Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09407


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Full Text
AIII IIITII IDIflO 257
' i* oM
iMit?-*" j-,

Por tres*ezes adiantados 5 JOoO
Por tre aeies vencidos
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPt;AODO NORTE
Tarahyba, o Sr. Antonio AUxaodrLno de XI-
ms ; Natal, o 8r. Antonio Marques da Silva ;
Araeaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maraohlo, o Sr. Maooel
Jos Martina Ribeiro Guimaries; Para, Jus'lino
J. Ramos; Amazenas, o Sr. Jerooymo da Costa.
UBI
ODilTi FEI1A 7 H IQTEMBBO II lili
Por ai adiaitado 19$00 0
Parte franco para o sabscriatar.
El
PARTIDA* I>US CORRElUS.
Olinda todos os das as 94 horas d-> dia.
Iguaraaa, Goianna, e Parahyba as aegundas
e sertas-feiraa.
S. AntSo, Bsenos, Bonito, Caruar, AHioho
e Garanhuos naa tergas-feirai.
Pao CALdo, Nazarelb. Limoeiro, Brejo. Pes-
queira, Iogazeir,, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as qua> tis-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros
Agua Preta, Pmentelras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha]
SPHBMIRIDES DO HEZ DE NOYEMBRO.
2 Laa aova a f hora a 44 mnalos da tarda.
9 Qaarto c rascante as 8 horas e 35 mioeto, da
maahia.
*' 10* 47 alantoi da man.
25 Qaarto mingaanta aa 8 horas o 47 mnalos da
manha;
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 8 horss e 80 minutos da tnanhia.
Segando as 8 horas e 54 minatoa da tarde.
<
DAS DA SEMANA.
I; Segunda. S. Carlos Bonomeo cardisl.
8 terca. S. Zacaras e S. Isabel paes de S. J. B.
6 Quarta. S. Severo b. ; S. Athico b.
7 Qoint. s. Florencio b. ; S. Tessalooica m.
8 Sexta. S. everieoo a seus comp. mu.
9 Sabbado. S. Theodoro m.; S. Orales m.
10 Domingo. O patrimonio de N. Senhors.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tergas, quintas e aabbadosaslO borsi,
Fazenda : tergas, quintas e sabbadoeaslO horaa.
Juizo do commercio : qaartas ao meio dia.
Dito de orphioa : tergaa e aexlaa aa 10 horas.
Trmetra rara do ciril: tergas sextas ao meio
da.
Segunda rara do civel: quartas e sabbados a 1
horada tarde.
PARTE OFFICIAI In /,laradmin9t"" a Pili a. VI f lUIfll.. nesse presidio, fisto nao haver lei aue a autoriae. Mxico, or n. *.. f~.. ..Ihi.J.5*.7?.i.
ENCARREGADOS DA SOBSCBIPCO DO BUL.
Atagdas.o Sr. Claudino F.lcao Das: Babia
o Sr. Jos Martina Alvos ; Rio de Janeiro oSr'
Joio Peraira Maros. .,
EM PERNAMBUCO.
.u W?Ktori- -0 DI*" M"1 Fif'* da
rana & Kilho, na aua Imana praga da ladrona.
dencia ns. 6 e 8. mwr~
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 4 de novembro
de **
Officio ao Ex, presidente da commiaso de
fcxposigao agrcola.Aecuso o recebimento do
omcio que neata data dirigio-me V. Exc. trazan-
do ao meu cooheciateoto raas coosideraces
pelas quaes a commtsso encarregada de dirigir
a Exposigao dos productos oaturaes e industriaes
Jesta proyocia, e das que Ihe Otan mais prxi-
mas, entendendo qe nio pode ter lugar a aber-
tura da mesma Exposigao no dia 7 do corrente
mez para este lim deaigoado, tomara 'a delibe-
radode solicitar que fosse ella espacada para o
da 16 ltenla a defficiencli de objectos que at o
presente teem aido enviados, e a impossibilidade
de se acharem aqui em lempo por falta de trans-
porte o que sao esperados dos portos do norte
e do sul.
Em resposta cabe-me declarar V. Exc. qae
teado o goveroo o maior empenho em que os
productos desla e das provincias limitrophes
acnassem-sama cdrta em lempo de poderem fi-
gurar na inaugurago da Exposigao nacional que
all deve ter lugar no da 2 de dezembro,
muito para sentirse qoe nao possam ser supe-
rados os obslacnlos que a isto se suppdem, mas
convencido como esiou de que a commissao nao
lem poupado eaforgo algum ao seu alcance para o
nom deseropenho da importante tarefa qoe to-
mou sobre si, e de que a medida solicitada
urna odeclinavel necessidade imposta pela forga
das circumstancias, convenho em que aeja trans-
lenda para o dia 16 do mez crreme a abertura
da Expotigo, cumpriodo que neate sentido se
lagam os convenientes anouncios para o conhe-
cimento do publico.
Dito ao coronel commandante das armas.
Para se poder autorisar a ollectoria de rendas
geraes da cidade da Victoria a mandar pagar os
vencimeotos das pragas que destacaram para all,
4 necessano saber-se como declarou o inspec-
tor da thesouraria de fazenda em sus informa-
gao de 31 de outubro ultimo, qual a forga do
destacamento, at quando foi paga, a quera o
commandante della; o que V. S. se servir de
satisfazer.
Dito ao mesmo.Para cumprimeoto do dis-
posto no aviso da repartigo da guerra de 12 de
oulubro ultimo, constante da copia tunta, con-
To k ?U,l- 7" n?nae 4 baialnao de arlilbaria p, que devem ir exa-
minar o estado das forliflcagoes desta provincia,
o aga seguir para esaa commiaso, finda a qual
V. b. me enviar o reiatorio exigido no mesmo
aviao, vindo acompanhado do seu parecer.
Dito so mesmo.Em soluco ao offlcio de
y. i>., sob n. 1482, e dala de 11 de selembro
leste aono. remetto-lhe por copia o aviso da re-
partido do guerra de 17 de outubro ultimo, mi-
aisiraadolhe os esclarecimentos pedidos pelo
commandante do 9o batalho de iofanlaria sobre
a maneira de prestar vestuarios s 12 pragas de
pret que eiiiem no mesmo b.lalbo eoteu-
ciaJas por lempo menor de aaia mh.
Dito ao chele de polica.Remello i V. S. o
requerimtolo do preso Liborio Jos Tavares de
Meodonga, a que se refere a sua iofermtgo n.
1091, de 31 do mez fiado, allende que ordene so
respectivo delegado que lhe faculte lodos os
meios legaes de defeza, informando novaraente
se com effeito nao recebeu o referido preso a
nota constitucional de sua culpa, e nao fui cha-
mado a assisiir a ioquirigo das teslemunbss e
mais termos do respectivo processo.
Dito ao commandante superior de Goianna.
Queira V. S. expedir suas ordene para que o bata-
lhao n. 12 da guarda nacional sob seu commando
superior esleja postado eraffrerte da igreja de Nos-
sa Senhora da Cooceigo dessa cidade, do dia 8 de
dezemoro vindouro aura de assisiir aos actos da
esta e acompanhar a procisso da mesma Se-
nhora.
Dito eo commandante do corpo policial.Po-
de V. S. dar baixa ao soldado do corpo sob seu
commando Melio Vicente de Paula, a que se re-
fere a sua informago de 2 do corrente, sob
d. 492.
Dito ao commendador Manoel Figueirda de
Fana.Queira V. S. encarregar-se de distribuir
pelos agricultores da provincia que mais conve-
nientemente as poderem aproveitar urna porgio
de sementes de algodo de boa quilidade culti-
vado na ilha de Fernando de Norooba, e que
existe recolhida na sala da Exposigao de produc-
tos agrcolas e industriaes no palacio da presi-
dencia, onde V. S. a poder mandar receber.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Certo do cootedo do offlcio que V. S. me diri-
gi em 31 de outubro ultimo, sob o. 1050, rela-
tivamente ao pagameoto do acreacimo que se
tos relativos ao mez de agosto prximo psssado
dos guardas nacionaes na villa de Flores, tenbo
a dizer em resposta que essa importancia de ve
ser paga de conformidad com o meu offlcio de
29 Jo citado mez de oulubro. logo que fr pe-
dida.
Dilo ao mesmo.Passo s mos de V. S. para
seu conhecimento o aviso de 19 de outubro ul-
timo em que o Eira. Sr. ministro da guerra nao
so recommenda que se faga a possivel reduego
no pessoal dos operarios, inclusive os aerveoles
bragaes do arsenal de guerra, declarando ao mes-
mo lempo o modo porque se deve efteclur essa
.reduego, mas lambem me autoriza a providen
ciar para que, desde j, todas as obras que all se
houverem de fazer sejarn porempreitada e nao
jornal, e para que Se nao fagsm concertus ou re-
paros no edificio daquelle eslabelecimeoto e suas
dependencias, cuja despeza excede a cem mil
ris, sem que primeiro se proceda ao necessano
orgamenlo e se autorise a despeza.
Transmittio-se igual copia ao director daquelle
arsenal eiigindo-se a remessa com brevidade de
tima nota indicativa do pessoal que pode ser dis-
pensado.
Dito ao mesmo.Maode V. S. ajustar coolas e
pajiar guia ao lente Rosendo Moateiro de Li-
ma, que val reunir-ae ao corpo de guarnigo da
provincia da Parabiba.Providenciou-se sobre
a passagem deise official, o communicou-se o
coronel commandante das armas.
vDilo ao mesmo.Autoriso V. S., nos termos
de sua informado de bontem sob o. 1061, a man-
dar pagar, em vista dos respectivos documentos
os vencimeotos que lem direito o commandan-
te e offlciaes da corveta a vapor Paran, bem
como a soldada do pratico contratad/que servio
na recente viagem do brigue barca Itamarac,
conforme requisilou o commandante da eslac
naval em offlcio de 2 do corrente, sob n. 48.
Communicou-se a este.
Pelos cofres proviociaas decretaram-se o paga-
mento : da quanlia de 690, importancia das
mensalidades dos alumnos gratuitos e meio-
peosionistas do gymossio, relativaa ao trimestre
de outubro a dezembro desle anno, bem como da
de 24J600 rs. em que importa o fornecimeoto de
agna polavcl secretaria do goveroo a reparti-
go; das obres publicas, contardo 1. de julho
ao ultimo do mez prximo Ando.
Dito ao commaodante do presidio de Fernando.
Respondo ao seo offlcio n. 99 da 7 de oulubro
ultimo, declaraodo-lhe que nao se pode abonar
gralicagio alguna a Quirino Joaquina Madeira
nesse presidio, visto nio haver lei que a autorise,
devendo esse aervigo ser incumbido a jim dos
inferiores ahi destacados, ou a algum sentenciado
de boa conduela, que tenha para isto aptidao.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Nao sendo precisamente explcito o contrato pelo
qual Antonio Mooteiro da Cruz e Manoel Gomes
da Silva se obrigaram a trabalhar nesse arsenal
por lempo de lies aunos na qualidade de carpin-
teros, deve-se considerar Codo o mesmo contra-
to paseado aquelle prazo, e por isso attendendo
ao que expozeram aquellas contratantes nos re-
quenmeotos sobre que vorsa a informago dessa
repartigo, datada de 24 de outubro ultimo, a
que veio annexo o termo que devoWo, autoriso
V. S. a mandar desped-los do servlgo.
)ito ao mesmo.De conformidade com o dis-
Mexico, por parle das forgas combinadas da Grt
cideatal por tinto tempo usou para com um paiz
entregue guerra civil. '
Hr. ,h. ,T 5 "^ ,T c' w eniregue guerra civil. Ao mesmo tempo o go-
sob a ^Lo*T!^eaTDh.V ,,lr-hel"l,M5* I*"0 mexicaD0 esla" de P* efundo, consi-
uagao geral daquelle paiz. Nao aa po- deraveis, destinado, liquidagio de toda, as re-
de duvidar deque urna medida lao vigorosa, eso
mesmo tempo lio argente, ha de produzir Tan-
dea mudangas na conducta a no carcter do go-
veroo mexicano, indepeodenlemeote do etTeilo
que deve produzir pela forca que d s reclama-
goes que temos.
c A existencia de certa, exigencias, de h, ami-
to accumulada pela, ir, potencia, interventoras
contra o Mexieo, orna prova flagrante da extre-
ma desmoralisagio do povo, da irresponssbilida-
de, e das malversages de um governo que se diz
republicano. E todava, urna cousa extraordina-
ria que, apezar da guerra civil e das permanentes
destotalligencias polticas, a riqueza d, nago pa-
po?'0 n aviso da repartigo da marinha de 10 de rece eoservar-se. e o commercio de Vea Cri
,"^^0 _",,t,mo! conatanle da copia junta, mande | e de Tampico representado, pela, eslatistca.
V. S. desligar da companhia de aprendizes mari-
oneiros o menor Amaro, para ,er entregue a
Francelino Carneiro de Lacerda, que o reclama
como seu escravo, devendo este indemnisar pre-
viamente a fazenda nacional da importancia que
ae bouver dispeodido com o predito menor, na
forma da nota que para esse Om apresentar.
Portarla.0 presidente da provineja, atten-
mas dignas de f, como rauito mais considerare!
am 1860, do qoe o liona sido nos aono, prece-
dente, de tranquillidade domestica.
Iadependentemente da, reodas extraordlna-
nss qTe provm da venda dos beos eccleslasti-
cos, nao se pode duvidar que em 1860 o governo
de Jurez estivesse de posse de fundos mais que
sufficientes para pagar as suas obrigagdes duran-
ilnu. Aqa* reuere" 'sargento Ja 3. com-; te o auno. Unto no que toca s reclam.ces es-
DADnlA (A lacran urhan* ViAnnin D..,;.. j, *..:... .____ "... ..
pauhia da secgao urbana Vicente Ferreir, de
Franga de Carvalho, resolve conceder-lhe um
mez de licenga com veocimentos.
Foi tambem concedido um mez de liceoga de
favor ao 1. cadete Manoel Accioli de Santiago
llamos.
Dita.0, Sr,. gerentes da companhia do illu-
minago s gaz mandem-remover pata o lugar que
for indicado pelo agente fiscal do governo o lam-
peao_ existente oo becco contiguo ao edificio da
relsgo, na ra do Imperador, que deixou de
funecionar por ter sido tapado o referido becco.
Communicou-se ao agente fiscal do governo.
Dita.Os Srs. agoote, da companhia braslleir,
de paquete, a vapor mandem dar transporter para
a corte em lugar destinado para paasageiros de
estado nos vaporeada mesma companhia a Emilia
Carolina Doocly, quo consta ser vinva e desvali-
da, bem como a duas Qlhas de menor idade.
Mandou-se tambem dar passagem para a Para-
biba no vapor Jaguaribe, ao ente Rosendo
Mooteiro de Lima.
trangeiras, como para satisfazer as necessidades
da sua administracn.
_ t Devenios considerar o Mxico como um paiz
lao ricamente dotado pela naioreza, que o mo
governo a que ha tanto tempo tem estado sugei-
?* ?2 eslran8eiras, e esses fundos achavam-
se."'Pidados por urna malversago, que se es-
labeleceu como regra.
* A expoliadlo violen!, dos inglese, possuido-
res da bondes, pelo governo de Miramoo, que foi
depuia-tcitamente sanecionada pelo goveroo ac-
tual de Jurez, quasi que collocou a repblica
mexicana fra da leis da nagoes. Era evidente
qaaae se soffresse um procadimento d'esta oatu-
reza, nio haveria mais seguranga as relagdes
internacionaes, estabelecendo-se-assim um pre-
cedente, que todo o governo estrsngeiro poderia
lnfocar para se subtrahir de proposito deliberado
as suas obrigagdes para com a Inglaterra. Foi
cestas circumslancias, que os gabinetes de Lon-
dres, Pars e de Madrid tomaram a resolugio que
acaba moa de annu ociar.
0 meio que a, tres potencias alliada, tem
lengio de empregar para conseguir o seu fim,
ao mesmo lempo o menos custoso e o msis ef-
fleaz. Nao tem a menor intengo de consum-
mir plvora e baila, levando a guerra, ao slo
mexicano. Desembarcar forga armada e ir al
capital, est eftecti va mente fra da sua inten-
go.
Seria de todo impossivel trstsr com o Mxi-
co como se fosse um genero estabelecido e orga-
nismo, que tem um centro de autoridade re-
coohecido: ao contrario.
genciando juntar a sua gente, ma,
dade o conieguio.
Diz-se que o resto do exercito
x fez a sua re*
lirada em boa ordem. Mac Dowell eslava com-
pletamente exhauato, por isso que havia dormido
muito pouco durante tres dias.
As bateras Shermaon, C-rlisle. GrifBo, e ba-
tera de Weat-Poiot, (orara tomadas pejo inimi-
go, assim como oito pega, de sitio e urna de 82
sendo muito difflcil cooduzir este ultimo.
Toda easa artilberia eslava a daas milhs, do
lado opposto de Ceotreville. Os feridos conduzi-
dos para o hospital de Ceotreville, foram alii a-
baodooados, depois de terem os seus ferimentos
sido cuidadosamente tratados pelo cirurgioFrank
II. Hamilton.
O pnico era tio grande, que todas as tenta-
tivas para juntar as tropas foram baldadas, deli-
genciando-se em vao fazar alto.
Se se tivessa reito alto em Cenlreville, as
nossas tropa, poderiam ser reforcada,, e urna
parte do desastre prevenido.
O general Mac Dowel foi deala m-oeira pos-
to em debandada, apesar de bem combinado o
aeu plano.
Suppoa-se hoje que o general MsosQell to-
mar o commando das fortificages d'alm do
no: sao capases, segundo dizem os eogenheiros
militares, de fazer face contra qualquer forga que
o inimigo possa langar coolra ellas.
Foram para all maodadas rpidamente e
montadas muitas pegas de artilharia raiada.
n official que acaba de ebegar da Virginia
j0' Auspicio Chave......................
Jos Honorato Chave,
jJoa taT sou..'::::::::::::::::::::
Joaquim Jos Barbosa..................
viga rio Joaquim da Caoba CavaicaoVi!'.!!
lo go-
Expediente do secretarlo
^erno.
Offlcio ao amanueose Theodoro Jos Tavares.
O Exm. Sr. presideoie da provincia tem resol-
lido mandar desanojar Vmc, afim de que coo-
lioue a prestar os seus servigos nesta secretaria :
o que lhe declaro para seu conoecimento e exe-
cugao.
Despachos do dia 4 de novembro
de 1861.
Requerimentos.
Carolina Doocly,D-se
, os adiados tencionam
to nao pode destruir o ^0^r5;-e.T.. EJtt "^ eS,U8dra CmbnSda ^ < flZjuqnUcVdaedefaddeasD:Q,reT,,,e P?" ^"^ ^
pobrec-lo no sentido em que outros paires me- A, tmo.a SR. ,. a
Eslaesquadra bloquear, e segundo presa- ,/(?, rK"1'11 em circu"'nciasdeoccupsr
mimos, oceupar temporariamente os prindpM "- '5* lnU,nch'">enos sobre a
portos do golpho, como Vera"Cruz, Tambico, e
mais um ou dous. D'esta maneira, os alliados
levarlo sem duvida, o goveroo mexicano a ac-
quiescer immediatameote suas condieges;
mas quer esta acqaieacencia tenha bu nao lugar,
em que outro, paize, me-
nos mal governados que o Mxico, se podera
considerar pobres.
Os elementos naturios da riqueza na maioria
do estado que compe a confederago mexicana,
sao incalculaveis, se pode dizer.
E' isto mal, verdade Daquelle paiz do que am
qualquer outro da America-meridiooal. Mis o
periodo dos mos governos preceden os do Me- I 8t0 '"Porta pouco ao seu tira, porque o que el-
mas elevado grao
Emilia
pedida.
Baebarel
a passagem
Francisco Augusto da Costa.Passe-
ujcnare trancisco Augusto da Costa.Pa
s*Mmm&mt$$s$mHitm<>.-va,.
se-se portara coocedeodo a Ucenga requerida
por trinta dias.
Mari Thereza. Informe o Sr. Dr. chefe de
policia.
Manoel Eustaquio Xavier de Lun,.Informe o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
Vicente Ferreira da Franga Carvalho.Passe-
se portara eoncedendo um mez de liceoca com
vencimeotos.
EXTERIOR.
INGLATERRA.
Os jornaes de Londres publicam a seguate car-
ta, que os representantes das potencias estran-
geiras em Yeddo, dirigirn ao ministro brilanni-
co no Japo, sobre os tactos de que elle foi vic-
tima :
a Yeddo 6 de julho de 1861.
Senhor.Na noite passad,, das 11 hora, para a
meia noile, a legago ingleza foi repentinamente
atacada, e bandos de Japooeze, armados ali se
olroduziram simultneamente por differentes
parles. Mas dizem que esses eram looains, ou-
tros pretendem que fosse gente do principe de
Dous membros da legago, Mr. Oliphaote e
Mr. Morisson, foram por essa gente encontrados
em urna pastagem, e ambos feridos, o primeiro
gravemente, ainto diz-lo.
A descarga do revolver de Mr. Morisson fez
ento urna diverso momeotaoea. O tiro parece
ler aunado ; mas alguos minutos depois, os
mesmos assassioos ou outro bando tentaram en-
trar oos aposentos que eu oceupo, despedazando
muitas portas envidragadaa que abriam para ou-
tra direcgo : lioham-se engaado oo camiaho.
E' a isto omento, graca, 4 Providencia, que
devemos provavelmeote estar ainda vivo, por-
que desta maneira estiremos algn, minutos en-
tregues a nos, mas no fim delles chegaram al-
guos homens da guarda d'Yacanoa ou de airao,
o os assassinos foram toreados a abandonar a casa
depois de harerem penetrado em todos os quar-
tos menos no meu, de harerem por toda a parte
deixado vestigios da sua psssagem, quebrando a,
camas, despedrando as roupas e toda a qualida-
de de cobertura,.
a Ericoutraram-se raatos de saogua em multa,
direcgea, e urna luta encarnizada teve lugar na,
immediagesda legago, com os offlciaes e ho-
mens de servigo Om semelhanle acto de atro-
ctdade consumado na capital de um goveroo jun-
to do qual o, representantes eelo acreditados pe-
las potencias eatrangeiras, nio carece de com-
menlarios.
c Considero somonte como do meu dever com-
municar estes tactos aos meus collegas para aeu
governo, afim de que siles saibam a maneira
porque bao de proceder, e informa-loa de que,
como medida provisoria, ordenei ao navio de S.
M. Ruiydove, que aproxime e desembarque um
destacamento.
Quaes o
a, medidas que convro adoptar
para s seg ranga futura desta legago e das ou-
Uas em Yeddo, a para maoter os direitos inter-
uaciooaes e as immunidades to gravemente o(-
fendidos, isto urna cousa que exige seria consi-
derago, e cuja importancia e urgencia nao pre-
cisara ser demonstradas. Mas a este respeito,
terei a satisfago de entrar comvosco em commu-
nicago, assim como com os meas collejas, se
tiverdes disposlo a favorecer-me com as vossas
observagoes e com a vossa maneira de pensar.
a Son etc.
iRuthefori Alcoek.
Sobr a prxima ioterveng&o da, potencia, no
Mxico, publica o Uarnin-Post um novo artigo
para justificar o plano adoptado na ezpedigio
combinad*.
Nesse artigo, qae em seguida publicamos, exa-
mina o jornal ioglez a situago econmica e'G-
nanceira da repblica mexicana, e trata de mos-
lr" 1ueo governo daquelle paiz possue recursos
sufflcieotes para satisfazer sreclamagoes das tres
potecciaa alliadas.
Eis o artigo :
t O anaanclo que Qem0s aa torc,a-eir sobre
xico, a vmo-lo boje tocar no
de Influencia e de crdito.
O Per, o Chili, Buenos-Ayres e o imperio
do Brasil podem ser tomadaa para exemplo das
grandes mudaogas occorridas ha pouco dos gover-
nos da America meridional.
a O Mxico foi o ultimo em se constituir; mss
razoavel esperar que, sendo o mais rico da
maior parte dos estados que aeabamo, do indi-
car, chegir alinal mesma poaigo de riqueza
publici que a America meridional. Este deve,
pois, ser o resultado gradara! e iodirecto da io-
tervengio europea, qae se contenta de seques-
trar os rendimenios do Mexieo, deixsndo a' urna
semelhanle ligo o effeito que deve ter sobre a
nago e sobre o governo.
0 meio adoptado pela, Ir, potencia, euro-
peas para alcaogarem os seas fias, recommenda-
se nao a peU aimplicidade, a pela aua efficacia,
mas tambem porque lem ama carta analoga com
as medida, lomada, pelo proprio governo mexi-
cano para o pagamento dos jaro, devidos ao, ln-
glezes portadores daa obrigacoej1 mexicanas.
O governo do-Meiio p^nenau bypothe-
gis para satisfazer a reclamacoes dos seu, ere-
dores, e nao ha duvida de qae. ae aquelle gover-
no houvesse obrado de boa f, teria pedido todos
s son, empregar lorama, considerareis em
preencher as suas obrigagdes.
Explicamos na terga-feira qae o tratado, qae
esl a ponto de se sssigoar eotre os gabinetes de
Londres, Paria o Madrid, ha de estipular a adop-
go de medidas quasi semelhaotes.aquella, com
a dfferenga muito imporlaote de que a, partes
contratantes que nesta circumstancia ho de
hypothecar os reodimenlos da alfaodega do M-
xico, e isto em urna proporgo muito mais con-
sderavel do que a relativamente insignificante,
por que o governo mexicano pretenda hypolhe-
ca-las. Mas o principio o mesmo que j foi
saneciooado pelo Mxico, e por coosequeacia
familiar quelle paiz.
a Urna vez pois que aquelle governo nao quer
ajudar a obter aquillo que temos direito a recla-
mar, e cumprir as promessas por tantas vezes
reitersdas, e tempo que oos auxiliemos a nos
mesmos. E* isto que vamos fazer, e acreditamos
que esta resolugo, posta em pratica pelos tres
governos que interveem, ha de obter a concurso
de todos os oslados qae estiverem animados do
sentimento de jusliga, seodo o terror de todos os
concessionarios.
Os consoles das tres potencias toroar-se-ho
os thesoureiros do Mxico para todos os direitos
da alfaodega oos portos em aequestro ; entrega-
rao ao Mxico melade destes rendimentos, guar-
dando a outra metade para satisfazer s realama-
goes dos seus respectivos paizes, a acreditamos
que a maior parte ser para a Inglaterra.
Seja qual fr a maneira porqus e peosa so-
bre o rigor desta poltica, o ajuste tem o carcter
de moderago para com o Mxico. Privar o go-
veroo do Mxico de todo, o, seus rendimentos
aduaneiro, nos principae, portos, seria priva-lo
das suas malores receilas. Isto oo s seria ex-
cesivamente rigoroso, mas seria tambem muito
assustador. Seria empobrecer de tal maneira o
governo mexicano, que oimpossibilitariadecam-
prir aa suas obrigagdes domestica,, urna vez que
se lhe fechasse as porta, ao, recursos.
Mas, peto sjuste actual, tendo as tres poteo-
cias metade e deixaodo a outra metade ao Mxi-
co, as outras partes interaliadas tero deala ma-
neira sua disposigo um rendimeoto coosidera-
vel. e a operago de um tal syslema nao pode de
maneira alguma prejudicar o deaenvolvimeoto
dos recursos, oem o crdito do goveroo Existe
ima certa analoga eotre esta medida e a que foi
tomada por Sir Heori Potlioger no seu tratado de
paz com a China em 1812. quando pedio ama in-
demoisago de cinco milhes de libra, sterlinas
para aa despezas dtmguerra, e estipulou que cor-
tos pontos flcariamTa poaae de Ioglalerra, at
completo pagamento. Temos pois am exame so-
bre os rendimentos aduanarlo, daquelles portos.
O nosso commercio com o Mxico mais
consideravel do que o de todos os paizes. Em
vera Cruz, por exemplo, as imporlagdes ioglezas
tocam todos os aonos na somma de um milho e
quiohenta, mil libra, sterlinas, emquaoto que
tranca importa mais de um milhio, a os Esta-
dos-Unidos ama, quinhenta, mil libra,. Depois
segue-se a Hespanha, Uavana, Hamburgo o Ha-
le boavene da fazer por meio de am tratado,
as forliflcagoes,
linha do Potomac.
A cidade eat oa sua maior parte
tago.
Por loda a parte se reunem grupo,,
de aaber aa ultimas noticias.
Chegam wagoos
morios e feridoa.
em exci-
havidos
continuamente, trazendo
se o goveroo cedesse s suas condieges, fa- iar,ohn
lo-ha pela forga se nao alcangar esse consent- Llirn
mana ll.u.
As communicages com Atexaodria pelo te-
manta.
e vapor, eato suspensas para o pu-
aruwv.
Na cidade existe o maior alarme, pricipal-
< O plano em que estao de actordo para obter meDt< enlre a P*rte feminina da populago.
satisfago das reclamacoes pendentes, e o segnu-
do ; aa potencia, alliadas aequestraro oa rendi-
mentos dos porto, indicados. Eocarregaro oa
seus cnsules ou alguma autoridade de perce-
ber, de accordo, o, reudimeotos dos di.Tirentes
portos, o esses cnsules ou essas autoridade,, o-
brarao conectivamente, formaro urna especie
de commissao interoaciooal cooslituda expres-
sameate em cada porto. Nenbum navio poder
entrar no porto de Vara Craz, Tampico, ou sa-
hir, sem liceoga dessas autoridades, que exigi-
rao, a nao s exigro tambem elles mesmos
os direitos da alfaodega na entrada e na sabida.
Preaaraimos que es autoridades adopiaro os
actuaos direitos da alfaodega, reconhecidas pe-
las lealo Mxico, e laucaram esees reodimen-
los em um cofre coamum por elle, aborto em
cada p ii'fin?,^lii,,if *f.r'{,,rUr Proporcionalmen-
i- urna paru ,.M. fandos entre ai as reapec-
Uvas nages, entregando o excedoote eo govocoo
mexicino. Julgamoi que oa alliados colhero
uns 50 por cento dessea rendimentos, e que res-
tiluirao ao Mxico os outros 50 por cento.
E'isto para o Mxico um ajuste liberal, que
lhe deixar rendimentos sufficientes para pagar
as despezas da sua admioistrago civil; mas
tambem urna combioago efficaz para as poten-
cias alliada,, por isso que sao muito considera-
reis os rendimentos das alfaodegas do golpho.
Tendo os cnsules respectivos pago ao go-
verno mexicano a sua parte das despezas.
c Sabe-se que a artilharia do exercito da Uni&o
se perdeu toda, ou quaai toda. As pegas eram
muito pasadas para serem rpidamente conduzi-
das, e por isso cahiram em poder dos rebeldes
A cidade de Alexaodria est ebeia de feridos
e de soldados munbundos. o
A batera de Rhoda Vilaod foi (omsda na pon-
te que atravessa o Rulls Rom, onde a retirada foi
cortada.
Todo, o, cavallos forsm morios.
Corre o boato de que a diviso do general
Patlerson chegou eata raanhaa simmediagoes de
Manassas, e rompeu o attaque. Ilontem eslava a
25 milhas do campo de batalha; mas o estado
oxhauato dos seus soldadoa impedio que elle fosse
em auxilio do general Mac Dow Diz-se tambem que 4,000 horneas foram man-
dado* .ra occipar Fairlax-Court-House.
A L r1,?n".'?JLae numero Ppo8lo de morios
e ae reriaos tem augmeoiaao com os ausentes que
divagavam oos bosques. Mas deve calcular-se de
qualro a cinco mil.
Diz-ae qae os regimentos de Ohio se apresen-
lam mal, sem duvida por falla de confianga nos
seus geoeraes.
Sabe-se que na veapera, um grande nume-
ro d elles proleslou coolra o comuiaodante, o
general Schenck, e que a intervengo do capi-
r. 18o Mac-Cook, em quam se deposita va toda a
aos c000"?. oi que impedio que se maoifestasse a
trimestres, reparliro o excedente, Islo a me- rerolla-
tade, entre as tres nagoes. Este ajuste ser per- A, no tropas sabiam que o general John-
maneote, oa pelo menos durar at que ae tenha 80n ilDlia ?Pado a sua juocgo com Beauregard,
feitojustiga s suas reclamages. Um ou dous e qua, 'S.imi8 era superior em oumero.
navios de guerra em cada bahia aasegurar ao *,0s oQic'e que marcharam antes, apesar des-
mesmo tempo a manulengo da ardem e da au- deavantagens, nao fizeram mais do que obede-
toridade dos coosules alliados. cer s orden de Washington.
. Este accordo levar proximameote o Mexieo 9 coroel Scheock cooduzio-se perfeitameo-
a capitular. Mas se ao contrario de todas as pre- ._!;n!ou as su" 1P" e conseguio cobrir
sumpgoes, o governo tentar resistir, levar-se-ha
a effeito um bloqueio. Logo que se poder fazer
com o governo mexicano um ajaste, nao haver
por mais tempo necessidade de um bloqueio ef-
fectivo, porque a autoridade dos cnsules nasce-
r do proprio tratado que se fizer com o Mxico,
E provavel que por meio desta medida justa e
ao mesmo tempo enrgica, o reembolso do, cr-
dito, iogleze, e outros se conseguir rpida-
mente.
retirada.
Segundo as declarares de Mr. Pryor, um
dos prisioneiros feilo, por nos, parece que a nos-
ia artilberia fez grandes estragos entre os rebel-
des.
Havia am batalha 30 a 40 mil homens
cora-
de
Observamos que em 1860, o valor daa impor-
tagoes e das exporlagoe, de Vera Cruz tem s por' Artinainn
si tocado em 133 milhes de francos. Nao julga- I 0 Bpn'e,
mo, que baja para na necessidade de mandar! i.hm .11
mandados por Besuregard, com urna reserva
75:000 em Manassas.
Os estropados comegsm a apparecer.
O exercito s parou no intriocheiramento de
torgas supplementares para aquelle paiz.
c as estagas das Indias Occldeotae, o da
America do Norte, lemo, nos j 16 navio, de
guerra montando 500 pega, de artilberia, e tri-
pulados por 6.500 homeos. Julgamos alm dis-
so que as torgas que ss apreaenlarem no golpho
do Mxico serao sufficientes para conseguir urna
annuencia immediata, e que exiatem pouca,
presumpgoes de que se possa prejudicar o sysle-
ma de percepeo que acabamos de expor, o
qual deve ser posto em vigor antes do fim desle
anno.
t A circumstancia de que urna to grande par-
le do eommerclo se faz com a Inglaterra e com a
Franga neste porto e nos outros, facilitar as ope-
ragoes dos agentes dos governos sitiados, encar-
regadoa da percepeo dos rendimentos. a
L-ie no Vorning-Pot:
Coosideramo-nos felizes de poder annunciar
que est em va, de ajuste am tratado entre a
rainba Victoria, o imperador dos fraocezes e a
rainha de Hespanha para levar a effeito ama in-
terveocao immediat, oo, negocio, do Mxico
por meio das torgas combinadas dos tro, sobe-
ranos.
c As loogas e antigs queixa, do, subditos io-
glezes, franceses e heapaohoes, contra a repbli-
ca mexicana, pozeram afiaal termo paciencia das
tras potencias. Malograram-se todos os appellos
justiga, assim como as mais urgente, admoesta-
Qes diplomticas.
< Abusau-se da. tolerancia da que a Europa oq-
Vamos dar mai, alguos promeoore, curiosos a
respeito dos balalhes de Mauassas. em que o
exercito da Unio americana ficou derrotado :
c Segando informages de Cenlreville, conata
urna serie de tactos desastrosos no mais alto
grao.
< Corra urna serie de boatos confusos, ma, a-
gora j se sabe sufficieote para se ter a certeza
que soffremos de maneira que langa a desespe-
rago entre o resto do exercito, o excita o mais
profundo sentimento em Washington.
A ciroagem foi incrivel de ambos os lados,
mas do oosso represeota-se como sssnstadora.
Avaogamos e tomamos pouco a pouco as bate-
ras, mas quando repelliamos o inimigo para Ma-
nassas Junciion, pareceu ser reforgado pelo ge-
neral Jobnston, que, segundo se julga, tomou lo-
go o commando e comecou immediatameote a re-
pellir-nos; ao mesmo tempo apoderou-se re-
pentinamente das nosaas tropa, um pnico, a foi
urna derrota completar
Pensa-se que o general Mac-Dowel tentn
fazer alto em Ceotreville ou na, immed>agdes;
mas o pnico era tio terrlvel, que todo o exerci-
to sa achsva deamoralisado, e loroava-se impos-
sivel suspender a marcha, quer fosse em Cen-
lreville, quer em Fairfax-Court-House.
O general Mac Dowel teotou fazer de novo alto
neste ultimo pooto, mas, estando as torgas em
completa retirada, nao poda consegui-to.
c Alm de Fiirax-Court-House, a retirada
continuos, al que as tropas alcaogassera os seus
acampamentos regulares; uma parte dalles vol-
lou all, ma, o maior numero leven a sua relin-
da at ao interior do, intrincheiramantoa.
a Um grande*numero de soldados cahiram ex-
haustos na estrada, ou esta va m dispersos no ca-
miobo desde Fairtat-Courl-House.
c A estrada de BullH Raq, eslava janeado de
muchtlas, arma,, ata.' Algn, delles laneavam
fra a, sus, espingardas, e as sua, municoea para
facilitar a sua marcha.
< 0 general Mac Dowel U na vanguarda, dilU
general Mac Dowell e o seu estado-maior
lambem all esto.
c Todos os carros voltam com excepgio de dez,
mas o que elles continhsm ficou espalhado na
estrada.
c A, torga, da nossa parte empenhadas na lac-
la cslculim-sn em 22:000 homeos.
a As do inimigo eiara o quadruplo.
< Uma parte das nossss torgas estavam exhaus-
ta, por uma loriga marcha.
O inimigo deixou os iotrincheiramenlos com
difflculdade, e s por alguos minutos nao foi effi-
cazmente perseguido.
c Jaffartoo Davis entrn na batalha e mootav,
um cavallo braoco.
c Nos avangava-mos admiravelmente quando
os conductores de bagagens comecaram a fogir,
e a cavallaria, rompendo s linha do general Ty-
ler se poz em fuga.
mandar para aqu numerosas tropa,.
c O general Mac foi mandado para all.
(Jornal do Commercio do Lisboa.)
PERNAMBUCO.
a eleigo parochial do
leitores o seu resul-
MM
3
47
47
47
47
REVISTA DIARIA.
O julgsmento dos habilitandos de am e outro
sexo, que pretendem oppor-se s cadeira, vagas de
iostruego elementar, deve proceder-se hoje sob
a presidencia de Sr. director geral da instrueco
publica.
~ Teodo-se concluido
Bonito, offerecemos ao,
tado :
Lista dos eleitore, da parochia do Bonito.
Antonio Jos de Preilas......,........... 653
Jos Joaquim Bezarra de Mello........... 653
Joo Braz de Vaaconcellos................ 658
Francisco Cordeiro Falco................ 653
Manoel Gongalves Cunha Pedro,a........ 653
Vicente Ferreira Padilha Calamby........ 653
Aleixo Jos da Luz........................ 653
Mathias Ferreira de Mello................ 653
Francisco Jos Fernandos Gitiran,........ 653
Jos Baptista Gitirana.................... 653
Jaciotho Jos de Mallo.................... %Bt
Joio Soarea da Costa,..................... 650
Manoel Barbota de Araujo................ 650
Mathias Benigero Wandarley Tiuba...... 650
Joo Pirmino da Miranda................. 649
Manoel Fraociaco de Amorm.........,., 649
Joo Francisco da Foosecae Mello......% 649
Francisco Antonio Souza Vianna.......,.. 649
LuizJoiMonteiro....................., 649
Jos Antonio Porciuncula Laa>. ~7.
Joaquim Antonio Vaaconcellos"...........
lia0? Be"rr*'d Vaacoocellos..........
ttiZt&rTsl?""'..........
irtT^f^ao da".::::::::::::
Hd oai0,m da Silra Barro,.........
Jos Pedro de Albuquerqae.
ra.a0f' AQ,.onio sar FocV.'.Y.'.'.'.
Jos Joaquim da Silva......
Antooio Ferreira da Silva Juanr'
Joa Loarengo Torrea alindo .........
Joaqun, Franciaco Torre.Galiodo.*::.'.:::
Pedro Jos da Silva. .......
Manoel Antonio Vaacoocell,*. '.'.'.'"
Maooel Silvestre Moara Borba. .
Joaquim Miguel Gomes da Silva'. *. ". *. !
Maooel Caelaoo Bezerra. ... .....
Jos Joaquim Becerra de Mello Jnior"
Francisco Quiotino da Silva Vieira W"
G.ldino Alves Barbosa. !'. g
Manoel Antooio Al.es da Silva. "..**'
Francisco Rodrigues da Fooseca .
Jos Gome, de Moura Borba. g>
Manoel Joaquim de Albaquerqa'. ." '.'.'. 3
Jos Pereira de Luceoa. ...;.. g
Justino Eugenio Laveoere........ 355
Por portara da Si do correte foi mandado
passar caria da eogeoheiro machioista da navios
a vapor, em coosequeocia de haver sido appreva-
lil!. eo"ro*,< <1 iostraecaa ana.x.s .0
deerelo de 5 de fevarairo de 185. a na (oras, ala
art. 3 ds instruccoes de 2 de jalbo do bobo fia-
do, ao Sr. Charles Halle
No mez ultimo da outubro prodezie a trata-
^aSEiS?."" dff9re0U' '......-
Com o orazo de 60 dia, achata-te i concur-
so os dous oficios da partidores do termo do Bo-
nito, um dos quaes ter de accumalaraa faaccoas
de contador e outro a, de diatribuidor. ~"""
As petiges devem ser instruidas oa forma do
decreto de 30 de agoatn de 1857 e av!eo de 30 da
dezembro de 1854.
Pela directora 4o Imptrial Instituto fri-
co la deala provincia soliata-ae a aaiisfacM ate
s da importsocis subscnpia, como da anoadade
de socio effectlvo, daquelle, seoboroa qae taohaai
deixado de faze-lo.
Remeltem-oo, o (agolla:
Sr. redactor.Os habitantes da ra de Jai*
beroandes Vieira, offeodidoa da inmoralidad
que pralicam constantemente os morada** efe
urnas pequeas casa, da mesma roa, pcrttacaalea
a um raante a a outros. recorre a Vmc para
que digoando-te da levar ao publico 01 rragaUr
procedimeolo dessa gente, possa a polica lo-
mar dello coBhecimenio, a providenciar, como
convem.
< Cora effeito, a detordem a depravaco m a-
lenta all de um modo inaudito ; porque raoa-
xes o raparigas resideotes oas measaaa casas tai-
moseam-se com paocadas a tacadas qaasi diani-
meute ; proerem aa paiavras aa mais immaraaa
e obscenas, sem attenderem a boDeitid.de da
mthaa que habitam oa mesma ra, e alaam rae-
peitarem qualquer familia qae por all traaaila
a Tudo isto pralicam a team praUcado eaaea
rapazes e essas raparigas, sem taras oem ama
Ave Mana de penitencia ; e como a impuoidada
augmenta a ousadia, esses Urapios, aprovaitaa.-
do-se da escurido da noite. roubam qaaato e-
contram oos quintaos da visinbaoga, o vio lazer
o seu dividendo em seus covi, bem saliataitaa
pois que nada recela da polica, valo nao basar'
inspector de quarleironaqoella ra, que cooi.m
man de 50 casaa habitada,, excepto ai ditaTZa-
quenas; e nem foram aioda collocados all lim-
peoes de gaz, beneficie de que esli Hozando lu-
gares meos notareis.
t Portento, rogamor a Vmc. que, vala do
referido, reclame a nosso favor, do governo da
provincia o da policia as providencias oeceasariaa
ao nosso bem o iraoquillid.de, certo da que por
esse obsequio lhe fie iremos summameole grato
e Illm. Sr. Manoel Figueirda de Fin. Paco-
co-lhe que em obsequio a verdade tenha a baa-
dade de responderlo p deata:
t 1. Se tive parte alguma em o qno a Revista
utaria de am dos dias passsdos pubiicou acerca
da surra que, em ora eogenbo do Cabo, $ deu
00 escravo Liberato ;
* o'l fe Vf1** de qoeo1 I"*11* ecripto;
o. Se V. S. ou alguem de ana casa exiga
5009000 de Manoel de Barros Barrate ou da al-
guem que, por parle dello lbe falln, para mos-
trar o autographo daquelle escripto, duendo to-
dava qae elle era meo.
c Confio na moralidad de V. S., a por iota sa-
pero qae me responder com verdade, e permil-
tir fazer da resposta o uso que me for conve-
niente.
c Sou de V. S. atiento eriado o venerador,
< Joti Ray mundo da Cotia Mtmxtt.
< 4 de novembro ae 1861.
Exarando aqui a caria iupra do Sr. Dr. Jeo
Raymundo, e satisfszeodo ao que por S. S. po-
dido, devemos em publica resposta dizer. qaa
nenhuma parle leve S. S. na noticia qaa aa* foi
transmittida, relativamente a surra do eaeravt)
Iludido oa mesma.
Em quanto, porm, i ultima parta, catapra-aoa
nossa digoidade pessoal declarar, qaa rrasid,
ramos lamaoha affroota a tuppoaico Bolla impl-
cita, qae otda diremos aeu respeito, provo-
cando todava a que apparega asee a qaesa fosa*
exigida a referida quanlia por quem quer 1,
fosse da redaego ou empreza desle Diario eo,
fim de ser devastado o autographo da menciona
da noticia.
e taea meio, podem aervir a fina reservados
exceden, comtudo a credibilid.de qaaodo tastos*
a oppr respectiva pratica a honestidad da
nosss longa vida nojornalismo, sustentada sea-
pro pola honra daquelles que tem estado a testa
da redaego dette Diario.
Cremo, qae desta aerte fies aatisfeiio o Sr. Dr.
Jos Raymundo, oem nossa conscieocia descan-
samos quanto a ficecia do 500000.
Pizersm acto na facoldade de direito aa din
6 de novembro, o, siguite etiudsnie, :
1* aono.
Marcolioo Ferreira Liou. Approvado plenamente.
Tito Livio Vi.ir. Dor-
Approvado slmplesmenta
pl
tlf.
te.
.......
Antonio Vieira Carnei-
ro da Rocha.....Approvado plenai
Altino Rodrigues Pi-
menta........Approvado aii
2* anno.
Joo Alves Mergulbo Approvado plana,
Joo Damasceno Pinto
deMendonca.....Approvado simaleatneate
Jeauioo Jos Gomes Idam.
Joio de Souza Reg Approvado
8* anuo.
Eroetto Julio Btodeira
de Me'.lo.......Approvado
Francisco Leonardo da
Souza Miranda Couto. Approvado rimplcmonta
Cttio Guerretro de Oaa-
tro ,......., Approvado plaaatnamte.
4* anev.
Lucas Antonio Montei-
ro de Castro Jnior Approvado tiameajU,


