Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09391


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Full Text
_________________________
lili IIIT11 101M0 214
Por lres%ezes ada alados 5^000
Par tres nzes vencidos 6J00O
TERCA FEI1A 17 II SETE1BR0 II ItCl
Porannoadiantadol9$000
Parte fraaco para o subscriptor.
NCARREGADOS DA SUB9CRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra; Araca-
*y, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
da Olireira; Maraoho, o Sr. 51 a noel Jos Mar-
lina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Rmos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCosta.
PARTIDAS UUS LKHElus.
Olinda todos oa diaa as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass.Goianna Parahiba as segunda!
eitas-feiras.
S. Anto.Bezerros, Bonito, Caruar.Altinho a
Garanhuns as tercas-feiras
Pao d'Alho, N*zarsth,|Limoeiro,Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Vil La-Bella, Boa- Vista,
Ouncury e Fx as qaartas f eiras.
Cabo,Seriohiem,Rio Formoso,Una,Barreiros
Agua Preta.Pimenteiras e Natal quintas feiras
Todos os cor reios pa rtem|i 10 horas damanha
EPHEMERIDES DO MIZ DE SETEMBRO.
4 La ora as 7 horas 52 minutos da man.
11 Ouarto erescenta aslO horas e 56 minutoada 16
manhaa. .-
18 La cheia as 11 horas e 42 minutos da larde.1 ,Q
27 Quarto minguanta as4 horas e 5minutos da
manhaa.
PREAMAR DEHOJE.
Primeiro as 3 horas e 18 minutos da manha.
Segundo as 2 horas e 54 minutos da tarda.
ASDASKMAiA
Segunda. Ss. Cornelio eCypriano do.
Ter?a. As Chsgas de S. Francisco.
Quarta. S. Thomaz da Villa Nora b.
Ooinla. S. Jaouario b. m.; S. Pomposa r.
Sexta. S. Eustaquio m. ; S. Glicerio b.
Sabbado. S. Maiheus ap. e evangelista.
Domingo. Festa das Dores de N. Senhora.
AUOlisKiaAa ,OS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio ; segundas a quintas.
Relaco: tercas, quintas a sabbado as 10 horas.
Pazenda: t ere ss, quintas sabbadoa as 10 horss.
Juizo do commereio : quartas ao mel dia:
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do eirel: tercas a stxtasao meio
da.
Segunda Tara do irol: quartas sabbados al
ora da tarde:
PARTE OFFICIaL
jincial em cilicio de 28 de agosto ultimo, sob o.
419, resolve oos termos do artigo 33 dPlei o. 488
de 16 de maio do aono prximo passado, abrir
um crdito supplemeolar na importancia de 500$
res, para effecluar-se pelo art. 1353 da mesma
lei o pagamento de igual quantia, que se est a
dever a Viceote Ferreira da Costa Miranda, pro-
veniente do embarreamento feilo na estrada do sul
entre os marcos de 7 e 8 mil bragas.Communi-
cou-se thesouraria provincial.
Espediente do secretario.
Officio thesouraria de fazeada.De officio do
. eoga- Dr. Marco Tulio dos Reis Lima de 7 do correte,
no se diz as inslrucgoes de que remetti a V. coosta que reaisumio elle naquella data oexer-
roplarimpresso em officio de 5 do cicio do cargo de juiz municipal e de orphaos do
termo de Limoeiro : o que communico i V. S. de
ordem de S. Exc. o Sr. preiidenflkda provincia.
Communicou-se ao referido doTor.
ENCARREGADOS DASUBSCR1PCAO DO SUE
Alagoas, o Sr. Claadino Falso Das; Baha
Sr. Jos Martina Aires; Rio da Janeiro, a ,'
Joao Parelra Martina.
EM PERNAMBUCO.
Os proprietsrios do DIARIO Ifanoel Figueiroa
de Paria & Filho, na sus Imana praga da Inde-
pendencia ns. 6 e8.
GOVEttNO DA PROVINCIA.
Expediente do da I 3 de seteinbro
de 1861.
Officio ao Exm. presidente da Parahiba.De-
clarando-me o Exm. Sr. ministro da agricultura,
commereio e obras publicis, em aviso expedido'
em 29 de agosto ultimo, sob n. 18, que a exp-
sito desta provincia deve ter lugar no mez de
novembro, e nao em dezembro, como por
correte, appresso me a communicar a V. Exc.
em additamento ao meu citado officio, que a ex-
posigo ser aberla nesta cidide oo dia 7 de no-
vembro prximo viodouroIguaes expediram-
se aos do Rio Grande do Norte, Cear, Piauhy,
Maranbo e Alagoas bem como ao presidente da
commisso, juites de direilo, juizes municipaes,
cmaras, delega ios e vigarios.
Dito ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte.Pasto as mos de S Exc para os con-
venientes exames, copia do termo, pelo qual
Manoel Ignacio Rodrigues contratou conduzir na
barca Unido do Norte, de que meslre, 20 bar-
ra de plvora, que vieram do arsenal de guerra
da corte com destino essa provincia.
Dito ao presidente da relago.Sirva-se V. S.
de informar se foi presentado nesse tribunal a
appellajio do reo Manoel do Nascimento Reg,
que, segundo consta de officio do juiz de direito
interino da comarca do Limoeiro, de 31 de agos-
to prximo lindo, foi condemnado em julho de
1858 9 anuos de priso Amulta correspondente
a terga parte dotempo e Tnterpoz aquello recur-
so Fizeram-se aa convenientes coramunicages.
Dito ao commandante das armas Queira V.
S. expedir assuas ordens, afim de ser presen-
tado oo dia 20 do correte, s 10 horas da ma-
nhaa ao Dr. ch-fe de polica urna escolta de 12
pragas, para conduzir at o termo da Escada 6
criminosos que lem de all responder ao jury.
Communicou-se ao chee de polica.
Dito ao chefe de polica.Informe V. S. so-
bre o que representa ocommandaoto superior da
guarda nacional da comarca da Boa-Vista no in-
cluso officio de 24 de agosto prximo lindo, que
me ser devolvido, com referencia a outro do ca
pito da primeira companhia do batalbo n. 48
de infaotaria da mesma guarda nacional, relati-
vamente so subdelegado da freguezia de Cabrob,
a quem V. S. ouvir, advertindo-o logo de que
s pelo modo determinado na lei, pode langar
mo dos guardas nacionaes, requisitando-os pre-
viamente aos respectivos chefes.
Duoao inspector da thesouraria de fazeoda.
Estando oos termos legaes os inclusos documen-
tos, mande V. S. pagar ao lente Luiz Jerony-
mo Ignacio dos Santos, conforme requisitou o
commandante superior interino da comarca do
Rio Formoso, em officio de 4 do crrente,os ven-
cimentos dos guardas nacionaes destacados na-
quella cidade, a cootar de 28 de julho al o ul-
timo de agosto deste anoo.Communicou-se ao
referido commandante superior.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Devolvendo a V. S. as folhas, a que ae refere o
seu officio do 16 de agosto ultimo, sob o. 395,
relativas ao pagamento de alguns empregados da
casa de detengo, no mez de julho deste anoo,
e dos presos que all se oceupam de servidos es-
peciaes, tenho a dizer que taes folhas nao podem
ser pagas vist da terminante disposicao do
ait. 13 da lei n. 511 de 18 de julho deste anuo.
Quanlo, porm, a de barbeiro poder V. S. man-
dar satisfazer se por ventura houver sido essa
despeza comprehendida no j 1 do art. 17 da lei
do ornamento vigente.
Dito cmara municipal de Pao d'Alho.Em
visla do queexpe a cmara municipal da villa
de Pao d'Alho, em officio de 9 do correte, ap-
provo a arrematado dos impostos de que trata o
termo que acompanhou outro officio da mesma
camari de 29 de julho ultimo, na importancia de
4:770.
Dito ao canselho administrativo do arsenal de
guerra.Autoriso o conselho administrativo do
arsenal de guerra a comprar para fornecimento
do presidio de Fernando osobjeclos mencionados
na relaco junta.
Kela^o dos objeclos que se devem comprar pa-
ra o presidio de Fernando, de conformidade
com a ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia desta data.
Para a escola de pnmeiras leltras.
66 cartas de A B C..................... 66
4 caivetes Qoos........................ 4
16 collecoes ou cadernos de traslado.... 16
16 compendios de arithmetica.......... 16
16 ditos de doutrina cbrisla............ 16
16 ditos de geometra pratica........... 16
16 ditos de grammatica portugueza..... 16
16 livros intitulado Simo de Naotua. 16
26 pautas sortidas............ 26
4 resmas de papel almaco marea d'agua. 4
300 peanas de escrever (das de secre-
taria.................. 300
3 duzias de lapis finos........... 3
10 joges de tinteiro com vasos de vidro. 10
30 pedras de louro...................... 30
100 lapis da mesma pedra.............. 100
Para aofficioa decarapina.
80caibros................................ 80
1 arroba do colla da Baha.............. 1
X dita da franceza...................... X
6 compassos pequeos sonidos.......... 6
4 ditos grandes.......................... 4
8 martellos sonidos..................... 8
8 enches inglezas...................... 8
70 pares de dobradices pequeas........ 70
9000 pregos caibraes.................... 9000
7000 ditos ripaes........................ 7000
Para a officina de terreiro.
2 tornos grandes de bancada............ 2
4 duzias de limas chatas de 4 a 5 pole-
gadas.................................. 4
2 duzias de ditas meia cana sortidas..... 2
2 ditas dita de triangulas................ 2
2 ditas dila muito pequeas............. 2
2 ditas de ditas murgas chatas de 5 a 12
polegadas.............................. 2
2 ditas de ditas meia caoa sortidas...... 2
2 ditas de ditas triangulas sortidas...... 2
2 ditas de limales sonidos de 3 a 5 po-
legadas................................ 2
2 leoges de ferro em folba............. 2
3 quintaes de ferro da Suecia sorlido... 3
48 libras de ago de milo................ 48
Para a officina de tanoeiro.
40 libras de arcoa para pipa............ 40
2 arrobas de dito para barra............ 2
1 dita de ditos para ancorlas........... 1
600 cravos de ferro para barris.......... 600
Para a officina de fuuileiro.
1 caixa de folhas de Flaodres dobrada.. 1
Para a officina de pedreiro.
24 brochas de ciiar...................... 24
200 eordasde embira para andsimes..... 200
8 martellos............................... 8
Para o serrigo agrcola.
200 enchadas do porto.................. 200
25 fouces................................ 25
12 machados............................ 12
30 poitas embira de jangada............. 30
Fizeram-se as devidas communicages.
Portarla.O presidente da provincia atienden -
do ao que expdz o inspector da thesouraria pro-
para cooperar com as tropas e autoridades do
sultao, e S. M. tem a confianca de que os ajustes
adoptadas pelo governo por districtos onde as
desordens tiveram lugar, hao de assegurar no fu-
turo a tranquilidade interna.
a Sua M. vio com satisfago o rpido melhora-
mento na condigo interna dos seus territorios
das Indias Orieolaes, e o progresso realisado no
camioho do nivellameoto as receitas e despezas
daquella parte do seu imperio.
Senhoreada cmara dos communs :
A rainha deu-nos ordem para vos dirigir os
seus vivos agradecimentos pelos generosos sob-1
sidios que tendes concedido para o servigo do
presente anno. S. M. vio com satisfaco que de-
pois de ter amplamente prvido s necessidades
Dito mesma.De ordem de S Exc. o Sr. !< servigo publico, tendes podido operar umadi-
nte da provincia transmiti V. S. as o- miauigio sincera nos impostos laogados sobre o
nacional, sob ns. P*>z.
tih^m n.JJl'n 'CUP de?S" con?e?6.es. I marcadas na |aobrcdita convenci ; bem eoteo-
tinhani permanecido por algum lempo na Syria. | dido porm que, lhes sejam concedidas regular-
lo inclusas ordens do thesouro
130 a 138 menos 132.
Despachos do dia 13 de setembro
de 1861.
Reqverimentns.
Francisco dos Saoloa Indeferido vista da
a Mylords e senbores : a rainha deu-nosordem
para rosexpressar a viva satisfago com que ella
vio o espirito de patriotismo dedicado que conti-
nua a animar os corpos de voluntarlos, e a admi-
rago com que observou os rpidos progressos na
disciplina e organisago militar ; S. M. deu o seu
ioformagao do coronel commandante das armas. ,
Horacio de Gusmo Coelho.-Informe o Sr. co^ f!"-"'? J aCl qiJe comP,eU nu-
ronel commandante superior da guarda nacional 22,2 J? CanB"a d do municipio do Rec.fe nacional constitualo os lugares supprimidos de Sudbury e
Jos Luiz Bastos.-Os documentos de que tra- Ts m inR.
la o supplicante nao existem no arsenal md-]i^&~&~Efi2&J$ZftS?'
nha como informa o respectivo inspector. IS. IS'jSSSS' tallencia' e. msolvabilida-
Ricardo Jos de Santiago.-loformo o Sr. ios- :flihf,e.-produ,,r Uma "D,,8em importante para
pector da thesouraria de fizenda .aindusinae para o commereio de seus sub-
Theodor Ramphk.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda ouvindo oda alfandega.
a
ditos.
A rainha deu com instancia o seu assentimento
j aos actos para a consolidado e assemelhago da
lei criminal de Inglaterra e da Irlanda, e para
o favorecer na misso da lei do Statuto.
a S. M. sanecionou actos muito importantes
------------------ i | que tero, segundo espero, o effelto de abrir no
Mr. Massino de Azeglio, dirigi a seguinte car- servic- Pblico, uma carreira mais ampia aos au-
la ao seu collega no senado Mr. Matteucci a res- roPe.us e ao habitantes indgenas da India ; de
peilo dos negocios de aples : l peino"! a legislago, de secundar a acgo da
juslica e de augmentar o cooteotameato e o bem
estar de todas as classes dos subditos Iodios de
EXTERIOR.
mente e antes do dia 7 de setembro ; 3. final-
mente manter aos condecorados as penses a que
possam ter direilo segando os estatutos da orem
cujas insignias usam.
A nota do ministerio da guerra ha de cate-
gricamente explicar-ros os motivos que obstam
a que o governo italiano annua aos outeos sete
pedidos.
a Acceitse, etc.
Ricasoli.
Em seguida publicamos os dois ukases relati-
vos nova organisago do reino da Polonia, que
foram transcriptos pela Gazeta Oflicial:
si o do conselho de administraro de 15 de maio
de 1861.
Dado em Moscow a 5 de junbo de 1861.
( Do Jornal do Commereio,,de Lisboa.)
DIARIO DE PERNAMBUCO.
2 de agosto de 1861.
Charo amigo.
Recebie licom muito interesse a vossa car-
ta, e agradego-vos as cousas amareis que me di-
zeis, e das quaes, Domin nom sum dignus.
A questao de conservar ou nao aples, de-
ve, segundo me parece, depender principalmente
dos Napolitanos, a menos que nao quizessemos
pela commodidade das circunstancias, mudar os
principios que at agora temos proclamado. Se-
guimos avante dizendo que os governos, que os
povos nao consentem, eram illegitimos, e com
esta mxima, quejulgo e julgarei sempre verda-
dera, mandamos fazer deitar a bengo a sanlos
principes italianos.
Nao tendo os seus subditos protestado de
maueira algoma, mostraram-se satisfeitos da
nossa obra, e pode ver-se que se elles nao davam
o seu coosentimento aos governos precedentes,
davam-o ao que lhes succedia.
S. M.
S. M. deu tambom com prazer a sua saocgo
ao acto relativo ao melhoramentodos postos si-
tuados na costa do Reino-Unido, ao que liberta a
manoha mercante de cerlos direilos, assim como
ao acto que melnora a adrxinistrago da lei rela-
tivamente ao allivio dos pobres. S. M. espera que
o acto tendente a facilitar mais os ajustes acerca
da drsinagem das Ierras contribuir para o aper-
feigoamento da agricultura em muitas partes do
Reino-Unido.
S. M. julgou-se feliz de sanecionar outras
medidas de ulilidade publica, resultado dos ros-
sos trabalhos durante a sesso que acabado en-
cerrar-se.
S. M. observa com grande satisfago o espi-
rito de lealJade, de ordem e de obedien ia lei
que domina em todos os seus dominios, e tem a
Desta maneira os nossos actos foram de ac- conflan5a em que por uma aabia legislago, e
cordo com os nossos principios, e ninguem ode uma.Justa. admnisirago da lei, se assegurar a
dizer cousa alguma. -continuacao deste feliz estado de cousas.
Em aples, mudamos tambem nos o so Bul W, Vol'aodo os rossos respectivos condados,
rano para estabelecer um governo pelo suffrasio l8 8 aiJQda mPor,anle deveres a preeocher, e
b. M. pede com fervor que a bengo de Deus todo
poderoso possa auxiliar os vossos esforgos, e di-
rigidos para se alcangar o Qm constante da solici-
tude de S. M. o bem estar e a prosperidade do
seu paiz.
Depois do diploma real, que proroga o parla-
mento, o lord chanceller disse :
Em virtude do decreto que acaba ser lido
declaro, em oome de S. M. a rainha, que]o par-
lamento est prorogado at o dia 22 de ou-
tubro.
Assim ficou encerrada a sesso.
universal.
Mas necessarlo, e parece que isto o8o bas-
ta, sesseuta batalhoes para conter o reino, e ,no-
torio que. salteadores e nao salteadores, todos
esto de accordo.
Mas, dir-se-ha, e o suffragio universal ? Nao
quero saber de suffragio, mas seique do lado de
Treolo nao necesario batalhoes, e que alm se
carece delles
Deve-se, pois, ter commettido algum erro :
portante necessario mudar descena ou de prin-
cipios, e encontrar o meio de saber dos napolita-
nos de urna vez para sempre, se elies nos querem, ----------
sim ou nao. Aos que querem chamar ou cooser- Os jornaes inglezes publicam o seguinte des-
var os Allemes na llalla, direi eu, que julgo que pacho, dirigido ao conselho federal pelo ministro
os Italianos que nao quizerem teem o direito de suisso em Turin : .
fazer a guerra, masaos Italianos que, perman- Turin, 19 de julho de 1861.
cendo Italianos, nao quizerem uoir-se a nos, nao Sr. presidente.
temos o direito de fazer arcabuzar; a menos que Sioto ter de res participar que o baro de
nao adoptemos principio em oome do qual Bom- Ricaaoli, ministro dos negocios estraogeiros me
ba bombardeou Palermo, Messioa, etc. Sei per- commuoicou que o gorerno italiano tioha resol-
rido retirar a licenga concedida aos suissos que
recentemente estaram ao servigo de Francisco II,
para permaoecerom em aples, com quanto esta
condiego teoha aido estipulada na capilulaco
de Gaeta.
O general Cialdini e Mr. Ponza di San-Mar-
tirio, pediram a rerogaco d'esla permisso por
que esta oconvencidos de que os nossos concida-
dosse ho-de encontrar em umasituagodifficil,
indicando-os a unimoaidade do povo como agen-
tes de Francisco no passado e prorarelmeole no
feitamenle que em geralse nao pensa assim, mas
como eu nao eotendo dever renunciar ao direito
de sefrazoavel, digo o que pens, conservo-me
em Canuero.
Em poucos mezes poderemos fazer grandes
commentarios; mas intelligenti pouca, e depois
a guoi bon ?
a Aceitae, eta.
a Massimo Azeglio.o
PARLAMENTO INGLEZ.
Verificou-se a ceremonia da prorogago do par- futuro,
lamento, com as formalidades ordinarias, mas Proteste! enrgicamente contra esta revolu-
sem < 1QlereS5e 1ue esta ligado presenga da rai- Ci, e para esse m escrevi ao ministro uma carta,
nha aquella ceremonia. de que encontrareis a copia junto. Infelizmente
Os commissarios reaes entraram na ssla s 2 'emo que oa nossos compatriotas maoifestem al-
boras da tarde do dia 6 ; estavam presentes mui- suma rez imprudentemente as suas sympatbias.
lo pouco pares. Por exemplo, um cnsul que geralmeote coohe-
Ca commissarios ordenaram ao mordomo mor cid como um reaccionario deu um grande jantar
que fizesse entrar na barra da cmara os com- Q0 dia em que lhe constou a morte do conde de
muns, para ouvirem sanecionar muitos bilis, e
ouvirem tsmbem a leitura do discurso real de
prorogago do parlamento.
A'chegada dos communs, o lord chanceller ao-
nunciou-lhe que a rainha, nao julgando a propo-
sito apreseotsr-se nesta occasio, deu ordem aos
seus commissarios para saoccionarem diversos
Carour. Todos os convidados; com excepgo de
sete ou oito suissos, tireram o bom senso de se
absterem de comparecer. Os que julgaram dever
acceilar aquello convite estavam sem a menor
duvida no seu direito, mas nao era prudente da
sua parte proceder assim, quando Chisrone entra-
ra em campa nha e que se annunciara todos os das
bilj>- i o regresso do ex-rei. O embaixador do Estado, em
O^pegocio importante da sesso (a prorogago cujo oome funeciona aquello cnsul dirigiu a es-
do parlament)] seguio-se immediatamente a esta le respeito ao aeu governo um despacho em que
saocgo real. cansura severamente o procedimento do cnsul.
O lord chanceller fez a leitura do discurso real, Este despacho foi-me communicado;
que era concebido nestes termos:
Mylords e senbores.
S. M. deu-nos ordem para ros dispensar de
continuar a assistir ao parlamento, e para ao
mesmo lempo ros teslemunhar a sua real satis-
fago pelo zelo e assiduidade que tendes mostra-
do no cumprimento dos vossos deveres durante a
sesso do parlamento que rai ser encerrada.
t A rainha deu-nosordem de ros informar que
as suas relages com as potencias estrangeiras
sao agradareis e satisfactorias. S. M. tem acon-
Qaoga de que se nao receia a menor perturbacio
da paz.
A marcha dos acontecimentos na Italia, pro-
duzio a reunio da maior parte daquella penn-
sula em uma monarchia sob o sceptro de Vctor
Emmanuel. A ranba absteve-se constantemente
de qualquer interveucao activa nos negocios que
produziram este resultado, e o seu mais ardeote
desejo, a respeito destes negocios, de queelles
possam ser regulados da mentira mais appropria-
da ao bem estar e & felicidade do poro ita-
liano.
As dissengdes que rebentaram nos Estados-
Unidos do norte da America tomaram infelizmen-
te o carcter de orna guerra declarada. S. M. que
lamenta profundamente este resultado calamito-
so, resolveu, de accordo com as outras potencias
da Europa, conserrar uma perfeita neutralidade
entre aa partes belligerantes.
A rainha deu-nos ordem para ros informar
de que as medidas adoptadas para o reatabeleci-
mento da ordem e da traoqoilidade na Syria, em
viatude de convenges entre S. M. o imperador
da Austria, o imperador dos Francezes, o rei da
Prussia, o imperador da Russia o o sultao, ten-
do alcingado o seu fin), foram retiradas as tropas
Recebei etc.
. Toarte.
A carta dirigida ao mianislro suisso, a que se
refere este despacho continha a seguinte pas-
ssguem :
< Permitti me dizer-ros, que sem as duas re-
soluges da assembla federal qua annullou a ca-
pitulago para o aervigodos suissos noestrangei-
ro, pode duvidar-se que a rerolugo que reuniu
as Duas Sicilias Italia se tiresse verificado tio
fcilmente. A Italia dere pois recoohecimento a
Suissa, que nao duridou sacrificar a uma causa
liberal os interesses de 15,000 dos seus consida-
dos.
a Tendo estabelecido pelo nosso ukase de 26
de margo de 1861, o conselho d'Estado do reino
da Polonia, a cargo do qual fleam, entre outras,
as attribuigdes dos departamentos de Varsovia
do senado director, sobre prosposta do nosso lu-
gar-teneote do reino, temos ordenadu e ordo-
nao os :
Art. !. Fica supprimida a assembla geral
dos deparlamentos de Varsovia do senado direc- I
lor, instituida pelo ukase imperial de 18 de se- '
tembro de 1841. Os seus archivos, assim como
o aaterial das repartiges e a sua bibliotheca,'
devem ser entregues ao conselho de Estado do
roio.
Art. 2.a Os senadores que actualmente teem
assembla geral dos departamentos de Varsovia
do senado director, sao nomeados membros per- '
manentes do conselho de Estado do reioo, con- i
serrando a sua dignidade de senadores.
Art. 8. Os funeciooarios que se eocontram
sem emprego em coosequencia a'esta suppresso
da assembla geral do senado,e da sua chancella-
ra receberao os seus subsidios em quanto nao '
forem reademittido oo servigo, o que se verifica-1
r no prazo de 2 aooos na conformidade da nos-'
sa ordem promlgala no reino por um extracto ;
do processo rerbal da sesso do conselho de ad-!
ministrago de 15 de maio de 1860.
Art. 4. O nosso lugar-tenente interino no
reino da Polonia tica encarregado da execugo do '
presente, que ser inserido no Doletim das Lew,
assim como as medidas ulteriores que forem oe-
cessarias para o seu desenrolvimento.
Dado em Moscou a 5 de junbo de 1861.
Exposicfto agrcola e Industrial.
As tendencias humanitarias do nosso seclo rao
transformando pouco a pouco, e melhorando ca-
da vez mais as relages entra-nacionaes dos povos
do mundo.
Enlre os sigoaes dessa Iransformago e desse
melhoramento um dos mais caractersticos in- y
cootestavelmente a instituigo das exposigdes fn- doeiro.
iffL .a j Nestas circumstancias, grande parte de seu*
Waantlguidadee rioda no principio do nosso 'cultivadores passaram a plantar o canoa; em Jou
CUIO, SO 80 reCOQheCia e me*mn A o timen, CO a nrnvinoi. .{... _It.... j______'.. K
que ao servigo era impresso, sendo delle banido-
em quasi sua completa generalidade as liges de
uma pratica Ilustrada, as modificages da expe-
riencia, para aeguir-se o Irilho da rotina ou co-
piarse servilmente o que fra risto em outro,
sem preceder a combioago precisa das condigdes
geolgicas do terreno srarel, nem marcar o dis-
crimen do modo pralico da preparaco do pro-
ducto colhido em bruto.
D'ahi v se que impericia, e nao condige
agronmicas, deveu-se a produego desse phe-
nomeno apontado ; e accreaceodo logo aps o
mofo que affeclou ao planto, e mais desanimou
aos plantadores, operou-se oestes ama rerdadei-
ra revolugao, que deu em resultado uma modan-
ga de plaotago pelo abandono daquella do algo-
II
A Gazeta Oflicial de Turin publica a seguin-
te resposta de Mr. Ricasoli, a nota de Mr. Tooste
enviado extraordinario da confederago suissa,
e deque cima damoa noticia :
a Turin 22 de Janeiro de 1861.
Recebi em lempo opportuoo a nota que me
fizeste a honra de me escrever em 7 d'este mez
acerca das reclamages dos subditos suissos ao
servigo do ex-rei de aples, que o conselho fe-
deral ros encarregou de appoiar.
c Tenho agora a honra do ros transmittir, Sr.
ministro, copia daresposta que o ministro da guer-
ra acaba de me dar sobro as differeotes pergen-
ias que ella contem.
< Como rmos por este documento, o goreroo
do rei adhere aos pedidos manifestados nos ros-
sos ns. 1, 3e 4, isto : 1. ampliar o beneficio
da capitulado de Gaeta aos militares estraogei-
ros que na poca da aoa assignatura, se acha-
rara ra da pregaeom liceoga regular; 2. coo-
5 Como desde que se poz em rigor, no nosso
reino da Polooia, o regulamenlo de 1836 a res-
peito da nobreza, tm decorrido rinte e cinco
anuos, durante os quaes os gentis-homens de
reino lm tido lempo sufficieote para reunir o
apreseotar as proras indicadas nesse regulamen-
lo, e que, por coosequencia, uma iostiluigo es-
pecial para o exame das provas da nobreza deste
genero se torna inulil as circumstancias ae- I
luaes ; sobre proposta do nosso lugar-lenente no
remo, temos orenado e ordenamos o seguinte : I
Art. 1." A cmara herldica, instituida pela
nobreza do reino da Polonia pelo regulamenlo
de 7 de julbo de 1836. fica supprimida, e os seus I
archivos, assim como os registros de nobreza,
serao reunidos aos archivos do conselho de es- !
lado.
Art. 2." Sao igualmente supprimidos os em- I
pregos dos marechaes de nobreza, dos generaes
no reino de Polonia, creados pelo ukase imperial!
de 12 de junho de 1819, promulgado para deseo-
volver o citado regulamenlo a respeito da nobre- i
za, da mesma maneira que as delegagdes da no-
breza instituida pelo art. 69 do tlito regulamen-
lo ; os seus archivos e registros da aobreza de-
vem ser entregues s regencias dos gorernos
respectivos.
a Art. 3.* O conselho de estado do reino da '
Polonia fica investido das attribuiges da cmara '
herldica, a saber : 1., do exame dos direitos s '
dignidades honorficas; 2, do exame dos direi-1
tos perteneeotes nobreza adquirida posterior- !
mente promulgago do regulameoto de 1836 ;
3., do exame, a pedido das autoridades milita- ;
res, dos direitos pertencentes aos nossos subditos i
do reino que serrem as tropas imperiaes da Rus-
sia ; 4., da preparago das cartas patentes ou I
diplomas da nobreza, e de ttulos honoroficos, I
assim como do exame da conveniencia dos novos
brasdes sollicitados ; 5., da entrega dos certifi-
cados e da factura dos registros que tenham por
assumpto os objeclos mencionados ; 6., da de-1
cisao definitiva e inatruego ulterior, segundo as
regras actualmente existentes, dos negocios at
agora submettidos cmara herldica.
Art. 4. A factura dos registros genealgicos
e matricula dos gentis-homens, a seu pedido nes-
ses registros ficam a cargo dos cooselhos dos go-
vernos. Estes conselhos inscrerero tambem,
oos registros da nobreza conrenientes, as pessas
a respeito das quaes tirerem recebido para esse
fim ordens do conselho d'estado.
_ Art. 5. As pessoas descontentes das deci-
ses do conselho do governo podem appellar pa-
ra o conselho de estado.
a Art. 6.a As declsoes do conselho de estado
sobre estas appellages, assim como as que fo-
rem lomadas sobre as materias enumeradas no
arl. 3.a do presente ukase, sao definitivas, e nao
podem ser modificadas seno por esse mesmo
conselho, e somonte em coosequencia da apre-
sentago de novos documentos.
< Art. 7." As regras actualmente existentes so-
bre a natureza das proras de ttulos honorficos,
de nobreza onde outros ttulos, bem como as for-
mas e oondiges para se obterem novos brazes,
conlinuem a estar em rigor.
Art. 8. As pessoas a que, nos termos do
art. 57 do regulameoto de 1836, os direitos per-
tencentes nobreza nao tiverem aido recooheci-
dos como sufficientemente provados, e que aioda
nao tinham deixado de correr demora concedi-
da para a segunda apresentago de novas provas,
sero admittidas a fornecer proras oa forma ; se-
rao admittidas a fornecer essas proras nos ter-
mos que lhea estaram fixados.-
Art. 9." As pessoas cujas proras nio tirerem
sido anda examinadas pelo conselheiro, pela c-
mara herldica, e que o conselho de estado de-
butando pelos seus pedidos, nao podiam fazer
ama nova apresentago ao dito conselho, seno
no caso de pertencerem calhegorla mencionada
no programma 3. do artigo n. 3 do presente
ukase.
< Art. 10. A operago material dos diplomas
de ttulos honorficos Cea de futuro ao cuidado
dos proprios impetrantes.
c Arl. II. Sobre cada diploma de titulo hono-
rfico ou de nobreza conferido pela graga especial
do monarcha, se perceberi, em proreito do the-
souro do remo, um direito de timbre determi-
nado, seguado o regulamenlo de 1811, a respeito
do imposto de timbre. Os amigos direitos de
timbre sobre os certificados de ttulos honorfi-
cos e de nobreza cooliouario a ser percebidos,
mas os pagamentos pela preparago dos diplo-
mas ficam abolidos.
c Art. 1S. Os funeciooarios que se acham tem
emprego em coosequencia desta suppresso da c-
mara herldica das delegagdes de nobreza, e que
nio tivessem recebido ooros lugares correspon-
dentes, obtero auxilios, esperando a ana nomea-
gao. durante dous anoos o mximo, conforme as
regras contidas na nebre ordem promulgada oo
seculo, so se recoohecia e mesmo s se presara
a Torga, e por ella se media a importancia, se re-
gulava a existencia das nages.
Sabir onde a industria tinha aecumulado os
captaes, e achar pretextos para a guerra, no in-
luiio de haver o producto do trabalho das outras
nagoes, eram a principal sciencia social, e quasi
todas as aspirages patriticas dos que destrui-
ram Tyro e Carthago ; dos que annullaram Flo-
renga, Genova e Veneza.
Foram precisos milhares de seculos para se
recoohecer, que destruir industrias e artistas, ri-
nha a ser o crime do malvado, que deitasse fogo
a um palacio, para roubar o que fleasse entre as
ciazas.
Aos combates sanguinolentos vai succedendo
pouco a pouco a lula das artes uteis, e gragas
verdadeira olelligencia do Evangelho, a frater-
nidade dos homens torna-se cada vez mais uma
realidade neste mundo. As exposigdes genes
sao uma prova das mais incoatestareis da exis-
tencia dessa fraternidade pratica.
Ao antigo habito egostico e anti-humanitario
de occultar os procesaos iodustriaes substituio-se
o amor da gloria pela drulgsgo dos aperfeigoa-
mentosachados ou inventados, facilitando-se por
esse modo o trabalho perfeilo tolo o ente hu-
mano.
A'nos, povo de outro dia, povo dos mais jo-
veos do mundo, tambem se nos franqueou um
lugar entre as nages nossas irmas, nesse gran-
de concurso iodustriil, que se ha de abrir em
Londres oos primeiros mezos do anno que vem.
Se nos faltam os primorosos atavos artiaticos,
as galas iodustriaes, a riqueza e magnificencia,
com que provecta civilisago adorna nossas ir-
mas mais velhas, cumpre que entre ellas nos
apresenteraos ao menos cora as gragas da tnica
infantil da industria incipiente. A indulgencia
est antecipadaraente concedida boa vontsde,
mas nao indifferenga e ao mo modo.
Que diro de nos seus patricios os sabios e
os artistas estraogeiros, que tem viajado pelo Bra-
sil, seao vistarem a eiposigo de Londres, nem
ao menos ah encontrarem os productos, as rari-
dades e os poucos artefactos, que elles sabem que
possuimos? H
Diro que o nosso atraso maior do que sup-
punhsm, pois que nem ao menos conhecemos a
importancia do que temos, e a utilidade quo para
nos resulta de concorrer para a exposigo.
Entre os nossos patricios das mais provincias
somos couhecidoscomo destemidos e aptos para
as emprezas da guerra, mas algumas pensam que
a*l"}e* da paz ns levara fcilmente a palma.
nosso pundonor destruir esse pensarle
co a provincia vio-se coberta de engenhos ; e a
sua industria agrcola, que d'antes caracterisava-
ae pelo algodao, passou a s-lo pelo assucar. auo
certameote florio. foi alm das esperangas sem
duvida nesse mximo de prego de 64500 por ar-
roba do branco. Mas eis ahi que invertem-se as
siluagoes, de modo que em quanto o algodao de
novo sobe ao custo primitivo de 91 e 10a, desea
o assucar 3S500 ; e sabe-o Deus, a continua-
ren as dissengoes dos Estados Unidos, como tudo
o odica, at quaoto subir o primeiro, e a que
cura baixar o segundo, bem como o caf, que
em troca da farinha de trigo levavam-nos os ci-
dadaos da Uoio americana do norte.
Neste sentido sao ainda as recentissimas noti-
cias, de que foi portador o vapor francez Guien-
ne, as quaes confirmara, que o pedido do algodao
continua firme, e que os pregos conseguiniemen-
te vao em alga. Em Liverpool tem aido vendido
por 9 e 9 1/4 dioheiros a libra delle, quando o
assucar tem dado de 25 sidos e 6 dinheiros 30
sidos por cwt.
A situagao por tanto acha-se naturalmente re-
tratada em todos os seus tragos ; e estamos que
anda quando a Inglaterra nao reconhega o blo-
queio, a importago desse artigo esperado da
Charlestorro e da Nora Orleans nao ser tal, qua
faga desapparecer as epprehenses. e por conco-
mitancia decrescer o prego por que hoje repu-
lado ; o que aioda tendo lugar, ha de sempre lo-
grar um equivalente s despezas e ao lucro do
productor.
A senda, pois, que devem seguir esta e as pro-
vincias limitrophes, acha-se ahi indicada, sendo
para notar que o algodao produzido em Pernam-
buco e na Parahiba sempre goza de uma preemi-
nencia de prego entre o das demais provincias
nos mercados em que conjunclamente appare-
cem, mesmo em quantidade diminutsima.
Isto posto, de vital necessidade para reani-
mara noasa industria agrcola, que se rai ina-
nindo de forgas entre o depreciamento da cultura
da caon e a falla de bragos, que se extenda
plaotago do algodoeiro, para ella aproveitaudo-
se Ierras to ricas de principios nutrientes, ter-
renos to azados obtengo de qualidades idn-
ticas ao da Georgia ou 8ea-landia, solos final-
mente to feriis que s esperam a semeadura
para darem importantes colheitas.
O desenvolvimento da plantago do algoioeiro
offerece effectivamenle para nos um futuro aus-
picioso, que ainda se nao altinge por causa do-
grande deposito que, sempre providente, pos-
suia a Ioglaterra.e com o qual pode satisfazer as
exigencias de suas fabricas por mais de anno.
dando servigo esses milhares de operarios, qua
<. -V F"uuuor uesiruir esse pensar, e aanao servigo a esses m nares de operarios au
exL?rPn^eftgerae,S,e,for50S reunir emnossa del,as ri'em- M" terrainado este espag" e'aub!
expOSigao Provincial todos na nnn nrndm>lni dallada nmnilA n-.. ._____ .:_: l.rU 7 "
exposigo provincial todos os nossos productos
naturaes e industriaos.
