Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09408


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Full Text
V
/
r
ni tjj mmo
Por tre*rwr HiUds 5fOiO
Por tres iiei yimm 6|0
nurfft o oral:*
SEXTA FEJIA J II luTElBRO II ISO
PtrtuadiU4*19J000
Porte frueo ova o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SU8SC1HPCA0 DO NORTE
Parahyba, o Sr. AftMMo Alexnadrloo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaiy, o Sr. aV da Lemoe Braga; Cear o 8r.
Olinda todo oa dias aa 9X horaa do dia.
Igaecassn, Geianna, o Parahyba du segunda
t sjtnltn4ettaav
S. Aniio, Bezerroa, Bonito, Caruari, Allinho
e Gtreausoa na torcas-feiras.
Pi d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pe-
Jos* Martin Rtanir^Guimaraes; Para. Justino I Cabo, Serlnhiam, Rio Formoso. Uns.Bsrreiroe
. Ramo ; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa. |Agua Preta, Plmaotlra Natal quintas feiras.
((Todos os correios partea as 10 hora da manhaa)
l"...... i. ----------------------------------------------_______________________________________________________________________
EPHBMERIDES DO MEZ DI NOVEMBRO.
2 Laa nova a t hora 44 mnalos da larde;
9 Quarto rscente as8 horas e te minuto
manhaa.
17 Laa abela as 10 horas e 47 mnalos da L^
5' Quarto mingaanta as 8 horaa e 47 mnalos da
manhaa;
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 9 horas e 18 minutes ia manilla.
Segando as 9 horas e 40 mina toa da tarde.
. >
W
DIAS DA SEMANA.
S. Carlos Bonorneo cerdiil.
, Zsearias e 9. Isabel pees de S. J. B.
t?*m*, fvertr b. ; S. Athico b.
,rlBt* b. ; S. Tessaloaica m.
8 SeiU. 8. Sareritao e eeuscmp. om.
9 IsvlMpim 9. TlWotWro ,( 8. Orales m.
W Doaco. O pitroeHrloda !. Senhora.
PARTE OFFICIJU..
60ll!iOW PROVINCIA.
Directora da abras publicas e oevegacio. Ia
scelo. Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cio* da agricultura-, commerci e obras puplieao,
em 19 de outubro de 18dtIllm. e Exm. Sr.
Accuso o recebmeirto do eflleio de V. Etc. aob
n. 96 datado de 24 de agost prximo lindo, que
acompaohou cloc propostas para a construeco
da ponte entre os batiros de Santo Antonio e do
Recite, em substituido da que all existe toda ar-
ruinada, e em cooformidsde de> aviso do mioii-
terio do imperio de 17 de deaembro ultimo : e
bem assim os pareceres de diversos engenheiros
qoe foram enviados sobre ellas, e os desenhos
presentados ; e em reaposta declaro i V. Exc.
qoe nio havendo crdito votado para lio avulta-
da despeza e dependendo esta de medida legis-
lativa fica por eate motivo adiada a resolugao
deste negocio.
Deoa guarde V. ExcMaooel Felisardo de
Souza e Mello.Sr. presidente da provincia de
Paroamboco.
Expediente do da 6 de novembro
de 1881.
Officio ao Exm. presidente do Maraohao.Ten-
do oeaudatarecommenddao a thesouraria de ren-
das detta provincia que remeta a desaa, por in-
termedio dos agentes da compaohit brasileira de
paquetes a vapor a quantia de 12&600 rs. para
iodemoisacio dss despezas felas por ordem do
Exm. presidente do Piauhy, com Antonio Jos
Moreira, que fui remettido para esta capital na
aupposico de ser desertor do eorpo de polica,
rogo a V. Exc. que se sirva de providenciar para
que a mencionada quantia seja enviada ao admi-
nistrador da thesouraria de rendas dequella pro-
vincia. Officioa-se a thesouraria provincial para
a entrega, e aos preditoa agentes para o recebi-
mento dessa quantia.
Dito ao coronel commaodante das armas.
Respondo ao ofBciode V. S., abb n. 1692, do 15
de outubro ultimo, dtclarando-lhe qua, de con-
formidade com a informado da thesouraria de
azenda, constante da copia junta, ser tomads
em considerado a materia do officio do major
commandante do corpo de guarnicao, datado de
27 desatembfo ultimo, logo que este tenha pres-
tado contas dos dinheiros que Ihe foram abooa-
dos para as despezas do exercicio de 1860 a 1861.
Dito ao mesmoSirva-s V. S de expedir
suas ordene para qae seja inspeccionado o sol-
dado do corpo de polica Jos Honorio da Silva
Coiho Mantas, qoe para esse fim Ihe ser apo-
sentado.Ordeoou-se ao commaodante daquelle
corpo a apresentacao do referido soldado.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar engajar no corpo sob seu
commando o paisano Cosme Jlo Martina, a
quem se refere a sua ioforraacao de hoie. iod
n. 496. v- i .
Dito ao commandante superior de Garanhuos.
Respondo ao seu officio de 19 de setembro Mi-
mo dizendo-lhe que se os individuos residente
nos quarteires novamente annexades ao muni-
cipio de S. Bento, anda nao eetsTmn quaunca-
dos guardaa bacioaaes nos municipios de que fo-
ram desmembrados os meamos quarteires, ne-
nhama applicacSo pode ter acarea d ellos o art.
38 do decreto n. 1190, de 12 de margo de 1853.
Na hypotheie contraria, islo te j estiveram
qualiOcados deve-sa observar o disposto no mes-
mo artigo.
Dito ao inspector da thesouraria de azenda.
No caso de estarem nos termos legaes o pret e
inclusa relaclo dos veneimentos, na importancia
de 25&S370, do destacamento da guarda nacional
existente na cidade do Rio Formoso, relativa-
mente ao mez de outubro ultimo, mande V. S.
entregar essa qusntia ao teneale Luiz Jeronymo
Ignacio dos Santos, como requisitoo o comman-
dante superior respectivo em officio de 1 do cr-
rante.Communicou-se a este.
Decretaram-se lambern os pagamentos se-
guales :
A Aodrede & Regda importancia dos veo-
cimentoa dos guardas oacionaes destacados na
?illa de Florea, relativos ao mez de setembro ul-
timo.Commuoicou-se ao respectivo commao-
dante superior.
Ao 2* tenente Antonio Luiz Teixeira Campos
da de 13p600, aluguel do ama beata de bagagem
para o seu transporte villa do Buique.
Dito ao commandante da estco naval.Ex-
pela V. S. as aua* ordons para que o comman-
dante do vapor Paran condaza a seu bordo va-
rios objectos que o conselho administrativo tem
de enviar- para o presidio de Fernando.Commu-
Lieou-se at> presidente daquelle conselho.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc apromplar nesae arsenal, como requisilou
o conselho administrativo em officio de 4 do cor-
rete, oa objectos mencionados na relagao por
copia inclusa. Commuoicou-se ao preaideote
daquelle conselho.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Scente pelo seu officio n. 6 de 4 do correle de
haver V. S. tomado a deliberado de mandar re -
colbar enfermara da marinha, aiim de ser tra-
tado o operario csrplnteiro belga Caapar Pralo,
que desvalido, sob coodicao de deseootar-se-
lne em seus veneimentos melado do jornal de
uro dia por cada un dos que esllver oa meima
enfermara, tenbo a declarar-lhe em reaposta que
approvo essa deliberac.ao, pdenlo V. S. assim
proceder sempre que se deren casos idnticos.
Dito ao mesmo.-Convem que V. S. active
quanto for posslvel o embarque do carvio de que
neeessita a corveta a vapor l'araente, aflm de po-
der seguir com urgencia para o presidio de Fer-
nando.
Dito ao director das obras militares.Ponha
Vmc. em praca as pinturea, que, segundo o seu
officio n. 119, sao oecessarias aoa reparos da ar-
Ulharia da fortaleza do Brum, serviodo de base
para a arrematadlo os precus mencionados na re-
laclo, qoe acompaohou o seu citado officio.
Dito ao mesmo.Approvo o ajuste que Vmc.
fez com RuQoo Maooel da Cruz Cousseiro psra
este construir, mediante e quaolia de 2909800, aa
duas arrecadacoe de que precias o hoapital m-
litir. -
Fica assim respondido o seu officio o. 123, de
2 do corrite.
Dito ao conselho administrativo. Autorso o
ooselho administrativo a comprar para for-
necimento do arsenal de guerra os objectos meo*
cionados no Incluso pedido.Coramunicou-se
thesouraria de fazenda.
Dito ao juiz municipal do Bonito.Devolvo o
requerimeoto em que Francisco Peraira da Costa
pede ser prvido nos officio de partidor a con-
tador deesa termo, aflm de que Vmc. o remeta
conjuntamente com os doa demais pretendentes
a eom pao hados de informadlo geral e minuciosa ;
fiado o prazo mareado oo art. 12 do decreto n.
817 de 30 de agosto de 1861.
Portara.O presidente da provincia, tendo eo-
nhecimento da qoe o juiz municipal do termo de
Caruar, Jos Mara Freir Gameiro Jnior, os-
lenlaodo proteccio iadevida aos criminosos An-
tonio Alves da Cosa Couto, Maooel Thom Al-
ves Couto, e Dionizio Alves Jacobina, qoe aa
achavim preaos na cadeia do mesmo termo e
Castados como autores da norte de Thomas
de Aquino Duro, e tentativa da mesmo cri-
me perpetrado na pesso da Joaqun. Peraira da
Silva Duro, a manifestando previameote o sen
jaizo ceres do merecimento do respectivo pro-
cesso, que lioha de ser sabmettido sua decalo
para oa forma da lei sustentar ou revogar a pro-
noncia decretada contra aquellea criminosos pe-
lo juiz for mador da culpa ; effectivamente dea-
pronunciou oa meamos crimiootos contra a *i-
deatia das provas produzidas dos sotos, resolve
suspender do exerc'cio de suas funecoes de juiz
municipal o referido hachare! Jos Mara Freir
Gameiro Jnior, e orden qoe se Ihe taca effec-
tiva a responsabilidide em que por esse faeto li-
vor incorrido.Fez-se
costume.
Dita.O presidente da provincia, alteodendo
ao que reqaereu o primeiro sargento da terceira
compaobia da secglo urbana, Vicente Ferreira de
Franga de Carvalho resolve conceder-lhe am mez
de liceoca com vencimeolos.
O presidente da provincia, alteodendo ao que
reqaereu o juiz municipal e de orphaos do Ca-
bo, bachsrel Francisco Augusto da Costa, reaol-
ve conceder-lhe 15 dias de licenca com ordenado
para tratar de aua saude nesta cidade.
z:
eacallo, operara directamente oas posices del pioide*
Sanoota, Campla e Veterale. A terceira, forma-
da m fortes lionas de atiradores,' estendia-ie
desde a montanha de Rocca-Raimola at Ca-
gnulo. Um grosao destacamento eslava postado
em Roece para operar sobre as montaohas, e de
Rocca parta outro cordao, qae, estendendo-e
st Sammonts, vinha -faenar o circulo com as
tropas de Mootevergioe* A Pisna di Laura esla-
va oceupada por umawrwr eolustma de bersa-
glier. Tinha-se escolhido esta tropa como a mais
propria para operar oaquelle terroi accidentado
> demais expediente do e mootanhoso. Duaa pecaa do arttlnaria ealaram
collocadas no palacio d'Av*lla. _
Tendo-se tomado aa dispuaQoe1, as tropas
bivacaram toda a ooitedeaabbadofnlo permilin-
do que ninguem atravisense o camppT
No domingo pela manfai, ab romper do dia-
comegaram as operarles ; rompersm tres ata-
ques ao mesmo tempo de tres lados diversos ; o
primeiro em Parmolt, contra o bando de Antonio
del Mastro, e os postos avancados. Este ataque
foi primeiro apoisdo por am fraco destacamento ;
mas dentro em pooco ebegaram os bersaglieri de
Piaa di Laura.
O bando foi perseguido, batido, e quaai in-
teiramenle destruido, o pequeo numero de sal-
teadores que pode escapar nos primeiros mo-
melos, fugo do Isdo de Giglio, e foi cahir no
meio dos bersaglieri de Vallealretla, que acaba-
ran) dos destruir.;
Psra a ambulancia foi coodazido s am sol-
dado dos nossos ferido em um braco e em ama'
perna
Expediente do secretario do sjro-
Officio so inapector da thesouraria da fazenda.
De ordem de S. Exc o Sr. presidente da pro-
vincia, communico V. S., para o fim conve-
niente, que de volla da proviocia di Parahiba,
pan onde segu no dia 7 de agosto ultimo a to-
mar assento na assembla legislativa da mesma
provincia, como um de seus membros, entrei no-
vamente- em exercicio do meo empregojde secre-
tario do governo desta no dia 10 de outubro
fiodo.
Dito ao bacharel Rufino Augusto de Almeida.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda
aecusar receido o officio de 2 do corrente, em
que V. S. communica ter entrado oaquella data
oo exercicio do cargo de administrador da casa
de detenclo.Fizeram-se as participacOes pre-
cisas.
Despachos do dia 5 de novembro
de 1861.
Rcquerimentns.
Francisco Urbano Pessoa Montenegro.Como
requer.
Francisco Botelho de Andrade.Informe o Sr.
inspector das obraa do porto.
Jlo Nepomuceoo Vallio.Informe o Sr. ins-
pector do araeoal de marinha.
Joaoaa Dutra de Moraes.Informe o Sr. Dr.
chele de polica.
Joao Alves da Silva.Informe o Sr. inspector
do araenal de marinha.
Jlo Maooel de Castro, e Jos Roberto da Cu-
nta Salles.informe o Sr. inspector da thesou-
raria provincial.
Joao Manoel Meodes da Cunha Azevedo.0
supplicante opportuoamente aera attendido.
Narciso Duperroo.Informe o Sr. director fe-
ral da iostroccao publica.
Virgilio Coelho.Pagos os foros e direitos de-
vidos, como requer.
EXTERIOR.
Italia.
O mioistro pontificio Mons. Merode fez publi-
car urna proclamadlo ou ordem do dia, por oc-
casilo do acto fnebre que em Roma se celebrou
pelo aoniversario da batalha de Castelfidardo.
Publicaremos esse curioso documento :
A batalha de Castelfidardo, diz o mioistro,
recorda essa lula desigual em que, ha am anno,
o ejercito pontificio succombio aos esforgos de
um inimigo que, para opprimir, julgou necesss-
rio ligar superiorldade do numero o proced-
manto mais contrario honra e ao direito das
gentes.
E' este o primeiro anniversario, e coovm
calebra-lo com orna solemnidade especial. Para
euo fim nada se pode fazer melhor do que re-
correr a Deua sapplicaodo por aquelles que,
combatendo corajosamente, auccambiram a urna
morte gloriosa, e que por isso bem merecersm
da s apostlica, da igreja catholica, e finalmen-
te de toda a aociedade humana, que oio pode
subsistir sem o respeito do bom direito e da fe
( como foi declarado no breve pontificio na insti-
tuiclo da medalha.).
c Para esse elleto anauocia-se a todos aquel-
les que compem o exercito pontificio que no dia
3 deste mez, na igreja de S. Carlos, no Corso,
geiros,
ver-se
comme
foram r
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : seguodas e qniotas.
Relsclo: tergas. quintas e sabbadosaslO horas,
Fazenda : ter(as, quintas e sabbadossslO horas.
Jaizo do commercio : qasrtss so meio dia.
Dito de orphlos : tercas o sextas aa 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas aextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: queras e sabbados a 1
horada larde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO OCJL.
Alaaas, o Sr. Claudino Falda Diea; Baha
o Sr. Jos Martina Alvaa; Rio da Janeiro, o Sr.
Jlo Peraira Martin.
EM PERNAMBCO.
Os proprietarios do diario Manoel Fiauaira ele
ira & Filho,
dencia ni. 8 e
Paria & Filho, na aua livraria braca da'ladepaa-
.....
mente recahidas dos poros estran-
ekpdBdo pela negligencia a envol-
hegocios dos outro, oslendendo o
a industria, e as artes dos paizes onde
Ida,
No ep povo itattaia, urna cousa foi prioeipalmeoteadmi-
rada peloa strglros, e contri bu o poderosa-
mente pan *. tornar propicios ao'renascimento
da Italia, porque boj mafa looginquo paizes.se
vlam os italianos unidos pajp mesmo pensameo-
lo, por ama ooica aspifsgao.a independencia da
aua patria. Viam-no sotTrer as suaa dores, re-
gosijaraa*om os seus triumphos, e anda que
tonga della, concorriam por todos os meios para
facilitar rfaiegurar > xito feliz dos seus es-
torcos.
ordia maavilhosa dos espiritos deve
a parte e em todos os lempos, tor-
mentada. Nada ha que possa ser
ao gorerno do rei e a mim pes-
que sa>er que os italianos de to-
cias domiciliados no estrangeiro
rnodo wnsul como urna nica fa-
e maii viva a imagem da patria,
as diseissdos de partidos, as riva-
vinci e os dessecordos pes-
que podem ter as amiaades e faclurarfn. n A- -
povos ; ss rolecoos uleis e o InriL? !.?.,C0'o?e,B
. Por meio d reciprocidade. L":.ii.n.d'?",_e"eU.IBeo,B.
Essa c
ser em t
talecida a
mais agn
soalmeot
das as p
formam
milis, qu
sendo bs
lidades da
soaes.
Este r
tmenlos
agentes
de ama
seus nacioi
no districto coosu-
. os diversos gneros.
quaiidades, forma de productos a importar para
os adaptar aoa usos e aos gostoa da localidad,
penalmente no qae diz respeito a ealofos, al-
ete, e juntar oo qae for possivel os deee-
silios.
bases mais slidas
as atuslas em os
ioteresse commum. Por meio di reciprocidade,
preparava a Italia mercados facis nos diverses
pontos do globo.
O estado preaeote da oossa marinha e do nosda
commercio mostrs quanto a Italia naturalmen-
te favorecida, o quaes slo as disposigaes dos
seus habitantes pela marinha e empresas com-
merciaes.
A bandeira italiana cobre urna marinha nacio-
nal de 6 a 700,000 toneladas, e emprega mais de
100,000 marinheiros. Eeste calculo, necessa-
rio oio contar a marinha veneziana, anda sujeita
a um pavilhlo estrangeiro.
O movimento geral do commercio italiano,
oestes ltimos aonos, e qusndo ainda a uniio ae
nao tinha verificado, chegou a um milhao e 400
milhoes de francos, entre a importadlo e a ex-
portadlo. E* necessario dizer que a importacao
nao importava muito.
O movimento dos porto, entradas e sahidas, ^m.aq" "V0* e '",l 8nro de nsvios qae
dar um total de mais de 4u.OO0 navios, marcan-1 filfl ,in "1?;., .S" gr,nde Hm eaha-
do uns 4 milhoes de tonelladas. I 8"," -sao Perm"das sos estrangeiroa;
nhos dos objectos que ali io empregados. o
queoos roodellos lio reduzido quanto seja
vel oara diminuir a despex de transporte.
Usos das diferentes pravas dos distrietos, quao-
to a pagamentos, cambioa, etc.
5* Quaes slo os porlos, nos, e canae avega-
vea,movimenlo commercial dos priocipaea por-
ros do districto coosolar. Quaes ss bandeiras
que nelle lomam a maior parte e por qae moti-
vos. Cbegsda a partida doa navios italianos,
com csrga ou sem vlie, durante o anno.
Quaes slo os porlos a qae mais coovm dirigir.
Sse a navegado dos rios e caoaes interno rata
aberta aos navios estraogeiros se priticada e
com qae xito, e qual o genero de
do depeide principalmente dos sen-
a conducta dos individuos. Mas os
lares ptdim para isto contribuir
ira efficsz, limitaodo-se a dar aos
es o auxlo que Ihe deverem, em
nome da lei a titulo de cnsules, mas tomando
O segundo ataque, que parece ter aido maisJ a pello o seos intensaos, aasisli'ndo-os com os
rfi'.l-'! morlife^.0, teT! l1?ar ,n,rV C0-!Una 8eos C0IWDM Ma neP>cios particulares,-------.- ..,
It, ?hV rt'a r$r?e FornlBO- ^"lT88 f*nd* **talcer entre elle urna troca mu- j ao arroz, is fructai frescas oa seccas, aoa coraes
Os portqs de Genova, Napotes e de Liorne
contam-se j entre os priacipaes portos da Euro-
pa, ainda que por ora estejsm longe da prospe-
ridade s que podem ebegar, quando forem pra-
vas de commercio de um paiz unido, bem culti-
vado, industrioso, e que possa alimentar a expor-
tadlo de toda a especie de productos.
Os productos que a Italia traz aoa mercados
estraogeiros anda nao sao numerosos; limi-
tam-se a seda grega a seda trabalhada, a urna
pequea quantidade de tecidos de seda, particu-
larmente os tecidos finosao xolfo, aos vinhos.
contra o bando d Angelo Blanco, que se .tmara toa de servirla ede soccorros. procurando sem-
mais numeroso ha algn dias. Dos bomoTjiul pro conciliar aa djsintelligencias, aegundo o que
o compunham, um pequeo numero someote_for justo e ptiivd, oceupando-se com zelo do
quasi todos fiesram no bom estad* Jos istabelecimentos de educacio e
conoguio escapar
campo.
O terceiro ataque foi dirigido contra o bando
de Cipriani.
a Eate chefe completamente batido, conseguio,
com um pequeo numero de homens, lancar-se
nos Abruzzoa.
c Este acto de rigor deu um golpe mortal nos
sslteadores. Occorreu muito a proposito, porque
insurreicao tinham chegado soccorrss.
Parece que as desergoes dos soldados do exer-
cito italiano ae toroaram muito frequentes oestes
ltimos tempos, e esta circumstancta provocoa da
parte do gabinete de Turim reclamac.des junto do
conselho federal. Em Turim qdeixavam-se de
que, prncipilmente no canto do Tessioo,
estas deserces eram favorecidas por diversos
meios. O conselho federal de Beroa atteodeu a
estas justas reclaraacoes, tomando as medidas
cooveoientes. Do Duna extrahimos a circular
que o conselho dirigi s autoridades cantdtiaes,
para Ibes recordar a execaclo dos regulameotos
a respeito dos desertores ertraogeiro :
Constou-nos por diversos meios que a de-
sergo de militares e de recrataa da Italia para
i de beneficencia itiliana j instituidos em diferen-
tes paizes, a cooperando e ajudando para insti-
tui;ao de oalfos iovos.
Em todos o pare onde o reino* da Italia eal
reconbecido os cnsules d'el-rei derem fazer re-
moller, peloa ofliiiaes consulares dos antigosgo-
vernos italianos, is archivos e os pipis dos seus
consulados.
! Antes do reinoda Italia aer proclamado, mui-
to offlciaes eaniUares de S. M. estavsm costu-
madoa a insereverno registo dos seus nacionaes,
oa italianos das iirersas provincias aos quaes
concediam prqleciao.
Esta praticf deve naturalmente ampliar-se e
tornar-se le em odos os consulados ; por con-
aequehcia oa ifaliinos, qualquer que seja a pro-
vincia a que prengam, devem iuscrever-se no
mesmo registro en cade consulado.
A mesi
em bruto ou trabalhados, e as differeotes especies
de tinturas.
regradeve observar-se paraosregls-
vil, das sesoes a para todos os ac-
o consular, Nio ae deve all fa-
i partes da Italia, mas a
, lato formando ama s
naci. Bata regra ter alm disso a vantagem
con.!SrT,r ordem na expediclo dos negocios
do. Pa- woMrrajr, a* buteas.'
.i.0rfMor,,,r1 aquif" runcM de ordem mais
elevada que slo conferidas aos auu obervancia doa tratados commerciaea, para os
iqteresses da marinha nacional, para a admi-
nistraQo da jtiatiqa nos paizes onde os tratados
Por um lado pode levar-nos a compliesgoes ioternscionaea dio aos consoles urna juriadiccio
e efectivamente o governo Ha- contenciosa pelas estipulaces "entre os nacio-
a Suissa, tem considerevelmeote au

^.. .uivi punios
contra appolo e animacio.
Eata circumalaocia offerece
tes. que qaeriamos
slvel.
a^ft
uissa en-
inconvenien-
prevenir quanto foase pos-
18
se celebrar urna missa 'fnebre por aquelles qu
morreram na csmpanha de 1860, e nesses offlcios
slo tambem convidados a tomar parte oaofficiaea
de todas as acmas, e os empregados militares, os
quaes se achario s 9 horas e 3 quartoa na igreja
indicada, nos lugares que lhes forem designados,
c No mesmo dia, as cidade onde existem
guarnices, o commandante da prac.a tomar*as
medidas oecessarias coojooctamente com a auto-
ridade ecclesiastica para celebradlo da missa
com o mesmo fim, qualdeverio atsistir as tro-
pas de guranlo.
c O pro-mioistro,
F. de Merode.
internacionaes,
liano chamou a nossa aleoslo para estesssump
to. Examinaremos o negocio de mais parlo, e,
segundo as crcumslancias, adoptaremos medidas
ulteriores, Mas os fado que j teem chegado
ao nosso conbecimento sao' de tbl natureza, que
podamos dispensar-nos de vos convidar e em-
pregar no nosso territorio todos os meios que
poisam favorecer e facilitar a desercio das tro-
pas italianas.
t E' verdade qae a recepclo e a tolerancia dos
desertores depende da livre apreciadlo dos can-
toes ; mas nio o podem fazer aenio debaixo da
sua propria respoosabilidade.n cada cantao tem a
responder por si, como j declaramos na nossa
circular de 14 de feveretro de 1859. acerca doa
Heimallos. Por va da regra, a melhor cousa
que os cantes podem fazer, ser repellir sira-
plesmente os desertores
naea, e para aa medidas que devem tomar-se em
materia de succeasio.
Estes actos que por assim dizer, resumem toda
a vida social e civil, abrem um vasto campo aos
agentes conaulares de S. M. psra auxiliar os
seus concidadios, secundar a sua actividade, de-
fender os seus direitos fszer-lhes obter todas as
vantjgens possiveis, e, em urna palavra, para fa-
zer com que, apesar da distancia da patria, sin-
tam continuamente anua presenta pela sua pro-
teccio e benevolencia.
Para bem preencher estes deveres, os agentes
consulares encontram regras certas na lei de
1858, no regulamento e as instrueces de 1859.
Estes documentos sao os fructosdu una longa ex-
periencia e de um estado profundo, formam um
dos cdigos consolares melhores e mais comple-
e refractarios, por isso tos que se conhecem na Europa,
que, de contrario, aquella gente se achara por Todava podem all existir aida algumas im-
l^VUJ!.m,'nunia^os,5oque-lorDar",ua Perre'Ses- Amudinca das crcumslancias pode
existeocia multo precaria, e cujoa inconvenientes trazer a necessidade de sddiciooamentose de
aerao para ellea do futuro anda mais considera- mudangas, como j ae recooheceu pelaa tarifas.
"";?." "em ^"'..PSoea a ests regra Agora esliidem aa reformas|que devem iotrodu-
em certos casos e por motivos de humamdade, o zir-se n'esta materia : os coayles de S M de-
canto nisso iuteressado s deve faze-las sob sua
responsabilidade.
Quando as aatoridades de polica man-
darem para oatros cantes individuos que slli
chegam, do que temos provas, resulte para
os outros cantes um encargo qua nio podem
sefTibrigados a sofTrer, e Dio podemos deixar
dejlheaaconselbar que mandem de novo easesds
sertores para o canto donde lhes vieram. >
Escrevem de Roma ao jornal a Italia :
nado morte pelo aasaasinsto do guarda pontifi-
cio. Sao osles espectculo de que fajo sempre.
Has obtive algumas iotormaces que vou trans-
millir-vos.
O condemnado resisti at ao Qm s instan-
cias que Ihe fizeram para a coofissio. Aioda asta
manhia ssete horas e meta se empregaram oo-
voa eaforco. Respoodeusoltando maldices con-
tra o governo papal e eapecialmente contra os
gendarmes I Parando so p do cadafalso. rol-
tou-se e diste : Canalhaa de gendarmas I idea
ver como se morro I Eslava paludo, mas con-
servava energa.
Quando rolou a cabera, o carrasco segu-
rou-a pelos cabellos e moatrou-a ao povo ; de-
pois collocou-a entre as duas perna do cadver,
cando expesta por algum tempo.
Escrevem-nos de Turin :
c Temos delslhes autheaticos sobre is ultimas
operages dirigidas contra os reaccionario :
< Sebbado, ia 4 horas da tarde, lomaram-ae
as dispoeicdes para cercar ao mesmo tempo esta
longa cadeia dos Apeoioos, onde se tinham re-
fugiado os sslteadores. Prximo do mosteiro de
Montevergine eslava reunida ama columna de
tropea da forca de 4:000 homens. tendo por ba-
se do operacoes os campos de Mergogltano e de
Sammorita.
i o Em Mooteforte, um forte destacamento acha-
va-se prompto a apoiar o corpo principal, e a
operar directamente sobre as montanbas do lado
do norte.
De Mooteforte Avella, am grosso de tropas
oeceupa va o terreno, e duas groases columnas esta-
vsm postadas em Megnaoo a em Bojioo, promp-
tes a correr a qualquer ponto ameacado onde o
aau concurso fosee necessario Toda*a tropa re-
unida em Avella, onde eslava o general Pinelli
com o seu quartel general, estar dividida em
tres columnas sustentadas por artilharia.
A primeira reunida prximo de Cambimbo,
apoiava a de Msgaano. A segunda, disposta era
CIRCULAR DO BARO RICASOU.
Turim, 10 de setembro de 1861.
Quando a benevolencia de el-rei me cooQou a
honrosa tarefa da direcgio dos negocios estran-
geiros do reino de aples, am dos meus pri-
meiros desejos foi dirigfr-me particularmente aos
sgentcs consulares de S. M. para lhes expor os
meus seotimentos a respeito da missio de que
esto investidos, e do concurso importante que o
seu zelo pode prestar ao progresso e prosperi-
dade do nosso psiz, Comquaolo distrahido ain-
da por numerlos e importantes cuidados, nio
quero comludo deferir mais orna communicacao,
que espero ser accolbida com os meinue seo-
timentos com qae dictada.
Os grandes e felizes acontecimentos em conse- contrsdos em toda a parte do mundo,
quencia dos quaes a Italia se acha de futuro reu- Neohum paiz se acha em eoodices msis favo-
mda em urna mooarchia nica o nacional, abrem reveis do que a Italia, para oblar um commercio
in!*w? rf.1,i?V.|,a n0?' e Pra"fm dUer laeraUv-o, e para lar urna marinha florescente.
2?m a. e 6 de aC.??.0, .M" aoB" I Ba,ta ,aoSar um olPe a8 Tiau P" admira-
mentam os deveres e a responsabilidade daquel- vel posicio da Italia, para aa condices privile-
fr?" i0"*?-"f 8i, maQa,l oe un" 8 KS6- tZ^V de defe?er i,0,er8,se8 da *"es ** all0 deslino,8, que ella pode eT
tuna, e de concorrer para o deaenvolvimenio doa ve aapirtr d'eua lucia pacifica de prodcelo e
"itUfCur8.01' i.i *lroc*' am 1n8 nacoea empregam tanto ar-
Uma parte muito importante desaa missio par- dor e emulacio, e ond cada conquista se torna
agentes consulares, e nio dundo um beneficio commum.
verao, no exercicio das suas fuocgoej, notar cem
o maior cuidado os inconvenientes a que possa
dar lugar ou ama disposiclo, oh urna lacuoa
na lei consular: as modicasoes indicadas pela
pratica diaria do sertico deverio indica-las ao
governo do rei em relatnos especiaos (series se-
paradas) nos quaes claramente ae mencionara e
demonstrem as faltas reconhecidaa e a maneira
de aa remediar.
A parle em que a interrtacio dos cnsules
pode aer de maior utilidade para o paiz, encargo
que especialmente lhea incumbe, nio s vigiar
eom atlencio sobre as relacoes commerciaea, e
protege-las, mas prioeipalmeote esclarecer o go-
verno do rei, a respeito de todas as materias que
tenham relacao com o commercio, industria e
marinha da Italia, foraecer-lhe informacoes cer-
tas, aflm de que possa coovida-lo a provocar o
desenvolvimeoto da insdostria, e dsr urna boa
direccio actividade doa particulares.
Reunida em um s estado, a Italia chama-
da a renovar easea lempos gloriosos em que o pa-
vilhio/ilaliaoo era a bandeira da civilieacio, do
trabalho e da riqueza, e onde os productoa da in-
dustria, daa arlea, do genio italiano, eram eo-
lence aos
que elle empregario zelo constante e inlelligen-1
te no cumprimeoio desse dever.
J nio sio os representantes das diversas frac-
coea da Italia que, com diversos nomes e sujei-
lo a formulas differeotes de governo, do exterior
o triste teslemunho das noisas iofelizes divisos.
Os agentes consulares de S. M. representam to-
da a Italia. Este penssmento da anidado da pa-
tria deve presidir a ana conducta, e manifestar-
le em todos os seas actos. Sem nunca se affaa-
tarem da moderacao e do reapeito da digoidade
doa outroa, que sao exigidos pela justiga e pelas
conveniencias, devem elle procurar que o nome
da llalla seja sempre am trbulo de coosiderscio,
de seguranca, e de reapeito.
Collocada, por eaaim dizer, na passagem da
Europa para o Meio-dia e Orienta, eatre dous
mares que pera em communicacao aa partes
mais vitaea do mundo, com um immeoso desen-
volvimeolo de coalas, um grande numero de
portos, seguros e populosos; favorecida por um
clima suave e temperado, por umsolo frtil, a
Italia possue todos os elementos de urna gran-
dissima proiperidade industrial e commereial'.
pode conquistar urna parte considerael nos
eommercios da Europa com aa oulraa partea do
mundo. Desta maneira quando a magnifica
empresa do Corte do Iathmo de Suez (irer ebe-
Sado a um Bom fim, a Dalia poder tornar-ae
m dos principies intermediarios do commercio
s.
Alesnsario este m, exercendo pelo seu exem- earopeu com aa Indias, China e Dceaoi
pa. pela sua maneira de proceder, pelos seus \ A estes don naturaes ajuotam-se as vai
CODseibos, e pelas suas exhortares, omalofluen-' que Ihe aaaegura a auTlegtslacio wmVafouT
ftW**. I*.**** Mfigo eaUhalacidoa o. progresK^qae Europa a ^liw'cau
fSH^SLV^^tlJSlt -f8'*1 "* eb- pratica do verdadeiros principios da eionom.
lar a eatima e a ympalhia doa povoa entre oa politice.
quaea reaidum. Quanto maior for a patria, tanto O espirito vasto que deu lio poderoso impulso
3^^."Sr^?rS!lMr.dir Jta" 'aiQdapendencU 1 pairii. laigou, conridanS
!!!? l^?".ni "?'. ",enor- aa.nd6 Itoda$ u naSa parte-loa productoa, e a
eiamplo o taipeUo pelas lu, osos, pelas o- coaeorsr aoa mercados da pennsula ite.lia.na, as
Eita ionumerac.3o,como alm disso reaulta da
sus_ differeo;a enlre as importares e aa exper-
tagoes, demonstra quo a Italia, rica, mas nao
tanto ainda quanto ae pode tornar, esti por ora
em um estado de enfermidade muito grande a
respeito dos outros povos para a prodcelo do
objectos manufacturados -que podem, por um
commercio lucrativo oos mercados estrangeiro,
augmentar a actividade e a bundancia no
paiz.
lato nio deve admirar-vos. As producQdes
industriaos nio podem fazer concorrencia s
mercadorias estrangeiras, se o consumo interno
nio fr bastante importante para alimentar urna
forte fabricarlo que permita produzir muilo, bom
e barato; se esta fabricarlo nio eiver desem-
barazada de toda a reairic;io poltica ou admi-
nistrativa, ou se Ihe faltarem os meios de trans-
porte no interior.
Ha apenas alguna mezes que a unidada poltica
faz cahir na Italia essas carrelras de alfandegas,
de visitas fiscaes, pesquizss de toda a especie,
essas 300 ou 400 leguas de linhas fiscaes inter-
nas que custavim caro, alimentaran o contra-
bando, toroavam difflcil ou impoasivel o com-
mercio, de proviocia a provincia,, e reduzio o
consumo aos msis estreitos limites.
Ainda Dio ha muito tempo que ae aubstituio a
liberdade e estas precauc,5essuspeitosas com que
-- *tvt*va 8a.c.u. (onravsm embancar n
desenvolvimeoto do bem estar material, temendo
ver espancar ao mesmo lampo um desenvolvi-
mento intellectuil e poltico.
E' assim que a prodcelo nacional se schava,
no estado de insufficiencia a que aa antigs di-
visoes a tinham condemnado, especialmente na
Italia meridional; assim que, os italianos nio
podiam offerecer senio um pequeo numero de
productos so consumo externo o que nos nossos
portos se viam muilas vtzes navios estraogeiros
ou nacionaes serem obrigados a partir para les-
te, porque nio encontraram mercadoria alguma
de exportacio.
Mas, podeodo os productos italianos contarem
futuro com um mercado interno de 23 milhea
de habitantes, sendo as manufacturas animadas
pelas facilidades que lhes di a introducto daa
materias primas, e das iustltuicoes do crdito,
pela exteosio dada aos csminboa de ferro e s
estradas ordinarias, pode eaperar-se que a Italia
chegar em pouco tempo a produzir bem, e a
precos convenientes, nio amente o que ha de
servir para alimentar o consumo interno, mis
tambem o que fr necessario para sustentar urna
exportasio ventajosa para os mercados estrao-
geiros.
Os paizes com os quaes a Italia faz boje ai
raaioree operares commerciaea, aio a Franja,
Inglaterra, Turqua, Russia meridional e Ame-
rica do sul. Os italianos teem poucas relacoes
directa com o norte da Europa, com os perigos
scaodinavos e com as cortes allomis do Bltico
e do mar do Norte ; poucas relaedes com o nor-
te do centro da America, com oa Indios, com a
China, Japio e Oceania.
Se una earta garantida de productos dsquelles
paizes Infflue aoa mercadoa italianos, ae, por
ejemplo, a importadlo dos gneros coloniaes
tao grande, oa italianos, em vez de ae proverem
directamente, e de irem orgem das mercado-
ras de qoe carecem, deixam a maior pane das
vezes s bsndeiras estrangeiras o cuidado de
prover a Italia.
O governo d'el-rei, ssbe que a prosperidade do
commercio e da industria, o melhor fundamen-
to de urna liberdade bem ordeoada, e para os
italiaooa, aera o meio indispensavel de compen-
sar os sacrificios reclamados pela completa eman-
cipacao da patria. Est decidido a nio despre-
sar cuidado algum, a menor disposiclo para ac-
tivar a produego, e o commercio do novo reino.
Para qae as medidas tomadas pelo governo, e
a direcelo e proteccio qoe baja de dar aos parti-
culada repousem em ama base certa, para qoe
prodazam os fractos qae esto nos desejos e as
necessidade do paiz, 4 preciso possuir ums col-
lecgo de documentos eslstisticos qae, de am
lado faga conhecer aa eoodices da navegado e
do commercio italiano, e do outro a verdadeira
situagao dos mercados estraogeiros.
Emquanto o governo d'el-rei proenra cuidado-
samente fazer reunir no interior do reino todas
as informacoes propria para estsbelecer com
exactidio as eoodicces presentes da industria,
do commercio e da marinha nacional, devo pe-
dir aos agaotes consulares de S. M. queiram dar-
se so trabalho dessaa ioformaces oo que diz res-
peito ao commercio exterior, cada um dentro dos
limites de sua juriadiccio, fazendo disto objecto
de am relalorio especial.
Indicarei aqui aa principaea queste s qae de-
ve satiafazer este rea torio :
1 Pioducjoes naturaes do solo no districto
coosular.
' Quaea das se productoa servem oa podem ser-
vir para a exportacio.
O prafo deasas produecea do paiz.
3* As manufacturas o productos manufactara-
doa, consumo interno a exportacio, qualidade
dos producios, custo oos portas do districto con-
sular, capacidade doa operarios, se 4 possivel
manda-Ios vir psra a Italia e porque eondtccoea,
quaes sao as principaea manufacturas e casas dou
commercio no districto coma lar.
3* luveosee machinas aovas iotrodazidaa
(ei ns agricultura, quar aas manafsetu-as cu-
jas vantagens aejam conbecidaa. Possibiltdade a
nftios de lar coubacimeulo damas inventos, bu
desasa machinan a modelos, a ia ha meio' de aa
obter.
4* Productos. Miriiigeiros, aaturaw ou mana
.. por qae
condices e quaes as vantagens qae se podem
a presentar para a marinha estrangeira, e eape-
cialmente para a marinha italiana.
6 A legislacio commercial em vigor no dil-
uido ; se ha prohibieres ou direitos equivalen-
te a prohibicea, e para qae mercadoria ; seso
respeitam e executam fielmente no districto con-
sular as estipulaces commerciaes entre o reino
da Italia), e o reino de qae depende o districto
consalar; se qusesqoer ootras nacoea sio ali
mais favorecidss do que a naci italiana, a quaes
sao aa faculdadea particulares de que gosim ; ae
a baodaira italiana gosa de favores, qae sio se-
jam concedidos a ootras.
No caso de nao exislirem tratados oa conven-
Qes commerciaes, postaaa ou consulares eom a
potencia de que depende o districto coosolar, sari
possivel obter um tratado e quie os principios
geraes ? r
Direitos d iwportacio e exportacio. Setlm
dos direitos de entrada, ha tasas inferiores para a
circulado e consumo dos gneros exportados do
estrangeiro. Quaes es direitos de porto, aocora-
gem, e outros da mesma especie, percebidos por
conta do governo local sobre os governo italia-
nos. Se algum direito desta natureza percibido
dos navios nacionaes da potencia a que pertanca
o districto.
As differeqcas qae existem enlre o direito de
porto pago pelos navios da potencia do districto
e os direitos de oavegacio qa alo percebtda* po-
los agentes do rei, dos oavios nacionaes por con-
ta do estsdo, alm dos direitos percebidos pela
autoridade local, e oa effeitos dessa difieren?.
Tazas de seguro$ e de commisses, qae ordi-
nariamente ae pagam sobre aa mercadoriaa do
districto consalar palo sen trauporte do logar de
origem para o porto de embarque, ae nio liverem
destino ; precos crranles dos frotes martimos,
honorario, alario, pagamentos que. de ordina-
rio, se irnpem ao commercio, nos diflereotes ra-
mos de trabalho a de ervijo commercial a prin-
cipalmente nos portos.
Quaes sao os pesos legaes, as medidas di-
oheiro legaes. oos portos do districto; quaes aio
as medidas permitlidas ou toleradas em virtud*
do uso ; redcelo em medidas e dioheiro do fra-
terna decimal [metro franco).
Leis locsea sobre a deeercio de marinheiros.
be ha oo districto coosular, emigrage estran-
geiras, e prioeipalmeote de italaoos, e como as
accolhe o gorerno local; quaes as eoodices em
qae ss acham os emigrados, quer em virtado da
lei e dos contratos, quer de tacto. Qae regras
cooviria adoptar para a sua seguranca e cern-
ala r. *
A nalureza desse trabalho, a aa numerosa in-
formacoes que elle exige nio permittem indicar
urna poca fixa para a sua remeaaa ao ministerio
Todava seria muito til (e nesta parta confio aa
actividade dos agentes consulares) qae fe-tees
transmitidos dursnle o primeiro semestre da 1881,
e que assim podessem servir aos trabaIbos da
prxima sessio parlamentar.
j lar
Este relalorio geral poder substituir i
do relalorio semestral do correle snao __
maneira os materia es que os agentes bou verteji
reunido poderiam ser utiliaados, acrescenundo-
Ihes o que for necessario.
Para uoiformidade e regulariiade daa intorma-
Qes, ser bom qae o relalorio geral tomo por
base de calculo o espaco da am anno at St de
agosto do actual. Para oa pontos longiqo, pac
exem po, pira os distrietos conaulares da Ameri-
ca, seria bom acrescentar aoa esclarecimeotoe es-
talisticos do anno. urna revista samaaoris daa
operacsa commerciaea verificadas dorante o anno
antecedente.
Se para reunir as materias necessarias para lar-
mular este relalorio, forem precisa slgaasaa aUa-
pezas ou iodagaeao de eacripturacio, oo L,
contulare poderlo faze-lo, laocando-aa ni
pesaa reembolsareis.
Peco-vos que a este relalorio geral juntis ama
relacao especial na qual se posta ver se oo fila
rentes trstados que regolavam outr'ora aa fena-
Ces commerciaes dos diversos talado.* da Italia,
eootiohtm algumas disposicoea asada va
do que as eoodices estipuladas polo govt
S M., e que s regem agora o r?remonto o ea-
vegtcio do reino da Italia oaa tutt reta ce oa na
o exterior; mas oio deveie osqaocor qoe na tra-
tados, outt'ora existentes coa o tladea ta Ita-
lia, aooexadoa aos esttdos de S. M.,
fado e de direito de ter vigor, e nio i
applictcio alguma.
O ministerio lera na maior canta o* ni-'trina
geraes, e os relatorios semeetraes que deverio
aer cootinuados, salva a exeepcio acaana indica
da. Far publicar os trabalho que Iba partearas
melhores e mais uleis.
Desta maneira, alm do aervieo quo areelam st>
seu paiz, os sgtnles consulares da S. M. terin d
futuro am meio de fazer apontat oa
i estimt publica.
Chamo a voaaa silencio para o ultimo
os coasules nio estio iovestidos de pedal
Uticos. Todava, sem sabir da eaphera tta ana ae-
Cio, podem prestar, uleis a importante* sarvicos
aos ioteresses polticos de sus patria. ^^
Espalhados nos prndpaes porto* do gUbe, po-
dem e devem ter o governo de el-rei a* ra i ande
dos acontecimentos que a* verificara no diatrict*
de cada am deltas, instruir aa opinidee e a* ten-
dencias qae se manifeslem, aa prneaocoa*
daa pelos diversos generaos, quer a*
desorden internas, oo a compucacoe*
Quinto a poltica, oa agentas consolare*
rio auxiliar consideravelmenie eem pasa i
formando-sa com aa instrueces qae Dka li
tranamittidat peto minutario, o* qae **i
no jornal official do reino, para rectificar o* aau.
contrato diario com oa principas* habita*** *
erroe e aa exagerac&es em qu* cahir a *
relttivsmente aoa actos ou s iotance*** |
oo de el-rei, e para guiar a opioiio dan i
cldadio.
Deverio especialmente tratar da tasac c*eni
hender que o governo de S. M. ''-^tlhtna* am
constancia para atilidade independantia Aa in-
lia, procura etttbelecer a aeguranca ia Italin
do mando a Hasta o do am foco coolio** d* cxltn**,
da diiteoses e de conflictos e qae ae trote <
Maerttr a Igreja do que oe sculos a* si Misa
humanas Ihe tem trazido da bul a 4* lt'giWaia~
lto bmqi dedicado i regiio catholica, tW
^r.___F