P)... M,
IARIO Di riBlJflUOO* -n QUINTA FElaU 7 DE NOVEMBRO Bl 1861;
f*f ftUtWRI HsTV
Joaquim Jos Teixeira. dem. '
Manoel Cassiano de Oli-
veira Ledo......dem.
5o asno.
Laurino de Oliteira Ca-
rral..........Approvado pleoameDte,
Olympio Marques da
Silva.........dem.
Damtl Germano de
Aguis' Montarroyos. dem.
Fiseram ezamesde preparatorios nos das 5
> 6 do correte 24 exudantes, es quae*tiveram
o seguinte resultado :
Lili. !
Approvados plenamente. 13
Approvidos simpleameote. 7
Reprovados ........ 4
Total...... 24
Philosepbia.
Approvados plenamente. 11
Approvados simplesmenle. 5
Reprovados......., 8
macSo da Igreja, sua constituicao e sua influen-
cia na sociedade, considerada a Igreja em sua na-
tureza ; passarei na prsenle i tratar, primo : das
suas relaees com os soberanos temporaes e com
os povos; secundo, da applicacio do christianis-
mo s relaees aociaes ; tertio, do despreso m
que te acham os ministros do Senhor ; qusrto
finalmente, da aboliclo das ordena regulares.
Ouem estudar verdadeiramente o carcter dos
primitivos tempe* da Igreja, ha de ver o estado
critico do clero e da sociedade religiosa. Em fren-
te dos brbaro* ella alo remata ; levava al o
sanciuario de suaa cooscienciaa o precioso man
da religue Faria-lhes ver os seus deveres, con-
vertis-os finalmente. Nesta poca asaustadora,
em que a Europa durantesecutas foi invadida,
era um consolo para os espiritoi pacatos a cruz
do Seobor no palacio dos soberanos ; mantilla e
respeitada a religio por estes, annoaeiava-ae a
alhanga e a paz do throno com o povo. O dse-
JO de sangue, a ambicio de reinar e o maaaacrs
contra os fracoa que se oppunham a barbaria,
ludo aodrava com os pracailoi do chtiatia-
nisroo.
Eolio, o poder temporal era o eapantalbo da
sociedade ; a iniquidade e a violencia erara eem-
pre os lituos de seu gorertio. Has alm, da be-
oelica influencia que por si t a religio exercia
nos nimos deamorallsados, aconteca que o cle-
oW......M
Paassgeiro* do hiato nacional Camaragibe,
vindo do Mossoi pelo Asa : M Adriao Recende
de Brlto Guerra, Francisco Salvador Dantas Pioa-
R, Mauoel Leite Piuto, sua familia e dous cria-
do*. Jeronymo Cabral Teixeira Pinto, Jos Men- \ ro principalmente os bispos, pelo sea" contado
des da Costa, Joaquim Nogueira da Costa, sua se- e autoridade que tinham na sociedade feudal,
ubora, seu cuabada e um escravo. inspirava mximas aelutares no coracao das
b'oram recolbidos casa de detencao no dis principes, e lhes fazia ver a origem de seu po-
5 do correle 6 bomens e 5 mulheres, sendo 6 li-
vres e 5 eacravo*, a saber : a ordem do subdele-
gado do Recife 1, que o crioulo Jos, escravo
de Jos Baplista da Fonseca; a ordem do de San-
to Antonio 8, inclusive o pardo Francisco, esora-
vo de Moraes & Filho, o crioulo Aodr, escravo
de Luiz Antonio Pereira, e o africano Jos, es-
cravo de Manoel Bruno Aires ; a ordem do da
dtr. Todava a commuoicaco dos Barbares com
a sociedade religiosa fez correr esta graves pe-
rigos. A natureza e o caracUr dos Barbaros Dio
parmittiam que os dogmas e as crticas persistis-
sem Ilesos : por quanto os noves principios, que
se lhes nsinavam, nao tinham grande imperio
entre elles.
Quando a febre da violencia os atacava, iam de
~------ .C~~"". "" i viubiuuik v"uu icuio ua luitiia us aiacova, lam ue
Lapunga 2, inclusive o crioulo Eduardo, escravo encontr ludo quanto se lhes oppuuha, levando
de Victorino Maia. por toda parle a desordera e a morte, e por tota
~------ parte dando largas i tyrannia; e do* seo* furores
lela da dcima sesso da commissao ?.r?.reJa ictma. o.aodo c preceitos da re-
j. ij_,;r._ j _j.^. _.._: l'giao nao echoara no coracao do hornero, nao ba
de bXpe&ICaO dOS prodCtOS agriCO- ente mais iadom.vel, nem animal mais feroz.
Que estado miseravel nos presenta a Europa
enlao ? Que acontecimenlos se davam nesta po-
ca de inquietado ? O imperio romano decrepito
. e corrompido desabara com todos os seus monu-
meotos de letras e monumentos de pedra ; di-
luvio da barbaria sola pava os mais Jories edillcios,
levando a irrupeo e innundaco at onde per-
, miniara as suas torcas ; os povos viviam n'um
continuo estado transitorio e anmalo ; a feuda-
| lidade com seus males e horrores reinava com
; immenso absolutismo ; a iovasao tambera dos
Sarracenos por sua vez accommettia a sociedade.
O iodifferentismo e o scepticismo atmavam-se
contra todas as religioes, principalmente contra
1 o catholicismo, e nao haviam verdades que nao
fossem combatidas e postas em duvlda, erros e
estravagaocias que nao livessem preselytos e
apostlos ; a gangrena apoderava-se do eorpo so-
cial. E como nao havia de soffrer a igreja 1
Quanto s relaees da igreja com os povos,
immensas maravilhasse nota nessa commonica-
co. O desenolviraento do individuo, o melho-
raiuento do estado soci>l,a moderacao as ideas,
nos sentimeotos e nos costumes, en", fim, a trans-
formadlo na ordem moral e social, um faeto
incootestavel influeocia da sociedade religiosa.
No coracio dos grandes e poderosos inspirava
sentimentos de humaoidade e de justica para com
os fracos e pequeos ; da va-lhes um freio s suas
paixes e aos seus caprichos. Ao fraco ensinara
las e industriaes tiesta provincia,
e das que lhc sao limitropes ou Ihe
licam prximas.
Reunidos os membros da commissao, & ex-
cepeo dos Srs. bario de aluribeca, Dr. Portel-
la e Marques de Amorim, na sala de suas ses-
aoes, pelas sele horas da noite de 31 do cor-
rente, e achando-se presente o Exm, Sr. presi-
dente da provincia, o Sr. presidente da com-
missao declarou aberta a sessio.
Lida e apprevada a acta da sessio anteceden-
te e nao havendo expediente, passou a commis-
saaos seus trabalhos.
O Dr. Aquino a presen tou a amostra de sebo
vegetal exlrabido dos fructos da arvore denomi-
nada Urucuba, de que tratara na sessio antece-
dente, e foi esta examinada por todos os mem-
bros presentes que a julgaram digaa de figurar
ua expoai;io
O Sr. Dr. Campellocommunicou que havia re-
cetado do Sr. Ferreira Borges diversos produc-
ios vegelaes, mineraes e induetriaea que do Ass
ao mesmo Sr. Borges e Marques de Amorim,
como membros encarregados de agenciar produc-
ios para esta provincia linnam sido remeltidos
pelo vapor Jaguaribe pelo Sr. Jos liartins Fer-
reira que se mostra muito empenhado em que a
exposicao seja abundante e bullante, merecedor
por islo de elogios; e communieou mais que se
achava de posse do caixio de productos vege- res'8,)ar-se appellar para 6 Divindade ; leva-
Ues viudos da Parahiba, de que trativ a carta n h"1 ao ,se.10 da ,a?>}s a esperanza e a vida.
*" "uuua ua raraniBa, ae que iraiiva a carta n,------".-------....--.ky-f ''.
queaoSr. commendador Manoel Goncalves da ,Qu/esenjolvimento do hornera, e principaren-
Silva dirigir o Sr. Francisco Alves de Souza Car- 'e. d0 e8tado Sf"'. era o pensamento da egreja.
valho daauella orovinris wao tan5ava de lutar contra os vicios que diluiam
jmmunicou que o Sr. as enlranhas d sociedade ; dirigia-se ao rico e
i, morador na ra For- ? ??Dre' ao nobre Vo peio-' ao rei e a0 !assa"
:eu a commissao para '-^ "osurava a depravagao e a corrupcao dos
aquella provincia "au cao5nv" e uiar contra os vicios qu
OSr. Dr. Sarment communieou que o Sr. as enlranhas da. sociedade ; dirigia-se ao
Eduardo Firmino da Silva, r
mosa desta cidade offereceu .
que eata lhedesse o deslino que lbe parecesse PT C08lumes. e hedictava a pratica da vutude.
conveniente, urna roseira artificial, feita toda de "fl?10"""" continuamente para abolir a escra-
vidio, esse medonho cancro da sociedade ; e em
nome das ideas religiosas multiplicava-se o li-
bertamento.
Entapio na legislado civil e criminal ope-
rou ahi grande metamorphose. Ninguem ignora
quauto funesta e absurda era a legislado dos po-
vos barbaros ; urna multiplicidade de formulas
amontoava-se em tropel no proseguimento da
lado divera7coVaTd"eHco>rrrepHo Sosero" S'S' de mo qu* a defea era s mais das Te"
ductos remetdos, o Sr. presidente encerrou a f 'ntefcePlala. Mas a religio modiflcou esse
sessao pelas oito e meia horas da note e eu !slad0 de cousas de talsorte que a verdade facil-
papel e panno prepirados pelo dito Silva, e disse
que tendo idoveressa roseira, julgava a offerta
Cigna da (gratidio da commiasio nio s pela
perfeigio do trabalho, que Ihe parece notavel,
senao por nao serem as folhss e bastes impor-
tadas.
Nao hayendo mais nada de que se oceupasse
i commissio, cujos membros tinham apresen-
400;000#000
como um dos secretarios, escrevi esta acta.
Sala das sessfies da commissio, no palacio
do governo de Peroambuco, 31 de oulubro de
Visconde de Suassuna.
Dr. Joaquim d'Aquino Fonseca,
Secretario.
Joaquim Pires Machado Portellu.
Secretario.
iiva Filial do Banco do Brasil.
BALANCETE EM 31 DE OUTUBRO DE 1861.
* Activo.
Accionistas do
Banco do Bra-
sil. Entradas
niorealisadas
de 100,000 ac-
coes localisa-
das na pro-
vincia ....
Letras descon-
tadas. Cura
duns as3igna-
turas residen-
tes no lugar
do descont .
Com umas di-
ta dita ....
Letras cauciona-
das. Por onro
prata e ttulos
commerciaes.
Com outros li-
tlos .....
Letras a receber.
Saldo desta
conta.....
Diversas. Saldo
de varia3 con-
tas......
Caixs. Pelos se-
guinles valo-
res :
Em moeda de
curo de 22
quilates .
Em notas do the-
souro dos va-
lores de 109 e
superiores .
Em moeda de
troco.....
Km no tas da pro-
pria caisa .
3,382:465^351
72:466#288
92.6443150
6:100|000
3,454:93i639
98:7449150
2:204S146
3,271:239226
Banco do Bra-
sil : Conta de
capital. Valor
fornecidopela
caixa matriz .
Emisso Valor
em circulacio
Letras a pagar.
Por dinbeiro
tomado a pre-
mio. ... .
Por saques. .
Contas corren-
tes. Saldo des-
la conta .
Diversas. Saldo
de varia* con-
tas ......
Cachos e per-
das. Lucro su-
jeito a Ilqui-
dacao ....
1.888:1530000
52.830*000
2:7430383
t377*600OO
Passiro.
2,000:0000000
2,975:8700000
476:9375926
11:9300000
7,421:5860383
14,666:7050544
488:8670926
2,139:1385946
6,877:4550378
1853730294
14,666:7054544
O guarda livro,
Ignacio Nunes Correa.
Communicados.
Carta dirigida ao Exn. Sr. conego Joa-
quim Pinto de Campos.
4.a
M f, Senhor Conego.
Jiourei-vos na mioba carta precedente a or-
meoleera descobeita. Na legislacao crimioal as
penas foram comminadas aos crimes, conforme
is relaees philpsophicas e moraes, e foi apagado
do cdigos luJ quanto denotava violencia e ty-
rannia. Perante lei era aorado o estandarte
da justica, e alguraas vezes tambera era ouvma a
ilumanidade : a ignalfiarifl apparereu r.nmn uro
principio fecundo, assegurando aos fracos e pe-
queos a defeza dos seus direitos. A sociedade
religiosa offerecia todos os meios de abrandar os
costumes ferozes e tyrannicos que so tinham in-
troduzido na legislacao ; para esse fim inspirava
ella no espirito dos legisladores preceitos saluta-
res e eflkazes, dava aos povos o exerapio e exci-
i tava-Ihes os terrlveis remoraos do crime. fEm,-
i fim, ella procurara igualmente, diz Guizot, por
I todas as sortes de vas, reprimir na sociedade o
j recurso violencia, as guerras continuas. Nin-
| guem ha que nao saiba o que era a tregua de
Deus e urna mullidio de medidas do mesmo ge-
nero, pelas quaes a Igreja lutava contra o empre-
go da forca e applicava-se iotroduzir na socie-
dade mais ordem, mais docurs.
Nio parece, porm, ser o mesmo Guizot quem
falla. Aqui j Mr. Guizot cooTessa que a igreja
reprima todo recurso i violencia, lutava contra
o emprego da forca e introduzia na sociedad^ mais
' ordem e mais brandura ; ali a igreja cora o ter-
rivel direito da coaccio, direito contrario na-
tureza da sociedade religiosa, esmagava o pensa-
mento, a librdade humana ea conaciencia. 'Que
contradiegio I Ninguem mais contradictorio e
illogico que os grandes espiritos, coodemnando a
verdade por conveniencias de syslema. E' que
por espirito deseita, elles em a'gumas partes os-
curcelo a verdade para lisonjesrem a librdade;
mais sao os proprios que se condemnam.
Tocare! aqui, senhor conego, n'um facte que
se aprsenla immediatamente todo quelle que
estuda a historia ds humonidade, quero fallar da
Reforma.
Desde longa data o espirito do mil (em inva-
dido sociedade, e se transmittido de individuo
individuo, de modo que o movimento foi-se
communicando todas as molculas socises, al
que no principio do seculo XVI, 1520 pouco mais
ou menos, a electricidade era geral. Luthero
Zwingie a Calvino estabeleceram como sysle-
ma o protestantismo. Este systema tem diver-
sas escolas, mas todas ellas leem um laco com-
muru, urna afilnidade, que : ir de encontr a
f, protestar contra a autoridade religiosa. Exa-
minemos, poi, quaes as caasas do protestan-
tismo.
A escola moderna protestante assigna, como
causas do protestantismo, a necessidade de urna
reforma e o espirito de librdade. A reforma,
segundo elles, nao foi senao um rasgo de li-
brdade do espirito humano, urna necessidade
de julgar livremenle, finalmente, urna grande
tentativa de libertacio do pensamento humano.
Ora vejamos se exacto o que dizem os apost-
los do protestantismo.
As palavras, rasgo de librdade e grande ten-
tativa de libertacio do pensamento humano, sao
todas valias de sentido, nada exprimem ; por
quanto foram estas sempre as vistas da igreja.
E' verdade que uma reforma era necessaria; pois
alguos abusos se davam, praticados j por alguns
sectarios indignos, j por certos espiritos malig-
nos. Mas a igreja nio se torniva sorda aos ge-
midos dos que soffriam ; punia aos que com a
capa da religio abusavam e postergaran) os di-
reitos naturaes do hornera. Assim quem 1er a
hiitoria dos concilios ver que o fim de quasi to-
dos era a reforma do clero, a correlo dos cos-
tumes e o restabelecimento da disciplina, por-
tanto a igreja era a primeira reconhecer a exis-
tencia dos abaso* e a necessidade de sua refor-
ma. Nao foi, pois, a extitencia dos abusos que
originou o protestantismo, mas o odio contra a
igreja, aontra a f, e senao ; cmo explicar-se o
arianismo e outras seitas que ae levantaram
contra a religio nos primitivos tempos da igreja;
e transpoaha-se era TolgaT, e legitime-se
idolatra que reinou as primeiras ideas do
mondo?
Tentativa de libertacio do pensamento huma-
no urna bella e sonora proposicio, mas real-
mente nao tem applicacio lgoma. O livre exa-
me do protestantismo orna arma nicamente
aliada contra a palvra da igreja ; irritam-se
contra a autoridade religiosa, e todava impem
como dogmas os principios mais irracionaes os
erros mais palpitantes. Henrique VII, nm dos
anaia acrrimo* sectario* da Hbtriaie de pensar,
premiava no cadifilio os que nio pensavam
como elle ; e a iostaocias de Calvino foi qaei-
mado vivo em Genova Michel Serfet. E' eita a
librdade de pensar dos espirito* lertei. B' ama
verdade incootraitavel que o livre tune sem-
pre o cancteristico do erro ; de UfK, os Ana-
baptistas e os Iconoclastas nio ae sngeitaram i1
palavra do Senhor, e munidos de urna lgica
absurda, proteelaram contra a verdade.
Raago de librdade 4 teflabean ostra bravata
quenenhuma atgnifisafio tem Oque tUae*-
dade ? EU urna palavra too empregada, sppliea-
da lude, e lio mal ceaaprenendtda. o heanee*
um ier, todo ser tea ama ergeoi pria pelo qual ee distingue de entro ser; asaia o
homem tem urna natureza es pac il distincta de
todos o mais aeres. Ora, tendo o homem ama
naturtza especial e ama orginisaclo propria,
tem necessariameate Um fim que Ihe tambero
proprio, eo fim de um ser o seu bem ; logo o
homem rganUad de corla raaoiira qoe tendo
procurar o aeu bem, isto o fim para que foi
creado. Mas, como lodo ser em virtude desea
orgaoisaQio tem um fim, evidente que a nata-
reza havia de dotar o hernia de certii aculda-
des para chegar o complemento de sua creaco.
Logo as faculdadea humanas foram dadas como
meio para o homem conseguir o seu fim. Ora o
espirito humano dotado fle razio e librdade,
mas nem sempre estas duas aculdadei inflaem
directamente na vida do hemem ; .0 espirito
humano tem phases em que aprsenla tenden-
cias instlnctvas ou espontaneas e outras em que
aprsenla tendencias volnntaria* e reftectidas.
A razio e a liberdades Ihe foram dadas, pois,
para elle Ir ao eeu flm, nio cegsmente como o
breto, mas racionalmente o reconhecendo-se
causa.
Mas does caminhos se abrem ao homem no
momento de suas aeces, o caminho do bem e o
caminho do mal, e Ihe dado escolher um ou
oulro. Ora, tendo o homem a escolha de seguir
um ou outro, em qual dos dous lados caminha-
r elle livreraent, em qual das duas conchas
pesar a librdade? Ha quem diga que o homem
livre quatfeo segu o mal; mas um erro
grosseiro entender-se desta maneira. A libr-
dade, que snppoe vontade e rio, foi um privi-
egio que o Creador oulorgou a humanidade para
chegar ao seu flm, coohecende como am ente
racional o seu destino ; e jamis livre o indi-
viduo que determinado prlo mal, por que, es-
cravo das paixoe*, desvia-se da estrada que tem
de veva-lo ao seu fim. Logo s no bem pode
consistir a librdade. Nio se diga que aquelle,
que se determina pelo bem, obra fatalmente,
por que enlio roobar-se-hia ao homom absolu-
tamente a librdade, poia esta sempre tem nm
movel. e como o homem um ente racional,
esse movel deve ser tambem racioial. E negar-
se isto, ser negar-se ao primeiro horneo, no
estado da graca, a librdade.
Emquanto mim, Sr. Conego, a Reforma nao
foi senao um desses casos pro videncia es, como
os reinados de Nabuchodonosor, de Aniiocho e
outros muito8 factos que nos atiesta a historia, e
os abusos, que attribuem os reformadores esse
fatal movimento de iniquidade, foram pretextos
e desculpas. O homem um ser iocomprehen-
sivel; quanto mais gosa, tanto mats ambiciona
Nj ardente lula dos elementos socises sempre se
enconlra ao lado-do bem o espirito do mal, ao
lado da justica a vingetica e a injustas, par da
verdade a mentira e a traico.
Passarei tratar da applicacio do christianis-
rao s relaees sociaea da intervencao da re-
ligio no governo da sociedade.
E' urna verdade iocootrasUvel, um principio
racional e urna ihele inexpugoavel a aeguinte
o governo sem religio o governo do mal, o
dominio da anarchia e da tyrannia.
De feito, s o christianismo combate ai pai-
xes e iospira a jusli$a, ensina a librdade, a
igualdade e a fraternidade, e prega a caridade.
A perversidade e o egoismo, que dominara as
sociedades sem religio, o que mui nalural.J
porque o mal o pende/ da humanidade, sio
desterrados eabominados as sociedades em que
o capricho* e deaejos se immudecem apenas
ouvida a palavra sagrad*. O christtsnismo diz
ao homem caminha com a razio e a f, porque
s um ente racional, formado iraagem de Deas,
o paganismo diz ao homem ceva a* tuas paixes,
tarta o leu appetite ; a Christianismo d energia
a vontade e luz ao pensamento e guia o homem
pelo inlho da vareada ao complemento do bem:
Ego sum via ( veritas H vita. Nemo venit ai
Patrem, enei per me (S. Joan. XIV, 6). A. ver-
dade e urna neceistfade da inteligencia, o re-
Sumo da iciencia, o nico motivo legitimo de
obrar; a verdade faz o hornera conhecer o mal,
apartar-se da irapiedade e seguir o bem-'; a ver-
dade, emiim. a felicidade do individuo, -al-
vscao 0'atms: l cognoie*te mrUuHnu, el veri-
ta* Ubcrayit vot (S Joan. VIII,-82).
A religio nao s um elemento de prosperi-
dade e grandeza para a sociedade, mas tambem
urna necessidade para a maoutencio da ordem e
paz social. Convenca-se o governo que do mo-
mento em que a conaciencia popular fr sorda
aos reclamos da religio, de nada Valerio as suas
liis e as suas ordenancas; ellas nio pasiaro de
conselhos e exhertacoes, que mais irritarlo o po-
vo do que o conterao. As leis de Nema, Soln e
Confucio nao foram capazes de esbarrar a torren-
te das iniquidades que innundoi o oriente e o
occidente.
Quando o legislador constituirte, empenhado
na construc;io do edificio poltico do Brasil, coo-
sagrou no art. 5 da conslitoicio a religio ca-
tholica apostlica romana como religio do esta-
do, lancou a pedra fundamental, plantou os ali-
corees da grande machina poltica. O governo
representativo, que o governo racional por ex-
cedencia, que nao abrigara cruz, ser um mixto
de todas as ideas subversivas, e s ter de re-
presentativo o nome. O ystema constitucional
representativo aquelle quemis requer asym-
pathia de todos ; o syslema em que a justica
tem um culto particular, a librdade e igualdade
sio mantidas e respeitadaa. E nio foi somante a
conslilelcio do Brasil que abracou como religio
do estado a religio do Consto, todas as nacoes
catholica* assim o tem feito, e a consideram como
um elemento necessario para a solidez do corpo
social..
Abram os cdigos edigam-nos que significa-
cBo tem esse ksleedario de penas impostas tan-
tos crimes, sem a idea de jtiliga, sem a idea de
Deus? Ora dir-ae-ha : a ordem social asi ob-
jecto de convenci, .per conseguate nio convin-
do mais viver n'um tal estado, nao me sujeito
tambem s suaa leis. O mea gozo material, o
meu ioteresse, finalmente o mea egosmo nio
permitiera que eu transija em mea desproreito ;
todas as vezas, poii, que me fr proreitoso e f-
cil roubar a propriedade alheia e tirar a vida de
outrem, faga-se. porque o ioteresse assim exige.
Ora, Sr. conego, i que absurdos e quantos
crimes chegam os que detioem justica o interease
do maior numero.
O governo deve, pois, fazer respeitar a reljgiio
do estado, punir os seus infractores e exigir como
habilitacao para todos os cargos conhecimentos
precisos da religio ; impr, finalmente, que em
todos os collegios se ensioe a dootrina chnstaa.
O secularismo tem Boje em da invadido todas
as instiluices; o mal se tem generalisado de
modo que ludo quanto divino fanatismo, por
conseguinte deve ier mudado para humano. O
clero, que urna das mais fortes columnas so-
cises, cahio em desprezo. Ah 1 Sr. conego, la-
mento comvosco o estado deploravel do claro bra-
sileiro ; e donde provir esse estado de coun ?
Com a franqueza que me caracteria, analysa-
rei, Sr. conego, as causas do menospreco do cle-
nrato. Urnas sao propriss e pessoaese outras lbe
sao extraohas.
O sacerdocio na poca actual tem-ae tornado
um offlejo, um meio de vida (salvas honrosasex-
cepoes), perdendo o seu bailo carcter de mi-
nisterio. E' por todos sabida qual a capacidade
pbysica e moral que em geral possue o soaso
Clero. A inteligencia e a virtode sao multo ra-
ras nos ministros do Senhor. e&l da trra, predes-
tinados plantar nos coraces a sement da re-
ligio ; e bem applicado o dito de S. Chryaos-
tomomulti in nomine et paaci in opere. Se
intelligencia delles oeuhuma, pouco invejavel
tambem a sua moralidade; j pela ausencia da
palavra sagrada, j pelos mos exemploi aber-
ram-se inleiramento daa suas funeces.
Assim. pois, mistar que exija-se prora* mi-
nuciosas dos conhecimentos sa doutina e da mo-
ral chnstaa daquelles que se deatioarem ao mi-
nisterio religioso ; e alm disao documeatos que
provem rrefragavelmente a moaigeraca destes.
Nao tenham sso como mera formalicude nao *
mas, sim, como coodicio iodispenaavel. '
Alm do que. ha corlea causas particulares
que tem contribuido para isso, que nao asevero
porque nao sei. maa creio porque V. lxc. o diz'
isto : a facihdade com que se consenle a viuvez
de militas freguezias, toleraodo-at.que os pastores
3^C
plrituiei.vivjm longe de seas rebanhos, appll- | acha-se agora ( mirabele
canlo-se a eaiskres mu outros do que aquelle periodo de exalta ment.
aone ae coomciaram. Mais deploravel
dictu! ) no ultimo
.. aluda
mr qun o veri** dieceaes vio annos vol-
lo eebrnaoooa sem que se verifiquem os con-
irao* syffonaea para preenchimento das vica-
turu 'do* curaa d'alma, com grave infraccao do
concilio Uidentino e detrmenle des mal team-
do* i ulereases pblicos.
Na sociedade religiosa ha sea
a is tsts espirituaes, por
ae* ministros rebeldes da Igreja ue _
sor seus crime* e. faea-ae eflectiva a
luesenalu, porque, ao menas, nio Teresasscon-
duzfnde ai ovelbas de Christo mane pastores, que,
em vez de ronoi-las ao aprisco, tange-as ao pre-
cipicio.
Outra causa tambem, e para mim a princi-
par,- o desprezo que langa o governo sobre es
ministros do altar. Gouvm. pois, que o poder
-tudo ae ansas do deploravel estado do clero, e
o rehabilite.
O homem, apezar da idea do mal que o infi-
ctoni, temnempre urna irreaistivel tendencia para
abracar O *limiSSu reHgteao ; e Unto assim
que os inimigoi da humanidade Ihe fallam sem-
pre em nome atoat sentimento. E' que o senti-
mento religioso leva o harnero de berco ao t-
mulo, e se derrama por toda parte ua vida social;
e lio forte eeee seotimeoio, que, apenas esque-
cido, logo substituido pela anarchia e pelo des-
potismo. As ordena religiosas podemos dizer que
teem sido o santelmo desse sentimiento 1
Quando a tempestado varla a sociedade, le-
vando em aeu arrojo todos oa monumentos de
apreso, os claustros guardaran) em aeu aeio a
sciencia ea ctvilisacjo. A corrupgao e a barbaria
tentavam demolir e arruinar tudo, e os religiosos
se oppunham com o exemplo e a palavra, sof-
frendo nsitas vezes at o martyo. A historia
monstica por si offerece exemplos grandiosos de
virtude, abpegacio e herosmo, e basta somente
a sna coostituicao para palentear a sua importan-
cia e otilidade.
E dar-se-ha acaso que o interdicto desbrdeos
regulares continu a subsistir? Que mal e que
prejuizo tem o Estado com a continuagio das
ordeus regulares? Em que prejudica nago a
existencia da sociedade monachal? Persuado-me
que o governo lngara as suas sabias vistas sobre
o estado das orden* regulares, e franquear bre-
vemente a sua admisso. Coovenco-me tambem
que reformar o rigorismo asctico que pezava
sobre ellas, e alargar as auaa relscdea com o
estado social; e creio que, quando a ordem mo-
nachal fr modificada sabiamente, ser ella a
mais forte pedestal da religio e da poltica. Por
tanto julgo que deve merecer seria attencao do
governo a reflexao feita por V. Exc, isto : in-
vestigar se coovm Religio e ao Estado que a*
ordens religiosas nejara reformadas; que se Ibes
iraponha, eomo iovariavel dever, ter sempre
cada ordem certo numero de oradores sagrados ;
de missionarios que percorram os territorios de
nossos gentos ; de mestres de ensino primario,
secundario e doutrina chrislia, e de ministros do
culto ;que preenchidas estas condisoes, ae fa-
culte o iogresso ao noviciado, como outr'or* ;
que as actuaes proprfedades monsticas de raz,
e principalmente de escravoa. se converiam
todas em apolicea ou papis do Esta'do.
Parece-me, Sr. conego, j ouvir a algara via
dos espiritos incrdulos hogar sobre mim o es-
tygma do fantico; mas ooslumo ter sempre
prom pos para o echo da maldizeota critica o
desprezo e a compaixio. Chamam fanatismo a
venerago e homeoagem sinceras prestadas ao
Creador, quando o fanatismo exprime um vivo
enthusiasmo do espirito por urna opiniio falsa
ou exagerada. Actualmente as palavra* teem
urna significagio mui diversa do sen verdadeiro
sentido. Se ser fiel ao verdadeiro sentimento
religioso e proclamar a verdade em toda sua
magestade ser fantico, orgulho-me de abracar
o faoatiamo.
Resta-me nicamente, Sr. conego, reclamar a
vossa benevolencia para com as minhas mal de-
lineadas cartas.' Foi a minha inlengo simplis-
mente apoiar as ideas de V. Exc. bem torneadas
na caria por V. Exc. dirigida ao nosso ministro
dos negocios ecclesiasticos, e tambem reoder i
Religio a homeoagem das minhas creucas.
Recife, 4 de novembro de 1861.
Sou de V. Exc. venerador e criado,
Antonio Coetano Seve Navarro.
sera o* que en- de tal maneira delirante ponte
asangnkasseom- voltar-se contra artas petsoas da
Correspondencias.
Villa-bella, *4 de outul.ro
* 861.
Ua pouco* da* c- unta vina urna socie-
dade de musi denominada Esperanga. Esta
sociedade com posta do vinte aocios ellectivos e
trala honorario* e tem por fim mostar so lugar
urna msica completa de orcheatra e pan-
cadaria.
Os viole socios elfeclivos formara o corpo dos
aprendicea, esao apeneiooados com urna mensa-
lidade de dous mil e lano ris que deve servir
para o pagsmeolo do respectivo professor.
Os honorarios porm sao (por assim dizer) os
protectores da sociedade e devem adiantar-lhe, e
titulo de impreitimo, umejoie de vinte cinco
rail rii que devei servir para compraren*-** o*
instrumentos necessirioi.
A sociedade j est provida de profeaeor e 4
lao grande o enthusiasmo e ediantamenle doa
apreudizes que muias possoai j *e teem matri-
culado e esto estudaodo a msica particular-
mente.
Nomeou-se urna commissio de tres membros
para eocarregar-se de adquirir ai asaignaturas
dos socios honorarios, e esta tendo recolhido-se
de urna pequea viagem aosarredorea desta villa
apresentou vinte cinco asaigoaturas.
A commissio acaba de sahir novamenle em
demanda de mais socios, e a socidade. aguarda a
sua volla para mandar comprar os instru-
mentos.
Por tanto j veem Vmc. que estamoa com es-
peranzas de ter brevemente na noasa villa urna
msica completa ; a qual alm de vir salisfazer
as necessidades de queht muito se ressente a bda
solemnisaco daa nossas testas tem anda a gran-
de vantagem de ir inspirando mocidado eerta-
neja o gusto pelas sciencias e artes.
Mil louvores sajam pois dadoa ao Illm. Sr. Dr.
Joaquim GongalresLima dignissimojuiz de direi-
to desta comarca, o qual nao se caoaando nunca
de promover o melhoramento de sua trra, foi
anda desta vez o aulor da feliz idea da creagio
de urna saciedade lio esperanzosa.
Aioda nio sabemos definitivamente quaes bao
de ser este aono n* noaaoa candidatos a assem-
bla provincial, nao obstante o numero dos pre-
tendestes j subir mais de vinte I
Todava podemos ajfirmar que o Exm. conego
Joaquim Finio de Campos, o Dr. Figuera e
o Rvm. Margal nio de ser incluidos cerradamen-
te na chapa conservadora. E.porm de euppdr-se
que nio tenhamos mais do que doua ou tres de-
pulados nesta legislatura a vista da grande
maioria que veio dar aos tiberaes approiacio
das eleges de Cimbres e Laga-bajxa.
A cmara municipal des(a villa poz em huta
publica no dia 8 do correte afim de serem
arrematados Iodos oa impostos muoicipaes que
constituem aqui as mas rendas ; os quaes depon
de dous ou mais das de preapes foram arrema-
tados pelos pregos seguinte* .
Oitenla ris sobre cargaa de legume na feira
cento e um mil jis.
Licnca8 do mscate, boceteiras etc., cncoesta
mil ris.
Afericoes de
ris.
Disimo de miuncaa do
cinco mil e duaento*.
Deixando aioda de ser arrematados por falla de
lancadorea, os tresestos ria sobro pescaras no
agude publico avahados em ciocoenta mil rise
a taza de dous mil ria sobre as engeohocis or-
eada em dez rail ris.
Alm daa multas por iofracoio de posturas, as
nicas que a cmara tem tratado de execular, e
o pequeo producto do* difieren tes impostos
cima declarados nao tem a nossa municipali Ja-
de outro recurso de que tosan linear mi afim
de occorrer aa anas mullas necessidde*.
Ha pouco foi preso n recolhido a cadeia desta
villa por orden do jais muaicipal Dr. Marcos
Ferreira da Cmara Tamarindo um individuo de
nome Manoel Teata, e conhecido geralmente por
Cazuzao, o qual 4com toda certas* criminoso de
morte da villa ue Capim, grosso centro da pro-J
viacia da Babia. n
Kala prizeo 4 anda asta srove flo grande zlo
n aolividade deste lluitre magistrado;
A opposicao aqoi mais (race (talvet) da co-
marca, e aquella mesan que em setembro e
novembro do anno prximo paseado deu provas
diiso abindonanOo completamente ai eleijes,
Tendo por chafe, ou priocipal director o
promotor publico da comarca o bachswl Joaquim
do Reg Barros, que tem se constituido 4 alma
do partido; a enthusiasmado com a nova alltis*
ca que contrabio com o Dr. Francisco Carloa
Bracdo durante su* astada nesta sita em mar-
co deite anno. espeetcie aqui tesa setenado
de querer re-
mesm* polti-
ca, que mais ajahudas nio ae teem Miado
ominar deas ultamento extetsporaMo e
tupido.
Deploravel cegueira II
Consta-nos qne o actual promotor, lego
Barros, j coca com urna bolsa de noiesjentoa
mil ris para licar no lugar diiigiudo o partido
no caso de ser removido ou demittido.
?dnica nos o Dr. jU de direito deata
ctrmarca anda nio tenha solicitado do governo
da provincia remocao de nm unecionario
publico desta ordem.
AO PlBLICO.
PARA VER E JULGAR.
Como me consta que o Sr. Manoel da Coala
Lima anda por ah aasoalhando que fora eu quem
o expellira de minha casa de commercio, com o
auxilio e intervencio da polica, e nio elle que
de seu mo/u proprio a abandonara, com um de-
leixo e perfidia iuqualifleaveis, no momento em
que eo me chava no campo, mais doenle que
nunca, sem poder ao menos erguer-me dpleilo,
para attentar no que era meu, assentei de fazer
ao publico Osla muito succiota e muito clara ex-
posigio dos fsetos, autortsando quanto digo cora
documentos que tenho em mea poder, e que es-
tao i diiposlgio de qaem os quizer examinar.
Em oulubro de 1858, achando-me eo grave-
mente enfermo, fui aconselhado pelos mdicos a
quem consultei que suspendesse o excessivo tra-
balho a que me dava com o mea laborioso com-
mercio de coramissSes, e fosse fazer urna viagem
i Europa, oode os vaiiada dUtracgoea a que me
desse e o uso de outros meios bygienicos me res-
tabelecessem a saude.
Nio me foi possivel adoptar a segunda parte do
conseibo, por motivos que nao veem ao caso re-
ferir, mas adoptei immmedialamente a primeira
P"te con, on necessidade indispensavel.
Tendo de relirar-me para o campo, afim de ahi
repousar o lempo que fosse mister. os meus ami-
gos Srs. Beroardino Gomes de Carvalho e Jos
Moreira Lopes indicaram-me na melhor f do
mundo o Sr. Manoel da Costa Lima como pessoa
habilitada a continuar o movimento da minha
casa de commercio, se eu o adoptasse para meu
socio. Acceitei-o nesta qaalidade, e com elle
ceiebrei o respectivo contrato social de capital e
industria, escripto pelo proprio punho do Sr. Li-
ma, e registrado competentemente no tribunal do
eommercio.
Pf'icipiou a sociedade no Io de novembro de
T858, fornecendo eu o capital de 80 contos de
ris, eobrigando-se o socio Lime, entre outraa
condiges, a fazer toda a escripia da casa, o que
nunca curoprio.
O Sr. Lima declarou-me em urna das visitas
que me fez depois de o haver acceitado para meu
socio, que havendo dissolvido outra sociedade
que Uvera em nome collectivo, sob a razio de
Lima & Braga, mootava o aeu activo a..........
104:16O$426, quantia mais que sufficienle para
solver o seu pasaivo: mas que apesar disso, es-
teva o activo dependente de liquidagio em Per-
oambuco, o de recebimentoa de valores no Rio
de Janeiro, e qae por isso necesiitava que eu Ihe
garantisse alguraas lettras, afim de principiar a
ua nova sociedade, livre decomplicages. Fiz-
Ihe a vontade. Indossei-lhe diversas lettras, na
importancia de 11:3349610 rs.
No balaogo dado minha casa pelo Sr. Lima
m 30 de oulubro de 1858, na- occasiio em que
la tomar conta della, demoostrou elle que o meu
activo era de 290:987*090, sem que houvesse fo-
ra titulo algara de divida directa. E com quanto
eu esllvesse responsavel por 100:9258580, quan-
do mesmo fosse obrigado a solver todo esse de-
?iv!iod* *8sim Be ucttra uaa 8ald0 f"or, de
190:061510.
Pois bem. O Sr. Lima teve a habilidade de
em 15 mezes e 17 das, constituir a minha casa
devedora de 206:622*601 rs., descontando com a
firma da casa 112;04839S de lettras acceitas por
diveraos; 12:5271088 de lettras de favor, com
queontrou ecomprometteu a casa [o que Ihe era
absolutamente prohibido pelo contrato social) ;
e passou finalmente vales com a firma da casa a
diversas pessoas, no valor do 22:047*185 111
Autorisado pelo contrato social a tirar para mas
^a^*"S"?uan/r."> frailo*.
de rw, leve o Sr. Lima a sera-ceremonia de ae
apropriar naquelle periodo (15 mezes e meiol da
quantia de 15:172J606 U '
O Sr. Lima apresentava-se sempre no escrip-
tono Urde e a ms horas, desprezando de tal
modoosinteresses da casa qne, 00 dia 18 de fe-
vereiro de 1860 a abandonou inteiramente, dei-
xando doua hospede*, meus amigos e commet-
lentes, entregues merc de um escravo, o le-
ri,k-comsigo cna d0 cofre forte, das quaes
at noje anda nio fui entregue, e no qual exis-
diversos recibos e documentos de importancia,
que me perteocem elusivamente.
Como o meu intento nio outro senio mostrar
o procedimeniodesftal do Sr. Manoel da Costa
Lima como mea socio, e o modo desagradecido
e ignobil por que abandonou a minha casa, dei-
xare de parte os numerosos e inexplicaveis in-
cidentes qae se deram durante a curta gerencia
oo i>r. Lima o qual pareca aportado por seos
actos e negligencia a desacreditar a casa de com-
mercio que a ai o associra, e limitar-me-hei a
Carear em seguida a conta particular do Sr.
noel da Costa Lima, extrahida dos proprios li-
vwi* qne elle deixon na casa ao retirar-se, por
que ceda ama das quantias qae nella se leem
quer as do debito queras do crdito, fallara
man alto por si que todos os graves commenta-
nei que sobre tal conta se podessem fazer.
Recife, 6 de novembro d6 1861.
Manoel Alves Ferreira.
que da viava Amorim A
Filho a favor de Domin-
gos Ferreira Mala endos-
sado favor de Coala Pe-
reira Paiva & C. do Rio
de Janeiro pira pasa-
mento do que deva Li-
ma & Aras as liquida-
, ................1#950139
dem 4.dem sa um* esi-
comvstls*..... ...... 131620
dem 23. Dinbeiro p,sn ^^
suaa 1 espan........... 1144400
dem 28.Imperte da su ^^
sacco osea farias..
31. Dinbeiro
ssai ajespeaw.......
Junho 6.dem par* pa-
k n Oeetsss Cyriaeo da
Dita Moreira............ 399*840
dem 30.dem para snaa *
deapezn................. I87f430
Julho 12.Importe ds in
aacco com Mocar...... 14*000
dem idem.dem de car-
ne qae comproa a Jain
Manoel Gngalves........ 8*860
dem 21. dem de urna
caixa com velai.......... 14JI26
Agosto 5. Uem de um
aacco com milho.........
Setembro 27.Dinbeiro pa-
ra suaa despezai........ 305*166
dem 30.dem para pa-
gar urna lettra...........1:500*000
dem idem.Importe do
aluguel do solio desde 15
de novembro de 1858 al
boje..................... 183*332
dem idem.dem de dif-
ferengas encontradas em
caixa.................... 256*970
Oulubro 31.dem do alu-
guel do solio um mez..
Novembro 30. Dinbeiro
para suas despezas......
Dezembro 31.dem idem
1860.
Janeiro 31.dem idem.. 122*800
dem idem.dem que re-
cebeu de mais em 17 do
corrente para comme do-
ria* de outubro prximo
passado quando elles es-
tavam lancadoa no mes-
mo mez.................. 100*000
3:110*7 :#
587|270
37J4SC
7J000
pezoa e medidss, quioze mil
que te vender, vinte
2:245*466
20*360
50*000
Fevereiro 29. dem para
suas despazas............
Margo 12Importe da de-
cima que pagou da casa
n. 6. da ra do Impera-
dor devendo aer de o. 8
pertenceole a Eatevio
Jos Paea Brrelo e que
nio quizeram levar.em
conta no consulado pro-
vincial................... 23|175
dem idem.dem de um
corte de venido de aeda
que comproa a Jos
Goncalves Malveira para
o engenho M. Cabra
em 2 de Janeiro de 1869
e que tinba recebido aua
importancia.............. 80*000
dem 24.dem de duas
barricas com bacalbo
que assignou a sabida no
armazem em duplcala e
Sue le pagaram Luiz
os da Coila Amorim.. 25*000
dem 31.dem do alu-
guel do solio 3 mezes e
18dias................... 60|000
dem idem.dem de ju-
ros contados em sua con-
ta corrente desta data
pelas quantia* que tirou I:216f453
222*890
60*000
nVlf
CONTA PARTItLLAR
O Sr. Hatnoel da Cost* Lima.
DEVE.
1858.
Novembro 17. Dinheiro
para meio sacco com fa-
rinha.................... 4*000
dem 25.dem para suas
despezas................. 100*000
dem dem. dem para
despezas diarias que prin-
cipiou em 14 de corren-
*.................... 61*320
^ ----------- 1658320
Dezembro 7. dem para
sua despezas........... OOJOOO
dem 17.dem idem idem 200*000
1850. ------------300*000
Janeiro 12. dem para
aluguel de um carro pa-
v/* *............ ^s0
dem 22.dem que tem
gaito por veiea.......... 5775600
dem 31.dem idem idem 70*000
... ------------657*000
Fevereiro I. dem para
auis desposa*........... 70*000
Margo 8.dem que pagou
a Manoel Jos de Miran- -
da....................... 4*600
dem 12.Importe de 3
.Jq**,J,s.................. 7I80(>
dem 19. Dinheiro para
suas desperas........... 320f000
dem 31.-dem idem idem 744*000
E- 1:075*200
Abril 5.dem para pagar
Sor conta de Lima &
, "a"................... 205*860
dem idem. dem para
suas despezas............ 92*320
dem idem.Importe de 1
saque que receben de
Manoel GongalfesdeOli-
veira para amorlisago
do pasaivo de Lima &
Braga....................2:000*000
dem 30. Dinheiro para
suas despezas........... 171*000
dem idem. Importe de
um saque de Domingos
Ferreira Maia a favor de
Coila Pereira Paiva & C.
do Rio de Janeiro em 20
do corrente..............1:572*038
a --------------4:101*218
Mato 2.dem de um sa-
50*000
50*000
Abril 2. Dinheiro para
suas despezaa............
Junho 2. dem pago as
Dr. Sarment por 4 vi-
sitas ....................
Setembro 5. dem par*
suaa despezaa............
dem 15.dem idem.....
i.io ii _juros contados
desde 31 de margo pr-
ximo passado al boje
sobr* 7:779*452......... 708*650
Outubro 31.Joros conta-
dos desde 30 de setem-
bro al boje aobre ris
7:773*452..!.............
l:404fsW
1001000
14*000
808*650
isa,
Selembro 30.Importe de
commedoria* que forne-
ceu aos caixeiros deide
15 de novembro de 1858
t boje.................1:050*000
1860.
Margo 31.dem de joros
de dinheiro que em pres-
in em diversas dalas... 464*613
Agosto 11.dem de pes-
tes e enfeites para se-
ohora.................... 80*000
Setembro 30. dem de
juros das quantias que
poda tirar para auaa
despezas................. 67*500
Outubro 5.dem de biim
preto.................... 7*000
dem 31.dem de juro*
sobre 250*000 que poda
tirar para suaa deapezas
neste mez.............. 3*750
Rs..................
116*691
lTl72*6t*
l:67i*Bfc
13:4608743
COJilMKMCIOn
Praca do Recife 5 de
novembro de i 861.
iVs <\uairo horas da tarde.
Cotaces da jnU de :*rretfe>.
Cimbioa :
Sobre Londres 26 e 26 li4d. por 1*000 a 90
d. vala.
Descont :
9OrO ao inno.
Leal Seveprndente.
Frederico Guimaressecretario.
Novo Banco de Pernambuco,
O bhco paga o 7* dividendo de 12$
por accao, relativo ao semestre lindo
em 31 de agosto prximo passado.
A directorio da caixafllial tea deliberado
marcar o prazo de 30 diaa para o recolhimeoo
daa sedlas de 20*000, Ando os quaes estarn
aujeitaa ao descont menaal progreaairo da 10 O/O
de conformidade com o decreto n. 2664 de 10 ds
outubro de 1800. Recife 10 do outubro de 1861.
O secretario interino, Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira.
Alfandeara,
tendlmeniododlala 5 .
ld*m do dia 6.....
Movimento da alfa.
Volamei entrado scomazendai..
sota gneros..
Volamei sabidos coso lasssds*..
com gen croa..
47.1
9B.fi*
76
67
178
Descarregam hoje 7 ds soremsro.
Barca inglesaNewtertonbacalbo.
Brigue americanoBranJ -Winefarinha a varios
generoi.
Mate brasileiroDuas Luizascharque.
I


