Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09363


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Full Text

I
lili IIITII lOlMQ 186
Par Ires mezes tdiantados 5$000
Por tres mezes vencidos 6$000

Q1RTA FE111 14 II AGOSTO II Itll. J
Par anuo adan lado 19 $00 0
Parte frasco para subscripUr.
N CABRBGAD08 DA SBSC8IPCA0 DO NQRTB
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lomos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
da Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Rtifios; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDA UU LUKHhlU.
Olinda todos os dias as 9 1/1 horas do dia.
Iguarass, Goianna Parahiba naa segundas
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Csraar, Altinho a
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaroth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas (airas.
Cabo, Serinhem, Rio Forra oso, una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras a Natal quintasfeiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MIZ DE AGOSTO.
6 La ora as 10 horas 34 minatos da man.
13 Quarto crescento as 4 horas e 56 minato da
i manha.
20 La cheia aa7 horas e 31 minutos da man.
128 Quarto minguant as 11 horas e 4 minutos da
manha;
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da manha.
ISegundo as 11 horas e 18 miento datardt.
DAS da senara.
12 Segunda. S. Clara y. f. ; S. Graciliano m.
13 Terga. Ss. Hypolito eCassiano mm.
14 Quarta. S. Eazebio sac.; S. Athanazia viuva.
15 Quinta. cgj Assumpgo de Nossa Senhora.
16 Sexta. S. Roque f.; S. Jacintho; S. Diomede
17 Sabbado. S. Hamede m.; S. Emilia t.
18 Domingo. S.Joaquim pai de Nossa Senhora.
AUlbNUlA UO| 1R1BUNAE DA CAPITAL.
Tribunal do commercio; segundas quintas.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DOSUL
Alagoas, o Sr. Claadino Falao Dias; Baha*
Sr. Jos Martlns Airas ; Rio da Janeiro, o Si
Joo Partir Martin.
Relaco: torgas, quintas sabbados aalO horas.
Pazenda: tercas, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do commarcio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tercas e sextas aa 10 horas. H PERNAMBLCO.
Primeira rara do eivel: tercas saxtasio meiol
dia. 10 proprietario do diario Manoel Figaeiroa 4e
.Segunda rara do eiral: quartas sabbados a lJFarla.na sua Trarla prega da Independencia n.
I hora da tarde: 16 8.
PARTE OFFICML
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia tO de agosto de
1861.
Officio ao Dr. chefe de polica.Ao offlcio de
V. S. n. 740 de 2 desle mez com referencia ao do
delegado do termo da Escada re juramente ao
estado de ruina da cas que ali serve de cadeia,
tenho a dizar-lhe que i vista do que V. S. pon-
dera, coavem alugar urna outra casa par aquello
fim, o s no caso de se a nao obter de ver V. S.
maedar fazer um ornamento dos coocertos do
que precisa a actual, e rametler-me, declarando,
outro sim, porque prego se poder alagar urna
outra casa para quartel do respectivo destaca-
mento.
Dito ao inspector da thesouraria,Deferindo o
incluso requerimento do capellao tenente da re-
partigo ecclesiaslica Fr. David da Natividade de
Nossa Senhora autoriso i V. S. a mandar pagar
a prestago mensal de 20$000 que elle pretende
coosiguar de seu sold oesta provincia, a contar
do 1 de setembro prximo vindouro em diaote
para ser entregue a seu procurador Antonio Jos
de Souza Reg.Communicou-se ao coronel com-
manante das armas.
Dito ao inapeclor da thesouraria provincial.
Mande V. S. adiantar e com urgencia ao director
do collegio dos orphos de Santa Thereza 2005,
por conta do pedido para as despezas daquelle ]
estabelecimento no corrente mez.
Dito ao mesrao.Mande V. S. por em hasta !
publica, conforme indica em sua informago de '
26 de juoho ultimo, sob n. 352, a pintura do raio '
do norte da casa de detengo, servindo de base i
essa arrematacao o orcamento junto por copia,'
llcando na intelligencla do que acabo de recora-
mendar ao director das obras publicas que mande
fazer os reparos de que precisa o fogo da coziaha
daquelle estabelecimento na importancia de 440;)
como se v do orcamento tambem junto por eopia,
e que como aquelle nesta dats approvei, e me to-
ra m remettidos pelo mesmo director com offlcio
de 19 de juoho desle anno, sob n. 151.Oiciou-
se ao director das obras publicas quanlo aos re-
paros do fogo.
Dito ao director das obras militares.A' vista
dos ornamentos que Vrac. me apresenlou com
officio de n. 64 e dala de 6 do correte, o auto-
riso a mandar fazer o acrescimo do muro do hos-
pital militar pedido pela junta medica, bem como
os coocertos das vidracas e telhado do edificio,
e o forro de que neeessila urna das enfermaras
daquelle estabolecimeoto. Communicou-se -J
thesouraria de fazeoda.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.
