Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09416


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RRntadiuUd. 19,000
ftrte fraict fin sibMripUr.
b
ENCARRRGADQ3 DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Pafahyba, o* Sr. Antonio Alexsodrino de Li-
ma-, Natal, o 4. Antonio Marques da Suva;
Aratety. o Sr A de Lamo* Braga; Cear oSr.
f. Jos do Oltrelra; Maxanhie, o Sr. Haooel
Jo Martina RibairoGaimaraes; Par, Justino
. Rano; Amazonas, o Sr. Jeroaymo da Corta.
>&Rtl0AS ou CUHKto.
ai_9j horas do di.
Olinda todos os das ,........
Ignarass, Goianna, e Parahyba as segundas
sexlas-eirai.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Garuar, Altioho
e Garanhuns na** tergas-feira.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pos
EPHRttMTbES DOM? D* NOVBMBRO.
2 Lmot. a f hora 44 minutos 4* larde.
9 Ouarto rascante as8 horas e 25 niatos ds
manhaa.
- .11 kM ,fc*i' M 10 hor" *V **l>o* 1 ruin,
qaeira, Iogazelra, Flores. Villa-Bella,Boa-Vista, I*5 Oaariomtngasnta aaShoraoe 47 minuto*
Ouricury e Ex as qua tas-feira. I "hae:
Cabo, Serinhiem, Rio Formoso. Una.Barreiros J PREAUR BE HOJE.
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feiras. 1 Primeiro as 5 horas 18 niatos da machi
(Todos os crrelos partera as 10 horas da manhaa) | Segando as 5 hora e 42 mina toa da tarde.
V das da semana.
ft
18 Seganda. S. Romlo m. ; s. Odn ab.
19 Terca. Sania Isabel rainba de Baogria f.
30 Qutrta. S. Flix de Valois fundador.
91 Quinta. Apreuataclo de Noasa Senhors.
22 Sexta. Santa Cecilia v. m.; s. Filemon m.
33 Sabbado. g. Clemente p. m. ; a. Felicidade.
24 Demingo. S. Joio da Crui c.; s. Estanislao;
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quieta.
Relelo: tercas, quintas e sabbados aa 10 horas,
Paseada: tarcas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : qnartss ao toeio dia.
Dito da orphios : tercas e sextas ss 10 horas.
Priaaira vaca do civil: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda rara do eirel
horada tarde.
quartas e sabbados a 1
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO fOL.
Alagoas, oSr. Oaadino Pelel* Diaa; "rnta.
o Sr. Jos Martina Alfas; Rio de J.a*tro, a Se
Joio Paraira Martin.
EM PERNAMBUCO.
PttTE OFFICIW.
Os propietarios do auatio _
Paria & Filho, na aaa lirana praca 4a
dencia ni. 6 a g.
Risterio do imperio.
*. scelo.-Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, esa 2 desetembro de 1861.
-*m offlcio de 22 do corrate mes expa V. S.
a utida suscitada, pelo secretario dessa faeulda-
ti' re,a,",r,,neot9 inscripcio do estudanle Jos
Aires Pereira como opposilor ao lugar vago de
substituto das cadeiras de latn, francez e ingle,
que actualmente serve por uomeaco interina do
goTerno ; e consulta se. i Tista do disposto no
art. 83 do regulamento de 5 de maio d 1856, de-
va considerar como prora de capacidade profe-
sional o titulo daqaella nomeacao, afim deque
com lia pasea ser admittido ao eoocorso o men-
ciensdo substituto interino.
Em resposta dero declarar V. S. que o regu-
-eoto citado, considerando como prova de ca-
la
pacidade prossional o titulo de profeasor publi-
co da materia ero concurso, passado pelo gover-
no, nao distingui os casos de nomeacao interina
effectira, deendo-se por issj entender que
comprehende ambas.
O titulo exhibido pelo candidato de que se tra-
ta, satisfaz prtenlo & letra e tambera ao espirito
do regulamento, pois que a nomeacao nao teria
lugar sem previo reconhecimeoto da aptido do
nomeado, aceresceodo aiuda a considerarlo de
que dere elle equivaler dispensa da provs de
capacidade prossional, que pelo art. 5t pode o
goveroo conceder nos casos all especificados.
Dos guarde V. S.Jos Ildefonso de Souza
Ramo?.Sr. direetor da faculdade da direito de
S. Paulo.
termo da Franca, Joaqoim da Rocha Viera, par-
ticipando que Daquelle termo ocidadio Jos Fer-
reir Mendes oceupa vii suciamente tanto o pri-
meiro labellionato da pablico, judicial a notas
como o segundo, e pediodo providenciaspara que
cesse essa accumulacio que se torna prejudicial
ao servico publico.
E o mesmo sngusto senbor, tendo ouvido o
coosoltor interino dos negocios da juslica manda
declarar a V. Exc. que, havendo a lei proviocial
o. 2 do 1 da marco de 1838 reduzido oa ditos ta-
bellionatos a um s e nndado qae un dos res-
pectivos aerventuarios pauasse a sor escrivo
privativo de orphios e auseotes, e que nio oc-
cupaodo o mencionado tabellio Meados este offi-
ci de orphios da que servealuario Joaquim
Gomes da F once, como coarta da secretaria do
estado dos negocios pa jastica, fora de duvida
que se nao di tal aecumulaco ; e que. qusndo previamente a svpplicaote
mesmo a bouvesse nio poderia o goveroo geral '
salisfazer o pedido do dito juiz, visto ter manda-
do in fine o aviso de 30 de Janeiro de 1857 rea-
peilar a posse em que as assemblas provinciaes
estao de legislar sobre a annexaoio e desannexa-
c3o de offieios de juslica, al que baja interpre-
tacao legislativa doacto addiciooal. O que com-
muoico a V. Exc. para soa iotelligencia e para o
fazer constar ao mencionado luis.
Dos guarde a V. ExcFrancisco de Paula de
Negreiros Sayo Lobato.Sr. presidente da pro-
vincia de S. Paulo.
Ministerio da justica.
2.a scelo.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro. 21 da outubro de 1861.Illm. e
Exm. senhor.A' S. M. o Imperador foi preseute
o otncio acompaohado da copia do que Ihe diri-
gi o substituto do juiz municipal e de orphios
do termo de S. Jos, Manoel Rodrigues Valle,
consultando se pdem servir de divisores de a-
zendss aquellea que as valiaram quando foram
inventariadas, nao obstante cstsr elle convencido
oe que nao ha incompatibilidsde alguma por ser
a divisio on parlilhi geomtrica um acto inde-
pendente e diverso ae partilha ou sobrepartilha
arithmetica, a que s se procede a requerimentos
de parles e aonos depois do seu julgamento, ac-
crescendo que o goveroo geral, esclarecerlo al-
guns pontos do regiment de costas, declarou que
nss divises os loqvados fszem as rezes de pilo-
to, e que teodo estes liacoes, a dar-se is divises o nome de sobrepar-
tilha, como j lem acootecido naquelle termo, se
tornara iropoisivel proced-la, porque, quaes-
quer que fossem os divisores, nao poderiam divi-
dir as trras sem primeiremente avalia-las, nao
s por alqueires, como tambem lotes da primei-
rs, segunda e terceira sortes.'dando-lhes diversos
precos em proporgio da sus qualidade. afim de
haver igualdade ; actos estes, contina o referido
juiz, que nio lem relaclo com o Invernado, e s
servem para dar a conhecer os valores que rada
um dos herdeiros coubereo na psrlha aulhen-
tica : ao que V. Exc. respoodendo disse ao men-
cionado juiz ou
prudencia, dan
ra os tribuoaes superiores.
E o mesmo augusto senhor, tendo ouvido o
conselheiro consultor dos negocios da justica,
manda declarar a V. Exc. que, sendo a medicao
de trras um acto inteiramente independente das
partilhas feilas em rirtude de inventarios, e tanto
que aquella medicio se pode fazer al por juizo
difTereste do do inventario, bem decidi osobredilo
juiz quando declarou que nio baria iocompatibill-
dade em servir de agrimensor ou piloto na divisio
aquello que no inventario tioha servido de parti-
dor das mesmas trras. 0 que commanico I V.
Exc. para sua inteligencia e para o fazer constar
ao referido juiz.
Dos guarde I V. ExcFrancisco de Paula de
Negreiros Sayo Lobato.Sr. presidente da pro-
riucia de Minas-Geraes.
2* scelo.Ministerio dos negocios da justics.
Rio24de Janeiro, outubro de 1861. Illm. e Exm.
Sr.Levei presenca de 8. M. o Imperador o
offlcio do procarador fiscal da tbesoursria de fa-
zenda dessa provincia dirigido ao ministerio de
fazenda, que o traoamittio a esta reparticio, ex-
pondo a reolamsco feita ao antecessor da V. Exc.
datados de 15,17 e 18 de fevereiro do anno pas-
conlra a noroeacio, a que procedan, de substi-
tuto do escrio privativo dos feitos da fazenda
durante a licenca de 6 meses que este oblirera,
reclimacio que nio (ora attendide pelos funda-
mento dos oficios do mesmo antecessor do V. Exc.
sado ; o o mesmo augusto senbor, tendo ouvi-
do o conselheiro consultor dos negocios ds justi-
ca, manda declarar a V. Exc. que no caso da
substituidlo do escrivio deque ae trata cumpria
ao antecessor de V. Exc seguir e guardar a re-
gra prescripta no art. 6o do decreto de 30 de
agosto de 1851, nio tendo applicacio especie
figurada o quedispe a 2* parte do arl. Io do de-
creto de 16 de dezembro d 1853, que alus,
quando mesmo fosse applicavel, nio foi obser-
vado pela presidencia. O que communico a V.
Exc. para sua iotelligencia e para que o faca
constar ao referido procurador fiscal.
Dos guarde a V. Exc.Francisco de Paulo de
Negreiros Sayao Lobato.Sr. presidente da pro-
vincia d Sargipe.
Ministerio dos negocios da Justica. Rio de Ja-
neiro, em 24'de outubro de 1861.Illm. e Exm.
Sc.Foi presente a S. M. o Imperador o ofcio
de V. Exc, datado de 23 de maio ultimo, sob o.
11, em que consulta se o Ipapttio da guarda na-
cional designado para servir de major deum cor-
I po deveser considararlrt orfici! da astado-maior
do mesmo corpo, e outrosim se os commandan-
S.
^Aui?"" co"to"n', ^ a 'utU- i t aopoorea teem intervencao i
n?0-0S_,recurS08 *ue oubessem P" dos conselhos de quallicagao.
E o mesmo augusto senhor, tendo ouvido o
consultor interino dos negocios da juslica, e con-
formndole com o seu parecer, manda declarar
a V. Exc. qusoto primeira duvida, que os ma-
jorA e ajudaotes designados pelo goveroo impe-
rial derem ser considerados officiaes do estado-
maior, porque o aviso de 11 de outubro de 1856
refere-se aos que servem no impedimento da-
quelles, e que voltam a exercer os seus postos
cesssodo o mesmo impedimento ; e a respeito da
segunda, que a nica intervencao que cabe aos
commandantes superiores na composic&o dos con-
selhos de qtialidcacao .em falta de commandan-
tes de companhias, e quando, guardada a ordem
estabelecida no arl. 6 do decreto ae 12 de marco
de 1853houer maior numero de officiaes habilita-
dos para formarem parte dos referidos conselhos
do que necessario, designar quaes d'entre elles
os que devem prestar esse servico, e nomear os
commandantes de corpos que os lirerem de pre-
sidir quando em urna s parochia houver dous ou
mais corpos. O que communico V. Exc. para
seu coohecimento.
Deus guarde I V. Exc.Fraocisco de Pauls
de Negreiros Sayo Lobato.Sr. presidente da
provincia de Santa Catharina.
2.a scelo.Ministerio dos negocios dajnslica.
Rio de Janeiro, 21 de outubro da 1861.Illm. e
Exm* senhor.Levei ao alto conhecimento de
S. M. o Imperador o offlcio dessa presidencia de
24 de julho de 1860. acompaohado do que ihe
dirigi o juiz municipal e de orphios do termo
de ltabaianioha, Joaquim Rodrigues Baplista da
Silva, em que, recorrendo de urna decislo do an-
tecessor de V. Exc, consulta ao goveroo geral se
o cidadio Joio Esteres de Lima,cootador o parti-
dor daqoelle termo.pode accumulsr as fuoccoea de
collector, exactor e agente do correio, risto ter-
Ihe o mesmo antecessor de V. Sxc declarado que,
nio sendo oseollectores considerados empregados
da fszeoda, o nem laes ss fuocces de partidor e
contador que os eollectores niu possam desem-
penhar em sua casa, e nem lio successiveis que
privem o individuo do tea po preciso para exer-
cer os offieios de contador e partidor, e finalmen-
te, nao estando, segundo o aviso de 4 de juoho
lio 1847, expressameote declarada em lei a in-
compattbilidade, e nio repugoando entre si ss
funeces daquelles erapregos, e nem resu'tando
da aecumulaco impossibilidade de ser bem
servido qualquer delles, o mencionado collector
podia continuar a exercer os offieios de contador
o partidor ;e entender elle juiz que pela nossa
legislaco civil nao pode accumular cargos del. fa-
zenda geral e provincial a pessoa que serve offi-
eios de juslica ; que o partidor e contador sendo
oficial, e devendo estar is delerminaces do juiz.
e acharase as audiencias para suas fuocces, Ihe
nao possivel permanecer oas audiencias, na col-
GOYERXO DA PROVINCIA.
Expediente do governo do dia 14 de
novembro de 11.
Offlcio a thesouraria de fazenda.Transmuto
por copia i V. S. para seu conhecimento o exe-
cufio, o aviso de 2 do crreme em que o Exm.
Sr. ministro do imperio declara que fica mentida
a doutrina do aviso de 6 de julho ultimo, deter-
minando que aos lentes de casto gregoriano, qae
nio reunam u ensinoda lingua, se pague smen-
meote o ordenado annaal de 250/, ficando toda-
va sem rigor a ordem do 2 de agosto prximo
passado, mandando indemnisar i fazenda publica
do escesso que haviam receido, risto como fdra
elle permettido por auloridade competente.
Dito mesma.Transmuto i V. S. para os
convenientes exames, as inclusas copias das ac-
tas do conseibo administrativo do arsenal de
guerra, datados de 4 e 6 do crreme.
Dito mesma.Communico i V. S., para seu
lectora, exactoria, e oo correio ao mesmo tempo ; conhecimento e direcsio, que o Exm. presidente
que o dito collector e exactor, tendo de recolher na
thesounria de fazeoda geral e provincial os im-
posto arrecadados no trimestre, nao pode func-
cionar como partidor e contador,visto que dessa ca-
pital ao sobredito termo distam 24 leguas; e como
tal, sendo procurador da fzenda geral e pro-
vincial, nio pode servir de procurador no juizo
em que contador e partidor, sem ser emcaaaa
propria ; e a qualidade de exactor, na forma
do regulamento proviocial de 2 de marco de
1848, tendo de arrecadar as laxas, herancas e le-
gados, eipso-facto, sendo tambem procurador ds
fazenda, e havendo por conseguale de requerer
e assistir aos inventarios, e recolher os imposlos
pertencentes i fazenda, e como collector os de-
mais sellos, nao pode tambem servir de contador
o partidor oestes inventarios.
E o mesmo augusto senhor, tendo ouvido o
conselheiro consultor dos negocios da justica,
houve por bem mandar declarar queerideote a
inoompatibilidade de queso trata, e que adecisao
4o antecessor de V.Exc.dere ser reformada dejeon-
formidade com as razos dedozidas pelo mencio-
nado juiz. O que communico a V. Ex. para sua
intelleocia e oxecucao, o para o fazer cooslar ao
reori lo juiz.
Dos gaarde a V. ExcFrancisco de Paula de
Negreiros Sayao Lobato. Sr. presidente da pro-
rincia de Sergipe.
aaaasasBSi
2* scelo.Ministerio dos negocios da justics.
Rio de Janeiro, 21 de outubro de 1861.Illm.
o Exm. Sr.Ao alto conhecimento do S. M. o
Imperador levei o offlcio de .V. Exe. sob oM81
e data de 30 de julho ultimo, e bem assim o qae
Ihe dirigi o 1* substituto do juiz municipal do
da Parabiba participo-me em offlcio de 8 do
correte, sob n. 5232, haver marcado ao juiz de
direito Jos Bandeira de Mello, o prazo de tres
mezes, a contar de 30 de outubro ultimo para
entrar em exercicio na comarca do Cabo neaia
provincia, para onde foi removido da de Aris
oaquella provincia.
Dito i mesma.Em additamento ao meu offl-
cio de 8 do correte, satoriso i V. S. para man-
dar eotregsr ao 2o lenle do 4o batalhlo de ar-
tilbaria p, Francisco Jos da Silva, que vai
destacar no termo do Buique, o quaolitativo ne-
cessario para *uma besta de bagagem, no seu
traosporte desta capital para o mesmo termo.
Dito i mesma.Em isla do incluso pedido,
que me foi remettido pelo coronel commandante
das armas, com offlcio de honlem, sob o. 1887,
mande V. S. entregar ao almoxirlfa do hospital
militar a quanlia de 1:0009 para occorrer as des-
pezaa dsquelle estibelerimento na segunda quin-
zena do correte mez.Communicou-se ao com-
mandante das armas.
Dito a thesouraria provincial.Attendendo ao
que me reqaereram Thomaz Brrelo Lina de
Barros o Narciso Duperron. estudantes do Curso
Commercial, recommeodo i V. S. que mande
recebera importancia da taxa que derem elles
pagar previamente, afim de poderem fazer os seus
exames, como Ibes foi permettido por esta pre-
sidencia, e para oa quaes j tiraram ponto, que
oio devem perder pela circumttsocia de nio ha-
ver oo consulado proviocial coohecimenlos im-
pressos da referida Uxs.
Dito mesma.Autoriso i V. S., em vista de
sua ioformaco de 12 do correte,sob n. 584, a
mandar pagar a Leocadio Jos de Pigueiredo, ou
ao seu procurador, conforme requisito o chefe
de policia interino en offlcio de 23 da julho ul-
timo, sob a.710, a qusotia de 182*3*0 ris, em
que, segundo os doeumeutos.^ue devolvo, m-
portam os medica melos fornacidoa ptra o cara-
ro dos presos pobres da cadeiade Goianna, no
semestre de Janeiro a juoho deste anno.Com-
moaicou-so ao abafa de policia.
Dito ao director geral dos Indios.Sirva-se V.
S. de remellar-me com breridade a que se refere o meu offlsio de 26 de outubro
ultimo.
Dito ao director do arsenal do guarra.Anto-
nio i V. S.. nos termos de sua ioformaco da
honlem, sob n. 322, a mandar entregar a Fran-
cisca Maria da Gonceicio o seu filho de nome
Joaquim Msooel Thomsz, que existe oa compa-
nhiade apreodizea dessa arsaaal, indomoisando
a fazenda nacional do
todas.as despezaa feitaa com o referido:menor.
Dito so commandante da eatacio na val.De-
claro i V. S., para aeu conhecimento e direccio,
que o Exm. Sr. presidente da Parabiba participou-
me em offlcio de 8 do correte,sob a. 5,231, que
nao podeodo seguir para esta provincia no vapor
Paran o desertor da armada Antonio daa Noves
Lima, de que trata o seu offlcio de 28de outubro
ultimo, (e-lo embarcar oo vapor ds compsnhis
Pernambucaua, que parti dalli no dia 7 deste
mez.
Ditoao commandante do presidio de Fernando.
Deferindo o requerimenlo do sentenciado de
juslica Joo Themoteo Brandio, a qae se refere
a sua ioformaco de 8 de outubro ultimo, sob o.
100 autoriso V. S. a manda-lo dispensar do
serrico desse presidio pelo tempo suficiente pa-
ra o reatabelecimento do mal que soffre.
Dito so director daa obras militares.Mande
V. S. com urgencia concertar ou substituir por
oulra a fechsdttra do portio do xadrex do quar-
tel da compaobia fixa de eavallaria, visto assim
me haver requisiladoo coronel commandante daa
armas em offlcio de hootam, sob o. 1,888.Com-
municou-se ao commandante das armas.
Dito ao juiz de direito de Santo Aotio.Re-
mello Vmc. em resposta ao seo offleio n. 27,#b
23 de agosto ultimo, copia da intormecao mioia-
trada pelo conselheiro presideote ds relacio em
data de 14 de outubro prximo findo.da qual cons-
ta que a appellacio do reo Francisco Gomes ds
Silva foiapresentada naquelia tribunal depois de
mais de anno de seu julgamento no juizo de pri-
meira instancia, afim de que tome conhecimento
do facto dessa demora.
Ditoao juiz de paz presidente da mesa paro-
chlal da Boa-Vista. De posse de sua ioforma-
cio desta data, com referencia materia da re-
presentadlo, qaebontem me dirigiram os mem-
bros da mesa parochial dessa freguezia, teoho a i
declarar-lhe, para sua iotelligencia, que proce-
den Vmc. regularmente, admillindoa votar o ci-
dado Antonio da Costa Fialho, cuja illiminacio
da listados qualificadoi, que asseveram aquelles
dous msanos, nio Ihe constava offieialmenle,
como regular, e menos da especificacii'dos il-
uminados pelo iccordlo da relacio, que conhe-
ceu dos recurios iolerpostos das decUOea do res-
pectivo cooselho municipal, a que Vmc. diz ter
presente no acto da chamada pira ana direccio.
rara evitar, qae ae repita o faci de serem
chados i votar pessoas, qae efectivamente pos-
sam estar eliminadoa da qaalificacio, acabo de
ordeoar ao presideote do cooselho* municipal de
recurso deste termo, que quanto sotes enve a
Vmc. a relacio nominal, de que trata o art. 37
da lei o. 387, de 19 de agosto de 1846.
Resta-me dizer-lhe, quanto ao mais, que ex-
pe em sua dita ioformaco, que pdem subsistir
as providencias por Vmc adoptadas, para manter
a regularidade e ordem do processo eleitoral, a
que preside, urna vez que nio prejadiquem ellas
o direito da inspeccio dos trabalhos da mesa, ga-
rantido aos assistenles pelo art. 44 da lei ci-
tada. Fez-se o expediente necessario.
Dito i cmara municipal do Buique.Nao com-
petiodo esta presidencia satisfazer a exigencia
da cmara municipal do Buique, relativamente a
applicacio ao producto dos respectivos dizimos
meuocss para as obras do comiterio publico da-
quella villa, declaro i mesma cmara, que o seu
officio de 11 de outubro ultimo a esse respeito,
ser levado opportuoamente ao conhecimento da
assembla legislativa provincial.
Portara.O presidente da provincia, atienden-
do ao que requereu o professor adjunto de ins-
' trcelo elementas da freguezia da Roa-Vista,
Francisco Silverio de Pana Jnior, reaolve con-
ceder-lhe quarenta dias de licenca com venci-
menios para tratar de sua saude.
Dits. O presidente da proviocia, attendendo
ao que requeren o secretario da Faculdade de Di-
reito, bacharel Jos Honorio Bezerra de Menezes,
resolte conceder-lbe trinta diaa de licenca com
veocimeotos para tratar de sua saude.Commu-
nicou-ae ao director da faculdade de direito.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear o bacharel Pedro Afionso de Mello, para
exercer interinamente o lugar de procurador fis-
cal da thesouraria de fazenda, durante o impedi-
mento do respectivo proprielario, bacharel Fer-
nando ATooso de Mello, que ae acha doeote.Fi-
zeram-se as necessarias commuoicaces.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o guarda da casa de detencio
desta cidade, Jos Caeteoo Pinto de Carvalho,
resolve conceder-lhe tres mezes de licenca com
vencimentos para tratar de su saude.C^mmu-
nicou-se a thesouraria provincial.
DitaOa Srs. sgentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor, mandem dar urna passagem
de estado para a corte oo 1 vapor que passar do
norte ao bacharel Firmioo Aotonio de Souza J-
nior, juiz municipal e de orphios de Queluz. em
Mioas Gerae?.
Dita.O Sr. agente da companhia Pernambu-
cana, mande dar transporte para o Ceari,
ugar destinado para passageiro de estado, a D. I
da agricultor, comercio a obras publicaa, da
26 daquelle mez, passou a pertencer essa di-
rertoria ludo, qaanto diz respeito k navegacio
lluvial o paquetea de rpor. deraado transitar
por iatarmedio do mesmo Exm. Sr. toda a cor-
respoadeaci i respailo.
Rosa ao cerooal cuzatnandaote das armas.O
areeael de gaarra tem ordem para fornecae ao
corpo de guaroica* desta provincia aa 60 correias
de malotes para capotas, constantes da pasudo,
que veio anaexo ao offleio de V. 8*., datado da
honlem, e sob n. 1818, que Sea assim respon-
dido da ordem do Exm. Sr. presideote da provin-
cia.
Dito ao Dr. Jos Felipp da Souza Lalo, juiz da
direito de Santo AiHio.S. Eic. o Sr. presidente
da provincia, manda aecuaer receido o offlcio de
8 do correte, oa que V 8. communica, que, re-
nunciando trae doa aete dios da licenca, qae Ihe
foram concedido, assamira n'aqnella dala as
funeces do seu cargo.
Dito ao juiz de direito interino do Pu d'Alho.
S. Exc, Sr. presideote da proviocia, manda de-
clarar V. S., que fleo ipteirado do cooteudo do
semofflcio de 4 do mes passado, com refereocia
aoa livroa feitoa e mais papis, perteoceote a
esse juizo, encontrados em casa do finado jais de
direito dess comarca, Manoel Teixeira Peixolo,
6 que approva aau procedimento.
Dito ao bacharel Fraocieeo Augusto da Costa,
juiz municipal e de direito interino do Cabo.
S. Exc. o Sr. presidente da provicia, manda ac-
cuar receido ofjffleio, de 7 do correle, em que
V. S. communica ter entrado oaquella data no
gozo da licenca de 15 dias, qao Ihe foi concedida
por portara de 5 deate mez.
Dito ao alteres Joaquim Pedro do Reg Barros,
subdelegado da freguezia de Ages-Bella.S.
Exm. o Sr presideolu ds proviocia, manda de-
clarar V. S. que, pelo sea offlcio, de 31 de ou-
tubro ultimo, ficou inteirado do ae haver feilo a
eUicio de eleilorea dessa freguezia, sem altera-
cao da ordam publica.
Despachos do di 14 de novembro
de 1861.
ITALIA.
Requerimentos.
Abaixo assigosdos moradores na freguezia de
Loureoco de Tejucupapo.Sellado, volte.
Francisca Maria da Conceicio.Cono requer
pagando a suplicante as despezas feilas com o me-
nor cuja ontrega solicita.
Francisco Igoacio dos Santos.Nao ha que de-
ferir 4 vista da informacio.
Joaquim Colho de Santa-Anna. Nio tem
lugu.
Joio Thimoleo Braodao.O commandante do
presidio tm ordem para dispensar o supplicao-
te do servico pelo tempo su eficiente para o res-
tabelecimeoto do mal qae soffre.
Joaona Baptists Pereira do Lagos.Nio tem
lugar por ser diminuta a offerta.
Josepha Maria do Espirito Santo.Informe o
Sr, ioapector do arsenal de Marinba.
Jesolno da Costa de Albuquerque Mallo.In-
formeo 8r. Dr. director geral da inslrucao pu-
blica.' ',
Jos Joaquim da Silra^^Iniorina o S, com-
maoie superior da guarda nacional deste muni-
cipio
Jos Mendes Salgado Guimaries. Ioorme o
Sr Dr. inspector da saude publica.
Manoel Joaquim do Nascimenlo.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
COMMAXDO DAS ARMAS.
Qaartel do cummando das sor mas
de Pernarabuco, na cidade do
Becife, em 18 de novembro ae
IS61.
ORDEM DO DA N. 152.
Havendo nos termos do decreto e regulsmento
do 1. de maio de 138 conlrahido engajmenios
pira servirem por mais 6 annos, os cabos de es-
qosdra do 2. batalbio da infaolaria Joio Fran-
cisco dos Prazeres e Mariano Rodrigues ; este em
data de bootem. e aquello a 25 de outubro fiodo,
segundo a communicacio feita pelo Sr. coronel
commandante do referido baialhioem offlcio de
honlem. datado.
O coronel commandante das armas julgs con-
veniente fazer cooslar i guarnico o ter oesla
data approvado os referidos eogajamentos.
Assigoado.Jos Antonio da Fomeca Galvo.
Conforme.Sebaslio Antonio do Reg Bar-
major ajudante de ordens.
EXTERIOR.
ESTADOS-UNIDOS.
Urna carta de Nova-York communica osseguin-
tes delalhes ierres dos acontecimeotos que sgi-
tim os Estados-Uodos;
a As noticias de Kenturky sao importantes.
Na tarde de 6, o jjoneral Gorant, chefe das forjas
nacionaes oo Cairo, com dous regimeotos de la-
faolaria, urna companhia de artilheria ligeirae
daas canhoneiras,tomou posse do Paducach, que
por algorn tempo tinha aido o ponto de reumao
dos sepwatistas.
a As bandeira destestremulavam m algumas
partes da cidade ; maa logo que entrou o geoeral,
oa habitantes traiaram de aa arrancar. Em segui-
da as tropas federaes asseohorararo-se das offiei-
os do lelegrapho, da estacio do camioho de fer-
ro e do hospital militar.
c Tambem sao importantes as noticias da Ca-
roliaa do Norte, pois que iodicam que o seoli-
meoto unionista all mais forte do qae se i ras-
tro gioava.
Os vapores Uontwello e Havriet Lone che-
<
Maria Roza de Viterb Sampaio, viuva do olTiciali garam i fortaleza Monroe no dia 5, e por elles
da thesouraria de fazenda, Luiz Francisco del
Sampaio e Silva, e bem assim ss suss tres tilhas.
Dita.O piesidente da provincia, atienden lo
ao que ihe requereu o capillo da 3* companhia
do bstalhip n. 10 de infaolaria Manoel Luciano
da Cmara Guaran!, e teodo em vista o parecer
da junta militar de aale, resolve conceder-lhe
doas mezes de licenca, pera tratar do sua saude
nesta provincia.Communicou-se ao comman-
daute daa armas.
Dits.O presidente ds provincia, attendendo
ao que ioformou o juiz municipal da segunda va-
ra deala cidade em data de 12 do correle, com
refereocia ao escrivio Francisco Ignacio de Atbay-
de, a quem oesta data ae concedo seis mezes de
licenca para tratar de aua ssde, resolve nomear
a Guilharme Augusto de Alhayde, nos termos do
srt. 1" do decreto o. 1293 de 16 de dezembro de
1853, para exercer temporariamente o otfL-io de
escrivio, durante o impedimento daquelle ser*
renlusrioC'immanicou-se sos juizes municl-
paes da primeira e segunda raras.
Expediente do secretario do
gfoveruo.
Offlcio ao Exm. Sr. director da quarta directo-
ra dos negocios de agricultura, commercio e
obras publicas,0 Exm Sr. presidente ds pro-
viocia manda aecusar receido o offlcio de V. Exc.
dat-do de 21 de outubro ultimo, noqualcommu-
oica que, em coosequeocta de resolucio do Exm.
Sr. ministro e secretario de estado dos negocios
coosta que um grande numero de cidadios da-
quelle estado tiobam demonstrado a sua lealdade
ao goveroo, fugindo para Haltera Iolet, afim de
prestar juramento de adhesio, e que os rebeldes
perdendo as esperances de cooserrar as fortale-
zas de Ooracika Iolel, as linham abandonado
depois de petejerem as de Halteras Iolel.
c Todava ainda cooserram o forte Macn, que
domina o porto de Beaufort; comqaaolo ae ac-
crdito que O aracuario logo que se aprsente a
esquadra nacional as iromediaces. As tropas
da Carolina do Norte linham retirado para a Vir-
ginia.
c Verificou se um recoohecimepto em toda a
lioha do exercito da Uaiio, desta AlexaaJria at
Ghatoduridge, e a condigno daa tropas pare-
ceu satisfactoria, por isso que j se nio ouviam
queicaa de desmoralisscio nem ae falta dedisci-
Em seguida publicamos ama carta que Jos
Mazzini, dirigi a Unil Italiana, para repellir,
como chefe do partido republicano na Italia, a
secusacio qae ae fez de provocar a desercio no
exercilo italiano:
c A redaccio da Unit Italiana.
Amigoa :
Sai que as elevadas espheras governaraen- .
taes, sou eu aecusado prfidamente de auxiliar a
desercio dos soldados do nosso exercilo; sel
tambem a accuiacio (com o Dm sem durids de
affastar a monarchia, por navio terror,docuro-
primento do sea dever a reipeito de Veneza e de '
Roma) lem chegado a aoa ouvido do el-rei. E
nao me admirarla que ignorando elle o amor da ,
patria que nos possuimos, e engsnado pelo mi- |
serayeia intrigaoles que o cercam, tenba dado
crdito a essas vergonzosas aecusacoes.
A mim peasoalmente, pouco me importa a
opinio que um rei qualquer possa ter sobre a
mioh conducta ; mas importa ao paiz que, oem
elle nem oaoutros tenham pretexto algum plau-
sivel para suspender oo caminho a dizer: a Pri-
meiro que tudo devo por-me em guarda cootra
os perigosos manejos dos republicanos. Importa
que acabe a experiencia lealmeole acceita por nos
a saber se a anidado da patria pode ser fundada I
pela monarchia ; faca-se esta experiencia sem
desconfianzas injustas e suspeitas mal fundadas,
com os nicos obstculos de que o estrangeiro
boje nosso inimigo francamente, em Roma assim
como em Veoeza, se oppde a nossa unidade.
< Todava regeito oom aentimenlo e desdem
essa aecusacio; com profundo desdem porque a
calumnia systematicamente espalhada irrita sem-
pre a alma honesta que a despreza, como o sur-
gir de um insecto importuno, com dr, porque a
tentativa persistente de infamar um averaaro
urna infamia de homens nascidos na Italia aoa
quaes Poscole dizia ha trinti e cineo annos : a se
queris que os outros vos respeitem, aprendei a
ros respeitar."
a A desercio, quando se produz as fileirss
inertes para ae dirigir onde necessario salvar o
paiz pode em alguna casos muito raros ter a nos-
ss approvaclo, e em todos os casos, merece a in-
dulgencia geral.
A desercao das fileira do exercilo para virer
ama vida independeole um damno gra-
ve, moralmente fallando ; merece um severo cas-
tigo.
< A desercio para passsr s filleiras de um
exercilo estraogeiro ou de um tyranno que teota
um ultimo esforco, um crime sem nome, que
merece castigo, e que arrasta lodos a exacra-
cio seja qual (Aro partido
cam.
E ptra que qoe provocaramos os nossos
soldados a um crime? comquefimf Nio o
exercito a noasa gloria, esperance de todo os?
Pelo contrario, nao exigimos nos qoe ella seja
numeroso^disciplinado e compacto para a prxi-
ma guerra nacional ? Nio delle que os espe-
ramos a amancipaco de Veneza e de Roma, o
ooaso liberlamento da orgulhoaa influencia es-
trangeira, e a iaUrveDcio Oa Italia entre oa po-
voa que gemem actualmente spb o jugo da Aus-
tria ?_____________f
< Se insiatindo todos os dias por urna poltica
viril que oio pode ser efficaz seoio apoiaodo-se
na bayonetas pelo que diz respeito a Roma tr-
ae, invocando para Veneza a accio do elemento
popular, ao qual s as foress regulares podem
assegucar a ultima e decisiva victoria, tenlasse-
raos dissolver por meio das deserces o exercito
que faz face ao ioimiho, trahiriamos vergonhosa-
meote e loucamenle assim o exercito como Ve-
oeza, Roma, a patria ea nos mesmos.
Nio nos attnbul pois collocando-vos mes-
mo ao abrigo, essas deserces, que provm da
detestavel administrarlo do exercito, eda av'are-
za com que boje tratado o soldado, que ama-
nha chamareia tal vez para perseverar com o seu
saogue as vossas pessoas e os vossos bens. Nin-
guem vos scredilari que teoha sombra de bom
seoso e de pudor. Se el-rei vos pudesse nunca
acreditar, faria vr que antes destnalo para
ser victima de lisoogeros imprudentes, do que
chefe de um povo que merece a estima e a coa-
flanea.
a O exercilo italiano nio tem melhoros amigos
do que nos, que em lugar de dizer ao soldado :
vestiodo esse uniforme, perdestes s coosciencia
de homem e de cidadios, etornastes-lecego ins-
trumento de um bomem chefe, Ihe dizemos ao
contrario : tu ea o apostlo armado da naci, a
forca ao servico do dever social: execuiar dedi-
cado nos compoa do peosameolo de um ebefe ;'
ter exercea fraa'esses campos todos os direitos
de italiano e vigias, lambem pela tua parte, pa-
ra que nio seja trahido o dever social pelo qual
le prestas a morrer >.
a O exercito oio tem melbores amigos do que
nos, queramos que as promoges fossem conce-
didas nicamente ao mrito ; o pagamento regu-
lado pela duraco dos servicos o dos perigos cor-
ridos ; os caatigos impostos na razio da respon-
aabilldade ; as recompeoaas limitadas ao adian-
tameoto das pateles ; as peoses e os terrenos
reservados para a poca em que, pela idade e
pelos ferimeotos, cessa o servico, e distribuidos
is familias pobres dos combateotes ; que pedimos
que o exercito.d'boje fique como o ncleo edu-
cador e modello da naci armada e organisada
em torno d'elle, como auxiliar e reserva : que de-
sojamos tornar o exercito iniciador da liberdade
das nsces esa Veneza, o o guarda da patria em
Roma ; que'gememoa e coramos de o ver coo-
demnado a permanecer, obediente a vontde es-
Iraugeira, com a arma oo braco om presenca dos
nossos irmios, opprimidos e separados.
0 exercito a parola da llalla. Aquello que
tentasse deaempo-lo seria inimigo da Italia.
Nio conspirames hoja aenao pela unidade da
patria, pelo aeu liberlamento de qualquer ele-
mento estrangeiro, para cooveoeer a monarchia
lmajlat
L-se ao Timos
tri-
a Se o ioteresse fosse o noasa tai*, aaa po-
den ser mais cordial do que .
Inglaterra e a Proesia. Nao paoriasaaa 1
um nico ponto esa que oimi
sajam absolutamente idnticos. A
prussiana tem canto e aessanta sanea da i
cia, e por daas vetes duraste esta priada a
guerra doa aete aonoa e aaa guerras -H WaalaAo
a Prussia combatiea %o lSo d Ifjsla) aaa aaa
lula de vida ou de mor te contra a Praoc a mu,
duas rezea a Inglaterra e a Prnaaia '
umphantes.
Eis s historia ;
c A Ioglalerra a Prunia lo de*
protetaotes, e enteadaa-aa bailante sksai
cios religiosos para que podaste
accordo um bispo em Je rustiera. E* ola i
da Ioglalerra que a Allemeaba aatria
ra cootrabalancar com a Franca ; A taanl
ssu interesse que ella esteja anida ana a
pal estado protestante, antes que sob a tritciNl
estado calholico, e antea qae sob un estad* >
oio tenba a Hungra nem Veoeza para **t*riair
a aaa alinelo e desse par aa ana* torcas.
< As praflises de f anda qae certameatc ata
existem da parte da Prussia, levas-a*e a crac
que ella tambem de opioieo, deqoa*U es**>
interee egualmente. Temos feilo extorca* pata
estreitar os la;oi do amisada qae aainn* ber-
deiro preiumptivoda coma prusaiana a aaa prin-
cesa, por cuja felicidade o poro ioglez toma a i
profuodo e aiocero interesse.
c Demais, com todos estes motivos da
sa commum, nao ha motivo para nasa rstlidaaa
commercial, poltica on material entre a laajta-
terra e a Pruaaia faoda-ae priocipelmeala aa oaa
marinba. A Prussia ioteiraaaeale aa aea osar-
cito, que um dos mais numeroso da Entapa.
A Inglaterra manafaetureira, a Prnaaia
principalmente um paiz agrcola. Ambas as na-
ces desceodem da gente familia teainniea. Cada
urna d'ellaa falla urna liogna qae Iluda a te-
gua ds oulra, e que remonta a mesma origen :
cada urna cootraata de ama maoeira aataral casa
aa naces latinas de oeste a sudueile da Earopa.
< Ter-se-hia pensado que as daaatufdaa ceas
tiluidas d'esla maoeira oio podiam fugir a idea
feliz do nobre inglez oo Ann Jacobi* da Mr. Car-
ning : Apresenla-ae-me ama idea mpentina :
juremos urna amtiade etaroa Ealapora ai*
de maoeira alguma o caso. A despeno de to-
das as excellentes couaaa qae ao tem dito as al-
l mas rerislas, remos qae, s excepcio de aau
italiano a que porteo- sympathia mutua, o qae seria neceaaara haver
para reunir as duas nscea, precisamente ooaaa
aa afasia urna da outra. Nio podamos imped la;
mas nio podemos deixar de o lamentar guando
ao presente, e de esperar muito quanto ao fu-
turo.
c Um boato, que oceupou os jorneee da Paria.
provocou longo artigos a extena arocharaa,
cujo flm sustentar que a Pruaaia, fatigada 4*
ter os olhos rollados psrs s Inglaterra, esli a
ponto de teolar urna nova eombioacao com a te-
ma singular de ama alliaaca com a Franca.
< Tesaos detnooatrado qao oa inttrsiaa da
Prussia e da Ioglalerra alo ideticos, o podemos
accresceotar qae, oa cooformidade du ooasss
vistas, o ioteresse da Prussia o'esu alliaaca
maior do que o interesse da Ioglalerra. A razan
por que os horneas de Estada doa dooa paisas
teem sempre considerado como mallo desojare!
urna allianga entre a Ioglalerra o o Prossuia, losa
sido o perigo commum que ambu correa aaa
consecuencia ds poltica ambiciosa e acgressiv
da Franga.
a Se a Pruaia fosse stlacida confeaumos
que todos os dias nos psrece isso proravelaa
esquadra da Ioglalerra poderiam praetar-lho oa
traa importante* servicos ; emquanto qae re-
bentasse urna guerra com a Ioglalerra. a exer-
cicio da Prussia, que oceupa om territorio vasto
e dispenso, pouco podia fazer cootra ama froo-
lPlra be-m d'feodida, a como os hollsndezes em
1588, nio poda fazer couta alguma para obs-
tar os perigos de urna iorasao martima da In-
glaterra.
Seja-noa pois permittido tomar o boato da
de urna allianca entre a Prassis, a a Fraoca coa
espirito tranquillo; mas a naci qoe davie re-
ceber este boato com receio, s nscio pros-
liana.
c Se urna oacio est ameaeada por outra. pro-
cede em duvida sabiamente procuraodo aliados
para a proteger contra a borratu qoe u forma.
mas dere procurar easesjallados o'onira direccio.
que oto seja aquella de que teo o ataque. A
Prussia, que ba tanto tempo receta oa ataque
da parte da Fraoca, devena estreitar a sua in-
intimidade coma Ioglalerra, aplaioar as suas di-
ficuldadeacum a Austria, procurar um appoio aa
Russia, diligenciar fazer com que no conselhos
da Italia e da Hespanha apparecessem bons soa-
timeotos a sea respeito. Urna alhaoca coa qual-
quer polencis uris poltico, excepto coa aquel-
la da que a Prussia nutre recelo*.
< Urna ailiaoca com a Franca pode por coose-
queocia fazer com que a Pruuia daixe da estar
por mais tempo vigilante, mas nio poderia dar
i Prussia a meoor ugoraoca no eau do impe-
rador julgar ter chegado teapo do dar ao un
exercilo noraa.occapaces, e fazer da Alleaanha o
, theatro da aoa accio.
c Qae proteccio dara ama ailiaoca debaixo de
taea condiceoea ? A Franga, urna vez libertada
da obngago dos tratados ; s Fraoca. qsa tea
aabido procurar oa nulos de propriedade aoa
terrilorioa que ae achavaa aob o dominio da en-
tro soberanos, pode muito itsm reclamar tanto a
frootelra do Rheoo de a a adiado prussiaoo,
| como sa paaugeos occidentaes doa Alpes de um
alliado piemoatez.
a 0 oome da poteocia a que parteoce o territo-
rio de que ae carece nada vem ao caeo. E tai
deque deve viver a verdadeira vida italiana, bem lio fcil despojar om alliado comoaa aal-
cumprir o seu dever, se isso Ihe for possival. j go, e um amigo como um eonheeido.
Aquellas conspirare, e mais seguramente do | c Mi emquaoto que urna proteccio entre a
que se peosa, contra a monarchia. Oa homens Fraoca e a Prunia oio podia obler para esta a
quedjroteslaodo querer Veoeza e Roma suttem o meoor proteccio n'um caso de guerrs, eventea-
exercito sem forrja pira spoiar enrgicamente u j lidade que o homem que mais confiar oio p*de
negociaces, ou para aa traduzir, ae for necessa- coosidersr como imposstvel, urna semelhaole
rio, em ameaca ; que querem o paiz forte e re- ailiaoca comprometleria malerialmeoje a putean
cusam rmalo ; que declarara querer a concor- da Pruaia oa Allemanoa, e a prejadicarta na
dia na Italia, e Ihe recuaaram as le convenien- | probtbilidada de bom xito ea urna lacla qa*
tes em lugar das leis improvisadas ha treze an-
uos quando a naci ainda nio estsv formada ;
que condearram; com imprudente iogratidao, em
urna eoercia toreada em Caprera, o nico bomem
que longe da Italia pode fazer unir ; que olham
com desconfiaoca e desfavor um poro que se eo -
tregou com enthusiasmo e confianca a bandeira
da monarchia ; que regeitam no circulo da oppo
pido, e reioava enlre oa soldados o melhor espi-1 sicio qualquer manifestado de que podessem ap-
rito.
< Algumas descargas de srtilheris na direccio
de Chiaodbridge, Qzeram suspeitar por um ins-
tante, que se tinha empenhado urna batalha ;
mas aoube-sedepois, que ludo sfl-reduslaa ter-
cicios praticoa da arma.
- r No Potomae superior as coutas continuara
no mesmo estado. O geoeral Bank oceupa anda
as posiQes em que se achara ha tres semanas,
e alm de alguns tecontros casusoa, e de um ou
oulro tiro de arlilhoria, as hostilidades activas sio
zero.
propnar-se e dirigir ; que espabam ss perugui-
ces e calumnias contra um partido que, por um
raro exemplo de abnegacio, tem, desde a terrs
Lombarda at a Sicilia, conquistado o paiz para
a novidade, em nome de urna bandeira que oio
a sua. Alm d'isso estas tactos cootemplam-oo
assim como o paiz. Quanto a nos, nio lem ou-
lro dever mais do que o de nax faltar aos nossos
compromisaos.
a 28 de setembro do 1861.
lote Jfaztint.
dere, mesmo nss condicts mais farorareis ser
desigual.
O facto da qua a Prussia procurara oaa ai-
liaoca com a Franca, affaetaria della todos os pa-
queos estados allemes, que aa receio com-
mum e um perigo commum faria agrupar n'ou-
Ira direccio.
a Nio sabemos que s Austria teohs procura-
do a ailiaoca da Franca nem oaparaau onvir
esta noticia. A Inglaterra oio poda cootattear
um semelhante procedimento da parta da Pins-
sia seoio como sendo feilo contra si propria, a
por coosaqueacia a Prussia, quando estiveauea
perigo, manos disposta encomiara a Anatrta
para dar-the auxilio.
c O mais que urna allianca coa o franca po-
deria fazer, crear difflculdadea i Pro aaa. a pata-
. Rffaa-
. qaandfl
I peta Franca. Parecera que 0 Pilosis trata 4*
l pastar da novo para a infeliz poltica qaa taofa-
l laes multados prodailo para a Julamanha e para
derla fazer, crear difflculdadea Prauta, e
I lysar os meios que tivesso do auxiliar m p
I no Miados allemiu, qaando fosua a ti


