Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09379


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Full Text
,e-
lili IIIT11 lOM.IO 202
Por tres nezes adiaatados 5$OoO
Por tres mezes vencidos 6$000
TERCA FEIRA 3 IB SETEMBRO DI lili
Poramoa Porte fraico para o subscriptor.
KCARRIGAD08 DA SDBSCR1PCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino d Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Sra; Araca-
17, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Olireira; ifaranho, o Sr. Manoel Joi Mar-
tina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCosti.
PARTIDAS DUS WJHKU3.
Olinda todos os dias as 9 1/5 horas do dia. I
Iguarassu, Goianna Parahiba naa segundas e
sextas-feiraa.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caraar.AUinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Po d'Alho, Nazareth, Limoeiro.Brejo, Pes-
queira.Ing-izeira, Flores, Villa-Bella,Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartasf airas.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso,Una,Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
Todos os correiospartem as 10 horasda manha
EFHEMERIDES DO MIZ DE SETEMBRO.
4 La ora as 7 horas 52 minutos da man.
11 Ouarto crescente as 10 horas e 56 minutos da
manha. m
18 La cheia aa 11 horas e 42 minutos da tarde.
27 Qoarto minguant* as 4 horas e 5 minutos da
manha:
PREA11AR DEHOJE.
Primeiro as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
Segando as 2 horas e 54 minutos da tarda.
OAS da semana*
2 Segunda. S. EttevSo rei de Hungra. *
3 Terca. S. Eufemia v. m.; S. Aristheo b. m.
4 Qusrta. S. Roa de Viterbo r. f.; S. Rozalia.
5 Quinta. S. Antonino m. ; S. Bertino ab.
6 Sexts. S. Libsnia v. m.; S. Presidio m.
7 Sabbado. S. Joio m. ; S. Regina v. m.
8 Domingo. Natividade de Nossa Senhors.
AUUl_A_lAa DO TRIBUNAL DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio ; segundas s quinta.
Relaco: tercas, qaintac a aabbados as 10 horas.
Pazenda: tercas, quintase sabbados as 10horas.
luizo do eommercio : quartas ao mel dia:
Dito da orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do eivel: tercas a saxtasao meio
dia.
Segunda rara do eivel: qaartas a sabbados a 1
hora da tarde:
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO STJL
Alagoas, o Sr. Claadino Falaao Diaa; Baha,
Sr. Jos Msrtlns Aires ; Rio da Janeiro, Sr
Joo Paraira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do curio Manoel Pigaeiroa #e
Paria,n saa livraria pra^a da Indapandanaia n
8 8.
Paula de Negreiro* Satffto Lobato.Sr.
denle da provincia de Sergipe,
pren-
PARTE OFFICIAL.
Ministerio do imperio.
3a seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio era 7 de agosto de 1861.
lllm. e Kxm. Sr.Foi presente a Sua Magestade
o Imperador o officio de V. xc. de 4 de Janeiro
ultimo, sobmetteodo sua imperial approvaco
a deliberado que lomara, de mandar vigorar no
presente aono as leis do orcameuto provincial e Krs estabelecidas'pelo decreto n. 2,746 de 13 de
municipal do aono precedente, por isso que taes fevereiro desle anoo, cabe ao respectivo fiscal,
nao puderara ser votadas pela assembla le- hei por bem. em virtude do artigo Io 7o da lei
ministerio da lazenda.
DECRETO N. 2,814 DE 10 DE AGOSTO DE 1861.
Fixa o mximum do honorario que compete ao
fiscaes doi bancos de circularo.
Atteodendo ao que me representou a directo-
ra do novo banco de Pernambuco a respeito do
honorario que, em coosequencia da forma espe-
cial da administrado do mesmo banco e das re-
gislativa dessa provincia, cujos trabalhos expira-
ra m em 31 de dezembro doaonopassado, nao se
n. 1,083 de 22 de agosto de 1860, e de cooformi-
dadecom a mioha imperial resoltlo desta data.
havendo anda completado o prazo de dous mezes tomada sobre consulta da seccao de fazenda do
de trabalhos exigido pelo artigo 7o do acto addi-
conal constituigio poltica do imperio.
Expe V. Exc. que nao era possivel prorogtr a
conselho de estado, decretar o seguinte:
Art. 1 Os honorarios dos fiscaes dos bancos de
circulaco contiuuaro a ser regulados pelos de-
4.a Organisar um catalogo de tudo, com as
deelaraedes e as expecifleaces necessarias para
se fazer urna idea exacta de cada objecto.
Este catalogo ser publicado as gazetas da
capital e impresso a custa do governo, para ser
distribuido pelos visitantes e enviado para a cor-
te e para todas as provincias do imperio.
Ser conveniente que nos meemos catlogos se-
jam indicados os precos dos artigoa exposlos.
5. Receber os que lhe forem enviados de
a da provincia, colloca-los convenientemente
eacondiciona-los.
6. Escolher o local-para a exposicao e pro-
po-lo approvaco do presidente da provincia.
7.* Fazer o ornamento das obras iodispensa-
reis ao edificio destinado a exposic.o.
8." Fazer a polica do edificio, requisitando
do presidente da provincia todas as providencias
que julgar necessarias para a boa ordem e regu-
laridade do servico.
sesso, j porque, segundo o aviso de 29 de no- cretos n. 2.680 de 3 de novembro de 1,660, en.! 9.a Escolher d'entre os objectos expostos os
vembro de 1837, o anno legislativo para as as- i 2,746 de 13 de fevereiro desle aono; conside- Que forem maisproprios para a exposicao daedr-
semblas proviociaes anda igual passo com o ci- i rando-se porem como mximo da remunerado le, ajustando-se os precos com os respectivos
vil, j porque, dada aioda tal possibilidade, nao 6.01)09000 para os da corte e 4:0009000 para os I proprietarios, e compraodo-os logo que para isso
haveria membros que comparecessem era poca ; das provincias. ifor autorisada pelo presidente da provincia.
Art. 2 Exceptuam-se do mximo Oxido no j A compra s ter lugar quando os donos dos
artigo antecedente o novo banco de Pernambuco, objectos os nao quizerem remetter porconta pro-
attenta as suas circumstanciss especiaos ; flean- pna, forem raros, e oi houver quem envi arti-
do reduzido a 3:000j000 o honorario do respecti- gos semelhantes independentemente detodemni
vo fiscal, emquanto o mnimo do que compele
aos gerentes dr o mesmo que se acha marcado
de eleices, teudo-se retirado muitos para as
su as residencias.
E o mesmo augusto senhor. lendo-se confor-
ra ido por sua immediata resolacao de 31 de jo-
lito prximo fiado com o parecer da seccao dos
negocios do imperio do conselho de estado exa-
rado em consulta de 2 do mesmo mez, ha por no artigo 37 dos estatutosdobanco.
bem spprovar o procedimeolo do V. Exc, atlen-, Jos Mara da Silva Paranhos, do meu conse-
tas s razdes em que elle se fundou, e doutrina lho, ministro e secretario de estado dos negocios
do aviso de 15 de novembro de 1836, posto que j da fazenda e presidente do tribunal do thesouro
teria: sido mais regular, afira de evitar-se tal im- nacional, assim o tenha entendido e faca execo-
possibilidade, que aquella assembla tivesie prin- tar. Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de agosto
ciliado os seus trabalhos no dia Io. de outubro, deJ86l, 40 da independencia e do imperio.
para o qual havia sido adiada, observando-se
dest'arle o que a este respeito dispde aviso de
21 de outubro de 1843, no qual se recommeoda
que a reuaia dss assemblas proviociaes seja
regulada de modo tal, que as suas sessdes pos-
sam ser prorogadas quando o bem publico o exi-
gir. Deus guarde a Vxc.Jos Ildefonso de Sou-
za Ramos.Sr. presidente da proviucia do Ama-
zonas.
8a secQo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 16 de agosto de 1861.- -
lllm. e Exm. Sr.Foi presente ao governo im-
perial o officio dessa presidencia n. 20 datado de
15 de marco ultimo, submettendo saa appro-
vaco a deliberadlo que tomou, de declarar
cmara municipal da villa de S. Sebastio que
excluisse do numero de seus membros oDr. Jo-
s Lobo Vianna, por nao ler ao tempo da eleico
os dous annos de domicilio dentro do termo,
exigidos pelo artigo 93 da lei de 19 de agosto de
1846. E S. M. o Imperador conformando-se por
sua immediata resoluco de 7 do correte mez
com o parecer da seccao dos negocios do imperio
do conselho de estado exarado em consulta de 28
de junho ultimo, houva por bem approvar a re-
ferida deliberacao, por quinto, embora aquello
cidadao ti'esse os dous annos do domicilio ao
tempo em que entrou no exercicio das fuoccoes
de vareador, nao os linha com tudo ao lempo da
eleicao para poder ser eleito, como j tem o go-
verno imperial decidido era casos idnticos, de
conformidade com o citado artigo 98 da lei de 19
de agosto de 18(6. O que communico a V. Exc.
para sua intelligenci.Deus guarde a V. Exc.
Jos Ildefonso de Souza Ramos.Sr. presidente
da provincia de S. Paulo.
Com a rubrica de S. M. o Imperador,Jos
Maa da Silva Paranhos.
N. 2-22.Ministerio dos uegocios da fazenda.
Rio de Janeiro, 20 de agosto de 1861.A' vista
do que informa o Sr. inspector interino da al-
fandega da corte em sen officio n. 131 de 10 do
correle, acerca da representado feita pelo cn-
sul de S. M. Brilannica nesta corte contra o mo-
sacao
j 10, Propdr todas as medidas que julgar eoo-
I venientes para o desenvolvimento dos diversos
ramos da industria das provincias expositores.
11. Prover, por todos os meios a seu alcan-
| ce, a seguranca dos objectos que forem expostos
de sorte que sejam preservados do fogo, furto,
roubo, ou qualquer outro risco.
12. Prestar seu apoio contra os que subtra-
hirem qualquer objecto da exposicn, solicitando
I do presidente da provincia e das outras autorida-
des todas es medidas e providencias.
12. Promover em todas as provincias expo-
sitores urna subscripto para coadjuvar as des-
pezas da exposicao, e donativos de productos pa-
ra a da corte.
14. Escrever um relatorio de ludo quanlo
occorrer na exposicao, indicando nelle as altera-
do por que nuaesma alfandega sao entendidas edes que fr de mister fazer nestas inslruces,
explicadas V disposices dos arts. 427, 433 e pare servirem s futuras exposi;es.
478 do regulamenio de 19 de setembro de 1860, 15. Solicitar das cmaras municipaes da sua
tenho a deolarar-lhe que, embora seja dever dos
empregados encarregados da conferencia dos ma-
nifestos ssigoalar quaesquer divergencias que
encontrem entre os mesmos manifestos e as listas
de descarga, oem por isso fica tolbida a admi-
nistracao superior da alfandega de apreciar com
espirito recto e judicioso o que possa haver de
real das difirenos encontradas, para s impor
pena nos casos em que ruja completa divergen-
cia entre o volume manifestado e o descarregado
e nao oaquelles em que essa divergencia for de
pouca considerado e nao induzir a suspeita de
fraude, como por exemplo a troca de letras ou
falta de exaclidao em qualquer outro signal in-
significante das marcas dos volumes, coincidindo
alias todas os outras circumstancias declaradas no
manifest.
provincia, e das que ficarem vizinhas, seu auxi-
lio e concurso para a exposicao.
Art. 9.' As despezas de frete, de embarque e
desembarque, e quaesquer outras que se fize-
rem com o encaixotamento e enfardamento dos
objectos dos expositores que os quizerem enviar
para a corte por intermedio da commisso, corre-
rao por coota dos interessados.
Art. 10. O premio que fdr designado para qual-
quer producto industrial pelo jury da corte ser
conferido ao productor pelo presidente da pro-
vincia, na presenta da commisso e das pessoas
gradas do lugar, que sero convidadas para este
acto.
Art. 11. Dos gneros e objectos expostos que a
commisso julgar conveniente remoller para a
corte por conta do governo dever somente vir a
E porque taes difierencas possam muitasvezes quanlidade ou o numero que fr iodispensavel pa-
provir de irregularidade na confeccio das folhas ra se poder apreciar bem sua qualtdade e natu-
de Descarga, chamo outro sim a altenco do Sr. reza.
inspector interino para essa circumstancia ; espe- Os productos agrcolas serlo acompanhados de
I raado do reconhecido criterio e zelo com que ama noticia succiota. porm completa, sobre o
| costuma haver-se no desempeoho de seus deve- modo por que sao cultivados, as pocas da cul-
res que procurar nesta parle executar o regula- tura, os cuidados que requerem at serom leva-
mento com_ioda a bnignidade que for compati- dos ao mercado, e bem assim sobre a qualida-
3 seccao.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, em 17 de agosto de 1861.
lllm. e Exm. Sr.Foi presente a S. M, o Im-
perador o officio desssMiresidencia n. 278 datado
de 13 de novembro do anno prximo passado,
expondo a seguinte duvid* : Se sendo o dele-
gado de polica dessa capital, Dr. Guilherme Pe-
reira Rebollo, candidato na eleigao dos membros
da assembla legislativa provincial, e tendo esta
eleicio de ser feiti rauito depois da de deputa-
dos assembla geral legislativa, devem-lhe ser
vel com os inleresses da~fazenda"uacional.Jos
aria da Silva Paranhos.
e a natureza do clima que lhes
Ministerio da agricultura, eommer-
cio e obras publicas.
DECRETO M. 2817 DE 14 DE AGOSTO DE 1861.
Concede a Hugh Mulleneux Laurence privilegio
por dex annos para introduziruo imperio um
apparelho de sua invencao, destinado a obter
gelo e lquidos refrigerantes.
AtiendeDdo ao que me reptesentou Hugh Mul-
Laurence, e conformando-me com o pa-
contados para deixar o exercicio daquelle cargo I recer da seceso df negocios domoerfo doc-
os tres mezes anteriores primeira das ditas
eleicoes, ou os tres anteriores de deputados
assembla geral. E o mesmo augusto senhor,
conformando-se por sua immediata resoluco de
7 do corrente mez com o parecer da seceo dos
negocios do Imperio do conselho de estado, exa-
rado em consulta de 8 de julho ultimo, manda
declarar a V. Exc. que parece mais conforme ao
fio do decreto n. 1,082 de 18 de tgoslo do anoo
passido, que se contera os tres mezes anteriores
ao dia que fdr marcado para a eleicao provincial,
visto ser esta eleico distiocta da de deputados, e
ter de realizar-sa em tempo muito posterior ;
de gelo por mais
porem que, competindo s assemblas provio-
ciaes a verificarn dos poderes dos seus mem-
bros, pertence-lhes resolver nessa occasio de
accordo com a iotelligencia que derem ao referi-
do decreto na sua applicsco. Deus guarde a
T. ExcJos Ildefonso de Sousa Ramos.
Ministerio da justica.
DECRETO H. 2,813 DE 10 DE AGOSTO DE 1861.'
Declara de primeira entrancia a comarca da
Capilla, creada na provincia de Sergipe pela
resoluco provincial n. 607 de 22 de margo de
Hei por bem decretar o seguinte :
A comarca da Capella creada na provincia de
Sergipe pela resoluco provincial n. 607 de 22 de
margo do correte anno, fica declarada de pri-
meira entrancia.
Francisco de Paula de Negreiros Sayo Lobato,
do meu conselho, ministro e secretario de esta-
do dos negocios da justici, assim o tenha enten-
dido e faga executar. Palacio do Rio de Jaoeiro
em 10 de agosto da 1861, 40 da independencia
e do imperio.Com a rubrica de S. M. o Impe-
rador. Francisco de Paula de Negreiros Sayo
Lobato.
de do terreno
, convem.
i As amostras de madeiras nao devero exceder
de seis palmos de comprido sobre toda a lar-
gura.
i Na noticia que as scompanhar se dever de-
clarar o mximo comprimento e grossurada ar-
vore.
Art. 12. Ser conveniente que nos arligos ex-
postos sejam declarados seus presos, salvo se
nao foram arligos de eommercio.
Art. 13. Os objectos que oceuparem grandes
extensr ou pesarem muito, devero achar-se
na capital da provincia, s ordeos da commis-
so, um mez antes da abertura da exposicao.
Art. 14, Sob a vigilancia e inspecQo da com-
misso, ou dos seus delegados, podero os ex-
positores collocar seus objectos como melhor
lhes convier, fleando sempre salva a ordem e a
regularidade dos trabalhos.
Art. 15. Aos expositores entregar a commis-
so um recibo dos objectos que lhe forem con-
fiados, contando a declaraco do astado em
que se acharem e qualquer outra circumstancia
selho de estado, exa/ado em consulta de 28 de
junho ultimo : hei por bem conceder-lhe privile-
gio exclusivo por tempo de dez annos para iotro-
duzir no imperio apparelhos de sua invencao,
destinado a obter gelo e lquidos refrigerantes,
debaixo das seguintes coodiQes :
1.a Nao poder vender a libra d
de 80 rs.
2.a O privilegio cessar se, dentro de um an-
no contado desta data, o concessionario nao fizer
trabalhar os referidos apparelhos de modo a pro-
duzir gelo em quantidade sufficiente para consu- 1ue Ju.W5ar necessaria anm de evitarem-se con-
mo da capital; ficando porm esta concesso de- 'e,l?es futuras
pendente da approva;ao da assembla geral le- Art- 6- Na0 obstante a disposico do artigo
gislatjva. antecedente, nem o governo nem a commisso
Manoel Felizardo de Souza e Mello, eonaelhei- ?e. "ponsabilisam por qualquer damno ou pre-
ro de estado, mioistro e secretario de estado dos Jui! 1He soffrerem os objectos durante a expo-
negocios da agricultura, eommercio e obras pu- siSao-
blicas, assim o tenha entendido e faga exe- Arl- *" Aos expositores incumbe tomar as
cutar. providencias necessarias para resguardar seus
Palacio do Rio de Janeiro, em 14 de agosto arl'go* do p, oxidacio ou qualquer outro agen-
de 1861, 40 da independencia e do imperio. le 1ue PMa damnifica-los.
Com a rubrica de S. M. o imperador.Manoel Fe- Arl- '8, No edificio da expoiigo nao podero
lizardo de Souza e Mello. ser vendidos os objectos e arligos expostos den-
_____ ] \ tro do prazo marcado para a mesma exposigo,
Instruccbes para as exposices agrcolas natpro- Pr01 Ada esta, a commisso poder per-
vincias do imperio. [ m'"r a veoda, se nao houver inconveniente.
Sua Magestade o Imperador ha por bem que na Arl- *9< Tambem nao se poder retirar nenbum
exposigo dos productos naturaes e industriaes, ODJ?cto ou artigo exposto, dentro do dito prazo;
e anda depois de linda a exposicao, somente o
sero por licenca escripia da commisso.
carnauba (e velas de carnauba), ceras e sebos
vegetaes croata d linho muito bello,/, condur
(cedro de granja e branco), casca de mangue
(contera o tanioo), casulos de bichos de seda de
differentes quahdades, colmas de abelhas de dif-
iranles qualidades, envireira [casca filamentosa),
era doce, dita de chumbo, dita cidreira, estora-
que, fedegoso. fructos indgenas verdes, seceos e
passadosfcfeijao de todas as qualidades.farinha de
diversas qtulidades, aipim, mandioca, etc.: la-
vas da todas aa qualidades, fumo em folha, mo-
Ihos, rolos e maependy ; guaran, gramma, ger-
gelim, gusruhiba (madeira, d tinta amarells) ;
goncalo-alves (madeira), graos que sirvam ali-
meutacao, gomma, gengibre queimosa e aroarel-
la, genipapo (proprio para coroohas de espingar-
da) ; ipecacuanha inhames diversos, jalapa, ja-
caran, jacarandeby (madeira excellenle para
marcenarla); Jacaranda de todas as qualidades
jassapucaia (d urna especie de estopa) ; louro
vermelho e a marello, motruz, meodrasto, me-
rapuama, margarita (prodaz algodo semelhante
a seda) ; magirioba (planta medicinal febrfuga);
massaranduba, macacaba (murocutira, murapi-
nimaimita tartaruga); mongubeira (d paina
parda); musapuba, materias de todas as es-
pecies que se poderem tecer, musapisanga,
mamona de todas as qualidades, mandioca de
todas qjalidades, mentrssto, mangaritos, milho
de todas as qualidades, mate (herva) ; madeira
de conslrucgo civil e martima, leos, pequi
po-d'nco, po-roxo, po-setim e outras ma-
deiras proprias para construeco e marcenara ;
pimenta da India, piqui, pa d'arco, etc.; po-
brasil, quioino (quinquina) de todas as qualida-
des, raites que sirvam para a alimentaco, re-
sipas de todas as qualidades, sucupira, sapu-
caia, cebolinha branca, sumama (paina de
seda), semente|que sirvam para alimentaco, tu-
brculos que sirvam para a alimentaco, tata-
juba [J tinta amarella), tamarindos em fructo e
em rama, tapioca, uruc, vegetaes donde se ex-
traara leos e tintas, quaesquer outros arligos
da mesma natureza que nao vo aqui clasifi-
cados.
2a seccao.Mineraes.
Argila, ara de todas as cores, ouros e seus
sae, prala e seus saes, platioa e seus saes, co-
bre e seus saes, amianto e seus saes, chumbo e
seus saes, zincoe seus saes, paladio eseus saes,
ferro e seus saes, diamaotes, topasios, esme-
raldas, amethistas, agathas, jaspe, enclasias,
cornalinas, granadas, cbrysolitas, estanho, mi-
neraes de mercurio, titanio, mineraes de raaga-
nez, arsnico nativo, mineraes de bismutho,
graphilo, enxofre, salitre, calcarlos ordinarios e
hydraulicos, gesso, aluminito. kaoln, steatito,
aolhracito, earvo de pedra, magro, secco o py-
ritoso : lenhito, schistos bituminosos, calcedo-
nias, malachiles, turbsherbacea. sal gemma,
peroles, pedra de amolar, pedra Mara, tripoli,
trona ou van, alambre, antimonio, cobalto man-
ganezifero; quaesquer outros objectos da mesma
natureza nao classificados.
3a secgo*Arligos manufacturados.
Objectos de borracha, ditos de palha, obras de
peonas, rede, obra de tartaruga, charutos e
cigarros, rap, tabaco, caogica, crivos e borda-
dos; flores de capim. cabello, escama, concha,
pedra, flgueirs e outras arvoras; obras de mar-
cenara, machinas o seus modelos, arrelos, ar-
mas, bombas e cuias de matte, loucas, obras de
barro, obras de forro, estanho, cobre, zinco, pra-
ta e ouro; tintas o saes metallicos, pro lucios
chimicos, mineraes e seus processos ; obras de
ourives, ferragens. teeidos de linho, la. alfll-
do, seda e qualquer outra substancia filamento-
sa ; velas da carnauba, cera e de sebo, vege-
taes ; queijos, manteiga, couros e pelles fabri-
cadas, calcado, collas, sebo, graxa e slearina,
conservas alimenlares-animaes, doce de todas as
qualidades, farinhas e massas, leos, rendas e
crivos, sabo, papel picado, etc.; mel e ceras a-
nimaes elaboradas por insectos; obras de chifre
e cera, eocaderna;o, trabalhos de lithographla,
photographia, galvanoplastia eimpreosa ; quaes-
quer outros objectos da mesma natureza nao
classificados.
4* seceo.Bellas-arles.
Pinturas, desenhos, estatuas, gravuras, meda-
Ihas.
Directora geral da secretaria a de estado dos
negocios da marinha, eommercio e obras publi-
cas, em 8 de agosto de 1861.O director, Jos
Agostinho Moreira Guimares.
2a seceo.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, 29 de Julho de 1861.lllm. e
Exm. Sr.Subi augusta presenta de Sua Ma-
gestade o Imperador o officio dessa presidencia
sob n. 47 de 9 de marco ultimo, acompanhando
copias do officio em que o juiz muoicipal e da
orphos do termo da Divina Pastora consultou a
Y.Exc. se deviam caber ao curador geral dos or-
phos daquelle termo os vencimentos da segun-
da parte do artigo 74 do regiment de cusas,
quando assistisse em juizo ao procedimento de
quaesquer partilhas, visto competirem-lhe, pelo
artigo 81 do mesmo regiment, nos actos que
pratca como advogido legitimo dos orphos e
pessoas miseraveis. os vencimentos fixados para
os adrogados; o bem assim a portara que V.
Exc. lhe dirigi em resposta, declarando-lhe que
nos artigos 80 e 81 do supradilo regiment esto
designados os emolumentos dos curadores geraes
de orphos, e que especificando este ultimo ar-
tigo o nico caso em que, os curadores perce-
bem emolumentos como advogados, e o artigo
80 o que lhes pertence em oulras hypotheses
claro que nao lhes pode ser applicavel a disposi-
co da segund parte do artigo 74, quando te-
nha m elles de assislir a outro qualquer acto. E
o mesmo augusto senhor, tendo oavido o con-
sultor interino dos negocios da justica, manda
approvar a soluco dada por V. Exc. O que lhe
communico para sua iotelligencia e para fazer
constar ao mencionado juiz municipal e de or-
phos. Deus guarde a V. ExcFrancisco de
naturaes e industriaes,
a que se vai proceder em algumas provincias
do imperio, ae observem as seguintes iustruc-
coes :
Art. 1. as capitaes das provincias do Para,
Pernambuco, Baha, Mioas-Geraes, e S. Pedro
haver, no principio do mez de dezembro do cor-
rente anno, urna exposicao dos productos natu-
raes e industriaes, no lugar ou edificio que for
previamente escolhido.
Art. 2. As demais provincias que quizerem con-
correr para a exposicao devero enviar para as
capitaes das designadas no artigo antecedente os
artigos e objectos que preteoderem expor.
Art. 3. A exposicao as referidas capitaes ser
aborta e encerrada nos dias marcados pelo res-
pectivo presidente da provincia; e os objectos
que tiverem de ser remettidos para a exposicao
da corte devero s-lo por todo o mez de novem-
bro futuro.
A exposigo da corte dever comec,ar, sendo
possivel, no dia 2 de dezembro.
Art. 4. as provincias em quehonver navega-
cao a vapor, subvencionada pelos cofres pblicos
quer geraes quer provinciaes.os objectos que tive-
rem de ser transportados para a exposicao das
provincias e para a da corte, por conta do gover-
no ou alada dos expositores, sero considerados
como carga de estado se vierem por intermedio
das autoridades competentes.
Art. 5. Os presidentes das provincias marca-
rio tambem o tempo que dever durar a exposi-
cao, nao podendo o prazo da durago ser maior
de 15 nem menor de 8 dias.
Art. 6. Nos oito dias anteriores ao da abertura
da exposicao sero recebidos os objectos e artigos
cooslantes do catalogo annexo, e bem assim os
que forem da mesma natarexa, embora nao clas-
sificado nelle.
Art. 7. A exposicao aera dirigida por urna com-
misso composta de um presidente a de nove a
doze membros, nomeada pelo presidente da pro-
vincia. Ests commisso gratuita.
Art. 8. Incumbe comatisso:
Art. 20. Aos expositores de machinas conce-
der a commisso licen;a para faze-las trabalhar
Jara o publico, se entender que do emprego dl-
as nao poder resultar mal algum.
Art. 21. Nao sero admitlidos exposicao ;
1.* Animaes vivos.
5 2.* Plantas, vegetaes verdes sojeitas dete-
rioraco. vv
3." Substancias animaos sujeitas deterio-
raco.
4. Artigoa perigoaos e de exploso, salvo
licenca especial da commisso.
Art. 22. A exposicao da corte, onde serio ad-
mitlidos todos os objectos que tiverem sido ex-
postos as provincias, ser regulada por iostruc-
ces especiaos.
Palacio do Rio de Janeiro, em 8 de agosto de
1861.Manoel Felizardo de Souza a Mello.
CATLL0GO DO OBJECTOS A QUE SE REFERE
6o DAS 1NSTRUCCOES DESTA DATA.
Ia teceo.Productos da industria agrcola, $
productos naturaes,
_Assac, abutua, arroz em casca e pilado, algo-
da 3 branco e amarado, em easulo e em rama:
amendoim, aipim de diversas qualidades, ail,
assac min angico, aogelim araruta, assucar
de canna, agurdente da dita, dita de ananas, di-
ta de caj,dita de genipapo.dita de mandioca,dita
de caf, dita de laranja, etc. : baunilba, batatas
brancas, roxas e amaradas; baracutiara, bucury,
borracha liquida e solida, copabiba (oleo), cravo,
cumar (favsj, czaua (da urna especie de linho),
carobi Jraiz purgativa), cacao : condur, cedro,
carajur e canass (madeiras, do Unta escura):
cumalie caaparioga (idem, tinta vermelha) ; ca-
ra doce, caf, cha de differentes qualidadaa, <"ai-
tanbas de sapucaia, casTaohaa de caj, ditas do
Maranhio, cocos de differentes qualidades, co-
chonilha, cortiga da buriticy, dita da aritic,
campora, casca de inerim, dita dita de canella,
Ministerio da marinha.
Declara que os offlciaes a mais pracas das guar-
nieres, tanto dos navios pertencentes esta-
taco de Matto-Grosso, como dos que servi-
rem na provincia do Amazonaa,derem ter o do-
bro das maiorits de embarque, marcadas na
tabella aonexa ao decreto n. 2,698 de 24 de
novembro de 1860, e as comedorias qae lhes
competir em porto do imperio.
3a seceo. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da marinha em 17 de agosto de 1861.
Sus Magestade o Imperador, tendo em conside-
raco o que essa contadoria representou em of-
ficio n. 603 de 31 de Jan airo ultimo, ha por bem
declarar que, vis'.a da lei n. 616 de 31 de ju-
lho de 1852 a do decreto n. 2,698 de 24 de no-
vembro do anno prximo pretrito, os offlciaes e
mais pracas das guamices, tanto dos navios
pertencentes estaco do Matto-Grosso, como
dos que serviram na provincia do Amazonas, de-
vem ter o dobro das maionas de embarque, mar-
cadas na tabella que baixou com o citado decre-
to, e as comedorias que lhes competir em porto
do imperio ; fleando portanto sem effeito o avi-
so de 22 de Janeiro de 1857, pelo qual mandou-
se abonar aos que achassem em Matto-Grosso as
comedorias como em paix cstrangeiro, por na
ser esta medida fundada em lei: o que commu-
nico a V. S. para sua iotelligencia o execuco.
Deus guarde a V. S.Joaquim Jos Ignacio.
Sr. eonlador da marinha interino*
as inclusas copias das actas do conselho admi-
nistrativo do arsenal de guerra, datadas de 26 e
28 deste mez.
Dito ao mesmo.Communico a V. S. que ap-
provei o cootrato que celebrou o director do ar-
eonal de guerra com o mestre do hiate Sergipa-
no, como consta do termo junto por copia, para
traosporte dos offlciaes, pracas de pret e presos
destinados ao presidio de Fernando.
Dito ao mesmo.Ao capito reformado do
exercito, almoxarife do presidio de Fernando
mande V. S. pagar os vencimentos que elle re-
clama no incluso requerimento, visto que ha cr-
dito para essa despeza, como V. S. informou em
data de 28 do correte.
Dito ao inspector da tbesouraria provincial.
A1:cuso recebido o officio de hontem, sob n. 420,
em que V. S. me communicou haver Jerooymo
Jos Ferreira, dando por fiador a liento Jos Ra-
mos de Olivelra, arrematado por 322S000,annuaes
a ronda do sitio n. 3 da estrada do Rosarioho
pertencenle ao patrimonio dos orphos e em res-
posta tenho a dizer que approvo essa arremata-
Qo. Por esta occasio recommendo novamente
V. S. que sempre que submetter a pprovacao
da presidencia qualquer arrematado, emita
seu parecer sobre a vantagem do preco offere-
cido.
Dito ao mesmo.Para ser tomada em conside-
rado a materia do seu officio de houtem, sob
n. 421, relativamente arrematado dos impos-
los de 4 e 8 O'O de que tratara os 16 e 17 da
le do ornamento vigente, e que devem ser co-
brados no municipio de Iguarass, faz-se preciso
que V. S. emita seu parecer acerca da vantagem
dessa arremataco.
Dito ao director do arsenal de guerra.Decla-
ro Vmc. para seu conhecimento que o coronel
coramandaote das armas tem de remetter para o
presidio de Fernando o sentenciado militar Jos
Joaquim de Santa Anna.
Dito ao commaodante do presidio de Fernan-
do.De conformidade com o que informou o
inspector da thesouraria de fazenda no officio por
copia iocluso autorisei-o a remetter Vmc. por
intermedio do alferes do 9 batalhao de infanta-
ra Albino Jos de Faria a quantia de 28:168957,
sendo 7.3895545 para pagamento de despezas
pertencentes rubrica presidio de Fernando-
do exercicio de 1860 a 1861, e 20:779$412 para as
dos mezes de julhaja setembro do presente exer-
cicio, fleando dest'arle satisfelto o pedido cons-
tante do seu officio, n. 45, de 17 do correte.
Officiou-se a thesouraria de fazeoda para effee-
tuar a entrega do dinheiro ao alferes cima men-
cionado.
Dito ao director das obras militares.Ficam
approvados os ajustes que Vmc. segundo com-
municou-me em seu officio, n. 85, de 12 do
corrente. fez com Rufino Manoel da Cruz Cous-
seiro e Theodoro Rompsck. para oxecucao dos
concertos de que necessitam a ponte da forta-
leza do Brum, a capella e telhado das casas da
mesma fortaleza.Communicou-se thesoura-
ria de fazenda.
Portara.O presidente da provincia resolve
nomear a Eduardo Daniel Cavalcanti Vellex de
Guivara, nos termos do art 6 da carta de lei de
3 de outubro de 1834, explicado por aviso do mi-
nisterio da justica de 14 de maio de 1860, para
exercer provisoriamente os officios de partidor e
contador do termo do Bonito creados pela lei
provincial n. 504 de 29 de malo deste anno, em-
quanto oso forem definitivamente prvidos na
forma do decreto, o. 817. de 30 de agosto de 1851
Qcando de nenbum effeilo a portara de 9 do
correle pela qual fora o mesmo Vellez de Gui-
vara nomeado para exercer os officios de par-
tidor e distribuidor do supradito termo.Com-
municou-se ao juiz municipal do predito termo.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o professor publico de instruc-
go elementar da villa Garanhuns, Miguel Ar-
chanjo de Mendonca, resolve conceder-lhe 15
dias de licenca com vencimentos.Communicou-
se so director geral da inslrucgo publica.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar transporte para
a corle por conta do ministerio da guerra, no va-
por que se espera do norte, ao alferes Joo Be-
zerra de Salles, que val servir no corpo de guar-
nido da provincia do Espirito Saoto.Commu-
nicou-se ao coronel commandate das armas.
Mindou-se tambem dar passagem de estado
para para Macei, no vapor Parsinunao a Jos
de Souza Moreira e Antonio de Souza Moreiri.
bem como no vapor que se espera do norte, a 25
pracas com destino a cOrte, e 2 para a Babia.
Expediente do secretario.
30 de agosto de 1861.
Officio ao com mandante superior do Rio For-
moso.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, devolvo a V. S. para terem o conve-
niente destino, as patentes dos tenentes do ba-
talhao 23 de infantera da guarda nacional do
municipio de Seriobem Firmino de Freitas No
guaira e Jos Pereira da Rocha, a que alluda o
seu officio de 13 do corrente.
Dito ao juiz municipal da 1.a vara.Tendo de
seguir para o presidio de Fernando no dia 2 de
setembro prximo vindouro o hiate nacional Sergi-
pao o Exm. Sr. presidente assim o manda de-
clarar a V. S. aBm de que lhe envi as guias dos
sentenciados que existem sem ellas no mesmo
presidio.Fez-se igual communicaco ao Dr.
chele de polica.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 30 de agosto de
1861.
Officio ao Exm. bispo diocesano.A' vista das
informare-es juntas por copia ministradas pela
thesouraria de fazenda em 87 28 do crtente
com referencia ao producto doa terrenos do quin-
tal denominado Hospicio e officio que V.
Exc. Revota, se servio dirigir-me em 14 do cor-
rento cahe-mo dizer que nesta data levo ao co-
nhecimento do governo imperial, para aer toma-
da ni devida considerado a materia do citado
officio da V. Exc. Revma.
Reitero V. Exc. Revma. os meus protastos
da eslima a considerado.
Dito ao coronel commaodante das armas.
Quelra V. S. deaignar um official para conduzir a
quantia da 28:168*057, que tem de aer enviado
para o presidio da Fernando pala thesouraria de
fazenda no hiate Sergipano.
Dito o mesmo.Respondo ao officio de V. S.
datado de 14 do corrente declarando-lhe que a
lavagem de roupaa do hospital militar deve ser
feita por meio de arremataco nos termos das
informaQoes da tbesouraria de fazenda constan-
tes das copias juntas; podendo V. S. para esse
fia espedir as convenientes ordeos ao director
daquelle aslabeiecimeotn.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Para os convenientes examea transmiti V. S.
Despachos do dia 30 de agosto
Rtqutrimintos.
Ignez Joaquina do Monte Poociana.Opportu-
mente aera a Hendida a supplicante.
Jos Joaquim Nogueira.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Joo Valeriano Pessoa de Lacerda. Jun-
te-se;
Bacharel Jos Antonio Coelho Ramalho.In-
forme o Sr. Dr. juiz de direito da comarca do
Bonito.
Manoel Leite Ferreira.Opportunamente ser
attendido.
Manoel Antonio Machado.Dirija-se a agencia
da companhia brasileira de piquetes a vapor.
Mara Anglica Bezerra.Informe o Sr. capito
do porto. 9
DIARIO OE PERNAMBUCO.
Ha dias i esta parta temas ouvido fallar em
dissabores encarnados na officislidade da guarda
nacional desta cidade, assignando-se-lhes como
causa a existencia do aviso ultimo expedido pelo
mioisterio da Justina sobre isences, deque a-
chava-se mesma officialidade no goso anterior-
mente, e que o indicado aviso restriogiu em
parte.
Iguaea queixumes levanlaram-se tambem na
corte por idntico motivo ; a ahi produzio essa
causa o endecjeo de urna representado ao go-
verno imperial, reclamando sobre a doutrina do
referido aviao como contraria a ale ento rece-
ida ; a a materia sendo reputada nestas condi-
coes como controvorsa, foi pelo goveroo enca-
miohada a alludida reprosentaco ao conselho de
estado, para aobre sua consulta ser decidida defl-
tivameote.
Sabemos, e sabana todos, pois, que pande a
queato controvertida presentemente do conse-
lho da astado, a cuja dtciso submalteu o gover-
no especie, sobre que providencia, entea-
dendo que nao era positiva a lei, e que assim
oenhuma offeosa fazia direito expresso, ao pas-
so que contraria a iotelligencia dos reclamantes
ou da officialidade da guarda nacional.
Nests colliso de pensameotos diversos, o que
compre fazer?
Quando este tende para este lado, e aquello
para aquella outro em materia capital, e que as-
sim jamis chegaro um accordo, o que im-
porta observar para a harmona, quando nao
individual, ao menos legal?
Sem duvida alguma o alvitre racional que de-
ve-se tomar em taes condices e guardar a so-
luto do cooselho de estado, que n'essa penden-
cia acha-ae collocado como um poder interme-
dio, que a decidir infallivelmente conforme
direito.
Os serviros prestados pela guarda nacional
merecen] coraeffeito a distincQo de priso ou a
subsistencia dos foros de que gozava antes da
restrieco coolida no aviso j citado; e estamos
seguros de quesera attendida a representac.r>
nesle sentido enderezada ao governo imperial.
E pois, briosa como a officialidade da guar-
da nacional, conscia dos deveres que lhe incum-
ben), e respeitadora da dignldade official do seu
carcter, ha dejpor certo esperar a deciio supre-
ma do poder competente, sendo incapaz de pra-
ticar no entretanto actos menos dignos e de pro-
duzir revendidas suggeridas imprudeotemente.
deixando como manifestarlo d'ellas de concor-
rer para o abrilhantamenlo do dia brasileiro por
excellencia.
Em face da aurora do dia 7 de setembro, im-
pone que sejam sopitados quaesquer resentimien-
tos, pois queso deve n'esse dia traosparecer no-
semblante do povo brasileiro a alegra, que a
liberdade commuoica a todcs que d'elia gozam.
O aniversario da nossa redempeo poltica
tem direito s nossas demonstrares de jubilo ;
e pois a estas nao se devem insinuar quaesquer
outros pensamenlos, que nao forem os de pa-
tritica effuso de almas livres,
E' isto o que esperamos sejs tradazido em fac-
i pela briosa officialidade da guarda nacional,
que se nao querer destacar da commuobo dos
demais brasilelros por urna tal forma, tanto
mais quanlo sabe-se que a causa dos desgostos
a Iludidos tem de cessar por que anda quando o
conseibo de estado se pronuncie em sentido
adverso, pretende o goveroo pedir s cmaras a
desojada concesso.
O vapor Cruzeiro do Sul, chegado hontem dos
porlos do norte, foi portador de cartas e jornaes,
do Amazonas at 7, do Para al 24, do Maranho
at 26, do Piauby at 20. do Cear at 30 e do
Rio Grande do Norte at 31 do passado, o da Pa-
rah/ba at 1 do correte.
Da leitura delles colhemos o seguinte :
A mozonas.Nada de notavel occorreu depois
do ultimo vapor.
Para.a cirta seguinte de nosso correspon-
dente contm o que ha de importante :
Depois da chegada do vapor transado o Pa-
ran, vogaram por aqui mil clculos sobre a si-
tuaco poltica do paiz.
Em coosequencia da retirada dos dous mi-
nistros Saraiva e S de Albuquerque e vista da
phalarge opposicionista, qur liberal qur ligeira-
as cmaras, un calculavam a queda do miois-
terio e outros pensavam na dissoluco da cmara
temporaria; mas emfim as cousas nao sendo
sempre como se presumem, nem o diabo to fei
o pintara, chegou o almejado e suspeilado Cru-
zeiro do Sul, deixando nao s a corte como as
provincias nos mesmos lugares onde estavam I
< Ora, eis aqui urna aria decepcao e coutri-
riedade para os polticos, porque as cousas sao-
como sao e nao como devem ser! 1
Emfim contentem-se os pas da patria, ao>
meos, com os clculos e meditacoes polticas e>
financeiras do paiz, emquanto se vai escoando o
lampo, at se fechar a assembla sem a dissolu-
co da cmara ou a queda do ministerio.
a Para compensar estas contrariedades esta-
mos aqui com a assembla provincial em traba-
lhos ; pois que 17 do correte mez foi aberts
pelo Exm. presidente, a sesso do presenta
anno.
< Remallo portanto os principaes tpicos do>
relatorio, o qual anda nao foi dada luz inte-
gralmente, e com os documentos que costumam
acompanhar semelhante trabalho.
Nomeado presidente desta provincia por car-
ta imperial de 20 da marco ultimo, S. Exc. nu-
tre desejos de acompanhar a assembla legisla-
tiva provincial no seu acrisolado amor pelos in-
leresses moraes e materiaes, ministrando-lhe a
mais ampias informacoes.
c Tranquillidade publica.O bom senso dos
habitantes desta provincia, o amor das institui-
;es, que nos regem, sementara vigorosamente
es hbitos da paz e tranquillidade publica, que>
continuam inalteraveis.
O progresso o vida de um povo nao se expli-
can) pelas lulas fratrecidaa de urna poltica
odenla, nem pelo desrespeito ao principio da au-
toridade.
A poltica de moderado a de jusliga nao
mata as convienes, alenta o progresso enrobns-
tece a esperanca da feiicidada publica.
c Portaoto, unam-se todos em um s pensa-
mento, urna s vontade, urna s aeco, quando
se tratar dos legtimos interesses da provincia.
c Polica.Ha seguranca ; os crimes grave
sao raros pela boa indola da populaco.
c O augmento da populaco livra e a constante
corrente ds emigraco dos escravos para os ojai
lombos aconselham a polica mais activa a vigi-
lante ; augmentando-se a forca quando as cir-
cumstancias o permlttirem.
c llluminaco publica.S. Zxe. annuncia, que
este rama de servico em pouco tempo receber o
melhoramento a muito reclamado palo incremen-
to desta capital.
a Contraton a illuminsco gaz hydrogeneo
carbonado com o cidado ioglez Iiardy Hislop.
cuja proposts foi mais vantajosa que a do cida-
do americano Marcos William, como se demons-
tra pela comparadlo de ambos, nicos que ap-
pareceram. sobmeltendo-o porm approraco
da assembla.
c Sade publica.O estado da aanidade publi-
ca lisongeiro.
Agricultura.A agricultura nao deaenvolve o
seu poder productivo seno naa proporcoes da
alca do valor real de suas creacoes, e tem por
medida de seus esforgos i maior ou menor ex-
tenso da procera ; por isso a par da escola rural
urge remover os embarazos que estreitam e dif-
ficultam o mercado aos nossos productos.
a Aproximem-ae aa distancias ligando os pe-
queos centros agrcolas ao grande mercado des-
ta capital, e facilitem-se os meioa de transporte
que a nossa agricultura ha da prosperar!
c Na escola rural j se tem dispendido res....
5:2319065, restando muito a fazer-se ainda. Na
visita qua fez esse estabelecimento S. Cxc. re-
cenheceu, que as trras nao sao daa melhores a
a distancia em que fica desta cidade contraria a
im da institui;o.
c Commercio.A importaco e exporlaco di-
recta e por cabolagem no anno Unaoceiro da
1860 a 1861 representa o valor official de ris....
12,161 06_630.
< Compara-o esta resultado com o do anno
precedente ha a diminuirn de 836:8665367, mas
em relaco ao termo medio dos cinco annos an-
teriores ha o augmento de 3,3t3:9959g68.


