Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09393


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Full Text
^
lili IIIT11 IQMEIO 216
"" a
fw tres' Por tres mezes vencidos 6J00
mwtk mu 19 n seteibro ii itu
Per ana aditntade 19)000
Forte ntico pon o snbsYfotor.
NCARRBGADOS DA SCB9CRIPCAO DO NORTB
Parahiba, o Sr. Antonio Alaxandrino de Lima;
Satal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araca-
tj, o Sr. A, da Lemoi Braga; Cetra o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimarea; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKIlOAs UUS UUKHKlUa.
Olinda todos os diaa as 9 1/1 horas do dii.
Iguarassu.Goiaona Parahiba as segundas
sexlas-feiras.
S. Anto.Bezerros, Bonito, Caraar.AUinho
Garanhuns as tercas-feiras
Pao d'Albo, Nazareth,|Limoeiro,Brejo, Pes-
queira,Ingazeira, Flores, Villa-Bella,Boa- Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serio nem. Rio Forro oso, Una, Barreiros
Agua Preta.Pimenteiras e Natal quintas feiras
Todos o correiospartem|s 10 horas damanha
EPHEMERIDES DO MIZ DE SETEMBRO.
4 La nova as 7 horas 52 rain a tos da man.
11 Quarto crescente as 10 horas e 56 minutos da
manba.
18 La cheia as li horas e 42 minutos da tarde.
87 Quarto minguanta as 4 horas e 5 minutos da
manhaa: .....
PREAMAR DEHOJE.
Primairo as 4 horas e 54 minutos da manha.
Segando as 4 horas e 30 minutos da tarda.
BIAS DA SEII Al Ai
16 Segunda. Si. Cornelio eCypriano mm.
17 Ter^a. AsChsgasdeS. Francisco.
18 Quarta. S. Thomsz da Villa Noti b.
19 Quinta. S. Januario b. m.; S. Pomposa v.
20 Sexta. S. Eustaquio m.; S. Glicerio b.
21 Sabbado. S. Maiheus ap. a eTangelisla.
22 Domingo. Festa das Dores de N. Senhors.
AUUlKNi.lAd.UUS TR1BLNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio; segundas quintas.
Relago: torgas, quintas a sabbados aslOh'oras.
Pazenda: tercas, quintas a sabbados as lOhoras.
Juizo do commarcio : quartas ao mel da:
Dito da orphos: tercas a sextas aa 10 horas.
Primeira rara do eivel: tarcas a sexta si maio
dia.
Segunda rara do eiyal: quartas sabbados a 1
ora da tarda:
ENCARREGADOS DASUBSCRIPCAG DO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Faltao Dias; Bahia,
Sr. Jos M.rtins Air. ; Rio da Janeiro, a Sr
Joao Paraira Martins.
EM PERNAMBUCO.
Os proprietarios do DIARIO Manoel Figueiroa
de Paria & Filho, na sua lirraria praga da Inde-
pendencia ns. 6 e8.
PARTE 0FFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
formagao oo tero lugar o que requer o suppli-
cante.
Manoel Maris.Informe o Sr. inspector do ar-
senal de marinha.
Expediente do dia 1S de setembro
de 1861.
Odelo ao coronel commandante das armas.
Passo s mos de V. S. a fin de ter o convenien-
te destino a certido de assentamentos do len-
te do 9. batalho de infantaria Manoel Dionizio
de Souza.
Dito ao mesmo.Remello V. S., para terem
o conveniente deslino, as relacoes de alterages
decorridas em diferentes mezes acerca dos offi-
ciaes e pracas dos corpos em guarnigo nesta pro-
vincia, que se acham addidos aos de que trata a
nota junta por copia.
Dito ao mesmo. Passo s mos de V. S
por copia para ter execugao na parle que lhe to-
ca o aviso de 3 do correte em que Od&xm. mi-
nistro da guerra declara que, vistflK de res-
ponder conselho de guerra por naver tentado
suicidar-se o escravo de Carlos Jos Gomes de
Oliveira, de nome Raymuodo, que se acha com
praga no 10 batalho de infantaria, de ve elle
cumprir a pena, que lhe r imposta, e depois
ter baixa e ser entregue a seu senhor, que o re-
clama. Commuhicou se ao senhor do escravo
de que se trata.
Dijo ao mes do.Para curaprimento do aviso
da repartirlo da guerra de 3 do correte, queira
V. S. recommendar ao commandante do corpo
de guarnigc desta provincia que satisfaga o dis-
posto em outro aviso de de maio ultimo, ajun-
tando sempre ao balancele do conselho econmi-
co as segundas vias dos documentos de despeza.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S.,para ter o
conveniente] destino, o processo do conselho de
averiguarles a que se procedeu para a qualiQca-
go de 2. cadete, do soldado do t. regiment
de cavallaria ligeira addido companhia flxa
desta provincia Manoel Antonio de Moraes
Dito ao mesmo.A'vista do que V. S. infor-
mou em seu officio n. 1475 de 10 do correte, o
gutoriso a mandar pagar pelo hospital militar a
quantia de 683350 rs., em que, segundo a coopta
junta, importa a despeza feita pela santa casa de
misericordia com o curativo dos Africanos livres
Mara e Raphaei.que estavam ao servigo daquelle
estabelecimento.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Mande Vmc. fazer os concertos de que necessita
o brigue escuna Fidelidade, os quaes sao de pe-
quena importancia, segundo declarou o comman-
dante da estago naval em officio de 14 do cor-
rente. Communicou-se ao commandante da es-
tago naval.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Na informarlo do coronel commandante das ar-
conslante da copia junta eato ministrados os
esclarecimentos que V.S. solicilou em seu offi-
cio n. 800, de 30 de agosto ultimo acerca dos
destacamentos existentes na comarca de Ga-
ranhuns.
Dito ao mesmo.Remelto por copia V. S.,
para ter execuco na parte que lhe toca, o aviso
da repartirlo da Justina de 30 de agosto ultimo,
determinando que o bacharel Abilio Jos Tarares
da Silva entre para o cofre dessa thesouraria
com a quantia de 300#, visto nao ter sido appro-
vada pelo governo imperial por excessivaa ajuda
de custode 9009 que lhe foi marcada pela presi-
dencia do Maranho, quando deixou o cargo de
hefe de polica daquella provincia para servir
como juz de direito na comarca de Nazareth.
Communicou-se aoDr. Abilio.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
loteirado do contedo de sua ioformago de 13
do correte, sob n. 445, tenho dizer em respos-
ta que pode V. S. aceitar a proposta em origi-
nal feita por Joo Carlos Augusto da Silva para
se ejiccrregar do fornecimento da alimentario
dos presos pobres da casa de deteugo por es pa-
co de tres mezes, podendo nesse sentido mandar
lavrar o respectivo termo de contrato.
Dilo ao mesmo Communico i V. S. para seu
conhecimento e execuco, que, tendo em vista de
sua informarlo de 29 de agosto ultimo, aob n.
422, dada acerca do requerimento em que o ba-
charel Jos Felippe de Souza Leo pede paga-
mento, nao s da quantia de 681$, porquanto ar-
rematou o preto Manoel, hoje julgado liberto,
mas tambero da de 3028250, dispendida com as
cusas da respectiva acgo, laocei em dito reque-
rimento o despacho seguinte :Em vista do que
dispoe o art. 49 do regulamento de 9 de maio de
1842, vigorado pelo disposto no art. 1 do regu-
lamento provincial de 10 de agosto de 1858, o
supplicaote s tem direito ao producto liquido da
arrematarlo, a que allude, e aos 3009 de custas
nos termos da lei n. 514 de 18 de junho ultimo,
e nesta conformi lade se expede ordem thesou-
raria para effectuar a restituirlo.
Dito ao director do arsenal de guerra.Forne-
c.a Vmc. ao superintendente da estrada de ferro
seis espadas de policii com bainbas e cinturoes
que elle requisitou em officio de 11 do correte,
enviando-me a conta da respectiva despeza para
ser indemnisada na thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia Vmc,
para ter execuco, o aviso circular de 3 do cor-
rente, determinando que cesse da parte desse ar-
senal a remessa das relacoes de receita e despeza
e dos quadros e recapitlaseles dos trabalhos das
respectivas officinas.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. admiltir na com-
panhia de aprendizes desse arsenal, como addido
o menor Joo, qu lhe ser apresentadu por par-
te do provedor da santa easa de misericordia
desta cidade. Communicou-se so mesmo pro-
vedor.
Portara.O presidente da proviocia, tendo em
vista a informago do Dr. commissario vaccina-
dor provincial datada de 11 do correte, resol ve,
de conformidade com o art. 22 do regulamento
de 29 de setembro de 1851, nortear a Jos Firmo
Pereira do Lago, commissario vaccinadorda villa
do Ouricury.Pizeram-se as convenientes cora-
ra uoicacoes.
Dita.OsSrs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar transporte para
a corle no primeiro vapor que passar do norte,
em lugares destinados para passageiros de estado
ao 1 cirurgio do corpo de sauda da armada Dr.
Pamphilo Manoel Freir de Carvalho, que vai
. servir em um navio de guerra, bem como a sus
mulher e dous flhos menores de 4 annos.
Ordeoaram-se aspassagens no vapor Iguarau
para o Cear, em favor de Raymuodo Pacheco
Amora, Mauoel Luiz da Exaltac.au, Francisca Ma-
ra da Conceigo e Juliana Marii da Conceigo.
Despachos do dia 16 de setembro
de 1861.
Requerimentos.
Antonio Pires Ferreira.Volte ao Sr. comman-
dante superior da guarda nacional da comarca de
Flores para declarar se ao supplicaote se fez a
commuoicago de que trata a 2* parte do art. 70
das iostrueces de 25 de oulubro da 1850.
Jos Salgado de Albuquerque. Informe o Sr.
Dr. chafe de polica.
Jos Domingos Lourenco Pereirs. Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional do
municipio do Recife.
Jos da Silva Pessoa.Informo o Sr. Dr. chafe
de polica.
Manoel Antooio Saboneta, Em Tilla, da in-
INTERIOR.
HIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSO EM 7 DE AGOST DE 1861;
Presidencia do Sr. Visconde de Abael.
As 11 horas da maohB, estando presentes 33
Sr?. senadores, o Sr. presidente abre a sesso.
Lida a acta da anterior approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. Io secretario l on officio do Io secreta-
rio da camsra dos Srs. deputados, commonican-
do ao senado a eleijo da mesa da dita cmara,
que deve servir no presente mez.Inteirido.
Entra em discusso a redaego das emeodas do
senado proposito da cmara dos Srs. deputa-
dos, que regula as promoges na armada; e
approvada.
E' lido, e fica reservado para entrar na ordem
dos trabalhos o seguinte parecer:
t Foi remettido a commisso de constituirlo
um requerimento do Sr. senador baro de Cot
gipe concebido assim : Tendo necessidade de
retirar-me para a Bahia pego para esse fim luen-
ga ao senado.
_ A commisso persuadida que o Sr. senador
oo deixaria de coadjuvar o senado
separado foi escripto por mo de mestre ; feliz-
mente ah divisou a mo de um Liborio, equan
do os Liborios s meltem nestas cousas nao dei-
xam nada a desejsr. O que espera que o SrJ
presidente nao retarde esta discusso, de que ja
se poda ter tratado.
O maldito scepticismo ludo tem invadido, e
lodos os dias est fazendo proselylos ; nao ha
nada, e por mais sagrado que seja, com que nao
entenda esse lerrivel systema.
Quer-se urna prova disto? E' este art. 5o ad-
dtivo. O scepticismo duvida ja de um decreto
que tem apenas tres annos de existencia, e quer
reforma-lo sem que a experiencia sanecione qual-
quer alterado.
E' verdadeque o nobre ministro entenda que
tndo quinto os seus antecessores fizeram est to-
gado de defeitos ; e convencido disso quer com a
sua espada, que corta bem, deitar abaixo tudo
isso. E' pois mais que sceplicismo ; urna es-
pecie de_ odio que tem contra os ministros-casa-
cas, e nao sabe o orador se o nobre ministro est
ao p de alguem a quem poda dirigir-se pelo
que fez ou pelo que nao fez na repartirlo da
marinha.
Nao perde pois S. Exc. occasio de manifestar
o seu desdem (oo diz mais odio porque sabe que
o nobre ministro catholieo e apostlico roma-
no ; relira pois a expresso, e diz desdem) por
tudo o que foi feito por ministros-casacas. E'
por isso que esl j olnando com mos olhog o
regulamento daltb palo Sr. conselheiro Saraiva,
que, apezarde ser casaca, nao fez pouco em be-
neficio da repartirlo que dirigi; quer pois al-
terar esse regulamento, assim como ha de ir al-
com o pres-
tanie auxilio de suas luzes, se oo fdra a isso terando todo o mais que est feto pelos casacas,
furcado os motivos imperiosos, de parecer que se Deus o conservar no ministerio, como have-
I mos de mister.
Espera as informarles do nobre ministro para
poder decidr-se ; por ora dir que est muito
prevenido contra estts continuas alterages, que
pem em duvida.
Parece-lhe estar j ouvindo a resposla banal.
por vezes repetida, de que na outra cmara j
e discuti esta materia : se esta razo procede,
se conceda a licenga.
Pago do seoado 7 de agosto de 1861.Vis-
conde de Sapucahy.M. de Oliveira.Visconde
do Uruguay.
O Sr. Visconde do Albuquerque declara que
nao vio o discurso que apparece publicado no
Correio Mercantil, e nao responde por elle.
Desde que o redactor apresnntou-o ao orador
declarando que o Sr. presidente havia supprimi- Pari 1ue existe ento o senado ? se baila o de-
bate di cmara dos deputados, para que discu-
tir-se no senado ?
Nao est por isso. Deseja portaoto ouvr do
Sr. ministro da marinha sobre as vaolagens do
additivo de qua se (rata. Querem se refprmas e
mais reformas, mas s se (rata de reformar os
oulros, ninguem reforma a si propro. E' o caso
de fre Tbomaz, que, cheo de vicios, ia para o
pulpitJ pregar virtudes; mas o povo bradava-
lhe : iBem vos conhecemos, frei Thomaz.
Era occasio de dizer alguma cousa a respeito
do tres folhas da decifrago dos tachygraphos,
tornou-lhe que quem supprimio parle, poda
supprimir tudo, e que nao quera mais saber de
tal discurso.
Eo quanto o Sr. presidente cootinuir a achar
que deve ser o ceosor do orador, seja, se nisso
consente o senado; mas fique-s sabendo que
nao responde pelos discursos assim publicados.
ORDEM DO DA.
Achaodo-se na ante-camara o Sr ministro da
marinha, sorteada a deputacao que o deve re-
cebar, e Oca composta dos Srs. Araujo Ribeiro, do estado da academia de marinha. Tem
Rodrigues Silva, e visconde de Sapucahy.
Procede-sa volago do art. 4o (additivo) das
emeodas da cmara dos Sr-. deputados propos-
la do poder execulivo Oxando a forga naval, cu-
ja discusso Qcara encerrada na sesso anterior,
e foi approvado.
E' iDtroduzido o nobre ministro e posto o art.
5o additivo em discusso.
O Sr. D. Manoel deseja ouvir o nobre mioistro
a respeito di doutrina deste artigo, que importa
a allerago da legislago actual.
Ser este um dos remedios com que S. Exc.
pretenda curar os grandes e inveterados males da
nossa armada? ser facilitando aos aspirantes re-
provados urna vez a contiouago na carreira mi-
litar, urna vez que se sujeitem a ser externos e
s condiges do regulamento do 1 de maio de
1858?
_ ouvi-
do tanta cousa I... Ha sobre este assumpto diver-
sas opioies ; uos querem a academia a bordo de
um navio, oulros preferero l li em (erra. O
que peosa o Sr. ministro ?
Sabe que nao pode fallar neslas materias se-
no como curioso, mas auimou-se a entrar no
debate depois que ouvio dizer que j fu raro mi-
nistros da marinha homens que nao sabem o A
B C da armada. A' vista disto pensa que nin-
guem se admirar de ouvir o orador (ratar desta
materia.
Agorase recorda de um ponto em que esque-
ceu-se de tocar, mas que tem relago com o ar-
tigo que se discate. Refere-se a urna idea do
nobre ministro que parece ser s sua, nao tem
quem o acompsnhe ; isto acabar com as esta-
ces navaes. S. Exc as reprova, quer exlingui-
las ; mas ao mesmo tempo trata da convenien-
cia- cia de umaestago naval na Europa I
neira a nao deuar duvida o estado miserando da a..-.-----_-:._ _._... ..
A discusso que tem havido revelou de
Seria com effeito jiuito bonito ; mas a depeza
nossa marinha de guerra ; por outra, a discusso horrorosa que isso oos custaria ? Nao baitam j
tem desenvolvido ludo quanto disse o nobre mi- os grandes dispendios que vo cora as vianens
- navio que vai todos os annos Europa,
De tudo lato o que resulta que a posicao do
orador difficil. Procurar, entretanto, sahir
lella como poder.
1 O regulamento da academia de marinha tem
tres annos de existencia. Conbeceu-se logo des-
de a sua publicarlo que houre excesso de rigor
as exigencias relativao aos exames ; isto que
nao s as mathematicas prescriptas eram supe-
riores 6 compreheoso dos mogos matriculados
como que os examinadores eram por demais se-
veros.
J o anno passado, quereodo dar-so algum le-
nitivo a esse rigor, disse-se no art. 3.a da lei o.
1,100 de 18 de setembro o seguinte : o Os alum-
nos externos da escola de mariohi que obtive-
rem approvago uos tres annos do respectivo
curso e se houverem distinguido por seu bom
comportamento, podero ser admittidos no servl-
go da armada como guardas-mariohas, urna vez
que se sujeitem s condiges estabelecidas para
os alumnos internos no regulamento approvado
pelo decreto n. 2,163 do 1 de maio de 1858.
Mas esta medida nao produzio quasi effeito al-
gum, e por isso apreseolou-se na outra cmara,
e passou o art. 5 additivo com o fien de facilitar
meios de ter mais ofciaes
postos.
Diz este
urna
para osprimeiros
artigo : Os sspiraotes reprovados
vez as materias do 1 anno da escola de
marinha, e aquellos que, em virlude do 1 do
art. 41 do regulamento que baixou com o decreto
n. 2.163 do 1* de maio de 1858 perderem o mes-
r.o anno. podero repel lo como alumnos ex-
da abaico da menos cooceituada marinha de
guerra. 0
O Sr. D. Manoel : Da da rainha Pomar ?
O Sr. Ministro da Marinha : Ou da de Lilli-
put. ( Risadas ).
A verdade que temos navios de guerra que
nem era asseio, nem em disciplina cedem a ne-
nhuma marinha. Nem admira que nao seja gran-
de o seu numero quando somos urna nago nova,
que comegamos ha pouco e nao temos todos os
meios precisos para dar de prompto o desenvol-
vimeoloque seria de mister nossa esquadra.
Fallou-se na espada do orador. A este res-
peito dir que ella s tem desembaohado para
sustentar os seus deveres ; sempre que fr pre-
ciso tira-la para o mesmo fim, nao hesitar.
O Sr. Visconde de Jequilinhonha pensa que o
artigo em discusso o 5 additivo. e espera que ,
p Sr. presidente ha de ter a hondada de o mandar i minitirn
ler, e depois tornar a l-lo S. Exc. mesmo ; o
que o orador tomar como urna suave adverten-
cia para que se nao srrede do objecto do debate.
Pela sua parte nao costuma afastar-se do as-
sumpto de que se trata ; mas, quaodo o nobre
mioistro o primeiro a tocar em materia diversa,
crr o orador que nao lhe pode ser vedado seguir
as aguas de S. Exc. visto que tem como certo
que o nobre ministro nunca diz cousa que nao
leona por lim promover melhor o servigo publi-
co, desejo que tambem anima constantemente o
orador
Por outra, pensa que o nobre ministro segu
sempre a poltica positiva, oo perde lempo, nao
lernos, e ser de novo admittidos ao intrnalo, se divaga, nao gasta palavras toa ; segutndo-o
nistro no seu relalorio, tudo quanto manifeatou
o Ilustre official general representante da pro-
vincia de Malo-Grosso na cmara temporaria.
Anda bontem esse relatorio e esse discurso
acharara no senado quem os commeotasse por
tal sorte que o nobre mioistro nao pode respon-
der. Acreditou o orador que o nobre ministro
procurarse boje, seno apagar, ao menos dimi-
nuir a tcrrivel impresso que essa discusso cau-
sou. Com effeito, factos to graves como os que
o nobre senador pela Bahia avangou, compro-
vaodo-os com as correspondencias do Sr. Dr.
Fetal, parece que collocavam o nobre mioistro
na rigorosa necessidade de dar-lhes orna resposta
categrica. Porm vio com pasmo que a discus-
so ia encerrar-se I
Est disposto .a conceder todas as medidas pre-
cisas para tirar a armada desse miserando estado
em que se acha ; e se o nobre ministro mostrar
que o art. 5 preciso, ha de votar por elle. Mas
eolendo que estas materias nao dev desapercebidas, e que, ainda quando nenhum
de um
ainda se quer urna estago naval all I
Pois j ouvio-o dizer a pessoa muito compe-
tente que as tres corvetas que vo todos os sa-
nos s viageos de lostrucgo fazem gastos es-
pantosos, sem que deem proreito algum.
Ora, quando a renda mingua e a despeza aug-
menta que se ha de ir engrossar a somms que
a marinha j consom, accrescendo urna eatago
naval na Europa ? Nao concorda com isto.
Que vaotageos tira a nossa armada das via-
geos aonuaes chamadas de instruego? Voltarem
alguns mariDheiros sem dedos por causa do fri ?
darem navios costa, como aconteceu com a
corveta Isabel ? Ah I mostrar o asseio dos
nossos vasos de guerra 1 Era o que faltava, que
fossem passear a Europa, receber reis a bordo,
e apresentar as embarcagoes sujas! Nao faltava
mais nada.
Folgaria da saber quanto cuslou a ultima via-
gem Europa. Dizem-lhe que foi um brodio
continuo ; almogos, janlares, bailes I Pobre the-
despeza; caixi
a possuir centenas de con-
senador pedisse a palavra. o nobre ministro de- souro I Donde sahem estas despezas ?
va ser o primeiro a provocar a discusso, a Dizem-lhe que ha urna caixa mgica, em mo
apressar-se a dar todos os esclarecimentos que de alto funecionario, da qual tiram-se erossas
pudessem guiar a casa. quantias pera certa ordem de
bniretanto ia votar-se em silencio, e foi por que j tem chegado
isso que pedio a palavra. I tos de reis, e da qual sahem s vezes grossss a-
Aiem dos erros communs no nosso paiz em tu- judas de cusi a presidentes de provincia que
do quanto respaila a administrago (ja nao falla montam a 16:000J a 20-000, conforme a pes-
eta poltica, pois isto o objecto da administra-1 soa.
gao de todos ; a o que tem lido de discursos dos Como estas cousas se fazem nao mais segre-
i cmara excede tudo do. Suppooha-se que o Sr. presidente do coo-
qu3oto se pode imaginar), o que mais nos preju-| selho convida o orador para presidente de Per-
dica estarmos em reformas perennes. Ainda' nambuco. Nao sabe por que isto, mas foi logo
bem urna le, um regulamento comega a serexe- lembrar-se de Pernambuco I
cutado. antes que a experiencia mostr bem os Do thesouro nao deve sahir pira a ajuda de
seus resultados, ja se trata de emenda-lo, de al-'custo do presidente de Pernambuco mais de
tera-lo: isto prova a pracipitago com que tudo 4:000, mas o orador, sendo convidado, offere-
se faz no Brasil. ce duvidas, faz conta ao que ganha na corte sem
o que se observa na escola de marinha que1 se mover daqui, sem incommodo, e declara que
posta jusiiflcar o art. 5o? E' preciso saber. Os nao vai porque tem prejaizo.
mogos, pezar de habilitados, soffrem reprova-1 Pois leve mais 16:000 da caixa mgica,
goes injustas? esta a causa de nova reforma?; torna-lhe 6 governo : o orador pega nelles met-
0U i-4P0.rq,Vpezar ,ds reProvra9oes serem Da le-os no banco, e segu para Pernambuco (e a
realidade dadas por falta de aptidao, todava o dar-lhe sempre com Pernambuco 1) calculando
".._'/i"-.." t '.al' lal.a faUa de offlciaes, que passa um anno sem vir ao senado.
Mas d-se ama vaga no gabloate; o nobre pre-
sidente do conselho lembra-se ainda do orador
para urna pasta, por exemplo a da juitiga, e l
vai um vapor de guerra busca-lo, tendo estado
na presidencia apenas alguna mezes : mas os
vinte cootos estao seguros no banco,
E' comoestis cousas se fazem, e na casa ha
quem saiba disto praticameote.
Emfim, senU-se esperando ouvir o nobre mi-
nistro.
O Sr. Presidente pede permisso ao senado
para recordar que o que est em discusso o
artigo 5 addilivo, que diz : < Os aspirantes re-
provados ama vez oas materias do 1 anno na ca-
cla de marinha, e aquellos que, em virtude do
Io do artigo 41 do regulamento que baixou
eom o decreto n. 2,163 do 1 de maio de 1858,
perderem o mesmo anno, podero repeti-lo como
alumnos externos e ser de novo admittidos ao
intrnalo se obtiverem approrages plenas e' fo-
rera menores de 18 annos >
O Sr. Mioistro da Marinha acha-se na verdade
dentro da tal roda de naralhas de que j leve
occasio de fallar, e no caso daquelle outro ri-
fo portoguezpraio por ter cao, preso por nao
,ter cao I
Ora o seu reiatorio nada contou, ama folhi-
nha, almanak, ou repertorio que se reproduz
todos os anuos. Ora contm certas propostas que
para serem levadas a effeito exigiran} maior
dispendio do qua o estado renda em um anuo.
Ora encerra ideas errneas, singulares, que nao
teera nenhuma outorldade por ii I
que convm nao abrir mo desses mesmos mo-
gos, nao obstante a sua inaptido, e permittir
que repitara o anno, passera por novos exames,
oos quaes naturalmente os lentes ho de ser mais
indulgentes do que da primeira vez?
O que parece e que, se em um anno esses mo-
gos mostrara incapacidade, mu comportamento,
e por isso oo continuara seus estudos, o que se
deve fazer despedi-los, manda-Ios para outra
carreira.
Mis, se com effeito essa nao a causa, e sim
porque ha reprovages indevidas, enlo as provi-
dencias que cumpre tomar sao de outro genero.
Lendo-se com attengb o artigo, o que se con-
clue que o governo tem observado demasiado
rigor nos exames e seus resultados, o que alias
est de accordo com o qua sa passa em oulros
ramos de estudos no paiz, e que oo se explica
seno como reaeco dodeleixo em que astas cou-
sas de exames e estudos haviam cnido.
E' sempre esta m regra de ariministrago, ou
completa retaxago, ou iosupportavel rigor. E'
certo que o rigor nao se esteode a todas as clas-
ses, a se quizesse citar exemplos destg atsergo
nao precisara sahir do seoado.
Mas oo querexpor-ss a scems desagradareis,
nem a que se lhe repita que, tendo fallado por
quarenta minutos, anda nao tocou no objecto em
discusso. Reserva o que tem que dizer a res-
peito do que se passa no senado para quando en-
trar em discusso o famoso parecer da mesa, que
ha da certo aer discutido ampia e lirremente.
A proposito s dir por emquwto que o roto
ue 18 annos.
A escola nos ltimos annos tem apresentado
muito poueos alumnos, que nao correspondem s
exigencias do servigo da armada. Este artigo,
porm, trar mais alguna discpulos muito apro-
veitaveis. A idea oo inleiramenle aova. O
antigo regulamento da academia de maiinha con-
tinha cousa semelhante, a alguns mogos a que
aproveilaram estas disposiges sao hoje o orna-
mento da nossa armada.
Fallou-se em desanimo, mas este mal nao
privativo da armada, tem atacado a sociedade
em geral. O scalo nao de gljria, de dinhei-
io, de goso ; e nao a vida de mar a que pro-
meti mais commodos e prazeres. Nioguem quer
se expor s tormentas sem esperar compensago
correspondente.
E que compensago tm os nossos officiaes de
marinha, principalmente depois deouvirera dizer
no parlamento que a armada brasileira est abai-
xo de quautas existem, talvez sem fazer excepgo
da da rainha Pomar? ( Risadas.) S isto basla-
va para causar desanimo, se elle J oo existisse
Quer o nobre senador se convem mais a escola
de marinha em Ierra do que no mar. Acha o
orador que sao preferiris a bordo ; assim tives-
seraos navio proprio para accommoda-la I De-
pois, porm, qua foi preciso abandonar a nao
O. Pedro, nao houve remedio seno trazer a aca-
demia para a trra.
Ha dous systemas de ter escola de marioha a
bordo. Um conservando fundealo no porto o
navio em que ella est, outro em navio vela.
Nesta parte sectario do systema ioglez, mas, pa-
ra segui-lo, era preciso termos mais de am navio
proprio para tal Um, e lentes habilitados para o
o ensino no mar, pois que nem lodo3 os que en-
sinam em trra se poderia prestar a servir na
escola, quando estabelecida a bordo de navios a
vela.
Entretanto, as escolas em secco, na phrase do
nobre senador, nao deixam de produzir tambem
boDs resultados ; aellas se formaratn os officiaes
que desde a independencia tem dado dias de glo-
ria ao pavilho auri-verde ; foram discpulos da
escola de S. Rento.
Quanto s enlages navaes, certo que apre-
sentou com franqueza a sua opinio ; mas nao ha
nisso urna s palavra contra o decreto que as es-
tabeleceu. O que disse a verdade ; islo que
oo tm produzido os bons effeitos que eram es-
perados, a que o melhor portanto acabar c6m
ellas.
Nao quer isto dizer que se mandem recolher so
porto do Rio de Janeiro todos os navios que ac-
tualmente formsm as estages navaes ; o que
significa que convem acabar com esses diver-
sos centros de administrsgo, reunindo toda a
direcgo aqu na corte, sob as vistas immediatas
do governo, mandando-se todava s provincias
navios que tenham pequeas demoras nos portos,
e oo dm lagar a que os officiaes por l ganhem
raizes.
Pronunciou-se pela creago de urna estago
naval na Europa, e inconlestavel que d'ahi re-
sultaran) grandes vantigens ; se nao trata de
crea-la j, porque reconhece os embaragos fi-
nanceiros com que luamos na actualiJade e que
nao permiltem nenhum augmento de despeza que
possa ser adiada.
Bem pouca marinha tnham os Estados-Unidos
quando j contavam duas estages navaes, urna
no Mediterrneo, outra no Brasil.
Nem se diga que os nossos navios s vao
Europa para dar almogos, jantares e bailes. E'
impossivel desconhecer que, collocados entre os
vasos de guerra das primeiras marinhas do mun-
do, os que ali mandamos com officialidade zelosa
e instruida, nao ple esta deixsr de aprender
praticamente o que nao se encentra nos livros.
A despesa que com isso se faz nao pois, im-
proficua, nom excede tanto que importa exis-
tencia dos navios armados nos nossos portos que
deva horrorisar ao nobre senador. Essa diffe-
renga nao pode assostar a quem conhece bem as
cousas. E tres ou quatro navios do Brasil esta-
cionados na Europa, manobrando 4 vista das ar-
madas estrangeiras, nao concorreriam pouco para
dar boa idea da nossa cirilisago, e para destruir
em parte q effeito desses pamphletos que ali se
publicara que s tratara de calumniar-nos.
At hoje ainda nao foi um vaso de guerra bra-
sileiro Europa que nao sustentasse honrosa-
mente o pavilho do imperio. O orador ouvio ao
Sr. almirante Clerval dizer que era impossivel
ver navios, com um impropria para a vida do mar como oa Brasilei-
ros, manobrar da maneira que os nossos mano-
braran:. E com effeito ninguem nega que as
nossas tripolages s5o em grande parte compos-
tas de individuos que tm repugnancia vida do
mar, a que nao lm a constituico e robustez pre-
cisas em urna qa marlnhagem,
Nao obstante, nao s pelo asseio que os nos-
sos vasos de guerra procuram distinguir-se.
Eotendeu que nao devia hootem replicar ao
nobre senador pela Bahia, porque o segundo dis-
curso, coraquanto chelo de eloquencia, consisti
em reproduzir as mesmas aecusaces j apresen-
tadas.
Pouco accrecentar agora s observages que
hootem fez. Apenas dir qua a prova de qua
oo ha oos nossos navios esaes vicios, essa im-
moralidade qua o nobre senador considera como
causas da maior moralidade que se nota no hos-
pital de marioha da ccte que essa mortalida-
do regula por 4, 5 0|0, entretanto qua na Ingla-
terra anda por 8 o"*
Conclaindo, repele com prazer qae certo que
a nossa armada nao est to decadente como o
nobre senador a suppe. Foi com ella que fiza-
mos a nossa independencia quasi incruenta; com
ella ta'mos sustentado a digoidade nacional, a in-
tegridad* do imperio, a o throno do nosso au-
gusto nontreha. Nao meretia pois ser collaca-
pois toma o orador urna boa bussola, deve con-
fiar que nao falla seno sobre cousa dignado
oceupar a attengo do senado, e da qual oo po-
de haver eosejo mais opporluno para tratar se.
Attribuiq o nobre ministro a apresentago do
art. 5 additivo a idea que se fez da severidade
do regulamento da escola de marioha ; masjul-
ga o orador que a modificago, sob esse ponto de
vista, oo completa e prduzir pequeo effei-
to. Isto se compre alterar o regulamento,
para ver se coocorrem mais alumnos escola de
marioha, ento a allerago que se faz nao pode
bastar.
O artigo que se quer modificar declara inhbil
para fazer exame o eslulaote que der mais de
dea faltas sera ser por motivo de molestia. Esta
disposigo demasiado severa. Deve-se esperar
que o esludanle por meio do exame mostr se,
apezar de mais de dez faltas, est ou nao habili-
tado.. E'iojustiga igualar atlos, porque.se
ha estudantes que, perdeodo mais de dez dias de
ligo, nao podero de forma alguma satisfazer ao
exame, tambem os haver que, apesar de viole
filias, estejim capazes de fazer um bom exame.
Para nao haver iojustiga pois era melhor dei-
xar fazer exame, sem attengo so numero de fal-
las, e esperar o resultado delle para permittir ou
nao a matricula no anno seguinte.
O 2* do mesmo artigo dispoe] que mais de
trila faltas, ainda por molestia, inhabilitara de
fazer exame. A respeito desta disposigo mili-
tara as mesmas observages que acabo de fazor
sobre outra parte do regulamento. Se, nao obs-
tante ter o estudante mais de trinta faltas por
molestia, puder fazer um bom exame, porque
oo lhe ha de ser isso licito?
Qual o motivo de fixar-se o numero de faltas
Sue devem impedir o estudante de fazer exame?
o pode ser seno descontianga para cora os
examinadores. A nao ser esta descontianga, na-
da pode explicara medida que prohibe o exame
ao estudante que d mais de certo numero de
faltas.
Ha porm urna cousa ainda mais notavel no
regulamento. Um arligo (o 3o) diz que o aspi-
rante que falsamente allegar molestia para oo
fazer acto lera baixa ; e o art. 42 dispoe que a
molestia ser verificada pelo medico da escola
em presenga do director.
Ora, se a molestia verificada nestes termos,
como se pode presumir que seja allegada falsa-
mente ? S sendo connivente o medico e o di-
rector da escola.
Assim, ou o art. 43 intil, ou a inspecgo
torna-se desnecessaria ; um dos dous artigos de-
ve desapparecer.
Demais, hacerlas disposiges que s servem
para suggerir a idea do delicio. O art. 43 im
moral porque suscita o pensamenlo de allegar
falsamente motivo de molestia, para isentar o
aspirante de responder a exame. Bastava o art.
42, que requer a inspecgo de medico a vista do
director.
O pequeo nnmero de mogos que coocorrem
matricula da escola de marinha nao resulta s
da^averidade do regulamento. Por muito tem-
po^esde 1832 at 1850 ou mais, era tal a con-
currencia matricula na escola de marinha que o
governo via-se embaragado na admisso, e vio-se
obrigado a iodeferir mullas preleoges destas.
Porque ha agora semelhante desanimo ? Cum-
pria e convinha averiguar m a causa, para que
pudesse ser removida. Desperta pois a attengo
do nobre ministro para este importante objecto.
Talvez que se encontr o bice na mulliplici-
dade dos estudos exigidos, na rigidez do regula-
mento interno da escola ; e por certo que urna
das causas o triste estado de nossa armada em
geral, e a facilidade de obler empregos mais lu-
crativos e menos arriscados e trabalhasos do que
a vida do mar.
Na marinha o futuro dubio, precario ; e
acham-se empregos em Ierra qua do logo na
entranga um cont de ris e mais. Ora, quando
quena armada um mogo vem a ter esse venci-
mento ? E' pois da maior necessidade ensacar
bem este objecto para deduzir-se a verdadeira
causa do mal que existe sobre esta materia.
Disse o nobre mioistro que a poca nao de
gloria, mas de dioheiro. At certo ponto fallou
S. Exc. com exaclido. O paiz est em plena
paz, a gloria pois nao poda ser objecto principal
de to das asvistas. Ora, se a quadra de calma,
nada mais natural do que procurarem todos vivar
com commodos que s o dioheiro pode dar.
Se esta a physiooomia moral do paiz oa ac-
tualiJade, curapre todava notar que nosso carc-
ter oo vai muito para ahi. Os Brasileos oo
sao positivos que s olhem ao conforto ; diri-
gem-se muilo pela imaginago, e esta crea entesJ
de razo que s vezes arrastam o bomem. Esta
a nossa ndole mais pronunciada; nao o in-
te ress.
A glora para nos um grande incentivo:
quando nao a temos em vista na defeza da pa-
tria, sempre a desejamos, ambicionando tor-
nar-nos notaveis, distioguir-nos nesta ou na-
quelle ramo de conhecimenlos, nesta ou naqoal-
la ordem de funeges publicas e de servigos.
Temos mesmo grande queda para a lilteraiura,
somos mais litteratos do que outros povos alias
mais adiantados do que nos; e a razo que
negociamos com capitaes eslraogeiros, lemos,
estudamos tudo quanto se passa, quanto ae es-
creve nos outros paizes; a dahi nos vem grande
erudigo.
Por que razo ento quasi nioguem quer ma-
tricular-se na escola de marinha ? Para isso in-
flue sem duvida a desanimo da armada. Ella
real porque a nossa marioha da guerra nao ae
acha de laclo no estado em qudatela apresen-
tar-se.
examina framente, e por isso descobre os seus
defeitos. O nobre ministro nao, porque est na-
morado ; e a quem est oamorado al os seooes
parecem bellezas Quem esl spaixooado acha
sempre gracioso, obra prima da natureza tudo
quanto diz respeito aquella que ama ; mas o ora-
dor est gelado, oo est namorado, e sent o
peso de urna responsabilidade horrivel como re-
presentante da nago que tem de dar coutas do
si aos seus constitulotes, que sao o povo que o
elegeu e o mooarcha que o escolheu.
O nobre ministro dissse que a armada (em sus-
tentado o throno do Sr. D. Pedro II. Pois bem ;
o orador, que deve fallar a verdade cora, ha
de por forga dizer o que sent.
Nao acredite S. Exc. que o orador Inspirado
por iosinuages. Todo mundo deseja ver os bo-
as do ancora no ministerio. Ahi est o nobre
que symbolisa a armada ; como pois
nao de surgir-lhe agora inimigos do seio da cor-
poragao a que perleoce e que folga de o ver na
admioistraco? como ho de apparecer adversa-
rios que suscilem dfficuldades a S. Ere que
ministrem informages que possam contaria-lo?
Ora. diga S. Exc. : er que o orador um es-
tpido ?
OSr. Mioistro da Marinhs :-Seria at crime
due-lo.
OSr. Visconde de Jequilinhonha agradece a
S. Exc. a resposta, mas pede permisso pira
observar-lhe que oo seodo um estpido, oo
deve dar lugar a que se pense que incapaz de
perceber as cousas as mais siogelas deste ramo
de servigo de que ha mais de trinta annos so
oceupa.
O Sr. Ministro da Marinha :Escuso repetir
que considero o nobre senador urna de nossas ca-
pacidades.
O Sr. Visconde de Jequilinhonha diz que, se
isso verdade.... e nao dir que nao primeiro
porque o aparte do nobre ministro agrada-lhe
muito (risaoas), e em segundo lugar porque S.
Exc, exprimio-se to graciosamente que seria de
muito mo gosto contraria-lo. (risadas.)
Mas, como dizia, se isso verdade, veja-se
qual tem sido o procedimeoto do orador no par-
lam4eni a resPeto da materia era questo. Des-
de1831 que se oceupa da marinha.
Foi o orador quem na outra cmara levanlou
una columna de honra e gloria ao nobre senador
pelo Rio de Janeiro (o Sr. Visconde de Itabora-
hy), e S. Exc. deve-lhe este grande servigo.
Questionando constantemente com o nobre sena-
dor, dava-lhe occasies repelidas de mostrara
sua vasta inteligencia, grande estudo e boos de-
sejos que sempre o animaram. "
Desde enlo nunca cessou o orador de dedi-
car-se s cousas da marinha, sem que nioguem
fosse apoolado orno aquella que lhe suggerissa
ideas e informages, mas s em resultado de seu
fraco e muito insignificante capital,
J disse ao senado que merece-lhe grande es-
tima a armada ; a forga com.que mais sympa-
thiss, e de que deu proras ddicando-lhe dous
Linos queteve:
A um Deus tirou a vista, outro pereceu em
um tremeodo naufragio. Conforma-se cora as
vootades de Deus I Has que maior prova de sua
affeigo i vida do mar podia dar do que levando
para ella seus dous filbos?
Seria acaso por Ihes querer mal que Ihes deu
esse destino ?
Em todas as oagdes do mundo nao consta que
a armada fosse infiel ou traidora ao seu paiz ;
nunca ; urna profisso que inspira por isso a
maior considerago. No possivel associar-se
palavraofficial de marinhaa idea de cons-
pirador ou revolucionario. E' isso devido a mui- "
tas circunstancias que coocorrem reunidas; a
disciplina severa, o elemento em que vi-
vera, a franqueza propria do hornera de mar,
que nao oceulta o que sent e o que pensa, tudo
conlribue para formar o carcter do official de
marinha.
Ora, estimando o orador a armada como estt-
"Ji e vendo a testa desta corporago um digno
official de marinhs, to distinelo como o nobre
ministro, porque nao se esforgaria o orador em
fazer brilhar aS. Etc.? O nobre ministro deve
at ser muito sea amigo recoohecendo que, se o
orador entrou oeste debate, foi para tira-lo dessa
mal entendida modestia em que se tem conser-
vado. Espera pois o nobre ministro nao se es-
candega, tome boa parte as suas observages,
nao use de expresses que podem ser mal in-
terpretadas, como, ha pouco fez quaodo disaa
que hoje nao se cuida de gloria e a de di-
oheiro.
Com effeito passam-se cousas na marioha que
podem al certo ponto dar lugar a que essa pro-
posigo corra como exacta.
Por exemplo, a idea que se suscita quando,
sem algumas explicages que sao indispensaveis,
se compara o seguinte quadro dos pregos pagos
pela diviso brasileira no Rio da Prata, sob o
com mando de tres diversos chefes, os Srs. Lama-
re, Lamego e Alviro.
Lamare. Lamego. Alvim.
Cune verde, libra.. J026 060 0024
Farinha, alqueire... 29200 4800 2J400
Armazensgem de
catro, tonelada. $060 120 Cessou.
O nobre ministro olha com olhos ictricos para
nossa armada. Como alo ha de parecor-lhe urna
dama forzosa se S. Exc. tanto a ama ? Mas o | temos, e substituidos
orador, que nao eati desposado com ella, olha, [ mente construido!,
E notar que sob o ultimo commaodo as cousas
arranjaram-se de modo tal que cessou a despeza
cora a armazenagem do carvo de pedra.
Os fretes para Malto-Grosso, que na prega da
Mootevidu se obtioham a 15 palaces por tone-
lada, o Sr. Lamego os havia a 20 pataces 1
Para Corrientes pagara o Estado no tempo
desse senhor 9 e 10 pataces por tonelada, quao-
do na praca regulava por 5.
A bolacha ro contratada por 120 ris I Tudo
em moeda forte.
Ora, vista deste quadro nao se poder dizer
que com effeito hoje nao se cuida de gloria 16
de dioheiro ?
Nao con vira mesmo que o governo mande
examinar isto, de maneira que se conhega a
verdadeira causa de to notavel desproporgol E*
possivel que causas poderosas tenham concorri-
do e influido paraaquelle resultado, e que sendo
conhecidas dissipera qoalquer censura que se
possa furmular a respeito da notavel differeoga
de pregos de que se oceupou ; e isto mesmo ser
urna vantagem, porque nao dar! lugar a induc-
ges inconvenientes.
O que diz a respeito destes contratos esten-
de-se a oulros. E iodispensavel que o nobre
mioistro nao perca de vista um to importante*
ramo do servigo que corre pela sua reparlico, o
que se prende, joga com grande iateresse 4a
thesouro.
Nao er que as estagss navaes, montadas
como esto, nada deixam a desejar, quer em
relago disciplina, quer tendo a attengo 8 eco-
noma. E sem duvida que a fisoalisacia sari
mais efficaz urna vez acabadas aa estages, era-
bora vo a miudo aoa portos das provincias
navios de guerra que te revezara e ali tejara
passageiramente.
~0 que nao soffra con testiguo que estamos em.
tristissima posicio. Nao temos, dioheiro, o
sobrara necesstdades urgentes que o re-
clamara.
A (aliar a verdade, o que a nossa armada
I precisa serem vendidos todos os navios qqa
poc Otttroi conreoiente-