Bem poucas sao as industrias que nao podem
ser representadas n'uma exposigo local. O
nenhum habito em que estamos acerca de expo-
sigesfaz pensar algumas pessoas que o valor
intrnseco do objeclo expo3to, ou as grandes dif-
ficuldade8 vencidas sao o que conslitue o mrito
do expositor. E' justamente o contrario. Um
simples e modesto tamanco, se commodo e le-
ve, e se preenchendo o seu Qm mais perfeito,
ou mais barato do que os que ordinariamente se
fabricam, tem mais merecimeoto artstico do que
o mais rico diamante mal eocastoado. Um sim-
ples abano, uma rassoura, uma amostra de car-
vao. se pela qualidade da materia, ou pela per-
feigo do trabalho se avantajarem sobre os outros
abanos, as outras vassouras, ou outros carves,
lem tanto ou mais direito uma mengo honrosa
para seu expositor do que o mais difflcil bor-
dado.
Alguns dos nossos productores nao leem Dia-
rio, e por isso oscidados mais Ilustrados deve-
nam tomar peilo moslrar-lhes que todo o pro-
duelo tem maior ou menor perfeico, e que sendo
osla e o seu prego os reguladores do consumo,
os mais interessados na exposigo sao os pro-
ductores.
Consta-nos tambem que ha pessoas que enten-
dem que lhes seria desairoso nao offerecerem
commisso, ou ao gorerno os objectos expostos.
Se existe cora effeilo essa crenga, ella effeito da
inexperiencia. Os objectos erpostos sao proprle-
dade dos expositores. Coocluida a exposigo,
podem dispr delles, como muito bem lhes ap-
prourer, e para isso que se lhes d tecibo do
objeclo exposto, e se lhes facilita mandarem
guardas da sua confiaoga quando o valor dos ob-
jectos assim o requer. Ordinariamente esses
guardas sao artistas dos eslabelecimeotos que
fabricam o producto, os quaes ministrando aos
visitantes informaces acerca do producto exci-
tara nao poucas vezes o desejo da compra.
E pois manifest que grande numero de nos-
sos comprovincianos podem e devem coocorrer
para esta festa industrial. Os proprios pescado-
res poderiam mandar uma jangada, que decerto
seria objeclo de nutica muito visitada e muito
apreciada na exposigo de Londres, onde o agen-
te brasileiro a mandara armar. Bem poucos se-
ria m os visitantes europeus que uao pedissem
ioformages ao agente brasileiro acerca do modo
de navegar com semelhanie apparelho nutico
to estranho, to ousado e to siogular para
elles.
Haja boa rontado ; uo reoha o desanimo es-
lerilisador, e nao haver desar; mas elle iue-
ritarel, e nao ser pequeo, se nao houver
presteza e dedicago.
sistindo, quando nao a guerra civil dos" Estados-
Unidos ao menos os seus effeitos paralysadores.
como alimentar ella o Taotalo das suas fabricas?
Onde ir buscar essa materia prima, que d o
pao quotidiaoo essa classe activa, que pela fal-
ta de alimento deixar-se-ha arrastrar desatinos,
se algum povo com proveito proprio lh'a nao
houver preparado de ante mo ?
Nestas condigdes nos echamos nos, podendo
iirar lucros notaveis da situagao, ao passo que
assim se crea um ramo de prosperidade para o>
paiz. E, pois, aconselhamos aos nossos agriculto-
res que aproveilem os seos terrenos com a plan-
tago do algodoeiro, quedem-lhe o maior des-
envolvimento possivel, e que se esforcem lfica
para no anno seguinte obter uma safra que avul-
te, e que sirva de elemeoto uma dealocago de
procura, contando no entanto com um prego que
deve-os compensar, quer pelo lado das fadigas.
quer pelo dos captaes empregados.
PERNAMBUCO.
Se a memoria nos nio infiel, ra por obra de u
35 annos, que a cultura do algodoeiro nesta pro- perteocer o premio de engajamento aos rolunta-
vincla apresentava um aspecto lisoogeiro. subin- rios aue nao tirerem asninrA* ri .* ana
REVISTA DIARIA.
A exposigo dos productos naturaes e artsti-
cos, que deve realisar-so nesla cidade, ha de ter
lugar oo dia 7 de novembro prximo riodouro.
e nao a 2 de dezembro, como fra publicado por
engao.
Neste da effectuar-se-ha a da corte.
. As refiexes que consignamos acerca da po-
sigo da ponte da Aurora foram devidameola
consideradas pelo Exm. Sr. presidente da provin-
cia. Todava nao podem ser attendidas de pre-
sente, porque para alinha-Ia com a do Recite,
dara lugar a uma diagonal, cujo resoltado seria
inutilisar as pegas j fabricadas, accrescendo a
isto que a exteoso seodo maior do que a contra-
tada, produziria tambem maior dispendio-
O vicio pois original, e assim a sua curreceo,
se nio impossivel, ao menos difflcil na ac-
tualidade, iodo entender com esjipulages do
contrato. "
Nu entretanto nao podemos omiltir os nossos
votos de gratido pela importancia que ligou S.
Exc. s nossas considerages a respeito, e que 86
tireram por fim o embellecimento do ponto, a
que nos referamos.
No dia 22 do correte tem lugar, na Con-
ceigo dos Militares, a fesliridade religiosa de
Nossa Senhora da Escada, hareodo a respectiva
irmandade empregado todos os esforgos possiveis
para o abrilhantamento della.
E' orador da festa o Rvm. padre mestre Leo-
nardo Joao Grego, do Te-Deum o dicono Jos
Estoves Vianna, alumno do 3* anno do curso
theologico do seminario de Olinda.
Por forga do aviso do ministerio da guerra
de 17 de julho prximo passado, que deslarou so>
serrar as pensos de que elles esto prvidos,
aioda que sejam accideotalmento superiores as'reino por. m extracto do" pVowno'VorbVua'so'-
--------------, -,-----------------------------. D__...._ ......... p.w-
vincla apresentava um aspecto lisoogeiro, subin-
do a safra annual um resultado de oiteota mil
saccas de cinco arrobas cada ama ; o que dava
um computo de quatrocentas mil arrobas de pro-
ducto liquido. Mas esta cifra, pela coocurrencia
dos Estados-Unidos, baixou quarta parte dentro
em pouco, assim como o prego de 109 por arro-
ba, de que gozara o algodio, foi reduzido o de
4f ; ralo que a differenga entre este nosso pro-
ducto e aquello dos estado norl'amerlcanos era
palmar.
Com effeito, quando o algodao daquelle ponto
sublimara em qualidade, o nosso por um mori-
mento inverso de cultura descia de importancia
especifica ; e assim oullificaya-se em presenga
daquelle nos mercados da Europa. Este effeito
porm nao pode e nem deve ligar-so, n'uma
apreelaco illustrada, condignos do solo, que
repugoassem com essa natureza de plaotago ; a
rios que nio tiverem aspirages de accesso, qua
devem ter os cadetes, sao obrlgados a rsatituic
aos cofres o que tal titulo houverem recebido.
as pragas, que provarem achar-ae as circums-
tancias de justificar cadete.
Nao podero ser reconhecidas como taes aa
mesmas pragas stm previamente barerem reali-
sado a indicada restituigo, segundo o determl-
nou a ordem do dia n. 277, expodida pela repac-
ligo do ajudaote-general.
Foi nomeado para o lugar de subdelegada
do districto de Catende, na colonia'de Pimeotei-
ras, e freguezia do Bonito, o Sr. capitao Christo*
rio Jos Machado ; risto que pela mudaoga 4a
domicilio do Sr Joaquim Cordelro Ribeiro Cam-
pos, quo o exercia, considerou-se o mesmo lugar
rago.
O Sr. lenla de Ia liona Manoel Dionizio
de Soma acha-se nomeado subdelegado da fre-
._r_0------_ ww .. MU.u.c.a uo pamela i o oooiu scoa-se nomeaao suoaeiogiao da tro-
sua cauaa asseotara no mal amaohado dacoihei- guezia de Aguas-BslUs, cuio logar fot considera
ts, na negligencia e no morimenlo automticol do rago.
mam
mms



, DIARIO DI HMAMBUCO. TERCA FEDU 17 DI 5ETEMBRO E 1811.
-^ Por portara de' 12 do correte foram no-
rteados para 1, 2o e3 supplentes da subdelega-
ca de Piraenteirss os Srs. Manoel Carneiro Va-
cilado Freir, Francisco Marciano de Araujo Lima
e Jos Jernimo Vieira.
Acha-se nesta cidade o Sr". professor em
homeopathia Carlos Viard, procedente de Ha-
eei, onde dos informara que fez S. S. ptimos
curativos pelo syaema de Hanuhana.
Assumio o sr. Dr. Francisco Domiogues da
Silva o ejercicio o juio Itos feitoa da lazepda,
para que [Ara comeado.
Passando o Sr. Dr. juiz municipal da i' va-
sa a occupar a 2* do direita gesta comarca, vaga
pela nomesco do Sr. Dr. Domiogues da Silva,
jtrou em exercicio daqualta Ia vara o supplen-
e Sr. Dr Manoel Itoreira Guma.
Reassumio o Sr. Dr. Francisco de Araujo
Barros o eiercicio da,2* vara municipal deste
1ermo.
Hoje celebram os tetceiros da ordem de S.
francisco a fesla do seu padroeiro, com a pompa
brilhantismo que sem dar-lhe sempre que a
lazero. Prega ao evangelho o Rvm. Sr. D. abbade
deS. Beato de Olinda. A msica de orchestra
ser dirigida pelo Rvm. Sr. padre Primo Felicia-
no Ta va res.
Offereceram-nos i respeito o seguinte soneto :
L na Italia feliz, no co luzeote
Uao novo sol seu gyro tem mareado.
Tres virtudes tem elle consagrado.
Entre as obras do ser Omnipotente.
Humilde e grande, pobre e florescente,
Gasto, e Pai fecundo venerado
Desta famosa ordem que tem dado,
Varea ao'co, a ierra fructo ingente.
Este o hroe a'Assis a quem decanto 1
Francisco, o serafim de forma humana.
Fundador, Patriarcha ; e grande Santo 1
Astro benfico sobre a trra ufana,
Gloria de Italia, e todo seu eucauto,
Servo de Ghristo, as chsgas oirmana.
/
O Sr. Dr. Doria adiou para 7 de outubro
prximo a abertura da sesso do jury do termo do
Recife.
Amanha se dever exlrahir a 7a parte da
4* lotera do Gymnasio Provincial.
Os dous menores, que foram presos na fre-
guezia do Recife de que trata osfactos diversos
o Constilucinal so um tambor do batalho da
guarda nacional de San-Jos, tendo sido este en-
tregue ao seu commandaote e aquelle a sua fa-
milia.
Hontem 16 do correnle, celebrando o padre
Primo Feliciano Tavares a missa das 8 horas na
igreja matriz do Corpo Santo, entrou o louco
Caetano de tal. e qulz tomar o calix, accudlram
Igumas pessoas, e conseguiram retira-lo do al-
tar, sendo depois conduzido para o arsenal de
marinha por algnns meninos da companhia dos
aprendizes do mesmo arsenal.
Nesse mesmo da, na ra do Pilar, Guilher-
tne Coulinho ferio levemente Flix Ferreira dos
Santos com uma faca, o agressor evadio-se arre-
mcssando sobre o telhado da casa u. 6 dita faca.
O subdelegado do Recife mandou procura-la, e
ahi eocontrou-a do que mandou lavrar o compe-
tente termo d'achada.
Os Srs. Drs. Antonio Agripioo Xavier de
Cnio e Jos Soriano de Souza lizeram exame de
anidarte era Alexandrioa Maria Francisca, e ves-
loriaran) Flix Ferreira dos Santos para o que
foram chamados e immediaUmeBle se prestaran).
Haycndo a contrara da ordem terceira de
S. Francisco mandado preparar, na cidade do
Porto, diversas alfaias de prata, e encontrando
es no Commercio, jornal dessa cidade, o seguin-
te artigo, Do podemos furtar-oos publcalo :
Consta-nos que o artista o Sr. Daniel Pinto
Sania Catharina, vai subraelter exposiglo alguns
objectos de arle, fabricados na sua officioa.
Com muilo prazer vimos uma rica cruz de ar-
*orarfeita com muita mestriae emquese v que
ha entre nos artistas de verdadeiro merecimento
Todo o irabalho sorprehende, e com espe-
ialidade o trabalho de cizelador, talvez do dosso
primeiro artista nesse genero, o nosso amigo Jos
Pereira Leito que primou no desenho e correcr^ao
le trabalho. Ufanmonos de ter entre nos artis-
tas que em cizelpodem competir com osmelhores
cstrangeiros.
Vimos tambera urnas ricas alanternas, uma
caldeira para agua benta, feita por um hbil ci-
zelador o Sr. Luiz Jos Nanos, artista encyclope-
dicoe de grande merecimento.
Um vaso para communho e differentes ob-
jectos de gosto.
Estas obras sao para a irmandade de Sao
Francisco de Pernambuco, e v6-se em todos os
objectos uma medalha cunhada com as armas da
mesroa ordem.
O cunho para estas medalhas oi feito pelo
nosso rouito ccnhecido artista o Sr. Jos Moguei-
ra Molarioho. O cunho tem muito merecimento
artstico, mesmo porque o Sr. Molarioho nesta
espedalidade curioso e nao artista de proBssao.
Esperamos que o jury que tem de avahar as
obras indicadas, o apreciar o immensissimo tra-
balho do melado da cruz, e o julgar com jus-
lir;a.
O mesmo expositor exhibi um rico servico
para cha, composlo de seis pecas, que merecein
alterlo.
Publicamos abiixo a eleijo da irmandade
acadmica de Nossa Senhora do Bom Conselho,
erecta no convento dos religiosos de Santo An-
tonio.
Juiz.
Sr. Dr. Aprigio Jusliniano S. Guimaraes.
Secretario.
O Sr. acadmico Manoel Joaquim dos Santos Pa-
tury.
Thesoureiro.
O Sr. Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
Procuradores.
Os Srs. acadmicos :Miguel Bernardo Vieira de
Amorm, AdIooo de Oliveira Cerdoso Guima-
res, Manoel Machado Lemos, Augusto de
Araujo Santos, Joaquim Antonio da Silveira
Jnior.
Adjuoctos.
Os Srs. acadmicos :Joo de Albuquerque Ro-
drigues, Francisco Araiotas da Costa Barros,
Ignacio Accioly de Almeida, Olympio Eusebio
de Arroxellas Galvo.
Mu.
A Exms. Sra. D. Carlota Soares Raposo da C-
mara, mulher do Illm. Sr. Dr. Gabriel Soares
Raposo da Cmara.
atrista.
A Exma. Sra. D. Maria Baptisla Ferreira Campos,
mulher de Illm. Sr. Jos Baplista Ribeiro de
Paite.
Mordomas.
As Exmas. Sras.:D. Anos Luiza de Barros
Bandeira de Mello, mulher do nosso irmo o
Illm. Sr. Dr. Jlo Capittrano Bandeira de Mel-
lo Filho.
D. Luiza de Vascoorellos Menezes de Drum-
mond, mulher do Illm. Sr. Dr. Antonio de
Vaaconcellos Menezes de Drummood.
D. Emilia Augusta de Oliveira Coelho, mulher
do ooso irmo o acadmico Virgilio de Gus-
mo Coelho.
D. Ermina Amalia Guimaraes Silveira. mulher
do nosso irmo o acadmico Maneel Joaquim
Silveira.
D. Luiza Eudoxia Baptisla, filba do Exm. Sr.
conselheiro Dr. Francisco de Paula Batista.
D. Rita Barbosa Lima, mulher do nosso Irmo o
Illm. Sr. Dr. Joaquim Barboss Lima.
D. Maria Theodora da Costa Ferreira, mulher do
Illm. Sr. Dr. Jos Mamede Aires Ferreira.
D. Cordolina da Silveira Los de Almeida, mu-
lher do Illm. Sr. Francisco Mamede de Al-
meida.
C. Maris Rosa do Passo Silveira, mulher do
Illm Sr. Joaquim Antonio da Silveira.
D. Joannna Amelia do Amaral, mulher do Illm
Sr. Bemviodo Gurgel do Amaral.
I). Anna Carolina de Carvalho, mulher do Illm.
Sr. Jos Maria de Carvalho.
1). Marianna Jos de Moraes, mulher do Illm. Sr.
Francisco Xavier de Andrade.
Passageiro do brigue brasileiro Y los, viu-
do do Rio de Janeiro : O cadete Amaro Fran-
cisco de Monvs.
Passageiros de nieta brasileiro Invtnsivel,
iodo do Aracaty : D. Maria Felipas dos San-
tos. D. Florinda Maria dos Santos, D. Josephina
Leopoldina de Albuquerque e 1 estrato a en-
ligar.
MORTAUDADI DO BU 15.
Benedicto, Pernambuco, 60 annos, olteiro.
Recife ; apoplexia.
Eo iha Saturnina de S, Pernambuco, 28 an-
uos, solteirs. Boa- Vista ; encephalite.
Achelino, Pernambuco, 10 mezes, Santo Anto-
nio ; convulsoes.
Manoel, Portugal, 30 annos, solteiro, Boa-Vis-
ta ; hydropesia.
Manoel, Pernambuco, 2 horas, Boa-Vista ; es-
pasmo.
16 -
Jos Antonio de Oliveira, Portugal, 41 ancos,
viuvo. Boa-Vista ; cerebrite.
Achelina, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos ; con-
vulsoes.
Benedicto, Pernambuco, 4 annos, escravo, San-
to Antonio; tuboreulos.
Emilia, Pernambuco, 4 annos, S. Jos ; convul-
soes.
CONSULADO PROVINCIAL.
Relaco das casas abaixo menciona-
das, que sotTreram altcraccs no
presente lancamento, feito pelo lan-
zador Coelho, a saber:
Rus Direita.
Numero 86.Joaquim Carneiro Ma-
chado Ras, um sobrado aom uma
loja e 2 andares arrendado por... 850JOOO
dem 120.Herdeiros de Sebaslio
Mauricio Wanderley, um sobrado
com uma laja e 2 andares arren-
dado por.......................... 1:056*000
dem 93.Viuva e herdeiros de An-
tonio Ignacio da Rosa, um sobra-
do com uma loja, 2 andares e so-
to arrendado por................ 1:0809000
dem 97.Irmandade do Santissimo
Sacramento de Santo Antonio,
uma casa terrea arrendada por. 240jjOOO
dem 103.Herdeiros de Maria Ma-
ximina Mequcliua de Carvalho,
uma casa terrea arrendada por... 300*000
dem 107.Viuva de Miguel Nunes
Ferreira Guimsres, uma casa
terrea arrendada per............ 240J000
dem 109.Amaro Jos dos Praze-
res, uma casa terrea arrendada
Por ............................... 240*000
dem 117. Antonio Joaquim dos
Santos Andrade, um sobrado com
uma loja e 1 andar arrendado
Por................................ 420*000
dem 121.Manoel Tereira Caldas,
um sobrado com uma loja e Can-
dares arrendado por............. 600*000
Ra de Aguas Verdes.
Numero 50.Jos dos Santos Ne*9s,
um sobrado com uma loja e 2 an-
dares arrendada por.............. 780^000
dem 64.Joaquim da Silva Torres,
u' sobrado cora duas lojas e 2
andares arrendada por............ l:308S00O
dem 68Ordem Terceira do Careno,
uma casa terrea arrendada por. 3G0$000
dem 70.Jos Antonio Bastos, um
sobrado com uma loja e 2 andares
arrendado por.................... 756*000
dem 7*.Francisco Jos da Silva
Maior, uma casa terrea arrendada
..Pr-"............................. 240*000
dem 86.Jos da Costa Dourado,
um sobrado com orna loja e 2 an-
dares arrendado por.............. 1.020*000
dem 94. Francisco Antonio das
Chagas, urna casa terrea arrendada
Por................................ 240IJ000
dem 100O mesmo, um sobrado
com uma loja e 2 andares arreo-
dado por.......................... 684*000
dem 107.Senhorinha Maria Quin-
tal, uma casa terrea arrendada por 300*000
Idom 33.Joo Baptisla de Olivei-
ra, uma casa terrea arrendada
. Pr--............................. 300*000
dem 35. Dr. Antonio de Souza
Cirne Lima, uma casa terrea di-
vidida em duas arrendada por.... 360*000
dem 37.Miguel Francisco de Sou-
za Reg, uma casa terrea arren-
dada por......................... 300g000
dem 39. Francisco Antonio das
Cbagas, uma casa terrea arren-
,,dad!il0r.......................... 144S0OO
dem 57.Herdeiros de Jos Maria
de Jess Huniz, uma casa terrea
arrendada por................... 240*000
Ra de Hortas.
N. 104. Galdino Temistocles Ca-
bral de Vasconcellos. um sobra-
do com uma loja, um andar e so-
lo arrendado por................ 624*000
dem 106 Lourengo Jos de Mo-
raes Carvalho, um sobrado com
uma loja e um andar arrendado por. 636*000
N. 120.Seminario de Olinda, uma
casa terrea arrendada por........ 240*000
dem 142.Viuva de Jos Diogoda
Silva, um sobrado com uma loja e
dous andares arrendado por 852*000
dem 43. Francisco Jos Leile,
uma casa terea arrendada por.. 144*000
dem 47.Leandro Martins Filgoei-
ra, uma ;casa terrea arrendada
Pr"............................. 192*000
dem 55.Francisco Ferreira Soa-
res, Anna Luiza e Joaquina Fer-
reira Soares, uma casa terrea ar-
rendada por...................... 240*000
dem 57.Rosa Maria de Freitas,
uma casa terrea arrrendada por.. 300*000
dem 59.Francisca Maria dos Pra-
zeres, uma casa terrea arrendada
Pr--............................. 120*000
dem 61.Antonio Joaquim de Sou-
za Ribeiro, um sobrado com uma
loja e um andar arrendado por... 360*000
dem 71.Joaquim Jos de Parias
Neves, uma casa terrea divida em
duas arrendada por.............. 288*000
dem 75.-Francisco Baptista de Al-
meida, uma casa terrea arrenda-
*< Por............................ 192*000
dem 77. Antonio Gongalves de
Moraes, uma casa terrea arren-
dada por.......................... 240*000
Rui dos Martyrios.
?.Viuva e herdeiros de Pedro
Ignacio da Cunha.um sobrado de
dous andares arrendado por........ 620*000
dem 6. Francisco Antonio das
Chagas, um sobrado com uma
loja e dous andares arrendado
Pr............................... 600*000
[Continuarse-ha.)
Exposico agrcola.
ACTA DA PRWE1RA SESSO DA COMMISSO DIRECTORA.
Aos dous dias do mez de setembro do anuo do
Sonhor de mil oitocentos e sessenta e um, qua-
dragesimo da independencia o do imperio, em
uma das salas do palacio do goveruo de Pernam-
buco, na cidade do Recife, s 11 1/2 horas da
maoha, achaodo-se presentes o Exm. Sr. presi-
dente da- provincia e o commendador Antonio
Marcelino Nuoes Gongalves, e reunida a com-
misso por elle nomeada para dirigir a Exposigo
Agrcola, que, na forma das inslrucc,es do go-
verno imperial de 8 de agosto Ando, dever ter
lugar nesta capital no mez de dezembro vindou-
ro, a saber: como presidente o Exm. Sr. viseoo-
de de Suassuna, e como vogaes os Srs. baie do
Livramento, baro de Muribeca, commendador
Manoel Goncalves da Silva, commendador Ma-
noel Figueira de Faria, Dr. Jos Joaquim de Mo-
raes Sarment, Dr. Joaquim d'Aquino Fonceca
Dr. Gervasio Rodrigues Campello. Ignacio de Bar-
ros Barrelto. Francisco Ferreira Borges.e Dr. Joa-
quim Pires Machado Porlella, faltando os Srs. com-
mendador Antonio de Souza Leo e Antonio Mar-
ques de Amorm, deu-ie por aberts a Ia sesso
da supradita commisso, afim de terem comeco
os respectivos trabalhos.
O Sr. presidente da commisso designou para
secretarios os Srs. Dr. Joaquim d'Aquino Fonca-
ca e Joaquim Pires Machado Portella, que toma-
ra m logo seus lugares.
0 Exm. Sr. presidente da provincia disse que
nao obstante o offlcio que havia dirigido s cada'
um dos Srs. membros inteirando-os do objecto
da commisso, passs ler-lhes o aviso que rece-
bara do ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas de 31 de julho, sob n. 15, do theor
seguinte :
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
agricultura, commercio obras publicas em 31
de julho de 1861.Illm. e Exm. Sr.Tendo o
governo imperial resolvido que em algunas pro-
< viudas do imperio se faca uma exposico de
< productos naturaes e industriaes. nao s pro-
prios, como dos que lhe sao limitrophes, ou
que lhe fleam mais prximos, e Modo isa uma
t dai designadas para esta gm, remello i V, Exc.
c as instrueces que organisei para regular eate
c servico, e cuja execuQo recommendo-lhe roui-
t lo, devendo V. Exc. nomear iramedistamente
a commisso de que ellas tratara, e escotber a
< localidade em que mais convier fua&ea a es-
te posigo. Nesta dala se expedem aristiS'BC' pra-
sidentes das referidas provincias, paia que'con-
t videra a populaeo respectiva i concemr, e-
viando para ahi os artigos daa localidades II-
mitrophes, que estiverem na caso de figurar
na eiposicjo, deveodu V. Exc. com elles eo-
tender-se os forma daa ditas insttucces. Tem
igualmente o mearao governo Imperial resolv-
< do tomar parte ua exposico internacional que
dte ter lugar em Londres esa 1862; e, paria,
cumpre que V. Exc. agencie e acquisieo d'a
quelies objectos, que, parecendo mais dignos
c de ser levados esta exposigo, mas nos con-
venham sejam ali apreciados, e que melhor e
mais aproximada idea ooaaaa4ar na Europa
c das grandes riquezas, e dos immensos recursos
a naturaes de que o paiz dispoem, e bem assim
do grao do nosso adiantamenlo as artes e of-
c Ocios.
a Devo, entretanto, notar que, nao se echando
< habilitado pelo corpo legislativo com os meios
necessaros para taea acquiaicoes, visto que na
c lei do orcamenlo vigente nao ha verba consig-
nada para esto servico, nao pode o governo
c imperial autorisar a applicaeo de grande quan-
lia para a sua realiaaco, e por coosequencie
V, Exc. procurar economisar, quanto fAr pos-
sivel, o crdito de um cont de ris (1:000*00)
a que para estes raisleres fica concedido, e que
a opportunamenle ser posto sua disposigo.
< Com este Qm lembro i V. Exc. que poder-so-
c hia fazer a exposico no palacio desaa presi-
deocis, o que evitar o dispendio do sluguel.
a Fica tambem entendido que pelos meamos mo-
tivos nenhuma gratficaco pode ser abonada
< aos individuos que eompozerem o jury da ex-
posicao. Na imposaibilidade de obter-ae gran-
< de copla de objectos, que para o m tiverem de
ser adquiridos, vista a limitago da quaolia de-
a signada, cumpre tirar-se o maior proveito des-
ee ts, o que se conseguir, haveodo da parte de
V. Exc. e da commisso todo o escrpulo na
g escolha de taes objectos. Recommendo por
ultimo i V. Exc. que dos gneros coramuos so-
mente remella a quaotidade aufficieote para po-
te derem ser bem apreciados^na exposico, e que
as amostras de madeiras tenham as dimensoes
ee marcadig no art. il das referidas iostruegoes.
c E' este um servido que o governo imperial
considera de summa importancia para o desen-
volvimento do paiz. e, pois, do zelo e boa voc-
ee tade de V. Exc. espera que sejam aptainades
quaesquer diCSculdades, que por ventura se
ee aoteponham sua realisago.
er Deus guarde V. Exc. Manoel Felizardo
de Souza e Mello Sr. presidente da provin-
ee cia de Pernambuco.
Em seguida o mesmo Exm. Sr. vez ver com-
misso que em cumprimento do referido aviso
havia dirigido aos Exms. presidentes daa pro-
vincias do Maranho, Piauhy, Cear. Rio-Grande
do Norte, Parahyba, Alagas e Sergipe as circu-
larea constantes das copias, que leu e oiTereceu
commisso, para cuja coadjuvagio j liaba ex-
pedido s cmaras municipaes, juizes de direito,
juizes municipaes, delegados de polica e vigarios
as circulares, cujas copias tambem leu e offere-
ceu commisso.
Disse mais que tendo posto disposico da
commisso o andar terreo do palacio do governo
para nelie ter lugar a exposico. deliberasse ella
sobre a conveniencia desse local, ou indiossse
outro mais spropriado : foram todoa os membros
de opinio que por diversas considerares era
este com efieito o local preferivel. Declarou
tambem que puuha desde j disposico da
commisso, nao so um em pregado da secretara
do governo para os trabalhos de escripia, como
mil exemplares das supraditas instrueces, que
havia mandado reimprimir para serem distri-
buidas.
O Sr. Dr. Sarment apresentou, e foi por todos
approvada a seguinte indicarlo :
A commisso uma, e todos os membros
devem contribuir para tudo quanto for do seu
bom desempenho.
ee Para facilitar este intento torna-se preciso
subdividir a commisso era secces compostas
cada uma dos membros mais habilitados para os
trabalhos mais especiaes das diversas secces.
O arranjo da casa, comprehendeodo a clas-
sicago e destribuico dos productos, requer
que os seus membros lenham visto exposi^es,
tenham coohecimenlos. especiaes, e meios. para
executar quanto possivei o que ae pratica era
taes casos, e enteodo que os membros mais ha-
bilitados para esta secejio, sao os Srs.:
Baro do Livramento. m ...
Dr. Gervasio Rodriguee. fos&pello.
Dr. Joaquim de Aqino FooMca.
ee Sem haver quem excite individualmente a
vontade de contribuir para a exposico, quem
pega amostras a insista pessoalmenle, ou pelas
suas relaces para os conseguir, bem poucos ee-
ro os productos expostos. Para este nra deve
haver duas commisses, uma para a cidade e
seus suburbios, e outra para as comarcas. A
extenso das relaces a principal aplido para
estas commisses, e por isso propooho para pro-
mover a vinda de amostras do interior da pro-
vincia, os Srs.:
Baro de Muribeca.
Commendador Manoel Gongalves da Silva.
Commendador Aotonio de Souza Leo.
Dr. Ignacio de Barros Brrelo.
Para censeguirem amostras dos productos
da cidade e seus suburbios, os Srs.:
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella.
Commendador Manoel Figueiroade Faiia.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
ee Sem diligencias nossas nao devemos contar
com abundancia de amostras dos productos das
provincias limitrophes, e por isso convm que
os membros desta commisso mais relacionados
oessas provincias recorram seus amigos e co-
nhecidos para que promovam e aclivem a vinda
de amostras de productos, e por isso proponho
para esta seceo, os Srs.:
Francisco Ferreira Borgea.
Antonio Marques de Amorim.
O registro da entrada e aahida dos produc-
tos estar a cargo da secejio incumbida do ar-
ranjo da casa.
O registro das actas das aesses desta com-
misso e da sua correspondencia, ficar cargo
da pessoa de con fia oca do Exm. presidente da
commisso.
O secretario Machado Porlella lembrou que
para aproveitar-se o lempo, nao esperasse a
commisso central pela commuuicaco da no-
meaco das commisses de outras provincias, e
assim por intermedio do governo da provincia
se Ihes ofQciasse .logo no sentido das vistas e
planos da commisso central o que foi approva-
do. Iodicou tambem que exislindo na provincia
um Instituto Agrcola e uma Associaco Com-
mercial, a commisso lhes dirigase um officio
pedindo a sua colloboraco: foi approvada a
iodicaco, declarando o Exm. Sr. presidente da
provincia, que para tal Um j havia convocado
o dito Instituto.
AssenUndo-se em que a commisso tambem
por si se dirigisse diversas autoridades invo-
cando a sua coadjuvaco, e lenjo o j menciona-
do secretario uma circular aos juixes de direito
e municipaes, e outra aos vigarios, as quaes
foram approvadas, deliberou-se que ficasse ex-
clusivamente perlencendo mesa a approvacjio,
assigualura e expedico de circulares e demais
ofBcios.
E lembrando o Sr. Figueiroa a conveniencia
de se imprimirem tambem circuales do mesmo
seotido para serem expedidas com aa j citadas
instrueces, quer em nome da commisso di-
versas pessoas influentes, quer por cada um dos
membros a seus amigos em particular, foi isso
approvado, bem como a ponderaco que fez o
Sr. Dr. Aquino de que era nao so conveniente,
porm mesmo necessario, que em laes circulares
e igualmente pela imprensa, ae izesse bem pa-
tete a idea de que os productos, que se expo-
zerera, nao deixaro de continuar a pertencer a
seus duoos, aos quaes sero restituidos, uda a
exposigo, caso nao queiram os expositoraa ven-
de-los ou a commisso compra-Ios.
Foi unnimemente deliberado que a commmis-
so dirigase ao governo o offlcio do Iheor se-
guinte, que ficou logo assignado por todos os
membros presentes.
< Illm. e Exm. Sr. A commisso nomeada
por V. Exc. para dirigir a exposico dos produc-
tos naturaes e artiflciaes desla provincia, e ou-
tras limitrophes, agradecendo i V. Exc. a prora
de confiaoca que a asus membros deu, tem o
profundo aenlimento de confeaaar a sua impo-
tencia para dignamente desempenhir a ardua t-
rela a seu csrge.
A exiguidade dos recursos e da teapo para lio
dimcil empresa, a enormidade daa distancias, a
difflculdade dos tranaportes, e mesmo das com-
raunicaees, a pressa com que se ho de solicitar
ooa agricultores e dos industriaes as amostras de
awwpradoatoe sem Ibes dar tempo para oa levar
"***" perfeico; o nenhum habito, em
*" rVWoa.deslas grandes testas industriaes,
que sao hoje as maiores testas dos poros civili-
?^.ot. pareeeea a esta commisso outras tantas
diUlcuidades inssperaveis, e mais queaufflcienles
para Iba mostrar eminente um deaar quaai ioe-
vitas-al. *
Sebera que desanimada par astas conaidera-
Coea pooderou esta commisso por outro lado,
que naito convm aos iuteresees da provincia
coadjuvar as benficas intences do governo de
Sua Magestade, e que o deaar que nesta prl-
meira tentativa possf recahir sobre esta com-
misso deve ser supportada per seus membros
de preferencia a dar o mo exemplo de pouca
-dadiMcoooio bem publico, a por isso participa
a V. Exc. que veio dar o possivei cumprimento
s ordena do governo de Sua Magestade, e as de
V. Exc, confiando que todas aa autoridades, e
todos os boos cidadosa coadjuvaro n'um em-
penho, cujo resultado, a nao ser to bom quanto
possivei. neeessariamente ser desairoso para
todos nos.
. Dos guarde V. Exc Recife 12 de setembro
de 1861.Illm. e Exm. Sr. Antonio Marcelino
Nuoes Goncalves, presidente da provincia.
Assentou-se finalmente que a commisso ce-
lebrasse uma sesso todas as semanas, na quinta-
fera. s 7 horas da noite. nesta sala que o Exm.
Sr. presidente da provincia pucha disposico
da commisso.
E nao haveodo nada mais a tratar, deu-se por
encerrada a aeasd s 2 horas da larde,
Eu Joaquim Pires Machado Portella, secretario
da commisso, lavrei a presente acta, em que me
assigoo.Joaquim Pirei Machado Portella.
Correspondencias.
Comarca de Santo Autao.
Em 10 de setembro.
Sri. Redatores.O grande da do Brasil, 7 de
setembro, aonirersario da nossa imdepeodencia
poltica, foi aqu festejado com a maior enthu-
siasmo.
De vespera duas bandas de msicas marcial
percorreram a cidade, cuja maior parte das casas
estavam Iluminadas, parando em frente de algu-
mas, onde tovaram o hymno nacional : As duas
sociedades recreadoras deram o seu baile na noute
seguinte, que foram ambos muito coocorridos de
cavalleiros, e senhoras ; e as priocipaes pessoas
da cidade, bem eomo o juiz de direito o Sr. Dr.
Jos Felippe de Souza Leo, repartalo as ho-
ras, assistio a um, e outro para aatisfazer os seus
convites ; seivindo-se do cha. ministrado com o
possivei asseio. na baile do salo da casa da mu-
nicipalidado, coojuutameoto com oa Srs. coronal
chefe do estado maior Jos Cavalcaote Ferraz de
Azevedo, e delegado de polica alteres Alexan-
dre Jos de Holanda Cavalcante, e outros se-
nhores.
As salas de ama e outra aociedade estavam de-
centemente decoradas, e bem illumioadas, e so-
bresahia aiada mais o sea brilho pelos matises
do bello sexo ah reunido.
De alegre record a i^oes ser sempre para os bra-
sileros o dia 7 de setembro, como aquelle, em
proclamada a independencia da metropole, e
Brasil figurou entre as nagoes livres.
Deixaodo agora de parte esta noticia a mais
agradavel, vamos por-vos a par de outras, e prin-
cipiaremos pela refutaco de uma aranzel que
appareceu na folha Ordem de 3 do correte mez
fazendo-oos ver, que nao exacto, quanto ali
se diz relativamente ao Dr. juiz de direito desta
comarca o Sr. Jos Felippe de Souzb Leo, cuja
probidade, honraiez, exactido, eslo a toda
prova.
O noticiador nao vai fazer a defesa deste hon-
rado magistrado ; porque os seus setos sempre
de accordo com ajustica, e honestidade nao care-
cer por certo da defeza da nossa fraca pena ; mas
amigos da verdade nao podemos, e nem devemos
emudecer, quando observamos, que a paixo es-
tromada, e oo arazo, pretende, porem debalde,
menos cabar ao magesldo, que a todos os res-
peito nos merece attenco.
Ali se diz que o Sr. Dr. Souza Leo somente
tem nesta comarca cinco amigos, cujos nomes
sao indicados; e que lodosos mais sao seus ioi-
i migos, entrando oeste numero o Exm. Sr. ba-
ro de Ulioga, a familia dos Sra. Monteiro, Dias,
oo engeoho Jundi da Escada, a dos Srs. Carnei-
ros Lees, e outros.
Semelhaote proposico por de mais inacridi-
tayel, e nao merecera na verdade aa honras da
refutaco, se os impressos nao corressem, e nao
fossem lidos fra da provincia. Ioacredilavel b
repetiremos, e da nossa descienda vamos dar a
razo.
