Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09366


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Full Text
lili XXXTII IDIEIO 189
!
Par tres mezes tiantados 5 $000
Pr tres mezes vencidos 6$000
SIGUIDA rQRA 19 BE AGOSTO N lili.
i i
Por auno adiantado i9 $ 000
Ptrte franco para t subscriptor.
HCARREGAD08 DA SUBSC1IPCAO DO NORTE
o
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araea-
ty, o Sr. A, da Lemos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
do Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares; rara, o Sr. Justino J.
tamos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCosta.
EPHEMKRIDES DO MU DS AGOSTO.
FAKllUAb UU CUKKea.ua.
Olinda todos os dias as 9 1/i horas do da.
Igaaraas, Goianna Parahiba as segundas
sextas-feiras 1 a n0 a *8 ^ horas a 34 minutos da man.
S. Anto, Rezerros, Bonito, Cadhrfi, Altinho al13 artp craseanta as horas a 56 minutos da
iranhuns as tercas-feiras. L*"! "i*. t ,
La cheia as 7 horas e 31 minutos da man.
Garanhuns as tergas-feira
Pao d'Alho, Nazareth, Limoairo, Brajo, Pe
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fz as quartas(airas.
Cabo, SerlnhSem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras Natal quintasfeiras.
Qaarto minguanta as 11 horss a 4 minutos da
maons:
PRBAMAR DB HOJB.
Primeiro ss 3 horas e 18 minutos da manhia.
(Todososcorraiospartem as 10 horas da manhaa)|Segundo as 2 horas a 54 minutos dstardo.
DAS da semana.
19 Segunda. S.Luiz b. de Tolouse f.; S.Mariano
20 Terca. S. Bernardo ab. doutor da egreja.
31 Quarta. S. Josnna Francisca viu.; S. Umbelina.
22 Quinta. S. Thimoteo ab.; S. Fabricisno m.
23 Sexta. S. Felippe Benicio ; S. Liberato m.
24 Sabbado. S. Bartholomeu ap.;S. Area v. m.
25 Domingo. O sogrsdo corago de Mara Santis
AUDIENCIAS UOS| TR1RUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio ; segundas a quintas.
Relaco: tercas, quintas a sabbados sslO horas.
Pazenda: terca, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do commercio : quartas ao malo dia:
Dito de orphos: tercas a sextas as 10 horas.
Primaira rara do eirel: tercas a xtasi o meio
dia.
ENGaRBEGADOS da subscripcao dosul
Alagoas, o Sr. Claudino Falso Das; Baha,
Sr. Joa Msrtins Aires; Rio da Janeiro, Si
Jojo Perelra Martina.
EM PERNAMBUCO. f
0 proprietario do nuiuo Manoel Figueiroi fe
Segunda rara do ctsI : quartas a sabbados a ijFaria.na sua livraria praga da Independencia n*
hora da tarde: 16 e 8.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO BA PROVINCIA.
Expediente do dia 24 de agosto de
MI.
Ao coronel commandoole das armas.Srva-
se V. S. de informar se assentou praga o recruta
Maooel Barbosa, a que alludem os inclusos ofi-
cios, assignados pelo inspector da thesouraria de
fazenda e o cliefe de polica.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar
cerca do que solicita o coronel commaodaote
do presidio de Fernando no offlcio que aqu
junto.
Dito ao mesmo.Conven que V. S. informe
acerca do que pondera o commaodante do presi-
dio de Fernando no officio, que aqui ajunto, da-
tado de 22 de julho ultimo.
Dito ao mesmo.Queira V. S. informar acerca
do que representa a cmara municipal de Olinda
no officio iocluso, que me ser devolvido.
Dito ao mesmo.Uaja V. S. de informar acer-
ca da inclusa pretencSo do segundo cadete do 9*
batalhao de infantina Miguel Joaquim Machado.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. pagar ao alteres ajndante do 2a ba-
talho de infamara Luiz Jos Ferreira Jnior,
como elle pede no iocluso requerimento, as quan-
tias que se deduziram do seu respectivo sold
em consequeocia de haver elle consignado na
provincia das Alagoas duas tercas partes do mes-
mo sold, visto que nao se realisou all e aera
se pode mais realisar, o ab >no de semelhante
consigoaco, coma declara o Exm. presidente da-
quella provincia no officio constante da copia jun-
ta.Communicou-se ao coronel commandanle
das armas.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S. os papis,
que acompanharam a sua informadlo de hontem
sob n. 707, am deque mande pagar a Francisco
Antonio Corris Carioso, conforme requisitou o
director das obras militares em officio de 26 de
julho ultimo, n. 78, a quantia de 29ljg840 rs.,
preveniente de certos reparos feitos no fogo do
quartel do 2 batalhao de infantaria, visto nao
haver inconveniente nesse pagamento segundo
consta da citada informacao.
Dito ao mesmo.Reverto V. S., com o officio
do coronel commandaute das armas de 26 de ju-
lho ultimo, o requerimento a que se refere a sua
informageo de hontem sob n. 708, no qual o l-
ente do 2 batalbo de infantaria Joao Adolpho
de Souza Brrelo pede o pagamento da gratifica-
gao, que Ihe competente, por haver apresentado
-na qualidade de recrutador as freguezias de San-
to Antonio e San-Jos desla cidade os recrutas
Manoel do Nascimento Ferreira dos Anjos Vicen-
te Ferreira de Paula e Filippe Benicio do Santos,
quo sentaram praga nos corpos pertenceotes a esta
guarnigo aflm de que mande effectuar esse pa-
gamento quando houver crdito.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Bestituo V. S. a folhs e ornamento que vieram
annexos sua informado de hontem, sob n. 389,
relativamente aos vencimentos dos empregados
internos dos collegios dos orphos de Santa The-
reza em Olinda, durante o mez de julho ultimo,
e despezas de consumo do mesmo collegio no cr-
reme mez, aflm de qua mande entregar ao res-
pectivo director smenle a quantia pedida, de
coiformidade com a tabella das diarias para a
alimentario dos orphos, e bem assim a impor-
tancia dos vencimentos dos empregados, com ex-
cepgo porm, das diarias dos cinco Africanos
livros ; devendo na occasio desta entrega seren
descontados os 200$ que o director ja recebeu
. por coota de taes despezas.Gommunicou-se ao
director geral da instrucgo publica.
Dito ao mesmo.Em vista da inclusa conla,
mande V. S. pagar aos emprezarios da illuraina-
$ao a gaz oesta capital a quantia de 1539700 rs.,
em qae importa o gaz consumido na casa de de-
leoco duracte o mez de julho ultimo, pois que
segundo informou o chefe de polica em officio
de 12 do correte sob n. 777, acha-se exacta a
mesma coota.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes
s inclusos documentos, mande V. B. pagai &
Simplicio Jos de Mello, conforme requisitou o
commandanle superior da comarca do Brejo em
officio de 7 de julho ultimo, a importancia dos
vencimentos de urna escolta de guardas naeio-
uaes composta de um furriel e qualro guardas,
que conduzio presos desta capital para a villa de
Cimbres.
Dito ao inspector do arsenal de marioha.Fa-
ga Y. S. seguir para o Maranho, visto estar
prompto, como consta de seu officio o. 222, de
13 do correte, o hiate que se construio nesta
provincia com destino iuella.
Dito ao capillo do porto Fajo apresentar
V. S.. para ser inspeccionado, o recruta Candido
Jos Baplista.
Dito ao director das obras publicas.Trans-
miti por copia Vmc. o officio que me dirigi o
inspector da thesouraria de fazenda por occasio
de recommeodar-lhe que mandasse entregar ao
* thesoureiro pagador deisa repartico por conta
dos 30:000$ votados, segando consta da ordem
do thesouro n. 92, de 17 de jonbo deste anno,
para a verbaobras publicas e auxilio s provin-
ciaesno correte exercicio; s quaotia de 7:435$
que se faz preciso paraa continuago das obras
por administrado no prsenle mez como se v
do pedido que acompanhou o seu officio de 6 do
correte sob n. 193, aflm de qne, flcando Vmc.
ioteirado do cooteudo daquelle officio, mande or-
ganisar a feria dos operarios e proceda acercado
mais pela manelra nella indicada.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. tapar com ur-
gencia urna grande aberta, que, segundo consta
de officio do chefe de polica de hontem, sob
a. 781, existe no lastro da ponte velha do Re-
cite.
Dito ao juizde direito de Garanhuns.Da nota
inclusa por copia do solicitador da justiga, mi-
nistrada pelo cooselheiro presidente da relaco
em officio de 5 do crranle, ver Vmc. para seu
conhecimeoto e goveroo que dos procesaos dos
reos constantes da relaco junta ao seu officio de
10 de juobo prximo lindo, seis j foram julga-
dos, e os outroa seguem os seus devidos termes.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.
Tenbo presente a cmmunicaco que me dirigi
em data d 14 do correte o Sr. superintendente
interino da estrada de ferro desta provincia de-
clarando-me que pela mesa dos directores em
Londres lhes ra remeltida a tradueco do officio,
que aos meamos directores dirigir o ministro
brasileiro naquella corte, e no qual se diz que a
demora ni remessa das contas semeatraes da re-
ferida estrada, era devida circumstancia de nao
terem sido ornecidas pelo .superintendente as
copias dos documentos, que as deviam acompa-
nhar.
O Sr. superintendente interino em sua predita
cmmunicaco, citando um trecho de seu officio
dirigido a esta presidencia em relaco ao artigo
de 22 de agosto de 1860, pelo qual se mandou
sobrestar na remessa por Londres dos livros e
mais documentos, relativos s contas da estrada,
nao trata do aviso de 11 de setembro daquelle
anno, no qual exigi o governo imperial que as
contas da estrada de ferro fossem remettidas por
Londres, acompaonados das copias dos documen-
tos comprobatorios He suas despezas, dos quaes
nao era pessivel presciodir-se urna vez que se
tenha tomado em cousideracao a representado
da superintendencia, attendida pelo citado aviso
de 22 de agosto de 1860.
Em vista desta recommendaeo diriglo-se asta
goveroo superintendencia da estrada da ferro
em 20, 22 de setembro, e finalmente em 15 de
maio ultimo, solicitando a remessa da copia dos
documentos, aflm da poderem ser enviados por
Londres as contas, a qua ellas se referiese. Boa
termos daquelle aviso ; a nao obstante a insis-
tencia com que foram ellas solicitadas, deixaram
de ser ministradas, at qua a superintendencia
representou a impossibilidade, em que eslava,
de o fazer pelos motivos allegados em seu officio
de 22 de maio prximo findo.
Da copia destes documentos, que nao tem sido
foroecidos, que trata o officio do ministro bra-
sileiro, e com a qual parece confundir ao Sr.
auperinlendente interino a copia das contas da
estrada de ferro.
Entretanto, devo dizer ao Sr. superintendente
interino que a demora havida na remessa das
contas foi divida a nao remessadas copias dos
documentos, que os deviam acompanhar, e sem
as quaes deliberou se esta presidencia a remlle-
las por Londres; submettendo ao coohecimento
do goveroo imperial o officio dessa superinten-
dencia datado a 22 de maio ultimo, cuja solugo
acha-se pendente de consulta da secgo do coo-
selho de estado dos negocios do imperio, segun-
do me foi commonicado por aviso de 6 do cor-
rente expedido pelo ministerio dos negocios de
agricultura, commercio e obras publicas, hoje
recebido.
Dito ao juiz municipal da t* vara.Para os
fins convenientes, e com a copi; do officio, que
em 3 do correte me dirigi o juiz- municipal do
termo de Serinhem, com referencia ao senten-
ciado Antonio Pereira de Lima, remetto a guia
deste VmcCommunicou-se ao juiz municipal
de Serinhem.
Dito ao mesmo.Transmuto Vmc.; para ter
o. conveniente destino as guias dos sentenciados
Antonio Goncalves, Jos Joaquim Machado, Ma-
noel Bento de Santa Anna, desta provincia, e
Jos Simes de Magalhes da provincia do Para,
os quaes regressaram do presidio de Fernando,
como me parlicipou o respectivo commandanle
em officio de 6 do corrente, por haver-se finali-
sado as sentengas a que foram condemnados.
Officlou-se ao chefe de policia para maodar des-
embarcar es sentenciados, qua devaro ficar
dispnsigo do mesmo juiz.
Dito ao presidente da cmara municipal de
Flores.Para se poder deliberar sobre o que ex-
poe o juiz municipal do termo da villa Bella em
officio de 2 do mez passado, junto por copia,
preciso se faz, que Vmc. informe com urgencia
se para com os suppleotes daquelle juizo no ter-
mo de Flores, nomeados por portara de 24 de
oovembro de 1860, tambera por copia, cumprio-
se o disposto no artigo 4 do decreto n 2012 de 4
de novembro de 1857, affixando-se os respecti-
vos editaes e annunciando-se o praso marcado
para dentro delle prestarem o devido juramento,
pois os que o prestaram peraote Vmc, e em que
dalas.Nesle sentido officiou-se ao juiz de di-
reito da comarca de Flores.
Dito a cmara municipal da cidade do Recite.
Devolvendo cmara municipal da cidade do
Recite o incluso projecto do contracto, e tabellas
annexas que se tem de celebrar com os conces-
sionarios do previlegio para os carros da praga
nos termos da lei provincial n. 506 do corrente
aono recommendo a mesma cmara que se sirva
de formular as modificares que indica em seu
offlcio de 26 de julho ultimo sob n. 41, o parti-
cularmente as que dizeme respeito aos precos fi-
zados as referidas tabellas.
Dito ao juiz municipal de Serinhem.Do offi-
cio do cooselheiro presidente da relaco de 5 do
corrente e nota a que elle se refere, juntos por
copia, viri Vmc, que o processo do reo Mar-
colino Vilella j teve o conveniente destino.
Dito ao juiz municipal da Ia vara.Remetto
Vmc para o fins convenientes copia do officio
que me dirigi o commandanle do presidio de
Fernando e a guia do sentenciado de justiga Jos
Bento Beltro Velloso, que veio do presidio no
hiate Sergipano.Officiou-se ao chefe de policia
para fazer desembarcar o sentenciado de que se
trata.
Portara.O presidente da provincia, lendo em
vista o que requereu Pedro Semio da Silva Bra-
ga, guarda do consulado provincial, e bem assim
as informaces da repartico competente, resolve
cooceder-lhe tres mezes de liceoga com venci-
mentos na forma da lei, para tratar de sua saude.
Dita. O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Sebastio Jos de Arruda, re-
solve comea-lo nos termos do art. 6 da carta de
lei de 3 de outubro de 1834, explicada por aviso
do ministerio da justiga de 14 de malo de 1860,
para exercer provisoriamente os officios de par-
tidor e contador do termo do Buique, creados pela
lei provincial n. 504 de 29 de maio deste anno
em quanto nao forem definitivamente prvidos
na forma do decreto n. 817 de 30 de agosto de
1861.
Expediente do secretario.
14 da agosto de 1861.
Offlcio ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.De ordem de S. Ezc. o Sr. presidente da
provincia transmiti V. S. a inclusa ordem do
dia em duplcala, sob o n. 273.
Dito ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda transmittir i V. S. as einco in-
clusas ordens do thesouro nacional, sob. os ns.
116 a 120.
Dito ao juiz de direito de Garanhuns.S. Exc
o Sr. presidente da provincia manda aecusar re-
cetado o offlcio da 5 do crranle em que Vmc.
participa ter deixado naquella data o exercicio de
seu cargo, para entrar no gozo da licenca de 3
mezes, que foi concadtda pelo governo imperial.
Communicou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao vigario da freguezia dos Afogados.U
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecussr
recosido o officio de V. S. datado de 10 do cor-
rente, e os dous livros 'de registro das trras pu-
blicas dessa freguezia.
Dito ao vigario da freguezia da Varzea. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar
recebido o nfficio de V. S. datado do 1* do cor-
rente, e o livro de registro das trras publicas
dessa freguezia.
de professor publico que j exarca, nao pode ser
deferido em vista do art. 33 da lei regulamentar
da instrucgo publica e do art. 2 2, 3, 4 e 5 do
regiment interno das escolas publicas, a da don-
trina do aviso de 4 de julho da 1847.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel de commando das armas
de Pernarabuco, na cidade do
Becife, em 13 de agosto de 1861
ORDEM DO DA N. 128.
O coronel commaodante das armas para scien-
cia da guarnigo transcreve o aviso que em data
de 17 de julho Ando, o Exm. Sr. Mrquez deCa-
xiss, ministro da guerra, dirigi ao Exm. Sr. pre-
sidente di provincia, em solugo ao requerimen-
to em que o Ia cadete 1 sargento do 10 bata-
lhao de infantaria Jos Sergio Ferreira Jnior,
peds premio de voluntario, que nao recebera por
nao ter a idade da lei quando assentou praga. o
qual por copia lhe foi remettido aeompsohado do
officio da mesma presidencia de 5 do corrente.
Copia. 2.a Directora geral. Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da guerra 17 de julho
de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Em soluco so requerimen-
to do 1 cadete do 10" batalhao de infantaria Jos
Sergio Ferreira Jnior, informado por V. Exc.
em 1 de junho prximo passado, padindo o pre-
mio de voluntario que nao recebeu quando as-
sentou praga em 1858, por nao ter a idade da lei,
faga-lhe V. Exc. saber que sendo o premio da
eogajamento destinado aos soldados que nao tem
as aspiracoes de accesso, que devem ter os cade-
tes, nao ha lugar a concesso dessa vantagem ao
supplicante e aos cadetes em geral.
Deus guarde 4 V. ExcMrquez de Caxias:
Sr. presidenta da provincia de Peruambuco.
Cumpra-se.Palacio do goveroo de Pernambuco
5 de agosto de 1861.Nunes Goncalves.
Asslgnado.Jos Antonio da Fonseca Galvao.
Conforme. Antonio Eneas Gustavo Galvao,
Alteres ajudante de ordens interino do com-
mando.
16
ORDEM DO DIA N. 129.
O coronel commandanle das armas declara para
sciencia da guarnico, que approvou os engaja-
mentoa contrahidos no dia 13 do corrente pelos
soldados do 10# batalhao de infantaria Luiz An
aot seus propros seotimentos, cumprlu o dever
qua lhe impde a sua misso de velar pelos ma-
reases de um poro eminentemente catholico, e
da concorrer, j que nao pode impedir os males
incalculaveis, para impedir o seu augmento e pro-
pagacaa.
_ Desajava que fosse examinada pelss potencias
catbolicat a situaco em que a santa s se acha
col locad a, eoa.meiosmaisadeqvados para a me-
lborar.
a Nao os propoz, nem pensou {U essa adop-
gao final devesse ser obra de um accordo exclu-
sivo daquelles. A discusso a que deveria dar
lugar a manifestago dos pensamantos de cada
governo, illuslrando os que tomassem parte as
deliberarles, facilitara indubitavelmente o ac-
cordo.
c Nao desconhecii, nem pode occultar-se ao
goveroo de S. M. a gravidada da questo e as
difficuldades com que havia de lutar-se para
chegar a um accordo commum capaz de resol-
v-la ; mas a unidade de sentimentos, de adhe-
sio e de respeito ao santo padre, e a disposico
para os sacrificios afim de o salvar dos perigos
que o ameacaram, teria condizido talvez a resul-
tados satisfactorios.
c Nao, teria sido opportuoo determinar a ax-
tenso daquelles, nao sendo possivel calcular se
seriam aceites, e mesmo anda se seriam suffi-
cenles para alcancar o fim desejado. O governo
da rainha eslava disposto a entrar nesta investi-
gaco.
< Mas j que por agora nao pode verificar-se.
ji que o perigo que ha pouco lempo pareca im-
minente, posto que seja impossivel combste-lo, o
governo de S. M. nao julga necessario entrar por
agora em mais ampias explicaces.
J est conhecida a sua maneiradeavaliar as
questoes pendentes. Ligadas entre si por estrel-
las relacoes comquanto urna deltas tenha um ca-
rcter especial, o abandono dos principios a res-
peito de qualquer deltas, traria o direito de invo-
ca-los para a resolucao das demais.
< Nao portaoto, somante um interesse ma-
terial nao um fim de utilidade o que poda con-
servara Heapanha no ponto da vis^a em que se
collocou para considerar a questo italiana. E'
o grande principio de que o respeito aos direitos
dos pevos nao envolve o desconhecimento e mui-
to menos o desprezo dos direitos dos soberanos.
E' a mxima do direito civil e do direito interna-
cional, de que os tratados s podem alterar-se,
se ao governo que, por meio do parlamento im-
primir a unidade poltica administrativa aocor-
po inteiro da nagao.
Sea administrago publica tem por fim con-
ciliar o ioteresse de um pequetio numero com o
da um numero maier, a este com o interesse de
todos, parece que portal meio se alcaocaro fim
poltico que ae procura. O governo deixando de
ser urna machioa administrativa, tornar-se-ha
um centro de direceo a de sabia tutella, escla-
recido pela uoio dos interesses, contdo pelo ra-
me do parlamento.
c Dando assim a todos os interesses locaes a
sua legitima representarlo, ha de alcangar-se
que oscidados se affeigoem tanto mais ao lugsr
em que nasceram, e onde teem as suas proprie-
dades a um nome honrado ; o camioho| particu-
lar da provincia tornar-se-hs o exercicio das vir-
e venerados os seus primeiros seculos (bravos I
bem 1) ; para se regenerar finalmente do franco
e leal abandono desse poder inteiramente con-
trario ao grande fim,todo espiritual, da sua inst-
tuico. (Applausos.)
c Senhores, o governo nao julga o caminho f-
cil, mas tem coragem e confianza na grandesa
da obra a na forca da consciencia publica. (Bem I
bravo !]
"A revoluco italiana e urna grande revolu-
to, por isso que ella abre precisamente urna no-
va era. A Italia teve a grande fortuna de.iancar
as bases, nao s do seu proprio poder, nas do
futuro da humaoidade inteira (muito bem 1}
< A saotidade pois, e a justiga da nosss causa ;
o bom tenso e a prudencia no accordo ; a ener-
ga na acgo em lempo opportnno; a firmesa e
a perseverante nos designios teem-nos le*vado a
ludes aria, e a preparacao dos camiohos pubh- 09(e caminno* teem-nos ajudado a chegar a esta
P.M9 fina narlimantm flaat. minairi Q.(iipinin J _
cus dos parlamentos ; desta maneira a eJucagao
publica ser digna dos lempos, e resultar das
proprias instituices que garantem a liberdade.
Eis, senhores, o caminho que o governo en -
(ende seguir para obter a maior deseentralisago
administrativa possivel, por meio das liberdades
communaes e proviociaes, sem offender a effica-
cia da acgo governamental, quedever manter a
sua unidade no poder central.
c Provendo organisago governamental, o mi-
nisterio nao detprezar cortamente a obra difficil
da legislaco, e de accordo com o parlamento,
trabalbar auccestlvamente paraa unificago, pa-
ra o melborameuto e concluso dessa legislaco,
de maneira que as mais novas e crescentes neces-
sidades da naco achem a sua plena satisfago
as novas leis orgnicas, e que os grandes prin-
cipios da liberdade poltica, civil e econmica se
realisem inteiramente.
a Assim o estado bem organisado e bem admi-
tonio de Jess e Antonio Alves de Oliveifa para
servirem por mais seis snnos nos termos do de- ^erogar-se por mutuo accordo das partes que os
creto e regulameotodo Io de maio de 1858.
Assignado.Jos Antonio da Fonseca Galvao.
Conforme. Antonio Eneas Gustavo Galvao,
Alteres ajudante de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
Temos publicado todas as notas trocadas entre
os gabinetes acerca da questo romana. Falli-
r -dos a nota do goveroo hespaohol ao seu em-
baixador em Pars a este respeito. Eis a sua tra-
dueco :
Madrid 25 de junho de 1861.
a Communiquei S. M. os despachos de V.
Exc. os. 210, 225 a 226, datados de 8 e 18 do
corrente, e da importante nota do ministro dos
negocios eslrangeiros desse paiz, que acompanba
o primeiro.
C A rainha*rio com summa satisfago, que o
governo imperial partecipa dos sentimentos que a
animara a respeito do Saoto Padre, e que sent o
vivo desejo de melhorar a sua situaco, pondo-o
a coberto de novos successos que possam com-
prometter a existencia do seu throoo.
Nao possivel desconhecer
formularam
1 A isto aspirou sempre o governo da rainha.
Sabe que a Influencia dos lempos mudou as ideas,
produziu novas necessidades, estabeleceu novas
relacoes entra os povos a entra os soberanos
mas asta convencido de que para satisfaze-las
nao deve o imperio da razo e do direito ser
substituido pelo emprego da torga nem pela in-
1 dueco do erro.
> A Hespanha nao proporcionara ao santo pa-
dre vantagem alguma sacrificando os seus prio
cipios a os seas interesses na questo italiana.
A revolugio nao respeitaria mais por isso os
direitos da santa s.
< A ambicao nao renunciar aos seas projec-
| tos. A paz a a ordem nao ae afflancari* na Ita-
lia. A Europa continuara sempre dominada pe-
las graves e profundas preoecupaedes que produ-
ziu em todos os nimos nicamente o annuncio
de ltimos projeclos encaminhados a converter
. Roma em capital de um novo reino da Italia.
c Em vo, pois, se pretendera que a Hespanha
entrasse em urna nova senda emquanto se nao
demonstrar que por ella se poderia, pelo menos,
chegar soluco da questo que mais viva e di-
rectamente affecta os seus sentimentos, que mais
influencia pode exercer no seu bem estar a oa
aua tranquilidade.
a Vede, Sr. embaixador, a razo porque era de
nistrado, dolado da leis sabias e de iostrueges
providentes, enriquecido de toda a especie de vas
de cmmunicaco, de novos e vastos porto,
ludo cousas a que o goveroo entende consagrar
os seus estudos e cuidados, o estado, digo eu, vi-
vera urna vida nova, forte e prospera. Os povos,
reunidos pela liberdade, toroando-se mais ren-
les pelo seotimento da sua seguranza, ho de dar-
se ao trabalho e industria, retomaro tanto oa
Ierra como no mar as suas antigs relacoes com-
merciaes e o desenvolvimeoto activo de todos os
elementos desse poder econmico, lao geoerosa-
ponto. Tenho a confianga de que nos ajudaro
tambem a alcanzar esse fim. (Applausos da c-
mara e das galleras.)
(Jornal do Commercio de Lisboa.
DIARIO DE PERNAHUBPCQ.
Qaestt&o ele i toral. ElelcM
directa.
XII
a ao e possivel desconhecer que os esforcos
do imperador teem contdo os impulsos da rovo-! neceMidade evidente, o exame que o governo de
lugao italiana, e qae a preserva das tropas fran- s M. a raBna deiejaTa qu8 f0Me feito pelas po-
cezas urna garanta segura de paz e de seguran- teneias catholicas a respeito dos mais propros
ga paraa santa se. | para melhorar a siluaco do padre santo.
O governo de S. RL a rainha teve sempre in- Y Talrez p0Ma addi8r.8e 8em grave perigo, mas
te ira confianga na decisao do imperador de no aflnal ,er Je 8er DeceSsaro, se se nao houver de
?i?r:*eUeffi-."ap0,0a0 S"n,. P"dre; a" abandonar forca material manejada pelas pai-
ainda assim aceita com vivs complacencia as se- x0 resoluco das graves aoastX- ,-. .e>-
Burancas^consiKqadss na nota de Mr. Thouvenel, tou a re0|cio ii*U
Despachos do dia 14 de agosto
Requtrimtntos.
Adolpho Nery Coelho.O Sr. capito do porto
mande passar a cerlid&o pedida nao havendo in-
conveniente.
Francisco Flix de Souza. O supplicante j
tem o despacho de que trata em 8 de julho ulti-
mo, como consta da secretarla.
Ignacio Marcolino Bezerra do Amaral.De-se-
Ihe com a cautela do eslylo.
Jos Vicente Lins.Informe o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Jos Alfonso deAzevedo Campos. Informa a
thesouraria de fazenda.
Jos Mara Figueiredo.Declare o supplicante
o termo para o qual requer o lugar de partidor e
contador.
Joo Nunes Corres. Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Thomaz A. Ramos Zany.Informa o Sr. direc-
tor da repartico das obras publicas.
Tranquilino da Cruz Ribeiro. Sendo inoom-
pativel o lugar que requer o supplicante com o
de que nao consentir em auiu aigum ^u otoj
em contradigo com a significago que tem a
permanencia das tropas francezas em Roma.
A Frang um povo catholico. Os seus sobe-
ranos teem apresentado sempre o titulo de chris-
tianissimo, como um titulo da gloria, e nao se-
ria praticavel que sem ir de encontr ao seu pas-
sado. e sem comprometler o futuro, deixasse o
Santo Padre entregue aos acasos de novas inva-
soes, e de conflictos perigosos.
a A conservaco do seu poder de um interes-
se universal. A sua queda produziria consequeo-
cias desastrosas e incalculaveis. Com ella sofre-
ria profundamente a organisago que por espago
de tantos seculos tem tido a egreja eathollca, e os
priocipios tutelares das sociedades recberiam um
golpe de que se nao reslabeleceriam fcilmente.
Nao pode pois a Hespanha considerar a ques-
to de Roma como aa demais que se agitam na
Italia. Ha doutrinas de urna verdade inconlesta-
vel que poda applicar-se indistinctamente a urna
a a outras; mas o carcter religioso da primeira
domina sempre o carcter publico das segundas,
c Os principios de direito, as razes de justiga
que podem allegar-se para provar que a deciso
definitiva das questdes puramente polticas per-
tencem s potencias que em 1815 fixarsm a si-
tuaco da Europa, demonstram tambem que a
questo romana nao deve aband6nar-ae merco
da forca e da sedico.
Masa seu respeito militara considerarles es-
peciaos que esto escripias na historia, que as-
cea da propra natureza do poder millo de espi-
ritual e temporal que o catholicismo tem inte-
resse em conservar.
0 ultimo est garantido pelos tratados; mas
estes nao lhe deram urna exteoso nova e desco-
nhecida. Restituio-se a que tinha antes das gran-
des guerras e das profundas alteracdes por que
passou a Europa desde o fim do secuto passado
at aos principios do actual.
O poder temporal de Santo Padre exista an-
tes de assignar o acto final do coogresso de Vieo-
na, e de occorrerem os transcendentes aconteci-
mientos que o moveram e deliberaram. As po-
tencias signatarias do tratado de Vienna nao fl-
zeram mais do que restituir-lhes as coodigoes
com que em pocas anteriores e remotas tinha
existido.
c A aua formaco tinha sido obrs do catholi-
cismo. A sua conservaco e acrescentsmento de-
via-se piedade e munificencia dos soberanos
e dos poros calholicos.
a Roma, despojada do seu explendor imperial,
adquerio a pompa e toda a grandeza do que a re-
veste a sua qualidade de cabeca do orbe catholi-
co. Os povos que della depeodiam, paitecipam
de todas as vantagens que sempre lhe propor-
cionou esta condigo.
c Nao 4 porlaoto extranho que as nac,oes ca-
tholicas a considerara como urna propriedade
commum, a cuja conservaco devem consagrar
os saos mais affectuosos euidados. R' tambem
natural que em tudo quanto a ella te refere se
dirijam por coosideraedes especiaos sem deixar
por isso de applica-la aos principios incontroyer-
tiveis de direito.
a O governo de S.M. iqlciandoas ultima* pro-
fio entretanto o governo de S. M., conhe-
cendo os sentimentos que animam o de S. M. I.
abriga a mais eompleta seguranza de que se nao
adherir a combinaco alguma incompativel com
o respeito que professa S independencia e digni-
dade da santa s, e que esteja em opposico com
o fim que tem a presenca das suas tropas em Ro-
ma. O governo imperial ha de pois oppor-se a
qualquer aggresso que tenha por objeclo despo-
jar a santa s da posse de Roma, e da parte dos
seus estados que ainda conserva. Esta garanta
satisfaz completamente o governo da rainha ; mas
se no futuro parecesse conveniente entrar no exa-
me dos meios mais propros para dar urna sola-
cio definitiva questo romana, o gabinete im-
perial encontrara disposto o governo de S. M.
para tomar parte as deliberacoes, inspirado sem-
pre pelo amor e veneraco que professa ao padre
santo, a pelo desejo que tem de ventilar todas as
questoes graves no campo do raciocinio e da con-
cilieco, quando possivel.
V. Exc lera esta despacho a Mr. Thouvenel
e Iba deixar urna copia, se assim o desejar.
c De ordem regia, dictada de accordo com o
cooselho de ministros, digo isto a V. Exc. para
sea coaheeimenlo.
< Deus guarde, etc.
< Assigoado
Saturnino Caldern Collantes.
a Para o Sr. embaixador de S. M. em Pars.
A Italia do 1 do corrente, publica o ultimo
discurso de Mr. Ricasoli, proferido antes de se
encerrar o debate a respeito do empreslimo, na
segunda cmara do parlamento italiano.
Senhores, disse Mr. Ricasoli, o governo de
el-re sempre feliz todas as vezes que a occa-
sio se lhe aprsenla para renovar oeste recinto,
as declaragoes explcitas da sua poltica, quer in-
terna qtier externa ; porque julga que as suas re-
lacoes de boa intelligeocia e accordo com o parla-
mentj se tornaro desta maneira mais facis ;
que o parlamento veja oslo um augmento de
forga, e ao mesmo tempo o meio de assentar em
urna base tanto mais solida oa destinos da nago.
< Comegarei por expdr as vistaa do governo
relativamente organisago administrativa do
reino.
A organisago administrativa do reino deve-
r ser fundada, entenda-se isto bem, na repre-
sentago electiva de todos os interesses legtimos,
porque desta maneira que todos os cidados se
tornam aptos para administrar os seus propros
negocioso que o fundamento a basa principal
de toda a liberdade.
A communa natural e primeiro ncleo dos
interesses de toda a socieaade humana, deveri
ser constituida com as franquas que lhe sao pro-
prias.
Depois segu o departamento ou a provincia,
que deve tambem ter urna administrado propra,
e formar desta maneira outro centro onde con-
vergiro todos os interesses proviociaes.
mente favorecido pela natureza, tornar a nagao
rica o florescente.
a Sao lo grandes e variados as torcas e os re-
cursos do nosso paiz, que, contemplando o futuro,
a alma toma-se das maiores esperanzas, e sente-
se engrandecer a confianga de que, mesmo de
baixo do ponto de vista industrial, a Italia nao
permanecer inferior a nenhuma oulra nago. As
riquezas augmentando ho de dar urna ampia in-
demuisacio aos sacrificios que hoje sao pedidos
aos cidadSos, para a deleza e liberdade da patria.
< E precisamente a essa deeza que o gover-
no entende consagrar continuamente os seus cui-
dados, com esse fim que elle quer proseguir
com actividade no armamento nacional. Se as
armas sao sempre a forga e a necessidade das
nacoes no momento supremo em que nos echa-
mos sao para a Italia urna condigo de vida ou de
morte.
Armemo-oos psra a defeza, nao s do terri-
torio nacional, tal como actualmente est cons-
tituido, mas tambem para o completar, para lhe
dar os seus limites naturaes e legtimos (sigoaes
de approvaco.)
a Neste ponto, senhores, a poltica do governo
nao outra cous mais do quo o direito da na-
co.
< O governo nao conhece outro limite; e nao
chegar a outros confias que nao sejam aquellos
que o proprio direito marcou.
a A esle duplo fim, da defeza e da recupera-
cao do territorio nacional, tendem todos os pre-
parativos militares de trra e mar. A prova re-
sulta das diversas leis que j em parle teem sido
votadas e que em parte eslo ainda sujeitas ao
vosso exame.
Perlence-vos agora, senhores, fornecer ao
governo, com confianga, os meios de perseverar
noata rjirninriA
a A urna naco generosa a forte nunca fallam
amigos.
A verdade deste pensamento est prorada
todos os dias pelas nossas relacoes exteriores. Se
exeptuo a Austria, o goveroo tem a satisfago de
annunciar ao parlamento quo as suas relacoas de
amisade com as principaea potencias da Europa
sao as meias satisfactorias. A causa italiana tem
as sympathias geraes, e pode contar que tambem
ter alliadofg (Bravo 1 bravo I)
a O reconheciment da parte da Inglaterra,
Suecia, Dinamarca, Suissa e Portugal, j a pro-
va* solemne da confianga que nos inspiramos, e
.para nos um facto poltico da maior impor-
tancia.
Este nobre exemplos, temos motivos para ac-
creditar que nao tsrdaro a ser imitados.
c A Europa civiliaada, gragas ao grande princi-
pio da nao intervenco, ser dentro em pouco
unnime na sua solemne afflrmativa da nossa
nacionalldade, e no recoohecimento do nosso io-
conlestavel direito para completar a nossa inde-
pendencia. (Sensacao.) Ouvi fallar da cesso
(com forca( ; permitti, senhores,que registre com
profundo desdem a palavra e o peosamento.
(Bravos.)
O goveroo d'el-rei nao conhece um palmode
trra italiana que possa ceder ; nao o quer, nao
o ha de fazer; nao, absolutamente nao. (Muito
bem I bravo I)
< O governo d'el-rei v um territorio nacional
para deffender, para recuperar (bem 1 bem 1), v
Roma 1 V Veneza 1 E para a cidade eterna, a
para a rainha do Adritico faz convergir as do-
res, os votos, as esperanzas, e os projeclos da
nago. /"Muito bem I)
O governo comprehenda a grave ta*efa qae
lhe incumbe; est resolvido a cumpri-la, e ha
de cumpri-la com grasa de Deus. A eventuali-
dade que se prepara, e ha de surgir ao mesmo
tempo, abrir o caminho para Veoeza.
No entretanto pensemos em Roma.
Sm, queremos ir a Roma (movimento de at
tengo) Roma separada politicamente do resto da
Italia, ser um centro de Intrigas e de conspira-
ges, urna ameaga permanente ordem publica.
Portanto ir a Roma para os italianos nao s
um direito, mas urna inexoravel necessidade.
(Bem I) Mas como devemos nos ir alli ? O gover-
no de el-rei, sobre este ponto mais do que sobre
qualquer outro, ser franco e preciso. (Profun-
do silencio). Nao queremos ir a Roma com o
auxilio de meios insurrecclonaes, imtempesti-
vos, temerarios, insensatos, que possam por em
perigo os tactos consumados e comprometler a
obra nacional.
Queremos ir a Roma de aecordo eom a Fran-
ca. Vos mesmos o leudes declarado na memo-
ravel sessb de 27 de marco. O governo nao
pode separar-se da deciso do parlamento.
s Queremos ir a Roma, nao para destruir,
mas para edificar, para offerecer um meio egre-
