a expr a venda ainda por w
9 menos do que lena aaouociad, con naaior ap
B abatimeolo do cusi, tornale para dfe
apurar dinheiro, grande sortimento de 1
Msjgateaes < Pendes.
<*** sai Neuidecio reeebeodo diversas
qaetodadea de fazeodas novas e uso desejaodo
wanora.laa spor a venda pelo diminuto preco-
paraaoabar rices corles de lia de duas satas
eenrJl covadoe, ditos de gorgurie de seto de
, qsretos* esm 18 eovados, cortes de orgaodjaa
aribaldi lateada moito fies rem duawssiaa e
barri com 24 covedos. ditos em barra cem 10
covadoe, cortea de chita Un a imitacio de lia
eoiHco.**O8,**Vc0rt de riscafolooe
a tf&OO, ditas de riseffio a Rsrbaldi a 2j800. cor-
tes de hitas francesas escuras e claras a 3|M0,
dits iaglezas s lp>0, cortes de cambraia de
llR'? e 3#. pegas de cambraia finas
1*600, 500 3 e 3500: na rus da Imperalriz
loja do arara de 4 portes ti. 56.
Um rico carro.
1 Veode-se om tico e elegante catro mu bella-
mente preparado : no escriptorio de Maaoel Ig-
nacio d Ohveira & Fllho, largo do Gorpo Santo.
Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a 4$
a arroba, meia arroba a 2#500
ea 160 rs, a libra.
Vndese gas americano de primeira qoa-
lidade, em latas de 25 garrafas, na razao de 15$,
assim como latas pequeas de 5 garrafas; no
caes do Ramos ni. 18 e 36, e na ra do Trapiche
numero 8.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36, I
PROGRESSIVO
A 1 Bsv^Ba. asaaii^Bk.MiBhA ssssj .^ssssksssa
SSSSH ^^BBBBBBT*^^SBBF ^Bss^^H HsV ^^H ^^Sh ^BSSSSSsl .^SSSSSSSSSSSBSW asSSSSSSSSS*^^^S^Ssl I ^SSSSSSSSSSSBBb. -^^^^ SSSSBBBSaSBBfc^^^. -^^hk. i^SSSSSSSSSSSSSSw.
^*^m*'^m 5 5ss*^^^^ ^s^bbW^bssijW ^a^saJF Vs*Va#aassL ssssLsdBsVsssL^ssassV < \w
A. F. Dliartft Almpida 4ni>nmiP f/ Jn %..___________. #-_ .
fazeadas para senhoras,
cieancas.
E'sproieilarsm-se para a (esta.
kmeos e
faaTttKIOfS*
PILLA8HOLLWOTA.
Este nesiirnavel especifico, composto inteira-
raenie de hervaa medicinaas, nao conlm mercu-
rio nem alguma oulra substancia delecieria. Be-
nigno mais tanra mfsacis, e s compleiio mais
delicada, igualmente prorapto a seguro para
desaneigar o mal na cornpleiso mais robusta;
enleiramente innocente em suas operajoese ef-
feitos; pois busca e remove as dosneas de qual-
quer especie e gto por mais amigas e tenazas
que sejarn.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, rauitas que j estaram as portas da
morle, preservando em seu uso conseguirn!
recobrar a sauda e lorgss, depois de haver tenta-
do rnultimente todos os oulros remedios.
As mais a Alicias nao detem entregar-te a des-
esperaijo; fa^am* um competente ensaio dos
efficaxes effeitos desla assombrosa medicina, e
. prestes recuperarlo o beneficio da saade.
Nao sa perca tempo em temar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Tebmo d espacia.
Coila.
Hemorrhoidas,
Hylropesia.
Ictetieia.
Indigesides.
Infla mmsees.
Irregularidades de
menslruacao.
Lombriges de toda es
especie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstruc^ao do ventre.
r*hty8ca ou consump-
go pulmonar.
Retaneaa de ourina.
Rheurnalismo.
SyaaptooMS secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo ( mal)
Accidentes epilpticos
Alporcas. "
Ampolas.
Areias ( mal de).
. Asihma.
* Clicas.
Gonvulses.
Oebilidade ou exienua-
eao.
Oebilidade ou falla de
forjas para qualquer
eousa.
Desinleria.
Dor degargsnla.
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enferrnidade no ventre
Dilas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vendein-se estas pillas no estabelecimenlo
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
- de todos os boticarios droguista e entras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Harana e Hespanha.
Vndem-se as boceiinbas a 800 rs., cada
urna deltas conlem ama insirue^ao em pertu-
guez para explicar.o modo d se usar desias pi-
lulas.
O deposito g?aal em casa do Sr. Soum
-pbarmaceutico, na roa da Cruz n. 22 em Per-
aambuco.
& f ** unm
9 Em casa de Kalkmann Irmos djp
&C.,na ra da Cruz n. 10, exis- dte
0 te constantemeofe um completo ajfe
A sortimeato de d| Vinhos Bardeaux de todas as s
dtt qualidades.
tt Dito Xerez em barris.
ea| Dito Madeira em barris e caixat.
A Dito Muscatel emcaixas.
a Dito champanhe em gigos.
am Cognac em barris.
a Cerveja branca.
dja. Agtia de Seltz.
~m Aceite doce muito fino em cautas.
I Alvaiade em barris.
a Cevadinha em garraoes.
#________________________
- Arados americano le machina-
par a lava rroupa:em casa de S.P.Joi
listn 4 C. ra daienzala n.Ai.
Vende-se chumbo de muaieio.'a dinheiro a
219 a quintal, arroba a 59500 : ne escriptorio
de Antonio Cezario Uoreira Das, no Porte do
llallas, ra da Hoeda n. 27.
Venda de loja.
Yento-se a muito acreditada loja tomiudezas
sita na ra da Imperalriz d. 82, sendo esta em
urna das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por vender-se com o
sonimento, de forma que o novo comprador nada
precisar comprar ; vende-se a prazo, conforme
se convencios* : a tratar na mesma roa n. 46.
loja.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irmos, ra do Amorim
numero 35.
Sonhalt Mellors & C. tendo recebido or-
den para vender o seu crescido deposito derslo-
gios v|sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, s pessoas que quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prala do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da ep-
portunidade sem perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prec,o no seu escriptorio
roa do Trapiche n. 28.
Fabrica do Nonteiro.
Crystalisac e reflnacao
de assucar.
Deposito oa roa de Apollo n. 6, e iraca
da Boa-Vi>ta n. 26.
Este importante estabelecimento contina a
fornecer aoa seut innmeros fregueses do alvo e
puro assucsr crystalisado, em p6 e em pies, 1.*
e 2.m qualidades, pelo proco de 160 e 200 rs. a
libra, e do reo.do a ICO, 120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador lera om descont
favoravel. Nos mesmos depsitos tambera se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vio animal em p a preco commodo.
Novo destino do
"torrador! !!t
23Largo do Tergo23.
Vende-se manteiga ingleza especialmente esco-
lhida a 800 e 900 rs., franceza a 640 9 a 600 rs.,
ssaimeomo se torram oulros muilos gneros, co-
mo seje, caf, arroz, azeite doce, velas de esper-
ncete e carnauba, etc., etc., e se acaso alguem
dovidar venhaver : a dinheiro vista.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bemconhecldo* acreditado deposito da ra
da Cadea do Becife n. 1*. ha para vendar a ver-
dadeira potasas da Ausaia. nova a de superior
quadade, aasim como tambera cal virgem em
podra ; ludo por presos mais baratos do qut em
oalraqualquezparte.
11300
BA
s
:
Tahas.
Maior naduceSo naw precos para acaba.
Veaden-se no aroaasem de Braga Soo C.
oa rua da JioAda, taixas de ferro ca*d do nal
aeredrtato fabricante Ediria Mavr a W9 r. mi
libra, ae>meaaiqae ae veadlem por 120 rs.
aaam amar
Bllimsm.ente no galo, pelo prego de 81 a barr
laaba: 1 aaraa d A#*llo, delreat do (tkeaUe
A
FUNDICaO low-moor
Ra daSenzalla Nova n.42.
Resta estabeUcimaato contina a haveraat
ompletosortimantodamoendasameiasmoea-
'l*s paraenganho.ssachinas d vapor ataixas
ie (erro batida coado,da todos otiamanbos
para lito,
-JPerrao < Maa*
Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Veodem-se chitas Iraocezas muito unas de co-
res fias, corado a 240 rs.
Chitas inglezas. covado a 160 rs.
Cassas francesas muito finas, covado a 220 e
Bnm braaco de uroJinho, vara a 1^.
a Soo **fd*' Cr de C"f'aiul e p^t0 co,,d0
40^SOO? iOUqUm 15000, M' *5, '80, 35'
Supariores meias de algodio cr ssra homem.
a- dazia 48.
Visitas bordadas a matiz, urna. 8# e 10*.
Camisas para senliora, urna. l.
Cortee de casemia de eer, superior fasende, a
A. F.Duarte Almeid,8ocio4|ue fodo armazem progresso, faz sciente aos seis fr*.
guezes que tendo separado & sociedade que tiuha com seutoano, acha-se dlei no vo SbeTe
SS ?Uc aoa? arm.azens^e molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos *omes"
de Souza, e oSr PauteFerreira daSilva; o primeirona razo de Duarte ft Souza, e oseando
blico.nosnalimpeaaewseiocQmquese acham montados, como em commodidade 1
preco, pois que para isso resolTeratn os proprietarios mandarem vir parte de seus eros
em direitura, tfim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem omol
ptrbl.cn v.e peda andar encommeada, mesmo por peas dW* qrXerTm^t^^ V -J' ?+* w
^'^^^s^rtss^'^LiL^'^ ^. .780,....,,... ,t,KMcmiatM imm
Tdpm fra nr> experimentar, senos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito. *
r hi!hAn ?tor d0 mere*<, 6W "*tVAn e tak htr "d8 M0 ,,br *
KStaS^^ .Hbr.eampar5io.a00,.
M 1 ^ r"It,t:,Oue"3S ndos do Porto da easa particular a 560 rs. pw libra einteiro a 460 rs.
lUarmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as sxposicies universaes de Londres Pars a 19800 a lata
Gaixas com estrelmha pevide e rodinhn LL .AA n
SSSSl^s^^
E?Xr fraacezas in8leiM PorUiguezas a.... ,...
Lata cZPCffinnar,Sod0a0 ll""" ^T^" ^^ p^Bd" '"' rid" *
Vinho em a i n Je diversas qualidades, a muito novaa 1*450. e grande* de4 a 8 ]brasde2*50O 4|5 0.