h mata n t\ ktm mmz
==
ti propria oa guerra revotafanfria que lerai-
no ultimo seclo.
A Pruuii, tttisftia
casia prometleu a Franja* .
ae ftheno,e de avanjar at as immedia
Vienoa, tem fazer o menor es!
MIMO M I*RJAMIOOO **> SG^RDA FEIEA i*^ NOVEMBEO DI lt61,
per
o
zn!
a ameajava^ai
los esa
ni versar,
tarto que
reunir a
do o m_
Je li empresa esse lempo en af-
i amigo, e*anTttficar os seaslnimigos,
._ motivo se admirar ou queixar do que
B<*rea hii8Bfl> enDTo os males da 1806.
ra o dtajO^e correte. A correspondencia seai-
daBasadrid snouocia que, oa oceasiio da
a ateta angula assambls, o presidente
- jofrselffo de ministros estar preparado para
dar ampias explicaces da poltica do governo ex-
B o interno. Nenhum homem na Hespanha
"" atlaailti a a|f Jaguta/" nJ* l.lnr at|l
li^eitolatWB. A asa sdmmistrl
i mais da qsstro annos, tacto cata
irado mais ds qsalro aanos, Tacto este q
pito netavsl es Mcapaeha. j
Bastir rndi
ad e raes Mr isso saieripa r caos fu n-
qoe elta eJragiri seos compeiriotss,
lsata, alases dieaarsa MsMUunts
litros ala coro* recoabecem eeao de-
ver se representar a sua nal atagallada que era
Todo o spolo moral d'AUem..
tirado, fl poucos snnoa bastara o
sijio da Prussia deacesae ao po
flcilmente aquella que ella til___
sublevar emanas contra o poder
Napoleo.
a Franca,
(ea. oeste
ill
CoaiiBpaTjpals>-aCD
eventaeitdadmvdaam
A Uuwejas sari
(JUIO^DMMptMSt<
'vilidaoe satre as i_______
sneira algunas eiamesda boa f
m QlIIf. i'TIXI ICU
r*
erase teoaaaHo tro*
1 'aWlon^Ka troc
..?rU-. (aBSWwas
L-aa no Daily Netos:
O rei da Prvasta est em Compigoe con) um
mjm aauUo evidente e multo natural. Como se
aabe, squelle soberano tioba tomados reiolujao
la mandar um exercito para o Rheno quando te-
v logsr a paz de Villa Franca. Desde ento a
ProMia declaro que. toda que am ataque ton-
ara Veoeza por parte doa itsliaoos nao inleres-
awaaa a Allamaaha e oso devsae po-laem mov-
eela, cealudo una similhante tagretsio da
parte da Italia, se loase provocas]! eu sustenta-
do pela Franca, era urna ameaca e um peiigo
qusdevia ser repellido pela Allemsnha.
Sendo esls a posiji. tomarte pela Prussia, a
Austria fez-lhe recentemente um appello so-
lemne. Mr. Sthmerliog repreasatou ao governo
de l-rei que a queslio de Roma se approximava
fa urna solujoo. A Franca, disse elle, por mtio-
xeeque tejan oa detejot que tem de nao offen-
mji igreja, nao pode eppor-ae sem perder o ro-
raafceetmente a a allisnja do povo o do governo
ilahaue. Derla meamo esperar-ae e abandono
de eterna a orna guaroijao piemonlers, e a eco-
JMqueecia oecessaria seria urna ataque contra
vatossa na primavera.
m iaia,.aoasaaestos) elle, est lio completa-
mente arranjaSo coohecido com antecipajio
que os hngaras obram com a confianza plena
atoacootecimeoto, e teem por consequencia, re-
geitado todas as propostas que se Ihes tem feito
vas parte da Austria, conservando ama atitude
J>oau*a ao sentido de nm movimento opportuno.
Nesia poltica combinada, e combina joes
bem acatadas, o mais simples golpe de vista,
afectaron elle, de*e fazer er a c?ao da Franca.
Omioulro da Austria portanto iosloa com ogo-
verao prussia no para cumprir as suaa promessas,
e para estar prompto nao s a marchar na pri-
marfien apoio da Austria, mas para fazer co-
nbecer a sua deciso, e obrar nease aentido. Se-
gundo o boato qae corre, pode dizer-se que a
Austria, ultimou os oOerecimentos mais seduc-
towe para Berlim, taea como os de Ibe ceder s
inuueaeia suprema a a placidez dos coose-
Ihoa germnicos. Uaa a este respeito as nos-
a informaces sao menos certas.
A Prnssia, leodo de responder a um pedido
tauasrio, desejou naturalmente sondar asinten-
coea do imperador dos fraocezes. O conde de
Bernstorffdemorou portanto o recoohecimentodo
reino da Italia, que liona sido regulado pelo
sea antecessor. A Franca responden sinter-
peilaeoea da Prnssia que urna entrevista pessaal
entre oa soberanos saris o meio melhore mais
seguro de fazer desapparecer as ambiguidades e
incertezas. Bis a rezo por que Frederico Gui-
Iherme sa scha em Compigne.
Eiiste urna mistura de bom e de mal as in-
tervistas pessoaes de soberanos, como leve occa-
aio de experimeutar o imperador da Austria. Se
Francisco Joa tifesse acceitado a primeira pro-
posta de Napoleo III para urna entrevista ami-
gavel. se o orgulbo da Austria a nao tuesse re-
pellido. provavel que aa esperangas do conde
de Cavour ae tivesiem mallogrado. e que a cam-
paaha da Lombardia nao houvesse tido lugar.
Com ludo, quando Francisco Jos acceitou a n-
treosla de Villafranca, evidente que, era quao-
Jo elle julgava garantir os dominios da sua fami-
lia na llalla, nao fazia na verdade mais do que
dbandooa-los todos.
as coojecturss'actiues, os protestos de Na-
poleo III serio tses que Frederico Guilherme
nao posss discutir oem cooteslar. Efectivamen-
te, o soberano de Franca nao eslivesse disposto a
faz-los. e o soberano da Austria disposto a de-
clarar-se satisfeilo, a entrevista teria sido Iludi-
da por um e por outro, e muito natural conce-
ber que os auitriacos estejam muito desconten-
tes por ter tido lugar a entrevista.
Mas todos estes protestos, estas confidencias
este accordo nao podem ter a forga de auspen-
der a marcha dos acootecimeatos na Italia. E'
evidente que Roma devesoffrer ou acceitar a sor*
le da Pennsula, e a Franja nao pode continuar a
sustentar as exaccoes e as execujoes do papa sem
que aa relacoes enire a Franja e a Italia degene-
re em inimizade. Roma deve ceder, Veoeza de-
ve aeguir, e o grande movimento que liberlou a
pennsula italiana ser continuado em toda a Eu-
ropa. A insurreicSo da Hungra ser acompa-
nbada da da Polonia. E principalmente ao so-
berano da Prussia que perlence decidir a parte
que tomara no grande catsclysmo.
Nao provavel que scoutecimentos to gra-
ves e lio serios, e que pertencem mais ao futuro
do que ao presente, sejam discutidos em todas
as suas consequencias posgireis entra soberanos.
Pode comtudo tralar-se, e pode fazer-se notar
>que lies scontecimentos nio ameacam realmente
9 Allemanha a menos que a Alemanha se nao
eovolva ; que, se Guilherme Frederico quer fa-
zer retrogradar a sua poltica um seclo, e asso-
cisr-se de novo sinta allianja da Russia o da
Austria para aniquillar o movimento da reorga-
nisijo slava, eolio a chamma da revolujo
nao comprehenderi somente a Allemanha, mas
alear-se-ha ali com mais furor do que no Vstula
b no Daoubio. Mas que, se o re da Prussia qui-
zer imitar seu irmio de Franja, obrar onde a
iicjio indispensavel, e se contentar em acom-
panhsr a correte dos acontecimentos medida
qae elles se desenvolvem, a sua dynaslia havia
de encootrar-se com o lempo, tests pelo me-
nos da Allemanha do norte, em quanto que a
Polonia tena recobrado a sua independencia, as-
aira como o imperio da Austria, com um nome
diverso e com outro espirito, e pouco mais baixo
sobre o Danubio. Sao estas as ideas que devem
occorrer ao homem poltico pralico. a
' ^ivvukuw a. aua ra> asagaataa aiv era waaueira aigums Clavases a BOa 1(]
hegado o momento em qua os iatoressas da jus- quando sbtem ama seosaUtaote
iffa. A aa ham flinliBHaa raolimirnat Ha, nitttn, lrkMi%. *...! Ji. Ml. ._..-.
lija, e as bem
ampalriolas
fundadaa reciamajea dos nossos
u luuu.uoa imitiuaym uw uuaawa idi urnua recelo uisso pea eguranjl Ue llglaler- nalmeole
conlta a rapmitaTBa" MalUM BtiT T9ZWBXtnaa.KXMMaatMU BBa^Tmajw-itttJ HHCtffltTTg
aior orncraatinar.in. Acnnselhimaa k nhn. O noim nni-n itaun a ___.< a _____
compressio militar o pagamento daagM divida
que lhe dave outro estado, a arta sasisfazer as
oaa propriaa dividas. A honra s s conveniencia
7*!*.6,*,Kh* Bi0 Pe""'* semelhaote espsc-
lacolc. Nio se ver pagar ella no Mxico pela
garganta, dizendo-laa paga-ma o qua me de-
vea e dizeodo ao meamo lampo sos seus oro-
pnos crdetea flcai quedos.
Outros sepUmentos devem occupar gara as
espiraos dos as governam Hespanha, a asta 4
la coogratulacaa para lados oa qua
ih. -.r- 7" "" para temos oa qus u.- ..
Ihs desej.m bv. a, corU5, uotoafM^u^. ito cVrsr!
admitiiam maior proeraatioajio. Aconselhinoos
nnasa soaeisna o esaptego da forja militar para
obrigar aquella repblica ao cumprimeolo das
suaa asrvgaeoes, qae outras instancias risa ti*
nham conseguido. Dando esse passo, nao deixi-
maa de ter em Hala as cireumstascita da Hespa-
nhi. O oosso'Baiz oflerecau em temaos passados
grandes apuras ftoancelroa, sob saja pressio lo-
mos oDrigadoa a demorar o cumprraentp de al-
gumss de ncssas obrigices pecuoisriss. A res-
laarajao da tnaquillidade tem desenvolvido r-
pidamente o dossos recursos internos.
A nossa renda publica tem crescLdo larga-
mete, e o nosso thesouro est tirre da embara-
jos. Nio somos inseusiveis aosdevere, qae esse
melbersdo estado das nossascousag iirpoeaogo-
vern da raiaha. Estamos agora habilitados para
propor aoeorpo legislativo a,adopjlo de medidas
naceaaarias para o ajuste de reclamaj&es contra
o estado, qae alod* nio foram atteodidas. Te-
mos urna divida la muiio coBlrabtda com a
Franja por um importante auxilio prestaSo 'du-
rante um severo conflicto poltico. Temos outra
para com a Inglaterra por juros de dioheiro em-
prestado em momentos de uecessidade. Estas di-
vidas nio tvm sido pagas. Quaolo ultima, um
decreto da edrtes anteriores eotendeu aitisfa-
z-la, pagando motada em boods, e aooullando a
outra melada. Os nossos credores ioglezes pro-
testaran! contra eate decreto, e depois tm conti-
nuadamente instado por um ajaste desta reda-
ma jio.
Nio possivel espaja-la mais. Se as tives-
semos emprestado diaheiro Inglaterra, nio con-
sentiramos que o parlamento ingles ennullasse
melado da nossa divida. Apresentar-vos-hemos
as medidas convenientes para liquidar ambas es-
las dividas, de modo consistente com a situajao
fioaocelra do paiz e os jostos direitos dos nossos
credores. Nao permittiremos que se diga, que a
Hespanha tem urna le para o devedor, e outra
para o eredor. Anounciando estas iutenjes, nio
vos occultarei, honrados senadores e deputados,
que lenho a ambijio de vef a Hespanha tomar lu-
gar entre as primeiras potencias da Europa, como
coslumava em outros lempos. A nossa pnpulajao
e a nossa riqueza augmentan. Aa nossas forjas
militares teem provado poreiiosindispulaveisde
que elementos se compdem. lias urna eooaa nos
falla, afestaurajio do nosso crdito, e felizmen-
te temos os meios de coosegoi-la.
Alguma couss semelhaote a isto podemos aven-
turar-nos a antecfpar da bocea do presidente do
conselho de ministros em Madrid. Dia brilhan-
te ser esse para a Ilespaoha. E quando ebegar
o momento d'este distioeto individuo largsr as
altas funejes, que lio digoamente preenche, po-
deri dizer : Durante a mioha administra^ao a
Hespanha gosou socego politico.
As profises da industrias e do r.ommercio fo-
ram protegidaa am toda a parte. Manifestamos a
nossa forja e poder militar. Os recursos do paiz
augmenlarao em todos os sentidos.
rendimento do estado cresceu extraordina-
riamente, e mais que tudo o crdito da Hespa-
nha est livre de mancha entre as najdes da
Ierra.
Sen, etc.
Um amigo da Httpanha.
O correspondente do Daily-News dirige de
Hespanha ao editor daquella folha ingleza a se-
guiole carta :
Senhor.Todo o amigo da ordera social, todo
o amigo da humanidade deve regosijar-se obser-
vando ss disposijes, que de aecrdo lomara ac-
tualmente a Inglaterra, Franja e Hespanha
para acabar com a influencia desmoralissdore
que presentemente devora a repblica do Mxi-
co, e assola urna das mais bellas porcoes do he-
mispberio austral.
Se este procedimento justo e necessario pode
sollrer alguma censura, a nica talvez ser a de
tersido diffendo por |sto lempo, eomo bem se
demons'.rou na vigorosa representejo, que os
negociantes que commerctam com o Mxico, di-
rigiam recentemente a Lord Russeli.
Mas, senhor, os amigos de Hespanha podem re-
gosijar-se especialmente vendo-a unida com a
Frsaja e Inglaterra nesta conjuocturs. E' ama
justa deliberajio da aua parta mostrar a um es-
talo joven, que oa principios mais essenciaea
coa gvernos soctaas nao podem ser violados im-
punemente ; que as obrigajdes para com os cre-
dores nao devem ser tratadas levianameole; e
que, se por ventura aquellea que procurara lo-
mar sobre si aa funecoes do governo em qual-
quer estado, meoosprezam taes obrigajdes, de-
vem ser compelimos a reapeiu-laa. Hespanha
sssume urna attitude propria oaate aasumpto.
Ella tem si os direitos de crdor, e sssociando-se
nesta missio coa dous poderosos estados da Eu
ropa, d um passo para reganbar na Europa
posijao que todos desojara v-la restituida.
Eate movimento parle de Hespanha um ca
ro indicio de que est disposta a alterar o se_
aystema nos sens proprios negoeioa. O mundo
civilisado nao ser convidado a assistir ao extra-
ordinario espectculo de urna naci, ("car por ,t.B.ar! 'T q"e ,Dh!iie" .pail du"
p.garaeoto da awa siid/ J nia,or Par,e,la 8erra de revolujo em
L-se no Times :
E* talvez um grande erro dsr muita importan-
cia s entrevistas de soberanos que por freqaen-
les vezes tem havido n'estes ltimos annos. Os
principes sao horneas, 6 natural que, quando
oda a gente viaja, tambem elles tenhsm desejo
ver as capitaes e os reinos onde governam os
seus irmios reaes. Depois, a curiosidade, a po-
ltica, e alm d'isso os boos santimeatos provo-
cados pelas peqaeoas honras conferidas ou reco-
sidas, obriga-os a retribuir aa visitas mais ou
menos solemnes quejdo motivo a mais ou me-
ooa soapeilas. \
a A vista do re Guilherme a Compigoe pode
ter sido occasiao da discussoss importantes e
cheias de mysterios, mas mais provavel que
tenha sido por nica signifesjao, pensarem os
dous soberanos de grandes estados militares limi-
trophes, que se receum mutuamente, que seria
bom darem um ao outro prova solemne de corte-
zla, e dissiparem os engaadores receios que
teem surgido da Europa em consequencia de sus-
peita do sua ioimisade reciproca.
O imperador dos fraocezes, anda que seja um
soberano recoohecido a poderoso, e iniciador de
duas guerras que terminou com bom xito, nio
entrou to completamente na calhegoria doa mo-
nsrehas para ser indifferente a sociedsde de um
principe allemao de primeira ordem, conduzir
um re |de Prussia ao seu aallao, trata-lo com
magnifiuencia.eocher a sua familia de coodecora-
jes, receber graves cumprimeolo dos cortezaos
de Berln : 6 urna satisfajo para o vencedor de
Sebastopol e da Lombardia.
a Por outro lado, um rei de data recente, como
o soberano de Prussia, pode bem estar sattsfeito
pelo convite de um chefe de estado to poltico.
A corte de Prussia, a menos que nio tenha tido
grande mudanja, 6 notoriamente conhecida como
a corle mais ambiciosa da Allemanha.
(Alongar o territorrio da corda prussieaa foi
outr'ora a sua grande ambijio; hoje as ideas de
influencia e de supremaca germnica substitui-
rn) o pltno da annexcio das proviucias. A
Prussia nao ligava agora provavelmeole impor-
tancia senio corda germnica, e o que imme-
diatamente depois lhe sorriria mais, sa.ria lor-
nar-se chefe e protector da confederajao, e seu
principal orgo de communicaco com ss poten-
cas estraogeiras.
Anda que certamenle se lenham discutido
negocios polticos em Compigoe, e que lodas as
questes de grande i.nporunacia, quo tanto
oceupam a imprensa continental, se tenhsm pas-
eado em revista nos passeios e debaixo das fa-
inas amarelladas do outomno, duvidamos com
tudo que a paz daEuropa possa dever alguma
coiss s conversajes que tiveram lagar entre os
soberanos, oa que possa ter psrte em perigo em
consequencia o'eltas. Nao sao os detalhes da
poltica que se regulara as entrevntaa d'eata es-
Quando Napoleio encontrou Alexaadre em
rilsith, oa que os imperadores actuaes da Fran-
ca e da Austria dieculirara os termos da paz de
Villafranca, havia um grande numero jde qaes-
toes complicadas a regular e urna entrevista par-
ticular faeililou o ajaste. Mas as relajoes entre
a Franja e a Prussia nio implican) senio um
pequeo numero de grandes questes que nao po-
dem deixarde serpouco illucidadas por meio de
conversaces particulares dos soberanos d'aquel-
les paizFs. O mais que urna entrevista d'este ge-
nero pode fszer dissipar ss prevenjdes mutuas,
e fazer valer a habilidade e a direejao das pesae-
as qoed'elle fazem parte. A imprensa franceW
pois injusta para comnosco, quando declara que
vemos com ciume os preparativos de ama allian-
ce entre a Franja e a Prassia.
tO rei Guilherme nao um monareha mnito
experimentado, mas difflcllmenle se deixaria se-
duzr pefs testas de Compigne, a ponlq.de con-
fluir urna allianja contraria aos leuTiroprios
interesses, ou de deixar convencer por argumen-
tos que, se teem alguma lorja, devem Ibe ter
sido apreseotados j n'outra occasiao anterior-
mente. Sabe-se todo quanto se pode terdilo em
favor de ama allianja com o povo 'francez, ou
por outras palavras, em favor do reslabeleci-
mentodeuma posijio que tinha osea paiz du
trateras!
troca ds
SI
da Franca
n, nasa
leamos recelo disso pela seguraoca de Inglster-
nho. O nosso nico desejo que o novo ret
sustente a sua isdependeocia de posijo, e se
nao entregue bruscamente a compromissos imitis
e perlgosas.
c No lnleresse da paz europea, deva-re certa-
mente desejar mullo, que a Prussia eslea em
boa ioteliigeoGia coa a Franca. Quando, por
exrnalo, o desea volvimos le alienar dea o,o-
cios italianos obrigar os gratules astados ds Eu-
ropa a proounciar-se a favor ou contra o prioci-
pio da nntdade Italiana ou i dar Austria 0
conselhoou de ceder a sua lllma provincia
italiana ou dea aualantar, seria pa>jg0tn ,
Prnssia fortalcese a obstiusjio da Austria sim-
Pieaments asa cuosaquaia 4c um seomeato de
inimisade para ooas a Fresca.
Em todas aa questes em qoea Franja sa
Inglaterra mar*barerne scoordo, twaguem pede
desojar msia do que si qae a Prusa*i protere os
conselho do imperador dePraoja o os siga.
Todava, sao se pede aquecar que um gran-
ilbilidade imposierarel, ha
ntsgeos das exposrjoes; e
mo as pro/lacias limltrophes
Jiam nests (esta induatrial,
urna era de grande importan-
industrias a artes, visto que na
lacios dr -
ionios ap
trabalhos,
artes,
----------mas a>ria senda do p
aata pisstira masMcnacao ds
fflMf ^OS.ipostof}
em de dateates expositores ; se .
se compotar par Jimio alo em quaniMeds da sb.
Jacios, nio te#fas por certo as lasporUncia de
cada um del les sale o juizo das ceasasiases iul-
gadoraa desta provincia, do Ra da Jaasiro fi-
nalmente de Londres, onde sendo os nossos pro
asa
de conquistar urna meoco hoaratnlliisime. e ira
zer por urna consequencia natural o aperfijoa-
naeotoa a sxpaaaso da industria o das artes na-
cionjas cea prsveU do psiz a gloria do genio
brasileiro. "^
O da l de nesembro de 1861. pois, en suis
revolujoes taUuM. lembur senara um fasto
grandioso para as proviociaa de Pernambuco, Pa-
re hyba, Rio Grao da de Norte. Caaii e lagbas;
a a historia conslghsrft a iuaugurajio da primeira
xpesiclB dos productos sgricolis, industrises e
artsticas das referidas provincias, tendo por sede
Jt de rernambuoo .
Cosa effetta, oesse dia pelas II horas da ma-
nhi, no palacio do governo, leve lugar a aeasio
desea reauguraoio 6 qual awisliram, alm da
commissio composta Hos Srs. risceodexde Suas-
siHia, comroendadords Manoel Gonealves da Sil-
va, Maoeel Plgaalroa de Paria, Antelo de Souzs
Laio, Antonio Marques de Amorim, Francisco
----------'" v "Hvr que um gran- Ferreira Bsrges, Dra. Joaqaim Pires Machado
de numere defr.scezaa qus coraprahemle,t.lv, Porlella, Jos Joaquim de Maraes Sarment. Ger-
todos os hoBensque lera as arataa na mi oo! vaslo Rodrigues Caraoello, lasele de Barros
*Vu.i*2. ^' cuitada corda da Prussia. Estsdnlsocao pode Livramento e da Uuribeea es Sn conaelheirna
nioXresr' ,..,d0UUriS,dl V "V**-*" S e Albuquerque S".' neuo'Tput.do.
nao offrecervaaiageaa para a Franca, rasa por"geraes viscoode de Caaiar.girje, Siivieo Caval*
S 'i1008 ,1,nda1de*e1.M, >, formar um doa canti e Epannondaade Mello, bem como offlciaes
principia ponlos da poltica francei. da armada a oo exercito. memoro, do poder ju-
nVI i r roateira da Franca o ; dieiavio e grande numero de peesoas gradas desta
Rheno. foi declarado pela historia francesa mais capital e de outras localidades
.K0^r-#I?i,iar que se a Allemanha sustentar urna aevera vigi- da primada tomou a palavra e tirulo o aesain
lancia. eate plano pode aer abandonada ou para- : te discliVsa: ^ Wg'"a
lysado, com ludo deve cooservsr-se ama grande ; s Seabores.-Como delegado do governo im-
iZ?^~'ttlt'}V\\nitf9a't'',*tl'*'"'* DeH,, qo Prio a idea das exposicoes dos
uto taoto mau quanto do dever da Prussia nao productos n.tur.et e industrises do paiz, cben-
se deixar a gastar em couss alguma ds Aliaras- do-me a fortuna de inaugurar que boje pela
_. .... primeira vez tem logar nesta, urna das mais neis
A poltica da Franca, as Efectivamente ton- : e importaotea provincias do imperio, sioto-me
Sguuse desligar desta m ans ra a Prussia da : obrigado a dirigir-voa algumas palavras de con-
n*-""- -a Uao"u u grnla xito, e um gratulajio pele aovo passo, que assim damos na
pouco duvidoso que. quando urna cousa vaoU- carreira do progresso. e ao qual eaaencialraente
josa, oao tenha eccorndo a idea do impera- se liga o nosso futuro eograndecimento.
L ZOlTL P" .Pwamat que o ri O facto que aolemaisamof, deve alentar as
i a ludepeodencia da aua posijio, e esperanjae de todas ss claaaea da sociedade. qoe
que nio troear a aua liberdajle contra' uass
allianja, tal como aquella que, segunde se julgt,
o meeling de Compiayae devia provocar.
Quando anos, deve ser evidente que nao
temos o maior iutereise na quaatao. Tem-a
fallado multo de oras allianja prusaiana como
neceassiia honra esegsrenja deste paiz, mas
os que teem appresentado esta lioguagem sao em
- -----j---- vasa* ,-awuwd atea ov v 11 \4 a u vr U\jvg
vivem do trabaibe. e eoeber de regozijo i todos
aquellea que applandem a prosperidadecrescenle
do paia.
a Nao queso diser, senhores, qoe esta reunio
atieste ji o nosso poder na industria ; mas cer-
to qua damoa ama demonstracio authentica de
que o trsbalbo urna forja ou sotes essa po-
tencia miraculosa, qae sob Untas e to variadas
lASmae ka* A ^__^ J_________a. _
essa pones industria, qoe entre nos ernte, e an-
da menos os muilos e varisdos prodasissv com
que uma naluraza ubrrima nos maBaasfau tea
o tributo do trabalho. -js-seertiaea,
Anda qu.aado lado nos foise, em vez_iU
contrario, favoravel, alada quando o prsao ae
>, aa disttocl^uMfe^urUsaasawss traja.
foaaMVftf oVaais. a
lemnismoa, decan
ritossiarioaaaaaa t,______________
eiensdas, psasoa-ae visita Am salsa" .
pslaaaa asa qas sa acham col I acedes as
expostos, s, lads s visita, a asesa Isas. 8r.
rvado s
a exigata
Icajoes marvttaaas Uvesi
llerior regujafi aje. saiagu.
setd anda assim desasa expoeijo.
^A^iL013" ""'i08* > 9* ulta
mas Sil ha sao os psaductos msnufsctarades; a
ooato est a nossa iodaetria fabril ?
Largos annos pasa ira as, sea qae essa
verdadeiro alimenta das exaasljes, exista aire
nds; porque oio tena* para isso o estimule das
palzsa acanhados, qasm s dora noeeesidade faz
navegantes, commorcianles, nem a natureza se
as aateata madrasta iograta. eujo dssfavor nos
obngue a bascar as manufacturas meios ds
exislencia"-* de riqueza para os exhibir o'uma
exposiclo.
Destituidos de capitaes e das manufacturas,
que elle geram, mal somos agricultores e pas-
tores.
Poderia por ventura a nossa industria agr-
cola substituir a Taita da industria fabril ? De
modo algum. Meia duzia de productos de ex-
portajio e poucos mais para o alimento da po-
pulajio oio offeracem variedade, nem infeliz-
mente qualidade, que possam coostitui-los
objecios audicin tes para uma exposijao digna da
populsjo e riqueza desta provincia.
Foreoso d confessa-lo ; absorvldos de conti-
nuo em lulas esteris de orna poltica ora abs-
tracta e inapllcavel, ora puramente pessoal, a
nossa iodepeedencia ainda nio produzio na
agricultura a na miogoada industria, que tioha-
moa quando colonos, o iofluxo benfico de que
tanto precisara e de que a razio conceba, e devia
coaceber esperanjas, como o principal, e mais
feliz effeito daquelle succerso.
Os productos sao lio iroperfeitos,
i V-------1 i -' nuBuagriH sao eui wuoa rairacuiosa, que sob Untas e lao variat
geral strangeiroa. que teem toda a coofleoca de idrmaa ha derramado por tola a parte a paz i
que eate apoio e a nica garanta de seus visi- abundancia, ariqueza, am uma palavra os beo'e-
unos, e que a Inglaterra nao pode existir senas fleins da clviUsaco.
com a snndijao de que elles sigam os seus def-> Nioguem duvida, o trabalho uma daa glo-
fiaJis aeguras, em que o homem pode illus-
i- trarale, e por isso todut os poderes da trra lhe
A verdade como acuitas vezes temos decla-
rado, que. aioda que allianja da Inglaterra
seja da maior importancia para a Allemanna, e
que, n'uma guerra, o Rheno dfficilmente pode-
ria suslentar-se a menos que a Ioglalnrra lao-
jasse o seu peso na balanja contrae Franja, com
tudo, por outro lado, a assistencia da Prusia serla
para ndsquasi sem valor, o'uma guerra em que
se envolvessem as nossas forjas.
_ Separados do resto da Europa pelo mar, e
nao tendo poni algum no caotinente, a excep-
jio de uma fortaleza na extremidade da Europa,
achamo-nos peifeilamente ao abrigo datdesin-
telligencias europeas, e oaquellaa am que nos
pedessemos envolver-nos ua Europa ou na Ame-
rica, claro que a Prussia nio poderia entao
ser-ooi de utilidade alguma. Se nos achasse-
mos mesmo em uma guerra com a Franca,
effeciivaraeete certo que, nem um uaico regi-
ment allemio.marchiria umamilha para vir em
nosso auxilio, e que a Prussia e oa pequenoa
estados assisiiiiam como espectadores aos
nossos combates, seoao com opalina, *o mepos
Com tranquillidade.
< rvao pense a imprenss tranceza que desoja-
mos cousa alguma para nds da moosrchia
prussisna.. E' s o interesse que temos, em
commum com todas as incoes civilisadts, na
conservajao da independencia dos estados da
Europa, que nos obriga acooselhar uma poltica
digna e prudente. >
[Jornal do Commercio, de Lisboa).
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
O dia 16 de novembro de 1861 assistio entre
nos ao nascimento de uma nova era de deseovol-'
vlmentos as faculdades expansivas da provincia,
o presagiando um futuro de conquistas brilhan-
tes. ser o precursor de uma nova vida, que se'
abre ao esforjo das artes e das iodustrias, que m'B adianlados da Europa, se lem manifestado
ora se saudam reciprocamente no palacio da ex- i em esplendidas e magoiGcas testas -
pOSIjSO. I noilll mar.nill... .... .i._______.
Com effeito, oo meio de
prestara bomensgem, procurando acerca-lo de
garantas para e seu completo desenvolvimento.
E tal aforjs desta grande verdade, que, onde
quer que se presento o homem, ahi apparece o
trabalho para minialrar-lhe oa meioi de subsis-
tencia, oa antes psra nobilita-lo, colloeando-o n
altura do sea destino e proclamaodo-o rei da
creajio.
E' pela applicajao da actividade humana,
ao iofluxo desta grande forja que a trra abre os
seus thesouros e oa offerece i satisfajo da todas
as neceasidadea da vida ; a natureza revela-nos
todos os seus arcanos, e entio aurgem de todos
os lados essas maravilhas, que sob o oome de im-
p rensa, de locomotiva, de eleetricidade e deou-
tras taotas descobertas, promovem o bem-eslare
a felicidades dos povos.
Convicto deste grande principio, muito bem
comprehendeu o governo imperial em sua infati-
gavel aolicilude pela proaperidade de seus subdi-
to, que con to ha desenvolver ee i m monto re-
curaos, com que nos dolou a natureza, e explo-
rar aa fontes de riqueza naeional.
Idea lao benfica, pensamento lio patritico
traduzio-ae prempUmente no facto, que obser-
vamos na peseme exposijao.
Verdade que eate acontecimenlo, que deve
assignalar uma pagina bem bi il han le de nossa
historia, poderia ter mais largas proporjdes, se
de espsjo nos podessemos preparar para elle,
maa sem embargo disto, taes foram os eaforjos
e aolicilude incansavel dos benemritos membros
da commissio eocarregada da direejao dos tra-
balhos, que lisongeio-me de applaudir o louva-
vel patriotismo, com que deligentemente empre-
henderam e conseguiram lio bello resoltado I
A exposijao agrcola e industrial de Pernam-
buco nio poda ser mais do que era vista da
circunstancie, que acabo de meocionar e de ou-
tras que escusado enamorar. Anima nos, po-
rm, o leslemunho, que nos d a historia, de
que foi tambem simples e modesla a primeira
apresenlajio material da idea, que hoje nos re-
une, e que sd oestes ltimos tempos e nos paizes
r---------- _0, !, assim eomo
nessas maravilhas, que attestam of triumphos da
industria humana.
Entretanto ha de ser,essa mesma idi mais
que sufflciente para crear estmulos e incentivos
so desenvolvimento de nossa actividade indus-
trial ; ba de ser desse pequeo ensaio, que hoje
fazeraos, que chegaremos a prender no futuro a
pro- atlenjao das nijoes mais cultas.
per-1 Assim no-lo promeite essa fecundidade, que
. uma multldio cheia
de vida e resplendente de alegra, leve lugar a
inaugurajo da nossa festa arlistico-iodustrial
daplicadamente importante, por que, ao passo
que congrega as artes e as industrias no recioto
do palacio da exposijio por meio de seus varia-
dos productos, aprsenla-nos sos nossos
prios olhos taes quaes somos, no realismo
feito di nossa situajio, oa cudez emm da con- | rejuma na vegelajio luxuosa de nossos campos e
sciencia que se considera. de nossas maltas; assim no-lo asseguram as
O homem quando chega este ponto, ha dado riquezas oceultas oo seio de nossas minas ; assim
um passo progressivo para a aua rehabilitajio i no-lo fazem esperar nossos rios, qae rivalisam
moral: avanjou muitissimo no camioho da per-os mares; a nossa posijio geographics, o nosso
fectibilidade da razio humane. E pois, o estado clima e sobretudo, seohores, a inteligencia e
ou o paiz que, em face de sais forjas reaes, se actividade brasileira.
aquilata devidamente-, o estado ou paiz que me- j Nenhum povo talvez se tem achado em con-
de o que tem e o de que susceptivel em sua dijdes lio favoreciiaa para o ssu engrandecimen-
raaoifestajao social, achs-se cosa os olhos da '"
intelligencia iberios ns senda que lhe importa
Franja.
E* certamenle rerdade qoe a Franja poderia
engrandecer a Prnssia, ou permittir que ella
mesma te engrandecesse. Com o auxilio da
Franja, a corle de Berln poderia apoderar-se do
Haaover ou do Oldemburgo, ou de uns vinle
pequeos principados no corajio da Allema-
nhia. Poderia cejnb chefe de uma coofederajio,
a sempre com o auxilio da Franja, adquirir uma
grande autoriade em todo o norte da Euro-
i alas sequisijdes seriara comprsdis
seguir, como o esta o os da cooscieacia daquelle
homem que se considera em seus actos, mede-
Ihes a exteosaoou o alcance, e forma assiaa.uma
norma de conducta futura.
\ Ora, qiiaesquer que sejam as Ideas ou juizos
que se liguem nossa exposijao, ventajosos ou
pouco favoravoia, iodubitavel que ella nos trs-
r esse effeito do cootemplarmo-nos nds mee-
mos, de vermo-nos por nossos proprios olhos,
de sjutzarmos o que somos e o que valemos, em
uma palavra.
E ser isto pouco na vida do homem ?
O conhecimenlo de si prprio, esta bella ayo-
these de toda a philosophia, o em que se cifra
toda a sobedoria humana, de que ella o princi-
pio o o flm simultneamente.
E pois, sendo a nossa exposijio as proviocias
expositores vendo-se si propriaarelrataodo-se
por si mesmaspintadas pelas edres naluraes, e
nao por essas que ahi Ibes empreatiro, uma vez
por outra, por desenfado da hyperbolisajio do
elogio on do vituperio vamos agora nds da-
guerreotypar essa propria visio, lyihographar
esta auto-retratajao, reproduzir emm essas ed-
res em sus onginalidade pelo departimento dos
productos expostos, para o paiz oelles rever-se
era suaa diversidades de aspectos, de coloridos e
de formas, que combinados fulgurara no horisoa-
le do futuro da grandeza nacional como um nun-
cio feliz de sua expansio.
As exposijdes arlistico-indastrisea sempre fo-
ram nm elemento poderoso da vida nacional. A
Franja e Inglaterra, que lhes deram o berco
sao disto uma prova ; e oa demais paizes qu
snccessiva e posteriormente adoptaram-nss, vem
em apoio da profleieocia dellaa.
Efectivamente dellaa tem irradiado grande
somma de luz para oa diversos ramos de industrias
queconetiluem o meio de vida doa povos oonhe-
cidos, e formara a razio de seu eograndecimentoe
de sua prosperidade sempre creacentes; porquanto
os premios concedidos pelos jurys de jolgameoto
aoa productores activara e cordam os eaforjos do
espirito sobre a materia, ou por caira plaotam o
incentivo.di lula do horneo com os agentes da
natareza, para aproprisr-se e delles servir-se na
satisfajo de suss neeessidades.
O Brasil, paiz inteiramente boto, mas suicep-
to I Temos dado o primeiro passo, e presioto
que o movimeqto de asceosao, que hoje recebe
um forte impulso, nao ticar delido em meio ca-
mioho. Nao; no gozo tranquillo, que nos as-
seguram nossas inslituijdea polticas, faremos
convergir todos os nossos esorjoa, toda a nossa
aclividade, toda a nossa intelligencia para a con-
secujio de tao elevado empeoho. O bem estar
ocial, a prompta satisfajo das neeessidades da
vida, taea serio os bellos resultados, qae gene-
rosamente compensarlo as fadigas de todos.
Ven ha, pois, a forja creadora da industria
utilisar tantas riquezas, que improiuctivas con-
templamos; e quando outra vez cada um de nds
se a presentar nesta arena a dar conti de seu es-
forjo individual, mostremos pelo muito que hou-
vermos feito, quaoto nos temos adiaatado no ca-
mioho do progresso.
Tal senhores, o pensamento e o deaejo
do governo imperial; tal deve ser o peosameoto
de lodos os brasileiroa.
Recite 16 do novembro de 186i.--in Marcelino Aunes Goncafees.
Terminada a allocujio de S. Exc. que se-
guio-se orna bella peca de msica tocada por uma
das msicas aarciaea dasU guaraijao, a Exm. Sr
viscoode de Suaasuna, como presidente da com-
missio, pronunciou o discurso que offerecemos
leitura dopablico:
Sensores. Pa ra presidir esta commissio
empeohsda no bom xito de nossa exposijao
recooheci que nio era en por cerlo o mais habi-
litado, e desde o seu primeiro an nuncio o deca re
ao Exm. Sr. presidente da provincia.
Tencionava tambem declinar esta honra po-
rania a commissio, mas desde as primeiras coo-
siderajdes feitas oo seo gremio, percebi que se
tratara ao que noa dizia respeito pessoalssenle,
oio de engeltar honra, mas de acceitar dezar em
prd de uma medida administrativa, que encerra-
ra o germen de futura utilidade publica.
s Bem claro exprimales iterativamente esse
vosso penaamento commum eresigoei-rae porque
a simples apparencia de menor dedicajio me
seria por demais desalmas.
lean fundadas moslrou a experiencia as
nossas apprebeoses, e em verdade fcil era a
previaio, que sem objectos promptoa, oem lem-
po para_ os apromptar, se oiopdle realisar uma
exposijao digna desse nome, capas de pitentear
stTeS
Sala das seerisa da
goverso, 164a novembro
Martimo Nunm-
a n$mmi* _______
De. Jmquim *Asais* Fo
Secretario.
Jmiqmm Piras Mmmmit Partslla.
Secretario.
Antonio Marqm* ata imariss.
Manoel Goncalvts ia Silva.
Anfenio da Soasa Laso. .,
Gmmwm lUiriatt CamflUe,
Dr. Jmi J*i%im m Morm
. Frtncitco Farrtira Barga.
Manotl rtonaira m fin*.
Bario do Livramtnlet. a
Dspaisde encerrada a sestie, aa aoa de m-
sica que lacera, daseeraa todas-' os ceenidaPaa
presentes ella ao pavimento terrea da palscia.
a que Uu io
objectos de que coosla a exposijio. oa quaes acca-
pam qualre salas, eso eeatrehenHdaa e in-
gresso, onde todava achara-ss ex pestes does
qaadroa do Sr. Arsanio Fstlaesta s fUlaa, es-
tros dous representando a oeeaeeira da Psals Af-
fonao sob pontee diversos am dea sesee 4 des,
Srs. Suhl & C, uma collerjio *m retraas pbe-
tographieos do Sr. Ferreira Villets, a mala ostras
pessas Bolseis da vanos aa
occorem de preaeote, e meamo nos as 4
vel presea reproduzir am i am.
conce&er espersocas, como o principal, e mais '""" >* ^enca saaavaa, aa aes sea
feliz efleito daquelle succerso. ceBrem do preaeote, e aeoaaa nos Bia 4 sessi-
Oa productos sao lio iroperfeitos, como 4p,e,M reproduzir am i am.
sempre o foram, e adiminuijio dat orcas pro- < "*" ch*,-a eiegaBUaents ornada a
ductoraa ahi nos estl mostrando na qusntidade ceP,a elo objecsas fabrlcadaa aa arsenal a*
decrescimeoto nolavel e oroaressivn. guerra, tendo uo centro nm trenada da eUndar-
decrescimente nota vel e progreesivo. guerra, tendo no centro am irspada da eUndar-
Se, pois, as iodustrias fabril e agrcola oio' le ** "*oea sanigas, e aaa paradas latsraes trs-
podiam ministrar i uma exposijio couaa, que de Dn9 rmaa brancas a ds foga, amajadas casa
algum modo se assemelhaste com as exposicoes yBB*,na gasta. Sobreeshisa aeeta sala es sa-
guiotea objoetoa:
algum modo sa assemelhaste om as ex'po'sijdes
daa outras naeoes, restava-no o recurso de col-
ligir nestas sslss numerosos e admiraveis pro-
ductos com qae espontneamente nos mimoseia
a indulgente natareza mai bondadosa, cuja nimia
uberdede e exceesisa prodigalidade parece como
que entorpecer a actividade pessoal e diligencia
individual de seus fllhos.
Nio bavendo porm ama sd mina explorada
em toda a circumscripjio desta exposijao, e nio
existiado collecjao alguma dos productos nalu-
raes, era preciso grande espajo de lempo psra
em lamaoha exteosio se procurarem e se reuni-
ris esses productos.
Era isso absolutamente impssivel as pon-
cas semanas, que para lio difficil empreza foram
concedidos esta commissio, apezar de suss rei-
teradas observajoas tal reapeile.
Mas, aioda que houvesse industria fabril,
aioda que a industria agrcola offerecessse gran-
de vanedade de producios, ainda quando o espa-
jo de tempo, qua nos foi concedido baslasse para
colligir nestas salas as preciosidades, que a natu-
reza.nos offerece espontneamente, eu tos affir-
o que meamo assim, mesquiaha e por demais
exigua, aeria eala exposijao.
Necker, o celebre ministro de Luiz XVI, foi
o primeiro homem da estado qoe meditou sobre
as conveniencias deslas exposijdes, e ae a fr-
menla revolucionaria da Franca lhe impedio a
realisajo do projecto, foi elle execaUdo por ou-
Iro ministro em 1798, quando j principiava a se-
renar aquella medooha tempestade.
Nao obstante oa recursos da industria fran-
cesa, e apezar da prodigiosa variedade e em ge-
ral excedente qualidade de teua productos agr-
colas, a ana primeira exposijio leve apenas con-
t edez concurrentes ; mas, a penltima j eon-
tou quatro mil s quinhentos e noventa e um, e a
exposijao universal de 1856 leve viole mil !l....
Na Blgica, nesse paiz da industria e da l-
berdade, na Austria, nao obelante a forja coerciva
do governo, aa primeiras exposijdes foram tam-
bem meros eosaios, e da aua exiguidade ae pa-
tenleiam as proras as respectivas eststistias.
E' que nem a abundancia das cousas, nem o
excitamento ds liberdade, asm a energa da for-
ja publica podem supprira falta de habito de am
povo para qualquer empreza, oem dar-lhe ina-
lantaoeioente a connecio da utilidade dessa
empreza.
O lempo ea repeticae do meamo trabalho sao
aislo e em tudo as coodrjdes da perfejo.
, Nao vos admiris, poj.s. senhores. que vies-
teu uuurar a inaugurajo da exposijao com a
vossa preseojs, se ao penetrar uos umbrae*da-
ta salas vos parecerem demasiado diminutas as
amostras e nossos productos. To favorecidos
1. Uraa pistola de 10 Uros, fabricada pela ca*.
Ira-meslre da officioa da 8a desea, Maaeel Ftaasa
Vianaa ;
2. Uma caita para a mesma, formada da
qualidades de madeiras de Peroambaas, fabricada
palo meatro dea 1* a t* classea, Joa Laclase Ca-
bral e o operario Belarmiaa Meadws ;
3.a Uaa paata para guardar papis, da aarre-
quim verde, cem bordado estafado, falta a
mestre da 5a claase, Francisco Ribetre Pavee ;
4. Ua provea de ferro (eapeeie da aarvulra
menor, asada ns srtilharia para sipetiasaatar-ta
a plvora), com eatrado de asdeirs, falla pela
operario da 8a claase, Bras Joa da Silva ;
5." Uma peja pequea de revolver da a* Uraa,
tendo o competente armio e palameoU da sata.
feito pelo aprendiz da 4a claase, Tertoluno Eus-
taquio de Guamas;
6. Ua tele com as araas Imprtaos em al-
I lo relevo, feito pelo educando da coapsaasa dea)
menores, Gaptulino de Jess Pesaos ;
7. Um silhis psrs montara de eeabera, bor-
dado retroz, com burranhs iatsirs, faite pela
operario da 5a clame, Manoel Psraira ds Silva ,
8. Dous aellins para monlaria de hoaea. igual-
mente oordados retroz, feilos pelos operarios da
mesma classe, Joo Ribeiro Das s Guarao da
Souza Peixe ;
9. Um elim pequeo para mootara d
nio, tambera bfirdado retroz, feito pelo r>
rio da mesma classe, Guarioo de Souza Peixe.
A Ia aala perleocia aos objectos do arsenal da
mariohs, achando-ae igualmente ornada com es-
tandartes, e emblemas de mariohs, leudo par ss-
bre-co oa emblemas de aples, Brasil e Porta-
gal. Ahi se ootavam :
1. Um martelo-pila o (moruaH-pilon) ds terca
de dous horneas, representando am martelo
vapor, construido expresaaaente para o servica
do arsenal pelo engenheire Colaoul ;
2.a Um foroo de oovo modelo para savias da
toda espacie, ocenpando diminuto espace, s ae-
dendo funecionar qualquer que seja o lampa;
3.a Uma col leja o de desenbos dos a prensiles
daa officinas que se acham sob a direejao de h-
bil eagenbeiro belga Colaoul.
4.a Um deseoho e um modelo ea cobre ds car-
veta hlice, de guerra, que deve ser construida
no arsenal.
A 8a aala eslava destinada aoa sajarlas am
facturados pelas diversas industria, ea cera,
pennas, panno, papel, couro etc. etc.. e salla exis-
tiam differentes desenbos do Sr. Eduardo Ga-
dault.
a 4* finalmente confiaba os p roo usaos sgriee-
is das cinco irmias expositores, isto Ceari
amostras de nossos productos. To favorecidos o- rmaas exposlloras, uto Ceari,
nio estamos nds das artes e das industrias que ndf. d0 No,le Parahybs, Pernaabace a
podessemos lisongear-nos de escapar sorte cora- A1,8oa8 bem como os diversos objectos asaa-
Dium dos nulrn nnim am .q..= ._;_.;________i ._ iBCturadOI DO interior de.\U nrniinn.
podessemos lisoogear- nos de escapar -
mum dos ouUospovos em seus primeiros ensaios
de exposijio. m
O nosso goveroo quiz poupar ao Brasil o de-
zar de nio ler concorrido com objecto algum pa-
ra a exposijao geral de 1851, e a repetijao do de-
zar talvez aioda maior de ter apenas coacorrido
com quatroomostras insignificantes para a expo-
sijao de 1855. r
O pensamento imminentemente patritico
edigno do louvor de lodo o bom cidadio, e te a
execujio fdra menos tarda, mais significativo
seria o resultado.
Apezar de lodas as circunstancias serem ad-
versas ao oosso proposito, e oio obstante termos
encontrado menos coadjuvajo popular, do que
era de esperar e de mister, veris entre esses
poucos productos o'arte eda natureza alguos de
que nem tinbes oolicia, e dos quaes uns pode-
rao vir a ser malenas primas de industrias consi-
derareis, e outras darlo satisfactoria iua do nos-
so genio artstico.
Mesmo limitada como est esta exposijao,
nio para envergonhar.
Se Pars, se a nova Alhenas, aioda nao ha
um seculo nao pdde expdr muito maior numero
de objectos, que deviamos esperar nds, que so-
mos dos ulUmos chegados i glora da nacionali-
de, ao banquete da civilisajio ?
CiJe, seahores, que este dia ha de ser mais
de uma vez citado nos futuros aonaes de Per-
nambuco.
Estae cerlos, que os nossos viodonros bio de
apoota-lo, como aquello em que pela primeira
vez brolou entre nds o estimulo da coocurrencia
artstica, e o primeiro incentivo industria, na-
cional.
||< Bem humilde qussi sempre o principio das
cousas oeste mondo.
Esses gigantes das capitaes, Londres e Pe-
kn-, eram em sua origem pobres cabanas de pes-
cadores esparsas beira de dous rios ; e esses
rios, que ahi ostentara o pomposo volume de suas
aguas, eram em seus cornejos ignotos ribeiros
perdidos entre a relva de penedios rmos.
Esperemos que o correr dos tempos outro
tanto veeha a produzir nal futuras exposicoes, e
que esta fique sendo apenas o germen de futuras
glorias industrises, o humilde ponto de partida.
Campre-me declarar neste acto solemne qoe
sem o zelo patritico do Exm. presidente da pro-
vincia, e sem a effieaz coadjuvajo que noa pres-
tos, nem este primeiro passo seria possivel das.
Agradecendo-lhe em nome desta commissio seo
valioso auxilio, declaro que em virtuda de suas
determioajdes seacha abertal exposijio indus-
trial e agrcola de 1861. a
Em seguida 'foi levantada a aessio, cuja acta
aqui inserimos, para mais perpetusr esse fado
grandioso, da nossa vida social em suas relajoes
com a industria e as artes das proviocias exposi-
tores :
Ada da testo da inaugurago da F.xpoticao
dot productos naluraes agrcolas t industrias*
da provincia de Pernambuco, c das de Alagos,
Parahyba, Rio Grande do Norte e Cear.
Aos dezesseis dial do mez de novembro do
anoo do nascimento de Nosso Senhor Jess Ghristo
de mil oilo ceios e sesseoia e um, reunidos os
membros da commissio directora da expotijao
doa productos naluraes, agrcolas e industrises
da proviecia.de Pernambuco e das de Alagoas,
Parahyba, Rio Grande do Nortee Ceari, i excep-
jio do Sr". bario de Muribeca, e por iocommoda- .
do o Sr. Dr. Ignacio de Barros Brrelo, na sala te Joao Carlos Augusto da Silva, qae se
do docel do palacio do governo para isto desil- lado de om aodo duoo de eloaiss.
nada, is onze horaa da machia, e achando-ae --------
ira doa
presentes oa Exms. Sr. Dr. Antonio Marcellioo doa detenjio gozaa deas beee
Nuoes Gonealves e coronel Jos Antonio da Pon- parte soffra crois privaces
seca Galvio, presidente e commindaote daa ar-
mas dests proviocia, e grande numero de funecio-
oarios publicas e cidsdius convidados para eate
acto ou que concorreram espontneamente, o
Exm. Sr. riaconde de Suatsuns, presidente da
commissio, depois qae o Exm. presidente da pro-
va-------w----------------- -i-hiev* wltv
facturados no interior desta proviocia.
Alm disto, oo corredor lateral aebavam-sa dis-
tribuidas madeiras de construcjio de diversas
qualidades, e de producjio das differentes pro-
vincias. *^
Do breve apanhado que offerecemos sos nteos
leilores, poder-se-ha fazer aaa idea da nossa
exposijio ; mas cumpre que cade aa v por si
apreciar os bellos productos qae asila exisiem ;
porque melhor vem os olhos do que descreve ai
penoa.
O oumero dos visitantes oo aabbado elevaa-sa
1,093, al as 6 horaa da larde.
Sob o prazo de sesseots das, esto caorara
os dous cilicios de partidor do tereao da Naza-
reth, accumulando um as funejoes de cooudor a
outro aa de distribuidor. *
Os requerimeatos devem ser construidos aa
forma do decreto de 30 de agosto de 1851 e avisa
de 30 de dezembro de 1854.
O Sr. major Sebaalio do Antonio do Reg
Barros acha-ae interinamente serviada da aj-
dsete de ordena do commando das araas desta
provincia.
A mesa parochial da eleijio a qaa as pro-
cede na Boa-Vista acha-se composta dos Srs. An-
tonio Carneiro Machado Ros, presidente, Thass
Carlos Perelti e Hypolilo Cassiaoo Vaacoocalles
de Albuquerque Maranhio, secretarios. Dedo da
Aquino Fooceca e Joaquim Angosto Ferreira Ja-
cobioa, escrutadorea.
Sabbado ultimo expirou a prorogecie da
prazo para o recolhiment sem descont desas-
tas de 20g da Caixa Filial.
Domiogo prximo ter logar a procissao da
Corpus Christi.
O prestito sahir da egreja do Collegio ea Es-
pirito Santo as 4 horas da tarde, s fari o sea
transito pelaa ras do Imperador, Crespa. Preea
da Independencia, principio da roa Nava, Camaasi
do Carmo, principio da roa de Borlas, trsvesss da
S. Pedro, dita da roa Direita, Livraaeote, O si-
mado e travessa do paleo do Collegio, recoihsa-
de-se eolio ao respectivo templo.
Segundo prescreve conslilaijio do atipado,
nio devem pessoas do sexo masculino peraaae-
cer as janellas durante o transito da prootsse.
A exiguidade da qoota votada esta aaae, pa-
ra alimeotajao doa presos pobres ds teda a pro-
vincia, obrigou o Exm. Sr. presidente ds provia-
cia a ordenar, que ae restringase, a mais sisal
vel, o nnmero dos presos racioasdaa, sla da
que se oio exceda a quantia volada qaa aa pama
dar-lhes uma alimenta gao mais abuodaale, a da
boa qualidade.
Cqm effeito a alimenta jio dos presas pebres rs-
colhidos deteojo excellenle em ralecaa sa>
estado de cada um delles. rrtmpn it di sigaili.
Almojo1 pao do 8 onjas, uaa tasadla a ca-
f, e assucar necessario.
' Janlar.Nos doaingos, segunda, terja s mia-
ta-feira 1 libra de carna fresca, sata enes da
touclnho, uma tigella de farioba, sal a la a as ae-
cessaria.
Na quarta feira 1/1 libra da caros aso
onja de toucinho, meia lijella da tsijaa, a
dita de farinba.
Na sexta feira e no sabbado i\i libra da '
Ibo, meia tigella de feijao, aaa diu da f
duaa oitavas de azeite e uma o aja da vinagra.
A comida feita na cozioha do estabel
lo, e dittribuida, o almojo s 7 hsras 4a
e o janUr, 1 hora da Urde.
Os gneros lem sido fornetidoi pelo
Se uma psrte pori
presos sabrs ra
inda, aaa
O oumero diario dos presos .
800 MO, isto daquellea qaa ais aw
cerlos de haver o aecessario pata s
teneia.
Oa racionados, inclnindo es ds
V
\ a
I


