Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09413


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Full Text
lili XIXTI IDIUO 263
P#f IrertMMs afeitados 5|0*)0
Ht tres exea reiciits 6J000
tomaiafi t.ii*
OOIITA FE11A 14 II I0TE1BM II lili
Ptr atiaiUi* i 9f 00 0
Ptrte fraict iin sitseriiter.
AlflD
bncarrsgXdo ta dbsbwpca.o DjO norte
Pmhyb, 5> ge, nitroio Alexaodrtno d Li-
sa; Natal, oft. Aetomo Marques da Sll*;
Ar.e.|j p Sr. A. Da Lamps Braga; Qwr o Sr.
Jote a ( its4; Maranhio, o Sr. M.aoel
Jt4l|rtliuUIW J. Ramo; Amazooes, o Sr.'Jerooymo da Costa.
Oltoda iodos os (fias as 9> horss do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
|e aextas-feirss.
S. Anto, Btenos, Bonito, Caruar, Altlnho
e Garanhuns na* tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
Bneira, Iogazeire, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
uricury e Ei as qua. tis-feiras.
Cabo, Seriobiem, Rio Formse, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feiras.
2 Lea aera i hora e 44 sanelos de larde.
9 Quarto rscenle as 8 horas e 55 mina tos da
asobea.
17 La cheia as 10 horas e 47 ainatos da man.
20 Qeartomicganl*as8horaa e 47 mina loe de
maon.
PREAMAR 0E UOJE.
Primeiro as 5 horas o 30 Binlos da manhia.
(Todos os correios partem as 10 horas da manhia] | Segando as 2 horas e 6 minutos da Urde.
DAS da semana.
11 Segunda. S. Martinho b.deToors; S. Verano.
12 Terge. S. Mertioho p. tu. ; S. Diogo f.
13 Quarta. S. Eugenio b.; S. Zebiee ?. m.
14 Quinta. Ss. Filomeno e Clemenltno mm.
15 Sexta. 3. Gertrades r.; S. Leopoldo msrquez.
16 SaMunfo. 8. Gonzalo de Lagos ; S. Valerio m.
17 Domingo. S. Gregorio Thaumalurgo b.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA GAP1TAL.
Tribunal do commercio : segundas e quinto*.
Relaco: torgas, quintas e aibbados as 10 hora,
Fazenda : tercas, quintas e sabbadoa as 10 horas.
Juizo do commercio : quarta* ao meio dia.
Dito de orphios: tersas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do civil: tercas sextas ao meio
da.
Segunda rara do clvel
hora da tarde.
quarlas e aabbadoa a
PIHTE OFFICHI
Ministerio do imperio.
-,i secSl0-*' d Jaoeiro. Umiaterio dos ne-
gouo do imperio, en 29 de oambro de 1861.
i.^- .7 la>-s^-Com o offlcio dessa directora,
datado de 8 de mato ultimo fol prosele ao go-
verno imperial a propon* dicongregacao, acom-
paonida dos termos e proras do coocurao a que
se procedeu para preaochimento de urna vaa de
substituto dessa faculdade.
Tendo-se apreseqtado para o mencionado con-
tres candidatos, a saber, os Drs. Maooel
MINISTERIO IA FAZENDA.
Expediente de 23 de Miembro de 1861.
A thesouraria do Pari, ordenando, em conse-
queacia de ter vindu junto o requerimenlo do
pralicaote da mesma thesouraria Antonio Lucido-
ro Avelino da Halta nm conhecimento do paga-
mento feito pelo supplicante na collectoria da ca-
pital da prorincia dos direitos de 2J500 para im-
petrar graga. que advirla colectura de que taes
direitos sao indevidos, e s podan) ser cobrados
da folha corrida, derendo-se restituir a dita quan-
lia se fr requerida.
"- A' de Pernambuco, declarando que o triba-
,. nal do thesouro nacional, tomando conhecimento
reir trra, Francisco Pinto Pessoa e Frao- do recurso toterposto'por.SouthaU Meilors & C.
cisco de Paula Salles, v-se do termo de julga- | da decisao da dita thesouraria confirmatoria da
melo que, procedeno-se i volago para preen- da aUandega, relativa s mercadorias por elles
cnimenio do pnmeiro lugar da lista, coube este importadas de Liverpool na barca ingleza Diono,
regularmente ao Dr. Manoel Moreira Guerra, que
logo oo primeiro escrutinio obtere maloria abso-
luta de rotos (art. 159 do regulameuto comple-
meatar dos estatutos).
Tratando-se porm do preenchimento do se-
gundo lugar, e nio tendo obtido no primeiro es-
Ioio maioria absoluta de rotos oenhum dos
visto nao estar o recurso perempto, interrompido
corno foi o prazo de 30 das pelo requerimenlo
no qual os recorreotes pedirsm os documentos
com que harism instruido o de 26 de fevereiro
ultimo, e que com razo Ihes loram negados por
farerem parte do processo que tinha de ser op-
portunamente remettido so thesouro, resolreu.
dous outros concurrentes, nem apparecido maio- i m face das terminantes ociaras dispsigoes dos
na de cdulas brancas, enteodeu a congregado, 1 e 2 do art. 169 do regulameoto de 19 de se-
no seguimeoto dease processo, derer reproduiir tembro. edo art. 2 do decreto n. 2681 de 3 de
a respeito delles o escrutinio, o qual se effectuou i norembro de 1860, dar provimeoto ao menciona-
segunda o lerceira Tea, volando sempre os lentes do recurso ; porquaoto, tendo os recorremos sub-
soore ambos os csodidalos com a mesma liber- mettido as referidas mercadorias a despacho oo
asan e segundo as mesmas regras seguidas no lia 5 do dito mez de ferereiro. quaodo ainda nao
primeiro, sem sltengio i dirersidade das hypo- '
relacio, se remeta outra, na qual a admiaistra-
gao ou agencia a quem a mala fr entregue pai-
sa recibo, que ser officialmeata enriado mes-
ma que expedir ; repetindo-se aale processo
=
ENCARREGADOS DA SUBSCBJPCAO fiO BUL.
Alagoaa, o Sr. CUodiao Falca* Das; Bahia
o Sr. Jos Marlins Airas; Rio d* Jaaeire, Br.
Joto Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O* proprietarios do dubio Maaael Figaairoa e,
r'aria & Filho, na saa lirraria praea da lidiisj.
dencia ni. 6 e 8. '^
da lotera ettrabida ltimamente em beneficio da
sus graja. aaaolveu indelerir o dito recurso ;
porquaoto a le da assembla da dita provincia
n. 503 de 29 do citado mez, mandando applicar
em todas as admioislra(esou agencias por onde s obras das respectivas ireiaa
o producio das
iraosiiarem as malas at que sejam os referidos loteras concedidas a irmaodades. ainda meimo
rolum.es entregues thesouraria, da qual teoham qne pudesaa regular o passado sem atteoder con-
oe partir directamente para o Ihesouro : Qcando ira o acto addieioaal pelo fado de decretar indi-
oa anos !rs. inspectores na mlelhgencia de que Tectamerv-a reatiluicao de imoosloa geraes le-
derejo exigir das tbeaoorariaa a que flierem gilmente arwcadados, nao tem efeilo para o
r*.6*rS "meS" Precisas participa- caso, vuto o>e o seu m foi ioterpretar a de n.
es da antrega dos respectivos rolumes.Jo$i 393 do 1 a julho de 1856, a qual concedeu lo-
ParonAos.Officiou-se ao mi- terias a oatras irmandades que nao recor-
dara da Silva
nisterio da agricultura, commercio e obras
Micas.
A' directora geral da coolabilidade, com-
municando para seu conhecimento e devida ob-
servancia a imperial resolucao de consulta de 18
do correle, pela qual S. M. o imperador houvo
por bem conformar-se com o parecer da secc3o
pu- rentes.
Ministerio da agricultura, conuner-
eio e otaras pabUcaaj.
Directoria central.l"sec?ao.N. 17.Rio de
Janeiro.Ministerio dos negocios da agricultura,
commercto o oubrss publicas, em 23 de oulubro
de fazeoda do conselho de estalo sobre a pretn- a
55o de D. Haria Oliota Pinto Coelho da Caoba, i -- LT*,m-e Exm' Sr. P'601* s- "
confirmando a decisao anterior, em virlude da
qual expedio-se thesouraria de Minas a ordem
de 22 de Janeiro ultimo, indeferindo o requeri-
menlo em que a supplicante pedia que se lbe re-
conhecesse ,i--!- ----------*- -- s-
theses e s regras proscriptas para cada urna del-
tas no art. 160 do citado regulameoto explicado
pelo aviau de 2 de abril de 1859.
Desse procedfmento seguio-se oo segundo es-
crutinio a reprodcelo exacta do resultado pri-
meiro, apresentando analmente o terceiro a maio-
ria de cdulas brancas de que trato o art. 158 do
mesmo regulameoto, e Bcando por conseguinie
incluido na lista que essa directoria enviou ao
governo imperial smente o primeiro daquelles
candidatos.
Sobre essa deliberaco representara os Drs.
Francisco da Paula Baotista e Braz Florentino
Uenriquea de Souza, cujos oficios acompanhsram
o supracitado desaa directoria.
o imperador o requerimenlo em que a companhia
de seguro* Equidado, da cidade do Porto, aolici-
tou do govaanfo imperial a aeceaaaria aulorisagao
para que aa respectivas agencias ealabelecidas as
conhecesse o direitoA percepeo d meio sold LraTnaCn?r.fc!^6l^n,buC0 e i"aaMo- e
dnaen flnurtn n.i n r..Xr,i !.-.._/._.- /. i. "' 1Be 9,n 'MO'O secrearem em outros pon-
talhlon 28dPa;n^ los d0 ltn"rio. 88 rejam pelo, estatutos porque
.gorava atar.f. publ.cada corneo citado decreto^ VtSSJZ ^ g &JsTSS\tSS
.terminado o despacho no di. 9. data em que c.etano Pinto c^^i'^^^^l^^S^S:
d.QCuenh..CO,;ndo iuvoD de ^nuS? A^K C,D,?' P*Ha S me
passou segundas nupcias com a saa cunhadi
D. Julia Amalia de Araujo, e fallecendo em 11
de fevereiro de 1834, concedeu-se o respectivo
comeara ella a vigorar oa supradita alfaodega.
e evidente que naoestavam sujeitas ao pagamen-
to dos direitos adciooaes que Ihes foram mpos-
tos : tanto mais que a alfaodega cobrou-lbea os
de consumo pela tarifa anterior.
A' mesma, declarando, em respoata ao seu
offlcio n. 49 de 25 de abril ultimo, no qual di
coola de haver o da respectiva alfaodega conce-
dido, sem a competente aulorisagao, despacho li-
vre de direitos para urna caixa cootendo litros.
rinda da Franga com deslioo faculdade de di-
reito da provincia, sob o fundamento de ter sido
essa caixa importada por coola e ordem dogover-
, no imperial.que. alienta esta circunstancia,
a secgao oos negocios do imperio do conselho I uca approvai)a a deliberagao que tomou a dita
.w^.w va ueguGioa ao imperio ao conselho i uca approviga i deliberagao que tomou a dil
ae estado, ouvida a respeito da questo. notou I thesouraria a semelhaote respeitu ; devendo en
especialmente o proposito maoifestado pela con- tretanto recommeodar alfandega a "
gregagao quaodo, aperar de haver essa directoria rancia, em taes casos ideticos, do art
chamado a sua allengso para o disposto no srt '
160 do regulameoto complementar, resolreu por
maioria de rolos, e com pleno conhecimento da
materia, que entrassem em votago pela terceira
vez arabos os candidatos, um dos quaes s6 tinha
Mido dous votos sobre nore, infringindo-se as-
sim claramente a expresas disposigo. da lei.
estes termos S. M. o Impera lor, conforman-
Uel obser-
513 do re-
gulameoto de 19 de setembro de 1860, cuja dis-
posigo terminante.
- 24
Ao presidente do baaco do Brasil, declarando,
em resposta ao seu offlcio de 29 de maio ultimo,
que s pelos meios determinados no art. 121 do
regulameoto de 26 de dezembro do anno passado
vuuiviuiu- que marca o processo administrativo a seguir em
" P.r sua >a>n>ediata resolugo de 2 do cor-1 materia de sello, poder o thesouro tomar conhe-
renie mez com o parecer exarado na consulta da cimento da decisao da thesouraria do Maranho
reienaa seegao, hoare por bem annallar todo o que exigi sello proporcional da entrega que a
p.ro'!*."i?_!ol.8?So P88 >_8ndo lugar da lis- I caixa filial do dito baoco eslabelecida naquella
banco do Maranho de urna
ta, determinando que V. Rxc. faga reunir a con-
gregagio para que de noro se proceda i dita ro-
tcao.
Deus guarde a V. Exc___Joi Ildefonso de Sou-
za Ramos.Sr. director da faculdade de direito
do Recite.
6a secc&o.Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 29 de outabro de 1861.
Exm. e Rrm. Sr.Sendo ouvida a saegio dos ne- | nhas em
gocios do imperio do conselho de estado sobre a
representado em que V. Exc. Rvma, prope que
o padre Agoslioho de Godoy e Vascoocellos, ri-
gario collado da fregoezia do Altioho, oo seja
traosferido para a de Quipapi ou oella apresen-
lado, em coosequencia de ter a lei provincial o.
508 de 9 de maio ultimo, que desmembrou da-
quella freguezia a povoagao de Paneltas, incor-
porando-a a esls, dado-the opcao entre as dus
freguezias; de cooformidade com o parecer da
mesma seegao, exarado em consulta de 14 de se-
tembro ultimo, declaro i V. Exc. Rvma. o se-
guale :
A freguezia do Altinho nao foi dividida em duas, i os mercados de comestiveis
creando-se ouira com parle delta, para que possa
rericar te a opeo ; mas houre aimplesmenle
desmerobrago da urna parte da mesma fregu
caixa
provincia fez ao
quaotia proveniente da renda de apolicesda di-
vida publica que a este ultimo basco haviam per-
tencido.
A' presidencia do Rio de Jtfneiro, commu-
nicando qu laia n.>n;..i. a ..u ob-
cio n. 527 de 15 de oulubro do anno passado, em
que representa para que seja a fazenda da pro-
vincia iseota de pagar loro dos terrenos de mari-
que eslo constru los .varios edificios
pblicos proviocises, visto lbe parecer que taes
terrenos sao verdsdeiros logradouros pblicos.
O art. 51 14 da le de 15 de novembro de 1831
determina que sejam postos i disposigo das c-
maras muoicipaes os terrenos de maanas que
estas reclamaren do ministerio da fazenda ou dos
presidentes de prorincia para logradouros p-
blicos.
Segundo a ordenado Uv. 4 tit. 43 9 a 15,
entende-se por logradouros pblicos os terrenos
e lugares necessanos commodidade e utilidade
geral das municipalidades, ao aso e proveito
commum dos povos, como as pragas de recreio,
e feiras de gado, os
D. C i Araujo, eonlm algoimas diaposigoes contrarias Vleis do
imperio e nao poden, sar alterados, visto que se
acham approTdos por acto de governo esirao-
valles de ribeirs, os caes de embarque e desem-
barque, as ras e os jardios pblicos.
Se bem que os edificios a que se refere a dita
zia, para se annexar a outra j existente, ficando presideocia, como o cerailerio, o quartel do Cur-
por isso urna menor e outra maior do que eram,
mas permanecendo sempre as mesmas fregue-
zias.
Nao na vendo creacao ora de fregaezia, a op-
go ira conferir junsdicgo sobre um territorio
quo na sua maior parte nao estara comprehen-
dido na antiga juriadiego e que por si formara
freguezia doltncia, o enio ella seria urna verda-
deira trasladacjao dabaixo de um nome falso;
mas as trasladages, segundo o governo tem de-
cidido mais de urna vez, sao prohibidas pelas leis
cannicas, a com rauito bons fundamentos.
Os dous arbitrios propostos por V. Exc. Rvma.
reduzem-se i trasladaglo, ou offectuada com o
mesmo Ululo, da igreja em que o parocho col-
lado, o que significara provimento sem apresen-
taco nem concurso, oo effectuada por apresen-
tsgao, por direito de opgo, mas sem coocurso ; e
tolerado qualquer destes arbitrios, aborta (icaria
a porta is trasladages, porque nada mais fcil
seria do que promover urna des me moraga o qual-
quer de urna freguezis, e optar eotre esta e
aquella a que fosse encorporada, e tudo com per-
turbagao do governo da igreja, e s para fios mun-
danos.
Assim pois nao-pode ter lugar neoham dos ar-
bitrios propostos por V. Exc. Rrma., e oem a as-
sembla legislativa provincial poda dar o direito
da opgo sobra a qual V. Exc. baaea a sua pro-
posta, ainda mesmo debaixo do pretexto de que
parte da freguezia passou a perleocer outra.
pposto
versao daquelle beneficio, allegando que era fi-
lha do sobredito coronel, legitimada por subse-
cuente matrimonio desto com a mencionada D.
Mafia Nlinta ; o que, embora hoovesse casado
anda em vida de sua lia e madrasta D. Julia
Amalia, todava enviuvira tsmoem antes do fal-
lec ment ds mesma ; accrescendo a isto que,
sendo orpha quando morreu seu pai, devia o
meio sold ser repartido por ella, pela riura saa
madrasta e por um sea irmo Germano ;
Que porem nenham direito tem s supplicante
ao que pretende por j ser viuva quaodo falleceu
a sua madrasta, em vista da decisao n. 105 de
30 de oulubro de 1844, declarativa de que o meio
sold devido por eacala, primeiro is viuvas dos
militares, e segundo is ulnas dos uiesmos, sen-
do que estas o percebem nao por direito de luc-
cesao, mas de reverso ;
Que por conseguinie a viuva do coronel Coelho
da Cunha, madrasta da supplicante, recebeu o
que Ihe competa, e nao admisslvel o argumento
addazido de que a supplicante e seu irmo de-
viam gozar do beaeneio conjunctamente com a
viuva sua madrasta ;
Que para poder a supplicante pela mortede ana
ar.x. h1imi g iccuMBtetmento do direito
que Invoca era necessario que ento ae achasse
as circunstancias da lei; e isso nio acontecen,
porque, concadendo a lei o meio sold nicamen-
te s filhas dos militares solteiras ao lempo do
fallecimento dos pas ou dss miis, como explicou
a decisao o. 9 de 12 de Janeiro de 1848, ji a sup-
plicante era viuva na occasiio em que fallecer
a madrasta sua lia ;
Que finalmente o facto de ser sua madrasta a
viuva que a preceden no gozojdo meio sold, nio
pode favorece-la, urna vez que di-se tambem
nesta caso a razio pela qual a lei excluio do be-
mento, e part que o faga constar agencia es-
labelecida nessa provincia.
Dos guarde a V. Exc.Manoel Felixardo de
Souza e Mello Sr. presidente da provincia da
Bahia.
Na mesma conformidade aos presidentes das
provincias de Pernambuco a Maranho.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do governo do dia II de
novembro de tSttl
Offlcio ao Exm. presidente da provincia de Mi-
nas Geraes.Acenso racebido o offlcio de V. Exc.
datado de 25 de oulubro ultimo, no qual me com-
munica haver tomado possa naquella dala da ad-
ministragao dessa provincia, compre-me declarar
i V. Exc. que.me achira aempre disposto a exe-
cutar suas rdeos, quer sejam relativas ao serri-
go publico, quer ao particular de V. Exc.
Dito so presidente do Malo-Grosso. Recebi
com o offlcio de V. Exc. de 15 de julho ultimo dous
?f80*fl,,e* da falla que V. Exc. diiigio a assem-
bla legiilatira mu provincia, por occasiio da
abertura 1 de sua sessio ordinaria do correle
anno
Jos Antonio Pestaa a quaotia a que tiver direi-
to por haver, oa qualidade de delegado do termo
do Limoeiro, capturado as desertores de armada
Antonio Joaquim Jos, Ursalino Francisco e An-
tonio Maooel Perreira do Nasciroenlo, constantes
dos documentos que devolvo e a que se refere a
sua informagao de 10 do corrento, sob o. 39.
Dito ao director geral da instruegio publica,
Ue conformidade cora aa suaa inforraacoea de 8
do correte, sob ns. 342 e 343, dadas com refe-
rencia as do director do.collegio dos orpfcos
mande Vmc. entregar ao Dr. Felippe Jaosen d
Castro e Albuquerque o seu aniado Henrique
das Mercs, bem como a Franciaco Antonio Bray-
ner de Souza Rangel seu irmio Francisco Jos
Brayner de Souzs Rangel, ambos educandos da-
quelle collegio.
Dito a cmara municipal Avista da informa-
gao ministrada pela cmara municipal desta ci-
dade em offlcio o. 65 de 7 de nutubro ultimo
conced permissao a Francisco Botelho de Ao-
drade para concluir urna ponte e doka no seu ter-
reno na ra Rrum, devendo observar-se nessa
conslrucgo a planta a presentada pelo engenhei-
ro director das obras publicas em 24 d'aquelle
mez : o que communico a mesma cmara para
seu conhecimento.Communicou-se ao capilo
do porto e ao inspector do arsenal de marinha.
Dito a cmara municipal de Barreiros. lufor-
me a cmara municipal de Barreiros sobre o que
reprsenla o delegado de polica desse termo oo
offlcio junto por copia com referencia a luz para
a cada dessa villa.
Dito ao bscharel Francisco Jos Fernandos
Gilirana, promotor uomeado para o Brejo.Re-
commeudo i Vmc. que aiga quanto antes psra a
comarca do Brejo, a fim de eotrar no exercicio do
cargo de promotor publico para o qual foi no-
meado.
Dito aos agentes da companhia brasileira de
paquetes a vapor.Podem Vmcs. fazer seguir
para o norte o vapor Tocantint a hora iodicada
em sea offlcio de hoje.
Dito aos meamos.Os senhores agentes da
companhia brasileira de paquetes a rapor mande
dar transporto para a corte por coala do minis-
terio da msrinha no primeiro vapor que passardo
oorte aos recrutas mencionados os relago in-
clusa.
Portarla.O presidente da provincia altenden-
do ao que ioformou o respectivo juiz munici-
pal com referencia ao que requereu Matbias de
Albuquerque'Mello Jnior, labetliio de notas e
escrivio docrime. cirel e provedoria do termo da
escada resolveu conceder-lhe seis mezes de li-
cenga para tratar de sua saude.
Dito.O presidente da provincia conformndo-
se com a proposta do che fe de polica o. 1128 de
9 destemez resolve nomear a Aureliano Caval-
cante da Rocha Wanderley para o cargo de sub-
delegado de polica de districto de Laraogeiras,
freguezia de Nazarelh.Gommunicou-se ao che-
fe de polica.
Expediente do secretario do
goverao.
Offlcio ao commaoJante das armas. 0 Exm.
Sr. presidente da provincia, concadendo por des-
pacho de 9 do correte, a licengi de dous mezes
a
Sr. n. j-r a--,r que solicituu. oare tratar d
Dito a thesouraria de fazenda. Remello i T. dte da companhia fiza de
S. os papis qua acompanharam a aua informa-
gao de 21 de agosto ultimo, sob o. 739, afim de
que, de conformidade com o parecer da contado-
ra dessa thesouraria mande pagar ao lenle Jos
Antonio Peatana, a quanlia de 13041, e processar
para ser salisfeita quaodo hourer crdito por per-
tence.- ao exercicio ji encerrado de 1859 a 1860,
a de 120#, tudo proveniente de graiificages a que
tem elle direito por haver apresentado oa quali-
dade de delegado do termo do Limoeiro 23 re-
crutas e um voluntario para oserrigo do exercito
Alm desaa quaotia mande V. S. psgar mais a de
po de polica, a casa de detengao', etc., sejam
estabelecimeotos de reconhecida utilidade social
todava nio sao lugares de uso, proveilo e com-
modidade geral das povoages, aos quses posss
caber a denominagio delogradouros pblicos
no sentido jurdico da expressao ; por issso a fa-
zenda provincial do Rio de Janeiro nio pode ser
iseota de pagar fazenda nacional os foros dos
terrenos de msriohas oecapados com os edificios
pblicos que possue.
27 -
A' thesouraria do Maranhio, declarando, em
resposta ao seu offlcio n. 5 de 10 de Janeiro deste
anno, e para o fazer coostsr ao da respectiva al-
fandegt, que a guarnigo dos registros e escale-
res dos aocoradoros, de que tratam os arts. 355 e
356 do regulameoto de 19 de setembro de 1860,
sendo nicamente destinada aeaerrigo externo a
que se refere o arl. 40 4, e do mar, segundo o
art. 148 5, pode ser alistrada ou contratada,
como expresso oeste ultimo artigo e paragra-
pho ; ficando os contratos, quando os baja, de-
pendentes de approvagio do chefe da repartigao;
e que porlanto cumpre & alfaudega, visto ser fa-
cultativa a citada disposigo, proceder eotre o
alistamento e o contrato como mais ventajoso for
i regulahdade e melhor fiscalisagao do servigo
dos ancoradouros, e aos ioieresses da fazenda na-
cional.
A* de Pernambuco ordenando,iviata do viso
do ministerio da guerra de 20 do correte, do
neficio as filhas dos militares que se casam antea 69 correspondentes as graiificages q
do bito das miis. mesmo lente, remetiendo para o servigo da sr-
Ao presidente do banco do Brasil, commu- mads os recrutas Guilheraie Bezerra da Silva e
meando para sed conhecimento, e em resposta Joo Vctor Ferreira da Silva, como se v dos re-
ao seu offlcio o. 388 de 18 de junho animo, que, feridos documeolos.
conviodo firmar a indiligencia do arl. 52 dos es- Dito ao mesmo.Transmiti i V. S. os inclu-
tatutos do bando do Brasil quanto ao honorario sos documentos, afim de que estando elles nos
que compete ao respectlro presidente nos seus termos legaes, mande pagar os veocimeotos re-
impedlmentos por molestia, mandou S. M. o Im- lativos ao mez de oulubro ultimo, aos offlciaes do
perador que a secgio de fazenda do conselho de exercito, tambores, cornetas e clarins emprega-
estado consultasse' sobre a materia, tendo pre-
sente a deliberado da directoria do mesmo baneo
pela qual esta declarou que o honorario do seu
presidente deve ser retribuido smente pelo ef-
fectivo exercicio.
A secgio de fazenda entendeu em seu parecer
que pertence i directoria avaliar se o presidente
dos nos corpas da guarda nacional deste munici-
pio. Gommuoic >u-ae ao commaodanle superior
da guarda nacional do Recife.
Dito ao mesmo.Eslaudo satisfeita a exigeocia
da contadoria dessa thesouraria, constante da in-
formagio a que ae refere a de V. S. de 26 de se-
tembro ultimo, sob o. 904, e vai escripia uo ver-
J- -- v---------------------- -w .-*V| www w WW| V vw V1VIIUIB U" IO|"
guando de comparecer por mais de quioze das so do offlcio que devolvo do chefe de polica, re-
commendo i V. S. que mande pagar a quanlia de
369, em que importa o aluguel da casa que ser-
vio de quartel ao destacamento da cidade da Vic-
toria noa seis meses decorridos de abril a setem-
bro deste anno, como se v dos documentos jun-
tos.Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Tendo em vista a sua infdrmagio de 8 do correo-
te, sob o. 548, recommendo i V. S. que mande
entregar, logo qua fr possivel, a pessoa que para
isso se mostrar autorisada, a quaotia de 500, vo-
tada pelo artigo 25 da le do orgamenlo vigente
para o recolhimento de Nossa Senhora da Concsi-
co da cidade de Oliuda.
Dito ao meamo. Pode V. S. conforme indica
em saa ioformagio de 8 do correte, sob o. 550,
mandar pagar ao professor da cadeira de instruc-
esti ou nao no caso de continuar a receber o ho-
norario que lhe pago pelos cofres do banco;
mas que a mesma directora nio tem direito de
estabelecer que aqaelle honorario devido s-
mente no caso de effectivo exercicio ; porqusnto
fra isto revogir a expressa disposigio da ultima
parle do art. 52 dos estatutos.
A mesma secgio, reconhecendo que directo-
ra do banco compete avallar as circamstancias
os casos em que o presidente tem direito de con-
tinuar a receber honorario, apezar de impedi-
mento que o iohiba de comparecer por mais de
quinze das, reconhece tambem que a deciaio da
directoria pode em alguns casos ser injusta eof-
fensiva dos interesses do presidente, o qual nio
dea por isso privado de recurso, porque euiio
suscita-se eotre este e a directoria urna questo
proprias dioceses, e mesmo laucadas aaai
a maior parte dos povos fiis foram avivada* a*
seus pastores ; os padres regalares a aacsjiafas
opprimidos com mios tratamealas, e sarita* a
toda a qualidade de iojusligas ; as rnajgseastaee
religiosas foram expulsas das suas casas a rea azi
das i mais completa indigencia ; aa virgema ca-
sagradas a Deus obrigidaa a mendigar e se Mi.
os templos mais venerandos loram rtsspotaaea
profanados e mudados em cavernas aa ladreas
0$ heos sagrado*, aaqueados ; a autoridade
junsdicgo eccleslaaticas foram violada ai
das ; as leis da igreja foram despresadas a ealsja-
pas aos ps.
Enlao eatabeleeeram-sa escolas da sais doa-
(rinas, libellos e joruaes inUmea sabido* das tro-
vas foram destribuldos em toda a parte, casa cas-
tos eoormes de urna criminosa coojarago.
< Esses escriptos perniciosas a abonsiaave*
ai-icam a "nossa santa f, a religiio. a p*d*de, a
hooestidade. o pudor, a honra a a virlude, derra-
bando as verdadeiras e inabalaveis retrae 4a le
eterna e nstural, do direito publico e particular -
a hberdade legitima de cada usa, a propriedade
fot atacada ; oa fuodamentos da sociedade civil
sio arrumados; a repatacao de toda a geata vir-
tuosa manchada por falsas aecusaces, fende
pelas maiores injurias ; o desejo infreoe de vivar
e de ousar lado, aimpuoidade de lodos o* vicio*
e de lodos os erros, sio cada vsz mais fortaleci-
dos, propagados e engrandecido*.
c Nio ha ninguem que nio veja que seria de-
plorareis de calamidades, de crimes da saetea
de toda a especie se tem espalhado principalaea-
te nesta infeliz Italia, em coosequencia dessa
grande e criminosa rebelllio : *A maldigo, a
mentira, o homicidio e o adulterio tem cachuda
mundo, e osaogue foi recoaerto pelo sango*. (1)
< Sim, o corsgio contristado est ebeio de hor-
ror, a palavra falta para deacraver a maior parta
das cidades do reino de aples incendiadas
destruidas; um coastderavel numero de padres
virtuosos, de religiosos e cidadios de todas as ida-
des, sexos e condiges, e sem exceptuar msesea
aquelles que a doenga opprimia, cobertos mais
indignos ulirages ; laucados as prtses, o* mor-
ios da maoeira mais barbara, sem qae se Iba che-
gasse mesmo a instaurar o processo.
c E quem nio (icaria cheio da mais profunda
tristeza vendo esses horneas, esses rebeldes asa
delirio, sem respeito algum palos ministros sa-
grados, pela dlgoidado de hispo oa de cardeal
sem o menor respeito pela nossa pessoa, por asta
s apostlica, pela jestiga e pela humanidad*, ea-
palharpor toda a parte a raaa e a devaatagaof
c E quem sio asses homeos qae esaias proa
dem ? sao aquelles que 19 nao acanham de avaa-
gar com a mais afrontse impudencia, qua asta-
rem dar a liberdsde i igreja a Italia o sentido
moral. Multo mais, nio se envergonbam da pe-
dir ao pontifica romana que se diga* aqataocer
- aos seus injustos desejos, com receto de que msio-
, res males nio recaiam sobre a igreja.
Mas o que nos cansa maior dr, venerareis
[ irmos, que mullos memores doctoro secular a
I regular, alguns dosquaea eaiavam mesmo teves-
| Utos de dignidades ecclesiasticas, affasladaa mi-
seravelmaote por um fuoealo eaolriie ato
de direito adquirido que dere ser decidida pelo gao elementar da villa do Brejo. padre Jos Pro-
pois que isto fora legislar sobre o provimento de qual consta qae a guarnigo do preaidio de Fer-
beueflcioa.
O qae ludo communico a V. Exc. Rrma. para
aeu conhecimento e governo.
Deus guarde a V. Exc. Rvma.Jos Ildefonso
de Souza Ramos.Sr. bispo da diocese de Per-
nambuco.
6* aecgo.Ro de Jaoeiro. Mioisterio dos ne-
gocios do imperio, em 31 de oulubro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Sendo ouvida a secgio dos ne-
gocios do imperio do conselho de astado sobre a
reclamago queao governo imperial dirigi oco-
oego Estevo Alves dos Res, lento de canto gre-
goriano do seminario episcopal do Maranhio,
contra a doulrioa do aviso deste mioisterio de 2
de agosto, expedido de cooformidade com o que
se ordenara no do6 de julho ultimo, pelos quaes
se determtnou que os lentes daquella disciplina
que nao reunlssem o eosioo da liihurgia se pague
smeale o ordenado annual de 2509, e qua fosse
iodemoisada a fazenda publica do que tiveasem
de mais racebido ; ds cooformidade com o pare-
cer da mesma seceso acarado am consulta de 16
do correte mez, doctoro a V. Exc, par* qae o
faca constar ao redamante, que o governo impe-
rial sustenta a deeisio do segundo dos atados
avisos; ficando porm sea efleito a restituico
ordenada Qo primeira, visto que a maior veoci
meato que pereebeu lhe fot mandado abonar pela
autoridide coapeteote, e em boa ( foi recabi-
do : s oeste sentido se offlsia ao ministerio da
fazeoda.
Deus guarde a V. ExcJos Ildefonso de Souza
Ramos,Sr. presidente da provincia do afre>
o nao,
nando de Norooha ae acha paga smente at ao
fim de abril ultimo, que expeca as providencias
necessariss para que o pagamento da dita guar-
nigo se verifique com pontualidade, e informe
ao mesmo tempo qual o motivo da demora no-
tada.
28
Circular is thesouraria*.Ministerio dos ne-
gocios da fazenda. Rio de Janeiro em 28 de se-
tembro de 1861.Jos Mara da Silva Parsnhos,
presidente do tribunal do thesouro nacional, de
conformidade com o aviso do mioisterio da agri-
cultura, commercio e obras publicas de 28 do mez
nodo, declara aos Srs. inspectores das tbesoara-
rias de fazeuda, para sua iotelligeaeia e execu-
gao, que oos lugares onde aportam vapores a re-
messa de notas psra o thesouro deve realisar-se
pelos meemos, entregando as Ihesourarlas direc-
tamente aos commaodanles respectivos os cali-
les e outros volames em que aeoodicionsrem aa
notas; que naquelles lugares ande nio se der es-
sa circumstiocia, mas em que nouver offlciaes
militares de conanga, serio estes os incumbidos
de taes remessas, mediante ss requisiges do es-
tylo ; e por ultimo, que pa falla destes deus
meios derem oa volumaa ser entregues ao cr-
relo, cojos adaioistradores pssaerao recibo.
R como aa remessas da admmiairagao do cor-
reio tem de ser verificadas daodo-se as malas fe-
chadas aos conductoras, qaa aa entregara igno-
rando completamente o que atlas oootem, sendo
a uoica descarga para as volames ou papis que
vio dentro das ditas malas a relacio qae as acom-
paaha e a copia qua fiea oa administrago, soli-
cito nesta data ao supracitado ministerio as ne-
cesarias ordens para qae, alm 4" inaqsionada
poder jadiciario.
B cooformando-se o mesmo augusto seobor
com o sobre parecer de consulla, houve por bem
determinar, por aua immediatt e imperial reso-
lugo de 25 do correte, que assim Ocasse firma-
da a inteligencia do citado art. 52 dos estatutos
do banco do Brasil.
Ao mesmo presidente, declarando, em res-
posta ao seu offlcio n. 399 da 23 de julho ultimo,
que o inspector da thesouraria da Babia, recusan-
do fazer entrega a D. AdeUide Emilia Josephioa
Lisboa as apolicea com que cauciooira um em-
presumo que lhe hsvia feito a caixa filial do bao-
co do Brasil naquella provincia, sem qae nier-
vlesse am acto da transferencia procedeu contra
a disposigio do art. 40 do decreto n. 2.713 de 26
de dezembro de 1860, e art. 3* 10 do decreto a.
2,733 de 23 de Janeiro deste anno, que sentando
da ioterveogio de corretor a transferencia de apo -
lices para constituir caugio de emprestimo, nio
poda sem absurdo exigir tal interveogo para o
acto traslativo necrsssrio ao levantrnoslo ds re-
ferida caugio por effelto de sotugao da divida ; e
neate sentido sio oesla dala expedidas as ordens
aquella thesouraria.Expedio-se ordem i thesou-
raria da Babia.
A' thesouraria de Pernambuco, declarando
que, nao estando nenham dos candidatos que se
apresentaram ltimamente ao concurso para pra-
Ucentes da mesma repartigao no casa de ser no-
meado, i vista das provea por elle* dadaa que
acompanharam o offlcio a. 86 de 17 de abril ul-
timo, deve a dita thesouraria, de conformidade
com as disposigoes vigentes, marcar opporluua-
mente nevo dia para oulro coocurso.
A' presidencia da mesma provincia, commu-
nicando qua 0 tribunal do thesouro, a quem foi
presente o recurso, transmiltido co
copio Pereira, os seus veocimentos, a contar do
1 de julho al 7 de agosto deste anno, lempo em
que esleve sem exercicio por bsver sido remo-
vido da cadeira do collegio dos orpnios de Santo
Thereza de Olinda para o da villa da Boa-Vista a
desta para a que actualmeote oceupa. Com-
municou-se so director geral da instruegio pu-
blica.
Dito ao mesmo. Restituo i V. S. a coola a
que se refere a sua ioformagio de 8 do corrate,
sob n. 553, afim de que mande pagar a Simplicio
Jos de Mello, conforme requisitou o chefe de po-
lica em offlcio de 19 de^rjutubro ultimo n. 1,048,
a quantia de 103$ dispendida no mez de setem-
bro prximo Ando com o sustento dos presos po-
bres da cadeia da Brejo. Communicou-se ao
chefe de policio.
Dito ao commaodanle do oorpo de polica.
Pode V. S. mandar alistar no corpo sob'sea com-
mando o paisano Jos Urbano da Silva, a que se
refere o seu offlcio n. 504 desta data.
Dito ao chefe de polica.Kemetl% por copia i
r. S. para aeu conhecimento a ioformagio minis-
trada pelo iospector da thesouraria provinaisl em
8 do coireole com referencia a materia do aeu
offlcio n. 1,027 de 12 de oulubro, afim de qae,
ouvindo o delegado de polica do termo de Bar-
reiros, informe qual a quantia qae d'ora amolan-
te ae deve mensalmente aJiaotar para forneci-
meoto das diariaa dos presos pobre daquelle
termo.
Dito ao capilio do porto. Poda V. S. enriar
para a corte, no primeiro vapor que pasear do nor-
te, para o qae ficara expedidas aa coovealentes
ordans, os recrutas de marinha mencionados na
relago aonexa ao aea offlcio n. 183 de 23 de ou-
lubro ultimo, meaos o de ooma Antonio Jos
Augusto de Vascoocellos Coimbra, no reque-
rimenlo sob que V. S. ioformou em offlcio de 8
destemez,sob o. 1859, sssim o maoda commu-
oicsri V. S. para seu conhecimento.
Dito a thesouraria de fazenda. O Ezm. Sr.
presidente da provincia manda communicar i V.
S. que o Dr. Joaqnim da Silva Guarni entrou 00
exercicio de facultativo da colooia militar de Pi-
menteiras em 4 do corrento, como participou o
respectivo director em offlcio de 5 deste mez.
Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da prevncia transmiti i V. S. as 5
inclusas ordens do thesouro nacional ns. 167, 171
e 174. e bem assim em duplcala a ordem a.
289 da repartigao do ajudante general.
Despachos do dia II de novembro
de 1861.
Reqtterimentot.
Adolpho Toisgo de Ferias. Oracruta de que
trata o supplicante foi regularmeote inspeccio-
nado, e acha-se com praga pelo que nio ha que
deferir.
Fre Aotooio de Santa Roza.Sellado, volte.
Alexaodre Martins Corris Barros.Informe o
Sr. engenheiro director da repartigao das obras
publicas.
Bailar & Oliveira. Informe o Sr. capitn do
porto.
Francisco Antonio Brayner de Souza Rangel.
Dirija-se ao Sr. director geral da instruegio pu-
blica.
Dr. Felippe Jansea de Castro e Albuquerque.
Dirija-se ao Sr. director geral|da instrueco pu-
blica.
Henriquea Jos Viaira da Silva.Informe o
Sr. director do arsenal de guerra.
Frei Joio de N. S. do Rozado. Selle, e
volte.
Teaeote Joio Pereira Lagos. Nio tem lu-
gar.
Padre Joa Procopio Pereira.Dirija-se 1 the-
souraria provincial.
Malhias de Albuquerque e Mello Jnior.Pas-
se portara concedendo aoia mezes de liceoga.
Rodrigues & Lima.Estando coocluido a ar-
rematagio, e o arrematante de posse do objecto
arrematado, nao tem lugar o que requer.
Violante Mara da Conceigio.Poda aeguir.
EXTERIOR.
- offlcio da I Moreira, qua deve ser posto em lioardade se nia
da mesa regedora da frmadade de Neaaa Senhora flegal
caaa^o1|au^aa^.!: rastims o imposto, pago p 3 de malo Mto oo, commendo i, ?, qae (ende pagar ao toneato
ITALIA.
Allocuco do Santo Padre Pi IX, no contittorio
secreto de 30 de teUmbro de 1861.
Veneraveis irmos :
c Todos vos lembraes com que dr do nosao
coragio tamos muitas vezas deplorado entre vos
os numeroso* e lameotaieu males causados i
igreja apostlica, i s apostlica, a nos mesmo
com grande detrimento da sociedade civil, por
parte do governo piemonlez, e dos autores e fau-
tores dessa nefasta rebellieo, principalmente oaa
infelizes provincias da Italia, qae o mesmo gover-
no usurpou com Unta iojustiga como violencia.
Hoje, entre os males sea numero e sempre mais
graves, feilos sea cessar nossa santa religio
por esse mesmo governo, e pelos homeos qae f-
zem parte de lio dteatavel conspiragio, temos a
lamentar o nosso charo filho, illusire collega, o
vigilante arcebispo de aples, illusire pela sua
piedade e pela sua virtude, que vedes aqui pre-
sente, e que, preso pelos soldados, foi arrancado
ao seu proprio rebanbo, com grande dr da toda
a gente da bem. .
Todos sabem como os satellltes desse gover-
no e dessa rebeilaao, obstas da astucia o de enga-
o a toreados abominareis na aua maoeira de
proceder, renavaram oa alicatados e oa furars
dos antigs herticos, a entregando-se asa toda
a aua ratva contra a* causas santas, aa ii*tali.*ui
psra dsrrubar de'lodo, se isso fosse jimais possi-
vel, a Igreja de Deus e a religiio caiholica ; para
arrancar de todas as almas a sua doulrioa aalutar;
e para excitar e Infla aaar todas as mas paixes.
B0U0 todos os direito* divinas
. rT"*" ^f* "*' a renelfiao, e'squecidos da sua vocacao a
Tbomaz seus deveres, affastaram-se do camioho da v*r-
dade, deram o aeu a**enlimealo ao* deaigniee
dos impos, e torosrsm-sa, com grande senta
to da gente seria, urna podra de escndalo.
c A todas estas desgraga* que lamentai
veio jaotar-se ama nov* dr. Por am ex*mplo
desconhecido at aos nossos dus, nos estados alo
Mxico, alguna horneas nio meaos enmiooso*.
animados de um semelhaate odio contra a necio
caiholica, nao tiverara receio da promulgar lana
as mais iojustas, e as mais oppostas ao podar, asa
direitos, e i doutrina dessa mesma egreja. Sa-
quea ram os bens ecclesiaalicos. despojaran* 9
altares, perseguiram o proprio claro o as ordens
religiosas, repellirsm ae virgens consagrado* a
Deus, arranchara dos seos retannos, a manda
ram para o exilio os bispos dapois da os toreas
coberlo de ulirages. Quasi todas aquellas victi-
mas vieram para a nossa capital, e nos toa alado
grandes consolaces pelo exemplo das virtude*
que possuem em lio alta grie.
< Isto ainda nio foi bastante. No ootro Isde
da America, em Nova-Granada, ha pouco leaape,
os perturbadores da ordem publica, depois de a
haverem apoderado da autoridade aopreaa, pre-
mulgaram um decreto criminoso, qae prohibo
poder ecclesiaslico o exercicio ds saa autoridad*,
sem permissao e seeotimeoto do governo civil.
Diapersaram os membros da celebre coaapaahia
de Jeaus, que lio importantes servigas presta
rehgtio e 4 sociedad, e aim diaso. obrigaraa* a
agente da aanla s a sabir das froatairas do* saa*
estados no preso de trea diss.
< Em preseog* de lio deploroveia abalo* daa
cousas diviaaa e humanas, comprehenderei* f-
cilmente, veneraveis irmaas, toda a amargara da
nosso corsgio. Com tudo00 meio destoa
e angustias, que nunca poderiamos roffrsr 1
asaialeocia particular de Deus, psra am
consolagio auprema ver a admiraval religtia. a
virtude e a coragem do* nossos veneraveis iraaAes
os bispos da Italia e de todo o manda raihaaaa
Aquelles veneraveis iraioa, efectivamente de-
dicados 4 nossa pesaos, e a s de S. Pedr. 1
mais ntimos lago* de f, da caridad* a
peilo, nio se deisando intimidar par paeig* al
gum, e campriado o seu ministerio coas boar
immortal do seu nome e da sua ordoa, saa c*e-
aam da viva voz, eu per eecriptoe cheio* a* sabe-
dona, de defender com intrepidez a cese S* Daos,
a da sua santa Igrej* e esta s apostlica, aaaaa*
direitos, a sua doutrioa. a causa da juanea e da
humanidade ; nio cessam de vigiar ca a
cuidado pela inlegridade de seo rabeaba,
leudo ss doutrinas falsas e errnea* alea non
e reaistindn corajosamente aos seos efenos isa-
pies.
* Nio Molimos orna alegrie
maoeira notovel por qne 9 padrea a es pavea
fiis da Italia, assim como de todo o univarao
catdico, marchando noa vestigios da asas pre-
lados, ae gloriam cada ves mais da manifestar
publicamente para coanosco, a para cam aata aa
apostlica o aeu amos, o aeu reeaeite, o asa asa
admiravel em profesasr am defender a
tissima religiio. S como os nc
irmos, o aea claro a os fiis to eneas a sarta
mais viva 00a emblseos extremas qaa
ss a espoliacio da maior parta do asa
nio civil, jalgaa lambas qaa nada 4 mais
torio para elle*, sai* glorioso aaa mar raales
so do que diminuir com o msis arsaaw seta, par
meto doa aeu* piadosos a espontaneo*
esse* eo-baragos mallo grav
os deeta santo s.
c Danda tambem ns huaildada da aaeae aa-
ragio, as vivas aeces de gracas aa Deus 4a tato
a consolagio, que se diga, per sata aataral pie-
dade e generosidad* do episcopado a da aova
fiel, dar-nos am alivio, ama coasolagie, a larca
dss nossa* maguas e daa nossaa amargara*.
mos ao mesmo tempo folizea da peder
tar de novo, i tace do auada, os
menloa de proluada graiidio, por Isso as sa
sea poio e so sea concurso qae f
drnenle podar eccorrer aos
^ressivos encargos ds wats s.
c Aqu, venerarais irmios, nio
pasear em silencio os testoauahos >
ira
s Botao toaos os direitos divinas a humanos
foram calcados eoipa, todataa censuras eccle.-,
alaalicae deuresadu, os bispos com urna aud-.cial
que ogmenU todo o, diu, iept!|Uoi da* ,u, I (1) Oie, es. U, vara.
dUl


