Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09406


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Full Text
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AH Iliril fMIM 256
Ptr tres aeies veieidM
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ENCARREGArJbS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahybir o Sr. Antonio Alexandrioo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marque* da Silva ;
Araeaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr.
J. Jos de OUveira; Maralo, o Sr. Manoel
Jos Martin* Rbotro Guimaraes; Par, Justino
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jerooyno da Costa.

OuARTA FEJU fi IB I0TEI1B0 H ItCl
Ftf iim 4mUi 19|f 00
Ptrte fraiet para stfcscriiUr.
Alfl
FAttl'lAS UUS COKKtUun.
todos oa dial aa 9} hora* do di a.
'. Goiaana, e Parahyba naa segundas
feira*.
o, Beterros, Besito, Caruat, Altinho
una oaa tergas-feirst.
Albo, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pee-
queira, logazeira. Piorna, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury a Ex naa quaitts-feira*.
Cabo, Serinhiem, Rio Formoso, Una.Barreiros
Agua Preta, Pimeoteira* e Natal quintas tetras.
EPHBMERIDES DO HEZ DR NOVEMBRO.
2 La* nota a 1 hora a 44 minato* da Urde. ,
J?V0 r,,c,aU .* Mr.t nnoto* 4a
manbia.
17 La ehaia as 10 horas e 4" sanate* da man.
25 Quarto mingaante a*8 horas 47 minuto*da
manla;
PREAMAR DE HOJE.
. Primeiroas 7 horas e 4fi avientos da manbia.
(Todoa oa corren partea aa 10 horaa da uanhia] Segando aa 8 horas e 6 niato* da tarda.
*T
DAS DA SEMANA.
4 Seguida. 8. Carlos Bortorneo cordial.
5 Tarra S. Zacaras e S. Isabel pies de S. J. B.
6 Quarta. S. 8evero b, ; S. Athico b.
7 Qninta. S. Florencio b. ; S. Tessalohica m.
8 Sexta. S. Se ver lana e aeutcomp. mm.
9 Safc|^- S- Tb*>4*ro m.; S. Orestes m.
10 Domingo, o patrimonio de N. Seobor*.
AUDIENCIAS DOS TBIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Reiacao: Ierra, quintas e sabbadosaslO hora,
Fazenda : trras, quintas e sabbadosaslO horas.
Julzo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphloa: trras e aextaa aa 10 hora*.
rnmeira vara do civil: tercas sextas ao meio
da.
Segunda vara do cirel
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
PARTE OFFICIAL.
I *!
60VEMI0 BA PROVINCIA.
Expediente do dia t de novembro
de SOI.
Officio ao Exm. viseoode de Suaasuna, presi-
denta da exposigio agrcola.Passando a*~m*os
de V, Exc, para coohecimeoto da commisso
encarregada da exposigio gritla a Inclusa co-
pia do officio que em 28 de outubro ultimo me
dirigi o coaaaaaadaate do presidio de Fernando,.
tenho a declarar-lhe que nesla data officio s
commandante da estagao naval para mandar por
a dispotigo da mesma commisso os objectos
meucionados na relaco, a que allude aquelle
officio.Fez-se 9 officio de que ae trata.
Dito so Exm. presidente da Parahiba.Julgo
conveniente communicar a V. Exc. que nao veio
para esta provincia 00 vapor Paran como de-
clarou o commandante di estagao naval no offi-
cio por copia incluso o desertor da armada An-
tonio daa Nev Lima, de quem V. Exc. fez men-
ean em o seu officio datado de 28 de outubro ul-
timo.
Dito ao coronal commandante daa armas.Em
solugao ao officio de 21 de selembro nliimo com
que V. S. trouxaao mea canhecimento o do'com-
mandante do 9 balalbo de infantera expondo
o* embaragos em que se achava pata mandar pro-
ceder a cooaoiho de disciplina contra o o soldado
addido ao mesmo Manoel Francisco de OUveira,
remetto-lhe por copia para ter execugao o aviso
da repartlgio da guerra de 22 de outubro passa-
do, determinando que esse soldado seja enviado
para a corte.
Dito ao motmo.Declarando-me o Exm. Sr.
ministro da guarro em aviso de 8 de outubrej
prximo liado que para ser tomado em cootide-
rago o requerimento do Io sargento do 4o bata-
lho de artilharw a p Joo Nunes de Araujo
Sodr pediodo que se ihe cont o lempo de ser-
viga prestado antes da sua segunda praga, coovm
que se remella i respectiva secretaria de estado
a certido dos assentamenlos que tiver o suppli-
cante no dito batalhio, relativos a sua primeira
praga ; assm o communico a V. S. para ter exe-
cugio.
Dito ao mesmo.Passo s mos de v*. S., para
'ero conveniente destino, a certido de assen-
tamentot do cabo de esquadra Joa Francisco
namos, que foi transferido do corpo de guaroi-
gao ds provincia do Amazonas para o 10 bata-
lhio de infanlaria.
Dito ao mesmo.Tendo-me sido declarado pela
" directora geral da repartigao da guerra em 15
de outubro alllmo, que nao ae recebeu commu-
nicagao di captura do aoldado Joo da Crnz do
Carmo.Nque j respoodeu a conselho de guerra
por crime de desergo e cajo processo acompa-
rihou o officio de V. S. sob n. 1485, e data de 12
de selembro ultimo ; assim o communico i V. S.
am de que *e sirva de enviar-me a referida
communicagio para ser traasmittida aquella re-
partigao.
Dito ao meamo.Passo s mao* de V. S., para
terem o cooreoientedestino os procesaos do con-
selho de averignago, a que ae procedeu. pars
serem reconhecidoa segundos cadetes os soldado*
Joaquim Lopes Ferraz ds Cunha Reg e Antonio
Roberto Cordeiro, este da companhia 8xa de ca-
vallaria, e aquelle do 9o batalhio de infanlaria.
Dito ao commiodante superior do Recite.
Remello V. S. para seu coohecimenlo e exe-
cugao, copia do aviso expedido pelo ministerio
da justiga ao Exm. presidente da provincia em
19 de outubro prximo lindo em solugao a duvida
so incompativel o servigo activo da guarda na-
cional com o de empregado das caixas filiaes do
banco do Brasil.
Dito ao chele de policis.Queira V. S. mandar
reeeber do commandante da estscao naval, am
de serem postos a disposlgo do juiz municipal
da primeira vara, os presos de justiga mencio-
nados na relagio junta, os quaea vieram do pre-
sidio de Fernando no brigua barca Itamarac,
por haverem cumprido as peoaa a que foram con-
demnados, como me commuoicou o comman-
dante do raesmo presidio em officio de 28 de ou-
tubro ultimo.Communieou ao predito juiz mu-
nicipal.
elaco de que rata o officio cima.
Perteocenies a esta provincia.
Cypriano Jos de Lima.
Francisco Jos Corris Lima.
Henrique Luiz de Souza.
Jos Amonio de Lima.
Jos Francisco da Silva.
Pertenceotes Parabyba :
Antonio Gongalves de Almeida.
Floriano Jos Gongalves.
Manoel Fabricio do Nascimento.
Pertenceotes s Alagos :
Francisco Beierra do Nascimento.
Dito ao mesmo. Nao constando da relacio
dos sentenciados desla provincia enviados lti-
mamente para o presidio de Fernandn o tempo
da pena 4 que foi condemoada a r Hara Fran-
cisca d'Anuunciago, cumpre que V. S. ministre
semelhante respeito os convenientes esclareci-
mentot.
Dito ao commaadaote da estagao naval. Ex
pega V. S. as suas ordens, para que o comman-
dante do vapor Paran trsosporle 4 seu bordo a
um official do exercilo e om empregado de fa-
zenda, que vo em commisso ao presidio de
Fernando.
Mandou-se tambera dar transporte para o so-
bredito presidio ao tente reformado Henrique
Tiberio Gaplstraoo, a mulher e doos filhos deste ;
bem como ao particular Epiphanio de Souza e
Almeida.
Dito ao commandante de polica. Pode V. S.
mandar alistar no corno sob seo commando o
paisano Paulino Magno da Silva a que se refere o
seu officio n. 491 desla data.
Dito aocooselbo de compres navaes.Approvo
o contrato que celebrou o conselho de compra*
com Manoel Antonio de Jess, como participou-
me em officio de 15 de outubro ultimo, para for-
necer pi e bolacha aoa navios da armada e es-
tabelecimentos de maroba at o fim de derem-
bro prximo vindouro. Communicou-se 6 the-
aonraria de fazenda.
Dito ao inspector da tbesouraria de fazenda.
Para cumprimento do disposto no avian da repar-
tigao da'guerra de 18 de outubro ultimo, baja
V. S. de enviar-rae, para ser traumitlida 4 mei-
ma roparticio, patente do tenante do Io bata-
lhao de artilharia 4 p Joaquim Jos dos Reis Li-
mo, a nal foi remettida a essa thesouraria em
29 de novembro do aaoo prximo passado.
Dito ao mesmo. Communico a V. S. que, em
aviao do 19 da outubro ultimo, declaiou-me o
Esa. Sr. minUtro 00 justira ha'er sollicitado do
mtoisterio do fazenda a azpadigao daa convenien-
tes ordeno oara ser pago ao bacharet Joaquim
Tboodoro Soaras 00 Avellar. juiz municipal e de
orphaos do rate de logateira, o ordenado an-
aual doflpQfOOO rs., que como tal Ihe compete.
Dito ao inspeclor da theseursria provincial.
Accuso roceMdo o oSotO 00 81 de ootubro ulti-
mo, sob B. 538, em que V. 8: participou haver
Frauciaco de Souza Costa, dando por fiador a Do-
miogoe Jote Machado, arrematado por254|000 a
renda da rasa o. 94 da ra do Pilar, pertencenle
ao patrimonio dos orphio, e em resposta tenho
a diur que approvo eaoa arrematagio.
Dito *o mesmo.Masa* V. 9. remecer por ox-
rematagio, como propoe em sus ioformagio de
31 de outubro prximo Ando, sob n. 537, os 104
pares de espatos fino reqoisitados pelo director
do collegio das orphaas, e a que se refero o offi-
cio' do director geral da iostruccao pnbtiea, data-
do de 16 daquelle mez sob n. 316. Communi-
cou-se ao director geral da iostruccao publica
Dito ao mesmo.Reverto 4 V. S. as doaa coa-
las que vieram annexas 4 ana ioformagio de 99
de fevereiro do auno prximo passado, sob n. 63,
aftm de que mande pagar a Carlos Roberto ToM,
o a seu procurador, conforme requisiUu o che-
A< de polica em officio de 11 de Janeiro antece-
dente o. 46, a quana de 60J000, proveniente
do aluguel vencido doraste todo aquello aono,
da casa que strve de qoarlel do destacamento do
termo de Barreiros.Communicou-se ao chefe
de polica.
Dito ao inspector de arsenal de marinha. Hs-
veodo-me o Exm. Sr. ministro do imperio de-
clarado em aviso circular de 11 de outubro ulti-
mo, que solicitara do ministerio da marinha a
expedicao das convenientes ordens para que a
capitana do porto fornega transporte 4 esta pro-
sldencia^ sempre que tiver de andar pelo mar, ti-
rando d'ora em diante aupprmidas todas as des-
pezas com a galeota da mesma presidencia ; as-
sim communico 4 V. S. para seu conhecimento.
Commuaieou-se tambem ao capilao do porto e 4
thesouraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. fazer os con-
certos de pequea importancia de que necessHa
a corveta a vapor Paraente, como requisitou o
commandante da estagao naval em officio de 31
de outubro ultimo.Communicou-se ao mesmo
commandante.
Dito ao director do arsenal de guerra.De
conformidade com o disposto no aviso da repar-
ticb da guerra de 18 de outubro ultimo auloriso
4 Vmc. a mandar desligar da companhia de apreo-
dizes desse araenal o menor Jnio Antonio Ma-
noel e eotrega-lo respectiva mai Benedicta
Mana do Sacramento, urna vez que esta mostr
por documento haver iodemnisado 4 fazenda na-
cional da despeza que se houver feito com o pre-
dito menor.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do.Kemetto inclusos por copia as informagdes
que mioistrarara o conselho administrativo e o
director do arsenal de guerra com referencia ao
officio desse commando de n. 83 e data de 26 de
setembro ultimo para que Vmc. pelos meios a
seu alcance averige bem onde e por quem fo-
ram tirados os oilo paos de jangada, a que se
refere o mesmo officio, dando-me conta do re-
sultado de suas averiguacoes.
Dilo ao mesmo.Coovem que me sejam envia-
das copias daa tabellas em que Vmc. estipulou
os pregos porque devem ser vendidos, tanto em
grosso, como a retalho, nesse presidio os gene-
ros de primeira necessidade, como declarou em
seu officio de 29 de agosto ultimo.
Dito ao juiz municipal da primeira vara.Coo-
vem que Vmc. me enve com brevidade aa guias
nao s dos sentenciados ltimamente enviados
para o presidio de Fernando, mas tambem do*
qae slli exislem sem ellas.
Dito ao director das obras pablicaa.Com a
inclusa copia do officio da cmara municipal dei-
xa cmaae ae m de ouiaoro tnttm royvuuo so
de Vmc. de 22 do mesmo mez relativamente aos
reparos de que necessita a ponte denominada do
Maduro, na traressa de Santo Amaro para a en-
cruzilhada de Belem.
Dito a Alexandre Gomes de S4.Respondo ao
officio que Vmc. me dirigi no 1." de outubro
ultimo declarando -Ihe que os eleitorea da fre-
guezia de Salgueir devem votar no collegio do
municipio de Cabrob, viilo que a este que
pertence aquella.freguezia e nao aa do Ouricury.
Deu-aa acieocia cmara competente.
Dilo ao vigario de Iiamarac.Respondo ao
ao aeu officio de 24 de outubro ultimo declaran-
do-lhe que deve Vmc. fazer a conveniente de-
clarago de encerraraento do registro das trras
dessa freguezia, e remetter com urgencia o res-
pectivo livro 4 secretaria do governo.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.
Tendo sido conrencionado entre o engenheiro fis-
cal do governo e o engenheiro em chefe da com-
panhia da estrada de ferro desta provincia qne
qualro quebramares seriam construidos para de-
fender o aterro da Cabanga, o nio seodo admis-
"sivel, como me communicou o Exm. ministro da
agricultura, commercio e obras publicas em avi-
so de 24 de outubro prximo Ando, aob n 42,
que se adi a coostruegio do quarto quebramar,
que anda 'alta, para dopois que a experiencia
de um auno iver demonstrado a ana necessida-
de, como ptopoz o Sr. auperiotendente da mesma
estrada, assim lh'o communico para seu coche-
cimento, prerinindo-o de que aquelle engenhei-
ro fiscal nio deve passar o altestado pedido em-
quanto nio estiverem concluidas todas estas
obras.Igual communicagio foi feila ao enge-
nheiro fiscal.
Dito ao agiote da companhia de segurosE-
quidadeda cidade do Porto, estabetecida neala
capital.Remetto por copia a Vmc, para seu
conhecimento o aviao expedido pela repartigao
dos negocios da agricultura, commercio e obras
publicas em 23 de outubro ultimo, do qual cons-
ta que S. M. o Imperador houre por bem inde-
ferir o requerimento em que a companhia de
segurosEquidade da cidade do Porto, aolici-
tou do governo imperial a necesssra autorisa-
gao para que as respectivas agencias estabele-
cldasnasla provincia, na da Baha e nado Ma-
ranhio, e as qae pera o futuro se crearem em
outros pontos do imperio se rejam pelo* esta-
tutos por qae se regula a referida companhia.
Portara.O presidente da provincia, tendo
em vista o officio de 28 de outubro ultimo, em
que o inspector do arsenal de marinha partici-
pou ter aido examinado e approvado plenamen-
te na conformidade do ortigo 3* daa instruegoe*
"?"?. ao, decreto n. 1324, de-5 de fevereira de
1854, Charle* Halls, ordena que pela aeeretaria
do governo, e oa forma do dispoato no artio
3* das instruegoe* de 2 de junho do anno de
1860 se Ihe passe carta de engenheiro machi-
aisla de navios a vapor.Communicou-se ao
inspector do arseoal de marinha.
Despactaos do da S de novembro
de 1861.
Rtquerimtntoi.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.Remeltido
aoSr. juiz municipal do termo de Iguarata para
camprir o disposto no artigo 12 do decreto o. 817
de 30 de agosto de 1851.
Bacharel Bernardo Pereira do Carmo Jnior,
isjforme o Sr. Dr. director geral da inslrncco
publica. ^
Pedro Maximiao de OUveira Mello.Informe
oSr. Dr, juiz municipal do termo de Bacioi
ros*
Roza Mara da Conceigao.Informo o Sr. Di.
chefe do polica.
Selmalico Alexandrioo da Silva Rabello Ca-
neca.Nao tem lugar em vista da informacae.
Samuel Povrer Johoston 4 &_ Deferido do
posta que Mr. Haeck, um dos no* nossos dlstinc-
los economistas, acaba de fazer em ralagio aos
emprestimeo communses : esta urna das ques-
tdes predominantes da actualidade na Blgica, e
que realmente offereco igual ioteresse para os
paizea estrsajreiro*.
Essa questao foi suscitada pelo incidente que
ltimamente se deu entra nos de om emprestimo
ds communa de Bruxellas, a quem o parlamento
recusou a precisa autorisagao sob o pretexto de
que o systema de premios adoptado se asseme-
Ihava a um jogo de lotera, conforme a opintio
dos ministros da justiga e do interior.
Mr. Haeck propoe um meio de regula risa r o*
em prestmos commuoaes com premio*. Occo-
pando-se apenas com o lado scientifico e real do
problema toma para exemplo um emprestimo de
10 mitones reembolsavel em 66 annos vencendo
o juro de 4 % ao aono, e 100,000 fr. de premios ;
e cornee* reduziodo a obrigagoes os 100,000 fr. a
titulo de premios, mas durante um periodo de
alguna annos sement.
Pastado este primeiro periodo diz Mr. Haeck,
temo* diminuido a somma do* 100,000 fr. em
proporco so numero de obrigagoes amortisadas,
e levamos o excedente 4 Isxs do reembolso effec-
tivo daa obrigagoes que sahem annualmente sem
premio.
Pastado esse outro periodo de um certo nume-
ro de annos, temos diminuido mais a somma to-
tal dos premios em proporgio s novas obriga-
goes amortisadas durante o mesmo periodo, aug-
mentando com somma igual a taxa aooual do re-
embolso das obrigagoes que nio sao premiadas.
E assim por diaote at o Qm do emprestimo.
Em outroa termos o processo que propoe Mr.
Haeck consiste em transferir successivamente so-
bre a taxa eilectiva do reembolso das obrigagoes
toda a parle da somma, da qual aio diminuidos
os 100,000 fr. de premios primitivos a medids
que se vae extioguindo o emprestimo, para trans-
formar em vantsgens reaes, repartida* com igual-
dade, a probabilidades aleatorias qae o empres-
timo apreseotava em aeu comego.
E' o tnelhor meio de regalarisar at mesmo
os em prestimos com manaes, nada mais econ-
mico para as commonaa do que pagar aos seus
outros credores um pequeo jato, e premios os
mais dimioutos que possivel.
Porm na quadra em que moda fazer-se to-
dos os das a apologa da permuta livre. depois
que os nossos ministros admittiram para nossas
bolsas os empreatimos estraogeiros sem condic-
goes quanto aos premios regularisados ou nao,
ser razoavel, e at mesmo ser possivel limitar
lio restrictamente as condiges do nosso crdito
publico ? Ser eouss via s regra inflexivel do of-
ferecimento e do pedido qaando ae trata de finan-
gas ? Se amanhia os nossos empreslimos sanc-
ionados segundo as tbeorn de Mr. Fesch apre-
sen tarem aos subscriptores vantagens notoria-
mente inferiores, imagioar-se-hs as espheras
officiaea que o patriotismo nos faz perder as no-
goes da arithmetica ; pedir-se-ha o nosso dinhei-
ro por amor do paiz, o que vem a ser o mesmo
que pedi-lo por amor de Deus !
O dioheiro nio tem patria nem religiao: ja-
dea, e corre a Roma por intermodio da co da
Rotschild ; Ioglez, e *< mergutnar-se nos co-
rres sem lunlo do aespotismo austraco. Tam-
bem nio tem f, nem lei, nem principios ; acco-
modemo-nos com elle como ; o qae cumpre s-
mente adquiri-lo, e iato nio se faz regeitaodo-o
em ooene da moral.
O qne diriam de ama lei que ordenasse s com-
munas belgas a compra do pi dos pobres por
um mximum determinado ? Acha-la-biam ri-
dicula, porqee o trigo, a farinha e o pao, devem
soffrer as mesmas condiges do mercado em ge-
ral ; psga-los por om prego determioado inferior
4 avahagao, seria o mesmo que privar a gente
delles. Nisguem pode negar que o dinheiro obe-
dece as mesmaa influencias as suas variagoes :
como pois querer immobilisa-las ?
O emprestimo de Parta, Brdeos, Londres,
Vieona ou Berlin, di 200,000 fr. de premio por
10 milhes, eeodo o joro o mesmo que de Bru-
xellas ; como poia esta ultima cidade elassifleari
seus ttulos annunciando um premio anoual de
100,000 fr. smeote ?
Bruxellas assim nao achara quem empreste, e
car sem o dioheiro : este hade ser o resultado
da nossa regularisagio universal.
O simples bom seoso inspira eslaa reflexdes aos
proteccionistas anda os mais obstinado*, que sao
os nossos partidarios da permutia livre que pen-
sara em creer a nica prolecgio impoasivel no
momento *m qae reanem cea e trra para des-
truir todas as outras protecces boas ou mi*.
Realmente o qae fica bem claro ueasa poltica
singular que todo na Blgica est em contra-
diccaohomem e ideas I
-
KNCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO BUL.
Alajtoas, o Sr. CUudiao Paira* Dios* Batata
o Sr. Jote Martina Alvee; Ro da Jaseara, o Se*
Joto Pereira Martin*. ^^' m'
EM PERNAMBCO.
O* propricUrios do duoio Manoel ..
Fana & rilho, aa ana Imana praca so
dencia ns. 6 e 8.
R.M*^oonire esta mesma Russia qae o Gorts-
chakoffeotregava dos bracos de Napoleo III pa-
ra ptdor chtgar Turqua, prometiendo favore-
cer do Holade a absoopcAo ds* provincias rhe-
nanas e da Blgica.
Eii. eou vor, qual o rosnIUdo mais claro da
entrevi** de Complegne : olla prova a modaoga
quelemhavido depois que a ouestao polonesa
'i1 ?'**f)'*9egi lobosamente por Nspoleio III
otro S*Hte*ataOf*jo aa Talheri**. Hoje podem
respirar maj* tivreraeote todos atMlle* qae ersm
arneagado* em 1860 de serem absorvidos pelos
does cesarismos com* a Hollaoda, a Blgica,
as provincias rheoanas e do Palatinato, e os Ge-
noveles.
Quanto ao perico de que o rei da Prussia sedu-
zido pelo* offerecimeotos magnieos do impera-
dor, cuidt realmente em aceitar a mi que ae lbe
estende pata erigir o aeu throno de imperador da
Allemanha aobre a* ruinas de urna duzia de pe-
queo estados da coofederagao allemaa, oada ha
que reeeiar por esse lado. E' impoasivel que ba-
ja um s estadista na Prusaia que queira sacritl-
nislerio, e sobretodo como conseguir elle cooti-
nuarsem Frere Orbsn, o nosso principal talento
Dnanceiro, grande orador, Ilustre estadista, lio
lorie em projectos temerarios quanto em expe-
dientes. r
Ji ae tem procedido 4 muila* combiaoce*.
porm nenhuma te confirmar. M. Roger, mi-
niatro do interior, contina a esperar a reentrada
de M. Fiere Orban para a paita das flnaogas,
tanto que a oinguem tem querido propor para
essa pasta. E quem ousari substituir semelhante
estadista?
Se M. Frere Orban persistir oa sua recusa,
creio que o ministerio Rogier a muilo custo se
sustentar ; peiique contra elle ha ama grande
porgio de queixas, que ae mauifestarao em ou-
tras tantas interpellages, e talraz que na minha
prxima carta tacha da anounciar-lhe a sua dis-
solugao. Basta somonte a questao do recooheci-
menlo do reino da Italia, que oa ministros que-
rem decidir pro, e o rei a isso recuta-se, para
mais aggravar-se a poaigio do gabinete. O que
responderi M. Rogier, se 00 comego da aesso
car a sobarba posigio que actualmente oceupa fr logo interpelado sobre esse ponto por algum
aquella nagao na Allemanha s viciSsitudes de '--- -
aqoosn
conformidade com a informsgio.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO BE
WAlIBSo.
BruxelUn SS de oeiemtarc de 1861.
Vou boj* occopar o sua lUoseio om na pro-
7 de outubro de 1861.
Do que ftllarei hoje a nio aer da viagera do rei
da Piussi* Guilherme I a Cumpiegue 1 Essa en-
trevista histrica anounciada com tanto arruido
pela imprensa franceza deve ter lugar agora mes-
mo que escrevo a presente cari*.
Neates ltimos das o Jornal dos Debate, o
Contttucional, o Stculo a Patrio, emfim quasi
toda a improooa de Paria envdaram esforcos
inauditos para fazer crer ao mando inleiro qae ia
sortir a alliaoga franco-prussi>na das florestas de
Copigne, onde a oata hora, segundo o program-
la de ante-mo combinado, passeiam o impera-
dor e a imperatriz com o seu Ilustre hospede 4
sombra dos velbos carvslhoi.
Todos os aitigoa dos jornaes nesse sentido, at
mesmo essa brochura 4 ultima hora com o titulo
deO Hheoo e o Vstuladespertsram o Times
orgao da velha Inglaterra, qae clama, grita con-
tra a Prussia, e ao mesmo tempo a lisonjea. Quan-
to porm 4 Allemanha os publicistas francotes
nada hao podido coosoguir no sentido de a aba-
lar porque o poro allemao nada eipera e nada
reeew1 da ontreviata de Compigoe. Elle sabe que
o rei Guilherme I nunca ae ha de sujeitar a re-
preaeotar o mesmo papel que Vctor Emmanuel;
nunca aceitar io engrandeclmento qualquer pa-
ra o mu reino 4 catta deesas provincia* rhent-
nae, que sao o penaamento favorito dos annetio-
nlalaa trancares.
Por ventora o povo allemao nio possue como
peohoraapalavrasenergieasdo re da Prussia pro-
nuociada* anda o aono pactado, alguna dia* de-
pois da entren,!, de Bade, to prximo a urna
troDtOtra franceza para que deixaaaem de retum-
bar em toda a Franca 1 Juroi, dina elle eotio,
mapler a iotegndaae do territorio' allemao, ^
maia recua rei ante essa mistio, jmai* ceder!
un palmo ae quer desse territorio la
V bom lembrar 00*0 deetaraglo hoje que a
Franca tem SMgolaraoent* modificada as anas
pretoogoot a jalgsr-se pela citada brocharaO
Rheoo o o Vstula: por quanto aqoellaa preteo-
ges se reduziram ao circulo limitado de dua*
provincias rhaaaaat-Laurlouis e Laudan, am
prussiana, a outra bavara i o aluda aatim meamo
o autor da brochara psreedWaUar celia* para sal-
var u appavonoias, o star urna pequea eatitfa-
gio stajtjaoaamooto fraooaz.
au'SS^ *"?* iti|o*orUoU rotulU a
diU brbehora ; pois que ah ao afectara qae o
VLP"** lu"* rooeo^rnsot, qae
em.1860 smescava a independencia dos estados
europea, icio o perigo da raHigacio do cesa-
rino alaro e do coaarioo goolk ten muilo aardl
dp do aua graridad*. m-
i PrtuoU fue totro na
urna alliaoga perigoaa e de ums guerra fralreci-
da ; pois, teria iato o mesmo que sacrificar todoa
os benellcioa de sua politica de expectativa, a
qual em outro tempo Ihe valeu tantas censuras
asoleles e groaseiras da parte da Inglaterra, e
mesmo da Frasca, beneficios que hoje est co-
lhendo.
Era proveto de quem se faz o movimento uni-
tario atiemiu 1 Em proveto da Prussia ae ella
souber esperar, e se por urna louca ambicio nio
se arriscara lude perder que rendo precipitaras
cousas. A anidado allemia. quero dizer, o movi-
mento que nesse sentido se propaga tem alguma
analoga com o da Italia ; maa nio aeria bom as-
semelhar cousat lio ditlinctae..
A Allemanha nio desoja entregar-se nos Dra-
gos de um Cesar, porque como todas aa ragasger-
manicaa tem em horror a ceolralisagio, para a
qual a Italia marcha a graodaa pastos: o que ella
quer anidado quanto i defeza commum, quan-
to 00 leis interiores, o quanto 4 sua re presen ta-
gio diplomtica nos paizea estraogeiros : o que
ella almeja um governo central allemao, e um
parlamento tambem allemao cousas esua bem
difficieia de conciliar, verdade com a aoberania
das cmara* legislativas dos difirante* paizea
(j em urna daa minhas cartas precedentes nolei
aa contradiges que resuliavam do programma da
associagio nacional allemia) ; porm oinguem oa
Saxooia, em Bade, Hesaaif, Wortemberg etc.,
deseja sacrificar a sus autonoma, suas institui-
gas indepeodentes, e historia para desapparecer
n'um grande imperio prusso-aiiemio.
Felizmente a poltica prudente e quasi medro-
sa da Prussia cooseguio IranquMlisar os outros
goverui allomara aobre as ideas ambieiossse
conquistadoras que os detractores lhealtribuiam.
Como disse, ji ella eolhe os fructos da sua sabia
reserva.
Em coosequeocia de um manlfeato sabido da
associagio nacional, reunida ha pouco lempa em
Haidelbag, cemegam j a affiuir ao tbesouro ds
Prnuia quer nnasommas coosideraveis para a creagio de ama
esquadra allemia : a meama Aaetrt. a* Pr8p.ra
para tratar de igual 4 igual com essa nagao ; offe-
reco sacriflcar-lhe a sus preponderancia no seto
da dieta allemia..
NSo pois, agora que a* cousas marcham 4
medida de todos os desejos levados pelo impulso
de urna associagio poltica o nacional, cujo po-
der torna-ae cada vez maia influente, que o rei
do Prussia ira compromelter urna poaigio lio so-
barbo para irahir a sua patria, tratando com o
estraogeiro.
Se por outro lado encararmos oa motivos que
obrigaram Napoleio III a levar de alguma aorte 4
forga de insistencias o re da Prussia a Compig-
oe, faeilaente comprehenderemos esses mo-
tivos.
A silusgio na Italia vae-ae lornsndo de dia em
dia mais estacionaria ; Ricasoli, primeiro minis-
tro italiano, pede, roga, e insiste para que se
eonclua a questao romana : o caso que se as
cousas continuaren) assim por algn* mezes mais,
isto se s gusrnigio franceza proteger por muito
lempo ainda com a aua presenga em Roma as
expediges do rei de aples no sea enligo reino,
a Italia se dissolveri com toda a certeza maia de-
pressa do que se constituio.
Ora, o imperador sent que approxima-se o
movimento em que ser preciso escolher eotre o
elemento conservador e o elemento revoluciona-
rio. O Cesar do scalo XIX besits e titubea ; e
com receios de urna colligagao, cuja sombra amea-
gadora tem sempre diente dos olhos, provocou a
visitado monarcha prussiaoo, que se nio aonun-
eia orna alliaoga fraoco-prussiana, pota fique cer-
to de que nem elle mesmo ere em tal possibilida-
de, pelo menos servir para langar a discordia en-
tre as potencias que tenlsssem coaligar-ae contra
elle Ceaar 00caso de urna nova causa commum
com a Italia para apoderar-so de Roma ou da
Venecia.
Fallando agora da Blgica, direi, que as nos-
sas fettas de setembro ressentiram-se um pouco
da* preoccupaee* ainiatras que peaam sobre to-
dos os espirites, pois que foram trille* como a
chuva que cabio sem cetsar durante qualro diss.
B como ama infelicidade nunca vem s, espalha-
ram-se sardos rumores na cidade : oceupavara-se
deputado da eaquerda?
Nao concluirei aem dizer-lhe alguma cousa
sobre osoberbo edificio do tiro nacional inaugu-
, rado durante as (estas de que falle!. Era cousa
grandiosa ver-ae esse movimento cheio de vida,
' de alegra e de enlhusiasmo. Decididamente a
nagao belga reveste-se de gosto pelo officio das
armas, por minha f da maneira por que cami-
nham as cousas bem possivel que ella tenba
occasiio de mostrar que aioda nao degeneroo.
O edificio do tiro nacional cortamente o maia
bello desse genero na Europa. M. Rogier, minis-
, tro do interior, presidio inaugurarlo na ausen-
cia do rei.
Luiz Gallis, nosso celebre pintor, expoz ha al-
gn* dia* o retrato de Po IX : ums pintura
magnifica. A simplicidad* e a grandeza ali se
harmonisam perfeitamente juntas a um colorido
de bom gosto e a urna concepgio das mais no-
bres. As mios sao iocontestavelmenle a parte
mais bella do quadro : dir-se-hia que Gallis, os-
mersodo-se em pinta-las, esqueceu-se de carac-
terisar de urna maneira to feliz a cabega, que,
sendo de urna expressio placida e tranquilla,
todava um pouco chata.
P. S. O re da Hollando nio ir provavel-
mente 4 Frange, mas ter no decurso deste mez
urna entrevista com o uosso monsreha Leopoldo
em Llege. Ser essa a primeira vez de 1830 para
c que o rei da Hollanda pora ps em territorio
belga.
E* mais umi tnaaifestago coaira a entrevista
de Compiegue.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Como devam fazer parte da nossa expoaigio oa
productos das provincias do Cear, Rio Grande
do Norte, Parahiba e Alagoaa, e occorrendo que
oa vapores procedente! deltas do toquem a co
porto seoio de 11 4 15 do correte, resolreu a
respectiva commisso, de accordo com o Exm. Sr.
presidente da provincia, que a abertura ouioau-
guragao da mesma exposigao fosse transferida pa-
ra o dia 16.
Foi esta urna providencia mui acertada, poia
que, dados aquelles inconvenientes, nao devia-
mos exclu; desta festa industrial as nosssa irmaa*
limitrophe, com as quaes sempre haremos tido
urna commuohlo fraternal de gozos e soffri-
menlos.
Em coosequeocia disto o recebimeoto dos pro-
ductos desta provincia foi espagado tambem al
o dia 12, aquelles dos outros at 15 do cor-
rente.
~ Tendo sido considerada raga a promotoria
de1 Tacarat, por nio harer entrado em exercicio
o Sr. Dr. Jesuino Claro dos Santos e Silva, foi
para esse cargo nomeado o Sr. Ignacio Dias de
Licerda.
O Sr. Feliciano de Oiireira Diniz acha-se
provisoriamente nomeado para exercer os officios
de partidor e contador do termo de Cabrob ;
bem como para partidor e distribuidor do mesmo
termo o foi o Sr. Manoel Ferreira de Amariz.
Da cidade do Ico temos noticias at 22 do
passado.
> Tendo havido chuvas, ha espersogas de qae
o anno vindouro seja regular em invern ; o que
6 anda pela mudanga atmospherica confirmado.
Acha-se lado que de produegio indgena,
muito barato; oa gadoa vaccom e cavallar con-
servam-se 4 pregos infimns.
Com a desavenga daa familias Pinto e Fructuo-
so, val a politica dalli 4 aeu camioho ; maa disto
nenhuma consequencia de esperar reciproca-
mente, bem que hsja quem enxergae como pos-
sivel urna defeccao as fileiras conservadoras.
Como ao negocios de eleigio, urna eleigio ba de
obviar tudo, restabelecendo a entente cordeale,
nao s porque nio um alliado para perder-se o
Jfofe-coronel Cssemiro, como aioda porque
difficilmente o major Joaquim Pinto deixari oa
arraiaes conaervadnre* pela tonda liberal.
Occupavam-ae todoa com aa eleiges do* mem-
oro da proviocial, cojoa candidato* crescem de
da para dia ; e nio menoa com a do secador
n.n 7.1 YiJu' NlQue,m H>a '.sto eaae. *ste pleito por ora apena* h. pedidos no sentido
pasqun, e todos fallaran delle, e at citaram da eleigio doa Sr*. Dr*. Raymando F.rreir. de
estas patarras : Araujo LimaeTristao de Aleocar Araripe. con-
c Aquelle. que riram domingo, hiode chorar ervando-ae calada o.dom.i. com pedidos pera
n..'iV j. _.. aquella comarca. Eapera-se que seja al ti votado
..?.&& q' M den..UinVur? tgiU?a?. n,* Sr- Dr- Araripe, cootando-ra que aer um doa
?.B.irt.09Lmal8 PT.Oid0S eM-de, agitaclo incluidos na lista triplice, como o merece por
prdt&oedo3^b'.,ur,u ot ifere,'e pro'rioc?.idade,peMoaM- ***-" -i
A^nV 'pg'n, P.edr" '.S*'.!.*: ?idra" Ad,Ma Sr- P. Lindeo confirmado do lu-
?iJKftn*,iF6U.I5e?16 \ Polici-.ioterreo. e a g,rde cnsul da Suissa neela provincia e n.quel-
ordem nao foi pertubada. Aa autondadea 4 prio- Tas da Parahiba, Rio Grande do Norte e Cear4.
cipio aterradas com os rumores reqolsilaram que
o batalhio de cagadorea exploradores, e o corpo
da guarda cvica ae cooservassem uniformisSdos,
e em estado de tomar as armas, se preciso
fosse.
Gracas a Deus os cegadores non mesmo tive-
rsm occasiio de preoder um bebado qualquer, e
aa sexta-feira rio-se muito mais do que no do-
mingo.
O* prmeiros das de festa offerecerum pouco
motivo paro riao, a excepgio de alguna discuraos
proteccionistas pronunciados po meeting da aaso-
cucld de lirre permuta havido noAoeld* F;
cobr* todoa o de um tacelio de GaUte 4 favor da
libertada dv commercio foi o maior aucceaao ora-
torio : a maioria daa associagio proclamou fir-
memente oe beneficios da poltica commercial
inaugurada pelo ex-ministro das flaancaa Frere
Orban ; manifeetoa o dete]o de que o tratado
de commercio com a Inglaterra foaae o mala da-
(reato possivel concluido sobro as mesmat bates
ue o tratado com a Fraoga, o qual rao ter co-
mego o Ia de ootubro.
Gror aoder-ihe ji affiangar qae em rirtude
00 am conselho do ministros reunido naqaelle
mesmeOia's qaestio deseo tratado serfi posu em
orden do di* polo discurra da eorO*. A abertura
di prxima oaasio Sxida iararisrelnent* pela
c*Bttitalglo para a aOfamda tergt -farra do net de
?iJnS!! f'l.'"*^'* n*nt dospertado Trotlo de
(JUmoo. fruceu eootri 1 'natural.aare dt qae modo teri conpl
compUto n ni-
A residencia 4o Sr. cnsul seri nesla cidade.
Tendo tido demitlido o Sr. Joto Joa Veiho
do lugar de agente do correio da villa do Brejo,
foi para elle nomeado o Sr. Jote Alta* Mariano
Palean.
Tem o vencinento do 50 por cont do reudi-
mento da mesma agencia, aendo-lhe fizada a
graticagio do 190*000 por aono, am de aer in-
teirada no caao de nio completa-la o producto da
referida porcentagem.
Para ageocia do crralo da Escoda acha-se
nomeado o Sr. Miguel Archaajo Pimentel, cajos
reooinentoa sio os mesmoa tuocamenciooaaoa.
Sendo nomeado ignalnenU o Sr. Joa Martin* da
Cruz Jnior para seu ajadanle; o anu fari
aeua aquellos vencimentos uando sabttiiuir so
agente.
No da 11 de letembro prximo panado fot
operado por meio da hectomia o Sr. Joa Maooot
doa Santo* Vital, que ha rite aaaos soffria da
um tumor escrotal complicado ton ooaa brdro-
C*le rolumosa. T
Foi aperador o Sr. Dr. Garohoo, aasiatindo o
operagio os Sta, Dra. S4 Portar*. Seso, Pedo*
Ceaar o Carnelro Monteiro.
0 doente foi cloroforniaado tomoato nuanto
bailaste para nio aoffrer oa getpaa sai* a*nti*ia
da opersgio, vuto quo padeca 4o urna brao ebroolca ; o boj* acha-se falixmeate livre do
SS!* ,0Jtt^.V'dalf^ i* > intoe-
libilliavtdetuuar.oencouo carada Q hydro-
cele, para o qae foi preciso abrir-so o sacra -
gintl. e delle extrahir-se ana orando sordo d*
masa* escura nelle depositada S**xos
E' esta operagio mais um Cirio do gloria para
0 operador, que ji assis conheddo eotro neo
por so pericia. ""
Remeltem-nos o segoiot* :
c Sr. redactor da Revista.P*eo-lh* em* mmt
especial favor, em aua RevisU OUri cboaoo *
Pi??Hd.0.,UfMri^"JOx-0 tmUm Mr- a mo 4a>
Pilar, onde a familia nio podan desetacar 000
consequencia das algazarras e miraralt o ta-
zem as prelinha africanas d'alli, que nao I
te isso, nao trepidara em usar de una Un
licenciosa que offende necesariamente
all mora.
N* segunda-feira condado se a eleico 4o
novo cooaelho director do Gabinete Porlttna-
a-eLettt.ro. tahindo eleitot: rtmmgm^.
Presidente.Joa da Silva Loyo.
1 secretario.Manoel Soaraa Ptnbeiro.
o dllAntonio Jote Moreira Ponto*.
Looaelheiro*.Jote Alvo* Lina.
Miguel Googalve de Brilo.
Joio de Siqueira Ferrio.
M. Ferreira da Silva Terroso
Joaquim Anlunoa da Sil**.
D. Joa Ferreira Guimariet.
Antonio de Albuqaerqa* M*ilo -
Antonio da Fonceca Silva.
Manoel Gomes da Craz.
J. Manoel Ferreira de Souza.
Domingos J. da Cuaba Lago.-
Antooio Goocalre* de Azevedo.
Jos Joaqun da Silva.
rnmm a Antonio Jos da Abroo.
Lommissio de cootas.Francisco Joio 4* B
J. J. de Lina Bairio.
m a-ntooio B. tlogaaira.
Na nossa Revista de hooten, oa noticia so-
bre o cemiterio, onde se l Fernando Laix la-
t ngues Sette leia-se Fernando Vieira 4a Mo-
cha e Luiz Rodriguea Selle.
J.""E?'"r,in ,c, n faculdade de diretto no
da 5 da novenbro :
Primeiro anno.
Raymundo Valenlinia-
4iLida Moraen Ro#jo. Approvado plenameate.
Angelo Muoiz de OU-
veira Serpa......... idom
Ireno Ciciliano Pe-
reira da Costa...... dem.
Henrique Mamede Lina
de Almeida......... dem.
Segundo anno.
Manoel de Si e Sonta
,UB,or.............. Reprorado.
Manoel de C. C....... ApprovaMo tinplunoot*.
Tobia* de Souza Li-
..................Iden.
Conolano Augusto de
Layla.............. wen.
Tarceiro anno.
Manoel Joaqun doa
Santos Patury......Approrado plenamente.
Maooel da Coatt Ho-
no" Olyaipio Buteblo Oe
Arrouxellaa Galrio. dem.
u Ouarto anuo.
Elias Frederico de Al-
meida e Albuquer-
,'"!;/ : v : Approrado plena nonio.
Kmygdio Jote Martios
de AzeredoeS.... dem.
Jos Juliio Rigueira
Pinto de Souza.....dem.
Quiato aono.
Antooio Jaciotho de
P-5Bpiio-......" Approrado pleoaneote.
Fedro da Barroa Ca-
ralcsnli de Albu-
querque............ utm.
Francisco Jacinlho de
Sampaio............ Lden.
7- Foran recolhidos 4 cara de detoncio no dio
* do correte 7 honena a 1 mulher, raudo 7 li-
vre* e 1 eteravo, saber : 4 ordem do daranbs*-
gader chefe de polica interino 4, i ordos 00 Dr.
juiz municipal da Ia rara 1, ordem do Dr. do-
legado da capital 1, qae o crioulo Joio, eocrn-
ro de Diogo Jos da Costa, 4 orden 4o Hall
gado de S. Joa 1, e 4 orden 4o subdelegad* 4o
Varzea 1.
Patsageiros do rapor nocional 1
sabido pira Mtcei :
Angelo Roque, Dr. Manoel Joooui*
Patary. Dr. Manoel Machado 4* Lo
Pinto Lobio Cedro, Joaquim Lepa* da Malta I
maraes, Levino Vieira de Macado Lina a 1
do, Manoel Pereira Guiarlo*, Joctnlho
co de OUveira, Flix Pereira do Sonto, i__
de Azevedo Maia, najor Antooio Jooi Vieora Sa-
bugo, Jote Nunet Guimariea, Jeaqatn feriente*
da Silva Cravo, Francisco de Paolo Aodraon, Dr
Sebastiio Accioli Santiago Ranos.
Mataoouro publico.
Matara n-ae no mes de oalobco 1
do 2,742 rezo*, para o contumo
**ber :
Joio Jos de lieooros, 575
imporltnci*......................
Una sociedade, 325 rozea, inpor-
tanda............................
Jos Lacio Lina, 37 roa**, impar-
nuca ***
Jos Frsndsco 4* Soasa Lia* 4 Fi-
lbo, 155 rezos, o atntela......
Manoel de Souza Tarare*. 150 gas**,
importancia......................
Maximiano C. Loras 4* Moli, 153
rezes, importancia ..............
Virginio Horacio de Freilaa, 144 ro-
zea, importancia..................
Manoel Paula de Albuquerque, 174
roso*, importancia................
Bellarmino Airea de Atocha, 151
rezes, importancia................
Francisco Candido da Paz, 136 moa,
importancia......................
Joaqun Jacintho. 103 retos, inpor-
. li............................
Luiz Antonio 4* Barros, 119 :