HBfe
mu
ARIO
^
HOVEMWO 1861.
peitoso par com sea augusto chele, 0,91 CUBo I la! o gracejo mais a menos liar*,
qaalquer wKro governo,
pavo calholico, teaa muito
independencia espritu.
Tere todo o cuidado deque e* consoles sejam"l ""?-l'pf4m om od ana idad,
succesaivamente informados d~
. porque por-
portantes de noaso pie,e das eeseociaea rea!
,;i,|4MWM de S^fe 3ei guala (orea ate-
te tuej fedefSte*-
roa feita frwcaameto coVteeer. setter.
e eadesejos do geeroo a I- re, tela -
ote aterrice contutor.
i carta de que daratna** ataba aJartate-
, tetafi6 louvores d.r-vo* pela exsctidio
ido que deposHaes ee^ palmelo dos oe-
> arraya, pH ateta WMfije arel, pelo
TaaaaMkancido tata a p*la (orina d Italia.
real Malta parte eaBtfdersrei coma um dos
neus" priocipaes e do meus lois agradaveU d-
mosse,-e-de portar a. beoevoterrcto de '8. M., os
beneficio prestados e aa recompensas merecida.
Peoo-^As uO aceites a eapreiso'd* miaba d4a-
tiaeta considrac,io.
Ricaioli.
[fontal do Pommcrcio, de Lisboa.)
PEUWaMBHCO.
MEVfSTI MI til-
Eaj WWM do conaelho director da iastr uccie
pualiea da tO da aiei passsdo,"fot Spprovada urna
Ara denominada jVetjd nulkodo praco-theorico
d_Tio*u franceza, da compoticio do Sr. Dr, Pe-
-regrioo da Silva, qae nella adjectivou-se ao y-
tema deOHendorff.
Nao tendo ni licio deste systcma ora lio pr-
conisado pelo lado pratico, alo podemos emittir
un juizo noaso acerca da referida obra, que alies
aioda nao vimos. Todava, oesta noticia biblio-
graphica servir-nos-hemos para complemento do
parecer dado pela commisso a que foi ella sub-
metiida; o qual pelo seu desenvuWmelo svp-
prir oque poderamos dizer.
CARECER.
k. commisso encarregada da dar o aeu pa-
recer sobra o Noto liethodo pratico Ibeorico para
ler, screver, fallar a traduzir ama lingua em seis
mezes, applicado ao (raooez segundo o liethodo
de Olleodorff, pelo Dr. Cicero Odoa Peregrino da
Silva, examinou com o maior eacrupulo a res-
pectivo autographo em tres volumes ; e entende
mente comprebendida e rigorosamente applicada
ao estudo dofnocez, para uso da quintos fallam
a lingua portugueza.
Ha muitos aunos que a commisso conhecia
por propria experiencia o melhodo do Dr. Ollen-
aorff para o esludo das (aguas vivas, e lamenta-
a que nem no Brasil nem em Portugal tivesse
apparecido alguem que, no ioleresae desla parte
esseoeial da ioatrucco secundaria, se eocarre-
asse de o por em pratxa em favor da ooasa mo-
ctdade. O Dr. Peregrino da Silva veio felizmente
encber esta lacuna ; c est co nmissao persua-
di que a adopcao do seu Novo Melhodo operar
entre nos a regenerarlo do ensiuo das hnguas,
ha tabto lempo deiejada as aulas do Brasil e ha
muito effectuada em quasi lodos os eatabeleci-
voentos Iliterarios da Europs. O* meninos, em
lugar de decorarem a iheoria philosophica para
lies fastidiosa e quasi estril das grammalieas
communs, aprenderlo sea tedia, e com e vivo
zoteresse que o progresa o excita oasprimeiraa ida-
des, aier. a traduzir, eaobre ludo a campreheo-
der e a fallar urna lingua estranha em mu pouco
lempo, sem oulro soccorro mais que oda alin-
elo sustentada para osexemplos que o professor
lh*s pora diaole, obrigaado os alumnos a dedu-
cir por si meamos as regias que oa ultima seccao
o curso Ihes serio demonstradas como leis era
cida urna das partea da grammalica, quaodo o
discpulo oas sec$oes anteriores j as tiver des-
roberlo, admirado da sua propria iotelllgencia e
do camioho que tem percorrido.
E'portanlo a commisso de parecer que o
Novo Melhodo de Olleadorfl applicado ao estudo
ds ogua franceza, pelo Dr. Peregrino da Silva,
sera approvado por este conseibo, aQm de poder
adoptar-so e servir de grammalica oas aulas da
provincia.
Sais do coaselho director daiuslruccao pu-
blica de Pernambuco, 10 de outubro de 1861.
Jos6 Soares de Azevedo. Antonio Rsngel de
lotres Bandeira.
Urna carta que temos sob os'olb.os, eacripta
a I do passado de Villa Bella, por pessoa que
nos merece a maior confian ja, por sua sisudez e
gravidtde, diz o seguinte :
O promotor Joaquim do Reg Barroa conti-
cua a destiogulr se por sua esa lucio e antmost-
dade poltica contra a actual situa'cao. Opposi-
cionists infrene, tem procurado lao;ar osger-
mens da desbarmonia oeste lugar, e chamar toda
a animadversao contra as autoridades locaes.
Bem que a sua neohuma importancia possa
produzir resultados graves ; todava, summa-
mente escandaloso e de pessimo exemplo, o ver-
se um empregado de pora confiarles do governo
portar-se de modo ipo inconveniente e hostil
contra o mesmo govero 1 fc.' verdade que a coa-
eilioco, de triste memoria, aulorisou por algum
lempo esse procedimenio ; mas nenhum governo
sensato, que cure, antes de tudo, de sua propria
coaservaeSo, deve tolerar, sob pena de suicidar-
se, que seus agenlea se porlem deslealmente no
cumplimento de seus deveres, tratando assiro
ana missao e a perfeita solidaricdade que deve
reloar em todas as escalas do poder publico.
Para dizer-lhe at que ponto tem chegado a ce-
gueira do promotor Bego Barros, basta que saiba
que, apreseoUnJo-se elle candidato por este cir-
culo, sabio ha das da comarca, sem licenca e
sem parle de doente, e l anda pela comarca de
Tacarai, ageilindo a sua eleico 1 E' poala ou
cabega ? j
Oa comarca de Garanhus obsequiam-nos com
o seguinte escripto, a cujo autor agradecemos a
respectiva remeasa :
a Garaxbuns 15 de outubro.
Urna feata do Jupy. Esboco caracteristieo do
seu proprlelario.Nova direceo parochial.
Casas e negocios de fesla.-Caravanas dos emi-
grantes.Paz e ordem reinantes.As noites e
noUeiros.O interior da capella.Aa turbas e
os prazeres. A ra das perdigos. Hissa e
ermio. A matriz de Garaobuus. O chique
do bello sexo. O pavor dos balees.O temor
das salas.Lec.Combinacoea dos sentidos
corporaes.
Crranla clamo,..
Eu.fui ao Jupy. Mas v"mc. nao sabe o que
se>a o Jupy, e anda menos urna festa, qae all
lia anualmente, na primeira dominga do corren-
te aez : pola bem, urna testa nao como ouira
quatquer 'dos nossos sertdes.
a Un nella (a festi) como ama pratica seguida,
e nao interrompida, de longos aonos : bellissl-
snoa episodios, seenasclassicamente cmico-bur-
lescas, peripecias imaginaveis, delirios impaga-
veie, coofusao inebriante, promiscuidade potica,
de cousas a pessoas; feitos heroicos, herosmos
desirttos, fro glacial sobre forjas volcnicas, ca-
lor defer! obra carnadas de gelo, estremeeimen-
tos sana terrsmolos, e tudo isio de eovolta com
omacircamspeecaoallemla, ama pledade lartu-
flea. um acinhameuto virginal, urna pureza ves-i
tal i atada bem !...
a E' aislo, 5 esta latente e mullipla contradi-
cao xa e bom, o bello, o sublime e maravi-
Iboso d festa do Jupy ; parece urna detestavel
baaalldade, e verdade; mas aisim e seoSo...
que diga quem l tai, quem sabe aprecia-lo, no
reveno, qoera st iniciado nes seus mystarios.
O Jupy i d bom I
O viandante, que partir da villa da Garanhuns
para a de 8. Bento hade deparar a 0 leguaa de
distancia, em territorio desta rilla com um pe-
^H*** P*dot eo arraial qoadri-longo conhe-
Cld2***r ** pelo nome de reioo encantado :
d *W' propriedade do capillo Francisco Ignacio
de Paiva, que o berdou doa aeus majores. com
todas as toas lendas etradicsSes, como una cru*
da familia.
Ven ao centro deste povoado ama excellen-
te pella, em a qual rene se na inteiior o
goao, e laxo, a belleza e aimplicidade.
a A sua inroeacSo a do Rosario deMariaSaa-
tisalia.
_*Hf-he do Japv sem dixr-rh aigumai
palawiwabt aeu proprietarlo seria eibocar
aa jandro iacompleto ; serla mesmo quedese-
wr bello navio, esquecendoo lema...
* ** dos oitenta, o capitso Ftaa.
ssss&vssur -,to ta-
TAJeTtL!Sl,'T, *** Midade bam educada
deowajwprirortff.com'qMi uaoae dte anoe-
matwaaM
Ve-lo porm com osda ana idad, cornos
migas, com os filhos e todos, que o proco-
ram pira admkar-se a sua affabUidade, carte-
aabia, poda er fea*! h
esa* honrado veHw asa t
tteaa devfe respetto mor e
a IfeitggLpor i ~
p)jnVaauiaianle ^ a vlferajaNaa)
tes o verh* da fraaqaeta. Ntn
a presenca da peasum, qm* oITl_
aa molmt da. lingua, uall que aearf
ata o que desejra brotar, lie o diz com a-
querh corsgem, e vigor, que animara aS cons-
cieoxiaa tranquillaa, e a almaa bem formadas.
cr Por portarla Trptscrjpal a
da Senhora do Rosariopassou asar parochial-
mente dirigida pelo rererendissimo vlgario de 6a-
raohuns, percebeodo o respectivo parecho deS.
Bento os emolumentos, que por direilo (he coca-
petem.
< Cinco ou seis das sotes de terem comeco as
novenas que serapre to feilas por noiteiros prin-
cipia a emigraco de povos, para u Jupy. nio
somente da comarca, e seus suburbios, como de
outras localidades, violo e triis leguas distan-
tes.
Quem nao tem all urna casa o sea primeiro
uidado edica-la, de qnalqTjeTtnartBPTfmo,
que est mais a mo: da folha da palmeira, do
junco, capim, tabiques, panno, esleirs, etc., e
dellas ha taitas com arle tal, que acommoda con-
fortavelmente duas e mais familias.
c Entao esse povoado, que durante um anno
pareceu urna habitago de morios desencanta-se ;
recobra vida o animacio taes, que mais se asse-
melha a urna praca commerclal, que a um arraial
de serto.
< Para alli afflue todo genero de negocio.
O logista, o taberoeiro, o ourives, o mscate
ou botarinheiro, os mercadores das tetras, os c-
vallarianos, trocadores, escramugadores, e pica-
dores, tomam o primeiro lugar na acquisicao de
materiaes para i conslruccdo das barraces.
i Depois ahi vem a turma dos violistas, gui-
tarristas, trovadores, jogadores, sambistas e men-
digos cantadores.
Depois anda : os camellos, os leoes, os ti-
l-gres (poucos) os Flumens Junius, ou ceqt dt ve-
lage, as camelias, as guies, (in magna quantita-
te) e as correctoral da praga vo lomando lu-
gar.
A alta sociedade quem por ultimo chega.
Tudo islo em movimento, andando, fallando,
gritaudo, cantando. Modo, gemen'do e chorando
um charivari infernal, e ao mesmo lempo......
sim, ao mesmo lempo bello, potico, arrebatador,
exthatico, encantador, horrivelmenle sublime, su-
blimemente horrive!, delicioso, eobebedante e....
muito natural 1... sim muito no caso...
Nao julgue porm Vmc. que se trata de urna
bachanal, ou dessas dissolutas, e crapulosas sa-
lurnaes de hrot lempos, nao sanhor; pelo con-
trario : reina em lodo lempo deasa testa eterna
nos agrestes, a maisporfeita harmona, apazim-
perlubavel dostomulos, sem que a moralidad."
publica, essa doozelta pudibunda, de olhares de
ooviga teoha sido cm seus ouvidos caalissimas
feridas de morte sbita!...
< Hs na fesla do Jupy o que ha em todas as
feslas popularesseus altos e baizos; mas nem
os sitos tocam as nuvens, nem os baixos attio-
gem os abysmos. O que verdade que desde
remotos (empos nao se v, durante a fesla do Ju-
py urna 6 desordera que soja misler intervir a
polica.
Brilhantes estiveram as noites, em que ful-
gurantes pessas de fogos artificiaos forana taca-
das depois de atacarem as algibeiras doa noiteiros
que, honra Ibes seja feitapintaram o padrel
(que quer dizer desempenharam.)
c O interior da capella esteva sempre magni-
fico, j pela grande e eacolhida concurrencia, j
pela decoragao, e goslo dos altares, j pela boa
execugao da orchestra ; maestro Jeronymo.
Pora do templo era ludo no vigor da pata-
rra profano, fora era urna noite de luar, era urna
ooda ioforme que ia e vinha, que eipregugava-
se, que lamba.... o que? Sim, as areias argn
teas das campias (deixe, que v) era um tufo,
um vulcao, um terremoto, com Seus lados agrs-
daCis, era urna brisa, que l fazia vergar tre-
mente donzells, que scismava com alguma cay-
porinha, ideal 1., tora., eran brincos, e folgares
cada qaal mais vivo, mais provocador... (de ri-
sadas) mais innocentes fura :
O enxamejcvmbe preparando o mel.
E as turbas animavam-se ^,'"1 vo'" "' *>--
modo cumiju uus sentidos.
Era bello rer-se l para urna ra chrismada
este anno, por perdico as tribus nmadas de
mimosas jupys, e os desgarrados beduinos var-
rendo cornos sabres gu-rreiros o caminho por
onde leve, e graciosamente pisaram essas oym-
pbas de osso sem carogo.
.< Ellai, e ellet formavam de vez em quando
clamorosas caravanas nesse aiido Sabara, que
por encantos transformara-se em habitagao de
fadas...
Essa phsnlastica morada
E' dos sonhos o paiz?
E' reino de oceulta fada
E' gruta aeria encantada
Oodo vagueiam boutis?
s margena do Jaboatio,
ou Beberie: faltan natas os
tas, os laocairoa, mais peli
bragos; fallam os Ernanis, Ni
Foseara, o aa foscas; faltara aa
doa saldes, eaaea que:
n'oscnt tiprocher ielle...,
Ui 01k
para o coo-
ttNOTW-
E
iWag
NHtta'tj^limiM MuaWHiiilM, a tit cali
. mn ni.l m.ita Am i-ntmtnm^ ea fl qP^'P. I
DO CO
RAT11A1
DElWJlfe^
o iza. so. d:
L a/*_ L* DB dd*3
Aa iavjTvraWlianha, reunidos oSrs
dos Reg, Bosso, Lemose8alva>ixj^arr.prel-
dente declaro! ofearla a sessao.
Foi lid a e afaaoada a ac aaatacedente.
SXPEDIESTK.
iim niitri^ ^1^ gaj^jr^iifiQ gg maii^aaimo tribu
opal, rtmiorito.-rater oa padriaha -rral-do coinmerclo oo*ar4Brlio. d n de outu-
"" bro W*mo pasaulo, ompairhaiido a lacia
Oll?0f,IDe^cinle I*6 ,1M M malricularam de
julBO 1 setembro do correle armeAccuse-i a
rafeefeoao atcWve-te.
ioi presente as cata$io offlcisl dospreetneor-
rroafleo 'du-frasa, da* ultimas 80BWnaf.--Areni
I tal *
Oulro do masmo, informando o requerimento
no qual Custodio Jos Peretra requeaaauJMMU a
mande abrir a ra que da airada do Paol val
ler ao centro do cemiteiio public paso flcar
desembarazado o transito, qae apecaa all obs-
tado por um muro pertencente a Ignacio Joai
Gouto, declara ser verdade o qae aliaga o sun-
i.-Indeflrio-
ndo em diaaoill i projeca 11 postara
a execugao daagso* aa^brada pela
ansa
"" com Carlea laafc Caasfetanaak aasretaaafea-
Italia, que fez parta a mesMMmaraaaVo, taasta
"'><> vencido, ataroa qp o taaaS popfM
Oh 1 qae noites
To mimosas
Graciosas,
To tafulas
E, lio chulas,
De brinquedos
E, folgaedos
De amores,
E rumores?!
Officiaram no dia da festa tres sacerdotes ao
altar, sendo o reverendisslmo vjgario de Gara-
nbans e celebrante.
Houve sermo ao evangelho, e dizem os en-
tendedores, que esleve menos mo. Apenas re-
corda-me, que o orador, em urna iovocacao a
Padroeira pediopara que os poderes do estado
nio esquecessem de ergaerem as nossas matrizes
abatidas, e de anxiliarem aquellas que se esli
conslruindo, devido isto ao zelo de parochos io-
cansaveis, e a piedade de poros eminentemente
calhoticos.
>
A lembrsnga nao foi extempornea; mais
querer V. Ss. enlromelter-se nos orgamentos
provideiaes da nossa digoissima? A matriz de
Garanhuns, que era abono da verdade urna obra
soborba, e a melhor, ou nica dos nossos ser-
toes, no sentir de muitos viajantes, dever car
parausada a falta de urna verba caridota, a falla
da urna lotera officiosa ? Se ella tem chegado ao
estado em que se acha deve-o em greuJe parte
piedade dos habitantes, e ao ardeote desajo,
qae tem o seu psrocbo de a ver concluida, tendo
o seu bolsiabo despendido para melhor de tres
contos de ris, sem urna esperaoca lisongeira de
reembolso, a menos, que o governo teoha alteo*
(2o a to bons desejos do revereod e a digoissima, no bienoio viodouro, consigne
alxuma verba em seu orgamenlo pare o meaos
ncar em meio esse templo lio imporlaote quao
necessario neata freguea, onde aa capellas ea
to pela maior parla deterioradas, e quasi inca-
pazos de, nellas aerem exercidos oa ofScios divi-
nos. E' verdade. que nao sao mal diapendidoa
os dinbeiros para orna exposigo de producto* na-
cionses ; mais seria to bem muila conveniente,
que c por esta zona despreaada tambem houveaae
urna exposigo de matrizes decentes para a exo-
Mfo do culto ; que os vigarioe o coadjutores ti-
vessem urna faazkiha maior do pao de-l do
fetim offlcial, e que nao ao precisaase somente
deita giatt para dar alguma iooroiago favoravel
em alguma diviaio de freguezia eleitoral; ora....
como eltou perdendomeu tempol Se al tiraram
o guisamento das malxueal...
Desculpe Vmc. a digressio, eu entro oa
questao.
O bom gosto com que aa senhoras de primeira
ordem j so vestem ; o luxo, e prego dos saos
alavios sao, na verdade para ver-se, e admirar-
se neatas altaras. ,
,. f**4 roloa aoga, essa traja* Barrozo j
l foi ; eu si vestidos, essa fasta da Japy, de
casto de uzelos mil rw.
< O pavor, qua twoam aa nossas palruias ae
erom Uvadas asa aeaeaa* pelos balef, late
acabou-sa, hoja t^so:
E' meora da algod*. >
mjm ella* Uaam
applicam o primeiro combinado com o segundo
a applicacao dw'*%, 4 epata nada menos
cusa, que um processo muitoTumoario, de
combinadlo com alg anra faca da pea la.- Adeos. >
No fea Mito jdetqui eaoalgoaotaa arla
noticias relativas A polica da Grvala a o esta-
do em que rio alli as coasas, sen que os dda-
daos paccos se jalgaem ieguros em sub vidas
e propriedade.
Hoja postea deriterie viuda daqueHes ledo*,
refere nos os clamorea horriveis que sa levanta
naquella freguezia contra o Sr. Vidal Pareira de
Metro, actual Subdelegado, auesurOPtOrlios que!
emquanto se oceupa este em pequeninas cousas,
vio as do vulW Bfceudo i margem, etn sunigo,
e por conseguinte sedadas com a auorisacao
da ImpooMaBe.
Segundo o que nos tbi referido dizia-se all
que o criminoso de morte Jos Soares estivera
doze dias homtslado m sOa casi; qieManoel,
Brago, criminoso de igual delicio e pr&essado na
villa do Bonito, sea trabarhador: Jue a 3 de
marco prximo pissado espancando Jos Igosaio
de Fontesa Lulzde Franca, e.distoquexando-se a
mal do offendido ao subdelegado, este a nio alten-
dera por er o offensorsu campadree amigo.su'-
bindo de pomo essa proteegio a que espancando
o mesmo Jos Ignacio do lia 11 de iulho pr-
ximo passado a (Tuno 'VolUlo de Frellas Leite,
fora a sua queixa desprenda ; qae finalmente
um tal Laurenlioo, criminoside morte em Porto
Caivo, exerce alli o innoeeife oficio de ladrio
de cavallos, passeia de publico armado de faca e
bacamarte, e nao se loe "vif s mos por ter
guarda-costas.
Nessas varias historial qualli se contara, oes-
sas attribuiges laogadas & :onta da autoridade
publica, parece que imposvel nio baver algu-
na cousade real; vito queas accowjes sem-
pre tem urna origem oa um faci a que ellas se
ligara, pudendo somente serque a este se deem
proporges mais avaolajada. E por isso con-
vm que a autoridade superar syndique a s-
peito, trate de conhecer deaas inipuiages, que
devem em pouco ser capitulada* em urna repre-
sentado daquelle povo ao goferoo, segundo no-
lo referem allm de que senda repugnante a con-
servagao daqoelle subdelgalo aos interesses da
justiga, seja devidamente ibstiluido por quem
comprebenda e desempenh o derres desse
cargo.
Remettem-nos o seguinte
a Bemdito dos homeor, o abeigoados de Deus
sejara os mdicos que a litulo dbannos salgados
tem enrequecldo as tristes e disertas ras da
obscura Olindaem brilhantes e alcatifados sa-
ldes de baile ; obde j se *6 o tnlho o encantos
de urna Psssagein, Apipucos ai Mooleiru na
grande afluencia de familias qie desta capital
para l tem ido, tomando assiro estiva e bella a
mtoha sompre lembtada e nunc. esquecida ci-
dade em que primeiro vi a luz d< mundo.
a Assim, mil louvores aos Sn. mdicos que
por sua parte taolo coocorrem para o seu novo
brflho e louganla.Um velho /Sfto de Olinda.
T AmaQnaa sooa sceoa no heatro de Santa
Isabel, um espectculo em beneitio da actriz a
Sra. D. Isabel Mara Nuoea de Olveira.
O drama escolhido foi a Gracale Dos, no qual
faz a parte de Chonchn, que dtsempenha com
gosto e graca.
Essa actriz, quena sempre sido bem recebida
donosso publico, desde que veio do Rio de Ja-
neiro, recommenda-se em seu aiounci*"ao pu-
blico que a galardona como vir merece.
E de esperar que. urna verdtdeira nchente
venha curar seos esforgo, e nnnir. fta. pramin
s fadigss thealraes. >
Teve hontem lugar no jiaco da cmara mu-
nicipal o sorteio des 48 juizes d fado qu tan
de comoOr a 5a sessao jio*r!a, designslaa pra
O da 1f^ Assistiram este acto o Sr. Dr. promotor pu-
blico e o Sr. presidente da cmara Dr. Angelo
Henrlques da Silva.
Por acto administrativo foi suspenso o Dr.
juiz municipal deCaruar Jos Mara Freir Ga-
meiro Juoior, a quem mandou-se responsabili-
sar pela despronuncia qae lbe argida con-
tra a evidencia dos autos.
No dia 6 do correte furam recolhidoa a
casa de detengiosomente 2 homeos amboa rres
e s ordem do subdelegado da Capunga.
o o.Dr6"u,eP0rt0t!uez Vijianla. sabido para
a. Paulo de Loaoda, cooduzo os seguales pas-
sageiros:Frederico Augusto Moreira e Jos
Antonio dos Santo.
Passageiros do vapor Jaguaribe sabidos
para os portos do norte: Alexandre Ferreir*
Caminha, sua senhora e 1 eseTava, Alvaro Cami-
nha ravares da Silva e sua irma, bacharel Joo
Alves Diss Villela, Jos Lufz de Brrros, Miceno
Codoalla I.inhares, BetoostISo Fabiio de Oliveira
Lin-.a, Maooel de Ottvatra Lima, Jos Fructuoso
Fernandes Vieifa Dtae, Joio Antonio do Nasci-
mento e Silva, Benedicto de Soma Reg, Dr.
Eduardo Leger Lobao, Dr. Melsiades Pereira da
silva, Dr. Antonio Marlinisno Lapemberg, o es-
cravo Protssio, Dr. Raimndo Mendes de Carva-
ho el creado, Dr. Francisco Atniotas da Costa
Barres, Firmino Luciano da Slsa Soares, Jos
Augasto Galvo Pires, Dr. Jos AveHino Gurgel
do Amsral, Clara Mara da Concicio. Augusto
Laalos de Aroorhn Gargia, Boza Francisca, l-
ente Rozendo Monteiro Lima, padre Manoel
Felippe dos Santos, Prancisco Urbaoo Pessoa
Montenegro, o escravo Mariano, Fructuoso Pe-
reira Freires, 8 escravos, Arretfdes de Paula Dias
Martios, Joio B. do Reg, Lutz P. F. e 1 escravo.
JesuinoJos de Freitas, alteres Herculano de
Lima Pires, Prandaco Alves de Moraes Castro.
padre Manoel Rodrigues Lim, Dr. Aotooio Ber-
nardino dos Santos Jnior, Dr. Ireneu Brasiliano
de-C e Silva e S criados Augusto Collin ds Silva
Rio* e 1 criado, Joio Damasceno Pinto e 1 cria-
do, Idalino Fernaades de Souza, B-silisso da
Silva Caldas, Thomaz de Araojo Lima, Vicente
Ferreira 6 Franja Carvalho. Joaquim da Costa
Lima, Luiz Ferreira Leal, Joio Luiz, Antouio
Lorrela da Silve, Caetano Delpho Francisco, Ja-
eomo Fixa, Antonio Fus, Antonio Ferreira de
Alcntara, Joaquim da Costa Seraflm, Senhori-
aha Mara doa Prazeres, cabe Jos Raimundo de
5nu" V *'*'"?* 3 eCTaT0S. Manoel Firmloo da
Silva, Lucidato Pereira Lima, Manoel Mendes
Leal, Dr. Joio Fernandes -Lima. Joaquim Lins
Pereira Lima, Francisco Jos Guimartes, Lula
Ferreira Nobre Pelinca, Jos Antonio Baptista,
Miguel Esleves Alves. Antonio Francisco Ramos,
Mamede. Domingos Miguel dos Aojos, Elias Fre-
derico deAlmeida e Atbuquerque, Carlos Eiteves
Al** 08*
aa-te.
DESPACHOS.
Um requerimeuU 4a FaferioU Gemes Pedrosa,
de 50 annoa de idade, cammaraianae da gneros
oaciooaea por groaao, aa cid4 do Natal, pie-
^ructa do Rio Grande do Norte, pedindo ser ad-
ml"i fiscal.
Oulro de Manoel Joaquim Duacte Guimaries,
satisrazendo o despacho do tribunal do 26 de se-
tembro ultimo, para o nm de ser matriculado
cooimerciaole.Como raquer.
Oulro de Jos Gongalvas Villavsrde, pediodo o
gistro do disirato de asa sociedade com Jos
odrigues de Carvalho. R*giatre-e opuMi-
que-se. 7
Oulro de Antonio da Moura Rolim. pedindo o
registro da escriptura de dissolugae de sua socie-
dade com Antonio Lua dos Sanios. Como re-
quere publiqu*-a.
Urna commur/lcagio dos Gscaee da moratoria
de Claudio Dube'ux, de nao lar asta dado cum-
priraenio meama.
Outra doa-roeimos, cooriodo um requerimento
de Claudio Dubeux, acoapashado de documentos
comprobatorios dos motivos que teve para nao
comprmanlo das clausula* de aua moratoria.
Volte aos fiscaes para venGcarem o balaaco e
cootas apreseotadas, a traierem ao tribunal, com
o resultado da sua investigagio, a sus opinio e
a des mais credores aobre o qua lequac o indicia-
do, sendo ludo firmado pelos fiscaes e cre-
dores.
Sendo conclusos os utos de moratoria de Bar-
roca 4 Medeiros O tribunal aosaeou os erado-
res Albino Jos da Silva, am ubsiituigao dos que
escusaram-se.
Um requerimento de Joaquim de Oliveira Maia
e Joaquim de Souza Maia, salisfazendo o despa-
cho deste tribunal do 12 de setembro do corre-
le auno, para ser registrado o seu contrato social.
--Gomo requer.
Oulro do4faoeel da Costa Lima, pediodo o re-
gistro-de uan procuuco que ajunla. Regis-
tre-ao-g
Outrtrde Jos de Azevedo Maia, pediodo cerli-
dio de sua matricula de commetciente. __ De-
s-lhe. *
Nada mais houve.
SESSAO JDICIARIa"M 7 DE NOVEMBRO
' DE 1861.
PRESIDENCIA DO SU. SR. DESEHBARCADOR
S0CZA.
Secretario, Julio Guimarei.
Ameia hora, o Exm. Sr. presidente abri a
sesso, achando-se prsenles os Srs desembar-
gad ores Villares, e Silva Guimaries, e os Srs. de-
pu lados Reg, Letnos, Bastos e Silveira.
Faltou o Sr. depulado Reg.
Lida, foi pprovada a acta da sessao antece-
dente.
Foi lido o officio de 4 do correte do Exm. Sr.
cooselheiro presidente da relacao, communicando
haver orneado o Sr. deaembargador Costa Molla
para servir de juiz em urna revista.
Foi assignado o accordio proferido ds sesso
antecedente oa anpellacio entre partea ;
A p pealan te, Jos Dias da Silva e sua mulher ;
appellado, Joaquim da Silva Houro.
PASSACESS.
Embargante, Bernardo Joa de Barros ; Embar-
gado, Joaquim Francisco de Albuquerque San-
tiago.
Do sr. aeseujuaiftan.,. Tii'..... c. >
bargador Silva Guimaries.
DISIRIBLigOES.
Appellaote, Joio Pinto Regia de Souza
pellada, D. Senborinha Francisca Vieira,
de Antonio Luiz Vieira.
AoSr. deaembargador Villares.
Nada mais ha vendo a tratar, o Exm. Sr. presi-
dente eucerrou a sessao.
las das Maagabairat.
K. 1^lA. II(kKaaiajaiajkatajMIai Baaikaa
de Mlrind.7rWuTTd7.-I
oaaa d aa*dbd aa 1 aaalar, ar-
readada nnualmal par........
>r*aitiea Mara da Gca-
Roa d Urgo da atoipaaa.
/
13.1D." Arteaa Ha r ia Coo-
caieao. proprieatia aaaa caaaT
terrea, arrendada aaasaaBaata
Roa da ladaira de MiaaricjrdU
N. 1.Irmaidade da fiaaliosima
Sacramento da matriz da S. Pe-
dro Martyr proprietari,
casa terrea arrendada i
te par.
dem 11.Manoel,
proprielario d
arrendada anoualmenle par......
N. 13 Irmaodade de Ifaasa Se-
nhora de Guieliii, pNaiaMMafe
de ama cata Urna, rtaaada
dem IB.Antonio Mara de Miran-
da Seve. psoerieteri* de asa casa
terrea arrendada aanoclaaenlapor
Roa {Nova.
dem 8.Jos da Silva da r
ca Viasoa, proprieUrio da
casa larrea arrendada anai
w m par.............................
dem 20.-Exm. aacqaez do ls-
da, proprielario de urna caaa lar-
rea arrendada aoaualaaBtoa*r...
(CoeOa
diapeajecto de peal i ia i uch a o
aeavMlo do goveroa da provincia, daaaaaado i a-
aar por officio de IJ da julbo ultimo, da ato
aaraaa oa proprietarlo aasaaraugidos i aceitar aa
apparelhoa Ia^erapreza Cambronne, entendeudoo
amo vareaoei qae sen So t> goieaa orna das
partes contraanles, ae devia adoptar as medidas
por elle indicadas no citada officio.
Cooiiouooo a disaasaio, foi iaasaieota sapas.
vado o referido projecto de posturss, anodou-se
pasear mpo, a recnaUeT com Acto aa Exm.
presidente da provincia pedindo a ana epptOTa-
S*o. ""
Tende ido approvado o projocta, a Sr, Mello
rz o seguinte raqoerimeato, que foi appro-
vado.
c fias compeniagao da graada vantagem qae a
P*Meato postura ooaaaVa a napresido, tornan-
do obrigaloria para todos, a adop(o. e emprego
do -aeu yeteaaa no principio do ono da 1864, fl-
qu sera eilailo o arl. 8 do contrato, qua ebeiga
as pessoas que empregarem o dito syslama a pe-
gasea) maia do que sil determinado no mesmo
contrato, caso o sumare de appatelhos embrega-
dos nao chage a doze mil, para que ae effecia
eata vantagem para o municipio, represenle-se
ao Exm. presidente a reapeito. afim de qua con-
siga do empresario a modificaeio indicada.Mol- (
lo.
O Sr. presidente Barroa Reg fez o seguinte i
requerimento, que ioi approvado :
Proponho que esta cmara mande construir,
urna pequea ponte eu passadico que atravesse '
4a liba dos Rstos para o Hospicio, sobre o canal
que enlra no caes da ra ds Aurora pana Santo '
Amaro, ficando essa ponto em frenle a ra do '
Deatioo.O vareador Barros Rogo, a
A" requerimento do Sr. lieotiques da Silva, \
delberou-se officiar ao Exm. presidente da pro- 1 ,c,bo de Ier D0 Dal cerreapoBdaacia
viocia. .pediodo provideociaase para que os juizes d* Villa-Bella, e publicado a> aeu Ditwim
de paz dos diversos dislrictos deste municipio Je> Pr 1ue oao ei bster-tae aaaa iavasivcaa.
ordenem sea seus escrivee que recolham ao ar- fagam os intrigantes o que qaa f
chivo da cmara, como aio obrigados, por forg- I valegam-se de todos os arda que
do art. 1 da lei de 30 de outubro de 1830, o lia [enUr. para molestar-me. i ng
vros flndos. honrara com a sua estima, qae a ai* ase
A' requeaimento do Sr. vareador irnla. man- '*re' da tinha de conducta que sae teoha
dou-se officiar aos juizes de paz deste municipio, a lusl cc-oaiato em cenfusadi-los a aipft la a
dizeodo-se que permilodo o decreto n. 2,833 de PUDlico vilipendio, quando elles ousam daateaatr-
12 do correte, publicado hojeao Diario de Per- [ se*.e despresa-los, quando a aemelbaaga ato aa-
nambuco n. 549, que os eacrivies de paz possam 'M*rno se envorvem oas sombras para ferir-sN.
lavrar escriploraa de compra e venda de escravos, Devo entretanto affiancar a lodos qaa
e devendo oa livroa serem rubricados pela cama- estas ''Dna!. que i falso, falaiauimo ledo
ra, providenciassem para que os meamos escri-
.."
/
Correspondencias.
Senhoret redo clores.Itto doa r
/
aaqee
naquella correspondencia se l s reapeito da Dr.
Joaquim do Reg Barro*, promotor publico da
Villa Bella, e dos mais amigos meas ati ra
lea e estabetecidos.
E se o correspondente pode provar qae i
ae tem meioa para mostrar em como a Dr. ateca
Barros nio nm funecionario releso ao campa-
mento dos seus deveres, inielligeato, e araae
digno ; se pede igualmente provar aa carne aa
outroa meas amigos nio sao bomeaa pehlcaa.
paia de familia houeatoa, fazendeiroa al
viuva
vaes apresenlassem na secretaria da referida c-
mara os ditos livrosaQm de evitar-se que aspar-
les soffram no san direilo.
Resolveu-se que de novo se officiasse ao Exm.
presidente da provincia, pedindo ae digoasse S.
Exc de dar suas.ordens para que ae Qzessem os
cenceos de qae precisa a panto da ra da Au-
rora junto a fuudicao de Chrislovio Starr, sobre
a qual j a cmara represenlou por officio de 15
de julho ultimo, sob o.39.
Prestou juramentp o capellio do cemiterio pu- ODe(J'eotes a leis. qae o faga, pois qae peta ka
blico. padre Joaquim Mauricio Waoderley. desafio e provoco.
Ueopachararo-se as petiges de Augusto Xavier Assim procede o homam debas, mis qaerer
Souza Foncecs, Antonio Pereira de Sampaio, ba- por meio de 'bellos diftamatorioa denegrir a ra-
charel Americu Fernandes Trigo de Loureiro pol*?io de hornees distloctos e oblar a

