Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09404


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Full Text
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rAKllBAS VU0 COKElUS.
Olinda todo o* di m 9 >{ horaa do dia.
Igaarass, Goiaona, e Parahyba naa segundas
6 aexUa-feirai.
8. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, AUioho
e Garanhuns naa tergas-feiraa.
Pao d'Albo, Nszarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
quera, Iogaaeira, Floras, Villa-Bella, Bua-Vista,
Ouricury e Ex naa quaitas-feiraa.
Cabo, Seriohiem, Rio Foroioao, Una,Barreiros
Agua Preta, Pimentelras a Natal quintas feiras.
(Todoa oa correios partem aa 10 horaa da manilla)
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
ma; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Leaos Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Olireira; Maralo, o Sr. Maooel
Jos Martina Ribeiro Guimaraes; Psr, Justino
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EPHBMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
2 Laa nova a 1 hora 44 mi na tos a tarda.
9 Quarto erscente as 8 horas e 15 mioatoa da
manhia.
17 Laa eheia aa 10 horas a 47 ainatoa da aaan.
25 Quarto minguanle aa 8 horaa a 47 ma a toa da
manhi.
PREAMAR DE MOJE.
Priraeiro aa 6 horaa e 6 minuto da machia.
Segando aa 6 horas e 30 minatoa da Urda.
DAS DA SEMANA.
4 Segunda. S. Carlos Bonoaaeo cardial.
5 Terca. S. Zacariaa e S. Isabel paes de 8. J. B.
6 Quarta. S. Severo b. ; S. Athico b.
7 Quinta. S. Florencio b. ; S. Tesaalooica m.
S Sexta. S. Severtene e seas coesp. naa.
9 Sibbado. 8. Theodoro m.; 8. Orestes m.
10 Domingo. O patrimonio de N. Senhora.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES. DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : aegundas e quiotes.
Relacao: tergas, qnintaa e eabbadoa astf) horas,
Fazenda : tergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao meio da.
Dito de orphioa: tercas e aextaa aa 10 horas.
Primeira rara do civil: tergas aextaa ao meio
dia.
Segunda vara da civel: quartas e sabbados a 1
oora da tarde. #>
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Aleeoaa, o Sr. Claudin Palea* Diaa;
o Sr. Joa Martina Aires; Rio de Jaaeiro, Sr"
Joio Peraira Martios.
EM PERNAMBUCO.
Oa proprietarioa do puaio Meaael Figaeirdd de
Faria & Filho, aa aua livraria praga da lana
deneia na. 6 a 8.
PARTE OFFICIrL.
z
'
Dito ao mesmo.Atiento o que pondera o de-1 Dito ao vagado de Salgueiro.Respondo ao
legado do cirurgiao-mr do exercitq no ofTtcio, seu officio da 10 desle moz, declarando que eru
Ministerio dos negrneios estrrn-
Mjeiros.
No dia SI do correte mez, no pago de 8.
Christovao, s 6 horas da tarde, leve lugar a au-
diencia publica de apresentacao, segundo o estylo
deata cdrte.do Sr. James Watsoo Webb, no carc-
ter de enviado extraordinario e ministro plenipo-
tanaiarlo dosB stados-Uoidos.
Aa entregar a S. M. o Imperador a respectiva
caria decreoga, proferto Sr. Webb o seguinte
dleeorao:
E' para mira motivo de cordial prazer, as-
aim como distinct honra poder apresentar a V.
M. Imperial as mioAas ere lenctaes de enviado-
extraordinario e ministro plenipotenciario dos Es-
tados-Unidos.
O presidente dos Estados-Unidos asseguran-
do a Voaaa Magostare nao s o seu profundo res-
peito e estima, mas tambera quanto almeja culti-
var as mais estrellas relages de amizade entre
as duaa grandes nacoes da America, cooferio-me
a honra de expressar a sua coofianga nos estor-
bos com que me propoz desempenbar os deveres
de minba missao. e o fim que elle e o povo ame-
ricano consideram da mais subida importancia,
quer seja pelo lado commercial quer pelo da po-
litice.
c E V. M. pode Bear cerlo de que nesta con-
formidade me ufanare! e terei sempre como um
rigoroso dever representar meo paiz nesta corte
imperial reallsaodo por esta modo os desejos e
os mais ardeotes votos do governo dos Estados-
Unidos. E quando no correr dos lempos a mi-
nha missao ebegar ao aeu termo, senttrei que o
commercio entre o Brasil e os Estados-Unidos
nao teoha lido grande deaeovolvioaeolo, e que a
cordial e boa inleltigencia que ora existe entre
as duas nacoes nio|te teoham fortalecido por ac-
tos reiterados de amissde e consideracao,Gasea-
dos nos sentimentos de mutua estima e naquel-
las dous grandes principios de poltica interna-
cional que exigem a mais sincera e perpetua har-
mona entra os deus prncipaes governos ameri-
canos.
Cumpre-me porm manifestar anda o mais
viro desejo do presidente dos Estados Unidos de
cultivar intimas e amigaveis relagoes, tanto pes-
soaes como commerciaes, entre o goveroo e po-
vo dos Estados-Uaidos, e Vosea Mageslade Im-
perial e o goveroo e povo do Brasil.
Ser-me-ha grato o que alias um dever pre-
encher to importante trela, e attiogir o gran-
de alvo de minba missao.
Ao discurso do Sr. Webb 8. M. o Imperador
responden :
< Muito me penhora esta nova prova de amiza-
de da parte do mea bom amigo o presidente dos
Estados-Uaidos. Confio, Sr. ministro, em que
seris fiel interprete dos sentimentos do goveroo
dos Estados-Uaidos e do brasileiro, conenrreudo
para fortalecer e desenvolver as. relages tao pro-
veitosas que exieteas entre nossaa patrias.
Depois da audiencia de recepelo, o Sr. Webb
apresentou a S. M. o Imperador sua saohora e ao-
brinba.
O Sr Webb eom aua familia foi taarbem apo-
sentado a S. U. a lmperatru por S. Exc. o Sr. mi-
nistro doa negocios estrangeiros.
No mesmo dia recebeu S. M o Imperador, em
audieacia particular de despedida, ao Sr. J. J. de
Ischudi, enviado extraordinario da Confederado
Suissa, o quat entregoa a Sua Mageatade a carta
do conselho federal, qae d por Boda a missao
especial daquelle distiucto diplmala nests corle.
Em seguida apresentou o mioistro de S. M. Ca-
tholica a S. al. o Imperador urna carta de aua so-
berana, uotiGcandoo fallecimeoto de S. A. real a
infanta D. Mara de Ryla, filha de Suaa Altezaa
Reaes o Sr. duque e a Sra. duqueza de Monlpen-
sier.
Ministerio ala just:ca.
Ministerio dos negocios da juaiica. Rio de Ja-
neiro, 18 de outubro de 1861.IHm. e Exm. Sr.
Foi presente a S. M. o Imperador o officio de
V. Exc. datado de 5 de agosto ultimo,sob n.43,em
que consalta se os officiaes da aoliga guarda na-
cional que nao foram contemplados na nova or-
ganiaacao da mesma guarda, nem requereram re-
forma oo prazo marcado, apezar de torera rece-
bido a communicacao de que trata o art. 70 do
decreto de 25 de outubro de 1850, devem actual-
mente ser a Hendidos se prelenderem a sua re-
forma.
E o mesmo augusto senhor teodo ouvido o
consultor dos negocios da justiga, e conforman-
do-se com o sen psrecer, manda declarar a V.
Ele. que os ditos officiaea nao devem ser alten-
didos, porque na frma do 1 art. 91 do decre-
to da 25 de outubro de 1850 perderam os respec-
tivos postos deixsado de requerer a reforma oo
prazo marcado no art. 85 do mesmo decreto O
que communico a V. Exc. para aeu conheci-
meoto.
Deoa guarde a V. Etc.Francisco de Paula de
Ntgreirot Sayo Lobato.Sr. presidente da pro-
vincia do Piauhy.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 30 de outubro
de 1861.
Officio ao Exm. visconde de Camaragibe, di-
rector da Escaldada de Direilo.Da posse do
officio de V. Exc. datado de 26 do crreme, ce-
be-me dizer-lha em resposla primeira parte do
mesmo officio, que leado mandado ouvir o ins-
pector da Ihesouraria de fazenda acerca do ob-
jecto de que trata o da 11 deata mez, aguardo a
respoctira iolormacio para resolver opporlu.ua-
mente.
Quanto & segunda parte fica V. Exc. autorsa-
do dispender a quaolia que for necaaaaria para
obtengio da grade de ferro que ae faz mistar para
seguran; do quarto que serva de priso oessa
Faculdade.
Dito ao cdnsul da Suissa F. Linden,Accusao-
do recebida a communicacao que me dirigi o
Sr. F. Linden em data de 25 do correte, acotn-
panhsda da carta patente de 24-de setembro ulti-
mo, pela qual S. M. o Imperador ho.ava por bem
confirma-lo no lugar de coasul da Suissa em
Peroambuco, Parihiba, .Rio Grande do Noria e
Cear com residencie aeala provincia, cabe-me
dtzer-lhe em resposla, que miodei dar exocaeo
4 predlta carta.
Aproreito sta occaaiio para apresentar ao
mesmo Sr. t. Linden os prorestos de miaha es-
tima e eonsideragio.Fizeram-ae as conremen-
tes commuoicacoea.
Dito ao coronel comraaodanta das armas.Em
que devolvo, e sobre que versa o de V. 8. datado
de 32 do correle, convenho em que V. S. faca
seguir para a villa de Tacarat na primeira op-
portuni Jade um cirurgiio do eorpo de sa le aftm
de eacarregar-se da enfermarla alli eatatoelecida
visto que contina doente o.Dr. Alcibiades Jos
de Azevedo Pedra, que ainda a est dirigtodo
em consequeocis da nao ter enegado aquella villa
o cirurgiio que o foi substituir Dr. Francisco Pe-
tropillo Alves de Olireira, que deve voltar pars
esta capital.
Dito ao mesmo.Para eumprimento do dispos-
to oo aviso da reparticao da guerra de 14 do cor-
renta, constante da copia joota, faz-ae miater
que V. S. nao s mande inspeccionar o cabo de
esquadra reformado Calalo Jos dos Aojos pela
junta de aade que inspecciona as pragas do
exercilo eoriaodo-me o respectivo parecer, mas
tambem ordene ao predito cabo de esquadra que
selle os documentos apeosos ao requerimento
que aqu ajunlo.
Dito ao mesmo.Queira V. S. mandar pdr em
liberdade, se estirer preso, o tenente reformado
do exercilo Joao Pereira Campello, que liona de
responder a conselho do guerra juntamente como
capito de cavallaria ligeira LuizMuniz Barreto
Netto, eoriando-me V. S. o respectiro processo,
no caso de ainda nao ter principiado o conselho
de guerra, aflm de ser trsosmittido & secretaria
de estado dos negocios da guerra, como se deter-
minouem ariso de 19 db crranle.
Dito ao capito do porto.Enriando V. S. a
inclusa copia do reiatorio em que o terceiro ea-
criptarario da Ihesouraria de fazenda Ulysaes
Peruambucaoo de Mello indics os defeitos e irre-
gularidades qae observou por ocessiao de exami-
nar ar con tas da prsticagem da barra, recom-
mendo i V. S. que de boje em diante fa$a man-
ter a maior regnlaridade na escripturaco de
taes cootas, de conformidade com as observa-
coes feitas no mesmo reiatorio, e com os mode-
los que o acompaoham.
Dito ao commandanle superior interino do
Recite.Deferindo o requerimento do tenente da
5." compaohia do 6.* batalhao de infanlaria do
Recite Joo Ribeiro Pessa de Lacerda sobre que
V. S. informou em officio n. 158, de 28 do cor-
rete, o suloriso a mandar passar-lbe a guia, de
que trata o art. 45 do decreto n. 1130, de 12 de
margo do 1853, visto que o crdito lente Irans-
ferio a sua residencia para o districto do 3.* ba-
talhao da mesma arma.
Dito ao commandanle superior do Bonito.
Pode V. S. mandar fazer na forma da le os
exercicios e revistas da guarda naeional sob seu
commaodo auperior.
Dito ao juiz doa feitos da fazenda.Devendo
ser passada pelo juizo do orphos, que para isto
competente, a carta da emancipagao qae o
Exm. Sr. mioistro da justics, por aviso de l de
setembro ultimo, mandou conceder africana li-
rre Alaria F ; asaim o declaro Vmc. para que
conaidere sem efTeito o officio que a semelhaate
reapeilo lhe dirigi em 25 daquelle mez.Offi-
ciou-se aojuiz de orphos para o devido effeito,
e fueram-se ascomrauoicaces precisas.
Dito ao iospector do araeotl de marioha.De
conformidade com o supposto no aviso da repar-
ticao da marioha datado de 20 de agosto ultimo
autoriao V. S. a mandar dealigar da compaohia
de aprendizes marinbeiros a Anaclelo Jerooymo
Torres, depois quo a lia desle Romana Maria de
Carvalbo, houver pago as despezas que se tive-
rem feilo com o mesmo aprendiz.
Dito ao meamo.A'rista da informado desss
reparticao datada de 26 do corrente com referen-
cia ao requerimento de Mathias Gomes da As-
sumpeto, autoriso V. S. a mandar entregar a
este o menor Chriitiano, filho da africana lirre
Joaoni, aQm de eosinsr-lhe o officio de carapi-
oa ; devendo o supplicanle assignsr termo pelo
qual fique obrigado a tratar bem o menor e a en-
trega-lo quando for pedido.Communicou-se ao
curador dos atricanos livrea.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Declaro V. S. para seu coohecimenlo e aQm de
que o faca constar ao iospector da alfaodega para
a devida execucio que o Exm. presidente da Pa-
rahyba participou-me em officio de 21 do cr-
reme, o. 4933, que pela lei provincial n. 3 desle
mez foram elevados desde j a cinco por cento
oa direitss sobre o assucar e algodo de sua pro-
ducto, quer sejim aquellos gneros despachados
naquella provincia quer nesta.
Dito ao meamo.De conformidade com o dis-
posto no ariso do ministerio da fazenda de 19 do
corrente, mande V. S. abonar ao chafe da aecc&o
da Ihesouraria de faseoda das Alagoas Jos Goo-
Saires de Medeiros, nomeado por decreto de 24
e agosto ultimo para 2a escriturario desss Ihe-
souraria a ajuda de euato qae lhe competir na
forma das instruccoes do 1 de marco do corren-
ta aono para aa despezas do pnmeiro estabeleci-
meoto depois que eotrar em exercicio.
Dito ao mesmo.Remello a V. S. para os fina
convenientes, as primairas e segundas viaa das
coalas e documentos de receita a deapeza do hos-
pital militar relativamente ao mez de setembro
ultimo, bem como copia do termo da junta mili-
tar de saude, que examioou aa ditas coatas.
Dito ao commandanle do corpo de polica.
Mande V. S. substituir por prscaa da scelo vo-
lante as que foram retiradaa daa barreirae da Ca-
puoga e Manguinho, bem como da reparticao da
saude publica, por pertencerem i aeceao urbana.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Recommendo V. S. que, estando nos taaos
legaea os incluios documentos, mande pagar aos
negociantes Maia Mendea & C, conforme requi-
aitoa o commandanle auperior da comarca de
Garanbuos em officio de 6 do correte, sob o. 76,
a quanlia de 474|, em que importara os venci-
mentos ralativoa ao mes de selembro ultimo dos
guardas naciooaea destacados naquella villa a oa
povoacio de Correles.
Pelos cofres proviaciaea decretaram-se os se-
guintes pagamentos :
A' Josquim Gusiodio de Olireira, da quantia de
2:503p62, despendida com o sustento a curativo
dos presos pobres da caa da deteocao.
Dito ao iospector da tteaouraria provincial.
Devolveodo a V. S. oa iQclusos papis, a que aa
-retere a sua iaformecfo de 29 do correata, sob n.
532, o autoriso a mandar comprar para a igreja
4o ootiegio do* orphos de Santa Thareza, como
requisitou o respectiro capallio, urna arroba de
cera, aaado maia de vetaa de libra a o reato de
maia linca a ama,casada de vinho branco, como
o incens o hostias, que forera oacaaaarias mes-
ma igraja.-Communicou-se ao director geral da
instruccao publica.
Circular sol juixes da direilos da provincia.
Haia Vmc de, colhaado as praetsas informa
ces aa. preafaca ato respectivos ttulos, o com
a posare! baavidade, reaelter-me ua mappa de
vista da doulrina do aviso, o. 332, de 13 de no-
vembro de 1858, os menores orphos nao podem
casar sem licenca do respectivo juiz, embora por
fallecimento de seos psis se daixasse de fazer la-,
ventarlo por nao terem estas deixado baos.
Portarla. O presidente da provincia, alien
dendo ao que requereu o bacharel Jos Feii
de Souzt, Leo, juiz de direilo da comarca
Santo Anlo, resolve coaceder-lhe sete
liceoea com vencimentos para tratar de sua
sauie.
Dita.0 presidente da provincia, attendendo
ao que lhe requeren o tenente da 4* compaohia
do batalbo de infantana o. 4 da guarda nacio-
nal do municipio du Recite, Jos Francisco do
neg Barros, e tendo em vista a informadlo do
respectiro commandanle auperior datada de 28
do correle, resolve, na conformidade do artigo
69 da lei. n.. 602, de 19 de setembro de 1850,
cooceder-lhe passagem para a lista da rezerva,
visto ter aido considerado incapaz do servico em
inspeceo de saude ; devenlo ficar agregado ao
corpo que lhe for designado pelo mesmo com-
mandanle superior.Communicou-se a este.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a propoata do chefe de polica de n.
1072 e data de 28 do correte, resolve nomear o
tenente Joaquim Cardozo dos Saatos para o car-
go de delegado de polica do termo de Papacaca,
comarca de Garantaos.Communicou-se ao che-
fe de polica.
Dita.O presidenta da provincia resolve con-
ceder a Pedro Theotonio de S Cavalcante a ex-
oneradlo que pedio, coatorme declarou o dea-
embargadorchefe de poliaia interino, em officio
de 28 do correle, aob o. 1072. do cargo de de-
legado de polica do termo de Papacaca, comar-
ca de Garanhua.
Expediente do secretarlo ao go-
verno.
Officio ao Exa. director geral da secretaria di
justica.S. Exc, o Sr. presidente da provincia, i
manda aecusar recebida a communicacao que em
15 do corrente, fez V. Exc. de que S. M. o Im-
perador, por decreto de 12 do meamo mez, bou-
ve por bem conceder a demissio, qne pedio o
bacharel Rufino Augusto de Almeida do cargo
de aecretario da polica desta provicia.Com-
municou-se ao deraiilido, e a quem mais com-
peta.
Accuson-se tambem o recebimento de umou-
tro officio datado de 17, commuoicando a remo-
cao do juiz de direilo Jos Baadoira de Mello da
comarea da Ara, oa Parahyba, para a do Cabo
nesta provincia.Fizeram-se as commuoicacoea
convenientes.
Dito ao Exm. director geral da secretaria de
estado da agricultura, commercio e obras publi-
cas.O Exm.Sr. presidente da provincia manda
acausar recebido o officio de V, Exc. datado de
14 do corrente, participando que por portara da
mesma data foi demittido o agente do correio da
villa do Brejo, Joio Jos Velho, e para o subs-
tituir, nomeado Jos Alves Mariuho Falclo, com
o veocimento de cincoenta por cento do rendi-
mento da agencia, aendo-lhe flxada a gratifica-
rlo anoual de 120$ rs. dj^a lhe ser preenchida
no caso em que pela porcentagem nlo pretaca
esta quantia.Communicou-se Ihesouraria de
fazenda e ao admimatrador do correio.
Dito
De ordem de S. Etc., o Sr. presidente da pro-
vincia, transmiti V. S. seis inclusas ordeas
do thesouro nacional ns. 161 a 166.
Dito ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da
provincia manda commuoicar V. S. que, se-
gundo participo i o commandanle daa armas, foi
dispedldo do servico do hospital militar em 27
do corrente, o paisano Maooel Monteiro.
Dito ao bacharel Francisco Garca do Amaral.
8. Exc, o Sr. presidente da provincia, manda
aecusar a recepelo do officio de 2 deale mez em
que V. 8. participoa ter passado ao Io supplente
o exercicio do cargo de juiz de direilo ioterino
da comarca de Tacarat oo dia 25 de setembro
ultimo, por ter fiodado o aeu quadriennio de juiz
municipal no dia anterior.
Accusou-se a recepelo do officio do bacha-
rel Antonio Buarque de Lims, communicando
ter reassumido o cargo de juiz de direilo da Boa -
vista. Fizeram-se aa commuoicacoea do ea-
lylo.
Despachos do dia 30 de outubro
de 1861.
Requerimenlos.
Amaro Francisco da Moara. Passe portara
concedendo a licenca pedida sem vencimentos.
Antonio dos Saotos Bocha. Informe o Sr.
iospector do arsenal de marioha.
Claudin Jos Correa,Nlo tem lugar.
Candida .Roza Paes Barreto,Nao tem lugar.
Dr. Jos Felippe de Souza Leo.Passe por-
tara concedendo a licenca pedida com venci-
mentos.
Jlo Ribeiro Pessoa de Lacerda Jnior.Di-
rija-se ao Sr. commandanle auperior da guarda
nacional do municipio,do Recite
Joaquim Jos da Cista.Expedio-se ordem oo
sentido que reqaar.
Mathias Gregorio da AssumpQo. Dirija-se
ao Sr. iospector do arsenal de marioha.
Miguel Joaquim Machado.Passe portara
concedendo trea roezes de liceoea com venci-
mentos.
Vctor Jos Ferreira.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
versidade. E' ama guerra qae nlo pedera tocar
o um a que se propde, e, se as insana veis cala-
midade nao podem por nos aer evitadas, recahi-
rio com duplo apparato sobre os noasos inimigos.
i Depois de havar debutado, no mez de marco,
fffaclando descoohecer a ceaalo doa aatadoa de
vos qae tinhara organissdo o governo coo-
larado ; depois de barer preaUtido em abril na
Ja supposic&o de urna desordem que poda
persa por um destacamento de polica
das de depois de baver sustentado, durante o mes imme-
dia lo a falsa assergo de que eases estados que-
riam fazer urna guerra ouonsira, a despeito daa
provss evidentes do cotraro, que ae produziam
dos oossos actos officiaes, assim como das basea
da nossa constitualo ; o presidente dos Estados-
Unidos cooseguiu tazar acreditar ao povo daquel-
les estados, que o nosso governo tinha por fim
nlo a paz interna, maa sim a conquista no exte-
rior, nlo a defeza das oossas liberdades, mas. a
subjugacta do povo doa Estados-Unidos.
c Aserie de manejos por que ae tem propaga-
do este erro, os actos que se tem posto em accio,
a perfilia que lhe tem presidido, tudo de vs
conhecido. Ter-ie-hia ounca accredilado que se
preponderancia daa forjas navaea, o ioimigo foi
completamente expulso desses estados, boje
depois de passsdos cinco mezes desde a organi-
saco do nosso governo, nem um s p inimigo
pisou aquella aolo.
< Estas torcas porm derem de futuro tornar ae
ioaufficientea, em preieoga da intaaio de meio
milbo de bomena que nos ameaca, lornaodo-ae
necesaario um augmento correspondente ae
oossas torcas.
O general Mac Lellao acaba de dirigir ao exer-
clto a aeguiute ordem do dia :
c Quartel general do exercilo de Potomae;
Washington, (5 de seteabro.
O major general commandanle deseja e or-
dena que haja de futuro o mais Cmplelo respei-
to pelo domingo da parle do seu exercilo. Com-
battemoa por urna causa aanta, e dererooa eafor- torcas do inimigo qae se mantiabam reaaiaas
mitaram ao objecto da proclamaeao ; paraca que
a sua maneira de proceder, explica taaabaa m
boatos espalhados a respeito da ama aubatilalcip
oo Missouri.
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
CORRESPONDENCIA DO JORNAL DO COM-
MERCIO.
Moolevido, 17 do outubro da Ittl.
Na mmna carta anterior deixei dita qae a exer-
cilo de Baeooa-Ayrea se disparaba a marchar so-
bre o Rosario na provincia da Santa P.
Com efTeito, a 5 do corrente sanio de S. Nica-
lio o general Mitre frente da 12.009 hornea-
das trae armas, nlo tardando a pisar aa territo-
rio ssntafmino sem encontrar aa aaa transito a
mnima resistencia. Pelo contrario aa
car-nos para merecer o benvolo favor do Crea-
dor. Salvo o caso de ataque da parte do inimi-
go, ou de qualquer outri extrema necessidade
militar, recommenda-se a todos os officiaea qae
facam suspender quaesquer trabalhos ao domin-
go ; nesse dia olo ae tari nenhum morimeoto
hara de fazer francamente, do xito desses ma- intil, e todas as pracaa, taolo quanio for possi-
nejos, objecto de vangtorta a elogios para si pro- ve!, irlo com licenca psra repoussr das suas
prioa oa meosagem do executiva. fsdigaa. Assistirio ao servico divino, depois ds
< Felizmente para a verdada da historia, a iaspirago ordinaria da manhia, e os officiaes e
meossgem de Lincoln refere com detalhes a ten- soldados uaarlo da sua influencia para que reine
tativa (eita para reforjar o forte Sunter, com vio- j o mais completo decoro, a o mais perteito dea-
lacio de um armisticio de que contesso alo ter canQO neaae dia. O general commandanle nlo
sido informado eanao por boatos multo vagos e considera esta observancia como umaformallda-
muito incertoa para poder despertar a attengo. \ de ociosa. E'necessario um dia de descanco
Confessa que a expedalo hostil mandada para
fornecer o torta Sunter, foi emprehendida saben-
do queo bom xito era impossivel.
c Raconhece que a remessa de um aviso ao go*
remador da Carolina do Sul, era um ardil desti-
nado a auxiliar o eumprimento de um fim ; de-
pois, citando o sea discurso deioauguraclo,onde
disse que nlo poda haver conflicto ae olo fos-
semos os aggressores, cheqa a affirmar que a aua
conducta foi em conformidade com essa promes-
aa, na qual nlo poda haver equivoco. Afectan-
do nlo perder de vista que nos tinha significado
a approximaclo de ama esquadra hostil, aecusa
estes estados de terem sido os aggressores con-
tra Uaiio. O muado nlo pode deixar
siderar esta asserco sem fundamento.
a Lincoln mostra-ae afilelo porque algumas
nacoes eatrangeiras taera procedido como se ac-
creditsssem na destruiclo provavel da Unilo. De-
pois prope toroar a lula curta e deciaira, e con-
fessa que leri talvez de pedir urna forc.a maia
consideravel. Estes enormes preparativos ; a
coofisslo explcita de que oa Estsdos-Unidos es-
lo em guerra com urna grande e poderoaa naco;
a necessidade de recoohecer a fcelo de um dis-
turbio que deve dispersar-se, ede ama inaurrei-
tanto para os homens como para os animaes.
Ainda maia a observancia do santo dia de Deua
de misericordia e das batalhaa o nosso sagrado
dever.
c (Assignado) Geo. B. Mac. Clellan.
co que devesuffocar-se ; a obrigaclo |de admit-
lir que a Uaiio est dissolrida, tudo isto leva a
um reconhecimento indirecto da existencia sepa-
rada dos'estado* confederados. Por outro lado,
o embasto e o bloqueio que cortaram lodo o
commercio entre as duas seccoes implicaos o
abandono absurdo da lda de que os cidadios da
confederadlo sao ainda cidadios dos Estados-Uni-
dos, porque ae lhes faz urna guerra aam reserva,
com urna feroeidada aelvagem, desconhecida da
civilisagio moderna.
c Lincoln compara a invasio actual i da Gris-
aj) inspector da ihesouraria da fazenda. Bretaoha de 1781 (f?) a qual foi cooduzida de urna
humanidade ha de ac-
EXTERIOR.
solacio ao officio n. 1502. de 14 de aeteabro ul-
tim; eom que y. S. troaxe ao aeu onhacimon-
to o da commadaute do 9." batalhao de a[sola-
na da mesma data, reaaUaude-lne por copia o todos os educios da uatica doa taraos daaaa co-
aviao expedido pala reparticao da gaarra am 17 marca eom as declaracjpes tooslaolea do incluso
do corrate, no qual aa declara nao *o qua os | modelo.
priaietos e segn Jos. cadetes, os particulares a
os simles soldados qua fcequentaaa aa escotas
milaiW-JiAP^Pa41f>as%a seas
apenas dispenssdos de i Ureraa tao-
Lido em boa f, mas tambem que as ancas, qua
pretenderen aureseoUr. provea d* r*e*eeen per
aeram reconhecidos cadetes oa particulares Aa
setio declaradas taes apa que hsism reposto
premio que possam ter recebido.Con.man.ioou-
sa Lito mesmo i ihesouraria de fazead.
Iguaea aos jvises auoicipaes da 1* vara da
capital, de Oltad*. eda Igvaraa.
Ditap-A! cmara aaaictpal da Villa-Bella
Em resposla do qua axeoa caceara municipal
a Villa-Bella em seu officio da II do correte,
teda di ser-Iba qaa approvo a srreaa tacto dos
ta postos da que trata a citado oflide; dtveado
a misis cmara pdr novameate esa peaca os
que deUaram de ser arrematadas por falta de
.lUacUs.
ESTADOS-UNIDOS.
0 presidente, Mr. Jefferson Davis, dos confe-
derados do sal, expoz em urna meosagem apo-
sentada ao congresso, reunido em Richmond. ai
razoes do grande morimeoto insurreccional. Va-
moa em seguida apresentar as prncipaes passs-
gens da meosagem que elle di parte do eatado
do morimeoto.
c Richmond, 90 de julho de 1841.
< Desenvolv na rainha mensagem de inaugu-
radlo as causas que produzirsm a formago da
confafleracao. Hoje basta referir os tactos occor-
ridos durante a ausencia do congresso, e trstar
as questes que se ligam i defensa publica.
(Depois de felicitar o congresso sobre a acces-
sio de trea novos estados soberanos, a meosagem
prosegne) :
c Parecen opportuno transferir os ministros e
os archivos para Riehmend, para onde o con-
gresso ji tinha transferido a sede do governo. De-
pois do addiamento de congresso, o movimento
aggraaetvoo inimigo requera urna scqo promp-
ti a eaergica. A sccamaUcio das torcas do ini-
migo o Potomae demonstrava suffifcientemOtB
qae a aeu principal esforco aa diriga contra a
Virginia, e nenhum ponto ara maia aprpriado do
qae a ooaaa capital, para dirigir efflcazmeate aa
medida aecesearas, afta da a defender e pro
tegar.
a A marcha rapid. dos acontecisemos duran-
te os alliaoa aaaes deapregoo o vu qaa ocedl-
tsva a.politica a os verdadatros projecloa do gp-
varaede Linelo hoja msaifestam-se plenamen-
te. A meosagem do praetdeote e es actos do
aongreaso do norte na aaa seaslo actual moatraa
a inunclo da subjugar per
maneira maia ctvilisada. A
cusar os ultrages commettidos cootrs mnlheres
sem defeza por parte de homena que prelendem
ser nossosconcidadios, e ver com horror a per-
versidade, deliberada, que, sob pretexto de re-
primir urna iosorreicio, taz a guerra aos enfer-
mos, s mulberes e s crianzas, por meio de me-
didas mansamente calculadas para impedir que
obteoham os remedios necessarios para o seu cu-
rativo.
a Os direilos sagrados da humanidade, que to-
das aa nacoes respeitam, meamo no furor doa
combates, voltsndo cautelosamente o ataque dos
bospilaes, sio boje ultrajados pelo goveroo qae
sffecta querer manler relagoes fraternaes. Para
aemelhantes ultrages nlo ha represalia, a menos
que nio possam exercer-se sobre os proprios au-
tores dos maleficios.
c A missao do coronel Taylor a Washington
tinha por fim propor a troca dos prisioneros
capturados a bordo do corsario Savannah, e
significar a Mr. Linela a deciso em que estova-
mos de evitar qualquer acto de barbaria para
com oaprisioneiros de guerra, por meio de re-
presalias taes que fizessem renunciar a qualquer
acto deste genero. A resposla qae Mr. Lincoln
prometleu anda olo foi recebida.
c A attengao do congresso chamada pelaa
relacdea particulares qaa etistem entre este
goveroo, e oa estados denominados Estadoa
fronteiroa de eacravoa. Os senlimentoa de que
os nossos povos eatio aoimadoa para com os
habitantes daquellea ealadoa teem-ee manifesta-
do osa decaracoes com qae lem recasado coosi-
dera-los como inimigos oa autorsar hostilidades
contra elles.
< Urna grande parte da populacio desses esta-
dos, olba-nos como irmios. Se nlo comidos
pela preaenca de torcas armadas, pels suspeoslo
do servico civil, e pela proclamacio de lei mar-
cial, muitoa dellea ae sjaotariam a nos com ale-
gra. Mas sao qaasi unnimemente oppoatoa
guerra que existe entre nos. Pactos quasi qaoti-
dianos autorsam e affirmam iato meamo.
O preaidente doa Estados-Unidos, recusando
recoohecer oesses estados nossos irmios de
hontem o direito de oio aa envolvarem eu um
ataque contra ns, apoia-se ea que eases estados
nio teem outros poderes mais do que os qua a
cooslituico lhes reserva na Unlo.
< Esta nova doulrina aobre as relaces consli-
tucionses entre os estados e o governo geral,
serve de introdcelo a aua outra aseercio da
mensagem, de que o execulivo posiue o poder de
suspender o habeat corpas, e de collocar esse
poder descrelo dos commaodantea milita-
res. Esli ali duas preposicoes que se anticipara
que as completa; que o proprio execulivo
exige a violaco deaaa lei socisl, cujo fim 'foi
satisfazer aos escrpulos dos cidadios noe pon-
tos de liberdade, na paite que ella favorece mais
criminosos do que innocentes.
c Podemos com justa rasio regosijar-nos da
nos havarmes aeparadoi para aempre de um go-
veroo que desta maneira calca aoa todo oa
principios da liberdade constitucional, e da um
poro que tolera snmelhantea declaracea.
c (A menaagem falla depoia daa abundantes
colheitas com que a eoofederacio fot favorecida,
colheitas qae ao passado oio veram iguaaa.
Considera-se o aprovisiona ment como equivs-
leate a dous annos da canaumo.)
Otcidadioa teem loavavel orgalbo em aua-
teatar a aua Independencia, aam ouiro auxilie
Escrevem de New-York:
< A tomada do forte de Halteras, espalhou o
susto as costas da Carolina do Norte. Os habi-
tantes refugiam-se no interior, e as obraa levan-
tadas na passagem de Ocracoke foram abando-
nadas pelos confederados. Estas obras, suffici-
entes psra suspender um crazsdor que persiga
um corsario, oloestavam, mais do que as Halle-
de con- | ras, em estado de resistir a um ataque serio, e os
separatistas hao de limitar-se provavelmente a
offender o porto de Macn que domina a entrada
do porto de Beasford. Tambem levantan bat-
terias naa margena do rio Pamlico (abaixo-da
pequea cldade de Washington. Alera disso,
sem duvida em conaequeocia de falta de navios
qae demendem pouca agua, qae os unionistas
aioda oio peosaram em approveitar-se da sua
victoria e em penetrar as bahas de Pamlico e
de Albemarle. Na hora a que escrevo, os ho-
meos que ae deixaram para oceupar aa obras de
Halteras anda nio foram reforjados.
c Em frente de Wasbingtoo, os separatistas
conslruem batteriaa sobre battenas, intriacheira-
menloa aobre intrncheirameoto, sem que o
general Mac Letlain se inquiete.
a O corpo do exercilo de Juhonsore, que opera
.paralelamente correte do Potomae, na direc-
cio de Leesburgo, esl multo prximo da ponte
de Chsines para que aa bailaras possam produzir
Aam effeito, e a bandeira do sul flucta viata
da casa branca. E neceasario qae Mac Lellao
esteja hem seguro dos seus planos para deixar
eslabelecer o ioimigo onde lhe convm, o cons-
truir batteriaa qua em certoa pontos dominara a
sua propria lioha de defeza. A nova aclividade
qae reina entre os confederados no alto Ponto-
rase indica tambem que elles nao reounciaram
idea de atravessar o rio e eotrar no Marylaod, e
a artilheria do general Blank todos os das tem
que responder s ballenas que levantam da outra
parte do ro.
Como j prevena Ba minha anterior carta,
verifico-ae a neuttalidade do Kentuky. Os
unionistas invadlram-n'o por um lado, e oa sepa-
ratistas pelo outro, e dentro em pouco aquello
Estado nada ter que mandar pelo seu visinho
Missouri.
N'ums correspondencia de Nova-York, l-se.
Em Washington nada occorre de oovo. As
tropeado sul acampadas em Muoron HU, veem-
se desde as alturas de Arliogton.
a E' impossivel que esla situacio ss prolongue
por mala tempo, e o geoeral Beaugard, dora dea-
tro em pouco atacar as linhas federaes ou reti-
rar-se.
Assegurava-aeem Washington, que os gene-
raes Scotl e Mac Clellan, eatio ao tacto daa io-
lencoes do exercilo separatista, e que esto pre-
parados para todas aa eventualidades.
< No Missouri tomsram os negocios um gyro
iocomprehensivel. Apezar da victoria da Spimg-
field e do numero de tropss qae tem s suas or-
dens os geoeraes Bao-Mae-Culloch e Hardee,
retiraram-se para aa fronleiraa de Arkansas.
c A reaccio unionista contina a preparar-se
na Carolioa do norte, e o goveruo de Richmond
deu ordena ao general Beauregard, para mandar
dez regimentos, sflm de ir conter os poros.
< Psrece qae os sentimentos anionistss se ma-
nifastaram tambam na Florida.
c Em Panzacol proclamou-se a lei marcial, e
mandaram apagar-sa os fares das costas, sem
duvida, para evitar o desembsrque daa tropaa fe-
deraes.
Falla-se muito de urna prxima expedalo
. naval, que ae ha de dirigir a um porto, que aioda
nio eata deaignado, aioda que ae julga aeja Char-
lesiown. Nio poderduvidar-ae de que se prope
alguma coosa, porque o general Butler, qae ti-
nha aleancado urna licenca da alguna diaa para
visitar sus familia, asaba de receber ordem para
regressar immedialamente ao forte Mouroe.
No Correio dot Estados- Unidos l-se a seguin-
te carta dirigida pelo presidenta a Joba C. Fre-
mont :
c Waahingtoo, lt de aatembro. '
c A voaaa carta de 8, em resposla i minha de
2 deate mez, acaba de aer recebido agora meamo.
Preaumiodo qae a vosaa presenta no esmpo po-
da tornar-ros aelhor juis das neoeasidsdes da
vosaa posicio, do que en achaodo-ae em distan-
cia, e tendo a voaaa oroetamacio de 30 de agos-
to, alo viobjeccao geral a fazer-lhe ; mas existe
ama clausula particular relativamente ao confisco
da propriedade, e eaaneipacio dos eacravoa,
qua me paree merecer objeegio, por laso qae
nio est conforme ao acto do congresso panado
aa 6 de agosto ultimo sobra aqaelle mesmo aa-
sumpto.Escrevi-me manifestando o deseja deque
aquella clauaula fosee, por cooaequeacia, modifi-
cada. A voaaa respoeta. que acato de receber,
exprime o desejo que tendea de que eu d urna
rdea bem definida para asta aedilcacio, o qae
eu-Uco eai voluntariamente. Fita pela ordena-
do qae a dita proclaaee>o ceja modificada, man-
tisa e interpretada aa maneira qae fique coator-
me a osadasdoccoMreaw aobre eata assump-
to, a nlo ultrapaaae as uposictea comida* no
acto daoaainado : Acto pare confiscar ai pro-
priedades de qae ea sarna cea a la in-
c sorrecetoaai, apero vado a de agoatb de
ti 1861. a
i OrOaoi-ae taaoam que a dia teja publicado
ao aeaaa tsapo que a vaaaote otem, H
c Vea obadieate Miado
A. Lineoln
ou se lhe encorporavam aa deaaadavaaa,
nota re que oa prmeiroa chelea qaa lhe lana
engrossar aa fileiraa fossera aqaalles aa qaa Dar-
qui maior confianza depositara, como Prida. Ar-
nould, Goilea, e Laprida. Deve-se lata ea gran-
de parte i poltica qae em contraposicio i de
Urquiza proclaraou o eral Mitre, e ea virtade
da qual tomou o exercilo do sea com atando cae
muita propriedade o titulo de libertador.
Essa poltica a que nos referimos est coasig-
nada na proclamaeao qua o geoeral Mitre fe cir-
cular e na qual ae lem oa eegaiotee trechos, dig-
nos de um representante da civiliaacio a qaa as-
pira ra ealea povos:
< Ssntafezinos I Venho frente do exerdta de
Bueoos-Ayres, que coota 11,080 horneas das trea
armas, restsbelecer a ordem nesta provincia, ga-
rantir as vossaa peasoas a aa roaaaa piepiledsde.
consolidar a situacio creada pelo triaapfca d*
Pavn, e cimentar a paz aabre a has daa i atarea-
ses recprocos dos povos. >
Em seguida janla :
Solemnemente voa prometi, ea aoae eV>
povo de Bueoos-Ayres que vos aaada coaa ir-
mios, que nenhuma perseguidlo ae far, qaa to-
das aa pessosa e todos os interesee* sera raa-
peilados, a que castigarei exemplarmenle em sa-
me da lei os que falurem a estes sagrados de-
veres.
Ao mesmo lempo que de um modo lio frater-
nal como poltico proclamava aoa eaus eootrariea,
expeda o general Mitre uaa ordea geral im-
pondo pena de mor te a quem coaaeltesee a mais
ligeiro desmando contra a vida oa propriedade
dos hab tantea do territorio invadido, fazeado-a
dolorosamenle effectiva ooa prmeiroa qaatroeal-
dadoa que veram a desgreca de iacarrer ada.
Este proeedimeoto do exercilo de Bnenos-Ay-
res est em cootrapoeicio com o doa trac a
cavallaria do oreaideole Derqai, qae reama
quanlo gado apanham pelo camioho, saja de ami-
gos ou inimigos, aaaassioaodo o propnetaro que
offerece a menor resistencia para salvar a porvir
de sua familia.
Com estes antecedentes era natural qaa a re-
sistencia do Rosario nio pudeeae orgaaisar-ac.
apezar doa estorbos do presidente Derqai, de asa-
do que, apenas aa arisloa o exercilo parteabo.
sabio da povoacio uaa com misal o para rearar-
lo com o ramo de olivaira. Succedeo lata de-
pois de abandonado aqaelle lagar pelo presidente
e seus acoiyios, que foram eoeerrar-s aa atan-
de do Paran, para onde ae relirou a esqaadra
federal.
O general Mitre dea entrada traaphal a 1S do
corrente com ama brigada de infamara a a aua
escolta, aendo recebido por lodoa oa habitantes
com maaifeatacftes de jubilo.
Secundando a poltica do general ea chela da
aeu exercilo, expedio o governo de Baeaae Ayrea
a 11 um decreto altamente humanitario, indul-
tando todas aa pracaa. tanto de lioha coaa da
milicias, que houveseea desertada oa qae, aaa-
do dispensa na jomada de Pava, oio ee ti*
sem ainda apresentado aatoridade,
porem que o fagan ao praio de oiio oa qalnze
das.
Ests disposicio se ampliou aoa iadividaee qae,
pertenceodo ao exarcito do inimigo, ee apreee-
tarem dentro do meamo termo.
Com o titulo de Nueva Era apparecea a la-
zarlo um peridico redigido oo sentido da panu-
ca de Buenoa-Ayrea.
Segundo a imprensa de Tucussan, faraeatava
] naquella provincia a insarreigio. Teede la-
valia, como aabem oa leiioree. sida oarigada a
renunciar o cargo de goveroador, foi inmediata-
mente substituido palo sea aiaistre gaaeral a Mr.
Villafaoe. o qual, nomeado govsraaar i
taro a 15 do passado, eacolbeu para asa I
general o Dr. D. Proapara Garca. Tea
nota fermeotacao em Santiago, toen lato i
rotado peloa Taboadae o goveroador Alearla.
Publicou-se orna parte do general Urajean qaa
apenas serve para toroar mais cmica
qae a este caudilho crearaa ea i
quazes. Nio a traoacrereasoe porque
neceasario determo-nos ea commeaUreo
de neahuaa utilidad sio para o leiter
leiro.
No Eatado Oriental do Uruguay o aaa
importaota o medo que, por maia qaa a i
os peridicos pagua palo goveroo para la >
tarem bymooa de ioavor, aa apdete
que em Quioteroe aaaassinou sleive
seas compatriotas.
A prova deata medo, prodasia
triamphal do exarcito da Baeaee Ayrea,
trs-se nss diapaaieas qae a gaaecen
mandando orgaoiaar a guarda raaioaal ea laca a
repblica, apezar da tar-aa foraada aa cotaata
ama dlviaio de cavallaria, am aaqaadils aa 8.
Joa. e achar-ae o ganevsi Laane a
Rio Negro com forcea respailareis.
Semelhante medida producto ana
aoimo da populacio laboriosa, pac
irabalbo urna mullidlo de Bracas alai*, pava
verle-loa em cacada de caadilhee lanrtoa
aoa a erar que a Sr. Barra iocerrea naata
para satisfazer as siigaaMa den caen aaif
vaspers, qae alo aa peana aeeotaaac
separadoa de meia dusia da gauchee i
frontam a autoridad a axploraa a i
Outro negocio que tamaa tan
um pouco oa-espiritos pala i
qua provocou foi casaar-ao a eants
rio Vera, que aa declarara ana
com o chefe do eatado, >
do. de qua eete est invernad pata
Suecedau poia o qaa i
broa pela parte mala frac, a aaa i
traeioaa rio-se da noite para o di
alta digoidade de qae aoeava
os contendor aa dieigiraa an
papa, reaideota ao Paran ; pea
porem para o ex-vagaato n qae |
repblica provavalaante
maia do que o seus proprios recaraos. A eubs-
cripcio para o empraatiao propoeto pelo governo
nio atcaogiri a maana da oioaoeeta miladaa de
doliera, a provavelmente alo oxoeder auilo
aqarellaaomma.
c As ooaaai oparacea milUarea vio aeteo-
&f coaaideravelaent, cuendando a an
tic ati agora asenta dea anean advera***;!
disposigio qae lhe veo
tos de patrono.
Coa a noticia* coa
quaMsaitoeoeanaeo*
receodo acailaplo, provav
pouca a indaairU da pan
' A queaUo angio-francaia
fuo, dapoia da faiet aoavoardada a renpan
turo qaa se drrerasaigaar a quantia riesah
Beto eetagnacio dev i difficaldade, ana
I mente sr* a da difitcil solada.
Uioquet adopUro aaio
meio da gaarra es originaria mantai mi a^coafe^.ra^a. A'.l Segando refeeam algunas folhas americanas governos que eatio aa caso ta pedir pata
aUdossaparadcidia cuja loteara Huili i psr-1 capcao das ilhu forU&cidas, o^TprVtH !uqaeiui contra o ieearal tnmw, *V*)!L'\*** **"*>*** FreascaTa^
J 141 i-rili a r\r\ L