i ir
i
DliftfO DI HRNAMBCO; *- QUINTA PEIEA 1* pi SETEMBRO E 1861.
Todos esses vapores ooos que nos vieram por ximo futuro, pare a inaugvrag&o da auouociada
bom dioheiro desapparecam do qir adro da arma-
da, e venhsm ouiro3 oas condices da presta-
ren o aervico a que sao destinado!.
Nao descobre utilidad* em conservarem-se
trila vasos suspeitos e vinte e seta que pouco
prometiera durar, porque, na phrase do relatono
do anato ministro, acham-se asa estado pouco
sasfatoho.
lato quanlo aos barcas ; porm o mais que
& Esc. diz que asa em dasgracadissimo estado,
ooeto que o quera comprar saais nada? Ora,
cono ter esquadra sen armamento ? Nace
poasivel. Entretanto a aobre ninistro declara
qm a espingardas de que se serve a nosea forga
naval a chaos-ae ai tal catado que mata aervem
par* comproroelter do que para a defesa !
Eis o que se v. Nao ha navios nm arma-
nenio] Para que eolio, se nao ha esquadra,
star a perder tempo com artigas auditivos? E
nao ha de o orador chamar a sttengio do nobre
ninistro para estas cousas, que absolutamente
nao podem contiouar no triste estado em que se
aebam'.
Desejaria moito que o nobre ministro tomasse
em considerado os regulamentos dos corpos de
apreodizes a imperiaes marinheiros. Compre
estudar seriamente os meios de inserir nesses
regulamentos medidas paternaes, que tornando
a instituidlo eompativel con os hbitos do oosso
ove, chamen alQuencia para aquelles car-
pos. Que ha actualmente oegaco para a vida
daar cousa que se prova com esse mesmo
tacto citado peto nobre ministro, isto ha pouc
concurrencia de alumnos para a escola de ma-
linha.
Lembrou S. Exc. a conveniencia de urna esta-
ciona Europa, e cilou o exempio dos Estados-
Unidos, que na opinio do oradar nao procede.
Pensa que nao devemos desconsolar-nos por
nao ter estajio naval na Europa. -A principal
exposigao geral dos productos desta e outrat
provincias vitinhar. Lembramos- tambera um
edificio facaos pareca mais proprio que o desig-
nado.
Hoje tiremos occasiio de'ler no Diario o ex-
pediente do governo da provincia, de 13 da cor-
rala, que o dia 7 de novembro, prximo vindou-
ro, era definitivamente fizado, para a abertura
da exposigio d'esta provincia, que por engao,
un aviso anterior fizara a 9 de dezembro.
No mesmo Diario a olba 2 acharo os apre-
ciadores e amigos doprograaso a mui iateresaan-
te acta da primeira sessio da Illma. connissio
directora, em 11 do carrate.
Para aos de tal maneira cooclndente, que os
se, e oa porque ] re achae-respandides....
O que mo tem remedidWemediado est....
Resta agora cada um fazer o quo poder para
coadjuvar a illustrada commiaaio na sua cuatoza
e laboriosa trela. Por nossa parte louamos a
boa resolugso, por ella tomada, de subdividir-se
emsecges, a Om de repartir melhor o trabalho,
e altrahir maior numero de concurrentes, para a
exposijao geral da 7 de novembro vindouro.
Nos, que conhecemoj e fallamos, por astim
dizer a todos os artistas, nao podemos deixar de
ouvir as queixas que cada um acha-secom direi-
to de fazer, em razio da falta de tempo, pira po-
der apresentar urna obra digna de figurar n'um
concurso artstico, como ama exposigao geral.
Cada um lem seu amor proprio offendido, por
ser convidado tarde a participar da feata indus-
trial da primeira exposigao geral de 7 da aovan*
bro prozimo futuro, todos se lembram, do dilado
vulgar: _
Quem nao quar a feata.
Convida na espera.
Cremos que nao ser n'esta occasio o ditado
applicavel.... porem, se quando o anao paseado
veio a espalhar-se a noticia da segunda exposi-
aaotsgem deseas esliges a protegi que dio cao universal, que a laboriosa e opulenta Iogla-
ao commercio, a nossa industria toda nter- trra, annuncira dever abrir em maio prximo
na e acaohadissima. Para que pois gastar enor-' vindouro, o governo imperial livease aa moatra-
mes sonamos com urna estadio naval na Eu-, do desejozo desde Janeiro de 1861, de facilitar
raja ? [aos eus goveruadoso.meio que hoje indica, aem
Nao dsconhece a vantagem, para a instrueco. duvida um pouco tarde, para remelter para a ex-
da armada, da realisacio da idea de S. Exc.; posico de Londres os productos que o jury do
mas considera que a principal vantagem das j Rio de Janeiro julgar dignos de ir figurar na exi-
estaefles navaes (a protecoo ao commercio) nao \ bico internacional de maio de 1862 ; lendo os
pode ser por nos colhida. j artistas pouco ou menos um anuo, adianto de
No mesmo caso nio se -chavara os Estados- t si, para os manufacturar, temos a certeza, que
Unidos quando sustentarais estages navaes no os artistas pernambucaaos nio Qcariam atraz dos
Mediterrneo e no Brasil, apesar delerem anda da corte.
entao pouea marinha de guerra, por isso que j E' preciso notar que tanto oa velha Europa
contavam j grande commercio cm ambas essas 'como no jovem Brasil, os artistas em geral, e
partes do mundo. As circunstancias nio sao ; muitas vezes os mais dislinclos e laleutosos, sao
as mesmas. | faltos ou apoucados de meios de subsistencia, por
Fallou o nobre ministro nos dados estaiislcos isso nio podem empregar senio pequea parle
que mostrara que a nortalidade na marinha in- j de seu precioso tempo, parajizer as obras espe-
gleza proporcionalmente muito maior do que ciaes, destinadas concorrer as expesiges io-
na nossa. destriaes, precisando de todo o resto, para as
Mas nao basta dizer que aquella de 8 % em obras de venda ordinaria, que lheadio o pao de
quaoto que esta nio passa de 5,5 % P"r" a'ahi cada dia.
se coocluir que maior a primeira do que a
segunda. Era preciso examinar onde foram Todava, em atlengo aos dezejos manifesla-
cofitrahidas as molestias que deram semeihaote, dos P' muito amado Imperador e para correi-
resullado na marinha inglaza : se na India, se no Pender ao convite, pessoalmeote dirigido verbal
Mediterrneo, onde reina a peste do Levante; se i e. Pr escrplo, generalidade dos productores
as viageos extremamente tongas, as qutes 0 diversos, somos de opinio que o numero dos
escorbuto lavra com urna ferocidade iocrivel; expositores p-sssar de mil assim as esperanzas
condices estas que, nao se dando a respeito de do Exm. presidente da provincia e da dignissi-
nossa marinha, nao permuten a comparagao I m8 commissio directora, serio coroadas de me-
satisfatoria das duas moralidader. Ihores successos do que muilos pensam.
O que o nobre ministro pois disse a este res- *^,e Ter nao e tarde....
peito nio destruio em cousa alguraa as proposi- Quando disemos quo os aposentos do palacio
oes do orador. j do governo nao seriara sufOeieutes, pela f que
Anda porm que fosse muito procedente a temos de que os expositores serio mais numero-
argunientacio de S. Exc, nem por isso o orador
mereca censura, porquanto sempre digno de
louvor quem oestes assumptos procura chamar
a silencio do governo para qualquer melliora-
meoto que por ventura se possa obter.
Sao estas as observares que tinha anda que
florecer i conaideracao do nobre ministro.
O Sr. Ministro da Marinha faz algumas obser-
va coes.
O Sr. D. Manoel pronuncia um discurso.
Nao havendo numero para votar-se, o Sr. pre-
sidente declara encerrada a discussio do art. 5o
addilivo.
Relira se o Sr. ministro da marinha, guardadas
as mesmas formalidades com quo fra re-
cebido.
O Sr. presidente morca a ordem do dia, e
levanta a sessao s tres horas da tarde.
PERNAMBUCO.
sos do que se ere geralmeote.
Para nao parecer infuodada a nossa opinio va-
mos expender as nossas razoes de assim pensar.
Principiemos aorganisire arranjaros objectos
as tres sallas da frente do palacio da presi-
dencia :
Bellas artes.
Estamos persuadidos de que as obras de pintu-
ra a oleo e oulras, dezenhos a lapis, photogra-
phias, lythographias etc. etr, occoparao os vios
das paredes das duas salas senio. for de todas
tresds frente, bastario as obras diversas dos ar-
tistas Arcenio, Gadault Slall, Villela, Oxborn e
nutros para as encher.
as estantes ou mostradores horisootaes coloca:
dos dos dous lados das salas de piatura, dezenho
etc. poder-ae-hio apresentar as colleccoes de ima-
geos de santos, estatuasiohas, medalhas, moedas
antigs, pedras preciosas, obras de ouro, prata,
obras de tartaruga,obras de cabellos, flores artifi-
ciaos diversas, flores e outres objectos de cera.
Se todas as seohoras pernambucanas prendadas
forem servidas mandar duas ou tres obras dif-
fereotes de suas delicadas maos, que a el-
las se reuni as obras e prendas das colle-
giaes da Conceisao da Tamarineira, das irmias
da caridade da ra do Hospicio e outros eslabe-
lecimentusde educandas e religiosas, as salas ou
vio que flear as da frente de palacio serio io-
cheias. se as ditas obras forem eolio-
k. REVISTA DIARIA. '
Amaonaa vio oovameote a oraga os impostos
municipaes, que nao foram anda arrematados,
sendo ell^s 500 rs. por cabeca de gado, 40 rs.
por p decoqueiro e o de mscales e boceleiras,
Na falta de licitantes ao primero, ser cobrado
administrativamente esse imposto, segundo re- leiramente
oluco da cmara. cadas e arranjadas de modo a serem convenien-
No du 22 do correte lera lugar a resta teniente vistas e apreciadas pelos visitantes sem
anmversana da fuudacao do Hospital Portuguez elle as poderem tocar, a primeira sala da entra-
de Benificencia. da do pavimento terreo oceupada pelas obras pu-
Pelas 10 X horas da manhaa desse dia cantar- blieas, fieari inteiramente cheia se concorrerem
se-ha a missa votiva do respectivo padroeiro S. com algumas obras os artistas selleiros,corrieiros
JoaodeDeos.com orco sagrada pelo prega- sapateirosetanaoqueiros arranjadas conveniente
dor da capella imperial frei Joaquim do Espirito a ostensivelmente para serem apreciadas sem
Santo, e s 8 da noite lindar a ladainha. ser tocadas.
9 So?m da'na'naa WViWs um!"'" ?**! I' ,As pel,e em P, P^P^adas, curtidas e sur-
8 da nnifl *.s. radas deverao estar oa mesma sala assim como
' os accessorios das industrias respectivas : formas
e mais objectos fabricados no paiz.
Havendo lugar poderia se annexar a estes ob-
jectos as diflerentes qualiJades de chapeos fa-
bricados no paiz a saber :
Chapeos de palha ordinaria de lodas as qual-
dades.
da
do-1
Foi honlem encontrado morto um recem-
nascido do sexo feminino em urna das localida-
des do despejo publico desta cidade.
Sendo conduzida polica, prosegue a auto-
ridade as averiguasoes, aim de entrar no co-
nhecimeolo do.aulor desse infanticidio, se que
um crime e nao urna depravaco do senlimento
maternal deu-se nesse fado.
Pretendem os subditos de S. M. F. nesta
cidade organisar urna associacao denominada
Io de dezembro, com o flm de solemnisar
meio de urna manifestacao qualquer aquello
aniversario da reslauracao de Portugal do
minio hespauhol.
E' um brado contra o iberismo.
Foi nomeado commissario vaccinador da
villa do Ouricury, sobre proposla do respectivo
Dr. commissario vaccinador provincial, o Sr. Jos
Firmo Pereiri do Lago.
Cousta-nos que S. Exc. oSr. presidente da
provincia,querendo bem aquilataros servicos pres-
lados pelo fallecido lente coronel Florencio
Jos Garneiro Monleiro, procurara por interme-
dio de um seu prente saber se o filho daquelle
aceitara a nomeagio do emprego que exercia seu
pai.
Consta-nos igualmente que o Sr. Joaquim Pi-
res Csrneiro Mooteiro, assaz penhorado por esse
acto de S. Exc. que tanto o honra, agradecer
profundamente ao Sr. presidente, e pedira-lhe
desculpas para deixar de aceitar o dito emprego,
tendo em vista, alm de outraa razoes, a do ter
seu pai no desempenho de aeus deveres experi-
mentado dissabores, que, talvez, apressassem
sen passameoto*
Nesse acto de S. Exc que muito o recommen-
da na opiniio publica, se v ceilamenle o con-
cert em que era tido aquella funeciooario pu-
blico : e na recusa do Sr. Joaquim Pires Car-
eiro Mooteiro os seos nobres seotimeBtos e res-
peito memoria de seu pai.
Nos das 16 e 17 do correte foram reco-
lhidos casa de detencao 8 homens e 1 mulher,
sendo 6 livres e 3 esuravos, a saber : a ordem do
Dr. chefe de polica 3, a ordem do subdelegado
do Recife 1, que o crioulo Podro, escravo de
Manoel Ooocalves da Silva, a ordem do de Santo
Antonio 1. que o crioulo Salvador, escravo daJ
Joaquim Mooteiro da Cruz, a ordem do da Boa-
Vista_1, quo o Africano Antonio, escravo de
Domingos Affonso. ordem do dos Afogados 2 :
e a ordem do de Muribeca 1.
M0RTAL1DADE 00 DIA 18.
Josepha, frica, 6 anuos, Recife ; tubrculo pul-
monar.
Manoel Duarte de Parias Mallos, Alagoas, 18
annos. solleiro, S. Jos ; una encephalile.
Juvbo, Peroambuco, 18 mezes, Santo Antonio :
gastro interite.
Thereza Candida Lopes Lima, Pernambuco, 40
annos, viuva,S. Antonio ; um cancro no tero.
mao.
Communicados.
Exposicao geral dosprodictosnaturacs
agrcolas e indastpiaes.
ARTIGO III.
Km nossos artigo* precedentes demonstramos
asaas clarameale a iosufficieocia do tempo mar-
cado de 2 de seWmbro al S de dezembro pro-
Dito de timb.
Dito de feltro.
Dito de seda.
Dito de couro do serlo.
Roupa feita ordinaria.
Dita de couro do sertao.
Roupa feita fina.
Saceos de dous fios fiados mao.
Fio d'algodao fiado mi.
Fio de macaibeira e outros fiado i
2.' Sala.
PoJeriaser destinada a recolher todas as obras
feitas, de marcenara ebanistera, torno esculpa-
ra tecidos de moveilc. etc.
3. Sala.
Poden reunir os objectos seguintes :
Brandoes e vellas de cera, vellas de carnauba,
vellas de cebo. '
Cebo, carnauba, cera da trra.
Sabio em caixa das diversas qualdades fabri-
cadas n esta capital.
Amostras d'assucar das diversas qualdades vio-
das directamente dos diversos engenhos.
Dita de assucar refinado da fabrica do Monlei-
ro e outros.
Vinho de caj e outras fructas.
Licores, limonadas gazozas agua de Selz.
Cocos de todo tamanho e qualdades, dend e
outras diversas.
Sementes oleaginosas diversas.
Ditas de arvores.
Pavas, fejdes e ervilbas*
Reizes, mandioca, inhemes, iipi, malarsna e
outras.
Batatas de todas as qualdades.
Canoa de assucar de todas as qualdades.
Amostras de algodio em brntode lodas as qua-
ldades. *
Dito descaroc,ado.
Sedas vegetaes.
Sumahuma.
Objectos de confeitarlas, doces seceos e outros.
Bolos e pastellaria para armar bandejas.
Louca vidrada da fabrica do Barbalho fvillado
Cabo.)
Lou?a cabocula, jarras, potes, quartlnhss de
diversos feitios e qualdades.
Torradores de firinha feitos de barro, prensas
de diversas formas para prensar a mandioca, e
aipi raspados.
Obras de estucador ornamentos, ele.
Bahs de todas as qualdades.
Violas.
Livros eocadernadof.
Redes e apparelbos de pesca e de caca.
4.* tala.
Fumo em folha, em corda, charutos, cigarros e
rape.
Cachimbos da trra e seos tubos.
Csixinhas e cartes de papelo.
Objectos de fooileiros.
DMos de latoeiros, alambique, etc., etc.
Ditos de serralheiro.
Ditos de ferreiro, foucas, machados, etc., etc.
Ditas tren e apparelhoj para engenhos de as-
sucar.
Machinas da raspar mandioca, antigs a mo-
dernas.
Machinas de descansar algodio.
Ulenfis agrcolas.
Arados antigos e nodernos.
Grades.
Cangas, cambei, etc.
Caogalhas tanplatas.
Nos corredores podero raaair-se :
Pedtaa calcarlas da beira-nar.
Ditaa de larra.
Cal prata, cal branca.
Pedras de cantara brutas e lavradas.
Marmotas lavrados e plidos.
Amostras de pedras dtflha de Santo Aleixo.
Ditas da pedreir do aageohoda Ilha (estrada
do Cabo.)
Ditaa das pedreiras granticas da zamboa de
Ulinga.
Ditas ditas do ponto de Timb-Asi, onde na
escavacio do caminho de ferro acbou-se pedras
em carnadas*semelhantes a marmore brancoe
outras.
Ditas ealhos e pedras rolQas do rio Jaboatio,
proprias para calgaraerUo da mas.
Amostras de barros de todas as diversas qual-
dades. Seja para purgar o assucar, fazer formaa
de issucar e outro vasilhame diverso de uso do-
mestico, lijlo diversos, tenas, etc.
rea de neldar.
Aaahalto artificial.
Pedras contando nineral de ferro.
Ditas dito de cobro.
Ditas dito qualquer oulrcr mineral.
Carvio de pedra. X
Turba.
Sal marino do Ass a oulrti.
Assuear mascavado ....
dem branco ,v.....
dem redando......
Azeile de am-andaim ou mon-
doaim
pfiaaa-ecW .'
dem de mamona.....
Batata* alinaaliciai ....
Bolaaan arenara propria para
aaaerrjoe. ......
daaafca........
dem esajlha ou restolho .
dem terrado.....
Cibros.....4 .
?. .......
dem branca.....
Cama secca charque. .
Car vio vegetal.....
tera d v&in^ub* uin tiruto.
dem dem em velas. : .
Charutos......
Cocos seceos......
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados. .
dem verdes.....
dem de cabrajeortidos .
dem de onca. ....
Doces seceos...... libra

>
. um


caada
a
a
arroba
a
a
a
libra
um
arroba
a
a
_ a
libra
a
cento
Ubra
a
a
um
a
dem em geleia[ou massa
dem em calda. .....
Espadadores grandes. .
Won pequenea .....
Esleirs para forro ou estiva de
na*io ......:.
Estoupa nacional ....
^ Farinha de mandioca. .
"dem de araruta.....
2f000
39000
S
[2^000
1&920
1S440
91000
4O0O
8J0OO
7500
5JOO0
300
360
200
400
2|800
1S600
220
400
250
4S000
175
22
100
280
11|000
ltfOOO
500
500
4J0OO
2J000
Gomma
Ipecacuanha (raz)
Lenha em achas .
Toros.....
Lenhas e esteios.....um
Mcl ou me la no.
Milho ....
Pao brasil
Pedras de amolar
dem de filtrar
dem rebolo .
Piassava........molhos
Pontas ou chifres de raccaa e
novilhos.......cento
Pranchoes de amarello de
dous custados......urna
dem louro. .......
Sabio......., libra
Salsa parrilha......arroba
Salitre do sertao.
N'algum annexoque se faca poder-ae-ha re- f,eiJo de qualquer qualidade.
colher : Frechaes........
Gamellas de pao de todos os lmannos e for- fumo em folha bom.
mas. dem ordinario ou restolho.
Canoas de um s pao,de ferro, de rodas ou sem dem em rolo bom
ellas. dem ordinaro restolbo.
Canoas abertas. \
Alvarengas de pao.
Ditas de ferro.
Siveiros, botes.
Balieiras.
Bateldes.
Jangadas.
Carrinhos de nao de urna roda de pao ou de
ferro.
Carrogas interinas.
Ditas de abater a caixa para tras.
Carros de eogenho de duas rodas fixas cheias
e eixo rodante.
Ditos dito de duas rodas de raios rodantes e
eixo fixo.
Carros de eogenho de quatro rodss rodantes e
eixos fixos.
Carros de 4 rodas baixas para transportar gene-
ros na cidade.
Cabriolis descobertos de duas rodas.
Ditos cobertos de duas rodas.
Carros, carrinhos e coups, para passeios de
quatro rodas.
Palanquins, cadeiras de arruar, liteiras, padio-
las e tipoias.
Carros e carrinhos para carregar meninos.
Productos da mata.
Lenha raehada em feixe.
Dita lascada em achas.
Dita em touroe.
Carvio de lenha.
Varas para cercas de galinheiros.
Caibros e estacas.
Caibros para telbados.
Madeira faceada para conslrucges de todas as
grossuras.
Praoches de toda qualidade de madeiras.
Taboado de toda qualidade de madeiras.
Madeiras rachadas para ripas. aduelas e arcos
de barrilhame.
Sipos diversos para bengalas e.Ubicas.
Sipos em rodas para amarrar cercados e outros
misteres agrcolas.
Folbas decoit ecapios especiaes para cubrir
choupanas e casas do mato.
Plantas medleinaes seccas.
Eotrecasco de moluog especifico para curar
as durezas do estomago e do ligado.
raanlas texlis grvalas, malvaseas e ananaes
selvagens.
Capins diversos para sustento dos animaes.
Pernambuco, 17 de setembro de 1861.
F. M. Duprat.
cento 200000
arroba
lqueire
arroba
a
600
300
COMiHElClO.
Novo Banco de Pernambuco.
O banco paga o 7- dividendo de 12
por accao, relativo ao semestre lindo
em 31 de agosto prximo passado.
Alfandega.
Rendlmento do dia 1 a 17. 270 588*745
dam do dia 18......11.9661389
um
a
a
a
a
arroba

cento
a
caada
arroba,
quintal
urna
a
a
;oo
jooo
8SOO0
18J0OO
6$000
39000
255000
2S400
II9OOO
50g0OO
220
lOOO
10$000
800
4000
182(0
200
5&000
16*000
88000
100
288000
58500
28600
1049500
7O9OOO
392OO
89000
|320
9280
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta urna
Taboas de amarello .... duzias
dem diversas.....;
TaP>oca........arroba
Travs.........urna
L'nhas de boi......cento
Vinaare........caada
Alfandega de Pernambuco 14 de setembro de
1861.
O primero conferente. Pedro Alexaodrino
de Barros Ci va lea nli de Lacerda.O segundo con-
ferente, Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonca.
Approvo. Alfandega dePernanbuco 6 de setem-
bro de 2861.Barros.
Conforme o 3. escripturario. Joao Jos Pe-
reira de Faria.
Moyimeiito do porto.
Navios sahidos no dia 18.
Rio de Janeiro,brigue escuna nacional Jovem
Arthur, capitio Joaquim Antonio Goncalves
Santos, carga assucar e outro gneros e 36 es-
cravo?, a entregar.
Ha van a,sumaca hespanhola Guadalupe, capitio
Joio Fonlaoillis, carga carne secca.
Turrk Island,patacho americano Joseph Park,
capilio Thomaz L. Briggs, em lastro.
Nio houveram entradas.
to
Horas.
S
o*
c
n
a
3
c
se.
3
282555J134
Movlmento da alfandega,
Volumes entradoscora fazendas..
a com gneros..
Volumes sahidos com fazendas.. 80
> eom gneros.. 325
------ 405
Descarregam hoje 19 de setembro.
Polaca hespanholaIndiacarne de charque.
Escuna hanoverisnaJupter idem.
Brigue brasileoHenriquemarcadorias.
Barca americanaConradfarinha.
Brigue iogiezDantebacalho.
Importaco.
Palhabote nacional Piedade, vindo do Rio de
Janeiro, consignado a Joio Rodrigues da Silva
Valle ; manifestou o seguinte :
80 saceos farinha de trigo. 7 fardos brins, 26
amarrados esleirs, 2 caixas ferramentas, 7 pecas
de ferro, i caixas papel e tinteiros, 1 caixa fazen-
das, 2 ditas chapeos, 2 caixotes aljofares, 12 di-
tos, 2 cabos, 8 barriquinhas e 8 foroos de ferro
para o pharol, 5 saceos cola, 634 ditos caf, 50
ditos arroz, 0 latas e 315 volumes fumo em fo-
lha e em rollo, 750 meiss barricas vaziaa, 9 csi-
xes cbi, 2 ditos rap ; ordem.
Brigue inglez Ztante, vindo de Terra Nova,
consignado a Johnston Pater & C. manifestou o
seguinte:
2350 barricas bacalho, aos mesmos.
Exportado.
Dia 17 de setembro.
Polaca fracceza Inkerman, para Marseille, car-
regaran :
E. A. Burle & C. 12:000 ponas de boi.
Barca porlugueza Santa Clara, para o Porto,
carregaram :
Azevedo & Mendes, 88 couros salgados com
2,298 libras.
Brigue portuguez Florinda, para Lisboa, car-
regaram :
Amorim Irmios, 700 saceos com 3,500 arrobas
da assucar.
Brigue inglez Rozalie, para Liverpool, carre-
garam :
Sauoders Brothers & C, 141 saceos com 771
arrobas e 16 libras do algodio.
Hecebeduria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Reodinento do dia 1 a 17. 17:3819325
dem do dia 18. ..... : 5919244
17:9729569
Consolado provincial.
Rendinento do dia 1 a 17. 28 3719055
[den do dia 16.......1:392|001
8 a
es

Z en
klhmosphtra
Direego.