w II 08S11TS7 %i
DUaiO DIPERKAMBVCO. e- TSRC* FklB 01 Sa^jpBRO 1E 18|1.
A nossa imporlagao elevou-se 5,233:0015244
" a exportagio a 5,340:386*630.
NavgagZo.A oavegagio Interna compre-
ietide 433 em bar cacica com 6:431 toneladas
2,225 eicravos93 peisoas lirrea.
A na?egacio directa de importacio ni-
tro exercicio foi de 181 naioi com 1441 pessoas
de trisolacio e 35.8*1 toneladas; a de esport-
ese fui de 138 nartoe Iripolados por 1,343 ansaoas
m 35.730 toneUdee : a de oetMfegem foi de
64 nevios alreee, com 1,438 amas 24,528
meladas, e aahidos 63 navios coa 1,428 pessoas
23,341 toMladas.
A compsala de navegacio a commereio de
Amazonas as 3 lionas navegareis te ai desempe-
nbado o servigo com telo e aclrvidede recom-
anendeveis.
* Negocios ecclesimeticos.O principe da igre-
ja Parense ]i se acha entre nos.
Aprouve a Divina Providencia doler-nos com
aim prelado cheio de Uleolo, de sabor e de vir-
tudes eminentes.
As igrejas parochiaea necessilam qaasi todas
fle soccorros.
a Entretanto cumpre nao s nao emprebender
novas construcces emqumlo nao forem conhe-
cidas es comegadas, como tambem pplicar de
preferencia oseoccorros s igrejas mais necessi-
tadas do que dividi-los por todas.
A provincia deve-ia fazer a sua cusa a capel-
la-oir de todas as igrejas, deixando aos fiis o
resto, adoptado um plano geral de construcgo.
A despeza realisada com soccorros a dille-
reates igrejas o exercicio que Qoduu e no pri-
meiro semestre deste anno sobe a 9:000$000-
Cumpre deslinar urna pequea subrengo
para entreter em escolhidos aemioarios da Eu-
ropa alguos jovens, posta a disposigao do ordi-
nario ; islo implantar oeste provincia um mode-
lo vivo da aboegacio e piedade que distinguen)
o levita em elgune paizee de Europa e o elevam
a verdadeira altura da ana misso na Ierra.
Sanio Cata da Caridade. A Santa Casa
possue como sea patrimonio em escravos, pre-
dios, dinheiro, apolices, fizendas e trras o valor
de 194:847$.
O movimenlo do hospital do Seohor Rom Je-
ss do 1 de jmetro a 31 de julho deste anno foi
o seguale :
Doentes.............. 189
Sahiram curados..... 134
Fallecer m.......... 21
Cadeiat. Nao temos as cadeias necessa-
rias, nem as que temos offerecem os requisitos
necessarios tanto acgio. da justica como a de-
leocio dos preses ; urgeole por sso empreben-
der a construcgo de cadeias uos centos mais po-
pulosos, e que se melborem o estado das que
ezislem.
Inslrucgo publica.O estado da inslrucgio
publica nesta provincia nao ainda lisongeiro
nao s porque a instrucgio aioda chega smente
a um pequeo numero, como porque falta a base
principal do aproveitameoto, que urna escola
normal com urna direcco iotlligeote. e urna
inspiraco severa e activa.
Ha 77{ escolas creadas e 73 providas, 57 do
sexo mascolinoe 141 do feuiiuino, frecuentadas aa
i-riiiitiras per 2,851 meninos, e as aeguudaa por
540 meninas.
O lyceu frecuentado por 93 alumnos.
A lei que creou'o intrnalo no lyceu em bre-
ve ter com pete' execuco para o que j se est o
fazendo as necessarias ecommodages no conven-
to do Carmo.
No colleglo de H. S. do Amparo, que conti-
nua sob a direcco do seu digno administrador,
havia no 1 de agosto do anno passado 92 edu-
candas, sendo : 65 desvalidas, 1 exposta da c-
mara e 26 porcionistes ; at 30 de junho ultimo
ntreram 12 desvalidas e 9 porcionistas.
< Cisuu-se urna desvalida, foram entregues
tres aos seus prenles e sahirem seis porcio-
ziistas.
Existem as aulas de geogrepbie, francez,
gremmatica portugueza, arithmetica,escripia, mu-
ka, desenho, costura e bordado.
A sua despoza calculado era 16:0149, e a
receita em 14:721, donde resulta uro dficit que
ser amortisado pelo saldo de 3:1721386, que o
collegio tem a seu favor.
.< No collegio de Santa Cruz ha 184 alumnos, e
no de Sent Mara de Beleta ha 118.
Obras militares. Continuam nesta cepita!
as obras no quartel de artilharia, no forte docas-
tello e fra de capital na fortaleza de Obidos.
Obras publicas.Qom o paco provincial gas-
tou-se no 2o semestre de 1860 33:3908134, e do
crdito votedo pSra este ano at 1* de julho rs.
14:810piO. J
Segundo o director das obras publicas deve-
se votar pare esta obra no futuro exercicio pelo
menos 50:000$.
O templo de S. Jos est complelsmente re-
parado, despendendo-se 2.999660.
Com as plantacoes gastou-se 1:2715010.
Acham-se remediados os estragos na igreja
de Sent Anne, gastando-se 4:857*070.
a O jardim publico nao pode continuar no lo-
cal em que est, improprio por todos os motivos,
endo-se gesto com elle 9189660.
Com a estrada de S. Malheus tem-se gasto
5:21W690.
Com a dca do Reducto lem-se despendido
6:4833750.
a A ponte do Porto do Sal importou em ris
4^86*980.
ra reparos na cadeia publica despendeu-se
400.
< O director das obras publicas prope no seu
relelorio calgar em redor da prega Pedro II com
aargelas calcadas, cortando-a nos sentidos, que
orem mais convenientes ; continuar o caes entre
o ver-o-peso e o castelio ; reparar os telhados da
Jgreja matriz da S. Trindade ; reparar a Ponte de
Pedra, orgando a despeza para taes obras no anuo
futuro em 27:000 a 32:000.
Obras munipaes.Aceita a offerla de 3,600
bragas quadradas, que viuva Danin & C. gratui-
tamente zeram no lugar denominado Casa de
Pao, orgada a despeza em 93:496S293 ; posta a
obra em hasta publica foi arremeteda pelo ci.Ja-
oo Bruno Alvares Lobo, cujo contrato foi appro
rado era 18 de julho, mandando entregar c-
mara 15:000 para essa obra e deveodo a mesma
cmara ser habilitada com os fundes necessarios
- para o pagamento das prestaces ao arrema-
tante.
Em 25 de julho S. Exc. augmentou o crdito
para a obra da estrada da olarie em 5:150-.
> ".Cf0,"^8-""A recei*a provincial no exercicio
de 1860 foi de 793:935*380.
E* multo natural que a receita se eleve an-
da com o que se deve arrecadar no anno addi-
ciooal.
A reeeila de 1860 oxcedeu a de 1859 em rs.
a A despeza de 1860 foi de555880S485 a qual
comparada com a receita deixa o saldo de ris
236.7868235.
Comparando porm a renda do Io exercicio
deste anno com certas causas singulares e espe-
ciees v-se, que a renda do correte anno nao
pode ser igual a do anno fiado, cojo augmento
lu devido a alca do prego e maior demanda da
gomma elstica, creacao de aovos impostse
clevago de outrea
Segundo os dados dMhesouro provincial
sendo a despeza de 587:079*732 e devendo cal-
cular-so a receita em 573:6501 baser o dficit
de 14:429732.
Acresceiitando-se ainda a quaatia de 10:200*
em que se calcula o augmento do subsidie e in-
demnisscao de viada e volia aos membros ds as-
sembla legislativa provincial o dficit se elevar
a 23:629*772.
Este desiquilibrio do orgamento seguramen-
le desapparecer, ou por auxilio de eupprimen-
tos do exercicio anterior que liquidar a final um
saldo regular, ou pela nao re lisa gao da despeza
decretada como saccede muitas vezes em razo
das ifficuldadee praticas de effectua-las com pro-
veito do servic.o.
Autorisago e augmento de crditos.Abri-
se o crdito de 550* para despezas da recepgao
do Exm. prelado.
a Augmentou-se em 501*500 o crdito votado
para melhoramealo e ornato da sala da assem-
i>la provincial.
Secretaria da presidencia.O pessoal da se-
cretaria nao d rtzo aos trabalhos que por ella
correm seoio prolongando muitas vezes alm da
noite as horas do servico ; dsqui a congequencia
da justica que corre aos empregados de serem
melhor retribuidos.
A secretaria tem 17 empregados com os quaes
despen cacao. *
< Concluso. Tata sao, senhores, as ligsiras
nntormacoes que pude eolher no cario periodo da
minba admiaislrsc,o para offerecer a vossa con-
sideracao.
4 Se nBo foram suficientes algunas outrai se
tornaren) necessarias para desempeoho.de vossa \
nro miseeo francamente vos serio damas.
Ougo por aqu dizer que haver na discusiao
do orcameoto muita tempestado por/amentar e
sobretudo pelo contrato que a presidencia fez
para a illuminago da cidade, gaz canalieado;
porque segundo uos, alm de ir ferir sse con-
trato direitos adquiridos, visto hever j loas
emprezrio8 coa contratos da illuminacio ate
ISS5, como porque, conforme oulros, noesja me-
lhorameoto, de abtoluu oecessMede, redama a
populegio, figurando entro Batos a canelisscio
da agua pera o abasteclmento publico, ama ca-
deia sob eandigoaa penitenciarias, assim como a
edificagie de um tbeatro e a reconstrueca* es-
pecielmeato doa temples, alguas dos qoaee vio
camiehando de die i oa para completa ruina.
Com todo, petar de todas estas raidee maia
ou menos ottendiveis, presumo que o governo
dar algum geilo 1 bm da approva^ao do con-
trato da illuminago, lento meisquenio. nego-
cio patrocioado pela Companhia do Amazonas,
que nesta trra triumpho maior, e com eape-
cielidede se suxilisda ou antes da iniciativa do
Exm.baio deMeu.
O cerlo que o commissario encarregado de
levar effeilo as bases e asaignatura do contrato
> rolla para a corte nesle vapor muilo aatiafeilo
com os seus negocios, e consta que, dadas ss
cootas do seu mandato, seguir a Inglaterra a
contratar os precisos engeoheirot e mais apres-
tos para se establecer equi a coaapanhia da refe-
rida illuminago.
c O commissario deste negocio velo no mesmo
vapor em que veio para esta provincia o Exm.
presidente, e o Sr. Leonardo l'inheiro da Cuoha
Carneiro, [pois este o seu nome ah j bem co-
nhecido) parece que (razia meis ou menos enca-
miubados os seus calculo.*, e produzirem em
pouco lempo, como succedeu, a pretendida rea-
lisecio.
Entretanto nao affirmo que o cntralo seje
approvedo pelaassembla ; porqus maioria en-
cetou as suas discussoes e trabalhos proclaman-
re de guerra, maiores e menores, para o tervi-
go martimo interno externo, e veras escunaa
e navios depsitos onde sio ao anoitecer recolai-
dos e fechados os condemnsdos de maior respen-
sabilidade.
O seo commereio em maior escala S
com a metropole, com os Estados-Unidos,
Demorara e altara, mui pouco e em baicoe pe-
queos, com esta provincia.
a Entretanto a colonia nio prospera cacao era
para desejer, visto pertoacer aa nagio a*
adiantoda em recursos a melheraaieDtos indos-
triaes; presumo, porm. ajaa e clima dnenlio
pela febra era a re le e sezoes qoe ah reinam,
causaada serios estragos, se oppoe ao seu desea-
volvimeato.
a UllioiemenU descoleirsm-se minas asis oa
menos importantes de ouro, para o ceatro da
colonis, 'onde j se exlrahiram porgoes solTri-
?ers Jo iuclliaulo metal, e consta sel de qeeli-
dade regular.
b,' provarel que essa descoberta, que come-
gs a ser explorada, venha a attrahir concurren-
cia de*emigradoa; do eotaato 4 um fado visivel
que o paiz qne possue o ouro ou a prata, nem
setnpre o que mais progride ou o maia feliz 1
Parece isso um coolrsscnso ; porque o ouro
e a prata sao riquezas; mas real, e pera exem-
plo basta citar oe peizes tanbados pelo Pacifico,
taes cmo o Per o Mxico e a California etc..
para justificar a verdade da minha easergio.
A popolacio do Guyeooa franoeze, apesardo
porto respectivo ser de bom sacoradoura, nio
sobe a oiio mil almas, sendo a cidade ainda pe-
quea com edificegees de madeira e sera edificios
antenas, a nio ser o quartel daguarnicio ; com
ludo, ali ha os objectos principses vida com
particalaridade em referencia comestiveis e
vestiveis e vestuario, que getalmeato vio de
Freoga e dos Estados Unido?.
Perece que com esta resumida noticia sobre
a prosperidede de Cayenoa, nao tao dtcanlada
como pareca, aos leilerea do Diario de Per-
nambuco ficaro aabeodo, que algames provia-
mi
do stricta economiaia nos dinheiros publi- j cas de terceira ordem do Brasil sio superiores
eos I... a todos os respeitos, aoque na verdade se diz
sei so istoj ser um principio de bos- daquelle colonia.
Basta portanlo
itjs-
provmcia
Nao
tilidade veras ideas da presidencia ; por isso
que alguns tem por objecto reformas e melhora-
uientos qua, de necessidade, bao de trazer d
pezas provincia,
Corista porm que o Exm. presidente nao
ee tem dado bem de sede aeste paiz, teodo es-
lado ltimamente doente, e por conseguinte
corre que j solicitara do gebioete imperial a
sua demissao. E' facto real o iorommodo, mes
poremquanto nao asseguro a noticia da demis-
sao ; seja o que for, mais dia meos dis se sa-
ber e reelidade e o fundamento deste boeto.
_ Quantos noticias accidentaes da
sio ellas de pouca monte.
No dia 15 do correte, consagrado Nossa
Seuhora da Graga, que a padroeira desta cida-
de, bouve a primeira missa pontifical na S, ce-
lebrada por S. Exc. o Sr. bispo D. Antonio.
Teve grande concurso de povo e no fira da
fesla. S. Exc. concedeu iddulgencias aos assis-
lentes.
O Exm. bispo continua a merecers sympathias
do povo paraense, e por emquanto os negocios
ecdesiaslicoa parecem camiohar com a devida
regularidede.
t Alm do fioamento de um feitor conferente
d alfandega, Antonio Pedro Velasco, pare cujo
lugar j ha mais de ce preteodentes, tiremos
ltimamente oeste cidede dous incendios, um
dos quees, se progride traria serios resultados e
iocalculaveis perdas ao commereio deste prega.
O incendio de que fallo foi 17 do corrente,
na casa comrnercial da ra d* Praie, dos nego-
ciantes porluguezes Francisco Joaquim Pereira
C.,8endo visto primeiremente pela guarda do
trem, s 3 horas da madrugada, que mandou dar
os signaes para os necessarios soccorros.
a Felizmente era noite do%aile de Cassioo, e
por isso com mais presteza all comparecern), e
prestaren] v-erdadeiros servigos, os Srs. guerde-
mr de elfendege e D. Maooel e oulros cidados
que sahlam do beile, e depois os Srs. presidente
a provincia chefe de polica, guarniges do
de maior masiada a seme-
Ihante respeito, e pessemos s novidades com-
merciees e merilimes.
Por este lado, vista das noticias da Europa
sobre o preco dos gneros e a coDtinuago, cada
ve* maia prolongada, da guerra nos estados do
norte e do sal de America, os negociantes sen-
tem-se des'aoimodos, |e por conseguinte as tran-
sagoes commerciaes limitem-ae ao absolutamente
necessario nesta praga.
c A carencia de numerario cada vez mais
sensivel. e isto resume mais as negociagoes deste
mercado.
c Felizmente a provincia a pesar deludo, vai
mais ou menos progredindo, e os cofres pblicos
tem saldos para occorrer quaesquer eventuali-
dades.
As quebras poremquanto tem diminuido;
mas a franqueza no liar nao tem augmentado, o
que meo ver ser proveiloso para o commereio
porque nevera mais seguranca no negocio e
pootualidade nos pagamentos.
Est o porto com poucas embarcages actu-
almente ; e sio ellas aa seguintes :
A' descarga.
Lino, galera ingleza.
c A' earga:
Cear, barca franceze.
Arago brigue dito.
< Fet Bit, patacho inglez.
Vrogruso, dito brasileiro com destino Ma-
ranho.
Esperam-se navios da Inglaterra, Estalos-
Unido8 e de Portugal, o brigue Feli Ventero,
ss barcas Nereide e Paimetra.
a Basta porhoje e aqu feicbo.
Maranhao. L-se do Porto Livre :
No die 25 do corrente reuniram-se no colle-
gio da capital, 63 eleitores faltando 5. sendo 49
j reconhecidos o 14 da freguezia da Victoria
ainda nao reconhecidos. Nio quereodo por maio-
ria de um voto os eleitores reconhecidos que os
14 da Victoria votassem aiuda mesmo em sepa-
.Soiimoes, Tabatinga, Tapojoz, ealfaudega. ge- i r*do, o collegio dividi-se em duas partes,
rente da compauhia do Amazonas, commandan- fuoccionando ambas s mesmas horas e no mes-
te superior da guarda nacional, director das mo 'ugr.
obras publicas, delegado, e subdelegedo do 2
fazendo ao mesmo lempo sinceros votos para que
a admiaistragie do V. Bxc. promovendo o progres-
."u 6 lno7,I di Proriocia seja coroada dos
sMdaJeliaa resaltados.
assembla legislativa provincial do
a en 24*s agosto de 1861.
Antonio Jos Sarment Beoevides.
Joaquim Mead es da Cruz Gatearles.
" !*? **** Antonio de temas Braga.
* P5*y ** fint0 Br8 Jentor.
Jos Nues Mello.
Eeasariao Goases Parete.
Jota Antonia Machado.
f E^ responden nos seguintes termos :
lllms. Srs. membros da commisaio.Honra-
do pelo decidida epoio que oa representantes da
provincia ten prestado aos actos de minba re-
cente admimstrscao, nio careca de outras pro-
'" que justifleassem a adheiio que me vota a
assembla provincial legislativa & rfoug t
mensagem de que vos encarregais, e vejo pois
6e nao ama apreciecao inexacta dos meus peque-
nos servigos ao meaos s signal do grande peso
:om que pretendis acabrunber-me, manifestan-
me que, coofiaoga, alias infundada, tem o
u oome inspirado a Ilustrada corporago, de
que sois mui dignos membros. Capacito-me que
me faltam habilaces e merecimentos para cor-
responder as esperancaa que de mioha adminis-
tragao nutro a assembla legislativa do Cear.
Asseguro-vos, porm, senhores, que susten-
tado na altara em que me coUoca a confianca dos
eleitos do povo, e apoiado no patriotismo dos fi-
mos desta provincis, conservar-me-hei. fiel aos
de veres do mea cargo, as tradigee do meu nome,
e ao servigodo meu paiz.
Agradecendo a assembla legislativa do Cea-
r a feliciUcio que me envi, apreaeoto a sua
dislineta commissao, e a cada um de seus mem-
bros. os meas protestos de estima e conside-
ragao.
c Palacio do governo do Cear, em 24 de agos-
to de 1861. B
Dr. Manoel Antonio Duarte de Aievedo.
Rio Grande do Norte.- L-se no Doua de De-
xembro :
t liootem 23 chegou do norte o vapor Jagua-
nfre, conduzindo Exm. presidente desta pro-
viocie e mais pessoas de sua comitiva na viagem
que acaba de fazer pelo centro da provincia. S.
Exc. visitou Maco, Ass, Acary. Principe, Jar-
dim, Imperatriz, Porto-Alegre, Pao dos Ferros,
Apody, e Mossor ; quasi todo o centro da pro-
vincia.
Coohecedor por si das mais importantes pes-
soas deseas localidades, de suas palpitantes ne-
eessidades, das condiges de progresso em que se
acham ellas, e animado donlesejo de fazer todo
o possivel beneficio provincia cuja administra-
cao Ihe foi confiada, de esperar que muito ve-
nha a lucrara mesma provincia com a viagem de
S. Exc, apezar das difflceis circumstancias em
que nos acharaos.
Parahiba. O nosso correspondente diz-nos
apenas o seguate :
t Nio ha novidade: a assembla continua re-
gularmente, comquauto as parcialidedes se mos-
trea) em seas poslosprom pos discussao, que
tem havido animada na fuacio da forca poli-
cial.
disiricle, commandante de polica, juiz de drei-
lo da 2.* vara, inspector do arsenal de marinha
com varios empregados de cepitania, as bombas
dos arseoaesde marinha e guerra, e contingentes ,
de linba. polica e guarda nacional.
Estes soccorros em lempo, reunidos aos grao-
es esforgos de alguns particulares dedicados,'
conseguiram apagar um dos maiores fogos, que
temos visto nesta capital.
Se nao fossem bem sueco lijos esses esforgos,
e o fogo podesse tocar nos materiaes inflamma-
veis, que estavam oo armazem dos Srs. Pereiras
e dos negociantes visinhos, pelo menos todo esse
quarteiro Acera reduzido ciozas.
O fogo foi devido ao descuido de urna es-
crava, que deixando um fogareiro acceso, deste
cahio um tigo em um deposito de lenha, que
ardeu, e consumi todo o Interior da casa, aem
tocar nos gneros commerciaes, desde as 10 ho-
ras da noite.
Todos cumpriram com o seu dever, e por
is3o evitaram-se prejuizos iocalculaveis, cons-
tando que o havidos oes gneros mootim a um
cont e qunhenlos mil ris.
o O oulro incendio leve lugar na noite de 20
as 7 horas, queimando-se integramente urna casa
Os eleitores reconhecidos fuoccionaram sob
a presidencia do Sr. Fraocisco Raymundo Qua-
dros tenuo por secretario os Srs. Fabio Alexan-
drino Lisboa Parg e Folippe Beoicio de Olivei-
ra Condur, e por escrutadores os Sr. Alexan-
dre Magno Rodrigues e Jos Carlos Pereira de
Castro.
Os eleitores da Victoria funeciooaram soba
presidencia do Sr. Dr. Jos da Siva Maya, sendo
secreiarios os Srs. Antonio Jos d'Araujo Lima, e
Jos de Si Viaona, presidndo interinamente es-
ta parle do collegio o segundo juiz do pez,
em coosequencia -do primeiro que havia presi-
dida aquella terse recusado a este cumprimeo-
to de dever, e que Ihe foi requerido pelos ditos
eleitores.
PERNAMBUCO.
#i
Na parte presidida pelo Sr. Quadros oblive-
ram votos os Srs. :
Jos Vicente Jorge........28
Dr. Antonio Marcelino Nunes Gon-
calves............2|
Na parte presidida pelo Sr. Dr. Maya, fo-
ram votados os Srs. :
Dr. Antonio M. N. Goncalve .... 13
Dr. Antonio Joaquim Tavares. 1
Entendemos que a maioria dos senhores elei-
tores reconhecidos obraram irregularmente nao
(Ib nalh iin.H. -. .i..j jm.------- o-i .uui.cuuua uuiaroui irresuiarmeDie nao
toSndn c estrada das Mangebeiras. consentindo que nem mesmo em separado votas-
uilm pesS0" C os obJecl08 1ue ahi es- sera os anda nao reconhecidos. miando existe o
O Jornal do Amazonas tambem d noticia
que dutaram fogo em Moju', a casado respectivo
zigano, ficando toda reduzida cinzas e consu-
midos varios gneros e instrumentos que nella
havam, e diz : < Que este acto filho da malva-
deza. porque a casa eslava fechada mais de 8
das, e o fogo fotdeitedo s 9 para 10 boraa da
noite do dia 8 do correte.
Cumpre que as autoridades superiores deem
as necessirias providencias, pois que o subdele-
gado daquelle districto uenhuma dra al as ul-
timas noticias.
aj Ha tambem appareeido oesta cidade alguos
industriosos, quer pediodo pelas lojas e arma-
zens objectos fiados em nome de terceiros, quer
assaltando pelo campo os quintaes das casas de
recreio, fl'onde vio alapardando o que encon-
trara geito de ser mais fcilmente transporta-
do notos donos. A
Ainda poucos das o industrioso Rezen*
Antonio, que era creado do Sr. presidente da
provincia, havia sido despedido do seu servicn ;
aproveitando-se, porm, da ignorancia desse
tacto, ei-lo por muitas lojas pedindo em nomo,
de S. Exc. fazendss, calgado, doces, charutos,
vtnho etc. et talvez em importancia de......
200*000 ris........
O Sr. subdelegado do 2o districto descubri
a esperteza, encontrn os objectos fortados,
mandou eotrega-los aos seus dooos, erecrutou
Rezende para a armada, onde a sua intelligen-
cia pode ajuda-lo a dscobrir os meios deservir
o seu paiz, emendaodo-se ainda desta grande
queda.
Pelo paquete passado dei-lhe noticia quo
contava baver serias questescom a Guyeooafran-
ceze, tendo pera ali partido o vapor de guerra
Camaracuan, e por isso presuma ser o encan-
tado negocio dos limites.
Agora melhor informado, com a chegada
d'ali. do nosso cnsul o lenente-coronel Joo
Wilkens de Mallos, sei que a questio relativa
fuga extraordinaria oe escravos desta provin-
cia, que passando-se aquella colonia, ahi se
acham, pela maior parle, em essa de um francez
que j esteva no Pera, e os aclbe ou antes os
anima a ir gozar da liberdede; mis liberdade
essa, cujas consequeneias sao todas era proveito
do francez, pois que emprega os escravos fgidos
em cortes de madeiras e oulros servigos do seu
estabelecimento.
A imprensa desta
a A imprensa desta provincia j por vezes tem
elamado contra semelbaote violago da proprie-
porque a continuar
dede e fortuna brasileiras
as couzas como vao, convm que o governo im-
perial reclame de Franca oa seus direitos e d
providencias enrgicas sobre am sssumpto sum-
mameole grave, nao so pelo ficto da violceo e
roubo da prophedede alheia, eomo pelas conse-
queneias que negocio lio melindsoso pele tra-
zer ao Brasil.
c A Gayeona francesa que muitos parecer
grande cousa como colonia, apenae considera-
da pelos rancezes como um presidie de terceira
ordem, para endo vio os coodemnados 4 penas
superiores f sera senos de pristo.
a Ahi o governo francez mantem para vigilan-
cia a guarda dos presos, urna forca superior
1 d usen tes hornees da tropa regular; assim
precedente de baver o cooselho" de estado e a
cmara dos senhores senadores resolvido urna
tal questao em relagao mesmo a esta provincia
as eleices de S. Benlo, Monjo e Vargem
Grande, cujos eleitores votaram emseparadocom
osj reeonhecidos na ultima eleigo de senador,
sendo atlnal agglomerados os seus votos aos
daquelles, por nao haver nelhs vicio.
Nao hara inconveniente, pois, de se tomarem
os votos da S em separado, o que nada influa
para o resaltado quando essa eleicao nao fosse
considerada valida.
c No colleglo de Alcntara obteve o Sr. Nunes
Goncalves a noaoimidape dos votos, 88.
Piauhy. -A assembla decretara a suppresso
de muitos empregos proviociaes, altendeado
ao estado de deficiencia dos Cofres.
Cear.--Fora nomeado lente de rhetorica do
Itceu da capital o Dr. Domingos Jos Nogueira
Jaguaribe.
Le-seno Comrnercial :
Recolheu-se de sua commisaio a cidade da
Granja o distinelo Sr. Dr. chefe de polica Fran-
cisca de Paria Lemos, que conseguio manter a
ordem e a liberdade do voto na eleigio prima-
ria, que all leve agora lugar. Succedeu porm
quenesse dia (o da eleicao) os distancia de 14
ou 16 leguas da cidade bouveesem duas mortes
eolre os partidistas exaltados, que alteicaram
acerca da eleicao. .
_ Foram presos os autores dessa deagraca, e
mais um celebre criminoso, qne por muitos an-
uos zombava das- diligencias da policia. Lou-
vores a energa e zelo de Sr, Dr. chefe de poli-
ca a
Le-se no Pedro 11 :
A assembla provincial na essao de 24 di-
rigi uma meusagera aa Eim. pre.id ente da pro-
vincia felicitndolo pela nomeagto com que.o
distingui o governo imperial, e pelos servigos
que S. Exc. tem prestado em sua recente admi-
oistragao. l/(jHt| 1(1
Ooadordi depulagio o Sr. vicario Sar-
ment fez e segurte allocoglo :
Illm. e Exm. SnO aeto do governo impe-
rial, pelo qoal foi V. Exc. transferido da presi-
dencia do Piaoby para a desta provincia, nio
poda ser recebido palos cearenses amigos da or-
dem e da prosperidade da sua terr seoio como
a justa apreciecao do mereeimeotn de V. Exc.
como uma remnoeracae do assignelados servi-
gos que all presin V. Exc. em conjuncin
bem difcil ; pelo que nulrem a eonfianea de qoe
oesta nova commissao V. Exc. procurar dar
maior realce ao prestigio de que j havia conse-
guido cercar seu nome eautoridade.
a Com effeilo a Justina e moderagio, de que
V. Exc, tem dado sobejas pro vas no breve espago
de tempo que tem estado entre nos, a solicltuoe
com que tem providenciado sobre as necessida-
dee que tem occorride nos diversos ramos do ser-
vigo, o lino administrativo de que dotado a
par de orna Ulustraeio recoohecida, sao certa-
mente a mais segura garanta deque a admois-
tracao de V. Exc. ser de incaleulaveis beneficios
psra o Cear.
c Compenetrada destes senttmentos, qoe sio
tambem os dos seas commitentes, a assembla
legislativa provincial nos envia em depulagio
para felicilar-mos a V. Exc pela acertada no-
cerne no petto tem sempr um seis oite vapo-1 mea;eo com que o distin|ulo o gorerao Imperial,'
_ REVISTA DIARIA.
Domogo 1 do correte expedio o Sr. adml-
nistredor do correio desta cidade dous estafetas
exlraordinarios para a provincia da Parahyba
como Gm de levar as malas, de que devia ser
portador o vapor, que deixou de vir do Rio. como
se espereva. .viuv
Teve luger oo domingo ultimo a festivida-
de religiosa de Nossa Senhora da Penha, a qual
foi solemoisada com o esmero e brilho que sio
proprtos das festividedes celebradas naquelle tem-
plo pelos reverendos religiosos capuchiohos.
Aassistencia dos fiis foi notavel, pelo nume-
ro crescldo delles, de modo que o corpo da igre-
ja, os corredores, ero e pateo achavam-se api-
ohados, reproduzindo-se este phenomeno de re-
ligiosdede do nosso povo ainda no acto do Te-
Deum.
Assistiram igualmente a testa S. Exc. Rvma.
o Exm Sr. presidente da provincia, o Sr. Dr!
chefe de policia, o Sr. coronel commandante des
armas e oulros funecionarios pblicos de eleva-
da gerarene.
A igreje achava-se ornada com goslo, e as co-
res estavam lio bem e artsticamente combina-
das, que produziam o mais bello elTeilo possivel
laoto mais quaoto era este realcado por milha-
res de luzes.
Para cebel conhecimenlo de populegao, damos
aqu uma breve descripgo que sobre a fetla nos
offereceram.
Sobre o arco mximo havia um painel allusivo
ao estado actual da igreja, pois lembrava as per-
seguigoes que a impiedade est fazendo ao suc-
cessor de S. Pedro, S. Saotdede Pi IX. A ale-
gora consista em uma barca que em mar tem-
pestuoso soflria uma furoz tormenta. S. Pedro
como limoneiro aguentava o leme, Jess Christo
como o commaodaote auimava S. Pedro afim
de sustenta-lo com forga. e o archaojo S. Mi-
guel collocado oa proa, com a espada desembai-
nbada, como que ebria o camioho as ondas. Os
patnarchas santos da nossa religio como ma-
rujos, pegavam as cordas ; es santos coofesso-
res e santas virgens, bispos, arcebispos e marty-
res em grande numero apinhados figuravam de
passagoiros ; e os santos doutores com o remo na
mao. esforgavam-se em remar ; ao passo que oo
meio das ondas muitas cabegas de naufragados
appareciam figurando os impios e hereges que
quereodo abater a barca, se afogavam as oodas
das suas ocredulidades e heresia.
Sobre os dous pulpitos existiam una letreiros,
hsvendo uma oitova em cada um aoaloges ex-
pacagao do painel.
No do lado do evaogelho:
Marca os mares na barca Saote igreja
Infla rama Curalo Pedro timoneiro.
Dada a manobra patriarchas seja
Virgens econfessores passageiros.
Sustenta da tormenta alta peleja
Os doutores que assim remam ligeiros
Miguel atalha as ondas- co'a espada
No mestro essente a Penha Iluminada.
No da epstola:
Os impios, os hereges cheios de erro
i rocuram aubmergir a nao galante,
Coodemnados blasfemos ao desterro
as agoas torvase losnaufragantes
o abysmo do inferno ; e feito o enterro
A igreja triumpha mais brilhanto
Immovel na voz do Redemptor
Nao teme de Salan stro furor.
A msica, obra do maestro Bracci pelermita-
no, meslre de capella do rei Feroeodo II, foi p-
timamente deaempenhada.
Pregou na fesla o prafeito frei Sebastiao da
Melia, fazendo um bem elaborado discurso, em
que tomou por asiumpto a Penha protectora de
Pernambuco, e Pernambuco prolector da Penha.
Alarde tres bandas de muaicaa na frente da
igreja porfa desempenharam elegantes pecas;
e noite foi brilhanlissima pele efleito das luzes.
A guarda de honra all permaneceu at ao Te,
Deum.
No dia da fesla, desde 4 at 10 toras da ma-
nha, houveram missas, administrando o cele-
brante de cada uma delias a saota commuobao
grande' numero do fiis.
Segu hoje para a corte com sua Exraa. fa-
milia o Sr. capitio de mar eguerra Elisiano An-
tonio dos Santos, que obteve um mez de liceuca
para ir ao Ro de Janeiro, devendo fazer entrega
do lugar de inspector do arsenal, que exercia ha
oito anoos, ao seu ajudaule o Sr. capilio de fra-
gata JoaoBaplista de Oliveira Guimares.
Foi oomeado para exercer provisoriamente os
oficios de partidor e cootador do termo do Bo-
nito o Sr. Eduardo Daniel Cavalcaoti Vellez de
Guevara.
Em coosequencia do que, flea invalidada a por-
tara de 9 do passado mez, que o oomeara para
exercer no mesmo termo os oDcos de partidor e
distribuidor.
Ao professor de Garaohnns Miguel Archan-
jo de Mondonga foram concedidos 15 dias de 11-
eeoga com vencimenles.
No dia 31 do passt>do, pelas cinco horss da
manbsa, o Sr. mordomo em mezoo grande hos-
pital decarldade, acompsnhado do Sr. subdelega-
do da freguezia da Boa-Vista, !oi ribeira da
mesma fregoezia, e tPshi fez recolher ao asylo de
oaendicidade cinco mendigos inteiramente inva-
lidas..
Remettem-nos o seguate escripto .com pe-
dido da respectiva publicaco, ao que salisfaze-
mos integralmente e em forma original:
a 17lo til ios desvalidos um estabelecimen-
to de educagao, que nao podemos deixar de fazer
reparo na companhia dos aprendizes menores do
itsenal de guerra.
O exercicio que fez'a referida companhia no
campo daa Princezas, despertou nossa attencio a
seu respeito.
< A creagio desta companhia data deade 1819
no tempo do governo do general Laiz do Reg
Brrelo, que sabanee da existencia de muitos
orpheos desvelidoa, detorminoa que fossem re-
colhidos ao trem ala guerra, todos os menores
qoe se achassem em Ues circumstancias. dando
**> principio a formagio da companhia, cuja
plaao depois foi estobelecido por IeL
c Preseotemento ella regida pelo regule-
mento o. 113 de 3 de Janeiro de 184S, e oa me-
* recebem, em virtade deste regula meato, a
educagao necessaria, applicaodo-se ao mesmo
tempo s artes para que tem vocacio.
De lo ul toeluiceo, resulte ao estado a
ventegem de ter sempre soldados artfices para o
servico do arsenal, e a orphandade desvalida um
ante-paro que a resguarde da pratica de aeces
nocivas e ignobels.
Tratando agora do exercicio de 29 do cr-
rante, temos o prazer de declarar, que muilo ful-
ge mos de ver o aeeio e firmeza militar j lio
desenvolvidos em lio curta idede, devido tudo eo
zelo e pericie do digno e venerendo director o Sr.
coronel Antonio Gomes Leal, que sempre solici-
to no desempenho de reus deveres, nio s tem
edquerido a estima publica, como o respeito e
afleicao de seus ubordioedos.M. R.
Poi nomeado o Sr. eapitio de fiagala Joio
Gomes de Aguier. commandante do brigue barca
Itamarac, para tomar o commiodo da corveta
Dous de Julho, navio chefe da estagao naval da
Baha.
O Sr. Io teoente Fraocisco Gomes da Silva
apreseotou-se, viodo do norte, para servir oa es-
tagao naval desta provincia.
No dia 31 do mez passado foram recolhidos
casa de detengie 4 homens e 3 mulheres ; li-
vres 4, escravos 3, a saber: a ordem do Dr. che-
fe de policia 3, que sio os pardos Jos, bouren-
co e Josepba, escravos de Hatbilde Francisca
Xavier; a ordem do subdelegado de Saolo Anto-
nio 2 ; a ordem ds dos Afogedos 1; a ordem do
de Saolo Amaro de Jaboalio 1.
No dia 10 deele mez foram recolhidos mesma
13 homens e 2 mulheres ; livres 7, escravoa 6, e
seber: a ordem do Dr. chefe de policia S, que sao
os crioulos Pedro, escravo de Maooel Goncalves
ds Silva, e Trajano, escravo de Jos Fernaodes da
Cruz; a ordem do Dr. delegado da capital 1; a
ordem do subdelegado do Recife 4; a ordem do
de Santo Antonio 2 ; a ordem do de S. Jos, que
sao os cnoolos Benedicto, escravo de D. Ignez
de tal, e Mercolino, escravo de Domingos Pires
Ferretra; a ordem do da Boa-Vista 1, que o
Africauo Ivo. escravo de AodrPaiante ; a ordem
do da Capuoga 3, que sio ; o croulo Joaquim
e os Africanos liatheus e Luiz, sendo os primei-
ros dous escrevos de Jos da Silva Loyo, e o ul-
timo de Raphael de branles.
Passageiro do brigue prus3ano Gazelle, vin-
do de Ham burgo : Francisco Jos Cerdoso Ba-
rata.
Passageiros do hiate uaciooal Camaragibe,
sabido para Peoedo : D. Carlota Mara do Es-
pirito Saolo, D. Mara Aotonia de Souzs, D. An-
tonia Raymunda de Souza;
Passageiros do vapor nacional Cruzeiro do
Sul, vindo do Para e portos intermadios : 1*
lente Francisco Gomee de Silva, Maooel Jus-
tino Custodia. W. uttfarckem, Vicente Severino
Duarte e 1 criado, Manoel Thom Cordeiro, Joa-
quim Caetano Fardes. Jos Gomes de Araujo,
Luiz Aotonio ongalves, Jorge Cavalcaoti de Al-
buquerque, Carlos Estoves Alves, Viceote Augus-
to de Magalhes, Antonio Goocaives de Albu-
querque, Antonio Ferreira de Anaaida, los Ja-
come Tasso e 1 criado, Joaquim JseV de Olivei-a,
Jos Francisco Moreira, criminoso de morte Ray-
mundo Jos de Santa Anna e 2 pregas.
Seguem para o sul : Veredieno Henriques de
Carvelho, Joa-juim Jos de Carvalho, 'Hearique
Jos Mendes, 2o lente Pedro Jos Alves, Bario
de Gurupy e 15 escravos, Joio Jos da Silva Vi-
veiros, Joo Franklin Maciel Aranha, Germano
Mendes Limoeiro, Joio Joaquim Gongalves Por-
to, 3 recrutes do eiercito, 1 de marinha, 1 ex-
praga e 17 escravos a entregar.
Passageiros do brigue portuguez Florinda,
viodo de Lisboa :Celestino Carlos Coelho Gaia,
Manoel Rodrigues da Sila e seu irmao Antonio
Rodrigues da Silva, Antonio Goncalves de Souza.
Passageiro do hiate brasileiro Santo Ama-
ro, sabido para o Para : Maooel ds Guerra
Pasaos.
MORTALIDADE DO DIA Io
Manoel Francisco da Hora, Limoeiro, 20 an-
uos. 8olteiro, Boa-Vista ; pedra na ureta.
Maria, frica. 50 aonos, escrava, solleira, San-
to-Antonio ; gastro interite.
Dia 2.
Francisco Jos ds Costa, Portugal, 38 annos,
solteiro, Boa-Vista ; anazarca.
Maria Jos Pereira, 80 aonos, solteirs, Recife :
ioterite.
Correspondencias.
A NOVA FREGUEZIA DO MURICI.
Senhores redactores.Cora o titulo cima pu-
blicaran! Vmcs. uma correspondencia no seu Dia-
rio de 19 de julho ultimo, firmada por um Feli-
ciano das J/inas-not'os, oo proposito nico de io-
famar ao Rvm. Mecerio Jos de Omeoa.com re-
celo de que podesse elle ser nomeado vigario in-
terino ou encommeodado da nova freguezia do
Murici, creada ha pouco nd provincia das Ala-
gos.
Esse proposito revela o dlo misterioso da-
quelle que. procurando esconder o seu verdadei-
ro nome, serve-se do de um pobre hoaem para
vomiler libremente todo o fel de sua habitual
maledicencia, contra aquelle a quem jamis po-
deria imitar, quer como cidadao, quer como sa-
cerdote.
O padre Macario Jos de Omena pela sua reco-
conhecida probidade e hooestidade, pelas suas
respeilaveis qualidadea sacerdotaes, sempre es-
leve e se acha muito elevadameote collocado pa-
ra que a elle possam chega r, feriado-o, esse a-
cervo de calumnias e ultrajes vis, geiados so-
mente as renies do despeito e da intriga mi-
aerevel de algum ente destituido de todo pu-
dor.
Depois de qualificar o autor da corresponden-
cia ao acto da assembla provincial de menos no-
bre em seus fundamentos, principia dizendoque,
na qualidade de vigario da Imperatriz, o Rvm.
Macario havia antes conseguido a nao creagio da
fregoezia a que se oppuoba com todas as forgas,
como contraria a seus interesses e clculos de
predominio eleitoral.
A estas falsidades e meras creacoes de uma
imagioagao, sempre desvairada, accrescentou o
autor da correspondenciaa calumnia negra e
vil de haver o mesmo reverendo, por mero moti-
vo de seu egosmo pessoal e eleltoral, mandado
demolir a nica igreja que havia nesta povoagio ;
e nio sei como chegou a declarar que fra sob o
falso pretexto de que ameacava ruinas 1
Bem se v que o espirito da correspondencia,
a que me refiro, todcahido ou pendido para o
lado de interesses de igreja a vigarias. O padre
Macario, ainda que feu da Influencia parochial,
nio delxa de ser para o autor daquelle escripto
uma sombra que Ihe inspira terror, e a quem de-
seja lotis viribus dissipar, como um obstculo
moral ou uma leslemunha irrecusarel, quando
fOr invocada para dizer a verdade.
Que nleresse poderia ter o Rvd. Macario, que
apenas era vigario por pouco tempo, em obstar
a creagio de freguezia, em um lugar onde resi-
da sen irmio o lente coronel Manoel Ferreirs
de Omena, que aqu exerce lio legitima influen-
cia? Pois crivel que elle pretendesse acabar
com os recursos espirituaes, derrubando uma
igreja. oo lugar da resideocia de seu mano e a-
migo ?
Nio seria antes mais provavel e consentaneo
com a razio natural que desejasse a creagio da
freguezia em um lugar, onde seu mano pode-
ria influir maia directamente, com seus ami-
gos e pareles, para obter o triumpho electo-
ral ?
Nio seria essa creagio antes um elemento de
forga e de importancia para a sua familia e a fa-
milia de seu irmio?
lato palpavel e irrecuaavel; mis a maledi-
cencia, o odio e o pouco pudor, ludo accommet-
tem e nada respeitam Pensam que todos tem,
como ellas, os olhos vendados, e a ioteiligeocia
entorpecida para nio conhecer a razio.
Sem querer tirar ao novo vigario o mrito que
possa ter na creagio de uma capella, a que se
refere o Feliciano, para que alias mais directa e
positivamente se empeobou um miasionario, co-
mo voluntario e dedicadamente se tea prestado
cidadios influentes e religiosos deste lugar, com
todo o povo, independento de outro iscentivo
que a neoessidade do culto catholico. passsmos
ao occupar-Dos da serie de abusos e arbitrarie-
dades, pralicadaspelo Red. Macario, como diz
o mesmo Feliciauo, no regencia da freguezia.
O primeiro abusa e arbttrariedade foi eaape-
nhar-se o reverendo Macario na construegio de
unte nove matriz na villa de Imperelris, ajudads
pelo povo. fazendo a obrada capalia mor, deum
valor quadmpliesde ao de casto, em do dinheiro
recebido para toso; abre qne nao proseguio de-
pois que entrou o novo vigario, igaerendo-se que
Qm deu ao dinheiro que deixou em cofre o mes-
mo verendo Mecerio.
Cjatro asneo e enspare rieetode deesa, como vi-
gario, era prastar-se samare promptoenente a to-
dos os chamados dos seus freguezes, cora a me-
lhor vouUde e aem exigencias de quanties cartas
e ajustadas para as cooflssOes e acios das obriga-
goes do parocho ; entretanto que hoie o novo pa-
rocho tem a caridad* de exigir por liceocas eio-
coeota mil ris, como fez com aooel da Costa
Moraes, por eoterro dentro det igreja a mesma
quaolie, como fez com a mulher Oe Maooel Cor-
rea e tem feito com outros, coma publico ;
indo fazer cooOsses, com o pretexto de dizer
misss, por vinte cinco mil ris e pele mais que
pode justar.
Mais oulro abuso e arbitrariedade do reveren-
do Macario, como vigario, era aecudir prompta-
mente aos chamados pare as consses aos
doentes, sem que alguem fellecesse privado dos
recursos espirituaes que estavam ao seu alcance,
entretanto que hoje, com o nono parocho, mor-
rern os seue freguezes, mesmo dentro da villa,
sem conflssio, como acconteceu com a mulher
de Manoel Corris e muitss oulros. tendo j
passado dias sem saberem as ovelhas do pastor,
andando em cata delle o a freguezia abandonada,
sem que alguem d noticia honesta do seu desap-
parecimeoto.
Deste quilate foram com effeito os abusos e
arbitrariedades do reverendo Macario, e de tal
qualidade sio os factos louvaveis e exemplares
do vigario actual, sobre quem pesa a paterni-
dad e da correspondencia Feliciana, obra do ran-
cor e maledicencia.
Mes nio cortamente sobre o paire Macario
que nos cartorios da cidade de Mecei existem
pegas probatorias e procesaos de prevaricagoe
como vice-direcior do collegio de educandos ar-
tfices.
Nio sobre elle que pesa o facto recente e
rnoralmeote horroroso, de mandar roubar a 22
legoas de distancia a filha alheia e pd la em casa
de Antonio Lopes, para onde vai a noite acom-
paobado de algum capeoga ou espoleta armado,
passaodo por l 2 e 3 das I
O padre Macario nio csrregou ainda com o peso-
de taes depravagoes. proprias de quem nio com-
preheode o que seja envolver-se um homem em
hlitos sacerdotaes; seus peccados, como ho-
mem, nao tem certamente um carcter idntico.
A calumnie e a vil mentira, com que conse-
guiram a exoneracao do reverendo Macario, que
smente havia aceitado a vigararie a pedido de
amigo, oio terio poder de abater o mrito e o
conceito que merece de tolas as pessoas sizudas-
o honestas deste municipio. Elle est muito su-
perior s diatribes e vilipendios da penna que foi
entregue a Feliciano para assgnar esse papel
que s pode envergonhar ao espirito que o dictou.
Esses foram os verdadeiros motivos que pode-
riam servir de fundamento sua exoneragao, e
nao os votos da populagio contrariada em suat
mais nobres aspiracet, como ouse dizer o Feli-
ciano, que v agora deslribuir, louvavelmente
e muito santamente, o pao espiritual aos fregue-
zes ou ovelhas alentadas e afagadas pelo paro-
cho actual, com a maior amabilidade e docilida-
de mespo exemplares.
Depois do que fica exposto ser-nos-ha lcito
perguotar: se ser com efleilo ao reverendo Ma-
cario que com effeito a populacao inteira da fre-
guezia amaldica e aborrece, como diz o Feli-
ciano na referida correspondencia* Nao reca-
hir, oo caso preseole, o feitigo sobre o fei-
ticeiro ?
Deixamos sem resposta as outras calumnias,
mentiras e affrootas da correspondencia do Feli-
ciano das Minas-Novas. Quanio estas Un has es-
crevemos chega a noticia da nomeagiodo vigario
interino da nova freguezia. O reverendo Macario
um s passo nao deu para isso. Lea o Sr. pa-
dre Especiosa, nosso novo parocho, a correspon-
dencia do Feliciano.
O horror e indignacao que diz o Feliciano
merecer o reverendo Macario dos freguezes da
Imperatriz, e com os quaes repellido, sao hoje
os nicos seotimeotos que inspira o procedimen-
to immoral, descommuoal e criminoso de uro.
padre relapso, que infelizmente, que desgraga-
damente para a igreja catholica, esi encarrega-
do de destrtouir o pao espiritual a mansas ove-
lhas, cujo saogue suga, cuja fortuoa arraoca,
cuja honra invade, anniquilla e rouba 1 E' o-
rebanho submisso e obediente, de que falla o Fe-
liciano no seu final 1!
Lea isto, S. Exc. reverendissima, para saber
o que vai pela freguezia da Imperatriz e como
tem sido engaado nos negocios dalli.
Murici, 22 de agosto de 1861.
O freguez novo.
COMMERCIO.
Alfandega.
Rendimeoto do die 2.....15 669J420
Movimenlo da airandega.
Volum.es entrados com fazendas..
> com gneros.
Volames sabidos
a >
com fazendas..
com gneros..
103
32
------135-
25
139
164
Descarregam hoje 3 de setembro.
Brigue portuguez Relmpagopedras.
Brigue iaglezRosaliabacalho.
Brigue prussianoGazellagarrafes.
BrigueportuguezFlorindaraagies.
Barca inglezaIsabella Redy -mercadorias.
Barca inglezaEnthusiaslcarvo.
Polaca liesparibolaIndiacarne de charque.
Iinportac&o.
Escuna dinamarqueza Elvira, viuda de Ham-
burgo, consignada a C J. Astley & c., manifes-
tou o seguinle :
20 caixas canella, 150 barricas, 200-garrafoes-
e 00 frasqueiras genebra ; aos consignatarios.
100 barns alvalade, 100 frasqueiras e50 garra-
fes genebra, 5 caixas couros diversos envernisa-
dos, 1 dita camisas; a D. A. Matbeus.
1 caixa carne fumada, 17 ditas fazendas de di-
versos tceidos, 2 pacotes amostras ; a Dammayer
& Carneiro.
52 barricas potassa ; a Bailar & Oliveira.
1 pipa vinho ; a J. Praeger & C.
50 barris alvaiade, 50 caixas vidros, 2 caixa
frascos de boUca, 2 ciuas garrafas de vidro ; a
B. F. de Souza.
6 caixas burras de ferro, 1 dita tsmancos, 18
ditas e 1 fardo fazeuda de algodao e de lia, 2 pa-
cotes amostras ; a Schaheitlira & C.
1 caixa boles a Mello Lobo & C.
25 caixas miudezas ; a .Uves & C.
32 caixas fazendas de diversos tecidos, 5 dita
couros enveroisados, 1 dita chapeos de sol de seda
2 ditas petlas de vidro, 1 dita miudezas, 2 ditas
burras de ferro, 1 dita caixinhas vasias, 1 dita
brioquedos, 4 ditas espelhos, 1 dita cartas de jo-
gar, 5 ditas livros, 2 ditas roupa, 1 caixa charu-
tos, 1 dita sapa tos, 1 dita prensa para copiar com
pertences, 5 pacotes amostras ; a D. P. Wlld & C.
3 caixas lithographia em quadros com moldu-
ra dourada, 5 ditas couros enveroisados, 200 di-
tas velas de composi(io, 1 dita obras de vidro.
1 dita brim de lioho, 100 barris alcatrlo, 1 dito
presuntos, 2 caixas salames, 1 dita charutos e
fumo, 1 dita perfumara ; a N. 0. Bieber & C.
16 caixas fzeodas de diversos tecidos, 1 dito
miudezas e ferrageas, 1 dita sapalos, 1 dita obras
de junco, 4 pacolea .amostras; 4 Lindem Wili
di C.
1 caixa fjzeoda de linho, 2 ditas charutos, 1
dita peales, 1 dito filas de algodao ; a Hearique
& Azevedo. \
81 caixas velas de composigio, 2 ditas roupas,
5 ditas meias, 2 pacotes amostrss ; a Joo Rel-
ler & C.
5 ceixss vinho, 3 ditas chapeos. 1 dita bolas;
a Geb Christiani.
50 caixas velas de composigio, 4 ditas coaros
nvernisados, 1 dita espoletas; a Prente Vian-
a G, Peltzer.
en<
na & C.
1 caixa charutos -
1 dito relogios e objectos para ditos; a C.
Vacter.
1 dita objectos para ourivss ; a G. Saander.
2 ditos cbi, 1 dito charutos; a G. Bousset & C
-