vm

IUMOM ftAMBOOO*
-a.
..____
Consiste esta diCftoatdade em niTniB Inda
vendas da repablica por coi
becadas so camprimeoto
liidas com o Brssi!, de nfrl" IBS, airi f runa i t ni
dem^n.r. come se exifc4WOT^?OTnF ^xTiaWTdVi
do? es desse dia mait urna nesta provincia, llr-
9v/!l%1NSiySiS'a >?'. Frwdieo Antonia Pereirs Rocha
^W^M~* <******& o abaetecimento le agua poiavel
do ci
divida reconhecida. Como ~
_ mas. segundo
jprlWlf Prp
pse illudir
os seus govarnos.
mioleo os pormenores do eccet-
benefiesocis aborte 13 do cor-
rete, oes Ihes cecupo atteoqio com o* pro-
gressos dos canos mejores a collocacio do coo-
luctotee para gaz, por earem negocios paramen)
Iocaes, que nao podem interessar os leilore bra-
siletros.
mem
fiE ** "-
sie contrato alo as aegaiato, pou-
ou menos:
rigsr-ae por ella o empresario
ranr
**
'......!..... II il
lo Grande fe Sal.
Porto-Alegre, 7 de outubro de 1861.
Gracas a Deus. chegou-oes o vapor ds corte.
donde oio tinham'os .noticias ha mez e meio se-
uio vagamente por uto o ostro navio/ de
vela.
Calcule os sustos que aqui causara estas domo-
ras, e os graves transtornos qudala resulto m
ao comrnercio a so publico geral, e ajutze
d ceosuras qire aoffre o governo e compa-
ohia de paquetes ; aqueile pur nao Ase alisar de-
adaaeote o estado dos vapores, e eaia por ti-
ra* i mensas vidas e capttae s ao mel das oadas
em navios que nao offereceru a necessaria aegu-
ranca.ade urna pessima coostrccao, visando so-
mente os seus interestes.
Nao sei al quandu hTemos de soffrer as con-
secuencias desse estado de causas. O remedio
esperar, e emquanio isso (ac, vou lbe contando
o que porc*se tem passado. '
Faiia teoeio desla vezdar-lha por extenso ama
conta circumatanciada ds receita a despeca pu-
blica desta provincia ; mas, nao possuiudo anda
todos os documentos demonstrativos desse traba
Iho, limitto-me a iuforms-lo doa rssultsdosge-
raes do exercicio de 1859 a 1860, que ma viersm
s mos confiados por um amigo.
O balaufo d receita a despeza geraes desse
exercicio o seguale:
Rtceila.
Importacao.....................
itotpacho marilimo.............
Exportado.....................
#10i-.......,..,,,,
Extraordinaria......
........
Somma................
eipeza.
Jas pono........................
J us'lca...............,.........
Estfaogotrtyr....................
tartoha........................
Guerra........
Fazeoda.
1,626:419*408
38&8$T64
33:985760
441:96*8971
64:129*048
......
3,596:4839951
12I:66J(876
10I:978|3U
2:4OUfC4)0
211:7888178
2,202:747|102
747 744|654
1.007;157224
1,000.-526,730
do imperio II-
Somma................ 3,418:325$ 170
A receita e despeza proviociaes realisadas no
aneme exercicio sao aa eeguintee:
_ Rutila.
lroveniente de impostos pro-
viociaes e do pagamento do
146:3363107 que a fazeoda
geral faz provincial........
Detpeza.
Loo os diversos servicos pro-
''>>...................... .
Na despeza geral do ministerio
gura a somma de 4.5:502J 10 com o colooisaco
Jurante o exerclcio.e pelo cofre provincial tambem
-Ie1spen<,eB con o mesmo servico a quaotia de
JO.311JW80, sommando as duas parcellas......
101:813*690. v
A despeza geral effectiva de ve ser maior, porque
nso mette em coota o transporte que o gover-
no pagou at a chegada dos colonos geraes a esta
provincia. Dave admirar-se que tambem oslo
naja s classicaco de geral o protincisl ; pois
flquo aabendo que h, e com bem grave detri-
mento do servico das colonias.
Os colonos importados pelo governo geni re-
cebem subvencao por seis mezes, e a alguns
manda o governo dar trras, em virtudo de urnas
wauuccpes cuja data ma nao record agora; os
que vem por coota da provincia nena lem aquel-
la subvencao de seis mezes, nem Ierras gratuitas,
e. reunidos em urna mesma colonia os colonos
geraes e proviociaes, quiiam-se estes de nao
gosarem do mesmo favor que aqoellee, por i-i
oo,vm urna razo plausivo! para qaeaaaim uau
acooteca. E' de faeil inluico os inconvenientes
qua resultara desta- desharraooia da legislacao
geral, regulamentos e loslruccoes com os pio-
vmcUaa.
Entregue o governo administrado das pro-
vincias a horneas competentes, e deixe cads urna
seguir o systema quajulga mais conveniente e
apropriado aos seus eslaOelecimeoles coloniaea
e a importacao dos colonos, limitando-se a pres-
tar-lhe os necessarioa auxilias.
O cofltrario querer despender mais e com
peior proveilo.
A provincia do Rio Grande, durante estes dous
ltimos anoos, tem imperlado nao paqoeno nu-
mero de colonos, despenden do com eestaivez
meude do que gastara o governo geral, att os favores que esta concedo. E' verdade que os
contratos fetos pelo cooselheiro Aolo nao des-
mentem a origem, porque teas sida os mais eco-
nmicos ; porm, anda que assim nao fosae,
respailada lilterslmente a legislacao da provin-
cia, a imporlac&o dos colonos seria a mesma on
maK, e anda aaaim a despoza muito menor do
que a que fazo governo geral, e nos linaria dos
inconvenientes que cima notei.
Agora vejo que estou a massa-lo com colonos
quaodo teoho tantas cousas de que lbe darconta!
e taa pouco lempo.
Nofroauoicipios de S. Leopoldo e S. Jerooymo,
descoliriram-se duas minas da ferro, ambas per-
Jo deporto de embarque, o ultima teodo a va-
Hosissima importancia de estar junio I mina de
carvao de pedra que existe naa proximidades do
Arroio dos Cachorros.
Apresideocia da provincia maodou extrair por-
cao d^juelte mineral das dase minas, a enviou
para a oda de do Rio Grande afim deaer fundido
e exaoMOad* devidameote, e cooata-me qire pre-
tende enviar a essa cftrte urna barra par amos-
ira, a oulra aet aqu presente i aasembla pro-
vincia*. K
Eslea trabalhos e exames forarn incumbidos ao
Sr. Nathaoiel Plaot,. gelogo iaglez, que veio a
esta prowucta estada* a sus geomgia, commis-
sionado por urna associacao de Londres.
Adescoberta desla grande riquez era um da
assumpolos a que maior importancia ligava o ac-
tual administrador desta provincia; e, aprovei-
taoao os conbecimaploa pipfissronaes daquelle
eogeabeiro, nao poopou empachos nem esforcos
paf !w 0 reva o sao dmidaralum.
Febamonte realieoo, a breve por l eri ama
linda chapa de fer rw-grandense.
Ha diaaseguio desle porto vapor Cocfcoaro
comprado pelo goverao geral a instancias do con-
selheuo Anlao, para sedar principios aos traba-
ihoadecscavacaoo caaal ds-asase. Pet'ne-
ceeaano fazer-lhe aqui algwoa coeoertas pata *-
propsia-lo aanaertico a qae aa destina, o ootros
se tem de fatar nos btateos qae axistem, cwts
deapsjaa j4 fot orcads.elogo que soeooctesm, o
que ser bref e, comevarao oe trabalhos.
Para odia 8 dedezembro aarcou a prdsldea-
cnaoaposiio agrcola a indnstrial desta pro-
vincia. r
Ao iaalrucedea do go*ema. Tinao ao vapor de
22 de sfoato, chagaram aaaji # 8, e dfaponrlo
^Stl?*"!*?* d" P"i*as ta-eWcl
m^^etpioe de daaiauba>t fot oplijllo -era), o
nem poda deuai da ser, qw muitoie poderi
iasa%
Cam feens eonaioa, o teaspa asria ateasao adra
ir o rolla urna ordam ras ceotag da proVtacrs,
a distribuir 8
a
ITalfa
mu a Harsaooia, na d
*-1eoe wcia, em frente Ga|
ebafarizes ser feraeelda a agoa
poto de dia e do noite, pela preoa de 3o rs. o bar-
ril de 25 litro,
Pica Hire aos particulares a venda da agoa, ex-
cepto a das margena do riOj que sd por neeessi-
dade serve, atieata aaa iasalubridade.
A obra et-tari wnjipleta irppreterivelmente no
eapaeo-de eineo aa aaa, sendo tres poro prompti- oes
car;o dos chafaiizes e dous para a canalvaa;ao
geral das agoa e.ana dlslribuicso pela cldade.
0 total da'despeza nao poder exceder de ris
650:0af, garantldo o governo o Juro dsete po
cnlo au enno, sobre o capital que se despender
para realisago de todas aa obras durante a praso
consignado.
Esses juros serio psgos semeatralmente em
proporeso ao desembolso dos accionistas, deven-
do 'judlquer resto desse desembolso ser recolhido
ao banco provincial em conta de joro, e a im-
porunciadesles juros oo flm de cada Semestre,
rvtu ti da daquelle que a pro oeia ti ver de pagar.
Pfo espco de noventa dias deer ser pelo Sr.
Dr. Hucha orgaaisada a eompinhia que leona de
tomar a si a empresa, ageitando se o empresa-
no, ea> caso eonlrario, i multa de'fcOOO* e per-
da do contrato
Dias depois de firmado este contrato, a prtsi-
daacta convocou ama reuniao dos principses ca-
pitalistas e negoeianles desta etdade, para delibe-
rarem seeonvinha desde j encorporar a eompa-
nbia que tem de tomar a M asee trabalhos ; e,
decidindo-se pela afflrrnaliva, ji se acha inscrip-
to grande numero de cidadaos com mais de duas
mil asedes, aa valor de 100 ceda ama.
Era urna das mais palpitantes necessldades
desta capital esse vital .melhoramento. que, gre-
cas ao cooselheiro Anlao, vamos floalmeole ver
realisado.
Anda que a provincia do Rio Grande nlo de-
vesse^ouiros servicos a esse administrador, bas-
tava este para nunca mal olida-lo.
A noticia da remoco delle para a Baha cao-
sou geral sorpresa, e muito nos contristou. Go-
zando de geral estima ninguem podis esperar que
o governo o reraovtsse*daqui, atormente agora,
queja tendo sufflciente conhecimento-dos nego-
cios da provincia o um acurado estado de suas
ptincipaes nerossidades, comecava a utilisar os
recursos de que dlsponha, com coosciencia de
bem aproveiia-loa.
Reconheco quo o presilente nomeado tem -
lustrajio, energa e um carcter reeommendave.1
por todos oe ttulos ; mas, desde qae o actual
administrador reone essas mesmas qualidades,
que serve a contento geral, procedendo com a
mais rigorosa economa e respeitando divida-
mente os direitos de seus governsdos, n5o vejo
expHcaco para estas mudsncas que nio sejam
censuraveis, e o qae digo em reiacoo a miaba
provincia dirao cum igual razio os briosos roiiiei-
ros com a retirada do cooselheiro Piresia Malla.
Seguodo o que afOrmam pessoas entendidas, a
nossj barra offerecer daqui m diaote mais fran-
ca navegacao. At agora os navios entravaoi
apenas pela barra do sudoeste, eslava quasi fe-
chada a de sueste ; agora, porm, tendo desap-
parecido a ponta dos cabecos, que impedia a na-
vegacao. ella se fara com mais faciltdade, salvo
se Daosobrevierem oovos embaracos,provenientes
das constantes mudanzas a que est sujella.
A provincia do Rio Grande rene se com as
suas Irmias para pagar urna divida sagrada ao
patriarcha da nossa independencia, o venerando
Jos Bonifacio. Urna commlsso de cidados
respeitaveis abri nesta capital urna subscripcSo
para nea se iascreverem squelles que quizes-
sem concorrer para ajudar a levar a effeito o mo-
numento do nosso patriarcha, e.como era de es-
perar, tem achado a melhor boa vontade nos ha-
bitantes desla capital o obtido j urna somma nio
pequeoa ; alm disso, a commissio coovidou a
tres cidados de cada urna das diversas localida-
des ds provincia para coadjuva-la, e estamos
convenc j que o fario de bom grado agen-
ciando assignaturas, cujo producto ser remelti-
do a esta capital e daqui para a corle, afim de ser
entregue com'issio directora.
Aventou um dosjornaes desta cidade a idea de
que a estatua fosse aqui levantada, e outros cora-
bateram-a, provaodo que nesga demonstraco
de reconhecimeato que o Brasil d, convinha que
a estatua fosse levantada na capital do imperio,
representando assim a onificaco do patritico
peossmento de todos os brasileiros.
A Ordtm transcreveu ha dias tres represenla-
coes qae a directora da praca do comrnercio
desta capital dirigi ao governo imperial, pe-
dindo, na primeira.a creaco da urna conserva-
toria do_ comrnercio nesta cidade, na segunda, a
nomeacao de urna commissio para examinar
aquelles que quizerem ser machinistas, e na ter-
ceira, a abolico do arl. 4* do decreto n. 653 de
24 de rovembro de 1849, que determina que os
navios que vem em direceo a Porto-Alegre tra-
gara, slm das escotilhas lacradas, dous guardas
da alfandega de S. Jos do Norte, que sao pagos
pelo navio dos seus venciment03 e trra e em-
barque.
O governo imperial alleodenlo justirja em
que se funda a directora da praga e convenien-
cia que dessas medidas resulta para o comrner-
cio e navegacio da provincia, deve attende-Ios,
destruindo assim as p6as que se oppoem ao des-
envolvimento dessas duas importantes footes de
riquez.
Tenho infelizmente de accrecenUr novo fac-
tos estatisca criminal, e delles vou dar-1 he
ums ligeira noticia. Na cidade de Pellas, na
noite de 7 do passado, um portuguez que se re-
colhia casa fol seguido por outro, que lhe des-
fechou um machado ou marlclio na cabega, dei-
xando-oem tal estado, que nao havia esnerancas
que escapasse.
Na Crn Arla, em d'ns do mez de julho foi as-
sassinado Januarlo dos Santos Piobeiro, que sa-
hindo da casa de Firmiano Jos Ptnheiro, em
compaohia de Pedro Antonio dos Santos e Ger-
mano de tal, foi encontrado morto a pouca dis-
tancia da casa de Jaouari. Pedro dos Sanios,
cmplice no assassinato, foi preso, fazeodo au-
loridade todas as diligencias para captura do ou-
to; mas, apelar da revista garal
nos cofres o gaveta, cujaa chavea
naa caaacgalram encontrar oa prai,
ci coato o tantos mil ri, qua ser
gar-ihes os auatos a as diligencias.
O Dr. Callado, chefe de polica, vat-
a estima a caosideracio dos habilaolas
ap
HOVEMMO M IMl;
anda
Ira.
o, w deoatalrodai86l.
Nadaaeeotfo por aqui que se ja bem laurea-
16
As oadas da ultima tormenta eleitoral
se fama Wttr. a. datgracidaaBoU
oooa- perrodrcaa aeaeerrem para as
Sem curarem essas publicacoea de objeetoa de
Interesse publico, eccopam-se nv dar luz a-
necdotas escaodaloias, a inventam-as, mesmo
para azedaroas oa aaimo, a aaaim eraizam oa
odios, em tes de se em peo harem em exuogui-
|o. Todava, reioam o aosego e a paz na pro-
vincia.
O oslado de saude do presidente anda nio
satisfactoria.; -contada, tem maibarado, eee,
aproveMaado a cialhore, emprega-ae agora em
visitar e iuspeccioaar aa colonias sitas oo come-
co da serra, oa direcgo da estrada de Lage. Es-
tes etabelecimentos sio do mata subido atarea-
se para a provincia, e o presidente, inspeccionaa-
do-os e daado-se a eoehecer aos colono, ai urna
prova doa seas rdanles desejos de distioguir-se
oa sua administrar j. As colonias em geral pros-
peran), e oa colonos eatio contente com o clima
e com a uberdadedas trras, que os recompeoia
abundantemente de suas fadigas.
0 Tocanlint, que se julgava Invalidado, aqui
appareceu oo dia 10 i tarde, e aegulo no dia II
para o sul.
As tormentas anda continan) neata coiti; oa
ventos que sopram sao' sempr tempestuosos,
e oa sua sahida foi forcado oToconlin a fundear
dentro da barra, onde se demorou dous das, pa-
ra rugir a um temporal desfeito.
Emflm, chegou o Imperador, depois de 19 dia
de ausencia Oeste porto, tendo-nos ji dado serios
cuidados lana demora. Liaabercircumstaacia-
de, e mais exactamente, do que aqui o que vai
pelo sol. ^
Carta particular.
em mudar a le actoal, aa
arcano, algum segredo re-
r tamanho prodigio, commn-
daae chriatia ease arcano,
audiremos aideeramente, con-
hameoto que aquillo qae nos
menteimpoasivel.era para homena
I* brtnajjjpjaBa>Brian~
va, e d
te oa mi
y-n. ni i (nr- i
inleressa as eonaervacio do mal, a por outro lado
ter tm ddadao conspicuo do lolabiiayMo
listlmes iotarasaea de mu diversas o ,n
lhe hlo de ministrar dpportana oecaatft
tontear oa reenraoa da ana iotelligencia, e
energa da aua vontade.
Daladoa bem diversos vira com igual inlenii
-Jde stipposicio i reaV
. Qaem ba ahi qoa ignore o qo ae
MI
de pouco j em Vraao quando a mialftario propOc aeoa*H
^ __ Atieus que houvase quera aaa
oa o mal
". "* r i Isoria dos
porque faeit eerle o remedio nessa hjpoiheee.'
Iafelizmente aaaaa profunda (joMlistadora
ooviccao que a mil nio s eati aa maiora dos
afluentes de teda as parcialidades, maa tambem
le, a qual, suppondo que os homens sio aa-
lf''?to"iB'^ > oapaaicla par (deatkas moli-
rjgMMM actaaas, vos? Qaem foi quamsti pugaon em franca pala
franca pala
coonarvecao do vota universal iadireato* Foram
por omlado os reatas daa demagogos da noven-
ta a tres, e por oulro lado as antigs enboroa
feodaes, e seus descendentes. Paimiva a Eu-
Sea. tomou-p,,. iu,u^VerS a a re^nt 7BE3S*51j^^
Vi*0 .*'. ettasjdo pelo contrario ampia fa-
ailidade para toda a aorte de crimaa eleiloraes.
Atet, eotao todos os remedio*, om mal ne-
caastrM para saear os deavio da vootade, maa,
quaodo ella em vez de sanar essea desvos, Ihes
abre campo franca, neohom bice real Hie op-
aea.e Ihes facilita todo, os exoestoe. nlo re-
medio, veoeoo. Achar-lhe um antidoto, modan-
Vrl'"t^ Mr eo,io um4 "seattOade social, e
ui infelizmente o nosso estado ao que diz ree-
petto legislacao eleitoral.
Existem nio poucos homens honestos, que re-
conhecem o mal. qua tabea destinguir a quoia
o* principios de Robespierw, e coa aa utopia
de Rousseau. porque fai que a Urope esta.
petada se coosternou com o triste espectculo
de oobrexa heradtria dePranee.daode frcteratl
araplexo i nojenta demagogia f
Conerter-se-hiam acaso mas doatriaa dos
outros? Nao, eran iolraigos irreeaacitiavala
entre si, mas eram ambos elle iairaigos eem-
muosda liberiade poltica, a per aeberem quo o
voto universal a toros imposaivel, ligaram-se
contra a aleicao directa cenailaria para nio per.
n a esperaaca da influencia indebita. Durou
a bala!ha que traveram nsrs nio deixar
coanecem o mal. qua .bem oealioguir a-quoia hm a bstalbe qae traveram nsra nao deixar
5. i-iq -nr lSid01 h0BeM- da 1ue derT I P,ss" tercicio do direilo poliUco dos influen-
'L^ .Be Bmi8etn com o nosso estado, mas | les entre a plebe ignara e dependente, que espe-
que oesanimam, porque acbam o mal incuravel. ravam corromper e aeduzir, para os ciuadaos
m,l LqUB ,e *nt*n*a e estamos persuadidos intelligenle, eiudepeodenUs. Felizmente veo-
lei, encurtando o espago para | ceu a razio, e a nobreza, pela ignominia de suas
DIARIO OE PERNAMBUCO.
qaaaia maU com os que tenaos, qne eatao n<
mwa deafraoada astada da aarab/stoi i
Aesaardasae^ porm, asprdetdattrbemeoa lo
ff'^y*** rea par toda a provincia
47 mez passado por aquJaitoam trmiJll #
SSSSiSiiS0 Bem0Mrel.7 de. w,e-<
O caatjMhrtro Anuo querendo juni
tro.
Foram tambem asssssinados por Joaquim.. An-
tonio Ferrelra sua mulher e Miguel de tal, por
um desses motivos que tornara justificareis Cri-
mea desta natureza, e Manoel Timotheo dos San-
tos, por seu enteado Joo Padilba, de 17 aonos de
idade.
No jnez de agosto foi tambem assassinado Ma-
noel Ferraz, pelo preto Jos, escrao do capilo
Manoel Antonio Pereira.
No P*sse Fundo, a 6 de agosto, disparou Ale-
jandre de Oliveira um tiro de pistola em Manoel
Teixeira de Lima, fleando este com o rosto quei-
mado e dous der/tea de menos.
No dia 29 tres individuos que moravam no en-
geono do francez Lemairoc, foram accommetti-
dos e feridos por um eolre-tiaoo Jos Cabreir,
que foi preso.
Se contrista a narrado de fados deala ordem,
D*fl ?or.1** i>enoa lisoogeiro noticiar que aa
aulondadea polieiaaa mostram-se zelosas eum-
pndoraa de aeua deveres, a sio aativaa e dilicen-
tes na pexseguicio dos criminosos : assim na Gru
Alta foram presos o preto Jos, eacravo, autor da
mono de Manoel Ferraz e Antonio Ferreir* Jar-
dtm, complica em um bomicidio perpetrado na
municipio,de. ftaariaU
jeopoldo fot Umbsm preao o aaaaaaiao
ido Rodwgue Silva, qua malou um allemao
efe. de numexosa familia, oque eroaunciada,
f b"Mo deade 18a8.
m^.g, 3 disirtoto,iaa*i praaoaCatnilloPir
" ef (aaaiaep Pifas, aqueile emana e asta eotn-
^d#^to;fejia em ftaneJesstiUre^iee aessa
^.^^Wilbasm iMlamdaa guar- _
Im doa tea. imt Psaack, da cidade das tariamrt os,
Qast&o eleitoral.- i:iel\ao
directa.
XV
Terminamos o precdante artigo mostrando a
cadea de ouro, qae na nossa eleico inditecta
eolaca em reciproca dependencia o poder, o de-
putado, o influente local e seus guerrilheiros
eleilorae, eatabalecendo-se no imperio urna ver-
dadeira permuta geral, um do ut d universal,
que do ministro vai acabar no ultimo votante pri-
mario da extrema fronleirai dealraiado em seu
caminho nao s a liberdade poltica, mas at a
maia simples idea do que e deve aer o gover-
no representativo.
Se pugnamos pala pureza da eleicao, tanto
quaoto ella for possivel entre n, outro nio i o
nosso proposito mais do que promover o desejo
de nos eocaminhar por meio della ao mximo
grao de liberdade poltica, que os nosso costa-
mes, 6 mais circumstancias Iocaes comporta-
rem.
E porque ea notaos razoes capitaes se acham
diluidas noa extensos ailigos al hoje publicados;
para os nosso leilores terem sempre presentes,
e em muito poocas palavraa a doutrina, qae re-
sulta dos fados e citacoe* aponladaa, resumi-la-
hemos em propoaiedes, theses, oa artigos funda-
mentes de f eleitoral, que por caridade poutica
deverao propagar,'evitando por esse modo que
algumas almas mais simples se percam Infeccio-
nadas por doutrinas conlrariaa verdadeira or-
thodoxia eleitoral.
Io Sera pureza na eleico nao ba verdade na
re presen lacio;
2. Sem representado verdadeira nao ha li-
berdade poltica ;
3." Sem liberdade poltica nio ha partidos po-
lticos verdadeiros, que sao os quo tem nica-
mente em vista o interesse garal do estado, o commum dos cidadios; "
4.a Sem partidos politices verdadeiros s *xis-
tem nosgovernos representativo grupos, ou. fac-
Ces.que lomam as appareociaa dos partido,
mas que s tem em vista a salisfaciode interes-
saa pessoae, ou locaea, quasi sempre adversos
aos inieresses geraes do estado ;
5." O nico meio de tornar puras aa nossas
eleicdes confia las pela forma directa aos cida-
dos iodependenles e inlelligentaa:
6.a Sao nossos correligionarios, ou elles quei-
ram on nio, todos quantos admittem estas pro-
posicoes, ou artigos de f eleitoral, oa quaes se
reduzem um s, que a pureza da eleijio, tem
a qual nenliurn dos outros pode existir;
7.* Sio hereges eleitorae's todos quantos ne-
gam alguns desles artigos, e como laes icam se-
gregados da nossa communhio, e declarados ini-
migos do governo representativo por serem ad-
versos pureza eleitoral, sem a qual nunca bou
ve liberdade poltica, nem partidos de opiniio.
Talvez estas proposices existem a facecia de
alguns, e parecam trivialilades rancosa, por nao
haver mais homem itlustrado, que as igno-
re, ou conteste que sio verdadeiros axiomas. Das
pessoas pouco lidas, para qunm escrevemos es-
pecialmente, muitas ha, que nem em semelhah-
tas cousas peosaram na aua vida, e servirlo ao
meos para essas se nio deixarem seduzir' pelos
sophislaa interessados oa persistencia da actual
corrupcao eleitoral, e na continuacio desse phan-
tasma do governo representitivo, que s tem de
real a entrega, ora i uns, ora & oulros, dss cha-
ves do thesouro, e da caira das grabas.
Ningoem nos diga tambem que sao vi as e fu-
fis puerilidades, porque o mal nio est em se
ignorarem as verdadeira condicSes da liberdade
poltica, nem to pouco oo facto de seram inete-
cutaveis e imperfeilas as nossas leis eleiloraes,
ma nica, e exclnsivamente ni mallade dos ho-
mens, na corrapcio geral, e mais partlculjrraqnle
na dn governo, e dos itfluentes que o apeiam.
Os que asfm dlzem natrarmente julgam-se
melhore do que os outres; o que embora nlo
aeja moilo modesto, pode ser verdadeiro, e sen-
do assim lado Ucara effectivamente ganado, se
os homens mos fossem substituidos pelos ho-
mens bons.
E' corto porm queja toitfs elles, bons e moi,
fuoccionaram com o mesmo mecanismo eleito-
ral, e o resultado foi sempre o mesmo, e peior do
que actualmente, porque ao menos agora ji nao
ha, nem pode hsver cmaras unnimes, graeas i
le dos circuios, i que alguns chamam inconsti-
tucional, mas cuja utllidsde todo* recoohecem.
Desejavamos, pois, que aquelles que ludo attri-
buem i maldade dos homens, i ana corrupcao,
ou ignorancia, no dissessem se se resignam
fatal' perduracao o lamentavel estado ds nos-
sas eleices, ou entio que nos indicasem como
qua sem mudar a lei, elles poderiam evitar as
excluees syslematlcas e aclntosas, exercidas por
urna das parcialidades contri os cidadios da ou-
ta parcialidade mais habilitados pela sua inde-
pendencia, o illnslfacio pata dignirdierite exer-
ceren a- eleiCoredo; sendo esses cidadios, que
pela sai tltuatraclo e Independencia tem, na opi-
amo de-totes os publicistas, lretto hicontstaveV
}S2S^&SmmS*t*mi1*0***" ?t'*Waaidii'eJI6aa^
5?? *M caauaaia- do posla. jftnio, >oeanr>ut> um mole Utf i
om
sunca
xweicio da maldade, subtrahindo o pernicioso
effeito dos mos exemplos, ha de necessariameo-
le melhorar os costumes polticos. Forgoso qua
descubramos um remedio, que torne possivel a
liberdade poltica, alias acabar Infalhvelmente
mesmo essa appareocia de governo representati-
vo, qae entre nos existe, pois sabido que a cor-
rupcao gera a violencia, e travada a I uta entre
essas duas torcas, de sua natureza ingovernaveis,
perecer oecessariamenle a liberdade, como tem
perecido em toda a parte oode a Iota se travou.
Nao venham repetir-nos o que tantas vezes ao
lem dito, que aa queixas contra a ignominiosa
corrupcao das nossas eleices nao devem recahir
sobre as leis, porque se nio pode apontar um s
abuso, urna s fraude ou violencia, qua nao esto-
ja em opposicocom alguna das benficas dispo-
si(oea das leis ; que baldada aera a sua reforma,
se previamente so nao melhorarem os costu-
mes ; que, para conter aa accoes em saut dese-
jos immoderado de vencer, bastar a opiniio
publica, e a torca do govemo ; que a nagao uio
deve* eaperar o remedio do legislador to au-
mente, mu que todo o cidadao deve concorrer
com seus esforcos para que urna opiniio publica
mais forte que as accoes, prejudique aos indivi-
duos que recorrerem fraude e violencia ; que
o costumes oio se corrigem com a fscilidade,
com que ae alteram aa leis ; que de outro modu
o povo psssar pela decepcio de nao acbar na lei
o que ella nio pode dar.
, Estas causas de recusa psra toda e qual-
quer reforma eleitoral, que ji foram aposenta-
das com um ario impeiturbavel naa nossaa c-
maras, sao demasiadamente originaes para a noa-
aa fraca comprehenso. Se oos nao aludimos,
corn semelbante modo de raciocinar, escusado
sena ter leis preventivas, ou represtivas dojnaL
Bastara dizer aos criminosos'que ae emendas-
sera, e naco, que reprove os mos fetos dos
criminoso, e, operado o milagro da correccio
voluntaria, viria eatio o legislador reconhecer a
saatidade do facto, para o que leria concorrido
nicamente com os seus bons cooselhos e pti-
mos desejos.
Cuala-nos a perceber como foi que homena de
alto eonceito apootaram semelbantes considera-
{oea por nicas causas de recusa de toda e
qualquer reforma. Mais simples e menos contra-
dictorio teria aido dizer nicamente que nio que-
riam reforma alguma, porque assim lhea con-
vinha. .
Pois confessais qae o mal j est nos costu-
mes ; sabis que elle aioda nao eslava nos cos-
tumes ao tempo daa nossas primeiraa legislatu-
ras, pois que as eleices eolio eram puras ; re-
cooheceis, porque nio sois estpidos, que a im-
pureza das eleices causada pelas faccoea elei-
loraes ; vede claramente que a arma, com que
essas raecoes assassinam a liberdade poltica,
manejada pela parte venal, ignara, dependente e
ediciosa dos votantes universaes ; e declarado,
recortfiecido tudo isso, proclamis que para ta-
manho mal existe o remedio da correccio vo-
luntaria, ou imposta pWopiniio publica; aos
bypocrisiaa, e a plebe, pela ferocidade de suas
aspiraces, cahiram em pleno diaeredilo, e nanea
mais dominaram em Franc..
Nio haja, pois, illuses entre oa inimigoa da
liberdade poltica. Btn iguaea circumataneiaa de
interesaes oa hmeos procedem geralmenle do
mesmo modo.e por isso de recetar que aquelles
que desfructam, ou esperam destructor a influen-
cia, e oa lucros da actual corrapcae eleitoral a
fac,sm perdurar por lodoa oa meioa ao aeu alcan-
ce. Ninguem se admire sa vir naecer brevemen-
te alliaocaa moostruosaa de sopbistas de oppos-
taa origen* eoolra a pureza da eleico, isla ,
contra a verdade do governo representativo.
Aquelles que por influencia demaggica, ou
pela corrupcao flguram indebitameote na eleicao
universal iodirecla sao em geral, como j se tem
dito, homem de mediocre, ou de mui baixa es-
tatura. Entre diminuto numero de eleilores
creados na eleico indirecta pela violencia, pela
corrupcio, ou pela seduecio parecem gigantes;
mas perdidos n'um grande concurso de eleilores
eltoa recelara que oioguem os eoxergue, qne
ninguem d por elle, e quo assim acabem e in-
fluencia e oa lucros presentes, ou futuros. A'
este respeito coocluiremos com a observacao, que
Duvergier fazia por igual motivo :
A cidadella, qua ae trata de tomar, est bem
fortificada, bem defendida, e de corto naa se
a ha de render prtmeira iolimacio. Os ioteres-
ses, que ae trata de vencer, sao interesse eon-
f aideraveis, fortemente orginisadoa, hbilmente
< disciplinados,
a Estes interesses grupsm-ss na razo do tempo
< que tem durado, e por tal modo se enlacam,
a que esteiadoa uns nos oulros dobrara etripli-
camatorca de resistencia. Ser, pois, combate
loogo, dUficil e laborioso.
moa feitoa da immoralidade (6 opponde o con-
selho de bem proceder 1 Estis brincando, ou
cootando com a ioepcia de vossos ouvintes ?
Se as jis s podem ser efDcazes com a previa
correccao voluntaria dos culpados, para que ser-
vera ellas? Mas, demos de barato que a le na-
toral nao tolere, nem favorece a corrupgio elei-
toral ; admitamos por hypotbese qne a reforma
em nada melhore oa costumes, quem negar
que, adoptada a forma eleitoral directa, a cor-
rupcao ha de ser incomparavelmenle menor ?
Elimmai do voto a vonalldade, a ignorancia, a
dependencia, e o espirito de turbulencia e de se-
digao ; constitu um corpo eleitoral permanente,
que tenha na lei, e nio as torcas relativas das
faccoes, a sua origem, e em ai a defesa de aeu
direito, e veris como se eslreita o campo da
corrupcio, como se extlogue a possibilidade da
violencia, e como se enfraquece a torca com-
prensiva do governo, dos partidos e das faeces.
Fique embora o homem, aotes e depois da re-
forma igualmente mo, se tirardes aos corruptos
as armas, com que perpetram os crimes eleilo-
raes, seus maleficio* dlminuirio na proporcio
das armas, que Ibes tirardes. O homicida, que
dispe d*um bacamarte, mais temivel do que
aquello que, tendo s um pur/fial, precisa ex-
por-se os riscos do contacto com a sua victima.
O assaaslno que so dispe de ums pedra, ou de
em pao, iosptra menos terror do qae squelle,
que vem armado de punhal. Tira! ao perverso o
bacamavle, o puohal, o pao e a pedra, s lhe
restario as mies e os denles, s poder dar e le-
var marros, bofetadas e dentadas ; os estragos
da sos maldade diminuirlo, como diminuem os
meio olfensivos de qoe poder dispor.
Hmeos, que fings esperar tudo da correccio
voluntaria, e nada da lei, reflecti, que, desar-
mando as mos, tirando-Ibes os meios de que
abusara, fortaleceris os boas que impossivel
que a reforma sao produza esse effeito, e que
recusa-la com pretextos especiosos, e esperar
pela eorreoeio voluntaria dos mos, consentir
na perduracio do crim, ser sen cmplice, "t
confirmar a presumpeo jurdica qae o crime
perpetrado por aquelles, quem elle aproveita.
E seoio. vede o que succedeu em Portu-
gal. Bxtincta a eleirjio indirecta e universal,
acabaram quasi todas aa trapeases, compras, in-
famia* a arime eleiloraes, que nos ainda esta-
mos presenciando. A' 15 de iuino da correte
aneo publicamos neite JQiario urna carta do
duque de Stldaoha, b qual de algum modo se
gloriara por ter dado 6 Portugal quince annos de
paz, e de prosperidade em lugar das quatorze re-
voluges e revolta consummadaa nos quioae
aonos anteriores. 0 facto indubitavel; mas
que fez o nobre duque para conseguir too grande
beneficio sua patria? Debalde esmerilnames
todos os actos da sua administracio, nada en-
contramos capaz de produzir lio gloriase effeito,
i nao ser a converso da eleicao indirecta am
miao-aWnfosaotf panHerttas s teYvem para des-
*rulra pureza da eleijit), e tornar rmpottvet i
merdode poltlea.
havi4n do atniaar
ajaa ^^a^i. .5S
ema simple anostitoiclo de perseas
i9$*mtt*t* Ur amburaca neaeatra
Pioaenianle >,*rtro. taapieiela.
B maap^^eaajerai itapBeeaimv
dreno effarto e> cedvertor
ir ii recor-
llaffe
en) um da*
toado a noi
idraaWna^-aa* deaaoalaa aa asa earfud'fJelifjB'adbeda t
pbysico qae muito o im
FatnlBa)'WM(aB!
Ue uUiaaoadtaei oa ladroa, aprevel-
lf,i,|f***rt tompeatnoea.aerviram-
M filtai payi.eiwsajptoaai sau iataa.
^dABaarlaui .jU_. ,mklv
WfeV.la irtrundam cad
oes motfra
enaetenV,.,
fndependentes,
yiffiroe em illoitrsdo, oaaediciosos em zela-
msamai swiawfjalslvod
baaatJM
bardado patlttoa, _
sepyaviatoaaaratrml
huiTel mwtVlffta;
^pWr^Ot
boa Incompre-
dBneMadepoim-
versao da eleicoo indirecta em
A historia nao ha de tet-
era menos conta o facto d'eaaa converso para a
gloria do Hlustre duque do que suaa victorias. Aa
victorias cuslaram milhares e milhares de victi-
mas ; i converso pousou milhares e milhares
de victimas eleilores. O glorioso maiechal nao
se limito a dar bons cooselhos eos (al&iQuadores
da eleicao, nio ae contentou com o meUtoda
eitfi^,0/e-. Rocoobecando, qe o mal nao de-
penda de circumslacias accidentaaa;o traneito-
A correspondencia remettida desta provincia
para o Correio Mercantil do Bio de Janeiro e
e inserta no n. 275 daquella folha de 19 do cor-
rete, faz algumas censuras adminislraco do
Bxra, Sr. Dr. Antonio Marcelino Nunes Goncal-
ve. *
Nao valena a pena restabelecer a verdade dos
tactos, que all se referem inleiramente adultera-
Jos, se. tendo-os j publicado anteriormente o
Jornal do Comrnercio, em urna correspondencia
tambem desta provincia, nio fossem trazidos ae-
gunda vez luz da publicidade. A mentira repe-
tida e nao contestada pode ser tida como verda-
de, e para que isto se nao d com as censuras
injustas e ma! cabidas, que so Exm. Sr. Antonio
Marcelino sio feitaa palo correspondente do Cor-
rtxo Mercantil, mostraremos que foi elle mal in-
formado sobre os fados, que coosigoou em sae
correspondencia, e tomn para fundamento de
suasarguigoes.
Para este flm traascreveremos essa paria de sua
correspondencia.
O estado fioaaoeiro da provincia, que 'de-
ploravel, graeas i prodigalidade de algumas ad-
ministracoes, e ao desprezo de outras pelas leis
proviociaes.
A assembla provincial desle anno, levada
da necessidade im penosa de restabelecer-lhe o
equilibrio, procurou vencer economas severas,
corlando por muitas despezas; mas iofelizraeote
me parece que, nesse empenho, nio ser acom-
panhada pela administrado.
A provincia se acha bracos com urna divi-
da avultada, emquaoio as suas footes de renda
diminuem ; que est bracos cora grandes ent-
erezas, sem poder pagar-lhes pontualmeate, de
modo queja souham elles com o cafle ; carecia
de urna vootade forte e superior a consideraces
egostas por parte da adminislraco, e ludo ira a
bom camiobo.
a Essa estado da provincia nio aeria^nolto dif-
Hctl de remocao; bastara um aune, ou anno e
meio de riqueza e economa, porque Os recursos
que anda lhe reatam, bem applicadas, chegam
pare liberta-la da crise.
Bm vez de economi, porm, gasta-se a
maoe torga, como se o cofre regorgitasse de
ouro.
O ealcameoto desta cidade obra necesaaria,
mas au de tal urgencia, que para leva-la a ef-
feito te sacrifique maia o futuro da provincia.
a E' esta a atiaba adminialracao, e nio a da
alminialracao, que maadou arrematar o cal?a-
S?j* ?** uoca Pto quaotia de ris
227:000#, nao obstaute nao haver crdito, nem
autorisaco da assembla pata easa despeza I
E esse sacrificio, que sa impa provincia,
nem ao menos aatiafazem a necessidade desla ca-
pital ; porque o que vale o calcamento de urna
ra?
despezas dessas, visto que nao ae qeer asar do
crdito de2O.00d, que conceden a aasembla pe-
ra a importada obra do edificio de Gymuaato
Provincial, que ae est arruinando, por falta de
contiouacao doa trabalhoal
a Alm disto, diz a folha ofctal que se mao-
dou contratar urna eampaobia irrite para o noa-
so theatro, alo obstante haver a lei do orcamen-
to prahibiodo essa despeza.
Essea factos mostram de algum mddo a mi
admioisUaco, em qua vio os nossos interesses
proviociaes, devido talvez a essas adainislracoes
ophemeras, de mocos que no interesse de firmar
a postese ae daivam levar par ealeuloa de mera
vangloria.
Sa urna previncia cama aato tosse sempre
confiada a mos experimentadas de um homem
feito ou s de um aa fllho, que nella sempre
tem interesse de ordem elevada; e onde depois
de sua administraco permanecera para darcon-
tos dea malee,, qoa Iba flzeste ; outro gallo nos
cantara, a
Estaaceaaeraaastim formaladas e tem o apoto
da maia insignificante prava decahem inleira-
mente de todo a aaa valor para qaem ae aeba aa
protocia, v como as cousas ae paaaam a tem
conhecimento da qae ha feito o actual presidente ;
mas podando alisa oatar em etgeae espirite* facis
em acreditar rudo quaato se enerare, a este son-
vm mostrar ue a aaereaMada tu- a irraftoxbe
convarteram- em caoUsAoa de aceuaacoea acto
qne, devWamenle apreciado, deitam Uraman.
te varo manto su aoriar de qaem os prencoo.
E exacto a estado poseo liteageiro dos aatrae
provzactoes ; asas querermoa averiguar ae- teta
por em hasta pabriaa a asemela a-
nboea. Ms)
e V. S. p
da ra
M
adajl^
claa) ato de
effeetaedo coa i atia
amaaafmen para aaw A,'
proprUlarioe ecorn a mbrat tai
mo ale } 2'ato r. 4a Id 4o
gente.
Deaa guarde a V. S.-Aoteniafa
Nunes Goocaleea.Sr. iaipeetor de
provincial. >
Kaleecto dTpraafJfeaeto bem I
bitrario, como aaaevera o correan oa rate da _
cantil, sseats em dtapascbea de lei, aaa pata
uto lhe coocedem a competente aalefiseee a a
crdito neceasizio.
Com effeito a lei provincial n. 50 de ISaaia-
nbo deate anno, entre diversas diapeeaeoae da
l^neama natureza, autonsa a areatoerrte da previa-
daaoarU41|2:
c a contraur a calcamento da cidade da atotata
por bracas quadradas, applicaodo a este Isa aa
quntia votada* annualmeete a as sobras da re-
ceato. >
Na consignacin de crdito paca ai
cae a precitada lei coraprehendee a calca...
da cidade, oomo Caca da varidear-ee daaru U
2", que aaaim dispe:
c Calcamento da cidadedo Recito.. lSt9Hf
Anda anal*, a ammsitoeoai measte peta
o calcamento em questao aaart. 40 reditala ana-
les termos :
. Mla Prod,ieto d impostoeetabeteeida pala
le a. 350 para a aalcamaaia da ada.
Em vial* do qua tica expendido aaa nadas e>
correspondente do Mercantil bradar ebeie da ad~
miracao, que S. Exc. bavia maedada atvaaaatar
calcamento da roe da imperador a aaaap dea
Priocezse sem haver crdito aaaa nloiarao 4a
assembla para ease flm, a menos qae faaaa a toan
levada rnenle pelo simple* deeeje da i
eja como for, o Hilado administra
ct destinos destt provincia,- e
doria ttribuir-lhe vistas meaoe
quando flea bem patento, que a poder ter contra-
tada a obra mediaate aa clauaetoa datenniaadae.
nunca d'ahi proviri o menor nsiptamettimaata
aos recursos dos cofres publico*.
Da mesma em exactidao ae rea*
outroa factos qne vem referidas ne i
eia, de que noa tome occuaaea,
que delle fizestemos meucao Mfacial;
alguma cowea di reme*, poeta qaa lis/
Com retocan compaohia lyriea,
que, como africano o cerrespaadeate,
se ao jornal ofBcia.1, se livesse mandado
ter.
O facto deu-se de um moda ialdru
verso, e a aeguinte:
Nao podendo o empresario do Iheeita Ijrriea,
obrigade pelo 'seu contrato pprovada peta aa-
sembla ea o enno paseada, que ealee Iba *i
urna subvencao, dar ropreaeatafaa par eeaa
irez metes que lhe (aliara para pteeneber a L.
zo do mesmo eoalrata, a qaa rtsilom tet lagar aa
pnmeiro aemealra do paeseale aimattaa. raqma-
ro permiaaao para qae ella ae raeliaeeoean ato
abril ou maio de aaaw viodaara eaa dbaate, a S.
Exc apreaeou-ae em conceder-Ib'a,
prinoipalmenle a que oaquelto poca w
cofres provinciaea aehar-ae em estada da i__
satisfacer easa divida, qae j acama ca trabad, a
cojo pagamento pode conseguir addiar para nata
quadra talvez maia favoravel a raadme da pra-
viocte.
O mesmo ae d quisto a abra do Gyssaaaia,
que o correspondente tomento aa deixe arrataar,
sem qua se queita aaar de crdito da ata cea-
tos de ris, concedida para a eaa ceatwaacao.
Aioda a eale respeilo S. Bic. preceda a ata-
do o maia curial, tendo em vista aeeapaa aa dita-
cuidados em que oa cofre da proviac >
satiatoaec laes cootignacaee.
De que serr haver votado a lei da i
a quaalia de viale cootos, ae a theeourarta aaa
se aclia habilitada para toroa-to afectiva ?
Entretanto recoohecido eslea embaracae a a ae-
cessidade de preaervar da accie da tempe a edi-
ficio do Gymaaio ba muito paralyeade, ajaa, aaa
podendo aer concluido tm o
concedido, para as aas obras ca
sujeito as ruinas, S. Bao. ooaclliaa
interesses mandando cobrir a ratosida
determinando que aa despezu, qne com lata sai
Qzessem, fosees selastoitae com o eteeanla daa
loieriaa concedidas ia obraa daquelle adtatoto, a
que com o maior empenho lem maadada es
regulai mente.
Eis coma tem procedido a dual i___
da provincia em retacan aaa tontos da qae ama en-
capamos ; e bem loaga de constituirse o
de censura, ninguem por certa dir qaw
elles de revelar da um moda bem aeaairal
lo do adoMnietrador iatoHigeaue eaa toser
economa possivel, qaa exige e situaca
lisoogeira de nossas liuaness provtooaee.
Quaoto a allueida traosaccaa de casal
sabemos, e muilo duvidamo qae e toeti
se como refere o correspondente, saodo
presumir que outras foram ea causas, que dttar-
miaaram abaixo daaeetaeaa.
Felizmente para o Exm. Sr. Dr.
cellino Nuaee Goncalves sio desta
censuras, qaa lhe fazem oa aeua desal
dsde tamoem qne a nao ser aaai
tro meio leri* m alies para eneammada-la.
Maa ahi est a opiaio publica, ahi est e al-
zo aevero dos horneas sensatos, pata lbe frase
ja silga.
..<
eoolra-
i
i,ft?^ ,lc'af>r1'rtoV* qeaelfm- dfido I prodigalidades de aiguraee admiatstre- Vv. Sa. u no.ra verdadeira e
oento i a da/aci^ toro incuraveia. ait- ^e^lito1nr*ja a ao deaprazd; pal lt4t ?***- Qeav T'"aoraa e
-- etoic&ed. a dp*ndeu*i* a a bjaerao- ea, como as aventara^ e enaaroedeado
canter eacMrup^oa,7rdj|cretoa.aaMe[qnt>aaniN aido am> mal Mdtora*irc*t ep*a-
Twha-lbdapremtodn.t Wmcad. aer^a, qua te
s
Sel.
i bouinava a datpotiamo, mas estae-a
QevjtavaJ, a o tolerava, caano ttrarmutva pera lavar coata-da) S. Bsc^easao
.danorrupoo, parece as censaras, qne lhe fas, a rasponea*-
ouvaooidos qua nio est mui remota tidadb -da todtoa. aqaltoaiaataa, ajuaoda e.ldaaJveato
em qae algum cidtdio complacuo, digne aeetcieocia publica a eeMuttjJJI'rod aelwbe aa-
" m"^u f tfdojo, tealiaat* a,au pregue* partS^ lio. par. a#lba a aatode-ot-
( completari aobM.aacntato por Mco.-aa qaa eaaaatoos a praalana,, ^
m.V.Dr. tj
hJ7?l;i .M4or tfaJmsdado paliusat ana toa, *aa Vta ia **aeieas,eomeaaraoKie patorpri-
SaV !?M Kritr^uf *?*u?Fto Mrl tonto ajats meiro, tolo a caicaaaaato da nt a laaeradar
r^ Janwaeansasooa -,-
AttA^t. qua nio uraraan cid que S, Exc, expidi a ihetouriria pro
PERN1MBUG0.
sm ne
REVISTA DIARIA
Podando obter os discursos praaaaeadaa aa
ponto de Curio Commtrcial pese* trae aluaaea
que repraseataraa oa saea cellegee om cada asan
das cadeiras, qua caapdea a aao Cara, da-
mo-los scieocia do publico ardes dialn.
aquelles se referiaa.
O Sr. Viriato de Mallo, ni
da primeirs cadeira, auim ea i _
< Illa. Sr. Dr. I-Us alumnoe da i
escolar de que V. S. digno proteeear,
hendendo e apreciando devidaaeate a i
dea que reoomvenden T. S.
como um cavalheiro lio urbano qaaata i
exercicio de aeus devera praftssarse, .
alllar em bello consorcio a MVertdad totalliajaaaa
do meatre com a delieadeae a alaMliisde Ja ma-
to particular, entendern de aaa dever, pan
siao de encerrarem-aa oeste ana* aa I
balhos escolares, dirigir V. 8. nana
sincera do seu agradecimeeto pala .
que V. S. sempre ee digooo de tratar
Como V. S. vg, alo faltamoe a
tendo ea neme da mena collagas
V. S. o leatemuobo de aos grade al
ment, s peas lamentar qae a ao
viduo recahisse no mais obecaro da i__
os, se Sea que doe pri marre* e ramdar a f.
bomooagem da eu respefta a saltada.
< Digne-te V. S. de aceitar eato aaaitoatecaa
da mocidade escoleetiea, mamar r
su estima do que amo n jasts
daa qualidadea qoa recoma
profeaser too ilhttnrado suaula <
na aanaira. >
O Sr. i. i. Reymeade da Mtadaaca ..
o^oeafaaJaoa daaegandt cadatra. proat
< Ulan. Sr*. -Brs. ISendo eacolbido "t
meut companheiroe para tributar Tv. Se asa
voto de gradeiaenta ta a aaaa*
leclrva- aaate Cmm tfemwmreied, de baa
de a lato aaaenti; a pato veaaa aanat petaadnar I
a^aanf f*
ttde, --~ 1:.>^...^. ..i. rrnim'ivimm liaaiif
. CwmmtMt rernumHcMnt ^
41 entra eoasa, aa verdade, nio
enpesanam '
Wfc