T
&
eom ellos etlio re-
ta inini.im, sn-
egaal estarna.
da cousas ai, o
augmento de
doentea racolhi-
..r.p!,M? 8. Etc.. atteodendo ao qu
gnaa bao. de fortuna, e que
flusoaieoa'
(otaodo-ie
tructn, oa
As C0DS
apparecii
dnpezas
dota
^^^?ii?2.MC00 enr'qo6Cio
il* po-
lo dita.
SK^'iLS0' E4* P"**do eom testa,
f Sr "V dlOT offl*. proridenclsrd de modo
2^ g"ode ari.
i*2?!r5?" **' iflB*<>rt' S.'Ext. coa a exigui-
OadaM/ltrtjta'roUaaoa lei do orcameoto ^ten-
te : todo o aumento de despesa nene sentido se-
r certaaenfe apjnrada pela assembla provin-
cial; e S. Exc. Ida rm mal. se tornar credor
de elogios, pasa bom qae tasa leito, e poder fa-
zer provincia,emendada., dirige.
ir,S? Vi"*F *' tm* + deteni0 f8i"
lo eom tola a lizura por arrematado : a tnapec-
V2.WS%m#U?'Tt*>' ** "? 'inlalll-
geote Dr. Fraocisce os da Silr., medico da c-
mara uoicipal, a encarregade di enfermarla
SEr"!.*,':'VmW'i*4 PW09 pobres
ZZVWHft*****9*^*1 ***" Tam
por coasagutota desaparecido essa preveogao
que a maligmdade tinha leY.nt.do contra o tor-
nnnnwtodaa oreaos pobrn da deleogio.
Movimento da enfermara da casa de deten-
eio n dia 15.
lev. alta Cypriano Pareira da -Sur*.
Jfc!?"***"*e,M!r ** M,B* drHoehs.re-
COlHde por estar .ofrendo de rheam.liao, foi
aecommeltido das baca;.
a- ./' "ade geographia historia no
flta la da norembro do correle II estudales
Atmm- tapl.adnmto. 8
Reprorados................ 7
Um rt- i casa oaada faaaoiaaa attatjaa da rdlaeia.-
elora- Qae n ourlue ao engeaha4t**etda7n*v^
- eogeabaieacoNaadoc.
,.2 ,**^ 'r Regaa Albuquerquer,
communlceo* w t,do do tazer ama riagen,
Uto
""! li?l'* Sr-a^^^rsiT
a epatan, onda datar deaenr-ae
por algaa
Tanaaas aoar aabadoa io-aws- aal aatwnr
dais com os herdeiros *TJBt-gg*5:*yeB>:
IgMmodeOnrnrr^ri*. ^SJS^Z^t
os contra eilaa oa eidada d^lJaEaaSTqia
aba-at-eaajeaoolo o,MlataV3S "!*
contos de rea, com o designlMto
a. ......... **" ZZJT.--.'"-cum m>eigoiode rotaba .oto-
'dom as lanteraaa tooajMM da casal da meu OaaSpai. toa pe-
da m.drugdda p.
pegadis.-*-Que Se offlciaue o procurador para
??,'rw*w ^proprtaairia 40 refera* carra
a auna. "
OWtrb'do- engenheh-o eordesdor. infirmando o
r?,,??,B,lrt4 **n Marta Joaquiaa do Patroci-
^^" VfraprieUrU u casas os. 26 e8 da Poderla afroTatUa-aae da^acalu ~. m...
m_. a.qoal pede par. .ar ta.im.ada* alfumaa pXr a aZSa^ate^ 5!
osaoU me eoober, eode quar oaa alai: tsslm
no 0s*a*V. a da tedas
caaal.
Total........... 11.
a- ~.?**m *I,"e a* goographia e historia
da Ib de novesobra da crrante 11 eetaslaatee.
Approsado plenamente ... 1
ApproTadaa aiaplesmenle. 3
Reprorados................ 7
_, Total........... 11
Flzeram exames da ioglex no dia 15 de no-
Temaro do catraote 19 estuoaotas.
Appaaaadoa pleaaaaata. .. 4
Approrados simplesmente. '3
Reprorados ........ 5
ToUl ...... 12
Flzeram exame de ioglez no dia 16 de 00-
vambro do correte aono 12 estudanles.
Approfados simplesmente. 6
Reprorados......... 6
____
Total ..... 12
"T_Re,aSa* *> estudiles do Curso Coromer-
cial Pernambucapo.quefizeram acto no dia 15 do
correte:
ADtonto Pedro Ferrei-
.." L'*?............. Approradaplanamente.
snomaz Brrelo Lina
de Barros...........dem.
Narcizo Duperron .... Approradosimplesmente.
Fizeram acto oa faculdada de direito no dia
15 de norembro de 1861 :
anno.
'raTeaaaiirf4e eatre as saas daasprapriada-
eaj auegeado ficar aaita prxima de oulra que
iLt*?0 1*r*d Pf cmara { declara a
eoganbeiro nio barer da InuUlisacao da dita tra-
ess prejuio a pessea algoma, aaaat axtre-
maaaata aslreila, a para, ser alargada como dia
poe 1iplanti approrada, necessario que ae-
jam desapropiadas duas casas, urna terrea na
ra do ftMgoi, Mtra da avara do oa ra da
^f*f siaba d ouira.oio ralla apena azer-se esta des-
paza. s .
Posto em diacussio, reaolreu-st pedir ao Uxm.
prealdenle da prorincia alterago da plaa n.
parte que compreheodea mencionada Iraresss.
OjJ'ro do meimo, communicndo ler dado, como
se Ihe determinou, a cordeaco pedida po| Josa
Goocalres Ferreira Costa para cooslruir 61 pal-
mos de muro ns na que Oca ao poente da ra.
da Aurora, 110 bairro da Boa-riala, e por esta
occasiao Iraz aocooheciraeoto da cmara que o
diio Cosa j' est edificando seis cazinbes no lado
do sal da traressi por elle abert enire a aesma
rua da Aurora, a a que Ibe ca pararella ao po-
ema, teodo a dita iraresia .penas 12 palmos de
largura, parecendo ao mesmo engenheiro que
este exemplo produzir ms coosequeocias, por
quanto outros muitos indiriduos tara o a meima
cousa para, empregando pouco eapial, obterem
q
s-aa*sa
oa
vaod.tfaaaca-
aasa outro
m cunhade en des-
lorco do procedimento ioqa.liQc.rel, que tara li-
Mdo pal, eabaracaoda craaaaa-me difiatnlda-
dadea am mlnba caxreira de esUidanta, oa ra-
S.u!.f? UmUl *** fc"do toma-lha
actas cobUs. poreaj aarai auda a taso laso.
a^'e^ C*r-4.* ? P*tMk q.e cobre 01
saos actos ao retinto de minha familia.
SSfZanP** ""* iVM'^aaia da
O acto deTExe. o gr. ministro ds agrcoli.-
1 aprecalo, a coocorrldd para a regularida-
1a se liqaidaa boje as certas de ga-
de
'JSL'SS^^ *: **"" *"* ^beapbo|1|r*Miiav alado *rtlTITr
& !2B,? Poo^a*Pida.
Ekl 2'MpM>*? J ',** ataaaa a que
pria, fai.cc... at a S^r1*4"'
is COQdiQi. e.pacU. em que nos ach.moa,
po^tv;.dTda^c.Tq^rp52t,f.... 2aajr,iMiit ^-~*--
. qoe me."cho pre Z^ZSt&ZXl S!S^'*M "* S^8*80 lwV
gar poaienormeota, para o que ftca a companh a
obrlgada raMIair ea a encontrar em ana noo
preaentemeota da nao lee lempa
Jos Joaquim Ribeiro
de Campos..........
Joaquim Pereira da Sil
ra Guimaraes.......
Antonio da Silva An-
tunaa............
_ i" anuo,
francisco Rodrigues
S*'IM............... Approrado plenamente.
Antonio de Soaza
Approrado plenamente.
dem.
dem.
D.
Approraao slmplesraeutc.
Approrado plenamente.
dem,
anno.
Approrado plenamente.
dem.
Approrado simplesmente.
anno.
da Silrelra.......... dem.
Elias Jos Pedrosi Fi-
. Ih<................ Idea.
Augualo de Ara ujo
a00 ............Approrado simplesmente.
* *m Paalicscio dos que fizeram acto no
01a 11 sahio por cog.no Bento Jos Airea Via.oa
runo approrado simplesnAote, qua.do o foi ple-
namente, e houreomisj no 2* anno de Am.rico
Jos dos Santos, que tambera fez acto, e sahio
approrado simplesoenle.
y anno.
Aioqso Xarier Fortes
de Bustraneme
Candido Jos Rodri-
gues Torres Filho...
Custodio Jos Lene de
Salles ..............
4o
Joaquim Tarares de
Mello Brrelo.......
Hanoel Jos Mootelro
da Silra.............
Joio Gomes Ribeiro
Jnior..............
5o
Joaquim Rodrigues de
Souza Filho.........Approrado plenamente.
Eutiquio Carlos de Car-
ralho Gama......... dem.
Flix Antonio Pereira
Lima ............... Idea.
Antonio Barreto Cutrin
de Almeida......... tem.
Fizeram acto na faculdadededireito no dia
16 de norembro do correle mez:
1 anno.
Jos Joaquim Ramos
Ferreira............. Approrado plenamonte.
Antonio Luiz Ferreira
de Menezes Vascon-
celos................
Antonio Jos Lopes
Filho ..........
2o
Poifirio Amando Con-
{aire................
Victorino Antonio do
Sacramenlo......... Reprobado.
Francheo Xarier de S Approrado simplesmente.
3o anno.
Custaro Adolpho de
Suclton............. Approrado simplesmente.
Joao Jos de Moura
Magalhles.......... Approrado plenamente.
Jos Antonio Barboza, dem
, 4o auno.
Joao do Albuquerque.
i^f1"" .......... Apprarado plenamente.
Jos Francisco de Vi-
eros .............. iaein.
Antonio Jos Pinbeiro. dem.
5" auno.
Joaquim Jos de Al-
meida Pires........ Approrado plenamente.
Jos Antonio de Acau-
jo Filgueira,........ Hem.
fos Secuadino Lopes
de Gvmeosoro......Idea-
Jos Joaquim Tarares
Belfort.............. dem.
MORTLIDADE DO DIA 16 :
Ignacia Mara de Miranda, Pernambuco, 14 au-
nes, solteira, S. Jos ; febre intermitiente
Maooek, Pern.mbuco, W mezes. S. Jos
tite chroniea.
Laiz, Pernaabaco, 22 m
to.
Herculaet, PerotrHuco, 9 anno*. Boa-ViaU-
polmonite. '
Mara, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista
gao.
Falleceraa do dia 10 a 16 do corrate mez
de norembro 36 pessoas, sendo: 6 bomens 8
mulheres e 15 psrr.los, lirres; 1 homem. 3 mu.
Iberas e 3 parruloe, lirrea.
Approrado simplesmente.
dem,
anno.
Approrado simplesmente.
- pouco eapital. vDlc
afollados rendimeotos, ficaqdo assim derogado o
arligo de posturas que manda qu? as ras Uobam
NJ palmos, e aa travesas 40. oso podeodo ler
H*2re,r0e8nieDOS <> 500 palmo, nem mais
i.ad! xlen". oeste modo a belleza e re-
guiaridade desta cidade ficario a disposico dos
particulares, que atteodendo principalmente aoe
seui tnleresses. irio retalhando os quarteires
marcado, as plantas, .brindo entre elle, eatrei-
tas tr.ressas, e construindo cazinhss ridiculas,
oaixas e estrellas: entretanto que, as outras ira-
ressas marcadas na planta, aso os propietarios
Iot?" d" *gW" M ti90**?*' <>a postura___
Outro do Alcalde Santo *Antonio, informando
ser exirto o que allega Jos Alfonso de Azeredo
Campos de nao hjrer saccedido no estabeleci-
menlo n.6 do paleo de S. Pedro, o qual outr'ora
fora oceupado por Jos Dias da Silra CudeaL
eferio-se.
Oulro do meamo, pedindo qoe se Ihe forne-
cesse um carnoho de mao para o aerrico da lim-
peza das ras.Que o procurador foroecesse.
Outra do fiscal .de 8. Jos, informando o re-
quenaento, no qual Rufloo Jos Goocalres pede
para edificar urna casa de 20 palmos na rua Im-
perial :deel ara o fiscal que o lagar onde o pe-
ticionario quer edificar marcado pelas posturas
para as edirkaees de 22 palmos, mas que so
lendo o suppl.came Jos Gongalres 20, parecia-
Ihe que lambem o poderia fazer.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando que pelo artieo
3 do titulo 3" das posturas de 30 de iuoho de
1849 nao pode Antonio Leile da Silva, lerantar
o lelneiro que.requer para nelle estabelecer a sua
ferrara no lugar onde pretendeIndefierio-se.!
Mandou-se ordem ao fiscal de Santo Antonio
para que, entendendo-se com o proprietario de
urna poreao de roadeira existente os rus do caes
ae a de norembro, Uzease remorera dita ma-
deira.
Foi remettido a commissio de petices (Hen-
nque da Silra e Ser) urna petico. oa qual o
administrador do matadouro publico pede urna
gratiHcasao pelo excesso de trabalho, e respon-
sabihdaae que tern com s cobraoca do imposto
de aOO res por cabeca de gado.
Esiireram em pra$a oa concerlos a fazer-se
as pontee denominadas do Maduro, e do Rosa-
rinno, e foram arrematadas por Francisco Bote-
Iho de Andrade, os desta com o abatime.to de
4 1|X por cento, o os daquella com o de 16 1|2.
Despacharam-ae as peliges de Antonio Leile
oa Mira, Amorlm Irmioa, Domingos Ferreira
L iva loante Dr. Francisco de Araujo Barros- (31,
ltraienen.14 li4ordD .hB,,, l^*.u, ttil
Ignacio Firmo Xavier, Jos de Amorim Lima e
uuiros, Jo6A.rrooo da Aiavado Campo*, Joa-
qnlm Francisco de Paula Esteres Clemente. Joa-
quim Jos dos Sanios, Joaquim Googalres Perei-
ra e outros, Rufino Jos G.ncalres, Romao do
Regoarros, Thomaz Jos das Neves, e leran-
du, Francisco Canato ds Boa-riagem, offlcial
maior a escrevi no impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente.|Henrique da Silra.
Reg Maia.Reg.Mello.
Communicados.
em
!L* d,"r"-" "^oet^oToa.oJo (
rrS ,"8k,#0**?'*w > id resia-
& u,obtt*H^'* -isa aaoM, eantra-
hiodo aenoa coapromiaaea a aajaiuada-ma Aju-
ma para rec ae canaigo o resultado, q.e me
Propuz ; ma oniaajcji-* 4. q,e un du ha da
Sf *> Mular coniaa reatrietaa,
coofoima o direlta, qw igu.lowoia um aasUtir
16 da nsrembro. ,
Joti Ful de Jet** tasad.
0 cCorrei Mercantil* t a estraia de
ferra de Pernambaco (*).
eJfit m "a8?*0.8 re,hcc*0 a Crreio Mtr-
camu do Rio de JSnelro.apresenlando certss reuV
xoes acerca da preteneio da coapanhia'da ria fer-
..J12 PerDafflb?co.* m augmento de capital ga-
raolMo. pretendeu depreciar alcana actoa do ao-
ferno tendentes so esclareaimeoto detao grare as-
eampio e procurando mostrar a ioulidade del-
iee, parece quede alguma maneira rpio feriraos
agentes quem tea cabido a honra di fiscili-
saedo daquetla importante empreza.
Compns-nos, nao rapellir calumniosas insl-
nuacoes, por jaso que atamos conreocidos que
rt.L'? ai" ,udibri-n<>. esclarecer
Sm.da ,U"8 moltrou n"1
Antea de desiruirmos os srgum.ntos de qae
se laocoo mao para censurar o gorerno na ex-
pedicao dos ariaos relativos ao ajuste de contas
oai Inglaterra, e nomeagioda commisso espe-
cialmente incumbida de examinar o emprego do
capital girantido. procuraremos desde j chamar
a attenco do autor do artigo me oos referi-
mos p8f. um grande erro em que cahio. e que,
oao sabemos se calculadamente serrio de bise
toda sua argumentado.
..o eVct? que 87erno o eua agentes
uressem, desde o comeco d. empreza, o direito
rtrS.ll,5r e,mpnre8 d0 P1 garantido na
estrada de ferro de Pernambuco.
!.?,* Je!tu" d legiilacAo rigente sobre a ma-
miu \au c,aran'e''e que ao gorerno scom-
rT: ,:. .* P.0000 len,P' nscalisaco d.
p-srle re. ira despeas do cosleio e receita
para calcular o rendimento liquido da estrada
As condicoea que ae refere o decreto n. 1030
o B!!.!g0, de 1852 e ue d"am o 'o
ao gorerno de inspeccionar igualmente as des-
pezas de constroeco, foram modificadas na parte
relativa ao capital de 6 800,000 pelo art. U do
decreto n. 1145 de 13 de outabro de 1853. dei-
iVulal 81mPle8meDte aquelle o direito de
inspeccSo sobre a receita e deapeza de cosleio
^rl^11** SSS'S 'Tsm restabelecidas pelo del
a. tr.i,n,f*9.de de 8W8l de 8. qndc
tuiTl \ eleTar cap,lal a"ni1o um mi-
Ihao e duzentas mil jeJ.n,a8 nicamente para a par-
le excedente de 400.000 S. Esi. flsc.li.^io tere
f,.HI m.enle lugar por mim- Pr >*N illus-
irados aolecessores.
Entretanto fcilmente sedeprehendeque.ae de
i parte impeccionou o gorerno o capital ex-
de coa
raolia.
IWo ae pag. ten 4epn*enei+ da asoma liqui-
tacao das eontat de receita detptxa, cea quiz
AiEJF'yP* ** *"''.Para chamara
odioatd.de aebra o acto do gorerno; dsa palarraa
cima nao w coBclae que o ajuste dess.s comas
7-!*--? Terno P*a da prompt pa-
aoiaaotlram oa interesaes da eompanhia
Sf? ^* ." ,iMl q iodefldameate t-
Waido l.ooadaa ne satoeslre anterior, eua-
priodo-ae .inda asiim o ajusta de contas oaa ca-
J* Mino, i
i, sabeaoos'oode est o ffo, onde ral daa-
cobrira oconreoieaei da aedtdi. Nossoprin-
cipio na liquidaeidsfco.l.ada garanta, diga-
mo-lo de paasagea. aaia severa que o gMuido
pelo gorerno ioglez eonv as strad.s de ferro das
I adas; e eremos que n'erta parle pouco ou bada
se tara relevado eompanhia da estrada da fer-
ro de Pernambuco.
Nada teaos com as demais conslderaeoes oTe-
racidaa peta Omreia MerennM, por iaso limita-
aw-aoa e.lea ligeiras expHcces.quenos pare-
cer.m mdfspeaa.rei. .o escl.reeiaeolo ds op-
nio publica. *"
Retife, % de outabro de 1861.
M. Buartw de Maoedo.
1478 b.rricaa e 156 saceos coa frioh_
j^JSara^sasirsssr:
Hy.le nacional Araeay, rinda da Ar.aalv
jsaccoa gomma de mandioca, 5 molhos
!fU!f.4* & M.r"*. 25 saceos UriaU da
mandioca, aOffmeios da aola ; a ordem da di-
Paiacbo nacional Beieris, rindo de Buaoos-
Ayraa, consignado Marq.as fi.rroa&C. i.j
Wleatoa.e seguiote : w
flu^aA,,,,BUe {''"P"10*) carne da char-
quer. 80 couioa r.ccuna a ordem.*
aJL.XC4,,,4 lnvmeivt*' da Arseaiv.
aaag.ado orden, mabifeataa o aeuial:
hepa-
S, Jos; indiges-
ViiU;
denti-
SESSO RXTBAORDINARIA AOS 4 DE HO-
VEMBBO DE 1861.
Pretidencta do Sr. Henrtqut da Silva.
-Presentes os Srs. Mais, Barata, Bego e Mello
fallando c -m causa ..Srs. Barros Reg, e "
Albuquerque, e sem ella es miu Muhores
brlp-ae a seasio, e foilida e approrada acta da
antecedente.
Foi lid. oaeguiole
EXPEDIENTE.
Um offlcio do inspector da ihesoursris da fa-
seoaa, coa despicho da presidencia para a c-
mara iaforaar, ao qual rei. aoaaxa a patlca de
Haooel Olimpia da Carr.lho Headonc., reqdo-
rondo aforamentodfl un terreno ao *
Tenho guardado o mais profundo silencio so-
bre um inreotario. qoe illegalmente se oat pro-
cedendo dos bens do casal de meu finado pal
Joao de Souza Bjiencourt Leile, na cidade de
banto Amaro da Babia.
Tenho mesmo abstido-me inteiramenle de to-
mar parle em taes negocios, quo affectam os
meua interesaes, como herJeiro e legatario des-
le casal, sob pena, de assim nao obrando, ficar
condemoado interromper-me do meu tiro-
cinio acadmico, e por isso me rou aguardando
para pocas mris felizes.
Agora, porem, que aa cousas rao tomando ca-
da rez a peior nm camiobo desregrado, ji que
de outro meio nao posso serrir-me as circums-
"netas actuaes, em que me acho pela ausencia
daquelle lugar, sou obrgado i romper este si-
endo e lancar mao da penna para protestar pe-
a imprensa, e chamar a altencao do reapectiro
luiz, que infelizmente nao o cooheco, para o que
passo expor, e de que lalvez de boa f (eoha si-
do iludido
Era meu finado pai.residente ns cidade de La-
rangeiras da provincia de Sergipe, onde exis-
liam os seus bens movis e existem os immo-
reis, como coosla de seu testamento, e precisan-
do ir aquella cidade da Baha curar de sua sau-
de, que prinaipiara arruinar-ae, auceumbio, de-
pois de quairo mezes da estada all, sem que
houresse eito declaracAo alguma de mudanca
de domicilio.
Era rirtude disso, o seu inrenlario nao deve
ser felo naquella cidade, nicamente pelo facto
de ler elle l fallecida, e aira, conforme os pre-
ceptos da le, no lugar "Onde resida, em que se
achavam os seus bens.
..h'V^: Domin8a ds Costa Espinheira (meu
cunh.do) chamando-se posse. e ach.ndo-ae
exctuaav.cnente no gozo a fruelo de taea bens.
desde o momento em que alreceu meu prend
pai asseotou lambem que dereria excluslramen-
te figurar e encaminhar ludo, aiedida de suas
desarrazosdis conveniencias.
,..?k8!!4^lo "era mion'r a era ao outro meu
Im?* Sh ''I*"''< Pereira Espinheira"
Pflde-oblar do juiz fuella Cidade qne mandaa-
procedar o inreotario, porqne, morando elle all.
menormente poda preparar os negocios em seu
faror. No entretanto, hoie ao. ariaado da que
!n.a proeaer P*rtilhat, e por isao reoho
solemnemente protestar contra ludo que se fizer
era aerae hanle inreotario, e am lempo compe-
tente deenaere o eu direito. visto como aJ.0
ELMJ? f-k PIP?. Para Pfespiar-me! ~
aulta 2!.^ ^ n,0.h'fc"it1' m lnrenlari
ae"Ui^SluX^',M H' <," Ono$
Soo leradtf a dizM para alvagarda do diitincto
juiz mumapsl da cidade d. Lar.ngelr^ vendo exaorquidos os mus direilos de juiz, u.z
coaocoapa,.-ih^ p,0C8f,r ^Su-
cedente de oulra existe o capital primitivo esgo-
lado e despendido debaixu das vistas nicas dos
accionistas da eompanhia. e de cujo emprego
convm tomar conhecimenlo para o caso de que
rf.-8/i!lnle que ? ,caPlal Primitivo poderia aer
despendido por tal frma. que o excedente Ka-
raoiido tornaaae-ae indiaoeoaaral, apea.r a. m,i,
wtct naeotis^ao ? Tonda se ve que nao so a
lospecQiodo gorerno, quanto ao capital.foi pouco
SueisTl|C.Dm0 *?>* qUe 86 *'* de fea''e?uma
S*?.4! grande ,n,Pacia para o paiz, de
necessidade que tenha elle plena scirncta dzlo
Tatatuu 1?.80"'? Pragoo i eompanhia. ou
jado. liberalidades desta foi elle esbao-
. ***' Pala"as bastam para demonstrar que o
aao da presen5a de nm eogenheiro fiscal na es-
n. ^"t -* Per0"",uco, nao aufflciente
l.l qM e ha, averno conhecimenlo do era-
prego do capital garaotido. tanto mais que nume-
rosa, despezas existem prorenienles de procesaos
e demanda, h,vidas entre a eompanhia e seus
aZSTfS dB qge oao <' o gentes do
gorerno facilmenie conhecer.
A nomeacio de urna commisso para o exame
rLVRW docaP'lal garantido parecen redac-
ta o do MereaoU mconlraaeoso, mas felizmen-
u.DO\OrDeceuel,a Pf0'as. P'i"<> que o
acto das br.5.a cable., de escara?ao para que
fez appello nao resiste mais lere oalyse, s\r-
aTdru0Ade SU8S prooria8 paJa'ras. que
se ir.ta de um exime como o que foi recommeu-
dado pelo gorerno, e dos recursos de que dispe
2m?,,"/-, coa,Pladedous engenheiroseum
peolof 6Q Pa" seu ""*' desem-
Nao se condemoe um acto do gorerno. sem que
se tenha prono conh.cimeoto das razes que o
oictaram. Eslamos conreocidos que a orooria
redaegao do ***% .. ~Z .H
Como pedir, for-exeerado da commisso de
commaodante daa armas desls provincia o Illm
Sr. coronel Jos Aotonio da Fonaeca G.lro; e
enlao fallaramos ao derer mais sagrado,a ara-
Hdao. ae nao tarantesemos a voz, embora fraca
para de algum modo tasiemunlkar-m*. a S. S.
quanlo Ihe aomos reconheaidos e obrigados.
Quando o homem trilUa, sem tropecar pela sen-
da, que a mao de Deoa Ihe abri oa larra ; quan-
do elle cumpre rises, com toda a exactido a
missao de que o Eterno o eocarregra ; esse ho-
mem por certu faz-sa o credor de lodos os elo-
gios, de todas ss demonstracoes da respailo e ra-
neragao.
O lllm. Sr. coronel Galvo um deaaes bo-
mens : elles, edmo que prerilegiados pelo co,
sabem-ae conservar sempre ntegros, sempre rer-
dadeiros nos momentos mais crilico, naa cir-
cumstanciaa mas. difficels.
Este reter.no pelo paiz j muito conhecido.
Mullo alto fallam os seus feiios como soldado e
su. magaaumidide, prudencia e justica como
ebefe. "
Na ultima quadra eleitoral pedemos muito de
perto apreciar, por mais urna rez ainda, o genio
excepcional deate distancio offlcial. Oode mais
imparcislidade que aquella? onde maisetactido
nem cumprimento de dever? Todos os elogios
sao poucos, as expresaoes fraca, as phrases sao
acanhadas, quando se trata de enumerar as qui-
lidades que ornam com o brilhanlismo immeoao
o carcter deum homem como o Illm. Sr. coro-
nel Jos Antonio da Fooseca Galvgo.
Aproreitemos a occasiao para felicitar a offi-
cialidade docorpo deMiaasGer.es, palo feliz se-
case- que proporciono,, sobre um to disuado
chefe na pessoa do Illm. Sr. coronel Galao.
E pedindo a S. S. mil desculpas, por to frs-
cameote fallar-mos a seu reipeiio, proteslamos-
lhe do fundo do coragao um eterno reconheci-
mento, urna aaud.de eterna; a desejando-lhe
sinceramente urna viagera feliz, possa no aeio de
sua lluslre familia apagar os enfados de sua pe-
ngrinacao a nossa e sua trra tsmbem.
Recite, 16 de ouvembro de 1861.
1 S!?^8*?"? d n**oca. 2 ditos ef,
Wiu2 de aDe.lha. Wdda dila de caroaon.
i eauase 2 barricas reas de dila. 59 nolha.
palle, de cabra curtidos. 456 meios de sX 71
Terso! ",g'd0- ^ e,leir"; ordea de di'
ajera franceza Sphere, vi'nd. do H.rre, eon-
500 bmieas farioR. de trigo, 50 barra e 50
.m.;t2?.i^r'Ba,a" .de gM0 ealtinba
amostra.; ses eonsignalarros.
6 barra tima S dito* rinho, 7 eaixaa algodo
taa para bordar papel, pelica, ridros. d?a|M.
H.riaeJYrb'. ^"l"' t,w""-. chocolte
cleriaetia, brecharas, formularios, etc. : a Caors
Cclvaroosa.
8 eati.s r.eanda de algodo, da lia e dito, cha-
peos, etc. ; a Kalkmaon & C
u .**! p",>e, ; ,,0, Ffe'o. de Fa-
rra rj Mino.
a dilsa baldea ; a J. U. Grof.
5 dila. estatuas, caodieiros e mais objeclos
as irmaes de csridade. '
25 barris e 25 meios manleiga, 4 eaixaa aedas.
roupas, chapeos, lampees e azeite : a Dammayer
ar Carneiro. '
10 caixas papel, 1 embrulbo amostras ; a Bran-
der a Brandis. .
5 ditas perfiimaria. papel, tinta marceara ; a
Cmara & Guimaraes.
8 caixas medicamentos, pharmacia e perfama-
rus ; a Joaquim Almeida Pinto.
151 caixas. 2 fardos e 3 embrulhos, fszeodss de
algodo. de seda, taras de dtt, colerinhos. amos-
tras, t>. ; Schafheitlim di C.
48 eaixaa, 18 rotamos e 14 fardos fazendas de
aigodo, de lioho e dito, de seda, de algodo e
dila objeclos para chapeos de aol, lencos de il-
godao, de seda, camisas, chapeos de fellro e de
seda, roupa, pelles de porco e outras preparadas,
holoes. cataado, porcelana amostras, etc.: a F.
Saurege 4 C. '
150 barris e 150 meios manleiga, 19 caixas fa-
zende de alzodo, chapeos de seda, de laa, ditos
deso, pentesde tartaruga e um embrulho amos-
tras ; a Cals Irmaos.
1 barril rinho. 3 caixas porcelana, conservas,
fazenda de aeda e de la. peales, calgido. ele.
tu oarns e 20 meios manleiga ; a Robert & Pi-
taos.
1 caixa pelles,
Santos & G.