o
I Intensidad*.
I
13 ~* -l
00 en
I Fahrenhtit.
I
S S 8 8 S
*
I
Centgrado.
2 a a
s
00 I Hygrometro.
JLl
Cisterna hydrt-
metrica.
8 8 8 8
-* '* x*
n -a -1 -o
j nglei.
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R
V.
n
PC
sri
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0 c/.
K
M H
S
03 JO
9 t*
o o
o
i
A noite nublada com alguns agucenos vento
do quadraute do SE fresco e assim amanheceu.
OSCILACJA Da HAR.
Preamar as 4 h. 30' da tarde, altura 7. p.
Baixamar aa 10 h 18'da manhaa, altura 0,7 p.
Observatorio do arsenal de marinha. 18 de
setembro de 1861.
Romano Stepplk,
1* tenente.
Edifaes.
297632056
unidades. Valores."
ALPANDEGA DE PERNAMBUCO.
Paufa dos preco dos genero sujeitos direitos
de exportadlo.Semana de 16a 21 do mez de
setembro de 1861.
Mercaduras.
Abanos.....: ,
Agua rdente do cana. .
dem restilada ou do reino.
dem caxaca.....
dem genebra.....
dem alcool oa espirito
agurdente.....
Algodio em caroo .
dem em rama ou em li. .
Arroz com casca ....
dem descascado ou pilado.
de
cento
caada
a
a
a
*
arroba
a
>
I9OOO
1100
1400
89403
90200
55800
8#000
fBOO
O Dr. Francisco Domingnas da Silva, uiz de
direito da segunda vara criminal e interino da
especial do commercio desta cidade do Recife
de Pernambuco e seu termo, por Sua Magos-
tado Imperial etc.
Fago saber aos. que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que no da 19 de setembro
do correte anno, sa ha de arrematar por venda
a quam mais der em praca publica deste juizo,
na sala dos auditorios os objectos avallados pela
maneira seguinte : 130 duzias de carreleis de
linhas decores, de 100 jardas por 319200, 90du-
zias de ditos braocos de 200 jardas 54gOOO ; 294
duzias de ditos de 300 jardas 2019600 130 du-
zias de clcheles de duas carreiras. 785000; 83
ditas de urna carreira 24S900 : 68 massos de
alnetes Je 24 cartas 1499600; 158 libras de Il-
ota de Dumero 40 1589000; 31 ditaa de ditas
de cores 249800 ; 85 duzias de carreteis de cordaa
de violas 119900 : 24 duzias de baralhoa de car-
tas portuRuezas 288800 ; 9 duzias de ditas fran-
cezas 25$-200; 3 duzias de ditas I29OOO ; 28 duzias
de pomada franceza I698OO ; 27 pentes de tarta-
ruga para coco 549000; 41 duzias de ditos de
chifre 419000 : sete duzias de ditos paja desem-
barazar cabello 149OOO; 3 1[2 duzias de dito or-
dinario 29IOO ; 35 duzias de caixas de raz 498 :
5 duzias de qitaa de chumbo 39000 ; importe de
das de seda 3009000 ; dito de dita de velludo
5O9OOO ; fita de franja e tranca de seda 1148000;
dita de linho 509000 ; dita da algodio I89OOO ;
dita de franja de algodio 1209000 ; 124 duzias de
meia de algodio sortidas 2489000 : 4 grozas de
lapis finos I29OOO ; 2 ditas de ditos ordinarios
29000; 16 duzias de caixas de obreiaa 59300;
870 grozas do botes de sao para calcas prease
brancaa 1219800 ; 3 grozas de Mvellaa para riaUs
de calsas 21J000 ; 16 duzias de escouvas para
S^2%51 ordinarias 19JJ200 : 11 ditas de ditas finas
3UJ800 ; 56 duzias de caixinhn de colxetes fran-
cezes 229100 : 2 ditas de ditos da Ierra 199040; 149
duzias de botes de madreperola para camisas
:*00;J1*gr0"" < los para coleto 309600;
11 ditas de ditos para paletots 331000 ; 235 libras
de grampos759200; 44 grozas de botes de osao
pt,ra ?ilS22i* l0500 ; **1 d drt0 Pra
calca 48f200 ; 64 grozas de ditos de metal para
1? a0f480; 68 macinhos da linha de algodio
19J040; 144 pessas de fita de linn 409320 ; 377
rozas de botes de louca para camisa 229560 ;
4 milheiros de espoletas 149400 ; 264 caixinhas
de lmha de marca 319680 ; 51x2 duzias de caixas
de bfalo 279500 ; 7 ti* dnzias de caixioeas de
pennas de a50 269250; 23 jogos de domin 239;
8 ditos de vtspora 88000 ; 42 duzias de gargao-
tilbas de aljfar 105JJ00; 35 duziaa da pares de
boneca de metal com pedras 149OO ; 13 g.ozas
de botes de velludo e do retroz para casaveqne
399OOO ; 57 pessss de tranja de lia de ceres res
119400 : 24 caixinhas de ilhozes 3f840 : 38 grozas
da botes de vidro para camisa e casaveque
959000 ; 240 botijas de tinta preta 498000; 12
froaas de enfiadam de esuartilhos 489000 ; 12
grozas de caixas de phosphoros 268400; 13 duzias
de ditas grandes 109508 ; urna porcio de agulhas
I29OOO ; 3 duziaa da caixinhas de alQnetes fran-
eezes 1380OO ; 22 espelhos de per torneados ris
3592C0 : 16 caixinhas do papelo para guardar
raa 39280 ; 5 duzias da grvalas da seda 408 ;
caixas de madeira para estojo de navalhas 59;
7 caixas de seda para sapateiro 700 lis ; 2 du-
zias de espelhos do wnrpo 129000; 48tmoTO
apparelhos en cartes para leito 249000; 49
apparelhos de Iouqs para bnnquedo 689600; 12
centures do borracha 28000; 22 anatas para
sapatos 2{640; 4 duzias de ditaa 469000 ; 2 e
meia duzia de dita para cabeca 129M0; 51
resmas de papel de pezo 1279500; 20 duzias de
caixa de isca 2966O; 11 grosas de botes de seda
{tara cazaca 279500; 30 pares do sapalinhoa de
lia 99600; 17 ditos de merino 89500; 6 macos
de carriteia de milao 99000 ; 1,304avaras de galio
1049320; 520 corados de volante 62|500; 497
varas de bico de metal 398760; 12 corados de
trina 19920; libra e meia de balela para esparti-
Iho 39OOO ; 4 duzias e O eeleadeirss 28500; 12
grossas de torcidas para eadeeiro 69000 ris ;
15 enfeites para cabeca 458000; 40 folhas de pa-
pel dourado a 38200; 12 mascaras 19200; 59
macinhos [de trocal do lia de cores 18*880; 14
grosas de vellas de ferro estsnhadas 59600; 150
varas de babado 98000; 86 duzias de pommada
do reino 24g080 ; 6 duzias da caixas torneadas
para tabaco 179280; 20 folbas de lata 29200 ; 11
sacarrolhas 28200; 14 pares de meias de laia
148000 ; 4 duzias de pares de acotos de ferro, la-
ti e baleia 42*000; 3 grosas de botes para sa-
ma rra I9OOO; 21 bengalas de canna 109500 ; 11
libras de retroz llOgOOO; 37 duziaa de bordos
para violio 118810 ; 15 duzias de dito para viola
3*600; 23 cartes de papel bordado para cartas
23J000; 2 duzias de pentinhos de caixa com es-
pelhinho 59000; 120 varas de bico a' renda de
diversas larguras por 98000; 10 fumos para cha-
peo 1$600 ; 2 pecas de liras cora clcheles por
49OOO; 5 duzias e meia de pares de luvss de seda
branca para senhora 31*000; 9 duzias de pares
de ditas amarellas com troco, algumas com de-
felo 36*000; 8 pares de ditas de seda com vidri-
Ihos] 68000 ; 2 duzias de ditas de algodio para
hoineui por 480CO; 2 duzias e meia de ditas de
fio de Escossia IO9OO; 4 grosas do vernicas de
lati 4*800 ; 10 pastas para menino de escola
58000; 190 capachos grandes 76S0OO ; duzia e
meia de pedras de escrever 3*000; 6 seroulas
de meia 6*000; 11 grvalas de gorguro fingin-
go colete 129200; 9 espartilhos e 5 camisas 149
14 manguitos e 7 pares decaigas para senhora
IO3OOO; 37 grosas de botes de marca 2*900; 50
charuteiras de couro 8*000 ; 32 carleiras de al-
gibeira 16S000; 8 duzias de saceos para escrotos
32*000; 7 pares de manguitos de eambraia 10* ;
2 duzias e meia de leques a 12* a duzia 30*0o0 ;
13 massos de pegas de fila para debrum de sapa-
tos 592OO; 26 massos de linhas de meada, cabe-
ra braaea 829200 ; I e meia duzia de carapufas
de algodao 9*000 ; 30 grosas de creies de pedra
249000 ; 5 grosas de ditas pintadas 5$00 ; 18
duzias de envolucro para cartas 2*500 ; 6 caixas
com anneis de metal 6*000; 1 duzia e meia de
caixas de lamparioas 1*800 ; 167 grosas de bo-
tes de ouro para calca 238840; 9 temos e 8 bo-
celes de pinho 39* ; 14 lencinhos de retroz com
vidrilhos IO9OOO ; 7 cintos de fila de sarja con
fivella 39OOO; 4 caixinhas de tranquelss para bo-
tes ; 3 libras de linha de linho fina 6*000; 6
cartes de cadago de seda 25OOO ; 110 duzias de
rosarios de louga 268400 ; 91 massos de missau-
gas de 100 fios 468500 ; 21 garrafas grandes de
agua de Colonia e outros cheiros 42*000 ; 1 e meia
grosa de caetas de cabo de osso e de quand
78500 ; 3 grosas e meia de ditas de pao 29800;
72 libras do lia frouxa 288*000 162 massos de
fita de linho [cadaco) 518800; II massinhos de
contas de vidro lapidadas 1*320 ; 6 duzias e meia
de opiato 26*000: 12 oovellos de linha para sa-
pateiro 960 rs.; 7 chapeos de sol' de seda para
senhora 12*000 ; 13 duzias de pentes de marfim
para tirar pielhos 399000; 40 tiras douradss para
moldura de qnadros 200*000 ; 7 duzias de fras-
cos de oleo de babosa 359000; 8 garrafas d'agua
de Colonia 8*000; 9 dizias de frascos d'agua de
Colonia sonidos 45*000; 4 duzias de vidroscom
banha 10*000; 8 duzias de frascos de tinta de
cores 99600; 6 frasquinhos de oleo babosa 5*;
urna porgao de tita, linhas e cordio sollos 490O;
8 duzias de vasos com baoba 248000 ; 5 duzias
de frasquinhos de diversos cheiros 158000; 11
enfeites de froco para cabera 39520; 16 duzias
de caetas de metal 18600; 8 duzias de suspen-
sorios ordinarios 8*000; 4 adereces pretos para
luto 49800; 301 espelhos de papelio de 1/4 a
folha 84*000 ; 9 duzias de bonecos de pao pe-
queos 6*480; 9 duzias de ditos de cera entre
grandes e pequeos 908000; 8 duzias de ditos de
cabeca de porcellaoa 40*000; 19 bonecos grao-
des de roupa 15(000; urna porgio de diversas
quiquillarias de chumbo para oratorio de crian-
gas-20*000; 10 chaposinhos enfeilados para
menino 158000 ; 14 touquoha3 de linho 7*000 ;
30 corpos de bonecos de esmurga 158000; 27
meios corpos de cabelleira 8*640; urna porgao
de lacre fino IO9OOO; 16 pulceiras de conminas
5*120; 6 buuets de panno fino azul para homem
6*000: 3 cosmoramas 3JO0O ; 36 pares de sapa-
tos de tranga e tapete 23*040 ; 5 libras de ba-
leias 69OOO; 1 par de jarros de vidro fusco de
cor 39OOO; 3 jarros dourados de porcellaoa 39 ;
64 tinteiros de vidro com tinta de escrever 48800;
40 duzias de sabonetes do diversas qualdades
209 ; 3 grosas de dedaes de lati e ferro 39600;
4 peles de marroquim 39200 ; 6 ditos de couros
de lustre a 12>OU0; 8 duzias de oovellos de linhas
do gaz em caxinhas 3*200 ; 4 bolas do eoliar al-
une les de costuras 18000 ; 1 lr2 groza de facas
de sapateiro 3*900 ; 36 duzias de lalheres cabo
de osso ordinarios 53*600 ; 2 duzias de dito fine
de balango 12*000 ; 51 duzia de.tesourasde 6 po-
legadas 51*000; 6 lesouras de 12 polegadas
28000 ; 13 1[2 duzias de diversos tamaohos
13*000 ; 4 duzias ditas em mu estado 19000 ;
51 [J duzia de esporas 119000 ; 2 grosas de co-
meres de ferro eatanhadas 59000 1 grosa de co-
Iheros de estanho 39000 ; 10 duziaa de colberes
para cha de metal branco 10*000 ; 12 colheres
grandes para arroz e sopa, de metal branco
48000 ; 4 1|2 duzia de molas de ac para cha-
ves, 2*500; 14 duziaa de caivetes 149000 ; 2
duziaa de navalhas 6*000 ; 10 cartes com com-
pagos, e tira-linhas 58000 ; 1 grosa de pares de
botes pata punhos de metal 8*000 ; 9 duzias
de pares de brinco e rozetas de metal 99000 ;
2 grosas de botes para para camisa 48000 ;
19 trancelioa de metal dourado, 199000 ris;
12 caxinhas de fivelinhas para sapatos 1*000 ;
11 caixas para tabaco douradas 59500 ; 5 charu-
teiras douradas 39000 ; 18 lonetosde dois vidros
18500 ; 9 duziaa de botes para colhete 900 rs.; 8
1(2 aderegos de metal por lgOO ; 8 1|2 duzias
de alQnetes pretos para luto 3*000 ; 1 grosa de
rozetas 12*000 ; 1 groaa de boles pretos para
camisas 2*000 ; 20 pulceiras para luto 129800 ;
3 aderegos ditos 3*600 ; 7 parea de argolas em
caixa 18120 ; 8 groza de carloea de linha do gaz
II952O ; 4 caixinhas de tranquelas para boles
400; 1 1)2 grosa de botes de metal para pali-
tos 28000 ; 9 eofeiles de vidrilhos para cabeca
78200 ; 43 golas de retroz e contas ; 14 maci-
nhos de trancelim de retroz preto 19400; 4 pe-
gas de cadago de aeda 2*000 ; 9 enfeitos de vi-
drilhos para cabega de cadago de seda 78200;
43 golas de tranga de retrox e contaa 219500 ;
9 grosas de botes dourados para fardamentos de
pagem 639000 ; 16 pulceiras de continhaa com
borracha 59120 ; 20 duziaa de botea de metal
para palilols 580 ris ; 14 macos de contiohas
miudas 89400 ; 4 1i2 duzias de caxinhas de pos
para deoles 48500 ; 38 magos de missanga de vi-
dro 98120; 4 duzias caluogas de porcelana com
banha 16*000 5 27 peales de volla de maga para
cabellos 13*500 ris ; 27 golinhas da algodio
49000 ; 4 pares de bandos 19280 ; 3 cosmora-
mas 290OO ; 4 arnas de selim com frascos de
cheiros 496O0; 4 coatiohas com sabonetas 29000;
4 1[2 duziaa de relaginhos com cadeias 7g20O ; 1
duzia de assovios de caso por KM ris ; 8 gro-
sas da botaos de diversas qualdades 89OOO ; 5
pares d liga de seda a i pares de tpeles para
, lanternas 19000 ; 3 duzias de frascos de macag
I perola 79500 ; 1 1i2 daa ditos leito virginal
I89OOO ; 6 canecos da porcelana com banha
41000 ; 1 1(1 duzia do boiaes de baoba 68 ;
, 28 vidrinos de diversos charos lOaOOOreis ; 301
{ estampas grandes a pequeas 120*000 ris ; 5
1 duzias do caxinhas de tinta para dezenho
30*000 4 aanrelbos da flasdras para fazer cafe
8*000 : 5 grosas de assobios de chumbo 2*500 ;
i dazias da ares de meias de seda 20*000 ;
8 grvalas de manta de seda 8*000 ris ; 28 es-
poriohaa de (landres 19 rs.; 20 quarteiresde pen-
nas de pato 29OOO rs ; 3 duzias de pares de sus-
pensorios 6J ; 6 duzias de pares de botes para
puobos 69 ; 9 pecas de cordio de lia de cores 29;
32 pares da dados grandes de louga $9; 32 mas-
sinhos de vidrilhos 169; 12 massos de cordio
branco de algodio 14*400; 2 grosas de anzes 29;
dona e noia do eafxas de posdoarroz 129; 4 re-
demaa con figuran de geeso 2* ; 20 gaitas de po
49 ; 9 libras de vidrtlho 99; 19 estojos vasios pa-
""^'V* coletas 3} ; 35magoadopa-
Ihitos 4*; 9 libras de liona de pese 22*560 ; du-
zia e meia de crapugas de algodio 109; 59 mas-
siobos atercal deila de cores 18J880; a arna-
Cio e seas aerteoees inclusive um candieiro de
gaz 600*000, os quaes sio pertencentes a Antonio
Jos de Olivaira, o vio prega por execugio quo
ihe move Seve Pilhos & C.
E nio havendo langador qae cubra o prego da
avahagio, a arrematago ser feita pelo valor da
adjudlcaco com o abalimento da lei.
E para que chegue ao cooheeimento de todos
mandei passar editaes, queserio publicados pelos
jornaes e 1 filiados nos lugares do costume.
Dado a passado nesta cidade do Recife aos 2
diaa do mude sotembro do inoo do nascimenlo
de Nosso. Senhor Jess Christo de 1861, 40 da
independencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Rodrigues do Nascimenlo, escrivao
o subscrevi.
Francisco Domingues da Silva.
O Dr. Fraacisco Domingues da Silva juiz.de di-
reito da segunda vara criminal, e substituto da
do especial do commercio desta cidade do Re-
cife da Pernambuco e sea termo por S. M. o
imperador, que Dos guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital virem,
e delle noticia tiverem que no dia 19 do corren-
te mer, ter lugar a arrematago dos seguintes
beos depois da audiencia : urna mesa elstica de
amarello para jaotar, avallada por 509000 ; seis
cadeiras de Jacaranda por 308000 ; um bahu de
sola por 8*000 ; um dito do folha por 6*000
dous espelhos de molduras, dourados, grandes o
em bom estado por 168000 ; um banhairo de fo-
lha por 58000 ; um apparelho de porcelana para
brinquedo do meninos, avdliado por 3*000 ; urna
caixinha de costura avallada por 108000 ; um la-
vatorio com jarro, baca e mais perlences por
15*000 ; um lavatorio de Jacaranda por 159000 ;
os quaes sio pertencentes aos herdeiros de Joa-
quim Jos de Paiva, e foram penhorados estes
por exeasafo de Fructuoso Martios Gomes.
E casoTiao spparega langador que cubra o pre-
go da avaliagio ser, a arrematago feita pelo pre-
go da adjudicagao com o abate da lei.
E psra que chegue ao conhecimento de to-
dos aera publicado pela imprensa e affixado na
forma do estyo.
Recife 5 de setembro de 1861. Eu Adolpho
Liberato Pereira de Olivaira escrevente juramen-
tado o escrevi. E eu Manoel Mara Rodrigues
de Nascimenlo escrivao o subscrevi.
Francisco Domingues da Silva.
O Dr. Bernardo Machado da Costa Doria, juiz de
direito da 1* vara criminal, e interino do es-
pecial do commercio tiesta cidade do Recife de
Pernambuco e seu termo, por S. M. imperial e
constitucional o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital virem o
delle noticia tiverem, que bo dia 28 do correte
mez se ha de arrematar por venda a quem miis
dr em praga publica deste juizo, as 2 horas da
tarde, na ra do Crespo n. 21, os objectos ava-
llados pela maneira seguinte : 3 chapeos de cas-
tor para bomem I89, 7 ditos de feltro 289, 9 di-
tos de seda preta 549, 8 ditos de seda enfeilados
pra senhora 489, 3 ditos a Garibaldi 99, 9 ex-
pelas de flores 99, 22 chapeos de sol de sarja la-
vra-] a para senhora 110*, 5 le jues 158, 1 palma
e capella de flores brancas 19, 16 duzias e meia
de pares de meias de algodio para senhora 45*
5 duzias e meia de pares de meia de seda branca
para senhora 50*. 2 duziaa de dita de algodao fi-
no todas para changa 158. 3 dnzias e meia de
pares de luvas de algodio 78, 6 duzias de seda
para senhora 36*, 5 duzias de dita para crianga
20*. 5 duzias e 8 camisas para homem 85*100,
27 veos de seda para chapeos de senhora 139500,
3 enfeites de froco de seda para cabega 3*. 4 en-
feites de vidrilho 49, 5 colchas de seda lavrada
para cama 409, 8 pannos de lia adamascada rs.
12*800, 3 capotinhos de merino 15*. 10 corles de
vestidos de cambraia em cartes 60*, 1 casave-
gue de grosdenaple de seda preta 89, 17 mantas
858. 4 mantas de garga 49,8 casaveques de cam-
braia lavrada 249, 4 chales de seda lavrada de
cores 8*. 16 booezinhos de velludo para changa
16*. 20 pares de manguitos de cambraia 20* 28
lencos de seda de cores 22*400,13 mantas de se-
da lavrada de cores 13*. 9 chales pretos de lia
ordinarios 99, 3 ditos de toquim malisados de
cores 309, 5 ditos de merino bordados 108, 10
ditos de ditos finos 509,22 ditos com listas de se-
da 889, 17 ditos de algodio e seda 258500, 2 di-
tos de tapetes 59, 11 ditos de merino com franja
de algodao 338, 6 pegas decassa pintada 818600.
831 varas de cassas pintadas 2999160, 189 cora-
dos de chita franceza 379800, 8 cortes de colletes
de seda, velludo e merino 169, 8 cortes de caiga
de casemira 249, 3 caigas de dita 129, 3 chapeos
de sol de seda 12*. 3 booets para homem 2g0G0.
10 roupesiohos de fustio para enanca 3Q&G00
24 covados de lis ltstrada 8$, 3 chales de meri-
no, ordinario, 69, 27 covados de musselioa cor
de cana, 68480 rs., 9 mantas de linho preto, 45*
90 peitos de camisa 369, 31 tiras bordadas 9*920
6 duzias de grvalas de seda 18*, 9 cortes de col-
letes de merino, bordados, 9*. 5 ditos de setim
branco bordado 109. 8 ditos de selim lavrado 89
10 ditos de gorguro 20*. 29 gollinhas 9*280, 5
lences, 8 lengos de seda de cores, inferiores.
28500, 8 ditos de selim preto, 129, 6 ditos de
sarja de seda com principio de mofo 48, 23 co-
vados de seda branca lavrada 189400, 43 covados
da aetim preto 438. 36 covados de grosdenaple
de cores 28*800, 18 covados de dito em retalho
9*, 80 covados de seda e de grosdenaple mofa-
da 209, 8 covados de sarja hespanhola 8*. 12 co-
vrdos de setim encarnado 4|800, 64 covados da
tafet rdxo 259600,15 covados de grosdenaple,
lavrado; preto, 123, 19 covados do veludo preto
539200, 2 gollinhas de aargelim.49,5 paletots do
algodao 109, 10 varas de bretanha 69, 3 cortos
de vestido de chaly 68, 161 covados de chaly or-
dinario 518520, 3 casavequas com 3 s*ias de
cambraia de algodio 249, 3 varas de algodao
bordado 69, 7 pegas de cambraia adamascada
56g, 30 varas de dita em retalho 9*600, 5 pegas
de musselioa branca 80*, 17 varas de cambraia
de salpico, transparente, 89500, 50 varas de 016
de linho bordado 30*. 163 covados de chaly de
seda e lia 1308400, 2 covados de panno fino azul
48, 13 ditos de dito preto 68, 20 ditos de dito tc
de rap 50*. 5 paletots de brim 15*, 9 ditos de
alpaca 18*. 5 ditos de fustio 159, 3 ditos de panno
fino 189. 9 varas de caasa 2*520, 4 ditas de cam-
braia transparente 39, 7 pegas de riscadinhe de
quadros 429, 154 covados de dito 269240, 5 pecas
de cambraia lisa fina 30$, 56 guardanapos
119200, 4 pegas de musselina 339600. 20 covados
de dita em retalho 39600,3 roupezinbos, 9 cal-
cinhas e 7 jaquozinhos ludo de fustio para chan-
ca209. 4 tapetes de pelles de caroeiro 6*400, 8
1(2 varas de bretanha de duas larguras para len-
co' 178, 27 varas de dito mais estreito 438200
39 varaa de dito adamascado 6?$40O, 14 covados
de casemira parda 149. 42 varas de cassa lisa 21*
14 varas de cassa de listra 38360, 60 covados d
merino de algoeio 12*. 11 pegas de brim de al-
gopao de linho 999. 2 cobertores do papa 3*
urna porgao de tarlataoa 69, 80 covados da ris-
cadoa escossezes 149400, 13 ditos de lia e seda
4*160, 10 cortes da colletes de fustio 69400 8
varas de brim de forro 800 rs., 13 ditas de mus-
selina de cor 3/. 200 covados de lia do quadros
36*. 790 varas de brim de diverses qualdades oa
r "'Si84*800' 5 "oh" d'agua de cheiro
48. 2dboies de banha 4$, 11 frasquinhos de
cheiro 49, um cabido de ferro 4*. 1 mesa grande
de pinho 58, um espelho de moldura dourada
39, 1 burra de ferro 509, urna armagio de ma-
deira de louro 3009, os quaes foran penhorados
a Antonio Pereira da Silva por eiecucao que lha
movem Kalkmaoa Irmios 4 C.
E nao havendo langador que cubra o prego da
avaliagio a arrematagio aera feita pelo valor da
adjudicagao com o abalimento da lei.
O presenta ser publicado pelos jornaes a af-
uxados nos lugares do costume. n
Recife 13 de setembro de 1861. Eu Manoel
Maria Rodrigues do Naacinanto, escrivao o subs-
crevi.
Bernardo Machado da Costa Doria.
. O Ulna. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial nanda fazer publico para conbecinento
dos interesaados o artigo 48 da lei provincial o.
510 de 18 de junho do crrante anno.
art. 48. E' pernitlido pagar-se a meia sisa