tm dsoardt
Km aagoid*
orno orgio ***^^m
I .,
KM I TI 11 A rv/Yt


.t
Mmwr*imm* *^sm*t**w*mAk&w**il
[*lf*fi** da imo steeedeate,
J" EXPEDIENTE.
rjj*< adoBtm. pretidsotetfapro-
-M: ~Va- .eaaXai^^.SS afo ^^S iL^^* ^ tspoat. ao sOeto de 8?
rt*. ppitt* m......ihi
,m rWW j** polio fazer. dssse met declarara o governo imperial qoe nio
^S^tS?!**^^***10^ 2!S,,,1,,,-~ 1ue Mrl a* ** neer-pOrs
t?*!U&****"!!*& ^"f ^Portante oleanltM. aso que.
toa DrOtMEi. nlMtrtn.4 u wuifi.rl. nn ,i ...;_.:___*_ __. _\, '
meato concorre ri para o melnsMeMtode aS**4
********* o Je sjirrootBde que a lie ss
PrttajdN ateduja+la fe..4,aerstasotesiotrata.
portar-se o vlho cominete esta alli oWer os
dsaiHiisihioeyda qae bmir atttor.
t E porque cerlo que a iustruccio obtida ti o
lMg -nlia oso s matares fedlgae a parte
daquelle que a bojea, como ceasiderrveis despe-
isa daiprle doaiatsteseailos na ua prosperidade,
awtaw que Bwlt liaitsde onusta dalla
Moldeara, ji porqae a una Callaraa oa melos.
j porqae a esirot daiejo da iattroecio era m
semprearretecido peloarecis* dariegan apelas
Mcfesdvlaaailia ; mas eatet iocoivsatentM em
ttsooA setente, reta cortar a preaente isati-
Batea s eradlo desta ieitilulcio su i a
oaco suaaa adi.otaria, S8 et cadeirai alo toa-
aern oceupadaa como ae acham parti habeie e
diatioctos profeaaores, a cujas fadigas s atturado
saldado em nosso adiaotameato, ai* poupsodo-
ae s expiieagoes, deremos, e o dtgo de coveeao, o*
coriasei meatos qae hoje temos da historia, eco-
noma politice esseripturagio commercial; sendo
que aerio da ass** reneer para
importante aole
wofladtoo aeloe p.triotUmo de S. iic. fc dortdrlrrastre commissao directora dos negocios da
rtda pronaelo. dotando-s
ravCviajamiitaalt, sas1s>certe- Mmbrosda oasmisso que deven
----....._ coadjuvar a
ptetldenela esie empenho, procuro evitar o
tasar d as.nao apreaeotarem di Exposiglo de
Uddaw geoeroa Mugo da Brasil, aioda que
oella nio teoham de figurar oa producios-do im-
P*ri; craraatMdeqa* o mesao goraroo lou-
a a com atesto pela patriotismo que maoifettoa
em aeu mencionado otBcio, e recommanda S.
Eic que, *otentando-a em sau louvavoi propo-
2?*wLtSS?,V expoeicio do productos natoCae*
Tieeus guarde a V.#w.< Irac
tubro de 186l.-r.ninw. % BruC pnt
nlj
^a de Pernambuco.
_ o da Jaragef.
etonio da Silva LHbm.
lino Guedes de Mallo,
onio de Can alho Raposo.
'' [o Aatoaie Bnalleire Mcei.
I ioa Taisefr* de Olrvetra.
Maooel de VaseoneeHos.
_'cHe. 98 de outubro d M61.-U!,,. e Exm
Sr.Cabe-me aioda a honra de informar a V.
o., para que ae digne levar ao conhecimenlo
?A^8MHtf^^ >IWt"1 lregi
6 S ^K!? > Bm raalnaa. etc.; tola M
ailo. ae esforc pelos ueios ao aeu alcance pare afim de que, jalgando-a em estado de ser
eipoeigeo agrcola e industrial, que esrlu conclu
das todas as pejas necessartas ao raachlnisma
que se faiia aina iddispensarel ao apparelho la-
ehigraphico do Rrm. Sr. Joio Pranciaco de Axe-
vedo, e que oeste momento procede se ao aeu
ajuatamento. Fioaliaado que seja este trabalho,
o qua poder lar lagar dentro de seis da., tere
que apsr do zelo que esenvolveram pela satis-
fa^So da ardua misso de nosaa ^nstruccSo, de que
foram commeltidos, aouberam ellas plantar em
nossos cora{5es os sentimentos de fraternldade
que tan bem nos uni garante o anno lecliro, qae
fioje termina. -
E desejando a proximidade do toro anno para
concluir naos os nossos trabalhos de aprendisa-
gem ; seja-oos licito oeste momento solemne pa-
tentearmos a lio desvelados professores os sen-
timentos de eterno reconhecimento e gratido de
que nos echamos animados ; sunplicando ao Eter-
no conserve oa seus'preciosos dias por dilatados
amos, nao s para que concluam nosiaeducacin,
como para que tenham occuiao de apreciar-no
m nossos progressos pela prstica de anas sabias
liccBes. a
Tendo sido concedida a exoneradlo pedid
pelo'Sr. rTdro Theotooio de SS Cavalcsoli do la-
gar de delegado de polica do termo de Papacaca,
m Garanhuoi, foi para o mesmo nomeado o Sr.
tenante Juaquim Cardoso dos Santos.
Foi concedida passagem para a reserva, por
aa'rer aldo considerado Incapaz do servijo activo
n 1napv)cclo' de saude, ao Sr. Jos Francisco do
neg Barros, lente da 4* compaohia do bata-
Iho de infantaria n. 4 da guarda nacional deste
commando auperior.
Tem de ser aggredado ao corpo, que pelo mes-
no commando superior Ihe fr designado.
Ab Sr. Dr. juiz de direito da comarca de
Santo AotSo Jos Felippe de Souza Leao foram
concedidos 7 dias de licenja com vencimentos
para tratar de sua saude.
' Puodeou anle-honiem em nosso porto, pro-
cedente do Rio de Janeiro e tocando na Babia,
donde trouxe dous dias e algumas horas de via-
getD, a corveta vspor Taraenst, oommandada
pelo Sr. capio-tenente Delphim Carlos deCu-
Este navio destina-se a ir levar ao presidio de
Fernando de Noronha Tinte e nore sentenciados
de justica. que trouxe da corte ; e assim por es-
tes dias largar! para aquella ilha.
."" Botrou tambem hontem, procedente da com-
missarj a Fernando, o brigue-barca Ilamaraci,
2i**"*'' ,,* silva Muoiz, qae foi all syndicar de eertos tactos
Por "Jdem do Exm. presidente da provincia, tres
Idados presos, dous sentenciados militares, que
coneluiram suas eentengas, e note sentenciados
de justica por idntico motivo.
O Itamarte demorou-se em Fernaade por cin-
co dias, e fez a com misso dentro de 12.
Foi eionerado do servido da armada o Sr.
piloto Jos alaria Henrique Ferreira, que servia
no bngue-escuna Fidelidade.
"~ Foram concedidos tres mezes de linela com
sold ao Sr. 1* teoente Braz Jos dos Reis, para
tratar de sua saude nesta provincia.
Do Bonito temos noticias, que chegam a 25
do paseado.
No dta anterior havia all eomecado a eleiQo,
Gcando a mesa organlsada com membros do par-
tido conservador. A opposicao tentou adla-ls,
dirigiodo oeste sentido am officio da cmara ao
respectivo juiz de paz, presidente da mesa ; a
qual deliberou oSo obstante que continuassem os
trabalhos ; e estes cornam com reguiarldade.
Constava qoe a opposicao consultara para esta
cidade, se deraria coocorrer a urna, sem embar-
go de nio haver siJo attendido o seu proposto
adiantamento.
Reinara calma, apezar de signos boatos menos
pensados que appareciam ;. mas nio cootava-se
ue fosse a ordem publica transtomada ; pois que
a confianza as autoridades.
BsptiSddos da freguezia de Santo Antonio
do Recite, de 21 do passado a 31 do mesmo.
Mara, parda, escrava de Joanoa Baptista de
Araojo.
Leopoldina, parda, filna legitima de Jos Lopes
Pereira Guimaraes e Harcolina do Nascimento
de Souza.
Clara, semi-branca, filha natural de Bernardina
Mara da Concedi.
Amalia, parda, filha natural de Honoria Mara da
Conceigao.
Luiza, parda, filha legitima de Epiphanio Jos de
Souza e Balbina Rsymuada.
Luiz, pardo liberto.
Julia, crioula, escrava de Josephina Narcisa da
Silva Ollveira.
Loiz, branco, filho natural de Florinda Isabel
Kioto.
Joo, branco, filho legitimo de Francisco Baptista
de Almeida e Raymunda Uabelina dos Santos
Almeida.
Mara, parda, filh a legitima de Paulo Emydlo da
CoQceigSo, jS finado, e Luiza Mara, da Pie-
dad?.
Angelo, pardo, filho legitimo de Luiz Pereira
Vianaa e Maria Joaquina da Trindade Fer-
reira.
Casamento:
Joio Rodrigues Pinto com Agostinha Hara do
Sacramento.
O brlgue barca Itamarac, chegado da ilha
de Fernando, trouxe a seu bordo o major Abreu,
8 presos que terminaran) a senienca e urna mu-
lher.
Hospital ios Lettarot. No 1o do mez pas-
sado eiitiam 80 denlea; acodo 18 borneas e 18
ulheres ; durante o aez eniraram 1 hoaea e
1 mulher, e eradio-se 1 homem; ieaodo eiistio-
do no dia 31 18 homeut, 13 eaulheree to-
tal 31.
MORTAMDADB DO BU Io.
Maibilde Mara daCoaeeicio, Pernambuco, 24
anuos, solteira, Pogo da Paoella, estupor.
Pedro Bezerra Leite, Pernaaaameo, 93 asnos, ca-
sado, Santo Antonio, bexigas. >
Catulina, Pernambueo, 2 nos, Sanio Antanio,
besigas.
Rosa, Pernambuco, 18 mezes, Santo Antonio, sa-
raropo
Joaquim Jos Ferreira, Pernambuco, 32 aonos,
- solleiro, Boa-Vista, tubercohM.
Thereza Hara de Jesas, Peraambuco, 18 aooos,
casada, Boa-Vta, tabercolospulasoaMee.
Marta, Pernambuco, Sanaos, Seato Antonio, an-
gina, t
O cadver de um homem eacootrade ao caes do
Ramos.
que urna daa primeiras praviacias do imperio
nao deixe de ser representada na maia importaote
reuoiio de productos espontneos da naliueza e
da industria humana.
Ua da caaaiaaio de Eipoaicao da provincia
de Alagas, datado de 22 do correle, em que
communica que, leudse ella reunido extraordi-
nariamente oo dia antecedente para reaolver so
broa remeesa des objecto* eom qae pretende
concorrer para a Kxpoeielo desta prorincia, de-
liberara que a dita remeses fosse feita pelo pr-
ximo rapar procedente do aul, e que: quando es-
te ae antecipe ao dia 28 deste aez em que era
esperado, fosse realisaia pelo Pertinunga em
aua primeira vigem de norembro, porquanto;
nao achanda-se ainda oa capital alguos arligos
solicitados e esperados do interior, preferir essa
eoamiseio demora a fazet remessas pareiaes da
aeu exiguo contingente que, anda reunido, ter
de reeentir-se de graves faltas provenientes da
esc tssez do lempo concedido e da pouca prepa-
rado dogosto de seus comprovincianos para urna
primeira Exposigao. *
Um do Sr. eogenhelro Buarque de Macedo, da-
lado de hoje, communieando que se acham con-
cluidas todas as pecas necessariaa ao machiois-
mo que se faziam necessariaa ao apparelho tachy-
graphico do Sr. padre- A ze ved o que proeedia ao
seu ajuste, o que podia realisar se dentro do pra-
zo de seis das, e remetiendo recibo das sommas
foraecidas ao dito sacerdote, que se elevam
quaotia de duzentos e sessenta mil ris : e urna
carta dirigida pelo Sr. Francisco Aires de Souza
Carrelho, da Paralaba, ao Sr. commendador Mi-
noel Goncalres da Silva, daiada de 27 do corren-
te que acompauhava urna relacao de diversos pro-
ductos vegetaes, enviados por alguos dos mem-
bros da comoiisso de Exposico daquella pro-
vincia pelo vapor Paran.
Nao havendo mas expediente, passou a com-
missio aos seus trabalhos.
O Dr. Aquino communicoa que Ihe foi spre-
sentada urna amostra de sebo vegetal exlrahido
dos fructoa da arvore denominadaUrucuba,
pelo Sr. Loureoco Bezerra de Siqueira Cavalcan-
te, proprielario do eogenho Fernandas, acres-
centou que o portador Ihe promettera fornecar
amostra raaior, e ihe dissera qne havia no lagar
em qua era aituado esse eogenho grande nume-
ro deesas arvores e que seus fructos eram em
rcutla abundancia.
Neasa occasiao S. Exc. diise que, pela informa-
gao dada, Ihe pareca ser esse producto da mes-
ara n.itureza do que a que nu Cear ae ebtinha
das arvores alli denominadasEmberoba dos in-
dios, e leu um periodo do rotatorio que apresen-
tra a assembla daquella provincia em o anno
passado, no qual se acha um ofUcio do juiz de
direito da comarca da Graoja, qde trata exlenaa-
mente dessas arvores
O Sr. Dr. Sarment apresenlou a tabella do
servido de iuspeccao das salas de Exposigo, qu
foi approvada, e entregou alguos bjectos des-
tinados Exposico.
E nio havendo nada mais de que se oceu-
passe a commissao, o Sr. presidente lerantou
a sessao pelas oHo o meia horas da noite, da
qual eu, como um dos secretarios, escrevi esta
acta.
Sala das sessoes da commisslo, no palacio
do governo de Pernambuco, 28 de outubro de
18ol. ^
Visconde de Suatsuna.
Dr. Joaquim d'Aquino Fonseca,
Secretario.
rece-
co
Acta da dorb teMio de Eiposico dos predecios agrco-
las e iidVtriies desta proviocia,
e das que Ihe sfto liarjtroaes oa Ihe
leaia proiimas.
Reanida oaas.mbros da coamiNla, i ex-
cepcao dos Srs. baifto de Hueibeca, D. Cam-
pello arca. Batala, comaeadadom Souza
Leao Marfoee de^aapsaa.aaLaata^aaaasaea
soes, pe aa sai haada aatta t8 do cor-
rente, e acaasdotoe ntaaaats ifteaCSr. prest,
dente da prdfiBflia, as^8r>.pwadate da onj.
Btiasi o>caaao sdMata a
1* celo.Palacio do governo de Pernambu-
em 28 de outubro de 1861.-Illm. o Exm.
8f.--Ei olu^o ao officio de 26 de selembro
ultimo em que V. Exc. de conformidade com a
deciso da commisslo de Exposiclo agrcola, so-
licilou que fosse adiado o prazo para a respecti-
va Exposigo al o fin) de dezembro prximo
vindouro ; passo s aios de V. Exc. para conhe-
cimenlo da mesma commisslo copia do aviso da
repartigo de agricultura, commercio e obras pu-
blicas de 9 do correte.
Nesae aviso se declara qae o governo imperial
nao desconnecia a estreiteza do prazo marcado
para aquello fim e as difficuldades que eram de
mister vencer para realiaar-se to importante
solemoidade; "as confiando no zelo e patrio-
tismo da commisslo que tem de cosdjuvar esta
presidencia oesse empenho procurou evitar o de-
sar de se nio apresentar na Exposiglo de Lon-
dres gneros e arligos do Brasil ainda que nio
possam figurar nella todos os productos do im-
perio.
A'vista, pois,'| de]semelhanto deciso espera
esta preaideoeia que V. Exc. e a commissao a
quem com sailsfacgio deu conhecimenlo do apre-
co em que o governo tem os seus servigos con-
tinuara a empregar os sena estorbos para realt-
aagao do importaote fim de que se acha encar-
regado.
Dos guarde i V. Etc.Illm. e Exm. Sr. vis-
conde de Suassuna, presidente da commissao de
Exposigo ogricols.
Antonio Marcellino Nune$ Gongalvu.
Directora central.1 secgao.Rio de Janei-
ro.Ministerio dos negocios de agricultura, com-
J* obras publicaa em 9 de outubro de
1 i/'TIllra' e Exm' Sr,--Ea> resposta ao officio
o c* de ^do meznndo no qual expoz as
reflexdes sobre a deficiencia do prazo em que
deve ler logar a Exposigo dos productos nata-
raes e iodustriaes dessa provincia, que a V. Exc
foram felos em officio de 26 de dito mez pela
commissao encarregada deste servigo.
Cuapre-me declarar-lhe que o governo fim-
penal nanea desconheceu a estreiteza do referido
prazo, e das difficullades que serlo de mister
vencer para se realisar to importante solamni-
dade, porm, confiado oo zelo e patriotismo de
v. Kxc. e dos membros da commisslo. que o
deve ooadjuvar oeste empenho, procurou evitar
o desar de se nio apresentarem na Exposico de
Londres gneros e arligos do Brasil, ainda que
nao leo ha m de figurar nella os productos do im-
p*rto.
Entretanto o governo loura a commisslo por
tsxc. nomeada para dirigir os trabalhos da Expo-
sigo pelo patriotismo, que maoifestou em seu
mencionado officio, e recommeodo I V Exc
qoe sustenlando-a m seu touvavel proposito se'
eslorce pelos meios seu alcance, para que urna
as primeiras provincias do imperio Bao deixe
oe ser representada na mais importante reu-
fn?,...-prkducU,s MPMl"" JU natureza da
industria humana.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco,
iJ^lia}*?*' SrS"~"Tendo->e commUslo de
prtelo daeta provincia reunido extraordina-
rnaente em sessio de hontem, para resolver ao-
ore a remesss dos objectos.com que tem decoo-
oorrer para a'exoos^ab de Pernambuco, delibe-
rou que toses feita a mesma remessa no prximo
paqaete do aol, e quando este se aotecipe do dia
em que ae espera, no ftrtt'nftf a em sus pri-
meira viagem de norembro; porque nio ae
Bchsndo atada nesta capital alguna arligos aolli-
citidos e esperados do Interior, preferio esta com-
misslo Usa pequea demora, para ella asss des-
gradarei, a iszer ama remessa parcial do seu
exiguo eontignte, que aioda todo reunido ter*
deteaentir-se de graves faltas, provenientes ji
afjajcawet dd lempo que nos i concedido e ji
da pooca preparagio de gosto de nossos comer-
-rtaewdi para- s^rtartrl eWoslclo tpdtpiXr
que alo coovidadoa. *' *"!**^~*"? a
.pois, a t. lfci.. queifam atiiar uiiS\ "chE
eipbeiclo, contando em todo kcdmTr/aw Taruga TEo.
bida se digas "de txpedlr suas YrdenY este
sentido. .
Junto achar V. Exc. os recibos das sommas
que por meu intermedio foram miniatradas ao
mesmo va. Sr. Axevedo. \
Deus guarde a V. gcl|m. a Esa. Sr. Dr.
Antonio Marcellino Nuau Gqngalves, dignissimo
presidente da provincia.Dr. Manoel Buarque
ytrMbi, 27 de oulubro de 1861 .-Illm. SrifA^
Manoel Gongalves da Silva. Perndmbuco.
Amigo o sensor.Junio encontrar V. g. urna
relaclo de diversos bjectos vegetaes, que foram
enviados por alguos dos membros da commisslo
aqu ncarregada de os adquirir, os quaes nesta]
occaaiio soguera do piquete Paran iodoem um
caixio o mata que da dita relago consta.
Queira V. S. mandar tomar couta dos referidos
bjectos, e dir-lhe deatino ; e em breve a com-
missao de que seu memoro remetteri a V. S. na
catalogo dos ditos bjectos para ser presente a
commissao dessa provincia.
Com estima somos de V. S. amigos e obriga-
dos crudos.Francisco Alves de Souza Car-
valho.
ALGUMAS PAL 4VRAS SOBRE A ARVORE DO
SEBO. OU EMBEROBA DOS INDIOS.
Arvore de sebo,-condecids pelos Indios porem-
beroba, existe em varias partes desta comarca,
maa maior quantidade no sitio denominado Li-
meeiro, porto da Miseie da Saoto Isidro, hoje
pertencente aos herdaros do finado Francisco
Carneiro do Rosario, qae o fim do seculo pas-
sado errematos eesaa trras, assim como rauitas
outras que foram dos padres da companhia de
Jeaus. que parece qae a irouxerara de outra par-
te e alli plaotaram um grande numero de ps ao
re*r d > crranle, que ainda extete,
verdade que bastante fraeo na secca, mas ou-
tr'ot'a muito abuodante d'agua emtodo o lempo,
como claramente ae vft, nio obstante achar-se al-
terada a ordem am qae foram plantadas pelo Bia-
cimento espontaneo de mllhares de pez, que em
redor deilea saeceram.
Eata arvore parece procurar os terrenos trios
aristas, tanto asaim, que aonde ella produz com
todo o sea brilho e esplendor, nada medra com
exceoglo do aoaaaseiro, qae d muito bem, e j
se experimeotou plantando alli o cajueiro, a bana-
neira, goiabeira e a. aona de aoracar, aas tudo
Nto morreu logo depois.
At pouco lempo, ino 4, at 1839, nio era co-
nhecida urna s utilidad desta arvore, a oSo sr a
mesma fraseara, que gozaram os que debaixo
delia se abrigavam, ou a bella perspectiva que
aprsenla o bem alionado o verde bosque, que
llaa alli formam, e que por aua immeosa altura
a tornam mageatosa, e em tudo um verdadeiro
oasis dos desertos africanos, mas nessa poca che-
gou naqueile aitio um homem, que dlzia ser das
partea do Uepicur-mirim, provincia do Mara-
oho, doente de sesoes, pelo que alo pode seguir
viagem, e alli deraorou-se cerca de dous mezes,
e en to eosinou a aggregado da fazenda oue o
havia accolhido, o modo de fazer o sebo das [ruc-
ias da arvore qua d grandes cachos, e em tal
quantidade, que avalia-se o armo medio de cada
arvore em aa alqoeire de troclas.
Alm do sebo, ji conhecido o oleo que se ex-
trahe tambem daa fructas, moito claro, fino e ino-
doro, e to saboroto que j muitas pessoas das
visinhangas temperam com elle as suas comidas.
A madeira deata arvore auito semelhanie ao
pinbo branco, a com eila j ae fabricas aqu vio-
las, com lado oa seus gslhoa sao muito vidreotoa,
tanto que quando eahem, quebram-se em peque-
nos pedacos,
O crescimeoto desta arvore, espantoso, pois
em cinco nnos elevarse sem tortora algoma, e
sem galbos, como o pTda eaooa de assucar, al a
altura de 110 palmos, que o seu maior cresci-
meoto, eolio abre-se urna copa, que com os an-
uos prolonga cada vez mais em linha recta, s
engrossa o tronco que vai sempre afinando at a
copa, e abi os galbos se vio estendeodo s para os
lados, de sorte que os ps das que sao seculares
priucipalraente, tem de grossura maia de 24 pal -
moe, quando se corlaos, sabe delles um liquido
viscoso, cor de vioho tinto, que paseados poucos
das, se transforma em urna resina, pura e bri-
Ihante da cor da lacre, que d urna trila vr-
raelha carregada, alto (irme : a sua semeote
da forma o cor da fructa do caf quando est com
casca, e sem ella parece-se com avelaa.j
Os gados sumo e vaccua procuram-na muito e
com ella engordara.
A rama da copa que de um verde claro muito
lustroso, tambem serve de alimento aos meemos
gados coa especialidade ao cabruna e ao ove-
lhum.
{Dorelatjrio do Exm.'Sr. Dr. Antonio Marcel-
ino Nuoes Gongalves, quando presidenta da pro-
vincia do Cear.)
REGULAMENTO PARA A EXPOSICO NACIO-
NAL DE 1861.
Diiyosiges preliminares.
Art. 1." A exposigo nacional comegar eo da
2 de dezembro de 1861. O local desuado para
ella o edificio da escola central, situado no lar-
go de S. Francisco de Paula.
Art. 2. Poderlo concorrer exposigo cornos
productos de sua industria, tanto oa naciooaes
como os estraogeiros, com Unto que oa bjectos
que houverem de ser expostos tenham aido felos
no Brasil.
Admisso e classificogo dos productos.
Art, 3." Todos os productos naluraes a os de
industria humana serio admiltidos na efposigao,
exceptuando os ajiimaes vivos, plantas, e os ve-
getaes frescos sujeilos a deterioraclo, urna vez
qoe nao estejam em vasos com espirito de vioho.
As materias inflammaveis ou detonantes, com ex-
cluso dos fulmioatos, sement serio admiltidas
com assentimenlo dos inspectores da exposigo,
mediante as necessirias cautelas
Art. 4. Os diversos arligos e productos serio
divididos em qusrenia classes, a saber :
Mineraes brutos applicavers industria e s
srtes;
2* Artefsctos em metaes preciosos ; iolai.
mondas emedalhas;
8* Artefactos em metaes usuaes, Utensis, ferra-
metl18, m 4 Machinas, apparelhos, ferramenias e uten-
sis empregdos as artes e offlcios ;
5* Machinas, apparelhos e utensis empregados
as fabncat ;
6* Hecanismos de engenharia civil e de archi-
tectura.
7* Mecanismos de eogenharia mlfltr e naval
armas ;
8* Instrumentos scientificos, muaicaes e eirm-
glces ; relojoaria ;
9* Cutelaria e serralheMa ;
10 Ferragens em eral.
H. Objeetoa mineraes empregados na edifica-
gao e decoracao ;
12. Vidros;
IB." Porcellana e luoa de barro ;
W. Producios ehmieos e pbarmaceulicos
18. Ajidd as setfs lecidp ,
t. Lia s seas tBWtJs;
. Linl>o,aesUeid
II. Casutosde siehss da seda, seis Kada e to-
otda ;
22. Objsctes aixKu tecidoa qualqusr na-
tureza ; *
3- Courst, -erreia, pMIas, peanas, eassRsd a
aeua artef.ctoss aaMqaias, ttasaadoa^ loados ;
vehculos da coadusclo-ade- trassptte ;
24. Papel, iapastao a aaoadsrasclo.osjeetos
de escriptorio ;
25. Lapeearfa, fifaa, rendas, bordados, flores
de penas, de eacsflras, de cdhdhas, de as-
da. etc; ;
26. Artigos de vestuarios e de modas;
27. Artefactos tecidos e Dadas, feltroa, etc.,
como amostras de Impresso a tinturara ;
18. Chapeos de palios, de teda, da lis a da
pama ;
29. Ares, replis, insectos e outros snimaes
diasecadoa propriss para museo e gabinete de
historia natural ;
30. Moveu, objeetoa ds armador, ppete pia-
lados, bjectos enverniaados :
31. Amostras de madeira de construegio civil,
martima a de m< reinen a ;
32. bjectos diversas a marcearla ;
33. Conservas alimentares, fructas em ealda a
seccas, aubstaooias animaos e vegetaes cooter-
vadaa, etc. : .
34. Lquidos : cidos, alcool, aguardentes,
cerraje, licores, viahos. vinagre, etc.;
Esculpturaj; cunhoa, modelos, mosaicos,
36. Mselos e deseabas de architeelura ;
37. Pinturas a oleo.-sqoareltas e deseohos ;
38. Graturas ; lithographia, chromolitogra-
.phiai
39. Apparelhos photographicos e photogra-
phias ;
40. Galvsaoaiastia } jacto doaradoa a pra-
taadoa por outros melhodos.
Art. 5.# Estas quarenta classes serio distribui-
das em cinco grupos, a saber :
1.* Industria agrcola ;
2.* Iodastria fabril e manas! ;
8.* Industria metalrgica, arles a productos
chimicos ;
4.* Artes me-hanicas e liberaos ;
O. B*llas-arts.
> Rtcpso e mrraujo 4s producios.
Art. 6.* Os productos, que houverem de ser
expostos, serio recebidoa ao local da exposigo
desde o dia 1." al 23 de norembro do correte
nno. ,aj.aaf Tvijrr
Art. 7." Os carrelos e onlras despena miadas
serio pagas, por ordem dos inspectores da ex-
posico, pelo agente nomed peto gavsvno im-
perial.
Art. 8. Os expositores entregarlo os seas b-
jectos aos tospectorea da exposigo, os quaes pas-
aario recibos ea que ae declare:
1.* O nome do expositor;
2.* O logar de aua residencia;
3.' A natareza do* obj'Ctos;
4." O sea valor, arbitrado pelos expositores, de
accordo com os inspectores do dia.
Art. .* Aa declaragoes exigidas no artigo an-
tecedente aeras laoeodas, em preseocs do exposi-
tor, oa ds sea representante, em aa livro, e
transcriptas em um afilo, qoe ser posto, do
modo mais coaveoieote, junto aos bjectos* que
se referirem.
Arl. 10. Qualquar expositor, cujos artigos po-
derem sem ioeouvesiaote ser collocados juntos,
toras fcuidado de arranja-los sua venale,
eoatants que o faca de urna aataara ooapatrvel
eom a conveniencia dos outros expositores, a jai-
so dos inspectores.
Art. II. Os expositores ou aeus representan-
tes, poderlo cubrir os seos artigos com qusesquer
involucros, afim de preserva-los da poeira ou de
oulroe accideoles.
Art. 12. Os.inspectores tero todo o cuidado
a resguardar, os bjectos do fogo. roubo e outros
riscos ; mas dahi nao se segu que serio respon-
sareis por ellos.
Art. 13. Os bjectos pouco pesados serio pos-
ios sobre mesas, e os pesados sobre o chao.; seo-
do permitlido aos expositores trazer ou fazer cons-
truir aua cusa armarios, balcdes, redomas ou
oulro qualquar arranjo que julgarem melhor.com-
tanlo qae uio slravaoqasm o local.
Art. 14. Nos dias de exposigo os expositores
poderlo mandar pessoas de sua confisoca, de
qualquer sexo, para conservar ea ordom os seus
artigos e dar explicagoes aoa visitantes; mas
oio-poderio veod-los emquanto estiverem ex-
M'. 15. Nenhum objecto poder ser tirado do
loul da exposigo sem expressa licenga dos ins-
pectores.
Jury t recompensas.
Art. 16. A commisslo geral da exposiglo se
subdvidr em tantas commissdea especiaos
quaotus sao os grupos designados oo art. 5*. Es-
sas coanaisses formarlo o jury de qualificaglo,
qaejuigar e araliar os producios expostos,
procuraos premios para os expositores que mais
se distinguirem, e escolher os bjectos que de-
verlo ser remedidos para a exposigo universal
em Londres. Sob proposta das commissoes es-
peciaos, a commisslo geral convidar pestFoas
competentes para auxilia-las no julgameoto dos
objetos que furem submettidos a seu oame.
Essas pessoas formarlo parle integrante do Ju-
ry, e concorrerao para a orgaoisagio do relato-
rio, que cada commissao especial dever apre-
sentar logo que terminar o seu trabalho.
Arl. 17. Serio conferidos premios aos exposi-
tores que sobresahirem pela perfeigo de ssus
productos. Os premios consistirio em medalhas
de ouro, prata, cobro ou liga melallica e mengoes
honrosas.
Arl. 18. Os premisa serio conferidos pelo jury
geral da exposidio, sob ioformacio das commis-
soes especiaes.
Art. 19. julgameoto final para oe premios
ser feilo depois que forera recebidos os produc-
tos das exposigas poviociae*.
Art. 20. A distribuieao dos premios ter feita
coa a maior solemnidad?, possivel, no dia o pe-
lo molo que o governo imperial hosver por btm
designar.
Art. 21. Os premios conferidos aos exposito-
res das proviocias, que nao estiverem presentes
no acto da distribuigo, serio remeitidos ao go-
verno ; porm o nome do expositor premiado, a
localidade de sua residencia e a natureza do ob-
jecto serio proclamados oa occaaiio da solea ni-
dada de que trata o aitigo antecedente.
ates, a
jantes, a medida
Ihes que oa adir
Ytntj
la os
guef,
--------^uem aot
Encerrada a exposiglo So ais, osiospactores
SamdrOBnVu,a quaderntf eapeeiaj, aetitn como
i|o meoslo "dos acontecimentos que meregam
^ko-de Janeiro, t de seteasro de ISBL-rtlUr-
qsez de branles, presidente. Di. Frederico
Leopoldo Cesar Burlamsque, tecreUrio.Aalo-
nio Luiz Fernandez da Cdons'r secretario.
'Jal

rPTfh
'