URIODI
-- QUIiTa TORA 7 Di.H#fMBM) M lMt.
s
Patacho americanoSanta Manir*trtoado e geto.
Barca francezaJeaa' EiniMilMmo- J
Bares iogiezaSeraphinamercaduras.
Importado.
Brigue americano Amo Brandyyine, viudo de
Philadelphia, consignado a Henry Fosten & C.,
maniteslou o seguiote: #V*M
: m*4m
3KW.
N. 65.-#Ca terrea
Ra do* Burgos.
Ma|68:Caa terrea arrendada por.
Ra f
1.83.Casa terrea sn
1,120 barricas'ariohid trigo, 400 barrlemfa
nhaa bolachinha. 100 astas banna* sosco, SOI
saceos milho, 25 caias cha, SO ditanelgodio aiul;
aos meamos.
Brigue ingle felneron, rindo de Terra-No-
va, consignada a Janes CrafcHree & C', MsnaW-
tou o seguate :
3,300 barricas bxcalho : aos meemos.
Mxpe>rt*>$&o.
Dia Sea novembro.
Barca inglexa Favorita, para Liverpool carre-
garam:
H. Gibton 110 saceos cora 1,2 a*roba* de al-
godo.
Saundeta Brothers & C, 1,67a casaros- salga-
dos, com 50,9*3 libras.
Brigue ingles PoHy, naca Liverpool arroga-
ran:
Patn Nash & C, *# lceos coas 11,000
arrobas d asaataac.
Becebedaawia la
geraesi da*
Rendimeatode dia 1 a 5j. 4*406*069
dem do da 6 : 7598275
96.
Epera>
publicar pe]
SacreUria
Bala
3OO5OO0
205*000
162*000
157*030
presente e
a theaouraria provincial de Pernam-
veeabio de 1811. O secretario, A.
ataelau PM.lji
secretarla do governo so (az publico
para conhecrsnenlo de quem interessar posta, que
se echan usa eanaurte os offieioode partidores do
termo do Bonito, creados pela lei provincial n.
504 de 29 de maio do correte anno, deveodo um
accumular asfuneces de cantador e o otro as de
distribnidor, aflm de que preteaatentea apre-
sentem os seas reqaerimentos iostruidos na for-
ma do decreto d. 817 de 30 de agosto de 1851 e
aviso n. 252 de 30 da. OaataYo de 1834, e no
prazo de 60 dias contados desta dala.
Secretaria do governo de Pernambuco 5 de no-
vembro de 1881. ,.
Jobo Rodrigues Chaves.
>
5:165*34*
Consalado provincial.
Rsalimwito do dis 1 a 5
dem do da 6 .
7318#5
l:74O#*20
9580o71
Motmento do porto.
Navio sahido no dia 6.
Mossor pelo Assfflate brasileiro Camaragi-
be, capitao Virgiao instiaiano dos Santos, car-
ga differentes generas.
Nao houveram entradas.
Dedara4o*3s.
t)
Horai.
c
B
z
i'
n
s
5
c
kthmospktr
w
w 5
Pi
z
n
"?"
5
S
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Oirscfo.
| Intimidad*.
w o 8 2 S I r*kr,n\txt.
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I Centgrado.
I
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es
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3
I?
-o
a
| ffyoromatro.
oo
oo
o
s
es
u
Cisterna nydre-
nirieo.
Froncsx.
o
OS
O
tu
O
I
2 2
8 '3
/njiez.
Anoite clara,
nheceu.
rento NE fresco e assim ama-
OSCIIAQXO DA HAR.
Preamar as 7 h. 18' da manhaa, altara 6, p.
Baixs-mar as 1 b. 30* da tardo, altura 1,4 p.
Observatorio do arsenal de marinba, 6 deno-
vembrode 1861.
ROHANO STEPPLE,
1* teneole.
Editaes.
.; O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro
vincial manda fazer publico para conhecimento
dos interesados o artigo 48 da lei provincial n.
510 de 18 da junho do correte anno.
Art. 48: permitlido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquer lempo an-
terior a data da presente lei iodependenle de
revalidaco e multa, urna vez que os devedores
actuaes deste imposto, o fac.am dentro do exerci-
cio de 1861 188-2, os que nao o fizerem ficaro
sujeitos a revalidaco e multa em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesouraria
far anottDciar por edital nos primeiros 10 dias
de cada mez a presente disposico..
E para constar se maodou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 8 dejulho de 1861.O secretario,
A. F. d'AuounciaQo.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
que a arrematado de um sellim usado com es-
tribos de prata, urna bride com alguma prata, e
ums manta de sellim, que liaba sido espassada
por falta de licitantes, dever ter logar nesta the-
souraria oo dia 9 do correte mea, as 2 horas da
tarde. As pessoas a quem convier dita arrema-
tac, deverao comparecer no referido dia.
Directora da thesouraria de fazeada de Per-
nambuco 6 de oovembro de 1861.Manoel Jos
Pinto, servindo de oQlcial-maior.
O I)r. Bernardo alachado da Costa Doria, jaiz de
direito da primeira vara criminal e interioo da
do commercio desta cidade do Recite e seu
termo, capital da provincia de Pernambuco por
S. M. I. e C, o Senhor D. Pedro II que Dos
fuarde, ect., etc.
ac saber pelo presente que por esta juizo e
cartorio do escrivo que esto subscreveu, corre
ums execuc&o desentenca entre partes exeqaeo-
tes directora da caixa filial do Banco do Brasil
Desta cidade, executados Usooel Reymuodo Pe-
naforte e Joao Paulo de Souza, que tendo-se fei-
to penhora em diaheiro que se scha recolhido ao
deposito geral na qnantia de 1:5219480 perten-
cente ao segundo executado Joao Paulo de Sou-
za, em audiencia do dia 22 de agosto do corren-
te por parte do solicitador Rodolpbo Joo Barata
de Almeida, procarador bastante do exequente,
me ora feilo o requerimento seguale :
Aos 22 de agost de 1861, nesta cidade do Re-
cife de Pernambuco, em publica audiencia que
aos feitos e partes fazia o Dr. juiz de direito do
crime e substituto especial do commercio, Frao-
cisco de Assis Pereira Rocha, nella pelo solicita-
dor Rodolpho Joo Barata de Almeida, procura-
dor dos exequentes, fora aecusada a penhora que
se segu, feila em bens do segando executado,
requerendo que a este Qcassem assignados debai-
xo de prego sob pena de (andamento os seis
dias da lei, e como quer que parte de aemelban-
te penhora fosse effeituada em diaheiro, reque-
ra iguilmeate editaes para os credores lacertos.
O que ouvido pelo juiz assim o deferioExlrahi
o presente do protocolo das audieocias e junto o
fallado mandado de penhora
Eu Joo Vicente de Torres Biodeira, escreven-
te juramentado o escrevi.
Eu Manoel de Garvalho Paes de Andrade, es-
crivo o subscrevi.
Por torga do deferimeolo dado a este reqneri-
ment, o escrivo respectivo fez pa*!sar o presea-
te, pelo tbeor do qual sero citados os credores
iocertos por todo o cooteudo no requerimento
aqu inscripto, aflm de que, dentro do preQxo
prazo de 10 dias comparecam oeste juizo allegan-
do o que ibes for a bem de seu direito e Justina
aob pena de revelia.
E para que chegoe noticia a qaem interessar
possa, mandei passar editaes que serlo afflxadoos j
nos lugares do costume e publicados pela im-
prensa.
Dsdo e passado nesta cidade do Recite de Per-
niDbuco aos 25 das do mez de ontubro de 1861,
quadragemo da Iadependenci%e do importo do
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrada, es-
crivo o subscrevi, e declaro que vai ser aasigna-
do pelo Dr. juiz de direito especial do commer-
cio. Ka dita escrivo o delarei.
Tristao de Alencar Araripe.
m O illa. Sr. iospector da tliasooraria pro-
. vincial, em cumprimento da resolugo do junta
da fazenda, manda fazer publico, que fot transfe-
rida para o dia 21 do corrate a atrematago da
renda dos predios abaizo mencionados, perten-
ceotes ao patrimonio des orphoa.
Ra 1o SlIHh1" *
N. 12.Casa terrea arrendada por 1600000
Roa do Rosario da*Boa-V3ta.
N. 14.Casa terrea arrendada por.. 20110000
Ruada Madre de Daos.
N. 35,Casa terrea arieodada por.. 1.611JO00
Correio geral.
Relaco das cartas seguras existentes na adrai-
nistracao do correio desta cidade para ossenho-
rea abaixo declarados:
Antonio Brrelo Calrim de Almeida.
Bernsrioo Daarte Campos.
Coavad* JosGoe.
DoeeUciaoo Piree Teixaira.
Dr. Firmino Rodrigues Vieira.
Francisco Rodrigues Sotres.
Francisco Franco.
Joaquim Joas Bezerra Montenegro.
Jos Beato Rodrigues.
D. Lucia Mara da Conceico-.
Levloo Lopes de Barros a Silva.
Ootaviano Xavier Cutrim.
Romualdo Airea de Oliveira.
Correio.
Fel administracio do correio ae faz publico,
que as maias que deve conduzir o vapor eoateiro
Jaguaribe com deslino ao Ceari e portea inter-
medios, sarao fechadas hoje (7) as 2 horas da
tarde em ponto.
A thesouraria provincial em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
tem de comprar para o coegio dos orphaos des-
ta cidade os objectos seguales:
104 pares de aepatos unos.
300 varas da panno de linho.
10 duziaa de lencos brancos.
9 duzias de guardosnos.
100 cobertores de algodo.
12 Pratos travessos forrados de louca vidrada.
1 Moinho de caf.
1 balaoca para pesar carne e pao.
24 baciaa de folhs pintada para lavar rosto.
24 pratos de folha para farinha.
4 bancos de 4 oo 5 varas de comprmeme
Quem qaizer vender taes objectos aprsente
suaa propostis em carta fechada no dia 21 de
corrate pelo meio.dia.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 4 de novembro de 1861.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
A thesouraria provincial, em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
tem a de comprar para o collegio dos orphaos da
cidade de Olioda, as fazendas seguiotes:
630 varas de madapolao para camisas.
490 varas de brm pardo para calcas.
1120 covados de algodo mesclado.
Quem quizer vender ditas fazendas aprsente
suas propostas em cartas fechadas no dia 21 do
corrate, pelo meio dia.
Secretaria da thesoararia praviocial de Per-
nambuco, 5 de novembro de 1861.O Secretario,
A. F. d'Aonunciacio.
Por ordem do Exm. Sr. desembargidor che-
le de polica interino desta provincia, taco pu-
blico para conhecimento de quem possa interes-
sar, que pela repartico da policia da provincia
do Cear foi commuoicado em officio de 19 de ou-
tubro Ando, que pelo juizo municipal do termo
do Jardim daquella provincia, foi preso e reco-
lhido a respectiva cadeia no dia 28 de agosto ul-
timo o pardo Faustino, que sendo interrogado
declarou ser eacravo de D. Clara, residente nesta
capital.
Secretaria da policia de Pernambuco 5 de no-
vembro de 1861.O secretario interino,
Jos Xavier Faustino Ramos.
INSTITUTO AGRCOLA.
A directora do imperial instituto de agricultu-
ra de Pernambuco, previne aos seahoros subs-
criptores, que aiada nao houverem pago a im-
portancia que assignaram, bem como a aanaida-
de de socio effectivo, que devem dirigiese ao
Exm. Sr. visconde de Camaragibe thesonreiro do
mesmo instituto. 0 secretario da directora,
Baro da Vera-Cruz.
O Gscal desta freguezia de Santo Antonio,
pela prosete scientiBca aos donos das madeiras
existentes ao^caes do Ramos, que sem perda de
lempo devero retirar daquelle lugar as mesmss
madeiras, sob pena de serem as mesmas madei-
ras removidas para o lugar designado pela Qsca-
lisscao, e multados ludo de cooformidade com o
art. Io do tit. 9o das posturas municipaes em vi-
gor de 30 de junho de 1849.
Fiscaliaacio da freguezia de Santo Antonio do
Recife, 4 de novembro de 1861.O fiscal, Manoel
Joaquim da Silva Ribeiro.
Acba-se recolbtdo casa dedetenco desde
o dia28 do mez prximo Qndo o moleque Anto-
nio, escravo que diz ser de D. Joanoa, do enge-
oho Urus, por fgido : seu legitimo seohor
comparece nesta subdelegada, que provaodo o
dominio, lhe sera entregue. Subdelegada de S.
Jos do Recife2 de novembro de 1861.Antonio
Nobre de Almeida, subdelegado sapplente.
Pels subdelegada de S. Jos foi apprehen-
dido como fgido o preto Manoel, recolhido
casa de deteaco em o dia 29 do mez prximo
Qndo, sem declarar o nome do senhor s que per-
tence ; quem tiver direito a elle, comparega nes-
ta subdelegada para lhe ser entregue. Subdele-
gada de S. Jos do Recife 2 de novembro de
1861.Antonio Nobre de Almeida, subdelegado
supplente.
De ordem do Illm. Sr. juiz de paz do 1 *
districto da freguezia de Santo Aolonio, faro sa-
ber a quem convier, que sendo os dias marcados
para as audieocias deste juizo (ter;as e sextas as
2 horaa) tantos ou feriados, as mesmas audien-
cias serio nos dias aateriores, aQm ne que sem-
pre possam haver duas audieocias por semana.
Outro sim, que as peasoas que forem como pro-
curadores as respectivas audiencias, devero com-
parecer munidos de procurago bastante, nao
sendo aceita apudactas. Recite 20 de outubro de
1861.O escrivo. Silva Reg.
Pela recebedoria de readas internas geraes
se faz publico, em cumprimento i circular o. 72
de 15.de novembro. do anno prximo fiado, do
ministerio da fazenda, que contioa aberta a
aubscripco ou assignalura das colleccoes de leis
a decises do goveroo, impressas na typographia
nacional, pelo prego de 69 aaouaes por cada ex-
emplsr, pagos adiaotados, nadando a assignalura
para as deste aoao, oo ultimo do dezembro pr-
ximo futuro. Recebedoria Je Pernambuco 2 de
novembro de 1861.O administrador,
Manoel Carueiro de Souza Lacerda.
c3nveniente pedir.;ao Exm.
presidente daO* provincia
quehouv*3e de transTrir a
inaugurado da Exposic do
dia 7 do cor rente, em quede*
via effectuar-se, para o da 16
deste mez, eYendo S. Exc. ac-
cedido ao pedido, vista das
razes expendidas, a mesma
camnjisso manda que se
communique ao publico esta
resoluco; devendo prevenir
aquellos que tem de expor
productos que os desta pro-
vincia s podero ser receba-
dos at o dia 12 de corrente,
visto que de outra sorte lhe
faltara tempo para a respec
vaclassificaco.
Sala das sesses da com-
sea!*
m m:
Bul)
Navegado eosteira a vapor
ftrrabiba, Rrd Grande do Norte, Ma-
caodo Amu'. Aracaty, Ceara'
O vapor , coramandante Viaona,
sahtri para os portoa do norte de aua escala
al o Cear no dia 22 do crranle mez s 5
horas da tarde.
.Recebe caiga at o dia 21 ao maio dia. En-
cromendas, pasaageiroa e dinheiro a treta at o
dia da sahida as 2 horas: etcriplorlo no For-
doMattos o. t.
9mx
Na mesma oceasio vaoder urna cata sita na .
e o anauDCio publicado
81 da prximo pastado.
Capunga Velba confor
eos Diarias de 22,30 a
LEILlO
oja de ferragem da ra
DreHan 71.
Sabbado 9 do corrente.
O agente Anluoes far leilo da loja de ferra-
gens da ra Direita n. 71, perlenceote a massa
de Antonio Joaquim Machado Brandan, qna ser
veodida a prazo ou a dinheiro ou em lotes a voo-
tade do comprador, no referido dia as 11 horas
em ponto.
DE
COMPANHU BRASILEIRA
DE
PAPE7ES i nfm.
Dos porteado norte e esperado at o dia 16
i do correte o vapor naeienal Apa. coamandan-
miSSaO nO palaClO OO gOVemO te A. P. Cooael, o qual depou da demora do cos-
tume seguir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-ae
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
6 de novembro de 1861.Dr.
Joaquim d'Aquino FOnseca,
secretario.
ver aet embarcar no dia de aua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Vendes.
Coosellio adminislrativo. *
0 conselho admiaistratiio, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar objectos
seguiotes :
Para prov-imento dos armazeaa do arsenal
de guerra.
20 quintaos de ferro inglez em barra de i i/2
pollegada de largura.
10 quiataes de ferro qoadrado de 5 oitavas.
5 qoiataes de forro de verga de varanda.
300 caadas de azelte de carrapato.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas 4a manhaa do dia 13de
corrente- mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 6 de
novembro de 1861.
Btnto Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
THEATRO
Pieda-
resto da
Caetano
Rio de Janeiro
sahe no dia 15 do correte o peinbate
dea, capilo Marques Vianua : para o
carga e escravos a (rete, trata-se com
Cyriaco da C. Moreira & lrmo, no lado do Cor-
po Santo n. 23.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue nacional Almirantea pretende seguir
com muita brevidade( tem parte de seu carrega-
meato prompto, para o resto que lhe falta passa-
geiros e escravos a frete, para o que tem asseia-
dos commodos, trata-se com os seus consignata-
rios Azevedo & Hendes no sen escriptorio ra da
Cruz o. 1.
lima caixa com couro de
lustre.
Quinta-feira 7 do corrente as
11 horas em ponto.
Costa Garvalho fara' leilao em seuar*
mazem da ra do Imperador n. 55, de
urna caixa com couro de lustre de su-
perior qualidade, afim de echar-se
con tas.
LEILAO
DE
Urna taberna.
Sorvete.
No caf dos arcos: oo caes
22 de novembro.
Aluga-se um segundo andar com
pequeos commodos pintado de boto
na ra do Eacantament: a tratar na
ra da Cadeia do Recife n. 33. loja.
Antonio Jos Rodtigues de Souza
aluga seu sitio do Monteiro, o qual
bastante fresco e tem bons commodos :
i. tratar ns ra do Crespo n. 15.
Um primeiro andar.
Aluga-se o primeiro andar na praqi
Boa-Vista n. 7 : a tratar na loja de
calcado na ra da Imperatriz n. i6.
PrecUa-se de um caixeiro que te-
nba pratica do serrino de hotel na roa
estreita do Rosario botequim da agua
de ouro n. 23.
DE
Santa babel.
Companhia dramtica sob adirecro do
artista Germano.
Hecita extraordinaria
EM BENEFICIO DA ACTRIZ
ISABEL MARU KUNES DE OLIVEIRA.
SABBADO 9 DE NOVEMBRO DE 1861.
Subir 4 scena o muito iotereasante e applau-
dido drama em 5 actos, ornado de msica,
Ocomm en dador................
Arthur de Sevry......... .....
.ampos.
01ieira.
D. Hanoela.
D. Carmela.
A beneficiada.
D. Jesuina.
D. Anna Chaves
PERSONAGENS.
Actores.
Germano.
UmaoU.
uilmw.......r^.............. Nuoes.
Pedrinbo.................'....... Teixeira.
Laroque........................ Ray mundo.
Jacob.......................... Santa Rosa.
rlaDCllclB
Charlot.........................
Mia ..........................
A marqueza de Sevry..........
Chonchn......................
Magdalena Laustalot............
ASra. d'Elbu..................
Convidados, camponezes, etc.
Terminar o espectculo com a graciosa come-
dia em um acto, ornada de msica,
UMA W1ULHER
IPDl lf M MdDffiJiS.
A.beneficiada espera do itlustrado publico des-
ta capital a necessaria concurrencia, e desdo j
antecipa-lhe aeus sgradecimeotos.
Os bilhetes de camarotes, cadeiras e geraes es-
to desde j a disposico do publico, em cada da
beneficiada, ra da Florentina n. 1.
Comecar s 8 horas.
COMPANHIA BRaSILEIRa
DE
G' esperado dos portos do aul at o dia 14 do
corrente um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do costume seguir psra os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada, eo-
tommendas, dinheiro a (rete al o dia da sabida
aa 3 horas : agencia na ru da Cruz n. 1, escrip-
torio de Azevedo & Mendes.
Rio de Janeiro
O palhabote Artista vai sihir para o Rio de
Janeiro com muita brevtdade, porj ter parte de
seiicarregamenlo prompto, e para o reato o es-
crasos a frete, trata-se com o proprietario Bar-
tholomsu Lourenco, na ra da aladre de Dos
numero 3.
L .
ti! Vi
NA
Ra do Rangel n, 22.
Sexta-feira 8 do corrente as
11 horas em ponto.
Costa Carvalho por mandado do Illm.
e Exm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio a requerimento de Fraga & Ca-
bial fara' leilao da taberna da ra do
Rangel n. 22, arrestada a Costa Gui-
maraes & Res, de todos os gneros exis-
tentes na mesma.
LEILAO
DA
Loja de lou Imperador n. 22,
Antunes (ara leilo ds loja de lou^a e movis
arrestados a Joaquim Pereira da Silva Santos, a
requerimento de aeus credores e despacho do
juiz especial do commercio em dita loja.
Sexta-feira 8 [do corrente as
11 horas em ponto.
Continuado do leilo
DE
FAZENDAS.
Em casa de Bieber pelo agente Antunes.
COMfANHIV DA VIA FEMLE4
DO
Recife a Sao Francisco.
(limitada.)
Cavaluadas na Escada. Re-
dueco de precos de pas-
sagens.
Avisa-se ao publico que no domingo
10 de novembro se venderao bilhe-
tes para a Escada de ida e volta pelos
seguintes precos.
ID.\ E VOLTA.
Primeira classe. 6#500
Segunda AjOO
Tercena 5|00v
A partida dos trena sera' das Cinco
Pontas as 7 1 [2 horas da- manhaa e da
Escada as 4 horas da tarde ou por um
trem especial as 6 1|2 horas da tarde.
Os bilhetes s pdenlo servir para o
domingo 10 do corrente.
AssignadoE. H. Bramad,
Superintendente.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
BAILE
CAS POPULAR
Navegaco eosteira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor tlaguaribe, commandanle Lobato,
sahr para os portos do norte de sua escala at
a Granja no dia 7 de novembro as A horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Eocom-
mendaa, passageiros e diuoeiro a (rete at o dia
da sahida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Precisa-se de um amassalor ni padariida
ra Imperial n. 179.
Precisa-se de 600| a premio dando-sa por
seguranza urna casa terrea livre desembaraza-
da : quem os quizer dar annuocie por este Du.-i >.
Precisa-se de um rapaz (orro para algn*
servicos de ums casa ; na ra Nova n. 7.
Precisa-se de um menino nara csizeira d-
loja de louc,a : na ra larga do Rosario o. 32.
Precist-se alugir um eacravo que eoter.lt
de cozioh e mais servico domestieo de om* ca*
de pouca (amilia : a tratar na ra Nova o. 43.
A t ten cao.
Dse ja-se saber quem Dcon encsrrrjrado
pagar os empregados que (oram do hotel ing'e
da tallecida madama L Dubois.
O Sr Dr. Joaquim Alves Cooti (a<;a o-favor
de vir rna da Roda n. 6, afim de tratar nego-
cio que o ioteressa.
Aluga-se a casa terrea n. 51 da ros i
IBrum,propria para grande (amilia: a tratar a;
ra dos Guararapes o. 46.
Qaem precisar de ama ama psra lodo ser-
vico de portas para dentro, procure na trave
da rus lo Quoimada n 7, prlmpro n>4*p
Avisos diyersos.
Grande laboratorio a vapor de lavagem
e engomado de roupa.
Podem mandar buscar a roupa lavada, os
ns. 137, 87, 15. 13*. 153, 203. 228, 158,255.
Ama.
Para
NO
MAGESTOSQ SALAO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, 9 do corrente.
Haver neste dia um extraordinario baile em
favor de um particular.
0 cresci Jo numero de damas que se tem com-
promettido abrithantar o baile neste dia, e o nu-
meroso e brilhante coocurso de cavalheiroa que
cosftmam frequentar o Cassino Popular, faz crer
ao beneficiado que o baile nesta noite estar an-
da mais sumpluoao do que o que leve lugar no
dia 26 do prximo passado.
Ser mantida a boa ordem e observadas as dis-
posigoes do regulamento interno.
Entrada para damas gratis, cavalheiros 2g000.
agrcola e industrial
DE
Pernambuco.
Devendo fazer parte da Ex-
posicao os producto agrco-
las e industriada das provin-
cias de Alagoas, Parahiba, Rio
Grande do Norte e Cear, e
nao tendo anda chegado, a
commssao directora julgou
Ayiafos martimos.
carac.
O vapor Jaguaribe da companhia
Pernambucana, na ua prxima futura
viagem a 7 de novembro a Granja com
ecala$, tocara' no porto do Acaracu',
para largar aUi qualquer porco de
Cttrga e paugeiros.
Segu para o Rio Grande do Sal
com esaala pelo Rio de Janeiro o pata-
cho Anna, sabbado26 do corrente, rece-
be escravo a frete que devem fier ho-
je a bordo ; a tratar'gom Tasio Irmaos.
Acaracu'.
0 histe Sobraleose no dia 8 d mez correte
recebe caiga e passigeiraa: a tratarcoa Can Uno
Cytiaco da C. Moreira S lrmo, no lado do Cor-
pa Saate n. 23.
Para Aracaty e Assu.
Hiate Santa Rita sahe cm brevidade trata-se
oo m Hr tas & Ir mos.
Rio de Janeiro,
pretende aeguir com muita brevidade o patacho
nacional Julio, tem parte de seu carregamento
a bordo : para o resto que lhe falta, passageiros,
e escravos a frete, para os quaes tem escolenles
commodos : trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mondes, no seu escriptorio, rna da
Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
O brigue nacional cConceicioD pretende sahir
oo dia 8 do correte, e s recebe escravos a (rete.
Para em direitura
Segu para o Indicado porto o bem conbecido
brigue escuna Graciosa, capilo Joo Jos de
Souza, por ter parle de seu carregamento adiao-
tado : para o resto trata-se cornos coesignatarios
Almeida, Gomes, Alves & C, ra da Cruz n. 27.
Maranho e Para.
Segu coro brevidade o veleiro hiate Lindo Pa-
quete, por ter grande parle do seu carregamen-
to contratado : para o reato trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alves & C, raa da
Cruz n. 27.
K5M2M3S3I9
O abaixo assignado previne a quem
8 convier que Jos Jaciotho Pavo, nao po-
X de alienar seus bens ou dispor delles por
I qualquer titulo, porque se acham a ugei-
8 tos ao vicio litigioso e oous respectivo
inherente a solugo do que devedor ao
8 mesmo abaixo assignado, em virtude de
urna ac(o que contra elle promove para
|k obter o pagamento do valor de um eacra-
~ o qae lhe vendeu j com gravissima
doenca de que veio a sucumbir, alem da
S importancia dos juros e cuitas o que tu-
pe do orear a nao pequea quantia, asco
esta que j foi jolgada a favor do abaixo
assignado pelo venerando accordo do su-
perior tribunal da relagao, com toda a
justica que sempre transluz em todos os
aeus actos. Recite 6 de novembro de
18#l.Manoel lavares de Aquioo.
mmmm ms o eMN9Kiea
Leiles.
LEILAO
MSlk
Na ra Bella n. 14, segundo
de urna ama.
andar, precisa-se
Precisa-se de urna ama que saiba coziabare
comprar, para caaa de pouca familia ; na raa das
Cruzes n. 10.
Sexta-feira 8 de corrente. depois do mei >
dis, nuda a audiencia do Sr. Dr. juiz ozuncipai
da 1.a vara, ter tugara praca dos beos peobora-
dos a Antonio Jos Ferreira Jnior, por px-ko. j
que lhe move Theotonio Flix de Mello, ptlw
cartorio do escrivo Santos.
Precisa-se de urna ama para casa de poaca
familia ; a tratar no largo da Ribejra o. 13.
Precisa-se tomar 1:0009 a juros coas hvp-.,-
theca m urna casa terrea neata cidade: quem
quizer fazer este negocio, annuocie para aer pro-
curado.
Precisa-se de um foroeiro de padaria, a tra-
tar na padarii do Sr. Bernardo, na ra larga d
Rosario.
Precisa-se de urna pestoa que saiba IriUa-
Ihar em fabrica de velas : na rna da Guia o. 8.
casa tarrea.
Escravo fgido
Desde o dia 2i de oulubro p. p. asta ogi i >
escravo mulato Joaquim, estatura roglas*, e'tr
clara, bigodts e peira, foi escravo do aertao :
quem o pegar leve-o a ra da Cruz n. 48, casa
de seu seohor E. A. Birle, que ser recompen-
sado.
Manoel Jos Ferreira, Portuguez, vai Eu-
ropa.
Sorvete.
Sorvete ao meio dia e a noite,
Sorvete ao meio dia e a noite,
Sorvete ao meio dia e a noite,
Sorvete ao meio dia e a noite.
Na la Estreits do Rosario n. 11.
Na ra Estreita do Rosario n. 11.
Na ra Estreita do Rosario o. 11.
Na rna Estreita do Rosarlo n.
De Sodr & C.
De Sodr & C.
De Sodr & C.
De Sodr & C.
11.
Macas.
s
bach arel Witrivio po-
de ser procurado na rna
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
caniboa do Carmo.
' ?
J
DE
i
Sexia-feira 8 do corrente
PELO AGENTE
Do gallo.
Do gello.
Do gello,
Do gello.
->;;
Nova
Nova
Nova
Nora
retnessa de
remessa de
remesea de
i emesia de
macis,
macas,
magaas,
macas,
vi'
Barato dinheiro a vista,
Barato diaheiro a vista,
Barato dinheiro a vista,
Barato dinheiro a vista.
O referido gente far leilao no da cima de-
signado e pelis 10 horas da minaa no arma-
iem da ra do rjgaro n. 18
Porclo debarris com pregoa de diversas qua-
lidades, parte deltes com toque de avaria, coja
venda ser feita por qualquer que seja o prego
offereeido por toda a quanttdade, segundo] asr-
deos recebidas para fechar eoatas.
Hospital Porl^tiK4e Be-
nceoda.
De ordem |do Sr. proredor do Hospital Por-
tuguez de Beneficencia, convida aos aeohores so-
cios do otcam iktfrfiUl para aunaran hoaas ds manhaa, no edificio do mesmo estaba-
leeTmcQto-
imento
Sectetarta do Hospital Portuguez de Beaedcea-
3r qualquer que seja o prego ca 5 de novembro da 1861.