. girn/AaiiV.?^^^ P<< ^ eauiao, aecur, Carcavllo., Mad.ira toeca, Faiton. (Umnes a l20O
hi8 r0Pri08 P"a PMl d* 50 a "a *"'' de 3800 41800 a caada;
Pera em?aixa '" *" ,,Mad" que ha em PTlugal d* 70a 1*00 a ,a,a'
Corinthiaa .8 ^ 4 a *,bra' a melhr ****"* 'em vindo ao mercado de 49 a 6 a eaia e 1#280 I libra.
^onutnias em frasco- de 1 1 ,a a 4 libras de 1*600 a 29200.
Latas com Deixe savpI j
Caf do Rio |k C1 Pes"d*"as nu.tasquaiidadesoinaisbem afranjado que tem vindo ao nosso mercado da l40o!
Priego A 1 qeha 24 "' ',ib,a mio.
rrascos de amendoa rmt m,,.. .
Vinacre br.nrom^ p pnM pMiatuaoSf por8eremmuUobem enfetadM **** V&M a 39 cada t m.
CoJLh?AZSw?*rU* no mercada. 400 r, a garrafa 2,560 a caada.
Vinho Bord*aiiv M "*" nvos qHa *" no mereado a 80 a ,ibra do cominho e 40 doc-
IVf Ha t ^ ,U",dade 80 *a garr,fa e de 8500 a 10000 adli.
FiROS novo?1 6fa'Md;r d0 -is.cred.^0 autor da Lisboa viada a pr meir. ve, a nosso mercado, de 1 a W
c|vejas^=o3^r^^^
Azeite doce purificado a 800 rs. a garrafa e 99000 a caix. com 12 garrafas.
JjOgnaC a raelhor quadade que temos no mercado a 19000 a garrafa a 109000 a duzia -
dem ic M* "" J''M*4l,<"6"-'"H...-.an1Bh.s, .*,...
Ch 11 8 '00'grM* 28 *ao' mU"-
AseUonal T2!^,, """'^ "^^"^ N.ta.a ..lMoo .iikr..
AlDist "bra e em porco tar a batimento.
ll *a'8l'BP0 1Utt lwn Tind< <> *> a 160 rs. a libra e 59000 por arroba.
A wm dos ganaros anunciados encontrar o pablico um completo sortimeato de todo tendente a mblhados.
| Esperanca.
Receben de sos encommenda pulcei-
V ras de cabello qu vende por 108 o par,
dPa braceletes de mosaicos a 6$ cada um '
egelhas victoria a ISO rs. o papel, pen-
tes de tartaruga a 8, 10 e 128. precos
9 porque oioguem pode vender (boa fa-
jg| seoda) estes artigos nSo se encontra em
toja ueDhuma por isso vio a ruadoQuei-
V ma Esperanca reduz a exprs- _
9 sao mais simples.
J (A' DINHEIRO.)
9 Todos os artigas qoe eslo aa loja
dft muito barato quero quizer vi comprare
^ ver : rus, do Queimado n. 33 A, Guima-
^ raes & Rocha.
a 11600
1
libra.
Vell udo de todas as cores, cavado* 8* e 4&.
Superiores palelota de casemiras de corea a US
45"*WJto" oasiahaa bordadaa paia jenhoaa a"
^^Wa^imos maiUetetespreloaboradoed 35 ,
RiquisaimoscortesdasdaprttaaW.S 60.
25 ao*'Ml0,inle*,Bbl*a or**** b*dadoa a SO,
Cbriea de merino estampados, superior azen-
d 4\
Ggtea de reliado 4e corea para.cllete a 4|
^eW*aa cambraia^rdadii, urna 820 r.
SjlJ""01* caaemUaa.de ores, covado a SaSOO
Pentea virados de tartaruga a 6 8.
Len(os de lioko, duzw a 5 a 6a.
- fiaraitsa de beba, saazU, a 85, 40 aa 46.
Urlea de canbraU bordad oa a lSSOO.
Ditoa d*diUde taaejaiaa a.gf.
Lf*sa3. .A .
Chapaoa a Garibaldi Wvi.ta a 10, 12 e 15.
CtoiUa*socaa, sua 1;*80.
J2i",* M*^ai>cotM a>800 re.
*iel um espleMido aortiaMatd de fa
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
Qba de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Rffa da Cruz h. i 8
Wo escriptorio da E. A. Burle 4 C. vende-se
urna riquiasima mobilla de mogDo toda de obra
oe uiba o mais modtroo e melhor que pos-
aiyei, por prego moito rateavel; no mesmo es-
criptorio ha a renda eseflleotes mobilias floain-
do jumo guaraecidaade marmore a 860, eomo
tambem ha adeiraa pera piaoos.lavatori*,-toa-
lnete, caMee todo por precos que admira.
0 PnM.
Vendem-se barriqoiobas com macija ehegad. S^J^9S^wSSl^Xs
mmente aa sala la nrarn de ftB a hirrl ..^Mdl. .. -.4i:r?. T.^T,,QM^*i J*
Vende-se calciobas bordada* para meninas a,
1, iuvaa de seda tanto para ssobora como para
nomem lazenda em perfeito eatado a 600 rs o
par. aintos de .todas s qualidadea para aeoboraa
e meninas esaias bordadaa com muito guio:
na ru da Impsrairu .n,,fiO,..Jeja e Gam. 4
m-1
Urna barea Vende-se umS bsreaca do porte de 35 eaixaa
encalhada^o estaleiro do meatre oaraiAleira Jal
cintho Eleabao, o p da fwtalesa dajcioco hi
ua aonde pode aer vala e examinada. p#lo pre-
teudeales ; vepde-se a preso oa a diobeiro a
'^T.w*aa*ri.AUas:6aws, na ra tfo T,'
Obras de brilhantes.
^ Im ase de Alves-& c.. roa da Cnt o.'M.
Mka> deobras de fcvHbaetes. taes como Piara, eVMr.
atraaaialqaec puta; ^'^ H "| odoe TeW,eln a PreS0 eoinvi ewj Ingles, ro.pa falta e perfam.riaa mullo
ft
Na loja de"4 portas da rna do Queimadoja, 89
cha-ae id grande armetem com todo o srti-'
manto de roupas feiUs, para cujo fim tem mon-
tado ama oficina de alfaiate, estando encarrega-
dodella am perfeito meetre vlndo de Lisboa pa-
ra deaempenkartoda eqoalaaer obra que se' lh
encommeode; por rsao q,ae'fas um convite espe-
cial a todas as pessoas com espeeialidada aoa
lllms. Sra. offieiaes tanto da armada como do
eiererio.
^ai-ae fardas, fard&es oom superiores preparot
e malta bem feitas, tambem trata-se fazer o far^
damento- todo completo conforme Se usa no Rio
de Janeiro, tanlo que tem os figorinos que de
1* vteram ; alm dtaao fiz-se mam caaaquiohas
fauLi0SaaI,rdel8* J>u.el". bpm como
collete a militar para os 3ra. ajurales de esta-
do major eda cavallaria, qoer seja aiogelos oa
bordadoa n espequ>ha de ouro on prsts, ludo ao
foato da Eorops, tambem prepara-se becas para
deewtoraadores e da qaalqaer jois segundo o
eeWeaeCoimbrraoede-ae fatem as melhores
onbecidaa at boje, assim como tem moito ricos
desenos a matiz de todas as cores proprios para
ardamento de pageos tnr criados de libr que te
farpele gosto* tm.ee... M. meama casa en-
BtTaga.ledo^tasar para meninoa jaqueles a
franeexa borladas ao mesmo gosto irpcaodo
ma que se erometter, segundo oystema d'ofld*
ll^r*'V^^n rhonroa. flaJuJas
dignos senhores visto qae nada perdem em es-
perlmentr.
Na Iqja d'agula de ouro, roa do C'abagAn. ti,
reew^un) copaplHo ortlmeato deaslnbaad
mtssaoga, satfdo de todas ascores
Na loia WVimi
i m;J*.
Nova exposico.
Ra Nova n. 2o!
Riquissimo aortimenlo de cotilerias em todo
o genero, assim como um riquiasimo sortimento
de ouga de porcelana para cozioha, riquissimo
iorlimenlo de metaes, riquissimo sortimeotode
miudezas, e oulros muilos artigos. que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar : na ra
Nova n. 20. loja de Caroeiro Viabna.
Bombas de japy.
Rna Nova n. 20, loja de Carnelro Vianna.
Canos de chumbo
Ra Nova n 20. loja de Carneiro Vianna,
Z. inde",e un,Pre' do meiaidade, proprio
para todo o semeo : a tratar na ra do Raogel
n. 69, piimeuo andar.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de boiiets, etc.
Pechincha nunca vista.
45Ra Direita45.
^ndea ooaros de boi, inteiros, de luslre. de
a loja do vapor, ra No*
va d. 1, acha-se barato
grande sortimento de calcado francas e ingles,
roupa fert e perfumaras muito finas.
Vende-e* o grande sitio denominado Cala-
a, aite na.fregaezia da Vanea, de muito boas
ierra, vetado qianlo se planta di ama grande
qaaattdsde,- com urna cesa de taipa j coberta,
" dita Vlater drinha, grande quantidade da
pea de cafezeiros, tom diveraoa pea de frurteiras,
como seja laraogeiras, coquearos, ele, etc.; e
JMuf*1 ,eB * selle, aena dellat eom a cria i i grande, a um
burro manno : a tratar na na do Sebo n. 20.
Sal do Ass.
Vende-se st do Ass, a borde do brigue bra-
Siieiro Adelaides, receolemente chegsdo : a tra-
tar np escriptorio de Baltar 4 OliveUa, roa da
Cadea n. 12.
Fitas de sedas.
Tem'cbegado nejo ultimo va per. na casa deJL
L. Deloucbe osa tico sortimeato de filas de sda
de todas aa cores : convida os .aeoborea logistas
e todaaas pessoaa que pode iotereaaar. de appa-
reaas aa ra Nova n. 22, qoe nao deixtrio de
comprar I vUta das fazeadaaa doa prucos.
Queinia-tado
Serve para se deltar eos easticaea e segurar a
vela de eapermaoete, fazeodo-a qaetmar at o
flai, e preservando os mesmos de se quebraren)
com o alor da lu: vende-se a 500 rs. cala
queima-tudo, na raa do Queimado, leja d'aguta
branca n, 10. "^
9
Vendem-se osengenhos
S. Pedro e Espirita Santo, am-
bos moentes e corretes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Ugoas,
o prijijeiro tem casa de eDge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o ae-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quein pretende-los dirija-ge
a ra da Cadea do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Grabas a Deus.