Candido Jos de Oliveira, Candido Jos Pereira,
Joaquina Marques da Confia, Joio Manoel Netto,
Pedro Rapozo do Amaral, Pedro Francisco da
Costa, e levanteu-ae asessio.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem, official-
maior a escrevi no impedimento do secretario.
Barros Reg presidente.Henriques da Silva.
Reg e Albuquerque.Reg Maia.Leal See.
Mello.
de am empregado que tem bem aervido, a boora
a sua classe, procedimento s preprio de ai
intrigante covarde e a todoa os respeitoe
presivol.
Publiquem, senhores redactores, estas liabas
do sea etc. etc. .
* Francisco Carlos Brniio.
Recite 7 de novembro de 1861,
r
nm**tm ._.i..me.t.d,deci- Ppbl'cacesLa pedido^
S^-.\'Ja?i!Si0Iite.0rli-f' Aos d'8ttos leilorea do ler-
da para anno dt 1861 186a feita -:_~ j:-*_*-.
para
pelo collcetor Manoel Jos d'Azeved
e Amorini.
MORTAXIDADB DO 1>U 6.
Luizs Mara do Espiritj Santo, Goianna. 14 an-
nos. solteira, Boa-Vista, astrias.
Joio, Peroambueo, 40 anooe, soltelro, escravo.
Saoto ADtouio. hydropesh.
Anna Joaquina doa Prazeres, Pernambuco, 08
eoooe, viuva, S. Jos, cerehrite cbronlca.
Antonio, Pernambuco, 14 mezes, S. Josfr. coo-
vulodes. '
Maria, Pernambuco, 6 oree, RSeffe, convalcSes.
Nicolao, Rio de Janeiro, 80 annos, aelteiro es-
clavo, Recite, degolado.
Venancio Jecintho do Valle, Peroambueo, 18 an-
dos, solleiro, Santo Antonio, taberculo bul-
m (mares.
- 7
Joaquias Ferpandes de Bou**, PrBimbtfco. 55
unos, casado, Santo Antonio, inflammacao
nos nleitinos.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 28 DE OUTU-
BRO DE 1861.
Pren'dcncio do Sr. Barros Reg.
Prsenles os Srs. Henriqueda Silva, Casariode
Mello, Barata, Reg e Mello, fallando sem causa
participada os mais Srs.
Abre-se a sessio, e foi lida e approvada a acta
da antecedente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Om officio do director das obras publicas, viu-
do da presidencia, para a cmara informar, no
qual diz o mesmo director ao governo da provin-
cia que a ponte denominada do Maduro, na 1ra-
vessa de Santo Amaro para Belero, acba-ae j sem
algumas estivas, ameacando prximo desmoro-
namento, e pede a S. Exc. loe explique se os
concerios, de que precisa dita ponte, devem ser
feitos pela cmara ou pela repartirlo seu car-
ro.Mandou-se informar a S. Exc. que, a ponte
de que se trata, tem sido sempre concertada pela
cmara, que em sessio de 30 de setembro ultimo
ordenara ao engenheirocordeadoruzease orearos
concertos a fazer se na dita ponte, e bem assim
em ama outra denominada do Rosarioho.
Outro do secretario do governo, eommunicanddH
de ordem de S. Exc, ter sido nomeado por por-
tarla de 22 do correnle o padre Joaquim Mauri-
cio Waoderley, capellio do cemiterio publico des-
la cidade.Queso comraunicasse ao administra-
trador daqoelle esUbelecImeoto e ao procu-
rador.
Outro da commisso do Instituto Histrico Bra-
sileo, communicando ter reaolvido levantar naj
corle uma estatua de Jos Bonifacio de Aodrade
e Silva, e erigir um tmulo, digno de seus pre-
ciosos despojos, accordou recorrer s cmaras
municipaes do imperio para promoverem subs-
criptos populares entre os seus municipes, vis-
to como o monumento deva ser feilo i expensas
do povu, fixando o mnimo e o mximo das quan-
tias em 18000 e 1M00O rs.
Posto em discussao, dellberou-se que cada um
dos membros da cmara se eocarregasse de pro-
mover por seus amigos e mais pessoas a aubs-
cripjSo, afim de que se realisa uma obra de tan-
ta honra para o Brasil, encarregando-ae tam-
bem desta coromluSo sos empregados munici-
paes, roandando-se finalmente officiar no mesmo
sentido aos juizes de paz do municipio, pedindo a
Sua coadjuvaco, bem como qae se publlcesse nos
tornaos.
Outro do subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, pedtndo houvesse a cmara de lbe de-
Clarar se Francisco Ramos da Cruz, com bote-
quim'na casa n. 3 ds ra das Aguas Verdes, ha
via obtido licenca para abrir o dito eslabeleci-
mento. Que se respondesse que a lei permita
que se abrara estabeleclmenlos ndependentes da
hcengsda cmara.
' Oulro do mesmo, communicando haver em da-
la de 22 do correnle passado pelas 2 horas da
madrugada na ra Nova o carro n. 26 com as lan-
ternas apagadas, o qdsl fura multado, e que aca-
mar mandasse arrecadara multa.Que ae offi-
ciasse ao subdelegado para declarar o oom daa
testemunhas qu presenciaram a infraccao, afim
de que se lavrasse, o termo de malta.
Outro do cidadao Antonio Nobre de Almeids,
supplente do subdelegado da freguezia de S. Jo-
aakl -Vl?8^ M*tB"' W ""- ""nuntcando aChar ss em exercido da sub-
edo. loa-VlsU, hepatHe.
Anna. Peroambueo, 1 anno, Santo Antoofo, in- tivo.-Inieirde.
terita- nt, a .^-.
delegada no impedimento do aabdelegado flec-
pl inflaeaota asalpats ds uma forfats sato de Antoei'piincisco'd Uma V Mello
B vardade q isa fastas do Jupy alo4u'f palaioaar.
MpeilsraaatoWas; aaaha a liberdade d vp- Araan, Pernambuco, 9 tonca
o na eseolba dt um braco lirre para um pstelo' patito.
-lo/Pernaml
qual pede para edificar uma meia-agua com qi
roa rabo- renta palmos de frente racolbida fia alinbamelo
v ... Rua & Porto Seguro.
W. I.^U. tiauuiua jeiuiua rausii,
proprietaria de ama casa terrea
arrendada annualmenta por......
dem 2Luzia Mara do Rosario,
proprietaria da um casa torrea ar-
rendada annualmeote par........
dem 4.Francisco Manoel da Silva
Guimaries, proprielario de uma
casa terrea arrendada annual-
menta por........................
dem 8.D. Joanna da Purficacio
de Jess Souza, proprietaria casa
terrea arrendada annualmeote por
dem 9.A mesms, proprietaria de
urna casa terrea, arrendada annu-
almeote por......................
Rua de S. Pedro Apostlo.
N. 8.Antonio Ramos, proprietario
de um casa terrea arrendada an-
nualmeote por...................
dem 17.Moaleirode S. Bento.pro-
prietarlo deum casa terreaarrren-
dada annualmeote por...........
dem 18.Antonio Joaquim de San-
ta Anna, proprietario de uma casa
terrea arrendada annualmenlepor
_ ROa de S. Joo.
N. 18.Padre Ignacio Antonio Lo-
bo, proprietario de ama casa ter-
rea arrendada anualmente por.
dem 22.Herdeiros do Deao Fran-
cisco Joaquim das Chagas, pro-
prietario de ama casa terrea, ar-
rendada annualmenle por.......
Rua dos Quarleis.
N. 2.Luiz Jos Gonzaga^proprie-
tario de uma casa terrea, aeran- '
dtda annualmeote por............
dem 4.Viuva de Aotooio de Pa-
du| Moraes Bomba, proprieUrio
de uma casa terrea, arrendada
annualmenle por................
dem 8.Aotooio Luiz Pereira Bas-
tos, proprietario de uma casa ter-
rea arrendada annualmenle por....
dem 9.Herdeiros de Maooel An-
tonio Coimbrs, proprietario de
uma casa torrea, arrendada an-
nualmeote por...................
dem 11.Os meamos, proprietario
de uma casa terrea arrendada an-
nualmeote por....................
dem 12.D. Antonia Maria do Es-
pirito Sanio, proprietaria de uma
casa terrea.arrendada nnualmen-
to por.............................
dem 15.Manoel Rodrigues, pro-
prielario de uma casa terrea ar-
rendada annualmeote por.......
dem 17.Justina Mara da Concei-
cin, proprietaria de uma casa ter-
rea, arrendada annualmenle por.
Roa dos Quarteis.
N. 19.Francisco das Chagas Sal-
gado, proprielario de uma cata
terrea, arrendada annualmenle
por................................
Rua do Bom Suoesao.
N. 2.Jernimo Joio Pinto, pro-
prielario de uma casa terrea ar-
rendada annualmenle por........
dem 8.Manoel Jos Corris, pro-
prietario de ama casa terrea, ar-
rendada annualmenle por........
dem 9.O mesmo, proprietario
de uma caaa terrea arrendada an-
nualmenle por....................
dem 10.Fraocisco das Chagas Sal-
gado, piopxietario de uma casa
terrea arrendada annualmenle
por.....................,..........
dem 15.Viuva de Manoel Pinto
doa Sanios, proprietaria de uma
caaa terrea, arrendada anoual-
o anela per........................
ae Meta 18.Mosteiro de S. Beato,
16S000
ceiro districto.
O absixo assignado Oslara qaa afta
candidato deptUacfto provincial,
cordealmeote os aeua raiga* eoaSjavacao aaaa
lbe preatarara.
fteato a aovacabro da 1841.
AfoaoeJ do Reg Marras 8.
*
V
120*000
COMMKJRCIO.
Novo Banco de Pernambuco.
1209000 O banco paga o 7* dmdendo de lf
. por acqao, rea Lito ao semestre ntlo
72J000 em 31 de agosto prximo passado.
72,000
3009000
609000
A directora oa ato^aitoj \9m ,
marear o praso de 30 dias para a racalhiaseaa
daa Mdulaa de 20*000, fiada as qaaea atarte
[ sujeitas ao descont mansal pragtaaaiva da la> (yo)
de eonformidade com o decreto a. Sjfita la Ma
, outubro de 1860. Recite 10 do outubro da IBM
i O secretario laurino, Luiz, da Me
reir.
6O30OO
72JOO0
96*000
60SO0O
729000
1089000
369000
Rendimentodo dial
dem do dia 7 .
Moalnaento las !_
Vola me ntradoscam t zondas..
* o sata generas.
Volamos ahidos
>
toa meadas..
coa gene ro..
>
Jos, bemorrbagia da rua cento e trinta e
i, Bos-Tlft, he- nieriBcon?ffien
sedeo-st.
ente m se permitlir.Coo-
361000
36J000
307000
489000
369000
1201000
489000
48900D
369000
601000
proprielario da uma casa terrea,
- ....i arrendada anualmente por......
tiatoi palmos na estrada Jdea J3.~Ato*odrina Gomes doa
Saatoa, proprieUrio de sos casa
terrea aritodada anaoalmente
POr iMIIUlMIltintlHMlMUIM.
Desarregm hoja 8 da novembro.
Barca nglezsNevrtertenbaealbe.
Brigue portegaezVisjiatoexeita.
Rarca ingiezaSerapbioameroaaariaa.
Barca fraaoeu Jeaa ParmaHercarvio.
Hiato brasileiroDum Laizaehartrae.
Pataebo mericnoCommercefarinha 1
citorias.
Patacho americanoL. C. Wattsfaz.
teda da Litaa-
Pa-
Barca ingieza Serapbioa,
pool, manifestou o seguloto :
50 barris maoteiga, 4S fardos e 11
cidosde algodao, 1 dito dito da late, 1 dito
10 de la ; a Saundera Breltets A C
50 barra maoteiga, 50 dito* baate 1
c*ixaa preauntoa, 13 ditas 34 lardee
algodao ; a Patoa Naab ti C
50 barris maulis;, 1 JO barricas
trigo, 15 fardo 46 caltas teetdea 4
1 dito poruees de ewripleria; t Jo
ter & C.
25 barris manUiga ; a Fraaeisco Comea da Ott-
veira.
105 barricas, 60 feixea a 1 saixa fsnstaaaa.
ditas leitoa de tetro, 1 dita atocadt
cas enobadaa. 1 caixa phoapterea, 19 ditos
photoger, 2 ditos e 12 harrtoas eaadtoiraa,
e vidros para oa ditoa; a S. P. Jeaastoe 4 C
6 caicas pbeepteraa: a Mella Late A C.
21 barrica* ferrageoa, 4 ditoa vid roo, 4
martellos, 3 ditoa piceas, 1 dito
cordio ; a Viaeos k C
1 caixa ; ao Dr. Cato;
10 raaos pastea de corialte;
Ponte.
1 caixa tocido de algodao ; a
1 dito raupa a E. Fantoa.
16 barra presea :. Bette .
500 barriaaa torio ba de trifa. 1
3 ditoa tocido da alaadfte, 14
tote lz peca de ladate; a
1 caixa obieetoa deaMlaa, 1 .
1 dita tecidoa, 2 caixdet area ; a
boaa. 1
. 3"i^e4fxdesiatUesd
Iron Rookar.
1 dil liaba dtalgedaa ; ai. A- M. Bata A C.
31 fardos tocido de algadle a J. B. da faa-
4B90O0, aect Juozor.
gritos dito dii iC.
del4 Va
411000 de arrio-; a SoalteU MeUert A C.
cauaa to-
ldttod-
leperaa.3 /
tocadaa da
J. .
: /.
u


tu*** f*Mtft*** ^fc^tt* WiWIF'WKt,
So,
aat
SOCO!
lio
i; i.
i d al sodio,
nueffiil;
e.
41 fardo o 6
masteliaas, 5 d
Latham.
7 ciias vinho, S ditas agosrdente
a B. A. Ryder.
3 caitas 1 velu
caitaa tacido de al
objectos para chap
caitas de (landres eeweoreftnoisetc. f a
ler & G.
10 barrisa*jrtjermelho; a B. F. de
1 caita malefas, 1 fi
e 49 caixaa tVwdfts de f
60 caixaa folna.de das
pronos parar velas*, t cw
A*(lejr4tG. m
1 caita chapaos de sol de algo dio ; a D. P.
Wild & C.
caixaa bolachioha. 50 barris manteiga, 53
caitas e 37 (ardos tcidos da algodio ; a Adn*
son Howie & C' A
2 eeitee tMtaabinha; a J. F. La.
S dito toad 4 altada, 1 dita dito de li ; a
A.C.dvA.
33 f*r4a tH cato* acido de algodio ; a H.
Giban o.
- Uliiffl^l dito de li-
nho, 1 draPcefWi I^pn>ax6>
4 caita lacado,de Una i a. Biabar & C.
2 ditas btate lvotum ponte; a W. Row-
linaon
CO (olhaa de ferro, 1 barril carne aalgada, 1
caita eSaitos (tricados : a C. Star A C,
Diversos roiames rom amostns; a diversos.
itJmr. 8 ." : ..-m. i ,nrf
.xlii j< Dia id* aevemoro.
Barca iagleza Favorita, para Liverpool, car-I
,e8o"l?al Matlora k C. 78 saceos caaa 411 ar-
robas de algodio : Paln Nath& C. 101 saceos
cosa 4*1 arrobas da dita.
Brigue iagleivFolly, para Liverpool, carta-
gara m:
Pateo Nash k C, 150 saceos com 750 arrobas
do auuoar.
Barca ingleza tWreath, pata Liverpool, car-
***vmf&?.i'
saauntttts%
Paula Baplista.
;o Lesea.
Antonio
ixa. Freawezia de M
'm. W&&U+wla!fa
iy & C. Jos Rodrigues Psos.
os Afogadoi.
va Barroca.
rque SI.
Medeiros.
da Muribeca.
i;obum
'I nsn
rafaram:
Sauodera Brothers <& C, 600 saceos com 3,000
arrobas daassucar.
Hecehedurls ais rasadas Internas
ceraes de Pernamboeo.
RBdaW#osl8,4. |:MBfSU
*'......: ;
7:279152
bWb*de
i I
Consulado arovlnelal
Rji liman to do dia 1
dem do dia 7 .
a6
9:5801971
1:057|365
10.1161336
MoTmento do porto.
Navioi cnlradoi no dia 7.
B. Paulo de Loaola20 diaa, bngue portugaez
Vigilante, de 258 toneladas, capilo Jos Joa-
quim de Freitas, equipagem 18, carga 60 pi-
pas de azeita de palma ; a Thomax da Aquioo
Fooceca.
New -York57 das, patacho americano L. C.
Watti, de 173 toneladas, capilo Jenkios, e-
quipagem 8, carga 1344 barricas com farinha
de trigo a outros gneros; a Henry Foster
& C.
Phiiadelphia 38 das, ketch americano Com-
ra.tr ct, da 174 toneladas, capitio I. Barnes,
equipagem 9, carga 1171 barricas com fari-
nha ,de trigo e outros Iganeros'; a Henry
Foster de C.
Terra-Nova26 das, barca ingleza Olinda, de
253 toneladas, capito Robert Harken, equi-
pagem 12, carga 2975 barricas com bacalho ;
a Saander Brothers & C.
Vatios tahidot no meemo dia.
Canal pela Para h ibabarca ogleza Mar y Ann,
capitio James Bruford, em lastro.
Canalbrigue inglez Syrem, capitio W. B. Cus-
tard, carga assucar.
Portos de norte vapor brasileiro Jaguaribe,
commaodsate Msnoel Joaquim Lobato.
Para peses barca americana Mary, capilao
Tompson : suspendeu do lamario.
o> ea a. a o h Eerae.
<"* s?. = I 3 fr B ora m 6
^i.linirjsp'.WT i* O
S V W Direeeo. aa Si H e ce oa n
w e 3 "t i O 1 Inttnsidadi. 1
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I Canjrado.
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I ffyoromelro.
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| Cisterna hydre-
mt trica.
^J -J -4 -4 -J
g SJ S p 3 Fraacsx.
ao *.
S
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i /'njii.
Jos Rodrigues Pses
"FWgnwta detJobeatio.
Bada dr Caal AJbuquaaowa.
r. Faitae da Soaua Laso.*
noel Pilippe de Souza fiaio
Ireoen Coelho da Silra. ^
F^lix Joa Pisto.
Fregosla de S. Lourenco da Malla.
Sebastiao Antonio da Millo Bago.
Jos Ferraz Daltro
A todoa os qoaes e a cada nm de per si, beru
como a todos os ioieressados ensgeral, se coqt-
ds pars comparaosraan no primairo andar da
casa em que fe i adrifl. ia aaia das sessoes do
jury, tanto ao referido dra -e hora, como noa
mata das aegaiotes, emqoaoto dorar a sessio.sob
as penas da lei se hitaran.
E para que chage a noticia a tadoi, snaadei
r o praaenl que sari lido e afiliado noa lu-
gares aaaia pobtisoa, e publicad pela imprensa,
Uaabam remetter iguiea aoa tabdelegados do
aatma para publica-los, a mandaren faser as
notifleacas neeesssrias aos jurados, aoa ipa-
dos a aa teatemnnhas que se aeharam as saos
distrietos.
Recite 7 de norembro de 1861. En Joaqnim
Praaelsea d> Paula Estevas Clemente, eeemio
da jury, e abaerevo.
Frnci*o de raujo Ttorro$.
O Illm. Sr. inspector da ibesouraria pro-
vineial, ean eumoriraeoio da reaatvcao da }unta
dafasenda manda faier publico, que a arremata-
?ia doa raparos do quartet do corpo da pelleta
oi transferida para o da 14 do corrale.
E para constar se mandou affixar a presenta e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoursris provincial de Pernam-
buco 7 de norembro de 1861.
O secretario.
A. F. d'Aonuncleeio.
O III. Sr. inspector da Ihesourana pro
vincial manda facer publico para conheeimento
doa interesados o artigo 48 da lei provincial a.
510 da 18 de junho do cerrante anno.
Art. 48. E' permitlido pagar-se a meia siza
doa eacravoa comprados em qualqne; tempe an-
terior a data da presente lei iodependtnle de
revalidaco e molla, urna vez que os devedores
actuaos daste imposto, o facam dentro da exerci-
cio de 1861 a 188B, oa que nao o flzerem Oca rio
aujeitoa a revalidacio e multa em dobro, sendo
om terco para o denunciante. A tbesourara
fara annuaciar por edital nos primeiros 10 dias
de cada vez a presente disposicio.
E para constar ae mandou affixar o presante e
publicar pelo Diario.
Secretarla da theaouraria provincial de Per-
namboeo 8 de julho de 1861.O secretario,
A.F. d'Aununciaco.
De ordem do Illm. Sr. inspector ds inesou-
raria de fazenda deata provincia ae faz publico,
qae a arrematacio de um sellim usado com es-
tribos de prata, urna briJe com alguma prata, e
ama manta de sellim, que tinha sido espassada
por faltado licitantes, dever ter lugar nesta the-
souraria no dia9 do corrente mez, as 2 horas is
larde. As pesaoss a quem convier dils arrema-
tacio, deverio comparecer no referido dia.
Directora da tbesoursria da fazenda de Per*
oambuco 6 de novembro de 1861.Maooel Joad
Pinto, serviodo de official-maior.
. O Illm. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial, em cumprimento da reaolucio da junta
da fazenda, manda fazer publico, que foi transfe-
rida para o dia 11 do corrale a arrematacio da
renda dos predios abaixo mencionados, perten-
cantea ao patrimonio dos orphios.
Rus do Sebo.
N. 12. Cata terrea arrendada por 1609000
Ra do Rosario da Boa-Vista.
N. 14.Gasa terrea arrendada por..
Roa da Madre de Dos.
N. 35.Casa terrea arrendada por..
Ra da Cacimba.
N. 65.Casa terrea arrendada por..
Ra dos Burgos.
N.68.Casa terrea arrendada por..
Ra da Guia.
N. 83.Casa terrea arrendada por..
Ra do Pilar.
N. 96.Casa terrea arrendada .
E para constar se maoaou a
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Pernam-
buco, 5 de novembro de 1861. O secretario, A.
F. da Annuncia(io.
Pela secretarla do governo se faz publico
para conheeimento de quem interessar possa, que
se aebam em concurso os offlcios de partidores do
termo do Bonito, creados pels lei provincial n.
504 de 9 de msio do correte anno, devendo um
accumular as funeces de contador e ontro as de
distribuidor, aflm de que os pretendentes apre-
aentem oa seas requenmeotos instruidos na for-
ma do decreto o. 817 de 30 de agosto de 1851 o
aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1854, e no
prazo de 60 dias contados desta data.
Secretaria do governo de Pernambuco 5 de no-
vembro de 1861.
Joio Rodrigues Chaves.
aova moro do
Maooe
Acha-ae n
#afdo o preto Pabia,
baaton Potar, lando sido
ratogaa d aara m correata
eos* dona paaaadates do earosliu..
poqoena transa osa aOaagutoaajf soasas da ran-
pa : 2 vestidos, sendo 1 de oasHato, a oalra efe-
abita, B salas, t camisas, 1~ vestido e 1 camisa
ifLania, t toafnas, a 5 \eacoo, seodo 4 oqfoF
o t HSo. A quem pettoer, compsrega
ista sudalegacia para Ihe" ser entregue.
Snatfatofaeia te freguezia n Poco da Panella,
7 de novembro da 186?.
Jos Goncilves da Porciuncula.

i;
Juito dos fefto dafavenda.
No da 14 do correte, aa 10 horas ds maohis.
depols da audiencia do Illm. Sr. Dr. iuispriveil-
vo do faltos da fatenda nacional te vender em
prac* os segointei objectos :
Um terheiro coberto de telha sobro pitsres, si-
lo aa raa da Ceoeotdie, perteacente sos herdei-
ros do finada Pe4ro Aeloeio TeiMiea Coima raes.
Urna caa terrea sita no Mnteiro, pertencente
a Jacintho de Souza Travassos, avaHado o ta-
raefra poHffBOp, a a casa por 2:400f : cajos ob-
jeetoa ae vendem para pagamento da fazenda na-
cional. Boaife7 daaovombM dalBM.-O soli-
citador, F. X. 9. da Basto.
Soja 8 do corrala, fiada a audiencia do
Sr. Dr. Juu municipal da 1.a vara, aera arrema-
tado em praca publica o njaobo Aguas-aBaa
com lodos os saus partencaa, tn tarrea prooiias,
avallado por IfkOOO, por axoouoao a:Jas Faus-
tino do Lomeo contra Josa Rodrigues de Oliveira
Urna. Z' a ultima praca.
BBBBB^BJ /i
ib
C4SSB PIWMR
PALAC1TK A RA DA PR AI A.
M^P StHBlt, 9 Haveri anota dia favor da an p*,tieo44r.
Q creadlo numero de damss que se tem com-
prometrldo abiithatrter o baria rreste dia, o nu-
meroso a bahaota aaocaraa'da oaaaahaitoa que
icojduaaaj {reqnentar o Cassino Popular, fax crer
ao beneficiado que o baile nesta noUe asUri ain
da mala aumpluose do que o qu* leva lugar no
dia 26 do puajiao pusado.
Ser manilla a bes o Mam a obaerv sdas as dis-
posicoea do toguianaato interne.
Entrada par damas gratia, eavalbejiroa 2J000.
ali qualquer
passsgei-
mpeiiates.
Agencia ra do Trapiche n. 9
Ateo dia 14 doaorrente 'eapora-se da Europa
o vapor francez Navarre, cosVsndanle Vedel,
o qoab depois ds demora do ermudresegofr pe-
ra o Ro de Janeiro tocando na Babia para pas-
ssgeos etc. a tratsr na sgencia.
chapaos de sol. o na dt fiadora aa* _
an caaa de 8. Falque, ra do Croapo a. 4.
Aluga-se um tobVo, da varios
a I
aa(
ti
na
Hbja fiada a audiencia do Sr. Br. jofe ata
orphoa se ba de arrematar afganas oavaa o
prata por execucio contra a isnontaili ja> 4e
francisco-al t/ao^a de Almeida.
Attenco
wm\t e iidustrial
"
4
DE
A^gos- mar itimos.
Segu part Rio Grande do Sul
com escala, peto Rio de Janeiro o pata-
cho Amia, sabbado26 do corrente, rece-
be eseran a freos que devem ficar Bo-
je a bordo : a tratarcoaa fasto Irmaos.
Acaracu1.
O hiatq 5obraleose o dia 8 do mz corrate
recebe carga e pasaageiros: a tratar com Saetano
Cyriaco da C. Moraira 4 Irmio, no lado ido Cor-
po Santa a. 23.
Para Aracatv e Ass.
. Iliate $a*t* Rita sabe com brevidade (rala-se
com Martins dt Irmios.
Vende-$e o veleiro e bem conbecido
patacho americano L. C. Watts, de 180
tonelladas, os pretendentes queiram se
dirigir o mais breve possivel na ra do 1137, 141, 175, ais, 234. 255. 257.
Trapiche n. 8.
Atlencuo
a -
Ns ra do (Jueimado loja da trae partas
ba para vender ao caen pelo sorbnealo n
sendas e por ba#to anaco, o daalaa allaa et
de lias lavradas a 8#00d, ditas fiaoko BBMB,
tosdebarege de aeda enfeitadoa com l
duaa saias a 10|0B0, eofeliea fiaos para
a 7J000, ditas de Iroeo a 1#000, reos
de seda prela a fflgOOO.
Ealao prompioa para anUajar aa
numeroa do roana lavada : 87,12*. 125, t
L<
m!TVmmmm
201B00O
1:6115000
300g000
2052000
16300O
mbuco.
Devendo fauer parte da Ex-
posi^o oa productos agrco-
las e industriaos das proYQ'-
cias de Alagoas, Parahiba, Rio
Grande do Norte e Cear, e
nao tendo anda chegado, a
commisso directora julgou
C3nveniente pedir ao Exm
presidente desta provincia
que houvesse de transferir a
inauguraco da Exposico do
dia 7 do corrente, ein que de-
via effectuar-se, para o dia 16
deste mez, e tendo S Exc. ac-
cedido ao pedido, vista das
razes expendidas, a niesma
commisso manda que se
communique ao publico esta
resoluco; devendo prevenir
aquelles que tem de expor
productos que os desta pro-
vincia s podero ser receb-
dosatodia 12 de corrente,
visto que de outra sorte Ihe
faltara te tupo para a respec
Uva elassieago.
Sala das sessoes da com-
misso no palacio do governo
COMPANHIA BRASILEIRA
Dos partos do norle i esparalo at o dia 16
do corrente o vapor nacional Apa, cammaodan-
te A. P. Cooael, o qutl depois la demora do cos-
tume seguir para oa portos do sol.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual do-
veri aer embarcar no dia deaua chegada : agen-
cia ra 4a Cruz n, 1, oscriptorio de Axeredo di
Mondes.
LEH10
DE
PELOS.
Sexia-feira 8 do corrente.
PELO AGENTE
Costra avisa.
Ficam sem oonhum sffeilo os s
publicar oeste Diario en 31 do oa labra, t a 4 ato
corrente, com o tituloAviso so paMieodecla-
rando o desencamiobo de duaa cartao do
desta cidade, ccntetdo duaa letras, a
contra quem maliciosamente aa tiver
que o Illm. Sr. admiuialrador daqeefla
Co i vista do meo annaacie aaaaOaa
dilaa cartaa e aa cbou faciimeata ao logar
deviam estar, conforme ote declaroa, ao
me entregoa ; sendo eaaaa, portala, do osa*
mi apparectatpolo o pouca xole alo algaaa ano
respectivos empregados, ou, aa davido, ano ato
algum dos meus caixeiroa que por Taitas aoaan
alti aa procararam por miaba orden. Barias C ato
novembro de 1861.
Domingos Jas Ferrara GaiasaraVs.
Preciaa-se de ama eostareira para
de alfaiate : oa ra Direiu a. 68.
liar o presente o
Rio de Janeiro
sabe ao dis .15 do correle o pslbabote cPieda-
des, capilo Marques Vianaa : para o resto ds
carga e escravos a frele, trata-se com Caelano
Cyriaco da G. Bareira k Irmo, oo lado do Cor-
po Santo o. 23.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue nacional Almirante pretende seguir
com muita brevidade, tem parte d seu carrega-
menla promplo, para o resto que Ihe falta passa-
geiros e esersvoa a frete, para o que tem asseia-
doa commodos, taata-ae com os seus consgnate-
nos Atevedo & Mondes no sea escriptorio raa da
Crut o. 1.
O referido agente far leilao ao dia cima de-
signado e pelas 10 horas da manb3a no arma-
tem da ra do Vigario n. 18
DE
Porgao de barris com pregos do diversas qua-
lidades, parte delles com toque de ararla, cuja
venda ser feila por qualquer que seja o prego
offerecido por toda a quantldade, segundo] asr-
deos recebldaa para fechar coritas.
Na mesms occasiio veoderi ums casa sils ns
Capungs Velba conforme o annuncio publicado
Diarios de 29,30 a 31 do prximo passsdo.
nos
LEILO
DA
bsch sral WiTaovia po-
de ser procurada aa roa
Nova o. 23,sobrada da es-
quina que volta para a
camboa do Cama.