ja, para lhe abrir um caminho que lhe permita
raformar-se a'si propra ; para "
Para qualquer parte do horisonte patrio, qua
volvamos os olhos, em todo elle entoldamos me-
teoros luminosos, que nos esto antrunciaodo o
prximo avent do syslema representativo pelo
nico meio possivel da eleigo directa.
Desde o Para al o Rio Grande do Sul, mesmo
as localidades mais pequeas, onde a illustra-
gao mais escassa, como em Sergipe e no Espi-
rito Santo, quasi todos os nosaos collegas lera
successivameote advogado esta causa, antevendo
no seu triumpho o psradeiro dessa desereoga,
desse egosmo a dessa desmoralisagao, em que,
pelo pestfero impulso da eleigo indirecta, vae
sossobrando pouco pouco a nao do estado.
Na cmara dos deputados foi apresentado um
projecto de le para se authenticar finalmente a
renda, que pela constituigo d direito ao eleito-
torado. Tomaremos a liberdade, seu tempo, da
'"', expender a nossa opinio respeito desse projec-
lhe dar essa li-
Os interesses communaes e provinciaes po-. Wdade, essa independencia que a podem auxi-
dem ser summariamente divididos em tres catas-
gArias : economa, instruego publica, a benefi-
cencia publica,
c Com asta auccesso de representagai locaes
postas praUcdls junto de. S, H.' I., satis'Mepdo 1 opajz ha 4e orgaui|ar.fle por si mesmo, a Ufar-
lo. Digamos, entretanto, que divisamos helle a
intengo, ou o principio de execugo das ideas
contidas no discurso do Sr. viscoode de Jequiti-
nbonha, que publicamos em um dos nossos pre-
cedentes artigos.
O folbeto, que publicamos no numero 164 do
nosso Diario, cujo autor pela illustrago qua
mostra, pelo estudo consciencioso, que tem felto
das principaes causas dos nossos males nos pare-
ce digno dos maiores elogios, conclue igualmen-
te em favor da eleigao directa. F opinio que
decididamente se pode dizer geral, pois nao tem
ella em parte alguma do imperio opposigo pa-
tente, que nos saibamos at boje.
No referido folhelo, a naquelle do publicista de
S. Paulo, que pabiieamos ha mezes, domina a
idea do censo proporcional aos ha veres dos cida-
dos as diversas localidades, e os leitores j vi-
na que isso o que prescreve a constituigo
belga.
O projecto de lei apresentado cmara, sup-
posto nao falle em censo, nem em forma eleito-
ral, institue um processo para authenticar a ren-
da eleitoral, muito semelhante ao que instituirn*
os legisladores belgas.
Parece-nos, pois, que os nossos patricios do sul,
onde a idea, e o desejo da eleigo directt j
antigo, se vo inclinando para as disposiges da
legislago belga, que foi a fonte, onde tambera
behenm os legisladores portuguezes.
Na reforma de alguns artigos da lei eleitoral, ,
que as cmaras belgas Qzeram em 1848, vendo
que j euto a liberdade poltica nao correra o
perigo com a exteoso dos direitos eleitoraes, e -
a dimiouigo do censo, reduziram-o ao mnimo -
constitucional de vinte florins ; lindando assim a
proporciooalidade do censo, e toroando-se uni-
forme, eomo em Inglaterra, na Franca. *< Por-
tugal.
Se hoje, pois, nlo existe no mundo urna s .
monarchia constitcional, onde a eleigo nao seja
directa, tambem o censo para conferir direito elei-
toral hoje o mesmo para lodos os eleitores da
mesma nago. Em ambos os systemas ha van
tagens e inconvenientes, como exporemos no sa- -
gui ment destes artigos.
Esta tendencia que se nos figura, em homensv
to iltustrados, para as disposiges da lei belga,,
determinou-nos a publica-la tambem nesta seria
de artigos, sendo, -como o desejo principal desta
redaego, que em asaumpte de tamaoha impor-
tancia, nem um de seus leitores, por falta de do- .
cumentos, fique merc dos sophistas, que em
toda a parte e por lodos os meios fundam a saa
preponderancia na extinego da liberdade politi--
ca, e da prosperidade publica.
LEI ELEITORAL DA BLGICA, DECRETADA EiL
1831, E MODIFICADA EM 1848.
TITULO I.
Dos eleitores.
Artigo 1. Para sereleitor, preciso :
1. Ser Belga de nascimento, ou ter consegui-
do a grande naturalisagio ;
2. Ter viole a cinco annos de idade com-
pletos ;
3. Pagar ao thesouro do estado a qoota da
contribuiges directas, inclusivamente as paten-
tes, determinada do modo seguate :
O censo eleitoral para a nomesgo dos membros
da cmara dos representantesflxado, para todo
o reino, no minino estabelecido pela constituigo,
(20 florins, quince mil rls )
Os centesimos addicionaes cobrados sobre as
contribuiges directas em proveito das provincias^,
ou dos municipios, nao ser contados para fr~
mar o censo eleitoral.
Art. 2.a Sero contadas ao marido aa contri
buiges da mulher meeira, a ao pat as de seus fi-
Ihos menores, deque tiver o uso-fructo.
Estas contribuiges podero ser reunidas
quellas que o marido e o pai pagarem pessoaU -
mente.
Art. 3. As contribuiges e as patentes nao se-
ro contadas ao eleilor, senioquando tiver payo
o censo de bena de raz, no anno anterior, ou o>
de imposlos directos de qualquer natureza qna
sejam, nos dou3 annos anteriores. Os foros das
minas sao considerados imposto de baos do
raz.
O possuidor por titulo dt herana o nico.
exceptuado deslas condiges.
Em caso de mutago de bens de raz, as contri-
buiges devidas desda o dia em qua a mutago,
adquiri data certa, sao cootadas ao acquisidor
para a formago do censo eleitoral.
Art. 4. O censo eleitoral aera justificado por
um extracto do rol das contribuiges, pelos reci-
bos do anno corrente, ou pelas partacipaces do
recebedor das contribuiges.
Art. 5. Nao podem ser eleitores, nem exercer
oa direitos do eleitora^0| 0 condemnados penan
infamantes, osqi>- estiverem declarados fallidos.
liar estimular para se regenerar na pureza do
seotimento religioso, na simplicidade doscostu-
ou tiverem f;a'ito cesso de seus bens, emquanto
nao ti^lm pago a totalidadede suas dividas ; o
. co".^temnados por justo abuso de con/ianco, ou,
raes, na sevendade da disciplina, em todas es-..altental0 aos coslumts : os que forem notona-
sas virtudes, que, com grande honra a ,orU meDte connecidos por terem casas de devassida>
immortal do pontificado, toroaram tOj Uutwslede proslituigo.
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DURIO DI P1EH1MBICO. ^ 5EGIJDA BU 19 DI AGOSTO DE I8i:
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h I '.
TITULO II.
'Das littat dsttoree*.
- ArL 6. A lista dos eleitores permanente, sal-
vo as eancellaces, o nacripces qae podara ter
lugar durante a reiusao aunuai".
A revisio ser feita Cjotoraae sS'diipesifpMse-
gniQtes.
7. Os cot agas dea burgo-maestres e asma-
de Ires, as salas que fizaren parle do mesmo
edtfci*,
Cada secgo concorra directamente para a no-
nseaeo dos deputados que o collegio dere
eleger.
> Todo o indivfduo que, no da da eleico, cau-
sar desordem, ou provocar reuni tnmulluosas,
: aceitando, levando, arvorando, ou aturando
aftas
arao, todos os asnos, nos primeiro* quinze j sigoal de reunan, ou de qualquer nutro modo,
de abril, a noticio das listas dos cidadios dos sera punido cota u
5 Liea puoido com urna multado 60 500
muaictptos, qae segundo a presente lei reu- ou com prisao de aeis das ura aiez.
irem as canlices requeridas para seroja elei- I Art. 20. O presidente do tribunal
**f*' --. .. instancia, ou que o substituir as suas'fuoeces
Para esse effeito ser remedido antes do di a 1 preside a mesa principal.
fraocos,
da primeira
preside a mesa principa
le abril aos collegios dos hurgo-eaeslres e cama- Quatro dos raais notos conaelbeiros manici-
rista urna copia dotcL das coutribuicoes directas, j paes da cabera do districlo sao escrutadores.
xecoobecida pelo reeebedur, e verificada polo ios- Se houver mais de urna seccao, a segunda e as
pector da Ihesourarta. | aeguiotes serao presididas por ura dos juizes ou
Art. 8. Os ditos collegios concluirio as listas juzes suppleotes, oa ordem da sua antiguidade,
asoiaixi Star no urioueiro domingo se- e, ero caso de nejestdrde, petas .pessoas que-e
guite. Pteario affixida oito dias, e covidiro
s cidadaos, que julgarem ter reclamaces que
fazer, para comparecer no collegio "dos bur-
go-mestres e camaristas no aspado de quiaze dios
contados do dia da publicaco da lista, a qual
dever indicar o dia em que Anda esse pras.
A lisia contera, defruqle do nome de cada
cidado inscripto, o lugar e a data de seu oasci-
mento. data da sua grande uaturalisaco, se
for naturalisado, a indicaeo do lugar onde paga
coutribuicoes at a concurrencia 'do eeuso elet-
presideote da mesa principal designar, entre es
eleitores, que nao (orea (uoccionarios amo-
viveis.
Sao chamados s funcces de escrutadores as
mesas de seccio, osburgo-mestres e os membros
dos cooselhos muoicipaes dos municipios, que
formaren ama aecco.
Quioze dias pelo menos antes da eleicjio, o go-
rernador transmitir ao presidente do tribuoal
da primeira instancia urna lista indicando, para
cada seccao eleitorI, o nome, o domicilio e a
Art. 31. As .cdulas, em qae o votante ae fizer licia, tendo i
conbecer, sero oallas, asiim crnaoagMttss que
nao forera escripias mao.
Art. 32. As cdulas nullas nao,
ta para determinar o numero dos voUaeaT
Art.33. Sao validas as cdulas
maja ou menos nomes do que prescrito. Os
ultiates aoraaa que formato o xcesso, aao sao
contados.
Art. 34. Sao nullos todas es vetos que alo
trazara mjicUie detsf*ao. a mesa decide,
come em todos osoutres cases, ealvo reclsea-
cio.
Art. 35. Niogaem fica eleito no primeiro s-
crutioio. se nio reunir mais da asetade dos votos.
Art. 36. Se todos os deputados, que se hou-
de
vista a decisio de S. Exc. o presi-
-raMla consulta que Ihe fdra dirigi-
da pelo auditor e promotor publico desta capital,
- coadeaneu o soldado Raymundo Jos Ferrelra
toral, e a nalureza d'essas coutribuicoes, dostiu \ idade dos burgo-meslres edoi macabros dos eoo-
guiado-as em tres categoras, saber: Io con- selhos muoicipaes. que formarern urna seccao.
tribuicoea de-bens de-raii; 2o ontribuiceo pes-
soal; 3*,as patentes.
Art. 9. Expirado o praso Grado para as recia-
ruaces, as listas, a cepiu do rol das coutribui-
ces. assim como todos os documentos, por aieio
dosquaes as pessoas inscriptas verc.m juslilica-
do seus direitos, ou em consecuencia dos quaos
se tiverem operapo eliminaces, sero manda-
dos, dentro de vinle quatro horas, ao conwnissa-
riado do districto.
Na secretarla do municipio ficar copia da
lista.
A recepcso da lista ser provada por um reci-
bo dado palo commissario do distncto ; esse re-
cibo ser transmittido ao collegio dos burgo-mes-
tres e camaristas viole qu-itro horas depois da
anegada da lista ao commissariado, e delle se
1*r immediatamente menso n'um registo espe-
cial, numerado e rubricado pelo escrivao pro-
vincial.
Todo o cidado poder tomar inspecgo das
listas, na secretaria do municipio, e no commis-
sariado do districto.
Todo o ciddso poder tambera tomar iospec-
co da copia do rol das cootribuicdes, e mais
documentos mencionados supra.
O commissario do districto far a repartidlo
dos eleitores em seecoes se for preciso, conforme
art. 19 da presenta lei.
Art. 10. Os coaimiesaries de districto tero
cuidado que os cheles das admioistraces locaes
uiindem, exigindo recibo, ao menos oito dias
antes, cartas de conbaeaco aos eleitores, com
indicarlo do dia, da hura e do lugar, onde a
leigao dever ter lugar.
Art. 11. Quaodo houver eleigo extraordina-
ria, por causa de opeo, bito, demisso, ou
qualquer outro motivo, as listas fetas conforme
es srtigos precedentes serviro de base pira a
convocagao dos eleitores.
Art. 12. Todo o individuo indebitameufe ins-
cripto, omittido, ou de qualquer modo losado, e
cuja rcclamacao nao liver sido admillida pela
adruinistraco municipal, poder dtrigir-se
deputago permanente do cooselbo provincial,
juntando documentos em apoio da sua recla-
marlo.
Todo o cidado no goso dos direitos civis e
polticos, assim como o commissario do districto
ejso/ficio, poder, ao mais tardar al dez dias
depis 4a recepc,ao da lista no commissariado do
districto, appellar para a deputago permanente
contra qualquer inscripto, ou ehminaco iule-
bita. O appellaole juntar sua reclamago os
documentos, que lhe servirem de apoio, assim
como a prova que ella foi notificada parle inte-
ressada, a qual ter dez dias para responder,
contados do dia da ooliQcaco.
Nos casos, era que a appellacao tlver.por mo-Tts militares sao abrigados obedecer- lhee.
ivo aelimioagao mdebita, o appellanle mandar A mesa delibera pnnisoriamevile oerc
depositar na secretaria do municipio, onde o in-
timado tiver o seu domicilio.
Ninguem pode preencher as funecoes d es-
crutador, ou de secretario, sendo f'r eltilor.
O presidenta do tribunal, dez dias pelo menos
antos da eleicao, convocar os presidentes das
secges ; estes convidarlo sem demora os func-
cionarios indicados na lista para virem no dia
da eleicao preeacher as uoeces de escrutado-
res, saber : os quatro primeiros inscriptos, co-
mo titulares, e os quatro immediatos, como sup-
pleotes.
Nassecc5es, oode o numero dos burzo-mesires,
o dos membros dos cooselhos muoicipaes forio-
sufficiente para a designaco dos escrutadores,
protidenciar o presidente de cada seccao.
O escrutador por este modo designado como
titular ou supplente, ser obrigado em caso de
impedimento, a dar parte ao presdante da sec-
cao era viole e quatro horas.
A composico das mesas ser publicada tres
dias pelo menos aates da eleico.
Se. hora determinada para a eleicao, os es-
crutadores nio esliverem todos presentes, o pre-
sidente completar a mesa ex-offieio ntre os
presentes, conformndose com as disposices
precedentes.
O secretario ser nomeaJo por cada mesa en-
tre os eleitores presentes.
Art. 21. Nos districto*, onde nao houver lriba-
nal de primeira instancia, o juiz de paz do aan-
to, ande se fizer a eleicao, ou nm dos su polen-
tas, por orden de aatiguidade, de direilo pre-
sidente.
Os quatro membros taenos idosos doconselho
municipal sero escrutadores. A mesa for-
mada por este orodo escolhe o secretario.
Se houverem varias secQes, os supplenles do
juiz de paz por ordem de antiguidade, e na sua
falla, as peisoas desigoadas pelo juiz de paz, as
presidiro. Estas pessoas devem ser escolhtdas
entre os eleitores, que nio sao {accionarios
amoviveis.
Sero, alm disso, observadas as disposices
do -artigo precedente relativas formacao das
mesfls, devendo as obriifagocs impostas ao prei-
denio do tribunal de primeira instancia serpreen-
chidas pelo juiz de paz ou porquera as suas
vezes Uzer, na qualidade de presidente da mesa
principal, e as obrigices dos presidentes desee-
gao por aquelles que forera chamados ou desig-
nados para preencher essas futiccdes.
Att. 22. O presidente do collegio, au da sec-
Co a nica autoridale policial na atsembla.
S6 os eleitores assislem s assemblas. Nao p-
dem spreseotar-se armados.
Nem urna forga armada pode ser postada, sera
requisico do presidente na sala dss seecOes, nem
oas tizinliancas do iugar, onde fuocciooar a as-
^sembla. As autoridades eivis, o os commandan-
o seu domicilio, as vinle quatro
lloras depois da ooliQcaco urna copia aulhenlioa
dos documentos relativos appellaQo.
O collegio dos burgo-mestres e camaristas
mandar immediatameote ail'uiu, na forma pres
cripta para a publicaso das listas ordinarias, o
das lisias supplementates, os uomes dos.iatiraa-
afiliados oito dias. Qualquer poder lomar ins-
peceo dos documentos relativos appellaco
na secretaria do municipio. Tolo o individuo
jue gosar dos direitos civis e polticos poder
Curante oito dias depoia da publicaco dos no-
mes, iulervir na instancia de appellaco. A in-
terveucaoser notificada aos ioteressados.
Alt. 13. A deputncao permanente doconselho
provincial decidir estas causas, ao mais tardar
ciuco dias depois de (indar o preso de opposico
reclamacio, se a causa for intentada contra
lerceira pessoa. At decisots sero motivadas.
_ Havendo empale de votos sobre urna appella-
co. se os memhros ausentes da deputago per-
manente esliverem impedidos, ou seo empate so
xeproduzir, tomar-te-ha para desempatar um
conselheiro provincial, pelo ordem da iuscripcao
na lista, principiando pela oais-velho.
Dar-se ha communtcago de lodos os docu-
mentos s partes inleressadas, que a requererem,
ou seus procuradores.
as uecisocs serao uiuieaia.aueu.e uoiiUwadas
s parles, o ao commissario do districto para
fazer as ractificacoes necessarias.
Todas as reclamacoea e todos os autos, que
lhes forera relativos, podero ser em papel sem
aello, e dispensados de registo, ou registadas
j/ralis.
Art. 14. Contra as decisoes da depuUco do
couselho provincial haver appellago para o
tribunal supremo.
As parles devero appellar no praso de cinco
dias depois da nolificacao. A declaraco ser.
ieila em pessoa, ou por procurador, na secreta-
ria do coastlho provincial, e os autos serao ira-
mediatamente enviados ae procurador geral do
tribunal supremo. A appellago ser notificada
no p i aso de cinco dias juelle contra quera fdr
dirigida.
O governador poder igualmente appellar no
prazo de (tez dias, depois da decisao da deputa-
cao permanente.
A declaracio da Bfpellico ser feita em pes-
soa pelo gevernador ou pelo seu delegado, na
secretaria do cooselbo provincial, e os auto* se-
o mandados immediatamente ae procurador
geral do tribuoal supremo. A appellago ser no-
tificada no prazo de cinco dias parte.
Proceder se-ha immediatamente, cessando to-
das as outras causas, cora ieengo de custsa de
sello, registro, mulla e iseaeees.
Se a seotenea for anoullada. o processo ser
mandado deputa cao de conttlho provincial mais
visinho,
Art. 15. Dar-ae ha na secretaria do districto
commuuicago das listas aneaos 6 das raci-
cacea todos .uaotes quzerem tirar copia.
Art. 16. Os recebedores das contribuiges direc-
tas serio obrigados a passar em papel sera sello,
e mediante a retribuirlo de cinco centesimos,
(dezoito reii) por eadi copia do rol cooeeittente
ae mesmo cantribointe, 4 tola a pessoa inscripta
no rol, copia relativa as enes coBtribuiooes, e
todo o individuo qualificado como determina o
artigo t2, qualquer certificado negativo, ou copia
do rol das contribuices.
Tremo in.
Dos collegio* eleitoraes.
Art. 17. Os collegios eleitoraes nao peden tra-
gar de oatros objectos mais 4o qae a eleico dos
alepeUdes.
Art. 18. A reunilo ordinaria dos collegios elei-
toraes, para substituir os deputado3 que eahem,
sem lugar na aegueda terca-feira do-ezde}nnho.
Aa operagSes eleitoraes comecarto s 9 horas
la manba, se a eleicao se tlzer do primeiro de
sanioso primeiro de outubro, es 10 horas, se
ae fizer era outras pocas.
Art. 19. Os eleitores reunem-se na caneca do
districto administrativo, eade tetn o seu domicilio
sai.
Nao pedem fazar-se suestituir.
Reouem-se n'uma a asaembls, se oseu nume-
ro nao exceder seiacaata*.
Osando houver mais de seiscaolos eleitores,
Wvrdir-se-ba a coUegio ara seecoes, cada ana
das qoaea nao pode ser de meaos de duzentos, e
e* tomado por comarcas ou maoicipoi, ou
"coas de aiiuucipiQs as, mais viainbas.- .
A cada seccao aera designado um local, sepi-
imAo. Podor-ae-ha, o numero das seecoes o
ei'gir, convocar doas, porm em caso algum mais
rea das
operaces do collegio, ou da seccao. Todas as
reelamaces sao inseridas oo processo verbal, as-
sim como a deciso-motivala da mesa. Os docu-
mentos relativos s teclamages sero rubricados
pelos membros da mesa e pelo roclamante, e fi-
caro annexas ao processo verbal.
Na a-bertura da sesso, o secretario ou um dos
escrutadores far leitura em voz alta dos arts.
24 at 37 inclusivamente da presente lei, da
quil estar um exemplar sobre a mesa.
Todo aquello que sem ser eleitor, nem mim-
bra de urna mesa, entrar durante as operages
eleitoraes no local de urna da secges, ser pu-
nido com urna multa de 50 500 francos.
Todas as vezes que no local oude se proceder
eleigo, um ou mais de um assistentes drero
signaes pblicos do apprevacao, ou reprovsgo,
ou excitaren tumulto de qualquer modo que se-
ja, o presidente os chamar ordem ; se conti-
nuaren:, far-se-iha meoeo da ordem no preces-
so verbal, e vista desse processo vethal os de-
lincuentes sero punidos com ama multa de 50
500 francos.
Toda e qualquer deslribuieo ou exhibico
d'escriptos, ou impressos injuriosos ou anonymos,
saiyras ou caricaturas, no local oade se fizer a
eleigo, prohibida com a pena de urna multa
de 50 500 francos.
Os presidentes sao incumbidos de tomar as
medidas necessariis para segurar a ordem e a
irn 1'JIUUnJi; uaa i;inhoj.o itaa pree*. do
edicio, oode ee Qzer a eleicao.
O prsenle aritgo, e os arts. 25,26,29, 34 e
39 estaro as portas da sala com leltraa
grandes.
Art. 23. Niaguen ser admittido para votar,
se nao estiver inscripto na lista amxsda na sata,
e entregue ao presidente. I
Comtudo a mesa ser obrigaia a admitltr a
reclamaeao de todos aquelles que ee apresenta-
rera munidos de nova decisio da aug>ridsde com-
petente, provando que fazem parte daquelle col-
legio, ouque outros nao fazem parte d'elle.
Todo o eleitor, memoro de urna mesa, votar
n secgo, onde estiver.
Art. 24. Quando um collegio, houver-de ele-
ger no mesmo dia, senadores e representantes,
os votos sero dados nos e a outras n'uma s
cdula.
O mesmo se pratiear no segundo escruiino,
se tiver lugar. i
Em falta de desigoacoes especiaos, o primeiro
ou os primeiros nomes at a concurrencia do nu-
mero de senadores, que se houver de eleger,
sero atlribuidos eleigo desles.
Se os nomes esliverem escriptos em mais de
urna columna, sem lerem desigoages especiaes,
os primeiros njmessao os ds primeira columna;,
e assim por diante.'
A cdula que nao contiver suffragios valrados
seno para a eleigo de membros ds orna das c-
maras, nio ser cootada para determinar o nu-
mero dos votantes para a eleigo dos membros
da outra cmara.
Art. 15. A chamada des eleitores ser feita co-
megando no primeiro escrutinio pelos dos muni-
cipios mais prximos, e no segundo pelos dos
mais distantes.
Cada eleitor, depois de ser chamado, entrega
urna cdula escripia e fechad) ao presidente, que
a deposita n'uma cirxa com duasaechaduras, cu-
jas chavea sao eutregues, urna ao presidente, e a
a outra ao mais idosodos escrutadores.
Art. 26. A mesa collocada diante do presidente
e os escrutadores estar posta de tal modo que
oa eleitores possam circular a'roda ou pelo me-
nos chegar ao p d'ella durante o apnrameoto do
escrutinio.
Art. 37. O nome de cada votante ser inscrip-
to sobre duas listas, n'uma per um dos escruta-
dores, e na outra pelo secretario.
Art. 28. Far-se-ha depois nova chamada dos
eleitores, que nio estavam presentes.
Concluidas estas operaces, declarar-se-ha fe-
chado o escrutinio.
Art. 29. O numero das cdulas ser verificado
antes do apuramento. Depois um dos escruta-
dores tomar successivamente cada sedula, abri-
la-ha, e a entregar ao presidente, que a lerem
voz alta, e a pasear outro ecrutodor.
O resultado de cada escrutinio immediata-
mente publicado.
Art. 30. Nos collegios divididos em raais denme
seccao, o apuramento do escrutinio faz-se em
cada seccio.
' O resultado determinado, e assignado pela
mesa.
E' immediatamente levado pelos membros da
mesa de cada seccio mesa principal, que faz,
em presenca da assembla, o recenseamento ge-
tal dos rotos.
- ymi
neto inoe*M oo art. 102 g 1" do regulamenlo de
qae cpaa *4e*d#*erovb de 1853. isto a 6 mezes de pri-
sio, levando-se-lhe em coala todo o lempo de
prisa 4m ha soffrido.
O amasado havendo desertado do corpo no mez
de selembro de 1848, estabeieceu-se e oasou-se
Da villa de Caruat.onde merecen o mandato de
eleitor da parochia.
Sabbado pela manba, por occasiio de ir
dous emprejzados da estrada de ferro pagar aos
trabalhadoreadameema, na terceira seccao, con
duzindo 24 ceios de ris, fetam atacados e
ver de eleger no quineto, nao tiverem sido roubados nesaa quantia perdgaos horaena que
nomeados no primeiro escrutinio, a esa far se achavam emboscados, toando morto um dos
urna lista das pessoas que obuveram mais votos. Ioglezes, e o outro bastante maltratado Coos-
esir-iT3taxtmt*T/o dehrj dss nomuu duu de pU-noa quo, -a-heta en que euLeiumos olOtnLl
pulidos, que se hao de eleger.
Os votos so poden ser dados estes candidatos,
A nomeagao tem lugar pela pluralidade dos
votos.
Havendo igualdade de votos, o mais relho ser
preferido.
Art. 33. Os membros da mesa principal resli-
girao um processo verbal da eleigo, sem inler-
romper a seccao, e o remettero directamente ao
mioistro rjo reino no praso de oito dias. Ficar
outro noriowmissariado do districto, reconheci-
do pelos membros da mesa.
A/l. 38. Oepois do apuramento as cdulas se-
rio queimadas.etn presenca da assemwa.
Art. 39. O commissario do districto remetiera
logo extractos do processo verbal da assembla
eleitoral cada um dos eleitos.
Art. 40. S a cmara des representantes e o
senada julgam acerca da validade das operages
das assemblas eleitoraes, pelo qua toca aeus
membros.
TITULO IV.
Dos Hegiveis.
Art. 41. Para ser elegivel para a cmara dos
deputados, preciso:
1." Ser Belga.de oascirneato, eu ter obtidoa
grande oaluralisago;
2. Gosar de direitos civis e politice* ;
3. Ter viole e cinco anuos completos ;
4; Estar domiciliado na Blgica.
Art. 42. Para ser elegivel para o senado pre-
ciso :
1. Ser Belga de oascimento, ou ter ebtido a
grande uaturalisacao ;
2.a Gosar de direitos civise polticos ;
3." Estar domiciliado na Blgica ;
4. Ter ao meos quarenta neos de idade ;
5.a Pagar oa Blgica ao menos mil fierras ds
imposto directa, co[aprehendidas as patentes;
as provincias, oode a lisia dos cidadaos que
pagam mil florinsde imposto directo nao chegar
preporeode urna sabr seis.mil almas de po-
pulacho, ser completada pelos mais impostos da
provincia at a coecurrencia desta proporcao do
nm para seis mil.
Art. 42 bis. Os fuoccionarios e empregados
assalariados pelo estado, orneados membros de
urna ou da outra cmara, aao abrigados, antes de
dar juramento, a escollier entre o mandato ptr-
lamntar, ees suas fuoccoes, oa os seusempre-
gos.
O mesmo farao os sacerdotes retribuidos pelo
estado, os advogidos das adminislragoes publi-
cas, es agentes da ca xa do osudo, e oa commis-
sarios do goveruo as sociedades nonymas.
0 g 1 do prsenle artigo nio applicavel aos
cheles das admioisicacees ministeriaes.
Os membros idas canacas aso podero ser no-
meados para uueces asaalariadas pelo estado,
seno pelo menos um auno depois de eessar o
seu mandato.
Sao exceptuadas as funeges de ministro, gen-
te diplomtico e governador.
Art. 43. As incompatibilidades declaradas no
art. 5o sao apulicaveia aos eleglveis.
Art. 44. Todos os aonos, de 15 de abril ao pri-
meiro de maio, a deputago:permanente do cou-
selho provincial formar a lista dos individuos
eleg veis para o senado, cou forme o art. 42 Esta
lisia cooler, defroute do nome de oada indivi-
duo iuscripto, a dala do seu oascimento, o a io-
icago dos lugares, oode paga aa suas contri-
buices.
As disposigoes dos ar. 2, 3 e 4 da presente lei
sao pplicaveis aos elegiveis.
Art. 45. Todo o cidado poder temar conhe-
cimento da lista dos elegiveis na secretaria do
eonsaiho proviucial, ou na secretaria de eada mu-
nicipio.
Art. 46. Alista s contm os nomes dos ele-
giveis domiciliados na provincia.
Art. 47. Aa disposices dos arts. 12,13 e 14 da
presente lei, sao applioaveia ia reclamaces que
se podem fazer contra as listas des elegiveis.
Art. 48. A lista por ordem alphabelica estar
affixada na sala, durante a eleigo. Nella se ob-
servar que os habitantes das outras provincias,
que pagarera mil norias, e tiverem mais de 40
raonos, tamban sao elegiveis, e que a eleigo co-
mees peloseoedo.
Art. 49. 0 deputado eleito por mais de um
districto eleitoral, ser obrigado a declarar a sua
opgo cmara nos oito dias immediatos veri-
ficaso dos poderes. Na falla de opgo nesse
prjzo, decidir-se-ha pela sorle quo districto fi-
car perleoceodo o deputado.
O que for eleito ao mesmo lempo senador e
membro da cmara dos deputados, dever no
raesmo prazo dirigir a sua declarago de opeo
s cmaras
O mesmo se far quando o que for deputado
sahir eleito senador, e reciprocamente.
se acha j preso um e quasi que descoberto o tra-
ma, que produzio esse resultado. O Sr. Dr. chefe
de policia aeguiopara o lugar do crirae, e d'alli
ainda nio chegado.
De Cimbres temos as seguintes communi-
caces:
a No dia 2 dejulhe prximo passado celebrou-
se na matriz de Nossa Senhora das Montaohas de
Cimbres a festa da mesan Senhora com a pompa
e sotemnidade, ejve-as cirenmstancias do lugar
comporta vara, gratas des aforeos dos respectivo
juiaes.ocoadjuctorpare Estanislao Perreira de
Carvalho e o Sr. Juibaoio Candida ttibeiro, mora-
dor nesta idade- que para tomar ares residiodo
algum lempo naquella povoaco, onde se acha
sita a referida matriz, conlraiiio para com a so-
bredi ta imagen especial devogfco.
Houve raissa cantada com exposigo do San-
tissimo Sacramento, pregando ao Evangelho o
mencionado coadjutor; a orchestra esteva sof-
frivel, o altar-mr bem llumniado eo vasto m-
bito da igreja nao pode conter o povo, que con-
coma ao acto.
A'tarde houve procrssSo, cujo prestito de-
pois de percorrer as duas linhas de casas, que
correm paralellaa.igreja,daodo vella em torne
della, se recolheu : a noite houve ladainha can-
tada, sendo todos estes actos rauito coucorridos
cem o que o povo de Cimbres deu um testimu-
munho bem significativo do seu espirito de reli-
gio e piedade, e nma prova nao equivoca deque
anda nao se acha accornmetlido da tebre do in-
da ereutism o e impiedade, que ameaca invadir a
sociedide moderna.
Praza a Deus, que os cimbrenses se conven-
cam sempre da qae a civjiisagao, que nio asien-
ta sebre a religiao de Christo, nao solida e du-
ravel, nem lio pouco pede produzir sazonados
frutlos ; e assim continuara a cultiva-la com zelo
e fervor.
. Os habitantes de Cimbres ainda conlinuam a
lamentar a falta de um profeseor por verem as-
sim privados da educago primaria um crescido
numero de meninos ; porm sempre ha esperan-
ce de que o Exm. director geral da inslrucgio
publica Hender as justas reclamaces que oes-
te sentido j devem ter chegado -ao seu conheci-
meuto.
Aschuvaspor all ainda cootiouaram, e ape-
zar disso as carnes verdeB sao venidss a 14 pa-
tacas ; o milho a 100 ris a cuia de 8 lije lias: o
eijao a640 ris ; o a arinha.a 200 ris.
No dia 17-de julho caeou-se Francisco Ephi-
geoio a Silva cem una senhora de nome lim-
belina Lopes Frazao : este Ceo6orcio dizem ter
sido realiaado contra os bons d-sejos d? lodos
seus prenles, excepto os delle e os do proprio
pai.
Passageiro do cter nacional Emma, Tndo
do Pnedo :
Joaqum.Padro da Costa Brrelo.
No dia 16 do corrente foram recolbidos a
casa de detencao 4 hornese duasmulheres,sen-
do 2 livres e 3 escravos, a saber: 3 a ordem do
Dr. delegado da capital, inclusive o pardo Joo,
escraao de Jos Luiz de Souza Ferreira ; 1 a or-
dem do subdelegado de Santo Antonio, que a
parda Auna, escrava de Francisco Geraldo Mo-
reira Temporal: 1 a orden do da Cipnnga, que
o crioulo Joo, escravo do Luiz de Moraes Go-
mes Ferreira ; e a ordem do dos Afogados 1.
Passageiros do hiate brasileiro Santa Amia,
sahido para o Aracaty :Jos de Albuquerque
Cavalcaote, Antonio de Hollaoda Cavalcaute, Ca-
millo Cavalcanle, l'enelon Rolmusihor, Jos Res
dos Santos, Eduardo G. Valente.
Matadouro publico.
Mataram-se no dia 15 do corrente para o con-
sumo desta idade 70 rezes:
No dia 16 do correte 98.
SlORTALIDADE DO DIA 17.
Mara, Peroambuco, 15 das, Santo Antonio : es-
pasmo.
Francisca, Pernambuco, 3 annos, escrava, Reci-
fe ; iaflamago.
Francisco, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista ; fe-
bre intermitente.
Padre Joaquim Jos de Menezes, Pernambuco,
64 anuos, Boa-Vista ; gasto iiUerito.
Luiz, Pernambuco, 21 annos,"soTteiro, escravo,
Boa-Vista ; tubrculos.
Fallecern) durante a semana 35 pessoas, a
saber : 12 homens, 4 mnlheres e 11 prvulos, li-
vres ; 2 homens 4 mulheres e 2 prvulos.
Sr. Cesario d Mello, abre-se a
e approvada a acta da antece-
participada o
sesso, lida
dente.
L-se o seguiote
EXPEDIENTE.
Um officio circular do Exm. presidente da pro-
vincia, dizendo que pira cumprimento do dis-
pasto no aviso da repsrtigio da agricultura, com-
mercio e obras publicas, de 7 de junho ultimo,
ministrasse a eataara com a brevidado poseivel,
todas os esclarecimenlos acerca da produego
agrcola e ioiustrial desle municipio.Posto em
diacussao, resolvau a cmara que se expedase
ordem aos Oseaos fiara, com urgencia, darem-se
as inforraagoes necessarias.
Outro do Exan. bispo diocesano, dando res-
pasta ao officio que a cmara loe dirigir em 26
de juuho pasaado, aa qual lhe pedio maodaise
construir urna calgada em toda a exteosao do
janream renledo palacio da Soledade, decla-
ra S. Exc. nio Ibe ser posstvel annuir ao dito
pedido.Inteirada.
Outro do procurador, remettendo o balancete
da receita e daspeza municipal no mez de junho
ultimo. A'^nmisso de policia (Reg e Al-
buquerque e Henriquesda Sijva.)
Outro do fiscal do Reeife. pe lindo mandasse a
cmara pagar ao cirdrgiio Jos Antonio Marques
a quantia de 43J20O ris, importancia de corri-
das e exames sanitarios que com elle fizera, nos
dis 1, 10, 16 e 31 de maio, 1, 4, 15 e 21 de
junho e 4 e 18 de julho do correte auno.Han-
dou-se passar mandado.
Outro do fiscal dos Affogados, participando ter
o eogeoheiro fiscal da estrada de ferro mandado
fazer urna estacada oo lugar do aoligo matadou-
ro daquella freguezia, para uelle construir a no-
va estagio.Pesio em disuusiio, resolveu-sc
adiar at que o Exm. presidente da provincia
decidisse esta questo.
Outro do mesmo, dizendo nio haverdado cor-
deagao para obra alguraa oas areias do tiiqui,
centra a qual representou o director das obras
publicas.Adiado at que o eogeoheiro cordea-
dor quem lambeta se mandou ouvir, infor-
masse.
Outros (dous), dos Oseaos da Varzea eJaboa-
tao, informando sobre as casas de plvora esta-
belecidss em suas freguezias.Adiados.
Outro do contador, pedindo que lhe foseem
fornecides es livros necessarios para o exercicio
futuro de 1861 1862,Que o procurador for-
necesse.
Outro do fiscal de S Lourenco, cemmuuican-
do que foram moras para o consumo de sua fre-
guezia no mez de julho passado 26 rezes.-Ao
archivo.
Urna eligide Aristides Duarteda Cuuha Ga-
ma, pe.indo houvesse a cmara de marcar um
lugar oa freguezia do Poco, onde se flzesse a
malanga do gado, visto que o existeote de pro-
priedade particular.Qae o fiscal respeclivo.de
accordo com o cirurgio da raunicipalidade, es-
coloesse um lugar proprio.
Carpi, esposo temo, o passaroento
Da vosea cara espesa, que deixou
Este muodo vaidoso e de illusio,
Pelo reino da Gloria, que adoptou.
Aqui dorasesd'uo pai, "as esperaocas,
D'am esposo fiel, o tira alelo,
D'uma mii eariohosa, teas desvelles,
IVema teBrafilhiohs, .-alimento U....
Recife.T7 da agosto de 1861.
L. DE BARaOS^iARIHEO.
COIMIKRCIO.
Rendimento do dial
(den do dia 17. .
a 16.
255:838*138
18.7481819
274:586*957
Movlmeiito da airaadesga.
Volumes entrados com fazendas..
> com generes.
Voiumes
l
sabidos
>
com
com
fazendas..
gneros..
85
268
----- 353
69
43
112
Descarrefam hojel9 de agosto.
Patacho inglezVeteranfarinha de trigo.
Bares americanaImperadorfarinha e arello.
Patacho portuguezJareoviohos.
Lugre ieglezN. E. V. A.mercaduras.
Barca pertugueza Plor de S. Simio carvo.
Brigue iramburguezHenriquecarne de char-
que.
Polacahe8panholaIndiadem.
Brigue inglezBosy-^baclh4o.
Importa <,! Vapor nacional Cruzeiro do Sul, procedente
do Rio de Janeiro, manifestou o seguiote :
1 caixo ; a Joaquim Bernardo des Res.
10 ditos ; a Jos Marcelino da Rosa.
3 ditos; a Leopoldo Bourgsrd.
5 ditos ; Johoston Pster & C.
1 dito ; a Joo Keller & C.
3 rolos ,- a Guilherme Carvalhs & C.
2 saceos ; a Manoel Ferreira Bastos.
1 caixa ; a Gustavo Sucher.
1 dita ; a Maia & Irraao.
1 dita ; a Jos Baplista da Foocecs.
1 volme ; a Tasso Irmao.
1 dito ; a J. R. Ramos.
1 dito ; a Simio Sampaio Leite.
1 dito ; a Miguel Archanjo de Freitas.
1 dito ; a Francisco Sergio de Mallos.
1 dito ; a Antonia T. P. Abreu Lima.
dito ; a Joaquim Ribeiro Cesar Burlamaque.
dito ; a caixa filial de Peroambaco.
dito : a Pedro Cahen.
Disposices geraes,
Art. oo..ciu o... .i V5cr, p0r opQo, bito, de-
misso, ou qualquer outra coua, o otiagin nti-
total, que deve eleger ser reunido no prazo de
um mez.
Art. 51. Quando as cmaras estivercm reuni-
das, s ellas lera o direilo de receber a demis-
so de seus membros. Quando oo estiverem
reunidas, a demisso pode ser notificada ao mi-
nistro do reino.
Art. 52. (Era o artigo da lei de 1831 que ficou
annullado pelo art. 1' da lei de 12 de margo de
1848).
Art. 53. A sahida ordinaria dos deputados na
cmara dos representantes, e no senado ter lu-
gar na segunda terga-feira do mez de novembro.
Art. 54. A cmara dos deputados, e o senado
sio renovados por serie de deputados oa ordem
que ser.determinada por nossa lei especial.
Bruxellas, 3 de margo de 1831.
PERNAMBUCO,
REVISTA DIARIA.