J se pode fazer mimos.
J se pode fazer mimos.
Ji se pode fazer mimo*.
rk. mi iite P6*6 Mtr aaimoa.
Cbegaram affoal as esperadaa macaas ao elo.
e estaoge vendendo pela metido das qoe .W
diam, sendo a 160 rs. escolhidas : no grande de-
positle Soir & C, ru. e.treiU do loMrid a-
Exposico
DE
Candieiros a gaz,
O proqrietario da nova expoiicao doa esodiei-
ros a gaz avisa ao publico em eral, qo e .cha
Za^M'UY? ""* *"'' aoriimeata
de candleiroa desde o maia barata al o aaai* caco
assim como om grande deposito de gaz tdromni*
rerdadeirameate econmico, reronhecido vTrda-
deiraroente por todos os consumidores : na raa
Nova ns. 20 e 24, Carneiro Vianna.
Nesta mesma exposico se encontrar om ve-
navel sortimento de rlquissimos qoadro. da toda,
a. qualidades que por goalo se pod. ,prK,r
eua desenhos, um riquiasimo sorlimenio d.
quinquilhanas, contendo entre ellas riqoisaia ,<
vav.tono. para qu.rtos [gosto chines), ana varia-
lel aort.mento de balaios com todos o. pretaro.
para viagem. contendo pratoa, f.caa, copoa ay-
troa frascos para condicionar, ferros de enaaaa
mar a vapor, machinas de bater ovos atanor
machinas de fazer caf vapor, espingardas d
dous canos Uooxadas e de alcance, aaappa. dtl
mundo, e oulros muilos objectos que se vrpd>aa
ipo precos diminutos para acabar: raa Nova
numero 20.
Libras sterlinas.
Vende-se no escriptorio de M a noel Ignacio da
Oliveira e'Filho, largo do CorpoSaato.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja do pavo
Acaba de ebegar a este estabelecimento pela
vapor irancez uan lindo sonimento de gorgaiacs
de seda, fazenda ainda alo vista neale arcad*
que se vende por preco b.existimo, por eaUr
muito prximo a fests. assim como lindas mar-
queziuhas ou chapeoziohoa de sol para seuhora -
oa ra da Imperalriz n. 60, loja de Gama 4
oil?a.
Vende-se oa loja de Naboco 4 C.~ i
ra Nota o.2, os mais modernos chapeos
de palha a Traviala para aeaboras, ditoe
a Ganbaldi, daos a Cavour, diloa de aed.
a turta para meninos, dilos de palha a
banbaldi, diloa a hespanhola, e da ou-
traa muilaa qualidadea lano de aeda co-
"T*'*m mmtmm v* mrm mais barato
do qua em oulra qualqaer parte.
Nabuco a C. cum loja o. ra Noa""
2, receberam pelo ultimo navio um liad*
i sortimeiilo de eofeiies de froco com vi-
dnlhos, ditos de retroz preto e de cores
ditos de fitas e flores, ricas grin.Idas pa-
ra noivss, e oulros muilos enrolles oua
fe vendem biralo.
Rap francez
Vende-se na loja de Naboco A C. na
rus Nova n. 2, rau francs a 3 a libra.
Nabuco 4 C com luja na ruaNotTnT
2, acabam de receber pelo uliimo navio
francez um lindo sortimento de vaalua-
rios para meninos de 2 a 6 annos, com*
sejam vestuarioa de velludo, di loa da ae-
da, ditos de merino, diloa de fusiao bor-
dados e de outraa muilas qualidades que
e vendem mais barato do que em cuira
qualquer parte.
Siotos para sen hora
Vende-se na loja de Nabuco di C na
ra Novo. 3, ricos siotos dourados, di-
tos prateadoa, diios de lilas de seda e de
velludo ludo por preco commodo.
SABAO
Joaquim Francisco de Mallo Santea aviaa ae*
aaua fregueses dests praca oa de lera, qae t*B
exposto venda sabaod. aaafabricadencnaiaada
Recifenoirmazem doa Sra. Travaaeo. Jaalor
4 C, na rna do Amorim n .58 ; maaaa amarell.
castanha.preta a outras qualidades per menor
prego quede oulxaafabricas. No meamo arma-
bem lem f ei lo o eeu depeailo de val.a da caria*-
sasimplessem mistura alguma, como aa da
tomposicio.
Eseravos fgidos.
Eseravo fgido. %
Desde o dia 24 de cotobro p. p. esli fogi0 da
oseravo*molato Joaquim, estatura refalar ede
clara, bigod-s o pera, foi eacravo do aelao -
quem o pegar Im-oi ra da Crvu a. 48. casa
de seu tenhor E. A. Burle, qua aar ama-
sado. r^
r.Z. FnUg,i de^enh MatUs. enmarca de
Labo. no dia 28 de setembro da 1861, uai eacra-
vo por nome ioo, crioulo, vermalbo, altara re-
gular, grosso do corpo, es.adaudo, idada de tes-
ta tantos aoaoa, met*u-se as osaiaa do
nho do Monte, al que Iba Uraram urna
que levara, e logo que sa vio eem lia dium a
furlou um quario mellado coas cabella* rala*
e com principio da carrego, Umbem fes asa
pequeo roubo de roup. : desapparacaa cav.l-
lo a 17 de outubro. Eslu negro j lem sido pre-
so no Recife duaa vmea, a primeira vas traba-
lhaodo com urna carrosa, e a segaad*. vas M
preo trapalbando em um ara?artas da atacar
eomo forro : quem o pegar lave o engaebo ci-
ma, qoe-aera bem recompenaad*.
t. TI De*Psreceu no dia 16doxorrenle do ea-
(nho Mioaa-Novas sita oa fregaras da Sri-
nhem un cabra de nomo Gregorio, cojos *-
naes s|o os segointes 20 anona de trlrda bas anta
de corpo estatura regular, olhoa graodea a aaa
pouco vermethos, rosto redondo tem aaaaca.ci-
catruesde ventosas lano da um Jada coa* d*
eotro, cozioha. engomma. j w eAado d* aaU-
danle e por lsjo aupi5e-se andar ae*U pra^a
porque j'ettipre para onde procara, roga-s* aa
autoridades pqlioiaea capilaea da campo a apgaa
hensSo do dito cabrt, a entrega delta a*
dito Dgenho, oa na rna da Peaba a. 6 "
e pioteaU entra qujsaf quet |e o tanna
tuiaaado-se de seus satvijos,
rv^L


(8)
DIARIO DI fllHAlBOCO; t*- QUINTA fEIRA 81 DI NOVEMBRO DE 1811.
1

Litteraira.
Tres
irmaas
XI
maes.
(Conclusau k
Nio, vem, meu aogioho, li
insisliu Reoe lo- ,
mino-a nos bracos cora urna ternura na-!' lea nio deviam
ternal. V
A menina sahiu bitango os sblur.os. .
0 jando Rene voltou para junto de sua irm&s,
esta tha disse baohada em ligrimas M
T lh* servirs de me, nao l^ade, mi-
nhi Kue. e far-lhe-hjs lodas as caricias que
cu Ihc lenbo recusado
A ebre durou oilo dia*, oito dias de urna io-
dizivtl anciedade para Henriqueia e Rende, que
velavam sem descanco i cabeceira di doente. Em-
fira no nono dia, ella tere urna molhofa seosiv elv
a (ebre acalruou-se ; e a esperanza volto* ao co-
ragio desta trale familia.
Gabriella quii levaniar-se e o medico
contrariar. Pe
prepataisem: resliram lho um roupao
mira branca.
Pareco um noiv, disse ella, sorriodo-se-
Pediu depois llores, ar a sol. Trouxerara-lhe as
mais bellas flores da-es(ura; e ella festejou-as
com urna alegra infantil. Abriram a janella. Era
um bailo da de abril, um tanto fri, porm ate-
que:*
achi-
que ella terminara, reio' juntar-se-nos ama jo-
vea loara franziua.
Fiquei lertdo pela expressio aaria enelanco-
Ha deste-gracioso roste infantil.
lis a Ulna dGabriella, disse-me Reoe.
Cono a Ihe assemelha, respond.
JpjrfiTemo mu!* pela asi faiwtoada, porque el-
la se Ihe assemelha sio s no physieo eoroo oo
moral; teas urna precocidade que me astusta, de
A poltica interesseira e cega liaoogeia asfal-
tos dea gerernaniei pira avilta-los e faie-los
igooe de ramindar, justifica as mais crois
icidadea, ostenta urna dedicarlo a mais hypo-
irita, parece coaopenelrar-sa da felicidade e bem
Id todos para aerar e fartar os seos lorpes appe-
tites; oa senio, galgaodo todas ea difflcatdadea,
calca e menospreza os mais puro* e sagrados di-
eitos, porque nao podendo apoiar-se na forga do
Para que recusa las? respondeu Rene, as'8rea iviflcaot. A doente respirou este bello ar
egras da maternidade ter-te-hiam consolado cotn "a especie de volootuosidade.
! tedas ai dores; e depois nio ella tua Como agradivel este ar puro 1 disse ella.
aleg
de
lilu f
Porm tambero a fllhs de Mr. de Morges,
replicou Gabriella. Estes dous seotimeatos que
me ferem acbam de malar-me.
Querida Gabriella, replicn Rene sjoelhtn-
do-se diaote de sua irmia, ae quizesses poderias
viver anda, amar tua filha, e finalmente ser fe-
liz Faze um.esforgo de vontade, e aubiuga este
pesar imaginario. Quantas destas unies des-
proporcionadas se lem visto, e que entretanto
nao matara 1
Pobre Rene t muda ento minha oalureza,
disse Gabriella com um trille sorriso ; acredta-
me, que o que tenho a faser de melhor morrer;
se eu vivesse, seria preciso rollar a Morges, e en
tio.....
Porm para que rollar a Morges? o resta-
belecimeoto de tua aade nao aos olhos do mun-
do mi motivo sufficienie para tua morada aqui ?
E Mr. de Morges ?
Eocarrego-me de trnalo rasoavel.
O Sr. de Vandrey oaochege, disse Gabriella
mandando bruscamente de coveraagio,
Ouv't dizer, que elle ia fazer urna viagem, e
terjju que nao tenha recebido miaba carta, disse
Rene. visivelmeoie embarazada.
T Ihe escrevestes, nao me engaas ?
Eu t'o assegoro.
Entretanto, ha j oito diaa que esperamos.