1
aei,
o.
PlllRfltCllItlltTBOLOIEO
Raa larga do Rosara i. 36
Rob l'Affecleur.
Pilulasde Allexou.
Pilulas americanas.
Vermfugo ioglez.
Pilulas Hollowiy
Ungento Holloway.
- Vendem-se globos para candieiros, e bom-
bas de jaai, mais barato do qae esa ontra qual-
quer parte: na ra Urge do Rosario, n. 31.
lllima moda.
40Ra do Qneimado40
Ricos manguitos de cimbris bordis a
o mais superior que ha no mercado, vindo ni
quete francez de 13 do corrale mez, gi
sortimento de chale de merino de todas as qaa-
lidades.
-Ka travessa da roa das Croza n. 2
primeiro audar, tinge-te com perfeicao
para qual ppsiiveU
Ra das Crmes t,
fabrica de charutoa, vendess-so
milbairo, da (najo de Babia, *
cao e 11 a arroba, o a pornj Jos-so abau-
aeato a&aoc-e a boa quadadT.



wmmmmmm^mm
(*)
QIAAIO DI fiAflABMO^ *. QUIIXA fEIRA 7 Dfi NOVgMMQ D* 1S41.
Grande laboratorio a vapor
DE
ROUPA.
DE
MillM. MM
LAVADA.
40 ria.
7*
100
no
80
11200
1*600
1*000
2*000
500
. 1000
a




9
LAVADA. CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ris
120
160
200 >
340
fcoepa da familia, iodislinctamaota, pecaa grandes e pequeas. .
Houpa de navios, vapores e bospitaes..........
Pecas grandes slidamente como lenjoes, toalhas de mesa. .
Koapa de doeote da familia, que nao seja freguis......
Roupa misturada que alguem sem ser fregu* exigir que ae lave.
Urna rende vindo com mala roupa............
Urna rede iioladameote...........
Um cortioado de cama de casal viudo com mais roupa". '. ',
Um dito dito isoladameote............ i
Um dito dito de solteiro ou varando......
Um dito dito isoladameete...... ... *.*.".
As pessoaa que nao quizerem mandar eogomma'r toda" a *ropa, o laboratori carreaa-ae
de mandar aogemmar as stguiotea pecaa, pelos seguintes precos : 'aoon,umo encarrega-se
Vealidos lisos .... 600 ris.
Saiis........280
Camisas de homem. 160
Calcas........200
Golletes........120
Paletots......; 460
Colarrohos......40 >
,. 5.,V l,D.or"ono ega-ae de engemma.ms de objectos de senhora os mais delicados e oa-
exUtem. COnlratBt, ma,s habeis omm.deiras nacionacs e eslrangeiras. ,2 entre na
iift. (LP.?.^8,eng0m?ad08de rouP..de fmilia. excepiuam-se os vestidos, gollinb
gitos e mais objectos que forem guarnecidos de rendas, baados, patos, rifas etc etc
mo os cortinados de barco, cams, varanda. que se pagarlo seg*o o o ajuste '
>




gollinbas, man-
bem co-
Qualquer qe exigir roupa aoniente lavada, ou tambem
que a designada, pagar mais"25 por cnto sobre o preco.
engommada, com maia brevidade
e aiigoaada l" eDlreg* d" ""^ ,er pUf 6m quinl8 di" deP'8 do recebimento, t
pessoasencar-
regada! dTservfcVd?XTsVraotuZ *" SeP""da "' h9p,aeS' "
.. aSSSSSBSSZqui,,uer pe5a que e eslr"Ur'e aflan5am que ^lo dM "-
M.i. Ui,I,1r que nindr;0'P. cebera um vale do numero de pecas com a declarado do im-
L. 1. 1 i" '.*" qualser .tiluido com o competente importe na occasio de se enTresar
roupa prompta, sem o que esta Ocar depositada. eD,re8ar a
ajuste0 eUb8lec,men, carreg.-se de tirar nodoas de qualquer natureza, precedeado um
b.m.l.v.Pd7^^ ""'. -P*-- ""
dia. ut,rs7neor..TmTnht LTZ "" "' b,aho, D Pat6 d C"*- *>
ELIXIR DE SALDE
M3
Citrolactato de ferro.
\3nieo deposito n* botica de Joaquim Martinho
da Cruz Correia., ra do Cabug n. II,
Pernambueo.
Sement de algo-
do da ilhade
Fernando.
Tendo se reconhecido a superiorida-
de do algodSo da ilha de Fernando, S.
Exc. o Sr. prndente mandou vir por-
cao della para ser distribuida pelosSr$.
agricultores detta provincia, os quaes
por si ou seus.. correspondentes podem
manda-la buscar na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, remettendo
seus nomes e lugar da moradia.
. Precisa-se alogar urna preta ou mulita que
eja fiel, para vender quitanda pelas ras, quem
quuer derija-ae a ra de Santa Thereza n. 12, ou
annuncie para aer procurado.
Na ra do Queimado n. 8, precisa-se de
uma ama de leite.
Precisa-se de um bom cosiabeiro : na ra
dos Pescadoras o. 1 e 3. .
~ Precisa-se de um feitor portoguez para tra-
balharem um sitio adiante da Soledade, estrada
de Joao de Brrros. logo adiante do sitio deoo-
mioado Cscala, a direita da estrada, tendo por
goal uma arvore de umbauba no porteo: quem
auizer coDtralar-ae dirija-ae ao sobredito sitio.
Sitios para alugar.
Aluga-ae um bom sitio com excedente casa era
Bemca margem do Capibaribe. e outro no lu-
gar dos Remedios defrorile da igreja : a tratar
em casa de A. V. S. Barroca.no largo de Bemca
ou na ra da Cadeia do Hecife n. 4* '
.k7.A plMy. I"6 nnunciou por este Diario
I/;.".! habU,Ud0 receber dividas noce-
alff! ProT,n d Pahiba. dinj.-se ao
Recfe travessa da ra da Madre de Dos n. 18
Sr8dUe .0rand*flr' d"6 9 d0 dia e d" 6 d.
larde, achara com quem tratar.
rh7^IeM',"8e de u.m offici'1 Bar* fsbrc de
ch.peos de sol qued fiador a aua conducta:
em casa de j. Falque ra do Crespo n. 4.
7 n baixo asHgoado faz sciente que Henri-
ques D... dos Santos recebeu em Mam.nguape.
?,i"6,1'8 Lopef deS"". ""a carta que den!
trocontioha uma letra sacada pelo abaixo assii-
nado de 295J260 em 17 de aeembro l 4 n,S5.
IShR CUa CarlS e ,e,ra ie lesencamiohasse do
poder de Henriques Diaa doa Sanloa, por Uso
ach.-se.em effeito tal letra, por rujo aceitante
ie^o\CehmbroPrde:e,D6l. "^ Bedfa *
Benlo de Freitas Guimares.
ir~A'ufM u bopHe casa terrea n. ra dos
Ihii Sfem ?'Dd- C0,n du" "". endo
urna del aa forrada, com quartos, boa coiioha
sendo o lugar 0 melhor de Olind.'por ter b,nh8
doce temperados e ..Ig.dos. e contiguo a me.f
ma casa um eatabelecimento de v.ccie de leite
EL? f Z preCUar de,,e a Pe"oa pro-
leader, falle com o seu proprietario, o abaixo -
ignado, no mesmo lugar. aa
Alexandre Jos Dornellas.
Siio oa Capuoga.
R.fihT "J" 8i,i0 na C8P"',g-velha, doSr.
Barlholameu Francisco de Souza, perto do rio
com coche., quartos par. prelo. Slr.: ,oe o
34 bottca ,riJ"8e rna,"ga d Ro"rio
&HM,
tJ'*?***'** de uma ani orr o
nde-aa esta, para amamealar usa rlaoca ra-
eem-DMclda,. que tenha muilo boia eile e seja
%?ltoT' pagt_,e **m "oQueimi-
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Aaaorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
Offerece-se um Rv. sacerdote para capelio
de.uS! 1,rmand,d. igreja. ou sitio, perto
aeaia pra^a, tanto para oa domingoa. como para
aL8T d,a dl"b,lho; e sendo Tora da cid.de,
n ,6"i bJ C0Dduc$">: linaria o. 6 e 8 da
praga da Independencia.
. .7 ^"Dd,-8 o grande engenho Paraiso, dia-
tante da vi la da Bacada legua e meia, moente e
correte o agua, comease de farinha. tambem
dagua, quatro grandes sitios para lavradorea,
cercado muito bom, reito de valado ; vende-ae
sata* qoe se eal colhendo com 500 pies i feitos
e mus de dous mil paea por axer, uma oulra
.aira criaodo-ae que excede de dous
quarenta bois mangos, dous
mil paea,
quartua, uma pur-
ea o de gado do crear; todo negocio ae faz, sendo
met.de vista, quem Ibe convier dirija-se ao
mesmo engeubo que eocontrar com quem con-
tratar: isio atlSdedeXembrodel861.
Aluga-se o armazem do; sobrado
n. 58 da ra do Arnorim : a tratar na
ruada Cadeia n. 62, segundo andar.
" ,A1tugA"ae u!?a ca,a em Beberibe : a tratar
mrmimcm' "*ru*d0 Trapkhe 34-
JosMuTjizTeixeiraGuimaraes, JgenP;
oe leilao prximamente nomeado pelo
g meretiaaimo tribunal do commerclo ees-
tabelecldo com eacriptorio e armazem na
ra do Imperador [outr'ora ra di Ca-
deia) o. 37, offerece seus servicos ao res-
peilavel corpo commercial. a aeus amigos
es todos em geral que quizerem hon-
ra-lo cem aua confienga, assegursndo-
Ihes cumpnr bem e fielmente as funeces
inherentes ao seu emprego, para o que
nao poupar eaforgos a bem dos interesses
de seus commitentes.
CHiNGEMENT DE DOMICILE
(Mudanca)
Joseph Grosjeao
Ra da Floreatina n. 16
Participa ao respeiUvel publico e a seus numerosos freeoeres mv
mudou sua oficina de CARROS da ra dos Pires n. 1 i, p. a rii? ncontrara' elle sempre protnpto para qualquer mtster per-
tencente a sua arte.
O.U
DE
Saude.
ri
%
o.
CASA.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado do caes
AP"8.?- M'5oe "ca em frente d. loLZ
a, com commoda para grande"
na ra larga do Rosario o. 34.
ponte no<
familia : a fallar
Jj^lVo segn-
doaDdar da casa n. 15 da
ra do Crespo por cima do
escriptorio da thesouraria
das loteras.
MADAME MIDDENDORP,
prximamente ebegada de Paris.
Encarrega-se da confeegao de vestidos de bsi-
Ie, casameotos, visitas ou outros, manteletes
zouaves, aahidaa de baile, bournus, enfeites d
cabega, emfim de ludo o que comprebeode o
ves uano das senhoraa e meninas. As pessoss
que se dignarem dirigir-se a ella achario lgu-
nnos das ultimas modas de Paria, precos razoa-
veis das obraa e promptido oa entrega das en-
comteendas.
i ?!' I*n.aci0 Flrmo XaT fai Publico que
c. 'ST1; V" C"' de Mude' na *"a*
casa, propriedade do mesmo sitio em que exists
nr. I.1'?? J,Wneato dess. ordem que
Oca ao norte da estrada da Paasagem da ll.caa-
5?r!s01,%" BDt? "nde Pequea do Chora
Menino, onde contina a receber do.ntes de am-
ii? BT0,' dTer8Ba catbegorisa, afiangando o
modo ,ralamen<. do pelo prego mais com-
0 mesmo doutor para mais commodidade daa
pes.oas possuidora. de escravos, ou que se qui-
Mfaas tratar em seu esUbelecimento tem deter-
minado a diaria abaixo declarada.
farSo 'ZTSt? IV' Pr.Pr"' JMte, e nao
rao tarto das diarias assim como aa conferen-
cias e .anguessugas. Podendo o doente tratar-
se tambem homeopathicameote, para o que ba
commodos separados.
de ferrocom
^ i-^rJS^AFff^a
Parecer ao publico um luxo empreaVr'-Ve u"m m'eVmo med
variada. Z.h d emPre"-" n meamo medicamento debaixo de formulas to
variadas, m.ao homem da scieocia comprehende a necessidade e importancia de urna ," vari-
r
des como o elixir de citro-laclacto de ferro.
Estas-novas qualidades em nada alieram
Das numerosas prep.racdea da ferro .. boje conhecida. nenhum'a rene lio bella. ,lida-
seu sabor agradavel, rene o tomar-seem uma pe-
oaplolamcBo
cuuaupagaode
goes terroginosas.
ocia medicamentosas do ferro, que sendo uma
de incomparavel utilidade
prescrever sem receio. E' o
a^aaTot
P^debiliTad a, HIT. que apP3rctem epoiadaa intermitentes na incontinencia: de urinE
L0nvdatcen^.'d7s^Plti^.bgaraCvaes: .' 3SgL?&^^^ bemorrlagic..1^
substancia da qu.l o medico se nao pode ds^eus. TmZ clinica
qualquer formula que lhe d propried.des taes, que o pratico possa'
2u!2S* Pn"e,a.ceuliC0.Th'n com preparagodo citro-
por debilitado, as perolaa brancas, na escrophula
E.
BOLCA DE BORRACHA
15, loje.gd"am b,5"S d8 b0"aCh' Para fumo acbal-" a "nd ra da Cade "cife
Ceutro commercial.
i Attenco.
Jos Fernandes da Silva Tei-
| xetra e Mello, primeiro testa-
( mentetro do-padre Jos Leite P.
' to Ortigueira, pede a todas as
pessoas a quem o mesmo padre
Jos Leite fr devedor directa ou
indirectamente por conta ou x>u-
tro ciualqupr ttulo vencido ou
por vencer para que no prazo
de 8 dus a contar desta data
apresentem seus crditos ao seu
advogado Dr. Antonio Ferreira
Martins Ribeiro das 9 as 3 horas
da tarde em o escriptorio ra do
Imperador n. 5-, primeiro in-
dar, afim de se poder tratar da
IiquidacSo e inventario do dito
padre. Recie 4 de
de 1861.
*
an-
da
lito
novembro
Aluga-se o armazem do sobrado
Bv 25 da ra da Prai, de Santa Rita-
a tratar na ra da Cadeia n. 62.
do andar.
segun-
r.TngCtRerrvalker' Mbl,to D'". "
g 3r-Raa estreita do Rsario--3
0 Francisco Pinto Ozorio continua a col- S
. "i" ar[iucia~.Unto por meio de S
0 fiquem a vontade de seus donos, tem pos j
Soulras preparares as mais acreditadas S
para con.ervacao da bocea.
a9#S
Padaria.
Aluga-se a padaria da travessa do Pires, a qual
est prompta de udo, com muilo bons commo-
dos, e est linda trabalhando, aeodo seu aluguel
muilo commodo : a tratar na ra da Senzala no-
VA D* O0.
O servigo medico ser feito pelo distiocto cirur-
Rio do grande hospital PaJro II, o Illm. Sr. Joa
r-rancisco Pinto Guimares, e o do.tor proprie-
lano do estabelecimento, prsticando-se ahi toda
e qualquer operagaopor pregoamuitorazoaveis.
ste eatabelecimento toroa-serecommendavei
ja pela boa casa de que dispe, como pelas con-
digoea hygieoicas em que se aeha situada, pro-
curado80 Pe Cre,cido n"mero d* doentes ahi
.!,eu Pr.Prie'ar0 *pera, portento, dos seus
amigoi, amigos freguezes, e mais pessoas. a sua
cooperagao em bem do progreaso de to til co-
mo necessario estabelecimenlo. parausado por
rilo poder elle achar-se sua testa, em virtude
aei na ver sido accommetttdo de uma grave enfer-
raidade porm hoje que ae acha completamente
restabelecido, promette esforgar-se na boa ordem
oe sua casa, e na direegao do tratamento doa
uoeptes.
Diarias Escravos 1)1600
2." ordem S9OOO
1.* ordem 3*000
Fara a entrada dos doentes se deverio tratar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, na ra
Nova de Santa Rita n 7, sobrado de um andar
com frente para a ribeira do peixe, ou no seu es-
tabelecimenlo d qualquer hora.
Aluga-se um sitio
na lorre margem do rio, com boa casa deso-
brado, estribara, cocheira, cacimba com boa
agua de beber, com bomba de puxar agua
l! ^UC,e1i1ra,: caP? P 'ros ou quatro*
cavallos. excellente banbo do rio, etc., sendo
para familia capaz, e que queira morar nelle
?- a an?...lu8a-" multo barato: quem
pretender, dirija-ae a ra Nova n. 15. priieiro
Oa abaixo assignsdos tenham
apparecer na ra Nova n. 81, loja
Jos Antonio ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Piments;
Pedro de Assis Campos.
Buzebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Rezendo do Reg Barros.
ni" Con^u. >oda pora alugar por festa, um
lio na Torre, com todos os commodo.. e urna
22*1^ MHDieir(: *" wn o Sr. Jos Aze-
fiJ? il0draxe.. (rua d0 CreP). ou com o pro-
prietario Jos Mariano d'Albuquerque na estrada
nova ao Casanga.
n Tul".**'1? a.8 C,a"" 13 da rua da Cr.
&J.,-^> ** _d.e.^E0i.0l_e.-.f*3 da roa In>Pe-
a boodade de
do Germano.
s
s
Attenco.
Oab
Gabinete medico cirurgico.J
Rua das Flores n. 37. *
SerSo dadascons&Uas medlcas-cirurgi- aa
ca pelo Dr. Estevio Cavalcanti de Albu- Z
* querquedasG a 10 horas da manhfta, ac-
KI@Ti
CAVALHADAS
EL ig?aiLL^ @ mL
Na estago da villa da Escada.
os
foram oonvocados varios cavalheiros de diversos i.. gL f correte, e para este fim j
importante divertimento. No oert.brteclSfnTprSir.^ pre,la'80 f
que esle^aibadesempenharoseblugar- aauellpni.fl n,i,0.H- e um. hmem para copeiro
.ion quem tratar. aquelleque quizer dirija-se a rua Direita n. 76. que achara
cudindo sos chamados com a maior bre-
vidade possivel.
! Partos.
2. Molestias de pelle.
3.* dem do olboa.
4.* dem dosorgos genitaes.
Praticartoda e qualquer operagao em
*eu gabinete ou em casa doa doentes con-
torme Ibes fr mais conveniente.
:
aixo assignado faz sciente ao respeitavel
aJupnDC,p,i,BeDte ao COfP ecomme,cio
que tendo comprado o botequim sito na ru, larga
do Rosar.o n. 25 ao Sr. Antonio Benlo de Are"
jo, como consta do Diario e annuncio feito oeln
oPccaTaTHnded0r'- de qUem "" Vooo/em
da P""" transaego, e tendo tratado
Z" "rlOUPP''cteque existe nesta praga par.
Iheendogar o restante P.ra pagamento do di
"eda.rV?Uj0 l.eDd0 a"g"o, recusou e arre
4encao
Jos Vaz de Oiveira, natural da freguezia de
Santa Mana Magdalena de Gouviahas em Portu-
gal, essislente na ua do Hospicio n. 42 no Rio
de Janeiro, declara que tendo nesta provincia de
fernambuco, um aeu Xio de nome Joaquim Fer-
reira da Cruz, e nao leudo sua familia recebido
noticias fu. ha muilo tempo, auppoodo que te-
nha fallecido, neste intuito roga o especial obse-
quio, a alguna pessoa que o conbega, ou tiaer
coohecido, da dar algumaa ioformacoes a respel-
to nesta cid.de de Pernambaco em* casa tfo Sr.
Azeyedo 4 Mea I*?, rua 4a Cruz a. 1.
Rio da Janeiro 24 de outubrp de 1861.,
_ Joa Vaz d'Oliveira.
l recua-se de um criado, na rua Nora n. 7
rreciaa-se de um preto forro ou esersvo.
para eonduur tabolairoscoas comida* de um ho-
tel : no largo da AsaemUa n. 16.
Tbomaz de Faria saca sobre- Pa-
rs e Rio de Janeiro.
Ilorr,r4.,J!O.rarfehOal^8*U,d0 H** *1"-
no, retiram-se -Jira o Rio Orando da Nort.
Publicacoes do Instituto #o-
meopathico do Brasil.
THESOURO HOMEOPATBIfO
ou
VADE-MECIJI DO IIOMFOPATHA.
(Segunda edicijao eonsi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de metcioa ho-
meopalliico
pilo aa.
cSABIN0 0L. PINHO.
ojBtiouam as assfgosturss para estas obras
2W00 em brochura al dezembro. Desse lampo
jgyJD" a giturM sarao elevadas ff
u da Sanio Antro (Mundo Noto) n. 9.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPTICO
DO DOUTOR
SABINO 0. L. PINHO.
Rua de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias atis desda as 10 horas
at mato dia, acerca das seguintes molestias
moleitxat das mutfceraa, molatiat das crian!
cas,moUiluu da paite, moietta. dos olhos, mo-
Uslxas ypaWt/tcas, toda as especie* de /toras
ftbrts xnUrmuntes esuas conMtquenoias
PHJJUUCIA BSPKCISX HOISOPATBICA .'
Veatadairoa medicamentos homeopathicos are.
parados som todas at cautelas neceseariaa tn
falliveis em seus effeitoe. tanto em tintura um
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
W. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sin
ateamente veadidoem ana pomada Modos
qna o foram fra della aioalsaS. 0<,0
Todas aa earteiraa seo acompaofaadaa da um
impresso com um emblema em felero;iendo ao
redor ai seguintes patarras: Dr. Sabino 0. L
Plnho, medico braailairo. Este embramad posto
taialmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As earteiraa que nao levarem esseimpresao
usim marcado, emboratenham natampa o no-
me do Dr. Sabino sio falsos
Presisa-se de uma ama que ssiba coDsinhar
e engomm,r para casa de pouca familia, na rua
dLP[a.dor D- *2. Pnmeiro andar.
Dentista de Paris.
15 Rua Nova 15
FradancGautier.cirargiaoientista.fasi
todas as operaces da sua arta ecollocaj
dentesartiiciaas, tudocom a suparior-|
dada eperfeicio que as pessoasanteodi-J
das lbereconhacem.
rea agua e psdentifriciosate.
nt. L/ '/ mao ao Ten(,edor dita letra que li-
nha. eadocado. porconsslhos de um espoleta que
do que vira, e tendo o comprador certeza ph?!
fe,umn1C,a pr0T" recorre ao PJPel de to e
5"qu.eS" itooc\o viram semelhan-
leeue de sociedade, tendo dito socio emseu
poder uma letra assignada do principal e melade
fh, lorC.rn8/X1S,eDle9M 0cca8i0 '. o
me locando em raleio como deve a metade das
dividas. Recife 5 de novembro de 1861.
D Andr Branco.
ea"famiH. .**" de ?V-ama para casa de Pou-
ca familia : na rua do Lirramento
andar.
FERREIRA VILLELA
KentATtmvA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba o Cabuap aa. 18. --fl
eatrada pelo pataso da aaalrtz.
Ketraloa poraabroiypo, por melaioolrao so-
bre panno encerado, sobre talco, eapeciaes aere
pulceiras, alfineles ou caseoletes. Na aessaa
caaa existe um completo a abundante soitiaento
le artefactos frincezes e smercaoos para a enl-
locado dos retratos. Ha tambero para ate sas-
mo m caaeolelaa e delicados alQoetea de ogro
de le; retratos em photographia das ariacieaeai
personageos da Europa ; stereoseopoa e viatai
atereoscopicaa, asaim como vidros pera aabrotTM
e chimicas photographicas. m"ntr'
STAHL & C. S
|betratista des. 1. o iirctAMiS
49 Hua da lmperauiz *%
numero 14.
Tencionando retrar-ie proxi- #
j mmente desta pra^a prticipam
' a seas freguezes e amigos como ^
' em geral a todos que podem
' precisar do seu officio, afim de
P que aproveitem do pouco tempo
' que os annuncia rites podem ain
' da dispor para a execucio das
| encommendas com as quaes
r queiram honra-Ios.
Agradecendo" nesta occasiao
* ao Ilustrado publico desta capi-
9 tal o bom acolhimento das suas
59 obias, decidram se a por estas
ao alcance de todos introduzindo
9 urna considera vel baixa na maior
g parte dos seus preces e esperam
0 que o desfalque que disao Ibes 0
V resultar sera' compensado por A
um augmento de concurrencia, aft
Pilulas Paulislanas
DA
Casa de saade em S.
Paulo.
Presenciei o curativo de uma chaca da Mi-
mo de circunsrerencia, pouco mala oa aseos
que meo amigo, oSr. Alexaodrino Romas Coe
to soffreu por espaco de quatro mrzes coa oe
mu.to magro e con. a pern. talMi. OV.'si
das pilulas psuhstanas com suas pilulas e iaro-
pea curou-o perfeitamente em 15 di.,T Tl
de 50 diss depois vi-o cur.do. gordo Ve-^S*
E. es remedio, sao incontesiaveis vegVKe-
puralivos perleocentee ao Brasil "w-ao-
M^iPrU, A de Jefe,ero de 1859. Juveaal da
Mello Carramaohos. *
Para informaedes e encommendas, diriiam-
" te?"40 "'J5- Poci. de JJos ]
:
rua
landre Ribeiro
em Pernambueo.
se i
Ale-
n. 9, segundo
Arreiidamento
Traspsssa-se o arrendamenlo do sobrado e ar-
mazens da rua do Trapiche n. 40, excellente para
qualquer estabelecimenlo commercial de faren-
uas : trali-se na mesms casa.
n.
mesms casa.
Aluga-se a casa'da rua de S. Francisco
i: a iralar na rua da Florentina o, 32.
No dia 28 de outubro fugio a preta Bita es-
crava que foi do engenheiro Sete. de estatura re-
gular, cor fula e ps grandes, e tem uma fisiula
no queixo: quem a pegar leve-a rua da Gloria
o. iu, que ser recompensado.
Francisco Jos Guimares subdito portuauez
retira -se para fra da provincia. .
Manoel alendes Leal subdito portugus re-
lira-se para fra da provincia.
Manoel Airee Guerra saca
Janeiro.
35-Rua larga do Rosario-35
Francisco Jorge da Silva Prannos, dentista de
usooa, colloca denles artificiaos lerrosaeullico*.
iDcorruptiveis por todos os systemas. acerU o
enaireita os disformes, assim como fas lodos aa
operecaes da aoi ule o qoe execota coa a maior
oeiicadeza. perfei?ao e primor para o que pode
ser procurado Unto para a.capiUl coao para (ora
sobre o Rio de
Ama de leite
Precisase alugar uma ama de leite:
na rua dos Pires n. 40.
Jos Bento Justo proprietario do
botequim da rua larga do Rosario que
fotdo Sr. Antonio Bento de Arauio,
avisa ao respeitarel publico e com espe-
c'ralidade ao corpo do commercio, que
gerente o Sr. Andr Branco, o qual
nSo podera' conlrair debito algum sem
que o proprietario do botequim seja
consentidor, ou por outra, sem que o
mesmo assigoe por seu proprio punbo
qualquer transaccSo que seia eita con-
tra ou a favor deste estabelecimento t e
para que sirva isto de governo a qual-
quer pessoa annuncio por esta folha.
Recife 2 de novembro de 1861.
Cosinheiro rancez.
16Rua do Imperador16?
Sj> Neste eatabelecimento faz-se todas as aa
aj eocommendaa de sua arte tudo com a m
Ssuperioridade e parfeteto que aa peasoas S
entendidas Iha reconhecem. Manda-ae
H Umbem comida para (ora ludo com multa
aj delicadeza e promptido, por precoa ra-
fa> zoareis.