URJA) 01 FWJUMMJCO. TER^ FURA 3 DI SETEMBRO 1 lili,
=

y
50 ditas telhas de Tidro ; a Geb Kalkmano A C.
297 caixas reas de compoiiglo, 1 dita batoee
de madreperola, 11 ditas meias de algodo, I dita
charutos. 3 ditas barbante, 1 dita lioho, 9 ditas
lia, 2 ditas borzeguios, 1 f eeota amostras ;
Rabe Schmettau & C.
t caica pectes, 1 dita parafuaos ; a Joj A. U.
Diaa.
30 presuntos, 1 caixa salame, 30 ditas volas de
composigo, 9 ditas caneila, 4 saceos al piala, 2
caitas couros eoveroisados, 6 barricas geoebra,
40 garrafes cevadiaba, 10 ditoa sag, 3 fardos
barbante ; a Francisco Guedes de Araujo.
25 saceos alpiste, 4 barris pregos ; a Brander
Brindis.
1 caixa linos ; s Rothe & Bidoulac.
a ditas cartas de jogsr, 1 dita gales; a Yaz &
Leal.
115 pegas de cabos, 1 caixa piano, 8 dias fa-
2endas diversos lecidos, 1 dita urna carca, 1 dita
bengallas, 1 dita charutos, 3 ditas drogas, 1 dita
oleo da ricino, 1 dita sabo, 15 ditas champanbe,
1 pacota amostrar; a ordem de diversos.
Exporiac&o.
Dia 30 de agosto.
Barca franeeza Solferino, para o Hvre, carre-
garam :
Tisset freres 29 saceos com 141 arrobas e 28
libras de algodo e 110 couros salgados com 3,410
libras.
Patacho inglez Busy, para Liverpool, carrega-
ram^:
James Crabtree, & C.,207 saceos com 1,187 ar-
robas e 16 libras de algodo.
Barca portugueza Santa Clara, para o Porto,
carregiram :
Francisco Rodrigues da Silva, 574 couros sal-
gados com 10,382 libias.
Joo Pedro Rodrigues, 97 saceos com 485 ar-
robas de assucar
Barca inglea Enthutiast, para Liverpool, car-
regaram : t
Paloa Nash & C, 826 saceos com 4,130 arro-
bas de asucar.
Escum portugueza Emilia, para Lisboa, carre-
jaran* :
F. S. Rabello & Filho, 3 meias pipas e 75 bar-
ris com 3,323 medidas de mel.
Patacho laliauo A/aria, para Genova, carre-
garam :
Bastos & Lemos, 400 couros salgados com
37.^73.
Barca portugueza Flor de S. Simio, pata. Lis-
boa, carrogaram :
Carvalho Nogueira & C, 30 pipas com 5,520
aedidas de eaiaga.
JBecebeduria de rendas internas
g-eraes de Pernambueo.
Rendimento do dia 2.....1:174#859
Ifaviet ear-idoi; no dia 1.
Hasaburgo57 diaa, brigue prussiano Gaxtlle,
de 190 toneladas, eapito H. Seewerts, equi-
pagera 9, carga (azeodas, garrafes a outros
ganaros; a Ktscvan & G.
A a oos sahidos no mesmo dia.
Peaedo Hiato nietonal Camaragibe, sapito
Virgino Juslioiano dos Santos, carga difieren -
tes gneros.
Novios entrados no dia 2.
Para e porlos intermedios7 dias apar naci -
nal Cruzeiro do Sul, commaadante o capitio
de mar e guerra Gervasio Mancebo.
Lisboa39 dias, brigueportuguezPforinda.de
'227 toneladas, capitio Joaquina Augusto de
Souza, equipagem 15, carga vloho e outros
. gneros ; a Amorim Irmao.
Navio% sahidos no tnesmodia.
ParHiato brasileiro Santo Amaro, capitio
Manoel da Suva Santos, carga agurdente e
outros gneros.
S. ThornazBrigue inglez Volant,, capito. John
Ienknis, em lastro. *
Observagao.
Fundeou no lamaro urna barca iogleza, mas
nao teve communicago com a trra, e apparece
lesre um brigue francez.
Editaes.
Art. 2. A pintara ser feita de modo qua fl,-
quem as cores por igual e livre de manchas.
Art. 3. O arrematante aeri abrigado a aegair
lnatruecees de engesmeira catear regad o da
Art. 4. O pagamento ser feito em urna s
pvestago logo que a obra ae ache concluida, pre-
eedendo todava shxi attestado do engaoheiro no
qual declare estar a obra executada coa ve
uientemente.
Art. 5. Nao aeri attendida reclamadlo alguma
e em qualquer tempo per pacto de arremataote,
teudente a exigencia de iudemaiaeoao, seja qual
for a causa que para tal das allegue.
ConformaO secretarle,
A. F. ;d'Annunciago.
t" 0 Ulna. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente d provincia, manda fazer publico qua
no dia 19do correle, perante a junta da fazen-
da da mesma theaouraria ae ha de arrematar a
quem mais der um piano de Jacaranda perten-
cente ae collegio das orphias desta cidade
Os pretendenles podem esamina-lo no mesma
collegio.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diarlo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambuco 2 de setembro de 1861.O secretario
A. F. 4'Aoeanciac.ao.
subdelegacia, que provaodo o seu dominio lhe
sera entregue.
Subdelegada da polieia da Casanga, 2-de se-
tembro de 1861.
0 aubielawado
Nanoel Gentil da Costa Aires.
Cousellio admintrativo.
) cooselho admioislrativopara forneeimento
ra tratar no escriptorio de Azevedo 4 Mendos,
rea da Crea a. 1.
Maranhao e Para.
O hiate Novaes anda recebe alguma carga
para ambos os portos : irata-ae cornos consigna-
tarios Marques, Barros 4rC, largo do Cofpo San-
to n. 6.
RENDIMENTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEnNAMBUCO DO
MEZ DE JULHO, A SABER :
Rendas dos proprios nacionaes.. 47$000
Foros de terrenos de marinha .. 10J493
Laudemos....................... 725*000
Siza dos bens de raz............. 7.2969753
Decima addicional das corpora-
les de mo mora............. 1:22494j
Direitos novos o velhos e de
chancellara.................... 90IJ3I0
Ditos de patentes dos ofciaes da
guarda nacional................ 732#000
Diurna de chancellara........... 1:060)343
Multa por infraeces do regula-
mento.......................... 789*796
Sello do papel flxo................ 4:8045900
Dito do proporcional............. 7.924*110
Premio de depsitos pblicos.... 359614
Imposto de Corretores............ 400*000
Emolumentos................. 2K)g300
Imposto sobre lujas e casas de
descontos............ 9:338*950
Dito sobre casas de movis, rou- ?
pas, etc. fabricados em paiz es-
trangeiro .ft.......... 1:800*000
Dito sobre barcos do interior. 4800
Taxa de escravos......... 292g000
Cobranea da divida activa 165*185
IndemnisagSes........... 148*870
Receita eveutual................... 4*000
37:540*669
Recebedoria de Pernambueo 31 de agosto de
1861,
O escrivo,
Manoel Antonio Simoes do Amoral.
Consulado provincial.
Rendimento do dia 2.....2 3783992
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO PRO-
VINCIAL EM O MEZ DE AGOSTO DE 1861,
A SABER :
Direitos de 90 rs. por (jS) do as-
sucar exportado......... 26:965g353
Dito de 20 rs. por caada d'aguar-
dento, etc...................... 2:826*690
Dito de 7 01o do mel....... 49*121
Dito de 8 por cento de couros
seceos, verdes e espichados..... 4:645jJ8i6
Dito 2 01o idera do algodo expor-
tado ........,...... 1:755*666
dem idem de 5 idedPdos mais
gneros exportados....... 525*122
Escravos exportados.............. 5:223>000
Dcima dos predios urbanos 7.491jg295
20* rs. por meia siza de es-
cravos.............. 4:186$0I6
Sello de herancas c legados. 1:3763787
Dito de 2 0[0 sobre os premios
maiores das loteras............ 200*000
10 por cento de novos c velhos di-
reitos dos empregados provin-
ciaes............... 297gl80
Dito de 12 0|0 sobre lojas a reta-
Iho, etc-.............. 488*720
Impslo de 4 por cento sobre
diversos estabetecimentos..... 259*760
50* rs. sobre corretores de escra-
vos ............................ 200JOOO
50* rs. sobre casas de modas,
perfumaras, lojas de chapees
etc........................ 150*000
apalazia de 320 rs. por sacca de
aigodo exportado ....... 732gl60
Imposto sobre carros, carrocas e
mnibus........................ 177*600
MeioOio sobre o producto de ca-
da leilo........................ 3631437
Juros da decima.......... 1*91
Emolumentos de polica..... 6*000
Multas por infraeces ...... 75*512
Restituijoes e reposicocs..... 291*940
58:734*069
Mesa do
de 1861.
consulado provincial 31 de agosto
O 2o escripturario,
Ulisses Cokles Cavalcanti de Mello.
MoYimento do porto.
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Horas.
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a, vento SE fresco e asrim ama-
ce o> o
A noite dar
chacen.
oecitAgA da mah.
Preaaer as2h. 18'da tarde, altara 5,4 p.
Baixsmar as 8 h 6'da mahaa, altura 1,2 p,
Observatorio de arsenal de marinha,
etembro de 186!.
2 de
Romano Stkppi.1,
1* tenante.
O Illui. Sr. inspector da Ihesouraria por-
vincjal manda fazer publico para conhecimento
dos interessados o artigo 48 da lei provincial n.
510 de 18 de junho do correte anno.
Art. 48. E' parmittido pagar-so a meia siza
dos escravos comprados em qualquer tempo an-
terior a dala da presente lei independanle de
revalidaco e multa, urna vez que os deredores
actuaes deste ianpesto, o fa^am dentro do exerci-
co de 1861 a 1862, os que nao o Qzerem ficiro
spjeitos a revalidarn e multa em dobro, sendo
um tergo para o denunciante. A thesonraria
far anounciar por edital nos primeiros 10 dias
de cada mez a presente disposico.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambueo 8 dejulho de 1861.O secretario,
A. F. d'AuQunciaQo.
O Illm. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial, em vrtude da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, de 31 de agosto proxtmo fin-
do, manda fazer publico, que no dia 26 do cor-
rele, perante a junta da fazenla da mesma the-
aouraria se ha de arrematar, a quem por menos
flzer, os concertos de que precisa a cadela da villa
do Cabo, avallados em 808*500.
A arrematarlo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e son as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco comparegam na sala das sassoes da men-
cionada junta no dia cima indicado, ao meio dia
e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambueo 2 de setembro de 1861. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.* A obra dos reparos e seguranca da cadeia
da villa do Cabo, principiar quinze dias depois
da arrematadlo, e concluir-se-ha no prazo de
dous mezes.
2.a O arrematante cumprr todas as prescrp-
ees do engeoheiro, tendentes a boa execu;o da
obra, e bem assim ao disposto a tal respeito na
lei provincial n. 286.
3 a O pagaja^ito ser feito depois de estar
concluida toa^Bobra de couformidade com o or-
cameoto.
4.a Nao ser attendida reclamago alguma, e
em qualquer tempo por parte do arremataote,
tendente a exigencia de iudemnisaco, seja qual
fr a causa que allegue para tal Qm. Conforme.
A. F. d'Annunciaco.
EDITAL.
2.a secejio.Secretaria do governo de Per-
nambueo em 31 de agosto de 1861.
Pela secretaria do governo se faz publico, pa-
ra conhecimento de quem convier que, tendo a
assembla legislativa provincial, por lei, n. 504
de 29 de maio ultimo, creado dous offlcios de
partidores em cada termo desta provincia, ac-
cumulando um as funecoes de contador e outro
as de partidor, acham em concurso os do termo
de Villa Bella, aQm de que os pretendeotes se
habilitem e apresentem <> aus requerimentos
instruidos de contormidade com o decretu u.
817 de 30 de agosto de 1851, e aviso n. 252 de
30 de dezembro de 1854, no prazo de 60 diaa con-
tados desta data.
Antonio Leite de Pinho.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria, em
cumprimenlo da ordem do Exm, Sr. presidente
da provincia de 26 do correte, manda fazer pu-
blico, que no dia 28 de novembro do correnle-au-
no, perante a junta de fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar, a quem por menos fl-
zer, a obra do calamento da ra rio Imperador,
campo das Princezas e Praga de Pedro II, pelo
systema de paralelipipedos, avaliada em 212:905*
A arrematadlo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tacao comparegam na sala das sessoes da referi-
da junta, no dia cima mencionado, pelo meio
dia e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 27 de agosto de 1861.
O secretario,
Antonio F. d'Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arrematagao.
1.a A obra ser principiada em dous mezes a
contar da data da arrematagao e concluida do
prazo de dez mezes.
2.a Oanemrtante ser obrigado a attenderas
observagoes concernentes boa execugo da
obra, feitas pelo engenheiro encarregado da sua
Qscalisagao.
3.a-O pagamento ser dividido em qnatro pret-
agoes iguaes, correspondendo cada um a a um
uarto do valor da obra constante do orgamenlos,
e effecluado com as quantias que forem votadas
animalmente para esae fim, com o imposto dos
proprietsrios, e com as sobras da receita, dos
termos do 2o do art. 41 da lei do orgamento
vigente.
4 a Para se proceder ao pagamento ser a obra
avaliada em bragas quadradas, (cando o arre-
matante sujeito pelo prego do orgamento ao aug-
mento da mesma se o governo assim o entender.
5.a O arrematante ser obrigado a seguir res-
trictamente as disposigSes eonlidas no art. 36 da'
lei n. 286, e nos mais artigos da mesma lei, que
regula as arremalages.
6.a A pedra deve ser de granito ou outra po-
dra de muito boa qualidade e igualmente dura.
7.a As pedras serio asseotadas sobre urna ca-
rnada de argamassa deca e areia, poata sobre o
terreno bem socado, e depois de arrematadas se-
ro pisadas com um mago pesado.
8.a O arremataote ser obrigado a botar urna
carnada de argamassa liquida por cima das mes-
mas pedras, para lhes encher os intersticios.
9.a O prego aqui mencionado deveta incluir
qualquer aterro, que seja preciso fazer para le-
vantar o nivel das ras.
10.a Nao ser attendida reclamagio alguma
por parte do arrematante, ten lente a exigencia
de indemnissgo, seja qual for a cauaa que ale-
goem para tal Um.
Conforme.O secretario. Antonio F. d'Aonnn-
ciago.
O Jim. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em observancia da ordem do Exm; Sr.
preaideote da provincia de 31 de agosto ultimo,
manda fazer publico que no dia 26 do crrente,
perante a junta da fazenda da mesma thesoura-
ria se ha de arrematar a quem por menos flzer a
pintura do raio do norte da casa de detengo e
de diversas grades da ferro do mencionado edifi-
cio, avaliado em 2.015*200.
A arrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincial u. 343 de 15 ae maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a osla arrema-
tagao comparegam na sala das sesses da referi-
da junta, no dia cima declarado pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para coostar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per--)
nambuco 2 de selambro de 1861.O secretario,
Antonio Ferreira d'Aanunciago.
Clauiulai especiaes para a arrematagao.
Art. 1." A obra principiar 8 dias depois da
arrematagao e terminar no prazo de um mez.
Declarares.
Carrejo.
Pela adminitrago do correio deala cidada ae
fas publica que as malas que tem de eonduzir o
vapor brasileiro Cruseiro do Sul, para os por-
tea do aul serio fechadas hoje (3) as 3 horas da
larde em ponto, os seguros at 2 horas.
Consolado provincial.
Pela mesa do eonsulado provincial se Ifaz pu-
blico aos devedores de impostos de decima ur-
bana, de 4 e 12 per cento sobre diversos estabe-
lecimenlos, de 50f> sobre casas de modas, perfu-
maras, e chapeos estraogeiros, e finalmente o
imposte sobre carros, carrogas, mnibus, e ve-
hculos pertencentes ao anuo financeiro findo de
1860 a 1861, que no ultime de setembro corren-
te finda-se o prazo para o pagamento de seus
dbitos. Qcando sujeitos os que nao pagarem, a
serem remettidos para o juizo dos feilos da fa-
zenda.
Mesa do consulado provincial de Pernambueo,
2 do setembro de 1861.Theo loro Michado Frei-
r
Pereira da Sjlva.
Correio.
Pela administragae do correio so faz publico
que as malas que devem eonduzir os vapores
cosleiros Pertinunga, e Jaguaribe, aquelle com
destino provincia de Macei e portos ioterme-
dioi, e esta ao Cear e portos tambem interme-
dios echam-se a d'aquelle do dia 5 s 2 horas
da tarde, e as deste no dia 6 tambem as 2 horas
da tarde ambos oeste correte mea.
Cooselho administrativo.
O conselho administrativo para forneeimento
do arsenal de guerra tem de comprar .os objectos
seguales :
Par o almoxarifado do presidio de Fernando de
Norooha.
Azeite doce, 24 medidas novas.
Vinho brinco engarrafado para missa, J2 ditas.
Farioha de trigo marca SSS, 6 barricas.
Assucar branco uno, 2 ditas.
Arroz pilado. 2 saccas.
Sal do Ass, 2 barricas.
Velas de carnauba, 1 caita.
Papel almago branco marca d'agua, ou marfim,
6 resmas.
Papel almago pautado dito dito, 12 ditas.
Pedras de louza 24.
Lapes de dita 100.
Peonas lapis 24.
Lacre fino, 2 libras.
Fita, ou cadasso estrello de cor (la de algodoe,
6 pecas.
Sola, 600 meioa.
Vaquetas 200.
Algodozinho de forro, 1,000 jardas.
Brochas, 20 melheiros.
Agulhas grossas 1,000.
Cravadores 500.
Vidros quebrados, 1 caixio.
Suvellas grossas 2,000.
Quem quizer vender taes objectos aprsenla aa
ims nroposlas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 boras aa mannaa uu \ii< c do -
tembro prximo viDdouro,
Sala das sesses do conselho administrativo
para forneeimento do arsenal de guerra, 28 de
agosto de 1861.
Dtnto Jos Lamenha Lins,
Coronel preaideote,
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Cooselho administrativo.
O conseibo administrativo para forneeimento
do arsenal de guerra tem de eomprar os objectos
seguiotes:
Para o corpo de guarnigo de Pernambueo.
Eofermraia militar.
1 Iirro para conta correte do agente, de 200
folhas.
1 dito para receituario diario, de 200 folhas.
1 dito para inventario do material da enfermara
de 100 folhas.
1 dito para carga dos instrumentos cirurgicos. de
50 folhas,
1 dito para inventario da botica, de 200 folhas.
1 dito para registro das entregas e sahidas dos
doenles, de 300 folhas.
1 dito dar langar-se os offlcios dirigidos, de 200
folhas.
1 dito para langar-se os ditos receidos, de 200
folbas.
1 dito para o enfermeiro-mr langar a roupa e
utensilios recebidos do amanuense, de 100
folhas.
1 dito particular do agente langar as despezas
diarias, de 100 folhas.
Quem quizer vender laes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretarla do
cooselho s 10 horas da manha do dia 4 de se-
tembro prximo vindonro.
Sala das sessoes do cooselho administrativo
para forneeimento do arsenal de guerra 28 de
agoslo de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins.
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Coronel vogal, secretario interino.
O lancador da recebedoria de rendas inter-
nas geraes, tendo de dar comego no dia 3 do
correte, o laogameoto dos differentes impostos
do bairro de Santo Antonio, pelo presente, aviss
aos doDos, gerentes, ou procuradores do estabe-
lecimentos que tenham promntos para serem a-
presentados no acto da colleeea1, os recibos, pa-
pis de tratos, ou escripturas de arrendamentos,
para em vista de taes documentos ser feito o
processo do langamento ; principiando pela ra
do Imperador, caes de S. Francisco, dito de
22 de Novembro, praga de Pedro ll, e ra do
Crespo.
Recebedoria de Pernambueo, 2 de setembro
de 1861.
O bogador
Tose Jernimo de Souza Limoeiro.
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PEKNAM-
BUCO.
Por esla secretaria se faz publico que na data
infra flea registrado o papel de destracto social
de Manoel Carvalho de Moura e Joo Teixeira de
Sooza Luna, cuja sociedade girava nesta praga
sob a razio social de Moura & Lima, Qcando per-
tencendo ao socio Monra todo o activo e passi-
vo de dita extincta sociedade, e deaonerado o
socio Lima de todas as transaeges; ficando as-
sim sem effeito o papel de trato firmado em 6 de
agosto prximo fiado.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambueo, 2 da setembro de 1861.
Julio Guimaraes,
Offlcial-maior.
O Illm. Sr. Inspector da thesouraria pro-
vincial manda fater publico, que do dia 3 do
correnle, por diante, pagam-se os ordenados dos
empregados proviociaes, vencidos no mee de a-'
goslo preikno (indo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 2 de setembro de 1861.
O secretario
Antonio Ferreira da Annunciago.
Pela subdelegacia de polica da Cipunga
faz-se publico, que ae acba recolhido cata da
detengio um preto, que diz chamarse Antonio,
e perteocer ao eapitio Barbosa : qum ae julgar
com direito (o mesmo escravo comparece nesta
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguiotes :
10* batalhao de infantina.
1800 covados de panno verde.
250 1/4 cotillos de panno preto.
24 3/16 covados de caaeoaira encarnada.
145 varas de cordao preto de retroz.
1440 varal de corJao preto de lia.
3402 1/2 varas de brim branco.
2502 12 varas ae algodozinho.
54 varas de galio de prata de urna pollegada de
largura.
40 1/2 varas de galio de prata de meia polle-
gada de largura.
5040 botoes grandes de metal broozeado de
n. 10.
2320 botoes pequeos de metal bronzeado de
o. 10.
12 varas de tranga da lia conforme o figurino.
378 botoes grandes de metal prateado de n. 10.
162 botos pequeos de metal prateado de
n. 10.
69 grosas, 6 duzias e 2 botoes pretos de osso.
360 pares le clcheles pretes.
360 bonetf.
27 bonets para msicos.
27 pares de platinas para msicos.
1001 esleas
i' batalhao de artilharia.
1940 eoTiiog de panno azul.
271 1/2 co'idpa de panno preto.
3682 1/2 mas de brim branco.
2712 1/2 viras de algodaozio.no.
15 varas ce tranga de lia conforme a figurino.
54 varas de galio de prata de .urna pollegada
de largura. ,
40 1/2 varas de galio de prata de meia polle-
gada de largura.
5149 botoes grandes de metal amarello n. 4.
1823 botdes pequeos de metal amarello n. 4.
378 boes grandes de metal prateado n. 4.
162 bodes pequeos de metal prateado n. 4.
98 groias, 6 duzias e 2 boloas pretos de osso.
388 pares de clcheles pretos.
368 bmets.
27 botis para msicos.
27 pa es de platinas para msicos.
1085 jsteiras.
Campanilla de artfices.
410 ovados de panno azul.
6f ovados de panno preto.
16 12 covados de c'asemira encarnada.
610 'aras de algodozinho.
830 'aras de brim branco:
744 boloes grandes de metal amarello n. 3.
60 toldes pequeos de metal amarello n. 3.
21 gotas e 10 duzias de botoes pretos de osso.
88 pares de clcheles pretos.
88 pares de platinas conforme o figurino.
244 esleirs.
88 loneta.
8a batalhao de infantaria.
54 'aras de galo de prata de urna pollegada
de la gura.
401/2 varas de galio de prata de meia polle-
gadt de largura.
1:5 varas de cordao preto de retroz.
3i8 botoes grandes de metal prateado n. 8.
1(2 botoes pequeos de metal prateado n.8.
9o batalhao de infantaria.
11 1/4 eovados de casemira encarnada,
vuem quizer vender taes objectos aprsente as
suis propostas em carta fechada, na secretaria do
cmselho, is 10 broas da manha do dia 9 de se-
tembro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para forneeimento do arsenal de guerra, 30 de
agosto de 1801.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco ,/oacjuim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela contadoria da cmara municipal do
Recite se faz publico, que no ultimo de setem-
bro prximo futuro finda-se o prazo marcado pa-
ra pagamento do imposto de estabelecimento com
a multa de tres por cento ; e todos aquelles que
deixarem de pagar Qcam sujeitos a mulla do du-
plo do valor do mesmo imposto.
Cmara municipal do Recite 27 de agosto de
1861.O contador.
Joaquim Tavares Rodovalho.
Yice consolato.
Di S M. II R Vittorio Erna-
nueie II. in Pernambueo.
Esseodr si aperlo in Italia unasoscriziooe per
innalzate un monumento al l' insigne U o majad i
Stalo, i grande Patriota, l'universalmente cvm-
pianto a Cont di Cavour, e volendosi con que)
monumento altestare ai posteri la ric onoceoza
degli Ilaiiani pella grsnd' opera dell Uoil, Li-
berta e Independenza, della nostra penisola,
alia quale tanto contribu col vasto suo intelleto,
col l* acune del suo perspicace ingegno, coll' in-
tensit iell' incredibile sua attivit, e coll' ope-
rozita dil suo gran cnore. II vice consol resi-
dente in questa citt, ad instauza dell' 111"* Sig.
Consol Genrale di S. M. in Rio di Janeiro in-
vita tull, i suddili Italiani, qui residenti, a con-
correre fine si realizzi questo atto di grande
reconosceoza.
Per la nalisazione delle soscrizioni, di quelli,
che generosamente vogliano concorrere colla loro
offerta per questo invito, lo possono fare al Vice
Consolato Italiano, Ra do Trapiehe n. 15 sino
al giornol5 del mese di settembre prossimo.
Pernanbuuco 22. Agosto 1861.
II Vice Consol
Jos Teixeira Bastos.
Santa casi de misericordia do
Recife.
A Illma, junta administrativa da irmandade da
santa casa de misericordia do Recife manda fazer
publicc, que oo dia 5 do prximo futuro mee de
setembio, pelas 4 horas da tarde, na sala de suas
sesses, iro praga para serem arrematadas a
quem miis der as rendas das casas os. 4 da ra
de SaDtaTherezs, e 30 da ra da Calgada, pelo
tempo que decorrer do dia da arrematagao a 30
de junho de 1863. Os pretendenles devem com-
parecer no dia a hora aprazados acompanhados de
seus Uilores, ou muoidos de cartas deetes. *
Secretaria da Saota Casa da Misericordia do
Recife 0 de agosto de 1861.
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Escrivio.
O palhabote nacional Dous Amigos, capilio
Francisco Jos de Araujo. segu para a Baha em
poucos das ; para o resto da csrga que lhe Calta,
trata-ae com sen consignatario Francisco L. O.
Azevedo, na ra da Madre de Dos n. 12.
jfeltv
t*y. sf
Par* Lisboa ePorto
Segu com brevidade a barca portugueza San-
ta Clara, capitio Antonio Ventura dos San'.os
Neves, para carga e passageiros, tendo para estes
exeelleotes eommodos : trata-se com Azevedo 4
Mendes, ra da Cruz n. 1, ou com O capitio na
praga.
Aracaty.
Segu n estes dias o biate Ved ata; para o
resto da carga trata-se com Caetaoo Cyriaco da
C. H. Si Irmao, no lado do Corpo Santn 23.
Para Lisboa segu com a maior brevidade
o brigue portuguez Relmpago : quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagem, para o
que offerece os melhores eommodos, trate com
Xhomaz de Aquino Fonseca, na ra do Vigario
e>. 19, ou com o capitio na praga do commercio
Para Lisboa.
Pretende seguir neslea oito dias a veleira es-
cuna portugueza Emilia, capilio Jos Caelano
da Silva, tem parte de seu carregamento a bordo
para o resto que lhe falta e passageiros para os
quaes tem exeelleotes eommodos trata-se com
os seus consignatarios Azevedo & Mendes, no
seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
gao do agente 01iveira.de grande porgio defer-
ragens e miudezas propriaa daale marcada, e
que serio vendidas sem reserva de pregos para
liquidago Je certas facturas :
Quinta-feira 5
do correte, is 10 horas da manha, ao
maxem ra da Cruz do Recife.
Avisos diversos.
seu ar-
LOT1RIA
Tendo sido approvadopelo Exm. Sr.
presidente da provincia o plano abaixo
tramcripto para a extracto das lote-
ras o abaixo assignado espera do res-
peitavel publico pernambucano e flu-
minense a concurrencia na compra do
bilhetes.
A lotera e a stima parte da quarta
do Gymnasio Pernambucano cujos b-
Ibetes se achaca a venda na thesouraria
das loterias na ra do Crespo n. 15, pa-
vimento terreo e as casas commissio-
nadas. A. extraccao tera' lugar impre-
terivelmente no dia 18 do corrente no
consistorio da igreja de N. S. do Livrt,-
mento pelas 8 horas da manha. Os
premios serao pagos depois da distri*
buicao das listas.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
PLANO.
6000 bilhetes a 5.............. 30000*00(1
6:0000000
Beneficio e sello de 20 por cento-
Liquido.
24:0005000
COSPJMeu FERlMfBlICAIU
DB
Navegad costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu'e Granja.
O vapor tJaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os pertos do norte no dia 6 de se-
tembro as 4 horas da larde.
Recebe carga at o dia 5 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diubeiro a frete at o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro
Pretende seguir com muila brevidade o brigue
escuna Joven Arthur, para o resto da carga que
lhe falta trata-se com os seus consignalarioi
Azevedo & Mendes, no seu escriptorio ra da
Crux n. 1. w
Para o Aracaty
o hiate cSanta Rita, para carga trata-se com
Martios & Irmio ou com o mestre Antonio Jos
Alves.
Para o Ass e Aracaty
segu at odia 31 do corrente o hiate Beberi-
be, mestre Bernardino Jos Baodeira : a tratar
na ra do Vigario u. 5.
1
1
1
1
4
S
20
50
106
1806
Premio de............ 6:000$
Dito de........ 3:000
Dito de............ l:O00g
Ditode................ 500J
Ditos de 2000......... 8000
Ditos de 100J........ 8000
de 400........ 8000
de 200........ 1.0000
de 100......... 1:0603
Ditos
Ditos
Ditos
Ditos
de 59........9:040$
2000 Premiados.
4000 Brancos.
---------24:0005000
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMANO.
Prepara-ae em festejo ao memoravel dia 7 de
setembro. o drama em cinco actos e seis quadros
original francez,
IGNEZ BERN4U.
Os bilhetes tanto de camarotes como de pla-
teas e cadras, que sero vendidos para os dias
7 e 8, achan-se desde j & dtsposi;io do publico
no escriptorio do thealro, bem como as eocom-
meodas.
Os especaculos serio em tempo circumstan-
ciadamente annunciados. tjjfr
Alisos martimos.