Talvez seja preciso escrever-lhe aiuda e dizer-
lhe qu6 estou muito mal.
Porm nao temes, que a sua preseng* te
cause urna impressio mullo viva ?
Oh nao I pois ha muito lempo estou ha-
bituada ao peosamenlo de torna-lo a ver. Escre-
vesles tambem & Henriqueia, nao assim? nao
quero morrer sem me reconciliar cora ella, e...
sin lo-me muito fraca accrescentou ella com voz
ti) alterada, que Rene apenas ouviu-a.
Rogo-le, Gabriella, que nio falles assim,
islo despedaga-me o coragio. E a terna joven
cobriu de beijos e lagrimas as mos de sua ir-
maa.
Neste momento urna carruagero entrou no pa-
teo do castello ; depois no m de alguna minu-
tos ouviu-se um ruido de passos e vozes em casa.
Gstriella ouviu tambem e vendo que este ruido
aproximare, apoiou a cabera no encost da pol-
trona, e fechou os olhos, como para recolhersuas
leri.brancas e conler sua commoco ; porm bem
depressa com esse pressentimento ordinario as
grandes paixdes, assim como as nalurezas ira-
pressionaveis, disse:
Nao elle ainda ; a porta abriu-se e Mr.
de Charrassin inlroduziu Henriqueia de Vandrey.
Vendo Gabriella oeste estado, Henriqueia
leve um momento de estupefacto e quasi de
medo ; porm Iraoquillisou-se logo, e levada por
um impulso de piedade e arrependimento, lan-
gou-se baohada em lagrimas nos bracos de sua
irmaa. As tres irmas, de ha muito separadas,
Acarara por algum lempo commovidas e silencio-
sas, com o corceo suffocado de lagrimas, e tras-
bordando de lembrancas do passado.
Henriqueia tambem eslava muito mudada. O
pesar concentrado com o qusl vvia ha cinco an -
nos, endurecer-Ihe a pbysionomia, tornara-lhe
sombro o rosto, e oceultara Ihe os olhos; seu
queixo estava ais aceotuado ; e sua tez que
d'antes tioha urna pallidez transparente, torna -
ra-se trigueira e enrugsda. A tristeza e amargu-
ra estaram espalhadas em sua physionomia.
Porque razo Paulo nao veiu, perguolou
Gabriella; por ventura lerasciumes de urna mo-
ribunda ?
-- Nao recordemos o passado, eu te rogo, dis-
se Henriqueia. Tenho aido bem injusta para
comtigo, e venho reparar meus erros, tanto quan-
to esuver em meu alcance.
Entretanto eu desejaria v-lo, replicn Ga-
briella, proseguindo em sua idea.
Infelizmente, elle aoda viajaodo, disie lian
riquela, a quem Rene fez um sigal de iutelli-
gencia.
Sim, eu quera velo, proseguiu Gabriella,
para dizer-Ue que Ihe perddo, e que rogarei oo
cu pela sua felicidade. Tenho soffrido muito
por causa deste amor, cooUouoo ella depois de
um momento de silencio, e creio que morro por
causa delle.
Ao menos, sers tu feliz, minha cara Hen-
iiqueta ?
Esta occultou a eabega sobre os joelhos de sua.
irmaa, cooiprimiodo urna violenta commocSo.
Nao, Gabriella, oto, minha querida irmaa,
disse elta levantando-se, tu nao morrerts, e co-
nhecers quem este homem ; saleras at que
ponto elle era indigoo de leu amor. *U rev-
Isco ser ao mesmo tempo meu castigo.
Ella cootou entSo a suas duas irraaas, sua vida
intima cheia de dores. Cootou-lhes a astucia que
empregra para casar com Paulo, sua paixo por
elle, e por elle paga pelo odio e desprezo e as
novas humilhaedes que cada dia Ihe causavam as
indiicripces de Jos Duthioo. Finalmente pio-
tou-lhe Paulo, este coracao egosta e corrompi-
do, que fingir amor por todas tres e que s tioha
um fim, enriquecer, desposando-a com um grao-
de dote.
Ah I Gabriella nio eslava preparada para taes
revelocods. Procurando curar sua irraa Henri-
queta, em sua inexperiencia, nao podera calcu-
lar o alcaoee, nem a dse destes enrgicos reac-
tivos da ordem moral.
A pobre doente estava muito fraca, para poder
so.iportar, sem perigo urna semelhaole prova.
Estas revelacpes destruindo oella immediata-
mente esla poeata de senlimeoto que sao a esseo-
cia de certas naturezas escoltadas, caussram-lhe
una grande revoluco.
A' noite ella leve uro accesso de febre, acom-
panhado de delirio.
Chamaram o medico a toda a pressa
usa a tal impreisionabilidade nervosa, que me faz direito, abraca e tmpoe o direito da torca ; o di -
tremer a cada instante, que urna viva commoco lirio4a razio poltica.
paroce-roe que aspiro urna vida nova. Oh I nao
eu o sioto, n&o morrrei ; deoais, quero viver.
I'.' tao boa a vida I Parece-'me que os cinco annos
que acabara de pissar-se, foram somante um
mu sooho ; que tenho dezoilo aooos, e que me
acho no nosso querido e velho castello ; descui-
dada e alegre como ouk'era. Amar-nos-hemos
aiuda e por muito lempo, nao assim, miosa
ternas irmass? e tambem seremos felizes. -
Henriqueia e Rene choravam de alegra.
Nao falles taoto, disseram ellis, tu te fati-
gas.
Tenho tanta forca hoje, que ha muito nao
me sioto assim. a sale e a felicidade entra ra-
ma por todos os poros ; deixae-me pois dizer lu-
do que experimento de bem estar. Quando pens
que ha alguos diaa eu quera morrer, estara lou-
ca, son atoda tao joven, e posso tornar-me bella.
Rene, da me um espelho.
Reoe levantou-se e ogu procurar um espe-
lho.
Outr'ora, replicn Gabriella, eu julgava que
s poderia viver com o amor. Hoje o seria para
mira s a vida ; temo essesaenlimenlos violento*
que causam amorte. Quanta paz e alegra nao
se encontra na amizade.
Ella callou-se por um instante e ficou pensa-
tiva.
Na verdade, replicou ella, sioto-me comple-
tamente regenerada; sieto menos aversao por
Mr. de Morges. Pobre homem 1 quo iofelis o te-
nho loroado 1 Como tenho aido injusta para com
elle J Elle amrgame tantoJ RenSa tu Ihe escre-
vers para que *I- venha, desejo ve-lo aqui 1
Quero pedir-lhe perdi de todas as miabas lojus-
tigas para com elle. E minha filha, perguolou el-
la sbitamente, como despertad! em sobresalto
por esta lembranga, onde est ella? quero v-la.
Como amarei d'agora em diante este aogioho I No
mesmo instante ouviu-se um andar de menina na
escada.
Abriu-se a porta e a filha de Gabriella entrou. Ha
alguos das que eslava privada de entrar oo quar-
lo ds doente ; porm como ouvra que sua mfle-
pedir flores, vioha iriumphaote trazer-lhea mais
bella rosa da estafa. Tornando a ver sua filha,
Gabriella leve por todo o corpo um tremor ex-
traordinario, e apezar da sua grande fraqueza,
movida por urna especie de galvanismo, levan-
tou-se e estendeu-lbe os brac.es.
Minha filha 1 minha filha 1 disse com ara s-
cenlo de suprema ternura.
Tomou-a nos bracos e apertou-a contra o co-
rceo, depois cahiu inanimada sobre sua poltro-
na. Suas irmas julgarara que ella linha des-
matado e se apressaram em soccorr-la; porm
Gabriella j nao exista ; esto impulso de paixo
esgotra o resto de viJa que nella havia.
XIII
Ha alguns annos que negocios de interesa*le-
varam-me Oomblans, minha cidade natal. Ge-
ralmente, melhor viver com as lembrancas do
que tornar a ver depois do urna looga ausencia,
as pessoas e os lugares que D03 sao charos; por-
que as lembraugas dos consarvam sempre virase
presentes as impresses de felicidade, e as iraa-
gens de belleza; entretanto que diminuem os pon-
tos obscuros, maculando o qualro. Assim esta
chara cidade que se me representava cheia de
ruido e alegra, appareceu-me triste e deserta.
Como a familia de Charrassin fdra estrelimenle
lgala com a minha, e como eu tivesse Reoe
urna terna affeicao, urna especie de culto pelas
nobres qualidades que possula, como por sua bel-
leza, fui fazer-lhe urna visita.
Fiquei peoosamenle impresionado quando en-
trei no paleo do castello. Aioda que o vigilante
cuidado de Reoe, tivesse mantido por toda a par-
le urna grande orJem e aceio, reinara por toda a
habilaeao nm tal silencio de morte, e os meus
passos sobre os degrius da escada pruduziram
um ruido slnislro que me espanlou.
Levaram-me ao parque onde se achava Reoe.
Era um da do oulomoo pa lidoe queote. A tu-
llas amarellecenles, agitadas pela brisa, comega-
vam a cobrir a trra, o sol brilhava fracamenta
por entre as nuvens, cujas cores escuras augraen-
lavam a triste disposigo do meu espirito.
Rene e seu pae apressaram-se a vir i meu
encontr. Achei o bario um pouco mudado. Era
urna destas nalurezas quem o pozar e loca le-
vemente porque nao offerecem bastante proflin-
deza para que a dor ah faga seus estragos; era
sempre o velho jovial d'oulr'ora, com alguos ca-
bellos brancos e algumas rugas de mais. Quaoto
a Rene, pude custo recoonec-la. Estara ex-
tremamente magra. A ioflexibtlidade de sua pes-
aos revelava urna alma que tem animosamente
resistido as decepgoes da vida. Sa grave phisio-
nomia, cheia de urna ootavel nobreza, offerecia
as placidas cores do marfim amarellecento. Li-
geirasjjugas que vi sobre sua fronte e sobre as
faces, mostrara que a desgraga linha prematura-
mente imprimido os sianaes da velhice neste ros-
to de triota aooos. O mysticismo de seus grandes
olhos azues, levantados muitas vezes para o cu,
pareca dizer que elle linha reouociado a toda fe-
licidade mundana, e que punha sua coosolagio
oa esperanga de urna outra vida. Personificara
ao mesmo tempo o desengao e a resigoagio.