Para que essis pessoas e familias, a quem se
refere o communicante da Ordem fossem inmi-
gos do Sr. Dr. Souza Leo, mister seria, que fos-
sem amigos do magistrado corrupto, immoral,
prevaricador, falsificador, e injusto : mas nao
sendo possivei admittir a respeito de pessoas to
probas um semelhante juizo, estamos convenci-
dos, e mesmo declaramos alto e bom som, e sem
medo de errar, que sao amigo do magistrado in-
corrupto, honesto, moratisado, e jusliceiro ; e
sendo o Sr. Dr. Souza Leo um destes magistra-
dos ; segue-se lgicamente que essas pessoas
nao podem ser suas ioimigas.
Se as opioioes polticas de algum desees Srs.
divergem da do Sr. Dr. Souza Leae, essa diver-
gencia nao ser por certo bastante para constitui-
os inimigos : por quanto o autor da natureza
formando o homem o dotou com a f ontade, o li-
berdade ; e por isto dar haver tolerancia no
eiercicio destas funces.
De mais sabemos nos, e sabem todos, que os
priocipaes membros deseas familias, o por con-
secuencias todas ellas entretem mais, ou menos
relaces com o Sr. Dr. Souza Lao : bem como
o Sr. major Andr Dias de Araujo, senhor do en-
genho Noruega, da freguezia da Escada, princi-
pl membro da familia dos Srs. Dias ; o Sr. ca-
pilao Antonio Marques de Holanda Cavalcante,
delegado da freguezia da Escada, genrodo Exm.
br barao de UUnga ; o mesmo Exm. Sr. baro ;
o Sr. Manoel Antonio de Queiroz Monteiro elei-
tor desla freguezia, filho do Sr. eapilo Caetano
V.orreia de Queiroz, genro da Exma. Sra. D. Lt-
bania de Queiroz Monteiro, senhora do engenho
Menhocas ; o Sr. lente-coronel Francisco de
Barros Correia de Queiroz, major Cristo vio de
Barros Correia de Queiroz e seus manos. Emfim
para que estamos com este trabalho, se toda a
maiona dos cidados honestos desta comarca
respeitao as ptimas qualidades do magistrado,
como o Sr. Dr. Souza Leo ?
Qual o brasileiro sensato que ser inimigo do
magistrado, que deaeja, e trabakha para a mora-
lidade de sua patria, nao deixando impunes os
crimes ? *
Qual o oidado bem morigerado, que poder
ser inimigo do magistrado, que nao pactua com
o criminoso ?
Qual o amigo da ordem, que odiar ao magis-
trado, que se tem sacrificado pela manulenco da
mesma ordem publica, e respeito devido aa leis
do paiz r
Nonhuma certimenle.
Ora, se o Sr. Dr. Souza Leo um destes ma-
gistrados bem coohecido nesta nossa provincia,
sero somente seus inimigos aquelles que peusa-
rem diversamente, isto que applaudirem o
crime, a corrupeo, a immoraiidade, aprerarica-
Cao, e a iojustica.
Tambem nao exacta a denominacao de per-
seguidor, que ali se d ao Sr. Dr. iuu de direito
Souza Leo.
Dizei-nos qual a pessoa, a quem este magistra-
do tenha perseguido j como juiz, j como par-
ticular ? Nao apparecer.
Por ventura aer perseguirlo appellar das di-
cisoes do jury, quando o juiz nao so conforma a
vista das provea doa autos, e evidencia resultan-
te dos debates? Nimguem dir que sim.
Onde eslo esses imita e tantos procesaos de
respoosabilidade, que dizeis feitoa noreste magis-
trado, com o fim de peraeguigo ?
Ser por ventura perseguir a punigo dos
carcereiros, que tem deixado fugir os prezos sob
sua guarda ?
Ser-peraeguico a punico dos scfivaes da
aubdelegacia, que demoraran} o processo de um
preso por mais de anno ? Do que falciflcou o
seu livro de notas ? Do que faltou ao cumpri-
mento de seus deveres ?
Ser perseguido o processo instaurado contra
o inspector de quarleirp, que prenda pelo ma-
lo oa pobres camponezes e os soltava recebendo
dinheiro ?
Ser perseguido punir o subdelegado por Mi-
sos llegaea.
Sata persaguico instaurar por ordem do gover-
oo o processo contra o delegado de polica (oo
o actual) por complicaces de entesaos de dinhei-
ros as cuotas relativas a sustento dos presos po-
bres ? r
Ser por ventura perseguido o processo ins-
taurado por denuncia do ex-promotor Dr. Para-
guass contra o juiz, que conserrou os priso
por mais tempo, do que devia, o reo, que baria
cumprido o tempe de sua sentencia f
Ser finalmente perteguico mandar instaurar
processo contra aquelle, que era suspeito de fer
falsificado huns autos Crimea ?
Somente aquelle, que estiver allucinado da
caga paixo, podar dizer, que os processos ins-
taurados por taes fados sao coosequencia de per-
segateo.
Permitta-se-nos dizer que, se todos os magis-
trados da nossa provincia assim praticarem, oo
restar duvida, que a moralidade ir era progres-
si ro augmento.
A tanto chega o cynismo, e acegueirada pai-
xo em sea apogeo, que se equipara o Ilustrado
ao idiota ; mais o juiz, que assim o julga, nao o
mais proprio para dar eata sentencia ; per que lhe
faltam os necessaros coobecimeotos; e se algu-
ma outra iotelligencia, cujo dedo nao ignora-
mos, Ibe serva de aseessor ; tenha a bondade de
dtzer-lhe, que preferivel, segundo a opinio
de bons pensadores, a honradez esclarecida,
scienoia corupta por mais elevada, que seja.
Vamos anda dar-nos uma noticia lisoogeirs,
e verdadeira.
Antes de chegar a esta comarca o Sr. Dr. juiz
de direito Jos Fillpe de Souia Leo (o foro des-
ta cidade, (permuta se-nos dizer) nao mereca a
eoofiauca,#credito, que hoje tem adquirido;*, e
eremos que este faci multj? tem contribuido para
o augmento da populaeo desla cidade, creci-
meoto do commercio, ediQcaco de predios ; por
que todos se julgam garantidos em suas honras,
vidas, opropriedades com o apoio daa nossas au-
toridades actuaos, que de certo nos merecem os
maiores encomios.
O delegado de polica, a quem o annimo da
folha Ordem que nos referimos, d um no-
me diverso, o Sr. alferea Alexaodre Jos de
Holanda Cavalcante, moco a toda prova activo,
e zeloso cumpridor dos seus deveres, e persegui-
dor acrrimo dos criminosas. Elle despresa so-
beranamente essas invectivas, ulnas do despeito,
e da sanhudaaaiva, deque se acha possuido esse
annimo, corrl^iem o Sr. Holanda nao quer pac-
tuar.
O certo que, ae o Sr. Holanda principiando
de pobre tem conquistado a posicao, em que hoje
se acha, e que a confessa o annimo, o princi-
pal motor da sua elevagao tem aido o seu mere-
cimento adquirido pela pratica de actos lcitos, e
honestos, o seu trabalho. Outro tanto oo tem
acontecido ao annimo que.ii quer, que elle seja:
por que pelas suas expresses demonstra a inve-
ja de nao ter lido mrito igual ao do Sr. Holan-
da, para occupar os logares, que este oceupa.
Tenha por tanto paciencia, e resignago, nao
esteja [to ceg de paixo ; por que o espirito
apaixonado nada faz com acert. Tem o Sr. Ho-
landa por sua guia, porte-se como elle se tem
portado, se quizer galgar as mesraas posices.
Enteode, Sr. annimo. Despresamos a paga do
conselho.
Todos sabemos, que certa sucia, cujo chefe
com fumabas de sabicho de a muilo tem pro-
curado enredar, e intrigar nao s 08 habitantes
desta cidade, seu termo, como os do toda co-
marca para os dividir, para d'esl'arle conseguir
o seu Qm, o desrespeito a primeira autoridade o
De juiz de direito o Sr. Jos Filippe de Souza
Leo, espinha que o chefe e sucios, trazem atra-
vessada na garganta, e que por mais promessas
a S. Braz, este cerrando os ouvidos, nao lhe tem
feito o milagre de alivia-los desse entrave, dei-
xsndo-os sempre engasgados.
Que se pretende de a muilo a remogao do dig-
no juiz de direito, que tanto tem contribuido
para a moralidade de toda a comarca, e com es-
pecial! Jade do termo desta cidade, nao consen-
tido, c-ue o crime levante a cerviz, e est a
toda evidencia.
Denuncias infundadas, e despeitosas tem sido
levadas ao tribuoal da relaco contra o probo
magistrado, forjadas por essa sucia desordeira.
E com que Qm ? De certo que para ver, se con-
seguem a sua desmoralisarao.
Baldados porm sero os seus esforcos : por
que o conspicuo, e illustradissimo tribunal da
relaco, composto de magistrados experientes, e
acujo alcance nao podem escapar essas tramas,
nao est constituido para salisfazer paixes infa-
mes, o sim* para fazer justiga ao mrito.
Estejam por tanto certos, que por mais, que
urdan), e tecaai no tear da infamia, calumnia, e
^^iga, nada conseguirao contra a bem fundada
Jpt'iao do magistrado, que tem sempre dado
wf) equivocas provas do seu amor ordem, a
moralidade, a honradez, e a impatcialidade ; e
que quanto mais inventaren! contra essa repu-
tagao, tanto mais brilharo as ptimas qualida-
des do magistrado, cuja sahida desta comarca
sena por certo uma calamidade, que affeclaria
internamente aos amigos da ordem, progresso
moral, e seu bem estar.
Mal estara o imperio da Santa Cruz, se pela
gritara descompaga de um, ou outro despeito, o
seu sabio governo fosse removendo a magistra-
tura de una para outros lugares, sem outra at-
tendencia mais que annuir a vontade dos grita-
dores.
Se fosse possivei dar-se um semilhante absur-
do administrativo, por certo que se augmenta-
ra o numero dos gritadores ; e o magistrado
honrado, que nao quizesse soffrer a remogo, ou
se retirarla da carreira magistral, ou se sujeta-
ria as suas infamias, e patotas ; e ento adeos
moralidade, adeos ordem.
Finalisamos esta com os seguinles versos de
Horacio :
Virtus intaoinatis fulget honoribus ;
Nec sumit, oec pooil secures
Arbitrio popularis urea.
At outra vez.
O Noticiador.
Senhores redactores.Lendo no sea Diario de
9 do corrala um chorrilho de mentiras e asnei-
ras sob a epigrnpheGommunicadocooheci lo-
go pelo phraseadoecomigo mais alguns, que ou-
tro oo ser seoo o proprio advogsdo do Sr. An-
looio Flix doa Saotos (por anthitheae...) que eo-
vergonhado por haver comprumeltido o seu
cliente, despeito da generosa paga de 50*000
por mo d'obra, como publico, da geringooga
que forgicou e deu-lb'a para publicar em seu
Diario de 20 de agosto Ando, em que aahindo
tosqueado pela roa causa e pela Ineptido da de-
fez, que dra brecha para aer batido com as
proprias armas, com seus proprios argumentos,
quizdar de quebrarem desafogo de seu amo des-
apuntado esse elogio fnebre, em tres dias depois
de seu funeral..... ou algum alugado com ser-
mo encommendado como querem outros, que
seja I...
Nao pretendo, senhores redactores, desmssca-
rara eate sycophaota que to dealeal me tere de
emboscada aob asquerosa capa do anonymo (meio
este j to desacreditado) por que felizmente j
vive mascarado, como a vil ra no lodo dos char-
coa que noa rallos se encontrara, quero somente
protestar do modo mais solemne que nao temo a
discusso, antes desafio a esse mariola, quem
quer que elle seja assalariado, que aponte nm s
fado de miuha vida publica e particular merece-
dor de punico. e aprsente contra mira um do-
eumento, um s attestado de pessoa boa e qua-
lificada de Beberibe, Escada e Podras de Fogo
que eu quero ser aecuaade porm com provas
nao com injurias e calumnias, como tem erto.
Eslou que sendo eate que to iniquamente des-
crevera peranle o publico, fcil ser a exibico
de provas dessas invectivase calumnias, que nao
sao mais do que labaredas de fogos fatuos, que
s podem atemorisar a nimos feminis. Quem
lem consciencitt do que diz ou escreve, nao se
oceulta, s achaodo-se eivado de vicios e de Cri-
mea... por que a defeza perde toda a forca pelo
anonymo e virulencia das palavras.
Aceito a lula no terreno honeato e decoroso
com cavalleiro de viseira algada, que preae e
eomprehenda o que aojahonra t vergonhae
aao com um charlalo obscuro, que ignora oa
preceitos da caridade e a saoda da boa educaco,
prelendendo nao obstante em aeu asoalico org-
Iho dar-me eoneelhos de mestre, q jando s
meslraco de esgrima e bonocos de borracha do
Par... e de moralidades excntricas que ensinar
talvex em alguma aala, que vendt ceira I.. Irra]
senhores redactores, ceosurar-me por que nao
tire oaridade com aeu amo, hroe bem celebrisado
na coala d'Afriea e em Baberibe por seos feitos...
e assacar-me ao mesmo lempo desapiadadamen-
te apodas e baldes os mais insolentes contra
um sacerdote pacifico, que nao tem crimes e nem
infamias que nsgregem sua fronte ? E' preten-
der despejadamente sombar da humaoidade!...
Diser que a Sr. Antonia Flix, s in nanuas San-
to respeitador daa leis e dos horneas, pacifico,
moderado e de exemplar conducta, sem exibico
de uma s prova, que desfaca os tactos apresen-
lados?... e despejar do charco immundo em que
se chafurda uma enflada de insolencias e de in-
sultos contra um sacerdote que nao tem as ma-
zellas que abundara a seu amo ? E' queimar mui-
to iosenso podre, que s denota muito servilis-
mo, e que o aereao foi encommendado I... OSr.
Aotonio Flix, de exemplar compartimento em
Beberibe TI Santa Hi de Deus 1 E' e bypocrisia
mais hedionda qaeliei vista em aaeus dias, a s
coofessada por um alugado com penetra nos
olbes I...
Ignorar a alagado que em dias do mes de fe-
reiro paseado do correnta anno appareceodo era
Beberibe o Eim. ex-presidente Arabrozio Leilo
da Luona, oo eoeoatrou uma autoridade, que o
recebesse e hospedasse, e que s schou todo o
agasalho e honrosa nosoedagem na casa do ne-
gociante deste Recife Antonio Bernardo Vaz Car-
valho, oode se demorara, sem que apparecesse-
lhe a autoridade policial do districto, que vi vendo
s era seu asqueroso estado, que de publica
notoriedade...eovergonhara-se talvez de compa-
recer ?
Ora, Sr. servidar, v vender seu peixe era ou-
Ire parte, que oo saiba onde existe Beberibe,
que aqui s tero por doudo, pois s atirou pe-
dradas e ms palavras I 1 ]...
Para dar uro solemne desmentido a ease As-
modeo, que expedlo emissario do Averno, e pa-
lomear o lisongeiro conceito, que gozamos do
Exm. diocesano, apresentamos o documento abai-
xo transcripto, dando poreamprida a nossa hon-
rosa missao, haveodo alias o respectivo cura
da S.
Sirvam-se, Srs. redactores, inserir s presente
em seu Diario, afim de que coovencam-se esses
detractores, que a humanidade nao congenita
com a vileza ; que nao posso servir de ovelha
frente de agujadas garras de um lobo faminto ;
que oa opinio dos homens de bem creio que nao
procedo mal, e na dos mos nunca estarei bem,
como faz convencer-me a noticia que lenho de
que j ae acha gemondo nos prelos do jornal a
Ordem, que sahir segunda ou terca feira prxi-
ma, uma diablica produegao de algum sevan li-
ja talvez de Olinda, eivado de vicios e de crimes,
que vera a soccorro de seu amo, ou serr tn/ie
dos Santos com opseulooymoo justo quan-
do era-lhe mais proprio o depravado sendo
seu conductor para ali um dos tranfogas do Re-
cife, que pretender o dom da ubiquidade de
morar no Recife, e volar na Cidade, por quah-
cacode Beberibe I...
De seu constante leitor, e assignante,
O padre Francisco Verissimo Bandeira.
Beberibe 12 de setembro de 1861.
DOCUMENTO.
Declaramos que Vmc. censure o procedimento
daquelles qae tiveram a ousadia de destelhar a
sacrista da capella de S. Boaventura, e de tirar
as portas e mais taboas do forro da dita capella,
e fazerem estribara e mangedora para carallos ;
e que recorra competente autoridade para fazer
queimar todos os utencilios profanados, reser-
vando a telha em algum lugar incgnito para
nunca mais servir.
Quanto ao cemiterio, deve Vmc. evitar pelos
meios seu alcance, qaje nelle se sepultera ca-
dveres emquanto nao estiver decentemente ar-
ranjado, promovendo (por caridade) sua perfeita
construeco.
Vmc nos partecipar o resultado desta nossa
providencia com a possivei brerdade.
Deus guarde a Vmc. Palacio da Soledade 13 de
maio de 1861. Joo, bispo diocesano.Rvm. Sr.
Francisco Verissimo Bandeira, professor publico
de Beberibe.
ERRATAS.
Na correspondencia do Diario de 5 do corre-
le mez, dirijida ao subdelegado de Beberibe.onde
diz atteslaodo a moralidale dos Srs. Antunes
leia-se, moradia, etc., que assim est no au-
tographro ; bem como perjurio, demasiado
em lugar de prejuio, diminuto, queseo
erros typographicos/qua nunca os rectifico, etc.
COMHKItClO.
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o 7- dividendo de 12#
por accao, relativo ao semestre lndo
em 31 de agosto prximo passado.
Alfandegra.
Rendimento do dial a 14. .
dem do dia 16......
238:0035198
12395gl83
250.398}381
fflovlmento da alfandega,
\ olumes entrados com fazendas..
com gneros..
Volantes sahidos com fazendas..
com gneros..
U
245
Descarregam hoje 17 de setembro.
Polaca hespanbolaIndiacarne de charque.
Escuna hanoverianaJupter idem.
Barca americaoaConradfariaha.
Brigue brasileiroHeoriquemercadorias.
Importacao,
Hiale nacional Invencicel, vindo do Aracaty
manifestou o seguinte :
940 meios de sola, 120 saccoa com 90 alquei-
resdegomma, 61 molhos com 1,220 pelles de
cabra, 2 barricas com 184 parea de celadoa, 1
embrulno com 25 libras de peones de ema, 4&
caixas com 61 srrohas e30 libras de cera de car-
nauba ; a Prente Vianna & C.
1 fardo com 54 pecas de a|godo trancado, 490
meios de sola, 33 molhos com 825 pelles de ca-
bra, 36 caixas com 51 arrobas e 28 libras de ve-
las de carnauba. 9 barricas com 44 arrobas e 20
libras de seba, 79 saceos com 37 li2alqueires de
gomma e mais 10 ditos; a orlem de diveraoa.
Hiate nacional SanfAnno, fiado de Abaca,
manifestou o seguinte :
158 alqueires sal; a ordem.
Brigue brasileiro Veloz, vindo do Rio de Ja-
oeiro, manifestou o seguinte:
785 barricas farinha de trigo, 12 caixotes ri-
cino. 2 ditos chapeos. 10 caixas cinzas azues. 10
fardos tecidos de algodo, i caixo papel pintado,
48 roloa e 40 latas fumo, 465 saceos caf ; a or-
dem de diveraoa.
Hiate nacional Sobralence, vindo do Acarac,
manifestou o seguinte:
21 saccoa com gomms : a Joaquim Vieira de
Barros.
\a jt08 -ila Franttco Jos da Silva Rales.
12 ditos feijo; a Joo Jos de Gouveia.
Brigue brasileiro Henrique, rindo de Lisboa,
consignado a Almeida Gomes Alves 4 C, mani-
festou o seguinte :
200 barricas farinha de trigo, 600 caixas bata-
tas, 300 ditas e 500 molhos ceblas, 200 barris
touciriho,30 ancorelar ehouricas, 25 barris azeite
de oliveira, 200 saceos arelo, 8 ditos cominho,
8 barris alpina, 699 caixinhas passas, 99 moios e
4 iogas de sal : aos consignatarios.
50 barricas farinha de trigo ; a Jos Duarte
das Neves.
10 barris vinho branco : a Silva & Santos.
100 ditos cal : a Balthar & Oliveira.
50 ditos dita : a Francisco Ignacio de Oli-
veira.
50 ditos dils ; a Correia di Irmaos.
.. f.00.8^?' farel0 a *"ucisce Soveriano Ra-
bella &Filho.
100 ditos dito ; a Francisco Luiz de Olireira
Azevedo.
1 caixote semenles ; a ordem.
Exportado.
Dia 14 do setembro.
Barca portugueza Flor de S. Simao, para Lis-
boa, carregaram :
CarvalhoNogueira & C, 262 barris com 10,131
medidas de mol.
Mooel Jes Antones Guimaraes, 2 bsrricas
com 4 arrobas deassucar. 2 saceos cote 3 arroba
de caf e 2 ditos farinha de mandioca 2 alqueires.
Escuna ingleza IFeinderer, para Liverpool, car-
regaram :
iCScann?t Brot' & C., 1,000 couros cora
do.b94 libras.
Becebedoria de rendas Internas
sjreraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 14. 12:83470
dem do dia 16......; 3.-014J089
5578*45?
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 14. 24 993*541
dem do dia 16.......2-482*582
27:476*m


0I1R1 01 fBMAODCO.. TBRl> FBIRaV 17 DI SEXEMM0 1M1.
MoTusento do porto.
Navios tairados no dia 15.
Ass10 diai, hlale nacin! Santa Anna, de
37 toneladas, capilo Joaquim Antonio de Fi-
gueiredo, equipagem 5, carga sal; Grogel
Irmio.
Rio de Janeiro13 das, brigue brasileiro Ve-
loz, de 201 toneladas, capitio Ludano Bar-
bosa de Moraea Cabral, equipagem 10, carga
farinha de Irigo, caf e outros gneros; a Aze-
redo St Mendei.
Yquique (no Per)65 diaa, galera dinamarque-
za Tritn, de 620 toneladas, capito G. Niel-
son, equipagem 19, carga salitre; ao capillo.
Telo refrescar e seguio para Falmouth.
Rio de Janeiro29 das, brigue sueco Gsribal-
di, de 211 toneladas, capilo C. A. Nellsson,
equipagem 8, carga caf; ao capito. Veio re-
frescar e seguio para IIara burgo.
Navio sahido no mesmo dia
Rio Grande do Sulcom escala para Santa Ca-
tharioa, brigue nacional Leo, capitao Boa-
ventura da Silva, vinho, carga aasucar e mais
gneros.
Navio* entrados no dia 16.
Ass, 18 diaa, barca brasileira Atrevida, de 207
toneladas, capilo Glaudioo Jos Raposo, equi-
pagem 11, carga sal e palba ; a Jos da Silva
Ldyo.
dem, 5 diaa, hiate Urasileiro Sobralense de 97 to-
neladas capilo Francisco Jos da Silva Rates,
equipagem 8, carga sal, feijo eoutrosgneros r
a G. C da C. Moreira.
Aracaty, 7 diaa, hiate braaileiro Invencivet, de 35
toneladas, capito Jos Joaquim Alvos da- Silva,
equipagem 5, carga sola, couros e outros gne-
ros; ao mesmo capito.
Bakers Islaad, 75 dias, galera americana Asterion,
de 1136 toneladas, capito E. C. Gardnier,
equipagem 27, carga guano ; ao capillo veio re-
frescar e recetor ordena seguio para Hampton
Roads.
Nao houveram |sahidas.
co

*o
Horas.
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kthmosphera
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J9-
Dirtccao.
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| Intimidad.
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Ctntigrado.
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A noite clara com alguns nevoeiros, vento ENE
fresco e assim amanheceu.
OSCILAQA Da MARB.
Preamar as 3 h. 6' da tarde, altura 6,4 p.
Bainmar as 8 h 54'da manha, altura 0,9 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 16 de
setembro de 1861.
Rohaho Stepple,
______ 1* lente.
Edaes.
Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 31 de agosto ulti-
mo, manda convidar ar pessoaa que quizerem
contratar a construegao das pontea nos lugares
indicados na nota abaixo copiada, a a presea la -
rem na mesma thesouraria as suas propostas,
sendo os meamos contratos efectuados sob as se-
guiles eoadic/oes :
1.aQue a importancia das obras contratadas
correr toda por conta dos contraanles, nao sen-
do em caso algum por ellas responsaveis os co-
fres proviociaes.
2.aQue o go'erno garantir a parcepcao do
pedagio pelo tempo e forma que contratar, com
tanto que os contribuiutes do pedagio nio pe-
guera em cada barreira mais do duplo do que se
arrecada as existentes como receita da pro-
vincia.
3.aO numero de annos para a percepciodo
pedagio ser regulado em attengo frequencia
do transito que possa haver, a importancia e
difculdade da obra.
4.aQue as pontea sero construidas segundo
as condicoes, planos e ornamentos apresentados
pela directora das obras publicas.
5.aQue em quaoto nao Andar o prazo para a
percepeo do pedagio o emprezario ser obriga-
do a conservar a obra em perfeito estado, sob
peaa de serem os reparos necessarios eitos por
ordem do governo custa do mesmo empreza-
rio, que alera disto pagar urna multa corres-
pondente decima parle das despezas que com
isso se fizerem.
6 aQue as obras sero inspeccionadas peios
agentes do goveroo, nao s quaoto sua cous-
trueco, como no que diz respeito aos trabalhos
de conservado.
7.aQue qualquer das obras, embora empra-
hendida por particulares, ser considerada de
utilidade publica para que possam ter lugar as
desappropriacea de que porventura dependa a
sua realisa<;o, e por isso gozar dos mesmos pri-
vilegios, que as dermis obras da provincia.
8 aQue os contratos assim feitos ficaro su-
jeitos approv(c,o da asserabla provincial, com
excepeo nicamente daquelles que morarem so-
bre obras de um valor equivalente -a. trea contos
de ris, ou em que se estipular pedagio que nao
exceda de um anno, os quaes produziro desde
logo os seus effeitos.
Relaco dos lugares onde devem ser construidas
aspontes.
1.S. Joo na estrada do Pao d'Altvo, sobre o
rio Capibaribe.
2 Tiuba na villa de Pao d'Alho, sobre o rio
Capibaribe.
3.Capuoga, sobre o rio Capibariba,
. M o toco I o rabo, estrada do sul, sobre o rio Ti-
jipo.
5.Engenho Trapiche, na estrada do Cabo, so-
bre o rio Pirapams.
6.Trapiche lpojuca, sobre o rio Ipojuca.
7.Porto de Pedra, sobre o rio Serinhaem.
8.Duas Barras, sobre o rio Serinhaem.
9.Villa de Barreiros, sobre o rio Una.
10.Engenho Jundi, sobre o rio Una.
11.Escada, sobre o rio Ipojuca.
12.Amarigi, sobre o rio Araarigi.
13 Ginipapo, sobre o rio Sibir.
As proposlas sero racebidas at o dia 30 de
outubro do correte anno.
E para constar, se mandou afiliar o preaente,
e publicar peio Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambuco, 3 de setembro de 18610 secretario,
A. F. d'Annuociago,
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente de 4 do correte, manda fazer publico
que no dia 26 do mesmo, peraate a junta da
fazenda da mesma thesouraria se ha de arrema-
tar, quem por menos fizer, a obra de urna
bomba, que tem de ser construida no engenho
Paulista na estrada do norte, avallada em
935$000 ris.
A arrematarlo ser Ma na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob
as clausulas especiaes abaixo eopiadas.
As pessoas que se propozerem a easa arrema-
tadlo comparecam na sala daa sessoes da mesma
jauta, no dia cima mencionado, pelo meo dia
e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affiar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 de setembro de 1861.O secretario,
A. F. da Annunciaco.
Clausulas especiaes para arrematarlo.
1. A obra cima principiar quinza dias
depois da arrematado, e concluir-se-ha no praso
de dous nfezes.
2.a Serlo atteadidas pelo arrematante todas as
obterva^es eUag poto eagaahelro, tendentes a
boa execojo da obra, desmanchando o mesmo
arrematante a parte da mesma reconhecida oto
feita segundo as prescripefoa do ornamento e
bem assim sngeitando-se a ludo mais que se
cha disposto na lei n. 286 sobre arrema-
tarles.
3.a Nio empregar material algum sem previo
exime e approvaQao do engeoheiro.
4.a O pagamento ser feitoveni urna s presta-
dlo paga no flm da obra, urna vez reconhecido
pelo eogenheiro achar-ae essa em plena eonfor-
midade com o ornamento, e com a seguraoca
requerida.
5.a Nio ser altendida em tempo algum qual-
quer reclamadlo por parlo da arrematante ten-
dente a exigencia de indemnisac,o seja qual for
a causa que para tal flm allegue.
Conforme.A. F. da Annwnciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolucio da junta-de
fazenda, manda fazer publico, que no dia 3 de
outubro prximo vindouro, vai novaroente pra-
para ser arrematado a quem maiorpreco offe-
recer, o reodimento dos imposto de qnatro e
oilo por cento, creados pelos 16 e 17 do art.
40 da lei provincial numero 510, nos municipios
seguintea :
Bonito.
Garanhuns.
Flores.
Boa-Vista.
Brejo e Cimbres.
A arrematadlo ser Ma por tempo de dous
annos, a contar do 1 de iunho do correte anno
30 de junho de 1864.
E para constar se mandou afflxar t presen*8 e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pef-
namhuco 2 de setembro de 1861. O secretario,
A. F. d'Annunciaglo.
O Dr. Bernardo Machado da Coala Doria, juiz de
direito da Ia vara criminal, e interino do es-
pecial do commercio deata cidade do Recita de
Pernambuco e seu termo, por S. M. imperial e
constitucional o Sr. D. Pedro II. a quem Deus
guarde etc. ,
Fago saber aos que o presente edilal virem e
delle noticia tiverem, que no dia 28 do corrente
mez se ha de arrematar por venda a quem mais
dr em praca publica deste iuizd, as2 horas da
tarde, na coa do Crespo n. 21, as objectos ava-
llados pela maneira seguinte : 3 chapeos de cas-
tor para hornera 189, 7 ditos de feltro 28#, 9 di-
tos de seda preta 549. 8 ditos de seda eofeitados
para seobora 48, 3 ditos a Garibaldi 9tf, 9 ca-
pellasde flores 9#, 22 chapeos de sol de sarja la-
vrada para senhora 110#, 5 leques 15$, 1 palma
e capella de flores brancas 19, 15 duzias e meia
de pares de meias de algodlo para senhora 45*
5 duzias e meia de pares de meia da.seda branca
para senhora 50, 2 duziaa de dita de algodlo fi-
no todas para crianza 15$, 3 dnzias e meia de
pares de luvas de algodlo 7$, 6 duzias de seda
para senhora 36, 5 duzias de dita para crianca
20, a duzias e 8 camisas para homem 859100,
27 veos de seda para chapoa de senhora 139500,
3 enfeiles de froco de seda pira caberla 39, 4 en-
dites de vidrilho 49, 5 colchas de seda lavrada
?a1^amia 40*' 8 Pnnos de lia adamascada rs.
1Z&800, 3 capotinhos de merino 159,10 cortes de
vestidos de cambraia em carines 60, 1 casave-
que de grosdenaple de seda preta 89. 17 mantas
o5g, 4 mantas degarga 49,8 casaveques de cam-
braia lavrada 24, 4 chales de seda lavrada de
cores 8, 16 boneziohos de velludo para crianca
I63, 3 pares de manguitos de cambraia 20, 28
lengos de seda de cores 22400,13 mantas de se-
da lavrada de cores 13*. 9 chales pretos de lia
ordinarios 9, 3 ditos de toquim matisados de
cores 309, 5 ditos de merino bordados 10J, 10
ditos de ditos finos 509,22 ditos com listas de se-
da 889, 17 ditos de algodo e seda 25JJ500, 2 di-
tos de tapetes 59, 11 ditos de merino com franja
de algodao 33$, 6 pecas de cassa pintada 818600,
831 varas de cseas pintadas 299^160, 189 cova-
dos de chita franceza 379800. 8 cortes de colletes
de seda, velludo e merino I69, 8 cortes de calca
de casemira 249, 3 calcas de dita 129, 3 chapeos
de sol de seda 129, 3 booets para homem 2$0G0,
10 roupesinhos de fusilo para crisnea 3O9OOO,
24 covados de la ltstrada 8$, 3 chales de meri-
n, ordinario. 69, 27 covados de musselina cor
de cana,6g480 rs., 9 mantas de linho preto, 459,
90 peitos de camisa 369, 31 tiras bordadas 9392,
6 duzias de grvalas de seda' 18, 9 corles de col-
leles de merino, bordados, 99, 5 ditos de setim
branco bordado 109, 8 ditos de setim lavrado 89.
10 ditos de gorgurio 209, 29 gollinhas 9280, 5
leoces, 8 lencos de seda de cores, inferiores,
2g500. 8 ditos de setim preto, 129, 6 dilos de
sarja de seda com principio de mofo 4g, 23 co-
vados de seda branca lavrada 189400, 43 covados
da setim preto 43g, 36 covados de grosdenJ^e
de cores 289800, 18 covadoa de dito em retalho
99, 80 covados de seda e de grosdeaaple mofa-
da 209, 8 covados de sarja hespaohola 8, 12 co-
vrdos de setim encarnado 4|800, 6i covados de
(afet rdxo 259600,15 covados do grosdenaple,
lavrado; preto, 12$. 19 covados da veludo preto
5392OO, 2 gollinhas de sargeiim,49,5 paletots de
algodo 10, 10 varas de bretanha 6, 3 cortes
de vestido de chaly 6$, 161 covados de chaly or-
dinario 51S320, 3 casavequas com 3 saias de
cambraia de algodo 249, 3 varas de algodlo
bordado 69, 7 pecas de cambraia adamascada
56$, 30 varas de dita em retalho 99600, 5 pe;as
de musselina braoca 809, 17 varas de cambraia
de salpico, transparente, 89500, 50 varas de fil
de linho bordado 30, 163 covados de chaly de
seda e lia 1303400, 2 covados de panno fioo azul
48, 13 dilos de dito preto 6g, 20 ditos de dito cor
de rap 609. 5 paletots de brim 15, 9 ditos de
alpaca 189. 5 ditos de fustio 159, 3 ditos de panno
fino 189, 9 varas de cassa 20520, 4 ditas de cam-
braia transparente 39, 7 pecas de riscadinhe de
quadros 429, 154 covados de dito 269240, 5 pecas
de cambraia lisa fina 30g, 56 guardanapos
II92OO, 4 pecas de musselina 339600. 20 covados
de dita em retalho 39600, 3 roupeziohos, 9 cal-
cinhas e 7 jaquozinhos ludo de fustio para crian-
?a 209. 4 tapetes de pelles de carneiro 69400, 8
[2 varas de bretanha de duas larguras para leu-
col 17g, 27 varas de dito mais estreito 43g200,
39 varas de dito adamascado 6*8400, 14 covados
de casemira parda 14, 42 varas de cassa lisa 21,
14 varas de cassa de listra 3g360, 60 covados de
merino de algopao 129, 11 pecas de brim de al-
gopao de linho 999, 2 cobertores de papa 39,
urna porcao de tarlatana 69. 80 covados de ris-
cados escossezes 149400, 13 ditos de la e seda
4916D, 10 cortes de colletes de fustio 69400, 8
varas de brim de forro 800 rs 13 ditas de mus-
selina de cdr3/, 200 covados de lia de quadros
369, 790 varas de brim de diversas qualidades pa-
ra calca 242800, 5 garraflohasd'agua de cheiro
45. 23boies de baoha 4g, 11 frasquinhos de
cheiro 49. um cabide de ferro 49, 1 mesa grande
de pinho 5g, um espelho de moldura dourada
3, 1 burra de ferro 50, urna armagao de ma-
deira de louro 300, os quaes foram penhorados
a Antonio Pereira da Silva por execuc.io que lhe
movem Kalkmann Irmios & C.
E nio haveodo Uugador que cubra o prec;o da
avallarlo a arremataclo ser feita pelo valor da
adjudcenlo com o abatimento da lei.
O presente ser publicado pelos jornaes e af-
iliados nos lugares do costu me.
Recife 13 de setembro de 1861 Eu Hanoel
Maria Rodrigues do Nascimento, escrivo o subs-
crevi.
Bernardo Machado da Costa Doria.
50 arrobas de cabo velho da linho.
10 arrobas da dito de linho branco com 1 pol-
legada e 1(4 de grossura.
5 arrobas de er.
10 enchams de 21 palmos de comprimento de
5 a 6 pollegadaa de grossura.
Quem quizer vender taea objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 18 do
corrente mez.
Sala das sessoes do conseibo administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 11 de
setembro de 1861.
Bento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Santa casa de misericordia do
Recife.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa e juiz municipal da 2a
vara do termo do Recife, por S. M. o Impera-
dor, que Deus guarde etc.
Paco saber que pelo Dr. Bernardo Hachado da
Cosa Doria, jui* de direito da Ia vara criminal
da comarca, me foi communicado ter adiado a
abertura da 4a sesso do jury deste termo para o
dia 7de outubro prximo vindouro pelas 10 ho-
ras da manha, por assim exigir o serrino pu-
blico.
E para que chegue ao conhecimento de todos
os interessados, mandei passar o presente, qne
ser publicado pela imprensa, e afflxado nos lu-
gares mais pblicos.
Recife 16 de setembro de 1861. Eu Joaquim
Francisco de Paula Esteves Clemente, escrivo o
subscrevi.
Eraocisco de Araujo Barros.
Declarares.
CoHselb.0 administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para provimento dos armazens do almoxarifado
do arsenal de guerra.
2 arrobas de rame de ferro.
10 duzias de taboas da pinho de 3/4 de gros-
sura.
5 darlas de ditas do piaba de forro.
A Illm.* junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife manda facer publico que
no dia 19 do corronte, peta* 4 horas da tarde, na
aala de suas sessoes, irlo praca para serem ar-
rematadas a quem mais der as renda das casas
n. 4 da ra de Santa Thereza, 39 da ra da Cal-
cada, 49 do Padre Floriano, e 8 do becco do
Quiabo da freguezia da Boa-Vista, pelo tempo
que decorrer do dia da arrematagao a 30 de ju
nho de 1863. Os prelendeotea devem comparecer
00 lugar, dia e horas aprazadas, aesmpanbados
de seus fiadores, eu munidos de cartas deates.
Secretarla* da Santa Casa da Misericordia do
Recife 12 de setembro de 1861.