dita
"flaTte^ises
rio nessa cidade, o tere a delicadeza de partiei-
par-ae, porm pedi-lhe demora, at que eu
filo f. 8Me t0m,r "?,t9 ""'. '<> est.r pk4-
oraa*T ,U"V V?VUe ,afflbe,n meu cunhdo Sr. Joa-
swu I i*** frpioneua a isso nao so oppu.ha : para o
$?* e** que ni0 t9t" "leadldo, Mi-
itai aeu primo o 8r. Dr. fraanieo Laia -
tanconrl Samp.io. afia d'ahi ropraaemar-oe!
ConaU-ane m.ia que o dita aaeuehade, r.
Aoatafaj Bept.h.tr., t.a-aa apraa...*. &-
aer alguna esersros, e procura reiliaar
de urna propriedado na cidade de
com o proposita da estar no
Udd do sal tuda isso.
a rauda
Lirangeirss,
fruelo do valor de
! , que
Mercantil, ae em fonle mais pura
louvar ^"p8"" "Lfo"65". seris a primeir. a
i A- ?'a *." Sr# mutnl"> do griculiura por
Uo acertada medida, qual a da nomea6o da com-
missao de que se oceupou.
ir.Nin,C^ra,?r0henJem8 d'onde Parecen ao illus-
Irado redactor quor acto do Sr. mioislro encarra
urna promana riclual de annuir ao pedido do
hfnu60'0 d0-caPUal. e indi m.. e aame-
Ihante coocessao dependa desse exime. Se com
a leocao l-se o ari.o do goveroo7*verta sim-
plesmente que nao teodo a-companhia hbilitido-
nos com dados minuciosos e coaprooata,o da,
razoes que allegou em sua petico, o gorerno
procura hoje colhe-loa dos livros e maif docu
mSnCOncerr8Ble' "P* despendido. Ad-
miltiudo, porm. que flquem coraprovadas toda,
assercoes da direclo.ia, nova, coosiderace
pesar no espirito do governo, que nao
nos compete discutir aqui, mas que por certa
nao ficarao desconhecld.s o paiz.
Nao oos consta que tal raoaaiin ii..
contr.hido compromiso algum. a cr.ta oue .ta
da n.nguem est na confl.Sc. do gpreroo.cerca
d. decino que ulleriormenta lem de aer tamaoA
Por isso estamos bem persuadidos
mf,,^'0" P,r* -,e |M" censuraa, e ceoauraa
infundadas, que nao resisiim d mail
as
leem
que anda nao
a cei
yse. *~~ leve ana-
.Sa? Psi.cao effic"l prohibe-ooa de entrar em
urna discussao acerca da mate,,, anal caria
mente lucrar.moscom a iilustracao reconhectai
frM,!CC,0 d0,0r0,al uera rimo s en-
tretanto se issonos fosse permtltido.talvez aceita,
sernos a luv. que se l.nfiou ao governo p". dScJ
h br!i Um W8u,nP,0 a '" grde .Icanoe a
bem poda aHe demon.tr.nemos a in^ll
Villa do Caao.
Sla ""-Prenia o meio maia efficas pof oode
toridades. seja elle lambem, como o temsido e
com preceilo muias vezes o melhor meio por on-
de manifestamos nossa gratidio par. com os bouj
servidores do eslsdo, quando .o desempeoho-das
funccdei de seu cargo, sabem graogear a estima
geral, seoio unirerssl dos habitantes do districta
am sarrem, e por isso que, coohecendo o
sentimeoto des habitantes desta villa a re.peito
do "1 commaodante do destacamento, o Sr. al-
ense Joao Francisco da friona, nao recelamos
tillar consliluindo-no. orgo da opinio pan
agr.decer-lhe ea nome de todos os ditos habi-
tante) o excedente modo que se tem portado nes-
sa villa sem ser nem dar iocommodo a oioguem
e sem faltar em eousa alguma o cmaprimeoto de
seus deveres, e pelo contrario cumpriodo exacta-
mente respeito e fazendo respeito pelo destaca-
mento que ellecommaoda, a morar publica e o
oosso flm nao s agradecer-lhe e louvar publi-
camente am tal comporlameoto como fazer votos
psra que sua estada aqui seja a aais duradoura
poeaivel.
Villa do Cabo 15 de uorembro de 1861.
1 dita um sino
PabliciQoes a pedido.
AO ARTISTA SUBLIME
GERMANO FRANCISCO DE OUVEIRA.
NA N01TE BE SKI' BENEFICIO.
Saio o genio da seeni,
O insigne Germano,
Oue intrpido e soberano
Colhe os louros da victoria I
Sado o her-i decantado,
O artista sublimado,
Cuja nomo est gravado
Em ureas iettras na historia.
Ei-lo de fronte elevada,
A dominar este poro.
Que Ihe offareee de noro
^Novasc'ras e laureis -
^Ei-lo, nobre. magestoso,
Qual monarcha imperioso,
Qua contempla poderoso
A multido a seus ps 1
Aceita, oh genio da scena,
Aceita a ov.cio sincera
lTum povo que te venera,
Que diz teu nome com pasmo 1
Aceils meu pobre canto
Sem belleza, sem encent,
Nascido d'alma, no entaoto,
Nest'bora de enthoslasmo.
16 de norembro de 1961.
.^_________J_ Jaba.
COMMEMCIO.
emos oconve-
taTrorm^o^/aoT^e'r;!
so nono .Icance empre-
a talvez eaUressem
a-Ios.
Acerescentaodo
deHamoa er^u/^Udo,.''. T
tarprcacto que deu a radaeco o Mercantivo
tair?.m f"?0 qUe ,u,ori,fl0 'g?*o b asi-
raotia dos joros, da conformidad, com
presentada* pala companrua.
aa contas
Se oao foi calr.u -
lado sen escriplo nesta parte, .inda diriam
suas inrormseoea foram turvas, se qne 0
SMSBH HP-Utatt. d.Sr. miaisTo^
oeque
agricultura.
innmeras reclsmscoes da parle dasVapaaSat
C*) Por afluencia de materia
aer publicado o presente artigo.
tea deixado da
4Rt4aCei,
.llandas
Rendimento do dia 1 a 15.
dem do di. 16.
. -261.635780
......v*7;238|4o6

288 874d-J46
rmenlo da alfamdaara.
volamea anUado com fazendas.. 187
aom
gear #
ir 1
Voli
mea sabidos eom fazendas..
> eom leeros..
Desearregam hoje 18 de noraabro.
arca rancez. Jejua ParmaUarcarv|..
Brigue ioKlezGlaucuso reato da Carga
Barea americana-Herxard(arinha da Wgo.
Brlgua hamburgum Gapibaribe n rin
carga.
429
615
o reata da
. Domingos
4 barris vinhe. 1 dito azeite doce, 2 ditos cog-
nac. 1 dito lentilhas. 12 caixas lieores : a Blao-
din.
2 caixas piannos ; a J. Vignes.
38 ditas chceos de Isa, de palha, de fellro. de
couro. ditos de sol, roupa, quadros, gorama-lac-
ca, vealidos de seda, couros de lustro, perfuma-
ra pentes.colxeles, grvalas, bijouteria, ferro ba-
lido ele. ; a H. Adour & C.
2 caixas fazenda de algodo. chapeos, objeclos
para ditos de sol ; a F. Maestral)-.
17 caixas perfumara, merceara, cristaes. pel-
les ele. ; a Prente Vianna & C.
7 caixas vidros, drogss.ether sulfrico : s riu-
ra Antonio Pedro das Neves & Filhos.
81 ditas perfumaras, relogios cilindros, ether
sulfrico papel pintado, instrumentos de msica,
modas, calgado, eslampas quadros, cristaes etc. ;
a Thcmaz Teixeira Bastas.
1 caixa para cigarros; a Ramos & Duprat.
Drmqairof. mafunas e perlences, alcool. eUier
marroquins ele. ; a Francisco Alves de Pinho!
.200 g.gos batatas, 15 barris e 30 meios man-
leiga 5 caixas papel, tinta, modas, labaco, etc. ;
a Isidoro Haltiday&C. .<-.
36 rota mea merceara, couros, pelles, fruclas
seccas. calgado. perfumara, chapeos, miudezas
fazenda de algodo. roupa, agulhas, etc. ; a M.
LODO CL fj.
200 gigos batatas. 1 fardo coaros, 47 voluroes
azenda de algodo, de laa. pannos, chapeos.cal-
ado, roupa bonets, modas, merceara, etc. ; a
b. A. Burle 4 C.
^j30 barris e 60 meios manleiga ; a Krabbe Wha-
8 barris e 7 meios manleiga, 1 caixa chapeos de
laa_; a Ferreira & Araojo.
0 barris pregos, 1 caixa burra e perlences, 17
volumes papel.calcado, marroquins, barias de 10-
gar, espoletas, fazendas ele, a Monteiro & Lo-
pes.
*?, bartrif,e ^ mei09 """neiga ; a Rabe Scha-
meltau & C.
50 barris e 50 meios manleiga. 26 caixas, 1 far-
do e 2 embrulhos papel, fazaodas de algolao, de
lioho, de laa, de dita e algodo, de dita e seda
roupa. Hola amoslraa : a Joao Keller & C.
18 caixas fazendas de algodo de seda, de la
de dita e aeda, roupa, chapeos, espoletas, couros
eoveroiaados, etc.; a Liodem Wild & C.
50 barris e 50 meioa manleiga, 1 caixa lanter-
nes; a Seve Filhos &C.
150 barris e 175 meios manleiga ; a Johnston
ral**r Qt G>
25 barris e 25 meios dila ; a Guilherme Carra-
Iho & C.
100 ditos e 100 meios dita, 15 caitas sardinhas :
a N. O Bieber & C.
100 barris e 100 meios manleiga, 1 dito e urna
caixa vinho, 2 ditas aercearin e quioquilharia 2
dita, papel e liabas. 3 ditas lila, 3 dila. velas' 3
volume. porcelaoa ; a ordem.
1 caita relogios de. euro e perlences ; a A
Schafjier.
60 barris e 50 meios m.nteiga, 1 caixa relo-
gios, 2 ditas couros e preparo., 1 dita doces, 2
ditas loo. notas, 1 dita obras de ferro, de ac
pr.teado e de lati, 21 ditas e um embrulbo fa-
zendas de alaadao. de lioho, de aeda, de laa e
mixtas ; a D. P. Wild & C.
34 barr, e 39 meioa mioteiga ; a Jos Baptiita
d. Fonne. Jnior.
25 ditos e 50 ditos dita ; a Basto. & Lomos.
25 ditosa 59 ditos dita. 2 caixas taboas de m-
sica ; a Tassso & Irmaos.
1 caixa tipoa ; a Jos da Vasc.nc.ilos.
13 ditaa calgado ; a J. Pereira Arantes.
2 ditas linhas a escoras pira deate* ; J. A.
H. 1-110S Q[ Ga
10 caixas chapeos de lia, papT, marrdjqaios,
perfumaras, drogas, modas, penis de acoTagu-
Ihas ele a Vas & Leal
4aiixas papel de ansies, obras de cobre, gra-
vuras, gaiea, instrumentos de msica timbales
ect.; H Domoot.
.4.aC,.ixa-,,.chp?, dlU* de ,o1 Paraawhora,
ditas de feltro, calgado ate. ; a Chriaai.oi trere.
8 caixas poreolana. maroeaa, baan,
a Caucanas & Dubouraq.
1 eaiaa p
J9 a.!., aaateiga ; a A randa
laalLX.?1?f"riri''"4"**M^ carina. aV-
jeatae p.r. aAana.d. sl ; Manad A C
JJaaiKM papel M.M. ; Uaa^ jj. OK-
fa%! *m', **"""' ***. ItLa.
^dYtn.radMjj pwteace. ; I. Caaaprifa,
a barril e 50 aaiua aamiei* i< .~7. _s
*.. h,... areetS? S*%5>**Si
ale. ; t. VMacfaea da m9. **"*
1 caita eolxetn ; a fU.to. 4 Iraiaa.
1 dita igoora-se ; Itaenara MilacaaB
1 dJ. Irrrn ; Cli.rhn |. Nr
t^SSSkiV""" ''MM^ -*-*
Vapor (ranea. JVanrri, prwadaala da W.
^1. maadfaMon isi|4r **^
p JSii '"^ : Iwik- Wh*W^ 6^-
16 diu. dito ; Taaao Iraiaa.
1 J?." U : "*"< BHItadna.
^^ dita mernari. ; Mello Lana *
1 dita bichai sodrd 4 CaapaaUa.
4 tpJSlf" -" W.
4 da., calcada. : a-J. P. Ar.ntn.
chril&iar1 *u "mnmkm --
1 dita coleleri. 1 Ciilt tema*, M ^^ mn
chapeo, de aol ; Maooet 4 Cas
1 caixa coonrr.s, 1 dt.
lome pre.unio. ; Tiant Prarn4i
Z cuxaa fazeodaa ; Daaanrm Jk 1
coaleMU'^^'^'-^-.
1 dii.
boa, 1 dita Dola. : a Moatairo 4
paohta.
eJLVxE coc*" ; Alando G
),omp.ohl..
.J.?U roy; ealxM 'daa, 1 M
amoalra. ; Se. Filan 4 Conp..bia.
1 barril oxido ; a Ataeaa Pton.
15 eaixaa -inho ; Joio da Silra Fari^
r '"' 0|,. 1 hrdo roihas
Companbia.
d.. **a\ f,,nd, de I". 1 a chai a 6
Keller 4 Companbla. *
* csixas fizeodas ; E.
ohia.
Co-pd.nW.,nerCMr'' '"' e0", A,-
1 dita roupa
albans, 1 dila la.ea.. I dita tln g*_
ti boina : a Mo.ieiro 4 LobmAp
Aira.4
abraUnv
4G
-T^- a Ch Leclare.
1 di a igoor.-n ; Alarida Gaaeal
1 dita roercearia etarM ; Caaara
fflCS.
t 8 dita, roupa, 1 dita lavas: Vn 4 Lari,
barr p0rCe,"Ba> f T0,0" ^^^ ; iMH
3 ditas venidos, manteletes sedas Fwm-
ra 61 Araujo. ------
2 diu. sedas ; .0 agente d. aaapaaijia.
1 caixa calgado ; i ordea.
1 dita fazeoda de lia a Schafheitlin A Cea-
panhia. "* ^^
1 roluroe regidos; H.lliday.
2 ditos amostra, e caaien; Linden Wild 4
Companhi*. ^
1 caix. bijouteria ; a Raba Schmetia. A Ca-
paobii.
1 din taras e crep ; Robert 4 Filho..
a ditas chales ; a F. Sa.rag. 4 Cmoaihia
B gigos amendois ; a Coat Amoros
20 ditas castanhas ; a Marques Barros 4 Caa-
psnhia. ^
10 caixa. maclas, 40 din. cebollas : a Rabel! >
& runo.
4 ditas idem
1 volume se__
1 dilo artigo, de toillet ;
1 ditojornae. ;
1 dito velludo
Companhia.
1 dita luva.; a J. I. Go.galves Baalaa.
1 dito amostras de gr.v.ru : a J*e
coocellos.
B*rca americans Botar, vi.da
consignada a Henry Forsler 4 C
seguinte :
2.795 barriese farioha do trigo, 200 ditn brea
:.aix*s panno da algoim anal. 70 ilm li.l*
'orco. 41 meias caixas cha, 12 dtai reloaW
''",?"01 P,r aie.aos, 1 dita aaota*3
<.n."8UVn8Le* G/"". 'do d. Li,r
consignado a Sauoders Brother 4 C, m .o.fea
o seguate : **
50 birria manleiga. 94 fardo.e 51 ceisaa Ca-
aTaV! de aloda. 3 lonalad.. de ferr.
dersBrolhers4Comp.ohia.
.J2 a"",' aica,ra. liaba.. 1 diu a-
zend. de algodo ; I,|doro Hallid.y 4 Canp.-
34 barris pregos : a Rothe 4 Bidouhc.
WZ----- ~l """ a oiaooie.
figos looga, 35 fardos e 9 caixas Uzeadas da
algodo : a Mills Lith.m 4 CoapnaUta* *
a Lourengo da Silva,
lementea : a Bellaraloa R.
a J Oliveira.
L. Puech.
e seda. ; a Kilkmin.lraia4
da Vaa-
da Baatadl.
laaifniaa
2.79!
50cai,
d porc
36
C. A.ilej 4 Canpa-
etc.
roupa
Importaostp.
7.!*Uf>9 b^ilf4cn/oiUiavrindo do Mara-
an ecoopignadn naaifnto*, mnmiaU:
1 cuio tr.mous; a, Jaee ftapUsta dt Fon-
157 alqjuMs de sal. 434 aaaaoa can irrtJ
.^*a%T,l*>'8 JadaT.SaWJTV
aandloca, 161 p.neiros tapioca ; a trdda.de di-
i ana.
6 eaixaa baooiloa, enovas, perfumaras etc. ; a
Denker de Barro. '
3 eaixaa chapeos de fellro; a Maia 4 Irmioa
2 ditas erro a rodas ; a Octarano da Soaza
1 dita piauno ; a Riyaoad L.nerre.
9 ditas brinquedos e q.inquilhariu ; a F. Du-
ba rry.
1 dita trasto. ; a C. Fenelen Alfredo.
S ditas e 6 barrica, .orce Un a ; Fragoso 4
2 ditn roupa ; a Jos Joaquia Gobc.1v.. Bas-
tos.
60 barra e 60 meioa mao taiga ; a Jos Marse-
lla o da na.
500 barricas farinha de Irigo. 50 barra aaatei-
gi a Tasso Irmaos.
28 fardo* 3 caixas fazenda. da
S e,c* ; a BabeSchmeltaa 4 C.
230 barricas cerrej ; a
aaia.
20 fardos tecido. de algedad; H Gi
2 eaixaa1 fazendas de algodo. 1 dita adatan I
ft .SaJL? P,Pel 6 e0?e,0,,M' = "S."
18 eaixaa e 10 fardos toteada
Southall Mellors 4 Coapaahia.
34 feixea de ferro o 'cobra, 1 caita
igoora-se ; a Rostroo Rookar 4 C
1 fardo tapetes para sola a Ceb Kalkasaa A
Companhia.
9 caixas fazeoda de almadio:
Companhia.
46 fardos fazeodaa de algodo ; H. O.
& Compaohia.
1 caita eocommeada. ; E. KeeworlhT
2 saceos amostras ; a diversos.
Exportado.
Do di. 14 de naveahro.
Patacho americano Satas Marti, par.
York, carregaram :
Saundera Bralhara 4 C, 700 lacen ca AJM
arrobas de ncar. -v
Patacho americano J. Darting, par. Marrara
S"
da algodo ; .
e barrica
kaaaa4
aLinJe.Wild4
B.. carregaram :
aundera Brothers 4 C, 1000 s.
arrobas de assucar.
Patacho americano L. C. WmtU, para
iorlt, carragaraa :
.Henry Forsler 4 C, 1006 aaeeoa eoa 5000 ar-
robas de assucar. w
fara Pbil.daU
3,500 w-
coa 16 Uaraa
R.ndime.to do di. i
dem do di. T6. .
10 barris e 80 meioa m.nteiga ; Joio de S
Leiiie Jaaior.
25 caita, frisa, 16 barra 80 aria, mendi-
ga ; a Antonio Lopes Rodrigan.*
20 banis .20 metas ; Damingoa Airea Ma-
arrii^ Ae...
25 barr, e 50 metas manleiga ; a Augusta Pio-
lo da Laana.
eaixaa aroman, 40 barras, o 9 rrimn4
Patacho americano Com
phia.carregar.ui :
Henry Fa.ler'4 C., 700 sicco. coa
robas de assucar.
Vapor inglai UagdaUnck, para Landraa, carie-
Rabe Schmetlao & C 1 caitale 1
de prata em barn.
Dia 15.
Patacho americano J. Oarliug, para Delsw.r
B., carregama :
Saundera Brother. 4 C, 400 aaeeoa
arroba, de .nocir e 2028 eearaa aeccoi
com 76208 librn.
Brigae p.rloguet Viajante, para Loands. car-
regar aa :
Thomaz de Aquino Fooaeca, 20 arin aman
c.m 1600 medidas de aguardan!.. ^^
f-'.n.lTld0i0tul\n:
m


Wfy
*-*
DE l*tM.
? *
PRA$ DOltlFE
attucar-----------
' A'S 3 ORAS DA TA*BE.
ltofeU Setena!.
Cambios OhvjuhiIi temida regula-
ra m de 25 3/4 e 26 d. per l|0OO
.. a alguna a 26 1/4. sobre
Loodmae. 370 re. por f., aebre
Paria dt (08 110
pretn-o. sobre Llsb
A .i t S 150.000.oi saqueada que fot
portador o vapor JTagatoisaM.
altadla -------No principio da lemaoa, e aa.
tea uachrgada do vapor a Eu-
ropa, effeciuaram-ae vendas de
aprimaira sorts a liatOO ra. por
arrobe, e de segunda a lOf 400
ra.. alm -de urna a preco oc-
ealto ; mas depeto da chegada
do paquete, o mercado loroou-
ae mais animado, vendndose
altfOOO, ItflOO. elSMOOrs.
por arroba : a eotrada subi a
696. saccas, ioclusive 36 do
Rio Grande do Norte. O de Ma-
cei posto a bordo vnden-
se de llfOO a 1IJ800 rs e
o da Pirehiba de lgatlO a
12JS00 rs. pV arroba.
O braaco veodeu-se de 3tP00
a 4400 rs., o rnenos de 2S700
a 2800 ra msecavedo purga-
do de 1300 a 2J500 re. a bru-
to de 2O0O |a S9100 r*. por ar-
roba, seado a eotrada abun-
dante.
Agurdente Vendeu-se de 558 6OJO00 rs.
a pipa.
Couros- Os saccoi saleados venderam-
se de 170 a 175 rs. a libra.
Anos-----------O da India vendeu-se a J600
rs., e o de Maranhao a 2$800
rs. por arroba.
Azeite doce Nio ba do Ealreito, e o de
Lisboa vendeu se a 3J000 rs.
por galio.
Bacalhio--------Nao bouve entrada. Retalhou
e de 108500 a 12ra.. por bar-
rica, ficaodo am deposito 10,500
quintaes.
Batatas Veoderam-se a 1#500 rs. por
arroba.
Bolaxinha Veodeu-se a 3*600 rs. a bar-
riquinha.
Ct-----------------Veodeu-se de 6#000 a 7#500 rs.
par arroba.
Cha ----- O hysson veodeu-se a 49400 r.
, por libra, e o preto a IftjOO rs.
Carne secca- A do Rio Grande do Sul Ten
deu-se de 2*400 a 3*500 ra po
arroba, e a do. Rio da Prait
anda oae abri pre^o. Fioa-
ram em ser 60.000 arrobas de
Rio Grande, e 15,000 do Rio
da Prata.
Carvio de podra- O de Cardi* regula a 16J0OO rs .
e de Escocia a 14*000 rs. a- to-
nelada, nominal.
Cerveja- Vendeu-ae de 44000 a 6J000 ra.
a duzia de garrafas.
Farinba de trigo- Tifemos varios carregameotoe,
que elevanm nosso deposito a
33,600 barrica,deduiido o cjjn-
sumo da semaot. Retalhou-se
a de Ricbmond de primeira
qnslidade a 208000 rr. \ barri-
ca, e a de segunda a 14*000;
. a de Phil'delphia de 6J a 20*
ra., de Baltimore a 12* rs., a
de Hespaoha a. 18* rs., a fran-
ceza a tO* rs., e a de Trieste a
249000 ra., floando em ser 300
barricas da primeira, 400 da
segunda, 22,000 da terceira,
1,500 da quaria,1,500 da quinta,
500 da sexta, e 7,400 ds stima.
Folha de Flandres-Vendeu-se de 20f a22*r>. a
caixa.
Genebra- Vendeu se a 320 ra. a botija, e
5J000 a frasqueira.
A iogleza vendeu-se com 300
por cento sobre a factura.
A franceja vendeu-se a 580
ra., e a ingle a 640 rs. a libra,
fleando em depoaito cerca de
2.000 barra.
Venderm-se a 6*500 rs.
a 19500 rs. por
79.-Sobredo de 3 andares, por anco
W.ldemidem, pot'aano...........
Re -
..por f., atore M.-Ctsa terrea, per
por cafjto de |U1
boa, rabiado 1-Cisi terrea.^pol
Roa da Cscimbt.
w.^Caaa tarrea, per sano;.........
67.dem dem, por sopo...........
Rus dos Burgos.
69.'Casa terrea, por aooo..........
la da Sentis Velha.