I1RI0 DI tSU&nQGO. QUINTA FE1RA 1 01 SETEMBRO 1 1M1.
m
dos escritos comprado* em qualquer tempo an-
terior a data da pteiente lei independite de
revadagao e multa, urna Tez que os devedorea
actes desta imposto, o fagam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1882, os que nao o flzerem Ocaro
sujeitos a revalidago- e multa em dobro, sendo
ni Urgo para o denunciante. A. theaouraria
far nounciar por edital nos priraeiros 10 das
de cada mez a presente disposigao.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco 8 de julhe de 1861.-4) secretario,
A. F. d'Aununciagio.
O Dr. Francisco Domingue da Silra, julz de di-
roito da segunda vara criminal e substituto da
do especial de commercio desta cidade do Re-
cite de Pernambuco e seu termo, por S. H.
lmperiil, que Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital virem, e
dalle noticia vera/n, que no dia 3 de outubro
do correle anno, te ha de arrematar por venda
quem raais der, em praga publica deste juizo,
na sala dos auditorios, a renda ancual de urna
olaria sita nos Remedios, com urna casa que ser-
ve de fabrica de sabo, avahada por 406$, a qual
pertencento Francisco Avila de Mendonga, e
vai praca o referido rendimenlo por execugo
que contra o mesmo Avila encaminham Uonteiro
Lopes & C.
E nao havendo laogador que cubra o prego da
avaliago a arrematado ser feita pelo valor da
adjudicarn com o abatimento da lei.
O presente ser publicado pelos jornaes e affi-
xadoa noi lugares do costme.
Recite 9 de se te cubro de 1861, 40 da indepen-
dencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Hara Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi.
Franci$co Domintues da Silva.
Perante a cmara municipal desta cidade
estirao em prega o nos dias 19, 28 e 30 do cor-
rente mez, para serena arrematados por quem
mais der por tempo de um anno, os seguintes
impostos que fazem parte do patrimonio das feo-
das da mesma cmara : aferigo per 6409, im-
posto dos.500 rs. sobre cabera de gado vaccum
1559, aluguel das casiohasda ribeira 93930O,mas-
cates e boceteiras por 359500. os 80 rs. por car-
ga de farioha e legumes a 1-20200, osa no paleo
do Corpo Santo 8019, repeso do agougue 12g200,
impostos dos cocos 5059.gado suino 89300,100 rs.
por cabega de gado recolhido no carral 1109200,
gado ovelbum 49100, dizimo de capim de planta
600$ ; os p re ten Jen tes podem cornajpj-ecer no
pago das sassoes da mesma cmara oWreferidos
dias, munidos de fiadores habilitados na forma
da lei, para poderem Jangar, sem o que nao po-
dero ser admilti'dos a faze-lo.
Pago da cmara municipal de Olioda em ses-
sao ordinaria de 12 de setembro de 1861.
Christovao Pereira Pinto,
Presidente.
Camillo da Silveira Borges Tavora Indgena,
Secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesourarla pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 14 do corrente, man-
da fazer pablico que at o dia 17 de outubro pr-
ximo vindouro estar aberta a concurrencia para
o contrato da collocaco de carris de ferro deno-
minados trilitos urbanosa partir desta cidade
al a povoago dos Apipucos. O contrato ser
feito nos termos da lei provincial n. 518 de 21 de
juoho do corrente anno. su
E para censtar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco 17 de setembro do 1861.O secretario,
A. F. d'Annunciago.
Pela aecretaria da cmara municipal do Re-
cite se declara que do dia 20 do corrente rao
coyamente praga os seguintes impostos, que
ainda esto por arrematar :
Imposto de 500 rs. por cabega de gado 16:530gOOO
dem de mscales e boceteiras 203JOO0
dem de 40 rs. por p de coqueiro 3469000
Nao havendo quem apparega para licitar no
primeiro dos impostos, ser elle cobrado porad-
ministraga.
Secretaria da cmara municipal do Recite 17
de setembro do 1861.O official-maior servindo
de secretario, Francisco Canuto da Boaviagem.
Secretaria do governo de Pernambuco
18 de setembro de 1861.
Pela secretaria do governo se faz pablico, para
conhecimento de quem interessar possa, que se
acham em concurso os officios de partidores,
contador e distribuidor do termo da Escada,
creados pela lei da assembla legislativa desta
provincia n. 504 de 29 de maio deste anno, afirn
de que os pretendentes apresentem os seus rc-
querimeutos instruidos na forma do decreto n.
817 de 30 de agosto de 1851 e aviso n. 252 de 30
de dezembro de 1854, no prazo de 60 dias, con-
tados desta data.Antonio Leite de Finho.
Declarares.
machinas, apparelho, mastreacao, veame, amar-
ras, e ancoras do vapor. Iguarass da compa-
ohia pernambucant de navegagao costea, schoa
todos esses objectos em regalar estado.
Inspecco do arsenal de msrinha de Pernam-
buco em 18 de setembro de.1861.
Jo Baptista de Oliveira Guimares.
Capito de fragata servindo de inspector.,
Conselao administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes:
Para o corpo de guarnigo desta provincia e com-
panhia de cavallaria,
805 covados de p%nno azul.
115 covados e 3|4 de panno preto.
24 covados e 1|2 de casemira encarnada.
1510 varas de brim branco.
1157 1|2 varas de algodozinho.
2254 botes grandes de metal amarello lisos.
1449 botoes pequeos de metal amarello lisos.
42 grosaa de botoes pretos de osso.
161 pares de clcheles pretos.
141 bonets.
463 esleirs.
8 bandas de la.
Companbia de cavallaria.
355 covados de panno azul.
10 corados e 3nS de casemira encarnada.
888 1|2 varas de biim branco.
482 1(2 varas de algodozinho.
994 botoes grandes de metal amarello com a
letra R
568 botoes pequeos de metal amarello com a
letra R.
4 grasas de botes pretos de osso.
71 pares de clcheles.
71 bonets.
193 pares de luvas.
193 esleirs.
Para provlmeoto dos armazeaa do almoxarifado
do arsenal de guerra.
12 costados de pao carga.
12 costadinhos de pao carga.
10 arrobas de oleo de liohaga.
5 arrobas de roto trra.
5 arrobas de er.
10 arrobas de colla da Babia.
5 arrobas de ocre.
6 arrobas de lato em lengol.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 23 do
correte mez.
Sala das sessSes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 16 de
setembro de 1861.
Bento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francitoo Joaqium Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Por esta subdelegada se faz publico que se.
acha em deposito urna cabra (bicho) que boje foi
tomada a Miguel Verissimo de Mello, no acto de
estar farlando, o qual foi preso em flagrante e se
acha recolhido casa de detengao, nem s por
este furto como de um cava'.lo que tambem est
depositado, tenio este dado j destino a dous
perus e urna viola, que tambem furlou ; assim
quem se julgir com direito a cabra e cavallo,
comparec, que provaado, Ihe ser entregue.
Subdelegacia dos Afogados 16 de setembro de
1861.O subdelegado.
Jos Francisco Carneiro Monleiro.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos devedores de impostos de decima ur-
bana, de 4 e 12 por cento sobre diversos estabe-
lecimentos, de 609sobre casas de modas, perfu-
maras, e chapeos estrangeiros, e finalmente o
imposto sobre carros, carrogas, mnibus, e ve-
hculos perleocentes ao anno financeiro fiado de
1860 a 1861, que no ultimo de setembro corren-
te finda-se o prazo para o pagamento de seus
dbitos, ficando sujeitos os que nao pagarem, a
serem remellidos para o juizo dos feitos data-
zenda.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco,
2 do setembro de 1861.Theodoro Machado Frei-
r Pereira da Sjlva.
THEATRO
DB
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMAtyj.
37 RECITA. DA ASSIGNATRA.
Sabbado 21 de Setembro de 1861.
Subir acea o ioteressante drama em 5
actos:
dD IMIHII11
DE
S. TROPEZ.
ou
O ENVENEIUMENTO.
Terminar o espectculo com a muito
ciosa e applaudida comedia em um acto.
gra-
UTA
ou
Os apuros d'um estallante.
Ornada de canto e danga pela a Sra. D. Ma-
noela que desempacha 4 difiranles papis
Coraegar s 8 horas.
Avisos martimos.
Para o Rio de Ja-
neiro
Pretende seguir com muita brevidade o brgue
escuna Joven Arthur, para o resto da carga que
Ihe falta trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Hondea, no seu escriptorio ra da
Cuz n. 1.
Para Lisboa
segu viagem com a possivel brevidade o bem co-
nhecido brigue portuguez Relmpago ; para
carga e passageiros, trata-te com o consignatario
Thomaz de Aquioo Fonseca, na ra do Vigario
n. 19, primeira andar, ou com o capito na praga.
Leudes.
LEILAO
A 23 do corrente.
O agente Oliveira ftrra leilo da mobilia de
um Sr. negociante britannico prximamente re-
tirado desta provincia, consistilo em ptimas
cadeiras, totas, consolos, Brasas % miis aderaos
de sala de visitas, mesa d jantar, cadeiras
usoaes e de bracos, poltronas, aparador, guarda -
roupa, estante para lirros, lavatorios, caodiei-
ros francezes, leito de ferro, mesa redonda de
meio de sala, dita de sof, obras de prata e ou-
ro. um par de brincos de diamantes, e um liado
collar de perolas proprio para mimo a urna noi-
va, e innmeros outros arligos :
Seguoda-feira 23
do corrente, i 10 horas da man has, no segando
andar da casa por cima do escriptorio dos Srs.
Rostron Rooker&C, ra do Trapiche.
Sabbado 21 do corrente.
Cnsta Carvalh far leilo a* 11 horas em pon-
te do dia acima| da armac&o e mais pertences
da taberna do piteo do Tergo n. 11, qffe perlen-
cia a Antonio Jcaquim Rabello Bastos.
LEILO
Segunda-feira 23 do corrente.
PELO AGENTE
do jarros com bachs etc., de folha
bataneas, limpadores de ps, cestas com
o necessario para viagem, ricos estojos
para barba, cabecadas com brides, ga-
marras, chicotes, selins e silboes, can-
dieiros para gas e azeite, caixinhas de
msica, caixas com ferramenta, sabo-
netes, transparentes para janella, re-
lgios de ps rede e muitos outros arti-
gos que se torna enfadonho de mencio-
nar, arados, grades, carros de mao e
carretas, carrosas, machinas piracor-
, tar capim, ditas ^kra descarotjar milho.
rebolos e dous carros elegantes e leves
com arreos para um e dous cavallos.
LEILAO
DE
Calcado e roupa feita.
Sexta tetra 2') do corrente vender'
o agente Anlunes no armazem da ra
da Cruz n. 15, um explendido sorti-
mento de calcado como sejam : sapatos
de couro de lustre para sen hora e ho-
mem, borzeguins de bezerro, couro de
lustre com sota e sola supposta, assim
como um sortimento de roupa feita pa-
ra homem.
Avisos diversos.
Conselho de
Teodo-se de fazer,
cidas, em 2J e 25 do
Rio Grande eiss
vai sabir por estes oito dias a barcaga Raioha
dos Anjos, recebe carga a frete para os portos
cima ; a tratar na escadinba de alfandega com
o mestre, ou defronte do trapiche do algodo nu-
mero 20.
Para o Aracaty
segu brevemente o hiate Exaac.ao, recebe
carga e passageiros; a tratar com Gurgel Irmos,
na ra da Cadeia do Rectfe a. 28, primeiro andar.
O palhabote nacional Dous Amigos, capito
Francisco Jos de Aranjo, segu para a Baha em
poucos dias ; para o resto da cerga que Ihe falta,
trata-se com sea consignatario Francisco L. O.
Azevedo, na ra da Madre de Dos n. 12.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes :
* Para a escola de primeiras lettras.
66 cartas de a b c.
4 caivetes finos.
16 collecges de traslados.
16 compendios de aritbmetica.
16 compendios de doutrina christa.
16 compendios degrammatica portugueza.
16 compendios de geometra pratica.
16 exemplares de Simo de Naotua.
26 pautas sorlidas.
4 resmas de papel almago d'agua.
300 pennas de gango.
3 duzias de lapis finos.
10 jogos de tioteiros com rasos de vidro.
30 pedras de lousa.
100 lapis para pedra.
Para a officina de carpina.
SO caibros.
1 arroba de cola da Baha.
Meia arrobs de colla franceza.
6 compagos pequeos sorlidos.
4 compagos grandes.
8 martellos sorlidos.
8 enchams ioglezes.
70 pares de dobradigas pequeas.
7000 pregos caibraes.
7000 pregos ripaes.
Para a officina de ferreiro.
2 tornos grandes de bancada.
4 duzi3s de limas chatas de 4 a 15 pollegadas.
2 duzias de limas meia cana sorlidas.
2 duzias de limas triangulas sorlidas.
2 duzias de ditas muito pequeas.
2 duzias de limas murgas chatas de 5 a 12 pol-
legada.
2 duzias de limas murgas meia cana sorlidas.
2 duzias de limas murgas triangulas sorlidas.
2 duzias de limatoes sorlidos de 3 a 5 polle-
gadas.
2 lenges de ferro em folha.
3 quiotaes de ferro da Suissa sortido.
48 libras de-ago de Milo.
Para o officina de tanoeiro.
40 libras de arcos para pipas.
2 arrobas de arcos para barrio.
1 arroba de arcos para ancoretas.
600 eraros e ferro para barris.
Para a officina de (unileiro.
i caixi de folha de flandredobrada.
Para a officina de pedreiro.
24 brochas de caiar.
200 pegas de cordas de embira para andaime.
8 martellos;
Para o servigo agrcola.
200 enchadas do Porto.
25 fouces.
12 machados.
30 poilas da embira de jangada.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas era carta feebada, na secretaria do
conselho, a 10 horas da manba do dia 20 do
crreme mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 14 de
aetembro de 1881.
Bento los Lamenha Lint,
' Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Inspecco do arseual de ma-
rinha.
Faz-se pablico. qae a commisso de peritos
deste arsenal pesiando a examinar na forma de-
terminada no regalamento acompanhando o de-
creto n. 1321 da 5 de ferereiro d 1854, o casco,
compras nayaes.
sob as cendigdes j conhe-
corrente mez, os contratos
abaixo declarados, por tempo de 3 mezes, flndos
em dezembro prximo, manda o conselho convi-
dar aos pretendentes apresentarem as suas pro-
postas nesses dias s 11 horas da manha.
No dia 21.
Do fornecimento de vveres, e outros obyectos
de consumo, para os navios da armada, e'esta-
belecimenlos de marinba, sendo arroz do Har-
nho, azeite doce de Lisboa, agurdenle de Tinte
graos, assucar branco grosso, bacalho, bolacha,
carne secca, cef em grao, carnauba em vellas,
carne verde, esngica ou milho priado, farioha de
maodioca, feijo, monteiga franceza, mate, pao,
sabo, toucinho de Lisboa, vinagre de dito e vel-
las stearinas.
Dito de dietas, para os doentes das enfermaras
de marinha e dos Africanos, assim como dos na-
vios, compostas de araruta, aletria, assucar bran-
co refinado, bolacbinha, cevadiohi, cha, galli-
nhas, manteiga ingleza, tapioca e vioho de Lis-
boa.
E dito de materiaes, para as obras a cargo de
arsenal de marinha, sendo cemento branco do
Bolonha, cal preta, dita branca, pedras de alve-
naria e de cantara, brutas, e lijlo de alvenaria.
No dia 25
Dito para a compaohia de aprendizes artfices,
de bonetes do uniforme, lengos de seda preta,
frdelas de panoo azul, blusas de algodo da
mesma cor, bonetes para o servigo, sapatos, ca-
misas de algodozinho branco, saceos, colxes e
travesseiros de lioho cheios de palha, lengoes de
algodozinho branco, fronhas de dito, colxoes de
algodo, e cobertores de la.
Dito para os imperiaes marinheiros e aprendi-
zes de dito, de bonetes de panno, camisas e cal-
gas de brim branco, camisas e caigas de algodo
azul, lengos de seda preta, fardas e caigas de
panno.azul, sapatos e saceos.
Dito para os fuzileiros navaes, de bonetes de
chapa com palla, fardas e caigas de panno azul,
frdelas, caigas e camisas de brim branco, gr-
valas de couro, polainas de panno preto e sapa-
tos.
E dito para alavagem de roupa da maruja do
arsenal, pragas da compaohia de aprendizes ar-
liGces, e das enfermaras de marinha e dos Afri-
canos.
As propostas convindo que declarem os nomes
dos fiadores, e referirem-se a um s fornecimen-
to, inda o pretendente propondo-se a mais ou-
tros, assim como serem entregues em cartas fe-
chadas.
Sala do conselho de compras navaes, em 17 de
setembro de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigue dos Anjos.
Por esta subdelegacia se faz sciente que foi
recolhido a casa de detenga o o crioulo Gongaro,
o qual vinha na terceira classe do vapor no dia
sabbado 14 do corrente, e saltando na estago
desta freguezia e nao apresentando o competen-
te bilhete ao encarregado da mesma estago. fez
com que dito preto viesse a minha presenga se-
gundo as ordens que tem de seu chefe, e inda-
gando eu do mencionado crioulo qual o motivo
de nao trazer seu bilhete, este declarou que por
falta de dinheiro,dando lugar a se tornar sus-
peito, declarando elle qae era escravo de Fran-
cisco Eleno, morador no engenho Orizonte co-
marca do Rio Formoso. Quem se julgar com di-
reito comparega oeste juizo munido de seas t-
tulos que provando Ihe ser entregue.
Subdelegacia dos Afilelos 15 de setembro de
1861.O subdelegado, Jos Francisco Carneiro
Monleiro.
Por esta sublelegacia se faz sciente que no
dia sabbado 14 do corrente, foi preso no lugar do
Barro Vermelho, o crioulo Maooel, com idade
de 12 annos pouco mais ou menos, que diz ser
escravo de Basto de tal, morador na Escada e qae
elle tioha fgido por sedaego de dous horneas
moradores no mesmo lugar. Quem se julgar com
direito compareca neste juizo munido de seus l-
talos que provando Ihe ser entregue.
Subdelegacia dos Afogados 15 de setembro de
1861.O subdelegado, Jos Francisco Carneiro
Monteiro.
Por esta subdelegacia se faz
acha depositado um cavallo russo
qae foi echado do sitio
No referid) dia pelas 11 horas da manha no
trapiche da alfandega velha, veoder-se-ha em
leilo publifo por conta dos credores com direi-
to a barcagaeos te salce, o casco e apparelhos
da dita barcaga.
Para exanioar o casco no caes do Ramos onde
se acha turneado, e os apparelhos, do mencio-
nado trapicte.
Tudo ser vendido em um ou mais lotes von-
tade dos concurrentes, e effectuar-se-ha pelas
offertas pan o que nao haver reserva de preco.
AVISO.
Escravo furtado
Desappareceuda casa do abaixo awigoade um
molatioho de nomo Joo, lendo 8 para nove as-
nos de idade, cria de casa, com os signaes se-
guiotes :claro olhos grandes, cabello carapt-
nhos, bocea grande.gengivas salientes, denles um
pouco esbarrados, e bastante ladino: auppe-se
estar furtado, nao s porque j faz mais de um
mez que delle se nao tem noticia, como porque,
nao era elle acostumado a fugir, nao tendo mes-
mo ltimamente havtdo motivo para tal. Quem
delle der noticia exacta ser recompensado, di-
ruiodo-se para tal Qm, ou o sitio no Caldei-
reiro, ou ao escriptorio na rus do S. Francisco.
Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
Aluga-se um preto de idade de 25 anno.
muilo fiel e sem vicio algura, proprio para tra-
tar de um sitio, ou de qualquer servigo de cam-
po ou de ra: quem o preteoder, dirija-se a
ra da Gamboa do Carmo, venda n. 44, se dir
quem luga.
**
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Eipera-se dos portos do sul at o dia 21 do
corrente o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder condnzir, a qual de-
ver ser embarcar no dia desua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Hendes.
Maranho
e Para.
O patacho Emulaco, capito Antonio Gomes
Pereira, pretende seguir com muita brevidade
aos portos indicados,tem parte do carregamento,
e para o que Ihe falta trata-se com Moreira &
Ferreira, ra da Madre de Dos n. 8.
Rio de Janeiro
a vebira ebem conhecida barca nacional Amo-
lia, pretende seguir com muita brevidade, tem
parte de seu carregamento prompto ; para o res-
to que Ihe falta, passageiros e escravos, para os
quaes tem excellentes enmmodos, trala-se com
os seus consignatarios Azevedo & Mendes, no
seu escriptorio ra da Crazn. i.
Baha *
Segu a sumaca Horteocia, capito Belchior
Maciel Araujo ; para o resto da carga que Ihe
hila e passageiros, trata-se com Azevedo & Men-
dos, ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro.
Sague com brevidade o palhabote Piedade, re-
cebe carga a frete e passageiros : a tratar com
Caetano Cyriaco da C. M. 4 Irmo no lado do
Corpo Santo n 23.
Sexti-feira20 do corrate
CostaCarvalho fara' leilo no dia ci-
ma as 11 horas em ponto, de dous pre-
dios serdo um na ra da Praia n. 44,
em sol* proprio. em armazem proprio
para cualquer estabelecimento, outro
na ru? do Noeueira n. 35 ja anuuncia-
do, o{ual deixou de ser feito por fslta
de concurrencia.
OSILO
Rotbe 4 Bidoulac, faro leilo por interven-
ga) do agente Hyppolito, de um esplendido sor-
tinento de ferragens, miadezas, cutilerias e
gnnleporgo de raeias de lgodo, isto sem re-
seiva Je prego aigum : quinta-feira 19 do cor-
rente (s 11 horas em ponto em seu armazem ra
do Tc'piche Novo, na mesma occasio se vende-
r po conta e risco de quem pertencer urna bar-
rica tonteado ferragens averiadas.
rfran^erencia
DO
Leilo da loja de fa-
zeedas da ra do Crespo
numero 21.
Qvinta-feira 19 do corrente.
Anunes auiarisado pelo Illm. Sr. Dr. juiz es-
peciado commercio e a requerimento doscre-
doresje Francisco Jos Rodrigues Bastos, ven-
der m leilo a sua loja sita na rui do Crespo
n. ii fiara todas as fazendasnella existentes : no
referi dia as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
1C vaccas de leite
Quinta-feira 19 do corrente.
Anies far leilo na porta de seu armazem
ra d Imperador n. 73, de 10 vaccas de leite
de mito boa qualidade e muito gordas, que se-
rio andidas as 11 horas em ponto do referido
dia.
COMPAMU PBRNAHBUCAIU
DI
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu', Aracaty, Ceara'
e Acatacu'.
O vapor Iguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte at o Acareen no
dia 21 do corrente mez s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia20 ao meio dia. En-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at o
dia da aahida as 2 horas: escriptorio no Forte
do Mattos n. 1.
C01P1NHIA FIRNAMBUGaRA
DE
, ....o m;r Navegado costeira avapor
magro, que loi achado do sino da fazenda, lu- O I
gar da Imblribeira, o qual estranho no lugar e O vapor Perrnttn^a, commandante Honra,
demonstra ser furtado e all posto oceulto, por segu viagem para os prtos do sul de sea eaca-
ser lugar ermo; quem se, julgar com direito com-! la no dia 20 do corrente a A boras da tarde. Re-
parega que provando Ibe ser entregue. I cebe carga t o dia 1) so meio dia. Eocom-
Subdelegacia dos Afogados 15de setembro de mendas, passageiros e dnheiro a (reto ateo dia
1861.O subdelegado, Jos Francisco Carneiro i da sahida s 2 horas: scriptorio no Forte do
Monteiro. 1 Mattos n. 1.
Qaeijos flamengos
Quinta-feira 19 do corrente.
is 11 boras do dia cima mencionado haver
le ao de queijos flamengos ltimamente chega-
d, os quaes sero vendidos por conta de quem
prtencer e sem reserva de prego no armazem
Annes em frente da alfandega.
Transferencia
Sexti-feira 20 de setembro.
(iraide leilaft de mercado-
ras americanas.
RUADA CRUZN. 15.
0 gente Antunes fara' leilSo no dia
acim de urna immensidade de objec-
tos mericanos como sejam: secreta-
rias, carteiras, cadeiras de diversos
gosts e de balanco, marquesas, riquis*
sima camas de rica obra de talha, ma-
las, ahus e saceos de viagem, obras de
met principe prateado, sendo appa-
relty para cha' e caf, galheteiros,
co
Os mnibus, Apa, do largo do Arsenal, e Beija
Flor, parliro para Iguarass no domingo 29 do
correte, as 4 horas da madrugada, para a festa
dos Santos Cosme e Damio, e regressar as 7 da
noite ; os bilheles vendem-se na ra do Crespo,
loja da esquina n 8.
Antonio Jos Alves da Fonseca, autorisado
por sea pai o Sr. Joaquim Alves da Fonseca,
vende duas partes de trra que Ihe pertencem,
na propriedade Cachoeira, comarca de Garanhuns,
cujas trras lbe pertenceram por fallecimento de
seu Glho Joaquim Alves da Fonseca Jnior, sen-
do urna parle no lugar denominado Sitio de Pao
Ferro, e outra no sitio do Cacunie, como ae po-
de ver no inventario que se procedeu no cartorio
doescrivo dos orphos, e ausentes do Sr. Fran-
cisco Jos Cordeiro dos Santos, na villa de Gira-
nhuns : as pessuas que as prelenderem podem
dirigir-se a ra da Lingoeta n. 3. que acharo
com quem tratar, pois todo negocio se far.
Desappareceu do sobrado o. 13 da rua da
eadea nova urna salva grande de prata, poden-
do conter 5 ou 6 copos d'agua. com ps e grade
em roda ; foi roubada : quem a liver comprado
ou recebido em penhor, far grmde favor decla-
rando, alem de que se pagar o valor dado.
Esto justas e contratadas por compra tres
casas terreas o. 10. 12 e 14 na travessa do Frei-
tas, pertencentes ao Sr. Pedro da Silva Pinto :
se alguma pessoa se julgar com direito a ellas
por peohora ou qualquer outro documento, quei-
ra annunciar por este Diaria.
Aluga-ss um segundo andar na rua do En-
cantamento e outro dito com muitos commodos
na rua do Vigario : a tratar na rua da Cadeia o.
33, loja.
NADA MAIS SUBLIME DO QUE A GRATIDO.
Os abaixo assignados faltariam ao mais rigo-
roso dever, se deixassem em olvido as eminen-
tes qualidades, e o bom tratamento que recebe-
rain do illuslre cavalleiro e mui digno comman-
dante do vapor nacional Persinuuga, o Sr. Ma-
ooel Rodrigues dos Santos Moura, na recente
viagem de Macei para esta cidade Receba o
mesmo Sr. Moura os nossos protestos da mais
subida estima que Ihe votamos ; e parabeus
compaohia pernambucana por possuir um joven
lao zeloso de seos interesses. Recite 12 de se-
tembro de 1861.
Dr. Bernardo Machado da Costa Doria.
Dr. Francisco de Araujo Barros.
Dr. Jos Antonio de M, Dasloa.
Minerviao N. G. Lima.
Joo Antonio Carvalho Marinha.
Jos Wenceslao Maciel Pinheiro.
Maooel Pinto d'Araujo Filho.
Jos Gabriel de Mello Piulo.
Francisco Fontan.
J. J. Alves.
Francisco Moreira da Costa.
Jos Joaquim Jaimes de Abreu.
Candido Francisco Soares.
Jos d'Azevedo Villarouco.
Mauoel Joaquim da Silva Leo.
Attenco.
Precisa-sede urna ama, que compre ecozinhe :
oa rua Nova de Santa Rita n. 5.
Paschuale Sarti, Luizi Zalontini, Raffaello
Bernachi. Callo'Menconi, Natale Biagini, Fran-
ceso Pellioi, Geremia Angelini, Nicomede Gal-
gaui, subditos italianos, vo para Europa.
Na praga da Independencia, n. 22. deso-
ja-se saber da residencia do Sr. Eduardo Luiz
Cerqueira. ou da do Sr. Maooel da Silva Ramos,
aQm de salifazer um pedido.
Aluga-se por commodo prego um pequeo
sitio plantado com casa de pedra e cal com bas-
tantes commodos e cacimba com muilo boa agua
de beber, na Capunga Nova, porto confronte ao
Sr. Dr. Pereira doCarmo : a tratar no becco Lar-
go, taberna n. 2.
Os credores [do fallecido Manoel Buarque
deJiacedo Lima, sao convidados pela commis-
Wrquidadoura para se reuoirem, quinta-feira
19 do eorrente, (setembro) ao meio dia, na rua
da Cadeia do Recite o. 27, primeiro andar, para
deliberarem de negocios de urgencia e inleresse
dos mesmos credores, ama vez que o nao fize-
ram a 12 do corrente.
Aluga-so urna casa na rua do Nogueira
com 3 luirlos, 2 salas, cozinha tora : a tratar na
rua do Queimado o. 53.
Eduardo Leclue, subdito francez, retira-se
para as provincias do norte do imperio.
Saoli Farzi, subdito italiano, retira-se para
fora da provincia.
O abaixo assignado faz sciente que se mu-
dou para a mesma rua do Pilar n. 31,e o qual con-
tina a receber peixe dos curraes do norte; assim
aquellas pessoas que costumavam a mandar ver
peixe em sna casa, o podem mandar ver esta se-
mana, chega logo pela manha, e conforme for a
mar se dir ao portador para se vir procurar.
Domingos da Rocha.
Joaquim Manoel Ferreira de Souza pede aos
credores da firma Souza & Almeida, que Ihe
apresentem todas as contas e ttulos de crdito
pertencentes a dita firma, no prazo de 8 dias, a
contar da data deste, para serem conferidis e pa-
gas em seu devido tempo. Recite 17 de setem-
bro de 1861.
S 3-Rua estrea de Rosario-3
9 Francisco Pinto Ozorio continua a col- 2
9 locar dentes artificiaos tanto por meio de S
9 molas como pela presso do ar, nao re- S
S) cebe paga alguma sem que as obras nao S
Siquem a vontade de seus donos, tem pos 1
e outras preparares as mais acreditadas S
0 para conservacao da bocea. Z
3 **
Aluga-se por commodo prego o terceira
andar do sobrado n. 1 A do beco Largo, coru
commodos para grande familia, est concertad
e pintado de novo: para tratar na mesma rua.
taberna n. 2
Aluga-se a casa de sobrado na povoago do
Monleiro, aoode morou o fallecido pai do annun-
ciante, tem commodos para grande familia, co-
chaira, eslribaria, etc. : a tratar com Manoel Al-
ves Guerra, no seu escriptorio, rua do Trapicha
numero 14.
Precisa-se de alugar urna escrava : na rua-
do Hospicio o. 62.
Precisa-se de alugar um hom armazem
comprido e bem ventilado, sito ou na rua do
Imperador, ou na rua do Crespo, se o armazem
agradar o aonunciador assignar um contracto
por cinco annos. Trata-se com o Sr. A. W. Os-
born retratista na rua do* Imperador n. 38 ou
com o Sr. Guilherme Cheelham rua da Cruz n 61.
Maooel da Silva Fontes Jnior, portuguez.
embaca para o Rio Grande do Norte seu filho
menor Antonio da Silva Fontes para tratar do
sua saude.
As pessoss que na partida do club acad-
mico do dia 14 do correte perderam urna pul-
seira e um boto de punho de hornera, queiram
procurar esles objectos na casa o. 29 di rua do>
Hospicio.
*$ 9 **$**
9
m
s

O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na rua
Nova n. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
m
Urgencia.
D-se de 20$ a 30$ de aluguel mensal por urna
casa terrea com quintal e corredor para pequea
familia as seguintes ras : Flores, Camboa do
Carmo, Florentina, Mella e Concordia ; quem ti-
ver annuncie oa dirija-se roa do Raogel o. 10.
Fede-se ao Sr. Moura Magalhes, esludan-
te do terceiro anno, que apparega na travessa da
rua das Cruzes n. 2, primeiro andar, para nego-
cio de seu inleresse.
O Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de
Drummond acha-se prompto para o exercicio de
sua proQsso de advogado em todos os dias utels
das 10 horas da manha s 4 da tarde, no sea es-
criptorio. rua do Imperador n- 43, primeiro an-
dar, e fora dessas occasies, e para casos urgen-
tes, em sea domicilio na rua do Hospicio o. 17.
Na rua do Hospicio n. 17 se dir quem tem
para alagar dous escravos.
Findos os dias da le, que ser annunciado,
vender-se-ha em praca publica do Dr. juiz muni-
cipal da l. vara, eterivo Motta, o engenho A-
guas-Bellas, freguezia dos Afogados, com bou
trras, vaneas, matas virgens, casa de vveuda,
casa de purgar, moenda muilo boa, taxas e mais
necessarios para o fabrico de assucar, tudo ava-
>pa campainbas, cestas para fructai ,U(l0 Sor W:0008> por ecjwlo de Jos Fsusli-
ten7porta core, etc., ete.^S! imd.6.Le,B08 COnt" ,0l RodrigUM de Ureira
i
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I
9
i
i
i
$$$$$$9$e&
Padaria.
Aluga-se a padaria da travessa do Tires, a qual
est prompla de tudo, com muito bons commo-
dos, e est ainda trabalbando, sendo seu aluguel
muito commodo : a tratar na roa da Senzala No-
va n. 30.
IW pxi vm*f eTow ptBV WBW 2fSW Wxtw
Consultas medicas.
Serio dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, rua
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1." Molestias de olhos.
2.* Molestias de corago e de peito.
3." Molestias dos orgos da geragao e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comegando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero empregados em suas cnsul- I
tages e proceder com todo rigor e pru- 1
dencia para obter certeza, ou ao menos S
probabilidade sobre a sede, natureza e a*
causa da molestia, e dabi deduzir o plano
de tratamento que deve destrul-la ou ft
curar.
Varios medicamentos soro tambem fE
empregados gratuitamente, pela cer- <*
teza que tem de sua rerdadeira qualidade, *
promptido em seus effeitos, e a necessi- *
dade do seu emprego urgente que se usar m
delles. g
Praticar ahi mesmo, oa em casa dos 1|
doentes toda e qualquer ope,rsgo que x
julgar conveniente para o restabeleci- j*
ment dos mesmos, para cujo fim se acha 2
prvido de urna completa collecgo de II
instrumentos indtspensavel ao medico j>
operador. x
BrrDVaTa!W WWOTW WImla*W>BtsrtaWavVffflDVJSft
Casa para alugar.
Na ilha do Retiro, Passsgem da Magdalena, a
primeira que se acha destacada, a melhor do lu-
gar, tanto pelos commodos, como por estar na
melhor posico : a tratar na rua Nova n. 38, loja.
Declarago.
As pessoss a quem isto possa interessar, de-
vem saber, que o terreno sito na Soledade, forei-
ro de Nossa Seohora do mesmo titulo, que per-
tenceu ao finado Joi Hara do Costa Carvalho,
e hoje a seus herdeiros, teas por>lemites justa-
mente aquelles, que a vendedora declarou aot
juramento, quando Jos Gongalves da Cruz e
Luiz da Costa Leite, compradores, quizeram apos-
sar-se indevldameote do que nao Ibes perleocia.
Caixeiro.
Precisa-se de um rapaz portuguez de 16 a 20
annos, que teoha pratica de taberna e que d fia-
dor a sua conducta : para tratar, na travessa do
P a raizo n. 16..
Jlistoria Universal
POR
C. Canlu.
Traduccao portugueza.
Roga-se aos senbores asslgnaotes desta iote-
ressante oqra, qae ainda nao tiverem recebado
todos os volnmes, de procurarem o que Ihe fal-
tara na livraria econmica ao p do arco de San-
to Antonio al o fim do corrente mez, pois pre-
cisando-so liquidar contas com os edictores, tem
de voltarem para Lisboa em outubro os volumes
que sobrare. Na mesma livraria vonde-se
mesma obra oompleta em 12 volamos.
Maooel Alves Guerrt saca sobre o Rio de
Janeiro.
A commisso liquidadora dos oradores da
casa do fallecido Maooel Buarque de Macedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras oa contas de Irnos, que se diri-
jan) com os seas ttulos ras da Cadeia do Re-
cite n. 26. primeiro andar, das 10 horas da ma-
nha s 2 da tarde, para serena verificados e clas-
aiQcados pela referida commisso


w
DIARIO DI flftlUlIfQO. -, OIRTA FEIRA 19 DE 8ITEMBRO DE 1SI1.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
ELIXIR DE SAUDE
A. F. Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estabele-
cido com dous aceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte & Souza, e o segundo
na de Duarte Almtida 6 Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na liupeza e asseio com que se acham montados, como em communidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitur, afim de terem sempre completo strtimento, como tambem poderem offerecer
ao publico uma vanlagem de menos 10 por cenlo do preco que possam eomprar em outra qualquer parte, por isso deseiaudo os proprietarios acrerli- him^,Er-eito n" molestia8 oe languidez (chlorose
SS/?uaSS; t^T* tem de,iberad>"ranlirem l0da e Ualuer t"tlidde de *eDeros dido8 em 8eus "". fcl^i ver o ^tfUhU^&^aT?9iZ0
publico que pode mandar suas encommendas. raesmo or nmou nnnm nri><> am nl>al.t ... Jocin.i.ci.Kio;.. .....s. .;. i______ rAn..i<..^n.. *.. !.,...:.: __" ua cropnuia.
publ
dos como
que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouco pralicas, em qualquer um deslesestabelecimentos, que sero to bera servi-
o se viessem pessoalmenle, na certeza de nunca acharem o contrario de nossos annuncios, e assim fundados as vantagens que oflerecemos
pedimos a lodos os senhores da prac,a, senhores de engenho e lavradores que mandem ao menos suas encommendas a' primeira vez, afim de experi-
mentar, certos de continuarern, pois que para isso nao pouparo os proprietarios torcas para bem servirem aquellas pessoas que frequentarem nossos
estabelecimeolos, abaixo transcravemos algumas adicoes de nossos pracos, por onde ver o publico que vendemos baratissimo, attendendo as boas
qualidades de nossos gneros.
Manteiga ingeza especialmente escollbida a 900 rs. a libra e em porcao ter .batimento, recommenda-se aos apreciadores desttese
ero que mandem ao menos experimentar, serlos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
rlf mu eZa a melhor do mercado a 640 rs. a libra e em barris a razao de 600 rs. a libra 1
t na nySSOn e pretO 0 melhor do mercado de 1&700 a 29800 e em porcao lera abatimenlo, e afianja-ce a boa qualida.
FreSUntO ambre nglez hamburguez a 900 rs. a libra e em poreao a 800 rs.
PreSUntOS pOBtUguezeS vindos doPortode casa particular a 560 rs. por libra einteiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as exposigas universaes de Londres e Pars a 1*800 a lata
CaixaS COm estrelinha pevide e rodinha 79000 a caixa e 800 n. a libra eem porSo ter abatimenlo.
Latas de ameiXaS francezas com cinco libras a 45POOO e 1*000 a libra.
PaSSaS em caixinhasdeoito libras, as melbores do mercado a 29000 e a 400 rs. a libra e caixade urna arroba a 7*000.
Espermacete Superior 720 rs. em caixa a 740 rs. a libra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas 6oo soo rs. o frasco.
Emilias portuguezas e francezas a 800 rs. o frasco afincese serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Lata COm bolaxiuha de SOda de diversas qualidades, a muito nova a 1*450. e grandes de 4 a 81brasde25C0 a 4f$00.
r?,^f8!rr",fa3S*DuJ'Ille d* Porl0' Poro fio-genuino, nctar, Caroavellos, Madeira secca, Feitoria e Camones a 1*200 a 11300
a garraia e a lfa duza.
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 3*800 a 49800 a caada.
Latas COm fructas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 1900U a lata.
Pera em CaixaS de 4 a 8 libras a melhor que se ;de desejar e lem vindo ao mercado de 4* a 61 a caixa e 1*280 a libra.
Lorinthias ern^frascos de 1 l|2 a 2 libras de 19600 a 2*200.
Latas COm peixe savel pescada e outras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de l40(a 1600
Late dO KlO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado. I
raSCOS de amendoa COrn 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 3* cada un.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2*560 a caada.
LombOS de porco, paios nativos, cbonrigas murallas e outras qualidades, o melhor que se pode desejar de 600 a 1*280 a libra.
VinO OraeaUX de boa qualidade a 800 e 1* a garrafa e de 8500 a 109000 a duzia,
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, de 1 a 12|0.
BaUa de porCO refinada a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril,
CervejaS das melhores marcas 5O0 rs. a garrafa e 5*000 a duzia da branca.
Vinagre puro de.lisboa a 240 rs. a garrafa 1*850 a caada.
Doce da gOiaba da Casca emcaixao a 1* e em por5o a 900 r.
Azeite doce purificado a 800 rs. a garrafa e 9*000 a caixa com 12 garrafas.
GognaC a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e 10*000 a duzia.
QUIJOS SU1SSOS ehegados ltimamente a 500 rs e em porgao ter abatimenlo, afianzase a boa qualidade.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco e 6*500 a frasqueira com 12 frascos.
PalitOS llXadoS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3*000 a graza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol e francez de 1* a 1*200 a libra,
AzeitonaS as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 1*200 a ancoreta do Porto, e a 1*600 as de Lisboa,
AmendoaS chegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra eem porjo ter a batimento.
AipiSta o maislimpo que lem vindo ao mercado a 180 rs. a libra e 5*500 por arroba. L
A lm dos ganaros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de ludo tendente a molhados.
Citrolactato de ferro
Unlq deposito na botica do Joaqun* MarUuuo
da Cruz Corveta & C, rua do Catanga n. il,
om Pernamlmco.
com ."iS'Jiif SehacUrSi.act.toPaeTerCro?UCO aprM-Bta h* Um" D?" "*"* '
rariadM* m^' a.n^'S0Um l" "P"*"-" m me.mo medicamento debaixo de formulas lio
dada' em d" "Clenc,,, comP"heode a necessid.de e importancia de urna tal vatie-
progresso immenso,
possirel para todas aa
aUndnAen.rmn,Ui", T objecl ?e ?Ht '"Portancia em therapeutica ; um
?dadel ?.r;S26.d ". Te0C1* d ^camento. o toro, agradarel. fcil e
idades, para todos os paladares e para todoa os temperamentos.
des como\D^TA^iilV>TT f,e" ,t hoje conhecidasnenhuma rene lo bellas qualida-
queoaXse e ser ?m. nrmSi6 'i"?.'-A 8ubor agradare!, rene o tom.r-se em urna pe-
laimilad-'fi /n i p"mP,a e la"\ disolu?ao no eitomago. de modo que completamente
veoe freauenteZ ^1?'* ""I" d" laCln8' ('ue C0D,em em ua COpoai$o. a cooilipacao de
veolre'rJueD''Deirte provocada pelas outras preparares lerroginosas. V S
nht.nru H?nn.1 qual'lades em ?ada aIle"" ciencia medicamentosas do ferro, que sendo uma
SlStortEl0J,fiCL*f a&0- S6 d.isPeu"a dioica, de iocomparavel u.ilid-Te
gJgLS^-ggL'^^.r^ptoh* taes. que o pralco possa prescrever tem receio. V o
iedicaieSS oiSTnU n lo""!8 COa> PrePaCo do citro-lactado de ferro. Asslm este
SSaiTorl^ entre a8 """osas preparaces ferroginosas. com o
"Ln" !.5";.-"_..U-l,l.mediC0S d>'cto que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
pallidas cores ) na debilidade subsequenle as
pois das Intermitentes na incontinencia: de urinas
0nT'alscVrc^a'd7<^mni^u.,',oarao!, UB e8croPnula. .no -acbitismo, na purpura hemorrhagica, na
ImfvZF^^^Jl&SSA* chl?ro,aDenJia ds mulheres grvidas, em todos os casos
colosi CM^^oMHuJ!^ U "CUd0 Pe,a.fadia8. affe5es chronicas, cachexia luber-
cu osas, cancrosa, ayphtlilica, excessos venreos, onanimo e uso prolongado das precau?6es mer-
SS?SS3?SSSSSSS2
Consultorio medicocirurco
Consulta por ambos os systemas,
dos Prazeres :
S, os m prac^i
PreajM-se de uma ama forra ou captiva pa-
presUrWe ao servifo de coriobsr e comprar;
37, segando andar.
o proprietario
ledicamentos.
deste estabeleci-
m ou'?? qvis\oTBdaVdUBVfH-fndS d Seu eslabelecimento nao se confundam ,
o o'SSSSSSf .a?ulfos I"6-1 em lub08 Mm^^.gff?t*-,J0.Je'to.-tobeTedmonlo annuncia a seus clientes e amigos que tem
nn7r.riJ a^" "lgu?* escrav<>s de um e outro sexo doentes ou
operagao, affiancando que serio tratados com todo o disvelo
aquelles que i tem tido escravos na casa do annunciante
genspa^aTSp^Sete 8al'd8 ^ f-*-^
e de tlSSZJESStt2lai~ Vl.n-tad.f. procura-lode manha. al 11 hora,
ender: UT,U{&%*: VSttJSS******""9"""*** Pdera0 en-
igos que tem commodos
que precisem de alguma
promptido, como tabem todos
APPROVAiO E AlTORISAClO
DA
kmmw mmtki m muu
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS IllEfiiCliiAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-electro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical ein-
faJlivel em todos os casos de inflammajo ( cansado ou falta de respirado ), sejam internas ou
externas.como do Ggado, bofes, estomago, ba?o, rins, ulero, peito, palpitaco de coraco, oar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e (odas as affecc,5es nervosas, etc., etc Igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., toja qual foro seu
tamanho e profundeza por meio da suppura$ao sero radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado e receitadas por habis e distinclos facultativos, sna efficaia in-
eontestavel, eas onumeras curas obtidas o fazem merecer conservar a confianea do publico
que ja tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessanas exphcacoes, se as chapas sao para hornera, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, brago coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo inchaS5es, feridas ou ulceras, o molde do seo
amanbo em um pedazo de papel e a declaracao onde exislem, afim de que as chapas sejo da
torma da parle affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualqier ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os acces-
orios para a colloca;5o deltas.
Consulta as pessoae que o dignarem honrar com a sua confiaBca, em seu esariptorio. que
se achara aberto lodos os das, sem excepto, das 9 horas da manha s J da tarde.
||9 Ra do Parto ||!l
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
SRHAW_____
Fara h encommendas ou fnfen?S dirijam-se i pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
ra doQbeimadon. i 5,
Meuron & C, mudaram sei^ de-
posito de rap area-preta, do prinsiro
andar n. 23 da ra da Cruz para o*ar-
mazem n. 19 na mesma ra.
Eugenio G. Natt, subdito francez. vacara
o Rio de Janeiro.
Alguma senhora ou creada que
queira ir ou voltar a Portugal acorlpa-
nhando duas meninas, pagando Sflhe
a passagem queira comparecer na ra
do Trapiche n. 40, a fallar comThcnaz
de Fana.
Preclsa-se de uma ama escrava, queaiba
cozinhar eengommar, para casa de pouca imi-
lla, paga-se bem : a tratar na ra do Impeador
n. 73.
Precisa-se de 3;500# por uman-
no, dando se por hypotheca um prdio
nesta cidade ; a deixar carta com am-
cial F.. na livraria da praca da Ide-
pendencia n. 6 e 8, com todas as on-
diccoes.
Altenco.
Aluga-se um novo armazem propriopara ico-
lher gneros, com freale para a nova rampa,en-
tre o trapiche do Cuaba & C, na ra do Abo-
im : a tratar na ra do Vigario n. 5.
|Mr. Constam
alfaiate de Pars,
j estabelecdo na ra do Imperadornu-
f5 mero 42. retira-se para o Rio de Ja- M
a neiro. As pessoas que se quizeem I
' utilisar dos seus servidos e das fazenJas
excellentes, que lhe restam, lograo A
g pelo preso mais commodo, afim deli- V
^T quldar. Outro sim, avisa aos seus le- $|
| vedores remissos, que venbam satisaer A
I as auas dividas at o fim do correte tez 2
V alias far publicar os seus nomea or V
^p extenso e proceder contra elles jui- Sjb
gk mente, que astim o obriga o eumti-
2 ment dos seus empeuhos contrahios "
ira Paris. L
mmmmm f w&vGvm*
Precisa-se de um caneiro para padaa que
lenha prahea : quem quizer appareca na n dos
Acouguinbos casa n.
a 9KM9M9- VBVKmm^mmmi j
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
FradericGautier,cirrgiaodentista,faz
todas as operacoes da sua arte ecolloca
dentesartileiaes, tudocom asuperiori-
dadeeparfei5oqueas pessoas en tendi-
das Ihereconhecem.
Te agua e padentifriciosete.
Dr. Lobo Moscozo.
(MSIJLTORIO ESPECIAL ROMEOPATUICO
DO DOUTO
_ SABINO 0. L PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os diaa uteis desda aa 10 horai
.t*,^l5.d,,i.acel d seguales molesUa"
moltttiat datmulheret, molestias das
iesltas syphxhUcas, todas as especies dt febres
ftbres xntermutentesesuas eonseauencias
Va,/.HA?UlACU "PE0,Al HOMOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos nre-
parados som todas as cautelas necessaria, C
2SS T S6U? effeit08'tant0 em tintura, como
em^lobulos. pelos presos mai. commodo. poa-
N. B. Os medicamentos do Dr. Salino mcamente vendidos em sua pharmacia to5
que o forem fra della sao falsas. '
imtSfMticarleirM 80 ompanhadas de um
lmpresso com um emblema em relevo tendo an
Pmh J?gBf le. paUvrag : D' S-b o 0.
Pinho, medico brasileo. Este emblema post
Igualmente na ii. demediemento, fu Tse J-
de, As carteira. que nao levarem esse imoresco
me do Dr. Sabino sao falsos.
Mudanca de estabelecimento.
0 abaizo aasignado, estabelecido com loia de
fazendas na ra da Cadeia do Recife d. 50 A,
mudou o seu estabelecimento para a ra Direita
numero 75
Hygino Augusto de Miranda.
Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familia : na travessa do Livramento n. 18. se-
gundo andar.
O Sr. V. J. C. queira vir resgalar os penho-
res, pagando a quantia que com a garanta dos
meamos receber : na olaria da ra do Mondego
n. lo.
Francisco Duatte das Neves vai Macei
Candido Moreira da Coata vai ao Paco do
Lamaragibe.
Jorge Joo Frederico M. Conrado Klir,
subditos llemaea, reliram-se para Buenos-Ayres.
Na ra do Apollo n. 24, segundo
andar, aluga-se uma escrava de boa con-
ducta que seja perfeita cozinheira.
Aluga-se o sitio da Capunga (do Roberto)
a margem do rio Capibaribe, tendo um grande
sobrado pintado, e forrado de novo, com ccbei-
ra, estribarla, quarto para eitor, galinheiro, ca-
cimba com excellente agua potavel, e uma im-
menaidade dearvoredos fructferos, tendo mais
urna mllenle bats de capim, com caes a fren-
te do no; quem pretender, dirija-se a ra Nova
n. id a tratar eem Antonio Roberto &-Filho.
. ~~ Aluga-se o terceiro andar solio do sobra-
do n.55 da ruada Cadeia, com commodoa para
grande familia : trala-se no segundo andar do
mesmo.
Aluga-se a lojado caaa da ra do Codorniz
n. 6, lugar proprio de concurrencia para deposi-
to ou taberna, econvindo, existe na mesma uma
(iarraacao de taberna, que se vender por mdico
pre?o; e tambem se aluga o segundo andar da
mesma : a tratar na ra do Vigario n. 8. primei-
ro andar ou segundo com o proprietaiio.
SOC1EDADE
INSTITUTO PI E LUTERANO
Nao se tendo reunido numero sufflciente de
socios para a assembla geral ordinaria, annun-
cuda para o dia 7 do correle, ter lugar impre-
tenvelmente quinta-feira 19, s 10 horas da ma-
nha, e antes da assembla geral funccionai o
coDselho director : roga-se aos senhores socios
o comparecimeoloa esta sassao ani de se cum-
pnr com e disposto no 1. do art. 41 dos nos-
sos (slatntos.
Secretaria do lostiluto Pi e Lilterario em 17
? de selembro de 1861.
Ilenrique Mamede,
1. secretario interino.
mik
nerno
valar
Prcisa-se de uma ama para o aervico
e externo do uma casa de pouca familia :
na ruado Cabug n. 3, segundo andar.
Alugam-.eduas da. melhores usas ) Ci-
cbaog : a tratar na roa da Paz n. 42. ]
P-Wffffff l
Attenco.
A pessoa que precisir de um caixeiro para
qualquer eslabelocimen:o, dando fiador de sua
conducta, dirija-se a eniruzilbada de Belem, em
casa do Sr. Maoogl Joaquim.
* ^# aj
JlraDinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 37.
Sero dadaacons<as medlcas-cirurgi- m
cas peloDr. Estevo Cavalcaoti de Albu- '
" querque daa 6 aa 10 htras da manbla, ac-
cudindo ao. chamado.ctm a maior bre-
vidade posaivel.
! Parto*.
2.* Molestia, de pehe.
3.* dem do. olhos.
4. dem dos orgaoa genilaes.
Praticaratoda e qualquer operario em
seu gabinete ou em caa do. doante. con-
forme Ibes fr mais cenveniente.
Mofina.
s
i
X
s
Na ra do Quefmadon. 6, loia de fazendas
por baixo do cabellerelro compram-se moedas
idaouro da 16e 10, e libias sierlinis.
ritaM-------,
Araeaca mui expressiva do Sr. subdelegado de
Beberibe Antonio Flix dos Santos: O Sr.
Dandeira nao medio por cerlo a profundidade
do abysmo, que esl cavando a seus ps I E'
a propria pohcia que quer tentar contra a exis-
tencia de um sacerdote, sem crimes, e sem infa-
miSs, e que o nico arrimo de tres irmassol-
teiras. que vivem honestamente em sua compa-
nhia III..
Exttaceoilas caspas por
meio do Tricopherous0
Na ra do Queimado Casa de cabellcreiro.
Attenco.
Precisa-se de um criado que sirva para com-
prar e fazer o servido de uma casa de pequea
familia : ua ra nova de Santa Rila n. 5. Assim
como quem liver um sobrado de dous andares
com alguua commodos, as ras pouco mais ou
menos das Cruzes, Direita. Camboa do Carmo.
Queimado, Livramenlo, Trincheiras, Imperador,
C?uwsn 18 tC'' elC#: dirija_,ea ruad"
A commissao liquidadora dos ere-
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aosSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfacer seus dbitos a referida
commissao todos os dias uteis das 10 ho-
ras da manha as 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 28, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
sdores, que nao a obrigue a lancar
m5o dos meios udciaes ou do jornal
para haver estas nnportanciai de que
Jo seu defedores.
IOTA
expsito de candieiros
ECONMICOS
O proprietario deste estabelecimento sra. ao
"ublico que contina a ter um riquiitmo e ?a-
navel sortimento de candieiros para todo, os ser-
vidos que se precisar, como um grande deposito
de gaz da melhor qualidale que tem apparecido
e experimentado pelos compradores, conhecidos
verdaderamente econmicos.
Candieiros econmico, a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmica, a gaz.
Candieiro. econmico, a gaz.
Na ra Nova n. 20 a 24.
Aluga-se urna excellente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira; es-
tribara etc., a casa construida ha poo-
co tempo com terraco a roda, sita
entrada do Poco: a tratar com os pro
prietariosN. O. Bieber & C, succewo-
res. ra da Cruz n. 4.
O Sr. Rraailiano Francisco de Paei Brrelo
lenha a bondade d vir fallar aa loja do Geraaaoo
relojoeiro, na rus Nova n. J|, visto ignorar-so
aonde o mesmo senhor mora.
Alugam-se casas em
Apipucos para grande e pe-
quena familia, a bera do rio
emuito frescas, agua potavel
dentro do sitio e outras com-
modidades: a tratar com a
viuva Villar, no lugar cima.
Aluga-se a casa n 3 da ru.
a tratar no becco das Barreira. o.
da Boa-Vista, botica n. 6.
Pr&
ra
na ra do Imperador
Escriptorio de advocacia.
O bacbarel A. R. de Torre. Bandoira cooUoa
no exercicio da sua proliaso de advogado, o o-
ferece-se para desempenba-la tanto oeU ridada
como em qualquer outro ponto pars que o cha-
men) : pode ser procurado em aaa residencia, m*
ra do Imperador, sobrado n. 37, s*gundo jnr
entrada direita. *
Ensino de preparatorios.
O bacharel A. R. doTone. Bandeira, prote*-
sor de geographia e historia antiga oo gratoslo
desta provincia, tem resolvido abrir oovo. rara.
de rhetorica de geographia o de pbilosophia, as-
sim como da. lingua. francez. ingleza, a pria-
cipiar do dia 20 do correle : na rasa de sa re-
idencia, ra do Imperador d. 37, segundo an-
dar, entrada direita.
Na ra do Rangel n. 73, precisa-* do nasa
ama forra ou captiva pars o aervico do pequeca
familia, paga-se bem, no caso de agradar.
Aluga-se, o sobrado o. 1B da roa do Apollo.
a casi terrea o. 27 da ruado Burgo, a tratar na
ra da Aurora n. 36.
Aluga-se um armazem na roa Nova de San-
ta Rita (frente da riboira do pcixe) o. 19. con
suffkieocia para qualquer estabelecimento por
maior que elle seja, pode recolber para mais de
6000 barricas, ou de 300 a 400 pipa, chelas, o
outras tantas vasias, ou outro. quaesquer volme:
na proporcao, com a vanlagem do ter do fondo
trapichee guinda.te, pelo qual pode embarcare
desembarcar aquary com toda a mar : a enten-
derle com o proprietario Manoel Pereira Losaos
no caes do Ramos n. 10.
Ha dias andava um preto venden Jo don. li-
vros que diz os tinha achado : a quem Iba faltar,
os pode procurar na ra nova de Sania lila em
casa de Vicente Alves Machado.
Gheguem
BARATO PARA LIQUIDAR
Na ra da Imperatriz n. 40,es-
quina do becco dos Ferrei-
ros, loja de Manoel Jos
Guedes de Magalhes
Sedinhasde quadros de todas as cores e muito
encorpadas, covado a 720 rs., cortea de cambraia
branco. com 3 ordens de bordado a 3}, ditos com
3, 4, 5 e 6 babadoa de diversas core, a 3fB0O,
ditos de tarlataoa com 3 babado. a 2g5O0 e 3),
ditos de cambraia de seda a 59, baldes de 14 a
40 arcos dos melhores que tem apparecido a 39,
39500 e49, ditos para meninas de lodosos tama-
nhos.cambraieta fraoceza muito fina,pe;a a 79500
e 83, cassas com salpicos brancos e de coree, co-
vado a 240, pegas de cassa de salpico, braocos e
de erres com 8 1)2 varas a 39500. cobertsa de
froco matizadas para cama a 9?, chales de froco
com ponta redonda e borla dos mais moderno, a
89, ditos de lia e seda a 29500, ganga amarella
muito boa, covado a 240, cambraia de cAr muito
bonita, covado a 300 rs., alpacas de cor para ves-
tido, covado a 3-20, popelinas, riscadinhos para
vestidos de senhora e meninas, covado a 300 r. ,
tiras bordadas a ponto iuglez de todas as largu-
ras a 19280, 1&H0, lift&O e 29. manguitos a ba-
lo com gollinha para senhora a 2 e 39. chita.
francezas finase cores Dxas, covado a 220, 240,
260 e 280 rs., cambraias de seda de cores enfei-
(ada a 540 rs., ditas de forro de oilo varas a
pega a I96OO, e outras muitas fazendas de barato
prego.
O Dr. Joo.Ferreira da Silva, de volla de
sua viagf m, est morando na ra larga do Ro-
sario n. 20, e conliua no exercicio de sua pro-
ftssao, dedicando-se especialmente a pralica de
operacoes cirurgicas.
Aluga-se uma casa em Beberibe : a tratar
com J. I. M. do Reg, na ra do Trapiche d. 34.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos 4 C. sacam e tomam
saques sobre a praga de Lisboa.
Sacam s jbre Lisboa
Aranaga, Hijo & C, ra do Tiapiche
Novon. 6.
, Aluga-sa uma prela eacrava para ama do
leile, que lem com abundancia, e muito cari-
nhosa para meninos, quem precisar dirija-se
ra do Crespo loja n. 20 de Adriano & Castro.
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, primeiro andar, continua se a tingir
com toda a perfeico para qualquer
cor e o mais barato possirel.
A casa aonde se tingem fazendas, na ra
do Hospicio n. 42, tinge-se de preto e todas as
cores, la, seda, grosdenaple e retroz, com toda
perfeico, tambem se limpa o mofo em vestido,
de velludo ou grosdenaple, e arma-se em eartoes
com toda a perfeigo : quem quizer poder avisar
na loja do Sr. Sedrim, no largo da ra das Cru-
zes, loja de calgado, e tambem na loja da Sirguei-
ro no largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
Aluga-se o primeiro andar do so-
brado da ra da Cruz n. 21 : a tratar
no terceiro andar do mesmo sobrado.
Com muita brevidade segu para Lisboa c
brlgue portuguez Florifld., o qual recebe um
resto tfe carga a frete : a tratar coro Amariav-Ir-
moa, ruada Cruz n. 3, ou com o capilloTfoa-
quim Augualo de Souza,.*. praga do comraerajo.
Tbomaao di Luca Vfcnoni, IFilippo di Gni-
seppo Luixi, Mansueto di Bartolomi Pier, Al-
berto di Matleo Maltie, Glaranni di Guilie Bo-
naccorsi, Adelf di Nalteo Mattei, Pietro di Fran-
cisco Daoesi, Giovaoni di Jacopo Dell. Santa,
Luigi di Guiseppe Slmoni, Marco de lacopo Pel-
legrne, subios italianos, retiria-se para fra da
prorueia.
*.-------------