Communicados.
bm soadra o arrecife.
wm (istdioasi*. qssrer <
pon, activo a diligente como
al____
ostjlarser asila me aeradas* O |
uta Jorro aa virador a>oe, tai
ds tarca da asea vacie, qos
t mssss, arti* iaatsdiataatM
da sBjasiis baeea, w chegaad* tai
reapesiivo eaasiia iss.
*. daliberos do *_,_
estre a plisas, desate ds aerar
estado de patigo asas aa aseas
etravaaeada ta ciase da asa rail na
tas de lodo a perder-ae d# ir aa adva__________
* farro coa o virador u.xia cernir aa W-
brsat.nte o csteea. *J \SSm
eata qae muito aproveitoe pete
Exm. Sr. deoutado Joaquim Pioto de CWpo*.- *%*i* ** "* ,Trt" "*.
Offeraceodo^me V. Er. um folheto 1, cat7que JS?.^^ ?,'"> ae,"-
dirigir ao Exm. Br. atnistro dos negocios eccle- ?"?S wMo *!'
siaaticos, datada a 16 do mexftn'do, proporclo-
nou-me oecasiio de ler segunda vz essa pega
rica nio s de tantos assuraptos graves, argu-
mentos ineontettareis do ideas elevadas, e de se-
ries observares, como ainda de verdades evan-
glicas (permita-se-me a exprsalo) as quaes dio
a ttae famoso, e elaborado bem eseriplo maior
brtlho a fulgor.
N'uma poca em qae o iodefferentismo religio-
o larra itifelismenre por toda sociedad?, em
qae se ha tratado no mesmo parlamento, a can-
ea do clero como cansa da nenhaa importancia,
em qne se olha eom desdem e menos-prego para
oa ministros da religlo, se Ihes deseja tirar o
Sequeno prestigio, qae gozan, o redusi-los a
lembrot de urna ctaase balda de garantas e
itengoes : e como bem exprimio-se V. Exc. qoe
a existencia do clero supprimio-se: uas rega-
las amesquinharam-se : o sacerdotibus dabantur
oeetma ti premieia, converte-se n'um salario
de favor de governo ; sua independencia proscre-
reu-se ; a natureza de suas funegoes ampliou-
se ; toa jurisdigo desappareceu ; a autoridado
episcopal subordinou-se ; a finalmente o'um paiz
onde todas ss estradas levam s elevagdes e
fortuna, tornos-se s carreira ecclesiastics a uoi-
ea que, empondo mais petado devores, nio
tem remuneragio, oio tea aspiragos asi
cosleia a subsistencis, colloca om homem
aos olhos da eociedide ea posigio inferior
n'ama poca, digo, em que o pbilosophlsmo do
aeeulo menoscaba e sem rebujo dlsrespeita as
cousas religiosas, vitupera os claustros, langa o
escarneo sobre os Levitas, qne nelles vivem vida
commum, e procura com alineo ver o desapa-
reeimento e exterminio daa ordens religiosas,
surgir um membro desse clero abatito e vilipen-
diado, e dirigir em qualidade de representante da
nagac, ao estadista incumbido dos negocios ec-
clesiasticos, urna carta (visto como nio Ihe fora
permetido pela deficiencia de tempe o fazer na
cadeira parlamentar) em que expenda cheio de
eonviegio, e de maaeira peremptoria, clara, e
concisa verdades as mais puras e stnclas, razoes
etss convincentes, soggeriado as mais justas
observages, e indicando simultneamente medi-
das sobre modo convenientes em prol da religlo,
do culto, e do clero em geral, por sem duvida'
am grandioso servigo,servigo asss importante que
V.Kxc. acaba de prestar i causa dos ministros dos
altar,| lumniosas declaraages, mas que em pocas an-
teriores quasi (como hoje) abandonados e sem
nenhum auxilio souberam elevar-se por seus
proprios esforgos altura de sua nubre missio ;
a prova Irrefragavel de sua acrisolada dedica-
gao aos negocios da igreja, como por mais de
urna vez o tem mostrado. Por esta guisa nio
posso suffocar rainhs coosciencis em palentear a
?. Exc. a sentimentos de ingenua gratido de
que me ache possuido, reccohecendo a V. Exe.
comosm albleta infatigavel da ciaste a que hon
rt-me de perteneer, e oa qual V. Exc. ja oceupa
am bem distinelo lagar.
Se V. Exc. j tem um laurel brilhante, que
Ihe orea a fronte, pelo triumpho obtido na cau-
sa, que gloriosamente discutio no parlamento
brsaileiro, concernente ap casamento civil, deve
eaperar ama outra aureola nio menos fulguran-
te quando rir, que ot poderes do estado coohe-
ceodo a jusliga da causa qae ora T. Exc. nobre-
mente advega, te compenetrem da sorte do cle-
ro, tirando do ostracismo e aviliameoto a que
esto redusidoa os ministros do Senhor ou-
irora lio respeitados e veoerados, elevando-os
dest arte ao fastigio de honra e de consideragio
que pede sua alta misso.
Nao arrefeca, pois, V. Exe. na grande tarefa
que eocetou, e nem se alaste da senda, que co-
megou a trilhar, porque se a palma da victoria
Bear eaaurchecida e sem brilho, resla-lhe en-
tretanto a gloria de que foi',V. Exc. quem lo-
mou ^ iniciativa, quem tere aento religioso de dirigir-so ao governo do paiz,
ecpoodo-the aa aecesaidadea viiaes e palpitaotes
para regenerago do clero, para a reforma, e nio
extengio das ordens religiosas, offereceodo me-
didas efficases accessiveis de execucio.
Digne te, pois, V. Exc.de accettar os ingenuos
agradecisemos, que de minba parte veoln de
apresentar, e acolher os votos de mioh'a sincera
eslima e subida consideragio eom'que me confes-
se ser
De V. Exc. muito atteocioso venerador e crea-
do.Padre Lino do Monte Carmelo Luna.
Recif*. 28 de oatubro de 1861.
Isa iattadsa atar; aai n-
to agido por tuo.jMi ~rrtali a mli II
salvo do maior perigo na la aate assvsa s -
roapsr do dia asperead* qae as saches te aarf
podaste coslwuar b*a assa trssaaa sasK
horas e meia conseguas safar avie ate ttt
eoteodes nvaaa oanaalio thaaaaa a riMr nisT
por urna baodatea qse le icar os Ues te vota
do relaxo, e coagaado easa ss t satas tMa
do da eooMgio-M de ledo salar serie. Pita
oem entendido, poia, qaa alte as i
fosea ligeuameate aspltcados aaia
a lio efficazet como oa qae ds sea_
de em prego u eata digno patris aar, a
deve verdtdeiameale o assssasati
fraoceu.
Recite, 1* de novtabro ds IStl.
I a are
agaa-
sattagici do art. 3o) productos agrcolas aelhera
ss ou fabricados, e estrumea tUflCMea j
17. Diversos productos eaabitstieas vegelMt
e aoimaas; caf e seus extratos : eh, tabsso
m Tolha esm rdlo, traasstaado su rap, eba-
rtMss. cigarros, etc.; leos oa ateites.eaa auba-
tsaesjs d'onde forem extrahidoa ; barbataos, asr-
rass-e seos artefactos flmel, ceras, eetaa age-*
asa e aotmsea ; vetea alearinas, de caroess,
oesa.sebo, etc. ; estucar branca, aatcave, red-
adoouyttslisado; objtctos de ptlaa, redesj
seua artefactoe ; objeetoa de ta-
baunilha a chocolate ; ciscas,
Disposxgdes genes.
Arl. 22. Os bjectos escomidos para a exposi-
glo universal em Londres, com o consentimeoto
expresso dos expositores, terio transporte gra-
tuito de ids e volts, e o governo os far segurar
ordem dos respectivos propietarios, at sua
entrega, se os expositores nio quizerem dispr
delles na Europa.
Art. 23. Acabada a exposigo, lodos os objee-
toa nio escolhidos para a exposiglo universal se-
rio tirados do local pelos proprietarios dentro dn
prazo de quioze dias.
Art. 24. Para o arranjo dos bjectos expostos,
asistir a exposigo e fazer a polica do edificio, a
commisslo geral se dividir em grupos de tres
membros que, com o nomo de iospectores, e por
sen turno, maoterao a ordem nos dias de exposi-
go, tendo debaixo de sua direccio os guardas que
o governo puzer aua disposigao.
Art. 25. Cada grupo de inspectores escolher
entra si um presidente qae deveri assigoar os
recibos doa bjectos 'entregues pelos expositores,
e lazer inacrever no livro competente e nos car-
Idea tara qoanto fot mencionado oo artigo 8.
Para poder dar-ee otesele astas encargos,
hsver algons escripturarios e serventes.
Arl. 26. Os meabrss da commisslo geral, qoe
torea designados, formulario o calhalago dos
bjectos que de ver as ser remsUidos para Lon-
dres, s os faro eooeisotar do moda reeoaaeada-
de ees instruegees dos commiesarios de Sos Ma-
gostado a UarabadaGrsa-ftretaafca. Qosoto aos
productos agrcolas, ler-ae-ht em vista *t noti-
cias que os devea acompaflhar, na toras deter-
ts Amhai.noi.. ^7_-----r--n. >|He os oevoot BcompannaT, na nitss aeter-
M troaaSta *cg*8 qus,atrsm atoad, tan artigo 11 dasinTtracoes do governo d-,
16 Pt^dortM uu. ^. --------- ^ 8 de $fS'io ao oweote aseo, colhend>se psre
,.r;sV2"0*?*M>:a8rtcuUrM)*.*ll- taso oa necessarios eaclarseiaeotss doseioasia
necessarios eaclarseimeatea dosaspesia
lores.
Art. 27. A exposiglo diaria durar desde ai 10
noaassa manhia alis 8 da tarde.
Art. 28. O edrflcio a axpottclo ter fraoquss-
tesopaolieo duraote oa qoiaza diaa qseeete-
IPstalt) oe dia 2 de deaemore : o* a Mvtwa
te abrir duasrssss por teta asa, at se dia 11
de Janeiro de 1802.
U laftt. 19. Not-diat da expoeigio o toapassaros
escolherio, denws agatvsossomvwSsa aseo go-
*ffiio, alguos qua sirvsm ds pertsirot.
Art. 30. Paca eoaliaca.ta s a:<*vrs s vi-
sitantes, o ptesidtate dos inspectores do di ea-
Curso Commercial Pernambueanu.
A f-ia escolar que aa quinta feira ultima te-
ve lugar oesse eatabelecimeoto, por occasiao de
encerrarem-se os trabalhos do anna lectivo cor-
rete, maoifesta que o amor inatruecio se in-
sina por todas as classes da oossa sociedade, e
despena neasa mocidade que em tal ramo pro-
cura illustrar-se tendencias para libertar a nossa
vida commercial da ignorancia da que Ihe mais
particular. .
O eommerciar nao por corto cous to sim-
ples como oa apparencia talvez alguem suppooha.
A reflexio ainda mais ligeira sobre as suas evo-
ugoes, indica que pars o desenvolvimenlo del-
tas fzem-se precisos conheeimentns previo que
se oio podem esperar da pratiea exclusivamente ,
porque se o comprar aqu para vender alli pare-
ce estar eo slcaoce da inteligencia mais medio-
cre, ja o nio assim, quando se mandam rir pro-
ductos de paizea remotos e estraogeiros para se
distrlbairem oo proprio, ou para serem vendi-
dos ao eslrangeiro tambem.
Dahi resulla a necessidade de urna educagio
professional, e esta hoje se acha eolre oes saiis-
feita com promessas de rantagem pela applicagio
dos alumnos, afervorameolo des professores, e
reciprocidade de affeigflo destes e daquelles, con-
ciliando se assim o respeito uos eom a benevo-
lencia de ostros. Desta eooformidade urna
prova a testa a que cima alludimos, a qual sendo
a expressio do contentamenio de que sempre se
apodera a mocidade estudiosa, quando chega-lb.es
o dia do descaoco das fidigas do anno lectivo,
quea vespera tambem da recepgio da coroa
daa lides escolsticas, foi procurada como um
mel de obsequio dos discpulos aos mettrea.cojo
reconhecimeote via-te estampado em aeus sem-
blantes commovldos pela aorpreza que Ihes pre-
parara a alteoco daqueltesa quem alimenta vara
com o pi da iotelligescia.
Convidados assisiaocia por um amigo que
alumon do Curso, tudo teto presenciamos com
satisfagio ; compartimos daquellas alegras lio
puras ; e por isso rimes sgarar*reduzir nnssas im-
pressoes eslas patarras, que bem desejaramos
aervisaem, teao de snimagio oa incentiva ao
meos de om brado admirador. Quando urna
inslituigio nova se msnifeaU logo por taes meios.
quando o enthuaieamo rege ss suas accoea, delta
ha tudo a eaperar, mrmente compondo-a urna
mocidade applicada, bem morigerada e digna d
elogios.
Nio arrefeg ella, que -os nossos votos acom-
panham os seus justos desejos ; e dessa vontade
que manifest, nio pofte deixar de resultar seoio
o coroamento da teus esforgos ; que imposta
urna vantagem pal* a provineia ed complemento
das vinas da legtelldof provincial.
---------- ILJLX.
Gorrespondeiicias.
9*t lajdUtPKii.^Wgte-srj Vr. Ss: psMfcar
M ssgoiDtea rrhhat ta teno d verdade e boa
rsputaess do digno p.Mo ar do araetnl de ma-
!?^.f'?^.***m?-*L. **>;*;^ftji*jn da
"irsti ft%oras dasftr H rima quando
aperseSJt^ss arssoei #s arhrlt ba ar-
!^,i2i!^!.r<.de wcavas^saojflv* "ps-
trioartaas Mi ae achara de servigo noticiou-
Ihe o estado ds ua mto qe aqutll hora, coa
Srs. redactores.Vi vendo tranquillas
Pilcado aos trabalhos da agricaltara,
meioa para mioba honesta lubsitiaaeti
eos dias tive oecasiio de lr uaa p_
pedido, ioaarta am o o. 222 do periodice
do 1* do corrate mez, onda 'lass-ae aa
minislrago da juatiga em S. Aatio aa asa aart-
bue com toda perversidade e ftrsttt ds aaas
escrivos meus no ongenho Paglazishs. same
ui reodeiro. *^
Poderla volar ao mate aoleaoa deapreze asaa-
taget malignas e infundadas esas ana. No-
mo por que o calumniador liaites-as a feria ate
ii embo*ca attrerendo a firmar coa aeu oossa lio alabeases
accuaaget; porem oio limilar-ae-hei a teso, e
chamare i barra doa tribuna* o cadeatadotar
que procurou manchar raioh repulacao.
Cueira 30 de outubro de 1861. ^^
Joo Carneiro Rodrigue Caaassas.
Sr$. redactores.Acostumado a vida ds asar
sonde ganho o pao para sustentar aiaka aadtwr
e filhos, e nao estando eu habituado a istrtsaa
por isso nio lenho respondido a sa araazelaa
sshio oa Ordem n. 225 aonde ra aas caesaa
de calumnias contra o digno Sr. coronel arfo-
maque actual commaodante do presidio da Per-
do, mas considerando qoe son envolvido osase
aranzel oio tenho remedio te oio desafiar osa
autor para que prove quaes foraa aa barriese do
gomma que trouxe oo hiate Scrgipun, avos
tem sido os negocios qoe tenho fito coa o Sr.
commandanle Burtamaqoe donde vea osas aa
ou doze cornos de rit pora eu carregar.
Ora Sra. redactores alo te di maior firstdesV
o que aquello calumniador detejt que o ~
Sr. presidente me negu licenca para
atrasar. r
Se eo tenho ganhado affeigio do Sr. i
Burla maque porpue s me importo coa s asi-
aha vida a compro a rlsea as ordens qas sos
dio, coosulte o autor daqeellss infsalas, o Irte*.
Sr. coronel Leal e major Baira ollet qaa ana
ae quando commandaram aquello presidio a al-
guma vez sahi fra daa aaas ordeos.
Sou senhores redactores de VV. SS. reosrasr
e criado
Henrique Jos Vieirada Silva.
Meatre do hiale Sergipmno.
Srs. redaetoretC) Aggredidot por Jola Bsros-
da Silva, este criminlo, qae infelizmente leatt-
das tels de nosso paiz, qaandodavia star paspa-
do as gales os seas horrorosos fetos, vaataoBaje
dizer algumas palavras ea referencia a aas ex-
tensa correspondencia, qoe o mesmo Jola Bar-
boza da Silva, em vez de tratar de lavar as ea-
doas, que em si tem, do saogue de seos satar-
Ihanles, oceupou-se em fazer publicar ao Mario
de Pernambuco o. 206 de 7 de aeteahre S cr-
reme anno.
Desda j, porm, doremos declarar qae. ae
farlamoa algons momentos aos notaos trakelstee
para oceupar as columnas do Diario de iV
buco, nio o fazemos porque o sigaaiarie >
correspondencia merega coosideragio ali
pois que s o desprezo podem merecer popeoi-
goes emanadas de am ente digno de teda asco
como Joio Barboza da Silva, qae ae arraats <
immuodo lodagal de perversidades ; dessa ligi>
sob forma humaos, qoe s est bem quando pode
cevar seus instinctoa ferozea ; aaa anicaasM
em atteugio ao publico, a quem prrteasate
mostrar quem seja Jlo Barboza da Silva, aa
infelizmente ainda mancha am cargo poluial, que
Ihe ha servido de meio para adquirir furiosa, por-
que a corrupgo da poca pede qae os eargeopa-
liciaes sejam cooflados a lo lividuos pervertios*
que para tudo tirvam.
Em o Constitucional o. 124 de 23 de agosto de
correte anno foram publicado! palo Sr. Jote
Salgado de Albuquerqae alguns attesiadot posso-
dos por pessoas conbecidas por sea* precdeos**
que ns collocam fora do alcaoee de Jola aiaaaa'
da Silva, que, por maior gritara que faca, ao
passari de am criminoso audaz a iosoleata, ae
ebegou a oersuadir-se, por momentos, de qaa
criminoso, acostumado a ouvir iapassivel ao sp-
midos daa victimas, de seas crimet, podevi*. 4
forga de elevar aua voz, imper silencio a tu
quantos vivem horrorisados de suas pronas.
Esses atteslados confirmam o qae per ssjai
feralmente sabido, e anda ninguem poz ea da-
vidaquejlo Barboza da Silva eriaioaeo
digno dos maiores castizos e da aaior exacraeio
pelos actor que ha praticado.
Multas sio as aecusages, qaa eocerraa aaas
alieaiadot, sobretahiodo. pora, estro sllas os
de horrlveia assassisatos, estelionatos, dpreda-
goes, prevaricages, etc., etc., acerca da* i
nos oecupiremos de preferencia, para des
rar a carnvoro Joio Barboza.
Esse homem fro, eujss vestes aioda se l_
impregnadas de sangue humano, e qoe, por i__
mios feitoa, devia aodar entre nos de gargtlosiia
ao oescogo, se por reatara sa nossa itoedeo o
criminoso audaz e protegido nio gozase* ajena
sempre de iropunidade, persuadi-se de qoe.ee-
cupando maia de urna pagina e aaia de Otarte
de Pernambuco, com as parvoices qae o otadlo
do seu adjunto enlendeu dever dtr puMicidsso.
obteria que nos nio riesseaoa imprensa ; asa
nganou-se completamente, a por tanti
mol a oceupar-nos da alguna tactos
por Joio Barboza.
Urna das accusacjeVa mais^terriveis qaa pees**
tobre a cabeca desse hornea, 4 a de hars sso-
ticado o assassioato de aa seu eseravo s sesos
Aleixo, a quem fez coser a bocea a snteadea
castrar, oo qae foi obstado por ua aeu mansas,
mandando todava dar nesse eseravo aaa sosia
tal, qae prodnzio aaa aorta.
O Sr. Jos da Silva Pessoa formalmente o ac-
cusou por esse horrendo crime ai
sentagao dirigida ao Exm. presidente da
vieta.
Na casa de detencio, nasas cidade, exiati aa
preto de nome Paulo, scraro ds aiasaa lelo
Barboza, que o pretenda vender para a Bao o
Janeiro, por aer esse eseravo qaeaa, a sao sosa-
dado, coser a bocea de Aleixo, Iba dra sasa-
ra que o matn.
A reqdrimento do mesmo Sr. los a Sttra
Pessoa foi interrogado o eseravo Pasto salo osa-
delegado da fregnezia de Santo Antonio, a asaos
oecasiio todo confesin.
Bise interrogatorio foi apreseotado 11
ca da provincia, e o publico j Ua seis*
e tambem d ama carta escripia por Jete Bor-
bota ao tan perfumado manetuim, podio-Je-
que compraste neasa eidada sa frasco te B
de troica para o qae"erigiste a castracio. a >
esse adnatitm ara abortases psliasl, a
se severa 111
fiesta coastea pasta como aerto as Oo i
dou anassinar o infeliz Seraphia, qaa, sal
tJaa.
por mais que o mesmo Joio Barbosa as >
. W ?c <;
Sr&nuSj
rrsaaai
|ia
a s>sibPss^b^s'B^BP
>'
rrzrr:^r"
.-i


wm
v
(4)
m^Mmmwfm^ S8&a^m **m*ivmo iiu
Sema rguicao populacao desta comarca,
SCtoBte dea aceateciaenlee. bUhmU e .
atonto osao Mloc deasa r Ulflli
contra are arropadie.
Tambera esta gravada m memoria de todos
barbarice -sodiu que ea* (re pratieaui aneo-
do inspector de quarteirao. mandando re
Ola Unloa horoaua a a a re h ando pee o labe,
nade et aesaaainar Jote Baptista Ordoeho. O
saegea desse beaea, que m atare leeNie, e
que neabam criaac ha*1a eoaaetiido, el afta o
Co pediade que a jostoca di a toa deoeerregee a
espada sobre a cabera do eaaaaeioo. ja que a bat-
uca hamana teto pactuado com aaaa hy*na.
OMoemrodeeselMeaira de perseguir mos-.
taolemeote ao lygre Joio Barboaa, que se alo
stivessaji estojado na-oralies de crieos borre-
^^K^tMa do ceovenienieanunto punido palos
Bafea aaaa tacto cbapre aesooceatar qoe o com-
atento preoesao eiiate do cartorio 4* crime dea-
la eeaorca, acudo qoe Jeao Barbaaa sahio pro-
nunciado como mandante afana crime ate
morte I \
Apenas houve a pronaneia.... a Jalo Bubosa
licou ieapuoa, gracas a o estado laslimoao da ad-
ministrecao da jattica en noese trra t O ener-
gmeno Joao Barboaa foi alada eumplice na mora
de ua doe osera*os pertencentos a Antonio Ma-
tbaaa Raogel, que, achendo-se recolhidos na
codeia da Santo-Aotio, foraio requisitados pelo
mesao Joio Barbosa, que. aera as formalidades
neeesserias, oa fea entregar ao mesao Antonio
Malucas Heofal, dando aasim lugar a que sa re-
rifroaase a morte de um a (eriment de ouiro.
Sempre entregue a crines toa Jlo Barboaa
necessidade de virer cercado* da criminosos de
morte, a quem continamente presta protercao.
Para prora disto poderamos apreaentar o facto,
que pralicon elle para cotn os asaassinoa Joaquim
Pareira e Uaooel Pereira, que estando oreaos fo-
ram por elle retidos em sea engenno Fortaleza,
onde deu-lhes a maior franqueza para an tarea
pasceiaado, e rateado ferra, do que resultou a
fuga dos mesmos assassinos.
A roz publica o indigita como culpado por essa
loga concedida, segundo tambem correte, me-
diante a paga de um moleqoe. Para encobrir sua
crimiialldade tere essa autori-iade perversa a
tea cerimonia de fazer prender nma patrulna,
cujo crime consisti em nao querer prealar-se aa
auss mileflca insinuacoes com as quaes preten-
da imputar alevosamente a outrem a culpabili-
dade desse facto.
Em peder de Jos Francisco de Soaza Iolera-
minense, eaerivib do meimo lolo Barbosa, exis-
te aioda um estallo que, apezar de ser de au-
sentes, de ha muito foi ter ao poder do mesmo
Interamionse, que tambera conserva sob sua
proteccio um desertor, que acompanbou Antonio
Matheus Rangel quando este fugio de Santo An-
ido.
E' com a pratica desses e oulros factoa que Joio
Barbosa da Silra, que ouir'ora roa un has, e da va
grabas & Dos quando podia ganhar alguma cousa
ora como a*aliador, ora como administrador de
fazendas, boje seachaaenhor de engenhocom
grande escravatura poasuindo assim ama fortuna
inicuamente adquirida, e aioda hoje, triste do
foreiro, que lhe nao pode pagar o loro prompa-
mente poia que o tronco policial ahi est para pu
oir lio grande crime 1 11
A populacao pobre que diga quantos perversi-
dades ha aoffrido desse bomem, que nao duvida
- azer garbo de seus crimes, e que hi sabido fa-
zer da subdelegada um meio de lucrar.
Maitas outras aecusacoes lerriveis se acbam
contidaa oesses altentados.
Pretendendo defender-se dessas ropulajoes.
Jlo Barbosa, movendo-se sos impulsos, que lhe
alo dados por aeu manequim, nao duvidou assig-
oar a correspondencia a que nos temos referido
e par de sua defeza dirige aecusacoes aos que
ministraram altestados palenleando seus fados.
Essa estulta defeza conQrmou ainda mais ag
aecusacoes feitas a Joio Barboaa, e com effeito
tratando-te dos diversos pontos de accussclo
comidos nos altestados nada se diste em relaco
aos tres primeiros quisitoa que epcerram os se-
guintei fados :
Prmeiro, o de haver Joio Barboaa cozido a
boca de seu escravo Aleixo, matando-o depois
por meio de urna surra ; segundo oassassinato
de ama escrava com tres cauetadaa ; terceiro, o
assassioato de um oalro eacravo; pantos esses
aos quaes nenhuma conlestaco aa oppoz. Nessa
defeza se considera como prmeiro ponto de ae-
cusacio o assassioalo de SeraOm, no lugar de
Mofumbo ; mas lea o publico oa altestados pu-
blicados e veri que esse o quarto ponto de ac-
ensado, sendo oa tres primeiros os de que j
fallamos.
O que, pois, qaer dizer esse silencio acerca daa
primeiras e lio terriveis ecusacoes ? Nada me-
nos que urna consso. Sem duvida Joio Barbo-
sa, tendo sciencia da existencia do interrogato-
rio de queja fallamos, e receloso de ver publica-
da em sua integra a carta em que pedia rnica
para a castradlo a seu manequim, refinado hy-
pocrita, que entio se achava no exercicio de um
cargo policial nessa cidade, julgou prudente ca-
lar-se sobre o prmeiro ponto de aecusacio e
o mesmo eotendeu dever fazer em reaccio aos
outros doos.
Os termos em que se defer de u da aecusacio do
assassioato de sea compadre Serapbim, consii-
tue ama prora exhubersnle de sua criminali-
dade.
E' tambem nolavel o silencio que aprsenla
Joio Barbosa acerca do 5o pronto da aecusacio,
isto o assassioato praticado no Imb, na pea-
soa do infeliz Joio Baptista Ordonho.
Defeodendo-se Joio Barbosa do asssssinato de
seu compadre Seraphioi, porque razio tambem
nao o fez acerca do assassinalo de Ordonbo? Sem
duvida porque, acerca deste ultimo fact>, presen-
ciado por grande numero de pessoas, nenhum so -
phisma Ibe podara aproveitar. Bom que seja o
proprio faaligerado Jlo Barbosa quem v reco-
nhecendo aqui e ali suas atrocidades. Essa defe-
za estulla nada lhe pode aproveitar e aoles en-
eerra a conQrmacao do quanto se ha dilo contra
en*.
Tambem nao ousou Joio Barbosa contestar em
publico as aecusagoes relativas morte de um
dos escravos perteacentes a Antonio Halbeos
Itaoge!, e a protecio prestada aos assassinas Ma-
noel Pereira e Joaquim Pereira, e sallando por
sobre too graves aecusacoes a defeza de Juio
Barbosa, considera como segundo ponto de aecu-
sacio o oitaro, isto o facto do desfalque que
praticou como collector I!
E' elle mesmo qugm confessa seu crime, reco-
nhecendo o desfalque, e allegando apenas que foi
este de menor quantia.
D'ahi passando a outros pontos de aecusacio,
Joio Bubosa cada vez mais se reconhece crimi-
noso, com a mi defeza, que em seu favor apre-
sentou.
Toroar-nos-bismos enfadonhos se quizesse-
mos descer aos inoumeros pontos da aecusacio,
quebem se pode fazer a Jlo Barbosa, esse bo-
mem coberto ae crimes e alieno i pratica das
znaiorea torpetae, e por isso deveriamos terminar
aqui, senhores redactores, ji porque haremos
mostrado quem seja Joio b-rbosa,ej porque,
na verdade, sentimos alguma repugnancia em oc-
cupar nos desee hoanem ; porro diremos aioda
alguma couaa para repellir as injurias, qne Joio
Baibosa dirigiu-oos, quando collocando-noa no
prmeiro grupo doa signatarios dos atlestados,
procuroa apreciar-nos.
Urna vez que Joio Barbosa, com sua Iingua vi-
perina, procuroumaochar sua repulaclo, apresen-
lando-aoa como desconceituadoa ante a opiniio
publica, tirando de ai, para lan;ar sobre ne, seus
vicios e tirpezas, 1 justo que, repellindo lio af-
frootoaas expresadas, digamos i Joio Barbosa que
elle nanea ae devia lembrar de attribuir-nos ca-
vliosamente a embriaguez, vicio esse a que nun-
ca nos entregamos, para assim nao dar lugar a
que procursemos azer-lhe recordar que, em-
briagado eslava Joio Barbosa na occasio em que
cqai chegou, como juiz de direilo, o Or. Cala-
sAo, que, para evitar encontr com essa upoaja,
tere necessidade de refugiar-se em casa do capi-
lo Benrique Luizda Coala Gomes, onde tambem
se acbava o juiz municipal Dr. Luiz Antonio Pi-
cea.; ao entretanto que oes mesmo aasim pode o
Dr. Catanho escapar ao imparlinena Joao Bar-
bosa, que alegremente e dirigiu para a casa
do referido capitio Costa Gomes, anm de an-
cootrar o mesmo Dr. Calanho, que viu-ae obri-
Tado a eatcaibar em termos speros, que um sub-
delegado se apreseotaase publicamente en tal es-
tado de desmajiebamento 1 I 1
Tal fado, porm, nao era de estranbar poia que
esse o estado quasi natural do riuf propieta-
rio Joo Barbosa, que da continuo se aprsenla
publicamente embriagada povoado de Queimadas,
aitrabindo obre si a commiseraclo de quantos o
veem nesse estado lastimoso t
Embriagado ae achava tambem Joio Barbosa
quando con outros conpiDneirof, igualmente
em das do auno
proceder I 1-
lenhum procedimen-
!i seos dignos com-
jexsr psMar desaperce-
------- d* insulsa edrr'ers-
poadencia, em qoe Jlo Barbota nos clasiiflea
de proletarios, aem coosideraclo, lem criterio e
ai noae. Siro, Jlo Barbosa pode hoje alar-
r da rico, por que soube elevar ama fortuna
daa da eaferai jKeiatoito
-aa lasa partencia, nio hio de permittir qoe es-
sa fortuaa dora muito.
Tambem pode elle desvaoeer-se de ter nota*.
Realmente o lea,, bastante coahecido alo s
nesta mas tambem em outras conisreas ; porm
lem um nome nefando, pola qoe ba adquarido
celebridsde pelos feitos, que ha pralicade pro-
prioa de urna paolhera, e como tal infelizmente
tom aasolado eata comarca escolhida para theatro
de seus feitoa, dignos da urna torca. Nos porem,
damos gragas a Oeus rolo queremos ter o crite-
rio, replselo, nome e riqueza da Joio Barbosa
da Silva. Pieferioioa esmohr o pao da caridade
a possuir urna riqueza adquirida a cusa do supr
e saogue albeio. Ah esli ainda viva pessoas,
para com quem o famigerado Joio Barbosa prati-
cou as maiores extorioea, apodersndo-se dos as-
sucarer, que Ibes perlvnciam. Urna pobre viuva
cbora aioda o que aasim lhe foi arrancado por
esse monstro, que, sem .meioa, adquerio a for-
tuna de que tanto alardea, e que lhe ba servido
para entregar-se i pratica das maiores cruelda-
des.
Temos d de ver esseanalphabeto fallar em ig-
norancia de outros. Quem mais digno de com-
miseracao 1! Coitado I Acbou quem delle zom-
basse, expondo-o ao ridicalo, chamando dis-
cussao vicios e defeitos, que nelle lio mu eo-
sivejs.
Nao estamos, como diz Joio Barboaa, deapei-
tados por que nao fomos aomeados eleitores.
Nao. Para vivermos nio precisamos desses e
a outros meios, que so podem ser ambicionados
por horneas como Joio Barbosa, faltos de pundo-
nor, que a tudo recorrer para poderem ir eaca-
rtOll0i4 P"0'?*0 : liberal em quanto o partido
liberal predominou ; hoje peraeguidor acrrimo
de seus correligionarios de outr'ora, por que as-
sim preciso para continuar em sua obra devas-
tadora 1!
Tenia, porm, de cerlo o celebre Jlo Barbo-
sa da Silra que votamoa a um solemne desprezo
suas bravatas ; pois que ser! punido debidamen-
te o assassioo que ousar tentar contra nos. Con-
venca-ae o criminoso Joao Barbosa da Silva de
que nio receiamoa qualquer lula, que contra nos
queira sustentar pela imprenaa ; e ao contrario
deve estar cerlo de que se recorresse a um ami-
go (se que amigo pode ter um brbaro de aua
catadura) e este o aconselhasse convenientemen-
te por eerlo que oio viria sustentar discussoes
em que lem ludo a perder. Soffra, porm, as
cooaequencias de sus cega obediencia la ordena
de seu manequim, petulante, pretencioso e ser-
vil, ainda moco na idade, porm envelhecido oa
torpeza, e que tambem penua lio-ie de que po-
dia, de accordo com o mencionado Joao Barbo-
sa, fazer aqui o mesmo que nesses lagares, on-
de ba chegado com seu balito pestfero, a onde
ha dado expaosio a seus seolimeatos proprios de
urna alma pervertida. Devemos advirlir a asee
Or. ico que se ttulos scienli&cos podem dar coo-
sideraclo, tambem tornam degradantes iquellea,
que apezar do grio de moralidade, que ae deve
suprior em quem os possue, nao duvidam oslen-
Ur ? maior cyniamo, affrontando a moralidade
publica. Devemos observar ainda que em Limo-
eiro sao bem coobecidas as facanhis praticadas
em oulros lugares por esse Dr. Lico, apelinlrado
e cheiroao, que apezar daa licoes de moralidade,
que devia ter recebido de seus mestres, nio du-
vidou abusar neala comarca da conQanca de al-
guem para, mediaote promessa de soltura, sedu-
zir urna pobre mulher, que se acbava prea em
um tronco, aendo, para aua completa desmorali-
saco, aprobado, em flagrante. E' bem sabido
nesta comarca o facto de sua cegueira quando ae
tralou da victima de um iofanlecidio praticado
nessa cidade ero certa ra, que nao torta ape-
zar do aoccorro que lhe devia prestar sua insepa-
ravel luneta que s lhe servio.bem para eocher-
gar, s 11 horas da noite, seiscentos mil res que
lhe foram dados por eerlo commerciaote fallido,
que, por eaae meio, depoia de estar em boro re-
cato, voltou a coser do precioso dom de sua li-
berdade.
(1) Por esta occasiio nao podemos deixar de
advirlir ao Sr. TigarioChacn que seulestado nio
lhe pe milte iotromelter-se em cerlos negocios,
e que nio deve darao publico o triste espectcu-
lo de ver alliado um ministro do altar com um
assassino selvagem.
Tambem lhe nio tica bem oceupar-se maligna-
mente da vida de suas ovelhas, mesmo ptra que
estas, por sua vez, se nio vejam obligadas a tra-
tar da vida d seu caro pastor.
Picamos aqui por ora, senhores redactores, e
talvez lenbamos de rollar se a saoha desse cele-
bre Joao Barbosa nos obrigar a isso. ,
Limoeiro, 13 de oulubro de 1861.
Antonio Bezerra Cabral.
Joo Manoel de Faria Leite:
Antonio Manoel de Faria Leite.
Joi Bezerra da Cunha.
Joaquim de Souza Barboza.
Joaquim Jote de Aguiar.
Joziai Martin da Cotia Mello.
Bernardo Bezerra de Araujo Mello.
Antonio Vicente da Costa Jnior.
Candido Severiano da CotXa Aguiar.
Eslava sellada e reconbecida.
que irapn^^^^^^^^^^^^HK !
Quaado a vida i
ttnea annos suppartaato no- tea paito
*Je dbraa da aaavMM Va aerante,
Cinco anooa te escoario da existencia
arreado a fei na laca a cada iastsnte.
lartamte *ier. cansaste a mente,
aadaato te asacaste aires da teda:
O eapinhe Va faaio o corso darnl,
Jfaa a premio de afn fot a victoria 1
I esludo lem aa vida mil revezas,
[ 0 talento a brilhar como o diamante ;
Jusndo a gloria se alcanza com tormentos
A vida se nos lona mais brilhante.
E a Palria ?T.er por timbre a fama
Dos lhos que abrilbantam sea viver. -
Ah I trilha os campos dos Andradas nobres
Novas flores veris entio nascer.
Do fecundo terreno da seienca
Colhesle a roza que se abria bella ;
E a Patria a eepoaita sobre at aras:
E leu Pai torrir tambem per ella I
Camlnha pois, filho venturoso 1
Ama a vida, feliz entre 'ardores;
Leaos o germem no campada sciencia :
Varas en tao brotar emenle florea 1
Becife, 23 de oulubro de 1861.
i. C. Damatctno.
Publicares a pedido.
A' memoria do Exm. finado bario da Victoria
glande do Imperio, fidalgo cavalleiro da casa
Imperial, grao cruz da ordem de Aviz, digoi-
tario da Imperial do Cruzeiro, e condecorado
com a medalha do exercito cooperador da boa
ordem: offerece aua E"xma. viuva, e fllboa
no dia z de novembro de 1861. em sigoal d
lembranca, o seu sempre agradecido amigo, e
protegido, o alteres Jorge Rodrigues Sidreir
o seguinte
SONETO.
Nobre cadver jaz aqu mirrado
Aoode ouvir nio pode, e dar valor.
Ao pranto dos olhos, dos peitos a dor
Da esposa, dos filhos, do amigo devotado.
Aceita dessa lousa, onde encerrado,
A lembranca eterna, a saudade, amor
Da consorte, envolla em diaaabor
Dos filhos, do amigo, em lagrimas debulhado.
Sabe, que vives sempre na memoria
De quem porfiara em te seguir
as lides que te deo a fama, a gloria.
Teu nome l...o cantar e patria historia
Tua honre, teus feitos...se bio de ouvir
Finado general, bario da Victoria.
SALDACAO.
Dedicada meu amigo Candido Pereira de Le~
mo$ por occasio do seu acto do 5o anno.
Co'o olhos longos ao pon ir que Temos
Nabra tortor sofiVestes.
E os loaros immorues qocraio dngistts
Oliai aqu,man estos. '
JoNouiia, Faaiaa.
Tocaates emflm o termo da existencia
D'assa vida febril do teu futuro ;
Gusate dias, noites em vigilias
Colbendo florea p'ra um vivar asis puro.
aa.eoto;
pUo abre.chapos eatrangefrpa.".
SOOlQ do consamo d'aguardenle .
Dito de IxfJjOO...........
Jaros da decima..........
Maltas por infraoces ......
"81".--^.......................
Imposto 50* rs sobre casas de
perfumarlas..................
JvWOO
48.24#21
COiMMltWJIO.
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o 7- dividendo 'de 12j
por accao, relativo ao leraettre findo
em 31 de agoto prximo pawado.