in oo*8*aioo
importaacia......................
Feliciaoo Joaquim da Coota, 8B ro-
tee, importaocia..................
Ernesto Celestino de Mradonca, bal
rozos, importancia................
Joa Josooim Ferreira, 53 raz*e, im-
portancia ........................
Miguel Aire* Una, 53 roteo, inpor-
tancia...........................
Lata Morotra de Mondonga, SBmoo,
importancia......................
Joan Cirio* Augusta d* Arauj*. 34
roneo, impoftaocta...............
Joio CbriMstano 4o AlbntMt*;nt.
123 rara*, importancia............
Cbnawrl* SonUtgo do Ntodtannoo,
8 retos, importancia..............
Doniogo GonratraoPonan Baotoo,
SToooo, InpoTtancu..............
Lula do Freog 9oaraa, tt roto*, tsn-
POt*j0ulo.......................
Pe4ro4*Athsyn*, raras,
ianeta....................
S OMAUBaM ftO U 5-


** SMnftl a |fffl fWian
MARIO M flRieJIIOO- QTJARTA FH*U 6 DE NOVEMBRO ftl 1861;
X
I' !
Joaquim, Pernambueo, 2 annoa,BoaJVUta ,'ifla
Man., Pernambueo, 8 dias, O*-Ti Mi tese
convulsa, ^m fyoi mata aa
HidmI. Peroa*buw,*o*Sn**;rWvUta ; es-
PMOIO. ||,,MM
Mara Roa da Aonunciacea, Pernambueo
MH asad, Sanio Antonio.; phlysiea pal-
Maris, Fernaaibueo. 3 jactes, Recite ; codt1-
chrmici atuwii.
TnlnsMMi, M KELACAO
8ESSA0 EM 5 DI NOVEMBRO DE 1861.
FRBS1BBMCU DO KXH. SO.-CONSBLHBUIO ZUWimO
DK LEAO.
As lOhoras da manhaa, achando-sepresen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Silveira, Gitirar**, Loureac.o Santiago, afolla,
Perelii, Ucha Cavalcani, faltando o Sr. desem-
ttaagador Guerra, procurador da coro, foi aber-
ta sesso.
Passados os feitos e entregues osdistribni-
lw, procedeu-seaos seguintes
JULGAalBNTOS.
REVMTA C1TEL.
Beecevrente, Henrique J* Cer rea da Stb
Braga; reccorrido, o oarao 4e Jacuhy.
Relator o Sr. desembargador P.erelti.
Revisores os Srs. desembirgarjores Caetano
VLttJii1 i si fin A Cl-.>
Sorteados os Scs. deeembargadores Gitirana,
Dcbda Cavilcfluti.
Foi decidida a favor do recrrante.
HABEAS-CORPLS.
Foi proposta a peticao de Luiz Elias da Luz
Albuquerque, pedindo urna ordero dehabeas-
forpus.Concede-se ordem para ser apreseota-
o ero sesso de 9 do crrante, a 11 horas "do
dia, ouvida a competente autondade.
Oocedeu-se soltura pedida por Antonio Fer-
reira da Silva, ero ordem de habeis-corpus.
CoDcedeu-ie soltura pedida por Joao Francisco
Aires Honteiro, em ordem de babeas-corpus.
aucravo DE PETICO.
Aggravante, Olindioa Francelica d'Oliveira; ag-
gravado, ojuizo.
Relator o Sr. desembsrgador Lourenco Sao-
jago.
Sorteados os Srs. desembargadores Ucha Ca-
Talcanti e Pereiti.
Negou-se provimenlo.
CARTA TESTEMl'KHAVEL.
Aggravante, Joaquim Francisco de Albuquer-
que Santiago ; aggravado, e curador da escrava
Jacintha.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana,
Silveira.
Dea-se provimenlo.
DIL1GENCAS CRINES.
Com tsU ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellacos crimes:
Appellanle, o uizo; appellado, Domingos Go-
mes de Aguiar.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Miguel Ferrei-
ra do Rosario.
Appellmte, Vicente Ferreira da Guia ; ap-
pellado, ojuizo.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Joa-
quim de Almeida Franca.
Appellaote, Antooio Alves de Oliveira ; appel-
lado, o juizo.
Appellaote, o juizo ; appellado, Evaristo Jos
do Patrocinio.
Appellanle, o juizo ; appellado, Laurentino de
Azeedo Bello.
Appellanle, o juizo : appellado, Francisco da
Salles Maogabeira.
Appellanle, o juizo ; appellado, Domingos Pe-
reira da Silva.
Appellanle, o juizo ; appellado, Norberto Ro-
drigues Chaves.
DESIGNAC>0 DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento das seguintes
appellaces crimes:
Appeilante, o juizo ; appellado, Miguel Joa-
quim de Fara Braca.
A revista civel :
Recrreme, Joo Dias de Sampaio Guimeres;
recorrido, Jos Dias Cupertioo.
A appellacio civel :
Appellinte. Justino Pereira Gallo ; appellado,
Manoel de Mello Montenegro.
D1STR1BU1COBS.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, aa
appellaces civeis :
Appellaote, a fazeoda ; appellado, Henrique
Gibson.
As appellaces crimes :
Appellanle, o* juizo ; appellado, Joo Gomes
da Silva.
Appeilante, o juizo ; appellado, Manoel An-
tonia de Moraes.
AoSr. desembargador Silveira, as appellaces
civeia :
Appeilante, Eufrasio de Arruda Cmara ; ap-
pellado, Manoel da Coala Tavares.
As appellaces crimes :
Appellaote, o juizo ; appellado, Manoel Perei-
reira da Silva Castro.
Appellanle, o juizo; appellado, Francisco Mo-
reira da Silva lavares.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellaces
civeis :
Appellaote, a fazenda; appellado, Custodio
Peixoto Soare?.
As appellaces crimes :
Appeilante, ojuizo; appellado, Florencio Pe-
reira Lopes.
Appeilante, o juizo; appellado, Francisco Pe-
reira de Barros.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, as
appellaces civeis:
Appelmie, a fazeoda ; appellado, Dr. Jos
Joaquim de Moraes Sarment.
A appellaces crimes:
Appeilante. Manoel Antooio de Moraes ; ap-
pellado, o juizo.
Appeilante, o juizo ; appellado, Jos Antonio
doCarrno.
Ao Sr. desembargador Costa Motta, as appella-
ces civeis :
Appellaote, a fazeoda ; appellados, os berdei-
ros do Luiz Gomes Ferreira.
As appellaces crimes:
Appeilante, o juizo; appellado, Jernimo Fran-
cisco Manso.
Appeilante, Pelicarpo Pereira da Luz Silveira :
appellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Perelti, as appellaces
cimes : *
Appellanle, Manoel Francisco de Albuquerque;
appellado, o juizo.
Ao 3r. desembargador Ucha Cavalcaoti, as
appellaces crimes:
Appeilante, Raimundo de Brito Pasaos ; ap-
pellado, Joaquim Meirelle* de Araujo.
A' '2 horas eocerrou-se a sesso.
*AlfARA Ij5<5j?rBO RECIPE.
A cmara municipal do Recife tendo recebido
do Instituto Histrico Brasileiro o offieio que
abaixo vai transcripto, convida a todos os seus
xcanicipee para que concorram para a realisseo
desea opra de tanta honra para o Brasil, subscre-
veado oa secretaria da mesma cmara as quan-
tias de que quizerem dispdr, nao podendo ser
manos de mil ris, nem mais de dez mil ris.
Certa do patriotismo que caracterial todos os
Pernambucanos, a cmara municipal do Recife
apera que se prestaro de boa vorilade a realisa-
co deste grandioso fim.
Paco da cmara municipal do Recife em sesso
de^a Luiz Francisco de Barros Reg, presidente.
Francisco Canuto da Boa-Viagem, offlcial-
znaior servindo de secretario.
IHrae. Srs O Instituto Histrico Brasileiro.
Smu o mnimo e o mximo das quantias entre
mil e dez awl ris. .
'Dorendo estatua ser inaugurada no dia 13 de
f>ar)o de Jos Bonifacio de Andrada e Silva, a cos&aris-
ipera que vossaa senhorias ae dignem de
coadjuva-la em lio louvavel empenho, activando
P^^^as^olh'-dtSa. tEtsa fp '
Den guarde i Vv. Se.
lio do Jeneiro 18 i agosto de M61. -
lUati. fea. prniiar*).* veraatlotea dai
municipal da c i dado Ao Recife alai provine** de
fiazebioAe Queirot Coulinbo Mattoso Caaaara.
Joaquim Norbetto de Souza Silva.Jle Ma-
noel Pereira da Silva.Barao de Mau.Joa
Rlbeira de Souza Fonle.Henrique de Beaurre-
paire Rbano.Dr. Claudio Luiz ds Costa.Tho-
maz r.nmc dn SUnln F S. rinid Mnll
intriga, como alaivosamente se eac^
______________________ .

vopiawr c
aattaq-
eguranct-a na
deve ser os
I i zm en tapar
tmense repefi
ae daeee triabo jaedeve
ilitarltoBrajin, na
lo dadive deanoora
aelhoadegaaanaia ati
mpeettveoateirce.
Se verdade qe ha Mandas ajue nanea
desembanharam ama longaa fatigosas
cadas eampanhas,a ouaroe lamben qvaea* tem
aervido para abroquelar a cobarda, e algnmas
VflX.t para maiminjir nr>hl. a nTn||rfi
aoMam eai* aaoeao*,.
w novo.
>**m*mm |#aa1alBVleaSnTincip
maia requintado deapodor, ^o nPW IBaaWflaNpTincipioa e as grandea verdadea,
5!"L0^,i?l*^^lr,,'b?*rlJ!J probiuade'qo abacuTecWoa pelo tropel de formulaa com que o
9 ettQigfmmmsubt;
poaicoea taaVtiatatvoomo a iut
que reavalam pa- mase paM_
i do espirito he>mano
rem
Jmpoarcaeda
SESSO EXTRAORDINARIA AOS,27 DE
OrBRO DE 1861.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Pieaentea os Srs. Cesado de Mello, Henrique*
da Silva, Reg, Barata, Mello e Seve, abre-ze a
sesso, e lida e epprovada a acia da antece-
dente.
L se o seganle ____
EXPEDIENTE.
Um offieio do Eim. presidente da provincia,
declarando hsver, por portara de 19 do corren-
te, demittido o capello do cemilerio publico,
padre Betrto Pereira do Reg, e offlciado oa mes-
ma data ao Ezm. biapo diocesano para propor
quem o dera substituir naquelle lugar.Intel-
rada.
Oulro do Dr. jutz municipal da segunda vara
Francisco de Araujo Barros, communicando que
no dia 12 do correte s 10 horas e meia da ma-
oba presidio como juiz ad hoc o jury desia ci-
dade, coja sesso terminou-se s 6 e meia da
tarde, pouco mais ou menos.Inteirada.
Outro do subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, Manoel Ferreira Aniones Villaca, com-
municando que por doente nao podia continuar
oo exercicio da subdelegada, pelo que navio paj-
sado o exercicio ao 4o supplenle.Inteirada.
Outro do 4 suppleote do subdelegado da mes-
ma fregueiia, Manoel Antonio de Jess Jnior,
communicando achar-se em exercicio deade odia
17 do correte.Inteirada.
Outro do fiscal da Boa-Vista, informando nao
haver inconveniente em se permillir que Joaquim
Martins Moreira edifique dentro do seu sitio na
ra do Principe urna casa com 40 palmos de freo-
te, e bem assim 100 palmos de muro.Concedeu-
se, mandaodo-se dar cordeaco para a conslruc
cao do muro.
Outro do fiscal de Santo Aotonio, pedindo au-
torisacao para admittir mais um servente no ser-
vico da limpeza das roas da mesma freguezia.
Autorisou-se e maodou-se communicar ao pro-
curador e ao contador.
Outro do fiscal de S. Jos, remetiendo o termo
de vistoria quo ltimamente proceder na casa
n. 130 da ra de Hortas, pertencente a Francisco
Jos Pereira BorgesAo archivo.
Comparecendo o cirurgio Francisco Jos da
Silva, quem havia a cmara encarregado
de escolher um terreno na freguezia do Poco,
que fosse mais apropriado para se estabelecer
o matadouro da mesma freguezia/ declarou ter
acbado dous terrenos, e que qualquer um del-
les podia servir, mas que era neceasano tratar-se
com os propietarios do aforameoto ou desapro-
priacao, conforme melhor conviesse municipa-
lidade ; pelo que eotendia que ae devia autorisar
alguem para tratar deste negocio.A cmara,
aceitando o parecer, encarregou ao mesmo cirur-
gio Silva desta comraisso, o qual aceitou.
Despacharam-se as petices de Aotonio Valen-
tim da Silva Barroca, Amorim Irmos, Anna Rosa
Maciel, Bernardino da Costa Campos, Domingos
Ferreira Cavalcanti, Domingos Mooleiro Peixoto,
Francisco de Hollanda Chacn, Francisco Anto-
nio Pereira de Brito, Francisco Leopoldino de
Gusmfio Lobo, Jos Jernimo Mooleiro, Joo
Jos de Carvalho Jnior, Joaquim Martins Morei-
ra, Joaquim Francisco de Paula Esleves Clemen-
te, Joaquim Goocalves Beltro & Irmo, Joo
Antonio Villa-secca, Joo Marques de Souza Cou-
tinho, Jos llygino de Miranda, Lidio Mariaono
de Albuquerque, Manoel Joaquim Martins Costa,
Narciso Jos da Coala Pereira e outro, e levan-
tou-se a sesso.
Eu Francisco Canuto da Boaviagem, ofJuclal-
maior, a escrevi no impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente.Cesario de Mello.
Hennques da Silva.Reg.Barata de Almeida.
Mello.
s Cutlltuidus.
nao levar adianto a re-
2
Communicados.
Agradecendo summameote a redacao do Dia-
rto em seu numero de hootem, e seu correspon-
dente em o oomero de boje a defesa que me fi-
zeram, deve dizer, que Dio pretendendo respon-
der aoque me diz respeito, nao desejarei jamis
que outroi por mim o facam, porque tranquillo
em minha consciencia, e comprehendedor de mi
nha dignidade e deveres, estou resolvido a mar-
char pelo camiuho que sempre tenho trilhado ha
treze annoa, como parocho, sem me importar
com as advertencias daquelles qu6 nao sei se es-
li habilitados para fazer ; pelo que lhes deixo
intacta esta loria, e o campo livre. 5 de no-
verabro de 1861. O oadre Antonio Hygino de
Hollanda Cavalcanti Chacn.
drada e Silva a se rigisse un
seus preciosos despojos; sao p
*eripas em brppze e marmore pela gralido
Jfm?'' e aa--lrtiicce8 glo/iaaa* .que ae ligam um doa
8W vultos naciooaes, e upa doa primevos
co**58dor 6* ttotta independepai,
u abaixo assignaos, membros da commUslo
^jd:.^!^"f*^w#
Grande laboratorio vapor de lavagem
e engommado de roupa.
Quaado montamos dosso laboratorio, assevera-
mos ao publico que o aystema que iamos adop-
tar para a Uvagem da roupa era o mais perfeito
possivel ; porem nossss asserces firmavam-se
eolo apenas as informaces de pessoas, que ti-
Dham -visitado em paizes estrangeiros estabeleci-
mentos ignaes, e oo que a tal respeito nos diziam
nossos correspondentes. Actualmente nossa coo-
viego, pelo que temos observado, tal, que nao
tememos offerecer para ser minuciosamente exa-
minada por quem quizer qualquer roupa, que
venha lavada, porque oo s vera sem um vinco
de sujo, como tambem de urna alvura, que mais
nao pode consegoir-se por nenhum outro sys-
lema.
Para prova do que fica dito, d'ora avante quem
quizer ver o estado da roupa, quer lavada, quer
eogommada pode dirigir-se casa de baohos do
paleo do Carmo, que lhe ser aborto um ou mais
saceos; e pedimos as pessoas que pretenderen)
afreguezar-se com nosao laboratorio, que se apro-
veitem deste meio para formar idea do modo por-
que aero servidos, deixaodo de se levar por di-
tos de pessoas nao deidamente habilitadas para
informar, ou que tem por habito fallar mal de
tudo.
Quem se aprsenla fallando deste modo nao se
receia ser desmentido, porque contra o que dis-
serem em desabono, nos aposentarnos obras e
nao palavras.
De boje em diante publicaremos diariamente
no principio da columna dos avisos diversos do
Diario os nmeros das pessoas que podem man-
dar buscar a roupa. >
Pedimos a aoesosfreguezes o obsequio de man-
daren) a roupa em sacco, e de mandarem a suja,
quaodo recebereaa a limpa pare assim mentar a
regolaridade no servico.
Recife 4 de novembro de 1861.
Aguiar Ramos 4 C.
i -i
Tee hontem publicagao oas paginas deste
jornal um aleiroso commanicado que fdra sem
duvida escripto do presidio de Fernaodo de No-
ronha, insinuando o communioaote mentirosas
calumnias a um militar veterano que, entre os
servijoa prestado ao paiz, pode allegar por
bem de aua reputaco o commando que exerceu
per tres differentes vezes e por espaco de'sete
aaoos no raaocioaado presidio.
Deapeilado por im protesto que se diz fmvor
chegado peU barca ttamaraed. e no qual sao
oailoasV^ ^gwn
ZT'LK S d.ta.aparg..,offlelo.o amigVid
m.w*m
'o como
>s do poro.
MMa^jua.
etesa dCO*9 moiWW'* dM^m
len!^2l0 fleMlsna qud-todoi-os Brasi-
noaltaa&S1 COOCOrrW P" "< patritico mo-
ouBaeaMi^aequer.qM.iejam as suu ortuou,