-
Hoje comega a arrematado arrnua de differea-
tes rendas da cmara municipal d'esta cidade.
Para que se oio allegue ignorancia mandn
o Sr. Dr. chefede policia publicar o art. 3' das
postaras de 31 de agosto de 1854, que prohibe,
com a communicagio de 15 dias de prisao e de
30J600 de multa ees jogos de paradas ; e os arts.
\-l e 2 das posturas de 13 de agesto de 1859, que
prohiben) c uso de arates de fogo, contundentes,
corlantes e perfurantes.
Pe transferida para o dia 22 do corrente, a
arrematado do forneciment de generes para o
sustento des orphaos b collegio de Santa There-
za de Olinda e das orphas do eolleslo desta ci-
dade.
Temos informaces de que da freguezia de
Bezerros para esta praca, apparecem ladrees a
furtarem cavallos de pessoas daquelles lagares e
de quem por all transita.
A estas ioformages acrescenta-nos, que ainda
ha pouco deu-ae um desacato destes cem um in-
dividuo que outr'ora trabalhara na via frrea, e
que estando a descangar, ao meio dia, sob ama
arvore daquella estrada, fora accornmetlido per
dous ladres, armados um de bacamarte, e outro
de espada ; os quaes assim conseguiram roubar-
lhe 50*000 em dinheiro, 66J000 em fazendas bem
como unta lazarioa nova de dous canos, que cus-
tara I24OOO ao referido individuo.
A localidade a que se refere esta infcrmscio
fica deas leguas cima do povoado de Grvala.
Consignando esta noticia, contamos que a au-
terdade local trate de averiguar-lhe a respectiva
exactido, afim de dar s providencias que o
caso couberem.
Foi nomeado o Sr. Sebasliio Jos de Aa-
da para partidor do termo de Buique por portara
de 14 do corradle.
Sabbado, na sesso do trvbuoal da relacio,
prestaram juramento e tomaram posee oa ais.
Drs. Alvaro BarWttho Uchda Cavalcanti e Fran-
cisco d'Assis Pereira Rocha, desembargadores no-
ramente nomeados para esse tribunal superior.
CHROHICA jJUrCURIJ..
TRIBUNAL DA RELAQAO
SESSO EM 17 DE AGOSTO DE 1861.
Presidencia interina do Exm. Sr. destmbargador
Caelano Santiago.
As 10 horas da manhaa, achando-se prsen-
los ns Srs rfcomfeorgaju.es siiveir.i, amrana,
Lourengo Santiago, Motta, Peretti e Guerra, pro-
curador da corda, foi aberta a sesso.
Nao houveram distribuiges.
Passados os feitos e entregues os distribui-
do?, procedeu-seaos seguales
JULGAMENTOS
RECURSO C0H.VERC1AL..
Recorrenle, o juizo ; recorrido, Justino Anto-
nio Piulo.
Relator o Sr. desembargador Gilirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, Motta e Silveira.
Ioj preceden le.
Na petigo de Joaquim Antonio da Silva, pe-
diodo prorogago de inventario
Negaram.
APtBLLAgES CR1UES.
Appellaole, Antonio Marinho Paes Barrete ;
appellado, o juizo.
Reformada a sentones para 16 aunas de gales.
Appellanle, o promotor; appetsndo, Joo Tei-
xeira Alves Pequeo.
Adiado.
-Appellanle, o juizo; appellado, Gervasio,
filho de Antonio Cosme.
improcedente.
Appellanle, o juizo ; appellado, Bstevo Anto-
nio Saraiva.
Appellanle, Antonio Joaquim Soares Lisboa ;
appellada, a jostica.
Improcedente.
Appellanle, Manoel, escravo ; appellado, o
joizo.
A' novo jurv.
Appellanle, Manoel Marcelino Paes Barreto :
appellado, Francisco Ferreira Castello-Branco.
Adiado.
?BIS.
Appellante, losFrancisco Pereira da Silva ;
appellados, Manoel Pires Perreira e outros.
Maedoo-se rectificar o processado.
BESIGNACAO DE TJIA.
Assignou-se diapara julgamento dasseguintes
appellaces crines:
Appellante, o promotor; appeliado, Joaquim
Marlioho.
Appellante, a fazenda ; appellado, Martinho
Deodato de Medeiros.
Appellante, o juizo ; appellado, Juliio Af-
fooso Serra.
Appellante, o Joizo; appellado, Frtncisto Fer-
reira de Moraes
Appellante, o promotor
Pedro Barbosa.
Appellante, o juizo ; appelkrdo, Jos Gomes
da Silva.
Prestaram jaremeoto -e ttmeram posee os 8rs.
desembargadores Alvaro Barbalho chrJa earel-
eadtt e Francisco de Assis Pereira Rocha.
A' 1 hera encerrou-se a sessio.
Outro de Antonio Cesario MoreiraDias, decla-
rando haver comprado a Jos Antonio Moreira
Diaa & C. os aeus depsitos de vender plvora
oas estradas do Giqui e Caxang, pedia a cma-
ra lhe permiHisse poder conliuuar com os mes-
mos depsitos.A' commisso nomeada para
tratar de negocios de plvora, (Henriques da
SilvaeSeve.)
Foi approvado um parecer da commisso de
dilicages, no sentido segrale :
Que se permittisse que Francisco Antonio Pe-
reira de Brilo reedificasse o oito da casa n. 120
da ra do Pilar, perteneeole a seus tutelados, -
Ihos de Joo Atbaoazio Dias, 00 aiinhimeoto
determiaado pela planta da cidade, coservao-
do-se a frente 00 alinhament em que se acha.
visto serem ligeiros os reparos nella a fa-
zer-se.
Que Jos Goacalves Beltro &Irm5o, deviam
reedificar o seu predio de cooformidade com a
planta, segundo a cordeacao que j Ibes fdra
dada.
Qae finalmente, recuando o oito da casa dos
orphos, de que tutor Pereira de Brito, ficava
salisfeita a exigencia que fizeram Jos Jacomo
Tasso e outros proprielarios de Fra de l'oitas.
Nesle mesmo sentido despacharam-se as peli-
coai. v
A' requerimeoto do Sr. Seve, ordenou-se eo
fiscal da Varzea que comparecesse no pago da
cmara na primeira sesso, afim de informar
sobre as casis de plvora, eslabelecidas na es-
trada doCachaog.
A cmara resoveu ofliciar ao Exra. presidente
da provincia, pediado se dignafse S. Exc. de at-
tender ao pedido que em officio de 11 de margo
ultimo a mesma cmara fizera ao antecessor
de S. Exc.
Prestou juramento por procurago o juiz de
paz do primeiro anno do segundo districto da
freguezia de S. Lourenco.
Despacharam-se as petiges de Christovo de
Santiago do Nascimento, Carlos Frederico da
Silva Pinto, Daniel William Bowman, bacharel
Ernesto de Aquioo Fooseca, Eugenio Duperon.
Dr. Francisco de Araujo Barros, Francisco Jos
da Fonseca, (2) Francisco Herculano da Silva,
Dr. Ignacio Firmo Xavier, Joaquim da Silva
Castro e Manoel Custodio Peixoto Soares, Joo
Evangelista Pereira Lima, Joo Antonio Csrpin-
teiro da Silva, Jos Thomaz dos Santos, Jos
Ignacio d'Avila, Jos MartBs de Campos, Jos
Vieira Porlo, Jos Francisco de Lima, Jos de
Souaa Pacheco, Jos Jaciolho de Carvalho, Joo
Baplista Exposto, Jos Antonio dos Ros, Jos
Antonio da Silva Santiago, Joo Francisco da
Silva, Dr. Joaquim Antonio Catoero da Cunha
Miranda, Mara Theodora, Manoel Carvalho de
Moura. Mannol Borroira da Cruz, redro Jos dos
Santos. Paulino Rodrigues de Oliveira, D: Rosa
das Naves Teixelra Leal, e levantou-se a
sesso.
Declaro em lempo que foi lida urna petigo
de Carlos Luiz Cambronne ao Exm. presidente,
e porS. Exc. remetlida a cmara para informar,
na qual o peticionario insiste para ser cooside-
do o seu contrate obrigatorio, effereceodo como
arligos addiciooaes ao mesmo contrato urna al-
terago na collocaco dos apparelhos em favor
da classe pobre.
Posto em discussio, a cmara resoveu infor-
mar S. Exc. qae, nao sendo o dito contrato
obrigatorio. como 6. Exc. Ihedeclarou em offi-
cio de 15 de julho ultimo, a postura que a ca-
mera lera de confeccionar para execuce delle,
nao pode lambeta s-lo, accrescendo ser actual-
mente muilisimo diminuto o numero das casas
contidas no permetro que pagam o sluguel de
8g000 por mez.
Eu, Francisco Canuto-da Boa-Viagem, official-
maior a escrevi, no impedimento do secretario.
Cesario de Mallo pro-presidente. Henriques
da Silva*Barata de Almetda.Reg.Reg
Maia .LeaJSe te-Mello.
appellado, Francisco
No stimo lia da Exnaa. Sra. D.
Parala Nimia Oe Sena e Silva,
oflereeido ao mea Ineoasolavel
amigo e seu esposo
Jos Das da Silva Janior.
CllitU HWCIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 5-IHS
AGOSTO DE 1861.
Presidencia do Sr. Reg t lbuqnergue (eon-
tinuada pilo Sr. Barros Reg.)
Presentes os Srs. Barata, Reg, Henriques da
RECITADO SOBRE A CASPA.
trsci mago, crMeei, e ercaoei dores,
O"*" Qu'along a cruel, lUica tu mi Uiores.
3AK\LUAKf.
Desditosa Parisia 1 quem dira
Que tio cedo da Ierra le sumisses,
Preferindo ao teroo pai, ao caro espose,
A etherea manso p'r'onde sublsses.
Na celesta Siao, era conrpanbia
Dos aojos, t desfructas a uoio,
Dos tormeatos erueia, da dura vida,
Eis squi o que restaa solideo.
O luto, soluto. oque ?des
Nesta cssa mortal, neste aposento
Onde todas saudasos so lasnnam
Da esposa fiel opassaaaento !...i
Sete dias completos, nesta campa
Os teus restos mortaes depositamos !
E hoje, novamente contristados,
caixa joias, 49 barris, 4 eaixes ; s ordem.
embrulho ; a H. C. Wills.
dito, a F. Coberth.
dito ; a James Ryder & C.
dito ; a Miguel Valls.
dito ; a Patn Nasch & C.
lata; a Pedro Antonio Cesar,
ditos e um encapado ; a Francisco Vieente
Vianna.
1 caixinha ; a Jos Antonio Lopes.
1 caixole ; J. Pedreira Franca.
Brigue inglez Veterau. vindo de New-York,
consignado a Saunders Brothers & C, manifes-
tou seguinte :
1,550 barricas farinha de trigo, 3,000 resmas
de papel, 200 barricas unlo de porco aos consig-
natarios.
500 eaixas fogo da china ; a H. Forster & C.
500 resmas pape, le 2 eaixas ignora-se ; a
Klingelboefer Gres & C.
1 caixa livros ; a B. L. Garnier.
1 dita machina de madeira, 10 ditos ferros*de
engommar, 3 ditos baldes de vassouras, 1 dita
facas, 5 feiches ganchos da ferro, 1 caixa e 4 bar-
ricas graxa ; a A. F. de Souza Alves &C.
61 barris unto de porco ; a J. Dalgsh Uemp-
soo &C.
2 mastros ; a V. Laurent & Sons.
86 eaixas machinas para costura ; a W. _
&C.
33 ditos peixe em conserva ; a A. Leuba & C.
26 eaixas machinas para costura ; a R. Dulton,
100 ditas cha : a Warre Schmens & C.
75ditas dito, 3,000 resmas de pap*jl, 1 volutne
amostras ; a Geo Rudge & C.
122 barricas banha de porco; a G. Ileymanns
& C.
2 eaixas bombas, 2 ditas candieiros ; a F. A.
Vaz&C
1 caixa chapeos, 4 ditas charutos, 1 dita da-
guerreolypo, 8 ditas machinas para costura, 1
dita instrumentos para dentista, 10 ditas vermi-
fuge, 1 barrica ignora-se ; a ordem de diversos.
Patacho nacional Palma, yindo do Rio Gran-
de do Sul, consignado a Bernardo Jos Pereira,
manifestou o seguinte :
9866 arrobas de carne secca de charque, 300
ditas de graxa em bexigas, 30 eaixas velas de se-
bo, 50 couros seceos ; a ordem.
Hiate naciooal Aracaty, consignado a Joa-
quim Baptisla da Silveira, manifestou o se-
guinte:
900 couros salgados, te 1,000 tijollos de alve-
nara ; a Santos Caminha & Irmios.
51 meios de sola, 33 mothos com 825 pelles de
cabra ; a ordem.
Hiate naciooal /nvencivel, viodo do Arsca-
ty, coosignado Jos Joaquim Alves da Silva,
manifestou o seguate :
40 eaixas com 57 arrobas e 31 libras de velas
de carnauba. 2 barricas com 196 pares de spa-
los, 153 moihos com 3060 pelles de cabra, 900
meios de sola, 13 saceos com 9 alqueires de
gomma ; Prente Vianna &C.
20 eaixas com 26 arrobas e 8 libras de cera em
vellas, 1 caixo com 4 arrobas e 15 libras de ce-
ra de abelha, 2 fardos com 1000 chapeos. 36 mo-
ihos com 800 esleirs, 88 ditos coro 2,260 pelles
de cabra curtidas, 6 barricas com 28 arrobas de
sebo em pao, 445 meios de sola, 230 couros sal-
gados, 82 saceos com 158 alqueires de gomma ;
erdem.
Ex porta cao do da 16 de agosto.
Brigue inglez Margaret Ridley, para Liver-
pool, carregaram:
Saunders Brothers & C, 600 saceos com 3000
arrobas deassucar.
Brigue ioglez Zone, para Liverpool, carre-
garam :
Feliciano Jos Gomes, 411 ssccas com 2,070
arrobas de assucar ; .
Patn Nash & C, 212 saceos com 1,060 arro-
bas de assucar.
Brigue poTtuguez fleHa-J^ouairense, para
Lisboa, carregaram :
Jos da Slhra Loyo Jnior, 200 saceos com
1000 arrobas de assucar ;
Antonio Alves de Moraes, 22 couros salgados
com 658 libras.
Brigue hamburguez Aiolph,
carregaram:
James Ryder & C, 1000 saceos com 5000 arro-
bas de assucar.
Barca franeeza Solferino, para o Havre,
carregaram :
Tisset freres, 1130 couros salgados com 54,910
libras
Hecebeiorin do rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 16. 19.8979514
dem do dia 17. ... ; 700652
20:768J36G
Consulado provincial.
Rendimento do drs 1 a 16. a9i42B488
Meta 4o da 17.......'2:1611088
- Oeee.hodejulgaento docorpodepo- H^Ma-Tto Ts^^
para o Canal,
31:589|B76
PRA.QA DO RECIFE
IV DE AGOSTO K 18ei,
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios----------Depois da partida do paquete
da Earopa, nio tem herido sa-
que, sendo nominies 24 3/4
sobre landres, 385 a 390 rs.
p. t. sabr Pars, 725 a 730 rs.
par M. B. obre Hambutgo, e
de 112 .a 115 obre Portugal.
Saccou-sa obre o.Rio de Ja-
neiro a 1 par canto da des-
cont.
Algodio ... o desta provincia eacolhdo
vMdau-ee a SUiOO rs. por ar-
roba, a A regular a 9*000 rs,
nio tendo ha ido Uaneaccdes
-do de tlaceio e Parahiba,

Lfe


1AR10 01 fRMICO. SEGUHDA FliA 19 Dff JRM9TO M iHl.
m
stucu----------O branco vendeu-se da 29900
91400 n. por arroba, o so-
menos de 2*600 a 3*650, mas-
Carado prgalo da 2fi00 a
2JWOrs.. e broto del950a
a2000r>
Agurdenla Vendeu-s da 708000 a 75$ rs.
a pipa. .
Cotros------------Os seceos salgados Tenderanv
se a 173 rs. por libra.
Arroz- Oda India veodeusaWe 200
2J600 ra. por arroba, e o do
Maranho de 2S800 a 290O rs.
Azeito doce- Nao ha do Estrello, e o de Lia-
boa vendeu-se do 2>900 a 33
ri. o galio.
Bacalho--------Consta que so venderam tres
carregameatoa; um a 8*950,
outro a 99550, e o tarceiro a
cerca de 9J60O rs. por barrica.
Rtalhou-se de 73 a 11*000 rs.,
fleando em ser 6,000 barricas
Bolachinha------Vendern!-se a 4]JOOO rs. a bar-
ri6uioba.
Carne secca- A do1 Rio Grande vendeo-se
de 2*600 a 3*700 rs., e a do
Rio da Prata de 2*200 a 3JO00
rs., fleaodo em ser 17,000 ar-
roban desta, e 75,500 do Rio
Grande, inclusive um carroga-
mento entrado hoje.
Ca----------------Venden-se de 5*500- a 6*200
rs. por arroba;
Cha----------------dem de 2*100 a 2*200 rs.
por libra.
Cerveja- dem de 3*000 a6fl000por duzia
de garrafas.
Familia de trigo- Ti vemos tres carreg mentes
nesta semana, dos que dous -
caram, e um sigui para o sul.J
Relalhou-se a 30* a de Rich-
raond, de 26* a 30* a de Pbi-
ladelphia, a de 30* a 32* a de
Trieste, licando em ser 2,0U(>
barricas da primeira, 9,400 da
segunda, e 4,000 da terceira.
Far. de mandioca-Veadau-se de 3*000 a 5*000
rs. a sacca.
Genebra- dem de 320 a 330 rs. a bo-
tija,
Louca-----------A ingteza orJioaria vendeu-se
cora 3U0 por cento de premio
subre a factura..
Manteiga-------A franceza vendeu-se a 530 rs.
por libra, e a ingleza a 900 rs.,
ficando em ser 1,500 barris de
ambos.
Massas-----------Venderans-se a 6*500 rs.
Oleo de'linhaga- Vendeu-se a 1*400 ris por
galo.
Passas-----------dem a TgOOO rs a caixa.
Queijos Os flameogo9 veoderam-se de
1*800 a 2*200 rs.
Taboado----------A ultima venda do de pinho
regulou por 35*000 a duzia.
O de Lisboa vendeu-se a 9*500
rs. por arroba.
Vioho----------0 de Lisboa regulou de 220* a
250J rs., e o de outros paizes
de 1908 a 2058 ">a PPa-
Velas------------ As de compnsigo venderam-se
a 720 rs. a libra.
Descont- O rebate de letras regulou de
9 a 18 por cento ao aono, des-
contando a caixa filial do ban-
co cerca de 150:0008000 de
res a 9.
Fret.es------------Para o Canal a 40, para
Geoova a 45, para Trieste a 50,
e para Liverpool a 27 6, e a
9/16 por libra de algodo.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
Pepita ios presos dos gneros svjeitos direitos
de exportaco. Semana de 19 a 21 do mes
di agosto de 1861.
Mercaduras. Unidades. Valores.
va, equipagem 6, carga couros sola, a outros
gneros ; ao mesmo capito.
dem30 dias, hiata nacional Santa Lusia, de
23 toneladas, capito Manoel Caetano da
Araujo, equipagem 1, carga sal e couros ; ao
meamo capitao.
Fiume 63 dias, barca russa India, de 419 to-
neladas, capitao F. W. Muller, equipagem 13,
carga 4360 barricas com farinha da trigo ; a N.
O. Bieber & G*
Penedo30 dias, cter brasileiro Emma, de 92
toneladas, capito Francisco Goocatve Torres,
equipagem 7, carga milbo e arroz ; a Moresra
& Ferreira. "
Navio sahido no mamo dia.
Aracaty Hiate brasileiro Sania Anna, capitao
Joaquim Antonio de Figueiredo, carga diversos
gneros.
GenovaBrigoe ingles Reliance, capitio W. I.
Robert, carga assucar._____________________
o co ** < en'
8- fcO O. 5" w V Horas.
w e V o cv B B EL a m klhmosphWa
CA M en P3 e Direego. "4 t* a
Fresco w Oq a w en ~ l B Intensidad. i
-4 -* 00 3 at Fahrinheit. 1 t m a o-m f ** s e
*. o 3 * te Centgrado.
3 to -4 Bygromttro.
O o O o O Cisterna hydro-metriea.
^1
en

o
O.
O

-4
a a
ce
o
o
o
3
O
Franeez.
nglet.
O
A
Toucinho-------
S M OO 00 S
A noite clara, vento variavel de intensidade
do quadraote do SE atao amanhecer que acal-
mou.
OSCILABAS Da MARB.
Preamar 0 h. 30' da tarde, altura 5,4 p.
Baiiamaras6 h 30*da manhaa, altura 1,6 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 17 de
agosto de 1861.
Romano Stepple,
1* lente.
Editaes.
Abanos.....: .
Agua rdenie de cana. .
dem restilada ou do reino.
Id*em caxaga
cento
caada