Vende-se a escuna porlnguea Emilia, de lote
de 108 toneladaa portugnesaa, bees construida,
forrada e eicavilhada de cobre, maito veleira a
preparada a navegar para qualquer parte, tendo
sido empreada desde que- sanio do eataleiro a
condutir frictaa de Lisboa para a Inglaterra:
quem a pretender pode examioa-la no ancora-
douro deste porto nodo se cha Tundeada, e pa-
Baha*
Segu a sumaca Hortencia, capilio Belchioi
Maciel Araujo ; para o resto da carga que lhe
falta e passageiros, trata-se com Azevedo & Men-
des, ra da Cruz n. 1.
Almirante.
Segu para o Rio de Janeiro o brigue nacional
Almirante. capitio Henrique Correia Freitas, o
qual tem parte da carga prompta : para o resto
que lhe falta e escravos a frete, trata-se com
Azevedo & Mendes, ra da Cruz n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Persinunga, commandante Moura,
segu viagem para os portos do sul de sua esca-
la no dia 3 de setembro as 4 boras da larde. Re-
cebe carga at q dia 4 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete ateo dia
da sahida 1 hora : escriptorio no Forte do Mal-
los n. 1.
Zasboa e Porto,
a barca Flor de S. Simio, vai sahir nestas dias
por j ter quasi prompto o seu carregamento,
reeebe anda alguma carga para os dous portos,
e passageiros, para os quaes tem exeelleotes
eommodos : a tratar com Carvalho, Nogueira &
C, na ra do Vigario n. 9, prlmeiro andar,
Porto por Lisboa
Segu em breves dias a barca nacional There-
za I por ter sua carga engajada e parte della ji
a bordo, recebe enicamenle passageiros, para o
Se tem exeelleotes eommodos, e trata-so com
Itar & Oliveira, ra da Cadeia do Recife n. 12.
______Leiloes._______
Continuaco do leilo
DE
FAZENDAS
a retalho.
Terca-feira 3 do corrente.
Antones continuar a vender a retalho a voc-
tade dos compradores, fazendas de todas aa qua-
lidades que serio vendidas sem reserva de prego
Bem como
duas escravas proprias para o servido de urna
casa e duas vaccas de leite sem cria e um bom
carro de 4 rodas em perfeito estado, que ser
entregue pelo maior preco obtido as 11 horas
em ponto do referido dia.
LE1LA0
DE
Movis e escravos
Quarta-feira 4 do corrente.
Costa Carvalho far leilo oo dia aa 11 horas
em ponto no sen armazem na ra do Imperador
n. 35, de di Eferentes movis existente em seo
armazem, bem coma Tender alguna aerares
eea reserva de psec.
LEILO
A 5 do corrente.
Barroca & Uedeiros farao Idilio por interven-
6000 Bilhetes.
N. B: As sortes maiores de 400$ es-
tao sujeitos aos descontos das leis The-
souraria das lotera'. 2 de setembro de
1861.O thesoureiro, Antonio Jos
Rodrigues de Souza.
ApproTO.Palacio do governo de
Pernambueo 2 de setembro de 1861.>
Nunes Gticalves.
Conforme. Francisco Lucio de
Castro.
No sitio da Sra. viuva Lasserre na Capuoga
precisa-se de um escravo para todo o seivigo:
a tratar no mesmo sitio ou na ra da Cadeia nu-
mero 20.
O capito de mar e guerra Eltzta-
rto Antonio dos Santos e sua familia,
de partida hoje para o Rio de Janeiro,
quasi repentinamente despedem-se de
todas as pessoas que amito os honra-
ra m com as suas amisades e por falta
de tempo nao o poderam fazer pessoal-
mente, olTerecendo- se-lhes alli com a
maior sinceridade para tudo quanto
possam prestar.
Madama e mademoiselle Morti-
mer e seu neto de 5 annos de idade,
retiram-se para Liverpool.
Amaro Januario Francisco de Paula avise
ao respeitavel publico que, desde 16 de julho da
corrente anno deixou de ser fiador da casa per-
tencente ao Sr. Joo Uuniz de Santa Rosa, em a
qual mora Casimira Francisca das Yirgeos, o
que faz publico por nao haver aioda recebi lo a
carta de fianza que prestou, nao obstante te -la
pedido ao referido proprietsrio.
Joc Rodrigues Campello, tendo perfeito
conhecimento d'agricullura, est prompto a ser-
vir com administrador d'algum eogenho ou sitio,
d fiador sua conducta : quem precisar do seu
presumo dirija-se casa do tenente-coronel Vil-
lela, na ra Formosa n. 4.
Precisa-se
de 600&000 a juros por tempo de cinco mezes,
hypolhecaodo-se urna excellente casa, sita em
urna das estacoea da estrada de ferro, que rende
20-jOOO rs. mensaes de aluguel, ficando esse ren-
dimento de juros da quaotia pedida: a tratar
na loja de encadernagao junto igreja da Con-
gregcSo.
Lourenco de Carvalho d'Araujo.Filho mu-
dou o nome para Loureuco de Carvalho d'Arau-
jo Cavslcante.
Precisa-se
comprar dous espelhos novos ou em segunda
mo, mas em bom estado, e que teuham pouco
mais ou menos 5 palmos do comprido e 3 de
largura, e que os vidros nao tenbam deleito al-
gum. Tambem se precisa de um lustre para
azeite com tres ou qualro luzes, broozeado oo.
dourado, e que esteja em bom estado : a tratar
na ra do Amorim o. 17.
Precisa-se de nina ama de leite : na praca
do Corpo Santo n. 17.
Recib do Sr. Manoel Luiz da Veiga a
quantia de qualrocentos mil res, com a qual me
dou por pago e satisfeito do principal, juros e
custas na execuco que movo contra o mesmo
senbor, na qualidade de responsavel na divida
do finado Manoel Antonio Pinto da Silva, e pola
presente fica de nenhum effeito a mesma execu-
co, servindo este de quitado ao mesmo se-
nhor. Recife 2 de setemnro de 1861.-Joaquim
da Silva Lopes.
Ris 400J0OO.
Praca.
Terca-feira 3 de setembro a praga para a
venda dos movis penhorados a D. Candida
Mara de Araujo. O prego coi>ida.
Alugam-s dous mulalinhos de 14 16
annos. para copeiros ou criados ; na ra da Ca-
deia do Recife n. 50 A.
Precisa-se de urna ama : na ra das Cruzes
n. 24, esquina da travessa do ouvidor.
traucscu^BalUiaaraa Sveira e sua
familia pedem aos seus amigos e parentes,
que Ihesfagam o caridoso obsequio de as-
sislir a missa que do dia 7 do correte pe-
las 9 horas da manha se ha de dlzer na
matriz da Boa-Vista, pela alma de seu fal-
lecido lio o Sr. coronel O. Braz Batthazar
da Silveira. e pela alma do finado Sr. con-
solhelro Cvoriano Jos Velloso.
^^Venae^se urna escrava criouia Doa cosi-
nbeira. de idade 30 annos : na ra eatreita do
Rosario n. 1.
Offerece-se umacrioula de meia idade pa-
ra ama de casa de pooca familia ou homem sol-
teiro e mesmo para casa de maior familia, con-
forme o ajuste, a qual cosloha perfeitameote.
engomma, ensaboa e sabe tratar da doentes ;
no becco do Veras n. 2, casa da Sra. Adriana.
Aluga-se oterceiro andar da casa da ra
do Pilar n. 143, a qual tem vista para o mar e
multo fresco : a tratar na taberna por balso.
N.iUL\GIA-Bi.HTH0L01EI
Boa Ura do Rosario n. 36
Rob l'Affecieur.
Pilulaa de Allexou.
Pilulaa americanas. _
Vermfugo inglez.
Pilulaa Hollowiy. )
Ungento Hollowey.
I
- <


m
DIABIO DI MMlilMCOO. fc- TERC*- ttAk 3 DE SETEMBRO BE 1811.
Joias,
Seraflro & Irmao.com loja de ourives di ra
do Cabug o. 11, sclenliQcam s toaos os eus fre-
gueses amigos, que por terem graude soriimento
de novas e delicadas obras de ouro, conliouam a
vender o mais em coota possivel. e se responsa-
bilisam pelas qualidades do ouro, prata, diaman-
tes, brilhantes, mencionando ditas qualidades em
urna coota impressa que costumam psssar : os
meamos previnem que nioguera se deixe illudir
por individuos que ndam vendendo obras por
lora desta pra$a, dieeodo seren da casa dos mea-
mos, pois nuuca lireram era teem pessoa algu-
nu encarregada de ven O acadmico uo 3.Vanno, natural da Bahia,
que se refere o cbaroado],oo Diario de 30 de
agosto, no dia posterior ao vencimento do alu-
guel do bem conhecido sobrado de tres andares
na ra da Imperatriz, cujo veocimeoto leve lu-
gar no dia 27 do raesmo mez, pedio a seu pro-
prietario a demorado pagamento at o dia 31,
que arjDuio o mesmo seohor, mediante o paga-
mento dos das que se vencessem, visto nao que-
rer roceber a chave seno depois da paga do alu-
gnet: dous dias depois deste convenio em sua
residencia, e um antes de vencer-se o tempo con-
veocionado, apparece o tal chamado pelo Diaria
de 30 at para pagar os atrasados veocimeotos :
deve o mesmo acadmico declarar que a somma
dos veocimeotos atrasado* de 666 rs. que dei-
xou de ser paga por nao haver troco quando ae
Tenceu o aluguel da torre inclinada : pelo pre-
sente declara o acadmico ao Sr. proprietario do
castello, que se uo rosponsibilisa pelo tempo
que decorrer do dia 31 de agosto em diante, vis-
to t-r i lo Ihe entregar a chave e o diuheiro, e o
proprietario nao querer receber em virlude da
autoriaaco que o acadmico apresentra so pro-
prietario para recebar dello 19J992 a que o Sr.
proprietario se negara : tambera autorisa ao Sr.
proprietario a declarar seu nome de que fura
araeacado no Diarlo de 30, visto nao poder pro-
vir desar algum disto, para o que nao autorisa,
porui para dirigir-lhe doestot, e se o zer pro-
testa desde j retribui-Ios com o mais solemne
desprezo, e declara ao mesmo senhor que mora
na ra dos Pretores, nos Coelhos, casa n. 3,
quanlo quizer receber o seu dioheiro pode, visto
nao querer receber na sua casa.
laWDSlTA.
Se o annunciaate da loja da ra do Crespo n.
9 quer saber alguma cousa do espolio do nao fal-
lecido Joaquim GoncaWes Bastos, dirija-se a ra
do Rosario da Boa-Vista n. 26. que do proprio
receber as informacoes respectivas desse futuro
espolio, e nao do abaiio assigoado, que se julga
incompetente.Francisco Amonio Bastos
Fugio no dia 22 de agosto passado um preto
de nome Ricardo, oaco Costa, alto, magro, tem
nos pannos no rosto, representa ter 40 annos de
idade, levou um baria velho e alguma roupa, tem
sido visto nos arrabaldes desta cidade; roga-se
as autoridades policiaesou qualquer pessoa o ap-
prehendam e mandem ra da Cadeia Velha n.
1, a entregar ao abaixo assigoado, que ser pago
todo o seu Uabaiho.Jos GoncaWes Torres.
O Sr. .'os Joaquim Xavier Sobreira de Mel-
lo, procurador da cmara municipal de Olinda,
queira dirigirse a rna Direita n. 8, para receber
olaudemio de um solo pertenceole a mesma c-
mara.
Perdtu-se urna pulseira de ouro de lei, des-
de a Soledade at a Santa Cruz : a pessoa que
acbou. querendo restitu-la, leve Soledade. ca-
sa o. 7, de Francisco das Flores, que ser bem
recompensada.
Aluga-se urna escrava para o servico inter-
no de urna casa de peuca familia : quem preten-
der, dirija-se a ra do Cabug n. 5, loja de cera.
Offerece-se um homem solteiro para criado
ou feitor de engenho, o qual entende de ambas
as occupaces : na ra Nova de Santa Rila n. 7.
Quem precisar de urna ama para cozinhar e
engommar para casa de homem solteiro, dirija-
se a ra do Jardim n. 7, que se dir quem .
Monte Po Popular Per-
nambuano.
Quwta-feira 4 do correte hatera sesso geral
oTir.ordioarin pPU 7 hnras da noite. oara Be
tratar de negocio importante, convido, portanto,
aos senhores socios para que se dignem de com-
parecer.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 1 de setembrodel861.
Joo Francisco Marques,
1." secretario.
No dia 3 do correte, depois da audiencia do
juiz municipal da primeira vara, tem de ser arre-
matado por venda seis casinhas tapadas de barro
e urna em aberto em chaos pertencentes a Mxi-
mo Jos dos Santos Andrade, no lugar da Torre,
freguezia dos Afogados, urna casa tapada de bar-
ro e coberla de telha, avahada por 120$, urna dita
por 1209. urna dita por 509, urna dita por 30JJ,
urna dita tapada de barro e coberta de palha por
20$, urna dita por 20$, urna dita em aberto e co-
berta de palha por 10, as quaes vio i prsga por
execuco de Mximo Jos dos Santos Andrade
contra os menores de Francisco Borges Mendes.
Gaz liquido.
Em casa de Samuel P. Johnston & C, ra da
. Seozala Nova o. 42, vendem-se latas com 5ga-
15es de Kerosine.
Vende-se urna esclava lavadeira e engom-
madeira e cozioheira, de nago Costa : quem pre-
tender, dirija-se a ra Imperial n. 253.
Atteoco.
Vende-se urna casa sita na villa da Escada,
muito propria para negocio por ser no pateo da
feira : os prelendentes dirijam-se a mesma villa,
no paleo da feira, ra da Cadeia, que achara co
Novo estabelecimenio de
cabelleireiro, no bairo
do Recife;, ruada Ca-
deia n. 55, 4/ andar.
JOO GODOFREDO PINTO, artista cabelleirei
re, acaba de estabelecer-se na ra da Cadeia do
Recifo n. 55, primeiro andar, e offerece-se por-
tanto 10 respeilavel publico para exercer as func-
c6es de sua arte, com aceio e promptidao. Neste
eslabelecimanto enconlraro sempre os freguezes
o gosto necessario que se exige no exercicio des-
ta arte. Este novo estabalecimento que principia
hoje a desabrochar, se torna necessario a coad-
juva;o do respeilavel publico em que confia o
artista cabelleireiro. Recebe encommendas de
cabelleiraa para seohora, ditas para homens,
crescentes, enchimedtos para bandos, marrafas,
trancas para aunis, irancelins, cadeiras para re-
logios, braceletes, quadros lumulares, memorias,
Armas, etc.. etc., CORTES DE CABELLSE FRI-
ZADOS. Lava-se a caber. com a excelleote
AGUA IMPERIAL. Tioge-se cabellos, barbas,
etc., etc., por um procesas facilimo, e que urna
vez tintos jamis mudarlo a cor. Extravio das
caspas por meio do TRICOPHENUS : este excel-
leote remedio para extinguir por urna vez as cas-
pas, e fazer reoaacer os cabellos, se torna asss
recommendaval.
s
i
*
i
a
O bacharel Witrutio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23, sobrado da es-
quina que volts para a
camboa do Carmo.
Feitor.
PrtciU'i de dtt eiof que saiba bem de
de plantar e trabalbar de anchada no seu officlo,
que seja capaz e fiel, para casa de um estrangei-
ro, dirija-se ao sitio de portio de ferro, na frente
do palacio do bispo.
Transferencia.
O correio particular da Parahiba do Norte, tica
desta dita em diante transferido para s casa de
Travasso Jnior & C : ra do Amorim n. 58.
Ama.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO D0UT0
. SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias'uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian-
eos, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias sypkililicas, todas as especies dt febns,
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOBEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus elfeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos preco s mais commodos pos-
sivets.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente rendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem (ora della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de! um
impresso com um emblema em relevo, teudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
Tie do Dr. Sabino sao falsos^
Na ra da Soledade sobrado n. 80, existe urna
mulher portugueza que propde-se a ser ama, pa-
ra cujo myster tem as habilitacoes necessarias:
quem dos seus servicos precisar pode dirigir-se
a casa cima mencionada.
Deseja-se fallar com o Sr. Francisco An-
tonio Bastos, para se saber algumas inlbrmages
do espolio deixado pelo fallecido Joaquim Gon-
Salves Bastos, dirigindo-se a rus de Crespo loja
u y.
Aluga-se urna excellente casa de
campo com todas as commoidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poa-
co tempo com terraco a roda, sita na
entrada do Poco; a tratar com os pro-
prietariosN. O. Bieber & C, successo-
res, ra da Cruz n. 4.
' -7 Preclsa-se de um caixeiro portagez, pre-
erindo-se dos chegados ltimamente, para urna
taberna distante desta praca 12 leguas, aflan-
cando-se-lheo bom tralamento ; a tratar na ra
da Praia n. 29.
$#
V Precisa-se de urna ama para com>rar e O
0 cosiohar para urna pessoa : no becco do %
0 Padre n. 6, primeiro andar. A
#
Na travessa da ra das Crizes n.
2, primeiro andar, continua-se atingir
com toda a perfeico para quilquer
cor e o mais barato possivel.
Sociedade bancada.
Amorim, Fragoso,Santos & C. sacam etomam
saques sobre a pra;a de Lisboa.
Publica^es do Instituto Ho-
nieopathico do Brasil.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Fraderic Gautier,cirargiaodenlisla, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
den tes arliiciaes, lado com a superiori-
dade e parfeico que as pessoasentendi-
das Inereconhecem.
J Tem agua e psdentifriciosote.
9H9M8 wmtm&twMmHmmS
TIlESOtRO HOlIEOPATIHfO
ou
YAE-MECUB DO HOMFOPATHL
(Segunda edieco consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina to-
nieopathico
PELO DR.
I SABINO OL. PINHO.
Cootinuam as assignaturas para estas obrasa
209OOO em brochura at dezembro. Desse tempo
em diante as assignaturas sero elevadas a n.
25000.
Ra de Santo Amaro (Mundo Noto) o. 6.
Perda
Perdeu-se da ra dos Pires at 0 Campo Ver-
de urna pulseira de ouro, na noite de 29 do cor-
rente : quem a achou querendo-a restituir diri-
ja-se a ra Velha n. 66, que receber 108 de
graticago.
Os armazeos da ra da Lapa n. 13, e ra
do Costa n. 10, recebem gneros para recolhe-
rem por menos de que costumam receber ou tros:
quem pretender, dirija-se ao n. 13, que achara
com quem tratar ; assim como sealugs um dos
meamos armazens.
Aluga-se o primeiro andar da tasan. 37 da
ra do Amorim : a tratar na ra daCideia c. 62,
sec
undo andar.
Feitor.
s
3Roa estreita do Rosario3
9 Francisco Pinto Ozorio continua a col- Z
9 locar dentes arliiciaes tanto por meio de Z
filmlas como pela presso do ar, nao re- I
% ceba paga alguma semque as obras nao g
^ liquem a vontade de seus dorios, tem pos Z
0 e outras prepararles as mais acreditadas 2
51 para conservarlo da bocea.
s$8 @ eseeee
31 Ra Direita 31.
Chegaram os tao desejados vidros para vidra-
s, em caixas.
VeoJe-se urna planlago de capim em esta-
-do de se cortar, perto desta cidade, a margem do
rio Capibaribe: a tratar na ruad) Crespo n. 25 A.
BREU.
Vendem-se barris com breu de muitoboa qua-
Jidade : na ra da Madre de Dos o. 2.
Precisa-se alugar urna preia escrava que sai-
lia lavsr e engoasmar : juem tiver queira diri-
^ir-sea ra do Trapiche Novo a. 12.
A pessoa que lier para alugar urna preta
ou moleque que seja fiel, dirija-se a ra do Li-
-vramento n. 11, segundo andar.
Vende-se arroz pilado em saccas, muito
superior, viudo da provincia do Alagoas, por pre-
-.co commodo: a tratar na travessa do arsenal de
miajuerra ?. 1 a 3,
^anteiga ingleza a 800 rs. e
960, f-Aceza a 640, queijos
do vapor a 1,900 rs.
Cha muito bom a 29700, caf lavado a 260 e
200 rs arroz a 100 rs., toucinho a 320, esp%-
macete a 720, bolachinha a 3$ a barrica, em li-
bras a 160 rs., tabo masa a 200 rs. e 160, ce-
bolas a 1^280 o cento, azeite de carrapatoa 440:
no armazem da estralla, largo do Paraizo n. 14.
Bales de cordo.
Chegaram a loja da ra da Cadeia, esquina da
ra da Madre de Doos, os ecooomicos bales de
cordao, que se vendem pelo barato preco de 3$
cada um.
T
ra piche
Sarao do Livrameiilo.
Largo da assembla n. 15,
Ha continuamente para vender, neste novo es-
-tabelecimeoto o aeguiole :
Cera de carnauba em porgues ou a retalho,
qualidade regular e superior.
Cebo do Porto em eaixlohas de 1 arroba a 4.
Barricas com sebo do Rio Grande em porces
4>u s retalho.
Velas de carnauba pura em caixiohas do 1 a 2
or-rebas.
_ JUios de sola, differeolee qualidades, em por-
rees su a retalho.
Cauiohon curtidos.
Farinha de mandioca por 1$5O0 o sacco.
faieUo em saceos grandes por 3JI800 o sacco.
Pe chincha
Tasto Irmaoi acabara de receber nova porcao
de chicotes jnglezes para carro, eabriolet, mon-
taa e csqs. Os Srs. donos de cocheiras teem
boa oceasiio de supprirem-se de booi e baratos
chicotes.
Livros baratos.
Vendem-se os seguintes romances, escriptos
por E. Sues, A. Dumas, Cooper, Rousseau, e ou-
tros bons autores, quasi todos novos e por preco
commodo : na praca da Independencia, loja de
chapeos n. 3i : Jos Balsamo 1 volume, a Viga
de Koat-ven 1 vol., o Pastor d'Asbourg 3 vol.,
Alexina 4 vol., o espio 2 vols., a Nova Heloise
ou cartas de dous amantes 4 vols., Victor ou o
Menino da Selva 4 vols., os Orphosinhos d'Al-
deia 4 vols., o Menino da Pra;a Nova 4 vols., a
Bananeira 2 vols., Adriana 3 vols., Leonel Lin-
colin 2 vols.,s Esposos Desgranados 1 vol.
Attenco.
s
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
cozinhar e comprar na ra : a tratar na ra Nova
numero 17.
Vende-se a propriedade denominada ilha
do toc Grande junto a barra de Serinhaem, com
120 ps de coqueiros grandes e 40 novos, com
terreno para so plantar o numero que se quizer:
os sreteadeates entendamse no engenho Guerra
do Cabo com o seu proprietario.
Aluga-se um armazem na ra nova de San-
ta Rita {frente na ribeira do peixe) o. 19, com
sufficieneia para qualquer ettabelecimeato por
maior que elle seja, pode recolher para mais de
6.000 barricas, ou de 300 a 400 pipas chelas, e
outras tantas vasias, ou outrot quaeaquar volu-
ntes na proporco, com a ranlagem de ter no fun-
do trapiche e guindaste, pelo qual pode embar-
car e desembarcar assucar eom toda a mar : a
entender-se com o proorietario Manoel Pereira
Lemoa, no caes do Ramos n. 10.
Aluga-se a loja do sobrade da me do Ara-
g&o n. 16, eom armario para qualquer estabale-
cimento : quem a pretender, dirija-ie a ra do
Crespo, loja o, 7.
Precisa-se de um feitor : na ra di Cadeia n.
35, loja de Ferreira & Malheus.
Aioda se acha fgido o escravo Cosme, cri-
oulo, idade de 35 annos, estatura regular, testa
grande, com falta de dentes na frente, costuma
mascar fumo e dado a bebidas, foi o iscravo do
Sr. tenente-coronel Joo Valentim Vella, tem
officio de pedreiro e carapina, tem sioo visto na
Passagem esuas immediages, porm talvez te-
nhs ido para o engenho Crauass, acole tem u irmo gemeo chamado Damio, que tambem foi
escravo da sogra do mesmo Sr. Vilelli, e vendi-
do para o mesmo engenho, elle milito conhe-
cido ; pelo que roga-se a todas as ititoridades
policiaes, capiles de campo, e a queu mais Ihe
convier, o favor de o prendereis e coaduzi-lo ao
seu senhor Antonio Leal de Barros, to seu sitio
na ra de Joo Fernindes Vieira, junto ao Man-
guinho, que gratificar generosamente
Precisa-se alugar um preto; a tratar na
padaria da ra da Matriz da Boa-Vista n. 26.
Francisco Jos Correia vai para o Rio de
Janeiro.
Compram-se moedas de ouro de SOJKHX):
na ra da Cadeia, loja de fazendas n. 51.
Aluga-se um sitios estrada do Rossrioho
u. 7, a entender-se no arsenal de mariu.ia com o
ajudante do mesmo arsenal.
Precisa-se alugar urna preta ou moleque
que saiba vender na ra : quem ti ver fueiradiri-
8ir-se na ra das Cinco Pontas n. 54.
Jos Antonio de Seixss vai para fora da
provincia.
Casa para alugar.
Um sobrado de um andar muito frese* por pre-
go commodo na ra Imperial lado da sombra n.
116 : a tratar no largo do Terreo n. 141.
Urna pessoa capaz, que vai irovinqia do
Cear, onde pretende demorar-se alguna mezes,
offerece-se aos Srs. commerciantes desta praca e
mais pessoas, que tenham devedorts naquella
provincia, principalmente no centro, para encar-
regar-se da cobranza deseas dividas, quer ami-
gavel. quer judicialmente, para cujo lira prestar
as precisas garantias. Quem desejar tratar a res-
peito dirija-se ao pateo do Terco sobado de um
andar, n. 28.
Precisa-se de um caixeiro de idade de 12 a
15 annos para taberna : na ra do Vondego nu-
mero 97.
Precisa-se de um preto sem 'icios para o
servico externo : na ra do Cabug i, 3, terceiro
andar.
Precisa-se alugar urna casa teirea qu te-
cha quintal, no bairro da Boa-Vista, ou de S.
Jos : na ra Nova n. 42, loja.
Attenco.
Castriciano Marques de Gooveia, arrematante
das dividas activas da massa fallida de Caminba,
Irmos&C, previne aos devedores da referida
massa que nesta data cooslitoe seu kastante pro-
curador paaswliquidago das cobringas ao Sr.
Francisco flfurcio de Souza Neves,
Aluga-se, o sobrado n. 2 B da na do Apollo,
j a casa terrea o. 27 da ra do Burfos a tratar na
ra da Aurora n. 36.
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandei da Silva Bei-
riz, ra dos Pires n. 42vvende-se a muito acre-
ditada bolacbinha quadrada,d'agua, propria para
deentes, bolacbioba de ararula e dita de moldes.
Precisa-se alugar um sobrado de 1 andar
na bairro da Boa-Vata : quem o tiver dirija-se
ra doa Coelhos n. 8, ou so Sr. Rgueiroa, que
Ihe dir quem o pretende.
Do sobrada da. ra Nova n. 56 fugio-um sa-
bia : quem a apachar e entregar em dita casa,
ser generosamente recompensado^
Transferencia
correio particular da PaiaLiba do
Norte, fica desta data em diante trans-
ferido para a casa de Travastos Jnior
& C, ra do Amorim n. 68.
A commissao liquidadora dos credores da
casa do fallecido Manoel Buarque de Macedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letrss ou contas de livros, que se diri-
jan) com os seus ttulos ra da Cadeia do Re-
cite n. 26. primeiro andar, das 10 horss da ma-
nha s 2 da larde, para serem verificados e cas-
siQcados pela referida commissao
O Sr. Brasiliano Francisco de Paes Barreto
tenna a bondade de vir fallar na loja do Germano,
relojoeiro, na rus Nova n. 21, Tisto ignorar-se
aonde o mesmo senhor mora.
O Dr. Joo Ferreira da Silva, de volla de
sua nagem, est morando na ra larga do Ro-
sario n. 20, e contina no exercicio de sua pro-
nssao, dedicando-se especialmente a pratica de
operarles cirurgicas.
o abaixo assigoado, correspondente do Sr.
Joaquim Correia de Araujo, senhor do engenho
Marinara, em S. Lourengo da Malla, declara que
nao se entende com dito seu correspondente os
annuncios chamando aoutrem de igual nome, a
comparecer na loja de calcado da ra da Impera-
triz n. 16, e como nlo seja essa a nica loja que
tenha chamado pelo Diario'a esse Joaquim Cor-
reia de Araujo, declara o mesmo abaixo assigoa-
do que seu correspondente nada deve nesta praca
a pessoa alguma, e que se houver alguem que se
julgue seu credorpor qualquer titulo, hoja de o
apresentar em sua casa, ra nova dos Pires nu-
mero 30.Manoel Gomes Viegaa.
S Gurgel & Perdiga. I
Beceberam diversas fazendas ]
. modernas para a sua loja da ra j
l da Cadeia do Recife n. 23.
commissao liquidadora dos|cre-
dores da massa do.tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aos Srs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commissao todos os dias uteisdas 10 ho-
ras da manhaa as 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a tancar
mao dos meios judiciaes ou do jornal
para haver essas importancias de que
sao seus devedores.
OSr. Fran-f
cisco de Carvalho Paes 9
de Andrade, antes de se
retirar para o centro, @
queira ir a loja de fa- #
zeodas n. 23 da ra da
Cadeia do Recife, para
cujo im nao extranho. &
Manoel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Gabinete medico cirurgico.
i Ra das Flores n. 37.
4) Sero dadas consolas medlcas-cirurgi-
a) cas pelo Dr. Estevo Cavalcan de Albu- i
a querque das 6 as 10 horas da manhaa. r-
aj cuuinao aos enarcados com a maior bre- i
vidade possivel. i
aa> Partos. i
^ 2.* Molestias de pelle. i
aj 3.* dem dos olhos. i
4.* dem dos orgos genitaes. i
a) Praticar toda e qualquer operaco em i
g seu gabinete ou em casa dos doantes con-
ay forme Ihes fr maia conveniente. i

Sacam subre Lisboa
Aranaga, Hijo Si C ra do Ti a piche
Novon. 6.