Nossa entrevista foi triste, porque despertara a
lembraoga dos ausentes. Rene tomou-me o bra-
go e offereceu-rne para dar um passeto. Tioha-
mos lagrimas nos olbos a na voz. Pareceu-lhe
aem duvida que eu a questiooara por meio do
mea sileneio e dos meus olhares; porque disse-
me aperlaodo-me a mao:
Ficae comnosco at amanhia, e contar-vos-
hei os acootecimeolos, que deixaram para sempre
oestes lugares, o luto e a dor.
Presentiodo que nesia historia havia urna
especie de drama, aceitei este convite, nio s por
curiosidade, como por interesse.
nao venha destruir asta, organisago delicada1
Eocarregando-me da edutacSo desta menina, lo-
mei, bem o sei, urna grande responsabilidade,
porque da educagao dependo a felicidade e a des-
graga da vida.
Enlio ella fez urna critici sebre a educagao e o'
casamento. Sua coorersaco provou-me o quan-
to, do fundo de sua solideo, este espirito justo,
esclarecido pelas desgragas de sua familia, apren-
der a eonhecer o mundo e as paixes.
Depois de tongas refleies. dase ella, sobra o
destino de Heoriqueta de Gabriella, tenho con-
cluido que este destino foi o resultado neceslario
de nossa educagao su perllcial, e de nossa vida se-
dentaria em-Domblaos, onde s apreciavaaos o
mundo atravez de nossas illas&es iofaotis. Como
Mr. de Morges, confiou-me esla menina, propo-
oho-me a dar-Ihe urna educagio que, deseovol-
veodo-lhe sobreludo as (acuidades do espirito,
cootrabalance sua excessfva sepsibilidade;. e
quando ella tiver qainze ou dezeseis annos, ha-
bitaremos em urna grande cidade, onde a levarei
s sociedades, aQm de (ate-la conbecr tal quai
ella e de lirrala assim destas perigosas illu-
soes, as quaesse aprazem muitas vezes em en-
treter as donzellas.
Poderei ento deixar-lhe impunemente urna
completa liberdade em sua conducta e em seus
negocios de coraeio. Entretanto hai de desvia-la
do casamento o mais que for possivel, pelo me-
nos at que elta possa apreciar completamente
um homem para nio Conservir duvida alguma
sobre seu carcter e amor. Se eo comegasse de
novo a miaba vida, aerescealou Rene dando um
suspiro, em vez de tomar o senlimeoto ao aerio,
tratara de representar no mundo o papel de cas-
quilha. Em um seculo lio corrompido, em que
os horneas collocam o dioheiro iclma de ludo,
zombando do amor e de suas sublimes delicade-
zas, urna mulher casquilha que s toma dos ho-
rneas o que elles podem dar, quero dizer suas rro-
menagens superficiaes, s quem lem o direito
de ser feliz. Portento, quando a minha pequea
Gabriella chegar i edade de amar, procurarei
tornar-me joven, ensinar-lhe-hei a casquilharia,
aOm de premuni-la contra as paixes.
Quaodo Reoe acabou de fallar, houve eotre
nos alguns instantes de silencio.
Eu pensara nestas tres jovens, nesles tres des-
linos destruidos por um indigoo amar. A mais
infeliz, dizia eu, nio aeri .Reoe, Rene cuja ol-
ma nobre e elevada, cujo coragio generoso e ter-
ne, transformados por horrireis decepgoes, re-
pudian o amor e o ideal como um engao, e co-
mo urna chimera? I Ella, casquilha I Nao pude
reprimir um triste sorriso. A casquilharia, e os
fros clculos, poderiim alliar-se nunca i sus
candura e boodade naturaes? Porm nio Uve
torgas para combiter aeuaargumentos; a senta
admiragio pela ana dedicago, e piedade pela sua
infelicidade.
O resto da ooite passou-se em cooversages
melanclicas, que se torna va m alegres algumas
vezes pelas lembrangas da infancia ; no da se-
guate pela manha despedi-me de Rene, e do
velho bario, sgradecendo-lheso bom acolhimen-
lo ; porm eu levara de aua casa bem tristes e
amargos pensamea'.os.
Marie Ganeau.
(Pre$se.Emilia Luna)
Q ises sao as leis de urna sabia e moderada po-
ltica seno as leis ds nstureza humana, e os
preeeitos doEvangelho ? A razio politice des-
airada e deaanlreada nao respaila uem reconhe-
ceesaaa leis, ou para melbor dizer, nio tem leis,
seus caprichos sao oa-seea principios. Ella pro-
pria o diz: o povo materia, nos como espiri-
tes compote goveroa-b. E aioda denominan
goveroo de liberdade ase cortejo de todos os
Crimea, i anarchia, i licenca, consagracio em-
fim de lado quanto aaal I Pobres mtseraveis
dspotas que ignoran ou nio querem crftr que a
Providencia vela iocessaotemeote pela felicidade
e bera da humanidade; pobres que repellen as
verdades que Ihes diz a egreja, porque achara se-
veras e duras na pratlca, e prestara os ouridos
alientos a eloqueocia pagaa, porque esta os elo-
gia e os exalta, ao passo que a eloqueocia chris-
taa os censara e aviva oa seus deveres.
Na corrupgao, na idolatra da Impiedad, quan-
do o soberano se torna tyranno, a patarra da
egreja ae afina e seaccorda aosacceotos da elo-
queocia. O poder balbuca, treme e A seu ulti-
mo acto a dasespersgio. Nao 6 o poder do im-
plo capaz de suffocar-lhe a voz, ao contrario a
tyraooia excita-lhe cada vez mais a Indignacio,
sem faze-la dobrar jamis com o martyrio que
a coroa da virtude.
A palavra sagrada tem sempre echo.ido nos
lempos de idolatra e de i mpiedade. Bourdaloue
nao arrefece o ogo do dever que Ihe aquece o
coragio, em freole de madama de Montespan i
quem elle censurar* de gloriar-te do seu oppro-
bro, e cootra o proprio Luiz XIV pela dureza e
rigor com que trata vi o que devia ser objecto de
sua ternura, e pela adoragio que elle pertinaz-
mente prestara a chusa visivel de suas desgragas.
Fenelon faz carga i realeza pela destrogo da
amiga constituido franceza. Fleury, Matsilon e
outros incessantemeote retocam o dever doa prin-
cepes. Na reslauragio, qusndo o joroalismo
zombsva e crilicava com derisio das cousss mais
sagradas e respeitaveit, alga a eloqueote e pode-
rosa voz o (Ilustre Ravigoan. E na poca actual
em que a liberdade deseofreiada leva de raato lu-
do quaoto se Ihe antepe, nao aio menos fervo-
rosos peta verdade e pelo bem o padre Ventura,
Laeordaire, Flix e outros.
O estado deve garaolir a egreja da maldade dos
impos, inpor o respailo e reverencia que Ihe
sio devdos quelles que mofara da dtvindade, e
a consunagio dos seculos, e nao serie aa vagas
garibIdiosa que a fario detpedagar-se na tarpeia
piemoHteza. A poltica nio mais a arte de ap-
plicar a moral asieacia do goveroo. mis aira,
como dit Jouy, filha do interesse a da ambigio.
mi da seiligio e da revolta. B oio vale ia
oeeea a experiencia doa tempoe I No arder e
frenes das paixes esquecem-ae e desprazam
nuia vezes o tabernculo do Seohor; mas quao-
do a reflexio apaga e eafria o fervor, quando os
solucos e a anciedade da morte parecem extermi-
nar o que Ihe reala de vida, eis o estado aos ps
ds egreja, que cono me perdoa toda offensa,
dando-Ihe o mais puro cousolo. Nao a nossa
voz nicamente qus se levanta para bater e des-
potismo e impiedade ; lodo o espirito verdadei-
ramente catholico se revolta com a scena trgica
por que presentemente passa a egreja.
< as altas regioes deste mundo, diz o cardeal
Wisernao, ha muitas falsidades, embustes e arti-
ficios : sio tristes meios e tristes causas que re-
gulan hojeas relages entre as nagoet. Discor-
dias, variagoes incestantes, traosformagee e orna
poltica artificiosa, eis o que ten reioado eotre os
goreroos da Europa.
A causa motora detse odio, dessa aversao ao
papado quaerto i nos, o interesse poltico mes-
quioho e caprichoso, o egoismo traduzido de-
baixo de todas ss formas. Nio presumios que
o orbe catholico e principalmente as osges eu-
ropeas tean o poder temporal do papa ; e aio
presumimos, porque seria isto eT-i'o d'un temor
paoico produzido pela ignorancia dos limites do
poder temporal ;~e couhecida por tanto a sua na-
tureza e aua exiensio nio temos que receiar-qoe
o nosso chefe espiritual se torne nosso chefe tem-
poral.
Roubsdo ao papa o poder temporal oecessaria-
mente ten de recahir esse poder oa pessoa d'ou -
tro soberano, e a pessoa deste novo soberano
torna-se incorapativel con arpessoa do soberano
espiritual, o que nuito de receiar, por que dous
soberanos reinando ao nesmo tempo e oo mes-
mo territorio iovadem infallivelmente a esphera
das allribUlcOes Um do otro, oi* 4 da ottureza
de todo pode/, de toda forga alargar o seu hori-
soote ; e que aoarchta entio nio haveri no es-
tado e na egreja 1 E' um sophisma manifest di-
zer-se que nao ha ioeompatibilidade porque um
reina na egreja, oulro no estado, pois sabemos
que as decisoes da egreja para aerear recebidss
sem objeegao, e oio soffrer cerceameoto algum
excluem a interveocao d'outro soberano, e re-
clamam un tanto de forga aocial; decisoes que
seriara por ventura obstadas ou modificadas, se o
poder temporal fosse confiado oulro chefe.
Hontem dizia Napoleio I que esse poder era
obra dos seculos, e elles o fizeram bem ; hoje
diz-se que este poder roubado, nio perteoce ao
papa, cumpre pois reslitui-to ; que illuso !
Quanto os o poder lemporsl do papa nio
a conveniente, mas at necessario para a manu-
edo
querem plantar a corrupgio na soeiedade ; deve 1 tengao e liberdade do poder espiritual e garanta
ser o primeiro dar o exemplo de obediencia e da egreja. A sepsragio destes dous poderes traz
Esta cris pode salva-la,
como lambem pode mala-la.
disse elle, assim
OI.ULI I>1
4 DAMA DAS PER0L1S
Rene conlou-me durante a noite tudo o que
acabaes de 1er, charos leilores. No momento em
O eslado e a egreja.
Domloum Deum tuum adora bis,
illi aoli servios.