Da A UO II IIBNA1ICO. t QUINTA FURA 19 M SETEMBRO 01 1861.
Atten ao carioca.
(5)
Na ra estreila do Rosario d. SS, toja de funi-
leiro, eviste um grande sortimento de obras de
flsndres de (odas as qualidades, como sej : ba-
hs de lodos os lmannos com fundos de raadel-
ra e fechadura, caixis para conduzir comidas, ba-
cas e banheirosde formas elegantes, urcas gran-
des e pequeas, assadeiras, regadores, baldes
grandes e pequeos, e varias formas, emfim tudo
quaolo desejar se possa em fiandres, sendo todas
estas obras do raelhor goslo e bem acabadas, une
so com a Tista animarlo ao comprador, e por
menos presos do que em outra qualquer parte ;
recebem-se encommendas e se garante a promp-
tidao.
armazem de fazendas
DE
SANTOS COELHO.
Ra do Queimado n. 19.
Leoces de panno de linho a 10900.
Cobertas de chita de ramagem a i$800.
Lences de bramante de linho grandes a 3300
Cortes de phaotazia de seda a 89.
Algodao moostro a 480 e 640 a vara.
Bramante de linho com 10 palmos de largo pe-
lo barato prego de 29 a vara.
Toathas de fuslo a 60} cada urna,
Kicas capellas de florea'de laranja para noivaa,
pelo barato prego de 5$.
Bramante de algodao com 10 palmos de largo
11*280 a rara. *
Vestuarios de seda para meninos e meninas,
pelo barato prego de 89 cada um.
Cortea de seda com toque de mofo a 25.
Gollinhas de traspssso muito finas a preco de
2000.
A 280 rs. o covado.
Cassaa pretas finas, fozenda boa : na ra do
Queimado n. 47.
Pentes de tartaruga virados e
direitos.
Vende-se muito bonitos e fortes pentes de tar-
taruga virados e direitos, de moldes e desenhos
delicados e pelos baratissimos precos de 12f, IOS
e 89 uns, 59 e 49 outros ; assim como oulros a
imperatriz (o melbor que possirel ftzer-se em
tal genero) a 189. Na Terdade quem coohece o
bom admira a limitagao de taes precos Tista
das obras e por isso dirljam-se com dinheiro a
loja d'aguia branca ra do Queimado n. 16, que
sem duvida achirao barateza, agrado e since-
idade.
Vende se superior Tinho Bordeauz em quar-
tolas, e cognac superior em barris : em casa de
Tissel-freres, ra do Trapiche o. 9.
*~6KmiHiMM -mmmmmm
A Primavera
16Ruada Cadeia do Recie16
Loja de raiudezas
DE
Fonseca Silva.
Sapatos de tapete bonitos padroes para
I homem e senhora a 125 a duzia e a 19X00
o par, lindas grvalas de seda para ho-
g mea de 310 a 500 rs. cada urna, ditas de
lago a 320 e 500 rs., linha propria para
seleiro e sapateiro a 12400 o maco, bo-
tes para chamarra a 19 a groza, meias
para senhora a 29800 a duzia, sinlos para
senhora de bonitos gostos a 29500 e 3$,
* barretea de Tidrilho para menina e se-
. nhora a 1 cads um, enfeites de ditos
JH pretos para ditas a 1*500 cada um, pen-
les de tartaruga para marrafa a 640 rs. o
par, e divenos artigos de gosto por pre-
sos os mais baratos do que em outra
qualquer parte.
ttB^gf!^fi^fg-^!g!linMn*nrn a*aa*
wpHw..wnwcm n>.niTTIniflff faVWnM
Vende-se um bom escravo negro, de idade
44 annos. pela quanlia de 500$ rs.: em Olinda,
terceiro sobrado confronte a antiga academia,
onde se dir o motivo da renda. *
Feijao macassa nevo
a ijjl a lacea i not nrmazens de Tasso Ir-
mos.
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'aguia branca acaba de ^fcber urna o-
ra remessa da mui praveitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e dentes. O bom resul-
tado de tal agua j nao soffre duvida como sa-
bido pelas immensas pessoas que a compraran),
e que sentiam a falta della, e as que d novo
comprarem acharo que o uso della faz conser-
var os dentes saos, livrando-os da carie, fortale-
cer as gengivas e tirar o mo hlito da bocea,
dando mesraa agradare! aroma, podeodo-se
mesmo usar della nao a pela manba como a
qualquer hora, e com acert depoia do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quaodo se tenba de
sahir para ter-ae a bocea aromtica : para isso,
porm, basta m algumas gotas della em agua pu-
ra. O proveito d'agua balsmica ainda chega a
mais, ella serr com acert e promptidao para
acabar a dor de dentes, enaopando-se nella um
bocado de algodao e deitando-o no buraco do
dente, este adormece e em pouco desapparece a
dor. Para se obter um frasco de to proveitosa e
apreciarel agua balsmica, dirigir-se com 19 a
loja d'aguia branca, ra do Queimado o. 16, ni-
ca parte onde ella se rende. Adverle-se que os
frascos rao marcados com o rotulo da dita loja.
Vende-se um bom engenho na freguezia
da Escada, em cuja propriedade j se est levan-
tando outro por ler para isso as proporces ne-
cessarias e offerecer muitas rantagens por ser
ao p da via frrea, ler boas trras para safrejar
2 a 3 mil pes, boa casa de rirenda, seozala,
bom cercado e excellente d'agua : a tratar com
Manoel lves Guerra, na ra do Trapiche n. 14.
Carrosa.
Na taberna grande da Soledade>ende-se urna
carroca para boi, nova e de boa madeira.
Novo sortimento
de casearrilhas de seda,
franjas e galo com lacos
n*8 relas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
noro e bello sortimento de casearrilhas de seda
com duas relas Qngiodo pafo, o melhor que s
pode dar em tal genero e rende a 2g a peca, as-
sim como franjas de seda de diversas corea e lar-
guras por precos admiravelmente baratos, e
tambem um noviisimo galaozjobo de seda com
lacos as relas proprios e de muito gosto para
enfeites de vestidos. A barateza com que a loja
d aguia branca costuma vender os objecto's j
bem conhecida e agora comprora a mais com a
limitado dos pregos porque est rendendo os
ailigos cima, para rerificar-se e dirigir-se com
dinbairoa dita loja d'aguia branca ra do Quei-
mado n. 16, que na resudado acharo barateza,
agrado e sinceridade.
Vende-se urna linda
mulatinhadc 11 a 12 annos
de idade, com bom principio
de costura, sem vicios nem
achaques: na ra de S. Fran-
cisco antigamente (Mundo
Novo)n. 68, segundo andar.
A 19000.
Um resto de latas de mermelada de Lisboa e
do Rio Grande do Sul, de 1 112 libra a 29 cada
late: na praca da Independencia n. 22.
Fardo.
Deposito de trelo de Lisboa, saceas de 90 li-
bras, o mtlhor que-rem ao mercado : no estabe-
lecimento de roolhados da ra da Imperatriz n.
*, junto a ponte, o preso 49500.
RA NOVAN!52.
HENRIOIE \IGIST0 BECK,
[Artista em desenhos de cabellos, cabelleireiro
e barbeiro de Pars,
tem a honra de prevenir ao publico desta cidade. que acaba de abrir um <*slbclc-
clmcnto em grande escala, com magnificas saldes para penteiar senho-
ras. cortar os cabellos e fazer barba a* assim como urna oilicina para obras de ca-
bellos. II. A. Beck o nico a quem se devem dirigir as encommendas de traba-
lhes taes quequadros, medalhoes, marralas Luiz XV, brincos, alfinetes de peilo,
boioes de ponhos e peitos de camisa, pulceiras, correntes, trancelins, cortinas, enfei-
tes (treloques).para relogios, flores, emblemas, ornatos etc., etc. O cuidad* que o an-
rruociante emppegar nos cabellos que lhe sao confiados, prorar o quan^o sabe com-
prehender o ra4or que cada um lhes d, pois que elles sao nao s a lembranc.a da pes-
ies eslimada, como urna parte importante da mesma pessoa.
O estafeeieclmento Beck, que acaba de ser aberto, procurar merecer sem-
pre a confianca daquellas pessoas que a elle ae dirigirem, promptiOcando rpidamen-
te as encommendas que lhe forem dalas. Na mesma casa fabricam-se abellel-
ras poatif ate para homens e senhoras, barbas, topetes, trancas e bandos. Faz-se a
barba e corlam-se os cabellos por mensalidade, ao estabelecimento ou as casas par-
ticulares, assim como penteiam-e senhoraa, sendo a 59000 os penteiados de noira,
ultima moda de Paria.
Salo especial psTa fingir cabellos e barbas.
Agua imperial
para laTar a caneca e impedir H. A. IJeck conrida o publico, especialmente as senhoras, visitar seu estabele-
cimento, onde-acharo patentes diversas obras em cabellos.
Rca Nova N. 52.
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mmm
Sirop du
DrFRGET
JARABE DO FORGET.
Bste xarope est approvado pelos mais eminentes mdicos de Paris,
10 sendo o melhor para curar consiiparoes, toase convulsa e outras,
affeccoes dos bronchlos, auqoes de peito, irriueftes nervosas e lnsomnolence: urna colherada
pela manba, e outra i noile sao sufficienles. O effeito deste escelente xarope satisfai ap mesmo
lempo o doente e o medico.
0 dspotito i na ra larga do Rosario, botica de Bartholomeo Francisco de Soma, n. 36.
SOSO NOVO
DO DR.CHARLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
BAS EXTERMIBADES
PLUS DE
COPAHU
PARA O TRATAHENTO E PRMPTO Ct'RATVO
SEXCAES, DN TODAS AS AFFECCOES
Cfralo de ferro Chable.
preferivel ao
CUTNEAS, VIRIS E ALTERAOES 1)0 SAKCBE.
Xaro;>e mui
Copahiba e as Cttbe-
bas, cura immediatamen-
te qualquier purga^ao ,
relaxaclo e debilidade, e igualmente fluxos e
flores trancas das mulberes. Uajeeca*- o
cbabie. Esta injeceo benigna emprega-se mes-
mo lempo do xarope de curato de ferro, urna vez
de manba, e urna vez de urde durante tres dias;
ella segura a cura.
du SA1VG
Depurativo de futucue.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico couliecido
e approvado para curar
con promptidao e radi-
calmente mpigens, pstulas, herpes, sarna, co-
mixos, acrimonia e alieraces viciosas do san-
gue; virus, e qualquer aflecao venrea. -b-
nhoH niincracfl. Tomo-te dous por semana, se-
guindo otratamento depurativo. Pomada an-
liherpetie*. De um tffeito maravilhoso as af-
fecoes cutneas e comixes.
. ... MemorrahidaH.Pomada que as cuaa em 3 dias.
* *eP>o na ra largado Rosario, botica de Bartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
Relogios.
Vaeia-se em easa de Johnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3 um Irello sortimento da
relogios de ouro,patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
una variedade de bonitos trancelins para os
meemos.
Cestinhas de Hamburgo.
S ua loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
t B, quem reeebeu um completo sortimento de
Rodas cestinhas de todos os tamanhos proprias
para meninesdeescola, assim como maiores cem
tampa proprias para compras, balaios proprios
para costura, ditos proprios para faqueiros, ditos
muito bonitos para brinquedos de meninos, di-
tos maracas pintadinhoe que se rendem per or-
eos muito baratos-
Bom e assim barato
ninguem deixa de comprar urna pasta para pa-
pel por 19000. Na laja d*auia branca acba-ae
urna porc.ao de boas e perfeitas pastas pare pa-
pel com calendario perpetuo, e ndice das festas
mudareis, pelo que eetorBam de rauita utili-
dade, e o pequeo preco de 1J000 cad* urna
conrida a aproreitar-se da occasiao em que se
e*tao ellas rendendo por metade do que sem-
pre custuram ; assim dirijam-se a ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que Iser
bem servido. r
Encyclo- 8
pedica
Loja de fazendas
Ra do Crespo numero 17.
DE
Guimares & Villar.
Para acabar com certa* fazendas ven-
demos baratissimos :
Chapelinas de seda de riqissimos gostoe
a 129 cada urna.
Ditos de palhade Italia a 2S#.
K Gollinhas e manguitos de punio de su-
O perior qualidade a 30.
S Casias de cores finas e delicados oadrdes
a 280 rs. o corado.
2 Sedas, cambraias. cassas, chitas e ludo
X quanlo perlence para adornos de se-
W iihora por baratissimos precos
i Calgado Meli de 2 solase sola fina.
Para horneas. !
Grande sortimento de roupas feilas e
chapeos de todas as qualidsdes.
Importante
Aviso
Na loja de[4 portas da ra do Queimado n. 39
acha-se um grande armazem com todo o arti-
mantode roupas feilas, paracujo lim tem mon-
tado urna oiicini de alfaiate, estando encarresa-
do della um perfeilo mestre vindo de Lisboa pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se' lhe
eocommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as nessoas com especialidade aos
Atteoco
Vende-s confronte o porta o da fortaleza das
Cinco Ponas o segoiole : carrosas para boi, dita
para carallose para agua, carrinbos pira traba-
lbar na alfandega e carrinhos de mo, rodas pa-
ra carrofis e para carrinhos, eixos para ambos,
torradores psra caf com fogo, boceas de tornos,
bandeiras de arcos d todas as qualidades, do-
bradigas de chumbos de lodosos tamanhos,fecha-
duras de ferrolbos, tranquilas, ferro de embutir
de todos os lamamos, ferrolhode chapa.
LuvTrs de pellica.
Noto sortimento de lnras de pellica chegadas
no vapor inglez para a loja d'aguia branca, na
ra do Queimado o. 16.
Arroz de casca,
saceas de 32 cuias, vende-se mais barato do que
em outra qualquer parle; no armazem da ra da
Madre de Dos n 8.
Peitos de esguio de algodao
para camisas a 500"rs.
Na loja d'aguia branca vende-se muito bons
peitos de esguio de algodao para camisas a 500
rs. cada um, dinheiro a vista : na loja d'aguia
branca ra do Queimido n. 16.
A' PKIIVEKI.
.16Ra da Cadeia do Recife-16a
LOJA DE MIUDEZAS
DB
IFonseca & Silva!
Toalhas, lencos e fronhas de Iabyrin-
tho de diversos gostos, que a vista se i
dir o preco, espelhos dourados a 800 |
rs. a duzia, penles para tranca a 1(400
a duzia, caixasderaiz a 1400 a duzia,
filas de linho branco a 440 rs. o maco, |
Arelas douradas para cal;a a 640 rs a
duzia, pentes de tartaruga rirados a 5$
cada um, boles para calca pequeos a
al60rs. a groza, argolas douradas a
1$500 a duzia, baldes para punhos duzia
de pares a 3$, ditos para casareques a
240 rs. a duzia, grampos enfeilados a 480
rs. o par, caixascom apparelhos de bo-
necasa 19,2g e 3$ cada una, caivetes
de 2 folbas com pequeo loque a 18200
rs. a duzis, ditos grandes de 2 e 3 fo-
lbas a 2g e 33, paptl amlsade a 600 rs.
o pacote, meias de todos os tamanhos
para menioos a 1J800, Sf, 2&200 e 2J00
a duzia, ditas para meninos a 29, 25400 !
e 29600, pentes de massa Tirados a 800 {
rs. cada um, escoras com espelho para
cabellos a 800 rs. cada urna, froco gros-
so a 400 rs. a peca e finos a 240 rs., fi-
tas de velludo de n. 6, 8 e 10 a 1&20O a
peca, sabo inglez a 1(600 a duzia, tin-
leiroscom figuras bronzeados a 500 e
800 rs. cada um, chapeos de sol de seda
para senhoras e meninas a 39, escencia
de sabo para tirar nodoas a 1J o i tro,
pentes de tartaruga para tranca a 38500
cada um, roltas de coral com dous fios
compridos a 2(500 cada urna, ditas de
tres fios a 35, bonecos de choro a 320
500, 800. 19 e 18400 cada uro, cadeiras
douradas com pomada a 800 e 1$ cada
urna, colheres de metal principe para
cha a 29 a duzia, ditas para sopa a
38500 a duzia, ditas para terrina a 25 ca-
da urna, caixinhas com pertences para
senhoras a 240,320, 500, 640, 800 e 19
cada urna, colheres de metal para cha a
320 e 500 rs. a duzia, bahuzinhos com
espelhos contendo perfumaras a 59 ca-
da um, caixinhas de ridro a 29500, cal-
as com espelhos e perfumaras, pro-
prias para toilete de senhora a 69 cada
urna, bem como muitos c bjectos de gos-
to e outras miudezas por precos com-
modos.
DE
Escultura em Marmore
Cae* do Ramos n. 50.
Se fazem pelos precos seguintes :
Consolos Lu XV de 12f a 159.
Jardineira* idem idera de tg a 309.
Consolos lisos de 90 a 12$.
Mesas redondas de 16# a 259.
Laratorios de 129 a 09.
Aparadores de 205 35S-
Letras gravadas douradas ou embutidas con-
forme os caracteres e tamanhos de 100 rs. cada
urna a 19.
I Pedra para collocar as dilaj, cada palmo em
quadro a 19.
j Concertase alabastro, jaspe e porcelana.
Recebem-se pedras usadas em troca, quer se-
am ou nao de trastes, ainda noeamo quebradas.
Precisa-se alugar um sobrado do um andar
e soto as seguintes ras : Lirramenlo, Quei-
mado, Imperador, Direita, largo de Pedro II :
quem tiver, pd9 dinjir-se 6 ra Direita o. 66.
2o andar.
Precisa-te urna ama para coziohar : na ra
da Cruz n. 24.
Lencos a 320 rs.
Na loja do pavo.
Vendemse lencos grandes de carobraia de seda
de rarias cores com llores, fazeoda que sempre
se rendeu a 19, estse torrando a 320 rs. : na
ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Purtaram do engenho Maraoho, freguezia
de Ipojuca, comarca do Cabo, no dia 17 do cor-
I rente dous cavalloa, sendo um slaro. grande,
frente aberts, p direito branca e talvez ambas as
mos, dous dentes do lado superior meios parti-
dos, deita crinas para um e outro lado, de anda-
res trovados de baixo a meio, e est gordo ; o
outro porm rodado, meio de altura, inleiro e
grosso, ambos regulam terde 8 a 9 annos de ida-
de. Com estes completa o numero de nove, que
do anno prximo passado para c tem-se bifado
daquelle engenho ; roga-se portanto a qualquer
pessoa, que delles posas ter noticia de lera-lo ao
referido engenho, ou nesta praca na ra de Hor-
tas n. 14, que achara com quem tratar.
Perda.
Perdeu-se na noile de 17 docorrenle, no con-
vento de S. Francisco, urna pulseira de ouro:
quemaachou, lenha a bondade annunciar sua
murada para ser procurado, dando os signaes.
Precisa-se de urna ama ; na ra das La-
rangeiras n. 5, segundo andar.
Enfeites riquissi-
mos.
Vendem-se ricos enfeites de relroz e de diver-
sas qualidades, sao os melhorese mais modernos
que ha no mercado, rende-se por barato prego,
assim como tambem se rende rap Paulo Corde-
ro, grosso, meio grosso, fino, rolo francez o Lis-
boa, todas estas qualidades se rende tanto em
libra como a retalho, e muitas mais miudezas
em conta : na ra larga do Rosario, psssandoa
botica, na segunda loja n. 38.
Cylindros.
Napadariada ra Direita n. 84 ha para vendor
bons cylindros americanos novamenle chegados,
para padaria, e tambem rodas para correias de
diferentes tamanhos, marcaes e aguilhes para
as mesma?.
Na loja de Nabuco & C., na
ra Nova n 2, vende-se a me-
lhor tinta para marcar
tanto da armada como do
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
TIIESOl'RO HOJEOPATIIiro
ou
VADE-MECU DO HOMFOPATHA.
(Segunda ediccao consi-
deravehnenle augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
PELO CR.
SABINO O- L. PINHO.
Cootinuam as assignaturas para estas obras a
2O9OOO em brochura at dezembro. Desse lempo
em diaote as assignaturas serao elevadas a ra.
Ra de Santo Amsro (Mundo Noto) o. 6.
Atten i. L. Delouche tem a honra de annunciar ao
publico e principalmente aos Srs. logista, que
est morando em Paris, e que se encarrega de
mandar qualquer eucommenda que se lbe Qzer
por preco razoavel: quem quizer se ulilisar de
seus servicos, procure a informa^des com o seu
irmio na ra Nova o. 22.
Em praca publica do Sr. Dr. juiz municipal
da 2* rara, escrivao Santos, no dia 21 do corren-
te mez s 2 horas da tarde na sala das audiencias
se ha de arrematar por renda urna caca terrea*
com seu competente sitio na ra do Giqui por
execuco de Manoel Joa-iuim Baptiata contra 'jos
Florencio de Oliveira e Silva, proveniente de le-
tras da compra que este fez da mesma proprie-
dade, que flcou especialmente hypothecada ao
seu integro pagamento.
Quem tiver e quizer vender urna cazinha,
diriia-se a travessa do Montelro n. 2. a tratar com
os Victorino de Meieiros.
Iilms. Srs. officiaes
exercito.
Faz-se fardas, fardes com superiores preparos
e muito bem feilas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os flgurinoa que de
la veram ; alm disso faz-se mais cassquinbas
para montara, frdelas ou jaqueles, bem como
rolletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maiore de cavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequllha deonro ou prala, tudoao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadores e de qualquer juiz segundo o
estylo de Coimbra aonde se fazem as melhores
eonhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
ardaroenio de pageos ou criados de libr que se
lar pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaqueles a
tranceza bordadas ao mesmo gosto. Afflancando
que por tudo se flea responsavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corle, nio se falta no
da que so prometter, segundo o systema d'ond
veio o mestre. pois espira a honrosa visitado
ignos senhores visto que nada perdem
perimentar.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug d. 1 B
receben um completo sortimento de gollinhas d
m>6sanga, sendo de todas ascores
TISTA PUTA
C0MIY1ERCAL.
Recommeodada pelo seu autor para uso das
repsrticcs publicas, coromercio, escripturas
etc., etc. Nunca deixa no fundo do ticteiro se-
dimento algum, conservando-se sempre sem
mofo e melhorando lodosos dias de sua ex. en-
cial condkco. As peonas metlicas nao pre
cisam ser limpas, adquirindo com uso dessa lin-
li urna c5r linda, que as preserva da corrupcao
a que esto suj-itas as empregadas as outras
tintas.'
Sua composigao toda nova e de um processo
todo chymico, sem substancia alguma emprega-
da cas tintas at agora conheci-Jas, bem como as
galbas, sumagre, tanino, saesde cobre, ferro etc.
que tem por fim estragar o papel, e pelo correr
dos lempos a mudar de cor e a cabar-se. Tem
anda urna vaotagem prima, e rem a ser, o nao
deixar ser atacada ou aniquilada pelos cidos e
outras substancias conhecidas.
Vende-se na rui do Queimado n. 6, casa do
Sr. Jayme. artista em cabellos, e em S. Jos, bo-
tica do Sr. Torres.
Preco de cada garrafa I9OOO, meia dita 500 rs.
Domingo 15 docorrenle s 6 horts da tarde
e na occasiao em que passava a guarda de honra
da precissio da Senhora do Livramento, cahio'do
sobrado do paleo do Carmo n. 9, 2o andar, urna
pulseira de ouro esmaltada, obra de fra : quem a
achou, quereado resttui-la, leve-a ao mesmo so-
brado, que ser gratificado.
Roga-se ao Sr. Antonio Mara de Miranda
Ser, ou o seu procurador o acadmico Joo Ma-
ra de Moraes Nararro queira apparecer no car-
lorio do iuizo de paz da S de Olinda, a tratar de
negocio de seu inleresse. ,
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacSes
podem teslemonhar as virtudes deste remedio
incomparavele provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu carpoe
membrosinteiramentesos depoisde haver em-
pregado intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessascuras ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao tao sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso de seus brajos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes, o tee
deviam soffrer a amputado 1 Dellas ha mui-
mks quehavendodeixado esses. asylos de pade-
^mentos, para se nao submeterem a essa ope-
ra$ao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, a fim de mais autenticaren sua a firma-
liva.
Ninguem desesperara do estado desaude si
livesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestaveJmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos sega futes casos.
roupa.
Attenco.