F. A. Ctvalcanli Cousseiro,
Escrivo.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos devedorea de impostos de decima ur-
bana, de 4 e 12 por cento sobre diversos eslabe-
lecimentos, de 509 sobre casas de modas, perfu-
maras, e chapeos eatraogeiros, e finalmente o
imposto sobre carros, carrosas, mnibus, e ve-
hculos pertencentes ao anno financeirb findo de
1860 a 1861, que no ultimo de setembro corren
te finda-se o prazo para o pagamento de seus
dbitos, ficando sujeitos os qne nio pagarem, a
serem remeltidos para o juizo dos feitos da fa-
zenda.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco,
2 de setembro de 1861.Theodoro Machado Frei-
r Pereira da Sjlva.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes :
Para a escola de prtmeiras lettras.
66 carias de a b c.
4 caivetes finos. ,
16 colleccoes de traslados.
16 compendios de arithmetica.
16 compendios de doutrina christa.
16 compendios degrammatica porlugueza.
16 compendios de geometra pratica.
16 exemplares de Simio de Nsnlua.
26 pautas sortidas.
4 resmas de papel almago d'agua.
300 peonas de ganco.
3 duzias de lapis finos.
10 jogos de tioteiros com vasos dovidro.
30 pedras de lousa.
100 lapis para pedra. v
Para i offleina de carpina.
80 caibros.
1 arroba de cola da Bahia.
Meia arroba de colla franceza.
6 compacos pequeos sonidos.
4 compacos grandes.
8 marteilos sortidos.
8 enchams ioglezes.
70 pares de dobradicas pequeas.
7000 pregos caibraes.
7000 pregos ripaes.
Para a oQicina de ferreiro.
2 tornos grandes de bancada.
4 duzias de limas chalas de 4 a 15 pollegadas.
2 duzias de limas meia cana sortidas.
2 duzias de limas triangulas sortidas.
2 duzias de ditas muito pequeas.
2 duzias de limas murgas chatas de 5 a 12 pol-
legada.
2 duzias de limas murgas meia cana sortidas.
2 duzias de limas murgas triangulas sortidas.
2 duzias de lima toes sortidos de 3 a 5 polle-
gadas.
2 leoces de ferro em folha.
3 quiolaes de ferro da Suissa sortido.
48 libras de ac de Millo.
Para o officlna de tanoeiro.
40 libras de arcos para pipas.
2 arrobas de arcos para barris.
1 arroba de arcos para ancoretas.
600 cravos e ferro para barris.
Para a officina de unileiro.
1 caixi de folha de (landre dobrada.
Para a officina de pedreiro.
24 brochas de caiar.
200 pecas de cordas de embira para
8 martellos:
Para o servico agrcola.
200 enchadas do Porto.
25 fouces.
12 machados.
30 poitas da embira de jangada.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas proposlas em carta fechada, na secretaria do
conselho, 310 horas da manha do dia 20 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 14 de
setembro de 1861.
Benlo ios Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes:
Para o corpo de guarnido desta provincia e com-
panhia de cavallaria.
805 covados de panno azul.
115 covados e 3(4 de panno preto.
24 covadoa e 1|2 de casemira encarnada.
1510 varas de brim branco.
1157 1|2 varas de algodozinho.
2254 botoes grandes de metal amarello lisos.
1449 botoes pequeos de metal amarello lisos.
42 grosas de botdes pretos de osso.
161 pares de clcheles pretos. '
141 bonets.
463 esleirs.
8 bandas de lia.
Companhia de cavallaria.
355 covados de panno azul.
10 covados e 3(8 de casemira encarnada.
888 1|2 varas de brim branco.
482 1|2 varas de algodozinho.
994 botoes grandes de metal amarello com a
letra R.
568 botoes pequeos de metal amarello com a
letra R.
4 grosas de botdes pretos de osso. .
71 pares de clcheles.
71 bonets.
193 pares de luvas.
193 esleirs.
Para provimento dos armazens do almoxarifado
do arsenal de guerra.
12 costados de pao carga.
12 costadinhos de pao carga.
10 arrobas de oleo de linhaca.
5 arrobas de rxo trra.
5 arrobas de er.
10 arrobas de colla da Bahii.
5 arrobas da ocre.
6 arrobas d lati em lengol.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta foehada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da raanhaa do dia 23 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 16 de
setembro de 1861.
Btnto Jos Lamenha Lins,
Coronel presideote.
Francisco Joaqi%m Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario ioterino.
Por esta subdelegada se faz publico que se
acha em deposito ama cabra (bicho) que boje foi
tomada a Miguel Verissimo de Mello, no acto de
eatar fnrtaodo, o qual foi preso em flagrante e se
acha reaolhido casa de detenc&o, nem s por
este furto como de um cava'.lo que tambem est
depositado, tenlo este dado ji destina a dona
peras e urna viola, que tambem furton { assim
quem sejulgsr com direito a cabra e cavallo,
compareca, que provaado, lhe ser entregue.
Subdelegada dos Afogados 16 de setembro de
1861.O subdelegado,
* Jos Francisco Carneiro Montelro.
-n 0 lanzador da recebedorla de rendas Inter-
nas geraes continuando a fazer o lanc>mento do
imposto do bairro de Santo Antonio, segu pelas
ras do sjpl, Paz, Flores, travessa da mesma, rna
de S. Francisco, Florentina, Roda, Santo Amaro,
praca do capjm, ra do CaUbouco, Bella, traves-
sa da mesma. travessa dos expostos, travessa da
matriz, largo da matriz, roa das Laraogeiras,
Trincheiras,larg do Paraizo, ra larga do Rosa-
rio e estrella da mesma ; e avisa aos dooos, ge-
rentes ou procuradores dos diversos eslabeleci-
mentos qne tenham promplos os seus recibos,
papis de tratos, ou escripturas de arrendamen-
to, adra de serem apresentados, para, em vista
delles ser feito o processo do lancamento. Re-
cebedoria de Pernambuco 14 de setembro da 1861.
O lsncador,
Jos Jernimo de Souza Limoeiro.
Por esta subdelegada se faz sciente que foi
recolhido a casa de detencio o crioulo Goncalo,
o qual vioha na terceira clasae do vapor no dia
sabbado 14 do correte, e saltando na estaco
desta freguezia e nao apreseotando o competen-
te bilhete ao encarregado da mesma estaco. fez
com que dito preto viesse a rain ha presenca se-
gundo as Ordens que tem de seu chefe, e inda-
gando eu de mencionado crioulo qual o motivo
de nio trazer seu bilhete, osle declarou que por
falta de dinheiro, dando lugar a ae tornar aus-
peito, declarando elle que era escravo de Fran-
cisco Eleoo, morador no engenho Orizonle co-
marca do Rio Formoso. Quem se julgar com di-
reito compareca oeste juizo munido de seus t-
tulos que provando lhe ser entregue.
Subdelegada dos Afflictos 15 do setembro de
1861.O subdelegado, Jos Francisco Carneiro
Monteiro.
Por esta sublelagacia se faz sciente que no
dia sabbado 14 do corrente, foi preso no lugar do
Barro Vermelho, o crioulo Minoel, com idade
de 12 annos pouco mais ou menos, que diz ser
escravo de Basto de tal, morador na Escada e qne
elle tinha fgido por sedcelo de dous horneas
moradores no mesmo luga Quem se julgar com
direito compareca oeste juizo munido de seus t-
tulos que provando lhe ser entregue.
Subdelegada dos Afogados 15 de setembro de
1861.O subdelegado, Jos Francisco Carneiro
Monteiro.
Por esta subdelegada se faz sciente que se
acha depositado um cavallo russo pedrez, velbo,
magro, que foi adiado no sitio da fazenda, lu-
gar da Imblribeira, o qual estraoho no lugar e
demonstra ser furtado e all posto oceulto, por
ser lugar ermo ; quem se julgar com direito com-
pareca que provando lhe ser entregue.
Subdelegacis dos Afogados 15 de setembro de
1861.O subdelegado, Jos Francisco Carneiro
Monteiro.
Para o Rio de Ja-
neiro
Pretende seguir com muila brevidade o brigue
escuna Joven Arthur, para o resto da carga que
lhe falla trata-se com os seus consignatario!
Azevedo & Meodes, no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
isboa e Porto,
a barc Flor de S. Simio, vai sahir nestas dias
por j ter quasi prompto o seu earregamento,
receba anda alguna carga para os dous porlos,
e passageiros, para os quaes tem excellentes
commodos : a tratar com Carvalho, Nogueira &
C. na ra doVigario o. 9, primeiro andar.
iio Grande c iss
rai sahir por estes oito dias a barcaga aRainha
dos Anjos, recebe carga a frete para os porlos
cima ; a tratar na escadinha de alfandega com
o mestre. ou defronte do trapiche do algodo nu-
mero 20.
Para o Aracaty
segu brevemeote o hiate Exalacio:, recebe
carga e passageiros; a tratar com Gurgel Irmios,
na ra da Cadeia do Recife n. 28, primeiro andar.
Mffli
O palhabote nacional Dous Amigos, capitio
Francisco Jos de Aranjo, segu para a Baha em
poucos dias ; para o resto da carga que lhe falta,
trata-se com seu consignatario Francisco L. O.
Azevedo. na ra da Madre de Dos n. 12.
L3l33.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMANO.
37.a RECITA DA ASSIGNATURA.
Quarla-feira, 18 de setembro de 1861.
subir scena o inters jante drama em 5
actos:
dos jarros com bache etc., de folha.
bataneas, limpadore de p$, cestas com
o necessario para viagem, ricos estojo
para barba, cabezadas com brides, ga-
marras, chicotes, seiins e silhes, can-
dieiros para gaz e azeite, caixinhas de
msica, caixas com ferramenta, jabo-
netes, transparentes para janeila, re-
logiosde psrede e muitos outros arti-
gos que se torna enfado nho de mencio-
nar, arados, grades, carros de mi e
carretas, carrocas, machinas p.ra cor-
tar capim, ditas-para descarocar milho.
rebolos e dous carros elegantes e leves
com arreos para um e dous cavallo*.
LEILAO
DE
Calcado e roupa feita.
Sexta feira 21) do corrente vender'
oagente Antunes no armazem da ra
da Cruz n. 15, um explendido sorti-
mento de calcado como sejam : sapa tos
de couro de lustre para senhora e ho-
mem, borzeguins de bezerro, couro de
lustre com tola e sola supposta, assim
como um sortimento de roupa feita pa-
ra homem.
LEILO
DE
Leilao Urna armado.
P*___M C\ J- __________ Tavna_A\*n 4 "7 Art nnaannln
Terga-feira 17 do correte.
Costa Carvalho far leilao no dia cima s It
horas em ponto, da ormaco da loja da ra dm
Imperatriz n. 49, com todos os seus preparo,
sendo a armado toda ermdracada e envernisada
DE
S. TROPEZ.
O
gra-
andaime.
O ENVENENAMIENTO.
Terminar o espectculo com a muito
ciosa e applaudida comedia em um acto,
ou
Os apuros (Tuin estudante.
Ornada de canto e danga pela a Sra. D. Ma-
noela que desempeora 4 differenles papis
Comecar s 8 horas.
A n$0& martimos.
Maraiiho
e Para.
O patacho fmutefio,"capitio Antonio Gomes
Perrra, pretende seguir com muita brevidade
aosportos indicados,tem parte do earregamento,
e ptra o que lhe falta trata-se com Moreira &
Ferteira, ra da Madre de Dos n. 8.
i
Quarta-feira 18 do corrente
L. J. T. Seaton, capitio que foi da barca in-
gleza cLima, arribada a este porto por forja
maior na sua recente viagem de Londres para
Royoad, e aqui condemnada, far leilao por io-
tervenco do agente Hyppolilo da Silva.com au- ProPna para qualquer eslabelecimento.
torisacio do Sr. cnsul de S. M. Britannica e em
sua presenca, por conta e risco de quem perten- .'
cer, com liceoga da inspeceo da alfandega, do '
casco e mastreaco da mencionada barca : no .
dia quarta-feira 18 do corrente ao meio dia em '
ponto na porta da associajio commeiCiai, e de-
pois de findo este ser levado tambem a leilao
no armazem alfandegado do Sr. bario do Livra-
meoto no caes d'Apollo, os massames, cordoa-
lhas, provises e mais perteoces da mencionada
barca, em lotes e a vontade dos compradores.
Avisos diversos.
LEILAO
V^^ *.

Quarta-feira 18 do corrente.
Costa Carvalho far leilao no dia cima as 11
horas em ponto, em seu armazem na ra dolm-
rador n. 35, de urna casa terrea sita na ra do
Nogueira n. 33, com duas salas, 3 quartos, co-
staba fora, solio, cacimba equintal murado.
LEILAO
DE
MOV
Rio de Janeiro
a ve,;ira e bom conhecida barca nacional Ame-
lia, pretende seguir com mui'.a brevidade, tem
parle de seu earregamento prompto ; para o res-
to que lhe falta, passageiros e escravos, para os
quaei tem excellentes commodos. irata-se com
os seis consignatarios Azevedo & Mondes, no
seu escriptorio ra da Graso, 1.
Bahia.
Segie a sumaca cHortencia, capilo Belchioi
Maciel Araujo ; para o resto da carga que lhe
falta e passageiros, Irata-se com Azevedo & Meo-
des, rja da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro.
Segu com brevidade o palhabote Piedade, re-
cebe carga a frete e passageiros : a tratar com
CaelsEo Cyriaco da C. M. & Irmo no lado do
Corpo Santo n 23.
Quarta-feira 18 do corrente
Costa Carvalho far leilao no dia cima as 11
horas em ponto, dos movis existentes em seu
armazem na ra do Imperador o. 35.
Tambem vender
varias obras de medicina homeopathica sem re-
serva de preco.
Transferencia
DO
Leilao da loja de fa-
zendas da ra do Crespo
numero 21.
Quinta-feira 19 do corrente.
Antunes auiarisado pelo Illm Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio e a requerimento dos ere-
dores de Francisco Jos Rodrigues Bastos, ven- ,
der em leilao a sua loja sita na rus do Crespo
n. 21, com todas as fazendas nella existentes : no
referido dia as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
10 vaccas de Ieite
Quinta-feira 19 do corrente.
Antunes far leilao na porta de seu armazem
ra do Imperador n. 73, de 10 vaccas de leite
de i
rio
dia.
Al Viuva e Filhos do Ten ente co-
ronel Florencio Jos Carneiro Monteiro,
convidaui sens amigos para assistirem
ao funeral do mesmo fallecido hoje pe-
las 4 horas da larde na igreja da Con-
ceicao dos Militares.
Perdeu-se um bilhete de lotera da 7.a par-
te da 4.a do Gymnssio Fernambucano, nio ha
lembranca do numero, s potm est assignad
no verso por Maria Rosa.
Aluga-se urna casa com excellentes com-
modos, com grande sitio com arveredos, cacim-
ba com bomba, tanque, cocheira e estribara, a
qual est edificada com freole para a principal
estrada, e muito perto d cidade : quem preten-
der, dirija-se a ra da Cadeia n. 9.
Escravos fgidos,
1 Fogiram juntos, no dia 14 de agosto, os escra-
vos Pedro e Joaona, tendo a escrava os signaos
seguintes : crioula, de idade de 20 annos, pouco
mais ou menos, cor preta, estatura alta, corpo
secco, rosto comprido, denles limados, tem o de-
do mnimo de urna das mios anzolado de um ta-
ino qrn levou sobre o mesmo dedo ; levou um*
trouxa de roupa, contando um chale encarnado
de franjas e bordados branco.', um lenco branco,
um cobertor navo, dous vestidos de chita clara,
usados, e um novo cor de rosa, algumaa camisas
de algodozinho e madapolo, anda seduzida pelo
escravo com quem fugio, de nome Pedro, semi-
branco, de idade de 35 auno?, pouco mais ou
menos, estatura mais que regular, corpo, pernas
e bracos seceos, cabega redonda e chata airar,
cabellos corridos, um pouco barbado e usa de bi-
gotes, anda apressado e inclina o corpo para
frente, bem ladino e faltaote de mudo agr Javel ;
levou calca e camisa de algodozinho branco e
chapeo de feltro. Foram vistos nos primeiros
dias nos arrabaldes desta cidade do Recife, esnp-
pe-se terem seguido para Caruar, d'onde foi a
Joanna escrava do Sr. Caitano Jos, ou o mais
certo terem seguido para o centro da Parahiba
\ em direegao ao Rio do Peixe, Pombal e cidade de
j Souza, por ser o refer lo Pedro conbecedor des-
ses lugares aonde foi escravo : roga-se as auto-
ridades pnliciaes e capitiesde campo, ou qual-
quer pessoa, que os apprehendam e tragara ra
do Cabug n 9 ao Sr. capillo Caetaoo Silverio da
Silva, que serio recompensados com toda geno-
| rosidade, tanto pelo senhor da escrava como pelo
do escravo.
Rival
sem segundo
Na rus do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezas pelos
COMPAA PERN4MBliANA
DK
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu'. Aracaty, Ceara'
e Acaracu*.
O vapor clguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte at o Acaracu no
dia SI do corrente mez s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 20 ao meio dia. En-
cona mendas, passageiros e dinheiro a frete at o
dia da sahida as 2 horas: escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
. i-ii OVO MCI ISVMCI I.CI IOS V UCHUi'iuui'J ** j* v- u j
le muito boa qualidade e muito gordas, que se- ', pre(,08 abaixo declarados, e venham logo pois
ao vendidas as 11 horas em ponto do referido est acabando.
Caixas com agulhas francezas a.........
I Novellos de linha para marcar a 20 rs e.
C01PMA PERIUIdIICIU
M
Navegado costeira a vaper
O vapor Persinunga, commandante Moara,
segu viagem para os portos do sul de sua esca-
lado dia 20 do corrente a 4 horas da tarde. Re-
cebe carga al o dia 19 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
da aahida s 2 horas: escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Para Lisboa
segu viagem com a possivel brevidade o bem co-
nheeido brigue portugus Relmpago ; para
carga e passageiros, trata-te com o consignatario
Thoraz de Aquino Fonseca, na na do Vigario
n. 19, primeira andar, ou com o capilo na pra^a.
LEILO
Rothe & Bidoulac, faro leilao por interven-
gao do agente Hyppolilo, de um esplendido sor-
tmenlo de ferragens, miudezas, cutilerias e
gran je porcio de meias de algodlo, isto sem re-
serva de prer^o aigum: quinta-feira 19 do cor-
rente as 11 horas em ponto em sou armazem ra
do Trapiche Novo, na mesma occasiio se vende-
r por conta e risco de quem pertencer urna bar-
rica contendo ferragens averiadas.
Transferencia
Grande leilao de mercado-
ras americanas.
Sexta-feira 20 de setembro.
RA DA CRUZ N. 15.
O agente Antunes fara' leilao no dia
cima de urna immensidade de objec-
tos americanos como sejam: secreta-
rias, carteiras, cadeiras de diversos
gostos e de balanco, marquezas, riquis-
simas camas de rica obra de talha, ma-
las, babus e saceos de viagem, obras de
metal principe prateado, sendo appa-
- para cha' e caf, galheteiros,
relhos
Ditos de linha de cores e muito grandes a
Carretel de liuha, superior qualidade a..
Linha branca do gaz a 10 rs. e...........
Dita dita,a melhor que ha, novello grande
Pares de meias de cores para meninos a
Duzia de meias cruas muio superiores a
120
40
40
30
20
60
120
2400
Dita de ditas ditas a...................... 29000
Pares de meias de cores para meninos a 160
Linha em carlio Pedro V a.............. 20
Caixas com phosphoros de seguranca a 160
Caixas de folhas com phosphoros (so a
caixa val 100 rs.) a........ ........... 100
Duzia de phosphoros do gaz a.......... 240
Frascos u'agua de colonia superior a.... 400
Ditoscom cheiros muito finos a........ 500
Duzia de meias muito finas para senhora 3$000
Caixaa de apparelhos para meninos a 240
rs. e.........., 50*
Trancas da la e de linho sortidas a...... 40
Sabonetes grandes e superiores a........ 160
Groza de botoes pequeos para calcha a.. 120
Groza de botdes de loucs a.............. 120
Varas de tramoia superior a 120 e........ "" 160
Groza de pennaa de ac a................ 500
Carteiras muito superiores a............ 500
Baralhos portuguezes a.................. 120
Tesouras muito finas para coatura a.... 400
Ditas para u n has a 240 o.................. 400
Bsralhos para voltarete a 240 e.......... 320
Frascos de banha de urco a................ 640
Frascos grandes de lavando ambreada, su-
perior qualidale a.................... 800
Frascos de oleo de babosa a 320 e...... 500
Frascos de danba muilo fina a 240 e...... 320
Agolbeiros com agulhas a................ 80
Na ra da Conceicao da Boa-Vista n. 14.
vende-se por prec.o commodo um palaoquim'em
meio oso.
Precisa-se,alugar urna escrava para todo o
servico de urna casa de pouca familia : na pra-
c,a da Independencia n. 38.
300
e trutetras, porta licores etc.,. etc., un.| *> possivel'. na travesea dos Barroa n. lo.
I
^-m






w
DIARIO M PUUUIHDCO. TERCA PURA 17 Dfi SETEMBRO DE 1811.
Ao Sr. Fiscal.
Pede-se ao Sr. Uscil competente queira pas-
ear pelo pateo da Ripeir e Penha, para ver o
catado em que se achara aquees lugares'redu-
zidos a un serto cora centenares da cabras aug-
mentando quaota porcafU ha para all, invadindo
s casas, arrancando pedral, t'-jolo, e hiendo
culras cousas petares.
Aeha-ae oomeado despenseiro-reor do va-
por Tekcheck o eidaao Miguel Jos Alvee da
Cunha.
Precisa-te de um caixeiro para padaria que
tenha pratiea : quera quizer appareca na ra dos
Acouguiohos casa o. 20.
No. 17 as 11 horas, finJa a audiencia do
Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha de arrematar o
escravo Sypriano pertenceote a heranca de An-
tonio Fernandes da Costa.
"~" Precisa-se de alugar urna escrava : na ra
eo Hospicio o. 68.
Precisa-se de alugar um hom armazem
comprido e bem ventilado, sito ou di ra do
Imperador, ou na ra do Crespo, se o armazem
agradar o annunciador assignar um contracto
por cinco aonos. Trala-se com o Sr. A. W. Os-
fcorn retratista na rua do Imperador n. 38 ou
com o Sr. Guilherme Cheetham rua da Cruz n 61.
Manoel da Silva Fonles Jnior, portuguez,
embace para o Rio Grande' do Norte seu Albo
menor Antonio da Silva Fonles para tratar de
sua saude.
Pegunta que nao offende.
Pergunta-se a commisio encarregada das o-
oras da contraria de Santa Rila de Cassia, qual
o motivo de nao ter dado principio aa referidas
obras: isto deteja saber
Um irtno.
As pessoas que na partida do club acad-
mico do dia 14 do correte perderam urna pul-
seira e um boto de punho de bomem, queirarn
procurar estes objectos na casa n. 29 da rua do
Hospicio.
Mofina.
Aroeaca mui expressiva da Sr. subdelegado de
Bebaribe Antonio Flix dos "Santos: O Sr.
Bandeira nao medio por certo a profundidade
do abt/smo, que est cavando a teui pit I B'
a propria polica que quer tentar contra a exis-
tencia de um sacerdote, sera crimea, e sem infa-
mias, e que o nico arrimo de tres irmasaol-
teira. que virem honestamente em sua compa-
nhia I...
Exti ac^o das caspas por
meio do Tricopherous,
Na rua do Queimado casa de cabellereiro.
Chales manta de seda.
Podendo-se usar como chale oucomo manta por
seren muito grandes "a 6# cada um, na rua do
Queimado n. 17, a primeira loja passando a bo-
tica.
Gambraias francezasa
Padross miudinhose cores fixas a 280 o covado:
na rua do Queimado n. 17, a primeira loja pas-
sando a botica.
Atten?o,
Precisa-se de um criado que sirva para com-
(irar e fazer o servido de urna casa de pequea
amilia : na rua nova de Saota Rila o. 5. Assim
como quem liver um sobrado de dous andares
com alguus commodos, as ras pouco mais ou
menos das Cruzes, Direita, Camboa do Carmo,
Queimado, Livrameoto, Trincheirat, Imperador,
Pateo do Paraso, etc., etc.: dirija-se a ruadas
Cruzes n. 18.
Padaria.
S
Ir. Constamj
alfa i a te de Paris,
estabelecido na rua do Imperador du- '
mero 42, retira-se para o Rio de Ja- i
neiro. As pessoas que se quizerem !
utilitar dosseus servlcos e das fazendas
excellentes. que lhe restam. lograrao .
pelo preco mais commodo, afim de li- '
quidar. Outro sim, avisa sos seus de- i
vedores remissos, que venham satisfazer
as suas dividas at o fim do correte mez '
alias far publicar os seus Domes por *
extenso e proceder contra elles judi- i
mete, que asaim o obriga o cumpri- .
ment dos seus empenhos contratados '
em Paris. i
Aluga-se a padaria da Iravessa do Pires, a qual
est prompta de tudo, com muito bons commo-
dos, e est anda trabalhando, sendo seu aluguel
muito commodo : a tratar na rua da Seozala No-
va n. 30.
Correio.
Precisa-se de 3:500$ por um an-
no, dando se por hypotheca um predio
nesta cidade ; a deixar carta com a ini-
cial F., na livraria da praca da Inde-
Sendencia n. 6 e 8, com todas as con-
iccoes.
Na botica da praca da Boa-vis-
ta numero 24,
esquine da rua do Tambi, vende-ae gesso grosso
a 40 rs. a libra, tinta em massa de diversas cores
a 160 rs. a libra.
Attenco.
Ha para se vender urna boa casa de pasto em
urna das melhores ras de Santo Antonio, faz
muito negocio e muito afreguezada : a tratar na
rua do Imperador n. 16; nesta mesma loja. ven-
dem-se garrafas de Bordeaux vasias.
kWk
Precisa-se de urna ama para osen-ico interno
externo do urna casa de pouca familia : a tralar
na rua do Cabug o. 3, segando andar.
Alugam-seduasdas melhores casas no Ca-
CRDg : a tratar na rua da Paz n. 42.
Atten Aluga-se um novo armazem proprioparaeco-
Iher gneros, com frente para a nova rampa*en-
ire o trapiche do Cunha <& C, aa rua do Amo-
rim : a tratar na rua do Vigario n. 5.
Attenco.
Loja do barateiro, rua do Queimado n. 69, che-
guem para comprar ricos enfeites a 1|, ditos de
velludo a 4$, ditos de retroz matizados os mais
modernos que temos na cidade a 8JJ, chapeos de
pal ha de cores a Garibaldi a 3$, aberturas para
camisa a 320, chales de gorguro listrados com
borlla na ponta a 4, paletots de panno preto a
14$, e muitas mais fazendas, que vista do com-
prador nao se engeita dioheiro, cheguem ao ba-
Tateiro.
Caixeiro.
Precisa-se de um rapaz portuguez de 16 a 20
ennos, que tenha pralica de taberna e que d fia-
dor a sua conducta : para fratar, na travessa do
Paraizo n. 16..
Ha dias anlava um preto vendendo dous li-
vros que diz os linha achado : a quera lhe faltar,
os pode procurar na rua nova de Santa Rita, em
casa de Vicente Alves Machado.
Quem precisar de um mulher de idade pa-
ra ama de uma casa de pouca familia, dirija-se a
rua de Santo Jhiaaio, oa loj do sobrado n. 18.
Com muita brevidade segu para Lisboa o
bngue porluguez Florioda, o qual recebe um
reato de carga a frete : a tratar cora Aroorim tr-
ujaos, ruada Cruz o. 3, ou com o capito Joa-
quim Augusto de Souza, na praca do commercio.
~~iAlu?c>se a loJ* do sobrBl10 lo na rua Im-
perial n. 162, novamente acabada, com accom-
tnolacoes para grande familia; a tratar na rua
Direita, padaria n. 84.
Compram-se moedas de ouro : na rua No-
va o, 23.
Pela administradlo do correio se faz publico
que as malas que devem cooduzir os vapores eos-
teros Persinunga e lguarass, aquello com des-
tiuo a Macei e portos intermedios e este ao Cea-
r e portos intermedios f-chsm-se: a daquelle
no dia 20 as 2 horas da tarde em ponto e a deste
no dia 21 a 1 hora da tarde, ambas oeite corren-
te mer.
Compra-se urna escrava para todo servido
de uma casa de familia : na rua do Queimado o.
6 1" andar, se dir quem compra,
O abaixo assignado fazsciente a quem coo-
ier, que nesta provincia o nico e bastante
procurador do Exm. S'. eonselheiro Jos Thormz
Nabuco de Araujo, e pois com quem se deve tra-
tar de |qaalquer negocio que diga respeito ao
mesmo Exm. Sr. conaelheiro Nabuco, dirigiodo-
se casa do mesmo abaixo assignado, rua de S.
Francisco, como quem vai para a rua Bella, so-
brado n. 10.
Recite 14 de setembro de 1861.
Caetano Pinto de Vera*.
Thomaso di Luca Vtnnni, [Filippo di Gui-
seppo Luizi, Mansueto di Rartolomi Pieri, Al-
berto di Malieo Maltie, Giavanoi di Guilie Bo-
naccorsi, Adelf di Malieo Mattei, Pietro di Fran-
cisco Daoesi, Giovanni di Jacopo Della Santa,
Luigi di Guiseppe Simoni, Marco de Tacopo Pe-
legriue. subtos italianos, retiram-ae para fra da
provincia.
Pergunta que uo offende.
Qual a razio por que se pretende remover a
feira da estadio da Gameleira para o pateo do
eogenho do mismo nome, sendoessa localidade
por traz de um promontorio, d'onde nao se avis-
ta a chegada e sabida po trem ; nao eat por
ventura a feira bem collocada no ceotro da po-
voacio, onde existe o commercio, mais de trila
casas de negocio, miiorea e menores, e que to-
dos pagam os direilos nacionaes, e alm disso
uma povoacao de mais deoilenta casas de todos
os lmannos, que em virlude da feira alli se tem
construido, era terrenos foreiros, posico que
tem todas as commodidades vitaes, nao poder
a polica dar alli melhor garanta aos direitos
indivduaesdo cidadio ; nao ser tudo isto em
prejuiso de tantos, e em proveito deum oudous?
veremos a resposla.
Essravo fgido
Desappareceuda casa do abaixo assigoade um
molatioho de nome Joo, tendo 8 para nove an-
uos de idade, cria de casa, com os signaea se-
guales :claro olhos grandes, car/ello carapi-
nhos, bocea grande.gengivas salientes, denles um
pouco esbarrados, e bastante ladino: suppe-se
estar furtado, ne s porque j faz msis de um
mez que delle se nao tem noticia, como porque,
nao era elle acostumado a fugir, nao tendo mes-
mo ltimamente havido motivo para tal. Quem
delle der noticia exacta ser recompensado, di-
rigi do-se para tal fim. ou ao sitio no Caldei-
reiro, ou ao escriptorio na rus de S. Francisco.
Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
Comprase uma negrinba de 2 a Saurios de
idade : na rua do Caes 22 de novembro, n. 30,
Io andar, por cima do bilbar.
Compra-se uma preta del4a!8annos de
idade, preferindo-se do malo, embora sem ha-
bilidades, e troca-se um moleque de 11 annos
por uma preta ou parla de lguai ou menor ida-
de : na rua do caes 22 de novembro, n. 30, Io
andar, por cima do antigo bilhar do Paira.
Aluga-se um preto de idade de 25 annos.
muilo el e sem vicio algum, proprio para tra-
tar de um sitio, ou de qualquer servico de cam-
po ou de rua: quem o pretender, dirija-se a
rua da Caraboa do Carmo, venda o. 44, se dir
quem aluga.
Aluga-se por commodo prego o terceiro
andar do sobrado o. 1 A do beco Lirgo, com
commodos para graode familia, es' concertado
e pintado de novo: para tratar na mesma rua,
taberna n. 2
-~ Eugenio G. Natl, subdito francez. vai para
o Rio de Janeiro.
Os credores do fallecido Manoel Buarque
de Maced Lima, sao convidados pela commis-
sao liquidadoura para se reuoirem, quinta-feira
19 do eorrtDtP, (siembro) ao meio dia, na rus
da Cadeia do Recife n. 27, primeiro andar, para
deliberaren: de negocios de urgencia e interesse
dos mesmos credores, ama vez que o nao fize-
ram a 12 do correte.
LOIIIMi
AaunhSa 18 do corrent-, j pelas] 8
horas da manbaa, andarao impreteri-
vel mente as rodas da stima parte da
quarta lotera do Gymnasio Pernambu-
cano no consistorio da greja de Nossa
Senbora do Li?ramento, pel novo e
excellente plano approvado para a ex-
traeco das loteras que se a cha abaixo
annunciado. O resto dos bilhetes e
me ios bilhetes se acham a renda na tbe
souraria das loteras rua do Crespo n.
15, pavimento terreo e as casas com-
missionadas. Os premios serSo pagos
depois da distribuicao das listas.
PLANO.
6000 bilhetes a 5.............. 30000O00
Beneficio e sello de 20 por cento. 6:0090000
Liquido.
24:000000
1 Premio de............ 6:0009
1 Dito de........ 3:0009
1 Dte de............ l:O00
1 Ditode................ 5009
4 Ditos de 2009......... 8009
8 Ditos de 100$........ 8009
20 Ditos de 409........ 8009
50 Ditos de 209........ 1.0009
106 Ditos de 109......... 1:0609
1808 Ditos de 59........ 9:040|
2000 Premiados.
4000 Brancos.
24:0005000
6000 Bilhetes.
N. B. As sortes maiores de 400$ es-
tao sujeitas aos descontos das leis.
O tbesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
A commissao liquidadora dos ere-
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aosSrs.
devedores a referida casa que se dir-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commissao todos os dias utes das 10 ho-
ras da manha as 2 da tarde na rua da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a tancar
mao dos meios judiciaes ou do jornal
para haver essas importancias de que
sao seus devedores.
Historia Universal
POR
G. Canto.
Viva o paquete das novidades
Pois est torrando miudezas muito ba-
ratas, afim de apurar dioheiro para con-
sumo do paquete, rua da Imperatriz n. 54,
loja de Joaquim de Azevedo Pereira J-
nior, declara o seguinte :
Cartees de clcheles muito lino a 40 rs.
Caixas de dilos da Ierra a 80 rs.
Linha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dita de carretel, 100 jardas a 30 rs.
Pares de meias croas e de cores para
menino emenina a 110 rs.
Duzia de meias croas muito finas a
2SO0.
Dita de ditas entre finas a 29200.
Linha branca em cartao, 200 jardas a
Ors.
Iscas para charutos a 60 rs.
Caixas com palitos de Especia a 160 rs.
Prascoa de agua de colonia de Piver a
440.
Ditos e ebeiro muito finos a 800 rs.,
Lubin a ISOOP.
Jarros de fianha pequeos a 1|600.
Ditos de dita grao des a 39500.
Frascos de penha pequeos a 320,
grandes a 600 rs.
Sabooetes de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de mompelas a 320.
Duzia de meias cruas para seohora
29400. v *
Ditas brancas muito finas a 39300.
Fio de raiz de coral muilo fino a 700rs.
Espelhos de columna pede ferro a 1$5O0
Carteiras de agulhas muito finas |a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finas a 800 rs.
Baralhos pottuguezes a 120.
Ditos fraocezes a 240
Croza de boldes de louga brancos a 120
Agua de Lavander muito fioa a 640.
Dita frambuiia a 600 rs.
Tesouras muilo finas para unhas e cos-
tura a 500 rs.
Caivetes de 1 folha a 80 rs., 2 folhas
a 160 iv.
Cabo de marfim a 400 ra.
Meias alraa para hornero a 19800.
Froco fino de todas as cores a 400 rs.
Dito grosso dem a 500 rs.
Caixas de papeleo com alfinetes a 120.
Parea de sapatos de laa para bomem
a 19280.
Tesoura para costura a 200 ra.. e Bran-
des a 640
Duzia de boloes de louca para paletots
a 120.
Sapalinhos de merino a 19500, e vellu-
dinho a 29OOO.
Rosarios e cruzes de coco, 1 a 120 rs.,
edozia a 19400.
Caixas com perumsria a 49
Traducco portugueza.
Roga-se aos senhores assignaotes desta inte-
ressante oqra, que ainda nao tiverem recebido
todos os volnmes, de procurarem oa que lhe fal-
tam na livraria econmica ao p do arco de San-
to Antonio at o fim do corrente mez, poia pre-
cisndole liquidar contas com os ediclores, tem
de vollarem para Lisboa em outubro os volumes
que sobrarem. Na mesma livraria vonde-se a
mesma obra completa em 12 rolumes.
Manoel Aires Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
A commissao liquidadora dos credores da
casa do fallecido Manoel Buarque de Macedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou contaa de Irnos, que se diri-
jam com os seus ttulos rua da Cadeia do Re-
cife n.26, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nha s 2 da tarde, para serem verificados e clas-
sificados pela referida commissao
O abaixo assignado avisa ao Sr. Amaro Lo-
pes, rendeiro do eogenho Rio Preto, que se acha
em sua casa a um mez, pouco mais oa mecos,
um seu escrayo de nome Antonio, como j lhe
mandara participar, e como al o presente nao
tenha tido resposta algnma, por isso o faz por este
Diario, bem como avisa ao ditDSr. Amaro queda
dala deste em disote nao corre risco algum. S.
Francisco da Varzea 11 de setembro de 1861.
Luiz de Franca da Silveira.
O Dr. Antonio de Vasconcellos Menezei de
Drummond acba-se prompto para o exercicio de
sua profissao de advogado em todos os dias u els
das 10 horas da manha s 4 da tarde, no seu es-
criptorio. rua do Imperador n. 43, primeiro in-
dar, e lora dessas occasies, e para casos urgi-
les, em seu domicilio na rua do Hospicio n. 17.
Na rua do Hospicio n. 17 se dir quem lem
para alagar dous escravos.
Findos os dias da lei, que ser annunciado,
veoder-se-ha em prac.a publica do Dr. juiz mini-
cipal da 1.a vara, escrivo Molla, o engenho A-
guas-Bellas, freguezia dos Afogados, com loas
ierras, vaneas, matas virgens, casa de viveuda,
casa de purgar, moenda muito boa, taxas e ais
necessarios para o fabrico de assucar, tudo iva-
liado por 16:0005, por execu;o de Jos Fsisti-
00 de Lemos contra Jos Rodrigues de Olireira
Lima.