Entretanto, cumpre
preaalia. .E' preois* dar tempo ao tampo e es-
perar que esse ousado communicante nos auto-
risa a historiar a vida de um contemporneo
infelizmente celebre noaanoaaa da historia mi-
litar.
5 de novembro de 1861. .
* ?
fimprera da limpeza publica.
8r. A. 8. do jomar: A Ordem.
O yosaoortigo sobre a minha empresa nao mo-
tivaTia esta resposta, se vos'Buvesaeis limitado
urna apreciacio rasoavel, seria sobretodo ex-
purgada de qualiQcaces e iajuriosaa coojectures
que em regra somente sabem da peona daquelles
que tem a triste coragam de se envolverem com
a capa do aoooymo.
Nao me datei ae irabalho de responder a vossa
diatriba, seno para eiplioar simples e categ-
ricamente o fim de mioha empreza alguna fac-
toa.qoe a ella se ligam, e com e intaito de preve-
nir que a populaco rica e pobre da provincia1'
nao seja ioduzida em erro por dados falsos e s-
leivosas indicacoes. Feito lato,confios tmpar-
cialidade da opioiio esclarecida.
O contrato que abri com o Ex, presidente
r. Magalhes Taques 25 desetembro de 1858.
havia sido autorisado porlei provincial n. 443 de
de junho dease mesmo aono. Bu era al eo-
lao perfeitameote desconhecido em Peroimbuco,
e nao podendo fazer valer a mioha influencia a
bem de mioba empreza, evidente que aeoham
outro movel, que nao o inleresse publico, podia
determinar os distinctos legisladores desse bien-
nio i accitarem a mioba proposta.
E tanto isto verdade que o meu systema,
apparelhos, bem como os calcules por mim apo-
sentados, foram aubmeltidos pelo Sr. presidente
M. Taques a urna comraisso composta de qui-
tro membros, cuja proverbial aovidade de todos
bem coohecida.
Cumpre em primeiro lugar observar que o meu
contrato estipula multas,,por demiis onerosas, k
que deverei dar satisfacao, se por qualquer moti-
vo nao ifor executado o trabalho meu eargo.
Alem destas condiges por mim acceitas, restar
a providencia a plena propriedade dasconstruc-
?oea, e ulensis numerosos e lodo trabalho, ape-
nas tenha expirado o privilegio que me ora con-
cedido, iocumbiudo ao gorerno tomar todas as
medidas conducentes tornar o systema effeclivo,
resultado este motivado pelo velatorio da com-
miasao a qual computou em t!:000 o-numero
de apparelhos oecessarios para cobfiraoa por meio
doa pagamento* aonuaesas despezas que a cana-
lisaQo da cidadereclama imperiosamente.
Foram-me concedidos 18 mezes para comegar
os trabalno, eu poderla esperar a execuco de
urna das condives do contrato que promeltia a
sengao dos oireitjs. Preferi entretanto pagar
os direitos da albndega afim de nao eahir em fal-
ta, e antes que ae completassem os 18 mezes,
ja 14 ras e travesaas eslavam perfeilamente ca-
nalizadas.
Desde este momento, sobejava-me direito
reclamar du governo a execuco da nica condi-
cao 9eu c,r. qtial era o de tornar o systema
electivo ou, para dizer melhor, obrigatorio. En-
tretanto, nao o fiz immediatamente, j por me
parecer pouco Oorescente o actual estado de cou-
sas, j por esperar que as pessoas, que primeiro
se premuniesen dos meus apparelhos, fossem as
pnmeiraa apreciar quanto de vaotegem e ao
0Be,o lempo de economa offereee o systema.
Sobre eata canalisaco que est feita.e funeciona
na ja 22 mezes,eu desafio a que re citem um s
lugar em que ella tenha felbado.ou que teeha me-
recido a maisinaigriiflcaote reparado. Retir-
me igualmente a lodos quantosusam d*, meus
"niiarelhos, pxra qua rfoiljiom oa rebuoa ao
offerecem ou nao todas as condices de oom'rao-
didade. limpeza e economa, que fazem o mrito
do aystema.
Isio oo obstante, chamis a indignacao do po-
vo sobre mioha empreza que qualificaes de im-
posto oneroso a velatorio.
Julgais, por ventura, vexatoria urna medida
que deve trazer como resoltado a salubridade
publica, ocommodo e a economa ?
philoaophi, en* a* Un ha lor-
araaaporigoaa a impura aMoejade por
reaaoamiu o seu besas earaaaar de
cienosa dooaphrito haamaoo ; aasata, a regao,
fu afcajajeJajedeJe interpretada seguodo as falsas
opinioes dos cribas e Phariaeos. foi puricada
pela patavra do segundo Elisa, nao velo comple-
tar a palavra de Moyas.
Entao, a sociadede aprsentela auna mizerevel
face, pareca decrepita. Aa ideas fluctuavam i
aarfH dna ayaUmaa a daa
rwgtio era o feudo devido i cortos horneo* que
se diziam deuzea. 0 zelo ardente da verdade o
da jualica, o espirito de frateroidade e igualdade,
e o seotimenio da dignidade humana eram cou-
sas desconhecidas e contrarias aos clcalos de
certos espintoa queimpunbaea ao povo como lea
oa aeus caprichos. O espirito ora aubjogado pela
materia o hornera nao liona coaaciaacia da ai
meamo ; qualquer systema que aurgisse, qual-
quar philoaopho qua ae levaelaaeo, indeeineoas
paixes e lisonjeando a deaenfreiada liberdade do
poro, eram abracados com ardor e to depressa
se generaliaaram como desspparaciam o mor-
riam : a sociedade era um perfeito chaos.
Mas o christianismo, surgtodo como um feliz
meteoro no meio de profundas trevaa, estimula
no coraco humano os pobres sonttmentos, e pre-
para a humanidade para derrubar idolatra e a
corrupeo. Doze homeos, que bem dir-se-hia
doze apostlos da verdade o victimas da impie-
dade, inspirado* pelas lioguaa de fogo do Cen-
culo, de repente apparecem ebeis de ( e de aa-
bedoria, confundindo o erro, desmacareodo
hypochrisia, a fallando a linguagem da verdade,
linguagem nova para a maioria dos espiritos.
Era o magestoso templo da regenerarlo planta-
do no cimo dp Calvario, regado pelo saogue do
marlyr, levantado no madeiro e oa pedra, es-
tendido pelo mundo inteiro. Que ideas tao su-
blimes e simples pregavam alies I liberdade,
igualdade e rslernidade.
Pregada aos homeos a palavra divina, qoiz Je-
vio tanta tambem cshio na cootradicio maia palmar. Ouaea i
ade, nem Unto poder; |sao os direitos da razo individual? Purveatura
oa deaenfreados caraos da razio prvala coostitui-
ro os direitos do paoaamento humano? De sorte
alguma. A igreja jamis negou o exercicio legi-
timo a razio Individual, ao cootrario corrte
aempre em seu auxilio, todas as vezas que o ab-
arte invada a otiraBjajaat* e 4 aasaaco. A
Sja fazia aempra ver o homem a votdade a o
I, e o cootrario da veedade e da bem, lato ,
a mentira e o mal, alo pode de modo algum ser
direitos da razo individual.
Aoeim como o mundo phyaieo tem tai* qua lhe
alo propriss, tambem o meado ialellectuel a
moral tem leis neceeeariaa, cia abbenacao tras
como consequencias a ignorancia, o dospetiamo
e a eanonisaco da mentira. Aa leis moraesapra-
entam-ae ao peosamento com ata carcterebri-
gatorio tal que nio lhe permetlido moralmente
e -t ""-W* i*4 "b'*s\ twJ"OS erro*.
bera porventur* fundada a aocusicao de pre-
tender a igreja transmillir aa crencaa de alto
. o homem para i baixo em loa sociedade religioaa. sem ene eria-
SSSrftP.1^' 5ne para evitar p crlme ; a guem techa o direito de examins-las.per suapto-
pria oenla ? Jareis aqaeUe queso du catholi-
Poblicaijoes a pedido.
EIe9odofl devotos que ho
de festejar o glorioso Santo
Amaro, Orago la imirix Je
Jaboato no anuo de 18S2.
O Bam. Sr.
- prejuiaaa ; .
Hu pui basij- o appetlte, oa catumes a depra-
radeeaaomploa, aj paixa* e gozo ; ae laia eram
de tal sqrle qS mais excitavam
co, apostlico, deve ignorar que na aeoiedade re-
lig-ieaa be nm soberano, vigarie de Chriato, i
quem somente compete ligar e desligar neate
mundo, e transmillir todos oa fleia as crencaa
do christianismo. O direito de esama iodivM
dnal, admittido no catholicismo, seria deacreoca
da palavra de Chriato, seria a injuria o o eeear-
peo lancado^ unidsde da f e k soberana da
igreja de fieos. E qual seria a consequencia do
direito do exarae'.' era o fraccionaaaeolo dos dog-
mas em tanto quaotas fossem as opioies a as
(becas ; era a vertigosa do erro, da ioiquidade
dos talentos fulminados pela apoplexia do acep-
tisno : Quicredit in Filium, habet vitara eter-
oam; qui aulem iocredulua eat Filio, non vide-
bit vilam, sed ira Dei manet super eum (S, Joan
III, 36.)
Qual 9 a coaeco contraria naluresa da
sociedade religiosa ? a coaccao phisica, mas nio
a moral ; porquanto esta a igreja exerce. e a
exeree de pleno direito. A erdade urna, e nao
a i pode ser ambigua, estar n'uma e n'outra parte ao
meamo tempo; e igreja compele ensinar a ver-
dade e condemnar o erro. A forca coercitiva
realmente nao conslitue por ai t o poder, mas
oo ba poder onde nao ba coaeco, aaocco; poia
esta apparoce logo que se aprsenla a resistencia
das vontadea iodividuaea.
Anda maia gracioso o aeguinte argumento :
todo governo, qualquer que elle seja, nio preten-
sus-Christo que houvesse neate mundo um or- de governar ouira couaa seoo as aeces exlerio-
go, que a iraosmittisse s gerar;es vindouras |res dos homeos, as relaces dos homeos entre
com a mesma vetacidade e naturalidade, este i 8> mas a igreja fazia directamente o contrario,
orgo o Papado ; e dentro em pouco tempo Ella pretenda governar o peosamento humano, a
fo.mou-se urna corporaco, urna sociedade reli- | liberdade humana, os coslumes privados, as opi-
giosa que oo V seclo eslava j completamente n'oes individuaes. Oh I ou Mr. Guizotignora, o
organiaada, aaaumindo um carcter indepen- ; 1e nao devo crer, ou finge ignorar a natureza e
dente. o fim da sociedade religiosa, para ferir acremeo-
Estudemos a natureza desla pocha.
Qualro elementos diversos existiam, entao, no
meio da sociedade, o rgimen municipal, o re-
gimen feudal, a realeza e a igreja. E' claro e
racional que algum desees regimens havia de
predominar, porque quaado n'um slado qual-
quer existem elementos diversos, o de mais forca
e vigor domina necessariamente os oulroa. O
rgimen municipal linhs vivido e morridocom a
queda do imperio romano ; a sua phaae tinha-
se passado. O rgimen feudal aioda nao tioha
apparecido, viva no chaos; foi o legado que os
Barbaros mais tarde deixaram Europa. A' rea-
leza nao tioha ainda chegado a pocha. Logo o
elemento religioso, isto a igreja. devia iofalli-
velmente predominar; porque s ella tioha ener-
ga e movimento, s ella tinha vida. A igreja
oceupava-se toda com o homem ; lhe ofTerecia
lodosos dados para o seu deseuvolvimento, para trnese
o seu progresso, aQm de que a humanidade me-
lhor comprehendesse o seu deslino.
Para julgar e conhecer verdadeiramente a in-
fluencia da igreja do V ao XII secuto, conside-
remo-la j em ai mesma, j em relacio com oa
te a auloridade da igreja. Qual o lim, qual a
a natureza da aociedade religioaa? A igreja go-
verna porveotura aa relaces civs.ou as relaces
moraes ? A igreja nao dirige a sua aeco direc-
tamente ao corpo do homem, maa ao espirito;
nao sao somente aa relacdes exteriores qua ella
gover, mas o pensansenlo, a litnrdade, oa coslu-
mes e as opioies individuaes. E nem isto deve
causar admiraco, porquanto este o fim da igre-
ja. Dirigir o pensamento. coartar a licenca, re-
gra r es coslumes, e substituir o exame privado
pelas crences transmitiidas de alto baixo em
toda a sociedade religiosa, o legitimo exercicio da
auloridade ecclesiaslica e do poder espiritual. A
igreja tem internado ja doutrioando, jKoodem-
nando a hereaia, quando o pensameato do homem
tem-ae desviado do trilho sobre que deve correr,
quaado a liberdade lem-ae deaenfreiado, os cos-
as opioies teem-se corrompido e per-
vertido. Oode a exhortsco, o conselho, e o en-
sioo oo teem imperio, a sanecao e a condemna-
gio da hereaia faz-se mister.
E como se conlrsdiz to depressa Mr. Guizot,
Br i
del
Jaita per ataeae.
A ataa. Sea. O. Tboreza de Jeesj
Sonsa Lelo.
Jaita* per oeocio.
Oa lllms Sra. : ^r
Dr. Francisco Ellas do Reg Dantas.
(jpitan Antonio ^"i'Tr da r*Tra
Joizaa por devoclo.
Aa Ex mas. Sras.:
D. Tboreza Harta de Jame Mereire.
Baroneza do Livramelo.
Bscrivees.
Os lllms. Srs. :
Ignacio Francisco Cabral Cao'.aml.
Francelino Caroeiro La cerda.
T besen reir
O Illm. Sr. Bernardino Farreara
Procuradores.
Os lllms. Srs. :
Tenante Jovino Coftlho ds Silva.
Padre Pedro da-Silva Branda >.
Jos Ignacio Rodrigeos.
Joio Fiigueiras de Lw.
Mordomoe.
Todoa os Srs. lavradores deau fregneris.
Morder as.
Todas as devotas do glorioso Sanio Al
Asslgoado. O rigario, Manoel
Muoiz.
Ceift ai
+.
tMMERlO.
Novo Banco de Pernambueo,
O banco paga o T dividendo de 1$$
por accio, relativo ao lemeptef, zmo
em 31 de agosto prximo pastado.
A directora da caixalUal
marcar o prato de 30 dias para e
daa sedulas de 20SOOO, fiado os ajames aaUte*
sujeitaa ao descont meosal progreaaivo do 10 O/O
de cooformidade com o decreto o. 2SC4 de 10 do
oulubro de 1860. Recife 10 do outubro de 18*1.
O secretario interino, Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira.
Gaixa Filial do Baic.
EM 5 DE NOVEMBRO DE 1861.
A caixa descoma as letras de maior orate de 4
at 6 mezes a 10 */> anno, n de 4 metes s t /..
e toma dinheiro ao premio de 7 /..
. novoTanco
DE
Pernambueo.
leo, io em lOIOtOV bUIU US ,, ~- ~ ------ -sr--------- -----------------a
soberanos temporaes, j em relaco com os oo- 1 d,Ue?do 1uo 'reja denegara os direitos da ra-
luando, elle mesmo o diz: ella
estradas
vos ; e desta analyae resaltar a legitimidade de j o.'odividual, quando, elle mesmo o
saaintervenso oas relaces temporaes e as re- ?.Dr." im.mens estradas para o progresso. n
laces com os povos.
O estudo da coostituico e natureza da igreja
faz-nos conhecer a existencia de um governo e de
urna hierarcha na sociedade religioaa. A exis-
tencia de urna hierarchia regularmente constitui-
da, a necessidade de um clero evidente e pal-
pitante ; porquanto a religio uo se resume na
rontemplaco do espirito, para com o Creador,
tioha a igualdade, e satisfazla todas as nobresam-
bices da natureza humana Nio deadizer-se.
nao cahir em palpitante contradico ? Urna
aociedade, que eocirregada de pregar a verda-
de. que tem levado o homem pela estrada do
progresso ao coohecimento perfeito de si, que se-
meia a igualdade e a .frateroidade, que tem em-
flm salisfeito todas as nobres ambices da natu-
J naTsermmanV m" Participando de esperances e gosos communs.
^l^z"^ 0"TnoVl$6Wp0o?me fe**1- am comento l quer.no pode
pagamento de U&CO por
55 rs. por dia, para urna familia que por este
meio se ierra ao penoso irabalho de tazar todos
os residuos da cosiohs, lavagem, banhos, e ma-
terias fecses, etc. f
Reflicu o communicante sobre a dspota que
ordinariamente faz urna familia com esta parte
de sua economa, e por ahi avalie quanto de real
proeito resultar do systema essa mesma po-
pularlo pobre cuja indignacao se quer armar
contra a empreza.
Parece ao articulista que dahi nos proviro lu-
cros enormissimo.,% por ahi er qne esteum
bello campo detravar combate para Das que ig*
potamos, e nao queremos qualiflear. Pois bem :
j por mioha parte, j por parle de meu socio o
&r. A. Gomes iNeto, resignamos de bom grado
esses phantasticos lucros, se me derem por com-
pensado o capital de 300:000* que ho sido
arriscados na empreza e que ha annos eslo
sem movimento.
Termioarei, observando ao Sr. A. S, que nao
lhe deve causar admiraco que esta empreza te-
nha sido concedida am estrangeiro. Ide Fran-
ca, ao meu palz natal, levai alguma Innovaco,
um melhoramentoqualauer, e veris se o estran-
geiro all ou nio acolhido bracosa her-
ios, eajudado ao menor tanto quanto eu tenho
aido (e folgo de o declarar e reconhecer) pelos
vossos concidados, j desta cidade ja do Rio de
Janeiro.
Recife, 5 de novembro de 1861.
Charles Louis Cambronne.
Carta dirigida ao Exui. Sr. conego Joa-
quim Pinto de Campos,
ni
Senhor Conego.
as minhas duas cartas precedentes, dirigidas
V. Exc, desenvolv o systema pbiiosophico-
religioso do christianismo, e manifestei a gran-
deza, a virtude e a boudade encerradas no seu
salo, o os absurdos e prejuizos dos espiritos for-
tes ; paasarei mostrar nesta a conatituico a a
inQuencla legitima da igreja.
Deade o principio do mundo, pela queda do
primeiro homem, foi annuociada a viuda de um
Redemptor, e esaa promesas foi repetida por di-
versos propheta* em differentes sculos. Daniel
pelas suas setenta e duas semanas predisse exac-
tamente o reino do Messias.
Dos, querendo que o seu filho descendesse
de urna, raga previlegiada j pelas auas virtudes,
j pelo seu naacimento, dos doto fllhosde Jacob
3ue formaram as doze tribus, separoo a tribu do
ud. a qual preservou da peste da idolatra e
da corrupeo. Deata trib nasceram
nao a simples relacio individual do homem ? Dumaoa> sera possivel que ao mesmo tempo
Deus. ao.contrario abraca e comprehende todas
aa relacaa em que o homem pode achar-se. pro- i
voca e crea muiu.lid.da de direitoa e deveras
de individuo individuo, e respeito e veneracao
do homem Deus. Logo a necessidade de um go-
verne ecoosequeotemente de urna hierarchia re-
ligiosa evidente.
A religio sappe um certo numero de espiri-
tos, commungando as meamas creness, obede-
cendo um s chefe, aujeitos as mesmas leis,
existir sem haver um centro para onde covir-
jam todas as vistas e d'oode emanem a aegao e
direceo ; pois urna sociedade sem governo oo
se coocebe : a idea de poder urna idea neces-
saria.
Duas sao as condices da legitimidade do po-
der assim na sociedade religiosa, como oa socie-
dade civil: primeira, quo o poder aeja exercido
pelos mais habis, que as superioiidades gover-
nem; segunda, que o governo legtimamente
constituido faca da lei urna raalidade, respetan-
do as liberdades legitimas. Aoaiysemos o ca-
rcter da igreja sobre estas duas condices.
tenha desconhecido e calcado oa direitos da ra-
zio, a liberdade, oa coslumes privados e as opi-
oies individuaes ? Cortamente que nao ; salvo
ea a liberdade. O nenaamanio oa M,ux>a lito
rem degenerado e prostituido.
E' sempre deata maoeira, Sr. Conego, que se
tem acusado a igreja de Chriato ; sempre a ca-
lumnia e a mentira contra a justica e a ver-
dade.
Sou de V. Exc. venerador e criado
Antonio Caetano Seve Navarro.
Recife, 30 de setembro de 1961.
[Continuar-se-ha.)
Correspondencias.
Senhores redactoresAdmira, espanta mesmo,
como que em um caso to grave como o do ca-
aamento falsificado, furto de firma, simona e ou-
tros crimes que acabam de ter lugar na fregue-
zia da Roa-vista, haja tanta frieza, e nao estejam
trancafiados na detengan meia duzia de crimioo-
sos, quaodo ha cerca de 50 annos, por um ca-
so aemeihaote houreram
< nesta mesma cidade,
yuaoto ao modo de transmillir o poder na igre- i desterro para fra da provincia, prises etc. etc
nava r*i ao n A m I n I m -. : 1 I *. J________e i-i I ^ _.^.^.._____..<
ja, devemos arredar do clero a idea de costa. O
que urna casta ? urna sociedade, cuja situa-
cao e poder sao traosmiltiJos de pais lilhos ; e
lhe inherente a idea de heriditariedade e de
privilegio. Oode nao houver privilegio, heridi-
tariedade, haver quando muilo urna corporaco,
mas nio urna casta, A coostituico, porm, do
clero ehristo era contraria i esse modo de traos-
misso. A igreja chamara aempre para o seu
seio e admittia aos cargos indistinclamenle
aquelles que julgava capazes de os exercerem.
A carreira ecclesiaslica, diz Guisot, particular-
mente do V ao XII sculo era aberta todos. A
igreja recrutava em todas as classes, oas inferio-
res como as superiores, e as mais das vezes as
inferiores. Ao redor della, ludo era colloeado
sob o rgimen do privilegio; ella s manlinha o
principio da igualdade, da concurrencia ; chama-
ra todas aa superioridades legitimas a posse do
poder. (A civilisa;o na Europa.)
Alm disso, ha outro carcter particular s
castas, a immobilidade. Estude-ae a natureza
das sociedades oude tem predominado o espirito
de casta, que ver-se-ba tocadas de urna febre tal
que julgar-se-hia primeira viata ter deappare-
em pessoas de alta posico, s por que um delles
abencoou os nubentes, dous serviram de teste-
muohas ao casamento, e o terceiro apresentou-ae
como defensor da validada do matrimonio I Co-
mo senhores redactores, que passeiam impunes
os autores, e colaboradores de taes crimes, ha-
vendo leia e juizea eotre nos I Qual a familia
que pode viver tranquilla em semelhanle trra I
onde se vio dasfructar em paz os gosos de seme-
lhanle perversidade, e ainda tr-se o arrojo de
passesr audacioaamenle, e mesmo ameacar aos
que anathemaiisam semelhanle procedimento I
Onde se vio prorar-se o conseotimento paterno
por meio de urna carta, quando aa leia sao a tal
respeito muito terminantes I Onde se vio con-
ceder dispensa de banhos por d c urna palha,
cauaando graves e gravissimos malea s familias,
e dando lugar a ciertos execrandoa?
Basta por hoje, senhores redactores; ainda
voltar a questo
O porteo da Massa.
Senhores redactores.Chegando ao meu co-
A
grandes
cido ; oa India, no Egypto sempre o mesmo ca- | nhecimento que Pergentioo Rodrigues de Miran-
da residente na barra do Jardim, provincia do
Cear, espalhiva que eu fdra preso nesta cida-
de, afim de descooceitoar-me naquelle logar e
expr-me a censura publica, devo fazer sentir
por este jornal qne aquelle homem jamis co-
lher fruto desta noticia por que at hoje aleda
nao fui preao nem forcado a responder por meas
actos parante a jualica do pais ; e melbor fdra
que este meu inimigo gratuito olhease para ai ; e
nio repetisse os aetoa de torpeza que sao conhe-
cidos por aquelles que lhe podem por a calva a
mostr e redozido a condicio de triste e vil men-
tiroso.
Rogo-Ibes, senhores redactores, digoem-se
publicar eata correspondencia com oque lhe fl-
catei cnaite sgsadeeJalo
Caetano Goncmivcs da Lux.
racler, a immobilidade. Na igreja, porm, nio
se tem dado o meamo pheoomeoo. E diga por
nos M. Guisot: a nao se pode dizer que ella ahi
tem dominado ; nao se pode dizer que a igreja
christa tenha fleado immovel e estacionarla:
durante longos scalos, ao contrario, ella tem es-
tado em movimento e em progresso, ora provo-
cada pelos ataques de urna oppooicao exterior,
ora determinada, em aeu proprio aeio, por ne-
cessidade* de teorma e de desenvolvimento in-
terior. B
Quanto segunda condicao de todo governo, a
igreja era a sociedade que por excellencia man-
linha p princjp|o Ja liberdade,
E' chegada porm a occasiio de pulverisar o.
erro em que laborauuoextoa espiritos leo fiis oa
exposicao dos factos, masque todava na sua ge
neraltsajo, na sua aynthese deixam-ae levar j
es verdades
,- do comman-
?? o piaa idea a um negociante que commercia para a
llha, codeindo ttbi a existencia de certa al-
ltanca ene virio desairar o carcter de um dis-
tinctonervtdor de estado, cujas relaces desde
muto fraqMDlaooa '
Nao o odio que nos dita estas pencas pala-
*-aMai%,*ittat#BJactos qne vio por Fer-1 auas,leia: a humanidade; levada "por
fca^^eSL*!?^ onifnMclo W maisescanejalosoa que certd commando do la ao povp^aua rnjSaio. eaeolrX do.A'%22..*Z_
.... .^. _.__rr,^ ts,. upa ni i a MBSrajlC*, %,U'IA OS bos-
palriarchas, sabios prophelas. e, finalmente, A- J por circmstancias acmdenlYes qu nada ioem"
quelle, que resgatob com o seu sange derrama-
do no Cftjgota.a regeqeracio do aero hu-
mano.
Approximavar-se o lempo em que as prophecias
se devlazncampnr, em aue,pela quarta vez o
Creador celabrou a aJUanca como homem. e para
cujo m envin ierra aeu filho, delegando-lhe
todos.s ooderes. Mas. o Creador, para nao apa-
ir.o espirito human de aurpresa, mandouum
precursor annunciar sedjpa
povo. coRompido.'pelaa lala
liacao.
Juatamonle na maama (S
Pobela, appajece o "
parante o sen autor suspenij
fplo e chamar o
aluna,, 4 cona-
a. marcada pelos
Po/, A nalaraza
o aeu curso e as
(--------_,----------.----_----- w> VH>^avHaBrfU >|liU UUUM ZMIi
l por certos preconcoitos, que escurecem e trans-
toroam a analyae doa aconteeimento*. quero tal-
lar daquelles que dizem que a igeaj* tiaba-se
tornado oppressora e ioimiga daa liberdades le-
gitimas.
A' (tente daquelles quo assim pensam est H.
Guisot. Segundo elle, don* mp* priocipioa en-
contravtm-se na igreja: um incutporado nao
suas doutrinaa ;, ouiro introducido e admittido
pela fraqueza humana.
0 primeiro. diz e|le, raj donogagao doa di-
reitos da razio individual, o svMeocjio de araaa-
millir as crencas de alvo A baixo em toda sooie-
dade religiosa, sem qne ninguem Uveeao o direi-
to de examina-la por sus propala sosia.... Q se-
gtpdosaA^xiiinfljpio^tPO duendo ooaacoero-e
arrogsgp .a ,a jfreu,idlre4ljr.esUrario arWa-
a da souedade religioaa, i atigem do
a. bum maximaa primitivas.
EM 5 DE NOVEMBRO DE 1861.
O Banco desconta na presente aeaaaaa
ao anno al o prato de 4 metes o a 11
o de 6 metes, e toma dinheiro ei
simples e com juros pelo premio e
convencionar.
V.
7.-4
Rendimento do dia 1 a 4
dem do dia 5 .
Movimento Isa, Man!
Volumes entradoscom tazendaa..
> > com gneros
38 08lf3f7
47:tSlg7S
Volumes sabidos
c
som Uzeadas.,
com ganaros..
85
~
106
278
Descarregam boje 6 de novembro.
Barca francezaJoao Parmetoncarvo.
Brigue amerioaooBraod-Wmeferiaba e bola-
chinha.
Patacho americanoSanta Martagalo.
e.r in6taT_sraphinamereadorias.
Hiato brasileiroDuas Luizascharque.
Importa caxo.
Brigue americano Santa Jfary, vindo do* Es-
ta Jos-Uoidos, manifeaiou o seguiote :
50 barris cerveja, 160 barriquinbas meciae, 3
caitas com 7,500 charutoa, 49 barricaa finaba da
trigo, 6,000 ps de taboas de plobo, 90 tonelada*?
galo, 4 prasootos, 10 trramente* propriss para o
pelo; ordem.
Exportaban).
Dia 4 de novembro.
Barca iogiaza Favorita, para Liverpool, carre-
garam :
Patn Nash de C, 101 stecos coa 513 % arro-
bas de algodio.
Barca igleza Nowal, para Ballimore, carrega-
ram:
Johnaton Palor & C. 4.500 saccoa com 22.50*
arrobas de assucar.
Briguo ioglez Syren, para o Canal, earregaram:
Phipps Broihers & C, 570 saceos sea 30
arrobas de assucar.
Barca iogleza Jfary Ann Brufori, pus o Canal
earregaram :
Saunders Brothers & C. 1,537 saceos coa 7,1
arrobaa de assucar.
Rocebedoria le
geraes de Pera
Rendimento do dia 1 a 4 .
dem do dia 5......: 1:716*906
Consalado p roo lxela!.
Rendimento do dis 1 a 4
dem do dia 5
4:9*9g7e
I
7 3I895M
MoTimen to do porto.
Navio entrado no afta 5.
Terra-Nova31 das, barca iogleza Nsthera.
de 220 tonelada*, capilio Tboasat Ealaa, eqet-
pagem 13. carga 3300 barrica* coa baraUlBO ;
a Jimes Cablree & C.
.Varios sakidos no mesmo dia.
MarseilleBarca franceza Mane, cpala F. li-
val, carga asaacar.
CearBarca iogleza Ciar, capitao
Slabb; em lastro.
Macei e portos intermedioaVapor
Pcrsinunga, com mandante Manoel des
Mensa.
\
* 5=
Horas.
thmcsfkera
:i*a
M. Suvaot nio s analjrsau mal os tactos, daa-
subooeu a aatiueta da aooiadade raligigaa, bu
Srs. redactores.Victima ha viole annos de
urna hydrocele volomose, qne me impossibilita-
va nio s da andar, como ainda de cuidar da "vi-
da, resolvi-me, depois de innmeros estbreos e
enraios do cura, a aogeitar-me a eperaco cha-
mada hectomia, que me fora aconselhada pela
Sr. Br. Corotiao Francisco de Lima Santos como
effloaz.
Iffeclivamente me acho, depois de operado,
reslituide i mioba saode anterior, vendo-ms li-
vre da carnoaidade avultada e da grande hydro-
cele quo a acompao*a ; e assim nio posso
deixar devir dar um poblieo testemunbo de mi-
nha g retid ao o referido Sr. Dr. Carolino.
Procurando u meio da imprensa para esse
flm t&ortmpnant,do que seguir o impulso do
aeu coracio grata pair. q nMU de quem
recebi o beoeflciadaJaajeO^aeO arpe* certo urna
aow-Tt^iswjiMtii, aemoffeniera modaaiia AooiU clara, vent
Vejamos i* o jgoadieJI, Guisot 4 enct o m do mesm^Sr. Dr.^luio.JiaeMrJhe que aceite
eat. mMt^^Xl*

w i w- Si Direceo. m
w X w m ""as" | s a
-1 OS 3 9 3S | fakrenkeit. 1 a m
52 (O 6? 00 i3 o o 8 "co C tntigrada. 5 s o
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Francs.
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rfcm^^lutm'JrlaT' Preamar as f^o5maAaa\l^^ Mf.
Balxa-mer as 0b. 49* da tarde, aJtnta 1,1 p.



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vincisl, em cump
da [izendi, manda fazer publi
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transfe-
rida para o di H do crrante a arremaiacao da
r.nn?f nw* ^lBaiBi
cantea ao patrimonio doa orphaos.
'.- Ruad Sebe.
fb4lt*Cu terree acunaad por.
Ra do Rosario da Boa-Vista.
N. 14.mi ierre-arrendada por..
Ra da aladre de Daos.
Di. 35.Casa tarrea artaodada por..
la da Cacimba,
n. 05.Gaaa terrea arrendada por-.
N. 83.Gana tama amaiattpar..
160*000
aoioo&
l:61t|000
3005000
205*000
162*000
. 157*000
presente e
N. 96.-Gmi
EpsrajS
publicar pelo Diario.
Secretaria d aiesoarariapreviacial de Pernam-
buco, S de ova. bro de 1861. ~C aearetario, A-
F. da Aanunaiecae.
O Dr. Triatio de Aleocar Araripe, juiz de direito '
eapeoiai do commereio deata cidade do Recite
aeu termo capital da provincia de Pernam bu-
coy por S. i. eC. e-9r-. O. PWro H, que
Baatagoarde, etc.
Fec> aaber ans que o presenta edita! vfrem e
lie ootiria tirerem, que Oaoeaoas & Dubourjq,
sor aeu adrogado ntedirigiram a petico do theor
wgeOitu: *^
Dizem Cancanas & Duboareq, qne querem fa-
nec cttat a Joaquina reteira da Silv Santos para
i primeira audiencia deete jalao ver asstgoar os
M diaa drlei a 4 letras mercanlia do aeu aceite,
j vencidas, na importancia de 2:0483050, e pa-
gar dita quantia com os respectivos joror, oppon
do no decendlo os embargas que livor, pena de
revelia ; mas achando-se o supplicado asente
em lugar ignorado, veem.requercr a V. S. dgne-
se admitii-loe a justificar a aeseacia, e sendo
cnanto basta, o jalgue por sedteaea mandando
passar carta edital por 30 diaa, afim de por ella
aere auppiicado citado- pan os termos.da acijao
nomeaado-lhe curador ia litem. Pedes a V. S.
deferioseatb.-E R. M.-Netto.
E mais se nao cootinha em dita pelillo aqu
transcripta, os qual o mea antecessor deu o des-
pacho do theor seguale:
Distribuida.Como requerem. Recite 24 de
agosto do 1861.Domiogues Silva:
E mais se nfio
lJMsB.liBBg?
,-, %ft<*s de guardaoapos.
' lOPaoeertores de algodio. j.
lVPratos IravessosJorrsdos de louca vldrade.
Ijojnfco de caf. T,
carne e pi.
adapara lavar roalo.
_ farinha.
4 banjbs de 4 ou 5 varas de comprimento.
Qeem. quizer vender taes objectos aprsente
, ^#osi|a)rj cara fetnin} no dia 21 do
ftWants^elBwro dia." *^*~
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
KSSBBSBr** 1*,- 'w,ri,,
A theaouraria provincial, em cumprimento
da ordem do Ezm. Sr. presidente da provincia,
lem a de comprar para o collegio dos OTptlos da
cidade de Olieda, aa lateadas segualos:
630 varas de madapolio para camisas.
490 varas de brim pardo para calcas.
1120 corados de afgoirao rnesclado.
Quem quizer vender ditas fazendas aprsente
auas propostas rn cartas fechadas no dia 21 do
correte, pelo saeio dia
Secretaria dst mesoarari raviacial de Per-
nambuco, Sden'oVeobTo de 1861.OSecratarlo,
A. F. d'Annunciaclo.
Por ordem do Bxm. Sr. desembargsdor che-
fe de polica ioterrno desta provincia, ftrco pa-
Wieo para eonherimento de quem possa interes-
aar, que pela- repartieio da policia da provincia
do Cear (ai cemmuoicado em offlcio de 19 de ou-
tubro ando, que pelo jotro nmoictpal do termo
do JanJim daquella provincia, foi preso e reco-
Htido a respectiva cadeia no dia 28 d agosto ul-
timo o pardo Faustino, que sendo interrogado
declarou aer escravo de D. Clara, residente nesta
capital.
Secretaria da policia de Pernambuco 5 da no-
vembro de 1861.-0 secretario interino,
Jos Xavier Faustino Ramos.
INSTITUTO AGRCOLA.
A directora do imperial Instituto de agricultu-
ra de Pernambuco, previne aos ssnhores subs-
criptores, ene arada nao houverem pago a im-
portancia que assignaram, bem como a aonnida-
de de socio efJectivo, que devem dirigirse so
Eam. Sr. vlsconde de Camaragibe thesooreiro do
mesmo instituto. O secretario da directora,
Bario da Vera Cruz.
O flsesi- desta fregaezra de Santo Antonio,
pela presente scientiDea aos donos daa madeiraa
existentes no^caes do Raaos, que sera perda de
tempo deverao retirar daquelle tugaras mesmas
madeins, sob pena de seren as mesmas madei-
ras removidas para o lugar designado pela flaca-
Iisecao, multados ludo de conformidade com o
art. 1* do tlt. 9* das posturas mnnicipaes em vi-
gor de 30 de juoho de 1849.
Fiscalisacio da fregoezia de Santo Antonio do
Recite, 4 de norembro de 1861.O fiscal, Manoel
Jonquim da Silva Ribeiro.
Leras.
cootinha em tal despacho aqui
copiado, em virtude do qual foi a petizo distri-
buida aoeecrivio deste juizo Manoel de Carvalho
Paes de Andrade, e os supplicantea prodnzirami T ^!n<-8e recomido i casa dedeteogao desde
as taatemuohas que justificaram a ausencia do '
auppiicado em lugar nao sabido, e aubiodo oa au-
tos concluso o meo antecessor dea e proferio
a seateoce do theor, forma, modo e maneira se-
guate :
Julgo provada a ausencia do justificado para
lugar oio aabido. mando portaoto que soja citado
por editos por 30 das e pague o justificante as
eustas. Recite 10 de outubro de 1861.Bernardo
Machado da Gosta Doria.
E mais se nao cootinha em dita sen tenga aqui
opiada, em virtude da qual o referido escrito
faz passar o preaente edital com o prazo de 30
das, pelo theor do qual chamo, cito e hei por ci-
tada o auppikado Joaquim Farsira da Silva San-
tos, para que dentro do referido prazo comprela
neste juizo para allegar a sua deieza por lodo o
cootedo na peticae- cima transcripta, sob pena
de proseguir a causa seua termos a aua revelia,
portaoto toda e quaiquer pessoa, prenle, amigo
ouconhecido do referido supplicado poderfazer-
lhe sciente do que cima fica dito.
E para que chage noticia de lodos mandei
passar editaea que seria affiadoa nos lugares do
costamos* publicados pala iaspraaaa.
Dado enassado nesta cidade do Recife capital
da provincia de Pernambuco, aos 5 diaa do mez
de novembro de 1861, 40 da independencia e do
imperio do Brasil.
Eu. Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivio o subscrevi.
Tritto de Alentar Araripe.
Pela secretarla do governo so faz publico
para conhacimeato de quem inleresaar possa, que
se acham em concurso oa officioa de partidores do
termo do Bonito, credos pela iC irroTiuda n.
50t de 29 de maio do correte anno, deveodo um
accumular asfuncQes de contador e ontro aa de
distribuidor, afim de que oa pretendeoles apr-
senteos os seus requerimentos instruidos na for-
ma do decreto o. 817 de 30 d agosto de 1851 e
aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1854, e no
prazo de 60 das cootados desta data.
Secretaria do governo de Pernambuco 5 de no-
vembro de 1861.
Joao Rodrigues Chavea.
O Dr. Bernardo alachado da Costa Doria, juiz de
direito da primeira vara criminal e interino do
especial do commereio desta cidade do Recife
de Pernambuco e sen termo por S. II. I. e C,
ect etc.
Peco saber aos qne o preaente edital virem e
delle noticia tirerem que no dia 6 de novembro
se ha de arrematar por venda a quem mais der em
praga publica deste juizo, na sala dos audilonos
osescravo seguiotes: Custodio crioulo com ida-
da de 20 anoos pouco mais ou menos, avaliado por
900*000, Jaciutha, crioula, de trila e cinco ao-
nos pouco mais ou menos 6008000 ; Mara mu-
lata de idade de deis annos em 600*000: Salva-
dor pardo de idade de dezoito annos 900*000 ;
Justino, crioulo, de idade decoito annos pouco
mais oa menos 800*000; Tnorae de naci, idade
trela e cinco annos pouco mais oa menos....
900*000 ; os quaes sio pertencentes a Antonio
Jicintho da Silveira e vio a prarja por execucao
que Ihe move Aotonio Jos de Castro. E nio
havenio langador que cubra o pre$o da avalia-
Qo a arremataban ser feita pelo valor da adju-
dicado com o abatimento da lei.
E para que chegue ao coohecirnento de todos
mandei passar editaes que serio publicados pela
imprenta e afiliados nos lugares do costume
Recita, 23 de outubro de 1861.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nasci Bento,
cscrivio o subscrevi.
Bernardo Machado da Costa Doria.
O IIIm. Sr. inspector ds thesouroria pro-
vincial, em virtude de reaolugio da junta da fa-
zenda manda fazer publico que a arrematacio do
piano que exiate no collegio das orpbias, flcou
transferida para o dia 12 de novembro prximo
viodouro.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco, 30 de outubro de 1861.
O secretario,
Antonio Ferreira a"Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento de resolugio da junta
da fazeoda, manda fazer publico que a arremata-
Cao dos coocertos de que precisa a cadeia da villa
do Cabo, ficou transferida para o dia 14 de no-
vembro prximo futuro.
E para constar se mandou affixar o presente e
publioar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 30 de outubro de 1861.
Oaecretarib,
Antonio Ferreira d"Annunciago'
. O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico que
at o dia 28 de novembro prximo vindouro es-
tar abarla a concorrencia para o contrato da
collocacao de carrs de trros, denominados tri-
ibos urbaooa, a partir desta cidade al a povoa-
cio de Apipucos.
O contrato ser feilo nos termos da lei provin-
cial o. 518 da 21 de juoho do correte anno,
E para cooslar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Oiarto.
Secretaria da ihesouraria provincial de Per-
nambuco, de outubro de 18W.-0 secretario,
A. F, d'Aanunaac,ao. '
!>eclara$6es.
Na lista dos examinandos de ai* adTpaT-
ado, onde se le Antonio de Mello Borges
dere ler-ieAntonio de Mello Rogers. '
A Aeaooraria provincial esa eamprimento
da orden da lio. Sr. preataeite da provincia
iaaadaaatnpvsrparee collegio dos orphaos des-
**! !aAjt*a*.*etttttn 104 parea*sapatea fiaos.
o dia 28 do mez prximo fiado o moleque Anto-
nio, escravo que diz sarde D. Joanna, do enge-
oho Urua, por fgido : sea legitimo senhor
comprela nesta subdelegacia, que provando o
dominio, lhe ser entregue. Subdelegacia de S.
Jos do Recife2 de novembro de 1861.Antonio
(obre de Almeida, subdelegado aupplente.
Pela subdelegacia de S. Jos foi apprehen-
dido como fgido o preto Manoel. recolhido i
casa de deteocio em o dia 29 do mez prximo
ando, S6tn declarar o nome do senhor a que per-
lence ; quem livor direito a elle, oompareca nes-
ta aubdelegacia para lhe ser entregue. Subdele-
go" de S' Jo5 d0 Recie 2 de novembro de
1861.Antonio Nobre de Almeida. aubdeleoado
aupplente. ^
Conselho admiiistrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do araenal de guerra, em cumprimento ao art.
22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852,
faz publico, que foram aceitas as propostas dos
seohoras abaixo declarados.
Para o corpo da guarnirlo da provincia do Cea-
r, e companhia de cacadore do Bio Grande
do Norle.
Joao Baptisla Vieira Ribeiro :
2056covados de panno azul^ a 2*380 o corado.
Antonio Jos Conrado :
307 li4 covados de panno preto a 2*000 o co-
vado.
216 varas de aoiagem a 360 rs. a Tara.
3350 varas de brim branco de n. 8 a 480 rs. a
Lavra & lrino :
2847 varas] de algodiozinho marca T a 280 rs.
780 varas de brim o. 7 a^aoTs.oTaTff.
Jos Rodrigues da Silva Rocha:
433 pares do clcheles pretos a 20 rs. o par.
110 groias de botdes pretos de osso a 320 rs. a
grosa.
40 cavados de oleado preto a 1*920 o covado.
Joao de Souza Mariano :
433 bonete para aoidados a 3*650.
Jos Baptisla Braga:
1092 botea grandes lisos de metal amarello a
40 rs.
702 ditos pequeos lisos do mesmo metal dito
a 30 rs.
4289 ditos grardes de metal amarello com a le-
tra C a 60 rs.
2763 ditos pequeos do mesmo metal e le4re a
60 rs.
Para o hospital militar.
Jos Rodrigues da Silva Rocha:
1 balacea romana de 200 libras com os pesos
oecasaartos por 85$000, sob a condicio de ser en-
tregue no mesmo hospital.
O conaelho avisa aoa mesmos senhores que de-
ven recolher os objectos comprados no dia 6 de
novembro prximo vindouro, a eicepcio dos bo-
oets que deverao ser entregues at o fim do dito
mez.
Sata das seseos do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra. 31 d
outubro de 1861.
Froneiseo Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
ao arsenal de guerra, tem de comprar os obiec-
los seguintes:
Para a pharmacia do hospital militar.
2 libras de alcoolato de melissa.
24 libras de alcool 22 graos.
20 garrafas, cootendo cada garrafas 2 libras de
agua roaada.
4 libras de amedoru.
1 libra de aaaafetida em p.
2 ongaa de arseniato de soda.
50 capsulasd'oleo de-gado de bacalho.
25 canas de ditas de oleo de cubebas e ferro.
2a ditas da ditas de oleo de cubebas e taneuno.
1 onca de canabiua.
1 libra de extracto de aalaa pirrilha.
1 libra de dito gommoso d'opio.
1 libra de dito de belladona.
1 libra de dito de geociana.
1 libra dito da meimendro.
1 libra de dito de degitaln.
1 libra de dito de acnito.
8 oncat de dito de muruog.
10 libras de espermacete em rama.
3 esptulas de ac, aorlidas.
3 ditas de marfim, wrlidas.
3 libras de escamonia inteira.
2 faca aorttdss para cortar eolhas, sendo urna
grande e oulra pequea.
3 funis de vidro sonidos, sendo 2 grandes e 1
pequeo.
6 varas de flanella.
1 grel de poreellana grande com piatello.
1 dito pequeo com piatello.
\\ a" Px 2a pedra *Tand8 coa> Piatello.
1 dito de p de pedra pequeo com piatello.
1 dito de vidro grande com pisteHo. '
1 dito de vidro pequeo com pislello.
iibraa de Romana arabioa em p.
2 libras de gomosa immaniaco em p.
2 libras de gomare de aieaHra.
2 lloras de glycerina.
10 vidro* de granulas de degitalina em vtdroi
equeoos de 60 granulas, taneo eraa onca
100 garrafas vasias para Leroy.
2librasdojal.pM1ir.
1 arroba de man a coa mam.
8 libras da dito de lagrimas.
Iibras1?.0ga..8"1M,e *"*" *""* **
iBuI2*l5^? defigadO de bacalho de Berlh
z iioras aa apto em do.
2 libreada oxido rabo d mercurio.
60 csixas de pastilhaa de Naff d*arbte.
M *?* de Regoaold.
flrhraadaiwtadejt^ua.
*",*! Porpade ametws.
12 braa de dita de tamarindos.
6fta*aaaailadaabagueira.
UtaM 49 rai*a taatailt.
' f,3"lt&*igH* alaVtrsBallia
4 libras, aabao fitaeperaasaaalpldoc.
4 arrobas de aulphato de magneaia.
4arrbaa4eaa4a*parrtsBt>. "^T",B#-
2 libras detarlret de potasas a ac.
8 oaaa da tridacio.
100 vidros vamos para opodeVdoc.
ffiffivTfTryM da.Brepapit
50 vidroa de xarope tde Nsff* 'arable.
Para pnmaerato.do araasal de gaerra.
20duziasdetaboaadaloumdaaaaoalho.
Quem quizer vender laes objectos apNaenta aa
*UkM propoatM am cart* fechada na secretaria do
onsaihor aa 10 horaa-da aanhia do dia 6 de
novembro prximo viodouro.
Saladas sesadas da oonaalho adminiatrattro
para fornesimento do arsenal da guerra, 28 da
outubro da 1861.
Bento Jote Lamtnha Lint,
Soroael presidente,
Franeitco Joaquim Pereir* Lobo,
Coronel vogal, secretario intefao.
GMtelkt administrativo.
O conselho administrativo, para fornedmeato
do arreoal da grta. tem de comprar oaobiectos
seguiotes:
Para o hospital miliUr de Paruembuco.
54 coiherea da metal principe para apa.
ixeoltieres de metal principe para cha.
60 facas de mesa. ^*
60 garios de mesa.
Objectos de louca.
1* badas de rosto.
1*copos da vidtc
12 chicaras.
t curros.
preto. #
12 pires.
Objectos de roopa.
200 camisolas de brim com 5 palmos de com-
primento e 8 de largura.
80 colchos da lia d (techa, com 4 pelaos de
largara e 9 de comprimento.
60 pares de chioellas. I l
20 eatcas de brim.
18 eobertas de hita.
60 firoohaade brira com 4 palmos de compri-
mento e Sida largura.
40 toalhas de brim com vara meta de co'm-
pn manto.
80 travesseiros de lia da flecha com 4palmos
de comprimento e3 de largura.
Wguardanepps de brim de meia vare.
300 lenges d brim de 10 palmos de compri-
mento.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 8 do
novembro prximo vindouro.
Sala das sesadas do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de gaerra, 28 do
outubro de 1861.
Beato Josi Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronal vogal secretario interino.
COWMhtJMSIUlU
,J1 .* d0 ""^ Pao t o dia 16
*> corvota o vapwarcMreaV'Attt, commaodan-
ta A. P. Coasal,oqfcaIdepaisTa demora de cos-
= "SSSa1'4 P; os,porto# do sol.
adairecebem-se pastageiros, e engaja-ae
a carga qae o vapor podar conduzir, a qual da-
veta sea- embarcar no dia daaua chegada : amo-
SSnder. "' *' Mcr,PtorI de Azevedo &
ti .
Rio de Janeiro
sahe oo da 15 do corrala o palhabote Pieda-
des, aapitia Marquen Vianna : para o resto da
carga e eacravoo a frete, trala-se com Gaetsno
^y0 C. Moreire A Irmio, no lado do Cor-
Acaracu'.
0 hiato cSobraleoje no dia 8 do mez correte
recebe carga epaaa.geires : a tratar com Caetano
eymeo da C. Manir & Irmio,. no lado do Cor>-
po arate n. 23.
Fara Arafcatv e Ass.
Alufa-aeimboos
B*MHWZ*Jao Caa^.rioaVro ne I.
gar dos Ramedios defronte da igreja : a tratar
em casa de X. V. 8. Barroca.no largo de Bemflco,
ou na roa da Cadeia do Radie o. 4.
IlrTi* ls*,f^v,axlWafcair mtjjdaf no
Hecl travesaa da ra da'Madre de Deas n i
eagdtjda aadavr, 4*a nWo di. eSasT* 6 i
tarde, achara com quem tratar.
Preciaa-se de um otficial para fabrica da
chapeos de sol. que d fiador a sua conducta:
em casa de J. Falque ra do Crespo n. 4.. *
E. Budden, subdito ingles retira-sa para
Inglaterra. '
O abaixo assigoado Taz stlente que Henrt-
ques Diaa dos Santos recebeu em Mamanguape,
de Jeremas Lopes de Souzs, urna carta que den-
tro conlinha urna letra sacada pelo abaixo assie-
nado de 280*260 em 17 da aetembro i 4 mases,
e como cafj*,carti a letra ae deaencaminhasse do
poder da Hetoriques Oas des Santas, por taso
cha-se sem efTeito tal letrs, por cujo aceitante
je se oheo prevenido a tal respeito. Recife 4
de novembro de 1861.
Bento de Freitas Goimaries.
Alugase urna bonita cata terrea aa ra dos
Arrombados em Olinda, com duaa salas, sondo
urna deltas forrada, com quartos, boa cozinha,
sendo e lugar o melhor de Olinda por ter banhos
doce, temperados e salgados, e contiguo a mea-
ma cass um estahelecimento de vaccaa de leite
para quem preciaar delle ; a pessoa que a pre-
tender, falle com o aeu proprietarip, o abaixo as-
signado, no mesmo lugar.
Alesandre Jos Dornellas.
Precisa-seda um menino forro.para creado
Hiataveu* Rita sahocm brovidade trata-ae aflm de 'evar recados e tratar de um cavatlo : na
com Martina A Irmios.

COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegat;ao cosleira a vapor.
Ptlrtihiba, Rio Guinde da Norte, Ma-
cau do Atau', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
0 vapor fjagweribe, commaodante Lobato,
sahtr para os portos do norte de sua escala at
a Granja no ala 7 da novembro as 4 horas da
tarde.
Recebe carga a t o dia 6 ao meio dia. Eocom-
meadaa, paaiageiros e diubeiro a frete at o dia
da sabida as2 horas": escriptorio no Porte do
Mallos n. 1.
ra do Imperador o. 43, primeiro andar.
AUencao
Para
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Companhia dramtica sob a direccao de
artista Germano.
Beeita extraordinaria.
BE5EF1C10 DO ACTOR
idMa.
Precisa-se de ama
solteiro, que
are de Arw-
cio faite pato
QABTA-FEIBA, S DE NO vEMBaO.
Depoia de urna escolhida sympbonia pela or-
chestra, dirigida peloSr. Colas, subir scena o
interessante drama em 3 actos, ornado de mu-
aica,
MEM0RI4? DO I4B0.
rBRSONAGENS.
Bobea............*.............. Germano.
Rapiniere....................... Raymundo.
Marauez de Lormias........... Valle.
Coode Ceroix..................
JooGautier ...................
Valentlm.......................
Ta Catharina...................
Baroneza de Rouquerodes......
Amelia.........................
Condasaa de Cerny..........,.
Convidados, mascarados, creados, e7c7
Terminar o espectculo com a graciosa come-
dia em um acto,
SI/
Comecar s 8 horas.
O beneuciado pela primeira vez recorre ao pu-
blico Peroambucaoo, esperando lhe nao seja ne-
gada a proteccio que indiatinctamente elle cos-
tuma dispensar a todos os artistas pelo que ser
sempre grato.
Vicente.
Nunes.
O beneficiado.
D. Jeaoina.
D. Isdbel.
D. Manoela.
D.Aona Chaves
Atsos maritimos.
Acaracu.
O vapor Jaguaribe da companhia
Pernambucana, na sua prxima futura
viagem a 7 de novembro a Granja com
escala, tocara' no porto do Acaracu',
para largar alli quaiquer porcSo de
carga e passigeiros.
Segu para o Rio Grande do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro o pata-
cho Anna, sabbado26 do corren te, rece-
be escra vos a frete que devem ficar ho-
je a bordo : a tratar com Tasto Irmaos.
Para o Rio de Ja-
neiroe
0 brgue nacional Almirante pretende seguir
m nanita brevidade, tem parte de sen carreara-
com
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Julio, tem parte daseu carregamento
a bordo : para o resto quo lhe {alta, passageiros,
e escravoa frete, para es quaes tom eacelleates
commodos : trata-ae Com oa seus eoMigoatarios
Aievedo & Mendos, no seu escriptorio, ra da
Cruz o. 1.
Rio de Janeiro
0 brigaanacional Coaceico pretende sshir
ao dia 8 do correte, e s recebe esccavos a frete.
Para em direitura
Segu psra o indicado porto o bem condecido
brigae escuna Graciosa, capito Joo Jos de
Souzi, por ter parte de seu carregamento adian-
tado: para o resto trata-se com os cousigoatarios
Almeida, Gomes, Alves & C., ra da Cruz n. 27.
Maranho e Para.
Segoe com brevidade o veleiro hiate Lindo Pa-
queU, poc texgcasde parle do seu carregamen-
to contratado : para o reato trata-se com os con-
signadnos Almeida Gomes, Alvos &C. tajada
Cruz-D. 27.
Jos Vsz de Oliveira, natural da freguezia de
Santa Mara Magdalena de Gouvinhas em Portu-
gal, aasisteote na ra do Hospicio n. 42 no Rio
de Janeiro, declara que teodo nesta provincia de
Pernambuco, um aea lio de nome Joaquim Fer-
reira da Cruz, e nio tendo sua familia recebldo
noticias suas ha muito tempo, soppondo que te-
nha fallecido, neste intuito roga o especial obse-
quio, a alguma pessoa que o conheca, on tiver
conhecido, de dar algumas informacoes a respei-
to nesta cidade de Pernambuco em casa do Sr.
Azevedo & Meles, ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro 24 de outubro de 1861.
Jota Vaz d'Oliveira.
Sitio para alugar.
Aluga-se o sitio do Monteiro, com boa cass,
aonde morou o fallecido pai do annuncianle, tem
cocheira, estribarla, etc.: a tratar com Manoel
Alves Guerra, na ra do Trapiche n. 14.
Publicacoe&do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOURO HOIEOPATHirO
O
VABE-MECIIIDO UOMFOPATHA.
(Segunda edic^ao consi-
dera vel mente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopaihico
Ltloes.
,--------sen carrega-
mento prompto, para o reato que lhe falta passa-
geiros e escravos a frete, para o que tem asaeia-
aos commodea, trata-se com os seus consignata-
rios Azevedo & Mondas no seo escriptorio ra da
t>ruz n. 1.

COMMMWBIUSIIEHU
frAPDKHIS iTOojl.
B' esparalo dos portos do sul at o dia 14 ato
correte umdo vaporea do companhia. o onal
depou da demora do coatume saaaiii isxa ot
portos do norte. *' '
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se
1 aquiide.
egada, ec-
DE
Dina caixa coa couro de
lustre.
Quita-feira 7 do corrente as
11 horas em ponto.
Corta Car va I do fara' leilSo em seu ar-
mazem da ra do Imperador n. 35, de
urna caixa com couro de lustre de su*
perior qualidade, afim de fechar-ee
Iconts.
LEIL40
DE
Urna taberna.
NA
Ra de Ragel n, 22.
Sexta-feira 8 de corrente as
11 horas em ponto.
Costa Carvalho por mandado do IUm.
e Exm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mereio a requenmento de Fraga & Ca-
bra! fara' leilSo da taberna da ra do
Rangel n. 22, arrestada a Costa Gui-
!>flnarSes & Reis, de todos os gneros exis
ten tes na mesma.
LEILO
Quarta-feira 6 do corrente.
N. O Bieber & C, sncceeeoree, far leilia por
otervenco do agente Aotunes, de um completo
sortimento de fazendas para fechar contas, no
sen armatemna ra da Cros n. 4.
PELO ER.
UfaTr
carga que o vapor poder condatir, a asi de
embarcada oo dia de sua coi
commenoaa, dishairo a frete afee diada sabida
at 3 horas
Minoras : agencia na uii da Cruz a. 1, turie-
tans de Azevedo A Meases. ^

O palhlbote c Artista vai aahir carao Rio de
crayos a frete, rraa-ie com o proprietario Bari
raolomen toiirenco, na ra da Madre da fieos
Loja de lou^a da ra do
Imperador n. 22t
Antunes f.ra lailaada loja de lauca e motis
rreslados a Joaquim.Partir daSilv Santos, a
requerimento de seua crodoce* o despacho do
i juii especial do commereio em dia lqja.
Quinta-feira 7 do corrente as
11 horas em ponto.
Qumero 2,
Avisos dvenios.
Tiloma* de Rana saet sobre
ns e Rio de Janeiro.
Pa.
N-
SABINO 0- L. PINHO.
Continuam as assignaturas para estas obras a
209000 em brochura at dezembro. Desae tempo
em diante as assignaturas serio elevadas a rs.
259000.
Ra de Santo Amaro (Mundo'Novo) n. 6.
No dia 6 do correte, depois da audiencia
do Sr, Dr. juiz municipal da 2.* vara, tem de aer
arrematado por ser a nltima Draga, pela adjudica-
cao, um lerno de caiz&es para eposito de assu-
car por 2009, um braco de belaocas e conchaa
com correles por 509. um temo de pesos de
meia arroba a urna libra por 39. cinco pesos de
duaa arrobas por 109, urna palanca decimal por
33, urna escida por 3a ; cujos bens fon.m pe-
nhorados por execucao de Aotonio Ignacio do
Reg Hedeiros contra Tiburcio Neves A Wan-
derley.
Aluga-se por commodo preco urna cass em
Cachang : a tralar na ra ova n. 47, Iota de
Bastos Reg.
Precisa-se
arrendar um sitio bem perto desta praca que te-
uha bastantes arvores fructferas e boa casa de
vivenda, estribara, baiza decapim para ansenlo
diario de tres cavados: quem tiver para arreo-
dar dirija-se loja do Passeio Publico, de Fir-
miano Juoior, que se dir quem pretende.
Aluga-se um raulalieho para casa de pouca
familia, que cozinha o diario de urna casa, mui-
to Bel e lem boa conducta : a tralar na ra Di-
reita D. 45.
| Precisase de urna ama de meia idade, para
casa de homem aolleiro : oa ra Direita n. 55
loja de fazendas.
Tnomaz de Faria.saca sobre Paris e Rio de
Janeiro.
Precisa-se de urna ams para comprar e co-
zinhar : na ra do Queimedo loja o. 42.
Um moco com ortica de escripturaco por
partidas simples e dobradas, o&Terece-se oara fa-
zer a escripluraso de quaiquer cssa commercial,
mediante urna paga rasoaset; toma tambem por
ajuste algumas escriptas atrasadas, prometiendo
faze-las com toda brevidade e orthographia :
quem quizer utilisar-ae dos seus servicos pode
dingir-se ra da Florentina n. 2.
Caetano Paschoale e Segando Fiche, Italia-
nos, retram-ae psra o Rio Grande do Norte.
PYeetsa-se de um criado, na ra Nova n. 7
O abaizo assigoado, offerece quem queira
eomprar um sitio em Ierrasforeirssna villa da Es-
cada, no lugar da Atalai aa margara do rio,
junto estrada de ferro ; asa um bom cercado
que pode conservar de invern tero 50 cabe-
gas de gado, assim como tem mais 8 casas,
seodo 6 feitas neste corrate aano, 3 de ti-
jollo com commodos aecessario para familia .
a pessoa que quizer comprar dita possedirija-
se a mesmo lugar, a tratar com Alezaadre da
Molta Canto.
Preeisa-ae de um pealo farro ou escravo,
para conducir laboleiros com comidas de um ho-
tel : no largo da Aseembla n. 16.
A casi de pasto da ra da Moda n. 33. da
qual sao socios Joao Antonio Goncalvea e Fran-
cisco Romea, mudaa-se para o largo d'Assem-
bla o, 16 ; alli se eonlina a fornocer comidas
para tara.
cavalhadas
Hotel Estrella do Sul.
Na estago da villa da Escoda.
O proprietjrio deste estabelecimeote tem a
honra de aarmipar ao reapeitavel publico qne
os das de cavalhadas j aonunciados sabbado
e domiaajo9 o 10 do corrale, e para eate flmj
foresmaanvocados vario cavalheffoa de diversos
lugaaaa. aa sjaaes dignaasaat aa paeslario a tao
mporteakaanertimento. Ke oaeemo eaUbele-
cimeoto precis-ae de am homem pete eeeniro
rtfl mam tratar.
solteiro, que seja de idade,saalM cealakarj* ptaa-
*&'.lr^d5:er0 : 1 *^ -
Arrendamerilo
Traspassa ae o arrendameot do tituds s XI
mazaaa da roa do Trapiche a. 46. ezcallawta pera
quaiquer eatabesacimenio eommarci!
daa>: trati-se es mesas casa.
-' amgtaluaaaiaaB da rea 4m*. Pr
27 : a tratar na rea da Florentina a. 32.
No dia 18 de ootebro agio a preta liU, aa-
crava que fot do engeabeiro Sale, da estala re-
gular, cor fula e ps graades, e lem ama Uk
no queizo: quem a pegar leva-e 4 re da Cierta
n. 10, que ser recosa aaade.
Francisco Josa Catasaraee eeadtte pevtaanez
relira -se para tora da proviacia.
Maooel Mendes Leal subdito portasen re-
iira-se para fra da provincia.
Atteoco.
O abaixo asstgnado faz Kieala aa
publico e principalaeale ao caree de <
que tendo comprado o keteqeia alto i
de Rosario a. 96 ao aV. Antete Beata de _
jo, como consta do Diaria a aaeaeda faite i
proprio vendedor, de quem reavkee U
occaaiao da primeira traeseccio, a i
com certo aeppHcnte qaa eziete eeeu
lhe eodorjar o resunta pava aMiamu aiab
vendedor, cajo tendo asaigaade, receaea a ana-
batou da dita mo do veodeder atiu letra ama i-
nha endolado, por consalkes da aa paleo aea
do que vive, e teodo o comprador certeza py-
alca, para caja prova recorre ao papel da trate a
testera uohas que com dito socio viral
te feixe de sociedade, tendo dito m__
poder urna letrs assignada do principal a anal
doa lucroe existentes al occaaio da venda
lhe tocando em raleio como deve a arriada*
dividas. Recife 5 da nvemete da MSI.
n Aadr Branca.
Precisa-se de ama ama para casa
ca familia : na rea do Livramearto o. 9
andar. '
"1 ?S"* engenhe Jakaaliesiaba, L
ira de Santo Anlao na noile de IB pata 17 de eai-
tubro, os escravos seguintes : Simpuda
que representa ter 30 annos. com os si)
guiles: alte e cheio do coreo, tabel
doa, pouca barba e grande, rosto eomprieo tasa
um dedo pequeo da mi torado pota asar al-
gumas cicatrizes pele corpa da beubae aee taea>
cravos nos pea, 86 anda de alpergales. tasto pa-
los cravoa, como por ser lho de eertae.
nardo, cabra, com 85 a 40 anno, alta,
corpo, barba alguma cousa breeea
olhos pequeuos e fundos, aseitas marcas ata ae-
xigas, pescoeo comprido, bem espigado da carpa.
andar um pouco duro, cabellos aljeme campa
brancos e carapinhos, offlcial desapateire dilata
do Benito e maito pachol. Jos Trajeae, rea SO
a 25 annos, baixo, pouco cheio do corpo, pernea
barba, crioulo, muito preto. bocea e beicos gra-
des, rosto um pouco redondo, lem em casta as
bocea quaodo ri-se, por ter soOrdo em ateame ale
paralysis, peroas Baas, ps am pouco chale e
envergados para os dedos, fllho do Garata da>
Bsra Jardim. Foram encontrados no domina S3
de outubro entre Grvala e Bezerros, rtiaraaraa
do, julga-se terem levado armas, aeade aeta
duaa espingardaa e um clavioote : rega-se per-
tanto a todas as autoridades policiae eeapltaes
de campo os appreaeadam eos eotreguem ae di-
to eogenho do abaixo aasigaade, qaa grasiacar
generosamente.
Jote Marques de Almeida.


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Precisa-se de um caxeiro portugus ajee
techa pratica de taberna e que d Dador da aao
cooducta, na ra da Seozalla Velha n. 48 se dar
quem precisa
Grande laboratorio a vapor de lat
e engomado de roupa.
Poiem mandar buscar a roopa lavada aa
os. 137, 87, 215, 134. 153. 303. 238, 158, vL
Claudio Dubeux, proprietarle dea Beta ia
onnibus, fsz scieote aos seoborea aaalieaaaae
maia passageiros da linha de Jaeoatae ajea, o
respective onnibus nao patas alea ds berrear, a
por isso os pretendemos deverao tomar lagar
aquem da dita barreira. ao logar a onde est
presentemente o caxeiro antes de chapee
povoaeao.
OlTerece-se um Rv. sacerdote para
de alguma irmandade, igreja, oa riti,
desta praca, tanto pira os domingos, eea
elgum dia de trabriho ; e sendo fra da i
dando-se-lhe condcelo : oa livraria n. 8 e 8 di
praca da Independencia.
Arrenda-se o grande engenho Paraso, dte-
taole da villa da asacada legua a meia.
correte d'aeea, com casa de fariaba. tai
d'ague, quatro gcaodea a lio para lavradorao.
cercado muito bom, feilo de ralada ; vtaoa
safra que ae est colheode com 509 pies jl I
e mais de deus mil pies por (szar, nasa
afra criando-se qne excede de dona mil pi
quarenls bois maogos, deas quarllo, esae p>
ci de gado do crear; lodo negocia ae fas, sai
melado vala, quem lhe coevier dirija-ee
mesmo eogeuho que encontrar! cem qaai
tratar; isso at 15 de dezembro da 1861.
le este ssibad
Jy6o ao publico.
Das 6 aoves da maohla aa C da tarde acha-ae
sempre botes oa rampa de Ilustro de Saeta Isa-
bel para a rampa do Gvamasio, pata traeeaarte
de|pessoas a 80 ra. cada aata>
Alexaodre Ferreira aaiaaaa socio ^eraste
da firma Santos Camionaje Irmios nesta praca,
vai ao Aracaty tratar de eeea aegeetus. deixando
por saus procuradores oa Sea. Peancnco Gomes
de alattos Jnior, Prente Tlsona 4 C.
Precisa-sr alugar orna escrava para o ser-
vio de urna casa de pouc familia, S tratar oa
tua da Praia a. 44.
Aluga-te O armazem do
n. 58 da ra do Amorim : a tratar
ra da Cadeia n. 62, segundo
Alugase o armare na do
n. 25 da ra da Prai de Santa
a tratar na ra da Cadeut n. 62,
do andar.
De ordem do IUm. Sr. jaiz de pea d 1'
districlo da fregeezia de Santo Antonio, taca aa-
ber s qaem cooaier, que seodo eedies i
para aa audiencias deste juizo (ureas e
3 hars) santos oa feriados, aa mi
(las serio nos diss anteriores, afirn aa l,
pro f oasam haver dass audiencias per
Qutro sim, que as peseoas qee foram ca
caradores as respectivas audieedas, deverao rm-
paracer munido* de procuracia esataaie, ai
ataio aceita apodadas. Recife 30 de
OCbO escrvie. Silva Rege.
Pela recebedoria de rendas ialerc _
se fas publico, em comprimaata i ctraalara. 73
da tS de novembro do anno prosime Hada, em
arinliterio da tazenda, qae eaattaoa aaetta a
aabscripcio oo aaaignatura das i
a deciaoes do governo, imprem
nacional, pelo preco de o| anaaaes por'
ampiar, pagos adiantadoa, Andando a i
-para as deate anuo, no ultimo de
ateo futuro. Recebedoria da P^____,
navembro da 1861.O administrador,^
Manoel Cautiro di Soaxa 1


<*)
UWO M ffliMMBOO -^UABX4-f ILA. E* JWCMBRO DE U*.,
Grawleteboratorio
naval
ROUPA.

DE
MURtAR, M
roupa.
Roupa d. familia, iodiatiucia monte, pee grande e pequeas. .
Roupa de navios, vapores e hospitaes..........
Pegae graodea iaoladamente como leogoea, toalhae de mesa. .
Roupa de doente de faqiilia, que nao seja freguezs......
Koupa misturada que alguem aem aer fregus exigir que ae lave.
urna reode iindo com maia roupa...........,
Urna rede iaoladameote. .......
Um cortinado de cama de casal rindo com mais
Um dito dito iaoladameote........
Um dito dito de aolteifo ou vareada. .
Um dito dito isoladament...............
As pessoa que nao quizerem maodar eugommar toda a roupa, o laboratorio en
de mandar engommar aa seguales peca, pelos seguiotes precoa :
Veaiidoi lisoa.....600 ris.
Saias........880
Gamiaaa de hornero. 160
Calcas........200
Colleles.......120
Paletota......; 460
LAVADA.
40 ris.
70 1
100
UO
80
11200
100
1*000
2*000
500
1000
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMUADA.
160 ris
120
160 a
100
140
Sement de algo-
do da iihade
Fernando.
Tendo se reconhecido superiorkia-
j-de do algodSo da ima* de Fernn*), S.
Exc o Sr. presidente mandou rir por*
cao della para ler distribuida pelos Sri.
agricultores dota provincia, os quaes
por si ou seus correspondentes podem
mndala buscar na livraria n.,8e8 da
praca da Independencia, remetiendo
seus noraes e lugar da moradia.
Precisa-a* alagar unta ptota ou mnlita que
eja Bel. para Tender quitaoda pelas ras, quem
quizer derija-se a ra de Santa Thereza n. 12, ou
annuocie para aer procurado.
Na ra do Queimado n. 8, precisa-ae de
ama ama de leite.
Precisa-se de um bom cotlnheiro ; na rus
dos Pescadoras o. 1 3.
A pssioa que deixou no seguado aitio no
becco do Pombal do lado direito, no dia 13 do
mez prximo paseado um estallo castaoho magto,
castrado, queira dirlgir-ae ao mesrao aitio afim
de lomar conta do animal, pagando as despeas,
e reaponiabilisa pela
carrega-se
Colarinhos.


>
>

40 >
O laboratorio eocarrega-se de eogommadoa de objectos de senhora os miis delicados e na-
ra_isto tem ja contratado as mais habis engommadeiras nacionaea e estrangeiras, que entre nos
No prego dos engommadoa de roupa de familia, excep'.uam-se os vealidos, gollinbas. man-
guitoa e maia objeclos que forem guarnecidos de reodas, babados, pafos, ritas, ele?,etc.. bem co-
mo os cortinados de bergo, cama, varaoda. que se pagaro segundo o ajuste.
Qualquer que exigir roupa Bornete lavada, ou tambern eogommads, com maia breiidadn
que a designada, pagara maia 25 por cento aobre o preco.
0 pr*HI0 A roupa de familia ser lavada em machina separada da dos hospitaes, e as pessoas encar-
regadaa doservigo da roupa aero mulheres. wmcuw
Os proprietariospagario qualquer pega que se estravjar, e aanjsm que a acao das machi-
nas inicuamente noffensiva. *
i. HQu.aluer 1ua ndar roupa, recebar um vale do numero de pegas com a declaragio do im-
porte da lavagem. o qual ser restituido com o competente importe na occasiio de se entrenar a
roupa prompta. sem o que esta flear depositada.
0 ealabelecimento eocarrega-se de tirar oodoaa
ajuste.
di..u4^Vor0..redC.8mh^ sTi." "" ^ b"nh0, D Pale d C"m' en t0d0S
e engom
entreg
de qualquer natureza, precedeodo no
MUL
pre-
re-
pois o
tuga.
annuncisnte nao
Sitio para alugar-se.
Aluga-se um-sitio na matriz da Varzea emse-
guimeoto oengenbo S. Joo, cujo sitio deno-
minado Cruz do Padre Jos Simoes, cociendo ca-
sa de vlveoda, eatribaria e differentes arvoredo ;
quem pretender, dirija-se a ra Augusta n. 86.
Precisa-se de am feitor portoguez para tra-
balharem um sitio adianto da Soledade, estrada
de Joao de Brrros. logo adianto do sitio deno-
minado Cscala, a direita da estrada, tendo por
signai urna arvore de umbauba noporto: quem
quizer cootratar-se dirija-se ao sobredito aitio.
_ T" Alagam-ae os andares da casa da ra da
tuis n. 5o, ratificados e pintados de novo : tra-
ta-se na ra da Senzala nova n. 4.
Precisa-se de um menino com pratica de
padana para caixeiro : na ra Augusta n. 1.
Quem precisar de urna ama para coziohar
para casa de pouca familia, dirija-se a ra da
Cruz do Reeife n. 27, segundo andar.
EM OLINDA.
Aluga-se um sobrado reedificado a pouco e
prompto para qualquer familia morar aem dea-
pezas de pintura, na raa do Amparo da cidade
de Olioda ; a tratar nos qualro caitos botica do
>r. Raposo, ou na roa da Cad.'ia do Reeife
o. 45.
No pateo do Carmo
oegrinha de 10 annos-
i
fJ?nHCJM"*6 e am* ,orr* *" 1
nndo-se esta, para amamentartma erlai*
- Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 57, sita na ruaado Amorim : a tratar
n ra da Cadeia n. 68.
Sooiodade Recreativa
2 Nova-Unio.
^ Por delibrego da actual directora
W tomada em sesso de hontem e em cum-
fg primelo do diiposto no art.51 dos oos-
2 soa estatutos, convido a todos os Srs. so-
w cos a compareeerem ao dia 10 do cor-
V ten e mez, pelas 10 horas do dia na casa
gafc Oaslasociedade para em assembla ge-
^ raielegerem a nova directora que tem w
W do fuoccionar de novembro andante a O
m maio prximo ruluro. Reeife 2 de no- m
Z vembro de 1861: 9
. Gomes da Amorim, V
5 Secretarlo. A
Np #
-" AMgai-ae ama casa em Beberilie : a tratar
^-Jl-1lJ,.-A0 Re. o fu do Trapiche o. 34.
ros Munizteixeira Guimartes
de leilo prximamente nomeado pelo
meretissimo tribunal docommercio ees-
tabelecldo com eacrlplorio e armazem na
ra do Imperador (oulr'ora ra da Ca-
deia) o. 37, offerece seus aervigos ao rea-
peitavel corpo commercial, a seus amigos
e a todos em geral que quizerem hoo-
ra-lo com sua conflanca, assegurando-
lnee cumprir bem e fielmente aa funeges
inherentes ao aeu emprego, para o que
nao poupar eaforgos a bem dos interesses
de seus commileotes.

n. 1, vende-se urna
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro,
\3nieo deposito ua botica de 3oaquim Marn\io
do Cruz CoTteio., too do Cobug n. U,
em Pernambuco.
O Dr H- Thermea (de Chalis) ango pharmaceutico apresenta hoje urna nova preparacio
de ferrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
...:.^a.Lecera a0u PuWico am loso empreaar-se um meamo medicamento debaixo de frmalas to
dade homem da aciencia comprehende a necessidade a fanpoitancia de urna tal varie-
A formula um objecto de multa importancia em therapeulica; um progresso immenso,
quando ella, maniendo a ossencia do medicamento, o torna agradavol, fcil poaairel para todas aa
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas praparages de ferro at hoje conhecidasnenhuma rene to beliaa qualida-
des como o elixir de eitro-laclacto de ferro. A seu siboragradavel, rene o tomar-seem urna pe-
quea dose, e ser de urna prompla e fcil dissolugao no estomago, de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que contem em ana composigo, a constipagao de
ventre frequentemenle provocada pelas outras preparages terrogioosas.
Estas^novas qualidades em nada alieram a eciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico ae nao pode diapeusaa em sua dioica, de iocomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o pralico possa prescrever-sem receio. E' o
que cooseguio o pharmaceutico Thermes com a preparago do citro-laclacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o prlmeiro lugar entre as numerosas preparages ferruginosas, com o
atiesta a pratica de muito mdicos distinctos que o tem eosaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as mnlestias de languidez (colorse paludas cores ) na debilidade subsequente as
nemorrbagias. as hydropesias que apparecem depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
por debiliiade, as parolas brancas, na escrophula, no rachitismo, na purpura hemorrhagica, na
convalescencia das molestias graves, na chloro-anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o saogue se achs empobrecido ou viciado pelas fadigas, afTeceoes chronicas, cachexia tuber-
cur"es canc^0, yPnl,u>. exceasos venreos, ooanismo e uso prolongado das precauges mer-
oH.E.St"Mener,Ddad-e8 send0 mn'frequenlesa sendo o ferro a principal substancia de que o
S ? ? UDCaur raao Pfra debelar. lr do citro-lactato de ferro merece louvores e o
osarioT humantdade, por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem receio
Casa para alugar.
Aluga-se o segundo andar da casa da roa da
Senzala n. 9 : trata-se na ra di Cideian. 57.
Precisa-se de um homem paratrabalbarem
urna cocheira, preferindo-ae portugus: quem
para uso estiver habilitado, dirija-se aolargo do
arsenal de marioha n. 4.
S AUenco.
Jos Fernandes da Silva Tei-
xeira e Mello, primeiro testa-
J menteiro do padre Jos Leite Pi-
W ta Ortigueira, pede a todas as
' pessoas a quem o mesmo padre
* Jos Leite fr devedor directa ou
1 indirectamente por conta ou ot-
' tro qualquer titulo vencido ou
| por vencer para que no praao
i de 8 diss a contar desta data
V a presentera seus crditos ao seu
W advogado Dr. Antonio Fenejm
W Martins Ribeiro das 9 as 3 horas
S da tarde em o e ser i p tono ruado
9 Imperador n. 5i, primeiro an-
0 dar, am de se poder tratar da
B liquidacao e inventario do dito
J|No segn-
do aiidar da casa n. 15 da
ra do Crespo por cima do
escriptorio da theaouraria
das loteras.
HDAME MIDDENDORP,
prximamente ckegada de Pars.
Encarrega-se da confecgo de vestidos de bai-
le, caaameotos, visitas ou outros, manteletes
zouaves, sahidas de baile, bournas, enfeites de*
cabega, emfim de ludo o que comprehende o
ves uario das senboraa e meninas. As pessoas
que se digoarem dirigir-se a ella achario figu-
rinos das ultimas modas de Pars, pregos razoa-
veis das obraa e promptido na entrega das an-
coaameodas.
padre. Reeife 4
de 1861.
de
novemjro
5 S. g 3
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O
. "7 Aluga-se urna casa aila em Santo Amaro
de Jaooalao, tendo commodos sufncienes para
urnai grande familia : quem desejar disjs-se a
ra Direita n.59, que achara com quem iratar.
Atten^o.
A irmandade de N. S. dos Martyrios da cidade
de Olioda, faz scienle que visto nao se ter rea-
usado a resta da mesma Senhora no dii 20 da
outubro por motivos justos, transferirn] para o
da 17 do correte.
Transpassa-se o arrendameato de
urna loja, com grandes cmodos, e urna
excellente armaqo de louro, sito na
Nova n, 30 a tratsr na mesma.
ra

CONSULTORIO ESPECIAL B01E9PATBICO
DO DOUTOB
n SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias tela desda aa 10 horas
at meio dia, acerca daa seguales molestias :
molestias dmt mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pell, molutias dos olhos, mo-
Ustias syphilitieas, todas as especies ds fsbrts
febres intermitientes s suas tuqutncias,
PHARMACIA KSPBC1AJ. HOMBOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados sota todas as-cautelas oecessariaa, in-
falhveis em seus effeitos, tanto em tintura, come
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anicamente vendidos em sua pharmaaia; todos
que o forem tora della sao talaas.
Todas as carteiras sao acompsnhadas de um
impresso com um emblema em relavo, tendo ao
redor aa soguintes palavraa : Dr. Sabino O L.
Pmho, medico braaiieirp. Este emblema poato
Igualmente na lista dos medicamentos que se po-
de, As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcaaM4aboratenbam natampa o no-
me do Dr. Sabino si o falsos
a- Manoel de Soasa Braga, subdito porluguez,
xaxa-se para fora ds proviacia.
lo
J| 3-Rua estreita do Rosario~3
0 Francisco Pinto Ozorio cootinua a col-
locar deotea artificiaos tanto por meio de
n,la como pela presaao do ar, nao re-
9 ceba paga algumasemque as obras nao ,
1-e.? TOnt"do.de seus donos. tem pos
5 PrePr?ooea as maia acreditadas (
aj para conservagao daoucca.
Padaria.
Aluga-se a padaria da traveasa do Pires, a qual
est Drompta de tudo, com muito boca commo-
dos, e est linda trabalhando, sendo seu aluguel
muito commodo : a Iratar na ra da Senzala no-
va n. 80.
5
Gabinete medico cirurgico.g
Ra das Flores n. 37. *
Sero dadasconss.ltas medlcss-cirurgi- ta
ca pelo Dr. Ettevao Cavalcanti de Albu- %
querquedaag aalO horas da manhia.ac- J
cudiodo aos chamados com a maior bre- %
vidade possivel.
i'9 Partos.
2.* Molestias de pello.
S3.' dem do olhos.
4.* dem dos orgaos genitaes.
Praticartoda equalquer opera5ao em
seu gabinete ou em casa dos doantes con-
forme lhes fr mais conveniente.
s
Presisa-se de urna ama que ssiba consinhar
e engommar para casa de pouca familia, na roa
do.lmperador n. S8, primeiro andar
Dentista de Pars.
15 Ra Nova15
FredericGsutier,cirurgiiodentist,ai
__ todas as oparacoes da sua arte ecollocaj
dentesartilciaes, tudo com a superiori-i
J dsdeeperfeicaoqueas pessoas*utandi-j
das lhereconhecem.
Tem agua e psdentifriciosste.
CHaHGEIHEMT DE D0M1CILE
(Mudanca)
Joseph Grosjeao
Ra da Florentina n. 16
Participa ao respeitovel publico e a seus numerosos fregueses
mudou sua officina de CARROS da ra dos Pires n. 11, para a ra da Pl
6, aonde encontrara' elle sempre prompto para qualquer mkter ptr-
tencente a sua arte.
CM
DB
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier fas publico que
tem reorgamsado a ana casa de aaude, na grande
casa, prppnedade do meamo sitio em que exista
oaeuantigo eatabelecimento dessa orden), aue
ca ao norte da estrada da Passagem da Magda-
lena, entre a ponte grande e a pequea do Chora
Menino, onde contina a recebar ooeotes de am-
os os sexos e diversas cathegoriaa.aflaocando o
melhor tralamento, tudo pelo prego maia com-
modo.
O mesmo doutor para mais commodidade das
pessoas possuidoras de escravos, ou que se qui-
zerem tratar em seu estabelecimento tem deter-
minado a diana abaizo declarada.
Aa operagoas aero por previo ajuste, a nao
larao sarte das diarias aaaim como as conferen-
cias e aanguessugaa. Podendo o doente tratar-
se tambern homeopaihicamente, para o que ha
commodos separados. *
O servico medico ser feilo pelo distiacto cirur-
lo do grande hospital Pedro II, o Illm. Sr. Jos
Franciaco Pinto Guimares, e o doator proprie-
tario do estabelecimento. praticaodo-se abi toda
e qualquer operacopor pregos muito razoaveis.
Este eatabelecimento torna-serecommendavel
ja pela boa casa de que dispe, como pelas con-
digoes hygienieas em que se acha situada, pro-
vado uso pelo crescido namero de doeotes ahi
curados.
O seu proprietsrio espera, portanlo, dos seus
amigos, antigos freguezes, e mais pessoas, a sua
cooperagao em bem do progresio de tao til co-
mo necessario estabelecimento, parausado por
nao poder elle achar-se sua testa, em virtude
de haver sido accommetltdo de urna grave enfer-
midade, porm hoje que se acha completamente
restaoelecido, promelte esforgar-se na boa ordem
de sua casa, e na direegao do tratamento dos
doente?.
Diarias -r Escravos 1^600
2.a ordem JOOO
1 ordem 3$000
Para a entrada dos doeotes se deverao tratar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, na ra
Nova de Santa Rita n. 7, sobrado de um andar
com frente para a ribeira do peixe, ou no aeu es-
tabelecimento a qualquer hora.
Aluga-se um sitio
na Torre margem do rio, com boa casa de so-
brado, eatribaria, cocheira, cacimba com boa
agua de beber, com bomba de puxar agua
muitas frucleiras, capim para tres ou quatr
cavallos, excellente banho do rio, etc., aendo
para familia capaz, e que queira morar nelle
todo o anoo, aluga-se muito barato: quem
pretender, dirija-se a ra Nova n. 15, primeiro
AQATa
Os abaixo assignadoa tenham a boodade de
apparecer na ra Nova n. al, loja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pimeota;
Pedro de Asis Campos.
Kiuebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Rezendo do Reg Barros.
Contiouam anda pora alugar por testa, um
aitio na Torre, com lodos os gommodos, e urna
caaa no Monleiro: a tratar com o Sr. Jos Aze-
vedo Aodrade (ra do Crespo), ou com o pro-
pnelario Jos Mariano d'Albuquerque na estrada
nova do Caxaog.
Alugam-ae as casas n. 13 da ra da Cruz.
? 2 B da ra de Apollo., e n. 193 d rna lmm.
nal: a tratar na ru da Aurora n. 36
ba charel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova n. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
J FERREIRA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL.
Boa do Cabtaap n, 18, 1
entrada pelo pateo da ealri. '
Retratos por ambroiypo, por melaiaKypo. so-
bre panno encerado, aobre talco, esaeciaea para
puiceiras. alnetea ou caasolelaa. Na aesoaa
casa existe um completo e abundante ssrtiaacats
de arlefacioa franceses e americanos para a
locagao doa retratos. Ha umbem para tata 1
mo um cassoletas e delicados alDoetes de
de le; retratos em photographia das a
personagens da Europa ; alereoacopos a
S ST4HL&C. 8
|betr\tista de s. 1. o iiriiiwij
Kua da Imperauii S
numero 14.
Tencionando retirar-se prxi-
mamente detta praca psrticipam
a sejs freguezes e amigos como
em geral a todos que podem
precisar do seu officto, afim de
que aproveitem do pouco tempo
3ueos annunciantes podem ain
a dispor para a execuco das
encommendas com as quaes
queiram honra-Ios.
Agradecendo" nesta occasiio
ao Ilustrado publico desta capi-
tal o bom acolhimento das suas
obias, decidiram se a por estas
ao alcance de todos introduzindo
urna considera vel baixa na maior
parte dos seus preqDS e esperam
que o desfalque que disto Ibes
resultar sera' compensado por
um augmento de concurrencia.
i
u

Ama de leite
leite :
Precisa-se alugar urna ama de
aa ra dos Pires n. 40. \
Jos Bento Justo proprietario do
botequim da ra larga do Rosario que
foi do Sr. Antonio Bento de Araujo,
avisa ao respeitavel publico e com espe-
cialidade ao corpo do commercio, que
gerente o Sr. Andr Branco, o qual
n&o peder' contrair debito algum sem
que o proprietario do botequim seja
consentidor, ou por outra, sem que o
mesmo assigne por seu propro punho
qualquer transaccao que teja ieita con.
tra ou a favor deste estabelecimento : e
para que sirva isto de governo a qual-
quer pessoa annuocio por esta folha.
Reeife 2 de novembro de 1861.
Quom precisar alugar um prelo bom cozi-
nbeiro e apto para outroa aervicos, dirija-se ao
escriptorio o. 42, ra da Cruz do Reeife.
| ##av#>#*j>aa>#a> a>t> a>S>Sj>aasaeaaaa)
S Cosinheiro francez. |
Jl6Ba do Imperador16;
Neste estabelecimento faz-ae todas as
encomoendaa da sua arte tudo com
superioriiade a'perfeiclo ana sa pac
entendida* lhe rscoohacam. Manda-ae
tambern comida para fora ludo com mulla
deliradeza e promptidio, por procos ra- *f
aa toavofa. Z

Alugim-se duas casas no Porto da Madeirs
em Beberibe : a tratar na ra do Qotimado loja
d, 49.