Vendem-se dous mulatinhos de idade de 6 e 7
annos : na ra do Queimado n. 77, loja de cera.
Avisa-s aos paes de familia
que existe na loja de Nabuco &
C., na ra Nova n. 2, um gran-
de sortimento de vestuarios de
diversas qualidades e de gostos
os mais modernos, para meni-
nos e meninas de 2 a 6 annos,
que se vendem por precos com-
modos.
Vende-se urna cabra (bicho) com crin : na
ra Nova n. 16.
Vende-se ums pequea taberna com poucos
fundos por seu dono querer se retirar do lugar,
na povoacode Api pucos: a tratar com Joo An-
tonio Fernandes, ou na ra larga do Rosario nu-
mero 30.
Palhas.
Vendem-se palhas verdes eseccas de coquei-
: na ra Direita dos Afogados n. 13.
ro
Vende-se um cabriolet descoberto de duas
rodas com 2 ou 4 assentos, em bom estado : na
ra Nova d. 22.
Raridade
i

Sitio na Capunga.
Aluga-se o sitio oa Capunga Velhs do Sr. Bar-
tholoraeu Francisco de Souza, perto do rio, e
com bastantes commodos ; cocheir, e.quar'los
para pretos. com arroredo. parreiral, etc., etc.
quem o pretender, dirija-se a ra larga do Ro-
sario n, 34, botica.
PH\RMVCI\BARTHOLOMEO
Roa larga do Rosario n. 36
Rob l'AtTecteur.
Pilulaade Allexou.
Pilulas americanas.
Vermfugo inglez.
Pillas Holloway.
Ungento Uollovay.
Vendem-se globos para candieiros, e bom-
bas de japi, mais barato do que em outra qual-
quer parte : na ra larga do Rosario, o. 34.
Compram-se pataedes hespanhoes ao eunbo
de Cirios III e IV ; po ra Nova o. 23, loja.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammacao do ligado.
Inflammaco da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna. 0
Supurares ptridas.
Tinba, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulajoes.
Veas torcidas en no
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas di sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinfaa contm
urna instruccao em portugoez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra' de Cruz n. 22, m
Pernimbuco.
Vende-se urna das melhores loja de ferrageos
daruadoQueimBdo, com poucos fundos e muito
afreguezada tanto para a praca como para o Al-
io : quem a pretender annuncie para ser proc-
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
bal
Pemambuco.
Devendo solemnisar-se no dia 22 do corrente o
sexto anniversario da fundado do Hospital Por-
tuguez de Beneficencia nesta cidade, como de-
termina o art. 101 dos estatutos respetivos; a
junta administrativa convida e previne aos senho-
res socios e bemfeilores do mesmo, e ao respei-
tavel publico desta capital, que as 10 Ii2 horas
da mantisa hav missa cantada em louvor de
S. Joao de Deo, padroeiro do estabelecimento
senda que nessa occasiao o eloqueote padre mes-
tre pregador da capella impejial Sr. Fr. Joaquim
do Esputo Santo, sobiodo 'cadeira sagrada re-
citar urna pralica anloga vida do mesmo san-
to e a humanitaria insliluico que tanta Mida-
de presta familia portugueza residente nesta
hospitalera cidade. O estabelecimento achar-
se-ha aberto e franco aoa Ilustres visitantes des-
de as 9 horas da manhia at 1 da tarde, e das 4
s 8 da noile, em que Andar a ladainha de N.
S. e alguna versculos em honra do nosso patro-
no S. Joo de Deoa.
Recife 17 de setembro de 1861.
Joaquim Ferreira Mendes Guimares.
1. secretario.
Precisa-se de urna ama para empregar-se
rnente noservico deeozinha, e outra nara ser
empregada no eogommado e mais servigo de ca-
sa de familia : quem pretender, dirija-se a ra
dos Pires na Boa-Vista o. 39
Joo Pereira de Araojo Cardoso e Sebastiao
raes de Souza, ocios da firma Cardoso & Souza,
foin conlral0 'ffectuado em 19 de setembro de
isa por 5 annos, comdfeonsla do registro exis-
lente no meretissimo tribunal do commercio, se
rejolveram amigarelmorjte disfazerem olratado
cima mencionado, Ocando dissolrida ano*s*:so-
ciedade desta data por diante, assim como todo
o activo e passlro fita a cargo do Sr. Joo Perei-
ra de Araujo Cardoso, e este com o direito de
,sf*& *Cmi1 al1 negoeio pertencentps aos mes-
ios, #>mo todos os ttulos de Crditos exis-
iles ficam no poder do mencionado Araujo Car-
doso. Recife 6 de setembro de 1861.
Quemacharu ro a am al-
flnete do mes, ii(lo no
hospital da ordem tere S. Francisco e o
quier restituir, dlrija-se a ra do Csbug n' 14 '
quesera recompensado. '
- Ahiga-sa urna sala com um quarto no pri-
meiro andar da casa da ra da Cruz n. 18.


URIO DI MttHllIJCO. QUIMA TOBA 19 M SETMEBlt DI ltfli
i i os do serto
rouito noros, chegados ha pouctfs das a 560 rs.
a libra : na roa di Imperatriz, toja de miudezas
oumeio 82.
Feijo amarello
de Lisboa, superior qualidade ; vende-se na
ra da Madre de.Deos o. 8.
A.Uenco.
Na ra do Trapiche n.46, em casa de Ro r n
Rnkar&C. existe um bom sortimento deli-
ncas de corea e branca aamcarteteia do melhor
orieantedelaglaterrus quaes se vendem por
dracoa muirazoaveia
gdaco de certas!
i fazendas Anas. 1

s
RA. DO CRESPO N. 17.
Rinuissimas chapelinas de seda para
senhoras, de diversas cores a 129.
Cissas de cores bonitos padres a 240
rs. o corado.
Cassas e organdys de cores a 180 rs. o
corado.
Chitas de todas as qualidades e prego.
Muitissimas fazendas fiuas que se Ten-
dea] por presos baratissimos para liqui-
dar, dao-se amostra das fazendas.
l
Poiassa da Rnssia e cal k
Lisboa.
No bem conhecidoe acreditado deposito da ra
da Gadeia do Recife n. 12, ha para rendar a ver-
dadera potassa da ftussia, ora e de superior
qmlidade, assim como tambera cal rirgem em
padra : tudo por precos mala baratos do que em
outra qualquerparte.
ir
Di
IMBIfllO LOW-MOO
Roa daSenzaa Nova n.42,
Waste estabelecimento contina a ha ver ubi
eompleto sorlimento demoenda seaseias moen-
dis aara^nganho.machinas da vapor etaixas
le farro bati jo a coado,da todos ostamanhos
Pr dito,
O torrador!!!
2.3 I^Tgo do T erijo ^3
Quera duriJar renha rer; manteiga ingleza
peridilamenle flor a ly a libra, franceza a 640 e
a (J80 a libra, batatas muilo oras a 80 rs. a libra
assim como se torra massas muito finas para sopa
a 4iO ris a libra e outros muitos gneros perten-
cenies moihados, (a dinheiro rista.)
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para contas e facturas, papel mata-borrao; ren-
de-ae na loja d'aguia branca, rna do Queimado
numero 16.
aeaisstteee en mmmmmm
Na ra da Cruz n. 10, cata de j
Kalkmann Irmaos &C, temes-
posto um completo sortimento *
de amostras de objectos de bor- ]
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo congas para j
transmittir movimento, canudos H
de borracha de qualquer com- |
pr i ment e grotsura, pannos de d
borracha, rodetas de dita, so- |
bre ditos artigos tomam-se en- f
E commendas.
83K3IS a^amaifiaaU aMaflAa^a^isf
A 2$ o corte
de caiga de meias casemiras escuras
cor; na rna do Queimado n. 22,
boa f.
^& 8& &
@ Em casa de Kalkmann Irmaos @
f$ & C, na ra da Cruz n. 10, exis-
^ te constantemente um completo A
^ sortimento de 2
@ Vinhos Bor dea ux de todas as h
$ qualidades*. }
^ Dito Xerez em barris. dfe
fgt Dito Madeira em barris e caixas. &
<* Dito Muscatel em caixas. a
& Dito champanhe em gigos. A
sr Cognac em barris. g*
^ Cerveja branca. a
^ Agua de Seltz. *&
ux Azeite doce muito fino em caixas. a
& Alvaiade em barris.
, Cevadinha em garrafoes.
de
na
urna s6
loja da
Vende-se urna boa armago de amarello,
toda enrernisada, que serr para qualquer ssta-
belecimento, e por prero razoarel: na ra do
Crespo n. 15, loja.
Alenlo
i%>
SABAO.
Jjiquim Francisco de Mello Santos arisa aos
ftus freguezes desta pra$a e os'de fra, que tem
exposto renda sabode sua fabrica denominada
Recifenoarmazem dosSrs. Trarassos Jnior
& C, na ra do Aroorim n. 58; massa amarella,
casiaiiha, preta e oulras qualidades por menor
Ere^o quf. do outras fabricas. No mesmo arma-
era tera feito o seu deposito de reas de carnau-
za simples sem mistura algurua, como aa da
composicao.
Superiores organdys a
720 rs avara,
Vendem-se finissimos orgaudys de muito bo-
nito: padres, pelo baratissimo preco de 720 rs
a rara, fazenda que sempre se vendeu por
19200, assim pois, quem quizer comprar fazenda
tina muilo bonita e muito barata chegar ra
do Q eimsdo n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Relogios buratos.
Na ra Nora n. 21, ha grande porco de relo-
gios foliados, dourados e de ouro, patentes e ori-
zor.'.aes, suissos e ingieres, os qnas sero ren-
didoa pelos precos da factura. Cada relogio leva-
r um recibo em que se responsabilisa pelo re-
glamento durante seis mezes.
SYSTEIA MEDICO DE HOLLOWAT
PILULASHOLLWOYA.
Esteinestimavelespecico, composto inteirt,
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substanciadelecteria. Be-
nigno mais tenrainfancia, e a compltelomais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleifo mais robusta ;
enteiramente innocente em suasoperacese ef-
feuos: pois busca eremove as doengas de qual
quer especUe grao por mais amigas etenazes
que sejam.
Entre aniares de pessoas curadas com este
remedio, multas que estavamas portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forjas, depois dehaver tenta-
do inullimente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a des-
esperarn; fac,am um competente ensaiodoss
et;azes effeitos desta assombrosa medicina,
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca ternpo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1^280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ah se dir' quem ostem
para vender.
Luvas de Jouvin.
Goes & Bastos, na loja da ra do Queimado n.
46, dere receber boje pelo rapor francez as me-
lhores luvas de Jourin, assim como tambera tem
da camurca branca.-
IHilho e Trelo.
Vendem-se saceos grandes com milho muito
bom e farelo a 48500: na taberna grande da So-
ledade, e ra da Imperatriz n. 4, junto a ponte, e
tambero farinba a 110800 a saces.
Vendem-se 300 caibros de 30 palmos de
A2|500
Chalea de merino estampados, que em outras
loja* se renden por 4 e 5 na loja da boa f
na ra do Queimado n. 22, rende-se pelo bara-
tissimo pieca de 2500.
S6 Gama & Silva.
Grande exposico de fazendas
baratissimas, na rna da Im-
peratriz n. 60, loja do
Vende se cortes de phanta-
sia, fazenda de muito gosio
com babados pelo diminuto
prego de 4#500; na ra da
Imperatriz n. 60, loja que tem
um pavo do lado de frr,-fis-
to para nao haver engaos.)
3#500.
Vende-se ricos cortea de cambraia de seda
com arental ouduassaias a 35500 : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pari.
3,200, 3,500 e 4,000.
Vende-se floissimos cortes de cambraia bran-
ca 6 de cor com dous e mais babados pelo dimi-
nuto pre$o de 3#200, 3$500 e 45 : na ra da Inv
peratrz n. 60, loja do paro.
A 15000.
Vende-se finicissimos cortes de cambraia bran-
ca com bordado muito delicado proprios para
baile on casamento a 159! na ra da Imperatriz
n. 60, loja do paro.
Nova pee^inclu*.
Vende-se finissimas pecas de cambraia? fran-
cezas de carocinhos com 17 1(2 raras pelo dimi-
nute preco de 8$ a peca, ditas das mesmas com
8 3(4 raras pelo preco de 4$ a peca, tambera se
rendem das mesmas a 500 rs. vara, sendo
brancas e de cores ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pari.
Puptlina ti 2&0 rs.
Vende-se pupelina de quadrinhos a imitagao
de sedinhas de quadro pelo diminuto preco de
280 rs. o corado : na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pari.
Clialy a 500 t*
Vende-se cbaly muito fino a 500 rs. o cora-
do : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Sedas a ovado.
Vende-te grosdenaples preto muito encorpado
a 1#600 e 18800, ditos de cores azul, cor de rosa
e cor de-cana mais barato que em outra qualquer
parte ; na rna da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Sedas de i\uadrVn\ios
Vende-se sedas de quadrinhos fazenda muito
encorpada a 500 e 640 rs o corado : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do parao,
Manguitos de i a 500 rs.
Vende-se manguitos de fil muito bem enfei-
tados a 500 rs.: na ra da Imperatriz loja do
pari.
Chitas francezas a 200 rs.
Vende-se chitas francesas muito finas e largas
fazenda de 360 o corado a 200 rs. por ter um
pequeo toque de mofo, afiaocando-se que solta
comprimento, sendo de mata da melhor qualida- i !0**0 1ue MJa J,a?da Primetra re: na ra da
Imperatriz n. 60, loja do parao.
Cassas com salpico graudo a
200 rs.
Vende se cassas com salpicos graudos e lislrai
a 200 rs. o corado, fazenda muito ora : na roa
da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassas pintadas imito miudinhos
padres a 240 rs. o corado : na loja da ra da
Imperatriz onde est o parao.
Sentido ao Pavo.
Vende-se neste estabelecimento um grande e
variado sortimento de fazendas tanto para ho-
mens como para senhoras, de todas as fazendas
se dio amostras com penhor ou maodam-se le-
var em casa das familias pelos caixeiros da casa,
assim como o respeitarel publico achara todos os
dias uteis este estabelecimento aberto das 6 ho-
ras da maoha as 9 da noite.
Cera de carnauba.
A dinheiro.
Vende-se urna pequea porcao de cera de car-
nauba muito boa, que se acha depositada noar-
mazem da Companhia Pernambucana commo-
do preco.
Accidentes epilpticos.
Aiporcas.
Arnpoias.
Arelas (mal de).
As'.htna.
Col ias.
Convulses.
D-i.. "ladeoh extena-
cao
Febreto dae specie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hyd ropas ia.
Ictericia.
^Indigestos.
Inflammacoes.
Irregularidades
menstruacao.
Debidade ou falla de Lombrigas de toda ss-
forQas para qualquer
cousa.
Desioteria.
Dor de^arganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades norentre.
Ditss no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
F'bre biliosa.
pecie
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstruejao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo deourina.
Rheumatismo.
Sym plomas secundar ios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Febreto termitenu.
VenAt-seestas plalas no estabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, ena loja da
todos os boticarios droguistaeou traspessoas edo
carregadas de sua venda em toda a America n-
Sul, Havana e Hspanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
ama dallas, conten orna instrucc,So em portu-
guez para explicar o modo da se usar destas p-
lalas.
O deposito gatal em casa doSr. Soum
pharmaceutieo. na roa da Cruzo.. 22 em Per-
nambnco.
de possivel : na trarassa dos Barros n. 10.
Attenco.
Ha para se vender urna boa casa de pasto em
urna das melhores ras de Santo Antonio, faz
muito negocio e muito afreguezada : a tratar na
ra do Imperador n. 16 ; nesta mesma loja, ven-
dem-se garrafas de Bordeaux vasias.
Raiz de coral.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabuga n. 1 B,
rende-se a rerdadeira raiz de coral a 900 rs. o Do.
Caixinhas com msica.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, chegado de sua propria encommenda muito
lindas caixinhas de costura com msica 'propria
para mimo, auc se rende muito barato.
Vendem-se osengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Gadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios para algi-
beira, pelo baratissimo preco de 2^100 a duzia :
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
| Attenco !
^Cornos cobres a procura-i
^5 rem comp-amtudo que^
@ enconcrarem.
@Na loja de miudezas da ra da Im@
& petatriz n. 58, junto a
f| loja do Pavao. 9
A Bicos e rendas de seda, bicos e ren- &
g das de aigodo, fitas de seda lisas e la-
xz? vradas, filas de reliado, trancas de dito, V
^ froco de todas as cores, trancas de laa, ^
sa botdes de seda para casareque, ditos de a
? v^ro para dito, pentes para prender ca- '
W Mo, pentes para alisar, luvas de seda w
ffi para senhora, meias de aigodo para ho- b
mem e senhora, e outros muitos objec- g*.
los proprios de loja de miudeza qne se- j
(p ria enfadonho menciona-los, que s com
vista e desejo do noro dono deste es- gb
. tabelecimento nao deizar de fazer ne- j
O gocio visto estar disposto a vender mais V
A barato do que em outra qualquer parte, ftk
Chapeos para senhora.
Ricos chapeos de seda e de vallado para se-
nhora, pelo baratissimo preco de 15 e 16: na
ra do Queimado n. 22, loja da boa (.
Luvas de Jeuvin.
Continua-se a vender as superiores luraa da
pellica de Jouvin, tanto para homem como para
seoaera ; na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
Vende-se em casa de Adamson, Howie &
., ruado Trapiche Novo n. 42, biscoitos ingleze
sortidos, em pequeas latas.
Para acabar.
Corles de cassa franceza de i saias e 3 folhos,
rom 12 e 15 raras a 39500 e 4$, liodos cortes de
la para resudo com 24 corados a 5$, peca de
cambraia lisa com 8 e9 jardas a 2^500, 3$000 e
3&500, chita larga franceza, covado a 200 rs ,
cassas escuras francezas, corado a 240 : a ellas,
que em rista da reduco em preco, ponco pode
Mgar : na ra do Queimado n. 44.
Capachos de coquilho.
Na loja de Alvaro & Magalhaes, ra da Cadeia
do Recife n. 53.
Vinhos.
Vende-se rinho de Bordeaux em caixas de du-
zia de garrafas, e em barris, assim como cham-
panhi de excellente qualidade : na ra da Cruz
n. 20, armazem de F. Saurage & C-
Vende-se
barris de cal de Lisboa nova por preco
commodo chegada pelo brigue Florin-
da : na ra de Apollo n. 28, armazem
de Manocl Ferreira da Silva Tarrozo.
Bales para meninas.
Vendem-se baldes para meninas, de todos os
tamanhos, de madapolio e de mussulina a 39 e a
4$ : na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Meias baratissimas.
A 2J400 a duzia de pares de meias brancas fl,
as para homem : na rna do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
' eos bordados.
A' loja da boa f na ra do Queimado n. 22,
chegou noro sortimento de ricos cortes de vesti-
dos brancos bordados com 2 e 3 babados, os quaas
continutm a ser vendidos pelo baratissimo preco
de 5$ cada corte : ni ra do Queimado n. 22, na
bem coahecida loja da boa f.
Esteiras
Casemiras a
4.000 o corte, na
loja do Pavo.
Vende-seWtssimoi cortes de aasemi-
ra enfestada de cores pelo diminuto
preco de 4# o corte para calcas, assim
como tem das mesmas para vender a
2#iQ0 r$. o covado propriat para pa-
letots, calca e collete, recommenda se
muito esta fazenda aos Srs. alfaiates que
coitumam a fazer roupa para vender,
porque tao cedo nao acham urna pe-
chincha igual : na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
Gravatas da moda.
Vendem-se gravatiahas estreitaa muito supe-
riores, tanto pretas como de cores, pelo baratis-
simo prego de 1 ; na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f,
Bramante de linho muilo
superior.
Vende-se superior bramante de linho com duas
varas de largura, pelo baratissimo prego de 2#400
a vara : na ra do Queimado n. 22, na bem co-
nhecida loja da boa f.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22 se encontrar um bonito sorti-
mento de superiores tiras ricamente bordadas
que se rendem pelo barato prego de 3&000 40000
e 55000 ris a peca, advertindo-se que ha mais
de urna pega de cada padrao, quem mais depressa
andar melhor servido ser, na roa do Queimado
o. 22 na loja da Boa -F.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muilo fino e assim tambem
tarlataua branca muito fina, tanto urna cousa co-
mo outra sao proprios para restidos, nao s para
bailes como para assistir-se a casamento?, andem
antes que se acabe na ra do Queimado n. 22
naloia daBoa-F.
Vende-se carne do ser lio muito gorda a 320
a libra, lioguicas de dito a 320 a libra, vinho, a
garrafa a 440, em caada a 3JJ360 ; no Recife,
ra da Senzala Velha, taberna n. 102, esquinado
becco Largo.
Chales manta de seda.
Podendo-se usar como chale oucomo manta por
serem muito grandes a 6# cada um, na ra do
Queimado n. 17, a primeira loja passando a bo-
tica.
Cambraias francezas,
Padrss miudinhos e cores fizaa a 280 o corado :
na ra do Queimado n. 17, a primeira loja pas-
sando a botica.
Na botica da praca da Boa-vis-
ta numero 24,
esquine da ra do Tambi, rende-se gesso grosso
a 40 rs. a libra, tinta em massa de dirersas cores
a 160 rs. a libra.
mmxemsm as swssaswso!!
ra
de Chateau Laronzire, em gigos de 15 garrafas
(9 grandes e 6 pequeas) a 15$ cada um ; na
praca da Independencia n. 22.
Parajos bailes elheatros.
Riqoissimos cintos dourados com lindas tirelas
tambem douradas e esmaltadas, e com ricas pon-
las para cahirem sobre os restidos, muilo pro-
prios para as senhoras que tirerem de ir aos bai-
les e theatros ; rendem-se pelo baratissimo pre-
go de 49, 5fe6&: na rna do Queimado n. 22,
na bem conhecida loja da boa f.
4120 rs. o papel.
A guihas Victoria
vende e ni loja Esperanza ra do
Queimado n. 33 A.
Guz liquido.
Em caa de Samuel P. Johnston & C, raa da
Senzala Nora n. 42, vendem-se latas com 5ga-
les de Kerosine.
Cintos.
Vendem-se cintos de todas as corea com ri-
cas firelas para senhora e menina a 2#, baoda
declina para marrata a 500 rs. o par, enfeites
para cabeca, de cores e dirersas qualidades : na
ra da Imperatriz, loja da boa f n.*74."
~-
[ROUPA FEITA AIMU MAIS BARATAS.
SORTIMENTO COMPLETO
DI
americanas
para forrar salas, as mais finas que tem rindo a
este mercado ; na loja de Alraro & Magalhaes,
ra da Gadeia d Recife n. 53.
[Fazendas e obras felasj
na
LOJA E ARMAZEM
DE
IGes k Basto!
NA
Una do Queimado
n. 4, frente amarella.
Constantemente emosamgrandeeva-
riadosortimento desobrecasacaspretas
de panno e de cores muito fino a 28$,
80 e 85$, paletots dos meamos pannos
20J ,22$ e 24$, ditos saceos prelos dos S
mesmos pannos a 145,169 1&8, casa- fg
cas pratasmuitobem feitas edesuperior
panno a 288, 30 e 35. sobrecasacas de
casemirada core multo finos a 159,165
e 185. dossaccos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12} e 145, caigas pretas de
casemirafina para homem a 8, 99, lOf
e 12, ditas decasemira decores a 75,89,
99 elO#, ditas da brim brancos muito
fiaa a 5J 69, ditas de ditos de cores a
39, 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 45 e 45500, col-
letespretosdecasemiraa 59 e 69, ditos
da ditos decoras a 45500 e 59, ditos
braneo sla seda para casamento a 59,
litos de 69, eolletes debrim braneo e de
f usto a 39, 39500 e 49, ditos de cores a
9500 e 39, paletotspretosde merino de
ordio sacco e sobrecasaco a 75,89 e 99,
colleteipretospara luto a 49500 a 59,
as pretas da merino a 49500 e 59, pa-
etots dealpaca preta a 39500 e 45, ditos
sobrecasaco a 69,79 e 85, multo fino col-
latas da gorgurao desedadecoresmnito
boa(azandaa89800e45> colletesde rel-
iado de crese pretos a 79 e 89, roupa
para meninosobre casacade panno pra-
tos do ores a 149,159 169, ditos da
casemira saccoparaos mesmos a69500 e
79, ditos de alpaca pretos saceos a 39
1J500, ditos sobrecasaeos a 5f e 59500,
salcasde casemira pretas e decores a 69,
65500 a 79, camisas para menino a 209
t dazia,camisas inglesas prega tiargas
muitosaperiora 329 aduziapari acabar.
A.ssimeomotemos ama offleina deal-
(lateondemandamos eiecutaitoda as
obraacom bravidada.
Aos terceirosda
veneravel ordem de S.
Francisco.
J chegou a rerdadeira estamonha de lia, na
loja de 4 portas, raa do Queimado n. 39, e se
I apromptam hbitos desta fazenda a 409, e tam-
, bem ha de aigodo que se apromptam a 285 cada
1 um, e se vende a fazenda por mdico prego.
,/
NALOJA E ARMAZEM
DE
braneo e corea.
a braneo com muita elegancia.
Joaquina Francisco dos Santos.
40loa do Queimado40
Defronte do becco da Congregago, letreiro verde,
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentas.
Ricos cortes de vestido de fil ou blond de seda branca com ramo e capella, o
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos corles de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a braneo e
cores.
Ditos de tarlatana branca bordados
Ditos de cambraia braoca bordados
Saias bordadas.
Ricas saias de cambraia branca bordadas com o mais apurado gosto e mais finas
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais biratas.
Para baptisados.
Ricos corles de vestido de cambraia branca bordados com muita elegancia, o
mais moderno e mais superior qne ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores e prelos bordados e lisos com enfeites, bem ]
como arrendados, por prer.os commodos.
3$000 a peca.
Pegas de cambraia lisa larga fina com 6 a 6 1(2 varas, muito barato.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de linho bordados a 39,49 e 59 cada um.
Chales,
Ricos chales de tonquim brancos lordados di pona redonda e de 4 pontas.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um gra nde sortimento de todas as
qualidades, que nao 6 possirel mencionar-sejpelo grande espaco que tomara.
MMAZM
DE
RO'JPA FEITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
MIADO QUEIMADO 40|
Defronte do becco da Congregar o letreiro verde
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda exeeutar por medida, a vontade dosfreguezes.para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 409, 359 e 309000
Sobrecasaca de dito, 359 30900
Palitotsde dito e de cores, 359, 309,
255000, 109, 189 e 209000
Dito de casimira decores, 229000,
159, 129, 79 e 99000
Dito de alpaka preta golla da vel-
ludo, francezas 118000
Ditos de merin-sitim pretos da
cores, 950OO 89000
Ditos de alpaka da cores, 59 e 39500
Ditos de dita preta, 9, 79. 59 39500
Ditosdebrim decores, 59, 49500,
45000 a 39500
Ditos de bramante delinho braneo,
6J000, 59000 q 4S000
Ditos de merino de cordao preto,
159000 e 89000
^ Galsasde casimira preta e decores,
129,109, 99 e 65000
' Ditas de princeza e marin da cor-
dio pretos, 59, 69500 49500
Dita de brim braneo e decores,
55000, 49500 e 29500
Ditas de ganga de cores 35OOO
Golletes de velludo preto e da co-
res, lisos e bordados, 129, 9# a 89000
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69,59500,590 39500
590001
59OOO2
Ditos de setim preto
Ditos de seda a setim braneo, 69 e
Ditos da gurguro de seda pretos e
de cores, 7g000,6000, e 49 55000
Ditos de brim e fustao braneo,
39500, 25500 e 39000J
Seroulas de brim de linho, 29 e 29200)
Ditas de aigodo, 500 e 15281!
Camisasde peito de fusto braneo
de cores, 29400 e 29200*
Ditas de peito de linho 55, 45 e 39OOO"
Ditas de madapoln braneo a de
cores, 39,2J500, 29 e 1980(\
Chapeos pretos de massa,franceses,
formas da ultima moda 105,89500 e 79000'
Ditos de feltro, 69, 55, 49 e 29000
Ditos de sol da seda, inglezea
francezes,149,125,115 o 79OOO'
Collarinhos de linho muito finos,
norosfeitios.daultima moda 980
Ditos de aigodo 500
Relogios de aro, patentes hori-
sontaes, 1009, 909, 8O9 e 709000;
Ditos deprata galranisados, pa-
tente hosontaes, 405 3050001
Obras de ouro, aderemos e meioa
aderemos, palseiras, rosetas a
anoeis 5
Toalhas de linho, duzia 109000 69 a 90O0;
Ditas grandes para mesa a 48000 e 59000
Viva o paquete das novidades.
Pois est torrando miudezas muito ba-
ratas, afini de apurar dinheiro para con-
sumo do paquete, ra da Imperatriz n. 54,
loja do Joaquim de Azevedo Pereira J-
nior, declara o seguinte :
Carioes de clcheles muito finos a 40 rs.
Caixas de ditos da trra a 80 rs.
Linha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dita de carretel, 100 jardaa a 30 rs.
Pares de meias croas e de cores para
menino emenina a 120 rs.
Duzia de meias croas muito finas a
254OO.
Dita de ditas entre finas a 29200.
Linha branca em carto, 200 jardas a
80 rs.
Iscas para charutos a 60 rs.
Caixas com palitos de Especia a 160 rs.
Frascos de agua de colonia de Pirer a
440.
Ditos de cheiro muito finos a 800 rs.,
Lubln a I5OOO.
Jarros de banba pequeos a 19600.
Ditos de dita grandes a 39500.
Frascos de banha pequeos a 320,
grandes a 500 rs.
Sabonetes de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de mompelas a 320.
Dusia de meias croas para senhora a
29400.
Ditas brancas muito finas a 39300.
Fio de raiz de coral multo fino a 700rs.
Espelhos de columna p de ferro a 1g500
Carteiras de agulhas muito finas a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finas a 800 rs.
Baralhos portuguezes a 120.
Ditos franceses a 240.
Croza de botoes delouca brancos a 120
Agua de Larander muito fina a 640.
Dita frambozia a 600 rs.
Tesouras muito finas para onhas e cos-
tura a 500 rs.
Caniretes de 1 folha a 80 rs., 2 folhas
a 160 rs.
Cabo de marfim a 400 rs.
Meias airas para homem a I98OO.
Froco fine de todas as cores a 400 rs.
Dito grosso idem a 500 rs.
Caixas de papelo com alfioetes a 120.
Pares de aapatos de lia para homem
a 19280.
Tesoura para costura a 200 rs., e gran-
des a 640
Duzia da botoes de loaca para paletots
a 120.
Sipatinhos de merino a 19500, e rellu-
dinbo a 29800.
Rosarios e cruzas de coco, 1 a 120 rs.,
eduzia a 19400.
Caixaa com perfumara a 49

.
U


DUmiQ Dm
Mtm. jQUlUTi JURA 19-0I-8REMBBO DI 161.
28400.
le reren te qualidades a IgiOO
de muitas qualidades a 1$400.
Largo da Penha
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
annazem dei molhados, partecipa aos teui fregueses, assim como aos enhorca da prega, de enae-
ono e lavradores que d ora em vaote quizerern-se afreguezar oeste estabelecimento, que se acha
cora um completo sortimento de gneros os mais novos que ha no mercado e por serem a maior
pane aeiies vlndos de coota propria, est portaato resolvtdo a veode-los por raeooa 10 por cento
ao que era outra qualquer parte, afiangando a boa qualidade e acondiciouameoto, asaim como ser-
vir os portadores menos praticos to bem, como ae os seohores vressem pessoalmenle, para o que
nao se poapar o proprietario em prestar leda attengao, afim de continuaren! a mandar comprar
suas eocommeodas. serlos de que, toda e qualquer eocommenda comprada neste estabelecimento
aoompanoar urna conta impressa com o mesmo titulo de armazem Progresso.
MLMtoigft imgUx* pTleitameMc flot. 19000 r. llDri, T.Ddel
se por este prego umcameate pela grande porgo que tem e sefor em barril ae fara abatimento
5aI fcaiM*M '" llb" e em "arril. 560r,.
** yssou 0 melnor que ha n0 merc,ao a S600 a llbra#
dem preto. 1#600 libra
Quecos do mUo chegtd0, ttiU mmo Tapor,
dem mvato a m inteiro a 640 r8 (1bra
dem smisso, 640 a libra em por5io se fM a baUment0#
Prexuuto de Uambre oglei. 700 r, a 1bra
Pfitvtt de iamego a m .. 1bra Dteiro, 440 rl
a mais ora que ha no mercado a 160 ra. a libra, e em arroba a 4g500.
Kspermasete a 760 a UbM# em Mxa a 740 n
Latas com bolaximb.a de soda de ,
Latas com peixe em posta
Wtomas multo novas. lsooo 0 barril.. ret,lh0 a 320 .. garr.a.
Boce de AApeTelie latlM de 2 llbr por um
innatas pari podm a 800 ra# a 1bra>
Baha de porco atinada. )8 .. ,lb, em blrtll. 440 .
_ .* i i i* maUnOTftdo mercado a 900 ra.,emlaltaa de 2libra por 1*700,
-__ primeira ver que vieram a este mercado a 640r. a libra.
Chouncas e patos ,, ,, lWHi, libr,
PaUto. de dnt, lixadoscoai 0 M- Mamel* d *nCM; **m "'' 1">"'"'" "">""' 8"
aJ? do afamado Abreu e de outros muitos fabricantes de Lisboa
9000 rs. a libra.
-j.. gArraiaaOS Po#to> Bordeaux, Carcavellos, e moscatel a 18000 a garafa.
,, JlJP*de500, 560 e640ra. agarrafa, em caadas a 38500 4J000 49500
Se* ","""'riot *" *e'"*'-
V 11* da_mi'S acre,litadas marcas a 5 a duzia, e em garrafa a 500 rs.
^ .a P"a !0pa a ma[a nova I"9 ha no mercado a 640 rs. a libra;
Emvlias btMtM. 6401,. Ull,
loU de ameudoa. m ., llbr>i m C1(M, m .
^lozes mull0 00Ta8 a 120 rg a libra^
^astamna8padasa240rs>albra;
*lfe muito siperiora 240 rs. a libra, e a 7 a arroba:
VM do Maranhio a 34 em arroba, e em libra a 100 ra.
ramo americano.,, ,k
,. a ** nota, se forem porQo se far abatimento.
|eV4ln^d.P,.n5..a4 ,,.. i
^ muito novo a 320 rs. a libra.
X omeimmo de Ub a 360 ., Ubra, a 10jl a arroba<
Farimua do Marauuao. ma, a0Ta. m rs libra
XomeimV ltt^*.2oo,. .ubr..
Passas em caVvinAias *
,,, ZZ~mWmm^ de8 librar a 2500 cada urna,
curar tenda mencionado, encontrar o respeitarel publico ludo qu.nto pro-
ao novo armazem
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY.
^Psito na boticaf raneeza ra da Cruz n. 22
Ao publico.
Manool de Caralho Paes de Andrade, escrivo
do juizo especial do commercio, mudou o seu
escriptorio da ra do Gabug n. 2 para a ra do
Imperador n. 71, primeiro andar.
Precisa-se de ama ama que saiba cotinhar
para tomar conta da casa de um homem solleiro:
para tratar, na rui do Hospicio o. 37.
Precisa-se alugar urna escrava para todo o
servigo de urna casa de pouca familia : na pra-
a da Independencia n. 38.
Aluga-se urna casa com excellentes com-
modos, com grande sitio com artoredos, cacim-
ba com bomba, tanque, cocheira e estribara, a
qual est edificada com frente para a principal
estrada, e maito perto di cidade : quem preten-
der, dirija-se a ruada Cadeia n. 9.
Compras.
Compra-se um braco de balanza Romao,
pequeo, qne seja em bom uso : na ra Direita
numero 84.
Compra-se urna escrava para todo serrico
de urna casa de familia : na ra do Queimado n.
6 1* andar, se dir quem compra,
Compram-se moedas de ouro : na ra No-
va o. 23.
Compra-se urna negrinha de 2 a 5 annoa de
Idade : na ra do Caes 22 de norembro, n. 30,
1" andar, por cima do buhar.
Compra-ie urna preta de 14 a 18annos de
idade, preferiodo-se do mato, embora sem ha-
bilidades, e troca-se um moleque de 11 aonos
por urna preta ou parda delguai ou menor ida-
de : na ra do caes 22 de novembro, n. 30,1'
andar, por cima do antigo bilhar do Paiva.
Rival
sem segundo
Na rus do Queimado n. 55. loja de miudezas
de Jos de Azevedo Haia e Silva, tem destinado
acabar com certas o determinadas miudezas pelos
precos abaiio declarados, e venham logo noia
est acabando.
Caixss com agulhas francezas a.......... 120
Um grande e variado sorlimento de
roupas (ei tas, calcados fazendas e todos
estes s Tendera por precos muito modi-
tlcados como de seu costume.assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos flgurinos a
26*9,289, 30$ e a 358, paletots dos mesmos
pannos preto a 16|, 185. 20J e a 24,
ditos de casemira de cdr mesclado e de
do vos padroes a 149. 16, 18, 20 e 24,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 89. 10, 12 a a 14, ditos pretos pe-
llo diminuto preco de 8, 10, e 125, ditos
de sarja de aeda a sobrecasacados a 12,
ditos de merino de cordo a 12, ditos
de merm ehinez de apurado gosto a 15,
ditoa de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
ditos saceos pretos a 4, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 39500, 4
e a 49500, ditos de fusto braneo a 4,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7, 8, 9e a 10, ditas
pardas a 3 e a 4, ditss de brim de cores
finas a 2$500, 3, 3500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 49500, 5$, 59500 e a
6, ditas de brim lona a 5 e a 6$, colletes
de gorgurio preto e de cores a 5J e a 61,
ditos de casemira de cor e pretos a 4S500
e a 5, ditos de fusto braneo e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4g,
ditoa de merino para luto a 4 e a 49500,
caigas de merino para luto a 4J500 e a 55,
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os tamanhos: caigas de casemira
prefa e de cor a 5J, 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2J, 3 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
de cora 6 ea7g, ditos de alpaca a 3,
sobrecasacos de panno preto al2e a
14, ditos de alpaca preta a 5, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meos ricos vestidos de cambraia feitoa
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 5 e a 6, ditos de
brim a 3, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim comorecebe-setoda equal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sorlimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina de al-
faiate dirigida porum hbil meslre que
pela sua pronaptid oe perfeicao nadadei-
xaa desejar.
^Mai'aRB-ewMeieeieQi9eiei
Enfeites riquissimos.
Vendem-se ricos enfeites de retroz, sao os me-
Ihores e mais modernos que ha no mercado, pelo
T^TdlWi;na rua d0 Queimad0
)*amm mm wummmm
Aloja dabandeira |
\ova loja de funileiro da
rua da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a
todos os seus freguezes tanto da praca
cmodo mato, e juntamente orespeita-
ve publico, que tomou a deliberaco de
baixaro prego de todas aasuaa obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
sorlimento de bahs e bacas, ludo da
differentes amanhosede diversas cores
em pinturas, e juntamente um grande
sorlimento de diversas obra, contendo
banheiros e gamelas grandes e pequeas
machinas para cafe camas de vento, o
que permite vender mais barato possivel
como seja bahs grandes a 4 e peque-
nos a 600 rs., bacias grandes a 5 e pe-
queas a 800 rs,.cocos a 1 a duzia. Re-
cebe-se um offlcial ds mesma officina
para trabalhar.
Aos senhores selleiros.
Oarello preto de boa qualidade a 1800 o co-
vado: na rua do Queimade n. 17, a primeira loja
passando a botica.
Maclapolo coqueiro
a 39 a pega, com pequeo defeilo : na rua do
Queimado n. 17, a primeira loja passando a bo-
tica.
Feijo de corda.
No armazem de Tasse Irmaos: rua do Amo-
nm n. 35.