arroba
1
dem genebra......
dem alcool ou espirito de
agurdente......
Algodo em caroco ....
dem em rama ou em la. .
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado.
Assucar mascavado ....
dem branco......
dem refinado...... o
Azeite de amendoim ou mon-
dobim........ caada
dem de coco......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque. ......
dem fina. ....... >
Caf bom......'
dem escolha ou restolho >
dem terrado...... libra
Caibros........ um
Cal.......... arroba
dem branca......
Carne secca charque. ...
Car rao vegetal...... >
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas. ;
Charutos. ...... cento
Cocos seceos....... >
Couros de boi salgados libra
dem seceus copichados.
dem verdes......
dem de cabra'cortidos um
dem de onca......
Doces seceos"...... libra
dem em geleia ou massa >
dem em calda. .....
Espanadores grandes. um
dem pequeos.....
Esteiras para forro ou estiva de
navio......; cento
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijao de qualquer qualidade. >
Frechaes........ um
Fumo em folha bom. ....
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom >
dem ordinaro restolho... >
Corama........ arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas..... cento
Toros........
Lenhas e esteios..... um
Mel ou melaco. ..... caada
Milho........ arroba.
Pao brasil ...... quintal
Pedras de amolar .... urna
dem de filtrar.....
dem rebolo...... >"
Piassava........ molhos
Pontas ou chitres de vaccas e
novilhos.......cento
Pranchoes de amarello de
dous custados......urna
icooo
500
8280
410
$380
880
2S200
88800
18000
38000
2$000
3*000
8
2*000
1*920
ISO
2*000
4S000
88000
7s500
58000
300
360
200
400
2g800
18600
210
360
25500
48000
180
220
100
300
isooo
1*000
500
500
48000
28000
20*000
18600
18200
48000
1S500
580OO
228000
8g000
183000
68000
2*600
258000
28400
11*000
508000
220
1*000
10*000
800
45060
1S210
200
5*000
O Illoi. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial manda fazer publico para conhecimento
dos ioteressedos o artigo 48 da le provincial n.
510 de 18 de-junho do correte anao.
Art. 48. E' permittido pagar-so a meia siza
dos escravos comprados em qualquer tempo an-
terior a data da presente lei independtnle de
revalidaco e multa, urna vez qne os devedores
actuaes Oeste imposto, o facam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o lizerem flesro
sujeitos a revalidado e multa em dobro, sendo
um terco para o denunciante. A thesonraria
far annuneiar por edital nos primeiros 10 dias
de cada mez a presente disposico.
E para constar se maodou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourarii provincial de Per-
nambuco 8 dejulho de 1861.O secretario,
A. F. d'Aununciac.e.
O Sr. chefe de divisao, cpito do porto, man-
da fazer publico, que, de conformidade com os
artigo* 18 e 19 do regulamento dis capitanas,
nao s nao se relevar a falta dos navios que dei-
xarem de dar entrada nesta reparligo, como
tambem os passoss sero concedidos na vespe-
ra da saluda, do navio que o pedir, fazendo-se
no caso de infracQo applicaco das penas dos
mesmos artigos.
Capitana do porto de Pernambuco 10 de agos-
to de 1861.O secretario /. Pedro Brrelo de
Mello Reg.
De ordem do Sr. chefe de diviso, capito
do porto, faz-se publico os avisos abaixo, dos
dous phares, que se acham funecionando nos
Abrolbos, e Poeta dos Nufragos, este na barra
do sul de Santa Citharina, e aquelle na ilhi de
Santa Barbara.
Capitana do porto de Pernambuco, 10 de agos-
to de 1861.O secretario /. Pedro Brrelo de
Mello Reg.
Aviso aos navegantes.
IMPERIO DO BRASIL.Ministerio dos negocios
da marinha.
Pela secretaria de estado dos negocios da ma-
rinha faz-se publico, para conhecimento dos na-
vegantes, que acha-se funecionando um novo
pharol na ilha de Santa Barbara do archypelago
dos Abrolhos.
Collocado no ponto culminante na mesma ilha,
consta elle de urna torre de ferro fundido, le-
vantada sobre a rocha, e circulada por urna ca-
sa de forma polygonal de ferro galvanisado.
A torre tem 46 ps de altura, 17 de dimetro
na base, e 13 na parte superior.
Sobre ella assenla a lanterna, teda de bronze,
com faces de vidro de patente, na qual se con-
lm um apparelho de luz do systema eatoptrico,
composto de 21 lampadas do Argant, com outros
tantos reflectores de 21 pollegadas de dimetro,
feitos de cobre prateado, e disposlos em grupos
de seie. Este oPv..icii.o giratorio, coocluindo
em tres minutos urna revoluto completa coa
eclypse* de minuto em mnalo. O foco lumino-
so eleva-se 170 ps cima do nivel medio das
mares. A luz, que viva e brilhaole, pode ser
avistada da tolda de um navio, na distancia de
17 e* meia milhss, e a mais de 20 pelo observa-
dor collocado nos vaos.
Rio de Janeiro. Secretaria de estado dos ne-
gocios da marioha em 4 de julho de 1861.O
director geral, Francisco Xavier Bomtempo.
contundentes, cortantes, e perfurantes : s se
psrmille bengalas.
* Art. 2." As autoridades policiaes s podero
permitlir espingardas de cafar, pistolas, espadas
e floretes.
O uso de outras quaesquef armas ofTensi-
vas, ser punido as forma- rio artigo 297 do el-
tado cdigo ccmtmtio coa o artigo 8 da-ieide
26 de outubroda 1831.
Art. 3.* Ae'fteeti;j*par uso1 do espingardas
de ca^ar, e floretes s serSo concedidas s pes-
soas establecidas no paiz com genero de vida
honesta, declarando o impetrante a naco a que
perteoee, su a idade. em prego e residencia..
Secretaria da polica de Pernamcuco, 16 de
agoalo do 1861.
O secretario
Rufino Augusto de Almeida.
Pala secretaria do governo se faz publico
para conhecimento de quem interessar possa,
que creando a lei provincial a. 504 de 29 de maio
desle anno dous officioa de partidores em cada
termo desta provincia, accumnlando um as unc-
Qes de contador e o outro as de distribuidor,
acham-se em concurso oa do termo de Rio-For-
raoso afim de que os prelendentes apresentem os
seas requer meatos de vi dame ale instruidos na
forma do decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851
e aviso n. 252 de 30 de dfczembro de 1854, no
prazo de 60 das, contado desta data.
Secretaria do go*erno de Pernambuco em 30
de agosto de 1861i
Antonia Leite de Pinho.
Faculdade de Direito.
De orden do F,xm. Sr. director interino faco
publico que, em cumprimeoto do aviso de 10 de
julho do corrate anno, est norameote posto a
concurso, enmontase-de 4 meses a contar da
data doste, a cadeira de inglez do curso prepa-
ratorio deeta faeuldada, polo que o candidato
que se quizer ioscrever dentro do referido prasa
devora justlticar peraue o Em. Sr. director,
primeiro ser cidadu brasileiro, segundo maio-
ridade legal, terceiro moralidade, por meio de
atiesta dos dos parochos, e de folha s corridas,
nos lugares onde houver residido, nos cinco ul-
times annos : quarto opacidade profisaional.
Os que porm ttverem sido en> algum tempo
condemnados a galj, oa soffrido aecusago ju-
dicial, de furto, roube, eslellionato, banca-rta
capto, ou outro qualquer crime, qne ofTeoda
a moral publica, ou a religue do estado, nao se
podero ioscrever' excepto se a aecusafo judi-
rial tiver sido argida de falsa, pelo candidato,
o nao houver. provado condemna^o judicial, e
assim o decidir a congregscao, por via de recor-
so, interposto dentro de 10 dias. Para a capa-
eidade professiooal dever exhibir o candidato
algum dos documeotos seguiotes : primeiro ti-
tulo de capacidade na materia em concurso,
conferido pelo conselho director da instruego
primaria e secundaria da corte, segundo titulo
de professor publico, tambem da materia em
concurso, concedidas pelo governo imperial, ter-
ceiro diploma de bacharel, ou de doutor as
Facuidades do imperio, oa academias estran-
geiras, ou bacharel em Ultras, salvo as pessoas
notaveis por seu talento e reconhecidamente
habilitadas, que forera dispensadadest prova,
pelo governo, ou que se quiserem prestar a um
exame previo : ludo de conformidade com o ca-
pitulo 4a do regulaiaento de 5 de maio do
1856.
Secretaria da Faculdade de Direito do Reclfe,
12 de agosto de 1861.
O secretario
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento de resolucio da junta
da fazenda manda fazer publico, que a arremata-
rlo do rendimeuto do pedagio da barreica da Ta-
caruna foi transferida para o dia 22 do corrente.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 14 de agosto de 186t.O secretario,
A. F. o'Annuuciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento de resoluto da junta
da fazenda, manda fazer publica que a arremata-
gao do fornecimenlo de alimentaco dos orphos
do collegio de Santa Thereza em Oliuda, e das
orphias do collegio desta cidade, annunciada pa-
ra hoje, ficou transferida para o dia 22 do cor-
rente.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 14 de agosto de 1861.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
O Dr. Francisco de Assiz Pereira Rocha of-
tlcial da imperial ordem da rosa, e juiz especial
do commercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco e seu termo por S. M. '\. qae Deus
guarde etc.
Faco saber aos credores do commerciante ma-
triculado Anlonio Bolelho Pinto de Mesquila,
que pelo presente sao chamados para compare-
cer na sala djts auditorios no dia 19 do carrete
mez ao meio dia afim de de observar-se e dar-se
inteiro cumprimento do disposto do art. 900 do
cdigo commercial, de conformidad com o que
dispoe o art. 899 do mesmo cdigo-
E para que chegue ao conhecimento de todos
os credores do referido impetrante, e de quem
mais interessar possa, mandei passar o presente
edital, que ser publicado pela imprensa, e afli-
xado na forma do estylo.
Recife, 7 de agosto de 1861.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Oliveira, es-
crevente o escrevi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento es-
crivo, o subscrevi.
Francisco de Assiz Pereira Rocha.
a 1862 ; e que aos outros dias da semana 'conti-
nuar a Mtecadaco da dcima urbana perten-
cenle ao exercicio de 1860 a 1861, da divida ac-
tiva, e mais imposiges a cargo da mesma col-
lcloria.
Collecloria provincial de Olinda 2 da julho de
1861.O estrivlo,
Joao Goacalves RodrigueFranca
Perante a cmara mucipal desta cidade irao
a'praga nos dias 19, 22 a 26 do corrente para se-
ren arrematadas por um annoa s seguintes rendas
municipaer:
Imposto de afferigoe.....15:201*000
dem de 500 ris por cabega de
gado...........16:530*000
dem de mscale e boceteiras 203*000
dem de medidas de farinha 1:7028000
dem de 40 ris por p de co-
queiro.......... 434*020
Aluguel da casa da Soledade 1448500
Dito dos talhos dos agougues *
Os que pretenderem arrematar, nao podero
licitar sem que tenham apresentado antes dos in-
dicados dias as habilitagdes de seus fiadores, os
quaes devem mostrar que poisuem bensd raiz,
livres e desembarcelos, nao se admittindo car-
tas de responsabilidade.
Pago da cmara municipal do Recife, em ses-
sao de 12 de agosto de 1861.Jos Sezario de
Mello, pr-pvMtdnt* Frraeisee Canuto da
Boaviagem, ofikial-nieior servinde de secre-
tario.
mrm
Almirante.
Segu para o Rio de Janeiro o brigue nacional
Almirante, capito Henrique Correia Freilat, o
qual tem parte da carga prempta : para o resto
que lhe falta e escravos a frete, trata-se com
Azevedo & Mendes, ra da Croz n. 1.
COMPANHIA PERNAMBCANA
na
Navega Qo costeira a vapor.
O vapor Persinunga, com mandante Moar,
segu viagem para os portos do sul de sua es-
cala no dia 20 de agosto as 4 horas da tarde. Re-
cebe carga at dia 19 ao meio dia. Passagei-
ros e dlnheiro a frete at o dia da sabida f
hora : eseriplorio no Forte do Mattos n. 1.
THEATRO
DE
EMPREZA-GERMANO.
29a RECITA DA ASSIGNATURA.
Quarta-fcira, 21 de agosto de 1861.
Ter lugar a primeira representado do excel-
lente drama moderno em qitstro actos, original
porluguez, do Sr. Ernesto Biaster,
OS HOIHENS SERIOS,
PERSONAGENS.
Luiz Travassos, 58 annos...... Nunes.
Doutor Garcez, 50 annos....... Raymundo.
Alberto de Mendonca, 30 annos. Germano.
Antonio de Souza, 26 annos.... Vicente.
D. Amelia Travassos, 31 annos. D. Mauoela.
D.Mara, 14 anuos............ D. Leopoldina.
Condessa de___(viuva), 33 an-
no........................... D. Isabel.
D. Thereza da Costa, 56 annos. D. Carmela.
MI
O palhabote naoional Dous Amigos, "capito
Francisco Jos de Aranjo, segu para a Baha era
poucos dias ; para o resto da cerga que lhe falta,
trata-se com seu consignatario Francisco L. O.
Azevedo, na ra da Madre de Dos n. 12.
Leiles.
Terminar o espectculo
media em um acto,
com a graciosa co
UM SEGUNDO ANDAR
NA
1MII1LUL
Comecer s 7 X horas.
Atsos martimos.
Wi
comium PEP.Nmicm
DK
iNavegacao costeira a vapor
t'ataliiba, Rio Grande do Norte, Ma-
ca doAsu'. Aracaty, Ceara'.
O vapot Iguarass, commandante Moreira,
sahir para os portos do norte at o Cear nc
dia 22 do corrente s 4 horas da tarde. Recebe
carga at o dia 21 ao meio dia. Eocommendas,
passageiros e dinbeiro a frete at o dia da sahidr
a 1 hora: escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
stias
m^
Vende-se a escuna portugueza Emilia, de lote
de 108 toneladas portuguezas, bem construida,
forrada e encavilhada de cobre, muito veleira e
preparada a navegar para qualquer parte, tendo
sido empregada desde que sahio do estaleiro a
conduzir fruclas de Lisboa para a Inglaterra :
quem a pretender pode examina-la no ancra-
douro desle porto aonde seacba fundeada, e pa-
ra tratar no escriptorio de Azevedo & Mendes,
ra da Cruz n. 1.
Leilao
A. 19 do corrente,
Thomas Golding, capito da barca americana
Lagraoge, far leilo precedida a complente
autorisago do Itlm. Sr. inspector da alfandega,
com assistencia de umempregado desta reparti-
co para oeffeito nomeado, e do Illm. Sr, cn-
sul dos Estados-Unidos, por intervengo do
agente Oliveira, e por conta e risco de quem
pertencer do casco (lotago cerca de 280 tone-
ladas ioglezas), maslreago, correntes e mais
perteoces da referida barca, tal qual se acha an-
corada nesta porto, onde arribou com agua aber-
ts no regresso di sua viagem de pescara aos
Estados-Unidos, e por isso foi legalmente con-
demnada e em seguida a este lote, vender-se-hao
em outros subsequentes2botes balieiros e por-
to|o de toneis e cascos vazios existentes na al-
Talega.
Segunda-feira 19
do corrente as 11 horas da manha em ponto, a
porta daassociaQo commerefal desta praga para
a venda da barca e botes, e ao meio da, no lu-
gar da alfandega, onde se acham os toneis ate.
supramen cionados.
LEILAO
DE
FAZENDAS
a retalho*
Quarta-feira 21 do corrente.
Antunes eontinua a fazer lei'oes de fazendas a
retalho, de todas as qualidades que procurarem
na ruado Imperador n. 73, cujas sero entre-
gues sem reserva de prego, no dia cima desig-
nado as 11 horas em ponto.
LEILAO '
A vis diversos.
A990CIACAO
COMMERCIAL BENEFICENTE
DE
Pernamlmco.
A direcco da Associacio Commercial BeoeS-
oente convida os senboces socios effectivos parar
a reuoio extraordinaria de assembla geral no
dia 20 do corrente, aflm da aa tratar de negocio*
urgente e de grande transcedeneia.
Sala da Associago Commercial BeneGcento da
Pernambuco 14 de agosto de 1861.
Manoel Alves Guerra,
secretario.
Pelo presente, se faz publico para conhecimerr
to dos senhores socios da associago de soccorros
mutuos e Lenta Emancipagao dos Captivos, qu
na reuoio geral de 15 do eerreule, foi julgada
dtssolvida a sociedade, e nomeada urna comuiis-
so para tratar da liquidago da mesma.
Recife 16 de agosto de 1861..
Modesto Francisco das Chagas Cannabarro
Ex-presidente.
Galdino Jos Peres Campello,
Ex Io secretario.
Domingos Soriano Cardim,
Ex 2* secretario.
Albino de Jess Bandeira,
Thesoareiro.
Alugem-se2 escravos, 1 moleqve de 14 an-
nos e 1 preta moga, ambos proprios para servigo
de casa de familia, saben do esta lavar, engom-
mar, e coziofea pouco bem r quem precisar, di-
rija-se a ra ta Hartas n. 1*, que achara eeae
quem tratar.
Atten<#o
A pessoa que annunciou querer permutar al-
guna escravos por predios nesta prac, sendo cjiue*
lhe eonvenha trocsr alguns delles por urna part-
n'uma grande casa em bom sitio perto desta pra-
a, diriji-se a ra do Rangel n. 38.
Attenco.
*
A pessoa que annuncia 11 escravos para ven-
der, pode dingir-se a ra do Trapiche n. 5, ho-
tel Francisco.
Ao publico.
Ueciaraeo.
V
16&000
dem louro....... 8J00O
Sabio......., libra 100
Salsa parrilha......arroba 26g000
Sebo em rama...... 53000
Sola ou vaqueta ..... ama 2g600
Taboas de amarello .... duzias 104*500
dem dirersaa....... 70j)000
Tapioca........arroba 3*200
Travs........ urna 10*000
Unhas de boi......cento |320
Vinagra........caada *280
Alfandega de Pernambuco 17 de agosto de 1861.
O primeiro conferente.Domingos da Silva Gui-
raaries. O segundo conferente. Jos Miguel
de Souza.
Approvo. Alfandega dePernambuco 17 de agosto
de 2861. Barros.
Conforme o3. aaeriplueario. Joo Jos Pe-
reira de Varia.
MtmLmentado pono.
Navios entrado no dia 17.
Terra Nora 40' dias, patacho ioglez Busy, de
170 toneiadas,.capitio Robert Moncktoa, equi-
pagem 8, carga 1897 barricas casa -toeoataia ;
James Crabtree & C.
Rio Grande do Sul19 das, patacho nacional
Palma, de 175 toneladas^ capito Francisco An-
tonio Ferreira Jnior, equipagem 11, carga
7878, arrobas de carne ; a Bailar 4 Oliveira.
Asa8 dia, hiato nacional Invensivel, da 35
teseladas, casilaa Jos Joaquim. Airea da Sil-
Pela secretaria de estado dos negocios da ma-
rinha faz-se publico, para conhecimento dos na-
vegantes, que na barra do sul de Santa Calbari-
na acha-se funecionando um novo pharol no lu-
gar denominadoPona dos Naufragadosem la-
titude de 27o49'O" sl, e loogitude de 48o
42'37" a oeste de Greeowich.
Sua torre, que circular, supporta um appa-
relho lenticular, giratorio de systema de Fres-
nel & Arago, cuja luz, irradiando-se em urna
zona de 8122'30", pode ser viata da distan-
cia de 16 a 20 milhas ; presentando phases, ora
fracas, ora brilhaotes, da durago de 30", no es-
pago de 4, que gasta o tambor octgono, para
completar urna revuluca.
O foco luminoso acha-se elevado 133 ps, 8
pollegadas e 7 linhas sobre o nivel do mar. As
trras mais salientes, a respeito do pharol, sao
a poota des Frailes, que lha corre a E 4 SE, e a
dos Veados a S 4 SE, rumes magnticos.
Rio de Janeiro.Secretara de estado dos ne-
gocios da marinha em 4 de julho de 1861.O
director geral, Francisco Xavier Bomtempo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimeoto da resolugo da junta da
fazenda, manda-fazer publico, que a arrematago
das casas do patrimonio dos orphos foi transfe-
rida para o dia 29 do correte.
E para constarse mandou afiliar a presente o
publicar pelo Diario.
Secretaria da thasourara provincial de Per-
nambuco, 16 de agosto de 1861.
O secretario,
A. F. da Aonunciaco.
O Illm. Sr. Dr. chefe de puiicia di provin-
cia manda fazer publico, para que sa nao allegue
ignorancia, os artigos seguintes da posturas mu-
nicipaes de 31 de agosto de 1854 e 13 de agosto
de 185.
Artigo. 3* das posturas de 31 de agosto de
1864,
Pica desde j prohibido, o aso dos seguintes
jogos: roada\ laequenei. maio? ponto, dita hen-
eado, lecarl, lasca, vispora, gago, banearfran-
ceza, tanta, de cartas como de dado, e quiea-
quer oulcoa, que, peato tenham deitontioaoaee
diversaa, sejam com ludo de parada. Os infrac-
tores soffrerio a muita de 30*000. e quinze das
de priaao, e o dupla de qualquer destas panas
ais reincidencia.
Os danos dos botequios e casas de tabolagem,
onde se tizer use dos iogosprohibidos, seffrero
as raesmaa penas aemaaaciaaaUaa, alm d'a-
quellas *,em qae. incocrem palo cdigo erimi-
aal.
Posturas d* 13 de agesto de 1859.
Art. t &' preJiiaWto. o usa de arioaado fogo.
O lancador da reeebedoria de rendas inter-
nas geraes, de conftrmidade com o art. 37 e seus
~ do decreto de 17 de margo de 1860, continua
no dia 19 do corrente mez a fazer a collecta as
seguintes ras : Encantamento, travessa do Vi-
gano, Cacimba, Madre de Deus, travessa da mes-
ma, burgos, Cordoniz, Lapa, Moeda, Araorim,
largo da Assembla a-costa do bairro do Recife,
dos impostos a que estao sujeilu as tojas e casas
commerciaes e outras de diversas classes e de-
nominares ; avisa aos donos dos seus respecti-
vos estabelecimentos para que tenham presente
no acto da collecta os recibos e papis de arreo-
demento de suas casas, visto que elles terio de
servir de base ao proceaeo do langamento. Reee-
bedoria de Pernambuco 17 de agosto de 1861.
Jos Theodoro de Sena.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director de ar-
senal de guerra se faz publico que nos termos do
aviso do miuisterio da guerra de 7 de margo de
1860. se tem de mandar manufacturar o aeguiote :
678 frdelas de brim.
678 caigas de brim.
678 camisas de algodozinho.
208 pares de polainas.
80 colchas de chita.
Quem quizar arrematar o fabrico de ditos arti-
gos no praso de 25 diss, comparega na sala da
directora da mesmo arsenal, pelas 11 horas da
manha do da 21 do corrento, com sua proposta
em que declare o menor prego,, e qual seu fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco 17 de agos-
to de 1861.O amanuense,,
Joo Ricardo da Silva.
Poresta subdelegada se faz publico, que se
acham depositados dous oavallos, um rudado, e
outro russo pedrez, os quaes foram reraettidos
pelo inspector do Tegipi, por os ter encontrado
dentro dos malos amarrados, e serem estranhos
ao lugar, indicando seram furtados: quem sejul-
garcom direito, comparega. que pravando lhes
sern entregues.
Subdelegada dos Afogados, 12 de agosto de
1861.
O subdelegada,
Jos FranciscoCarneiro Monteiro.
Jv
UT&rspj
Petra Lisboa ePorto
Segu com brevidade a barca portugueza ((San-
taclara, capito Antonio Ventara dos Santos
Neves, para carga e passageiros, tendo para estes
excellenlescommodos : trata-se com Azevedo Si
Mendes, ra da Cruz n. 1, ou com o capilo na
praga.
Quarta-feira 21 do corrente
Antunes vender por lodo prego trastes de to-
das as qualidades, que estaro patentes vista
do comprador no dia cima designado as 11 ho-
ras cm ponto. .
Bem como
1 carro de 4 rodas em muito bom estado qne s--r
entregue por todo prego obtido.
Transferencia
C0MPANH1A BRASILEIRA
OE
PAPIfii A VafPfM,
Al o dia 20 do corrente esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o capito tenente Jos Leopoldo de Norooha
Torrezo, o qual depois'.da demora do coslume
seguir para os portos do sul.
Engaja-se desde j a carga que o vapor poder
conduzir, a qual dever embarcar no dia dess
chegada, recebe-se passageiros, encomraendas o
dinheiro a frete, at o dia da sabida as 3 horas
da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorie
de Azevedo Si Mendes.
Para o Aracaty
sahe cora brevidade e hiato cDois Irmaos, j
tem a maior parte da carga, para o resto trata-
se com Martiot & Irm&o, ou com o meetre Joa-
quim Jos da Silveira.
Lisboa e Porto
sahir com brevidade a barca Flor de S. Si-
mio' por ter parte da carga protnpts : para o
resto e passageiros, trata-se cem Carvalho, No-
gueira &C, na ra do Vigario n. 9. primeiro
andar.
Para, o Ass e Aracaty
segu em poucoa dias o tate Camaragibe por
j ter a maior parte do seu carregamento ; a tra-
tar na ra da Figario a. 5.
Collectoria provincial de
Oliuda.
O collector de rendas provtociae daoidedede
Olinda manda fazer publico palo presente
tem designado es das de secunda, quactar e sea-
ta-feka Oa semana gara proceder os larca mentn
da dcima urbana, e dos impostando 40i0 sabr
o aluguel das casas de d*asoaesiahoiemaieaaaaj
commerciaes, de 8 0(0 sobree alugoel da cesan
am que estiveram os esaaiploriea* 4 90 OfO de
agurdente da consumo, d 5 00 sbreos alu-
gneis dea casas petteanaasaa. aa carporsges de
man marta, a do impasto sabr oa caneada pae-
aaio a de alugaal, para o anas taanaeke da latl das, raa da<4koa n. 1.
Acaracu
Quarta-feira 21 do corrente.
O agente Costa Carvalho continua no
da cima as 11 horas em ponto o leilao
da louQa e vidros existente na loja da
ra larga do Rosario n. 32, sem reser-
va de preqo-
LEILAO
DE
2 meia-aguas,
Te'Qa-feira 20 do corrente.
Costa Carvalho tara' leilo no dia ci-
ma as 11 horas em ponto em seu arma-
zem na ra do Imperador n. 35, de 2
meia-aguas sitas no becco do Monteiro
n. 8, treguezia de S." Jos, com quintal,
cacimba, 2 quartos, sala em cada urna
della, situadas em solo proprio.
LEILAO
A 20 do corrate.
C. J. Astley & C faro leilo por intervengo
do agente Oliveira, de arultsdo sortimento de
fazendas as mais proprias do mercado:
TerQa -feira 20
do correla, s 10 horas da manha, no seu ar-
mare m da ra da Cadeia.
LEILO
Jos
O veleiro cGaribaldi, mestre Custodio
Vianna : a tratar com Tasso Irmaos.
Porto por Lisboa
Segu em breves dias a barca, naeioeal cThere-
que za I por lar au* carga engajada e parto dalla j
a bordo, recebe nicamente passageiros, paca, o
qaa tem excellantss eommodos, a irata-ae com
Bailar 4 OLireira, ra da Cadeia do Recife n. 12.
B&hi a.
Saguaa sanaca Horteacii, capito BeldUof
Maeiel Aratajo-; par o reato da carga que lhe
falta a aaasaajeiros* trata-se com Azevedo 4 >-
DE
M07BIS.
Quinta^foira 2a do corrente.
Costa Carvalho fara' leirfio no dia
cima a 11 horas em panto de diffe-
rentesmopeia depositados em seu ar-
mazem na ruado Imperadora. 35.
Tambem
vender' varias obres de direito e me-
diana.
Feliciana Mara Olympia previne ao publico-
que deixar de responder a um Jaaquim Afibnsc
de tal porque sua queatao nao com esse ho-
mem e sim com outro de qjiem est exigind
seus litlos e a quantia de 300j, e felizmente j
obteve um dos ttulos. Quaodo estiver concluido-
todo o negocio dar conta ao publioo, que ento>
apreciar o papel que est se prestando esse po-
bre homem.
Vende-se
ptimos licores de diversas qualidades em garra-
fa a 240 rs., meias ditas a 120 rs., a sendo eu
porgao se dar a 200 rs., onde tem o famoso li-
cor de ortela pimenla, chamado estomsgal, a-
recebe-se eneommendas para fra da provincia
embarricado e bem acoudeciooado : na taberna
nova da ra do Fogo n. 32.
i $200 o par
de sapalos de tpeles, de fantazia mui bellos e
novos gostos chegados pelo ultimo paquete da
Europa : na loja do Vapor ra nova n. 7.
Vende-se urna escrava de meia ida.le, cori-
ntia, lava e faz lodo servigo de urna casa ; na ra
do Fogo n. 43.
IPMfflffliL '
Vende-se um cabriolet de duas rodas muito
seguro e forte rom um bom cavallo e arreios, o-
qual serve igualmente para sella por ter boas an-
dares e ser muito manso : na cocheira do porto
da ra Nova, de Antonio Jos Ferreira.
Liquidacao
sera lemites, na lo-
ja do sertaiiejo.
Muniz Irmao & C, li jui. (alarios da firmada
Ribeiro Lobo, tendo deliberado acabar com o
estabelecimenlo de fazendas sito na ra do Quei-
mado n. 45, com o titulo de loja do seitaoejo
junto ao becco da Congregaco, pedem a todas
aquellas pessoas que precisarem de fazendas que
agora a occasio de se sortir, visto o prego fa-
zer conta, como abaixo declaramos as seguiotes :
corles de vestidos de seda prelos bordados a vel-
ludo a 809, ditos dos mesmos a 60$, ditos sem
serem bordados a velludo a 50$ e a 35$, todos
por metade do seu justo valor, assim como tam-
bem tem de cor, fazenda muito boa, a 509 a
603, todos em bom astado, toalhas de linho para
rosto a 4$500 a duzia, espartilhos de mola e car-
retel a 4)500 um, grvalas de seda pretas e de
cores a 640. arosdeuaple de cor a J&OO. seda de
quaoros a 9UU rs. 0 covado, colletes de gorgurao.
ditos de velludo prelos e de cores, patetots de
panno Uno muito bous a 15 e 189, caigas de ca-
semira pretas e de cores a 69 e a 8g, ditos d
meia casemira a *J. e a 59. manteletes, caigas de
brim de cor e brancas, paletots de alpaca de cor.
de merino, de brim branco, franceses, meias de*
seda para senhora, chapeos de castor brancas
pretos de seda, e muitas outras fazendas que s
torna eofadonho anuunciar, e que os freguezes
faro o prego, o que aQ.anc.amos que nao se en-
geita dinheiro.
Vende-se 1 carro de alfandega, novo, 1 car-
roga e 2 lamosos bois : ao peda fundigo, ta-
berna de Jos Jacinlho de Carvalho.
Superiores
organdys a 720 rs. a vara : na
ruado Queimado n. 22, loja
daBoaF.
Cal de Lisboa.
Veodem-se barris cem cal em pedra a mai
nova que ha no mercado a 69 cada um : na ra
do Brum n. 66.
Ao Pavo
Vende-se Qoissimos corteado riscadinhoa frn-
ese com 14 novados a 29: na-ra da Imperstns
n. 60, loja de Gama & Silva.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
A G. liMinsmnii rvm Crui
neraiera 4.
Vendesa-se carro americanos mui elegantes.
a laves para duas e 4 pessoas e recebem-set eo
commeneas para'ou jo fat altas possaam map-
pas com varios desenos, tambem vondenr.car-
rosas para conduegn de assuearelc.
N. O. Biebar & C, succeaseres, ra daCrux
a. 4, tem para vender relogios para algibeica da
ouro e prata.
Escrayo fgido.
Um matate cabocolado7gTosao,eom os csello
'eaSJradosM com falta-de deataa na frente, re-
presentando ter SS annos da idade, chamad
Sabino, tssa isi wlsr, laeem voseia chapeo
de basta preta, camisa de madapolo e ralQac
branca, desapparoceu no dia 23 de julho passa-
do, jal|a-sa ter seguida pa o Pana, Mi
natural: roga-ae partalo a todas aa autoridades
policiaes e a catiras quaesquar pessoas que o
prendara e remellan an sai, senhor Joaquim
Higtoe da Oliveira na lage da Ra- Formse, *
Iser bnrecompensado apag^ qulq.ttt do
Ipaxa.
f


.:-i.-^.'-i%^?!^r--y^v-y. V'-:-^-^
(*)
DIARIO M IIWU1MOCO. SEGUNDA FEIRl 10 Dfi AGOSTO 01 IHU
- __________________________________________________________________________________________
MUOANCA.
Luiz Soutan, cutileiro c armeiro francez, participa ao respeitavel publico
e especialmente aos seus freguezes que mudou sua offiema da ra das Gruzes pa-
ra a ra da Imperatriz n. 13, aonde continua amolar todos os dias e a fezer.
concert*, reparos- e obras nova tendentes a sua arte com promptidSoe barateza.
Os abaixo assignados quidatarios
da exti neta firma de Xisto Vieira Coe-
Iho & C, declaram nada deverem da
firma cima, porm se alguem se jul-
gar credor, queira apresentar seus t-
tulos no prazo de 3 dias para serem pa-
gos immediatamente. Recife 15 de
agosto de 1861.Andrade & Reg.
Negosio para quem quer prin-
cipiar.
Aluga-se urna casa na ra do Pires junio a
caixa 'agua com todos os preparos para ama
padaria montada e prompta : nu ra da Cadeia
a.57, primeiro andar.
Precisa-se de urna preta boa para vender
os ra : a tratar na rua da Guia n. 40.
Attenco.
Mello, Irmlo, tendo comprado ao arrematante
da massa fallida de Manuel Francisco de Mello,
faz atientes aos devedores da dita massa a vlrem
pagar os seus dbitos, e os que nao fizerem sero
amados a juizo. Kecife 12 de agosto'de 1861.
Em abono das pilulas Paulis-
tanas.
Gonsiderei. vista do cago que era mim se
passju, fazer scientea todos,que em 1852 eu sof-
fria de uro tumor no pello direito, causado, se-
gundo a mim, de fnaldade que teria apanhado
oo trabalho do parto. Ji me achei mu mal e a
changa extremamente anniquilada ; a boa repu-
tadlo do autor destas pilulas me era conhecida :
como se achasse nesta cidade nesta occasio,
maodei-o chamar ; examinando o meu mal me
applicou logo as ditas pilulas, m menos de 25
das sarei, derramando as materias que j esta-
vau) formadas, approveitou com isto a crianza,
que logo tornou-se gorda e robusta ; portanto
indico a toJos estas pilulas como o melhor re-
medio para purificar o sangue.
Antonia Rita da Conceigo.
Deposito na rua do Parto n. 119.
RIO DE JANEIRO.
Sinceros agradecimentos.
Inflammacao de estomago.
Nao posso deixar de agradecer ao Sr. Ricardo
Kirk, ercriptorio na rua do Parto n. 119, o feliz
curativa que acaba de fazer a um meu filho, o
qual padecendode urna ioflammago de estoma-
go que lhe origioava muito caugago e falta de
respiraco. depois de usar varios remedios sem
nenhum resultado, e com a applicsgo das suas
chapas medicinaes, ficou perfeilamenle bom. E
por isso lbe tributo os mais sinceros agradeci-
mentos.
Gerlrudes Margarida Silva Estrella.
Rua da Prainha n. 34. Rio de Janeiro.
Perdeu-se do Recife al a Soledade na tar-
da de segunda-feira 12 do correte, urna porca
de lato do eixo patente de cabriolet: quem
achou e quizer restituir ao seu dono John Gatis
corrector geral, pode levar ao seu sitio no Corre-
dor do Hispo ou no seu escriptorio na rua do
Torres no Recife n. 20, que ser recompensado.
Precisa-se alugar urna ama para o servigo
de urna casa de pouca familia, preferindo-se es-
crava : na rua Nova n. 33.
O padre Joaquino Graciano de Araujo mu-
dou a sua residencia para o pateo da Penha n.
21, primeiro aodar.
A professora Carolina do Azevedo Carvalho
Sioueira Varejo d liges de piano e canto, ga-
raoTe as suas alumnas que em breve tempo faro
progresso per ter de ensinar pelo methodo mais
abreviado : quem de seu presumo quizer utili-
sar-se, procure na Capunga, rua das Pernambu-
canas, casa dos herdeiros do fallecido padre Ca-
pristaoo.
O Sr. Joao Hypolito de Metra Li-
ma, queira dirigiese a praca da Inde-
pendenca livraria n. 6 e 8 que se lbe
preciza fallar.
Attenco. i
Urna pessos que relira-se da vida agrcola ven-
de ou permuta por predios nesta praga 11 escra-
vos de diferentes sexos inteiramente affeitos a
servigo de engenho, entre os quaes existem dous
excellentes carreiros. um bom carapioa, e um
banqueiro : quem pretender, annuncie por esta
folha pira ser procurado.
Saque sobre Lisboa.
Manoel Igoacio de Oliveira & Filho saccam
sobre Lisboa ; no seu escriptorio, largo do Gorpo
Santo.
Fundicao
o
de bronze.
Na bem conhecida fabrica de fundigo, latoei-
ro e funileiro da rui Nova, defronle da Concei-
go, contina a fazer todas as obras tendentes s
mencionadas artes e officioas cima ditas, como
sejam : bronze para engenho, parafosos para di-
tos, e ludo quanto necessario para tal mister,
tudo mais barato do que em outra qualquer par-
te, e bem assim, alambiques, serpentinas de co-
bre, e ludo mais coocernente a caldeireiro, obras
de latao com a melhor perfego possivel, obras
douradas e em latao para militares, como sejam,
apparelhos para barretinas, ferngeos para telina
e talabarte de qualquer arma, boldea de todos os
nmeros, douradas, bronzeados e em amarello,
obras de folha superiores por serem os artistas
que as fabrican joroaleiro e nao empreiteiro, que
como se sabe, nunca as obras que sao feitas de
empreitada sao perfeitas, tudo muito barato: na
rua Nova n. 38.
Vai a praga de renda por dous annos a ca-
sa sita na Capuuga n. 37 por 200$ por anuo, por
execugao de Domingos Rernardino da Cunha con-
tra Supra Frederico, pelo juizo de paz do segun-
do districlo da freguesia de Santo Aulonio, de-
pois da audiencia do meamo, as 2 horas da tar-
de segunda-feira 18 do corren te.
SIGKALBEGRATIDaO.
liiflainmavo do baeo.
Eu abaixo assignado declaro, que tendo minhs
mulher padecido por espago de 11 annos de urna
ioflammago no bago que lhe causava muito can-
sado, e nao sendo possivel obter melhoras, lti-
mamente applicando as chapas medicinaes do
Sr. Ricardo Kitk, escriptorio na rua do Parto n.
119, sem dieta alguma e sem causar-lhe o menor
soffrimento, ficou perfeitameote boa. E por isso
em signa 1 de minha gralido, assignei o presente
attestado para ser coohecido do publico.
Rua da Pedreira da Gloria o. 60 Rio de Ja-
neiro. Aolonio Jos da Veiga.
Aluga-se um armazem na rua do Costa : a
fallar em outro, na rua da Lapa n. 13.
Os administradores da massa fallida de Ma-
noel Francisco de Mello, avisam aos senhores
credores para Ihes apresenlarem seus ttulos de
crdito no espasso de 8 dias, afim de poderem
proceder elassittesgao na forma do arl. 859 do
cdigo do commercio, devendo a apresentago
ter lugar em casados administradores Rabe Scha-
meteau & C
Luiz Margor a risa que os nicos proprieta-
rio da casa sita na rua da Capunga Velha n. 37
A sao os herdeiros do fallecido F. Coulon, que
lhe deram procurago para vender a dita casa
como est tratando de fazer, sendo que o Sr.
Supra Frederico apenas recebia osalugueis, eque
portanto nioguem faga negocio acerca dessa ar-
rematago eo'j pena de ve-la de nenhum efeito.
Alugi-se um sitio na Capunga Nova mar-
gem do rio Capibaribe, cuja casa tem 9 quartos,
4 salas, boa cozioha. estribara para 4 cavallos,
cocheira e duas baixas com capim ; quem pre-
tender, dinja-se a rua do Gotovello n. 1, segundo
andar, que achara com quom tratar.
Aluga-se a casa terrea da rua Imperial n.
76 ; a fallar na rus do Queimado n. 46. primeiro
andar, das II horas da manha s 3 da tarde.
Attenco.
Aluga-se ou vende-se um excellente sitio no
principio da estrada do Arraial, com boa casa da
pedra e cal contendo 8 quartos, 2 salas, 1 gabi-
nete, estribara, urna excellente baixa plantada,
um riacho no mel do sitio, tendo muitas arvo-
res fructferas : quem pretender dirija-se a Pas-
ssgem da Magdalena sobrado que volta para o
Remedio, que achara com quem tratar.
No dia 20 do corrente depois da
audiencia do juiz municipal da primei-
ra vara tem de ser arrematado por ven-
da um sitio com casa de vivenda na rua
de S. Miguel freguezia dos Afogados
com arvoredos de fructos e baixa de ca-
pim, avallado em 5:00#s o qual vai a
praca por execucao de Jos AI -ra Gon-
calves Vieira Guimaraes contra Fran-
cisco de Salles Andrade Luna como n-
ventariante da Jos Mara da Costa Car-
valho. Escrivo Motta.
Aluga-se duas casas nositio do Porto da
Hadeira em Beberibe com bastantes commodos,
banho e leile muito perto: tratar na rua do
Queimado n. 48.
I Attenco.
g rancisco Xavier Pereira de Brito, u.
X licitador da fazenda geral. tendo exercido
por espago de 8 annos o officio de solicit-
is dor de causas na cidade de Porto-Alegre,
9 adquiriodo por isso urna grande pratica,
Ib pretende aqu encarregar-se du andamen-
X to de qualquer causa nos diferentes jul-
1 zo9, despachar escravos e tirar passapor-
8 tes na polica, e promover cobrangas. E
como tem na corte sua disposigo um
S habilitado procurador tambem se eocar-
rega de mandar agitar l o andamento de
qualquer prelengo perante as secreta-
rias de estado e thesouro, e de qualquer
causa que tenha de seguir por meio de
recurso para o supremo conaelho.
Qualquer pessoa que se queira utilisar
de seu prestio pode o procurar das 9
horas da manha al as 2 da tarde na rua
das Trincheiras u. 13, e fora destas horas
M na rua de S. Francisco, sobrado n. 72.
Aluga-se um moleque de 16 annos para o
servigo interno e externo de urna casa : a tratar
oo priocipio da estrada de Joo Fernandes Viei-
xa n. 36.
No dia 20 do correle depois da audiencia
de juiz municipal de primeira vara tem de ser
arrematado por venda seis casinhas tapadas de
barro a urna om aberto em chaos pertencenles a
Maximiano Jos dos Sanios Andrade no lugar
da T..rre freguezia dos Afogados urna casa ta-
pada de barro coberta de. lelha avallada por....
12'){MO0, urna dita par 1208000, urna dita por
509000, urna dita por 309000. urna tapada de
barro coberta de paltas por 20*000, urna dita por
20*000, urna em aberto coberta de palha por
10:000, as quaes vo a praga por execugao de
Mximo Jos dos Santoa Andrade contra os me-
nores de Francisco Oorges Mondes.
SS>"
9