A directora aa oaixa&lial lem deliberado
marcar o prazo da 30 das para o recolhimeoo
daa sedales ds 20|O0O, fiado os quaes estario
sujeitas ao descont mensal progressivo da 10 0/0
de cenformidade com o decreto u. 266* de 10 de
outubro de 1860. Recite tO do oulubro de 1861.
O secretario interino, Luis de Morase Gomes Fer-
reira.


aHImadeg
Kenatmento do dU2 .
22176*339
ioelmicnlo el* alfsindesxa.
Velamesantrsdoscomfazendaa.. 175
a a cora gene roa.. 397
Volamea sahldos aem fazendas.. ~148
> com generes.. 5 -
572
153
Descarragam hoje 4 de novembro.
Barca ingleza Wyath carv a o e ferro.
Barca americanaAzeliafannha.
Hiato brasileoDuas Luisascharque.
Barca inglexaSeraphinamercaderas.
Barca francezaJeao Parmenliercarvio.
RENDIalENTO DA ALFANDEGA DE PERNAlr
BUCONOMEZ DE OUTUBRO DO CORENTE
aiitwd
Importaca,
Direitos de importacio para eon-
*aam............................ 493:153193
Ditos addicionaes de 5 /0........ 61:160X810
Ditos addicionaes de 2 /,........ 52S32
Ditos de baldeacio e reexportacio. 1459993
Expediente dos gneros eslrangei-
ros navegados por cabotogem.. 926*769
Expediente dos gneros do paiz.. 1:125*546
Expedieote dos gneros livres.... 177*198
ArmazenagenTdas mercadorias... 4:695*532
Premio dos signados............ 4844620
Despacho martimo.
Ancoragem........................ 1:641*370
Direitos de 5 % na compra e ven-
da das embarcaedes............ 647*750
Exportaco.
Direitos de 5 % de exportaco.... 30:422f437
Ditos de 2 /o de addicionaes...... 12:168*958
Expediente da capalazia.......... 1:172*720
Interior.
Multas............-................ 376*317
Sello do papel flxo............... 654*500
Dito do proporcional............. 146*690
E mol u mentos..................... 46*800
Imposto dos despachantes........ |250
Dizimos da provincia daa Alagdas.
Ditos da provincia da Parabyba..
Ditos da provincia do Ro Grande
do Norte........................
Contri bu ica o de caridade..........
609:21-J685
miso
720*957
608*264
127*829
611:546*885
Reodimento do mez de oulubro
de 186011861.................. 397:577*628
Roodimeoto do mez de outubro
tte 185911860.................. 586:567*037
Alfandega de Pernambuco 31 de outubro de
1861.
O 4 escripturario,
Bazilio B. Furtado.
Becebedoria ate reodas internas
sjeraes de Pernambuco.
Reodimento do dia 2..... 647*700
/2& do coMulado provincial 81 de outubro
de 1861.
O escripturario,
Joaquim de Guarni Colheo.
PRACA DO RECITE
8 DE NOVEMBRO DE 1801.
A'S 3 BOBAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Oa saques da semana regula-
ran) de 253/4 a 16 d. por 1*
rs., sobre Londres, de 370 s
315 rs. por f. sobre Pars, e de
108 a 10 por ceoto de premio
sobre Lisboa ; sendo 90,000 St
para o vapor fraocez, e S
_. 30,000 posteriores, para o que
deve partir para Sonthampton
" a 15 do correte.
Algodao O escolhido desta proviocai
vendeu-sa a 11* rs., e o regu-
lar a 10J800 rs.; o da-Parahi-
ba posto a bordo a 11*700 rs.,
e o de Macei a 11*200 rs. por
arrobs.
Assucar -^0 branco veodu-se de 3*^00
a,4*2O0 rs. por arroba, o so-
menos 1 2*600 rs mascara-
d purgado de 2*400 a 2$400
rs., e broto de 1B900 a 1*000
rs. por dito.
Agurdente Vendeu-se de 60* a 65SO0O rs.
a pipa.
Couros-----------Os seceos salgados venderam-
se de 175 a 179 rs. a libra.
Arroz------------O pilado da India vendeu-se a
2*600 rs. por arroba, e o do
Maranbio de 2*800 a 3*000 rs.
Azeite doce O de Lisboa regulou a 3aO00
rs. o galio, e o do Estreilo a
1*700 rs.
Bacalho--------Em atacado obteve de IOS
10*500 rs. a barrica,. e a reta-
lho de 10* a 12* rs., Picando
em aer 13,000 barricas.
Bolaxioha Vendea-se de 8*900 rs. a bar-
riqoinhs.
Caf-------------- Vendeu-se de 5*800 a 6*600
rs. por arroba.
Cha------------------ dem de 1*100 a 2*500 rs-
por libra.
Carne secca- Vendeu-se de 9*400 a 2*600 rs.
por arroba da do Rio Grande*
do Sul, de 2*100 a 2*600 a do
Rio da Prata; fleando em ser
82.000 arrobas ds primeira, e
15.500 da segunda.
Carvio de pedra -dem de 14*000 .'16*000 rs.
carregamenios, e da 17$ a
18* rs. em lastro.
Cerveja- Vendeu-se de 4*800 a 6(000 rs.
a duzia de garrafas.
Farinha de trigo- Tiremos as semana dous car-
regamentosde Barcelona, e 800
barricas de Inglaterra : daquel-
les um seguio para os portos
do sul. Relalnou-se a 20*000
rs. a de Richmond, 16* a 20{j
rs. a de Philadelpbia, 14*000 rs.
a de Baltimor*, e 14|00O a de
Trieste ; fleando em aer : 800
barricas da primeira, 17,300
da segunda,800 da terceira, e
7,400 da qearta, total 16,300
barricas.
Folha de Flaodres-Vendeu-se de 20*000 a 22* rs.
a caixa.
Louca- A iogleza ordioaria vendeu-se
de 309 a 320 por ceoto sobre a
facturaao par.
Maoteiga^ A franceza veodeu-se a 540
a libra, e a ingleza de 600 a
640 rs., fleando em aer crea
de 2,000 barra.
Oleo de liohaca- Vendeu-se a 1*500 rs. por
glo.
Queijos -.- Qs flamengoa venderam-se de
2*000l400 rs.
Taboado-----------O de pinho vendeu-se a 31 a
rs. a duzia.
Toucinho- O de Lisboa repulou por 8*500
rs. por arroba.
Vinagre Venden-se de 110*a a 120* rs.
pipa do de Portugal.
Vinhos-----------O de Lisboa regulou de 220*000
a 160* a pipa, e de outros pai-
zea de 200* a 220*000 rs. a
dita.
Descont- Regulou de 9 a 12 por ceoto eo
ono. rebateodo a caixa cerca
de 250 conloa de reis de 9 a 10
por cento.
Fretes ----- Para o Canal a 55 e para
Liverpool a 40-.;ede 8/4 a
11/16 por libra de algodio.
Pi brasil
Pedras de amolar
dem de filtrar .
dem rebolo......
PlaasaTt, .,
Ponto* ou chifres de vacca* e
novilhos .
Pranchoes de amarello de
dous custados......
dem louro.......
Sabio.........
Salsa parrilha ; ', .
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta .
Tabeas de amarello ....
dem diversas......
Tapioca........
Travs.........
Unhaa de boi ,. ..
Vinagra
ama
libra
arroba
>
usas
d asios 104*fi00
70*OM
arroba 3*200
ama 8*000
cento JJ820
caada *280
AKwdega da Pernambuco 2 de novemaeoda
1861.
O prmeiro eonferento. Antonio Carlos de Pi-
nho Berges. O segundo conferedte, Caries Aa-
gasto Los ds Soaza.
Approio. Alfandega de Pernambuco 2 de no-
vembro de 2861.Barroa.
Ceaforme o a escripturario. Joio Jos Pe-
eira de Faria.
' E como estoja \
* ^L.
guite o predito Jos
resma deftailivi
doi beos de s-J
esaoa, para ama com previo ]
cenca deste jalea, sa ha
par^
tereeees de sa aata
ae a todo e tempe ,
Am* p*biias4aaeis
lasares alo eeejama.
Dade e peaaado sob mea gaal e saiva, ea va-
= %
(1) O Sr vigario Cbseen. sabendo compreben-
der os deveres quo incuobem i um bem pastor,
procura per todos os roetes ao seu alcance har-
moaiser ea tena psroebtanos, intervindo a dar
booa coosajhes, quaado qualquer deeavesca surge
entre ellas, e foi com seee fira que tomou parto as
questao de que trato esta correspondeocia. As
msneirss quo oraio o Sr. vigario Caecoo, a os
dotes do seo coracio, tornio-o um des psreeho-
maia estimado da nosaa provincia, e recemmeas
dio-o sos borneas que aazao o carcter atorado
e s aobresa de aeolimeoto, a qoe sabeaa aquilav
tor merecsasDtos rasas.
A Rodaaeio.
RENDIMENTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEnNAMBUCO DO
MEZ DE OUTUBRO, A SABER :
Rendas dos proprios nacionaes.. 411*361
Foros de terrenos de marinha .. 111630
Laudemios....................... 90*750
Siza dos bens de raz............. 7 378*130
Decima addicional das corpora- -
ces de mi mora............. 19S440
Direitos. novos e velhos e de
chancellara.................... 498*038
Ditos de patentes dos officiaes da
guarda nacional................ 132*000
Dima de chancellara......'..... 453*403
Matrcula da Faculdade de Direito. 13:705f600
Multa por infraeces do regula-
mento.......................... 431*190
Sello do papel flxo................ 5:749*580
Ditodo proporcional............. 10.259*044
Premio de depsitos pblicos.... 550p24
Emolumentos................. 220*300
Imposto de Corretores............ 400*000
Imposto sobre lojas e casas de
descoolos.....,...... 4:533*700
Dilo sobrg casas de movis, rou-
pas, ele. fabricados em paizaes-
trangeiro..........; 600*000
Taxa de escravos......... 564J000
Cobranca da divida activa 415*000
Dito sobre barcos do interior. 48800
Indemnisacoes........... 107*470
Receita eventual................... 3*000
56:548*760
Recebedoria de Pernambuco 31 de oulubro de
1861,
O escrivo,
JfonoeJ Antonio Simes doAmaral.
Consulado provincial.
Rendmnto de dia 2 l-A!Vto09l
RENDIMENTO DA MESA DO CWSLADOPRO-
VINCIAL EM O MEZ DE OUTUBRO DE 1861,
A SABER:
Direitos de 90 rs. por ($ Jo as-
sucar exportado. ........
Dito de SO rs. por caada d'aguar-
denle. ele......................
Dito de 7 01o do mel.......
Dito de 8 por cento de couros
seceos, verdea e espichados.....
Dito 2 01o dem do algodao expor-
tado ...............
dem idem de 5 dem dos mais
gneros exportados.......
Capatazia de 320 rs. por sacca de
algodao exportado .......
Decima dos predios urbanos .
20* rs. por meia siza de es-
cravos..............
Eeeravoa despachados............
10 por cento de novos e velhos di-
reitos dos empregados provin-
iae...............
Meio Oto sobra o producto de ca-
da leiiio........................
Dito de S 0*0 sobro os premio
3:542882
559*960
91*998
2:8448773
1496*402
396*514
5341080
5078973
4:2798800
6:210*000
3248141
503*198
8180
8320
380
ALFANDEGA DE PERAMBUCO.
Pauta dos precot dos gneros sujeitos a direitos
de exportaco.Semana de i a 9 de mez de no-
vembro de 1861.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Abanos .._...: c cento 1*000
Agua rdente de cana. caada *480
dem restilada ou do reino. a
dem caxaca...... >
dem genebra...... >
dem alcool ou espirito de
agurdente...... >
Algodio em caroo .... arroba
dem em rama ou em li.
Arroz com casca..... >
dem descascado ou pilado.
2*000
1*280
18120
1*400
Assucar mascarado .
dem branco..... i
dem refinado.....
Azeite de amendoim ou mon-
dobim....... caada
dem de coco..... . a
dem de mamona .... >
Batatas alimenticias . arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque...... >
dem fina.......
Caf bom......- * >
dem escolha ou restolho . >
dem terrado ...... libra
Caibros....... um
Cal......... arroba
dem branca..... >
Carne secca charque. . # >
Carvio vegetal.....
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas. . a
cento
Cocos seceos...... a
Couros de boi salgados . libra
dem seceos espichados. . a
dem verdes .....
dem de cabra cortidos . um
dem de onca..... e >
Doces seceos..... libra
dem em geleia(ou massa .
dem em calda..... >
Espadadores grandes. . um
dem pequeos . >
Esteiras para forro ou estiva de
navio......; ceato
Estoupa nacional . arroba
Farinha de mandioca. , . alqueire
dem de arara ta .... arroba
Feiio de qualquer qualidade. >
Freehaea....... um
Pumo em folha bom. . >
Idem ordinario ou restolho. a
dem em rolo bom . ,
dem ordinaro restolho. . # >
Gomma....... arroba
Ipecacuanha (raz) . J a
Lenha em sobas .... cento
Toros....... f '
Leeras a estelos. . um
Mel ou matoco..... caada
Milho....... a arete.
48000
88000
7*500
58000
3*0GO
360
160
320
38500
18600
240
400
2*500
48000
175
220
100
300
118O00
1*000
500
500
10*000
18600
MoTimento do porto.
iVaatoi entrados no dia 1.
Una de Fernando 4 dias brigue barca nacional
hamarac, commandante o capitio lente
Bernardo Antonio Loureiro.
Barcelona 46 dias brigue bespanhol Toro, de 171
toneladas capitio Jote Fe'ry, equipagem 12
carga 895 barricas 92 meioa ditos com farinha
de trigo e 60 pipas de vinho ; a Viuva de Amo-
rim Sl Pilhoa.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro polaca hespaobola Elegancia ca-
pitio Padre Mmstany, carga a mesma quo
tronza do Barcelona. Suspendeu do tomarlo.
Dia 2
Nao bouveraro entradas nem anidas.
a 0. 0 v a * Mora.
e i? s e m kthmosphtra O
w w - S' Dirttea. * m a H O 0B H m
1 a 3 | /tanateada. 1 m
3 g S y 1 Fakrenkeit. 1 H I e m 1 m 0
o e 00 ao k O b O "00 Centgrado. 0
s s 3 co en Hygromttro. 0 E
0 0 e O 0 Cisterna kydre-metrtea.
0 -a 8 s sj O 00 "roncas. m m 0 H H m P
80,01 19.99' 3 /natos.
A noite clara com a Iguns nevoeiros , vento E
OSCIlAgXo DA SUH.
Prean,,r *h-18' da larde, altura 6.2 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 2 de no-
vembro de 1861.
ROUA1CO STEPPLE,
_______________ 1* lente.
Editaes.
O IIlm. Sr. inspector da thesouraria pro
vincial manda fazer publico para conhecimento
??lD Vo''^'u0 "rlig0 *8da le provincial n.
510 de 18 dejunho do correte anuo.
Art. 48. E' permiltido pagar-se a meia sisa
aos escravos comprados em qualquer tempo an-
lenor a dala da presente lei independite de
revalidacao e multa, urna vez qne os devedores
actuaos1 deste imposto, o facam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nio o Qzerem flcurio
sujeitos a revalidacio e multa em dobro, sendo
am terco para o denunciante. A thesouraria
far annuneiar por edital nos primeiros 10 dias
de cada mez a presente disposicio.
E para constar se maodou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 8 dejulho de 1861.O secretario,
A. F. d'Aunuuciaco. .
_ O lllm. Sr. inspector da thesourora pro-
vincial, em virtude de resolucio da junta da fa-
zenda manda fazer publico que a arremalacio do
piano que existe no collegio das orpbias. ficou
traosletiia para o dia 12 de novembro prximo
vindouro. '
E para constar se maodou afflxar o presento e
publicar pelo Dxario.
Secretoria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 30 de outubro de 1861.
O secretorio,
. Antonio Ferreira fAnnunciaco.
."*. y "lm- Sr iospeclor da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento de resolucio da junta
da fazeada, manda fazer publico que a arremata-
ao dos conceitos de que precisa a cadeia da villa
ao cabo, ncou transferida pan o dia 14 do no-
vembro prximo futuro.
E para coostar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 30 de outubro de 1861.
O secretario,
a n. t ;..x _*nfJnio Ferreira d,Annuncioco.
O Dr. Tnstio de Alencar Araripe juiz de direito
especial do commercio desta cidade do Becife
e aeu termo capital da provincia de Pernam-
buco, por s. M. imperial e constitucional o Sr.
D. Pedro II, que Dos guarde, ele;
Fago saber que pelo prosete sio oovameote
convocados todos os credores do coromerciante
matriculado Joio Jos de Gouveia, estabelecid.
com loja de fazendas na ra do Quaimado, o. 29
a comparecer no dia 4 do entrante as 10 horas di
manbaa na sala dos auditorios, como fdra desig-
nado por este iuio, a&m de que reunidas todos
possa-se deliberar acerca da moratoria que
merelissimo tribunal do commercio impetro
aquelle coromerciante, de conformidade com o
arto. 899 e 900 do cdigo commercir ; visto co
moDr 2 p6de ter lu8" emelhanle deligencia
da lo deste mez, por justo impedimento.
E para que todos tenham noticia, mandei
sar editaes que serio afBxadoa noa lugares
coslume e publicsdos pela iraprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recito de Per
nambuco. aoa 30 de outubro de 1861, quadrages
aimo da independencia e do imperio do Brasil
Eu Manoel de Carvalho Paes de Aodrade, escri-
vio o subicrevj.
Triito de Alencar Araripe.
ao
os
no
pas-
do
da
lea
O Dr. Ernesto de Aqulno Fonceca, cavalleiro
ordem de Christo, juiz de orphaos e ausen
da cidade do Recito e teu termo, por S. M. o
Imperador, que Dos guarde etc.
Paco saber que por este juizo e a requerimeoio
da Jos Tbomaa. de Campo* Quaresma. proce-
deu-se a exame de sanjdade na pesioa de sua Q-
Iha D Jesepha Tbomasia de Campos Quaresma, e
lindas as dillgeociaa iodispenisveis subiram os
autos 4 mnha conclusio, nos quaes dei e profer
a aentenca do theor seguate :
Constando do auto di exame a folhas 3 verso
que D. Josepha Thomasla de Campos Quaresma
ulna de Jos Thomss de Campos Quaresma
maior de viole e um aonos, esli em com
deasrranjo das fsculdades intellecluaaa, a hei
interdicta e e incapaz de continuar na ad_
nlstracio de sua pessoa e beas. admioUtra
cao em que mando continu sea pao o maneto
nado Jos Tborosz de Campos Quareama deoo
de haver aasigoado termo de aceitocio da c
tolla qoe lhe techo conferido.
O escrivo lavre os editaes do estylo, para
rem publicados pela imprensa o afiliados oos..
gares docostume, e, ao intimar eata ao mencio
dado Quareama, que pagarlas cuatoa i cooli
que perteocer a aua Ulha ao acervo de seu a<
|ro o flosdo Jos Domiogues Neves, noliflqoei
, ltJ
as ertaedea neeessarai.
Recite 14 da outabro de 1861. Erneito
Aqui Fonceca.
a
1 pelo
i por
li-
to
cra-
se-
la
BaeieB. 14desalabee de MJ6I.
Cerrei de Brille,eearivie.ajaee
aesacravi.Ernesto ala Aeaiae Ffc-,
Aoselto 900 reto, valaa sem arito
Asoleo Feneeea.
Nada mais se aoaMabe le cata
aqui iraaacf lo extraeieo e praaeto
qual me reporto.
Beato. 9B da eutabro da MM
aaaigae.
Esa f de verdade, Floraae Orrea ae
(Ealava sellada.)
Pela secrsUrto-----
para cunbeeimeato de qoem ia.
ae acbam eos coocamo ae a filos
de tormo de Igaaraee, sraadee a
cial n. 504 de '_ de meia deste
ua accumalar as foseces 4* em
de distribuidor, ata aa aa aa 1
referidos offlclos apresenlem aa I____
tos instruidos ae forma do decreto a.
de agoste da 1851 e aviso e. 251 de
sembr de 1054, no prazo de 60 toa
deata data.
Secretaria da governo e rsiosmlan
outabro de 18*1.
Joio Rodrg-ea Cha fea.
O lllm. Sr. inspector ds thesenraito
cial, em cumprimento da ordem da Exm. I_
sidenle da provincia, manda fazer eebUceeae
sl o dia 18 de novembro prxima viadeers es-
tar aberta a eoncorrenda para a f salala da
collocaso de carria da torros. dassesatoedea Iri-
Ibos urbanos, a partir desta cidade el* a seaaa
ci de ipipucoa.
O contrato ser! tollo ees termas ds lei aravto-
cial n. 518 de 21 de janho do carrala 1
E para coostar se mandn afflxar o 1
publicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 11 de outubro de 1861.O issjsJmIi
A. F, d'Aonunciscio. '
O Dr. Bernardo Machado da frea Dorio jais de
direito da primeira vara crasina 1 e istaiane
do especial do commercio aata rijis a Re-
I lu-
lo-
do
Lso-
__l-o
tolla
dt
.
M. I.
. especial _.
cife de Pernambuco e sea termo aer S.
etc.
Fago saber aos qne o presento edital vira* a
delle noticia titerero, quena dia 15da aereaste?
ae ha de arrematar por venda a aaaa mato dar
em praca publica deste juize, as osla aa en-
ditnos, duas casinhas lerress mal saaog. sttea
na ra da Guia do bairro de tcito aa aa. 43 a
45, a primeira tem ama jaoella a asea parta, seto
de frente, duas camarlabas, um can '
do com urna jaoella, e am pequeo l
vindo de quintal ; a segunda lem
urna porta, ama asa na frente a
nbas, e um pequeo corredor ...
nha. avahada a primeira em 1OOs), o a
em 1:000*. as quaes slo pertsaecates i
de S Cavalcanti de Albuquerqae, e vie I pnea
por execucio qoe Ibe more Thoeaat a Feria.
E nio havendo lancador qae cebra a prsaa a
avaliacio, a arremalacio ser feiis pela rotor da
adjudicagao rom o abatiaento da lea.
E para constar mendei pasear edUsea qne sa-
rao publicados pela imprensa e s_aadea nao la-
gares do cosame.
Recite 25 de outubro de 1861.Ea Tlisjiri lo-
ria Rodrigues do Nascimenio, ascrvio, a saao-
crevi.
Bernardo Machado o Coala Doria.
Decla-asoet.
Pela recebedoria de rendes iatoroao m
se faz publico, em cumprimento i carcelera. 71
de 15 do novembro do anno prxima "
ministerio ds fazeada, que 1 satins -
subscripcaoou asaignalura das aolloccfteq
e deciades do governo, impresoas ao
nacional, pelo prego do 6* asi
emplar, pagos adiaatsdoo, 'litada s
para asdesle soao, Boaltuaa aoaaaM re-
limo fuluro. Recebedoria de Pernoosbece 1 do
novembro de 1861.O administrador,
Msooel Carneiro de Sean
O lllm. Sr. insecter o laeeenrei-
cial manda (azer publico, qae do da 4 ai
te por diaote se pagan os ordeneeee ea
gados provinciaes vencidas eo mez a
prximo fiado.
Secretaria da thesouraria provincial
nambuco Ide novembro de 18*1. O
secretaria, Miguel AJtoaoo Ferreira.
Coisel* avlaiiistrativ*.
0 conseibo administrativo para tora.
do arsenal de guerra tem de comprar 00
seguales:
Para a escripluracio do escrivio os
srsenal de guerra, aula a geometra, a
nica e deseobo linear, offlcioa a 5a
Pharmacia do hospital militar.
10 llvros oblongos para lalao, cea IM frlbis
de papel almaco (aserta a folha)
paulado typographice.
1 litro grande oblongo com 90 folhas i
hollanda paulado (aberta a folha).
1 livro direito com 200 folhss a papel
da pautado
8 arithmelicas por Avila.
14 geometras applicadaa is artes pe
Charles Dupin traduzido do francez o
tu nuez.
3 duziss de lapis loo de deseaba.
3 dazias de borracha para deseobo.
1 qaarta de oanqaim fiao da China.
14 pastas pequeas para guardar e
1 resma de pspel almaco fiao.
40 meios de sola earrotiada.
31 libras de oleo de ricino.
32 libras de oleo de amendoa?.
24 vidros da salsa parrilba do Saade.
12 vidros de salsa parrilba de BrlsloU.
Quem quizer vender taes objeetoo aprsenlo ae
suss propostas em certa fechada oa secretaria 00
cooselbo s 10 horas ds msohia do dia I de ae-
vembro prximo vio Jouro.
Sala das sessoes do conseibo adaoietraatve.
para forneei monto do arsenal e guerrs, 25 dd
outubro de 1861.
Bento J*t4 Lamauh* tos,
Coronel presidente. .
Francisca Joaquim Partir Lo*,
Coronel rosal secretario i
Coiselh avl_BisraUv*.
0 cooselbo administrativo, pora
do arsenal de guerra, len o comprar ae
loe seguintes:
Para s phara:acia da hospital affitor.
2 libraa de alceolalo de aeliaaa.
14 libras do alcool 21 graos
20 garrafas, costando cede garrafas 9
agua rosada.
4 libras da casadera.
1 libra de assstoMde esa po.
1 orces de areaatoto de soda.
50 capsulas d'oleo de Igoda de bacalbie.
15 canas de dilao e atoo d
15 ditas da ditos da olea a cbenos e 1
1 onca de caoabina.
1 libra de extracte do eaioo parrilba.
1 libra de ditosassaaesed'efto.
1 libra de dito de beUodeae.
1 libra do dilo de gnnrlaao.
1 libra dito a aciaendro.
1 libro de aata da dagHaHa.
t libra de dito do acnito.
8 oocas de dita de Banmgu.
10 libraa de espermaceto cas rama.
3 eepoteUs de rra, arrlidra.
3 ditos dr marflm, sprUdea.
3 Hars de escaaonia inteira.
2 tocas sorttdM paraaartor rethos,
grande e oulra pequea.
3 (oors de vidro sonidos, sendo S traadeo a 1
peqneao.
6 varas de flaaeila.
1 gral e pairelUaa _
ae aem ato.
1 dilo do po de-podra g|
rapT
Id 1
i laja
3 libras 1
9 libras
m"~rr


Bumw*A mora ? tiiwwiiiaim
a em vidros
OBQ.
2 libro de
2 HDras
10 Ti
2Ubr.idejil.pt
1 marmita grande de flandres dobrata para 24
libraVague..

Para Apapajtvf Ass.
le Santa Ritm sebe coro brevidade (i
Hiele
eom M.rlins & Irmos.
trata-se
8 ditas pequeas de dito peta 1 librea de dita.
15-vdrosd'oleet&gUodeuacelaio etoBsrta.
2 libras de oxide rabo de mercar o.
SO caix.s de paalhaa da Nafr d'arabie.
50 c.ixasda ditas da Regoeuld.
A libras de pula da juiuba.
4 libras de polea de ameixst.
12 libres da dila da tam.rindos.
36 oaixu de pos de seoliu fr.noex.
26 vidroa de pbetpbate de ferro de Leras.
6garraaede ron d'amor.s.
6 garrafas de dito de s.begaeiro.
3 libras de rait de turbetb.
40 garreas de sueco de grosellas.
4 libras de sabio qo ptra opodeldoc.
4 errobaa de sulpbalo de magnesia.
1 out. deautpbeto neutro d'.lropioi.
20 ridroa de sala, par ri toa de Tounseod's.
4 arrobas de salsa p.rrilhs. ,,
2 libras de .rtrst de polasss e sodt.
8 ongaa de ir id.ci. .
100 vidros tssos para opodeldoc.
50 vidros de xarope do Dr. Forget.
50 vidroa de xarope doNaffi d'arabie.
Pa pro?imeoto do araeaal de guerra.
20 daziaa da Uboas de louro de aasoalbo.
Quem qaizer Tender tae obiectos aprsente as i .
tal proposlas em carta fechada na secretaria do|Pre!endf >' com malta brevidade o pataeho
coneelho, as 10 horas da mach, do dia 6 doPaool Julio, tem parte de seo carregamento
novembro prximo Tiodouro. Ia or : p,ra r**l qoe ,h* ,1U' P"sgetros,
Saladaa sessoes do conselho administrativo 9Wr,'" f.rele Par ,^ue, tem eicellentes
COMPANHIA PERNAM UCANA
Navegaco costeira a vapor.
PawhbvRia Grande do NfWte,* Ma-
can do AsW, Aracaty, Ceera',
Acaracu' e Granja.
O vapor cjaguaribe, comai.Ddaate Lobato,
aabiri para oa portos do rrarto de u. esc.la al
a Granja no dia 7 de noTembro as 4 horas da
larde.
Recebe carga al o da 6 ao meio dia. Eocom-
mend.s, passageiros e diubeiro a frete al o dia
da sabida aa 2 horas: eacriptorio no Forte do
Natos
leste
de guerra, 28 de >
para foraeeimeato do arsenal
outubro de 1861.
Btnto Jos Lamenha Lina,
Coronel presidente,
Fraticisoo Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino. ,
CMselho administrativo.
O conselho administratiTo, para (ornecimento'
do arsenal de guerra, tem de comprar os obiectos
seguate :
Para o hospital militar de Poma moneo.
24 colberes de metal principe para sdpa.
12 colberes de metal principe para cha.
60 facas de mesa.
60 garfos de meia.
. Objectos de louga.
12 bacas de rosto.
12 copos de Tidro.
12 chicaras.
12 ourins.
12 pralos.
12 pires.
Objectos de roops.
200 camisolas de brim com 5 palmos de com-
primeoto e 8 de largura.
80 colchos da lea de flecha, com 4 palmos de
largara e 9 de comprimento.
60 pares de chtoellas.
20 calcas de brim.
18 cobertsa de abita.
60 froohat de brim com 4 palmos de compri- i
commodo. : trata-e com os aeus consignatarios
no sea eacriptorio, rna da
Azevedo & alendes,
Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
O br'igue nacional Almirante* pretende seguir
com milita brevidade, tem parte de seucarrega-
mento prompto : para o resto que Ihe falta, pas-
sageiros e escraTos a frete, pera os quaes tem
acetados commodos, trata-se com os seus con-
signatarios Azevedo & Hendes, no seu escripto-
rio, rna da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
O brigue nacional cConceico pretende sabir
no dia 8 do correle, e s recebe escraTos a frete.
Para em direitura
Segu para o indicado porto o beta condecido
brigue escuna Graciosa, capito Joao Jos de
Souzt, por ler parte de seu carregamento adian-
lado : para o resto trata-se com os coasigoatarios
Almeids, Gomes, Alves & C, ra da Cruz n. 27.
Maraobo e Para.
vara e meia de com-
Segue com brevidade o veleiro hiate Lindo Pa-
quete, por ter grande parte do seu carregamen-
to contratado : para o resto trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alves & C raa da
Cruz o. 27.
Leiloes.
ment e 3 de largura.
40 toalhas de brim com
primen to.
80 travesseiros de lia de flecha com 4 palmos
de comprimento e 3 de largura.
40 guardanapoa de brim de meia var.
300 lences de brim de 10 palmos de compri-
mento. ;
Para provimeoto do arsenal de guerra.
20 duzias de taboas de lonro de assoalho. '
Quem qaizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 8 de
novembro prximo vindonro. j
Sala das sesses do conselho administrativo,'
para foroecimento do arsenal de guerra. 28 de Quarta feira 6 do
outuuro do loDl.
Btnto Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pertira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela subdelegada de Ssnto Antonio do Recite
se faz publico que se acha recolhido a casa de
deteocio desde 27 do correte o preto Atezan-
dre, que diz ser escravo de Manoel Ignacio de Al-
baquerque Jfaraohio, e estar auzente a mais de
no mezda casa de seu respectivo seohor desde o
mez de outubro de 1861.
ReciTe 30 de outubro de 1861.
O subdelegado supplente em exercicio. '
Manoel Antonio de Jess Jnior.
De ordem do Illm. Sr. jniz de pez do 1.a
dislcto da (regueiia de Sanio Antonio. fac.o sa-
ber a quem convier, que sendo os das marcados
para as audieociasdeste juizo (tercas e sextas as
2 horas) santos ou feriados, as mesmas audien-
cias serio nos diss anteriores, sQm ne que sem-
pre possam haver duas audiencias por semana.
Oulro sim, que as pessess que forem como pro-
curadores as respectivas audiencias, devero com-
parecer manidos de procuradlo bastante, nao
sendo aceita apodadas. Recife 20 de outubro de
1861.O escrivo, Silva Reg.
Pela adminislracao do correio desta ddade
Med
usa bello volme de poesas, contando am bem
namero de compoaldW'roadfct.s da G. Das O.
Mandes, Lisboa Sacra. Rutara oa Reto F. de
?_~ Ap" de,lw ao,*F i* j CTRMiotd>alar
M. Rodrigues 0. Homem, T. Galo, .
daalrmada' CsrTeMro; O. de ees), X
, Severiano de Azevedo, etc., etc. Ha aidjh
e volme urna tr.ducc.ao do Adamastdr de
Cam&ea para o franeer, feita pelo Dr. R. Jan fres,
'"balho 4a um graade merecimeoto Iliterario e
de nao pouea curiosid.de psra nos. Este lindo
bouquet d.s mais bellas o variadas Adres acba-se
* venda na livraria ecoaemica de Negaelra & C,
e 29 o volume. I
Sitio para alugar-se.
Aluga-.e um sitio na matriz da Vartea em se-
guimento ao eogenho S. Joao, cajo sitio deno-
minado Cruz do Padre Jos Simos, cootendo ca-
sa de vlvenda, estribarla e differentos arvoredoe :
quem pretender, dirija-w a ra Augusta n. 86.
Fugio da eogenho Pindobal, no dia 23 do
mes prximo panado o escravo Manoel Baca, de
25 annos de idade, bem feilo de ps e miios, bar-
ba cerrada, de estatura a corpo regularas, e tem
um dente quebrado na freate ; levo vestido cal-
ca e paletot de nscadinho asul a hapo de el-
tro : quem o apprehecder e levar ao dito enge-
oho, 00 a Joaquim Cavalcsnti de Albuqnerque
Mello Filho, na raa larga do Rosario n. 18, ser
recompensado de seu tr.balho.
Sr. fiscal da treguezia de Santo Antonio
Existo 00 largo de S. Pedro am sobrado que
deita a cozinha para a ra de Uortss, com um
cano aonde se despejs dorante o dia todas as
aguas, e a noile as 10 horas, msnda-se um es-
cravo com urna vaasoura espalhar esaas aguas,
ptoduzindo este servico um feudo insuporUvel;
alem desta casa existem ais duas no principio
da mesma ra com dous canos de esgosto nss
mesmas condignas daquella ; aera possivel que
morando Srac. lo perto nao cumpra com o seu
dever? de duas urna, ou Smc. mo empregado,
e que nao suppomos, ou estes moradores teem o
privilegio de nao ser a loi igual para todos.
Um cidadio.
Precisa-se de am feitor portuguez para Ira*
balharem um sitio adianto da Soledade, estrsda
de Joio de Brrros, logo adianto do sitio deno-
minado Cscala, a direila da estrada, toodo por
sigoal urna arvore de arabauba no portao: qaem
quizar cootratar-se dirija-se ao' sobredilo sitio.
Alugam-se os andarea da ciaa da ra da
Guis n. 55, ratificados e pintados de novo: tra-
ta-se ni raa da Seozala nova n. 4.
Precisa-se de nm menino com pratica de
padaria para caixeiro : na raa Augusta n. 1.
Atteno,
Pergnnti-se ao engenheiro cordeador se a cer-
ca que fez levantar em Santo Amaro o Sr. Costa,
foi aliohada por V. S., qer a porcio que Rea na
estrada nova deOlinda, qar a que deita para a
travessa de Belem, ese ella est perfeitamenle
de cooformidade com a planta do lagar respec-
tivo.
No paleo do Carmo n. 1, vende-se urna
negrioha de 10 annos.
Qaem prectesrTe nasa ama vara coziaaer
.
AVISO.
'SJ-W'H 5 Qo correte ter lugar
um omcio solemne oa matriz do Corpo
*3*t Pl sima do Bvmd. padre Jos]
Lana Pito Ortigaeira, para o qaai pele pra-
sente se eenvldsm todos es amigos do dito
Bnedo, o seto lera principio as 10 horas
da manhia do referido dia scima.
. ETOLINU.
Atoga-se nm sobrado reedificado a pouco e
prompto para qualqoor familia morar sem des-
pezss de piolara, na raa do Amparo da cidade
de Olinda ; s tratar noe quatro cantas botica do
Sr. Raposo, ou oa raa da Cadeia do Recife
n. 45.
Aviso ao publico.
Deseocaminharam-se no correio desta cidade
duas cartas que Ibe foram dirigidas pelo do Ara-
eaty, subeeripladas ao abano assignado pelo Sr
Ravmundo Aaluoea de Oliveira d'aqaella cidade,
datadas em 13 e IR da jelho do correte anno ;
cootendo a primeira ama letlra da quantia de
2:251|910. sacada em 17 de junho p. p. a 12 me-
ses e a aegunda ama dita da quanli de 121*280
re. sacada em 3 de jnlho, ao mesmo prszo, sen-
do de ambas sacador o ab.ixo a.sigo.do e acei-
tante o ditoSr. Raymaodo A. de Oliveira, e co-
mo possivel terem sido liradas do correio por
engao oa malicia, roga-ae os primeiroa o fa-
vor de leva- l.s I raa do Queimado n. 37, toja do
abatso assignado, que se Ihe Roer muito obri-
gado pegeodo-ae todss as dMpezas, e aos segun-
dos se Ihe pede a mesmo favor pagando-se-lhe
da mesma forma aa desposas e protealaado-ae-
Ihe uSar rigorosamente dosmetos judiciaes quao-
do venha a deacobrir-se o qaese suppoe, sssego-
raodo-se a nos ou a outros que de neda Ibe p-
deos servir toes lettras, visto ana o aceitante ji
se acha prevenido psra aceitar oetras e nao pa-
gar aquellas, recommendanda a autoridade pu-
blica quem quer que Ihe as aprsente. R.cife,
30 de outebro de 1861.
Domingos Jos Ferreira Guimar&es.
Precisa-se de urna sala ffirJK olTeBa^IRai
urindo-se esta, psra manientar um. crianca re-
cem-naacida, que lenjha;muito bom lena e Sfja
muito limpa, paga-se bem ; na ra do Queima-
do n. 37, loja. ;,
Os Srs. iao Vianna de Mello e Joio Perei-
ra da Silva Left, tem o 1.* urna cttta e oa pa-
scte vindosdo Maranhio. e.-o 2. urna carta tam-
bem do Maranhio ; na raa da ganda n. f I.
Acba-se dissolvida isMasvelmtnte a sode-
d.de annararava nesta prses sob s Rrraa da- Mo-
reira & Ferres, tic.ru acargodo socio Ferrei-
r. a liquid.cso do actu e passivo da mean, e
ambos respoosaveis at complels re.lis.cSo. Re-
cife 81 de outubro de 1861. Joaquim Pedrada
Costa Morelra.Arsenio Angosto Ferreira.
Precisa-se de urna ama livre para casa de
homem solteiro : a tratar na ra das Calcadas
numero 15.
Alaga-se vma mulata escrava, recolhida,
para eogommar ou para tratar de meaioos em
casa da poaea familia : qaem precisar, dirija-se
a roa do Rangel n. 10, que achara com quem
tratar.
Guarda-livros.
Precisa-se de um para o Para, que falle e es-
creva bem o fraocez, e enlenda algnma cousa do
inglez: para tratar na rna do Trapiche n. 14,
primairo aodar.
Dasappareceu no dia 29 um cavado eom
01 seguinteisignaes: pequeo, russo pedrez, com
um esparvo queimado deba pouco na perna es-
qusrds, suppe-seter eotrado em alguna sitio
com a corda a rssto : roga-se a qualquer pesaos
que o veja ou lenha visto que se dirija com elle
a primeira taberna passando ocemilerio dos in-
gleses que ser recompensado.
Procisa-se de ums sma para cosinhsr o
dymo de ama casa de pouca familia : no Recile
ruada Cruz n. 31.
r de idade, para
fnSJSMfw^uartel
Aluga-se um sitio
os Torre mergem do rio, eom bo. rssa deao-
brado, eitrib.fi., cochetr, caeimb. com kda
maita sracsKn. cepim para tres o. qo.tro
cv8||n, excedente b.nbo do to, etc., sendo
para familia es paz. e qae qoetta morar afila
todo o anno, alaga-se muita barate: aneas
s^etatw, (Hrlja-SeaeStorfoT 15. prisaeira
Precias-ae de ama mulher da
merar eom ana aenhora casada,
maride, pafm. ros Lsrga de Bos.rlo n* 5, de
de polica se dir.
Os abaran aasisjoada* leabaaa a
apparecernaraaNova n.2, loja de Germaao.
Jos Antonio Ferreira da Srlva. """
Frsneisco Xsvler Venancio Pimeats.
Pedro de Assis Csmpos.
Bozebio Bezerra Cavalcsnti.
Msnoel Rezendo do Reg Barros.
Sitio para alagar.
Aluga-se nm sitio com muito boa casa a bs-
tantes.arvoredos de fruclos, agua de beber muito
boa e tanque, e com 3 guarios aa qaintoL na la-
gar da Capunga velh, na estrada qae v.i p.r. 0
rio, sluga-se por anno on por feata : a tratar na
loja da Victoria na roa de Quelaado n. 75.
Contiuuam einda pora alug.r por fasta, as
sitio na Torre, com lodos os commodos. e asan
casa no Mooteiro: a tratar com a Sr. Jas Aze-
vedo Addrade (ra do Crespo], oa com o pro-
prietarlo Jos Mariano d'Albaqaerque na ftlrada
nova do Caxang.
Alugam-se as casas n. 13 da roa da Cruz
o. 2 B da ra de Apollo, e n. 193 da rea Impe-
rial : a tratar na ra da Aurora o. st
amuunAMs.
Hotel estrella do sul.
NA
LE1LO
correte.
N. O. Bieber & C, successores, far leilao por
ioterven;o do agente Antones, de nm completo
sortimento de fazendas para fechar cootas, no
seu armazem oa ra da Cruz d. 4.
Transferencia
DO
Zeilo de variedades.
Terga-feira 5 de novembfo as
11 horas em ponto.
O agente Guimaraes nao tendo podido efec-
tusro leilo anouociado para o da 26 do mez p.
p. por incommodo de ssude tem transferido para
o diae hora cima indicada m sea armazem na
ra do Imperador o. 37, onde vender ricos mo-
vis como sej.m mobilias completas de noguei-
ra e amarello, pe$as avulsas como caleiras, di-
tas de braco, ditas de bataneo, marquezas tanto
para solteiro como para casal, mesas elsticas,
consolos, mesas de meio de sala, camas frsnce-
zas de mogoo, amarello etc., tambem vender
Gasa para alugar.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra da
Senzala n. 9 : trata-se na raa da Cadeia n. 57.
Precisa-se de nm cocheiro que ten ha bas-
tante pralica de loja de fazendas, e qae seja bom
balco ; na ra da Cadeia o. 55, loja de Figueire-
do & Irmo.
Precisa-se de um homem para trabalhar em
urna cocheira, preferindo-se portuguez: quem
para isso estiver habilitado, dirija-se ao largo do
srsensl de marinha n. 4.
i Attenco. f
Jos Fernandes da Silva Tei- O
\ xeira e Mello, primeiro testa- O
menteiro do padre Jos Leite Pi- 0
Ortigueira, pede a todas as 0
se faz publico, que em vtrtude da convencao pos-1 r0Upa feita, perfumaras, oas de oortf e outros
tal celebrada pelos governos brasileiro e rsaees Uuitos Ugs que no acto do leilo estar pa-
serao expedidas malas psra a Europa no da 31 tente. k-
do corrento mez, de cooformidade com o oriun-
do deste correio publicado no Diario de 29 de Ja-
neiro. As cartas sero recebidas at 2 horas an-
tes da que fdr marcada para a sahida do vapor
e os jornaes at 4 horss antes.
Correio de Pernimbuco 22 de outubro de 1861.
O administrador, Domingos dos Passos Miranda.
Atsos martimos.
rVcarac,
O vapor Jaguarib da companhia
Pernambucana, na sua prxima futura
viagem a 7 de novembro a Granja com
escalas, tocara' no porto do Acaracu',
para largar all qualquer porcao de
carga e passigeiros.
I
COMPANI Y4MBICAM
Navegacao costeira a vapor
O vapor Pertinunga commandanle Houra sa-
ldr para os portos do sul de sua escala no dia
5 de novembro as 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o da 4 ao meio dia. Eocommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sabida as
2 horas.
Para
em direiturae
Segu para o indicado porto o beni conhecido
biale Lindo Paquete, capiiao Jaciotho Nunes
da Costa, por ter parle de seu carregamento adi-
antado : para o resto tr.ta-ee com os consigna-
tarios Almeida Gomes, Alves k C, rus da Cruz
numero 27.
Segu para o Rio Grande do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro o pata-
cho Anna, sabbado26 do corrente, rece-
be escr&vos a frete que devem ficar bo-
je a bordo : a tratar com Tasto Irmaos.
Maranhao e Para.
' Segae eom brevidade o veleiro briguns: terA
Graciosa, espitio Jlo Jos de Souza, e esc u|
grande parle do seu carregamento contrsl por
para o resto trata-se com os consignatsrios ada
meida Gomes, Airas & C, raa ds Craz ti.
LEILAO
DA
Loja de lou<;a da raa do
Imperador n. 22,
Antones far leilo da loja de louga e movis
arrestados a Josquim Pereira da Silva Santos, a
[ requerimento de seus credores e despacho do
juiz especial do commercio em dita loja.
|Quarta-feira 6 do corrente as
11 horas em ponto.
allMB
Antones far leilo a requerimento dos depo-
sitarios da massa fallida de Antonio Joaquim
Machado Branda o, e por despacho do lllm. Sr.
Dr. juiz do commercio, das mercadorias e divi-
da, da mesma massa, na laja da ra Direita nu-
mero 73.
Terca-feira 5 do corrate as
11 horas em ponto.
te
pessoas a quem o mesmo padre
Jos Leite fr devedor directa ou
indirectamente por corita ou ou*
tro qualquer titulo vencido ou
por vencer para* que no prazo
de 8 dis s a' contar desta data
a presen tem seus crditos ao leu
advogado Dr. Antonio Ferreira
Martins Ribeiro das 9 as 3 horas
da tarde em o escriptorio ra do
Imperador n. 51-, primeiro an-
dar, afim de se poder tratar da
liquidacao e inventario do dito
padre. Recife 4 de novembro
de 1861.
s
Ausentou-so da ra do Imperador o. 73,
primeiro aodar, o pardioho forro de nome Jos,
de idade de 17 a 18 annos, aeoco, cor clara, ca-
bellos aoelados, tem signaes de bexiga: quem
delle souber far mnito favor dar oolieiaa
lugar cima indicado.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
&*
Sociedade Recreativa O
Nova-Unio.
Por deliberacao da actual directora *&
O tomada em seseao de bontem e em cum- Q|
A primelo do di.posto oo art.21 dos nos- m
sos estilo tos, convido a todos os Srs. so- *
cos a comparecerem no dia 10 do cor- W
rente mez, pelas 10 horas do dia oa casa A
desta sociedade para em assembla ge- Z
ral elegerem a nova directora que tem w
9 do fuoociooar de novembro andante a 9
ffc maio prximo futuro. Recife 2 de no- a
? vembro de 1861:
W Gomes de Amorim, w
iff. Secretario. "A
Aluga-se um segundo andar com
pequeos commodos, pintado de novo,
na ra do Encantamento : a tratar na
ra da Cadeia do Recie n 33, Iota.
ftMsmeiftsftrette-rosieaBK
Jos Huolz Teiieira Guimaraes, agento
de leilo prximamente nomeado pele
meretissimo tribunal do commercio ees-
tabelecldo com eacriptorio o srmazem oa
ra do Imperador (oulr'ora raa da Ca-
deia] o. 37, offerece seus servicos ao res-
peitavel corpo commercial, a seus amigos
e a todos em geral que quizerem hon-
ra-lo com aua conflanca, assegurando-
lhea cumprir bem e fielmente as funecoes
inhereoles ao sea emprego, para o qae
nSWpoupar e.for^os a bem dos ioteresses
defsous commiteotes.
a Ui
i
Atsos diversos.
Jos Luiz Pacheco, subdito portuguez, reti-
ra-se para tora do imperio.
Attenco.
Pede-se a um senhor morador na rea da Prala
que tem por habito mandar todos os das deitar
por suas jaoellas para a raa aguas ptridas, etc.,
sem allenco as pessoas que passam, se deize
desae mo cosiume, lo prejudicial a salubrid.de
publica, e ecooomia daquelles que aSo victimas
do mo gosto de S. S., que a nao se cohioir re-
commendamo-lo a quem tem por dever zelar pe-
lo aceio, limpeza e salubridade da nossa bella
capital.Um prejudicado.
Alvaro Fragoso de Albuquerque desoja tal-
lar ao Sr. Hermioo Henrique da Costa, que cons-
ta rezidir em N. S. do O' do Norie, ou saber ao
ceno a sus residencia, pois tazse preciso saber
certo negocio que nao alheio ao dito seohor,
para o que deve dirigir-se a esta typographia.
Attenco
Fogio no dia 29 de eolubro prximo passado,
entre as 7 e 8 horas da manhaa, da Soledade, a
prela Plavisns, de idade de 18 a 12 annos, esta-
tura regular, secca do corpo, e com dous signaes
oo rosto, foi vestida de camisa de algodao e saia
de chita velha : quem a prender queira leva-la
na Soledade, becco do Padre Ingles, sitio n. 6, ou
no escriptorio do largo do Corpo Ssnto n. 18, pri-
meiro aodtr, aonde aera generosamente grati-
ficado.
Na ra do Trapisbe Novo o. 22, precisa-se
de doas copeiros.
Aluga-se urna casa sita em Santo Amaro
de Jaboato, tendo commodos sufficientes para
urna grande familia : qaem desejar dirija-se a
roa Direita n. 59, que achara com qaem tratar.
Attenco.
A irmandade de N. S dos Martyrios da cidade
de Olinda. faz sciente que visto nao se ter rea-
lisado a festa da mesms Senhora no dia 20 de
outubro por motivos justos, transferiram para o
dia 17 do corrente.
Transpassa-se o arrendamento de
urna loja, com grandes cmodos, e urna
excedente armario de louro, sita na ra
Nova n, 30 a tratsr na mesma.
Monte Po Popular Per-
lambucano.
Domingo 10 do correte haver sesso extraor-
dinaria de assembla geral psra se proceder a
ele;o do novo conselho administrativo que lem
de substituir o existente Os senhores socios em
dia sao por mais esta (4.a vez) convidados a
comparecerem na sala das sessdes pelas 9 horas
da manhaa do referido dia, afim de satisf.zerem
este dever, visto nao terem comparecido oo se-
gando domingo de outubro conforme determioi
o estatuto, nio obstante serem convidados por
esto jornal tras vezes successivas. Espera portao-
lo a direccao que os seohores socios habilitados
comparecam.
Secretaria do Monte Po Popular Pernambuca-
no2de outubro de 1861.
Joio Francisco Marques,
1. secretario.
Attenco.
Do abaiio assignado fugio o seu moleque Li-
banio, com os signaes segaintes mulato, cabel-
lo corrido, estatura regular : quem o encontrar,
conduza-o casa n. 96 da rui Augusta, que ser
recompensado.
Antonio Ribeiro Pacheco de Avilla.
No dia 6 do corrale, depois da audiencia
do Sr, Dr. juiz municipal da 2.* vara, tem de ser
arrematado por ser a ultima praca, pela adjudica-
cao, um torno de caixes para deposito de assu-
car por-2009, um braco de balaocas e conchas
com correles por 509, um terno de pesos de
meia arroba a urna libra por 3g, cinco pesos de
duas arrobas por 10, urna balan?, decimal por
51, urna escada por 3tt ; cujos beoa forum pe-
nhorados por execuco de Antonio Ignacio do
Reg Medeiros contra Tiburcio Neves 4 Wsn-
derley.
Ci commercial
Hoje ao meio dia, no segundo sudar da casa n.
7 da raa do Viajario, haver reuoiio da directo-
ra para tratar-se de diversos objectos; e fixsr-se
o diaem qoe deve ter lugsr o baile para inslsl-
IscSo do mesmo Cfub.
Estaqo da villa da Escada.
O proprietsrio deste estabelecimento qoerendo
mostrar o quaoto grato aos seus amigos e fre-
gueses, lem projectado para recreio de todos dar
no prximo mez de novembro urna corrida de ca-
valhsdas e outroa mais diverlimentos, afim de
o i que assim sejs elevada a prosperaco desta villa,
e certo de que nao poupar esforco algum para
que todo o publico se retire satisfeito, bem como
estar exposta urna escolente mesa de especiaes
iguarias gratuitamente para brindar os cavallei-
; ros que quizerem honrar to brilhanle func;o
com suaa corridas, e ser mais urna prova de jo-
vialidade de todos os seohores qae a este diverti-
mento cnadjuvarem ; accrescendo mais em seus
eniervallos urna excedente msica que executari
varias pegas que mere^am atleoQo do publico.
A boa ordem e asseio com que se acha monta-
do o hotel estrella do sul deve realmente mere-
cer attenco s pessoas que quizerem honrar com
sua prsenos este estabelecimento, j pelas grao-
dea commodidades que offerece a qualquer urna
familia que all se queira demorar, com o bara-
tissimo preco por que all sao consumidos seos
effeitos relativo ao mesmo estabelecimento.
Emfim o proprietario deste estabelecimento,
tomando a seu cargo a commodidade de lodosos
concurrentes, far com que ludo seja bellamente
exeeulado sem olhar a despezas ; assim como
continuar a sustentar em todos os domingos e
das santos ums excelleole msica; e o que po-
de fazer progredir este recreio a continuaco da
bella rapazeada.
O dia da feneci ser annuncado das antes de
sua concluso por anounciose cartazes.
Aluga-se por anno ou p\ra se passar a fes-
ta, um sitio em Beberibe, na estrada que vai do
Caeogue para o porto da Madeira, com casa de
viveoda, tendo commodos para grande familia,
estribara e cocheira, bastante terreno para plan-
tario, e mais urna especialidade que ter o rio
pelo fundo : a tratar na ra da Aurora n. 56.
Manoel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Jos Luiz de Barros retirs-se para Lisboa a
tratar de sua saude.
Junto aoquarlel de polica ha tres talhos de
cortar carne para alugar, por prego commodo,
tendo a vantagem de ser muito fresco e as carnes
aturar mais tempo sem adquerir o mo cheiro,
por a casa ser ventilada, rrescai e propria, e a
mais aceiada que ha pata este genero.
ba ch.rel Wintimo po-
de ser procurado na rna
Nova o. 28, sobrade da es-
quina qae volt, pera a
camboa do Carmo.
i
I
Aluga-se ama casa em Beberibe : a tratar
com J. I. M. do Reg, na ra do Trapiche a. 34.
Um mogo habilitado offorece-se para (accio-
nar em casas particulares pessoas da qukiacr
sexo, liogua nacional e aaalyse da mesma, la-
tim, francs e arithmetic, msica vocal e ins-
trumental ; tambem offerece-ae pars copiar qual-
quer pega de mosica com maita pereigao e bre-
vidade e por prego muito rssoavel: para fazer
algumas escripluras, para o que tem ama leltra
bonita e escreve com a orlbogrsphia precisa ;
quem de seu preslimo se qaizer ulilisar, dirt-
j.-se, ou i ra do Fogo o. 13, on i rna das
Larangeiras n. 14, toja do mesmo sobrado.
Precisa-se de urna boa ama que compre a
coziohe ; na raa das Crozea n. 20, primeira ansiar
Qoom precisar alugar um preto boas cozi-
nheiro e apto para oulroa servicos, dirija-se aa
escriptorio n. 42, ra da Cruz do Recite.
i
$No segn
do aodar da casa n. 15 da
ra do Crespo, por cima do
escriptorio da thesourarift
das loteras.
MADAME MIDDcXDORl,
prximamente chegada de Paris.
Encarrega-se da coofeegao de vestidos de bai-
le, casameotos, visitas ou outros, manteletes,
souaves, s.hidas de baile, bournus, enfeites de
cabega, emfim de ludo o que comprebende o
ves uario das senhoras e meninas. As pessoas
que se digosrem dirigir-se a ella ach.rio figu-
rinas das ultimas modas de Paris, precos razoa-
vtis daa obras e promplido oa entrega das eo-
commendas.
O ebaixo assignado declara pars obviar du-
vidas futuras, que o annuncio inserto oo numero
219 deste Diario, datado de 23 do correle, em
que a viuva de Francisco Uatbias Pereir. da
Costa coovida os credores do seu casal i exhibir
os seus dbitos no prazo de 15 ai.s, sob pena de
nio responsabilisar-se por aquellos que Ihe fo-
rem apresenlados depois de findo o dito prazo
nio se eotende com o mesmo abaixo assignado,
por isio que seu crdito j foi levado aa conhe-
cimento da annunciaote, por cit.go feita em
virtnde de despacho do juizo de paz do 2." dis-
Iricto da freguezia de Santo Antonio desla ci-
dade. Recife. 30 de outubro de 1861.Joaquim
Antonio de Santiago Lossa.
Padaria.
Aluga-se a padaria da travessa do Pires, a qual
est prompia de todo, com mnito bons commo-
dos,'e est sinda trsbalhando, sendo seu aluguel
muito commodo : a tratar na ra da Senzala no-
va o. 30.
Precias-se de um bom cozioheiro : na cass
defronle da.igreja do Corpo S.nto n. 15.
Quer-se alugar doua eacravos para sitio :
na ra da Seozala Velha n. 28.
Pretende-se comprar urna mei-agua com
um terreno, na ra das Conquistas, o qual tem
25 palmos de frente 6 245 de fundo, pouco mais
ou menos, perteocente ao Sr. Francisco Louren-
co Piabeiro e sua mulher: qaem se julgar com
direlto ao mesmo predio e terreno, declare por
esto Diario at o dia 4 de novembro do correte
anno.
OSr. Joaquim de Freitas Leao do Am.r.l,
Jos Columbino de Araujo Lima, e M.noel do
Naacimento Leilo, queiram apparecer na rus da
Praia n. 13, a negocio que nao igooram.
O escrivo Francisco de Barros Crrela avi-
sa que tem seu escriptorio na roa do Queimado
n. 41, onde pode ser procurado, das 8 horas da
manhaa nos dias uteis, para os misteres de seu
officio.
Milita attenco.
Teodo o abaixo assignado maodado vir de Por-
tugal os banhosque tem de apresenlar nesta ci-
dade psra mostrar am como solteiro, os quaes
j vieram em julho, e como o anonnciante nio
seiba o flm que levaram, roga por favor i pessoa
que por eog.no os lenha recebido. de os entre-
gar, que se pagar a deapeza que Uver feito: po-
de-se dirigir ao becco Largo, taberna o. 2, de
Joio Ferreira de Souza.
Alugam-se as lejas do sobrado n.
44 da ra da Aurora: quem pretender
dirija-se a mesma ra n. 10.
Na travesa da ra das Cruzes n. 2
primeiro andar, tinge-se com pereicao
para qualquer cor e o mais barato
possivel.
isompras.
MA
Precisa-se de urna ama, preferindo-Seg1 escrava
na ra do Amorim n. 43, que coziohe o diario de
urna casa de pouca familia.
Sitio na Capunga.
Aluga-se um sitio na Capunga-velha, do Sr.
Bartholameu Francisco de Souza, perto do rio,
com cocheira, quartos para pretos, etc.: quem o
preteuder dirija-se rna larga do Rozario n.
34, botica.
CASA.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado do caes
de Apollo n. 22, que fica em frente da ponte no-
va, com commodos para grande familia : a fallar
na ra larga do Rosario n. 34.
Krabb.Whalely & C fazem sciente ao publico
que acabaram o seu contrato social, e que o Sr.
Jobo Whately relirou-se da sociedade, entrando
em substituirlo, como socio, o Sr. John Aifred
Thom.o qual continuar a dirigir a casa de bai-
lo da firma de Krsbb, Thom 4 C e cuja firma
compele a liquidagio da extincta. Recire 29 de
outubro de 1861.
Para passar a festa
aluga se urna casa na povoagao da Varzea a
tratar na ra do Rangel n. 69, 1 aodar.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,S>otos Sl C. sacam e tomam
ssques sobre a praga de Lisboa.
Aluga-se urna casa que tem commodos para
grande familia, com arvoredos de algumas fruc-
tas.com baixa de capim no Pogo da Panella para
se passar a festa, em frente a casa do Sr; Gibson,
e um sobradlobo na cidade de Olinda, ra do
Bomfim : quem os pretender, dirija-se Fora de
Portas a fallar com Msnoel da Silva Neves.
Dase 3502 a juros sobre penhor ou bypo-
theca : quem quizer annuncie.
Precisa-se de um caixeiro qne lenha prati-
ca de taberna, de ida te de 16 a 18 annos : a tra-
tar na ra estreita do Rosario n. 18.
Aluga-se um sitio oa estrada dos Afilelos:
a tratar na mesma estrada com Joio Gongalves de
Oliveira, confronte ao becco do Espinbeiro.
Aluga-se urna loja do sobrado da
ra dos Coelhos n. 8, envidracada, com
quintal e cacimba independente: a
fallar no mesmo sobrado.
J Collegio Bom Conselho. J
gjp Preciaa-ae de urna criada, de um bom *
g cosinbeiroe de um copeiro. Paga-se mui-
0 to bem. Z
#$
Quem Uver roupa para lavar e eogommar
com aceio e promplido dirija-se a ra de Hortas
n. 96.
Aluga-se por commodo prego ama cssa em
Cachang : a tratar oa ra Nova n. 47, loja de
Bastos i Reg.
0 abaixo assignado declara pelo presente
aos devedoresa firma social Tertuliano Candido
Ramos & C, e a todos em ger.l, qae nao facam
tmnsacc.ao algnma com o socio Tertuliano Can-
dido Ramos, visto haver este se ausentado clan-
destinamente, e constar-lhe que est agenciando
a cobranga das dividas pertencentes a essa firma,
da qual o abaixo assignado igualmente socio.
Recife 29 de outubro de 1861.
Olegario Saraiva de Csrvslho Neiva.
Attenco.