46 do novonrijro'drj to rTt *cOIHPAMHIa%EBRASILEIRA
/oaquim d'Aquino -Fonseca, J>JiMnfB JL IJJJpdJB.
SPc.rP.tnrin E" espralo dos portos do sul st o Ai-
A noite clara, rento E fresco o assim ama-
nheceu.
OSCILAC.0 DA HAR.
Preamar as 8 h. 6' da manhaa, altura 5,6 p.
Baixs-mar.as2h. 18' da tarde, altura 1,8 p.
Obaervatorio do arsenal de marinha, 7 de no-
vembro de 1801.
noaARO STEPPLE,
ls lente.
Declara Editaes.
O Dr. Francisco de Araojo Birros, csvalleiro da
imperial ordem da Rosa ejuiz municipal da
segunda vara do termo da cidade do Recite
por Sua Magestade o Imperador qae Deus
guarda ele
Facp saber que pelo Dr. Harmogeaes Scrates
Tarares de Vaseoncellos, juiz da direito interi-
no da segunda vara crimiosl da comarca, me foi
commu (litada ha ver desigoado o dia 18 do cor-'
rente pelas 10 horas da maohia, para abrir a 5*
aesaao do jury, que trabalbari em diaa consecu-
tivos, tendo procedido ao sorteio dos 48 jurados
que lem do servir aa mesen sessio, em coufor-
midade dojart. 326 do regulameoto n. 120 de 31
de Janeiro do 1842, foram sorteados e desiguados
os cidsdios seguinteo :
Fraguezia de S. Frei Pedro Goocalves.
Antonio Boteiho Piolo de Mesquita Jnior.
Antonio Joa de Castro.
Maooel Tolenlioo de Oliveira.
Thomaz Teiieira Bastos.
Francisco de Paula Pereira do Andrade.
Manoel de Souza Ferreira.
Pedro de Alcntara dos Guimaries Peixoto.
Capitio da fragata Joio Biptiita de Oliveiro Gui-
maries.
Jos Mana Pestaa.
' Santo Antonio.
Joio loante de Torres Baodeira.
Joaqun Jas da 9Uva Gaimariea.
Manuel Ferreira Antones.
Torqaalo da Silva Campos.
Jos Luir Pesis*. -
Antonio Go*9al**,Jierreira Caacao.
Jos Jeaqlm Ferreira de Carvalho.
FregOxis de S. Jos.
Harnaeaogild Goafcaioa Uva.
Maooel Joaquim da Miranda Soaza.
Antonio Moreira de Meudonca'.
Ifaaro aWaae fUdrigoea Fraaca.
gialMaoe^ato^iajBelra Varejio.
Manoel Joaquim Ribeiro.
* i w Ptd^M d^0OT*lv
AntoaloKuoesdeOluajfa.
Sesorlpqo Piolo.
Dr. Jos Sergio Ferreira.
Joo Goaalrei da Silreirs.
Jos Aotooio da Plirtrs.
Joio Francisco da S*ivJsUoii#G.
1 ";o:r.q


A thesouraria provincial em cumprimento
da ordem do E(m. Sr. prealdente da provincia
lem de comprar para o collegio dos orphios des-
ta cidade oa objectos seguioles :
104 pares de sapatos finos.
300 raras de panno de Hoho.
10 dozias de lencos brancos.
9 duzias de guardaoapos.
10 J cobertores de slgodio.
12 Pratoa travessos forrados de louga vdrada.
1 Hoinho de caf.
1 balanza para pesar carne e pi.
24 bacas de folhs piolada para lavar rosto. *
24 pratos de folha para farioba.
4 bancos de 4 ou 5 varas de comprimeato.
Quem quier vender laes objectos spresente
auss proposlss em carta fechada no dia 21 do
corrente pelu meio dia.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 4 de novembro de 1861.0 secretario,
A. F. d'Annuociaco. .
A thesouraria provincial, em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
tem a de comprar para o collegio dos orphos da'
cidade de Olioda, as fazendss seguioles:
630 varas de madapoln para camisas.
490 varas de brim pardo para caigas.
1120 corados de algodio meaclado.
Quem quizer vender ditas fazendas aprsente
suas propostas em cartas fechadas no dia 21 do
correte, pelo meio dia.
Secretaria da thesouraria pravincial de Per-
nambuco, 5de novembro de 1861.O Secretarlo,
A. F. d'Annunciacio.
Por ordem do Exm. Sr. desembargsdor che-
le de policia interino desta provincia, fago pu-
blico para conheeimento de quem possa interes-
sar, que pela reparticio da polica da provincia
do Cear foi communicado em officio de 19 de ou-
tubro findo, que pelo juUo municipal do termo
do Jardim daquella provincia, foi preso o reco-
tbido respectiva eadeia no dia 28 de agosto ul-
timo o pardo Faustino, que sendo interrogado
declarou ser escravo de D. Clara, residente nesia
capital.
Secretara da policia de Pernambuco 5 de no-
vembro de 1861.O secretario interino,*
Jos Xavier Fau'lino Ramos,
INSTITUTO A3RCOLA.
A directora do imperial instituto de agricultor
ra de Pernambuco, previno tos seohores subs-
criptores, qae-atoda ai leAstaam pago a im-
seoretario.
O
CoBselho adminisli'alivo.
O eooselho administrativo, para fornecimento
do araeoal de guerra, tem de comprar os objectos
seguioles :
Para provimento dos armazeos do arsenal
de guerra.
20 quintaes de ferro iogtez em barra de 1 1/2
pollegada de largura.
10 quintaes de ferro quadrado de 5 oitavas.
5 quintaes de ferro de verga de veranda.
300 caadas de azeita de carrapalo.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
aa suas propostas em carta fechada oa secretaria
do eooselho, a 10 horas da manhado dia 13 de
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
psra fornecimento do arsenal de guerra, 6 de
novembro de 1801.
Bento Jote Lamenha Lins,
Cbrooel presidente.
FrancUto Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vocal secretario interino.
dia 14 do
correte um do* vapores da companhia, o qual
depois ds demora do costme seguir para os
portos do norle. ,
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o rapor poder cooduzir, a qual de-
ver ser embsrcada oo dia de sua chegada, en-
tom mondas, dinheiro a frete at o dia da aahida
aa 3 horaa : agencia na ra da Cruz n. 1, escrip-
torio de Atevedo k alendes.
Rio de Janeiro
O pslhabota Artista val sshir para o Rio de
Janeiro com muita brevidade, por j ter parte do
seo carregamento prompto, e para o resto e es-
cravos a frete, trata-se com o propretarlo Bar-
tholomeu Lourenco, oa ra da Madre de Dos
numero 2.
oja de ferragem da ra
Direitan- 7!.
Sabbado 9 do corrente.
O agente Antunes far leilio da loja de ierra
gpns da roa Direila n. 71. pertenceate a masss
de Antonio Joaquim Machado Brandln, qae aera
vendida a prazo ou a dinheiro ou em lotes a voo-
tade do comprador, no refer lo dia as 11 horas
em poni.
LEILAO
DE
Urna taberna.
NA .
Ra do Rangel n, 22.
3ex.la-fki.ra 8 do corrente as
11 horas em ponto.
Costa Carvalho por mandado do Illm.
e Exm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio a requerimento de Fraga & Ca-
bral fara' leilio da taberna da ra do
Rangel u. 22, arrestada a Costa Gui-
ma raes & Res, de todos o gneros exis
tentes na mesma.
LEILAO
DA
THEATRO
DE
Santa Isabel
Companhia dramtica sob a direceo do
artista Germaoo.
Becita extraordinaria
EM BENEFICIO DA ACTRIZ
ISABEL MARA NUNES DE OLIVEIRA.
SABBADO 9 DE NOVEMBRO DE 1861.
Subir scena o muito interessante e applau-
dldo drama em 5 solos, ornado de msica,
PERSONAGENS.
0 commendador................
Atthor de Serry................
Laustalot.......................
Pedrinho........................
V"5ue.....................'
icob ......~..*ui*.A*I
Franchote.............A.......
Charlo!....
Hara .....
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegaco costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor cJaguaribes, commapdanle Lobato,
sahir para os portos do norte de sua escala at
a Granja no dia 7 de novembro as 4 horas da
larde.
Receba carga at o Ala f ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da aahida as 2 horaa: escriptorio no Forte do
sitos n.f.
Para
do
Loja de lou Imperador n. 22.
Antunes far leilao ds loja de louga e movis
arreatados a Joaqnim Pereira da Silva Santos, a
reqnerimento de seus credores e despacho do
juiz espacial do eommercio em dita loja.
Sexta-feira 8 do corrate
Alguma senhora viuva da Basta
qoe queira morar com outra, paftaod*
caaa, tendo para ai ana grande sala caaa nata at-
covs a um quarto, annuncie para aer pracatnBa.
Na ra do Rangol n 41. pnnaeire andar, ba
para se alugar unta aegra aaerara para
servido meaos eagommado.
Attenco.
A pessoa a quem faltar um cavallo i
dando os sigrjaes e o ferro, pagando aa
do annuncio e do aosteoto, a dealrutc* avoli*
da em 16*9. apparefa oo engeaao Fara* alo Cal.
que Ihe ser entrega* ; nio aa leaaoosabiBaaadB
por morte ou deaapparacimaala da dita caratlv.
J^o Coelbo de Almeid*.
Na praca da Iodepeodeocia aa.SSa3Baw
dir quem afina pianos por proco coaatasa, asi*
s nesta cidade cono lora dalla.
AirintKCAiv.
A luga-se no Poco di Panela ama fcoa
beira do rio o. 16, com 3 salas a 3 qaartaa,
oha (ora, s pela testa oa como se costas
seodo o mais commodo possivel: a tratar aa rata
do Arago o. 8"
.Deseja-se saber noticias do Sr. Domiagva
Ferreira dos Santoa Porto, natural da Porta*',
no escriptorio de Azeredo k Meadas, raa da Ccan
numero 1.
Precias-se alugar om oa doua pratoa da la-
do servico : em Sanio Amaro por delraz 4a feta-
dico do Sr. Starr.na padaiia.
O Dr. Joo Honorio Bezarra 4a Mataca*
mndou a sua resideacia para a raa 4a Palacio >
Bispo, casa contigua ao portau do siiio 4o Dr.
Antonio Laiz Caralcaoti.
Quem precisar de um criado aaoco, dirija-
se a ra da Imperatriz, taberna o. 76.
A pessoa que aonuncioa querer 1 DBtB)
premio com hypoihece em ama caaa, a aaaaaao
outra pessoa que qoet 6004 lmbeos coas k)p-
theca em urna caaa, v a ra m Coacaicaa a. .
que se Ihe dir quem d. o diohriro.
No dia 9 do correte. Boda a aodiaacia 4t>
Illm. Sr. Dr. juir municipal da SL' vara, leas 4*
serem arrematados, pac aar a ttitiaaa asaca. *
beos seguintes : 1 carro de pssseio en coaacert
na otficioa de Gurjo, ayalialo por 50. 1 aitos
tambem de paaseio etisteolea oa ritrhaira ato*
etecatadoa sem arreios, em mo astado, avala-
dos por 450S. 1 carraca velba avaUa4a por 39a).
12 eavallos magroa pars o aorvtea 4* carro, ava-
hados em 204 cada um, cujoa baa vio pr<;
Eor etecu(so de Paula Jos Gomas coaita Soaza
eo & C EscrivoSaatus.
as
11 horas em ponto.

emptar,
para aa
, pa|oa.adiajjtados, Andando a, aseignatura
deste aaao, no ultimo do dezembro Mr
.....'..........
A marqueta de Serry..........
Chonchn....... .......T.
Magdalena Laustalot............
A^ra. d'Elbu..................
Convidados, camponezes, etc.
Terminar o ospeetseulo com a graciosa cotue-
dia em om acto, ornada da msica,
Actores:
Germano.
Vioeole.
Nunes.
Telteirs.
Raymundo.
Santa Roa.
Campos.
Oliveira.
D. Manoela.
D. Carmela.
A beneficiada.
D. Jtalos.
D. Ana* Chaves
portaola que assignaram, bem como a aonoida-
de de socio afectivo, que devem dirigir se ao
Esm. Sr, vlsconde de Gamaregtba theaoureiro do
mesmo instituto. O secretario ds directora
Bario da Vera Croz.
Pela recebedorta de rendas inleroaa eraos
ae faz publico; om cumprimento i circulare, 78
de 15 de novembro do anno prottmo flpdo, da
minutario da azeoda, que coaiwia amarla a
subacripciooa ssaignat^ra daa oa{Mcea lopLs*
* JtLj" di Jl6rern? 'MlWil FPWiPWf
osefaortoelo prego de 64 aoouaea por cada ag- 14 dasde a diapoaico 4o
pretende segair eom multa brevidade o patacho
nacional Julio, tem parte de seu carregamento
a bordo: para o trasto que Ihe falta, passageiros,
e escravos a frote, para os quaes tem etcelleotes
commodos : trata-ss com oa seus coatignalarios
Azevedo & Meados, no asa escriptorio, raa da
Cruz d. 1.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Conceico pretende sshir
no dis 8 do oreante, e s recebe escravos a frele.
Para era direitura
Segu para o indicado porto o bem
bfigtte escuna sGracioss, espita* Jo
Sopzs.por ler parto de aeu carregamento adit-
tado : para o rosto trata-se com OS couaignatarios
meta*, Gomes, Alvos & C, raa da Cruz n. 37.
LSIL&9
DE
Fazendas inglezas
Segunda-feira li do corrate.
Augusto Cesar de Abreu far leilao por inter-
vengo do agente Oliveira, de um grande e va-
riado sortimento de fazendas inglezas aa mais
propriasdo mercado a recentemanle despacha-
das : segunda-feira 11 4o corrente em sea ar-
mazem ra da Cadeia. Comecar as lt horas da
maoha em ponto oam fateodas averiadas.
LEILAO
DE
Sola, couro de lustre e
movis.
O agente Guimaries far lsilio em aeu arma-
zem na ra do Imperador n. 37, de ama porcio
de moios de sola o algumss duzias de couro de
lastre e tambem 44 rtoa a variados movis que
se acham psteotes em aeu dito armazam peas
11 horas em ponto do da
Sabbado 9 do corrate._
GontiaHaeo do leilao
s
:
i
5Roa eslreita 4t Rosario3
Francisco Pinto Uzoria cootiaaa a col-
locar denles artificiaos tanto por snei
molas como pola preasio do ar, aia
ceba paga alguma aam que aa obras
fiquem a Tontada da seus donos, lem
outra* preparacoea as mais acreditadas ]
para conservaaao da bocea.
UM
IMJjJl
A beneficiad
ta capital a aj
anlacipa-lha aeua ..
Os Mlhetes de cama
beneficlAda, rus da FWi
ra aceraos es-
. e ada da
LHER iMaranho e Para.
(DM.
redo publico dea- f^lMlM *-l0Ma Goma, AitaaA^ *|
pncis, e desde > CiMP-27.
Acame.
0 rapor gurate*, da aoaaaaakis parcaat-
kMM,;na aa* praaiaa riggiw d Ka do^or-
> rente, seguir pojn a itjBinikmmmk B*Mia*-
Segunda
ruadaCrOn. 4.
fera 41 do oor rente.
N. O. Bieber VG tasogaojias, oso podendo
acasrcom oa m ai tos artigo ara fechar faata-
as aaattamwt atfctsjr Wm ao* intarvaae&o do
atjate Aatuoaa. n ata aaitaa 4aH*atlu ta fl
horas m ponto, -
Sabbado 9 do correrte, dotis 4a i
da / vara do ctvel, dar ser arramalada 4a vasa-
da a casa terrea da raa dos Mertvrioe a 35, por
eiecuco de Joo Francisco de Soaza ce asta D
Josepfas Mara do Bonte.no valor 4*'
do esta a ultima prac*. Escrivao Caoba.
Al uga-se o sobrado 4a am aattar i
zeaa ratificado e pintado, na roa da Ma*a* m. SBc
a tratar na roa da Imperatriz a. M, segao4o am
dar.
Preciaa-sa alagar om preto para aarvico 4o
botequlm : s tratar oa ra larga 4* Rooarto -
mero 15.
Do abaito assignado fagia seo malasjaa Li-
bsnio, com os sigaaee aagaiojos : atoloto.
lo corrido, rosto escamado, aapodaa* ~
esUlura regalar : aatona o aocoaarar ctaSaiai 4
casa n. 96 Oa raa Aogoata ama aar
aado.Aounia BJoiro Paastsaa 4*Avala.
-Naru*4o(*aaaadoa. B, aaactaaoa 4a
ama deleita.
VBMDC-SB
Umaoaora4ea0aMoaeoatoaiaorta4a;<
aoa: oa rata ato Qeaiaaa a>. 3, Uja.
Pedas* m Sr. Aatoaiai
roodetro oo aroprteurta
ta, bojoaaocM aaao
Vartea, tsaJtaa aa
tea t canoa ao* o aMao i
rgido, eoaa o anaeaao aoabor oaattoaa ato waa
gencia do eooleJ daa aaoaaaa* 4U4M* SB ale
oataaro 4a Bt. iiaMii tuf 4a Costo.
Na trawetMi da ra ata* Orna m. %
pruneiro andar., tinge-ae com j
para quaiasuot' k e
poajttel.


w
m*\ Graede laboratorio a vapor
H
S
OfiOl
h. .. 3

t
DE
MilM9 UED & &
LAVADA.
Roipa d* familia, odiatinctanient*, pecas grandes e pequen* .
Roupa de navios, vapores e hospitaes....... .
Pecas grandes isoladamente como lengoes, toalbas de meta. .
Roupa de doente de familia, que nao geja freguesa......
Roupa misturada que algeem sem aer fregus exigir que se lave.
Urna reodeTinao com maii roupa. ...... ,
Una rede isoladamente............ .
Um cortiaado de cama de casal rindo com mais roupa. ,
Um dito dito isoladatr.ente............4
Um dito dito de solteiro ou veranda.........
Um dito dito isoladamente.
40
70
100
110
80
iaoe
1600
ijooo
syooo
500
ris.



a
>
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ria
120 >
lee
800 >
>
Fteroaal.
Tendo te reconhecido a superior ida-
de do aigodSo da ilhe d Fernando, S.
Exc. o Sr. presidente mandou vir por-
99o delta para ser distribuida pelos Srs.
agricultores desta provincia* os quaet
por si ou leus correspondentes podem
mndala buscar na livraria n. 6 e 8 da
praca fla Independencia, remettendo
aeus nomes e lugar la moradia,
Na rus do Oueimado n 8, precisa-se de
uma ama de leite.
Precisa-a* de um feitor porluguez para tri-
balharem um aitio adente da Sogjdade, estrada
de Joo de Brrros, logo adiante oo sitio deno-
minado Cscala, a direita da estrada, tendo por
fgoal ama arvore de umbauba noportlo : quem
.quizer contratar-se dirija-se ao sobredito sitio.
.
%
..........1000
As pessoas que nao quueretn mandar engommar toda a roupa, o lasoratorio
de mandar ogommar as segulotes pegas, pelos seguintes prego* :
encarrega-se
Vestidos lisos.
Saias......
Camisas de hornero.
Calcas......
Col leles.....
Paletots.....
Colariphos.
600 ris.
280 >
160
200 >
120
460 .
40
ra isto
exiitem.
uuianpnos......4U a
O laboratorio encarrega-se lie eogommadoa de objectoa de senhora os mais delicados e Da-
tera ja contralado as mais habis engommadeiras nacionaes e estrangeiras. que entre nos
No prego dos engommados de roupa de familia, excep'.uam-se os vestidos, gollinhas man-
guitos e mais objecios que forem guarnecidos de rendas, babados, pafos, rifas, etc., etc.. bem co-
mo os cortinadoa de berco, cama, varaoda. que se paga rao segn 1o o ajusta
Qttalquer que exigir roupa somente lavada, ou tambem engommada.'com mais brevidade
que a designada, pagar* mais 25 por cento sobre o prego.
pr*J04^ enlreBa da rouPa ser Por em quanio8 dias depois do recebimento. e da lavada
A roupa de familia ser lavada em machina separada da dos hospitaes, e as pessoas encar-
regadas do aervigo da roupa sero mniheres. r
Os proprieteriospagaro qualquer pega que se estraviar, e aflancam que a agio das macbi-
uas mteiramenle noffensiva. '
Qualquer que maridar roupa, recebar um vale do numero de pegas com a declaraco do im-
porte dalavagem, o qual ser restituido com o competente importe na occasiao de se entregar a
roupa prompta, sem o que esti flcar depositada. suiregir
O eslabelectmeoto encarrega-se de tirar nodoas de qualquer
natureza, precedendo um
.u,..Pseq'o de manlarem roupa luja, apenas rece-
bara a lavada, para assira manter a regularidade do servigo. '
a., ifi *l?lre5'Le "cebimento da roupa na casa de banboa, no pateo do Carmo. em todos oa
da uteis das 7 horas da maohs s 5 da tarde. m "aos 0,
ELIXIR DE SAIDE
^Ml,g0-
a de
1 rZitium** ateroeiro andar da cata
n.37, tata na ru*> do Amorim : a tratar
na ra <& Cablei n. 62.
alguma rawadade, igreja ou sitie, pcrto
MU praca, Unto para oa domingos, como para
a|m da de traaalho ; e tendo lira da ciarte,
dande-selbe ceoducgao: na livraria n. 6 e 8 da
praga da Independencia.
taoTetv^ iSlhSR^Hl
correte d'aga, com caa de ariqba, tambem
nagua, quatro grandes sitio* par* lavradorea,
cercado muito bom, feito de valado ; vende-* a
safra que se estcolhendo com 500 pies j feito*
e msis de doua mil pies por fazer, uma oulra
saira cruodo-ie que excede de dous tr.il pes,
quarenttbois mangos, dous- qgarliua, uma pur-
gao de gado da crear; lodo negocio se faz, sendo
metade aviste, quem lbe convier ditija- se ao
mesmo engeubo que encontrar com quem con-
tratar : iss at 15 de dererabro de 1861.
A luga-se o armazem doj sobrado
n. 58 da ra do Amorim : a tratar na
roa da Cadeia n. 62, segundo andar.
,.7 iA1,ug.V"! um' *** ein **! a tratar
SlJJ "* Re* rua do Trapiche n. 34.
s
Jos Fernandes da Silva Tei-
xeira e Mello, pnmeiro testa -
menteiro do padre Jos Leite P-
ta Ortigueira, pede a todas as
pessoas a quem o mesmo padre
Jos Leite fr devedor directa ou
indirectamente por conta ou ou-
tro qualquer titulo vencido ou
por vencer para que no prazo
de 8 dit a' contar detta data
apresenterx>. seus creditot ao teu
advocado Dr. Antonio Ferreira
Martint Ribeiro das 9 as 3 horas
da tarde em o escriptorio rua do
Imperador n. 5*, primeiro an-
dar, afim de te poder tratar da
liquidacao e inventario do dito
padre. Recie k de novembro
de 1861.
JES
Citrolactato de ferro,
\3nieo defOftUo na botica de Soaquim Martvaho
da Cruz Crrela., rua do Cabug n. II,
etm Pernamboeo.
H f,r^' ?"Jheri2e8 (r e C!lale!) """o pharmaceutico aprsenla hoje uma nova preparagao
de lerrocom o nom-de elixir de cilro-lactato de ferro. v"*>,
.,uatler.. !i. public um. ,ux. emprear-ae um mesmo medicamento debaixo de formula* tio
variad**, ma*o hornera da aciencia comprehene a necessidade e impoitancia de uma tal varie-
A formula um objecto de multa
dade.
au.nd 'Si ". .!"end0 a ocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para lodoa os paladares e para todos os temperamentos.
iP.rnmno!?1rtrHS"^rep,,ra.?0!8.e ?tro at hJe conhecidaanenbuma rene tao bellas qualida-
nuu. do.? ei,x'rrd!ac,lro-laclscto,de ffrro,- A eu Sboragradavel, rene o tomar-seem urna pe-
2l!2?'.t !a Amm- proa,p,a e f'c,\ d'wolugio no estomago.'de modo que completamente
Z ,,,!.!^"' Por causa da lactina, que con.em enTsuacomposico. acons ioacode
ventrerequenlemenle provocada pelas outr.s prep.r.jo. ifro8ioo..o. *
Estas^novas qualidades em nada alteram a sciencia medicamentosas do Ierro, que sendo uma
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em sua clnica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o pralico possa prescrever sem receio. E' o
que cooseguio o pharmaceutico Thermes com a preparagao do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento occupa hoje o primeiro lugar entre as numerosa* preparagoes ferruginosa*, com o
tiesta a pratica de muito mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as molestias de languidez (chlorose pallidss cores ) na debilidade subsequenle as
5!m2ru-ia?*f' n" hydrPes,as 1ue pparecem depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
?n- i. e," pe.r 8 braacas na Mcrophuli, no rachitismo, na parpara hemorrbagica, na
convalescencia das molestias graves, na cnloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
S r.Sr,8r."J,CK-a.-,emp0breCld0 U JKa60 Pl radigais. affecees chronicas, cachexia tuber-
as, cancrosa, syphihlica, excessos venreos, onanismo e nso prolongado das precaoge
- Aluga-te o armazem do sobrado
n. 25 da rua da Prai de Santa Rita:
a tratar na rua da Cadeia n. 62,
do andar.
Um primeiro and^r.
Aluga seo primeiro andar
Boa-Vista n. 7 : a tratar
calcado na rua da Imperatriz n. 46.
frf^ltate ^e um caixeiro que te-
nha pratica do servico de hotel na rua
ettreita do Rosario botequim da aguia
de ouro n. 23.
tegun-
na praqa
na loja de
Jos Huniz Teixair* Guimarau, agenta
de leilao prximamente nomeado pelo
meretissimo tribunal docommercio ees-
tabelectdo com eacriptorio e armazem na
rua do Imperador (outr'ora rua da Ca-
deia) o. 37, offerece seua servico* ao res-
peitavel corpo commercial, a aeus amigos
e a todos em geral que quizerem hon-
ra-lo com sua conftanga, astegurando-
lhes eumprir bem e fielmente a* funcgoe* m
inherentes ao seu emprego, para o qae 1
-nio poupar eeforgoa a bem dos interesaes S
de saus commitentes.

incoes mer-
cancrosa
curiaea.
mflrfirE.SianSAne^mi,,l,?8 8eDd0 q'>enM endo o ferro a principal substancia de que o
SrnhJfm.? !TC"hr raa PJr* debelar' autor d0 citro-lactato de ferro merece louvores e
reconhecimento da humanidade, por ter descoberto
isar do ferro.
uma formula pela qual se pode sem receio
_____
BOLQA DE BORRACHA
Chegaram as bolc.8 de borracha para fumo o acham-se a venda na rua da Cadeia do Recite
O abaixo aasigoado previne a quem
convier que Jos Jacinlbo P*v*o, nao po-
de alienar seus bens ou dispor delles por
qualquer titulo, porque sa achara ugei-
to* ao vicio litigioso e onus repectivo
inherente a solugio do que devedor ao
meamo abaixo aaaigoado, em virlude de
uma acgao que contra elle promove para
obter o pagamento do alor de um escra-
vo que lhe venden j com gravissima
doeoca de que veio a sucumbir, alem da
importancia dos juros e custaa o que lu-
do orgar a nao pequea quanlia, aagio
esta que j oi jalgada a fsvor do abaixo
l assignado pelo venerando accordio do su-
[ perior tribunal da relagio, com to*'
juatiga que sempre transluz em todo* os
seus actos. Recite 6 de novembro de
18$1.Manoel Tavarea de Aqoiao. '
****** tmaKmmtmM
Hospital Portuguezde Be
do andar da casa n. 15 da
rua do Crespo por cima do
escriptorio da thesouraria
das loteras.
MADAME MIDDENOORP,
prximamente chegada de Parit.
Encarrega-se da coofecgo de vestidos de bai-
le, casameotos, visitas ou oulros, manteletes,
zouaves, sahidas de baile, bournus, enfeites de
cabega, emflm de ludo o que comprebende o
ves uario das senhoras e menina*. A* pessoas
que se digoarem dirigir-se a ella achario Ggu-
rinos da* ultima* modas de Paris, prego* razoa-
veis das obras e promptidao na entrega das en-
commendas.
Padaria.
Aloga-se a padaria da travessa do Pires, a qual
est prompta de ludo, com muilo bons commo-
dos, e est linda trabalhando, sendo sau aluguel
muito commodo : a iralar na rua da Senzala no-
va n. 30.

Gabioete medico cirurgico.
_ Rua dat Floret n. 37.
Serio dadascons<as medicas-cirurgi-
cas pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu-
querque da* 6 a* 10 horas da manhia, ac-
cudindo aoa chamados com a maior bre-
vidade possivel.
I*d Parto*.
i 2.a Molestia* de peile.
l 3.* dem do olhos.
i 4.* Idemddsorgao* genitaes.
I Praticartoda e qualquer o pe raga o em
i aeu gabinete ou em casa do* doente* con-
i forme lhes fr maia conveniente.
ietts a
rrecisa-ae de 600} a premio dando-se por
aeguranga uma casa terrea livre e desembaraza-
da : quem o* quizer dar annuncie por este Diario.
Precisa-se de um rapaz forro para algun
ervigos de ntni casa ; na rua Nova n. 7. a
~ Preciaa-ae de um menino para csixeiro
l2i*f louS: na rua larga do Rosario n. 32.
de
d. 15, loja do
Centro commercial.
Do ordem do Sr. provedor do Hospital Por-
luguez de Beneficencia convido ao* aenhores so-
cios do mesmo Hospital para reunirem-se em as-
sembla geral no da 10 do correte, pelas 10
lecmtt man no edicio flo mesmo eslabe-
Secretaria do Hospital Porluguez de Beneficen-
ca o de novembro de 1861.
Mendea Goimaries,
u aecretario.
ropa. Ferreir. Porluguez, vai a Eu-
11,17-erCKa"Sefe uma peMoa aue 'ba iraba-
Ihar em fabrica de vel n. m. a. ^_:. a
casa terrea.
velas: na rua da Guia n. 8,
^^ra^tii-g
I a "
m
c
^ pSsS

CAVALHADAS
MT1L IILLA D i
Na estaco da villa da Etcada.
ML
. HR.Pi0pnel?Oaes,e, "'ecimento tem a honra de particinar
os das de cavalhadas j annunciados sabbado e
loram convocado* varios cavlheiroa de diversos lusa
importante diverlimento. No me.mo eaUo^ecimlnto preciS. .. df """k' M W*0' o
que este saib.deaempenhar o seu lugar: aquVllea^ auVrrii f. .! e U? h1omeai p,ra cPeiro
oom quem nter. -qoeneque quizer dinja-se a rua Direita n. 76, que achara
- ao respeitavel publico aue
. e dom,.g0 8 e 10 do correte, e par. eate flm j
lugaresr os quaes dignamente >a nra.i..s ,*
B
o
D
B
a
-oo
as?..
Sor
O
O
9t*
Dentista de Paris.
15 Rua Nova15
t"raderrcGautier,cirurgiaodenlista,(azi
todas as operacoea da sua arte ecollocaj
dentes artificiaes, tudocom a supariori-j
dada parfeicao que a* pessoasantandi-i
daslhereconhecem.
Tem agua e pos den tif ricios* te.
itteocao
Jos Vai de Olivein, natural da freguezia de
bante Mana Magdalena de Gouvinbas em Porto-
gal, assistente na rua do Hospicio o. 42 no Rio
de Janeiro, declara que tendo oeala provincia de
l*eraambuco, um seu lio de nome Joaquina Fer-
reira da Cruz e nio tendo sua familia recebfdo
noticia* sua* ha muito lempo, uppondo que le-
nna fallecido, oeste intuito roga o especial obse-
quio, alguma pessoa que o conbega, ou tiver
cooheeido. de dar aiguma* ioformacoes a reapet-
>o neala cidade de Pernambueo era casa do Sr
Azevedo & Msades, rua da fian o. 1.
Puo de Janeiro Sido ootubro de 1861.
Joa Vaz d'Olivera.
Thomaz d Faria taca tobre Pa-
rs e Rio de Janeiro.
OSr Dr. Joaqun Alve* Conll faga o favor
^e vir rua da Roda *. 6, afim de Irater JWgo-
co qee o interese*.
Alaga.* a casa- terrea n. 5i da rus do
xm* dos Guararapet o. 46.
Sorvete.
No caf dos arcos : no caes
22 de novembro.
Aluga-se m tegiindo andar com
pequenot comraodot pintado de novo
na rua do Encantamento: a tratar na
rua da Cadeia do Reat n. 33. Jeja.
Antonio Jos Rodriguet de Sotjza
alalga tea utio do Montetro, o qual e
bastante) fretco e tem bons coaamocu :
a tratar ns rua do Cretpo n. 15.
de coznb e mais ervlco domestico de uma caaa
de pone. faeUia m Iraur o. rua Nova a. t.
Attencao.
n..a*i**,e Mbf nam flf#u eatagaio de
da fallecida Badana L, Oabos.
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SABINO 0. L. PINHO.
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ism (tbalos, dlo*preg* maia commodo* pos-
RTSiS. r
-!''*-?,me^!,,a*0,<)**, $*< Sabina *io
aaicamaale rendido* em aua pharmacia ; todo
que o forem lora della ao faltas.
Todas as cartera* sio acompanhadas de um
lmpresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor u seguintes palavras : Dr, Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Bate emblema poeto
Jraalmente na lista do* medicamentos qu* e po-
a, Aa carteira*qa nao levaram esse impreiro
usim marcado, amboratenham a* lampa o no-
a do Dr. Sabino sio falso
" anoai da aaia Braga, subdito porluguez.
rsUr-*e para fot* da pravlnei*.
Jote' Rento Jutto proprietariodo
botequim da rua larga do Rosario que
foi do Sr. Antonio Rento de Araujo,
avisa ao retpeitarel publico e com espe-
cialidade ao corpo do commercio, que
gerente o Sr. And re Rranco, o qual
n5o podera' contrair debito algum sem
que o proprietatio do botequim seja
consentidor, ou por outra, sem que o
mesmo a signe por seu proprio pun lio
qualquer transaccao que teja eita con-
tra ou a favor dette estabelecimento : e
para que sirva isto de governo a qual
quer pessoa annuncio por etta folha
Recife 2 de novembro de 1861.
%m #
S Cosinheiro rancez. 5
Jl6--Rua do Imperador16f
(j> Neste estabelecimento faz-se todas aa 2
%t encommendas de sua arte ludo com a S
% superioridade e perfeigSo qae ss pessoas aa
) entendidas lhe reconhecem. Uanda-se
@ tambem comida para fora ludo com muila ga
S delicadeza e promplido, por pregos ra- \
- zoaveia.
Sorvete.
CHANGEMENT DE D0M1CILE
(Mudanca)
Joseph Grosjean
Rua da Flore atina n. 16
Participa ao retpeitavel publico e. a teut numerotot freguezet
mudou tua officina de CARROS da roa do* Pires n. 11, pan a ruada f
na n. 16, aond encontrara' elle sempre prompto para qualquer
tencente a tua arte.
que
uu
DB
Sorvete ao meio dia e a noile,
Sorvete ao meio dia e a noile,
Sorvete ao meio .dia e a noile,
- noite,
Sorvete ao meio dia e a
De Sodr & C.
De Sodr & C.
De Sodi & C.
De Sodr & C.
Na roa Estreita do Rosario n. 11
Na rua Bslreila do Rosario n. 11.
Na rua Estreita do Rosario o.
Na roa Estreita do Rosario o.
11.
11.
Macas.
Do gello,
Do gello.
Do gello,
Do gello,
Nora
Nova
Nova
Nora
remessa de
remesas de
remessa de
remesas de
magaas,
magias,
magias,
magas,
2i
Barato
Barate
dinheiro a vista.
iheiro a vista.
&ILM
i
Na rua Bella n. 14, segfoodo' andar, preciaa-ae
de orna ama.
Qaem preciear de uma ama para todo m-
vlgo de porte para dentro, procure na travesea
da rta do Qseinado o. 7, primeiro andar.
Saude.
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publico que
tem reorganisado a tua casa de saude, na grande
casa, propriedade do meamo sitio em que exista
o seu enligo estabelecimento des** ordem, que
Oca ao norte da estrada da Paoagem da Magda-
lena, enlre a ponle grande e a pequea do Chora
Menino, onde contina a recebar doente* de am-
bosi os sexo* e diversas cathegoriaa, afiangando o
melhor tratamento, ludo pelo prego maia com-
modo.
0 mesmo doutor para oais comiqodidade da
pessoas possuidoraa de escravo*. ou que se qui-
zerem tralar em seu estabelecimento tem deter-
minado a diaria abaixo declarada.
As operages sero por previo ajuste, e nao
farao parte das diarias auirn como as conferen-
cia, e (anguessugaa. Podendo o doente tratar-
se tambem nomeopalhicameote, para o que ha
commodo* separados.
O servigo medico ser feito pelo diatinclo cirur-
io do grande hospital Peiro II, o Illm. Sr. Jos
francisco Pinto Guimaraes, e o doator proprie-
tano do estabelecimento, praticando-ae ahi toda
e qualquer operagopor prego* muito razoaveis.
Este estabelecimento toroa-ae recommeodavel
j pela boa caaa de que disp5e, como pelas con-
digoes hygienicas em que e acha situada, pro-
vado isso pelo crescido numero de doentes ahi
curados.
O aeu proprietario Capera, portento, dos seus
amigos, amigos fregueze*. e mais pessoas, a sua
cooperago em bem do progreaio de tao til co-
mo necesaario estabelecimento, parausado por
nto poder elle acbar-ee aua testa, em virlude
de haver aido eccommetlido de uma grave enfer-
midade, porm hoje que ae acha completamente
restabelecido, prometa eaforgar-se na boa ordem
de sua casa, e na direegao do tratamento dos
doentes.
Diarias Escravo* I96OO
2.a ordem 9*000
i.* ordem 3000
Para a entrada dos doentes se devero tratar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, na rua
Noa de Santa Rila n 7, sobrado de um andar
com frente para a ribeira do peixe, ou no seu es-
tabelecimento a qualquer bora.
Oa abaixo asaigoadoa tenbam a boodade de
apparecer na rua Nova n. SI, loja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pimenla.
Pedro de Asis Campo*.
aXuzebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Rezendo do Reg Barro*.
Continuara anda pora alugir porfesta, um
aitio na Torre, com todos os gommodos, e uma
casa no Monteiro: a tratar com o Sr. Jos Aze-
vedo Andrade (rua do Crespo), ou com o pro-
prietario Jos Mariano 'Albuquerque na estrada
nova do Caxaog.
Alugam-se as casas n. 13 da rua da Cruz,
o. 2 B da rua de Apollo, e n. 193 da rua Impe-
rial : a tralar na rua da Aurora o. 36
Attencao.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e principalmente ao corpo docommercio,
que tendo comprado o botequim sito na roa larga
do Rosario n 25 ao Sr. Antonio Beoto de Arau-
jo, como consta do Diario e aononcio feito pelo
proprio vendedor, de quem recebeu 1:0005 em
occasiao da primeira transaegao, e lendo tratado
com certo aupplicaote que existe nesla praga para
ineeuuu\,r u ...., vaia t,agtaujx:a;o i/0w
vendedor, cojo tendo assignado, recusou e arre-
batou da dita mao do Vendedor dita letra que ti-
nha endocado, porconsalhos de um espoleta que
do que vive, e tendo o comprador certeza phy-
slca, para cuja proa recorre ao papel de trato e
estemuobasque cora dito socio viram semelhao-
le leixe de sociedade, lendo dito socio ero seu
poder uma letra assignada do principal e metade
dos lucros existentes at occasiao de venda, nao
lhe tocando em rateio como deve a metade das
dividas. Recife 5 de novembro de 1861.
_ Andr Braoco.
-- Frecisa-se de uma ama para casa de pou-
ca familia : na rua do Livramento n. 9, segundo
flEju/jr*
Arrendamento
Traspassa-se o arrendo meo lo do sobrado e ar-
mazens da rus do Trapiche n. 40, excellenle para
qualquer estabelecimento commercial de fazen-
daa : trati-se n mesraa casa.
Aluga-se a casa da rua de S. Francisco n.
I: a Iralar na rua da Florentina o. 32.
No dia 28 de outubro fugij a prela Rita, es-
crava que foi do eogeobeiro Sete, de estatura re-
gular, cor fula e pee grandes, e tem uma fstula
no queixo: quem a pegar leve-a rua da Gloria
o. 10, que aera recompensado.
Sociedade bancada.
Amorim, Fragoso,Santo* & C.sacam e tomam
saques sobres praga de Lisboa.
Frederico Chavea aluga aeu sobrado sito no
Pogo da Panell, com rouitj bona commodo* pa-
ra grande familia, perlo do 6anho, jardiro, terra-
go ao lado, cocheira, caaa para criado, estribara :
a tratar oa rua da Imperatriz n. 19
E- Leconle vai fazer nma vlagem a Franja,
levando em sua cempanhia uma sua filha menor
de nome Eageoie : roga portento aos seus deve-
dores que lecham a boodade satisfaier seus d-
bitos nestes oito dias.
Precisa-se de um caxeiro porluguez que
tenha pratica de taberna e que d fiador da aua
conduela, na rua da Seozalla Velha n. 48 se dir
quem precisa
Claudio Dnbeux, proprietario das linhas de
onnibus, fsz sciente aos senbore* assignanies e
mais passageiro* da liona de Jaboalo que, o
respectivo onniDus nao passa alm da barreira, e
por iaao osprelendentes deverao tomar lugar
aquem da dita barreira, no lugar a onde est
presentemente o caxeiro antes de chegir
povoago.
Ama.
Preciaa-se de uma ama que aaiba cozinhar e
comprar, para casa de pouca familia : na rua das
Lruzes n. 20.
Sexta-feira 8 do corrente, depois do meio
di, nda a audiencia do Sr. Dr. juiz muncipal
da i." vara, lera logara pregados bens penbora-
doa a Antonio Jos Ferreira Jnior, por execuco
qu. lhe move Theotonio Flix de Mello, pelo
carlorio.do escrivao Santo*.
Precla-e de uma ama para casa de pouca
familia ; a tratar no largo oa Ribeira n. 13
Precisa-e tomar 1:000 a juros com hypo-
iheca em. uma casa terrea nesti cidade: quem
quizer fazer este negocio, annuncie para aer oro-
corado. r "
Attencao.
Precisa-e de um menino Porluguez ou Bra*i-
Ieiro que tenha alguma pratica de negocio para
um* casa fora deata cidade : a tratar na rua da
Craz, taberna do Sr. Joa Goncalre* de Azev*do,
deroote do neceo da Liugoets : quem pretender
naoce demore.
Josph Lehminn vai a Babia.
Quem anounclou ter para, dar a premio a
quantia d* 33QJ, apparega 00 largo do Terco h.
39, que arriara com quem tratar.
Na tlha dos Rato*, casa nova seguinte de
ti. 8, precisa-** de uma ama forra ou escrava
que cota, engotnme e coziohe, ou cuide de me-
nilot.
J FERREIRA ULULA
RETRATXSTA
DA
IMPERIAL,
18. nmw,
tlsmmtjpsj. a.
AUGUSTA CASA
do CatMigra ai
entrada pelo pale____
Retratos per .mbrotypo, par
bre panno encerado, sobre teka,
pulcetras, alflnelea ou caaaoletas.'
caaa exiate um completo e baasate
de artefactos fraacezes e americano* para a
locagie dos retrato*. Ha tetaba** para ata
mo flm cassolelai e delicados alfiaates da
de lei; retratos ero photographia
persooageo* d* Earopa ; aurtoacoaas
slereoscopicaa, assim como vidro para asa!
e chimica* pholograpbicaa.
STABL i G. t
RETRATISTA DE S. 1.0 llTElAMlS
9 Ha da \mper*\VTx
numero i4.
Tencionando retirar-te proxi- J
mmente desta praca participan w
' a teas freguezet e amigos como
| em geral a todos aue podem
P precisar do teu officio, afim de
| que aproveitem do pouco tempo
[ que os annunciarite* podem ain
da dispor para a execuco das
encommendas com aa quaet
queiram honra-Ios.
Agradecendo- nesta occasiao
ao Ilustrado publico detta cap-
tal o bom acolhimento das tuas
obi as, decidirm te a por estas
ao alcance de todos introduzindo
uma consideravel baixa na maior
parte dot seus precst e esperam
que o desfalque que disto lhes
resultar sera' compensado por
um augmento de concurrencia.
s