w h (MtMToi u m km mu
URIO M fU4s\*mO' a QUINTA FEUVA. 44 *fr NOVEM1RO M 18l.
*" "" *~
afTrici* real, e fldetldade Jnabalavel, desubmis-
m le poto romaoo do* tettMpflt^ilisado, querendo
sain provar naluaaisJite 'fe' qu* potito elle
procura permanecer firmemente ligjao a. afta, i
s apostlica e ao principad*/ lUUfjWTt fuToos'
perteoce, e cor que|vcidade regeila e con-
tfdBn ot manejos crimineoss e 11 tentativas da-
uHes que procuraro ajeethar desorden no
aJ^BJBJ estendaj rll a aaa conspiracio.
rmMl, m-
tacdes lio
o eordtaes
dos ataroog
de Usa (,
coro jttsto di-
Jle* tendea 6a meamos vt der
leeaonhado lanas vezan aa
.elneeras, Uo pouco deriarcj
pela* quas ale doto renio,
laMs, lea roosirado o ateti
tradicciooal, dessa f, q
reito, oa maiores louvorea ?
Ora, como leos a divina promesas deque
Jeaus Christo estar cora a aua igreja at con-
saswcao dos seclos e que as portal 00 Inferno'
nao prevalecerio contra ella, estamos cortos de
que Deus nao fallar a sua patavra, e que um
da dhegar, dia de prodigio, ero que Deus ha de
aaostrar qoe eaU lrrivel letnpeatade oa le le-
vantada pata subaergir a oo da igreia, mas
no para a elevar.
No otaalo, nao deixemos. veneraren ir-
maos, de invocar de lodo o nosso corceo, e sem
eeaear, a protecclo toda poderosa da Saniisslma
Insaculada Virgen Mara; pedimos e implore-
moa, de aoite eda dia, cosa as mata fervorosas
supplicas a Deus demente, cuja uaioreza a bon-
dade, cujo poder igual sua vontade, cujas o-
snraaso chias da misericordia, para que ae dig-
ne abreviar o mais possivel os oas da teotaco,
dar sociedade civil e thrlsta, tao cruelmente
nfflicts, a sua segursnca. e espalhe sobre todos
os thesouros da saa graga e da aua misericordia,
que conven todos o inimigos da reja eda
asla s, que os reconduza ao camiobo da jusit-
58, qoe a sua po Jerosissirna influencia lenha por
effeito dissipar todas as impiedades, e para que
desta roxneira a sua sahlisslma religio, em que
reside por excelleocia o principio da feticidade e
la paz temporal dos povos. viva, floresta e reine
i:ada vez mais em toda a Ierra, o
n oniBi iTixx tii
.
ameacas, on
valor, t a auxiliar o
e deade este momento deixat da lar
governo afim de garantir a
prosperidale geral. Convido os dorios de tasa a
empregrem urna estrela vigilancia sobre auaa
familias, e principalmente sobre seus fllhos me-
nores que, por leviandade principio da aua edade
podem expor-se aa consequencias das leu mar-
ciaes. aa les, ana tac em Bragada a torga arma-
da para reprimir aa desordaas das suat, com-
pre hender todo* seas distiaeie de sea* m ie
< Poleneies I
c Pea comprlaaerea de tono* devarea para
oom o voaao soberano, peta vossa conteatea
aa intaaces beaevatea a venta subaaiaseo Is
autoridad** estabelecida* por lie, aproxieta
momento em qee me ha da ser permutado inter-
ceder junto de 8. M. pata? a suppreasia das le*
marciaes, e para o restabelecimenlo dos traba-
thoi desuados desenvolver petos neto tegm
as instituices graciosas outorgadas ao reino da
Polonia.
< Varsovia, 11 de outubro de 1861.
Asaignado, o commandante de f* exaroi-
to.desempenhando .ss unecoes de logar lenle do
reino.
c Conde Lamber!. >
do rime
que te
aangaa, a impanidada
toda a autoridade do
c O governo de 9. M. tem o
lado a par todaa >aa leia qee go
e.6ee internaciooaea, de exigir a ae__
peaaoa e bem doa subditos iogleiei" e"r^
de cerina ""grjr4""' esMfMoados pelo M*
xico.
* 0-mn**m*. .** nrcer aaae di
reito.
nio mediante letras aceitas ultimo foi poblicado como bispode 8. Paulo o
sacada pelo exactor a favor da Exm. e Rvm. Sr. D. Sebasliao Pinte do aVfo. da
dioeeae do Rio de Janeiro, conego ata s, teapeari Eraae+o, Kiasunbaoe, lt
tea ag- a de t nPfHe julgar q
0-g. i do s\
UrFJpsW
Entre as numerosas mensagens que tem che-
gado a Caprera, eocontra-se a dbs operarios
francezes, que foi mandada por occasio do an-
iversario de 7 de setembro. E doa operarios francezes e o voto que fazem pela
prompta restituido de Roma e de Veneza Ita-
lia, tocou muito o general, que, ao correr da peo-
na, escreeu a seguinte respoata:
Aos operarios da Franca..
Obrigado, nobres filhos do irabalbo e da
produccao. Obrigado pelas vosas a generosas pa-
lavraa de symptha e de fraternidade. Oh I sa-
bemos bem que os vossos votos pela Italia sao
sinceros e desioteressados, como eram quando
acclamaveis o voseo bravo exercito, na occasio
em que marchava em noato auxilio contra o op-
pressor.
Bem sabemos que o vosso coracao palpitou
de alegra pela victoria du povo contra o tyran-
no, e que se as nossas flleiras nao foram mais
augmentadas cora um grande numero dos vossos
compatriotas, anda por cssa fatalidade que pe-
as aobre a malor parte das naques da Europa, e
pela estrada natural do progresso, para se con-
undirem o ruoirem em urna s familia.
Todavis, Deffrote, Laroche e um grande nu-
mero dos vossos antepagados, sellaran! com o
aeu sangue, no campo da batalba da hberdade, o
inmortal bem qoe se liga ao futuro doa dous
povos.
Sim as naces querem compreheoder-se,
e querem frateroisar ludas; mas os despotas nao
o querem. Lei sagrada e irrevogavel, emanaQo
divina de Chrlsto, est na consciencia de todos ;
o sangue das aspiracoes das rajas que soffrem,
e o egosmo hypocrita das falsas grandezas mun-
danas envolve-ae no seu manto de chombo, e
suscita pela mentira e pela corrupcao toda a
qualdade de obstculo ao seu cumprimento.
Pedimos trabalbos, pao, e amor natural. E
nos respondemos; espingardas de preciso, bom-
bas e navios de ferro, como ae a destruicao fus-
so o nico meio de nos comprehender-mo*.
a 5 Cooslancia porem meus bravos amigos,
tacto que a Europa nunca apresentouum espec-
tculo to sublime da ligago humana como ac-
tualmente. Um grito de seotimeoto n'alguns
dos cutos desta aotiga dominadora do mundo
na de repercutir-se no coracao das massas, e o
poder da aua voz de reproraco (ara impallide-
cerobaibaro autcrata. Os Uayoaas do despo-
tismo naoapparecerao impunemente dianie dos
operaaios da Europa, e o conjunto dos seus cri-
nes mais perigoso do que oa rastos do ferro
ardepte.
a Nao est looge o dia em que o cumplice dos
lyrannos, o padre de Rom*, ba de ser obrigado
a procurar um refugio looge da ierra quedeso-
lou durante tantos anuos. O sangoe innocente
de Locatelli e daa mil victimas de quem elle o
assassino, ba de persegui-lo por loda a parle na
superficie do globo, como a espada vingadorade
Cherubim ; e oa povos, livres do sea contacto,
podero muito fcilmente, dando-se as mos,
caminhar para o grande Ora humanitario.
< Sou com reconhecimento pela vida,
Vosso dedicado,
< J. Gariialdi.
otaca* 4* do
lores prefaf*
Publicamos em seguida a proclamacao pela qual
o general Lambert eslabeleceu o estado de sitio
ao reino da Polonia :
HabilanUt do reino da Polonia.
Depois de tomar a raeu cargo a administra-
Cao do reino, esperara restablecer por meio de
medidas suaves a traoquilidade alterada no paiz.
Oaioimigos da ordem publica, alihbutndo a con-
ducta moderad do goverso, nao as suas inten-
coea benvolas, mas aem duvida sua falta de
ioti.i, tornaram-se todos oa das mais audacio-
sus. G/upos composlos da populaca das ras pe-
netrara violentamente nas habilacoes de cidados
pauuV.os, quebrara, forcam as lojas e eslabeleei-
meoios, rouoam principalmente os estrangeiros
establecidos aqui, e estorbando pelo terror de do-
minar a vontade dos bomens de todas as classes
chegam al a ultrajar a dignidade episcopal, tao
respeitada na nacao,
A polica nao so deixa de ser obedecida, mas
objectos de insultos quotidianos A tropa cha-
nada para reslabelecer a ordem puolica tam-
uem insultada.
Em toda a parte se eotootram publicacoes
e mensagens dirigidas naci, qual deltas a mais
provocadora. Sob pretexto de eeiimooias reli-
giosas leem lugar raantfestaeoes polticas, e t
desta maoeira que, quando se verifioou a trasla-
dado dos restos mortaes do arcebspo de Varso-
via, foram levadas processioaaliaeoiediveraasin-
signias sediciosas, recordsndo a aaio da Polonia
e da Lilhuania.
a Grajes indulgencia e ao concurso crimino
so de alguna ecclesiatticoa pertencentes ao clero
catholieo romaoo, aa santuarios deale rilo tor-
naram-se lugarea de manifestecoes hostia ao eo-
veroo.
Ecclesiaslicos do alto do pulpito, pregara o
odio e o desprese da auloridade suprema. Nss
igrejss e tora apilas cantam-se hymnos prohibidos
palo governn, recebem-se colleclas e donativos
para fius retolocionarios ; finalmente, n'alguns
pontos, as suplicas dirigidas as co no dia de
gallalofficial m honra de S. II. e imperador e
re, foram supplaoiadas pelos cnticos desee bym-
nos prohibidos.
Todoa esies fsetos eonstiluem urna serie de
actos ciiminosoa, que nao podiam ser tolerados.
Has tendo-se continuado ss eleicos para oa con-
aelhos de diatricloe municipalidades, obrigaram-
me a defferir ao emprego de medidas decisivas
para obstara que deixassem de se pdr em pr tica
a inslituicoes outorgadas ao paiz. Todava a
marcha das eleicee nao correapoudeu a rumba
especia ti va.
Km muitas localidades levaram-se a effeito
sob a influencia de urna presso moral e no mero
das mesmaa manifeslscdes hostia ao governo. Os
leitores esquecendo, que os direitos que Ib* fo-
ram concediJog se limiiam eleico doa mem-
bros e dos csndidatos para os conselhos de dis-
rictas e municipalidades, aulgnarem pelicoes e
mensagens prohibidas pela lei.
Semelhanteaactos que amescamanaiquiilar a
auloridade legal, e que tem Udo em resultado
ntroduiir a anarchia no paiz obriga o goserao a
recorrer medidas mais decisivas dos qoe aquel-
la* que tenisidj erapregadas al agora. Porcon-
ejuencia para ssegarar a traoquillidade dos ha-
biunteado paiz e reilabelecar a ortlem publica,
tica o reino da Polonia, em rirlude de una or-
dem superior de S.. o imoetador e ral, sujeilo
d 1*1 marcial, e isto oa conunmldade dos regula-
nenlos publicados aimultanearpente.
CoBrido todos os habitantes do reino, que
detejam a paz a t&o rea ontidos Is eiciacoee
dw tnwn va deiutiMis%'. 9urartHrmnai
FRANCA
Do Monileur de Parts iranscrevemos a circu-
lar do ministro do interior de Franja aos prefei-
los, inlimando-os a que diasolvem o cntelo au-
parior e oa comicios proviociaea da sociedad* de
s. Vicente da Panto.
Bis aqui este documento:
Para 16 de outubro de 1861.
Senhor piefeito :
a Ha muito lempo que chama a al ten gao do
governo a necesaidade de fazer entrar de novo nas
condicee da lei, as sociedades de beneficencia,
cuja existencia e aeco nao wem sido todava au-
loriaadaa de orna naoelra regalar. Por diversas
circulares, e especialmente peles de 3t) de outu-
bro de 1850,1* de agosto de 1852 e 15 de juoho
de 1854, e vos tasa participado para que facaes
recordar a easas sociedades as obrigaces que a
lei Iheimpde.
< Aseaar deilas advertencias, a coosideracao,
que inspirara os asiuraptos de beneficencia, tere
prolongado at agora a tolerancia da autoridade,
porm fez-se precisq e justo, regularisar ama
silusco, da qual o lempo nio tem feito mais do
que aggravar os inconvenientes.
Apresso-me, comtudo, a reeoohecer que
aparte esses inconvenientes, as numerosas asso-
ciacoes de beneficencia, autorisadas ou nao au-
torizadas, e que formara ramos coosideraveia da
caridade publica, morecem toda a sympaihia do
governo pelos beneficios que derramara no paiz,
quer sejam revestidas de um carcter religioso,
como as sociedades de S. Vicente de Pialo, de
S. Francisco de Reggio e de S. Prancisco de Sal-
tea, quer de origem differente. mas que tenham
organiaaco puramente philantropica como a
fraoc maconaria.
_c_Estabelecida este ultima em Fran$a desde
112.5, nao deixou anda de conservar a sua repu-
lacao de beneficencia, e ao passo que cumpre
casa cello a ana misso de caridade, moslrasse
animada de um pstriotismo, que" nao leal falhado
nas grandes circumstancias. Os diversos grupos
de que se compe, em numero de aos quatro-
cenios e setenta, conhecidos pelo nome gene-
rico de orientes e as denominares parti-
culares de lojas, captulos e collegios constitui-
dos com regulandade, funecionara tranqulllamen-
te no paiz e de ha muito lempo a esta parte que
nao leem dado motivo serio de queixa i quanti-
dade. t H H
Tal a ordem e o espirito qoe reinara nes-
sa assoriaco que a parte da sua organisacio cen-
tral, cujo methodo de eleico teade a excitar ri-
validades entre as diversas lojas e a perturbar a
sua boa iotelligencii, exigirla algomas modifl-
cacoes, nao ple seno resultar vantagem de au-
torisar e reconhecer a sua existencia.
Por sua parte, as sociedades religiosas de
beneficencia, e especialmente a sociedade de S.
Vicente de Paula, recommendam-se ao respeito
publico pelas virtudes que praticam. As numero-
sas coofrarias de S. Vicente de Paula, fundadas
com o flra de distribuir soccorros aos indigentes,
de moralisar e instruir as classes trabajadoras,
proseguem com nolavel zelo urna obra merece-
dora de todos os elogios. E' a beneficencia que
d a mo religio e se compenetra de suas no-
bres aspiracoes para pdr em pralica os preceitos
da caridade christia.
E nao s essas sociedades conlribuem pode-
rosamente para o allivio e para a moralisaco
das classea pobres, como lambem concorrem pa-
ra manter nas classes elevadas urna ordem de
aealinnlos sa>Soa, [uu>aa fnmnrahaadat
aos bomens que tm oceupacao e quelles que a
nao tm a misso do rico eotre osque sofTrem.
O espirito dessas sociedades parece, por lu-
do o mais que em si encerrsm, estranho s ideas
polticas, porque, formadas aquellas de homens
religiosos pertencentes indis ti neta mente a todas
as opinies, contam no seu gremio grande nu-
mero de funcciooaiios pblicos e de amigos ze-
losos do governo.
a Porm, se as coofrarias locaes de S. Vicente*
de Paulo tm direito a toda a sympaihia do go-
verno, siolo dizer que nao succede o mesmo com
esses conselhos ou comicios provinciaes que, a
pretexto de alentar os esforcos particulares das
diversas coofrarias, vio-se apoderando cada vez
mais de sua direccao, deapojando-as do direito
de elegerem aeua presidentes e suas dignidades,
e impondo-se por essa forma a todas as sociela
des de urna provincia, como para as fazer servir
de instrumento a urna idea eetraoha benefi-
cencia.
a Quanlo ao conselho superior residente em
Paris, o governo nao pode approvar a existencia
dessa especie de comido director que, sem ser
eleito pelas sociedades locaes, e escolhendo a si
mesmo e por sus propria autoridade, se arroga o
direita de governa-Us, para fazer deltas una es-
pecie de sssociaco oceulta, cujas ramificacoes se
esUndem al ao nutro lado das frunteiras de
Franja, a que recebe daa contrarias um imposto,
cujo emprego permanece descoohectdo
Semelhante organisaco nao pode expli-
car-se pelo tnteresso e da caridade.
a tV por ventora necessario que ss pessoaa
dignas, que exercem a caridade ero Lyo, Mar-
selha e Brdeos, sejam aconselhaUas e dirigidas
por um comicio de Para? Nao eate, pelo con-
trario, em melhor posic.au do que ninguera para
aaber a quem distribuir suas esmollas? Final-
mente, necessita a caridade christia, para aer
exercida, de conslituir-se debaixo da forma das
sociedades secretas ?
Senhor prefeilo, a lei que prohibe essa or-
dem de associacoes, e qne est sendo infringida
de ba muito lempo, irnpe obrigaces que mea
dever reeordar-lh'as, concillando o espeito da
lei COm o grande interesse que anda unido ao
nobre ejercicio da caridade. Se estelen no vos-
so deparlamento sociedades de beneficencia, nao
aUorisadas, qualquer que seja o titulo ou deno-
minarlo, debaixo da qual se arhem estabefecidas
confiaras de S. Vicente de Paila, sociedade do
S. Francisco do Reggio ou de S. Francisco de
Salles, e lojas de Franc-maconaria, convido-o a
que aa autorise seodeaBer, segundo as formu-
las legaes a admiltir igualmente, que participen
dos favores do governo e da proleccio do estado,
as sociedades ja re con heridas.
E mais anda : se o* presidentes ou delega-
dos nomeados directamente pelas seriedades af-
fastadas de una poveacio, jutgarera n\t\ obraren
de com mura aceordo e em interesse da sea nia-
aeo, autonsa-los-ha para que se renen e for-
mero um comicio.
Finalmente, se essas diversas seriedades,
por meio de seus presidentes ou delegados, Ihe
expresssren o desojo de terem en Pars junto
ao governo urna representado centra!, trausmrt-
tir-rae-ha a expresso de seus desejos com as
razoes qoe para isso lenham, e recebare! aa ar-
deos do imperador para decidir sob que bases e
sob que principios poder se* orgaoiada essa re-
presenlacao central. Al entao prohibir 88 reo-
otdes de lodo a ceaselno superior central ou pro-
vinrial, e ordenar sus dissoluco.
Receba, 8f. prefeito, etc.
O ministro do interior /. de Persigny,
seja cas vi
Pode* vs, pata, pensar que
tora laaafda.na aWfico, ean a sMpes missaacae
aanler a tranqoillidade paeiica, tansegairia al-
esnear este fin, e que orna peaaana (fea sarta
mesmo sufficieele para eaae efferlo ?
Tanho o sentinenlo de dizer que entendo
qoe ama forers anuiderfii untWBB^at& pa-
ra reslabelecer a Iranquillidade publica.
E' ama tasen qoe os nexiesnus devem cura -
prir por si proprios. Ha muito poucoa casos em
que a instruccao estrangera peasa ser uii, a ora-
se* peuco* casos dere ler wm paiz um partido
coosidersvel e numeroso, disposlo a auxiliar-*a
con eaae ap*oto estrangeiro.
Sioto dizer que aio vejo prora alga na a da
exiateneia de un tal partida aa Mxico.
< O governo de S. M. deve, pois, iimilar a aua
conduela ac(lo legitima de pedir ao gorerno
de facto do Mxico, seja ousl for a sosneirs por
que eaver cooatituido, qae aasegura e reepeito
da pessoa e do* bens dos subdilos toglezes, e que
cuneta as sais ottigeedes aeceitas.
Tenhe a honra, senhoras, de ser vess moHo
obediente cralo.
Rtutell.
(/orna! do Commercio, de Lisboa.)
las nio
ata
i
i
endoaao, oa Sanca idnea
o o indossanle oa fiador r*- I lor e carador capitular, e capeFao da Si M, I. o
ti*. Sr. D. Pedro II. --
* dispoaicoes dos artigos anteceden- Amaobia pela* 8 horas da manha se de-
que 08 ""i^'ll'f" """" arMMj....ki. a tarcaja^gaje^e da larisaai" lo
am.
rcaiaaaSkMte
weflcio da maira* reros,
vacum, cavaOs, o* muar.que I va* bilhetes s (gotario venda at boje
nas feiras, oo da* neeseee fdr! lanas da noite.
ente sem ler
eitoao pagaaaasjtadaata
~do art. 2* da M a. 6
Mi*
tde
INTERIOR.
i:\GL\Tl-HR\.
to eajaldi puitretmos a reposta dada pelo
nvatatro dos negocios estrangeiros de Inglaterra,
!>*ra relativa o* negocios de Mmttt, qoe
Un Mnha stde entregue por mna depetato (o
oaaanercio.
Ministerio dos
M*)Wutm.
aegocios eslraugriroj en 3
Baten e exaninei can anaier aKebeto i
jarenona *) ne bavei* dirigida.
Teaaa* cen eiactidia dracripte aa mi
jM^afprtoMsa Mvako ; o rort* a Go-fmt II de setembro de I8CI
Pelo espaco de um mez estiversm ioterrompi-
das as nossas relsce. Devo dar a raso disso.
Cora a viagem da presidencia para o Bul da
provincia, a capital eslave sem vida, e bem as-
sim sem noviades: oso havia, pois, noticias a
mandar-lhe. En anaces paMvras veu dar-lhe
conta de gyro feito pelo Exm. Sr. Alencaslro. e
dos motivos que o levaran a emprehender essa
iagem, logo depoia do enoerrameoto da assem-
bla.
J Ihe fallei nos projeetos das feiras; a medi-
da foi aceita pela assemola, consignada en lei e
sanecionada. Conriaha logo cuidar da sua exe-
cueo, para isto era preciso estudar os elenentos
propagar a idea, demonstrar a ana conveniencia
e procurar auxiliares que a lavem a reahdade.
Foi o que fez a presidencia.
No dia 3 de ageste, pelas 5 horas da manha,
sabio S. Exc. para Jaragu, d'ali seglo para
Meia-Ponie, -Cofomb. Santa Lutia e Bomfira.
Esle ultimo ponto eslava designado para urna
reunio de fazendeiros, reonio que leve lugar no
da 20 de agosto, onde se discuti-a queato das
feiras ; assenlaram-se as baseada saa fuodaco, e
deeifoou-s a poca em que mis conm qne se-
ja aborta aos negociantes de gado. Poi um dia
defesta para a cidade do Bomm, e de esperan-
cas de um melhor futuro. Para provar-lhe que
a idea foi geralnente abracada, basta dlzer-lhe
que a maior parte dos municipios disputavam ao
Bomfim a preferencia para a fuodaco do mer-
cado ; mas S. Etc. entendeu, e com razio, que
esta cidade, sendo o ponto mais central do sul,
devia sem duvida ser preferido para rase mister.
De volts s esta capital, onde chegou 28 do
passado, foi su primeiro cuidado designar por
um acto a cidade de Bomfim para centro da feira,
marcando o dia 7 de setembro do anno futuro para
a abertura.
Espera-seque esse acto seja feito com loda a
pampa e eolanaaidada.
Foi eecolhida urna boa poca, e o dia, que o
da independencia do imperio, ser tambem na
provincia assignaUdo por esse acootecimento.
Dizem que a abertura da feira ser presidida
pelo Exm. presidente, autor da idea, e que bellas
festas se preperam para esse dia ; posso afian-
zar-Ihe que O enthusiasmo ha de ser gran Je, por
que os prodonos j se naolfestam.
Nao ha popularidade melhor do que a que nas-
ce das ideas proficuas ; a repuiaciodo nosso jo-
ven governador vai assentando em bases muito
setal rae.
Tambem foi designada a villa de Santa Mara
deTsguatinga no norte para o segundo mercado,
qne tem de exportar os gados para a Bania, etc.,
e designando o dia 15 do setembro do anno futu-
ra pa m u. abertura.
S. Exc. projectava ir ao norte ; mas como a
viagem devis durar nao menos de 4 mezes, e as
chuvas se approximavam. crelo que prudente-
mente desisti da emprezs. Parece-ne que elle
a far em melhor occasio ; urna necessidade
urgente.
Ha muito que ver e providenciar naqnella par-
te da provincia ; o que faz esraorecer a exlen-
sio e as difficuldades naturaesda viagem.
Suppooho j Ihe tef fallado na fuodacio do pre-
sidio de Sania Mara da Araguaya.
A expedicio seguto para a Leopoldina no
dia 2 de agosto, e consta queja embarcoa o com-J
mandante com toda a gente, e sulca boje as aguas
do niagestoso e tico Araguaya.
Desta vez nio se hade mallograr a empreza ;
quasi de 80 pessoas cansa o pessoal que para all
seguio, e espera se a afueocia da gente da cida-
de da Boa-Vista.
A presidencia, com o tino administrativo de
que dotado, fez acompaohar a fundacSo de San-
ta Mara de urna providencia de grande al-
cance.
Mandou pelo eapitio Sebasliao Lopes d Al-
meida, negociante e pessoa influente de Porto
Imperial, abrir urna picada que ponha em com-
municagio as margena do ToCantins, com a do
Araguaya, devendo essa futura estradi partir das
alturas dos aldeamentos de Pedro Affonso e Tne-
reza Chnstina, ate o ponto em que vai ser funda-
do o presidio de Santa Mara.
Essa estrada trazdous grandes beneficios : fa-
! cuitar por trra a communicagio de Sania Maris
com as povoacoea doTocantins, e facilitara emi-
> gracao dos haoi,antes da margem do ro do Sote-
no para o Araguaya.
Dous sertdes da Baha tem entrado para as
bandas do rio do Somno mais de mil pessoas : do
Plsuhy igualmente vio entrando mtitas familias,
a;outadas veta scea, e que alli se procurara sal-
var de ama completa ruina.
O dia 7 de setenbro que de ha muito nio se
festeja va na provincia, este anno o fei dignamen-
te. Hoove parada, Te Otum, cortejo e baile : o
dia foi cheio.
A presidencia entrou de novo ns sua vida la-
boriosa : sob urna administraco activa e vigi-
lante os trabalhos se vio cada vez mais multipli-
cando.
Continuara os assassioatos na comarca do rio
Paranahyba : sao as consequencias do jubileu
que abri no Catalio o juiz municipal Bernardo
Joaquim da Silva Guimaries. Felizmente para l
j seglo 6 eapitio Rufino com urna forca respei-
tavel ; felizmente tem o termo de Santa Cruz
una autoridad* energiea e monliSada para neu-
tralisar lodos esses mos effeitos. felizmente vai-
se recompoodo todo o pessoal da polica no sen-
tido do programma da administrasopersegu-
Cao ao crime, e prisSo dos delin luente*.
.v recc,ao vai apparecendo em livor da boa ad-
minislrago da juslica.
Deas queira que ella continu, e que se estn-
da por toda a provincia.
A lei e os actos de que Ihe fallo relativos is
feiras, sao do theor seguinte :
* Resoluto de 13 de jolbo de 1861, creando
duaa feiras, orna ao norte, e outra ao sul da
prorioefa.
Jos Marlios Pereira da Atencastre, presiden-
dente da ptOvncia de Goyaz.
Pacft saber a todos os seus habitables que a
asserabl.a legislativa provincial decretoo, e eu
saoccionri a resoluco seguinte :
Art. 1. Ficar crbadal duas felfas, urna ao
norte, outra ao sul da provicia.
Art. 4. O presidente da provincia designar
o* pontos em que devam ser estabelecidas. e ss
pooss em qoe erarri runecionsr.
Ar. 8. O imposto de animaes que o cobra-
do osa recebedortas e suas a
us colleclorias das
Pnt beata
Pot aavallo^ .^^. li
Par egaa oo poMra 3|600
Por boi ou arroto lyMO
Pof vaeceflBnovrlha 3|00
Art.-*:. A importancia do imposto at 150*
rs. seri paga i vista, e a que exceder deua qaan-
tia o seta orejea* sel* nene*.
art. 5. m Wi*n>iBstMlde o rganeato 4e
r,.fie*>
" L_aW
gostb
Art. 8. Pata boa execucio da aaaaonlaraso-
lucao o pretfgeate da proviaet peder crear,
quando julctar necessario, at SO gaardas fiacaaa
encarregadoad* arrecadago a Iscaiisacao deste
ramo de receita.
fJUL 9. O presidante da
os regula nenies, par a boa execucio d pnieote
resolujao.
c O preaKeale da provincia, en exaaueao ao
art. V da le da U de julho da correol* anno,
que creou urna feira, de gados no sul da provin-
cia, designa a cidade do Bomfim, par* oe.ll* ler
logar referida tetra, que ae abrir pos* arineira
vez no da 7 de setenbro de 1862, e em igual
poca nos aneo* posteriores.
Facam se aa prectaaa communica^oes. Palacio
do governo em Goyaz. 31 de agosto 1861. Josi
Martim Pireira de A encastre.*
O presidente da provincia, en execncf o ao
art. 2 da lei de 13 de julbo dio crrante anuo,
qae creou ama feira de gados no norte da pro-
viaria, designa a villa de Santa Mara de Taqua-
ritinga para nella ter lugar a referid* Mira, qoe
se abrir pela primera vez no dia 15 de setem-
bro de 1S62, e en igual poca nos sano* poste-
riores. Facam-se as precisas eommunksetot.
Palaeto de governo em Goyaz, 31 de agosto
de 1861.Jos Mar lint Vertir de A (encostra.
[Carla particular.)
(Jornal ato Commereio do Rio.)
PERNIMBUCO.
n h, REVISTA DIARIA-
Do balance da receita e detpeza, effectaada no
anno corapromissal de 1860 1861. da Santa Ca-
sa da Misericordia do Rio de Janeiro, o qual te-
mos vista, extractamos os dados que oDerece*
mos em seguida i leitura publica.
Foi a sua receita 573:4234613. ao passo que a
desoeza subi a 588:527*130, dando um dficit
de 15:103517.
A divida passiva do respectivo hospital sobe i
99:801J643 ; e o seu movimenlo d no comeco
do anuo a existencia de 866 doentes, no correr
delle a entrada de 11.768, a aahida de 10,043, e
o fallecimento de 1,840, e uo m do mesmo
permanencia de 781.
Nas primeiraa vinte a qualro horas da entrada
suecumbiram 130, oaa quarenta e oito 126, e ao
terceiro dia 106, dando ama somma de 364 eaae
obituario.
V-se assira, que a morlalidade regulou 14 por
cenlo sobre o numero total; e se dessa empu-
teci exclairem-se os 130 fallecidos oas primei-
raa vinte qualro horas, descera a 13 por ceulo a
morlalidade.
0 eatibelecimeoto dos expaslos a cargo da mes-
ms Santa Ca* arrecadou a receita de 10I:I13$4I3
rs., e fez a daspeza de lll:14l*97i; a o seu rao-
- Fizeram ac aa (acaldada de daMto no da
13 de novembro, oasaguiota* estudaasas :
V ansas.
Jaa Mandes Carnotro
da Cuoha Jnior.. Re pro vado.
Joaquim Patriota Peaa
rreito...........Apprevado planamente.
Lazare Jos Pires da
Foeca.......... Apptpvado simplesmaate.
valcaotl -i Albu-
querque.......... RaproraJo.
2 anno.
Joaquim Correia de
Arauio Jnior..... Approvado plenamente.
Jos Frsneisco de
Paula Correia da
Araujo............ Approvado plenamente.
Alvaro Antonio da
Costa.............. Approvado simplesmente.
Pompilio Cavalcanti
t Mello.......... Approvado simplesmente.
3* anno.
Felippe Daltro de
Castro............ A pprovaito plenamente.
Francisco Antonio
Filgueiraa Sobri-
nbo.............. Approvado plenamente.
Miguel Calmon l)u-
aio de Almeida.. Approvade plenamente.
4* anno.
Jos Roberto da Ca-
nha Salles ....... Approvado plenamente.
lonocencio Jos de
Freits* Barros.... Approvado plenamente.
Barlholomeu Leo-
poldino Daotas ... Approvado plenamente.
5* anno.
Manoel Jos Feman-
des............... Approvado plena meo le.
Joaquim Games da
Canda Delira o... Approvado plenamente.
Viceate da Paula
Ciscaes Telles... Approvado plenamente.
Joiu Antonio de
Souza Rbeiro J-
nior.............. Approvado plenamente,
Fizeram nanea de geographia no dia 13
de novembro do correle 11 estudantes.
Approvado plenamente... 1
Approvados simplesmente. 1
Reprobados................ 8
Jos ; ttano.
Jos Migae^aJHsJn d
J0*m
Amado Perraira. Bie Grasa!
atteiro, a* triaaa, di
or beata a Cancei
l. sofalra. a*-V
I. giiaamllla. 1
oeaawaral.
No dia 13lBtV .
aaT*/4**M ao au II:
Aolonio
raimriai
UM
X
iolerite.
-Aitifi*. 60
anuos, aoltalra.
aiwiuciPttf*
A cmara municipal do tarifa t
Total........... 11
Fizeram exames de ioglez no dia 13de no-
vembro do correte 12 estudantes.
Approvados plenamente... 4
Approvado simplesmente.. t
Reprovados................ 4
12
e suas agencias, seri exigido mente a coropanhi
feiras pea nrfta seguinte : nal de maflDha.
taar. ffOOO Sobre propos
vimenlo d no principio do anno existente 52, oo
correr delle eotrados 530Megressados 92. recia- I
mados 11, dalos a criar 322, e fallecidos 297, e oo
m do mesmo anno existentes44.
A mortalidad* havida corresponde a 44 por
cenlo.
O recolhimeolo das orphiaa que gerido pela
mesma Santa Caaa arrecadou conslitaem o seu patrimonio 73:575fli30, e dea-
pendeu 43:284*727 ; e o cofre dos dotes dss re-
colhldas coolava 34,979a)8U, e gastou 8:917|320
com os dotes fetlos pelos casamentos de oito or-
phiaa.
O hospicio de Pedro II arrecadou a quaolia de
203.9288100 e despenden 182:5948482.
A empreza funeraria a cargo da mesma Sania
Casa produzio 395:252*943 rea e consumi ris
414:107J55I, inclusive a indemnisacao de exceaso
de despeza no exercicio (indo de 15.358*877.
Na enfermara publica de N. S. da Sau-ie exia-
tiam 138, entraran 2,014. saturara 1,752, falle-
cern 251, e reslavam 139 doentes.
A eslalistica mortaaria das dex freguezias do
Rio ae Janeiro consagra oo eapaeo docorrido de
julho de 1860 julho do correle anno urna mor-
alidada de 9.070 peasoaa, sendo 2.300 homeoa e
1,782 mulher nutrieres estraogeiros, 804 homens e69l nutrie-
res escravos brasileiros, 798 homens e 259 mu-
lheres escravos estraogeiros, bem cono 131 bo-
mens e 13 mulheres cuja nacionshdade e condi-
gnos sao ignoradas. Desles dados v-se que os
fallecidos foram 5,875 do sexo masculino, e 3,195
do sexo femenioo, sendo inhumados em cemite-
rios pblicos 8,722, e em particulares 348, dando
a Santa Casa caixao, condueco e sepultura gra-
tuita a 2.939 daquelles primeiros.
No numero dos estraogeiros fallecidos contam-
se 1,340 portuguezes. 480 africanos, 114 france-
zes, 72 hespanhoes, 53 inglezes, 47 allemies, 34
italianos, 27 dinamarquezes, 19 suecos, 17 ame-
ricanos, 16 prussisnos, 11 suissos, 10 hamburgue-
zes, 9 chlnezes, 7 hanoverianos, 6 belgas, 5 aus-
tracos, 5 orientaes, 5 argenlioos, 4 hollandezes, 3
russos, 3 norueguenses, 2 bremenses, 1 otdeta-
bur^uez, 1 grego, e 1 lubeguense.
No numero total dos fallecidos, suecumbiram
1,374 de tubrculos pulmonares ou urna 7 1|S par-
te delles foi victima da molestia que hoje mais
daino causa nossa populacho; e o resto foi di
vidido por 49 molestias differantes, a mais vlcti-
raadora das quaeselevou a sua cifra apenas a 549
individuos.
De novo nos remettera o seguinte artigo,
que liga-se materia dos outros que havemos
publicado ; visto que ella pafeceu-oos digna de
reparo, e carecedora portaoto de urna averigua-
gao :
Sr. redactor da Revista Diaria. Nio nos
passou pela lembranga, quando dirigimos aquel-
las linhas, que Vmc. leve de publicar hoje, que
hontera feriamos de ver i larde um* (orea de cio-
coeota canoas a deitar arela oo aterro ao norte da
tal pioguella, de que Ihe fallamos; o que dizem
ter sido mandado aler pelo Sr. Jos Amorim Li-
ma, proprietariode orna olaria situada na ilba
dos Coelhos. E com effeito, a for^a com que se
irabalhou foi tal que em meos de oito horas es-
lava ara largo aterro feito, e completamente in-
terceptado o transito publico I
Nio sabemos b que bos admire mais, 89 a fa-
cilidade com que cada uro faz o que quer, anda
Com o prejutzo do publico, so a boodadedas au-
toridadea em consenttrem nas tnfracedes das leis
e regulamenlos mnniclpaes.
E de feito, se os terrenos que a mar cobre
em urna certa quaolidade de bragas na preamar,
sio considerados terrenos publico* ou de man-
nhs, necessariameote devem ser pblicos aquel-
lea cobertos pelos ros e seus affiueoles; e se nao
ha erro quando assim pensamos, occorre-nos per-
guntar: Obteve o Sr; Amorim essa porcio de
rio, que est aterrando, por aforamenlo, e prece-
didas as diligencias da lei?
Teria esse senhor licenca das repartieres
competentes para fazer essa obra ?
a Consentira a capitana que um aterro de
areia se Uzease sem ser primeiramenle estacado
o lugar, afim de que as arrias, deslocadas pela
forca da vasante, nio rao obstruir o ancoradouro
e o porto?
E' o que cumpre averiguar-se.
Recife 9 de novembro de 1861.
> S....
Por conveniencia do servico publico, foran
demiltids os subdelegados do dtalricto do Verde
Sezisnando Sergio dos Sanios, e do de Cspoeiraa
Antonio Claudino Monteiro, na comarca do Bo-
nito.
Tendo sido exonerado do cargo de 2o sup-
plenle do subdelegado de Ouricury o Sr. Thoraaz
Pedro de Aquioo pela razio de sor alli professor
de instrueco elementar, foi para o mesmo cargo
nomeado o Sr. Hornera Bom de Souz* Maga-
lhes.
Acha-se nomeado o Si. Io lente da arma-
da Braz Jos dos Res para coramandar nlenna-
a de menores artfices do arse-
t
. oposta do DY. ebefe de polioia foi
demiltido o 1* supplente do subdelegado do 3a
disiricto de Iogazeira, Jos Gomes da Mello.
Acha-se marcado 6 prazo da triota das pa-
ta O processb da HoilHaca* cooseaaente ni-
| cripcaodaqunes qu nre'lnderem
. ptnvtmento'dacadiride prloelraat
gttelde ipojoci.
Total...........
Relacao dos estudantes do Curso Commer-
cial Peroambucaoo, que fizeram acto oo dia 12 do
correte :
Joaquim Francisco Bor-
ges Uchoa..........Approvsdo.simplesmente.
Joaquim Jos Tarares
Jnior...............Approvado plenamente.
Jos Joaquim Borgea
Uchda................Approvado plenamente.
Lista dos baplisados a casamentos havidos nes-
la reguezia da Boa-Vista do 1 de outubro ao ul-
timo do mesmo.
Joao, branco, com 8 mezes de nascido, filho le-
gitimo de Antooio Jos Pereiri Bastos e Guilber-
mina Marta daa Neves.
Joanna, parda, com 15 annos de nascids, filha
legitima de Miguel Loureoco de Aodrade e Mar-
colma Joaquina, fallecidos.
Maria, parda, com 15 mezes de nascida, filha
natural de Benjamim Dionizio dos Santos e Isa-
bel Maria de Souza.
Joanna, parda, com 3 aooos de nascida, filha
natural de Laurenlina Mara daConceigao.
Maria, crioula, com um anno de nascids, Alba
natural de Catharina, escrava.
Cyrillo, crioulo, com 3 mezes de nascido, filho
natural de Joaquina, escrava.
Joio, branco, eom 7 mezes de nascido, filho le-
gitimo de Joao Francisco da Costa Fialho e Fran-
celina Damazia do Reg Fialho.
Joaquim, brinco, uaacidu em 18 de setembro
do anno passado, filho legitimo de Jos Faustino
uo icemos e nana nosa os Silva Tereira.
Rosa, branca, nascida em 18 de julho do anno
passado, filha legitima de Hilario Urbano da Sil-
va e A/ioa Candida Barboza da Silva.
Orencio, pardo, com 5 mezes de oaseido, Olho
legitimo de Severiano e Leopoldina, escravos.
Nicacia, crioula, cortt 2 mezes de nascida, filha
natural de Prancisca, escrava.
Hernelinda, branca, naacida em 26 de agosto
do crrente anno, filha legitima de Joaquim Gal-
Uno Coelho e Mara Clara Dtaa Coelho.
Constancia, pret, com 7 mezes de nascida, fi-
lha natural de Thomazta, eacrava.
Sergio, preto, com 1 mez de nascido, filho na-
tural de Anna, escrava.
Moyss, preto, com 1 mez de naacido, filho na-
tural de Maria, escrava.
Celestina, prela, com 4 mezes de nascida. Dina
natural de Isabel, escrava.
Paula, preta, com 3 mezes de nascida, filha na-
tural de Quitea, escrava.
Mathytdes, parda, com 7 mezes de nascida, -
lba legitima de Anselmo Francisco S. Thiago e
Carolina Maria da Conceicio.
Auonso, branco. nascido em 9 de agosto do an-
no passado, Olho legitimo de Jeauino Augusto
Lopes de'Mirauda e Constancia Amelia Lopes de
Miranda.
Msrit branca, con 3 nezea e neio de nascida,
ulna natural de Anua Anea dos Ssolos.
Bernardina, prela, con 5 mezes'de nascids, fi-
lha natural de Anna Generosa Mara dos Praze-
tes.
Virginia, branca, nascida em 3 de marco do
correnle anno, filha legitina de Lino Augusto de
Carvalho e Francisca Curdolina de Carvalho.
Francisca parda, con 3 nezes de nascida, filba
natural de Thomazde Aquioo e Fraoceltoa Ma-
ria.
Isabel, parda, com 8 mezes de nascida, Alba
natural de Fortunato Jos Themaz e Albertina
Thereza de Jesua.
Antonia, parda, com 7 mezes de nascida, filba
natural de Heuriquta Mara da Conceicio.
Pedro, branco, naacido nu ultimo de Janeiro do
correte anno, filho legitimo de Lino Antonio Sa-
raiva e Mara Florinda de Mello Saraiva.
Augusto, branco, nascido no primeiro demaio
do corrente anno, tllho legitimo de Loureoco Ma-
terno e Guilhermioa Schreeder.
lunaria, branca, nascida en 20 de julho de 1859
lha legitima de Antonio dos Santos e Maria da
Conceicio.
Ltbaoia, prela, com 2 mezes de nascida, flltaa
natural de Isabel, eacrava.
Joio, pardo, com 1 anno de nascido, filho na-
tural de Joaquina Mara da Conceicao.
Izidro, prelo, con mezes de oaseido, filho le-
gitimo ae Maooel Caetano Pereira e Helena Ma-
ria da ConceiQo.
Casa aten tos.
Gustavo Adolpho da Silva con Franeelina Al-
bina dos Santos, pretoa.
Antonio Carlos Chrisiieno Augusto Leimyg com
Aona Joaquina Floreada da Mello, brancos.
Tito Augusto de Albuquerque Porto Carreiro
com Francisca Maria Pereira ae Sacramento.
Gracilmo Hernioo Bapliata con Marta Julia de
Miranda, braucos.
Bonifacio Feroandes Bapliata cosa Mara da
Conceicao de Sanl'Anna, pretes.
.. L.1".Antonio*M?4 on Maris Florinda de
Mello, branco.
Alfares Lua Aolonio Farra Jnior can Joa-
quina Balbina da Cos* Fialho, araocoe.
Joa* Gregorio de Noronba eam Aaa* Joaquina
da Conceicao, pardo*.
Jo* Mua da Almeida ean Jadeaba Sophia
Guiarla*
No dia 12 de correle, foran racelhidasi
casa de delencao 6 honeas a t nulher, saodo 6
Uvres, 1 per auapwta de awerave* 1 eetravo,
a saber: i ofdea ao 4aanbargdor ebria de
polwia iaterno 1 ; urdan do *abdek>gad de
Santo tenia 5, inclusive Atrloena Uoner
Marta da Cncaaeie, aoja ooodiaa* 4 anapaUa.e
o crwulo Thonaz, aacrave *e Aatonio da Mecha ;
se ao i orden de da M*gdaleaa 1.
ras de 5. | ,-. Miiuaoua mH<**
batxo val transcripto, convida a toda* a*
nicipes para que coocorrara pava a
dessa obra de tanta honra para a Braail,
crevendo na secreUria da
quaoas da que qukeran
ser manos de mil ris, atan*
ris.
Certa do patriotismo qne caracterisa
PersMnbucanos, a caara naacipal
espera que sa preatasaa da aaa vaailaaV
sacan deste grandioso Osa.
Pago da caara municipal do Recita e
de 28 de outubro de 1861.
Lttu Fraacisco de Barro* Reg
Francisco Canuto d* Baa-Viagaaa,
serviodo da secretario.
lllms. Srs.O Instituto Histrica BraaHiaaa,
que presta Sai Mi gestad e o Inparaaaa a aaa in-
mediata protecoko, reaolvao qae ee iavaalaaaa
o esta corle ana estatua a Jos Booibri* de A*>-
drada e Silva e se erigase am tale dgae da
seus preciosos despojos ; sio pagla** da btalaata
escripias en brooze e narnore pela graUdio ara-
aileira e que deven transmiitir i paaveridada, aa
tradicdes gloriosa* qae ligan a un ee gres
des vultos nsciooaes, e un dos primeiro* calla-
boradorea da nossa independencia.
Os abaixo asaignado*, nenbree i* connlieie
a que o Institutu Histrico incumbi Uo cabra
missio, acordaran recorrer ao aaxilio da
aa caaras nonicipaea do imperio para ajea
novan sabscripriies populares entra oa ansa
nicipes, visto cono o monumento dava ser "
expensas do povo.
A commiasio desojando qneteda* **
leiros possam cooeorrer para lia patritica as-
numento, quaeaquer que sejan aa aa*a fortasaaa
flxou o minino e o mximo das quaolias ealre mi
rea e dez mil ris.
Devendo a estatua ser inaugurada oo da 13 ata
junho de 1863, ceotisimo aniversario natalicia
de Joa Bonificio de Aodraaa Silva, a csnnia-
sio espera Vv. Ss. se digoem de co*djav*-U aa*
Uo louvavel empeobo. activando a apreaaaada
subscripcao, cajo resultado seri publicad* ata* at-
ibas diarias d'esta capital.
Deas guarde a Vr. Ss.Rio da Jaariro, lt da
agosto de 1861.
Illms. Srs. presdeme veriador** da caara
municipal da cidade do Rerifa da proriada
Pernambuco.Euzebio de Queiroz Coatiab*
toso Cmara.Joaquim NorOertu de Soasa Silva.
Joao Maooel Pereira da Silva.Bario a Maaa.
Jos Rbeiro de Souza Feote.Heariqu* de Be-
aurepaire Robao.Dr. Claudio Lait d* C**U.
Thoraaz Gomes dos Santos. F. S.
Molla.
ara V
Acia da dcima segiBta mm a
eommisso it EiBBgi^rf 4m prtdJio
tos agrillas e iidi>triadjt k*U *>>
provincia, e as qar lite ** lita
trophes oa Ihe can argiisias.
Reuoidos os membros da eanniaaio. escep-
o do* Srs. bario de Maribec* a Ora.
arreto o Portella, aa ala da aun sataata
7 horas da noite de 7 do carreaste, e
presente a Exn Sr. paesiaeaie a provincia, a
Sr. presidente da com musi declaro* aberte a
sessio.
Lda e spprovada a acta da sessio sataeadeale,
pasaou-ae ao
EXPEDIENTE.
Foi lido un oflcio do Exn. preaideaU da pre-
finen datado da 6 da crrante, en qoe eenna-
nica que o vigarie da freguexia da lpa)aea -
ciira A S. Exc. en S dente mez dizende qae re-
mrlif>u commisaao tres frasquinboa, coaiaada
dous tinta extrahtaa da flor a certa raa, a oaa
areia doarada ; o foi lido mata non offieio de sa-
farte enconmeodado da treguara de S. Caelaai
da Rapoao, datado d* 17 4o mez fio do en qae
diz que recebendo o offieio qae eo*ini**b* U*
dirigir en li de selembro. o fasands dalla tri-
tura seus freguezes quando estas sa acaavasa
um dia privilegiado, aio tesa
reunidos en
que remetan psra aato eapiul ata-
seguido
duelos.
Nio haveodo neis expediente,
missio aos seas trabalbos.
O Dr. Aquino a presen toa ana e*rt* qu* e>
Sr. Dr. Sabino Olegario Ludgero Piaho Iba diri-
gir com data de 6 do correte, coaa*M*a*a a aa
poda exp6r urna machina de aua tii***.i*. *>*
elle de Jomioou aoiiaator dyntmuo a toVa feM-
cida en Pars soo sua diieeeAo, e foi i
qu* essa nachina fosee receida, visto q
braaileiro o penssneoto qae Iba dea
nio sendo a execucio normal oa artiQcial
se devia dar a naior importa acia en inv
senaelhaules ; e cooaalUa* a connioaa*. asi ra-
solvide qae se adniuine a dita
O Sr. Dr. Smenlo nostroa a aacaaati
alterar-a* a tabella doa aerveo* *.- deven pres-
tar os membros da eonnieeee dorante o* ia* da
vizila dos objectos expostoa, visto qaa naba si-
do transferida a abertura da El postea* a 4n*e
que, tendo da figurar na Ba pnese 4a cari* 4*
imperio objectos que eonnieaie 4e*e re
cumpna que a anecie iocambtd*
dos producios exposto* fesse de*4e leg*
do eaae* objecio* e preparando a relatari* asa)
deve acompanha-loa; nas S. Exc tai da aaaaa*
qae eonniaaie aa reuns** extraertri*
te no di* seguiot* ao 4a laaagara^ao, pon* t
horas 4a tarde para fszer escola* oa
que ten da aer remeitido* a foi
lado
O Dr. Aquioo dina qaa, teade eentieuade asa
investigares a respailo 4a arvava, dratiaiaata
urucuba, de cajea tracto* esUrahidee sea* ve-
getal de qaa apreseatou a .ostras,
segunda ediccio da obra Pa Bwtmrim
rala et medica India
getaes que a autor citado
ttsea aromtica a arvore da q*a s* tras* aa*> a
denoninaca* da Pa/anieiiiri oa mmm mmrt. a
que recorreodo ouiros acriptore* viera a sabor
qae uruemha ara esrote anWara '
ou MgrUca teeifer* 4* Swartz.
a deooninacao 4e moecadexro
arvore peiteoceoie a' ftotilia aaa
geaero doa Myrinicaa,
Brown para consuiuir coa* a
esta esigna sob a deoomiaaeie da
e acrescentoa qae Merot e De-Lin*, ai
Itonnairt Univenel da Matasr*
qae o Pala mtuiri nwnioaade Vy^ildinow, **
rica do Lmar k qae di oa frasasa
moscado* macha, nss qae, ben ranlas**, s
confrontando deaeripe**can a* folba*, Irac-
t*a, sueco sebe aaaaa reata, taaajsj|iaaai
aer raeaea aeaae a irote uMfm*, en
tice aebif*ra, deecripta par Alavete aaa
toa vie Baaaatre pies goadrattas 44 aaa*
i venda.
Nio havendo naia aada 4* qae a*
a conniaeio, o Sr. praideaae reearjiea
is t horaa 4a aoMa, a aa, cono in da*
ros, escrevi es** seta.
Sala 4a* aeeadea da coananao
geverao 7 de novenare de 18S1.
Fisaonds de Sumeemna.
Dr. Joaqnim efiemie
a*miatatta\
Joaquim Hrm *****>
Saaeaaavre.
(
--
:
^TWtowatdno UtotSw d IB de setembro'sumo desta c.dade, H rrn.
4a seccio.Palaria da gal
co, en 6 de nov**aro a WM, ;
Sr.Cannuaico a Ex*., qaa <
feeesa 4e Ipeju*a iiflataa is sjsjj S 4a
duenda que reaaeMeu eaaa aaiaao, caalaadoaiaaa Uast I
certa erra, ceaao iaaaanat a V. 1
dala, e o terceiro areta i airada.
Dea* aasfdi* y. tde, lln. a I
exposicio agricola.-lo prasideaU,
celino Nanas Goaeataea.
S. CatUno do Rapan, 17 ottakn a ISSt-
_