Consultas medicas, *
Serao dadas todos os das pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, rta
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1. Molestias de olhos.
2.* Molestias de corceo e de peito.
3. Molestias dos orgos da geracc e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suss entradas, comegando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero ero pregados em suas consul-
ta;es e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa ao menos
probabilidade sobre a sede, nalureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dadedoseuempregourgenteque se usar
delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer opencao que
julgar conveniente.para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se acha
prvido de uma completa collecco de
instrumentos indispensarel ao medico
operador.
Gasa para alugar.
Na ilha do Retiro, Passagem da Magdalena, a
primeira que se acha destacada, a melhor do lu-
gar, tanto pelos commodos, como por estar na
melhor posicio : a tratar na rua Nova n. 38, loja.
Precisa se de uma ama : na rua Nova n.
23, loja.
Ao publico
Francisco Xavier de Alhayde, para prevenir I
qualquer juizo desfavoravel que porventura se
potsa fazer a seu respeito, declara, que honlem,
as 3 horas da tarde se despedir da loja deca-'
Jados da rua do Livramento n. 31, pertencente a
oio Luiz Viaona, pelo motivo de lhe nao ter
iago o seu honorario em qualidade de caixeiro
como com outros muitos aconteceu), pelo que
vai have-Io por meios judiciaes, mesmo porque
o Sr. Vianna tem lido a baixoza e ousadia de fa-
zer crer a algumas pessoas que eu me ausente i
de sua casa.
Na rua do Apollo n. 24, segundo
andar, aluga-se uma escrava de boa
ducta que seja perfeita cozinheira.
~ armazena da rua da Lapa n. 13, e rua
do Costa n. 10, recebem gneros para recolbe-
rem por menos de que costumam receber outros :
quem pretender, dinja-seaon. 13. que achara
com quem tratar; assim como se aluga um dos
mesmos armazens.
Publicares do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
TIIESOIIO HOME0PA1W0
ou
VADE-IECUM DO HOMFOPATHA.
(Segunda edic deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopathico
r-ELO DR.
SABINO 0- L. PINHO.
Continuara as assignaturas para estas obras a
209OOO em brochura at dezembro. Desse tempo
em diante as assignaturas sero elevadas a ra.
25000.
Rua de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
3~Rua estreita de Rosario--3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar denles artificiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a rontade de seus donos, tem pos
e outras preparares as mais acreditadas
para conservaco da bocea;
Precisa-se alugar uma escrava para todo o
servico de uma casa de pouca familia ; na praca
da Independencia n. 38.
Obacharel Witruvio po-
de ser procurado na rua
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Csrmo.
9
CONSULTORIO ESPECIAL H01E0PATH1G0
DO DOUT0R
n SABINO O.L. PINHO.
Rua de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias Steis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiates molestias
molutiat dat mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
leslias syphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes t suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
liveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todaa as carteiras sao acompanhadas de um
tmpresso com um emblema em relevo, tendo ao
r6dor as seguintes rJalavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na. lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Acha-38 justa e contraclada a compra do
sobrado o. 54 da rua da Senzalla Velha. que oa-
trora pertenceu ao (loado Antonio Teireira Duar-
te Velloso, devendo oa occasio da escriptura
ser paga e distractada da bypotheca que nella
tem a Sra. D. Mara do Carmo Ribeiro Guerra ;
se alguero, portanto, alem da mesma senhor,
tem qualquer direito ou onos obre o mesmo so-
brodo, queira annunciar por este jornal no prazo
de 3 dias.
O Dr. Moreira Guerra, deixou
o exercicio da primeira vara
municipal, e continua a advo-
car em seu escriptorio, rua do
Crespn. 1, primeiro andar,
onde sera' encontrado das 9 ho-
ras da manha as 3 da tarde
Quarta "feira 18 do corrente, perante o Sr.
juiz de paz do 2o distrelo da freguezta de S. frei
Pedro Gongalves, depois de Onda a audiencia,
hir a praca os-bens seguintes : uma cama fran-
ceza de madeira de a marello, uma mesa redon-
da de dito, por venda : ludo no valor de 950000
rs porexecusio de Anlonio Ferreira de Lima,
contra Joo Jos Meodes.
' Ohne spitzen.
Elegant gearbeitete fruehling Hosen
zu haben be Hunder: rua Nova n. 67.
O padre Joao Servulo Teixeira mudou a
sua residencia da rua Bella para a rua de S.
Francisco n. 56.
Urgen<
ca.
D-se de 200 a 300 de aluguel mensal por uma
caaa terrea com quintal e corredor para pequea
familia as seguintes ras : Flores, Camboa do
Carmo, Florentina, Bella e Concordia ; quem ti-
ver annuncie ou dirija-se roa do Rangel n. 10.
Aluga-se por commodo prego um pequeo
sitio plantado com casa de pedra e cal com bas-
tantes commodos e cacimba com muito boa agua
de beber, na Gapunga Nova, portao confronte ao
Sr. Dr. Pereira do Carmo: a tratar no becco Lar-
go, taberna n. 2.
Paschualo Sarti, Luizi Zalcnlini, Raffaello
Bernachi, Callo Henconi, Natale Biagini, Fran-
ceso Pellioi, Geremia Angelioi, Nicomede Gal-
gaui, subditos italianos, vo para Europa.
DE
Escultura em Marmore
Caes do Ramos n. 30.
Se fazem pelos presos seguintes :
Consolos Luiz XV de 12Ja 150.
Jardineiras dem idem de 505 300*
Con solos lisos de 90 a 120.
Mesas redondas de 160 a 250.
Lavatorios de 120 a 300.
Aparadores de 208 a 35S.
Letras gravadas dourtdas ou embutidas con-
forme oa caracteres e tamanhos de 100 rs. cada
uma a 10.
Pedra para collocar as ditas, cada palmo em
qaadro a 10.
Concerla-ae alabastro, jaspe e porcelana.
Recebem-se podras usadas em troea. quer se-
jam oa nao de trastes, ainda mesmo quebradas.
SYSTE1A MEDICO DE OLLOWAY
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavelespecifico, eomposto inteirs,
mente de hervas medicinaes, nao conten merca-
rio nem alguma outra substanciadelecteris. Be-
nigno i mais tenra infancia, e a compleic,o mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compltelo mais robusta ;
enteiraraente innocente em suas operarese;ef-
feitos; pois busca eremove as doenc,as de qual
quer especie, e grio por mais antigs e tenazas
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavamas portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrara saude e forcas, depois de ha ver tenta-
do inullimente todos os outros remedios.
As mais aflictas nao devem entregar-se a des-
esperbaos fa$am um competente ensato dote
efficazes effeitos desta assombross medicina,
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perea tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
"frfff???K
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nac5es
podern teslemunhar as virtudes deste remedio
incompara vale provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lem seu carpoe
membros inteiramente saos depois de haver em-
p regad o intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ba convencer dessas curas rat-
ravilhosas pela leilnra dos peridicos, quelh'as
relatam todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao tao sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tea
deviam sofrer a ampuiaro 1 Dellas ha mui-
eas quehavendo deixado esses, asylos depade-
timentos, para se nao submeterem a essaope-
raco dolorosa oramcuradas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren) sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude ss
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algnm tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento be til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em gera!.
Ditas de anus.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengvas escaldadas.
Inenacoes.
Inflammacao do figado.
Inflammago da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Palmees.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulac,5es.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Yende-se este ungento no estsbelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em loda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Yende-se a 800 rs,, cada bocetinha contm
uma instruoco em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
\WmmwHM en mmmmmmt
.-*-,.
bROUPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.;
SORTIMENTO COMPLETO
8 ni 1
Pazendas e obras feitasj
a
LOJA E ARMAZEM
IGes k Basto!
NA
Rua do Queimado
u. 4tt, trente amareUa.
Constantemente emosumgrandeeva- '
j riadosortimento desobrecasacaspretas
de panno e de corea multo fino a 280,
30$ e 350, paletots dos mesmos pannos
a 2og,228 e 24$, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14$, 169 18g, casa-
cas pretasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28$. 80$ e 35. sobreasaras de
casemira de core muito finos a 15, 16$
e 18$, ditos saceos daa mesmas casemi-
ras a 10$, 12$ e 14$, calcaspretas de
casemira fina para bomem a 8, 99, 10/
e 12, ditas de casemira de cores a 7$,89,
99 e 109, ditas de brim brancos muito
fina a 5$ e 69, ditas de ditos de cores a
39, 39500, 49 e 49500, ditas de rreia ca-
, sentir de ricas cores a 4$ e 4(500, col-
letespretoadecasemiraa 59 e 69, diloa
! de ditos de corea a 4$500 e 59, ditos
branco ide aeda paracasamento a 59,
< dltoa de 69, colletes debrim branco e de
I fus to a 39, 39500 e 9. ditos de cores a'
> 95OO e 39, paletotspretos de merino de
1 corda o sacco esobrecasacoa 7$, 89 e99,
I colletespretospara luto a 4&S00 t 59,
j as pretaa de merino a 49^00 e 59, pa-
l etota dealpaca preta a 39500 e 4$,dltoa
', sobreeasaco a 69,79 e 8$, muito fin o col-
letas de gorguro desedadecorejmuito
boafaiendaa39800 e4$, collete.da rel-
iado de crese pretos 1 79 e 89, roapi
para meninosobre casaca depanno pra-
, tos e de cores a 149,159 169, ditos de
1 casemira sacco para os mesmos a 69500 e
j 79, ditos de alpaca pretos saceos 1
39500,ditossobreeasacos a 5$ e 59500,
[calcasde casemira pretas e decores a 69, ;
6$500 e 79, camisas para menino a 209 j
a daiia,camisas inglezas prega tlargaa 1
' muitosaperiora 329aduiiapariacabar.
I Assimeomotemos ama oficina deal- 1
rlateondemandamos executartodas aa '
: obras com brevidade.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Am polas.
Areias (mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidadeou extenua-
50.
Debilidad* ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor degarganta,
de barriga.
nos rins.
Dureza no ven ir*.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto dae speci*.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflamms?oes.
Irregularidades -
menstrua cao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstruefao de ventre.
Phtysiea on eonsump-
pulmonar.
Retenco deourina.
Bheamatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal).
Febreto intermiten te,
Yende-seestas pilulas no estabeleciment ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguista eou tras pessoas edo
carregadasde sua venda em toda a America n-
Sul, Havana e Hspanha.
Yeadem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
ama dellas, contem ama instruccSo em portu-
guez para explicar o mmo de se usar destas p-
lalas, ^r
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na rua da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Dentista de Paris.
15Rua Nova-15
Frederic Gautier ,cirnrgiodentisla, f az
todas as operaedes da sua arte e colloca
den tes artificiaes, tudo com a superiori-
dade eperfeico que as pessoas entendi-
das lhereconhecem.
Tem agua e psdentifriciosete.
WJWwPst mfxH wt^kf rW* ^B* ^Np ^^K vIK Maff gk^xW ]*%
Na praga da Independencia, n. 22, dese-
ja se saber da residencia do Sr. Eduardo Luiz
Cerqueira. tu da do Sr. lianoel da Silva Remos,
afim de salifaier um pedido.
Pede-se so Sr. Moura Magalhes, estucan-
te do terceiro anno, que appareca na travessa da
rua das Cruzes n. 2, primeiro andar, para nego-
cio de seu interesse.
Gabinete medico cirurgico.g
sj Rua das Flores n. 57.
) Serio dadascons<as medlcas-cirurgi- m
$3 cas pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu- m
SJ querque das 6 as 10 horas da manbaa, ac- *)
^ cudindo aos chamados com a maior bre- A
j vidade possivel.
1"> Partos.
0 2.* Molestias de pelle.
3.* dem dos olhos.
4.* dem dos orgos genitaes.
*J) Praticar toda e qualquer operaco em
9 seu gabinete ou em casa dos doentes con- S
^ forme Ibes fdr mais conveniente. Z
NADA MAIS SUBLIME DO QUE A GRATIDO..
Os abaixo assignados faltariam ao mais rigo-
roso dever, se deixassem em olvido as eminen-
tes qualidaae?, e o bom tratamento que recebe-
ram do illustre cavalleirn e mui digno comman-
dante do vapor nacional Persinuuga, o Sr. Ma-
noel Rodrigues dos Santos Moura, na recente
viagem de Macei para esta cidade Receba o
mesmo Sr. Moura os nossos protestos da mais
subida eslima que lhe votamos ; e parabeus
companhia pernambucaDa por poscuir um joven
to zeloso de seus interesses. Recife 12 de se-
tembro de 1861.
Dr. Bernardo Machado da Costa Doria.
Dr. Francisco de Araujo Barros.
Dr. Jos Antonio de M. Bastos.
Mioervino N. G. Lima.
Joo Antonio Csrvaiho MariDho.
Jos Wenceslao Maciel Pinheiro.
Manoel Pinto 'Araujo Filho.
Jos Gabriel de Mello Pinto.
Francisco Fontan.
J. J. Alve?.
Francisco Moreira da Cosls.
Jos Joaquim Jain es de Abreu.
Candido Francisco Soares.
Jos o'Azevedo Villarouco.
Manoel Joaquim da Silva Leo.
Aluga-se um grande e novo armazem pro*
prio para recolher gneros, na rua do Amorim
rom frente para a nova rampa entre os trapiches
Cunha & Companhia : quem pretender dirija-se
rua do Vigario n. 5.
Aluga-se o primeiro andar com bastante
commodo, e a luja propria de negocio, do sobra-
do na rua Direita n. 9, com fundos para a rua da
Penha : a tratar na tua alraz da matriz da Boa-
Vis la n. 36.
Attenco.
T
A pessoa que precisar de um caixeiro para
qualquer estabelecimento, dando fiador de sua
conducta, dirija-se a encruzilbada de Belem, em
casa do Sr. Manoel Joaquim.
No sitio defronle do caes da Ponte de Uchoa
vende-se lenhe para olaria.
Aluga-se uma casa em Beberibe : a tratar
com J. I. M. do Reg, na ruado Trapiche n. 34.
$* Sitio na Capunga.
Aluga-se o sitio oa Capunga Velha do Sr. Bar-
Iholomeu Francisco de Souza, perto do rio, e
com bastantes commodos; cocheira, e quartos
para pretos. com arvoredo, parreiral, etc., etc.:
quem o pretender, dirija-se a rua largs do Ro-
sario n. 34. botica.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C. sacam e tomara
saques sobre a praga de Lisboa.
Sacam sobre Lisboa
Ararraga, Hijo & C, rua do Tiapiche
Novon. 6. v
. Aluga-se uma preta escrava para ama de
leite, que tem com abundancia, e muilo cari-
nhosa para meninos, quem precisar dlrija-se
rua do Crespo loja o. 20 de Adriano & Castro.
Na travesa da rua das Cruzes n.
2, primeiro andar, continua-ie a tingir
com toda a perfeicSo para qualquer
cor e o mais barato possivel.





D.AJUO M riBN4HlCC0. TER^A rUBA 17 I SETEMBRO DI 1861
(5)
PBOBBESSISTA
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
ELIXIR DE SALDE
E
Citrolactato de ferro.
V3nieo deposito no botica do JoaqoAm MarUuYi
do Craz Crrela & C, vua do Cabug u. II,
em PernaiuAmeo.
A, F. Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo'separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de uovo estable-
cido com dous tceiados armazens de molhados, associado com o Se. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte A Souza, e o segundo
na de Duarte Almeida & Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao so na liupeza e asseio com que se acham montados, como em communidade de
preco, pois que para isso resolveratn os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
o publico urna vantagem de menos 10 por cento do preco que possara comprar em outra qualquer parte, por isso desojando os proprietarios acredi-
taren) seus estabelecimentos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim j poder ver o
publico que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouco praticas, em qualquer um desiesestabelecimentos, quesero to bem servi-
nova preparaco de ferro
boas
apreciadores destete ge
nctar, Carca vellos, Madeira secca, Feitoria e Camones a 19200 a 19300
a caca e 19280 a libra.
estabelecimentos, abaixo transcrevemos algumas adicoes de nossos preces, por onde ver o publico que vendemos baralissimo, altendendo as
qualidades de nossos gneros.
Manteiga mgleza especialmente escollhida a 900 rs. a libra e em porco lera abatimento, recommenda-se aos
ero que mandem ao menos experimentar, sertos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
dem franceza a melhor do mercado a 640 ra. a libra e em barris a razao de 600 rs. a libra
t ha hySSOn e preto 0 melhor do mercado de 1&700 a 2800 e em porco lera abatimento, e afianca-ce a boa qualidade.
FreSUntO fiambre nglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em porco a 800 rs.
Presuntos portUguezes vindos do Pono de casa particular a 560 rs. por libra e inleiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as exposices universaes. de Londres e Paris a 19800 a lata.
CaixaS COm estrelinha peVide e rodinha 7000 a caixa e 800 n. a libra e em porco ter abatimento.
LataS de ameiXaS francezas com cinco libras a 49000 e 19000 a libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2#000 e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 79000.
Espermacete superior a 720 rs. em caixa.. 740 n. a iu>n.
Conservas francezas iiiglezas e portuguezas 6oo e soo rs. o frasco.
JLrVlinaS poquezas e francezas a 800 rs. o frasco afincese seren as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Lata COm bolaxinha de SOda de diversas qualidades, a multo nova a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 2*500 a 4|500.
Vinno em garrafas Duque de Porto, Porro fino, genuino,
a garrafa ea 139 a duzia.
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Latas COm fructas d todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 1#000 a lata.
Pera em CaixaS de 4 a 8 libras a melhor que se jde desojar e tem vindo ao mercado de 49 a 6#
Corinthias em frascos de 1 112 a 2 libras de 1|600 a 29200.
r ti A IkV ^eiXe Save* pescada e oulras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 1#400 a 1*600
tale do R.10 o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
raSCOS de amendoa com 2 libras, proprias para mimos, porserem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560 a caada.
LomOOS deporco, paios nativos, chouricas murallas e outras qualidades, o melhor que se pode desejar de 600 a 19280 a libra.
VinnO BOrdeauX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 8#500 a 10*000 a duzia,
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, de 1 a 1 280.
Banha de porCO refinada a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril.
CervejaS das melhores marcas 600 rs. a garrafa a 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de sboa a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Doce da goiaba da Casca em caixo a 19 e em porco a 900 rs. *
Azeite dOCe purificado a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
GognaC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
Q* "
U1JOS SU1SSOS chegados ltimamente a 500 rs. e em porco ter abatimento, afianca-se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco e 69500 a frasqueira com 12 frascos.
PalltOS UXadoS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 30 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3*000 a greza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol e francez de 19 a 1*200 a libra.
Azeit OnaS as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 1*200 a ancoreta do Porto, e a 1*600 as de Lisboa.
AmendoaS ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porco ter a batimento.
AI pista o maislimpo que tem vindo ao mercado a 180 rs. a libra e 59500 por arroba.
A lm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
H. Thermes (de Chalis) antigo pharmacentico presenta boje urna
com o nome de elixir de cilro-lactato de ierro.
. Parecer ao publico um luxo empregar-se um meamo medicamento debaixo de formulas to
variadas, maao homem da aciencia comprehende a oecessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de mulla importancia em therapeutica; um progresso immenso,
^a a maDlendo a easencia do medicamento, o torna gradavel, fcil e possivel para todas as
idadea, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas prepararles de ferro al boje conbecidas nenhuma rene to bellas qualida-
des como o elixir de citro-lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-seem urna pe-
quena dose, e ser de urna prompta e fcil dissolucao no estomago, de modo que completamente
aasimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que conten em ua composicio, a constipado de
veolre Irequeotemenle provocada pelaa outras preparacoes terrogioosas.
Ellas novas qualidades em nada alteram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispeuaaa em sua clnica, de iucomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades laes, que o pralico possa prescrever sem receio. E' o
qtt5rCOneBao Pn,rniaceutico Thermes com a preparaco do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparacoes ferruginosas, com o
attesta a pratica de muito mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido em pregado como i in-
menso proveito as molestias de languidez ( chlorose paludas cores ) na debilidade subsequente as
hemorrhagias. as hydropesias que apparecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as perolas brancas, na escrophula, no rachitismo, na purpura bemorrhagica, na
conralescencia das molestias graves, na chloro anemia das molheres grvidas, em todos os casos
em que o sangue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, afeceSes chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancroaa, syphililica, excessos venreos, onanimo e oso prolongado das precaocoes mer-
cvriaes.
Estas enfermilades sendo mui frequentes e sendo o ferro a principal substancia de qu |o
medico tem de lancsr mo para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humanidade, por ter descberto urna formula pela qual se pode sem receio
usar do ferro.
Consultorio medicocirurgico
3iro\UA. GLOftl V CASA. DO Y13NHlUl~&
Consulta por ambos os systemas,
Em consecuencia da mudenca para
fazer urna reforma completa em
a sua nova residencia, o propietario deste estabeleci-
menlo acaba de fazer urna reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o propietario tem tomado
a precaucao de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conla assigoada pelo Dr. Lobo Hosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porco de tincturs de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao lo conhecidas que os meemos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tincturas cuslaro a 1* o vidro.
. O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem eommodos
sufficieotes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alguma
operaco, affiancando que serao tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aquelles que i tem tido escravos na casa do anounciante.
A situacao magnificada casa, a commodidadedos banhos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annuncianle devem procura-lo de manha at 11 horas
e de tarde das 5 em diante, e fora destas horas acbaro em casa pessoa com quem se poderlo en-
ender : ra da Gloria n. 3 casa do Pnndo.
Dr. Lobo Motcoio.
ARMAZEM
DE
ROUPA F
DE i
APPII0VAC10 E AUTORISACU
MCfilClfAE
DA
l&kMMlk IIrUiL SI ilfJtfifffi
E JUNTI CENTRAL DE HYGIENE PUBLIC
CHAPAS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPtlSTICAS
De Ricardo Hirk
Para serem applicadas s partes afifectadas
sem resguardo nem incommodo
Com esus Chapas-elbctro-magketicas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
faTlwel em todos os casos da inflammaco ( cansado ou falta de respiraro ), sejam internas ou
extermas.como do Ggado, bofes, estomago, baco, rins, tero, peito, palpitaco de coraco, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecses nervosas, etc., etc Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas eft., seja qual foro seu
tamaBhoe profundeza por meio da suppuraco sero radicalmente extirpados.
O uso dellas aeooselhado e reeditadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
eonteatavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianca do publico
que j tem a honra de merecer, depoisde 24 annos de existencia e de pratica
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessanas expheaeoes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou ronco
do corno, declarando a cicumferencia: e sendo nchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seu
amaoho em um pedaco de papel e a declaraeo onde existem, afim de que as chapas seio da
torraa da parte affectada e para serem bem applicadas no seu lugar. -
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sero acompanhadas das competentes explicacoes e tambem de todos os acces-
orios para a collocacio dellas.
Consulta as pessoae que o dignaren) honrar com a sua confianca, em seu esariptorio,
se acharar aberlo lodos os das, sem excepeo, das horas da manha s i da larde.
que
||9 Ra do Parto
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
mi sis ss,m
E EM HHUAiftl
119
Para as ncorntaandag ou informaces dirijam-sa a
iua do Qbei ruado n. 15.
pbarmaoia de JosAlexandre Bibeiro,
Importante
Atso '
Na luja de 4 portas da ra do Queimado n. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mento de roupas feitss, para cujo tim tem mon-
tado urna offleina de alfaiate, estando encarrega-
do delta um perfeito meslre rindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que ae Ibe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
Ulms. Srs. ufficiaes tanto da armada como do
exercilo.
Faz-se fardas, fardoes com superiores preparas
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figurinoa que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquiohas
para montaa, fardetaa ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja singeloa ou
bordados a espequitha de ouro ou prils, tudo ao
goslo da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
fardamenio de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninoa ja quejas a
franceza bordadas ao meamo goato. Affiancando
que por tudo se fica responsavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corte, nlo ae falta no
dia que se promeller, segundo o systema d'onde
veio o meslre, pois espira a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
peri mentar.
Na toja d'aguia de ouro, ra do Cabog n. 1 B,
recebeu um completo sortimento de gollinhas de
missaoga, sendo de todas ascorea
No dia 12 do correnle desappareceu do
quintal da casa n. 13 da ra da Matriz da Boa-
Vista um eavallo castaoho escuro, pequeo, tem
o p direito branco ; quem o achar pode leva-lo
ra do Crespo, loja n. 18, que ser recompen-
sado.
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QUEIMADO 40|
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feila de todaa as
qualidades, e tambem se manda executar pormelida, a vontade dosfreguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 40, 35 e 309000 Ditos da setim preto
Sobrecasaca de dito, 35 e 3000
Palitotsdedito decorea, 35, 30,
25$000, 10, 18 e 20000
Dito de casimira decores, 12000,
15, 18, 7 e a 9000
Dito de alpaka preta golla de vel-
ludo, fraocezas llfOOO
Ditos de inerio-sUim pretos e de
cores, 9$000
Ditos de alpaka da cores, 5 e
Ditos de dita preta, 9, 7. 5
Ditos ie brim decores, 5, 4500,
4J000 a
Ditos de bramante dalinho branco,
6j[000, 59000 e
Ditos de merino de cordo preto,
lSfOMt
Calas ie casimira preta e decores,
1S, 10, 9 e
Ditas de princeza a merino de cor-
do pretos, 5, 6500 e
Dita sde brim branco a decores,
58000, 4500 e
Ditas de ganga de cores
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 12, 9$ a
Ditos de case mira preta e de cores,
liaose'bordados, S,5500,5e
89000
39500
39500
3500
4 $000
8 000
6J000
4500
59500
3S000
89000
3500
59000?
5000<
5000|
3000
29200?
18280:
2200|
3000;
I
19800?
Ditos de seda e setim branco, 6 a
Ditos da gurgurao de seda pretos e
de cores, 7$000,69000, a 4
Ditos de brim a fuatao branco,
39500, 2S50O e
Seroulas de Orim de linho, 2 e
Ditas de algodao, 500 e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 29*00 e
Ditas de peito de linho 5, 4$ e
Ditas de madapolao branco a da
cores, 3, 250, 2 e
Chapeos pretos de massa.francezes,
formas da ultima moda 108,8500 e 79000'
Ditos de feltro, 6, 5J, 4 e 2000
Ditos de sol de seda, inglezes a
francezes,14, 128, H8 e 7000]
Collarinhos de linbo muito finos,
novosfeitios.da ultima moda 9800!
Ditos de algodo 950O;
Relogios de uro, patentes hori-
sootaes, 100. 90, 80 e 70000i,
Ditos de prata galranisados, pa-
tente hoaontaes, 408 30000,
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozetas e
anneis f
Toalhas de linho. duzia 109000 6 a 9jOO0V
Ditas grandes para mesa a 49OOO e 5000:
M
Cheguem
BARATA PARA LIQUIDAR
Na ra da Imperatriz n. 40,es-
quina do becco dos Ferrei-
ros, loja de Manoel Jos
Guedes de Magalhes
Sedinbasde quadros de todas as cores e muito
encorpadas, covado a 720 rs., cortes de cambraia
brancos com 3 ordens de bordado a 3, ditos com
3, 4, 5 e 6 babados de diversas cores a 39500,
ditos de tarlatana com 3 babados a 2$500 e 3,
ditos de cambraia de seda a 5, bales de 14 a
40 arcos dos melhores que tem apparecido a 3,
395OO e 49, ditos para meninas de lodosos tama-
nhos.cambraiela franceza muito fina.peca a 79500
e 88, cassas com salpicos brancos e de cores, co-
vado a 240, pecas de cassa de salpicos brancos e
decores com 8 1(2 varas a 39500, cobertaa de
froco matizadas para cama a 9, chales de froco
com pona redonda e borla dos mais modernos a
8, ditoa de lia e seda a 2500, ganga amarella
muito boa, covado a 240, cambraia de cor muito
bonita, covado a 300 rs., alpacas de cor para ves-
tido, covado a 320, popelinas, riscadinhos para
vestidos de senhora e meninas, covado a 300 rs ,
tiraa bordadas a ponto inglez de todas as largu-
ras a 19280, 19440, l60 e_2, manguitos a ba-
leo com gollinha para senhora a 2 e 3. chitas
fraocezas finase cores fixas, covado a 220, 240,
260 e 280 rs., cambraias de seda de cores enfei-
(ada a 540 ra., ditas de forro de oito varas a
peca a 1000, e outras mailas fazeqdas de barato
prego,
Allenfio,
Na ra Direita n. 141 ha para vender fumo de
Garanhuns do melhor que possivel, e por proco
commodo.
Aluga-se urna grande loja do sobrado de um
andar, na ra dos Goelhos da Boa-Vists, com 30
palmos de frente e 90 de feudo, aem repartimen-
1os, com um grande armazem ao lado, com gran-
de terreno no fundo, e caroboa junto da porta
para desembarque, cacimba, etc ; o sobrado nao
eat issoalhaio, mas est todo travejado, com
todas as portas e janellas do exterior, aluga-se
tudo : a tratar na ra do Mondego, olaria'n. 13.
Aluga-se urna casinha nos Coelhos da Boa-
Vista ; a tratar Da ra do Mondego, olaria o. 13.
Alugam-se duas casas novas na ra dos
Prszeres do bairro da Boa-Vista : a tratar com
Jos Carneiro da Cunba.
Engomma se perfeitamento e muito em
conta : na ra dos Prazeres n. 35.
Precisa-se de urna ama que aaiba coziohar
e eegommar ; os ra Nova n. 5
A casa aonde ae liugem fazendas, na ra
do Hospicio n. 42, tinge-ae de preto e todas as
cores, la, seda, grosdenaple e retroz, com toda
perfeico, tambem so limpa o mofo em- vestidos
de velludo ou grosdenaple, e arma-se em cartes
com toda a perfeico : quem quizer poder avisar
na loja do Sr. Sedrira, no largo da ra das Cru-
zes, loja de calcado, e tambem na loja da Sirguei-
ro no largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
Trocara-se diversas imagens vindas do Por-
to, obra muito perfeils, algumas propriss para
igrejaa : na rui do Queimado, loja da boa fama.
Aluga-se o primeiro andar do so-
brado da rus da Cruz n. 21 : a tratar
no terceiro andar do mesmo sobrado.
mu
exposicao de canilieiros
ECONMICOS
O proprietario deste estabelecimento avisa ao
ublico que contina a ter um riquisstrao e va-
riavel aortimentode candieiros para todos os ser-
vicos que se precisar, como um grande deposito
de gaz da melhor qualidale que tem apparecido,
e experimentado pelos compradores, condecidos
verdaderamente econmicos.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Na ra Nova o. 20 a 24.
Aluga-se a loja do sobrado sito na ra Im-
perial d. 162, novamente acabada, com accom-
modscoes para grande familia ; a tratar na ra
Direita, padaiian. 84.
Aluga-se a casa Ja ra do Tambi o. 30, na
ra do Bosario da Boa-Vista n. 14.
Aluga-se urna excellente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poa-
co tempo com trraco a roda, sita na
entrada do Poco : a tratar com os pro-
prietarios N. Bieber & C, successo-
res. ra da Crux n. 4.
O Sr. Brasiliano Francisco de Paes Barrcto
tenha 3 bondade de vir fallar na loja do Germano,
relojoeiro, na rus Nova n. 21, visto igoorar-se
aonde o mesmo senhor mora.
O Dr. Joo Ferreira da Silva, de volla de
sua viagem, est morando na ra larga do Ro-
sario n. 20, e contina no exercicio de sua pro-
fissao, dedicando-se especialmente a pratica de
operaces cirurgicas.
Alugam-se casas em
Apipucos para grande e pe-
quena familia, a beira do rio
e muito frescas, agua potavei
dentro do sitio e outras com-
modidades: a tratar com a
viuva Villar, no lugar cima.
Attenco.
Se alguem nesta praca se julgar cre-
dor do Sr. Antonio Gomes Netto, ne-
gociante da praca do Rio de Janeiro,
queira apresentar seus ttulos na ra do
Trapiche n. 15, que estando em regra
sera' satisfeita qualquer somma que el-
les representen!. Recife li- de setem-
bro de 1861.
Aluga-se a casa n 3 da ra dos Prazeres :
a tratar no becco das Barreiras o. 2, ou na pra;a
da Boa-Vista, botica n. 6.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra prestar-se ao servico de cozinhar e comprar r
na ra do Imperador n $7, segundo andar.
Escriptorio de advocada.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira contina
no exercicio da sua proQssao de advogado, e oi-
ferece-se para desempenha-la tanto nesta cidade
como em qualquer outro ponto pars que o :..-
mem : pode ser procurado em sua residencia, na
ra do imperador, sobrado n. 37, sagundo andar,
entrada a direita.
Ensino de preparatorios.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira. profes-
sor degeogrsphia e historia antiga no gymnasio
desta provincia, tem resolvido abrir novos curses
de rhetorica de geographia e de pbilosophia, as-
sim como das lingua's franceza e ingleza, a prin-
cipiar do dia20do correte: na casa de sua re-
sidencia, rui do Imperador n. 37, segundo an-
dar, entrada direita.
Sabbado, 7 do correnle, larde, urna preta
enconlrando-se na ponte da Boa-Vista com al-
guem, que por ella Iransilava, deixou cahir n'a-
gua urna baca de flandres com algumas pe;as
da roupa engommada : rogase a algom canoe-
ro ou pessoa que a apanhou, queira entrega-la na
ruado Rsogel n. 73, que ser recompensado.
Manoel Bento Aires de Macedo scientiiica
ao respeitavel publico que de agors por diante
assignar-se-haManoel de Macedo.
Cautela com os alinetes.
Certo quartinheiro pede aos seus numerosos
freguezes e poucos amigos, que nao se assentem
em uns capachos que tem no seu estabelecimen-
to de barro, cajos existem ornados com bastantes
alQnetes, afim de servirem de macio assento so
seu amigoMacaco.
EngeDho para vender.
No dia 17 do correte, pelas 11 horas do .:..-,
depois da audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de ir-
phaos, tem de se arrematar por venda, a reque-
rimento de D. Rita Jeronima de Mendonca Per-i-
ra, meieira invenlanaule dos bens que ficiraaa
por fallecimento de seu marido Marcelino Anto-
nio Pereirs, duas tercas partes, pouco mais ou.
menos, do engenho Desterro, sito na freguesa
de Iguarass, avallado em sua tohlida le por
30:0009, moente e correnle, movido por aniwa-'s,
com todas as obras, bemfeitorias, trras, rr^t-sj
logradouros* e utencilio, o qual engenho divi ie-
se pelo nascente com tenas do engenho Ioha-
man, pelo pcente com ierras do eogenho Morrj-
pe e outros, pelo norte com ierras de Jos Igna-
cio, Manoel Locase outros, e palo sol com trr-
ras do patrimonio da irmsndade de N. S. do
Rosario de Igoarass e de outros. Advene-se
que se admitlem leos, parte em dinheiro
vista e parte em pagamentos por letras cemitas oa
endossadas por firmas concetluadas nrsta pra a.
Na ra do Rangel n. 73, precisa-se de ud
ama forra ou captiva para o servico de pequea
familia, paga se bem, 00 caso de agradar.
Na ra de Apollo o. 43, escriptorio de Ar-
mio & Saraivs, existe urna carta para o Sr.
Bento Jos Anlunes Pereira.
Aluga-se, o sobrado n. B da roa do Apo. o,
1 a casa terrea n.27da ruado Burgos a traiar c
ra da Aurora n. 36.
Aluga-se um armazem ns ra Nova de San-
ta Rita (frenl6 da ribeira do peixe) o. 19, c ,m
sufflcieocia para qualquer estabelecimento por
maior que elle seja, pode recolher para mais ae
6000 barricas, ou de 300 a 400 pipas cheias, e
oulras tantas vasias, ou outros quaesquer vol .mes
na proporco, com a vantagem de ter do uDdo
trapicheo guindaste, pelo qual pode embarcare
desembarcar aquary com toda a mar : a enten-
der-se com o proprietario Manoel Pereiri Lemos
no caes do Ramos n 10.
Aluga-se um sitio ua Passagem da Magdale-
na margenado rio Capibaribe, com casa, tendo
i talas e9 quartos : quem o pretender, diriji-se
ao mesmo lugar, sitio do Barroca, a tratar com
Joo Manoel Rodrigues Valenca.
Aluga-se a casa de sobrado na povoacaodo
Monleiro, aonde morou o fallecido paido annun-
cianle, tem eommodos para grande familia, co-
cheira, estribara, etc. : a tratar com Manoel Ai-
ves Guerra, no seu escriptorio, ra do Trapiche
numero 14.
D-se moradia e de comer 9 urna molher
idosa, que seja de bom comporlamento, para es-
tar na companhia de urna aenbora viuva com
tanto que se sujeite a fazer as compras de ponas
fora, que aio mui lo poucas, nao se escome co-
res e nem nacionalidade : a fallar no largo do
Carmo coja Narciso Joc da Costa Pereira.
- Meuron & C, mudararn seu de-
posito drape area-preta, do primeiro
andar n. 23 da ra da Cruz par o ar-
mazem n. 19 na mesma ra.


1----_- *. zS-.VJj.i*.-/..'^-
'. ^
Mario s> wairiJco u tfifigi fiira 17 i setmebro di mi,
PB06ISS0.
LurgodaPenlia
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
armazem de molhados, partecipa aos seus freguezes, assim como os senhores da prega, de enge-
nho e labradores que d'ora em vanle quizerem-se afreguezar neste estabelecimento, que se aeha
cora uro completo sortimento de gneros os mais dotos que ha do mercado e por seren a maior
parte delles ralos de coota propria, est portaato resolvido a vende-loa psamenos 10 por canto
do que em outra qualquer parte, aQangaodo a boa qualidade e acondiciouamenio, assim como ser-
vir os portadores menos pralicos tio boro, como se os seohores viessem pessoalmente, para o que
nao se poupar o proprietario em prestar toda attencao, afim de continuaren) a mandar comprar
su3s eocommendas, serlos de que, toda e qualquer encommenda comprada neste estabelecimento
acomp anhar urna conta impressa com o mesmo titulo de armazem Progresso.
$\U melga ingleza pcriVita mente or, imo ra.. iii**, rende-
s3 por este prego nicamente pela grande porco que lem e sefor em barril se fara abatimento
M*uUlga franeeza, 6W r8., llbI1 e em barril a 660rl.
l*ll& uy8S0H 0 meihor qae na Qi m9rcado a 2*600 a libra.
dem preto a tmo, libra
Quelbs do reino tfh9gados ,oU uUimo Tapora 2*400.
dem p rato a 600 r3 loteiro a 640 rs a ,ibra
dem suisao a 60 rs a Ubra em porQao g faz a balimonto.