?", 48,
Jojs
Sociedade banearia.
Amoriro, Fragoso.Saotos & C.sacam e lomam
aaquea sobre a praga de Lisboa.
Aluga-se uma loja do sobrado da
rua dos Coelhos n. 8, envidracada, com
quintal e cacimba independente: a
fallar no mesmo sobrado.
Frederico Chaves aluga seu sobrado sito no
Poco da Panella, coro muitj bons commodos pa-
ra grande familia, perto do banho, jardim, terra-
do ao lado, cocheira, caaa para criado, eatribaria :
a tratar na rua da Imperatriz o. 19
Quem precisar de uma ama para coziohar e
engommar para caca de pouen familia, dirija-se
a rua Bella o. 32.
E. Leconte vai fazer uma viagem a Franca,
levando em aua campmhia uma aua filha menor
de nome Eugenio : roga portanio aos seas deve-
dores que tenham a bondade satisfacer seus d-
bitos neates oito dias.
Para ^assar a festa.
Aluga-se una cass terrea com duas salas, tres
Juartos, cozinha lora, quintal murado, ao lugar
oa Arrombadoa, junto ao sobrado de frente ama-
relia, a qual fica moito perto do rombo, e que
que offerece banhos salgados, e doce nss vagan-
tes na casa n. 1 jauta a ponte do Varedouro,
achara com quem tratar:
Preciaa-ae de um caxeiro portugus que
tenna pratica de taberna e que d fiador a sua
conducta, na rua da Senzella Velbe n. 48 ie dir
quem preciaa
--Claudio Dobeux, proprietario das linhas da
onoibus, fjz sciente aos seobores asignantes a
mais paaesgeirea da liaha de Jaboalao que, o
respectivo tunibus nao paaaa alm da barreira, a
por sso os pretendentes deverio tomar lugar
aqoem da dita brreira, no lugar a onde est
presentemente o caxeiro antes de caegsr
poroajlo.
Consultas medicas.
Serao dadas lodos os dias pal* Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, roa
da Cruz n. 53, desde s 6 at is 10 horas
da manhaa menoa aoa domingos aoore:
1.* Molestias de olbos.
2.* Molestias de coracio o do peilo.
3. Molealias doa orgaoa da geracao o
do anus.
O exame dos doentes seri feito na or-
dem de suas entradas, comecando-se po-
rm por aquelles que soflrerea dos
olhos.
Instrumentos chimicos, icsticos e p-
ticos sero empregados em auaa consul-
ta;6es e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menoa
probabilidade sobre a sede, naturesa o,
causa da moleatia, e dabi deduxir o pisa*
de Iratameuto que deve destrui-ia oa
cursr.
Varios medicamentos serio tamben
empregados grstuitamenle, pele cer- m
teza que tem de sua verdadeiraqualidade. 8
promptido em seus effeitos. o a neceaai- 2
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Pralicar ahi mesmo, ou aa casa dos
doentes toda e qualquer operacao que
julgar conveniente pera o restabeleci-
mento dos meemos, para cujo fia se ada
prvido de uma completa collecco de
iostramentos iodispanssrel ao aedice
operador.
'
Peci aa-ae de uma ama que seiba cozii
e comrptar; na rua Nora n 33.
lZ..'^ Lu" 4e B*rro"' PeUegue. vas pan
. ~ Dessppsreceu oa furtaram do aio as Cruz
de Almas, um cavaiiocaatsano. trae pea braaeos.
grande, fazenoo a aeg.nda muda : qeeaa ellai
der noticia, ou all o entregar no collegio daCea-
ceiQae, ser generoaamenle gratificado
Ama.
Precisa-se da una-ama para caaa ate__
solteiro, que seja da idae^aiba eemiehar.e i.
te-se ao aervico ate campo : aa rea de Apollo a.
?3, piiaeiro andar.
, II r-a**i\ #ii i


DUUO M MMUI-JIIGa- QUWTA fkllA ? I HOTMUBO DI
iieii
Sincero foto dejpL
Inflammacsto da to
Pedecendo tu ha asis de 10 aaitt urna in-
flimnn{io oo peito, que me titira urna dor
correspondente oa coslaa, e na tirara qusai a
respirecio. im pose bilitaa0>aae eVdjormir bem,
e usaado todos 01 remedioa posaivei* sem achar
o menor alivio, por ultimo recurso resolv sppli-
caraacbapaa sDediernaes do Sr. Ricardo Kitlt
coa eacriptorio na na do Parto o. 119, com aa
qasesflquei perfeitoaente corada no curto esps-1
(o de 36 din.
E por iaao digoe-ie o ommo seobor aceitar os
siocerosjotos de mioha ratidao-Leonor L. de
Mor.es Mesqait. Piaoator Seranea lo.
Roaidaa Mangueasen.8,.lo de Janeiro.
Aluga-se a toja do sobrado da roa do Livia-
mento n. 17. propria para qualquer eetabelecl-
meuto a quem comprar a srmacio pella eiislen-
te ; a tratar na mesma ou na roa de Hortaa nu-
mero 10.
Precisa-ee de am caiiero com bastante, pra-
tica de taberna, desembsracsdo e agradare!, e
Sue d cooheoimento de ua conducta: na ra
aa Grases n. 24.-
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
nn50r : '" HH" "0b"<, *m tnd"
Manoel Joaqun Ramos a Silva mudou o
aeu escnptorto da ra da Cadeia do Recite para
a ra do Apollo.
Na Boa-Visla. rus do Aragao a. 28, cse-
se de alfaiate, e lambem lava-ae e engomma-ae
para lora, aasim como tambem eocarregs-ae de
fazer comida para particular ; quem. qoizer diri-
!" *sa cima a qualquer hora do dia.
O altores Antonio de Souza Mootairo faz
scienie ao respeitavel publico que desta dala em
diante ae asaigo por Antonio Freir de Souza
Monleiro.
Esi para alugar-ae loja do sobrado da
ru das Cruzes o. 9, peoullimo sobrado quem val
da ra do Queimado para S. Francisco, lado du
reilo : quem pretender, (alie no mesmo.
'.

Aviso.
Por constar-meque ezislem execucea contra o
Sr. Manoel Ikosco de Siqueira Cavaleanli, o abai-
xoaaaigoado para evitar questoes futaras, vem
declarar que todos os escravos, boiada, etc., etc.,
deste seohor, e Ihe eato especialmente hypo-
thecados ha muitos aonos|Isidoro Camello Pes-
aos de Siqueira Gtvalcanti.
Armazem.
Para alugar-ae um vasto armazem recentemen-
te coostruido em frente da nova rampa e entre
aa ras do Amorim e Moeda, e trapiches Compa-
nhia Cuba, mui proprio para armazem de aasu-
car por poder fazer seus embarques na rampa, e
pode tambem aervir para recolher gneros de es-
tiva ou ouros, ou emfjm para deposito de (azen-
das de qualquer casa ingleza, o que se torna mu
commodo pela proximidade da alfandega : a tra-
tar n ra de Apollo n. 9, aonde ae acham as
chaves.
Preciss-sedtuBa rapariga soltoirs que se
queira aajeitar a aer criada de urna casa de pe-
quena familia, afim de cuidar em coaturaa e Os-
tros servidos : quem estiver oeste caso, e afian-
zar bom comportamento, pode annuuciar neate
Diario para .ser procurada.
Sitio para alugar.
Aluga-se o sitio do Monleiro, com boa casa,
aonde morou o fallecido pai do aonunciante, tem
cocbeira, estribaria, ele : a tratar com Manoel
Alves Guerra, na ra do Trapiche a. 14.
Precisa-ae de um meaino forro para creado
afim de levar recados e trator de um csvallo : na
ra do Imperador o. 43, prmeiro andar.
Precisa-se
arrendar um sitio bem perto desta praca que te-
nba bastantes srvores fructferas e boa casa de
viveoda. estribara, baixa decapim para sustento
diario de tres carelios : quem liver para arren-
dar dinja-se & loja do Paselo Publico, de Fir-
miano Jnior, que ae dir quem pretende.
Aluga-se um mulalinbo para casa de pouca
familia, que cozinha o diario de urna casa, mui-
to fiel e tem boa conducta.- a tratar na ra Di-
reita n. 45.
Aviso ao publico.
Das 6 horas da manhaa as 6 da tarde acha-ae
sempre botes na rampa do thealro d s.m. u.
bel para a rampa do Gymnaaio, para transporte
de|pessoas a 80 rs. cada urna.
Alexandre Ferreira Caminha, socio gerente
da firma Santos Camioha & Irisaos nesti praga,
vai ao Aracaly tratar de seus negocios, deixaodo
por seus procuradores os Sra. Francisco Gomes
de Mallos Jnior, Prente Vanos & G.
Precisase alugar urna eserava para o ser-
vico de urna casa de pouca familia, i tratar na
ra da Praia n. 44.
Precisa-se de urna ama de roeia idade, para
casa de homem aolteiro : na ra Direita n. 55,
loja de fazendas.
Atten Precisa-se de um menino Porluguez ou Brasi-
leiro que tenha alguma pratica de negocio para
urna casa fora desta cidade: a tratar na ra da
Cruz, taberna do Sr. Joa Goncalres de Azeredo,
defronte do becco da Liogoeta : quem pretender
nao se demore.
Joseph Lehmann vai a Babia.
Quem aonuociou ter para dar a premio a
quaotia de 350$, appareca no largo do Tergo n.
39, que achara com quem tratar.
Na liba dos Ratos, casa oova seguinte a de
n. 8, precisa-se de urna ama forra ou eserava,
que cosa, engomme e cozinhe, ou cuide de me-
ninos.
ARMAZEM
K013P AFEITA
Rival
sem segundo
[uim F. dos Santos.
40Ra h Omhhod-v
Defronte do becco da Congregando letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimenlo completo de
todas as qualfdades e tambem ae 'manda eiecutar por med
zes psrs o que tem um dos melhores profaseoras.
soleto de roupa feita de
ida 4 vontade dos fregue-
Casscss ue panno prelo 405,
85f e 30*000
Sobrecaaacos da dito dito a 35 e 30)000
Paletota de panno prelo e de co-
rea a 35, SO, 25, 10. 18 e SOfOOO
Ditos de caaemira de coras a 22,
15f. 12. 7 e 90O0
Ditoa de alpaca preta golls de .
velludo fraucezas a 10|000
Ditos de merino setim pretos e
de cores a 9J o iu 81000
Ditos de alpaca de corea a 5 e 3*500
Ditos de alpaca arela a9. 7. 5e 3|500
Ditoa de brim de cores a 5f,
i50O, 4 e 3500
Ditos da bramante de linho bron-
co a 6. 5J e 4000
Ditoa de merino de cordio prelo
a 15 e 8000
Calcas de casemira preta e de co-
res a 12, 10, 9f, 7 a 6&000
Ditas da princezs a merino de
cordao preto a 5. 6*500 a 45O0
Ditas de brim brsnco ede cores a
5. 4*500 e 2f.50O
Calcas de ganga de corea a 31000
Collete de veilado preto a de co-
rea lisos e bordados a 12,9 e 8*000
Ditoa de caaemira preta e da co-
res lisos a bordados a 6#,
5*500,5 3$500
Mo* de setim preto
Ditoa-de seda e setim braceo a 6 e
Ditos de gorguro de seda pretos
a da cores a 7, 6, 4 a
Ditoa de brim e fuello brsnco a
31500. 2*500 e
Saroulaa da brim de linho a 2* e
Ditas de algodo a 1600 e
Camisas de peito defusto brsnco
ede cores a 2*400 e
Ditas de pilo de linho a 5, 4 e 3*000
Ditaa de madapolio.brancas e de
corea a 3. Ve
Chapeos pretos de mssa trincara
forma da ultima moda a 10.
8fM0e
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e ,
Ditos de sol de seda ingleses e
francetea* 140, 12, 11$ e
Colarinhos de linbo muito finos
novos fetios de ultima moda a
Ditos de algodo
Relogioa de o uro patenta e hori-
zontal a lOOf, 90. 80$ e
Ditos de prata galvanisados p-
tente e horizontaea a 40 e 30500o
Obras de oaro, aderecoa e meios
aderemos, pulceiras, rozetss e
a neis a
Toalhss de linho duzia 100, 69 e 90000
Ditas grandes para meaa urna 3 e 4*000g|g
5*000
5*000
5*900
3*000
200
1*280
2*200
10(00
7*000
2*000
7*000
8800
*500
700000
.- ..
Compras.
Compram-se moedasde ouro de 200 brasi-
leiras, e pecas de 16 portuguesas : no esciiplo-
rio de Manoel Ignacio de Oiiveira & Filho, largo
do Corpo-Santo.
Compram-se moedas de ooro e patacoes
hespaohoeaao cunho de Carlos III e IIII, os rus
Nova n. 23.
Attenco.
No trapiche da coepanhia, no largo do Corpo
Santo, compram-se escravos para o Rio de Ja-
neiro, preferindo-seosdeidade de 15 a 20 aooos,
pelos quaes se offerecem vaetagena ; quem liver
sirra-se apparecer para tratar.
Compra-se urna eserava de meia idade que
saiba cosinhsr e engommar, que seja robusta,
sem vicio nem achaque : no largo do Paraizo nu-
mero 14.
Compra-se urna casa terrea que seja visto-
sa, em qualquer ra : quem a liver e quizar ven-
der dirija-se ra da Palma n. 41, sobrado.
Compra-se urna ou duas casta terreas no
bairro de Santo Antonio : quem livor e quiaer
vender, na ra do Cabag n. 1 A ae dir quem
compra.
K^Guimaraes & Villar.
___ Ra do Crespo numero 17.
Vendem Imratissiiiio.
Cambraiss brancas bordadas psra vestidos desenboras a 7* a peca de 9 varas.
Organdys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores fazeoda fina a 240 e 280 rs. o covado.
Manguitos e golliobaa psra senhoras a 2* o par.
Golliohaa ultimo gosto al.
Manguitos a 3* o par.
ntremelos ricamente bordsdos a 2*.
Tiras estreitaa e largas bordadas para enfeites de vestidos de 2 s 5* a peca,
Satos bordadss de 4 pannos s 4*.
Sajas bordadaa de 3 pannos a 2*500.
Saiaa balio de musaelioa com babados a 6.
Chapeos de palha de Italia psrs senhora a 28.
Ditos de seda para senhora a 12*.
Manteletes de seda
o que ha de maie moderno de diversos precos.
Ditos de fil muito bonitos a 300.
Vestidos brancos bordados a 20. -__~
r>il. faf.n... h....... -7*
Chitos fraocezasdetodaa aa qualidadea a 280,300, 360 e 400 rs. o covado.
Madapolo de todas as qualidadea a 4, 4*500, 5 e 7 a peca.
Oulras muilas fazendssde gosto e precos baratos.
LOJElMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40loa do Queimado40
De fronte do becco da Congregago, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentos:
Ricos cortes de vestido de tilo ou blond de seda branca com ramo _e capells,
mais moderno e superior que ha no meresdo.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados s branco e
cores.
Ditos de tarlstana branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com muila elegancia.
Saias bordadas
Ricas saiaa de cambraia branca bordadaa com o mato apurado goato e mais finas
que ha oo mercado.
Ditas de dita recortadas msis bsratas.
Para baptisados.'
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com muito elegancia, o
mais moderno mais superior que ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seds de cores e pretos bordados e lisos com enfeites, bam
como arrendados, por presos commodos.
3#000 a peca.
Pecaade cambraia lisa larga fina comO a 6 1(2 varas, muito barato.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de linho bordados a 3, 4 e5 cada am
Chales,
Ricoschalea de touquim brancos bordados de pontaredonda ede 4 pontos.
Alem das fazendas scimamenciopadas tem um grande aortimento de todas aa
qualidadea, que nao poasivel mencionar-se pelo grande espado que lomara.
Vendas.
Vende-se a dinbeiro ou ,troca-ae por urna
eserava apta para o servico interno o externo de
urna cas, um crioulioho de 7 para 8 annos de
idade, acudo a volts convencionada visto do ne-
Socio : na ra da Fundigao, em Santo Amaro, em
ente ao porto das canoas, taberna de Antonio
Alves da Costa, se indicar na mesma raa a casa
onde se acha a senhora que faz esta venda ou
troca. Na meama casa ae turna a premie a quan-
lia de 1:000 a 1:500$ garantidos em tena de raiz.
Fumo em rolos.
Vende Jos Laiz d'Olireira Azevedo, em aeu
armazem travessa ua Madre de Dos n. 5
Ra da Cruz n. 48
No esariatorio da E. A. Burle & C. vende-se
urna riquissima mobilia da mogno toda de obra
de taina o msis moderno e melhor que pos-
siva, por preco muito rssosvel; ao mesmo es
criptorio ha a venda .ezcelleotes mobilias fibgin-
do junco guarnecidas de marmore a 390*, como
tambem ba cadeiras psrs pianos, lsvatorioe, toa-
lhetes, cabidas tuda pot oreos que admira.
Vende-se oa ra Nava o. 59, um P" de
arreos frsneezeschegado ltimamente, tSPjpem
te vende um cabriole! novo sem o srreicf.
k, RA SO QUEIMADO N?46
Na rus do Queimado n. 55, loja de miudezai
d Jos de Azevedo Mato e Silva, tem deslioado
sesbar coa certas e determinadas miudezss pelos
precassbaiio declarados, a venharn logo pola
asta acabando.
Csixas eom agqlhss francesas a.......... ISO
Novellos de llohs nara marcar a 20 rs. e.. 40
\ Ditos de linha de corea e muito grandes s 40
Carretel de liuba, superior qualidade a.. 30
Linos branca do gaz a 10 rs. e........... 20
Dita dita,a melhor que ha, norello grande 60
Parea de melaa de corea para meninos a 120
Duzia de meias crass muio superiores a 2400
Dita de ditas ditaa a...................... 2000
Pareado meias de cores psrs meninos a 180
Linha em cariao Pedro Va.............. 20
Caizaa com phoaphoros de seguranca a 160
Caitas da folhss eom phosphoros (so a
caira valiOOrs.Ja........ ........... 100
Duzia de phosphoroa do gaz a.......... 240
Fraacoad'agus da colonia superiora.... 400
Ditosjcom cheiros muito finos a........ 500
Duzia de meias muito unas para senhora 8000
Caixas de apparelhos para meninoss 240
. e..........f 500
Trancas da laa e de linho sor lid as a...... 40
Sabonetes grandes e superiores a........ 160
Grtza de boioes pequeos psrs calca a.. 120
Grozade boles de lou?s a.............. 120
Varaa de tramoia superior a 120 e........ \*0
Grozade peonas de ac a................ 500
Carteiras muito superiores s............ 500
Biralhoa portuguezea a.................. 120
Tesouras muito finas para costuras.... 400
Ditaa para unhasa240e................. 400
Bsralhos para voltarete a 240 e.......... 320
Frascos deban ha de urco a................ 640
Frascos grandes delavande ambreada, su-
perior qualidade a.................... 500
Frascos de oleo de babosa a 320 e...... 800
Fraacos de danha muito fina a 240 e...... 330
Agalheiroa eom agulhas a................ 80
REMEDIO tNCQMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT .
Militares de individuos de todas as na$5ci
podem tesiemunhar a* virtudes deste remedio
incomparavele provar era caso necesssrio, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo s
membrosinteirsmente saos depoisde havor.em-
preado intilmente outrostrstsmentos. Cada
pesaos poder-se-ha convencer dessas curas ms-
ravilhosas pato leitura dos peridicos, quelh'aa
relatara todos os dias ha muitos annos; a
maior parte dallas sao tio sor prndenlas qus
admiram os mdicos mais celebres. -Quanto
pessoasrecobraram com esto soberano remedio
o aso de seus brscos e pernas, depois dedui
permanecido longo lempo nos hospitses.o tas
deviam soSrer a amputado 1 Dallas ha mti-
cas quehavendo deixado esses, asylos depade-
timenios, para se nao submeterem aessaope-
rajao dolorosa foram curadas completamente,
mediente o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco*
nhecimento deca rara m estes resultados benefi*
eos diante do lord corregedor e ou tros magis-
trados, afimda mais autenticaren) sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado desaude se
tivetsse bastante confianza para encinar esto re-
medio constsniementoseguindo slgnm tempo o
tratomento que necesslasse a natureza do mal,
cojo resultado seria pro vai incontestovelmente.
Que tudo cura.
O ungento lie til, mala particu-
larmente nos seguintes casos.
Infiammago da bexig
Remedio infallivel contra ato gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica frnoeta ra da Crut n.
S2. Preco 3jj-
Na loja do vapor, ra No-
va n. 1, acha-se barato
grande sorUmento de calcado francez e ingles,
roupa feita a petfumarisa muito tinas.
Aos senhores acadmicos
A' loja do leSo de ouro.
Na bem conhecida loja do leode ouro, de Jo-
s Goncalveada Silva Raposo, ra do Cabug n.
2 C, recebeu-ae ltimamente da Europa as me-
lhores Atas de gorguro de diversas larguras pro-
prias para cartas de hachareis, as quaes eil ven-
deodo mais barato do que em ostra qualquer
parte: s ellas, snles que se scabem, que s a
loja de lelo de ouro quem as tem.
Attenco.
a
Veode-se urna barcada de lote de 25 caixas,
dovs, sem afnda ler navegado, construido com as
madeirss de melhor qushdade : os pretendenles
podem dirigir-se ra da Praia, armazem n. 9,
que acharo com quem tratar.
Attenco,
Na ra do Queimado loja de tres portas n. 69,
ha para vender um completo sortimenlo da fa-
zendas e por barato preco dentro ellas, ror|a?s de
lias lanadas a 8000, ditos Unos a 9$000,dilos de
barege de sede enfeitados com frocos de duss
saias a 10$, enfeites Anos para senhora a 75, di-
tos de froto a lg, ricos manteletes de seda pre-
ta el8g.
Riquisimos manteletes pretoa bordados s 35 ,
Mquissimos cortos Sto seda preta a 40,50 e 608.
aKB,ndiU,*t0**,t"a awanea-toiede a SU,
25. 30, 35 e 40.
Chalea de merino estampados, superior fazea-
da a 4a.
r-S^le* de Tellu oaaoo.
ollinhaade casobraia Bordadas, ama 330 ra.
Superiores casemirss de cores, covada a 2|800
Pentee viradas de tartaruga a 6 e 8S.
Leo Camissa de linho. duzia, a 35. 40 e 45
a*^lem5i^Sret"" *ttmior 'anoa, covado a
i#ouu e lfbOO.
Corles de cambraia bordadoa a 1*800.
Ditos de dita de salpicos a 3.
Lequea a 3.
Chapeos a Garibaldi e traviata a 10, 12 a 15.
Ceroulas escocezas, urna 180.
Tsrlitaoa de todas aa corea a 800 rs.
Existo mais um esplendido sortimeato de fa-
zendas que seria enTadonho menciona-las, e que
se vendem por muito menos preco da que <
outra qualquer parle.
Se houve por bem resolver
Na loja das tres estrellas
Sortimeato completo de sobreeasacos d ptnoo a 25, 28, 30 e 35, casacos multo bem
feitas a 25|, 28f, 30ge85|, paletota acasseados de panno preto de 16 at 15, ditos de caaemira
da cor a 15, t8| e 20f, pal*Iota saceos do panno e caaemira de 8 at 14, ditos saceos da alpaca
merino o la de 4 at6, sobre de alpaca e merino de 7 al 10, calcas pretos de caaemira de
a at 1*8, ditos ie eoroe7 at'tOf, roapas para menino de todos os lmannos, grande sorti-
menlo de roupas de brins como seiam calcas, paletota e colUtss, sorUmento da colletas pretos de
setim, casemira 0 velludo de 4| a 9f, ditoa pata casamento a 5 e 6, paletoto brancos da bra-
maste a 4 5f, caigas brancas multo Boas a 5|, e um gran le sortimeato de fazeadas Api s e mo-
dernas, campisto sortimeato de eatemlras inglesas para homem, menino e senhora, leroulas de
Robo e algoo, chapeos de sol da seda, lavas de seda de jouvo para homem o senhora. Te-
mos urna grande sortea de alfaiete onde recebemos encommendaa de grandes obras, que para
mo est sendo admietotrada por um hbil mestre de semelhaule arto e um pesaos! de mais da
elncoenta obrairos eacolbidos, portelo ejecutamos quilquer obra com prompljdao ornis ralo
do que em outra qualquer casa,
Tahas.
Maior reduccao nos precos para acabar.
Veodem-sa no armazem de Braga Son & C.
na ra da Moeda, toixas de ferro cuado do mui
arredilado fabricante Edwin Maw a 100 rs. por
libra, as mesmis que se vendiam por 120 rs.
rawBw^saw aaswsrsTa fsfwwrwvw!
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de oinus.
Mordeduras de reptis.
Picadora.de mosquitos.
Pnlmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinba, em qualquer
parto que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoe8.
Veas torcidas on
das as pernas
no>
Alporcas
Gaimbras
Callos. ^
Aneares,
Cortaduras.
Dores al cabe$a.
das costas,
dos membros.
Enfermidsdes da cutis
em goral.
Ditos de a us.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falto de
oalor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivss escaldadas.
I n chaces.
Inflsmmscao do figado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras p
soas encarregadas de sua venda em toda
America do sul, Havana e Hespanba.
Vende-se a 800 rs., esda boeetinhs contera
urna inslruccao em portugus para explicar
modo de fazer oso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Sonm,
pharmaeeutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
S arara que est
liquidando.
Vende-se grosdenaple preto a 1600 e l800o
covado, dito dito muito encorpada de cores para
vestidos a 1J-800, damasco de laa muito largo a
1400 o covado, riscado escoces, para vestido j
280 o covado, mussulina de cores a 320 o covado,
chitas para vestidos a 160 e 180, ditas francezas
largas a 220. 240,260 e 280 o covado, casas de
sal iiicos a 200 rs. o covado, ditaa de corea a 240
o covado, salas bailo (fe panno sem arcos a 2400
o covado, ditas de madapolo a 3, ditaa de 20 a
40 arcos a 3J e 3500, e outras muilas (azeodas
que sedar amostras para se ver, ludo por pre-
go bsratissimo ; na ra da Imperatriz, loja da
arira de 4 portas n. 56, de Hagalhes & lleudes.
Ultima moda
italiana,
vindo no ultime vapbr francez
40 Ra de Queiiuaflo 40
Lindos cortes degestido de seda de cores 4 ita-
liana.
Ricos manguitos com golliohas de cambraia
branca bordados bail.
Um grande surtimento de chales de merino de
todas as qqalidades.
Ricos veos de fil de seda brsoca bordados,
grandes, para casamentos.
Tarlataaa do aerea bordada, 8 palmos de largu-
ra, aovado 1.
Um grande e variado aortimento de
roupas feitas, calcados o faxendas e todos
za
a grai
as feil
estea se vendem por precos muito modi-
ficados como de seu cosame,assim como
sejam sobreeasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurines s
26, 28, 309 e a 35, paletots dos mesmos
pannos preto a 16|, 18f. 20 e a 249,
ditos de casemira de edr mesciad o e de
novos padroes a 14. 16, 18. 20 e 24,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9, 10, 12 e a 14, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de8, 10, el2S, ditoa
de aarja de seda a sobrecasacados a 12,
ditos de merino de cordao a 12, ditos
de merino chioez de apurado gosto a 15,
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
ditos saceos pretos a 4, ditos de pslba de
aeda fazenda muito auperior a 450O, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3(500, 4
a a 4|500, ditos de fusto branco a 4,
grande quaotidade de calcas* de caaemira
prela e de cores a 7, 8, 9 e a 10, ditaa
paruas aSiiiiii, ditaa de brim de corea
finas a 28500, 3, 3^500 e o 4$, dita* de
brim brancos finas a 4500, 5$, 5500 e a
6, ditas de brim lona a 5 e a 6f. colle tes
de gorguro preto e de cores a 5$ e a 6J,
ditoa de casemira de cor e pretos a 48500
e a 5, ditos de fusilo branco e de brim
a3e a3500,ditos debrim lona a 41.
ditoa de merino para luto a 4 e a 4(500,
calcas de merino para luto a 48500 e a 58,
capaa de borracha a 9. Para meninos
de todos os lmannos : calcas de casemira
prefa ede cor a5g, 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 28, 3 e a 3(500, paletots sac-
eos ce casemira preta a 68 e a 7a, ditoa
de cor a 6 e a 78, ditos de alpaca a(3(,
sobreeasacos de panno preto al2e a
14a, ditos de alpaca preta a 5, bonete
para menino de todas aa qualidadea, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninaa de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos s 8 e a 128, ditos de gorgu-
ro de cor e de lia a 5 e a 6, ditos da
brim a 3, ditos de cambraia ricamente
bordadoa psra baptisados,e muitos outras
fazendas e roupas feitas que deizam de
ser mencionadaa pela sua grande quanti-
dade; aasim como recebe-se toda equal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para eate flm
temos am completo sortimenlo de fazen-
das de gosto e urna grande oficina deal-
fatota dirigida pomm hbil mestre qne
pela suapromptidceperfeicionadadei-
xaa desejsr.
BARATO
sem igual, s na ra do
Queimado n. 40.
Luvas de seda de cores para homens, senhoras
e meninas, o par 400 rs.
Lencinhos de seda com franja, finos, para me-
ninas e senhoras bolarem no pesclo, um 500 rs.
Chapeos de sol de seda para meninaa de esco-
la, um 1(600.
Grvalas de seda de ponta larga, outr'ora do
valor de 4 a 6. pelo diminuto prego de 18 urna.
Dversaa fazendas de lia e aeda pira vestidos
de senhora, que oulr'ora se vendiam por 18280,
pelo diminuto prego de 640 o covado.
Sedea decores superiores com pequeo toque
de mofo a 800 rs. o covado.
Superiores e afamadas peonas de ac denomi-
nadas langa, groza 600 rs.
Pecas de cambraia lisa fina e larga, pega 3.
Ferro < Maia*
Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Vendem-se chitos (rencezae muilo Aaas de co-
rea fizas, covado.a 240 rs.
Chitas inglezaa, cavada a 160 rs.
Cassas francesas muito finas, corad a 220 e
Tudo quetmar derreter
Em moeda eocanto dellas.
Ra larga do Ro ario n. 33.
Para liquidar: bicos de 40 a 200 ra., ditoa fi-
nos de 100 a 320 rs., ditoa pretos largos da 32t
a 600 rs.. ditos de aeda de 100 a 3SO, ditaa lar-
gos a 600 e 800 ra.. atas muito ricas da aarja la-
vradss de 600 a la200. ditaa mais simples da 120
a 500 ra.. ditas lisas asseti nadas se aer ores de
300 a 600 rs babados de linho do Pasta a 40
60 rs. a vara, peca de 15 varas a 320 e 500 rs.,
babados largos para camisas de meoiaoe leeces
de 120 a 200 ra., dito da largara da palma a 24
rs.. trancas de seda com vidrllho pretos de 200 a
400 rs., franjas de seda de corea de 320 a 00 rs..
ditas de la e aeda a 160 e 240 rs.. requife de la
e algodo de 60 a 120 ra., gsldes pretos de M a
130 rs., fila para ros j com colzetea branco, par-
do e prelo a 320 ra., eaKoea de colzetea a 40. 50
e 60 rs sombra para llores de todas as cores a
120 e 160 a folba, enfeites de rede e vidrilho pa-
ra cabeca a 1 e 18500, eaeovas para (ala da 600
s 1, ditas psra deotes de 240 a 500 ia., eealreo
muitos objectos constantes de outros andancios.
E em pec, cenlo, maaao oo duzia vende-se coas
grande differencade retalbo.
Vende-se por 7008 am eserava criolo de
40 annos de idada, muitu cuidadoso esa aaas obn-1
gacoes, proprio para tomar coala da sitio afea
qualquer outro servico. maito fiel e obediente
quem o pretender dirija-aa ao liosrdego a. 8.
Liquid&cao
na loja da arara.
Vendem-se cortes de cale de riscales de ca-
res e brim a 1, 1280 a 1J600, ditos da meta
casemira a 1(800 e 2, cortea de casemira prela
para caiga a 3J50O, dita entestada fina a 4f, ditos
de cores finas com listos do lado aa sem Iistra
a 4(500, cortes de vestidos de tarlataaa brancos
com babados de cores a2500, coitos de camareta
para vestidos com svenlal oa quilha ios todos, da
cores, a 2J&0O e 3, cortes de ditaa Bdm eos 13
covados a 5(500, ditos de riscadoa chiaezes a
2(500 : na ra da Imperatriz, loja da arara de 4
portas n. 56, de Magalhaea e aleudes.
Vende-se 1 sof, 1 par de consalaa, 1 coas-
moda e6 cadeiras, tudo em bom estada, e pala
diminuto preco de 908 : a trator aa raa de aor-
tas n. 122.
As verdadeiras luvas de
Jouvii.
A loja da boa f recebea novo sorlisatc'.r atoa
verdadeiras luvas de Joavio, e as recomo.t oda
aos cavalleiros e madamas de boas gosto, para
que mandem por ellas na referida loja da bea
f, na ra do Queimado n. 32.
Na padaria da raa torga do Rosario ten as-
edenles bolachinhas de differenies Usa o has a
qualidades para 3200, 3*520 a 4 par anab, a
110, 130 e 140 ra. por libra : boUra>iaa>*a doces
muito bem feitaa a 4 por arroba e 150 ra. por li-
bra : nao a 120 rs. a libra, sendo de 4 par riaaa.
Vende-se um molecole de idade de va-
nos, perito oflicial desapateiro, boleeiro e cofrei-
ro : a tratar na ua do Crespo n. 9, loja que lo.
deSequeira & Pereira.
Vendem-se dtus ecraos, sendo aa anoie-
que de 12 annos e urna crioula da 15 a 10 annes.
ptimas figuras ; na ra do Hospicio a. M, so
dir aonde.
Vendem-se libraa slerlioss : no escrif/.orio
de Amorim Irmos, rus da Cruz o. 3.
flor a 800 rs. e 720, asalto do carra pato a 400 rs. .
a garrafa,cha pereto a 3, hyaeon s 2500, oafi
torrado a 240, dito a 200 rs arros a 100 rs. a li-
bra, toucinho a 320, esperaaeeto a 760, sabio
masss a 200 rs. a 160. lateo seos 5 Jibias da ao-
lacbinba de soda a melhor do mercado a 2fO0
vinha de Lisboa a 480 o 400 rs., dita braaco
560 : no armazem da estrella, largo do Paraizo
numero 14.
Luvas de Pellica
de Joavio, veadem-se por commodo preco ; ni
raa da Craz'no Recite, aratozeft n. 14.
140 rs.
?rim branco de poro linho, vara a 1.
son carde, eor.d cale, azul e preto, covado
ChJlea de touquim 15000, 20, 25, 30, 35,
Superiores meias de slgodio cr para homem,
Visitas bordadas, a matiz, urna, 8 e lOf.
t SM?W; Pwa-seBhow, una, 2.
Cortos do casemlrs de cor, superior fazenda, a
^yeliudodtc4a*ascaf4.' Superiores paletots de casemiras de cores a 141.
j 'a?" C9*,Dhtt kortaM 9"* eeohora a
so e so.
Importante
Aviso
Na loja e'.4 portas da raa do Queimado a. Jf,
acha-se am grande armazem com lodo o aorti-
mento de roupas feitas, para coja fia tem mon-
tado urna officina de alfaiate, eataodo eocarreeja-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que so' Um
encommende ; por toso que fes osa convite espa-
cial a todas se peasoaa com especialidad toa
Illms. Srs. offlciaes tonto da armada como do
ezercito.
Paz-se fardas, farddea eom superiores preparos
e muito bem feitas, tambem trata-so fazer o far-
damento todo completo conforma so asa no Rio
de Janeiro, tanto que tem oa flgariaoe qae ato
14 vieram ; alm diaso fas-a* mato caaaqaiobas
para montara, fardetaa ou jaqueles, bem cerro
colletes a militar para oa Srs. ajudaolea da esta-
do maior e de cavallaria, qoer sejs singlos aa
bordadoa a espequilba de oaro oa pnls, tado aa
gosto da Europa, tsmbem prepara-se becas psra
desembargadores e de qualquer juiz segando c
eslylode Coimbra aonde aa fazeso as molhoreo
conhecidas at hoje, assim como leas maito ricos
desenos a matiz de todas as corea proproa para
fardamento de pageos ou criadoa da libr qae ao
far pelo gosto S trsnceza. Na maesas casa ta-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao meamo gosto. Aflaacaad*
que por tudo se fica responsavel como seja boaa
fazendas, bem feito e bom corte. Dio se falla lo
dia qae se prometter, segando o systoma d'oad*
veio o mestre, poto espera a honrosa visito oo
dignos senhores visto qae nada perdesa em es-
perimentor.
Na loja d'aguia de oaro. raa do Cabag a. 11,
recebeu um completo sortimeato do gollinbaa ato
missangs, sendo de todas escores
Attenco.
Vende-se urna taberna em nota astado, por ter
poucoa fondos propria para procipiaate, aa raa
ds Prsla na. 56 e 5* : os pretndanles dirijam-ao
s mesma.
Manteiga inglesa flor a
800-'rs. -
Gomma de ararofa maito oova e slva, 100 reto ;
toucinbo novo a 320 res; cerveja marea ce an-
otas a 500 ris; eevadoha e 160 reto: na rasj das
Cruzes d. 24, esquina da travessa do Oa
v*l.
III I
% #1