9 Jorge Vctor Jnior, d liccoes de piano f|
nesta cidade e seus arrabaldes. Pode ser 0
# procurado na ra Nova n. 25. #

Vocal e instru-
mental.
MANOEL AUGUSTO DE MENEZES COSTA d
lines de msica por casas ptrliculares : quem
de seu presumo se quizer utilisar, procure na
ra da Conceico da Boa-Vista n. 42, ou no ar-
senal de guerra.
Aviso.
Francisco Maciel de Souza participa a seus
freguezes tanto da prara como de fora que de
novo abri o seu eslabelecimento de calcado Cel-
lo na provincia na ra da Imperatriz outr'Ora
aterro da Boa-Vista e pretende vender muito em
conta para agradar seus freguezes que todos gos-
tam do bom e barato.
Furtos decavallos.
Furtaram do engenho Muribequinha, sito na
freguezia de Muribeca, na noite de 8 do correte,
dous cavallos, sendo um de estribara, gordo,
bem novo, russo, com alguns signaee de talhado,
muilo bem feito, nograode nem muito peque-
no, porm de meio, est ripado, tem os cantos
de um olho brincos e o outro todo prelo, a fren-
te aberta, anda ham de baixo a meio, e intei-
ro; e por ter sido comprado ao senhor do enge-
nho Moreno, julga-se ter o ferro de sua fazenda.
O outro russo sujo, pequeo, inteiro, eem cau-
da e clinas pretaa, urna baixa na saruelha. j foi
de roda e talvez tenha signal dopeitoral, s anda
a passo, e tem o seguinte ferro NC : quem ap-
prehender esses cavallos e leva-Ios ao dito enge-
nho, ser generosamente recompensado.
3:000^000 rs.
D-se tres contos de ris a premio com hypo-
theca em urna casa terrea as principaes ras do
bairro da Boa-Vista, que tenha commodos para
urna familia : na ra da Concordia casa do Sr.
Luiz Caetano Borgea achara com quem tratar.
Aluga-se urna casa em Beberibe : a tratar
com J. I. de M. Reg, na ra do Trapiche n. 34.
A vieva de Manoel Ferreira da Silta Maia
vende doas moradas de casas na cidade de Olin-
da, urna na ra do Amparo ?. 1 e outra na la-
deira da Misericordia n. 2, para pagamento de
seus credores : quem pretende-las dirija-se a ra
de Mathias Ferreirs, sobrado o. 12.
Ra da Imperatriz
n. 16.
Ra da Cadeia do Recife
numero 49.
O'abaixo assigoado chamou sua casa o pro-
prietario do eslabelecimento cima referido, para
Ihe indicar a maneira de cobrar alguma quantta
que se julgue crodor, e dar explicarles a respeito
ao muito digno chefe de lio respeitavel casa,
que nio teve, mas parece ter negocios com
Firmo Candido di Silreira Jnior.
MUDANCA.
Lulz Soulan, cutileiro e armeiro francez, participa ao respeitavel publico
e especialmente aos seus freguezes quemudou sua offiema da ra das Cruzes pa-
ra a ra da Imperatriz n. 13, aonde continua amolar todos os dias e a fazer
concertos, reparos e obras novas tendentes a sua arte com promptidao e barateza.
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY.
Deposito na boticafraneeza ra da Cruz n. 12
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro.
Inico deposito na noca do Joaquim Marnlio
do Cruz Correia & C., ra do Cabug n. II,
em Peruambuco.
.^ Jb. Tner,me?.(4e Chalis amigo pharmaceutico aprsente boje urna nova preparaco de ferro
com o nome de elixir de citro-lactato de ferro. eiv
...;.jP"ecer4 0PUDlic,n)luempregar-se um mesmo medicamento debalio de formulas tao
dad* m8S m da sc,ena comprehende a necessldade e importancia de urna tal varie-
A formula um objecto de muita importancia em therapeutica; um progresio immenso,
quando ella, maniendo a easeocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas prepararles de ferro at hoieconhecidas nenhuma rene to bellas qualida-
m.!5f r S CUrlacUt0 del?"0' k 8eu 8abor radaTel, rene o tomar-se em urna pe-
3-id0Hse'08er.deutD.aPro,nPlaecil dissolu5aonoestomago.de modo que completamente
n??Iii r: 1 aa. prod,uzir Prc,sa da lactina, que contem em sua composiSo, a constipaco de
ventre tao frequentemente provocada pelas outras preparaQoesferroginosai. 'V
.i.k.i.i ^n0Ta'i"" *i em.nadaHram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
n.Wr ? if! m,llC 8e nd^ pode diPenaar em sua clnica, de incoroparavel utilidade
ae ?nn,S a k "* bf> f ProPrled"de 'es que o pratico o possa prescrever sem receio. E' o
m/nf^Si^Pharma.ceul,cThermes com a preparaco do citro-lactato de (erro. Assim este
X.t f n? ? HUpa h?.je P"me,ro lugar entre as numerosas preparares ferroginoeas, como o
lnA *,S-, m,".l0 4.meo.,e?f dl5lact 1e o tem eosaiado. Tem sido empregado como iai-
h?Pk.^.. "M.,fl^^*W^(ehorotMilMas cores; na debilidade subsequenle as
nnrdhulS.H ,n" hydroPe1"1"PPeeea. depoiadasintermitentes na incontinencia : de urinas
rWur.aJ?i.\?"^^ na Prp" hemorrhaaica, na
rSnlaS '^fn.. f. J?f-iempobrecido 0U Vlc,ad0 Pelasfadigasaffec;5es ebroniees, cachexia tuber-
criaes. r08a,,yphlllllc"'exce,08Tenereo. oanimo e uso prolongado das prenracesmef-
mudifnEt8im8eAmidad-e, "ndo nl.ule,lueite8 endooferro a principal obstancia de qm
M^?JlS.!.f! mao para." debelaf. o lhor do citro-lactato du ferie jie.ece louvores e
de Ierro h-nianidade por ter descoberto urna formula pela qual se p,e sem rece! asar
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos diaflyas as na^t:
podem testemunhar as virtudTdeste remedio
incompara vale provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem ^eu co:po e
membros inieiramente saos depois de hafer em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravillosas pela leara dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muitos annos ; e a
maior parte deltas sao tao sor prndenles qua
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran com este soberano remedio
o uso de wus bracos e pernas, depois dedar
permanecido longo tempo nos hospitaes, o lee
deviam soffrer a amputarlo 1 Dallas ba mui-
cas quchaveudu deixado tjssos, ayloe dopado
timemos, parase nao submeterem a essa ope-
rajo dolo rosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren) sua a firma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude s
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algam tempo o
traumento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que todo eura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos
Alporcas
Gaimbras
Gallos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupooes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammacao do figado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada boeelinha contm
urna instruccao em portuguez para explicar o
modo de faiar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, m
Pernambuco.
^&tt&t-tt*UU&-
Inflammacao da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tiuha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das ariiculaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas
N. 32-Roa eslreita do Rosario~N. 32
NUMA POMPILIO dentista brasileiro, acaba de
receber grande e variado soriimento de dentes
lerreos-mineraes e mais apparelbos pira a cen-
asceie de dentaduras artiflciaes, plantando-oa
pelos ystemas seguintes: auc^o de ar, gram-
pos-ligdur, i>i,ui aetn Biampos, sem !*a-
coocerta dentaduras de ouro ou platina. Enche
os naturaes com ouro, platina, maca adaman-
tina.scinmentos clcanos etc.e qualquer dos sys-
temas refjridoa sero accoromodados ao estado
da bocea. Limpa os mesmos sem usar de ci-
dos que concorrem positivamente para a queda
dos denles, visto que dissolve a superficie vi-
trea, expondo-os assim a accao acliva dos agen-
tes chimicos, que se desenvolvem na boeca. Ex-
trahe dentes e raizes cariadas por mais difflceis
que aejam e mesmo abandonadas por outros den-
tistas, empregando para esse um o systema nor-
le-amencano sem fazeaapplicalo da chave de
Oarmgeot; privando assim os evidentes perigos
que podem resultar das operarles feitas com um
tal instrumento, como sejam o extrangulamento
dos tecidos moles.fralurasio dos alveolos e mes-
mo da malilla e tecidos duros, que formam as
covas das raizes dos dentes, nervalgias, hemor-
ragias, arTecsoes pollipozas, grangrenas e caria
dos tecidos duros Faz tudo com asseio e promp-
tidao, guardando todas as conveniencias relati-
vas a cyrurgia da bocea e bygiene des dentes
podendo ser procursdoem sua casa a qualquer
hora. Acctita qualquer chamado para os litis
cima mencionados tanto na capital como fora
della.
* Consullas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu 6scriptorio, ra

da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas S
da manhaa menos sos domingos sobre:
1. Molestias de olhos.
2.* Molestias de corarlo e de peito.
3.* Molestias dos orgos da geraco e
i do anus.
O exame dos doeules ser feito oa or- M
| dem de suas entradas, comecando-se po- $
i rm por aquellea que soffrerem dos *
olhos. X
Instrumentos chimicos,acsticos e-op- ,
lieos sero empreados em suas cnsul- t
ta;oes e proceder com todo rigor e pru- I
dencia para obter certeza, oa ao menos 2
probabilidade sobre a sede, naturea e *
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve deslrui-la ou SX
curar. s%
Varios medicamentos sero tambem S
empregados gratuitamente, pela cer- g
teza que tem de sua verdadeira qualidade. jk
promptidao em seus effeitos, ea necessi- '
dadedoseuempregourgentaque se usar *
delles. *
Praticar ahi mesmo, ou em casa das JB
doeotes toda e qualquer operscao que 5J
julgar conveniente para c reslabeleci- *
ment doa mesmos, para cujo lim se cha i,
prvido de urna completa collecco de f|
instrumentos iodispensavel ao medico jj>
operador.
f!fnvVttWl!l! YTOff :
Attenco.
Helio, Irmo, tendo comprado ao airemalaele
da massa fallida de Manoel Francisco de Mello,
faz scientes aos devedores da dita massa a virem
pagar os seas dbitos, e os que nao Qxerem sero
tiaraados a juio. Recife.12 de agosto de 1861.
No-dia 3de selerebro prximo, pelas 11 ho-
ras da manhaa, depois da audiencia do Illm. Sr.
Dr. juiz de orphos, tem de se arrematar por ven-
da varioa sitios e tres casas de taipa pertencentes
aos orphos fllhos do finado Manoel da Silva Bar-
ros, cujos sitios sao dous as Corcuraoas de den-
tro, com boas trras de plantaco, e um delle
lem casa de taipa, outros sio na Venda Grande
com por;o de ps de coqueiros, alguns oa pan-
cada do mar, tendo o denominado Carrapicho boa
casa de vlenda perto do mar, propria para pas-
sar a festa.e offerece os baohos d'agua salgada ;
as tres casas sao sitas na tua da Venda Grande,
tendo dous excelentes commodos para familia.
4ma de leile.
Na ra da Cruz o. 45, armazem, preclsa-ie de
urna ama de leile, preferece-se escrava.


DiAWO Pl MINJitDCO. TEBC4 FE1RA 3 PI SETEMBRO DI 1881
(5)
23 Ruada Imperatriz 23
PIANOS E MSICAS.
J. Lauaonnler convida os senhores mestrese amadores de msica, Tirem a sea armszem
ver os exeellentes pianos Laumonnier, que acaba de receber da Paria, fabricados expressamente
Kra o clima do Bcaail, muito elegantes e de gostos modernos. Iguahnecte tem msicas dos me-
nee autores, sssim como concerta e afina os mesmos instrumentos.
largo da Penlia

Francisco Fernandes Duarte, proprietario des te
armazem de molhados, partecipa aos seus freguezes, sssim como aos senhores da praca, de enge-
nho e laTradores que d'ora em vante quizerem-se afreguezar oeste estabelecimenlo, que se acha
com um completo sortimento de gneros os mais no vos que ba no mercado e por serem a maior
parte dellesrindos de conta propria, est portanto resolvido a veode-los por meos 10 por cento
do que em outra qualquer parte, aflancindo a boa qualidade e acondiciouamento, assim como ser-
vir os portadores menos pralicos to bera, como se os senbores viessem pessoalmenle, para o que
nao se poupar o proprietario em prestar toda attencao, afim da continuaren! a mandar comprar
suas eocommeodas, aerlos de que, toda e qualquer encommenda comprada neste estabeiecimento
acompanhar urna conta impressa com o mesmo titulo de armazem Progresso.
Nlanteig* ingleza pctleitameiitc or, 150oo. a ubr., vende-
se por este prego nicamente pela grande porco que tem e se (or em barril se fara abatimento
MaUtalga fraUCeza 700 rs. a Ubi! e em barril a 640 rs.
Cilla uySSOII 0 meihor qtte ha no mercado a 2*800 a libra.
dem preto, mw, libra.
QaeiioS dO TelnO ehegad0i Bte ultimo vapor a 2|600.
ldeH\ pTatO 640 inteiro a 70O rs. a libra.
dem SUIS&O a 640 r| a llbra em por5ao se r a batimento.
Prexuuto de fiambre iDgl, ..ubr..
P rezunto de lamego >miB.t iibr, iDteiro a *4o rs.
A.meXaS fraiieeZaS em fra8cocom 4 libras por 3#00O, a retalho a 800 rs.
ESpermasete a 720 ri. a iiDrat enj caxa a 700 rs.
LiataS COm boVaxillVia de SOda de deferente qualidades a 18400
Latas com peixe em posta d6 muit qUaiidades a i#m
AzeltOliaS mUO HO\aS a lg200 rs. o barril, a retalho a 380 rs. a garrafa.
Hoce de Wpcrcne em ,, u%xaun por 19100.
Canutas pars podim a m rg. a liDta,
Banna de pOTCO TCtiliada 480 libra, em barril a 440 rs.
I".*?a de tomate a m,iIDoYa do mercado a 900n., em latas d21ibra por 19700.
PaiOS Ae \OmbO a primeira vez que vieram a esffttercado a 640 rs. a libra.
Cnou ticas e palos muil0 dmot a 560 rg., iibra.
Palito^ de dente Uxadoscom 20 macinhos por 200 rs.
CnOCOlate ltanCeZ a i*200 rs. a libra, diUo portuguez a 800 rs.
naarmeada imperial d0 ,[ama(io Abreu de outros muitos fabricantes de Lisboa
a 19000 rs. a libra.
V inUOS engarrafados Port0| Bordeaux, Carcavellos, e moscatel a 19000 a garata.
VlnnOS em pipa de 500, 560 e 640rs. a garrafa, em caadas a 39500 4^000 49500.
Vinagre de L4lSDOa 0 m,i8gUperior a 240 rs. a garrafa.
SCrVeja da8 mg acreditadas marcas a 59 a duzia, e em garrafa a 500 rs.
EUStrelllnaa pirasopa a mais nova que ha no mercado a 640 rs. a libra.
l&rvUhas (ranelas a m r8., UUa.
Milo de amendoa a 800 r8. a Ubr8t dita com ca8a a 480 .
^OZeS muno D0Tag a 120 rs. a libra.
CaStannaS piladas a 240 rs. a libra:
VialC muito superior a 240 rs. a libre, e a 79 a arroba:
iVrrOZ j0 Maranho a 39 em arroba, e em libra a 100 rs.
PumO amerieaUO a jg a 1Dr8f se tor em porco se far abatimento.
Sevadinna de Fnnca a 240 r8. aubra.
O>t muito novo a 320 rs. a libra.
X OUCiUnO de Li8b0a a 360 rs. a libra e a 10 a arroba.
Parinna do Maraun&o a maiI n0Ta a m r8. a liDr8.
1 ouciuno iugUz a 200 r8. a Ub,..
Passas em eaiiLuua8de8Ubra8al85oocadaum8.
In lepen jen te dos gneros mencionados encontrar o respeitavel publice|tudo quanlo pro-
curar tendente a molhados.
Alugase urna cata na Pastagem
da Magdalena, entre as duas ponte,
com excellentes commodos, ten do *
quartos, urna dispensa, sotao com 2
qmrtos, urna cosinha no fundo do quin-
tal, ptimo banho no fundo : as pessoas
que pretenderem dirijam-se a ra Di-
reita n. 3.
Ruada Imperatriz nu-
mero 16, loja da viuva Dias
Pereira & C.
Bogo ao senhur que faz parte da companhia
desta casa que quando tiver de fazer alguma de-
clarado por este Diario em lypos trplices, que
me declare o seu nome por extenso, poia tenho
informacoes por pesaos que tem por habito de
pagara qaem deve, que um jovem com Moa
educacao e exeellentes costumes, e que tambem
tem viajado pela corte e norte do imperio, ao
deve ter acanhamento de assigoar seu nome por
extenso, poia desejo entreter algumas relaces
tambem em typos trplices com este senhor, e
deixarmos de mencionar a Illma. e Exma. Sra.
viuva Dias Pereira, a quem multo respeito.
Firmo Candido da Silveira Jnior.
O abaixo assigoado, relojoeiro eslabelecido
na ra da Imperatriz n. 14, vem pelo presente
declarar que as pessoas que em sen poder dei-
xaram relegios para ae concertar, isto ha muito
lempo, devero comparecer dentro do prazo de
15 dias contados da data deste, afim de ealiafa-
zerem seus dbitos concernentes a taes concer-
t, resgatando seus relogios, do contrario fin-
do o dito prazo sero vendidos semelhantes ob-
jectos para de seu producto ser o mesmo abaixo
assignado integralmente pago. Recite 24 de
agosto de 1861.
Albert Aschoff.
Precisa-se de urna ama qu compre e sirva
para todo o servico de urna casa de pouca fami-
na travessa do Livramento n. 18.
lia
Miguel Antonio Roberto avisa aos senhore
donos de tabernas que acba-se com o sea esta-
beiecimento de aguar e limpar a ra aberto :
quem pretender, dirija-se a casa de Antonio Ro-
berto n. 15.
Vendas.
Ra do Queimado n. 10,
loja de i portas
de Feriao .$ Maia,
veadem-se barato as seguintes tazendas, para li-
quidar.
Cortes de casemira fios de cor a 3^500 e 4$.
Ditos de dita ditos de cor preta a 5j) e 69.
Ditos de brim de parolinho a IjjGOOe 2.
Panno prelo. azul, verde e cor de caf, corado
aapoo.
Cortes de superior velludo de cor a ti e jKKX),
Manteletes de fil preto bordado a 49.
Visitas de seda abertas a fil a 4$
Mantas de dita ditaa a fil a 49 e 59.
Riquissimos cortes de aeda a 80, 90 s lOGft.
Ditos ditos de dita a 15, 20 e 259.
Chales com palma de seda a 20 e 29500.
Cortes de cambraia bordada a I98OO.
Lencos bordados com bico, duzta a 1;500 39-
Chales de touquim a 15 e 309.
Ditoa de merino bordado a 4, 5 e 69.
Chitas francezas, qualidade superior, covado
a 240 rs.
Ditas ioglezas, cores fizas, covado a 160 rs.
Lencos de seda da India a 19.
Cambraias lisas muito finas, com 8 varas a pe
ca a 39500 e 49.
Cazaveques e capinhas de fusto branco a 89 e
99000.
Meiasde algodo cr superior fazenda 49.
Chapeos a Uaribaldi a 14 e 159.
Enfeites e chapeos traviata a 9,10 e 129.
Hernestina, nquissima fazenda para vestido
de aaohora, covado a 400 e 500 rs.
Arr.brosina, dem idem, covado a 500 rs.
Mimos do co. covado a 500 rs.
Sedinhai d quadros,covado a 700, 800,900 e
19000.
Manguitos de cambraia bordados, um 500 rs.
Gollinbas idem, urna 320 rs.
Superiores espartilhos para senhora a 4jj.
Brim branco de linho, vara a 700, 800 e 19-
fQiii6eiS fPfliMfg Q&SKCiGlSE
A mais fina e nova que se pode desejar neste genero, a 1^1000 a libra tanto em porco
como a retalho, vende-senos armazens Progressivoe Progresista no largo do Carmo n. 9,
eruadasCruzesn. 36.
CHA HYSSON.
O melhor que se pode desejar em artigo cha a 2$600, 2$800 e 3^000 a libra, afianza-
se qualquer um* das qulidades.
CHOCOLITE.
Francez, inglez, portuguez, a 1$200 a libra, vende-seno Progressivo e Progressista
no largo do Carmo n. 9, e ra das Cruzes n. 36.
nny PMf
o
Chegados no ultima paquete a 640 rs. a libra, e sendo inteiro a 600 rs. a libra, affian-
ca-se a superior qualidade.
QUEIJOS FLAMENGOS.
Os mais frescaes que ha no mercado por serem vindos no ultimo paquete a 2$8G0
cada um.
O melhor que se pode desejar na qualidade deste queijo a 600 rs. a libra, e sen-
do porco a 500 rs.
Em pipa de Lisboa, Porto e Figueira a i| a cariada de 500 a 600 rs. em garrafa.
Porto, Duque do Porto, jenuino Carcavellos, Nector, Madeira, Feitoria, Cheresr,
Bordeaux a 1^200 agarrafa e 135 a duzia. nicamente no progressivo e progressista
no largo do Carmo erua das Cruzes.
DOCE DA CASCA DE GOIABA
um dos melhores doces que ha em relaco ao tempo a 800 e 1#200 o caixo.
LATAS COM FRUTAS
de todas as qualidades que ha em Portugal o mais bem arranjado que temos tido no
mercado a 800 el000.
ERVILHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS
o que se pode desejar em bom neste genero, pela sua preparaco e qualidade a 800
rs. a lata.
VINAGRE PURO DE LISBOA
a 240 a garafa e 1J850 a caada afiauca-seser de Lisboa e de superior qualidade tam-
bem branco por 400 rs. agarrafa e 2#560 a caada.
COMINHOS E ERVA DOCE
os mais novos que temos no mercado, e mesmo nunca os houve melhores a 400 rs. a
libra de erva doce e 800 rs. os cominhos
SOTiYUlNliiY W FR\NC\ ^E S\Gt<3
a mais nova que se pode desejar a 180 rs. a libra de sevadinha e 280 rs. o sag.
UTAS COI DOCE DE ALPEECE
o melhor que se pode desejar, a 1#100 a lata, tambem marmelada dos melhores fa-
bricantes de Lisboa a 1$800 a lata, e peras a 1,280 rs. a libra.
alem dos gneros cima encontrar o publico tudo que procurar tendente a mo-
lhados.
N. B. Os gneros cima vendidos em nossos armazens levaro o destentivo dos
mesmos.
Atteiico
Fazendas e rou-]
pas feitas baratas.
NA LOJA. DE
ARMAZEM
DE
R07PA F
DE
loaquim Francisco dos Santos.
40 RliDO 0IJEIMADO4O1
Defronte do beeco da Congregaco letreiro verde, i
Neste estabeiecimento ha sempre um sortimento completo de rovpa feita de todas as
quariidades, e tambem se manda eiecutar por medida, rontade dosfreguezes, pars o
ue tem um dos molhores p roteas o res.
2L_
asaeas de panno preto. 409,159 e 309000
Sob recasaca de dito, 359 30900
Palitotsdeditoedorea, 359, 309,
15$000 e 20*800
Dito de casimira decores, 229000,
159, 129 e 9000
Dito de alpaka preta olla de rel-
indo, "000
Ditos de merin-sltim pretos e a*
cores, 9S000 89000
Ditos de alpaka de cores, 59 e 39500
Ditos de Uta preta, 99. 79.59 e 89300
Ditos de brim decores, 59.49500,
4fOOOe 39500
Ditos de bramante de linho branco,
5000, 59000 e 4f000
Ditos de merino de cordio preto,
K9000 e 89000
Calais de casimira preta e decores,
129.109, 99 1000
I Ditas de princesa e merino de cor-
dio pretos, 59 e 49500
Ditasde brim branco e decores.
5gO00, 49500 e 29500
Ditas de ganga de cores 3(000
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 123, 9J e 89000
Ditos de casemira preta de cores,
lisos* bordados, 69,59500,59 e 39500
59000
59000
59000
39000
29200
1|.280
29300
39000
19800
19000
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 69 e
Ditos da gurguro de seda pretos e
de cores, 75000,69OOOe
Ditos de brim e fastao branco,
39500 e
Seroulas de brim de linho
Ditasde algodo, 1J600 e
Camisas de peilo de fusto branco
e de cores, 29500 e
Ditas de peito de linho 65 e
Ditas de madapolao branco e de
cores, 89. 25500, 29 e
Camisas de msias
Chapeos pretos de massa.f rancezes,
formfl8daultimamodal0$,89500e 7*000
Ditos de feltro, 69, 55, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 149,12J, 11$ e 7|000
Collarinhos de linho muito finos,
norosfeitios. da ultima moda 9800
Ditos de algodo ^500
Relogios de- uro, patentes horl-
sonlses, 1009, 909, 809 e 709000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosootaes, 40$ 309000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pelseiras, rosetss e
anneis f
Toalhas de linho. duzia 129000 e IO9OOO
-48-Ra da Imperatriz48
K Junto a padaria franceza.
R Acaba de chegar a este estabeieci-
mento um completo e variado sortimento
9 de roupas de diversas qualidades como
| sejam : grande sortimeoto de palelots
2 de alpaca preta e de cores a 39 e 3950O,
X ditos forrados a 49 e 49500, ditos france-
J zes fazenda de 109 a 690OO, ditos de me-
I ri prelo a 69, ditos de brim pardo a
88J8C0 e 49, ditos de brim de cor a 39500,
ditos de ganga decora 32500, ditos de |I
m alpaca de la amarella a imitado de pa-
0 Iba de seda a 39500 e 49. ditos de raeia f|
l| casemira a 9500, 5$ e 59500, ditos de
2 casemira saceos a 13f, ditos sobrecasacos S
H a 159. ditos de panno nreto fino a 209, S
Si 22$, 289, ditos branoA de bramante a S
H 39500 e 49, clgasdebWmde cora 1$800, tt
2$500, 39, ditas brancas a 39 e 49500, di-
tas de meia casemira a 39500, ditas de |K
casemira a 69500, 7J500 e 99, ditas pre- *
tas a 48500. 79500.99 e 109, colletes de S
ganga franceza a I96OO, ditos de fusto X
2J800. ditos brancos a 2J800 e 39, ditos
de setim preto a 39500 e 49500, ditos de
gorgurao de seda a 49500 e 59, ditos de
casemira preta e de cores a 495Q0 e 59,
ditos de velludo a 79,8g e 99.
Completo sortimento de roupa para
meninos como sejam calcas, colletes, pa-
letols. camisas a I9800e 29,ditas de fusto
a29500, chapeos francezes para cabeca
azenda superior a 69500, 8S500 e 109,
ditos de sol a 6$ e 6J500, ditos para se-
nhora a 48500 e 59- Recebem-se algu-
mas encommendas de roupa por medida
e para isto tem deliberado a ter um cm-
tra-mestre no estabeiecimento para eie-
cutar qualquer obra tendente a sus arte.
Fazendas.
AoTarateiro da ra da Imperatriz n.
48 junloa. padaria franceza, vende ae:
ricos cortes de cambraia brancosa e
bordados com dous folhos a 69OOO, ri-
cos cortes de vestido de seda escocesa
pelo brrato preco de 12$, cambraias lizas
muilo finas com 10 jardas s 39500 e 49 e
de Escocia a 69. saiaa a balio de arcos a
29500, cortes ae chita franceza achamalc-
tada com 14 corados a5f, pecas de cam-
braia liaa para forro com nove varas a 29,
e um completo sortimento de chita fran-
ceza a 240, 260 e 280 rs. o covado e das
inglezas a 180 e 200 rs. e outras multas
. fazendas por precos commodos- '
rifiiriiig: rir rrim~i~si~"errar
VICTORIA
DE
Fajoses Jnior
Na ra do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Esta loja acha-se provida de um completo sor-
timento ae miudezas para vender, tanto por ata-
cado como a retalho, por precos muito baratos,
como abaixo se veri, so para quem comprar, vic-
toria sempre contar.
Clcheles francezes bons em carto de urna car-
reira a 40 rs.' e duzia 400 rs.
Ditos lambem bons de duas carreiras a 80 rs.
e 900 rs. a duzia.
Ditos da trra em caiziohas a 800 rs. a duzia.
Agulhas francezas Loas a 120 rs. a caixa com 4
papis.
Ditas as melhores que se encontraos a 240 rs.
a caixa com 4 papis.
Ditas em papel avulso a 40 rs. o papel.
Ditas para eollar a 40 rs. esds ums.
Linha victoria em carritel com 200 jardas a 60
rs. e duzia a 640 rs.
Ditas de 200 jardas, de Alexander a 900 rs. a
duzia.
Ditas de 100 jardis brancas e de cores a 30 rs.
o carritel.
Ditas de Pedro V, em cartao com 200 jardas a
60 rs. a carto.
Ditas de peso verdadeiras miadas grandes a
240 rs. a miada.
Ditas de meada cabera branca e encarnada a
120 rs. a meada.
Ditas do giz brancas e de cores a 800 e 900 rs
a caixa com 50 novellos.
Papis com cento e tantos alfinetes a 40 rs. e
duzias 400 rs.
Alfinetes francezes cabeca chata a 120 rs. a
caria
Ditas para armacoes a 2$600 o mago.
Cordo imperial para vestido a 40 rs. a pega.
Ecuadores de algodo a 60 rs. cada um.
Cinivetes finos de duas folhas para peona a
200 rs. cada um e duzia a 2$000.
Ditos de cabo de viado de urna folha de 160 rs.
cadaum e duziaal$600.
Ditos mais ordinarios a 120 rs. cada um e du-
zia a 1$200.
Lia de todas as cores para bordar a 6S500 a
libra.
Peotes muilo bons de baleia para alisar a 220,
240 e 280 rs. cada um.
Ditos os melhores e maiores que se encontram
a 800 rs.
Ditos transparentes muito bons a 400 rs.
Meias cruas brancas e de cores para homem a
160,200.240 e280rs. o par.
Dilis prelas para homem a 120 rs. o par.
Ditas para senhoras a 240, 280 e 320 rs. o par.
Ditas brancas cruas e de flks para menino a
160, 200, 240 e 280 rs. o paiP'
Ditas pretas para senhora a 200 e 240 rs. o par.
Enfeites de vidrilhe a 18800 rs. cada um.
Ditas a Imperatriz muito lindos a 89 cada um.
Cintures de seda com borracha para homem a
320 cada um.
Ditos de algodo 240 rs. cada um.
O.Cintos muito lindos para senhora a U800, 29,
29500 e 39 cada um.
Franjas de bolotas brancas e de cores para cor-
tinados a 49 a peca.
Ditas de algodio para toslhs a 29800 a peca.
Ditas de linho para cassveqne s 120 rs. a vara.
E outras multas miudezas que se tornaro en-
fadonho menciona-las anancaodo-se, porm, que
nao se deixar de vender a quem tronxer dinhei-
ro na loja da Fajozes Jnior na ra do Queima-
do o. 75.
N. 18 ra estreita do Rosario, esquina da ra das
Larangeiras n. 18
DE
Jos de Jess Mor eir C.
O nroprietarios dfte estabeiecimento pauieipam aos seus numerosos freguezu, e bem assim aos se-
nhores desta praca e aos senhores de engenho e lavradores que se ach.ra com um completo sortimento len-
dente a molbados, e estao resolvaos a vender por menos do que es outros e do melhor que tem vindo a e>te
mercado, por ser parte delle yudo em dircitura por conta dos proprieta ros, pelo que os propietarios se
obrigam a aceitar os gneros, toda vez que nao sejam de boa qualidade, a saber
Manteigajoglezperfeuamente flor ,o....dll.,,.,. ,
cha nisson ^ prlinera wrte 0 melhor que ha a 2mo> um, um%
rs. t tatafaTaVafn! queij d reino d01 uUi,no, T,pores" 2#fl0 e 2*400 dil Pr,t0 a 640
Presunto la mego,,
I t<. k.i o a 480 rs. e inteiro a 440 rs., frascos com ameixas frascos grandes a 3.
Latas com bolachinha
Azeitonas novas
Doce de goiaba
1 1|2 libras por 900 rs.
dZ?lauerPnr.lri.*brd0'- mulcltel e mais qualidades seguintes mais barato do que em outn
quaiquer parte : Fieuer* m nin. -, _..... '
ca
de soda da melhor que ha a 15400.
a 1 o barril e a 280 rs. a garrafa,
do melhor que ha a 800 rs. a caixa, venderse por isto por ter grande porco.
Idemdealperce:,.
,r. ^ g"ja e pera em latas de
Vinhosdl
,in.. ". ~ a?*. """" e uiw quaiiaaae sesuinies mais Daraio ao que em outri
& se P-sJag** P'P* "f. ** Lisboa a 660 e 480 rs., em
Mo^l j fr"DCe2 d meIbr que ba a lib"' dil Prtun 7< o
Marmelada d04B,doAbreu4W
Banha de porco, 480 r... ubr..
~" "UnaS francezas das mais novas que ha a 860 rs. a lata.
F f \ru melbor" roarMS que ha a 50 g"f eem duzia se fara abatimento.
i strellinna arg0inh, da melhor que ha a 600 ri ,jbrl#
IlOZeS muiu, novas a 100 rs. a libra.
Arroz do MaranMb. m tu. Iibra f en arrd>a. ^
Sevadinha deFrancaa a, awra#
do melbor que ba no mercado a 360 rs., e em arroba se far abstinente.
Farinha do Maranho, m.
t a SS8S n,uto novas em caixas de arroba por 7, ditas de 8 libras por 2.
irl linO mnilo novo a 09600 o uceo e em cuia a 240 rs.
Azeite dOCe 720 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa mollo ^ t uo ri., t^tt
Farinha do reino buuo'ik,. o e 120.ibrs.
Velas de carnauba a AM. aUfcft.
CenOlaSmuito bou a 99600 s aixa e a 1300 e cento por serem muito grandes boas.
conserva sfrrneexa-f ^ frMCOI t #0 rl#
Batatas a, rf> allbra.
Alm destes gneros mencionados ba todos os mais que os senhores compradores procuraren) tendente
a molhados, e bem assim os propietarios se respoosabilisam unto pela boa qualidade dos generes, como pelo
1 bom peso e mtdids, e serie despachados com promptidao, o que so se encontrs na Boa Fe.