Pregunto defiambreiogltI,700. aibr..
V rezunto de lamego. 480 rs. a libra ntero a 440 .
3*\ dU.a a majs n0Ta que na no merca(i0 a 160 rs. a ibra, e em arroba a 45500.
l&SpetmaSete 760 rs. a libra, em c.ix. a 740 rs.
Latas com bolaxiuUa de soda d9 defeate qa9iidao, a 1S400
L,atas eom peixe em posta de muitas qualidades a i#4oo.
A.ie\t tt oce de VI perene eBJ latta, de 2llDt por 1#m
C rriat^s para podiai, 800 rg> a 1bra>
Bamna d porco refinada a 480 ri., libra, em barr1.440 r8.
331^1}a ***** a maianovadomercadoa900re.,eemlattasde2libraporl#700#
ITRIOS Oe lOHluO a prmeira Tez qua Teram a e8te mercado a 640rs. a libra.
C non ricas e paios mui(0 uovos 560 rs.. 1bra.
Palitos de dente \Uadoscom20maciaho.por.200r,
Chocolate tunera. lwoo rl., Ubra, diUo portuguez a 800 .
^aiWmClada imperial do afamado Abreu de outros muitos fabricantes de Lisboa
a 1*000 rs. a libra.
VlOIlOS eagarratadoS Porl0i Bordeaux, Carcavellos, e moscatel a 1*000 a garafa.
w vnnos em pipa de 500i 5S0 e 640rt a garrafat em canadas, 3550045000 4*500.
Vinagre de Lisboa 0 maissuperior. 240 rs.. ..*.
-rveja das miis acreJitddas marcas a 53 a duzia> e em garra[a a 500 rs.
j Vil* para sopa a mais nova que ha no mercado a 640 rs. a libra.
E rvhaas francesas 640 m. latla>
vivlo de a^aendoa a
Nozes
randa e variado sormento da
roupas feitas, calcadas a faiaodas e todos
S00 rs. a libra, dita com casca a 4S0 rs.
multo novas a 120 rs. a ibra.
Castannas
Cat
piladas a 240 rs. a libra.
muito superiora 240 rs a libra, e a 7 a arroba:
ft VM]
- do Maranhao 3tf em arroba, e em libra a 100 rs.
Fumo americano a lg a Ubrai9e{orem porQaoS9 {ar abaliment0.
Se\adinaadeFr,aQaa.240r8ialibra>
v*'*m- muilo novo a 320 rs. a libra.
loneinlio de L9boa a360ri a Iibrae, ,0j>a arrob3
Fariana do Maranaao amaisn0Taal60r9 albra
loncinni iugUza200ra albra
Passas em eaixinnas de8 ubra9. woo cada uma,
tn tependente dos gneros mencionados encontrar o respeitavel publica ludo quanto pro
curar tendente a molhados.
*U ADINRALE
NATURALLEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n. 22
O abaixo assignado remetteu pe-
los paquetes brasileiro Cruseiro do
Sul e Irancez Guienne para seren
vendidos pelo seu commissionado na
corte do Rio de Janeiro os bilhetes in
teirose meios bilhetes da stima parte
da quarta lotera do Gvmnasio Per-
nambucano (primeira concessao) cuja
numeracao se acha affixada na thesou-
raria das loteras.
O thesou retro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
J. F. C. pela pratica que tem de negocio
oTerece o seu diminuto prestimo para caixeiro :
quera pretender, dirija-se a Boa-Vista, travessa
do Veras n. 3.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
a ra Nova junto a Con-
cei$o dos Militar
res n. 47.
Um gr
i lei
estes savendem por precos multo modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacoa de superiores pannoa
a casacos (eitoa pelos ltimos flgurinosa
26, 28, 909 a a 39*. paletols dos meamos
pannoa preto a 16|, 18J. 20 e a 14,
ditos de casemira da cor mesclado e da
novos padrdes a 14. 16, 188,20 e24,
ditas sacos daa mesmas easemiras de co-
rea a 9, 10, 12 a 14, ditos retos pe-
lo minuto prero de, 10, e 12$,ditoa
de sarja de seda a sobracasacados a 12,
ditos de merino da cordio a 12, ditoa
de marin chines de apurado gosto a 15,
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 a a 10,
ditas saceos p re tos a 4, ditas de pal ha da
seda fazenda muito superior a 4500, di-
tos de brim pardo e de fusto a S00, 4
o a 4500, ditoa de usto branco a 4,
grande quantideda de calcas de casemira
preta e de cores a 7, 8, (Sea 10, dita
pardas a 3 e a 4, ditas de brim de corea
finas a 2$500, 3, 3500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 4500, 5f, 5500 a a
6, ditas de brim lona a 5 e a 6$, eolletes
de gorgurao preto e de corea a 5$ a a Cfl,
ditos de casemira de cor a pretos a 45500
e a 5, ditos defustio branco e de brim
a 3 e a 3500, ditos de brim lona a 4f,
ditos de merino para luto a 4 a a 4500,
calcas de merino para luto a4f 500 e a fl,
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os tamaohos: calcas de casemira
prefa e da cor a 5g, 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2, 3 e a 3500, paletotssao-
cea de casemira preta a 6g e a 7, ditos
de cor a 6 eafj, ditos de alpaca a 3,
sobrecasacos de panno preto ai2ea
14, ditos de alpaca preta a 5, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraiafeitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a8 e a 12g, ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 5 e a 6, ditos da
brim a 3, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deizam de
ser mencionadas pela sua grande q.uanti-
dade ; assim como recebe-setoda equal-
quer encommenda de roupas para ae
mandar manufacturar e qua para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande offleina deal-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela auapromptidoeperfeicaonadadei-,
xa a desojar.
Enfeites riquissimos.
Vendem-se ricos enfeites de relroz, sao os me-
mores e mais moderos que ha no mercado, pelo
barti8simo prego de8: na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
4 loja da bandeira
[Nova loja de funileiro dai
ra da Gru do Recife
numero 37.
Uanoel Jos da Fon seca participa a
todos os seus freguezes tanto da praga
S como do mato, e juntamente orespeita-
vel publico, que tomou a deliberac&o de
g baizar o prego de todas as su as obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
sortimento de bahs e bacas, tudo da
differentes amanhosede diversas cores
em pinturas, e juntameute um grande
sortimento de diversas obras, contendo
banheiros e gamelas grandes e pequeas,
machinas para caf e camas de vento, o
que permite vender mais barato possivel,
como seja bahs grandes a 4 e peque-
nos a 600 rs., bacas grandes a 5 e pe-
queas a 800 rs,,cocos al a duzia. Re-
Scebe-se um official da mesma offleina
para trabalhar.
Aos senhores selleiros.
vado: ns roa do Queimado n. 17, a primeira loja
Calcado i
45 Ra Direita 45
Magnifico sortimento.
Semprecnndescendenle a prazenteiro com os
fregueses que Ihe trazem dinheiro, o proprieta-
rio deste grande estabelecimento continua a of-
ferecer ao publico, por pregos mdicos e sempre
inferiores aos de outra, o seu bello sortimento
de calgado fraacas, inglez e brasileiro e vejara:
Home ni.
Borzeguina Vctor Emmanuel. 10000
> cauro de potes. .... 10J000
lordPalmerston[bezerro 9500
diversos fabricantes (lustre) 9000
JohnRasseU...... 8300
Sspatoes Naotes (batera inteire). 5500
patente......... 5J060
Sapates ttanga (portuguezes). : 2000
(francetesl..... 1500
9f entrada baia (sola a vira). 5|500
' multo chique (ama sola). agOM
Senhoras.
Borzeguios primor (Joly). .
brilhintina. .
9 Hispa alta. .
baiza. .
> 31, 3*. 33, 3*. .
* a de corea 32,33,34.
Sapatos eom salto- (Joly). ,
fraaeezes Ireaquinhos. .
a 31, 32, 33 e 34 lustre. .
E um rico sortimento de couro de
1
. 58500
.. 58000
. 5O00
: 4$800
. 4500
. 48000
. 88200
. 2*240
.. 1000
lustre, be-
zerrofrancez, marroquim, sola, vaquetas, cou-
rinhoe, fio, taitas etc., por menos do que qual-
quer outro poda vender.
Em caaa de Adamaon, Howie & C, ra do
Trapiche Novo n. 42, vende-se :
Rolhas de cortiga finissimas.
Lona e fllle.
Fi,o de vela.
Superiores tintas de todas as cores.
Sellins, silhoes, e arreios para carro ou cabriolet.
A 16^500, dinheiro vista.
Paletots de panno Uno preto forrados de seda,
muito bons: na ra do Queimado n. 47 : che-
guem antes que se acabem.
BonilOS tOUCado-
res de a rmacao e gaveta,
proprios para os senho-
res acadmicos, etc.
Ourello preto de boa .qualidade a 1800 o co-
jueimado n. 17. a c
passando a botica.
, PttIHiVERi. ,
j!6Ra da Cadeia do Recifei6i
LOJADEM1UDEZAS
1
DE
Co^ipraSc
Compra-se pstaces hespanhoes ao cunho
de Carlos III e IV : ra nova n. 23 loja.
Comprara-se dous caixdes que tonham sido
de taberna, de amostras, e que sejam novos, de
gosto moderno ; a tratar na padaria do pateo da
Santa Cruz n. 6.
Compra-se um braco de balanca Romo,
pequeo, qne seja em bom uso : na ra Direita
numero 84.
Vendas.
armazem de fazendas
DE
SANTOS COElHO.
Ra do Queimado n 19.
Lencea de panno de linho a i900.
Cobertas de chita da ramagem a 18800.
Lancees de bramante de linho Rrandes a 3300
Cortes de phantazia de seda a 8.
Algodao moostro a 480 e 640 a vara.
Bramante de linho com'10 palmos de largo pe-
lo barato pr<*i;ode2 a vara.
Toalhas de fusto a 50| cada um.
icas capellas de florea de larania para noivea.
pelo barato preco de 5.
*r-l*aAf,nledea,8oaloco 10 palmos* de largo
a,l29l) a vara.
Vestuarios de seda para meninos e meninas,
pelo barato preso de 8 cada um.
Cortps de seda com toque de mofo a 26*.
Gollinhas de traspssso muito Onaa a preeo de
IFonseca Toalhas, lengos e fronhas de labyrin-
tho de diversos gostos. que a vista se
dir o prego, espelhos dourados a 800
rs. a duzia, pentes para tranca a 1400
a duna, caixas de raiz a 1400 a duzia
fitas de linho branco a 440 rs. o maco",
3 Ovalas douradas para cal$a a 640 rs a
|! duzia, pentes de tartaruga virados a 5
S cada um, boloespara caiga pequeos a
JSJ*' a &oz' argolas douradas a
IgoOO a duzia, botes para punhos duzia
de pares a 3, ditos para casaveques a
240 rs. a duzia, grampos enfeitados a '<80
rs. o par, caixas com apparelhos de no-
necas a l,2g e 3 cada uma, caivetes
de 2 rolhas com pequeo toque a 18200
rt. a duzia, ditos grandes de 2 e 8 fo-
Ihas a 28 e 3$, paptl amlsade a 600 rs.
o pacote, meias de todos os tamanhos
para meninos a 18800, 2, 2200 e 2400
a duzia, ditas para meninos a 2, 2400
e 2600, pentes de massa virados a 800
rs. cada um. escovaa com espelho para
cabellos a 800 rs. cada uma, froco gros-
so a 400 rs. a peca e finos a 240 rs., fi-
tas de velludo de n. 6, 8 e 10 a 1200 a
peca, sabio inglez a 1600 a duzia, Un-
teiroscom figuras broozeados a 500 e
800 rs. cada um, chapeos de sol de seda
para senhoras e meoinas a 3, eacencia
de sabo para tirar oodoas a lg o vro
pentes de tartaruga para tran;a a 3J50
cada um.voltas de coral com dous fios
compridos a 2500 cada uma, ditas da
tres fios a 3J, booecoa de choro a 320
500, 800. 1 e 18400 cada um, cadaira
douradas com pomada a 800 e 1J cada
uma, colheres de metal principe para
cha a 2 a duzia, ditas para sopa a
38560 a duzia, ditas para terrina a 2 ca-
da uma, caixiohas com pertences para
senhoras a 240,320, 500, 640, 800 e 1
cada uma, colheres de metal para cha a
320 e 500 rs. a duzia, bahuziohoa com
espelhos contendo perfumaras a 5 ca-
da um, caixiohaa de idro a 25O0, cai-
xas com espelhos e perfumaras, pro-
prias para toilele de senhora a 6 osda
uma, bem como muitos objectoa de gos-
to e outras miudeza* aor precos com-
modos.
Madapolo coqueiro
a 3 a pega, com pequeo defelto : na ra do
Queimado n. 17, a primeira loja passando a bo-
tica.
Vende-se uma pequea taberna na ra Im-
perial n. 154, propria para algum principianta, e
a casa tem commodos para familia : vende-se a
dinheiro ou a prazo : quem pretender, pode di-
rigir-83 ao argo da ribeira n. 1.
Grande sortimeoto
Fazendas de todas as qua-
lidades.
Na loja n. 23.
GURGEL & PERDIGAO".
Vestidos de blonde, ditos de seda, di-
tos de phantasia e de cambraia bor-
dados.
Laazinhas, sedinbas de quadros e
cambraiaa de cores padres modernos.
Na loja n. 23 da raa da Cadeia.
Manteletes, capas compridas muder-
nas, taimas de fil epejonezasde goalo.
Fil, tarlatana, organdys com novos
padres, cambraia com lista de cor o
mais moderno e fasendas para luto.
Na loja n. 23 da raa da Cadelju
Saias balo, manguitos, gollas, pen-
tes de tartaruga, leques, perfumarlas,
longos de linho e luyas de pelica.
Chales de todas as qualidades, gros-
denaples, chita francesa, cambraia
branca, chapeos, butina, etc., etc.
3H3cBE
HuadaSenzaiaiNoyan.42
Vende-se em casada S. P .Jonhston sellins a ilhaiiglezes,candaairo a castigas;
bronzaados,lonas agieras, fio devala,chicott
paracarrog, amoniaria.arraiospara carrods
u aious cavaloi ralogiosda ouro patenta
Dgln.
Cintos dourados e enfei-
tes de cores,
A loj d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez os bonitos cintos dourados com flvelas
dr novos e delicados moldea, aaeim como lidos
enfeites de gostos novissimoseMteirameiue agr-
diveis, e como 6 seu costume, est veedendo lu-
do mais barato do que em outra quaiqUer parte
e para desengao dlrigirem-se a dita loja d'a-
guia branca, raa do Queimado n. 16,
Gravatinhas de raiz de
coral,
o melhor que possivel. Vende-se mui bonitas
gravatinhas de raiz da coral com duaa e tres
rollase laeos as ponas, seodo ellas bastante
compridas, avista do que sao baratissimas a
2600 e 3000 : assim bom e barato s na loja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Saias de cordao.
Superiores saias de cordio a 3, 3500 e 4.
ditas alcoxoadas muito superiores a 5 ; na raa
do Qoeiaaado o. 22, loja da boa f.
Fazendas baratas.
Vendem-se ricos corles de phantasia com ba-
bada* muito bem bordados a g, ricos cortes de
cambraia, faztnda inteiramente nova com 2, 3, 4
e 5 babados a 3$ e 3&00, ditoa da salpicos a 2g
com 10 covados, pecas de cambraia a 1*800, di-
las muito Onaa a 28500, 3 e 3500, organdys de
lindos gostos a 640 a vara, cortes de csea frm-
ceza com 7 babados a 250O, luvas de seda a 500
rs. o par, enfeites de cores a 4, 48500, 5500 e
68, sintos para senhora a 2500 e 3, muilo ricos,
saia baleo de 20 a 40 aros a 3 e 35O0: na ra
da Imperatriz, loja armazenada de 4 portas n. 56,
de Hagalhes & Mandes, a qual est aberta das 6
horas da manha s 9 da noite.
Nova pechincha a 400 rs.
o covado.
Vende-se laazinhas entestadas ao gosto chi-
nez as mais modernas que tem vindo pelo dimi-
nuto prego do 400 rs. o covado : na ra da Im-
peratriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Novaremessa a 3,000, na
loja do Pavo.
Acaba de chegar uma porco de madapolo
francez entestado com 14 jardas que se veodem
a 3 a peca: na ra da Imperatriz o. 60, toja de
Gama & Silva.
a
Nava california |
i
A loja d'aguia branca acaba de receber mui
bonitos toucadores de armadlo preta, torneada,
e gaveia com embutidos e machetados que os
tornam muielegantes, os quaes servem excelen-
temente para os senhores acadmicos, gabinetes
de senhoras, salas de dotraz, e de rapazessoltei-
ros, e pelos precos de 8, 9 e 10, sin baratissi-
moe na verdade e quem os vir na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, ae agradar, e
infallivelmente comprar. *
Lindas c''
com necessarios para costura
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca mui
lindascaixinhas matizadas,com espelho, tesoura,
caivete, agulheta, ogulheiro, dedal e ponleiro,
tudo praliado e de apurado gosto, emfim uma
caixioha excellente para um presente, e mesmo
para qualquer senhora a possuir, e vendem-se a
10 e 12 : na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos fiolssimos de linho proprios
para os tabaquistas por serem de cores escurare
fixas, pelo baratissimo prego de 6 a duzia ; na
ra do Queimado n. 22, na bemeonhecida loja da
boa f.
Lencos de cam-
braia com padres de se-
da a 2#500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
isso pelo baratissimo preco de 2500 a peci de
10 lencos. E' essa uma das pechiochas que custa
apparecer, e quando assim approveitar-se da
occasio, porque elles servem lauto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16, ter
vontade de comprar mais de uma pe;*, tal a
bondade delles.
gdisaifieieei* sieeiesieataiesie!
I
Attencao
Fazendas e rou-j
pas feitas baratas.
NA LOJA DE
DE
Fazendas baratas.
Fara bailes ou ca-
samentos.
Vendem-se na loja.do pavo ricos cortos de tar-
latana branca bordados a matiz, fazenda do ulti-
mo gosto, ditos de merino bordados com delica-
das cores: na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva. -
Vende-se um carro novo de 4 rodas, feito
a moderna, ainda em branco, por preco razoa-
val: quem o pretender, difija-se a raa de Do-
mingos Pires n. 28, offleina da Cario Hese*.
loa do Oueimado n. 10,
loja de i portas
de Fevt&o Maia,
vendem-se barato aajeguintes fazendas, para li-
quidar.
Cortea de casemira finos de cor a 3500 e 4.
Ditoa de dita ditoa de cor preta a 5 e 6.
Ditoa de brim de puro linho a 1C00 e 2.
Panno preto, azul, verde e cor de caf, covado
aSSOOO.
Cortes de superior velludo de cor a 4$ e 5000,
Manteletes de fil preta bordado a 4.
Viaitas de seda abertas a fil a 4.
Mantas de dita ditaa a fil a 4 e 5.
Riquissimos cortes de seda a 80, 90 100.
Ditos ditos de dita a 15, 29 e 25.
Cbalea com palma de aeda a 2 e 2500.
Cortea de cambraia bordada a 1|800.
Lencos bordados com bico, duzia a 1500 a 2.
Chales de touquim a 15 e 30.
Ditos de merino bordado a 4, 5 e 6.
Chitas irancezaa. qualidade superior, covado
a 240 rs.
Ditasinglezas, cores fixas, covado s 160 rs.
Lencos de seda da India a 1.
Cambraiaa lisas muito finas, eom 8 varas a'pe-
ca a 3500 e 4.
Cazaveques e espiabas de fusto branco a 8 e
9000.
Meias de algodo cr superior fazenda a 4.
Chapeos a Garibaldi a 14 e 15.
Enfeites e chapeos traviala a 9,10 e 12.
Herneslina, riquissima fazenda para vestido
de senhora, covado a 400 e 500 rs.
Ambrosios, idem idem,covado a 500 rs.
Mimos do co, covado a 500 rs.
Sedinhas de quadros, covado a 700, 800.900 a
l0O0.
Manguitos de cambraia bordados, um 500 rs.
Gollinhas idem, ama 320 rs.
Superio1-. espartilhoa para senhora a 45.
Brim branco de linho, vara a 700, 800 e 1.
:
8
i
48- Ra da Imperatriz48
X Junto a padaria fraoceza.
S Acaba de chegar a este estabeleci-
mento um completo e variado sortimento
0 de roupas de diversas qualidades como
I sejam : grande sortimento de paletots
de alpaca preta e de cores a 3 e 3500,
II ditos forrados a 4 e 4500, ditos france-
zes fazenda de 10 a 6J500, ditos de me-
rino preto a 6, ditos de brim pardo a
33800 a 4, ditos de brim de cor a 3500,
ditos de ganga de cor a 33500, ditoa de
alpaca de la amarella a imitaco de pa-
tria de seda a 3500 e 4. ditos de meia
casemira a 4500, 5$ e 5500, ditos de
casemira saceos a 13|, ditos sobrecasacos
a 15, ditos de panno preto fino a 20,
22$, 28, ditos brancos de bramante
3500 e 4, calcas de brim de cor a 1J800,
2$500, 3, ditas brancas a 3 e 4500, di-
tas de meia casemira a 3500, ditas de
casemira a 6500, 7J500 e 9, ditas pre-
tas a 48500, 7500,9 e 10, eolletes de
ganga francesa a 1600, ditos de fusto
2800, ditos brancos a 2J800 e 3, ditoa
de setim preto a 3500 e 4500, ditos de
gorgurao de seda a 4500 e 5, ditos de
casemira preta e de cores a 4500 e 5
ditoa de velludo a 7, 81 e 9.
Completo sortimento de roupa para
meninos como sejam calcas, cohetes, pa-
letots. camisas a I800e2,dita8defastio
a2500, chapeos franceses para cabera
fazenda superior a 650O, 85500 e 10
ditos de sol a 61 e 6&500. ditos para se-
nhora a 48500 S.
mmmm m memaBan
Tachas e moendas
Braga Filho & G. tem sempre no seu depo-
sito da ra da Moada a 3 A, um grande sor-
manto de tachas a moendas paraengenho da
muito acreditado fabricante Ed#in Mavr atra-
tar no mesmo deposito on na ra do Trapicha
Xa ra da Imperatriz 0.-48, junto a
padaria fraoceza.
Cortes de cambraia branca com babadi-
1 nhos 4 e 4500 superior 5, cambraia li-
' za com 8 1i2 vara 3$, 3500, e ', ditas de
' Escossia 5, e 6, ricos enfeites para se-
1 nhora 6 e 60500, sintos os mais delicados
1 para senhora 2500. 3, chapelida para cri-
i anca gosto inglez 3;500, 4, para baptlsado
3, corles de vestido de seda Escosseza de
i bonitos gosto 12 esto se acabando, ri-
i eos lencoa de labyrintho 1, i$200. chapeo
i de sol para senhora de bonitas cores, lisos
i 5, cabo de marfim 5j;5O0, corles de eam-
i braia brancos com flor de seda 5. risca-
do francez 200 ris o covado, completos
sortimeotos de baldes de arcos 3, sorti-
mentos de meias para menino e menina
200 e 240 ris o par. chales de tarlatana
de cores a 640 ris, lencos branco com bar- #
ras 160 ris chitas inglezaa a 180 e 200 ra. #
9 dita fraoceza a 240 e 280 rs. o covado 0
9 pegas de cambraia de forro eom 9 varas #
Sa 2 : junto a padaria fraoceza n. 48. A

Superiores organ-
dys.
Na lojo da boa f, na ra do Queimado n. 22,
vende-se finissimo organdys de muito lindos pa-
dres, patio baratissimo preco de 720 ra. a vara,
fazenda de 1200, e quem nao andar muito de-
pressa ficar sem a pechincha ; ns ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Vestidos brancos
bordados.
Ainda restam alguns corles de vestidos brancos
bordados que continuam-se a vender pelo bara-
tissimo prego de 5, com 2 e 3 babados, de gra-
Ca : na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
Arados americano je machina-
para nhtton & C. ra daienzala n.*2.
Attencao
o
Malas, saceos de viagem, se-
lins e silhoes e.relogios pa-
ra algibeira patente.
No leilao que vai ter lugar tere,a-fe-
ra-20 do crrente na ra da Cruz n.
15, se vender' sem reserva de preco
um lndissimo e variado sortimento dos
artigos supra mencionados, para os
quaes se chama a attencao* dos compra
dores e desde ia podem ser examinados.
Pechincha
Tasso Irmos acabam de^wber nova porco
de chicotea inglezes para carro, cabriolet, mon-
taa e cara. Os Srs. donos de cocheiras teem
boa occasio de supprirem -se de bons e baratos
chicotes.
Trapiche
Barao do LivrameBlo.
Largo da assembla n. 15.
Ha continuamente para vender, neste novo es-
tabelecimento o seguate :
Cera de carnauba em porgues ou a retalho,
qualidade regular e superior. i
Cebo do Porto em caixiohas de 1 arroba a 4.
Barricas com sebo do Rio Grande em porgoes
ou a retalho.
Velas de carnauba pura em caixinhas de 1 a 2
arrebaa.
Meios de sola, differentes qualidades, em por-
goes ou a retalho.
Courinhos curtidos.
Parinha de mandioca por 1500 o aacco.
Parello em saceos grandes por 3800 o sacco.
S na taberna da
boa esperanca, ra Di-
reita n 48,de Joo Leo-
poldo do Reg Filiar.
Manteiga ingleza a 19. dita franceza a 720 a
libra, queijos do reino vindo pelo vapor a 2&490
ditos a 2J500, vinho de Lisboa a 500 rs. a garra-
fa, dito do Porto a 1&200 engarrafado, banha de
porco a 500 rs. a libra, latas de ervilhas muito
novas a 800 rs., arroz do Maranhao verdedeiro a
120, toucinho o melhor que ha no mercado a 360
a libra, azeite doce muito bom a 720, batatas
boas a 60 rs., aletria nova a 500 rs. a libra, ma-
carrao a 480, cerveja branca a garrafa a 560, dita
preta a 720, meias garrafas a 400 rs., concervas
francezas a 800 rs., palitos de denles, o maco a
20, latas desardmhas a 500 rs., latas de graxa
novas a 120, rap de tedas as qualidades que se
procurar: o mesmo senhor cima espera que
todos os seus amigos mande comprar na dita ta-
oerna da boa esperanca.
u*i*s** mxnai* *t**si
SSin los e enfeitesg
I dourados
e de outras muitas qualidades que se A
vende por menos que em outra qualquer 2
parle? na loia da ra do Cresno n. A. 9
parle T na loja da ra do Crespo
de Leandro & Miranda.
n. A,
S a loja armazenada
vende-se ricos cortes de faatazia com babados
muito Qnos. novos cortes de cambraia, fazenda
muito nova com 2,3,4,5 e 6 babados a 3,e 3#500,
ditos de eassas com 7 babados a 2,500 rs., ditos
de cambraia de salpico a 2&000 rs., pessas de
cambraia branca a lg60O ra., ditaa muito finas a
2&50O, 3J000 e 3J500 rs.. pessas de madapolo
francez entestado a 3000 rs., ricos sintos para
senhora a 2500 e3W00 rs., ricos enfeites para
cabeca a 3|000. 3500. 4*000, 49600, 5*500 e
oOO rs., saia balo de 20 a 40 arcos a 3| e 3>500
?" ns ra da lmperatii, loja de 4 portas n. 56,
Magalhes & Mendes.
Magalhaes, e Mendes
receberam pelo vapor francez novos gostos de
fazendas de diversas cores a imitaco de lanzi-
nhas para vestidos a 3*200 rs. o o corado, pope-
lina a emilaco de sedinhas de qadro a 900 rs.
p covado, fusto para vestidos a 320 rs. e covado,
laozinhas entestadas a 400 rs. o covado, sedinhas
de quadriohos muito encorpadas a 640 e 560 rs.
o covado, chitas francezas cores fixas a 220, 240,
30e 280 rs o covado, ditaa ioglezas a 160, 180
e 200 rs.,do-se amostras de todas as fazendas
para se ver: na ra da Imperatriz, loja arma-
zenada de 4 portas n. 59, eett aberta daa 6 horas
da maoha as 9 da noite.
Cheguein a California.
Esto ae acabando os tapetea pata aaia a 3*500:
raa da Imperatriz n. 48, junto a padaria fran-
cesa.
Feijo de corda.
No armazem de Tasa* Irmos: ra do Amo-
nas o. 35,
Encyclo-
pedica
luoja de Calendas
Ra do Crespo numero 17 j
DE
Guimares & Villar.
Para acabar com certas fazendas ven-
demos baratissimos:
Chapelinas de seda de riquissimos gostos
a 12* cada uma.
Ditos depalhade Italia a 28*.
Gollinhas e manguitos de punho de su-
perior qualidade a 3*.
Cassas de corea fixas a delicados padres
a 280 rs. o covado.
Sedas, cambraias, cassas, chitas e ludo
quanto pertence paTa adornos de se-
nhora por baratissimos precos.
Calcado Mell de 2 solas e sola fina.
Para homens.
Grande sortimento de ronpas feitas e
chapeos de todas as qualidades.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler 4 C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento i%
relogios de ouro,patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancelias para os
meemos.
Cestinhas de Hamburgo.
Sd na loja d'aguia de ouro, ra ff r^huos
IB, quemrecebeu um completo
lindas cestinhas de todos os lamai
do Cabug n.
sortimento de
.._ohos proprias
para meoinzsdeescola, assim como maiores com
lampa proprias para compras, balaioa proprios
para costura, ditos proprios para faqueiroa, ditoa
multo bonitos para brinquedos de meninos, di-
tos msracs pintadinhos que se vendem por pro-
coa mano baratos-
Bom e assim barato
Dinguem deixa de comprar uma paata para pa-
pel por 1*000. Na loja Tagula branca acha-ae
uma porco de boas e perfeilas pastas para pa-
pel com calendario perpetuo, e indfce daa featas
mudsveis, oelo que se tareas de moita artili-
dade, e o pequeo preeo de UNO cada urna
convida a aproveitar-se da oooeeo em qne ae
esto ellas vendendo por metade do que sem-
pre custuram ; assim dirijam-ae a ruado
Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que aeri
boa oorrido.





...------.. ----------- .:....:;:..._--------------1
DIAIIO DI riMtVMBGCO. TEBCA FURA 17 DI SEXEMBRO DI 1861.
Queijos do serto
amito doto, chegados ha poucos lias 560 rs.
a libra : na ra di Imperatrii, loja de miudezas
numero 82.
Feijo amarello
de Lisboa, superior qualidade ; rende-te na
roa da Madre de Dos n. 8.
Attencao.
Ma ra do Trapichen. 46, emeasa diRorn
Rooker & G., existe os bom sortimento de 11-
nhas de cores e brancasem carretela do melhor
eorteantedelnglaterra,as quaes s Tendera por
recos muirazoaroia

da?o de certas*
. fazendas finas. :
JRA DO CRESPO N. 17.
Riquissimas chapelioas de seda
senhoras, de dirersas cores a 129.
Gassas de cores bonitos padToes a
W rs. o corado. s
Gassas e organdys de cores a S80 rs. o
9 corado. J
Chitas de todas as qualidades e precos.
Muilissimas fazeodas finas que se ren-
dj dem por presos baralissimos para liqui-
dar, do-se amostra das fazeodas. a\

para
240
Polssa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da na
da Cadeia do Recife n. 12, ha para Tender a rer-
dadeira potasas da Russia, ora e de superior
qualidade, assim como tambera cal rirgem em
pedra ; tudo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
MHLBICIA
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
Sara contas e facturas, papel mata-borrao; ren-
e-se na loja d'aguia braoca, ra do Queimado
numero 16.
K
Na ra da Cruz n. 10, casa de tt
Kalkmann Irmaos 4C, tem ex- _
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir mov ment, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e groisura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en-
H commendas.
ftttMK 9KMMKM9 9MM6fiKM&S
A 2$ o corte
de caiga de meias casemiras escuras de urna so
cor ; na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
'MMMfMSJS)
p tm casa de Kalkmann Irmaos @
Q & C., na ra da Cruz n. 10, exis- jg.
@ te constantemente um completo gg
@ sortimento de &
gj$ Vinhos Bordeaux de todas as gj|
j} qualidades.
$$ Dito Xerez em barris. 2
j| Dito Madeira em barris e caixas. 48
Dito Muscatel em caixas. .
fm Dito champanhe em gigos.
d*} Cognac em barris.
A Cerveja branca.
Agua de Seltz. 5
ai Azeite doce muito fino em caixas.a
&& Alvaiade em barris.
a CeTadinha em garraioes.
DI
niNDIClO LOW-1MO0
Rna daSenzalla Nova n.42.
esta stabaleciraento contina a haverum
oropleto sortimentodemoendasemeiasmoen-
dasptraengenho,ssachnasd rapor etaixas
le ferro batidos eoado.de todos ostamanhoa
Pra dito,
O tocador!!!
M L,Tgo do Terco 2,3
Quem duridar renha rer; manteiga ingleza
! ,lta??unleJlor a a libr. ranceza a 640 e
a ww a libra, batatas muito oras a 80 rs. a libra
a8i? c?mo 8e torra m a *w res a libra e outros muitos gneros perten-
cenles moldados, [a dinheiro rista.)
IHillio e Trelo.
Vendem-se saceos grandes coro milho muito
bom e trelo a ttSOO: na taberna grande daSo-
ledade, e ra da Imperatriz n. 4, junto a ponte, e
tambera fannha a 19800 a sacca.
PHARIACIA-BABTHOLOMEO
Roa larga do Rosario n. 36
Rob l'Affecteur.
Pilulasde Allexoo.
Plulaa americanas.
Vermfugo iuglez.
Pilulas Holloway.
Ungento Holloway.
"" vendem-se globos para candieiros, e bom-
bas de japi, mais barato do que em outra qual-
quer parte i na ra larga do Rosario, n. 34.
VICTORIA
DE
Fajoses Jnior
Na ra do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Esta loja acha-se provida de um completo sor-
timento de miudezas para render, tanto por ata*
cado como a retalho, por precos muito baratos,
como abaixo se rer, so para quem comprar, ric-
toria sempre contar.
Clcheles francezes boos em cartao de urna car-
reira a 40 rs.' e duzia 400 rs.
Ditos lambem boos de duas carreiras a 80 rs
e 900 rs. a duzia.
Ditos da trra em caiiiohas a 800 rs. a duzia.
Agulhas fraucezas boas a 120 rs. a caixa com 4
ptpeia.
Ditas as melhores que se encontram a 240 rs.
a caixa com 4 papis.
Ditas em papal arulso a 40 rs. o papel.
Ditas para enfiar a 40 rs. cada urna.
Liaba ricloria em carritel com 200jardas a 60
rs. e duzia a 640 rs.
Ditas de 200 jardas, de Alexander a 000 rs. a
duzia.
Ditas de 100 jardis brancas e de cores a 30 rs.
o carritel.
Ditas de Pedro V, em oartao com 200 jardas a
60 rs. a cartao.
Ditas de peso rerdadeiras miadas grandes a
240 rs. a miada.
Ditas de meada cabega branca e encarnada a
120 rs. a meada.
Ditas do gjz brancas e de cores a 800 e 900 rs
a caixa com 50 norellos.
Papis com ceuto e Untos alfinetes a 40 rs. e
duzias 400 rs.
Alfinetes franceses cabeca chata a 120 rs.
carta.
Ditas para armicoes a 2(600 o mago.
Cordio imperial para vestido a 40 rs. a peca.
Enfiadorea de algodao a 60 rs. cada un.
Caivetes finos de duas folhas para penaa a
200 rs. cada um e duzia a 2$000.
Ditos de cabo de riado de urna folha de 160 rs.
cada um e duzia a 1(600.
Ditoa mais ordinarios a 120 rs. cada um e du-
zia a 11200.
La de todas as cores para bordar a 68500 a
libra.
Penlea muito bons de baleia pera alisar a 220
240 e 280 rs. cada um.
Ditos os melhores e maiores que se encontram
a 800 rs.
Ditos transparentes muite boos a 400 rs.
Meias cruas brancas e de cores para homem a
160,200,210 e280rs. o par.
Ditta pruias para homem a 1X0 rs. o par.
Ditas para senhoras a 240, 280 e 320 rs. o par.
Ditas brancas cruas e de cores para menino a
160. 200. 240 e 280 rs. o par.
Ditas pretas para senhora a 200 e 240 rs. o par.
Enfeites de ridrilho a 1*800 rs. cada um.
Ditas a Imperatriz muito lindos a ajeada um.
Cwturoes de seda com borracha para homem a
820 cada um.
Ditos de algodao 240 rs. cada um.
Cintos muito lindos para senhora a 1J800 2i
29500 e 3 cada um. ~
Franjas de bolotas brancas e de cores para cor-
tinados a 4 pega.
Ditas de algodao para toilha a 29800 a peca.
Ditas de linho para cisaveque a 120 rs. a rara;
E outras muitis miudezas que se tornsrao en-
fadonho mencinalas aflaneaodo-se, porm que
Dio se deixara de render a quem trouxer dinhei-
ro na loja da Fajozes Jnior na rna do Queima-
do n. 75.
Vende-se urna boa armago de amarello,
toda enrernisada, que serr para qualquer asta-
belecimento, e por preco razoarel: na ra do
Crespo n. 15, loja.
Attencao
Vendem-se caixoes Tasios proprios
para baliuleiros.funileiros etc. a 1^280:
quem pretender dirjase a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem os tem
para vender.
Luvas de Jouvin.
Goes & Bastos, na loja da ra do Queimado d.
?6, dere receber hoje pelo rapor francez as me-
lhores luras de Jourio, assim como tambem tem
de camurca branca.
ERMMM-fiM M8MMK9i6eMM&^
jAinda ha pe
chincha.
Chegou a ra do Crespo n. 8
loja de 4 portas, um sortimento
de cassas de cores fixas e lindos
padrees que se verfdem a 240 rs.
8 o corado, dao se amostras com
penhor.
Raiz de coral.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
rende-sea rerdadeira raiz de coral a 900rs. o fio.
* Caixinhas com msica.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, chegado de sua proprla encommenda muito
lindas caixinhas de costura com msica "propria
para mimo, que se rende muito barato.