S. Math. IV. 11.
O homem um composto de duas entidades ou
substancias, espirito e corpo. Estas duas subs-
tancias encarnadas na soeiedade reclaman leis
que Ihes guien e encaminhem ao seu aperfeicoa-
ment, por conseguinte ha neceasidado das leis
sociaes e leis espirituaes ; e assim como o espi-
rito acha-se ligado ao corpo, e mutuamente se
auxiliam, assim tambem as leis sociaes e as leis
espiriluaea se abragam.se soccorrem, e marcham
par-paasu com a mator harmona para atliogir a
felicidade o o aperfeigoamento do homem.
Ha pois na soeiedade dous governos, dous so-
beranos, dous poderes, o pode? social ou tfropo-
ral a o poder espiritual, o eslado e a egreja Mas,
nio obstante estes dous poderes terem bem dis-
tiootos )i quanto ao seu flm, i qaaoto ao seu ob-
jecto, j finalmente quanto aua exteoso, toda-
va harmonisam-se perfeitamente para a conae-
cugio da felicidade e bem do homem.
O flm do poder temporalea ordem, a tranquil-
tidade e o progresso social, e o Qm do poder es-
piritual a edifleacio do espirito humano, a sal-
vacio da alma. D aqui ae ve que o objecto do
primeiro nio idetico ao do aegundo, e por
conseguinte que o poder espiritual lem maior ex-
tensio e gyra o'uma esphera mais anpla que o
poder temporal; a como o espirito do homem
tem maior importancia e mais elevado que o
eorpo, o poder espiritual eieree urna funegio
mais nobre e tem mais cathegora que o tempo-
ral. Logo o estado, para cantonar na vereda do
derer en busca do bem da humanidade, dereou-
vir os eonselhos da egreja porque o bem existe
prtneipalmeote oa egreja, onde aa paixes dos
individuos se immudecem aoa orculos da f e aos
dictames da razio.
O eatado, creatura de Deas, deve reconflecer o
seu supremo autor, adorando a boodade por ex-
cellensia, a omnipotencia divina, a aupremacia
infinita, a sabedoria aem limites, emQra o nico
ser necessario ; porque ludo o mais poda deixar
de existir; e realisando egualmente os desigoios
ds Providencia.
O soberano temporal ministro, da intelligencia
increada para o ben o a felicidade doa horneas,
oio deve desvirtiuar o seu carcter para aujeitar-
se is paixes, e dar-ae i pratica dos crines. O
poder, a sabedoria e a boodade, que sio seus at-
tributoa, assin cono o sio do ser absoluto a ne-
cessario, de vem aebar-ae unidos e traduzidos em
todos os seas actos. Etsa trndade deve formar
unid a de na aeco, cono a trndade na unidad e
divina ; pola o poder aem a sabedoria a loucura,
diz o padro Ventura, assim como o poder e a aa-
bedoria separadas da boodade nio aio aenio o
egosmo poltico e o maehiavelismo.
respeito para com a egreja, por que a religiio, a
honra, a virtude, e ben noral emQra, sio as
nicas bases de solidez e estabilidade doa impe-
rios ; e defende-lr principalmente por que tera
sido quasi sempre a arca santa que o tem livrado
do diluvio das paixes.
E bem precaria ser a lorte do estado que
substituir a religiio da dedicago pela religiio do
egoismo ; pois a volupia, a escravidio, a tyran-
nia, a corrupgao emfim aio alicercea tio traeos
ou abysmos tao profundos que se cavam debaixo
dos ihronos que nio podem ser seno principios
de honens sem consciencis, de espiritos apode-
rados da verligem da impiedade a da anarchia.
O estado e a egreja cooseguiotemente nio s
se harmonisam para completa felicidade da hu-
manidade, como aervem tambem um oulro de
guarda, pois nisto que consiste principalmen-
te a harmona.
"O eslado jamis dari um passo na civilisagio
sera a egreja. Ora, na poca actual remos que-
brada a harmona entre o estado e a egreja, e o
auxilio que aquella deve i esta oega hojea Fran-
g ao Papa.
Com o mais profundo e leal acafameoto, e sin-
cera aympathia ao throno da Frange, quem ac-
tualmente confiada a sorle da Europa, e direi
mesmo da humanidade ioteira, a Franga que ho-
je dirige os destinos das ns;oes, e que por essa
razio iacumbe-lhe um dever sagrado de manler
a ordem e traaquilidade eotre os poros, comba-
taremos os seus principios polticos no campo oa
religiio e da sciencia.
Fallando da reuolio do poder temporal com o
espiritual do Papa, o prncipe Napoleio diz : es-
ta reuniio existe em Roma I uio nos compele
destruir ; maa ae o tempe, ae a voalede do pao
italiano a deatruir cumpre deixa-la cahtr ; aera
tato um beneficio para a religiio. c Hoje procla-
ma a Fraoca o direito de nao ntervengo quan-
do se trata de abolir urna das prerogativaa mais
importantes do chefe da egreja, ao passo que em
quesles meramente polticas eis a Frang pro-
clamando o direito de interveogao como justo e
legitimo, e ioterviodo effectivameote em ques-
les de poltica particular de alguma nagio ; bo-
je quaodo se traa de urna causa commum taz-se
urna exeepjio ao direito das gentes, por que te-
r um beneficio para a religio, que realmente
nio sabemos em que consiste.
Nio se;diga que se o tempo e a vontade do povo
italiano a deatruir cumpre deixa-la cahir; nio,
porque aeria aancciooar a anarcma e a liberdade
sem limites, ou para melhor dizer, es caprichos
de urna politica nsquiohs. A liberdade tem
freio que a razio, e olocumpre|permitli-la de-
seofreiada porque um povo assim quer, pois se-
ria a deificagio do despotismo e a apolheo'ae da
perversidade ; a liberdade, diz um dos oossos ce-
lebres publicistas (Martim Francisco de Andrada),
urna palavra tio adoravel no seu verdadeiro
sentido, como fatal quando coberla com o vu da
perversidade.
E aera a Franga a mais autorisada para negara
aua intervengio em deteza do Papado ? Na*b. A
Franga por demais devedora ao Papa. A or-
dem, a traoquitidade e pacificagio doa espiritos
exaltados desta nago em pocas diversas tem ai-
do obra da egreja ; o que commercio tio justo e
lio santo enireteve a egreja com o estado no
tempo de S. Luiz? E qusl a razio desta mudaa-
ga. E' que motivos de politica fazem hoje es jue-
cer os beneficios que por mais de urna vez tem
sido prodigalisados pela egreja.
Por mais tempestuoso que seja o ocano do
egoismo poltico, por mais deseofreiada. e desre-
grada que aeja a liberdade do povo italiano, por
mais forte e violento que seja o furar-io dapai-
xes, a barca de S. Pedro passar sia e salva at
ne
necessariamente funestisti mas coosequencias para
o catholicismo, e vem arrafecer e enervar um
pouco a jurisdiegio espiritual do vigario de Chris-
to, pois o corpo quando fraco, quando soffre, o
espirito apo1era-se d'um desaoimo, e tambem
soffre ; e por consegainte, pela mutua influencia
do rorpo com o espirito, e vce-versa, un o po-
der espiritual ser a preza da ambigo, e do espi-
rito maligno, e a justiga eolio ser substituida
pela anarchia, e a religio pelo egoismo e bypo-
crisia.
II
Et his qui columbas veo le-
bant dixil: Autorice isla hlnc,
et nolite facer doraum pa
mei, domum negotialionis.
S. Juan I, 16
A soberana temporal do papa nio certamen
te um dogma, mas ama creoga ioabalavel eirre-
frtgavel, enraizada na conscencia catholica e
ssoccionada pela successio dos seculos. Nio
tima questio que loleresse" ordem poltica desta
ou daquella nagio, antes urna questio que di-
zendo respeito ordem universal e coosequenie-
mente ao catholicismo, interessa i todo o chns-
tio catholico. E Napoleio III na vespe.-a da 10
de dezembro reconhecia que, a soberana t*m
ral do veoeravel chefe da egr%ja catholica e
ntimamente ligada ao brilho do catnolics
>em como a liberdade e a independencia
Italia.
Serio por veotura os fictos da civilisagio mb-
derna de tal natureza que possam ioduzir o viga
rio de Christo a manler iocolume a pureza da alia
doutrina celestial, e alimentar os cordeiros e
ovelbas com essa mesma doutrina ? Nio ; m
nos qua faga alliaoga com grave perigo para
consciencia catholica e granatssimo u.c.oi.ia i
todos com a soeiedade moderna, cuja obra le
causado tantos males que nunca podem ser ba
lite lamentados e que promulgou tantos pri
cipins, tantas opinies detestareis e tantos err
9
POR
A. DUMAS FILHO.
XXI
(Continuagao.)
a A' ultima badalada do relogio em que te (al-
le, badalada que vibra no ar como urna nota de
ago, abre-se a janella da daqneza e desee a mys-
teriosa fita r>e seda, sem que eu ao menos possa
ver a mao que desenrols, porque ella apaga
todas as luzes e vem vestida de prelo para fazer
mnssa com a sombra da ooite. Oa alguns passos
distantes ds janella i-ra lampiio que devera tra-
hir-nos; mas admira de que utilidade nos a
economa allemia ; s onze horas e mela um ho-
mem, munido de urna comprda eacada que ap-
plica aos candelabros, percorre os grandes bair-
ros e diminue a luz da cada bico de gaz. laso
parece feito de proposito para nos. Algumas ve-
zes elle se demora alguma cotisa e vejo-a enlio
qoando a janella ae abre. Se 6$so hornero
quizesse emprestsr-me a sua escada I Emfim,
contentemo-oos com o presente, j que o futuro
quer prometler.
f T, romancista, perguotar-me-haa entretan-
to, como oio me correspondo directamente com
a duqueza e oio acho mel de approil mar-me del-
la, podendo erla abrir a janella noite, estando
as ras desertas, e ardpndo ambos por nos ver-
mos. Vaes (altar-me de Romeo e Julieta, das
aceas da janella, das escadas de seda. Em pri-
tneiro lugar dir-te-hei, para leu governo de ro-
mancista que a civilisagio moderna tem feito
perder ao amor moilos dos seus aveolurosos
eneios de execugio e de sus modos romanescos.
No lempo de Romeo e de Julieta, o gaz nio linha
aj^da aido inventado, a lanlern mesmo anda nio
[) Vide o Diario a.WI.
tioha visto o dia, isto a noite. S a la en-
carregava-se de trahir os apaisooados, e nos sa-
bemos, quaoto depois de Eudymiio tem-se tur-
nado esse astro indulgente e meamo imparcial.