No largo da Assembla n. 12 fazem-se comidas
para ra, obrig.ndo-se a mandar levar em cass
propria, por commodo prego ; aasim como se for-
necer na mesma diariamente, ludo-com asseio e
ponlualidsde.
Precisa-se de ums ama que sba cozinbar
e comprar; aa raa Nora a. 33.
Comprsm-se moedasde ouro de 20f brasi-
leras, e pegas de 169 portuguesas : ae eacripto-
rio de M.noel Ignacio de Oliveira A Filho, largo
do Corpo-Sante.
Compram-se moedas de ouro e aaleces
hespsnhoes ao cuoho de Carlos 111 e lili, os ras
Nova n. 23.
Attenco.
No trapiche da corrpsnhia, no largo do Corpo
Santo, comprsm-se escravos psra o Rio de Ja-
neiro, preferindo-se os de idade de 15 a 20 nno,
pelos quaes se offerecem vaatsgena ; quem tiver
sirva-se apparecer psra tratsr.
Vendas.
Vendem-se trea parea de castigaos de prala
e ama salva, lado coolraatada, vende-se bsrato :
a tratar na ra estreita do Rosario o. 4.
Vendem-se duas casas terreas na rna de S.
Miguel, na freguezia de Afogadoa ns.9t e 92 : na
ra da Penha, no primeiro andar da casa n 25.
Attenco.
a
Vende-se um carro americano novo rom atsea-
tos psra 4 pessoas, e arreios para 1 e 2 cavados:
para ver na cocheira da raa das Flores n. 35, e
para ajustar na ra da Cadeia velha o. 37, com
Rabe Scbameteau & C.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Esperanza.
Recebeu de sua encosomenda pulcei-
9 ras de cabello qua vende por 10 o par,
am braceletes de mosaicos a 6f cade am,
agulhts victoria a 120 rs. o papel, pen-
W tes de tartaruga a 8, 10 e 12f. precos
9 porque oinguem pode vender (boa ia-
zenda) estes arligos nio se eocontra em
F loja uenhuma por isso vio a ru. do Quei-
mado n. 33 A, loja da Esperanca.
#Esperancareduz a expres-
sao mais simples.
93 (A DINHEIRO.)
^ Todos os srtigos qoe esli na loja
mnito bsrato quem quizer vi comprar e
ver : rus do Queimado n. 33 A, Geima-
fP raes & Rocha.
!
S
t
Por atacado ou a retalho
S deixar de comprar
Quem nao se der ao trabalho
De vir ver e examinar.
A' loja das tres estrellas:
ra Larga do Rosario
n. 33.
Espelhos de columna de diversos lmannos
1S800, 23000, 2*800, 4*000 a 5JOO0 cada u-, al-
guna com defeito a muito nanos, eaizaa de b-
talo finas psra rsp a 1|000, ditas de lartoraga
grandes a 8$CO0, malas envernisadas e cosa ta-
chadura para viagem a lfOO, relogiobos fcltetos
com correte para meninos a 160, ponteada mar-
Um p.ra limp.r a cabete a 400 e 500 rs the-
souras graades para cabello a 600 800 o IJOOO,
ditas para costura a 120 160, 320 a 500 rs.. tin-
teiros de metal e madeira para viagem a 240 e
320, caixss de tintas para dasenbo a 320, 4f
500, medidas com numer.cio para alfaiate a IMl
200, botoes de metal para salea a 490 a croza, 50
rs. a doa, ditos de osao, de massa a ato tomen
para paletoU a 40 80 e 100 rs. a daato. HtosTate
daraque pretos a 200, ditos de setlm o sarja pata
casac. a 1S800 e 2f000 a groza, brincos a rozatos
douradas a 80, ICO e 160 rs. diUs pretos a 100 o
200 rs. o par, phosphoros de pi e de cero a 28
e 40, ditos caiia grande a 120,100 e 200 rs., csr-
leirss de marroquim a 320. 400 e 800 rs., Mas
gr.ndea com dirises para lettras a 51 o SfBOO,
linh.s do gsz a 700, a 800 e 900 a cato., a Wrs.
o novello, fundas para quebradas a 908 a 888.
di l.s Qn.s a 24000 e 28500. Em porches sala se
vende mais barato.
Arma^o de fazendas.
Vende-se a dinheiro oa a preso arasnejft
de loja de fseendas, muito bem sfregiezada, aa
ruada Imperetrizo. 6.
Escrava.
Vende-se urna negra de idade da
3ue serve para o servico de casa, e bo
elfa ; ns loja de livros ao p de arco sto~Jaato
I
1\ all


^MnA-IHI^ f*cb"s Igual
armazem
aho e la*iat ______
a amaior
meo>sa,aerr
eao se pa*fcMprs+rasl.cU. .m7r*a7 VodVaentfoT afim di^IinMT^'TSdfr'Ur-
acrapannaT* na contairnpressacomo mesmo titulo de armazem Progresso.
^^S^1*1* l'"*1*** ** 1*000 r.. a Ubr.. .ende-
por*strprsje,o nicamente peta.graade porQlo que tetn e tefot era barril;* fera abalimento
'W*^&T . e 1*500, aBaoja-s a boa qaalidade.
SHiciloido rcVio ,
__. *******
T<* l .. ?.*? os "il2SLOTOi 1ue <> arcedo em Miriams aeqaenss
Wn, (Titas da 8libras por2*500, e em libra a "*
Ff ez.uiU de Umega, 480
a 640 ra. a libra

SavMU


480 es. a libra, em barril a 440 ra.
a maiaaora do mercado a 9O0rs.,s em laitat da 2libra por 1*700
eate mercado a 640rs. a libra,
a libra.
a de outroa muitos fabricantes de Lisboa
a libra inteiro a 440 rs
a u.i* nava eaa ha oo marcado a 160 rs. a libra, a em arroba i 41500.
.peromete^*,, .., iiilMlM.74ir..
Lajas com baUxlati* do sida da defarenlequalidade,, 1$40O
Latas com jieixe em j>ost*d9 maUas qualidadM; 1#400
WUaw multo mu. UOoo r.. o bami. ret.mo .'* .. **.
Doce do Wperche utl d, 91lbr por I|m
C )Tltlt*S O|ctr0diin t800 ii. alifara.
B *aAi% do parco refinada a
NIt$a le tomute
Pali A* lomko. prawira faMM TieraB a
Cuouficw e pos muUoao,0ia 560 ra>
Palito* de dente lUadoscon20niaciohoaDor200ra.
CUocoiate CaucM. ^00 a libra> diUo potlugoe2 a 800'
MarmeUda imorialdo.,.mado Abreu
a 1*000 rs. a libra.
P P de 500, 560 e 640ra. a garrafa, em espadas a 3*300gOOO 4*500.
* raiis acreditadas marca a 5 a duzia, e em garrafa a500 ra.
ra P*rasepa a Violto do Porto
Carcavallo. u...r*ui au**rrafalv,Porto fino. Prto. Feitoria e duque do Porlo a 1*200.
arcaveiloa. Huscalel e Bordeaux tj a garrafa, e em caixa de urna duzia se far abalimento
w-, aU no' e UmP 1ue hs i mercado a 160 ra. a libra a em arroba a 5*
firvulias fraaeeias moIhn
ditas inteiraa a 640 ra. melhores que se podem desejar em meias latas a 500 rs.,
' \ m* o melhor pelisco que pode h.ver por estar prompto a toda a hora a 1* a libra.
TOiolo de a laeaaoa 80o .. UbrSi diu eom cssct, m r>
VAOie* malt0 Q0Vts a 120 rj a nbra
Casiaa\ia8pUada8a240rs-alibfa;
lft mullo periora 240ra a libra, e a 7 a arroba:
A*a>(|i
* ioM.raoho. 30 era arroba, e em libra a 100ra.
samo ataetieaio ,. .__.
S. a l a ttt se forera porc,aosevar abatimeato.
evaiiuaad.Fr,acaa.240r..a[ibra >
^**a maito ooro a 320 rs. a libra.
X oaelaUo de Lilboa a 360 ri a Hbraa a arroba!
FariaHa do Haraa^ao. Bli,
XoaciaU Us\a00raalibra
por-2
ta em frontero ti-
Paletol da panno fino aoktc*Mcoa 'r
0 ditos de caMBra de cor de ua4o, nut M
m de brisa de cor** ,, ^aMi71Ipo^]da;;
f onso ae cor** braac*., dOo* da
.Iaa_4eir. putaT,
i

oooertos ao^scobartoar asquea., grtudaa,
ro pau.te ingw, h., saihora da
om doi raalhores ftbrfcintwd.lh.rpodl.rin.
E o que pode haver de melhor
gosto em galantarias para
ornamentos de salas,
como aej*. ricos ras d norcelsns e da vidros
ae varios lmannos e gosto*. ricas manteiguei-
delicadas, frascos muilo lindos, tanto em cores
cosa* em goalo *rw maila. gatoolarias que
se torna enfadonhn mtocwoar, aMcando-se,
porm, que o que ha de melhor gosto para
tJl f?-.VUn* "'* d# 0te>adoB. T5 Jm.
to a loja do cera. *"
Vendem-seosengeuhos
S Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
dagua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de
nho e
\- j > a
^5 g^s.
itnn
n.iv, i
liot&C., tema
! um^omplete ortimehto
IWWtwdeotweotof de boiv,
!*<*' |*prio para achina de*I
OAgenho, endo correus para
i.tnaiitBMttiraBoa/iiBajnto, canudo*
de borracha de qualqaer cdm-
pMP^a^tfrt, i,)ataU-ae
bortaoba, roaleta de dta>,io-
bre ditos artigo tomtti>ie en-
cmnmendai. : l
i
mora a 160 rs. a libra.
-^ ------asuurs. a
Pasaas em eaixinliaa
o respeitavel publico ludo quanto pro-
Fazendas baratissimas
eoge-
poucas obras, porm
sareja quatro mil pes, o se-
| gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pae4:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
RuadaSenzaIaNoyan.42
Vndi- m CMdaS.P.Joahston4C,
Hmsa sh5aaIzM^aada*irofaeastica*
bronzaados,lonas aginas, fio daTila.ahiaota
ptrtearro, mon1am,arraiopr.earroda
lou cvalos ralogiosda ar-fj nana
nglat.
Relogios.
?nda-aa em casa da Johrjston Paier & C.
m da Vigario a. 3 um bailo sonimeoto da
relogios de ouro, pateo te ingle, de ara dosmau
famados fabricantes da Liverpool tambera
usa* variadade da bonitos trancelinspara os
mas nos.
tlbras sterlinas.
ai nd*-"? D0 scriptaria da HhmI Ignacio de
OM'ira*Biaha. Isrgo ao^oaaaaio.
A 280 rs. o corado
ta 4s% t -n" hSS
Lencos de cam-
Iwpaia com padroes de se-
da a 2$50 a peca.
h^L}!1''^' ^"J68 Uaiea ,e 'ende mol
*$ l0M 1,Jf0* de canibrai imitando seda,
iaao pelo b.ratisslmo prego de 2*900 anecalla
aparecer, a quairto asaim approveii.V-.eda
octaiao, porque elle servem tanto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir *$,
d agma branca, na roa do Queimado n. 16 ter
bandee Mfrm ma' d *" *'
Arados americano* machina
paialayarroup:eBicasadeS.P.Joi
hston A C. rua da>enalan.4f.
Barato para acabar.
Rua da loaperatriz n. 40, es-
quina do becco tos Fer-
reiros.
Sedinhas de qnadros encarpadas. corado a 640
rs., chitas de cores flus, covado 160 e 180. ditas
franceas, covado a 2M; 240 e 260, saias de crl- ,a P cahirem sobre
nolina para balso a 2J400. baldes de 18 a 85 as-
teas aos melhores, por preco commodo, cortes de
eambrala bordados a 2600, cortes de cassa de
boDit.s cores com barra a 2f80O. riscadinhos
francezea em carnbraia, corado 280 rs., guardana-
pos adamascadoa. duzia 2500. coDertis avelnda-
aetlora a 2|6tO, goliaHal bordadas de pont,8 ,
MOS propr
para bahaleirjfiM| s etc. a 1 28(
quem preteM M a esta t]
graphia, 9aMaMMaH quem o*t<
BriHianlhra da arara.
Vndeme*He da chita* ftnae com 13 eova-
AMpar2|00, ewtea de riacaaj* diinex a tfsJOO,
ThmJSSf-* biH" ) corea para **-
o* a 30600, cortas eass* com 7 barras a tfBOO,
aaiaa baiao de 20 e 40 arcos a 3* a 35O0, Oitas
",,*2;,1i U-<* aoliaa a3p .asfOO,
srj**?*,0 n ha,i ***
unptratrw, leja do aran, de 4 portaon. 58, asn-
as tero a arara pintada da parte de fon, ae nor-
te tem um relogio com letra de corea em que
dizAraran/88, de Megalnaes & alendes.
45
SO
Nova liforoia
te
rzatelas baratas.
#Na rua da Imperatriz n. 48, janto a'
jadaria franeeza
Cortes de eaeabraia branca cosa babadi-
nho. 4 e 4*900 superior 5, cambraia li-
ra com 8 1,2 vara 3|, 30*00, a4. ditas de
escossia 50, e 8f. ricoa enfeites para ae-
nhora 6oe6j500, sintos os mais delicados
9 para aenhora 20500.3, chapelioa para cri-
anC. gosto-iOgle3|5(|6t4a.parabaptlsado
SJ Sf, cortes de vestido de seda Escosseza de
booitoa gosto Itft aslao se acabando, ri-
9 coa lencos de labyAntho 1#. 1J200. chapeo
ti **lP"*-^obota de bonitas coras, lisos
s, cabo ae saarfim 50900, eortes de cam- #
braia brancos com ffflr de seda 5*. rieca- 0
ao france 200 ris o covado, completos
sortimeaios de baldes de arcos 3*. sorli- #
mentos de meias para menino e menina a)
200 a 240 ris o par. chalea de tarlatana S
ras 160 ris chitas ioglezas a 180 e 200 rs. a
di.ta franceza a 240 e 280 r*. o covsdo i
peca* de cambraia de farro com 9 varas 2
** : junto a padaria francez* n. 48.
>
Padaria.
160 o 200 rei9;7en-c-'de" ^ "h^X,"' a'"s treitas padroes bonitos e cores fitas ,
rancezas gostos' integramente ooro. a 2u e fiV, TTv.d" f' !? ? 16 ris' ca""
ra resudo na actualidade a 200 rsTo.covado mi,.: IC0Tad?' ''"'ys fazeoda ptima pa-
carro, a 1*600 r*. o coradVque ou^
des cora pinturas riquissimas e larKurasdeo Vn,i!,t\f 0r.les.de brimJde 'loho a 8. olea-
de merino lisos e eslampados a S* e J#! cortes de assa alA Pr"? d2 eo""1* cla'
de cores a 4 e 5\ riscadioho de linho da alaolo Ar,VS ^corte" de aemirs prels e
320. o corado, aorliraento de fazendas^U IfSdiRlE2?* ^"V 160' m> 240 "
lioho. bramante de linho com 10 palmoi de lar P < erare., dito de
dinheiro na predita loja cima.
pannos de
cambraiaa li-
psra apurar
Exposico
DE
Candieiros a gaz,
O proqnetario da ora exposico dos candiei-
ros a gaz avisa ao publico em geral, qua se acha
sempre sonido com grande e variarel sortimeoto
de candieiros desde o mais barato at o mais caro
assira corno um graole deposito de gaz idrogeni
verdaderamente econmico, ceconhecido verda-
deiramente por todo* 03 eonaumidorea : na rua
Nora ns. 20 e 21, Caroeiro Vianoa.
Nesta mesma erposigJo se encontrara um va-
riavel sortimeoto de riqnissimos qusdros de todas
as quahdades que por gosto se pode apreciar os
seus desenos, um riqusimo eortimento de
quinquilhsnas.conteodo entre ellas riquissimos
lavatorios pira quartos (gosto chine*), um varia-
vel aortimento de balaios cam lodos os preparos
para viagem, contendo pratos, facas, copos e ou-
tros frascos para condicionar, ferros de engom-
mar a vapor, machinas de bater oros a rjpor
machinas de fazer caf a rapor, espingardas d
dous canos trooxidas e da alcance, mappas del
mundo, e outros moilos objectos que se Tendera
por precos diminutos para acabar: rua Nora
numero 20.
Cavaltos.
Ha sai* qwrtao* para vender *em reaerra de
proco, entre elle* ha boas e soffrireig : trat*-se
Boa^Vis8* d RoMriOD- 33' l>tram-se na
Potassa da Russia.
Veada-e potsssa da Russia da mais ora a
crner6 *" a- merc,d0 e 7r*C0 mJ
Olivaba* S?ss?"er.lpt0ri2 de IIaB0" ^C0 a
oureUa a Filho, largo do Corpo Santo. "
I
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
b2l-i-a" mUw P'Witoaa e procurada agua
h!rt deItal.aB J nao aoffre davida como sa-
bido pelasinamena., pessoasque a compraram
vaf nartf^.aC-ara0.que U0 della fai conr-
Jr os denles saos, hrrando-os da carie, fort.le-
S.n^8engl ,r'r 0 ffla ha,U da bOM..
ma. meJnf, ara'el roma, podendo-ie
meamo usar della nao s pela manbaa como a
qua quer hora, e com acert depoU do um.Tp.-
hi'""t61'0 toiw.o qndo se lenh.'d.
la P u ier"8e.s Docca ron>atiea : para is.o
porm basta m .gomas gota, della emage.
.? P,r.reUo d agua aica aioda chacaTa
fc.b a dr^H001? aCerl ePron'Pio para
w, h r ,da d-ente, en*ando-se nella um
JenS .. "ig0da e deUand0- buraco d"
2 V,. JMmece e, em Doaco Jor. Para se obter um frasco de tio proreitoaa e
K"'!' halsamica. dirigir-Se conVJa
loja daguia branca, roa do Queimado n. 18 uni
k parte onde ella se rende. Adverte-se que o,
frascos rao marcados com o rotulo da da foja
SABAO.
.. r" Fr**tK0 < rtlo Santo, arlaa aoj
u.fregueze.deata pra;a e p.defra.qiie tem
Satanh. S* Amo.riP "-58; maa.a amarell*.
castanha.preteeu^s qu^Muadae oor menor
oem tem feto o a*u deposito da rea, do carea..
Milnalaasaai mistara .Igiiatc* wfi ., 4,
ompoico. a"
Lencos brancos.
Veadem-aa leamos branca, propre. para alci-
beira, pelo baraliaaiano pre^deO0rdaVia .
na raa do Queimado n. M/ioja ibot. '
4 loja da bandeira
(Nova loja de funileiro da
rua da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel /os da Fonseca participa a
todoas.u, fregoeze. tanto da praea.
come do mato, e juntamente aorespeita-
reipublico.qaelomou a deliberaco de
Daix.ro pre^o de todas aaseas obras, por
cujo motiro tem para vender am grande
eortimento deb.h. e b.ciaa, tudo de
ditterenteslaaaohosede diversas core!
m pinturas, e juntamente um grande
isorlimeoto de diversas obras, contendo
banheuos e gamelas compridas. grandes
e oequen.s, machina, pera caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, latas grandes p*ra conservar fari-
nh. e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e
Scam.e de rento, latas de arroba a lj,
bahusgrandes a 40 e pequeos a 600
rs^ baca grande, a 5 e pequeas a
8U0 rs.,cocos de aza i || i duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 ra., de todos estes objec-
tos ha pintados e em braoco e tudo mais
ae vende pelo menoa preco poaaivel: oa
loja da bandeira da rua da Gru do Re
cife n. 37. ft
Ricos cortes de medina de
seda.
-l0,. d* Boa>, *a*tta ^ Oo4do nu-
S^ "C*5* de faMber riCM corles de
vestido de medina de ceda de liadoa padroes
".fh2.enda a"M**: mai. ove e .ickoBUs'
que ba no mercado, cada corte tem 20 e 21 co-
a"A Y,Sm"e pal0u ka~ia'o
jSSOOOO o cort; as aenhora* de bom
tirereo da sssistir a bailes e a
quizerem levar ata ve.lido da
mandarem ver oa mencionad.
na ra* do Queimado n. 22.
Na padaria de Aotonio Pernanles da Silva Bei-
hu'.h"^?" r'rl' 4* 'en^-se a multo acre-
ditada bolachinha qoadrada igual a ingteza. dita
de araruta e de moldes, todo o trabalho nesta
?,6 s fu.0 pao tei, d4 Chores farinhas,
iraoaihado com o maior asseio possivel. Na mes-
ma precisa-se alugar duas pret.s escravas men-
aaimente. que j est-jam acostumadas a vender
pao na rua das 5 1[2 horaa da manbia s 11.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neete rice e bem montado eatabelecimento an-
een tr.raooafreguezeao maia pe'rfeito, bem ca-
ado e barato no seu genero.
URNAS de todas asqu.lidades.
BlNSpikR1Lq.,,!.rTa",B*1 com garanda.
'.l.LlBU*de todo* o* lmannos.
SEMICOPIAS dem dem. a"ano*'
BALDES idem dem
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
PBiTns c.a"? de todas af roesuras.
i-kaios imitando em perfeigo a boa porcel-
PA^LAS^d^t" qUaldade-
quCe?SiraCenrEIRS *">*' '> # m?J*RAS ^ aX,S 6 r8lalh0 de ,od8 OS U-
S^ssrbo,ar deo,ro dacidai".|
r#r,eCrebe^",8e eDCOm''eD> de qualquer natu-
SnteS0". qU6 t0d 8er* d"Penh.da
Para os bailes etheatros.
Riquissimos cintos dourados com lindas fivelas
mbem dotiradas e esmaltadas, e com ricas pon
s para cahirem sobre os vestidos, muito pro-
prios para as sen horas que ti ve rem de ir aos bai-
les 0 theatros ; vendem-se pelo baratissimo pre-
cede 4, 5| e 6; na rua de Queimado n. 22,
oeoam conbeclda loja os boa f
a-
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento. *"
Chapeos de sol de alpaca a 4jJ.
Duzia de meias croas para hornera a
1*200 e q par a 120 rs., ditas brancas
multo flnaa a 2g500 a duzia, lencoa de
casa edm barra de corea a 120 ra. cada
um, diloa brancos a 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 3J. laazioha para ves-
tidos a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 5} e 60, tarlatana
branca e de cores muito fina com rara
2,me.ia.deJargara 48 rs. o corado,
fil de lioho liso a 640 rs. a rara, pe-
gas de cambraia lisa Dna a 3*. cassas
decore, para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulioa encamada a 320 rs. o
cov.de. caleinhas para menina de escola
a 1g o par, gravatiohas de tranca a 160
rs petos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 2J, pegas de cambraia de sal-
pico mullo fina a 80500, peca, de bre-
o.nba faX0'0 a chilas rancezas a
12* e 240 ra. o covado, a loja eati
abertadas6horas da nianha as 9 da
noite. *
Zumj-.ti9tL__WlE '
Queima-tudo
45 Rtia Direita
Magnifico
no dests grande_____________
de calcado fr.aec^ i.faTtomWhZ"!?'
flomein.
Borzeguina Vialo* BjaaMBMel.
> eeaira da staccaj. .
lordPaaas^aMawilwM
> diverses laarae.ne..
. Jobalamll.
Sapatoes Nantea (basetia i
patale. ^
Sapatoa tianca (parlagaaaea). ; .
(fr.aeaze.l. .
t sanela batas (sala .vira)
etoe*u>P.(a.. -a.). ,
Sen horas.
Borzeguina primor Joly).....
brilbaaUaa ....
ftMsmeha......
ufjS^.': :
B. da aerea 32.f8.J4. .
SapatMcomaaUoiaijr).....
franeeze reeqaiahaa. .
SI. IB.M aaJlaasa.. .
t am rico sortimaate ala csasx U
rlnhas, fia, taixaa etc. por meac.
quer outro poda vender.
Atteit^aOa
Veade-ee uaa acceUcaMe earra a 4 .
d. em braoce. cea*, be la*, wtJ
cabrioleU, aendo am tamben ta
perfeitamente acabado: qaeca .s
ja-se a offlciiw da ferreiro, aa ras
24, que achari com quem tratar,
Serr para ae deitar nos casticaes e segurar a
vela do espermacete. fazendo-s queimar at o
cam tPJefervand? oa n"!n,o flo e auebr.rem
com o calor da luz: vende-se a 500 rs.
qwima-ludo, n do Queimado.
branca n. 16.
depavi
A loja de Gama Silva, na raa da Impera-
triz n. 60, acaba de chc-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que vendem por presos
que faz admirar, como
sejam:
Um bonito sortimento de essaaa ssrisasa a isni-
p de sedas de qo*dhoho, que se veaees ___-
lo diminuto prego de 240 ra. o covado.
BrvYhaaUna a 140 w.
loj
cada
d'aguia
preo de
goato qae
casa melos, se
ultima moda
loja da Boa-F,
~?8nda'a > randa easa tarrea de esqui-
na, sita aa raa dos Guararapaa. em Fom deor-
tas tendo5quartose 1 grande 'sotao cmlr.p. -
ra and.,"'" na ,M d Imperador n- 35E
^ode-se q engenho Santa Luzia. sito na
fregu, de 8. Lonreaco da Malta, om casa d
nreoda. urna raoenda toda de ferro, casa de a!
" "> ich... ^nt^aalTmpTr:
Udodeeannacnada prompta p.ra moer tem
to boaa trra, para pUotacH. muito bees
matea, tem om acode ero para moer com in
ases par. .bar. ler.d. .berta.TIZ _'?.
obra, para acabar ; tedas eetss obra. Lt*a am
bom estado, e tem muito bees prnaorA*?aX
moer eom um *<*._>-. --
vantegen8
a margem
bar.cado d
orar, dlrijam-ae a refinaejo da rua da HnriV. n
7, J* M bors.es 4 dala?de.?t*JJ?Jj
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
t.ri.Tad,a"*h!.fll6 liso-DUlo Boa e assim tambera
an t Ir! a*0" "f1*0 fla' Unt0 U01a COU*. CO-
?. I proprias para vestidos, nao s p.ra
, .?.'".aPs" "ss,slir-aea c.samntos. andem
nnaoSi.qdeaBo,'-CFenS "' d Quemado n"
Meias baratissimas.
A 1*400 a duzia de parea de meiaa brancaa S
Importante
Annunco
Na loja da dilig-ncia, de GuimarSea Ir-
m5o, na rua do Queimado n. 65
a 14o"rs*e e0M" P"" h0n>eB" maito fioa*. o psr
^Cartei de clcheles francezes com 14 pares a
tsSuga 6W m dUrad08 mUU Bn08 imiUnd>
-?."i,SrpnVssffi0ri' qU9 SetDP" '""
Trangas de lia para veslido, a peca a40 rs
brraY8" mUlU) fina elinda res. a li-
Massoscom grsmpos a 40 rs.
Linhas para bordar, a miada a 40 r.
D,ta de peso muito finas, miada graie a 240
franjas de linbo para vestidos, a vara a 120
Apparelhosde porcelana para menino, nini.
dosedourados a l6t. 2|. 2*500 e!W P Ur
Kartra com alflaetes afOOTs. ;
Ppela com atfioetra c.bec. chaU a 40 r.
Enfeiles para senhora muilo finos a 3 4 7a
Sintos muito finos para senhora a 2* eSaMo''
Ditas delaia e pretas p.ra padre que remora'
se venderam a 2 640 ra. q prs
Enfeites com flor* para aenhora a l
rata. ?f?.t BC,M ?"""MelMlBajaha-
SSaVnu'SVaSii.*6 me,,Cl0"r-*-