CMM111IS.
Hotel estrella do sul.
NA
Estago da villa da Escada.
O proprietario deste eatabelecimento querendo
mostrar o quaoto grato aos seus amigos e fre-
guezes, tem projectado para recreio de todos dar
no prximo mez de novembro urna corrida de ca-
valhsdas e outros mais divertimentos, afim de
que assim seja elevada a prosperagio desta villa,
e certo deque nao poupar eaforco algum para
que todo o publico se retire satisfeito, bem como
estara exposls urna excellente mess de especiaes
iguarias gratuitamente para brindar os cavallei-
ro que quizerem honrar tao brilhante funegao
com suas corridas, e ser mais urna prova de jo-
vialidade de lodos os seohores qae a este diverti-
mento coadjuvarem ; accrescendo mais em seus
enlerrallos urna excellente msica que executar
varias pecas que merecam alinelo do publico.
A boa ordem e asseio com que se acha monta-
do o hotel estrella do sul deve realmente mere-
cer altencio a pessoas que quizerem honrar com
sus presenga esie esiabelecim*nto, j pelas grao-
dea commodidades que offerece a qualquer urna
familia que alli se queira demorar, com o bara-
Usalmo prego por que alli sao consumidos seas
effeitos relativo ao mesmo estabelecimento.
Enjm o proprietario deste estabelecimento,
tomando a seu cargo a commodidade de todos os
concurrentes, fari com que tudo seja bellamente
execuiado sem olhar a despezas ; assim como
continuar a sustentar em todos os domingos e
dias santos urna excellente msica ; e o que po-
de fazer progredir este recreio a cootinuaco da
bella rapazeida.
O dia da funeco ser aononciado dias antes de
sua concluso por anouncios e cariases.
Manoel Alvee Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Sociedade ba icaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C.sacam e tomam
saques sobre a praga de Lisboa.
Aluga-se urna loja do sobrado da
ra dos Coelhos n. 8, envidra cada, com
quintal e cacimba independente: a
fallar no mesmo sobrado.
Frederico Chaves aluga aeu sobrado silo no
Poco da Panella, com muito boos commodos pa-
ra grande familia, perto do banbo, jardim, ierra-
co ao lado, cocheira, caaa para criado, estribara :
a Iratar na ra da Imperalnz o. 19
Quem precisar de urna ama para cozinhar e
engommar para caca de pouen familia, dirija-se
a ra Bella n. 32.
E. Leconte vai fazer urna viajen a Franca,
levando em eua etmpanbia urna aaa filha menor
da nome Bsenle : rogar perianto saus dave-
eorea quo teoham a bondade aaUafacer seua d-
bitos nestea oito dias.
Para passar a festa.
Aluga-se urna casa terrea com duas salas, tres
quartos, cozinba tora, quintal murado, a logar
dos Arrombadoa, junto ap sobrado de frente ama-
relia, a qual flea muito perto do rombo, a que
que offerece baohos salgados, e doce as rasan-
tes ; na casa n. 1 junto a ponte do Varadoaro,
achara sem quem tratar.
Pillas Paulislanas
DA
Casa de saude em S.
Paulo.
Preseociei o curativo de urna ehaga do um pal-
mo de circuosferencia, pouco mata ou menos
que meu amigo, oSr. Aleaaodrino Romano Cos-
to soffreu por espago de qoatro mezea com oa
roelhores recursos que se acham neala eidade i
muito magro e com a perna encolbids Oaa'tar
das pilulas pauliatanas com suss pilulas e xaro
pea curou-o perfeitamenle em 15 dias, e do um
de 50 diss depois vi-o curado, gordo e robusto
lales remedios sao incontestaveis vtgeto-d'e.
puralivos perteocentes ao Brasil. ---------
.M^r"10 4 de Je,e,eiro d 'enal do
Mello Carramanhos.
Para nformaedea e encommendas, dirijsm-se
ra do Queimado n. 15. pharmacia de Jos Ts-
xandre Ribeiro, em Pernambuco.
35-Bua larga do Rosario-35
Francisco Jorge da Silva Parsnhos, denluta de
Lisboa, colloca denles artiflciaea terrometallicoa.
meorruptiveis por todos oa syttemaa, acera
endireita os disformes, assim como faz todas as
operagoes da sua arte o que executa com a aaaiac
delicadeza, perfeigio e primor para o que pedo
er procurado Unto para a;capital como para fora
della.
* Consultas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, raa
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobro:
1.* Molestias de olhos.
2.a Molestias de corago e de peito.
3.a Molestias dos orgaos da geracao e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comecando-se po-
rm por aquellea que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos a p-
ticos sero em pregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao mtstom
probabilidade sobre a sede, natureza o
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos serio tambora
empregados gratuitamente, pola cer-
teza que tem.de sua verdadeiraqualidoo*.
promptidq em seus effeitos, a a Boeosrd-
dade do seu emprego urgente qae se uaar
delles.
Praticarf ahi meamo, ou em caaa gao
doeotes toda e qualquer operario gue
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fias se acha
prvido de urna completa colleccao alo
inatrumentos indispensavel ao mdica
operador.
Atten Do abaixo assigoado ugio o sea sseUque 14-
banio, com os sigoaoe saguintaa t aalato, rabal
lo corrido, estatura regular ; quom o aacaol
conduza-o casa o. 96 da ra Augusta, sjuo i
recompensado.
Antonio Ribeiro Pacheco da AviHa.
Peci sa-so de orna ama que saib
e comrprar; na ra Nora 33.
Jos Luizde Barros, portoguez, rao asea
Aracaty.
Desappsreceo ou furtsram do attto sw(
de Almas, aa cavallo eaataobo. tros pea I
Sranda, faiendo a sogoodo moda :
ar noticia, ou alli o enUogar ao i
ceijao, ser genarosarntalo gratinasii.


w*0*mm**w*\mmmkmm mi oiiwniMjtMH
se, e
de orna in-
va urna dor
me tira*i qussi 4
Padece
lsmmace
correspondente as eot
o menor litio, por ultimo ncim retal*i appli-
car as chapas asedicinees 4o Sr. Ricardo Kirk.
coa *scriptori*Be, rea 4o Paiten. ,1, coma.
<. K por liso digne -se o meamo aeobor aceitar oa
ensero* volea de setoht aretidao-LeenerL. a
Moraaa ManuiU Pimeete Sarment.
Ra das Manguearas a.28, lio de Janeiro.
Alagare a loja do aorado da roa doLivra-
znenlo a. t7. propria para qualquer eattbeleel-
mento quena comprar a armacio aelta existen-
te ; a tratar na meaou oa na ra lo Horlas nu-
maro 10.
Precisa-te de um eaiieiro com bastante pra-
tica de taberna, desembarazado e agradare!, e
ae* d coohecimento de sua conducta : na ra
das Crases n.24.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
lahar : na rna da Hottat sobrad de um andar
n. 80. r*
Manoel Joaquina fiamos Silra mudou o
seu escriptono da roa da Cadeia do Recife para
a ios do Apollo:
T N" B-VIala. ra do Aragio n. 28. cse-
se de alhiate, e tambem lava-ae e engomma-se
para lora, assim como tambem eacarrega-se de
faser comida para particular; quem quizer diri-
ja-se cata cima a qualquer hora do dia.
amores Antoqio de Souza Mooleiro faz
scente so respeltivel publico que desta data em
dilate se sssigoa por Antonio Freir de Souza
Monteiro.
Est para alugar-so a loja do sobrado da
ra daaCruzesn. 9, penltimo sobrado quem tai
da roa do Qaeimado para S. Francisco, lado di-
reilo : quem pretender, falla no mesmo.
Hoje 6 de novembro, pnate o Sr. Dr. juu
noniolpal da 2.* tara, depois ds audiencia, se
nao de arrematar alguna trastes, a armecao di
loja de louca da ra do Imperador, penhorada a
Joaqnim Pereira da Silva Santos por execucao da
?lasa de Manoel Pereirs Ferreira para pagamen-
to la alugueres da casa. K' a ultima praga.
Ayso.
Por constar-meque eiiatera execucea contra o
Sr. Manoel Ignacio de Siqueira Cavalcanti, o abai-
xoassignada para evitar questoes futaras, vem
declarar que todos os eacravos, boiada, etc., etc.,
e deste senhor, ihe estao especialmente aypo-
tnecados ba mallos annos|Izidoro Camello Pes-
aoa da Siqueira Cavalcanti.
Armazem.
Para alugar-ie um vasto armazem recenlemen-
te construido em frente da nova rampa e entre
as mas do Amorim e Uoeds, e trapiches Compa-
nhta Cunha, mui proprio para armazem de assu-
car per pode* lser aeus embarques na rampa, e
pede tambes eexvir para recolher gneros de es-
tiva eu outroa, ou emflm para deposito de fazen-
dss de qualquer cata ingleza, o que te torna mui
commodo pela proximidade da alfaadega : a tra-
ta na rus de Apollo n. 9, sonda se acbam ai
OMtvea.
Preciss-sede ums rapariga solteira que se
queira sujeitar a ser criada de ama casa de pe-
quea familia, aftm de cuidar em costuras e ou-
trosservigos : quem estiverneste caso, e afian-
zar bom comnortamento, pode annunciar neste
Diario para ser procurada.

.
uim
40-Rua do Queimado40
Defronte do becco da Congregaeo letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre am sortimento completo da roopa (sita do
todas as qualidadese tambem te mande executar por medida vontade dos trege-
les para oquetem um dos melhores profassorts.
ciaa z
ItfvaJ
semsegundo

remedio, muitas que j eslava m
orla, preservando era seu uso ^
recobrar a sauda oleres, depois >
do inaltimente lodol os outroa rema
As mis afflictaa nao levara entregar-te a des-
eeperacao; facam arar compoteota eoiaio dos
SB
99OOO
10JOO0
8*000
3*500
81500
j ompras.
Comprsm-se moedasde ouro de 2M brasi-
leras, e pecas de 16 portuguezas: no eacripto-
no de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, largo
do Corpo-Santo.
Compram-se moedas de ouro e pataces
hespanhoes ao cuoho de Carlos III e IIII, ns roa
Atten^o.
No trapiche da coirpanhia, no largo do Corpo
Santo, compram-se escravoa para o Rio de Ja-
neiro, prefer udo -se os de idade de 15 a 20 annoa,
pelos qa>M m oferecern vstaseos ; quem tiver
sirva-se apparecer para tratar.
* Compra-se urna escrav do meta aaoe que
saiba cosi ha r e eogommar, que seja robusta,
sem vicio nem achaque : no largo do Paraizo nu-
mero 14.
Compra-se urna cata terrea que seja visto-
sa, em qualquer ra: quem a tiver e quizer ven-
der dirija-se ra ds Palma n. 41, sobrado.
Compra-te ama ou duas casis terreas no
bairro de Santo Antonio : quem tiver e quizer
vender, na ra do Cabug n. 1 A se dir quem
compra.
Vendas.
Casacas ua panno preto a 40$,
Sobrecasacosde dito dito a 35* e
Paletots de panno preto o de tfo-
resa 35. 30. 95, 10. IMa 20000
Ditos de caseraira de coros a 2-2,
_ 151.12. 7 e
Ditos de alpaca preta golla do
velludo fraacezas a
Ditos de marin setlm pretos o
de cores a 9J e
Ditos de alpaca de cores a 5 e
Di toa le alases prela a 9, 7. & e
Ditos de firim de cores a 5|,
4500. 4 e
Ditos da bramante de llho brac-
eo a 6. 5| e
Ditos da merino da cordato preto
at5e
Calcas da caaemira preta e de co-
ii res a 12. 10, f. 7 e
Ditas da princesa a merino de
corda o prato a 5. 6500 e
Ditaa do brim branco oda coras a
5. 450O e
Calcas de ganga da cores a
Gollete de velludo preto a da co-
rea liaoee bordados a 12,9 e
Ditos de caaemira preta a da co-
res lisos e bordados a 6,
5500,5
2$500
3000
8#000
3J500
Ditos da eetim preto 5000
Ditoa da seda e selim branco a 6 e 58000
Ditos de gorgurao de ttd pretos
a da cores a 7, 6. 4 e 5*000
Ditoa de brim e fuato branco a
SJSOO, 2500e 3000
Stroulas de brim de linho a 2 e 2200
Ditas de algodo a l600 e i280
Camisas de peilo defustio brinco
ede core a 22400 e 2S200
Ditas de paito de linho as, 4 a 3000
Ditaa de madapolao brancaa e de
cores a 3, 25O0, 2 s 1$COO
Chapeo*pretos de masaa francaza
forma da ultima moda a 109,
8500 e
Ditos de feUro a 6, 5, 4 e
Ditos de sel de seda inglezss a
7000
20Q0
7000
fraacezas a 14|/12, US
Colarinhos de linho muilo finos
novo* feitios da ultima moda a 8O0
Ditos de algodo 2500
Relogios de ouro patenta a hori-
zontal a 100S, 90. SOS e 70|000
Ditos da prsls galvaniaedos pa-
tente e herisoataea a 40 a 30100o
Obras da ouro, adoregoa e meioa
aderemos, pnleeirss, rozataa e
aaaia a
Toalhaa de linho duzia IOS, 6 a 9|000
Ditaa grandes para mesa nma 3 e 4000i
Guimares
Ra do Crespo numero 17.
Ven de ni fliaravsiiiio.
Cambraiaa brancas bordadaa para vestidos desenhoras a 7 a peca de 9 varas.
Organdys de corea delicadas a 500 rs. o covado.
Cassas de cores fszeoda fina a 240 e 280 rs. o covado. *
Msngoitos e gollinhas para senhoras a 2 o par.
ollmhas ultimo goslo al.
Manguitos a 3 o par.
Eotremeios ricamente bordados a 2.
Jiras estrellas e largas bordadas para enfeites de vestidos de 2 a 5 a per>,
Ssias bordadas da 4 pannos a 4.
Sajas bordadas de 3 pannos a 2500.
Saias bato de musseiioa com baados a 6.
Chapeos de palha de Italia para senhora a 28.
Ditos de seda para senhora a 12.
Manteletes de seda
o que bs de mais moderno de diversos prejos.
Ditos de fil muito bonitos a 30$. *"
Veitidos brancos bordados a 20.
Ditos brancos bordados a 7.
Caitas francesas de todas as qualidades a 280,300, 360 e 400 rs. o covado.
Outras muitas fazendasde gosto epreoos baratos.
Na rus do Queimsdo n. 55, loja de miudezat
da osde Azavedo Mata a Silva, tem destinado
acabar com certas a determinada! miudezas pelot
precosabaixo declarados, e venham logo pola
esta acabando.
Siixas com agulbas francezaa a.......... 110
ovelload* lioha para marcar a 20rs. e.. 40
Ditos de linhs de cores e muito grandei a 40
Carretel de liuha, superior quslidade a.. 30
Unba branca do gsz a 10 rs. e........... 20
Dita dita,a melhor que ha, nevello grande 10
Parea de meias de corea pars meninos a 120
gHzia de meias craaamaie superiores a 2400
Hade ditas ditas s...................... 2080
Pares de metas de cores psra meniDOsa 160
Liona em canto Pedro Va.............. 20
Caixaa com phosphoros de sagtirahca a 160
Caixas le telbaa com phosphoros fi a
caixa vsllOOrs.Ja.................... 100
Duzia do phosphoros do gaz a.......... 240
Priscos ragua do colonia superior a.... 400
Pilos com ebeiros muito finos a........ 500
Doria de meisa muito unas para senhora 3000
Caixas da apparelhos para meninos a 240
r- e............ 500
Trancw de la edelinho sortidasa...... 40
Sabonetes grandes a superiores a........ 160
Groza debotcies pequeos pars caifa a.. 120
Grozade botea de Iouqs a..-.'........... 120
Varas detrsmoia superior a 20 e........ 160
Groa* de peonas de ac a................ 500
Cartel ras multo superiores s............ 800
Bsralhos porta gustes a.................. 120
Tesouraa muito finas para coatora a___ 400
Ditaa para anbas a 240 e....... .......... 400
Baralhot para voltereta a 240 e.......... 320
Fratcot deban hadan reo a................ 640
Praacos grandes de lavanda ambresds, su-
perior qaslidade a.................... 500
Frseosle oleo de babosa a 320 e...... 800
Praacos de danha muilo fina a 240 e...... 320
Agulheiros cem agulbas a................ 80
Milhares da individuos da todas as nacCes
podem testemonhar aa virtudes desta remedio
incompara vale provar em caso necessario, que,
palo oao que dalla fizeram tem seu carpo s
membros'tnteiamentesos depoisdehavar em-
pregado intilmente ouirostratamenios. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessss curas ma-
ravilhosas pela leitnra dos peridicos, que lb'as
relatara todos os das ha muitos annoa: a a
maior parte dolas sao tao sor prndenles qui
admirara os mdicos mais celebras. Qoantas
peaaoas recobraran) cora este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, .depoia dedui
permanecido longo tempo nos hospitaes, o lo*
deviam soffrer amputa^o I Dallas ba mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos depada-
limentos, para se nao submeterem aaaaaope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reeo-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord eorregedor a ontros magis-
trados, afinada mais sutentiearem sua a Srma-
tiya.
Ninguem desesperara do estado desaude si
tivesse bastan te confian$s para encinar este re-
medio constan teman te seguindo algom tempo o
tratamenlo que necesstassa a natureza do mal,
cujo resultado seria provar i ncontestavelmente.
Que talo cura.
O ungento beatil, mais particu-
larmente nog seffulntescasoa.
Alporcas Inflamma$o da bexiga
CaiaUbraa
Riquissimos manteletes pretoa borlados a 35
40000j
I &
las. 30,'
Chai
da a 4V
Corles de velludo de catas
efficazes efieitos des la assombrota raedicins, e fiD00.
prestes recupetvao benefiaso da aaaja j Oeiiiaha* d caaabrasa bordadas, nasa W ra
Nao so perca tempo em tomar este remedio' ?,S.riorM caaemirss da corea, covado a
para qualejawr das seguinias anfermilades -.
iropadot, saperior fazan-
para collsle a 4 a
Accidaotes epilpticos.
Alporcas.
a aplas.
A reas ( mal de) .
Asthma.
Clicas.
Convulfes.
Oebilidade ou extenua-
io.
Debitidade ou falta de
forcas para qualqner
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ven tro.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enebaqueca.
Feketo da especie.
Gotta.
Henorrboidaa.
Hyiropea.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammaees.
Irregularidades de
menitrua(So.
Lombrigas de toda es
pecio.
Mal de podra.
Manchas na cutis,
Abstrurcao do ventre.
Fhtysica ou consump-
ro pulmonar.
Retencto de ourina.
Bheumatismo.
Symptomaa secundarios.
lTu mores.
iTico doloroso,
Herysipela. I Dice ras.
Febre biliosa. I Venreo ( mal)
Febre intermitente.
Vendem-sa estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, o na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadaa de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Herpanha.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs., cada
urna deltas contera urna instrucc,ao em poriu-
guez para explicar o modo da se usar destas pi-
lulas.
O deposite g*aal em casa do Sr. Soura
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
^ Acaba de
i
ao
chegar
novo armazem
LOJA E ARMAZEM
DE
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceioo dos Milita-
res n. 47.
AttetiQo.
Na ra do Queimado leja do trea portas n. 9,
ha para vender um completo sortimento de fa-
zendase por barato preco dentro ellas, cortes de
lias lavradas a8000. ditos tinos a 950O0,diles de
barege de seda enfeitados com frocos de duas
saias a 103, enfeites fines para senhora a 7g, di-
tos de froco a 1S. ricos manteletes de seda pre-
ta al8f.
ATTENCO.
Vende-seuma taberna na ra do Imperador
o. 2, propria para um principiante, por ter pou-
coa fundos, e mesmo o teu aluguel ser commo-
do ; o motivo da venda por seu dono ter de re-
tirar-so para o norte ; itto a tratar na rus das
Cruzes o. 1, ou na mesma taberna.
Vende-se por commodo prego um bom car-
rinho americano coa acommodarjses pira qualro
pessoas, muilo leve e qussi novo, com arreios
para um oa douscavallos, e muito boos ;a tratar
na roa da Florentina n. 16, officioa de carros de
Sr. Joseph Grosjeaux.
Calcado fraucez para liquidar*
Ra da Imperatriz n. 16.
PARA IIOMENS.
Borzeguins de bezerro de diversos fabricaotes
a 5 o par, ditos de veroiz a 5, ditos de duraque
pretos e de cores a 4, ditos de brim branco a 4,
ditos de bezerro a de coaro de lustre Melis a 6,
ditos de cordavao a 5, bolias de bezerro a 4,
sapatoes de verniz e de bezerro a 2.
PARA SENHORAS.
Sapatoa de verniz com franja e sem franja a
800 ra. cada par, ditos de selim braaco a Ig, di-
toa de dito bordados e com florea d laraoja a
500,
PARA MENINOS E MENINAS.
Botimxinhoa de todas as qualidades a feitios a
35 o par.
Os seoborea devedores da loja cima lenham
.a bondade de mandar saldar seus dbitos, viste
se estar promovendo essaa cobraucas judicial-
mente sem excepeo de devedor, para que de-
poia nao lenbam razo de queis.
v Vende-se um bom piano com poueo uso e
sem defeito algum : quem o pretender, dirija-se
a rus de Apollo o. 30. primeiro andar.
Vendem-se 12 cadeiras com pouco uso : ns
ua No* o. 16.
Gees & Bastos
Iem expaaxo venda vestidos de aeda por 30
e 40, que esa outras se venderam por 120g e
I50f, e por certo barato, e quem quizer admirar
a boa qualidade e bom gosto dirijtr-se loja da
roa do Qaeimado o. 45 oe Giies & Bastos.
Vende se um grande terreno na ra Impe-
rial com 200 palmos de frente e 1,000 e tantos de
fundo : a tratar aa roa da Praia o. 59.
Na padaria da ras larga do Rosario tem x-
cellontes boUcbinhas de ditferantaa tamanhos e
ualidadea para 31200, 3520 e 4 por arroba, e
JO, 180 e 140 rs. por libra ; bolachiohas doces
multo bem faltas a 4 por arroba e 150 rs. por li-
bra ; pao a ISO rs. a libra, sendo de 4 para cima.
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40loa do Oueimado40
Defronte do becco da Congregago, letreiro verde.
VENDE-SE O SEG1NTE:
Para casamentos.
Ricos cortes de vestido de Ol ou blond de seda branca com ramo e capells, o
mais moderno e superior que ba no mercado.
Para bailes.
Liados cortea de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados s branco e
cores.
Ritos de tarlitana branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Saias bordadas
Ricas saias de cambraia branca bordadas com o mais aparado gosto e mais finas
que ha se mercado.
Ditas de dita recortadas maia ba tas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com muila elegancia, o
mais moderno e mais saperior qae ha no mercado.
Manteletes.
Ricosaateleles de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites, bam
como arrendados, por presos commodos.
3J000 a peca.
Percas de cambraia lisa larga fina com 6 a 61i2 varas, muito barato.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de liaho bordados a 3, 4 e5 cada um.
Chales,
Ricos chales de touqum brancoa bordados de ponta redonda e de 4 ponas.
Alem das fazeodea cima mencionada tem am grande sortimento de todas
talidadea. que nao 6 possivel mencinar-ae pelo grande eapaco que lomara.
mama
Lepr a.
Males das pernea.
doa peos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Palmos.
Queimadelas,
Sarna.
Supurar5es ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulacoes.
Veiaa torcidas ou no-
das as pernas.
ungento no estabelecimento
o. 244, Strand, e na loja
ss
Tahas.
%
Maior reducto nos presos para acabar.
Vendem-ae no srmszam de Braga 800 & C.
na ra da Meada, taitas do farro ciado do asad
acreditado fabricante Edwin Maw a 100 rs. por
libra, aa meeaiM qie yw por 120 ra.
aono rowo
DO DR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
DAS ENFIMIDADES
PLUS DE
COPAHU
PARA O TRATAHENTO E FBMPTO CURATIVO
SEXUAES, D.1 TODAS AS AFFECCOES CUTNEAS, VIRUS
trato 4e ferro ChaiMe.
Xarope mui preferivel ao
Copahiba e as Cube-
bat, cura immediatamen-
te qoalquleT purgacao ,
relaxado e dcbilldade, e igutlmenie fluxot e
flores brancas das mulberes. lajectao
ChaWe. Esta injeceo benigna emprega-se mes-
mo tempo do xarope de citrato de ferro, urna vez
de manas, e urna ves de tarde durante tres das;
cha segura a cura.
E ALTERACOES BO SASGUE.
Depurativo de angue.
Xarope vegetal sem mer-
cara, 0 nico coubecido
e approvado para curar
con promplida e radi-
caimenie impigena, pstulas, herpes, tama, co-
~ mia ealleracOfs viciosas do 1
gue; virus, e qualquer anecio venrea.
. Te
DEPURATIF
da SAIVG
mixOs, acrimonia eslleraooes viciosas do'san-
clo venrea. a-
romio-ie dous por semana, se-
abM laineraca. ____
guindo o tratamenlo depurativa. r>
tiaeraetiea. De um efleito maravUaoao nu af-
feces cutneas e comixoes.
, aaeiaarre*UB.Pomada que as cosa era 3 diss.
0 deposito i na ra larga do notario, botica ie Bartholomeo Fr aneiuo de Souia, n. 16.
SS
Sirop dn
Wj
^1
s des broi
JARABE DO FORGET.
Este xarope esli appravsdo petos mais enriaenies mdicos de Pars;
---------------------_como sendo o melhor,para curar conatipacoet, teste cmvaJsa entras,
ecoes dos broacaios, auqoes de pello, irriucAet nervosas e ioaomnoleDcitt: orna colbarada
pela manhi, e outra i aofte sao sufflcienies. 0 rfteiio desta excelente xarope saUafaa m mesmo
tempo a doeate e o medico.
O tpoiito 4 aa ra laroa do Rotario, botica ie Barthotomo Francisco de Soma, a. tt,
Calida.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivaa escaldadas.
Incbacoes.
Inflammacao do figado.
Vende-se este
geral de Londres
de tedos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocelinha contm
urna nstruccao em portuguez para explicar o
modo de feaar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Sonm,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, oto
Pernambuco.
S arara que est
liquidando.
Vende-aarosdenaple preto a I36OO el800o
covado, dito dito muilo encorpado de cores para
vestidos a 1&800, damsaco de laa muito largo a
1*400 o covado, riscado eacocez para vestido a
280 o ovado, mustulina de cores a 320 o covado
chitas pata veslidot a 160 e 180, ditas francezaa
largas a UO, 940, 260 e 280 o covado, catsa de
salpicus a 200 rs. o covado, ditas de cores a 140
41 covado, saias balao de panno sem arcos a 28400
o covado, ditas de madapolao a 3, ditas de 90 a
40 arcos a 3| e 39500, e outras muitas fazendaa
que se dri amostras psra se ver, ludo por pre-
go baral9timo.; na ra da Imperatriz, loja da
arara -de 4 portas n. 56, de Magalhes A Mendea.
Ultima moda
italiana.
vindo do ultime vapor francez
40 Ruado Qaeimado 40
Lindos cortes de vestido de aeda de cores i ita-
liana.
Ricos manguitos com gollinhas de cambraia
branca bordados balao.
Um grande aortimento de chales de merino de
todas as qualidades.
Ricos veos de Ol de seda branca bordados,
grandes, para casamentos.
Tsrlatana de corea bordada, 8 palmos de largu-
ra, covado 19. e
SYSTE A MEDICO HODELLOWAT
P1LDLAS HOLLWOTA.
Este ioesiimavel especifico, coraposio inteira-
raenle de berras mediemaea, nao conlm mercu-
rio nem alguna outra substancia delecteria. Be-
nigno mais laura infancia, a corapleicao mais
delicada, igualmente prompio aseguro para
desariejgar o mal na corapleijo mata robusta;
enteiramenle innocente**, suas operec&eee f.
f*os; pois buaea e remove aa dooneef dio qual-
quer especio e grao por mais antigs e tenazas
qutjsaja.
Ente milhares de pessoas eondts coto este
Um grande e variado aortimento da
roupas leitas, calcadoa e fazendaa e todos
estes aevendem por precoa muito modi-
fleadoa como de seu cottume,assim como
sejam sobreessacos de superiores pannos
e casacos feitoa peloa ltimos flgorinos a
26|,189, 308 e a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16J, 18f. 10 e a 94,
ditoa de casemira de cor msela do e de
novos padroea a 14. 16, 18. 20 e 24,
ditos saceos dss mesmas casemiras de co-
rea a 9, 10, 12 a a 14, ditoa pretos pe-
lo diminuto preco de 8, tO, e \i$, ditos
de sarja de seda a sobrecaeacados a 12,
ditoa de merino de cordio a 12, ditos
de merino chines de apurado gosto a 15,
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
ditos saceos pretos a 4, diLoa de palba de
seda fazenda muito superior a 48500, di-
tos de brim pardo e de fuslo a 3^500, 4
e 4500, ditoa de futiap branco a 4,
grande quantidade de calis de caaemira
preta a de cores a 7, 8, 9 e a 10, ditaa
pardas a 3 e a 4, ditas de brim de cores
finasa2$500, 3. 3500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 4500, 5$, 58500 e a
6, ditas de brim lons a5ea 6g, colleles
de gorgurao preto e de corta a 5$ e a 61,
ditos de casemira de cor e pretos a 4$500
e a 5, ditos defustio branco e de brim
a 3 e a 3500, ditos de brim lona a 4|,
ditoa de merino para luto a 4 e a 49500,
calcas de merino para lulo a 4$500 e a 5f,
capas de borracha a 9. Pata meninoa
de todos os tamanhos : calcas de caaemira
prela e da cor a5f, 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2$, 3 e a 3500. paletots sac-
eos oe casemira prela a 6f e a 7, ditos
de cor a 6 e a 7J, ditos de alpaca al3,
sobrecasacos de panno preto al2e a
14, ditoa de alpaca preta a 5, bonete
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitoa
Eara meninaa de 5 a 8 tnnoi com cinco
abados lisos a 8 e a 12$, ii tos de gorgu-
rao de cor e de laa a 5 e a 6, ditos do
brim a 3, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptiaados.e muitas outras
fazendaa e roupas feitas que deixsm de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda equal-
quer encommenda de roupaa para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
daa de gosto e urna grande offleins daal-
faiate dirigida por um hbil meatre que
pela sua promptida oeperfeicao nadadei- 3
xaadeaejar. gf
*MMM5CM4ie mmmmm*
BARATO
sem igual, s na ra do
Queimado n.40.
Lo.ra de seda de cores para homena, senhoras
e meninas, o par 400 rs.
Leocinhos de seda com franja, fios, para me-
ninaa e senhoraa bolarem no peacoco, um 500 rs
Chapeos de sol de seda para meninas de esco
la, um I96OO.
Grvalas de seda de pona larga, outriora do
valor da4 a 6, pelo diminuto preco de 1$ urna
Diversas fszendas de laa e seda para vestidos
do senhora, que outr'ora se vendiam por 1|280,
pelo diminuto prego de 640 o covado.
Sedas de cores superiores com pequeo loque
de mofo a 800 rs. o covado.
Superiores e afamadaa peonas de ago denomi-
nadas langa, groza 600 rs.
Pegas de cambraia lisa fina e larga, pega 3.
Ferro & Maia,
Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Vendem-se chitas (rancezas muito finas de co-
res fizas, covado a 240 ra.
Chitas lngVjaae, covado-a 160 ra.
Cassas francesas muito finas, covado a 220 e
240 rs.
Brim branco de puro liobo, vara a 1.
Panno verde, cor de caf, azul o preto. corado
a 39000.
Chande loaquim a 15*990, 20, 25, 30. S5,
Superiores meias de algodo ctu para beanam,
a duzia 4. .
Visitaa bordadas a matiz, urna, 8 e lOf.
Camisas psra eeoliora, urna, la.
Cortea de casimira de cor, superior fazenda, a
HHO.
Velludo de todaa aa corea, covado, 9 e 4$.
Saporloraa paletots de casemiras de coree a 14|.
Riqoiaalmas oapinbas bordadas pala senhora a
e 39000.
Pontea virados de tarta*ng* a 6 8.
Lencos de linho, duzi a5*6.
Camisas do linho, duzia, a 35, 40 e 49.
Casemiras prelas, superior fazenda, covado
19600 e 11800.
Cortea de cambraia bordadoa a 1800.
Ditoa de dita de salpicoa a 3.
Leqaes a 3.
Chapeos a Caribaldi a traviata a 10,12 e 15.
Ceroulaa escocezat, urna 1980.
Tarlstaoa de todaa as rores a 800 ra.
Existe mais um esplendido sortimento da fe-
sendas que seria enfadonho menciooa-laa, e que
ae vendem por muito menos preco do qae esa
outra qualquer parte.
Se houve por bem resolver
Na loja das tres estrellas
Tudo queimar derreter
Em moeda encanto deltas.
Ba larga do Rotario n. 33.
Para liquidar: bicos do 40 a 200 re., ditoa fi-
nos de M a 320 rs., ditos prvloa largo* do 9
a 600 rs.. ditos de aeda de 100 a 390, ditos lar-
gos a 600 e 800 rs.. Otas muito ricaa de sarja U-
vradas de 600 a lMO, drtas mait nsaples da 12*
a 500 r.. ditas Utaa ataioaOaa eopertotee do
3( 0 a 600 rs babados do liobo do Porto a 40
60 rs. a vara, pega de 15 varea a 320 o 909 r.,
babados largos psra camisa* de menino e leaces)
de 120 a 200 ra., dito da largara de palas* a 240
rs.. trsncaa de seda com vidrllho pretos do 200 a
400 ra.. franja* de seda de corea de 910 a 900 ra..
ditas de la e aeda a 160 e 240 ra., requie de ti
e algodo da 90 a 120 rs., gares pretos do 89
190 rs., fita para coa a rom coUetea braoco, par-
do e preto a 3-J rs., cartees do coixotea a 40, 90
e 60 re sombra para flores de todaa aa cares a
120 e 160 s folha, enfeites de rede vidrlho pa-
ra cabeca s 1 e 11500, cscovas psra falo de 909
a 1, ditaa para denles de 240 a 909 ra.. o oolroe
muilos objottoa conatantea de outroa aonuncioo.
E em peca, cento, ansaso oa dazia veade-so cota
grande differeneede retalbo.
Vende- se por 700$ am eecravo emolo de
40 anuos de idade, muito cuidadoso ota aaaaobri-
gacooa, proprio para lomar coala do sitio O*
qualquer outro aervico, muito fiel o obediente :
quem o pretender dirijo-a* ao Monde** a. 8.
Liquidaco
na loja da arara.
Vendem-se roes de calca de riscalos de co-
res e brim s 19, 19280 e 1600. ditos de saeta
casemira a 1*800 e 2, cortes de casemira prta
para caiga a 39500, dita eofestada fina a 4$, ditaa
| de cores finas com lisiras do lado ota sem hstra
a 49500, cortea de venidos de tarlataaa branca*
com babados de cores a 2500, cortea oe camkrata
para veatidoa com avenial ou quilha doa lados, d*
cores, a 21800 e 3, cortes de ditas finas com 19
corados a 2500, ditos de riaesdos cbieeze* a
250O : na rus da Imperatriz, loja da arara da 4
portas o. 56, de tlagalbaea e Mendos.
Vende-te 1 tof, 1 par de contlos, 1 coa-
moda e 6 cadeiras, Indo em bom estado, o aelo
diminuto preco de 90$ : a iratar aa roa do Ber-
tas n. 122.
As verdadeiras linas de
A loja da bos f recaben novo sortimento da*
verdadeiras luvas de Juovio, e aa recsame**
sos cavalleiros e madamas de bom gosto, para
que msndem por ellas na referida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Leite puro,
Na praca da Bos-Vists, defronle da botica esa
frente a matrir, vende se todos oa diaa leil* poro
a 980 a garrafa, 6 horas e meta tm dianle.
Vende-ae um molecole de idade de22 ta-
os, perito oOicial desapaleiro, boleeiro e copet-
ro : a tratar na ra do Crerpo a. 9, loja que foi
de Sequeira A Pereira.
Vendem-se dous esersvos, sendo am male-
que de 12aonos e ums crionls fe 15 s 16 anota,
ptimas figuras ; na roa do Hoapicio n. 23, a*
dir aoode
Vendem-se libras sterliots ; no eseriptori*
de Amorim Irmos, rut da Cruz n. 3.
Importante
Aviso
Na loja de;4 portas da rna do Queimado 9
acha-ae um grande rmateos com todo agtaa-
monto de roupas feitas, para cujo fim tesa atav-
iado urna oficina de alfaiate, estando etaewioaa-
do della um perfeito meairo vindo ao liabaa pa-
ra deaempenhar toda e qualquer obra qae s* la*
encommende; por ia^o qoe faz am coavilo cipo
dal a todas as peaaoaa com eepciaia*dt ao*
Ulms. Srs. offlciaes Unto da armada como de
exordio.
Faz-oe fardas, farddea cosa soporioroopreparof
e muito bem feitas, tambem trata-so farer a)ter-
damento todo completo conforme so osa Rio
de Janeiro, tanto que tem oa figurinoa qao do
l vieram ; alm disso faz-te mais cataqaratas*
para montara, fardetaa ou jaqueles, bem cesa*
colleles a militar para os Srs. ajudante* do esta-
do maior e de cavallaria, quer aeja singlos o
bordados a espequilha de ouro oa pralt, lodo a*
gosto da Europa, tambem prepara-se becas aera
oesembargadorea e de qualqner juiz sogaado o
estylode Coimbra aonde se fases* as alboreo
conhecidaa al hoje, aaaim como tem maito rile*
detenhos a matiz de todaa aa coree proprio* ana
fardamento de paseas on criados do libr a* m
far pelo gosto i frsnceza. Na mossns caca ea-
carrega-se de fazer para taoaiaoo jaaaataa a
franceza bordadas ao meamo astas*. AaamacasM*
qoe por tudo se fica respeaaavel com* aoma boa*
fazendaa, bem foito o bom corte, ai* a* salta a*
da que ae prometter, segundo o tytierna d'oad*
veio o meatre. poia capara a boaroaa visita do*
dignos senhorea visto qae nada pardean am *-
perimentar.
Na loja d'aguia de ouro, rae do Caaagi a. 11,
receben um completo sortimeato de |olltaa*a a*
missaoga, sendo delodaa a aceros
Atten^o.
Vende-ae urna taberna em bom estado, a*r ter
poooos fundos propria para principianta.' aa ra*
da Praia ns. 56 e 54 : os pretendemos dirjaaa-.a
a mesma. ~~
Manteiga ingleza flor a
800 rcis.
Gomma de ararats muito nova e-abra, 199 rase ;
toacinho novo a 320 ris ; cerveja marea eabri-
nha a 590 ris; cevadinha a 160 ris. na ra* dts
Cruses n 24, esquina da traveasa do OovMe*.
Leito paro ao p4 da vacca : veadj a* Ba
rna do Sebo n. 35. O7
J I I r-**~l\ aTI F


VCia-?- 3*


l Emcaiade N?8;teber
|s% G. ffuccessores na \n !k
....
e
Uros para
commondaa para cu
pac*nr toca*>ra;
'Ti "
coaimr
loj
ra da Cruz
_ tea
tasa racebam-ae en-
id ellea posauem map-
-leoma acerara do Idade 30 anno*.
de7 ano i aa roa do Queimado
.
iwwwi
I, casa d 1
tmann Irmaos &C., tem ex- "
)ito um aompleto sortimsnbj
! amostras de o b je ote de %o\
acha, proprio para tpaobisaas de
igenhos, sendo correias para,
^ansmittir moTimento, canudos
de borracha % qts*]aj|__
tprimen^ gsossura, pamn
rt afcW)dilat ai%^i,