Ama.
Precisa-se de uma ama para cas de _
solteiro, que seja de idade.saiba coznhar.e
te-se ao servigo do campo : na rua de Apollo a.
43, primeiro andar.
Consultas medicas.
Sera o dadas lodos oa dias pelo Dr. Cos-
?** s* Pereir* no sea escriptorio, roa
da Cruz n. 53, desde s 6 al i 10 boras
da maohaa menos aos domingos sobra:
1.* Molestias de olhos.
S.* Molestias de coracao e de peito.
3.* Molestia* do* orgos da gsraca a
do anus.
O exame dos doentes seri feito ns or-
dem de sus* entrada*, comecando-M po-
rm por aquelle* que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acstico* a p-
ticos sero empregado* em sua consul-
tagoes e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa ao senos
probabilidade sobre a sede, naluresa a
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve deatrai-la oa
curar.
Varios medicamentos serio lamben*
empregados gratuitamente, i pala cer-
teza que tem de aua verdadeiraqualidade.
* promptidao em seus effeilos, es necessi-
dade do seu emprego urgente que se asar
delres.
Pralicar ahi mesmo, ou en casa daa
doente* toda e qualquer operago que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos meamos, para cujo fim se acha
prvido de uma complete collecco de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
l'eci sa-se de uma ama que saiba cozinkar
e comrprar; na rua Nova n. 33.
C01PA1WIA DA VIA FEIREA
DO
Recife a Sao Francisco.
(limitada.)
Cavalhadas na Escada. Re-
dueco de precos de pas-
sagens.
Avisase ao publico que no domingo
10 de novembro te venderSo bilbe-
tet para a Etcada de ida e tolta pelos
seguintet precos.
IDA E VOLTA.
Primeira ciaste. 6#500
Segunda A*50o
Teroeira 3|000
A partida dot tren* sera' das Cinco
Pontas as 7 1|2 boras da manhia e dm
Etcada at 4 horas da tarde cu por um
trem especial as 6 1|2 horas da tarde.
Os bilhetet s podero terrir rara o
domingo 10 da corrente.
. Havera' uma excellente banda de mu
ica.
Auigoado E. H.Bratnab,
MperintoKaesite.
Precisa-** de um amassalor aa padaria da
rua Imperial n. 179. aasaaaamaai
O alferaa Antonio da Soasa Haateira as
sciente ao reepeitavel paMico aua insta
dtaate ae anigoa por Antonio Freir ato
Monteiro.
Bi para alugar-a* a lote
rua daa Cruza* n. 9, peaolliao
da rua do Quakaado para S. P
relio ; qosai prsuidar, talas aa
dosoavaaaaa
as;


f

M*M*
ac
'. -.
>
II p
doLivra-
eatabelecl-
1 eziated-
ortss nu-
Aluga-se
nenio n. S7,
alo a qu
le ; a trata!
mero 10.
. Precisa-se de nm *am*.para comprar e eo-
para (era aaaia ooflM laakem eocarraga-ae de
fazer casida par* rlicUr; quea qau.tr diri.
]*-e a case altana quwraacr .orado da.
===
PorconsUr-meque eilstaa exeeeeoea contra o
Sr. Maoeel Inicio de Siqueir Cavaleanli, o abai-
10 aaaigoade fara afilar queatdes fula, vem
declarar que |pdoe m eaorav*, bolada, te., etc.,
-deste eeohor,> he cette repeeialaNate bypo-
tbaeados-h* muilea annos*-Izidoro Camello Pes-
sos de Siquei r* C t va teeoti.
mazem.
Para alugar-ie uta vaato srenzem recentemen-
te construido em frente da, ora rampa e entre
a raaa do Antora e Moeda, e trapichea Compa-
nhia Cunha, muiproprio para armazem de mu-
car por poder fazer leu embarque! oa rampa, e
pote tamben aervir para recolber generoa de es-
tira en outros, ou emm para depoaito de fazeo-
daa de qualquer caaa ingleza,o que ae torna mui
commodo pela proximidade ta alfandega : a tra-
tar ra de Apollo n. 9, aonde se acham u
bares. ^
Preciaa-ie de orna rapariga soltelra que se
quoira aojeilar a ser criada de -urna casa de pe-
queaa familia, afim de cuidar em costuras e ou-
tros trrico : quem eitiver oeste caso, e afiao-
car bom cooporteaeno, pode aonunciar oeste
Diario pan ser procurada, tk D
Silio para alugar.
Aluga-se o sitio do llooleiro, cora boa caaa,
aonde morou o fallecido pal do annoociante, tero
eocheira, estribarla, etc.: tratar com Uaooel
Aires Guerra, na ra do Trapiche o. 14.
Alejandre Ferreira Camioba, socio gerente
da firma Santos Ciminha. 4 Irmaoa neita praga,
vai ao Aracaty tratar de aeus negocios, deixaado
por seas procuradores 08 Srs. Francisco Gomes
de Maltos Jnior, Prente Vianna & C.
Eacrava-Rgida no dia 3 do
corrente.
iatta, de aaoioCosts, alta, seca do corpo, tem
falta de dantos na frente, com siguas tainos no
rosto pouco vieiveia e cor avermelhada, tend'o
por coslumeJ|BJ# em lempos de la quando
flca muito iuaptffaWjUte, lava, coiinhi. eogom-
ma e rende na tu*, consta que anda pelos arra-
baldes destacidade vendando fructaa : roga-se
a todas as autoridades pollciaes de a fazerem
capturar sendo encontrada, mandando-a a ra
dos Guararapes do bairro do Recife n 28, aonde
se pagarlo todas a despezas.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Podem mandar buscar s roupa lavada os na.
175,137, 2*7. 42, 141.183. 216, 24*. 124. 146,
' ?o 1%* 255, 132' 38, 87, *' 1S9' *48
Z17a1j9.
Aluga-se um excellente sitio na estrada dos
Afictos, defronte do Se tenente-coronel Barata,
que faz quina com o becco do Espioheiro : a tra-
tar com Guimares & Alcoforado, por ordem de
sua proprietaria.
Attenco.
Aluga-se urna casa terrea eja. Olinda, ruada
Bicca dos Quatco Cintos, ha pooco reparada de
novo, propria par psssar-ae a festa : quem pre-
tender dirija-se mesma, ou no Recife, ra da
Paz n. 9.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na praca da Boa-Vista, casa terrea nu-
mero 3.
. Na ra do Amorim, armazem de Guimares
<& Alcoforado, precisa-se singar um pr.eto que
saifea coziohar, e se preste a eulros servicos de
urna casa de pequea familia.
Dentes artificiaes.
A vio va Rosa Jane, dentista, continua a por
dentes artificiaes com a perfeico conhecida de
seos numerosos freguezes, em sua residencia os
roa de Santa Rita n. 61, e tambera fora em casa
de familias, daodo-ae-lbe condcelo.
Preosavse de una bom amassador-
na ra da Senzala Velba n. 90.
Jmese Lewman.Jordoes Iianson eEphxaim
Elimpson, subditos ioglezes, seguem para Ingla-
terra.
Compras.______
Compraaa-se moedaa de ouro de SOj brasi-
leirss, e pee de 10* portugoezas : no esetipto-
rio de Hanoel Ignacio de Oliveira & Filho, largo
do Cvpo-Ssnto.
Attenco.
No trapiche da corrpanhia, no largo do Corpo
Santo, comprara-se escravoa para o Rio de Ja-
neiro, preferindo-se os de idade de 15 a 20 annos,
pelos quaes se offerecem vaetagens ; quem tiver
sirva-se apparecer para tratar.
Compra-se em segunda mo o thesonro ho-
meopalbico ou vademcum da bomeopathia :
quem llver psra vender, dirija-se ao trapiche do
Gunba, que ae diri quem precisa.
Compra-se urna caaa terrea que seja visto-
sa, em qualquer ra *. quem a tiver e quizer ven-
der dirija-se ra da Palma n. 41, sobrado.
Compra-se uraa ou duas casis terreas no
bairro de Santo Aolonio : quem livor e quizer
vender, na ra do Cabuga n. 1 A se diri quem
compra.
Vendas.
b
iuim
40Ra do Quemado
Defronte do becco da Congregado letrfeiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de ronpa falta de
todas as qualidades a tambem se manda ejecutar per medida i vontade dos fregne-
zea para o que tem um dos m.lhores profeasoras.
Casacas oe panno prelo a 40f,
85f e 30*000
Sobrecasacosda dito dito a 35$ e 30*000
Paletots d panno prelo e de co-
res a 35, 80, 35, 10, 18 e 20*000
Ditos de casemira de cores a 22,
151,12, 7* e 9*000
Ditos de alpaca preta golla de
velludo francezas a 10*000
Ditas de merino selira pretos e
de cors a 9f e 8*000
Ditos de alpaca de cores a 5 e 39500
Ditos de alpaca preta a9, 7*. 5 e 3*500
Ditos de brim de corea a 5f,
4*900.4 e 3*500
Ditos da bramante de linbo bran-
co a 6*. 5J e 4*000
Ditos de merino de cor dio preto
a 15 e 8*000
Calesa de casemira preta de co-
res a 12*. 10, 9f, 7 6*000
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 5, 6*500 e 4*500
Ditaade brim branco ede cores a
5. 4*500 e 2|500
Caleta da ganga de cores s 3*000
Collete de reliado prelo e de co-
res lisose bordados a 12#,9e 8*000
Ditos de casemira preta e da co-
rea liaos e bordados & 6,
5*500,5* 3S500
.
5*000
5*000
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorguro de seda pretos
de cores a 7, 6, 4* e
Ditos de brim e fustao branco a
Saroulas d'a brim de lioho a 2 e
Ditas de algodao a 1*600 e
Camisas de peito defustio branco
ede cores a 2*400 e
Ditas de paito de linbo a 5, 4 e
Ditas da madapolao brancas ede
cores a 8, 2*500, 2* o
Chapaoa pretos da masa (rasceta
forma da ultima moda a 10,
800e
Ditos de feltro a 6*. 5*. 4* e
Ditos de aol de seda ingieras
franceses a 14}, lt, 11$ o
Colarinhos de linbo muito fines
novos feitios da ultima moda a
Ditos de algodo
Relogios de ouro patente o hori-
zontal a 1008, 00*. 80} e 70*000
Ditos de prata galvaniaados pa-
tente e horizontaes a 40* e 30*000
Obras de oaro, derecoe e meioa
adereces, polceiras, rosetas e
aneis a
Toalhas de linho dutia lOf, 6* e
Ditas grandes para mesa orna 3*e
5*000
2*200
3*000
1S600
7*000
2*000
7*000
*800
9500
'8
40
s
60
ou trocarse

9J0OO
4*0002
k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Venden, baratsimo.
Cambraias brancas bordadas para vestidos desenhoras a 7* a peca 9 varas.
Organdys de corea delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores fazenda fina a 240 e 280 rs. o corado.,
Manguitos e golliohas pira senhoras a 2* o par.
Gollinbas ultimo gosto a 1*.
Manguitos a 3* o par.
ntremelos ricamente bordadoa a 2*
Tiras eatreitas e langas bordadas para enfeites de vestidos de 2* a 5* a pees,
Satas bordadas da 4 pannoa a 4*.
Sajas bordadas de 3 pannos a 2*500.
Saias balio de mnsaelioa com babados a 6*.
Chapoa de palha de Italia para sjnbora a 28*.
Ditos de seda para senhora a 1''
Manteletes de seda
o que ha de maia moderno de diversos precos.
Ditos de fil muito bonito a 30f.
Vestidos brincos bordados a 20$.
Ditos brancos bordados s 7*.
Coilas francezas de todas aa qualidades a 280,300, 3*0 e 400 rs. o corado.
Ou tras muitas f azendas de gosto e precos baratos.

LOJ E ARMAZEM
Vende-se urna morada de caaa na freguezia
de Santo Antonio, em boa ra: a tratar na ra
do Aragao o. 40.
Gracas a Deus.
Ja se pode fazer mimos.
Ja se pode fazer mimos. i
Ji se pode fazer mimos.
J ae, pode fazer mimos.
Chegaram affnal as esperadas mafias no aelo,
e esto se vendando pela met de das que se ven-
diam, sendo s 180 rs. escolrldas : no'grande de-
posito de Soii 4 C, ra estrella do Rosario nu-
mero 11.
B9t3*isaKxe-Qwai&M&N9 Nsanx
Vode-SB muito (barata m eexravo IX
Cassange,com.32 aonos, robusto e sadio.5
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40la do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentos.
Ricos cortes de vestido de fil ou blond de seda branca com ramo e capellj, o
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a branco e
cores.
Ditos de tarlatana branca bordados a branco e cores.
Ditoa de cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Saias bordadas
Ricas saias de cambraia branca bordados com O mais apurado gosto e mais finas
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais bsratas.
Para bapiisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com muita elegancia, o
mais moderno e mais superior que ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites, bem
como arrendados, por pregos commodos.
3#000 a peca.
Pegas de cambraia lisa larga fina com 6 A 1[2 raras, muito barato.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de lioho bordados a 3*,4* e5* cada um.
Chales,
Ricas chales de touquim brancos bordados dp pontaredonda e de 4 ponas.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um grande sortimento de todas as
qualidadea. que nao 4 possivel mencionar-se pelo grande espado que tomara.
carregir
mhrreza
ra da I
quem o pretender
los deta
dirija-se
'i

RA DO QUEIMADO N?A6
.GBANDEMTIMERTo
AS 3


500
40
160
120
120
160
500
50*)
120
400
400
320
640
Ns'rus doQefmsdon. 55. Joj d mluela.
de Jos da Azarada Maia e Silva, teto' destinado
bar com cotias e determinadas miudezsa pelos
saaballo declarados, e renham lo|o pois
acabando.
Ditos de linha de coras*, aeiitoranda*a
Carretel de liuba, superior quslidade a..
Unhi branca do gu m 10 rs. e...........
Dita dita.amelhor que ha, novello gr%nde
Parea de maiarde cores para meninoa a
Duziada meiaa craaa malo superiores a
la da ditas ktaa a......................
res de malw de corea para meninos a 160
loha em canso Pedro V a.............. 20
lizas com phoaphoros de segar inga a 100
Canas da (albas com pboiphoroa (s a '* m
C*i" raMOOis.Js.................... t
Dazia de phusphoroa do gaz a.......... #140
ftaacoad'aguadaattlonlaauperiora.... 400
Ditos com cheiros muito finos a........ 500
Duziademeisamoito Anas para senhora 3*000
Catxaa do apparelhos psra meninos a 240
Traoaa'de'la e'delinho soriidaaa..*...'.
Sabooetea grandea e sapatiores a........
Groza de botoes pequeos piacalcaa..
Croza de botoes de lottgs a..............
Varas detramoia suieriop-a 120 e........
Groza de penoasde ac a................
Carleiraa muito superiores a............
Baralhos porluguezes a..................
Tesouras muito finas para costura a....
0iUsparaunhasa240e..................
Baralhos para roltarete a 240 e..........
Fraseos debaibadenrcoa................
Frascos grandes de la vende ambreada ,;u-
penor qualidadea.................... 000
Frascos da oleo de babosa a 320 e...... 800
Fraseoa de danha muito fina a 240 e...... 320
Agalheiroi com agulbas a................ 80
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOrLOWAl
Milhares de individuos da todas as na$5ej
podem lestemunhsr ai virtudes deste remedio
neompara vale provar em caso necessario, que,
palo uso que delle fizerarn tem senoorpoe
membrostnteiramentesosdepoisdehafor em-
pregado intilmente outrostrataraenlos. Cada
peeee poder-se-ha convencer dessss curas ms-
ravilhosat pala leiiurs dos peridicos, qnelb'as
relatara todos os dias ha muitos annos; a s
maior parte dellas sao tao sor prndenles qus
admiran os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran eom esta soberano remedio
o uso da seos bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospiues,o tas
deviam soffrer a ampula^o I Dallas ha rni-
cas quehavendo deixado esses, asylos depade-
timentos, pars se nao subraeterem a essa ope-
ra;ao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gunas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimentodeclararam estes resallados benfi-
cos dianie do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticaren) sua a firau-
uva.
JNinguem dasaspararia do estado desande si
tivesse bastante confian; para encinar este re-
medio constan temen te seguindo algn tempo c
tratamento que necesstasss a natureza do mal,
cujo resultado seria provar i ncontestavelmente.
Que tudo eura.
O ungento he all, mais particu-
larmente nos seguintescasos.
Vende-se a dlnhejro
eserara apta para >
ime caaa, um crio i
dade, sendos volt
(ocio: oa rea da 1
reate ao porta das
Al ves da Costa, se
onde se acba a aaB
troea. Na mesma caaa sal
Ua dalAHXl.tJ*Wf aslri _
Na IojhIo Vapr^ ru
va n. 1, aSKa-se'

bara
retja^bordadaa a 35 ,
preta a 40, 56 fea.
alea lardado* a SO*.
n esta rapados, superior tazar,-
de velludo de cores paja collele a 4* e
m >- caaabra4tlwdad*4eaaf
speriores casemiraa de core, eovada a"!
Wntei
ra.
grande aprtlmaoto de calcado francs e inglez,
Aos 8enhores academ icos
A' loja do leSo de ouro.
Na bem conhecida loja do leiode ouro, de Jo-
s Goncalveadi Silva Raposo, ra do Cabuga. n.
t C, recebeu-M ltimamente da Europa as me-,
Ihorea fila e gorguro de diveisas largaras pro-
prias para cartas de hachareis, as quaes eit ven-
dendo maia barato do que en outra qualquer
parte: aellas, antes que se acabero, que s a
toja de laao de ouro quem ae tem.
Attenco.
Vende-se urna barcaca de lote de 25 caixas,
nov, sem anda ter navegado, construido com as
madeiras de melhor qualidade : os pretendentes
podem dirigir-ae 4 ra da Praia, armazem o. 9,
que acbarao com quem tratar.
Attenco.
Na ra do Queimado loja de tres portas n. 69,
ha para vender um completo sortimento de fa-
zendas e por barato preco dentre ellas, cortes de
laaa lavradas a 8*000, ditos fios a 9|000.ditos de
barege de seda enfeitados com frocos de duas
saias a 105, enfeites finos para aenhora a 7*, di-
tos de frocoa 1|, ricos manteletes de seda pre-
ta a!8|.
Taixas.
culi
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaderas.
Dores de cbS.
descostas,
dos menbros.
Enfermidades da
em geral.
Ditas de anus.
Erupses escorbulicas.
Fstulas no abdomen.
Frisldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivss escaldadas.
Inchsees.
In.flammac.ao do figado.
Especial aviso pa-
ra os apaixonados do calca-
do inglez.
Campas & Pereira com toja de fazenda e 0*1-
nadoni raa 4 eaera *o fMM-tf.JR'r**eperfm!
os nr1s fresco eme-1
ezes que tem iodo so mer-
render por 12* esda uro
Sortimento completo de sobretaaacos de panno a 35*. 08*. 80* e 35*. casacos multo bem
feitas a 5*5f. UM. 30Se35|, paletoU acasacados de panno preto de 16 at tt*, ditos de casemira
da cor a 15*. 181 e 20f. paletots saccoa de psnoo* casemira de 8* al 11*. ditoa eaccoa de alpaca
m tri a li d 4* at 6*. sobre de alpaca e merino de 7* at 10*, caica prataa de caaemira d
8* al 14*. ditoa de corde7* al 10|. roupa par* menino Ae todo o* tasnaohoe. grande sorti-
mento de roupa de brins como sejam al;u, palatou ecatlates, sortimento a* colletas pretos de
setim, cssemlra e velludo de 4* a 9J, ditos para oaaameate a i* e i paletoia brancos da bra-
mante a 4*e 5, caljas branoa muito finia a 51. a u grao lo aortiaaato de tazeadaafia a e mo-
dernas, coatdlerovaortlniento de casemiraa inglezai
a v*t* hornera, a**4o- a aenhora, seroulasde
linho e algoHd, B*peoa de aol de seda, luvaa Jasada da Jonvio par* b*m*a e aenhora. Te-
mos ums gtsnde fa&rica de alfaiste onde receben* anoommeadas de grandea obras, que psra
uso est sendo admiallrada por um hbil mestre da aaraeihante arte e um passeal de nals de
cocoenta okaairos eneolhidoa, perianto executamo qualqaer obra com promptidao a mais barate
do que em oaa qualquer casa.
Infiammacao da bexig
da matni
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
oaos.
Mordeduras da reptis.
Picadura de mosquitos.
Polmes.
Qoeimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articlaseos.
Vias torcidas ou no-
das uas pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda
America do sul, Havana a Hespsnha.
Vende-se a 800 rs., rada bocetinha contm
urna inslruccao em portugus: para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, am
Pernambuco.
S arara que est
liquidando.
Vende-so grosdenaple preto a 1*600 e 1*800 o
covado, dito dito muito eocorpado de cores pira
vestidos a 1*800, damasco de laa muito largo a
1*400 o covado, riscado eacocez para vestido a
286 o covado, mussulios de cores a 320 o covado,
chitas para vestidos a 160 e 180, ditas francezas
largas a 230, UO, 260 e !80 o covado, cassa de
salpicos a 200 rs. o covado, ditas de cores s 240
o covsdo, saiaa balo de panno sem arcosa 2*400
o covado, ditaa de madapolao a 3*, ditas de 30 a
40 arcos a 3g e 3*500, e outras muitas fazendas
que se dar amostras para se ver, tudo por pre-
go biratissimo ; na ra da Imperalriz, loja da
arara de 4 porlaa n. 56, de Hagalhaea 4 Mondes.
Maior reduccao nos presos para acabar.
Vendem-se no armazem de Braga Son & C.
na ra da Moeda, taixas de ferro cuado do mui
acreditado fabricante Edwio Maw a 100 ra. por
libra, as mesmis que serendism por 120 rs.
MW^3t3l^31?'flt^OT1 a^sWfrOKfltC'Vf
es virados de tartaruga a 6 o 8*.
Lencos de linbo, duzi*a5e0*.
Camisaa de lioho, duzia, a 35, 40 e 45*.
*a48s^&ij'lV' upe,or *". eeraaj* a
Urtea Tumhraia bordado a 1*800.
Dito da dita de salpicos a 3*.
Uqae 3|.
Chapeo a Garibaldi e traviala a 10, 12 a 15*.
Ceronlaaflcocezaa, ama l*-280.
Tarlatana de toda a core a 800 ra.
Existe maia um esplendido aorliaeite da fa-
zendas que seria aofadonho meacloaa-las, e que
se vendem por muito menos preco 4o que ras
outra qualquer parte.
Se huve por bem resolver
Na loja das tres estrellas
Tudo queimar derreter
Em moeda encanto dellas.
Ra larga do Boj ario n. 33.
Para liquidar: bices da 0 200 rs., dito* fi-
nos de 100 a 3a0-rs., ditos pretos largo da 320
a 600 rs., oito de seda de 100 a 390, ditos lar-
gos a 600 e 800 r.. Olas muito ricas ale sarja la-
vradas de 600 a 1*200, ditas msis simples d* 120
a 500 rs., ditas lisas) asaelioadas superiores da
31)0 a 600 r babado de linbo do Porta a 40 e
60 rs. a vara, peca de 15 aras a 390 o 500 rr.,
babados largo pr camisas a* atiisoe leace*
de 120 a 300 rs., dtto da largura de palmo a 240
rs.. (rangas de seds com vidrtlho pretos d* 200 a
400 rs., franjas de seda de corea Se 320 a 600 rs..
ditas de li e seda-a 160e 240 ra., reqoife de li
e algodao de 60a 120 rs., gate preto* e 80 a
120 rs., Ota para tos ji rom coUelca branco, par-
do e preto a 32G rs., caitdes de cohetee a 40, SO
e 60 rs sombra para flor de toda aa corea a
120 e 160 a folha, enfeites de rede e idrilho ps-
ra cabeca a 1* e 1*500, escovs para tata de 000
a 1*, ditas para deotes de 240 500 rs., a outrn
muito objectos constante de osrtroa aooaacios.
E em peca, cento, simo ou duzia veade-se tem
grande differenca de retalbo.
i
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
Fumo em rolos.
Vende Jos Luiz a'Oliveira Azarado, em sei
armazem travessa oa Madre de Dos o. 5
Ultima moda
italiana,
viudo no uUiflic vapor fraocez
40 Ra do Quinado 40
Lindos corles de vestido de seda de cores 4 ita-
liana.
Ricos manguito com gollinhas de cambraia
branca bordados balio.
Um grande sortimento de ehalea de merino de
todas as qualidades.
Ricos veos Oe fil de seda branca bordados,
grandes, para casamentos.
Tirlataoa de carea bardada, 8 palmos de largu-
ra, aovado 4*.
flor a 800 ra. a 700,resto de catrapato a 400 rs.
a garrafa-,thi parola a 8*, byson 2*500, caf
torrado a*40, dito a 200 rs., arroz a 100 r. a li-
bra, toucsbo s 310, aperaaecele a 760. sabio
aaaaaaSQO r. e 100. tata* com-5 libra de bo-
lacbinha de soda a melhor do mercado a'12*700,
mhi de Lisboa a 480 o 400 ri<, OtW"brattco
500: no arsaeaem draitacll, loma e Prizo
uat*rol4.
Lavas A PLlic*
de JodvId, vendem-se por commodo prec'o'i ns"
re* Cruz noWclfe, rttazem o. 14.
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sorUnaento de
roupas feitas, calcado a fazendas e todos
estes s vendem por prego muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam aobrecaaaco de superiores pannos
e casseos feiloa pelo ltimos figurinos a
26*, 28*, 30* e a 35*, paletots dos mesmos
pannos preto a 16f, 18f. 20* e a 249,
ditoa de casemira de eor mesclado ede
novos padres a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*.
ditos saceos das mesmas caaemiras de co-
res a 9*, 10*. 12* a a 14*. ditos prelospe-
lo diminuto pre^o de8*. 10*, el2|,ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12*,
ditos de merino de cordo a 12*, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15*,
ditos de alpaca preta a 7*, 8*, 9* e a 10*,
ditos saceos prelos a 4*, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
toa de brim pardo e de fustao a 39500, 4*
e a 4*500, ditos de fustao branco a 4*.
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de corea a 7*, 8*, 8* e a 10, ditas
Sardas a Sj e a 4*, ditas de brim de cores
as a 2f 500, 3*. 3*500 e a 4$, ditas de
l.^ b,.....flna a 4*500, 5f. 5*500 e s
6*, ditas de brim lons a aa e a o*, coetes
de gorguro prelo e de coras a 5$ e a 6f,
ditos de casemira de cor e prelos a 4*500
e a 5*. ditos defustio branco e de brim
a 3* e a 3*500, ditos de brim lons a 4*,
ditoa de merino par luto a 4* e a 4*500,
calcasde merino para luto a 4g5O e a 5|,
capas de borracha a 9*. Pata meninos
de todos os tamaohos : calcas de casemira
prefa e de cor a 5g, 6* e a 7*. di tas di tas
de brim a 2*. 3* e a 3*500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6| e a 7, ditos
deror a 6* e a 7J, ditos de alpaca al3*,
sobrecasacos de panno preto al2*e a
14, ditos de alpaca preta a 5*. boneta
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos oa tamanhos,
meios ricos vestido de cambraia feitoa
Eara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 8* e a 12$, ditos de gorgu-
ro de cor e de lia a 5* e a 6*, ditos de
brim a 8*, ditos de cambraiaricamente
bordadoa para bapiisados,e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deissm de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda eqaal-
quer encommenda de roupa para se
mandar manufacturar e que par este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e orna grande oficina deal-
fais-t dirigida por um hbil mestre que
pela sua promptid oe perfeicio nad adei-.
xa a desejar.