O rir. Manoel Moreira
Guerra teui u seu esi.;P
torio de advocada na rua
do Crespo o. 21, primeiro
andar, onde ser encon-
trado das 9 horas da ma-
nha at as 3 da tarde.
t
GABINETE
Medieo-cirurgico
DO
Dr. Americ Alvares
Guimaraes.
A' RUA NOVA N 21.
Neite mu gabinete se
achara sempre prompto o
referido doutor exercer a
medicina.
Nenhum honorario exige
dos doentes pobres.
L.
:
O r. cadete Tude chamado a
ta typographia para racti/icar a as-
signatura deste Diario, por quantomu-
< dome da rua onde morara tem o faaer.
*#-@@SGS@
Padaria.
Na padaria deAntonio Fernandes da Silva Rei-
riz. rua dos Pires n. 42, vende-se a muito acre-
ditada bolachinha quadrada.d'ague, propria para
deentes, bolachinha de araruta e dita de moldes.
Quem precisar de urna pessoa capaz e com
as habilitagoes necessarias para cscripturago por
partidas dobradas, dirija-se a Guilherme da Silva
Guimaraes.
Offerece-se urna ama para cozinhar e en-
Rommsr : quem quizer dirija-se a rua larga do
Rosario n. 9.
A comraissao liquidadora dos credores da
casa do fallecido Manoel Buarque de Macedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou contas de livros, que sediri-
jam com os seus ttulos 4 rua da Cadeia do Re-
cife n. 26. primeiro aodar, das lOAoras da ma-
nha s 2 da tarde, para serem verificados e clas-
siicados pela referida commissao
Precisa se tallar ao Sr. JoSo Al
ves Teixeira : Na livraria da praca da
Independencia n. 6 e 8.
SOCIEDADE
Ortodoxa Litteraria Amor a
Caridade.
A commissao encarregada da (esta do seu pa-
droeiro S. Ivo Doutor, nao podendo alcangar as
esmolas que para este flm foram pedidas, em
consequencia dos poneos dias que para isso foram
concedjdos. vem declarar ao publico, que por de-
liberagao da mesa, fui transferida a referida festa
para a primeira dominga de aetembro.
Recife 17 de agosto de 1861.
Julio Cesar de Oliveira.
Joiquim Lopes Machado.
Jlo do Prado Martina Ribeiro. '
T ""^? U Ve8a' Ceferino Alfaro e Ma-
noel C. Rodrigues, raliram-se pan o Rio de Ja-
neiro.
Aluga-se urna excellente campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poa-
oo tempo com terrago a roda, sita na
entrada do Poco : a tratar com os pro-
prietarios N. Bieber & C., successo-
res, rua da Cruz n. 4.
A commisao liquidadora dos ere*
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aosSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commissao todos os dias uteis das 10 ho-
ras da manha as 2 da tarde na rua da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a lancar
mao dos meios judiciaes ou do jornal
para haver essas importancias de que
sao seus devedores.
i
i
0 bacharel Witruvio po-
de ser procurado na rua
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do (armo.
Engommadeira de
Pars.
Madame Rlanchin avisa seus numerosos fre-
guezes que transferio sua morada para a rua do
Arago o. 28, onde se eacarrega especialmente
dos engommadoa de roupas Quas de senhora,
ta* como vestido* bordados o fnlhas, goiinbas,
manguitos e todas as pegas bordadas e arren-
dadas.
Urna pessoa com boa letra e orthographia,
sabendo lr e escrever correctamenie urna das
linguas estrangeiras mais usadas no commercio,
com coohecimento de eacripluragao mercantil,
e pratica de eacriptorio, desejando empregar-se
no magiaterio de guarda-livros em alguma casa
de commercio, offerece seu presumo : quem
d'elle se quizer utilisar, dirija-se, em carta fe-
chada as miciaesJ. B., ao trapiche da Com-
panhia.
_ Deseja-se tallar anegocio que lhe
diz respeito, ao Sr. Antonio da Cunba
Machado Jnior; no largo do Corpo
anto, armazem n. 6.
Santos, Camioha & Irmos, quidatarios da
massa de Caminha & Filhos, de novo rogam aos
devedores da mesma o favor de vir ou mandar
satisfazer-Ibes as importancias de seus dbitos
at 30 do corrente mez, no seu escriptorio na rua
Nova n. 25 ; scientificando que no caso de nao
serem attendidos, ver se-hSo obrigados a proce-
der a cobranga pelos meios que lhes faculta a le.
Publicado Iliteraria.
Publicou-se recentemente no Rio de Janeiro o
Ensaio critico sobre a viagem do Rrasil em 1852
de Carlos B. Madsfield, por A. D. de Pascoal,
membro do instituto Histrico e Geographieo do
Brasil e de oulras corporages scientficas e lu-
teranas estrangeiras. Esta obra estar completa
empouco tempo, e contar de 2 voluntes em 8.
ntidamente impresso. Subscreve-se para ella na
rua da Cruz o. 45, em casa de viuva Amorim &
Filho, a 5$ cadaexemplar, pagos a entrega do 1."
volume.
Aos senhores de engeahos.
Um official de caldeireiro se offerece para ir a
qualquer engenho concertar alambiques Ou ser-
peotinas.eoutras obras de cobre com toda a per-
feigo : os pretenderles dirijsm-se a rua Impe-
rial n. 215, que achara o dito official. Na mes-
ma casa se vende um boi de carnga com boas
carnes.
Kfii39Hrc-9HfilMire-MMIHHK
Dentista de Pars.
15Rua Nova15
FredericGautier,nirurgiaodenlisla,faz
todas as operaces da sua arte e colloca
dentes artificiaos, tudo com a superiori-
j. dadeeperfeigoqueas pessoas en tsndi-
H das lhereconhecem.
H Tea agua e pos dentifricios etc.
Moya
exposico
DE
candieiros a gaz.
Rua Nova numero 24.
0 proprietario deste estabelecimento toma a
honra de annunciar ao publico que no dia 8 do
corrente abrir seu novo estabelecimento de can-
dieiros econmicos a gaz, as 6 horas da noite se
achara Iluminado at as 9 i2 da noite com toda
franqueza para verem e conhecerem a fscilidade
que ha em usarem dos ditos candieiros em eco-
noma, pela muita experiencia que ha feito com
os ditos candieiro, se encontrar de todos os
pregse qualidades ; todos aquelles que quize-
rem usar de ditos candieiros, deixo de mencionar
todas as qualidades que ha pela immensidade
que se offerece por estarem expostos com toda
franqueza no dito estabelecimento, na rua Nova
numero 24.Carneiro Vianna.
DE
commissao de escravos,
rua do Imperador n. 45,
terceiro andar.
Para dita rua foi transferido o escriptorio de
commissao de escravos que se cima estabeleci-
do no largo do Paraizo n. 16, e ahi da mesma
sor te se contina a receber escravos para serem
vendidos por commi.-so e por coola de seus se-
nhores, nao se poupando eaforgos para que os
mesmos sejam vendidos com promptido, afim
de seus senhores nao soffrerem empate com a
venda destes; assim como se afianca o bom tra-
tamento eaeguraoga. Nesta mesma casa ha sem-
pre para vender escravos de ambos os sexos mo-
gos e velhos, com habilidades e sem ellas.
Manoel Alves Guerra saca sobre o Ro de
Janeiro.
-
J(jabinete medico cirurgico.f
Rua das Flores n. 37.
9 Sero dadsscons<as medlcas-cirurci- #
cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Albu- S
querque das 6 as 10 horas da manhla, ac-
SJ cudindo aos chamados com a maior bre- S
vidade possivel.
Partos.
2. Molestias de pelle.
3.* dem dos olhoa.
4.* dem dos orgos genitaes.
SJ Praticar toda e qualquer operagao em
Saeu gabinete ou em casados dotles con-
forme lhes fr mais conveniente. m
t8
Toma-sea|qutotia dsffcOOO a premio de
umporcentoao mez peto temjo que se conven-
clnar, dando-se para garanta hypotheca em
tres casas torreas nesta cidade, no valor de dei
conloa de ru: quem quizer fazer este negocio
annuoae por este Diario pas ser procurado.
C01PANHU Di m FRREA
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
De conformidade com as iostrucgSes recebidas
da respectiva directora, faz-se publico quedeata
data em diante sao convidados os accionistas des-
ta companhia a cumprirem com os termos do
aviso que por ordem do mesmo abaixo ficam pu-
blicados.
Escriptorio da companhia, 16de julho de 1861.
Por procurago de E. H. Rramah, thesoureiro.
R. Austin.
Aviso.
COMPANHIA DA VIA BERREA.
DO
Recife a Sao Francisco.
(limitado.)
Pelo presente faz-se publico que, de resolugo
da directora desta companhia, tomada nesta da-
ta, tem-se feito ama outra chamada de duas li-
bras esterlinas por cada acgo a qual chamada ou
prestago dever ser paga at ao dia 16 de agos-
to prximo futuro, no Rio de Janeiro em casa
dos Srs. Hau Hc-Gregor & C, na Babia aos
Srs. S. S. Daveoport & C. eem Pernambuco no
escriptorio da tbeusoraria da mesma via frrea.
Pelo presente tica tambe entendido que, no
caso de nao ser a dita chamada ou prestago sa-
tisfeita no dia marcado para o seu pagamento ou
antes, o accionista que iocorrer nesta falta, paga-
r juros a raso de 5 */, ao anno sobre tal cha-
mada ou prestago a cootar desse dia at que
seja realisado o pagamento;
No caso de nao effectuar o pagamento desta
chamada ou prestago dentro de tres mezes a
contar do dito dia Ciado para o embolso da mes-
ma, ficaro as aeges que iocorrer em em tal falla
tujeilas a serem confiscadas, segundo as dispo-
goes dos estatutos a este respeito.
Por ordem dos directores.
Assignado.W. H. Btllamy, secretario.
119 Gresham Houze Od Broad Street.
E.C.
8 de maio de 1861.
VIA FRREA
DO
Recife a Sao Francisco.
(LIMITADO.)
Telegrapho elctrico entre Cinco
Ponas e a villa da Eseada.
Pela respectiva superintendencia se faz publi-
co que em virtude da approvago provisoria da
Exm. presidencia da provincia ser franqueado
ao publico do 1 de agosto em diaote o uso do
referido telegrapho mediante as coudiegoes da
tabella segulnte:
Escriptorio da superintendencia em 24 de ju-
lho de 1861.Por procurago de E. H. Bramah.
R. Austin.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
Tabella dos precos para as coramu-
nicaedes clegraphicas.
Por um despacho de urna at vicie palavraa
Do Recife so Cabo e vice-verss. : 2$000
a Escada 3*000
Do Cabo a Escada 28000
Por cada dez paiavras excedentes. lgOOO
N. B. Nao iieam comprehendidos neste nume-
ro os nomes dos expeditores e destinatarios que
nao contenham mais de duas paiavras e suas re-
sidencias.
As respostas pagas adiantadas na occasio da
entrega dos despachos nos escrptorios te rao 50
por cento de differenga nos pregos da tabella.
Os despachos sero enviados em cartas fecha-
das aos domicilios que se acharem na zona de
1|8 de legua dos escrptorios do telegrapho sem
retribuigo alguma e d'ahi por diaote dentro de
um circulo de duas leguas rnente pagaro os
expeditores 19 por cada legua ou fraego desla
de viagem redonda.
Os portes sero satisfeitos no acto da entrega
dos despachos nos escrptorios.
Os despachos sero entregues nos escrptorios
do telegrapho a horas do expediente, isto de
8 horas da maoha at meio dia e de duas horas
al 5 lj2 da tarde.
Aluga-se um sitio no Rosarioho no oitoda
igreja, com boa casa de pedra e cal, bastantes
commodos, com estribara e cocheira, boa agua
de beber, tanque para banho, muitos arvoredos
de fructo, baixa de capim, e jardim na frente:
trata-se na rua da Cadeia do Recife n. 29 primei-
ro andar.
Semana Ilustrada.
Acabam de chegar pelo vapor Paran collec-
goes completas deste ioteressante jornal, de n. 1
at 31.
Previne-se aos senhores que encommendaram
collecgSes, que as procurem na rua da Impera-
triz n. 12 loja, aonde continua a receber-se as-
signaturas.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacam e tomam
saques sobre a praga de Lisboa.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
iMiiint.
A directora do Gabiqete Portuguex de Leitura
faz sciente aos senhores associados que nao se
podend ultimar as obras da nova casa do Exm.
Baro do Livramento a tempo de se fazer a mu-
daoca da bibltotheca, para ter lugar o 10. ani-
versario da inslallago do Gabinete no dia 15 do
correte, como determina o art. 64 dos estatutos.
resolveu porisao transferir oara domingo 25, a
commemorago do referido knniversario.
Sala dassesses 10 de aguato de 1861.
J. S. Loyo, director.
A. B. Nogueira, !. secretario.
Precisa-se de urna ama no Campo-Verde
a. 45, para coiinbar pan poa osa patacas.
Offerece-se
um rapaz de idade 20 annos, para cai-
xeiro ou criado de homem solteiro, que
da' conbecimento de sua pessoa an-
nuncie por este Diario.
Desconem os hydropicos.
O Sr. Tenorio annunciou que curava
as hydropesias com tal certeza que re-
nunciaba qualquer pagamento urna ves
que o doente nao fleasse curado.
O Sr. Dr. Moscoso se aprsenla em
campo mostrando aua superiorida'de no
tratamento de taes molestias atirando
indirectas a seus collegas allopathas e
homeopalhas.
0 Sr. Tenorio se spadrinha com o -Sr.
Dr; Sabino, e o Sr. Dr. Moscoso com o
Sr. commendador Manoel Googalves da
Silva. Qual dos dous poder melhor
curar as ru^ropesias: o Sr, Tenorio ten-
do por paHtnio o Sr. Dr. Sabino ou o
Sr. Dr. Moscoso apalrocinado pelo Sr.
commendador Manoel Gongalves?...
Desconem os hydropicos I Descon-
fen)...
Jos Irineo da Silva Santos.
Ao corpo do commercio.
Um hbil gnarda-livros pouco chegado a esta
praga, conhecedor da escripturago mercantil por
qualquer syslema, deseja arranjar-se em alguma
casa commercial, para o que d negociante de
criterio como garante de seu proceder ; assim
pois as pessoas que de seu presumo se quizer uti-
lisar, pode mandar carta a rua do Queimado n.
10, sob as iniciaes X X indicando sua morada pa-
ra ser procurado.
Precisa-se fallar ao Sr. Caetano de Assis
Campos a negocio de seu interesse : na rua das
Cruzes n. 5.
_ Offerece-se urna pessoa com todas as habi-
litagoes para cobrangas pelos sertdes : quem pre-
cisar, annuncie para ser procurado.
Aum
Precisa-se de duas amas, urna para cozinhar, e
outra para engommar e mais algum servigo de
casa de familia ; na rua da Conceigo da Boa-
Vista, sobrado n. 6.
Arrenda-se o sitio denominado Hangueira,
na estrada de Belem, o qual tem casa de t ven-
da, boas arvores de fructo. e excellente agua do-
ce; a tratar com o Sr. Aodr Alves Gama, na
encruzilhada da mesma estrada, o qual poder
indicar tambem onde mora o dono do mesmo si-
tio, se for preciso.
Um emprego.
Precisa-se de um mogo que tenha pratica de
vender fazendas para as vender com um escravo
pelas ruis e arrabaldes desta cidade, dando fia-
dor a sua conducta, dirija-se a loja de fazendas
n. 8 da rua do Cabug.
Offerece-se urna ama portugueza de muito
bons costumes; a tratar na rua de Apollo n. 8
primeiro andar.
Precisa-se de dous amassadores de padaria
que eatendam perfeitameote de todo o trafico da
mesma : na rua do quartel de polica, padaria
numero 18.
7" A'1u8,_ae segundo aodar da rua do Ran-
gel n. 10, com commodos para pouca familia.
Precisa-se
de urna ama de leile sem filho : em Fra de
Portas rua dos Guararapes n. 30.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico particularmente ao eorpo de commercio
que tem contratado comprar ao Sr. Antonio
Congalves da Silva, a taberoa sita na rua de San-
ta Thereza n. 39, livre e desonerada de todos os
dbitos al esta data, quem se julgar com direito
a dita taberoa comparega no prazo de 3 dias a
contar desta data, Ondos os quaes o annunciante
se nao responsabilisar. Recife 16 de agosto de
1861.Antonio Pinto de Miranda.
Precisa-se fallar ao Sr. acadmico Francis-
co Barbosa Cordeiro, na rua Nova o. 7.
Manoel Francisco, subdito portuguez, reti-
ra-se para fra da provincia.
Aluga-se urna preta eacrava que cozioha,
engomma e cose soffrivel ; na rua da Cadeia do
Recife n. 29, armazem.
A pessoa que annunciou negociar 11 es-
cravos de servigo agricola pode dirigir-se a rua
da Imperatriz n. 47, terceiro andar, das 6 as 9
horas da manha.
Aluga-se o sobrado n.2 Bda rua de Apol-
lo, e a cas terrea n. 27 da rua do Burgos : a
tratar na rua da Aurora n. 36.
Compras.
Compra-se um moleque, na rua Nova n.
67, l se dir quem quer pagar bem.
= Compram-se moedas de 20$ por 20$600:
na loja da rua do Queimado o. 46.
Compra-se bois proprios para carroga : a
tratar na rua do Raogel n. 43 das 8 horas da ma-
nha as 4 da tarde ou na freguezia dos Afogados
pateo da Paz numero 13 das 4 horas e meia em
diaote.
Compram-se moedas de ouro:
na rua Novan. 23, loja.
Compra-se
um silho inelez em bnn cstadu, quem o uver
e quizer vender: di rija-se a rua Estreitado Rosa-
rlo n. 29.
Compra-se urna casa terrea, do valor de um
cont, a um cont e duzentos : no becco do Po-
cinho n. 16.
Vendas.
A 1,800 pechincha.
Vendem-se cbinellss do Porto pelo prego de
1$800, a ellas que estou acabando : na rua da
Seozala Nova n. 1;
Vendem-se pennas de emma em libras : na rua
do Queimado o. 73, loja de ferragens.
Vende-se um grande sitio defronle da ca-
pella de Belem, com urna excellente caaa, arvo-
res de fructo, baixa de capim, e com capacidade
para sustentar 20 vaccas de leite todo o anno,
e tambem se vende metade do sitio com casas de
morada : a fallar com Guilherme Purvel, em San-
to Amaro, defronte da fundigo do Sr. Star.
Attenco.
Na taberna do Pimenta, rua das Cruzes n. 1,
vende-se a libra de batatas a 60 rs., cerveja bran-
ca a 400 rs. a garrafa, dita preta a 500 rs., frascos
de conservas finas a 750, azeite engarrafado a
900 rs. ; as batatas sendo em arroba a 1$400.
aIVOOO
a arroba de batatas inglezas muito novas : no ba-
zar da rua do Imperador.
Manteiga iugleza flor a 1$000.
Na rua das Cruzes n. 24, esquina da travessa do
Ouvidor.
Attenco
Vende-se urna casa beira ao rio Capibaribe,
no Poco da Panella, com commodos para grande
familia, e muito propria para ae pasear a fetta,
com 4 quartos, gabinete, copiar, cozinha fra,
quintal murado, estribara ; igualmente vende-
se urna mulata de bonita figura, sem vicios, nem
achaques, que cozinha, lava e engomma bem, e
tambem uraa mobilia de ceregeira, em muito bom
estado : na rua Nava, sobrado o. 37, primeiro
andar.
Quadros de mol-
dura dourada0
Lindos quadros j feitos de moldara dourada,
proprios para retratos e estampas, pelo diminuto
prego de 5 cada um ; na loja da Victoria, aa
na do Queimado o. 75, jauto a loja de cara.
Ling
Gravatinhas de
froco para senhroas.
Lindas gravatinhas de froco para senhora, pelo
barato prego de 1$500 cada urna : na loja da
Victoria, na tua do Queimado o. 75, junto a loja
de cera.
Estojos para barba.
Ricos estojos com espelhos e repartimentos'
para os necessaros de barba, pelos pregos de 2,
3, 4 e55 cada um : na loja da Victoria, na rua
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Facas e garios.
Muito boas facas e garfos para o diario de urna
casa a 20600 a duzia de talheresac na loja da Vic-
toria, na rua do Queimado n. 75, junto a loja de
cera.
Caixas para joias.
Lindas caixiohas pora guardar joias, pelos pre-
gos baratos de 400, 600, 800, 1 e 24 cada urna :
na loja do Victoria, na rua do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
A 18,000 rs.
Superiores paletots e sobrecasacas de panno
fino prelo forrado de seda : vende-se na rua do
Queimado n. 47.
Batatas e cebollas.
Vendem-se nicamente nos armazens progres-
sivo e progresista no largo do Carmo n. 9 e rua
das Cruzes n. 36. Reholla a 1J280 o cento, e ba-
tatas^ 15 a arroba e 50 res a libra, tambem tem
porgo de queljo de prato chegado no ultimo pa-
quete que vendem-se a 680 ris a libra e 620
sendo inteiro, afflangs-se ser tudo do melhor que
se pode desejar.
ui queijos de qualha.
Vendem-se linguigas do serlo muito boas a
320 ris a libra, queijo muito bom a 440 ris a li-
bra : no pateo do Paraiso n. 18, venda azul.
Milho.
Vende-se milho muito novo a 50 saccas gran-
des e 280 ris a cuia : na rua Nova n. 69.
Enfeites de cabeca
Na loja da Aguia d'Ouro, rua do Cabug n. 1 B
acaba de receber por este ultimo vapor francez
um completo sorlimento de enfeites para senho-
ra s do ultimo gosto de Pars, sendo Solferino,
Rosa do Rei, Azul da China, Nakar, que se ven-
den) por pregos mais commodos do que em outra
qualquer parte.
Luyas de pellica pretas al#.
Na loja da Aguia d'Ouro, rua!do Cabug n. 1 lt
vendem-se luvas de pellica pretas de Jouvin a 1#
o par.
U LO JA DO PA Vi01
i DA
Rua da Imperatpiz n. 60.6
DE
Gama&Silva!
Acaba de receber um novo sortimento I
de fazendas proprias para senhoras a )
meninas que vendem por pregos bara-
tissimos como sejam :
Ricos cortes de cambraias brancos }
com barra adamascada e oulros com ba- !'
badoa brancos e de cores que vendem a
3X500, pegas de cambraia muito fina com
10 varas e urna vara de largura a 6je
7$, ditas transparentes muito finas com
8 e 1|2 varas a 3 e 3S500, ditas de 6 e
ll' varas a 23500, pega de cambraia
branca com salpico com 8 e li2 varas a
4J, cortes de cassa com salpicos brancos
e de cores a 2, ditos de ditos brancos
lavradas a 2$, capas pintadas com lia-
dissimos padrees o covado a 280 rs., di-
tas de salpico brancos e de cores o co-
rado a 240 rs., chitas francezas escuras e
alegres a 220, 240,260, 280, 300 e 320
ris.
Sedas.
Grosdenaples preto bastante largo e
encorpadoo covado a 19600 e 1)5800, di-
to cor de rosa a 2J, dito azul cor muito
bonita a 240O o covado, seda lavrada
cor de caona muito moderna por ser ada-
mascada o covado a 2#, charaalote pre-
to bastante largo o covado a 2/.;
Para familias.
Damasco de l com 6 palmos n lar-
gura para cobrir roeaea de jantar, de
moio de sala, pianos etc., etc. o covado
a 1$250, damasco de seda encarnado e
amarello proprio para colxas, cortinas
etc., etc. o covado a 2J240, sedas bran-
cas proprias para vestidos de noivas fa-
zenda muito superior, madapolo muito
fino pega de 40 jardas a 440 rs. a jarda,
ditos muilo superiores a 200 rs. a jarda,
a 4*500. 5*,5500, 6J, 6J500 e 7, al-
paca preta muito superior a 500, 560,
640 rs. o covado, grande sortimento de
chitas pretas francezas covado a 240 rs.,
ditas ingieras a 160 rs. o covado, cas-
sas pretas a 480 rs. a vara.
Para vestidos.
Orgrndys de cores fazenda muito mo-
derna covado a 560, mimos do co e
gazias de seda fazenda muito nova co-
vado 1$, chaly muito bonito a i$, 800
e 640 rs. o covado, laziohas claras le-
cido krepo covado a 640 rs., cortes de
gorguro escuros a 65. '
Chales.
Ricos chales de krepom com listas de
seda a Sg, ditos de ditos a 79, ditos de
froco a 6$, ditos de merino com palma
de seda e de velludo a 49500.
Bordados.
Camisetas cora golla e manguitos a 39,
4 e 59. manguitos com gollinhas a 39,
finissimas tiras bordadas a 800, 19 e
I95OO, golliohas muito delicadas a 600,
800 e 1$, lencinhos de labyrintho pro- I
prios para senhora ou para presente a I
19280 e 1J600, ditos muito fiaos a 49.
Paletots para homem.
Paletots de panno preto de todos os
pregos e qualidades taoto saceos como
sobiecasacos, ditos decasemira de todas
as cores, ditos de ganga e de riscado,
caigas de brim de linho brancas e de co-
res, ditas de casemira de todos os tama-
itos e qualidades tanto pretos como de
cores garante-se a bemfeitoria destas
obras por terem sido feitaa por um dos
melhores alfaiates desta cidade ; na
mesma loja existe nm resto de chapeos
de sol de seda a 69 e longos de aeda a
19, tambem se vende constantemente um
completo sorlimento de roupa feita para
escravos ou para trabalho muito bem
cozidas, do-se as amostras de todaa aa
fazendas deixando penhor ou maodam-ae
levar pelos caixeiros da caaa aos fregu-
zas que quizerem.
)
".

'
Espelhos para
salas.
Ricos espelhos da moldara dourada com mui-
to bons vidroa {tara ornamentos de salas, de va-
rios tamaohos e precos '. na laja da Victoria, na
rua do Queimado n. 75, junto a loja da can.
:


->;-.*.'
'"' T ii i ..

DjJUO U fEENAM1CO. SIGUKDi HRA 19 M AGOSTO DI 1861.
(5)
23 Ruada Imperairiz 23
PIAMOS E MUSIOS.
J. Laumomier convida os senhoces mestres e amadores de msica, virem a sea armazem
rer os excellentes pianos Laumonnier, que acaba de recebet da Paria, fabricados expresamente
{ara o clima do Brasil, muito elegantes e de gostos modernos. Igualmente tem msicas dos me-
boret autores, assim como concerta e afina os meemos instrumentos.
*
ARMAZEM
PROGRESSISTA
SO NO PROGRESSO
NO
Largo da Penlia
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
armazem de molhados, partecipa aos seus fregueses, assim como aos senhores da praca, de enge-
nho e larradorea que d'ora em vante quizerem-se afreguezar nesle eslabelecimento, que se acha
com um completo sortimento de gneros os mais hoyos que ha no mercado e por serem a maior
parte delles vndoi de coota propria, esli portento resolvido a veode-los por menos 10 por cento
do que em outra qualquer parte, aflancando a boa qualidade e acondiciouamento, assim como ser-
vir os portadores menos praticos to bera, como se os senhores viessem pessoalmente, para o que
nao se poupar o proprietario em prestar toda alinelo, afim de continuaren! a mandar comprar
suas encommendas, serlos de que, toda e qualquer encommenda comprada nesle eslabelecimento
acompanhar urna conla impreasa como mesmo titulo de armazem Progresso.
m.&HVeig& ITlglMa igooars. a libra, lio superior que se rende com condicao
de Toltar seno agradar, serlos de que se ho de gostar por ser a mais nova do mercado.
MaUtega traueeza 700 rs. a libra e em barril a 640 rs.
d\\& Uy8SOl\ 0 meihor qe na n> mercado a 29800 a libra.
dem pteto, l6001 liDra
QUCV08 liO reiUO chegados ueste ultimo vapor a 29600.
dem \rato, 640 intelro a 700 rg a Iibra
dem smsso a 640 rg a libra ^ por55o ge f a b,IBent0.
FreimWo de fiambre iDgl. goo .. ut.
Prezunto de lamego a 480 a libra inteiro a 440 .
A.meixas trncelas em fragco com 4 br por 33000, a retalho asco rs.
I^spermasete a 720 m a ibr,t em caxa a 700 .
luaVas com bolaxiulxa de soda de fleterente quaiidade.. 15400
LataS COm pe'lXe em pOSta de mniUs qualidadea a woo.
iVzeitOliaS muitO llOVaS a lg200 rg. 0 barrU> a reUih0 a 30 n. a garrafa.
Hoee de A.\pereue em laUai de 2 Ubrat por 1|m
aiOilltaS par, podim a goo rg. a libra.
BauYia de poreo refinada a 480 r8., 1, em barm. 440 rs.
la^a de tomate a mais nova do mercado a 900rs.,t em lattas de211bra por 19700.
raiOS de tOlftbO a pr|mejra yez que tieram a este mercado a 640 rt. a libra.
Chou ricas e paios BBil0 noTOg a ^ .. .
Palitos de dente lutados com m.ciohoa Por 200 rs.
CnOCOlate IranceZ a l9300 rs. a libra, ditto portuguez a 80O rs.
laTmelada impeTial d0 ,famado Abreu e de outros muitos fabricantes de Lisboa
a I9OOO rs. a libra.
VinnOS engarrafados Pott0| Bordeaux, Carca vellos, e moscatel a 1*000 a garafa.
VinliOS em pipa de 500, 560 e 640 rs. a garrafa, em caadas a 39500 4fl000 4*500;
Vinagre de L.Sboa 0 mal8gUperior a 240 rs. a garrafa.
OCrVC^a u mag acreditadas marcas a 5* a duzia, e em garrafa a 500 rs.
S%Tt511inna para SOpfl mau nova que ha no mercado a 640 rs. a libra.
r\ilnas f raneezas, m ra., latta.
MiolO de amendoa fl goo r8. libra, dUa com casca a 480 rs.
NOZeS muito D0Tag a 120 rs. a libra.
CaStannaS piiad8S a 240 rs. a libra:
*-*Oie muito saperior a 240 rs. a libra, e a 7 a arroba:
iVrrOZ do Maranho a 3* em arroba, e em libra a 100 rs.
SCVada muito ora a 160 rs. a libra e 4* a" arroba:
SCVa&lUua de Franca a 240 rs. a libra.
9agU muito nevo a 320 ra. a libra.
X OnelnnO de Lilboa a 30 ri Ubra 6 a 10* arroba.
Farinna do Marannao a m.i. nova a io rs. a bra.
Toneinno ingle z, 200 rs. a iib.
Passas em eaixinnas de8 iibr a j^soo cada uma.
Intapendeute dos gneros mencionados encontrara o respeiiavel publica tudo quanto pro-
curar tendente a molhados.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DITAETB LMBIDA & SILVA
A. F, Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus freguezes que tendo separado a sociedade que linha coro
seu mano, acha-se de novo estabelecido com dous acetados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes de Souza, e o Sr.
Paulo Ferreira da Silva; o piimeiro na razio de Duarte & Souza,. e segundo na de Duarte Almeida & Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes
vanvagens ao publico, nao s na limpeza e asseio com que se achara montados como em commodidade de pre^o, pois que para isso resolveram os
prop rietarios mandarem vir parte de seus gneros em direitura, afim de Wrera serapre completo sortimento, como tambera poderem offereeer ao pu- r8.l,ud,u,za,'aW640ers!
blico urna vantagem de menos 10 por cento do preco que possam comprar era outra qualquer parte, por isso desojando os propietarios acreditaren)
seus estabelecimentos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim j poder ver o publico
que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas poueo pratieas, em qualquer um desles estabelecimentos, que sero to bem servidos come
se viessem pessoalmente, na certeza de nunca acharem o contrario de nossos annuncios, e assim fundados as vautagens que oerecemos, pedimos a
lodos os senhores da pra$a, senhores de engenho e lavridores que mandem ao menos suas encommendas a' primeira vez, afim deexperimantar, certos
de continuarem, pois que para isso nao pouparo os proprielarrbs forcas para bem servirem aquellas pessoas que frequentarem nossos estabelecimentos;
abaixo transcrevemos algunras adigoes de nossos precos, por onde ver o publico que vendemos baratissimo, attendendo as boas qualidades ds nossos
gneros.
Manteiga lDgieza especialmente escollhida da nova a 19 e 800 rs. a libra e da velba em porcio [ter abatimenlo a 800 rs. a libra e em
barril a 750 rs.
dem iraiiceza a melhor do mercado a 620 rs. obarrril e meios a 700 rs. a libra
Cha hySSOD. e preto o melhor do mercado de 1&700 a 2#800 e em porcao ter abatimenlo.
Presunto fiambre nglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em poreao a 800 rs.
Presuntos portuguezes vindos do Porto de casa parcular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as exposiges universaes de Londres e Pars de 1$ a 19800 a lata.
GaixaS COm estrelnha pevide e rodnha a 7000 a caixa e 960 as. a libra e em porjo lera abalimento.
FraSCOS de ameixas com 8 libra a 5500 cada um e !000 a libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2800 e a 500 rs. a libra.
Espermacete Superior 720 rs. em caixa e a 740 rs. a libra.
Conservas francezas inglezase e portuguezas a eoo e 800 rs. o frasco.
KrYlinas, portuguesas e francezas 800 rs. o frasco:
Lata COm bolaxinha de SOda de diversas qualidades, a muito nova a 1450. e grandes de 4 a 8 libras de2#500 a 4#500.
Vinho
VICTORIA
DE
Fajoses Jnior
Na ra do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Esta loja acha-se prvida de um completo sor-
timento ce miudezas para vender, tanto por ata-
todo como a retalho, por presos muito baratos,
como abaixo se ver, s para quem comprar, vic-
toria sempre cootar.
Clcheles francezes bons em carlao de urna car-
rea a 40 rs.' e duna 400 rs.
Ditos tambera bons de duas csrreiras a 80 rs.
e 900 rs. a duzia.
Ditos da trra em caixiohas a 800 rs. a duzia.
Agulhas fraucezas boas a 120 rs. a caixa com 4
papeif.
Ditas as melhores que se encontram a 210 re.
a caixa com 4 papis. *
Ditas em papel avulso a 40 rs. o papel.
Ditas para enflar a 40 rs. cadi urna.
Liona victoria em carritel com 200 jardas a 60
om garrafas Duque de Porto, Porto fino, genuino,
a 13# a duzia.
nctar, Carcavellos, Madeira secca e Feitoria de 1*200 a 19300 a garrafa e
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4*800 a caada.
Latas COm f dictas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 19000 a lata.
Pera em CaixaS de A a 8 libras o melhor que se t Je desojar e tem vindo ao mercado de 42 a 6* a caixa e 19280 a libra.
CorinthiaS em frascos de 1 1|2 a 2 libras de 1*600 a 29200.
Latas COm peixe Savel pescada a oulras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 19400 a 19600
Caf do Rio o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
FraSCOS de amendoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 3$ cada um.
vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 29560 a caada.
LombOS de porco, paios nativos, chourisas murallas e oulras qualidades, o melhor que se pode desejar de 600 a 19280 a libra.
Vinho Bordeaux de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 89500 a 109000 a duzia,
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, de 19 a 19280.
Banha de pOrCO refinada a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril.
CervejaS das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de Sboa a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
DOCe da gOaba da CaSCa em caixao a 19 e era poreo a 900 rs:
Azeite doce purificado a 800 rs. agarrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
GognaC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
Quijos SUSSOS chegados ltimamente a 700 rs. e em porcao ter abalimento, afianza-se a boo qualidade.
Genebra de Hollanda a 640 rs. o fraseo a 69800 a frasqueira com 12 frascos.
Palitos UxadOS para dentes a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 39OOO a greza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, bespanhol e francez de 19 a 19200 a libra.
Azeit onaS as melhores e mais novas uue que lem vindo a nosso mercado a 19200 a ancoreta do Porto, e a 19600 as de Lisboa chegadas
ltimamente.
Alpista o mais lirapo que tem vindo ao mercado a 180 rs. a libra ea 59500 por arroba.
Almm dos gneros annuociados encontrar o publico um completo sortimento de tudq tendente a molhados.
Ditas de 200 jardas, de Alexander a 900 rs. a
duzia.
Ditas de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs.
o carritel.
Ditas de Pedro V, em carto com 800 jardas a
60 rs. a carto.
Ditas de peso verdadeiras miadas grandes a
240 rs. a miada.
Ditas de meada cabera branca e encarnada a
120 rs. a meada.
Ditas do gsz brancas e de cores a 800 e 900 rs.
a caixa com 50 novellos.
Papis com cento e tantos alfinetes a 40 rs. e
duziss 400 rs.
Alfinetes francezes cabeca chata a 120 rs. a
carta.
Ditas para armacoes a 2g600 o mago.
Cordo imperial para vestido a 40 rs. a pera.
Enfladores de algodo a 60 rs. cada um.
Caivetes finos de duas folhas para peona a
200 rs. cada um e duzia a 2$000.
Ditos de cabo de viado de urna folha de 160 rs.
cada um o duzia a 1S600.
Ditos mais ordinarios a 120 rs. cada um e du-
zia a 1(200.
La de todas as cores para bordar a 6$500 a
libra.
Peotes muito bons de baleia para alisar a 220,
240 e 280 rs. cada um.
Ditos os melhores e maiores que se encontram
a 800 rs.
Ditos transparentes muito bons a 400 rs.
Meias cruas brancas e de torea para homcm a
160, 200,240 e 280 rs. o par.
Ditas prelas para homem a 120 rs. o par.
Ditas para senhoras a 240, 280 e 320 rs. o par.
Ditas brancas cruas e de cores para menino a
160. 100. 240 e 280 rs. o par.
Ditas pretas para senhora a 200 e 240 rs. o par.
Eofeiles de vidrilho a 1J800 rs. cada um.
Ditas a Imperatrix muito lindos a 8$cadaum.
Ciotures de seda com borracha para homem a
320 cada um.
Ditos de algodo 240 rs. cada um.
Cintos muito lindos para senhora a 1J800, 2s,
2$500 e 39 cada um.
Franjas de bolotas brancas e de cores para cor-
tinados a 48 a pega.
Ditas de algodo para toslha a 2$800 a peca.
Ditas de liuho para casaveque a 120 rs. a vara;
E oulras muitas miudezas que se tornsro en-
fadonho menciona-las afiaogaado-se, porm, que
nao se deixar de vender a quem trouxer dinhei-
ro na loja da Fajozes Jnior na ra do Queima-
do n. 75.
RiV> WmN Wtm SMnMVNi'llMimlflFiiit
Luvasde fmacamursa
para militares ecavallei-
ros.
A loja-d'aguia branca acaba de receber de eua
encommenda mui'finaaluvas de camursa, o que
de melhor se pode dar nesse genero, e as est
vendeode a 29500 o par ; os seuhores oiciaes e
cavalleiras que as eomprarem coohecerao que sao
baratas i vista de-eua finura e duraco, e pareas
obter dirigirem-se i ra do Queimado, loja da
guia branca o. 16. Adverte-se que a quanlidade
pequen* por hora, e por isso nao demorem.
Na ra estreita do Rosario., armazem do Mo-
rena, anda existe grande poreo de palha appa-
relhada para tecer cadeiras e todas as obras de
marcinem) : vende se a retalho a 2$ a libra, -e
de 5 arrotas para cima a 180.
Vendem-se copos sortidos de contra-metade
para baixo a 520 a duzia, e avulso a $0 rs.; na
raa da Matriz da Boa-Vista n. 27.
Trapiche
BaraO do Livrameuto.
Largo da Assembla nu-
mero 15.
aovo ea-
retalbo,
Ha continuamente para vender neste
tabeleetmentoo seguinte :
Cera de carnauba em porces ou
qualidade regular e superior.
Cebo do Porto em caixinhas de 1 arroba a 4.
Barricas com cebo do Bio Grande, em porces
a a retalho.
Velas de carnauba pura em caixinhas de 1 a 2
arrotas.
Meios de sola, differentes qnalidades, em por-
ces *u a retalho.
Courinhos curtidos.
Fariuha de mandioca por 1$500 a saces.
Farelo em saccas grandes por 3J800 a sacea.
Veode-ae rael em barris de 5.a, em pipa,
e 3.* em pipa : na ra do Baogel o. 10.
A pedido, ba para vender na livraria do Sr.
Nogueira, obras de Polhier a as de Rossi, por
menos de seos valores.
Vandem-se dous hbitos, sendo um de Aviz
e outro de Chrfalo, ambos do mesmo lamaaho,
assim como om carrinbo de alfandega, puxado
por um bol, lado por pr;o commodi; na ra
Nova n. 63.
Patatas.
Vende-ce batatal a 19 a arroba e 40ris a li-
bra ; na roa Nova o. 69.
Veodcm-ie travs de 30. 40 e 60 palmos,
caibroa. inchinieis: o* ra do Imperador n. 50,
9S
Veude-ie barato um bom vestido
de blonde que s servio no acto do ca-
samento : na ra larga do Rosario n.
46, segundo andar.
Veode-se batatas muito novas a
18 a arroba : no armazem do caes da
alfandega n. 3 de Joaquim de Paula
Lopes.
Gneros baratos,
no armazem da estrella, largo
do Paraizo n. 14.
Manteiga ingleza flor a 960 rs., franceza a 640,
cb muitotom a 270Q, caf a 260, do alvo, dito
a 200 rs., arroz a 100 rs., toucioho a 320, batatas
a 6o rs., bolachinha ingleza nova a 3$ a barrica,
e em libra a 160 rs.. espermacete a 720, queijos
do vapor a 29400, dito prato a 500 rs. a libra, pas
sas a 480, sabo massa a 200 rs. e 160, cerveja i
400 rs. a garrafa, vinho do Porto a 800 rs., dito
em pipa a 300 e 400 rs., vinagre de Lisboa a 240,
azeile doce a 720, (arlo a 29600 e 4g, saccas
grandes.
Cestinhas de Hamburgo.
S na loja d*agaia de ouro, ra do Cabug n.
1 B, quem receWu um completo sortimento de
liodas cestinhas do todos os lmannos proprias
para meninas do escola, assim como maiores com
lampa proprias para compras, balaios proprios
para costura, ditos proprios para faqueiros, ditos
rauio bonitos para brinquedos de meninos, di-
tos maracas piotadiohos que se vendem por pre-
cos muito baratos-
Attenco as sedas de qudrinhos a 720
rs. o covado.
Vendem-se sedas de qu-
drinhos muito enco'pados a
720 rs. o covade e dita a 560
rs.: na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva,
20'e 30 arcos.
Saia balao 39000 eada orna, fazenda perfecta-
mente boa, chales de lia estampados a 89500,
ditos de merino Anos de ponta redonda a 69, chi-
tas francezas escoras a 340 ra. o covado, ditas
estreitas tintas segaras a 160 rs., riacado francea
padrdes bonitos a 160, pecas da breUnba de rolo
a 29, eambraia lisa fina a 39 a pega; cassas de
cores a 900 ra. o covado i na loja das 0 portas esa
/reate do Urranento.
EAU MINERALE
NATUHAIXEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Craz n.22
ARMAZEM
DE
ROJPA T
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RU4 DO QUEIMADO 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
j
Neate ostabelecimento ba aempra um sortimento completo de roapa feita da iodaa a
qualidades, e tambem se manda eiecutar por medida, i vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores. ,
Casacas de panno preto, 409, 359 a 3O$000 Ditos da setim preto
Sobrecasaca da dito, 369
Palitot de dito ede cores, 359, 30$,
30900
209000
tftfOOOe
Dito da casimira de cores, 229000,
159, 1*
Ditos de alpaka preta golla da vel- .
ludo, 11S000
Ditos de merin-sltim pretos a da
cores, 000
Ditos 4a alpaka da cores, 59 o
Ditos da dita preta, 99. 79.59 a
Ditos de brim decoras, 59, 49500,
48000 a
Ditos de bramante da linho branco,
6g000, 59000 a
Ditos de merino de cordao prato,
159000 a
Calsas de casimira preta a de cores,
lt, 109,99 e
Ditas de princeza o marin da cor-
do pretos, 59 a
Ditas de brim branco a decores,
5f 000, 49600 o
Ditas da ganga da cores
Golletes de velludo preto a da co-
res, lisos o bordados, 12f, 91 o
Ditos da casemira prata a do cores,
lisos a bordados, 69,59500,59 a
99000
89000
395OO
30500
395OO
4|000
83000
68000
49500
29500
38000
89000
59000
59000
Ditos de seda a setim branco, 6} a
Ditos do gurguro de seda pretos a
de corea, 78000,69OOO a
Ditoa de brim e fusto branco,
39500o
Seroulas de brim de linho
Ditasde algodo, 1J600 e
Camisas de peito de fusto branco
a de cores, 29500 a
Ditaa de peito de linho 68 e
Ditas de madapolo branco a da
cores, 39,29500, 29 a
Camisaa de meias
Chapeos pretos de masas,trancares,
formasda ultima moda 108,89500 e 79000
Ditoa de feltro, 69, 58, 49 e
Ditos de sol da seda, inglezea 1
francezes, 149,128, "!
Collannhos de linho muito finos,
novos feitios, da altima moda
Ditos da algodo
Relogios da ouro, patonlaa horl-
sontaes, 1009, 909,809 709OW
Ditos da prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 408 309000
Oorae de ouro, aderemos a maioa
derocos, palseiras, roietaa a
annaie f
39500 Toalhas da Unho, duzia 129000 a 109000
59OOO
39OOO
292OO
18180
29300
39000
19800
I9OOO
29000
79OOO
9800
9500
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recen te mente pr-
vida de um completo sortimento de enfeites da
bom gosto para senhoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torzal eom franjas e borlas,
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borlla ao lado, outros de
froco igualmente enfeitados com aljfar, e borlo-
tas, todos elles de um apurado gosto e perfeico,
os precos de 89 e 109 sao baratos vista das
obras ; alm destas qualidades ha outras para
39 e 49 : isso na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Vendem-se osengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e corrents e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pest o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Coraes lapidados
a 500 rs. o masso.
Vendem-ae massinbos de eoraea lapidados a
500 ra. cada um : na ra do Queimado, lojad'a-
guia branca n. 16.
Attenco.
Wa ra do Trapichan. 46, em casa da Ro r n
Rooker & C, existe am bom sortimento da 11-
nhas'.decores ebrancasam carretela do melbor
abrieaatedelnglaterra.asquaes saTndem por
precoa mairazoavais.
Luvas de Jouvin.
Goes & Bsstos, na loja da ra do Queimado
o. 46, tem as verdadeiras luvas de Jouvin, e co-
mo as recebe em direitura por todos os vapores,
I as vende por preso com modo.
Nova pechincha.
Pecas de cambrata lisa fina com 7 1|2,8 a 9
jardas a 29. 29500. 39 e 89500. chita larga fran-
ceza a 200 a 220 rs. o covado: na roa do Queima-
do n. 44.
Vende-se um fardameato rico para guarda
nacional; na ra estreita do Rosario n. 12.
|4inda ha pe
chincha; 1
Chegou a ra do Crespo n. 8 \
loja de 4 portas, um sortimento C
de cassas de cores ixas e lindos j2
padrdes que se vendem a 240 rs. 2
o covado, do se amostras com '
penhor. fg
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Hilhares de individuos de todas as nac,ocs
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparavale provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu rerpe e
membros inteira mente saos depois de bavor em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ms-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'ss
relatam todos os das ha muitos annos ; e a
maior parle dellas sao to sor prndenles qua
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano renedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospiues, o te*
deviam soffrer a amputado 1 Dellas ba min-
eas quehavendo deixado esses, asylos depsdo-
limenios, para se nao suhmeterem a essa cre-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nbecimento declararan! estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren: sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude sa
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algom tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento be til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Inflammaco da bexiga.
da matriz
Lepra/
Males das pernas,
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
PulmSes.
QueimadeUs,
Sarna.
Supura$6es ptridas.
Tinba, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras Jia bocea.
do ligado.
das arliculajes.
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Alporcas
Caimbras
Gallos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermedades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupcoes escorbticas.
Fistulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivis escaldadas.
Incbaces.
Inflammaco do figado.
Yendo-so esto ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sus venda em toda a
Amrica do sul, Havana e Hespanba.
Vende-se a 800 rs eada boeetinha conten
urna instruocao em portuguez para explicar
modo do faxar uso deste ungento.
O deposit geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 82, a
Pernambuco.