*r

Armazem a. 4.
lRfOOO MarobCl.,*!- t'eelsa viada no Bevlelaftox ata ai
81*0001 Rhey; entrada em 19 de faino 4*1659 ; a idea da
Patn Natb
1251000
7539000
753*000
Louca- -
Maoteiga -
Massas-------------
Oleo de liohaca- Vendeu-se
galio.
Passas-----------dem a 7J000 rs a caixa.
Queijos----------Vendeu-se de 29000 a 29000 ra.
Taboado----------O de pinho vendeu-se a 28* a
rs. a duzia.
Toucinho---------- 0 de Lisboa vendeu-ae de 89
a 8*500-rs. por arroba, nao ha-
vendo do de Sanloa.
Vinagre O de Portugal regulou de 110*
a 125J000 a pipa.
Yin nos-----------O de Lisboa venden-se de 220*
a250* a pipa, e de outroa pei-
zea de 2209 230*000 ra.
As de composiQao venderam-se
de 680 a 700 rs. a libra.
Descont----------O rebate de lettras regulou de
9 a 12 por cenlo, descontando a
caixa filial cerca de 200 cuolos
a 9 e 10 por cento.
Fretes ----- Para o Canal a 60 para Li-
verpool de 45 a 50, e do al-
godao a 3/4 e 7/8.
Velaa.....
MoTimenio au porto.
-Vamos entrados no dia 16.
Babia6 das, patacbo nacional Bebiribe, de 299
loatladaa, capillo Manoel Jos Vianoa, equi-
pagem 12, carga 4,800 quintses de carne secca ;
a Marques Barios & C.
.Vacio* tahidoe no mtsmo dia.
Liverpool pela Parahibabarca iogleza Seraphi-
na, capilo Williaoo Caroe; em lastro.
Philadelphiaketcb, americano Commcrce, ca-
pilo J. Bstnes; carga asaucar.
New York,patacho americano Santo Mary, ca-
pilo B. S. Brevoor; carga assucar.
Philadelphiahiato americano y. Dartings, ca-
pilo Percival, carga a*aucar.
OS 40
Horas.
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ra
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kthmo$phtra
Oireeco.
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I Intensidad*.
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da Guia.
no........... M8S00O
ua o. PiUr.
. poranno........ 2249000
Aa arramilaedes serio feilas pelo tempo que
decorrer do dia da arrematado at o fien de" iu-
nhoaeltW*.
B para constar se mandn afiliar o presente ?
publicar pelo Otario.
Secretarte da thesouruia pravrocial de Per-
nambaeo, t5 de noembro de 1861.O eecrets-
rio, A. P. ds Annaocisco.
O Illm. Sr. inspector da theeoureVit pro-
vlaelal, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidaate da provincia manda faier publico, que
no dia 28 do corrente, peraote a junta da (aren-
de da mesma ttiesonraria, se ha de arrematar a*
quem msiflr prer^o offen-cer, o rendimento do,
impoalos creados pelos 16. 17 a 31 do ert. 40
di lai previocial a. Mt) c bem aaaim e augmento
doa imaoetoe das 13 e 42 do mesmo artigo noa
aaguiotea muaiciptaa :
Booiu. ,
Brejo.
Cimbrea.
Flores.
Boa-Viata.
A arramaticao ser Celta por lampo de laos,
a cootar do ls de julho da corrala aooo.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 15 de novembro de 1861.O aecrelario,
A. F. da Attnunciscao.
O Dr. Trislo de Alencar Araripe, juiz da direito
especial do commercio desta cidade do Racife
e seu termo, capital da provincia de l'eruam-
buco, por S. H. I. e C. o Sr. D, Pedro U, que
Deus guarde, etc.
Paco saber pelo preaeote, que a requerimento
de Kalkmann rmeos & C., e Linden Wild & C.,
ae acba aberla a alleocia de Tertuliano Candido
Ramos j C, pela aentenca do theor aaguinte:
Constando dos autos trreessado seas pagamen-
tos oa commercianiee Tertuliano Caodioo Ramos
& C estabelecidos com toja de fazeodaa oa ra
Nova desta cidade, declaro os meamos comrper-
Claoles em estado de quebra, contando-se esta a
datar do dia 5 do mez prximo paseado.
Nomeio curadores scaes os credoret Liodeo
Wild & C., que prestaram juraraeoto, e deposi-
tarios interinos os credores Kalkmann & G que
assignaram termo de deposito ; e remeta o es-
crivo copia deala aentenca ao joiz de paz com-
petente para apposicao de sellos, que ordeno se
ponham na forma da le em lodoa os baos, livros
e papis do fallido; depois do que publique-se a
a preaeote e proceda-se a convocaco dos credo-
res e mais diligeaciss legaes.
Recife 8 de novembro de 1861.Trullo de
Aleocar Araripe.
Em cumprimento da meama aentenca convoco
a todos os eredores dos ditos fallidos pira no dia
19 do correte mez, pelas 11 horas da manhaa
comparecerem na aala daa audiencias, alim de
proceder-ae a nomeaco de depositario ou depo-
sitarios.
E para que chegne noticia a todos os eredores,
mandei paaaar edilaes, que serio afudoa nos
lugares do costume e publicado pela imprenta.
Dado e paasado oesla cidade do Recife de Per-
ambuco. aoa 14 dias do mez de nevembro de
B6I.400 da independencia e do imperio do Bra-
atl.Eu Manoel de Carvalho Pies de Andrade,
tscrivao.osubscrevi.
rlo.aotraaaa tm Sr de marco de 1860
C, idem Scaiaa, vindaa aa
A noile clara, vento
dade.
ESE variavel de iotensi-
OSCILAClO DA HAR.
Preamar as 3 h. 44' da tarde, altura 7.2 p.
Baixi-mar at 9 b. 32' da manhaa, altura 0,9 p.
Obaervatorio do araenal de msrinba, 16 de no-
vembro de 1861.
ROMANO STrrLB,
1* lente.
/
Edilaes.
O Illm. Sr. inspector da ihesouraris pro-
vincial, em cumprimento. da retoluclo da junta
da azaoda, manda fazer publico, que no dia 28
do correla val novrseme i praca para ser ar-
remaUds a quem mala dar, a renda daa casas
abaixo declaradas pertencentes ao patrimonio doa
orphSoa.
Roa do Azeite de Peixe.
Ha. i
*3.-a|obrado da um andar, por anno 501*000
Trislo de Menear A raript.
O Dr. Trislio de Alencar Araripe, oBcisl da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direilo especial
do commercio desta cidade do Recife capital
da provincia de Percambuco e seu termo, por
Sua Magestade Imperial e constitucin! o Se-
nhor D. Pedro II a quem Dos guarde etc.
Pago saber aos que o presente edilal virem e
delle noticia liverem que no dia 18 do corrente
mez se hade arrematar por veoda a quem mais
der, em praga publica desle juizo na sala dos au-
ditorios os bens seguintes ;
Custodio, criaulo, com idade de 20 anoos pou-
co mais ou menos, avaliado por 900*000 ; Jacin-
tho, crioulo, do idade de 35 ranos pouco mais ou
menos, avaliado por 6OO9OOO; Maria, mulata, de
10 annos, avahada por 6OO1OOO ; Salvedor, pardo,
com 18 annoa de idade, por 900*000 ; Juvelino,
Snoul'i. nos, avallado Por aoupurjo; inome, uo uoV^,
de idade 35 annoa pouco maia ou menoe, avaha-
do por 9009000; oa qu a es sao pertencentes An-
tonio Jscintho da Silveira, e vio a praga por exe-
cugio que lhe move Antonio los de Castro ; nao
se tendo pois etTeeiuado a referida praga por ae
terem transferido os das de audiencia.
E nao haveodo hngador que cubra o preco ds
avaliagio, a arremalagao aera feita pelo valor da
adjudicago com o abatimenloda lei.
E para que ebegue ao conbecimento de todos
mandei passar edilaes que aeao afxsdos nos lu-
gares do costume.
Eu. Manoel Maria Rodiiguea do Nascimento,
escrivio o subscrevi.
Recife, 11 de novembro de 1861.
Trislo de Alencar Araripe.
Pela secretarl* do governo ae faz publico para
coohecimenlo de quem ioteresaar posss, que se
acham em coocurso os dous officiot de pulido-
res do termo de Nazaretb, creados pela lei pro-
vincial o. 504 de 29 de maio desle anno, devendo
um accumular asfaocges de contador, e o oulro
as de destribuidor, afim de que os preleodenles
apresentem os seus requerimeolos instruidos na
forma du decreto o. 817 de 30 de agosto de 1851
e aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1854, no
prazo de 60 das contados desta data.
De ordem do Illm. Sr. inspector ds slfande-
ga se faz publico, que, existiodo nos armazeos da
meama alera do lempo marcado no art. 302 do
regulamento as mercadorias abaixo designadas,
sao convidados os seus donos ou consignatarios
a vir despacha-las no prazo de trinta das conta-
dos desta dala, fin 10 o qual serio ellas arrema-
das em hasta publica, sem quelhes fique compe-
tindo allegar cousa alguma centra os elTeitos des-
ta venda : a saber :
Armazem n. 1.
Marca triangulo MC, 12/18. 1 pacota amostras,
vindo no navio hollandez Elisabeth, entrado em
dem 19 de outubro de 1858; a N. O. Bieber
&C.
em travessao triangulo M. "4/6. 1 dito ditas,
vindo no navio bamburguez Capibaribe, entra-
do em 22 de junho de 1859 ; a Monsen Vi-
nassa & C.
dem H M. 1|2.2 caixas, vindaa no navio bam-
burguez Capibaribe, entrado em 21 de iulho de
1859 ; a H. Bruno.
dem letreiro, sem numero. 1 dita amostras
vinda no mesmo navio entrado em 16 de ju-
nbo de 1859 ; so mesmo,
dem BB, 329,3300. 4 ditss, viniaa no navio
hollandez Speculante, entradas em 2 de junho
de 1859 ; 4 ordem.
dem letreiro. 2 embrulhos vindos na barca
fraoceza Savsmlls, entradas em 24 de dezem-
bro de 18.58 ; a H. Biunn & C.
Idfc, dem sem numero. 1 dito vindo no bri-
guefranrez Parahiba. entrado em 3 de dezem-
bro de 1858 ; a J. Keiler C.
Armazem n. 1.
Marca letreiro, sem numero. 2 embrulhos vin-
dos na galera ranceza Adele, enlrados em 6
da dezembro de 1858 ; a J. Keller & C
dem triangulo M, 343. 1 dito vindo na barca
ranceza Cont Roger. entrado em 22 de Janeiro
de 1859; a D. A. Matheus.
dem letreiro, aera numero. 1 dito vindo na ga-
lera fraoceza Adele, em 23 da abril da 1859 -
a Mturon & C. '
dem, dem, o. 1. 1 dito vindo no mesmo na-
vio, entrado na mesma dala ; a Bastos & Le-
ntos.
dem JBCA, n. 1. 1 caixa vinda na barca ran-
ceza Villa de Bolegae, entrada em 18 da maio
da 1859 ; a Feldel Pinto & C.
dem letreiro, sem numero. 1 embrulho vodo
no aavio francez Porto-Rico, entrado em 30 de
maio de 1859; a H. Bruno.
dem BKC n. 5742 1)2. 1 dito vindo aa galera
fraoceza Berth, entrada em 3 de junho de 1859;
ao mesmo.
dem letreiro, aem numero. 1 dito vindo no
mesmo aavio. entrado aa meama data; a Fer-
reira 4 ATaajo.
dem S A C, n. 3905. vindo aa barca ranceza
Rio-Grande, entrado em 21 da junho da 1859;
a Scbafleitin.
dem, idem, idem. 1 dito viada na barca fran-
ctxa Axti, Mirado aa bmmm dala; 10 mearno.
dem diamante F n. 20,21:-tearindas no aa-
*?.*#?*.'*imaM W da oattrbro
tftMffVMtapfti.'
Armaron) n. 4.
Marca A I, seto numero, 1 caixa vinda do na-
II. WpflV pirada em 8 de outubro de
1757: Nra- jo GMfol;
dem letreiro, idem. 1 pote vindo o navio in-
gles Msry Block, entrado em 5 da jargo de
1860 ; dem.
Armazem n. 5
Marta letreiro, ern numero. 1 caixa viada no
vapor nacional Paran, entrada em 19 da no-
vembro de 1857 ; a Cbristovao R. C. Santos
aiaia.
Sem marca a numero. l embramo vindo no
f* I***r eDlra> 19 de marco da
1858;. a Bernardo C, P. Sbrelo,
dem, idem. 1 dito vindo qa vapor nacional
Tocaolioa, entrada em 7 de julho de 1858 : a
Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Marca letreiro, sem numero. 1 dito-vinda no
dem, dem. idem. 1 dita vindo no vapor Pa-
ran, anlrado em 3 de abril de 1858; t C. Star
& U
dem, idem, idem. 1 lata viqdapo vapor na-
?o Toe,BttM "* 9 de margo de
1858', a Bernardo Ferreira da Foncecv.
dem quadraogulo M. V C., n. 17. i caixa viu-
da no.vapor nacional Iguarisi, entrada' em
10 de maio de 1859; ordem.
dem letreiro. aam numero. 1 dita vinda 00 va-
por Daciaoal Paran..entrada em 14 de maio
ae IH58 ; a Manoel Joaquim Carneiro da Cu-
aba.
dem, idem, idem. 1 embrulhe vindo no mea-'
mo vapor, entrado na |meama data ; a A. M.
da Amorias.
dem, idem, idem. 1 lata vinda ao vapor nacio-
nal Tocantin*,.entrada em 19 de maio fe 1859 :
a Igoacia francisca.
dem OAM, idem.1 caixa vinda no vapor na-
cional Oyapock. eotrada em 18 de junho de
18o9; a D. A. Matheus.
dem letreiro, idem.1 dita vinda no vapor na-
conal Crnwih) do Sol, entrada em 30 de julho
de 1859; il.L Lassnm.
dem dem idemi embrulho viudo 'no vapor
nacional Oyapork, entrado em 2 de setembro
de 1859 ; a Joaqutm Vieira de Barros.
Irtem dem idom.2 caixas viadas no mesmo na-
Vo 'dat em 29 de novembro de 1859 ; a
Julio Igand.
dem idem idem.I dlts vioda no mesmo va-
por entrada em 20 de abril de 1859 ; a A-
Idem idem dem.1 embrulho vindo no mesmo
vapor, entrado tm 20 de jaoeiro de 1850; a
da Cuoha.
enages Esperanzas, entradas em 10
de oaasjafbri da 1860, a Jora Antonio a Cunba
1 Iranio.
Idean*, eeat sumare.-- tcala, vioda no mts-
m navio, aturada na meama dais ; a Jotqnim
dem 8, dem. 2 ditas Aindas no brigue por-
tuguez Baila Figuerate, entradas em 15 de
ianairada4861 ; a P. a. da Ponseca.
dem J8S, idem. 2 eatxas, vindaa no brigue
portuguez Bella Piguerenara, entradas em 15 ge
Janeiro de 1861 ; a Francisco Severlano Re-
bollo & Filho.
dem OBJ, ida.40 barricas, viadaa no mes-
mo navio, entradas na meama data ; a L. M.
R. Valleoea.
dem ARM, idem.-l caixa, viada na baraa por-
taguezs Amalia I, entrada na meama data ; a
a A. R. Meadas.
Mem P6, idem. 1 aaixiaha, vioda no brigue
hamburgus llenricka, entrado em 20 de Ja-
neiro da 1869; a J. Keller & C.
dem aem marca, sem numero.1 caixa, vlrrda
na barca iogleza Eliaabethu, aatrada em 20 de
abril de 1860 ; a ordem.
dem JNS, idem.1 dita, vinda Po brigue por-
tugus Esperance; entrada em 12 de novem'-
hro a 1869; a loto Nanea Saldanba.
Sem marea, sem numero.18 tonelsdas de pa-
drea, vindaa no mesmo navio, entradas na mes-
ma data ; a Barroca 4 Medeiroe.
Marca OMI, idem.40 barricas, vindaa oa barca
port.guaza Baila Figueirsnse, entradas em
12 de Janeiro de 1860 ; a L Manoel Rodri-
gues Valeoga.
Armazem n. 10.
Manoel J. C.
dem idem idem.-" gamella" vinda 1
vapor entrada em 31 de agosto de 1860 ; ao Dr.
P. de Lemos.
dem idem idem.1 caixa virita no vapor nacio-
no!Jc ^ 1860; a J. Miranda de Andrade.
Sem marea idem.1 embrolho vindo no vapor
nglez Medway, entrado em 2 de julho de 1857;
a Bastos & Lemos.
Idem idem.1 dito vindo no mesmo vspor, en-
trado oa mesma data ; a Henry Noak.
dem idem.vindo 00 mesmo vapor, entrado na
mesma data ; a Keller & C.
dem idem.1 dito vindo no vapor inglez Te-
mar, entrado em 29 de julho de 1857 : a II.
ulbsoo.
dem idem.1 dito viodo no mesmo vapor, en-
trado na mesma data ; a Barroca 4 Castro.
dem XX dem.1 pacote viudo 00 vapor ham-
5loez Tentonia, entrado em 12 de agosto de
1857 : a Schafleitio 4 C.
IdMmnPHT ideni-1 pacote vindo no vspor tar-
do Petropohs, eotrado em 15 de setembro de
1857 ; a A. L. Rodrigues.
dem letreiro idem.1 embrulho viodo 00 vapor
iil?1 T'vne' errado em 20 de novembro de
1857 ; a Letellier.
dem D triangulo ni 100.1 caixa viada no va-
por sardo Petropolis, entrado em 17 de dezem-
bro de 1857; a ordem.
dem letreiro tem numero.1 embrulho vindo no
!**&&: Taaur' "Iflo em 28 de margo
de 1858; a Bastoa & Lemos.
dem idem dem.1 caixa vinda no mesmo va-
por, entrada em 28 de abril de 1859 ; a il
Greem. \
dem idam iil.m _l dil, liniia no. TlDOr ingle
Avon, entrada em 30 de junho de 1R59 : a Ker-
reira Costa.
dem ideoridem.1 caixa viada no vapor ioglez
Avon, entrada em 28 de aelembro de 1859 ; a
H. Forater.
dem idem idem.1 dita vinda no vapor inglez
Tayne, entrada em 29 de setembro dtH859; a
L.JTasso. ^^
dem idem idem.1 dita vinda no meamo va-
por, ntrala em 28 de junho de 1860; a K.
Wbatley.
dem idom idem.1 embrulho viodo ao meamo
vapor entrado em 28 de julho de 1880; a J
Crablree.
dem diamaole BBRC o. 180.1 volume viodo
no mesmo vapor, eolrado oa mesma data ; a
Kalckmaoo.
dem letreiro aem numero.1 embrulho viodo
00 vaoor ioglez Avon, eotrado em 30 de de-
zembro de 1859; a Adamsoa & C
Sera marca idem.1 sacco viudo oa barca iogle-
za Sarda, entrada em 3 de agosto de 1858; a
ordem. '
dem idem idem.1 caixa vioda na barca inglezs
Genoveve, entrada em 8 de outubro de 1859:
a ealrada de farro.
dem letreiro idem.1 embrolho vindo no navio
inglez Honesta, entrado em 15 de Junho de
1859; a HC.de Abreo.
dem G ns. 22 e 28 idem.1 caixa vioda no na-
vio Inglez E. llanda, entrada em 24 de julho
de 1859 ; a Patn Nash.
Armazem n. 6.
Marca JAA o. 1.1 pipa riada na barca portu-
gue^?l"UBt0 eolrda 27 de setembro
do: 1860; a Francisco Severisno Rabello &
rafeo.
dem letreiro iiem.1 caixinha vinda no brigue
portuguez Espranos, entrada em 16 de no-
vembro de 1860; a D. Maria R. H. Lemos.
dem dem idem1 embrulho vindo no mesmo
navio entrado em 17 de novembro de 1860 ; a
mesma.
dem idem idem.7 paineia vindos no mesmo
navio, entrados em 17 de novembro de 1860 a
meama. a
Armazem n. 8.
Marca A. J. Cunhi, sem numero.1 pacote vio-
do no brigue portuguez Laia III entrado em 20
de junho de 1859 ; a ordem.
dem B dem.60 canastras albos, viudas na
rc.V/o25UMl Cor?'> e""" em 24 de
abril de 1860; a C. J. doa Sanloa Callado.
Armazem n. 9.
Sem marca idem.1 caixa vinda no patacho sar-
do Daino, entrado em 2 de novembro de 1858;
a ordem.
dem letreiro idem.1 pacote viodo 00 navio
sueco Rakcleo. entrado em 26 de fevereiro de
18o9; a A. M. delAmorim.
Sem marca idam.2 prancbea viudos no aavio
hamburguez Amanda, eulradua em 9 de se-
terebro de 1859 ; s C. L, Cambrorae.
dem letreiro idem.-2 atados vindos no aavio
inglez John Msyre, entrados em 29 de dezem-
bro de 1857 ; a ordem.
dem idem idem.-l feite de looro, viodo no
brigue portuguez N. 8. da Boa-Viagero. entra-
do em 21 de junho de 1857 ; a Moeiri & Du-
l 16a
dem idem idem.-l do vindo ns barca porlu-
gueza Sympethe, eolrado em 3 de fevereiro de
1858; ao meamo.
dem diamaole idem1 barril com viobo viodo
na barca porlujueze Santa Cruz1, eolrado em 5
de oulubro de 1858 ; a Thomaz de Aquino Fon-
ICC1.
dem letreiro idem.-l ceixa vinda no mesmo
us*io, entrada na meama dala ; a Manoel Joa-
qun) da Rocha.
dem M, idem.1 barril com carreja, viodo no
brlge portuguz R8|ampago, entrado em 18
de maio de 1859 ; a Thomaz da Aquino Fon-
caca & Filho. ^
Idam BD, Idam. 1 caixa viada ao brigue por-
^JSkn C0,B1. eotrada em 1 de maio de
18*0 ; a Bernardino Duprat.
dem aem marca, idem. 72 pesna de caboa,
vindoa no brigue portuguez Soberano, entra-
da! em 3 de margo de 1860; a Carvalho No-
gueira & C.
Iiem idem, idem.-804 diia ditos, rindas no
Marea diamanta GT, idem.1 caixa, vinda na
barca porlugueza Bella Figueireose. entrada
em 15 de aelembro de 1859 ; a ordem-
dem AVRL, n. 4.1 pacote,viodo no navio bam-
.ur?.ei SP"B. eotrado em 16 de fevereiro
de 1859 ; a Bieber & C.
dem A. n. 1.1 pacote, vindo no navio bam-
5jrf?i $Per". entrado em 16 de fevereiro
de* 1859; s Aitley & C.
dem H &C, 0.3288.1 fardo, vindo no navio
bamburguez Ora, entrado em 12 de julho
de 1859; a Scbafletim & G.
Sam marca, aem numero.1 pacote, viodo no
navio hamburgus Alexendreo, eolrado em
23 de julho de 1859 | 1 A. Siqueira.
Marca diamante traveaaio, n. 11|16.1 dilo, vin-
do 00 navio hamburguez Paulina, entrado
em 19 de agosto de 1859 ; a Schefleilem.
dem JSS, aem numero!1 caixa, vinda no na-
vio americano Miosotsa,. entrada em 10 de
outubro de 1859 ; a i. S Santos.
dem SCP, n. 31.I pacote, viodo 00 navio ham-
burguez Elisabeth, entrado em 12 de novem-
bro de 1859 ; a ScbaQetim & C.
dem H 4 C. n. 3407--1 dito, viodo no meamo
navio, eutrado na mesma data; ao mesmo.
dem diamaole travessao L, n. 403 1|2.1 pa-
cote, viodo no oavio hamburguez Elisabet,
entrado em 12 de novembro de 1859 ; a Brum
4 C.
dem RLC, n, 822.1 dito, vindo no meamo na-
vio, entrado |oa meama data ; a Scbafletim
dem WO, n 8tl54.-t dito, viodo 00 navio di-
namarguez Ceris, entrado em 25 de jaoeiro
de 1861 ; a ordem.
dem M diamante HSG, sem numero. 1 caixa
vioda no navio hamburguez Miranda, entra-
eda em 28 de Janeiro do 1860; a C. J. doa
Saotos Amsral.
dem FCB. idem. 1 dita, viada 00 navio ame-
IS Soraer, entrada em 20 de abril de
1860; a Heory Forsther & C.
IdemKACS, D. 341.1 pseote, viodo ao navio
humburgnez Wirk, entrado em 23 de junho
de 1860 ; a Kalkman.
dem letreiro, aem oumaro.1 caixa, viada no
navio Olioda II, eotrada em 4 da outubro de
1859 ; a ordem.
dem idem, idem. 1 dita, viada no brigue
Wioga Alagoaono, entrada em 7 de dezem-
bro de 1859 ; a H. Forater.
dem MAAF, idem.1 dita, vioda no brigue na-
cioaal Almirante, eotrada em 1 da aelem-
bro de 1860; a ordem.
dem KS, o. 5568 1 dits, viodo no navio bam-
burguez Theckla, entrado em 6 de dezembro
de 1860; a Ramos 4 Silva.
Armazem n. 11.
Marca FI, sem numero. 1 pacote, viodo no rta-
Idem SS, dem.10 volumes cootendo formas de
trro, viodos oo navio dioamarqaez Ceres
entrados em 14 de jtneiro de 1860 ; a C. J.
Asiiey qi \jt
dem idem. idem.20 ditos, cootendo formas de
ferro, viodot oo navio hamburguez Capiba-
ribe, entrados em 22 de fevereiro de 1860:
aoa meamos. > ~
dem letreiro, idem.1 pacote, vindo no meamo
navio, entrado em 24 de fevereiro de 1860 ; a
Prente Vianoa 4 C.
dem SV. n. 12.2 caixaa, vindaa no brigue
portuguez S. Manoel 1, entradas em 26 de
novembro de 1860 ; a Jos doa Sanloa Neves.
Sem marca, sem numero 8 tamborea, viodos
oa barca iogleza Caribe, entrados em 24
de novembro de 1859 ; a ageocia.
dem letreiro, dem. 1 caixa, vioda oo brigue
portugus S. Manoel I, entrada em 24 de
novembro de 1860; a Eliaa Bapiists da Silva.
dem sem marca, idem.1 sacco, viodo oo mes-
mo osvio. entrado em 26 de novembro de 1860;
a J. A. da Silva Ziros.
Quarta seceso da alfandegade Pernamboco 11
de novembro de 1861.
_ O 3* eacripturario
Joo Jos Pereirade Faria.
Directora gerai da nstruc-
co publica.
Paco saber a quem convier, que lendo o Exm.
Sr. presidente da provincia coasiderado abando-
nada e cadeira de inslruccio elementar do 1.
grao do aexo maacullno da" pooacao de S. Mi-
gual de Ipojuce, pelo professor Jos Irioeo ds
Silva Santos, maoda o Illm. Sr. Dr. director geral
que seja ella possa a coocurso, marcaodo-se o
prazo de 30 diaa, na forma do art. 10 das instruc-
?oes de 11 de junho de 1859, para a iosciipcao e
processo de habilitario dos oppositotes meocio-
na la cadeira.
Secretaria da inslruccio publica de Peraambu-
co 12 de novembro de 1861.
O aecrelario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria pro
vincial manda fazer publico para coohecimenlo
2? >nle/esstdos o srtigo 48 da lei provincial n.
510 de 18 de junho do corrente anno.
Arl. 48. E' permitlido pagar-se a meia tiza
dos escravos comprados em quslquer tempo an-
terior a data da presente lei independen te de
revalidado e multa, urna vez que os devedore
actuaea deste imposto, o facam dentro do exerci-
co de 1861 a 1862, os que nao o fizerem ficario
sujeitos a revalidarlo e multa em dobro, sendo
um terco pars o deouncianle. A Ihesouraria
far annunciar por edital nos primeiroa 10 diaa
de cada mez a prestte disposicio.
E para conalar ae mandou affixar o
publicar pelo Diario.
Secretarla da Ihesouraria provincial de
aambuco 8 de julho de 1861.O secretario,
A. F. d'Aununciagao.
presenta e
Per-
Deelaracoes.
Consulado de Portugal.
O conaul da ns?io portogatxt nests provine
participa aos subditos da mesma naci, que a
chaocellaria do conaulado de bojeem diante na
ra da Cruz n. 6, segundo andar.
Conselio adrainistraiivo.
O cooselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar oa objectos
segualas :
aoPar* *forUl6 da AeaompciodoCear.
66 covadoa de Alele encarnado;
66 covadoa da dito atol.
2 arrobas do cabo de Moho para adricas de 1
pollegada.
Quem quizar vender tana objectos apretante
aa suas propostaa em carta fechada na aecretaria
do conaeiho, s 10 horas da manhaa do dia 20de
corrate mez.
Sala daa resides do conMlno adminilrafo,
para foraacitaamto 4o araenal da guerra, 19 da
novembro da 1861.
Bt%f.Jti La**A*'ZtvM,
Cotanel presdante. o
Frawtteo JtMKjulm An-aira Loto,
Coronal togal aacratario interino
Companhia de
Beberibe.
98o coniid Ciompaubia" do Beberibe a se reunirem
em aitemblea geral da mama no dia 18
do corrente ao meio dia, como determi-
na os seus estatuto, e especialmente o
3* do artigo 19 dos metmot estatutos.
Escriptorio da Companhia do Bebe-
ribe 9 de novembro de 1861.
O secretario interino,
Justino Per eir de Faria.
Consellio admiDisiratirt.
O eonaelbo administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
eeguiolaa: _
Fara o 10" balslhio de infantarla.
6 resmas de papel almsco pautado.
6 caixst de peonas de ac.
200 peonas de ganco.
2 caivetes.
6 garrasa de Unta preta para escrever.
6 duziae de lapts ds pao.
6 libras da areia preta para escripia.
86 exemplarea de colle;dea de cartas pan
principiantea.
36 tabeadas.
12 grammaticas portuguezaa por Monte Verde
segunde edigao.
12 compendios de arilhmetica por Avila.
12 pautas.
36 traslados.
6 pedraa para escripia.
18 lapia para ditas.
3 reguaa aortidas.
Quem quizer vender tses objectos aprsente as
auaa propostas em carta fechada aa secretarla do
conselho s 10 horas da manhia do dia 18 de
corrate mez.
Sala daa aesses do conselho administrativo
para fornecimento do araenal de guerra, 11 d
novembro de 1861.
Benlo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Franciico Joaquim Pereira Lobo,
' Coronal vogal aecrelario interino.
Faz-se publiap que foram aprehendidos
pela delegada do termo de Nazareth desta pro-
vincia e se acham em deposito um civsllo russo
cardio.e o outro alasi de clioas brancas. Quem se
juigar rom direito aoa meamos apresenle-se a
meama delegada queprovaodo o seu dominio Ibes
serao eotregues. Delegacia de polica do termo
de Nszareth. 8 de novembro de 1861 Ocapitio
delegado, Francitco Antonio de Sd Brrelo.
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o Y dividendo de 12J
por accao, relativo ao semestre lindo
em 31 de agosto prximo passado.
A directora da caixa filial tem deliberado
espassar at o dia 16 do corrente o prazo marca-
do para o recolhimeolo das aedulas de 208. O
secretario interino,
Luiz de Moraes Comea Ferreira.
Atsos martimos.
Maranhao.
Segu em poucoe diaa o palhabote oacioaal
Santo A maro, capilo Manoel da Silva Santos,
para alguma carga que ainda pode receber trta-
te com o seu consignatario F. L. de O. Azevedo,
ro do Trapiche n. 12.
Babia.
Para a Bthia segu em poucot dias a escuna
nacional Carlota, capilo Luciano Alvea da Con-
ceicio, Fara alguma carga que ainda recebe tra-
ta- com o aeu consignatario Francisco L. de O.
Azavedo, rua da Madre de Daos n. 12.
Para o Aracaty,
o hiato Aracaty segu nestea diaa. mdro loto
" Almeida
Henriquo
mios.
de
a tratar com Tasso Ir
Rio de Janeiro
O palhabote Artista pretende sshir por toda
presente semana por ter j um terco de seu car-
regamenlo a bordo, e para o resto e escravos a
frete, Irata-ae com o pruprietario Bartholomeu
Loureoco, na rua da Madre de Dos n. 2.
Para
em direitura.
Segu para o indicado porto o bem coohecido
brigae escuna Gracioaa, capilo Joo Jos de
Souza, por ter parte de aeu carregameoto adian-
lado; para o reato trata-se com os coosigoaUrios
Almeida Gomes, Alves & C., rna da Cruz n. 27.
Maranhao e Para.
Segu com brevidade o hiate Liodo Paque-
te por ter grande parte de seu csrregameolo
coutratado ; para o rest trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alves & C, rua da
Cruza. 27.
Para o Ass segu o hiate Sergipano,
oestes dias por j ter parle do carregameoto
prompto.para o resto que falta quem nelle quiztr
carregar dirija-se ao capitie no trapiche do
algodio.
Para Lisboa
O patacbo braaileiro Julio pretende seguir
para Lisboa nestet oito dias, tem parte de aeu
carregameoto prompto : para o reato que lhe
falta, Irata-ae com oa seus consignatarios Aze-
vedo & Mendes, no seu escriptorio rua da Cruz'
numero 1.
a?ra Aracatv e kss.
Hiato Sonta Rita sshe com brevietoa trato
m Marlios 4 Irmios
conH
oga, commanetoato Hawa.
O vapor tPeraouoga, can
sshir paraos porlos do sal da sas
20 do corrente mes aa 5 horas da Urato,
carga,at o dia 19 ao meio dia. Fa
dinbairo a Ira la at o diada sabida aa
escriptorio oo Porto do Maltoa n. 1
COMPANHIA PBRNAMBUC4MA
r>
Navegacao costeira a vapor.
Parahiba, Rk> Gramde do Norte, Ma-
ca o do Astu'. Aracaty, Ceara'
O vapor Igaarass, commaogaato Tiaaaaa
aahiri para aa porto do norte ato aaa escato
at o Ceari oa dia 22 do crranla staz a S
boraa da torda.
Basaba carga ati o dia 11 aa ateta daa. Bat-
commeodaa, paaaageiroa a dinamita a trata at
diadaaahida u I horas: eacriptarto aa Par-
do Maltoa o. 1.
Companhia PerDanbycua
O vapor o Ceari tocar oo Acareen, para largar ejaalejaac
porcio de carga e peesageirea ama para all baje :
a tratar no Porto do Mallos n. 1.
Lisboa,
Sahe impreterifelmente ate o dia 23
do corrate, a muito feleira barca Li-
ma I, s recebe passageiros pan oa
quaes tem excellentes cora modos e p-
timo tratamento : a tratar com oa con-
signatarios Carvalho, Nogueira C.,
na rua do Vigario n. 9, primeiro andar,
ou com o capitao na praca.
iirii3es.
LSILAO
DA
Armando da rua do Raogel
numero 22.
Terca-fe ira 19 do corrente as 11 boraa
em ponto.
O agento Costa Carvalho toado lavada a leilie
por mandado do Illm. e Exm. Sr. Dr. jaiz
cial do commercio, da taberna da raa 4<
n. 22, arrealada a Coata Guimariea k
como s effectuasse a vaada dea generoa
le na mtsma de aovo far leilae ata
com todos os seus perleocea par ia
pessoas qoe tem pretencoes a dito sea
ment no lugar, diae hora cima me
50 ARua da Cadea do Recife 5o A
LSIIAQ
M
Farinha de trigo.
A 20 do corrente.
Philippa Irmios 4 C. fario leilio par iatorvaa-
c*o nU Ol..,,.. por ejintrn a rieea m
- quem pertencer de 250 barricas trigo da marca Bsllimore extra, averiadas a baraa
do patacho americano L. C. Watts, c apilan lata
nec Jeokins. na sua recente viagem de Balmo-
1 re para eate porto :
Quarta-feira 20
do corrente em aaa armazem tito na cara d'Aeal-
a 1?. e comecar as 10 horaa da manhia ii
Para
em direitura o biate Santa Cruz, recebe carga
a frele : a tratar com Gaetano Cyriaeo da C. M. &
Irmio, oo lado do Carpo Santo o. 23.
Rio Grande do Sal
segu ao dia 28 do mez corrente o patacho , Jess ; para o reato di carga qoe Ibe falla, tra-
ta-se com Caetaoo Cvriaco da C M. 4 Irmio, no
ado do Corpo Santo n. 23.
ParaLoauda.
Segu com a posaivel brevidade o brigua por-
tagaez Viajante : para reato de carga e paa-
aageoa trata-se oa rua do Vigario o. M, primei-
ro andar, com o consignatario J. da Aquino Poo-
seca.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigua aaoiooal Almirante pretenda seguir
com muito brevidade, tem parte de seu carrega-
meoto prompto, para o resto qoe lhe falta passa-
geiros e eaeravoa a rele, para o qoe tem aeaeia-
das commodoa, trato-ae com oa atoa coneigosla-
noa Azavado & Mandas no sen escriptorio rna da
Cruz n. ].
Rio de Janeiro
O brigua nacional Cooceicio pretende sabir
ao dia 8 da crranla, sd recabe turaros, frajt.
rivelmente com os concorreotra que estiren
presentes, visto ter dito tgenla de tazar eulre tol-
lo loja cm seguida.
LEILAO
A 19 do correte.
Heory Gibaoo far leilio por iolerveacan a>
agente Oliveirs, de graade sonimonto dafaata-
dat inglezaa aa mais praprias do mercada:.
Terca-feira 19
do correle, n 10 horaa da manbie em aaa ar-
mazem na rua da Cadeia do Recita.
LEILAO
DE
Urna arma^o de taberna
Sabbado 16 do corrente.
O agente Pestaoa vender por coata ato f
perteocer a armacio da taberna a pe rta acra
na rna Di rula n. 113, pelo maior preco
do: sabbado 16 do corrate pelas 10
ponto na meama taberna.
" I
LEILAO
dc
Farinha de man-
dioca.
Quarta-feira 20 do correle.
O tgenla Pinto far leilio par anata a reatada
quem perteocer e aem reserva da praca ato 1JB
saccoa com farinha de mandioca, aa I beca* ato
ala cima mencionado aa trapcate ato (toaba
LEILIO
Com esplendido lunch.
O agente Hyppolito iiiliiiianilii por
urna familia estraugeira trae ae retira
para fora do imperio.tara' leilio de ntmai
esplendida rnobtlta d Jacaranda', gantr-
da loucas, guarda roupat com etpeamo e
em elle, urna ezcellente
Jacaranda*, camas de ferro .
outras, um exceliente carrinho
cano ecavallo, obfectos de porM
como ricos ferros, Gguras e baos*,
exceliente quadro de oteo reptxaanta
acacboetia de Paulo AfibotwdtAto de
S. Francitco, e mnitraiiahjcctog ama falto
que se torna eofadonlto uiuaciaa
mesma occasiao aera' rendido 18
de garrafas com corabak tie
qualidade: Trrca-fora, 19 de
Z >'


DiAWO M tla>#*IM()QQ -r SIHtfvD*. IfiA 18 M ^mbl;U DI 1861
as 11 bocas em ponto na Ca
a horas esta
t^l<ado
un mnibus para cpnduzir os passagei-
ros que quizeVem ttincorrer ao leilo.

HKtS.do corrente.
u agente Pmto lira leitto por onta risco de
qusm perleneor as 11 horai do dia cima raen-
<-l0g!J0.A-ywto. 5 *iM grafa cora
^lIlt^lMt,., oulroe cbjecios
exatteaiea aV>4aMWlo da na da Sania Crui o.
62, M pr*4ead*ntes poderle deide ji eaaainar oa
meamos ^bjecte* que sarao tendidoa aaas rtstrva
He prego.
A16 do corrate.
O agente Oliveira lar 4 leilio por antotiiscio
do Illas. Sr. Dr. juii doa orphios desta cid.de a
seu termo, de 6 ptimos escravos, multo sadios
e inteirameate affeitos ao servico de araiaxam
de assacir, ora qae rasa constantemente em-
pregados palo finado Delfino dos Aojos Fereirs,
e sendo perteocentes sos bees deste :
Sabb&do 16
do corrale, ao meio dia em ponto, no escripto-
rio do mesmo agente, pot cima do. rmate* de
lateada* deSr. snry Gibsou, ra da Cadeia
do Ilacata.
Mt
-
Movis americanos constando
de ricos guarda-roupas de
magno, mesas redondas
com tampos de niarmore,
mesas elsticas, costurei-
ras, estantes para livros,
secretaras, coosolos, com-
modas com armarios, ditas
com espelhos, ditas com
pedras. apparadores, co-
lumnas para p de camt,
camas francezas, toiletts,
bancas para jogos, porta-
loalhas, cadeiras de balan-
co, toucadores de feitios
modernos etc., etc. Cojee-
tos para quartos, camas de
casal, commodas, lavato-
rios, mezinhas e cadeiras,
sendo estes objectos de gos-
to inteiramente modernos,
espelhos com molduras
douradas de todos os tama-
itos etc.
Terfa-feira 19 do corrente.
Antones fari leilo em sea armazem na raa
do Imperador o. 73, dos ricos e bem sesbados
movis americanos cima mencionados, para o
que convida a tolas as pessoas que goslam de
nnlr a commodidade do prego a perfeicio di
obra, que nao deixem de coocorrer ao referido
leilo, que alem das pegas supracitadas encon-
traran sinda amitos objectos indispenssveis a
ama casa de familia. Comecsri as 11 horas em
ponto.
Avisos diyersos.
Grande laboratorio dela-
vagem.
Nmeros 3,136. 135.163. 191, 202, 203, 212,
239, -242, 243, S54, 264, S65.266 e 158. Os donos
destes nmeros podem mandar buscar qae a rou-
pa est prompts.
Deiepperecea da raa Nova n. 43, no dia 15 de
a*sambro, nasa aeauha de come Paula, coa
os rigneeosefviotee : 7 a t sao os da idade, 4 a
5 palmos da altura, magra a necea, sernas meio-
arqueadaa, pea grandes a chale*, beigos compri-
doa, tetando roaniade o*ea* azul, urna beaeca
a roupinba aratuiadealedirertimento pueril. la-
ta negrwha chegou ha cousa.de 15 dias do en
genlto Cros de Malta, e,pertepea\a Francisco'ds
CunhsMacbjLi*^fcjroajs-# poia aa auto-
ridades policles, capnes df campo e inspecto-
res de quarteiro que aprehndate a dita nagri-
aba a a latera a metma cana.
Fugie do edgeaho das Maltas, comarca do
Cabe, no dia 28 de setembro de 1861, um esers-
*o por nome Joio, crioulo, vermetho, altura re-
gular, groaao do corpo, eesadaudo, idade da trio-
la o tantos annos^pejatejtaae as malas do enge-
nho doModte, al que Ihe tiraram urna ptiga
?ue leva va. e logo que se vio aem ella dizem que
urlou osa querido mellada com caballos preloa,
e com principi" de carrego, e Umbem fes um
pequeo roubo de roopa : desappareceu o caval-
lo a 17 de oulubro. 'Este negro ja tem sido pre-
ao no Recite deas veaes, a pidtaeira re* traba-
lbando com urna carro ja, e a segunda vez foi
preso trabalhando em m srmszea de aasucar
Bao forro: quem o pegar leve ao ngenho aei-
Pfque aer besa recompensado.
3,000.000
D-se 3,000} a joras sobrelhypolheca : quero
precisar dtrfja-se a ra doCshug o. 1 A, se di-
r quem di.
Madama Freir
Modista brasileira
avisa ao respeitavel publieo e s suaa freguwias,
qua mudou a sua residencia para a ra Direita
n. 9, segando andar, aendo a entrada pela ra
d> Peoha, de quem espera muita concorreocia,
para o que a achario prompts a deaempeahsr s
sua arte, como sejam : vestidos de casameotos,
capas, msnteletes ricos, vestidos de thetro l
preparar chapeos, vestidos para bailes e monta-
ras, e qualquer obra para meninos, onde tam-
bera achario ricas espas de velludo da ultima
moda que vender por menos do que em oulra
qualquer parte, e tudo far con promptidio e
asseio, e por precos commodos.
A pessoa que annuociou dsr 3:500$ a joros
sobre hypoibeca em predio nesta cidade, dirja-
se a ra de Santa Rila *o. 2, que ae dir quem
quer.
Quem aoaunciou querer dar 3 500$ a pre-
mio com hypoiheca em predios nesta praga, pode
dlrigir-se a ra Direita n. 75, que achara com
quem tratar.
. Aluga-se um armazem na ra do caes de
Apollo u. 7, com commodos sufficieales para
qualquer eslsbelecimeoto : a tratar no pateo de
S. Pedro n. 6.
- D coebeira de Claudio Dubeux furtaram na
noite de seita-eira para stbbado dous cavsllos
em grao, com oa sigues siguiles : um ruco cla-
ro, baizo, bastile grosso, com pequeas pintas
de pedrs no pescoco, topete e pona d'agulha
lorados, tendo no peilo marcas de correia de car-
ro j aaradaa, mas bem viziveia ; o oulro rujo
UJ. grande, cabsno e um poaco nafego do quar-
to direito, tendo as clines aparadas do mesmo
lado.
Attenco
ao que ha de bom.
Felice Bottaro, subdito italiano, de profissio
jsrdlneiro, tsntode pedreiro psra desenhos como
de plantacei, chegado ltimamente de Macelo,
aonde eonstruio all o jardim do cemiterio por
coota do governo, offerece-sa para exercitar a
sua profissio nesta cidade : quem precissr delle
pode procura-lo no Recite, ra do Trapiche nu-
mero 15.
Arrendamento
Traapaaaa-ee o arrendamento do sobrado e ar-
mazens da ras do Trapiche o. 40, excelleote psra
qualquer estabelecimento commercial de fazen-
dai : trata-ae na mesms caaa.
mios vermettrlVeoa
melhas sobre os olhos,
> oa pea e
abeto ver-
brelbee cortadas, aceode
CoHegjo de Bemke.
goNesle estabf leeiuieoto prciss-sa de uroi ama
vernante, que teoha honestldade a probidad*.
Jos Luiz Pacheeo declara ao Sr. taadeira
4 Barboso, que aada Ihe deve, Isla Mr retaba
de aaldo de contas.
Antonio fos Rodrigue de Souza
aluga seu sitio do Monte i ro, o qual
bastante fresco e tem bons commodos:
t tratar na ra do Crespo h. 15.
Quem quizar arrendar ou comprar o engeoho
Itapirema do Meio na comarca dtOoianoaou ar-
rendar o engeoho Bauza o freguea da Taquera
ai provincia da Parahyba, ou mesmo comprar
mals de metade daate eogaoho, perteocenta aea
berdeiroe do (loado corouel Salevao Cavalcanti
d'Albuquerqoe. dirija-se a ra estrella do Rosario
n. 10 3* andar ou ae eogenho Taba na freguezia
da Taquera.
O Sr. Samuel Brlshirr ees un encommen-
da aa ra aa Cadeia do Recite a. 41, e como se
ignore sua morada faz-sa o presente aonuocio.
Si) i
j fmmk' muu
UTlLjgPffT*
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Retratoa poraoabrotype, por melaiaotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, espaciaea para
pulcetrss, alflnetes ou caaaoletae. Na mesma
casa existe aa completo e abundante aermanlo
de artefactos fraocezes e americanos para a col-
lacacio dos retratos. Ha lambem para sale mes-
mo Ara caaaoleta a delicados alQaetea de uro
de lei; retratos em photographia das principie
peraooi^ana da Earops ; steraoscopoa o vinas
atereoscopicas, sssies como vidros para ambrotypo
e chimicas pbotogrsptrless.
SMVA^te.
i
sorroie ao meio dia e a noite,
Sorvete ao meto dia e a uoiio,
Sorvete ao meio dia e a noite,
Sorvete o meio dia e a noite,
Na rus Estreita do Rosario n. 11.
Na ra Estreita do Rosario n. 11.
Na roa Estreita do Rosario o. 11.
Na raa Estreita do Rosario n. 11.
De Sodr & C.
De Sodr & C.
De Sodr & C
De Sodr C.
GASA DE SALDE
*10 V& J\9tElftO.
e Botafoffo 26
melboraaseatee aa
a casa aa
tra-
rias pa-
sea astada
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreita'do Rosario n. 52, pri-
meiro andar.
planta denles pela presso do ar, por molas a li-
gaduras, e fax todas as operscoes de raa arle.
Armazem.
Aiuga-se o armazem do sobrado da ruadas
Larengeiras u. 18. proprio para qualquer esla-
beiecimento : a tratar oa meama n. 16.
Na ra do Amorim armazem de Guimaraes
& Alcoforado preclsa-se alugar um prelo que sei-
ba coziohar, e ae preste a oulros servicos de ums
casa de pequea familia.
Aluga se um eicellente sitio ns estrada dos
Amictos defronte do Sr tenente-coronel Barata,
que faz quina com o neceo do Espioheiro : a tra-
tar com Guimaraes & Alcoforado por ordem de
sua proprietaria.
Precisa-se urna sms forra ou captiva para o
servjco interno de urna caaa e compras ; a tratar
ua roa Imperial n. 5, segunda cass terrea depois
do sobrado da fabrica do vinagre.
I STAHL&G.
JrETIUTISTA DE S. M. 011PEBAD0R
Una da lmperaiiix
5 aamcTO 14.
Tencionando retirar-se prxi-
mamente destapracaptrticipam
a seas freguezes e amigos como
em geral a todos que podem
precisar do seu officio, aum de
que aproveitem do pouco tempo
que os annunciantes.podem ain
da dtspor para a execuco das
encommendas com as quaes
queiram honra-Ios.
Agrade ce ndo nesta occasio
ao Ilustrado publico desta capi-
tal o bom acolhimento das suas
obias, decidirm se a por estas
ao alcance de todos introduzindo
urna considera vel baixa na maior
parte dosseus precM e esperam
que o desfalque que disso lhes
resultar sera' compensado por
um augmento de concurrencia.
8
8