Vesidem-se paixOes vasios proprios
ara bablero^funileiros etc. a lfa&O:
"f 9T9X*Dfm* dirija-se a esta tipo-
graphia, que alii se dir'
toara vender.
quem ostem
ha no mercado a 20800, 29810
rapo? a 21600, e os do vapor pauado a
coa um completo sortimento de genero oa maia ~nor%7e'hVso ^o'TporVerem.aaaailjr
parte delies rindo de coala proprta, eat portento resolndo Toado <\ot por menoalO por caerte
do que em outra qualquer parte, flaneando a boa qualldade e acendiciouameuto, auim como aes-
vir os portadores meos praticos to bera, como se os senhores viessem pesaoalmente, para o qoe
nao se poupar o proprieiario em prestar todaatteogao, ana da continuaren! a mandar comprar
atas eocornraeoras. serios de que, toda a qualquer erreommenda comprada neate natatmleillMi11
acompaunar urna conta irapressacom o mesmo titilo de rmazemProgreaso.
NVUnteiga iaglexa perleitamente Hot woo .. u,m ^
a por esta praco uolcameute pela^rande porcio que tem e sefbr em barriese (ara aaettoresto
ftttnieiga iraUCCta t m|| guoerlOT fM.ha no BMMflt 6i0 rs. a libra em
barril a 860 rs.
Gtt ?iwa^8M e ^eto ,, metll0re8 qae
e 1|50!). aasca-s a boa qualidado.
Qne\io* do nlu *.. ttiB0
1*400.
o. *W**" oa mais notos que ha no mercado em eirinhas pequeas
80 ra Sita de 8 libras par 2*500, e em libra a 320 rs.
V? remato de a*brejBgi. too r.. u*..
8v ana; a ,(, owa aae na ^ n,,,^^ t yQ r$>, UbM) 9 em moba t ^i^q
1 sner msela. 700' m, libr., e- c.Ut. 740 .
L,*tas co a bolaxiaka desooada ^.ata^iu^e.. n
Latas com pcUc em fosUde BBilM,..!.... fl40o.
Wtamas multo novas. 1Sft0or. 0 ^. lilb0. m ^^
ocede MnercneemUttMd.2Ubrporl|m
\j natas pari .p^,, a 800 rtt a.HbMi
*****-* prc retinad.*. 4M .. ,,, bril, 440
1 ^a 1Q USaate a ar,t8n0Ta d0 mercado a 900 n., em latas da2libra per
, m0 a peineira Tei que rieram a eate mercado a 640ra. a libra.
Cnonneas e naUs,^, Q070S. M0ti tlibr8>
Palitos de dente UxadosC0B0macnh0gpor200ri.
Chocolate f cae w. Ija0drl. a libra> dUt0 por4ugoez. 80O .
aftarmelada vaiperial d0 a(amad0 Abreu, dt ontrog 1Buuo,(.britaat..*eu
a 1J>000 ra. a-libra.
Vinnos em ulna Aa =ftA > e, i a&i r -
a?*ir** de 500. 5(0 e 640rs. a garrafa, em aadas a 3})5004S000 45O0j
arveja d mig .crediUdaamarca a 5 a duzia, e em garrafa a500 ra.
' a3Lpaspa amis ora que ha no mercado a 640 rs. a libra.
r....n ,, engarrafado. Porto floo, Porto, Feitoria e duque do Porto a 1#100,
Lircaveitos, Muscatel e Bordeaux a i$ a garrafa, e em eaixa de urna duzia se ar abatimento
P o mais noro e limpo que ha no mercado a 160 ra. a libra e em arroba a 51.
mi?vi vnas franeeaas
ditas inteiras a 640 rs. melbre' M >em deSej" em m81" Ut" ^ *'
__. ta6tt" petiaco que pode harer por estar prompto a teda ahora a lj a libra.
Alilo deasaendoa
^oLe
Castanhas
^^"ailosiperisrOrs a libra, e a 7 a arroba: 1
X.PP07
^^ *vu Jo Miraohao 3 em arroba, e em libra a 100ra.
Fnmo amenea-.io 3lJalbrat9eoremporQ.oie aabltimwito
SevalinaaJepr,f5aa.2Or.alibra>
^*?n muit0 n0T0 a 32e r3# a librt
X oneinno da LUboa a 360 n brit tl0| t arroba>
Fannna do MLarannao a maii
Toneinu* ingla00r, tlibta
Pascas em ealxinhas
a> .urea, ae nrim Dranco edeaeiea, deaUaV-Al
gk, ga, camlaaa coa peito dallaba auto 2
,W finai ditaadaalgodap, chapeos de sol
9 de alpaca a 4| cada um. A
' Vendem-ae doaa casa terrea* na ra d S.
ffli8. V^,?fRuezl*-<,e .^doa na. 91 e 92 : aa
ra da Peuha, no pnmeiiq andar da cata n. 15.
AUeni3.
Vende-ae um carro amaaicano noro rom aaae*>
,!. P6"1? reioa paral carallee:
ara rer na cocheua da rea u Florea n. 35, e
P"" 1S2JS a. C -elha n. 37, com
Babe Scbameteau 4 C.
6 por-!
tas em frente do Li-
vraneato.
pre ditos artigos
commendas.
tomam-se en-
2 |r Nwa'cpK I
Roupa fetc muito barata.
Paletola de panno fio aobrecaaacoe.
rtL "J!'^'U" ?>' &ao,dito% M
ganga, caigas de csenme preta* e de
cores, de brlm branco e de
a 800 ra. a libra, dita coa csea a 480 rs.
multo oras a 120 rs. a libr.
piladas a 240 ra. a libra.-
inora a ICO rs. a libra.
1 de8 libras a 1*500 cada urna.
Intendente dos gneros mencionados encontrar
curar tendente a molbados.
o respeitarel publico ledo quanto pro-
Fazendas baratissimas
20Ra da Imperatriz---N. 20
N.
i?^rnPTeC? p08,i.,eI- P0i9 Ml reaolrido a nao deixar de aerrir ao 'fregus que
*t3ipci"J_ ---- Irnrifa A'
a 4*800 a p-
... o corado, ditas estreitas padroes bonitos e edrea fixa a
ou o wjj reus, Iflnos de cassa e de chita para meninos a 80 120 e 160 ris rQ.o
a'vSn.*08103, i?.lI7B,a2* D0V0S 200eWOrs. o corado, organdys hienda otim. o.
carros ^ laeo'o ''llV.f0 "" T?d0> C"eB,f43 Oglez" fazenda especial p'.ratt Pae
S. o^ c?7a,lo que outr'ora ae roadla ai, cortes de brim de lioho a iS olP!
^J?.?Jk!'?[<,s S5?! e *!"de6 a 9 palmos ao diminuto preCo ~
.^Tr..... ""'7 larguras ae 0 a 9 palmos ao diminuto preco de 24 o corado chales
de ?or" i^nhVa-8^ crleVde c"" a e ." de caaemiM^fa e*
VO LVll S" ri*ca l,oh0 de linho de algolao. gaoga amarella e de cores" a 160, 200, 240 e
Unho hrmI!a,Jr,,,e0t0 d,eftf"e.Qdas de a^io Para rou'a de escraros, dito de tSaoVd
iaa dit. ? !JS2-llDh0-.c.m .p,lD10J d6 lar8ur. P"a i* de direraas corea, eafeaM li!
*i^?^&^"u' bret"h" d8 IDh 8 d8a,8d5. tud0 Pr apurar
Exposico
Candieiros a gaz,
O proqrietaro da ora exposigao dos candiei-
ros a gaz avisa ao publico em geral, que se acha
sempre sortido com grande e rariarel sortimento
de candieiros desde o mait barato at o maia caro,
asjim como um grande deposito de gaz idrogeni
verdaderamente econmico, reeoohecido rerda-
deiranaente por todos os consumidores : na ra
Nora ns. 20 e 24. Carneiro Vianoa.
Nesta mesma exposico se encontrar um ra-
riarel sortimsolode rlqussimos qusdros de todas
as quilidades que por gosto se pode apreciar os
seos deseuhos, um rlquissimo sortimento de
quioquiltiarias, contendo entre ellas riquissimos
lavatorios para quartos (goato cbinez), um raria-
rel aorti ment de balaios com todos os preparos
para riagem, contendo pratos, facas, copos e ou-
tros frascos para conlicionar. ferros de engom-
mar a rapor, machinas de bater eros a rapor,
machinas de fazer caf a rapor, espingardaa de
dous canos transidas e de alcaoce, mappas del
mundo, e outros muitos objectos que ae rendem
por prados dimioutoa para acabar: ra Nora
numero 20.
Attnco.
ta ruadoTrapichen.46,aieaa diRora
Rooke c^c. iiMi um boa sortiaento da li-
anas decorea e brancaseacarreteia do melhor
bneaBtede[aglatarrMqae rendem poi
dracos mulrazoaraia F
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Ruasia da mais aera e
anperwqneha no mercado i pL Jijta
commoda: no escriptorU, de Manoti ^.Sai '
Ohrelra Filho, largo do Corpo Santo
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja (Tagaia branca acaba de recetor urna no-
va remessa da mui prareitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e dentes. O boa resul-
tado de tal agua j nao soffre doridacomo sa-
bido pelas immenaas pessoasqne a compraram
e qae sentiam a falta dalla, e as que de nor
eomprarem achario que o uso della faz conser-
var os dentes saos, lirrando-oa da carie, fortale-
cer as gengivas e tirar o mo balito da bocea
dando mesan agradarel aroma, podendo-se
mesmo usar della nao s pela manhaa como a
qualquer hora, e com acert depois do fumar pa-
ra tirar o eheiro do fumo, ou quando ae tenha de
sabir para ter-se a bocea aromtica : para isso.
porm, bastam algumas gotas della em agua pu-
ra. O proreito d'agua balsmica ainda chega a
mais, ella sarro com acert e promptidao para
acabar a dor de dentes, ensopando-se nella um
bocado de algoo e deitando-o no buraco do
dente, cate adormece e em poaco desapparece a
aor. Fara se obter um frasco de to proreitosa e
a preciar el agua balsmica, dirigir-se coa 1*
loj a d agota branca, roa do Queimado n. 16, ni-
ca parte onde ella se rende. Adrrte-se que os
frascos rao mareados com o rotulo da dita loja
SABA.
Joaqcim Francisco de Mello Santos arica a os
seafraguezes desta praca e osdefra, qae tem
exposto renda sabio de aua fabricadenominad
-Rete--nosfrj8atCcsi cocSrt. Transaos Janior
a (j.,aa ra do Amorimn.58; massa amarella
casteaha, preta eoutraa qaalidadea por menor
prego que de ou tras fabricas. N0 meaaao arma-
bem tea feite oseu deposito darelas decaraae-
ssimples sem mistara algaare, coao as de
o rpamelo.
Lencos brancos.
JH^^ll9^0? brancos proprio* para algi-
oor, pelo berallssimo preco de 2S400 a doria
oa raa do Queimado a. 22, loja d boa ft.
o que pode ha ver de melhor
gosto em galaatarias para
ornamentos de salas,
como seje, rieos jarro de porcelana e de ridros
rf-'tll*-*?B"1? Boma, ricas aaraMcaei-
?.W ,"droHr,: MM08 *outrs florea
delicada, frascos multo liados, Unto em cores
como em goato, e outraa multas galantartas que
e torn eafadonho mencronar. afiancando-ae,
porm, qae o qae ha de melhor rosto para
oja da Victoria, na ra do Queimado a. 75, jau-
to a loja de cera. *
Tendem-seosengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de eoge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
.adaSenzalaNoyan.42
Venac-saam easadeS. E.Jonhstoa 4C,
ellinse silh5esnglMsteandeeiroe ca'ticaai
bronzeados,lons agieses, fio davala,chicote
paraearros, emoniaria,rraiopcra arroda
ua loas cvalos ralogiosd onro patenta
nglas.
Relogios.
Vnde-se em casa de Johns ton Paur & C
ra doVgcrio n. 3 um bello sortimento le
relogios de ouro,patento ingles, daatn dos mais
afamados fabricantes do Liverpool; tambom
aa variedade de bonitos Irancelinspar* os
meamos.
ASaSOrs^srova
doassawfrarKz daaaftOhrttos
W^.h!,!8 !ru,, 6 Plcha". na roa do
Oaelmado n. 22, na loja da boa f.
a Z..: i"801;3! tre*-?e de caatijaes de preta
ama salra, lado coalraaUda^TeaVeB bsate <
* tratar na roa estreita do RosartoTT
Lencos d am-
tonm com padrdes de se-
da a 2^500 a peca.
Ifafoa Mitote finos lencos de cambraia imitando seda.
uP!0.bV"lU,n10 pTe0 **s*00 apoca de
w tenepa. E' essa ama das pechinchas qae cusa
appsreeer, e quando assim approreitar-se da
ooowiao. porque arles serrem tanto para algibei-
d^uV8" men,D0. loom o rir na lnla
2P bianC M "*" do Oaeimado n. W. ter
rontaffe de comprar mal de urna peca, tal a
bondade delles.
Arados americano se machina-
Pralararrouparemeasa deS.P.Joi
otton 4 C. ra daenzala n,42.
Ra da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reiros.
Sedinhaa de quaros eaeorpada. corado a 640
rs., chitas de corea Osa, corado 160 o 180, dilaa
fraocezas, corado a 220. 240 e 260, saias de cri-
nelina para balo a 2J400, baldes de 18 85 as-
tea oo melhores, por preco commodo, cortes de
cambraia bordado a 2a600, cortes de cama de
bonitas corea com barra a 2f800, riscadinho
trancezea em cambraia, covado 280 rs., guarda a-
pos adamascados, duzia 29500, cobertis areluda-
das com frocoapara cama a 9&, manguitos para
enhora azftSOt, goliahas bordadas de pontas
800 rs. '
Padaria.
Na padaria de Antonio Feuanlea da Silra Bei-
ns, roa dos Pires n. 42. rende-se a muito acre-
ditada bolachinha auadrada igual a iogleza, dita
I
g a* test Msew mmmm*
k loja da bandeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37. I
Uanoel Jos di Fonsecs participa a
todoaoaaeus treguezes tanto da praca
cmodo mato, e juntamente aorespeita-
v re publico, que tomn a deliberarlo de
balsar o preco de todas as seas obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
tSaa,tin>ento de babas bacas, tudo de
noifferentestamaohosede diversas cores
, em pinturas, e juntamente am grande
sortimento de diversas obras, contendo
banheiros e gamelas compridas, grandes
e pequeas, machinas para caf e cane-
cas para conducir agua grandea e peque-
as, latas grandes pira conservar fari-
nha e regadores ao use da Europa, ditos
grandes e pequeos ao oso do Brasil e
camas de rento, latas de arrobe a ljf,
bahus grandea a 4y e peqae nos a 600
ra. bacia grandea a 5| a pequeas a
oo rs.,cocos de aza a 19 duzia re-
gadores regulares muito barato, ditoe
pequeos a 400 rs., de todo*estes objec-
tos ha pintadoa e em branco e lodo mais
ae vende pelo menos preco possivel : na
toja da bandeira da roa da Croa do Re-
cite n. 37.
txmmxnmm m tmmmvax
Ricos cortes de medina de
seda.
A loja da Boa-P
- -- na raa do Qneimade nu-
mero 22, acaba de recebar ricos
rostido de medina de seda de
a fazenda maia fina, mais
cortas de
lindos padroes,
- ora e maia bonita
que ha no mercado, cada corle tem 20 e 21 ao!
25& n Tp"r*"M* "'t *'> Prego de
^9000 o cort; as seohoras de bom gosto aue
tiverem de assistir a baile o c.meoto.
quizerem levar am restido da ultima
mandaren) rer na mencioaada
na rna do Queimado n. 22.
_ moda
loja a Boa-F,
Vende-ae urna grande casa terrea de esqui-
na, sita ns roa doa Guararapea, em Fora de Por-
tas, tendo 5 quartos e 1 grande solio comtraoel-
ra ; a tratar na roa do Imperador n. 44. Drimei-
roandai.
Vende-ae
o engenho Santa Luzia, silo
freguezia de S. Louren5o da Malta, com case da
nrend., urna moenda toda de ferro, casa de oa.!
gar e de caldeira, tachaa, asseotameote u
lido de canna criada prompta par
nuilo boas Ierras para planlsglo,
moer;
moito
par-
tea
boes
matas tem um acuda boto pira moca comigu..
mas para acabar, levada aherta, e orai DX
na qu
deararuta ede moldes, todo" o trabalho nesta,
i m ??mo pio teit0 d" molhores farlnhas, e
trabolhado com o maior asseio possivel. Na mes-
ma precisa-se alugar duas preta escraras men-
salmente, que j estejara acoatumadas a vender
po na ra das 5 1(2 horas da manhaa s 1L
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31 RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais pereito, bem aca-
bado e paralo no sea genero.
URNAS de todas asqualidades.
Sanhrib.mh' <>a*1rili8am com o Jacaranda.
BALDES dem idem. i
BACAS dem dem. /
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grouuras.
PRATOS imitando em perfeico a boa porcel-
laoa.
CHALE1RAS da toaa as qualidades.
PABELLAS idem idem.
COCfa CANDIEIROS a flandres para qual-
quer aortimento. r H
VIDROS em caixas e a reUlho de lodos oa ta-
mandando-ce mamhe, betar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado
contento.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-ae fil liso muito floo e assim tambem
tarlataua branca muito fina, tanto urna cousa co-
mo outra sao proprias para reslidos, nao s para
bailes como para essistir-se a casamentes, andem
antes que se acabe na ra do Queimado o 22
na loia da Boa-F.
Meias baratissimas.
A 30400 a duzia de parea de meias brancas fl,
as para homem : na roa do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Importante
Annuncio
la loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mSo, na ra do Queimado n. 65.
Meias de cores para homeos muito finas, o par
1411 la
Cariosa de clcheles francezes com 14 pares a
20 rs. r
Pentes de massa dourados muito finos imitando
tartaruga a 640.
Essartilhos para senhora, que sempre ae ven-
der m a 69. por 2500. p
Trangas de ia para resudo, peca a 40 ra.
Lia para bordar muito fina e lindaa cores, a li-
Maasos com grampos a 40 ra.
Linhas para bordar, a miada a 40 ra. ,
Dita de peso muito finas, miada grande a 240
Franjas de linho para rostidos, a rara a 120
Apparelbos de porcelana para meninos, plata-
dos e dourados a I96OO, 2|, 29500 e 39.
Cartas com allnetes a 100 rs.
Papis com alunla cabeca chata a 40 ra.
Enfeites para senhora multo finos a 3, 4 e 79.
sintos muito fiaos para senhora a 29 e 29500*
Ditas de laia e pretaa para padre que sempre'
se venderam a 29 a 640 ra. '
Enfeites com flores ara senhora a lg.
Auim como outra muitaa miadesas Roa a ba-
rata, que deixamo de mencionar, pera nao ao
tornar tanta maaaada.
Devotos.
Ifa loja das tres estrellas ra
larga do Rosario n 33.
J^V*?-_^d^me0*e ** *,ir Mtempae
Fazendas baratas.
[Nataadalmptratriz i.48,jpnU
Z se eom 8 1
* > a .-
di-
1l2vara3J, 3W)0,'49, ditas de
Bscossia 59, e 69, ricos enfeites para H>
9 anCa goslo ingles 3|5f, 49, para bapliaado
39, cortea de restido de seda Escoaseza de
bonito gaste 9 eate a acabando, *
co lencoa de labyrintho 19.1|200. chapee
da sol pin Nohara de bonilla cores, liso
X Tl,!car> *e fl*59M0, eortea.de cim-
hriii branco com ffrde aeda 59. rUca-
do francez 280 ris o corado, completo
Bortimeotos de baldes d arcos 39, sortl-
mSntoa de meias para menino menina
100 e 240 ris o par. chales de tarlatan ^
de corea a 640 ris. lencoa branco com bar-
raa 160 ris chitas ingieras a 180 e 200 rs.
dita fraoceza a 240 e 280 rs. o corado
peca de cambraia de forro com 9 raras #
: junto a padaria frsnceza n. 48.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livran^Rto.
Chapeos de sol de alpaca a 4|.
Duzia de meiascraaa para hornera a
19200 e o par a 120 ra., ditas brancas
muito linas a 2gS00 a duzia, lencos da
casaa eom barra de coree a 120 rs. cada
Jim, ditos brancos a 160 rM balees da
SO e 30 reos a 3$. laazinha para ves-
tido a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, larlatana
branca e de corea muito fina com rara
e meia de largura a 480 ra. o covado,
fil de linho liso a 640 ra. a rara, pe-
ca de cambraia lisa fina a 39, casaas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 ra. o
covado, calcinhas para menina de escola
a lg o par, grarattnbas de tranca a 160
rs., petes para camisa a 200 rs. cada
um daiia 2, pecas de cambraia de l-
pico muito fina a 39500, pegas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
280 e 240 rs. o corado, a loja eat
aberla das6 horas da manhaa as 9 da
noite.
__J,
ilLctillM
45 iUtDafdta 45
Magnifico iiortiaientcx
Sempre oadeeeeedeita
ra^ew^ lambame*-------
no deste grande estaba le cimento
forcear ao trate*, per preces mU^
afemeree ao da Mira, Mw
de ealgado francez, icmlsa il
Homem.
Borteajulas Vieor Emmiaual. .
co aro d pirco. ....
lord Palmeral (becerro .
diverso! fabrcente(laatr)
JohaRaiNll. .
SspatoesNantii(biterla iateira). ,
_ palinli.........
Sipitoa tung (portuguezes). : j
a-. (triBoaacar. ....
R entrada baixa (ata a vira). .
> muito chiqae (urna sol); .
Sen m oras.
Borzgnina primor [Jor/1.....,
brilbantna '
gaapa alta.......
* baixa. .....;
M..W.W. :
do corea 32. W. 54. .
Sapatos com aalto floly).....'
franceze fresquiahos. ,
31,82.88 34 lastro. .
E um rico sortimento de eoaro le lastraZ
serr francs, marroqaim, sola, vaiaatac o
rinhoa, fio, taina etc., por menos do ana' -^"
quer outro pode vender. *^ ^^
Relogios baratos.
toro Nova n. 21, ha grande porcia de
giosfollados, dourados ede ouro.'oaiaateT
zontees, uissos e inglezee, o .a V2L2r
ddopelos precos di factura. Cidi ralBTT 1.-."
r um recibo em qu se reepaJUiaa
galanreato dirante seis meze.
Queima-tudo
Serve parejee daitar nos casticaes segurar a
vela de espermacete, faseodo-a queimar at o
fim, e preserrando os mesmos.de se auebrarem
com o calor da las: rende-so 500 rs. cada
queima-tudo, na raa do Queimado, teja d'agoia
branca n. 16.
Liquidacao
NA
Loja de marmore.
Na loja de marmore vende-ae para li-
quidacao por precos muito barato, am
variado sortimento de artigos de fazendas
de modas para aeohoras. roun riia na-.
ra nomem e Teilimentas para meninos, e
bemasasim quadrosaoleo para decora-
cao de salas e capellas,
Bom e barato
3, vendem-ae os ge-
Na ra* de Sania Rita
eros segaintea :
Violto em caada a 3S500.
Dito em garrafa a 500 rs.
Serveja branca a400rs.
Dita preta a 500 rs.
Minteiga franceza a 640.
Dita iogleza a 800 rs.
Cha hysson a 2$600.
S
a -

CP
Cr
S 5
p 0 % 3 0 S m
ssive n. 9 m
) e Progr e ra das m
2 ce B 2.
OS- o; 0 '
O. O
i.
Eazendas modernas. S
Gurgel & Perdigao.
Vendem barato. S
Superiores capaa compridas modernas, ttt
mantelete, taimas de erse, ditas de fe
filo.______
Vestidos de seda,
do e de phantasia.
de cambraia borda-
Chapeo rico de palba, luva de nel-
lica a 29500.
Sedas de quadriuhos furia cOr, gros-
denaples e moriantique.
Cambraia finglndo sed, chitas finas
modernas, lazinba de cor e meias els-
ticas.
1
Ricos sintos, gullinbas e pnaos, es-
partanos, pentes de tartaruga, ieques
superiores saia balio.
bam otado, o tem mullo boas propoc3es para
* ,gu,; 88t! ^"ho VnVrece rtts
rantagens por aer moito parte desea prae e ser
oamacMo de debite 00 rrypotheca, ou outra anal-
I-*: m ,tete^ pratondor, "r ^^'^^^^^^IZ
sanetuano em metal a 280. SM aa .. rn...
I
Fil, cambraia branca, larlatana, fitas I
para.sinto, camisas para senhora e me* i
nios. 1
Roupa feita barata. Z
O Gurgel & Perdigao. m
^ Paletots de casemira pretos. de edr, S
a calca collete, camisas de liaho ingle- 5
P zas e francezas, ditas de algodo : na (o- #
9 ja n. 23 de ra da Cadeia, do-se amos- gft
djfc tras.
Sustenta se a fama antiga
De vender com conseiencia :
Venham ver, e nao se diga
Qu'isto falsa advertencia.
Loja das tres estrellas ra
n f* do 08ll,,|< ammiero 33.'
.nu'TiSf. qU,r mot- c-om mo'dara dourada de
d IMM :on.ce,?0,' Crucificado, Coraco
de lesos S. Joio Bsptista, S.Joaeulm, S. Jos
eom borlas de aeda para restido a lsflao fli*
de reliado escoceza's pin dalo a tet.sSa 1 a
rara pente de tartaruga para ater cabello a ima
Kfs,H!p,Md0808,0'78 e ,. w^
botoes de ridro para caaareque 200 r.. deli-
nha a 320 e de reliado 500 .. diva^ &0
braceo de liaho para eofeite de vmido 80. 200
8 lS 8M> MPatlnno de la para menino I
^^S..-' dl,* fle merio matieades a I9400 e
i*Va^0C,ie MB5" onfeitedee parTcrlin-
5^_ .w e..aPra.t (ritas mais ricas
0 VMZSS^S!^ fort
^.dfOjfm",0a" i"isW" ii roa da, SitSo'ii
. das 10horss^s 4 datero, atratarcom o done
larlatana branca a M o
s peca com 8 raras; na roa do Qcoimado n. 18.
segunda loja rindo do Socarlo, V-W",Q' "
a 240. *0 hq ^ vecoaloas^ erase diraaa4r
1, redomas pcfuinas com
etel 1260. 320 e 400 r., ros-
rfc^iteoB docornalfas^afaaa e-<
ZlllllltoZZJ 1|8Q0 *** ilot U
!?"_ Pf??os, quadros dourados
reliquias recommendareis o christao.
160 a 200 ra, ditas d
tas de seda a manilas _
'..leones Seres com i
o 29, meras para sonheiL____
N. o per, ditas de aeda a de lata
outra comas mais teda barate.
Libras sterlinr.
fmm
wwanmin w luim mm
OUreira FUho, largo o Corpo Santo.
J
o de
NovidadesdopavOa
A loja de Gama Sil va^ na raa da Impera-
triz n. 60, acaba de cbt>
ar um noy e variado
Sortimento de fazendas,
que \endem por presos
que faz admirar, como
sejam:
Um bonito sortimento de cama avisis a iai-
laco de sedas de qoadrinbos, queae veadem sa-
lo dtminnto preco de 240 ra. o corado. ^
Brillantina a ^40 w.
n.n.dl;!SJri,b*Dlin* i0 <"drinbo de cor
para realice* e roapa de menino a 240 rs. o
corado : na raa da Imperatriz n. 60, teja do
pavao.
Organdys a 2,HOr#.
Vende-seca8a de organdya de pidroeeaoito
bonitos a 280 rs. o corado: as raa da Iacaotattiz
n. 60, loja do Pari. r
Cbitas a 240 rs.
Vendem-se chitas franceza muito mudiaaa
fazenda que sempre ae renden por una pataca'
e est se acabando a doze rintens : na roa da'
Imperatriz n. 60, loja do parlo.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurgirio miudtnho proprio para rej-
udos e capas para enhora e para roupa Mano-
nios, pelo diminuto preco de 409 ra. o arada -
na roa da Imperatrii n. 60, loja do pari.
Las a 400 rs
Vendem-se Uaziahas entestadas para vestaos
fazenda de muito bom goato, pal diaieate pre-
go de cruzado o corado : na raa da Imperatriz
n. 60, loja do pari.
Com barras e babados.
Vende-se finissiaoe cortes de eambraias para
vestidos, com barras e de bebidos pala baratteai-
mo preco de 29500. 3f e SfOO: a!ara. a Im-
peratriz n. 60, loja do paria.
Cassas a 100 rs.
Vendem-ae csssas com lpicos grandes a 290
rs. o corado : na roa dalmpentriz o. 60 laja ate
pari. "*~
Cassa* de cores a 240 rs,
Vende-se cusa de coros razenda aalto besi-
to a 240 rs. o corado : na loj da raa te Impe-
ratriz n. 60, loja do parlo. ^^
Sedas a eovado.
. ar!^.e,s!s?.rdoo ojos:
cor de cana tJOO o covado, seda brames te-
rnda para resttea de noira 2f*40 2MS9 a
orao .. SU**' l'V<,a **". cbacaaloto
prete 2S000 o covado : ni rae di lmpantris
n. 60, loja do pari. !
Enfeites a 2f.
Vendem-sc enfeites de moito boas aseso asta
senhora. a 2|000: as raa da lat|teratrlsVo)9
toja do parlo. *
Enfeites a 640 rs.
Vendem-se enfeites do troco proprios para as-
nina, e tambem pera enhora a 640 n. u m
Imperatriz n. 60, loja do perlo, M ""
Chapeos para senhora.
Veadem-e^c..pec para macara. mmU sasj.
to bem eafaltadoa oa m mdroaa^-
'iodo, pelo baratiaeimo preco te isa i. rmT*
Imperatriz a. 60, loj. da plraaV ^
Keilude a 2,1400.
Vendem-se reUudos preto, ir ote caf.
^". do.acaro, procjrieasora asusoate
seoborae roupa para mate* a4 san ras
preco de 29400o corado, ende fazenda Wm-
l7-?e M&' 5*: '"* T '-P*
De toda estas fazendas ae daa aaaactra 9ai-
ziada tsar pcohor, atea asas tea anitss ss-
rsa* fizendi que ae tornara esfaSssite s as
aaooooir. tedie raadaad aaait
emoutrctesalaaarrt* na raa da
o. 60,laiidi
locado a mi te
ai&Svi.
_ PAVO oistaa a
do nolto ama las om q t oPaVAO,
mm^