-
M1.......r 1.

timo m
teodo o o
RffsnhA tatlalAiB *.. .!_ _____.." _k_.
Exms. Srs.
ditidode "
que ba de effectuar m i7d noTembro prximo sea Bus do ater do? 0MairiSMVMMSi
mJ L?- t Li* D* ba d,ae enees alm o> ostras.
iKm*2L"fr2r,*rW d" "ES* ea,0, ""*. Pondo, qua .inda
mdVrt- T,.. B *? -sauJiWenr.s U permanego duvidaaao, que o Sr. loeo Baptista
sasios^aa^lTL*' "or ou qtwndo. pernoitande em.ua o.; cora o
r4*^rirtee? aV1?^ nopMOTta.no. laneamente tefe elle da montrarms. algn
^'i' ? csr* taita tu offiaco s eestaa, jos se u deeolta-com a maior
- UNfiMMtt 14 M4UHao M l*ti,
---------------- wyin?.* mmrmwmmtm
iwiX P*M *D "*; 4 hldu.
naes ao o% consta eom elle. froclillearem por
havaroa possoss q.e mo M dedique.
Arese* una tara as iueaaptiaoas o noncolam-
po para a expsaicao. Ma. affirmo a V. Eso.
FLUSS^?! ,,wt "**" em orta-lo.
exeeugao MN dever.
jorsde apesgo ag-leera, w J.**" <^Mw> Feuaeee e Be. Joaquim
Pires Machad* Paridle. p.dre Joa Fidelis da
smvs Hoaa, viga rio encommeodado.
. *!*** <**<>**** rsettao.
fata-mvtmiri ou Mimiin da na. trata Piran
nm sua manriass mromatica de 2* edigo de sua
l[!T/'a? dsnisftt Nor-t osittfs, a arvwe coahecida nes-
f*S?>Bl* "ob >miiaclade Urucoba.
A Vnusuiaov Pata mettirx de Pirn a oirois
aSyera "Antete s-reetica sebifera do sern,
seolda io. deosaiasgao de aoreodeiro de
Ceyeona. Perteoee familia da. urinas e
genero do. afysistioo, separado par Roberto
Bravo para constituir eom o das virolas a qoe
ella designa *ob a deaoroinicao 4a atyrisiicas.
Mrat e De Leas, etn sea Diccionario Univer-
saf fe materia medico, suppe que a Pala me-
tan de roo a yrisiiea tormentosa de Well-
deno-iv ou Myrittica molabarica do Lamark qne
d os Crudos denominado*: muacadas macha.;
mas, bem examinando, a arvore de qne tai fi-
ron e d o aebo vegetal apaeaeotado a virola
sebifera ou Hfristica tebifera. Eis o que diz
Aabbet: Esta' grande arrore de Oayenna da fa
milia daa Lauriaaa, da dioccia bexaodria. di
pe. iociso de aeu tronco, un sueco vermelho,
acre, pegnjoso, que se concreta eom a tempo.
Della se aeivam esUndo reeenle, paca caula-
risar os aphtoa, e por nos deoles cariado., em-
bebeodo-ae desse sueco um pouco de algodio.
Saus ps femeas do (rucios, do bimanbo de
uras, m.rccdoaaoauaaarejtasatieaPe, osquaes
se abrem em duas ralrulaa e deixaan ver urna
nt coberta de utu petlicula oo macis termelha
e crespa, no interior eoconlra-se ma ameodoa
branca por dentro a qual redu.iia polpa e pos-
ta em agoa Tarrenio, deira sobrenadar orna es-
pecie de sebo amsrettado, que tam um fraeo
cheiro de moscada acre ae gusto, e de qne ae
servem para fazer reta., o que fex que os euro-
peos dio a este vegetal a denominacio de port
suif. Booastre qne estudon os frucios dessi ar-
vore diz, que nao dio pela destilacio senao orna
pequea quantidade de oleo essencial, e acres-
centa que se v no commorcio ease sebo em paos
quadrados qne se presta meos de qoe o outro a
illumiuago, visto que se derrete mais depressa.
Oelle se fac um sabio aeio transparente.
Correspondencias.
-a
V. dadora. Lando o Harte de Perna-ta-
buco, de 7 deeetembro ultimo, deparei eom urna
correspondencia, aseignada por Jqo Barbosa da
Silv, em que, oobrrodo-se eom o alvo manto da
verdade, sob a capa da insidia e da calumnia
procura marear ainba repotacao, al hoje, gra-
caa a Providencia, escoimada de Tactos desairosos
edeponentes ; porm quem claramente nao v,
o travaz dV.se manto, a alt*oidde de sua
iotencao? E, por sera duvida, elle o menos ha-
bilitado para pretender tisnar repo4ac.os alheias,
ltenlo o negrume de seus precedentes, cuja
chroniea jiz sepultada no porco lodamacil do cri-
me, da crpula e infamia; e nao ser certamen-
te no secule actual, que elle cont victoria para as
suas malra.lezasecynismo, poisqne, felizmente,
a Providencia, regeneran Jo o. nos.os costo mee,
nao consentir, que se reproduzam as barbaras
aceas dos seeulos pastados, no lempo dos Guel-
fos e Gibelinos, em que o elfange e a cimitarra
erara o desidertum de^ todas as con ten Jas. Nao,
estemos no seclo XtX.
Por agora smeote mea intuito, f.zer dessp-
parecer qualquer impresso desagradavel contra
a minha repulago, ferida de embosca Ja por esse
aerpentUo, ou alguem por elle, e aaeim ptocura-
rei guardar as conveniencias, o arrefeeer na ma-
guas, que me prodoziram aa aecusagea, que
foraa contra mim jogaJas nessa corresponden-
Cii, a que audo.
Principia esse Joo Barbosa da Silva, dizen-
do : 1, que eu aabira de casa em casa, tirar
attestados contraelle, em companhia do mestre
Jos Salgado de Alb.querfue; 2o. que oassei
tres letlras, i mim propri*. da quantia de 1:500$
ris, roubando a firma do Sr. Antonio Hatbeus
Baogel, a quem mandei assassinar por um cabra,
de Qome Miguel da Penha; 3o, que roubei toda,
a Correspondencia do Sr. inspector, Joao Baplis-
4a, pelo que estou sendo processado ; 4o, que, em
alto noute, vali-ae d minha torca herclea para
arrombar a gaveta de um nosto cimbado, liren-
do-lhe algumas cartas; 5o, que attaquei a po-
voago de Bom-Jardim, frente de um grupo de
homens. contra a forja do governo, resultando
urna morlo e ferimentos naquella forca. fazeodo
parte do meu grupo os assassiooe do infeliz Se-
rafm, morador em Uufumbo ; 6o, que nao lem
desertores era trras do aeu eogenho, do que o
aecusa o niesire Jos Silgado de Albuquerque;
apenas sabe, que s eu o sou e que, como seu
concunhado, nao me prenda, e que oulros, que
o Uzeasem, que a tanto nao chegava o seu cato-
nismo; 7o, que conspirei-me contra elle pelo
motivo de nao consentir, que eu me apoderasse
das trra, que, em inventario, tocaram as or-
pas, minhas cunliaJas; 8, finalmente que
roubei escravos de meu Qnado sogro.
E* preciso revestir-me de toda a calma e pru-
dencia, para poder responder a essas secusagoes,
que, parecendo, prlmeira vista, graves, nao
passam do puro effeiio da mais requintada per-
versidade desse meu aecusador. Anda, pois,
uardarei as couveniencias, e principiarei a dar
alguns eaclarecimentosem minha defeza, sbmea-
te em attencio ao publico.
Quauto 1 aecusago, respondo que eom
effeito sjhi eom o mestre Jos Salgado de Albu-
querque, em direceo aosul da provincia, e que,
antes de ebegar ao fim dessa viagem, nao detxa-
va de cooperar para o fim, que dito mestre se
propdz, nao s pela ami.ad, que, por *eus me-
recimenlos, Ihe consagro, como porque eslava,
como estou, bem convencido da justifij de seu
fim. palomeando ao paix os altos feilos desse
individuo ; e nao hesltei, era me arrepen Jo de
assim ter obrado, para que, conhecido esse Joao
Barbosa da Silva, podesse dito Salgado cobrar o
fructo de seu trabalho, que esse Jacques Ferrand
lbe quer usurpar, protegido por algumas autori-
dades desta comarca, cumo prestes podei apre-
ciar a digna re lacio do ditiriclo.
Quanlo 2* Mcuaaco, reapoodo, que reccorra
ao sello d. todas as collectorias, o lambem s do
imperio, ver se deltas constara a legalidad?
deseas letlras. A Joo Barbosa da Silva, tenen-
te-coronel, subdelegado, e raodeiro do engenho
ba plisado por Inveja, e crysmado ou cogoomi-
aado por tadroaira, s, e lio smeote, cabe a
pateroidade de infamia desta ordem ; isso mais
proprio daquelle, que, iilaqueiando a boa f de
todos os seus irmaos ecuohadoa, roubon-lhes a
terca de aua (loada mi; cliegando a tanto ana
desmesurada ambicio edeecaro, qua postergan-
do todasu ieia da regio e da humaidade, e
arrimando aobre o au braco (de Braco Vermelho}
cibega de sua moribunda mai, obieve par esse
meio lo infame.que ai o ba expressio.que o quali-
fl'jue, a realisajau de aeus nefandos flus, faieoOa-a
cenar aflrmativamenie a tojos os seus pedidos
segundo a va.pabliea, e invoco testemunho
de lodos os sin. irmes ca.bados. Qunto ao
que me imputa esse Camalto de faveirat, de
tentar en entrt a eniaienaia doSr. Auluaio Ma-
theus Raogel, indicando como meu guarda eos-
ta um morador de meu finado sogro, da neme
"Miguel di Penba.bomem manto e pai de familia.
Cont sabido, honrado Sel, tasto, que eta o
iagetro de alen finado aogro em todo o. aeu
asonados de importa ocia, sendo ella criminoso,
daalro esse miserarel nao o punir, piando .
morador no distrteto, em ierras do Sr. Bernardo
%^XSXK^2Vt?W" Cm 8 dMS"pr^edlm^^*WanlUei de maneir.
"-^.'/'djBI'gyt m v4"Pr: Po^ue que ella ficou ItW ZZ0 re,ull.do
tomnFXlSZSESlS-0 "UrnpX0 {""" d!WPPinaatg.beiras de.ie
*mo se prova bomem sea entiaaulat aai* puoda.or. kY vefda-
4.
^ % _
indiflereocaa pa'rnoitando ahi segunda vea, seoi
ella ae lar daao igual circumst.ncU, nao posa,
ser autor des.a tacto, como quem ignora va, onaa
aativeasam taea papis, eatou puramente coav-
veneido, qua o.Sr. Joa Baptista da Araujo nao
aerer aorificar san conseiencia ftUnando nal
ido calumnioso, 4 menos, queiro que aa nao
constituir mautu imigograluUa.
Quanlo a quartn aecnaacio, responde qne, tea-
,-----. t,ue,.. wb^ui, ii.9uu q, i)jsi- ua guaras nacioau
o id. a esa* capital ehegada do laperaior, a- marca de Ltootsa.
bolelei-me em casa de mea euoh.do o backanl
--. ,,, v-a Ha 1UCW .__
mnroa Ptreira da Lattaa. o qual me pergua- vou scieatiOaer an paiz ornuont) inbro
tou ae, cosa Ceilo mu lio Joao Babosa linha pna- pu blico anmMo, Jasa. ,1 q
lo em ortica caatracio do aeu eaoravo LuU; *"
na qua admirado reapoodi-lhe. como que eS
sabia disso ? elle ae retorquio, -que o sabia ipr
participacio do aesmo sea lio, coma constara
aquellas cartea, o entreg.odo-me a aasao de
papei. nelles encootre diversas cartas deas, seu
Mo, e em urna dallas coa finito vi a participa-
fino deaaa pretenco, e a requisicio d um frasco
4e Untura para asna curativo; sendo esas carias
entregue coa indiflWreuca, t>abem trouavs alga-
mas della, un baataota aa lera servido ; e ptn-
. .Tn*.n? *-""" ot'iuu," pw u coosentinao o dono dessa capella de aome
*o a moifferenca cora que ra'.s dea, e eu aro- Juno Barbas da Sil, jU-lleoid. mi^ dito Mda-
xe, que viemos luntos dea.s caniUi i,*r. nw. ver hIIi ..n,ii.^ "',r7*:_T?*. 0|* ""*
---------^ ^w Hwaia v a*
xe, que viernes juntos desta capital para o eoge-
nho Fortaleza, descansando em casa do Sr. co-
ronel Joaquim Mauricio Wanderley, seobor do
eogenho liorna.
Quaato a quinta aecusacoo, respondo que, rota-
pendo a revolucao de 184S, qual ae eocorpora-
rara multo, homena illualree. a ella adberio tim-
bera meu finado sogro, deixando-me eocarrega-
da da direcgo de aua casa, onde eooiinuei a mo-
rar, como appello para minha sogra e minhas
cunhadas ; quaodo boatos espalhados me fizeram
recetar ser preso, pelo que me fui iocorporar no
dito meu sogro.
Estando nessa poca toda a provincia e por
oonsequencia teda a comarca, eivads desse vr-
tice de peixes, que tanto coocurreto para adis-
aoluQu da humaidade ; nio vi entro meio de
reunir-me ae dito meu sogro, senao reunindo si-
gnos homens, com osquaes, garaotiodo-nos mu-
luameme, poJesse ebegar al a villa d'Agua-
Preta, distncto desta eomarca, nao meaos de 39
leguas, e antes de o fazer combinei essa inteocau
cora esse Joo Barbosa da Silva, ou antes esse
Cadero-j.ce, que agora turnio ebeio de si, e como
que julgaodo levar-ae ao patbulo, diz mnito
fresco, que eu ataquei a torca 4a governo 11 Em
oe.sequeneia de diversas direaces, que lomei
para a reunio deans homena, toquei oom effeito
povoaco de Boa Jar Jim, iheairo desse ataque
loexperado, nao s por mim, como pelos que cae
acompanhavam, talvat mosao per essa fallada
torga do governo, que conatava como depoiseou-
be, de um puohado de homens sem insignia ne-
ohuraa, que indicasse ser tal, reunidos, segundo
lambem soube, pelo Sr. Antonio Matheus Kan-
gel.
Essa foi a torga do governo que ataquei em di-
recgso ao Imbi, cesa 4eee Joao Barbosa da
Silva, ou por outre, desse hornera de costuraos
sararoi 1 a quem achei, como baviamos tratado,
eom urna outra porgao de homena fortes ae 150.
a onde depois de alguns das aegui a direcgo u'A-
gua Preta com todua os soccorros possiveis pres-
tados por esse cafre t renegado Joo Barbota da
Stha favor doi rebeldes I sendo meus compa-
nheiros o finado capiio Joaquim Barbosa da Sil-
va, irmo (e senhor) desse SerpaMao, o finado
Antonio Ionoeeoeio de Pmho e mais pessoas, co-
mo appello para o testemunho dos Srs. coronel
Ignaaio Correia de Mello, filhos deste, alteres
Joao Xavier Pesaoa de Mallo e alferea Antonio
Fereira da Silva G-oioaoa, e s nao eos acompa-
nhou o rnnjo Joo Barbosa contra a forca do
trno, por tratar dt ficar reunindo mait gen -
ie, allegando estar adoentado, o que foi logo por
todos traduzido por cobarda, de que poseuido,
e eiijoa tragos lia-se em sa macilenta cancalur*.
por antever a morle, quindo a conseiencia me
corroa as entraohas, por suas torpezas e nefan-
dos crimes II! Foi essa a gente que me acompa-
naou, e nao os assassioos do infeliz seu compa-
dre Seraphim, morador em Mofumbo, porque es-
se homem foi victima depois da revolugao, como
o sabe esse verdugo da humaidade repudiado de
todos o seus irmaos e cunhados, que s por hon-
ra da firma teem dado ao prelo o deaprezo, com
que o olham por causa desse assassioato e assim
quasi todos os habitantes da comarca.
Quanto a sexta accussgo neohuma resposta
devia eu dar, por quanlo ella urna condemna-
gao que Joo Barbosa faz a ai mesmo, visto como
eu son desertor como elle o diz, e se toado co-
nheetmento disso, como ostenta, nao procedeu
contra mim, lornou-se criminoso, merecendo por
isso a devida punigo.
Essa aecusago cavilosa fllha da escaldada
imaginagao desse Calilin, que nao duvida re-
correr aos meios indignos, deturpando os tactos
para obter a mioha persegoigo, langando subre
mim essa aecusago como um analhema a minha
reputagao, sem se lembrar que a espada da fus-
tiga, como methodo luminoso, divisando o ne-
grume de seus crimes e perversidades, p alirar
oesse cabos, e d'oode cgo e sea lin ir parar
a casa de detengo; sem se lembrar anda que em
relagao a cerlos assassioatos, estou senhor de se-
gredos, dos quaes se flzer uso, coofundirei a esse
tigre e o langarei para sempre em urna masmor-
ra, mas anda nao o fago por querer conservar
sygilio acerca de horrivois revelages s mim fei-
las, nao s por essa hyena, como por urna outra
pessoa muto sua conjuocla, que me os relatou
reprovando sobre maneira actos de tanta barba-
ndade : quero atlender ao appello que de algura
modo me dirige esse tigre para essa amisade de
(juioze annos; declarando porm, que tornsrel a
imprensa anda urna vez, ae fr aggredido, een-
tao ludo rovelarei.
No centro de mioha familia, isto na casi de
residencia do finado meu sogro, cuidei como
dsntes, em seus nteresses, como proprios, per-
manecendo elle anda preso de volta da ilha de
Fernando. Em todo o periodo de mioha pri.o
e da de meu aogro. Joo Barbosa, morador en-
tao no lugar Imb, desta comarca; distante do
engeaho de mea sogro, cinco seis leguas, vi-
veudo da fraca e precaria agricultura do algodo,
resisti a todas as instancias ( por cartea, f de
viva voz. teodo ido a essa ctdade) que Ihe fazia
oosso sogro. que m'o disse fszendo-lhe ver, que
reunisse a fabrica, e partisse oa lucros, porm
esse Joao Barbosa, sem atlender ao desamparo
em que eslava sua aogra, ir mis e cuohada, e
suas sobnnhas e cunhsdas, a nada disso alten-
deu lili Esse Joo Barbosa da Silva, quando me
vio chegar e cuidar .lio aifincadamente os inte-
resses de oosso aogro, para cohonest-r a'baixoza
da sua ndole, disse-me, que, visto eu me aohar
all, mandasse vir os escravos que por morle de
minna mai me haviam tocado, que elle iria com
a sua fabrica se eueorporar a mim ao prximo
mez de junho ; porm a volta de Joo Barbosa
loisemelhante a do fimo: foi tealemunha dessa
conferencia o Sr. profesar Joaquim Theodovo de
vasconcellos Arago, de quem invoco o teste-
munho.
? ease Joo Barbosa nio convioha ter de mis-
tura com seus mleresses em os de meu sogro,
porque a vida deste era como que ma mura-
i.ha, que antepunha a torrente do seu negro e sr-
dido lotereMe e ao natural Vulpiaao, de que se
nao pode contrafajer, come adianta veri* os Li-
teras.
Quanto a 7a aecusaco. respando. que eocra-
gado ver ease rarnia dt p4 miras iztr que meu
odio cootra ai, tur por elle nao ter conttntido
que eu nao m'apodtrai^dat Ierra, dasor,haa,
m\nhat cunhadas lili ran ttnealis l!| At
aqu chega o tupra.uamo do cysismo a deafa-
cateall
Compromeiti-me, Sra. redscloraa a dar a can-
sa, porque a Joo Barbos d Silva nao convi-
nm ter ao matura a mus interesan an os do
fiosdo meu sagro, e ehegada a aeaaii. Pal-
lecendo oste do cholea i de aasgo d ISdfi,
toi ewe Joao Brboau da SiUa onVidado mar
henrtaue pereirade lucena A?*ha, qmo malo mac-
eado dt Adao, i na moMo ntgrc aasvaWavdo
vtlno Lucena, para vir admininUar ebcn.ua
ana mai e sogra. veadade foi Jola seben
com aexlorciode terco, de sua'finada marrm
o muilo, quf Ihniocupletou na aorta de seuJr-
mao s snior) o joronel Manoel Baibqsa, suMo-
n?S'}lV*ioJ* w" P^>ft*rt,
q la?^**1 *? d" oeoa*ns,ieB que Ha-
m wrson, ee?aobrieho e fiado, desc.n-
ando ao meio da n'uma rede^assassina-lo com
im puohal, Ucando-o de sorpreza, por este ae
-cenar daa depredagpjes, que a cada momento
praticava esse Joo Barbosa nos bens de mu finado
pal, contra-ferrando vaccas e fazeodo outraa mui-
(aagentilezas, proarias de D. Baphael e Ambro-
sio La mella. AppeUo para a honra e digniaade
do Sr. Manoel Barbosa, de suas Exmas, mil e
manas.
Sr.redactores, aserie de crimes, que negre-
jam s fronte desse Jle Barbosa. deM lente
coronel, desse subdelegado, coma nma urna a-
frenla ao gaveroa actual, o tarnws a vergonba
da guards nacin!, e a qjntia da polica da co-
si
.d^^aaasndeaKin.oa1scrimos,de que
j, como urna
injuria religio e a humaidade. Um dellea,
senhores, foi a tentativa de envenenameoto na
pesMadnsuaaulher, exposigio acerca deque
deixo de ser minucioso, porque a corresponden-
cia do meo enotiado Jos da Silva Pesaoa, a ea--
aerilha cabalmente, e outro o segointe. Ha
lant nanos, morreado um eaerevo de Joo
narbnea, deaoore Fraotiseo. fot o seu cadver,
ue ordem desse hornea, sepultsr-se na capella
oemnafittula conducida por alguns escravos.
rtao cooseotindo o dono dessa capella de nome
ver all sepultado, cooduziram-o os escravos
para outra capellana povoago do Pedra Tapa-
da aonde^o sepulta rara, dando disso parte a aeu
senhor, a facamando Jto Barbosa, de que me
oceupo, a qual, ataada daa ais at os denles,
tmmedialamesU Joi aPodra lauatfa,-, levando
olguos esersvos, exhumar tfitocadaver.e o enter-
rou deoovo na reJetdoapeUaConno/sofa,
a despeno do nao cooaentimenlo do aeu le-
guimo priprietario rlfl Appello para o teeterau-
ooo dos moradores daquerlaa immediagoes. Boa
duta o Uado meu sogro-meu ilhoj pecomo
Ueus Beta mxnha vida ; se eu morrer do cholera,
Joao Barbota tama coala d ludo, se nao iri-
rtm os inos, porgue Totonha tsate trota va
nossa sogra) nao lem votnade para aquelleir-
mdo. Ena.verda.de se realisou essa proptiecta
Oa maneira a mais estpida: de sorie, qn, nao
aa tres pressoas da Santissima Trindade, mas das
tres as duas Eumeuide infernaes. esto daguer-
reolypadas ou caricaturas de Joo Barbosa da
Silva coo occa e htntiaue -pertira de lucena o
fornecedor da rnica........... a Sra. mioha lia
e sogra anda Cora leogo de nao fazer parle dee-
sa trindade diablica, porque, apezar ds annueo-
cis, que presta a essas duas furias, vive illadiJa
erabora peraegoigo, que ha mito s suas
las ulhas por esse meio indirecto, macommu-
nada eom seufilbo Caim, eque iguslmeute sai,
que de seu peito ba abido .cooao exballagdes de
um coragio deprimido a favor de mus filhos per-
seguidos lamentos equeixas, que para logo sao
abatados pelos cavilosos coosethos de seu filho
Pedro Arbues. Em toda lampo Ihe farei ern
justiga..........
Coorormo-me cora a aua consciencis, ella
dir um dia qua sempre conheceu os mens prin-
cipios de honra, to aeiotemonte deturpados, e
que a prophecio do velho Lacena um pharol,
que aljamiar dtes ira \ marcha desees malvados
s profundas do Aqueroote.
Da posse de todos os bens d a meeira, Joao Bar-
bosa traton de aeguir seu lovovel costume por
espago de tres annos, chegsado a tanto seu es-
cndalo, escudado na prtrtego de certas auto-
ridades desta comarca, que na factura do inven-
tario oao deu coma de lacro elgura, quer do en-
genho, quer de foros, como se v do mesmo in-
ventario, entretanto, que estav de posse de lo-
dos os bens, sem previ comnioago de todoa oa
herdeiros, os quaea dominados por esse espirito
de ramilia, to altamente depremido e deturpado
por ease Jone Bezerra, suportaran! por lodo ease
tempo tao subida serie da traUcaaoiaa, qua eram
apoiadas e sanecionadas por esse iuteliz fructo,
fi quem Joan Barbosa coroou com a estrella, como
"* fiKRY.IIMltl ntlm i,irtg, Carolas, qua ha
olvido -
a
'levolvido na perseguigo de suas irmas.
Coocluiodo, Srs. redactores, este tpico de mi-
nha narrago, tenho a paientear, que ao outro
ota, depois do fallecimento da meu sogro, estan-
do mioha sogra csrpiudo a aua desventura, ign-
renle anda desse passo, eu Ihe disse, que inde-
pendeBlemente de demorar o sol da provincia,
nao vioha para all, porque Lico (o rnica] havia
escripto urna caria a Joo Barbosa, convidando-o
para socar, e que elle nao deixaria de aooullsr a
esta conviteyorous meo tioj nao existia....
invoco o testemunho da Sra. U. Aotonia para con-
lesear se entre nos se oo deu essa conferencia.
Lendo-M, ledactorea, o inventario deeses bens,
procedido por um bacharel, que se diz juiz mu-
nicipal e o deorpftoos.de nome. segundo me pa-
rece, marco entulio dos ruins lama, ver-se-ha
a paroialidade. coa que foi feitu, e a illustrada
relagao do districto, meihor o apreciar. Joo
Barbosa da Silva, para chamar sobre mim o odio-
so e espiar a benevolencia de minhas cuuhaJas,
diz, que eu me quiz apoderar de suas legitimas,
de que at entio ella obdecia ITgita iitio, pro-
tector destnteretsado, respetando sua rali e elle
raoiMuiaao, eom ee eraais raaoeiras bstartotieas,
com um par de caDellas, qoo gloriarla um Pat-
gonio, om nsrtz, que fi honr aw dos Rrhinoce-
rooles, com urna escimta. que o defsiiu com
um remate ponte agudo e Qexnel da moda i mo-
ve-le, ooao os animaea. qua m sotrera de ob-
tBCl0'| Ptridos, sortido de complenle par de
fornalhas, destilando conliouadaaanu e leuda
asqueroso do pesstma simonte, teodo por lengo
as totalizas abas ae mus ecooomicoa ptletol,
"T' *" *". geg de pinto noello, ca-
i.Ti ------ ajan, "ir u fr,.. wwnr, om- muuoi joaquim qas l raras Mari
oeuos carapinhos, hombros scatrosados, natural- Simplicio Los de Sonsa Fooles
mente nan. im n4n > ...... .;__. .i.___ w____.. ..
mente nao, aim pato smo da mus crimea, altura
deseamunal, afrooloea ao sculo piesenle, e na
olbsr traveaedo, lema'.baste aos dos gigantes
Troaelttmt, onuaos aa Paasilvaaia. apezar de
nao sor vesgo 1111 asada a sua pella da cor pecu-
liar ao pello dos barros! 11
Saibam os lettores, que essa monlao de carne
botou lato por nasso ogro, usa do de lodos os
seus pilelots a fiatgap, de aorta, que, sendo o
aado um huma govUo, ad'altnra regular, con.
eidero o publico, que figura importable irrisoria
nao aeria do notes camalciu, entonado uesses
rages. qoe, saMains u alcas e tensos os ps-
letots, prosaica figura foi s do nosso figorio titt
Joao de canallas e asdegaa, nao deacoberto I! 1
tavoco o testeaianhe de notsas sogra o cuohada.
Eis aqai, Srs. Mdsctoras, o hornea, que ate
qu.lica 4 eternas miau isa: na ver4.de. com-
parado os meua feilos coa os della, nae duviuo
te-las; entretanto, que as suas aero as dss tre-
vas infernaes
Passados irez, quatro tfias depois da jnorte
da meu sonro, ebegando Joo Barboza, qual
eoro /rajador, ao engaaho Fortaleu. o aenli-
naanlo, que preseatou, foi embnagr-se,
pontos da, eslaado na b.nho, nao guarer sabk
delle para o almogo, vendo-me eu, e o Dr. ala-
noel Thomas Bezerra da Silva, meu primo, e so-
briohe daaaa Joo Barban, e o morador Joo
Purgada, na-aeoMaidade le o puxarmes do ba-
nho [pgo em frente casa de viven Ja) torga ;
porque a agurdente a Hie (Lava para estar ei-
tado dentro d'agaa, margem do dito pojo. Ia-
voco o testemuoho do Dr. Manoel Thomaz. tanto
maia qiMoto esse proce liraento nao o primei-
ro; Joo Birbosa i conhecido como umdos pri-
meiros borrachas da caares.
Tornando, Srs. redactores, minha arma d
defeza,a verdadepara eaastwtar o miseravel
alcovileiro, cimbogo, comparga, eipolela ser-
vo adestricto ou glebs, de Joo Barboza, o ba-
xarel heorique pereira de lucen, reato de maior
qnanlia (o Maricas do Recite) ou por outra re-
metteior de rnica para Joo Barboaa e cu aplica
conseguintemente na tentativa da caalrago con-
tra o escravo Luiz, como prova-se bellamente
eom a cartinha, qoe existe ; embaa elle me nao
atassa-lhe de frente, como me lira de furto, qual
o filho de Brago Vermelho, tenho a pateolear.
que eM hoaaooulo a Wfaria da faailia ; co-
mo protogooista e servidor desse Joo Barboza
daSilva, e o motor de todas as nossas dissenges.
Saiba o publico, nao oom raooto da orno, re-
presentsnda diversas fizes, qual filho de Gomor-
rha e Sodoma, habitante desacreditado e casua-
do da ru do Fogo ; de parceria cora o Adamas-
tor Joo Barboza, satisfazoodo aate com a prizo
d urna mulher casada ao armaiem de cafs, mi-
lhos e feijes, os appptites libidinosos desse in-
feliz e desgranado, escoria da oatureza, da qual,
todava, afrootoso escndalo 111 I
Notando a f ae Barboza, tenho mais a acla-
rar, que per eecaaio 'ama questie de moagens
da canas no nogenho Fortaleza, canas essas par-
lenceutes a meu concunhado Jos da Silva Pes-
soa, Joo Barboza da Silva ebteva urna assigna-
tura de nossa sogra em urna torna de papel, illu-
diodo a ass, que a ella compet responder a
peticao do dito aeu eoncunhado Pessoa, e para
isso se fazia aiator elle ir a villa responder tal
petigo, para o que devia ir munido dessa olha
de papel, essigoada por ella, testemunbando es-
sa aasigaalura Joaquim Gongalves Garaeiro, la-
vrador e leslemnnba de viveiro de Joo Bezerra,
como me disse s mesma mioha aogra.
Nao se fazeodo preciso conirhuar essa questo,
la a^ommodagao, que propoc Joo Barboaa
Jo*** pv devocho.
As Ex mas. coosorins de Ilima. Sas, :
Jos Joaqeim de Pai va.
Tenste Francisco X#vier Csvalcaote de Almeida.
Teoenle Ignacio da Silva Coullnho.
Jlscrivie.
Os Illms. Srs.:
Alexandro Perrpira Rodrigues Luna.
Joio Lsnreotioo de Albuquerque.
Alteres Jos" Fcaocisco Pedros de Carvalho.
Eterlvies.
Aa Exmae. conaoriea doa Illas. Srs.:
Ignacio da Silva Oliveira.
Bersardino de Sena Teixeira Cavalcante.
Hemeterio AuroH.nno Pereira de Carvalho.
Mordomos.
Os Illms. Srs.:
Manoel Rodrigues dos Pasaos.
Tiburtion Pinto de Almeida Jnior.
Manoel Joaquim das Travas Marioho.
Norberto Joa da Silva.
Dorotbeo de Souza Telles.
Joo Antonio de Miranda Jnior.
Manoel Bernardo Comea Silverio.
Mordomas.
Aa teosa. Srs.:
D. Iza bel fllha do 111 m. Sr. Bel armio dos San-
toa Botoso.
Rita fllha do Illm. Sr. Jos Maroellino de Mello
A Exmas. consortes do Illms. Srs.:
Joa Jacioiho a Modeiros.
Antonio Luagero da Costs.
Dr. Bento Jos de Alboquataaa.
Feliope Aotooio Rodrigue da Costs.
As Exmas. Sra. :
0. Donalill Eutropla da Annunci.co Carvalho.
Joaquina Maris Alvaros*, Mariz._______________
COMillMitCitOa
Novo Banco de Pernarnbuco.
O banco paga o 7* dividendo de 12$
por aceto, relativo ao semestre findo
era 51 de agosto prximo passado.
A directora da caixa filial tem deliberado
espassar at o dia 16 do correte o praxo marca-
do para o reeolhimento das aadulas de 20#. O
secretario interino,
Luis de Moraes Gomes Ferreira.
\llai__
ftaaalmeatodo dt. 1.12.
dem do dia 13 .
- 177.8880467
. 2841885i
806.3171318
MoTlmenlo 4a alfandetca..
VolumeaentradoaeomfazeDdas.. 435
> > om gneros.. 1762
Volemos sahldoa om tazendaa..
com genero..
2,197
358
ao dito Ipeu concunhado Pessoa. entregou Joo
Barbas, e... rolh. O. *^a *<~~ maneiu Ca-
e raporaaca, ou vulpina.i Sra. D. Anto-
.- >! d'..ma mam
vilosa e raporaaca, ou vulpina. Sra. D.
na [disse elle) ahi tem a sua aMignatura.s e,
antes que ella livesse scieocia, a saa aquella a
sua firma, sendo testerannha dessa enlrega, ppo-
chnpha per sem duvida, mialu entibada D Celi-
cina, para quem appello...
E quem nao enxerga nesse proeedimento roubo
?eJlerS?.-,M0*5oe,8lc' etc-> coino os ima apon-
tados MIII...
Quanlo i 8.a e ultima aocusaco. respondo, que'
estando eu oa proviocia d'Alagas, para onde li-
nha ido, chamado de minha familia, ver o ea-
tado de men pai, que se achava alienado, persis-
tmdo all onza mezes, neohuma parte podia ter
na fgida desses escravos. o que muilo bem se
comprova coa a direcgo qne elle tomarara para
a comarca de Nazarelh, opposta ioteiramoiite ao
lugar onde me achava, distante da cornarc do
Limoeiro nao menos de noventa leguas.
Sao lio comprobatorias essas razes, que no
i desse lempo vollaodo eu ao meu domicilio
-----...u. uu uiBiuuiv, cm tensa uu o. uciuotuo ana BSt e SOSra. Mm y*^(( ,f- i_ a____^
Gomo, de atoara Couliobo, tlslobo desso covalto, prompto .Zo .ceno, ^rtado^^i'ai:
que'elle naVclnsetCoTir "" "" -. oodeeslsv.mioha mulher, em casa de meu so-
Ouem tem -S *P'ul reM0,o <* demonstrages e aro vas
derar "mbeo df, Satli^-.0!?* "' M "P-" ,d ami"de. aue elle P o cnn.agrou. pros"
natural E.i?m a legUla1"'. homem. cojo tando-me eu aoa seus sarvigos agrcolas d me-
5. ;.liv "UPS 6m l0d* 'al,lUae lhr b' ?0,Ua,,e' como Podar"alSar todos
O produc-toqne elle deixou s orphas. por .,- ll^Tes "F^TZWmF1:
UO.domeru MBrrfo1Ue-deSfrUCl0U1.0 Tnh 4 laa,t,em "ode'ia fr JoTo Baboz. da 8 ,va
' ,, c.o ?in iia ?Tr.' !.". con.aiencia nao est.ves.e poluid e ob-'
ISs nafaraaXftMl-l An,rtn, lbMro' C- ,e,",a pela corrupgo-de xnodo nunca mais
orar os loros de ti propnetarios, derribaodo casas rollarcomo aquelle aua diz ramr. Mni
de pobres moradores por meios violeotos e arbi- '-'-- '- "--- *-'-" .*** >'migo
tranos a por urna pequea demora, de parearla
eom o jurisconsalto bacharel Lucena Cambeta,
eontraferrar gados, e veader quanoi, a titulo de
!oQoeDlCaV,l 'milia, engoliodo, alm do mais;
iw paes de assucir no pnmeiro, 22SO no se-
gundo, e mais de mil no lerceiro anno, segundo
m o disse, e noo morreu l e sustentando a urna
mulher, mai de 23 filhos, s seohora. a nosss so-
gra, com baealho por diversas vezes por espaco
Je tres mezes, debilitando-a pontos de lance
ella continuamente, tal j ova a fraqueza do seu
estomago I taoio que ella dizia :- minnns filhas
ja nao tolero lal passadio. iovoco o lestemuohu
della e de minhas cunhadas D. Celecina e D. An
toma.
Haveudo conirahido urna destas minhas co-
nhadas. urna graude molestia d'olhos, acredilera
os leitores, que durante o espago de mais de 4 a
a annos que soffre a dita minha cunbada, nunca
Joao Barboza se lembrou de mandar desta cidade
por diversos portadores, a menor rece.ta e re-
medios para ella, quando msndava coraboi de
assucar, entretanto, que nao ae descuida va de
,#-eSedios-.a,n(, qe pingues [nao u-
11.T. da arntCa Para Pobre '*J por
alguas de seus escravos, nunca se lembrou
8r. redactores, de mandar pedir um frasco d
agua fra para os olhos de sua sobrinha, cunh.da
S..?.n,.Je : Proce<,ime"o este acompanhado e
justificado or esse Pedro Arbues do Ouncurv
Curante todos os annos. que lem morado oeas
praga, smente comeado pela secreta 11!! Aioda
no mez de juoho prximo passado, estando o seu
oomparga atacado de rheumatlsmo, de que feliz-
mente aoflre. nao se peijou, aquella cara de bar-
re de mandar urna relacio minuciosa do estado
eaeomorpliee, pedtndo remedios, etc. ele
vistan face de sua irma, quem. era por defe-
rencia perguntoo se queiia alguna remedios p.ra
seus soffrimeaios. Para minha cuohada Antn
ota appello, ella nao me deixa mentir.
Se nao fosse meu concunhado Jos da Silv
Pessoa, que por direraas vozna a letn a N.zareth
a receita-Ia, do que tealemunha o Sr Dr. Sym-
phrooio, n quem foi apreseotada tres tez'a e
diversas vezes reositada palo dito sncanbado
alm do ter mandado outro remedios, vindoi
do Kexlfe, tal vez, que hoie estUesse sendo guia-
da,pata motor gloria do rnica e do protector
de tuat legitima, I H111 *
Ne tempo era que Joo Barboaa eaUva ea Fot.
talan auatenl.nds nossa sogra com beeatbea.
aa Ihe asuparam 20 rs. de agurdenle da dea-
lllagao. que all ha ; e cont naluraliuente pol-
i a avaguiooso (smeote asiuoioeo e (igeira
*aoaa....J vjaando ohagav.m muilo coa-
paooorea raaiaio, Joio Barawae, eitado nao oa
***. aa m ama barrica a .tnasn dt sor-
atoe, dnia toa o soiaqua hoteBiotico, osa ihe
particular, a minha cuohada D. Celeaina :Mid
pardanls, sirca o msno pare tato; nao wM/e
Descarregam hoje 14 de novembro.
Patacho americanoL C. Wattfarinha e papel
Barca inglesaSeraphinaferro e carvio.
Barca americana Hsrzardfarinba de trigo.
Barca fraocezaJean Parmatiercarvio.
Brigue bamburgnezCtpibaribemercadorias.
Patacho portuguez Mara da Gloria diversos
gneros.
Barca fraocezaSpheremercadorias.
Brigue inglezGiaucusmercadorias.
Exporta cAo,
Do dia ti de novembro.
Barca ingleza Wriath, para Liverpool, carre-
gararn :
Saunders Brothers 4 C, 763 saceos eom 3,815
arrobas de assucar.
Brigue portuguez Fia;on regaram :
T. de AquiooFonseca, 133 pipas com 23,910
medidas de agurdente.
Buea ingleza iVefberto, para Liverpool, car-
regaran :
Jamea Gabiree & C, 2,300 saceos com 11,500
arrobas de assucar.
Brigue americano Brandwine. para Philadel-
phia.carregaram :
Hanry Forster & C, 1,100 saceos com 5,500 ar-
robas de assucar.
Barca americana Astlia, para Philadeiphie,
carregaram.
Matheus Auslin & C, 1,200saceos com 6,000
arrobas de assucar, /
*-** oiitjm, f. aiaaipooi, carre-
garam :
Johnston Paler arrobas de assucar.
Dia 12.
Brigue inglez Elizabelh, para Delawre B., car-
regaram :
Saunders Brothers &C, 50 saceos com 257 ar-
robas e 22 libras de assucar.
Barca iogleza Nelherton, para Liverpool, car-
regaram :
l'stoo Nash Si C, 58 saccae com 313 arrobaa
e 28 libras de algodo.
James Cabtree 4 C, 100saceos com 500 arro-
bas de assucar.
Heeebedoria de rendas Internas
geraes de i'eraambuco
Rendimento do dia 1 a 12. 1!410*287
(dem do dia 13....... 2:8i8j652
14:4I830
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 12 17 7(69480
[dem do dia 13......4:26l078
2:0tr7658
juro falso e levanto falso.
Aoles de concluir, convm declarar, que tai-
vez veo ha por minhas cunhadas nm apuros para
aeclararem se preciso fr. factos, que a modestia
faz calar, cerno bem o ardil, com que o rnica
illudio a boa f d'uma de suas irmas para se
apoderar d'um eocrenle parar o Iroear, sendo
ella lograda com o resultado, que nao valeu, nem
ralea qoiota parte daquella pessa ; porm ellas se
compeoelrem doquearteiramente, de mim tem
dito esses miseraveis, tenham paciencia efacain-
idh justiga.
Sao, esse, Srs. redaclores, os esclarecimentos
que tenho de dar em favor de minha probidsde
e reputagao, atrozmente aggredida nessa corres-
pondencia que respondo, e me parecen eliea
cuffioientes destruir com vantsgem as toas ac-
cussges ; nao teodo podido nessa exposico
Oeixar de dhter com ainuciosidade a ceftos fac-
tos, que entend convenientes miaba defeza.
O publico, pois, que me preste a bem merecida
atlengao e descurpa. O veo, que eneobre a con-
ducta desse Sr. Joo Barboza da Silva, asss
transparente para ver-se o negrume de sua im-
moralidade e corrupgo.
Aqui coocloe. protestando de ama vez para
sempre, que nao mais me occoparei com esse
Pluio o seu saielttte : pedem dizer, escreverem
o que qulzerem, o publico que fulmine saa ten-
tenca oesla causs, em que fui aggredido.
Coro a poblicage denlas liubaa mnito obriga-
rao seu constante leitor obrrgadssimo.
Canuto Jos Pereira di Lucena.
Fortaleza, 15 de oulubro de 1861.
PubHca^oet, a pedido.
Hambiirgo I deontnbro.
Bolelim commercial.
Nao houve mudanga nolavel durante a ultima
quiozeoa; tolos os principaes gneros continuam
a sustentar a sua boa posigo.
Caf.O caf susteotou a aua firme posigo ;
todava as transaegoea aqui na praga foraA limi-
tadas, estando-ae i espera das noticias telegra-
phicas do vapor fraocez.
0 despacho do Rio. datado de 25 de setembro
chegou entretanto, e fallando de carregamentos
regulares do Rio, s avisa mui pequeos embar-
ques decaf em Santos, de sorto que os depsitos
dessa qualidade n'este mercado por muilo tempo
s tero de spresentar urna muito limitada esco-
Iha.
Os pregos de todss as quslidades melhores se
toroaram mais firmes, e o caf do Rio mais fioo
soffrau urna subida de 1[8 achilling no seu prego.
Caf regular ordinario do Rio 5 7(861(4 sebil-
lings.
Assucar.Tem hsvido trsos.cgdes regulares a
pregos Bal elevados.
Cacao.O cacao de todas as qualidades est
procurado, e conseotera-se pregos superiores.
Tabaco.Continuara regulares as traosaeges,
sem mudangs nos pregos; a posigo do tabaco
Brasilelro ptima.
O algodo continua bastaute procurado, e os
pregos eato sobiodo em proporgio.
Em leilao venderam-se cerca de 90 mil libras
de Jacaranda, boa qualidade do Rio de Janeiro,
pelo prego de 14 l[z26 3i marcos bsneo as 100
libras,
V '
Eleu;. dos dewtsja, e devttas, que ho
de festejar a Santissima Virgem do
Rostrta en ssa Bpopria igrefa nesta
eidade, em iuu 4862,
n ^ ,qUm P,m eleigi,o.
Os Illms. Sr.:
Josqutm Pessoa G*ir da CanBa.
Antonio Lourengo Rodrigues tana.
A.E*m . Joanoa do Rosario Guimarf et Machado.
D. Mana Francises de S Civsicsote consorte
Illm. Sr. Leodagario do S Caaaicaflte.
Juiza protector.
rtJlrVZL,02V? "1" ^ Dr ,0* rtta"
creen cuerno Blnneonrt.
a a o'**" r*fdb*0C*0. '*3
6 Illms. Srs.:
Joaquim Manoel da Silva JuotOr.
Podro Velha da Barros se ir.
MoTimentodoporio.
a aada
A nolis 4sr1, prlodsia e .
nos agoacelroa, rento E fresco
nheeen.
OHCitAla aa auni,
Preamar aa Oh 4* da tard., altara 2 p.
B.us-mr s6h. SO'g. aabls sRarsin.
aontno
f
tfmvtm entrado ao das W.
, d 412 toneladas, cepitas Jsan La T
equipagem 14, em lastro : s Ro.troo
a t,.
Naviot tahidot no asas fva.
Baltiaaore barca ingleza Normal, ca'pito
ouTi,,.C!wLrte "r* asear.
Philadalpbia -Brigue americano Brandy
capitao Lewis C Cb.rnion, carga saate
->*,
Editaes.
Directoria geral da mstrwc
gao publica.
Faco saber a qu.a eonvier, ajas m
Sr. pteadeote da praviacia eaoastssads
nada e cadeira de iostruego alaana
grao do sexo masculino da povoseba
goal de Ipojnca, pelo profesaos i ot
4>ilv. Saolo, osaada o illa. Sr. Dr.
qae seis ella possa coscurss, a-r
prazo da 30 diaa. na forma do sil. 10 Sas i__
gdes de 11 de juoho Se 1859, pera i.scripcn
proessso de habiliiago doa ou.aSl.iesi
nada cadeira.
Secretaria da ioalrstrcso publica sis P
co 12 o oev.absa de 1861.
c. x istarisa,
salvador Heorique de Albaq.sraa
O Illm. Sr. inspoclor S Ibesonran.
vincial, m cumpriaeoto da orea ds laaa.
pretidenle da provincia, aaada caaviaar as a
aoaa que qoizerem cootratar a ronai.ails
pontea noe lugares indicado na sota aastas _
piada, a presentir na aeesn I besas r aria aa
mss propoMss, aendo as coslratss
sob as coBdiges seguales :
Primeira. Qua a lapartaaria daa
tratadas correr por conta dos eoairstsotss V>
V?uL *-" "jamases aa
cofres da provincia.
Segunda. Que 0 Roveroagasantir a i
gas do pedagio pelo lempo e lera a qas
lar, coa taolo que os coolributates ato i
nao paguem ea cada barreira aaia do danle'ds
qua se arrecada naa existentes casta rsceito
provincia.
Terceira. O numero de annos para n i
gao do pedagio ser. regulado a alteacns
quencia do tranaiio qua possa bavor a ai
eis e difficuldade de obra.
Quarta. Qne aa pontee aeran eooalraatos,
segundo as coodiges. pl.nos s srcauteaiaeansa-
seoiadoa pela directora das obra, publicas.
Quinta. Qas, en quanto oso Dudar e prazo
percepcao 4o pedagio, o aansaaario aer oa-
gado conservar a obra ea per (rilo estada sea-
pena de seres os rosaros necess.rio. fsilas' par
ordem do governo cusa do aesao eapra
que, alm disto pagar uaa enalta corra
dente decima parle daa deapezas qne coi
se fizerem.
Sexta. Que aa obras ser* la
pelos agentes do governo, nao as quaoto _
conatruccao, como no que diz respailo asa traba-
lbos de cooserv icio.
Sptima. Que qualquer das abras. eaaSsra
empreheodida por particulares, str rnminead
de ulilidade publica, para qne possaa lar lagar
as dessppropiisges de que por ventar. -*tiibSi
a sua iealiaeo, e por isso goaari dos aaaswa
privilegios que as de msis obras da proviaeis.
Uitava. Que os contratos assim faites "
sujeitos approvacao da aaseabla provii
com exeepgo uoicameote daqoelles qaa vessn-
rem sobre obrss de un valor equivalentes tres
conloa de ris, ou em que se estipular saaaaji.
que nao exceda de um anno, os quaes ptoaszir
logo os seus efieilos.
Nota do lugares onde devem ter construida
as ponto.
1 S. Joio, na alrads de Po-
d'Albo aobre o rio................ Capibarib.
S luiba. pa villa ds Pao d'Alho isas*.
3 Cspunga I4ef,
4 Molocolomb, estrada dn tul.. Tilinta
o Eogenho Trapiche, estrada da
B C,T,..Vk"";-;--............... fir.nana.
~ r'?lcl?ee.lpoJMC........... lpojaea
7 Porte de Pedra
8 Duas-Bsrrss..............Y...'.
y Villa de Barreiros.............
10-EogeohoJuodl...............
11-Escada.........................
lu Araang......
13 Geoipapo.....
Seriaba* n?.
lona.
Um.
Mea.
lpojaea.
Aaangl.
SlWr
da o fia de de-
As pro postas sero recebidas
zembro do correte anno.
E para oonstar ae mandn afinar o presenta m-
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria provincial de P-r-
nambuco, 7 de novembro de 18l.
O secretario,
Anl0nio *"nitm d'AnDnoriacio.
Illm. Sr. inspector da thaaourans pro
vmciai manda fazer publico para rnnhrrriasnlo
ilr\ 'nle/oes"d0 o rtigo 48 da lei provincial a.
Ol de 18 de juoho do correle anoo.
Art. 48. E* permitlido pagar-se a meia alza
do escravos comprados em qualquer lempo an-
terior a data da prsenle lei independale de
revalidagao e mulla, urna vez qne oa nevdseos
scluaes deste imposto, o agam dentro do exerci-
eio de 1861 a 1862, oa qoe nao o Ozsraa ficatao
sujeitos a revalidago e mulla ea dobro, ssomso
um tergo psra o denunciante. A ibesoarari.
far aonunciar por edtlal nos primsiros 10 SU
de cada mez a preaeote dispoaicao.
E*para constar se mandou affixar o presenta e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoursris provincial da Per-
narnbuco 8 dejulho de 1861.Osecreiariu.
A. F. d'Aununciage.
ieciaraco^s.
Companhia de
Beberibe.
Sao convidados os Sn. accionista da
Companhia do Beberibe a se reurairena
em assemblea geral da Tiesma no dia 1
do corren te ao meio dia. como de terna.-
na os seus estatuto, e espedalineote o S
3- do artigo 19 dos mesmos estatutos.
E&criptoiio da Companhia do Bebe-
ribe 9 de novembro de 1891.
O secretario interino,
Justino Pereira de Farsa.
Compaohia
DR
Seguros Utiiidade publica.
Os director*, convid.a aoa Srs. aada "
para comparecerera no aacaiataria ds daa
panhia n roa da Cideia, no da, 15 do car
ao meto dia, para o diaaosto no ait. 41
estatutos,
Recie, 9 de novembro de 1861.
Os direaSjtnanj,
aMasV JF m
TasasM
Arsenal de guerra.
Por ordem do tila. Sr. coronel disneter
] seal de guerra, se taz publico a qoaa
| que noa termos do aflso do aloislerio de
de 7 de margo de 18*0 sa (asa da aaadsr
facturar os artigo^de Urdaaealo sa^iatss
E p oJtea?u""*
900 calgaa da pao
~ calcaa da.bnm.
Sfiiatr*'
qaiier arrematar o fanrieo
gos no prca de as diasn coa
directora do aasao amana!
manhaa do dia 13 4o corraato
rtco ds U-asrai-
'5T,re:


(*)
h. QOINTA nUL U BAMVgliBKO DE Ua,
en que ciar o menor preso, a .asee Moa fia-
dores.
Arsenal de guerra de Pernambucodesovem-
bro de 18610 aaoeeote,
Jeto Ricardo da Silva.
Por esta subdelegada identifica-sa que fon
precito e aeha-ie recothido na casa de deteneio
o preto Maaoel que dti ser eacrava de diversos
seahores cerno seje : Miooel PIHppe, morador
em Gameleira, termo de Serinhsem ; Jos Ig-
nicto, morador em Calende ; e Joao Miuricio,
senbor do eogeafco Goadeht : e pesaos qu<- se
julgir coa direilo a dilo eteravo. comparece na
mesiaa subdelegada, que provaedo lhe sera en-
tregue.
Subdelgi-r.ii de Muribeci 8 de novembro de
1861.O sobdelcgsdo,
Jos Antonio de Albuquerque.
Coaielho de compras navaes.
De otdem do conseibo fico publico ler-te de
promover en sessao de 1 i do crrante a compra
do material da armada abano declarado, vista
de propoataa em cartaa (echadas que recebam-se
oeese dis at a 11 horas da maobia, acorope-
onadas das mostree dos objectos.
Para oe natios.
180 corados da beattkha para cartuchos, 50 ce-
dernos de papol borrador, 400 eolheres de ferro,
?30 pies de obris, 50 duiias de lapis, 30 garrafas
de tinta de eserever, 30 tidros de gomosa graxa,
SO ilimulaadescaler e 8 pe$is de ttlele brinco
e encarnado.
Para oe natos e arsenal.
4 eaixis de vid roa de 10 a 16 poliegadie de
comprimento, 1,100 libreado tiolc brinca de tin-
co, 8 barris de breu, 50 latas de tinta prela, e 8
barril de slcatro.
Para o areenel.
10 arrobas de tsrc, 10 arrobas de er, 1 bra-
co de bslsocs com concha, SO arrobas de ochre,
e 20 arrobas de almtgre.
Sala do conselho de compra* naraa* m 9 de
novembro de 1861.
O secretario,
Alcxsndre Rodrigues dos Anjos.
Psz-te publico que foram apprehendidos
pela delegada do termo, de Natareth deata pro-
vincia e se scheni em deposito um cavallo russo
cirdo.e o outro lasa de chais branca?. Quem se
julgsr com direilo- os meamos spreseote-se a
mesma delegada queprovando o seu dominio Ibes
serio entregue. Delegada de plida do termo
de Nisareih. 8 de novembro de 1861 O capitao
delegado. Francisco Antonio de S Brrelo.
Tribual do commerclo
Pela secretsria do tribunal do commercio da
provincii de Pernsmbuco se fax publico, que
nesla data dea registrado o papel de dissoluco
de sociedade d Jos Goocalvea Villa-Verde e Jos
Rodrigues de Carvalho, que gyrava nesta preca
sob a firma de Carvalho &Goncalves. flesndo em
virtude delie obrigado o seu socio Villa-Verde a
liquidar todo o activo e passivo da exliocta firma,
e Carvalho desonerado da toda a respoosabilidsde
e aem direilo a exigir quantia alguma, visto ter
desistido do saldo a seu favor.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 9 de novembro de 1861.
Julio Gaimares.
Offtcial-maior.
Tribunal do commercio.
Por esta secretaria se faz publico que na dala
iofra foi lancado do registro' publico a cargo da
mesma secretaria, o papel de sociedtde, que em
15 de iunho altimo assignaram Joaquim de Oli-
veira Maia e Joaquim de Souza Maia, portugue-
zes. e residentes nesta cidade, sendo o fim social
o commercio de chapeos,quer fabricados no paiz,
quer no estrangeiro, sob a gerencis do ultimo so-
cio, e Qrma de Joaquim de Souza Haia & Cora-
panhia, da qual soraente usar elle. Esta tocie-
dade que durarl at o ultimo de dezembro de
1865, tendo j come;ado em o supracitado dia 15,
gyrar com o capital de 30.0009000, formados,
20:0009000 pelo primeiro, e 10.000 pelo ultimo
socio.
Secretsria do tribunal do commercio de Per-
?ambaco, 9 de novembro de 1861. O offlclal-
maior,
Julio Guimares.
De ordem do Illm. Sr. inspector ds Ihesou-
rarii de fazenda desta provincia, se publica, para
coohecimeoto dos interessados, a relicao abaixo
transcripta dos credores do di'idas de exercicios
lindos na importancia total de 4 3795676, cujo
pagamento foi autorisado pela ordem do iheiou-
ro nacional n. 167 de 22 de outubro ultimo.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 12 de oovembro d 1861.Serriado da
oUicial maior, Manoel Jos Pinto.
Relacio doa credores de dividas de exercicios Go-
dos, j liquidadas cujo pagamento tem de ser
effectuado na thesouraria de fazenda da pro-
vincia de Pernsmbuco per coota da autorisa-
co coocedida no art. Io j 2o n. 1 do decreto
n. 1149 de 21 de setembro de 1861, esrriplu-
raodo-te a despeza do exercicio de 1861 a 62
NOMES.
Fielden Brothers, emprezarios da
illumioacao a gar
2 "A atieetia e a loaeura.
3,#O po castigo.
4.*A felieidade e o amor recompensado.
PBRSONAGMS.
Merel, efflcial de lapidario..... O beneficiado.
Magdalena, tua mulher........ D. Carmela.
Luna, tua filhs................ D Utnoela.
Rodolpbo........,.............. Vicente.
Germano........................ Teixeira.
Primeiro meirinho.............. Raymundo.
Segundo meirinho.............. Campos.
Jicques Ferraod, tabelliao..... Nones.
A douda........................ D. Jeauioa.
Um coromissario de ponda.... Leile.
Pedro, medico.................. Valle.
Riaoleta........................ D. Isabel.
Dous meninos, convidados, etc.
Terminar o espectculo com a graciosa e mul-
lo applaudida comedia em um acto,
ROSITA
O os
Apuros de um esludanle,
na qual a Sra. D. Ifanoela desempeoras quatro
differeotes papis.
Comecar s 8 horas.
O beneficiado espere, come sempre, o apoio e
proteccio do publico, quem de ha muito tri-
buta raspeito e gradio.
Atsos martimos.
Para
Rio de Janeiro,
pretende seguir com maita brevidade o patacho
naciontl Julio, tem parte de seu carregamenlo
a bordo : para o resto que lhe filia, passsgeiros,
e escravos a frete, para os quaes tem excellentes
com modos : ira la-se com os seus consignatarios
Azevedo & tiendes, no sea escriptorio, rus da
Cruz o. 1.
Para o Ass segu o hiato Sergipano,
oestes dias por j ter parte do carregamenlo
prompto.pan o resto que falta quem nelle quizer
carregar dirija-se ao capitao no trapiche do
algodio.
Baha.
O palhabote nacional Dous Amigos, capitao Fran-
cisco Jos de Arsujo, sabe para a Bahia empre-
terlvelmeole no dia 14 do correte para alguma
carga miuda, e passageirot, para o que tem c-
modo magnficos, a tratar com aeu consignatario
Fraocisco L.. O. Azevedo, na ra da Madre de
Dos o. 12.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Conceicaos pretende sahir
no dia 8 do correte, e so recebe escravos a freto.
Acarac.
O vapor Ignarau, da companhii pernam-
bucaoa, na sua prxima viagem de 22 do cor-
rente, seguir para o porto do Acsrac para lar-
gar ali qualquer porcao de carga e passsgei-
ros.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
na
Navegucao costeira a vapor
Parahiba, Riq Grande do Norte, Ma-
caodo Auu. Aracaty, Cea va'
O vapor IguarastQ, eommandante Vianna,
aahir para oa por tos do norte de ana eacala
al o Cear no dia 22 do correle mez t 5
horas da larde.
Receba..carga t dia 21 ao neio dia. En-
commendis, passageiros dinheiro a frete at O
dia da anida at 2 horas: escriptorio no For-
do Matlos n. 1.
Sabe mprelerivelmente na dia 18 do cor-
rente para Aracaty o hiato Invendr!, tesa
maior parle de aeu carregamenlo prompto ; quem
quizer carregar algaasa carga ou ir de passsgem,
dirija-se a ruada Sanzala Velha n. 40, terceiro
andar, a tratar com Joa Joaquim Alves da Silva.
Para
em direitura.
Segu para o indicado porto o bem conhecido
brigue escuna Graciosa, capitao Joao Jos de
Souza, por ter parte de seu carregamenlo adian-
tado; para o testo treta-te com os consignatarios
Almeidt Gomes, Alvos & C., ra da Cruz n. 27.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiate Lindo Paque-
te por ter grande parla de sea csrregsmento
contratado ; para o resto trata-te com os con-
signatarios Almeida Gomes, Airea & C, ra dt
Cruz n. 27.
Companaia Pernambucana
O vapor Iguarais,;que tem de seguir psrs
o Cear locar no Acarac, para largar qualquer
porcao de carga e passsgeiros que psrs alli haja :
a tratar no Forte do Mallos n. 1.
aaeaoe ebjeetoe ene serio vendidos
erva de preeo.
LEIL0
em to-
Dt
Roupa feita,
Ao correr do martello.
O agente Guimares psra bem agradar a seus
freguezes vender em leilio sem olhar a prego
grande nomero de palelots de panno fino e de
brim de linbo fabricados em Franca, a tambem
de lindas visitas e capas de grosdensples psra
senhora todo a ultima moda, e bem assim alguos
cortes de collele de gorguro de seda, tendo la-
gar dito leilio em seu armazem na ruado Impe-
rador n. 37, ss 11 horas do dia
Quinta-feira 1-4 do correte.
LEILO
oa ra 4o Bruna a. 60 rmaiem de David Fe*
reir Bailar, que ser generosa mea te recompen-
sado. .
No dia 14 do correle mez, depois da en-
tienda do Dr. juiz de orphae* te aa 4e arrematar
ot cravos eguiotea: Daniel, cabra, com do-
oo naos de idade; Jo, cabra, com 6 annoa
de idade; Benedicto, pardo, oa 2 anaos de ida
da, e Joaquim, cibrinha, com 9 aonos de idsda ;
cujos escrivos vio i praca por execugio de Fran-
cisco de Peulo Crrela de Araujo e oulros, contra
a viuva de Francisco da Carvalho Paes de Ao-
drade, e a ultima preca.
Quem quizer dar 409# a premio pelo Juro
que coovenciooar. bypolhecando-ae duas es-
cravas pagas que valem mals de 3:000, appare-
ca no largo do Terco n. 39.
*
I
DB
de
escravos
Lisboa,
Sabe impre ter reltente at o dia 25
do cor rente, a muito velara barca Li-
ma I, s recebe passageiros para os
quaes tem excellentes commodos e p-
timo tratamento : a tratar com os con
signatarios Carvalho, Nogueira & C,
na ra do Vi gar i o n. 9, primeiro andar,
ou com o capilao na praca.
Um casal
(Ao correr do martello.)
O agente Guimaret far leilo em seu arma-
zem na ra do Imperador n. 37, de um eteravo
que alen de oulraa babilidadet ptimo carreiro
e de urna eterava mu hbil no trrico domesti-
co por cozer, engommar, lavar e cosinhar etc.,
t 11 horas do da.
Sexta feira 15 do corren te.
LIILAO
Sexta feira 15 do corrente as
11 horas.
Por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio e a requerimen-
to dos curadores fiscaes, fara leilo o
agente Camargo no seu escriptorio na
ra da-Cadeia n. 3, das dividas perten-
centes aomesmofallido, as 11 horas em
ponto.
Leilao
Francisco Jos da Rosa.............
Fraocisco Jos* da Silva Pereirs.....
Jos Ferreira da Silva...............
Joio Carlos Augusto da Sil vi......
Fr. Jos de S. Thomaz de Aquino..
Antonio Francisco Dias..............
Feliciano Benedicto do Sacramento
Francisco Caldas Lino...............
Francisco Xavier Pessoa de Albu-
querque ..........................
Hisbello Florentino Correia de Mello
Joaquim da Cunha Cavalcanti......
Luiz Borgea de Cerqueira...........
Manoel Jo da Trindade............
Marcos Correia da Cmara Taman-
rindo..............................
Tilo de Barros Correia..............
Ailonso Honorato Basto............
Antonio Pereira Gil e Jos Maximia-
no Soares de Avellar.............
Companhia Pernambucana..........
Francisco Jo> Germano............
Galdino de Lima....................
Gualtre Martioiano de Alencar Ara-
ripe...............................
Henrique Eduardo da Costa Gama..
Joao Antonio da Silva..............
Joao Do mi ligues da Cruz............
Jos Maria do Naecimeoto..........
Jos Pedro Correia..................
Jos dos Santos unei Lima........
Jos da Silv Santva................
Luiz Vicente Vianna................
Manoel Alves de Araujo............
Manoel Ferreira Primeiro...........
Maximiano da Concerno.-...........
Pedro Velho de S Brrelo.........
Aurelisno Augusto de Oliveira......
Feliciano Civalctnii de Souza......
Francisco Gomes Sln.o-s do Amaral
Joaquim Hugolino da Silva Fragoso
Joaquim Fraociscade Paula........
Julia Leopoldina Monteiro..........
Manoel Theodoro Pereira Lios......
REAL COirAMIA
DE
Paquetes iglezesa vapor
No dia ti do correle esnera-se do sul o va-
por Magdalena, eommandante Woolward, o
qual depois da demora do coslume seguir psra
Soutbampton tocando nos portos de S. Vicente
e Lisboa, para passagens etc dever-se-ha tratar
COm oa agrotea A-doinaao, lioi. & G di>
Trapiche Novo n. 42.
N. B. Os embrulhos s se recebem st duas
horas sntes de se fecharem as.malas, ou pagando
um palacio alem do respectivo frete, orna hora
antes.
Para Aracaty e Ass.
Hiate Santa Rita sane com brevidade tratase
com Martina & IrmSos.
Lilde.
LEILAO
DE
78S960
S85578
82$zl5
30*000
849600
1081000
509000
158*387
90932S
1009000
499768
112J903
1659" H)
83S333
50J000
1079526
209108
1589924
67e500
80JOOO
409336
668J850
1055O0
409576
1933608
149400
20868
609<>00
3005000
229400
409336
209168
20*168
119200
1269000
7239117
15S20
25(143
13f328
131 g250
819500
4:379J676
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Doa porlos do norte esperado at o dia 16
do correte o vapor nacional Apa. eommandan-
te A. P. Coosel, o qual depois la demora do cos-
lume seguir para oa portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-te
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcar no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Mendes.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue nacional Almiranteo pretende seguir
com muita brevidade, tem parte de seu carrega-
menlo prompto, para o resto que lhe falta passa-
geiros e escravos a frete, para o que tem asseia-
dos commodos, trata-se com os seus consignata-
rios Azevedo & Mendes no sen escriptorio roa da
Cruz n. 1.
LISBOA.
Patacho portugus Maria da Gloria
capitao Antonio de Barros Valente, a
sabir com brevidade, para carga e pas
sageiros trata se com F. S. Babello &
Filho, largo da Assemblea n. 12.
Sexta-feira 15 do corrente.
O agente Camargo fara' leilo por
mandado do Exm. Sr. Dr, juiz especial
do commercio e a requerimento doscu-
radores fiscaes da massa de Jos Fer-
nandesAgra, das dividas pertencentes
ao mesmo fallido: na ra da Cadeia n.
5, primeiro andar, as 11 horas
ponto.
em
THEATRO
DE
Santa Isabel.
companhia dramtica sob a dirceco do
artista Germano.
BaBeita extraordinaria
EM BENEFICIO DE
GERMANO FR4NC1SC0 DE OLIVEIRA,
SABA DO 1 DE NOVEMMO DB 1861.
A orchettra, dirigida pelo Se. Celas, secutar
urna escolbida symphonia, que servir de intro-
ducto reoresenlacio do eicelleate drama em
quatro actos, ornado de msica,
FAMILIA IV10REL
1YSTEII0SDE PABIS.
% dehomwacao dos actos.
* A vinude e a b/poeriala.
COMPANHIA PERNA1BUGANA
DB
Navegacao costeira a vapor
O vapor Persinunga. eommandante Moura,
sahir para os portos do sul de tus escala no dia
20 do correle mez aa 5 horas da tarde. Recebe
carga at o dia 19 ao meio dia. Passageirot e
dinheiro a frete al o dia da sabids as X horas:
escriptorio no Porte do Mstlot d. 1.
Rio de Janeiro
O palhabote Artista ?ai sihir para o Rio de
Janeiro com muita brevidade, por j ter parte de
seu carregamenlo prompto, e para o resto a es-
cravos a frele,trata-se eom o proprietario Bir-
lholomeu Loureoco, aa ra da Madre da Dos
numero 2.
Para Loanda.
Segu com a possivel brevidade o brigue por-
tugus Viajante : para o resto de carga e pas-
sagens trala-ae oa ra do Vigario o. 19, primei-
ro andar, eom e consignatario i. de Aquino Fon-
asea.
Re de Janeiro.
O hiale Tiedade segu no dia 15 do crrante,
so recebe etcrtvot a frete : a tratar oaaa Caelsoo
C. da C. Moreira & Irmio. ao lado do Corpo San-
io D. 13.
Bons escravos.
A 16 do corrate.
O agente Oliveira (ara leilao por autorisseo
do Illm. Sr. Dr. juiz doa orphios desta cidade e
seu termo, de 6 ptimos escravos, muito sadios
e inteiramente affeilos ao aervigo de armazam
de assucar, m que eram constactemente em-
pregados pelo finado Delfino dos Anjos t'ereira,
e sendo perteneentes aos bena desle :
Sabbido 16
do cerrente, ao meio dia em ponto, no cripto-
rio do metmo agente, por cima do armazem d
fazendaa do Sr. Htnry Gibaoo, oa ra Aa Cadeia
do Recite.
Importante
DE
Movis americanos constando
de ricos guarda-roupas de
mogno, mesas redondas
com tampos de mar more,
mesas elsticas, costurei-
ras, estantes para livros,
secretarias, consolos, com-
modas com armarios, ditas
com espelhos, ditas com
pedras. apparadores, co-
lumnas para p de carne,
camas francezas, toiletts,
bancas para jogos, porta-
toalbas, cadeiras de balan-1
co, toucadores de fetios
modernos etc., etc. Objec-
tos para quartos, camas de
casal, commodas, lavato-
rios, mezinhas e cadeiras,
sendo estes objectos de gos-
to inteiramente modernos,
espelhos com molduras
douradas de todos os tama-
nhos etc.
Terga-feira 19 do corrente.
Aotuoea far leilio em seu armazem na ra
do Iqd per ador o. 73, dot ricot e bem acabados
movis americanos cima mencionados, para o
que convida a totas at pesaoat que gostam de
nnlr a commodidade do preco a perfeicao da
obra, que nao deixem de concorrer ao referido
leilo, que alem das pega aupraciladas encon-
trado amda muilot objectos indispensaveis a
urna casa de familia. Comecar as 11 horas em
ponto.
LEILAO
DB
Farinha de trigo.
Sexta-feira 15 do corrente.
O agente Pinto far leilo de 400 barricas com
farinha de trigo d* Rlchmood, ltimamente che-
gsdss, em lotes a vonlade dos compradores, ss
11 horas em ponto do dia cima mencionado' no
armazem aifmdegado do barao do LiTramento
no Forte do Matto.
Sexta-feira 15 do corrente as
11 horas.
O agente Camargo fara' leilao no seu
escriptorio na ra da Cadeia n. 3, pri-
meiro andar, por mandado do Exm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio das
dividas pertencentes a Jos Joaquim de
Oliveira, as 11 horas em ponto.
Avisos diveFso.
O abati aisignado leudo no Diario
de Peroambueo de 12 do cerrente, aa
onuocio issigoado por Jos Jacinlho Pa-
checo, em raaposta aoa do abaiio asig-
nado insertos nos Diario de 6, 7 e 8
do corrente, nio te daria ao trabalho de
retponder, se, lea de nao conhecer ao
autor de tal inouncio, nao viste com es-
panto e idaiirago a maoeira pouco hon-
ron, porque o verdtdeiro tutor de tal
annuocio fos Jschlntho Pavio) procu-
ra refutar a previdencia do abaixo assig-
nado, quando declarou que o dito Pavio
nao poda vender, nem alienar seus bens.
Bm altenco, tambem ao publico e nao
aomuito acreditado, conhecido, rico e
bem repulado=-aator da aanuncio, cum-
pre reapender ao que se disse nesse aran-
sel, ande tudo falta menos o vituperio.
O abaixo aaaignado, reiterando o que
diste em seus tonuociot declara que-
jse Jacinlho Pavio, nao pode diapor de
aeas bens, por se achsrem sngeitos ao
vicio litigioso, come bem eoofesM o dito
Pavao, lendo que oio a trilou da quao-
lia a que laca bens esto sugeitos, e sim
da dependencia em que elles se aeham.
Quanto s cswea de tsl litigio, o publico
sensato saber apreciar aa innocentes al-
legares do dilo Pavio, tendo que para
responder devidamente biata appellar
M para o papel de venda que est junto os
W autos.
O abaixo assignsdo, longe de querer
alardear de um crdito Ilimitado, como
fez Jos Jacinlho Pavio, lea apenas a
dizerque nada deve, que nao receia que
a luz do dia saiam factos que o possam
comprometter, e que, tanto o abaixo as-
signado, como Jos Jacinlho Pavio, mo-
ram nesta trra, que nio das maiores,
e onde todos se conhecem.
Recife 13 de novembro de 1861.
Manoel Tarares de Aquino.
Aluga se urna casa terrea para grande
milia : na ra Augusts o. 92.
la-
MM.
LOTERIi
Amanha teta' lugar irapretervel-
mente a ex-traccao da terceira parte da
primeira lotera da matriz de Barreiros,
Ot bilh^tes e meios bilhetes que restam
s estdrSo a venda at hoje as 10 horas
da noite na thesouraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e casas commissiona-
das. As ser tes serSo pagas como de
oostume.
O thesoureiro,
A. J. Rodrigues de Souza.
i
I
Precisa-se de 4:000 a premio de 1
por cento ao mez, com bypotbeca em
predio ou predios desembarazados a es-
coltier (por 15 mezes) pagaodo-se os ju-
ros de 3 era 3 mezet: quem coovier este
negocio falle ao Sr. Jos Goocalves Fer-
reira Costa em Santo Amaro.
Senhoret redactores. Coostando-me que al-
guem procura menoscabar de minha reputarn,
atlribulodo-me a paternidade de alguna cscriptoa
publicados ero um papel denomioado poca, em
deferencia sexenio ao publico venho i luz da
imprensa protestar contra taes arguices adrede
espalhadas ; porquanto anda que tendo alguns
desairelos, sei todava guardar orespeitoque lhe
devido, afira de me tornar digno daesiims e
considerarlo publica.
A' vista do que, seohores redactorea, peco-lhes
a publicago do presento, com o que muito obri-
gar ao seu constante leitor,
Justino de Almeida.
Recife, 13 de novembro de 1861.
^fefr i^Laa/it^aaatf> jfcaBaa^NaJtaa^JnaaaaaV _JtAaaB\^4a^BaJI^BB& JJbbbbbbbV aa^A ^af
* Vrn^ CTJW ^Hwis^Vll*lW KmV^^W^^WaWi^aT^^lJlaW
Ao publico. J
A actual mesa regadora [da irrnandade
de Santa Cecilia erecta na igreja de N.
S. do Livrameolo, tendo noticia exacta
de que um seu irmao tob a invocacio e
protecgo ds supradila Santa andava ti-
rando esmolas psra sua fests, e nao seo-
do isto de ordem da mesa ella faz sentir
ao respeilavel publico que tendo apenas
non-ieado urna commisaio para esta eo-
tender-se com os nossos irmios particu-
lares a respailo da fesla da mesma Sen-
t, sendo dita commisso composta dos
professores ex-juiz Joaquim Theophilo da
Boa-Morte, ex-escrivo Pedro Justino da
Fonseca Barroso e o procurador Benjamn
Martioiano dos Anjos, flea por consequen-
cia suapeitos outroa que se apresentem
pediodo esmolas para mesma festa.
LEILO
Quiota-feira 14 do correte.
0 agenle Pinto fsr leilio por coota e risco de
quem pertencer t 11 horas do dia cima men-
eiooado, da armario, 5-dziat da gtrrafat com
cerveja, 1 carteira, 2 cadeiras e ootrot okjeatos
existentes no deposito da roa da Santa Cruz o.
62, es pretendentes podario desde ]4 examioar
Os abaixo atsignados administra
dores da massa fallida de Siqueira & Pe-
reira avisam aos Srs. credores que an-
da nio mandaram os seus ttulos, de o
fazerem at o dia 16 do corrente na ra
do Crespo loia n. 13 aGm de preceder-
se a verificacSo dos mesmos.
Antonio Jote Leal Res.
Jos Moreira Lopes.
Fugio na noite de 12 para 13 do corrate
de bordo do brigue Si^urra, um escravo de ao-
me Manoel, natural de Caravalba, crioulo, idade
24 annot poueo msis ou menos, pardo, rosto
comprido, naris regular, cabelloe crespos coa-
pridos, olhos psrdos, barda cerrada, altura cinco
pea, marinheiro do dito navio, levou ume calca
de algodo azul, camiaa de chita e chapeo de
anno preto baixo ; sabe 1er e eaorever e iotilu-
i-se forro, r'eicona-se que esteja acontado ea
aigoma cata : quem o capturar ou delle aouber
noticia, dJrija-N bordo do supracitado navio,
Precisa-se de urna ama seecs para tratar de urna
senhora doeote : as Cinco Ponas n. 71.
Na ra do Amorim armazea de Guimares
& Alcoforado preetsa-se alugar um preto que sei-
ba cozinhar, a se preste a outros servicos de urna
casa de pequea familia.
Aluga se um etcellente sitio oa estrada dos
Afilelos defronte do Sr. lenenie-corooel Barata,
que faz quina com o beoco do Espioheiro : a tra-
tar com Guimares & Alcoforsdo por ordem de
sua proprietaria.
Aluga-te um tobrado de doua andaret e so-
lio oa ra da Imperalriz : a tratar oa ra do Hos-
picio n. 36.
Precisa-se alugar urna preta esersva para
vender na ra : no Corredor do Bispo o. 15.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar no largo da Ribeira o. 13.
Retira-se para o Rio de Janeiro Jos Mar-
celino Souza, subdito portuguez.
Dessppsreceu da ra Imperial, no dia 12
do correte, um boizioho de carro aiuda mogo, e
nio trabalhado aqui nacidade por ter sido com-
prado no dia immediato, catlanho, lea o pee-
coco aa pouco grosso a eapecie de novilho:
quem o levar a raa Imperial n. 40, ou delle der
noticia, receber a gralifieacBo de 509,
Aluga-se um ptimo armazem, e opritaei-
ro'andardo sobrado n. 62, aito oa ras da Guia :
a tratar na ra de Hortasn. 14.
O Sr. Jos Luiz Pacheco nao se pode reti-
rar, como coosta. no vapor ingles, para tora do
imoerio aem que sitisfa$a o que deve a Bindeira
A Berbosa.
Aloga-se urna ama forra ou captiva para o
tervico interno de urna casa e compras ; a tratar
na raa Imperial n. 5, segunda casa terrea depois
do sobrado da fabrica do vinagre.
Porania o juiz de paz da freguezia de S. Jo-
s, tem de ser arrematado no dia 19 do corrente
ama duzia de cadeiras e ama mess de meioee
tala, tudo de Jacaranda, por execocio de Joio
Antonio de Oliveira contra Vicente Jos da Coila.
TJra mojo portuguez, guarda-livros de urna
casa commercial,-por motivos deseja desta sahir
para se empregar em urna outra : qualquer se-
nhor negociante que se queira utilisar de seos
servigos, deixe certa fechada na typographia des-
te Diario, indicando a su morada sob ss iniciaes
A. B. C.
O Sr. Joao Jos ds Costa e Silva tem urna
carta em casi de Almeida Gomes, Alves & C.,
rus da Cruz n. 27.
SOCIEDADE ACADMICA PROMOTORA
DA
Reraissao dos captivos.
A directoria da Associaco Acadmica Promo-
tora da R-missao dos Captivos annuncia que do-
mingo 17 do correle teri lugar .i sessao magna
em que se lera de realisar a alforria de urna es-
crava menor, na ra da Imperatriz n. 17. Sao
convidados a comparecer os senbores socios e
oais pessoss que quizerem honrar com suss pre-
sentas, para o brilho da solemnidade.
Juizo dos fcitos da fazenda.
No da 14 do correle, as 10 horas da manhaa,
depois da audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz priva-
tivo dos faitos da fazenda ae vender em prac,a
urna casa terrea sita no Monteiro, pertencente s
Jacinlho de Souza Travassos, avallada em 2:400$,
cujs casa ae vende para pagamento da fazenda
nacional. Recife 7 de novembro de 1861.O so-
licitador, F. 11. P. de Brilo.
Aluga-se urna escrava de boa conducta : na
ra da Praia, 1." aod.r n. 47.
Cavallo furtado.
Do sitio Torrees, freguezia da Varzea, furtsram
na noite de 11 pere 12 do correte, um quarto
com os signaes seguinles : orelhss cabanas, ca-
oiz prelos, cauda eclinas, leve urna sobrecaot
em urna das raaos, slgumss pintas de pedrea, pes-
clo fino, inleiro, barrigudo e bastante pesado,
bola atelioas direila, cerrega obrigado, aberto
de btixo e de cima, com um ferro.
Dentista e sangrador.
Jos Adelo da Silva M. B. sangra bem, tira
bem dentea e raizes com rapidez e boro xito,
caiga os furados, aepara bem os da frente, appli-
ci ventosas sarjadas, corla cabellos : pode ser
procurado com escriplo, indicando o logar e nu-
mero da casa com o nome da pesaos, a qualquer
hora do dia e da noite: na ra da camboa do
Carmo n. 22,
Na padaria da ra dos Qusrleis n. 18 con-
tinua-le a vender o excellenle pao a 1X0 re. a li-
bra, de meia libra pars cima, bolachinha a 100,
120 e 140 re. a libra, 1 2.* e 3.* ; a farinha !.
quilidade a 140 re.,2.a a ltO re.. 3 a 100 rs. 1
libra, bolachinha doce a 140 rs. a libra, por ar-
roba 4f, ararula a 240 a libra. O proprietario
desla padaria aioda lem para divpor terreno para
aais da 20 citas de 30 pslaoa com 150 de fun-
do : os prelendentes podem entender-se com o
mesmo proprietario que todo negocio far vista
do logar que escolherem.
Miaoel Antonio de Jess.
Precisa-te de dout asaaassdores que enten-
dam perfeitsmenle dos trabalbot de padaria ; a
tratar oa ra larga do Roaario, padaria o. 16.
Um rapas de boa conducta deteja-te em-
pregir ea qualquer estabeiecineoto. laolo nesta
praca como para (ora, tea alguma pralica do
commercio a d flador a toa conducta: quem de
seu preslimo se quizar utilisar, dirijs-ae a roa dos
Pescadores as. 1 e 3.
Na ra da Cadeia do Retife n. 41 deaeja-ae
fallar coa oa Srs Manoel Jos de Oliveira Lima
a Manoel Joaquim Alvares de Oliveira a negocio
de tea interettt.
Fagie na dia 11 do coi reala,
Jos, a aacrava a aaae Lata, eoawa,
bado, pernaa Inaa, pea cimaridaa aa
ae dado da aio dtreita alajado aa a
ci; roga-ae a todaa aa salaridadaa
eapttiea d campo oa qualqawr a*aaaev
a captara do dita escravo, que tota i
do coa 50.
Maria Joaajaiaa da Saat'Aeoe,
idete na roa da Rodo n. 48, aoio ao
administrador a aiia eoapruejedtaei
u citada, o obsequia, para oooaai
ra ella se jasa reaeUadaa la ooea
iapario. teja tornale otragaaa s
acias declarada, ao oo praca
o.5, loja de violas ae Antooia (
ros. O mesmo podido tai aoa
ou mestres de eabarceedaa oao
Cear ou Aracaty, d'ooda ceaitoi
be cartaa e encoaaeades ; las o
nuncio o pedido, para avilar a
outra pessoa loaar coate de cartea
dea que para ella tea sido retaotai
O Sr. Manoel Brlsharr tea ama
da na ra Oa Cadeia. a Recife o. 41,
ignore sea aorsda fas-te o preanala I
Perdea-te o bilhete iaUira do a. 4B74 da
terceira parta da primeira totoria do soair 4a
Barreiros ; peoe-aaae 8r. taseeoretro ooa oo oa-
so de unir premiado da oao pagar eaoao sao abai-
xo aseigoados que etie ssaignaaos
mesmo saber. Jos Oeonizio ti
Manoel Xsvier Garoeiro da Coaita,
Teotonio Barbosa do Paria, Vlrgiaa.
Preciaa-ie do oaa aaa livreoo tacrava .
ra o servico interno a extoroo do oaaa oaa
pequea familia : quem jatear tfinja-sa o
daa Laraagairet n. 14, primeiro aatr.
Precies -ae alagar oaar eaeravo ajoo
cozinhar, comprar lavar paro oaao pqaaa ia-
ailia ; qoea livor a qaisar tlogar airija-ae a
roa da Santa Isabel o. 11.
Aluga-se o terceiro aadar da roa Nova a.
23 ; a tratar na loja.
einbra-se
e lembrar-se ha at sermes attendidos
ao fjr. Manoel Jeronymo de Albuquer-
3ue seu comparec ment a loja n. S B,
a ra do Crespo.
Altenco.
No dia 4 do correte fugio a preta Praaaca
(crioulo), seco do corpo, eeletara rogolar taso
ua lobinhn na cabeca, levou calca braaca o ca-
misa, lea ofBcio de sapatairo, alod* snoito
de jardia, que o pegar leva ao aUtro oalea a
ta, cata o. 21, que tara rcoapnada.
Aluga te o andar Ierras aa roa da Iapert-
tris n. 21, fallar oa aeaaa cata ao 1* i
tn-
da
Menino fgido.
No dia 7 do correle aaeaiee-ae do caaa
aeoino saai-branco, pora hoja
gueiro por andar quisi seaora ao i
Argemiro, idade 11 anaoa, coa tan
gsa e belidee ea ambos os olhos, aerea
os, levou vestido camisa de chita
acizenlada, calca de riecadinho alado,
rasos : quem o pegar ou souaor >
le, na raa do Pilar, em Pora do Perlas
ser recompensado do sao iraaelho, oo
exigir.
SOCIEDADE
DAS
ARTES IECHAMCAS I
DB
PERNAMBUCO.
Tendo a directoria desta sociedade
dia 17 do corrente para oa exime* da pralica i
officios de pedreiro e carapiaa, acia pri
convidados ot socios para coaparacora
dts seases da mesma sociedade aa 10 horas Oa
maohia do referido dia.
Secretaria da sociedade daa Artes Meckaaicae
e Liberaes de Peroambueo em 12 de aeveabro
de 1861.
Simio de Souza Monteiro,
1.' Secretario.
O dentista Numa Porapilio.
Ra estreita do Rosario n. 32, pri-
meiro andar.
planta denlet pela pressio do ar, por Beiase H-
gsduras, e faz todas as operijdes do sea arla.
Ama de leite.
Aloga-ae urna ama de leite muito aavo. turn
vs ; a tratar oa roa Imperial a. 5, a arpad oao
terrea depoit do aobrtdo da ftbrica do vioegta ;
tambem se vende se convier, lava, eozioba a eo-
gomma, e nao lem v Jos Duarte Rangel ach se iaveatfeiieao
os bens do seu casal peraata o jaiao aaaicipal
da 1.a vara desta cidade ; at pestoas ae ea iol-
garem credores do seu casal aprceeolea-ea de-
vidamente babilitadaa para aerea sHaoidaa.
Precisa-se de ua menino de 12 a 13 ateos
para ciixeiro de liberna ; na roa do Cmara* a.
13, se dir quea precies.
Precisa-se de uaa aaa forra oo ecrava
pare fazer o eer*ico da casa de uaa
ra dis Laraogeiraa n. 26.
Offerece-se psrs lodo servico da a
estrangeirs ums mi : na raa do Torrea a. 8.
Preeisa-sede um calxeiro qaa leaba pralica
de taberna, dando flador a sua coodecta : aa roa
dt Aurora o. 54.
Aluga-se a casa de tres andvres n. 39, aa
ros da Imperalriz ; fallar na mesma raa, caaa
numero 21.
Francisca Msris das Chsgaa Fonseca ceavtda
a Sra. Alexandrioa a sus mi Boaifada, qaa se-
ntan) procurar oa objectos qaa detxaraa pire
guardar em casa da aonuociaale, Mplisbtessoo o
que deve.
Duvidamo*. porque coabeceaee o Sr. la-
tiente-coronel Izidoro Camello Peaaoe
ra Cavalcanti, que toase elle e tutor (i
te irazer o seu noae) da aa avite aoa
dias lem corrido impresto ocote Diario:
sitamos de sus asseveracio pare ao
cojieotar o conledo no respectivo avia*.
erar, o
Aviso.
Fogo obediencia paterno o iotcaaalo Migoel.
msis conhecido por Cuitodio.o gago, apresadas d
calafate, braoco, de 17 annoe, ea trajeado asase,
tea a maaia de encolar preca a do embarcar, a
j estove de moco n'nm palhabote, traba asara
n ua eaialeiro da ribeira, o'aade toraoa a asgdr
agora : roga-ae ao quarlel-geaoral a a riafcsaii
do porlo, nio lhe consentir jator teadswi, o
roatricular-ae, porqoe, ila so sor gsa ata-
er. As sutoridadee policiaca tijroea ta aaoaar
conduii-lo ao bacco da Bola o. o, oa Parto do
Mattot.
Gura radical.
Dor muito forte de cabeca.
En padeceodo por etpaeo da aaita
urna dor muito forte de cabeca, I
todos os aeiot da medicina, aeosM
encontrar; elancando mi ulUatal
pas medicinaos applicadaa plo Sr. Rwarao Esrk.
eacriptorio na ra do Parto a. 111, ao corto as-
pago da 20 dian flquei coapJelaaoolo
que lhe rendo os aaloraa agradedaaio
Jot* Darla da Carvalho.