(
Saboneles

MAMO D* MHH*MI.HJCa MGUHDA fRA i. M iGOyr O 1801.
4e amendoa, em caixinhas de louca a
500 rj. cada um.
Vendem-se saboneles de a meado para barba,
cala um en sua caixinha de looca a 50o rs. ; na
rita do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Libras sterlinas.
Veadem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
4o Oliveira & Filho, largo do Corpo Saoto.
4 2.500 o covatlo.
Damasco de seda boa fazenda, encarnado, cor
de canoa e branco.
Manteletes de fil preto enfeitados com bicoa 5J.
Damasco de la com 6 palmos de largura cora-
do a 1*500.
Chales de merino bordados a velludo superior
fazenda a 8*.
Cortes de casemira de cor a 39500.
Setim Maco superior a 2$500.
Csemlra preta setim superior a 2*500.
Cetas de indiana nissima com 10 raras a 81.
Na ra do Crespo loja o. 10.
Bom para rancho.
Vende-se um apado gordo por prego commo-
o : na ra nova de Santa Rita n. 65.
4 21 o corte.
Cortes de riscado francez com 14 covado pelo
barato prego de 29 : no armazeta de fazendas da
cua do Queimado n. 19.
Novidade.
Fazendas baratis-
simas.
Chitas modernas inglezas, corado a 180 rs.
Ditas fraccezas, bom goslo, covado a 210.
Cassas pintadas muito Unas, corado a 240.
Vestuario para meninos a 3*.
Cortes de rejtidos de phantasia para .baile a 6,.
Chales de merino com palmas de reliado a 73.
Oitos de dito com ponas redondas a 6$.
Camisas de cambraia de linho para soohora
Crosdenaple preto superior, corado a 1800.
Corles de seda labrada superior a 35$.
Pegas de madapolo muito Uno a 4*500.
Lazinhas de quadros para restidos, corado a
2K) rs.
Omisas francezas de linho para homem, duzia
ai ojjjOOO.
Manteletes de grosdenaple preto e de cotes a
209000.
Cortes de cambria de seda a 63.
Oitos de colletes de relludo superiores a 6*.
Sedas pretas larradss, corado a 13200.
Chaly de cores com listra de seda, corado a
(00 rs.
Cortes de gorguro de seda para collele a 22500
\elbutiua lavnda decores, corado a 500 rs.
Esguiao de linho muito fioo, rara a 1*.
Orubraiasdesilpicos muito fina?, pegaa3$20O
Lencos brancos de ombraia, grandes, duzia a
Eofeiles pretos e de cores de vidrilboa 2*
f.uvss de pellica brancas a 1$500.
Riscidos franceies finos, covado a 220.
Meias cruas muito finas, duzia a 3*500.
Bita como rauitas outras fazenjlas baralissimas
tanto para oegociir como para gasto das farailiis
|e urao a m>ior economa comprando ; na loja
de uzeadas e deposito de machinas de costura
Oe Kaymundo Cirios Leite & Irmo. n. 12, ra
So Magalhes
Mendes.
Na ra da Imperatru, outr'ora aterro da Boa-
V.sta, loja armaienada de 4 portas n 56, recebeu
r. -r> sortirnento de cortes i1e cassas francezas com
_ -v.os e7 babadosa 3$, ditos de cambraia de 7
dados enfeiados com traoga a 3*500 e 4, di-
tos de tartatana de cores a 3* e 3$500. ditos de
cambraia de babados de diversas qualiiades a 4*
e 35, finos corlas bordados eofeitados com entre-
iei de 2, 3. 4 e 5 bsbados a 7* e 8*. pecas de
cintas de cores fixas a 6j e 6*500, ditas france-
sas a 83, 8j500 e9g, ditas de organdys com 30
ctvados a 13}, ludo em perfeto estado.
As 4 portas da loja arma-
zenada de pars
Ra da Imperatriz, loja armazenada de 4 por-
tas n. 5G, sende-se barato orgaodys de lindos
sslos a 500 rs. o covado, riscado trancez a 200
C o covado, chitas francezss a 240, 260 e 280 o
corado, ditas eslreilas a 180 e 200 rs. o corado.
Cobertas.
C iberias de groxe a 9*. ditas de chitas a 1*800,
eacoes de linho a 2*, ditos de algodo a 1* e
12200, eotremeios e liras bordadas a 1*000 a pe-
ca, saias de balo a 3*. ditas de filas largas dos
lad is a 3500. A. loja armazenada est harta m-
as 9 horas da noite.
Bom e assim barato
Ongoem deixa da comprar urna pasta para pa-
pel por ljoao. Na loja d'aguia branca acha-se
ssjMporcae de boas e perfeitas pastas para pa-
pal cjio calendario perpetuo, e ndice das festas
tu idavei, polo que se tornam de rauita utili-
dad-, e o pequeo prego de 1*000 Cada urna
e*Bvida a apro?eitar-se da occasio em que se
Ostia ellis vendendo por raelade do que sem-
nre custu'ara ; assim dirijam-se a ra do
Qieimado, loja d'aguia branca n. 16. que ser
servido.
Gravatinhas de raiz de
coral,
e melhor que possivel. Vende-se mui bonitas
gravatinhas de raiz de coral com duas e tres
vo.tase lagos nis ponas, seodo ellas bastante
co-npndas. avista do que sao baratissimas
j>0 e 3JO0O: assim bom e barato s6
4 aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Em casa de Adamson, Howie & C, ra do
rjpiche Novo o. 42. vende-se :
fichas de corliga finissimas.
Lona e Qlle.
fio de vela.
Superiores tintas de todas as cores.
seUiofl, silhoes, e arres para carro ou cabriolet.
Objeetos de gosto para
casamentos.
A. loja 'agoia braoca acaba de receber de sua
acommenda um completo sortirnento de objee-
tos de goslo, proprios para casamento, sendo
finas luvas de pellica eateitadas para ootvas de-
licadas capellas com 1 e 2 caitos para o p'eito
caixos brancos de flores mui finas, bonitas fita
Orticas lavradas para lagos, ditas muito estreitas
para eofeiles de vestidos, franjas de seta e (rau-
cas brancas para o mismo fin, meias brancas
4* eda, fazeada muito boa, bonitas ligas de
dita (lio bem ha para menina) grvalas bran-
cas do seda e chamalote para ooivos, a flm
tna rariedade de objeetos escolhidas ao melhor
oslo, eo mais mo,lern>. todos proprios'para
casamentos: na rus do Queimado, loja d'ajruia
Granea, n, 10.
Vende-se por 3:600* a. cmoo. 41 na.ra do
Rosario da Boa-Vista, a qual polos commodos
que tem val mais de 4:0003 : tratar na mesma-.
Arados amen cano se machn
paialavarroupa:emca*adrS.P.Joi
hntton 4 C. ra da atzala n.4-2.
Grande sortirnento
Fazendas de todas as qua-j
lidades.
Na loja n. 23.
Vestidos de blonde, ditos de seda, di-
phantasia e de cambraia or-
tos d
dados.
Latinbas, sedinbas de quadros e
cambraias de cores padres modernos.
Na leja n. 23 da ra da Cdia.
Manteletes, capas compridas moder-
nas, taimas de fil e polonezas de goslo.
Fil, tarlatana, organdys com novos
padroes, cambraia com lista de cor o
mais moderno.
iVa loja n. 23 da na da CeiaT
Saias bailo, manguitos, gollas, pon-
tea de tartaruga, leques, ptrfumarias,
luvas de pelica.
Chales de todas as qualidades, gros-
deaaples, chita franceza, esnbraia
branca etc., etc.
Koupa feita.
Na lojan. 23 da ra daCadia.
Completo sortirnento de paletots, cal-
cas, colletes,camisas para homem, me-
oioos e senhora.
Vf>de-se muito barato
Vende-se muito jarato
Na loja n. 3
Na loja n. 23 de
GHRGEL 4 PERD1GAO'.
45 RuaDkeita
Magnifico sortirnento.
Sempre condescendite e nraietrteiro con
(regoezas que Ihe traiem dinbeiro, o propieta-
rio deste grand eslabelecimetito continua- a o(-
ferecer ao-pdWtt, por precos mdicos e semore
inferiores aos de outro, o seu bello lortlmesto
Homem.
Borzeguios Vctor Emmanoel. .
couro de porco. ....
lord Palararston (beztrro) .
diversos fabricantes (lustre)
JohnRuswll......
SSpatesliantes (bateri* interra). ,
patento .........
ttanca (portuguezes). ; .
(francezes).....
entrada baiza (sela e viraj. .
muito chique (una avia). .
Senhoras.
Borzeguins primor (JolyJ......
brilhsntina......
aspa alta. .. .
*' -.* baix"*
31,32,33,34. .
decores 3,33.^4. ;
Sapatos com salto (lotyjj ...
francezes resquinhos.. .
31,32,33 e34 luatrev

Sa palos

>
109000
lO000
99500
99OOO
89500
59500
5800
2S00O
lg500
5|500
3S0OO
5S500
55000
59OOO
49500
45000
85390
99240
19000
Queijos do vapor a 2$400
QaeUo prato a 720 rs. a libra, e 640 rs. intei-
r0' fBnada muito alva a 480 rs. a libra,
alptflBw Ntfaeo a 189 rs. a libra, saccas com 20
cuiiad fciia fradioho a 99; na ra das Cruzes
d. S4, esquina da trmssa do Ouridor.
Trina e gales.
N lojan. 50 da ra da Gadeia do Recife ba
para vender trina, gales e rolantes por precos
commodos.
Novo sortirnento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja d'aguia branca recebeu prximamente
um novo e lindo sortirnento de cascarrilhas de
soda para enfeites de vestido, sendo de difleren-
toscores e largaras, e como sempre as est ven-
dendo baratamente a 2$, 3,4 a 58 a peca, precos
loa que em nerrhua ontra parte se acham, e
s sim na ruadoQoefmado, loja d'aguia branca
onumer 16.
o pavao.
E um rico sortirnento de couro de lustre, be-
zfrro francez, marroquim, sola, raquetas, cou-
rionos, fio, tanas etc., por menos do que qual-
quer outro pode Tender.
a
na loja
Transelins grossosde re-
troz para relogios.
Vendem-se a 50 rs. cada um na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca, o. 16.
Bandos de nova epro-
veitosa invenco.
Aioja d'aguia branca acaba de receber urna pe-
quena porgo de bandos de urna ora e pro-
veilosa invenco, coro os quaes muito adianto
as senhoras na composi;o de seus cabellos. Es-
ses novos e preciosos bandos sao de corapridos
cabellos humanos mui bem tecidos e seguros em
pequeos penle com os quaes se prendera a-
quelles por dentro do cabelio da senhora, ser-
rindo de enchimenlo o mesmo que elles trazem,
e depois junto o cabello do dito ao da pessoa faz
um liodo e perfeilo amarradilho, principalmen-
te quando a senhora tem pouco cabello, e em
todo o caso sao dispensadas as pesadas trouxas
u;ue ento se usavam. E' o que de melhor e
mais moderno apparoce, e a vista da perfeico e
utilidade da obra sao biratos por 69OOO o par
Os cabellos sao prelos e castanhM, conforme os
oaturaes das senhoras. Elles achamse somon-
te na ma do Queimado, loja d'aguia branes
n. 16.
ILWIfilT
para vestidos de senhora e
roupinnas de criancas.
Naloia d'aguia branca se encontra um bello
sortirnento de franjas de seda, la e linho, braa-
cas e de cores, propriaspara enfeites de vestidos,
assim como urna dirersidade de galo de seda e
linho, brancos e de cores, abertos e fechados, lar-
gos e estreilos at o mais que possivel, trancas
tambera de seda, la e linho, de differentesqua-
lidades, e os que de melhor gosto se pode en-
contrar era taes cousas: por isso quena precisar
de taes objeetos, dirigir-se a dita loja d'aguia
branca, na ra do Queimado n. 16, quesera bem
a as ses* &&m mmmmn
{ A loja da bandeira I
Nova loja de funileiro daj
ra da Cruz do Recife
numero 37.
g Manoel Jos di Fonseca participa a
II lodos os seus freguezes tanto da praca
g. cmodo malo, e juntamente orespeit-
vel publico, que lomou a deliberado de
balsar o pre^o de todas assuas obras, por
cojo motivo tem para vender um grande
sortirnento de bahs e bacas, ludo da
differentes tamanhos o de diversas cores
om pinturas, e juntamente um grande
sorlimento de diversas obras, contendo
banheiros e gamelas grandes e pequeas,
machinas para cafe camas de vento, o
que permite vender mais barato possivel,
como seja bahs grandes a 49 e peque-
| nos a 600 rs., bacias grandes a 59 e ae- __
3 quenas a 800 rs,, cocos a 19 a duzia, Re- ]
E cebe se um official ds mesma officina S
S para trabalhar. f
tmmwimwi su tmmma^M
a f-jooo.
Veodo-se o approvado remedio para matar ra-
tos e baratan, chegado palo ultimo vapor da En-
copa : na rus da Senzaja Nova n.l.
ftaalaSaealaNoyan.42
*enda- m calada S. f./flnlWtOB LC.
sftinsa ilhoesnglaM,endaoiroaeaaJt5ao ^l''
ronaados. onas plazas, 8o ivala,chicoi. J0B,B,
para carros, montara,arraiof para currada
aroJdua cvalos ralofiosda auJO paianu
DESTINO
DE
Jos Das Brandao.
5Ra da Lingueta~5
O novo destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manteiga iogleza a 19 a libra
dita franceza a 700 rs.. cha proto a 19400, nas-
sas a 560, conservas inglezas e porluguezaa a
700 rs., aletria, talharim e macarrio a 400 rs. a
libra, toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra, banha
de porco refinada a 480 r< latas com peixe de
postas a I94OO, cerraja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 59 a duzia, dita preta a 600 rs. a garrafa e
69800 a duzia, tanto em garrafas como em meias
ervilhas rancezas e portnguezas a730rs. a lata)
spermacete de 4, 5 e 6 am libra por preco mui-
to em conta, vinho do Porto engarrafado fino
(velho) a 1#500 rs., vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vioagre branco a 320 rs. agar-
rafa, e outros muitos gneros que escusado
menciona-los, que do contrario se tornara eofa-
donho aos freguezes. (Dioheiro i vista.)
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branea acaba de receber ees*ao-
va e apreciavel agua ambreada, de uk aroma ea-
cellentemente agradwel. filia serr acertada-
mente par* se deitar algumas gotas n'agaa pura
com que se banha o rosto, resultando laso que
reesc econservs o vigor da culis, com tpeeia-
lidade das senhoras ; assim como para se deitar
d gas de banho, que o Ibrna mu deleitavl. re-
sultando alem de refreaesr o tirar ou tazer daaa"?
pareev-r eaae balito eosgradavel qua qataoi aom-
pre m tea pelo transpirar. Tambem tem apae-
ciosidadede acalmar o-ardor que deixa a navalba
quando ae faz a barba, urna v que a aguo com
que se lare o rosto tenba della compnsicTo. toa-'
ta-ofrosco-lft o quearaprecia o bonrrtb^elrtrt
certamente decomprardessa eatimavel agua am-
breada. isto na loja d'aguia branca, na rna do
Queimado 0.16,-Bflica parte onde sftixhax.
Na ra Nova n. 47, junio a CoBcei^ao toa Ui-
litares, acabam de receber um grande sortirnen-
to das verdaderas camisas inglazas pregas lar-
gas e eslreitas peitos, collarinhos e punhos de
linho, e come seja grande quanlidade tomamos
5** nra?aodo,,enderpel0 dimiout preco de
009 e 409 a duzia, uniformes de casemiras de co-
res a 208, 259 e a 309, assim como muitas ostras
fazendas queso com a vista que se pode reco-
nbecer o que barato.
Admiravel pechin-
cha a 3,500 o corte.
Na loja do Pavo.
Grande e variado sortirnento de cor-
tes de cambraia de seda tanto de barra
como de xadiez, de listas ou de flores
matisdas iazenda de 8$ que se vende
3#500 para apurar, dnheiro: na ra
da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
Silva.
Raiz de coral.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B
vende-se a verdadeira raiz de coral a 900rs. o fio!
C*ixinhas com msica.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, chegado de sua propria eocommenda muito
lindas caixiofaas de costura com msica, proprias
para mimo, que se vende muito barato.
Enfeites de flores para ca-
samentos e bailes.
Chegou para a loja d'aguia branca lindos e de-
licados enfeites de flores finas,feitos com muito
gosto e a ultima moda, sao mui propriospara as
senhoras que vio a casamentos e bailes, e ser-
vem igualmente para passeioa. Oa precos sao 89,
e **** Pr^m luem apreciar o bom conhece-
r que sao baratos, e parao 6 dirigir-so a ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Bonitos toucado-
res de armaco e gaveta,
proprios para os senho-
res acadmicos, etc.
A loja d'aguia branca acaba de receber mui
booitos toucadores de armago preta, torneada
e gaveia com embutidos e machetados que os
tornam mui elegantes, os quaes servem excellen-
(emenle para os senhores acadmicos, gabinetes
de senhoras, salas de detraz, e de rapazessoltei-
ros. e polos precos de 8, 9 e IO9, sao baratsi-
mos oa verdade, e quem os vir na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, se agradar, e
ntallivelmente comprar.
PHVRMICIABARTHOLOMEO
Ra larga do Rosario n. 36
Rob 1'Affecteur.
Pilulas de Allezou..
Pilulas americanas.
Vermfugo inglez.
Pilulas Holloway.
Ungento Holloway.
inda ao
Pavo.
Chitas baratas.
Vende-se chitas escuras de
cor fixas a 4#500 a peca a 120
rs. o ^covado por ter um pe -
queno toque de mofo: na ra
4a Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva.
A 30000.
Ricoa restidos- do cambraia d core, fazeada
inteirameote nova, afian^audo-se ser cor segura
eom 81|2 varas, qud se veude na ra da Impera-
" 60, loja de Gama & Silva.
de co-
Pe^as de ftta delinho brincas e
res a
Groza de penas de aqo muito finas a
Frascos de opiata para limpar denles a
Copos com banha muito boa a'
Espelhos de columnas msdeira branca a
Carleiras para guardar dioheiro
Rialeios para meninos a
Baralho portoguez
Varas de franjo para cortinados a
Groza de butoes de lou^a braneos a
Tesoorasmoilo Qnas para unhas e cos-
tura a
Caixas de cherutos de Havaoa muifo su-
periores a
Cartas multo finas para voltarete o ba-
ralho a 240 e
Varas de bico larura de 3 dedos a
Oarrafas com agua celeste para cheiro a
Rialejoscom 2 veces para meninos a
Venda de propriedadtes
Vendem-se as casas terreas sitas na roa atraz
da matriz da Boa-Vista n. 30 e 32, Rangel n. 79,
e ra do Forte sjb^6, todas com solos proprios :
a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Soma,
ra do Queimado a. 12, primeiro andar;
."" "endem-se 4 escravos, sendo urna negri-
nna de 13 annos, um cabra escuro com principio
ae campia, e>us pretos de servieo de engeoho,
sendo um banqoeiro : na ra da Imperatriz n. 10
400
049
19501
500
40
20
240
120
400
49000
320
120
19500
109
rlz n-
Pe chin cha
Vestidos brancos bordados com duas saias fa-
zenda especial, vende-se a 10*, cada um ; na*ra
Nova n. 42, defronto da Conceicio dos Militares.
Na verdade.
Chapeos de castor raspados pelo preco de 59OOO
cada um ; s se vende na roa Nova n. 42. de-
fronte da Concedi dos Militares;
franceza, padroes modernos e rquissimos a 560
e 640 rs. a vara : vende-se na ra Nova n. 42
defroate da COnceigSo dos Militares.
aiulada^uHo fina a 45 5 e 69 a peca : vende-se
na ra Nova n. 42, defronte da Conceicao dos Mi-
litares. *
fina de muito goslo a 59 o corte ; vende-se na
ru Nova n. 42, defronte da Conceicao dos Mili-
tares.
superiores, rendades e com bico, fiogiodo saia a
5$ e69cadaum : na ra Nova n. 42, defronte
da Coneeigao dos Militares.
A VISTA FAZ FE'
Quem quer apre-
ciar a bella fumaba.
CliPRoem fragaii, antes que se acabe: na
ra Nova n. 56 ha um completo sorlimento de
fumo da Baha que se vende por atacado e a re-
talno, e um bello sortirnento de charutos de Ha-
vana, manilha, e os afamados flor do Brasil, sus-
piros, liricos, apraziveis, regala imperial, gaa-
nabarras e aparisienses, e lodos os mais charutos
do afamado aulor Simas.
Tachas e moendas
Braga Fiho & C. tem sempre no*seu depo-
sito da ra da Moeda n 3 A, um grandesor-
mento da tachas e moendas para engenho de
muito acreditado fabricante Edwin Maw atra-
car no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
n. 4.
Batatas.
Vendem-se batatas a 19 a arroba, e 40 rs. a li-
bra : na ra Nova n. 69.
J chegou o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Badway & C-, de New-York Acham-sa i
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambero che-
garam as inslruccoes completas para se nsarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po
de procurar a molestia que se deseja curar, oa
quaes se vendem a 1*000.
Vejara o Pavo.
Vendem-e riqusimos cortes de ves-
tidos de seda de cores fazenda que se
vendeu por mais de lOOfl cada corte e o
Pavao vende pelo diminuto preco de
Oft, 35$ e 40^, por terem um pequeo
toque de mofo : na ra da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & Silva.
Vende-se em casa de Adamson, Howie C. ra do Trapiche Novo n. 42, biscoitos inglezes
sorlidos, ,em pequeas latas.
lival sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos precos abaiio declarados pa-
ra apurar daheiro, pois o que muito precisa,
com necessarios para costura SaJ^Su^rior^. LS.J":
Acaba dechegar para a loja d'aguia branea mui /elo a 40
lindas caizinhas matizadas, com espelho, tesoura, u'.la do gaz brancas e de cores, novelo a 30
caivete, agulheta, agulheiro, dedal e ponteiro, D''a de carretel muito boa, carretel a 30
ludo praliado e de apurado gosto, emfim urna Nvelos de llnha do gaz brancas a 10 e 20
eaixioha escolente para um presente, e mesmo Carreieis eom linha preta muito au-
para qualqner senhora a possuir, e vendem-se a '
109 a 129.: na lo^a d'aguia braoca. ra do Quei-
mado n. 16.
Campos A Lima.
Na ra do Crespo n. 10 continua a vender lin-
das fofos de cambraia para guarnicode vestidos
por commodo prego.
Attengo.
Vende-se um preto de meia idade, que enten-
de de Iavonras por estar affeilo a isto, e o motivo
da venda querer o eseravo ir para o mato : a
tratar na roa do Rangel o. 90, primeiro andar.
se espanteni.
Chegatam as alampada* de latao to procura-
uaa, thuribolos, navetas, caildeirinhia para agua
basta, oaisiobas com frasco*' para santos leos
oaropainhas para'toeau sent* da todo* 00 taaoa-
nboo, tudo con} muito gosto c par precos com-
modos ; na ra Nova n. 98, defronte da Gonc**-
Cio, noaauite anljgo deposita do Bree*.
Vendem-se travs de 30. 40 e 60 palmos,
eoibrmj jam: -. oo Iorper.to, p< ^
des a
Varas de franja de 11 muito bonitas a
Pecas.de tranca do la muito bonitas e
eom 10 varas a .
Pares de meias cruas para menino a
Ditos titos de cores todos os tamanhos a
Ditos de cores para meninas a
Duzia de meia* croas psra homem a
Cartoeede linha Pedro V com 200 ju-
das a
Caitas com tissoes paraacender charu-
tos a
Caixascomfphosphoros de seguranza a
Duzia de phosphoros do gaz a
Filas para enflar vestidos muito gran-
des a
Frascos d'agua de colonia muito supe-
rior a
Ditos com cheiro* muito fino a
Duzia de meiss para senhora o melhor
que ha a
Pecas de traootolM de la sertidas a
Saboneles soperiooes e muito grande* a
Groza de boto** do coso pora caler sendo
pequeo a.
Dita de ditos grandes a
Troaoia do Pom superiores vara* a
160
100
200
208
160
120
29400
80
40
160
240
80'
490
509
99OOO
> 50
190
120
240
160
Vende-se a todos miudezas baratas
Appareca dioheiro que a vista faz f ;
Correi fregueziohos s estrellas gratas
Que no Rosario divisam a loja que .
Loja das tres estrellas, rna
larga do Rosario n. 33
Eufiadores para espartilhos a 60 rs., ditos de
ES* pret0 a 10 "' Ba,lo branco de linha a
100 e 120 rs. a vara, ditos pretos de seda a 1600
a pega com 10 varas, fita de velludo escoceza
para sintos a 19 a vara, ditas encarnadas a 800
e 19, Ota lavrada de la e seda a120, 240 e 400
rs., ditas de garca a 480 rs., ditas de srja a 800,
19 19500, fita com cohetes a 320 e 360 a vara
laida velludo estreita a 19 a pe?a, ditas de cor
Son ira ?AUDh\5. com 86ulh rancezas a
1JU, lO e 240 rs., bico de seda a 120, 240 e
320 rs., ditos largos a 800 e 19200 a vara, bico
preto de linho a 240 e 400 rs. a vara, franjas de
la preta a 700 rs. a peca com 10 varas, trancado
para onfeitea 800 rs. a pega com 15 varas, nen-
ies do tartaruga a imperatriz a 79 e 89, ditos
para tirar bixos a 320 rs fita de sarja eslreia
com pouca avaria a 19 a pega com 11 varas tra-
mla a 320 e 400 rs. a pega com 15 varas, guar-
danaposde linho a 200 dnzia 2$, escovas para
faci a 640, 800 e 19, ditas Onas a 19500, barre-
tes de palha para meninos a 2J500, ditos de pel-
lucia branca fazenda de apurado gosto a 59 es-
tampas de diveraas imagens a 120 e 160 rs., ditas
brancas cousa nova a 320 e 400 rs., ditas colo-
ridas muito finas a 800 e 19. tesouras para eos- ^
inna W' 16 e 240 "- dit" muit0 fina9 a 320
e 400 rs., caivetes para aparar penas a 100 e
160 rs ditos muito finos a 800 e 19 com duas
folhas, dedaes brancos a 40 rs.. escovas finas pa-
ra denles a 320 e 400 rs., ditas para unbas a 120
-^lau para cabelI co*n cabo de bfalo a
195 00, botoes de osso grandes para paletot de
bnm a 500 rs. a groza, ditos de maesa preto pa-
ra paletot de alpaca a 720 e 800 a groza, ditos
de seda para casaca a lg600 e 2#800. ditos de
massa couss nova-a 3$ a grosa, boioes de vidro
F,ru ca*a*e1ue a 20 e 240 rs. a duzia, ditos de
linha a 240 rs., abotuadara para collete a 240 e
BW rs, carleiras grandes para dinheiro e lel-
tras a 6J, capachos para porta a 480 rs., ditos
grandes para sof a I94OO e outras muitas quin-
quilleras que se vende sem reserva de preco
para acabar. *
Feijode corda
no armazem de Tasso Irmos, ra do Amorim
BS5.
Cabo de marfim e madrepero-
la, escovas para deotes.
Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
do bom, mu delicadas escovas de cabo de mar-
fim e madreperola a 29 e 2g00 cada urna. Com
urna escova assim delicada faz gosto limpar-se
os denles, e para as comprar dirigir-se ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ray m undo
Carlos Le i te &
Irmo recebe- I
ram pela bar-
ca Clarisas vin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorti-
moto das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
me (horados
com nnvos
a pe rfe i coa-
mentos, szendo pespoDto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na raa da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tamben) receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha d* todas as cores tudo
fabricado expresamente para a* roesmas n
chinas.
pfea do lienadt lojpl
I de 4 portase. 10.
|Ferro < Biaia.s
Vende-seo seguinte .
* Cortes de seda para vestidos de
- senhora mair modernos que
f,u ,,eH1 Tndo a este mercado a 259000
vfea*lee-Oto touquim finos a 16f,
259 e 36S00
^.Hernestinas fazenda decadssi-
,,. ma o covado a 4*0
LindissimoschapeosaGaribaldia 159000
fp Eneites a Traviata a IO9OOO
A Superiores camisas de linho ai>er-
tas a reodas para senhora
jSk Casaveques braocos bordados
' Leogos de cambraia bordadas
W duzia a I96OO e
%ft Setim preto melhor que
sivel o covado
e
pos-
09000
119000
29000
39000
bedag pretas lavrada a 19 e 19500
Chapelioas de seda para senhora lOgOOO
Lengos de cambraia bordados
propriospara acto de igreja a 500
Enfeites de flores para cabega de
senhora a 2$000
Cortes de cambraia de salpico a 2J00O
A\iso s familias*
ARMAZEM DE FAZENDAS
N.49Roa do QoermadoN 19,
D&
Santos Coelho.
A 8$e lOflOOOocorte.
Lindos cortes de phantazia oto seOo com 3 fo-
lhos, pelo baratissimo prego cima.
14. corado* por 2Jf.
Corles de riscado francs com 14 corados por
29, eslao-se acabando.
A 25# o corte.
Ricos cortes d seda com algum mofo pelo ba-
rato prego de 2.
Letwjoes a 1^900, 3$ e 5f300.
. eBCOe8 d# twnno de linho e brsmate fino a.
J9900, 39 e 3&300.
O corte a 40.
Ricos cortes de seda de todas as cores a 40?.
48t) e 6i0 r. a vara.
Algodo moostro muito superior a 480 e 600
rs. a vara.
A 10-2SO a vara.
Bramante de algodo com 10 palmos a 19280 a
vara.
A 2$500 a gollnha. '
Golliuhas de traspasso ricamente bordadas a
pSOO.
A500rs. atoalha.
Toalhas de fustao p*lo prego de 500 rs.
Cobertas de chita a chineza a 1J;8O0.
Colchas de fustao a 6g.
Capellas de flor de laranja a 59.
Lindas cambraias de salpicos brancas a 59000 a
pega.
A 1^600 a vara.
Atoalhado de linho para mesas a I96OO a vara.
A 2^500.
Cbalesde merino estampados a 29500.
A240rs.
Chitas francezas escuras a 220 o covado.
Pccluncha, a 6*0 rs.
Grosdenaples de quadrinhos a 640 o covado.
leudo algum mofo.
Alj'o covado.
VellirHho encarnado proprio para rouoa de
meninas a 19. r "
Encyclo- %
pedica |
lu ^ja de fazendas
[Ra do Crespo numero 17.1
DE
Guimardes A Villar.
Para acabar com certas fazendas ven-
demos baratsimos :
Chapelinas de seda de rquissimos gostos
a 129 cada urna.
Ditos de palha de Italia a 289.
Gollinhas e manguitos de puobo de su-
perior qualidade a 39.
Casias de cores fixas e delicados padroes
a 280 rs. o covado.
Sedas, cambraias, cassas, chitas e tudo
quanlo perleoce para adornos de se-
nhora por baratissimos pregos.
Calgado Mell de 2 solas e sola fina.
Pftra homens.
Grande sorlimento de ronpas feitas e
Chapeos de todas as qualidades.
rerofiosdeouro, patete ingle, de um dos mais
ajamados fabricante* da Liverpool; unbeam
UM' variajtda de bonito iraacoUtj para ot
moeaios.
Importante
Atso
Na loja de 4 portas da ra do Queimado n. 39,
acha-se-um grande armazem com todo o sorti-
rnento de roupa* feitas, paracujo fim tem mon-
tado urna officina de alfaiate, estando enearrega-
do della um perfeto mostr vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que s* Ihe
encommende ; por is<$o que la
. por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade
lllms. Srs. offlciaes tanto da armada
exercito.
como
aos
do
ftua Nova n. 56,
Garil>aldi.
Joaquioi Farreira da Costa participo ao reapei-
tavel publico e com especialidade aos seus nu-
merosos frescotes, tanto da praca.e*me que acaba de receber de Paria pelo ultimo navio
uma-neva factura de chapeos de senhora e me-
ninas cmala, de seda, velludo e palha, etam-
bem se encontrar um completo sortirnento' de
ehapeos para homem, d* fekro, copa baiza al-
ta, e de lontra, e francezes, e de castor brancos
prova d'agua, ditos para a feaU que saorescos
na cabega ene bolsa por seren bantos*
Relogios.
V*nd*-a* emeaaade J*hnstonPatar fe C,
Faz-se urdas, fardoes com superiores preparo*
e muito bem feitas, lambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figurines que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquinhas
para montana, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prats, tudo ao
goslo da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadorea e de qualquer juiz segundo o
etylo de Coimbra aonde se fazem as meihores
eonhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
desenos a matiz de todas as cores proprio* para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
rara pelo gosto i francera* Na mesmo casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiangando
que por todo se rica reseonsavel como seja boas
fazendas, bem eito e bem cortev n>o ae falta no
da que se prometter, segundo o systema d'onde
veio o mostr, pois espara a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nado perdem em es-
perimentar.
Na loja d'aguia do ouro, ra do Cabug n. 1 B
recebeu umlcompleto sortimeoto de gollinhas d
missanga, sendo de todas sseerea-
Ra do Crespo.
Loja n. 25 de Joaquina Ferreira de Si, ven-
de-se por pregas muilo barato* os segnintes fa-
zendas de superior qualidade e modernas, sedo*
de quadros miedo* pora vestidos do senhora e
meninas a 800 rs., babados largos e traospareu-
tes 3j> a pega, eotremeios muilo fines a 19500,
capas de merino e.fsto para senhora a 59, chi-
tas larga* e*cora*e clara** 240 rs. o covado,
roupoes de sedea 10$, pegas de bretsnha do al-
godao a 29, riscado francs muito fine a 180 re.
manguitos bordados finos a 2, gollinhas borda-
das a. 640 ra., alberno* do paoao felpudo para
homem proprios para ct,ua alO#,.capa* rassia-
^ooaaiherquetem vin4o a este mercado a
309. polWots do panno proto a 18f e 209, aobre-
casaoaade dito moilo fina o 25$, calcas do c*o-
mira prota e de core* de59 a8J, dita* da bro
branco e de cores de 29 a 59, paleloU d*.alpaca.
O.debrimde39500a59, camUao, branca* e de
transparentes a 240/ rs. o covado, atafm como
outras muila* fazenda* que so ventftrao por me-
nos do seo valor paro fechar coalas, Tstusrios
,lo brim e fusilo todos guarnecidos e eniertjthrt
para meninos a 2f.