Depois dir-te-hei que a escada de aeda faria aem
duvida parte nessa poca, dos movis da familia
porque Shakspeare, nem nenhum dos historiado-
res desse amores nocturnos oio diz onde os
amantes as lam procurar. Dentis, oe parilhes
elevados nos grandes jardins, os baicesde po-
dra, aolidos e messigos, paieciam feilosde pro-
posito para easaa especies de entrevistas.
c Hoje serla muito fcil, convenho, arranjar-
se urna corda de no, ou urna eacada de gymnas-
tiea ; porm, como os ladros aio reputados mais
frequeptes do que os apaixonados, o individuo
que compraste urna escada deesas, seria no mes-
mo instante objecto de suspeila para o mercador
que a veodesse ; aonar-ae-hia com um espiao na
pista, e quando ae chegaaseede noite janella de
um hotel em urna ua habitada, senlir-se-hia so-
bre ss costas a mi callosa de nm sergent de ville
no exercicio de seus direitos. Mao ae arriscara
una espaldeirada, mas sim um processo de po-
lica correccional, urna deshonra ridicula, e sem
ioleresse. Acrescenta isso que as varandaa das
janellas nio teriam a forga neceasaria paraaupportar
em urna eacada de coma o peso de um apaixona-
do, por mais magro que fosse, e que o dito apai-
xoBado corretia o risco e teria de certo o dearso
de quebrar o peacogo. Saibam-o por urna vez,
os amantes modernos nao escalara mais nem, po-
dem escalar seno aa janellas do rez do chao.
Fallo daa grandes cidades. Acham-se aioda al-
gumaa excepces oas casas de campo. Assim,
descjando a estada do empregado do gaz, enfa-
zia una ultima coocessao s tradicoes inuleis dos
amores de outr'ora e nada mala.
c Gomo se vio por au cilago, a correspon-
dencia oio deixva de ter ama certa desenvoltura
e provara nm espirito pelo menos tranquillo.
Gracejara sobra aua propria aitusgao; cessava
portento de estar trale. Fui confirmado nessa
aupposigio feliz por outra carta em que achei aa
linhas seguimos:
c Ano ate tinha escripto i prima, como j te
diasa, e pedira-lbe que dirigase as respostas
mira. Era mais seguro do qne dirlgt-las iree-
aberlamente oppostos a doutrina da religiio ca-
tholica (1).
O poder temporal do papa nio o resultado
das armas ; (o de livre escolba na aas origem, e
acclamado pelo reconhecimento e adhesio deis
povos que aban lonavam seus senhores, e que si
encootraram salvsgio i sombra delle; e esse po-
der legitimado pelo tempo e pela Tontada do*
subditos (o consagrado pela aspada dos sobara-
nos, cuja gloria a mais pura de haverem-ae
ajoelhado litremeote peraote elle. A dosgio a
a restituida"') ae juntavam assim eleigio para
accrescentar a cora, parante a qual passaram os
seculos prostando-se (2). Nunca se pode censu-
rar ao papado, diz o bispo de Argel, mesmo urna
dessis conquistas, que tao fcil chamar justas
quando sio bem succedidas. Nunca elle cobria
com a benvola intervengio da providencia um
soccesso feliz, que tivesse accreseeotado um me-
tro da trra aos seus dominios primitivos. Ha
no mundo osgio alguma que tivesse deixado sub-
sistir durante onze aooos urna repabliea pequea
como a de S. Msrinho, aem cuidar de adjudicar-
la si? Mas tal foi constantemente o espirito de
justiga do papado, que se elle nunca delxou de
offeoder a menor parcella de seus estados, ainda
que somonte por protestos, poupou sempre es-
crupulosamente a liberdade doa estados viziohoa
de suas possesses.
O pspsdo foi e ser sempre o protector e pa
trono dos verdadeiros principios da civilisagio, *
a historia assim o leslomunha, porque a civilisa-
gio est s par da luz da verdade e esta filha da
egreja. Em todaa aa pocas e em todos os lem-
pos ten levado aos povos mais looginquos e ma
selvsgens a verdsdeira hanaaidada 4a) i
verdadaira aabedvra a a vasdlidsaia
quaes sio aa titatoa a Pie nauta T a
do pavo italiana. Castra a agrofa a >
tholiciamo oio eoteodanes aja* paaaa .t*a*er le-
gitima unidada, a sanala aa agaa|a ana ka
vardadeira alidada, e harer poreje a
de Chralo ha de eataprir-se. Sari
urna roaioria delta lianas traataaeaiaa fr i
duna de cabegas malvolas je faria legitimar.
aob o ltalo da unidad?, aas taparla da aaaVraaM
temporal do papa? A leaitimidada est aa nato
ra quando a naioria batea-te aa jaanica aa ra-
zio. Nio se diga que todo a paca iialiaa* ae
se levanta em aaaasa para repellir
pora I. Nao ; as seguales palavras d
de S. Pedro sio um protesto viva a i
contra semelhaote ardil: c (lia asada qaa aa
possesses da Italia ea leaksn ata]-'
maie brilhaote leetemaoke da eea i
sea amor filial para con a a<
diaao. milharaa dos sana fllhue ana I
aa mais atTectuoeat carlea, aeepara
ana reconciliagio qoa ala
mas para parlilhar dos
oossas penas, para corraapaadar i
tuda e maoifeatar deaie nada lata a eaa
a crimiuota e sacrilega aapoltaca da Ma
raoia temporal (3). A poltica aarapa
giiimar a aoa nio inierveagie eaa tlatrca da> b-
culo pontifical cita aa palavraa a aa aciee 4a He-
poltio Bonaparle para con a papa. Has aa ara
a illegilimidade do podar lanenral a papa nm
oieiava a victima da Hudtoa-Law*. eaa* a aaa
pouca docilidade que o choca va. Anatas A ata a
enleoder quando eserea a aaa iraaia imi a 11
de margo da 1806: c Nae quera aja a
Runa tenha nenhum ministro juale daa i
con que estou an guerra ; aaa a aisarai
da aua independencia a da
por eate prego > (4).
Odomioio temporal coatagrade pu tanaa ,,
pela adhesio dos poros, a iavaetavel aep
vista do direito natural, a i tambal
vista religioso. &eeo i aaa aacaattta
parcialidade e iodependaocia, di
magettade ao papado. Sa tncaranaaa aaa a pas-
to de vista do direito publica ialaraatijaal.afte
ahi deve aer tamben batanle respailada, pma *
tnviolabilidade daa oagoea da diraita <*t ana.
les. Defender a cadeira da S. Pedro daaar *>
toda a ntcao catholica, porque asa sltiata raaat-
ttdo defender a ai propria ; pois a paaaraactat
a egde do poder aapirilaal, a a astea gtraaati
da liberdade de consciencis a Aa calla. Cas aa
ntges, cono aoa iodivdoat. iacunaa a
proteger a egreja, qaa ira ni*,
toroa-ae mais urgente sa atteadernaa asa tai a .
papado quem fundou as noaarchias aa Caaaaa a
que sagrou-lhes o barco (5).
N'una brochara dirigida ao cauda 4* Cavase.
pelo conde de Moolalanbart. a aaa aasar prava
por argumentos rigorosos a irrsepeadiveia a aa-
cessidade que ha da ser con a da f peadatea a
poder temporal. Attim aa exprima elle :
a Afumaos, toda/ia, qaa a podar ten paral aa .
torna o papa iadepeodeate ; dizeta qaeiMaatti
maihematicaateola denoaatrada ; caajgaaa aaf '
dizer que elle um obstculo aa ataaarotfvt*
do eatholieiemo. Nos dizanoo a eoalravia ;
culos dizen o contrario ; a es catholica*.
ohos Italia, no mundo inleiro, sai
alguna seria, tallan como oa scalos,
magio merece naia coanaaes qsa a eaaa. par-
que nesla questio somos saateralnesla des n-
tereaaadoa, vos nio o sola : nos asnas taasces-
tes, vos nio o sois. Quem podara accettar-ves
por jais 1 J carregaao dos despejas 4a vician a.
que aapiraes etbulhtr, sais aaaaraaanaata 10-
comptente para julgir de saos iatarestss, bx
cona dos seus direitos.
c O poder temporal una realeza. Naaasna
realeza est ao abrigo da ana revalaca* e
usorpago. A realeza do papa a laraa
denle cono qualqaar oairo rei,
neoos. Quaodo ella fr derribada, casaar am
indepeodeocia ; eraquanlo ella reiaa, ella asra a
serve para a iodependaocia da egreja tao pasa-
rosamente, que aa hora sene, ata qaa Ull a
pouco que resta do poder tenparal a csea ast-
ea da ioterveoglo protectora da Frasga, a aai-
ca barreira contra aa voaaaa visieariat. Sa a papa
fosse apenas bispo da Rosas aaria 4 aaa aVver
protestar, como (ex, contra as vaaaas tajiiaSagaa .
lareia em vio tentado arrascar-laa an T Ihmm
ou inpor aiteocio aoa seas aatinenaa; a esav.
ben cono Untos outros bisaos, aaria vaaaa cap-
tivo ou votso proscripto.
c Ah I ea ben o sei; oigo-vas d'aiai aaara-
rar-nos con ana aiocerdade desta ras iaaaspsi-
ta : vos ben sabereis daarar a arUaa ; *m aa-
segutveta eo papa a i aaa caria ana aaria na-
lerwl tao brilbanle quisto poaaivet. O asbaiaaa
que roa dignareis abonar-lhe (inagiaa-aa aas
papa com ora subsidio !) sari naia caasaVravaj
que s modesta dotagio que eiiebatei
si. Deixsr-lhe-hei o Vaticano ltala da I
o Vatlcaoo, coja propriedade aaua pro
Ihe legaram con os.espleodores de Isaas
devidos a seu genio paciente; carca la hsia a
pompa, de homenagena a da bearaa ; traU-la-
beis aioda melhor do que (oran traas** paisa
seus senhores o patnarcha da ataaaw, aa a aa-
iriarcha de Bytancio, estes dass tjpaa iaas-
tioguiveis do pontificado degradada a saasardaaae
soberana secular.
Para que a egreja saja iadepaadeata. para aaa
se posea realmente dizer na sarcia (trr* es sn
eslado liort, tres eoodig** sia seceaeari** a m-
senciaea : a liberdade abaolaU da papa aa
tuigio dos bispos ; a lina escasas asa i
a liberdade do coaclavo.
Esta manhia chegou-me ama carta da prima,
carta que acabo de (azer chegar s mios da du-
queza, quem annuncia a chegada de seu pae
Pars. Anoetteepressou-se em commuoicar-me
essa boa noticia. Sea pae tambem lheescroveu.