DA-UO 11 t**XAMMZfi-,qfmiAfm*k U 1> I0VJBMMIO DI 1M1.
dea iiattM HlHsoe'oee
U,^, o0"*"- PO"phta agrimeoaura
!? *' ?*~S?**^0 "" Wlaio de topogra-
phia ageadeeii pw. Mr. aaette. dominildo
Udodeegrsaaestaure porJOr. Ucrtlt/S novo
tratado ottmdft&ttMi, UCaille. Bourgter e oulros,
*aueram ae pandee oe*rec.oee geodeeicaa re-
l'"'" <> loeaterreetre,e
doa intereteaoieee bellos Waeelboede Urs Pe-
lambre. Mechan), que ae bavum empenhado em
meair e arco do merediaoo coaprehendido entre
Demkuerque o aa ilnaa Baleares, Irabaibos de-
paia eonouadoa por Mee. Biol, Arego e oulroa
aa4repomo%beapaboea at Barcellona para to-
ai naturea urna bate fita e insaciavel, abm
oe Mrmular srstema mtrico decimal; um-
**m se tena prendo do- excaUeoles inatrumootoa
msthemaiicos.
BJ* !""" hbiUdo que ae propoe ao desem-
pee dea importante* o delicado, trabalhoa do
medicao e demarcado do propriedadea territo-
naos, levantando a planta respectivas, e lare-
ir* *!,0,lnwnte M poceaaoe Terbaea de seus
. Diz o illoatrado Mr. Boac que o primeiro
* ni** 1* "" neDe,, tafcHignote pai do ta-
mina, logo que entra na posee do um dominio
territorial 6 fazer immedietamente verificar e
reooohocor oa aoas limitea, convidando todoa
o* proprietarioa contigaot, oa de oa fazer
eslabelecer ae olo eziaiem. Quaolos procesaos
ao evitarwm por esse meio I >
Sobreludo em trras, cujoa limites ao euscep-
tiveis de variar iocesamtemente. A' vista do es-
puto oio preciso encarecer a sati.IacSo desea ne-
ceaaidade especial dos oossoa proprietarioa de en-
genho ; releva, porten, acresceuiar que conven
evitar eom caotelia ailu tepes difficeis suscitadas
pela impericia, ou improbidade: missao lio se-
ria, delicada e espinhosa reclama ssgscidade e
calma para fazer urna acertada escolha do profis-
eioml. Leviandade em assompto de tanta ardui-
dade omioenlemente prejudicial, produzindo
uitas vetea as triste* censequencias, que to
judlciosameote lastima Mr. Delpont, quando diz
Os lrit-uD.es deplora frequentemenle serem
toreados aeocciooar opioioes de peritos, em
os quaes nio raro se divisar provas videntes
* de ignorancia e incapacidad*. Cemtudo nao
c tanto sua inielligencia qee se attaca, como a
ta a base de seu estado. Seria para desejar,
diz elle tuda, que te ettabeieceese em cada
outro para fazer conhecer aa differentea natu-
rezas de trras, duss qualidades productivas, e
como so deve estabeleter o rendimento liquido
a dss divarses propriedades.
Continuo aitisfazer o desempenho de todos oa
trabalhoi de plano de edificios particulares, on
pblicos, levantamento de planta* parcellarias,
nivellameotos e ornamentos de toda e qualquer
consiruccao civil, eom o talento e pencia, que
me coocedem meus atorados estados elooga pra-
tica, nesta capital, do exercicio de mioha profls-
sio.
Nutro fagueiras esperancas de proteccao e aco-
lhimeoto inspiradas pelas aoliciucos do patrio-
tismo de meos compatriotas, e benevolencia dos
booradoe e dignos estraogeiros, pue habitam en-
tre oa.
Heeido fora 4a cidade actualmente, por isso
posso ser procurado n* botica do Iilm. Sr. Joa-
qun Ignacio Bibeiro Jnior, praca da Boa-Vista
O. 22.
Sement de algo-
do da ilbade
Fernando.
Tendo se reconhecido a superiorida-
de do algodao'da ilha de Fernando, S.
Exc o Sr. presidente raandou vir por-
980 delta para ser distribuida pelos Srs.
agricultores desta provincia, os quaes
por si ou seus correspondentes podem
mndala buscar na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, remetiendo
seus nomes e lugar da moradia.
Aiuga-se o armazem do sobrado
n. 25 da ra da Praia de Santa Rita:
a tratar na ra da Cadea n. 62, segun-
do andar.
Aluga-se a casa terrea da ra do Mondego
o. 91 : a tratar no becco das Barreiraa n. 2.
Aluga-se urna casa na Boa-Viagem
eom bons eom modos: quem pretender
dirjase a ra do Imperador n. 67.~
Do abaiio assigoado fugio seo moleque Li-
banio, eom os aignaes seguinles : mulato, cabel-
lo corrido, rosto escamado, espaduaa largas, e
estatura regular : quem o encontrar conduza
casa o. 96 da ra Augusta que ser recompen-
sado.Aotonio Rlbeiro Pacheco d'Avila.
Pecisa-se de urna ama que suba cozinbar
e comrprar; na ra Nora n. 33.
Convite s familias.
Sodr.i C. convida* as familias a viren
Sorvete.
Srvete ao meio da e a noite,
Sorvete ao meio da e a noite,
S*rvel* ao meio dU e a noite,
Sorvete lo malo dta e a noite,
llawa Estreita do Rosario n.
5a ra Estreita do Rosario n.
a rus Estreita do Rosario n.
Na ra Estreita do Rosario o.
De Sodr & C
Do Sodr 4 C.
D Sodr & C.
De Sodr & C.
to-
II.
II.
Macaas.
Do gello,
Do gello,
Do gello,
Do gello,
Nova remessa de macaas,
Nova remessa de macaas,
Nova remesas de maclas,
Mora remessa de maclas,
Barato dinheiro a vista.
Barato dinheiro a vista.
Barato dinheiro a vista.
Barato dinheiro a vista.
Aliento
Jos Vaz de Oliveirs, oatural da freguezia de
Santa Hara Magdalena de Gouvinhas em Portu-
gal, assistente oa ra do Hospicio n. 42 no Rio
de Janeiro, declara que tendo nesta pravincta de
Pernambuco, um seu tio de nome Joaquim Fer-
reira da Ctuz, e nao tendo sua familia recebtdo
noticias suas ha muito lempo, soppoodo que te-
cha fallecido, neste intuito roga o especial obse-
quio, a alguma pessoa que o conhega, ou tiver
conhecido, de dar algnmas ioformaedes a respei-
to nesta cidade de Pernambuco era casa do Sr.
Azevedo & Mentes, rus da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro 24 de outubro de 1861.
Jos Va.z d'Oliveira.
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Menezes
mudou a sua residencia para a roa do Palacio do
Hispo, casa contigua ao porto do sitio do Dr.
Antonio Loiz'Cavelcaoli.
No dia 8 do correte perdeu-se da ra Nova
at a ra da Cadeia do Recife um brilhante :
3uem o achar e quizer restituir a seu dono pode
ingir-se a ra do Vigario n. 31, qua sedar a
recompensa.
Aluga-se o sobrado de um andar e arma-
zem ratificado e piolado, na ra da Moeda n. 33:
a tratar na ra da Imperatriz n. 63, segundo an-
dar.
Os absixo assignados tenham a bondade de
apparecer na ra Nova n. 21, loja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pntenla.
Pedro de Assis Campos.
EuzebioJJezerra Cavaluanti.
Manoel Rezeodo do Reg Barros.
Arrendamenlo
Traspassa se o arrendamenlo do sobrado e sr.
mazens da roa do Trapiche n. 40, excellente para
qualquer estabelecimento commercial de fizen-
as : trati-se na mesms casa.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, San tos & C.sacam e tomam
saques sobres praca de Lisboa
Frederico Chaves aluga seu sobrado silo no
Poco da Panella, eom rouitj bona commodos pa-
ra grande familia, perlo do banho, jardim, lerra-
0 ao lado, cocheira, caaa para criado, estribara :
a tratar na ra da Imperatriz n. 19
Sitio na Capunga.
Aloga-se um sitio na Capunga-velha, doSr.
Barlholameo Francisco de Soza, perlo do rio,
eom cocheira, qua ros pars prelos, etc.: quem
pretender dirija-ee roa larga do Rozario n.
34, botica.
Quem quizer arrendar ou comprar o eogenbo
Itspirema do Meio oa comarca de Goianna ou ar-
rendar o engenho Souza na freguezia da Taquara
ni provincia 4a Parehyna, ou mesmo comprar
mala de metade deate engenho, pertencente eos
herdeiroe do noado coronel Estevlo Cavaleanti
d'Albuquerque, dirija-se a ra estreita do Rosario
n. 10 3* andar ou ao engenho Tab na freguezia
da Taquara.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 nos,
900 sainaler: na rus da Concordia n.88.
Manoel Alvea Guerra saca sobre o Rio da "
Janeiro.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
Offerece-se um Rv. sacerdote para capelo
de alguma irmandsde, igreja, ou sitio, perto
desta prac, tanto pira os domingos, como para "
algum dia de trabslho ; e sendo lora da cidade, d
dando-selhe condticcao : na lirrara d. 6 e 8 da "
pra;a da Independencia.
\ Aluga-se o armazem do sobrado
n. 58 da ra do Amorim : a tratar na
ra da Cadeia n. 62, segundo andar.
Aluga-se urna casa em Beberibe : s tratar
eom 1.1. M. do Reg, na ra do-Trapiche n. 34.
Padaria.
Aluga-se a padaria ds travesea do Pires, a qial
est drompa de tudo, eom muito bons commo-
dos. e est ainda trabalbando, sendo s*u alugcel
muito commodo : a tratar na ra da Senzala no-
va o. 30.
Eu abati assignado venho por este meio
cumprir um dos mais sagrados deveres, agrade-
cendo ao Ulm. Sr. Francisco Moreira Pinto Bar-
bosa os tramemos favorea que do mesmo aenhor
recebi pelo espaco de 5 annos o 9 mezea, fleando
o mesmo aenhor certo de que a ingratido jmaia
lera entrada em meu coracao; receba, pos, o
Ulm. Sr. Bubosa este meu publico leslemuoho
como penbor de mioha gratidao. Reeife 9 de
novembro de 1861.Joao LuizGoncalvea.
E. Lecoote vai fazer ama viagean a Franca,
levando em aua cempanbia urna sea lha menor
de nome Bugenie : roga portento aoa aeue deve-
dores que tenham a bondade satisfazer seus d-
bitos nestes oito das.
Precisa-se
arrendar um sitio perlo da praca eom boa casa
de vivenda, estribara, baiza de capim e bastan-
tes ps de arvores fructferas : quem tiver para
arrendar dirija-se a ra do Passeio Publico loja
de Firmlano Jnior, que se dir qnem precisa.
Aluga-se o primeiro andar do so-
brado n. 112 sito na ra Imperial junto
a fabrica de sabSo, eom 2 salas, 6 quar-
tos, terraco e costnba fora, eom bastan-
tes commodos para urna grande 'ami
lia : quem pretender dirija-se a ra Di-
reita n. 6,
-***##
Gabinete medico cirurgico .
Rua das Flores n. 37.
Serio dadsscons&llaa medlcas-cirurgi-
8JB) cas pelo Dr. Estevlo Cavaleanti de Albu-
9 querque da a o aa 10 oras oamannaa, ac
% cudiado sos chamados eom a maior bre- _
U vidade possivel. %
I'** Partos. aj
% 2.* Molestias de pelle. %
m 3.* dem do olhos. s)
:* dem dos orgaos enitaes. a)
Praticartoda equalquer operaco em aj>
aj seu gabinete ou em casa dos doantes con- gj
0 forme Ihes (dr mais conveniente. aa

Aluga-se o sobrado da ra da Aurora, boj e
pertencente aos herdeiros do finado desembarga
dor Rpcha Bastos, eom excallentes commodos pa-
ra grande familia : a tratar na roa do Crespo n.
5, loja de Marcelino & C.
Aluga-se um preto de meiaidade, eom tan-
to que possa eom um balde d'agua : quem qui-
zer alugar. dirija-ae a ra da Praia, armazem n.
34, junto a ribeira do peize.
Gennaro Maraicano, Merella Giacomo, Jlo
Baptsla Algere, subditos italianos, reliram-se
para fora da provincia.
Precisa-se de urna ama para urna casa de
pouca familia : na ra de Hartas n. 9, segundo
andar.
ra
J. FERREIRA MUELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ra do Cabug n. 18, 1. andar
entrada pelo pateo da matriz.
Retratoa por aiubrotypo, por melainutypo, so
bre panno encerado, sobre talco, especiaos par
pulceiras, alBnetes ou caasoletas. Na mesm.
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos para a col-
locagao dos retratos. Ha tambero para este mes-
mo um casaolelaa e delicados slflnetes de ouro
de lei; retratoa em pholographia das principaes
personagens da Europa ; slereoscopos e vistas
stereoacopicas, asaim como vidros para ambrotypo
e chimicas photographicas.
t STAHL & C. |
f BETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADO!
^ Una da lmyerauix f
numero 14.
Tencionando retirar-se proxt- ^
j mmente desta praca participam
| a seus reguezes e amigos como
' em geral a todos que podem
' precisar do seu officio, afim de
| que aproveitem do pouco tempo
' que os annunciantes podem ain
' da dtspor para a execucSo das
f encommendas cora as quaes
| queiram honra-Ios.
Agradecendo nesta occasigo
I ao Ilustrado publico desta capi.
tal o bom acolhimento das suas
41 oblas, decidram se a por estas
II ao alcance de todos introduzindo
j urna considera vel baixa a maior
parte dos seus prec* e esperara
que o desfalque que disso Ibes.
$ resultar sera' compensado por
um augmento de concurrencia. -
# **{
1
9
A?feo.
8r. Jos Joaquim 4a Silra Araajo Juoiar
urna carta acompaabada o en baba de o-
. vindo do Rio de Janeiro; no largo do Corpo
Santo o. 4, armazem de Joao Francisco ata Car-
teos i
iba.
valko.
no da
eecravo
.ou,
ede
Tibii
Joaqi
nos
tralla
Lobo
nend<
tras
em
zea
rs
S
398
Ibe
Da casa do abaixo aaaigaato desapprecea
'8 do frrente. srnoKe, preto Ttieodoro.
. o do illm. Sr. lente coronel Francisco
Santiago Ramos, o qual lem oa aeguiotea aignaes:
reprsenla 30 annos de idade, criuulo, alto, secto,
es barba, e cozioheiro : quem o pegar le-
o a roa das Triucheiras o. 48, ou ao engenho
"ri em Barreiros, que ser recompensado.
_quim Elvirio Ales da Silva.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 an-
s para taberna : na ra dea Cruzas o. 22.
Aluga-se o 2' andar e loja n. 10, da ra ea-
ilta do Rozario: a tratar junto a mesma loja.
Preciaa-se fallar ao Sr. Julio da Silveira
* i: no escriptorio de Jos Joaquim Dias Fer-
io d Pilho, travessa da Madre de Deus
n. 12*
Armazem.
Aiuga-se o armazem .do sobrado da ruadas
Larangeiras a. 18, proprio era qualquer esta-
belecimento : a tratar oa meama n. 16.
-Precisa se de um homem idoso que queira
se applicar ao servida moderado de um mui pe-
eno sitio : a tratar na ra da Imperatriz, loja
44.
08 abaiso assignados portadores de duas le-
"i saecadas peto Sr. Jos Victorino de Paira
22 de abril do correle anuo a 12 e 14 me-
_ de praso, da importancia cada urna dn 1:373|
i. e aceitas pelo Sr. Joao de S Cavslcante de
Albuquerqoe, veodo no Diario de sabbado, 9
dn correte, o aoouocio do mesmo Sr. areapei-
_ dessss tres lettrss ficaram sorpresos, por que
ias depois de termos feito o descont das duaa
.eferidas lettraa esleve o Sr. S em oossoarmazem,
onde lhe communicamos de estarem ditas lettraa
em noaso poder, e que Cootavamos nio haver
falta no dia do vencimeolo, e o Sr. S nenhuma
observarlo entao fez : eao duvidamos de terem-
se dado os fados conforme os narra o Sr. S
mas nada temos eom esse equivoco tanto do Sr!
como da casa dos Srs. Rostrom Rooker &
. e urna vez que contra o diaposto do artigo
10 do cdigo do commerco pagou a lettra sem
apreaentarem.esl na obrigaco de pagar nos
vencimentos, as lettraa que acceitou como 4 ex-
presao nos arligoa 396 e 400 do citado cdigo.
Certoa da probidade do Sr. S, estamos per-
suadidos de que conscio de sua digoidade paga-
r em aeus vencimeotoa aa lettraa que firmn, as
quaea desde ja protestamos haver de todoa oa
signatarios peloe meioa legaea. Recife 11 de no-
vembro de 1861.Ferreira & Araujo.
A qnem hitar um eavallo que no dia 9 do
correte vagava pelas ruaa da cidade, e a noite
fot recolbido, procure no caes do Ramos n. 10.
O Illm. Sr. Germano Francisco de Oiiveira
rogado a levar em acea, oa noite do sempre
memoravel dia 1. de dezembro, dia da mais ele-
vada gloria para a nacao portugueza, o drama in-
inlituladoo Pagem Ramiro eom o que V. S.
provar mais urna vez sua adheaao aquella naci.
O Anli Ibrico.
Aluga-se um sitio na traveaaa da Capunga
para a Baixa-Verde, defronte do porteo do Aran-
tea: trata-ae na ra da Cedis do Recife n. 25
segundo andar.
0 abaito assignado ledo eom admiracao e
espanto o annuncio de Manoel Tavares de Aqui-
oo, inserto nos Z)iortoi de Pcrnomtueo de 6, 7 e
8 do correte, cumpre, nio em attencio ao autor
do mesmo annuncio, e sim ao respeitavel publi-
co, reapooder que nao tem, nem ba razio pela
qual nio possa alienar, e dispor de seus beos, vis-
to como nada deve ao auter do annuncio ; e
quando venha a dever-lhe ama quamia muttia-
simo infenor aos beos que possue livres e desem-
baracados. 0 abaixo aasigoado sempre leve, e
continua a ter repulacio e crdito : foi eslabele-
cido na cidade do Recife, e boje nade Oiinda.on-
de posiue predios superiores a dozeeoolosde rs.,
e assim o autor do annuncio leve por Ora irrogar
ao abaixo assignado urna injuria, contra a qual
desde j protesta, e aa naecaaatia for prov.r. ao
respeitavel publico. O abaixo assignado podar,
como j disse, ser devedor ao auter do annuncio,
pnrm da quanlia da um >nio*.auiohenioa. pou-
xo mais ou menos, proveniente de um pleito que
existe entre o abaixo assignado e o autor do an-
nuncio, sendo que esse pleito Uve origem po-
causa de um escravo que o abaixo assigoado com-
piouj doenle, eo autor do annuncio empenhou-
se para compra-lo no mesmo eslsdo de doeotes
sujeitsodo-se a qualquer futuro, ecomoquer que
o escravo morrease, entendeu o autor do aonun-
cio demandar ao abaixo assigoado para restituir,
Iba a qusoiis respectiva, que foi de novecenlo
muris. O abaixo asaignado que supunha e es-
lava convencido de nao ser obrigado a restituir
a dita quantia, repugnou da-la, e isto deu lugar
ao pleito de que se fallou cima. O abaixo assig-
oado leve sentenca a favor na primeira instancia,
o autor do annuncio appellou para o superior tri-
bunal da relaco, e como este reformasse a sen-
tenca, nio obstante ser embargada na chancella-
ra, foi sufflciente para o autor do annuncio in-
juriar ao abaixo aasigoado, cuja repulacio e cr-
dito talvezestejam muito alm da do autor do
annuncio. O abaixo assignado despreza sobera-
namente tal annuncio, e affirma ao seu autor que
oio faz mossa em aua repulacio, a qual por elle
coohecida, e ba m ni tos annos ; talvez que a sus
reputaco esleja mais bem fundada do que a do
proprio autor do annuncio. Oliod 8 de novem-
bro de 1861. Jos Jacintho Pacheco.
Alugs-se o primeiro andar da ra da Im-
peratriz n. 43, cora muitos commodos, o tambem
a loja ; a tratar oa ra do imperador n. 67, no
segundo andar.
Precisa-se de 600 a premio, dndose de
soguransa urna casa terrea livre e desembaraza-
da ; quem quizer dar esla quantia annuncie para
ser procurado.
MA
Precisa-se de urna ama que compre e cozinhe :
na ra de Santa Rita n. 5, entrada pela ra nova
do mearoo nome.
No largo da Assembla o. 16, caaa de paa-
lo, precisa-se alegar um escravo psra o lervico
da mesma casa, onde se pode procurar.
Aluga-se pelo tempo da festa urna casa
eom bstanles commodos para familia, concerta-
da e pintada de novo, eom um pequeo sitio coro
bastantes arvoredoa de fructo, e defronle do Sr
Dr. Pereira do Carmo, e as chavea acha-se no la-
do opposto em urna taberna; a tratar do preco
no becco Largo n. 1 A.
O armazem do gelo na ra de Apollo
n. 31, aberto de 8 horas di manhSa
ate' as 4 horas da tarde e nos domingos
de 8 horas at meio dia.
Attencao.
Angelo Francisco da Costa, proessor
de primen-as lettras, oiTerece-se
leccionar em casas particulares; .
tambem esta' prompto pra afinar K
nos tanto nesta cidade como nos seus a.
rabaldes'tudo por preco commodo : po
de ser procurado na ra de Santa Ri
n. 9.
Quem precisar de um bnra cozinheiro. diri-
ja-ae a roa dos Prazeres n. 34.
Sociedade
g, \3niaoBeaeneente dos Co-
cheiros em Pernambuco.
Aviso aoa socios effertivos para comparecerem
noaabbado 16 do correle, aa 7 horas da noite
em ponto no lngardo costume. para Ons conve-
nientes, e ba de trabalbar eom o Humero que
comparecer. '
Secretaria da sociedade Uniio Beneficente doe
Cocheiros em Pernambuco 11 de novembro de
1861.
Antonio Ferreira Lima,
1. secretario interine,
__r tla\ L li^aar
para
assim
pia-
r-
ita
0
Roga-se a todos eaaenborea moradores em vil-
las ou poroicdeaa4eoa4eajm fazer encommeo-
das da palbioba para empalhsr ca deiras, que di-
rijam aoaa aeemmeodas psra a rus do Impera-
dor n, 24, onde acharao palha para todas as gra-
duales da cadeira, pomo aeja ns. 12,23 e 34 :
assim coma a todos os seohores negociante* que
costumam Teceber encommendas, de dirig-laa i
dita loja ; assim como tambem se empella qual-
quer pe^a de obra coa perfeirio e preco com-
modo.
Deaappareceu do dia 10 para 11 do crrante
do lugar do Rosariaho, sitio Lsgoa do Cooselho,
urna vacca raposa, faltaodo-lbe a ponte do lado
direito, e sendo a outra serrada, e ealaodo baa-
tanle mojada : qnem della souber e trouxer, oa
dor noticia no meemo sitio, ser generosamente
recompensado.
Traapassa-se o srrendamento da casa o. 90,
sla na ra Nova, eom urna armacao de louro, e
eom grandes commodos : a tratar na mesma.
(CASA
DE
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz pablieo que
tem reorganiaavJo a sua casa de saude, na graode
casa, propriedade do mesmo sitio em que exialia
o seu antigo estabelecimento dessa ordem, que
Oca ao norte da estrada da Passagem da Magda-
lena, entre a ponte grande e a pequea do Chora
Menino, onde contina a receber doeotes de am-
bos 0* sexos e diversas celhegoriss, aQancaodo o
melbor traan- to, tudo pelo preco mala com-
modo.
O mesmo doutor para mais commodidsde das
pessoas possuidoras de escravos, ou qoe se qui-
zerem Iratar em seu estabelecimento lem deter-
minado a diaria abaixo declarada.
As operarles ferio por previo ajoste, a nao
rao parte das diarias assim como as conferen-
cias, e sanguessugas. Podendo o doenle tratar-
se tambem nomeopathicameote, pars o que ha
commodos separados.
O servico medico ser feito pelo distincto cirur-
iio do grsnde hospital Pedro II, o Illm. Sr. Jos
Francisco Pinto Guimaraea, e o doator proprie-
ario do estabelecimento, praticando-se abi toda
e qualquer operariopor presos muito razoaveis.
tale estabelecimento toros-se recommendavel,
ja pela boa casa de que dispe, como pelas con-
di;oes bygienicas em que ae acba situada, pro-
vado isso pelo crescido oamero de doeotes abi
corados.
O aeu proprietario espera, .portanto, doa aeus
amigos, anligos freguezes, e maia pessoas, a sua
cooperado em bem do progresso d tio til co-
mo necesaarfo estabelecimento, paralieado por
nao poder elle acbar-se sua teala, em virtude
de haver sido accommelttdo de urna grave enfer-
midade, porm hoje que se acha completamente
realabelecido, prometi esforear-se na boa ordem
de sua casa, e na direccio do tralamento dos
aoentes.
Diarias Kscravos 10600
2.a ordem 29000
1.a ordenw 3000
Para a entrads doa doentes se deverao tratar
eom o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, na ra
Nova de Santa Rita n. 7, sobrado de um andar
eom freote para a ribeira do peixe, ou no seu es-
tabelecimento a qualquer hora.
Compras.
Compram-ae moedas de ouro de 20g brasi-
leiraa, e pecas de 16*9 portuguezas : no esciipto-
rio de Manoel Ignacio de Oiiveira & Filho, largo
do Gorpo-Santo.
Compram-se patices hespanhes ao cunho
do Cario* III e IV ; na ra Nova n. 23, loja.
Conapra-se um braco de balanca que sirva
para pesar caixas eom aaaucar: ao lado do Corpo
Santo o. 23
Compra-se um piano de meaa em bom es-
tado e mdico preco : quem tiver annuncie ou
dirija-se ao Recife, ra do Torres, casa o. 18,
primeiro andar.
t