Liquidacao
| Loja de marmore.
fi Na loja de marmore vende-se par* fi- i
- quid.cao por pregos muito barato, om a
vanado aortimento de artigos de fazendas M
ae modas para senhoras, roupa feila pa- Z
ra hornera e vestimentas para meninos, e 8
cj.";.^. v.izuolto para decora-1
Bom e barato.
Na rua de Sania Bita n. 3.
eros seguntea :
Vinho em caada a 3S500.
Ditoem garrafa a 5O0 rs.
Servja branca a 400 rs.
Dita preta a 500 rs.
Manteiga franceza a 640.
Dita iogleza a 800 rs.
Cha hysson a 2J600.
Vende-se brilh.atioa cam aaadrl
para vestidos e roapas de meni.ee a S4S rsTe-
na roa da Imperatr a. SI, leja o
corado
parao.
aa nada
vendem-se os ge-
Novas fazendas do arara.
srtMsav.
I Fazendas modernas.
GurgelSi Perdigao.
Vendem barato.
!
m
i
:
t
i
Superiorescapaa compridas modernas,
manteletes, taimas de crore, ditas de
lo.
Vestidosi de sed., do cambraia borda-
do e de phaotasia.
Chapeos rico, de palha,
\v* aatio. ,
luraa de pe-
gros-
Seaea de qusdrinhos furia cor,
oenaples e mori.nMqae.
Cambra! flngido aeda, chitas finas
moderoaa, laulnba de cftr e meiaa elae-
^i1ihL8""0,\ o1"0" wuhos, ea-"
partilhos, pentea de tartaruga, leones
anparleree e asi. balio. 8 q
n.1.i,m.br*ia Dr*n"", tarlatana. flt.s"
par alnto, camisas para aenhora e me-
ninos.
ftoupa feita barata.
^^a^ra^d, *
ialC:, C0,,ate' ca"3ha ingle:
f. n ^a2M"81 m* aliadla : as le-
ja a. 23 da roa ds Cadera, dio-se .moa-
|
3
3
3
Tarlatana braacaa^
s peca com 8 raras: na raa do Qoeimailo
segunda loja rindo do Resano. vueimaTO
n. 1S,
cambraia branca a 1J600. 2*500
nados a^
las francotes aT, 240,*SM'ffi? o ^Jf?,.dl* *?**
baratos.
^Na/"Nora B.iUhagtaaae aorcls Ha ret
aSSrS!.^
Organdys il80w.
Veode-se cassa de organdys de padrea, sseife
booitos a 280 r*. o cor.do : na roa da lm_i!uii
n. 60, loja do Pari. lasaaceiru
Chitas a 240 rs.
Vendem-se chitas francez maila
fazend. que sempre se tendeo per
e est se acabando a doze vintn :
Imperatriz n. 60, loja do pavlo.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurgario miudiobe proprio psrs ras-
tillos e espas para aeoboraa e pera roa.es do me-
ninos, pelo diminuto preco de 400 rs. o corado -
na rua da Imperatriz n. JO. loja de perie.
Las a 406 rs
Vendem-se liazinhas enfestad.s par. reatsaaa
fazeoda de muilo bom goato. pelo dissleate pre-
S n V^0 c-OTad0 : 1-paratrlz
a. 60, loja dopato.
Com barras e babados.
Vende-se finiasimos cortes de cambraia. aera
vestidos, com barr.se de bab.dos.pelo baratlsti-
mo preco de 2500. 3$ e 31500: ea r.ii Is-
peratriz n. 60, loja do pavio\
Cassas a 200 rs.
Vendem-ae cseas cosa aaaptcoa tii,m4*i a ^f
rps.v.?oCOTado:""" "S^ttifS
Cassas de cores a 240 rs
Vende-se cassa. de crea lascad. ejLsdto '-
to a 240 ra. o cor.do : oa loja da
ratriz n. 60, loja do parlo.
Serda
Vende-legroadenaples preta
1W0.1|600 a 13600. Pdita a" 1 car 4
cor de cana a 2fOOO o corada, aed braace.!.!
rradas para veslidoa de noiva SsSiO a7*^*I
covado. dita preta lavrada a 114CO rha- juit
Enfeites a 24.
m-sekeleiisjp fa^oito
raa
dalsaee-
na rea
a fjssls l.
SsfaBBffcratrls a. a.
senhnraa a2._
loja do parlo.
Rofeites a 640 rs.
Vendem-se enfeitea da froce proarias eara m*.
mn urabam pm aenhor. *4n. m\__^.
aparatris n.<0. lop 49 parta, tm
Chapeos para seuhora
Veadem-ae cb.pea.yare saab.raa. aasaaaa.^-
to bem enfeitidos e os mais nrdsrea.^- *^"
viado. pelo baraiiaaiaao paaca di sT Tt*^*?
Imperatriz n. 60, leja do paTaaT ^#i
Feiludt> a 21400.
Vendem-se reliados preta, eor case, y
retrete, e serte-escara%refrVs*
seabora e roapaapacaaertaesia!
preco de 2400axov.do, Moda humZ
De todaa ealaa fazeoda* ee da
taedo flear panhor, aasisa ae*
trae f.zendaa qae setaraaria
nancionar, toda, rsala
locsdo ama Ubol.u cam am PATO alai
4 ioU urna loz aa qae U tkr5_\^




antl rh^ntieate rcente. flair* 3e^ Onegaeo'
sitio na botica francia rua da Cruz n. etp 89 JrW*-

Dnncft
e?
Vende-se em pcote de neia resma a 2 ceda
pacota : na ra d frrfdnrto. foj, d'agu bfan-
ca o. t, agalm^a* arfitrltM om iapd de ce-
reaa1|cada urna.
Um rico carro.
Venen a am riw eetefatore earvo mol bella,
mete preparada : no eacriptorio de Manoel I*,
n.oio de Olww.-A Whb, largo do CofjW Santo.
-a Veaee.e ernee folias da amenito para
cooetrnw barata a eaHa qaelfiier obra : a
tratar aa rea do ftaagei a. f*>.
melhor cal
fez\
te me
0
in-1
pra homeps, qae tem vindo a es-
ercado, vende-so na foja smarella da
ra do Queimado o. 31 de A. Moura Bo-
nm, pelo commodo pre;o de 12* o par
UO!
de merino a
Sobordados de seda en 2 pontos de 1|4:
teje amrosla da roa do Qaeimado o SI.
**** ^*ra^aWlPBw WW^aaj,
Ricos tapetes
inteiricos de lindos desenhos para forrar
' quartos grandes e salas pequeas a 15$ :
na foja amsrella da fui do Queimado nu-
mero 31.


ammmmmHmmimmm*
Vendem-se por preco commodo mal*a para
viagem : no armazem de Jos Antonio Moreira
Das 4 C, ra da Cruz n. 20.
-* Vende se gat americano de primeira qua-
lidade, em latas de 25 garrafas, na razio de 15g,
assim como latas pequeas de 5 garrafas ; no
caes do Ramos-ni. 18 e3S,e na ra do Trapiche
numero 8.
Vende-as nota escrara de naci, de meia
idade, qoal sabe cozinhar, engommar, e lava
multo betn, por pteco coflrmodo : a ra do Quei-
mado n. 34, loja.
Ainda est para se
vender
a ^S*-5*0 8tWMa aa casa da ra Imperial
n 201, veadem~ne lodos os parientes que se
aehaai dentro maito em eeota, asatsa como urna
carropa Doi bem, gordo ; tratar aa largo do
Caras aeaa Narciso Jos da Costo Pereira.
ver gesto.
n. 2* se ancos cari um benito sorll-
aoperioree tiras ricamente bordada*
<>%a*j.v **io bara, ** d 30M4fiMN*
e 5|000 ris a peca, ad vertiodo-se que ha mais
da asa naca da oada padrlo, qaem aaaia deptesea
aadar melhor Berrido aera, na roa do Qaeimado
o. 22 na loja da Boa-F.
Taixas.
Reduccao ein presos para
acabar.
VbdeU-e- no mtiNMmV dBraJta, Scrn 4 C,
oa ra da lloeda, taixas de ferio cusdo, do mu
acrtiHlMo'ftbHcBDW'id'"* -"-
libra:
de ferio cusdo, .
evinMaio-, rf-lWft: oY
Fabrica do Monteiro.
Crystalisa^ao e refinado
de assucar.
Deposito na roa de Apollo n. 6, e praca
dftBM.Vistan.26.
Este Importante estabelecimento conHnfla'a
remecer aos seos innmeros fregueres do airo e
pero asaoeercrystalisado, em p e em pies, 1."
e 2.a qdahdades. pelo preco de 10 e 200'rs. a
ora, e do refinado a ICO, 120 e 140 a libra, seo-
do que em grosso o comprador tetS om descont
farorarel. Noe meamos deposito! tambera se
rende mel de assucar a 600 re. a caada, e car-
reo animal em p a preco commodo.
AS ISffiMKSUlM
luyas de Jouvin
chegaram no vapor francs para a loja d'agula
branca, ra do Queimado a. 18.
Lady Macdonald.
a. A loja de mtrmore
P rende para liquidadlo, por metade
y seu valor, ricos bonnras de reludo
cores, gostoI.ady Macdonald. A
ww? a***
Vende-te usa sitio a beinr da es-
trada de Saoto AntSo bem coafronte
ao engeaho Peres, distante detta cidade
2 leguas, com grande casa de vivenda e
com comraodos sufficieates para qual-
quer estabelecimento ou oflicinj, por
prco commodo: a tratar no pateo do
Pa raizo n. 10.
Novo destino do
torrador
$3Largo do Tergo%3.
Vende-ae mantega iogleza especialmente esco-
Ihida a 800 e 900 rs francesa a 640-s a 600 rs.,
assim como se torram outros moitos gneros, co-
mo seja, caf, arroz, azeile doce, relaa de esper-
macete.e carnauba, etc., ele, e te acaso alguem
duridar venda rer : a dinheiro i risto.
Debaieb
f.iso a
"i oaaon b earutrtr'
cimunBaKoi
86, rua das Cnizes de Santo Antonio, 36,
,r.ttftrte AlmeM*,soeioque foido armazem progresso, fez gciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedad que tilla com seu mano, acha-se de novo estable-
cido com dous ceiadqs armazen? de rnollfirdos, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Soum, e#oSr. PantoFerreira dSHvaV prmeirona fazao de Duarte A Souza, e oseirundo
na de UuarteAlmeida Silva: eetes estabelecin,entes offerecem grandes vantagens ao pu-
WfcM),nao8uaUijpezaeasse4ocom4uese acham.montados, como em commodidade de
precio, pois qne para isso resolveram o$ proprirjtarios mandarem vir parte de seus gneros
de
de
s
Um rico coarmTsma proprlo ptra recrelo das
familias ou algum estabelecimento limpo. par
chamar a aitencao des fregaezes, com 40 ristas
dae principada cidadet da Europa, jardins, etc.
etc. : a tratar na roa Direita n. 18, loja.
Chumbo
Vende-se chumbo de muaicSo, a dinheiro a
21$ o qointal, e arroba a 59500: no escriptorio
de Antonio Cezario Moreira Das, no Forte do
Manos, rua da Moeda o. 27.
Venda de loja.
Vende-ae a muito acreditada loja de miodezas
sita na rua da Imperatriz n. 82, aendo eetaem
urna das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualqoer principiante, por render-se com o
sortimento, de forma que o ooro comprador nada
precisar comprar ; vende-se a praio, conforme
se coorenciona i a tratar na mesma roa n. 46,
loja.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irmos, rua do Amorim
numero 35.
PH\R\CI\-B\l\THOLOMEe
Roa larga da Rosario n. 36
Rob l'Affecieur.
Pilulas de Allexou.
Pilulas aaiericanas.
Vermifugo inglez. *
Pilulas Holloway
Ungento Hollovay.
Vendem-ae globos para candieiros, e bom-
bas da japi, mais barato do que em outraqnal-
quer parte: na rua larga do Rosario, o. 34.
Loja de marnore
Novidades despachadas
para liquidarlo.
Para o bello sexo.
Mantos de aacbemira gosto slmiranta
Bruat a 20tf.
Hantirhaa de cachemira gosto prince-
zs Clotildes a 15.
Rondsde cachemira gosto Lady Mac-
don.ld a SO.
Ditos da dila gosto condrc de Joce-
lyn a SOS.
Casaaoa de dita gosto rainha Victoria
a SOj.
Ditos de dita goito imperatriz Euge-
nia a 20. *
w O melhor gosto.
9 Chapeos de palha muito fina enfeita-
m lados a travista a 12J e 14. chales de
toaquim a 12.15, 20.a5.30.35. 40, 45
50$. enleites de retroz e outras muitas
fatendas do malbor gosto passirel e por
baratissimos presos: na roa do Qoeima-
mado loja de4 portas de Ferrio Maia.
s
t.
s
Urna barcada.
Vende-ee ama bsrca?a do porte ffe 35 eaizas.
encalbeda no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintho Elesbao, ao p da fortaleza da* Cinco Pon-
tas, aonde pod ser vista e examinada peloa pre-
tenderes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar eom Manoel Aire* G
piche n. 14.
Ruado
oerra.n.ra.doTra-
n. 19,
Santos Coelho vendem
o seguate:
aa de cambrHa'hmca afollada, propria
brro, pelo barato prego de t$.
Leosoet de bramante de Unho grandes, a
3300.
Colchas de fustao de lindos la
Cobertas de chita a bneza a f
Lences de panno d rlp
Chales de merino;
lo prew de 40.
Ricor cortea a se
Ditos com algum i
coit*mio*B seda a r0|: na? Vola da
agtii* de otrro rn^do (^bga'.
Barat assim
abarlos e bor
nhoaa#awi
OTaaBaaT^
bal
br
Httra.
b linho
rer nao
SS^^J^ ^F^'MBnWrfclftfl08enn0 dadores quamandemaomenos aoaa encommanda. .'primeiravei.afim de ex^S
^f^^T!!!^^'^^f^'L^^r^fm'ao M Pwpneiario, Coreas para beta ser vi rem aquellas pesaoss que frequenUram nossos
s, por onde-reri o publico que venderaesbaratissimo, attendendo as boas
apreciadores destete genero que
esiabelecimenios, abaixo lrtoscreTmoslgumtsaic5e de nossos
qualidades de nossos gneros.
Mantega ingieza especisimetrte eteollhida a 800 rs. libra e em ,
inandem ao menos experimentar, serias de nada perderem pois ptra uso confn
r-ifIH. 6Za coe,hor do n,ercd 64 1'bra e em barris a razio de
C h nysson e preto m]htt *> mareado d. im.

Vendem-se bonitos e bont lengos, tatlbs,
fronhas, saiase camisas de labyriothoe e borda-
das, e ludo da cambraia de linho e esguio, e os
melhores bicos e rendas da trra para toda a obra
que se precisar: na Boa-Vista, rua da Haoguei-
ra n. 11.
Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba de recebar nm bel-
lo sortimento de mui bem tecidas aspas rfara ba-
lo, a as etti rendando baratamente a 160,180
e 200 rs. a rara ; quem precisar dirigir-se com
dinheiro dita loja d'aguia branca, rua do Quei-
mtdo n. 16, qae aera bem servido.
Cortes de vestidos
por metade de seu va-
lor, na loja ao p do ar-
co de Santo Antonio.
Vendem-ee cortes de phanthazia com babados
por 109000.
Ditos de lia a seda eom babados a 12#.
Ditos de tarla tana brancos bordados a seda a
109000.
Ditos de cambraia e seda a 109.
Manteletes de seda de cor cem pequeo mofo
a 590OO.
Gsmisinhai bordadas para seuhora alff. 29 a
30f. >
Enfeites de flor a 19.
Velludilbo com Dores, corado 600 rs.
Potassa da Russia e cal de
porcao a 750, recommenda-se aos
confirmamos o que levamos dilo.
600 rs. a libra
29 880 e em porcSo ter abatimen te, e a llanca ce a boa qu al idade.
mSUntO fiambre o^.tasakmrgima. 900 r. .Ubapor,i..800m
rreSUntOS porttlguezes viudosdo Perlado Wt partlcA, a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa.premiada as expsitas universaes de Londres e Pars a lWOO a Uta.
Caixas com estrelinha pevde e rodinha 7Mo. eah.. soo r., n. e poroso tere abatimemo.
Latas ae ameiXas fnaewM eom cinco libras a 49000 e 190O0 a Mbra.
Passas emcaixirJusdaolto libras, as melhores do mareado a 29000 e a 400 rs. a libra e ctixa da urna arroba a 700p.
Bspermacete superior t m n. m oIx,, a no ., libr,.
Conservas francezas Dgiezas e portnguezas ooo e soo rs. o frasco.
f ll^L 9?tl,*an!' 'to**m a 800 rs. frasco tfianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Vinho ,>0laX1Iina de S0da e diversa, qualidadea, a muito nova a 1JM50. e grandes de 4 a 8 libras de 29500 4*500.
a Mr/a8ral?a?i.d* Prl* V<"> ***-V**, nctar, Carcavellos, Madeira secca, Feitoria e Camones a 1200 a 19300
a *? a auza.
VinHO em pipa proprioa para pasto da 500 a 600 rt. a garrafa ede 39800 a 49800 a caada.
Latas eom fmetas de todas as qualidade. que ha en Pprtugal da 700 a 1000 a lata.
rnr?tM CaiXaS d* 4 8 HbrM a meIhor q P ^onntnias em frasees de 1 1,2 a 2 libras de 19600 a 89200.
Cat A* D Xe SaVe^ PMC jjaie ao ttio 0 melher que ha a 240 rs. a libra a a 280 rs. o lavado.
Vinaoro 6 amenl0a eoin 2 ,lr" propriw para mimos, por serem muito bem enfeitadas e desuperior qualidade a 39 cada um.
Cominh braDC n,dh0'qUe te,n08 ,id "* n"rM*> ** "' *garri,t e lf 56 c""a'
Vinhn R e erVa aCe os mais novos que ha no mercado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eeva doce.
limo oraeaux de boa qualidade a 800 e 19 garrafa e de 8*500 a 10*000 a duii*.
Fieos nnvnate ** ^ WM ^ d mais acred,tado utor de Lisbo ** Pr m vez a nosso mercado, de 1 rt280.
rif'.?a 2? ~t;5hM de *'6'9* Hbm P?'108 P"1* ^n"". PO' m** muito bem enfeilados de 19500 a 4 ea400 rs. a libra.
Cervejas das melhores marcas 6oo.^rrafa. 59000. ds. d. branca.
Vinagre puro de llSboa S40 r.. a garrafay.19i.50 acanta.
DOCe da gOaba da Casca em caixao 1 efem porfi a 900 rs;
Azete doce purificado 800 rs. a garrafa"e 99000 a caita eom 12 garrafas.
trOgnac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUIJOS SUSSOS chegados ltimamente 600 re. e em pOreao teri abalimenlo, afianea.se a
Genebra de HoHanda OOO rs. o frasco a 69500 a frasqueir. com 12 frascos.
railtOS IlxadOS p*-. dantas a 200 e 160 rs. o maco eom 20 macinhos, e flor a 280 re.
dem dO gaz 3*000 a greza a 280 a duzia de asilas.
Chocolate 0 mais superior que temos tido no mercado pohugue*. hespanhol e franeez de 19 a 1*200
Azeiionas ,s melhores e mais novas qoe tem vindo a nosso mercado 19200 ancoreta do
Ainendoas ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e aot porcao tara a batimento.
AipiSta mais limpo que tem vindo ao mercada a 160 rs. a libra e 5*000 por arroba.
A em dos gneros annnnciados encontrar o publico um completo sortimento Je tudo tendente a moldados.

boa qualidade.
a libra..
Porto, e a 29000 as de Lisboa
Bonitas carxinltas
com visporas para entreteoi-
mento.
iS*.b.8,deh'g" p,r a lfc'atain branca bo-
nitas calimbas de madeira ATintas caas vas-
poraa^tendo 8t carUs. e as pedral IWIu t
atoaos os lados, o melbor aa 4 alaal m u
genero, e coala cada ama eaixioha 39, Mtrae
cobertas de aarroauiai. a a cbiaesa, e eaiJW traa-
lld.de, a *, 1|500 1|; a uSP ^X%
por isso dirijam se com dinheiro I raa ae Qaai-
mado, loja d'aguia branca a. 16, qae serie bem
aerridoe.
Preciosos
extractos para leos.
A laja d'aguia branca acaba de
aua propria encommeoda, laee e
tractos desovo* a escelbides Hkefroe .
sejam, im pera tra. B. Jinaaria. IX Pra>ei*ee. bm-
rechal truqaet Real, dito avori, eile dos Alaes,
dito doTrianoe, etc., Je., ale eeeaaaeada eera
o eattaare) extrarto de aaae.lo. lia*sebe, M
freguezea que manidos de tftebeir* dirrgirem-fa
i rae do Oeeim.de, roja d'aevie bvaeca a. ff.
acbarao baratera, agrado e sinceridad*.
. mus
sortimento de enfeites de flo-
res para casamentos
e bailes.
A loja d'agaia branca acaba de despee bar
Hade aoftimeoto de enfeites qae de saa. propria
encommeoda maodoo vir pata rraameet bai-
les, e sem medo de errar, pode-se dizer qae aia>
os mais pareitos e delicadas qaa al aaera teaa
rindo, e esas rerdade seri coobaeida por aaaeliw
pessoas que a. bem apreciar o bom : a pesar ele
todo r endem-se baratos em proporcao a pe (etc.*
delles, aendo a diaheira vieta ISA 149 a l
laso na raa do Qaeimado, loja d'agaia branca Be-
rcero 16.
Soaball Mellors & C, tanda reeabile r-
dea para vender o sen crescido dapaaite derslo-
gios r(sto o fabricante ter-se retirado d* aes-
cio ; convida, porlaoto, ispessoaa qae qaixarem
possuir um bom relogio de ouro on rate do ce-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ee da ap-
portonidade sem perda de lempo, para vir caes
pra-los por commodo prec,o no aea eacriptorio
roa do Trapiche 0.28.
attenoo.
Ha raadoTrapichen.46,ameasa data r a
Rooker &C. oziata am bom sortimeate delt-
nhas decores e branca a* mearratei a do malbev
Bbricantedelaglatarraaaqaaea se vaadom pe*
drecoa mairazoavoia
O rival sem segundo, pa
rua do Queimado n. 55
de fronte do sobrado no-
y, est vendendo iodo
bom e baratissimo.pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran), a saber;
Canirete para aparar penna a 8#
Ditos com 2 folhas maito tinos a 3M
Frascos de macact perola muito fine a 2H
Dito de oleo maito fino a 100
Tranca de lia om 10 varas, bonitas co-
res a 20$
Franjas de lia eom 10 varas, bonitas co-
rea a gej
Sapatos de tranca de algodio a laota)
Ditos de dita de laa a i$399
Calzas com iscas para charetos a 09
Cartas da alfinetes sorlidos francezes a
Caizas de ditos ditos a 80 rs. e
Escoraa para limpar dentea multo" Seas
200 rs. e
Duzia de facas e garfoa, cabo preto a
Massos com grampas mallo boas a
Cartes com clcheles a
Ditos com ditos de superior qualidade a
Dedaes de ac para senbore a
Sabooeles moito grandea a
Apitos de chombo para eriaoca a
Rialejo para manios a 40 rs. e
Ecuadores para vestidos, muito gran-
dea a 60 rs. e
Sapatinhos de lia para meninos a
Ainda tem urna raried.de da arlaesse qaa se-
ria enfadonbo menciona-las, pois so i vista feo
se pode apreciar as qualidades e os precM.
Bicos de seda*
Bicos; rendas e labyrin-
tbos das libas.
Aleja d'aguia branca acha-se recenlimente
prvida de um bello sortimento de finos, alvos e
bonitos bicos de seda, e das diferentes larguras
di 1 dedo at mais de 112 palmos, a os baratos
presos por que se esto rendendo animam ao
comprador: assim como os fortes e muito dura-
reis bicos, rendas e labyrinthos das libas, igual-
mente baratos como coohecer o comprador,que
munido de dinheiro, dirigir-ae a rua do Queima-
do, loja d'aguia branca n. 16.
A 29Q0O o caite
de cales* de meia caaemica escaras de urna s
cor: na rua do Queimado n. 22, na loja da
Boa-fe.
Figas de coral.
Ultima moda.
40Rua do Qneimado40
Rico, masgaitoa de cambraia bordados a balo
o maia superior que ha no mercado, vindo no pa-
quete (ranees da 13 do corrale mes, granee
sortimeate de chales de merino de todas as oea-
lidadea. "
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas,
lanto pretas como de cores a 500 rs. : na rua do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Cal de Lisboa.
Vende-se da ultima ebegade, e de auperier
qualidade:; no maito acreditado deposito da roe
de firam n. 66.

No bem eonhecldo a acreditado deposito da raa
da Gadeia do Beetfe n. 12, ha para vender a var-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, aasim como tambera cal rirgem em
podra ; tudo por precos maia baratos do que ao
I
na
A-MW-IMI
RM&eawllaN.Y.i.42,
Reata estabelecimento contina ahavarum
JaiparaeoganU^ichiMsda vapor etaixai nua 240ra,,0 f^^V,$}&,
te ferro batieo e eoaao, de todos o. teman boa de aeda a OO, 32 200 rs. proprias j
para dito,
Oleo e bnha iiliilocome
e outras qualidades,
L1*/ffcaJ<,,**DW *Agi ^enalittnm
ove-eieile eorrWeoto d* ole e-banba Onfloco-
mr d catres 'saberiie quaMdades, lodosive a
cuja Htrvtaatt eeatidaee- -rtbemTeonoeeida
aaaim como a mdadeira tnnapvrente ; quem Manoel
T* rea de
Met
. T>em seavWo ; advertiDeo, fatreae. qM aa ira toas
vio todos marcados com o rotniorOeaU* foja.
A loja d aguia branca recebeu urna pequea
qoantidade de bonitas e bem acabadas figas de
coral, pronrias para enfeites de cnanca, de re-
logios, e mesroo para as voltea de coral, e as est
vendendo a 19500 cada urna ; quem se demorar
nao as achara m.ls em dita loja d'aguia branca,
na raa do Queimado nnmero 16, nica parte aue
as tem. H
Attenijo.
Vende-se por com modos precos um grande a
rico coupg de loxo, lindamente oreado, e com-
pletamente arraiado, e um cabriole! bem prepa-
rado, mea sem arreios: quem pretender poder
?er e examinar oa cocheire n. 26. 00 largo de
Paraso, e tratar na rua Nova n. 25, primeiro
onudr*
MniBlUS
M 44, teaoarawoBrias para aparar onhaa
Liabas de carrata a 80 re. na loja do biwdi
* coslur,
nhora
^atrfan
nwreafca #ja., cartdeede aanetea a. js^-Hk. L?'J^^J**c*,'- "q. 5
fi&^isirjassaa c*na dr M^ior
Jeaja*u>MBri|fcasoe aafrilB 4e ara,
w. venceiinadaataAee e A, easaasa
W ------------------- w6a
oenoo gmlmnaa nriiraiin *a^ uma >.*yjinD> t
de seda hm aenhdaa. vlfJM re., rio
Retroz em carreleis
para coser-se as machinas.
Vendem-se carrejis com retroz de cores, pro-
prios para as machinas a 320 cada nm ; na n
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
N. O. Bieber & C, successores.rna da Crui
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro e prata.
Nova exposico.


A loja d'aguia branca
retaban tan bem novaa lavas de fina pellica, en-
feUaeaa, para casameatos. assim como lindas ca-
peUss. Aeommodieade doe precos j bemeo-
ohecida pee aeaa bons fregaezes, e ser mais por
aquellas peasoaa que de novo e qaizerem ser da
dita loia d'agula branca, aa rua do Queimado Ha-
rnero 16.
Vende-ae om gaarda-loaca em bom aso,
aaaim como algaas trastes de casa ; a tratar na
travesea do Versa a. 13.
Na botica de Borges & Soares,
na praca da Boa-Vista n.
; 24, esquiaa da rua do Tam-
bi, vende-se o seguinte:
Agua iaglesa de Lisboa.
Xaroea de Lamouroax.
Coofeitaa de lclate de reno.
Paesphate de ferro icrluvel 4a Ltras.
Pilubrs de Blancard.
Ditaada Wallet.
Pdapara eaatar formigaa.
Seringa ee gomma percha para clyaler.
Mamadeiras de vidroa para criancas.
Ibrope da enrato de mito de CnaMe.
8Menila pera fingir cabellos.
S^*<*aalBBllliaajy^
MisiraVeellrav. oj anoVM
Rua Nova n. 20.
Riquissimo sortimento de catileriss em todo
o genero, assim como um riquissimo sortimento
de loaca de porcelana para cozinha, riquissimo
sortimento de metaes, riquissimo sortimento de
miudezas, e outros muitos srligos, que com s vis-
ta do comprador se poderlo apreciar : na rua
Nova n. 20, loja de Carneiro Vianns.
Bombas de japy.
Rua Nova n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Canos de chumbo.
Rua Nova n. 20, loja de Carneiro Vianna.
lisa
Renda
de fil.
Vende-te renda lisa de filo propria para cascar-
nlbas da vestidos de cambraiaa e outras obras :
aa rea de Queimado, loja d'aguia. branca n. 16.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Peehincha nunca vista.
45Rua Direita45.
Grandes coaros da boi, inteiros, de lustre, de
25$ a 35A.
J chegaram

e Cuaba* im d OAetaado a* le\ pees qM e qaeabMaeA
bhMh
fasesipors)
$mv mu-
do
s interessantes estamrjas, a morte
jtitto, e a morte do peccador.
Da lo^a d'agaia breas* avesaMe aea aenhoras
revareaaaa e cuicas peasoaa qae aeaiaea oaooaa-
miAlirindo- ajaaado aaaae MUraasaataa aatampaa, qaa aUaa
JUa aatje^ ,c,b.B decaegar. e qeem staasaa
Ml&Si^l&t^^JS&t0*?***!*' "* *ennlce-. per mea doejt
1^E$"STm^il^^''' ^I 1iqMr parte ; a tratar no eserintorio a
^agrlpterlo de Bailar aoUvejra, ruad* AntonicCetario Moreira Das, no ForlOVltW
tiaejanxiiit. rul da lloeda 2T.
ice)
100
10
Esc rayos fgidos.
Escravo
fgido.
No dia 21 do correle egio o malato eacravo
de nome Luis, conhecide por Luiz Moaiaira, ee
idade 22 aonoa, pooco maia ea manea, baataate
alto, secco, bem parecido, peraaa cea*priesa, cae
clara, cabelles cacheados a 4 canete, 4 aaVtal
de pedreiro, pintor e calador, e escravo de me-
jor Antonio da Silva Gusmio, morseer na raa
Imperial : prtenlo rogs-ae as aaioridades pali-
ciaes, assim como aos tenborea de eefleanee -
proprietarioa aonde elle (or trabalaar, iaiitaUa-
do-se forro, tanto aeeta proviada caene asta dale
la, que o faca prender e remellar ae seatedite
tenbor, que pagar todas aa despexas, anata ce-
rno a quem o conduzir.
Attenco
Na noite do dia 21 do corrAte (agio de padec
do abaizo asaignado o seu eacravo maleta de je-
me Jeao, esUlura alta, cor clara, de Idade 25
annoa, representa ter maia idade, oleas gi anden
e viros, cabellos crespos e bem aparadae, cent
principio de barba no queixo, pesgraadee. dadee
dos ditos abarlos, anda am paaeo car cavado, e
de bracea abertos, natural do aettle de Apadi da
provincia do Rio Grande do Nortes marada
neata praca ao Sr. Joao Cbrisostomo Braarra Ca-
ralcDli de Albuqoerque, morador aa |
cima declarada ; o dita mnlato leVea
de couro de carneiro, orne rede e diva
de roupa de seu uso :'roga-ee a todas aei
dadss policiaca e mais peasoaa qea o caca
de epprehende-lo e le-lo d ram da Matriz i
Boa-Vista, sobrada n. S3. qae serte bam recaen
pensados.Joaquim Francisco Franco.
Fugio do engeaho do afeaba aasigaada, no
da 13 de dezembro de 185, um oleeaacrienle
por nome Jlo Gregario, idade de 20 a 24 sanan.
bem pete, altara regalar, alegre e refri*., ala-
cio de carreiro, o qnalloi pree aa Babia ees Fa-
vereiro de 1PT30. e remettido neta ritnimbaee
em om vapor, d'eode lornoa a Pagir, eepple
ae estar na Babia ; roaa-ee ae aaoenMiOis pnal
aleen e aaprlia. eVee^rTet. er i.fp.^.1SO mTm
o remettam para Per asas baco n anAnenn ee> Br.
loio Pinto di temeeitnter, a qae pegara
qner despasa
Uaat>etreo de l*aarle I
- Nodis8do crrante i
lato de nome Manoel, de I
elo ff aTamaoguape, pro;
(irte, para ser v
rer Doticia, pode dirl
7, loja de azendas de
tr leneroamente r