%
i
8
8
8
8
8
8
- *H -' *! P*tvclps so respeita'sl publico que seiba defazer grandes
sus otas de ssode, renovsndo inteiramente a sla direita do ettabelectsaeolo.
Ai lilac qu*toi tinm-c etenoteuieoie mobiliadoi, rennindo asira
lamento, todo o conforto e asseio.
lis quirtosioteirameote independentes, com as commodidadea a segaraocas <
ra alreaados de ambos os sexos, os .uesoieru tratadoa com todas aa attences qae o
reclamar.
Teflo coifdueco gratis para o estabelecimento ps eofarmoa, livrea oa) estrave*, qae ao apre-
sen tirem no consultorio do medico director, ra OireHa a. 77, priaaeire aadar osa
til, da meio da as 2 horas da tarda.
Oa Drs. Perreira de Abreu e Pertence sao 01 aedkoe operadorea e ceaiall
Dr. Bonjen dirige o servico medico e rest Opera^oei, consultas pedidas, Sioguesugas, baohos fros, quentes, salphuros e do
sao pagos em separado.
O pre^o aer conforme s esealha do aposent, purera em
Stla para pessoas livrea................ 31000 por dia.
Enfermarla para escravos.............. 2p000 >
Dita separada pira escravos............ 2#000 >
Pagamento 15 dias adiantadoa.
O Dr. Bonjean aehar-se-ha todos os dias da iomaoa em sea conealtorie, ra Direita a. 77.
do meio dia as 2 borss da larde.
va i
Precisa-sede 4:000*~ a premio de V
por cento ao mes, com hypotbeea ana
predio ou predios desembaracados a es-
rolner (por 15 mezes) psgando-se os ju-
ros de 3 em 3 mezes: quem coovier este
negocio falle ao Sr. Jos Gongalves ajfer-
reira Costa em Santo Amaro.
Na padaria da ra dos Quarleis n. 18 con-
ioua-se a vender o excelleote pao a 120 rs. a li-
bra, de meii libra para cima, botschioha a 100
/SO e 140 rs. a libra, 1.*, 2. e 3.* ; a firinha |?
qualidade a 140 re., 2.a a 120 rs.. 3 a a 100 rs. a
libra, bolachioha doce a 140 rs. a libra, por ar-
roba 49, araruta a 240 a libra. O proprietario
desta padaria anda tem para diipr terreno para
mais de 20 c-sai de 30 palmos com 150 de fun-
do : os preteodeates podem enlender-se com o
mesmo proprietario que todo negocio far vista
do lugar que escolherem.
Manoel Antonio de Jess.
No dia 8 do corrente perdeu-se da ra Nova
at a ra da Cadeia do Recite um brilbante :
quem o achar e quizer restituir a seu dono pode
dirigir-se a roa do Vigario n. 31, qua se dar a
ecompeosa.
- Poate de
ferro.
Macas.
a
Nova
Nova
Nova
Nova
remessa
remessa
remessa
remessa
de
de
de
de
macaas,
macias,
maceas,
ma;aas.
DE
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier (as publieo que
tem reorgsnisado a iua casa de saude, na grande
casa, propriedade do mesmo sitio em que exista
o seu anligo estabelecimento dessa ordem, que
Oca ao norte da estrada da Paasagem da Magda-
lena, entre a ponte grande e a pequea do Chora
Menino, oode contina a recebar doenles de am-
. bes os sexos e diversas csthegorias, afiangando o
melhor tralamento, tudo pelo prego mais com-
modo.
O mesmo doutor psra mais commodidade das
pessoas possuidoras de escravos, ou que se qui-
zerem tratar em seu estabelecimento tem deter-
minado a diaria abaixo declarada.
As operacoes serio por previo ajuste, a nio
faro arte daa diarias assim como as conferen-
cias, e aanguessugss. Podeodo o doente tratar-
se tambera homeopathicamente, para o que ha
commodos separados.
O servico medico ser feite pelo distiocto cirur-
Rilo do grsnde hospital Pedro II, o lllro. Sr. Jos
Francisco Pinto Guimaraes. e.o doalor proprie-
tario do estabelecimento, praticando-se abi toda
e qualquer operacaepor preces moilo razoaves.
Este eslabelecimeato loroa-aerecommendavel,
j pela boa caaa de que dispe. como pelas con-
diedes hygienicas em que ae acba situada, pro-
vado iaeo pelo crescido numero de doenles ah
curados.
O seu proprietario espera, .porlaoto, dos seus
amigos, antigos freguezes, mais pessoas, a sua
cooperarlo em bem do progresso de tao til co-
mo naceesario estabelecimenio, parausado por
nao poder elle achar-se sua testa, em virtude
de baver sido aecommeUtdo de uasa grave enfer-
naidade, porm hoja que se acba completamente
reaUbelecido, prometi eiforear se oa boa ordem
de ua caaa, a na direccao de tralamento dos
dono les.
Diarias Escrsvos 1*600
2.a ordem 20000
1 ordem 3*000
Para a entrada dos doentes se devero tratar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, na ra
Nova da Sania Bita n. 7, sobrado de um andar
eora frente para a ribeira do peixe, ou no sea es-
tabelecimento s qualquer hora.
O Sr. Jos Soaree Horeira, tjaeira declarar
onda mora, para sa Ihe entregar huma casta da
Paraiba; nio se declara oode pede procurar, por
qae o eondutor d'ella he foratero.
No dia lt do corrente, do lagar dea Reme-
dios, desappareceu ou furtaram um cavallo ala-
to. magro : quem o tiver ou der noticia certa,
ser reeompenisifo, as prsea da sjndepeadeocis
no mar 33.
Do gello,
Do gello,
Do gello,
Do gello,
Barato dinheiro a vista,
Barato dinheiro a vista,
Barato dinheiro a vista,
Barato oinheiro a vista.
No dia 15 do correte apparecera na estra-
da de Belem urna crloulinha de idade de 8 annos,
pouco mais oa menos, que vigava sem deslino,
e em procurado agasslho*; a qual sendo interro-
gada por alguem, responder que ers escrava de
urna aenhora de engenho, e que fora conduzida
para esta eidade por um barcaceiro, que levan-
do-a para cass de urna mulher, nao fora por ella
recebdi, e portento abandonada : quem Se iul-
gar com direito a dita negrinha, dirija-se a en-
cruzilhada de Belem, taberna de Andre Altes
Gama, que dando os sigoaes compeleotes Ihe se-
r eotregue.
Aluga-se a metade de urna casa na rus Bella:
a tratar na ra da Florentina n. 32.
3:O00J,000.
Di-se 3:00Q# a premio sobre propiedades :
quem precisar procure oa ra do Cabug o. 1 A
O abaixo assignado lendo um aonuncio no
Diario de sabbado 16 do corrate em que se de-
clara a remalaco do sitio Almon sem i especi-
Qcacao deserem as rends ou a propriedade que
ter de arrematar-se. vem prevenir ao publico,
que aquella propriedade em aua maior parta foi
dada ao inventarente, cabega do casal de Anto-
nio Alves Ferrirs. psra pagamento ds quantia
de seis contos e tanto que quelle proprietario
do dito aitio. hojo fallecido, Ihe ncra a dever, e
que portanto se aquella arrematacao das ren-
das, o reodero neubma garanta della teri
quando o abaixo assignado fher arrematar pira
seu pagsmeoto, e se a rematago da proprieda-
de ser camella para o arrematante, se quizer
deposito do producto, visto como o dito sitio em
grande parte est consignado pelas partilhas fei-
laa e Julgadaspsri pegamento da referida divida.
Antonio Pereira de Olivetra Maia.
Troca de urna barcada por
cal preta.
Na ra nova de Santa Rita, serrarla de Vicen-
ta Alves Hachado, vende ae ou troca-se por cal
preta ama barcada que carrega 15 a 16 caixas :
quem quizer fazer qualquer negocio, dirija-ae a
casa cima mencionada. Na mesms serrana tam-
bera se veode por prego com modo 50 travs de
quslidade.de 86 a 10 palmos de comprido ; ven-
de se em conta por se aterrar o logar aonde ae
acham estas travs.
Quem Ihe faltar um boi amarello, manso,
desde o dia 14 do correule, pode dirigir-te ao
sitio da Estancia, sobrado de dous andares, que
dando os signses o pagando as despezas, se en-
tregara.
Precisa-se criado para cuidar em alguna ca-
vallos, e que tambera tenha alguma pratica de
bolear : no sitio da Estancia a fallar com Jos
Hemogenes da Silva, ou na ra estreita do Ro-
sario d. 45, os fabrica de charuto, daa 10 horas
do dia em diaote.
Na noite de 9 para 10 do corrente foi roubado
do escriptoho da ra da Aurora urna caixa com
instrumentos msthematicos cem as ioicites C.
M pertencente ao fiscal da poote ; quem der
noticias dos ditos objectos ser recompensado, e
pode dirigir-se ao mesmo lugar cima.
Aluga-se urna canoa concertada e pintada
de novo, propria para familia ou oulro qualquer
mister: a tratar na raa nova de Santa Rita u. 21,
serrsria.
O Sr. C., morador na povoagao da-Barra-
Grande, queira fazer o favor responder-nos qual
o motivo por que Srac. nao tem querido entregar
peasoa que tanlaa vezes o tem procurado em
sua casa, para receber de Smc. um travesserioho
coberto de damasco de seda, com fronha de br'e-
tinba de linbo floa guarnecida de renda.
Os arlilheiros da Crimea.
Aluga-se urna casa ns Torre com commo-
dos para familia, quintal murado e agua de be-
ber, por commodo prego, para se psssar a festa :
a fallar no mesmo lugar com Francisco Jos A-
rantes.
Precisa-se de um amas?ador que emenda
perfeitamentedos trabalhosde palana ; em San-
to Amaro, atraz da fundigo do Sr. Slarr.
Precisa-se de um feitor para um sitio perto
da praga, mas que seja entendido: dirija-se a
ra da Concordia, sobrado n. 35.
Precisa-se de um offkialou praticanle de
pharmacia, e qae d fiador a sus conducta : a
tratar na ra Nova n. 51.
Precisa-se de urna mulher para ser ama
de urna casa de pouea familia e que faga lodo
servigo : tratar no becco do Padre (obrado nu-
mero 18.
Praca.
Terga-feira 19 do corrente vai a ultima praga
pelo juizode orphos um sitio de trras deno-
minado Allemo e mais terrenos visiobos, no
lugar da Ibura, freguezia dos Afogados : no es-
enpto que existe em mo do porteiro eslo con-
signadas as condicgdes de que obrigsdo o ar-
rematante.
Quem se julgar credor da fabrica de espiri-
tosda rus Direita o. 17, pertencente a Jos Joa-
quim Lima Bairo, aprsente as suas contas no
prazo de 8 dias para serem pagar.
O abaixo assigosdo declara ao respeitsvel
publico que deixou de ser meu caixeiro Jos
Ferreira dos Santos, levando em aeu poder para
cobrar para seu pagamento urna relago de disi-
das de diversos 'devedores ao meu eslsbelecimeo-
to da ra de Horlas n. 2, sendo esta relago da
quantia de 5:496*230, conteodo nella cartas de
pedidos de gneros, bilhetes, vales, ticas e letras
e psra que o mesmo possa tazer ou mandar fa-
zer esta cobraoga por sua coota, por isso fago o
presente aviao para sua aulorisscio. Recite 9
Je novembrode186l,
N. J. da Coala Pereira.
Manoel Baatos de Abreu a Lima, socio da
firma de Antunes Guimaraes & C, tendo de com-
mum accordo com oa socios Manoel Jos Antu-
nes Guimaraes Jos Rodrigues Pinto Coimbra,
se desligado di aociedade que gyrava sob aquella
firma desde o dia 31 de oulubro Hado, aeaim co-
mo o faz conatar ao respaila vel corpo do com-
mercio e a quem maiajinteressar possa, bem co-
mo que aliquidagao do activo (e paasivo da so-
cieda.de flea a cargo dos.socios Antunes e Coim-
bra.
Em virtude do convite de S. Exc. Rvm., e
de ordem do carmelita irmo ministro, convido
aos nossos enansimos irmos em geral para com-
parecer no dia 24 do corrente, pelas 2 horas
da Urde, paramentados de seos hibitos oa igreja
de nossa venerave! ordem, para, encorporados,
acompanhar a proclsso de Corpas-Chrisli. Se-
cretaria da veneravel ordem tereaira de S. Fran-
cisco 18 da novembro de 1861.
Luit Manoel Rodrigues Valeoga,
Secretario.
Sement de algo-
do da ilhade
Fernando.
Tendo se reconhecido a superiorida-
de do algodao da ilha de Fernando, S.
Exc. o Sr. presidente mandou vir por-
cao deila para ser distribuida pelos Srs.
agricultores desta provincia, os quaes
por (i ou seus correspondentes podem
mndala buscar na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, remetiendo
seus nomes e lugar da moradia.
Peciaa-se de urna ama que saiba cozinbar
e comrprar; na ra Nova n 33.
Os abaixo assignados tenham a boodade de
apparecer na ra Nova n, 21, loja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pimente.
Pedro de Asis Campos,
azebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Rezendo do Reg Barros.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO D0UTO
D SABINO O.L. PINHO.
Raa (m..^^^.
Novo) H. 6.
Consultas todos oa dias atis desde aa 10 horas
at meio dia, acerca daa seguintes molestias :
molestias das mttlheres, molestias das erian-
, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
ims syphilitieas, todas at especie! de feotes,
febres intermitientes esuas eonsequeneias,
FBUtJUCU ESPECIAL HOUBO ATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas aa cautelsa necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintara .cmo
am glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
sivaia.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino seo
anicamante vendidos em sua pharmaeia ; todos
jue o forera tora della sao falsas.
Todas aa carteiraa sao scompanhadaa da um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor aa seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema posto
igualmente na liata dos medicamentos que se pe-
de; As carteiris que nao levarem esse impresso
tssim maresdo, ombora tenham na lampa o no-
na do Dr. Sabino sao falsos
Engomms-se roopa, nao s viodo lavada,
como para lavar : oa ra nova de Santa Rita nu-
mero 39.
Orna pesaos qua tem do mandar sua fami-
lia psra o mato, e nio Ibe sendo possivel condu-
tir duas mobilias e qussi todos os uteocilios de
caaa, pretende vender tudo por metade de aeu
valor, sendo a mobilla da (rente moilo moderna,
de jicarand e pedra, e a inferior de oleo ; quem
pretender, dirija-se a esta typographii a fallar
como Sr. Mendes. Tambera e traspasas o arren-
damento da mesma cssa em que exiate as mobi-
lias, pois grsnde e tem muttos commodos para
grande familia.
D-se 3:5009 s juros, dando por hypoiheca
propriedades nesta praga : quem precisar annun-
cie por esta folha para ser procurado.
Aluga-se ums cssa que tem commodos psra
grande familia, com algoos srvoredos de (roclo,
com bsixa de capim, no rogo da Paoella. para se
passar a tests, em frente a casa do Sr. Gibson, e
um lobradinho na cidade deOlinda, ruado Bom-
fim : quem pretender, dirija-se Fors de Por-
tas, a (aliar con) Manoel da Silva Nev*.
AluRi-se o segundo andar da caaa da ra da
Guia o. 55, pintado de novo : na raa da Senzala
Nova o. 4.
Pieclsa-ae de um menino que tenha prati-
ca de taberna : na ra do Rangel n. 10.
O abaixo aaaigoado fas scieote ao respeits-
vel publieo qae do dia 10 do corrente mes deixou
de ser aeu caixeiro o Sr. Manoel de Medeiroa Ra-
poso. Recite 15 de novembro de 1861.
Francisco Jos da Costa Ribeiro.
Na ra da Praia o. 10, precisa-se (aliar com
os senhores Benlo Jos Antunes Pereira, Francis-
co Jos Ferreira das Neves, Manoel da Cruz Mar-
tina, a negocios de seas interessea.
Preclsa-se da ama ama forra ou captiva,
pan o serngo de cozinhsr e comprsr : na raa do
Imperador n. 37, segundo andar, entrada a di-
reita.
O abaixo assigosdo rogs ao Sr. Filippe Be-
nicio Cavalcanti de Albaquerque arrematante da
barreira de Sanio Amaro, qae tenha a bondade
de vir concluir o negocio que em aetembro Ira-
tou coocluir e 2 de outabro do corrente aono.
Reciie 15 de novembro de 1861.
Joaquim Fernandes de Oliveira.
Aviso aos Srs. de eugenho.
Quequasi lempre gastam a manteiga
derretida pelo grande calor.
Sodr & C na ra estrella do Rosario o. 11, sa
obrigsm a despachar encommendas em ordem
que chegue a manteiga em estado de se corlar
com faca como na Europa e pira que se torna
muito maia deliciosa.
do W
Precisa-se alagar ama preta escrava ;
tender na roa : no Cortador ao Bisa a. 15.
Precisa-se da asa caixeiro par afta
snnos para taberna, com prstica aa seas ella :
rna das Cruzas o. 22.
Na raa doa Piros n. 33 vendo-
de i*u cuate am Londres, o i
oa aHsndetta. aa carro da 4 rodea
vallo, o qual anda nio servio.
leraco pode lamben servir para deoe'
A peaaoa qae otonee 3:5** aobt* byao-
lh-c, apparega oa ra Imperial a. 144,
Me dir queso precisa do algaas.
Precisa-ae do aa pesjeean da 12 a 14
de iade para caixeiro de aa
dsodo-se preferencia oa asis aoves
trra, e que teoha alguma pratica da snsUudea
a tralir no paleo do S. Pedro a. >.
qae i
3-Ru estrella 4a rUtarit-3
Francisco Pinto Uxorio eontioaa a cal-
locar dentaa artifician* Unto por saoio da
am mola* como pela prsela da ar, ai* ro-
Seebe paga alguma seas que aa abra*
flquem a voatade da seas dooos, losa oda
em outraa preparages as mais acreditadas
aapsra conservsgao da bocea.
Aviso.
J
Atiencao.
A mesa regadora da irmandade de S. Crispim
e Crispiniauo, erecta no convento do Cirmo, (az
ver o respeitsvel publico que transiere a (esta pa-
ra o dia 24 de novembro.
Um do i.
Dentista de Pars.
15 Ra Nova 15
c*radaricGautier,cirurgiodentista,fasl
todas as operacoes da sua arta a col loca J
den tes artiSciaes, todo com a superior i-ti
dada epsrfeico que as pessoa san tend-
das lhereconhacera.
Tem iguae pos dentif riciosa te.
Desappareeeu da ra da Concordia em a noite
de 13 do crranle, tendo quebrado a corda um
boi em giao.de cor preta e muito novo, tendo
em am doa quartos urna malha eabranquigada, e.
pelo fio do lombo cor vermelhaga, de bom tama-
abo e bastante gordo, bsstsnte conhecldo por
trabalhar em carroga e carregsr materiaes : quem
o pegare levar a raa do Imperadora. 35, ou Con-
cordia n. 61, sei generosamente gratificado. Pro-
testa-se com o rigor da lei contra qaem o tiver
em seu poder.
Altenco.
A antiga cocheira d'alem da ponte da povoagao
de Beberibe contina a receber carros e csvalloa.
O Sr. Joaquim Lins da Costa Wan-
derley, fillio do Sr. Joaquim Jos da
Costa morador nos AUictos, tenha a bon-
dade de dirigir-se ra da lmperatrz
n. 16 a negocio de seu nteresse.
Attenco
Burros para vender.
Espera-se brevemente de Montevideo
um carrega ment de cerca de 60 a
100 burros, os pretendentes queiram
apparecer na ra do Trapiche n. 8,
casa de Renry Forster & C.
Alugi-se o primeiro andar da ra da I m-
JJtrstriz n. 43, cora muitos commodos, e tambera
rloja ; a tratar na ra do imperador d. 67, oo
segundo andar.
OfTerece se para caixeiro de qoalqoer caaa
commercial^ma pessoa, pois que tem alguma
pratica de escripturago por partidas dobradas :
quem precisar annuncie para ser procurado, ou
dirija-se a esta typogripbia.
Jos4 Mara Airea relira-se para o Bio
Janeiro.
de
Jatlencao
Jos Va/, de Oliveira, nstorsl da freguezia de
Santa Haria Magdalena de Gouviohas em Portu-
gal, sssistenle na ra do Hospicio n. 42 no Rio
de Janeiro, declara qua tendo nesta provincia de
Pernambuco, um seu tio de nome Joaquim Fer-
reira da Cruz, e nao toado sua familia recebldo
noticias suas ha muito tempo, suppoodo que te-
nha fallecido, neste Intuito rnga o especial obse-
quio, a alguma pessoa que o conhega, ou tiver
coohecido, de dar algumas in(ormac5es a respet-
to nesta cidade de Pernambuco em casa do Sr.
AVzevedo Meles, ra da Cruz o. 1.
Rio de Janeiro 14de oulubro de 1881.
Jos Vaz d'OHveira.
Aluga-se o sobrado da rus da Aurora, hoje
pertencente aosherdeiros do finido desembsrga
dor Bocha Baalos.com excallentes commodos pa
ra grande familia : a tratar na roa do Crespo n
5, loja da Marcelino & C.
Na roa da Cruz o. 33 ae aluga am prelo mo-
go, cozinheiro, e ums criouls cozinheira:
Joseph Leatnont, subdito belga, tai a Eu-
ropa.
Joaquim dos Santos Jorge, Braaileiro, vai
F ranga.
O sobrado de dous andarea n. 23 da ra do
Imperador, eveliado em 16:000$, no inventario
do finado Domiogos Antonio Gomas Guimaraes,
vai em praga a parte da quantia' de 4:7514819.
com abate ds quinta parte na importosla de
3 8014402 ; terga-feira 19 do correte, Onda a
aodl*e,irdojiz de orphSo.
Aos Srs. que fazem obras.
Existe grande deposito de travs e
ensarnes madeiras de qualidade de lo-
dos os comprimentos e grosturas qae
vendem por preco comtnodo : a tratar
na ra da Praia n. 49 ou 53.
PHtRElCiAlaRTIoLlill
Raa larga at Rasara a. 36
Rob l'Affecieur.
ntulssde Allexou.
Pilulas americanas.
Vero i. .oiaglez.
Pilla Hollovrej
Ungento Uolloway.
Vendem-ao globoe para eacdi*ir*a, *
baa de japi, asis barate da can oatraqaa.
quer parte: na raa larga do Rosario, a. 3*.
Na travesa da roa daa Crvnrt %
primeiro andar, tinge se com pereiqac
para qualquer cor e o mais barato
possivel.
Moje ha represealagio no tboatr* do A
de trabalhos gymossticos a de mgica. O
la braaileiro, e aaseveraas-aos tjoo trsl
bem ; e por isso recomsseoda-ee a alieaca* do
dublico.
Sitio na Capunga.
Alaga so um sitio na Capaaga-vetas, aeV.
Bartholameu Francisco de Soasa, porto n,
com cocheira. quartos para praia*. tlr.: qesn *
preteuder dirija-se 4 rna larga do lozano au
34, botica.
Iojecco Brovv
Remedio infallivel contra as enor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco 3|-

Gabinete medico cirurgico.f
: Ra das Flores n. 37.
Serio dadsacons&ttas medlcas-cirnrgi- aj
aj eas peloDr. Bstevio Cavalcanti de Albu-
9 qoerque das6 as 10 horas da maohla, ac-
Sj) codindo sus chamados com a maior bre-
an, vidade possivel.
! Partos.
dj 2.* Molestias de pelle.
aj 3.* dem do olhos.
g> 4.* dem dos orgos genitaes.
aj Praticar toda equalquer operago em
aj leu gabinete ou em casa dos doentes con-
aa forme lhes (dr mais conveniente.
t
!
i
Manoel Alves Guerra saca sobra o Rio da
Janeiro.
Aluga-se o terceiro ansiar da cata
n. 37, sita na ra do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
n.
O armazem do gelo na ra de Apollo
31, e aberto de 8 horas d\ manbaa
at ai 4 horas da tarde e nos domingos
de 8 horas ate meio dia.
Os abaixo aisignados administra
dores da massa fallida de Siqueira & Pe-
reira avsam aos Srs. credores que an-
da nio mandaram os seus titulo*, de o
fazerem at o din 16 do corrente na ra
do Crespo loia n. 13 afim de proceder-
se a verifica cao dos mesmo*.
Antonio Jos Leal Res-
Jos Mo reir Lope*.
Sociedade bancaria.
Amortas, Fragoso,Santos a C.saeam e tomara
saquea sobra s praga da Lisboa.
Alaga-se ama casa asi Beberibe : a tratar
eom J. I. M. do Usgo, as ni do Trapiche n. 34.
Compras.
Compra-se papel de diario* pra eaabr*-
lho 1 120 rs. a libra : na roa da Seanalav Tasa*
o.48.
Compran-se escrsvos de 15 a aaaat pa-
ra exportar para o Rio da Jaaeir*: a* ert*
torio da Manoel Alves Guerra, roa do da Trase-
che o. 14.
Folhas de Diarios.
Na roa larga do losarle, fabrica a* cigarros a.
21, compram-se folbta da Diaria* sata jiraaa*
que sejam notos, esa pegote a araadia p*t-
;oei, psga-ae mais ,Oe eas oolra qailqawr a*ts>.-
Compram-se moedas da oaro d* Btf brasi.
leins, e pecaa de lt| portagoazas : *o cscisla-
rio de Manoel Igoacio de Oliveira a Fufe", larga
do Corpo-Santo.
Attenco,
20
ao-
istan-
Compram-te crioulo* de 14
nos, bem pretos e em deleito,
lestia, quem o* tiver nesta* cas
cias, pode dirigir-te aotrapeda com-
panhia, na praca do Corpo Santo, pe
achara' com quem tratar, e paeam-se
bem, para o Rio de Janeiro, ganabem ae
compra alguma mulnlinba, de 16 a 29
annos, sendo bonita e prestisnooa.
Vendas.
Veode-se urna escrava asalala
bos finara : na raa da Maagaeira,
Boa-VisU. -^
Vende-a* asa relogio do parada
am Olinda, pleo d* 8
Velas do com
de sebo do Bio Grande
Ibor qae ha no mercado
Crnz n 83, ramea.
Vendase asa piano da
lado e mdico praca : qaai
cidsde de Olinda, botica
Veode-se asa eellia
commodo : ds ras lo Qnsissao a 33, Wja.
t*
11. na
reiotio ao par*** a*ta:
daS Podro Martvr. u.- .
ipostcia. saba a* Parto, ts*
anda, cara do caraaaaa. a SaV-
rcado ; veodeta-s* aa rao sao
ia altar dirija-.
Jai* Soata* Bar
ir*ia-*na


IiRlO DI tlAJIMIilWO $&& tu** 18 mm i IMA.

I
o que pode hay
go#tpft em galn
orjUraeatog
como se*af rfa i*"**
de varios ta man bes e
as p
. ricas mantel
ra. jarros da vidro para eraros e outras (Toros
delicadas, frascos muito lindos, tinto em cores
como em gosto, a ot^ns mal tai galantanss que
se torna enfadonho mencionar, afiancsndo-se,
porm, qaa o que, ha de melhor rosto para
quem quirer ter soas mesas bem ornadas; na
loj da Victoria, na ra do Queimadon. 75, jun-
to a loja da cera.
RuaaSenraia Novan.42
Vende-se en oasadeS. E.Janasten dC,
ellinsa sUhSaiaglazas,caudaeirOE a entieses
broozaados,lonas agieres, fio dtala,chicote
par carros, a montara,arraiospara arroja
nal edoui cvalos reloei ida ouro patente
aglez.
IM9M9HMN MKM atCNON
4 loja da bandeira
[Nova loja de fuoileiro da
ruada Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Josd* Fonaaca participa a
toda* as sea fregaeiea tanta da praca
camodo mata, e juntamente aoreepeita-
vel publico, que loaou a deliberaeao de
balzar o preco de todas aa sosa obras, por
_ cujo motivo tem para vender nm grande
jc sortimanta da babas e baciae, lado da
diferentes lmannos e da diversas corea
m pinturas, e juntamente m grande
sortimento de diversas obras, eeatendo
bsnheiros e gsroelas compridas, grandes
e oequense, machinas pera cafe a cana-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, latas grandes pira conservar fari-
oha e regadares ao uao da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uao de- Brasil a
camas de vento, latas de arroba a 19,
bahiis grande a 4 o pequeos a 600
rT, hacia grandes a 5 e pequeas a
800 rs.,cocos de ata i 1} i duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
paqueos a 400 rs., de todos estes objac-
los ba pintados e em braoco e tudo mais
se vende peto menos prego possivel : na
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
nmmmm&i ate msmmomm
Libras sterliuas.
Vende-se no escrlplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira e Filho, largo do CorpoSanto.
<1 riVal $
raad
defronte do sobrado no-
vo, loja de
niw, sta1
continuar a vender D-
los presos abarte de-
clarados, que na, tor-
dade bom e baratis-

simo* "r ",u
Frascos com agua Alaraode aabreada
Ditos superior, irasco maito grandes
Dona desabneles muito fine a
Saboneles ioglazei da melbor qualidade a
Ditos muito grandea a
Frascos de agua celeste muito superior a
Ditos com cbeiro muito too a
Ditos com heeha de utqo a
Ditos com oleo de babosa a
Di los muito superior a 140 a
Dilos com banha muito fina a
Ditos com opiata de Lubin a
Ditos de dito de Pisar a
Ditos com banha transparente a *'.
Ditos com oleo philocome a
Dilos com superior agua de Colonia
Ditos com macag peroja a
Ditos com ditos (oleo) a
Nvelos da Un ha do gai de corea a
Ditos de dita encerada muito boa a.
Ditos da melhor qualidade a
Carritea de liaba da cores com 100 jardas
nvelos de linha do gas para marcar a
re* de malas de cores para meninos a
(Ditos ditos para meninas a
Ditos dilos cruas para meninos a
Duzas da meiss cru>s muito encorpadas a 2g40D
Ditas ditas brancas para senhora a 39000
Cama com pbbphoros de seguranca a 160
Ditas de olha com phophoro a 110
Duzia de puophoroa da gaz a 240
Dita de ditos de vela a gjo
Pessas de Iraoca de lia de todaa as cores a 40
alvirgem
Vaade-i
mercado, po
largo do Cor
nhs.
;ua ha no
carnete ao
di coa pa-

SflO
800
500
160
320
"3
600
3JO
500
240
500
320
900
900
400
200
100
20
30
60
30
40
160
120
2U0
para coaspe* e Moda da aeeeesr o oomoo objec-
aenvto tila toda* oa oegocieoiea a aoa
He eogeohos ; pas cosa aa- lance de
o^ia'ia4iil'P4anieW>e> oooeaajet quaa-
tldade da arrobas e Hbris : vende-ee na linaria
oeeaseMea aa pe arca dr Sanio Aatenu, 1*
rteme eoeeoreado, peta preco da 5f.
Chitas largas a 240 rs.
na loja do Pavo.
Vende-ee oniaiines cbitae
qu en o toque
ib-
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BASTOS REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita- 5j
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de 5
roupas le tas, calcados a fazendas e todos &
estes ss veodem por precos muito modi-
ficado* como de seu costume.assim como
sajara sobrecasacos de superiores pannos
e cosacos feilos pelos ltimos fitrurioos i
25, tS, 30 e 35, paletots dos mesmos.
pannos preto a 16J. 18J. 20 e a 24
ditos de casemira de cor msela do e" de'
noos psdres a 14. 16, 18, 20 e 24,
dilos saceos das mesmas easemiras de co-
res a 9, 10, 12 9 a 14, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 8*, 109, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobreeasaeados a 12,
ditos de merino de cordo a 12, ditos
de merino chines de apurado gosto a 15,
ditos de alpaca prata a 7, 8, 9 e a 10,
ditos siccos pretos a 4, ditos de pal ha de
seda fazenda muito superior a 45()0, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3S00, 4
e a 4500, ditos de fusto branco a 4,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7, 8, 9 e a 10, ditas
pardas a 3 e a 4, ditts de brim de cores
finas a 25500, 3, 3500 e a 4J, ditas de
brim braocos finas a 4500, 5J, 5500 e a
6, ditas de brim lona a 5 e a 6$, colletes
do gorguro preto e de corsa a 5$ e a 6$,
dilos de casemira de cor e pretos a 4J500
e a 5, ditos de (usto branco e de brim
a 3 e a3500,ditoa de brim lona a 4
ditos de merino para luto a 4 a a 450'
calcas de merino para luto a 4J500 e a 5fi'
capas de borracha a 9. Para meninos
le tolos os tamanhos: calcas de casemira
prelaedacor a5g. 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2J, 3 e a 3500. paletots sac-
eos ae casemira preta a 6 j e a 7, ditos
K decora 6 e a 7$, ditos de alpaca a!3,
m sobrecasacos de panno preto al2e a
S 14, ditos de alpaca preta a 5, bonets
l para menino de todas a s qualidade?, ca-
misas psra meninos datodosostamaohos
meios ricos vestidos de cambraia feitos'
para meoinaa de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 8e a 12$, ditos de goreu-
rao de cor e de la a 5 e a 6. ditos da
brim a3, ditos de cambraiaricamente
bordados para baplisados.e muitas outras
azendaa e roupas eitas que deizam de
ser mencionsdas pela sua grandequanti-
dade; ssimcomorecebe-setoda aqual-
quer encoramenda de roupas para so
mandar manufactura e q*t para este flm
temos um completo sortimento defasen-
das do gosto e uma grande officina de al- m
(aisla dirigida por um hbil mestre que 8
pela sua promptida oe perfeicio n.dadei- g
X& 3 Q6alOJ8ra
50 ARa da Cadeia do Recife 50 A
S-3P00,5#000,6^000 3^000
Manoel Gngalvesde Oliveira Santos vende pa-
ra a presente estadio, pecas de cambraia trsni-
parntee muito unas com 8 varas a 3200. cortes
o colletes da velralo qne se tem vendido por
14000. por 5 e 6 easemiras de linho muito fi-
nas a 3g, dito de dito a 1800 e 2*000. dito nr-
tscores a 2, nada mais barato, apparecam rapa-
olfl UflS*
SLoja das 6 por-|
tas em frente do Li-
2 vramento.
a Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sobrecasacos,
w h",s da ca8emir" de cor de (usio, ditas
- ganga, calcas de casemira pelas ede
Qp cores, de brim branco e de cores, de gsn-
S| Ka, camisas com peito de liaba muito
r finas, ditas da algodo, chapeos de sol
de alpaca a 4 cada am.
con pe-
soltar o
cor filas
atriz n. 80,
Wroqe de mofo, affa
tofo logo que selevem, g^
f0 rs. o.eoadA nav|||l<
lejadeGamaASira.
TartiHSana bmoa a S#
apec^oom 8 varas: .. lua^Q^esaaad n. 18.
eeganda loja viodo do Rosario.
Leftfof brancos.
_ Vendem-se lencos brancos propriea para algi-
beira, psebartrfiaiiaapreeoda 2*400 aduna:
M ma do Oueimsdo n. 22, loja da boaf.
Potassa da Russia".
Vende-sa potassa da Russia da mais nova e
soperiorqueh no mercado e a preco alto
*B1^*in*-W"iptoTo de Minoel Igoacia d
Olireira $ Filho, Itrgo do Cor. Santo.
ruDileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neate rico e bem montado estabelecimento en-
contrarao os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
n^Lo^DRI?S que ri?alin> como Jacaranda.
BANHEIRoSde todos os tamanhos.
SEMICUms dem dem. "nn0,
BALDES dem dem.
BACAS idem dem.
BAHS idem idem.
doLtA em 9"'X88 de lod grossuras.
PRATOS imitando em perleieo a boa porcel-
ana.
S?f'RoS de lod" a8 qualidades.
i ANtSLLAS dem idem
COCOS. CANDIEIROS e andres para qual-
quer sortimento. ^
V1DROS em caixas e retalho de todoa os
maodando-so on.at.va, lrar A,u..u a va
em toda a parte.
Recebem-so eocommendas
reza, coocertos, que tudo
conteni.
ta-
jo.
de qualquer oatu-
aeri desempenbado a
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muito fino e assim tambem
tarlatsua branca muito fina, tanto uma cousa co-
mo outra sao proprias para vestidos, nao s para
bailes como para assistir-se a casamentos, aodem
antes que se acabe na ra do Queimado n. 22
naloiadaBoa-F.
Meias baratissimas.
A 2400 a duzia de pares de meias brancas fl.
as para homem
na loja da boa j.
na roa do Queimado n. 22
I
S
Vende-se um ciar neto de d de
treze chave, muito bom e barato. Ra
Imperial n. 128. '
Lager &
qualidade.
Bier, em barris, superior
Madeira.
I E' milito barato.
9 cortes de vestidos de seda de bom
W gosto a 5OJO0O
dM Laaaveque de velludo para se-
flh ..Dh0" 2fflS000
52? Chapeos de seda pasa senhora a 89000
d| Cortos de cambraia branco de sal-
g pico com 8 1[2 varas de boa
JE qualidade a 4^000
89 Orgsodys de cores covado a 400
gi E ootraa muitaa (axendas que ae vende
2C muito barato.
5 Na ra do Crespo n. 8 A
LOJA DE
gLeandro Miranda
Nova california
DE
Fazendas baratas.
Na na da Inperatriz a. 48, jooto a
paaria fraaceza.
Cortes de cambraia branca com babadi-
nhos A e 4*500 superior 5#, cambraia li-
ja com 8 1i2 varaj, 3J500, a *J, ditas de
Kieossia 5$. e #, ricos eneiles para se-
nhora 6 e 6J5O0, sintos os mais delicados
para aenhora 29500,39. chapelioa para en-
anca gosto ingles 3J500, 4J, para baptlsado
3*. cortes de vestido de seda Escossexa de
J bonitos gosto 129 estao se acabando, ri-
coa tensos de labyriotho 19,1J200. chapeo
do salvara seehora de bonitas cdtes, lisos
t 59, cabo de marfim 59500, cortes de cam-
braia brincos com ffor de seda 59. risca-
dotraaoeaieO ris o covado, completos
sortimeotos de baldes de arcos 39, sortl-
1 meQl0S de meiss para menino e menina
200 a 240 res o par. chalas de tarratana
de cores a 640 ris, lencos branco com bar-
ral 160 ris chites inglezas a 186 e 200 rs.
V dita (ranceza a 340 o 280 ra. o eovado
ej pecas de cambraia de farro com 9 varas
0 a 29 : junto a padariafrsneeza n. 48.
A 280 rs. o covado
da cassas francesas de mullo bonitos padroei com
4 palmea de largura, pechiocha aa ra do
Queimado n. 22. na loja da boa f.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4j.
Duzia de meiascruaa para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2|500 a duzia, lencos do
cassa cosa barra do eorea* lie r. ca um, ditos braneosa 160 rs., balde de
n a lik------------o*. U. I. 11 ... rti.
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados fines a 59 e 69, tarlataoa
branca e de cores muito fina com vara
e meia de largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso 640 rs. a vara, pe-
gas da cambraia lis fina a 39, canas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs. o
covado, calcinhas para menina de eacola
a lf o par, grsvatinhas de tranca a 160
ra petos para camisa a 200 ra. cada
um duiia 29. pegas de cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, pegas de bre-
tnha de rolo a 29, chitas fraocezaa a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aborta das 6 horas da nianhaa as 9 da
noite.
swrsnf^'em^'mr'i^fpvwr}.
Importante
Anmincio
Na loja da diligencia, de Guimaries Ir-
mo, ara ra do Queimado n. 65.
Csrtoei de clcheles frsnotiei com 14 pares a
20 rs.
Peotes de massa dourados muito finos imitando
tartaruga a 640.
Essartilhos pata senhora, que aempre ae ven-
der m a 69. por 2500.
Xiancaa de lia para vestido, a peca a 40 rs.
Lia para bordar muito fina e liadas cores, a li-
^^ 0 ora a 79-
I AHIJAla Masaoscom grampos a 40 rs.
1 rW wriW Linhas para bordar, s miada a 40 rs.
V4V/J. I v|U Ditas de peso muito finas, miada grande a 240.
_ Franjas de linho para vestidos, a vira a 120.
Apparelhos de porcelana para meninos, pinta-
dos e dourados a I96OO, 2J, 29500 e 3*.
Carda com alfluetes a 100 rs.
Paste com arfioetee caneca ehsta a 40 rs.
Epfoite para senb,ori mullo linos a 3, 4 e 79.
Sintos muito fios para senhora a 29 o 29500.
Meias delaia epretas para padre que sempre
se venderam a 29 a 640 ra.
Enfeites com flores para senhora a 1
Colheres de melal muito finas para sopa a IOS
rs. a ddzia. ^
Garlos do mesmo metal a 4JQ00 duzia.
Assim come outras muitas miudezas finas e ba-.
ratas, que deiamos de menciansr, pata nio se
rnar tanta mssaada.
quemeonvierdeisecarVntVryTogr7pirMml..7JeDe"JU" wllo, proprie pa*
inieiaes C. S. S. B. 'yP0g'Pnu wm Ira depoaito deagaa de esa de lamilia, e propro
I tambem para biah-
de pinho, vndese na ra do Apollo d.
31 defronte dotlieatro, em poredo eem
fetalho.
Vende se uma loja de itenda, grsnde, si-
ta n urna das boas ras de comroercio deala cida-
oe, bem sfreguersda, com um pequeo sortimeo- r
to. e nio'.iem alcaides, vende-se a dioheiro ou'ttn
azo com firmas que tenham descont:
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Vendem-se finiselmas cassas garibaldinas sen-
do estas cassas as mais modernas que tem che-
gado a 380 rs. o covado : na ra da lmperstiiz
n 60, loja de Gama & Silva.
Cal em pedra,
Vende-se cal virgem de Lisboa para assucar,
chegada ha quatro das no ultimo navio : na ra
$} estreita do Rosario, taberna-n. 47, e na ra de
Apollo, armazem n. 34, do Sr. Monteiro.
Fumo em rolo.
sj) Superior fumo chegado ltimamente no arma-
zem n. 5. travessa da Madre de Dos da Jos
Luiz de Oliveira Azevedo.
Arroz com casca. ^
Vende Jos Luiz de Oliveira Azevedo era seu
armazem na travesea da aladre de Dos n. 5.
Alfazema.
AiUzema muito nova ; vende-se no armazem
travessa da Madre de Dos n.5, de Jos Luiz de
Oliveira Azevedo.
Liquidacao decalcado
francez.
Roa da Imperatriz n. 16.
Para homem.
Botinas de verniz e de bezerro, de diversos fa-
bricantes a 59 o par, sapatoes de verniz e de be-
zerro a 29.
Para senhorai.
Sspatos de verniz com franja, filas e firelai a
<5UO rr. o par.
Para meninas e enanca.
Sspstinhoi e botiniiaboa da diversas qualida-
des e fabricante! a 500 ra. o par. *"
Osaenbores devederes da loja cima si roga-
doe a virem saldar seas dbitos, do contrario se-
rao cobrados jadicialmeato, para qoe ntnguem
se chame a ignorancia faite o presante.
(omina de mandioca.
Vende-se gomma de mandioca muito boa, da
melhor qualidade que ha no mercado : ai ra
da Cruz n. 26, armazem.
5 Ra Direita ~ 48
M*iitbo soTtftn^nto.
SapraiBdeocaadeo*a a prazeaieko coa os
Mfoaaas que ibo traaem diahairo, o propriats-
r*4oaM ga4a BetabaleaimeMo continua a o(-
acaoor ao f^Micpvpar-precia mdicos eaempra
interiores sos de outro, o seu bello sorUmaoto
da calcado (raowz, ijsiiei braiilairo e LTejam
Hoiem.
Beriegulns Vctor Emmanuel. .
a couro de porco.....
lord Palmerston (bezerro .
diversos fabricantes (lastre)
^ John Rassell. 4 .
8spat6i r1latoo > patent-.........
Sapatoi ttlrnca (portuguetes). ; .
{franeeieel.....
9 entrada baiit (sois e vrr*). .
muMo chique (uma sola). 3J000
ScnhorAs.
BonaujQMs tifiaos (Jaljh..... 51500
banlhsntiaa..... mqoo
aospa-oJte. ...... 5,000
h1"......- v 45800
Propriedade.
L ^ade-aestoa ptoaiedade distaate d Raaife
cinco ligwi, Kfopfl#pata-teynUr um engenhol
d mu para ulvejsr 2.000 pies de anucar, coa*
haaa mu a oapaetrooa. ata na ffegsMete a N
8. da Ln : eoem pvetaaier
Sania Basa de mearoa fre
ThoaLeao do Cesare, *oao
lado ato Gerpo Saeta n. *.
-- Vaatdem-ao-lia>M stertioM j no eaeriptoria
de Amona Irnsievi ra 4e Gnz a. S.
109000
109000
9500
fttooo
9400
8H00
Cortes de bsrege de seda con 30 ovado! if$,
cortes de lia com 2%-covalos a 5f, gsse de seda
eow Nadas florea a matiz, covado a 900 rs., pe-
elnhaa da ntremelos coa 3 it varas a 19900.
lino (astao de collete a 19109: na rus do Qoi-
mado a. 44.
31,32,33,34, .
decores 32,33.34.
Sspatea com salto (Joly). ,
f trncese reaquinhos.
i 31,32. 39- o34 lustr.
. ."
t. 49500
4J000
3f200
29240
19000.
Eaor rico sortimento de couro de lastre be-
zerrriaas,marroquim, aula, vaaeotae, con-
Rero^wbaratos.
JlHr?io,t n' 2I na 8rand POfCo de relo-
Ktairoiradoi, dourados e de ouro, patentes e ori-
""sOPrUeea oiaaleses, os qeaea sarao ven-
didos pelos precos da factura. Cada relogioleva-
r um recibo em que se responsabilisa pelo re-
gulamento darante aeia meses.
A musselina do Pavao a
200 rs. o covado.
Vende-se musselina branca com 4 1|2 palmos
de largura fszeods muito Ooa pelo diminuto pre-
co de 200 rs. o covado, cortea de chita inglesa
com 10 corados cores fizas a 1*500 rs., ditas de
musselina branca com 10 covados a 2$, tudo
Paralapur.r dioheiro : na raa da Imperatriz o,
60, loja de Gama & Silva.
Nesta lypographia se dir quem vende as
obras completas de Cicero, traduiidas em francez
por D. Nlsard, com o teilo latine i vista.
para biabo: na rus. Non n.18.
1
Cortea de cambraia
1bobidoi 13J500.
8 ordeni de
Ultimo gosto.
I Cmteiros de bonitas fitas com pontas
cabidas e franjas.
A loja d'aguia branca recebeu uma pequea
porgaa de cinlelros de bonitas fitas largas com
pontartahidsse franjas, o melhor o ullimo gos-
to como se e dos flgurinos, tendo tambem alguns
.todos braocos proprios para caaamentos : as se-
nhorss que goslam de possuir o bom, msnda-
rem a roa do Queimado, loja d'aguta branca n
10, que com 79 tero um cinto de bom e ultimo
goato.
Novidades do pavao.
A loja de Gama Silva, na raa da Impera-
triz n. 60, acaba de che-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que vendero por procos
que faz admirar, como
sejam:
Um bonita sortimento de cassaa suissas aimi-
tacio de sedas de quadriobos, que se vendem pe-
lo diminuto preco de 240 rs. o covado.
Bt iHianUna a ^40 ts.
Vende-se brilhsnlina com quadrinhos de cOr
para vestidos e roupas de meninos a 240 rs. o
covado: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
pavao.
Org&ndys a*&Oi#.
Vende-se cassa de organdys de padrees muito
bonitos a 280 rs. o covado: na ra da Imperatriz
n. 60, loja do Pavo.
Chitas a 240 rs.
Vendem-se chitas francesas muito miudinhas,
fazenda que sempre se vendeu por uma pataca,
e est se acabando a doze vintens : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pavio.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurguro miudinho propro psra ves-
tidos e capbs para seohoras e para roupas da me-
ninos, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado :
na ra da Imperatriz o. 60, loja do pavao.
Las a 400 rs
Vendem-se liazinhas entestadas para vestidos,
(azenda de muito bom gosto, pelo diminuto pre-
co de cruzado o covado : na ra da Imperatriz
n. 60, loja dopivo.
Com barras e.babados.
Vende-se finissimos cortes de cambraiaa para
vestidos.com barrase de babados,pelo baratissi-
mo prego de 2*500. 3J e 3|500 : na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavo.
Cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas com salpicos graudos a 200
rs. o covado : na ra dalmperatriz n. 60 loja do
Cassas de cores a 240 rs.
Vende-se cassas de cores (azenda muito boni-
to a 240 ra. o covado : na loja da ra da Impe-
ratriz n. 60, loja do pavao.
Sedas a eovado,
y^^-^Poedenaplee preto meito encorpado
a 19500, 19600 e I98OO, dito azul cor de rosa e
cor deeana a t|000 o covado, aedaa brancas la-
vradas para vestidos da oolva a -2$140 e 2J400 o
covado, dita preta lavrada a 1#400, chamalele
pr'J2 "o"0 o eovado : na ra da Imperatriz
n. 60, loj do pavio.
Enfeites a 2^1.
Vendem-se enfeites de muito bom gosto para
senboraa a a000 : na ra da Imperatriz o. 60.
loja do pavo.
Enfeites a 640 rs.
Vendem-se enfeites derroco proprios para me-
ninas e tambero para senhora a 640 ra.: ai rui
Imperatriz d. 60, loja do paria.
Chapeos para seuhora.
Vendem-se chapeos para seohoras. sendo mul-
to bem entenados e os mais modernos que tem
viodo, pelo baratlsslmo preco de 10 : na ruada
Impentriz n. 60, loja do psvio.
Felud a 2,0400.
Vendem-se velludos preto, edr da caf, azul
ferrete, e verde-escuro, proprios para vestidos de
senhora e roupss para meninos pelo baratissimo
prego de 39400o corado, sendo fazenda que sem-
pre se vende a 59: na ra da Imperatriz n. 00,
loja do pavio.
De todaa eatas fazendas se dio aaostras dei-
xsndo Bear penhor, assim como tem muitas ou-
tras fazendas que se tornsria enfidonho de aa
mencionar, todas veodendo-se mais barato que
em outra qualquer parte : Da ruada Imperatriz
o. 60, loja de Gama & Silva, aonde ae acha col-
locado uma laboleta com- um PAVO pintado e
d oolte uma luz em que diz o PAVO,
a fallir
asi ao
G pechiseba

armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
KA
Ra do Queimado b. 19
Esleirs da India da 4, 5 a 6 palmos de largo,
proprias para forrar salas e camal.
Lencoea de bramante d lioho muito largos a
WJO.
Cobertaa de chita, gosto a chineza. a 12800.
Leoedes de panno de linho a 29000.
Toilhai de linho adamascada! para mesas a 4|.
Cortes de cbila francesa escura a 29500.
Completo aeitiaieeJe de capailas pasa uoiva.
Toalnasr 4a fusilo a 900 rs. cada uma.
Um rico sortimento do chitaa franaszas Qnas e
moderaos.
Cortas do seda de corea palo baralissiao proco
dedOfw
Corlas de phantaiia de seda pelo prego de 89.
Algodio entestado, tendo 7 palaos, a $60 rs.
a *sre.
Sicas colchas de (usto s 69.
Aviso aoa senhoret de engenho que qua-
si sempre gastam a manteiga derreti-
da pelo grande calor.
Sodre & C, na roa estreita do Rosario a, 11,
se obrigam a despachar encommeodaa em ordtm
que chegue a manteiga em estsdo de se cortar
com faea, como na Europa, e para que se torna
muito mais deliciosa.
Ricoscortes
DE
Vataja.
Tendo cada um 19 corado,
pelo preco delSJOOO.
Veade-ee a* ara ata a da
toado Qoeimaao m. t.
No araasaia de 9.
raa da Cruz a. 20, ba
rs voeoar os Mgutalee .
Vinbo de Bordeaux a barris.
Dito aa caigas.
Latas da saaNnhss.
Fructn aa csuserrss.
Pateis de diversas qailidadei.
Ceps em conserva.
Velas
a aacca : na traveaaa do paleo, do faraiw a. lf
Uborna de 4 portee.
Canna engarrafada
a 200 u. cada nao garrafa : aa travaeoa da pa-
teo do Paraiza a. 16 taberna da 4 portea.
Atten$o
livree
Leandro & Mi-
randa.
Ra do Crespo n. 8 A.
Receberam pelo paquete flanees diver*
sas fazendas de bom gesto, que se ven-
dem por precos baratissimos:
Borzeguias de Melis a
Luvaa de pellica de Jouvin a
Cintos da novo goato a
Fivelaa psrs cintos a
Gollinbas e punhos com botio a
Ditas bordadas a 500 e
Sedinhas de gosto o covado a
Babados bordados lsrgos por
Enfeites a imperatriz a
Dilos de reros que n'outra parte
89 69600
E de ontraa muitas qualidades por bara-
tissimos pregos.
Saias a balao de crochet a 89600
Dilsadita de clina a 6#000
Vestidos de cambraia branca bor-
dada de 6f, 109 e 129000
Manteletes de grosdenaple a 20#0O0
Organdys de gosto covado a 400
E outras muitas fazendas por precos com-
modos.
13JOO0
29500
2|000
29OOO
29OOO
1|000
19200
39000
1S500
Vende-se um engenho perra
Recife, e que trebelaa com aam.
haeaeado de pualqeer onus;
mate, se coovier aa comprador, aa
cravoi, a todo o gado de criar 4
engenho, e bem assim antaaea : a q.
vier este negocio aoneneie aoedo de ve ser
rado para Ustar-so e eaTaataur-ae
tambem vende-se a plasta
roces.
N. O. Biebar& C, saccessorea.raa da Craz
n. 4, tem para vender relogioa para aliibeira ato
ouro e prata.
Propro para noi-
vas.
Vende-se um rico guarda-vestidos de trae por-
tas e eepelho, um toilete a aa la ratona
com mesa de marmore ,- todos estes
dos mala ricos, e viudos ha pooco de <_
da, o motivo da venda por sos dona ratirar-se
pira fora desta provincia : quem ptelisHa. 4i-
nj*-se a ra da Imperatriz a. 9, primareaaar.
23.
i
Vestidos
Ruada Cadeia n
Ricoa vestido! de seda, de cambraia
bordados e de phantazta, liazinba de as-
res, sedaa de qaadrinhee e ale listas, cas-
sas de cor modernas, cambraias coa lala
de cor e bea anta ootraa (atoadas pro-
prias para vestidos.
Mantelete! e chapeo*.
__ Superiores capea coapndae do fasea-
rao, manteletes, talmai de crox, de 116
e de outras multas qualidades, superiores
chapaos de pal ha enfeitadae para ae-
nhora.
Noridade. -
Modernos enfeitea da eabeca, laraa da
pellica de Jouvin, leques, eapsrtilbee,
pentea de tartaruga, saias bailo, e*asteas
para senhoraa e meninos, sintos, aeiaa
inglezas para ter*or, maogoiioa o palas,
pulceiraa de aandadalo, chapeoa de palas.
Roupa feita.
Completo sortimento de ca'cas
tes, paletots, sobreessacas de paoeo. ea
mira, alpaea etc.: na raa da Cadeia n. 83
loja de Gurgel 6r Perdigio.
Grande sortimento de perfumaras, rou-
pa (eita, chapeos para homem, aenhora e
crianca e lude ae vende por precos ba-
ratisaimoi.
MMrttM MttM Wtn tttwtSe M
Ac coberto para
bales.
Vende-se ajo de varias grossuras para baldes^,
sedas de todas as cores para bordar, cintos dou-4 "heiro. de fumo da Bahia, veUe de
rados dos mais modernos que tem vindo, luvas
brancas de Jouvin brancas para homem e seohor
ra chegadas no ullimo vapor, rap princesa Ro-
cha, do Rio de Janeiro, rolSo francez, que se ven-
de nao 16 em libra como a retalho, enteites de
varios gostos e qualidades para senhora : na ra
larga do Rosario na segunda loja n. 38, passando
a botica.
Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Dias & C, rus da Crui n. 26 :
Safras e tornos para ferreiro.
Ferro suecio em barra.
Linhas de carritel de 200 jardas.
Malas para viagem.
Espingardas francezas moito finas em caizss de
per si.
Ferros de lilao para eogommar.
Pregos francezea de todoa oa tamanhos.
Ditos batel grande.
Ditos de conslrucrio.
Bracos grandes para balanca.
Espingardas lazarinas.
Ciavnoles ioglezee.
Vende-se uma taberna ea rus do Imperador
o. 2, a dinheiro, ou a prazo com garanta ; a tra-
tar na ra das Crutea n. 1. Tambem ae vende
sag e sevadinha a 160 re. a libra.
Vende-se vinho do Porto superior, mosca-
tel e carcavelos a 15 a duzia : na ra da Cadeia
do Recite n. 4.
Carros e carrosas
Em casa de N. O.Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mu elegantes
e leves para duaa o 4 pessoas e recebesa-se ea-
commendas pan cujo flm etiei possuem map-
pas com varios deseobos, tambem vendem car-
rocaapara conduccao de assucar etc.
Poz de arroz
em bonitos vasos de crystal dourado.
A loja d'aguia branca acaba de receber mui bo-
nitos vasos de crystal dourados com finos echei-
roaos pos de arroz e a competente boneca, e esti
vendendo cada vaso a 39, dinheiro S Vista ; na ra
do Queimado, loja d'aguia branca o. 16.
iQttjttaftaft mb ewfiwanttHK
Na ra da Gra n. 10, casa de ]
Kalkmann Irmfios &C., tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, propro para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimepto, canudos
de borracha de qualquer com-
primentoe grotsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en-
comtnendas.
Ra das Gruzes n.4,
fabrica de charutoa, vende-ae charuto* a 15a o
milheiro, de fumo da Babia, volea de coa
cao a 11* a arroba, e em porcia fat-se
ment; afiaoca-ae a boa qualidade.
SIMMOO.
rs.
Attencao
Yendem-se caixCe vasios proprios
para bahuleiroi.funieiros etc. a IfiSa):
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, para Tender.
O rival sem segundo na ras do Qaeiaede nu-
mero 55. esti queimando aa seguales aiadaxae
por precos que a todoa devea admirar taate po-
las suas qualidades, como tambem pelos precos
A ellas antes que se aeebem.
Grozaa de peonas da ajo a 400 rs.
Ditas de maozieba, muito Boas a 500 rs.
Caixas com agulhas francazaa a 110 rs
Co',as com sparelhos psrs divertir aeniaos a
Ditas muito finas e grandes a 500 ra.
brozas de boides de osso paqueos a 120 rs.
Dilasde ditos de tonca a ISO rs.
Duiias de baralbos portuguezes a I9OO.
Tesouras muito finas para unhaaa 400 rs.
Ditaa para costuras auito fioaa a 400 rs.
Baralhos muito fieos para volurete a 240 rs
Agulhelros com agulhas s 80 rs.
Caivete de aparar pennss a80 rs.
Ditos com dussfolhss a 160 e 240.
Pecas de tranca de lia de todas as corta a
200 rs.
Pecas de franja de lia de todaa aa coree a 800 rs
Sapatos de tranca de laa finos a 1|280.
Cartas de alOoetes frsncezes a 100 rs.
Caizas de ditos ditos a 60 rs.
Escoas para limpar deotes auito finas
Massos de grampos superiores 40 rs.
Cartas com colxetea com deleito a tO rs.
Ditas ditas superiores s 40 rs.
Didaes de seo para senhorss a 100 rs.
A pitos de chombo para meninos a 90 rs.
Ecuadores pra vestidos com 4 vsrss a 80 rs.
Caizas com clcheles franceses a 40 rs.
Cutas de slflnetes psrs armador a 100 rs.
Pos de coral de raz a 640 rs.
Charuteiras muito finas a I9OOO.
Vende-se a caaa de raa os Acoogoiebos a.
26 : a tratar o- ra larga do Roa*na m. 3.
N raa da Praia n. 10 vende-so cal de Lis-
boa a 13} per barrica, chegada rrceatoaaala.
Vende-se ns ra Novs n. 5 ua par do ar-
reoi franceses, ebegadoa ultima mease, lam-
ben) se vende ua eabriolel novo sea arreio.
0 A-Ra da Cadeia do Reciie-50.
.500, \$, S#506,j
4500 e 5$.
Hsnoel Geneaives de Olivara
acaba de arrematar uma porcia _
rendas muito barato e por tolo vendo be-
ralo para vender muito, vende atarte pa-
ra vender bsrato grvalas de soda a 509
rs.. enfeite de vidrilho que se tea vendi-
do por 49 a 1|, chapeo de sol para ae-
nhora a 29500. di ijada cabete a garibot-
dt a 49500 e 5#, venhea reato a
cimento ver estas pechinchaa qoe \
Relogios.
Vende-se escasa de Job astea Poter C.
roa do Tigario c 3 ua bella 11 lia 11 de
raiofiosde ouro,patente iagraa, do oa aWaoas
afamados fabricanUi de Liverpool; taaalaa
M ?sriadido da bonitos trai
OS.

Tr~=
a


pummtmmmimi*,:t~*^*^. TTmUfiUtHtlii,
O Pava

?S
comea) fazeada em o>
Pr, siotosde todas ..<
e menioas uui bord
" ni* da Imperatnx o.
Sfln.
a a
9t*
wudq .MOjL-.o
dadas para ssnhoras
com muito goalo:
40, loja do Gana k
Parao a 21.
raa.aa Imperaba a. M, |ojt 4, Pa^.
res tiras
bordadas.
nete bronco
eazuf.
Na toja Ja boa f na ra do
Queimado n. 92 m encontrar nn bonito sorti-
mento de soperioroa Una ricamtnle bordadas
USft*!S4,M P*10 bml P* fle 8100541000
a 53000 reu a pega, dvertiado-ao que ha bmi
d* *"" MC**"* P'dfio. qaam maia depreeaa
a odor aehor servido aera, na rata do Queimado
n. 22nalojada Boa-F.
Soahaimellor fc C, taodo recebido or-
dem para vender o sea creacido deposito de rslo-
Ijo* Tiato o fabricante ter-ie retirado do nego-
cio ; convida, portento, is-peasou que quixeram
possuir um bom relogio de ouro ou arela do ce-
lebra fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portunidadeaem parda de lempo, para vir com-
pra-loa por commodo prejo do aeu eacriptorio
rea do Trapiche a. 28.
caTta .JK? ** 0,eltort. i d*aguiabran-
m
rico carro.
Yande-earn rica e elegante carro mui.belia-
f2*^rSf?*o = no eacriptorio de Mendeltg.
naao ae fereir. 4 Fiat, largo do Carpo Santo.
SUAoJm AoVapoT
Ba Nova n. 7.
acna-se barato graode aortimento de calcado ran-
fina **' retp* Wt' **' nnito
Otras de brilbaoles.
,5" ""^ > A On rS# ala Cruz v. 5,
J*K" 9*V* *"** ertimeoto
ae obras de brilhaotea, taea como aejam ader-
is m*w^rt0 ** lMl~.aoneia, bo-
tos e rosetas, que e Tendea a precoa cosn-
/

Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a 1$
a arroba, meia arroba a 2#500
e a 160 rs, a Libra.
JManteiga inglesa flor a
800 rs- a libra,
embarril e 7, franeeta a 64e, toaciabo doto a
rLiTd irosos B. 24, esquina da travessa do OuTidor.
v,r~A ***-* I" aoricaBa de primeira qua-.
lidade, ea latas de 25 garra Cae, na razio ale 151
?"."?. o0 e 86, e na roa do Trapiche
numero 8.

0,7<"V ,Vhombo ,? mu,,,530 oheiro a
_1 quintal e arroba a 59500: no eacriptorio
Mallos, ra da Moeda n. 27,.
Venda de loja.
Vende-ae a rauito acradIUda loja de miodezes
aita na ra da Imperalriz n. 82. sendo eslaVm
urna das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por Tender-ae com o
! l;j"to' de forB" i" o noto comprador nada
precisar comprar ; feode-ae a prazo. conform
se cooTenciona. : a tratar na mesma
loja.
Fabrica do Nonteiro.
Crystalisa^ao e refina-jo
de assucaf.
Deposito na roj de Apollo o. 6, e praca
la Bta-Vfeto a. 26.
Este importante eatabelecimento tontina a
rornecer aoaaeua innmeros reguezes do airo e
p o* MU,c,r"Titaliaado, em p e em pies, l.
Z. quahdadei, pelo pieco de tfJO e 200 r. a
libra, e do refinado a 100, 120 e 140 a libra, sen-
do^ae ea groaso o comprada re ri am descomo

36, ra das Cruzes d Santo Antonio, 36,
Ricos cortea fe melina de
seda.
mi da de mediaa de aat. da liMaa p*,in,
e a lazeoda mata fina, aaia aera aaa Weaii,
que ba no mercado, cada torta tea 38 a 21 ea-
&> "?**6 "*' mtaaalaa praeat ata
MIOOO o cort; as aeaboraa da baos ea* ea*
tirerea de auieUr a bailea a a caaaae Ua m
quizara lerar na raalido da aliiaa a4
mandarem ver aa aaeacioaa4a tota a Bm-F
na raa do Queiasade a. ^^ ^-,
Vendeni seosengeubos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes
ll* uaipi
gro^so o comprador tea aa descont
farorarel. Nos mesmos depesitos lambem se
rrende mal de asaucar a 600 rs. a caada, e car-
rae animal etu p a preco commodo.
ISlDJLMIIlJaS
luvas de Jouvin
chegaram no rapor francas para a ioja d'aguia
branca, ra do Quefmado n. W.
Novo destino do
torrador!!!!
23Largo do Tergo23.
iu-Yend!? niaoteiga i"glaa especialmente esco-
llada a 800 e 900 re., fraoceza e 640 e a 600 ra.,
assim como se torra ai oulros muiles gneros, co-
mo saja, caf, arroz, jzeile-doce, relee de eaper-
macea e carnauba, eTc, ele, a se acaso alguem
duridar reoaa rer ; a dnheuo rista.
A, F. Duarte Almeida, Socio que foi do armazem yrogresso, fai seiente aos seus fre-
gezes que tendo separado a sociedade que tinha com eu mano, acha-se de novo estabele-
cidocomdousaceiados armazens de molbados, associMo fiom 0 5r. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razto de'Duarte onza, e osegundo
na de Duarte Almeida A Silya: estes estebeiecimentos ofterecem grandes vantiiens ao du-
bco, nao so na hmpezaeasseio com que se acbam montados, como em commodidade de
prego, pois que para isso resolveram os propietarios mattOarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
T^,XrB dehbertd, **n*{* ^ e qot,q,wr ***** MW- n*Uw>n~muL. .nim pod r rr o
yiesaem .(MNoalanu, M enrleu de nunca acharem o contrario de nosso, attartrius. e a.aim fundados as ramagens que oflerecaSos
ores que mandan ao menos suaa encommandae primeira vas, afim da ex
proprieurios forjas para bemeerrrreaa;nal]aspessoas que frequeniaram n
ra n. 46,
Feijo de corda.
No rmem de Taarfo Imios, ra do Amorim
numero 35.
Urna barcada.
Vende-se ama barcada do porte de 35 eaias,
eocalhada no estaleiro do mestre carpioteiro Ja-
cintho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tai, aonde pode ser rala e examinada pelos pre-
tendemos ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Aires Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Barato assim ad-
mira.
Hu finos e bonitos lencos de cambraia de linho
abortos e bordados para maos e caberas de ie-
nboras a 2J cada um ; qaem os mandar rer nao
perde o tempo porque fio baralieaimos vista da
bondade, e assim os comprar na loja d'aguia
branca, ra do Queimado n. 16.
Preciosos
extractos para lencos.
Aloja d'aguia branca acaba de despachar de
sua propria encommeoda, finos e preciosos ex-
tractos de novgs e escolhidos cheiros como bem
sejam, impe*alriz, D. Jaouaria, D. Francisca, ma-
rechal Broquel Real, dito favori, dito dos Alpes
dito de Triaoou, etc., etc., nao esquecendo porm'
o estimare! extracto de sndalo. J se sabe, os
reguezes que munidos de dinheiro diriglrem-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16
acharo barateza, agrado e sincerldade.
* *
9 Em casa de Kaikmann IrmSo
^ &C, na ra da Cruz n. 10, exis- am
^ te constantemente um completo A
d sortimento de
| Viahos Bardeaux de todas as S
sjp qualidades.
a Dito Xerez em barris. S
ajp Dito Madeira em barris e caixas. \
^ Dito Muscatei em caixas.
^ Dito champanhe em gigos.
am Cognac em barris.
a Cerveja branca.
am Agua deSeltz.
ge> Azeite doce muito fino em caixas.2
^a Atvaiade em barris.
a Cevadinha em garrafes.
Arados americano ie machina-
par alavarroupa:em casa de S.P.Joi
hston & C. ra da>enzala n.*2.
T.i\ns *
IMAUOe Pentea rlradoa de tarlarugs a 6 e 8
Maior reduce*, m> pre^o, para acabar. S^att fe f .
Vendem-se do armazem de Braga Son A C.
na ra da Moeda, taixaa de ferro cuado do moi
acreditado fabricante Ed*io Marr a 100 rs. por
libra, as mesis que se reodiam por 120 rs.
Macas.
Vendem-se barriquinhas com maesas chegada
ulbmameote no gelo. pelo preco de 8 e barr-
quinha: na rae de Apollo, defroate do theatro.
Vende-se urna tina de amarello propria pa-
ra deposito de gua da casa de familia ama ti-
n propria para baero : na ra Hora a. 19.
rroz, jzeiletloce, reas de eaper-
auba, etc., ele, e se acaso alguem
i rer : a dinheiro i vista.
Bonitas caixinlias
com visporas para entreteni-
mento.
Acaba de ebegar para a loja d'aguia branca bo-
oias caixiohas de madeira invernisadaa com vis-
poras, tendo 86 cartas, e as pedras numeradas per
ambos os lados, e melhor qne possivel em lal
genero, e costa cada urna caixinha 3, e ostras
cobertaa de marroquim. e a chioeza, e outras qua-
lidades a f, 1J500 e 19 ; o tempo proprio, e
por uso diriiam-se com dinheiro a ra do Quei-
mado, loja d aguia branca n, 16, que serao bem
atrridoa.
Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba de receber um bel-
lo sorlimeoio de aui bm tecidas aspaa para ba-
ann M ^^ '''d600'0 baratamente a 160 180
e 200 rs. a rara ; quem precisar dirigir-ee'com
dinheiro dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado o. 16, que aeri bem serrido.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
3! uJ'i'01"'" da *'*' ora de superior
padra : tudo por presos maia baratos do que em
UNDI10 loW-MOOR
Roa daScnzalla Nova n.42.
Hasta estabalacimento contina aba va ra
completo sortimento demoendatomaiasmoen-
dasparaenganho,machinas da'vapor etaixas
afarro batido a coado.de todos ostamanhos
para dito,
Oleo e banha philoconie
e outras qualidades.
A loja d'aguia braooa acaba de despachar um
novo e bello sortimento de oleo e banha philoco-
me e outras superiores qualidades, inclusive a
estimada e procurada banba em copoa grandes
cuja excellente qualidade j bem conhecida,
assim como a verdadeira Iranspsrente : quem
quizer se prover do bom mandar ou ir ra do
yueimado, loja d'aguia branca n. 16, que aera
bem aervido ; advertlndo, porm, que os frascos
vao todos marcados com o rotulo de dita loja
Ferro Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Veodem-se chites Irancezas muito finas de co-
ree fixae, covado a 240 rs.
Chitas inglezaa, corado a 160 rs.
Cassas francesas muito finas, corado a 220 e
Z4U rs.
Brim branco de paro linho, rara a 1}.
3JOOO de' COf d eMommeada* a* primeira vea, afim da exper-
i l
attendendoas boas
EI, XSZTJ??" ** '*mek0TM *eDgenh0 1,mdores w*m,,H,WD *enM
^SS^S^Sb!^^1 PS afuaUdadasde^^0n^scwemosalgumasadic56s da noaos pr^s, por onda verpuWiea que rendemosbaralissimo.
'IffiX^^^ 'prec"0'M *" 8eM,,M
C1balhvsaoCeZa "f ^ d nerMdo 64 M*'1btt *em U"'u m5 de m "* a 1,br
PwmnttfmVLPet me^f dd Berc,do da ^00 880 eem poreio ter ibaraento, e afianca-ca a boa ,ua)idade.
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Frascos te am-fd ^ M W "' "^9 M "' ,avad'
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comfi^ASZZT0?,id0 no "T*' "' ""* 2,56' e'n,d'-
Vinhn HnrM,,v a"U n,c* que no marcado a 800 *libr* do eominho M doce.
Mas. It T ^ b* 9U"Hdade 80 garr,h fl d6 8W00 a 10000 duii
FieoVnovnT8 em l8,a8 d6 Uma ,bra d mai8*Cred,lad0 *u,0r de Li8b0a a vinda a Pf 5maira VM nos" *"*<>> d- > 1WB0.
CervPiA^T'SSSllt^ 6' e 8 1bras propri08 ** aimt' Pr Mrera *bam da 500
Vinl^P nrf .TT8 marCaS 50 -f* a 5W0 a *- d" branca.
2^ P itf5llSba 24 "' f ga"f* a aca"da-
Uoee aa gOiaba d oaova emeaixao a i r emporcio a 900 rs;
^7,ilfi dnaapurifieado soo r. m m^U~am*a*- i imiii u aaj...Mt f________________________J-
Gognac a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e 10*000 a duzia
dem do gaz
Chocolate
lo.
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que se pode desejar e tem vindo ao mercado de 4* a 6} a eaixa e 1*280 a libra
2 libras de 1|600 a 2*200.
a 4| e a 400 rs. a libra.
para denles a 200 e 160 rs. oinAco com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
a 3*000 a greza e 280 a duzia de caixas.
Azeltrnat^mtSUPerOrqUelem08Ud0 nOB,arcadoP"lu8u. esp.nhol rancez de l*.lf200 .libra.
pista o maisl.mpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e 5*000 por rroba.
-----klm dos |WWII-'W|M" taaoirii o publico um completo sortimento de tudo tendente a molbados.
Bicos de seda.
Bicos; rendas e labyriii-
thosdasllhas.
A loja d'aRuia branca acha-se receolimente
prvida de um bello sortimento de finos, alvos e
bonitos bicos de seda, e daa difiereotea larguras
di 1 dedo at mais de 112 palmos, e os baratos
presos por que se esto vendendo animara ao
comprador: assim como os fortes e muito dura-
veis bicos, rendas e labyrinthoa daa linas, igual-
mente baratos como conheceri o comprsdor.que
munido de dinheiro, dirigir-ae a ra do Queima-
do, loja d'aguia branca o. 10.
A 29000 o corte
de calcss de meicasemlra escuras de uma a
cor: na ra do Queimado n. 22, na loja da
Uoa-fe.
Esperan^.
40Ceb5(Soo! lUqUm 15*00, *' t' "** 35'
Superiores aeias dealgodao cr sra homem,
a duzia 49. '
Viailaa bordadas a matiz, uma, &fi e lOf. '
Camiaaa para aeobora, aaa, 2.
^Corles de casemira de cor, aupertor faxenda, a
Velludo de todas as cores, covado, 3j> e 4*.
Sueenorea paletotsde casemiraa de cores a 14*
45 eMSS,lB, C,pinh"8 boroaa" P" enhora a
^jlquiasimos manteletes pretos bordados a 35 ,
Hiquissimoa cortes de seda preU a 40,5 60.
25, 30* ^oj.0** b"a0a bofda00S 0.
^Chajea de merino eatampados, superior fazen-
gCortes de velludo de corea para collete a e
Gollinhaa de cambraia bordadas, uma 320 rs.
e Sooo"0"' caMmM* d* core$ C0Td< 2*800
Pauta
Lenjot-------,,
Camissadelioho, duzia, a 35." 40 e 451.
l*oW?loo.rel"' ,pWOr ,Mnda' C0Ttdo
Cortee decambrala bordados a 13800.
Ditos de dila de aalpicos a 3.
Leqaea a 33.
Chapeos s Garibaldi a UavUta a 10.12 a 15*.
Ceroulaseacocezss, uma I328O.
Tsrlstana de todas as cores s 800 rs.
fJi8.'e n"1' ?m "Pendido sortimento de -
A ..nV" ,eri" en?donh'> menciona-las, e queiuma rtSio
se Tendera por muito aenos preo do na ea
oulra qoslquer parle.
Recebeu de aua encommenda pulcei-
V de cabello que vende por 103 o par, A
m braceletes de mosaicos a 63 cada um ,
agulbas victoria a 120 rs. o papel, pen-
tea de tartaruga a 8, 10 e 12$, precos O
g| porque nioguem pode vender (boa fa- b
A senda) estes artigos nao ae encontra em =
^ l0J ueohuma por isso vio s rusdoQuei-
9 mado n. 33 A, loja da Esperance.
Esperanca reduz a exprs-
sao mais simples.
(A* DINHEIRO.) 9
0 Todos oa artigos que estao na loja #M
0 muito barato quem quizer v comprar e 2
5 rTSrR^dh..QOe,"d0 "83 A Guia-
4|9>0tt#5
Ra (fa Senzaa Nova n. 42.
Neate estabelecimento vende e: te-
dias de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 r.
Por baixo do eabelleireiro,rua
do Queimado n 5.
Vendem-se manguitos bordsdos para senhora
tZ&Jr, ba P"a ?Dn" *3. isilnhaa es-
n^"i,^ ,COfd. > muitas faseodas
por muito barato prega.
Vende:ee a taberna da rurta Seozala Nova
^m J*0"60* 'ndos, propria para prioci-
&*!** '"f" P" fetalho i e o aoti-
vo se
ra:
ratar na Sensata Velha n. 50.
Ra da Cruz n. 48
NoeseriptorlodeE. A. Burle & C. vndese
oa riquisaima mobilla de mogno toda de obra
de talba o mais moderno e melhor que pos-
sivel, por preco muito rasoavel; no mesmo ea-
criptorio ha a venda excelentes mobiliaa flnaln-
do jonco guarnecidas de marmore a 8503, como
taabea ha cadeiraa para pianea, lavatorios, toa-
lbete, cabidas ludo por preces que admira.
sortimento de enfeites de flo-
res para^ casamentos
e bailes.
A loja d'aguia branca acaba de despachar um
ndo-sortiaiento de enfeites que de sus propria
encommenda maodou vir para cssaroentoa e bai-
les, e sea medo de errar, pede-se diser que sSo
os maia parfeitos e delicados que at agora tem
Tiodo, eesaa verdade ser conhecida por aquellas
peaaoaa que sabem apreciar o bom : apesar de
ludo vendem-se baratos em proporcao a perfeico
delles, sendo a dinheiro vista 123, 14) e 16*
iiso ns ruado Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 16.
Mantas de retroz para gra-
. vatas.
Vendem-se mantea de retrox para grvalas,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado n. 22, na loja da baa f.
A loja d'aguia branca
recebeu tambera novas luvas de fina pellica, en-
rolladas, para caaamsjptoa, assim como lindas ca-
u -1 commodidade dos precos j bem co-
nhecida por seos bobs fregueses, eseri mais por
aquellas pessoaSque de novo o quizerem ser da
dita lojai d'aguia branca, na rus do Queimado nu-
mero 16.
Sal do AssiX
Vende-se saldo Ass, a bordo do brigue bra-
sileiro cAdelaide, recentemeote ebegado : a tra-
tar no ewnptorio de Bailar & Olfvere, ra da
Cadea n. 12.
Fitas de sedas.
Tem'chegado pelo ultimo vapor, na easa de A.
L. Delouche um rico sortimento de fitas de sedas
da todas as cores : convida os senbores logistas
e todas as pessoasque pode interessar, de appa-
recernarua Nova n. 22, que nao deix.ro de
comprar vista daa leseadas e des procos.
Queima-tudo
Serva para se deitar nos caaticaea e segurar a
vela de eipermacete, faseudo-a queimar ata o
flm, e preservando os mesmos de se quebrarea
com o calor da luz: vende-ae a 500 rs. esda
queima-todo, na ra de Queimado. lea d'aguia
branca n. 16.
Vende-se o grande sitio denominado Cala-
a, sito na freguezia da Versea, de multo boas
trras, que tudo quanto ae planta d uma grande
quantidsde, coa uma casa de taipa j coberia,
orna dita de faxer firinha, graode quandade de
pea de cafezeiros, com diversos ps de Cructeirss,
como seja laraogeiraa, coquetos, ele., etc.; e
Umbem vendea-se duaa vaceaa que dio bastan-
Je leite, uma deUaa com a cria ji grande, a m
burro manso : a tratar na ra de Sebo n, 20.
Reroz em carreteis
para coser-se as machinas.
Vendem-se carreteis com retrox de cores, nro-
pnos para as machinas s 320 cada am ; na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Vende-se psra acabar, materiaes por barato
preco, como aeja, telhas, alrenaria batida, ladrl-
no, tspamento, cal branca, alrenaria ,fiaa, dita
grossa, barro, e tudo mais.
Nova exposico.
Ra Nova n. 20\
Riquissimo sortimento de cutilerias em todo
o genero, assim como um riquissimo sortimento
de 005a de porcelana para cozinha, riquiasimo
sortimento de metaea, riquissimo sortimento de
miudexas, e outros muitos artigos. que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar: oa ra
Nova n. 20. loja de Carneiro Viaona.
Bombas de japy.
Ra Nova n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Caaos de chumbo.
Ra Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Renda lisa
x de fil.
propria
i as e o
loja d'aguia branca
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pacbineha nunca vista.
45Ra Direita-45.^
Grandes couroa de boi, iateiros, de luatre. de
35* a 35*.
e corren tes e
agua,sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safrejaquatromil paos, ose-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadea do Recife n.
26, primeiroandar, que acha-
ra com quem tratar.
As verdadeiras lo>as de
Jouvin.
A toja da baa f recabas aovo serti
verdadmraa lavas a Jouvia, a aa
aoa eavalleiroe a madamas da baa
qua mandem par ellas na rvfertea u
W, na raa do Qaeiaad* n. ti. ^^
Grabas a Deus,
J se pode faxer miases.
Ji se pode faxer aiaaa.
M su pode faxer alaaa.
.. ._ se poda faxeraiases.
Cbegaraa sffaal as esperadaa saaeiaa aa tela,
e astese Tendeado pala metida das as*se M*-
disa, senda a 100 rs. estol bias : M m-eaee m-
posito de Soir & C, ra estreiU do atesara asj-
aera 11.
Exposico
DE
Candieiros a gaz,
O proqrielario da nova expoeicio daa caadiei-
ros s gas avisa ao publico em feral, qae aa acaat
sempre sorlido com grsade a variavel sortiaesie
de candieiros desde o mais barato at a asis cara.
assim como um graode deposito de gax idroceai
verdadeirameote econmico, retoabecido varda-
deiramenle por todos os consoasiarea aa raa
Nova ns. 20 e 24, CarneiroNfiaaH.
Nesla meama expsito ae encontrar aa va-
ria vel sortimento de riquissiaoa qaadras da todas
as qualidadea qoa por goalo sa pode apreciar es
seus desenbos, ua riquissimo sortiaieolo da
quinquilharks, contendo entra ellas rqaissiaaee
vsvatorios psra quarlos (gosio chiaes). aa varia-
lel sortimento de balaios coa todos os prepara*
para viagem, cociendo praloa, facas, cepos e as-
tros fraacos para condicionar, farros da ragea
mar a vapor, machinas de balar ovos a vapor
mschinss de fsxer caf a vapor, eapiogardas da
dous canoa tronxadaa e de alcance, anappas del
mundo, e oulros muitos objectos qua se vendr
jpo presos diminutos para acabar: raa Nava
numero20.
Atten$&o.
h. ..dWT(auinea.4f,emcasa de i -
Kooker 4C existe aa bom sortimento de ||-
nhas decores e branca ae mcarretei s de acbar
bneantele[ugl.terr...q.. ..ftislSS
drecosmuiraxoavaia '"
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'aguia branca acaba de recebar aaa ao-
va remessa da mui prareitosa a procorada >.
balsmica para a bocea e dentes. O boa reaaU
tado de tal agua j nao aoffre davida cerno sa-
bido pelas mmensas pessoasque a coaerara
e que seniiam a falla dalla, e as aoa de nava'
comprarem acharo que a aso dells fax ceasor-
var os denles saos, lirrando- oa da carie, forialo-
cerss gengivss e tirar o meo balita U bocea
dando mesas sgradavel aroma. Bodeada-s.
mesmo usar dola nao .0 pela sos Obi/ cVaV
qualquer hora, a com acertdepoiedo faasr aa
ra tirar o cheiro do fumo, ou quaada so traba da
sabir para ter-ae a bocea .romanea : ..ra aoa
porm, bastara algumaa gotas della aa ...,-
ra O proveto d'agua balaamica anda "beta a
mais, elle serve com acert o preaptidao ar.
acabsr ador de dente., en.opa.do-.. aella'asS
bocado de algodao e deilando-o no buraco da
Mata, este adormece e ea pooco desapparecea
dor. Para ae obler um fraseo de lio pravrttos, !
preciarel agua balaamica, dirigir-ae coa la i
loja d agota branca, roa do Queimado a. 18 oa
ca parte onde ella aa rende. Adverts-se o'e ea
frascos vao marcados com o rotulo da dila laja
Vende-se renda lias de fil propria para < ar-
de cambraaa e outras
rilhas de vestidos
na ra do Queimado,
SABAO.
Joaquim Francisco do Mello Santas a vina aoa
M*fE*.neiedMt Pca e oadelora.aa toa
exposto venda sabaode aaa fa aricad eaom I aaoa
Hecafeaoaraaxam eos 8ra. Travassos Jaoter
4 C., na ra do Amoria n .58; aaoaa aaararu
caslanha.preta o outras qualidadea or araos
preco qae de oalrasfsbricss. No mesmo araa-
bem tem feito oaeu deposito devalas de cerasa-
xasimpleasem mistura alguaa, como aa de
composicao. '*
Azeite de Palma.
ltimamente chegado de Loanda ao brigao
Viajante, aaaia como azeite do aaeadoia aoo
serva por ultimo para luxes: na ra do Viantrisi
n. 19, priaeirol andar. T"RI"
Escravos fgidos.
Attenco.
Fugionodlall do corrale, do eaaaabaS.
Jbs, o eacravo de come Luis, cabra, alio, bar-
J chegaram
do
as mteressantes estampas, a morte
'tuto, e a morte do peccador.
ja d'aguia branca avlaa-se aos senbores
reverendas e outras peasoss qae bavlam encom-
eadado aasae intereasanies estaapas, que ellas
acabaa de chegar, e quea mais ss qaiser poa-
sair dirigir-se logo dita loja d'aguia branca,
ras do Queimado n. 16, pois que a quantidade
pequea, e por agora ainda se venderlo a 28000
cada uma.
Na loja do vapor, ra No-
va n. 1, acha-se barato
fraude sortimento de salcedo francs a lisies,
roupa feita e perfumarlas muito finas,
polideos.
bado, pernas finas, ps compridos a i
um dedo da mo direita alejado de aa osean-
do ; roga-se a todas as autoridades
capitiea de campo oa qaalqaer pesaos
a captura do dito eacravo, que ser recesas
do com 503.
Escravo fgido.
Desda a dis 24 de aotubro p. p. est foejto 4o
esersvo aolato Joaqaia, osUtara rogalar, cor
clsrs, bigod qaam o aeaar Uve-o a raa da Orea
da seu aenhor E. A. Borle, asa mti
sado.
Dessaaerecea no dio 12
eeerove Be neme Luisa, Masa i
aaa daSO asaos, aa pooee l^
ebato, pernas e bracos finos, aoa ao
ea regatar, tavoa vestido a chita race,
preto j naco, aa patea da tapete : aaesn a -
eendosa acosa osea senber aa roa ttaa Trta-
cheirss a. 1, que ser generosameate ff
m. 4S3.
r
Ltt I^T^III A rNi^lT


m
oHWPimmmmi^vwwrfBw
B 1M1.
ora.