.


Sapatos
>


>

45 Rua Direita 45
Magnifico sortimento.
Semprecnndescendeote e prazenteiro com os
treguezes que Ihe trazem dnheiro, o proprieta-
no deste grande eatabelecimento continua a of-
lerecer ao publico, por pregos mdicos e sempre
interiores aos de outro, o seu bello sortimento
ae caigado franeez, inglez e brasileiro e vejam :
Homem.
Borieguins Vctor Emmanuel. 10000
couro de porco..... IO90OO
lord Palmerston [bezerro 995O0
diversos fabricantes (lastre) 99OOO
John Russell...... 8500
Sspatoes Nantes (batera inteira). 59500
Plnle......... 55000
tianga (portugaezes). 2S000
(rancezesl..... 15500
9 entrada baixa (aola e vira). 5J500
muito chique (urna sola); 3g0O0
Senhoras.
Borzeguins primor |JoIy)......5*500
brilhintina......50000
Kpaalta.......5^000
*'" : 4S8O0
31.32,33,34.....4500
decores 3233.34. 4SOO0
sapatos com salto Joly)......30200
francezes fresquinhos. 29240
31,32,33 e 34 lustre. 190OO
.E um rico sortimento de couro de lustre, be-
"o francs, marroquim, sola, vaquetas, cou-
nnbos, fio, taixas etc., por menos do que qual-
quer outro pode vender.
Em casa de Adamson, Howie & C, rua do
Trapiche Novo o. 42, vende-se :
Rolhas de corliga Qnissimas.
Lona e fille.
Pi de vela.
Superiores tintas de todas as cores.
Sellins, ailhes, e arreios para carro ou cabriolet.
A 16,0500, diuheiro vista.
Paletots de panno fino preto forrados de seda,
muito bons : na rua do Queimado n. 47 : che-
guem antea que se acabem.
Attencfio.
Loja do baraleiro, rua do Queimado n. 69, che-
guem para comrar ricos enfeites a 1J, ditos de
velludo a 4|, ditos de retroz matizados os mais
modernos que temos na cidade a 8, chapeos de
palba decorosa Garibaldi a 3$, aberturas para
camisa a 320, chales de gorguro listrados com
borlla na ponta a 4, paletots de panno preto a
14. e muitas mais fazendas. que vista do com-
prador nao se engeita dnheiro, cheguem ao ba-
rateiro.
Gravatinhas de raz de
coral,
o melhor que possivel. Vende-se mui bonitas
gravatinhas de raz de coral com duas e tres
voltase lagos nsa ponas, sendo ellas bastante
compridas, avista do que sao oaraliasimaa a
2500 e 39000: assim bom e barato s na loja
d aguia branca, ruado Queimado n. 16.
Saiasdecordao.
Superiores salas de cordo a 3, 3500 e 4,
ditas alcoxoadji muito superiores a 5 : na rua
do Queimado nT22, loja da boa f.
Nova pechincha a 400 rs.
o covado.
Vende-se lazinhas enfestadas ao gosto ehi-
nez as mais modernas que tem viudo pelo dimi-
nuto prego de 400 rs. o covado : na rua da Im-
peratriz d. 60, loja de Gama & Silva.
Nova remessa a 3,000, na
loja do Pavo.
Acaba de chegar urna porgo de madapolo
franeez enfeatado com 14 jardas que se vendem
a 39 a pega : na rua da Imperalriz n. 60, toja de
Gama & Silva. '
Nova california
DE
m*9&

600 rs. a groza.
i superiores e afamadas peona:
idas laoga ; na rua do Queimad
Lindas caixinhas
As mais superiores e afamadas peonas de t
denominadas langa ; na rua do Queimado n 40.
com necessarios para costura
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca mui
hndascaixinhas matizadas,com espelho, tesoura,
caivete, agulhela, agulheiro, dedal e ponteiro,
ludo pratiado e de apurado gosto, emfim urna
caixioha excellente para um presente, e mesmo
para qualquer senhora a possuir, e vendem-se a
10 e 12 : na loia d'aguia branca, rua do Quei-
mado n. 16.
Lencos para rap.
Vendem-se lengos floissimos de lioho proprios
para os tabaquistas por serem de cores escurase
fixas, pelo baratissimo prego de 6 a duzia na
rua do Queimado o. 22, na bemeonhecida loja da
boa f.
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
da 2#500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lengos de cambraia imitando seda
isso pelo baratissimo prego de 29500 a pega d
10 lengos. E' essa urna das pechinchas que custa
apparecer, e quando assim approveitar-se da
occasiao, porque elles servem laoto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia branca, na rua do Queimado n. 16, ter
vontade de comprar mais de urna pega, tal a
bondade delles.
gMsaBttnw mmm mm&m
9
3 Fazendas baratas.
i\a rna da Imperalriz n. 48, junto a{
paitara franceza.
Cortes de cambraia branca com babadi- 9
9 nhos 4 e 49500 superior 5. cambraia li-
za com 8 li2 vara 3j. 35O0, e 4, ditas de
Escossia 5, e 69, ricos enfeites para se-
* nhora 6 e 65500, sintos os mais delicados
9 para senhora 29500.3, chapelina para cri-
anga gosto inglez 3$500,4, para baptlsado
> 3, cortes de vestido de seda Escosseza de 9
bonitos gosto 12 esto se acabando, ri-
9 eos lengos delabyrintho 1, 1$200. chapeo
de sol para senhora de bonitas cores, lisos
5, cabo de marfim 59500, cortes de cam- 9
9 braia brancos com ffdr de seda 5. risca- do franeez 200 ris o covado, completos
sortimentos de baldes de arcos 3, sorli- 9
mentos de meias para menino e menina >
200 e 240 ris o par. chales de tarletana
de cores a 640 ris, lengos braneo com bar-
ras 160 ris chitas inglezas a 180 e 200 rs
dita franceza a 210 e 280 rs. o covado
pegas de cambraia de forro com 9 varas
a 29 : junto a padaria franceza n. 48.


!
Vendas.
N. O. Biabar & C, soccessores, rua da Cros
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro e prats.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores rua da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
coanaendas para cujo fim elles possuem map-
pae com varios desenhos, tambem venden car-
rosas para conduego de assucar etc.
Fio de algodo da Baha.
Continua 0 depesito o nmm no escriptorie
fle Harques. Baes ^ C.; esta fazenda veede-se
mus barata pas: fiquidai-se conta de yenda.
Novellos de lioha para marcar a 20 rs. e..
Ditos de linha de cores e muito grandes a
Carretel de liuha, superior qualidade a..
Linha branca do gaz a 10 rs. e...........
Dita dita.a melhor que ha, novello grande
Pares de meias de cores para meninos a
Duzia de mias cruas muio superiores a
Dita de ditaa ditas a......................
Pares de meias de cores para meninos a
Linha em cario Pedro V a..............
Cairas com phosphoros de segnranca a
Caixas de folhas com phosphoros (s6 a
caixa val 100 rs.) a....................
Duzia de phosphoros do gaz a..........
Frascos d'agua de colonia superior a....
Ditos com cheiros muito finos a........
Duzia de meias muito finas para senhora
Caixas de apparelhos para meninos a 240
_ rs- ............
Trangas da la e delinho sortidas a......
Sabonetes grandes e superiores a........
Groza debotdes pequeos para caiga a.!
Groza de botos de lougaa..............
Varas detramoia superior a 120 e........'
Groza de pennas de ago a................
Carleiras muito superiores a............
Baralhos portuguezes a..................
Tesourss muito finas para costura ..'.'.
Ditas para unhas a 240 e..................
Baralhos para voltarete a 240 e......'.'.'.'.
Frascos de banha de urge a...........
Frascos grandes de lavando ambreada, su-
perior qualidade a....................
Fraseos de oleo de babosa a 320 e......
Frascos dedanba muito fina a240e......
Agulheiros com agulhas a................
lili:
40
40
30
20
60
120
29400
2000
160
20
160
100
240
400
500
39000
500
40
160
120
120
160
500
500
120
400
400
320
640
800
500
320
80
Grande sorlimeoto
Fazendas de todas as qua-
lidades.
Na loja n. 23.
GRGEL & PERDIGAD'.
Vestidos de blonde, ditos de seda, di-
tos de phantasia e de cambraia bor-
dados.
Lazinhas, sedinhas de quadros e
cambraia3 de cores padroes modernos.
Na loja n. 23 da rna da Cadeia.
Manteletes, capas compridas moder-
nas, taimas de fil e polonezas de gosto.
Fil, tarlalana, organdys com novos
padroes, cambraia com lista de cor o
mais moderno e fasendas para luto.
Na loja n. 23 da rua da Cadeia.
Saiasbalao, manguitos, gollas, pon-
tea de tartaruga, leques, perfumarlas,
lengos de linho e luyas de pelica.
Chales de todas as qualidades, gros-
denaples, chita franceza, cambraia
branca, chapeos, botinas, etc., etc.
Altenco
Fazendas e rou-
pas feitas baratas.
NA LOJA DE
s
Superiores organ-
dys.
Na lojo da boa f, na rua do Queimado n. 22
vende-se flnissimo organdys de muito lindos pa-
droes, pelo baratissimo prego de 720 rs. a vara,
fazenda de 1200, e quem nao andar muito de-
pressa flear sem a pechincha ; na rua do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Vestidos brancos
bordados.
Ainda restam alguns cortes de vestidos brancos
bordados que continuam-se a vender pelo bara-
tissimo prego de 5, com 2 e 3 babados, de gra-
ga : na rua do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
Arados americano te machina-
par a lavarrouparemeasa de S.P.Joi
nhston & C. rua daenzala n.42.
Attenco
Malas, saceos de viagem, se-
llos e silhes e relogios pa-
ra algibeira patente.
No Jeilao que vai ter lugar terc,a-fei-
ra 20 do crrente na rua da Cruz n.
15, se vender' sem reserva de preco
um lindissimo e variado sortimento dos
artigos supra mencionados, para os
quaes se chama a atrenzo dos compra-
dores e desde a podem ser examinados.
Fara bailes ou ca-
samentos.
Vendem-se na loja do pavao ricos eorlos de lar-
atana branca bordados a matiz, fazenda do uki-
mo gosto. ditos de merino bordados com delica-
das cores: na rua da Imperalriz n. 60, loja de
uama & Silva.
Vende-se um carro novo de 4 rodas, feilo
a moderna, ainda em braneo, por preco razoa-
vel: quem o pretender, dlrija-se a rua de Do-
mingos Pires n. 28, officina de Carlos Hesse.
Roa do Queimado n 10,
loja de l portas
de Fertio Jg Mala,
vendem-se barato as seguioles fazendas. para li-
quidar.
Cortes de casemira finos de cor a 3^500 e 4a.
Ditos de dila ditos de cor preta a 5a e 68
Ditos de brim de puro linho a ISGOO e 2*!
no Pteto, azul, verde e cor de caf, covado
a 35OOO.
Cortes de superior velludo de cor a 4 e 58000
Manteletes de fil preto bordado a 4. '
Visitas de seda bertas a fil a 48.
Mantas de dila ditas a fil a 48 e 58.
Riquissimos corles de seda a 80, 90 e 1008.
Dilos ditos de dita a 15, 20 e 258.
Chales com palma de seda a 28 e 28500.
Corles de cambraia bordada a 18800.
Lengos bordados com bico, duzia a 18500 e 58
Chales de touquim a 15 e 308-
Ditos de merino bordado a 4, 5 e 68.
Chilas francezas. qualidade superior, covado
a 240 rs.
Ditas inglezas, cores fizas, covado a 160 rs.
Lengos de seda da India a 18.
Cambraias lisas muito finas, com 8 varas a oe-
ga a 38500 e 4$. v
Cazaveques e capiahas de fusto braneo a 88 e
98000.
Meias de algodo cr superior fazenda a 48.
Chapeos a aribaldi a 14 e 158.
Enfeites e chapese traviata a 9,10 e 128.
Herneslina, riquissima fazenda para vestido
de senhora, covado a 400 e 500 rs.
Ambrosios, idem dem, covado a 500 rs.
Mimos do co, covado a 500 rs.
SedDna de quadros, covado a 700, 800,900 e
18000.
Manguitos de cambraia bordados, um 500 rs
Gollinhas idem, urna 320 rs.
Superiores espartilhos para senhora a 4fl.
Brim braneo de linho, vara a 700, 800 e 18.
Pechincha
Tasso Irmos acabam de receber nova porco
de chicotes inglezes para carro, cabriolet, mon-
tara e caga. Os Srs. donos de cocheiras teem
boa occasiao de supprirem-se de bons e baratos
chicotes.
Trapiche
Baro do Livramenlo
Largo da assembla n. 15
Ha continuamente para vender, neste novo ea-
tabelecimento o seguinte :
Cera de carnauba em porges ou a retalho
qualidade regular e superior.
Cebo do Porto em caixinhas de 1 arroba a 4.
Barricas com sebo do Rio Grande em porcoes
ou a retalho. "
Velas de carnauba pura em caiiiohas de 1 a 2
arrobas.
Meios de sola, differentes qualidades, em poi-
goes ou a retalho.
Courinhos curtidos.
Farinha de mandioca por 18500 o sacco.
Farello em saceos grandes por 38800 o sacco.
S na taberna da
boa esperanca, rua Di-
reita n. 48,de Joo Leo-
poldo do Reg Filiar.
Manteiga ingleza a i, dita franceza a 720 a
iiDra, queijos do reino vindo pelo vapor a 28400
ditos a 28500. vinho de Lisboa a 500 rs.
fa, dito do Porto
cobertos edescobertosr pequen es e grandes, da
ouro patate inglez, para homeme seihora ds
jm dos melhoretfbrieniesdeLiterpool,?i.
dos pelo ultimo paquete ingle : em easide
Sonthsji Mellor Cj
Ruada senzaia i\ ova n. 41
Vende-se em easadeS.P.Jonhsioa 4C
sellinse silhesnglezes.candeeiro a Bastieses
bronzaados,lonas nglazss, fio devela,chicote
paraearros, e montaria,arreios para carro ds
um edoui cvalos relogios de ouro patente
ii g le.
Ciatos dourados T_
tes de cores.
A loja d'aguia branca acaba de reaeber pelo va-
por inglez os bonitos cintos dourados eom fivelas
de novos e delicados moldes, assim como lindos
enfeites de gostos novissimoseinteiramente acra-
dsveis, e como seo costume, est vendendo lu-
do mais barato do que em ou
e para desengao 4 dirigirem-i
guia branca, rua do Queimado
[48- Rua da Imperatriz48]
Junto a padaria franceza.
Acaba de chegar a este estabeleci-
mento am completo e variado sortimento
de roupas de diversas qualidades como
sejam : grande sorlimento de paletots
de alpaca preta e de cores a 39 e 38500,
dilos forrados a 49 e 48500, ditoa france-
zes fazenda de 108 a 68500, ditos de me-
rino preto a 68, dilos de brim pardo a
3$800 e 49, ditos de brim de cor & 39500,
ditos de gaoga de cor a 38500, ditos de
alpaca de la amarella a imitagio de pa-
lha de seds a 38500 e 49. ditos de meia
casemira a 49500, 5$ e 59500, ditos de
casemira saceos a 13f, ditos sobrecasacos
al59, ditos de panno preto fino a 209
22g,289, ditos brancos de bramante a
39500 e 49, caigas de brim de er a 11800.
2S500, 39, ditas brancas a 39 e 49500, di-
tas de meia casemira a 38500, ditas da
casemira a 69500. 7J500 e 99, ditas pre-
tasa4J500,78500.98e 109, col leles de
ganga franceza a 18600, ditos de fusto
29800, ditos brancos a 2g80O e 39, ditos
de setim preto a 39500 e 49500, ditos de
gorguro de seda a 49500 e 59, ditos de
casemira preta e de cores a 48500 e 59
dilos de velludo a 79,8g e 99.
Completo sortimento de roupa pata
meninos como sejam calcas, colletes, pa-
kiSfc"?*"* a 1800e^. aJ9auu, chapeos francezes para cabeca
fazenda superior a 69500, 8|500 e 109
ditos de sol a 65 e 69500, ditos para se-
nhora a 4|5O0 e 59.
mmmm m mmmmmm
Tachas e moendas
Braga Filho & C. tem sempre no ten depo-
sito da rua da Hoeda n 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho de
irTJuiSrTlS; uitoacreditado fabricante Edwin Mawatra-
* *ta toja d'a- tor no mo deposito ou na rua do Trapiche
o a. 16, n. *.
SSintos e enfeites!
i dourados
| e de outras muitas qualidades que se
vende por menos que em outra qualquer
parte: na loja da rua do Crespo n. A,
de Leandro & Miranda.
S a loj armazenada
vende-se ricos cortes de fantazia com babsdos
muito finos, novos cortes de cambraia, fazenda
muito nova com 2,3.4.5 e 6 babados a Jj.e 39500,
ditos de cassas com 7 babados a 2,500 rs., ditos
de cambraia de salpico a 28000 rs., pessas de
cambraia branca a 1$600 ri., ditas muito finas a
295C0, 39000 e 38500 rs.. pessas de madapolo
franeez enfeslado a 39000 rs., ricos sintos para
senhora a 28500 e 3*000 rs.. ricos enfeites para
cabega a 3|000. 39500. 48000, 48500. 58500 e
600 rs., sata balo de 20 a 40 arcos a 39 e 3&500
rs.: na rua da lmperatiz, loja de 4 portas n. 56,
Magalhaes Si Mendes.
Magalhes, e Mendes
receberam pelo vapor franeez novos gostos de
tazendas de diversas cores a imitago de lanzi-
nhas para vestidos a 39200 rs. o o eorado, pope-
lina a emilago de sedinhas de quadro a 200 rs.
o covado, fusto para vestidos a 320 rs. o covado,
lanzinhas enfestadas a 400 rs. o covado, sedinhas
de quadrinhos muito eocorpadas a 640 e 560 rs.
o covado, chitas francezas cores fixas a 220, 240,
368 280 rs o covado, ditas inglezas a 160, 180
e 200 rs., dao-se amostras de todas as fazendas
para se ver: na rua da Imperalriz, loja ardjl-
zenada de portas n. 56, est aberta das 6 horas
da manh as 9 da noite.
Ray mundo
Carlos Leite&
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarisa* viu-
da ltimamen-
te de Nevr-
York.um com-
pleto s o r t i -
melo das me-
lbores machi-
nas de cozer
dos mata afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfeicoa-
moatoe.iexendopospontoigeal pelos dons lados
da costura, mostram-se na rea da Imperalriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os prepares para aa mesmos como agulhas, re-
tretes em earriteis, lioha de todas as coree tudo
fabricado ezpressamente para as mesmas ma-
CAinaj.
a 1J200 ngarrafado, banha de
porco a 500 rs. a libra, latas de ervilhas muito
novas a 800 rs.. arroz do Maranhio venedeiro a
12U, toucinho o melhor que ha no mercado a 360
a libra, azeite doce muito bom a 720, batanas
boas a 60 rs.. aletria nova a 500 rs. a libra, ma-
carraoa 480, cerveja branca a garrafa a 560, dita
rela a 720. meias garrafas a 400 rs conservas
francezas a 800rs., palitos de denles, o mago a
240, latasdesard'nhasa500rs., latas de graxa
novas a 120, rap de todas as qualidades que se
procurar: o mesmo senhor cima espera que
todos os seus amigos mande comprar na dita ta-
berna da boa esperanga.
Escrayos f^idosT"
Desappareceu no dia 13 do corrente, do si-
tio de S. Jos do Manguinho, o escravo crioulo
maiorde50annos, de nome Joaquim, cornos
signaes seguintes: cabellos brancos, alto, secco
do corpo, e usa alpargatas ; este escravo foi pro-
priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty, d onde veio para aqui fgido : roga-se
a todas as autoridades policiaes e a quem quei
que o eneontre, de o capturar e entrega-lo no
sitio acimacilado, ou na rua do Trapiche n. 15
a Jos Teixeira Basto.
Escravos fgidos,
Fugiram juntos, no dia 14 de agosto, os escra-
vos Pedro e Joanna, lendo a escrava os siinaes
segumtes : crioula, de idade de 20 annos, pouco
mais ou meuos, cor preta, estatura alta, corpo
secco, rosto comprido, denles limados, tem o de-
do mnimo de urna das m&ot anzolado de um ta-
ino que levou sobre o mesmo dedo ; levou urna
trouxa de roupa, contendo um chale encarnado
de franjas e bordados brancos, um lengo braneo.
um cobertor ntvo, dous vestidos de chita clara,
usados, e um novo cor de rosa, algumas camisas
de algodozinho e madapolo, anda seduzida pelo
escravo com quem fugio, de nome Pedro, semi-
branco, de idade de 35 annos, pouco mais ou
menos, estatura mais que regular, corpo, pernas
6 wfi08 seoC08' cabega redonda e chata alraz,
cabellos corridos, um pouco barbado e usa de bi-
godes, anda apressado e inclina o corpo para
frente, bem ladino e fallante de modo agradavel;
levou caiga e camia de algodozinho braneo e
chapeo de fellro. Foram vistos nos primeiroi
das nos arrabaldes desta cidade do Recife, e sup-
poe-se terem seguido para Caruar, d'onde foi a
Joanna escrava do Sr. Castao Jos, ou o mais
certo teram seguido para o centro da Parahiba
em direcgo ao Rio do Peixe, Pombal e cidade de
Souza, por ser o referido Pedro conhecedor des-
ses lugares aoode foi escravo : rogase as auto-
ridades policiaes e capitesde campo, ou qual-
quer pessoa, que os apprehendam e tragara 4 rua
do Cabugi n. 9 ao Sr. capito Caetaoo Siiverio da
que serio recompensados com toda geue-
rosidade, tanto pelo senhor da escrava como pelo
do escravo.
-Fugio o mulato de nome Francisco, de ida-
de 35 aonos, bastante alto e reforcado, cars lar-
ga com sigoaes de bexiga, barba por baixo do
queixo e eicatrizes antigs as costas, trabalhava
em armazem de assucar, e consra andar ainda pos
esta cidade em praparos para o serto ; roga-se
as autoridades policiaes, capites decampo, ea
quem o encontr, de captura-lo e entregar no
Recife, raa do Brum, armazem doa Srs. Rezando
& C, pe i sea senhor em Apipacos,