(8>
Litteratursfc
PA0UK4 Z
awii m uuibiqo) mbovucbda h novamo e ma

o galanleio, res-
a phrase com o
.. mas... Era so-
que desejava (I-
QUEM COVEUU.
rdido, Paulina 0. Sr. Galrv, aim-
nislrsoar dos fundos secretos,chamou-me hojea
sua casa para rae coafossir qua extraviara qui-
nt^eotQs, qitl fraocos dos cofres, e disse-me no ses-
mo acto que era aiister .que eu me declaraste o
roubadof diste diuheiro, ao pr'azo de virtle e qua-
tro horas. Amaahaa pel maoh.ia devo levar-lhe
urja papel escripto pelo met pnobo, e cujo con-
teni da sua lana, era que me declaro ladreo ;
e sahir immediatamenie de Franca com sessnota
mil fraocos de mais e a hoora d raeoos. Caso
contrario, (re de ver acabar meas din encerrado
n tira careare de Battilha. P-j
Assim fallara Nicolao Rosir a ama pobre or-
phaa ; que 01 condes de Orn, por caridsde, ha-
viam recolhido en su eaa. Amiu Paulina (era
este o seu nome) o mogo com todas as reraa do
corceo, e leve piedade dalle.
Coragem meu bom Nicolao I coragem, e
deixa que eu coopere com e asea fraco auxilio
para a rehabililago da la innocencia. Agora,
volta pera casa do ladrao, e coalla era mim.
Quaodo o mancebo sania, entrara o principe de
Soubise. Achava-se Paulina aioJa bastante com-
monda palo que acabara de ouvir: a inlignagao,
o amor, a colera o desejo desairar Nicolao, lu-
do isto reunido. Ihe cuohava oas feicoes altera-
das por este mixto seniimenios dirersos um en -
canto ooro iodiscrevirel. Nunea 0 principe de
Soubise a vira 18o formse.
Sanio Oeuil como est bella e quinto fol-
go de nio encontrar em casa o conde e a con-
dessa !
Paulina affeita i constante galarantis do prin-
cipe, pareca agora nio o escutar, tilo preoccu-
pada .a ti com a desgrana de seu amante.
CommorUa e indignada como estara, a costo
reliara oa olhos as lagrimas que Ihe treparara do
coragio.
Gomo o principe renorassa
pondeu-lhe ella, secundando
gesto :
Perdi, seohur, perdi I
bre um assnmpto bem grare
lar-lhe. Depois, crarando os olhos no rosto do
principe e com inspirada rehemencia, oppoz ao
fado do que Ihe coniira Nicolao Rosir:os
fundos pblicos delapidados ; um honrado mogo
accosado desta aegio infame ; o rerdadeiro ladrio
subtrahindo-se instiga ; e o innocente perdido
para sempre!
To bem se houve na exposigo da sua causa,
que ao acabar, ficou o principe profundamente
coenmorido.
Qoao feliz eu seria, senhor, prosoguiu a
orphaa. se por ria do rossa alteza se ministrasse
juatiga ao innocente e ao culpado I Seja o seu
protector, rogo-lh'u I E uniu ambas as mos com
gesto mpplicante.
Relirou-se o principe immediatamente, gem
esperar a rolla do conde e da coodessa de Orn,
e foi ler-se com a Sra. de Pompadour.
Estar esta senhora 00 toucador, oceupada em
governar o estado, quaodo entrou o cortezao.
Nao ara j a rapariga no esplendor da jurentude ;
mas Jim a nobre damaem todo o rigor da belle-
za physica e do brilbanlismo espiritual: era a
mulher idolatrada de Luiz XV. A F ranga, ento
monarchia absoluta, dobrara com summu prazer
o joelHo, ante esta senhora, que nao sbu3ara
muito do seu poder.
Era o principe de Soubise mogo e-bello gen-
til h03iem, ralenle e galanteador demais, talrez,
para urna poca cuja feico caracteriilica eoosis
ta na brarura e no amor, ornis assiduo e
empenhado cortezao da Sra. de Pompadour. Re-
presentara elle ao p desta grande dama, um
desses papis que oscorWzaos represeatam e re-
presentaran! sempre junto das magestades feme-
ninas: o de homem apsixonado que se nao
altreve a fallar do sen amor. Este mixto de pai-
xao e respeilo sortiu bom effeilo no animo da Sra.
de Pompadour, que o recebeu sempre com to-
das as mostras de sincera amizade, e desvelado
acatamento.
Eis pois o principe de Soubise contando por
sua rez, 6 marqueza, a nefanda aegio de Gatry,
o enorme roubo e a insidia armada innocencia
00 seu protegido.
Idntica commogio que momentos antes tur-
bara Paulina expehmentou o principe, era qoau-
to contara a sua pequea historia ; e nao tardn
que a Sra. de Pompadour della se risse possuida,
quando o cortezao termioou.
Que me diz principe 1 Eise Gatry um mal-
jado I E... Ea marqueza deixou desusar pelas
faces duas ou tees lagrimas o mximo. Cootara
eolio (finta anos, e nesss edade iacham os olhos
fcilmente se se chorar mais lempo.
Despediu-se o principe, e a Sra. do Pompadour
foi ter com el-rei, que Ihe achou estranho o sem-
blante Que lem Autontetla? (Era assim que
Luiz XV a tratara.)
A Sra. de Pompadour conlou ao rei o mesmo
que o principe Ihe contara, dramatizando o mais
que pode a sua narrativa.
El-rei, cansado de ourir todos os dias histo-
rias mais oa menos ridas, conformou-se com
esta, que so affastara um pouco do commum. e o
chefe da polica, recebeu ordem para esludor os
negocios do Sr. Gatry.
II
Era noite. Abysmado em funda tristeza, es-
perara Nicolao o aia seguirte, bem resolrido a
nao copiar a caria de Gatry. Sbito batem por-
ta. Um official de polica entra pela casa dentro
e o intima para Ihe entregar o nefando rascunho.
Na obscuridade da ra rja-se muila gente arma-
da redaodo-lhe s sahida. O mogo aprosentou o
papel a tremer ao official, que se retirou imrae-
diatamente. Mas, 6 sorpreza Gatry foi custodia-
do, e ao mancebo concedida a liberdade ; e nessa
mesma noite confundido o Iadrio, em face da-
quelle documento, implora vade rojoao lugar l-
ente criminal, misericordia para a sua familia.
Na mesma noile anda, introduziram o mance-
bo junto do Paulina que nessa occasio estara pa-
ramentada para ir a um baile, e s6 tere lempo
par Ihe aperlar a mi.
Ao eocontrar-se no baile com o principe de
Soubise, sorriu-lhe a donzella de um sorriso gra-
to e meigo, e murmorou ao passar por ao p del-
leoorioada De bom grado deixou o cortezio
o baile, anda em comego, pira ir agradecer
ira. de Pompadour, e esta logo que o principe
roltou costas, foi procurar o monarcha aos seus
aposenlamentos, e obrigou a coofessar a esae ad-
mirarel egoisla, o rei Luiz XV que nunca elle
sentir tanto prazer na pratica de urna boa accao
como na que acabara de fazer.
No da seguinle era do dominio publico lodo es-
to negocio, e nio se fallara n'oatra cousa.
Nesse dia, tambem, dtzia Paulina a Nicolao
Rosir:
Conrir-te-ha o lugar do Sr. Gatry ?
Nicolao esteve pata fazer o sigoal da cruz, tio
mararilhado ficou do bom conceito quo delte fa-
zia a sua Paulina.
Dias passadoi, achando-se a menina de Pona,
ou se melhor qulzerdesPaulina, em um collo-
quio com o principe de Soubise, noramente Ihe
filloa do seu protegido.
Dei-lhe eosejo de pralicar urna boa accao e
V. A. nada fez anda por elle 1 Porque nao ob-
tem o lugar de Gatry, agora rago, para esse hon-
rado mogo?
O priocipe de Soubise escrereu o nome do rir-
tuoio rapaz 00 seu livrioho de lembraocas, e no
mesmo dia fallou da preteogio de Paulina i Sra.
de Pompadour, que lerou ao coohecimeoto do'
monarcha, o qual escrereu pelo seu proprio pu-
nho, que fazia merc do lugar de administrador
dos fuodos secretos ao Sr. Nicolao Rosir.
Tornou-se pois um persooagem da pocha este
Sr. Rosir I Fra-lhe dado um magnifico e ren-
dozo emprego, o toda a gente soube que el-rei os-
crere piloaeu puoho, e todo por inteiro, o nome
do mancebo.
< Niogoem poda pois-explicar a fortuna de Ro-
sir. Claro estar que era protegido por alguem.
Mas protegido por quem ? Neste barranco irope-
caram aa oais audazes conjecluras, e nioguem ia
mala longe. Por outro lado em nada prejudicava
um tal mysterio ; a considerac.o que de da para
dia ia elle graogeando ;. bem ao contrario : em
Tez de apa protector daram-lhe qualro e cinco,
escollados a eito das primeiras notabilidades, e
entre aa qoaee figurara mui honrosamente a Sra.
de Pompadour. Qnanlo a jte, ftu d se rer fe-
liz, vina rlda folgada e salufeita, abandonndo-
se ora is olhadellas das raparigas sequlosas de ca-
samento, ora aos mnelos e affabilldados das
mies dellaije laboreara com dobre aatlsfagio do
amor proprio, na iriumpho, e os crditos que'
goaarBf'rea |ote proba com quem manlioba
reUeofc. Depois eooUr sui irmaa aulint (a
orphia usim tratara) qnanto Ihe acontecer a res-
pera, acresceutando sempre que "entre tedas as
mulheres, que rtra, nenhuma Ihe parecer to
formse de corpo e alma como ella; o dizoido
jalo beijira-lhe respeitosameole a ai*.
Um dia, depois de ter awistld* ama n
Rosir a um jerdim publico, aooa tinha
orna festa nocturoa, e ah, por um ?cao q
custou qaro, traou conliecimenio comma
riga chamada Julieta, Qlha de um eocadernador
da bibliotheca.
Era Julieta urna geftrl'mc^uil de desoll ar>-
nos, morena, buligosa, e sobre lulo- ranceza dos
bico dos ps t* a poota TJos'catelH. Um In-
glez addffo ijemkaixada I lie servia de parceiro
naquelte noite'tio fatal pVr o maaoabo, coa
para o diinte s rer 1 '
Sir Drown era um loglez da gema, um Inglez
do bom tempo Tos Inglezts. Enamoradiaaimo do
seu formse par, portara-se este senhor como um
rerdadeiro Demorado ; isto como nm inlorora-
rel impertinente nio deipregando aunea osolhoa
do rosto de Julieta, dangando sempre com ella,
trigesteando pelos cantos aes ioterrallos em que
se nao dangara fiqalmeote, faaendo-se Francez
lanto Ihes promeliiam a sua ex<]utslta figura, e
excntrico carcter. To lora sahiu. poroto, dos
seus eixos, lio longe lerou a impertinente cr-
lezaaia, que a menina Julieta enfadada, e arre-
ciando escndalo, tomou a deliberacio de ir pe-
dir a Rosir para ser o seu parceiro o resto da noi-
te. Como homem cortez que era, accedeu o mo-
go sem se fazer rogado, offerecceu-lhe o brago, e
ei-lo dangando cora ella ; porm sempre cum
granle fleugraa, rerdadeiramente ingleza. Olr-
se-hia que os caracteres se hariam trocado. Sir
Browo feito de fel e vinagre, a alma requeimada
de ciumes, flammejando iras impotentes no olhar,
barafnstara aa mente escandecida pelo ciume,
um pretexto para provocar o mancebo. O acaso
Ih'o ministrou. Quando Nicolu Rosir se cao-
sou de dansar, reiu sentar-se debaixo de urna
dessas alamedas de folhagem, que tio vulgares
sio nos jardins e passeios de Pars.
Gomo o caso foi, nio sei eu dizer; mas o facto
que debaixo da mesma abubada de verdura se
reuoiram muitos Ioglezes da embaixada, entre os
quaes estar sir Browo. Esta, toldadas as ideas,
pelos vapores do rioho, tomou o ruim partido
de fallar virulentamente contra a pessoa de el-
rei, contrs os ministros, contra toda a gente, o
e por fita contra a Sra. de Pompaduartermi-
nando o mal jaguejado arsnzel, por dizer que as-
saz poli Jo fora o gabinete de S. james em enriar
a Pajis um homem como lord Albermarle ; que
a primeira costureira de Londres, era suficiente
para desempenhar esta embaixada ; e que s i
sua parte conhecera elle milhares dallas muito
mais formosas do que a Sra. de Pompadour I
Nicolu Rosir que era o rapaz mais ingenuo
do mundo, ouriodo tratar por tal modo urna se-
nhora que tinha para si como a rainha das bellas;
que fora sua protectora ; e que alera disto era a
amante do seu rei ; tomava em consideragio Nicolao Rosir, pois
nao Ihesoffreu o animo ourir a sangue trio urna
tal enchurrada de insolencias, e estar j como
S. Lourengo sobre grelhas. Abaodonara-o a pru-
dencia de que al eolio se revestir, e nio se
podendo mais comer, mediu o loglez com um
olhar irnico, e chamou-lhe insolente.
Para justificar a apostrophe, relorquiu-lhe este
com um formidarel piparote no nariz.
E demasiado: Nicolao Rosir retrucou-lhe com
o mais rigoroso e alentado murro de que nio ha
memoria fosse dado egual nos quatro reinos (nio
unidos) de Irlanda, Escossii, Iogtaterra e Franga.
Ao erguer-se, (por que sir Brown cahiu) o In-
glez tirou da espada, e o mogo Francez fez outro
lanto ; empenhou-se a lula, e Nicolao Rosir re-
cebeu urna famosa estocad debaixo do brago,
que Ibe mergulhou bem funto pela carne a den-
tro. Ergueram-o da arena, e cora muito esforgo
conseguirn) leva-lo para casa.
Es'.ava pois ferido o pobre Nicolu, e ferido de
um tremendo golpe. Ao levantar o primeiro ap-
parelho, lamenlou sinceramente o cirrgiio a
brutal violencia dos Ioglezes, e disse que, se del-
le depender, dentro de vinte e quatro horas nem
um s passearia pelas ras de Paris. Rosir que
soffria dores atrozes, travou da raao do facultati-
vo, e afiirmon-lhe que antes de tres dias seria de-
clarada a guerra a Graa-Bretanha. Ao ourir is-
to imaginou o cirurgio que o pobre moco deli-
rara com a febre.
Mis, quem poder fazer urna idea da indigna-
gao que se asseohoreou da alma de Paulina ao
rer o seu protegido, seu irroao, seu idoto, o es-
poso que architectara de esperangas, tio cruel-
mente tratado. A Inglaterra desde entio com
raacorsem limite, e a pobre creaoga ambicionou
nesse momento ciogir urna corda pelo tempo e-
cessario para pdr fra de Franga todos os Iogle-
zes. Tudo quanto se teotou para elle abraudar a
colera foi era balde : a propria historia do Julieta,
que Rosir to francamente Ihe nsrrou, de nada
serriu para Ihe aff Jgentar da idea os mil projec-
los de rioganga que nella gorgulniram. Entre-
tanto, o mancebo que eslava ferido debaixo do
brago e no coragio, jurou aos seus deuses que tio
depressa exprimenlasse melhoria na saude, ria
tomar urna satisfago em regra ao terrirel sir
Hrowo.
Eis Paulina de noro contrariada com esta no-
ticia. Como evitar o desafio ? E demais, Rosir
exige que a Frauga rompa com a Inglaterra ;
prometteu-o ao cirurgio, e nio bem que tal
promessa fjque s em palavrasl Mas como le-
ra-la a effeilo".'! O caso complicara-se.
No momeulo porm em que mais intrincado
ria este negocio, e que neohuma sahida airosa se
Ihe anlolbara mente, annunciaram o principe
de Soubise.
Paulina respirou. Atraressara-lhe o eerebro
ama idea, idea feliz, que mister por em pratica.
III
Saber, principe, disse Paulina, que esse po-
bre mogo Nicolao Rosir, brigou hontem por V.
A. E n'um momento ficou o priocipe inleirado
de teda a aventura : que Rosir desembaiohara a
espada em defesa sua e da Sra. de Pompadour,
indignamente insultada pelo pessoal da embaixa -
da ingleza.
Encolerisado pelo que acabara de ouvir diri-
gi-se sem perda de lempo ao palacio da corte-
zas, e como profundo coohecedor da mola real
do coracb das mulheres, conloo-Ihe a historia
dos niAares de eoslureiras de Londres mait for-
mlas do que ella,
Tres dias depois recebia a embaixada os aeus
passaportea para traaspor a fronteirae eis como
se declarou a guerra.
Quaodo Paulina tornou a rer o principe, sau-
dou-ocom um amarel sorriso, felicitou-o do co-
ragio por nao haver recaado anta a Inglaterra ;
e acreseentou depois;
Bem segura estou de que o ptincipe se nao es-
quecendo que por V. A. derramou o seu sangue
e arriscou a rida : fallo do intrpido campeio da
Sra. de Pompadoar, do pobre Nicolao Rosir.
S. A. que nem se quer ainds tinha pensado em
tal, respondeu menina de Pona que momentos
antes solliclara para elle pergaminhos de nobre-
z e a cruz de S. Luiz. E para nao ficar por
mentiroso no cooceUo dePaulloa, enviou no dia
segrate ao Sr. Rosir (d*ora arantede Rosir)
o seu diploma de caralleiro. e cartas de oobreza.
Nao se fez mister de mais que enxertar o Sr.
de Rosir em urna rergntea da reina nobreza, e
isto rol obra de um habl artista herldico, que
n um pice desonbou urna famosa e copada arro-
re genealgica, a cuja aombra ae espanejara mui
alegremente o Sr. Nicolao de Rosir, caralleiro,
bario de Roserie e outros lugares, etc. ele;
IV
Completada a fortuna de Kosler, reitera a fa-
zer a de Paulina. Escorado na sqa nobreza, nio
necessitava j o mancebo da ajada alheia, nem
de protecglo: agora estira no caso de se prote-
ger a ai mesmo.
Espantado o carlea! de Bernis, homem que se
coohecia em acasos felizes, dos rpidos progres-
sos deste mogo, oblere aiodi de el -rei a graga de
elle ser nomeado conselheiro da corea.
Acreditando o manetbo derer mais este obse-
quio a Paulina, no dia seguinle ao da sua 00-
meagao, foi-lh agradecer. Responden-Ihe po-
rm a dootelia que desta Tez ruda ihe devia;
qpe elle nio tinha feito mais que roer com as
suas propriaa atas, e pedio-Ihe se elerasse a
boa abo, jaque a fortun (arorecia. Rster
assim Ih'o prometan.
Emqaanto ambos onlretinham este dialogo,
n'om ngulo da sala, deu eotrada a condesas do
Slatemberg pelo braco de seu marido.
Sanio Deus I exclamou Nicolao, que formo-
sa que a coodessa I
Santo Deus 1rompen qaisi simultneamen-
te Paulina.que magnico rea qae ella tras I
E eu que nao podere ter nunca um egual, meu
bom Nicolao'
peratriz rainha, na
nio tere! a rentara
resmangou comsigo
o toada destare
Mara Therae* na
a Parle para nefooter
^^ksfeorte, contra o
_ oRleal -de nenie, a Sra.'de
e lodos os estadistas do paiz, erara cootr
asta allnnea, par motives, qu* a historia
porm toi aooirtecia assim com o co
de Rosir.
Ao eixar Paulina, o nosso conselheiro foi ter
com o cmbaixador d'Aoetria, a ihe perguntou
gaai ingenaasaente, te era possirel obter a todo
Porque so ha
tres no mundo: este que v5s,
prego usa ru codo o da embaixatrlz, sua es-
asa.
Respoodeo-tha o eaabalxadar: tio impossi-
rel obier o Sr. conde de Rosir um ru como es-
te, como imponsifel Aattria concluir nm tra-
tado de alliaoca eom a Franca.
E se eu Bzesse com qae se concleisse o tal
tratado? replicou o mogo.
Se assim fosae terta V. Exc. o sen riu. re-
trucou o embalxador.
Nao sei por que artea ou artificios descobrio
Nicolao Rosler que a Sra. de Pompadour era sf-
fegoada a Mara Tberoaa, a qual nanea lbe fila-
ra sourer nenhuma humiliagio. Seohor, pois,
desle segredo, lerou-o ae conheciaieato do em-
buxador, que immediaUmenle enviou urna nota
sua corte, e coYreio por eorreio, recebeu a Sra.
de Pompadour s memdrarel carta daquella im-
peratriz. era que ella a trata por sna prima I
Prima da imperatriz 1 E o desbragado do rei da
Prussia que alcunhars a Sra. Pompadour.Co-
tilln V 1
Em despeito de lodos os extorgos e tentativas
do cardeal de Bernis. a allianga entre n Austria
e Franca foi concluida immediatamente, a Nico-
lao Rosir deitou o seu rico ru sobre os hom-
bros de Paulina.
No4ia seguiole aquello em que se assigoou
este fatal contrato, maguado e inquieto o cardeal
de Berois com um desfecho tio anli-poltico, de-
tiberou ir passar alguns dias em repouso para
ronlainebleau, e lerou comsigo Nicolao Rosir.
Este .escrereu logo a Paulina dizeodo-lhe que se
na como em exilio, e com saudades de a rer.
Paulina persuadi a lha dos condes de Orn
que os ares de Fonlaingbleau Ihe deriam de aer
aquella rerio mui proreitosos para a sua aade.
e para l se parti.
Sabendo o principe de Soubise qae Paulina ti-
c i np"a Font>ioebleau, pedio permissio i
Sra. de Pompadoar para se retirar antes de se
juniar ao exeretto, com o pretexto de fazer alguns
preparativos de riagem ; e para l se parti tam-
oem. Constando Sra. de Pompadour qae o sea
faronto estara em Fontaiuebleau, cooreoceu o
re que derbria l passar o ero, o que se effec-
tuou.
Eia pois ama chusma de creados, mogos fldal-
gos, arsulos, passarantes, cortezos. cosinhei-
ros. poetas, comadtantes, secretarios, cantores,
cabelleireiros, etc. etc. ioradindo sbitamente os
pagos de Footainebleao. Os saloes, galleras
corredores, pateos, ha tanto tempo desertos e
silenciosos, reem-se agora pejados de hospedes
ae toda a qualidade e jerarchis. Santo Deas 1
que arruido, que tumulto, que batburdia!
Um tropega, oulro esbarra, ontro cae. esfou-
tra braceja e perneia para se desentelar do aper-
tao. r
Petos campos estridulara tambores, charamel-
las e canos ; nos ares reseam mil repiquea fes-
Uros I Tudo festa. tudo jubilo, tudo prazer I
rodos os das chegam destacamentos de tropa,
peoes e caralleiros. Ai I meu Deus I em que fi-
cou conrertida aquella aprasirel aolidio I
Dous das depois, Rosir que prometiera ao
cardeal desembaraga-lo de toda esta raultidao
importuna, roltou a Paris. Vendo Paulina o sea
Nicolao em Paris, queixou-se de que equelles
ares eram em extremo perniciosos sua enxa-
queca, e r^lioa tambem a Paria. Atraz de Pau-
lina o principe de Soubise; atraz do principe a
ara. de Pompadour ; com a Sra. de Pompadour
el-rei, a corte e o exercito.
E' impossirel que este Rosler nao zesse nm
pacto com o diabomarmurou para si o cardeal
de Bernis, o rer ir toda a corto atraz delle.
Finalmente, o principe de Soubise reunio-se
ao exercito do Rheoo, na compaohia do rei de
"anca ; foi ferido tres rezes como sabido ; e
raulioa qae contara entio rite enalte, nio
quena Ocar solteira, conlrahio matrimonio com
o seu Nicolao Rdsier, justamente 00 dia di bta-
los de Rossbacb. )
Hectbique Van-deiter.
[Naeo.)
Do Movimeuto catholico na litteratura
e na arte durante o ann de 1860.
Emprehenderamos, no principio desle anno,
passar em revista os linos que, no corso do ul-
timo anno, parecem-ooster regosijado mais o co-
raco da egreja nossa me, propagando e desen-
volveodo melhor seus eternos principius.
A execucio deste designio foi intarrompida por
causas independentes de nossa rontsde, e s te-
mos podido fallar dos escriplos publicados sobre
os lirros santos, a liturgia e as materias thaolo-
gicas.
Proseguimos hoje nosso trabalho, e ramos,
neste primeiro artigo, oceupar-nos dos principaes
trabalhos histricos publicados em Franga duran-
te o anno de 1860 por escriptores catholicos. Re-
cordamos que nio temos a preteogio de assigna-
a-los, mas somonte os que mata particularmen-
te leem attrahldo nossa altengio, e que doremos
,'t6r""08 de insistir sobre os linos qae nesta
toma j leem sido o objecto de estados espe-
ciaos. v
Se rerdade que a f cathollea tem transporta-
dotodas as sciencias orna rejriio superior, o
sobretudo respeito da historia. Pde-se imaginar
aiguma cousa mais banal ou ridicula qae a histo-
ria que nio animada pelo spro catholico, qae
nao algada por elle s celestiaes eminencias ?
Extravagante complexo de tactos que nio ligara
entre si, nem cousa algunos, a historia entre
os antigos, qae nio conheciam o Verbo encarna-
do, e entre os moderos, qae nio qnerem reco-
nhece-lo e saada-lo, sempre assignalada pqr
um carcter de pequenbez, que faz pena ou de
Insania que rerolla.
Vede os historiadores da Grecia e de Roma.
Salro alguna raros acentos em que se aderinhi
um echo da rerolagio primitiva, nunca voltam-
se para o cu, nunca ae eleram: rojem. De mais,
gentes de phrase, gentes de estylo, qae ssbem
tornsr sgradarel pela forma umediocridade de sea
fundamento. Salustio, Quinto-Curcio e taotos ou-
tros, qae notaos estucantes apreodem de co*r|(como
ae o coragio livesse qae rer aiguma cousa nessas
phrases); mesmo o bom Tito-Lirio sio acachados,
acanhadiasimos. Tilo Lirio encarrega seus perso-
nagens de todos os discursos que quizera pro-
ounciar-ae em sen lagar livesse estado ; um
roilor que cria todos os actores de sua hisoria i
sua imagem e aemelbanga, que poma de reito-
res una Roma rUAstei, urna Roma chocaleira
que nunca existiu.
Exceptu Tcito com todo gesto : ha um co-
ragio que pulsa no corpo deste rigoroso histo-
riador, mas nao -ainda pela eterna rerdaoo que
aao essas honestas e oobres pulaagea. todava
acabara de appareeer ao Oriente a grande las, e
baria j muitos milhares de aaartyres entre aquel-
los de quem o historiador latino dizia com des-
pez : c Dio-Ibes o nome de christio I
Se dos amigos pasearnos aos modernos, aes ou-
lro espectculo nos espera. Como o christtenismo
deixou iodelereis restigios em todas as intelli-
gencias ; como fez a educagao dos proprios espi-
raos que o repellen, ni haremos da achar mais
aqu urna histeria estrellrnoste ideada. Seraa-
tbante phenonteno nio qutai mais possirel de-
pois de dezoilo scelos de cbristiaoismo. Mas
porque nossoa impos querem ubatiluir a olera-
gao chnatia da historia por urna eleracio Vs
phantasla, do-se singulares majinsgia is
fuass devemos oras philosophias da histeria,
eraos risto appareeer a historia no pool* de vis-
ta cltico, a historia no ponte do ata hegeiiano
{SWWf. ^*lori,, D0 ^ de Tu
Em tero* tesMS priocipios se agrupa, esas ou
Eenos harmoBtasameate, todos en (aetomnar nte-
ria unirrnrnas, qunhsbote areairja4orea sesa
servir demooatracao sasoa td. Kmnea, aaeim
co mo os hlstoriadorns .da, arnignteteda nao siiill i_
fiadores nio pXa^nspil1 M aKJSIo, e o rtd*i-
culo os mata.
Entre o paganismo de nossos dias e o da anti-
nidada, qe }q mssmp asodo desfiinrasi a des-
honrara a historia, apparece a bWorteHhajy I II
dar dafioigio delta. Ella
a narragao dua eaforgoa do
os homeqs, n cnndnzl-los
teroa bemar enturanga. A'que
os transportados I Tito-Lirio, 6
res, n ros, phrasistes de nosso tera-
istotte no a agitscio, em um eantlnho
ira que ee chama For'om, de alguus cidados
nados -por cansas sem importancia, e to
Duodanles em patarras qua^pseassos de ideas.
A historia alo a narragio das nobres aspira-
goas e facanhas de urna s ria, ainda quando fos-
se como a cltica, farorecida das mais raras qua-
Iidades do orpo e do espirite.
A historia nio o qnadro, atrara dos scalos,
lo progreeso do que chimaes poro. Porqneres-
tringi-Ia estas ultimas classes sraente, que,
aliis, s o Christo libertador fes rerdadeiramenle
entrar na ri 4o progreeso t Urna rex aioda, a
Ii0ri? t narragio dos e.forgos te Deus para
satrar todos os homens, e conduzi-tos parttlha
.V^aS* oe"*Man5a; o qnadro. aira-
res ae tottoi os lempos, da luta empandada entre
pnder de Deus, que quer salrar-nos, e nossa
miserarel liberdade, que nio quer deixar salvar-
se ; entre o singue divino, qae"corre sempre, e
nossa alma, que nio quer aer purificada por este
sangue ; a narragao eternamente altrahente da
ttt do Espirito Santo contra o mi espirito, do
bem contra o mal, do christianiamo contra o pa-
ganismo, da loz contra as treraf.
A historia compreheodida assim um grande
*jCU' ',ria,eiro acto a creagio, a qaeda o
efundo, a repsracao o terceiro, e cujo destecho
ha de ser a pene eterna dos reprobos do Inferno,
oa a fehcidade eterna dos escolhidos no cu I
Quem assim nio comprehende a historia, nao
digno do nome de historiador; quando muito
nm chronista. Assim nio a comprehendia o ab-
bade Rohrbacher, coja Historiada Egreja chegoa
terceira edigo (i).
Acontece-me todos os dias ouvir formular con-
tra esta obra gigantesca criticas severas. Pens
que justo ringa-la desses ataqaes. Nio que eu
jalgue-i absolutamente ao abrigo da critica, po-
rm estou persuadido que este lino snblimou
para sempre o lom da historia. Comparem-no
com o de Fieury.
Que ecanhamento neste, que amplidao na-
quelle I Fleuty apeoas ousa comegar a historia
ecclesiastica cooi Jess Christo. como se nio fosse
a egreja o comegj de tudo, como se nio fosse a
sociedade de Daus com sigo mesmo, depois eom
os aojos e os horneas deis, como se Adi nao ti-
rnsse_ sido exactamente e, segundo a bella ex-
pressao do padre Ventura, o primeiro catholico
romano 1
O abbade Rohrbacher consagrou tres Totumes
aos lempos que precederam a Jess Christo. Da-
3ai por diante nenhum historiador da egreja ha
e querer, guardadas as proporges, fazer menos
Que nm semelhsnte predecessor. Que quadro alias
o deates seculos!
Pela primeira vez, em ama historia universal,
faz-se-nos ver claramente aob todos os cus os
restos poderosos da revelagio primitiva, Deas co-
ohecido entre todos os povos, a queda em toda a
parte provada. o Redemptor em toda a parte es-
perado, e por laso tornaado-ae mais abundantes
as rontes da salragao entre lodosos Gentos I
Porm emquanlo que o Espirito Santo operara
no mundo a secreta e divina preparagio c d*A-
quelle que devia vir, a emquanlo qae da arvore
possaote da revelajio primitiva fazia espalhar-se
enire todos os poros, como suecede na natureza,
germeos qus em toda a parte troctiacaram i sea
tempo, o espirito maligno nio cesaava de operar
a contraparte da obr* celeste. O paganismo to-
mava iocromento no mundo, o paganismo, isto ,
a resistencia Deus. Em pouco lempo cobriu
toda a trra, destruindo como o jio o bom grao
das iradicoes divinas. Deus quiz pelo menos re-
serrar para si um campo onde o jio nio pene-
trasse, um campo oode pudesse cooeerrar-ae in-
tacta a sement da rerdade que devia um dia fe-
cundar toda a trra, nm campo onde podesse bro-
tar.o Salvador: trra germinet salvatorem. Era
conveniente, era neceaaario que houvesse ao me-
ooa urna porgao de espago onde Deus pudesse
operar a salvagio da humanidade. Este campo,
esta porgao reservada, fot o povo de Deas, cuja
historia mostra-nos o christianismo, em aego an-
tes da vinda do Chrialo ; o christianismo, isto o
morimentoda humanidade para Deas, ou anda a
resistencia ao psgmiamo. Israel foi, certos res-
peilos, o que sao hoje os estados d* egreja : foi o
temporal da rerdade.
Ali foi escripia a lei, avesso s leis pagas ; ali
toi tributado a Deas o nico culto com qae tenho
sido honrado por espago de quareota seculos : ali
appareceram os proshetis qae por algum modo
dealruiram por seus orculos as capitaes do oa-
ganismo no relho mundo: Babylonia, Ninive,
Koma.
O poro judeu, cujo carcter aprsz nossos in-
crdulos desconhecer hoje, foi o campo de Deus
22 J"r,por "Paco de qualro mil annos, o exer-
cito do Espirito Santo contra o espirito maligno,
o baluarte da rerdade contra o paganismo, at o
da em que Deus se encsrnou no seto deste poro
desde tanto tempo preparado para recebe-lo, e
onde achou, com urna looga continuagio de an-
tepaesadoe erideotes, ama genealoga espiritual,
doutrinaa que s liaba que completar, um edifi-
cio do qaal s lioha que levantar com suas mios
poderosas, mas levantar al o cu, os muros cons-
truidos por seu Pae I
E' esta historia do poro de Deus que o Sr. ab-
bade Verrorat acaba de escrerer com ama nobre
inteligencia de seu auumpto (2J. E' tanto supe-
rior certos historiadores do poro de Deus, quan-
to o abbade Rohrbacher superior Fieury.
Tudo est, emqaanto elle, na Iota queaasigna-
lavamos, ha pouco, entre o bem e o mal, as vic-
torias e derrotas succeasiraa do paganismo e da
verdade.
A Escriptura Sagrada, que a basa de seu Ho-
rro, enriquecida pelos mais doutos e intelligi-
reis commentos. Notae eate ultimo ponto. Que
alegra a nossa, quando pensamos que um egual
lino feito sobretudo para os meninos de nossos
collegios I
Recorda-me com assombro das obras inspidas,
muitas rezes perlgosas, que n'outro lempo poze-
ram-me em mos, e cujas tristes iostraeges. lon-
ge de descereci at meu coragio, nem sequer che-
garam mioha Intelligencis. Desejamos qae o li-
no de Mr. Vervorst espslhe-se por toda a parte
e conquiste em oossaa casas de educago esta po-
Pulari<,ade frequenliesimamente usurpada. Com
elle ha de se derramas nos espirttos iurenis a
mala alia pbilosophia da historia, com elle ha de
ee diffundir a rerdade, com elle han de ser illu-
Wln 8 "1"108 6 inflammados os corages I
O Redemptor sppareceu, derramou seu sangue.
Maisi nenhum sicrificio d'ahi em diaole: o nico
sacrificio verdaderamente expiatorio acaba de il-
lusirar para sempre oa ciatos do Golgolba. Ante
esta obra espantosa da Redempco, ante estas
torrentes do sangue divino, ante easa cruz, pen-
saes talrez que a resistencia ao bem nio mais
possirel entre nos. Julgaes que o paganismo rae
recuar ante esta milagro de amor. Nio, o paga-
nismo nio recua; defeode-ae, brame. Inventa
mil artificios para torturar com mais requintes os
corpos de seos inimigos, os christaos.
As dez perseguicSes, que digo ? si mil perse-
guigoes dos tres primeiros seculos fazem ensopar
a trra com o sangue de viole milhea de mrti-
res ; porm abundantea mezeanascem d'este san-
gue glorioso. Eis aqui Constan lino, eis aqui o
Libara, eis aqui o tnarapi-o da cruz 1 O paga-
nismo nio recua. Aqui comeca a edade media,
que nao outr eousa mais que a lula do chris-
taotemo contra o paganismo romano, babero,
unlvetaau Tudo o que esta poca ofiorece-ooi
de grosstiro, de cruel, de sangrento, endent-
mente pagam. Quem aba recorrer as fontes nio
Urda em reconhece-Io. Porm por seus santos,
seus mosteiros, seus concilios, seas papas sobre-
tudo, que d'algum modo sio os rooitiUiot de
Jess Christo no mundo, ou, como elequeote-
meote o diese um grsnde escriptor, < a preatoga
nsirel do Espirito Santos na tetra o christia-
niamo resiste. J nio resille, triumphs. Eis
aqai o scalo XIII, sis aqnrt S. Luiz. Ainda ai-
ana secutes como aqnelle. e o reinado de Deus
arece consolidado oasis mundo. Acabeo-se,
venen a tus, recntam as trovan, foge Satans.
Qaaaktas calumoiaa todava contra esta edade
media qno s o catholteismo podo dlgnameete
snreniarnem nnfeuelo em sua crit.ca, Mn psr-
etaiteade em anua lourores I Perm, com eHelto
os christeos rasnoaderam. Noobaraa, calumnia
deixaram naaaar o* refulncbe, nenhuma injuria
sem reparacio. Quanlos lirronexcenvjte reem
n'nsias ultwoj twanon. ntentdo
f loquela e mcom honnnagMii
onbnco eu que o o Snnor abbade Gorinl, a
ifjua u Kgreja (3), verftdeUa obra prjina. p^.
(li Gaunn"
da i
adelo apparecldo este anno. maThclntsaunos.
Coolioaemos nesta fia. Acabamos esta obra qae
o Sr. abbade Gcrini. aorprandido oeia morte, nio
pande continuar at S. Gregorio VIli*. Adopte-
ffi.^'^.ai^'aa nc?l!van&,!otlS
nos em Deus, avancemos intrpidamente contra
nossos adversarios I As calumnias dos Henri-
qoea Martin e Hiebeleis efnda esli por reparar,
uem nos retem ? No estio aa almas em pe-
ngo, e nao somos nos feitos para rir era soccorro
da almas?
A' edade media succeie o renascimento. E" s
sppreciago d'esta ultima poca que me parece
ser a pedra de toque de todas asopioioes. O re-
nascimento me parece um audacioso golpe d'Es-
tado do dominio, pelo qual o paganismo, vergo-
osamente expulsado daa sociedades christio,
tornou i tomar impudentemente ahi sea lugar.
Tem-ae dito que ente ioraaio comegara pela lit-
teratura e pela arte ; porm a poltica liaba Ihs
dado impulso no sculo XIII. e mesmo antes,
rredenco II e Philippe o Bello eram profunda-
mente pagaos : o cesarismo preeedeu o pretendi-
do renascimento as leltras e na arle. No secu-
to XVI todos estes males triurapham a um tempo
ludo invadido, conquistado/ O paganismo tri-
nmpha ni litteratura, na arta, na poltica prio-
cipaimeote, nos costomes, na familia. Comega
enlao realmente a biatona do que te chama re-
volugao. O pretendido reotscimento sua pri-
4-L x Preleno>a reforma a segunda
e 1789 terceira. O socialismo ha de ser a ul-
tima. 8ob todas estas formas, i revolugio nio
e outra cousa mais que o paganismo, qae a luta
cootra Deus. Poder-ae-hia resumir todos seus
principios nesta proposigao toda pagas : a con-
vm pregar ao homem seas direilos, e nao seus
deveres A Egreja tem sempre asseverado o
contrario. Porm em quanto a egreje, pregan-
do ao homem aeus deveres, fa-lo conaquisiar to-
dos seus direitos, a revolugio, pregando ao ho-
mem aeus direitos, nio coosegae faser-lhe ob-
servar seus de veres. O homem nunca te juica
com bastantes direitos ; qu los todos : quer ser
egual i Deas. Ora. hoje, todoa oa direitos esto
tomados. Os protestantes conquistaram o de li-
vre exame, os racionalistas os da razio, as gen-
tes de 89 todos os direitos polticos ; s falta con-
quistar o que o socialismo cobigs, easa afamada
egualdade dos beos. Ha de ser a ultima con-
quiets, por quinto a sociedade nio ha de reais-
iir-ine, e se Deas nio conquista-la de novo, lera
de morrer.
Este triste quadro da revolugio, acaba de de-
linear eloquentemente um dos maioresespiritos
de nosso lempo, Mgr. Gaume. Pensamos que seu
uno ha de ser um da urna das glorias mais so-
lidas de nosso secuto. Suas ideas sio novas ;
porm i robuita novidade das ideas de verda-
deras, ama novidade qae nio enrelhece. No
meio de tantos lirros onde pullulao as repetiges
ao mesmo lempo que os disparales, onde todas
as calumnias e banalidades sio, pela millsima
ver, revestidos d'ams forma mediocre, que, mui-
las rezes, mesmo um plagio, esta obra distin-
gue-se por urna oossdia singular e por rigorosa
ongioalidade. Tudo n'este lino apola-se, tudo
e cooduzjdo ao principio qae fas o fundamento
da obra. Espirito desystema I dirao. Nao, nao ;
espirito de syolhese, hsrmoaia morarilhosa. que
na de brilhar um da aos olhos dos mais cegos,
aos olhos mesmo d'aquelles qae nioqaerem rer.
B' am rico e nobre assampto o de que trstou
fm ???% ""* m(m<"CM M. Mxime de Mon-
irond (4) Relmenle, ha de se achar em seu lino
urna completa historia do monachismo. Com
ludo o autor nao realriogia-se severamente a se-
guir a ordem chronologica. E" menos am histo-
riador que um riagante que fax-nos passar ante
os olhos ama inteira arie deqaadros seductores,
e faz-nos visitar com elle todos os lugares do
universo christio oode as ordens religiosas en-
samearam. Porm fcil reconstituir com estes
quadros lodo o edificio da historia.
O mongo por excedencia o imitador daa vir-
tudes de Jess Christo. e particularmente de sua
castidade. humlldade e pobrezi. Foi o mooge
quem recebeu a missio divina de alimentar com
cuidado e conservar entre os homens a paixio
extremosa pela cruz, esse fogo sagrado que nao
ha de apaf ar-se sem que deixe o mundo as tro-
vas da barbaria. Tem sempre havido mooaes
depois de J-sus Christo. e ha de haver al o An-
lichnslo. E quaodo, entre os homens, nao hou-
vermais d estes homens especialmente eocarre-
gados de levar as virtudes ateo herosmo, de
crer que a ulliraa catastrophe nao esteja longe.
Se ae pretendesse delinear grandes tragos o
esbogo de urna historia dos mongos, nada ter-se
na que asstgnalar de solido, pelo menos oo
Occidente, antes de S. Bento. No Oriente, eu o
sei, um grande scalo sotes deste gigante da
cinlisago monstica, um vasto foco de luz e de
calor havia. Quero fallar da regra de S. Basilio,
cul" salutferas observancias Untos mosleiros
anda hoje seguem, mais ou menos modificadas
pelos seculos. S. Bento foi o S. Basilio do
Occideote. Antes delle, ludo eslava vacillanle ;
com elle, tudo ficou eatvel. Houve em dm
urna Ordem, urna verdadeira ordem religiosa no
mundo occidantal, chamada altos destinos, e
que comegava entio i tororr-se a assistertcia
habitual de verdade; em quanto o sophisma
hospedara-se no Oriento.
A obra de S. Bento tem atraressado os seculos,
equem poderia dizer quantas trras essa innu-
merarel familia arroteou, quantas almas curou,
quanlos poros salrou? Ella lem soffrido, eu o
confesso, os ataques dos seculos, porm tam
sabido reformar-se si mesma.
Tres rezes os edade media,teve preciaio dessas
rmate operages qae a salraram sem deblli-
ti-U, A' primeira destas resurreiges esti liga-
do o nome de S. Benlo de Aniano, segunda o
de Chuny, o de Citeaux terceira. Porm estas
tres reformas celebres altestam antes a rida do
instituto benedictino qae testemunhsm sua de-
cadencia. No secuto dezessete, as reformas de
S. Vannes, de S. Mauro e a dt Csrtuxa (la Trappe)
restttuem de noro ao sangue benedictino sua
frga de oui'ora. Hoje, Subiaco na Italia,
Solesmea ntrenos; porm Solesmes am
renascimento, e nio uma reforma.
Em quanto s oulras ordens religiosas, nen-
huma sem durida se eleva i magestade da ordem
benedictina. Porm nasceram egaalmente das
necessidades de seus seculos, sos quaes Deas
Ja,ril d_,r1em aua ieerieordia, uma til sals-
fagio. Qual foi, este respeilo, o grande mo-
Timento do fim do scalo XI T
N?m* ^poca- era 1ue grande genio de Grego-
rio Vil tinha qae luttr Uo ruderaeote contra a
mcontiuencia e simona dos clrigos, procara-ae
em toda o parte ao meamo tempo, e como se
se livetse conrenoiooado nio sei que santo, faser
entrar a rida regalar no sato do claro secu-
lar. D ahi, oos seculos XI e XII, os conegos
regularea. como os de S. Vctor de Paris, como
os Bernardos (Premoolres) e taotos outros.Mas
eis que surge contra a egreja lenreis bere-
sias. O demonio, que opera no mundo a perpe-
tua parodia do plano divino, faz-ae miserere!,
faz-se mendigo e parodia a pobreza evanglica. A
terrirel beresia doa Albigeoses lorna-ee tio
ameacadora para a egreja, quanto o ariaoiamo o
tinha sido no secuto IV. As almas fracaa sio
eacaodausadas, os ignorantes desencaminha-
dos. Lerantae-ros, meu Deas, e suscitae de-
fensores rosea egreja. Deus, com effeito, le-
ranta-se, e, por am ooro /at que sua bondade
(be suggre, faz nancer am lempo, nio looge
do foco da hereata, duas ordens oras, duas or-
dens celebres, uma especialmente encarregada
de olferecer ao mundo escandallado o espeetaculo
de uma rerdadeira e orlhodoxa pobreza ; a outra.
retobeado a missio nio manos elevada de ins-
truir a ignorancia do scalo. Mnimos e Domi-
nicanos (Prres-Mlnenrs e Frree-Preheurs). aos
""'ares, poem-te i cantiabo para recoosauiur
Christo chrialandade Ibes ipossam-se do
coragio, os outros daintelligencia ; todo o ho-
rnera com afeito, conquistido Jess Cbrlato,.
ao Erangeihe, Barraja : tal fot o grande mart-
mento do seculo XIII.
Nada de apreeiarelmente noro apparecau at
o seculo XVI. r Mas entia afretolugio, assim
rr tt&nan,as,li
dua um terreno precioso : aa almaa desenoami-
nham-ae, oa poros ae anrlpm. Sata rez, r-se
muiclaramestg-que o dominio *o ha de rendar
rmai, e que urna gaerra de muitos
ixercito, a Mapa asMl enasta-la. Ufa raen-
naftn Am fpaautn ~mt* OMtlaft Alafaala ------J ____
HJ^Snter*-3^
mido de fresco, acta mate saltada
de combater. mo podas atea
rtent-nol qaaiapf>rtaf Asi
ella um etmuln. Qmagaiteia,
e a immorUI milicia ainda nao san* a emaaia
rwrt" ( CcnOmtrf )
sssmwawnasahsz
M I l
PratsssMsso
Variedades.
alo tentad aiVT
Seaaio de 23 de agosto.
Concloaio.
P.No caso do joven Vidtl
28 de junho, devieia vos bardar todos m
bens ?
R-Igooro-o completamaala.
P.Mi tendea conhecimaato
ges testaraintariai?
c R.Nao sei absolatamaate aada
de quaesquer lestameatoa faitee par
P.Nao teadea sabida cansa al
testamento.
< ROuv fallar par didaraalaa
um e de maia ieaUsaotos.maa aia
cimento de nanham da qae seiba ama palana.
P.Sabis se aquello manceba eslava saen-
pre ao ato daa auaa faealdsdear
a R.Nao posao dizer qae elle nia I aba tj-
zo ; vio-osempre nanita sadto e jas
lou as suas classes e fez os seus exai
bndge. Nada eocootrai oelle de aiiaaitanaila.
Talrez tenha aido am poaco braado na sai ma-
neirs de proceder; mas nada ha orlsao a
possa aecusar de aberragao da espirito.
P.Nao esti elle sugeilo a algamas
R E' essa asa questio mulla diflsdl ate
resolver; aa realidade, eu nia poderia eacoatrsr
nada de extraordinario oa ana condacta.
a Mr. G. Farnier, escripterarie i MU.
tiog, solicitadoresdepoz sobre a real rata i
smenlo do rea, do qaal resulta qae a
mulher que se eleva a 20.000 libras, perteace a
seas filhos. rererteodo para o pae. Oran, aaa
1843, obrigou ette seu direilo por 4,800 liaras
Se o jovem Alfredo Vidil morrease sea testa-
mento, a totalidade da fortuna perlenceria a aaa
pae.
,. Mr- w- Ripky., escririo do tribunal de pa-
lela de Bow-Sireet, chamado para ateaac so-
bre ai cireumstaocias que sa deram para sa te-
mar o depoimento de ama tettemanba impr-
tanle John Rtren, a 16 da julho ulbao.
a John Sparke, medica em Twickaahass, de-
clarou que Joho Rirers, ainda narigoaaaaaale
doente em Twickenham. eaUra impossibiliUdo
de poder depr pessoalmeote.
Mr. Ballantyne, a depois delte Mr. Sitial
oppozeram-se, em nrtude de disposigoaa Uc*ae.
a leitura do depoimento e te ripio de Joba Rivetal
c Mr. Juttice Hill, depois da aa ter aeeaaa-
Ihado cora Mr. Justice Blackburn declaroa qae
aquello depoimento baria sido tomado asa are-
aenga do reo, com todas as garantas exigidas
pela lei; e que por conseqaencia, aaada
pegas do processo, derla aer lido.
c Mr. Bernaby fes a leitura teguinle :
Chamo-me John lirers, a resido asa _
Lottage, Twickenham, onde sao acho actala.
te. Sou jornaleiro. Record da lar aabida
de junho ultimo, para ir para man trabalho I
do rio, prximo da habiUco do daqne de.
le. Erara quasi 7 horas. Eoeontre dais i
res a carallo. Creio qae se oa visee as
ceria. O mais relho monta va ora ca vallo
vinham do mesmo lsdo daade aa camtebava.
e o maocebo ia muito prxima daa gradas ate
ferro. O mais velho descarregou no mais aovo
pela parte detraz ama pancada, que Ihe ansia a
cabegacom o punho de am chicote, aa aaila.au
outra cousa qae tinha a apparoacte disao. Pede
observar que extremidade o puoho btttbavs. O
cbapeu do mancebo caba, a ouvi gritar c Oh I
pego-vos que nao fagaes tesa I Vi o asis
velho renovar a pancada, a ferir a cabega ate ca-
vallo do mancebo. Eate fagiu com a aaaaivei li-
geireza. O mate velhi gntou; o Oh l l Oh
l I E vosso chapeo I E leetea fazer recaar o
seu eavallo. mss nio poda consagui-lo.
O magistrado: Que fizesle neste casa ?
A (estemunAn: Estiva a nlhar. Loga qae vi
o que se liaba passsdo, corr a apanbai a cha-
peo. O maocebo eolio apeen-se. Os eavallo*
ficaram em liberdade. Levei o chapea para o
Cisne, onde foi recebido o mancebo, e orn* a ala-
no me deu um shiliiog. Disse o qae liaba visto
a William Liscorabe, logista a a aaa saalhar
qusndo i Urde ali enlrai.
t Pede-ae testemunha que indique qaal a
pessoa de mais adade, a depois 4a lar elbaste am
rolla da cata, as su is villas dirigirlos-se para o
reo, e disse : c Ei-la 1 > Tendo-seo raa catar-
lo com o seu chapeo, accreaeealaa: a No te-
nlio a maiorduvida.
O filho foi inlrodozido no quarto, a a
munha reconhecea-o immediatamiate.
c Em respost a a o coronel Domelhoroe, a u.
timunba declaroa qae a pancada fora maila fac-
to, a que o mancebo Ihe parete muito ftido.
O sangue corria-lbe pelo rosto.
fl Em rospoita a Mr. Sleigh. declarea qae os
tenha vuto no momento mesma asa qae aa aaa
a primeira pancada. O cimiaho fas usa carra
que me impeda derer cousa alease de tan ee
passouaotes.
O captio Murray pergaoton-lbe: oeristes
trocar algumaa palarras de clera ?
c Testemunha : Nao, neohuma.
Em aesposu a Mr. Sleigh, disse aaa estar
a uns cem passos.
c Em retposta sa coronel Dosetberss a taa-
limuoba declarou nio aa recargar oada ate* a
theatro do desasir, em consequeocU sa arveres
oo daa disposiges do terreno immadialaa.
reili esta leitura continuoa o iaqaarit* daa toa-
temunhaa.
Frederico Wxlliamson, agenta de palete da
Londres. Estove de guarda ao rao loga qae alte
foi entregue pela polica Ira aceza s aalatiateatea
inglezat. Foi elle quem enlregoa o chcala qae
serve de peca do processo; liabas-o roceMdte
do criado do reo; declarou qaa nio liaba bando
exases no domicilio do reo an hala*. Ca-
rendoo.
Tendo tinalisado a lista daa toatomaahas, tai n
auoiencia suspensa por algas tempo.
Quaodo se abri de noro a audiencia, Mr. Bal-
lantyne apresenton a defesa ge rea. A aaa ar-
gumentado baaeoa-aa priacipalmeato na carc-
ter do jo van Vidil, cajoa antoceaealee sao a tal
natureza qae aia permitiera dar f |
verso qae elle apraaenUra.
< Mr. Juttice Hill fez a resume dos debales,
com imparcialidad! nolavel.
a. Ojuryeliroa-ea^aeeia daa delibaragaa, e
roltou depois da pafoeaa demora dadas stea-
tos, com os reredielum, qna declara o bario ge
Vidil culpado de ter criminosamente ferido aao
filho.
a Mr. Justice Hill, declaran qae mu
va plenamente eos o veridictura da jary.e w-
demoou o bario da Vidil em doze seseada Ira-
bslbos forgadoa.
c O reo, pareca muito anisado, dnsaote es
debatas, a que oavira a dacteaa ate jary
fesrar a menor consocio, paga as _
tiri-ie com a sais perfeita Impsasbiligsds
< Levsala-sa a audiencia as Iras hacan.
i frres e Oaprey. IB ola. in-8.
O Povot Dmt. 8 vel. in-18. Lacaffre.
Girarde Josserand, es Lt|o, 3 rol. in 8.
I a Melhor nio esta Egrej. cuja issorlalid-da u itocemru ao
mundo 6 tambem ameagada por um ataque per-
manente. Apparece a sociedade Ae Jaeua. Sa-
on-sa quantas conquistu fez ale victorioso
<4) Flors vaanaatioas. Um bello foi. lo 9. Es
nasa d Yrayet de aterey.
O barao de Vidil tei peisu,
f'bunaes ioglezes a dosa sesea da arisao ; a
Ulho a us sos, por ae haver oagaeaai
contra aea pao.
O bario de Vidil, 14-aa no San depois da dei-
xar o aea aposento, foi coltecagaealre en sisis
ordinarios de Newgato, toga gao tei gaste a aaa-
teags que o enaatesana ; pareca admirante da
veridicium proferido chaira ella, pasase peneca)
contar* com a aua liberdade. A aaaleeca ea ti
mezes de prisio eos Uabalboa forceeea, ha ate
ser executada na as da cerraccie dtTtl eTrih
Fields. onde oa praaos ae occapas asa snasfc a
desfiar estopa e tarar Ualhar aa sabanea.
. Eo.Uo "* tesnenarlaeo^aacn n priaae
indicada, onde tere ate sajettar-sa ia r
ISJI BJf |
cabello cortado. Devari usbes asar enea-
tormo da priUo, eom a ana Barca disuadir aea
u m dos bracos. Eet. aagaila ae
que os dsete presos. >
- i i i
O* "i"0" i">aes iaglesee isas ana Alfreda
Vidil j aahiu da prlsae, par tercasprida ess-
lenga. Foi eaperago edbtievrgato |
snar1-
teva
0^
rncclo, .
fiar estopa. (Sorml ate l.---------------------------
PERN.TTP. DE s.^i>FnllA AfUo. H.
A

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