Anda oio conheci lodos os detalhes dessa his-
toria" A prima quiz deixar i duqueza o cuidado
delicado e dlmcil de Ih'oa revelar; mas j est
informado da brulalidade da partida, est muito
irritado contra o dufue, toma naturalmente par-
tido pela filha, e prometa estar judio della d'a-
qui dous ou tres diaa, quaodo tiver terminado
certoa negocios iodiepensaveis. Essea pegocios
Annetle desconfa que se referem i sua sepsragio
do duque. Seu pae prev essa separagie, reco-
nhece-a necessara provavelmeole e quer ter i
mi todos os meios de execug&o. A poalgio ea-
clara-ae. Anoelte j se julga salva. Paruca-loe
certa agora a liberdade, e me faz parlilhar a aaa
conQanca e a sua alegra pelaa palavraa mais con-
vincentes.
O duque e*l furioao. Becebsu aviso da
chegada do pae- Nao coolava com esse indente,
ou pelo menoa esperava estar bem looge com sua
mulher no momelo em que elle se dsse. An-
da estara mais desesperado se aoubesae que eu
me achavaiem Dcesde, ae suspeilasse a nossas
correspondencias; mas nao desconfa de nada.
Nio pode deixar de mostrar mulher a colera
que he causam aa ulliwas noticias.
a Seu pe est para chegar, disse-lhe elle,
e a aenhora j a* julga livre. nio s aprease em
regosijar-se que ainda nao o est.
a O que duendo aabu do quarto. Era sala
manhia e ella nio o lornou a v.c. Sem duvida
prepara elle medidas de. resistencia, mas nio lo-
rio exilo. Sei agora pira onde quera levar
Aonette. Na caita donada em Tana na mi do
commissario para entregar ao pae de Annetle,
elle dizia-lhe que Ihe eacrevesse e fosse ter com
elle em Vienoa, e o pae para li ia dirigir-se,
qusndo receleu felizmente a caria di filha.
c Eu eatou saUsfi-itissimo com a demora da du-
quesa em Dresde. Eolrt-se fcilmente em Saxe a
na Prussia 4 mas se me fdra necessario segu-las A
Vienoa, taires tireaae experimentado graudeadi-
fflculdadua, p estando o mtu patapprte visado
pela Austria ; e tendo-ae tornado o goveroo aus-
c Dtixsreis vos o papa, contiat a
subdito do rei da Italia, sansas 1
lia de nota proprio ? Se asa la*
islo, encontrses schisna desde m va
ros pasaos.
Este embarago qua previ a illsstrs
se j hoje, sendo s papa a chafe amparas, a <
lo nata aendo alta privad* Seta raM* I IS* IS
lamenta o eatado do vis vas sea
muitas diocasea, em ceoseqeeacis aa 1
que se oppen can applsaaaa Asa
civilisagio moderna, qaa deixan tasta
chrialiea san pastorea, a aa
bens pero applca-los mns Aaa I
(
Alloc. de S. Santidade.
Henri Villahd.
-"
tente, visto como poda o duque itercepta-Iai. jlrilco ainda mais severo para com os estrao|eiioi
depoia dos ultimoa molina. O duque contsra
com isso. Eocaregado de urna missio para o
gabinete de Vieona, ella tinha duas probabilida-
des de livrar-se de mim ; em primeiro lugar a
de me deixar em Pars, ignorando o camioho que
tomara ; depois se eu viesse a sabe-lo o o se-
guase, a de chegar sotes de mim Vienna, e
ahi, usar de sua influencia sobro a ena-baiada
franceza, parame tornar impossivel a eatanda no
imperio. Eis a razio porque elle parlia lio brus-
camente, eis Com que contara quando sania do
Haoover em um trem especial, a sem duvida ne-
ohuma* paastria por Dresde toda a pressa, se
nio fosse a molestia voluntara e ioexperada da
duqueza, impossiblidade contra s qual impo-
tente. Nio smeote Anoelte nio ir mais longe,
como, segundo todas aa previses, estar de vol-
ts em Paria neates oito dias, e eu por cooseguio-
te, porque o meu destino acompanha-la.
Doue dias depois dessa carta, eu recebia outra.
J havia muila modaogs. Estava dito que essa
viagem nio serla mais do que urna oscillagio
perpetua de alegra e decepgoes, de coaauga e
de receio.
c Hi urna segunda carta do pae: dtzla-me
Jacques ; e tio tranquilizadora, lalvez mais do
que a primeira ; mas afasia ainda um pouco o
desfecho i que julgavamoa j tocar. Annetle
naodou-me essa caris e dissse-me que s (ara o
que eu Ihe mandar dizer que faga. A mtnhs
resposla nio era duvidosa e temos muita neces-
sidade do soccorro de seu pao para nio Ihe obe-
decernos em tudo." Ora eis aqui aa suas propria
expresses. Cito-te apenas o que nos interesse
pesioaloaeote :
c Segundo o que sei, segundo o que meescre-
vel, vej que, por leu interesse, tenho a tomar
grandes medidas. Sebes quaoto te amo, e que
farei tudo pela tua
obra de tua mi.
elle, e ae (or necessara absolutamente urna es*
paragio, rometjo-le que lera lugar, mas tu
compreheodes urna cousa, o nosso nona, a nos-
as posigao nos prenden i cartas aervtdea, e de-
vemos lomar em cucumstaooias iQkeia.precau-
ges e cautallas com que multas pessoas deseo-
onecidas nio se importaram,
<[ Se esta aeparagio livar lugar, e, repito-te,
no ponto em que lem cb.ege.do as cousm, creie
que o nico partido a tomar, ae eaaa aeparagia
tiver lugar, deve, aegundo a minha opioiio, e
creio que seri a tua tambem, effectutr-se sera
barulho, sem escndalo, sem pablicidade, aem
meios legaes. Seri urna simples coovengo en-
tre mim e o duque. Elle residir ou viajar par*
onda quizer ; tu ficars comigo, o] mundo nada
lera que dizer. As apparencias serio quaai tsv-
vas ; mas como infelizmente tua partida dea qu
fallar, e abri olhos curiosos, necessario dar
lempo que se cslem esees boatos, que esse*
olhoa ae fechem. Para chegarmos ao resultado.
i necessario que comeces por esquecer a cansa
gas stat
al
tgia
1 aoa
1
a Eis, pois, o que te pego que fsgss ; tea marido
tem urna missio para Vienoa ; seu paasaportd
lera os dous nones de voces; nio convera qua
elle l chegue sem ti, porque isso (aria nao ef
feito, e apeaar das qurixas que tees contra o du
que de'es at o flm (azer reepeitar o sea nome,
porque asas delle. Se tas saude vas melhor, co-
mo espero, annuncia i leu marido que ests
pronpta partir para Vieooa, l estare sn oilo
dias ao naia tardar, e ahi tudo se patear conve-
nientemente. O duque ten um tio que ora ti-
gumaa leguaa distante de Vienaa ; desse modo,
como o nico parete que lem, e comqjlu s
teosa mim, toda a (anilla se achara reunida,
nos entenderemos melbor respeito dareeoW
que haremos de tomar, no que diz respsita
ioteresses msteriaea de cada um. Nio ha Sacrifi-
cios que eu oio esteja prompto i (ater pora as-
segurar a na repoaao'; mas al l cabe ajudar-me
com urna ultima coocessao ; um pouco ds aera
gem, um poseo de paciencia, a conta com leu
pae que nunca te abaadaoar.
c Annetle pergnnlou-ms o que derla (ater,
continuav Jacques; maa accreacaotava que, len-
felicidade. Esse casamente do-rae promeltido nio ir alm d-v Breada, a ss-
Mutas vezes me oppuz hiria d'aqui, se eu Iha pronetleasa ir at Viaasa.
Nio nuilo looge, dieee-ne ella, d-me aioda
essa provs deaffeigio. Ea oio qaizera qsa nad
pae tivaate de expwbrar-ne una recuas, (iijs
ne fbandone quanda A ealamaa i alcancar
nosso flm. Quando li chegarmoa, podaranaa ve
noa loAss oa diaa. Loga que meu pa* chegar,
ficarei livre. D'aqui i Vieooa a sn Ata de v
gem': i pouca cousa. Entretanto, ae tac*
aar, como seu dirtilo, fia m* mkuk
3) Alloc. de S. Siotldade
4) Memorias do rai Jos, II, 402.
(5] Pavy. p. 244.
cumprir aa pronassas qaa flz, naa pa
taro.
c O qae poda ea responder i asa
aimples, apoiado da prevae ti*
eaperaogat Uto doces ? Escravi A
decesse sea paa ; qaa, aatte a
Ihe dava, nio havia da recordar-** aaa
toa (eilos em horas Ae duvida. qaa
poace estar an Oreada aa an Visas*,
que eu eativeaas aa ai dalla s ss* 1
pronpto para partir aa Aia asa ana rila
Atsim, neu charo amiga, gaaaaa a
caris, ealarei n'Austria. EaUataaU,
sempre para Dreade ; direi aa pssta ajas
aeguir a carta.
Tira um verdadeiro marinease ia callara
tra Jacques, quaodo reessi asas carta. Uto lasa-
ra o amor ata (raqaaza, a traaaeza as a rid-
culo. Luzis-ne ao espirita a idas As tjss sai
ds mim ; envergoohri-no to pasan s 1
elle aem sequer saspaitars. Eacrri-las a 1
pensara.
c Tua ultima carta fes-ne pasa, s par
sim dizer, haaatlha-ate aa Ma apiaeaa
linha do leu carcter s Aa tas dlgailsda.
ne fallar-te francaaiaate. Canprabeada a aaa
partida; era neceasaria saber a paseara tjaaaa at
subra, e forner sn plana aaalgssr. f aaa A aVa-
xellas, muito bem ; i Breada, nalbar; sai pa*.
sas quioza dias, sn nss, "
nitto anda ; maa Ir A Viesas, >
iaao inseaaato,
tonar eaaa reaolsetA
qaa ne (aliaras daa d'flcsjAaaaa
vrriam da IA
exiateis a daa qaas* sen Astisa
porque peaaaa naho aailaa a
ur aa miaas sejetaAsa. A
queza coala oblar asa Viaaaa. 1
o Mi do em Draada ;
a que provocan a
una cidade coma aa 'osles, s aia A 1
renca ds alga naa legases asa
diminoiii algsms casa*:
(feaffe
PiRN. Uf .DE M. P. M FA11A A Ffta. Mal.
1"
K\ IX II AHA
I 1 r-
% Mi


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