(8)
IARIO DI flRlAJaflCO. t- QUISTA TORA 19 DE SETEMBRO DI IMl:
Litteratura.
Ira amor na La pona.
A' Sha. condessa Lacra Swbvkowk.a.
ICtntinuaso do n. 213.)
XIII
Oe ha muito Henrlk reconnecera Snalla, a
renca de sua amavel hospodeira, a favorita de to-
da a tribu dos Ktlpis.
A reona timbera tinha recoDhecido o mancebo,
mor de seos meabros e a perturbagio da todo o
seu ser dizlam essaz quaoto aoffria o qao deria
passar-se nella.
Nada temas, pobre meoinaj diz Ilenrick
com urna ros a mais affectuosa e a mais terna ;
ests entra amigos, dos quaes nada teas que
temer.
Nio dos oulros que tenho medo, res-
ponden altirameute a filha do patriarcha do
Kilpis.
Entao nao lenhas molo de ninguem, nem
de nada,diz o mancebo, acompaohando a phra-
que sempr i e tratara rom dogura ; se~de~um desses olharesraVs"quaes"orrTora" Norra
orrido para elle; mas-corava com tanta felicidade/
Depois, sera lhe dar lempo para responder,
tomou-a nos bragos, e toda eenjplvida como es-
m pouco feroz de sua es
, veodo jWw.na, quera nunca tinha risto,
conservava-se distante e na defensiva, gyrando
era roda dos jorenr, ora dando um passo para el- '
les, ora dando dous para traz. sera todavia nun-
ca deixar com os olhos os olhos de Ilenrick.
V singular! dir-se-his que ella te co-
nhece Idiz Edwina olhando para seu amigo.
Creio com efleito que mais de urna ez dei-
lhe assucar e pao ; era, se me nao engao, a re-
na da tribu, na qual riri.
E como se acha ella aqui ?
E' o que tambera pergunlo mim proprio
bs um quarto de hora.
Depois, dando alguos pa3sospara a renna Hen-
rick esleodeu a mi pronunciando com urna voz
amiga o nome familiar seu ouvido : Snalla.
O animal tranqaillisado por essa voz acaricia-
dora e pela distancia em que estava Edwina, que
para elle era urea estraugeira, Edwioa acaba-
ra de fazer urna prudente retirada, approxi-
mou-sedo mancebo o lambeu-lhe as mos com
todas as demonptragoes de contentamente, como
poder-se-hia esperar do mais fiel cao.
O que faziam entretanto os dous viajores, le-
vados pelo curso rpido do Irenoz ?
XIV
Elphege e Norra, que sera duvida o leitor j
adevinhou, nada a principio^comprehenderam da
carreira estonleada de Snalla. Era na verdade o
animal mais calmo, mais meigo, mais manso,
que hara na Laponia, e desde que partir em
compaohia de Norra [ e para alcanga-la elle ti-
nha Iludido a vigilaucia de seus guardas e sal-
tado a cancella do acampamento ), nunca se ti-
nha affastado della mais dequinze ou rinte pas-
sos, Gcando assim serapre ao alcance ds voz, e
quasi da mi do sua senhora. Todas as rezos
que faziam alto, elle rioha receber della sua rs-
gao de musgo, de herra e de lidien.
era a tapona, nem seu companheiro poderam
pois comprehender nada deste accesso de rert-
gera, que acabara de apoderar se do animal, e
quo o impe'lia assim aos acasos de urna louca
carreira : teroeram um momento que elle qui-
zesie ganhar os bosques, como fazem as rezes
as rennas domesticadas, que tomam de lempos
lempos um pequeo excesso deliberdade.
Norra parou com difBculdade os qualro rigo-
rosos animaes, que ella gorernara, no meio de
seu mais fogoso impulso ; lirou do seio um pe-
queo apilo de prata, e fez ourir por duas ou tres
vezes um assobio prolongado, estridente, modu-
lado de urna certa raaneira, e que Snalla reco-
nheceu logo, por que lerantou a cabera, um
tanto semelhanle ao ci, que seu senbor chama,
e que rendo um amigo deste separar-se, rae de
um ao outro, sem saber quera siga, nem quem
abandone.
A pobre Snalla rollara o focinho, ora de um
lado, ora de outro,olhando alternativamente para
Ilenrick e para Norra, perguntando sem durida
em sua modesta intelligencia de besla como era
possivel que aquelles, que ella rira oul'ora juntos
se achassem tao tristemente desunidos. Emflm,
como se tivessedilo comsigo que eslivera depois
de algum lempo com a donzella, no entanto que
Ilenrick pareca quasi abandonado, deixou sua
senhora tirar por muitas vezes sons agudissimos
de seu pequeo instrumento, e cou ao p do
mancebo-
O que fazer? perguutara Norra seu
companheiro ; ei-la que tica perlo do bosque
por que nelle nao entrou ;,pens eu. Nao ; re-
jo-a deilada sobre a nere ao p de duas pessoas.
Sao talvez pastores, que lhe jogaram o lago.
Oh nao ha um ladro em toda a Noruega.
Entio o que faz a minha reona ?
Vamos ella e veremos.
Nosss extremamente tmida, quando nao esla-
va, como se diz, em sua Ierra, nao ousara tomar
este partido sudacioso.
Entretanto Elphege dicidio-a isso, moslran-
do-lhe que era o nico meio de nao perder sua
favorita. Ella dobrou por tanto esquerda, pu-
chando as cordas passadas pelos cornos desse
lado.
As rennas inclinaram-se, dando ao trenoz urna
cora direccao, na qual correram logo com a mes-
ma irapeluosidade.
Chegaodo ciocoenta psssos do grupo forma-
do por Snalla, Edwina e Henrick, que nesse
momento estara de costas para os recem-chega-
dos como se quizesse evitar seus olhares,Snalla
deixou escapar um grilosinho queixoso.
Ilenrick fez urna mcia-rolla e achou-se quasi
face face com as pessoas do trenoz, o qual adi-
ontra-se ainda um pouco.
O penetrante olhar de Norra cahiu sobre o ros-
to do sueco, A qem reconheceu logo.
Cua Imurmurou ella fechando os olhos,
quem o diria? Henrick, Henrick aqui I E eu
que medirigo elle... o que ir elle pensar ?...
Parlamos I acrescentou ella roltando-se para
o lugar, onde pouco antes se achara Elphege :
oh I por faror, partamos I
Mas Elphege nio estava mais i seu lado, ti-
nha saltado por cima da borda asiaz baixa do
trenoz, e estara j agarrado ao pescogo de lien
rick, e abragara-o pelo rosto, depois de harer
beijado com toda a graca a mi de Edwina.
Sabes, diz-lhe ao ouvido, que Norra
quem est no trenoz ?
Ah...
Nao haria que recuar; elle dirigio-se para ella
dizendo a seu amigo :
Occupa-te de Edwioa, e deixa-me fazer ;
agora nao dize cousa alguma ; explicar-me-bas
tudo mais logo.
E dirigiu-se donzella, e esleodeu-lhe a mi.
Norra tocou-a de leve, e balbuciou algumas
patarras inintelligireis *, mas sua pallidez, o tre-
tava em suas pe'.lissas, com as maos medidas em
um par de luvas, que em vez de se abotoarem
'nos punhos, prendiam-sealrazdas espaduas, en-
cerrando assim todo o brago, carregou-a do tre-
noz, e ainda que ella se defendesse e repetase
com urna certa energa.
Nao, nio ; nao quero ; deixa-me, por favor,
deixa-mel elle a lerou, como fazia com um me-
nino, e p-la em trra com todas as precaugoes
imaginareis junto de Edwina.
As duas mulheres olharam-se e julgaram-se
do primeiro rolrerd'olhos.
Edwioa, linda e soberna, ultimo renov de
urna excellente familia, rica desde dous ou tres
seculos, e em quem se resumiam, por assim di-
zer, as mais exquisitas qualidades de oilo ou dez
gerages, que sempre vireram na abundancia da
vida fcil.Edwioa, tinha um nio sei que de
aristocrtico na belleza, de que a laponasinha sen-
lio-sa como que ofTuscada. A sueca por sua par-
te comprehendeu perfeitamente, i despeito das
excentricidades do traje da joven tapona, tudo o
que haria de vivo, de picante, de intelligente e
de ingenuamente gracioso em sua pessoasinha.
Minha querida Edwioa, diz Henrick toman-
do pela mi a estrangeira toda trmula, apresen-
to-te a amarel e boa Norra ; seu ar o chele
da tribu onde passei loda a ultima estagio.
Norra to amarel quanto formosa ; ella foi
para mim como para Elphege de urna bondade
perfeita ; far-me-bas a honra de trata-la como
urna amiga.
Edwioa, pezar de um grandissimo habito do
mundo, flcou principio um pouco sorprendida
dessa apresentagao que estara bem longo de es-
perar. Entretanto recobrou logo seu estado nor-
mal, e saudou a Norra com urna graga, de que a
pobre lha do deserto nem ao menos tinha a sus-
peila.
Ella falla sueco ? perguotou Edwina meia
roz dirigindo-se Henrick.
Como tu e eu I
Mademoiselle, diz ella entio i Norra, agra-
dego-vos tudo o que tuestes por mcus amigos ;
procuraremos prorar-ros nosso reconhecimento ;
sede bem rinda entre nos.
Norra respondeu balbuciando as prmeiras pa-
lavras e com urna perturb&gio, que ella nio pode
dominar que flzera apenas seu derer lomando a
hablagao de seu paiz horrivel menos desagrada-
vel possivel eslrangeiros do mrito de Elohe-
ge [ nomeou-o em primeiro lugar I e de Hen-
rick ; e accrescentou, saudaodo a seu modo,
que agora julgara-se bem recompensada vendo
que eles eram reconbecidos.
Mas, sabes tu que tua selragemsinha est
muito eogragada I murmurou a donzella em frao-
cez lingua. que ella fallava perfeitamente como
quasi todas as suecas.
E' alem disso a melhor creatura do bom
Deus, conliouoa Henrick, e eu te pego, se indul-
gente e meiga para com ella.
De orle que-, acrescentava Elphege, sem
esta excellente Norrasioha, que est sempre dis-
posta a servir a todos, a que generosamente de-
dicou-ae por mim, eu corra o risco de pastar o
invern na Lapoaia, perspectiva, que, coofesso,
nada tinha de. agradarel para um priorento da mi-
nha laia.
Eis ah um herosmo, de que nio sou ca-
paz, diz Edwina inclinaodo-se para a filha dos
Kilpis, e nio rejo entre as lindas Ulnas de Sto-
ckholmo nenhuma, que Qzesse isso por ros, meu
caro Elphege I
Oh I murmurou a donzella com um tom de
voz, que ella quiz tornar indifferente, mas cujo
accento nio escapava Henrick ; elle nio deve
orgulhar-se muito com isso ; eu le-lo-hia feito
igualmente por outro qualquer.
Eis ah o que talvez teris alguma difBcul-
dade em fszer-nos crer, replicou Henrick com
urna certa hypocrisia, que aera duvida lhe per-
doar todo aquello, que se tiver echado como
elle, entre duas mulheres que lhe queiram bem.
Nesla conversa, chegaram aos limites do lia -
rald-Gaard.
Modera teus corseis,diz Henrick don-
sella, por quanto temos feito o maior carai-
oho.
As porteirs do pateo eslaram abertas. Com
urna habilfdade que poderia iorejar-lhe mais de
urna dessas amazonas de pluma flucluanle ; que
remos nos Campos-Elyseos parar suas carrua-
gens, e frequentr aa casas do boulevard, Norra
fez suas parelhas descrerer urna linha elliptica
de urna regularidade quasi perfeita, e paron o
trenoz dianle da escada de pedra da habita-
gao.
A chegada desta equipsgem singular prodozio
urna pequea rerolugio no pateo, onde entrara;
os cies da herdade, que vagavam aoltos nos ar-
redores, vendo essa renna sola, que corra aqui
e all, um pouco espantada de um espectculo
inteiramete novo para si, comegaram a dar-lhe
caga com um acompanhamento de ladros fu-
riosos.
A pobre Snalla, que vinba de um paiz, onde os
cies, sio mudos, sem duvida porque seus latidos
gelam no ar, tanto fri faz 1nada comprehen-
deu principio dessa algazarra. Has, quando
sentio o quente hlito de seus inimigos em seu
peito, quando suas prezas agudas rasgaran: seus
flancos, que palpitaram com urna forgaincrirel,
quando ella ouvio a voz desesperada de sua se-
nhora, que bradivs, ora em lapio, ora em sueco :
c Por favor I por faror I salvai-a! > eslooteada,
arquejanle, louca de medo, ella comegou pelo
pateo um stecple-chase, que oenhum obstculo
detinha ;e ter-se-ha infallirelmente despedaga-
do contra as paredes, se por felfcidade nio tires-
se visto urna janella aberta n'uma altura assaz
grande; entio com essa forga centuplicada, que
d s vezes o perlgo, arremessou-se vista dos
cies estupefactos e que nio ousaram segui-la, e
veio cahirhospede que ninguem esperarana
sala de jantar do Gaard, onde os criados punham
a mesa para ojaotar prximo.
Os gritos dos homeos, os mugidos da reona, as
vozes dos cies, toda esta scena de tumulto at-
trahira ao paleo principal os habitantes espacia-
dos em todos os corpos da morada, que compu-
nham o todo da herdade.
tara, alta, lele, vestida como ama princesa,
e quo ia e Tinha em roda dalla com um supremo
desembarago, como mnlher que se sent em sua
casa.
Entretanto, Edwina era boa; mas aaas manei-
ras tinham i primeira visla alguma cousa de fri
e reterrado, que acabrunhava a pobre moga.
XV
Assim, quando Norra rio-se sosinbi, deixou-se
cabir ao p dagjnito e chorou amargamente. Es-
tara lio aturdida de ludo que acabava de succe-
der-lhe dentro de urna hora, que so imperita-
mente o comprehendia ; nao comprehendia bem
si, nem cousa alguma do que dizia respailo aos
outros.
Parecia-lhe ter um sonbo lerrirel; parecia-lhe
perfeitamente que sonhara, e que ipeaar de
seus esforgos, nao poda acordar..... Sem ter al-
gum indicio preciso, mas com essa aeguridadede
instincto, que nunca engaa urna mulher, ella
adirinbara tudo o que essa linda donzella devia
ser para Henrick, e senta urna dor amarga. Ah I
como nesse momento desojara nanea harer dei-
xado as lendas de seu arl Como desejra que
os comes brilhantes do Kilpis, coro suas neres e
gelos houressem cahido sobre sea pobre coragio
para impedi-lo de palpitar? 1...
Ella nio se engaara sobre seu futuro: bem
sabia quo Henrick nunca lhe pertenceria, e agora
agradecia-lhe de todo o coragio nao har la en-
gaado, por quanto nio sobrevivira ao desenga-
o. Sabia, dissera sempre comsigo que um dia
elle pertenceria 6 umaoutra ; porm, eaperara ao
menos nunca ser condemnada a rer urna tal mu-
lher..... Ella dizia comsigo que s rezes a gente
das cidades se casa para ter urna posigio, urna
fortuna..... Sem durida o mesmo se darla res-
peito de Henrick, maa mi de seas filhos nan-
ea lhe fazia esquecer a ternura profunda, que elle
encontrara em sua joren amiga. Vendse de
repente em presenga de Edwina, a pequea la-
pona nao podra guardar por muito lempo esta
Hsoogeira esperanga.
Edwina era daquellas que um homem como
Henrick devia amar : a pobre flor da montaoha,
a flor selvagem, que elle liaba respirado de pas-
sagem sem colh-la, nio poda lutar contra aquel-
la que tinha ao mesmo lempo o esplendor do li-
rio e o encanto da rosa 1 Collocada neala poai-
gio, ella se precipitara por si mesma ; tinha um
prazor cruel em abaixar-se, e em exaltar sua ri-
val, para tornar ainda mais insuperarel a distan-
cia que a separara de Henrick. At entio linha
coohecido aa tristezas do amor sem esperanga :
ia agora saborear os amargores do amor cioso.
Como se arrependia ella de harer emprehendido
essa riagem imprudente 1 Seu pretexto fdra de
cerlo conduzir Elphege Dronthein, mas seu fim
nio era por ventura encontrar Henrick, lorna-lo
a rer pela ultima vez 1......Julgara que todo o
mundo ia 1er sobre seu rosto seu segredo, e que
seus sentimentos, mu fortes para poderem ser
conlidos, iam de chofre transbordar-lhe do cora-
gio. E como entio seria jalgada com sererida-
de essa louca empreza, que a impellia assim pe-
lo mundo, aosinha com um mancebo, em procu-
ra de um outro l
Depois de se harer humilhado assim volunta-
corvo, e arranjou quanto pode seu pittoresco Ira-
je lapio.
E feito tudo isto com mais resolugio, do que
ella ousaria crr, desceu depois de haver langado
aobre os hombros ama especie de pelissa, forrada
de pelle de raposa, orlada com pello de marta.
3ue custaria seis mil francos em S. Petersburgo,
oze em Pars e rinte em Londres. Era um pre-
sente de Nepto, em quem a ingrata nem pensa-
ra, e que nio lhe haria custado menos de tres
mezes de caga fatigante e de corridas sem fim ao
longo dos lagos, pelo cume das mootanhas e bos-
ques profundos.
Norra um pouco trmula acbou todos reunidos
em urna grande pega, que servia ao mesmo lem-
po de saleo e sala de jantar. EIphegee Henrick
tinham empregado seu lempo em preparar i sua
amiguinha urna recepgio conveniente despeito
dos prejuizos da raga lio arraigados. Como co-
nheciam com quem trataram, escolheram hbil-
mente seus argumentos : a mulheres disaeram
que Norra era urna especie de prioceza em seu
paiz, quo descenda dos antigos res da Laponia,
e que aeu aro commandara ainda numerosas tri-
bus ; aos homeos asseguraram que era a mais ri-
ca herdeira de teu paiz, que tinha um dote so-
nante capaz de regosijar os ouridos de um Judeu,
e que seus rebaohos de renna comeriam em urna
manhia toda a herra de Harald-Gaard.
Taea discursos prodaziram o effeito costumado
sobre aquelles quem eram dirigidos.
Norra teve pois de todos a mais litongeira re-
cepgio. Houre talrez algum orgulho em offus-
car por orna ostentagio de loxo e de deferencias
essa joren selvagem, habituada aos costumes
simples da tonda, para que ella lerasse aos seus
desertos urna alta idea da magnificencia e hospi-
lalidade noruegas. Para fallar a verdade, tudo
isso era trabalho perdido I a amavel moga pouco
notara de tudo quanto queriam fazer em honra
sua.
Henrick porm adiaotra-se at a porta da sala
com um sorriso nos labios, asertara cordialmeote
a mi della : era bastante, ella era feliz, e acha-
va tudo perfeito.
O feslim esteve sobeibo, mas Norra ignorava
at o nome dos manjares que lhe servam, e nio
tinha tocado em vinho. Foi por tanto de urna
sobriedade e frugalldade extremas. A' final, sua
gentileza e graga natural conseguirm logo ga-
nhar-lhe todos cacoragoes, e quando no m do
jantar ella respondeu como pessoa bem habituada
aos cumprimeotos do dono da casa, todos acha-
ra m que para urna lapona ella nio deixava na
rerdade de saber river.
O longo serio com a familia, no meio das con-
versas animadas, da msica e das agradareis nar-
racoes, no seio de todas esaas amareis commo-
didades, que toroam tao doce e tio encantadora
a vida intima no paiz do Norte, fez Norra aira-
ressar um mundo de ideas oras e de aensagoes
desconhecidas. Ella sentla-se dominada, ella,
coslumada todos os perigos e todas as aven-
turas de urna existencia nmada e semi-barbara,
ella sentia-se dominada por urna singular e in-
rencirel timidez. Apenas de tempos lempos
ousava olhar para Henrick. Mas como este en-
riamnte sem medida, ella tinha racVea'ner- cha seu pensamento doloroso I Era assim que
gicas, bruscas e sbitas; e dizia comaigo que a Q- e.lla desejra river com elle I Pela primeira ves
As renas do trenoz, que Elphege mal poda
conter, sacodiam seus magros arreios, e escarva-
ram a nere impacientemente.
Quanto Snalla, feliz por encontrar lodos os
seus, ia de um para o outro, de Elphege para
Henrick, de Henrick para Norra, e tendo o cui-
dado de dizer cada um era sua lingua de besla :
Para que ficar aqui, quando talrez urna boa pau-
sada nos espera algures ?
Snalla nao errava ioteiraraente, porque o sol,
que uessa poca do anno s se moslra no norte
da Peoinsula escandinara para ah fazer lamen-
lar sua presenga lio fugitiva, desapparecia no
horisonte, e urna certa brisa aguda e fra, que
soprara do leste, acooselhara a partida os pei-
tos delicados.
Para onde ides ? perguntou Henrique El-
phege.
Para Dronthein, oode te fazia.
Eolio, nao ras mais, risto como aqui estou I
Eis ah o que me parece claro, respondeu o I
artista rindo-se
Pois bem I subamos, e ramos todos juntos
para Gaard.
Norra bem quizera fazer algumas objeeges ;
porem Henrick nio julgou a proposito dar-
Ihe tempo para isso, e a fez entrar, ou antes,
collocou-a em seu trenoz tio depressa como a ti-
rara.
E agora, lhe diz elle em lapio, recusa-me,
se ouaas, um lugar ?
Ella encolheu imperceptivelmenle os hombros
e nao respondeu.
Henrick offereceu a mi Edwina e sentou-se
junio della no banco do fundo.
Elphege j se tinha enllocado na frente ao la-
do de Norra.
Toma a direita, diz-lhe o joren sueco, e
rers logo as errores o a fumaga de Harald-
Gaard.
Norra puchou as redeas, e as rennas tomaram
logo seu curso rpido.
No caminho Elphege contou com muito tacto e
discrigio, e de modo que a bella Edwina nio po-
desse desconfiar de suas patarras, como, depois
que Henrick partir quando seus trabalhos se
acharam incluidos, elle se vera asss embaraga
do para ganhar Dronthein, onde quera passar o
invern ; nio havia mais meio de fazer a viagem
com cavallos, e nio se achara um c lapio para
emprehende-la com elle ; nenhum quera vir
cidade ; uns allegavam a distancia, outros a es-
tacao ; alguos a ignorancia da lingua, outros fi-
nalmente declaravam nio querer acompanhar-e
com noruegos ou suecos, pelos quaes experi-
mentavam, diziam elles, igual horror.
I Ol III IBM
n
A DAMA DAS PEROLAS
POR
A. DMAS FILHO.
Applacado o tumulto, vieram elles postar-se
em torno do trenoz, como para fazerem joren
lapona urna entrada triumphante.
Oslapdesesuas rennas raras rezes adiantam-se
para o sul, e sao para certas partes da Noruega
urna curiosidade tio grande como para nos mes-
los. Elles nio excitariam menos admiragio na
praga da Concordia, do que as ras de Chrislia-
nia. Mas, convem dize lo, eisa admiragio nio
benvola, ha entre as duas ragas a mesma tai-
misado que entre o cavallo e o camello, ou, para
nos servirmos de urna comparsgio maia nobre,
que entre o americano branco o homem de
cdr.
Nao se dere, pois considerar como integramen-
te superflua a recommendagio, que Henrick fez
baisinho Edwina no momento em que lbe of-
fereceu a mi para descer do trenos :
Eu te pegolhe diz ellefazo com que a
Iratem com toda a especie de attengio.
Nio foi ella boa para ti ? como nio seria eu
boa para ella ? respondeu a linda sueca.
A appresentagio de Elphege e de Norra, feita
familia no termos mais sollicitos e affecluosos,
raleu logo aos dous jorens e.sse acolho cheio de
cordialidade e de franqueza que nos torna desde
logo bem rindos urna casa, e cuja nobre tra-
digao s o extremo norte parece hoje ter conser-
rado.
Gragas appesentagio de Henrick e aos rogos
de Edwina, Norra foi tratada como urna egual,
como urna amiga, despeito do prejuizo.
A propria Edwina conduzio a donzella um
quarto, cajo coafortarel poderia parecer medio-
cre urna senhorita quesahisse dos boudcxrs es-
tufados da Chausse-d'Autm, maa que pareceu o
non plus ultra da magnificencia para aquella,
que chegava directamente das tendas do monte
Kilpis.
Ella bem se lembrara de ter em sua primeira
infancia piaado em tapetes, nos quaes seus ps
se enterraran at os tornosellos ; recordara-se
tambem de (er dormido em um leito cercado de
cortinas; mas baria j muito tempo, e as rudes
necessidades de sua existencia errante e nmada
lioham-a promptamente deahabituado de todas
as commodidades da vida elegante e sumptuosa.
Norra achava-se por tanto completamente expa-
triada no meio de todos esses esplendores ; nem
mesmo conhecia o aso da maior parle das cousas
que a rodeavam. Ella se achava pois perturbada
e como que humilhada diante dessa linda crea-
nal de con tas nio fazia mal ninguem ; que pa-
gava suas imprudencias custa de suas dores, e
que, se perda no negocio, nio linha que dar con-
tas senao ai propria. Que lhe importava o mun-
do ? Ella nio lhe devia nada ; nio lhe pedia cou-
sa alguma ; nio esperava nada delle : sua cons-
cienria estava em. paz, e ella desprezava as opi-
nies injustas daquelles, que a condemoassem
antes de ouri-la.
A pobre moga fazia estas tristes relexoes, quan-
do bateram-lhe bruscamente porta. Pensou
loucamente que era Henrick, que rioha ve-la,
como se na Noruega se tiresse a mesma liberda-
de que na Laponia, e como se fosse uso que os
rapazes fossem assim visitar as donzellss em seu
quarto.
Ergueu-se bruscamente do tapete, sobre o
qual se deixra cabir e saltou at a porta, que
abriu,
Ah I nio era Henrick ; era urna criada gorda
do Gaard, que s rezes era disfargada em moga
de camera, quando haria neceasidade, maa que
em suas oras fuocges nao deixara de guardar a
ruslicidade de seu estado primitivo.
Mademoiselle, preciso vir, esp.eram-vos
para jantar.
Norra fez sigoal que ia descer e fechou a por-
ta. Desejra antes ficar em seu quarto ; mas
comprehendeu entretanto que a vida social urna
troca de sacrificios, e que ninguem vive com os
outros para fazer nicamente aua rontade. Lan-
gou pois um olhar ao espelho, espelho, lindo e
grande, limpidocomo o crystal, que ia quasi at
o soalho e no qual ella se va toda ioteira da ca-
bera at os ps. Que differenga dos pedaciohos
de ridro com ago apenas, nicos espelhos conhe-
cidos na Laponia, que nem em todas as tendas se
eocontravam I
Norra enrergonhou-se de seu toilette : rerdade
que a viagem a tinha desarraojado singular-
mente, e que havia em toda a aua pessoa urna
certa deaordem, que, com quanto pittoresca, nem
por isso deixaria de parecer inconveniente a seus
hospedes. Notou sobre urna cadeira, junto de
sua cama um toilette completo de mulher ; mas
alm de que seria muito grande para ai, havia
nelle urna porgio de pegas, de cujo emprego mu
vagamente apenas se recordava.
Contento-se, pois, com aceitar da mi obse-
quiosa, que assim prevena suas necessidades
urna lioda camisa de algodio, perfumada de ber-
ras aromticas ooa armarios do Gaard, e bordada
de linha encarnada e azul na golla e mangas, que
lhe pareceu do ultimo gosto ; alisou depois e
atou com cuidado seus magnficos cabellos desse
negro azulado, cujo reflexo se admira as azas do
III
(Continuago.)
fia mesmo momento locaram a campaohia.
Ergui-me para que ella me achasse de p. Es-
tara commorido.*Porque? Dize-me, porque?nio
sei. Haria urna hora que eu sonhara muila cou-
sa respailo dessa mulher desconhecida, sonhos
que ella com o primeiro sopro ia fazer desappa-
recer. Eotrou o criado e disse:
Procuram o Sr. conde.
Vladimir sahiu e fechou a porta. Fiqueisl
Eolio ouri o ranger de um restido, de urna vos
que fallara depressa dizendo: c Nio, nio que-
ro 1 Mas cada repetigao dessa patarra a ron-
tade pareca mais fraca e ia-se approxlmando,
como se Vladimir allrahisse a visitante para esse
quarto: Nio. por obaequio disse pela ultima
vez essa voz. Depois passosligeiroscorreram pa- &
ra o fundo, a porta abriu-se bruscamente, e Via- \
dmir disse-me:
Venha c, mea charo amigo, quero apre-
senta-lo urna senhora formosa.
Dirig -me entio essa mulher que virara as
costss claridade, e sorria-me como para descul
par-me das suas hesilacoes, talrez falsas, deco-
nhecer-me ; hesitages que nio poda duridar
terem sido ouvidas por mim. Ella respondeu ao
meu comprimento com um gracioso morimento
de cabega, corando e brincando com os dedos,
foi grande a minha admiragio quando a vi. Era1
assim que eu a imaginara : era entretanto a fi-
dalgana sua mais completa expressio. A calma
resplandeca nella e mostrara-se em toda a par-
te em que devia mostrar-se. Vou procurar de-
talhar-te o que ha atraz daquella mascara, aira-
vez da qual aderinho um sorriso. E ao mesmo
tempo fazia alguna signaes ao mascara impene-
trarel de quem nio tirara os olhos.
Contiouou :
Vi uma mulher de estatura ordinaria, eque
pareca admirarelmente bem feita. Trajara um
vestido de seda azul, mantelete de chamalote pre-
to de bandas de velludo, cujaa opulentas rendas
quasi que rarriam ochio ; cbapu branco, meio
{*) Vide diario n. 812.
de rendas meio de seda, aberto como a corolla de
uma flor, e eocaixilhando com harmona perfeita,
cabellos castaohos, ondeados naturalmente, divi-
didos cora dous bandos, largos, espessos, hbil-
mente rigados, e dos quaes alguna anneis, irre-
gularidade cheia de graga, separando-se dos ou-
tros, deixavam em dous ou tres lugares ver a cor
branca da testa. Dir-se-hii um sorriso nos ca-
bellos.
Essa testa branca, alta e admirarelmente bem
feita. As sobrancelhas de cor um pouco maia
clara que os cabellos, nio sobrecarregando aa
F'alpebras, deixaram aos olhos todo o seu va-
or.
Oh I esses olhos, meu smigo, esses olhos que
rejo brilnard'aqui por entre as duas fendas da
mascara, sio indescriptireis. Tem todo o orgu-
lho, toda a altivez dos olhos negros, e de repen-
te toda a ternura dos olhos asues. Sio grandes
e pequeos, porque ora a curiosidade, espirito, e
a admiragio os cooserram abarlos ; ora nadam,
meio cerrados, na indolente languidez de uma al-
ma cansada, e, quanto maisdimiauem, tanto mais
intenso e penetrante ae torna seu fogo ; mas o
que caracterisa esses olhos, o que lhes di com a
molleza dos olhos do Norle o fulgor dos olhos do
Oriente, o circulo rxo que os orla, e sb o
ual sentem-se palpitar, porque esse circulo nio
mais do que o reflexo do seu orbe interior so-
re a pelle mais fina a mais transparente que os
rodea.
O nariz l um narizinho de crianca, tu sabes,
desses narizes traressos, viros, que se morem li-
geramente quando a bocea falla. Um pouen me-
nor seria pequeo de mais; um pouco maior, se-
ria commum : justamente o que dere ser na
harmonia desse rosto, de que s ello o ponto
mais ora pouco trareaso.
Faces redondas, firmes, mais rosadas ainda que
de coslume na hora em que eu as via pela pri-
meira vez, mas sempre tintas do encarnado da
vida joven e sia.
Qusnto bocea, essa admiravel, estreila, e
quando se abre de repente para deixar escapar
seu riso franco e argentino, folgaodo sobre aquel-
les dentiuhos alvos, d essa cabega o morimen-
to e a graga de uma cabega de passsro i can-
tar.
Agora, di i esse todo o que se chama physo-
nomia: anima com todas as omoges familiares
s mulheres que eu debalde procuro descrerer-
te, e ters um dos mais lindos typos que se pode
ver. Para mim era inteiramente novo. Apresen-
ta-me uma mnlher de quem, vestida como esla-
va, era impossivel nio dizer: Eis uma grande fi-
dalga I e que, vista ao campo, con os tragos pus,
tinha consciencia dessa cousa exquisita, que
nada poderia substituir ama vezconbecida, e que
se chama um interior I Ah romo ella desejra
dar-lbe uma vida semelhante ou recebe-la delle 1
Dar oa receber, que importa? Que importa,
com tanto que se a tenha..... e se a tenha com
outro I
Mas a presenga de Edwina vinha de tempos
lempos e bruscamente mudar o curso de suas
tdas ; esta nica presenga tinha para ella algu-
ma cousa de puogente. Entre ella e Henrick nio
seria Edwina o eterno obstculo? Sem aflecta-
gio, com esse tacto natural s mulheres, ella evi-
tara aproximar-so da donzella ; ertara suas at-
tengdes e deferencias, que lhe causaram sempre
uma impressio penirel. Mil alluses, mais ou
menos ragas, porm mu facis de comprehen-
der, e que durante o jantar todos se tinham per-
mittido, teriam acabado por convenco-la ae por
ventura podesse conservar ainda alguma durida.
Aproximou-ae das outras donzellas, e pareceu
absorta no prazer, que lhe dar a msica. Uma
das primaa de Edwina locava guitarra como uma
hespanhola.
Os Noruegos e os Suecos raras rezes se acham
reunidos, mogos e mogas, sem que uro se-
rio ou uma reuniio qualquer termine com algu-
na dansa. A dansa que grupa lio harmoniosa-
mente oa pares, felizes de se isolarem na multi-
dio e de acharem um pouco de solidio no meio
da sociedade, por assim dizer a coroacao ne-
cessaria e indispenaarel de todas as testas. As-
sim, em cada familia ha sempre pelo menos m
rapas, que loca muito bem para que se possa sal-
tar em compasso em roda de sua rabeca.
Dansou-se, pois, e dous ou tres jorens dirigi-
r m -se lapona para lhe pedirem a primeira
polka ; porque a polka atraressou o grande e o
pequeo Bell, e boje polka-se no Dorrefjeld e
junto do Snechatta. Mas a pobre Norra nem se
quer tinha a idea do que poda ser uma dansa :
ella tinha s reses visto Nepto e seus amigos a
aaltarem, tragando certss figuras engragadas ao
redor do grande cadver de algum urso morto na
caga ; elles seguiam entio um certo compasso e
a cadencia de seus passos se harmonisava com a
de uma melopea arrebatadora que elles canta-
vam, jogando punhados de areia por cima dos
hombros ; mas este grosseiro direriimento nao
era digno do Harald-Gaard, e a sciencia chore-
graphita de Norra nio ia mais looge. Custara-
Ihe menos alias recusar um gordo anio de um
louro duridoso, que galantemente insista com
ella, do que rer Henrick rodar em um alegre
lurbilho, tendo entre seas bragos Edwina, li-
geira, risonha e feliz. Sem suspeitar as torturas
de uma rival, a brilhante sueca agradeca & Deus
hare-la feito linda e mostra-la linda aos olhos
daquelle quem amara.
As secretas e pungentes angustias, que a pobre
filha dos deserlos soffreu essa noite, saraliajam
aquellas, que teem sido ftidos no coragio no
meio das festas mundanas pelos crueis aguilhoes
do ciume, sem que possa ao menos sua fronte
empallldecer, o seio palpitar, os olhos projecta-
rem reos, os labios estremecern, a bocea quei-
xar-se.
Henrick bem quizera nio dansar, porquanlo
sabia quanto soffreria rendo-o sua infeliz vcti-
ma ; porm elle nio era aenhor de sua rootade,
e o mal, que fazia i uma dansando, faria outra
nio dansando. Alm de que seria declarar sen-
timentos, que no propriojnteresse de Norra de-
riam licar occullos no fundo do coraco da lapo-
na. Assim, empregou para erila-lo uma especie
de exageragao de prudencia, que, com observa-
dores mais habis, offerecena tambem algum
perigo.
Entretanto, notando uma occasilb que ella pa-
reca mais triste, aproiimou-se de Norra.
Conrm que eu parta I quero partir I lhe
diz ella com uma roz secca e grave, cujo acento
elle nau reconheceu, e que julgou ourir pela vez
primeira.
Ao contrario, respondeu elle, conrm
quo fiques ao menos alguos das.
Oh I para que vim ?
E' o que tenho perguotado mim mesmo,
respondeu Henrick com uma franqueza inge-
nua, cuja crueldade nem se quer suspeitara.
Quiz tornar a ver-te pela ultima rez ; nio o
deria, estou punida ; mas acho que o castigo
tem durado muito, e pego perdi.
A rabeca, que linha concedido um momento da
descango s pernas doj daosadores, preludiara o
eatribilho de ama quadrilha.
Uma primazinha de Edwina. orgulhosa de dan-
sar com um lindo senbor de Stockholmo, nio se
esquecera do convite, que Henrick lhe firera al-
guna minutos antes, e sem ae importar de ialer-
romper a conversa, que pareca asis intima en-
tre Norra e seu caralleiro. veio alegremente eos-
ma-lo aos seus deveres, pondo sua mi S9n> lu-
vas na que o mancebo nio lhe eslendia.
Foi preciso gbedecer msica e addiar as es-
plicages para um momelo mais propicio.
Esta ioterrupgao foi feliz para Norra, e lhe deis
tempo de adquirir seu sangue fro e sua calma, o
fazer rpidas, porm serias reflexes. Ella dissa
comsigo que era de si propria que devia quei-
xar-se se tinha vindo procurar no*as dores ; na-
da a impellira a isso ; ninguem tinha commetti-
do iojusligas para com ella, e era si nicamen-
te que devia censurar sua desgraca. Arrepen-
dia-sej da riolencia. que acabara de mostrar &
Henrick : era um primeiro morimento, que nio
podera domioar : saberia porm dominar o se-
gundo.
Sem durida a prudencia a mais ordinaria e a
mais simples rszao aconselhara-lhe que partase
desde o dia segainte, e que se nio expozesse vo-
luntariamente em espectculo eslrangeiros,
cuja curiosidade nio podia ser para ella mais do
que uma agravagio de sua pena. Mas se a razio
dizia : Sim I a paixio dizia : Nio I e ha momen-
tos em que a paixio falla mais alto que a razio no.
coragio das mulheres.
Quando, terminada a quadrilha, Henrick vol-
tou para acalmar Norra, sempre sentada no
mesmo lugar, na sombra projectada sobre ella
por um desses immensos guarda-lougas, como
hoje s se encontrara entre os noruegos, ou
entre seus filhos os normandos, carregado de
enormes esculpturas em roda, e contendo uma
bagagem ioteira de copos e vasos de toda a casta,
elle flcou admirado de acha-la taofria e tao
calma.
Viu-se pois obrigado a supprimir o exordio
insinuativo que meditara, executando a derra-
deira figura de sua cootradansa ; mas como s
preparara esse pedago, que de repente se tornara
intil, achou-se bastante embaragado para pas-
sar ao segundo. Norra veiu em seu soccorro.
brincando-lhe um raio de sol as flores de seu
feixe, faria dizer qualquer: Eis uma bella
moga 1
IV
Assim reuna ella os dous caracteres mais op-
postos que, misturando-se com harmonia, cora-
pletavam-se um pelo outro, s dando o que teem
de bello e de puro. Essa mulher que agora vive
no meiu das sedas e dos velludos, que mal sabe
andar, quando crianga tere, quer por intengao dos
paes, quer por instincto natural, de correr como
uma camponeza, no rerio pelas hervas, no in-
vern pela nev, rolar-se nellas e achar ah em-
flm essa pureza de sangue, essa segursnga de vi-
da prestes a supportar o rigorismo de todos os
climas, a alTrontar todas aa fadjgas.
E por isso quaoto mais olhara para ella, maia
a estudara e mais convencido Acara de que o que
a impellira algumas rezes fra do circulo em que
a queriam macter, fdra a exigencia de sua nalu-
reza, a necessidade inrencirel de espago, de mo-
rimento, de liberdade. Era uma planta muito ri-
gorosa para se contentar com a alhmosphera te-
pida de um sali. Como esses arbustos que des-
pedayam o granito dos rochedos para procura-
ren! a luz, ella devera ter quebrado com impa-
ciencia o granito social, e ostentara agora i ron-
tade suas largas ptalas' e odorfera florescencia.
O que o mundo dizia della, pouco lbe importara.
Apoiara-se em tres cousas que a collocaram su-
perior tudo; sua posigio, seu coragio e aeu
espirito.
Semelhante mulher nio pode decahir, por que
faga o que flzer nunca sahir de sua raga e de
sua origem. Diana pode lornar-se Phebo noite,
e dar-se i Endymiio atraz de uma nurem : de
dia torna-se a altira e bella deusa punndo todo
o Acteon curioso, que quizer sorprender os se-
gredos de sua belleza eolio casta e pdica.
Ah tena o que eu dizia mim mesmo.
Ah l meu amigo, nio haria mais que duridar:
eu ia amar essa mulher: nio achara uma pata-
rra para dizer.... olhara.
Fez-se a apresentagao como se teris feito nos
sales de um embaixador, salvo os olhares confi-
denciaes. A duquesa pareceu tranquillissr-se:
sem durida a minha qualidade de artista a as-
sustara principio ; d'ahi suas ultimas hesita-
ges, d'ahi sem durida a recusa de receber-me
em sua casa ; por que tu sabes que paitamos aos
olhos das mulheres do mundo, por homens im-
possireis, mal educados, que se pode admirar,
mas aos quaes ninguem ae atreve a receber: di-
zem-lhes que cheiramos fumo, que s rire-
mos com cortesias, que nio sabemos fallar i uma
mnlher de certa orden # que, o nosso talento
Perdoa-me, diz ella com essa affabilidade,
que as pessoas de aua raga adoptam asss volun-
tariamente para com os eslrangeiros, e que s
vezes encobre seus mais profundos e mais apai-
xonados sentimenlos; sim, perdoa-me um mo-
mento de loucura, que nio pude evitar ; por mais
que eu lute, ha momentos em que minha razio
menos forte : fu mal, eu o reconhego. Bem
rejo que nio posso partir agora.?, receberam-me
muito bem nesta casa, conrm que eu fique al-
guns dias ainda. Mas, melhor seria que ella eu
nunca tiresse rindo... E' mu i linda, Henrick,
aquella que tu amas. Ah l lerarei comigo aos
meus desertos a lembranga de ros ambos. Sim,
dentro de alguna dias tudo estar acabado para
mim, e nunca mais ourirs fallar daquella, que
le amou tanto.
Henrick estremecen com a exaltagao destas pa-
tarras pronunciadas em roz baixa ; os olhos' bri-
lhantes de Norra lhe faziam medo.
Eu quero ao contrario, lhe diz elle,
que ougamos fallar muitas vezes uns dos outros :
o esquecimento entre nos, Norra, seria uma cousa
horrivel
Ah! bem sabes que nunca te hei de es-
quecer I
Sim, bem o sei l
E elle poz a mi sobre o brago da donzella.
Sinto-me agora muito forte, prosegutu
Norra, posso ver ludo e tudo supportar.
[Continuarse-ha.)
quando o querem reconhecer brotou, por acaso so-
bre nos como um pecego sobre uma ortiga.
Mande que lhe tragaos a fructa aobre um pra-
to de prata ; mas, pelo amor de Deus, miohs se-
nhora, nio procure ver a arvore que a produziu ;
perdera loda a illasio 1 Eis o que dizem i es-
sas pobre mulheres, e ellas iicara pela maior par-
te coodemnadas ao qne cbamam homem do mun-
do : triste 1
Quando quizer, duqueza, disse-lhe Vladi-
mir, vamos para a meaa.
Oh l obrigado, disse ella, j almocei ; vim
s para que nio morressem de (orne como me
mandou dizer ; sentem-se mesa, que en licarei
olhando : alm disso, preciso vollar cedo.
Seolamo-oos mesa e ella sentou-se sobre um
camep.
Onde rae ? perguntou-lhe Vladimir.
Ella tirou uma carteirinha de velludo, e mos-
trando algunas iiohas escripias com essa lettra
que ea j conhecia, disse :
Aqui tem o emprego do meu dia de hoje ;
ir casa da embaixatriz da Inglaterra, casa da
duquesa de M..., deixar o meu bilhetede visita
em casa da baronesa de F... porque espero que
tenha sabido : jantar com minha cunhada, o que
nio muito divertido.
S isso ?
Veja, se quer.
E mostrou o seu calepiao.
Ha visitas que nio se inscrevem.
Como esta, porque temos certeza de esque-
ce-la.
Ou que se esperava nio faser.
E' verdade, eu oio queria vir.
Porque ?
Mtfbdei dizer-lhe.
A duqueza estava certa mente convencida que
eu nio tinha conhecimento de sua carta ; sem o
que, nio ser uma grande coqoette nio teria Ira-
sido tio ouaadameote a conversa para esse ter-
reno perigoso ; enltetanto era bem impru-
dente.
J estsocegada? disse-lhe Vladimir desig-
nando-me com os olhos.
Ainda nio sei.
Nio tem nada que a proleja ?
Nada.
E' impossirel I
Ent&o nio me acredita ?
Custa-me a acredita-lo.
Olhe para o meu carro.
Vladimir chegou janella.
E' o aeu carro que esliali espera ?
. Sim I
Como a reconheco nisso I
O que dis?
Fazer esperar assim o seu carro diante da
minha porta... Amanhaa todo Pars o saber.
Sio de Pars daqui alguos dias, e depois,
nio fago mal aqui. Mas nio isso o que lbe per-
gunlo. V o meu carro ?
Vejo.
De que cor sio os carelios ?
Russos.
Pois entio trasia eu os cavallos russos se
tiresse de ir alguma parte, sem que o sou-
bessem ? '
Pode ir i p.
Ainda seria peior.
Ou tomar outro carro.
Bem sabe que nao sio seoio no meu. Est
agora convencido 1
D-me a sua carteirinha.
Aqui a tem.
Ah duquesa, roc devia tomar um secre-
tario, ou entao mudar de lettra.
Porque ?
Porque a aua lettra illegirel. S Jaeques
foi que pode l-la correntemente.
Porque o senhor nunca recebeu cartas mi-
nhas... E' isso o que o quer diser ?
S lemos as carias que recebemos.
Nio comprebendo.
E' muito simples : a carta que me escre-
reu esta manhia, chegou quando elle j estara
aqui.
Entao ?
Entio como eu nio pude l-la, elle fez-me
esse obsequio.
Ella iornou-se cor de purpura.
Est recejando ? disse.
Patarra qne nio,disse Vladimir contentissi-
mo com o seu efleilo mu hbilmente preparado.
E' rerdade, senhor ? perguntou-me ella.
E', minha senhora, e aqui tem V. Exe. a sua
carta, disse eu tirando-a daalgibeira.
Mulher de espirito, aceilou francamente a si-
luago. u
O facto que o senbor mellen uma langa
em frica, replicou, se a leu at o fim.
Infelizmente, minha senhora, s pude 1er
a melade.
Ella comprehendeu a inteogSo dessa mentira, e
com o tom de mulher familiarisada com essas pe-
quenas lulas, cootinuou :
D-m'a que eu a lerel toda.
E tomando a carta, leu :
< Depois... reflecli... Tornando-me relha...>
Poi daqui em diaate que o senhor oio pode 1er ?
perguntou-me com sorriso de mQfa,
Justamente,
Eu desconfiara : todaria -bem fcil..:
< Depois reflecli... Tornando-me velha, vou ten-
do juizo, e alm disso voc prometteu-me um
conviva muito perigoso para ama cabega tio fra-
ca como a minha, e Deus sabe que, seo perdesse
em sua casa, nao seria com doces palarraa qua
m'o maodariam procurar. Venha ver-me, ainda
estou s em Pars alguos dias.
E emquanlo deitara Vladimir um olhar de
triumpho, restitoia-me a carta, que eu tomara a
guardar na algibeira.
Olhe, duquesa, disse Valdimir erguendo-se,
e pondo-se quasi de joelhos dianle della, nio ha
dua3 mulheres como roc no mundo. D-me a
sua mao.
E ao mesmo tempo rogara com os labios tudo
o que um punhozinho delicado deixava ver entre,
uma lura e um manguito.
Nesse momento soaram tres horas.
Tres horas I disse ella. Adeus.
E levantou-se de modo a fazer comprebeader
que de balde procuraran) ret-la : depois, disso
algumas patarras em vos baixa Vladimir qua
lhe respondeu alio : c Est justo 1 Fez-me um.
comprimento encantador, eatendeu-me a peque-
nina mi, tirou da algibeira um vu esnesso, dei-
tou-o sobre o chapeo sem olhar para o espelho,
dobrou-o diante do rosto, e assim passou por
mim, atraressou o sali e desappareceu. Entre-
abrimos as cortinas da janella, e rimo-la subir
para o carro ; ella disse-nos um ultimo adeus
com a mi, e os'dous cavallos russos parliram &
trote largo.
Que louca creatura I disse Vladimir dei-
xando cahir a cortina : vu-a i pois, meu charo,
sempre a mesma. Com desembarago leo a carta I
Ella adora essas cousas I Eu quizera qua
roc a podesse acompanhar agora a casa da em-
baixatriz da Inglaterra ; todas as mulheres que
l estirerem ficaruo eclypsadas, ao lado della :
ninguem sabe como ella entrar n'um salao, atra-
ressa-lo, senlar-se, e agrupar sem esforgn em tor-
no de sua poltrona tudo o que ha de joven, d es-
pirituoso e de elegante. Para indemoisar-noa
dessa curta visita, convida-nos i ceiar com
ella. Foi o que disse em voz baixa : eis no qu de-
ram suas bellas resolugdes. Ande de presas, mea
charo, ande depressa : esta as suas mitos fazer
mudar a cor dos cavallos. Asseguro-lhe que isso
ha de aer muito fcil, a ella quasi que lh o disso
quando leu a carta,
(C'onnuar-se-Ao.)
PERN. TYP. DE JM.PEFIIA 4 FILHO, IW


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