6
IMUVDt*
*- mn+mn?
Carro
isa
C. sufcessores
er
ru da Cruz
, Tend
* leves para duas a 4 pesceos roce
mmendaa para cujo fiar- lies pouuem map-
com rarloa detenaos, tambera Tendem car-
de assucaretc.
mi com rarloe desenb
*giparaconducCoc
Francisco FernandesDuarte,proprietariodestejLoa das 6 lior-
a de molhados, partecipa aos seus freguezes, assinTcom os soohorae d. prace, decante-1' I..- J^Vi \
tas em ft^eote do Lf-
\t
armazem
Biio e labradores que d*ora en vanle quizerem-se afreguezar neste estabelecimeuo, "que acacha
con ara completo sortimento de gneros os mais novos que ha no mercado e por serete a maior fftj
parte 4eUesvin do que em outra qualquer parte; aflangando a boa qualidada e acondiciouamento, asaim como aer- 5
?ir os portadores menos praticos to bera, como sa os senbores viessem pessoalmente, para o que
nao se poaparS o proprietario em prestar toda atiendo, afim da continuaren! a mandar comprar
anas eocommendas, serios de que, toda e qualqaer eucommend. comprada neste estabelecimento
ao-npanhar urna coala irnpressacom o mesmo titulo de armazem Progresso.
M *nteig* taglea per fritamente tt1|000 rl.. TeDde.
se poreste prego nicamente pela.grande porco que tem e sefor em barriese (ara abatimento
Mtnteiga f r aneeza,
barril a 600 n.
Ca nr&Va nyasan c nrato osa,9lhare.qae nanomercado".aoo.2*00
e t60a, aQaaga-se aboa qasfldade.
Qaeijos do reino,
2JW0.
I l8wl H C JUlUltlllTe os mais noT0S qUe na no mercado em seirinhas pequeas
a 80 rs ditas de 8 libras-por 29500, e em libra a 320 ra.
Preiunta-de fiambra
tnsis suportar que ba no mercado a IW rs. i libra e em
chegados aasta ultimo Tapor a 2J600, e oa do vapor passado a
inglaz a700rs. a libra.
Pr azuut de iainego, 480 rs.. libra inteiro. M0 .
* V A t\ l ">
^ **** arta ora que ha no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4$50fc
"fcnrmasete .760 .,>*, em ci. .740 .
tratas eom boYaxinia da soda
Latas com neixe em posta,
A^UaiiaS mUitO UOVaS 1S000 ra. o ..I. retalbo a NO rs. a garrafa.
Doee da Wperebe eB ItllM de 21ib pot woo.
de deferente qualidades a 18^00
de maitas qualidades a ij-100. .
a .480 rs. a libra, em barril a 440 rs.
miisaova do mercado a 900 rs., a em lattas da 21ibra por 1*700
eate mercado a 640rs. a libra,
a libra.
Abreu o de outros muitos fabricantes de Lisboa
garrafa, em caadas a 35500 43000 4*500.
uzia, e em garrafa a500 rs.
a no mercado a 640 rs. a libra.
mutas pari podim, 800 rg> ^ a#
II a un a de porco refinada
Mi e. a de t rnate
Paios dalombo a prl(B9ra Tez que Tiei a
Cboa ricas e paios mM Palitos da danta lUadoseom2emacinhO por200r8.
Gbocolate trancen. moo ni, ,ibra> dlUo porlBgBer a 800 rl
Mar melada imperial do s,amad0
a 1*000 rs. a libra.
Vinhos em pipa de 500 560 e 640;f
erveja das miig wr9ditadag,arca a 5|,
E.strelUaaapsrasopaama(sao7aqu9
r n .. "nar"fato. Porto no, Porto, Feilorra e duque do Porto a 1*200,
Carcavellos, Muacatel e Bmdeaux a i j a garrafa, e em caita de urna duziase far abatimento
IVipiSl** o ma*s novo e limpo que hi no m
ILrvUl&as f raaeeias
ditas inteiras a640rs.
mar* malhor pelisco que pode haver p^r estar prompto a toda a hora a 10 a libra.
Milo deameadoa
*'es muUo a07a8,120 rs> a
Gastanbas
^*1*^" muito saperiora 240rs
fk YlfOT
- ^^ Jo Miranho 3* em arroba, e em libra a 100 rs.
Fomo amerieaaoalseforemporgaos9faraabaliaieot0t
Sevadinbad9pr,nQaa.20rg>aUbra>
^*Sa muitd Q070 a 320 rs> a 1bra_
*. oiieano da Lisboa a 360 Tt a llbrat a 10 s attoba>
Farinba do Maraabao
Toneinb) inslrz
Passas
,,aan, Amm*m"*f* deSlibras a 2500 cada urna.
cu:ar ud!S.?. molhSo6,?'05 meoeiondos centrar o respeitarel publico t.do qu.nto pro-
:
vramento.
Roup feita muito barata.
Palelota da paono fi*a aobfeaaaacos, .
tjj ditos de casemira de cor defuaia, dito A
^ de brioi da corea a brancos, diloa de 7
J ganga, caigas de casermra pelas e de W
ajjf cores, da brlmbranco e de coras, de gao-
tt ^ Pit floabi auno *
J Unas, ditas do algodio, chapeos de sol X
-T Vendom-se urnas folhas de amarello para
coustrair barcadas oa oulra qualquer obra a
tralarnarBa-doHangetn.O. H
-n. tO, can
ttitmann Irm5o$ &C, tem ex-
o um completo rtimento
mottrat deobjectos de btfL
t proprio para machinat de
inos, sendo correias para
wmittir movimejDto, canudos
borracha de (Miaja
Oriniento e*oeiutsw P*n 1 de
borracbav,
breditos arlgbs tomam-se
commendas.
ktkvfr
SJWpT,'qt
render.
80-
en-
A 5 O rs. o corado
Oes rasios proprns
ileiros etc. a 1^(280;
irija-se a esta ti
le dir' quem ostem
Nivt cafflorar
i
DE
jr
1e Jf" fcozif da muito bonitos paduas com
a.JS'V de [i"8u. pechlncha. naruado ~
Quaiaado n. 22. na loja da boa f.
'2 ri7.dem:s' ,ra *** caatieaoa de prata
a ubm aalra, todo cootraaaada, tade>aa baiaU
'trrt na ra estreita doRos^n f
s

oque pode haver de melhor
gosto em galn tari as para
, ornamentos de salas,
coma aoja, ricos jarros de porcelana o da ridros
de varios lamaaboa agostos, ricas manteiguei-
raa, jarros de Tidro para cra?oa e outras florea
delicadas, frascos muito lindos, tanto em coras
como em gosto, o outras muitaa galantanas que
sa torna enfadonbo mencionar. aan?anOra,
porm, que o quo ha de melhor gojto para'
quem quizer ter anas mesas bes ornadas; na
Joja da Victoria, na ra do Queimado n. 75, iuu-
to a loja datera.
Ruada Senzala Nora n.4
Vanda-sa in casada S. P JonhstorrS C,
IliQsa silhasnglzes,candaairo.'acst5aa$
bronzaados,lonas aglazaa, fio daTala,chicou
paracarros, a moniaria ,1 rraio s par carro da
un alous cvalos ralogio sda ouro paientt
ilf.
Leonas de caa-
!)faia com padroes de se-
da a 2#500 a peca.
Na loja dtala branca tambe se Tonde mu
'iwS* tele^M de *>< imitando seda,
.10 leos. E essa urna das pecbinchas que cusa
appatecer, e quando assim approfaitar-aa da
>cctio, porque elles serrem tatito para algibei-
rf*.^SKPgt*meniaos' **"D 'irnaloja
..?- b.ranca- se- do Queimado n. 16. ter
boa dad e dellea.
Arado americano se machina-
par alara rroupa:emcasa deS.P. Jos
bston 4 C. roa da>enzala n.*2.
Fazendas baratas.
NarfHbalmperatriz n.48,jnn^
t| /e
eacbraiaU-
1
8
i
Coa!
nbos 49 e
za com 8 li2 vara 3), 3#50K 49, dilaa de
Escosaia &, e ft, ricoa enfeites para se-
nhora^b^e6SMf|8inlaos mais delicados
Pra4Kohon Sled. Ssftaavalina para cri-
anca gosto tDger3j50(>; 4>, para bsptisado
3. cortea de vestido de seda Eacosseza de
bobitoa goata Ifc esta* 00 acabando, ri-
cos lencos delabyriotho 1. 1JSO0. chapeo
da sol pora sanhora da boiilaa core, liaos
5, cabo de marfta-50500, cortea de cam-
braia brancoa com Sor de aada 3. riaca-
dofrancezeO ris ocovado, completos
aortimeotos de bal5es da arcos 33, sortl-
mentos de meias para menino e menina
*00 a 240 ris o par. chales de tarlatana
de corea a 840 ris, lencos branco com bar-
ras 160 reta chitas lngtezas a 180 e 200 rs.
dita franeeia a 240 e 280 rs. o corad
pecas de cambraia da forro com 9 rar
1* n.,0_ Piarla franeeia n. 48.
1 ra. w
rado #
r..#
Roa Direita 45
Magnifico sortimento.
femprarodejcastot+cMaoMtoiro mm- oa
regaaias que loo tras cao daajooin, *
o deste grande estabelecimento case
reca publico,pos prados saodieas ai
infenorea aoao oaUo, a, acaa 00U0
de calcado franeoa, ioajioa ohcaaitoiro a:
Homem.
Boneguina Vctor Emmanual. .
couro da parco.....
> lordPalsaaraXoD(bczao .
> diversos fabricantes (lastre]
JoananasaH. .
Sapa toes Naotas (batera inicua). ,
patete.........
Sapatoa tranca [portegcoxee). ; .
a (traacazaal. ....
9 entrada baiaa (sola c Tira). .
> muito cbiqcc (uaaa cola). .
[ Senborfcs.
Borzcguins primor hty). ...
- brilhanUna.....
a gaspaalta.......
> balxa......
* 31,3*. 81.34. !
decores 31,33.34. .
Sapatoa com aalto (ioly).....
> francote fresquinhos. .
31, 38. 3 e 34 lustre. '
E um rico sortimento de coara do
zorro francez, marroqcim, sola, raqact
rinhos, fio, tatxaa etc., por menoa do oac*
Relogios.
rcado a 160 rs. a libra o em arroba a Bf.
as melhores que se podem desejar em meias lataa a 500 rs.,
tar prompto a toda a ln
dita com casca a 480 rs.
libra,
piladas a 240 rs. a libra;
a libra, e a 7 arroba:
>
a maisaova a 160 rs. a libra.
'* a200rs. a libra.
eaix.u\ias
Fazendas baratissimas
N. 20Ra da Imperatriz--N. 20
mi?,m PM'el. pois est resolvido a nio deixar de servir ao freguez que trouier di
?i chit..7r. .mone.C%b^" d* lla *}***' msdaP01" ""o =om 24 jardas' 4,800 a p.-
l'') Va r?, f."J.4H.al8(>ri- c"ao. d'^ estrellas padres bonitos e coTes fliP ,
f L, on\,l: lft??-0S 9 ,C"M e de ch,la Pars meninos a 80, 10 e 160 ris, cassas
I", S.B S. l?l!lrJ,meJAe novos a 200 e 0 o ovado, organdys fazenda optim. na"
carros a 1^trU(,ahdAde!,f0rSOCOV?do' ca,ea,ir" D8le"s f"enda eP0c-l Pm S?ro Pfle
d. oL nl? a ?c?7adque outr'ora se venda a2, cortes de brim de linho a 2fl olea-
*lmaZrlW* ririSSUnJ" e '"8uraa de6 a 9 palmos ao diminuto preco de 2* o eovado Chale.
5 "re, 4* ffiS '*%*&* corle,4 de CaMa a l*800 e **'"* de casemira ^efae
3'0?a oco^ cores a 16. 200. 240 e
Vnho hr.mId-Hf r u l de fazendas de algodao para roupa de escravos, dUo de pannos de
ais dU.?m 1ninh0H?.0m i0,P1Jaos de largura, pannos Anos de diversas^ cores, ecmbraiw 1U
SnhSK^JralatoJ; eti1"'1"' br6UQh" d8 Uh0 6 dealg0da' lud b"'t0 P- 5-rir
Vande-sc cmess da Johnston Pstar dt C,
ra do Vigario a. 8 nm bollo sortimento de
ralogiosde ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes do Liverpool; tambsm
nasa variadade do bonitos trancelinspara os
mossaos.'
KdHMSMsfi mm mmmmm
4 loja da bandeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
i
8
Minoel Jos di Fooseca participa a
todos os seus freguezes tanto da pra$a
cmodo mato, e juntamente aorespeita-
velpublico, que tomou a dalibera?o do
| baixar o prego de todas as suaa obras, por
^ cujo motivo tem para vender nm grande
: sortimento debahs o baciaa, tudo de
difieren tes tamanhose de diversas cores
cm pinturas, e juntamente am grande
sortimento de diversas obra, contendo i
banheiros e gamelaa compridas, grandes
e pequeas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peqie-
nes, latas grandes ptra conservar f
>>> ..g.4,raao uso da Europa,
grandes e pequeos ao uso do Brasil7 e
camas de vento, latas do arroba a 15,
bahsgrandes a 49 e peque nos a 600
rs., bacia grandes a 58 e pequeas a
800 rs.,cocos de aza 1 11 1 duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos esles objec-
tos ha pintados e cm braoco e tudo mais
se vende pelo menos preco poaaivel : na
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cife o. 37.
Expsito
de
Candieiros a gaz,
O proqrietario da nova expoiigao dos candiei-
ros a gaz avisa ao publico em geral, que se acha
sempre sortidocom grande e variavel sortimento
de candieiros desde o mais barato at o mais caro,
assim como um grande deposito de gaz idrogeai
verdaderamente econmico, reconhecido verta-
deiramente por todos os consumidores : na ra
Nova ns. 20 e 24, Csrneiro Vianna.
Nesta mesma eiposigo se encontrar um va-
riavel sortimento de riquissimos quadros de todas
as quilidades que por gosto se pode> apreciar os
seus desenhos, um rlquissimo sortimento de
quinquilleras, contendo entre ellas riquissimos
lavatorios para quartos (gosto chinez), um varia-
vel sortimento de balaios com todos os preparos
para viagem, contendo pratos, facas, copos e ou-
tros frascos para condicionar, ferros de engom-
mar a vapor, machinas de Bater ovos a vapor,
machinas de fazer caf a vapor, espingardas d
dous canos tronxadas e de alcaoce, mappas del
mundo, e outroa muitos objectos que se venden
por precos diminotos para acabar: ra Nova
aumerotO.
4ttencfio.
HaraadoTraptchcn.e.omeoaa daRo r n
Rookcr diC. aliste um bom sortimento dcll-
Potassa da Rusfrfa.
Venda-H potaasa da Rucis da sacia tvov
aupenorqueh no morcado c aTroco
SSES0^' ""^loaipdc Maaael Smc,
Ohveira U Filho, largo do Corpo Santo.
O rival sem segundo, na
ra do Queimado n. 55
defrontedo sobrado no-
vo, est vendendo tudo
bom e baratissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas e
por precos que admi-
ran,, a saber ;
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'agula branca acaba de recober urna no-
va remessa da mui proveitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e dentes. O bom resul-
La de.la, agua i nao offre duvidacomo aa-
bio pelas mmensas pessoas que a compraram
e que sentam a falla della, e as que de nov
comprarem acharao que o uso della faz conser-
var os dentes saos, livrando-os da carie, fortale-
cer as gengivas e tirar o mo balito da bocea
dando mesma agradavel aroma, podendo-se
mesmo usar della nio s pela manhaa como a
qualquer hora, e com acert depois do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando se tenha de
sahir para ter-se a bocea aromtica: para isso
porm, bastam algumas gotas della em agua pu-
ra. O proveilo d'agoa balsmica ainda chega a
mais, ella serve com acert o promptidao para
acabar a dor de dentes, ensopando-se nella um
bocado de algodo e deitando^o no buraco do
lente, este adormece e em pouco desapparece a
Jor. Para se obter um frasco de tao proveitosa e
apreoavol agua balsmica, trigir-se com la
loja d agui branca, ra do Queimado n. 16, ni-
ca parte ondo ella se veade. A.dverte-se que oa
Irascos vao m arta dos ib m '
O rotulo da dita loja.
gran-
80
310
200
100
200
800
aooo
1S280
40
100
200
400
39500
40
20
40
100
900
20
too
80
400
Barato para acabar.
Ra da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reiros.
Sedinhaadc quadroa enoorpadae. corado a 640
rs., cbitas de cores filas, covado 160 o 180, dita
franceaas, covado a 20, 240 e 260, saias de cri-
nolioa para balo a 24O0, baldes de 18 a 35 as-
teas dos melhores, por preco commodo, cortea de
cambraia bordados a 2^600, cortea de cassa de
bonitas cores com barra a 2800, riscadinhos
trancezea em cambraia, covado 280 rs., guardana-
pos adamascados, duzia 2#500, cobertsa aveluda-
das com frocos para cama a 9, manguitos para
acnhora a 2*500, golinbaa bordedaa de ponas a
800 rs. v
ATTENCO.
Vende-seuma teberna na ra do Imperador
o. 2, propra para ua pHncjpiaote. por ter poa-
coa fundos, e moasso o ceu aluguet ser commo-
do ; o motivo da venda 5 por seu dono ter de re-
tlrar-se para o norte ; isto a tratar na ra das
Cruzes n. l.ou na mesma taberna.
~" Vende-se por commodo prego um bom car-
rinbo americano com acommoda9es para qualro
pessoas, multo leve e quasi novo, com arreios
para um oa dous cavalios, e muito bons ;a trataT
na ra da Florentina n. 16, officioa de carros do
Sr. Joseph Grosjcauz.
s
lastra, ao
quer outro poda vender.
e vidraeeiro.
Caivete para aparar peona a
Ditos com 2 folhas muito linos a
Frascos de macar perola muito fino a
Dito de oleo muito fino a
Tranca de lia com 10 varas, bonitas c-
rese
Franjas de la com 10 varas, bonitas co-
res a
Sapatoa de tranca de algodao a
Dils de dita de Ua a
Caizas com iscas para charutos a
Cartas de alfinetes sortidoa francezes s
Caixas de ditos ditos a 80 rs. e
E,.I" para ,lmPr dentes muito Boas
200 rs. o
Duzia de facas e garos, cabo preto a
Masaos com grampas muito boas a
Cartes com clcheles a
Ditos com ditos de superior qualidade a
Uedaesdoaoo para senhora a
Ssbonetes muito grandes a
Apitos de chumbo paro cranos a
Rlalejo para meninos a 40 rs. e
EoGadores para vestidos, muito
des a 60 rs. e
Sapatiohos de lia para meninos a
rf.Ai?Vem. *"" varieda "O ffliudeus qoe"a*
na enfadonbo menciona-laa, poUa vista que
se pode apreciar as qualidades o os pre5os
Tarlatana branca a 2|
a pe5a com 8 varas: na ra do Queimado n 18
segunda loja vindo do Rosario. '
Calcado francez para liquidar
Ra da Imperatrii n. 16.
PARA HOMENS.
Borzeguins de bezerro de diversos fabricante
a 5* o par, dito, da venia a 5, dito, cKKKj
pretos e de corea a 4, dito, de brim braaoltET
ditos de bezerro e de coara de lastra Mi *'
dios de cordavlo a 5. botin? TsSSfS'
sapatoes de vetniz e d'beMrro2i. *'
- iS'at^'.^iSs!im fraDa a
fabric.denomia.da 7I? ? H*-
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimenlo>en-
contraraooa freguezes o maia perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
laainiB^e^ 1.ue/TaU"oi comojaoarsil.
?^...I,ElRUSde todos os tamanhos.
SEMICUP1AS idem dem.
BALDES idem idem.
DA.OIAS idos id.a,
. BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigio a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS -e (landres para qual-
quer sortimento.
VIDR08 em caitas e a retalho de todos oa ta-
mandando-aomanhos, botar dentro da cidade.
em toda a parte.
Recebem-se eocommendas de qualquer natu-
reza, concertoa, que tudo ser desempenhado a
contento.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Veade-se fil liso muilo fino e assim tambera
tarlatana branca muito fina, tanto urna cousa co-
mo outra sao proprias para vestidos, nio s para
bailes como para assistir-seacasamentos, andem
antes que se acabe na ra do Queimado n 22
naloia da Boa-F.
Meias baratissimas.
A 29400 a duzia de pares de meias brancas fl,
as para homem : na ra do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
m5o, na ra do Queimado n. 65.
Meias de cores para horneas muito finas, o par
a 140 rs.
14 pares a
Cartoei de clcheles francezes com
20 rs.
Pentes de massa dourados muito finos imitando
tartaruga .640.
Esaartilhos pata senhnra, que sempre se ven-
deram a 6, por 2500.
Transas de Ua para vealido, a pega a 40 rs.
Laa para bordar muito fina e lindas cores, a li-
Maasos com grsmpos a 40 rs.
Lionas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditas de peso muito finas, miada grande a 240.
Franjas de linho para vestidos, a vara a 120.
Apparelhos de porcelana para meninos, ninla.
dos e dourados a 1J600, 2J. 2#500 e 3.
Cartts com alfinetes a 100 rs.
Papis com alfinetes cabeca chata a 40 rs
Enfeites para senhora muito fiaos a 3, 4 e 7d
Siotoa muito fios para senhora a 2$ e 2S500
Ditas delai. epretas par. padre que aemore'
se venderam a 2| a 640 ra. v
Enfeites com flores para senhora a lg.
Assim torno outras muitaa miudezas finas e ba-
ratas, que deasmos de mtoesoaer, para nao ae
tornar tanta masaada.
Loja das 0 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4$.
Duzia de meias croas par. homem .
15200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a2f500a duzia, lencoe de
cassa com barra de corea a 120 ra. eada
um, ditos brancos a 160 rs., balos de
20 e 30 arcos a 3J. laazioba para ves-
tidos a 240 o covado, obalaa de merino
estampadoa finos iSSe 6, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
e meiade largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso a 640 rs. a vara, pe-
c.aa de cambraia lisa fina a 3#, cassas
decores para vestidos a 200 rs. o co-
vado, mussulina encarnada s 320 ra. o
covado, calcinbas para menina de escola
a 15 o par, gravatinhas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 ra. cada
um dusia 2p, pegas de cambraia de sal-
pico muito fina a 3*500, caga* de bre-
tanha de rolo a 2, chitas francezaa a
220 e 240. rs. o cavado, a loja est
aberta das 6 horas da manhia as 9 da
ooife.
Qneima-tudo
Serve para ae deitar nos castigaes e segurar a
vela de espermacete, fazeodo-a qaeimar at o
flm, e preaervando os mesmos de se quebraren)
com o calor da luz: vende-se a 500 rs. cada
queima-tudo, na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Relogios barates.
Na ra Nova n. 24, ba grande (tercie da raU.
gios foliados, dourados e de ooro, acteau.VS"
zontees, soissos e ingletes. os qiacs soti.S"
djdos pelos pregos da faciera. Cada reloaTu^Z
rinm recibo em que se responsabilice aZuI?"
gulamento dorante seis mezas. "^ "**
Liqnidacao
Loja de
NA
marmore.
Na loja de marmore vende-se para li-
quidagio por pregos muito barato, om
variado sortimento de artigos de fazendas
de modas para senhoraa, roupa feita pa-
ra uuuieui o ^.u.vutus !/ uieuluus, o
bem ssssim quadros a oleo para decora-
cao de salas e capillas,
. (oes & Bastos
Tem exposto renda vestidos de seda per 305
e Wj, que em outras se venderam por 120j e
150$, por certo barato, e quem quizer admirar
a boa qualidade e bom gosto dirijirse loja da
roa do Queimado n. 46 oeGes & Bastos.
^ Vende-se um grande terreno na ru. Impe-
rial com 200 palmos de frente e 1,000 e tantos de
undo : a tr atar na ra da Praia o. 59.
I Eazendas modernas.
Gurgel & Perdigo.
I Vendem barato.
^ Superiores capas compridas modernas,
manteletes, taimas de croxe, ditas de"
. filo.
s
Vestidos de seda,
do e de phaotasia.
de cambraia borda-
Chapeos ricos de palha, luvas de pe- A
lica a 20500. 2
Sedaa.de quadriohos furia cor, gros-
denaplea e moriantique.
Cambraiaa fingindo ceda, chitas finas
modernas, laazinha de cor e meias els-
ticas.
Ricos sintos, gollinhas e punhos, es-
partilhos, pentes de tartaruga, laques
superiores e saia balio.
Fil, cambraia branca, tarlatana, fitas
para sinto, camisas para senhora e me-
ninos.
Roupa feiU barata.
Gurgel & Perdigio.
Paletcts de casemira pretos, de cor,
caigas, collete, camisas de liaho ingle-
zas e francezes, ditas de algodio: na lo-
ja n. 23 da ra da Cadeu, dao-se amos-
tras.
s
joaqalm PM*oeiseode Mello Santos arll aos
sefra^eMSBatapracaooaaVfr,iae tem
exposto i venda sabio de saafabricadenomioada i. T~" '*
&VC, aa ruado Amorimn.58; massa amarolla. i1*50*
caataaba, prata c cetras qualidades por menor
|rego que de oetraaabricas. No mesmo arma-
as m tem faite o seu deposite d velas de carea*,
zasimpleaaem miatura algma, como aada
Devotos.

eomposlcio.
Lencos brancos.
thJr,a?a!. k5** Drn proprlos para algl-
beira, pele aaraHssioio prego de $100 a duzia :
1 aa ra do Queimado n. 22, loja dTbVa f.
Na loja das tres estrellas ra
larga do Roaarie H; 33.
Iroca-ae mdicamente por dinhetro estampas
de santos em fem emiendas-a 12&V t&TiW
2?15Lu,ede *la Ateo eolorho a 200 e
afar. ro "i^ifa^"pao braoco Imitado gesso
r" 1 j^aa n aa a. mj^ ^^ ^^l l& la .
PARA MINiNOS E MENINAS.
igSS^iM^mr^*^ ***** !
evoifnr, para quo ^le-
qeofia.
mente aam exce
pola nio tenaceo
Vendarse um boa plano cota pouco use o
Mm deleito algom : quem o pretender, dirija-se
a ra de Apollo n. 30, primelro andar.
rioaHleos do cartftn, anea e encarnados com
crasos preteatla.^ fajajoo e 2#, ditos dfi Z3&
trae qatlidedoe' e preeos, qmdrot dourados
mu ritos a 8, 9 e 105, bem como outras muitaa
reliquias recommendaveie ao christio,
5usteuta se a fama aotiga
De vender com cooscieocia :
Venham ver, e nao se diga
Qu'isto falsa advertencia.
Loja das trea estrallas raa
nf* do Bosa' numero 33,
i..U.aTh0i.riquTmos c-om ffo'dura dourade de
iLl. c".' ^eicao, Crucificado, Corceo
de Jess, S. Joao Baptista, Joaournl S. ios*
c0SmnhorUn,,Hn0 "h8> 9e 10' ^SeVdo retro
com borlas de seda para vestido i 1I6SJ0, flla8
de velludo escocezaa para dato a 64* iTk 1* *
h2fnllfiap.Mad'80-**7** 10. bi<>-
oetooa de vldro para casa ven ue a 200 rs de 1-
^S- *! ?500 rs, divisa, galio
trranco de llaho para enfeite de vestido a 80; 100
SIS ?aL".' 8aPalioha deli para menino a 400
^Sk^' 8,de merin6 matlsados a 1S400 e
rWT,AM?l&? "*&"* "foitadaa par. crian-
CCS.a 400 a 500 rs., dil. mam ricas coa ferro
Ido sede a 600 o |4. liC., de soda elcntUM dio-
dos o lmannos a 200 o S.a^beneUde.pa Ja
para meninos a 8*500, ditos de lelliea DsdiVsir
St ana 'li"1? ,< Ma senno *
160alOOsa., ditas de peluca a 20Q o64-re,, di-
tas de seda amarallas e braocas a 500, 600 a 890
rs.. laquea finos com eeneftp e tam elle a l|Kk9-
0 St. meias para sosbora-aliO, 820. 400 a 600
rs. o par, ditas de seda e de iaia a UWO o lae
outru cousas mais tudo barato.
Libras sterlhicW.
INovidades de parto.
A loja de Gama <
Silva, na roa da Impera-
triz n. 60, acaba de che-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que vendem por presos
que faz admirar, como
sejam:
, Um bonito eorlimonto de cseas suiasaa aimi-
tacao de sedaa de quadriohos. que se vendem D-
lo diminuto prego de 240 rs. o covado.
Hri\ llantina a 2A rs.
Vende-se brilhaotioa com quadriohos de cor
para vestidos e roopas de meninos a 240 rs o
Covado : na ra da Imperatriz o. 60. loja "do
Organdys alHOr-.
Vende-se cassa de organdys de padres muito
bonitos a 280 rs. o covado : na roa da Imparatiiz
n. 60, loja do Pavao.
Chitas a 240 rs.
Vendem-se chitas francezas muito miudinbaa
fazenda que sempre se venden por urna pataca!
e est se acabando a doze vintens : na ra da*
Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurguro miudluho proprio para ves-
tidos e capas para senhoras e para roupas de me-
ninos, pelo diminuto prego de 400 rs. o corado :
aa ra da Imperatriz o. 60, loja do pavio.
Las a 400 rs
Vendem-se liazinhas enfestadaa para vestidos,
fazenda de muito bom goato, pelo diminuto pre-
50 de cruzado o covado : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pavao.
Com barras e babados.
Vende-se finissimos cortes de cambraias para
vestidos.com barrase de babados, pelo baratissi-
mo prego de 236OO, 8$ e 3|500: na rea da Im-
peratriz n. 60, loja do pavao.
Cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas cem salpicos graudos a 200
rs. o covado : Da ra dalmperatrir n. 60 loja do
pavao.
Cassas de cores a 240 rs
Vende-se cassas de crea fazenda nuito'boni-
to a 240 rs. o covado : na loja da ra da Impe-
ratriz n. 60, loja do pavao.
Sedas a covado.
S2d*lf^8deD*p,e* Prel n,,it0 encorpedo
c 1600, 1*600 e 1*800, dito azul cor de rosa e
cor de cana a tttOOO o covado, sedas brancas la-
vradas para veelidoa de noiva a 2*240 e 2*400 o
covado, dte preta lavrada a IJMCO, chamelote
Pce' ,a -000 o covado : na roa da Imperatriz
n. 60, loja do pavio.
Vende-se no escriptorio de Manoel Ignacio de
OUretra e FUao, largo do Corpo Saato,
Enfeite a 2$.
Vendem-se enfeites de muito bom gosto para
senhoras a2000 : na ra da Imoeralriz o. 60
loja do pavio. '
Enfeites a 640 rs*
Vendem-se enfeites de froco proprios para me-
ninas e tambera para senhora a 040 rs. na ri.
Imporetriz a. 60, loja do pavio,
Chapeos para seuhora.
yinde, polo baratisaleto preco de 10 : a, ,".
IB pera tris tu 60, loja do patio.
Keliudo a 1^400.
frrate, o verde-eecuio. nrot.rt*ecn veaMMaVa
^h0^^.'^wameais^So tmtSmml
progo de 2|4Q0 o ovado, soadofcaead* cm a
? foTa'So'pi;.1 **:" ~* i-^-2 "
De lodae ee'taa azecaac so den aaiaataae dei-
sando fiear penhor, aaan como tea* saattee ae>-
lias fazendas que se torna, isfadasdii da aa
mencionar, tedaa vendeade-ee mais aacaio aao
a.eO.lojadeCainaditve. aoado.se
locado urna tabofeta com um rAVAO ata
de ooito ama lu em qae d o Pa\Y\0,
T7
*


^^^RIliWMMWyAtte^lJWItMa&4oB.fcMIBlW^XMI|ll.
4
Atteacao.
Vende-te unrcarro .mcrfttno abro com assen
toepera 4 pesaavi.-e^rreios par. *M5 cavaoa
-i
Eserava.
Vende-te ama negra de idade 4* 35 annoa
que serve para sbrrfco de can, e e boa quttan-
detra ; na loj.de lirros ao p do ico de Santo
Antonio.
Papel paquete torneo
eL
Vende-se ees pieote de neia reama a 2 cada
*iWI'*I 0^S&3]*agui.br-
ca n. 16, attlm como eatittuaa com pe de co
reta 1} cada urna.
Vm rico carra.
Vende ae em rfco elegante carro mai bella-
mente prepare*): B0 enripiarlo de Maaeel Ig-
sacio de 01iTeWa^PHo, largo do Corpo Santo.
eVUaa
Mar
n. 12 na
Soahall Mellen &C, tendo recebido or-
dem para vender o aeu creacido deposito de rilo-
gtae vjito o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portado, spestoas que quizerem
ul< bwn rerosb de onro do praU do ce-
re fabricante Kornby, a aetoreitar-e' da op-
t*rtua4da>saaa'p#M#'dia etepo, para vir com-'
L MMbVMbMb1Lb^b\I^MbM MaMMaAAalB&MaMkJlBiltt.*!
melhor calado in-i
!lez para homent, que lem rindo a da-"
e mareado, vende-ao na loia marell. da
raa do Queimado n. SI de A. Moura to- I
llm.-peto commodo preco da 12$ o par i
> borzeguiot de difierentet feitios. 'J
de menno a
5 borddsele aeda am i pealas da 14|4:
amarelli da ra datOueiBoado n 31.
- ate-es por ornarle* peeo Pe ieu etcdttorio
- r*a do Trapiche JH.
Fabrica ^0 Montetro.
^rystilisaso e refiaa?ao
tfe;assucar.
Ric^s tpeles
inteiricos de lindos desenhos pira forrar
quarlos grandes e salas peqaenas a 155
na loja amWeHa da roa do Quelmado r/-
mero 34.
a<
iu:
Vendem-te por preco commodo malas para
viagem : no armazem de Jos Antonio Moreira
Das 4 C, ra daCrttz n. 26.
~, Vende-te gaz americano de primeira qua-
lidade, em latas de 15 garrafas, na ratSo de 15$,
assim como latas pequeas de 5 garrafas : no
caes do Ramot n. 18 e 36, e na ra do Trapiche
numero 8.
Veode-a Wn escrava de naco, de taela
idade, a qoal sabe cozinhar, engommar, e lava
muito bem, por preco commodo : na ra do Quei-
mado n. 34, loja.
tias
bordadas.
Na kja da boa f na ma do
Qoeimadon. 22 se tacbWrr um bonito sorll-
aaenlo de toperiorat tiras ricamente berdadaa
em pelo barato preso de 3J000 4*000
a peca, adverndo-se que ha mait
leealeeedrlo, qeem tala depfesaa
tervldo ter, na raa do Queimado
ta'Boa-F.