Chamo alteocio do Sr. superintendente da es-
trada de ferro para a inconveniencia de se negar
passagem nos trens da via frrea aos portadores
de passesconcedidos por esta presidencia, s-
mente por nao se ter declarado nos mesmos a
classe do wagn, em que devia ser ella effeclua-
da, como acooteceu ltimamente com o guarda
nacional Antonio da Costa Lima, a quem se deu
passepara ir villa da Escada, e no quil por
omisso se deixou de fazer aquella declaradlo,
por isso que semelhante ficto pode ser prejudi-
cial ao servico publico, a que vo essas pessoss,
e a omisso, de que se trata, ser remediada antes
pelo alvitre de se designar urna classa qualquer,
do que de negar a passagem j concedida.
ao conhecimento de S. M. os meus sinceros a-
gradecimentos.
< Agradeco tambem ao Sr. embaixador os
sentimentos que me mauifestou da sua parte
particularmente, e como sei que sao as qualida-
des que o destioguem. coosidero-me feliz de
fazer o seu conhecimento pessoal.
Posso assegurar ao Sr. embaixador que o
meu mais intimo desejo estrellar cada vez
mais, durante o meu reioado, os lagos de amisa-
de, e de antiga alhanca que felizmente existem
entre os dous Estados.
Estou muito reconhecido por saber que
S. H. o imperador se digna tomar parte na dor e
affligao que me causou a morle de meu irmo.
O meu mais vivo desejo, augmentar o
bem estar de todos os meus subditos, mussulma-
nos e chrislos, sera excepgo, assim como alar-
gar e desenvolver com o auxilio divino, todas as
concessoes jue o meu pai e o meu irmo lhes
concederam. Isto hade se provado pelos tactos,
e_espero que os meus esforcos para esse Qm se-
ro apreciados por um monarcha tal como
S. H. o imperador, alliado benvolo do meu go-
verno.
queiram encarregr-se de applicar ao indicado
uso.
c Baden-Baden em 15 de julho de 1861.
Assignado, Guilhtrme.
As informacoes que tenho de urna testemunha
oceular, habilitam-me a traosmittir-vos o seguin-
tes detalhes :
Depois do atlentado, tendo-ae o rei sproxima-
do do assassioo, perguotou-lhe :
Que motivo vo dacidia a commetler esta
acgo ?
Becker ttroa da algibeira a sua carteira, e a
entregou ao rei, dizendo :
Ah encontrareis os motivos.
a Na carteira estavam escripias as seguintes
linhas :
a Declaro nestas linhas os motivos da acgo
de que formei projecto. Tenho a coaviego de
que.o rei da Prussia nao est na altura das cir-
cumslancias actuaos para poder conseguir a uui-
ficaco da Allemanha. Foi por isso que tomei
a resoluco de me desembarazar delle.
Badeu,30 de julho de 1861.Osear Becker,
estudante em direito.
Ilatt imperial promulgado pelo snl-
to Abtluf-Aziz, quando subi ao
throno.
Meu ilustre visir Mehemmed-Emin-Pach.
Elevado, pelos decretos eternos do supremo
Senhor do universo, ao throno imperial de meus
gloriosos aotepaisados, recooduzi-vos, em vista
da lealdade e intelligencia de que dstes tantas
provas, no subido lugar de grao-visir ; e o mes-
mo pratico com os outros ministros e funeciooa-
rios do meu imperio.
Fago votos para que o mundo saibi que o meu
msior desejo de augmentar, cora o auxilio de
Deus, a prosperidade do estado, e de fazer, sem
distineco, todos os meas subditos venturosos ;
e que conQrmei em toda a sua plenitude as leis
fundamentaos, que ho sido at aqui promulga-
das e estabelecidas, com o Qm de alcanzar to
feliz resultado, assegurando todos dos meus es-
tados a honra e gozo das suas propriedades. Sen-
do a nossa lei sagrada, que a propria Justina, a
base da estabilidade, fundamento e esplendor do
nosso imperio, os seus diversos preceitos nos
conduzem sslvaco.
Desejo firmemente que se preste o maior cui-
dado tudo o que fdr concernente sua admi-
nistrage.
A manutengo e accescimo de gloria e felici-
dade dos estados depende da obediencia de cada
um delles s leis existentes, o da vigilancia de
todos, grandes e pequeos, em nao perpassarem
a esphera dos seus direitos e deveres. Saibs
quem seguir tal vereda que merece a minha im-
perial sollieitude, porquanto, os que se afaslarem
della, incorrero as penas que lhes devam
recahir.
Ordeno peremptoriamente todos os ulemas,
funecionarios e empregados nos diversos ramos
de servico publico, que satisfacara ao seu dever
com plena fidelidade e jusliga.