BARATO
sem igual, s na ra do
Queimado n. 40.
Luvas de seda decore para homens, senhoras
e meninas, o par 400 rs.
Leocinhos de seda com franja, finos, para me-
ninas e senhoras bolarem no pesclo, um 500 rs.
Chapeo de sol de seda para meninas de esco-
la, um 1*600.
Grvalas de seda de pona larga, outr'ora do
valor de 4 a 6*. pelo dimiouto preco de 1$ urna.
Diversas fazendas de .lia e seds para vestidos
de senhora, que oulr'ora ae vendiam por 11280,
pelo diminuto preco de 640 o covado.
Sedas decores superiores com pequeo toque
de mofo a 800 rs. o covado.
Superiores e afamadas pennas de a;o denomi-
nadas langa, groza 600 rs.
Pegas de cambraia lisa fina e larga, pega 3*.
Ferro Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Vendem-se, ehita Irancezaa muito
ChiUs'ingfzl,'covado a 160 ra.
Casia t/aBcisiss maia finas,- corado a 220 e
240 rs. V *
Brim branco de puro linha, rara a 1*.
Panqo verde, cor da caf, azul e prole, covado
a3#000.
CoalMde lonquim a 15*000, 20. 25, 80. 35,
40 e50*000.
Saperiore* ai de algoaio eru para homam,
. VUiu* br*Vd a ovalis. um. 8* e 10*.
fcri Comisa* para aenUora, asa, 2*. .
Cortes da casemira de cor, superior iasvenda, a
3*500. |
Velludo de lelssasUareai tarada. 8* e 4f.
Soperiores calelots de ee*enra decores a 14|.
" M10M>as caplnhas bordadas para senhora a
45 e '30*
muito finas de co-
w
/ 1
Importante
Aviso
Na loja de4 portea da ra do Qeeiasaeto i. 30,
acha-se um grande armazem com lodo o seg-
mento de roupas feitas. para cujo fia teas oc-
iado urna offleina de alfaiate, estando eaearrept-
do della um perfeilo mesire vindo de Lisboa, tia-
ra desempenhar toda e qualqoer obra qae m Ib*
encommenda; por itso que faz am coevite espe-
cial a todas as pessoas coa eapeaiidaee ce
Ulms. Srs. officiaes tanto da armada cobo m
ezercito.
Faz-ae fardas, farxlSes eom superiores preptroe
e muito bem feitas, tambem trala-se fazer a fal-
damento lodo completo conforme ae osa a* Hie-
de Janeiro, tanto que tem oa Bamrinos qae aa
II vieran) ; alm disso faz-se maia eaaeniba*e
para montara, fardeta ou jaqueles, be rosca
colletes a militar para os Srs. ajada*!** da eu-
do maior e de cavallaria, quer seja sigalos etj
bordados a eapeqoilha de oaro oa anta, tado ae
goato da Europa, tambem prepara-ee becas para
desembargadores e do qualquer jaiz segeede e
estylo de Coimbra aonde se fazem as selbore*
conhecida at hoje, assim cobo tees medie rice*
deseohos a matiz de todas as corea proproa para
fardamenio de pagena on criados de libr que *
fari pelo goato 4 franceza. Na meaaoa cae* ec-
earrega-se de fazer para eeiaea jaejaetae e
franceza bordada ao mesmo gosto. Affiaocaaca
Soe por tudo se fie respoBaavel cobo seja boa
izendas, bem feilo e bom corte, nlo ae falta te
dia que se promelter, segundo o ayates** d'ene*
velo o mestre, pois espira a honrosa visita dea
digno aenhores visto qae nada pardea ea ex-
perimentar.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabeg e. f E.
recebeu um completo sortimento de gullintss ae
missaogs, sendo de todas ascorea
Attenco.
Vende-se urna taberna ea boa estada, por ter
poucos fundos propria para erioctaiaele. as rao
da l'raia os. 56 e 5 : es preteadoatea dirijas-re
a mesma.
Fitas de sedas.
Tem ehegado pelo ultimo vapor, na caaa de A.
L. Delouehe um rico sortimento de Olea Oeeadae
de todas aa cores : convida oe aparee legista*
e todas as pessoss que pode intereaaer, Oe opeo
recer na ra Nova n. 22, qoe nio deixarae de
comprar i vista dza fazenda e Sos precos.
Gneros baratos.
Msnteiga franceza a 640 a libra, btelas OC
rs., toucinho a 320, linfaicae do sertio s 200,
cha a 2*600. atroz a 100 rs., vela da eaawraaace-
te a 760, dita de caraauba a 400 re., palaco a 100,
alpisla a 180, caf a 240, sabio maesa a 200 re.,
dito amarello a 140, araos de casca a 0*000 a uz-
ea, szeito de carrapato a 400 rs. a garrafa, a aa
porgo a 360, dito de coco ^ 440 ; as travesea da
patee do Paraizo o. 10, frente piolada da ans-
relio, taberna de 4 porlaa.
Vendem-se dez duzia de formas psra ve-
las e um caldeirio : na ra de Jasis a. 12.
GELO.
Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a A$
a arroba, meia arroba a 2f 500
e a 160 rs, a libra.
Vendas.
Vendem-se dous relogios de parado coa eaiaa
muito praprioa para nadera oa aire eje*)****
estabelecimento, teodo despertador o eerda
6 e 8 das, afiance ae o boa regaleaeole a i
modo preco : pa ra do Aragao a. 8.
Vendas.
Vende-se effestirasaeote af branca i
riba, da melaor podra qaa he, o aate palaoaa o
alquaiie. easniU bea medida, aa boa paila
graada de amarello propria para basa: aa ra*
Veod'ea-se 10 trave de lee* griaeea o 0*
40 palmos de eoaprvaenlo: a rae de Prata *-
mero 20.
Vende-se aa eaenv maca e bseita gai-
r : ni ra do Amoria a. 40. tratar cae* 4>e>-
marlea di Alcofaraoo. \a para 0-1* *a traeapi,
no sobrsdo da Srs. D. Isabel Geiaarae*.
J


lAl&tt
-mtt*nmk
Carr
it>
Lar
Francisco Fernn des Duarte, proprietario deste
armasen, de molhados, p.rtecip. sos seo* fregueses, asaia^xm&aes JUbor de pa*,, deun.
sho e larradores que d'or em raute qdizereiE-se aireguezar neste esubelecimeuto, que a acha
cora uo completo sortimento de gneros os maia noro que ha no mercado e por aernm autor
par delles rladoi de canta proprtaiI perianto resolndo a rende-los per menee 10 per ento
do q Tir os porudores menos praticos tio bera, como sa os senbores rieesem peasoalmente, pera o que
nao se poupar o proprietario em prestar toda alinelo, am de continuaren! a andar ornara* .
saas eoommendas.tertos de que, toda e qualquer eocommenda comprada neste estabelecimeota Z.'J*9 c"emir de cor debuta., dito*
- brancas* ditos

a lares para duas a
eoaa.ndaspa
paacomrarios
sa rece
ellas poMuem jntp-
ohos, tambera rndeos Wi-
,o de[asacare
Loja#9 6por$
tas em frente ItJ- #
t
OTJ frente tiJ.f-
vramento.
Roupa, felt* juwto barata.
P.ktol de panno fine sobieeasacos, T
1|400
maisoorado mercado a 900r., em latas da 2libra por lfTOO
aconpanhari urna conlaimpressacomo mesmo titulo de armazem Progresso.
\iia;eiga lagUza yerlViUmenteUo. ftVN0.tui*~*m
s por este preQo unieimeole pela .grande por^o qietem a sefor em barriese (ara abatimentq
litntQ\&* fraiieeza a miii ,tt|Wrior qa9 b, m9 b,^.^, tmi,B.9 iibI,, em
barril a WD r.
Ca* oroVa ayson e preta os BllhorM ta no mercid0,.^ ^oo
1*100, lawji-w a boa qualidade.
Q aeiVos a&.telao o,.^.. ftMt, ,ulB0 Ttpor, 2#W0> e <0 yipor ,,,,,,40 a
ig& S 4e COIIIinO A.te nii8 ^j^ q*ue ha B0 mercado em Mirlabas pequeas
a 80 ra ditas de 8 libras por 2#500, a am libra a 320 rs.
PreiMW te teatro..*.. tTWci..,
P f ezaat* de l&mego ^ tI.. Ubr. intelM M0 ri#
V O* a B^, aan qe ha oo mercado a 160 rs. a libra, a am arroba a 4|W0.
tt *per msete. 7iftri. B libr,i,. c,u,, 740
Latas coa boiaxUaa de soda de def.r.nte#,.i,d.d,..
t,ata com ocUe em posta de mait qttalidide,, lfm
^xeUjoas maito novas. 1$00o r.. o b.mi,. r.uiho. 310 r... -..!,
Doce de Mpctene.WIM dt 21lbr8f pttr ltm
C rTintaS piM podim 800 rs. a libia.
B anna de poreo retinada. 480 ri.. libra, em birril. 440 r<
w-U$a de tomate.
IOS Oe lOmOO a prineira rez que neram a eate mercado a 640rs. a libra,
Caon -leas e palos fflait0 BOro,, 560 rs>. libr8-
Palito, de dente Uxadosom20fflacnh0ipor200r.
Chocolate taaez, lfaoo .. libra, dut0 portugoez, 80O .
Mar melada imperial d ,ailIad0 Abreu de outros mullos fabricantes de Lisboa
a*l000rs. a libra.
V innos em pipa de 5W. 6W, 64Clt<
aerveja dsaataacrodUdamarca
"^ P apa a mais ora que ha no mercado a 640 ra. a libra.
r. .. engarrafado. Podo fino, Porto, Feiloria e duque do Porto a ItfOO.
Larcaolios, Muscatel e Bordeaui a l a garrafa, e em caixa de urna dusia so ari abatimento
* ra*" B0V mp0 qu* h" no marcado a 16 a libr> en "rftb 5-
ditas ioteiras a610rs 'IB8lll0^e 1ue ,e Podein deser en> moiaa lata a500rs.,
m_, maln pelisco que p6de haerpor estar prompto a toda ahora a tf a libra.
HidU deamendoa
El OieS mullo oras a t20 rs. a libra.
GastanHaspiladasa240r8alibra.
^***i mito saperiora 240rs
A-TPOt"
" 'o Mranhoa3*m arroba, e em libra alOOra.
Famo anencaao.,, Ik
d i. J 15 libra, sefor em porgo se fat abatimento.
ScvadinnadiFffi..a40-i.Ubr-
a** rauito aoo a 320 rs. a libra.
x oneinno de LUboa a 360 ta t llbrat 110J a moba
Fariaha do WlaraaUao
ToaeinH, inglex a200r, al
"id1!?- aVXUUaS *S libras a W cada urna.
i dos gneros mencionados encontrar o respeitael publico todo quanto pro-
da bro de coras branco*T ditos do
Ing,c|(;9s de case mira pretaa do
corea de btlm bsraco de cosas. dgo-
m ia c*oU** om peii(> ^m* M>st#
W Anas, ditas do algodo. chapaos da sol
n> Paca a 4
sejrende um cabrlolet noro sera o arreo.

!
10, cata i
iann Irmfioi &C., tem ex-
to um completo
amostra de objec
icha, proprio para diM de
igenhos, sendo correias
insmittir moTimento, canudo J I1** tender.
borr-fca Milllplal, o*
primen! e grou#a, pt,(H de
borraei,a, wdfa ^1. i
Jre ditos artigo tomam-ie
kommendas.
ixdei rasioi proprio*
unileiro* etc. a 1 jSSO:
dirija-te a esta tipo-
para ] [ g^pn8, que ahi te dir' quem ottem
en-
'UaV*
- Frado-se na rtia or n. 5
amios trtncezes chegado utliasmente
m
, um par de

par
tambem
.')
a garrafa, em caadas a 35500 4f000 4#500;
a 59 a duzia, e em garrafa a 500 rs.
a 800 ra. a libra, dita cora cassa a 480 rs.
a libra, e a 7 a arroba:
a maisaora a 160 rs. a libra.
corar tendente a molhados.
Fazendas baratsimas
N. 20Ra da Imperatriz--N. 20
il1^1090^ PMCopoosirel. pois est resolrido anaodeixarde aerrir ao fregaos qoe
o que pode ha ver de melhor
gosto em galantarias para
ornamentos de salas,
rtrao soja, ricos jarro de porcelana e do ridros
de ranos tamanhoa a goetos, ricas maaleiguei-
ras, jarros de vidro para eraros e ostras floreo
delicadas, frascos muito lindo, Unto em corea
como em gosto, o oulraa BMitaaaUalama que
se torna enfadpoho mencionar, aiincando-se
porm, que o que ha de melhor gosto para
queaa quirer te/suas mesas bem ornadas; na
loja da Vietoria, na ra do Queimadoo. 75. iaD.
toa loja dfleera. **
RuadaSenzala Novan.42
Vanda-sa sm casad* S. P ./oniwton C.
llinsa iilbsa|lozaa,candaarois eastieaai
bronzaados,lonas agieses, fio drala,ehicots
p*rcarros, amoniaria.arraiospara carrod
o lou oartlos rIo|iodo tur paienti
agloi.
Relogios.
Vende-sa am casa de Johnston Patsr $C.,
ra doVigario n. 8 nm bello sor timen to do
rmofiosdaouro.patODteinglet, deum dos mais
afamados fabricantes do Liverpool; tambem
urna rarisdsde da bonitos traneelinspira os
4 loja da bandeira I
ova loja de funileiro dar
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos di Fonseca participa a
toaos os seus fregueses tanto da praca
cmodo mato, e juntamente aoreapeita-
Telpublico.que toraou a MikoNcao de
balsar o prego de todas as su ai obras, por
cajo motiro tem ra rondar um grande
sortimento de bahs e bacas, ludo de
dinerentestamanhose de dirersas cores!
m pinturas, e juntamente m grande
sortimento de dirersas obras, contendo
banheiros o gamelas compridas, grandes
e pequeas, machina para caf e cane-
cas para cdtadoxir agua grande e pesne-
nas, Islas grandes pira conservar firi-
nha e regadores ao uso da Europa, dito
grandes e pequeos o uso do Brasil
wnmxo, latas de arroba a 1
ba hs grandes a 4IJ o pequeos a 600
rs baca grandea a 5 o pequea a
800 rs.,cocoa de ata i 1) i duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos esles objec-
tos ha pintados e em branco o todo mais
ae rende pelo menos pre^o possirel: na
loja da bandeira da roa da Cruz do Re-
cife n. 37.
l*^r.farr"' "tno^mitos **ML
4polmos de largura, pechiocha. na ra do
(Wtrnado n. 22. na loja da boa .
"T ndem-se tres peres de caatijaes de prt
t nw aalra. lado coatraatade, veode-sa fedtaU |
Mtar na roa estr'eitt uVRosario' 4 ^^'
Lencos de cam-
l>raia mm padroes de se-
da a 2^500 a peca.
boBilose finos lencos de cambraia iraitendoseda.
pencos. E Ossa urna das pchidehas queeusla
wcecor, e quando assim approreitar-se da
oceaaiao, porque oHes serrem lauto para algibei-
If.SfV" menin08. luem os rir na loja
? "*' oa rua d0 ffiai .lm*rir ,nat, d9 Um' peS,> U1 *
Arado s americano se machina-
paia'ararrouparemcasadeS.P.Joi
htton 4 C. Barato para acabar.
Rua da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reiros.
Sedinhaade quadros encorpadas, corado a 640
rs,, chitas de coros iias, corado 160 e 180, ditas
francesas, corado a 20. 340 e 260. saias de cri-
nohna para balao a 2J400, bales de 18 a 35 as-
roas dos melhores. por preo commodo, cortes de
ambraia bordadoa a lySOO, cortes de cana de
fcooiUa corea com barra a 2*800, riscadiohos
irancezes em cambraia, corado 280 rs.,guardana-
pos damascados, duzia 2|S00, cobertas areluda-
das com frocos para cama a 9JJ, manguitos para
euWra tWQ, goHnhss bordadas de pontas a
800 rs. r
ATTENCO.
Vende-se urna taberna na rus do Imperador
" *.P*pna para um principiante, por ter pou-
coe fundos, o ateamo o seu aluguel ser commo-
do ; o motiro da renda por seu dono ter de re-
tirarse para o norte ; iato a tratar na rus das
trines n. 1, ou na mesma taberna.
Vende-se por commodo
rinho americano com
Nofa california
. .
Fazendas baratas.
Na na da Imotratriz n. 48, jmto
J uho 49 e 4*500 supetinr 5*. cas
W za rom fi 1iO >ar. te Qnn <
m
l
coa bahpdl-
.. cambraia li-
za com 8 1(2 rara 3S. 3|DO0, e 49. ditas do
Escossis 59, e 6S. ricos enfeites para se-
niora 6 e 6|9O0, siatoe os mais delicadoa
para senhora IfoOO. tp. ebapelina para cri-
anga gosto inglez 38500.4a, para baptisado
3a, cortes de resudo de seda Escosseza do
booilos gosto 12* esli a acabando, ri-
cos lencos de Iabyrintho ly. 15200. chapeo'
da sol nata senhora do benitas cores, liso*
ff bp, cabo do nmflm 5*500. corles de esm-
braia brapcos coa flor de seda 5p. riacs-
do francez 200 ris o corado, completos
sortimentos de baldes de arcos 3a, sortl-
mentos do meias para menino e menina
IDO o X40 ria o par. chale* do Urlatana
de orea a &40 ria, lencas branen com bar-
ras 160 ris chiUs inglezas a 180 e 200 rs.
dita franeeza a 240 o 280 re. o corad
I percas de cambraia de forro com 9 raras
8 a Sa : junto a padaria franeeza o. 48.
15 Ra Direila 45
Magnifico aortimenU*.
Semprecoiidesceiideateeprsavsriadro was sm
reguezaaquoilM tt*z*m Ma, pmria fetooor m pu.hto, porptecu. .o4reM acaspto
takuoroa eos do tutro, s*u M Mrttasosto
de calcado Iraoeas. kWs a>kaowim i fjaa
7r ADatiarbef.
prego um bom car-
acommodacQes para quairo
pessoas, muito lere e quasi noro, com arreios
para um ou dous carallos. e multo bons ;a tratar
na rua da Florentina o. 16, officina de carros do
or. Joseph Grosjeaux.

e vidraceiro.
especial para forro "de
corado que ootr'ora se renda a 81, cortes de brim de lioho a ole.
A,^r? P,1nturJSr"la>s>'n" e largura, de 6 a 9 palmos ao diminuto precoTdo o orad ch.l
a "7,.". SAW.PdVnhVd,-\4#'- C W "S" '1|800 6 ^. corte, de casemiraVree
\l(\r nJ? f,*' .'ca'1,?h"de,ll,,hode''lgo^o. gaog amarell. e de cores a 160. 200. 240 e
HnhVr.ml?-,"" 1" -"-"Uo P rou. de escraros. dito d pannos de
dii, ?o Jieni1,l1?.h0H?in ,,Vai'n0ld9 Urgura' P"008 flD" de """ "res. mbr.ia! l!
d"nhe!ro^r^ P .p.nr
IOTA '
Exposicao
Candieiros a gaz,
O proqrietario da ora eipoiigao dos esodiei-
roa.a gaz avisa ao publico em geral, que ae acha
sempre sortido com grande e rarlarel sortimento
de candieiros desde o mais bsrato al o mais caro,
assim como um grande deposito de gaz idrogenio
rerdadeiramente econmico, reconhecido verda-
deramente por totas os cansamidares : na rua
Nora ns. 20 e 2i, Carneiro Viaoaa.
Nests mesma etpoeicio se encontrar um ra-
liarel soriimentode rquissimos quadros de todas
as quilidades que por gosto se pode apreciar os
seus deeenbos, um riquissimo sortimento de
quinqullnarias, contendo entre ellas riquissimos
laratonos para quarlos (gosto chiaez), um varia-
rel sortimento de balaios com todos os preparos
paca riagem, contendo pratos, facas, copos e ou-
tros frascos para condicionar, ferros de engom-
mar a rspor, machinas de bsler oros a rapor,
machinas de fazer esf a rspor, espingandas de
dous canos tronzadas de alcance, rnappas del
mundo, e outro mailos objectos que ae reodem
por precos dimiaalos para acabar: rua ora
aumero JO.
. '' s
Attencao.
.nroadoTraptheaMfl.acasa da Ro r n
Rookor 4C. eiiste um bom sorthnwi 'ni(-
nhas decore**fctuocalsm.arreftWdtf mfefhor
Ptassa da Uissia.
Vende-a poUaea da aoaeia da atis or. a
euperiarquatia no aereado ^Z!Lfmti
cmmodo: r,o eaoripUodV Wef^aL
Olireira drPiibo, 1V VpT&tof Ml *
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
den tes
A loja d*guia branca acaba de receber urna o-
ra re meas, da mui prareitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e denles. O bom resul-
tado de tal agua j nao soffre duridacomo sa-
mdo pelas immensas pessoasque a compraram
e que sentiam a falla della, e as que de nor
comprarem achsrao qne o uso della faz conser-
rar os denles saos, lirrando-os da carie, fortale-
cer as gengiras o tirar o mi balito da bocea,
dando mesma agradarel aroma, podendo-se
mesmo usar della nao s pela manha como a
qualquer hora, e com acert depois do umsr pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando se tenha de
sahir para ter-se s bocea aromtica : para isso
porm, bastam algumas gotas della em agua pu-
ra. O prorelto d'agoa balsmica aioda chega a
mais, ella sarre com acerlo o promptidao para
acabar ador de denles, ensopaodo-se nella um
bocado do algodo e deitando-o oo buraco do
Jente, este adormece o em nouco desspparece a
lor. Para se obter um frasco de to proreitosa e
apreciarel agua balsmica, dirigir-so com 1
loja d agota branca, rua do Queimado n. 16 ni-
ca parte onde ella sq.rende. Adtrte-se que os
frascos rao mareados com o rotutoda dita loja.
O rival sem segundo, na
rua do Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
vo, est vendendo tudo
bom e baratissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ram, a saber ;
Caivete para aparar penna a
Ditos com 2 folha aoaito tinos a
Frascos de macaca perola muito fino a
Di lo de oleo muito fino a
Tranca de la com 10 raras, bonitas c-
rese
Franjas de la com 10 raraa, bonitas co-
res a
Sapstos de tranca de algodo a
Ditos de dita de Ua a
Caixas com iscas para charutos a
Cartas de alQnetes sortidos francezes s
Ganas de ditos ditos a 80 rs. e
Escoras para limpar dentes muito finas
zoo rs. o
Duzia de faeas e garios, cabo prelo a
Masaos com grarapas muito boas a
Cartdes com clcheles a
Ditos com ditos de superior qualidade a
vedaos de a$o para senhora a
Sabonetes muito grandes a
A pilos de chumbo para cria ac a
Rialejo para meninos a 40 rs. o
EoMdores para reatidoa, muito gran-
des a 60 rs. o
Sapatinhos de la para meninos a
ri.AIrVei2 Um' T!rie<*iae o miudezas que"sZ
L!i ^lid("ho neneo.a-ks. poisa r,t Vue
e poda,apreciar as qualidsdes o os precos
Tarlatana branca a
s peca com a raras : as ru do
segunda loja rindo do So.rio.
Calcado francez para liquidar'
Rua da Imperatrz n. l _ PARA HOMENS.
Borzegnins do bezerro de diversos fabrieaote
51 o par. ditos de r.roiz a 6f. ditos de^rwS
pretose decores a 4,Umd.'tota braTS?
d tos da bozarro de e.,o da lustre IJeli. a S'
ditos de cordarto a 5, botina de bezofrTs a'
apalpes d rerniz de bezerro a 2$. *'
SsprtoSdrterniZco^rSj^; sem franja .
80
320
200
100
200
800
IjOOO
15280
40
100
200
400
39500
40
20
40
100
200
20
100
80
400
ros do Queimado n. 18,
iawo,
FARA MEMIMOa E MENINAS.

Joaqun francisca d Mello Santo *y1m a os
axposto i renda sabaodo sus fabricadeooained
-.Roeifanojirmaema des Sra. Trarasaos Jnior
C., na rna d o Amorim n .58; maaaa aoarella
casUnha.preta a eatras qualtdada por raeoor
pre5o o do^outrasfabricas. No matee Tm-
bem ttil^oa^d*0lto da ral. d earn.a-
oorpotiCa.
ao eatar promorendo essaa cobrsncas fc
im nln halfaartaa*n .*- i. .ia .
11 bom pUao fon pouoo UJO
na ru. do Queimido a. at, |0J da boa W, v (Trua de fimZ'ilffilJjRiffi:
Grande e nova officina.
Tres sartas.
31RuaDireita31.
Nesle rico e bem montado estabelecimento en-
contrado os fregueses o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas asquslidades.
r.n^P! rTl"m com o Jacaranda.
D&RUElBUSde todos os tamanhos.
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES idem dem. '
BACAS idem dem. .
BAHUS idem idem.
Blffrna" JT**? H 'Ad,a. rnouraa. \
i haius imitando em perfeiQo a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as auslidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e (Landres psra qual-
quer sortimento. H
VIOROS em calzas e a reUlho de todos os ta-
mandsndo-se manhoe, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se eneommendas de qualquer nata-
reza eoocertos, que tudo ser deseupenhado
contento.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se D16 liso muito fino e assim tambem
larlatsna branca muito fina, tanto urna couta co-
mo outra sao proprias para restidos, nao s para
bailes como para assistir-se a casamentos. andem
antes que se ^esbe na rua do Queimado o 22
naloia da Boa-F.
Meias baratissimas.
A 20400 a duzia de pares de meias brancas fl
- na rua do Queimado n. 22
Laja das 6 por-j
tas em frente do
Lvramento.
Chapeo de sol de alpaca a 4#.
Duzia de meias erua para hosaem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 25500 a duzia, lencos de
csssa com barr de cores s 120 rs. cada
um, ditos brsncosa 160 ra., baldes do
20 e 30 arcos a Sff, laazinha para ves-
tidos a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 5J> e 6p, tarlatana
branca e de cores muito fina com rara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de lioho lisos 640 rs. a tara, pe-
ca de cambraia lia fina a 3a. eaaaaa
decores para restidos a 200 ro. o co-
rado, mussulins encarnada a 320 rs. o
corado, calcinitas para menina de escola
a 15 o par, graratiohss de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um dusia 28, pecas de cambraia do sal-
pico multo fina a 35500, pocae de bre-
tinba do rolo a 21, chitas franeeza a
220 e 240 rs. o eorado, a loja est
aberta das6 horaa da manha as 9 da
noite.
Queima-tado
Serr para ae deitar nos castiesea o segurar a
rea de espermacele, fazeodo-a qaeimar at o
fim, o preservando os mesmos de se quebrarem
com o calor da luz: rende-so a 500 rs. cada
queima-tudo, na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Gees & Bastes
Tem exposto renda restidos de seda por 308
e *a> 150*;, por certo barato, e quem quizer admirar
o boa qualidade e bom gosto dirijir-se loja da
rua do Queimado n. 46 deGes & Bastos.
Liquidaco
na loja da arara
venaem-se cunes mreme oo nscaao? de cu-
re e brim a 1, fpfto o 11800, ditos de meia
casemir a 1J800 e 2. cortes de casemira preta
para calca a 3500, dita entestada fina a 41, ditas
de cores finas com listrae do lado ou sem listra
a 4600, corte de restidos de tarlatana brancos
com babados de cores a 2|600, cortes de cambraia
para vestidos com arentalon quilba doslados.de
cores, a 2|800 e 3, corte de ditas finas com 13
S?I?JJ0 550. dH> de riscados chinezes a
*l500 : na rua da Imperetriz, loja da arara de 4
portas n. 56, de Magalhses e Mendes.
-- Vendem-se libras sterlinas ; no escriptorio
de Amorim Irmos. rua da Cruz o. 3.
Borseguina Vietor'
eouro do Mrco. ....
laaal IsJaasadsntb .
> di*ozMfabieani(batrj
Job "trasll.
SapaadM NwtM (balera! itaisaf! *
> patento. ......
Sapatos tranca (portagsMze), .
(franceses). ....
! LT^^hir: :
SenDoras.
Borzoguins primor IJoly). .....
briihsulna .
i aspa alta.......
baixa. .
31,32,53.34. !
decores 32,33.34. .
Sapatos coa aarto f JoljrJ......
rraoeoso froMuinkoa. ,
31,32.33 a34luatro. '
E um rico sortimento de couro de Isiatr^^
zorro francez, marroqu, aola, rauasta mZ
rtnhos, fio, talzaa etc., por menos do aua'au
quor outro podo render. i"-
Relogios baratos.
Fazendas modernas. 8
Gurgel & Perdigo.
Vendem barato.
Superiores capas compridas modernas,
manteletes, taimas de croie, ditas de
fil.
Vestidos de seda,
do e de phaotaaia.
3
de cambraia borda-
didos pelos presos da factura.
rk um recibo em qua se reaponssbUisaliir,
gulamenlo durante seis meze. ^^ ^* w~
\ovidades de pava*.
A loja de Gama Sil va, na roa da Impera-
trz n. 60, acaba de ebe-
gar um doto e variado
sortimento de fazendas,
que vendem por presos
que faz admirar, como
ai-
ro-
nas para homem
na loja da boa j.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mao, na rua do Queimado n. 65.
fin" de COreS P"a homen* mui, flo*. o psr
C.rtoe de clcheles francezes com 14 pares a
Feotes de massa dourados muito finos imitando
tartaruga 6i0. ~
Esjartilhos parasenhora, que sempre se ren-
deram a 6f, por 2500. V
Traogas de lia para resudo, a peca a 40 rs
Laa para bordar muito fina e lindas cores, li-
a-a a 71.
Massoscom grampos a 40rs.
Linhas para bordar, a miada a 40 rs
Diaa de peso multo finas, miada grande a 240
Franjas da lioho para restidos, a rara a 120
Apparelhos de porcelana para meninos, pinta-
dos e doursdos a 1 $600, 2J. 2500 e 3a
Cart.s cpmalnelea a 100 rs.
Papis com alite cabeca chata a 40 rs
arfeite.para senhora muito finos a 3, 4 e W.
oalosmuito fiaos para seahora a 2 e 2Sk50
AHtaa doiaia e oret. para padre mw aeooa'
Eafsf lee coa Arrea para senhors a 18.
Aealm coeooutrae rnuita miudezas finas a be- h
de manoionat. paja nlo se T
Chapeos ricos de palha,
lica a 20500.
luras de pe-
tornar dala muja
gros-
Sedas de quadrinhos furia cor,
denaples e morianllque.
Cambraias fiogindo seds, chitas finai
modernas, laazinha de cor e meias els-
ticas.
Ricos sinios, gullinhas e punho, es-
partilhos. pentes de Isrtaruga, leques
superiores e sais balio.
Fil, cambraia branca,
para sinto, camisas para
nios.
tarlatana, fitas
senhora e me-
Roupa feita barata. S
9 Gurgel & Perdigao. am
f| Paletots de casemira prelos, de cor. S
a calcas collete. camisas de liaho ingle-
l ?" '"cozes, ditas de algodo : na lo- 9
(P ja n. 23 da rua da Cadeia, do-se amos- m
U4- Z
Sustenta se a fama antiga
De vender com eoasciencia :
Venham ver, e nao se diga
Qu'isto falsa advertencia.
IMr.
aUaja tes sreai estrallssai rui
raa do Roarlo n.mero
^foa riquisarmos com nrolddrs dour,
Saala Theresii, Coneelcio, Crucificad. ",
de Jeaus f. Ja Bentiai,, s. J^VLa. S
a SaaUo Antonio a 8, t 10J tilbt
com borlas de seda para wat i do
e relludo escocer par. Jm
i te urtaruga
puad^ogo
Na loja das tres estrellas rua
larga do Rosario n 33,
Troca-s njodloaasasilu por dioheiro esUmpss
do santos em (orno e coloridas ai20, 140 o 100
llZ **?* S a**?ohr Crocifiado, Cera-
!> ^44) sa^diica.egianpade branca imitaudo essui
' a Ul\ Oift non .. ...... "W w*mo
de
cao
os
:roz
tas
e 11a
lio a ims
10|, bonilo-
ue a 200 rs., de li-
o a SOO rs., diras, galio
rs eofelte de resudo a 80,100
Botiauinhe de toda na aajalidaden
^^-^.dnreo\d''inj. a*..4a*n. .*! 7%*%%
bondad. dn^mo^.^tAanat ahiai.,^S w2fX'2?!221?-mm4*inM
........... ... ..___._. peqoes-oos
H2
?^ri !M dUo*de nerio matisados a 11400 O
r^^U^ei.ct"!ib.l?U enfeil0 Pira erjan-i
ffi^.JGfr'&i&'P** W>m orro
de sed a TOO e 1|. SRas^d ed elac.a de lo-
dos os tsmanhos s 206% 20 ra., bonota de na ha,
par. men pb, bOO. <, UamS'miST
J?.-nlSo6
^.nfioia.d^tn.lita.t^^^na^^ -. par, rtl,
us prate.d.. I9900 H, dito de murta.
Mlrm qu.Ud.de. ;re,rqu.dr doitado
mu ricos, a 8. 0 o 10f. bem como outras multa
reliquias recomaondaTOit o christo,
-.em'dedo.PSralnahoVU
160 20O> r| dftas de pellcM itf e 80 Va.
Um do sudanmarellas 0>soeas SOO.^fj
rs., leques finos com espelho e tU2f*
, meias bra aeohora a $40, T"
o par, ditas de seda e de lata a
outriacouaas mais todo barato.
Libras sterlioaa.
Voude-ao no oMMpttro d Manoel Ignacio d
OUTlr FUho, Urgo o Cofntnto. *
sejam:
Um bonito sortimento de cana
lacio de sedas de quadri.boa. que s. n
lo diminuto preco de 240 rs. corad*.
BriWianUna a .VIO t,
Vende-se brilbantin. coa quadrinhos d 6r
para restidos roopas de menino a 240 rs o
a'r'a : M I-por.trii n. 61. (ja o
Organdys a 1HO r#.
Vende-se cassa de organdys du padriaa mmUa
bonitos a 280 rs. o corado : na rua da ansmayair
n. 60, loja do Pari. ^ """
Chitas a240rs.
Vendem-se cbilaa francesa saailo minchaba.
fazenda que sempre se readeu per una pataca'
e esta se acabando a doze rinlens : na rua da'
Imperatriz n. 60, loja do pari.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gorg.rio mindiobo proprio psra res-
tidos e capas para senhora o aera reapas d
nios, pelo diminuto preco de 401 rs. corado -
na rua da Imperatrz n. 00, toja do par.
Las a 400 rs
Vendem-a lazinbas enfeaUda. para Toatlda
fszends de muito boa gost., pal. diminalo pre-
50 de cruzado o corado : oa raa da Imperatrz
n. 60, loja do pari.
Com barras e babados.
Vende-se fioissimos cortes de cambraias aara
restidos", com barrase de babados, aelo baraisa.-
mo preco de 00. 31 e 31500 : m ra. da Ia-
p.r.tru n. 6Q, loja do par..
Cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas com salpico grande a 900
rs. o corado : oa rna delaperalrix a. 60 lea do
pari. ""~
Cassas de cores a240rs
Veode-se caasas de cores fstenda uaito boni-
to a 240 ra. o corado : na loja da rna da
rtrizn.W.lndj,D*To.
Sedas a covado.
cor de cana a 2|66oVerado, aad. hraacaT!
rradas para reitidos de noira a 2f240 2S400 o
corado, dita preta tarrada a 11400 chaaaal.u
preto .2|060 .corlo : a. Z?i SSSS
o. 60, loja do pari. aaaaawawu
Enfeites a 2^.
Voadem-ae afeites de muito ae* ceato umn
15Wr,-",,irf'5!
Enfeites a 640 rs.
Veadeas.M eaMte de frece snsriss aara oe-
oinas o tambem p.r. aenbor. a 640 ra *>
Cha p os p a ra seuhora.
Vendem-se chspoa pasa aenhoraa. aaaaU m*.
U bem entelado, e ^ t^ViotiT-iiB!
godo, pelo hsraiisslao prdea dTttlV neulT
laperatrlz n. 60, loja doil|o7 *
sentios e roupa. para
pre-se renden."
loja do pari.
conar, todas -idmds jj ismIij
locado orna Ubnietn ene ana rAVAo ataasUa
noite uaa lu, qu. diz -efATST^
lape-
*?^tenK

J



Dwmm
zz
smacocheira da.
aleau
comasseo-
B ea valla*:
Iranco
c ani.
Vende-se em picte de
pacota : na roa de Queimado, leja d'aguia'bran-
meia resma a 39 cada
ca.a. 16, auim cono calxiDhaa com papel de co-
re a 1| cada urna,
m rieo carro.
Vende-se um rico e elefante carro mu betla-
menu prepaaerJo : no escrfptorjo de Manoel Ig.
nado de OhVeira $ Fllho, Ugo do Carpo Santo.
Na psderia ra me Rotarlo ten ex-
caHeatu boterirmhe. aferentes tamaohoa e
anaUdadea para 3200, 3520 e 49 por arroba, e
*% i "* **< marroba a 150 r.. por li-
bra ; ao a 120 r. a libra, sendo de para cima.
Cl KflINN 9HSWCIMbMM3
melhor calado ii-j
" lez para homfoa, que (em fiado a ea- f
i mercado, Tende-ao oa loja amarella da i
ra do Queimado n. 81 de A. Moura Ro-
Hm, pele commodo pro;o da 129 o par
tuina de differeutea feitioa.
Chafes cte merino a
9* bordados deaedu m ponUs de 14|4:
L^.MU.> a 4o Qaeieaado n 81.
lieos tapetes
Inteiricos de lindos desenhos para forrar
quartos grandes esalas pequeas a 159 :
na loja amarella da ra do Queimado nu-
mero 31.
BMiNinnfiHmiKwaHeiiniS
Vendem-se "por prego commodo malta para
viagem : no aroaiem de Jos Antonio M o reir
Dias&C.TuiflaCrurn. 26.
~~ Vndese gai americano de primeira qna-
lidade, em lata de 25 garrafa*, na ratio de 15J,
assim como latas pequeas de 5 garrafas : no
cae do Ramos os. 18 e 36, e na ra do Trapiche
numero 8. r
Vende-sa urna eacrava de najao, de meia
idade, a qual sabe coziohar, eogommar, e lsva
mallo bem, peroneo commodo: na ra do Quei-
mado r. 34, loja.