Vendas.
Proprio para noi-
vas.
Vende se um rico guarda-vestidos de tres por-
tas e espelbo, um toilete e um lavatorio grande
eom mesa de marmore ; todoa estes movis sao
dos maia ricos, e viodoa ha pouco de encommen-
da, o motivo da venda por sua dona retirar-ae
para fora deata provincia : quem pretender, di-
rija-se a ra da Imperatriz n 9, primeiro andar.
Vende-ae um sitio no lugar deoominado
Peres, freguezia dos Afogados, distante desta ci-
dade pouco mais de urna legoa, eom excellente
caaa de vivenda de tijolo ba pouco acabada, ten-
do dita casa 40 palmos de frente e 70 de fundo,
duaa grandes salas, 4 quarlos, corredor no cen-
tro, cozioha independente, cocheira, casa para
pretos, estribara para 4 cavallos, cacimba cqm
boa agua, casa e tanque para banho, jardim, mu-
rado pela frente, ludo de tijolo, e cercado coro
limo pelos lados ; tendo o referido sitio 143
palmos de frente e 425 de fundo, bem potentado,
coro variadas arvores de fructo, todas novas, po-
rm j disfructaveis, muito fresco por ser lugar
alto e bem arejado, passaodo-lhe bem pela fren-
te o em pequea distancia o ameno Tigipi : ven
de-se por precisio, pelo que nio se duvidar
dsr-se muito em conls ; quem o pretender, di-
rija-se a ra Imperial n. 40.
Vende-se urna salva de prata para 4 copos
mui bem feita e bonita, e vende-se so pelo valor
da prata, vende-so igualmente tres pares de cas-
licaes bonitos e eom flores, veode-ae neatea tres
dias por se precisar do importe : trala-se na ra
eslreila do Rosario o. 4.
Vende-se urna casa terrea em urna das me-
Ihores ruis da freguezia da Boa-Vista, eom so-
tioioterior, 5 quarlos e 3 salas : a tratar na tra-
vessa da ra das Cruzea o. 6.
Vende-se um liado escravo eom officio de
idade 22 annos, ptimo para ser exportado para
fora da provincia, que se dar a preferencia : na
ra da Praia, primeiro andar n. 47.
500 e400.
O rival sem segundo na ros do Queimado nu-
mero 55. est queimando as seguinles mludezaa
por preeos que a todoa devem admirar lano pe-
las suas qualidades, como tambem pelos preeos.
A ellas antea que ae acabem.
Crozas de peonas da ac a 400 rs.
Ditas de miozinha, muito finas a 500 rs.
Caixas eom agulhas frsncezas a ISO rs
Caixas eom aparelhos para divertir meninos a
240 rs.
Ditas muito finas o grandes a 500 ra.
Grozas de botes de osso pequeos a 120 rs.
Ditas de ditos de louc.a a 120 ra.
Duiias de baralhos porluguezesa 19400.
Tesouras muito finas para unhasa 400 rs.
Ditas para costuraa muito Unas a 400 rs.
Baralhos muito finos para voltarete a 210 rs
Agulheiros eom agulbas a 80 ra.
Caivete de aparar pennas a 80 ra.
Ditos coro duas folhas a 160 e 240.
Pe?" de tranga de lia de todas as cores a
200 is. 4
Pegas de franja de lia de todas as cores a 800 rs.
Sapatos de tranca de laa finos a 1|280.
Cartas de alQnetes francezes a 100 rs.
Caixas de ditos ditos a 60 ra.
Escoras para limpar denles muito Snas a 200 rs.
Masaos de grampos superiores a 40 rs.
Cartaa eom eolxetes eom defeito a 20 rs.
DI toa ditos superiores a 40 rs.
Dldaes de ac para aenhoras a 100 rs.
Apiloa de chumbo para meninos a 20rs.
Bnfiadores para vestidos eom 4 varas a 80 rs.
Caixaa eom colebetes francetea a 40 rs.
Cartas de alQnetes para armador a 100 re.
Fioa de coral de raz a 640 rs.
Cbaruteiras muito finas a I9OOO.
~~ Vebde-ae a casa da ra dos Acouguiobos n.
25 : a tratar na roa larga do Rosario o. ?3.
Vende-ae urna negra crioola de 50 sanos
de idade, propria para o servico de urna casa
quem precisar alrlja-soim das Flore*n,29.
Ferro <,-Maia.
Ra do Queimado a 10,
loja de 4 portas.
Vendem-se chites (raocezas muito flnaa de co-
rea fixas, eovado a 240 ra.
Chitas Inglezas, eovado a 160ra.
Cassas fraocezaa muito finas, ovado a 220 e
240 rs.
Brim brsnco de puro linho, vara a 19,
Panno verde, cor de caf, azul e preto, eovado
a39000.
Chalee de touquirn a 159000, 20, 25, 30, 35,
40 e 5O9000.
Superiores meias dealgodio cr csra homem.
a duzia 49.
Visitas bordadas a matiz, urna, 89 e lOf.
Camisss para senliora, urna, 29.
Cortes de casemira de cor, superior fazeuda, a
39500. '
Velludo de todas as cores, eovado, 39 e 45.
Superiores paletols de casemiras de cores a 14|.
Riquiaatmas capinhas bordadas para senhora a
45 e 5O9.
Riquisaimoa manteletes pretos bordados a 35 ,
Riquissimoa cortes de seda preta a 40,5 609.
Ditos ditos de cambraia branca bordados a 209
25, 30, 35 o 409.
Chales de merino estampados, superior fazen-
da a 49.
Cortes de velludo de corea para collete a 49 e
Gollinhas de cambraia bordadas, urna 320 rs.
Superiores casemiras de cores, corado a 29800
e 39OOO.
Pentes virados de tartaruga a 6 e 89.
Lencos de linho, duzia a 5 e 69.
Camisss de ltoho, duzia, a 85, 40 e 459.
Casemiras prelaa, auperior fazenda, corado a
19800 e 18800.
Corlea de cambraia bordados a I98OO
Ditos de dita de salpicos a 89.
Leqeea a 39.
Chapeos a Garibaldi e travista a 10, 12 e 159.
Ceroulasescocezss, urna 19280.
Tarlataoa de todas as cores a 800 ra.
Existe maia um esplendido sortimento da fa-
zendas que seria enfadooho menciona-las, e que
ae vendem por muito menos prego do que em
outra qualquer parle.
Veodem-ae barriquiohaa eom magias chegadas
ltimamente no gelo, pelo prego de 89 a barri-
quinba: na ra de Apollo, defronte do theatro.
E pechinclia
Cortea de barege de sede eom 30 covados a 129,
cortes de lia eom 24 covados a 52, gsse de seda
eom lindas flores a matiz, eovado a 800 rs., pe-
cio has de entremeios eom 3 li2 varas a 19200.
fino fustao de collete a I92O : oa ra do Quei-
mado n. 44.
armazem de todas
DE
Santos Coelho
NA
Roa do Queimado n. 19
Esleirs da India de 4, 5 e 6 pal moa de largo,
proprias pare forrar salas e camas.
Lencoes de bramante de linho muito largos a
39000.
Cuberas de chita, goslo a chineza, a i$800.
Lencoes de panno de linho a 29000.
Toalhaa de linho adamascadas para mesas a 49.
Cortes de chita francesa escara a 29500.
Completo sortimento de capellaa para uoiva.
Toalhaa de fustao a 500 rs. cada urna.
Um rico sortimento de chitas francezas finas e
modernas.
Cortes de seda de corea pelo baralissimo preco
Cortes de phantasia de seda pelo prego de 89.
Algodao entestado, tendo 7 palmos, a 560 rs.
a vara.
Ricas colchas de fuslao a 69.
Aviso sos senhores de engenho que qua-
si sempre gastam a manteiga derreti-
da pelo grande calor.
Sodr di C, na ra estreita do Rosario n. 11,
se obrigam a despacha encommendas em ordtm
que chegue a manteiga em estado de se cortar
coro facs, como os Europa, e para que re torna
muito majs deliciosa.
ATOTAO.
Vende-se urna banca redonda de Jacaranda
eom lampo de marmore, urna cama de palha de
amarello e urna serpentina de bronze eom 5 tan-
ternas, e mais alguns objectos, estando tudo em
bom estado : quem pretender, dirija-se a ra Di-
reita n. 60, segundo andar, qua achara eom quem
tratar.
Vende-se urna canoa aberla, ainda nova, a
qual pega 250 feixes de capim, proflna para con-
duegao do mesmo ; a tratar oa ra da Roda n.
20, das 6 s 8 di machia, ou das 4 s 6 da tarde.
Urna barcada.
Vende-se urna barcaga que carrega 15 a 16 cai-
xas, e faz-se eom ella todo o negocio : quem qui-
zer dirija-se a ra nova de Santa Rita, serrana
de Vieenle Alves Machado.
Vende-se o grande sitio denominado Caia-
na, aito na freguezia da Varzea, de muito boaa
trras, que tudo quanto se planta d urna grande
quantidade, coro urna casa de taipa j coberta,
urna dita de fazer ftrinha, grande quantidade de
pea de cafezeiroa, eom diversos ps de fructeiras,
como seja larangeiras, coquearos, etc., etc.; e
lambem vendem-se duas vaccas que dio bastan-
te leite, urna dellaa eom a cria j grande, e um
burro manso : a Iratar na ra do Sebo o. 20.
Cal
rgem
de Lisboa em pedra.
Vende-ae a mais nova e superior que ha no
mercado, por preco baralissimo, uoicamenle no
largo do Corpo Santo n. 19, trapiche da corona-
nbia. '
Vende-se um eavallo muito possante para
todo servigo aae se queira applicar : na loja de
fazendas do Pasaeio o. 7.
Attencao
Vende-se urna grande cata terrea de
esquina eom 6 quartos, grande sot5o e
trapeira, sita em Fora de Fortas na ra
dos Guataraps: a tratar na ra do Im-
perador n. *4, primeiro andar.
* Vende-se um sitio no lugar do iBarro, eom
bastantes arvoredos. eom larangeiras, coquearos,
mangoeiras, jsqoeirss, o oulros; a Iratar eom
Joaquim de Almeida Qoeiroz, no mesmo lugar.
Attencao.
Vendem-se omito barato oa trastes seguinles :
1 commoda da aagico, 1 meia dita de jacarandi.
1 par do bancas da mesma madeira, e 1 cadeira
de balaoco ; dase ludo por lodo o preco por ser
usado : a tratar na ra de Nogueira o. 20
MANUAL
DE
Coritas feitas
para compra e venda da aaaacar a antros objec-
toa : obra moilo til a todos os negocianlea e aoa
senhores de eogenhos pos eom um lance de
vista podem saber o importe de quaesquer quan-
tidade de arrobas e libras : vende-se ns llvraria
econmica ao p do arco de Santo Amonio. 1*
Totume encaderoado, pelo prego da 59.
Ultima moda
italiana,
vindo 110 ultime vapor francei
4(1 Roa Lindos cortos de vestido de seda o coree S ita-
liana.
Ricos manguitos eom golliuhas de cambra**
branca bordados balio.
Um graode sortimento de chales e merino do
todas as qualidades.
Ricos veos de fil de seos braoea bordada*,
grandes, para casnmentos.
TarlaUna de corea bordada, 8 palmea do larga-
ra, eovado 19.
Vende-se cal virgem le JagaarHw, a moikot
que tem apparecid j, propria para faeSsjis deao-
sucar, pelo barato preco de 89 ene* barrita, a
qual pesa 4 arrobas. Roga-se a todoa oa Sta. o
engenho que quizciem near desta cal a meada
rem ver na rea Nova de Sania aila a. 4f, ar-
mazem.
Vende-se aa roa Nova n. 59 um par de ar-
reios frsneezes. ehegados alttmaaaeerte, e tam-
bem se vende um eabriolat oovo 00a* atraa.
Veodem-ae es verdadeiroa corsea grasase
e Ooos psra volUs e pulceiras: na raaeatrcia ae
Rosario n. 10.
Ricoscortes
DE
Vareja.
Tendo cada um 19 covados,
pelo pre^o delSjOOO.
Vende so no armazem de
ra do Queimado n. 19.
No armazem de F. Souvage
roa da Cruz a. SO. ha continamu
ra vender os aeguiotea gneros:
Vinho de Bordeaox em narria.
Dito em caiaa.
Latea de ssrdlohaa.
Hassa de tomatea.
Polea eom muatarda.
Fructas era conservas.
Pateia de diversas qualidades.
Ceps em conserva.
Velas stearinaa.
Oa rm
SFn
Pal
Ce,
Vel
KM
Saotoa Coelho a*
ie 4 C na ]
amoata pa- B
r !
l
i
O rival sem segundo, na
ra do Queimado n 55
defronte do sobrado no-
vo, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e
Silva, est disposto a
continuar a vender pe-
los presos abaixo de-
clarados, que na ver-
dade borne baralis-
simo.
Frascos eom agua Alavande ambreada a 509
Ditos superior, frasco muito grandes 6*4
Duzia de sabonetas muito fino a Sfla)
Sabonetea inglezea da melbor qualidade a 199)
Ditos muito grandes a Jasp
rrascos de agua ceieste muito superior a tafied)
Irnos eom cheiro muito fino a
Diios eom banba de urgo a
Ditos eom oleo de babosa a
Ditos muito superior a 140 a
Ditos eom banha muito fioa a
Ditoa eom opiata de Lubin a
Ditos de dito de Pivera
Ditos eom banha transparente a
Ditos eom oleo philocome a
Dos eom superior agua de Colonia
Ditos eom macag perola a
Ditos eom ditos (oleo) a
Nvelos de linha do gaz de cores a
Ditos de dita encerada muito boa a 30
Ditos ds melhor qualidade a at)
Carnteis de lio ha de corea eom 100 jardea 39
Nvelos de linha do gai para marcar a 40
Parea de meiaa de corea para meaiooe a 140
Ditos ditos para meninas a ijo
Ditos ditos cruas para meninos a ujusl
Duziss de meias cruss muito encordadas a feto
Ditas dilaa brancas para senbora a IbOiQ
Caixas eom phophoros de seguraaca a ISA
Ditas de folha coro phophor* a fftj
Duzia de phophoros de gas a ato
Dita de ditos de vela a rjfj
Pessas de traoga de lia de tuJaa aa carea a 40
310
500
210
so
3
MO
403
50 A-Rua da Cadeia do Recie-50 A
500, 15, 2500,j
4^500 e b$.
Manoel Goncalves de Oiiveira Saotoa,
acaba de arrematar urna porcia da f>-
zendaa muito barato e por ielo vead ba-
rato para vender muito, vende muito pa-
ra vender barato grvalas de sada 500
rs., enfeite de vidrilho qoe sa lean tendi-
do por 49 i 19. chapees de sol para -
nbora a 2|500, ditoa de cabeca a garitxl-
di a 49500 e 5|, vendas a este est.bwle-
cimeolo ver estas pechinchas que admira.
50 A-Rua da Cadeia 4o Recife501
5#000, H800,1*800
edOOrs.
Manoel Goncalves de Oiiveira Saelna, eMa
vendendo sem limites pecas de cambraia trans-
parentes eom 10 varas e ama vara da largura
5J, satas bordadas eom riquiasiejea amraaeee a
liohs a 29800, gollioliaa, pannos a SMagaiSaO da
linho efuatdes a 1901)0, riquissima cambraia de
cores francezis a garibaldi a 500 rs. a vara a
mais fazendas que so beralissima.
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
eom 0 ere)s da
Cortea de cambraia branc!
babsdos a 9J500.
Vende-se ama machina de metal
para se fabricar Telas eom prest
pereic^o, por preco commodo : na
da Praia n. 49 ou 53.
lesa e
Aviso.
Aos Srs. quefazem obras.
Existe grande deposito de travs e
enxamea madeiras de qualidade de Co-
dos os compri mentos e groseuras qoe se
vendem por ps^c/> rommodo: a tratar
na ra da Praia n 49 ou 53.
Vendem-se duas casas terreas a. 40 a 59
da rna da Baperanea oa Cemiaao Nava
da Boa-Vista, tem ama mei-agua asnaa
fuodo, quietaos e cacimbas: a tratar aa
rea n
:ff
a



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BSE

Largo aPenlia
Francisco Fernn les Duarte, propietario deste
armazem da molhados, partecipa aos aeui freguezea, assim como ios senhores i* prsgs, itetie
nho e lavradores que d'ora era vaole qutierem-se afreguezar neste estsbelecimeuto, qae se cha
cora um completo sor lmenlo da gneros oa mais dotos que ha no mercado por serem matar
paria dellea nades e coala atopria, cali portento resolvido a rende-loa por meooe10 por ceato
do que en outra qualquer parle, eflanceodo a boa qualidade acoodicionameoto, assim como ser-
rir os portadoras meaos pralicos to bera, como ae os seohores viessem pessoalmente, para o que
no se poupari o proprietario era prestar wdaaUengo, aflm de continuaren) a mandar comprar
sais eocommeadas.serlos de que, toda e qualquer encommenda comprada neste estabeleetmento
acompanhat urna coala tmpressaeom o mesmo titulo de armaiem Progresso.
Queijos leu tritios de
ae fari abalimetn
Maateiga franeexa. mM 9Btt
barril a 600 r.
C\ii $ferola \\ys ou c pteto 0 oeihores que
e 19600, afiaoga-ae a boa qualidade.
QUQjOS d telaOhegad0S.atil, uUim0 tapora 3|a00, eos do yapor pasudo a
29460. m -'a
Figa* le comas Ir*
a 83 rs ditas de 8 libr
Pregunto do \imbreQgl9I
PfQiaata Ae Vameg*a48o
Carros e oarrocas.
Bm casa de N. Q.Bieber
A. succeaspres ra da Cruz
oiimero 4.
Vendem-se arrb americanos mu elegantes
a lares para doas 4 pessosj r&ftgbem-ae en-
commeudas para cujo fim siles possuem raap<-
pas com tarios deeeoooa, tambem Tendeo car-
rocaapara condcelo de assucaretc.
SLoja das (> por-5
tas em frente do Li- J
v ra ment.
superior qualidade e muito frescaes a II libra a inleiro se
que ha oo mercado a 840 ra. a libra e em
ha no mercado a 29900, 2J600
S
oa mata oovos que ha no mercado em selrinhaa pequeas
a 83 rs ditas de 8 libras por 29500, e em libra a 320 es.
rs. a libra inteiro a 440 ra.
BV \04 t aa^ uow que na no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba i 4|500.
'CiDeTmsete a760ri> libra. om causa740 rs
l*aV*S COm boYaxiuYia OC SOAa d0 deferente quaidades a l|40O
Latas com pei&e em postai9 mnlla, quaiidadeaa i*m.
AxeitOttaS mUO HOYAS lg000 ra. o barril, a ret.lho a 320 rs. a gan.f.
Hoce d$ \lj>erc\\e .B ktt 9 aUb, porwoo.
C vrliitas ptrit p01im a goo tI< aibta>
Baaua de parco retinada, 480 rs.iibr, am barn440 rs.
Mll^a le ***a-t*ematenora do mercado a 900 m.,semlattssds2Ubra por ltfOO
PaiOS a^lombO a.prioieiraTezqae vieram a esre mercado a 640ra. o litera.
Caoaticas e paios muit0 DOWOa a 560 rf.. libr8.
PaUtes de dente lixadosconi 40 m,Cinho. poraoo n.
GaOCOlate IfanCeZ a iS200 rs. a libra, ditto portuguez a 800 ra.
laTmeiada imperiai d0 lfainad0 Abreu de outroamuitosfabricanlesdeLteboa
a 1000 rs. a libra.
VinUOS em ptpa de 500( 5W e 640f| garra(8i em nadas a 3500*8000 ISOOi
9eTeja ,s m,s acredUadas marca a 59 a duzia, e em garrafa a500 ra.
EiSlTolllUaa parasopa amis nova que ha no mereado a 640 rs. a libra.
\ inaO OO Ir OrtO ;,,,{,, 0i porto ano, Porto, Feiloria e duque do Porto a 19*00.
Circarellos, Muscatel e BorJeauz ilja garrafa, e em caiza de urna duziase far abatimento
A.ip\Sa o mais novo e limpo que ha 00 mercado a 16 rs. a libra e em arroba a 80.
KiTVl^naS If atteeiS ffl0ihores que s9 podem desejar em meias latea a 500 ra.,
ditas ioteiras a640rs.
tame 0 m()lhor petisco qua p-ie haver por estar prompto a toda ahora a 19 a libra.
MVeid deamendoa
^.C* muit0 007aaa 120 rs. i
U?t*auas
VaaiC omito saperiora 240rs
ATrOZ ,0 mraaho
Fama
SVadlalia Ja Fr,n5,| a-2<0 rs. alibra.
^*?a rauito ooo a 320 rs. alibra.
1. OaS\aOO da LUb0a a 360 rs. a libr.a a 1
Fari ana do MLaranHao
Toacinn* ingWz a 00r, alibta .
Passas em eaixianas de8ilbr. Woo c.d.us.
n leo*n lonte dos (eneros mencionados encontrar o respeitavel publico lado quanto pro-
curar tendente a molhados.
ttoupa fetta muito barata.
Paletots do panoo fino aobrecaaacos, W
ditos de casemira de cor de fusio, ditos A
de brim de corea e (vmodos, ditos de g
ganga, calcas de casamira pretaa e de w
corea, de brlnjiranco e de coras, de gao-
ga, camisas agro peilo de liabo Buito m
loas, diua de .oa. a*avaw < sol |
de alpaca a 4 o m 9
Gmmvmm**
Libras sterliaas.
Vende-se do escrlptorio ale Manoel Ignacio de
Olireira Filho, 1 argo do CorpoSanto.
Attenco.
P te arroz
em bonitos rasot de crystal dourado.
Aloja d*agi branca acaba do reoeber anu 00-
arttsasos de ryataI tunado* epm ftnoa a ehet-
roaas poadaoaroae competente boneea, eeiii
Tensando cada rase a 8, dinbetro ?ieta ; na roer
do Queimado, loja d'aguia branca n. tf.
_. k ttm
"da Cru* o. 10, casa de
KaJkmanB Irmioi *C;, tem ex-
porto um completo o rt i meato
siearaostradeobjectos de bor-
racha, proprio para machinas de
eaafenhos, seodo corroas para
traosmirtir moTimento, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e groisura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en-
commenda.
4Ucncao
lili
A 280 rs. o ovado
de cassas francesas de multo bonitos padrees com
4 pstaoos de largura. 6 pecbiocha. na ra do
Queimado n. 22. na loja da boa f.
Lencos de cam-
braia com padres de se*
a 800 rs. a libra, dita com casca a 480 ra. .
piladas a 240 rs. a libra:
a libra, e a 79 a arroba:
]
t 3) em arroba, e em libra a 100 rs.
1 CaaO s ^ iiQraiSeforem pordose (ara abatimento.
a maisaova a 160 rs. a libra.
Fazendas baratissimas
N. 20Roa da Imperatriz-N. 20
O baraleiro Duarte acba de receber novo sormento de fazendas que retalha seodo a di-
nheiro aos spguinte9 presos como sojam : cassas brdalas proprias para cortinados, babados oa
mosqueteiros a 1^600 a peca, cambraia grossa com 8 varas cada pega ptima fazeoda para peoeiras,
mosqueteiros. salas e forro de vestidos a 19^00, mussalinaa largas das seguinlea cores verde, azul)
preta. roa, encarnada e branca a 100 rs. o covado, cortes de riqaissimas laa escuras com babados
contando cada um orle24 covado a 109o corta, velludo de seda das seguiotes cores ciazeoto
verde, azul o prelo, excedente fazeoda para vestidos de seohora e roupinha de crianzas polo baiz
pre;o de 2^500 o covado. cortes de cambraia fina com salpico* miudinhos a 59, liras bordadas e n-
tremeos a 15 a pega, golliahas bordidas muito finas a 19, chitas com alguna toque de mofo a 160
rs. ocovido. peitos para camisas braocos e de cores a 160 rs., lencos de cassa e de chita para
crinQas a 80. 100 e 120 rs., cobertores de la eseuros a 19200, casemira preta a 59 o corte, dita de
cores a 49, chitas pretas franeezas a 240 rs, cassas da cores e pretaa a 210 e 400 rs. o covado, bra-
manl cora 2 varas de largura muito boa Tazenda para leogoes a toalbas de mesa a 19280 rs. a vara,
era summa acharao os Srs. compradores 00 predito estabelecimento, um completo sormento de
fazendas de lei como sejam madapolao, algodau, chitas e outras multas fazendas. ludo baratiasimo
Expsito
DE
Caadieiros a gaz,
O proqrietario da nova ezpoiico dos caodiei-
ros a gaz avisa ao publico em geral, qua se echa
sempre sonido com grande e variavel sortimeoto
de cnndleiros desde o mais barato al o mais caro,
assim como um grande deposito de gaz idrogenio
verdaderamente econmico, reconhecido verda-
deramente por todos 03 consumidores : na ra
Nova ns. 20 e 21, Carnairo Viaooa.
Nesla mesmi ezpostgao se encontrari am va-
riavel soriimento de riquissimos quadros de todas
as qualidades que por gosto ae pode apreciar os
seus desenhos, am riquissimo sortimeoto de
qainquilharias, cooteado entre ellas riquissimos
lavatorios para quartos (gosto chinez), um varia-
vel soriimento de balaios eom todos os preparoa
para viagem, cootendo pratos, facas, copos e ou-
tros frascos para coolicioaar, ferros de engoru-
inar a vapor, machinas do hatar ovos a vapor,
machinas de fazer cof a vapor, espingardas de
dous canos tronzadas e.da atcaace, raappas del
mundo, e ouiros muilos objectos que se vendem
apo precos oiraioutos para acabar: ra Nova
aumeroSO.
rVUeuco.
a mido rrapichaa.46,a>mcaaa da Ko r n
Rooker &C. ina^e um bomsoriimento dalt-
nhas decorosa brancaaamaarreteia do melhor
ibricaitelelaghtarrsnsqaaoa aarandam por
dracoa mairazoavoia
00 armazam do aatrell* do
0 que pode haver de
gosto em galantarias para
ornamentos de salas,
como aeja, ricos jarros da porcelana O de vidros
de varios tamanhoa e goales, ricaa manteiguei-
raa, jarros de vidro para eraros e outras florea
delicadas, frascos muito lindos, tanto em corea
como em goato. e outras muitaa galantanaa que
a torna enfadanho mencionar. aoc*nd-ae,
porm, que o que ha de melhor gosto para
quem quizer ler suaa meaaa bem oraadas; oa
loja da Victoria, na ra do Queimadon. 75, jun-
to a loja de cera.
RuadaSenzalaNoTan.42
Vande-se in casadaS. P.lonhstoa *,
sllinsa Jilb5asnglezs,candaairosa casticaai
bronxsados.lonas agieses, fio davala,chicote
para carros, e montara, arreie apara carro da
o aln cvalos ralogio sds ora psisnta
nglax.
Relogios.
Vends-sa am casa da Johnston Patsr 4 C.,
rus do Vigsrio n. S am bailo soriimento da
relogiosdeouro,patente ingles, de um dos mais
sismados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variadade de bonitos tranceln*para oa
mas saos.
N0M9M9QN MSfiN 5W9HON WS
4 loja da bandeira |
Nova loja de funileiro d
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos ds Fonseca participa a
todoaoaaens fragoezea tent da pra$a
cmodo mato, e juntamente acreapeita-
vel publico, que tomou a deliberarlo de
balxaro pre^ode todas as so as obras, por
cajo motivo tem para vender om grande
soriimento de trabas e bactaa, ludo de
differentes tamanhoa* do divaran carea
am pinturas, e juntamente am grande
soriimento de diveraaa obraa, cootendo
tautioiios o gametaacomprtdaa, grandes-
e oeqaenas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr sgaa grandes e peque-
as, latas grandes para conservaf fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e
camas de vento, latas de arroba a 19,
bahsgrandes a 49 o pequeos a 600
ra., baca grandea a 59 e pequenaa a
800 ra.,cocos de aza a 19 a duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todoaestes objec-
tos ha pintados e em branco e ludo mais
ae vende pelo menos preco aoasivel: oa J
loja da bandeira da ra da Cruz do Re- 55
cife o. 37. 0
Chitas largas a 220 rs.
na loja do Pavo.
Vende-se finissimas chitas francesas com pe-
queo toqae de mofo, afancando-se soltar o
mofo logo que se lsvem, por sereno de cor fizas
a 220 rs. o covado : na rus da Imperatriz o. 60,
loja de Gama & Silva.
da a 2$500 a peca.
Na loja d'agaia branca tambem ae vende mal
bonitos e Anos lencos de cambraia imitando seda,
isso pelo baratiasimo prego de 29500 apega de
10 lencos. B* essa urna das pechiochss qae cusa
apparecer, e quando assim approveitar-ae da
ocessfao, porque elles servem tanto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vlr na loja
d'aguia branca, na roa do Queimado n. 16. ter
ventade de comprar mala de urna peca, tal a
bendede dalles.
Arados americanoe machina-
p*Jalavarroupa:emcasadeS.P.Joi
hston 4 C. ma da>enzala n.4S
Vendem-ie cuixfe* rasiol frrnpxtM
parabahuleiroifunileiroetc. a 1^280:
quem preteadaip rJafijI-at a esta tipo-
graphia, que ahiae dir' quena ostra
para vender.

i Nova california
DE
Fazendas baratas.
N roa da Imperatriz n. 48, junto
2 padaria franceta.
Cortes de cambraia branca eom babadi-
1 nhoa 4| a 49600 superior 59. cambraia li-
za cos 8 lr2 vara 8J, 89600, a 49. ditas de
Escoaais 5, e 09, ticoa enfeites para se-
nbora 69 e6|S0O, sintoa os mais delicadoa
para senhors 9p590,t9, chapelina para en-
anca gosto inglez 3a500,49, para bapliaado
39. cortes de vestido de seda Eacosseza da
bonitos gosto 129 esto se acabando, ri-
cos lengos de labyrintho 19.1|M0. chapee
de sol para seohora de booilaa cores, lisos
59, cabo de maraes 50500, cortes de cam-
braia arneos coas ffe> de sede 59. riaea-
do francos 9a)0 res o covado, completos
tsortimeotos de baldes de arcoa 39, aorti-
mentos de metas para menino e menina tt
MO a S40 ris o par. chales de tarlatana
de corea a 648 ris, leagos branco com bar-
raa 160 ris chitas inglezaa e 160 a 200 ra.
dita fraoceta a 240 e 280 rs. o covado
pegaa de cambraia de torro com 9 varaa #
a 9 : junto a padaria franeeia n. 48. 9
I
s
i
1
i
Tahas.
Attenco.
a 49500 e 4J a aaeca
largo do Panizo n. 14.
Ghegoua apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
deutes-
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
va remessa da mui praveitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e denles. O bom resul-
tado de tal agua ji nao soffre duvida como sa-
bido pelas imraensas pessoas qae a compraran),
e qae sentiam a falta dalla, e as que de novo
compraren) aeharao qae o uso della fas conser-
var os denles saos, livrando-os da carie, fortale-
cers gengivaa e tirar o mo balito da bocea,
dando a mesma agradare! aroma, podendo-ae
mesmp usar dalla nao s pela naanhaa como a
qualquer hora, e com acert depois do fu mar pa-
ra tirar o pheiro do fumo, ou quando ae tenha de
sabir para ter-ae a bocea aromtica : para isso,
porm, bastam algumas gotas dalla em agua pu-
ra. O proveito d'agua balsmica ajada chega a
mala, ella aarve eom acert e promptidio para
acabar a dor de denlas, eoaopando-ee nella um
hocado de algodo e deitando-o no buraco do
lente, este adormece e em pouco deaapparece a
Jor. Para ae obter am frasco de lo proveitosa e
apreciavel agua balaamica, dirigir-e com 19
toja d'aguia branca, ra do Queimado o. 16, ni-
ca parte-onde ella se vende. Aderte-se que os
frascos vo marcados com o rotulo da dita loja.
SAMO.
Joaqalm Francisco da Hallo Santoa avisa eos
aaus fraguezea deata praca e oade fra, que tem
ezposto venda aabioda ana fabricadenomioada
Recifenoirmasem dos Srs. Travaaaoa Jnior
A C, na raa do Amorimn.58; maasa amarella,
castanha, preta aootras quaidades por menor
preco que de oatrasfabricas. No mesmo arma-
bemtem (seta osea deposito de velas de carnaa-
oolmpioaaom mistara alguma, como as da
emposigae.
Milho a 4^000.
Veode-se ama barcaca de lote de 25 cairas,
novs, sem anda ter navegado, construido com as
madeiraa de melhor qualidade : os preteadentes
podem dirigir-se i ra da Praia, ermazem o. 9,
que acuario com quem tratar.
Attenco.
Anda se vende a taberna da ra do padre
Ploriano o. 74, a prazo oa a dinhetro, est sor-
tida com poucos fundos, afregaezada para a tr-
ra, tem commodos para familia, o motivo da ven-
da pelo dono ter de viajar para fora da pro-
viocia : quem precisar aproveite a occasiao.
Tarlatana brauca a 1$
a peca com 8 varas : na ra do Queimado n. 18,
segunda loja vindo do Rosario.
Lencos brancos.
Vendem-ae lengos brancoa proprioa para algi-
beira, pelo baratiasimo precode t400 a duzia :
na ra do Oeeimada n. 22, loja da eoaf;
Potassa da Russia.
Vende-se potaaaa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a prego mallo
commodo: no escriptorio de Minoel Ignacio d
Olireira & Filho, largo do Corp Santo.
Maior reduccao nos precos para acabar.
Vendem-ae no ermazem de Braga Son & C.
na ra da Moeda, taitas de ferro cuado do mal
seredrtado fabrcente Edwin Maw a 100 rs. por
libra, as mesmaa que se vendiam por 120 rs.
50 ARa da Cadeia do Recife50 A
Sem limites.
7 3*500 e 3^000.
Manoel Googalves de Orveira Santos est veh-
dendo cortea de vestidos de cambraia com qua-
tro ordena da babados de apurado desenho a li-
nha a 3500, dito dito abertos a 39 neste estabe-
lecimento s se vende muito barato.
Azeite de Palma.
ltimamente chegado de Loanda no brigue
Viajante, assim tomo azeite da amendoim que
serve por ultimo para luies: na raa do Vigario
n. 19, primeiro andar.
Funileiro e vidraeeiro.
Grande e nova officina.
Tres partas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabeleeimeoto en-
contrarlo oefregueaea o maie perfeito, bom aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas aa quaidades.
f^S^i440*V^a*M~ae <* o Jacaranda.
B4NHEI Rus d ledos os tamandoa.
SEMICUPUStdemidem.
BALIIES (0m.... '
BACAS idem dem. N
BAHUS idem idem.
FOLH A em caizaa de todas as groasuras.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas aa quaidades.
PANGLLAS idem idem.
COCOS, CANIEIROS e flandrea para qaal-
quer soriimento.
VIDROS em caitas e a retalho de todos os ta-
mandaado-ae manho, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se eocommeadas de qualqaer natu-
reza, coocerlos, que ludo seri desempenhado a
contento.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso mallo fino e assim tambem
tarlatana branca muito fina, tanto urna cousa co-
mo outra sao proprias para vestidos, nao s para
bailes como para assistir-ae a casamentos, andem
antes que se acabe na ra do Queimado o. 22
naloia da ftoa-F.
Loja das 6 por-!
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4$.
Duzia de msiascrass psra hornera a
19200 e o par a 120 ra., diUa brancas
muito linas a 2J5O0 a duzia, lencos do
caaaa oora berra de coree a 120 ra. ceda
um, ditos brancos a 160 ra., baldea de
20 e SO arcoa a 3f, laazinha pera ves-
tidos a 240 o cevade, chalas de merino
estampados flnoa a 59 e 69, tarlatana
branca e de corea muito Dna com vera
e meia de largura a 480 ra. o corado,
fil de linho liso 640 ra. a vare, pe-
ces da cambraia liaa fina a 29, casaas
de coras para vestidos a 200 re. o co-
vado, museulina encarnada a 310 rs. o
co vado, calcio has para menina de escola
a 12 o par, gravatinhaa de trancas 100
rs., petos para camisa a 200 rs. ceda
em duaia 29, pegas de cambraii de sal-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitaa iraneezaa a
2S0 e 240 rs. o cavado, a loja eati
a berta das 6 horas da manha aa 9 da
noite.
45 RaaDireUa 45
Magnifica sortitmeiito.
Sempre coodeeeeneete 11
regueaet que lee trazeos dteL..
fio dests grande astabalsdssasTla
erecer so pubHce, por preeos i
inferiores sos de ontro, a sea bella
de ealgado francs, ioglez
Homem.
Borieguina Vklor laaoseBnal.
eoaro de porce.
lerdPateaerseavl
V vIVC rSOC I vvrv#V##i iNVW)
InKaa s&as^bfelll
Sapa toes Naotaa (batera inteira).
Sepatos tiacga Ipeetaguasea). : .
(I toeeoses). ....
9 entrada baime (sola alta). .
saaito chtejee pasee sale). .
Senhoris.
Borzoguioa primor (Joly). ......
brilluBktaoe.....
a KeapeaUe......' .
a a baia. .....
31,32.11,34. ....
a decires 32,93.34. .
Sapatoa com salte (Joly)......
francesa Iresaeiabee. .
.31,89. 33 a 34 lastre. .
E um rice soriimeaie de
zorro frasees, ssoarnajasa, seta.
rinhoa, fio, taizaa etc., por saastee alo ame ajaal
qeer ou tro podo vendar.
Relogios baratos.
No rae Nova 0.21, hs
gios foliados, douradea e de
zontaea, suiseea eiasjsesee, i
didoa peloe precos da factura.
r asa recibo ees qae ae
ajulamenlo durante seis
4musselina do Fufe
200rs.Qcvaea.
Veode-se moaaelina branca
de largara (atenea aaoitn talo
ce de 200 re. o cevaeo. cortea
com 10 covados corea fizas a 19609 snw,
musselioa branca coas 10 eevi
para apurr diohairo : na raa
60, loja de Caaaa & SOa.
Vende-se urna cose ierre
com commodos para ame familia, ceas
quioial murado, na ma de 5. Magas n.
povoegio dos amasase
nal n. 144.
li.ti.tiMSSUB fiwyf.'iefj srs 'i 'il it. i
Ikiiiio gosto.
Queima-tudo
Serve para ae deitar nos castigaes e segurar a
vela de espermacete, fazendo-a queimar at o
fim, e preservando os meamos de se quebrarem
com o calor da luz : vende-se a 500 rs. cada
queima-tudo, na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Gees & Bastos
Tem ezposto venda vestidos de seda per 309
4'*9-, que em oetras se venderam por 120$ e
150$, por certo barata, e quem quizer admirar
a boa qualidade e bom gosto diiijir-se loja da
rea do Queimado a. 40 oeGes 4 Bastos.
Liquidaco
na loja da arara.
Vendem-se cortes de caiga de riscalos de ce-
res e brim a 19, 1928O e I96OO, ditos de meia
casemira a 98OO e 29. cortes de casemira preta
Sara caiga a 39500, dita entestada fina a 4$, ditas
e cores finas com listras do lado oa sem listra
a 49500, corles de vestidos de tarlatana brancoa
com babados de cores a 29500, cortea de cambraia
para vestidos com aventalon quilha dos lados, d
cores, a 2g800 e 89, cortes de ditas finas com 13
oli!0* *&500' oilos de riscados chtnezea a
29500 : ns ra da Imperatriz, loja da arara de 4
portas n. 56, de Magalhaes e alendes.
Vendem-se libras sterlinss ; no escriptorio
de Aroorim Irmaos. ra da Cruz n. 3.
I Fazendas modernas. S
S Gurgel & Perdigo.
m Vendem barato, f
$ Superiores capas compridas modernas, 4fk
age manteletes, taimas de croze, ditas de S
Cinteiros de bonitas fitas
cabidas e franjas
A. loja d'aguia branca iseaSjaa
porgio de cinteiros de booilaa lUa
ponas cahidaa e franjea, e melber e a
to como se v dos Ogurinos, tenoo
todos brancos proprioa para el
nhoras qae gostsm de possair
rem a roa do Queimado. loja ef
10, qae com 79 torio am date do
gosto.
No\idades d# pwa#.
A loja de Gama <
Silva, na roa da Impera-
triz n. 60, acaba de che-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
, que vendem por precos
que faz admirar,
Vende-se
urna porcao de msicas modernas a alguna me-
thodos de piano o canto, e am mdxo de Jacaran-
da para piano : na ra DirdiU n. 00, secando
auaar.
Caixas de vidros a 13O0O.
Vendem-aa caixas de vidros para vidrac, de
todos os lmannos : na loja da raa da Cadeia do
Recife n. 04.
S arara qae est
liquidando.
Vende-se groadeoaple prelo a I96OO e 1*800 o
covado, dito dito mullo eocorpado de corea para
vestidos a 19800, damasco de lia muiie largo a
19400 o covado, riacado eacocez para vestido a
280 o covado, caussulina de cores a 320o aovada,
chitas para vestidos a 160 e 180, ditas franeezas
largas a 220. 240,260 a 280 o. covado, cassa de
aalpics a 200 rs. o covsKo. daj de coreas 240
o covado, saias baila de panoo arm orcos a 2#400
o covado. ditas de madapolio a 39. diUa de S*0 a i cao de Jeaua a de tUrii
40 arcoa a Jf 9500. e ontra* muitaa fazepdas 1840 rs., ditas estampado
Meias baratissimas.
A 294OO a duzia de parea de meias brancas 6,
as para homem : na roa do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Gu i maraes Ir*
mao, na ra do Queimado n. 65.
Ortea de clcheles francezes com 14 pares a
20 ra.
Peotes de massa dourados muito finos imitando
tartaruga a 640.
Esaartilhos para senhora, que sempre se ven-
deram a 69, por 2500.
Traagas de la para vestido, a pega a 40 ra.
La para bordar muito fina e lindas cores, a li-
bra a 79.
Massos com graneaos a 40 rs.
Linhas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditaa de peso muito finas, misda grande a 240.
Franjea de linho para vestidos, a vara a 120.
Apparelhosde porcelana para meninos, pinta-
dos e dourados a I96OO, 2f. 29500 e 3fl.
Cart's com alfinetes a 100 ra.
Paoeis com alfinetes cabeca chata a 40 ra.
Enfeites para ambara muito Baos a 3, 4 e 79.
Sintos muito fios para seohora a 29 e 29500.
Metas delaia e pretas para padre que sempre
ae venderam a 29 a 640 rs.
Enfeites cora flures ara senhora a \g.
Colheres de metal muito finas para sopa a 10
rs e duzia.
Garios do mesmo metal a 49000 a duzia.
Aaaim como outras muitaa miudesaa fiaaa e ba-
ratas, que deiamos de mencionar, para nao se
torear tanta messede.
Vestidos de seda,
do e de phantaaia.
de cambraia borda-
Chapeos ricos do palha,
lira a 9*500.
luvaa de pei-
Sedaa de quadrinhoa furia cor,
deoaplea e mocianque.
gros-
Carobralas flngindo seda, chitas finas
modernas, laazinha de c6r e meias els-
ticas.
Micos stnlos. gollinhas e puohoi, es-
parlilhos, peotes da tartaruga, laqueo
superiores e sais baleo.
Bl-
fS-
Devotos.
que se dar amostras para
go baralisaimo ; na rus da
arara de 4 portas o. 56, de
Vende se urna caainha de pedia e cal no
bairro de S. Jos, com dous qusrtos feitos de no-
vo, pulas, portees, ferragem, laddlho, pintara,
tudo novo, a excepgio do caixao que foi ratificado
e bem construido, rende maasalmsate 13* ; a
trsU-M aa Usressa de S, PedrO n. 0.
Na loja das %tw estreaias ra
Jar^a do Rosario u 33.
rxoca-sa odieaeaeote por diaheiro estampas
de santos em fumo e coloridas a 120, 140 e 160
., ^ites da M. 8. da Penhe, tracifleado, Cora-
floo colorido a 200 e
braoco imitando g*sso
a 100. 240 e 320 rs ditaa am quadros com vidro
240, 2b0 a 3x0 ra., erenicas o erases diveraaa
es. s 120 e 160 rs. a duzia, redomaa pequenaa com
aanctuarios em metal 8 200, 320 e 400 rs., rosa-
rios finos de cornalina, atoes e encarnados com
cruzes prateadas a 19800 e 29, ditoe de muitaa
outras qualidedes e presos, quadros dourados
mui ritos a 8, 0 a 10f, bem como outras maltas
reliquias recommsodsrols ao ehriilio.
o> Fil, cambraia branca, tarlatana, fitas g
^ para ainto, camiaas para senhora e me- "
9 nios. 4\\
Sustenta se a fama autiga
De vender com consciencia :
Venham ver, e nao se diga
Qu'isto falsa advertencia.
Loja das tren estrellas ra
larga do Rosario numero 33.
Quadros riquissimos cora moldara dourada de
Santa Thereza, Conceigao, Crucificado, Coragao
de Jeaua, & Juo Baptiala, S.Joanoim, 8. Jos
e Santo Antonio a 8, 9e lOf. cabegoes de retroz
com borlas da seda para vestido a 19600, fitas
de velludo escocezas para cinto a 640.800 e 19 a
vera, peotes de tartaruga pera atar cabello a ims
peratriz apurado gusto a 7, 8, 9 e 109, bonito-
botea de vldro para casaveqoe a 200 ra., da li-
nha a 320 e de velludo a 500 ra., diviaa, gallo
branco de liaho para enfeite de vestido a 80,100
e 120 a vara, sapatinhos de la para menioo a 400
a 800 rs., ditos de merino mattsados a 19400 e
19600, mucaa de cambraia eofeiledaa para crian-
cas a 400 e 500 rs., ditaa mais ricas com forro
de seda a 800 e 19, ligas de seda elsticas de lo-
dos oa tamaitos a 200 e 320 ra., nonata de palha
para meninos a 2|500, dos de pellica muito ri-
cos a 49. lavas pretaa aera dedos psra senhora a
MO a 200 ra., ditas de pellica a 200 e 500 ra.,di-
Ua de aeda amarellae e breases a 500, 600 e 800
ra., lequea finos com espeibo e tem elle a 19600
e 29, meias para senhora a 240, 320. 400 e 500
ra. o par, ditas de seda e de lata a IfBOO o 23le
eutras cousas meia tudo barato.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
pavo.
Vendam-se linississae cassas garibaldrnas sen-
do astas cassas as mais moderaos q\e tea abo
sejam:
Um bonito sortimento de cassas san
laglo de sedss de qoadrnboa. que so v
lo diminuto prego de 240 rs. o covedo.
ttrvUiunlua a ^40 rs.
Vende-se brtlhanrina coa qnadrinhea 6a efe
para vestidos e mapas de meninos a 669 ra. e
covado : na raa da Imperatriz n. 60, leja ato
pavao.
Organdys aiSOri.
Vende-se caaaa de organdys de pedraes anitc
bonitos a 280 rs. o covado: as ras da laperstiiz
n. 60, loja do Pavo.
Chitas a240rs.
Vendem-se chitas franeezas nanita taoemee,
fazenda que aempre se vendan por ama pataca.
e est se acabando a doze vietena : aa raa 6a
Imperatriz n. 60, loja do parlo.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gorgurio miadtnno propale asta eee-
tldos e capas para aenhoras e por* rompes 6e aan-
ninos, pelo diminuto preco de 406 ra. e as
ns raa da Imperatriz a. 60, leja do pavee.
Las a 400 rs
Vendem-ae liazinhaa entestadas
fazenda de auilo bom goaio, pete diosioate aro
go de cruzado o covado : na me de laaseratr n. 60, loja do pavio.
Com barras e babados.
Vende-se fioiasimos cortea de ceeabraiae aera
vestidos.com barrea de babados, *! naraliso-
mo prego de 29500, 3| e 3J500: na raa ato Im-
peratriz n. 60, loja do pavio.
Cassas a 200 rs.
Veodem>se caaaaa eom sal picoa granean n 166
rs. o covado : oa ra dalmperalriz a. 66 saja 6o
pavio.
Cassas de cores a 240 rs
Vende-se cassas de corea fasenda ailo beni-
to a 240 ra. o covado : na loja da rae ato Impe-
ratriz n. 60, loja de pavio.
Seda a cavado.
Vende.te grosdenaples prelo aaailo
s 19500.19600 e 19806, dito eral cor ato
cor de cana a tpOOO o covado,
vradaa para veaiiatoa de aeive
covado. dita preta lavrada
prelo a 21000 o covado airaiii
a. 60, lojs do pavio.
Enfeite* a 2.
Vendem-se enfeites de melle
aenhoraa a SeOOO : aa raa
loja do pavio.
Enfeites a 640 rs.
Vendem-se enfeites de troce piapi lea
ninaa a tambem para senhora a 640 rs.:
Imperatriz a. 60. loja do parle.
Chapeos para seuhora.
Vendem-aa chapona pero ssabssav eanos
lo bem enfeitagoe o as osis aadaiasi aa
vindo, pelo baratiasimo preco de 161: aa i
Imperatriz a. 60. leja do psvie.
Keiludo a 2#400.
Vendem-se reliados preto, cor de esos,
ferrete, e versto-aeenre. presasen fase
cenbora e ronpns pora as
pree e> 69460o ee*aeo
prona sondea a 5f: aa roa ato Ii
lo4a do paveo.
De tedas totas lsL_
sondo Bear penbor, sssros
tros tsaoodae ama
meneiensr, todas vj
va a 66646 e 26466
a 16466. cbeoMoto
gado a 360 rs. o covado : na ra da
n. 60, loja de Cama Silva.
o
m outra qnalqoor porto
. 00. lepa ato eeiev* 6Uo.
5 .1
Imperatriz I locado urna taaeleta coa a PAVO
Ida aolte aa los aa qa (U afal
II
sfa^^Ti # i m


iwmm. m iiiii nRi ii m
<
O Pava.