MHb DI ffcdttflrto. TERCA' rtRA 3 M STMEBl DI 1161,
4L0J4MPAV10
DA
Ra da Imperatriz u. 60.
DE
Gama&Silval
Acaba de receber un nova sortimento
de fazendas proprias para genhoras e
meooas que veadem por pregos bara-
tissimos coa* sejam :
Ricos cortes de cambraias brincos
com barra adamascada e oulros com ba-
bados braceos e de cores que vendem a
3JS00, pegas de cambriia muito fina com
10 aras e urna Tara de largura a 6$ e
79, ditas transparentes muilo finas com
8 e i|2 varas s 3 e 35500, ditas de 6 e
1[2 varas a 29500, pega de cambraia
branca com salpico com 8 e 1[2 varas a
45, cortes de cassa com salpicos brancos
e decores a 29, ditos de ditos brancos
tarradas a2J, capas pintadas com lio-
dissimos padrea o corado a 280 rs., di-
tas de salpico brancos e de cores o co-
rado a 240 rs., chitas francesas escuras e
alegres a 220, 240,260, 280. 300 e 320
I ris.
Sedas.
Grosdenaples preto bastante largo e
encorpado o corado a 1*600 e l$8O0, di-
to cor de rosa a 2g, dito azul cor muito
bonita a 29400 o covado, seda lavrada
cor de canna muito moderna por ser ada-
mascada o covado a 29, chamalote pre-
to bastante largo o covado a 2/.
Para familias.
Damasco de la com 6 palmos de lar-
gura para cobrir mesas de jantar, de
oieio de sala, pianos etc., etc. o corado
a 1^250, damasco de seda encarnado e
amarollo proprio para colxas, cortinas
etc., etc. o covado a 2g2t0, sedas bran-
cas proprias para vestidos de noivas fa-
zenda muito superior, madapolao muito
tino pega de 40 jardas a 440 rs. a jarda,
ditos muilo superiores a 260 rs. a jarda,
a 450O, 59,59500, 6$, 6g500 e 79, al-
pac preta muilo superior a 500, 560,
640rs. o covado, grande sortimento de
chitas pretas francezas covado a 240 rs.,
ditas inglezas a 160 rs. o covado, cas- 5
sas pretas a 480 rs. a vara.
Para vestidos.
Orgrndys de cores fazenda muito mo- 3j
derna covado a 560, mimos do co e !J*a
gazias de seda fazenda muito nova co- RS
vado 19, chaly muilo bonito a 15, 800 f
e 640 rs. o covado, lazinhas claras te- -^
cido krepaorovado a 640 rs., cortes de Jp
gorgurao escuros 69. [Kjj
Chales. m
Ricos chales dekrepom com listas de *
seda a Sg. ditos de ditos a 79, ditos de ('&
froco a 69, ditos de merino com palma ,-4
le velludo a 4950n.
Bordados.
de seda e de velludo a 49500.
Camisetas eora golla e manguitos a 39,
4 e 59, manguitos com gollinhas a 39,
Mnissiraas tiras bordadas a 800, 19 e
2, 19500. gollinhas muito delicadas a 600,
80O e lj. lencinhos de labyriotho pro-
prios parasenhora ou para prsenle a
; 19280 e 1J600, ditos muito linos a 49.
i Paletots para homem.
'vi Paletots de panno preto de lodos os
[ precos e qualidades tanto saceos como
t ^ sobrecasacos, ditos de casemira de toda,
Kj as core?, ditos de ganga o de riscadoa
caigas do brim de linho brancas e de co-
i res, ditas de casemira de ledos os tama-
gjl nhos e qualidades tanto prelos como de
j cores garante se a bemfeitoria destas
3 obras por terem sido feitas por um dos
15% melhores altaiales desta eidade ; a*
3 mesma loj a existe um resto de chapus
* de sol de seda a 69 e lencos de seda a
tga1 '9. tambem se veode couslantemenle um
I completo sortimento de roupa feita para
L^j cscravos ou para trabalho muito bem
fig cozidos, dao-se as amostras de todas as
9 fazendas deixando penhor ou mandam-se
^ levar pelos caixekos da casa aos fregue-
g2 ros que quizerem. ___
Vende-se urna casa terrea no becco do Po-
einho u. 9 : qnem pretender, dirija-se a ra da
Cadea do Recite n. 64, das 8 sll horas da ma-
nual, e de larde desde as 4 s 6.
&9@4MM*&1tX
Na ra do|
H Gabug n. 2 loja da
esquiaa >
m de m
GIS GM & P(DHTMIL|
Vende-se fazendas por metade de seus 2
5?5 valores assim o freguez traga larjant 9
r Sintos para senhora a 19500. |8j
-k Chapeos de seda para senhora ultima a
mola-a 109, 1*9 e!59- 9
nl is de sol de seda inglezes a 119. 9
r% Ditos de alpaca preta e de cores a A
2 4S500 ff
Vestuarios de cambraia branco borda- ***?
iS dos para baptizado a 89 &
>t Cortes de collele de pelucia e velludo &,
^T de cores a 59 e 79. J
jg! Chaly matisado listas de seda o cova- $
A vado a 640 rs. 4
2 Corles do vestido braqcos bordados ^
^ a 209 e 459.
"3 Chapos de castor branco rapado a 89. l8|
~& Ditos de foltro cop baixa e alta a 69. 9
%f Ditos de dito palha e seda para crian- a?
a s m
\ Toucas de seda para criaoga bordados ,
v& o lisos a 59 W
tftf. Casacas de panno preto muito fino fp
gj (francezas a moda) a 409. *.?*
Sobrecasacas de panno preto muito fi- 3
9 (francezas a moda) a 30$. ^
fe Ditas de ditas de cores a 229
Ditas saceos de casemira a ItJ e 209. a
Vestuarios de seda para meninos de 9
Q$ diversos taraaohos a 89. ';
dft Mantelete de filet muito ricos a 209. %
TS Gorros de velludo bordados a ouro pa- :
^5? ra homem a 5$. W
fia i'alelots de alpaca preta sobrecasacos
w Fitas do seda matisadas para sinteiro 9
S a vara 29. *f
ffk Organoysos melhores que ha no mer- : cado a vara a 19OOO.
VP Cambraias de cores muilo Roa s 640 ^P
| e 7(.i0 rs. ^
./ E mullas oulras fazendas baratsimas. 4
9)$&9& m&%m mmmmm
Tachas e moendas
Braga Filho & C. temserapre no leu depo-
sito da ra da Moeda n 8 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenbo de
muito acreditado fabricante Edwin Maw atra-
a r no mesmo depotito on na ra do Trapiche
a. i.
Cera de carnauba.
A. dinheiro.
Vende-se uma pequea porjo de cera de car-
nauba muuo bos, que se echa depositada noar-
maeem da Companhia Pernambucana commo-
o prego.
Vndem-se globos para caodieiros, e corn-
isa de jipi, mais barato dp que em outra qual-
fer parte : na ra larga do Rosario, n. 34.
Os delicados enfeites para
senhora
na loja d'aguia de ouro, rea do Cabag a. 1 B,
receberam pelo vapor ioglex, o* mais ielicao
enfaites do ultimo gosto, que ee veoeem por
precos mais barato que possivel 4e 9H0O, 3g
4|000. 5$000. 69000. 79OOO e890O0; assei como
de palhinha a 409000. Vende-ae por eete prece
por que se recebeu em direiUra.
Os lindos sintos
Existe taro bem os lindos sintos com flvella
dourada, assim como com flvella de ac, e de
outrasqualidades que se vende por preco mui-
to baratissimo.
Cascarrilha.
Existe tambem ora sortimento de eascarrilha
de todas as larguras e das mais lindas cores que
possivel encontrar para enfeitar vestidas, e que
em vista dos lindos gostos, onguem delxar de
comprar.
Chapelinha -para senhora
Existe tambem um rico sortimento de chape-
linha para senhora que aa vende a 129000,13
e 14SOO0, nada mais barato e obra muito fina
ludo isto na loja d'aguia de ouro, roj doCabu-
' So Gama & Silva.
Grande exposico de fazendas
baratissimas, na ra da Im-
peratriz b. 6, loja do
Vende se cortes de phanta-
sia, fazenda de muito gosto
cana babados pelo diminuto
preco de 4#500; na ra da
Imperatriz n. 60, loja que tem
um pavo do lado de frr, (is-
to para nao haver engaos.)
3#500.
Vende-se ricos corles de cambraia de seda
com avental ouduassaias a 35500 : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pavo,
3,200, 3,500 e 4,000.
Vende-se fioissimos cortes de cambraia bran-
ca e de cor com dous e mais babados pelo dimi-
nuto prego de 39200, 3g00 e 4J : aa ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavSo.
A 15J000.
Vendo-se finicissimos cortes de cambriia bran-
ca com bordado muito delicado proprioe para
biile ou casamento a 15|: na ra da Imperatriz
o. 60, loja do pavo.
Nova pec\nc\va.
Vende-se flnissimas pecas de cambraias fran-
eezas de carocinhos com 17 1[2 varas pelo dimi-
nuto preco de 85 a pee, ditas das mesmas com
8 3(4 varas pelo prego da 4$ a peca, tambem se
vendem das mesmas a 500 rs. a vara, sendo
brancas e de cores ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pavo.
Puptlina a fcfc *a,
Vende-se pupelina de quadrinhos a imilagio
de sedinhas de quadro pelo diminuto prego de
2S0 rs. o covado: na ra da Imperatriz n. 450,
loja do pavo.
Chaly a 500 m.
Vende-se chaly muito fino a 500 rs. o cova-
do : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Sedas a covado,
.v-eJV*e-le6rosdenaplei preto muito encorpado
a 19600 e I98OO, ditos de cores azul, cor de rosa
e cor de cana mais barato que em outra quaiquer
parte ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Sedas de 4\\iai\riu\ios
Vende-se sedas de quadrinhos fazenda muito
eocorpada a 500 e 640 rs o Covado : na ra da'
Imperatriz n. 60, loja do pavo,
Manguitos de tilo a 500 rs.
Vende-se manguitos de fil muito bem enfei-
tados a 500 rs. : na ra da Imperatriz loja do
pavo.
Chitas francezas a 200 rs.
Vende-se chitas francezas muito finas e largas
fazenda de 360 o covado a 200 rs. por ter um
pequeo toque de mofo, afiangando-se que solta
logo que seja lavada a primeira vex : na ra da
Imperatriz n.60, loja do pavo.
Cassas com, salpico graudo a
200 rs.
Vende se cassas com salpicos graudos e listras
a 200 rs. o covado, fazenda muito nova : na ra
da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Cassas pintadas a 240 rs,
Vende-se cassas pintadas n.uito miudiohos
padroes a 240 rs. o covado : na loja da ra da
Imperatriz onde esta o pavo.
Sentido ao Pavo.
Vende-se neste eslabelecimento um grande e
variado sortimento de fazendas tanto para ho-
menscomo para senhoras, de todas as fazendas
se dao amostras com penhor ou mandam-se le-
var em casa das familias pelos caixeiros da casa,
assim como o respeitavel publico achara todos os
dias uleis este estabelecimenlo aberlo das 6 ho-
ras da maoha as 9 da noile.
Vendera-se potes do apprcvado remedio
para matar ratos e baratas a lg ; na ra da Sen-
z^Miova o. 1.
w AVISO
Aos Srs. boticarios.
Daqui por diante haver sempre assucar candy
para vender por prego commodo : na ra dos
Guarsrapes n. 42, Fra de Portas.
Atteiujo.
Na roa do Brom n. 41, defronle da padaria do
Sr. Pioheiro, vendem-se velas de cemposigo de
todos os tamanhos por prego commodo.
Magata & Nendes
teima, nao vende, queima.
Na ra da Imperatriz loja armazeoada de qua-
tro portas n. 56. receoeu aovo sortimento de fa-
zendas, a saber : ricos cortes de pbantaaia com 3
babadas, a &, ditos de cambraia de seda a 59. di-
tos de cambraia brancos e de cores de 2, 3, 4 5 e
6 babados a 3g e 39500, ditos de tarlatsna de 3
babados a 29500, pegas de algodozinho a 29500,
39_e 395110, ditas de madapolao a 39500 4J000 e
49500, todas as fazendas em perfeito estado.
Grande
Pechincha.
Sedinhas de quadros de todas as cores muito
encorpadas covado 720 rs., chitas francezas a 220
240, 260 e 280 rs. o covado. pegas de cambraia
brancas finas a 29500, 3$ e 39500. peces de ma-
dapolao francez enfeatado a 3, /litas de bretanha
franoeza eofestada a 4% e5J, pegas de entremeios
e tiras bordadas a 19, saia balo de 20 a 40 ar-
cos a 39 e 39500, as mais modernas qe na, cor-
tes de cambraia de salpicos a 2g : na ra da
Imperatriz loja de 4 portas n. 56, de Uagalhies &
Uendes.
Nova peifla.
Cortes de cambraia branco de salpicos e bor-
dados com 8 e meia varas pela diminuto prego
de 49 o rArie : na ra do Crespn. 20 B, loiade
Adriano & Castro. '
Atiene, o-s macaes.
Vendem-se magaes muito perfeitas chegadas
pelo ultimo vapor, declara-ae que a porclo
pequea : aa ra da SenzalaNova n. 1.
Vende-ae a gorda carne do serto 320 a
libu ; na ruda brazal* Nora o* 1.

inglez

para acidar vidras, langa, narra e pedra, etc.,
qual resiste a ledo o trafico aar mais forcoso
que seja at ao mo (Tagua quevte ; prego de ca-
da vidro lo : nico djposite, aa laja de fazendas
de R. C. Leite & I runos, roa da Imperatriz nu-
mero 13.
Velas de espermacee da es-
trella, muito superiores,
Na ra do Imperador n. 55, vende-se em por-
gio e a retalhe.
Gestinhas de Hamburgo.
S oa loja d'aguia de ouro, ra do (Jabug o.
I B, quem recaben um completo sortimento de
liadas cestiohas da todos os tamanhoc proprias
para meninzsdeescola, assim como maiares com
tampa proprias para compras, balaies proprios
para costura, ditos proprios para faqueiros, ditos
multo bonitos para brinquedos de meninos, di-
tos maracas pintadiohaajque se vender por pre-
sos muito baratos-
Enfeites riquissimos.
Vendem-se ricos enfeites de retroz, sao os me-
lhores e mais modernos que ha no mereado, pelo
baratissimo prego de 89: na ra do Queimado
o. 22. na loja da boa f.

Nova pechincha
Pegas de cambraia lisa fina Cm71i2,8e9
J"das a 29500. 39 e 39500, chita larga fnnceza
a 200 e 210 r. o covado : na ra do Queimado
n. 44.
Trans^lins grossos de re-
troz para relogios.
Vendem-se a 500 rs. cada um na ra do Quei-^
mado, loja d'aguia branca, o. 16.
Ra do Crespo.
Loja n. 25 de Joaquina Ferreira de S, vbb-
de-se por pregos muito baratos as seguinl'es fa-
zendas de superior qualidade e modernas, sedas
de quadros miudos para vestidos de senhora 9
meninas a 800 rs., babados largos e transparen-
tes a 89 a pega, entremeioe muito finos a 19500
capa de merm e.fuslao para senhora a 59 chi-
tas largas escuras e claras a 240 ra, o covado
roupes de s*da a 10fl, pegas de bretsnha de al-
godao a 29, riscado francex muito Goo a 180 rs
manguitos bordados finos a 29, gollinhas borda-
das a 640 rs., elbaras do panno felpudo para
homem proprios para chuva a 109. capas russia-
as o me hor que tem vindo a este mercado a! lo bons vid'ros para
3U9, paletots de panno prelo a 18S e 209. sobre-
casacas de dito muito Anas a *5|i caigas de cise-
mira preta e de cores de 59 a 88. ditas de brim
branco e de cores de 29 a 59, paletots de alpaca
e de bro de 89500 a 59. camisas brancas e de
edres fioss a 2S, chceos deso de seda supe-
riores a 6j, ditos inglezes a 109, cassas de cores
transparentes a 240 rs. o covado. assim como
outras muita fazendas que se vendero por me-
os do aeu valor para fechar coalas, vestuarios
de brim e fuslao todos guarnecidos e enfeitados
para meninos a 29.
WILfflfgL
para vestidos de senhora e
roupinhas de criancas.
Na loia d'aguia branca se encntra um bello
ortimeaVo de franjas de seda, ,la e ljnho, bran-
cas e do cores, proprias para enfeites de vestidos
assim como uma diversidade de galo de seda
linho, brancos e de cores, abertos e fechados, lar-
gos e estreitos et.p.-njais que possivel, trangas
tambem de seda, la e linho, de ditlerenles qua-
lidades, e os que de melhor gosto se pode en-
contrar em taes cousas: por isso quem precisar
de taes objeotos, dirigjc-ae a dita loja d'aguia
branca, na ra do Queimado n. 16, oue ser bem
servido.
* A loja da bandeira 1
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a
II todos os seus freguezes tanto da praga
j, twmo do mato, e juntamente orespeita-
^ velpublico, que tomou a delibersgo de
C baUar o prego ae tolas assuas obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
sortimento de bahs e bacas, tudo da
|| differenteslmannos o de diversas cores
em pinturas, e juntamente um grande
sortimento de diversas obras, contendo
banherose gamelas grandes e pequeas,
machinas para caf e camas de vento, o
que permite vender mais barate possivel,
como seja bahs grandes a 49 e peque-
nos a 600 rs., bacas grandes a 59 e pe-
queas a800 rs,,cocosal9 a duzia. Re-
cebe-se um official da mesma officim
paratrabalbar.
- "".e" ." de Asnison, Howie & C, rea do
Tr*piche Novo n. 41. vende-se :
Rolhas de cortiga finissimas.
Lona e filete.
fio da vela.
Superiores tintas de todas as cores.
Sellins,silh5es, e arreios para carro oneabriolet
No Hospicio u. 10, sitio prximo a acade-
mia, veode-ae leite puro das 6 s8 horas da asa*
nhaa, a 400 rs a garrafa:
Nora remessa de maraes
Hacaes
.Mages
Uagies
Mages
vendem-se aos ceios e a retamo, c esa caixas,
na ra esUeila do Rosario n. 11. deposito de So-
dr & C.
Quadros de mol-
dura dourada.
Lindos quadros j feitos de moldura dourada,
proprios para retratos e estampas, pelo diminuto
prego de 59 cada um ; na loja' da 'Victoria,
iua do Queimado a 75, junto a loja de cara.
Gravainillas de
froco para senhroas.
Lindas gravstinhs de froco para senhora, pelo
barato prego de 18500 cada uma '. na loja da
Victoria, oa ra do Queimado n. 75, junto loja
de cera.
Bonitos toucado-
res de armacao e gaveta,
proprios para os senho-
res acadmicos, etc.
A loja d'aguia branca acaba de receber mui
bonitos touoadores de armago preta, torneada,
e gaveia com embutidos e maehetados que es
tornara mui elegantes, os quaes servem excellen-
temente para os senhores acadmicos, gabinetes
de sephoras, salas de detraz, e de rapazessoltei-
ros, e pelos precos de 8, 9 e IO9, sao bsratissi-
mos oa verdade, e qnem os vir na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca o, 16, se agradar, e
iofallivelmenle comprar.
I Bom e assim barato
ningoeso deisa de comprar uma paca cata oa-
ipelporllfm Naloj. d'aguia branca W-ee
umaporgao de boas e perfettas pastas para pa-
pel com calendario perpetuo, e ndice das testas
mudaveis, pelo que se tornara de raate utili-
dade, e o pequeo prego de I9OOO eada urna
convida a aproveitar-se da eceasio em que e
asilo alias vendando por metade do que sem-
pre custuram ; assim dirijam-se,. a ra 4o
Queimado, loja d'agaia brinca u. 16, oue ser
bem servido.
Gravatinhas deraizde
coral,
o melhor que possivel. Vende-se mui bonitas
gravatinhas de raix de coral cora daas e tres
rollase lagos as ponas, sendo ellas bstanle
compridas, avista o que sao Daratlssisoas a
29509 e 39000: assim bom e barato s na loja
d'aguia branca, ruado Queimado o. 16.
Saiasdecordo.
Superiores saias de cordo a 39, 39500 e 49,
di,tas alcoxoadas muito superiores a 59 ; na ra
do Queimado n. 22, loja da boa t.
Cheguem
BARATO PARA. LIQUIDAR
Na ra da Imperatriz n. 40,es-
quina do becco dos Ferrei-
ros, loja de Manoel Jos
Guedes de Magalhes
mmmmmwi m tm&awzmm
ESTINO
os
Jos Dias Branda*).
5Ra da Lingueta5
O novo destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manteiga ingleza a 19 a libra
dita franceza a 700 rs.. cha preto a I94OO, cas-
sas a 560, conservas inglezas e norluguezae a
700 rs., aletria.talharim e macarrao a 400 rs. a
libra, toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra, banha
de porco refinada a 480 rs latas com pelxe de
postas a 19400, cerveja branca a 500 rs. a gar-
rafa e69a duzia,dita preta a 600 rs. a garrafa e
69800 a duzia, Unto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e portuguezis a720rs. a lata,'
spermacete de 4, 5 e 6 em libra por prego mul-
to em conta, vinho do Porto engarrafado fino
(velho) a 19500 rs., vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 rs. a gar-
rafa, e oulros rauitos gneros que escorado
oienciona-Ios, que do contrario se torna va eofa-
dooho aosfreguexes (Dinheiro vista.)
Machinas para descapotar al-
godo.
N. O. BIEBER & C. SCCESSORES, ra da Cruz
n. 4, participara aos agricultores do algode
que elles acabam de receber MACHINAS PA-
RA DESCA.ROCAR E LIMPAR O ALGODAO*.
Estas machinas teem as seguales vautagens :
descarogam com uma rapidez incrivel, nao
quebram a sement nem cortao o 80 do algo-
do, e limpam-o de toda e quaiquer impu-
reza, augmentando assim o valor considera-
velraente. A machina mui fcil a manejar,
e s a rapidez com que descorona vale fazer-se
a despeza dyampra.
lastruinintos par c agricul-
tura.
MACHINAS PARA DESCAROgAR OMILHO, Ira-
balham com uma pessoa e descarojam as es-
pigas instantneamente sem qnebrar a milho.
MACHINAS PARA. CORTAR GAPIM ; cortim
com presteza o capiru em tamanho Ce urna
pollegada e teem a vanlagem de nao deixsr
retrago.
FACAS feitas expressamente cara cortar cana.
ARADOS, GRADES, BOMBAS para regar capim,
hortts, etc., etc., bombas para cacimas.
Vende-se uma armagio para taberna con
dous caixaa, e alaga-se a mesma casa que
mullo afreguezada a em muito bom lugar, por
muito commodo prego, na ra do Cordoniz n. 6/
a tratar na mesma, do Io andar.
Espelhos para
salas.
Ricos espelhos da moldura dourada com mui-
bons vidros para ornamentos de salas, de va-
rios tamanhos e precos : na loja da Victoria, na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Lindas caixihas
com necessarios para costura
Ataba de chegar para a loja d'aguia branca mui
lindascaiiinhas matizadas.com espelho, tesoura,
caivete, agulhela, agulbeiro, dedal e ponteiro,
tudopratiado e de apurado gosto, emfim uma
caixiaha encllente para um presente, e mesmo
para quaiquer senhora a possuir, e vendem-se a
109 e 129 : na loda d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Eslojos para barba.
Ricos estojos com espelhos e repartimeotos
para os necessarios de barba, pelos pregos de 29,
3,4 e59 cada um : na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Lencos para rap.
Vendem-se lengos nissimos de linho proprios
para os tabaquistas por serem de cores escuras e
filas, pelo baratissimo prego de 69 a duzia ; na
ra do Queimado o. 22, na bemeonhecida loja da
boa f.
Vende-se um cabriolet novo : na ra Nov
numero 59.
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
da a 2$500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lengos de cambraia imitando seda,
isso pelo baratissimo prego de 29500 a pega de
10 lengos. E' essa uma das pechinchas que custa
apparecer, e quando assim approveitr-se da
occasio, porque elles servem tanto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia braoca, na ra do Queimado n. 16. ter
vontade de comprar mais de uma pega, tal 6 a
bondade delles.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em casada S. P.Jonhston 4C.
sellinse silh5esnglezes,candeeirof e castigaos
bronzeados,lonas nglezes, fio devala,chieots
para carros, omoniaria,trreiospara carro de
a eious ocvalos relogios do ouro patenta
nglez.
4 2.500 o covado.
Damasco de seda boa fazenda, encarnado, edr
de canna e branca.
Manteletes de fil preto esfeitaces com bico a 59.
Dam-jsco de l com 6 palmos 8e largura cova-
do a 19500.
Chales de merino bordados a velludo superior
fazenda a 89.
Corles de casemira de cor a 39500.
Setim Maco auperior a 2J50O.
Casemira preta setim superior a 29500.
Pegas de indiana finissima com 10 varas a 8$.
Na ra do Crespo loja n. 10.
Vende-se em casa de Adamson, Howie &
C, ruado Trapiche Novon. 42, biscoitos inglezes
sorlidos, em pequeas latas.
20 e 30 arcos.
Saia balo a 39000 cada uma, fazenda perfeita-
mente boa, chales de la estampados a 39500,
ditos de merino finos de ponta redonda a 69, chi-
tas francezas escuras a 240 rs. o covado, ditas
estreitas tintas seguras a 160 rs., riscado francez
padroes bonilos a jU, pecas de bretanha de rolo
a 29, cambraia lismna a 39 a pega, cassas de
cores a200 rs. o covado : na loja das 6 portas em
frente do Livramento.
Seceos e molhados
No antigo estabelecimenlo de seceos e molha-
dos do pateo do Carmo, esquina da ra de Hor-
tas n. 2, eontinua-se a vender todos os geoeros
o mais em conta possivel, a saber; assucsr bran-
co fino a 140 rs., baixo a 120, mascavado a 190
rs., refinado fino a 160, baixo a 140, crystalisado
a.220, caf a 200, 240 e 280, dito moido a 400 rs.,
pimenta da India a. 440, cravo a 800 rs., herva-
doce a 560, comiohoa lg. alfazema a 320, cha a
2S800, dito muito fino a 39, preto a I98OO. bola-
chiohas e sequilhos de todas as qualidades a 800
rs., ingleza a 320, passas a 500 rs., toucinho a
400 rs., gomma bem alva a 120, farinha do Mara-
nho a 140, alpista a 200 rs., queijo suisso muito
fino a 480, dito de prato a 640, dito flamengo a
29800, chourigas s 600 rs., patos a 280 um, man-
teiga ingleza a 800 rs. e 960, muito fioa a 19300.
francesa a 640 e 720, banha bem \m a 480, vi-
nho a 400, 480, 560 e 640, branco a 560 a garrafa,
em caadas se vende por menos, engarrafado
legitimo do Porto a 1J600, 1$i00, 1200 e lflOO,
Figueira a 800 rs espermacee a 800 rs.. velas
de carnauba a 440, e 480 finas, arroz a 120 e 140
mnito Rao, azeite doce a 720, aletria, macarrao e
talharim a 560, cartas para jogar a 320, palitos do
gaz, groza a 2*600, uma duzia 240, caixiohaaSO
rs graxa esa latas, duzia a 19*00. ama lata 130
rs., dooe de geiaba. caixoes de 4 libras a 29200,
emfim tudo se vende barato, latinhas cosa sardi-
nhas de Nao tes a 460.
Vende-se para asis de 60 ralas denomina-
das hamburguesas ; na ra de S. Francisco como
quem vai para a ra Bella, sobrado o. 10; dndo-
se mu ea conta 1 quem comprar todas.
Sedinhas de quadros de todas as cores e muito
encorpadas, covado a 720 rs., corles de cambraia
brancos com 3 ordens de bordado a 39, ditos com
3, 4, 5 e 6 babados de diversas cores a 39500,
ditos de tarlatana com 3 babados a 2$5O0 e 39.
ditos de cambraia de seda a 59, baldes de 14 a
40 arcos dos melhores que tem apparecido a 39,
39500 e49, ditos para meninas de lodosos tama-
nhos, cambraieta franceza muito fina,pega a 79500
e 8$, cassas com salpicos brancos e de sores, co-
vado a 240, pegas de cassa de salpicos brancos e
decores com 8 1|2 raras a 39500, cobertts de
froco matizadas para cama a 99, chales de froco
com pona redonda e borla dos mais modernos a
89, ditos de la e seda a 29500, ganga amarella
muito boa, corado a 240, cambraia de cOr muito
bonita, covado a 300 rs., alpacas de cor para ves-
tido, covado a 320, popelinas, riscadinhos para
vestidos de senhora e meninas, covado a 300 rs.,
tiras bordadas a ponto inglez de todas as largu-
ras a 19280. 19440, I96OO e 29, manguitos a ba-
lo com gollinba para senhora a 2 e 39. chitas
francezas finase cores fixas, covado a 220, 240,
260 e 280 rs., e outras muitaa fazendas de barato
prego.
Vende-se um cabriolet novo : na ra Nova
n. 59.
Pecas da fita de linho brencas e deco-
res s 40
Greza da penas de sgo multo finas a 500
Frascos de opiata para limpar dentec a 400
Cenes com banha malte bes a 640
Espelhos de columnas soadeira branca a 19500
Carteiras para guardar dinheiro 500
5t,6ltC fara meninos a 40
Baralbo soriegue* no
Varas de franja para cortinados a 140
Creaa de botoes de loucs toraoeea a 120
Tesoaras muito dais para unhae e eos-
tura a 409
Caixas Ce charutos de Ha va na muito su-
periores a 49OOO
Cartas muito finas para voltereta o ba-
ralho a 240 e 320
Varas de bico largura da 3 dedos 1 120
Garrafas com agua celeste para cheiro a 19500
Rialejos com 2 voces para meninos a 100
Venida de propriedades
Vendem-se as casas terreas siks na ra atraz
da matriz da Boa-Vista n. 30 e SI, Raogel n. 79,
e ruado Forte o. 96, todas com solos proprios :
a tratar com Antalo Jesd Rodrigues de Souza,
ra do Queimado n. 12, primeiro andar:
na ra
Queijos do serto.
Vendem-se frescaes queijos do serto ;
do Queimado, loja n. 14.
Superiores organ-
dys, #
Na Iojo da boa f, na ra do Queimado n. 22,
vende-se finissimo organdys de muito lindos par
droes, pelo baratissimo prego de 70 rs. a vara,
fazenda de I92OO, e quem nao andar muitode-
pressa ficar sem apochincha ; na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Vestidos brancos
bordados.
!8tam
Iistto
ico de
Ainda restam alguns cortes de vestidos brancos
bordados quAontinuam-se a vender pelo bara-
tissimo pregode 59, com 2 e 3 babados, de gra-
ga : na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f..
Arados amen cano se machina-
para!avarroupa:emcasadeS.P.Joi
nhston & C. ra daerazala n.*2.
Cheguero ao barato.
O Preguica est queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a 2JS
easemira escura entestada propria para calsa,
collete e palitos a 960 rs. o covado, cambraia
organdiz de muilo bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 39, 49 e 69
a pega, dita tapada, com 10 varas a 55 e 6$ a
pega, chitas largas de modernos e escolhidos pa-
droes a 240, 260 e 280 rs. o covado, requissi-
mos challes de merino estampados a 79P e 85?
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 99 cada um, ditos com urna s palma
muito finos a 85500 rs., ditos lizos com franja
de seda a 53?, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 rs. cada um, meias muilo finas
para senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualida-
de a 39 a 39500 rs. a duzia, chitas francezas
de ricos desenhos para coberta a 280 rs. o cova-
do, chitas escuras inglezas a 59900 rs. a pega,
e a 160 rs. o covado, brim branco de puro linho
a 1, 19200 e 19600 rs. a vara, dito preto
mnito encorpado a 15P500 rs. a vara, brilhantina
azul a 400 rs. o covado, apalea de difieren tes
cores a 39600 rs. o covado, casemiras pretas fi-
nas a 29500, 3# e 39500 rs. c covado, cam-
braia preta e de salpicos a 500 rs. a vara, e c-i-
tias muitas fazendas que se far patente ao com-
prador e de todas se darao amostra com penhor.
Vendem-se quatro tachos de cobre proprios
de refioago, todos 00 avulso: na ra dos Guara-
rapes o. 42.
Entremeios bordados.
Vende-se a I96OO e a 29 a pega de entremeios
muilo finos e ricamente bordados ; na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
lival sem segundo.
Na rus do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos pregos abaixo declarados pa-
ra apurar dinheiro, pois o que muito precisa,
garante tudo perfeito, pois o prego admira :
Linha do gaz superior para marcar, no-
velo a 40
Dita do gazbraacas e de cores, novelo a 30
Dita de carretel muito boa, carretela 30
Nvelos de lioha do gaz brancas a 10 e 20
Carreleis com lioha preta muito gran-
des a 160
Varas de franja de la muito bonitas a 100
Pegas de tranga de l muito bonitas a
com 10 varas 1 200
Pares de meias cruas para meninos 200
Ditos ditos de cores todos os tamanhos a 160
Ditos de cores para meninas a 120
Duzia de meias cruas para homem a 29400
Cartoes de linha Pedro V core 100 jar-
das a 80
Caixas com tissoes para acender charu-
tos a 40'
Caixas com phosphoros de seguranga a 160
Duzia 4a phosphoros do gaz a 240
Pilas para enriar vestidos muito gran-
des a 80
Frascos d'agua de colonia mnito supe-
rior a 400
Ditos com cheiros muito fino a 500
Duzia de meias para senhora o melhor
que ha a 39030
Pegas de trancinha de lia sortidas a 50
Saboaetes superiores e muito grandes a 160
Groza Ce botoes de osso para caiga sendo
pequeo a 120
Dita de ditos grandts a 240
Tramla do Porto superiores varas a
100,120o ^ UO
Vende-se s todos miudezas baratas
Apparega dinheiro que a vista fat f ;
Correi treguezinbos s estrellas gratas
Que no Rosario divisan s loja que .
Loja das tres estrellas, ru
larga do Rosario n,
33
Baadores para espartilhos a 60 rs., ditos da
seda preto a 100 rs., gallo branco de lioha e
100 e 120 rs. a vara, ditos pretos de seda a 1(600
a pega com 10 varas, lita de velludo escocesa
para sintos a 19 a vara, ditas encarnadas a 800
e 19, Bta lavrada de l e seda a 120, 240 e 400
rs., ditas de garga a 480 rs., ditas de sarja a 800,
19 e 19500, fita com cohetes s 320 e 360 a vara.
Ota de velludo estrella a 19 a pega, ditas de eflr
a 800 rs., caixiohas com agulhas francezas a
120, 160 e 240 rs., bico de seda a 120, 240 e
320 rs., ditos largos a 800 e 19208 a vara, bico
preto de linho a 240 e 400 rs. a vara, franjas de
l preta a 700 rs. a pega com 10 varas, trangado
para eofeite a 800 rs. a pega com 15 varas, pen-
tes de tartaruga a imperatriz a 79 e 89, ditos
para tirar bixos a 320 rs fita de sarja eslreia-
cem pouca a varia a 19 a pace com 11 varas, tra-
moia a 320 e 400 rs. a pega com 15 varas, guar-
daoaposdaaiioboa 200 duzia 2$, escoras para
faci a 640, 800 el9, ditas Gnas a 19500, barre-
tes de palha para meninos a 2J500, ditos de pel-
lucia braoca fazenda de apurado gosto a 59, es-
tampas de diversas imageosa 120 e 160 rs., ditss
brancas cousa no-.e a 320 e 400 rs.. ditas colo-
ridas muito finas a 800 e 19, tesouras para cos-
tura a 100,160 e 240 rs.. ditas mnito finas a 320
e 400 rs., caivetes para aparar penas a 106 e
160 rs., ditos muito finos a 800 e 19 com duas
folnas, dedaes brancos a 40 rs.. escovas finas pa-
ra denles a320 e 400 rs., ditas para unbas a 120
rs., ditas para cabello com cabo de bfalo a
I9500, botoes de osso grandes para paletot de
brim a 500 rs. a groza, ditos de massa preto pa-
ra paletot de alpaca a 726 e 800 a groza, ditos
de seda para casaca a 1 $600 e 2*800, ditos de
"^Pcousa nova a 3$ a groza, botoes de vidro
para cassveque a 200 e 240 rs. a duzia, ditos de
linha a 240 rs., abotuadura para (flete a 240 e
320 rs carteiras glandes para dinheiro e let-
tras a 65, capachos para porta a 480 rs., ditos
grandes para sof a I94OO e outras muitas quin-
quilherias que se vende sem reserva de prego
para acabar.
Feijo de corda
no armazem de Tasso Irmos, ra do Amorim
n. 35.
Cabo de niarim e madrepero-
la, escovas para deiites.
Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
do bom, mui delicadas escovas de cabo de ruar-
fim e madreperola a 29 e 2(500 cada uma. Com
uma escova assim delicada faz gosto limpar-se
os dentes, e para as comprar dirigir-se ra
do Queimado, iojs d'aguia branca n. 16.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Ca rissavin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sort i-
Dienlo das me-
lhores machi-
nes de cocer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
a pe rfe i coa-
mentos, fazendo pesponto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na rsa da Imperatriz n.
12, a quaiquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para asmesmos como agulbas, re-
trozos em earrileis, linha de todas aa cores tudo
fabricado expressamente para as mesmas ma-
chinas.
roeteete-tteeiesittie-recietKK
Encyclo-
pedica
L<*)a de fazendas
[Ra do Crespo numero 17}
DI
Guimardes & Villar.
Para acabar com certas fazendas veo-
demos baratissimos :
Chapelinas de seda de riquissimos gostos
a 129 cada uma. .
Ditos de palha de Italia a 289.
Gollinhas e manguitos de punbo de su-
perior qualidade a 39.
Cassas de cores fixas e delicados padres
a 280 rs. o covado.
Sedas, cambraias. cassas, chitas e tudo
quanto pertence para adornos de se-
nhora por baratissimos pregos.
Calgado Mell de 2 solas e sola fina.
Para homens.
Graode sortimento de roupas feitas e
chapeos de todas as qualidades.
r
Objectos de gosto para
casamentos.
A loja d'aguia branca acaba de receber de aua
encommendi um completo sortimento deoljec-
tos de gosto,. proprios para casamentos. sendo
finas luvas de pellica enfeitadas para noivas, de-
licadas capellas com 1 e 2 caixos para o peto,
caixos brancos de flores mui finas, bonitas fitas
brancaslsvradas para laces, ditas muito eslreitss
para enfeites de vestidos, franjas de seds e tran-
gas brancas para o meamo. fim, meias brancas
de seda, fazenda muito boa, bonitas ligas de
dita to bem ba para meninas) grvalas bran-
cas do seda e chamalote para noivos. em fim
uma variedade de ofcjeclos escolhidas ao melhor
gosto, e o mais moderno, todos proprios para
casamentos: na rus do Queimado, loja d aguia
branca, n. 16.
Relogios.
Vende-se omeasa de Johnaton Pater dr C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios do o uro, patn te ingles, de nm dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
Uso variidada do bonitos trancelins para ot
mesMOi.