/
DHUo^mimm wmAir4iWai 6*m**wx> mimi.
Arma^o
rua da Imp
Soperiores tiras "**
bordadas.
Vende-ge urna negra de idade de 35 annos.
que serve pata o servieoda saaa,a Jwa quitaa-
deira ; na loja da livros o pe do arco de Santo
Antonio.
Papel paquete branco
azuL
Vende-se en paeote de meia reama a 2# cada,
pacota : na ra do Queimado, loja d'aguia bran-
ca o. 16, assinacomo caixinhas com papel de c-
rese 1 cade u*#.
m rico carao.
Vende-se um rico e elegante carro mui bella-
mente preparado : no escriptorio de Manoel Ig-
nado de OltvMra r Fttbe, afgo do Corpo Santo.
Vendem-se amaa felaes de amareUo para
construir butacas ou oulra qualqoe obra : a
tratar na ra do Raogel n. 10.
^^^^^^l^s^BaTs esapsaB' ^^^^ ^*BBe'WSJBsnsjj^pBjB;sfjsBn^sx
melnor calcado ia-1
glez para homtns, que tem viodo a es-
I ite mercado, vaade-ss aa loja amarella da
i ra do Queimaeo d. 44 da A. atoara Ro- -
Um, peto commsds prsco do 12 o par.
dedtaereotsa feitios.
da I
tegeine
Chales de merino a
i bordados de seda em 2 ponas de U|4:
amarella da ra do Queimado n 31.
Ricos tapetes
inteiri$os de lindos desenhos para forrar
quartos grandes a salas pequeas a 15 :
na loja amarella da ra daQueimado nu- i
aero Si.
Vendem-se por prego commodo malaa para
viagem : no armazem de Jos Antonio Horeira
Dias'fc C, ra da Cruz n. 26.
Vende-se gai americano de primeira qua-
lidade^em latas de 15 garrafas, na raxo de 15j,
assim .como latas pequeas de 5 garrafas ; no
caes do Ramos o|. 18 e 36, e na ra do Trapiche
numero 8.
Vende-se. uma escrava da najo, de meia
idada, a quel sabe cozinhar, epgommar, e lava
muito bem, por piejo commodo : na ra do Quei-
mado u. 34, loja.
Chumbo
Vende-se chumbo de muflido, a dinheiro a
21a quintal, e arroba a 5*500: no escriptorio
de Antonio Ceaario Horeira Das, no Forte do
Mallos, rus da Hoeda n. 27.
Venda de loja.
Vende-se a muito acreditada loja de miadezas
sita na ra da Imperatrii n. 82, sendo esta em
ama das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por Tender-se com o
sortimento, de forma que o doto comprador nada
precisar comprar ; vende-seaprazo, conforme
se convencin*, s a tratar na mesma ra n. 46.
loja. *
Feijo de corda.
No araiazea.de Tenso Irmaos, ra do Amorim
numero do.
Jfeja da boa f na ra do
OoMmado n. 23 se *#ttfrm bonito eortl-
de aoperloraa tiras mmenla bordadaa
vendam palo barato preco de SjOOO 4|000
1 ris a peca, advertiodo-ae que ha mais
de cada padrSo, quem mais depresaa
r servido sari, na rua do Queimado
na loja da Boa-F.
Taixas.
Reduccao ein precos para
acabar.
Y0dem-ea no armaiem de Braga, Sen & C,
na rua da Mossto, tatasa de ferro ando, da uai
acraditade abricanU Baeria Halo, allOrs. per
Jaba.
Fabrica k Mein
Crystalisaco e refinado
de assucar.
36, jm das Gnes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
to na roa de Apolle a. 6, e praea
da BaarVisUi n. 26.
Esta imprtanle estabelKimeoto cootiaa a
fornecer aoa seas innmeras fregueses 4o alvo e
puro asaucar crystalisado. ten p e em pes, l.
e 2.a qualidades. pelo preco de 160 e 200 xi. a
libra, e do refinado a 100, 120 a 140 a libra, sen-
do que em groaao o comprador ser um descont
favoravel. as aeaaoa depsitos tambem se
vende mel de auucar a 600 rs. oanada, a car-
To animal osa p a preco commodo.
AS ISIDAMEAS
luvas de Jouvin
cbegaram no vapor francez para a ioja d'agdia
branca, rua do Queimado n. 16.
jFLady
Macdonald.
. A loja de mu*more
vende para liquidado, por melado de
su valor, ricos bournus de veludo de
0 corea, gostoLady Macdonald.
Novo destino do
torrador!!!!
23Largo do Tergo%3.
Vende-se manteigainglesa especialmente esco-
llada a 800 e 900 rs francesa a 640 e a 600 rs.,
assim como se torram outros muitos gneros, co-
mo seja, caf, arroz, azeite doce, velas de esper-
macete e carnauba, etc., ele, e se acaso alguem
duvidar veoha ver : a dinheiro vista.
Bonitas caixinhas
com visporas para entreteni-
meoto.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca bo-
nitas caiiinhas de madeira invernissdas com vis-
poras, lando 36 cartas, e as pedras numeradas pqr
ambos os lados, o melnor que possivel em tal
genere, e custa cada urna caixinha 39, e outras
cobertss de marroqum, e a chioeza, e ontras qua-
lidades a 2f, 1|500 e 1 ; o tempo 6 proprio. e
por isso dirijam-se com dinheiro rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, que serao bem
servidos.
Gelo:
Vende-se na rua de Apollo n. 31 de-
fronte do theatro a 4J a arroba, meia
arroba 20500 e 160 rs. a libra.
Por atacado ou a retalho
VF- Buarte AUneixia, socio^ue foido armaiem progress, faz setente aos seus fre-
gueses que tendo separado a sociedade que tinta com seu mano, acta-se de novo estable-
cido com dous^ceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Suza, o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razao ue Duarte Souza, e osegundo
na de Duarte Almeida blico, nao s na liwpeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
proco, pois que para isso resolveram os propietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
ao publico urna rantagem de meos 10 por canto do preco que possam comprar em outra qualquer wrte, por isso deseiando os proprietarios acredi-
urem seus estabelecimeo tos tem deliberado garanrem toda a qualquer qualidada da generas vendidas em seus armazens, e assim T poderi ver o
pubimo que poda mandar mas encommsndas, masmo por pessoas poueo prsticas, em qualquer um deslesaslabeleciraeDtos, que serao to bem lervi-
*01** 8*!,e8Mi PJolmente, naeeTtetadeBunea acharam oconirario de noeeos annuneios, e assim (andados as vantagens que ofierecemos
pedimos a lodosos senhores da praja, senhores de engenho elavradores que mandem ao menos suas encommandas a' primeira ver, afim de exneri-
meniar, certos de continusrem, poisqaa para issa na ponparo os proprietarios forcas para bem sarvirem aquellas pessoas que frequentarem dossos
TJaWaide nassos lraoscra,rem08alKlMnM*,l5wxle *0MOS P*^8 porone ver o publico que vendemos baralissimo, attendeodo as boas
Manteiga ingleza espemimanio escollhida a 800 rs. a libra a em poreao a 760, raeammeDda-se aos apreciadores destete genero que
mandem ao menos experimentar, sartas da nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito. 4
ChAh CeZ& DMlhor do maretdo 64 M ,fc ^" ** 00 rs. a libra
l na nyS80B e pretO 0 melbar do mercado de 1700 a 2*880 e em porcio teri aba timen to, e afianSa-ce a boa qualidade.
KreSUntO m bre inojez bamburguaz a 900 rs. a libra e em poreao a 800 ra.
Presuntos portuguezes tiodos d0 Porlo de MM p,rlieular, 560 rg> por librjl e intero t 460 rg
MarmeUda dos melhores Altores de Lisboa premiada as exposices universaes de Londres e Paris a 1800 a lata.
Caixas com estrelinha pevide e rodinha 7ooo. c.ix. e soo N.. libr. e .m poreio ter ,b.im.ne.
Latas de ameixas francazas com cineo libras a 43W00 e 13000 a libra.
Passas em eaixinbasdaoito libras, as melhores do mercado a 21000 e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 7*000.
Espermacete superior 720 r. .m ix. 7*0 .. nbr..
Conservas francezas inglezas e portuguezas eoo e soo o frco.
ErVlfUaS portuguesas efrancezas a 800 re. e frasco afianca-se serem as mais bem preparadas que tem indo ao mercado.
Tr?:u?m b0laxiIllla de SOda de diversas qualidades, muionevaa 19450. a grandes de 4 a 8 libras de 2500 a 4500.
De vir ver e examinar.
X? Ioja das tres estrellas:
rua Larga do Rosario
n. 33.
O melnor gosto.
QP Chapeos depalba muito fina enfeita-
f ioru^a'U^ 'Jt 3C5b'&Jl [ S deixar de comprar
H 50$. enfeites de retroz e onTftmllaa & OUem nO SC (1er AO l.ral
a fazendas do malbor gosto possivel a por 2
' baralissimos pregos: na rua do Queima- V
qP mado loja de 4 portas de Ferro & Mala. B
Urna bar caca.
Vende-se nma barcada do porte de 35 eaixas,
eocalbada no estaleiro do meetre earpinloiro Ja-
cinlho Eiesbao. ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aonde poda ser vista e examinada pelos pre-
teudentes ; vende-se a praza au a dinheiro ; a
tratar com Manoel Atves Guerrt, na rna do Tra-
piche n. 14.
Rna do Queimado n. (9,
Santos Coelho vendem
o seguinte:
9cas de cambraia branca annilada,
i forro, pelo barato prego de 2$.
grandes,
O rival sem segundo, na
rua do Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
vo, est vendendo tudo
bom e baratissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por pre ram, a saber ;
Caivete para aparar panna a
Ditos com 2 folhaa muito finos a
Fraacoa de mac*? parala muito fino a
Dita ee alee muito ano a
Tranca de lia com 10 varas, bonitas co-
rea a
Franjas de la com 10 varas, bonitas co-
reo a
Sapa tos de tranca de algodo a
Ditos de dita de lia a
Caixas com iseaa para charutos a
Cartas da alneles sortidos francezes a
Canas de ditas ditos a 80 rs. e
Bacavaa para limpar denles muito finas
200 rs. e
Duzia de facas e garios, cabo preto a
Masaos com graaapas mnile boas a
Cartees com clcheles a
Ditoa coaa ditoa de superior qoalidade a
Uedaes de ac para aenhera a
Sbonetes muito graadea a
A pilos de chumbo para enanca a
Bule jo pava menino a 40 rs. e
Eofiadores para veatidoa, muito jrran-
deaasWrs.e
Sapatinhos de lia para meninos a
Ainf'J4*f Bn" riedade de miudesas qaa sa-
na enfadonho menciona-las, poiss vista qae
se pode apreciar as qualidades e os presos.
Souhall llellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o aeu erescido deposito de rslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, s pessoas que quizercm
possuir um bom relogio de ooro ou prata do ce-
lebre fabricante Kornby, a aproveilar-ae da op-
portunldade sem perda de lempo, para vir com-
pra"i08por. c,om,noo Piejo no seu escriptorio
rna do Trapiche d. 28.
80
320
200
100
200
800
11000
lf200
40
100
200
400
3*500
49
100
100
80
400
Escravos fgidos.
Vinho
11360
StrrSiTa"'"? do"'/8 P0"0' PWl0 ^ genuino* neettr' CarcvllM H** secca, Faitoria e Camones a 1200 a
Vilho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rj. a garrafa ede 3*800 a 4>800 a caada.
Latas COm fmetas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a lfOOO a lata.
TaI? *1V Cai*aS de 4 8 VlhtM a "*' 1** oda desojar e tem vindo ao mercado de 4 a 6f a caixa o 1280 a libra.
LOrintas em frascos de 1 1|2 a 2 libras de 1*600 a 23200.
Caf A n* aV e*pesda a outras muius qualidades o njais bem arran jado que tem vindo ao nosso mercado de 19400 a lf 600
P* *f aelhor qWih* 24 *Iib" e 280 o ''">.
Vina enuoa com 2 libras, proprias para minos, por serem muito bem enfeiladas e desuperior qualidade a 3 cada um.
Com h branC "h""qMten8tU nmnni* 40 "' ***rnUe2,56*c*Md''
Vinhn R e^6rVft M mais novos 1u ba no mercado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eeva doce.
inno ordeaux de boa qualidade a 800 e 1 a garrafa e de 8500 a 10000 a duzia,
Uassa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vtnda a pr imeira vea a nosso mercado, de 1 a 1480.
rigOS nOVOS em caUinhas de A, 6, e 8 libras proprios para mimos, por serem muito bem enfeitados de 1&500
Lervejas das melhores marcas 6O0 a garrafa e 5000 a duzia da branca.
Vinagre puro de lisboa 24 t g,rrar e mw t eanta4f
Doce da goiaba da casca m caiAau a 19 temporeao a 000 ra;
A/Cite dOCe purificado SOO ia.a garraf.Vo0Ot>a u ob la grrafa8.
UUemaO Se Oerao'iranainol^^S^au a melhor qualidade que temos no mercado a 1000 a garrafa a 10*00* m di.
^^^^tS^Ja6mmm'0 500r8' 6 emPor5S8e'bli^.o,afiancr.re'. boa qu^idade.
^enenra de Hollanda a eoo .. fiasco. 09500 fr.squ.r. com 12 frascos.
raiHOS llXadOS paM dente, a 200 e 160 rs. o maca com 10 macinhos, e flor a 280 rs.
uO gaz a 39000 a greza e 280 a duzia da caixas.
a 49 e a 400 rs. a libra.
. propria
para forro, pelo barato preco-de 2$.
Lencoes de bramante de liobo
39800.
Colchas de fusto de lindos lavrores a 6#.
Coberlaa de chita a cbioexa a lg800.
Leaces de panno de bobo a 19900.
Chales de merino lisos, pretos a rosas.
Ricos corles de aeda pelo barato prsgo de 401.
Ditoa com algum molo a 25.
Toa I has de fuato a 500 rs. cada ama.
Cortes de chita francesa com 11 novados a
2$50Q.
Barato assim ad-
mira.
Uai finos e bonitos lenca* de cambraia de linba
abarloa e bordados para maos e cabecas de ae-
uhoras a 2g cada um ; qaem os mandar ver nao
perde o tempo porque fio baratseimos vista da
bondade, e assim os comprar na loja d'aguia
branca, rna do Queimado n. 16.
Preciosos
extractos para lencos.
Aloja d'aguia brinca aesba de despachar de
sua propria encommeoda, fiaos e preciosos ex-
tractos de novos e escolbidos, cheiros como bem
sejam, imperatriz, D. Jaouaria, D. Francisca, ma-
rechal Broqaet Real, dito favori, dito dos Alpes,
dito de Trianoa, etc., etc., nao esquecendo porm
o estimavel extracto de sndalo. J se sabe, os
freguezes que munidos de dinheiro dirigirem-se
rna do Queimado, loja d'aguia branca n. 16,
acharo barateza, agrado e sincerldade.
^P Em casa de Kalkmann Irmaos
Q &C, na rua da Cruz n. 10, exis-
^ te coqstaatemente una completo
9JP aortimeoto de
8 Vinho Borde^ux de tod as
qualidades.
am Dito Xerez em barra.
JjJKto Madeira em barrite caixas,
fj| Dito Moscatel em caixas.
0 IKto cbamrlanhe em glp.
^ Cogriac em barril.
Cerveja branca.
s
Espelhos de columna de diversos tamanhos i
1S800, 2SO0O. 2S800, 000 e 5JO0O cada um, al-
;uns com defeito a muito menos, csixas de bn-
alo finas para rap a lJjOOO, ditas de tartaruga
grandes a 8SC00, malas eovernisadas a com ta-
chadura ara viegem a 11600, reoginhos ficticios
com-oorrente para meninos a 160, peales de mar-
llm para limpar a cabeca a 400 e 500 rs., the-
souras grandes para cabello a 600 800 e 19006,
ditas para costura a 120 160, 320 e 500 rs., tin-
teiros de metal e madeira para viagem a 240 e
920, caixas de tintas para dssenho a 320, 40 e
500, medidas com numerario para alfaiale a 160,
2U0, botes de metal para calca a 480 a groza, 50
rs. a duzis, ditos de osso, de maesa e de louca
para paletota a 40 80 e 100 rs. a duzia, ditos de
duraqne pretos a 200, ditos de setlm e sarja para
casaca a 1800 e 29000 a groza, brincos e rozetas
douradas a 80,100 e 160 rs. ditas pretas a 160 e
200 rs. o par, pbospboros de pi e de cera a 20
o 40, ditos caixa grande a 120,160 e 200 rs., csr-
teiras de marroqnim a 320, 400 e 800 rs., ditas
grandes com divisos para leltras a 59 e 58500,
liohas do gaz a 700, a 800 e 900 a caixa, a 20 rs.
o novello, fundas para quebrados a 500 e 800,
ditas finas a 2J>000 e 2500. Em porces ludo se
vende mais barato.
Aspas largas
para saias balo.
? loja d'agaia branca acaba da recebar um bel-
lo sortimento de mui bem tecidas aspas para ba-
lo. e aa est vendando baratamente a 160,180
e 200 rs. a vara ; quem precisar dirigir-se com
dinheiro dita loja d'aguia branca, rua do Quei-
mado a. 16, que ser bem servido.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem coabecido a acreditada deposito da na
da Cadeia o Becife n. 12, ha para vender a ver-
dadeua polaaaa da Russia, nova a 4* superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedia ; lado por precos mala barato* do qae em
OBtraqaalqaerparte.
AfiKBCta,
IWIA6 LOW-MOOR
Rea daSeizalla !Uva a.tt.
te estabelecimento contins a havarum
ompleto sai timante dsmoenda ;asaaiasmoen-
das para-engeabe,aehnas de vapor a taixas
te farro batido coado.de todos oitamanhos
para dito,
a libra.
St^lfa! maS 8UP"0r ** U>m08 td B meread0P<*. hMPhol e franeez de 1 a 1200
Amendo'Zh0rMe?aSn0m "-"- mOO.ancorat. do Porto, e a 2*>00 as da Lisboa,
Ainenaoas chegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em poreio ter a batimento.
AlpiSta o mais lirapo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e 5*000 por arroba.
Aiem dos gneros snnunctsdos encontrar o publico nm completo sortimento de tudo tendente a molhados.
Bicos de seda.
Bicos; rendas e labyrin-
thosdasllhas.
A loja d'asuia branca acba-se recentimente
provida de um bello sortimento de finos, alvos e
bouitos bicos de seda, e das difieren tes larguras
djl dedo at mais de 112 palmos, eos baratos
prejos por que se estao vendendo animaos ao
comprador: assim come os fortes e muito agra-
vis bicos, rendae e labyriothoa daa libas, igual-
mente baratos como cooheoer o comprador,que
munido de dinheiro, dirigir-se a rua do Queima-
do, loja d'aguia branca n. 16.
A 25000 o corte
de calcas de meia caaemira escoras de urna s
cOr: na rna do Queimado n. 12, na loja da
Boa-fe.
Figas de coral
A loja d'aguia branca recebeu nma pequea
qointidade de bonitas e bem acabadas figas de
coral, proprias para enfeites de enancas, de re-
logios, e mesrao para as voltss de coral, a ss est
vendendo a 1$500 cada uma ; quem se demnrar
nao as acbari mais em dila loja d'aguia branca,
na rua do Queimado nnmero 16, nica parte aue
aa tem. n
{
J;Agua deSeltz.
SAzette doce muito fino em caixas.*
Alvaiade em barra.
m Ceradmha em garrames. S
adm-dm.daV_ amo^ai .maum>m.~mk'*mX
e
e outras qualidades.
A. loja d'agaia branca taba 4e detpaeber nm
nava eeelae eorUseatee olee* banba p*ik>ce-4
me otttaaa awvertores 'fneUdades, inclaMve a
estimada a prosurada baaM em eopeegrandes,
cok xeotiente qaalMade j kem cehecida,
aaim orno vatdaeeira transparente ; enea
vuser se Mr de bom avaadar ou ir i roa do
Qoeimado loja d'aguia brawa .16, quesera
bem servido ; advevtindo, porem. qae os frasees
Ttoiedoa mueadoa oom o totalo de dita loja.
mu*
sortimento de enfeites de llo-
res para casamentos
e bailes.
Aloja d'aguia branca acaba de despachar nm
lindo sortimento de enfeites que de sua propria
encommenda mandou vir para casamentos e bai-
les, e sem medo de errar, pode-se dizer que sao
oa mais parfeitos e delicados que at agora tem
viodo, eessa verdade ser cocheeida por aquellas
pessoas que sabem apreciar o bom : apesar de
todo vendem-se baratos em proporco a perfeico
delles, sendo a dinheiro vista 129, 14} e I69,
isso na ruado Queimado, loja d'aguia branca a-
mero 16.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para gravstss,
tanto pretas como de corea a 500 rs.: na rna do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
A loja d'aguia branca
receben tambem novas luvas de fina psllica, en-
fetadas, para casamentos, assim como lindas ca-
pellas. A commodidade dos pregoa j bem co-
nhecida por seus bons freguezes, osera mais por
aquellas pessoas qae de novo o qaizerem ser da
dita Iota fgala branca, na rua do Queimado nu-
mero 16.
Atten^o.
icotuVIYe^^^^^ Na botica de Borges & Soares,
ilotamanlA-------* ________^_t__B_- Vt r, t\i\ r* J T ~%T* -A__ __
pletamenie arreado, e nm cabriolet bem prepa-
rado, mas sem arreios: quem pretender poder
ver examinar na.cocheira o. 26. no largo do
Paraizo, e tratar na rua Nova n. 25, primeiro
andar.
Z Esperan^. 2
Receben de sus encommenda polcei- 9
V ras de cabello qua vende por 10 o par, A
sflk brace le tea de mosaicos a 6$ cada na 2
agulhas victoria a 120 rs. o papel, pen- *
tea de tartaruga a 8, 10 e 12J. precos 9
porque ninguem pode vender (boa la- dft
zenda) astea artigos nao se encontra em X
loja nenhuma por isso vio s rua do Quei- w
n. 33 A, toja da Esperanza. 0
ran|a redue a expres-sj|
sao mais simples. 9
(A* DtrtHSIRO.l
lodo a liga que esto na loia
aornta bMatae^aasajateer vi comprar e
var:r rus do Qeataaada a. A, Guiraa-
weaii tocha, '
l
icha. ^
Neste estabelecimento vndese: ta-
chas de fecro eoado libra UO.n. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
na praca da Boa-Vista n.
24, esquina da ruado Tam-
bi, vende-se o seguinte:
Agua ingleza de Lisboa.
Xarope de Lamooronx.
Conreitoa de lactato de ferro.
Phospbato De ferro solnvel de Leras.
Pilulas de Blancard.
has de Wallet.
Pos para matar formigaa.
Serioga de gomma percha para clyater.
Hamadelras de vidros psra criancas.
Xarope de curato de ferro deChable.
Selenita para Ungir cabellos.
2pe da Pbellandrium aquatico.
EhxrrdeGuilier.
Pillas para sesoes.
Xarope depurativo do sangue.
Sparadarpo inglez.
Raube de Lafficteur.
Colla de superior qualidade.
?eooe-sa na rna da Cadeia de Becife n. 44, le-
ja de ferrsgens de Thomaz Pemaodes da Cunha,
pep*eoo conrmode. em saceos e a retalhe.
Tende-se ama ignfa e juntamente una pre-
paro* pars a mesase: na rua do Getovtllo n. 45.
Salda A&s,
Vaoda-H sai do Ass, a bordo de brlgue bra^
sileiro tAdalaide, receatamente chegado: a tra-
'Sdnf eKIJyod* -*" OUreira, rpA da
Retroz em cairelis
para coser-se as machinas.
Vendem-se carreteis com retroz de cores, pro-
prios para as machinas a 320 cada nm ; ns ras
do Queimado, loja d'agoia branca o. 16.
N. O. Biebar & C, soccessores, rna da Craz
n. 4, tem para vender reloglos para algibeira de
ouro e prata.
Nova exposico.
Rua Nova n. 20.
Riquissimo sortimento de culilerias em todo
o genero, assim como um riquissimo sortimento
de louca de porcelana para cozioha, riquissimo
lortimenlo de metaes, riquissimo sortimento de
miedosas, e outros muitos artigos, que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar : na rna
Nova n. 20, loja de Carneiro Viaons.
Bombas de japy.
Rna Nova n. 80, loja de Carneiro Vianna.
Canos de chumbo.
Rua Nova n. 20, loja de Carneiro Vanos.
Renda lisa
de fil.
Veade-se renda lisa de fil propria para cascar-
runas de vestidos de cambraias e outras obrss :
naraa da Queimado, lata d'aguia branca n. 16.
os proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pechinchs nunca vista.
45Rua Direita45.
Grandes coaros de boi, inteiros, de lustre, de
25 a 38.
J chegaram
asinteressantes estampas, amorte
justo, a morte do peccador.
do
Da foja d'agaia branca avise-se aos senhores
reverendose outrae pessoas qae haviam eaeosa-
mendado esssa tnseresoantas ealampaa, qua ellas
acabaia de ebegsrr. e quum mast aa a/siait pee
seir i dirigir-se lego i dita tata ragala braajea,
roa do Queimado n. 16, pois ajee a smantldade
peqoeoa, a por agora anda se veaderlo a 2000
Plvora.
Vende-se plvora de eeperior qualidade e
chumbo de municSo, por meaos do sraj) em on-
a qualquer parte4 a tratar so aMrMtorto de
nioeio Cesarlo Morelra Das, aa Porta do Mattoi,
rua da Moeda n, 87.
50,000 de gratifi-
caco.
Na coite de SI de ootubro prximo pasudo u-
gio de casa do abaizo aaaignado o seu escravo da
nome Gfndido, cor futa [nao muito), estatura
baixa, seceo do eorpo, representa tarde idade 28
annos, pouco mais ou menos, cabeca grande, a
cabello bem preto e lustroso, poucas carnes na
roato, barba pouca na ponta do queixo, lem as
pernas alguma coosa arqueadas, qusodo snda
pooeo se conhece, ps pequeos, qoando falla
com alguem descansado, foi comprado a 16 de
jolbo do correte anno nesta praca ao Sr. capitse
Bento Antonio de Oliveira da freguezia do Apo-
dy, provincia do Rio Graode do Norte, d'onde o
dito escravo natural, desconfla-se qaa tanha
tomado o caminbo do serlio e qae vi junto com
algum comboy para o mesmo lugar d'onde veio
para esta praca, julga-se que vai junto com um
mulato escravo qae fugio oa mesma occasido, a
sao da mesma trra: portaoto roga-se as autori-
dades policiaes, capilaes de esmpo, a maia pes-
soas em geral. a captara do dito escravo, e en-
tregado na roa larga do Rosario, fabrica de ci-
garros n. 21, qne pagando-se todas aa despezaa
feitas com o mesmo escravo, se recompensar
com a gratificicao cima.
Antonio Maia de Brito.
Attenco
0
Fugio no dia 29 de ootubro prximo pu4o,
entre as 7 e 8 horas da manbia, da Soledade a
preta Flaviana, de idade de 18 a 19 annos. esta-
tura regalar, secca doejarpo, a com des signaee
no rosto, fot vestida de camisa de algodao e saia
de chita vetha : qaem a prender qoeira leva-la
na Soledade, becco do Padre Ingles, sitio n. 6, oa
no escriptorio do largo do Corpo Santo n. 13, pri-
meiro andar, aonde ser generosamente rati-
ficado. "^
Fugio do engenho' Findobal, no dia 23 da
Diez prximo paasado o escravo Manoel Baca, do
25 annos de idade, bem feito de pea e mios, bar-
ba cerrada, de estatura e corpo regalares, a tem
nm dente quebrado na frente ; levon vestido cal-
ca e paletot de riscadinbo azul e chapeo de fel-
Tro : quem o apprehecder e levar ao dito enge-
nho, ou a Joaquim Cavalcsnti de Albuqueraue
Mello Filho, na rua larga do Rosario n. 28, ser
recompensado desea Imbslho.
Escraro
fgido.
No dia 21 do correte fugio o mulato estrave
de nome Luis, coohecido por Lata Monteire, da
idade 22 annos, ponco mais oa mease, bastante
alto, secco, bem parecido, pernaa coaspridas. tes-
clara, cabellos cacheados e canboto, eaacial
de pedreiro, pintor e caiador, e escravo de saa-
1'or Antonio da Silva Gusmao, morador na rea
mperial : portanto rogs-se aa autoridades poli-
ciaes, assim como sos lenboree de eogenhos -
proprietarios sonde elle for trabalhar, imiuiaa-
do-se forro, tanto nests provincia cerno lora dla
la, que o faga prender e remetter ao sebredite
senhor, que pagar todas as despesas, aseiaa ce-
rno a qaem o conduzir.
Attenco
Na noile do dia SI do correnta iagie da pedes
do abaixo assignado o seo escravo metate de ne-
me Jesu, eslalurs alta, coi clara, da idade 2
annos, representa ter mais idade, oaos graadea
e vivos, cabellos ereapea a bem aparadas, ceaa
principio de barba no queixo, pea graadea. dedea
dos ditos abortos, anda nm pouco corcovado, a
de bracos abortos, naUsral do sertao de Aseda da
provincia do Rio Graede do Norte; foi masasae
nesta praca ao Sr. Joio Chrisostomo Beserra Ca-
valcsnti de Albuqoerqme, morador aa provincia
cima declarada ; o dita mtalo levan em aerrie
de couro de carnate, ama rede e diversas pecan
de renpa de sen naa : rega-ae a tedas as salaci-
dades policiaes e mata pessoas que 0 encstreos,
de appresende-lo e lea-lo rna da Metis de
Boa-Vista, sobrado n. 38, qae sacie bem recom-
pensados. Jeaquim Francisco Franco.
Fugio do angeaho do abaizo aaaignado, aa
dia 13 de dezeaabro de 1859, nm atotaqse eviena
por nome Jlo Gregorio, idade de 20 a 14 sansa,
bem preto, altara regolar, alegra e agiese, sa-
cio de carreiro, o qual foi preso aa Babia asa Fe-
vereiro de 1860, e remellido para Ferasa ~
em a vapor, d'onde tomn a fogir, a sw
as estar na Bahia ; rega-ae aa astlorMaess 1
caaes e ca pitaes da campo qae a apprebeaeTam a
o remettam para Pemambuco a entregar aa 8c.
Joio Pinte de Lasaos Jnior, s qne negara %na\-
qaer daapasa -ajos se fizar.
Uasbelue de Paula Sonta Leba.
No dia 8 do correnta desapparsces
latade nome Manoel, de idade Base*
co mais ou manos, da cor plida, alta,
oom uma cicatrta esa urna aerea pcovseteels de
uma gomma qaa leva na memas; anta martesa
veie de Mamaagpupa, provincia da Farabiba de
Norte, pscaasr vendido : quem delta soober ea
ti 1 ei BXitKilsi'siude dlilgii ee a w de Crseae au
7, Iota de fazendas da Geimetiee & T
aari geniosamente reneaifsamado,


.'.:_-_;
.--*-?. *"..."
.. :V> :'. -..._
(8)
DIARIO 0f rlIRAlIBCO; *- qaRTA MURA 6 01 NOVEMBRO i 1811.