Yeafde-se calcinhas bordadas psra meninas
1, tarta de teda tanto para ahora
notada fazeoda em perfeito
par, tintos de todas aa qualidadas par
e meninas e taits
na rna da Imperarra b. oOvfoja de
SHva.
10 para
.rt. o
ahorca
gusto:
Gama &
Pan a2l.
Veade-se piaaeioatde caf e da azeitoaa a
coc dowrrtfa fazeada uoiio ftaa pelo preco de
J$ a>cocdo, aoeoo para oalcea e pal Iota : na
randa, Iaueralm n. 60, toja de Patio.
Papel paquete branco
* eaiol.
eodo-so em pasla da meia resma a 2 cada
pacoto : aa roa de Qoeimado, laja d'aguia bran-
ca av. id, assim cerno eaUinhea ceea papal de co-
rea* 1* cada urna. .
Una rico carro.
Vende-sa am rico e elegante carro mui bella-
mente preparado : no eacnptorio de Manoel Ig-
nacio da Obraba & Iftlho, largo do Corpo Santo.
Na \oja doYa^oT
Boa Novan. 7.
acha-se barato grande sortimento de calcado fran-
cez e nglez, roupa feila e perrmarias muilo
flnaa-
Obras de brilhantes.
Em ca* de AJvea & C ra da Cruz n. 54,
acha-se eiposto renda um grande aorlisoento
de obras de brilbaotea, taes como sejam, adere-
qos, meios ditos, pulseirai.alfinelee, anneis, be-,
toes e rosetas, que ae veodem a procos com-
mod oa.
Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defroate do theatro a $
a arroba, meia arroba a 2#500
e a 160 rs, a libra.
Acaba de vir impresso de Parla am traba-
lbo intituladoEnsaio sobre o tratamenlo radical
daa hernias pelo Dr. ?. Sabola. leote oppositor
ds Facutdade do Rio de Janeiro : Vende-se cada
exeraplar a 1J500 na Hvraria universal de Guima-
raes & Oliveira, aoccessores de Ricardo da Frei-
tas& C, esquas da roa doCollegio n. 20.
Manteiga ingleza flor a
800 rs- a libra,
era barril a 7*0, [rscete a 64o, toados* boto a
3-20, sevadiaba a 160, aag a 200 rs.: na ra das
Cruzas *. 24, esquina da travesea do Ouvidor.
Vende-ae gaz americano de primeira qua-
iidade, em latas de 25 garrafas, na razo de 15$,
assim como Iataa pequeas de 5 garrafas ; no
caee do Ramos na. 18 e 36, e na ra do Trapiche
numero 8.
Chumbo
Vende-se chumbo de municao, a dioheiro a
219 o quintal, e arroba a 5*500: no eacriptorio
de Aotonio Ozario Horeira Dias, no Porte do
Mattoa, roa da Moeda n. 27.
Venda de laja.
Vende-ae a multo acreditada loja de miadezas
sita na ra da Iraperatria d. 82, senrfo eata em
ama das melhores localidades, muilo propria pa-
ra qualquer principiante, por vender-se com o
sortimerrto, de forma que o novo comprador nada
precisar comprar ; vende-se a prazo, conforme
se convencional : a tratar na mesma na n. 46
loja.
Feijo de corda.
No armazem da Tasto Irmos, roa do Amorim
numero 35.
ores tiras
bordadas.
Ha loja dalioa f na ru do
Qoo'HBada a, 38 aa eacoaiaeta um bonito tortl-
aente de eaperierea Urea) rioaenenle bordada*
qoa aeoeadea peto aralo pcaco de 3900041000
e 59000 ria a peta, edvr(ado-te que he ateas
de urna peca de cada padreo-, qaeaa aiaia depraeee
andar melaorearvMo tari, na roa do Queiaedo
n. 23 na loja de Boa-Fe.
Soaball Mellors & C. tonda recebido or-
dena para vender seu crescido deposite Ortlo-
gius vjsto o fabrcenle ter-se retirado do nego-
cio i convide, por la oto, iapeesoaa que quitVrem
pooauir um bom reiogio de euro ou prau do c-
loeee fabricanU Kornby, t epro*itoT-8e deatft-
poitunidede aern parta de lempo, paca vir eoa-
pra-los por commodo prego no teu eeeriptorio
ra do Trapiche o.28.
Fabrica do Monleiro.
Grystalisa^o e refinado
de assucar.
Deposito la ras de Apollo n. 6, e proco
da Boo-Vita 26.
Bata Importante estibelecimento contina s
fornecer aos tees innmeros- Iregueres do alvo o
por estucar crystalisedo, em po e em pes, 1."
e 8.* qulidades, pelo preco YJe 160 e 200 rs. a
libra, e do refinado a 168, 130 e 140a libra, sen-
do qae em grosso o comprador ter um deaeonto
faveravel. Nos meamos depsitos tamben se
?ende mol de assucar a 600 ra. a cenada, e eor-
vo animal em p a preco commodo.
AS TOIMMIMS
luvasdeJouvin
chegaram no vapor francs pora a loja d'aguia
branca, roa do Queimado n. 16.
Especial aviso pa-
ra os apaixonados do calca-
do inglez.
Campos & Pereira com loja de tazeodaa e cal-
cado na ru da Cadeia do Becife o. 32, receberam
pelo ultimo vapor ioglez, oa msis frescos e me-
lhores borzeguios ioglezes que tem indo ao mer-
cado e continuara a vender por 12j cade um
par.
Novo destino do
torrador!!!!
23Largo do Terco23.
Veode-se msnteiga ingleza especialmente esco-
Ihida a 800 e 9U0 rs., franceza a 640 a 600 rs.,
assim como se torrara outroe mnitoa gneros, co-
mo tej, caf, trroz, azeite doce, relea de esper-
macete a carnauba, etc., etc., e te acaso alguem
duvidar venha ver : a dinheiro i vista.
Bonitas caixinhas
comvisporas para entreteni-
meoto.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca bo-
nitas caixinhas de madeira invernisadas com vis-
poras, tendo 36 cartas, e as pedras nameradaa por
ambos os lados, o melhor que pnssivel em tal
genero, e cuata cada urna caizioha 39, e outras
cobertas de marroquim. e a chineza, e outras qu-
lidades a 2j, 1$500 e 10 ; o tetnpo proprlo, e
por isso dirijam-se com dinbeiro roa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, qae serio bem
tarridos.
Por atacado ou a retalho
S deixar de comprar
Quem nao se der ao trabalho
De vir ver e examinar.
A* loja das tres estrellas z
ra Larga do Rosario
n. 33.
s
O melhor gosto.
Chapeos depalba muito fine enfeita-
lados a iraviata e 12f e 14$. chelea de
touqaia a 12.15, 2. 25,30, 35, 40, 40
50$. eofoites de retroa e outras muilas
fazeodaa do melhor gosto possivele por
barstiisimos prego* : na ra do Queima-
mado leja de 4 portas de Porra* de Meia.
36, roa das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
Urna barcada.
Vende-ce ama barcada do porte de 35 caixas,
encalhada oo astaleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintho Blesbo, ao p da fortaleza das Cinco Poo-
tee, a onde pode aer vista e examinada pelos pre-
tendentes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Airea Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Barato assim ad-
mira.
Mui finos e bonitos lencos de cambraia de linho
abettec e bordados para roaos e cabecee de ae-
nboras a 29 cada am ; quem os mandar ver nao
perde o tempo porque iao baratrseime vista da
bandada, e aatim os comprar na loja d'aguia
branca, rae do Queimado n. fO.
Preciosos
extractos para lencos.
Aloja d'aguia branca acaba de despachar de
sua propria encommenda, finos e preciosos ex-
tractos de novos e escolhidos cheiros como bem
tejam, imperatriz, D. Jaouaria, D. Francisca, ma-
rechal Bruquet Real, dito farori, dito doa Alpes,
dito deTrianou, etc., etc., nao esquecendo porm
o eetimavel extracto de sndalo. J se aabe, oa
freguezes que mnoidos de dinheiro diriglrem-se
& roa do Queimado, loja d'aguia branca n. 16,
aeharo barateza, agrade e sjnceridade.
Em cata de Ralkmaan Irmo
^ &C.,naruadaCruz n. 10, exis-
dj| te constantemente um completo
sortimento de
Vinhos Bordeaux de todas as
qulidades.
Dito Xerez em barris.
Dito Madeira em barris e caixas.
Dito Muscatel em caixas.
Dito champanhe em gigot.
^ Cognac em barris.
S Cerr ja branca.
Agua deSeltz.
a Azeite doce muito fino em caixas
S Alvaiade em barris.
a Ceradinha em garrafies.
Vende-se urna protTSoTa dt
q5J"J! efi*h* OexUUeeaeote, e er>(
oxTrivert a rraUr na roa oTtaagel 8
mMrodhOir.
Espelkeo de columna de diversos tamanhas i
1$800. 29000, 2g80, 49000 e 5$000 cada om, al-
guna coro defeito a muito menos, caixas de b-
falo finas para rap a I96OO, ditas de tartaruga
grandes a 8$00, malas envernisadas e com fe-
chadura para viagem a I96OO rofoginhos ficticios
com corrate psra meninos a 160, penteade aoar-
IIm para Hmpar a cabeca a 400 e 500 rs the-
sourat grandes para cabello 600 8IH) e 19000,
ditas para coalara a 120 160, 020 e 500 ra.. tn-
tenos de metal e madeira para viagem a 240 e
320, caixas de Ilotas para d.senho a 320, 400 e
500, medidas com nnmeragao para alfaiale a 160,
datiO, botoet de metal para caica a 480 a grota, 50
rt. a docto, diioa de oteo, do matea a de louca
para paietote a 40 80 e 100 ra. a dezie, ditoe de
daraque pretos a 200. ditos de settm e tarja para
casaca a IJJ800 e -290OO a greza, brineos e rozetas
douradas a 80, lOOo 160 ra. dito pretts a 160 e
200 rs. o par, phoaphorot de peo e de cera a 20
e-iO, diloscaixa grande a 120, 160 e 200 ra., car-
airas de marroquim a 320, 400 e 800 rt., ditas
grandes eom divisoes p*ra latirs a 59 e 58500,
lio has do gaz a 700, a 800 e 80 a cato*, a 20 ra.
o novello, fondas para uebrados a 500 e 880,
ditaa tinaa a -29000 e 29500. Em porcoes todo se
rende mais barato.
^1
A, F. Duarte Almeid, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estabele-
cido eom dous ceiados armazens de mothados, associado com oSr. Joaquim Jos Gomes
de Soza, e oSr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte li Souza, e osegundo
na de Duarte Almeid a Silva: o tes estabelecimentos olTerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na liupeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
preco, pols que para isso resolreram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
ao publico urna Yantagem da menos 10 po*canto do proco que possam comprar em outra qualquer parte, por isso desojando os proprietarios acredi-
taren) seus aelabelecimao tos lata deliberado garantirn toda a qualquer quaiidade da geaeroa rendidos em seus armazens, e assim j poder rar o
publico que pode mandar suas encomraendas, mesmo par pesaaas pouco praticaa, am qualquer un dcstesestabelecimentos, que sero to bem servi-
dos como se viessem pessoalmante, na corteza de nunca acharara o contrario de nosaos annuncios, e asana randados as vantagens que oflereeemos
pedimat a todos oa sanboraa da praca, aenhorea de enganho e labradores ana mandam aa menos suas encommandaa a* primeirarez, afim de oxperi-
mSi' ?*'{0*4*t*!taum'a' poisane para iaso nao poupcro oa proprieUrios forcea para bam serv ram aquellas posaos s qae frequenUrem nossos
estaDeleeioeatoa, abaixotranscravemosalgumtsadiQSesde nossos pncos, por onde vero pubHcoque veadamoabaralisaimo, attendendoas bou
quahdades de nossos ganaros. 'i *~
Manteca lDgleza especialmenle escollhida a 800 rs. a libra e em poreao a 760, recommeada-se aos apreciadoras destele genero que
mandem ao menos experimentar, serlos de nada perdarem pois para isso confirmamos o que retamos dito.
C ^Jn *ranCeza *"or do mareado a 640 rs. a libra a em barris a razio de 600 ra. 1 libra
t Da nVSSOD e pretO 0 melhor do mercado da 700 a 2988O e em poreao tara abatimen 10, e afianca-ce a boa quaiidade.
Presunto fiambre iaei |an|H1rgaez a 000 rs. a libra e em poscaa a 800 ra.
PreSUntOS portUgUezeS vindea do Porto de casa particular a 560 ra. por libra e inteiro a 460 rs.
Marmeada dos melhores autoras de Lisboa premiada as expsitas univarsaes de Londres e Pars a 1800 a lata.
Caixas COm estrelinha pevide e rodnha TfOOO aoaaM ra. a libra aera poreao ter .batimenlo.
Latas de ameiXaS francesas eom cinco libras a 4000 e 1000 a libra.
PaSSaS em caixinhas de oito Hbraa, as melhores do mercado a 21000 a a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 7000.
Espermacete superior 720 ra. .m cix. 740 rs.. libra.
Conservas francesas ingleza* e portuguezas eoo a soo rs. o fraseo.
ErylbaS portugaaaaa a fraaoeaa a 800 rs. a fraseo afianca-se serem as maisl>em preparada qae tem rinda ao mareado.
Lata COK boiaxinha de SOda dedivmasqualidadea, a murta nova a 14H80. agrandes dad a 8 libras de2500 a 48500.
^^a^iJS^?^.^yt> I0** *" '*> neeiar, Careawllos, Madeira secca, Faitoris e Camones a 19200 a l|3O0
Villho em pipa propnos para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ade 39800 a 480O a caada.
Latas COm fructas de todas as qulidades que ha em Portugal da 700 a 19000 a lata.
P ^ f K* CaiXaS ** *libr" mhof qn se sde desojar e tem vindo ao marcado de 49 a 69 a caixa e 1280 a libra.
LOrmthias am frascas da l lia a a libras de 19600 a 25200.
C^fjt j i? PeiXe savel pescada a outras maiaa quaHdadas o mais bem arraajado que tem vindo ao nosso mercado da 1S400 a 11600
Uaie dO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra a a 280 rs. olarado.
y. Cnaoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enditadas e de superior quaiidade a 39 cada um.
magre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 28560 a caada.
V* DriD n e ,eiTa CG os Bwis novM I* > no mareado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eava doce.
V inno BordeauX de boa quaiidade a 800 a 19 a garrafa e do 88500 a 108000 a duzia,
Massa de tomate em latas de ama libra do mais acreditado aulor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, da 19 a 1280.
rigOS I10V0S em camones da 4, 6, o 8 libras proprios para mimos, por serem muito bem enfeiudos de 19500 a 4 e a 400 rs. libra.
CervejaS das melhores marcas SOO r* a garrafa a 59000 a duzi, da branca.
Vinagre puro de Sboa 240 rs. a garrafa 19850 .caad.
Doce da gOiaba da Casca emcaixao a 19 e em poreao a 900 rs.
Azeite doce purificado SOO aa. garr.fo e WOO a caixa eom 12 garrafas.
Gognac *. ^u^ +m* qno tomoa no mercado a 19000 a carrero tflO0o a duzia '
UUljOS SU1SSOS chegados ltimamente a 50Ors. e am |K)reaoto..baiimeno,afianca.se'a boa quaiidade.
tenebra de Hollanda 600 rs. o fusco 69500 a ftasquaira com 12 frascos.
Pantos lixados para denteaaaooeieors.
Ricos cortes de medina de
seda.
A loja d Boa-F4 na roa da TJaadoasii aa>
!5fw ,c,b? -e **f rkoe corara) do
vestido de medico de toda de Bada* aoCrees
4a laceado aaeia fina, mais oo. atoi7bo..i,
que ha no aereado, coda cacto tota 98 a 21
f^fi ***We -
20Wo caitfta
tiverem de aaaistir a
qaizerem levar um
mandarem ver na
na roa do Queimado n. 22.
Se houve por bem resolver
Na loja das tres estrellas
Tudo queimar derreter
Em moeda encalato deltas.
Ra larga do Rosario n. 53.
Para liquidar: bicoc do 40 200 re. eMee 0-
nes de 100 t 320 rt., diiot pretoe larcoo > ~
rt., ditoe de aedadalOO
ballet o e
de altiaae naoda
e loje da Boa-F,
a 600
0, ditoe Ur-
gos a 600 800 ra.. Ola* ateiu rieoodo toria la-
vradas^Je 600 a 1200, ditaa maia naaodee do 120
a 500 rs.. ditaa liaaa atMtiawdcn aae*iM
3JJ0 a 600 rt. babadoe de Haba da Pem TI
60 rt. a vara, peca da 18 vaaaa a 380 o MO rs
babadoa lamia para camisa*Ce moaoBoo Itori
de 120 a 200rs., dito da largara do palmo aMO
rt.. trtocaa de teda coa vidnlao ato too da 880 a
400 rs., ranjsa de aeda do corea do 830 a 600 ra
os.
s
8

Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba de receber am bel-
lo aortimento de mol bom tecidaa aspas para ba-
lo. e as est vendeodo baratamente a 160,180
e 200 rs. a vara ; quem precisar dirigir-se com
dinheiro dita loja d'aguia branea, roa do Quei-
mado n. 16, que ser bem servido.
Polssa da Russia e al de
Lisboa.
No bem conhecidoeacreditado depositoda ra
da Cadeia do Recifen. 12, he para vender a ver-
dadelra potaaaa da Kussia, nova O da superior
quaiidade, assim como tambem cal virgem em
podra ; todo por pr*$oa mais baratoa do que am
oatra qualquer parte.
niNDIOiO LOW-MOOK
Ra daSeozalla Nova n.4I,
Hasta tstabalacimantocontina ahavarun
omplato sortimento demoenda i aaeia s moen-
datparaangenho.aachinas de vapor alaixas
ia ferro batido t coado.dt todot ostamanhos
para dito.
Oleo e banha philocome
e outras qulidades.
A loja d'aguia branca acaba de deapacbar um
aovo bello sortimento de oleo e banha philoco-
me e outrse superiores qulidades, inclusive a
estimada e procurada banha em copos grandes,
coja escolente quaiidade ja bem conhecida,
atslm como a.verdadeira transparente ; qoem
qoiier te prover do bom e mandar ou ir i ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que ae
vio todos marcados com o rotalo da dila loja.
Fumo em ralos.
Veo Jos Lai DnveiraAivado,em|an
armazem travesu na Madre da Dos o. 5
-----o maca com 90 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz saOOO a grata a 280 a duzia de eaixas.
A?pitn!fa!l! maS SUPerr ^ lem'ldft iPHlll.lliifBBBBB hespanhol efraucez de 19. 1*200 .libra.
Amendo^l^^6?*""0''8 ** "^ marC,d 1W **, a. 2900O ..deLisboa,
Ainenaoas ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcio ter a batimento.
AI pista o mais 1 i rapo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e 59000 por arroba.
Alem doa generoa annonciados encontrar o publico um completo sortimento da tudo tendente a molhad
Bicos de seda.
Bicos; rendas e labyrin-
thos das libas.
A loja d'asuia branca acha-se recentimente
provida de um bello sortimento de finos, alvoa e
bonitos bicos de seda, e das differeotet larguras
Ai 1 dedo al maia de 112 palmos, e oa baratoa
pregos por que te etto vendendo animam ao
comprador- assim como os fortea e muito dura-
veis bicos, rendaa e tabyrinlhos das llhaa, igual-
mente baratos como coobeceri o comprador,que
munido de dioheiro, dirigir-se a ra do Queima-
do, loja d'aguia branca n. 16.
A 29000 o corte
de caleta de meia casemlra escuras de urna s
cor : na ra do Queimado n. 22, na loja da
Boa-f.
Figas de coral.
A loja d'aguia branca receben ama pequea
qaintidade de bonitas e bem acabadas figas de
coral, proprias pere enfeites de enancas, de re-
loglos, e mesmo para at volita da coral, e tiesta
vendendo a 19500 cada urna ; quem ee demorar
cao aa achara mala em dita loja d'anuia branca,
na ra do Queimado nnmero 16. nica parte que
aa tea.
ditas de li e seda a 160 a 240 re., reacia do l
e .Igodao de 60 a 120 re, calata proteo da 80 a
120 ra.. Ota pare coa j roa eolceVo anaco, nar-
do e preto a 320 ra., carioca do colxrlea o 40 W
offJao0"-5.? P"\ a'*a ** **
120 e 160 a folha, enfeilet de rede a vid ri I be ca-
ra cabeca a 19 e 1|500, eteavta tara (ele de 600
a 19, citas para deola de 240 a 500 rt. e i
muilot objectoa conaUatoo da oacroe
E em peca, cento, acato aa danta ves
grande dinereoco de retalho.
Filas de sedas.
Tea chegado pelo alliaae vapor, na cace de A
L. Delouche oa rico tertiaaeaie da Btca doaoOoo
de todaa aa corea : convide ae seo berro lecitiae
e todaa aa peaaoaa qae pode inlerrseer. de eene-
recer aa roo Nove 28. ac *. dafcaraTla
comprar vala das fazendaaa daa areeoe
Ra da Cruz n. 48
No eacriptorio da E. A. Borle A C vende se
urna nquissima mobilla da aogno leda de cara
de talba o aeia mevJtrao a aelhor qae aaa-
aivel, por pre?o muito rasocvcl; a rcete ec-
criptorio ba a venda excallealec aoMHea Obctb-
do junco guarnecidaa de maraore a SSOf eoao
toabem ha cadeirat para pisos, lavatorios, too-
Ibetet, cabidca todo por precot c.oe admira.
Vendem-se os erigen hos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e cor rentes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pe*:
quem pretende-ls dirija-se
a ra da Cadeia do Becife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
As verdadeiras lavas de
Jouvb.
A loja da boa f recbeu novo aortiaeato dea
verdadeiraa luvas de Juuvio, e aa receaatada
aoa cavalleiroa e madamas de boa gosto, pera
que mandem por ellas na referida loje da 'bao
f, na roa do Queimado o. 22.
Gracas a Deus.
J te pode fazer mimos.
J se pode hzer miaoc.
Ji ae pode fazer alaoa
J ae pode fazer aiaea.
Chegaram affnal ai eaperadat maceas ao ajela
e eslise vendendo pela metido daa que se teo-
diam, sendo a 160 rt. escolhidaa : no groada de-
posito de Sojr C, roa eaireita do Rosario no-
mero 11.
Escravos fngioos.
1 Esperanca.
S
Recebeu de tua encommenda pulcoi-
rat de cabelle qea vendo por 109 o par,
braceletes de mosaicos a 69 cada um,
agulbaa victoria a 120 ra. o papel, pen-
tea de tartaruga a 8, 10 e 128, precos
porque ninguem pode vender (boa ra-
teada) eatea arligos nao ae encontra em
loja uenbuma por iaso vio a ra do Quei-
mado n. 33 A, loja da Esperanca.
#Esperanca reduz a expres-9
8 sao mais simples.
(A' DINHEIRO.) 9
H Todos oa artigos que esto na loja col
jaa, muito barato quem quizer v comprar e 2
f* veri : ros do Queimado n. 88 A, Quima-
H raes & Rocha. m
9*mm iMMiai
Ba da Senzalla Nova n. Al.
Neste estabelecimento vende se: ta-
chas de ferro coado Lbra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
Por baixo do cabelleireiro,rua
do Queimado n. 5.
sortimento de enfeites de flo-
res para casamentos
e bailes.
a loja d'aguia braoea acaba da despachar um
lindo sortimento de enfeites que de sua propria
encommenda mandou vir para casamentos e bai-
les, e sea medo de errar, pode-te dizer qae aso
01 maia parfeitoa e delicados que al agora tem
vindo, eeaaa verdadeaer eoonocida por aquella
peaecaa que aabea apreciar o boa : apegar de
tudo vendea-ao baratoa em proporcio a perfeicao
delles. s.ndo a dioheiro vieta 12, 149 e 169,
isso na roa do Queimado, loja d'aguia branca no-
aero 16.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vcndem-ae mantas de retroz para grvalas,
tanto pretaa como de corea a 500 rt. : na roa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
A loja d'aguia branca
receben tambem novas luvas de fina pallics, en-
feitsdas, para casamentos, assim como lindas ca-
pillas. A commodidade doe precos j bejn co-
nhecida por seus bons freguezes, e tera mais por
aquellas perneas qae de nevo o qaizerem ser da
dita loia d'aguia branca, na roa do Qoelmado nu-
mero 16.
Sal do Ass.
Vende-se aal do Ass, a bordo do brigue bra-
sileiro Adelaide, recentemente chegado : a tra-
tar no etcrlntorio de Bailar & Olivelra, roa da
Cadeia o. 12.
Generes baratos.
Manteiga franceza a 640 a libra, batatas a 60
rt., tourlnho a 320. linguicas do aertao a 280,
cb a 29500, arroz a 160 ra., velet de espermace-
te a760, dita de carnauba a 400 rt., peinen a 160,
alpieta a 180, caf a 240, aibao mana a 900 rs.,
dito amarello a 140, arroz de casca a 39500 a eae-
ca, azeite de carrapato a 400 rs. a garrafa, a em
porcio a 860, dito de coeo a 440 ; na traversa do
psteo do Paraizo n. 16, frente pintada de ama-
rello, taberna de 4 portas.
Pechincha.
Retroz em carreteis
para coser-se as machinas.
Vendem -ae carretela com retroz de corea, pro-
pnos para at machinas a 320 cada am ; na roa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
a. O.Bieber& C, successorei.rna daCraz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
otnro e prata.
Nova exposi^o.
Ra Nova n. 20.
Riquieeiae eertiaento de cctileriaa em todo
o genero, assim eomo um riquiselmo sortimento
de looca de percelaoa para cozinba, riqoissimo
lortimento de melaea, riquissimo sortimento de
miudezas, e outroa muitos ntigot, que com a vis-
ta do comprador se poderlo apreciar : na ra
Nova n. 20, loja de Caroeire Viaona.
Bombas dejapy.
Roa Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Canos de chumbo.
Boa Nova n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Renda lisa
de fil.
Veode-se renda liaa de fil nropiia para cascar-
rinas de vestidos de cambrafas e outras obras :
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pechincha nunca vista.
45Ra Direita45.
Grandea coarea de boi, ibtelros, de Inatre. de
259 a 399.
J chegaram
as interessantes estampas, a morte do
iuto, e a morte do peccador.
tja d'aguia branca aviaa-se aaa aeo
Na roa do Queimado o. 47, vende-se visitas de
sada da aliima moda por todo preco vista
do cobre, cheguea que aa est acabando a
pechincha.
Atlenco.
Vende-ae o veleirO e aem conhecido patacho;
aWl^l*."MiBUo,.ka,a4Sf-!?,t WbJ>rc.Leaericattol. C. Watla, de 180 tonelladas, poda
aoS&o^.r'1"*.' "* W1^; aaacor ZMO arrobaa : oa prelendentaa' quei-
nOfS?,^nS!.C,"",0> ^^toiaaafld itm airicjra. o maia breve posslval a rus do
por mullo baralo preso. Trapiche n. 8.
Da toja d'aguia branca aviaa-sa aaa aenborat
revercadoa e oataaa peaaoaa qaa baviam eneoa-
nendado eaaaa nteressanus ettampaa, que ellas
acaba a ato chegar, e quem maia at quizer poc-
soir 4 dirlgif ae logo 4 dita loja d'aguia braota,
roa doQeoaado n. 18, cois que a quaotidade &
pequea,, e por ajora anda ae reoderao a 29000
cade ama.
Pa toja do vapor, ra No-
va n. 7J acha-se barato
Fugio do engenho daa BatUs, comarca do
Cabo, no da 23 de teUabro do 1881, aa etersve
por nome Joo, crionlo, vermelbo, aliara regu-
lar, grosso do corpo, espadando, idade do innte
e tantos snnot, metleu se naa Bailas do eage-
nbo do Monte, al qne lhe tiraraa naa peigo faja
levara, e rogo que ae vio cea ella drtea qae tor-
tea aa qoartio mellado coa cabellos pretos. e
coa principio de carrego o tambem fz aa pe-
queo roubo de roupa ; desappareceu o carillo
a 17 de oulubro. Btte orgro j tea sido preto no
Recife data vetes, a primeira vez trabalbando
coa urna carrocs, e a aegaoda vas foi arree ira-
balbaado em um araaaem do escocer eoao ier-
ro : qupm o pegar leve ao enajenan cima, qoc
aer bem recompensado.
Fugio desde o die 8 do corrale do aeeje-
oho Cagu da fregoezia da lacada, o cabra Tran-
quilino, amarelleeo, pea apalbetedoc, falto do
dentec na frente, cabellos carapioboe, altara re-
gular, levoo vestido emita e eclee da atajadla
da Babia, muilo regrisia e gotta do iwlitaler-ee
forro. Quem o pegar leve-o ao acocho a age
nao, qae ser recompeesedo, ou aa Recite ea
caaa fie Joaqaia Salvador, na rea da lape-
rador.
Escravo fgido.
Desda o dia 24 da oulubro p. 9. cat fogido a
escravo mulato Joaqaia, catatare regalar, cor
clara, bigod-s e peira, foi escravo da aertto :
quem o pegar leve-o a rae da Croa n. 48. casa
de cea eenbor E. A. Borlo, que aera recea pen-
sado.
Attenco
Na DOila do dia 21 do corrate logia da peder
do aboli eseigoado o aea escravo Balate da co-
me Jeau, estatura elu, car clan, da idada 28
annoa, representa ter mais idada, elbos grande*
e vivos, cabelloa crespos e bem aaaradaa, cea
priocipio da barba 00 queixo, pagraadrt. dedeo
doe diloa abetloa, anda aa pouco corcovado, a
de bracos abertoi, natural do eerue da Aeodl da
provincia do Rio Grande do Harto; foi raaaaali
neaU preco eo Sr. Joao Cbrieoctome aVzrrra Ca-
valcan da Albuqoerque, aerador aaaravacia
cima declarada ; a dito oalo lave* oa carree
de conro de caraeiro, aaa rada a di*araea pecaa
de roupa de sea nao : raaja-aa a todaa aa attori-
dadea policiaca a asaia peaaaa que a eacoatrea.
de eaprehende-lo le*a-lo i rae da Metric da
Boo-Vista, cobrado o. 33, aaa cario bata recoa-
peosados.Joaquim Praacttea Fraseo.
do carao), toa
alRaaa u%m aa
Escrava fgida no dia 3 do
correte.
Jallo, de aacio Costa, cita,
(alta de dentro na frente, coa
rosto pouco vlalveto o aat
por costume fallar s ero
flea multo impertinente, lcaj
ma a venda na ra, consta m
baldea deala ciiade vendendo fractaa
a todaa aa aatordadea poBcJoaa de a te
caplarar sendo ancootrada, Bandeada a a
grande aortimento da calcado frcnoaz e ingles, doe Guararapea do balrro da ladia a. 18,
mapa feiU e perfaaariaa ailo finaa. aa pagarlo todaa aa despenen.
>



.
I I Hl^^
(8)
MAMO MNUUIIDCO. *- QUINTA FELBA 14 DI H6YEMBRO BE 1811.
Litteratura.
vjssertacM Me, a distiucto Sr. Dr.
Francisc Pint Pessaa, professarde
Economa Poltica da CBrsa Canner-
cial PernambucaMo, offercce o seo
humilde discipal^ Jovioiano FenWMi-
des da Silva Mana.
PKOGRAMMA.
O valur a a riqueza sao syno-
nimos? Comprebendem ellea'
os duas ideas:esforgo e utili-
dade? No caso negativo qual a
differenga eulre elles
Para que satisfalorismeote procuramos solver
a questo que temes a resolver, mister occu-
parrao-noeem primeiro lugar das idaa principies
qoe ella encerra, itta, valor e riqueza; e, defl-
modo esles dous leamos em relagio a scieocia
tunomifa, nio obstante asdiffkuldades com que
?eremos de lutar. a que aoe acompanha setnpre a
oualqoer deflnigao, preflieraos o nosso pooto de
partida. r
Isto posto, diremos com Hastial, que n valor
e retacao entre dous servidos trocados, que a
_ riqueza segundo Malina, sao osobjectos necesa-
rios, utis ou agradaveis so homem, e para cuta
aequiaigio e propriedade uecessita alie emptetcar
estorcos. r
O valor refere-se so esforgo que sempre do
homem e nao da utilidade, que procede da natu-
reza.
Quandoo harnero em prega esforgos sobre a osa-
lena e a melamorphnsea ou transforma, d-lhe
nm valor que ella nao linha, e esse valor produz
riqueza; porm nao se segu que todo quaoto
depende de um esforz teoha valor, porque seo
homem vivesse s na sociedade seus estorcos nao
leara valor visto como o exercicio de sua acli-
viiade nio lhe revelara a idea de valor, e sim a
de esforgo, porque neste caso nio poderla elle
comparjr os seus etforgos com os de oulros, para
conhecer do valor de sua actividade.
O valor pota nao mala do qu o resultado da
coraparagio de esforgos, os quaes se trocam e se
denominam productos ou riquezas.
Fundando-se pois no esforgo, o valor e a ri-
queza, segue-se qoe, a riqueza compoe-se de ob-
jecios prvidos de valor, e que o valor e acora-
paragao de esforgos.
A riqueza pois nao valor porque ella implica
a idea ue objecto material, e o valor manifesla-se
sobre o qoe epropriavel; porm se o valor fos-
ee riqueza o augmento do valor seria cerlamente
augmento da riqueza ; mas o Contrario, e por
sso para bem demoostrarmos que o valor nao
ayoonimo de riqueza, analisaremos as causas,
purque o augmento do valor nao determina o
augmento da riqueza, para o que, usamos do se-
gumte exemplo: offerecida urna mercadoria em
maior quantidade da oulra o seu valor diminuir
em relaco. as que demaodarem o mesmo esfor-
{o, porque o esforgo fuoda-se no trabalhb pou-
pado ; queremos dizer, que havendo duas espe-
cies de mercaduras, a mercadoria A e B, os
productores dellas produziam em 10 dias igual
quantidade de producios, e teodo o producto da
mercadoria A, por meto de seus invenios, islo ,
servindo-se dos agentes naturaes, produzido em
m da o que produziris em 10, dimiouio pois o
valor dessa mercadoria, e augmentou a riqueza,
porque ooupando 9 dias de irabalho, que lhe
eraiu necessenos na produccao dessa mesma mer-
eadogia, poude applica-los na de outras, a que se
iesolveu conquistar, ao passo que o da mercado-
ra B, se conserrou estacionario, e daqui a razio
porque, quando qualquer mercadoria dimioue de
valor, se conclue que a sua quantidade augmen-
ou, e com ella tambero a riqoea.
Na diminuiso do valor de um producto, con-
siste o augmento da riqueza ; visto como, para
que um paiz seja neo, oecessario que seja abun-
dante de productos, que se troquen, ou vendara
por pequeos valores, e nesias circumstancias di-
remos, que a riqueza de urna nago cresce, na
razao inversa da dimiuigio do valor de seus pro-
ductos. r
No valor e na riqueza esto comprendidas
as duas ideas de esforgo e utilidade, pelo que nos
bocios proprios a salisfazer as necesidades
iiumaoas, convm distinguir o que seja esforco e
utilidade. A utilidade de todas aacousas de-
v.da a aegao da natureza, e o esforgo obra s
do hornera, por qu6 comprehende a idea de va-
or, porquanio i lera valor aa cousis, que se nao
podem adquirir sem algum esforgo.
No valor esto coroprehendidas as ideas de es-
forgo < utilidade, vislo que laogando rao de urna
Bat, colhendo-a de sua asta, para compor o meu
bouauet. nao lhe auamentei a utilidade, que por
i\ s ji lioba, a qual a sua belleza e o seu per-
fuu.e ; porquanto eu nao a posso fazer, por que
ella obra nicamente da natureza, entretanto
que sobre ella tenho o meu esforgo, isto o tra-
balbo que tive era colh-la. d'onde resulta o aeo
valor, por que nella est personificado o meu Ira-
balho ou o meu esforgo; raza por que, se eu
vender a flor, nao vendo propriamente a flor, e
sim o meu esforgo ; por sso que a flor, consi-
derada a utilidade, e o homem nio pode crear
utilidades, por que toda a utilidade gratuita,
um dom de Dos, e pelo que nos niora podemos
vender; do que Gca dito se conclue, que no va-
lor e.-t coropreheodido a utilidade e o esforco ;
por que o valor nio pode ser considerado se nao
debaixo do dominio da apropriago, e urna flor
que passa a mioba propriedade, comprehende a
utilidade que gratuita, e o valor que e-meu
esforgo.
O valor a estimago da riqueza, e a riqueza
proera de um esforgo, logo a riqueza lem valor,'
e lendo a riqueza valor ha de sujeilar-ae as leis
da apropriago, circumstancia que, a distingue do
valor, e aonde existe dislinogio nao ha idea de
yaommismo.
1833, a expediglo de D. Pedro veio despertar
os seus mslincios militares e decidir de sedo o
seu futuro.
Em 1833 relnava D. Miguel em Portugal, e er
este principe considerado por ludo o que havia
de retrogrado na Europa como o campeio da i
gitirnidade e do direito divino.
Tambem, quando seu irmo D. Pedro erapre-
hendeu urna expedicio contra.lie, reuetai as
sympsthias de lodos os librate' da Europa, e
o son exerciio compozse dos refugiados, polti-
cos de todas aa nage.
Cialdlui, doente, nao poude fazer parte da pri-
meira expedigio; raas em margo do 1831 foi
juntar-ee ao regiment em que liona a sienta do
praga, como simples graoadtifo.
Era portador de muitas cartas de recoramen-
dagao ; entre ellas havU *u* do general Lafay-
etie, mas nao querendo dever sea sdiaota-
menio ienlo i sua corsgem, rtncrjrj-aa todas
ao mar.
O joven italiano tomou parte em todos os
combates, e mostrou a brilhanle cofogem de que
e dotado, e ginhao suocessivamenle a patente
de alteres e a condecoragio da Torre e Es-
pada.
Depo's da victoria os regimentos estraogeires
foram dissnlvidos; mas com os elementos que
os compunha formaram-se regimentos que p*s-
saram ao servigo de Hespinha, onde comegava a
guerra civil.
Em 1835, Cialdioi entrou como lente nos
cegadores do Porto, formados e commaodados pe-
lo general italiano Borso di Carminati, do qual
veio a ser ajudsnte de ordens.
O general Hanfredo Fanti era teoente do
mesmo regiment.
O joven ofBcial diatioguiu-se em todos os com-
bales em que tomou paite, e gaohou suceesstva-
mente i ponta da espada, cruzes, medalhas e
patentes.
Seu irmo servia como alteres nos cegadores
, do Porto.
Um dia as tropas christinas bstiam em retira-
{da, perseguidas pelos carlistas. Cialdioi nio o v
(ao seu lado; dizem-lhe que est ferido no raeio
f dos inimigos. salla sobre um cavallo, corre por
J mel das bailas, arrebata sea irmo. eolloca-o
i atravessado na sella e tolla sem ser ferido.
f Seu irmo aioda est em Valencia, em Iles-
panha, para onde se relirou por nio poder conti-
nuar o servigo.
1 Em 1841, Borsa, seu general, (o coodemnado
i morte como cjipado por ter tomado paite na
j conspirago de Diogo Len contra Espartero. Elle
mesmo foi mandado para a disponibilidado e.es-
; teve dous annos em Valencia, onde casou com
. urna joven e bella hespanhola pertenceole a urna
, familia da nobreza valenciana.
Km 1843, Narvaez (omou-o para seu ajudaole
de ordens e fez neata qualidade a carapacha que
fez cahir Espartero. Diatinguio-se como de or-
i dioerio, e Narvaez, que era amigo delle, no-
. meou-o successivamente major e lente coro-
nel. Em 1847 foi collocado na gendarraaria e
mandado Franga para estudar a organisagio
desta arma.
Em 1848 rebentou a revolugo italiana. Nao
hesilou em por a sua espada ao servigo do sea
paiz. Gorrou primeiro a Modena, aonde enconirou
o commaodo cooado a outro, depois em Uilo
onde o governo provisorio o acolheu muito fra-
mente, analmente ao exercilo, no qual o general
Durando o juntou a M. Massimo de Azeglio, seu
chele de estado maior. No sitio de Viceuzs foi
ferido perigosamenle, e mereceu tanto a eslima
dos inin igos que o marechal d'Aspre ia ve-lo
muitaa vezes emquantu esleve a curar a ferida,
e despidio-o com nm pisssporte especial para
nio ser inquietado.
Ns sua volts a Turio foi nomeado coronel do
regiment 23 de intantaria. Soube restabelecer
a disciplina neste corpo composto de elementos
estraogeiro8 ; e apezar de ainda aoffrer da sua
ferida, tomou parte na curta e desgracada cam-
panha de Novara.
Era 1855 eocootramo-lo na Crimea, comman-
dando una rigada e tomando Darte no glorioso
combate da Thechernaia Foi l que elle foi uo-
meado major general. Finalmente em 1859, de-
pois de ter orgamsado o cacadores dos Alpes,
que forana ruis tarde commaodados por Gari-
baldi, tomou o commaodo da 4' divisio pieroon-
leza, e foi um dos hroes dessa batalha de Pales-
tro que inaugurou lo brhantemente a campa-
nha. eonde Victor Hanoel foi pelos zuavoa no-
meado cabo do regiment. Nessa poca o rei
que o honra com um favor especial, tomou-o por
um dos seus ajudanles de campo.
Julgo intil fallar-vos das Marcas e da Umbra,
e dos sitios de Ancona, e de Gaeta. Estes recen-
tes acoaieciraentos sao conhecidos de toda a
gente.
O general Cialdiei passou ataqui pelo que se
cnama um homem u acSau, um tiuiueui uusadu.
Fazia-te notar sobreludo pela sua grande cora-
gero, e pelo sea sangee fro. Todava elle nao
pertence de modo algum a esse typo'um pouco
grosseiro que caracterisa nlgumas vezes os solda-
dados da sui tempera. E' instruido, letrado e
hornera do mundo. As suas ordens do diaso es-
criptas com enlhusiasmo e oo de ter urna certa
poesia. O seu geoio impectuoso e arrebatado ;
mas oo rao.
As circumstancias flzeram do general Cialdini
m homem poltico. Veio a ser vice-rei de a-
ples quasi por acaso. Otempoaijidi nio deu lu-
gar a que elle fosse julgado oesta qualidade. At
aqu conseguio o que outros nao conseguirn).
O general lera dentro em pouco 50 annos. Se a
guerra oo vier absorver a sua actividade tomar
parle nos negocios do paiz, e nao julgo engaar-
me dizendo que ha nellecoodiges de um orador
irregular talvez, m*s original e persuasivo.
[Commercio do Porto).
'.
r&m ?*'" "* Prtl Cm cortdMlay>* *".* de CarlepoK*. Jeaon. d'Are
O manto da rainha igual ao lo roi, as oatT
MHo Os curto.