BUfttO.ai *M*mkM*UW. .4- EGUiNlU FEflU 10 OI AGOSTO DI 461.
(7
Chegueti ao barato.
JTende-ee o eogeoao Tirir ito na comarca
0 do Cabo, com as propongas aetaiotes: dista d*
PMgUVS est quetmando, n sua laja na aatraaa-de (erro urna lagoa, aporto para embar-
que em diaUoeia de 200 brabas, coa Ierre do pa-
ra grandes safras, e temmuitos terrenos para se
abrirem com facilidad, ha grande aereado e
muitas malas Este engenho doto ebem obra-
do ; -a tratar oa roa da Praia n. 47, aegundo an-
dar, ou oo engeoho Cifuod, sitio em distancia
de meialegoa da estagao de blinda com o abaixo
asstgoado.Joao Paa's Barrete
ra do Queimado n. 2.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas a 29
asemira aseara eafestada propria pata ealsa,
cllete e palitos a 960 rs, o covado, cambraia
organdiz de mu ito bom goslo a 480 rs. a vara,
dita liza transparente rauilo fina a 38, 49 e 69
a peca, dita lapada, com 10 vares a 5$ e *. a
peca, chitas largas de modernos e escolhidos pa-
droes a 240, 260 e 280 rs. o covado, requissi-
mos challes de merino estampados a 79 e 89
ditos bordados com duas palmas, lanuda muito
delicada a 9| cada ura, ditos com urna s" palma
muiio finos a 89500 rs., ditos lizos com franja
de seda a 59, lencos de cassa com barra a
100,124) o 160 rs. cada um, raeias muito finas
para senhora a 9 a duzia, ditas de boa qualiJa-
de a 39 e 39500 rs. a duzia, chitas francezas
de ricos desenhos para eoberta a 280 rs. o cova-
do, chitas oscuras inglezas a 59900 is. a peca,
e a 160 rs. o covado, brim branco de puro linho
a 19,. 1920O e 19600 rs. a vara, dito prelo
muito'encorpado a 19600 rs. a vara, brilhantina
azul a 400 rs. o covado, apalea de diferentes
cores a 39600 rs. o covado, casemiras pretas fi-
nas a 29500, U e 39500 rs.* o covado, cam-
braia preta e de salpicos a 500 rt. a vara, e ou-
tias muitas fazendas que se far patente ao com-
prador e de todas se da rao amostra com penhor.
Attenco
Fazendas e ron-!
pas feitas baratas.
NA LOJA. DE
48Ra da Imperatriz--48
Junto a padaria franceza.
Acaba de chegar a este estabeleci- '
meato um completo e cariado sortimeoto
deroufsas de diversas qualidades como
ajam : grande sorlimeato de .paletots
de alpaca preta e de cores a 39 e 3500
ditos torrados a 49 e 4*500, ditos france-
tea fazenda do 108 a 6J500, ditos de me- '
ri preto a 69, ditos de brim pardo a !
3$80O e 4$, ditos de brim de cor a 3500 '
ditos deganga de edr a 33*00, ditos d !
alpaca de la araarella a imitaco de Da-
Iba de seda a 3500 e 4. ditos de meia
caseraira a 4500, 5$ e 59500, ditos de I
caseraira saceos a 13$, ditos sobrecasacos '
a 15J, ditos de panno preto tino a 20
22$. 28. ditos brancos de bramante '
3*500 e 49, calcas de brim de cora 11800 !
2J50O, 39, ditas brancas a 3* e 4*500 di- '
tas de meia casemira a 3*500. ditas' de i
casemira a 6*500. 7$500 e 9*. ditas ora- '
tas a 4$500. 7*500, 9* e 10*, colletes de I
Sffi *-?esla a l602' ,lilos de fusl'
25800, ditos brancos a 2$800 e 3*. ditos
da setira preto a 3*500 e 4*500, ditos de
gorgurao de seda a 4*500 e 5*. ditos de
casemira preta e de cores a 4*500 e 5 i
ditos de velludo a 7*. 8$ e 9*.
Completo sortimento de roupa para '
meninos como sejam caigas, colletes. pa- i
.e^&iC"IMf a ^^Oe2*.ditas defvisto J
a-2*500, chapeos franceses para cabeca I
fazenda superior a 6*500, 8$500 e 10*. I
ditos de sol a 6j e 6>500 dUog
ohora a 4$500 e 5*. Recebem-se alcu- !
mas eocommendas de roupa por medida
e para isto tem deliberado a ter um con- !
tra-mestre oo estabelecimento para exe- ]
cutarqualquerobra tendente asua arte, i
Fazendas.
Aobarateirodarua da Imperatriz n. ;
48 junloa padaria fraoceza, vende.se: i
ricos cortes de cambraia brancos e
bordados com dous folhos a 6*000 ri-
cos cortes de vestido de seda escocesa
pelo brrato prego de 12$, cambraias lizas
muito finas com 10 jardas a9*500e4*e'
de Escocia a 6, saias a balao de arcosa
2*o00, cortes oe chita franceza adiaman-
tada com 14 covados a 5$, pegas de cam-
braia lisa para forro com nove varas a 2*
e um completo sorlimeato de chita fran-
ceza a 2*0, 260 e 280 rs. o covado e das '
inglezas a 180 e 200 rs. e outras muitas
fazendas por precos commodos.
ummamm m mmmmmm
Para se comprar as verda-
deras luvas de Jouvin, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Esta loja tem constantemente recebido de sua
Sropria encommenda as verdadeiras luvas de
ouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
vapor francez e continuar a recebe-las por lo-
dos os outros ; por isso quem quizer comprar
boas luvas escusa caosar-se, dirlgir-se aloja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16, que ahi
aera bem servido.
Coral de raz
Vende-se muito bom coral de raiz, o fio a 19 :
a ra do Queimado, loja d'aguia branca o. 16.
Casemiras
finas, padrees de muito gosto, a 49 cada corte :
vende-se na ra Nova n. 42, defronte da Concei-
co dos Militares.
Entre-meios
i
os melhores que se tem visto.
A loja d'aguia branca recebeu um ezplendido
sortimento de ntremelos de delicados bordados,
e gostos inteiramente novos, com difierentes lar-
guras, do mais estrello at maii de 1(2 palmo,
suas diversas applicacoes escusa dizer-se porque
todas as seohoras sabem : os pregos sao de 2 a
59 a pega conforme a largura, e tal a bondade
delles que quem os vir e apreciar o Lora, iofalli-
velmeote os comprar : na loja 'd'aguia branca,
na ra do Queimado o. 16.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para contas e facturas, papel mata-borrao ; ven-
de-se na loja d'aguia branca, ra do Queimado
numero 16.
J2I6S2*55*6 $ 916016aBSttOBW
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann limaos &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos S
de borracha de qualquer com- 1
primento e grotsura, pannos de 1
j borracha, rodetas de dita, so- 1
fg bre ditos artigos tomam-se en- II
S commendas. g|
** WWwwWrw WafWWTfWWcnWWW WaFm #10% WVWWw ame
Gollinhas.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug o. 1 B
recebeu-se um completo sortimeoto de gollinhas
de missanga de todas as cores.
Em casa de Kalkmann Irmos
i C., na ra da Cruz n. 10, exis- |
te constantemente um completo
sortimento de
Vinhos Bordeaux de todas as
qualidades.
Dito Xerez em Larris. ,
Dito Madeira em Larris e caixas.
Dito Muscatel em caixas.
Dito champanhe em gigos.
Cognac em barris.
Cerveja branca.
Agua de Seltz.
Azeite doce muito fno^em caixas.<
Alvaiade em barris.
Cevadinha em garrafes.
Farinha SSSF.
Esta eonheci da e superior marca de
farinha ehegou a tres dias de Trieste
pelo brigue Lutania, e vende-se a re*
talho noarmazem de Antunes Guima-
raes &C, largo da Assemblea n. 15.
SLoja dos bara-|
S teiros. 8
B Ra do Crespo n. 8 A,
^ Leandro <& Miranda.
Recebemos palos ltimos navios e jc
vapores da Europa grande e variado sor-
$Jp timento de fazendas, roupas feitas e f$j|
perfumadas, e tudo se vende por menos #f
W que em outra qualquer parte, como se- !
W jam : %g
k Cortes de vestidos de cambraia branco ffe
bordado a 5|, 109, 13 e 25$.
Superiores saias bordadas a 3j?. w
f$ Baloes de madipolo o crocbet a 49. Ss
^V D>>as de clina a 6$500.
W Cobertores de la muito grande a 59. vS
f^| Chitas francezas muito finas a 280 rs. o
g& covado.
I E outras muitas fazendas por prejos 1
fn baratissimos. WB
AUenco.
Castriciano Marques de Gotrveaa, arrematante
das dividas activas da masaa fallida de riiohn.
Irmos & C, previne aos (Levadores da referida
masa, que quaoto antes venham ou maadem sa-
lisfazer as importancias de aeus dbitos, na ra
do Queimado o. 29 ; asseversndo que para coa
os remissos proceder a cobranza pelos meios
que loe faculta a lei.
loja das seis portas em
reole do Livramenlo.
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 229, (azenda fina,
taigas de casemira pretas o de cores, ditas de
brim de ganga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 49, ditos de fusto de corea a 4j,
titos de estamenlia a 48, ditos de brim pardos
39, ditos de alpaca preta saccoa e sobrecasacos,
dollete de velludo pretos e de coras, ditoa de
eorguro de seda, gravatas de linho aa mais mo-
bernas a2O0rs. cada urna, eollarinhos da linho
ga uliima moda, todas estas fazendas se venda
paralo para acabar; a loja est aberta das 6 ho-
jas da manhaa al as 9 da ooite.
Vende-se a grande e bem construida oasa
terrea da ra do Hospicio o. 35, onde mora o Dr.
Baela Nevos, com a vista o comprador conhecer
o tamanho do edificio : a tratar na pra^ada Boa-
Vista, botica do Sr. Ignacio, das 11 horas ao
meio dia.
Joaqnim Francisco de Mello Santos avisa aos
seus freguezes desta praca e os de fra, que tem
exposte i venda sabode sua fabrica denominada
Recitenoarmazem dosSrs. Travassos Jnior
& C, na ra do Amorim n. 58; massa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
bem tem fe ito oseu deposito de velaa de carnau-
za simples sem mistura alguma, como as da
composico.
Luvas de pellica.
Novo sortimento de luvas de pellica chegadas
no vapor ioglez para a loja d'aguia branca, na
ra do Queimado n. 16.
Chegou
a final o desejado tricopherous
Est venda na ra do Queimado, casa de ca-
belleireiro.
gres mmmmmmmimm
|Rua do Crespo n. 8 lo-8
ja de 4 portas.
Admira a pechincha.
L8a para vestidos azenda que
outr'ora custava 800 rs. o cova-
do vende-se a 240 rs., do-se
amostras com penhor.

-afllNDICSLO L0W-M01,
Ra daSeazalla No\a n.42.
astaastabalicimanto contina ahavarua
pleto sortisisnto da moendasaaseias moen-
das paraengenho, machinas da vapor alaixas
le farro batido a coado,dttodos ostamanhos
para dito,
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
fa loja d'aguia branca se acha mui noves e
delicados chapeoziohos para baptisados obra
mui perfeila e bem enfeitada, sendo cada um em
aua bonita caizinha, e pelo baratiasimo preco de
69, ninguem deixar de os comprar : na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado n. 16.
Opiata ingleza para
dentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria encommenda a bem conhecida eprovei-
tosa opiata ingleza para dentes, cuja bondade
apreciada por todoa quantos della tem usado, e
ser mais por quem quizer conservar asgeogivas
em perfeito estado, assim como a alvura dos
denles ; cusa cada caixa 19500, e por tal prego
s deixarao de comprar quando a nao acharem
mais na loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 16.
Enfeites de cabeca.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
chegado um completo sortimento de enfeites
para senhora, sendo ultima moda, que se vende
mais barato do que em outra qualquer parte.
Vinho chamisso.
Vende-se este delicioso vinho engarrafado a
15500 a garrafa : no novo destino de Jos Dias
Brando, ra da Lingoeta n. 5,
Libras sterlinas.
Ha para vender, na ra da Gadeia do Recife n.
12, em casa de Bailar & Oliveira.
O torrador!!!
23 LATgo do Tevijo 2,3
Quem duvidar veoha ver; manleiga ingleza
perfeitamente flor a 19 a libra, franceza a 640 e
a 680 a libra, batatas muito novas a 80 rs. a libra
assim como se torra massas muilo finas para sopa
a 440 ris a libra e outros muitos gneros perten-
centes molhados, ( a dinheiro vista.)
Atleneo
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuileiros.funileiros etc. a 1 ,S'280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir* quem os tem
para vender.
Genebra da Hollanda em bo-
tijas.
Vende-se na casa de Brender a Bran-
dis & C. : na ra do Trapiche Novo nu-
mero 16.
Deposito de ara
de moldar, cadinhos de todos os nmeros, cobre
em lencal e rodas, lalao em folha desde a gros-
mra de papel at o mais grosso preciso, eslanho
em barra e verguinha, taxus de cobre a 850 rs a
libra, chumbo em lencol e barra, telhas de vidro,
e outros muitos objectos de metal : na ra Nova
defronte da Conceigo n. 38.
Bonecas de camur-
sa com rosto de massa.
Na loja d'aguia branca vendem-se mui bonitas
bonecas de camursa com rosto de massa, e pri-
morosamente vestidas com saia balo etc etc.,
vista do que, e de sua muita duraco sao bara-
lissimas a 18200, barato assim s se encontra na
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Cera de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, ba pa-
ra vender cera de carnauba a melhor que ha no
mercado.
E ser ayos fgidos.
\usentou-se da casa do abaizo assignado
no dia 12 do correte a sua escrava de nome
Luzia, crioula, de idado 20 annos pouco mais cu
menos levando vistido de cambraia branca com
riscos cer de rosa dos lados, chali de merino
branco com flores estampadas, foi calcada. Ro-
ga-se as autoridades policiaes o capilaes de
campo a apprebenso di dita escrava, e leva-la
Passsgem da Magdatena ou na ra do Trapiche
armazem n. 13 que Sera generosamente recom-
pensado;
Recife, 16 de agosto de 1861.
Augusto Pinto de Lemos.
Desappareceu no mezde julho prximo pas-
eado, desta cidade, travesea da ra Imperial, por
detraz da do Ouro, casa n. 20, o escravo de no-
me Leopardo, crioulo, de idade de 18 annos, boa
estatura, fula, magro, olhos grandes, com urna
costura do nariz para o beico do lado direito ;
este escravo esteve alugado na Torre, ao Sr. Joo
Amorim, para onde disse que ia trabalhar e nao
foi : roga-se a quem delle souber ou pegar, le-
ve-o i casa cima que se recompensar.
Achsm-se fgidos os escravos Francisco,
mulato claro, natural da villa do Ip, provincia
do Cear, fgido em setembro do auno proxim-
passado, com oe signaes segnintes : idade de 35
annos, altura regular, barbado e cabellos pretos
annellados; e Luiz, cabra, natural do Ico, fugio
do em margo desle anno, e com os seguimos sig-
naes : idade 30 annos, altura regulir, muito pou-
ca barba, cheio do corpo, ps grandes, com al-
guns signaes de bexigas no rosto, e muito re-
grista ; suppoe-se este escravo estar oceulto por
pessoa que o proteje, pelo que protesta-se contra
quem o ti ver feito : qualquer pessoa que os ap-
preheoder ou delles der noticia a seu senhor Joo
Jos de Carvalho Horaes Filho, na ra do Quei-
mado, loja de ferragens n. 13, ser bem recom-
pensada.
escravo Cogido.
Ausentou-se no domingo 11 do eor-
rente, da casa do Sr. Jfoao Frederico de
Abreu Reg, morador na ra das Agua
Verdes n 46, onde esta va para ser ven-
dido, o escravo de nome Paulo, pardo
e cor amarelenta, idade de 25 a 30 an-
nos, altura regular e meio sesgo do
olho esquerdo porm pouco se conhe-
ce, levou camisa e calca de algodo
azul, provavel que fosse direito para
Goianna d'onde veio ha -pouco tempo
mandado pelo seu senhor oSr. Joaquina
Manoel Aranha da Fonseca, para ser
vendido : roga-?e as autoridades poli-
ciaes, capitaes de campo a captura do
dito escravo e quem o pegar leve- o a
seu senhor o Sr. Aranha na cidade de
Goianna, e nesta praca a seu corres-
pondente o Sr. Joao Pereira Moutinho,
ra da Cadeia Velha do Recife n. 22,
loja, ou na ra das Aguas Verdes n.
46, que sera' recompensado do seu tra-
balho.
No dia 28 do correle fugio do lugar Gnri-
nezinho, tetmo da villa da Independencia do
Guanabara, o escravo Joaqnim, cabra, com id?.do
que representa 40 annos, sem que entretanto te-
nha cabellos brancos, altura regular, eheio do
corpo, bem empernado, ps grossos e chabo-
queiros, muitas veias as pernas e mos, cara re-
gular, um tanto descarnada, nariz afilado, meia
barba, olhar velhaco, denles limados porm j
rombudos-, cabellos crespos querendogarapiohar,
e gosta de os trazer bsixo, pescoco bem gros?o,
desda a nuca ao corpo, em desabotoar a camisa
ve-se bem, gosta muilo de cantar elogios, tem
profisso de almocrevar, e tambem de tirar gados
como tangedor ; pertencente a Jos Justino da
Costa Brito, que generosamente recompensar a
quem o pegar e leva-lo sua morada abaiio
mencionada, ou no Recife ao Rvm. Dr. Josquix
Graciano de Araujo, no pateo da Penha n. 21.
Escravo fgido.
Desappareceu do poder do abaixo assignado o
escravo Francisco Antonio, preto, de naco, que
representa ter 40 annos, estatura silo, magro,
levou cal;a de casimira escura e omisa de chi-
ta tambem escura, o qual pertencente a Au-
reliano Cavalcanti de Albuquerque flho do fale-
cidoDr Joo Antonio Cavalcanti de Albuquerque,
de Iguarass e se acha tratado com o abaixo as-
signado por conta do qual j recebeu OOtf reis.
Roga pois a quem o poder pegar ou delle noti-
cia possa dar de dirigir-so ra do Pilar n. 47,
que ser generosamente recompensado.
Recife 16 de agosto de 1871.
Joaquina Antonio Gongalves dos Santos.
Desappareceu no dia 13 do corrente, do si-
tio de S. Jos do Manguinha, o escravo crionic,
maior de 50 annos, de nome Joaquim, cos o
signaes seguintcs : cabellos brancos, alto, secco
do corpo, e usa alpargatas ; este escravo foi pro-
priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty, d'ood veio para aqui fgido : roga-se
a todas as autoridades policiaes e a quem quer
que o encontr, de o capturar e entrega-io nf>
sitio.cima citado, ou na ra do Trapiche b. 1
a Jos Teixeira Basto.
Dos premios da 6.'parte'da 4.'lotera, [1/ conceesso] a beneficio do
Gymnasio Pernambucano, extrahida em 17 de agosto de 1861.
NS. PREMS
Molas para balo.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.l B,
recebeu de ana encommenda as verdadeiras mo-
las para baldes, que se vende a 200 rs. a vara.
Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas de Fer-^
S rao & Maia.
Vende-se cortes de superior ca-
semira que em outra qualquer
I parte someule poderlo vender
por 5$ a
Corles de velludo de cor para
I collete de superior qualidade e
| gosto a 3J500 e
. Cortes de ditos pretos bordados
1 a5$e
i Chapeos de castor rapado a
4S000
4J00O
6JJ000
8^000
Maces
francez
muito moderno, proprio para vestido, a 200 rs. o
covado ; na ra Nova n. 42, defronte da Concei-
co dos Militares.
Vende-se mel em barris de 5.: no deposito
da roa do Rangel o. 9, ou na padaria da ra dos
Pescadores os. 1 e 3.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido a acreditado deposito 4a raa
da Cadeia do Recife n. 11, ha para vendar a var-
dadeira potassa da Ruaaia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal viif em asa
podra ; Udo.por precos mais barato, do que em
outra qualquer parte.
Vende-se orna linda carteira de amarello
muito bem acabada, propria para alguma se-
cretaria; assim umquartinheiro e um cabido,
tudo muito bem feito e por preco enconta : na
ra da Canaboa do Carme n. 26, junto do sobra-
do novo.
Chegaram as bellas magaes por serem grandes
e perfeitas, vende-se aos centos e em caixas a a
retaiho : ao deposito de Sodr & C., ra estreita
to Rosario o. 11.
Muita gravata ba-
rata.
Na loja d'aguia branca ao encontra um grande
e bello sortieaentade grvalas de difierentes ges-
tse qualidades, e por precos taes qe em ne-
nhuma outra prtese acha, como seja, gravati-
nhas estrellas bordadas a 800 e lg, ditas pretas eJ
de cores agrada veis a IV, IftOO e t500, ditas
com pontas bordadas e matizadas, e lisaa de mui
bom setim msco al$500. Pela variedade do sor-
timento ocomprador lera muitas de que se agra-
de : na roa do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Vende-se ama boa armacao de amarello,
toda eovernisada, que aerve para qualquer esta-
belecimento, e por preco raxoavel: na ra do
Crespo n. 15, loja.
No deposito da ra do Vigario n. 6, vende-
ae o afamado pi quente italiano, das 5 horas da
tarde s 8 d noite.
Peonas de ace
inglezas, caligraphicas.
Aloja d'agaia branca acaba de receber e sus
encommenda as verdadeiras peonas de ac ingle-
zas.caligraphlcas.cuja aupeordade est deci-
dida^ anda aseim cearttna a vende-las a 9 a
caixmtu : na loja d'aguia. branca, raa o Ouei
madon. 16.
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5
10
5
-
Piro. -Jtyfelife Jf. Ff deFaria.1861.