DUftIO O* fSMtlipfto. Tlfi^ TOBA *
ODfiMl.
Facas e garios.
Muito boas facas e garios para e diarto de urna
cata a 2*600 a duzia de Ulheres: na loja da Vic-
toria, na ra do Queimado n. 75, junto a loja de
cera.
Caixas para joias.
Liadas caixiobas pora guardar joiaa, palos pro-
cos baratos do 400, 600, 800, 1} e 2* cada urna '
na loja do Victoria, na ra do Queimado n. 75:
junto a loja de cera.
Attenco.
N a ra do Trapichen. 46, em casa daRo r n
Roolter & C., asiste um bom sortimanto da 11-
nbas.da corea e brancaaem carreteia do melhor
abricantedelnglaterra,as quaes sevendem por
piscos muirazoaveie
Batatas e cebollas.
Veudem-ae uoieamente nos rmateos progres-
ivo e progresista no largo do Carmo n. 9 e ra
das Gruzes n. 36, cebolla a 18280 o cento, e ba-
tatas a lf a arroba a 50ris a libra, tambem tem
porcio de queijo de prato chegado do ultimo pa-
quete que eodem-se a 680 ris a libra e 620.
sendo ioteiro, affiangi-se srtudo do melhor que
se pode desejar.
Sdaco de certas?
S fazendas finas, f
SRA DO CRESPO N. 17.
Riquissimas cbapelioas de seda para
senhoras, de diversas cores a 12. 9
Cassas de cores bonitos padroes a 240 #
9 rs. o corado. j
Gaseas e organdys de cores a 280 rs. o
S covado. SJ
Chitas do todas as qualidades e pregos. 9
9 Muilissimas fazendas finas que se ren- 9
dem por precos baratissimos para liqui- 9
dar, dao-se amostra das fazendas. a}
9999999999 99999 999999
Manteiga ingleza
flor a 1,000 rs. a libra
FraDceza a 680 a libra : na ra das Gruzes n.
2 esquina da traressa doOuvidor.
Potassa da Russia e cal de
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para tontas e Facturas, papel mala-borrao; ven-
de-se na loja d'aguia branca, ra do Queimado
numero 16.
aii^BwwBWiHB Na ra da Cruz n. 10, cata de
9 Kalkmann Irmos &C., tem ex-
polio um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e grotsurb, pannos de
^ borracha, rodetas de dita, so-
\ bre ditos artigos tomam-se en-
commendas.
A1$ o corte
de caiga de meias casemiras escuras de urna s
do Queimado n. 22, na loja da
Lisboa.
No bem conhecido o acreditado deposito da na
da Cadeia do Recife n. 12, ha para rendar a ver-
dadeira potassa da ftuasia, nova o de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra ; tudo por precos mais baratos do que em
outn qualquer parte.
Vinho do Porto.
Previne-se aos Srs. empregados da estrada de
ferro e ao publico em geral que na villa do Ca-
bo ao p da estacSo, no estabelecimento ds Pe-
dro Rufino do Reg, se acha a venda vinho do
Porto marca chamico em caixas de duzia^bds
urna e mesmoa relalbo por menos do que se
vende no Rec^attendendo a qualidade.
KUNDIClOLOW-MOOR
Raa daSeozalIa Xova n.42.
Neste stabeleciment contina a ha ver uro
completo sortimento damoenda seasei a s moen-
das paraengenho,machinas da vapor etaixas
te farro batido a coado,da todos ostamanhos
para dito,
O torrador!!!
M Largo do Terco 23
Quem duvidar venha ver; manteiga ingleza
perfeitamente flor a 1$ a libra, franceza a 640 e
a 680 a libra, batatas muito novas a 80 rs. a libra
assim como se torra massas muito finas para sopa
a 440 ris a libra e outros amitos gneros perten-
centes molhsdos, (a dinheiro vista.)
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupafeita para acabar,
Paletots de panno preto a 22$, (azenda fi
calcas de casemira pretas e de cores, ditas de
brim o de ganga, ditas de brim braneo, paletots
de bramante a 4j, ditos de fusto de corea a 4a
ditos de estamenha a 4S, ditos de brim pardo a'
3$, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos
dolletes de velludo pretos e de cores, ditos de
eorguro de seda, grvalas de linho as mais mo-
bernaa a 200 rs. cada urna, collarinhoa da Huno
ga uliima moda, todas estas fazendas se venda
paratopara acabar; a loja est aberla das 6 ho-
ras da manha at as 9 da n oite.
SABA0.
Joaqulm Francisco de Mello Santos avisa aos
seua freguezes desta praca e oade fra, que tem
eiposto venda sabode sua fabrica denominada
Recifeno armaaem dos Srs. Travasaos Jnior
s. C, na ra do Amorim n. 58; massa amareila
castanha, preta e outras qualidadea por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
bem tem feito oseu deposito de velas de carnau-
za simples sem mistura alguma, como aa da
composigo.
Luvas de pellica.
Novo sortimento de lnvas de pellica chegadas
no vapor ioglez para a loja d'aguia branca, n
ra do Queimado n. 16.
Luvas de Jornia.
Continua-se a vender as superiores luvas de
pellica de Jouvd, tanto para homem como para
senhora ; na ra do Queimado o. 22, na loja de
boa .
Aos terceiros da
veneravel ordem de S.
Francisco.
J chegou a verdadeira estamenha de lia, na
loja de 4 portas, ra do Queimado n. 39, e se
apromptam hbitos desta fazenia a 40*. e tam-
bem ha de algodao que se apromptam a 28g cada
um, o ee vende a fazeoda por mdico preco.
-' *2dem-e afamadas ehinellas do Porto
por 19800. quem deizar de comprar: na roa da
Senzala Nova n.f.
Fejo fradinho, laceas com 20 cnias ; ven-
oe-se na ra das Cruaes a. 24, esquina da tra-
vesea do Oovidor.
cor ; na rus
boa f.
Era casa de Kalkmann Irmos
5 &C, na ra da Cruz n. 10, exis-
te constantemente um completo
@ sortimento de
@ Yiohos Bordeaux de todas as
fjf qualidades.
^ Dito Xerez em barris.
(fo Dito Madura em barris e caixas.
J Dito Muscatel em caixas.
gt Dito champanhe em gigos.
^ Cognac em barris.
dS| Cerveja branca.
p Agua de Seltz.
a Azeite doce muito fino em caixas.
<& Alvaiade em barris.
a Gevadinha em garrafoes.
Vende-se urna boa armago de amarello,
toda enverniaada, que serve para qualquer esta-
belecimento, e por prego razoavel: na ra do
Crespo n. 15, loja.
Allenco
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1 $280:
quem pretender dirija- se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem os tem
para vender.
Vende-se a casa terrea de tres portas, na ra
da Santo Amaro n. 32, a qaal bem construida :
a tratar no pateo da S. Pedro n. 6,primeiro andar.
Na mesma cass ha para vender um esersvo cri-
oulo e mogo, com habilidades de coziohar bem.
e engommar com perfeigo, alem de outras, e
aem rielo algum, vista do comprador se dir o
motiva**-------
/?ua do Amorim
VENDE-SE:
Milho novo, saccas de 3|4 por 4$300.
Dito de meia idade por 3S500.
Dito velho por 3$.
Vende-se urna escrava de meia
idade que oosinha, lava e faz todo ser-
vico de urna casa com perfeicao : na
ra do Fogo n. 43.
Anda ha pe-
1 chincha. |
C'iegou a ra do Crespn. 8 j
Sloja de 4 portas, um sortimento
de cassas de cores lixas e lindos 2
padroes que se vendem a 240 rs. j
. o covado, d5o se amostras com !
S penhor.
Raz de coral.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. | B
vende- sea verdadeira raiz de coral a 900 rs. 0 fio!
Caixinhas com msica.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabug D. \
B, chegado de sua propria encommenda muito
lindas caixinhas de costura com msica "propria
para mimo, que se vende muito barato.
Vendem-se osengehos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e corrntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios para algi-
beira, pelo baratissimo prego de 8*400 a duzia
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Vende-se urna carroa aova para um caval-
lo : na ra Nova o. 59.
Ra do Queimado
n. 49.
Santos Coelho vende o seguinte :
Cobertas de chita a cbineza a 1*800.
Lences.
LenQes de panno de linho a 1*900,3* e 3*300.
cortes de phantazia.
I Lindos cortes de phantazia do seda pelo bara-
tissimo preco da 6* cada corte.
Toalhas de fuslao a 500 rs. cada urna.
Cambraia braocade ealpieos grandes para ves-
tido, sendo cada peca a 5g.
Gollinhas bordadas para senhora, muito finas
a 2*000.
Sortimento de baldes para meninas.
Bramante de linho para lences, tendo de lar-
gura 10 palmos, pelo prego de 2g a vare.
Algodao moostro aWO a vara.
Bramante de algodao a 1J280 a vara.
Cortes de seda de todas as cores, fazeoda su-
perior, a prf$o de 4*, ditos com toque de mofo a
25*000.
Chapeos de sol de seda para meninos e me-
ninas.
Capailas brancas para noiva a 5f.
Chapeos para senhora.
Micos chapeos de seda e de velludo pata se-
nhora, pelo baratissimo prego de 151 16*: na
roa do Queimado n. 22, loja da boa f.
S*0UPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.fl
2 SORTIMENTO COMPLETO
f Vazeedas e obras feitas.
a
LOJA EARMAZEM
DS
jGes k Basto]
NA
&m* do Queimado
a. 46, frente ammveH*.
Constantemente emosimajrandeeva- 1
nado sortimento desobrecasacaspretaa %
de panno a do corea multo fino a 26*.
"0 e 35*# paaetota dos mesmos pannoa
a 205,225 e 24$, ditos saceos pretos dos
mesmoa pannos a 14*, 16* t 18g, casa-
caa pratas muito bem feitas ede superior
panno a 28*. 308 a 35*. aobrecasaras de
casemira da core multo finos a 15*, 16|
18$, ditossaccoa daa mesmascasemi-
rasalOS, 1** IA$, caigas pretas de
aaemirafina para hornea a 8*. 9*, 10/
e 12, ditas decasemira decores a 7f ,8*,
9* e 10*, ditaa da brim brancos muito
fiaa a 5J 6*, ditas de ditos de cores a
3*. 3*500, 4* e 4*500, ditas de meia ca-
, semira de ricas corea a 4| e 4500, col-
ileteapratosdacaaemiraa 5* e 6*, ditos
! da ditos decoras a 4|500 o 5*. ditce
braneo ni seda para casamento t 5*.
1 ditoa do 6*, colletea debrim braneo e de
; fusta o a 3, 3*500 e 4*. ditoa de corea a
j 2*500 a 3*, paletottpretoa de merino do
'. cordap aacco eaobrecaaacoa 7f ,8* e9*
colleteaprataspara luto a 4$500 5*'
as pretas da merino a 4&500 e 5*. pa-
; I el ots dealpaca preta a 3*500 e 4f, ditos?
iaobiecaaaco a6*,7*e 8f, muito flnocol-*
, lotea da gorguro des'edadecoremuito
|ooazndaa3$8oo e4S. colleteiderel*
lado de crese pretos a 7* e 8*, roupa
para maninosobre casacadepaonopra-
[ toa e da corea a 14, 15* a 16*. dito., ce
i caaemira aaccopara os mesmoa a 6*500 e
E 7*,ditoa de alpaca pretoaaaccoa a 3* g
3*500, ditos sobrecasacos i5{ e 5*500
Ecalcaada caaemira pretas e decorea a 6*)
E 65500 a 7*, camisas para menino a 20$
a duzia, camisas inglezaa prega Marga
Emuitosaperloral32*aduziapar acabar.
Assimeomotemoa ama offleina deal-
'iiateondemandamos ezecutartodas aa
obraacom bravidade.
eobertos edescobartosr pequeas a grandes, da
uro sstente inglez, pasar bamem a saahora da
um os melhores fabricantes de Livarpool, vn-
oos pelo u'timo paquete inglet : em casada
Sonthall MeJIor C
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
e leves par* duai e 4 pessoas e recebem-sa en-
commenas para cujo fim elles possuem map-
pas com varios desechos, tambem vendem car-
rosas para conduegao de assucar etc.
N. O. Bieber & C.,^cc*Sores, roa da Cruz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro e prata.
Gravatasdamoda.
Vendem-se gravatiohas estreitas muito supe-
riores, tanto pretas como de ceres, pelo baratis-
aimo preco de 1* na ra do Queimado n. 22.
na loja da boa f,
Bramante de linho mnito
superior.
Vende-se superior bramante de linho com duas
varaa de largura, pelo baratissimo prego de 2*400
a vara : na ra do Queimado n. 22, na bem co-
nhecida loja da boa f.
Attenco.
*
Francisco II ou a Liberdade da Italia, drama
histrico em 5 actoa por Francisco Gaudencio
Sabbas da Costa : acha-se venda na livraria
econmica ao p do arco de Santo Antonio, a
15000 cada exempUr.
mrinirim <^* A 2^500
Chales de merino estampados, que em outra
lojas se vendem por 4* e 5* na loja da boa f
na ra do Queimado n. 22, vende-se pelo bara-
tissimo preso de 2*500.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS i REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento do
roupas feitas, calcados a fazendas e todoa
estes sa vendem por precos mnito modi-
Qcados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurioos a
26*. 28*. 30* e a 35*. paletots dos mesmos
pannoa preto a 165,18S> 20* e a 24*,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 14*. 16*. 18*, 20* e 24*.
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9*, 10*. 12* o a 14*. ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 8*, 10*, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12*,
ditos de merino de cordo a 12}, ditos
de meria chinez de apurado gosto a 15*,
ditos de alpaca preta a 7*. 8*. 9* e a 10*,
ditos saceos pretos a 4*, ditos de palba de
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fuslao a 3*500, 4*
e a 4*500, ditoa de fustao braneo a 4*,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7*, 8*, 9* e a 10, ditas
pardas a 3* o a 4*, ditas de brim do cores
finas a 25500, 3*. 3*500 e a 45, ditas de
brim brancos finas a 4*500, 55, 5*500 e a
Naroado
'Crespo il 8 A.l
LOJA DOS BARATEIROS
| Leandro MirandaM
Vende-se fazendas por menos prego* m
que em outra qualquer parte, assim o v
freguez traga dinheiro. a
Pegas d cambraia de salpico muito fi- >
e na com 8 lri varaa a 4J. M
Chapeos de sol de ssda ioglez a 11*.
Dito de alpaca de boa qualidade a 4g600. JJ
Entre-meio de cambraia bordados a &
15400 a pega. f|
Chales de merino estampado a 5*500. Dito dito preto o do cores a 4*500. 8
Saias bordadas a 35. j&
Ditas muito ricas a 20$.
Cortes de vestido deOcambraia braneo 1
bordados a 5$, 10* e 12*e muito ricos a
a 255 e *0*.
Enfeites a'imperatriz a 2* e outras
muius qualidades de 5* a I05.
Casaveque de velludo de muito boa
qualidade a 25*.
Chapeos de seda para senhora a 8*.
Pegas de cambraia lisa i lodia com 6
1|2 varos o 1 1[2 vara do largura por 10g ,
fazn+a nova. ie
Chitas fraocezas finas a 280 rs. o co- j>
vado.
Organdys de novos padroes a 800 rs. a fi
vara. a
Meias finas inglesas para eenhora a- $
zia 6*. 0
Dita dita cruas para homem a 5*. SK
Grande sortimento de rou-S
pa feita.
Casacas muito finas a 305.
Sobrecasacas muito Boas a 24* e 34*. &j
Paletot sobrecasseado panno msela- P
do a 205. a
Dito saceos, casemira de cores a in- 8
gle?a a 16*. g|
Dita de panno pteto fino a 17*.
Dito de panno preto Uno sarcos a 17*. 8
e de outras muitas qualidades que se ?f
vende barato. |k
Completo sortimento de perfumaras
inglezes e francesas. |
Charutos de Havana e da Bahia de
boas qualidades e barato?. 11
,_J0
e a 5*, ditos de fusto braneo e de brim
5 a 3j e a 3*500,ditos debrim lona a 45,
X ditos de merino para luto a 4* e a 4*500,
J caigas de merino para luto a 4J500 e a 55,
11 capas de borracha, a 9*. Para meninos
** de todos os tamaphos : caigas de casemira
i| prefa e de cor a 55, 6* e a 7*, ditas ditas
X de brim a 25, 3* e a 3*500, paletots sac-
m eos ae casemira preta a 65 e a 7, ditos
I de cor a 6* e a 75, ditos de alpaca a 3*,
m sobrecasacos de panno preto a 12* e a
14, ditoa de alpaca jireta a 5*. boneta 5
para menino de todas as qualidades, ca- li
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
Sara menina de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 8* e a 125, ditos de gorgu-
ro de cor e de lia a 5* e a 6*. ditos da
brim a 3*, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados Jsiuitas outraa
fazendas e roupas feitas | deixarn de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade ; aasim como recebe-setoda e qual-
quer encommenda de roupas para ae
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande offleina de al-
faiate dirigida por un hbil mestre que
pela sua promptidoeperfeico nadadei-
, xa a desejar. .
Baloes para meninas.
Vendom-ae balos para menina, de todos os
tamaitos, de madapolo e de mussulina a 3* o a
4* : ua ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para gravataa,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado n, 22, na loja da boa f.
Leite puro.
Na roa do Vigario, deposito n. 6, vende-se lei-
te puro a 320 a garrafa, desde as 6 1(2 s 9 ho-
ras da manhaa.
Meias baratissimas.
A 2*400 a duzia da parea da meias brancas fl.
as para homem : na ra do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A' loja da boa f na ra do Queimado n. 29,
cnagpu novo sortimento de ricos cortes de vesti-
dos brancos bordados com S e 3 babados, os quaes
contiBUsm a ser vendidos pelo baratissimo preco
de 5* cada corte : ns ra do Queimado n. 22, na
bom coohecida loja da boa f.
Na loja de4 portas da ra do Queimado n. 39,
acha-se um grande armaaem eom todo o sorti-
mento de roupas feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna offleina de altaiate, estando encarrega-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa, na-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se lhe s, ,e p,uiJ?d V
encommende ; por isso que faz um convite espe- '"l?10;.* ""
c al a todas aa pessoas com especialidade aos
Illms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-so fardas, tardos com superiores preparos
e muito bem feitas, tambera trata-se fazer o far-
! dameoto todo completo conforme ao usa no Rio
I de Janeiro, tanto que tem os figurines que de
l vieram ; alm disso faz-se mais csssquiohas
para montaa, frdelas ou jaquetas, bem como
colletea a militar paca os Srs. ajudantes de esta-
do maiore de ca vallara, quer seja singelos oa
bordados a espequilha de ouro ou prals, tudo ao
goato da Europa, tambem prepara^f^ecas para
desembargadorea e de qualquer^Jsegundo o
estylodeCoimWa aonde se fazemTs melhores
conhecidss at hojo, assim como tem muito ricos
desenos a matiz de todas as cores proprios para
fardaroento de pagens ou criados de libr que se
tara pelo gosto i franceza. Na mesmo casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiangaodo
que por tudo se tica responsavel como seja boas
fazeodaa, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se prometter, segundo o systema d'oode
veio o mestre, pois esptra a honrosa visita dos
dignos senhorea visto quenada perdem em es-
perimentar.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabug n. 1 B.
recebeu um.complelo sortimento de gollinhas de
muaaoga, sendo do todas aseares
Casemiras a
1
4000 o corte, na
loja do Pavo.
Vende-se finissimos cortes de aasemi-
raeaf estada de coi es pelo diminuto
preco de 4jj o corte para calcas, asiim
como tem das mesmas para vender a
25-iOOrs. o covado prjprias para pa-
letots, calca e collete, recommenda se
muito esta azenda aos Srs. alfaiatesque
costumam a fazer roupa para vender,
porque tao cedo nao acbam urna pe-
chincha igual : na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva
Para quem se quer esta-
belecer.
Vende-se orna padaria montada e prompta a
liabalhar, com casa para morada de familia, sita
na ra dos Prea : trata-se com Prenle Vianna
& C, ra da Cadeia n. 57.
Vende-se
um relogio de ouro patente suisso com cadeia a
moderna, e tambem se vende dous trancelins
com passadores sendo um chato e outro rogo,
Ludo por muito commodo preco : na ra do Ran-
fel n. 45.
Vende-se urna armago de amarello enver-
nisada, propria para qualquer estabelecimento,
com gas dentro, e todoa os pertences, na ra
Direila n. 75 : a tratar na ra do Queimado o.
45, loja.
i Vende-se luvas de S
H camurga branca e amareila para militar |
a 2* o par! na loja de Nabuco & C., na ^
2 ra Novan.2. Z
Attenco.
*
Vendem-se dous cabriolis de duas rodas,
assim como um carro de quatro rodas, tudo mui-
to bom e por prego commodo : quem os preton-
der, dirija-se a ruado Jasmim, no lugar dos Cee-
lhosn. 24. que achara com quem tratar.
Verdadei-
| ra liquidaco
DE
IFASBIHIA.
Na ra do Cabug n. 8.
A* DINHEIRO.
Burgos PoncedeLeon, ven-
de todas as fazendas existentes nesta loja com
grande abalimento de seu custo, para que assim
liquidando a massa da extiocta firma de Al-
meida Si Burgos, somente em consequencia da
retirada do socio Almeida, possam os credores
da referida firma ser pagos com toda a brevidade.
PARA SENHORAS.
Chapelinas fraocezas de seda e Ci ricamente
enfeitadas, dando-se para ellas os seus respecti-
vos veos de fil de seda, bordados a 4*. 5. 7S.
9S. 10* e 12*. ^'
Chapeo de sol de seda de diversas cores com
toda a armago de ferro pintado a 2*, 2*500 e a
oJpOUO.
Organdys ou cambrsias finissimas de lindos e
modernos goslos a 400 rs. cada covado.
Gaze de seda de urna s cor havendo cor de
cana, rosa, azul e encarnada, fazenda que muito
brilha em vestidos de senhoras que tom gosto
de se enfeitar a 800 rs. cada covado.
Goraurao de seda de*quadrinhos a 1* o seda
de quadrinhos a 1*500 cada covado.
Casaveqves de cambraia bordados ricamente a
8*. e muito finos que se pode imaginar a 14$.
Manguitos com gollinhas de fil e de cambraia
a 2S5O0, 3* e 3*200.
Camisinhas de cambraia proprias para luto
a 13000.
Chales de seda de grosdenaples ricos o de bo-
nitos padroes a 20*, ditos de retroz bordados a
159, ditos de merino fino de gosto da India a
12*500, ditos de merino de differentes qualidades
e gostos a 6*. 8g, 9g e 10*. ditus de roco de
velludo a 6$, ditos de cambraia de cores a 600 rs.
Cortes de vestidos de grosdenaples de seda de
diversas cores, com ricos babados bordados guar-
dados em seus grandes candes sendo pretos a
508 e os de cores a 40* e a 55* 11
Jiras de babados bordados de cambraia para
diversos misteres a 500, 640 e a 1* cada tira.
Fitas de seda de grosdenaples, sarjadas bem
eocorpadas e muito bonitos padroes para cintos,
enfeites de chapeos para senhora, lagos de cor-
tinados, fronhas e sinteirosa 800 el* cada vara.
Franjas de seda pretas e de cores a 240 rs. a
vara.
Bicos francezes finos a 1*, 1*200. 1*600, 2*.
3 e3J400 cada pega e rouitd"largos a 4f, 4*500
a a 5* a pega.
Bicos de seda branca ou de blondo para ^h
feiles de chapeos como para enfeitar vestidos (^
noivas a 320 rs. cada vara.
Enfeites pretos de vidrilbo a 2* e a 2*500.
Ditos dt flore rancezts a 3$, 4* e a 5*.
Hitos dt verdadeiro froeo de seda a 21.
Luvas brancas e cor de canna do pelica de
Jouvin a 500 rs.
Toucas de ia francezas para senhoras paridas
a 38000.
Pentes de tartaruga a imperatriz a 8*.
PARA MENINOS.
Drimzinh'o de linho a 200 rs. o covado.
Capinhas, jaquetinhas e casaveques de la a
1*500,2*. 2*500 e 4*.
Calcinhas de cambraia a 3*.
Sapalinhos bordados de seda a 1*280.
Bonetsfrancezes a 2*500, 38 e a 4*.
Toucas de la para menino de peito a 800 rs.,
e de fil enfeitadas com fila e bicos a 1*.
Meias pintadas a 300 rs, cada par.
Lencinhos de retroz a 1*500.
Luvas de pelica de Jouvin a 500 rs.
PARA HOMEM.
Brim traogado muito fino de lialraa e quadri-
nhos de pura seda e linho. para caiga, collete e
iletot a 1*500 cada vara.
Fusto alcochoado de riscadinhos para piletot
e calgaa a 480 ra. o covado.
Cortes de coleles de fustao a 500 e a 800 rs.
Cortes de calcas decasemira a 3#, 4*. 5* e 6*.
Chapeos pretos francezes a 8*, de palba escu-
ra a 38200, da Cbyli de 5* at ao prego de 12*,
de palba para arlistas a 800 ra.
Casacas, paletots, caigas, aeroulaa, de todas as
qualidades e pregos, como muitas outras fazen-
das to em conta que admira;
Calcado
45 Ra Direita 45
Magnico sortimento.
Semprecondeseendenteeprazenteiro com os
fregoezei que Iba tr.zem dinheiro, o propMeta-
l?.d"'! ""i-6 .'^'ecimento' continua a of-
ferecer so publico, por pregos mdicos e sempra
dJr^Vf0SdeOU,r0', 8eu bell 'orllmeS;
de calgado francez, inglez e brasileiro e vejam :
Homem.
Bomgulns Victor Emmanuel.
couro da poreo. .' '
lord Palmerstoo (bezerro"
diversos fabricantes (lustre)
John Russell. .
>


otoco
lOjfOOO
9*500
a&noo
89500
55O
5$O0
-'000
1$500
5S5C0
3J0OO
5J500
58004
5*000
4$8C0
Sapatea Nantea (batera iteiral".
patente......
Sapatos ttanga (portugueses)', i
(francezes). ".
9 entrada baixa (sola e vira)
muito chique (urna sola). .
Senhoras.
Borzeguios primor (Joly).....
brilhautina. ,
gaspa alta. "
31, 32, 33, 34.....4500
decores 32,33.34. 4*000
Sapatos com salto (Joly)......sfeoS
aT41eaT22- 2240
1,02,00 34 lustre. 1*000
E um rico sortimento de couro de lustre be-
f" """* "*. "la. vaqueta, 'cou-
nnboe, fio, tanas etc., por menos do que qual-
quer outro pode vender. 4
g Loja de fazendas finas ^
DE
GMartinho de OliveiraBorgcs B
Raa da Cadeia do Rerife n. 40. fi
7T ^VeDd!m'Se uOD'tos cortes de vestidos i
de cmbrala blancos bordados a 30B. S
S ditos ditos de cambraia da Escocia fina W
sendo toda a saia e fazenda para curpi- %
m nho bordado, prego 508.
-- Vendem-se tres escravos de lindas figuras
viudos do sertao, com idade de 16, 20 e 24 an-
nos : na ra das Cruzes n. 35, segundo andar.
vende-se a taDerna do largo de S; Pedro
n.l. com poneos fundos, propria para qualquer
principiante: quem pretender, dirija-se a mesua
Escravos fgidos.
No dia 22 de julho do correte anno aa-
sentou-se de bordo do vapor Iguarass ura
mulato criado de nome Faustino, idade de 21 a
22 annos pouco mais ou menos, natural da cida-
de da Granja e de propriedade do Sr. Jos Amo-
nio de Barros residente eli, cujos sigoaes sao os
segu.ntes : alto, corpo regular, cor amarellada.
cabellos carapinhos, nariz proporcionado, bocea
grande, beigos grossos, bons denles, mal feito da
ps, anda seropre bem vestido e penteado o j-
pracitado mulato anda pela ra da Aurora imi-
tulsndo-se forro. Roga-se aa autoridades pociaea
e capitaes de campo a apprebensao do predita
mulato e leva-lo o largo da Assembla o. 12
2 andar ou em casa do Illm. Sr. commendador*
Manoel Gongalves da Silva.
No dia 19 de Janeiro de 1856 fugio do en-
genho das Maltas, comarca do Cabo, um mulato
por nome Jeronymo, idade 30 annos, baixo, es-
padaudo, ps pequeos e carnudos, os dedos doa
ps curtos, pernas grossas. pouca barba, bom ca-
bello, cor acanellada. quando falla gaeuea
mestre sapateiroe carreiro. Da primeiro fu'da
que fez foi preso em Caroar, e agora consta "an-
dar por all mesmo e pelos sertOes do Tenedo
quando fugio levou um poltro rozilho cabana
com este ferro CI: quem o apprehendere levar
ao referido engenho receber 100* de gralifica-
cao. O referido mualo intitula se forro e cons-
ta andar pelos sertOes com esse titulo. '
-- Desojipareceu no dia 13 do correte, do i-
tio de S.Jos do Manguinbo, o escravo crioulo
maior de 50 annos, de nome Joaquim, cornos
signaes seguintes : cabellos brancos, alto secio
CSr^0,Je V* |P,rt : este escravo foi pro-
priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, 'o
Aracaty,-U onde veio para aqui fgido : rosa-sa
a todas as autoridades policiaes e a quem quei
que o encontr, de o capturar o entrega-lo no
sitio cima citado, ou na roa do Trapiche d. 15
a Jos Teixeira Basto.
Achim-se fgidos os escravoa Francisco,
mulato claro, natural da villa do Ip, provincia
do Cear, fgido em selembro do anno proxim-
passado, com os signaes seguintes : idade de 35
annos, altura regular, barbado e cabellos relos
anneUados; e Luiz, cabra, natural do Ic, fugio
do em margo^deste anno, e com os seguintes sig-
naea : idade 30 annos, altura regular, muilo pou-
ca barba, cheio do corpo, ps grandes, com al-
guna signaes de bexigas no rosto, e muilo re-
grista ; suppoe-se este escravo estar occullo or
pessoa que o proteje, pelo que protestase contra
quem o llver feito : qualquer pessoa que os ap-
prebender ou delles der noticia a seu senhor Jo5o
Jos de Carvalho Horaea Filho, na ra do Quei-
mado loja de ferragens n. 13, ser bem recom-
pensada.
Fugio do engenho Oiteiro de Sebastopol
provincia da Parabiba. jio 1. de agosto do cor-
rente anno a escrava Maria, crioula, representa
a idade de 40 annos, pooco mais ou menos, com
os signes seguintes : estatura regular, cheia do
corpo, cor preta, rosto am pouco descarnado,
com algumas marcas de bexigas perceptiveis
olbos vivos, nariz bem feito, bocea regular den-
tes perfeitos, a limados os do lado superior ps
seceos, tendo os calcanhares mnito salientes tem
n urna das espaduas um pequeo boto prove-
niente de urna antiga cicatriz, a Calla descanca-
da e m pouco cerrada e fanhosa. Andava ven-
dendo taboleiro quando evadio-se, de preu-
mir qne esteja acoutada pela capital, ou que se
dingisse psra Pernambuco, aonde foi escrava do
tiln. Sr. capilao Francisco de Paula Cavalranti
da Silveira, senhor do engenho Bizouro na fre-
guezia de S. Lourengo da Malta. Roga-se as au-
toridades policiaes e capilaes < captura, e qualquer pessoa que a apprehender e
levar a seu senhor, na Parahiba, Cypriano da
Arrochella Galvio, no supradito engenho, ou em
Pernambuco, na ra da Cadeia no Recife, a Jos
Francisco S Leitio, aera generosamente grati-
ficado.
Superiores organdys a
720 rs.avara,
Vendem-se finissimos organdys de muito bo-
nitos padroes, pelo baratissimo prego de 720 rs
1 vara, fazenda que sempre se vendeu por
1*200, assim pois, quem quizer comprar fazeoda
fina muilo bonita e muito barata chegar roa
do Queimado n. 22, na bem coohecida loja da
boaf. *
Relogios baratos.
Na ra Nova n. 21, ha grande porcia de relo-
gios foliados, dourados e de ouro, patentes e ori-
zontaes, suissos e ingieres, os quaes sero ven-
didos pelos pregos da factura. Cada relogio leva-
r um recibo em que se respensabilisa pelo re-
glamento durante sais mezas.
Fugio no dia 24 do correrte o moleque Eu-
genio, da idade 12 annos, pouco mais ou menos
levou caiga de bria, camisa de madapolSo, tem
os signaes seguintes ; olbos grandes e brancos
cheio do corpo, um signal visivel no peito : quen
o pegar, lo*e-o i casa n. 32 da raa do Apollo,
qae ser recompensado.
Esorava fgida.
No dia 4 dejunho do correte anno fugio de
sitio da viuva de Joo Ferreira dos Santos, na
Passagem da Magdalena, a escrava crioula da
nome Ignez, com os seguintes signaes : tem 40
annos de idade, de estatura regular, tem cor
fula, aleijada da um dedo da mo esquerda, a
muito regrisla ; esta escrava oi propriedade do
senhor do engenho Poeta ; suppoe-se que ella
est oceulta eaa alguma casa sob o titulo de forra,
pelo qae se protesta contra quem a tiver em seu.
poder : roga-se s* autoridades policiaes e capi-
taes de campo a apatehenao de dita escrava, e
leva-la ao referido sitio, onde receber a paga da
seu trabalho com generosidad*.
Na dia 21 do correte mez de agosto fugio
desta povoagao de Aj pacos um escravo crioulo
de nome Andr, cajo escravo tem os signaes se-
guintes: baixo, cheio da corpo, poaca barba, ros-
to redondo, tesa urna marca vermelha no Idbie
inferior, pea cosaos, dedoa cuttoe, j tem tido
cravos nos pes, dos quaes inda Um vestigios, an-
teado de carroiar, j foi escravo de um dos se-
nhorea do engenho Cagafago, levou vestido ca-
misa e ceroula com prisa efe algodao, e um pale-
tot pelo velho, eajo eacravo perteoce boje a
Joao Fjancisco do Reg Maia, morador na po-
voagao 4o Apipucoa : quem o prender, leve-o a
ou referido snior que era recompensado ale
seu trabalho.