QUE COMPAN11IA I
i^aas^resss;
O redactor da Ter a* Povo, M. lanzar, foi pre-
so em consequencia da publicagio de dous arti-
gos e nMltide n'm celaeoug o>j ueta mente
cora nm tal so moedeiro' o um homem aecusado
de roubo !
GRANDE DESGRg.4.
Honre ama terrival flatastroMe no deparla-
mento de Card, em Frasca, notlia 11.
En coosequaacia do ama tempestada, foi inun-
dada ama das minas Carbonferas de Lalle. A
innuodagao produzio alguna desakamentos, e to-
dos os operarios era prega dos na mesma morre-
ram esrasgados ou afogados. Eram estes iofeli-
zesem numero de cento e tres.
Ouriam-s de fra os gritos e as pancadas de
alvio.
Organisaram-se meiosde salvago, mas nio se
coalava seoio tirar os cuUveres das victimas.
PASSEIO LUCRATIVO.
A celebre cantora Jenoy Line, foi contratada
por 75,000 francos, para fazer urna digreaiao ar-
tstica pela Irlanda, e outras cidades da logia-
trra. "
.u6^^",11001 Pr caUr dtt notes deram-
lhe J5.000 francos.
ESCRIPTONOTAVEL.
L-se na poca, jornal de Madrid:
Como documento a muitos respeitos curioso,
publicamos a traduccio literal do diploma auto-
grapho que deu oossa compatriota D. Polonia
S"1* o .principe marroquioo Uuley-el-Abbas:
Seja 0eu8 aempre bemdito : Elle o nico
Ppdotoso e grande : dentro d'Elle tudo fra
d'Elle nada.
Grande o beneficio da saude e admiravel
o poder de Dos, que allivis os males pela mo
do homem. Tu te has dedicado a isto com so-
llicitude e sacriflcio pessoal. Seja a tus arte pro-
picia, quando Deus se sirva fazer padecer o mais
humilde dos seus aervos: cura tu os meus ma-
les de dor aguda na bocea;
Faze-o assim em honra de Deus, que enche
o espago e merece toda a adorsco.Califa-el-
Abbas-Beteu-Kir.

*
PEE NA IRLANDA.
Hcias de ama parta da Irlanda
Pido urna grande parte da colheita
PERIGO DA CAQA.
Andando o duque de Mecklemburgo Schwerin
i caga, diaparou-se accidentalmente a espingarda
de um dos individuos do aeu sequilo e ferio o
principe n'uma perna. A ferida nao de gravi-
dade.
O principe foi conduzido para palacio n'uma li-
teira. r
FESTAS DA COHOACO EU KOENIGSBERG.
As quatro grandes dignidades da cora da
Prussia, vagas ha muito lempo, vio ser conferi-
novoa titulares, por motivo di coroagio.
das
Variedades.
CULDIM.
O Jowrnoi da Debau lem publicado as biogra-
phia us horaens eminentes que teem figurado
aa queatio italiana. A ultima que publica a !
do general Cialdini, que para aqu traduzimos.
Neste momento Cialdioi est em sceos, a oc- i
eupa-a de tal modo que pode acreditar-te que o i
teu actual papel nio aera o ultimo.
Asesar do general Cialdini ser deputado, e ter
al si-io eleito por dous collegios, difficil con-
siiera-lo como um personagem parlamentar.
Nao appareceu na cmara senio urna vez, para
prestar juramento no meio dos bravos, na vespe-
ra da sua partida para aples. At aqui os
seus habitantes leem-no afhslado da cmara ;
mas nao se entenda por isto que elle nio subir!
i tHbuoa. para a qual os militares se mostrara
feralmente muito aptos, e onde provavelmente
se apresenlar com vaotagem pela natureza do
aeu eapirilo.
O general Cialdini cerlamente um dos bri-
lhanies militares deste lempo. Tem, se assim
se pode dizer, o physico do emprego; o elhar
firme, o rosto varonil, o ar esbelto, o andar
nobre. Evidentemente a natureza destinsva-o
para a carreira que seguiu, e por isso que
elle tem brilhado. -
Eis, em poucas palavras, a sua historia :
Heorique Cialdini nasceu a 10 de agosto de
1813. n'uma villa dos arredores de Modena.
Seu pae era eogenheiro de pontea e calgadas,
e nio tardou a ser chamado a Reggio para ah
exercer estas fooccdes. O general Dio tem, pois,
aada de piemootez; perteqce i provincia que
boje se ehamaa Emilia.
O joven Henrique foi collocado por seus paes
n'uin cullegio de jesaitas ; mas linha pouca sym-
pathia por ellea, e foi expulso por ter feito urna
equago algbrica em que um burro era posto
como egual a um jesuta. A eqoaclo seria em
geral muilo contestavel, mas parece que era
justa em Reggio, pois que expulsaram o estu-
danteior esia innocente travesiura. E' verdade
qu talvez esta nio fosse a nica.
Neata poca era cousa seria ao ducado de Mo-
dena ser expulso do collegio dos josuitas. Toda
carreira, fleavs, por assim dizer, fechada.
O mancebo foi, pois, enviado para Parma para
)i estudar a medicina.
Ah enlregava-se a esse estado, misturando-o
com o das bellas artes.
Freqnentava a oficina do professor Tocchi,
guando rebenlaram os acoolecimentos de 1831.
C#ni a sua natureza ardenle, Cialdini deia ser
um dos pximeiros a alistar-se sob a bandeira na-
cional.
Fez a campanha com as milicias insargtdss, e
oicomprehendido ua capitulagio de Aocooa.
Nesta mesma poca, eu pao, comprehendido
num processo poltico, foi coodemnado A priio.
De Ancona foi Cialdini psra Pars, onde du-
zante dous annos esludou paclBcam>nte as sci-
tncias e especialmente as tnathematicas. Em
OUEM PODE PODE.
O marechal Hac-Mahoo, duque de Magenta,
foi o escolhido para representar o imperador Na-
poleio na ceremonia da coroago do ret da Prus-
sia. Calculava-se que nio gastara menos de
meio milho de francos (90 contos de res), in-
cluindo a despeza do grande baile com que se
propunha festejar aquella aolemnidade.
Os gastos de represenlago do eoviado da rai-
nha Vietoria julga-se que nao balxaram da 10,000
libras esterlinas ( 45 cootos de res.)
Que figure far Portugal no raeio de tanta
grandeza ?
O BARAO RICASOLI.
Diz a poca de Madrid, que rei de Portugal,
enviara ao bario de Ricasoli, a gran-cruz da or-
dem da Conceigio.
CELEBRE.
ltimamente um individuo vio um escriplo af-
iliado na esquina de urna rus de Hilio, e lendo
dizia :
t Avisa-se quelle que 1er esto aviso que se
lhe roubari o relogio.
O curioso, acabando de ler o escriplo levou a
mi ao bolso do collete, e julgue-se de como G-
caria rendo que effecliramenle lhe tinhim rou-
bado o relogio I
INTELLIGENCIA CANINA.
O Peridico da sociedade protectora dos ani-
maos t publica um f-cto, que mais urna prova
da inteligencia da raga canina.
ltimamente, urna turba de rapases persegua
em Tolosa (Franga) um cao, ao rabo do qual ti-
nham amarrado urna ssrla velha.
O pobre animal, i medida que ia correado,
olhava para as casas, como quera procurara ama,
e, chegaado i reparligio do commissarto de po-
lica, entrou na casa e deitou-se.
O commissaro procurou o dono do ci e veri-
flcou que perteocla a urna velha que poucos dias
antes, vendo-se maltratada pelos rapazes, entrou
oa reparticio do commissaro a pedir protec-
gio indo oessa occisiao acompanhada pelo
ci.
GRANDEZAS DO* MUNDO.
Um trem expresso de mais de 30 wagn, sa-
nio de Berlio para Eosoigsberg, com a baisella e
servlco da meza real, para as festss da coroacio do
rei e rainha da Prussia
Foram feilas as oficinas do foroecedor de
bordados da corte, era Berln os dous magnficos
mantos da coroagio do rei da rainha.
O manto do rti lem sete varas de comprimeo-
to e quatro de largo. E' de velado esrmezim,
coberlo do bordados que representan) as aguisa
negras prusianas e toro as de oaro, sendo lodo
forrado de arminho. A murga de arminho tem
urna rara do largara.
Os accajsorios das aguias sio de cores varia-
das.
O principe Croy ser nomeado Vedor, o princi-
pe de Salm copeiro mor; o conde Redern, mor-
domo mor ; e o principe Biron de Courland, es-
mbeiro mor.
Os pedidos de bilhetes de'admissio para o pa-
lacio de Kceoigsberg, nio desciam j de 10.000.
0_ presidente da polica encarregado da distribui-
gao a tinha 1,000 i sua disposlgio.
No banquete do palacio, entre outras cousss
apparecer o grande servigo de mesa histrico.
O administrador das tapadas reaesfd encarre-
gado de fornecer 20 veados.
Emquanto a vinhos, s se lema a Kcaenigs-
berg o Champagne.
Julga-se que mais de 5,000 conridadoa assis-
ttram ao grande concert, em Moskovitersaal,
que devia ter lugar a 19 de outubro.
A MSICA.
Pelos modos o commercio de msica rendo-
so em Londres
Diz um jornal que oito ou dez editores de m-
sica daquella capital, poderio gaohar cincoents
mil libras por aono.
Um dos mais ricos editores de Londres, Mr.
Roberto Coks, maodou construir habitages psra
os pobres de Old-Ruchenam. Era cada habita-
gao pode alojar-se urna familia. Alm da casa
Mr. Roberto Coks, di todos os movis, urna ar-
roba de carvio, o 2 francos e meio por semina
a cada familia,
--------------- !
PISCICULTURA. I
K Preue d a seguinte intersssanle noticia :
a Entre as curiosidades chegadas da China a
Toulon pela fragata a vapor Labrador, a mais
notavel um negociante chines, que conduz a
Franga, vivos e bem conservados, quatro a cinco
mil peixes, eicolhidos entre as espeeies maia
procuradaa e mais delicadas dos viveiros da co-
rda do celeste imperio.
Este sabio chinez, que se mostra superior no
conhecimento do ramo dasciencia a que os dos-
sos in mentores chamara piscicultura, tem feito um
irajecto de seis mil leguas com o seu precioso
thesouro, contido em tres grandes buhas, reno-
vando a agua dos pontos onde descangava. Quao-
do atravessia era maislonga, langava apenas em
cada vaso urna gemma d'ovo batida, e com aeree-
Ihante alimento pouco substancial, chegoo a
Franga sera perder um a de seus numerosos pen-
siooistas.
c O chinez o os peixes sio dirigidos ao minis-
tro do commercio em Pars, e pelo queso pode
colligir, esta importagao de um novo genero de-
ve aobretado fazer desapparecer os systemas dis-
pendiosos e complicados at hoje seguidos, pata
a conservado e reprodcelo das ovas.
Duraoto o pouco tempo de demora que teve
em Toulon, o inteligente chinez flcou admirado
da mi qualidade e sobreludo da escacez de pe-
xe; de modo que, quando elle soube, que o pe-
queo peixe frito que Iho serviam i meza, custa-
va 1 fr. 50 c. esda 1/2 kil., apressou-se a mandar
chamar o presdeme da sociedade de aperfeigoa-
mento, para lhe entregar urna memoria sobre o
modo de fazer reprodozir e crear os peixes.
Segundo este systema, que se resume em
qumze linhas escripias, por elle dictadas, e tra-
duzcas pelo interprete addidosus missioscen
tinca, aabido que a ova do peixe se reprodaz pro-
digiosamente, todo.aquelle que possuir ama pe-
quena porgio de terreno o agua, que queira dar-
se ao trabalbo de cavar urna baca de alguns me-
tros quadrados, poderl fazer grande negocio, sem
outra despeza mais que urna duzia d'ovos, no
tempo e durante os dous mezes qae se seguirem
ao deseovolvimento.
A sociedade, sobre proposta do presidente,
volou que se imprimisse este pequeo tratado ;
e para reeeber a maior publicidade, reaolveo fa-
ze-lo inserir nos almanacks populares.
O CASTELLO OU PALACIO DE COMPIEGNE.
O castalio de Compiegoe para onde a visita do
re da Prussia ao imperador Napoleio attrabio as
vistas da Europa, o monumento principal
d aquella cidade, e associam-se-lhe notavsia re-
cordagoes.
Em Compiegoe foi onde Joanna d'Arc cahio em
Tr SS.1"*1"*' e onae PP recebeu (em
780 ou 797) os primeiros orgos que lhe foram
enviados do Oriente pelo imperador Constantino
A antiga construccio do castello, que hoie
muito extenso, foi substituida pelas reodifleaces
que mandou fazer Luiz XV e Lulz XVI; e sobre-
ludo pelas reformas interiores e exteriores do
tempo de Napoleio I.
O palacio que ero 1805 foi habitado por algum
lempo pelo re de Hespanha Carlos IV, presen -
ou em 1807 a priraeira entrevista do imperador
Napoleio com Maria Luiza d'Austtia.
Na capella do castello, cujos vidros de cores
tem desechos da princezs Mara do Orleans, ce*
lebrouse o casamento do rei dos belgas cm a
prioceza Luisa.
Na acluahdade a corte imperial, aeguiodo aa
tradigoes de Luiz XV e Luiz XVI, vio todos es
annos pasear algum lempo em Compiegoe, os es-
tago das cagadas.
A decoragao interior dala do lempo de Napo-
leio I; e nada lem de notavel comparada a Ver-
sailles e Fontainebleau. Cor* ludo, comprehen-
de ama collecgio mui curios/ de quadros de Wa-
teau, que represeolam a Wdtotir de D. Quizte.
Foram tirados' dV varios palacios reaes, por
ordem de Luiz Philippe, que os mandou collocar
as galeras do castello de Complegne
Compiegoe ums cidade de 9:000 habitantes,
ns margera do Oise. Foi edificada pelos ganle-
zm e engrandecida em 76 por Carfos-o-Calvo,
ntng
^oroSodo pezar que annuociamoi qoe
as noticias do oeste da Irlanda justificara as gra-
ia apreheacooa concebilas aceros ds aproxima-
gao da forae. Ha ura defioll mui consideravel
as colheitaa, o j. para citar um de nossos col-
legas do Doblin. ora grito cruel de miseria
Chegoo at nos. No dia 6 houve e Kllmotee
ora muixna Onde se expoz que esta communa
oa cinco aexloada colheita das batatas foram des-
truidos pela molestia e pelas r.ecentM tnnunda.
Cfies. e que so todo o cereal colhido fosse con-
vertido era fanoha, nio haveria com que alimen-
tar auffletentemeate o psiz por mais de dousme-
I?u -- *l8 um PP,,# K"'rao a fia de que
ene etnprebenda obras publicas por meio das
quaes o pobre posea ganhar a vida. Estas dolo-
rosas noticias sio dignas de ama seria atlengo.
A RARONEZA de baumbacb.
Tentatioa de 4*9tne*am*nto.Denuncia do cri-
, "/ntercanco dajustica.
No principio do vario deste nao espalhou-se
na Europa inleira, e repetiu-ie logo nos joroaes
amencanos. a triste noticia de que a barooeza de
Baumbacb. tentara envenenar seu marido, dUtinc-
lo Udalgo alleraio e marecrtal da corte do grao-
duque de Bade.
Foi geral e profuuda a couateraagio da nobre-
za em Allemanha. Para l do Rheao as familias
nobrea ainda formara ctaeae poderosa e a muitos
respeitos privilegiada. Na lata com a democra-
cia, que por todos os lados a aperla e lhe vae to-
mando terreno, cumpre-lhe manler a aua pre-
ponderancia pela pratica constante de acedes vir-
tuosas e pelo esplendor de grandes dotes pbli-
cos e particulares. Procesaos como os de mada-
ma Lafarje ou do duque de Choiseul-Praslin sio
de grave inconveniente para os ioleresses da clas-
se nobre.
Nao sei se a burguezia descobriu oeste atienta-
do alguma nova razio philosophica contra os fi-
dalgos, que ella unge terem poseo, e cujos luga-
res oceupa sempre que pode, procurando succe-
der-lhes em todos os defetos e desobrigando-se
mui gratuitamente das boas qualidades. 0 povo,
que nio mu nem invejoso, cono dizem os que
o nio conhecem, que recoahece fcilmente todas
as superioridades e as respeita com persistencia,
maa qoe posse ura grande iostioclo de jusliga,
horrorisou-se do crime e pediu que se dsse nos
grandes exemplos qae supprisse a fraquasa dos
principios de moral e o pundonor da classe, a
despeito dos quaes se manifestaram actos lio fu-
nestos por parle da oobreza.
Nio faltou por toda essa Europs imaginago
aquecida pela litteratura da qusdra que para logo
dsse baroozaosseus viole annos, grande bel-
leza, eapirilo inquieto, alma faminta de sensages
vehementes, paixio cega e adultera por um des-
conbecido, cajo nome seria revelado no proces-
so, e averso iovencivel ao marido, que uns di-
ziam velho, outros enfermo, e de quem muitos
affirmavam que era de carcter violento e insup-
portavel.
J comegava ao longo a formar-se um partido
favoravel interessante e esbelta criminosa e ou-
tro inclinado aos inleresses do triste marido, a
quem o proprio risco de vida nio conseguir li-
bertar do ridiculo inseparavel de todas as catas-
Irophea conjugaes, quando em seguida ao julga-
mento do regicida Becker se coostituiu o tribunal
da pequea villa de Bruchsal para senteocear o
feito crime. Aqui deviam dissipar-se as illusoes
e sonhos dos poetas. Annlquillar a obra dasima-
ginagoes exaltadas o mostrar a verdade no aeu
fulgor mais brilhante o sagrado oficio da ius-
ligs. '
Porm, antes de chegtr a esse ponto, que ser
o derradeiro desls narragio, mister relatar o
'acto e referir como o poder judicial foi chamado
a investigar o successo e classiQci-lo na cathe-
goria dos crimes.
No dia SO de maio ultimo, que era segunda-
feua do Espirito Santo, pelas 10 horas da noi-
te, foram i casa do boticario Roeder, de Carls-
ruhe, capital de Bade, Joo, de Loffingeu e Ame-
lia, da Vanstadl, criados da casa do sarao de
Baumbach, e apreseotaram-lhe um pequeo pe-
dago de massi phosphorica, pergunlaodo-lhe o
que era.
Como o pharmaceatico lhes declarasse que era
renono, oa dous criados conl.rom -lhe que linham
aefeauo aquella porfi de phosphoro na cerveja
queoto que se preparara para o marechsl de
Baumbach que ji no di* .oi.c.d.ou k..i.n>
telo igual deacoberta, sendo que em arabos fra
a baronesa i cosinha entender ni preparago da
ce"eJf. j4 tirando do lumo o vaso quando o li-
quido Ievantava maior fervora, ji lomando o pa-
pel do assucar e deapejaodo-o no tacho. Accres-
centavam que nao se atreviam a ut lo ao amo,
ao que acudi o boticirio. acooselhsndo-lhes
que o declarassem
casa.
ao medico ou ao coofessor da
No dia seguinte o criado que procuro logo de
maoha o medico da familia de Baumbaeh e
deu-lhe a noticia de que a baronesa tentara as-
sassinar o marido, ajuotaodo que a cosinheira
vira a ama deitar o quer que fosse oa cervaja, e
que, tirando esse objecto do fundo da vaailha em
que fleira, observara que laogava fumo com a
friegao. Para mais couplets prova, o criado le-
vara urna porgo da massa phosphorica encon-
trada na cerveja.
O medico prevenio a barooeza de qe os cria-
dos diziam ter encontrado veneno na cerveja, ei
apezar de nao deseobrir oaquella aenhora o mais
leve indicio de receio, foi de casa delta para a do
procurador da coroa.ao qual deu parte do nego-
cio, entregando-lbe o pedago de phosphoro qae
recebera do criado. A barooeza coniou ao ma-
rido o que lhe referir o medico, e oenhum dos
dous pode entender a origem e fundamento de
tal descoberta.
A justrga, sem lhe importar com a posicio ele-
vada do bario de Baumbach, que marechal
da corte do grao-duque, e aem alleoder i repu-
tacio intacta da pessoa aecusada, procedeu logo
urna miouciosa viaita domiciliaria e is indaga-
ges necesssrias psra dar seguimento ao procea-
so, no caso de deseobrir tactos que exigissem a
mtervengio definitiva do poder judicial.
Depois de repetidos inqueritos, durante os
quaes os dous criados e a cosinheira Babet fo-
ram presos como cmplices, veio a saber-se que
o marechal de Baumbach comprara, lempos an-
,e'i botica do Roeder urna porgio de massa
phosphorica para matar ratos, e que a entregara
ao criado Joao, am cujo poder sempre ticou, en-
contrando-so o resto no sitio indicado por elle
quando foi i perguntas. Igualmente se venQcou
que tanto no domingo do Espirito Santo como na
segunda-feira, o bario beber granle porgio da
1*1 cerveja aem lhe notar mo guato, apezar de
asseverarem os criados que a linham provado, e
que o sabor do phosphoro era forlissimo e in-
supportavel-
Provou-se que a barooeza ioterviera oa fabri-
cagio da cerveja no primeiro da, tirando-a du
lume para que se nao extravazawe com a fervu-
ra e no aeguodo deitando-lhe aasucar por se ler
quenado o bario de qoa no dia antecedente Ih'a
livessem dado pouco doce. Neohum dos criados
disse ler visto laogar na cerveja qualquer corpo
estranho pela raio da barooeza de.Baumbach.
Tambem se tomou nota de que, ji depois de
comegido o processo, a criada Amella encontrara
massa phosphorica no assucareiro, que fra da
pane aoa amos que estsvam oo jardim com a U-
Iha, que vieram todos examinar ocaso e que fl-
caramsem poder deseobrir como til acontecesse,
e mais na vespera lodos se linham servido do as-
sucar asm notarem o mais leve sabor desagra-
davel.
O medico que conloa i jusliga que em tempo
o marechal apootira urna pialla contra aua mu
Iher, que auecedendo isto em oscasiaa em que
elle eslava enfermo, a barooeza Ih'o revelara
para que o medico exemioaese al que ponto
estavam perfeitas aa faculdades mentaes do
b rao.
Os criados deolararam que marechal fazia a
corte i urna viuva russa, que viva em Cavlsrube
com urna fllha, e que a naroneza'linha eiumes
d estas relagoes illegitimas. Disseram mais que
o rendimeolo da familia de Baumbach diminuir
cooiideravelmeute, e qae a baronesa mandara
fazer urna chave falsa para abrir aa gavetas do
marido.
O procurador geral da coroa nio achara motivo
pars se formar processo i b qnalidade da aecusada, a publicidade qae tai ne-
gocio Uvera na Europa inteira, honra da oo-
breza, eo paodonorda cirte dograo-duqaeexi-
giaas provea publieas, castigo exemplar oo. ropa-
ragao solemos. A propria jusliga linha a evitar
a aecusagio de complacencia para com peaooa do
io alta gerarchia.
Por estas rszoes, oo porque o poder jadicial
nio quizesse despiezar at i altima hora as oc-
casioes de deseobrir e ajnizar a verdade, foi pre-
" """oeza, depoitde pronunciad* era despa-
e de 24 de julhe por tentativa de enveaeoa-
meauo no mareaba! de Baumbach, sed>OOposo.
os criados foram pootos em liberdado e livre da
oU de complkldsde que determinara a prisio
dellas al declaragao final da justica.
O processo perteocia pela sua natureza i Cour
aAitues de Bruchsal, por cuja reuniao teve de
esperar como o do.regicida Beeker.depois do qual
me coube dia, scudiodo aquella pequeoa e ale-
gre povoacio, onde so separara as duas liohssde
caminbo de ferro de Francfort e de Munich,
asaltos curiosos de tods a Allemanha e grande
numero de banhistas de Bade e de esoriptorea
franceses. '
. AUDIENCIA DE ti DE SETEMBRO.
Presidente, Mr. Bonm. Acousador Mr. Jun-
9J*au*. substituto do prt-curador da coroa.
vefensor da ri mestre Kusel, advogado.
Inquerito da r e daa leatemuabas.
.as sete boraada maohia j immenao o con-
curso de povo no pateo do palacio de jusliga.
as oilo entra a b.roneza pela mi de aua Qlha.
joven de 18 i 20 annos. O bario pedio para ir
ousca-iae dar-lheo braco at ao banco dos reos,
porem o presidente Dio julgoo devercooseati-lo.
xodavia, esperou-a oo caminho que ella devia
percorrer, e apertoa-lbe a mi alfectuosameote
A menina de Baumbacb flea junto de sas mi,
conservando-lhea-mao entre as suas, porm de-
P"'8 relira-ae ao comegar o julgamenlo.
Eolre os espectadores, oolsm-se grandes per-
M,0,*an da corte do grao-duque e de outrot
esiados allemaes. O geoeral de Freialed, com-
maodante em chefe da cavallaria de Bade e pri-
mo do bario de Baumbach apparece de grande
uniforme, sobre o qual britham as commeodaa
.i V orden8 at Ku'oP- O hario tambem
esta de farda com a commenda do Leio de Zo-
chnngen e a da Legiio de Honra. No fundo da
ala avista-se muita gente ordinaria, na qual
avuliam os criados do servir de Carlsrube e das
redondezas. Os redsetores allemaes o francezes
leem lugar distincto.
A barooeza de Baumbach urna seohora de
porte mu nobre. A aua phi8ionomis indica dig-
nidade e firmeza. Tem cabello negre pernea-
do em bandos. Traz am vestido de" merioo e
e um cbaile da meamafazenda, ambos pretos. O
chapeo de palha, mas ioteriormeote coberlo
com ornatos de velludo e reodas da cor do vis-
tido. A attitude serena. A cabeca no seu lugar
sem humildade nem orgulho.
Comega o interrogatorio da r As suas res-
postas sao concisas o dadas com voz firme,
Chsms-se Luiza da Geeasau e por casamen-
to barooeza de Baumbach. Nasceu em Garlsruhe
e j complelou 41 annos. E' casada ha viole e
um. Sempre viveu feliz com seu marido. To-
dos o sabem oo grao-ducado e aos reaos estran-
geiros onde conbecida.
Foi cosinha vigiar a preparago da cerveja,
por 8er a primeira que a criada preparara, e oo
segundo dia pars que a adogasssm mais, visto
que o bario lhe notara talla de assucar oo dia
antecedente. Alm d'sso, coatuma ir i cosinha
de vez em quando, como todas as boss donas de
casa, qualquer que seja a sus posigio social. Ti-
roui do fogo a cerveja, porque j fervia muito, e
ia deltnr por fra e perder-se.
Nao sabe como se introduziu na cerveja o phos-
phoro que os criados dizem ler encontrado, po-
rm nota que seu marido, que em ambo os das
bebeu grande porgio d'esse liquido, nem sentiu
a mais leve indisposigio, nem lhe descobriu o
mu sabor, que tao forte parecer criada Ame-
lia. A mesma circumstancia se d com o sssucar,
onde tambem se achou massa phosphorica, e
que o bario, a barooeza a a fllha empregaram
sem inconveniente em adogar leite.
Nunca teve eiumes de seu maiido cujo sroce-
dlmento foi sempre exemplar. Nao acredita
que entre elle e a viuva russs existissem ou exis-
lam relagoes censurareis e sempre fez d'aquella
aenhora o melbor cooceilo. A fortuna qae pos-
suem hoje menor do que ji foi, porque perde-
rn) urna demaoda importante, mas o marechal
passae ainda am avallado rendiment.
Explica, finalmente, o caso do tiro de pistola,
cootando como, em occasiao de grave enfermi-
dade, o bario lhe apontra ama pistola descorre-
gida, porm que este momentneo accesso de
colera, nico em 21 anuos de vida conjugal, lhe
parecer lio extraordinario, que consultara o m-
lico para lhe perguntar ae o devia attnbuir a al-
'"' *" Voewidoooa montaos o ae o curativo
deveria lomar esss direegio.
Segue-se o inquerito das teatemunbss:
A primeira o Doticario Roeder. Narra o que
passou com os criados e a acreecenta que elles
vieram meia hora depois do bario ler bebido a
cerveja. Elle er que o marechsl soffreris incm-
modo de saude, se babease liquido era que o
phosphoro livesse sido dissolvido.
A seguoda o Sr. Carlos Loimbaeh, pratican-
te do boticario. Depe que vender ao criado
duas ongas du phosphoro para matar ratos.
A terceira o medico. Conta o que o leitor j
sabe e ajuola como desculpa que nao oasra di-
ze-lo ao marido por s leetbrar do caso da pis-
tola, auppoalo que o refere exactamente como f-
ra narrado pela barooeza. O medico chama-as
r. Bucchcger. E' o facultativo da corte.
A quarU o criado do bario. O seu nome
Joao Frilsche. As inforraagss obtidas pela jus-
liga aecusam-o de aer curioso, mu, invejoso e
grosseiro. Passa igualmente por ser aladroado.
epoe contra s baroneza sem ousar dizer que a
viu langar veneno na cerveja e desculpa-se de
nao ler dado parle ao amo. mas de maneira que
o jury tica ingoraodo a razio que o levou a ir re-
velar ao boticario, meia hora depois de bebida a
cerveja, urna eousa que, sendo dits a tempo ao
marechal, lhe salvara a vida, em caso de teols-
taliva de envenamento.
A quinta Amelia Leist, criada de quarto da
baroneza. Asseveram que de carcter brando,
moensivo e mcapaz de acegio m. Diz que o
phosphoro eslava em dbder do criado Joio. Este
nega. Ella presiste e as pravas conflrmam a de-
claragao d'esta testemunha.
A sexta Babet, cosinheira. Seguudo as io-
formacoes judiciaes o da polica, pessoa sem
probidade nem bons costumes. Conta a historia
como ji flea referida e diz mal do criado aecu-
fador.
A' cerca d'estas testemunhas deve notsr-se
que ambas as criadas juraram em defeza da ba-
roneza de Baumbach nos primeiros interrogato-
rios e que s depoia que foram presas que pro-
curaran crimina-la. Depois d'estas comparece-
rara outras para deporera acerca das suppostas
relagoes eotre o bario de Baumbach e a seohora
russa. O....... cejos criados foram igualmente
ouvidos. A unanimidade das respoatas prava
completamente quio calumniosa e torpe fora tal
aecuaagio.
O presidente, depois de inquirir naioaciosa-
meole cada urna d'estas testamunhas, rolta-se
para os jurados e diz-lhes :
c Foi com grande repugnancia, senhores jars-
dos, que mandamos citar eaaas teslemunbaa ; po
rom, depois dos lerriveis boatos espalhados a res-
peito de urna aenhora tao digna como a senho-
' O......julgamos que o melhor meio de aca-
bar com essea actos de maledicencia, era tomar
em publico os depoimenios, que acabaea de ou-
vir.
Feliz trra Bade, onde o publico iulga inno-
centes os que os tribunaes absolvem ou Dio cul-
para I Nem lodaa as terrae eio assim. De mul-
tas sei eu onde aecusagio. qualquer que seja a
defeza e por terminante que seja a senleoca de
absol'igo, impde infamia eterna ao calumniado 1
Sio patzes onde ha fome e sede de victimas, em
vez de a haver de jusliga I
Ouve-se o depoi meato de abrumas testera ao has
de defeza, as qftaes asseveram que a casa dos
bardes de Baumbach era modelo de paz, de con-
cordia e de uniio. O geoeral Freisled, primo do
bario, diz que a sui familia e a de Baumbach sio
unidas e pranlas haveri quarenta anoos e que
por isso pode afirmar que estes espozos aempre
viverara felizes e que o amor da baroneza a aeu
maride nunca aoffreu interrupgio nem a Qdelidade
delle teve a mais pequea quebr. Naa doeogaa
do marechal, aua mqlher iratou-o com pacien-
cia exemplar. tlio someote regeito aemelhante
accussgio.terminou o geoeral mas coosidero
e vais de eerto tambera- cono abaurdo enorme
s a idea de admiliir calumnias lia odiosas.
A testeiHtaba rOess sague aeau atnats im-
poriaote da defeza, cerno teria eido a mais levri-
vel da aecusagio. E' o msrido di rt, O preai-
i
dente adverto-o do eo a lei atio
e qoe podo retiree-ee, iiiaaHi mT
rio. respalda o nuraelaA tej
porque as asiabaa malmttm hha oto
justics. Comega o Wfrragaaarm u -.
losapc*. -^ ,,. ffc-eve m Um
qoe marechal do tatacto iiaatM
U aqu para diaale parece i
teoso o depoimanlo da
nana tontaiiTa.
Presiden Aeredilaotoo nao torteafioo i
iuaiiga presaras -. baronew a r
O barao commedo : Mam*
reis que eu acredUasee tal ceeaa a
aenhora a quem deve "-- --f
sem nu veas qae vieeeem tsHs LT Ea be*
a cerveja ne domingo aja i
lhe achei oenhum
ria bebido.
O prndente : Tos sbela e eme
criados acerca da prepara?* m ovrefa
peilo da agua qae estavs ae veooo aette a um
os criados acharara oaaa geelo t
O bardo : Qae queris rae
se nio que aso espante oto qaa aa t_.
nio previnisaem, em ves da iraaa lar w,
dico ? E aio me admiro ojease ato amo
te revelar tal negocio i jestsee aam as'a
par aotecipadaaaaate. Pataaa-SM aja I
iodos os seus deverea cama faealiatiea i
bomero, repetiodo o fado da tetela, ajew Mas a)
ra dito con fldeocia I mete. E'varaaaa aaaaaba
influencia de um acceeeo de irritacio, i
enfermo, e dscutindo com minba
em ama pistola e lh'a apoatei.
Era ana d'estas arzaas que cha
e que nunca fot carregada. Vu~
muito bem mo lembra a dadkaria a i
delicado e generoso coa qae anana aoa'
tralou. Eu concebo qae miaba olear
o tacto ao medico. Exigia-o atetas a "
go de eotermeire, porm a oducncio ato
digna da asalor ceaaara
O presidente : Sabis qaa a criada Ai
ntacte).aatea)ateaaoB
oba molbcr, aaaaoi
i. Maa atapilala
haetaas a ilgliia
dicaca a a rteaaiT
Ua
---------------------- ~ -*. 1** azi
encootroo massa phosphorica am
O bardo : Sai a qaa ella aaa
todos nos aseaos d'eeee saeatti a w.
razio de queixa. E' verdade aaa atea
nha mulhar babea am copo do agua a
um gosto adstriogente que Ibacaasoo ter
garita. Eu creio, Sr. presdanle, oa as aa tea -
do d'este fatal negocio ua Iraaa laaabiaaa aaa
produzir>escandalo cera aa Oa qaa abada oaoM-
de deseobrir.
O marechal retira-se. Acoapaaaa-e
vista sua mulher e todoe os espaciadores <
jo espirito comega a luzir vivaaeate a ai
ca de que a r aar absolrida. E' am
honrado dizem todos. Estas roaaidata
ioterrompidaa pela entrada 4a aasa aova i
oba de defeza. E* a menina da atoaaaau.
vem lacrimoss. Est seria coae a -"irris au-
ge e olha otra a aba coa tentar a amor
O presidente : A lei nio obriga a atoawr. Di-
vos a liberdado de recusar o vaos* tttaaaba.
A menina de Baumbach coa AVawzo : Ea
aprecio muito osla occatiio de dizor diaate ao te-
dos o qae pens a respailo do aiaaa atfta.
O presidente rosme eolio os lctea ato accat-
sagio.
A menina de Baumbach : -a. Tooto teso aa
tecido de ctlumnias infaaes. Nio sai o aja aa
passou oa cosiohs. Do aaaacareiro sai ana an-
ta v, cheio de astucar. Nio sa adama aaa am -
pregassemos o astucar ea tea ti r aaa foete ooc
qoe o phosphoro talvez estiveoae ao faado, a a as-
tucar foi talvez renovado sea aa eeawear aja o
assucareiro Qcasse vasio ; entrotanio, ata ka aaato
achou mu gosto a am copo de egao qaa ea loo
preparei com sssucar diaate do Dao aja aiaaa
me est innocente.
A menina conclue assim o aoa epeiaseaoe o
sahe do banco das testeaaaaae coa a oatsaoa o
syrapathia do auditorio ioloiro. Ra ana
gem, todos Ibe abroa caateae i
carinhoso e coa aoetras de rsspcite. A i
gao geral na ssaambaa. Algaaa jora
para as lagrimas, qaa a sea pasar Uan
os olhos.
Era seguida l-se na extenso ralalorio daa jo-
ra lot scienlificos Roeder, probaoor a raalbn
ra Welzieo, Dr Neatlar a Dr. MaBior, a ajnal ao
trata largamente daa propriedadealxica a i
pbore e nao ae conclue cousa algaaa
caso actual. Com isto aa tocha a aa
DI
AUDIENCIA DE DE SETEMBIO
Oraces do ministerio publica e do defensor
da r. Senlencu
A aecusagao era sustentada pelo sasatitete ato
procurador geral da coroa. Este aaaialrada pca-
parra o processo, a tal certeza adaatrira oaaaa
irabalho acerca da innocencia da banaaia am
nio quiz ir accusa-la ao tribunal. O aeo i *
tuto houve-ae cora firmeza aaa fallar a
O advogado da barooeza retuloa coas aa>
dos os srgumeotos do minitterio publica, .
o de intentar ama aegio criao contra nasa tm ho-
ra em cuja virtud a propria jaMiga acredtUva a
mostrou-se digno da grande repaucaa do jara -
consulto pela qual coohecido ea Franca o no-
me de mestre Kusel.
A bs roosa declara nio lar asis qaa i
lar sua defeza. O presideale ttaaa .
va e o jury retira-se para oolibcrar. Qaaan
mnalos depois, volta para a sala coa
negativa sos quesito de culpabilidaoo. O
dente pronuncia a aontenga te abaatvieao.
A barooeza ou ve a aoaleoca aaa asalrar a
menor signal de aaasaeio veheaaala, ateca ato
seu lugar, vae encontrar-te coa a fila, ano ea-
rainhando para ella, a focan mo saos bracas
Beijam-se. Depois ebega o aaeriea o reripsoeo
mente te abragsm o beijaa coa taor. Igaaal oo-
mooatragio de affecto a aeo irmao. aofoo-aa oo-
pois s vez dos amigos, qaa, aos ato) '
tros, acodem a aperlar-lbe a mi coi
mo. A assembla teda est na aaa
de prazer e oiba com seotimeolo
o grupo que se v no aaio da sala.
O bario de Biumbech receba os parbaos ato
presidente do tribunal a dos joraaliaua, a, vol-
tando-se para estes, ezclaaa :
c Felicito-me, senhores, pola vosea a raneara
aqu, porque de vos espero n'esu dolorosa pto-
vacio a rebabilitagao da mioba familia. Princi-
palmente, estimo ver n'este logar a iapraas ftraa
ceza. Sei quio geoerosa o eaten cotia ato aja
as nossaa desventuras Ihei espirara a aeoliaenlee
favoraveia para comnosco .
Esta alta conlianca na aiaaio da iapcoataa. co-
ta certeza da generosidad o nateaia atoo ana
sentimento, parecem-me digna de ti Iriaaaillir
do Rheno ao Douro, acoaponhoda da nanaeo
simples e imperis! dos acooteaaataa aja aco-
vocaram lio honrosa declaragao a tao atUaa
Uatemunbo.
Este processo notavel pelo carador oaaaoaaaas
que n'eile figurarais, pala iaafeateoaitabpaantetta-
dade da jusliga de Bade, palo esplendido rteme be
com que ella soube honrar a tnooeoocia, pe no-
breza de procediaeato de cada aa atoo aeabree
da familia Baumbach,pelo zelo culpa val aoaaanco
e nio menos pelo ritco ea qoe teooo aasaonoo alo
apparecermot amanbi no banco doa toco, oo oo
ooasos criados en tenderem que lhes coa vea di-
vertir o publico com este espectecale.
A itn prensa europea tem proclaaaw.
a parte a innocencia da baronesa da tenia
O nobre marechal de Bade faz jusliga sos jarea-
listas nss esperances que n'elles pos. Ea tonto o
processo houve a ama victima. Foi o aseare,
o Dr. Buccheger. Ntuguom quer eerar-ae coca
elle. Tea contra si todas aa senhoras o lodaa en
homens. Ter que deitar o gran-dactdo, oaato
era medico da corte, nio sei aa qoa parte da Al-
lemanha achara doenies nm faculta iva lio ineno-
crelo e tao celoso dos inleresses jaottetoea.
A. A. Teixsisa pn Vascohciuoo.
O IMPERADOR DA CHINA.
O imperador da China, caja aorta innrten a
telegrapho. tomou, quando suato ao tbroato, o
oorae de Uien-Fung, que aigniflea felkiaaato
eompleu.
Tinha naacido em agosto do 1831, a centava
apenas 30 anoos.
Era o stimo imperador da dyntnaatU
do Tsiogs, qae oa 10A4 daatbrona a
inga, ,
Na serie dos soboranos da China
no espago de 470* autos ora o %UP
rador.
Succedeu a aaa pae Tas-Kanc ('Triandar ato
razio) era lastrara de tonto, pora. aateTiacn
daht a um aono a rsrsaaai
magia.
O principo Kong, irraio do ii
que traiou com aogko-fraoc
traraa aa Pekin, toaou o enverne i
do rogante.
( Coaatorete ato Parto >
PBEN.TTP.DE M.FtDE PABIA & PltiO. MU
N


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