q ton

, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
ito sa raa de Apello n. 6, e praea
4a Boa-VUU n. S56.
Este imporUate ettabelecitneato contina a
fornecer os seat innmeros freguezes do alvo e
paro atiuctr crystaliaado, em p e em pees, 1.a
e 2.a qaalioadet, pelo ataco de 160 e 900 rt. a
libra, e do refinado a ICO, 120 e 140a libra, ten-
d* f ae Mfe grosso o comprador ter am deaoonto
favoravel. Nos mesmot depsitos tambera te
vende mal ne a ai mal em p a preco commodo.
IsiJLMIMS-
luyas de Jouvin
chegaram no vapor francez para a loja d'aguia
branca, ra do Qoeimado n. 16.
I
Ricos
cortes de medina de
seda.
*>J\L>** t"P/ *" ^'OssJaaaa* la-
mer 22, acaba Te receber reos ca
_ cortea da
vestido de mdio* Je soda de liodoa padret
a fazenda mala fina, mata nova a mait boaiis*
que ha no mercado, cada corte tem 20 21 co-
radas, a veadeat-ee pel baratieaiaao preco da
25000.o cort; as eeohoraa da boaa apoto qu.
tiverem de aaaulir a bailas e a eaeaaaeata* se
qniaetem levar vm venido 41a a I lima med
mandarem ver na maoctooada leu da loa-Fe.
a ra* do Queia.de a. ^
Vende-se ama graade eaaa terree de esqui-
na, tita na roa doa Gaararapae, eaa Pora de Por-
tas, tendo 5 quartoa e 1 grande solio com trape-
ra ; a tratar na raa do Imperador o. 44, priaei-
roandai.
Vende-se chambo de municao, a dinheiro a
21 o quintal, e arroba a 5*500: no eteriptorio
de Antonio Cez.rio loreira Dias. no Forte do
Mallos, ra da Joeda D. 27.
Venda de loja.
Vende-se a muito acreditada loja de miadezas
sita na raa da Imperatriz n. 82, sendo esta em
urna das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por vender-se com o
sortimeoto, de forma que o novo com orador nada
precisar comprar ; vende-se a prazo, conforme
se convenciooa. : a tratar na mesma roa n. 46,
loja. '
FeijILo de corda.
No armazem de Tasso Irmos, ra do Amorim
numero 35.
## *m-mmmew*
g O melhor gosto. %
fp Chapeos de palha muito fina enfeita- A
< tados a travista a 12f e 141, chales de -am
* touquim a t2,15, 90. ,*>, ao. 4o, >*rW~
tik 50J, aofeites de retroz e outr.s muitaa A
Sfazendas do malhor gosto possivel e por g,
baraliaaimos precos: na raa do Queima- *J
otado loja de 4 portas de Ferrao & Msia. B
Umabarcaca.
Vende-se urna barcaca do porte de 35 eaixat,
eacalhada no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-
cinthoGlesbSo, ao p da fortaleza das Cinco Fon-
tal, aonde pode ser vista c examinada pelos pre-
tendentes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Maooel Aires Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Roa de Oueimado n. 19,
Santos Coelho vendem
o seguate:
Pecis de cambraia branca annilada, propria
para forro, pelo barato preco de 20.
Lencoes de bramante de linho grandes, a
3J300.
Colchas de fusto de lindos lavrores a 60.
Cobertas de chita a chineza a 1(800.
Lenges de panno de linho a 19900.
Chales de merina lisos, pretos e rxos.
Ricos cortes de seda pelo barato preso de40$.
Ditos com algum mofo a 259.
Toalhas de fusto a 500 rs. cada urna.
Cortes de chita franeexa com 11 corados a
Barato assim ad-
mira.
Mni fines e bonitos lencos de cambraia de linho
abertos e bordados para mos e cabecas de ae-
nboras s 2) eada um ; quem ot mandar ver nao
perde o tempo porque lio baratiasimos vista da
bondade, e assim os comprar na loja d'aguia
branca, roa do Queimado n. 16.
Preciosos
extractos para lencos.
A loja d'aguia branca acaba de despachar de
sua propria encommeoda, finos e preciosos ex-
tractos de novos e esoolhido eheiros como bem
sejam, imperatriz, D. Januaria, D. Francitea, ma-
rechal Broquet Real, dito favoti, dito dos Alpes,
dito o eetimavoi extracto de sndalo. J se sabe, os
fregueses que manidos de dinheiro dirigirem-se
ra do Queimado, loja l'agaia branca n. ti,
achara o baratis, agrado e sinceridade.
SA Em casa de Kalkmann lrmao 0
dj| &C, na ra da Cruz ni 10, exis-
te a)asMtrtemeiite um completo
sortimento de
Vioho Bordeaux de toda at
quaiidades.
Dito Xerox em barril.
Dito Madeira em barril e caixas.
Dito Muicatel em caixai.
Dito cbanrpaube em gigoi.
(]ognacembauri$.
Cerveja branca.
Agua HoSetei
Azeite doce muito fino em caixai.j
Alvaiadeem barril.
Ceradinba em garrafoel.
Lady Maedbnald.
A loja de mvrmore
veode para liquidajao, per metade de
aeu valor, ricos bouraus de veludo de V
Scdret, gostoLady Macdonald. A
#
Novo destino do
torrador! !!t
^3largo do Tergo23.
Vende-se manteiga inglesa especialmente esco-
lhida a 800 e 900 rs., franceza a 640 e a 600 rs.,
assim como se torran) outros mniles gneros, co-
mo seja, caf, arras, axeite doce, velas de etper-
raaeewe catauba, tUt., etc., e se acaso ajguem
duvllarvnha ver : a dinheiro fi vista.
Bonitas caixiohas
com visporas para entreteni-
mento.
Acaba dechegar para a loja d'aguia branca bo-
nitas calxinhas de madeira invernisadaa com vis-
poras, tendo 36 cartas, e as pedras numeradas por
ambos os lados, o melhor que possivel em tal
genere, e cuata cada urna caixinha 39, e outras
cobertas do marroquim, e a chineza, e outras qaa-
liladas a S, 1J500 e 1 ; o tempo proprio. e
por isso dirijam-se com dinheiro ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 10, que sero bem
atrvides.
Gelo.
Vende-te na ra de Apollo n. 31 de-
fronte do theatro a 4$ a arroba, meia
arroba 2500 e 160 ri. a libra.
Por atacado ou a retalho
S deixar de.iomnrar
Quem nao se der ao trabalho
De vir ver e examinar.
A'loja das tres estrellas:
ra Larga do Rosario
n. 33.
Espelhos de columna de diversos lmannos
18800, 20000. 2$800, 48000 e 5$000 eada um, al-
guna com defeito a muito menos, caixas de bu-
falo finas para rap a 13)000, ditas de tartaruga
grandes a 8$C00, malas envernisadat e com te-
chadora para viagem a 1J500, reloginhos ficticios
com correte para meninos a 160, peales do mar-
llm para limpar a cabeca a 400 e 500 rs., the-
souras grandes para cabello a 600 800 e ljsOOO,
ditas para costura a 110 160, 820 e 500 rs., tin-
teiros de metal e madeira para viagem a 240 e
320, caixas de tintas para desenlio a 320, 400 e
500, medidas com numerario para alfaiale a 160,
200, botea de metal para caiga a 480^ groza, 50
rs. a duzia, ditos de osso, de masara de louca
para paletota a 40 80 e 100 rs. a duzia, ditoa de
daraque pretos a 200, ditos de setlm e sarja para
casaca a 1800 e 2}000 a groza, brincos e rozetas
douradas a 80, ICO e 160 rs. ditas pretas a 160 e
200 rs. o par, phosphoros de pao e de cera a 20
e 40, ditos caixa grande a 120,160 e 200 rt., car-
telras de marroquim a 320, 400 e 800 rs.. ditas
f;randes com divisos para lettras a 59 e 58500,
inhas do gaz a 700, a 800 e 9C0 a caixa, a 20 rs.
o novello, fundas para quebrados a 500 e 800,
ditas finas a 2)000 e 2J500. Em porcoes ludo se
vende mais barato.
* F- Duafte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estabele-
cido com doit>oeiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e oSr. Paulo Ferreira da Silva; o primeirona razao de Duarte Souza, e osegundo
na de Duarte A3mewl ft Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na^ii'tnpezaeasseioidmqtie se acham montados, como em commodidade de
preco, pois qu para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim d terem sempre completo sortimento, como tambem poderem oflferecer
ao publico urna jantagem de menos 10 por canto do precjO quenosiafl) comprar em ootra qualquer parte, por isso desejando os proprietarios acredi-
taren) seus estabelecimentos tem deUberaio garanrem toda e qualquer qualidada i% geoeros vendidos em seus armazens, e assim j poder ver o
publico que pode mandar snas encommeodas, mesmo por pestoas pomo orticas, emqnlqaer am deslesestabelecimeBtos, quaserio tao bem servi-
dos como te viessem pestoalmente, na certeza de nunca acharem o contrario de nossog annnneios, e assim fundados as vamagens que oHerecemos,
pedimos a todos os senhores da praei, senhores de Dgenbo e lavradores que mandan ao menos suas encommendis a' primeira vez, afim de experi-
mentar, certos de conlinnarem, pois que para isso nao poupari os proprietarios foreas pera bem servirem aquellas passoas que frequentaram nossos
etabsIectDMOtoa,ebatxo (ranscravemeselgumasadiefct denssos preeo, por ond ver o publico que vendemos baralisBimo, attendendoas boas
quahdadesde nossos gneros.
Manteiga ingleza especialmente escollhida a 800 rs. a lHirve em petjlo a 7B0, recommee4a.se aos apreciadores destete genero que
mandem ao meaos experimentar, senos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
rTli GZa 'lB' o mareado a 040 rs, a libra e em barris a razio de 000 ra. a hbra
t n hySSOn e pretO 0 melhor do mercado tas 1700 a 4S0 e em porcio ter aba timen to, e afianc.a-ce a boa qualidade.
Presunto fiambfe n8lez 4 hamburguez OOO'n. a libre e em poreao a 800 rs.
FreSUntOS portuguezes vindos do Porto da casa particular a 560 r. por libra einleiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as exposi$tjS unitersaes de Londres e Paris a 19800 a lata.
Caixas COm estrelinha pevide e rodinha 7000 a caixa a TOO n. a libra em porcio ter abetimento.
Latas de ameixas francezas com eiaeo libras a 4*000 e HWOO a libra,
PaSSaS em caixtnhMde oito libras, as melhores do mercado a 2*000 ca 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 7000.
Espermacete superior 720 rs. .m u. 740 libra.
Conservas francezas inglezas e portuguesas too soo rs. o irasco.
Eryinas portugnezas e francesas a 800 rs.e frasco afianea-se setem as mals bem preparadas que wm vindo ao mereado.
Lata COm bolaxinha de SOda dediereasq*mMdades, amafio nova a 1450. grandes de4 a 8 libras de 2*500 a 4*500.
VinnO em garrafas Duque de Porto, Porto fine, geaaino, nctar, Carcavellos, Madeira secca, Feitoria e Camones a 1*200 a 1*300
a garrafa e a 13* a duzia.
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600r. a garrafa ede 39800 a 4*800 a caada.
Latas COm fructas de todas as quaiidades que ha em Portugal de 700 a 1*000 a lata.
Pera em CaiXaS de 4 a 8 libree a melhor que se pode desojar e tem vindo ao mercado de 4 a 6* a caixa e 1*280 a libra.
LOnnthias em frascos de l lt2 a 2 libras de 1*600 a 99200.
r S^00? P61Xe 8ave* pescada e outras muitas quaiidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 1*400 a 1*600
Laf dO RlO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
SCOS de amendoa com 2 libras, prOprias para mimo, por serem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mereado a 400 ra. a garrafa e 2*560 a caada.
OminO e erva doce os mais novos qe be ao mercado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eeva doce.
V inno Ordeaux de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa e de 8*500 a 10*000 a duzia,
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado amor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, de 1 a 1 280.
IgOS nOVOS em caixinbas de 4, 6, e 8 libras proprios para mimos, por serem mnito bem enfeilados de 19500 a 4 e a 400 rs. a libra.
Cervejas das melhores marcas .soo rs. .g.mrf. 59000. duz. d. tranca.
Vinagre puro de Sboa 240 rs. a garrafa 198S0 a caada.
Doce da gOaba da CaSCa em caito a 19^ em poreio a 900 rs; I
Azeite doce nnrfir.o.1^ .?. ~:.i*,'*< ^ wm 12 garrafas
liOgnaC a melhor qualidade que temot no mercado a 19000 a garraia mvw a '*.
QUIJOS SUSSOS chegados ltimamente a SOO rs. e em porjao ter abatimento, afianca-se
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fiasco e 69&00 a frasqueira com 12 frascos.
Palitos lixados pera dente e 200 e 160 rs. o mace com 20 maeinhos, e flor a 280 r.
dem dO gaz 3000 a groza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate ornis superior que temos tido no mercado portuguez. bespanhol e franeez de 19 a 1*200 a libra.
Azeitonas as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mereado a 1*200 aaneoreta do Porto, e a 29000 as deLisbeas
Amen (loas cnegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcio ter a batimento.
Alpista o mait lirapo que tem vindo ao mercado a 160 rs. e libra e 59000 por arroba.
A lm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento Je tudo tendente a molhados.
Vendem-se os engenhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e corren tes e
dagua,sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
a boa qualidade.

Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba do receber um bel-
lo aorlimento de mui bem tecidas aspas para ba-
lo, e as est vendende baratamente a 160,180
e 200 rt. a vara ; quem precisar dirigir-se com
dinheiro dita loja d'aguia bracea, ma do Quei-
mado n. 16, que ser bem servido.
Potassa daRussia e cal de
Lisboa.
No bem conhecidoe acreditado deposito da raa
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vendar a ver-
dadera potassa da ftusala, nova e de auperior
qualidade, assim como tambem cal virgen am
padra ; tudo per presos mals baratos do que am
oatra qualquerparte.
Bicosdeseda.
Ricos; rendas e labyrin-
thosdasllhas.
A loja d'aauia branca acha-ee recentimente
provida de um bello aorlimento de unos, alvos e
bouitos bicos de seda, e das differentea larguras
d31 dedo at maia de 112 palmos, e oa baratos
prejos por que se eato vandendo animam ao
comprador: assim como os fortes e muito dura-
veis bicos, rendas e labyrinthos daa llhas, igual-
mente baratos como conbecer o comprador,que
munido de dinheiro, dirigir-se a ra do Queima-
lo, loia d'aguia branca n. 16.
A 29000 o corte
de calcas de meia casemira etouraa de urna 16
cor : na ra do Queimado n. 22, na loja da
Boa-.
Figas de coral
A loja d'aguia bracea reeeeeu urna peqeena
qoantidade de bonitas e bem acabadas figas de
coral, proprias para enfeites de criangat, de re-
logios, e metmo para as voltas de coral, e as etl
vendendo.a 1^500 eada urna ; quem se demorar
oo as achara mals em dita foja d'aguia branca,
na ra do Queimado nnmero 16. nnica parte que
at tem.
AUeiKjo.
aa
WNDICiO LOW-MOOR
RuadaSenzalla Ntva n.42.
Ntita aitabalecimeoto con tiria a havar um
omBietoeertimeatoilamoandatameiaimeaD-
dasparaengeoho,machinas da vapor etaixas
te ferro batido e coado.da todot oitamuihoi
para dte,
Oleo e tanta philocome
e outras quaiidades.
A loja d'aguia branca acaba de despachar nm
novo e bello sortimento de oleo e banha philoco-
me e outras superiores quaiidades, lncloti ve a
estimada e procurada binha em copos grandes,
cuja excellente qualidade ji bem conhecida,
aaMm como a verdadeira transparente; quem
'qaizer e prover do bom 6 mandar ou ir I ra do
ffi-'^I^^^^S11 M- aaf "r
i eervwo '"Wnltam,,porm, que os frascos
ameaftfr eom o rotulo de ol
'to todas
i ruta loia.
Vende-se por commodos pregos um grande e
rico coupfi de luxo, lindamente ornado, e com-
pletamente arreiado, e um cabriole! bem prepa-
rado, mas tem arreiot: quem pretender poder
ver e examinar na cocheira n. 26. no largo do
Paraizo, e tratar na ra Nova n. 25, primeiro
andar.
MMMMI
S Esperance
S
S
i
Receben de sua encommenda pulcai-
ras de cabello que vende por 10? o par,
braceletes de mosaicos a 6# cada nm,
agulbas victoria a 120 rs. o papel, pen-
tes de tartaruga a 8, 10 e 125. precos
porque ninguem pode vender (boa fa-
zenda] ettea artigos nao se encontr em
loja nsnbuma por Isso vio a ra do Quei-
I mado n. 33 A, loja da Esperance.
Esperancareduz aexpres-
so mais simples.
(A'DINHEIRO.)
A Todos os arligea que eatlo na loja
am mnito barato qoem quizar v comprar e
SV veri : rus do Queimado n. 83 A, Guima-
riea & Rocha.
i
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neite ertabelecimento vende-se: ta-
ehas de trro coa do libia 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 r.
. Ua
sortimento de enfeites de flo-
res para casamentos
e bailes.
Aloja d'agaia branca acaba -de despachar am
lindo sortimento de enfeites que de sua propria
encommenda mandou vir para caaamentea e bai-
les, esem ruedo de errar, pode-se diser que sao
oa mais parfeitoa e delicado que at agora tem
vindo, eessa verdadeaer coohecida por aquella*
pessoaa que sabem apreciar o bom: apesar de
todo vendem-ie baratos em proporco a pereico
delles, sendo a dinheiro i vitta 12a, 14a e 16|,
itso na ruado Queimado, loja d'aguia brancana-
mero 16.
Mantas de retroz para gr-
vatas.
Yendem-se mantas de tetros para graratat,
tanto pretarcomo de corea a 500 rs. : na rut do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
A loja d'aguia branca
receben tambem novas lavas de Raa pellica, en-
feitadas, para caaamentos, assim como lindas ca-
pellas. A commodidade dos precos j bemeo-
nhecida por teoe bons freguezes, eser mais por
aquellas pessoas que de novo o qaizerem ser da
dita loia d'aguia branea, na roa do Queimado nu-
mero 16.
Sa botica de Borges & Soares,
na praca da Boa-Vista n.
24, esquina da ra do Tam-
bi, vende-se o seguinte:
Agua ingiera de Lisboa. '
Xarepe de Lamonroni.
Gonfeitot de lclalo de ferro.
Phosphato de tarro soluvel de Leras.
Pilulas de BUncard.
Ditas de Wallet.
Pos para matar formigat.
Seringa de gomma percha para clytter.
Mamadelras de vidros para enancas.
Xarope decitrato de ferro de Chable.
Selenita para tingir cabellos.
Xarope de Phellandrtam aqnatico.
Elixir de GoiHer. '
niolaa para sezes.
Xarope depurativo do sangue. '
'Sparadarpoioglez'.
Raube de Laficteur.
Colla, de swrkir qualidade.
Vaede-ta na ra da Cadbk deRetife 44, le-
ja de ferragens'de Thomaz Fernandea da Caoba,
por prego comarede. em sacoes e e retalho.
Vendem-se 12 cadeiras eom peaee eso : oa
ra Nova a. 16.
Saldo Ass.
Retroz em cairelis
para coser-se as machinas.
Vendem-se carrejis com retroz de cores, pro-
prios para as machinas a 320 cada um ; na raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
N. O.Bieber& C.successores.rna daCraz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
oaro e prata.
Nova exposico.
Ra Nova n. 20.
Riquissimo sortimento de cotilerias em todo
o genero, assim como um riquissimo sortimento
de looca de porcelana para cozinha, riquissimo
loriimenlo de metaet, riquissimo sortimento de
miadezas, e outrot muitot artigos, que com a vis-
ta do comprador se poderlo apreciar : na ?aa
era n. 20, leja de Carneiro Vianna.
Bombas de japy.
Roa Nora n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Canos de chumbo.
Raa Nova n. 30, loja de Carneiro Vianna.
Escravos fogidos.
30,000 de gratifi-
caco.
Na coile de 21 de ontnbro prximo pastado fa-
gio de casa do abaixe assigoado o sea escrava da
nome Candido, car fula {aae maito), estatura
baixa, aecco do corpo, representa lar de idade 28
annoa, pouco mait ou meaos, cabeca graade, e
cabello bem preta e lustroso, eeeeaa carnea ee
rosto, barba pouca na ponta do qneixo, ttm as
pernaa aiguma couaa arqueadas, jasado anda
pouco ae conhece, pea pequeos, qoaodo falla
com alguem descaacado, fei comprado a 1C de
ulho do crrante anno nesta praca ae Sr. capiUo
lento Antonio da Oliveira da fregeeaa do Apo
dy, provincia do Rio Graade do Norte, d'oode e
dito eacravo natural, detcooQa-ae que lenta
lomado o camioho do terlo e qae vi junto coa
algum coreboy para o mesmo lugar d'oode veie
para esta praca, juiga-se que vai ja ato com em
mulato eacravo que fugio na meama occio, a
sao da meama teira: perianto rogase at auUn-
dades policiaea, catitiea de canap, e mait pes-
soas em geral, a captura do dile eacravo, e en-
trega-lo na ra larga do Rotarlo, fabrica de ci-
garros n. 21, que pagando-se todas aa deapeus
feitas com o mesmo eacravo, se recompensa:!
com a gratificado cima.
Antonio Maia de Brito.
Pugiram do engeoho Jaboataosiaho, fregue-
zia de Santo Antao na noile de 26 para 27 de tM-
tubro, os escravos aeguintes : Simplicio, muale,
que representa ter 90 aonos. com os signaos se-
L^uintes: alto e cheio do cotpo, cabellos corri-
dos, pouca barba e grande, rosto eomprido, leas
am dedo pequeo da mao torado pelo meio, il-
gumaa cicatrizes pelo corpo de boubaa que leve,
eraros nos ps, eso anda de alpargatas, tanto pe-
loa cravos, como por aer filho do aertao. Ber-
nardo, cabra, com 35 a 40 annoa, alto, aecco de
corpo, barba aiguma eousa branca e peqaeea,
olhos pequeos e fundos, muitas marcea de be-
xigas, pesclo eomprido, bem espigado do corpo,
andar um pouco duro, cabelloa aiguma couaa
brancos e carapinhos, official da sapateiro, filho
do Bonito e muito pachol. Jote Trajano, com 20
a 25 annoa, baixo, pouco cheio do corpo, eoaca
barba, crioulo, muito preto, bocea e beicot gran-
des, rosto am pouco redondo, lem am jeito ns
bocea quindo n-se, por lar loffrido aat ataque de
paralysia, pernaa finas, pea um pouco jJi*'"', "
de outubro entre Grvala e Bezerroa, deacan;ac-
do, julga-se terem levado armat, tendo estas
duas espingardas e um clavinote : roga-te por-
tento a todas as autoridades policiaea a capiles
de campo oa apprehendam e oa eotreguem no di-
to engenho do abaixo assigoado, qae gratificara;
generoaamente.
Jos Marques de Almeida.
Fugio do engenho Pindobal, no dia 23 do
mez prximo pateado o eseravo Manoel Baca, de
25 annoa de idade, bem feito de pea e maos, bar-
ba cerrada, de estatura e corpo regalares, e tem
um dente quebrado nfrente ; levoa vestido cal-
ca e paletot de riscadinbo azul e chapeo de (ai-
tro : quem o apprehecder e levar ao dito enge-
nho, oa a Joaquim Cavalcanli de Albaquerqae
Mello Filho, na ra larga do Rosario o. 28, ser
recompensado deteu trabalho.
lisa
Renda
de fil.
Vende-se renda lisa de 016 propria para catcar-
rilhas de venidos de cambraias e ootras obrat:
na ra do Queimado, loja d'aguia. branca n. 16.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Peehincha nunca vista.
45Ra Direita-45.
Grandes coaros de boi, inteirot, de lastre, de
25| a 85.
Eseravo
fgido.
No dia 21 do corrente fugio o mulato eterno
de nome Luiz, conhecido por Luiz Honteiro, de
idade 22 annoa, pouco mais oa menos, bstanle
alto, secco, bem parecido, pernea compridas. cor
clara, cabelloa cacheadoa e caoboto, oficial
de pedreiro, pintor e caiador, 6 eseravo do me-
jor Antonio da Silva Goamao, morador ae rae
Imperial : porUnto roga-se aa autoridades poli-
ciaet, aasim cerno aee aenhoraa de eogenhet -
proprietariot acede elle for trabalhar, iotitalan-
do-se forro, tanto nesta provincia cerno fora dele
la, que o faga prendar e remellar ao soeredile
senhor, que pagar lodas as despazas, aasim ce-
rno a quem o condnzir.
Attenco
Na noile do dia 21 do corrente fogio do peder
do abaixo aasignado o sea eseravo maleta de no-
me Jesu, estatura alta, tor clara, de idade 25
[-annoa, repreaenta ter maia idade, olkoe grandes
e vivos, cabellos crespos e bem aparadas, com
principio de barba na queixo, pea grandes, dedos
dos ditos abertos, anda nm pouco corcovado,
de bragos abertot, natural do aertao do Apodi da
provincia do Ri Grande do Norte; foi templada
neata praca ao Sr. Joo Chriaoatomo Be zarra Ca-
valcanli de Albuquerqae, morador ae provincia
cima declarada ; o dito mulato levou ata sanie
de couro de carneiro, ama rede e diversas pecas
de roupa de sea aso : roga-te a tedas aa aoton-
dadea policiaea e maia pessoaa qae o tocn tres,
de appreheode-lo e leva-lo 4 roa 4a Matriz de
Boa-vista, sobrado n. 33, qae serio bem recem-
penstdoa.Joaquim Francisco Franco.
J chegaram

Vende-se tal do Asia, a bordo do brigue bra-
sileiro Adelaide, recentemente chegado : a tu-
no escrlptorio de Biltar & OllTaira, raa da
do
as intereisantes estampas, a morte
justo, e a morte do peccador.
Da loja d'aguia braaca vita-ss aos aeehores
revanndot a oulrat peasoit qae haviam eneom-
mendede eeaaa iateraaaantes ealampae, qae ellaa
acabam de ehaejar, a qoaoa meta aa qeiter pos-
rair dirigir-te logo dita loja d'agaia branca,
roe do Queimado n. 16. pois qae a quaatidade <
pequea, e por agora ainda se Tenderlo a 9#000
cada ama.
Plvora.
'Vende-se plvora de saperior qaalldade e
chumbo de munico, por menot do qee em ou-
tra qualquer parte ; a tratar no escrlptorio de
Antonio Cesarlo MoreiraDiai, no Forte o Mattoi,
ra da Moeda n.2T.
Fugio do engenho do abaixo assfgnade, ne
da 13 de dezenbro de 1859, um moleqeecrieeie
Eor nome Joio Gregorio, idade de 20 a 24 asase*.
em preto, altara regalar, alegre e nfiaste, ofi-
cio de carreiro, o qeal fei preto aa Babia eaa Fe-
vereiro de 1880, e remeltido para Feraamatite
em am vapor, d'onde tornou a ngir, o snate
se estar na Baha ; roga-aa as autoridades ee-
ciaes e capitlea de campo que o a aprensadi a
o remettam para Pernambaco e entregar ae Sr.
loo Pinto de Urnas Jnior, e qae pegar qual-
quer despezs qee se Raer.
mbeiroo de Paula Sonsa Lee*.
No da 8 do corrente deetppatee i
lato de nome Manoel, de idade 26 aaw
co mais on menos, de eor pada, alte,
com urna cicatrli em ama perna provaariaeat e*
ama somma qae teve na meama; asta
Telo de Mamaoguape, proTinda da Paral
Norte, para ser vendido : quem delle
ti ver noticia, pode dirigh-ae e ra de I
7, loja de hiendas da Guimar&aa 4 Umms, qa*
ser generosamente rtcompeoaado, .



(8)
oaiio m tuaumco; m>-vim9iMm* Mrnnttn m i.