iras
Na loja da boa ffnarua do
Queimado. 22 se encontrar uro bonito sorll-
meoto de soperiores tiraa ricamente bordadas
que renden pelo barato proco de 39000 4*000
&9OOO ris peca, adverlindo-ae que ha mala
d* ama peca de cada padrio. qaem maia depreaaa
andar aaelbor servido ser, na roa do Queimado
l. 82 na loja da Boa-F.
Souhall Mellara & C, lando recebido or-
dem para Tender o seu crescido deposito de rslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; cooTida, porlanlo, ispeasoaa que quizerem
aaesair um bom reiogib de osrr dn prata do c-
lebre fabricante Kornby, a provetar-se da op-
portunidede sem perda de tempo, para jr com-
pra-loa por commodo preco no aeo escriplorio
roa do Trapiche o. 88.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisa^o e refinado
de assucar.
Deposito na roa de Apelle n. 6. e praca
da Boa-Vista 26.
Este importante eatabelocimaoto contina
fornecer aos seui innameroa fregueses do alto e
para aseucsrcrvstslieado, era p e era paos, 1."
ei S. qualiddes, polo preco de 160 a 900 re. a
libra, e do refinado a ICO, 120 e 140a libra, sen-
do que em groeao o comprador lera am deaeoato
favoravel. Nao mesaos depsitos tambera se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vio animal em p a preco commodo.
AS IIIMMIMS
luvas de Jouvin
ebegaram no vapor francs para a loja d'agoia
braoca, ra do Queimado o. 16.
1 .a
Lady Macdonald. 9
A loja
W sei
de
de
de
s
;
Vende-se chombo de muaicao, a dioheiro a
219 o quntal. a arroba a 59500: no eeeriptorio
de Aatoaio Gezara Moreire Das, no Forte do
llaHao, roa da Moeda n. 87.
Venda de loja.
Vende-se a multo acreditada loja de miadezaa
sita na roa da Imperatriz n. 82, aendo esta em
ama das melhores localidades, muito propria pa-
ra qoalquer principiante, por render-se com o
sortimento, de forma que o novo comprador nada
precisar comprar ; vende-se a prazo, conforme
se convenctona. : a tratar na mesma ra n. 46,
Feijo de corda.
"# *' de Tosso Irruios, roa do Amorim
numero 35.
O melhor gosto. 9
9 Chapeos depalha muito fina enfeita- 9
9 Jos a traviata a| e 148. ehalea de X
touqurm a 12,15, 90.,*, 35. 0, o "f
| 50J. eoleites de retroz e outras muitas ejfa
fazendas do malbor gosto posslvele por Z
h baratissimos pregos: na rna do Queima-
sjp mado loja de 4 portas de Ferrio & Maia. 0
999ft **
Urna barcaca.
Vende-sa ama barcaca do porte de 35 esixas,
encalhada oo aataleiro do mostr carpinteiro Ja-
cintho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Poo-
taa, sonde pode ser vista e examinada pelos pre-
tenderles ; vende-se a prazo ou a dioheiro ; a
tratar com lineel Alvos Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Boa do Queimado n. 49,
Santos Celho vendem
o seguinte:
Pece de eambrala branca annilada, propria
para forro, pelo barato preco de 2;.
Lencoes de bramante de linho grandes, a
3)900.
Colchas de fuato de lindos lavrores a 6$.
Cobertas de chita a chioeza a 18800.
Lences de panno de linho a 19900.
Chales de rae rio liaos, pretos e rozos.
Ricos cortes de seda pelo barato preco de iOft.
Ditos coa algum mofo a 839.
Toalhas de fustao a 500 rs. cada ova.
Cortea de chita franceza com 11 corados a
2*500.
Barato assim ad-
mira.
Mai fiaos e bonitos lencos de eambraia de Itabo
abortos e bordados para maos e cabecas de ae-
nboras a 29 cada um ; qaem os mandar ver nao
perde o tempo porque sao baratissimos viata da
bondade, e assim os comprar na loja d'aguia
branca, ra do Queimado n. 16.
Preciosos
extractos para lencos.
Aloja d'vgara branca acaba de despachar de
sua propria encommenda, fiaos e preciosos ex-
tractos de novos e escolhidoa cheiros como bem
aejam, imperatriz, T>. Januaria, D. Francisca, ma-
recbsl Broooet Rei, dito favor!, dito dos Alpes,
dito de Triaaoo, etc., etc., nao esquecendo porm
o estimavel extracto de aandalo. J se sabe, os
freguezes que munidos de dinheiro diriglrem-se
rus do Queimado, roja d'agnia braoca n. 16
acharao baratez, agrado e sinceridsde.
m \rmore
vende para liquidaso, por metade
_ seu valor, ricos bournua de veludo
m edrea, gestoLady Macdonald.
#* 99 99999
Novo destino do
torrador!!!!
23Largo do Jergo33.
Vende-se manteiga iDgleza especialmente esco-
lhida a 800 e 900 ra., francesa a 640 e a 600 rs.,
assim como se torrara outros mallos gneros, co-
mo seje, caf, arroz, azeite doce, velas de esper-
maceie e carnauba, etc., etc., e se acaso algaem
duvidar veohaver : a dioheiro vista.
Bonitas eaixinhas
com visporas para entreteni-
mento.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca bo-
nitas caixiohaa de madeira invermsadas com vis-
poras, tendo 36 cartas,e as pedraa numeradas por
ambos os lados, o melhor que pnssivel em tal
genero, e custa eada urna caixinha 39, e outras
cobertas de marroquim, e a chineza, e outras qua-
lidades a 2f, 1J500 e 19 ; o tempo proprio. e
por aso dirljam-se cora dinheiro ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, que seo bem
tarridos.
Gelo.
Vende-se na ra de Apollo n. 31 de-
fronte do theatro a 4# a arroba, meia
arroba 2$500 e 160 r. a libra.
Por atacado ou a retalho
S deiicar do oomprur
Quem nao se der ao trabalho
De vir ver e examinar.
A' loja das tres estrellas:
ra Larga do Rosario
n. 33.
Espelhoa de columna de diversos lmannos
1800, 2*000. 2$800, 48000 e 5J000 cada um, al-
guna com deleito a muito menoa, caixaa de bu-
falo finas para rap a IgOOO, ditas de tartaruga
grandes a 83000, malas envernisadaa o com ta-
chadura para viagem a 1J>500, reloginhos ficticios
com correte para meninoa a 160, peotes de mar-
fim para limpar a cabeca a 400 e 500 ra., the-
aouras grandes para cabello a 600 800 e ljfOOO,
ditaa para costura a 120 160, 320 e 500 rs., lin-
teiros de metal e madeira para viagem a 240 e
320, caixaa de. Ilotas para dasenho a 320, 400 e
500, medidas com numeragao para alfaiate a 160,
2U0, botoea de metal para calca a 480 a groza, 50
ra. a duzia, ditos de osso, de massa e de louca
para paletola a 40 80 e 100 rs. a duaa, ditos de
duraque pretos a 200, ditos de aetlm e sarja para
casaca a 1S800 e 29000 a groza, brincos e rozetas
douradas a 80, ICO e 160 rs. ditas pretas a 160 e
200 rs. o par, phosphoros de pao e de cera a 20
e 40, ditos caixa grande a 120,160 e 200 ra., csr-
teiras de marroquim a 320, 400 e 800 rs., ditas
Srandea com divis5es para lettras a 59 e 58500,
ohas do gaz a 700, a 800 e 900 a caixs, a 20 rs.
o novello, fundas para quebrados a 500 e 800,
ditaa unas a 2*000.e 29500. Em porches tudo se
vende mais barato. ,
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
4
afianca-ce a boa qualidade.
rs.
A,F.Duarle Akaeida, socio que fot do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinlta com seu mano, acha-se de novo estabele-
cidooomdousaceiados armazens de motilados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razio de Duarte A Souza, e osegundo
nadeDuarteAliiaeidaASUvaresl^esUbeleeinientos offrecem grandes vantagens ao pu-
blico, nfio so na li^npeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
prego, pois que para isso resolveram os propietarios mandarem yir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortiment, como tambera poderem oflferecer
10 pubco ama vantagera de menos 10 poc aento do preco que posaam comprar era outra qualquer parte, por isso desatando os proprielarios icmaU.
tarem aau.eUbeUameoto. tora deliberado g.r.ntirem toda e qualquer qnaiidad. de geneos endUo. m seos iii,,lSKS w o
SI, ^ ISL,fl!L,,!M encomBM,wi8 *"* P pots pouco prstic, em qualquer am destesestabeledmentos, que serio tio bem Mrvi-
n3ir,J^ P?3>n>ente,aa certeza nanea acbarem o contrario de nossos annnncio,, e assim fundados as vantagens que oflerecemos
pedimos iodos senhores da pr.es, senhores da enganho lavrsdorw que m.ndem .o menos su.s encommandas nrimeir. vez, afimT exTefc
^Li!!^ qMMatod! wssoVM0neTrorr'VemM a0W>> *"*"' P' n' *"* PUbHC^ mdemo8baralMo, attendendo as boas
^ mifmaZa a,H""tB,e H8Jlhid 5J >"> P^ 750, reeommenda-ae aos apreciadoras desteta genero que
la* f pennur. serios de nada perderem pois par isso confirmamos o que lavamos dito. 8 4
ChAh Za nwlhw do n,wc"a Mo Mbfa e em birria a razio de 000 a libra
, Ha nySSOU e pretO o melhor do mereado de l7O0 a 2880 e em porcao ter abatimento,
Presunto fiambre 04 hambarguez 000 rs. a libra a em porcio a 800 re.
Presuntos portUguezeS vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra a inteiro a 400
Marmelada dosmetboree autores de Lisboa premiada nesexposices universaes de Loudres e Pars a 1800 a lata.
Caixas com estreinha pevide e rodinba 7ooo. M soo.. ibr..em P.rc.o tk .batimento.
Latas de ameixas franceas com cineo libras a 49000 e 19000 a libra.
PaSSaS em eaixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2|000 o a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 79000.
Espermacete superior 720 r..c... 740 rs.. libra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas 00 soo rs. o frasco.
^rviinas portuguesas e francezas a 800 rs. t frasco aftanea-se seren as mais bem preparadas que tem vindo ae mereado.
Vnhoffi ^ da dediverai*ulidd^ a muito nova. l94W>.egsan4M da4 81ibrasdea500 a 4500.
a garrah8r"f8??ariadd *tl*' ^^ ***' genuTl0' necUr Carcavellos, Madeira secca, Feitoria e Camones a 19200 a 11300
Vinho em pipa proprioe para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa a de 39800 a 480O a caada.
Latas COm fructas de todas as qualiddes que ba em Portugal de 700 *0UU a lata.
ra em caixas de 4 a 8 libras a melhor que se pode deeajar a tem vindo ao mercado de 49 a 61 a caixa e 1280 a libra.
L,OrintniaS am frascos de 1 1*1 a S libias de i600 a 29200.
p f, n. Sa Vei pescada a outras muitas qualiddes o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado da 19400 a 1*600
taie dO KlO 0 melhor que ha a 240 rs. a libra a a 980 rs. o lavado.
VinaiyrP meno-Oa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
Cominh br"C0 "d*10'q"etem8lW n mmd 4ft"' 'gimh ea*5S0*c*Mdt*
Vinhn R GjerVa M l?al3 D0 1Be ha no mercado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eeva doce.
V inno OreaUX de boa qualidade a 800 a 19 a garrafa e de 8500 a 10#000 a duzia,
Massa de tomate em latas de ama libra do mais acreditado autor de Lisboa e viada a pr imeira vei a nosso mercado, de 19 a 19280.
r!L?^ ?V?S em *> de *> 6 8 libras proprios para mimos, por serem muito bem enfeitados de 19500 a 49 e a 400 rs. a libra.
Cervejas das melhores marcas SOO.rs, agarrafa 59000 a dazi. d.branca.
Vinagre puro de llSboa a 240 ra. a ^u i#Pfi0 a nada.
Doce da gOaba da Casca em caixao a 19\s em porcao a 900 rs;
JLzeita iooo parificado a 00 rs. a garrafa-a POOo c. eom 12 garrafas.
UOgnac a melbor qualidade que temos ao mereado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUIJOS SUISSOS chegados ltimamente a 500 rs. e em porcao ter abatimento, afianea.se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda 000 rs. o frasco 69500 a frasqueir. com 12 frascos.
Palitos IlXadOS para dente, a 200 e 160 rs. o maco com 10 macinhos, e flor a 280 rs.
rvfm gaZ 8* *8Wza e 28 *duz"da caix"*
Chocolate o mais superior que temos tido oo marcado portaguez. hespaabol eraneez de 19 a 19100 a libra.
Azeitonas as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 19200 a aneoreta
AmendoaS ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e era porcao ter-a batimento.
Alpista o maislimpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra a 59000 por arroba.
A lm dos poneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
^cos c(SrtW*:)ieia de
1 seda.
saSi falle ttttsu:
a faseoda maia fies, eaais nova aaatokMiU
qae ba no mercado, cada corte tasa ao ti cal-
vados e vendem-se pato baratas!
26#e00 o cort; aa sao horas do b
tiverem de aastaHr a bailes e a ci
qoiiareos lavar ora vestido da ultisaa
raastdarem ver na mencionada loia *m
na roa do Quaimado a. ^
Vende-ae ana araade eaaa Urna da Mtat-
oa, aila os ra dos Guararapaa, a as Pora da Par-
tas, teodo 5 quartoa e 1 grande aaUo eaaa trapai-
ra ; a tratar na rna do Imperador o. 44. priaaet-
roaodai.
Vendem-se osengeuhos
S Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
dagua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nbo e poucas obras, porm
safrejaquatromilpes ose-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Gadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
As verdadeiras luvas de
Jouvin.
A loja da boa f receben novo sortiaaaalo i&
verdadeiras luvas de Jouvin, e aa recoameada
aoa cavalleiroa e madamas de basa gasto paca
que mandem por ellas na referida laa da aaa
f, na ra do Queimado a.
Ra da Cruz n. 48
No escriptoiio do E. Barle A C. venda se
urna riquissima mobilia de mo.oo toda oa abra
de talba o maia moderno e melbor que
sivel, por prego muito razoavel; no aaaaa
criptorio ha a venda excelteatea mobiliaa I
do junco guarnecidas de mirmore a 350f,
tarebem ha cadeiraa para piaooa, lava tortee toa"
lhetes, cabidaa tudo por preces que admira'.
II
poe-
ea-
Escravos fgidos.
do Porto, e a 29000 as da Lisboa.

Aspas largas
para saias balo.
A loja d'agnia branca acaba de receber um bel-
lo sorlimeD 10 da mui bem tecidas aspas para ba-
ilo, e aa est vendendo baratamente a 160,180
e 200 rs. a vara quem precisar dirigir-se com
dinheiro dita loja d'aguia branca, rna do Quai-
mado o. 10, que aera bem servido. .
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem cenhecido a acreditada depoaltada ra
da Cadeia de Bacife n. 12, ha para vender a ver'
dadaira potassa da ftuasia, nova a da auperior
qualidade, assim como tamben cal virgem am
podra ; tudo por presos maia baratos do que am
oatra qualquaiparte.
Bieos de seda.
Bicos; rendas e labyrin-
thosdasllhas.
A loja d'agnia branca acba-se recenlimente
provida de um bello sortimento de finos, alvoa e
bouiloa bicos de aeda, e daa differentea larguraa
d 31 dedo al maia da 112 palmos, e oa baratoa
precoa por que ae eato vendendo animam ao
comprador : assim como os fortes e muito dura-
veis bicos, rendas e labyriothos das libas, igual-
mente baratos como coohecer o comprador,que
munido de dinheiro, dirigir-se a ra do Queima-
do, loja d'aguia braoca n. 16.
A 2*000 o corta
de calesa de meia caaemira escuras de urna
eflr: na ra do Queimado n. 82, na loja da
Boa-fe.
Figas de coral.
A loja d'agnia branca recebeu urna pequea
qniotidade de bonitas e bem acabadas figas de
coral, proprias para enfeitea de cnangas, de re-
legios, e mesrao para aa voltea de coral, e aa est
vendeodo s 1J500 cada urna ; quem ae demorar
nao as achara mais em dita toja d'agnia branca,
na ra do Queimado nnmero 16. nica parle que
aa tem. a
***0o e**** 999
SA
Em casa de Kalkmann Irm
& C, na ra da Cruz n. 10, exis-
te constantemente um completo
sortimeaito de
Vinhos flordeam de toaras as,
qualiddes.
Dato Xerez em barris.
Dito Madeira em barris e eathri.
Kto Muscatcl eracaixa.
Dito cbasnpanbe em gigo.
Coprttcfem barril.
Ceryeja brenca.
Agua deSeltz.
Azeite doce multo fino em caixas.
S AlvetiadecsHbarris.
I Geradinha em garrafes.
osu tmisiwt
t
rUNDIGaO LOW-MOftR
Ra daSenialla Nova 1,42.
Resta estabelecimento contina ahavarusa
completo sor ti asen t o damoenda lamaramMOSss*
das paraenganho,machinas de t.por atatxu
>a farro batido a coado, Ja todos ostsmeooos
para dito.
Oleo e banha philoeome
e outras qualiddes.
A loja d'agnia branca acaba le' despeen,mm
Boro e*sllo sortimento Oe oleo e banha pfjtloeb-
Henizer ae prover do bom 6 mancar Oo ir i tordo
Qoeimado, lpja dSgafa tranca n. 16, tote fri
); advert
Ibess aarvido
indo, porm,
Mo todos raneados com o rototo
seos
{ Esperanza.
8
Receben de sua encommeada palcei- 9
ras de cabello que vende por 10 o par, A
braceletes de mosaicos a 6 cada um, S
agulhaa victoria a 120 ra. o papel, pen- s
tea da tartaruga a 8, 10 a 42$. precoa
porque nioguem pode veoder (boa fa- *k
senda) eatea artigoa nao ae encontr am 2
loja uenhuma por isso vio a ruadoQuei- W
n. 33 A, loja da Esperance. 9
{Esperanza reduz a exp res-
sao mais simples.
8 (A' DINHEIRO.) 9
Todos os artigos qae estSo na luja M
mnrto barato quem quher comprar e I
.. 'era : rus do Queimado n. 33 A, Guima- V
raes & Rocha. A
mmmiiiudmS
Ra da Setazalta Nova n. 42.
Neste eitabeteciraento vende-ie: ta-
chas de ferro coado libra liO.rs. idem
ide Low Moor libra a 120 rs.
Manteiga ingleza flor a
800 ris*
Gomma de ararta muito noVa e alvs, lOOrtTs ;
toucinho novo a 320rls ; cervja marea ctori-
ntaa a 500 ris; cavadlnlja a 166 Tis: na rea das
Ouxw n., w#b *9\mfim tfcfMor,
sortimeuto de enfeites de flo-
res para casamentos
e bailes.
A loja d'agoia braoca acaba da despachar um
lindo sortimento de enfeitea que de sua propria
encommenda mandou vir para caaamentoa a bai-
les, e sem medo de errar, pode-ae dizar que sao
os maia parfeitoa e delicadoa que al agora tem
vindo, e essa verdad.ser conbecida por aquellas
pessoas que sabem apreciar o bom : apeaar de
tudo vendem-se baratoa em proporgaoa perfeico
dalles, aendo a dioheiro vista 12, 14| e 1*}#,
iiso na ra do Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 16.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de reros para grvalas,
tanto pretas como de corea a 500 rs. : na ra do
Queimado d .22, na loja da boa f.
A loja d'aguia branca
receben tambem novas hivas da fina psllic, en-
tenadas, para casamentos, assim como lindas ca-
paras. A commodidade dos precos ji bemeo-
ohecida por seus bons freguezes, eser mais por
aquellas pessoas que de novo o quizerem ser da
dita loia d'aguia branca, na ra do Queimado nu-
mero 16.
Na botica de Borges fe Soares,
na praca da Boa-Vista n.
24, esquina da ra do Tam-
bi, vende-se o seguinte:
Agua inglesa de Lisboa.
Xarope de Laraonronx. ~
Coofeitos de lclalo de ferro. '
Phosphato de ferro soluvel dolaras.
Pilula. de Blancard.
Ditas de Wallet.
Fes para matar formigas.
Seringa de gomma percha para clyster.
Mamadeiraa de vidros para enancas.
Xarope dacitrato de ferro de Chabre.
Selenite para tingtreabenos.
Xarope de Phellandrium quatico.
Elixir de Guilier. ~
Pilulaa para sexGes.
Xarope depurativo do sangos.
Sparadarpo inglez.
de Laffirteur.
a de uperior qualidade.
Vende-so na ra da Cadeia doKectfe a. 44, lo-
ja de ferragena e VbemscPernaneeB'da'Canha,
por preco commodo. em saceos e a retalho.
Vendem-se ttaadetm sosa ovMooao'na
ra Nora n. 16.
Sal do Ass.
Vette-se saldo Asiu, a bttrtb do brtofli Ba-
Cidei. a. 19.
Retroz em carreteis
para coser-se as machinas.
Venden-se cerraseis eom retroz de cores, pro-
8nos para as machinaa a 320 esda um ; na roa
o Queimado, loja d'agoia braoca o. 16.
N. O. Bieber& C, luccesaorea, ra da Cruz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouroeprata.
Nova exposico.
Ra Nova n. 20.
Kiejaissimo sortimento do cottleriss em todo
o geaero, assim como am rquiasimo sortimento
da loaca de porcelana para eozinba, riquisaimo
sortimento de malaaa, riqaiasimo sortimento de
miodetas, e ostros muiloa artigos, qae com a vis-
ta do comprador se> poderlo apreciar: na ra
Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Bombas de japy.
Ra Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Ganos de chumbo.
Roe Nova n. 20, loja de Carneiro Vanos.
Renda lisa
de fil.
Vende-se renda liaa de Ci propria para cascar-
rilhas de vestidos de cambraiaa e outras obras :
na ro.a do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pecbineha nunca vista.
45Ra Direita45.
Srandea coaros ds boi, inteiroa, da lustre, de
25 a 35.
mi
50,000 de gratifi-
cacao.
Na noite de SI de outubro prximo paseado fa-
gio de ca. do abaixo aaeignade o sea enerara ala
noase Candido, cor fula [oo muite), estelara
baixa, secco do corpo, representa tarde idoae 36
anuos, pouco mais ou meaos, cabeca graaSe, a
cabello bem preto e lustroso, poucaa carees aa
reato, barba pouca aa pona do queixo, tase ae
pernea alguma eousa arqueadas, qaeado a osa
pooeo se conhece, ps pequeos, qoaado falla
com alguem deacaneado, foi comprada a 16 ala
julho do correte anno oeste praca ae Sr. capttsa
Bento Antonio de Oliveir. da freguezia do Ara
dv, provincia do Rio Grande do Noria, d'eode
dito eacravo natural, deacoafla-sa que leasM
tomado o esmioho do settio a que v ieaee eaaa
algum combo? para a meamo lugar .'onde veta
para esta praca, julga-ae que vai junto eaaa usa
mulato eacravo qae fugio o. mesma occesio, a
sao da mesma trra : perianto rogase es autori-
dades policiaea, capitaea da cssapo, e asis ea-
soas em geral, a captura do dito estrave, e *a-
trega-lo na ra larga do Rosario, fabrica da es-
garros n. 21, que pagando-aa todas ea frteaiea
teitas com o mesmo eacravo, aa isramasassii
com a gratiOcacfto cima.
Antonio Maia da Brise.
~~, Fofilr*" lo eogeobo Jaboalaosiaba. betaa-
na de Santo Antae na noite da 96 para 27 de ea-
tubro, 08 escravos segniatea : Simplicio malaaa.
que representa ter 80 aonos. casa ao at*raaaa aa-
guintes: alto e cheio do carpo, caballea cni-
dos, pouca barba a grande, rosto eomeriao tea.
um dedo pequeo da mo torada pala meia, l-
gumaa cicatnzes pelo corpo de beubea qee tova.
cravoa noa ps, e s anda da alpargatas, uato aa-
los cravoa, como por aer filbo do asrto Bar-
nardo, cabra, com 35 a 40 anaoa, alto, acoca a
corpo, barba alguma couaa braace a aeaaeaa.
olnos pequeuos e fundos, maea ureas ata aa-
xigas, pescoco comprido, bemeepegado So earaa
andar um pouco duro, cebollas alga aaa caaam
brancos e carapinhos, official doaepaieiro, illa*
do Bonito e muito pachol. JosTrajaaa,
a 25 aonos, baixo, pouco cheio doaova, ,
barba, crioulo, muito preto, bocea a bacaa gri
des, rosto am pouco* redondo, lasa am aaila
bocea quando n-se, por 1er aoffrido am ata aaa da
paralysia, pernaa unas, ps um pouco cha loa a
envergados para oa dedaa, Qlbo da Cereta ao
Bom- Jardim. Foram encontrados no domiago 27
de outobro entra Gravat e Baxerraa, deacaecaa-
do, julga-se terem levado armas, seado catas
duea espingardaa e um clavioote : roga-se por-
tan lo a todas aa autoridades policiaea e caaiteca
da campo oa apprehendam a oa entregeos ca-
to eogeobo do abaiio aaaignado, qae gralilcari
generosamente.
Jos Marques de Almeidc.
Fugio do eageoho Piodebal, ao sia S3 da
mez prximo passado o escravo Manoel Baca, da
25 aonoa de idade, bem feito de pea c aa.es, bar-
ba cerrada, de estatura e corpo regalares, a tea.
um dente quebrado na frente ; levan vestido a.1
ca e paletot de riaeadlnno aiul e chapeo do fas-
tro : quem o apprehecder e levar aa sita eaaa-
nho, ou a Joaquim Cavalcauli de Albaqswraaa
Mello Filho, na ra larga do Rosario a. 28, ser
recompensado de seu trabalho.
Escravo fgido.
Deade o dia 24 da aalubro p. p. esta (agida a
eacravo mulato Joaquim, estatura regalar, esc
clara, bigod-s peira, foi eacravo da eertee :
quem o pegar lave-o a roa da Ceas a. 46. eaaa
de seu seohor E. A. Borle, qu ser rea
sado.
AtteiMj
J chegaran
at ntereisantes estampas, a morte do
fasto, e a morte do peccador.
D. lata d'agoia branca avtaa-se ao. senhores
revarasrda. e outraa peaeaea qae heviam e ocote-
aosnMo aseas interessantes estampas, que ellas
acabam de chegar, a quem mata as quixer poa-
a(r i olrtgir.se lego 4 ta loja d'agoia branca,
r doQaelbMdb n. 16, pois que a quaotidada i
puqcjejeja, > per agora .Inda se venderio a 2*000
cada urna.
Plvora.
Ve.ods-se plvora de superior qualidade e
chumbo de manicio, or menoa ds qae em ou-
tra qualquer parta; a tratar no escriplorio de
totoule3>WroW ftaJ;
raadallOfdsn.97.
, no Forte do latios,
Na noite do dia 21 do correla fugio da i
do abaixo aaaifoade o aaa eacravo Blale dia a-
me Jaao, estatura alta, cor clara, de. tfaa 2
aanos, re*reaenU lar maia liada, albas
e vivos, cabellos crespos a bem ai
principio do barba ao queixo, pea 4
des ditos abarloa, anda am poaca aarcavada. a
de braco, abertos, natural do sertaa m Aaadi 1
provincia do Bao Grande do Nada; Jai
neala praca > Sr. Jola fartasataase aVaas
valcaoti de Albuquerque, mondar
cima declarada; o dita mtala levo* em sorna
da cauro da carneiro, urna rada a uva
de roopa da seu uso : raga-sa a teda* aa a
dadea policiaea a maia pasee*, qa e satas.
da aparabeaoa-lo a leva-lo I rea ss Mairta ata
Boa-vtata, wbrade a. SS. que
peasadoa.Joaquim .Francisco Fr:
Fugio do enganho do aseixo
di. 1) de dexembro ds 1836, um a
or nomo Jlo Gregario, idade de 20 e 24
bem preto. altura regular, alegre e prtele, sm-
elo de carreiro, A qo.l foi prese aa Baila ese Fe-
verelro de 1P60. a rematada) pan Firasmiajea)
em um vapor, d'eade toreo*, a fagta,
seestsr na Bahia ; roga-aa u
ciaea e ca pillea da campo que a
o reroeltam para Pero a esboce a _
Jlo Pinto da Lomos laaior, e gaje
qtoT dsipixs qae se Bser.
UmbsUao de T.aU
&



(8)

ouiiom m* nuca, tu uta
Litteratnra.
A^nUueiifs para a historia de* Cari-
ri, por Jo Brindo.
-dviso oo nu/ieo.
leudo concebido o designio de representar, m
um quadro fiel, os acuowciwentos d< Cariri, lio, _
dignosde mu p*pfundo..,estuJo: nao tiroos-i raacisco' perieo'ceote ento
"terreno das coojocturM, eii o
ais rasoarel, quinto a poca
melo.
O Cariri foi descoberto priacii__
Por arenlureiros bahiaoos partidas
Fraociaco da 1660 a 1680, muito
no de Sebastiao da Si ao Cear
ora negro, escravo da casi da
em uma (azenJa.de crear, rrsj
agora oTere,r los ao publico. Jt escreraodo,
cjrao teslemunhi, aconteumentos. coja irapres-
sa.j tivotaejflOirecebUlo, mas recolheodo e pondo
eai ordem alguhs maleriaes poucur, que tartos
encontrado, e eoccorreo lo nos 4 uma tradico,
que no paz inspira iao pouca coiiflaoc ; nao
nos e dado j agora apreseotar de sua historia
uro qualro animado das rerdadoiras corea de ca-
da situaco, mas apenas, com algumas omissoes,
urna oolicia dos fados que esta tobo dominio
(jos documentos, ou que a critica tem fei'.o sur-
dir do moia d'um labyrinlho de informaces in-
coherentes, que muitas rezes so excluem urnas
s outras. Osicstudoa, qae temos feito, para re-
erir alguna helos com a conteniente exactidio,
oem seaipre teem retido a m ioteiro resultado,
por causa da gara! indifferenca que tora feito es-
quecer paginas inteiras de nos historia, sera
deixar ao oteaos fundamentos para algumas coo-
jecturas mais serias. N'um paiz, onda reina anda
tao pouca lllustraeo, tambera por demais dif-
hciloocoolrar-se uma testemunha, que, referi-
do os acontecianemea mais Dolarais de ama po-
ca saiba ligar-lhes a rerdadeira importancia, ou
saiba compara-loa com out-os, que, o raesmo
lempo se deram em rugares dtfftrenles a com as
quaes tireram toda aOlnidade. A Indicio, que
nos rem de uma tal fonte, nao merecaoj'o intei-
ra confiaoca, nos previne contra alguazas noticias
o no curso dos oossas trabalhoi nos leva maltaa
rezes a tocar qom escrpulo em cerlos assump-
tos, ou a oecuparrao-oos deltas someole quanto
aos (actos mais capilaes. Todava, contando com
taotos embarazos a reucar, o desejo de laocar os
primeiros fundamentos da historia do Cariri nos
lar proseguir em oossas indagaces; e princi-
piando agora a publicar os oossos-^-apoitamentos
nao desistimos da ?iva teatacio de lera-las
mais minuciosa exactido, expondo-os i correa-
cao do publico, em edices successiras; que nos
permitliro melhora-los. Tetaos pois de rogar, a
quem se occupar da leilura deaie por agora to
pouco ioterassante escripto, nosadrirta, por car-
ta, de qual-iuer omissoo ouerro, em que por veo-
lura tenhamos cahido, ou de algumas circums-
Uncias imprtanles, que fenharous calado na ex-
posicao do algara aconteclmeoto. E' este um a-
?or que, importan Jo a exactido do primeiro es-
cripto sobre uossa historia peculiar, multo pode
aproreitar i outra peooa que no futuro se queira
occupar de assuroptos to curiosos, screreodo a
historia do Cariri. cora aquella precisio e gosto,
que nos nao permitte a falta das precisas hsbili-
tacoea Iliterarias.
Preliminarts da historia do Cariri.
A historia do Cariri aotes da conquista porta-
gueza um preliminar obrigado de sua historia,
moderna, bem difficil de fazer-se nao s pela na-
tureza dos aasumptos, cerno pela eacassez dos da-
dos, que desaas edades noa caram para bem des-
crevermos a condigno do poro que, primitira-
mente o occupou. Coosideraodo-a debaixo de
outras relacoes, aioda um objecto, que noscon-
duzma breve sobre o dominio da erudicio, l on-
de nos chaamos perdido aobre um terreno, que
nos todo descoonecido. K pois apenas repeti-
remos aquillo quo feralmente sabido' isto ,
que sobre o territorio, que se estende da base do
Araripe. montanha do mesmo ivstema orologico
aa Ibiapaba, tinha assento uma tribu selragem
os Cartris mando da caca a de fructos silves-
tres, desde uma poca, que nao posskel assig-
nar. como nao ser a tantos outros obiectos. que
tazera pasmar os indagadores, que risitam este
thealro de sua liberdade e de sea massacre.
e a origem desse poro semi-n, destacado da
cmiisacto e mondo carecido dos coobecimentos
mais necesarios rida assumpto immeoso pa-
ra o philosopbo que o compira com esses ho-
rneo?, alem tao felizes sob os auspicios da cirlli-
sajao : os monameotos que abundara sobre o
terreno, que occupara, nao sao menos para le-
ra-lo uma profunda meditaco. Aqui o deixe
petrificado e at animaes de uma outra especie
U a oaaada da mastadonte sao lirros de myste
n^'.quie f loalureM e o ln>po sellaram e que
nao ser talrez dado ao hornera penetrar. Os
nseram ama naco em extremo bellicos,
quasi todas aa outras, que povoaram
AMA
. <
.
prenaj
gro e os Uidioa seas, compmh6iros
ror
foi sollo.
De-
*."-.WJt!P^ Srft-'sA..
edade tenra. cahiodo am ouler "d#s selvagens
Carlris, era uma das a^s^jexcurctaS fotaf tralca
para aqui, onde os rcursds def saa*inr*j(ri|i
Ihe ganhsrajj a affeicao desses selragen.t, sobral ach
quem iiaba o ascemlenie Joi hibuoa onirsffo? ferej
em seu captirelro. ''
cimento de algumas das rita mais eeessarias i
vida, ttoi esle eicravo, quera ensitou aos por
losuezes o camioho du Cariri. e qutttt par aqui braraorcouti
os conduMe atrarez as rfflrffis ferozW, elras ras- lgumsct)ocuf
peoelrarars. e innumerareii pantaofl e tibeiros. para o aoampaaaanto e depois slaaX
As noticia deixadas por algasias pessoas. que rasa preitpitadaama Qiieira .
vireram desde a ultima melada do secuio passa-1 a Fasendo oras explor.ces o lococarel na-
do, lalcdno o corooel Laandro Bizarra Montei- gro, aebou que oo ralle da Barbalnj exista uma
ri lu.a! in"I?, ,:",r ** ?mtt,i Mm ,rib" C" 1*" ,l*.' fc***^W' "** orle cerca-
nu quando este escravo faz entraren as pnmei- '
_ ejo tfe'Biissao rerh
chara-uuma aldeia de ioimigos ; foi cerrado o
.omiasTNopas e brdaobu -seso negro o asaflP
do cnha* lo. Horriral carniOcina naeram os Cariris em ssjus
taimiffs a-ponto date cariprasore da se -miar
foTot das criaacas, cuja* oabacas que-
sos, _t>agando-aa pelas pernear
re a certeza de lar sido e
de 1706 a 1707.
m razio a Aroaud o nome
Cariri nao hara eolio una
t araos raroa os brancos ;
Ideas de Misio relba, a Mis-
existiam fazeodas de gados
colonos eatabalecidos e se Arpaud t-
sustentir sigues conflictos com os selra-
&**, eporqee nm todos tinham sido aldeiados
e muiloa hariam dispersos, nio s da ttibu Cariri
come das cettflojoies, o que subsstiu muitos
lempos aapots*. O que 1iio se pode cootestar
que Aroaud. desde a sua chegada tomara sobre
sl_a proteece do naacente pdroado de Misso
h. e fra jtljm regulara a sua edifleago e
oa
ros invasores rindos do Rio de 8. Francisco; os
quaes exploran Jo do interesse dos desceadaptes
de Diogo Aires Correa o Caram.ur,(ostenaira-
meole o fsziam a titulo de foceorrar 6i Ciriris
cootra os Caris. O fim dos invasores era ok-
tsnder at aqui o dominio, que aquella casa ti-
rina ji eolio adquerido sobre os terrenos, que
fleam errtre a margem esquerda daquelle IMo, e
a liaha formada pelo lado sepieatrtonai ato. Ara-
ripn. A noticia deixada entre seus descendentes
por Joo Correa Aroaud. da familia da Torre,
em tudo confirma esta noticia.
Tem sido pora dlfflcil saber-se, quem iota
cheYe da primeira bandeira. Uns dizera qie to-
ra Joo Corroa Aroaud, outros q*e Medrado,
raqueiro e proedrador da (azeoda Vanea.
Loorm traoscrerer aqui a ttadicao conserva -
da na casa daquelle coronel, e depois o que, a
propositodest questao, refere um descendente
de Joo Corris Aroaud.
Eis como se exprime a primeira tradtclo. tUm
esenro do raqueiro da fazenda Varzea, alm
do Rio S. Francisco, do Senhot da Torra, sendo
lurtado no estado de rapaz pelos indios da tribu
Cariri, foi condozido para esle lugari onde cons-
tiluio-se um forte capitao dessa tribu. Estando
estsem guerra com os Ciiius ; em um alaque
elle recooheceu que os Crius tinham raniagaus
aobre osCirlris. posto que estes ganhassem afi-
na I s accio. Termiaado o combate, (ex o negro
conselho dos indios chefes e, declarando que em
outro ataque aeriam vencidos, propoz que se
recorresse ao auxilio dos brancos, mediante a
descoberta do paiz. A proposicio sendo aceila,
o proprio negro foi encarregado de solicitar esse
auxilio, e parti conduziodo
cinco Indios do seu partido Chegados i fazen-
da da Varzea, oode forsm bera recebidos, man-
dou o Sr da Torre uma bandeira de 200 horaeos
em auxilio dos Cariris. Esta forca commandada
por Joao Correia Aroaud da familia de Diogo
Aires Correia o Cuamur, chegando aqui, acara-
pou m Caxoeira de Misso-Velha, oude nada
fez, em consequencia de nessa poca encontrar
toda a tribu era anarchia. Seguio porra de rio
Salgado abaixo al o Ic e na lagoa que hoje so
denomina da Torre, acampou e estere pelo cor-
rer do aono de 1590, pouco msisou menos,
Em 1610, as pegadas de Joo Correia Ar-
natid, reio o coronel Joo alendes Lobato e um
filho o padre Antonio Meodes Lobato com uma
torga de 100 homens, os quaes faram ter ao Ico.
onde se identificaran) com a tribu Calabacs, con-
seguinlo que ella recedesse o baptismo a esti-
be eceram relacoes com os Ciriris. Isto feito,
suturara de rio Salgado cima em compaohia dos
Calabajas, queja nessa poca uxiliaraTn aquel-
las, e. chegando a Misso Velha, flzeram "june-
cao com os Cariris, que egualmeote receberam o
baptismo e se fizeram commuoicareis.
do este Valle a aeguada rjeloria liveram os Ci-
nns .
c No
liridu
eiod
- N? a r esta lola b*ar*a lodiTiduo seconierrava impassirelmeote deita-
* < rade : fot preso e achou-se ser branco
Este todtnluo tiohi o appellidio de Ariosa, o
qual sendo criminoso na Ilahla se tloha refugia-
do oestes centros e r,iria com os indios. Preso
Airosa sv empenhoo com o capellio da bandeira
e este lhe facilitn a fuga. Olrteqdo Airosa per-
daodeseus crimes pasaou-se a Portugal, e pro-
pondo aoco ao buhorio da Torre, coosegaio
ser-lbe dado o dominio das trras j por ella des-
cobertas. E' esta raiao, por que a Torre nio ex-
lendeu seas dominios at o Cariri .'
Igoori-se o lempo preflxo desle aconteci-
menlo ; mas cre-sa com fundamento que foi oo
aono de 1706 ou 1707, por que Joo Correa Ar-
oaud, sendo mandado por sua irma D. Mara
Arnaud, a quem a Torre
como
Brasil. Vivendo margem Je bellos regalos des-
tructando um clima temperado, dispondo de in-
oumerarea fructos silvestres, que Ihes forneciam
um alimento ruda, mas abundante, tinham amor
seu Paraso, e lutaram de continuo oonlra ou-
tras hordas, que Ih'o queriam roubar. Os Cs-
nus, os Calabacas, a os Inhamuas dos quaes os
pnmeiros habitaram ao norte do Araripe, os se-
gundos margem do Salgado, e os ltimos os
sertoes do Inhamum, eram inimigos^onslaates,
com quem riviarn em continua guerra. Aqui as
ligas eos rompimeutos eram incessaoles, a guer-
ra um habito, uma oceupacao ordinaria.
Os coslumes destas hordas eram mais ou menos
os mesmos que professaram quaai todos os do
norte do Brasil: mas os Cariris erim propensos
a obedecer, e seu aldeia ment foi feito sem ne-
nhum cusi, logo que a roz eraogelica dos mis-
sionanos se fez oarir.
ticoberla do Cariri.
A poca precisa do descobrimento do Cariri
tara aido um objecto de cuslosai indagarles. Nao
exultado archivos pblicos, onde se possa ir son-
da-la, e sendo esle um tacto muito aotigo para
que a tradicio o possa apreseotar era sua inteira
rerdade, antes assumplo para uma disserlaco
que uma rerdade para a historia. Sempre no
ffOLHETIM n
4 D4N4 D4S PEROLiS
roR
A. DMAS FILHO.
XVII
{Conlinuscio.J
Ja se aderioha que obsequio la elle reclamar
de mademoiselle de Norcy. No caso em que as
circumstancias pezessem a duqueza na necessi-
dade de fugir e de occultar-se por algpm lempo
onde poda eslar melhor occulta, mais bem de-
fendida, mais bem tratada do que em casa de
Elisabeth, se esfa cooeeotisse em receb-la? E
Jacques nao o duvidara. O eoracao de uma mu-
lher abre-se sem eslorco quando uma paixo que
pode comprehender, e que estarla em aua uatu-
reza, rem 4 elle bater francamente.
Assim a Prorideocia protega ou pareca pro-
teger at fazer concorrar pan o feliz desfecho do
eu amor os desfechos fofelizes dos oulros. Jae-
ques conloa o que se passara mademoiselle de
Norcy, disse-lhe que auxilio podia ella preatar-
lhe, e essa respondeu-lhe simplesmente:
Diga i essa senhora que a mioha casa, os
meus cuidados, a aoloha amizade esli Unto 4
disposico della como 4 sua.
E nessa mesma noile, poz o seu pequeo retiro
em estado de receber a fugitiva.
Jacques voltou 4 Pars. Sabemos em que dis-
posicoes achou a duqueza. Anecessidade de uma
fuga achava-se adiada momentneamente pela
coDaoca que fizera naacer a visita da baroneza
e pelos conselhos muito verosimels do principe!
Escrereu por tanto 4 Elisabeth para informa-la
da resoluclo tomada de esperar am pouco. para
Bgradecer-lhe de novo, e para dizer-lhe emra
que anda nio renunciara ao projecto que hariam
combinado.
O duque pareca oto desconfiar de costa algu-
na. Fallara altamente de sua prxima partida,
cujos preparativos j4 andar fazendo. Essi parti-
da nio podia ter lagar esa melhor occasio, no
ponto de vista dos nossot dous intereseadot. O
marido s esperara para partir palos despachos
de que ia encarregado. Esses despachos rao
sectetos, nio deria conhecer o um da viagem e
sen destino senio no momento de sabir do Pars'.
Faza quota recommendacio hara 4 mulher pa-
ra o lempo que durasse a sua ausencia : tinha por
ella providencias desusadas. Uma s vez lhe per-
fSf,l5!'fLi??a?aerl" COT9P"h-l<>. nio insista
em combalar reeisa.
o n^Sfi'^ilh* PMB"' P" offerecer-lhe.
f !Ji"Ui UM esperava iisim, com o lampo, dizia elle, retri-
O padre Lobato maodou a Fernambuco uma
comraissocomposta da sua gente e dos indge-
nas, pedindo ao bispo, que ento era D. E>tevo
Brioso, um missionar. Q bispo aUaodendo a
importancia do pedido, mandou para a calechese
dos indios o Italiano frei Carlos do convento da
Peona, o qual abri misso em Misio Velha e
depois em Misso Nova e Miranda, de onde se
passou para o Crato, seodo mister constroir-se
uma ponte oo riacho, que hoje se denomina Pon-
te entre Miranda e Crato. para que podesse pas-
sar o frade. (Araripe de li de julho de 1855).
fcis como se exprima a segunda tradicio :tHs-
rendo guerra entre tas tribus Cariris, Cari, Ca-
aba;a e nhsmum, por amor das ranlagens na-
luraes, de que gozaran) os Cariris, e de que as
outras tribus se. queriam aproorinr. :.*?$,, .
aijuoiles quo no puuiarn tinr vaiitagens contra
as tres tribus, que lhe faziara a guerra : e snto
um negro, escravo de Medrado, procurador da
casa da Torre da Bahia.que teodo sido roubado
era menoridade pelos indios Cariris, se tinha com
elles idenlicado, propoz de procuraren) o auxilio
dos brancos, oflerecendo-se para o conseguir.
Aceita a proposicio, saino em commissio
acompanhado de alguns indios principaes, e che-
gando ao rio de S. Francisco, onde Uedrado exer-
cia seu emprego, deu-se-lhe a conhecer e fe-lo
sciente do objecto da misso.
Medrado proveitando a opportunidada de
estender os dominios de sua procuradura, deu
parte para a Baha, e reunindo ama bandeira eo-
trou no terreno dos Cariris. Demorndose
pouco, deixou apenas em alguns lugares, bem co-
mo os Caxoeira de Misso-Velha, uma cruz,uma
estacada ou caicara, dez oovilhas com um nori-
Iho situadas.
a No aono seguale, reunindo grande numero
de combateotes, retomaran) a empreza. Chegamlo
a Caxoeira de Misso-Velha acharam demolido
- coneedera a gtacd'de
fcother logar para tres fazendas, as quaes foram
Bunty-grande, Caxoeira e Carite, ralo na edade
de 18 aooos. Voltsndo i saa patria e ali casan-
ao-ae e lendo muitos filhos reio estabelecer-se
Va J7lf?*i-!elha' ond9 moau em 1771, Undo
de edade 82 annos .
t Cre-ae tambera que a paroacao de Miasio ve-
ha lere principio am 17K, pois a razio de ter
,-0.Mte PPellidio e a outra sua visinha o
oe Missao-nora, foi que qnando raissiooava o
iraae cathequisador no primeiro destes lagares
conleceu haver uma secca lio rigorosa, que al-
laram as aguas sendo preciso transferir a misso
para o segundo duas legoas a cima : pelo que
lomou o nome de Misso-oora .
E como a secca grande de que ha noticia por
i compaohia esses sanos, fora a de 17z5. est conhecido ter
sido esa o lempo de cathequese dos indios *
( Araripe 6 de margo de 1858).
E deflcil no meio disto assignar, quem foram
os pnmeiros descubridores do Cariri. Emittire-
mos uma opioiio, que achando todo o apoio oes-
las relacoes encontradas, e muitos fados para
susienla-la, de algum modo accorda entre si es-
tas duas tradicoea e concilla as datas dos acon-
tecimentos, que ellas recordara : isto todaviajem
que demos como facto iocontastarel ser este o
modo e lempo da descoberta do Cariri.
- A primeira destas entradas foi feita por Me-
drado, ou algum ou outro aventureiro desses,
que ja nbam explorado os sertoes deS. Frao-
cisco ; mas esta primeira inrasio oio passou de
um simples reconhecimento, e somonte serrio
para indicar o caminho a noros arentureiros.
Descendo pela margem do Salgado, esta primei-
ra expedicao foi acampar no Ico dominado ento
pea tribu Caiabica. Conta se que na sua rolla
estes pnmeiros exploradores, quem quer que elles
tossem, encontrarsm, ua Formlga do Rio do Pai-
te, outra bandeira, qu rinha recooheceodo
aquellos serloas, o qua de algum modo indica
que a descoberta do Cariri nao foi nessa poca
lao remota que pretende a tradigao deixada pe-
lo coronel Bezerra ; pois que em 1580 as explora-
goes no Brasil raitaram-se apenas aos pontos
mais visinhos da costa ou da margem dos Bran-
des ros.
polica.
Os vestigios de uma casa forle tem sido desco-
barios na Caxoeira. Parece que foi esta a pri-
nT prdwt, levado | otra e liflcacic oo solo do Cariri.
Nao lendo a Torre obtido uma doaeao dos ter-
'ly^?-?*rlrl' eotB0 otivara de oulros qua ba-
ria araacoberto, e deixaodo mesmo cuducar esse
direito i de balde prelendeu eabulhar Ariosa das
larrac, de possa das quaes se tioba mettido, em
quanto ella nao procurara poroer o paiz. O go-
reroo porlugaex mandou coaserrar os posseiros
oo seohonodas trras, e desos os goreroadores
de Perdmbuco e capilies-mores do Ceari foram
concedendo datas do restante que existia derolu-
lo, aos que se foram situando no paiz.; nioguem
pora conieetou jamis 4 aquella casa a honra
da descoberta, ou repulou Ariosa reaidlndo do
Cariri, aotes que "alia tiresse feito sua entrada 'e
reconhecimento.
Nao possirel anda que Aroaud toase o ehefe
da priaaeira aotrada, como pretenda o corooel
Bezer" ; porque elle chegra ao Cariri em 1706
ou 1707, e nos sabemos que dez annos depois,
uto d, em 1717, (aptos poroadores hariam j4,
que, estando concedidas todas as trras molha-
aas, os proprietarios e criadores iam fazendo doar
as Ierras seccas, que rodeiam o paiz. Nesle ao-
no o capiio-rar e goreroador do Cear4 Manoel
Jayme da Fonseca conceden a Antonio Vieira
Pilla, colooo do Cariri, uma data de Ierras na ri-
beira do Cairu.
Se o descobrimento do Cariri nao foi em 1590,
como quer a primeira traiccio, nao foi to pou-
co em 1706, como pretende a segunda ; isto,
alm de ostros fundamentos, porque dd 1603 a
data dos primeiros estabelecimentos feito* por
Pedro Coelho de Souza, i margem do ro Jagua-
ribe : e nio crirel que poroado o ralle desle
rio, suss cabeceiras podessem restar tanto tempo
desconhecidas, sendo lamaoho o furor das des-
cobertas naquelles lempos. Por esle acooteci-
mentose recoohece que esta descoberta tere lu-
gar muito antes de 1706 e algum lempo depois de
As margeos dos ros ersm, nos primitivos lem-
pos do Brasil, os camiohos que coaduziam s re-
gios dosconbeidas. Os Bahianos, por exeroplo,
partiodo do rio de Sio Francisco acompanharam
em marcha ascendente o curso de alguns dos seus
sfflueotes e chegaram a avistar a cinta do Arari-
pe ; depois tomando-a por norte eocootraram o
riacho dos Porcas e por elle abaixo o Salgado,
Continuando assim a sua derrota foram ao Ico.
etc.