(8)
MARIO DI FIRIAMBUCD; SEGUNDA FEIftA 19 DE AGOSTO M 1861;
Litteratura.
Do direito da egreja proteccao. (*)
Se por liberdade para a egreja m entende que
ella aera o objeclo supremo da sociedade do es-
ta io, que se ver rodead de seu reapeito e a-
mot, nada mais justo, nada mais sabio. Se por
estas patarras se quer deixar ao mal, ao erro,
multidao da seus ioimrgos, as mesuias liberdades
que egreja, cahimos o'um abismo.
Pois que o estado protejo a innocencia, as
artes, as ciencias, a propriedade o direito, a
liberdade, e nao protcjor tambera a verdade,
essa liberdade, esse direito de nossa alma ? Tu-
do reenos a rerdade ser socorrido ? O homem
ral menos ento do que as cousis que para elle
sao creadas. E' porm evidente que se nao re-
flectio... Para estender a proteccao a tudo, ex-
cepto verdade, a base das leis, do direito e da
sociedade seria preciso que houvesse muita pre-
vengo.
Por ventura espiritos christos, que, des le en-
tao partem do dogma da queda, pedirn somente
para a egreja a liberdade ? a liberdade para a
verdade e o erro promiscuamente ? E a in-
clinado para o mal que em nossos coraces su-
pera o desejo do bem I Devo porlanto dizer-
?os : fechar no mesmo espado a verdade com o
uso, o bem com o mal, a Justina com as nossas
paixes, entregara verdade ao erro, o bem ao
mal, a justiga a nossas paixes... Li um da es-
tas palavrat daquelle cuja queda dos muito as-
suslou : A desgrara tata em nao se ter bstanle
f no poder da verdadel Vi inmediatamente
que esse espirito maravilhoso nao possuia a pri-
meira palma da sciencia que o elevara ao sa-
cerdocio. (*) Qu illuso em um theologo I lera
f e esquecer as consequencias do peccado do A-
dio! Esquecer que o homem entregue a si
mesmo nunca chegaria a verdade, nem se firma-
ra Da Justina ; que a egreja quem o leva
primeira, e a auloridade quem lhe assegura a se-
gunda I N3o saber o queobriga a constante in-
tervenco dos sacramentos no homem, e das leis
si sociedade 1 Emfim, ignorar que a verdade
reunida justiga com difficuldade manten a ci-
vilisago, e impedem-no de entrar novamente na
barbaria, para onde a arrasta eternamente a que-
da A queda Porm a sociedade inteira
estobelecida em vista desse immeoso acooleci-
mento.... Julgam a sociedade christa um (ac-
to inteiramente humano, |uma cousa toda na-
tural : depois da egreja, nada em verdade
mais sobrenatural.
Os bons, para man ter entre os outros a Justina
e a paz, eis a sociedade. E como poderia o fra-
ro, sem a proteccao da auloridade, conter o po-
deroso ? Fecham-se os olhoi aos tactos ; nao
ha sobre a trra prodigio mais admiravel, depois
da grica que as faz obrar o bem A autorida-
de tira os homeos do estado selvagem, no qual
elles tornara a cahir logo que repeliera sua mo.
As civilisacoes antigs, de que tanto se tem falla-
do, erara o fructo de urna tradiego e da autori-
dade ; succumbiam pois quando eofraqueeido es-
tes dous facto3. Proaurai urna uagao que nao
tenha auloridade, urna civilisago real sem a gra-
5a e a verdade I A auloridade o ponto que
mais excita a admiracSo dos sabios: depois
deses dous iocomparaveis doos, o mais pre-
cioso que foi dado ao homem.
Cerniendo o mal, crea a liberdade, conserva os
direitos eos bens adqueridoi. Toda a justica
vem do rei: nesse sentido que se deve tomar.
Nao vemos pois mais essa phalange sagrada, que,
segundo as diversas fuoges, nos traz a justiga, o
sacerdocio, a instrucgo, a administrado, os
exemplos, a beneficencia, a industria e a pro-
ducco? Ha homens que, sera o cdigo, nunca
seriara justos, e que a nao ser a forga nuuca se
conservariam em paz; damesma maneira ha ou
tros que, sem o direito, sem a propriedade, con-
sumiran] tudo quanto produzissem os outros, e
n'um momento noscooduziriam ao estado selva-
gem. E' a auloridade que se deve toda a socie-
dade ; porque enlo subtrahir sua proteccao a
(*J Tiramos estas paginas de um dos melhores
livros que tem sido publicados em nossos dias a
infallibilidade, por M. Blanc de Sainl-Bonnel.
1 vol. in 8* em casa de Denter e Gaume.
Barrier.
(1) Esta illuso neste ponto o centro de nos-
S9s erros contemporneos, prasa ao cu que a
encontremos to simples ainda, trinta aonos de-
pois, no liberalismo official! o Pensaram que
deixando a verdade e a mentira em lula, aquel-
la acabara por vencor esta. Tinhao na nossa
liberdade, accrescenta M. Thters, urna confianza
infelizmente bom alterada boje I [Historia do
consulado e do imperio T. XVIII, p. 270). A
verdade teria esse poder se o homem fosse inno-
cente...
FOLIIETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
R S iffH M MfML
LXXV
Simmario.Dscusso na cmara dos Srs. depu-
lados da Cxaco das torgas navaes. Candida-
tura do Sr. ministro da marioha pelo Maranho,
por apreseolago de seus amigos.
Cada dia traz urna nova prova de que, a mari-
nha de guerra brasileira est submellida in-
fluencia de um triste destino, que nao lhe da-
do subtrahir-se.
Nao de boje que pensamos assim. J ante-
riormente dissemos isto mesmo, eembora nos to-
rnera por fatalista, continuaremos 4 clamar que
esta proposico verdadeira.
Durante o longo periodo de vinte annos, atra-
ressou ella urna quadra fatal, que reduzio ao
que hoje: sua administrago suprema estove
entregue ministros que nada, ou mu pouco po-
diam fazer em seu beneficio; porque entraram
para esta misso S6m estarem preparados; pos-
auindo muitas habilitagOes, bastante illustrago
at ; porm inteiramente eslranhos tudo que
pertencia a reparligo, e sahiam quando come-
cavam aprender o seu mecanismo, quando po-
diam sos tomar conta do lema da nao, e gorer-
na-la.
Nao erara os serviros que prestavam nesta la-
refa, ou os erros que nella commettiam, que os
suslenlava no poder, ou delle os apeara ; mas so-
mente os interesis polticos, que nao deixavam
pensar nos da reparligo da marioha.
Muitos trouxeram excellentes inteoges ; pode-
ram realisar algunas ; mas outros ou por calcu-
lo, ou por ignorancia pearam o seu deaenrolri-
mento, deixaram progredir o mal, germinar a
corrupgo que se havtaapoderado de nossos na-
vios ; assim como das nossas instituigdes, e de
nossos homens, e ento chegamos malfadada
situago em que nos achamos, idntica a que to
bem descreve o eminente historiador Macaulay,
porque passou a marioha ingleza no tempo em
que a cora britaonica era devolvida da cabega de
Carlos II para a de sea irmo Jacques, o ultimo
dos Stuarts, isto no anno de 1685.
Achamos perfeitamente admiasivelaqui a trans-
cripto desta pagina vergonhosa da historia desta
?;raode potencia martima ; porque ella encerra
ices mu uteis, de que nos deremos aproveitar.
E' a vaotagem que teem os povos modernos
para se adiantarem mais rpidamente as vias do
progresso, aproveitar a experiencia das nagoes
que j chegaram virilidade.
B por tanto, diz U. Macaulay, se a verifica-
gao ciosa do parlameato e da nagao tornava im-
possivel que o rei entretiresse permanentemente
um numeroso exercilo, nada o impedia que fizes-
>e a Inglaterra a primeira das potencias marti-
mas.
(Seja dito entre parenthesis : este espirito nlo
existe entre nos; ao contrario tudo impede que
fagamos alguma cousa pera marinha.)
Whigse Tories se apcessariam em applaudir
de unnime accordo (os nossos partidos fazem o
inverso) qualquer medida que, tlvesse por fim
augmentar a efficacia desta torga eminentemente
nacional, que, ao meamo tempo que era a protec-
go m ais segura contra o ioimigos do eapror,
verdade, sob a qual, entre ere* li?res, tudo se
sustenta ?.....Certamente 1 preciso ser homem
de bem para comprehender este mundo, mas oo
a ponto de s ver o bem, sobretudo crer que
elle triumphar se ce nos deixar plena liberdade.
Quando era moco ouvia dizer que a humanidade
s tinha por obstculo do mundo os goreroos;
que todo o seu progresso consistia em restrin-
gir-lhe a antoridade, e desembaragarmo-oos
pouco a pouco da oppresso das (eis. Logo que
por mim mesmo pode ver o homem, esluda-lo
deperto, comprehendi quanto eram falsas suas
ideas, e onde se achiva o bom senso.
Eolo Do queris oenhuma liberdade? Que-
remos todas, e primeiro que tudo aquella que
as produz. NeBhuma liberdade I Queremos a
maior; a que Deus creou para o homm, a ver-
dadeira liberdade, a faculdade da cumprir por si
mesmo a sua lei, o poder de fazer bem : o que
re pe limos a facilidade de por si mesmo vio-
lar a lei, o poder de fazer o mal, o orgulho,
collocaudo o homem a cima de Deus I E' por
que despresamos urna liberdade pueril, que
so veio ao mundo sobre as ruinas das liberdades
positivas, adquiridas pelos povos christos;
por que os insensatos nos encaram em urna re-
volugo, que de todos os lados teode ao despo-
tismo, e que portaoto preciso escapar a um
captireiro ou a urna barbaria sem limites, por
isso digo que reclamamos a liberdade real, essa
liberdade dos filbos de Deus que deu origem ao
direito privado e publico dos povos, direito esse
que por illuso e desvario tondes destruido I
Com o bom senso, com a historia, pedimos a li-
berdade d'aquelles que augmentara, ntreos ho-
mens, a f, os direitos, a justiga, a paz, a virtu-
de, a caridade e o pao ; com o bom senso e a
historia repellimos a violencia dos que dlminuem
a f, os direitos, a justiga, a paz, a virtude, a
caridade, o pao I Fcilmente somos lgicos e
francos quando partimos de um principio, con-
trario a urna poca, que s faz repetir urna pa-
lavra ; quando (sabemos que a nossa liberdade
o poder anglico do bem, o instrumento do
mrito, e que, fra do medio, ella expira I por
que d'ahise dednz a sociedade toda. .Agora mos-
trai-nos vossos principios ; esperamos vossos
metaphisicos I Oe to brilhantes ialentos sanio
porvenlura alguma luz ? J agora soffreis a sorte
dos espiritos Iliterarios. Para resistir a urna po-
ca preciso estar muito mais seguro....
As ideas puras hoje nos illudem ; persistimos
em interroga-la como ter-se-hia teito antes da
queda. O homem cahio; em vo Rousseau in-
vocara sua primeira natureza, em vo restabe-
leceria seus direitos innatos, e descobreria as
prerogativas de um estado de innocencia : seus
a priori j nao existem. As ideas philosophi-
cas nos enganam ; a doutrioa completa s pode
sahir da egreja, as ideas polticas da experiencia.
Eis porque to poucos homens sao aptos para
governar, e por que a providencia nos coucede,
por sucCesso, res preparados por sua mo....
Crema liberdade Ilimitada da imprensa, da
consciencia e dos cultos ; cree que se pode con-
fiar a verdade, a justiga, vontade dos poros,
nao urna va ignorancia, nem urna illuso e-
phemera, o erro capital, a illuso que ex-
tirpar o christiaoismo. E' sobre o principio op-
posto que esll assentada a civilUago. Se no
momento em que ella tem urna necessidade mais
urgente de protecgo, os seus primeiros defen-
sores declarara que nao deve te-la, ludo est
perdido....
Nao ha mais tradiego, nem metaphisica, s
se quer kpolilica I Na f existe um thesouro de
luz, mas ninguem o abre. S se encontrara es-
piritos luteranos. Em Franca as phrases sao
electivamente muito claras'; o peosamento
que obscuro, que est sempre no nada. As-
sim que a menor idea se aprsenla e se desco-
bre inteiramente, claraam contra a axagerago.
Mas tirai a vossa dos limbos, reconhegamo-Ia
erafim. (2)
Nao julgueis sustentar principios s por
que apresentais alguns. Os principios sao
como os ramos de urna arvore : se os lirais do
tronco morrero, e mesmo o proprio tronco mor-
rer se lhe offenderdes a raz. Mostrai urna dou-
trina sob muitas Iheses recebidas dos tempos !
Bemdeveis sentir que se ficarmos ao mesmo tem-
po sem doutrinas, e sem obediencia, nada mais
restar.... Honra s pessoas, honra a todo pen-
(2) S se vive appareotemente. Nossas ihe-
ses e nossos livros, pelo titulo, naturesa e forma,
parecem escritos por negociantes: tudo de amos-
tra, e nada na loja...A relhorica acabar de dar
energa s nogesde f, depois de ter extinto en-
tre nos, al a uUima idea philosophica. Ella
tem substituido a alma, morto o espirito, aboli-
do a propria verdade, e d agora o ultimo golpe
na sociedade franceza. A litteratura a mora-
Iha do pensament. A esta hora ella vai em de
cadeocia e nos leva, como a um rebanho, para
as portas da barbaria.
era sem perigo para a liberdade nacional. Depois
da restaurago, as communas, at nos dias de
descontentamiento e de parcimooia ( quando nos
succeder o mesmo?) se tiohara sempre mostrado
generosas, chegado quasi at prodigalidad, to-
das s vezes que tinham tratado do desenrolvi-
mento da frota.
a Tinha-se-lhes representado, sendo Danby
ministro, que a maior parte dos navios da mari-
nha real eram velhos e iocapazes de servir no
mar ( o nosso caso, e foi o que fez o ministro
actual,) e bem que nease dia a cmara estivesse
pouco em humor de dar, tivesse concedido um
subsidio de perto de seiscentat mil libras para a
construccao de trinta novas naos de lioha. (Aqui
que divergimos ; melhor, como pensa a 3a
commisso do orgamento, acabar logo com a ma-
rioha ; mas nao aotecipemos.)
Porm esta liberal deciso tinha-se tornado
estril pelos vicios do governo. A lista do mate-
rial naval apresentava na verdade boa apparen-
cia. (O meemo nos succedia at que o Sr. minis-
tro actual veio revellar ao paiz o que realmente
este material.)
a Contara 9 naos de primeira classe, 14 da se-
gunda, 29 da terceira, e um certo numero de na-
vios inferiores. (Nos contenanos-nos com este)
E' preciso entretanto notar-se, que as naos de Ia
ordem eram menores que as de 3* de nossos
dias, e que estas seriam hoje classificadas como
grandes fragatas apenas. Esta forga, por mais re-
duzida que nos pareja, se tivesse sido conserva-
da em bom estado, se considerara entao eomo
formidavel pelos mais poderosos soberanos dt.
poca.
Por desgraga ella existia somente no papel.
Nos nem no papel a temos.) Quando se terminou
o reinado de Garlos, a marinba, por muito tempo
abandonada (isto corooosco) eslava mergulhada
em um tal estado de ruina, que se poria quasi o
tacto em duvida, se nao nos fosse certificado pe-
los depoimenlos unnimes e independentes de
testemunhas cuja autoridade est cima de toda
o dscusso.
Pepys, o homem mais Ilustrado do almiran-
tado inglez, redigio no anno de 1654 urna exp-
sito dos negocios de sua reparligo, para ser
apresentada ao rei. Alguns mezes mais tarde,
Bourepaux, um dos administradores os mais dis-
tioctos da marioha franceza, tendo visitado a In-
glaterra com o designio especial de reconhecer
as torgas martima deste paiz, depunha o resulta-
do de suas iovestigagoes em urna memoria dirigi-
da ao rei Luiz XIV. Os dous relatnos chegam s
mesmas cooclusoes. Bourepaux declara que en-
controu todas as cousas em urna to grande des-
ordem, e tm urna condicao to miseravel, que a
superioridade da marinha franceza j reconhe-
cida com vergooha inveja em Wiltehall, e que
no estado dt decadencia, em que se acha o ma-
terial fluctuante, assim como os arsenaes de In-
glaterra (e os nossos ) ha suficientes garantas
para que este paiz nao possa ietervir as discus-
ses entre as outras nages da Europa.
. < Pepys, informa tambem seu soberano que
a administrago naval presa de corrupgo, da
prodigalidad*, da ignorancia e da inercia; que
nao se pode dar crdito oenhuma conta, que
nenhum contrato se executa, que os regulamen-
tos estao sem torga. As naos, que a liberalidade
ainda recente do parlamento tinha permittido ao
governo construir, e que nao tinham at eolio
sido ainda vistas fra dos portos do reino, haviam
sido fabricadas com madeiras to defeituosas, que
estavara mais incapazes de sahir ao mar largo,
do que os velhos cascos que, trinta annos antes,
haviam supportado os ataques das esquadras bol-
landeza e hespanhola. Alguns destes novos na-
vios de guerra, estavam com effeito, j podres, e
se nao fossem reparados com urgencia, amea
cavam ir pique no fundeadouro. As equipa-
samento magnnimo, a toda nobre intengo ;
mas desapparego as iffss particulares no peri-
go commum I O mundo a esta hora est na co-
se fatal, o futuro se decidir amanhi. O libera-
lismo e o gallicanismo morrero desta vez, ou a
civilisago nao se levantar mais....
A egreja, repitamo-lo, justamente assentada
pela invasBo d'esses erros entre os povos chris-
tos, tem elevado sua voz. Na Eucyclia de 1832,
Sua Santtdade Gregorio XVI, continuando, ex-
clama : Esses factus condemnam a insolencia
d'aquelles que, excitados pelo ardor de urna li-
berdade imraolerada. trabalho por abalar os
direitos do poder, quando s trazem ao povo a
escravido sob a mascara da liberdade. E oe-
nhuma felicidade daremos mais esperar para a
religio e para os gorernos quan Jo ou vimos os
votos d'aquelles que desejara ver a egreja sepa-
rada do estado,e romper-se a unio entre o sa-
cerdocio e o imperio. E' verdade que essa unio,
que foi sempre to salutar aos inleresses da so-
ciedade religiosa e civil, temida por todos a-
quelles que sao partidistas de urna liberdade
Ilimitada. (3|
Certamente nao se poder negir que, en-
tre as prerogativas sagradas da egreja, urna das
principaes a de discernir o que neceasario a
sua defeza. til a sua cooservagio. Pois bem I
tendo ella dado o seu parecer, justo, pru-
dente, que sejamos de opioio contraria? En-
tendemos porvenlura melhor que a egreii dos
seus primeiros interesses ?
Infelizmente aquelles que pretendem aconse-
a-la esto to convictos de terem seguido o bom
iminho, que al mesmo creem ver a egreja af-
fasiar-sfl delle, affastar-se da estrada do futuro I
Ella teria perdido sua bussola ; 89 te-la-hla
achado, eo liberalismo se apressa em informar
disso a egreja...Nao conhece elle que quem se
afasia, e pensa que a egreja:' assim o homem
levado por urna correle rpida, v a praia fu-
gir-lhe...
Nao, quaes quer que sejam as ameagas de um
chisma que involva as nagoes, a egreja, s por
lisongea-las, oo as deixar cahr em urna men-
tira, em um abismo que as enguliria. E como
e?lrequelles que amana a egreja existe a maior
boa f possirel, entraremos do sentido das su-
blimes palsvras. queseguem-se ao texto ja cita-
do. Consideren] os principes, oossos amados -
Ihos, que o poder Ihes nao foi dado someote pa-
ra o governo da sociedade temporal, mas tam-
bera, e sobretudo para proteccao da egreja ; e
que alem disso tudo quanto se faz em favor da
egreja ioteresia ao seu poder e ao seu repouso.
Fallandoj sobre o dever que tem o Estado de
proteger a verdade, raciocinamos como se deve
raciocinar na Europa, nesta parte do mundo su-
perior s outras pela verdade, e s pela verdade.
Se o Estado deve proteger um culto, dere-
r a Prussia manter o lutheraoismo, e a Inglater-
ra o anglicanismo ?Sem duvida, em quanto
nao seguirem a verdadeira f I por quanto a sua
civilisago se preode necessariamente ao que
Ihes resta da verdade. Assim guardam-se de
altaca-lo officialmente, proclamando a indiffe-
renga. (De mais, Ilustres publicistas faltaran) l-
timamente com justiga de urna civilisago muito
exagerada ; mas restara ainda muito meos sem
essa afleigo to nobre dos Estados protestantes
ao culto official. Todos o coragoes bem forma-
dos Ihes reodem, sobre este ponto, urna respei-
toaa homenagem). Certamente, a Prussia e a In-
glaterra tem degenerado da verdade, porque urna
louva-se antes em um homem, do que em Deus,
a outra prefere urna religio local universal; a
l russia, porem, nao desee alem do lulheranis-
mo, nem a Inglaterra alem do anglicanismo :
usando da tolerancia, esses dous Estados esfor-
gam-se o mais possivel por afastar o atheismo
pratico, e sustentar o nivel de sua f. E' susten-
tando-so no que julgam mais verdadeiro, que es-
sas potencias se conservaro mais prxima do
catholicismo, e nao proclamando urna liberdade
que faria desmoronar o resto de seus dogmas.
Alem disso das classes superiores, das intelli-
gencias mais esclarecidas, e nao das seitas mais
obscuras, que parte toda converso.Mas que
teoho dito? protegero os Estados dissideotes o
seu culto I Para elles, primeiro que tudo, par-
tindo todos do livre exame, nao poderiam, sem
ir de encontr lgica e sua theie, fallar em
proteger seu culto : o que fazem entretanto I
Quanto ni, porem, nao pretendemos fallar
seno da verdade...
A liberdade de consciencia e de cultos, com a
qual se tem anDiquillado a consciencia e o culto,
nao restabelecer a f. E' preciso certamente,
tolerar; mas tolerar as pessoas, e nao todas as
suas doutrinas I Convem sem duvida tolerar os
erros, mas tambem confessar a verdadel Sim,
convem tolerar, mai oo animar, crear por si
(3) A Eocyclics, Mirari; idem, 1832.
mesmo o falso por urna autorisago official de
scepticismo. A revolugo que reclama urna to-
lerancia illimitada pira as doutrinas ; quanto
sua tolerancia para com as pessoas, ella deu o
exemplo em 94 para que sej necessario esperar
seus novos efleilos.
O Estado, com effeito, nao poder por si mes-
mo ensinar; porem o pae de familias se nao en-
sina as humanidades e a philosophia a seus II-
lhos, cuida, pelo menos, em que Ihes sejam en-
sinadas. O Estado, erafim, nao poder mostrar-
se mais exigente, mais imnaciente que Deus,
que tolera, que espera. Mas toleraocia nunca
foi indfferenga. Urna existe para a pessoa, a
oulra mata as almas. Coofunde-se tudo ; pre-
tendere fixar principios, sera mesmo ter-se
ideas. Antes de tolerar o mal, commecemos
por proclamar o bem, confessar a verdade, e
prolege-la caquelles que no-ia trazem. ra Es-
tido nao pode existir sem f, pois que ento a
gendarmaria seria a base de seus principios, e s
ella faria execular suas leis.
Admillimos a liberdade da consciencia, mas
queremos o direito da verdade I A liberdade est
certamente na consciencia; um dom de Deus;
mas est ali para que a consciencia possa por si
mesma obedecer a sus lei, e nao repelilla. Ter-
se-hia a infamia de jogar com a palavra, e pre-
tender que a consciencia, que Deus fez livre pa-
ra cumprir sua lei, pelo contrario, para des-
conhece-la e regeita-la? Ainda urna vez, a
liberdade dada ao homem para o mrito, s vi-
ve e cresce no terreno do mrito ; fora delle, se
subleva contra o homem, em vez de lerantar-se
por elle. Que digo? a um passo de distancia se
abre um abismo onde ella desappareceria.
(B. de Saint-Bonnet.) Ulisscs.
A casa de Caiphs.
Jerusulem na segunda-feira da Pentecosts.
Esta laraojeira desappareceu, e o3o foi subs-
tituida por cousa alguma. Ao p da egreja, do
lado do occidente e do sul sobrese urna especie
de claustro, sobrepujada d'uma galera e de al-
gumascellulas para os religiosos e peregrinos.
O pateo e o claustro de que fallo servem de lu-
gar de sepultura exclusivamente reservada aos
patriarchas biapos que fallecem em Jerusalem.
A' esquerda do mesmo pateo est a entrada da
egreja, perfeitamente voltada para o oriente co-
mo todas as do Levante.
Julga-se por tradiego que ella se eleva sobre
as ruinas d'uma egreja mais amiga, falsamente
attribuida a Santa Helena, e edificada sobre os
fundamentos da casa de Caiphs em memoria dos
grandes acontecimentos que nella se deram, pois
foi d'ahi que o Salvador foi enviado a Caiphs
por Anns, seu sogro, cuja habitago eslava a
trezenlos ou quatrocentos passos d'ahi. No in-
terior o actual santuario s tem quinze a dezoito
passos de comprimeoto sobre dose de largura, e
urna s nave terminada por urna nica bside,
atraz da qual ha urna pequea sacrista. No fun-
do da bside, mais afastadodas paredes cobertas
de brilhantes lijlos de louga, eleva-se o altar,
em cima do qual est pintado um pessimo painel,
representando a descida do Espirito Santo, em
forma de lingua, sobre os apostlos e a Santa
Virgem. No altar est assentada urna pedra gros-
sa.um pouco sacada do lado doevangelho.e que a
tradigo local diz ser a que formava a entrada do
gabinete fnebre, aberlo na rocha viva, onde foi
depositado o corpo inanimado do Salvador. Foi
por causa desta pedra que as santas rnulheres es-
tavam inquietas quando, indo ao Sepulchro, di-
ziara urnas para as outras : Quis revolves nobis
lapidem ab ostio monumenti ? Nao demorar-me-
hei aqui a examinar a aulhenticidade desta tra-
digo, que me nao parece slidamente estabele-
cida. Latinos sao de opinio que os Armenios
houreram essa pedra dos religiosos europeos, na
occasio da lomada da ilha de Chypre por Selem
11 dos Venezianos. A' direta do altar, do lado
do sul, ha um pequeo gabinete abobadado com
2 metros e 25 centmetros de altura, 1 metro e
50 centimclros de comprimeoto e90 centmetros
de largura, e para o qual se entra por un por-
ta muito baixa e estreita ; no fuado, ao oriente,
ha um pequeo altar de pedra, no qual teoho ti-
do muitas vezes a satisfagan de dizer missa.
Querem que esse gabinete substituste a estrei-
ta pnso em que Jess Christo fra langado urna
parte da noite que precedeu sua morle, aguar-
dando a reunio do grande conselho que procu-
ra! o meio de faze-lo morrer. Os christos de
todas as communhoes tem a maior veoerago por
esse santuario cuja pedra beijo com urna devo-
go verdadeira mente tocante. A aotiga egreja
era dedicada a S. Podro ; talvez seja a que anti-
gos chronislas designara com o norae deGalliCan-
tus titulo que muitos viajantes do s ruinas de
um oratorio construido sobre urna gruta, para
onde, a crer-se urna tridigo local, S. Pedro re-
tirou-se para chorar amargamente seu peccado,
cuja enormidade um olhar do Salvador lhe fizara
coohecer. Como quer que seja, o santuario que
hoje se venera ha muitos seculos, consagrado
ao Salvador, em honra dos ultrages, affronlas,
mus tratos que soffreu no palacio do grande sa-
cerdote Caiphs.
gens eram pagas com tao pouca exactidio, que
os mariuheiros se consideravam mu felizes em
encontrar usurarios bastantes complacentes para
rebater suas guias com quarenta por ceoto de
perda, (felizmente isso ainda nao chegamos.) At
os commaodantes que nao tinham amigos influen-
tes na corte eram ainda mais maltratados. Cita-
va-se alguna officiaes, quem se deviam atraza-
dos de sol Jos consideraveis, e que depois de te-
rem em yo importunado o governo com suas
sollicitagdes durante longos anoos, tinham mise-
rarelmenle terminado sua vida, faltando-lhes um
podago de pao.
Seria por demais longo acompaohar Mr. Ma-
caulay dos esclarecimentos circunstanciados que
nos fornece, no que concerne ao armamento dos
navios, ao emprego das embarcages de guerra,
e a inexperiencia profissional dos officiaes, cuja
posigo aristocrtica, era a nica condigao exi-
gida para fazer obter successiva, e algumas ve-
zes simultneamente, o commando de urna nu
de tres bateras, e o de um regiment de caval-
laria.
Nesta crise decisiva para a marinha s um re-
medio heroico vamos que a poderia salvar, e
por elle instantemente sollicitamos. Era um mi-
nistro profissional, que urna longa experiencia
do servigo reunisse inconlestavel illustrago, e
urna soraraa de honrosos precedentes.
O sabio monarcha hrasileiro deixou-se impres-
sionar pelas nossas ponderages; reconbeceu
que ellas eram justas, e no sempre memoravel
dia 3 de margo ultimo cbamou para os conselhos
da cora o homem que precisavamos.
Exultamos com este facto, que prorocou um
enthusiasmo geral, e vehementemente demons-
trado na armada ; mas bem depressa apreciamos
que nao tinhamos muitos motivos para ale-
grar-nos.
Em um paiz constitucional e representativo,
como o nosso, o governo nada pie fazet sem o
concurso das cmaras legislativas; isto urna
verdade incootestavel, e incontesiada.
O official de marinha, ministro actual, sem
compromisses polticos anteriores, poderia, de-
vera com facilidade obte-lo, se duas causas nao
lhe embaragassem, primeira sua solidariedade
com os seus collegas, segundo sua propria coo-
digio de official e marinha, a conveniencia de
faz-lo naufragar nesta viagem, para ae argu-
mentar depois com este desastre, como urna pro-
va de iocapacidade desta classe para a suprema
administrago. -
E' o que est succedendo j. O Exm. Sr. ex-
miuistro, o Sr. Paes Barreto, com urna mal dis-
fargada anifflosidade, censura o seu successor;
porque, apenas dentro do espigo de quatro me-
zes de existencia no poder,' nao reparou todos os
erros de seus predecessores accumraulados
viole attnos; porque neste curto espago de tem-
po nao fez resurgir a nossa marinha de suas rui-
nas mais brilhante do que a Fhenix das cinzaj ;
porque sem dinheiro, dependendo inteiramente
da cmara, que apenas um mez trabalha ; por-
que o tempo anterior consumise em verifica-
gao de poderes dos seus membros; tendo de at-
tender diversos ramos do servigo publico, do
dominio *da poltica, e communs a todas as pas-
tas, nao poz era exeeugo todas as suas ideas, ro-
bustecidas por um grande tirocinio da vida mar-
tima.
Esta exigencia iosolita oo se pode bem clas-
sificar, ou enlo por demais significativa.
Bem que medonho o aguacero, e nobre minis-
tro nao se deixou intimidar; tinha gente s
obras, e agueutou-o como homem atfeito aos
temporaes.
Aquellos que pepsavam que o marinheiro per-
dera a tramontana nos mares recifozos da tribu-
na, viram-o guiar sua nu com raro conheci-
mento des baixios e perigos e conduzt-la em
salvameoto bom porto, sustentando com honra
um renhido combate com alguns ralenles e des-
tinados adversarios, que, capitaoeavim ligeiras
corvetas hlice, e tendo o bsrlaveoto da pala-
vra, lhe aliraram terriveis e continuadas bor-
dadas.
Os Exms. Srs. Zachariss, Jos Bonifacio, Tara-
res Bastos, alm do que fica referido, oceuparam
a tribuna successivamente, e pronunciaram dis-
cursos, em que, a par de algumas ideas inadi-
missiveis para a nossa marinha, se encontrara
outras proficuas, e dignas de aprego.
Foi um certame brilhante, no qual o boto da
ancora, representado perfeitamente pelo, nobre
ministro, e pelo Exm. Sr. chefe de diviso Dela-
mare nao ficou mal, apezarde nao estar habitua-
do entrar nesta especie de combate.
Hoje j nao b duvida de" que nao precisamos
procurar fra da corporago quem a administre,
e a defenda no parlamento. A lioguagem-.-.
martima, como se exprimi o Sr. Paes Barreto,
pode estar em aotimonia com as conveniencias
parlamentares, em uso ; mas significar sempre a
verdade, com franqueza e dignidade, e esta a
nica que o paiz precisa ouvir; porque quem
canta melodiosamente aos seus ouvidos, como a
sereia, e o faga adormecer, esqueceodo-se dos
perigos que corre, temos muito.
Nos paizes, em que, como na Inglaterra, quem
?overna completamente a marinha o almtrao-
ado, que (em as mais attribuiges, nenhuma
desvantagem ha em que o ministro seja um pro-
fano. Nao pois, de admirar que, nao haven-
do nella 52 annos nenhum ministro profissio-
nal, seja assim mesmo sua marioha a melhor do
mundo.
Portaoto, o exemplo apresentado por S. Exc.
nao tem paridade, visto que a organisago das
duas raannhas diametralmente opposta. Nao
possivel que os inglezes estejara persuadidos,
como decarou S. Etc. de que os officiaes gene-
raes, ainda os mais eminentes, que oceuparam a
Easta da marinha, eram sempre dominados por
abitos de rotina, contrarios todo o progresso
pelo ciume contra os jovens officiaes, e sobretu-
do por aothipathias e preferencias systematicas ;
de modo que, com a ascengo de um official de
marinha ao ministerio, suba com elle urna certa
roda de officiaes, que nem sempre eram os mais
distinctos. Esta, quando muito, poder ter sido
a opioio isolada de algum membro do parla-
mento, collucido na situago de S. Exc.
O grande vicio da marioha ingleza outro, e
esia recoohecido plenamente por nacionaes e es-
trangeiros.
Os officiaes generaes mais eminentes dessa ma-
rinha n teem syslematicimente combatlido ; mas
ainda'nao o poderam dominar. Nao sao as anti-
pathias e preferencias calculadas que os poe al-
gumas vezes, em antagonismo com cortos jovens
officiaes, que nem sempre sao os mais distinctos;
porm, sim, o desejo de combatler as influencias
que ali teem o interesse e o patronato. Quando
estes jovens officiaes pertencem s familias no-
bre da Gra-Bretanha sobem rpidamente, pre-
terodo outros que nao teem este acaso de nas-
cimento em seu favor, embora possuam eminen-
tes qualidades, e se tenham distinguido por ser-
vigos importantes.
Em um reino aristocrtico como aquello, con-
cebe-se bem que nao pode ser applaudido o offi-
cial de marinha que toma a peito oppor-se es-
ta immoralidacre, de que ali ji ninguem cora ;
antes pelo contraro, procura-se por todos os
raeins e modos apresenta-lo sob |um ponto de
vista odioso, como sectarios da rotina, ioimigos
do progresso, etc. -
Nao estamos alada to gangrenados ; verda-
de, mas oem por isso os nossos maiores embara-
;os deixam de provir do patronato, que, sem exa-
gerago o verdadeiro presidente do conselho de
Os a quem Judas coaduzira a quinta de Geth-
semaoe, tendo agarrado e atado nosso Divino
Salvador, conduziram-no casa de Anns, as
alturas de Sio, passando a torrente de Cedrn,
atravesssndo o arrabalde de Ophel e entrando na
cidade cima do Moriah.
Este trajecto compreheode dtenlos psisos
pouco mais ou menos.
Admirara-se deque os esbirros cooduzissem
Ingo Jess Chriito casa de Anns, como o re-
fere o evangelista S. Joo ; mas coovm reflec-
tir que, ainda que despojado do soberano po rati-
ficado, esse astucioso poltico dirigir o ataque
repentino que se acabava de execular, e sob era
elera-lo sobre o sentimento dos membros do con-
selho, que nu queran) que se apoderassem de
Jess durante a festa de Paschoa, com recelo de
excitar urna sedigo entre o povo, que pela re-
surreigo de Lasaro, eslava dispesto em favor do
Salvador. Caiphs, seu genro a quem elle fi-
zara com que fosse revestido do soberano ponti-
ficado, nao passava de um instrumento dcil que
elle movia a sua vontade. (t) Sua casa era ape-
nas afastada cerca de tresentos passos da de seu
genro, a qual o grande sacerdote Eliaseb manda-
ra construir para servir de morada aos soberanos
pontfices da nago. O divino priiioneiro foi pois
conduzido da casa de Anns ao palacio de Cai-
phs ante os juizes de seu paiz, eo conselho se
reuni apresssdamente a noite, ainda que fosse
contrario a todos os usos julgar algum crime ca-
pital antes de amanhecer. Has, nesse processo,
onde se tratara de julgar a innocencia e a san-
tidade, lodos os usos e todas as regras da justiga
deviam ser indignamente calcadas aos ps. Jess
foi pois entroduzldo oa sala do conselho, onde os
principes dos sacerdotes j estavam em seus as-
sentos, revestidos deseas hbitos sacerdolaes.
No meio dalles eslava sentado o soberano pon-
tifico, e ao seu lado Anns, que diriga todo o
conselho dos sacerdotes, a O grande sacerdote,
diz o Evaogelho, ioterrogou Jess sobre seus dis-
cpulos e suas doutrinas. Jess respondeu-lhe :
Teoho fallado publicamente lodo mundo';
tenho sempre ensinado oa syoagoga e no tem-
plo, oode os juizes se reunem, e nada tenho dito
em segredo. Por que interrogaes-me? Ioterro-
gae aquelles que tm ouvido o que eu Ihes teoho
dito ; elles sabem o que Ihes tenho ensinado
Quaodo elle assim tallava, um dos quadrilhei-
ros que ahi se acharara presentes, deu urna bo-
fetada em Jess, dizendo : a E' assim que res-
pondes ao grande sacerdote? > Jess respon-
deu : c Se fallei mal, mostrae em que dsse mal;
mas, se fallei bem, por que me ba'teis?
Que brutalidade inaudita da parte u'um criado
de baixa condigao, em preseoga da congregado
dos padres, em quanlo urna bofetada era seria-
mente punida entre os juizes I Mas, a respeito
do clemente Jess, tudo era permiltido, e cada
qual poda eotregar-se seus caprichos. Ao ul-
traje unia-se a ingratido, se, como o quer a tra-
diego, o criado que deu a bofetada em Jess era
Malchus.
(I) Demais os evangelistas nomeam sempre An-
ns ao lado de Caiphs. o nao en verosmil que
Judas se tivesse entendido com este astucioso e
raocoroso velho.
Dtpois de ter acompanhsdo S. Joio, oucamos
o que diz S. Matheui: e Ora, diz este evange-
lista, os principes dos sacerdotes e todo o con-
selho procuraran um falto teslemunho contr
Jess para entrega-lo morte, e nao o acharara,
ainda que muitas testemunhas falsas se apresen-
tasseni. Erafim, duas lestemunhas falsas vierais
e disseram : Este homem disse ; a Eu posso des-
truir o templo de Deus, e, depois de tres dias,
restabelec-lo. E o priocipe dos sacerdotes, le-
vantan Jo-se, lhe disse : Nada respondis ao que
estes depoem contra vos ? Jess callava-se, e o
priocipe dos sacerdotes lhe disse : Conjuro-ros
que nos dgaos, em oome de Leus viro, se sois o
Christo, o Filho de Deus. Jess respoodeu: a Vos
o dissesles. Declaro-vos que um dia rereis o Fi-
lho do Homem asseotado direta da magestade
de Deus, e vindo sobre as ureos do cu. En-
to o priocipe dos sacerdotes rasgou suas vesti-
mentas, dizendo : Elle blasphemou 1 Que neces-
sidade temos mais de lestemunhas ? Eis que ago-
ra ouristes a blasphemia I Que ro-lo parece?
Todos responderam : Elle merece a morte. En-
to cospiram-lhe na face, deram-lhe socos, e ou-
tros deram-lhe bofetadas, dizendo : Christo, pro-
phetisa-nos quem te deu l Elles ainda diziam ou-
tras muitas cousas, blasphemando, accrescenta S.
Luccas. o
Os evangelistas descrevem-nos urna outra ace-
a oo menos dolorosa para o corago de Jess,
succedida egualmente no palacio de Caiphs,
quero fallar dessa traigo de S. Pedro, desse apos-
tlo que declarara francamente que jamis soffre-
ria ao lado de seu bom mestre, quem estara
disposto seguir at morte, se o fosse preciso.
Todo o mundo pode 1er no Evaogelho as circuns-
tancias da arrenegago desse apostlo infiel, que
devra, todavia, ser um dia, depois de sua con-
verso, o fundamento e a columna da greja. O
interrogatorio de Jess finalisra, e o innocente
aecusado, conduzido provavelmente de urna sala
superior para urna gallera inferior, viu S. Pe-
dro, e este lembrou-se do que o Senhor lhe dis-
sera : Antes que o gallo cante daws vezes, tu
me negars tres. Esse olhar de misericordia o
de amor feriu o corago do discpulo com urna
amarga dr.
Pedro sahiu logo, chorou amargamente, e fo
oceultar sua vergonha na obscoridade da noile e
as trevas da grutta de que cima fallei, e que se
v no lado meridional do monte Sio.
Eis as dolorosas circunstancias da Paixo que
se manitestaram no palacio de Caiphs, que subs-
tituto o saoctoario, onde teve a felicidade de di-
zer a snela missa esta manha. N'esse recinto
veoeravel, estas lembrangas se accumulam, e a
alma est profundamente commovida pela idea
dos insultos, humiliagdes, ultrajes e ignominias
que pelo amor dos homens soffreu o Filho de
Deus ; ultrajes, diz S. Jerooymo, cuja extensoje
maldade s poderemos comprehender no dia do
fuizo final.
Th. Dequevauviller.
Andrade Luna.
ministros; o aliiciador das maiorias as cmaras,
o dominador de lodos, os nossos actos, desde os
mais importantes, at os mais inferiores.
O que acabamos de proferir pode ser muito
ousado, mas acha-se na consciencia de todcs, go-
vernantes e governaJos.
Os miolstros professionaes podero fazer pre-
valecer certa roda de officiaes com quem tenham
lidado no mar, nico eleme'nto oode um official
de marioha pode ser exactameote apreciado ; mas
elles teem seu favor predicados recommeoda-
veis, certameote.
Nao succede assim com os ministros polticos,
que todos tem tido seu circulo mais ou meos
largo, de afilhidos polticos, de predilectos de sa-
leo, de sympathicos de bailes, etc.
Com estes, sim, deve nutrr-se o receio de que
fallou o Exm. orador. O deputado fulano pro-
tector do tenenie sicrano, recommenda-o ao mi-
nistro, que precisa de arregimentar sua maioria,
e tem em grande couta o voto daquelle amigo.
Commaodos, licengas, boas commisses, e at
um posto de accesso se obtem, e se tem obtido
j por este meio. Entretanto os cantaradas da-
quelle official interrogara entre ai qual o mrito
delle, e concluem por conhecer a influencia que
o adiaolou.
Era melhor que nao escrevessemos estas cou-
sas que sao recebidas sempre com muito desagra-
do ; por causa desta nossa franqueza, j conta-
mos com um bom numero de desaffeigoados ;
mas que fazer ? *
Cumprimos a nossa misso. O distinelo orador
incommodou-se muito ; porque o Sr. ministro
foi dizer que quasi lodos os ministros profanos,
como S. Exc. foi um ainda pouco, entravam
para a administrago sem conhecer o A B C da
marinha, eque viriam nella com o adjutorio dos
viziohos, isto dos officiaes de marinha que oc-
cupam as altas posiges, e ento, possuido de um
nobre ardor deplora que elle oo declarasse com
a sua franqueza habitual : Senhores, a repar-
ligo da marinha tem taes e taes defeitos; pre-
cisa de taes e taes providencias para acabar com
elles.
E por ventura o Sr. ministro da marioha oo
procedeu assim ? La-se o seu bem. langado re-
latorio, e recoohecer-se-ha isto, embora o Sr. de-
putado diga que se pediu aquillo que os anteces-
sores tinham pedido, e talvez ainda menos.
Oxal a assembla geral o autorisasse fazer
metade do que foi proposto, e entraramos em
urna phase de completa regeoeracao.
Fallou S. Exc. tambem oo regulameoto dos
commandos, e censurou o Sr. ministro por oo o
ter posto ainda em exeeugo.
Este regulameoto mui bom, encerra excellen-
tes disposiges e para sua organisago tambem
coocorremos alguma cousa ; mas por ora ioexe-
quivel, como o Sr. ministro reconheceu. Nem
temos officiaes superiores em numero sufficiente
para commandar os navios da armada que Ihes
foram destribaidos ; nem navios pequeos capa-
zes de ser commaudados pelos primeiros lenles
aptos que possuimos para isso.
E' mister primeiro, ou que se reformem aquel-
les que Do querem mais embarcar, ou oo po-
de m, como esto j fazendo, ou que se augmente
o quadro aos referidos postos, para seren as ra-
gas creadas preenchidas por estes distinctos pri-
I meiros teoentes, que muitos aouos commaodam
feom os quaes o gorerno imperial se tem encon-
rado ale agora.
O Sr. almirante Marques Lisboa ha de ter re-
coohecido o em barago de executar risca o re-
gulameoto, como o recoohece o Sr. ministro, e
geralmenle peoeam os officiaes de marioha. En-
tretanto, desojamos que chegue j a occasio de
se poder segui-lo risca ; porque enlo o qua-
dro da marinha estar robustamente constituido,
como precisamos.
Uanou-se o orador com quem nos temos oceu-
pado deque, as instituigdes que tem medrado na
reparligo da marinha foram todas creadas, nao
por ministros professionaes, mas pelos taes que,
oa phrase do Sr. ministro, nao sabiam o A B C.
Por acaso significar esta proposico que os
officiaes de marinha nao tem tomado parte nella ?
Muitos, quintos trabalhos Do nos tem dado para
fazer adoptar I
Tem sido preciso urna persereranga constante
da imprensa profesional para se conseguir algu-
ma cousa !
E para prora de que nao improrisamos la-se
a Revta Marilima.V.o Brasil Martimo e esta
Resenta, e se encontrar em taes publicares, e
em outras da marinha a iniciativa de quasi ludo
de bom que se tem feito oestes ltimos dez anoos.
Mas precisamos prestar tambem altengo aos
discursos que proferirn outros Srs. deputados
neste debate, e por cooseguinte o Exm. Sr. Paes
Barreto, quem como ex-ministro da reparligo
deviamos esta deferencia, ha de conceder-nos que
concluamos a analyse que nos mereceu.
*
O grande cavallo de batalha dos que tem com-
batido a entrada do Sr. chefe de esquadra Joa-
quim Jos Ignacio, para o ministerio, baldos de
qualquer outro argumento, tem sido a circuns-
tancia de nao pertencer elle ao parlamento na-
cional, condigao certamente attendivel em um
paiz representativo como o nosso, mais de forma
alguma exigida pela constituigo poltica do im-
perio.
Pois bem, quasi que nos podemos ufaoar j de
que at mesmo este argumento baquear em bre-
ve ; porque os de votados amigos do illustre ho-
mem do mar propozeram. sem o consultar, sua
candidatura pelo Maranho, e o povo heroico
desta provincia a aceitn com enthusiasmo, e no
da 25 deste mez correr s urnas para converte-
la era uma raalidade.
Nao uma imposigio do governo, nem um pe-
dido do ministro quera promore esle grande fac-
to. Nao! O Maranho uma provincia mui
briosa, livre e cheia de illustrago para se currar;
mas por isso mesmo ella quer dar uma expona-
nea e honrosa rnaaifestagao ao disiincio official
de marioha, em quem sempre hade ter um pro-
curador incansavet, um promotor incessanle de
seu progresso e melhoramehlos, .
Esta alegre noticia nos foi recentemenle eom-
municada, e por tanto nos apressamos em txans-
mitli-la ao grande numero de pessoas, que a hio
de ler com satisfago.
Maranho sempre se dislioguiu por suas sym-
pathias a marinha ; porque tem, como que um
instincto, que sua prosperidade futura depende
della, do melhoramento de seu porto, da conclu-
so de seu dique, etc.
Esta oora prora, robusta e iocootrareisa pe-
nhora corporago, enche-a de recoohecimeoto,
impe-lhe o derer da gratido.
O dia 25 de agosto, dia de S. Luis, Rei de Fran-
ga, deu o nome eapital do Maranho. S. Luiz,
seu padroeiro, a Iluminar, fortificar seus in-
tuitos de eleger o nosso almirante, nao obstante
as intrigas que se promoreu, os boatos falsos que
se espalhou para desrairar a opioio publica fir-
mada oaquelle proposito.
Nos esperamos tranquillos o grande resultado
que akmejamos.
Babia, 2 de agosto.
E. A.
"
PEtM. -TYP. DI M. F. DI IJLMA.-1861.


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