Litterattira.
-------------------------------;.------ ,i ,
Dofitart reKgits das sociedades
donas. '
ni ".vii
(Conclusin
E' absurdo qeeoesiadg obngaVa padre 4 cafi-
lar Teeum e peiaegui-lo xpjaaAtv recuse orar;
mas conven ter en lebranca que este padre
recebe do atado o ai im mensa privilegio, que
seu poder,-sms riquezas, seu ruinado pateado e
as bellas reliquias que dille Ib.*. rcsiam. leve
directa oa in Juectauente ao estado que, desde
seculos, lem-lhe maulido am monopolio exclu-
sivo. Sede livres, erabon ; mas que ento lo-
dos o sejam Nao pecaeaao oslado o reconhecer
que possuis a rerdade ; defendei-ros sem iuro-
car o estado contra vossos adversarios; uio lhe
pecaes senao ama cousa, aquella que lodos te-
em direito, a liberdade de crerdes o que roa pa-
recer rerdade e da fazerdes os maia partilharem
Tossa coavfcgio por meios reconhecidos da es-
trele equldade.
n E* i10.. '. urna aboegacao imioasivel.
O catbolicismo, persuadido que irabalha en prol
da rerdade, ha de tentar sempre fazer o estado i
servir i sua dofesa ou propaganda. A formagao
de um partido catholico leode por principio eo-
pregar sua influencia do interesie da egreja,
apoisr ou atacar os goveroos, conforme sirram
ou o3o sua religiosa, a consequencia ioeri-
tavel do sytiema ultraoioataoo. A historia desle
partido, ao qual oo tem faltado taleoto nem a
habihdade, ja eiteoaa de perto de meioseculo;
tem fallado sempre de liberdade : pode-se dizer
que esta grande palarra tenha sempre sido a re-
;ra de sua conducta ? Ai bellas resolucoes de to-
(raocia que quando era fraco (ornara, guardou-
as para o dia seguiole de sua ricloris ? Quaudo o
partido catholico, nos dous ou tres anuos que le
seguirn i rerolucao de 1848, ebegou urna im-
portancia de primeira orden, respeitou multo
seos adversarios ? Todas as lela que rotou, cui-
dou que um dia poderiam ser-lne applicadas?
A concrdala da Austria, a do grao duerdo de
Badn, que fram sua obra, sao na rerdade obras
de liberdade? Ella que epprorara a rerolta da
Blgica contra a Hollanda, que approvaria a se-
parado da Irlanda, o que diz da rerolla das Ro-
manias? Certo todava que os (ratados de 1815
pouco menos riolados sao em um caso do que ero
ouiro. Ella detesta com jualiga o terror; mas
faz a apologa de Po V e da orlen de S. Domin-
gos, m ergue-se contra a tyrannia ; mas cen-
sura bem altamente a egreja por ter feilo allian-
ga com iodos o despotismos que a serriram,
desde Philippe II at tal presidente sem nome
das repblicas americanas? Asseguram-nos que
nao ba de ser mais assim para o futuro. Deus 6
queira I
A' final, poueo nos importa : tem-se a liber-
dade de si e nao de oalrem. Cooren desejar i
todos a medida de liberdade que qiiizeromos para
nos mesmos, mas s de dos esperar a de que
precisamos, e i -que temos direito.
Urna eircumstaocia particular complica anda
difticuldades. Como todos os eitados centralisa-
dos, o catbolicismo ultramontano precisa de urna
capital. E* preciso que urna certa porfi da su-
perficie do mundo seja snblrahida i todas as con-
diges da vida nacional para serrtr de terriiorio
sua adroinistrsgio de asseoto i seu soberano.
A superioridade do protestantismo por este lado
immensa. A uoidade do protestantismo toda
espiritual; nlo lhe preciso ama polegads de
trra para nella estabelecer seu centro. Nunca
protestante algn, para a tranquilidade de sua
consciencia, pedio o sacrificio de ana villa de
decima ordem. Fazendo consistir seu repouso
nao na communhao com um chele, mas na f em
um lirro, e ulteriormente na pura idea de Chrls-
to, a consciencia do protestante est cima das
Tevoluges e dos.azares da historia. Este com-
pleto desapego do espago, este esplritualismo
absoluto, nao admiitiodo lago com ponto algn
terrestre, o catbolicismo ultramontano nao pode
pratica-lo. Nao pode passar sera um estabeleci-
meoto material ; mister que tenha um patri-
monio, um exercito, no thesouro, urna diplo-
macia, urna poltica. Entra em cheio na corren-
te das cousas transitorias, eridente que dere
passar por sua le. Est assentado no slo rui-
noso de nosso planeta, ha de experimentar todos
seus abslos Pra que o ultramontanismo po-
desse com eiTeito esperar destinos eternos, pre-
ciso fora que esliresse certo que o canto de trra
oo qual cooatruio sua cidade santa nunca ha de
tremer, e que o poro que elle appropriou-se
Dajsmente sempre ha de permanecer catholico,
mas nao ha de reclamar sen direito de rirer co-
cidade *iw?NWS^.^*i^JS5!- "."I!
cao fosse incommoda-lo proximidade de cousa
algunas. Vejamos se o paiz onde, em rirtude de
dedueges theologicas mui sablis, e sobretudo
em consequencia de necessidades histricas de
primeira ordem, o eatholicismo eollocou seu as-
senlo rene todas estas condigoes.
Esse paiz a Italia. Isso tem sido para o ea-
tholicismo um feliz acaso, e a Italia, de seu lado,
ganhou cora isso um destino bullanle e inteira-
mente parte, que s reio ser para ella um
fardo e urna inferioridade depois das transforma-
res que a rerolucao causn no curso do mundo ;
roas quatro Tactos considerareis introdnziram-se,
ha meio seculo, na ordem europea, e tomaran
mui difficil de manter a sequeslragao da Italia,
coudicao essencial da reina organtsago do pa-
pado.
Esses qnatro fados sao a importancia que as-
sumio o principio das nacionalidades,a prepon-
derancia exclusiva que os grandes estados arro-
garam-se,a profunda traosformacao por que
psssou o proprio papado,a rerolugio, que, sem
distiocio de seits, operou-se no sentimento reli-
gioso.
Pde-se achar exageradas as diversas applica-
coes que nosso seculo teode fazer do direito das
nacionalidades; mas certo que o principio das
divisos lerritoriaes fundadas na propria natureza
ou na necessidade dos poros tendea substituir-se
s dirises fondadas na conveniencia dos princi-
pes. Ora a grandeza do papado justamente es-
tar fora e cima das nacionalidades, serums ma-
china universal, exigir por consequencia o sacri-
ficio da nacionalidade cujo solo oceupa. Se o
papa fr italiano, ha de deixar de ser catholico;
se fr catholico, ha de deixar de ser italiano.
Aqu a historia de urna lgica inOexirel; ella
mostra-nos, com urna evidencia que s pdes-
capar aos espiriloe estranhos toda risla geral,
o papado oppondo, desde o lempo dos Lombar-
dos, um obstculo iotransitarel a formacao de
um reino de Italia. Nao quero lerar aqui em
conta acontecimeotos cont
racter ainlt est inleirameote
cujas coosequeocias immedial
entrerer. E' a gloria de-egrej
caso da* tormentas que pasas
pois, se quizerem, que a tei
cioo alidada italiana, mesmo
moderada, est destinada
'as, e que dez eses in !a
apoio da calholicidade, ha
DO basilisco ; mas que eu
que cada odia de aoas victoria:
tal, que cada umt deltas ce"
se ha de despenhar o Vaticano
poro* nio taorrera-, esii
tituices perecem por
triumphau por seus n
duetlo todo irBis_,
tente, poeto que o m
cido, nao ajode morrer.
.outro -.^^torg^z,.
inada i deeappirecor. Um | rel*. nia ha de te prestar i ti o OsMU
Mis di-
r oafor-
ra maxi
contra dio-
do papado
nasceu das
reprimir sea inimigo catd
wmisso, fattes eorn a wrra que hio
ser-lhe funestos com o andar do tenpo, e bao
de tirar-ihe at a altim pircella desla iodepdn-
dencia que pretenda fundar na posee de um pe-
queo principado.
Aqu auscita-aa contra o papado temporal urna
dirncnldade muito maior do que a que resulta
do despertar das oacionalidadas. A indepaudea*
cia papal tem sido muito bem garantida por sua
soberana de tres ou qeatro milhes de hmeos
os poca em que oa pequanoa estados eraas an-
da alguraa couss. Quando a repblica de Vene-
za era na Europa urna potencia acuite reearaiuda
e resista ao rei de Franca, o soberano de Roma
e de Bolonha era, na ordem temporal, iodepea-
dentemento de seu prestigio religioso, um per-
sonagem considerarel. O mesmo no succede
depois que quatro ou cinco grandes agglomera-
Qoes monopolisaram para si sos o manejo das
cousas europea?.
Em um tal estado de cousaa, r-se fcilmente
qual dere ser a'posicio dos pequeos soberanos.
Se ae pode diser (e por certo bem retlriccoea
seriara squi necessarios) que, para as quatro ou
cinco grandes potencias, soberana synonymo
de independencia, bem certo que o pequeo
soberano elle, o mais dependente dos horaens.
O que dizer qusndo este pequeo soberano es-
tirer em lula toreada com seus 'subditos? Eri-
dente que nesse caso dependo da naci que o
mantem, ou da naci em que se apoia contra
aquella que o mantem. Mais ralerla ser o sub-
dito lirre de urna potencia do que ser assim al-
ternativamente o obrigado de todas.
A formacio de um exercilo catholico nao
urna solucao esta difficuldtde. Um exercito
catholico mallograr-se he, como qualquer caral-
lana em nossa edade de chumbo, ante a fatali-
dade das grandes massaa.
A Prussia, com seus dezesseis milhes de ho-
raens e suas instituices militares, apenas bas-
tante forte para figurar entre os grandes estados
ella oceupa no concert europeo urna poiic.au
embarazada.
Se a catholicidade pode formar um exercito co>
mo o da Franca, urna esquadra como a da In-
glaterra, nada tenho que dizer ; mas quem nlo
v que s o principio'nacional pode mentor to gi-
gantescos aprestos?
Eu accrescenlo que o hbil partido roma-
no, que, contando pouco com milagros, sem-
pre tem lisongeado as torgas estabelecidas muito
mais do que procurado o apoio do enthusiasmo
religioso, ha de descoofiar do exercito eatholico,
neutralisando seus effeitcs, e ha de se reliar de
preferencia para a diplomacia.
Pela fatalidade das cousas, o papa hs de ser
pois reduzido pedir a garanta de seus estados
s grandes potencias, obserrar o successo,
pactuar com os fortes, eolranhsr-se no ddalo
dos clculos humauos.
Logo oo de seu pequeo principado que elle
tira sua independencia ; pelo contrario seu prin-
cipado o ponto pelo qual est fizado oa Ierra e
citado ao tribunal dss potencias europess, ende
o 8chisms e a heresia dispom da maioria". Eu
accrescenlo aioda que um grande principio de
torga, a legitimidade, nao pode ser aqui inrocs-
do. A legitimidad se funda em urna especie de
casamento secular enlre urna casa real e urna ua-
Sao, obrtgando-se a casa real a urna estricta he-
reditaredade, e renunciando ter iuteresse ol-
gum prirado que nao sejam da nacao. Nao ha
aqui casa hereditaria, nem loteresses nacionaes :
o papado nao mais admtttido reivindicar os
direitos de urna dynastia do que o dogado de Ve-
neza, e quanto aos ioteresaes que ella represen-
ta, ceasaram delde muio de ter cousa alguma de
commum como paiz em cuja superficie reina,
mas nao em cuja risla gorerna. Eocarregado
.". "!."*?. L'^'i- 2jm'sa'io i,!*!
deaaa o ioteroaae do aeu pequeo principado, isto
se elle fosse bom soberano.
As exagerages introduzidas, em nosso tempo,
oa idea da soberana espiritual e temporal do pa-
pa leera dado a esta diDicuMade proporcoes es-
pantosas. A Italia perlenceu ao papado emquan-
lo elle foi italiano e lhe deixou o goreroo que
ella presara, o gorerno municipal. Tentassem
no XVill seculo arrancar o papado i Italia, que
ella defende-lo-hia com todas suas Torcas. As
cousas eslo a este respeito irrerocarelmeote
mudadas. Por urna parte, o papado torna-se ca-
da rez mais urna administrado catholica, ondea
influencia exercida por eslraogeiros. Por ou -
Ira, urna idea acaohada de soberana directa e
admini8tralira substituiu em Roma a aoliga idea
de suzerania, que para o papa coostiluia urna
posicao mais digna ocommods. Por um falso cal-
culo cujas consequeocias hap de encher nosso se-
culo, Consilri Tez adoptar o principio que a so-
berana do papa sobre os estados que se lhe res- Mesmo nesta aatoc'acio
titula em lol5 era urna oleira soberana, anlo-
ga a do rei de Franca, e implicando a abolicio
das antigs immunidades. Era isso na realidade
urna usurpacao toda grande, por quanto em 1796
Bolonha era urna rerdadeira repblica, so tendo
com Roma um laco de rassalagem nominal; mas
era erre do lempo : parece que derribando o im-
perio tomou-se a peilo continuar em toda parte,
com tanto rigor e menos esplendor, o systema de
gorerno que o imperio inaugurara.
A idea da soberana napoleonina tornou-se em
4815 a base do direito publico europeu : Alle-
manba conserrara seus pequeos principes cmo
completos soberanos ; a restaurado conserrara
o rgimen preTeitoral ; o papa e o sultio eram
declarados reis absolutos dos paites que a carta
Ibes attribuia. Para Roma e Conitantinopla, o
erro foi o mesmo. De um lado deria acabar oo
massacre dos chrislios, de outro entregar os es-
tados-romanos, e sobre ludo as Romanias, ce-
rolucio. O papa com effeito ( e eu nio proteo-
FOLHETIJNO*
A D4M4 D4S PER0L4S
POR
A. DUMAS FILIIO.
XVII
(Gontinuaco.)
O principe tinha razio ; em cortos amores um
pouco de philosophia mais oecessario do que
muita leal lado. De certo, ao prlmeiro aspecto,
urna mulher na posigao da duqueza, parece fazer
urna acgo bella e digua, quando em rez de en-
gaar seo marido e o mundo, confessa altamente
a sua falla, soffre-lhe as consequenciss. e nio
subslitoe so verdadeiro pse de seo filho o pae
qne a lei lhe d, e que, com qualquer esperteza,
ella pode conserrsr-lbe. E' urna acgo nobre, co-
mo toda a aeco que tem por base a franqueza ;
porm no ponto de risla da aociedade tal qual es-
t organitada, urna accio estpida, como toda a
accio que tem em resultado a deshonra.
Antes de tudo, ama mulher oo dere engaar
seu marido, eis a primeira lei da aociedade ; mas
como ha mailas mulheres que nao se submellem
a ella, a sociedade riu-se toreada a crear urna
segunda lei, post-scriplum da primeira, e que
esta: mas se a mulher engaar seu marido dere-
r empregar todos os meios para que isso se ig-
nore. Com essas duas le : urna escripia e outra
tradicional; uma de fundaco e outra de neces-
sidade, a aociedade Julga ter falto tudo o que de-
ria e podj fazer; e quando uma mulher por fla-
queza transgride a primeiri, a bastante desas-
trada ou bastante frica para nio ae confor-
mar com a segunda, a sociedade torna-se desapia-
dada, e oga-lne todas as impreeaces com que se
arrogoo o direjto de perseguir os yencidos.
() Tits Diario u.1tt.
pon
Igu
ihei
mI
a^lla
[iramontaismo moderno. Cm-
beme papa wiaraoo lea4*1 de
lirre* eu proteetor de pequeaas
repblicas ; nao comprehendo 4a bem o pape
coosutucional, pelo meaos cota oaformoa da uma
Tazer* stfteX'Jar nVo! t&ml'&TvSSttSt:
algum, nio dere-se recejar tubordioa-lo a seus
subditos7 O calbolico. cuja cbntcieocia se re-
rolta se poder acreditar que aquella qu repre-
senta seus oihos a rerdade soffre algum cons-
trangiment do eiterior,' nlo ha de te rerollar
anda muito mais se seu cbeTe inUllivel e im pee-
carel depender dd orna cmara toda profana e
currar-ae ante seu gabioele ?
A religiio .m fim aspirando em nossos diaa ca-
da rea maia i se neerrar nts atoas, a fatal ape-
go trra que implica o novo syilema ultramon-
tano ha de tornar-se aoi antiptico as pessoas
rerdadeiramoato religiosas : ha de acabar por
rerem um acto de posea f nesta perpetua des-
conBaoca da rittude do soccorro dirino.
la independencias inteiramente humanas que
sabem mu beta se manter sem possoirem um
canto de trra ; parque nio ha de ter a mesaa
coragem aquaUe a quem aeeiete a Ut^t e a laz
do cu 7 Uma falsa idea Oa soberana serr de
base aos juizos que sobre este ponto formara os
catholicos ; comaga-a* por suppor que nio se po-
de ser ao mesmo lempo lirre e sujeito, que o so-
berano necetsariamente um Luit XIV possuio-
do ao mesmo tempo os corpoa e as almas. Uaam
se a os os catholicos para eforgarem-se porque
nao aeja maia assim. Em fez da fandarem a io-
dependencia da fem muros de pedra*. trabalhem
em conquistar a liberdade par* ledos em redu-
zir os direitos do estado sobre ai cousas do espi-
rito. Limiie-se a aegio do papa aos interessea
puramente religiosos, que nenhum gorerno ha
de tentar constrage-los ueste terreno. A coo-
fisiio de Augsburgo, para se manter, aao precisa
de um representante soberano : ella se defende
peta f commum de seus adberantes.
Chegomos pois do todos os lados i eate resul-
tado : que o estabelecimento catholico fundodo
na alienagio eterna de um* parte da Italia nio
pode manter-se. A imprudencia que o catho-
liscismo commelleu centralisando-se fora da con-
ta ha de apparecex com uma espantosa clarida-
de. Ha de se amaldigoar o dia- em que Cesar
oorgia den ao papado as provincias que conquis-
ur* pofi meio de proCedimenlos admirados de
Machtarel. Ah I goualoneiro da santa egreja,
que triste presente lhe fizestes 1 Ha de se lasti-
mar os meios termos que tornaram a inconse-
quencia possirel e fcil. H* de setconhecer
queum principado italiano era um mu meio pa-
re manter a Independencia da religiio.
Assim o catbolicismo ha de ser levado prefe-
rir a simples appellagio consciencia ao regiraeo
protector. Por um lado, ha aer bastante forte
para tornar impossirel uma egreja nacional, ad-
ministrada pelo estado ; poroulro, nio ha de po-
der defender seu estabelecimento central : hs de
permanecer no estado de poderosa associago li-
rre, repousando sobre uma forga moral espalha-
da por toda a parte. N'este dia a egrvja ha de
reclamar a liberdade com uma rdeme boa e
ella grandes serrigos lhe ha de prestar, porque
i Preci,ar- Espero que neohum verdadei-
ro liberal recorde-lhe com irona o lampo em que
ella se arrogara o direito dirino de reinar, em
que tratara todo dissidente de rebelde, e repei-
ne a egosldade dos direitos como uma injuria
rerdade.
Nao permita Dah* qa paree* em tempu
algum aescouhecer a grandeza do catbolicismo e
a parte que lhe toca na lata qqe oosia pabia espe-
cie sustenta contra as trerss e o mal f Quarrto bem
brota anda no aeio da aguas,turras de Ha tate
inexhaorirel,onde por tanto lempo a husoidade
tem bebido a rida e mori >a-i -W *
rtdvdftP!' "ar da fallas lerados so ex-
IVenio' cota uma pertinacia sem egual, o eatholi-
cismo d proras de um espantoso rigor. Que te-
cundidade em sen apostolado de candado I Quan-
tas almas excipientes entre esses Qeis que nio
tiram de seus peitos senao o leite e o mel, dei-
xando outros o absyotho e o fel I Como risla
dessas leudas dispostas na planicie, e no meio
das quses anda passea Jehor, fie* se tentado,
com o propheta infiel, de abeogoar squelle que
se quera amaldigoar e de exclamar: t Quanto*
sao bellas tuas tendas I quanto siu encantadoras
tuss moradas I Apesar dos limites obrigados
que o eatholicismo poe em certos lados do desen-
rolrimento iotellectual, quantos espiritos, qne
sem as fuodages religiosas teriarn ficado sepul-
tados na na rulgaridadeou Ignorancia, derem-lhe
seu despertar! Onde encontrar alguma cousa
mais venera vel do que S. Sulpicio, eitaimagem
rira dos amigos coslumes, esta escola de cons-
ciencia e rirtude, em que cede-se o passo
Francisco de Sales, Vicente de Paula e Fneloo ?
. rezei um pouco fa-
ina, entre o eatholicismo e os restos da relln
sociedade franceza, oeste neo-catholicismo mui-
tas rezes insulso, quanta distioegio anda I que
atmosphera pura e honesta 1 que esforgo sincero
para o bem Ah I absteohamo-nos de crer que
Deus deixou para sempre esta relha egreja. Ella
ha ae remogar como a agoia, ha de reverdecer
como a palmeira ; mas conreas que o fogo a pu-
rifique, que seus apoios terrestres se quebrem,
que ae arrepen,da de ter esperado muito na ierra,
que apague de sus orgulhosa baslica : Christus
regnat, Ckristus imperal, que nio se julgua hu-
milhada, quando oceupar no mundo uma posicao
qne nao ha de ser grande seno aos olhos do es-
pirito.
IV
O mundo ha de ser eternamente religioso, e o
christianismo, em um sentido ampio, a ultima
expressao da religue.O christianismo suscep-
tivel de transTormages indefinitas. Toda orga-
nisacio offtcial do christianismo, quer sob a for-
riores, como foi o dos tres
I nos prese, pois, o furor
almente, nio s os que crm
i destinad* perder pouco 4
neis nos negocios do mundo,
_ em uma especie de desmo:o
ternap final di toda religiio. A religiio uma
ut asdeWf; a phlUsophia das escolas nao
suosUlui-la-ns. o desmo, que lem a pretencao
de serjtbtiflco. nao o maii.do que a reli-
S t?w'f UmTythoogla bs,cl. s orna
yihologisftlle exige milagres ; sen Deus, in-
pode-ses tervindo providencialmenle noterulo.nio difie-
ro no essencial do de Josu fazendo parar o sol.
do { pad Accrescentemes que dogmas ecanhatos, ridos,
tendo de plstico nem do tradiccional,
ma loterpretagio ae prestando, sao para o
- humaia uma muito mais estrets pristo
a mythologia popular. Herder. Fichte,
cnieiermacher nao eram orthodoxos bastantes
para uma cadeira de retigiio natural, no sentido
XjI01.18"'8 ; or8m excellentes theologos. O
principio religioso e por nenhum modo dogmti-
co, proclamado por Jess, hs de se desenvolver
eternamente, com uma flexibilidade infinita, tra-
xendo symbolos cada vas oasis elevados, e em to-
do caso, creando para todas as ordens ds cultura
humana formulaa aprpriadaj capacidade de
cada um.
Sei que multas pessoas semelhante sologao
ha de parecer uma utopia, e leriam razio se se
tallasse aqoi de medidas tomar ou de legitla-
operan as grandes transformacoes da humanida-
A legislago dos cultos pode permanecer no
que ella em quanto se o quizer ; a nica ques-
lao nteressanie para a philosophia Saber de
que lado rae o inundo, ou, em outros termos,
rer claramente as cooaequenctas queimplicim os
tactos consummados.
Ora, se um principio ha que se estabelega de
umai maneira irrerogarel, que a dominio da alma
ma o da liberde e da indiridualdade. As duss
graodes forgas da Europa moderna, a democracia
rranceza e o espirito ioglez esto de aecrdo oes-
te ponto. As ideas oppostas estio ligadas psrti-
Jos sem futuro. Todo o arrabalde de S Germa-
no, com seu orculo M. de Maistre, posa menos
uodo do que alguns quakers de Manches-
ladivtdual, com innmera- msges. Ha de atravesssr loncas dUtWereces *-
ter.
Como queris ros que ates christios, laogados
ne centro ds America e da Oceania, conserven
com a reina Roma, nossa mi commum, os mee-
mos lagos de obediencia que os que lhe derem s
civilisojio e a f? O christianismo lirre so
eterno e universal. A idea de um poder espiritual,
oppotto ao poder temporal, dere ser modificada.
5_r, 1er*. ."piritoal nao o temporal ; maso
iio constitue um nnd
Se
tes que renuncie i tiq nintdo tea-ristre, si
cahfado apti-ehristio. Pira exprimir todo meu
pensamento, hei de confesssr qne um sebiasa
potra os elementes eppostos que o eatholicismo
coatm em seu seio, parece-me difacil de eritar.
O,partido polilico,. eirtraohandose) cada rez
piis as intrigas, e n partido sincera,, coniraria-
di cada vez mais poressa conUsnc* iirlusira con-
djda aos meios hmenos, blo de acabaren por
cerera que nio adorasp o mermo Deus. O
lor engao, hbilmente auxiliado; que ae sus-
citaste na morte de um papa (quef/sm tomar
le ae duas primeirea paginas da historia do gran-
de schisma do occidente) hara de fazer passar a
diriaio interior para o estado de fado con tu m-
madu.
Toda grande crise religiosa precedida de asa
periodo de tentativas tmidas, em que o pensa-
mento de futuro se agita em algurnas alases do-
ces, e os reformadores, anda humildes, se sub-
mellem i enreje, que os coademne. Estamos oes-
te momento.
A ruptura de Laroennaia foi um faci Isolado,
dependendo de sua rudeza de breUo, sempre ele-
rada para os brades. A docilidade dos Laeordai-
re e Mootalembert, ha de resistir a toJas as
proras.
llegamos o espago qne medeia de Joaquim de
riore Luthero, paisa ndo por Pedro Joo d'Olire,
lauler, Concede, Saronarote : teremos o espago
de lempo que precisa para fazer de um tanto um
beresiarca.
Verdade que os movlmentos da humsnidsde
sao em nosso seculo muito icceiersdo; mas a pa-
ciencia das almas pias longa : preciso pelo
menos duss gerages para que Roamlni ou Mon-
ttumben sejam os aolepasstdos de am schis-
maheo.
Pode ser-me feita ama objeegio, e dero prere-
t QueTeie exaltar a religiio, dir-me-hio, e pro-
curaea subtrabi-la i regencia do estado ; mu,
por eutro lado, nao queris que ella aeja um po-
der originado, que obrjgue o estado contar rom
ella : nio redes que a deprims, que, nao sendo
mais ama cousa de estado, ha de descer ao nirel
dss opinies de litterolura ou de arle, com que
nio se embaraga a administrsgio, porque consi-
der-at abaiio de si ?
t Vos, que sabis as condlges da liberdade,
nio redes quo abateis a torre em que anda se
defende ? Como I em nossa sociedade desman-
telada, applaudis ruinada ultima tortaleza feu-
dal ? Nio atteodeis que esta fortaleza poder ser
um dia o nico asylo das almas que nao quizerem
currar-so ante o temivel poder tribunicio do es-
tado I
Em samrna, no meidda universal depressao
..r------------- .*....... u... u da Europa, no meio do silencio criado pela egual
twi-rfJ e C009ti,,Be u PJer' constitue uma sujeigao do todos, quem tem resistido? quem tem
Merdade. Se oeste mundo houvesse um poder fallado ? O papa, os bisos,
espiritual, Gregorio VII terla lido rszao em seus A egualdade nao uma proteccio: o cdigo
a tu utos psradoKOs : O reino das almas teria sido para ninguem um abrigo. Se a rea Roma ti-
tuao. o reino dos corpos bem pooca cousa. resae lido bellos caracteres di padres se
ira verdade, o reino das simas s existe na
a coaetad* a aa-
ae pialar por
o poder
absorviflo pelo impera-
. pootifieal, em rez de ser .
* Slk* .?.". no muQd0 da idea pora, dor, liresse terminado am crear bispos, o des*o-
* uneraade est limitada na ordem material : o Hamo cesariaoo teria sido impossirel. A libwdade
campo dd meu risinho me vedado, isto justo resulta de am prerilegio: porque nao queris que
e necesssno para que o meu o seja meu risi- tenha a egreja o seu?
oho ; mas meu risinho nenhum mal me faz ten-
do sobre Deus, o mundo e a sociedade as opinies
que lhe pareeem boas, porquanto, tendo estas
opinies, nada me tira do direito que tenho de
ter inteiramente oppostas. A egreja, se se en-
teode por esta palarra am poder armado de ou-
tros meios que os da lirre propaganda, dere as-
sim deeapparecer, nio em proreito do estado,
mas em proreito da liberdade.
egrej
Eu o quere, por certo, se me fr permittido ter
o meu contra ella ; mas o erro da egreja nio tem
sido justamente appellar mais do que pessoa al-
guma para o principio do estado, anta de, em
nome da unidade nacional, suffocar toda dissi-
dencia ?
Quem mais do que a egreja tem invocado este
temivel auxiliar contra os que ella julga seus ini-
gos ? A idea exagerada que a Frange se forma do
ssm quinto nourer um estabelecimento offlcial estado, as difflculdades que ah eocontra o ests-
aa religiao, o preferlrel que as duas autoridades belecimento do rgimen constitucional nao sao
sejam distinctas e nao reunidas ; mas o ideal i em parte obra do eatholicismo ?
que conrem tender justamente chegar ao rei- Este pensamento que as cousas de que o esta-
ado puro do espirito, nao como o enlentem os do nio se oceupa, sao por isso mesmo cousas
h* 6 88?,arios> mas como entendem os menos nobres, nao o mal que conrm comba-
verdadeiros liberaes, persuadidos que s uma ter, e nio justamente a protecgip de que muilos
crsnga tem prego, quando adquirida por uma re-1 inteiesses socises, oecessilam contra as tendeo -
nexao pessoal, que um acto religioso s meri- cias necessariameote inrasraa da egreja, que
constitue uma boa parte ds Torga do estado?
Deixem i egreja sua orgaoisagio feudal, mas
eolio recoostituam com todas as suas. partes o
systema das organisacoes livres ; deixem outras
egrejas, outras sssociages de tanta natureza Tor-
raarem-se com um egual direito : sem isto a io-
ustiga flagrante.
Um estabelecimento offlcial da egreja p Je ser
uma condigao de liberdade nos paizes jl livres ;
mos semelhante estabelecimento nos paizes ceB-
trslisados, pelo contrario um ataque i liber-
dade.
tono, quaudo espontaneo.
E' sem contradiegio o protestantismo que mais
prximo est deste idesl. Desprendendo-se pou-
co pouco de seus lagos com o estado, o protes-
tantismo chega em nosssos das sua ultima coo-
anqueucia, que a organisago lirre da religiio
aniao dos chrislios, nio na letra morta dos
e a
O principe tinha portento razio, aocialmente
fallando ; e depois que haramos conservado, eu
pi achava mais a situacao lio difficil como a
julgra principio. O monslro perda asauaspro
por^des, e eu co mega va a crer que com um pou-
co de paciencia e destreza, a duqueza conseguira
derruba-lo.
Tratava-se em primeiro lagar de coohecer a
razio e o resultado da visitada baroneza ; porm,
tambera deste lado, a julgar pelas apparenciis, e
como o previra o principe, a duqueza pareca ter
achado auxilio e proteegio. Com effeito, com-
quanto de algum tempo aquella parte a barone-
za se tivesse humanisado seosivelmente Com sus
cudhada, esta nunca teria podido prever que che-
Baria ao ponto de complacencia em que a ra
nessas circunstancias difficeis.
Seria por renlura a barooeza uma boa mulher,
capaz de dedicago na ultima extremidade? Bem
poda ser; mas lando o carcter que se lhe co-
nhece, acreditar-se-ha queaabendo tudo o que se
passara.e ssbeodo-o de modo nio poder duri-
dar; poressa mesma criada que prerenira Vla-
dimir, e por quem este, sempre por intereue da
duqueza, mandara prerenir barooeza, acre ii-
tar-se-ha que ella fosse offerecer dnquezs ossu
auxilio e os seas cooselhos para oceultar todo
o mundo esse infeliz acontecimento, como o cha-
mara o conde? Acredlta-lo-Mot E' no entonto
rerdade.
Antes de lado, dizis ella, preciso preiervar a
dignldade da cass ; reconhecia qne seu irmao se-
ria capas de ooear am reauludo sem causa,
mas isso nio diminuira o eseandalo, o que cum-
pria evitar todo o casto. Nao seria melhor vis-
jar durante algum tempo com ella, quem Dio
suspeitsrian capaz de semelhante complieidade?
Promettia erraojar tudo, e quando regreaeaisem
ninguem desconfiara que am filho baria nasci-
do de urna mi daseoohaeida. E vejim al onde
ia a bondade da baroneza. Comprehendia que a
duqueza nio quizeue eps/ar-u do pae desse fi-
lho, a de sen proprio morimento propos que,
Jacques aeompanhaoae i* dais viajantes, nio
ostensivamente, mu em carta istapta, de no-
do nao compromelt-las, e ao mesmo tempo de
modo a encoatrar-se com a duqueza o mais que
podesse.
Poder-ae-hia filiar melhor? Se elle era lio
leal como disia, se amara realmente Annelte,
quem impeda que lomas* esse menino, que o
reconbecesse ? E como nio liaba fortuna, cons-
tiluir-se-hia em todo ocaso e com a maiorfiei-
lidade, uma renda honresi ease menino, renda
que assegurana a aua independencia, a que se o
menino morresse seria rerersirel ao pae. '
Nio era possirel, querendo fazer muito, termi-
nar peior offerecimeatos de favores, j suspeitos
pela sua exageragio, e offender mais profunda-
mente a duqueza, attacande a reoidade do ho-
mem quem ella amara. As expanses, que nao
reem directamente do coragao, tem sempre um
lado desastrado pelo qual ae condece a sua bas-
tarda. Ha certas amizades apparentes. filhas de
alguns Ihteresaes mysteriosos. eguaet essa Ter-
mentagio espontaoea que cobre certos pantanos
de um musgo esverdeado. De longe dir-se-hla
um prado verdadeiro com rerdadeiras flores. O
homem approxima-se, a emanagio ftida : jul-
gam-a firme e aolda, quer se caaaiohar por cima,
o p eoterra-ae e o homem afoga-se oa lama.
Somonte pelo presen tmenlo de que a repenti-
na complieidade da barooeza pedia ter uma cau-
sa interessada, a baroneza nada teria aceito del-
ta. Com maioria de razio, quando a baroneza
proouaciou as ultimas patarras da sus perorogao.
Aonetle ergueu-se eolio e disse-Uie:
Obrlgada pelo seu benerolo offerecimanto.
Nio ata at que panto os ditos de ama criada,
lhe dio o direito, micha querida baroneza, ded-
zer-me o que me disse. Nio tenho, felizmente
nada a temer, e nio preciso nem de viagem nem
de mysieri >.
Nem ama palavra respeito de Jacques: nio
que a duquesa quizesse negar esse amor, mas
nio fatia ae seu amante o asalto de disentir a
sus probidsde com a baronesa.
Entretanto, recusando as propoiices de sua
cuohada, Annette uio poda deixar d conrir
comsigo mesmo qae ess relo teria nethor, m
tymbolo, mas na pura idea religiosa, do modo
que o Evangelho exprimiu-a pela primeira vez.
taivo a reaccio semi-ridicula representada na
..-rtt"!iJ>!l.Pitido da cruz, o protestantismo
Suisaa realisa cada da" nesta vl sensirTs" pro-
gressos.
As egrejss reformadas de Franga em particu-
lar atravessam uma crise cujo exilo interessa no
mais alio ponto o philosopho e o homem reli-
gioso.
Obrigadae i se unirem para reslstirem, estas
egrejas tinham permanecido al estes ltimos an-
uos encerradas nos scanhados symbolos do calvi-
nismo.
A amplidio em religiio o frnlo de urna lon-
ga paz. Nao a filhos de martyres que conrm
pedir o critiesr os symbolos pelos quaes soffre-
ramseus paes. As formulas ampias nio sabem
se defeuder, e nio apossam-se asss do homem
todo inteiro, para fazerem padecer 150 annoa de
proscnpgio. '
O protestantismo frsocez pedia assim psra ser
julgado, oo pelo que se torora sob o golpe de
odiosas perseguiges, mas pelo que terla sido se
tiresse se cooserrado lirre. Um meio seculo de
liberdade bastou para leva-lo sua direegio na-
tural.
Desde s poca da restauragio, um pastor de
Nunes, Samuel Vicent, posto que coobecendo
anda pouco o christianismo germnico, enuncia-
ra com rara firmeza as vistas, que depois torna-
ram-se axiomas, sobre a natureza da crenga re-
ligiosa. Mais tarde, uma influencia de estudos
superiores, vinda sobretudo de Strssburgo. reno-
v,", a tradigo das sabias escolas reformadas do
Avl e XVII seculo.
Todo o protestantismo francez ha de acabar por
comprehender que, nio aer elle a religiio livre,
nao tem razio de existir, que o seculo nio ha de
fazer-se calvinista, que uio ha de deixar a egre-
ja pela Biblia, o concilio de Trento pelo symbaso
de la Rochelle.
Oantigo protestantismo confessionalisla e na-
cional pode prestar grandes servigos como virei-
ro de homeos instruidos ; mas como seita parti-
cular nio pode aspirar um bem grande fu-
turo.
O eatholicismo, com a altiva audacia de suas
Tora possirel emprega-lo sera o concurso da ba-
roneza. Se esse filho podesse rir so mundo fra
do casamento, virgen de lodo o escndalo, coa-
fiado pessoas discretas at o dia em que A'n-
netle adquirisse sua inteira liberdade, que nio
duridara ler apenas chegasse seu pae ; se mais
tarde, podesse adoptar esse menino e toma-lo
ostensivamente para sua casa, nao seria o me-
lhor paro ella e para .Jacques ?
Quando a imaginacio da mulher que ama tem
entrado no campo das possibilidades, nio ha
mais razio para que pare, e mesmo os maiores
perigos como se r, aps os primeiros abalos
ineritareis e inherentes, tornsm-se para ella ma-
terias de oras esperanzas, semelhsntes aos kal-
cedoscopios que se dio as creangas, que repre-
sentara, primeira vista, diabosou pedrs eque
sscodidos um pouco lhes mostram de repente
anjos ou flores.
E' sssim que, ^do grande terror que princi-
pio lhe haviam causado aspalarrao de Vladimir,
ella cabla agora em ama grande confianga im-
moderada ; e s deduzindo da risla da baroneza
ama cousa, e que seus proprios inimigos ti-
nham ioteresse em protege-la, ria tudo cor de
rosa, como se diz commommente. Jacques tam-
bera partilhara essas illusdes, e qusndo me con-
tou essas navidades, accresceutoa quearesolu-
gao da duqueza era nada dizer e nada tentaran-
tes da chegada de sea pae, qae nao poda tardar,
que quando seu pse estivesse i seu lado, ella lhe
faria umaconfissio plena e inteira, e eslava cer-
ta, dizia, de achar nelle todas as proteegesde que
precisasse. Nessa poca, sem durida nenbuma,
o duque estsria a viajar, porquanto nio esperara
para partir senio ama missao do gorerno que lhe
hariam promeltido; por conseguiote com am
pouco de pociencia, como distera o principe, lu-
do poda acabar o melhor possivel.
Entretanto por vil das dundas Jacques fra
visitar mademoiselle d Norcy, quem tiaha a-
chado meaos, doente do corpo, porm sempre lio
triste de coragio e de espirito. Viva em ama
casiaba isolada, perdida masmo em ama oasaas,
curTM do li?d9 TP4l qm oomeoa | u* Q,urto de
blicista atis"f5Ven"elrratS"(T2);; fiber'dsda"pSl".
tica o a liberdade de pensar suppoem-se uma
outra, e se preciso fosse escolher, contesto mes-
roo que preferris a segunda, porquanto nio se
poae ser um homem completo em um psiz que
nao goza da liberdade politiza, e sem a liberdade
religiosa e philosophica s se ple ser um ho-
mem mu imperfeito.
A liberdade torna-se assim a solacio da ques-
lao religioss, mais anda do que a das questoes
maraes, socises, poliiicss. induslrises. A rozo
disto simples. O fim da religiio o bem ; ora
o bem que nao for obtiJo pela liberdade nio
oem. A religiao um problema que o espirito
cria appiicando-sedelle ; averdadeira e boa re-
Siio para cada um aquella que er e ama. O
acipio liberal por excelleocia que o homem
6 uma alma, que s pela alma deve-se toma-lo
que tudo o que nio muda a alma de nenhum
valor.
Uma jostiga pertinaz, concedendo com uma
implacavel obslioagio a liberdade i todos, mes-
mo aquellos que, se fossem os senhores. nio a
concederiam i seus adversarios, tal o nico
termo que a razio entrer aos graves problemas
apparecidos era nossos dias. oclino-me i crer
que se em 1849 s se tiresse opposto aos erros
socialistas um impassirel liberalismo, o virus pe-
rigoso que ss medidas de repressio eotio toma-
das fizeram reentrar no eorpo social teria perdido
toda sus forgs. Muitas desgracia teriam sido
conjuradas, e graves embaragos postos nos direi-
tos de todos nio existiran.
A religiio, mais do que quslqaer outra cousa,
ha de gaohar com este reglmeo. Grosseiras as-
sociacoes de idss mui prejudiciaes i elerago
das almas hio de cahir por si mesmas. A syno-
nymia estsbelecida pela hypocrisis do fim do
reinado de Luiz XIV entre libertino e livre pen-
sador ba de desapparecer.
O eatholicismo offlcial lem por ordinario resul-
tado attrahir esta confusle; triste pensar que,
(12J M. de Tocquerille.
sem o apoio da Uaarita* da vtii*
com saa cara, a ravaUcio a XVI
fundou a adependencii do penaaateni*. *iiT-
sa-hia affeitado.
O exemplo da Italia, flecluaado jdasda a
media entra 6 tarialiaaso a a daroefto.
rada ao miamo tempo pata religiio pata
dohdade. parausada pelo fletaolicismo e ai* s-
benlo sabir deHe? aflo pode ser balitte aaadi-
tado.
Em lumma, a iodifTeraoc* soberba do arar-
rhoisrao padusao, que pareca ao XVI secuto la
uma lio boa poltica, foi ota desuso. Mise
combale o poder exeluiiro da nasa reliada* a-
zendo-lhe pretestos mendaxeed* reapait*. Oaad-
co meio pan isso o aa^ajTA Ufatigavet li-
berdade.
O dogmatismo, qae julga possair a feraaU
eierm di rer Jade, o scepUcasaaa. qui af ver-
dade, sempre hia de ser o* direccie daa Baga-
dos religiosos doaa guias aagtmadjaraa. Nada ata
que da bumanidade para dcaprezar. saaa aa
pouco nada para abracar de
lat.
Toda abuso reprehensivel,
ciedade s vire de abusos.
Toda affiraaaeia dogasaliea
phrasa conclua* cali aujaita
tudo oo dia em que a ha
affirmar cessaria de existir.
Toda forma nligi*** impetWU. todsvia a
religiio nio pode existir aem firma. Eila se
rerdadeira om aua ojutoU isssacia. o todava aaaV
tilisa-la demasiado, i dettrui-la.
O philosopho qae, locado
pelo abuso, pelo erro ceattitt* a* torm,
poasuir a rardade rerugitiido-ae ata aaatri
substilue i realidade algaaaa cousa ae
exista.
O sabio squelle qae r aa
ludo imsgem, preeooceito. sjmaato, .
imagen, o preeooceito, o symbolo ala irriaaa
ros, uteis e verdideiros. O degmaliaio 4 aaM
prasumpcio. porquioto amtm, aa eatra aai-
tboea da horneas que team |e)jgaa* '
mente poasuir a verdade, am aa* ha q*
lido completamente razie, eeaoo eaparar
hi de ser mais feliz?
Mas, astim coma nao se caneara
commeiter um contra-sansa pueril
o ideal sob formas acabadas, sssiai
mittir e amar o symbolo, loga qae liaba vivido
na coosceooia da humanidad*.
Sem ter em vistss a pereico aaaalarta, ja*, i
estreitsr rigorosamente aa eousaa, seria **,
pode-se acreditar que umi carreara i
abarla i razio e i liberdade.
O problema do verdadeiro a da jauto 4
da quadratara das corvas; da qual aa sa apraxi-
ma tanto quanto sa dn-ji, seas Beata 11
ebegar.
Eternamente batida em brecha par ama
da alma humana, a religiio he da restatir
eternamente, apotada na outra matada. Se a re
ligiio fosse um simples erro da haaaani
a aslrologis, a feiliceria e t mais chi__
durante seculos, team sido creaeja*garaas. a
ca te-la-bia ji expulsado, coma desterre para
as intimas ordens da sociedade a craaca
piritos e feiticeiros.
Se por um antro lado a religue ato
nio o fructo do clcalo aataral palo qaal ha-
rnea quer ichar ilm do lumalo tracto daa ac-
coet virtuosa que neste mona* fes para raaiai-
(he. o homim serla para alia lavad* ssbiatadu
em aeus momentos de egosmo.
Ora em seus melhores moaaeatoa *a a h*-
raem religioso, quando elle
que viriude correspoode i orna
quando contempla aa cousas de urna
desinleressada que echa a aaacto ravallaato a
absurda.
Como nlo suppor qne oestes mo motos ae
o homem v melhor? Enlre a homem igaiala
dissoluto e o homem bom e racolhido, qaal o
que lem razio?
Se, como o qoeriam oe saphietos iUUaaaa da
XVI seculo, a religiio lireaai tilo iarealada
simples e fracos, como aa maia bailas
seriara justamente as mais raltgiaaaa ? fHgiaaaa.
pois afoutameote qae a religiao praaacta
do homem normal, que o horneas est ataos aa
rerdade quando maia religioso a saais certo
esti de um destino infinito ; asa* paahaaaaa *a
parte toda coofiaaca absolata aae iotogeas aja*
aerrem para exprimir eate destina, a creaos** **-
mente que a realidade deve sar muita sopevier i
tudo quanto permittido ao saatiasealo daaajar'a
i phaalaaii imaginar.
Tlvez alguma cousa d* aaalage aa qae sa laca
passsdo naa sciencias phyaiea* linhi da ai
sar aqui. No primeiro aaoaaaala, pede aa
que as Ucucm aaadernaa. aaotratoaa a sy
primitivo em que oa pbaoaaiai
eram obra de ageotea livraa, iia
leza do universo e reduzr todo i
realismo sem mysterio. Bom alase*
raram eate mundo eoeaotade *ae* vive* i
manidade ignorante, esta auado
moral apaixonado, ebeio de vida
Julgou-se que a scieocia ia dimioair a aa..
Em realidade, ella eagrandeeea-a taiaitaaaaato.
As ideas que, na antiguidade pareciam as aaaie
exageradas acharam-se acanhadas, meaejajahas.
puens, comparadas ao qne boje sao. A Ierra s-
melhanle i um disco, o sol grande coma a Pasa-
pooso, ts estrellas girando alga ota* lanas ata
altura nos eocaixes da urna abobada salid* am
universo fechado, cercado do asare* ai
como nm cofre (13), ais ayatami d*
mais espleodido que ae toaba rrtid
Quem cusira liments-lo em preaeaca da *
scienci) lem revelsdw? A hypotaasa mecawc* da
Newton nio maia grandiosa do qae a da* aaajaa
moveodo as espherae, a Matarla da gto**, o
modo que a geologa permita ji entrever, ata*
mais potica do que o mundo preparad* sal*,
ha cinco mil nanos ? Creraos ifloiismeale qae *
systema do mundo moral da mesma qqqfca
superior i lodos nosaoa symaola*. Naa captara -
mos as chimeras iofantis daa epaeae lagea***. O
sonho sempre amortece ante a realidad*. Dal-
lemos a sciencia inflexirel atacar coas o rigor d*
seus methodoa estes problemas roaaltlea* i
seculos pelo sentimento e pela imigio*ca*.
sabe se a me t ha ph y sica a a tbeetagi* a*
nao hio de aer para as qae pregues* de
gagio dere am dia revelar o qae o cosmos de A-
naximenes ou de Indicopleast* para e saiwti
de Laplace e da Humboldt?
Ebkst Ihm.
(fieatti des DiHX-Momdm.H. Chmwm.)
legua de Verssilles e se estende at Chrense.
Quem c estirease. jutgir-se-bis i quinhentis
liguas de Piris. Era o retiro miis impeoetrsrel
que se poda escolher e sa a ora inquilina qui-
zesse oceultar um coodemaado morte Tugido da
priso parece que a polica o teria procurado um
aono antes de ir dar com elle li.
Collinas cheias de maltas, de ondulages ca-
prichosas e piltorescae. grsades choupos oscilan-
tes, mscieiras anias, redondas como balas ; aqui
e ali mootoes de madelre cortada dorante o in-
vern, am silencioeterno, am silencio com edade
de mil annoe, perturbado de ves em quando pelo
grito de um corvo riseaado o cu com o seu voo
negro : uma immobllidade desesperados de pas-
sagem, animado algumas por algum carro di-
rigindo-se a Voisyns, por alguma carreta diri-
gindo-se i Samperre, ou por alguma vaca "aoll-
taria, scompanhada de uma mulher velha de a-
vental rarmelho ; um horiaonte limitado por dous
rales eguaes, tal erajo espectculo que mademoi
sella de Norcy tinha diante dos elhos depois qae
partir de Pars. Nao era alegra, como ae r,
sobretodo oo principio de margo, quando o sol
anda hesita ; mas a pobre afflicta quitera dar i
sua dr arredores que com ella estiraesem em har-
mona e realmente nio podra escolher melhor.
Era um tmulo vivo; era o que ella proco*
rara.
J ulgara-se offendida muito profundamente pera
poder morrer do golpe que hara recebido ; nio
era capaz de ostentar a dr ; e os paseares o-
uottonsivo*, qaando ai fsridoa, em ves d* grita-
ren e de sp lastimareis, imitan-se para mor-
rer, aos lugares mus solitarios e mais ignora-
dos. Assim fazia ella. Uma creada relha, de-
dicada .i muito lempo era asna nica com-
pauhia, a leilura, quando nio poda pensar, ana
nica dlstrsecio. Apenas paaseava meta hora
em um jardim despojado de flores.
Madama de Wine, como os lettQres se lombram
tinha promeltido i Eliaihelh. acomp-,nha-la a
ampo; mea sua amiaada aio aadhaeantido
com torcas psra latar canUa ssjsasd^ato solidat>\
a*.c*m >
ataaam*.
(131
i as lo
Veja-se o estado ae M. Lelrona*
mas Indicopleusts o 9 opinioet cosaaagrapbi
c"J-0,p,,,res dt ere,>estala da 15 da asm
go de 1834.
---------------------------r---- -- h.h^i^ii|.
iar a ver Jacquea; lastimara Elia*aath ; dtosara
ideus ao amor, esqaecendo qae em amor ata* ha
im verdadeiro senao aqaelle qaa ai* aa ata ;
procurara pretextos para nioeumprir au pala-
rra, tanto maia qoaolo acabara ee rtriar"'
se com o successor de Jacqaes; porque m
se conhece um poueo as mulheres, e s* tem
lado aitengao i oalaraza desta, ji dara lar'
vinbado qae s os arrafoa com aovo aaaaato
tinham podido prodazir nella esaes eateraeci-
mento, essss leotatiras ds coneiluco i
ao here.
Durante esses erratas, jolgava-se
procurara deeeaperar da vida ; tiaha aairia* lar-
aara ~
adeus
ai
quizara dedicar suas tristezas e caualagdas i
amiga ; depois livera logar a arammataaed*, prav
cipiuda lalvez pala ioaiffereoc* formal da'Jac-
ques e essa acoasssodacio dora asas i '
idss tristes que aiqoallee tres toa hat
parecido ; as borboletu negraa tinham v__
verdadeiro carcter da malhar leviaaM o Mvata
tinha apparecido sob essa carnada da sralimeat
lalismo, a ella ria-ie em aparea para ah* caat-
prir aa oromeaaaa fettas i EHaahath.
FelizmeaU mademoiaela da Norcy aie ees ma-
Iher de exigir am sacrificio qae, em Mmeje s
mediocremaate a intereaeara, preraiasila
eemo j dtaeamos, a solio** mais abaalsU. j77*
feria nio oavir consolagoeaaaaaes, ma*i*lhq aa>a-
lileUUgaota. Tinha, dizamot, qaaat apravai-
Uodo essa occanio da sa retirar nhuihi, raafl-
tuido a iiaerdada.de Carate, qaa para i
la Hiera apenas a resiateaeia coaveatoala.
Jeeqoee achava, pota, madamataato #
na melhor aitaacio am qaa, atan a ama i
ella, poda acha-la ; irtitasjsito da "
seocia completo de testemaahaa, a
nntias da discricio de dddiaaalB. ama
recer um coragio leal c*ss* eemstla' i *j*a sa
diriga.
)
PWR.TTP. DE M.r.DEFAaUAftriLliO. l|fl.
A

11
sT- ^Bkxlm aTaT I


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