A segunda bandeira parece ter sido conduzida
pelo coronel Joo Meadas Loubato e seu filho o
p. Aotooio Meodes Loubato, moradorea da Co-
liogoiba ; os quaes vieram directamente eo Ico e
d ah remontando o Salgado, que bem asaigaara
o caminho seguido pelo primeiros invasores vie-
ram lera Catoaira, junto ao br*jo d. u...&0 uo.
iha. A rinda de Fr. Cirios, missiooario enriado
pelo bispo D. Esterao Brioso, a instancias do P.
Loubato, ata indicando que esta entrada aasca-
deu de 1678 a 1683.
temoso toral, pelo qual foi coacedido. pelo
capitao mor e goreroador do Cear em 1718, o
senhorio das trras a margem do riacho do Geni-
papeiro a esta familia de Loubatos, figurando co-
mo donatarios o tenante coronal Antonio Meodes
Loubato e Lira, alfares Joo Meodes Loubato e
capilio Antonio Mendes Lobalo, em um inven-
a rio, feilo co Ico em 1724 peraole o juiz de or-
phaos e escririo rindos do Aqoiraz. por occasio
do fallecimento da Andr de Souza Texeira, mo-
rador do Brejo da Salamanca, figura como inven-
tarente o P. Jos Mendes Loubato. e se falla de
Antonio e Joao Mendes Loubato. E* uma ques-
tao a resolver, aa este P. e este Joio Mendes Lou-
bato sao os dous descubridores, ou se j4 sio des-
cendentes delles. No primeiro caso o P. era Jos
e oio Antonio Loubato.
A terceira entrada fioslmente foi a que fez Joo
Correa Arnaud, enviado da casa da Torre', de
quem tinha tecebldo uma doaco dos terrenos do
Cant, Burity-graade e Caxoaire. Pela edade
com que elle morreu e pela data de seu falleci-
mento, encontrada nos registros da matriz de
D VePtWPB.7.
luir i duqueza os brillantes que tinha sido for-
ca do a aceitar della. Jacques e Annette iam as-
sim pouco 4 pouco se retazando do susto causado
pelo accidente do baile. Semelharam-se aquello
que seole de sbito uma ddr vira, que se assus-
ta, corre 4 casa do medico, e aenliode-a diminuir
em cirainho, rolla pare casa duendo com sigo :
a nao nada, esquecendo assim que tanto oa
natureza physica, como na natureza moral, ludo
tem sua causa, sea desenrolrimealo, sea effeito,
e que a Providencia quiz que o nosso corpo e o
nosso eoracao fossem sempre preranidos, por am
abalo anterior, de uma molestia prxima oo de
urna desgraca eminente. Um minuto deris mu-
dar a aora traoquillidade dos nossos dous ami-
gos.
Uma machis, Jacques riu o principe entrar-
Ihe em casa.
Estimo bastete encontra-lo, disse-lhe es-
te : ful rer a daqueza hornera 4 noite. Quera
preronir ambos ao mesmo tempo ; ella estar no
Ihealro.
Sim, coa o duque que, sob pretexto de qae
parte qqalquer destes das, passa quaai todas as
noites com a mulher.
E' dessa partida que lhe veoho faltar. Acredi-
ta que o duque parta s ?
Acredito, sim.
Pois desengant-se;.. Leva ou quer levar a
daqueza.
Jacques erapallideceu.
Est certo disso t
Certissimo.
. Anda nao sabe nada ; era por isso que que-
na r-la. i ".*
Mas. principe, como soube...
~ Tenho muita amizade cora o secretario do
ministre dos negocios estraogeiros. 0 acaso quiz
que eu passasse hootem pelo boulerard dos Cs-
puchiohos. Sub a curoprimentar o meu amigo
quem nio rejo ha multo tempo : pozeao-nos
conreinar. Emquinto conversramos trouxersm-
Iha asa masso de papis para serem assignados
pelo ministro. Elle folheou-os diaote de mim.
Lance-lhe os olbos machinalmeote, e entre es-
ses papis, ri o pissaporle do duque, e ao lado
de seo nome estas palerrts: Viajando com a
duqueza, sua esposa. Nio ha tempo a parder :
a duque dtve receber hoje o passsporte.
'Milito agradecido, principe. Com effeito
aoticia 6 grare. Vou comraunica-la immediata-
mente a duqueza 4 quem o duque oio fallou nis-
so. Mas diga-me. principe, para que paiz a
misso do duque?
O paii nio est designado; sabe que os pas-
sa portes diplomticos sio peueo talladores, e que
com elles se poda ir a quatro partea do mundo.
E verdade.
Jacques estara conmovido. A suspeita tinha
nascido instaotaoeamaate ene seu espirito; co-
mecava a crer qua fizera mal em ter lio grande
coouica. a j receiara que base muile Urde.
Mss aioda isso oio ludo, redsrgulu o
principa, o que me decidla a crer que o duque me-
dita algum projecto; por que o passapoet gode-
ra ser redigido assim para o qae podesse aconte-
cer, que elle pedin, no ministerio, que nao se
pubcasse nos joraaes, como se faz ordinaria-
mente, para qae paiz parte.
Sim, isso serio. E o sen amigo...
Meu amigo de nada sabe; mas pedi-lheque
se loformasse.
~- Assim o arelo; mas anda oecessario que
elra seja prevenida, e que tenham ambos achado
os meios a empregar. Que se faga doente, que se
ponha de cama, qae gaohe tempo ; emflm.'v
r-la, o priocipal, e disponha de mim, se eu
poder serrir-lbes.
Jacques escreren immedialamente 4 duqueza.
pedindo-lhe uma entrevista para esse da ; o
principe, felizraeole. encarregou-se de levsr-lbe
a caria e partiu, deixaodo Jacqtres muito agi-
tado.
XVIII
Jacques era um rapaz de saogue fro, capaz de
fazer freote oio s com eoragem, porra al com
destreza, s diOlculdades se se apreaeotassem
realmente, e ama hora depois da partida do prin-
cipe, raciocinara acerca da situacio como se. em
rez de ser uma probabilidad*, aetiresse tornsdo
uma certeza; admitlia cootra si os Obstculos
mais inveociveis, estar desidido a empregar
grandes melos, e quando chegou i entrevista que
Annette apressara-se em aceitar, tomara a reso-
lucao de ir'ao encontr di perigo em vex de es-
pera-lo.
- Vio o principe? disse elle i duqueza. >
Sim.
Disse-lhe a novidade que ha ?
Dissa-me.
E o que decidiu ? ^
Nada; mas ostou prompta para tudo quan-
to roc me disser que faga.
Ouca-me, pois; acredita que sea marido
tenha realmente iatencio da leva-la?
Cometo a acreditar. *
Alm da advertencia do duque, ha alguma
cousa qua Ih'o possa fazer suppr ?
Nio.
Viu-o antea de vlr?
Elle nio estava em casi.
Quaodo rollar?
A' horas de jantar.
O qae rae voc fazer est noite ?
vou ao theatro.
Aceitn ?
Aceitei: ia mandar-lhe prevenir quaodo o
principe chegou. Para que o duque nio leona
auspeitas, teaho feito todo e que tora querido
oestes allimos diee. ?
ve espectculo ata noite?
Ora, se al 1706 os Bahiaoos. que eram os Ma-
melucos desle lado do Brasil, oio tiressem pene-
trado oo Cariri, est visto os habitantes de Je-
guarlbe o teriam feito, reriam elles a ser os des-
cubridores. Nao se diga que era neohuroa a po-
puiacao do Jaguaribe antes desse tempo. Neo, o
Ico recebeu d'ahi os seus poroadores. e seodo
elle erecto j de data de 17S5 ; com razio se de-
re soppr que ji de ha muito era poroado, e de
mais remota dala o era o Jaguaribe. Para pro-
var esta uliima asserclo basta ponderar que em
itMv j era lio rico de gados o ralle do Jaguari-
be, que foi a'auique Joo Barbosa Pioto. official
de.Joao Feroaodes Vioira, ooduxio setecentos
oois para o abastecimento do exercito iodepen-
dente. Tambera facto constante que, por esse
lempo, os criadores do Jaguarioe j faziam levar
seus cavados ao mercado da Baha.
Disseraos que o descobrimento do Cariri fra
um facto qua tirera lugar de 1660 a 1680, e foi
justameote dentro desle periodo (1871) que Do-
mingos Airea Serlae, partiodo do rio de S. Fran-
cuco era ramo ao norte, chegou a Serra Grande
ou Ibiapaba, e d'ahi fui ter as planicies do Piau-
hy, que primeiro explorou.
1Kl^'i-[e^e,no, wl" etn etro i msa 8eJ* o0" Mr,
IWBd muito cedo para o descobrimeoto do Ca-
fLrJi den,"iad' 'arda : este aconlecimeoto
tere lugar em uma poca intermediaria.
A explorrgio do Salgado foi um facto quasi con-
22.S2--aeo d0 descobrimento do Cariri e auas
margeos serriram para a commuuico".u'uJ0 ""
lacionou quasi immediatamente os colonos de
origem bahiana com aqaelles oatros oriundos do
Paraniba que oceuparam o Jaguaribe e povoaram
o $eu valle.
A Iradigao e alguns documentos dio como pri-
meiros poroadores do Cariri o coronel Joio Meo-
des Loubato : Bento Correia Lima do Riac.no-
dos-porcos ; Bento Dioiz Barboza e Joio Correa
Arnaud em Misso-relha ; Manoel Rodrixues de
Aranosa em Porteiras, amigamente Lagoa-dos-
Ariosa; Joio de Souza Calarla na Lagos de
Luu Correa ; Joio de Miranda Medoia oo Mi-
raoda, e alguna outros portuguezes e brasileiros.
quasi todos da Bahia e Sergipe.
Alguos frades capuchos enriados de Pe'roam-
buco. logo depois do descobrimeoto, foram ser-
nodo de chefes estas oascenies populscdes e
cathequisarem os odios, primeiro em Misso-
relha, depois oo Miranda, no sitio, oode o ria-
cho deste oome faz barra oo crrante Batatei.
tomo vimos, ah nao se fez aldeiamento, mas os
indios vieram esiabelece-Io um pouco mais adi-
aote, oo lugar, em qae est hoje a cidide do
=r
Nio he nada a temer hoje ?
Meta amaohia.
Como ?
Elle d aa jrotar 4 qarnze peisoas.
Teraoa pois por nos at depois (fauanhia ?
Temos.
r/aqol at ti, praanme qui saber! a ter.
Sim.
Mas como?
Fie-seem mim. Tomarei eooselho das me-
nores circumslancias.
,~ M??se Pectaculo desta noite, e ojaotar
d amaohia, pois oio sei porque psrece-me que
ha perigo e perigo muito prximo, se o espect-
culo e o jamar oio passassem de fiogimeotos ?Se
volteado 4 casa, por exemplo, elle quizesse le-
? 8*lel I
Eu recusara.
Elle pode cooalraoge-la i isso.-
Como ?
Pela forc.
-- Eolio leva-se assim ama mulher cootra a
vontade, em pleoo dia ?
Assim, voce jura-me...
Juro-lhe queamo-o : dlzer ludo.
Entretaolo roc de opinio que vale mais
evitar um perigo do que espera-lo por mais forte
que seja ?
Sim.
Se lhe foase demonstrado que o duque auer
fazo-la partir ? ]" '
O que se dereria fazer?
Partir aotes.
Mademoiselle de Norcy est preveoida ?
Acabo de eacrevar-lhe.
Quer roc lerar-me para 14 j ?
E'intil. Pode aer que nos alejamos assus-
tando sem razio. E' melhor ni* fazermos um
escndalo ioutil; mas quando chegar o momelo,
nada de heaitecio !
Est dito. A' primeira suspeils, veoho para
sua casa, e voc leva-me para a casa dessa se-
nhora.
Nada de vir i mioha casa I Vi logo pare a
casa della.
Szinha ?
Szinha.
Deoolle?
Nao. A' ooiie, fra oecessario alagar um
carro, que no dia seguiote podera trahi-la. Par-
la de da, pelo caminho de ferro; o mais
simples.
Chegando 4 Versailles ?..:
Dirija-ie p at casa que ea ji lhe iodl-
qaei.
E os meus picotes ?
Nio os lere. Parta como est oeste mome-
lo. Aehari em essa de mademoiselle de Norcy
lado o quo lhe fr necesssrio. Vpe jalga que se
foge de casa de um marido com malas e cria-
dos, como ae e partate iraoquillamente para o
campo ?
Seja ; uma hora antes de partir enviar-lhe-
hei um bilhete.
Que voc misma deitar oo correio.
' Assim s o receber depois dt mioha par-
tida.
E' quanto battt.
Nao me esperar em Versailles ?
Deu me livre.
Eolio quaodo o verel ?
-7 Dentro dt quiote das, de un nei, talm
rto, moitp lempo conhecido por Mise*-do-
Miranda.
Infelizmente estes padres ne'm semprd tireram
S\^a4t*.afel-J
suss riolenciss e mi comportamento. Um dos
missionarioa do Miraoda foi circutarsneote ptrse-
?I*i' .- -tr com n,, ^0<,", de *ftos d0 Mi-
randa, dirigida por ora oHcial do Brejo -grande.
feito tomar no Ciriri a forca de armas, algumas
escraras de uma senhora riura, a flm de casar
uma dallas com um ssu esersro. Corh tudo eram
immineatemente poderosos e seus arrataes gosa-
ram de toda a Immnidadt,' oio sendo licito
?'"em otra-los, sem o ssu consntimento. Em
1749 mandando o goreroador geral de Pernam-
bucoao sargento-mr Joao Upes Raymuodo,
que perseguase os la.'res e faclnorosos, que in-
restaram o lc ; para que penetrasse ba misso
ao Miranda e outras, foi preciso dizer-lhe qae
azesseadepeode-ilemente de coasentimento dos
Pdres, que as regiam.
Os indios do Crato fpram os mais numerosos,
que se arraiaram no Cariri.
Congregadoa ao Miranda atraressaram o ria-
cho hoje da Poote, a rieram aldeiar-se em uma
Pequea inminencia, justamente onde hoje o
Quadro da matriz do Crato. Ah lancaram os
fundamentos do templo, que serr boje de raa-
a\lt?ut**' iera"Vum Pequea capaila que
ficoa sob a regencia do padre missiooario. Alm
dos exercicioa religiosos, para que eram cha-
mados, occajarara-se da caca e plaotiram em
um braw que corra em frente do arraial, o qual
existe hoje atorrado e oenhuns restigos apre-
seota de seus anligos pantanos, 4 de ama lagoa
ora coorertida em plano e doro chao. Alm d
capaila, de uma cabana de palha, oo fondo della
serrindo de aposento ao missioosrio : algumaa
escolas hariam em loroo da lagoa, e, mais oa
meuos oo lugar, oode hoje o Commercio relho,
ama looga casa igualmente coberta depalba,
COm "*a,eDt0 le fazer farioha, etc, oode os
indios, horneas e mulheres. trabalharam por ta-
refa, debaixo da roz de um feitor indio, e de um
director brauco ; ora fiando para se restiren!, ora
manipuladlo a mandioca para se sustentareis,
tudo em perfeita commanidade.
Havia umi ordem expressa da corte de Portu-
gal desde 14 de 1761 para que nenhum indio po-
dessesahlr de sua aldea sem uma liceoca, e lato
aoraente, quaodo tivessem de ser tomados a sol-
dada : Esta soldada ful mesmo laixada pelo se-
nado do Ico, nio s para os Cariris como para
os de outras aldeas. Segundo um accordao de
1767, um indio de 15 a 60 aonos ganharia annu-
almente 4$80O, am d 12 a 15 3S000 rs., obri-
gados os amos a ihesdarem que comer e vestir,
a curarem-nos as molestias, a eusinarem-lbes
a doutrina e a fazerem-nos confessar 5 reses por
anno. Um indio, que se applicasse a aprender
um oBcio mecnico, teria 6 annos de aprendi-
sagem em farordo mestre, depois do que ganha-
ria 100 res diario r ura que fosse oQlcial ganha-
ria MfOOO rs. aonuaes. Quanto as mulhores, a
nica obrigaQio do amo era casa-las.
Houreram alguns abusos, e alguns indios fo-
ram redusidos 4 eacraridao pela cobica dos loca-
tarios.
Tal ara a rida que levaram aquellas que ha-
riam side os sanhores nicos do paiz 1
Fosse mo trato, fosse falta de boa adminis-
tra jo, logo que cessou de ser tao absoluto o im-
perio, que sobre elles tinham os missionarioa,
depois da criacio da villa do Crato, os indios
priocipiarara a dispersar-se, e mesmo a se
perrerterem. Os do Miraoda, lendo morto um
dos seus chefes indios, por ordem dosargeoto-
mr. que resida am Missio-velha, tinham sido
trasladados para ali, de sorte que, ao instalar-se
a villa do Crato, j oio exista ah aldea propria-
mente dita. Finalmente os indios do Miranda
oo smente, mas todos os que existiam oo Ca-
riri, receberam ordem do goreroador geral de
Peraambuco Jos Casar de Menezes para deixa-
rem o seu paiz e seguirem para os aldeiamentos
do Ceari. O ouridor Jos de Costa Das e Barros
cumprioesta ordena e desde 1780 esta geote in-
feliz deitou Misso-relha, coodemnada a ir loo-
ge de sua patria deflnhar oa miseria e perecer
da bexiga e outros males, que a porfa a procu-
raram extermioar.
Minerafo.
O espirito de empreza, que tinha atiado osuc-
cesso feliz dos primeiros arenlureiros, a a oolicia
de grandes riquezas metlicas, que sempre puoba
os brasileiros no caminho de uma reglio nova-
mente descoberta, guiaram para o Cariri bandos
de mineiros de diversas parles, e aobre tuJo da
Paraniba, onde, cono Pedro Coelho de Souza, oto
tinha morrido a espennea de ser ura dia achado
o famoso El-Dorado, inceoliro para tantas e 18o
fcauaa. .teg,., 4H..J.. ,^4.,..., ,. U. rOBI
conheeidos mais cedo, talrez, do que deriam ser
muitos lugares do Brasil.
O Cariri tinha reputacio de paiz imminente-
mente aunero. e sabemos que logo desde seu
descobrimeoto foi conhecido por Minas do Cariri.
Daremos ao telo incansarel do Sr. Dr. Theberg
preciosas noticias sobre este ponto de oossas aa-
tigaidades ; elle encontrn sobro os reinos re-
gistros do senado do Ico muitos apontamentos,
de que os serriremos neste artigo.
Em 18 de abril de 1812 um capitio-mr, resi-
dente na Parahiba, noliciou ao goreroador geral
de Pernarabuco que existiam algumas mioas de
ouro oo Cariri, e lhe enriou a mostra desse me-
tal, procurando interessa-lo oa sua mineraco.
Depois do alguos aonos serem passsdos, aquello
goreroador communicou esta noticia ao capito-
rar e goreroador do Ceari, e Ihe ordeoou que
se procurasse sssegurar da existencia dessas mi-
nas, diriginlo-ae em pessoa a Misso-relha oode
se indicara axistirem.
Em consequencia disto, o capitio-mr Laiz
Quaresraa Dourado e o ooridor Victorino Soarea
Barboza parliram do Cear em demanda do Ca-
de dous. Voc comprehende bem que a primeira
cousa que hio de fazer, apenss derem pelo seu
desapparecimeoto.seri maodarem-ma seguir.
E'justo.
Se eu fr r-la, roc ser presa ao cabo de
dous das.
Mas ser bem triste estarmos aasim laoto
tempo separados.
Ser4 meos triste do que estsrmos separados
eternamente.
Voc me escrever eolio ?
Nem uma syllaba.
Eeo?
Voc, desaprender de escrever se poder.
As cartaa em laescasos s servem para perderos
que escrerem e os qae recebem. Por des luizes,
o meu porleiro vendera todas as cartaa que vies-
sem para mim. Alm disso, o qae escrereria-
mos ? Quo oos amamos ? E' cousa que j sa-
bamos ?
Maa se eu cahir doente I Se estirer para
morrer ?
Mademoiselle de Norcy oio est 14 ? e de-
pois bei de saber sempre ooticias suas.
Como ?
Emquaoto roc passar bem, emquaotooio
hourer nada de ooro deixe a persiaoa de sus ja-
oella abarla : ae acontecer alguma cousa, feche-a.
Acharei meio de pasear pala casa ; v-la-hei, e
ser bastante.
E se o seguirem ?
Desalo-ot porque hei de ir 4 cavallo ; ae
vir qae me seguem. mudarei da estrada, e antes
de me aventurar para o lado da sos esta, terei
feito com que oa espios de seu mando deem
tantas rollas que hio de ncar nsaasados.
Eolio quando lirer certeza de que oio 4
espionado, eotrari para ver-me ?
Ha da acabar por isso. Assim, est tudo
bem convenciooado ?
Sim.
A' qae theatro vae voc esta ooite ?
A' Opera Cmica.
V4 tara bem. Se nio hourer nada de oovo,
ri de chapea braceo ; quilquer oolra cor serla
mu aigoal.
Est dito.
V-lo-bel depois do theatro ?
Nio, passsrei a ooite por em ordem os
meus negocois, |e depois melhor cortar impru-
dencias neate momento.
E entretanto", acrescentou Annette can tris-
teza, quam taba quaodo eos tornaremos a ver, se
eu fr obrigads a fugir amaohia ?
Tecilu eoragem.
Voc me ama, oio assim ?
Julgue do meu amor pelo sacrificio que lhe
pe{o.
Tem razio. Acha qua) doro escrever i meu
pao?
Nio ; deremos desconfiar de todo*.
Al dalla 1
At dalle, se roc me ama.
Seja I
Daa lagrimal brUhariu ooi olhoi da duque,
I
ri am julho de lM.a ahag.ai, Ie6 %mtkm
deste aez preoegareaa sua viagem para "
velha, onde proeararsm eetadsr as ra
", que Ihee etata iodicadas. 3
porem, de saas iedagacae Dio cor
a esteetatira, d. d^poto de ama
dona mezas, o capitio-aadr rsgrsraea
eomraaoicou ao goreroador gara I de
co, que asmln^dasep1^,^f^rJJJ|
em quantldade* til, que confiesa* ao gavwraw to-
mar a sua coola ana mineracio ; eotraUato ti-
nha por muito coarehanta qa> os* aanto ettM
,9t mais abundaota nia faate dmabtrU H
deixasse livre a quena quizesse, a ocrapar-st date
trabalho ; com tanto qne fosse sendo pago si fa-
vor da razeoda real a qaiota parte do raca-
Ihido. segundo os regularaanlos entte ata roca
Neste intuito ficou am Misado-velha eovMa*
Baiboza, o qual ah ae demoree cerca de ia
noo.
Os mioeiros, depois de alguna eos/ios da sa-
neraco pouco lucrativos) na Prtala, na* Bar-
reros e em Missio-velha, havam-sa ea
ooa Morros-dourados, oada os 'ntalhss
grande Jcremeoto atlrahinde navas
dores.
0 poroado de Missii-relba foi etcelhade) pan
lugar da residencia do ouridor e otis alarida
des incumbidas da cobrases do qaiato e paraaoa
arrecadacio se estabetecea ah ama oficina a cara
da inspaccao.
O gorerno de Fernambuco envU* ao asno
lempo d sargtolo-mr Jerooymo Mendee en tas.
com uma forca numerosa a destaear aceto poreo-
clo, incumbiodo-o oio so da coWasten etattaj
quinto, qae reputara de grande vastagosa pora
os cofres da capitana, como da noticia dae a-
nas. Esta medida era muito reclamada pode) eo-
t^do de anarchia, a qae tloha cbagado paw-
Ura poro da emigrados a ireatniossat, aoMaotjaw
a s mesmo, ou administrado por irltrridadm tri
cas e igooranlea ; desenfrenada o qaasi barbara.
era o que eolio poros va aa mioas do Cariri. Ho-
mens htviam. qua faziasa prnUaaio da aoratjaaa.
baleado-se a cada paaso, a -iihirai OO torne
e ioquietagio o espaco quo a autoridade doixava
raaio.
Jerooymo Meodes pdde iapor algans risptittj
a esses bandos indisciplinados, o rastrara* auas
pouco oa eosturaea a a lei; osas, por ailo qae
te empenhou, nada pode conseguir para tttait
lecer uma boa arrecadacio do qaiato, qao ovia
perceber o thesouro. Cooserroo atonto lamtu
um numeroso piquete em Santa Luzia, alai t
apaobar o ouro de contrabaada qna cmdazisawa
as pessoas qae ra evadaos p<*r aten peone, ando
locara a nica estrada, qae eMdstdo a Peraam-
buco ; mas nem esta oem outras medidas pada
rara emtraracar o extravio do ouro, o tanto at f
acabou por desgota-lo eocheodo Usabais do doo-
peito o gorerno geral da capitaaia a a corto alo
Lisboa.
Em norembro de 1758 chegou ao lee ata or-
dem regia aupprimiodo ss minas do Cariri. a dos-
de ento acarara, os mibeiros inhibidos do tasar
escavaces, comecrado a se dispersara aun.
outros a rollarem anas vistas para a agricaUara,
que era entio um bera fraco meia da tazar Me-
taos.
A corte de Lisbot qae oio te pejiri do moti-
var essa ordem com a falla da saga atraa do
quinto, lerou sua avarexa at o sica sea amano-
primir, para todo o Brasil (1767). a aflkio dJa ea-
rires, coamioando aos qao reaottJttneaar* *
continuar nesta profissio, oio s o parda
de toda a ferramenta, como uma tanta *
Esta medida, motivada anda aiada aa
de com que os mineiros pagtvaea a
seus ouros, apezar de muitas vezas lita__
sistiu at 1819, poca ea qae o ialerdiete fot U-
ranlado.
Ao mesmo tempo qao a minorecio da raro oa
fazia no Cariri, foram celebres ae iraniano ai-
oeralogieos da Mangabeira, os qaaes doraat ori-
gem ao povosdo, que d'ahi ra tico* tttairaade
por S. Vicenta daa Lavras da Maagabcira, boje
villa dat Lavras.
Com a auppretsio dos trtbalhoa da aiaeraca,
pirtiu para Peraambuco o sargoato-ator Jaaay-
mo Mendes da Paz, deixaodo aa grato mas ea
Misso-velha ; entre cujos prolectores podo tor
um lugar mui dislioclo.
Sobre os registros da cmara do Ic, eesaa a
Ulustrado Dr. Thaberg tem coloide as jate ia-
portaoles informaces. sobre a historia da pra-
vincia, commuoiea-nos ella, tor aacaalrada
ordem datada da 10 de junbo de 1769. pato
o ouridor de eolio iacumbia a Atsxradra Ca___
Aroaud de zelar e alugar aa caaos, aaa a taateraa
liaba feito edificar ea MUsao-velhs, para a adW
mioiatraco e percepcao da qaiato. total
ihe qae, pira qua nio foseos roabadaa,
iirar ai potu, taitas a portara s qao
ram ruioa.
Por ama prora lio viva se rotooheco, ene ji
nessa poca nio exista larra do aaro ao Cariri.
e que seus habitantes eram ji eatradra aa asna
nova phaae, a creacio a agricultura s ir latir a
mente.
Montos femi.
A proporcio que oe recursos do pata te atan
deseovolvendo, a riqueza loroara insalralra ra
graodei proprietarios.' Elles ra Manta taorttlti
do unsrerdadeiros tyraooos.qaepsrociaa traas-
portar psra ot desertos do Brasil aqoelle drapo-
iisroo, que sioda exerciaa aa Europa si siobiiii
e caaiellies.
Dominando hordas ralvageos, ^m tiahoa ra-
duzido 4 obodieocit, coa aa arara at ao, toa-
ge dt autoridade. coja accio rofriinnid tala
distancia mal ae fazia seotir, tara aotraan rirtoat
em perfeita liceoca e doaiaarftnt is salmelo
nos do modo o mais completo. Neo paatn aaaia
loogiquos, sobre todo, aaa s roatado aoataava.
era a do mais rito e maia ala aullada ; a Iti t o
derer eram cousas ioteirameota igaaradat.
[Continuar-M-km.)
qne occulton a cabeca ooa bracos de Jacqaas para
furtar-lbe essa minuto do fraqueza. C
raram-se algans instantes abracadoa a
ciosos.
F)i ella quem primeiro fallou.
Nio occasio de eotoraodaoato,
mas sim do saogue fri e da resol ac o.
E sorriodo atea amante, aatradaado-lbo pola
uliima rez a mi, e dizeodo-lhe:
Adeot, tolvas, mas no pan raapn I
Depon abaixea o vea, corrra pan a cana a
desappareceu.
Era irapossirel dar-ra a boora a a ida coa
mais cootlanca o sitaptteidade do qao o fasto a
daqueza ; nem uma hesitacao. aea aa rocoto,
oem um pezar. Aa faltas das ra alhena, fita di
chegara i esa as proras, tocara aa carta ponto aa
herosmo.
Jseqaes leon por um aaaaato i amoral at sao.
lugar, com i mi oa testo, iaqairiado an si ara-
mo se tinha o dimito de (azar o eme ksia. i.
intil dizar qua sea amor acalma por dar lita n-
zio. Alm disso, oa aooaliciaratoa iapslliaai i
lio fortemente, que ato en aeto praaivat toatmr
atraz. Foi-me contar rato nllion lorideato o po-
diu -me qaa o tcoapaahaara oa taratro. A'ana
borra 14 eilaramos. A duqoaza
instantes depois de nos, coa rtinf-1
baria novidada nenbuaa. Aneciara _
versar amigsrel, qaasi a legra otala toa o
do, sta duridt para Iraoqaillisar Ja
della oio tirara os olbos. Aooetto i
mostrar-lbe ana arto qaa loo '__
Durante um entra-acto a doqaa sabia. ~
diriga-se. logo so camarote, por rato acato Aa-
aelte deixou cahir a caria qaa lao aartrara. Apo-
oti a tinha apaohado, apparoeoa o oaanra i* ra-
nas a tioba apaohado, apparoeoa o
tro lado do corredor. Podia-oe pealar ni
am em como este vira o ama acabara do
se; ettrtttnto viaha iodifferenlt
Crozando-n tacara a-so coa
Ihaotet clrcamitancitt o
valor.
< Todo va boa, dizia a arta.
pajtaporto. Craridra-appan por-
tei nteirameote, aaa ped oila ana para.
ora,. Respondeo-mo qaa oio aadan aoamru.
de Pana depois d'iBiahia. VMaUaenaa. Aara-
deca sem pro ao principo ; ata ana trasto anda A
lamer. Esttjt smaahia ao locar oa aa attova
boje. Duraoie ata ultiaa dio. nalhar ano oio
noo vejamos, no a oa aiaha enjaj ana aa ana
En lodo o cato toaba coaBanca |* to
Ora ramoa, dista Jtcqaaa. toara
oito borat da pacitodi.e
E acroaoontoa rindo:
Mea, ter-nos-ha datjo trttolho.
tCPtoMoatria ha j
PWN.TTr. D* Mvi,DEFAU|4I.II0. t9H.
I
'1


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