Vendem seosengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e corren tes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de euge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
so safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Lencos brancos.
Vendem-se lej?os brancos proprios para algi-
beira, pelo baralissimo prego de 2|400 a ducia :
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
I Attencao i
ffComos cobres a procura-S
9 rem comp-am tudo quej
enconcrarem. %
&Na loja de miudezas da ra da Im-O
% peatriz n. 58, junto a O
% loja do Pavao. 0
A Bicos e rendas de seda, bicos e reo- fi
das de algodao, Otas de seda Usas e la-
rradas, fitas de relludo, trancas de dito, w
tp froco de todaa as cores, traocas de la, A
a botdea de seda para casareque, ditos de A
r ridro para dito, pentes para prender ca-
bello, pentes para alisar, luras de seda 09
^ para senhora, meias de algodao para ho- fe
M tnem e senhora, e outros muitos objoc- 2
[ tos proprios de loja de miudeza que ae-9
fjp ria enfadooho menciona-los, que s com O
A riela e desejo do noro dono deste es-'a
: tabeleciment nao deixar de fazer ne- 2
W gocio rUto estar disposto a render mais
fp barato do que em outra qualquer parte. A
# mmm
Chapeos para senhora.
Bicos chapeos de seda e de velludo para se-
nhora, pelo baralissimo prego de 15 e 16: na
na do Queimado n. 22, loja da boa f.
Luvas de Jouvin.
Continua-se a render as superiores luras de
pellica de Joorin, tanto para homem como para
senhora ; na raa de Queimado n. 22, na loja da
boa f.
A2500
Chales de merino estampados, fue em outras
lojaa se rendem por 40 e 5 na loja da boa f
na.rna do Quetcnado b. 22, rende-se pelo bafa-
ssimo preco de 2H500. ^
S Gama & Silva.
Grande exposico de fazendas
baratissimas, na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do
Vende se cortes de phanta-
sia, fazenda de muito gosto
com babados pelo diminuto
preco de 4#500; na ra da
Imperatriz n. 60, loja que tem
um pavo do lado de frr, (is-
to para nao haver engaos.)
3^500.
Vende-se ricos orles de cambraia de seda
com arental ouduaisaias a 3500 : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do parioT
3,200, 3,500 e 4,000.
Vende-se finissimos cortes de cambraia bran-
ca e de cor com dous e mais babados pelo dimi-
nuto paeco de 300, 8g500 e 45 : na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pao.
A 15#000.
Vende-se finicissimos eortes de cambrsia bran-
ca com bordado muito delicado proprios para
baile oii casamento a 15: na rea da Imperatriz
Q. 60, loja do pirao.
Nova pee\iinc\\a.
Vende-se flnissimas pecas de cambraiaa fran-
cezaa de carocinhos com 17 Ii2 raras pelo dimi-
nutoi preco de 8$ a pee, ditas das mesmas com
o J|4 raras pelo preco de 4$ a peca, tambem se
rendem das mesmas a 500 rs. a rara, sendo
brancas e de cores ; na ra da Imperatriz n. 60.
loja do pavo.
PuptUna a fc80 ts.
Vende-se pupelina de quadriohos a imitaco
de sedinhas de quadro pelo diminuto preco de
280 rs. o corado : na ra da Imperatiiz a. 60
loja do pavo.
C\\a\y a 500 va.
Vende-se chaly muito fino a 500 rs. o cora-
do : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Sedas a eo\ado#
J2S?'lt>.BS5*au*9* Prel maito encorpado
a 19600 e I98OO, ditoa de cores azul, cor de rosa
e cor de cana mais barato que em outra qualquer
parte ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do paro.
Sedas de t^uadritiios.
Vende-se sedas de quadriohos fazenda muito
eocorpada a 500 e 640 rs o corado : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do paro.
Manguitos d fil a 500 rs.
Vende-ae manguitos de fil muito bem enfei-
tados a 500 rs.; na ra da Imperatriz loia do
parao.
Chitas francezas a 200 rs.
Vende-se chitas francezas muito finas e largas
fazends de 360 o corado a 200 rs. por ter um
pequeo toque de mofo, afiaocando-se que solta
logo que seja larada a primelra re: na ra da
Imperatriz n. 60, loja do paro.
Cassas com salpico graudo a
200 rs.
Vende-se cassas com sal picos graudos e listras
200 rs. o corado, fazenda muito ora : na rea
da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassas pintadas n.uito miudiohos
?adroes a 240 rs. o corado : na loja da ra da
mperatriz onde est o pari.
Sentido ao Pavo.
Vende-se neste estabelecimento um grande e
vanado sortimento de fazendas tanto para ho-
rneas como para senhoras, de todas as fazendas
se dio amostras com penhor ou mandam-se le-
var em casa das familias pelos caixeiros da casa,
assim como o respeitarel publico achara todos os
dias uteis este estabelecimento aberto das 6 ho-
ras da manhia as 9 da noile.
Cera de carnauba.
A. dinheiro.
Vende-se urna pequea porcio de cera de car-
nauba muito boa, que se echa depositada no ar-
mazem da Companbia Pernambucana commo-
do preco.
Vende-se em casa de Adamson, Howie &
C, ra do Trapiche Noto n. 42, biscoitos ingiezes
sortidos. em pequeas latas.
Para acabar.
Cortes de cassa franceza de 2 saias e 3 folhos,
com 12 e 15 raras a 39500 e 4J, lindos cortes de
lia para resudo eom 24 corados a 59, peca de
cambraia lisa com 8 e9 jardas a 2*500, 39000 e
39500, chita larga franceza, corado a 200 ra
cassas escuras francesas, corado a 240 : a ellas,
que em rista da reducto em preco, pouco pode
aturar : na rea do Queimado n. 44.
Madapolo
francez infestado a 39000 a peca, chega para to-
dos por ser grande porcio: na roa da Impera-
triz loja de 4 portas n. 56. "
S na nova California.
Cortes de gorgurio de seda para colotes a
29500 : na ra da Imperatriz n. 48 junto pada-
ra francesa.
Capachos de coquilho.
Na loja de Alraro & Magalhies, ra da Cadeia
do Recife n. 53.
Vinhos.
VeDde-se rinho de Bordeaux em caixas de da-
lia de garrafas, e em barris, assim como cham-
panhe de excellente qualidade : na roa da Cruz
n. 20, armazem de F. Saurage & C.
Vende-se
barris de cal de Lisboa nova por preco
commodo chegada pelo brlgue Flor in-
da : na ra de Apollo n. 28, armazem
de Manoel Ferreira da Silva Tarrozo.
Vende-se urna carrosa e um ptimo boi :
na ra Imperial n. 219.
Baldes para meninas.
Vendem-se baldes para meninas, de todos os
lmannos, de madapolio e de mussulina a 39 e a
49 : na roa do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas,
tanto pretas como de cores 500 rs. ; na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Meias baratissimas.
A 29400 a duzia de pares de meias brancas fi,
as para homem : na ra do Queimado a. 22
na loja da bea j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A' loja da boa f na raa do Queimado n. 22,
chegou ora sortimento de ricos cortes de vesti-
dos brancos bordados com 2 e 3 babados, os quaes
continuam a ser rendidos pelo baralissimo preco
de 59 cada corte : na roa de Queimado n. 22. na
bem coshecida loja da boa t.
bertos edescobertosr pequeos grandes, de
wro patente inglez, para hoaema saihora de
Mi dos melhores fabricantesde Liverpool,vin-
o* pelo ultimo paquete inglez : em eassda
SonihaUMellorC.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
* C. successores ra da Cruz
numero 4.
Veodem-se carros americanos mu elegantes
e teres para dais e 4 pessoes e recebem-se en-
eommendas para cuje m elle* possuem map-
pas com rarioa desenhos, tambem rendem car-
rocaa para conduccao de aaaucar etc.
_ "T [* Bieber & C, successores, roa da Cruz
n. 4, tem para vender reloglos para algibeira de
aro e pftta.
Gravatas da moda.
Vendem-se graralinhas estreitaa muito supe-
riores, tanto preUs como de cores, pelo baralis-
simo preco de 19 na roa do Queimado n. 22,
na loja da boa f,
Bramante de linho muite
superior.
Vende-se superior bramante de linho eom duas
varas de largura, pelo baralissimo pre?o de 29400
a rara : na roa do Queimado n. 22, na bem co-
nhecida loja da boa f.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22 se encontrar um bonito' sorti-
mento de superiores liras ricamente bordadas
que se vendem pelo barato preco de 39000 4j000
e 59000 ris a peca, advertiodo-se que ha mais
de ama peca de cada padrio, quem mais depressa
andar melhor serrido ser.^aa roa do Queimado
n. 22 na loja da Boa-F.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muito fino e assim tambem
tarlatana branca muito fina, Unto urna cousa co-
mo outra sio proprias para restidos, nio s para
bailes como para assistir-se a casamento?, andem
antea que se acabe na ra do Queimado n. 22
na loia daBoa-P.
Oh que pechmcha
Magalhaes & IMendes
receberam noro sortimento de fazendas, a ser :
liazinhas enfestadas muito finas a 400 rs. o cora-
do, fustio para restidos a 320 o corado, popeli-
nas a imitaco de sedinhas de quadro a 260 rs. o
corado, chitas francezas finas a 220, 240, 260 e
280 o corado, ditas inglezas a 160, 180 e 200 rs.
corado, sedinhas de quadros muito encorpadas
640 o corado, ditas a 560, cortes de casemira
entestada a 49 o eorte, corado da mesma a 29400,
cortes de colletes de relludo a 29500, ditos de
gorgurio a I98OO: na roa da Imperatriz, loja
armazenada de quatro portas n. 56, de Maga-
lhaes & Mendes.
Vende-se carne do serlio muito gorda a 320
libra, lioRuicas de dito a 320 a libra, rioho, a
garrafa a 440, em caada a 3g360 ; no Recife,
roa da Senzala Velha, taberna n. 102. esquina de
beeco Largo.
Manteiga ingleza flora
1,000 rs. a libra.
Franceza a 640 rs. a libra: na ra das Crozes
n. 24, esquina da traressa do Ouridor.
Fio de algodao da Babia.
Continua o deposito do mesmo no escriptorio
de Marques. Barros & G.; esta fazenda rende-se
mais barata para liquidar-se conta de renda.
Vende-se um bom engenho na freguezia
da Escada, em cuja propriedade ji se est levan-
tando outro por ter para isso as proporc&es ne-
cessarias e offerecer muitas rantagens por ser
ao p da ria_ frrea, ter boas trras para safrejar
2 a 3 mil pies, boa casa de rirenda, senzala,
bem cercado e excellente d'agua : a tratar com
Manoel Aires Guerra, na ra do Trapiche n. 14.
Esleirs
americanas
para forrar salas, ss mais finas que tem rindo a
este mercado; na loja de Alraro & Magalhaes,
ra da Gadeia do Recife n. 53.
$ #tt$MI *
UPentes de tartaruga e en-
feites para cabera. V
Vende-se na loja de Nabuco & Cdi V
{$ ra Nora n. 2, ricos pentes de tartaruga @
fc para trancas, ditos para alisar e eofeites k
de froco, fitas e ridrilhos dos melhores "
gostos posiireis e por preo commodo.
Casemiras a
>
1.000 o corte, na
loja do Pavo.
Vende se finissimoc cortes de aasemi-
ra enfestada de cores pelo diminuto
preop de 4v# o corte para calcas, assim
como tem das mesmas para vender a
2#i00rs. o covado proprias para pa-
letoU, calca e collete, recommenda se
muito esta fazenda aos Srs. aifaiates que
cotumam a faaer roupa para vender,
porque t5o cedo nao acham urna pe-
chincha igual : na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
champagne
de Chaleau Laronzire, em gigos de 15 garrafaa
(9 grandes e 6 pequeas) a 159 cada um ; na
praca da Independencia d. 22.
Cintos.
Vendem-se cintos de todas ae cores com ri-
cas flrelaa para aenhora e menina a 2ft, bandos
declina para marrafa a 500 rs. o par,'enfeites
para cabeca, de corea e dirersas qualidades : na
roa da Imperatriz, loja da boa f n. 74.
Vende-se 5 escraros de bonitas figuras, com
idade de 11, 16, 20 e 24 annos, todos pardos,
sem o menor defeito e por barato preco : na roa
das Crozes n. 35, segundo andar.
Azeite e Trelo
Vende-se azeite de coco a 440 a garrafa, farelo
a 28600 a sacca, gomma a 80 rs. a libra ; na
traressa do pateo do Paraizo n. 16, casa pintada
de amarello.
Para 0$ bailes etheatros.
1
. Riquiasimos cintos dourados coni lindas firelas
"jmbem douradas e esmaltadas, e com ricas pon-
*s para cahirem cobre os restidos, muito prc-
"rios para as senhoras que tirerem de ir aos bai-
les e Diestros ; veodem-se pelo baralissimo pre-
go de 4, 5f e6$: na roa do Queimado n. 22,
na bem conhecida loja da boa f.
4120 rs. o papel.
do
Agulhas Victoria
vende se ni loja Esperanca
Queimado n. 33 A.
Para estabelecimento de qual-
quer officina.
Dinheiro vista.
Compra-se urna casa terrea que nao seja gran-
de : a tratar na roa do Padre Floriano n. 32.
Peitos de esguio de algodao
para camisas a 500 rs.
Na loja d'aguia branca rende-se muito boos
peitos de esguio de algodao para camisas a 500
rs. cada um, dinheiro a rista : na loja d'aguia
branca ruado Queioudo n. 16.
Pentes de tartaruga virados e
direitos.
Vende-se muito bonitos e fortes pentes de tar-
taruga virados e direitos, de moldes e desenhos
delicados e pelos baralissimoa pregas de 123. 10$
e 88 uns, 5j e 4{> outros ; assim como outros a
imperatriz [o melbor que possirel fazer-se em
tal genero) a 18$. Na rerdade quem conhece o
bom admira a limitagao de taes precos rista
das obras e por isso dirijsm-se com dinheiro a
loja d'aguia branca ra do Queimado o. 16, que
sem durida achiro barateza, agrado e since-
ridade.
Arroz de casca,
saccas de 32 cuias, rende-se mais barato do que
em outra qualquer parte ; no armazem da ra da
Madre de Dos n. 8.
Lencos a 320 rs. na loja
do Pavao.
Vende-se lencos grandes de cambraia de seda
de varias cores e com flores fazenda que sempre
se renden a 19, est se torrando a 320 rs.: na
roa da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silra.
A 19000.
Um resto de latas de mermelada de Lisboa e
do Rio Grande do Sur, de 1 112 libra a 2-j cada
lata : na praca da Independencia n. 22.
Tijolos baratos.
Arisa-se is pessoas que tirerem de edificar,
que no Giquii, sitio que foi da finada D. Archan-
ja, se rendem os melhores lijlos que aqui se
fabricam, pelo preco mais commodo possirei ;
assegura-se ao comprador serem feitos do melhor
barro conhecido geralmente como tal.
Farelo.
Deposito de farelo de Lisboa, saccas de 90 li-
bras, o malhor que rem ao mercado : no eatabe-
lecimeolo de molhados da ra da Imperatriz n.
?, junio a ponte, o preco 4*500.
Attencao
Vende-se confronte o portao da fortaleza das
CtncoPontasoseguinte : carracas para boi, dita
Era cava II ose para agua, carnnhos para traba-
ar na alfandega e carrinhos de mao, rodas pa-
ra carrocas e para carrinhos, eixos para ambos,
J chegou a rerdadeira estamenha de Ua, na {J^jfS," 9A*n caf f,01" f2gSo' bocc1".de tornos,
loja de 4 portas, roa do Queimado n. 39, e se
apromptam hbitos desta fazenda a 409, e tam-
bem ha de algodao que se apromptam a 28$ cada
um, e se rende a fazenda por mdico preco.
Gaz liquido.
Em easa de Samuel P. Johnston & C, raa da
Senzala Nora n. 42, vendem-se latas com 5 ga-
lota do Kerosine.
fi pechincha,
Vendem-se borzeguins para senhoras. de as.
31,32, 33 e 34, e em bom estado, a 49580: na
loja da traressa da roa das Crozes n. 2.
Aos lerceiros da
veneravel ordem deS.
Francisco.
SABAO.
Joaquim Francisco de Mello Santos a risa aos
seus freguezes desta praca e os de fra, que tea
exposto renda sabio de sua fabricadenominada
Recifenoarmazem dosSrs. Trarasaos Jnior
4 C, na rna do Amorimn.58; maesa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
bem tem Cello osea deposite de ralas de caxnan-
sa simples sem mistura alguma, orno aa de
composicao.
Luvas de pellica.
Noro sortimento de lnras de pellica chegadas
no rapor inglez para a loja d'aguia braoca, na
roa do Queimado o. 16.
baodeiras de arcos de todas as qualidades, do-
bradicas de chumbos de lodosos tamanhos.fecha-
duras de ferrolhos, tranquetas, ferro de embutir
de todos os tamaitos, ferrolhode chapa.
Cheguem < alifornia.
Estao-ie acabando os tapetes para sala a 39500
rs.: rna da Imperatriz n. 48 junto padaria
franceza.
Superiores organdys a )
720 rs.avara,
Vendem-se finissimos organdys de muito bo-
nitos padrdes, pelo baratissimo preco de 720 rs.
a rara, fazenda que sempre se Tendea por
I92OO, assim pois, quem quizer comprar fazenda
fina muito bonita e muito barata chegar na
do Queimsdo n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Relogios baratos.
Na roa Nora n. 21, ha grande porcko de relo-
gios foliados, dourados e de ouro, patentes e ori-
zontaes, luissos e ingiezes, os quaes serio ren-
didos pelos precos da factura. Cada relogio lera*
r um recibo em que se responsabilisa pelo re-
gulamento darante seis meses.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda,
franjas e galo com lacos
n s relas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
?IV fonimento/de cascarrilhas de seda
com dras relas flngiodo pafo, o melhor que se
pode dar em tal genero e vende a 2fi a peca, as-
sim como franjas de seda de dirersas crese lar-
guras por precos admirarelmente baratos, e
ambem um novissimo galaoziobo de seda com
lacos as relas proprios e de muito gosto para
enfeites de restidos. A barateza com que a lo a
daguia branca costama render os objectos j
bem conhecida e agora comprora a mais com a
Iimitacao dos precos porque est rendendo os
ailigos cima, para reriflear-se dirigir-se com
dinheiro a dita loja d'aguia branca ra do Quei-
mado n. 16, que na realidado acharao barateza.
agrado e sincendade.
A Primavera
(16Ruada Cadeia do Recife__16!
Loja de miudezas
DE
Fonseca Silva.
Sapatos de tapete bonitos padres para
homem e senhora a \2% a duzia e a 19200
o par .lindas grvalas de seda para ho-
mem de 320 a 500 rs. cada urna, ditas de
laco a 320 e 500 rs., lioha propria para
seleiro e sapateiro a I9400 o maco, bo-
l toes para chamarra a 19 a groza. meias
V Pasenhorsa2800aduzia, sintos para
senhora de bonitos gostos a 2500 e 38
barretes de ridrilho para menina e se-
atora a 19 cada um. enfeites de ditos
pretos para ditas a 19500 cada um, pen-
les de tartaruga para marrafa a 640 rs. o
par, e direnos artigos de gosto por ore-
I Suafi.?^?"101 d qU6 em 0lra a
Na
loja e armazem
de
Joaquim Francisco dos Santos.
40Roa do Qneimado40.
Deposito do becco da Congregaco, le-
treiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE :
Para casamentas.
Ricos cortes de resudo de fil ou blond de se-
*Jy com "mo e caPeHs. o mais moderno
e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de restidos de fil ou blond de
seaa branca bordados a branco e cores.
Ditos de tarltana branca bordados a branco e
cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco
com muita elegancia.
Saias bordadas.
Ricas saias de cambraia branca bordadas com
o mais apurado gosto emais finas que ha no mer-
cauo.
Ditas de dita recortadas mais bsratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de resudo de cambraia branca
bordados com multa elegancia, o mais moderno
e mus superior que ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores e pretos
bordados e lisos com enfeites, bem como arren-
dados, por precos commodos.
3#000 a peqa.
Pecas de cambraia lisa larga fina com 6 a 6 1\2
raras, muito barato.
Lencos.
q*R*08 i??05 de camba do linho bordados a
9,49 e 59 cada um.
Thalps.
Ricos chales de touquim brancos bordados de
ponta redonda ede 4 pontas.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um
grande sortimento de todas as qualidades. que
nao possirel mencionar-se pelo grande espaeo
que tomara. "S"
Vende-se urna casa terrea por preco com-
modo, na poroacao de Huribeca junto a igreia
quem quizer comprar dita casa, dirija-se a poroa-
cao dos Afogados, roa do Motocolomb n 51 a
entender-se com a sua proprietaria Henriqueta
Avisa-se as bellas pernambucanai que
na loja de Nabueo & C, na ra Nora d.
2, rende-se ricos sintos prateados dou-
rados e de fitas com firelas, e tambem
se rendem as firelae aoltas, tudo mais
barato do que em outra qualquer parte.
600 rs. a groza.
As mais superiores e afamadas peonas de
denominadas laoca ; na roa do Queimado n
ac
40.
Escravos fgidos.
Fugio em dias do mez de agosto do anno
de 1855 do engenho Noro.do termo de Iguarasau,
um escraro de nome Antonio, conhecido por An-
tonio Sertanejo, com os sigoaes seguintes : cabra
bem retinto, alto, grosso, bem barbado, tem os
brancos dos olhos muito alvos, ps grandes, tem
o dedo pollegal do p direito bastantemente lor-
io e bem aberto para fora, j foi surrado, bem
ladino, tanto que sabe alguma cousa 1er, gosta
de andar com chapeo de couro, anda sempre lim-
po, toca muito bem gaita como se fosse flauta ;
este escraro foi rendido por seu anligo senhor
Pedro Camello Pereira, que o honre por heranca
de seu pai Caetano Pereira Camello, moradores
que foram do lugar denominado Sabugi, do ser-
lio do Serid ; prorarel que dito escraro teoha
sahido para este lugar, em consequencia de ter
all alguns irmaos forrse prenles, nio obstante
pouco mais de um anno ter sido visto 00 sul em
um dos eogenhos, pode ser que dito escraro an-
da esteja pira estas bandas, ou mesmo na estra-
da de ferro trabalhando ponforro : roga-ae, pois,
aos ca pitaes do campo e a qualquer auloridade
que tirerem delle noticia, que o apprehendam e
o mandem entregar na villa de Iguarass, ao
abaixo assignado, ao qual e aos seas irmaos me-
nores pertence o mencionado prelo, que alem de
pagar toda e qualquer despeza, gratificar gene-
rosamente.
Aureliano Caralcanli de Albuqoerque.
Ainda se acha fgido o escraro Cosme, cri-
oulo, idade de 35 annos, estatura regular, testa
grande, com falta de denles na frente, cosluma
mascar fumo e dado a bebidas, foi o ascravo do
Sr. tenenle-coronel Joo Valentim Vilella, tem
officio de pedreiro e carapina, tem sido visto na
Passagm e suas immediaces, porm taires te-
oha ido para o engenho Crauass, aonde tem um
irmo gemeo chamado Damio, que lambem foi
escraro da sogra do mesmo Sr. Vilella, e rendi-
do para o mesmo engenho, elle muito conhe-
cido ; pelo que roga-ae a todas as autoridades
policiaes, capites de campo, e a quem mais Ihe
conrier, o faror de o prenderem e cooduzi-lo ao
seu senhor Antonio Leal de Barros, no seu sitio
na ra de J0S0 Fernandos Vieira, junto ao Man-
goioho, que gratificar generosamente
Desappareceu no dia 13 do crrante, do si-
tio de S. Jos do Maoguinho, o escraro crloalo,
maior de 50 annos, de nome Joaquim, cornos
signaos seguintes: cabellos brancos, alto, secco
docorpo, e usa alpargatas; este escraro foi pro-
priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty, d'onde reio para aqui fgido : roga-se
a todas as autoridades policiaes a quem quet
que o encontr, de o capturar e enlrega-lo no
sitio cima citado, ou na ra do Trapiche n. 15
a Jos Teixeira Basto.



(8)
MARIO DI riBliMlDOO; TERCA. FEIRA 17 DE SETEMBRO DI 1861:
<
Litteratura.
Direilo peoal.
DA PENA DE MORTE.
Sobre esta epigraphe publicou o Lidador Aca-
dmico, de 30 de agosto prximo passado, um
bem elaborado artigo ^o digno acadmico oSr.
Lob.io Cedro, a quem nio tenho o prazer de co-
nhfcer pessoalmente.
Pego, po's, licencs ao Sr. Lobio, para fazer al-
gumas poucas e, acaso, superfioiaes obsenagoes
sobrejp thecria por elle sustentada, alias, hbil-
mente.
Muilosetem discutido sobre a legitimldade
da pena de norte (diz um judicioso e mui!
douto criminalista moderno) e esta discussao, Ion- '
ge de concorrer para sua aboligo, s tena feito
difficulta-la cada vez maia. E como atacar esta
pena, como Ilegitima em face da historia, e quan-
do nem a consciencia geral dos poros, nem a
consciencia individual do bomem a repro-
vam ?
Isto posto, passarei i aoslyse dos principies
argumentos, que se eucontram no artigo em ques-
tao. Em duas ordens se dividero elles. Em pri-
meiro logar o Sr. Lobio Cedro, diz : < um dos
maiores argumentos que os psnegyristas da ap-
plicagio da penna de morte lera engendra-
do em seu abono, o da legilimidade. E di-
zem : a pena de morte legitima, porque, creada
e adoptada em todos os lempos e goveroos, tero
atravessado cooi o cuoho da legilimidade nume-
rosos seculos, etc..
O vicio deste argumento (continua elle) com
facilidade se descobre. E' verdade que a orlgem
da pena capital se perde na noite dos tempos ; e
que o seu reinado tem infelizmente chegado
al lu. Mas, servir isto de prova para legitimar-
se a applicagao da pena de morte? Pelo contra-
rio, o que islo prova que milhares de erros e de
prejuizos tem por seculos dominado os espiritos
das nagoos.
Depois de refutar a razio histrica, passa o col-
lega analyse da pena de morte c sob o ponto
de vista das condiges, que sao iodispeasaveis
para legitimaren) a imposigo de qualquer pena
social, e conclue que a pena de morte nao
legitima, por isso que ella nao reparavel.
Em segundo lugar, negj a sus necessidade.
l'or parle, farei, por minba vez, algumas im-
pugnages, apadrinhando a fraqueza de raioha
intelligencia e a escacez de michas luzes com os
nemes de alguns escriptores, sem duvida mu
respeilaveis.
I.
Sempre que se nos aprsenla urna idea, um ins-
t.iuigo, que, datando de remolissimos lempos,
a despeito da variado dos coslumes e das eren-
cas quer religiosas, quer politicas dos dilTerentes
poros; que transmute da poca mais inculta
mais culta, do povo o mais atrazado ao mais
esclarecido ; do governo o mais desptico ao
rr ais livre ; do judeu ao christio : devemos res-
peilar seriamente essa idea, essa instituido ana-
lysarido e estudando com toda gravilade o funda-
mento de sua creago, e a razo, ou o motivo
que as tem feito recommeodaveis em todos os
tempos, sera encontrar barreiras sua sustenta-
gao nesses choques de diversos elementos, nos
multplices aspectos que tem tornado as socieda-
des dos povos do universo com essas trsnsigoes e
virissiludes porque tem passado a bumanidade,
atravez de revolugas de toda a especie e nalu-
reza, at o systema politico moderno.
Torna-se, pois, em taes conjuncturas, por de
mais necessario o esludo consciencioso, nao dos
factos solados, mas da philosophia, isto da ra-
zio e eocadeamento lgico desses mesmos factos
e dos principios, que os presidirn.
Como diz o celebre Cousin, a historia o
desenvolvimento do homem no tempo o no es-
paco. Estudar esse desenvolvimeoto, em suas
diversas relagoes moraes e politicas, o deverdo
espirito investigador e algum tanto exigente.
E' a historia, diz um Ilustre escriplor alle-
mao, bem moderno, Heftes, que sob o nome
antigo de justica, confirma o justo en ultima ins-
tancia, e persegue as infraeges sob o nome de
Nmsis.... Assegurar ao desenvolvimento geral
da humanidade no commercio reciproco dos povos
e dos estados urna base certa, tal a missio que
ella chamada desempenhar: ella rene, para
este fia), todos os estados em um s feixe, do
qual nenhum se pode desligar, Dr. intern.pub.
del'Europ., 2.
Sem duvida, que ha muilo boas rezes para
acrediUr-se, ou ao menos desenvolver-se o de-
sejo de investigago dos principios consagrados
pelos philosophos nessss Joutrinas, nemsempre.as
mesmas, mas pelo contrario desenvolvidas, no'o
diCcodos rm ujuitus pontos e aperfeigoadas suc-
cessivameote, e que vigoraran) em todos esses
muilos seculos, que formara o grande periodo da
historiada philojophia que comeca em Thales
e se estende at Hegel.
Em todo esae andar dos tempos e variaclo das
ideas c o espirito humano nio recua um s pas-
so : as suas (oreas vacillam as vezes, mas ao
embate de ideas novas ; e esses momentos de
concen4rac9o, ou terror sao sempre os precurso-
res de pocas regeneradoras. As vezes parece
elle estacionaaio, mas que se dilata e comple-
ta pela multplice applicagio de principios anda
mal avassallados ; s vezes parece lransviar-se,
mas que parte em demanda de novas conquis-
tas, pisando veredas anda nao trnadas.
Porm os adversarios da escola histrica, di-
zem com o Sr. Lobo Cedro : cohonestar este ou aquelle principio com a his-
toria, que se presta i justificar os maiores absur-
dos a sem attencao que a historia registra em
paginas de saogue esses absurdos, esses erros
e crimen, que tem commettido e commettem os
homens e as nages, mas nao os justifica nunca,
salvo se se quixer chamar historia esse ou aquel-
lo livro escripto por algum individuo apaixonado,
ou menos Ilustrado, ou muitas vezes imbuido de
falsas crencas proprias dvseu temro I
A verdadeira hiatoria qual a define Cousin,
nio justifica, mas condemna os erros e absurdos,
como juiz inexhoravel que que nio teme
nunca se comprometlerl
Foi reconheceodo a real importancia do esludo
da historia para a comprehensio e desenvolvi-
mento das verdades jurdicas, que o douloSavig-
ny (na soa voc. dos dov. lemp. para a legisl.
e a jurisprud.) diz : a A coherencia orgnica do
direilo, sempre representado pela tradicio hist-
rica, nio se interrompe nunca, antes perdura,
continuadamente na successo dos tempos, e ues-
te pooto deve-se comparar o direilo com a lin-
gua. Do mesmo modo que para esta, tambem
para o direilo nao ha momelo estacionario ab-
soluto, elle est, pelo contrario, sugeito s mes-
mas vicissitudes e desenvolvimentos que outra
qualquer direegio da actividade orgnica do po-
vo ; assim como, por sua parte este proprio des-
envolvimeoto Oca lambem sugeito mesma lei de
necessidade interna, que presidio primeira ma-
oifeslagio do seu principio elementar.
Assim, pois, o direilo acompanha o incremento
do povo, torna-se consecutivamente mais ou me-
nos culto, com a maiorou menor cultura do raes-
mo ; e finalmente defioha e morre, proporcao
que lambem mais ou menos perde elle a sua
idenlidade.
Depois ds digressio, que ac que justificavel, porque tende defender, an-
da que o leona eu feito mui imperfetamente,
urna razio (a historia) que ua questio vertente
ou mais exactamente, em geral foi condemnada
pelo meu collega o Sr. Lobio Cedro.
A aoliguissima dala e a uaiversidade da admis-
sao da pena de morte provara alguma cousa
em seu favor.
Sua legilimidade foi reconhecida pelos Roma-
nos, sendo que s durante certo lempo, elles
julgaram eestatuiramque oscidadios romanos,
civis, devam por um privilegio, estar della
isentos.
Sneca [de ira, I.XVIJ disse :Nam est Plato
ait. a Nemo prudens punita quia peccatum e$t,
ted ne peccelur ; revocari emm proaterilo nou
possunt, fura prohibentur el quos volet nequxtiin
mali ceden lis exempla fieri, palm occidet. noce
lantnm est pereant ipsi, se esl aliospereundode-
terreant.
Jusliniano delermioou que se punisse acerba-
mente para que cora o supplicio de pou-
cos homens se corrigissem tolos : Acerb
punilo utpaucorum hominum supplicio omnes
reliquos continu casliges. Nov. 30 cap. II. .Cum
vehemenlia corrige est paucorum supplicium
alios omnes facial salvos. Nov. 17. cap. 5.
At 1765 nao se havia ainda ninguem leinbra-
do de contestar a legilimidade da pena de morte.
Nesse anno o celebre marquez Cesar Beccario Bo-
nesana publicou a sua obra,sem duvida estimabi-
lissima, intitulada :Dei Delilli edelle pene.
Foi Beccario o primeiro publicista que, pondo
em duvida a legitimidade da pena de morte, pro-
poz a sua abolieao : E' um dos principaes ttulos
de sua gloria, diz P. Helie, no seu commentario
ao livro de Beccario, pag. 10!.
Qualquer que seja a opinio que so forme
sobre este ponto, ou se adopte, ou se regeile
a sua theoria,nao se ple ninguem furia r ao
sentimeoto do viva sympathia pelo espirito an-
dacioso e humano que ousou eUabelecer esta
these atrerida e que bebeu sua idea em um ar-
dente amor da justiga.
Mas, vejamos agora alguns dos argumentos de
Beccario, autor que, sem duvida, ser mui fami-
liar ao Sr. Lobo Cedro, que, ao menos nesse
ponto, segu adoultina do sabio italiano, iocon-
teslavelmenteo primeiro, em todos os sentidos,
doa que bsiem a pena de morte.
Ou o homem tem o direito de suicidar-se,
ou elle nio ple ceder esse direito um oulro
nem sociedade.....A pena de morte nao pois,
apoiada em algum direito .Obra cit., 16.
Se procedesse esse argumento, lambem se po-
FOLHETIM
n
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
derla dizer que injusta e Ilegitima a priso
perpetua, que reduz ao homem i ama escravi-
dio egualmente perpetua,sendo que% homem
nio se pode tornar escravo, nio pode abdicar e
ceder i ouirem sua liberdade, porquelibertas
ineeiti mabilis re est.
Eis agora o que, com a immensa sabedora que
propria, diz e grande Rossi: o dever irape
i sociedade o cargo de proteger o direito e sus-
tentar a ordem. A justice para isso o mel
principal.
A pena o meio de exercer justica. Sup-
pon lo-se que a pena capital seja necessaria ao
cumprimento desse dever. como affirmar que
ella illegima? Suppondo-se que a morte de
um homem culpado de assassinato seja a nica
pena capaz de deter o braco dos assassinos, de
proluzir oseffeitos que Jse espera da peoR, sobre
ludo como o exemplo, o nico meio de attiogir o
m que o dever impe i justiga social, como af-
firmar que o bem de existencia nio pode ser ti-
rado ao assassino....a Traite de dr. peo., liv. III,
cap. IV, psg. 428.
Assim como nenhum homem tem o direito de
suicidar se,nao o tem lambem de matar a oulrera:
muitos homens reunidos, formando urna entila-
de collectiva, urna nacao nio tem ainda esse di-
reilo. Mas, por isso se pder negar que a guer-
ra dellensiva que urna naci faz a outra, que lbe
ggride- justificavel, oecessaria, e, como le-
gitima, reconhecida e consagrad! pelo direito
das gentes?Entretanto, nio sio desejo de con-
quistas e engrandecimento nacional, o capricho
dos goveroos, que justifican) a guerra da nacao
naci a necessidade, o principio e garanta
da justiga violada, a defeza. A peoa de morte,
guardadas as devidas limitaces, nao estar no
mesmo caso?
O celebre autor do Espirito das I.eis fallando da
peoa de morte, disse mu acertadamenteque
ella dimana da razio e da origem do bem e do
mal ; que como o remedio da sociedade en-
ferma.... -
Se a efficacidsde da pena nio est em propor-
cao com o terror que iocule no animo dos ho-
mens, systema, que, dt ha muilo, deixou de es-
tar em voga : todava, at certo ponto, leve o
profundo Feurbach alguma razio para dizer que
a todas as infracQdes tem sua causa psycholo-
gica na sensibilidade, pois que os appetites do
homem sao dirigidos pelo prazer que elle expe-
rimenta em seus actos ; esta impulsio sensivel
ple ser obstada, desde que cada individuse
compenetrar de que sua acgo ser inevitavel-
mente seguida de um mal superior ao desprazer
produzido pela nao salisfacio de seu desejo.
t Prole.de dr: pen., 13.
Continuemos com Beccario. Todo ser sensi-
vel submelte-se fcilmente ao imperio do habito.
0 espectculo lerrivel, porm momentneo da
morte de um crimiooso, para o crimeum freio
menos poderoso-^fepe o longo e continuo exem-
plo d'um hornera pmado de sua liberdade, se me -
1 ha ote, de alguma sorte, a urna besta de carga, e
reparando por irabalhos penosos o damno, que
causou a sociedade. Sempre que o especta-
dor o contempla dizcSe eu commetler um crirae
ficarei reduzido, por toda minba vida, esta
miseravi'l coadigao Esta idea lerrivel ame-
drootaria mais fortemeote os espiritos, que o te-
mor da morte.....o
E' este o nico meio, por que se pretende pro-
var que nao a pena de morte a mais apta para
punir o crima e servir de exemplo II..
Se todo ser sensivel sugeito ao imperio do
habito nao dere-se ninguem admirarque um
individuo, sentenciado a prisao perpetua,quo-
do tiver passado na cadeia, ou penitenciaria
dez ou quinze anuos, esteja de tal sorte habitua-
do com tal moradiaque muitas vezes,se esqueca
de que est sendo punido por um crime que
commetera I
E como quem malou, sangue fri, por cal-
culo, com premedilagai com traigio, com atro-
cidade, talvez.senlindo e saboreando urna ale-
gra feroz com os soffrimentos de sua victima,
como diz Ortolan,Etm. de dr. pen., n. 1361,
como, digo, o criminoso desse quilate pode
reparar o damno, que causou?!..
Tal a miseria do homem, que este pode-algu-
ma vez, em alguma posicio ou circumstancia de-
sejar urna prisao perpetua.
Nao se admrem o Sr. Lobio Cedro e o leitor
de avancar essa proposigo, que ser justificada
com um exemplo.