aborreca m na cot-
cenles provincianas, que se
dio, enfado e ociosidad.
Aflm de chegar com mais segunde*
resolres requeslar aa treslrmiai M a
ama
djsmu
va
ira
Tres nias rivet.
u
[Contouigio.)
Finalmenteapezar do vigor de feus tragos, e da
forga e largar de suas espaduas, descobria-ie
selle tima natureza preguicesa e efftiioada. Es-
tes contrastes explica ram-sa'em pelo estado que
lo%6 Diithion havia abracado.
lotelligeule e desejoso de enriquecer deixira
re apreadr um officio.
Primeirtnienie fui pintor de casa?, depois foi
levado pela paixo que liaba pelo desenlio, a
pintor de decorages: Quaodo voltou ds Franja
estere momeotaoeatnenle com sua familia.
Foi enio, seis mezes antes da chegada de Psulo
rte Vandrey ao castello de Damblaos, que come-
cou. o pequeo drama que nos propomos a cootar.
E' iodispeosavel dar algamas explicagis sobre
s tucceasos anteriores, porque elles exerceram
ama funesta influencia sobre o destino de Heo-
riquela.
Segunda um enligo habito de sua familia, mada-
ma Charrassin qe tratara aos plebeos com muita
afTabilidade e benevolencia, ou por diplomacia,
ou por bondade ; desejara que suas Albas aasis-
tissem as feslas da povoacio, e enio oesses das
eram ellas quera priaeipiaram a daoga. Estas,
privadas de todo o prtzer, tomarais estas feslas
moito ao serio, e pondo de' parte todo o orgulho
de geracao, dirertiam-se aellas de todo o cora-
(9o.
Foi o estas reunies que Henriqaeta rio pela
primeira rez a Jos DuthioD, caja belleza, modo
de trajar quasi elegante, e maoeiraa polidas at-
irahiram sua sttengo. Jos vio logo que ella
soacedia Ihe alguma preferencia, e atlreree-se a
corresponder-lhe do mesmo modo.
J js demorou-se em Domblans so razio dos
trabalhos de decoragib que eslava encarregado
de executar na egrej da poroago. Algumas
eabecas de aojos muito bem pintadas excitaran)
a admiragio de Heoriquita, que julgou descobrir
oeste joven Dolareis (acuidades artsticas.
Al eolio, na ociosidade desia vida de castello
uniforme e montona, a imaginarn de Henri-
queta nao achara am airo atormentada por ama Quin d dap08 Qa hegaua de Paui0 Vao-
Inf n*eZeK*El' t a'rD* r"mTce3- e I drey ao castello de Domblans. acbav.-se elle aa-
eniroulroo Campanhttro da Torre de Franca, .otado com as tres irmas oesse mesmo cara-
lealisada de Pedro Huguenin servia mancbel onde as vira pela primeira vez.
po, orolro-Ias egualmente de:
dados, e atlengoes delicadas
sio tio a vidas, que com
velmente seduzir as potrea
este da de oemelhanle frlicid
Ora, quaodo ella se viu eoli
creaturas, cuja timidez parecia-lhe ,um attratWo
de mais, acbou-se menos Abalado, a respeito do
amor do que o julgare, e vendo qoe a b el le* til 0
prejudicar o dote, jurou, comsigo, f de gen-
tilhomem, q">ie nao se paptrim oko diai sern
que ao menos urna dss Chirrassio nao se apaixo-
nassepsr elle.
Porin at que ponto dev'u elerar-se sai fi-
tuidade,quando no m de olio das, Henriqaeta,
Kene e Gabriella. mostrara m -se com lenta in-
genuidad, desejosas de agradir-lhe, que, sem
vaidide, alio nao deria mata duvidsr do sac-
cesso. a* ^daaaaaW vaaWj-h m ."**"
Desde entio elle vaogloriou-se de sua victoria,
e apraiia-se em divertlr-se eam suas victimas,
sem pensar nos estragos que poderia fazer a pai-
xio aesses jorens corices ioexperienles, e que
iraosbordavam de amor.
Quantos exemplos tem provado e provam anda
que esta reclus&o em que vivem a maior parte
das raparigas em Franja, est looge de Ihe pre
parar urna vida socegada a feliz, como suppoe
paes timoratos.
Urna rapariga que tama, romntica, sendo
privada da liberdade, creada em urna funesta
ignorancia do mundo, e da vida real, solada cui-
dadosamente pelo receio do perigo que sua inex-
periencia Ihe firia correr; cedo ou tarde a oatu-
za reclama seus direitos; eotie essa crealura pri-
vilegiada, nascida para o amor, di ao que prl
meiro apparece Ihesouros de paixo al enlo
comidas.
Dahi resultam essaa crueis imprudencias, essas
decepgoes dolorosos, e esses amargos pezares
qrfe tallan para envenenar iota una exis-
tencia.
Por ventara nao serio mais lgicos os costa
mes ingleses e americanos, que dao toda liber-
dade as raparigas ? Serio por ventura as mulhe-
res menos virtuosas ? e as unies feitas com o
coohecimeoto de causa nao ofTerecem probabili-
dades mais seguras de felicidsde.
de typo sua ardente imaginacao. Ella creou lo-
go am romance campestre do qual fez-se a he-
rona, e lomou para heta a Jos Duthion.
Am de favorecer o deseovolrimeoto do sea
idyilo republicano, Henriqueta aconselhou aseu
pae quemaodasse renovar por Jos algumas pa-
turas da cmara vermelhs. Desde eolio o roman-
ce ficou pouco mais ou menos completo.
A principio, sob pretexto de inleresstr-se nos
trabalhos, conversaran) sobre as reparacdes que
ae tioham a fazer, depois rieram as convenagoes
intimas, os discursos calorosos contra a desigual-
dade das coodiges, as ardeates declarages de
Jos, Bnalmenle as carlinhas trocadas s occul-
las. e as entrevistas nocturnas as sombras allas
do parque.
Nesle tempo viram que Henriqueta mostrara
grande fervor em soccorreros pobres do lugar, e
trata va a todos com urna familiar! dale benevolen-
te, e ouriram-na muilas vezes fazer euthusiasti-
cas declamagdes contra os prejuixos da aobreza,
a exaltar a grandeza da classe artstica.
for mais singular que pareja a principio urna
alliaoga desta oaturezs, ella pode entretanto ex-
plicar-se al certo ponto.
O campo offerece exemplos bastante frequentes
dessa condescendencia da aristocracia femenina
para com os plebeos : Curioso estudo phisiolo-
gico Foi sobre urna desta* imperiosas necessi-
dades do coragao, que Vollaire disse :
Dans uo bessin d'aimer. Au plusndigne
obje-t, on prodigne son ame I
Ser effeito da viciosa educagao que recebem
as proviucias as jovens da classe rica, entre
as quaes o desregrameolo de urna imaginago
ociosas, causa multas vezes siogulares desvos?
Ser emGm urna reagio de oossas instiluigoes to-
das imbuidas da egualdade sobre os costumes at
aqu refractarios ds natureza ?
Talrez seja alguma cousa de lado isto. No
momento em que Mr. Charrassin annunciou pela
primeira vez a suas Qlhas, a prxima chegada de
aou pupillo, o bello enihusiasmo popular de Hen-
riqueta, se nao estava acabado, pelo menos esta-
Ta j em decrescimento.
Refleeliu oolo ariameaU aobra a oaturaza e
coDsaqupnoiao do ooa omor para com Jos Du-
thion.
Offendida constantemente pelas vulgaridades
de seu amante,comegava a comprehender queso
e pode eslibelecer urna verdadeira sympathia
eolre pessoas dos mesraos sentimeatos, ou quao
do nao, da mesma posigao social ; e mesmo por-
que pensava j em urna uniao possivel com o Sr.
de Vandrey, como um meio providencial de pro-
teger sua posigao e dignidade. Porm esquecia
as promessas que Qzera imprudentemente a Jos,
e os ambiciosos desejos que nelle hara desper-
tado.
III
Tratemos agora de Paulo Vandrey.
Eis sua historia em poacss patarras: Orphao
oesde a infancia, mandaram-oo educar em Pars,
ah dissipou elle em alguns anuos parte de sua'
fortuna.
Quando chegou a edade de vinte e seis annos,
ora tanto embotado pelas delicias da vida pari-
sieose, e do rcruodo elegaBle onde suas mdicas
realas nao Ihe permilliam vi ver conforme sua
posigio, resolveuse a voltar para o dominio pa-
trimonial ; porm antes, aura de reparara bre-
cha feita em sua fortuna, pelas sois bucaras da
jr.ocidade, projectoa ir Domblans, na esperan-
za de fazer um casamento vaolajoso com urna das
lilhes de Charrassin.
Quando elle escrevea a sea tutor para snda-
lo sobre este projecto ; o bario responden-Ihe
(mente estas palavras :
Vinde, vede, e vencei.
Fatuo como a maior parte dos homens medio-
cres, nio duvidoa um s instante que seria bem
succedido ; elle que se lisougeava de algumas
conquistas parisieuses, julgou fcil seduzir inno-
Failava-lhea de amor.
Paulo de Vandrey asseotado entre Ranee e
Gabriella pareca conceder a esta urna altencio
muito particular, ou fosse para se viogar de Re-
ne, que, por altivez oatural Ihe testemunhsva
mais frieza em razo dos progressos que elle fazia
era sua affeigio, oupara excitar o ciume de Hen-
riqueta, cujos manejos de galanteio dirertiam-oo
muito.
Depois de ter feito sobre o senlimento urna
disse ra rao muito extenss e vulgar :
K vos, Gabriella, que pensaes do amor?
diise elle fizando sobre ella um olhar apaixo-
nado. ^
Gabriella levantou os olhos, e encornraodo os
doSr. de Vandrey, ficou perturbada. Deixou ca-
bir seu bordado, e no movimento que Qzeram
ambos para apanha-lo, saas frontes se tocaram e
a commogio de Gabriella fui sem limites.
Eotao 1 replicn elle com vozamavel, nio
me respondis, Gabriella ?
A pobre menina sentia-se prestes a desfal-
lecer.
Eu, balbuciou ella, o amor... na verdade...
nunca pensei nisto... faz-me mel... e, nao sei
porque... temo conhece-lo.
De veras, miuhi querida, replicou Henri-
queta, langando um olhar investigador sobre Pau-
lo e Gihriella, o medo com que fallas faria crer
que leas motivos pira teroe-lo; terias t j ex-
perimentado alguma decepgac?-
Talrez seja algum pressenlimento, disse
Gabriella, spolerada de sbita tristeza.
E vs, Henriqueta, perguntou a Sra. de
Vandrey desviando-ae cora frieza de Gabriella que
idea formaea do amor?
Oh I meu Deus! t lo-hia eu ofendido,
disse Gabriella com afflicgio, que julgra-se por
um Instante a preferida.
Para se formar urna ids qualquer sobre
um seotimento, necessario t-lo experimenta-
do, respondeu hypocritimente Heariquela, ora
eu nunca amei, e s amarei ao hornera com quera
me casar.
Sempre ouvi dzer que o dover da mulher
e amar seu minav, i-.c. <,<-... mi ^..;___
" famills: por tanto o amor synoaimo
da dedicagao.
Henriqaeta, o esposo que ros est desuni-
do ser um mortal bero feliz, disse Paulo iocli-
nindo-se galantemente, e dissimulando sob um
ar de compungi, a desdeohosa zombaria qulhe
diriga interiormente.
Oh 1 pensis assira, tenho alguns defeitos,
respondeu modestamente Henriqueta.
Para aquello que ama, os defeitos da mu-
lher amada sao perfeiges, disse Paulo.
Um olbar semelhante aquella que tanto com-
mov.ra um instante antes a Gabriella, e que ella
surpretlendeu entre Paulo e Henriqueta, apertou-
Ihe lio dolorosamente o corago que urna lagri-
ma molhou-lhea palpebra.
Rene, continuotTo Sr. de Vandrey, per-
miitir-me-heis, que sem correr o reproche de
indiscripfiio ou monotona, vos dirija a mesma
pergunta que tiz a vossas irmias?
Eu, senhor, respondeu tranquillamente a
pura joven, considero o amor como o mais bello
e o mais puro dos sentimentos, e no risco de ser
chamada romntica, e escarnecida porllenrique-
ta que me appellida herona da edade media, de-
sojo, para mim, urna destss grandiosas paixes,
taes como nos conta a historia das cruzadas, um
destes amores experimentaos pela ausencia, e
que excitam o herosmo e as bellas acgOes.
Rene, exclamou Paulo com um enihusias-
mo perfeitamento representado, se estiressemos
no tempo das cruzdas, en traria vossas cores.
Qual das tres preferir ello? Tal foi a per-
gunta que Qzeram interiormente, sem poderem
responder a ella, Henriqueta, Rene e Gabriella.
Assim estabelecia-se entre as tres irmias urna
rivalidade, cjjjos resultados deviam ser funestos.
eralmente sabido, que oa p
I* r^CO.PlMMIir JO 0P00;
CJirMsff, loige de w
rivaliisMe a procurar pro
cootnrio da desanvoW-la. MM|
io onrolhoao da sua no-
uitp versado em sciencia herldica,
cam o conseativonio paterno, o
amor mirchava a grandes plssos no coragao
ttesjo/oo. ,\V
Cid urna deltas o exlerimeoiava iffarente>
mate, conforme suas naturezas. Para Henri-
*uelfJjrMx|r eraos* c**ooro, apto psixio im-
placaFel e seu eguismo, e compliciva-se por
m deaejo desmesurada da por tarrao ao celibato
forgado em que vina ; eiperiraeptav alera disto
ama ooa apooerMiuo rotativa ao joven plubeo
1e etta hara amado a que, depois da chegada
do Sr. do Vandrey, hara-Ihe escripto muilas
cartaa eiumentas e ameacadoris.
Qoaavto o Ranee, seo amor era poro e elevado
como olla ; era antea um aentimento calmo ge-
aarooo. dedicado, do qap amo peixio exclusiva.
Porm Gabriella, dolada de urna orgamsagio
nervosa, de ama imagioago vira, de ama ter-
nura que tocara a exaltscao, deieja o amor, co-
mo o prisioneiro deseja ar e a liberdade. Do
mesmo moda que o crareiro cujas ptalas abun-
dantes faiem rebentar o involucro estreito do ca-
lix e vergar sus long haste, assim Gabriella ten-
te trasbordar seu corago. Seu andar torna-se
lnguido, seu lilhe esbelto inclina-se, aou olbar
torna-se febril, suas roseas ventas agilam-se mul-
tas vezes como se aspimsem orna voluptuosida-
daaecreta; ella ri-ae e chora sem motivos.
Alm disto Paulo aperta-lhe a mi, olha-a de
modo que a faz estremecer; ella o ama, imi-o
com toda a espontaneidade de um primeiro amor,
com todss as delicadezas de ato corago uteira-
mente virginal.
Entretanto paaou-se um mez a o Sr. de Van-
drey hesitara anda em faxar a sua escolha.
Henriqueta natureza complexa dissimulada
excitara sua curiosidad.; porm urna vaga in-
tuicio rarelara-lhe este carcter egolstc.
Existe, com effeito, entre todas as pessoes am
movimento de absorpgSo e de irradiagio do fiando
vital, movimento que resulla ds ama eoeio in-
consciente da vootade, exercndo-se constante-
mente sobr todo o organismo; o que explica
sem durida porque, dos sentimos so lado dos
egoistis ainda mais absorbentes, do que elles
projectam, como em urna athmospbera triste s
gelada ; entretanto que em companhia das pes-
soas amareis a dedicadas experimentamos um
doce calor, que faz nascer a sympathia.
Portaoto a tadeciiio de Paulo Vandrey subsis-
ta somenle entre Rene e Gabriella. Reoe, mui-
to nobre e reservada, iospirava-lhe respeito, e
ao mesmo tempo fera-lhe o amor proprio; porm
Gabriella, por aua belleza, ingenuidade e gran-
de paixio, deapertava nelle o amor doa sentidos.
Henriqueta bem via que suas irmas Ihe eram
preferidas; porm nao perdis a espranos de ca-
sa re, e para melhor chegar a este m. resol-
veu supprir com astucia e destreza os encantos
que Ihe faliavam talrez aos olhos da Paulo de
Vandrey.
Observara-as pois e ao Sr. de Vandrey com o
odio e o despeito no coragao
Em urna bella noite de junho, Paulo "de Van-
drey tendo voltado de um passeio que der a ca-
vallo, eolrou no parque, e preoecupado pelos
seus projectos de casamento, assentou-se pensa-
tivo em um dos bancos do jardim. Comprehen-
dia que oso poda demorar-so por mais tempo
em Domblans sem (azer proposites decisiva a
madama de Charrassin, que pareca impaciente
que elle se decidase. Pels vigsima reo, fazia a
comparagao entre Rene e Gabriella, que achala
egualmeole bellas, amaveis e sympathicas, e
quando pela vigsima vez, contiouava a iicar in-
deciso, Gabriella appareceu-lhe repentinamente
na volta de urna allea. Considerou esta sbita
apparigao como um presagio, e resolvou imme-
diatamenle approreitar-se do encontr e do lugar
para declarar seu amor a Gabriella. Nessa noite
ella estara mais bella que nunca. Depois da
chegada do Sr. de Vandrey, liaba inseuivel-
menle soffrido a transflgurago do amor, cada vez
lomava-se mais bella; seu rosto, que a princi-
pio vimos lio fresco a corado, tomara urna ex-
pressao de languidez que o poetiaava.
Quaodo dirigio-se para Paulo, seu andar on-
duloso o melanclico, revelava um peosamento
de amor quasi doloroso.
, Inquieta por nio ter visto o
drey durame a larde, viera na
delte.
ir
que nos amamos,
verdade, Gabri-
Gabriella torosa a asteotsr-te ao lado
igo dase:
ressa ; porque quero
as.
maoi da joven em urna
o o ostro brago rodeiou-lhe a eio-
tura, s allrahiu-agoroameote a ti.
'Blif, retsrHa.hei a forca, minhs encan-
Wda^tsjfisjeo,, a^tao que tentft a dizer-vos
lli^. olateressaves tanto quanto a mim, re-
das plicon Paulo, tocando levemente corr seus labios
nos cabellos da Gabriella. "
Nadie somsotoioiiriu-se uarligeiro ruido, as
folhas, por detrix delles.
Ha alguom ah, disse Gabriella asauslada e
corando.
Poucoimporla, cara"amiga, replicou Pau-
lu; amaoha lodos aaberao
porque vos me. amaes, alo
ella ? P
Oh 1 sim, respondeu ella, com a ingenui-
dade de ama orines.
Apenas elle pronuncios este sim; Henriqueta
appsroos*diante del'.es. Ella oovira ludo.
Finalmente encontrei-vos I disse ella com
um ar de sorpreza perfeitsmeote fingido; sao
horas ds ceiar ; nio temis o fro da noite ? De-
pota dirigiodo-se a Paulo :
Onde estivestes esta tarde ?
Ful dar um paassio i oavallo*at as gratas
de Biume, que me dissestes serem curiosas de se
vtattoMtPt
Eite circuito de rochedos gigioteicos talhados
i pique, ao pedos quaes ha am agradav.l valle,
onuTerilale 'n8u,8r'n?'te piltoresco.
Sahia da gruta urna torrete espumosa, nio
pude trepar pela frgil escada que se acha na
abertura, era vizitar o lago que ella encerra
em auas profundidades.
Quaodo voltel, achando-me alguma cousa
fatigado, vira dascangar aqu esperando pela
ceia.
Corto estaes paluda, Gabriella I exclamou
Htnriquets, como ar de profundo interesse.
Sofffei ?
Ea 1 oh I nio, respondeu Gabriella, como
sahiodo de um exlase.
Paulo para previoir da parte de Henriqueta
outras p'erguutas embaragsdoras, conliouou a fal-
lar sobre seu passeio.
Durante a ceia, elle eateye muito amare', di-
vertido e conversador, representando urna com-
pleta tranquillidade, emquanto Gabriella conser-
vava-ie entregue a sea felicidade, nio ousaado
fallar nem levantar os olhos, com receio de re-
velar por meio dosolhares ou das palavraa a fe-
licidade de que seu coragao estava possuido.
Admirars-se de rer Panlo conserrar urna tal
preseoga de espirito. Se elle estlvesse tio com-
movido e fosse tio feliz quanto eu, nio poderia
fallar tanto, pensara ella, s sssuatava-se de con-
cluir disto, que o amor de Paulo nao era lio
grande quaoto o seu.
Com effeito Paulo s poda amar superficial-
mente ;e amor para elle era somonte ama ma-
nifestacio do egosmo. Depois da sceoa do par-
que, elle liona feito j algumas reflexes: Ga-
proseotadaa preitaram a o a tai reza am aspecto
phanlsadko qus favoreca s UMgtsjsCM < rofMO-
Ella tamben pensara no amor, e bem ternaa
eiperangat coacekou oes bella noite a cuja brixa
transoillia o tegredos do sea oorigio. Dir-sa-
hls, ao ver essa forma soavo, qae oso ama 4ss-
tit castellaas captivas pedindo ao co uxn liber-
tador, ou pensando em seu Del amante, cuja rolla
prosima ella espera.
Henriqaeta dotada de moMp toses a sopiriU de
obserrocio, eoohsoU porlaHomsots o csrsctor ds
aeu paa. s domisava tsto%aoana> ssts -tolada
dbil,s incapaz ds iniciativa.
NesU oecaslio jogara lia a ultima carta, a por
isto Ndo poz em pntici; fez-se criaoca, c>
occoltsa tu i eascca no botostp do bario, s (
cablrem o anneii de seus cabellos coso al
ci, pola sabia que seu pie gostavo sites osas
de acaricia-Ioi com ama temara misturada do or-
gulho.
tirada de sua meditagao ; 6/ ,
jstdim orna sombra, cami- ^ Oue'a Isnibraoga, esfcUmoo ella. Ta-
do enes bellofcaWloO, es^^ofoote Ulbo,
parece-me tornar a. vsr mioha cara Isabel.
Em noms de mioha mis qae tasto sasete.
perdoae-me o pezar que vos eausar-vos, Paass
Henriqueta, juntando aa mos com ta. com que seu pae ficou compleUmesta i
nado. t
Da repenta ftene
parecen-lhe rer no
nharido por entre as srrores. Apezar do mdo
que isto Ihe causou, procorou distinguir o que
poda ser esta singular apparigao. Bem depressa
esta sombra apparecendo em am espago m-
mente esclarecido pela la, fex com que ella re-
conhecesse toa irmia Henriqaeta. Sua admira-
gio foi grande; cariosa por saber porque motivo
Henriqueta saha furtivamente a semelhante hora
da noite, fechou vagarosamente ana janellt, e se
poz em observagio. ficou extremamente admi-
rada quando a vio levantar ama pedra do muro,
e tirar d'ahi um papel, que guardou cuidadosa-
mente so seio. i
Reoe impacientou-se por nio poder adeviohar
o que contiena este myslerioso papel. Um seo-
timento de ciume vea tortarsr-lne o corago.
Talrez seja uma^carla de Paulo, pensou ella; as
attengdes que elle me prodigalisou ssta noite, se-
riara por acaso ungidas?... A pobre joven nio
pOde dormir, atormentada por aptas novas refle-
xes, e pauou toda a noile enlregee as mais loa-
cas coojecturas.
Por nossa parta procuremos penetrar o segredo
de Henriqueta. Ella deixra o sslio, ao fim ds
uoite, possuida do mais violento despeito.
A qusm ama elle?
Renes, ou Gabriella ?
perguotaga ella; ser
afMM*lfi
0
anr/inlra-lo : oorm auaudo O viu.com a Jisai-
muisclo nalaral as mulberes em scmelhsntes
circumstaocias, occullou aua alegra sob um ar
preocrupado.
Sr. Paulo, perguntou ella, vistes porveatura
minhas irmas?
Nio, nao as vi, respondeu elle ; porm eu
vos rogo, Gabriella, Qcae squi alguns instantes,
desejo fallar-ros; e tomaodo-lhe a mi f-la
asseotsr a leu lado.
Entio o que tendea de lio solemne para
dizer-me? disse Gabriella notando o seu ar
serio.
Nunca Paulo sentiu-se tio commorido, e jul-
gou-se por isto rerdadeiramente apaixooado.
Levou alguns instantes a contemplar Gabriella.
Ella era nesse momento urna suave e potica
crealura : seus bellos cabellos, despeoteados pe-
lo orvalbo da noile, cahiam sobre seu seio que
palpitava sob o olhsr admirador de Paulo; os
raios dourados do occaso faziam resplandecer sua
brilhante carnagio, e illuminavam o ncar puro
e azulado de seus olhos, cheios de pudor, e vo-
luptuosidad a ao mesmo tempo, ?eu sorrizo mo-
delava sobre saas faces, graciosas corintias. Ven-
do-a tio seductora, Paulo nao pode deixar de
exclamar:
Oh 1 minha Gabriella, quanto s bella!
Esta exclamagio causn pobre menina um
atordoameoto ; porm para occullar sua pertar-
bagio, replicou com um rizo nervoso, que trana
urna commogio violenta.
Se s isso que me tinheis a dizer, eu me
retiro.
E levantou-se para o fazer.
Por favor 1 Gabriella, diase Paulo relendo-
a; ainda um instante! deixae-me explicar e
abrir-ros mea corago.
rOLHETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PRNAHBUCO-
mtTmmmm
LXXVU
Schmario.m drama do mar.
VI
A noticia do combate da noile antecedente, do
apresionamento da%alandra, u da morle do co-
ronel S, rpidamente percorreu toda a cidade,
crescendo e avullandona traosmissao, como sem-
pre, e rhegou aos ouvidos do dictador, possuido
de um furor inaudito, jurou viogar os restos an-
da queotesdoseu amigo e assalsriadp, immolan-
do-lhe algumas victimas humanas, iiguos destes
denominados selvagens unitarios, que estavam
postosfra do direito commum, e eram os parias
da sociedade argentina, quer houvessem ou nao
protegido a evaaio da familia de D. Pancho.
Elle sabia perfeitamento qae ali ninguem exis-
tia capaz de lar a ouaadia de ae envolver oesta
empresa ; e por Uso mais exasperado estara, 6
quera, para saciar aomeule a sua sede de saoge,
mmolar qualquer desgrasado que Ihe fosse apre-
sentado por alguua dos seus validos. Estes ap-
proreiiaram o eosejo de satisfazer seus odios
particulares, e indicaram sanba do tyranno pa-
cficos e inoffeosiros compatriotas, cujo nico
erime consista etp nio terem-se currado i suas
tmposicoes.
Arrancs-los do seio de suas familias, transpor-
ta-los mysteriosameute ao pateo de ama prisio,
e ah degola-los logo, sem uenhuma forma d
prouesso, foi obra de um iostaote.
Deste modocootinoava a ser a noasa herona a
cama innocente e indirecta do golpe qae feria
p.essois respeilaveis.
Se ella adevinbisse quanto singue se estira
derramando, quantoa paes honrados tioham ene-
cumbido, quantas riaras e orphios, sua fuga ha-
ra creado de ora da para oulro, nada Ihe pode-
ria jmala oferecer consolagio neite mundo ; sua
vida toda teria sido um mirtyrio, aioda mais cruel
do que o qae ella leve.
A* nio ser Rosas, ninguem mais senta a morte
se S ; porque todos o odiavam por sua maidaoe
pledjsa ; ao contrario, mallos cididoi com-
bnella mostrou-se muito apressada em
suas conOssdes; e elle principiava a acha-la
muito joven e ingenua.
Arrependeu-se, pois, de se ter spreasado tan-
to, e consolou-ae peosando que a apparigao de
Henriqueta viera muito a proposito interromper
urna conversado, que poderia preode-lo para
sempre Gabriella.
Aiem disso Rene ihe parecia agora mais bel-
la que sna physionomla calma, cheia de digni-
dade, pareceu-lhe preferirel a excessira sensi-
bilidad! de Gabriella.
Nessa noile, Rene pozera com galanteio em
seus bellos cabellos loaros alguns raminhos de
flores, que sssentara deliciosamente em sua tez
mais delicada que urna rosa.
Seu sorrizo exprima urna ternura ideal, e seu
olhar urna candura que deria inspirar, a um ho-
rnera embotado, o desejo de perturbar esta sere-
nidade. E como ella testemunhara para com Pau-
lo alguma frieza, a raidade delle irrilou-se com
isto, resolreu domar esta altivez, e abaixar at
elle esta nobre crealura, cuja superioridade reco-
nhecii ioslinctiramenle.
Mudou, portaoto, de resolugio, e em toda a
noite dispensou a Rene atlenges e lernos
olhares.
Gabriella nio compreheodendo nada deste ma-
nejo, pensou a principio que Paulo, por um mo-
tivo que ella nio coohecia, quera disfargar seus
sentimentos ; porm bem depressa o ciume tor-
lurou-lhe o corago ; o neste Instante, pagou
bem caro o curto momento de felicidade de que
Henriqaeta nao sabia mais o que pensaste
porm regosijou-se interiormenU doa offria>n-
tos de Gabriella, e consolouse da indifferenga de
Paulo a seu respeilo. na esperanga de triumphar
fcilmente da ungida paixio, ou pelo menos su-
perficial, que elle acabara de lestemunhar as suas
duas riraes.
IV
Nesta noite nenhuma das tres irmias dormiu.
Quando ae retiraran) para seus quartos, cada
urna deltas entregou-se as suas egitages. Urna
agitagio cheia de presen tira en t'.s tirara-lhea o
somno ; ellas sentiam approxiraar-se um destes
momentos supremos que decidem de toda urna
existencia.
Gabriella depois de ter chorado por muito
lempo, consolou-se, porque a noite desenrolre
tio fcilmente a esperanga como o pesar.
Talrez quizesse snmente exoerimenlar-me
dizia ella comsigo. Oh I sim, elle me ama ; se
me eogaoasse seria um ibfame.... nio, oao
possivel que me engae.... eslava tio comino-
vtdo quanto eu, porque sua voz trema....
Nao, rae disse elle ; amauhia, todos tabe-
rio que nos amamos...
Porm logo seu ciume reaniraava-se, e suas
lagrimascomegavam acorrer. Toda a noile pas
aoii-se para ella em dolorosas apprehensoes, e
deliciosas Iembrangas.
Quaoto a Reoe, quando chegou a seu quarto,
despiu-se, cobriu os hombros com um peoleiador
braoco, e recostou-se no balaustre de sua janella
gothica.
A alhmosphera estava tepida e perfumada; o
disco da la re'flectia-se claramente sobre o azul
dos cus, as sombras e as lazes vivamente re-
Nao, parece-me que ella nio ama a nin-
guem, um homem aem corago e moito fatuo..*
Porm elle deapreza-me muito, pois que nio me
concede, como as michas irmias am aemelhante
amor, e todava eu nio Ihe pego mais do que
isto... Aborrece-mesera durida, e porque? Que
lbeflzeu? Nao obstante eu sou bella... so
amo? csntioaou com urna energa apaixonada,
eu o amo, e caieicom elle, assim o quero... En-
tio, ama-lo-hei tanto!... Nio, bei dtortura-lo
antes, e viugar-me. Porm, primeiro preciso
casar-me, e 6 que fazer para conseguir este
fim ?
Ella nio se despira ; assentada sobre urna pol-
trona, collocou OS cotovellos sobre os joelhos,
poiou a fronte naa raaos, e comegou a reflectir;
depois de repente levantou-se como ferida de
urna lembranga, cubrio-se com urna capa de cor
escura e desceu devagarinhoaS escada que ii dar
ao jardim. Depois da excursio de qae fora tes-
temunha Rene, aobiu para seu quarto com aa
mesmas precauges, e abriu o bilhete que tanto
preoccapava aquella. Este bilhete en de Jos
Duthion, pelo qual ella s experimentara agora
Falla I minha Ufes. disssVts so ha ataj-a-
ma cousa a perdoar, perdo astedpadaeaests, po-
rm por favor, resumo aptos preamssftsa amo ase
fazem loffrer !
Pelo meaos, replicas HsnriqueU, la tesa-
do-e cmicamente ao petcogo do sao pos, o la-
gindo solscar, deixae qss pela ultima ves, so oo
abrace ; por qae daqat ha poneos iotlsates, rs-
pellir-me-heii com horror I
Ora I mioha filos, f seris solio fuor-mo
chorar ?
Mea pao, disso Heoriqaa leralssda se
com firmis, vou fallar, ainda qae muits sos cos-
te e se fr oeceeesrio, saborei rssisiir s vean so-
lera ; pois trata-ae da mios (Hadada o da de
outra pessoa.
A estas palavraa, que offendam abertsmeole
aua autoridade, M. de Charrassin esteva prestes
a zaogar-se; porm fazeodo ama prosapia refle-
xio, exclamou alegremente :
Ah I j sei, j sei I como nio o adstisosi
mais cedo I Aposto, disse elle, qae se IrsU do eo-
sameolo t
Que I meo pas,
dase Henriqueta coi
te fingida.
aaboriois por rentara ?...
ama resgosos psrtsiUases-
receber..utnn repugnancia misturada de rergooha. Du-
rante seis mezes que durou o seu amor, um bu-
raco oo muro lhes servir de correio.
Nesta ultima carta o ambicioso alleio, rendo
em Paulo de Vandrey um rival, exprobara a Hen-
riqueta, em tarmos insolentes, seus desprezos. e
terminara pediudo-lhe para quinta-feira seguiote
urna eatrevsta em urna das alleaa do parque, das
dez as ooze horas da noite, ameacando-a com a
sua vioganga se ella nio accedesse a isto.
Henriqueta amassou este bilhete entre as mios,
e esquecendo-se de qaeima-lo, atirou-o no chio
indignada Coohego-a bastante, para saber que
elle espiz de executar suas ameagas ; irei pois
etta entrevista afim de prevenir o escndalo.
Oh 1 meu Deus 1 quaoto tenho sido levianna 1
Onde rae poderia conduzir este amor? Que hu-
milhagio ? Soffrer semelhaotes reproches de um
miserarel pleoeu I Eu. ama Charrassin I ter-me
rebaixado a este ponto Se mea pae o soubesse 1...
Fazeodo de repente um gesto de triurapho. Em-
fim achei ama idea 1 exclamou. Este indigno
amor qae me cobre de confasio, farei delle am
meio de conseguir os meus projectos. E, pot-se
a meditar profundamente.
Quando deram tres horas da machia no relogio
da egreja, seu plano estara feito, deitoa-se e
dormiu profundamente al seis horas e meia.
edosa
primiram cautelosamente sua alegra ; porque
era um tyranno de menos na patria, aem selem-
brarem que, em lugar deste, oulros eurgiriam,
talrez mais crueis, como estara succedeodo.
Quaodo urna infeliz oagio gorernada por um
monstro humano, a mi de Deus pesa sobre ri-
la : esle grande flagello nunca vem s. O anu-
ir rei lem um cortejo extraordinario de outras
feras, egualmeole vorazes, queetpalham a ruioa
a desolagio e a morte por toda a parte onde"
poosam.
E a historia do mundo aprsenla innmeros e
multiplicados exemplos desta verdade ; como pa-
ra servirem de norma ao genero humano, que.
por ama fataliade deplorare!, nem por isso deixa'
de desrairar-se, e eogendnr eita situagio; filha
sempre destas violentas commoges polticas, que
traosformam toda a ordem social.
Rosas tinha ameagado o capito do porto com
am castigo exemplar se nio Ihe descobrisse den-
tro de viole e quatro horas qual tinha sido aera-
barcagio que servir para o transporte do D.
Pancho: esle igoobil escraro sabia que seu se-
ohcrV nio gracejara, e que desconfiara que s a
lancha brasilea poderia ter-ae altrerido isso
chegou adquirir certeza, embriagando em certa
casa de bebidas um dos marinheiros, que refo-
riu todo o caso oa preseoga de diversos sujeilos,
ali postes de proposito.
Appreisou-se, pois, era narrar esta descoberta
que o salvara, aogoveroador, para dirigir o cur-
so de sua colera para oulro airo.
Este rugiu como um leio scuado, e oo maior
assomo de colera que se pode conceber, raedo-
oha do prseociar-se, exclamou por entre os
denles:
a Ah I Brasileos Brasileos I
o Gom que j rindes arrollar o meu poder
aqu 1 J vos iolrometleis nos meus negocios I
Muito bem I Veremos quem ganhi.a partida I
Dissimularei, por ora; por que assim meconrm.
Esperae que eu me desembarace destes caes de
Fraocezea e Inglezes ; que lhea lenha abaixado
completamente o orgulho, e entio ajustaremos
contas. Quero observar quem vencer na lula ;
o qne valer vosso exercito vsleote, vosas miri-
oha destruida e eDthusiaita, as mios de gov.r-
nos pusillaoimes, sem energa, sem coosciencia
de sua forca, iocapazea de resistir mioha asta-
da de rapoza, mioha inteligeocia de tigre,
i minha feroeldade de hyeoa.
Hei-de invadir o imperio diimanttoo que
possuis, qual novo Altillo, denominado o fla-
gello de Deas, e hei*de dictar minhas leis toda
a America do Sul deste mesmo pago de S. Chris-
tovio, que ainda hoje temo I
Eolio meu jugo de ferro e de exterminio es-
tar seguro ; reinarei pelo terror, depois de ter
pisado em um miltao de cadveres, edjpoderei
zombar de todo o mundo, at mesmo do cu. O
oome de Rosas, o gancho, ser proferido com
pavor de um extremo ao oulro do Universo, e oas
vossas legendas elle occupaa om lugar sinistro.
O instrumento de meus designios? Estaes
ceg para nio v-lo entre v. E' esta mullidao
de escravos, que tendee, mais eltzes assim mes-
mo do que os cidadios livres da Repblica Ar-
gentina, da qual me heide servir opportuoamen
te. E' o vosso lado vuloerarel, eu o descobri, e
desgragados de ros quao Jo eu poder alirar-lhe o
golpe certeiro. s Urna risada estridente, horro-
rosa, termioou este monologo, durante o qual o
humilde capitio do porlo trema extraordinaria-
ment, pensando em que talvez ia oavir a sua
senlenga de morte.
Diz-me urna cousa ; nio se acha tambem en-
volvido neste atrevido.alternado um U-spanhol
chamado Eduardo, que primo-de Elvira Alva-
res, e queria casar-se com ella 1
c E' verdade, seohor. s
a E como te animas a confessar-me isso sem
me participares que elle se acbaj preso pira ser
ponido ? r
Porque, Exm. Sr. este homem pratico da
esquadra brasileira, e anda sempre fardado com
o uniformada marinha imperial, que V. Exc. deu
ordem para ser respeitado.
f Muito bem. Mas reeommendo te que hoje
mesmo se effectue sua prisio, antes que elle v
para bordo ; qoero ao menos intiraid-lo, e ia-
terroga-lo.
c Pdet retirar-te.
Nio preciso dizer que o nosso capitio do por-
to oio esperou segunda vez por esta ordem, que
o alliviava de urna graode oppresso d'alma.
Na mesma tarde, quando Eduardo sahia do ho-
tel passeio, o chefe de polica, que o esperara
com alguns soldados, Ihe intimou a roz de prau,
que elle promptamente snbmetteu-se ; man-
dando, entretanto, communicar aocommandan-
te esta oceurrencia desagradarel.
No dia seguale a gizeia'official que se publi-
cara sob os auspicios, e debaixo da iospiracio do
dictador, trazia estampado d seguiote artigo, que,
paravel perda do
patriotas. O ho
como documento precioso da poca transi-
remos :
Viva la Confederacin Argentina.
Mueram los ielvagens unitarios.
Viva el supremo gubiernador.
Buenos-Ayreaj.... de junho de 1848.
Hoolem noite leotaram alguos escaleres
dos naros de guerra fraocezes, coadjuvados por
um grupo de selragens uoitarios, que resida nesta
capital, fazerum desembarquejoo Riachuelo, aflm
de saquear as halbitacoes prximas, como fazem
o desalmados piratas ; felizmente foram presen-
tidos pelo bravo e disuado coronel Si que, com
um puohido de vtenles Argentinos rechsssou os
inimigos comple ameote, depois de um prolon-
gado e sanguino ento tiroteio. Aper^a do ioi-
migo foi espoota lea ; mas elle sempre pdle apo-
derar-se de ama balandra que estava fundeada
naquelle local, facilitou a fuga da familia do
selvagem unitario D Pancho Alvares, cujos bens
acabam de ser sequestrados pelo supremo gover-
do. Tomos toda na a lamentar a grande e irre-
braro coronel e de quatro com-
radogoveroador muito indigna-
do, com razio, contra o proqedmento desleal dos
traidores selvagens unitarios qae outriam rela-
goes com a esquadra do bloqueio, e oio cessam
de tramar contra a reputfcca, mandou yeader e
degollar logo os que se achavam nestaT condi-
ges, aflm de comer, por um rigoroso e salutar
exemplo.'os quo conspirara continuamente con-
tra a nossa aaotilcania.
a Mil bengiai iejam dalas ao graode e im mor-
tal cidsdao, qoV com tanta sabedoria e gloria re-
la sobre os dislinos de sossa patria inreocirel.
Apenas o commaodaote da Btrenice soubo da
priso do pratico,japreisou-se em lera-lo ao co-
nhecimeoto do cnsul geral do Brasil, ali resi-
dente, e ambos fizeram immediatamente urna re-
claraagio ao ministro dss relages exteriores, pro-
testando por part do imperio contra qualquer
acto arbitrario que soffressa o mesmo, que cita-
ra eolio ao serricb do imperio.
Mis em quanto esta proridenoia ia talrar
Eduardo do suppliclo qus Ibe desejara ioflioglr o
dictador, bordo do bngue Pandour, onde dei-
xamos Elvira e sua familia, se paassvam cousaa
quemis o inquietariam.se elle aa adernhaase,
deque o perigo de!sua situago falsa, na deles-
tirel e immuoda cadeia em que o atiraram, aem
luz aera ar para se respirar, e hmida i mais nio
ser possivel.
Anonas acordou, restiu-se, e dirigio-se para o
quorio do aeu pae. Antes de entrar hesitou am
instante ; porm foi levada pela firmeza de sua
, de r.harrasaia, ca.u|ti, chambre, e asseotado em urna graode poltrona do
aeculo passado, cootemplava com prazer as nu-
rens de fumo que se escaparam do aeu grande
cachimbo.
Quando Henriqueta entrou.oeu pae, com essa
antiga polidez franceza de quo elle osara mesmo
para com suas fllhas. por mais que Ihe custasse,
largou seu cachimbo ; e saudando corlezmente
sna Qlha, disse-lhe :
Que I jlerantada; que importante ora
me trazeis lao cedo, minha querida filha?
Henriqueta abragou terna mente a seu pae. e
respoudeu com voz trmula :
Cousas bem graves, e nio sei mesmo se ou-
sare dize-las, pois temo a rossa colera.
Ora, minha querida Qlha, roplicou pater-
nalmeote o baro, tranquillisa-te. Desde quaodo
le fago mdo ? Falla depressa, e ourir-te-hei com
muita attengao.
Porm como Henriqueta heaitasse, Mr. de
Charrassin, beijando-a oa fronte, sentou-a sobre
os joelhos.
Esta filha era por elle particularmente amada ;
lembrara-Ihe aua primeira mulher a quem elle
amara com muita paixo.
Como todos os seres fracos, o velho bario mos-
trava-se excessivameote cioso de sua autoridade ;
intratavel quaodo o offeodiam abertameote, e
curvava-sf com extrema facilidade as ideas de
todo aquelle que sabia proceder por iosioasgio.
Se o sei replicou o bario ; solio loases-ese
por um imbcil, oo polo menos por oaseesjo ? Se
o sei I Oh I sim, snobs filha, isdo teoso sdevi-
ohado. Nao a am seibo militar como so, sjoo
se ensina o qae amor. Este casamento ateu
voto mais caro, e approvo-o inteiraasaots, pois o
Sr. de Vandrey foi o homem qoe psrs ti escotbi,
O* a
Ab I mea pie, disso Henriqaeta armMeardo
o rosto oas mios, basta, por favor I Quinto mais
tempo rirerdes Iludido ; taoto mala
ser desengaar-ros.
Ah I eolio Heoriqaeta, replicn ostopefeete
e com sereridade M. de Charreistn do qoe eortra
cisamento queres tu fallar, e que a o ostro?
Nio conhego outro alm do Sr. de Vaodrey. #
Vos o codheceit, mea pop ; Jos Pstbito
Jos Duthion I exclamou o velho Idslsjo. ad-
mirado e com olhar sorprsso; porm trsoqoilli-
siodo-se promptamente, icretceoioa :
Eolio, explica-te, minhs filha, a oso ase
deixes nesta cruel incerteza. Queres seas Sanea
casar Joaooioha, toa criada, com Jos Dolniso, o
vena pedir o meo conseotlmento, e talrez -
tezinho. Cosioto, mioha Qlha, e fax. o qoe ejoi-
zere e conforme ntenderei.
Nio, mea pie, responden Henriqaeta coas
energa, eoganae-ros aioda, ios so quem .es-
calar com Jos Dutbioo.
Ah, ah I qae bollo gracejo, diste e barbo
rindo As gargaihadai. A tarca exeetlente. cosa-
me isto, mioha querida, e prometi rir-me ds todo
corago.
Vosso erro e alegra fazsm-aso mil. meo
pae ; nio hs recejo sm todo lelo, repteos Hen-
riqueta ; minha resolugio inabalael ; O OO
preciso mostrar-ros aa proras da verdade, si-las.
E depdz sobre os joelhos do pae algamas car-
tas de Jos Dulbioo.
Veris, mea pie, qae pelo meaos sesea li-
gagao at squi lem sido honesta.
M. de Charrassin depoia de ter laocsde sobr*
essas cartas nm rpido olhar, machocoo-ss com
ama colera terrire!.
Honesta t exclamoo elle, ama iigacio eolre
urna Charrassin e um pleboo, dixsis qus ho-
nesta ; ealaea louca, minba filha ?
E fazeodo horriveia imprecarles, tomos soa
cachimbo, e esmigalhou-o, o que ocolcsvs selle
urna graode iodigoagio.
A intrpida joveo conserva va-se immovel, mos
triodo urna inflexivel firmis.
Meu pae, responden ella, tioto sito disor-
vos, vos igooraes comptetsmeole s poca oes ano
viremos.
Nio estamos mais no scalo XV, estas oo Xl\ :
nao ha maia hoje oem plebo, osa fidalgss, ao
differeogaa de claaaea foram abolidas, e a osSrexs
com os seus prerilegios oio existe mais, se-
gundo creio, seoio em vosss imaginacao.
Ao ouvir Isto s colera do bario chegou ot i
paroxismo.
Oh 1 meus antepagados exclsmoo
vos a ours, e minha filha quem falla 1
o------------------
Nio ha logar nenhum onde mais depressa a
gente se familiarise do que bordo. O pequeo
espago em que rirem tantas pessoas reunidas,
que se acotorelam cada momento, que eatio
subordinadas, por assim dizer, i um destino com-
mum, coocorre necesssriamente para isso. Tal-
vez seja por esta causa que o legislader oatabele-
ce aempre umi disciplina mais rigorosa na forca
naval, do quo oa de trra. E' preciso dar i au-
toridade ds bordo, ao commandaote, este re-
presentante da soberana nacional e depositario
da honra e gloria da bandeira do estado um gran -
de prestigio, urna extraordinaria cooaiderigio
para que elle seja promptamente obedecido, e
gorerae o seu navio com o intelligenle encarre-
gado de ama machina complicada.
Entre Elvira e o commaodaote de Horram j
hara um grande incentiro de iocllnagio; quao-
do um ruare seotimento de sympathia ou de amor
oio os tiresse attrahido logo.
Bastara a gratidio que aquella votiva i de
Morvtm por ter auxiliado a fuga de sua familia,
a quem oio conhecia, ainda mais, de Ihe ter of-
ferecido um abrigo precioso e seguro o'aquella
occasiio; bastara a delicadesa deate em tratar
com todo o caralbeinsaoo qualquer senhora,
muilo mais quaodo esta senhora era anavel, bel-
la, e desgragada, para os collocar immediata-
meole como amigos.
Alem disso, ha um costume mui agradare! naa
duas maioret cidades do Prata, que tem nm gran-
de encanto.
Qualquer senhorita logo que am caralheiro ad-
millido por seus paes em casa, Ihe apresenta-
do, o trata im mediatamente por (u,'sem que
dessa ingenua familiaridade resulte mal nenhum
ao decoro. Ellas sabera fazer respeitar iui rir-
tude e honestidade de qualquer ataque dealeal,
muito mais do qae estas mocas creadas looge dos
homens, que se deixam fcilmente seduzir pela
linguagem cortezis, qae nio esli habituadas
ourir.
Aquelle qae suppoe facis triamphos ; por que
encentra este abandono as jorcos orieoties e
porteohis, bem depressa se desengaa, receben-
do deltas com um sorriso urna liego, que os de-
lorien ti. _
Por isso ninguem se dere admirar de encontrar
neste mesmo dia, pela manhia, ambos conver-
sando como se foram de ha multo connectdos.
elle.
A oobreza nio existe mais seoio em minos asa
gioagao. Deste modo, para ros. meas oeste coo-
tados de aobreza, e oossos litlos concediese por
Carlos de Bourgonha. sio chimeras Mi leseas
maldigio sobre mim 1 Comnaetti nas gisoda bi-
ta, casei-me com ama pesaos desigoal : de toa
raga vil.
Despose-a durante a guerra ds Herpes ha, (-
raslado por urna louca paixio, esquaci
classe, e elerei al mim ama mulher
sem aotepassados. Ah o siegue oio asete, vis
roa parecis muilo com ella, e seis iodigoo do
pertencer to Cbarrasaio e aos Vastravers. Sedo
lambem maldita, eu vos reneg por ansas filos.
(Cooiiasar-es-bo.)
Elvira cedo se ergurs, e apeos acaeeo-e* s
baldeagao, e o coori do navio Ileso taxole, eUe
quiz vir para a tolda afim de observar o capete
culo novo e interetsaote que ss aprsteoUva i
seus olhos. Sentou-se, pois, nos deorias Os es-
trenlo de E. B., e mostrara o as sise psossr sao
todo o qae ra. De Morreas, qss tanteas sota asa-
drogada lubira, aa enlretmba sm extica*-ti*
ludo quaoto ella indagara, aurpreestata o adas-
rada do movimento que reinara bordo, e da sr-
dem com que oa marinheiros to occnpsvsas oo
limpeza da ferragem e dos amarillos; assim cooso
da arlilharia, que poda aervir de capelos, too so-
lida estava I...
De Morvam achava o maior encasto sesie doce
colloqujo, o cada vez Icava maia ssduzido e oso-
so por sua bella refugiada.
Elles dous sem se fallarem. tiaosm-sderiiksoo
qae urna nova existencia ia comecar psrs ampos,
existeocia aereoa e placida como ssss sisaos, do-
ce e eoleradora como o lentmsats qoe lhes as-
ebia o corago.
Eu qae obserrei o desentechar
paixio; que cooheci estas deas ssosllostss i
luraa. apreciei a boodade da autos, s pasis de
aeus intentos, o togo celeste qos so impeda am
pira outro, qoiodo, depois os recasorsas s boa-
gao nupcial, ae enlrogsram sas existas Peo asaaso
e innocentes carinhot do estado sor ririlliaita.
quanto oio dsoo commorsr-ms reiomoraaoo ao-
ja aa aesoat dolorosos do fas otlea laram stioct-
Pes pacieotes, quando todo parete ti
Inet a felicidade 1 Mae nao aatscissasas oo i
tecimentoe. O leitor reconhscera oo i
desu trate e verdadeira biliaria a tilosas oos-
dot ot calculoa humasoi, ss mata osos bisatdaa ;
maia urna vez ter occasiio de jslpor ojao, aa
Ierra todo epbsmero ; qae nells aa
moa por urna provacis ; a qas aada I
aenio oo ees; que todo o m
ae dere concentrar aa observancia dao i
da religo o da rirtuoe, qoa i
conduzir esas rids eteros pora aatMfcsatO^
paro e brilhanie Deas el
tade.
P ERN.TYP. DE M. F.DE FAMIA 4 tUasO. ttM.


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