Litteratura.
Da fotaro religioso eos sociedades
modernas.
i
(Continago.)
Sera deixar de admirar lauto quanto Mr- Salva-
dor o pepel Jo povojudfU no pesiado, nao posso
pirtilhir suas vistas sobre o papel que be aliri-
bue no futuro. Creio era urna reformado chris-
tianismo ; mas esla reforma nao ha de coosislir
era voltar-ao judaismo.
Em geral, Mr. Salvador nao faz urna idea euf-
ficienie da vigorosa origioalidade do chrislianis-
mo tomado era. seu todo. Persisto era pensar,
apezar de olgumas vias replicas (4), que o chris-
tianisrao nao a cootiauago do judaismo, id
exactamente urna reargo contra c espirito'doro
cable do judaismo operada do 8eio do proprio
judaismo.
Jess ha de flear sendo era religiio o creador do
aeotimento puro ; o termo na monlanha alo ha
de ser excedido. Notemos moamo-que e fac)
aqaii pouca coaaa, a biographia de ioteresae
seccuodario : em aemelbante materia a idea
todo. Apparecesae de debaixo 4a ierra un do-
cumento que mostrease que o apreso pessoal em
que se tem tido Scrates, Aristteles o Descartes
tem. sido exagerado, que elle* nao sao oa autores
dos escritos ou das doctrinas que se Ihes altri-
bue; nao ucarieroosseudo menos aristotlicos ou
cartesianos. O oome proprio s aqui um sig-
nal de origi.ro, cuja exaddio ao sabio impor-
ima descoberta nem systema algum
andar alguma
tiva
couaa em sua sitoagao reepec-
..-
nao de lser que em religiio uao nos liguemos ; ciencias
Em outros termos, qoal o futaro das misses
csiholicas, grego-russae e protestantesT Odia
cooftanle experiencia petmilte que se exprima
obre este poeto coro nanita exactido. Foueas
dedicacoas sao lo dignas de reapeito come a do
misMonario ; poucaa instituiges toara prestado e
poden prestar s acienoiaa histricas e geogrs-
phMjas to relovantee servicos como os esiabele-
cimenlos de propaganda.
Se em. nossos diaa as misses proteslaoles
preenchem quasi sos esto nobre papel, em con-
sequencia da atajjMMJlpdifferenQa para com as
que mu froquenteraet> mostrara os
E" in""'""' lnlell<,tl'1 "">'< ><* > I miMloMdoi cltolid. Dio ,. ,etc u
. preced
A queslao .religiosa do futuro acha-se desta
manaira mui limitada. Nenhuma grande crea-
Quaesquer que lenham sido este respeito as ?ao religiosa completamente original hade as-
vistas do fundador, convm bem reconhecer que i cer em oivilisagio. as tentativas no gene-
a atuiudede S. Paulo, e ruis ainda a directo ro aan-simonismo repousam em um engao;
que prevaleceu as egrejas primitivas, no'd querem applicar o nome de religiio cousaa que
lugar equivoco algum. i nada teem de religiosas, obem-Bstar. a inds-
O judaismo forneceu a levadura que provocou '" 0nde achar em tudo iato a parle da abne-
a fermentago, mas a fermentago fez-se fra B8Co, da dedfcago, o aacrifleto do real ao ideal,
Ue*t qe a propria esencia da religiao? As tectalivas
O elemento hellenico e romano primeiramenle,' e*cola revolucionaria nio sao menos errneas.
depois o elemento germnico e cltico aventaja- l A revolucio um facto nteiramente profano; sua
ram-ae, apossaram-se exclustramente do ebria- Mma expresso o cdigo civil. Se a America
tianismo, e o desenvolvern) em um sentido mui contera aindi assis Ignorancia e energa de oa-
differenle de suas origens primitivas. lureza
Schleiermaches e a escola catholica de Murich, desses
para que possa ahi manifestar-so um
movimentos singulares que nio teem
Mr. Lassaulx, por exeroplo, nao ae afaatam da outro titulo creoca nao ser o torera resistido
verdade quando proclamen) que Scrates e Pa- 80S sarcasmos de duas nu tres gerages, pode-se
1 afflrmar que o racionalismo circuuiviaioho na de
to sao com muito mais rezo nossos aulepassa-
dos, e mais perto de Jess Christo do que os ru-
des Beduinos (rabes do deserto) do tempo de
Josu e de David, ou do que os Judeus da des-
cendencia pharisaica (os verdaderos Judeus) aca-
nhados, odiosos, exclusivos.
Mr. de Bunseo nao se afasia da verdade quan-
do pensa que o aperfeigoameolo successivo do
chrisiiaDisroo, deve consentir em se afastar cada
vez mais do judaismo para fazer predominar o
genio da raga indo-europa.
Seria injusliga esquecer o aervijo de primeira
ordem que o povo judeu e o rabe prestou hu-
manidade, cortandu afoulamente com urna Ihe-
sourada a inextricavel meada das mytholegias
B'ntigaa ; mas isto um servico negativo, que s
leve en completo valor grabas excellencia das
racas europeas.
islamismo, que nao cahiu em urna Ierra tao
boa, foi em summa mais nocivo do que til es-
pecie humana ; suffocou tudo com sua aridez e
triste siraplicidade.
r Ochristiaoismo nao eacapou este perigo se-
nao porque o elemento.semitico sempre lera sido
nelle mullo combalido, e acabou por ser quasi
eliminado.
Em ronsequencia de sues tendencias mais ju-
daicas do que christas, Mr. Salvadorsusienla,
em sua nmneira de julgar as queStes religiosas,
um espirito mui absoluto. E' injusto paia com
o protestantismo, porque nao o v ostentar pre-
teoco ao direilo divino em toda cousa ; nao
comprehende o futuro do christianismo livre do
modo que os povos germnicos o enleoaem ; nao
leva em conta a Inglaterra, os Estados-Unidos ;
nao repara a invasao do] mundo pela raca aoglo-
saxonia.
A .'par icao do espiritual e do temporal, de que
a sociedade judaica o a musulmana pouca idea
tiveram, e que foi i salvacao da Europa christa,
s com reserva Mr. Salvador admillia-a. Quizcra
(coura de que Deus nos livre I) que podessero
temar achar ura dia sua uoidade (5) urna certa
tendencia tbeocralica abre camiuho aqui e
esol N'isto. Mr. Salvador mostra-se anda ura
verdadeiro Smite. As duas grandes formas da
civilisacio semilira teem a parliculari )ade de
cao admiitirem o governo civil no sentido em
que o entendemos. O poder, para o Judeu como
para o rabe, vem sempre de Deus: systema
deploravel, queeotregou os povos musulmanos,
sem urna sombra de garanta nem de modera-
cao, ao despofsmo, e creou esto horroroso esta-
do de sociedade que oferece o mahometismo
seis ou setecentos aonoa I A tbeocracia, attri-
buindo ao poder urna origem espiritual, aprz
aos espiritos elevados ; roas contera um veneno
occilio, que torna a sempre funesta : s pode
produzir poderes absolutos. O priocipio germ-
nico, qufi o poder, em seusdifferentes grus, a
proyriedade de quem o exerce, lo mesquioho
era apparencla, em realidade muito melhor,
por quaoto, nesla maneira de ver, lodo torne-se
direito pessoal: cada um (em aun caria-consti-
tucional, cada um rei em sua fortaleza. Pelo
menos cerlo que s esta nago 6 a que conse-
guio fundar no mundo a liberdade.
E' esla a grande dfTerenra que separa Mr. Sal-
vador de nos outros liberaes. Mr. Salvador quer
unir fundar; cuida em um poder espiritual, qui-
7era um symbolo e ura dogma estabelecido. Nos
outros quizeramos que cada um tivesse seu sym-
bolo ; recelramos muitas vigorosas uoies, por-
que seriara nocivas liberdade. Como todas as
naturezas exaltadas, Mr. Salvador gosta de uni-
dade. Para nos, ao contrario, a oiviso a
condico da liberdade. Dependesse de alguem
fundir em urna s as neQes, as egrejas, as sei-
tas, as escolas, conviria haver isto opposio. O
velho mundo romano pareceu pela unidade, a
salvacao do mundo moderno ha de ser sua di-
versidade. Mr. Salvador convida o aeculo para
que olhe para o oriente e o sul; nos outros Ihe
dizemos : fugi para o oort*e o oeste. O Oriente
era tempo algum prodnzio nada to bom como
nos. O que ha de judeu em nosso christianismo
germnico e cltico, em S. Francisco de Assis,
em Santa Gerlrudes, S. Bernardo, Santa Isabel,
e mais receotemente em Vicente de Paula,
Schleiermacher, Channiog? E' cera estas flo-
res desabrochadas ao spro romntico e agrada-
rel de nossos mares e de nossas montanhas que
haveis de comparar vossos Esthres vossos Mar-
dochos? O que ha de judeu no livro da Imi-
tando, na vida monstica, este elemento to
capital do ebristiaoismo, em nossos santos da
poca merovingiana, nos verdadeiros san-
tos? Permanegamos Germanos e Celias; con-
servemos nosso evangtlho eterno, o christianis-
mo do modo que o fez ooasa verde e fria nature-
za. Tudo o que ha de bom na humanidade uelle
tem se enxerlado, todo prngresso moral tem com
elle se identificado. Urna especie de crueza
natural, e como um peccado origioal, distingue
os paizes e as racas por onde nao tem passado
esta excelleote disciplina.
O christianismo toroou-ae assim quasi synony-
mo de religiao. Tudo n que se fuer (ora deata
grande e boa tndijao christa ha de ser est-
ril. Jess fundou a religiao na humanidade,
como Scrates a philosuphia, como Aristteles a
sciencis. Houve philosuphia antes de Scrates
e sciencia antes de Aristteles. Depois de S-
crates e Arisiteles, a philosopbia e a sciencia
fizeram immeosos progressos; mas tudo foi
construido na base que elles assentaram. Assim;
antes de Jess, o plnaamento religioso atraves-
sta bem revolucoes ; depois de Jess, fez gran-
des conquistas: com tudo anda nao afaa-
ton-se, nao se ha de afaelar-se da noco essen-
ciel que Jess creou. Delerminou para sempre
a idea de religiao pura ; tudo o que foi construi-
do o foi em sua base. A religiao de Jess, oeste
sentido, nao limitado. A egreja tem tido suas
pocas e phaaes; tem-se encerrado em Symbolos
que nao teem tido ou nao ho de torseoo um
tempo : Jess fundou a religiao absoluta, nada
excluiodo, nads determinando ; seus symbolos
nao sao dogmas determinados, mas imageos in-
definidamente eitensrvels. Procurar-se-hia em
vo urna proposico theologica no Evaoge-
ser bastante forte para irapedi-los te dobre'r o
cebo alm do qual a fcega torna-se tradigio : o
ponto de applicaco lhes ha de fallar. O'chris-
tianismo Oca s portaoto do possa de um futu-
ro. Por si s o cheistisnismo um mundo com-
pleto: convm para fazer-se urna idea de sues
futuras resoluges, esludar seu actual estado e a
proporgao doa partidos que se teem formado em
seu seio.
II
Era iodos os terapos o christianismo tem sido
muito dividido. Resultado de trez seculos de es-
forfos absolutamente iodmduaes, achou o prin-
cipio de sua forca oesta mesraa diriso e na ex-
trema actividade que ella produzis. A orgaoisa-
gao primitiva do christianismo foi de algum mo-
do municipal, cada egreja exislindo por si mes-
raa e todas as egrejas communicandb entre si por
epstolas e enviados reconhecidos. As egrejas
nao llzeram, fallar verdade, seno coutinuarem
o vasto systema de synagogas que cobria o impe-
rio na poca de Augusto, e que se cootinuou en-
tre os judeus quasi at os lempos modernos. A
vida intima das communidades judaicas na idade
media, e ainda, em nossos dias, uot paizes onde
o judaismo conservou sua organisago origioal,
o lypo do que se passava nis egrejas do tempo
de S. Paulo, S. Ignacio e S. Irynu: as mesmas
rivalidades, as mesmas intrigas, o mesmo reba-
te sobre as quesles de doutrtna, disciplina eje-
rarchia. As egrejas teem levado vantagem egre-
ja, e mesmo quando esta, tornando-se offlcial,
procura roodelar-se sobre e unidade do imperio,
a diviso se opera por um outro lado. Um par-
tido de opposigao racional abre camioho pelo
enanismo e contrabalsnga durente perto de um
seculo o deslioo da egreja orlhodoxe. Quando
esta typo de christianismo, muito adiaotado para
o tempo, desapperece, salo para reviver mil
anoos depois, urna opposigo muito mais pro-
funda, a que pertence s ragas, comega i abrir
camioho. a egreja se divide segundo a diviso
das duas grandes familias do mundo antigo.
O que nao podra fazer Roma imperial, nao o
poude mais Boma christa. Assim como a lin-
*ua Utioa, no proprio momento em que estendia
suas conquistas al ua Escossia e na Irlanda, pa-
rava em aples, em preseoga da raga grSga do
meto-da da Italia, da roesma maneira a egreii
romana achou-se impotente em presenga da
egreja grega. Phocio s fez servir de instrumento
ama necessidade histrica ; a separago eslava
desde Constantino. Estes dous ramos do
feiti
christianismo coniiuuara sua propaganda durante
toda a edade media: um sssemelha si os povos
germnicos, o outro os povos slavos; por muito
lempo disputam entre si o imperio.
A egreja grega, superior em cultura egreja
alma at o X ou XI seculo (6), muito depressa
lornou-se-lhe inferior como forga moral : o isla-
mismo esroaga-a t, os Slavos, que ella associou
si, despenara tarde ; o Ulioismo, no XVI secu-
lo, toma ums immenta superioridade. Esta su-
perioridade acaba/ como todos os grandes renas-
cimentos, em um schisma.
O grande despertar chrislo, o protestantismo,
se produz na egreja latina.
A forga, a profuodidade, a liberdade do genio
germnico manlfeslam-se. Este genio, que com
repugnancia assujeitara-se ao governo de Roma,
reclama seus direilos e cria para si ura christia-
nismo seu modo, que, depois de muitas apal-
padellas, chega, no fim do XVIII seculo e do
XIX, urna altura religiosa desconhecida at en-
to.
A Allemanha realisa nesla peca a mais bella
religiao que ero pa.rte alguma teuha sido profes-
sada, e que se chama sempre christianismo. As-
sim ao lado daa duas velhas orthodoxias, grega e
latina, que permanecen! encadeiadas era seus
symbolos, se produz urna nova forma de chris-
tianismo, cuja ulttma consequencia, que o
christianismo livre, nao se nota seno em nosso
tempo.
Trez potencias destinadas sempre se comba-
terem sem nunca se amquilarem nem mesmo se
enfraquecerem, com mais poderosa raso sem po-
derem-se reunir, dividem a christandade, e,
preservando-a de toda dominago exclusiva, as-
seguram seo futuro, ouso dizer tambem o futuro
da philosopbia e da liberdade.
Esta trplice diviso da familia christa com
effeito nao como o ari.anismo, o pelagiaoismo,
etc., urna simples diviso de seilas : ella corres-
Paulinos dSaint-Barthlemy, os TiefTenthaW
Todava no ponto de vista das revolucoes religio-
sas o facto das miiies tom sido sempre secunda-
rio na historia da humanidade.
Esta maneira de obrar iaolada e individual, que
a dus grandes apostolados fundadores que se
encontra na origem de todas as religies, tnsuf-
Ocente togo que se acha'extiocto u ptimeiro fogo
da creago.
Em nossos dias S. Paulo nao bavii de se fazer
misetonario. Nio se ha de citar urna cora munida-
de christa importante quo seja a obra das mis-
ses modernas.
As egrejas da Gbina e do Jspo erara construi-
das sera alicorees. Nem o herosmo de Francisco
Xavier, nema habilidade e algumas vezes a am-
plido de espirito dos jesutas (toderas obstar
s.eu desmorooamento.
Os esforgos para atacar as grandes religies da
Asia, o islamismo, o brahinanismo, o buddhismo,
religiio lettrada' da China, teem sido Impoteo-
Nao para o christianismo que a frica pare-
ce se voltar; esla bora, por urna singular coin-
cidencia, ella se converte de urna i outra extre-
midade ao islamismo.
Qusnto s ragas satoagen, estes tristes aobra-
vivenles de um mundo em infancia, quem nao
se pode dosejar seno urna morte suave, quasi
derisorlo applicar-lhes nossas formas dogmti-
cas. Antes de fai-los christaos, seria conte-
niente Taze-los homens, e de duvidar que tal ae
consiga. Acosluma-se o pobre Taitiaso ir
missa ou prdica ; nao se corrige a irremedia-
vel frouxido de seu espirito, so o faz morrer de
tristeza ou enfado.
Oh I deixae estes ltimos fllhos da na tu reza ex-
tinguirem-ae no seio de sua me ; nao ioterrom-
paes, com nossos dogmas austeros, fructo d'uma
reflexo de vinte seculos, seus briocos de ment-^
nos, suas daosas ao luar, sua doce embriaguez de
urna bora I
O grande erro dos jesutas, acreditarem que a
educagao do homem se fez pela apparencia, por
meio de processos srtiQciaes e machinas devotas,
existe na base de todaa as misses. Cria-se Para-
guaya, brincos de crianga, ejulga-se restabelecer
0 Edem I
Deve-se por ventura dizer que toda esperance
do engrandecimento esteja acabada? Nao por
certo.
Se tomarmos o estado geograpbico do christia-
nismo no anno de 1500 e o compararnos com o
que elle actualmente, havemos de ficar admi-
rados de seus vastos augmeotos ; mas estes aug-
raentos nao sao devidos s misses: sao devidos
a propagecao da raga europea, em outros termos
8 conquista e coloniaago. A conquista e a co-
lonsaco encerram lodo o segredo do futuro do
christianismo ; convm ver qual das tres com-
munhes christas pode esperar o'este ponto de
vista as maiores vantegens.
Nao se pode negar que o protestantismo se
aprsenla aqui com urna certa superioridade. As
nagoes colonisadoras sao quasi todas protsten-
les ; o protestantismo, por sua tendencia indivi-
dual, aimplicidade de seus meios, pouca necessi-
dede que tem de communicer com o resto da
christandade, parece por excellencia a religiao do
colono. Com sua Biblia, encontra o Iogez no
meio da Oceania o alimento religioso que o ca-
inolico nao pode recebar sem um completo esta-
belecimento offlcial de bispos e padres.
Sobre dez homens, diz mui bem M. Prevost-
1 aradol, que, com o machado e a espingarda na
mao, internamse em aolidoes por explorar, ahi
estabeleceu sua morada e em pouco urna cdade
fundam urna familia-, e logo um estado, um s
apenes pertence egreja romana, e quasi sempre
quando ellemesmo nao sai* do lugar, nelle nao
deixa ficaraous fllhos. (7) '
Tambem o protestantismo tem melhoradc mais
excedentes conquistas do que o christianismo
1m feito, os fistados-Uoido, Australia, lia In-
dias hollandezes, o cabo da Boa-Esperaoga. Oln-
oostao e a China teem mesmo recocido urna vi-
gorosa sement protestante. Quasi toda a Ocea-
nia parece destinada a lomar-se protestante, e o
que ba de mais grave, que estos ricos depsi-
tos de raga anglo-saxonia langados oa extremida-
de do mundo colooisam e fructifican) por sua vez
com pasmosa fecundidade.
Ha ahi urna occulla conquista cujos resultados
sao incalculaveis. Se eoganar-se-bia qomtudo
se se julgesse que, oesta partilha da trra pela
raga de Japhet, as duas egrejas orthodoxea nao
teem tambem, aps a politice, importantes con-
quistas que realisar.
A Russia com effeiio attrabe egreja grega tri-
bus numerosas no norte e centre d'Aaia: as po-
pulagea buddhicas parecem chamadas uni-
rem-se por esta forma sociedade christa. Es-
tas conquistas realisam-ss sem violencia e com
bastante habilidade.
A China ha de receber provavelmpnte do mes-
mo lado o mais eficaz doto chrislo. EmQm al-
guns pequeos povos christaos schismaticos do
Oriente, os Armenios, por exeroplo, parecem
desuados ligarem-se egreja greccrussa,
apenas sahirem de seu solamente V-se que
enorme superficie parece assim devoluta fami-
lia christa que um momento parecer condem-
nada perecer.
Quanto ao catholicismo, se seu futuro colonial
poode divises oalurses^s que traga_ no mun- | menes brilhante do que o do proleatanlismo.
nao convm parar nosta vista exclusiva. Por cer-
illo. Todas as proflssdes de f sao por conse-
guiote trsiges da idea de Jess, pouco mais ou
menos como a eacolastica da idade media, pro-
clamando Aristteles o mestre nico de urna sci-
encia j perfeia, trahia Aristteles. Aristteles,
se tivesse assistido aos debates da escola, teria
repudiado essa acanhada interpretado; seria
favor da sciencia progressiva contra a rolins,
ter-se-hia pronunciado por seus contradictores
do XVI e do XVII seculo. Assim, se Jess anda
vela sobre os destinos da obra que fundn, 4,
sem contradicho, nao pelos que preteodem eo-
cerra-la toda inteira em algumas pbrases de
catheciamo, mas pelos que trabalham em conti-
nua-Ia. A glorie eterna, em todas as ordeos de
grandezas, de tersssentado a pedra angular do
progresso. Pode ser que os pnyst'co e na meteo-
rologa dos tempos moderno nao se eche urna
palavra dos tratados de Aristteles que tenham
estes ttulos: Aristteles nao flea sendo menos
o fundador da sciencia da oatoma. Quaeaquer
que possam ser as transformages 'Tomo t pag. 90 e seguintes.
5) .Tomo 1, pagto 105.
do civilisado a seperago das ragas latinas, ger-
manices, grego-slrvas. A Inglaterra toda intei-
ra deixar-se-hia seduzir pela critica destituida
de inlelligeneia do doutor Pusoy, que ella nao
hava de se reconciliar com o Papa.
Os thoologos gregos e latinos enteoder-se-biam
sobre filioque, que Roma por isso nao hava de
reinar em Moscou. A inutilidade dos esforgos
que estas troz egrejas teem feilo para se absorve-
rem o'ahi era diaolo demonstrada.
Na edade media, a egreja latina carrega sobre
a egreja grega esobre as pequeas egrejas orien-
taos, que pode-se considerar como anoexas da
egreja grega, com o peso de sua superioridade
militar; depois do XVI seculo, carrega ainda
sobre ellas com o peso de sua diplomacia e de
toda a importancia que entre os Slavos lbe d
posse excluaiva da Polonia. Desprende della ra-
mos inieiros, Armenios unidos, Marooitas, Gre-
gos unidos.
Os Turcos infligem egreja grega urna affronla
era apparencia eterna. Mas eis que ao cabo de
quatrocenlos ou quinhentos annos a egreja grega
resuscila. Urna cooquiata que durante seculos
pareceu- de pouca importancia, a dos Russos,
confere-lhe em um dia um principado egu&l ao
dos Latinos.
A raga imaginativa e resistente dos Slavos se
substitue raga grega enfraquecida, e ao cabo de
dez seculos a obra de Pnolms torna-se achar
como um phenomeno capital da historia do mun-
do.O protestantismo nao se mostrou menos tei-
rooso: Philippe ll, Po V, o duque d'Alba, os
jesutas, Luiz XIV esbarraram-se de encontr
elle; a heresia, que se proclamara exterminada,
leon seohora das partes mais vivas da Europa.
Nada pols ha de provir da Iota reciproca das tres
familias christas : seu equilibrio nao est me-
nos aaaegurado do que o das tres grandes ragas
s quaes o mundo perleoce ; sua diviso ha de
preservar o futuro contra os excessos do um po-
der religioso demasiadamente forie, como a divi-
so da Europa deve impedir para sempre a volta
deste orit romaniu, deste circulo fechado, on-
de nenhum recorso era possivel contra a terrivel
lyreonie que sempre gera a unidade.
A propaganda destas tres grandes egrejas so-
bre as porces nao ainda christas do mundo
(0) A primeira metade da edade media latina
nao tom um homem de urna leitura to vasta
nem de urna to bella iostrucclo como Phocio.
No XII, e no XIII scalo, o Occidente supe-
rior; nenhum Byzantino guaina Abelard e Ro-
ger Bacoo. ntrela nio no XIV e no XV seclo
sao ainda os Gregos nossos mestres ; elles
em grande parte que se deve o rertascinfento ita-
liano. Plethon e Haooel Palelogo erara em to-
do caso os primeros homens de sea lempo para
I a cultura do espirite.
to a America hespanhota e portugueza, o Cana-
d, as Philippinas, nao valem os Estados-Unidos
e a Australia ; mas em todo o litoral do Mediter-
rneo, Roma pode fazer importantes conquistas.
Urna egreja que a da maioria dos Francezes nao
pode deixar de ser reservada 6 bem fortunas im-
previstas e receber mais de um glorioso reflexo.
As escolas christas e os estabelecimeolos cal-
dosos que o zelo da catholicismo fraocez multi-
plica no Oriente, como para encher a espantosa
lacuna que o islamismo tem no corago, teem
futuro. E' um elemento alias com o qual o ca-
tholicismo realisa mais conquistas da que o pro-
testantismo, e mesmo do que a egreja greco-
russa: quero fallar des pequeas communidades
christas despedazadas ou fluctuaotos que os
desastres da egreja grega a impedirn) de asse-
melhar si, Abyssioios, Coplas, Syrios, Arme-
nios. Boma, por suas appareocias tradicionaea,
tem vantagens junto estas egrejas, e disputa-
las-ha muitas vezes com successo Russia. A
fidelidade que tem sabido inspirar aos Ifvonitas
e os servigos que delles lira sao um facto mui
caracterstico. A maneira abstracta com que o
protestantismo chega i estas populagea, nao
em geral ( convm fazer urna excepgo i bella
misado americana dos ne&lorianos de Ourmie 1 a
que parece mais propria para assegurar junto
chnsteos to abatidos um bem solido successo.
Deixemos estas consideragooa de urna ordem
profana, rollemos conscincia ; perguntemos
cada urna das tres grandes communhoes christas
por que programma pretende corresponder s
exigencias des sociedades modernas, o que com-
promisso pode offerecer entre a tradigo e as no-
vas necessidades do espirito humano.
III
Tomou o christianismo nu sociedades huma-
nas tres posigoes que pouco mais ou menos cor-
responden!, posto que nao de urna maneira rigo-
rosa, s tres familias que as ragas e a historia
teem formado em seo seio. Durante os frsenlos
annos de sua primeira lula, o christianismo nada
pediu naturalmente ao estado fez seus negocios
por si s.
Perseguido pelo estado, triumphou i (orea de
paciencia e obrigou o estado assignar ums paz
que, por ama volta singular, foi muito mais one-
rosa para elle do que para o estado. Parece ser
da netureza do chrulieniamo nao poder ser siro-
plesmente livre e tolerado. Apenas dixa de ser
perseguido, torna ae religiao de atado. A ma-
(7) Avalia-se que se os calfaolicoa que emi-
grara para os Estados-Unidos tivatiem se con-
servado fiis seu culto, formariam ama popu-
lacho de 7,500,000 almas; ora nos Estados-Uni-
dos s ae conta dous mllhaea de catholicos, ane-
xar da Qoexag do Texas da California.
nnS?'" *" i0 PderoMniente organisado
IVhSffVSSfc.0 e,tad0'era to"-
Sjj Wt0-.d* Constantino, m todas as
undo que seguern a aorta do velho
P t agre]a dominada pelo estado, as
fWMopaes soguera aa divisos do imperio;
obispo de Coostaftlinopla, sede to moderna
loroa-ae pepa do Oriente porque 4 o biapo da
cone, pouco mais ou menos como se o bispo de
> ersalh.es tivesse-se tornado primaz das Gallias
A egreja grega, que representa esta velha tradi-
(jSo romaQo-byzantiojv tem della maotido o ia-
detevel vesiigio ; a Russia herdou esta tradicao
o imperador abi chee absoluto da religiao. as
coraraunidadea cbristaa submellides Turqua
por um phsnomeno inverso, mas mu lgico
egreja tornou-ae o estado civil ; o patriarcha
um administrador tanto civil como religioso no-_
meado pelo solto. A religiao toroou-se a na*|
conalidade o, para melhor dizer, a formago
oa nacionalidades, no sentido que ligamos esta
palavra, tornou-se impossivel no Oriente.
iinh.- d9nf.le.ri; Jul seguida a mesma
inna se a anidada do imperio ahi se ti vesse men-
tido. O mundo byzantino, em sua decrepitade,
representa-nos no essencial o que teria sido o
imperio do Occidente sem os Barbaros, um mun-
do despido de liberdade e do sedimento do infi-
nito ; mas os Gormsoos, destruiodo o imperio e
fundando reinos distlnctos, crearem para a egreja
melnores condiges Nao podendo cada qual
destes reinos ter a preteago de representar s
egreja universal, foi-ae levado imaginar a egreja
e o estado como duas cousas distinclas, dependen-
do a egreja de um lodo mais ampio do que 6 es-
tado, a catholicidade, cujo chafe o papa (8). O
genio dos grandes papas italianos do XI, XII e
xtll seculo deu este systema um sello de ma-
revilhoso esplendor; o Occidente deve-lhesua
urevocavel primazie. A distioccao dos dous po-
deres durante toda a edade media a condigo
do progresso, a garanta da ama certa liberdade.
Pera apreciar o valor disso, convm laogar os
onos sobre o islamismo. O islamismo nao co-
ndece a diatincgo dos dous poderes, por causa
do que o mundo musulmano destruiu-se; nao
tove nem Joo Chrysoslomo, nem Gregorio VII,
nem Thomaz Becket. Cite-ae algumas bellas re-
sistencias de imana ; mas nunca deludo isso for-
raou-se um clero iodependente e cioso de seas
previlegios, nunca to pouco ae constituiu, em
opoosigo com a ordem religiosa, um estado ci-
vil bem defioido. Se hoje a Turqua fez vaos
esforgos pera constituir urna sociedade fundada
sobre a egualdade dosdireitos, porque lutacom
um principio secular e fatal*
Successor dos califas, isto vice-prophela, o
sulto nao pode tois presidir um estado mixto,
era que renles e inflis tenham os mesmos di-
reilos, assim como o papa oo poderia, se meta-
de de seas subditos fossem judeus ou protestan-
tes, dar-lhes oro iugarnascoogregagoes romanas
ou no sacro collegio.
A luta do sacerdocio e do imperio foi deste
modo o facto gerador dos tempos modernos. A
theocracia e o despotismo absoluto tornaram-se
impossireis. Se o islamismo tivesse tido esta fe-
cunda diviso, um monstro como o califa Hakera
nao teria podido apparecer. e a sciencia rabe
nao tena sido destruida pelo fanatismo leigo.que
de todos o peior.
Por certo pouco faltou para que o rgimen de
diviso entre os dous poderes que reioou no Oc-
cidente durante toda a edade media ainda fosse
um rgimen de liberdade.
A egreja latina, muito mais iodependente do
que a do Oriente, nao foi maisisenta dO que ella
de um mal funesto, coosequencia da extrema
energia com que o ebristiaoismo afflrmava sua
divina verdade, quero dizee da intolerancia. Des-
trumdo a velba religiao do estado do imperio ro-
mano, o christianismo collocou em seu lugar a
religiao absoluta.
A digoidade de cooscieocia ganhou com isso ;
mas violencias al ento descoohecidas foram a
consequencia deste dogmsltsmo exagerado, e
por um transteroo singular, esta religiao, cuja
victoria fra o triumpho da coosciencia, aentiu-
se ser a religiao que mais sangue tem feito cor-
rer. A razo date simples : o despotismo ro-
mano pouco se importa va com as almas ; sua re-
ligiao era um regulameoto de polica que pouco
tncava na liberdade philosophica. O christianis-
mo quer as almas, nao lhe basla o exterior; s
consciencias que Uva o ferro e o fogo : dabi ata-
ques cuja vivacidade nao coohece limites. O im-
perio romano noperseguiu um s philosopho ;
a edade media christa auffocou a liberdade do
pensamento com atrozes supplcios. Soberanos
2iUfc a*,v-, le.m lid0 Pr roodoloa app.recem aos
aiieldo.b'aloria imparcial como carrascos des-
apied.do. aun tnmarei por exemplo Feliooe II
que foi ao mesmo tempo do i^.J!." .SfoJV
um lyraono poltico, um verdadeiro Domiciano.
Tomarei o homem mais honrado talvez que le-
ona reinado, um verdadeiro libera!, um soberano
que respeitou todos os direilos, e cuja bondede
de corago nao tem sido excedida. & Luiz a em
religiao um terrivel perseguidor. Te convicto
est da verdade de sua crenga que estebelece
como principio que o homem leigo oo deve res-
ponder s objeeges que ouvir fazer contra a f
seno abrindo o ventre de quem aa lizer (9), e
deixa sem o menor escrpulo a horrivel inquisi-
gao dominicana decimar seus subditos pela ira-
maragoj e a fogueira em permanencia.
Isto nao fez Diocleciaoo ; oo se viu no tempo
Je Diocleciaoo um tribunal seguir contra os chris-
taos processo algum to odioso como o que
proscripto no Dirtctorium lnquitorum de Ni-
colu Cymeiic (10). Pro-consul algum romano ea-
creveu um poema como a Novella do-JIeretico, i reM.
do inquisidor Izarn, onde cada argumento termi-
na com esta ameaga : c E ae tu cao o queres
crer, olha pera o fogo acceso onde ardem teas
compaobeiros I > ou eatao : Mas jase sssociam
o fogo e o tormento porque deves psssar (U),
r' neste sentido que pormitlido dizer que a
-'i.. r. i
vameoto perseguidas pelaa egrejas prolestantea
otilases como o tsriam sido pelos atholicos,
mantera e propagara esta idea com ama teoaci-
dade admiravel. Em nossos diss ella ae mani-
toela e tnumpha em lodoa os pontos do rauodo
protestante. Urna raultiio de aociedadea chris-
tas, oo tendo lago algum oem coa urna egreja
central oem com o estado, existem fructinesa
A America apresenta-nos este systema estabele-
cido como le constitucional. Assim o protestan-
tismo, depois de tres scalos de hesileco, chega
a realisar o programma cujo complemento pre-
maturamente annunciare. Voltou com effeito
liberdade dos primeiros seculos, cujo vestigio
ioieiramente desapparecera desde o dia em que
Loaalanliuo comegou a oceupar-se em IheoloRia.
Egreja livre, como nos tres primeiros seeulos,
como em nossos dias o'America; egreja depen-
dente do estado.como na BussiaSuecia ;egreja
aeparada do estado, ceotralisada ero Roma e tra-
tando cora o estado de poteneia i potencia, como
nos paizes catholicos : toes sao pois as tres for-
mas sob asquees o christisnismo poz-se em re-
taeo com as sociedades humanas. Vejamos qual
oestes toes formas parece prealar-se melhor aa
Vi i S ,J Penniaoto moderno para um
ideal de liberdade, de brandara d costumes
d instrucgao e de moralidade.
No ultimo gran convm collocar sem duvida o
systema que faz da egreja urna funeco do estado.
Oseffeilos (Ust systema sao mui diverses con-
torma a propria qualidade dosgovernes s que
a egreja se acha sujeita. Bastante vantejoao nos
pases ondeos goveroos s teem ums acgo mui
limitada, fatal nos paizes despticos. Na Rus-
sia, tem stlrahido as derradeiraa consequencias da
depressao e do servilismo. A egreja russe, hu-
milnada, pobremente recrutada, sem germen ap-
parente de progresso, roja nos baixos do chris-
usnismo e quasi em seu lmite. Nao cita-se ho-
mem distincto que de seu seio tenha saido. Na
Suecia, a egreja d'eatado acabou em urna intole-
rancia repugnante e em urna bem grande medio-
endade. Na Inglaterra, a egreja offlcial, depois
de ter sido odiosamente perseguidora no um do
XVI secuto e uo XVII. ebegou desde muito lem-
po um estado de nullidade bem inoffensivo.
A rotina e os abasos reinam abi em perfeito so-
cego ; Oxford, al os nolaveis movimentos des-
tes ltimos anoot, rivalisiva com Roma na au-
sencia de censara e pertinacia das resoluges.
felizmente germens de um muito melhor faluro
abran camioho de ama partee outra, ede mais
ment immenso, sem exemplo e sera egual, esta
egreja offlcial, opulenta, patrocinada pelo estado,
reuoindo os suffrafrios da maioria, nao persegae
meis os dissideotes; de nenhum obstculo i
liberdade I Nos pequeos principados d'Alle-
manha, a dependencia .da egreja, depoia de ter
produzido no XVII seculo um estado ialellectual
bastante apagado, produziu msis tarde excelen-
tes elfeitos. Gragas latido da espirito germ-
nico e a inlelligeneia notavel dos principes alle-
mes no um do ultimo seculo e no cometo deste,
grsges talvez tambem & essas ricas facaldades
meditativas que a Allemanha parece expiar pela
falta de influencia poltica, o ensioo theologico
das universidades altotnes chegou urna per-
feigo, nma liberdade de que nenhum aeculo
tinha offerecido ejemplo. A diviso d'AUtma-
nha, que a fizera protestante, produzia aqui seu
fructo costumado; creando a rivalidade, ereava a
luz e a liberdade.
Nao passa isso de ama excepgo, de que nao
conviera tirar consequencia. Em geral, a subor-
dinego da egreja ao estado ra e contraria s
verdadeiras necessidsdes do espirito moderno.
EmFranga sobretudo, seria fatal, coosidero co-
mo um grande erro a opinio de emineutes ta-
lentos que buscara deste lado uma-solugo dif-
ficuldadea que iocessantemente se reprodozem.
A egreja gallicana de Pedro Pitboo havia de
ter todos os defeitosda egreja anglicana, e nao
havia de ter talvez suas qualidedes. As petigea
que as asaemblaa do clero de Franga endere-
gavam ao rei tinham ordinariamente por objecto
solicitarem actos de intolerancia. Nao duvido
que em nossos dias ama egreja gallicana, depen-
deudo do estado, fosse da mesma maneira mui-
to mais pesada a liberdade do que a egreja de-
pendente de Roma. Mais vale o papa do que o
imperador theotogo de Byaancio ou de Moscou.
Guoheee-se estas soberbaa palavras:
Eu ia erguer o papa tora da conta, cerca-lo
do pompa e de homeoegens. T-lo-ia levado
nao ter mais saudades de aeu temporal. Teria
feito- della um dolo. Teria assistido perto de
miro ; Paria via sera capital do mundo chris-
lo, e eu teria dirigido tanto o mundo religioso
como o mundo polilico. Er um meio de es-
treiler todas as partes federativas do imperio e
cooter era paz ludo quanto estivesse fra dalle.
Teria tido tanto michas sesses religiosa como
. ""- -x i-o1-"' nacas cOuseiuua w-
nara sido a representado da christandade; os
papas oao haviam de ser seno os presidenles.
Lu tena aberlo e fechado estas assemblas, ap-
provado suas decises, como o fizeram Constanti-
no a Garlos Magno.
Nao conhego perigo mais grave do que o que
implicara eate programma. Os paizes de admi-
niairagao e de centralisago sao aquellos onde
urna egreja nacional produ os mais desagrada-
veis- efieitos.
Po-Ve Fllippe l nao detiveram a espirito
moderno; o despotismo administrativo det-
lo-ia.
Este oom effeito nao precisa ser violento. Fe-
rocidades como aa que tinham lugar na Juda
no lempo de PoncioPilatos, em Boma no de e-
ro, na Europa no XVI scalo, nao sao mais de
perseguigo theologica no muodo obra do cris-
tianismo. O islamnismo,muito mais duro em um
sentido, nunca procurou converter. Sua intole-
rancia a do desdem : elle destrue o chrislo,
saquea-o, massecra-o em seus momentos de fu-
ror ; mas nao lhe prega, offerecendo-lhe a es-
culla'entre seas syllogismos e a fogueira. O
christianismo, com sua ternura infinita para com
as almas, creou o typo fatal de urna tyrannia es-
piritual e inaugurou no mundo a idea tsoivel de
ter o homem direito sobre a opinio de seus se-
roelhentes. A egreja nio dispoz para si o esta-
do, mas obrigou-o perseguir por ella. Se o
abrago secular executava a senteoga, o padre pro-
nunciava-a. Bepellindo o odioso daa persegui-
goesdo imperio, que nio tinham a pretenco de
se exercerem ero nome da verdade. o ebrisiianis-
mo occideo si fot pois realmente oa edade me-
die/ urna religiao armada, violenta, imperiosa,
nao soffrendo discusso. Uro tal systema era pre!
ferivel para a moralidade geral da especio hu-
mana ao systema romano, em que o estado, fazia
i rehRiao, e ao syalema musulmano. em aue a
religiao faz o estado ; mas em realidade era de
lodos o mais cruel : fez da Europa latino no XIII
e XIV seculo um campo de toraras ; eslava em
flagrante cootradiego com os elevados principios
cujo segredo o Evangelho gusrdav. Urna .
toslacao saida das proprias entranhas do christia-
nismo mamfesta.se no XVI seculo. conslitue-se
um terceiro typo de sociedade christa e annun-
ctai a pretengao de yoltor i primitiva liberdade.
Por certo pouco faltou para qoe esta preteogao
fosse desde logo justificada : protestantismo,
alero de muitos actos de violencia que leve d
se exprobrar, pode parecer de primsiro oo ser
maia do que a volts i ideas menos paras sobre
as relacdes da egreja e do ealado. O lutberanis
SuSir /i h-l08i8 M mi0 d Principa.
rltmh88 :r "W,0UID0. ,? sua cidade ideal de
Genebre, fundou a repblica sobre a religiio. Na
Inglaterra, na Suctat a reforma offlcial se. aca-
bou em egrejas nacionaes absolutamente deoan-
dentes do poder civrt Todava o principio aovo,
que era a alma oocnlta do movinaeoto. a idea de
um chnaliaoisme. hvre que cada qual cria e traz
no corago, o deaembaraga pouco pouco As
seitas dlasideatea no seio da reforma, quasi Uo vi
mais as
(8) Sob Carloa Magno e oa Oihios, que trazem
urna apete de unidade para o imperio do Occi-
dente, a egreja latina oferece um aspecto mni
pouco difirante do da enreja grega.
(I) Vele Joioviiie, Collecgio dos Historiadores
das Galinsto da Franga. tom. 0, pag. 198.
(10) Oa- autos autheoiieos destes horrores, sote
oa quaes empallidecem os do tribunal revolucio-
nario, sio ainda em parto inditos. Pode-se ler
oa processos verbaaa da inquisigio de Toloss pu-
bltcsdos por Llmborch. Qs da inquisigio de Car-
cassone to oa bibliotheca Imperial (S. Germa-
no latino, 395 e seguintes}. O Directorium foi
publicado.
[l\)Hittoria ttkrari e?aj Franra, tom. XIX.
pag. 581.
E comtado a liberdade que suppe s fundago
do christianismo e da reforma nao existe mais;
simples regula montos de polica correccional tor-
nwam impossiveis essas grandes apparigoes.
'. Michelet mostrou muito bem como a per-
seguirlo dos habis administradores sahidos da
escola de Colbert, os quaes pouco gostam do cla-
ro> tem ferido muito mais ao corago suas victi-
mas do que a, grosseira crualdade da inqaisico
hespanhola.
Quando o estado pe a mi "n'alma, esta mo
o sempre muito mais pesada do que a do padre.
O-padre nao impede que oousa alguma se proda-
za ; o estado, com sua dogara prudente e seu
systema preventivo, estorva qualquer grande ioi-
ctativa.
Eu nio vejo ama s. vida do santo ou de gran-
de homem no passado que, em nossos dias, nio
fosse urna contravengan perpetua.
Nossas I eis sobre o exereicio il legal da medici-
na, sobre as reunidos, sobre a autorisagao ante-
cedente em materia de culto, teriam sido bas-
tantes para encurtarem os dous ou tres aconte-
cimeotos que deve o mundo sua vida e pro-
gresso.
A Franga orgolbosa do sua concordata, caro
effeito justamente a concordata a ultima ex-
pressao da revolucao na ordem religiosa, como o
cdigo civil sua ultima expressio na ordena po-
ltica. *^
Ella tem o carcter de todo o que sania da re-
volucio ; essencialmeate administrativa, atiesta
urna notavel intelligencia do que faz a forga e a
paz de urna nagao, mas ao mesmo lempo um sin-
gular olvido da liberdade, una tenue respeito
para com a conscincia individual, e urna com-
pleta ignorancia do lado moral do homem.
A concordata resuma-se oeste dito que se at-
tnbue & Portslis: Begularisar o estreiur a
superstiglo.
O erro da Franca em geral croe que se pode
supprir coro institoigoes bem combinadas a livre
espoataoeidade das almas.
Um barbarismo espantoso, moroiiar, tornou-
se urna palavra franceza.
Par lindo da idea que urna naglo feliz logo
que tenha um bom cdigo e urna boa adminis-
trarlo, s coneedendo ao individuo um nico
direito, o de se divertir a, aau goalo, sem ideas,
sem opinies. sem cousa alguma do que pertur
ba ama felicidade vulgar, os polticos que lira-
rem as ultimes consequencias da revolugo de-
viam ser levados i olharem aa creogas religio-
sas como um mal ioeviiavel, que convm rea-
tringir e sublmetter s leis por meio de acertados
regulameotos.
Mes a humaaidade tem muito calor no saugate
para contentarse com um edem do burgueses te-
lizes, diveilindo-se por esqaadras, vivando e
morreado por habito, e crendo por decreto.
O aeotimento religioso ha da desfortsr-se ;
os cultos hSo de preferir os perigoa da liberdade
k urna prolecgSo obtida em detrimento do que
teem de mais caro, o direilo de se combatarem
e de crerem que s dependen da si e da ver-
dade,. Em summa, o systema daa egrejas na-
cionaaa parece-nos ter pouco futuro. A con-
capglo acaohada da verdade que auppe con-
traria i tendencia de espirito francos para um
ideal universal e oommam a todos.
mistar o optimismo patritico do iogltz
para persusdir-se qae a igreja da ua ult a...
ser a melhor, porque a sua.
O aeotimento religioso teode esds vez mais a
no levar em conta rios e montanhas.
Urna admioislracio central, do modo qa a
corle de Roma, ha de ser alia smio aaaie ac-
cesslvel certas ideas de progresso do qae jo-
quenas egrejas dominadas por ama incaravet
rotina.
Roma ateo XVIII seculo re presen Ion ao ea-
inoiictsmo o papel de urna capital mais il lastrada
do que as provincias.
Breoger, Abelard. Rogar. Bacon acharara
mais apoio oa tolerancia no papado do que as
autoridades eccleaiaaticas locaes. Egreja alan asa
local co o tributo para o renescimento como o pun-
tilleado romsoo do XV e X?I seculo?
Que lempo aquello em que a descoberta de um
autor Ulino eonduzia ao papado oa ao cardina-
lado I
Reflicta-ee na incomparavel latidlo de espiri-
to que se auppem papas como TbAaazde Sar-
zane, Eoaa Sylvius, Julio II, Lelo X, secreta-
rios apostlicos come to Poggo, l'Artkin (Leozvsr-
do Bru), Bembo, Sadolet I
No XVIII secuto mesmo. nenhuma egreja na-
cional possuia um Banlo XIV correspondente do
Voltaire, um Clemente XIV, om Fseeioaei ase
Este vio Borgie.
O papado, beneficiando raras qaalidade* do
espinto italiano com seo taeto, sea habilidade
sua sciencia pratica da vida, teve ea Masase a as*
horizonte mais largo do que egreja algasia id-
eal. Se o mesmo nio se d prnasetusaseis,
porque a Roma papal nio meta aa centro ita-
liano. Neo-catholicoa trancezea. Belgas, frlaa-
dezes, abi fazem a moda, e fallem arar lit
sem que nao haviam de comprehender
M.n, oa La Somagiia.
Por o sytems estholico ser preferivel so re-
gimem das egrejas oscionaes dependeeta* de
estado, deve-se concluir qoe um tal systema re-
presenta em religiio o ideal de nosso temes *
Nao por certo. A idea ultramontana de po-
der religioso centraluado em urna capital pee-
suiodo esta capital e aa provincias qae dalia de-
pender em inteira soberana, tratando com es
estados de potencia potencia, alm disso a ca-
bege dos cleros locaes, implica, quanto i misa
difficuldade que ho de se revelar. Uasa lgi-
ca nfleiivel tero com effeito levado cada vez
mais o catholicismo fortificar seo centro fa-
zer refluir tpara ahi todo o poder. Cada voz
mais os cathohcos teem sido cooduzidos i crarena
qu6 recebem de Roma a vida e a selvagao.
' mesmo bem notavel que sio as aovas soa-
quistaa do catholicismo qae mostraos esta t*t-
peito mais susceptibllidade. O velho cathoUss
provincial, que recebe sua fi do solo, precisa
menos do pape, e consteroa-se marto aneos con
as calamidades que o ameagam do qoe e esa
catbolico, que, tornando ao caiholkissao, tem
considerado o papa, segundo o aovo systema
como o autor e o garante de sos f. Orne espe-
cie de lamasmo oa f em ama perpetua eaearaa-
go da verdade teode assim estabehscer-se. Por
um caprichoso acaso, o mais poderoso ausituc
destas modernaa exageragoes foi o qae parveen
seu mais temivel ioimigo.
A idea que o psps ns egreja o que o impera-
dor no estado, qae administra a egreja pelee
bispos como o imperador administra o tetada
pelos prefeitos, qae tratar com alto tratar eear
a egreja, como tratar com o imperador tratar
com o estado, esto idea de Napoleo. Ella e
bise da concordata.
Se se tivesse perguotodo Gregorio VII se>
elle se julgava com os poderes precisos para ria-
car com uro trago de peana ama egreja iatoira e
reconstrui-Ia no dia aeguiote segando se vistea-
do soberano temporal, teria respondido negativa-
mente.
O (nelogos do qae se chsms e pequen* igre-
ja prodaziram sobre este ponto inveadveia ar-
gumentos.
A concrdate um facto inaudito na historia da
egreja o o acto de ultramootanisme aaais enorme
que tenha consentido em tempo algum o papado.
O bispo, que, as antigs inslituiges cannicas,
recebe sen poder de uro direito divino, oo sate
do que ura prefeito detiataivel, mesmo seas ter
cabido em falta, bem da communidedr. O pa-
pa, qae s tem na aotiga egreja urna primaria
mal definida, torna-se o administrador geral de
egreja. r
A constituigo das dioceaea como grajaa dis-
tinclas & profundamente ferida ; sen tecido poda
ser iiucaau guando aproaver ao administrador
supremo : ellas nio teem mais do qoe ama exis-
tencia artificial como o departamento. O prin-
cipio administrativo de Franca fez assim ae gro-
ja ama completa invasio ; "o pspa lomee-so o
soberano absoluto ds egreja ; todos os direito*
que. segundo a antiga coostitoigo, achsvam-se
espelnados no corpo eclesistico acberaa-ee
concentrados em suss mios.
Os perigos ee ama tai organisago deeeobre-ee
fcilmente. A experiencia tem provado ana es
poderes entralisados sio os menos estavots bas-
tando ama acgo atrevida para arrebata-tos. A
revolucao a forma pera qual ae aportaos as
transformages nos estados deste genero. Coa a
centralisacio, a fragilMade- e a ravoleceo
felesna entrada na egrejs. O papo aeoite
vulnaeaval do que uaa>egrja por todo a porto
espalbada.
O papa, sendo alias eollecado pele systaosa
das concordatas em rolacae directa coas oa ge-
vernos, a religiio reeonduzida ao drealo da*
cousas-mundanas ; compliesda em todaa as in-
trigas da trra : seu representante nao mais o
pontfice, o santo bornea, o doutor: personifica-
se em diplmalas, Gonsalvi, Caprara. O papa da
primeira-metade da idade media iogerie-se asal-
to por certo as cousas da trra, otas cerno asa
actor de primeira-ordem, e mesmo oseo o pti-
meiro de todos. Privado deste papel aopreasc
desde o XIV scalo, representando eo aead
uma potencia de aegeada ee tercoira ordena, o
papa dos tempes modernos est redsasde i asieses
humanos pouco dignos de si. LVeete asedo toas
sido o catholicismo arraalado torva r-sa esa
religiao ese e ocie lm en te politice : es jesutas. ojs%
trsgaram o cdigo de sos diplomacia, sio oa san-
cos que tinham eoaprehendido as tiigserias 'Je
sua proflssio e a lio ha de condeca i xas asta
condemnado.
Prejudicial religiio, a orgaaisacio tiara
tana nio o- aenoa ao estado. Filo 4 ae
conceilo superficiel que em cortee sesxee
poeto em opposigo aa palavraa de aaHasieaa e
de patriotas, e deltas tem feito a eaoseira des
partidos contrarios. O caibolicismo rralasaels
muito maia a patria do rente do qae o estado
onda nascea.
Quaato maia forte urna retigo, tanto aaasa
tem este effeito. O islamismo tem ao Oneose ex
tiacto de todo a patria. A Europa nao corre 5
mesmos perigos ; roaa nio ae ande neg* qae sj
catholicismo ultramontano, cria para ai
civil graves em baragos.
A religiio, no systema sltrameotaao,
um poder disuado que dispoe de acias leu
tres, o estsdo obrigsdo esti pera coa olla i per-
petuas con ce asos. Esees concessoea seo seaecc
diminuigoes de liberdade publica, ratabaleos
do-se como um poder de direito divino, a* ejaal
devem obedecer m*ido os qae aio e p
a egreja. quando nio domina. Julga-se
da. Reclama o direito coaaaa e tai-
mas em realidade goza de na eaoraa privilegie,
que deve i modos imperiosos.
O bispo quaixa-se de nio gozar para e Mlica-
gao de seas pistones de toda a liberdade qae de-
sejive : estou com elle nosta cruzada ; seas por-
que nio quer o bispo permiltir qoe e'livre pea-
sedar goze di mesma liberdade T Parase exige
do estado qae as opinies dilerastee da asa es-
iam excluidas do ensioo ? ge o bispo carrega so-
bra o estsdo, nio deve achar mi ase e
carregue sobre elle. Se pede ao estada qae i
diga-se as cadeiraa publicas qoe seje coa Ir ario
I auas ideas, nio deve achar ae qee e estado
I reveja auas pastorees para qae nada aeflea ea-
cootre de contrario i saa poltica.
E' pouco natural que o niara s boom
aa bullas da Roma per via diplomtica ; _
vea ter em tombranca qoe e papa aa
uo, e que seus nuncio* ala i
(Coafisser-ee-Ae).
PERN.TYP. DE M. F J)K FARlAldt FILHO. tMl.
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II r^li #r-i
i


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