Em urna das provincias do sul do nosso bello
imperio, ja aconteceu que um escravo, que cum-
prio urna sentenga d'aquella ordem, dissesse, se-
gundo me record de ha/er lido em urna gazets,
um seu parceiro e conhecido, que, para di-
zer-lhe adeus, chegara a grade da prizao, em
que elle se achavapagando o crime commetti-
do. < por que nio matas algum sugeito pur abi,
para vires aqui para a cadeia, onde estou eu e
muilos outros? Aqui acaba-se o nosso captivei-
ro : somos livres : sahe-se ra, como calceta,
verdade, porem, os soldados que nos acompa-
nham sio muito bons, com tanto que na primei-
ra venda se Ibes d com que comprar um pouco
ds branca para refresco:, deixam-nos fazer os
nossos negocios : vamos em certas casas,entra-
mos e elles nos esperara na porta...Melle a folce
por la em qual quer sugeito, ainda que este
nunca te offendesse, e vemparae, que outra
cousa 111... i
.... _____[Continmar-se-ha.)
Variedades.
lxxviii
Svmmario.Discussao dos negocios da marinha
id senado e na cmara temporaria. Desisten-
cia do Sr. ministro da marinha de sua candi-
datura pelo Maranhio.
Quem percorrer nosso parlamento hade reco-
nhecer que, em nenhuma sessio anterior se fal-
lou mais dos negocios da marinha, do que na
actual ; assim como que nenhuma outra foi tao
estril em providencias.
Desde o ABC. at a grammalica dessa reparti-
lo nada escapou aoslyse. O senado quasi
que encetou seus trabalhos com a discussao da
lei de promocoes para a armada, e com ella se
oceupou bastantes das. Depois seguiu-se-lhe
inmediatamente a discusssio da fixacio de forgas
navaes, que j havia merecido na cmara tempo-
raria um prolongado debate, em que se distingui-
rn) varios oradores, inclusive o Sr. Paes Barr-
is, ex-minislro da marinha.
Pareca que os homens polticos ou queriam
manifestar ao homem profissional, que, pela pri-
meira vez depois de viole annos, compareca pe-
ante elles, ni posicao de ministro, que nesse
espago de (empo nio tinham usurpado seus pri- i
vilegios; que possuiam as mais ampias habilita-
ces para admini.-trar a marinha, e que sabiam
della ludo quanto era necessario para esta missio,
e nio apenas o A. B. C.; ou que procuravam ex-
perimentar este mesmo profissional; polo pro-
vas para verificar se com effeito era digno da
confianca de que goza em toda a corporacio.
Mas o Sr. ministro da marinha nio se pertur-
bou na tribuna ; nio vacillou em aceitar o com-
bate que lhe offereciam seas amostrados adver-
sarios ; suas resposlas foram aempre promptas e
satisfactorias, e assfm revelou um novo talento
que se lhe nio conhecia ainda, o de orador, e
oador desembaraga. Seu estillo conciso, vi-
goroso, incisivo e conveniente ; quem o ouve fal-
lar aeree ita-o logo; porque elle o faz com fran-
queza e verdade ; deixa-se attrahir insensivel-
mente ; porque em sua linguagem sem refolhos
nem ornamentos, o pensamentose manifesta sem
disfarce. Nos podemos ser arerbado de suspei-
1o ; porque somos seu amigo ; appellamos porm
para o juizo imparcial dos Ilustres senadores e
deputados, e para a opiniio de flejenerador, e
de oulro; joroaes da corte, que lhe teceram jus-
tos e merecidos elogios.
Nio fazemos muito caso deste attributo ; pre-
ferimos um ministro callado ; mas que seja crea-
dor, a um oulro eloquente e nada mais. Como*
j dissemos ; anlepomos a eloquencia dos factos
eloquencia das palavras; mas j que se reunem
as duas condiges, tanto melhor.
D'entre os discursos que temos lido, escolie-
mos hoje para thems da nossa presente resenha
o do Sr. senador Montesuma, proferido na sessio
de 6 do correte ; porque elle contera certas pro-
posiges, que embora j fossem combatidas ex-
celentemente pelo Sr. ministro, nio podemos
deixar todava, de refuta-las tambem. Acredita-
mos planete que o ilustre e patritico senador
tem verdadeira sympathia pela armada, qual
consagrou dousfllhos, que, por desgraca nio po-
deram preeocher nella a brilhante missio que
seus talentos e honrosos precedentes auguravam.
Choramos ainda hoje estes dous distinclos col-
legas, um dos quaes foi arrebatado pela morte, e
o outro visitado pela cegueirs.
Nio ha actualmente no paiz duas opinioes de-
ferentes acerca da importancia do corpo de im-
periaes marinheiroi, e das companhias de apren-
PAR1S1ENSES DE INVERN E PARISIENSES
DE VERO.
( Concluido )
Ha outro Pariz que de invern vive em AUe-
manhi, em Londres, em Beroe e em Geove, em
Turin e em Milo e em Roma, em Madrid e em
Lisboa, e que de verao entra por aqui dentro com
ar de conquista Jor e usa e abusa de ludo e de to-
dos como fazia as trra* d'oole vem. Este Pa-
rs visita os monumentos, admira as carruageos
das Lorettes, acredita pamente em que sao baro-
oezas infelizes e condessas desditosas, d-lhes o
braco com denodo epasseia com ellas em publico
vae aos theatros ver as pe^as do anno passado,
a tull osjardos de Mabille e o concert de Mu-
zsrd, apparece no bosque de Bolonha todas is
ooites em carrinho de aluguel, toma nev no Tor-
toni e no caf Napolitano, manda fszer roupa em
casa de Dusautoy ou de Renard, encommenda
muitas duzias de camisas bordadas, compra gr-
valas com a guerra de Italia bordada as pomas,
paga por bom prego o calgado que Dcou regeita-
do do invern, come nos restaurantes vontide
dos criados e nio a sua, e dopois de ter inspi-
rado quatorze paixes vehementes as duas cria-
das da hospedara e a mais doze donzellas da ra
dos Martyres ou di praga Brda. recolhe trra
natal jurand eastentar-se de cebolla albaria e
de batata coztda para vir no prximo veiio lomar
um sorvete de fatia de melo sobre o asphalto
occidental dos bouUvarts.
O parisiense de invern d dous ou quatro sol-
dos ao criado do restaurante. O de verio nun-
ca d menos de 50 cntimos. Muitas vezes d
um franco, se tem por visinho um conhecido.
Acuelle capaz de janlar um anno io lado de
outro homem sem lhe dar palavra. Este, no Um
de 15 das, at com oscocheiros tem iotimidade.
Aquelle escolhe os seus prazeres depois de os
ter esludado e custam-lhe o que valem. Este
aceita os que lhe cahem a mi e paga-os por va-
lor que nunca tiveram. Aquelle rico. Este
finge se-lo. Aquelle gosla de se divertir. Este
diverle os oulros. -
Estes parisienses de verio sio como ascordor-
nises ; ebegam em certa poca do anno ; os es-
talajaderos os negociantes, os blugadores de car-
ruageos, os dooos dos cafs, os alfaiates e sapa-
teiros e as meninas de vida ayrada sio os cala-
dores que os esperam. Alguns cahem feriios, e
sio guardados na gaiola de Clichy at que se es-
tabelegam. Outros fogem com aza ou perna que-
brada e s parara fra do alcance dos guardas de
commercio. Pennas tolos deixam em maior ou
menor quantidade.
Ah tem o leitor em rpido esbogo oque sao
os parisienses de verio e os de invern, mas nao
cuido que s os tolos veem a Paris de verio.
Muila gente sizuda escolhe esta poca por ser a
mais propria para ludo ver e observar e por ser,
realmente, a mais divertida do anno para quem
nio tem relagoes na sociedade parisiense ou as
nio quer ter. Estas relagoes sao iouteis para
quem as nio pode cultivar seguidamente e cusa
muito dinheiro andar em todos os bailes, ir a
todos os theatros e appsrecer decentemente em
todas as occasies em que de invern sa rene a
sociedade da capital.
A sociedade de Paris divertida para um
anno, mas insupportavel para mais longo tem-
po. E* frivola, orgulhosa, materialista em extre-
mo e desprovila do carcter affecluoso e intimo
da sociedade meridional Aqui fazem-seconhe-
cimentos numerosos. Raras vezes se eslreilam
amisades dedicadas. A vida de Paris urna car-
ga de cavalleria. Feliz do que nio cahiu, nem
foi atropellado, mas cahisse ou nao nao, os ou-
tros vio correndo e nem mais se lembram de
quera ficou para traz.
Dos que cahem, a polica correccional levan-
ta alguns, a prisao por dividas abre os bngos a
outros, a indiffereoga publica arreda o resto com
o p. Mo de amigo poucas vezes se abaixa pa-
ra judar um mu cavalleiro a levantar-se.
Todos os grandes centros de civilisigao sio as-
sim. A accumulagao de pessoas difTkiiila a ca-
ndado, porque, para beneficio alheio, teria cada
qual de arriscar a propria conservagio. Nio ha
casas as provincias de Portugal onde a hospe-
dagem continua e constantemente provocada ?
Levse para a corte essas mesmas pessoas ben-
volas que na provincia sao generosas e bene-
centes e veris que vos parecera mesquiohas e
descari Josas I
Eu, quedo alto d'esta montanha onde habito
dizes. Sao os nicos recursos proficuos cora que
a nossa marinha coala para guarnecer os navios.
Por meio do recrutamento s, nio foi possivel
nunca completar aquelle corpo; lembrada a crea-
gao das companhias de apreodizes as provincias,
achou-se a solugio natural do problema.
Declama-88 que um marinheiro assim educado
nos cusa mui caro.
E' isto inexacto. Um aprendiz marinheiro em
Inglaterra, q"ue admiltdo aos 14 annos de ida-
de, quando chega aos 20 tem custado ao estado
149 libras esterlinas, conforme declarou a com-
missao nomeada para tratar do recrutamento da
frota em 1854, composta do almirante Parker, do
chefe de esquadra Paushawe, e dos capities de
mar e guerra Dundas, Richards e Shepperd.
Um dos nossos aprendizes marinheiros, entra-
do aos 11 annos, quando altinge seus 17 anuos,
poca que passa a maior, isto no mesmo espa-
go de tempo, nos custa 1:0808000, calculando que
gaste 15&000 por mez em sold e ragio. Ainda
accumulando esta despeza a de seu fardamento,
recoohecer-se-ha que a nossa despeza inferior
a feita pela marinha iogleza em caso egual.
Note-se agora que, em nossa marinha o estado
desfructa amplamenle este dispendio no longo
prazo que o aprendiz marinheiro passado maior
tem de servir, em qoaoto que na Ioglaterra este
prazo era mui limitado, inconveniente que nio
escapou perspicacia da coramissio.
Espalhadas estas companhias por varias pro-
vincias martimas; pessuindo um pessoal de
t,000 1200 jovens, poderemos descancar; por
que ellas nos fornecerio o contingente necessario
para maoter sempre a torga pe-lila de 3,000 ora-
gas de marinhagem.
Entio, recebendo estes jovens j educados na
disciplina militar, e iniciados nos misleres da pro-
fissio, fazendo-os passar pela escola pratica de
artilbaria j creada, e pela de marinharla e ti-
moneira que so cuida de instituir, os constituire-
mos excellentes e habis marinheiros, que depois
de servirem o seu tempo na marinha de guerra,
sahirio livres della na bella edade de 30 aos 40
annos, com urna profissio que jamis abandona-
reo ; por que cedo dedicaram-se ella, e forma-
rio um precioso ncleo para a marinha mercan-
te, at que se estabelegam entre nos estas fami-
lias de marinheiros, e volte tudo aos seus eixos
E' verdade que urna causa funesta, qual a gran-
de mortalidade produzida pelas molestias sypbi-
liticas, desfalca constantemente estes dous cor-
pos, como mui bem disse o distincto senador.
J nos denunciamos este facto, quando pela
primeira vez, em 1854, appareceu no relatorio
do Sr. ministro da marinha a estatlslica dos hos-
pitaes da armada e dos doenles bordo, apresen-
tadada pelo digno Sr. cirurgiao mor da armada.
Eolio escrevemos no Brasil Martimo u. 15,
do 1* de julbo desse anno as linhas que' se se-
guem, chamando a atteogo do governo do paiz
para o triste quadro que nos rerelavam os alga-
risraos da citada estalietica.
Urna novidade apresentou este anno o rela-
torio do Exm. ministro da marinha entre a gran-
de quantidade de msppas com que o illuslrou. Um
trabalho, de certo importante, a interessanle
eatatistica dos hospitaes de marinha do Sr. Dr.
Melrelles, e as judiciosas observagdesquelhe ad-
dicionou.
a Honra, pois, ao Ilustre medico, chefe do
corpo do saude.
c Langando os olhos por sobre ella com a ai-
tencao que soimos prestar tudo que se refere 4
nossa marinha de guerra, nos foram suggeridas
algumas tristes reflexoes ao vermos o grande es-
trago que faz as nossas preciosas e raras guar-
nigdes os males syphiliticos que asaccommeitem.
Dous quintos dos doeotes tratados soffreram
destas molestias : o homem da sciencia quem
assim falla com a lgica inexorarel dos alga-
riamos I
Nio este ua ioimigo lerrivel; o maior ini-
vejo patear os parisienses de invern os de ve-
rio, e que, em ama oa outra occasio, os tenho
por c de revoada, tenho aprendido a coohece-
los. Se nio aio tio bons como poderlam sd-lo,
tambem nio sio lio mus como parecem. De
perlo nunca me agradaram muito. De longe
descubro-lhes algumas virtudes.
Mas ainda ha um terceiro Paris, porm esse
fixo. E' o Paris do trabalho, do commercio e da
industria. E' o Paris til. Mas sio, mais viril,
mais moral ea todos os respeilos melhor do que
os outros dous. Esse tabula sempre gaahar a
vida e para crear a gloria artstica e industrial
da Franga, e se de verao, principalmente nos do-
mingos, procura divertir-se, para adquirir no-
_va forga para trabalhos novos.
Este pode aborrecer a quem o v de loDge, mas
encanta a quem o conhec de perto. Nao feliz.
Carece de muilos melhoramentos, mas a si pro-
prio busca melhorar-se com iocaosavel activida-
de, que eu ainda hei de ser chronists, para exem -
po da nossa gente.
Estes nio vSo a Badea-Badn de verio, mas
espslham-se no bosque de Bolonha e no de Vin-
cennes nos das santificados ; de invern fre-
quentam os theatros nos lugares mais baratos e
uos serej de familia leem os livros cujo prego
nio excede a 50 cntimos ou 1 franco. Sabera
unir o trabalho com a distraego e d'eatas pro-
curara as mais uteis por instincto natural, que
muitas vezes os leva a grandes pensamenlos e a
nobres acedes.
No fim de tudo, eu, se viessea Paris, todos os
annos, tambem vinha de verio, comquanto em
muitas cousas Qzesse por imitar os parisienses
de invern e em outras a classe laboriosa, que eu
amo como confiado e que sinceramente respeilo.
Nablcodonosor.
( Commercio do Porto. )
Processo do barao de Vidil.
Audiencia do dia 22.
Para o banco dos reos conduzido obaro de
>dil, sob s guarda de dous agentes de polica.
Procede-se inquirigao das teslemunhas.
Jonh Evans, artista Esta testemuaha condu-
mio o ti Uto do aecusado ao hotel do Cygne, deo
pois daquelle mancebo ter corrido para junto
ielle o rosto banhado em saogue, logo depois d-
allenlado. Quando seguiram pelo camioho dis-
se-lhe que tioha cahido do seu cavallo abaixo
contra um muro. A testemunha vio oa mao do
preso, logo depois do fado de que aecusado,
um grosso cabo de chicote.
Julia Fitzgibbon, reconnece o preso eseu filho
pelos ter visto dirigir para o hotel do Cygne.
A testemunha disse que o mancebo grita va....
Mr. Sleigh.Nio devieis dizer oque elledizia,
senio quando o preso estivesse presente.
Mr. Corrie Tendes certamenle o direito de
fazer as vossas objeeges.
Mr Sleigh.Como defensor do preso, o meu
dever obriga-ma a isto.
Jonh Tanner.Esla testemunha viu Vidil filho.
Tinha o rosto banhado em sangue. Seu pae es-
lava a seu lado, e disse a testemunha que seu
filho tioha quebrado a cabega contra um muro. O
preso respondeu a urna pergunta da testemunha,
dizendo que ia conduzir o ferido para a hospe-
dara prxima.
Jonh Everet. empregado do duque de Auraale
viu dous cavalbeiros luctarem no caminho em
que tere lugar o acootecimento. Quatro ou cin-
co minutos depois os dous cavallos voltaram sem
os cavalheiros. A testemunha fez parar os dous
cavallos, que eram doceis como uns cordeiros.
Havia saogue na sella de um delles.
Alfredo Clark, medico.Fui chamado a 28 de
junhn para tratar um mancebo no hotel do
Cygne. Eslava ferido. Examiaei-lhe a cabe-
ga. Tinha sangrado muito, mas quando o vi j
nao sangrava abundantemente. Tendo feito la-
var o seu rosto, notei um ferimento profundo na
face. A pella eslava cortada at ao osso. Cui-
dei da feoda, e depois examinei as outras partes
da cabega. Do lado esquerdo, da parte poste-
rior, e do lado superior da cabega, havia um
segundo ferimento, semelhaote ao do rosto. Per-
guntei ao ferido como tioha tido lugar o acoote-
cimento. Tomaram os cavallos os freios nos
denles?Elle respundeu-me aNao.oCahistes?
NaoaOs cavallos espantaram-se?Sim,
e eu laocei-me contra um muro. Quando tratei
da segunda ferida, tomei o pulso do mancebo, e
perguntei-lhe como se achava, e se eu poda
aiada ser-lhe til de alguma maneira : o preso
estiva entio presente. O preso entio pegou-rae
pela mi e disse-me........
Mr. Sleigh.O preso eslava presente ?
A testemunha.Peato que eslava. Eslava a
traz de mim, e eu nao pude v-lo durante todo
aquelle tempo. Vi-o inmediatamente antes e im-
mediatamente depois da conversagao. Eu nao
quera jurar que o preso estivesse presente.
Mr. Sleigh.Nesse caso, direi que urna vez
que ha incerteza sobre a questio de saber se o
migo da prosperidade e grandeza de nossa ma-
rinha ?
Nio sio tio dessgradaveis esses perniciosos
estragos, que assim ceifam prematuramente a
vida de nossa marinhagem, ou que pelo menos a
inutilisim 1 Que faier para debela-lo, para re-
duzi-lo importanci ?
i Os homens profissionaes o sabem melhor do
que nos, e j o deviam ter indicado ao governo,
e reclamado, ao meaos por amor humanidade,
medidas propriss para extirpar o mal. Milhares
de prostitutas pollulam as nossas cidades e po-
pulages, onde* a dissolugio de coslumes estu-
penda.
Sio ellas verdadeiros focos de infeegio que,
em seus comprados carinhos, inoculara subtil ve-
neno, que traz a morte.
a A sade publica est mere destas filhas
de tropos : a impetuosidade das paixes, o de-
lirio dos desejos, para ellas arrastam incautas
victimas, sobre as quaes exercea urna fascinagao
irresistivel; e a polica de lodo o imperio cruza
os bragns, diante desla lenta, mas continua des-
truigio 1
Em um paiz novo, onde tio grande a falta
de bragos, como no nosso, islo urna grande ca-
lamidade.
a Os destrogos da febre amarella appsrecem
em certos e certos periodos ; mas os originadas
por ellas sio coostantes, e no mundo civilisado
sabios regulameatos policiaes as sujeitam (re-
quemes exames ; e um hospital apropriado re-
cebe as infeccionadas da syphilis.
Ahi a sollicilude do governo sa demonstra
como a previdencia de um pae rasoavel.
c No eotanto nada fazemos.
O regula ment da marinha se ressente da
falta de severos castigos para repressio das in-
famias e immoralidades, que ainda se com-
mettem com inaudito escndalo bordo dos
navios.
O niappa do Sr. Dr. Meirelles que tambem
nos denuncia a existencia deltas. A vergonha
oos enrubece as faces ao escrever estas linhas ;
mas infelizmente mister faze-lo para rogar aos
poderes do estado qneattendam i estas desgra-
nadas circumstancias, heranga dos tempos colo-
niaes.
_ Os regulamentos policiaes nenhum obstculo
poem devastagio das meretrizes, e toda a po-
pulagio soffre por esta fatal improvidencia.
Advogando a causa de nossos marinheiros,
advogimos a do publico em geral, e langamos
mais urna pedrinba na coostruego do formoso
edificio que queremos elevar.
Nio pretendemos, nem propomos impos-
siveis.
Conhecemos o poder da natureza e nio nos
queremos oppor elle.
a Desejamos, porm, minorar os males da si-
tuago.
a Portento, Exm.Sr. ministro do imperio, Srs.
ministros da cora, Srs. senadores e deputados,
ouvi o nosso pedido, e, legislando ainda oeste
anno medidas que minorem os males que assig-
nalamos vossa attengio, concorrei para a feli-
cidade de nossa marinhagem, de nossa populagio
em geral.
Que effeito produziu esta nossa tio solemne
reclamagio ? Temos vergonha de due-lo, ne-
nhum. Nem ao menos abalou a indifferenga ge-
ral com que se encara para este assumpto ; ficou,
porm, impressa como um protesto vivo de nossa
parte.
Algum tempo depois pretandeu-se fazer algu-
ma cousa neste sentido oa corte ; maa as medi-
das foram tio mal lomadas, que eslragou-se logo
tao bella idea, e a autoridade ficou desmorali-
sada.
La-se a excellente obra de Parent Dchatele!
sobre a proalituigio as principaes cidades da
Europa, e reconhecer-se-ha que della derira-se
a maior parte das molestias coo que. nossos ma-
kiobelros se contaminara..
As informages do Sr. Dr. Peital, em que se
firmou o distincto orador, assigoalam someote as
circumstancias que aggravam o mal, e nio o pro-
prio mal, como o fizemos i tantos annos Intil-
mente, e estas circumstancias, aecusariam nio
s o mesmo Sr. doutor, como a todo o corpo do
sade, se fossem exactas.
Disse elle os nossos marinheiros nao tem
convalescengas; bordo nao possivel, no nos
pit'l da-se lugar doentes. Ora, perguntemos
nos ; o Sr. Dr. Feital, que sabe disso, que tem
sido muitos annos incumbido da dioica do nos-
so principal hospital de marinha, que o da cor-
te, j propoz que nelle se estabelecesse um local
para convalescentes, visto que bordo nao pos-
sivel te los?
Julgamos nio ser mui difficil destinar um local
dependente do hospital para este fim.
Accrescenta ainda o Sr. Dr. Feital: "
Demsis, os marinheiros sio poucos, nio ebe-
gam para o servico, e os convalesceotes passsm
logo fazer o trabalho, e alimentarse com fei-
jio, bacalho, agurdente, etc., e d'ahi a reinci-
dencia de molestias e a maior difficuldade i
cura.
Neste tpico ha demasiada exageragio.
Desde que sahimos da academia, que temos
estado constantemente embarcado; e havendo
servido as estages navaes do Rio da Prata, da
corle, da Baha e Pernambuco, em nenhum na-
vio vimos at hoje chamar-ae ao servigo eoova-
lescentes, e muito menos alimntalos com ba-
calho, que genero que s se dislriboe urna vez
por semana, s sextas-feiras.
Osofficiaes de marinha sio mui rigorosos nes-
te ponto ; basta que um marinheiro lenha nota
em sua alta de coovalescenga, ou seja levado
lista dos dispensados, para nio soffrer incommo-
do algum. Nio se conta com elle inteiramente.
Mais exagerado ainda o trecho immediato,
em que o mesmo Sr. doutor escreveu que < lam-
bem notavel que os deentes nio se recolham ao
hospital em comego da molestia, ou porque nio
sio enviados logo que se queixam, ou porque,
perdendo os vencimentos e receiando a dieta pro-
curam oceultar seu estado; desta arle continuam
doentes i bordo, onde nio detxam de receber sua
racio de agurdente, contera abundantemente
alimentos salgados e grosseiros, e mais a mais
aggravam a molestia. Se as cousas assim se
passsssem, a conclusio tirada pelo cloquete
orador, o Sr. senador Montesuma, era exactissi-
ma, de que o culpado era oofcial de sade que
est bordo, e que negligencia o desempeoho de
seus deveres, deixaodo da mandar os doeotes i
tempo pira o hospital. Mas nos, que se preten-
de fazer passar como intenso ao distincto corpo
de sade, o defenderemos desta e de outras ac-
cusaces, que leviaoamente lhe fez um dos seus
membros, que posteriormente arrependeu-se ;
porque temos observado que, se os cirurgioes de
bordo peccam pela facilidade, pela presteza
com que mandara para o hospital toda e qualquer
praga da marinhagem que se aprsente doenle.
Nenhuma demorada i bordo, embora necessite
de um ligeiro tralamento.
Quanto qualidade dos alimentos bom sa-
ber-se que, nos portos o marinheiro nacional s
come salgado duas vezes por semana, isto ,
caros secca as qusrta-feiras, e bacalho as
sextas: em todos os mais das tem boa caroe
fresca, e todoa os outros geoeros com que se ali-
menta aio de excellente qualidade, custe o que
custar, como mui bem declarou em respoata o
nobre ministro.
Relativamente i vaccioago dos recrutas en-
viados das provincias para a corte do noiao ri-
goroso-devor afflangar que, ao meaos em Per-
nambuco e aqui se faz este servigo com toda a
exactido e cuidado. Nao sahe nenhum recruta
sem estar vacetnador.
Qusnto ao dizer o Sr. Dr. Feital tambem que,
nio se escolhem os homeos robustos para a ma-
ana, e que lio mandados para ella todos dis-
preso estava presente nesse momento, essa con-
versa nio se pode referir.
Nio me queixo de Mr. Clark, mas necessario
que as testemuohas nio se sffastem das regras
estabeleeidas para os depoimeotos.
A testemunha.Muito bem ; direi entio que
em coosequencia do que me disse o maocebo, ea
o flz acompanhar a Londres por meu ajudante.
Mr. Corrie.Como julgaes que foram feitos es
ferimeotos?
A testemunha.So nao livesse seoio um feri-
mento, teria pensado que poderla ter silo occa-
sionado por urna queda: mas como tinha dous
ferimeotos semelhantes em differentes direcgdes
da cabega, fiquei convencido de que nio podiam
ter sido produzidos por urna queda. Pens que
esses ferimeutos podiam ter sido feitos por urna
forte paucada com o extremo do cabo de um
chicle. Teria lido tambem algumas arranhadu-
ras na face, se tivesse cahido.
Mr. Parker. Habito em Ware, no Hertfors-
dshire. Sou magistrado oo condado de Midleser.
O proso e eu desposamos duas irraas. Coohego
a fimilia do preso. Tem um s Vidil. O mancebo tem urna formidavel fortuna
em dinheiro. Eu eslava em correspondencia
como preso, e reconhego'a sus escripia. A carta
que elle me entregaste delle.
Fez-se a leitura dessa caita. E' urna com-
muoicago do preso, pela qual pergunta por seu
filho dizendo que elle desappareceu de sua casa
depois de ser ferido de urna queda de um ca-
vallo. E' datado de Clareodoo, a 29 de juaho.
Foi chamado Mr. de Vidil.
Mr. Corrie. Pesistis oa vossa determioagio
de nio prestar o vosso teslemunho oeste ne-
gocio ?
Mr. de Vidil.Sim, persisto.
Mr. Willenson, ageate de polica.Fui eu que
preodi o aecusado a sua chegada a Ioglater-
ra. Veio para Loodres acompaohado de dous
agentes de polica fraccezes.
Mr. Tornton, inspector de polica.Apresen-
tou o chapu que Mr. de Vidil filho levava oo
dia do altentado. Aquelle chapu tem um forte
rasgo pela froote.
Mr, Sleigh.Percorrer-me em perguotarqual
a aalureza exacta de accusagSo que se faz cen-
tra o meu cliente.
MrTCorrie. At agora oio tem havido a me-
nor tergiversagao
Mr. Sleigh.Quera saber se peosaes que
existen provas de culpabilidade contra o preso.
Mr. Corrie.Sim, peuso.
Mr. Sleigh.Se tendes tengio de fazer com-
parecer o preso peraot6 o jury competente, nio
farei perder tempo ao tribunal com as observa-
gesque tenho S produzir, o que oeste caso re-
servarei para outra occasiio. Pergunlarei toda-
va, se a vossa tengio de conservar o aecusado
no mesmo estado de prisio, ou conceder-lhe a
sua liberdade do sob fianga.
O preso dar todas as garantas que se deseja-
rem se admitlisque elle preste a liceuga, e peo-
so que julgareis que elle tem direito a esta con-
cessao. Efectivamente o bario veio por sua
livre voolade para a Inglaterra, afim de se justi-
ficar da accusag&o que se lbe faz. Nao havia
forga alguma no mundo que podesse obriga-lo a
vir aqui, porque os lempos d tratado de extra-
diegao nio o comprohendojB ? Foi elle mesmo
quem pedio ser conduzdo^amLondres, afim de
que a justiga nio fosse de maneira alguma em-
baragada na sua raissao.
Mr. Corrie.Havendo rescindo fazer compa-
recer o preso perante o jury competente, teoho
agora urna resolucio a tomar a seu respeilo. mt
consequencia da natureza especial do negocio, e
da posigio das partes interessadas, seria contra-
rio aos fias da justiga acceitar urna fianga, porque
pessoas que disporem de fortunas consideraseis,
como neste caso, estariam dispostas a fazer todo
o sacrificio para escapar aos effeos da lei. Nio
acceito pois a fianga. Se a mioha resolugo vos
nao satisfaz, ha na cidade um juizo que funecio-
na permanentemente, e podis dirigir-vos a
elle.
O preso foi depois levado para a prisio de
Newgate, para esperar o seu julgameoto, e todas
as testemuohas foram avisadas do que deve
succeder mais tarde.
U preso mostra-se muito affectado e admirado
do reaultado do ioquerito.
L-se oo Morning Post :
Hornera Mr. Woutaer, procurador do bario
de Vidil, dirigiu-se ao lord chefe magistrado, que
eslava oo seu gabinete, para obter a liberdade
do seu cliente sob fianga. Offereceu urna somma
imprtame, em garanta da comparencia do seu
cliente, por occasiio do seu julgameoto oa pr-
xima sessio do tribunal ceotral criminal. Mas O
chefe magistrado, depois de 1er o arrosoado,
re jusou ingerir se oa decisao do magistrado de
polica. Por consequeocia o bario permanecer
oa prisio de Newgate, esperando o seu julga-
meoto. [Jornal do Commercio, de Lisboa.)
poslos para a pbtysica, seoio j tuberculosos,
devemos reflectir que estes horneas sao quasi lo-
dos extrahidos dos campos, da vida agrcola, e
que, trazem em si, como o geral de oossa popu-
lagio, que cada dia se toroa mais cachetica, o
germen do mal que j apuntamos. Logo na ju-
ventude embebem-se oo veneno da syphilis, que,
accumulando-se que j existe na economa her-
dada de seus paes, os torna fracos, doeotes, f-
cil presa da morte. Se se quizer escolher cem ho-
meos fra destas la mentaveis condiges, ser pre-
ciso um trabalho iovencivel, e recorrer-se ao
sertio. onde oio se encontra o espectculo he-
diondo da prostituigio.
E' admiravel que cheguem recrutas incuraveis
ao Rio de Janeiro, como deouocia o Sr. Dr. Fei-
tal, quando elles sio examinados as provincias
por um medico da armada.
E' outra censura que noscumpre rebater.
Os marinheiros hoje sio mui bem tratados i
bordo ; onmo eloquentemeote exprirau-se o Sr.
ministro da marioha; a nossa armada tem chefes
e officiaes que olham pira os marinheiros como
o pae olha para seus lhe, que cuidam de tra-
zer as guarnigdes contentes, e que oada deixam
desejar quaolo disciplina, asseio e morigera-
gao em que conservara seus navios.
Os castigos severos, e at barbaros, que ou-
tr'ora se faziam ; de que aiada ha reminiscen-
cias dolorosas, dessppareceram completamente.
J nao raro encontrar-se marinheiros que te-
nham servido lodo o seu tempo, sem ter sido
chibatido I
A disciplina oio aiada exemplar, coovm
coofessar; temos muito que fazer para leva-la ao
ponto desejavel ; mas nio ha relaxago.
Felizmente aiada nao presenciamos o triste es-
pectculo de sedicao da guarnigao de um navio
Almirante, e de outros como i dous auoos succe-
deu oa marioha de guerra iogleza, que a mari-
oha modelo, contra o qual tanto fallaran) os jor-
naes dessa poca.
Prefirimos que os nossos marinheiros sejam
meos retidos berdo do que parece desejar o
Ilustro senador: dos males o menor : elles em
trra entregara-se verdade, lodos os excestos
de prazeres; porm isio melhor do que procu-
ra;
maior escala.
ra-loa i bordo como Taziam oatr'ora em muito
O Sr. Dr. Feital escreveu um romance, e o h-
bil orador eoamorou-ae delle ; e diacorreu assim
sobre um thema frgil.
Nossa marinha de guerra acha-ae realmente em
decadencia ; nio por culpa della, como ji prove-
nios ; e por isso que lavra o desanimo em sua
ofiicialidade. Mas protestamos com energa contra
a proposigio do Ilustre senador de que, oio ha
nella disciplina, morigeragio, e que a bebedeira
e o deboche devaslam a guarnigao ; que seja, em
summa, urna vergonha; porque isto nio
exacto.
Os factos que lamentamos enconlram se as
melhores mariohas, e nem por isso ellas tem
sido assim iojuadas peranta toda a oagio pelos
membros conspicuos e Ilustrados dos corpos de-
liberativos.
Quando observamos a mi vontade com que.se
trata a marinha nacional; quando ouvimos estaa
injusligas revoltantes, sentimos tambem apode-
rar-so de nos um total desanimo. Deste modo
nunca poderemos possuir urna marioha de guer-
ra : impoasivel completamente.
Que importa que o nobre e preclaro senador
proclame em alto e bom som que amigo da ma-
rinha, se suaa proposiges protestara com suas
palavras?
O eminente orador exeedeu-se tanto, que che-
gou a avancar que, bebe-se mais caxaca i bordo
de um navio braaileiro do que em 10 vasos de
guerra inglezes; o qoe um perfeito absurdo.
Por ventura j coostou ao orador que as gusr-
niges brasileiras lio ordinarias, tio infames, tio
vis, tio debochadas, lio bebidas, como se dignou
pinta-las, praticassem alguma res o que ha pou-
co fez no porto do Rio de Janeiro urna lancha de
urna fragata ingiera, que tinha al officiaes
bordo ?
O governo brasileiro recebeu at hoje alguma
queixa do procedimento dos nossos marinheiros
aos portos da Europa, que ltimamente tem sido
visitados com frequeocia ?
Tem elles dado all o espectculo que aqui ob-
servamos continuamente?
Muito maltratada tem sido a marioha oo cor-
rete anno em arabas as cmaras, e porque?
Talvez porque depois de um longo periodo tem
sua frente um dos seus mais queridos almiran-
tes, cuja cadeira de ministro se tem querido trans-
formar em um poste de martyrios. Paciencia ; dia
chegar em que nossas provaces tenham um
termo.
Se ainda tivessemos a fortuna de possuir na ar-
mada os dous filhos do distincto orador, por sem
duvida nao ouviriamos as crueis palavras com que
feriu-nos. Reeeberia dellos ioformages fidedig-
oas, que nio lhe levariam i praticar a mais gra-
ve iojustiga, que talvez teoha feito em toda a sua
vida poltica, lio gloriosa.
Exclamando S. Exc. que era preciso ser ceg
para uio apreciar a diirerenca que vae entre um
navio de guerra inglaz e qualquer dos nossos, es-
queceu-so accresceotar para oio reconhecer
tambem a differenga que vae entro o procedi-
mealo da nagio iogleza para com a marioha, e o
de oosso paiz.
All oio se cuida de outra cousa ; a marioha
tudo, e aiada oa presente sessio, oio obstante o
orgamento desta repartigao ser j mui avultado,
votouo parlamento com eothusiasmo e unnime-
mente a somma extraordinaria de 29:000,000 li-
bras esterlinas para a conatruegao de navios en-
couragados.
Quanto a Inglaterra generosa e rocoohecida
sempre para este servigo, quanto os somos mes-
q-uiohos, e ingratos para com elle. Eis a explica-
gao da disparidade das situagSes.
*
Quando conta vamos com toda a confianca com
a eleigao do Sr. ministro da marioha pelo Mara-
nhio, como declaramos em oossa penltima Re
senha, chega o Paran, e sabemos que, na sua
viagem para o norte fra portador de recommen-
dages mui positivas do mesmo seohor aos seus
amigos para desislirem do intente em que esla-
vam do eleg-lo depotado i assembla geral,
afim de que oio soffresse mais o gabioete de que
faz parte, a injusta imputacio de que, impuoha
sua candidatura aos briosos maranheoses.
O procedimeoto do Sr. ministro da marioha i
altamente louvavel, e mais urna vez pe em re-
levo o seu patriotismo e diguidade. Mas deveria
elle t -lo ? Por ventura S. Exc. perteoce-ae hojo
i si mesmo? Nao perleoce exclusirament sua
corporago ?
Nio sacriQcou com este passo os ioteresses do
um corpo inteiro, que o encara como o mais for-
te defensor dos seus direi tos?
E' incootestavel que, antes de ceder s consi-
deragoes politicas que actuaram em seu espirito,
devia consultar tambem aquellos ioteresses, at-
teoder sua posigio especial, para tomar urna
resolugo adequada.
Aflligimo-nos profundamente com esla desis-
tencia ; mas coosolamo-nos ao recordamos qu,
em vez do candidato que se quer impr da coi te,
para se mostrar toflueucia oa provincia, ser
eleito o digno actual presidente de Pernambneo,
sobre o qual recahir toda a volago que havia de
receber o Sr. ministro da marinha. E' urna der-
rota que lera,ama grande aigoificagao ; porque
provari que nio existe aquella inculcada iofiusa-
cia, ou que nio tem ella a exteasao. que se lbe
quer emprestar.
Baha, 30 de agosto.
S. .
PERN. T YP. DE M. F. DE PARIA & FILHO. 1861,
? ,


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