(8)
MAJUQ DI MMAMICO. *. TERQ4 TORA DB SETEIIBRO l IMli
Litteratura.
Ir.
livro.
eosen
ni
(Conclusio).
Nao negamos que esta sobriedade do uso de
diversos recursos perlencentfs arte, possa pa-
recer excessiva, era um lempo om que, sob a
influencia d'um'a cerla theoria, denominada o
Realismo, se eiageram os affeclos tirados da na-
tureza exteiior do hornero ; mas, alm de que
se inteiramenle Cao realista uoindo-se s idea?,
quanto materia, e que um fentiment > lo
immensas regies, que formam mais di melado
da trra habitare!, oa Europeus precisara recor-
rer ao emprego de ragas apropriadas a estes cli-
mas.
A questao suscitada pela carta do imperador
poderia pois estibelecer-e oestes termos: so
certas causas geraes impeliera a raga branca e os
grandes estados europeus penetrarem cada vez
rasis oas regios tropicaei, por meio de que'sya-
lerr.a de trabalho e variedales da especie huma-
na deve-se razoavelmente esperar o orcupar e ci-
vilisar estes vastos e ricos paizes?
II
As causas geraes que impellem os povos o os
estados europeos se eslabelecerem ou penetra-
real quanto urna pedra, M- Mocquard adquiri rem cada vez mais oas regies tropicaes s'o alias,
seru duvida no estado dos escriptores do XVII, o no mesmu gro, Dumerosas e irresstveia,
seculo, a quem deve seu estudo, a preferencia Era primeiro lugar, alguns estados, como a
que d analyse das cousas moraes sobro a Franca, a Inglaterra, a Ilespanhs e a Hollanda,
pintura das cousas sensiveis. i a islo sao impellidos pelo ioteresse de suas col-
Penetrar em um espirito, em um coraeo,! nas.
aondar-Ihe os abysmos, revellar-lb.es -os mysta-l Seria um grande erro suppor que a emancipa-
rlos, annlysar-lhes os mais leves e delicados sen-1 q5o dos negros destruid o systema colonial;
iimentos ; formular resultados dests sorte de, transformou-o. A escravidio, que um estado
archimia humana em um eatylo sompre correcto, social transitorio, nao podia, do espirito de ho-
elaro, delicado e justo, que deduz ou affirma, ex-1 mem algum sensato, constituir urna situagio de-
plica e piola, accresceu tanto dogura ou finitiva Servio para arrotear e povoar as colo-
vebemencia da idea a precisio da forma, e so oias ; toca agora liberdade completar, regulari-
endo mais correcto quando mais commovido : sar este resultado etoma-lo definitivo. Sem du-
eis o talento de M. Mocquard, talento raro que vida muito costar, nao s em dinheiro como em
s pode ser a parlilha 'uma natureza escolhida,
d'um espanto fecundo, exercilado e poderoso.
Tal tambera, o remance de Jessie, obra su-
blime e tocante, moral e delicada ; urna idea no-
are em um estylo bom : Jessie resume d'uma
maoeira geral as qualidades eminentes do autor,
as quaes sse encontrario ioteiramente nos tres
ebjeclos, cujo esbogo ensatamos : o carcter, o
talento e o livro.
(A. Granier de Cassagnac, deputado ao corpo
legislativo.}
[Pree. Andrade Lina.)
A carta do imperador ao Sr. ministro
da marinlia e das colonias,
i
A carta enderacada pelo imperador, no 1 de
julho, ao Sr. ministro da marinha edas colonias,
e relativa ao tratado essignado com S. M. a Rai-
U.j Victoria para o eugajamenlo dos coulies, nio
toca, por ora, seoo nos interesses de nossas
co'onias do atlntico e do ocano, em vista das
quaes regula a procedencia e recrutameuto dos
irabalhadores substuidos ou accrescentados aos
antigos escraros emancipados.
Sabe-se que antes da conclusio do tratado o
recrutamento destes trabalhadores se operava
como ainda ha de se operar, durante um auno,
do modo seguinte :
Certos negociantes francezes, munidos de um I
tratado com nossas colonias, introduziam indios [
B3 Reuniao e as Antilhas ; e cerlos outros ne-1
gocianles rsgalvam na costa d'Africa negros |
escraros, que, tornndose immediatamente livres
eram por cinco ou sele annos alugados aos plan-
tadores da Martinica e da Guadeloupe ; depois
do que tioham estes negros a opgio de flcar no
paiz ou de serem gratuitamente levados a sua
trra.
A carta do imperador faz conhecer que duas
mudangas considerareis lem sido feitas, em vir-
tude deste tratado, neste estado das cousas.
Em primeiro lugar, autorisa o governo britan-
aico o recrutamento, em suas possesses da In-
dia, de todos os trabalhadores oecessarios a nos-
sas colonias, com as mesnas condigoes que as de
que gozam as colonias inglezas.
Derois, o governo fraocez renuncia, em quan-
to durar o tratado, recrutar negros, por meio de
resgale, oa costa d'Africa, s se reservando a fa-
culdade de tirar trabalhadores negros livres em
aossas proprias possesses do continente africa-
no, como oas outras regies onde a escravidao
est proscripta.
Esta carta suscita pois urna questo que, j
eonsideravel hojo, no ponto de vista colonial, ha
de influir, em um prximo futuro, sobre a riqueza
a torca, a influencia exterior das grandes cagos
europeas e principalmente das nages martimas.
Esta quealo a de saber por meio de que
systema de trabalho e de que variedade de raca
humana se ha de cultivar, civilisar, levar ao nio-
vimento moral, religioso, progressivo da Europa
os vastos paizes situados na zona tropical, paizes
quasi inaccessiveis para o trabalho agricola da
raca branca.
Sendo o desejo do imperador que se examine,
< com o maior cuidado, as queslOes que suscita
a emigracao africana cedemos ao desejo de es-
tabalecer o problema em seus termos mais geraes.
Sem duvida, a raga branca europea pode viver
em toda a parte. Vire e commercia em Quito,
Sumatra, Borneo, as Clebes, isto sob a liona
ecuatorial; arroteram antes dos negros, as colo-
nias das Antilhas, e mesmo as Guyaoas ; mas se
todas as colonias creadas pelos Europous na zona
tropical foram primitivamente fundadas e mes-
mo cultivadas, em urna cerla medida, pelos bran-
cas da Europa, nao se desenvolvern! e attiogi-
um sua actual prosperidade sena o por meio de
trabalhadores tomados da raga africana.
Tomos visto, as Antilhas francezas, os solda-
dos utilmente applicados, sob a condico de cer-
tas precauces higinicas, aos trabalhos das es-
tradas ; os ensaios de cultura de caf, que neste
momento se fazem na Guyana franceza, por meio
dos transportados parecem dar ptimos resultados.
A raca branca europea, a mais civilisada, a mais
moral de todas, emm a que guia o mundo, pode
pois, como diziamos, eitabelecer-se e habitar em
toda a parte, mas com acoodigio de se reservar
sobretudo o commercio, a industria, e de dirigir
os trabalhos agrcolas as regies tropicaes, em
lugar della mesma executa-los. Nao poderia, de
urna manetra geral, constante, regular, cultivar
a trra, entre o 30 grao de latitude norte e o 30
de latitude sul; e, para a cultura efficaz desias
esforgos; comtudo tem custado cem vezes mais
para constituir o presente estado das cousas, por
mais imperfeilo que aioda seja. A emancipacao'
commercial e a creaco de instituiges de crdito
ho de contribuir para o successo, que afouta-
mente poJera esperar todos os homens prudentes
e resolutos.
A proteccao dos interesses moraes e materiaes
da civilisagao chrislaa ha de ser tambem, para
todos os grandes estados martimos, urna causa
cada vez mais operante, que ha de motivar a m-
tervenco da Europa nos negocios das nages bar-
baras da Asia, frica ou America. Nio oio aju,n-
tamento de diversas causas desta natureza que
reuni a Franga e a Gria-Bretanha na expedidlo
dirigida contra o imperio chinez, e reuni ainda
a Franca e a Hespnnha na expedigao dirigida
contra o imperio annamita ?
E' alias para os povos christaos urna terceira
causa de expansio, cada dia mais imperiosa ;
o povoameolo rpido e prximamente completo
das regies temperadas da Europa. J, desde
meio seculo, as familias exuberantes laagam-se
s regies Temperadas da America do norte e da
America do sul; e, sem que pare o movimento
ascendente da populacho -na Allemanha, Franca,
Inglaterra, Hespaaha, Italia, enchem-se os Es-
tados-Unidos e o immenso valle do Prata com as
emigrages europeas. Approxima-se pois o mo-
mento em quo a onda colonisaddra devera se di-
rigir para as regies tropicaes.
Emfim, urna quarla causa, de tolas a mais for-
te, chama a attencao e a presenta dos povos eu-
ropeus para as cellidas regies da Asia, frica e
America : a deslocago ou a decadencia dos im-
perios que 4$ oceupam. Os estados christaos nao
podem flcar ausentes dos paizes ondoso amon-
toara as ruioas da idolatra ; Deus abi marca sua
presenga, para estipular os direitos da josttga, da
moral e da civilisagao.
Occupir, fecundar, dirigir, goveroar, em urna
escala cada dia maior, taes ou laes parles das re-
gies tropicaes, na Asia, frica ou America, nao
poder pois deixar de ser, em um futuro mais ou
menos prximo, a obra dos grandes estados ma-
rtimos, quer se trato de ulilisar seria e definiti-
vamente magnficos territorios, como a Guyana;
quer se trate de fundar escolas militares, em vis-
ta de operages looginquas ; e como a tvrra des-
tas regies assim como terno-lo dito, difficil-
menle accessivel ao trabalho agricola directamen-
te executado pela raca branca da Europa, por in-
termedio de que outras ragas poder effeituar-se
esta obra ioevilavel ?
III
Quatro grandes variedades da raga humana sao ; lo qual um negociante, obrando como investido
apropriadas s condigoes climatricas das regies j de poderes de um proprietario colono, liberta um
tropicaes: a raga malaia, a chioeza, a india o a ; negro mediante certa somma paga seu senhor
neaveis, susceptiveis de affeicao, e fcilmente at-
trahidos ao chrisliaoismo; casta muito menos
manda-los vir do que os Chinezes ou os lodios,
e quasi nunca vo-se. Sio per consequeacia urna
preciosa acquisigo para o solo e o trabalho.
A lem disso, os negros vivem dos producto* lo-
caes, como raizes, legumes, peixe ou carne; con
sommem a maior pee da agurdenle; e este
rgimen desenvolve nelles urna forja muscular
eonsideravel. Os negros recem-chegados acharo I
em todas as povoaces velhos compatriotas
d'Africa, que fallara a lingua de sua tribu, o que
faz que em mu pouco lempo aua assimilacao so-
ja completa e definitiva. Com a introducgo dos
trabalhadores negros, nao se cultiva somente os
paizes tropicaes, pova-se-os.
Em qual quer ponto de vista que se encara a
arroteadura e a colonisacao das regies tropicaes,
a raga negra pois a que d os resultados mais
certos, mais econmicos e mais moraes.
Os negros toroam-se, depois dos brancos, os
raelhores agricultores ; formam urna populacho
dcil, permanente, e que se affeicda ao alo ; eos
missiooarios, nao tendo que destruir, entre os
negros, a polygamia ou a promiscuidade, como
entre os Indios ou *J0 Chinezes, chegam, com
cuidados e persistencia, organisa-los em fami-
lias christaas.
Das quatro grandes ragas apropriadas is regies
tropicaes; a raga iodia e a raga negra sao pois
as que, na experiencia da grande cultura, teem
dado os melhores resultados ; e a raga negra a
que, no ponto d vista do trabalho produzido, da
despeza effectuada e da moralidade, geralmonte
preferida pelos Europeus, leodo feito a experien-
cia das outras.
Resta-nos agora examinar as condigoes em que
pode sor pretendido e obtido o trabalho destas ra-
gas tropicaes.
O resgate dos negros.
A' parte o tratado, oo resta evidentemente, no
actual estado d'Africa, outro meio serio e efficaz
de obter, em urna larga escala, trabalhadores ne-
gras, senio o praticado, uestes ltimos lempos,
pelo commercio francez, isto o resgate dos ne-
gros e sua restltuigao liberdade, sob a condigo
de um, coalrato de aluguel por alguna annos, na
expirago dos quaes podem, sua escolha, ficar
as colonias, ou voltir seu paiz.
Salvo um limitado numero de estabelecimentos
europeus, onde est proscripto a escravidao, o
estado geral e tradicciooal dos negros na costa e
no ioteiior d'Africa, o captiveiro.
Nos estabelecimentos ou foitorias francezas da
costa oeste d'Africa, no Senegal no Graode-Bas-
san, na Assinia, no Gabo ; aos depsitos esta-
belecidos polos methodistas inglezes, para ac-
commodar os escravos tomados aos navios ne-
greiros, como Sanla-Haria-de-Gambia, Serra-
Leda, a costa d'Ouro e Santa-Helena ; emfim,
em alguns outros pontos, como a pequea rep-
blica de Siberia, funlada pelos Americanos, cora
tiberios, oa costa dosGraioes, poder-se-hia obier
um certo numero de negros livres ; mas ainda
que fosse possivel esgotar estas fontes, todos es-
tes negros alimentaran! apenas urna colonia in-
gleza importante ; porquaoto, segundo os docu-
cumentos ofllciaes inglezes, s a colonia de Msn-
rcia importou, em treze annos.de 1848 a 1860,
mais de dtenlos mil trabalhadores de toda pro*
cedencia ;-801,951 em cifras eiactaa.
Os negros existentes, n'Africa, no estado livre
nao podem pois ser sufficieotes para a conserva-
gao do trabalho colonial, e com mais poderosa
raz3o para a arroteadura e povoameoto de novas
regies tropicaes; e, assim, os estados martimos
que cnidassem em favorecer as culturas loogin-
quas de seus nacionaes, no int.resse de aua na-
vegago e de seu commercio de troca, deveriam
passar sem trabalhadores negros ou obte-los de
seus possuidores africanos, por meio de um res-
gate, seguido da restituirlo i liberdade, com
j contrato de aluguel por alguns annos.
Um resgate, a palavra di-lo assis, o acto pe-
do trafico da escravidao dos negroa. Povoou
de escravos os Estados-Uoidos, suas numerosas
colonias das Antilhas ou da costa oriental da
America, e nio achando sem duvida que fosse
bastante cooduzir negros para suas proprias pos-
sesses pedio e obtere, em 1713, por um artigo
da paz d Utrecbt, o monopolio dos fornecimen-
to dos escravos as colonias francezas e hespa-
nholas.
Nao ha pois no mundo um s paiz cultivado
por negros trazidos d'Africa onde nao tenba a
marinha ingleza derramado suas carregages de
cativos.
Desde 1807, converleu-se a paixo dos Ingle-
zes pelo trauco em urna paixo nio menos viva
pela libertagio dos negros; assim como em
1713 quueram por escravos era toda a parte,
quizeram partir de 1807, que em parte nenhu-
ma resUsse 'elles mais. Importa alias fazer-
lhes esta justiga, que a paixio pela libertagio
nao tem recuado diante dos mais enormes sacri-
ficios, porquanto j, em 1840, tioha-se-lhe sa-
crificado urna somma de 15 milhes de libras
esterlinas, ou de mais de 375 milhes de francos,
segundo o testemonho de sir Fowel Buxton, o
qual tinha a dor de accrescenlar que, apezar
destes sacrificios, o trafico dobrira depois de
1807.
Em 1840, foi fundada em Londres, a tociedade
para a extincro do trafico dos escravos e a ei-
vilisa[o d'Africa, sob a presidencia de S. A.
R. o principe Alberto, e com o concurso dos ho-
mens mais eminentes da GrSa-Bretanha. Esta
sociedade, apoiada com urna propaganda arden-
te e infatigavel, pesa sobre o governo ioglez ; e
ella que tem posto avante eate argumento contra
o resgate dos escravos saber que o resgate tem,
no intorior d'Africa, as mesmas consequencias
que o trafico, neste sentido que este excita os
chefes i roubarem-se mutuamente suas popula-
ges para cede-las, prego de dinheiro, aquel-
las que veem resgata-las.
O mais ordinario bom seoso basta para compre-
hender que o reproche dirigido contra o resgate
dos negros carece de fundamento, em qualquer
ponto de vista que seja encarado. O resgate em
nada augmenta a escravidao no interior d'Afri-
ca, e fa-la cessar para todos os negros que sao
resgatsdos.
Se, no interior d'Africa, houvessem reis ne-
gros cujos subditos fossem livres, poder-se-hia
suppor, ou que estes reis seriam levados pelo
engodo de um resgate, redu7ir estes subditos n
escravidao para depois vende-los libertadores,
ou que outro* reis seriam tentados de lhes faze-
rem a guerra, para augmentar, pelas conquistas
destes negros livres, a massa dos escravos. N es-
tes dous casos, o offerecircento de um resgate
poderia contribuir, cora effeito, para desenvol-
ver a escravidao n'Africa ; mas todo o mundo
sabe que a escravldio conslilue o estado social e
tradiccional dos reinos do interior d'Africa ; a
guerra remore ah os escravos, mas nao os crea.
Assim o resgate um meio certo e louvavel
de tirar da escravidao negros que, sem o resga-
te, viveriam e morreriam no catlveiro ; e se es-
saa duas cousas : metamerphosear ah da um
lado os individuos, do outro as instituiges.
Convm mcltamorphosear ahi os individuos,
isto 4, ioculcar-Ihes os principios moraes que di-
rigen), conleem e suslentam os homens na vida
livre.
Convm tambem metamorphosear ahi as ins-
tituiges, isto crear as garantas legaes da or-
dem publica, sem as quaes a propriedade priva-
da, a liberdade individual, a seguranga geral sio
pslavras e chimeras.
Sem a creaco das corporaces de operarios e
das municipalidades, ntreos Gregos e Romanos;
sem a creaco doa commuus e do dreito costu-
meiro, na edade media, a emaocipago dos es-
cravos teria silo impossivel, nos lempos antigos
e nos lempos modernos. Nao ludo dar a liber-
dade um escravo : mister colloca-lo em um
meio social e legal, em que a vida livre seja cons-
tituida e garantida.
Emfim, preciso urna terceira cousa : o lem-
po. Mesmo com instituiges apropriadas 6 sua
obra, levou o christanismo treze ou quatorze s-
culos em destruir a escravidao dos brancos na
se completa apenas na Russia
negra.
Al aqu os Malaios, raga enrgica e guerreira,
nao teem mostrado urna seria aptidio agricola.
Sao atrevidos navegadores, piratas temidos ; nos-
sa expedigao ao imperio annamito emprega com
successo cavallaria lagal, ou malaia. recrulada
em Lucon ; mas os plantadores heapaohoes ainda
nao em prega ram de urna maneira geral os Ma-
laios oa cultura da canna de assucar; e um frao-
cez estabelecido em Manilha, M. l'aul de la Gi-
ronniore, pareceu, ha alguns annos, ler realisado
urna especie de prodigio, obtendo dos Tagales o
trabalho que exige urna grande cultura.
Os Chinezes transportados nossas colonias
nio teem tido bom xito, como cultivadores. Sao
susceptiveis, cootumazes, e jogam a faca com ex-
tremo desembarago. Tem-se-os empregados co-
mo criados de interior, bflicio para que sio mui
proprios ; mas nio eremos que se tenha podido
formar na Guadeloupe, onde teve lugar a impor-
lagao, urna s reuoio de Chinezes para a grande
cultura. Tem-se-os dessiminados por tres ou qua-
tro, as frescas collinas dos cafezaes, onde fami-
lias de campooezes francezes ou allemies subs-
litui-los-hiam com vanlagom, no ponto de vista
do trabalho, e mais barato.
_ Os Indios ou Coulies deram boos resultados:
sio trataveis, obedientes, legantes de sua pes
soa, mas traeos de coostituigao, e produziado
pouco trabalho. Sua religao p'rohibe-lhes a car-
ne de boi, e vivem exclusivamente de arroz e
peixe. Alem disso, nio se commuaicam com o
resto da populagao, que considerara como impu-
ra ; e regressam geralmento seu paiz. na expi-
rago do engajamento. Sao pois populages que
passam, sem espirito de assistencia ou de volta,
esgotando as colonias de soturnas consideraveis,
e seu transporte longinquo accrescenta gastos
enormes despeza dos salarios.
Os negros sio, sem comparagio, os melhores
cultivadores da zena tropical. Sio doceis. ma-
IOI1II IIH
ORIGINAL DO DHR!0 DE PERNflWBUCO.
iSISrM 11KW Ola
LXXVII
Simmario.Anda o parecer da terceira commis-
sao do orgamooto na parte relativa ao ministe-
rio dos negocios da marinha.
Nio podemos esquecer por um s momento o
parecer desanimador da terceira commissio do
orgamenlo 1 Elle nos preoecupa continuamente,
e nos domina de tal sorte o espirito, que nos per-
turba at o repouso 1
As palarras do festim de Balthazar pao produ-
xiram por certo maior effeito, e a corporagao da
marinha imperial, excesaivamenle magoada, o
encarou como urna declarago franca de guerra
da parte de urna classe forte no paiz ; porque
oceupa todas as altas posigoes do estado, e con-
tera em suas dJbos, quasi que exclusivamente
tres dos quatro importantes poderes que pela oos-
constituigao governam a naci brasileira, como
sao o poder legislativo, o poder execulivo, e o
poder judiciario.
Nada, entretanto, justifica tal hostilidade, se &
este pensament devemos attribuir a origen de
semelhante documento ; porque a marinha tem
sido sempre a salva-guarda das instituiges na-
cionaes, a garanta da ordem, e do respeito a
autoridade, desmoralisada por urna opposigio
vilenla e desregrada.
as occasies de crise sempre ella se recor-
re, sempre se procura seu concurso, e nio ha
presidente que nio se tranquillise completamente
quando consegue ter no porto um navio de guer-
ra ; prova valiosa que a marinha recebe de que
sua misso mui til e iodispensavel.
Existe urna idea profundamente arraigada na
corporagao de que os hachareis, nio obstante re-
conhecerem isso, nio querem que possaamos
urna marinha forte, bem que pequea, por um
mal entendido ciume ; por urna desconflanga de
que sua influencia se faga sentir no paiz, e subs-
titua afinai qoe elles exercem com absoluto
predominio ; e esta idea se derivou e cresceu
com a observagao dos tactos qoe provam seme-
lhante pensamento exuberantemente ; porque
aao poasivel attribuir-se ao acaso, o quo se
descortina formar parte de om systema deli-
berado.
E porque nio o querem elles? O coragio hu-
mano tem tintas singularidades, eavolve-se em
tantos mysteros, que nem sempre se pode des-
eobrir seus impulsos.
O acto recente da terceira commissio, veiu
destruir pela raz as duvidas daquelles que a ta-
avam de preconeeito exagerado ; confirmou
mais as suspeitas dos que a nutriam.
africano, e o conduz urna colonia, onde li-
vre. All, trabilba este negro cinco ou seto an-
nos por meio de uns>sslaro ajustado e fixado pre-
viamente pela administragio e pela colonia, e,
chegado o termo do engajameoto, volta gratuita-
mente o negro i seu paiz, cota seu peculio, ou,
se o prefere, fica na colonia e dispe de si
mesmo.
Encarados no ponto de.vista do bom seoso e da
humanidade, o resgate e o engajameoto dos ne-
gros parecem um acto lio meritorio como os que
adquirem a veneragio universal i memoria de
Pedro de Nolasco e dos seus Irmios da Merco,
consagrados ao resgate dos cativos. Teve por-
tanlo o imperador bem razio de dizer, fallando
do recrutamento dos trabalhadores por meio de
resgate :
< Este modo de recrutamento, convm reco-
nhece-lo, difiere completamente do trafico : com
effeito, emquanto este tinha por origem e Qm a
escravidao, aquello, ao contrario, conduz li-
berdade. O negro escravo, urna vez eDgajado co-
mo trabalhador, livre, e nio tem outras obriga-
ges nio seras que resultara de seu contrato.
Urna operagio de resgate effectuada em 1858,
na costa oriental d'Africa pelo navio Charlea-et-
Georges, parece ter apresentado certos inconve-
nientes. Que operagio deixa de ser susceptivel
de abuso 1 Apresentou-se mesmo no transporte
emigrantes allemies, porquanto foi preciso re-
gular sua passagem, O abuso eventual de urna
operagio de resgate nio pode pois ser bastaote
para viciar o proprio resgate, em sua natureza ; e
convm examinar os motivos dados pelo governo
inglez, que assimila o resgate com o trafico, em
seus Vffeitos sobre a populaglo africana.
A nagao ingleza, mui apaixonada, apezar de
seu exterior fieugmatico, parece susceptivel dos
sentrmentos mais oppostos. Nenhuma outracon-
tribuio tanto como ella para o desenvolvimento
Felizmente nem toda esta distiocta classe par-
tilha os mesmoAenlimentos. lluitos nos fazem
mais do que justiga ; estimam a marinha em.
^Brande aprego.
Como enesrariam os Srs. hachareis aquello,
oo aquellos officiaes de marinha que, tendo as-
ai* sent no parlamento e dominados por am espi-
rito retogrado, apreseotassem um parecer idnti-
co ao que propoz a commissio relativamente
marinha ?
Lam e decidam :
a Considerando a commissio que a assembla
geral legislativa, e as assemblas provinciaea se
teem occapado nestes ultimes quioze aunos em
discusses irreproductivas, que Ihe ha roubado
o lempo que deveria empregar (em trabalhos re-
productivos ; considerando que ellas delegara
sua misso quasi sempre ao poder executivo, por
meio de illimitadas aulorsagesque derogara al
a constituigao do imperio, com o que se annu-
lam ; considerando que neste espago de tempo
teem custado ao estado urna somma superior
vinte mil conlos ; e ha causado muita perturba-
gao na sociedade, e feilo bastantes victimas ;
pensa que, as difficeis circunstancias com que
lutamoa, se deve fazer urna reduegao nesta des-
peza, tanto mais indeclinavel quanto observa a
commisso a perspectiva de um dficit, cujas
proporcoes, posto que ainda pouco definidas, tu-
do presagia que devem vir ser-mais e mais
vastas.
E vendo a commissio com pesar que esta
extraordinaria somma gasta com semelhante ser-
vico nio corresponde grande prosperidade que
d'ahi deveria resultar para o paiz, acha mais ra-
soavel boje, qoe reina a ordem por toda a parte
do imperio, que ji possuimos urna legisagio
monstruosa eiocomprehensivel, ensaiar um novo
systema menos complicado e mais barato, por
uns dez annos.
a Eotende a commissio, tambem que, cora
grande vaolagem para o paiz, se poderiam sup-
primir as faculdades de direito ; porque segundo
urna ordeoagio do reino de Portugal, que man-
dn fechar a universidade de Coimbra por certo
numero de annos, a abundancia de hachareis,
qoe sio agentes irreproductivos torna os povos
rizosos, demandistas e mios, concorrendo assim
para promover e alimentar a desuniio e deshar-
monia ; efleitos que entro nos actualmente se re-
produzco pela mesma causa.
< Esta medida acarretaria urna grande redue-
gao no orgamenlo.
c Parece, egualmente, i commissio estar a
economa procedente de urna reorganisagio da
justiga, d'onde resultasae :*
1. A exlincgio do supremo tribunal;
2." a das relages e tribuases do. com-
mercio ;
3.a A das justiga de primeira instancia ;
4.* A da guarda nacional, que um aophis-
ma com que se lem militarisado completamente
o paiz, e 6 onde reside aoje todo o perigo para
is nossas instituiges, porque ella eati subordi-
nada vootade arbitraria dos com mandantes dos
corpos e com mandan te superiores, e forma toda
a massa eleiloral.
c Parece commissio que se poderia da mes-
ma sorte fazer urna notavel economa com a ex-
tioegio das legages e consulados, que no perio-
do que Ihe serve de estado tem feito urna despe-
za de dez mil coutos de reis irreproductiva-
mente.
< Os Srs. ministros com quem a commissio
conferencio, observaram que as circumstancias
em que acham-ss os servicos em questao im-
pralicavel um systema uniforme de promptas re-
t uegoes como as de que se trato. A commis-
sio nio deseja opporembaragos marcha da ad-
ministragio. nem priva-la dos meios de governo.
E, conclue tazando votes para que fructifiquem
aa ideas que confiou profunda ref iio da c-
mara, e contina A insistir na gravidade do as-
sumpto.
Naturalmente clamariam logo comnosco que
este parecer era absurdo, inconstitucional, anti-
poltico, aoarchico e revolucionario at; porque
acooaelbava urna mudaoca radical no oosso sys-
tema governalivo, e certamente nio contempla-
ran) seus autores como amigo's.
Diriam mais que era advogar as doutrinas da
singular seita do conde de Sainl-Simon; seguir
as Ideas por elle expostas na sua celebre Para-
bola, em que, admiltindo que a Franga conser-
vando todos os homens de genio que posse as
setnelas, as betlas-artes e as artes e profis-
ses, tiresse a desgraga de perder no mesmo dia
o irmo do re, os principes de saoaue, todos os
grandes funecionarios da cora, tojos os minis-
tros de estado, todos os marechaes, todos os car-
deaes, arcebispos, bispos, grandes vigarios, co-
negos, todos os empregados nos ministerios, to-
dos os juizes, e alm delles os dez mil proprieta-
rios mais ricos, declara que este accidente affli-
giria certamente os Francezes, porque elles sio
bons ; mas que esta perda de trila mil indivi-
duos, repataaos os mais importantes do estado,
nio equivjdSMa a de alguns daquelles ; nio Ihe
causara dlsjjlsto senao no ponto de vista pura-
mente sentimental ; porque della nenhum mal
resultara para o estado.
Eotretanio, assim como a 3* commissio lem
em seu apoio a opini&o de certos economistas
que conhecemos, i frente dos quaes devemos
collocar o que acabamos de citar; assim tambem
a nossa commissio teria para firmar-se nio s
aquella curios a ordenagao, como a propria confls-
sio de varios membros mui importantes do parla-
mento nacional, que lamentam com razio que as
cmaras tio pouco produzam ; e o que mais, o
parecer dos mesmos eminentes economistas, een-
tre elles do Sr. Eugene Buret, autor da interes-
sante obra c De la misere des classes laboureuses
en Angleterrs et en France, que obteve o premio
de 2500 francos da Academia das Sciencias Mo-
raes e polticas em sess&o de 27 de juoho de
Europa, e a obra
de.nosso tempo.
IV
(Conclusao.)
simples, fcil e
tira-se de si
A cooclusio
mesma.
Quer se trate de alimentar o trabalho agricola
as colonias actuaos, quer se.trale de fundar colo-
nias novas as regies tropicaes, necessario evi-
dentemente pedir bracos, bragos livres, s duas
ragas mais proprias para os trabalhos peniveis
destes climas, e que sao a raga iodia e a raga
negra.
A raga chioeza parece-nos dever ser posta de
parle, com mais poderosa razio raga malaia,
que alias nio se lem julgado conveniente appli-
car em parte alguma agricultura. Posto que os
Inglezes tenham introduzido quatro mil Chinezes
em Demerari, as colonias sio geralmente pouco
favoraveis este genero de emigrantes.
Tem-se nos Indios ou Coulies, sobretudo se se
applicar a tira-Ios do interior das Ierras, traba-
lhadores inteligentes, doceis, maoeaveis, precio-
sos, emfim, postoque de um rendimento medio-
cre e de um prego elevado.
Alm disso, os Indios sao um elemento de tra-
balho, mas nio sao um elemento de popu-
lagio.
O verdadeiro trabalhador agrcola das regies
tropicaes, o negro. E' menos intelligente do
que o Iodio, mas mais rustico, mais robusto, e
toma mais fcilmente os hbitos europeos. Alm
disso, com o negro, nio se cultiva somente as co-
lonias, povo-se-as.
Quanto ao meio de se obter negros, nio ha
mais simples, e ao mesmo tempo mais sensato e
humano, diga o que quizer a sociedade ingleza
para a aboligio do trafico, do que resgala-los da
esersvidio, e dar-lhes a liberdade, applicando-os
cultura por um contrato.
Que a religiio se esforc por abolir, n'Africa, o
principio da eacravidio, nada seguramente mais
tes negros resgatados, passam como em nossas respeitavel ; mas, esperando que seja destruido o
colonias, eslarem sob o imperio de leis liberaos principio da escravidio, osforcemos-nos poratte-
prolectoras, o resgate o meio de fazer gozar I nuir as consequencias, srraocando-lhe, para iui-
um mui grande numero do pobres escravos, sem-
pre opprmidos e algumas vezes massacrados na
frica, dos beneficios da civilisagao.
III
A sociedade para a extinegio do trafico, tem
pois contra o resgate dos negros, excitado em
nossas colonias, prevenges que sao como se v
completamente errneas. 0 systema seguido
pela Franga ter tido em resultado fazer entrar
12 ou 15,000 negros, resgatados da escravidio,
oa via do trabalho livre e da vida civilisada:
emquanto o systema preconisado e praticado pe-
la sacedade ingleza para a aboligio do trafico
nao tem ainda, apezar de suas louvaveis iolen-
ges e de seus immensos esforgos, seriamente
atacado a escravidio africana em seu principio
ou em seus efleitos.
O governo ioglez tem entregado sociedade
para aboligio do trafico todos os escravos con-
fiscados nos navios oegreiros, e cujo numero,
segundo o testemunho de sir Fowel Buxton, pre-
sidente da commissio da sociedade, se eleva
8,000 por anno, termo medio. Estes negros
teem sido depostos em tres pontos da costa d'A-
frica, em Santa-Mara de Cambia, em Serra Leda,
e na costa d'Ouro, em estabelecimentos dirigidos
por methodistas. Ali, custa de despezas enor-
mes, se forcado a dar a estes negros hbitos
civiliaados. Fallando estes libertos o exemplo.
a yiziohanga, a regra seguida e pratiuada por fa-
milias de trabalhadores brancos ou christaos,
es esforgos dos methodistas teem sido qeasi es-
teris. Nada de arroteaduras, nem de grandes
culturas, nem de resultados serios ; algumas al-
deas de madeira, caramente coostrOidas com o
ouro inglez, e cercadas de alguns ps de milho
Cousa singular, os proprios Inglezes recoohe-
cem, Ba pratica, a inefficacia das tentativas dos
melbodistas ; e, em lugar de teimarem em dei-
xar os negros oceupados nos estabelecimentos
da costa, em ouvir sermoes wesleyianos. os man-
dara sem raido trabalhar as colinas. E' assim
que, segundo Shipping-Gatette, sobre 81,442
emigrantes introduzdos deste 1848 at 1860, as
colonias inglezas das Antilhas, havia 16,487 ne-
gros, a saber : 6.769 cedidos pelos methodistas
de Serra Lea, 8,520 provenientes do deposito de
Santa Helena, e 1,198 provenientes do Cabo Ver-
de, sem indicagio precisa sobre sua origem. Ac-
crescentemos que o contingente de negros impor-
tados foi, para o ultimo anno, de 1,565, eque o
methodo prosegue.
Esperar e tentar civilisar a frica, e destruir
ahi o principio e a pratica da escravidio, com o
auxilio de alguns estabelecimentos religiosos fun-
dados na costa, e de urna abundante destribuigio
de Biblias, o facto de urna intengao louvavel,
mas pouco seria e jolgada pelos resultados.
Para destruir a escravidao n'Africa, sio preci-
1840, o qual diz o seguinte no livro 3" do cap.
VIil importe surtout que les agenta impro-
ductifs comme le cherg, les hommes de loi, es
employs de l'Elat, ne prelevent pas une part
Irop grand daos le revenue d'ooe uation, car, plus
ils preooeot, moies il reste pour subveotionoer
est eocourager le travail productif.
Quando o immortal A Jara Smith, que operou
urna completa revolugio na ecooomia poltica,
classificou o trabalho productivo e o trabalho
irreproductivo reoniu tambem os magistrados ci-
vis e militares na mesma cathegoria, como se
infere destas expresses relativas i um e outros
leur service, toute honorable, toute ulile, toue
ncessaire qu'il est, ne produit rien avec quoi ou
puisse ensuite se procurer une pareille quanlit
de services.
Has, procedendo assim, como bem se exprima
Blanqui, oa sua historia de economa poltica,
elle destiluiu com urna peonada advogados, m-
dicos, engenheiros, artistas, funecionarios pbli-
cos, todos promotores de servigos reaes e per-
mutaveis por jBductos materiaes ; porque nio
se tinha aperceoTuo que o talento destes homens
ara um capital accumulado, muito capaz de dar
proveilos em ouro e em prata, e mui til so-
ciedade, que deafructa por sua vez os servigos
que elles prestam.
Porm o erro do extraordinario economista es-
cossez em pensar deste modofoi logo corrigldo por
outro escriptor nio menos notavel J. B. Say, que,
fundaodo sua theoria do valor sobre a utilidade,
rehabiltou todas aquellas classes, embora as
paixes polticas i que nio foi ioaccessivel oos
das soormaes em que viveu, Ihe Qzessem oscu-
recer as vaotagens dos servigos que prestam ao
estado os empregados pblicos, confundiodo tai-
vez o uso cora o abuso, o necessorio om o su-
perfluo.
Ora, j pro vraos em oosso antecedente artigo
sobre esta queslio a utilidade da marinha de
guerra, sem eocara-la, todava, em relagio ao
progresso que tem imprimido em diversos offl-
cios dos quaes ella depende ; o que ainda mais
evidente torna eata utilidade. Consegointemente
ella representa um valor, um objeclo reproduc-
tivo, t
Outros ecooomistas, e Rossf priocipslmente,
apoiaram depois esta sensata doutrina. Citamos
um texto deste escriptor que confirma nossa as-
sergao.
La pro Judin est toujours l'applicatioo d'uoe
forc, auivaot une certaioe forme, pour obteoir
un resultat. II y a produit toutes les (ois que
le resultat est de oslare a sattsfaire uo des De-
soos de l'homme. Voili le vrai. Ainsi, toutes
les fois que oous trouveroos une foree que s'ap-
plique d une certaioe maniere et que le resultat
de cette applicatioa ooas seri utile oa sgreable,
nous diroos qu'il y a eu production, qu'il y a
un produit, et en coosequence valeur eo usage
et rchesse.
Nada pode ser mais claro e evidente.
cia-los na vida livre e chrislaa, infelizes que, sem
o resgate, sio votados um perpetuo e degradan-
te captiveiro.
A. Ghamer de Cassagnac.
(Conslilucionnel.H. Chaves.)
As tres soberanas criouias,
Maintenosr, Valide, Josefina.
Em viagem, um meio mais seguro que o vapor,
para abreviar a extensio do caminho, ler com-
paoheiroa amaveis.
Conversa-se, paira-se, e sempre cooversaodo-
se, e palrando-se, sem se aperceceber disto, jun-
tando-se o ponto A com o ponto B, que a aolu-
gao do problema da locumogio.
Acabavaoios de levantar ancora, era justa-
mente oo dia em que a Franca declarava guerra
Russia, nosso navio tioha a proa sobre a Mar-
tinica.
A passagem do Atlntico looga : mil e oito
centas leguas 1 A amabilidade dos viajantes faz
della um passeio. E' verdade, que nunca reu-
niio feliz de passageiros animara o tombadilho de
um navio^
Muitas mulherescreoulas, que vieram passara
bella estagio em Franga, apressavam-se oo prin-
cipio do invern, em procurar o sold tropio.
Um jovem official de marinha, cuja licenga ter-
minara, diverta estas damas com seus ditos es-
pirituosos e eolhusiasmo galante. Emm, fren-
te de nossa sociedade flucluante assentava-se um
conselheiro colonial, magistrado de mrito que
nao julgou desdourara digoidade da toga, contan-
do a uossa sociedade urna historia muito ioteres-
sante e curiosa.
Desde aa nossas primeiras reunies, a conver-
sago versou, bem o pensaes, sobre os acooteci-
menlos que deixavamos atraz, e sobre paiz para o
qual navegavamos.
Seria urna linda historia para escrever, di-
zia o conselheiro, a das ilhas tornadas celebres,
ou porque fossem o bergo de personagens Ilus-
tres, ou porque servissem de asylo a esses perso-
nagens durante sua vida, oude tmulo depois de
sua morte.
Seu programma sera magnifico : sem fallar no
archipelago grego, do qual cada escolho urna
lembraoga, achar-se-hia as pocas recentes,
gloriosas pagioas a tragar. Brilbariam em pri-
meiro lugar, a Corsega, a ilha d'Elba, Santa He-
lena, oomes immortaes, como o proprio oome de
Napoleio I
Nossa ilhasioha da Martinica, a Maodsoioa das
Caraibas, a Suissa das Antilhas, como gostam de
chamaros martimos, easa trra tio franceza, e
todava tio pouco contienda, nio occ upan aler-
tamente o ultimo lugar nesta. eslatistica in-
sular.
No decurso de seculo e meio, e Martinica deu
Franga urna raioha, e urna imperatriz, e i Tur-
qua urna sultana.
Christovao Colorobo, descobrodo esse ponto
imperceptivel do novo mundo, no meamo dia em
que os Portuguezes descobriam SaDta Helena,
prepara va o bergo de tres das mais illuatres so-
beranas do mundo antigo.
A rainha tevo a misso de assistlr aos ltimos
annos do mais poderoso dos roonarchas.cuja voz
moribunda murmorava-lhe estas palavras : Jul-
gava que era mais custoso morrer I
A sultana exerceu, nos costantes barbaros
do imperio ottomano, esta influencia franceza,
origem de reformas que tornara o reioo de sea
fllho celebre na historia do mahometismo; final-
mente, a imperatriz, teve o insigne mrito de
ter animado a gloria nascente do maior dos h-
roes que os seculo3 tem produzido.
Isto nio ludo ; eis precisamente o lado sin-
gular desses acontecimentos historeos: a sulta-
na e a imperatriz, nascidas ns> mesmo anno e
quasi do mesmo singue ; collocadas. pelos ca-
prichos ida fortuna, as duas extremidades da
Europa, devara, em 1853, por meios de seus ne-
tos reunir o occidente com o oriente. Portaoto,
na grande queslio que conserva actualmen-
te em alarma as nages do globo, a peque-
a ilha esquecida da America Septentrional
revendica a mais bella parte, pois que Napoleio
III e Abdul-Medjid, alliados contra a Russia
liveram por av urna creoula martinica.....
Neste momento, urna quantidade de pasearen
que volteavam sobre a esleir do leme, destra-
illo a attengio do auditorio. J nosso magistral
historiador ia descer das alturas da historia para
observages de ornithologia marinha....
Porm elle nao cootava com a curiosidade das
viajantes. Attrahidas pelas aventuras romanes-
cas de suas Ilustres compatriotas, pediram ao
conselheiro que lhes contasse a vida das tres so-
beranas creulas.
O magistrado pensou um pouco; e depois de
um curto momento de silencio :
Consinto nisto, replicou elle sorrindo-se, po-
rm que suas magestades a sultana e a Impera-
triz dignein -se ceder o pssso raioha : a mulhec
do grande re nio deve esperar.
Nos nos aperlamos em nossos bancos sobre o
tombadilho ; e, quando nao se ouria mais que o
genio sordo da onda e o sopro da brisa nos cor-
James, o historiador comegou deste modo.
i rainha.
No lim do anno de 1636, d'Enambucoc, o fuo-
dapordas primeiras colonias francezas da Ame-
rica, victima das fadigas e soffrimeutos que ex-
perimentara, via approximar-se o termo de soa
laboriosa carreira, quando soube que seu lente
perecer na Martinica m naufragio. Nio pu-
dendo deiiar sua habitacio de S. Christovao,
onde o prenda a doenga, nomou um de seos so-
briohos, Du Parquet, governador de seu eslabe-
lecimento nascente. O joven Du Parquet,
acompanhado de quinze habitantes de S.
ChristoviA, partido desta ilha para ir lomar a
direegio da Martinica. Entre estes quinze habi-
tantes de S. Christovao achava-se Constancio
d'Aubign e.Pedro Dubuc, ambos fugitivos do sua
patria; o primeiro calvinista obstinado, pros-
cripto e muito endividado ; o segundo, em con-
sequeocia de um duello, no qual, oa idade de
dezoito annos matara seu adversario. Constan-
cio d'Aubign fixou saa residencia ao oeste da
ilha donde sahir a rainha do mais poderoso rei-
no do occidente da Europa ; Pedro Dubuc a oes-
te, donde surgir cento e trila annos depois, a
sultana do oriente. Constancio d'Aubign ver-
dadeiro cavalleiro de industria, destemido po-
rm nao sem reproche, despedazara com a ponta
de sua espada esse axioma muito desagradavel.
A nobreza obriga. Seus bellos feitos alcsn-
gaejm-lhe por nica heranga a maldigao de seu
pae.
o Como Deus nio concede suaMgragas i carne
nem ao saogue, meu Gibo primognito, Constancio
d'Aubign, nio se assemelhou nada a seu pae,
ainda que eu tivesse tido todos os cuidados
possiveis com a aua educagio, diz Agripa d'Au-
bign em suas memorias. Eduquei-o com tanta
applicagio e despeza. como se fosse um princi-
pe. Porm este infeliz dou-se ao jogo e a bebe-
deira em Sedan, onde eu o mandara para as aca-
demias Perda vinte vezes mais do que olla
possuia.
A continuagio de sua vida nao desraentiu seus
vergonhosos principios. Todava seu rao com-
portamento nio o impedia de agradar ; tinha
urna belleza diablica. Teve a astucia de fazer-
seamar por urna nobre e virtuosa joven, made-
moiselle Cardillac, e desposou-a.
Ji se v, pois, que a marinha de guerra pro-
ductiva, e que, quando laxada de improductiva
por alguns autores, cujaopiniio a commissio pa-
rece ter abragado, ella marcha em mui boa com-
paohia com outros ageotes improductivos, e nio
pode ser delles separada.
Para looge de os fuja a suspeita de que accei-
tamos esta classificagio errada ; na natureza ani-
mada nada meos estril, tudo cumpre o preceilo
divino de crescer e produzir; tudo nella til ;
nos que ainda nio descubrimos esta utilidade,
e por consequencia desprezamos ale valor, esta
riqueza.
Parodiamos simplesmente o parecer da 3a com-
missio para ella ver que commetteu um erro
poltico, administrativo e econmico, redigiado-o,
acceitaodo as ideas de alguns excntricos qoe
soobaram utopias e montaram theorias irreali-
saveis, e se esqueceram que viviam no contacto
dos homens ede suas violentas paixes.
Fra muito para desojar que nio houresse ne-
cessidade de exercito nem de marinha, para sus-
tentar a digoidade de um paiz ; que nao se pre-
cisaase de cadeias nem de tribuoaes de justiga
para moralisar a sociedade ; porque todo o di-
nheiro que se applica estes servigos poderiam
esneorrer para extraordinarios melhorameotos,
para augmentar a riqueza publica.
Mas elle nao gasto soperfleamente ; porque
concorre para a ordem, para a traoquilltdade e se-
guranga dos beos dos cidadios, qoe, fortes com a
garanta que estas instituiges lhes asseguram,
dodem dedicar-ae exclusivamente s suas oceup-
paces, e a ce u mular riquezas para si e suas fa-
milias.
Se ellas nio existissem aioda fra mister crea-
las para nao volvermos ao eatado selvagem.
No momelo em que os homens se tornaren!
aojos ; em qoe profeasarem inteiramenle a saa
moral do Evaogetho e cumprirem escrupulosa-
mente os maodameotos da le de Deua, entio
tudo isto ser indispensavel; e nem precisaremos
tambem de legisladores, era de ministros, nem
de condigoes de leis. Aquellos dez preceitos,
um patriarcha, e o juizo da cooscieocia de cada
um, bastario para a feheidade das nages.
Era quanto nao chegamoa este ponto de
de civilisagao que nem se pode lobrigar oa den-
sa noite-do futuro, estes desejo* sio extempor-
neos, sao verdadeiras utopias, irrealisaveia, ou
perigoaas ; porque collocario o estado que os
seguir merc de todos os outros, e coucorrerio
para aua completa ruioa.
. Convm nao confundir a utilidade de urna ma-
rinha de guerra, que possa occorrer a oecessida-
de de um paiz, com o onus ioaupportavel de ar-
mamentos ruinosos para alcangar um predomi-
nio odioao oos mares, que sio parlilha de todos
oa povoa.
Estes devem ser proscriptos porque a moral e
a razio as reprovam. Mas nos ainda catamos
looge de chegar ao limite razoavel, e portento
nio pode haver reeeio de ultrapaasa-lo.
Constancio d'Aubign nio tardou em garlar o
dote de sua raulher.
Nio possuindo mais nem um real ligara com
o governo inglez intelligencias interessadas, que
leodo sido descobertas, fizeram-no encerrar oo
Chateao-Trompelte, em Bordeau. depois na pri-
sio de Niort. Hdame Aubign torga de solli-
citages obteve a soltura de seu marido. Foi en-
tio que, quereado tentar de novo a fortuna, foi
para S. Christovao d'onde o vistes embarcar para
a Martinica.
Estabeleceu sua habitagio para o lado occi-
dental, no lugar conhecido boje pelo nome de
Precheur. Apeoas havia ahi edificado urna ca-
sa, quando sua mulher deu luz urna (ilha, que
se chamou Francisca. A mi da Francisca, que
era orna mulher piedosa, severa e denodada
educou sua Qlha oa pratica da mais estrela vir-
tude. Depois da Biblia, o primeiro livro que
ella deu a Francisca foi um volme de Plutarco.
A pequea Fraociaca aproveilava j estas esteras
lices. Desde seus mais tenros annos moslrava
reflexio, firmeza, e elevagio de senlimeatos.
(Continuar-se-ha.)
Beconsidere a Ilustrada commissio a materia
e reconhecer que foi precipitada ; porque nio
podemos suppdr que obrasse malficamente, com
um pensamento hostil marinha que, se nao
lem no Brasil a exclusiva sympalhia que dea-
fructa na Inglaterra, que Ihe reconhecida pela
eminente posigio que Ihe cooquistou no mundo
civilisado, goza, comtudo, de muito aprego e su-
bido interesse.
E' muita audacia nossa fallar assim em econo-
ma politici, quando apeoas, como curioso, como
amador, balbucamos o A B C desta importante
sciencia ; mas confiamos na iodulgeocia de todos
que sabem quanto oos expomos sempre pela cau-
sa que defeodemos.
Como posaivel que pensemos em licenciar
mariohagem quando os nio a possuimos em nu-
mero sufficiente para o mais modesto armamen-
to ; quando nos preciso forma-Ios lentamente
com avultadas despezas 1
Esperamos anciosamente pelos discursos em
que os dignos membros signatarios do parecer
prometieran] explanar seu pensamento: tal vez
que nio exprimiseem verdaderamente o que de-
sejavam ; que S prelendam reorganisar a mari-
nha, ms nio destru-la; regularisar anas despe-
zas ; mas oio oegar-lhe pi e agua ; iotroduzir
neste ramo de aervigo publico urna economa re-
flectida, e por Unto productiva.
Se isto querem, dos os applaudimos de cor-
ceo, e nealas columnas modestas, mas em que s
fallamos a verdade, lhes daremos um firme aaae-
cidido apoio.
Maa aa tencionam acabar completamente com
a marinha de guerra, lutaremoa para debellar os
seus esforgos ; appellaremos para o patriotismo
oscional ; bradaremoS alerta; porque antevemos
oeste facto um grave perigo para a iotegridade
deste vasto imperio, que, em quanto non ver um
navio de guerra nacional, que possa unir urna
provincia outra, aa conservar intacta, cada vez
mais olida, zombaodo-o das ambigea trealou-
cadas dos que sooham com certos movimentos
que lhes possam dar o poder.
Somos bastante franco,e gera poder cow-
prehender que comprehenda em guanta tempo.
Perde a commisso o oosso desafogo. Rele-
ve o que Ihe parecer acre nesta critica ; porque
nossa intengao nio offend-la nem de leve ; po-
rm aim combatersuas ideas, qoe se nos affigu-
ram mui perniciosas.
O mal da marinha de guerra grande, ms to-
do elle decorre do systema parlamentar, e s po-
der remediar-se com o correctivo dos mioistros
profissiooaes.
Faga-se esta experiencia por um periodo egual,
e se reconhecer quanto de verdadeiro se eocer-
ra nesta proposigio.
Baha 20 de agosto.
E. A.
PER, -TY?. DI M. F. DI FAIU.1861.
s


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