Com o auxilio divino, pela uoiao e esforcos il-
ustrados e perseverantes dos altos digoitarios e
funecionarios, se conseguem grandes cousas nos
estados. Sobre to firme base, queremos dizer,
pelos esforcos leaes de todos, que a regularida-
de e boa ordem na administrado interna e li-
na nceira do nosso imperio se consolidaro. Pela
minha parle consagrarei esse Um toda a minha
sollieitude e vigilancia.
Os difiranles ministerios e administrares do
meu imperio devem especialmente attender aos
cuidados que eu empregar, para, com o auxilio
de Deus, por
Despachos do dia O de agosto
Requerimtntot.
Antonio Malaquias de Hacedo Lima.Informe
o Sr. director das obras publicas.
Bento Jos da Costa Jnior.Informe oSr.
inspector da thesouraria da fazenda.
Flix da Gunha Teixeira.Informe athesoura- de tanto a atteogo. como o augmento do crdito
ria de fizenda. fioanceiro do imperio e a prosperidade de meus
Joo Hypolito de Meira Lima.Informe o Sr. subditos, o meu ministerio mesubmetler ospro-
jectos de lei e melhorameotos conducentes fir-
L-se na Gazetta de Corltruhe :
a Acabam de noschegar de varios pontos al-
guna esclarecimentos, dos quaes extrahimos os se-
guintes :
O pae de Osear Becker, conselheiro de es-
tado e professor em Odessa ; um de seus tios
conselheiro de estado, e professor em Kien. A
familia parece ser originaria de Saxe. O que ha
de positivo, que sua me, a primeira mulber de
seu pae, casado em terceiras nupcias, era daquel-
le paiz, Osear Becker foi educado na escola de
la Cro^em Dresda, e foi em 1859 para Leipzig,
para se4sjfcmar em direito.
Tem 22annos de edade, estatura mais eleva-
da que a mediana, magro, trigueiro paludo, e sem
barba.
Entre outras obras, traduzio do russo a tra-
gedia Livofi*.
Assegura-se que nao pertencia corporaco
dos esludantes.
Dos jornaesque temos presentes exlrahimos os
guintes promenores acerca do estudante Becker,
que attentou contra a vida do rei da Prussia :
< Desde que chegou o telegramma que annun-
ciava a noticia do atlentado de Badn, as indaga-
(oes da polica continuava durante toda a noite
at esta manha, sob a direcgo do chefe de po-
lica Melzler.
< Eis o resultado do inquerito, cuja exactido
garante : nao se descobho o menor indicio que
podesse autorisar a suppor que Becker, nascido
em Odessa em 1838, e que era estudante em Leip-
zig desde 1859, tivesse um cumplice qualquer.
O exame dos seus papis fez conhecer que
solicitava um emprego n'uma legago rusa, e
que eslava em correspondencia com o refugiado
russo Hertzeo, em Londres: concluio-se que o
joven eslava devorado pela ambicio, e que aspi-
ra va obter o mais breve possiveluma posico in-
fluente, por qualquer meio que fosse ; que, im-
pellido por esta ambicao indomavel, coocebeu s
o abominavel malificio ; qae a sua resoluco foi
tomada irrevogavelmente desde 7 de julho, e que
a realisou sem se acooselhar com pessoa al-
guma.
a Ao assassino nlo falta de certo intelligencia,
ha ponco tempo coocedeu-lhe a univeraidade o
premio que tioha posto a coocurso por um traba-
Iho sobre materias jurdicas e administrativas.
Alm disso falla-se da excentricidade de Becker.
Anda que de urna estatura robusta, era tmido
as suas maneiras.
termo aos apuros Qnanceiros que
diversas, causas ho produzido ha algum tempo ;
e peoetrado da convieco de que nada me pren- C0J texto o seguinte :
< Nos, Guilherme, pela graca de
Prussia,
O Staattanxeiger publica um manifest real,
nte :
Deus, rei da
director das obras publicas.
Joaquim Severiano Leite.Passe portara con-
cadendo a licen;a requerida por 20 dias.
Joaquim Jos de Carvalho Siqueira Varejo.
Requeira o supplicante assembla legislativa
provincial.
EXTERIOR.
Em seguida publicamos a tradueco da carta
dirigida pelo ministro dos negocios estrangeiros
da Sublime Porta, em texto turco, s legaces
estrangeiras em Constantinopla, por occasies
da exaltaco ao throno de S. M. o Sulto :
AS. Exc. etc.
a Sua Hagestade Imperial o Sulto Abdul-
Medjid Khan, falleceu hoja 17
mar a bem entendida economa na cobranza e no
emprego dos fundos pblicos, pondo-os ao abri-
go de qualquer fraude.
Os meus exercitos imperiaes de trra e mar
sao um dos sustentculos da grandeza do meu
imperio.
O meu governo velar pela manutenco das
relages amigaveis do imperio oltomano com as
potencias amigas e alliadas, maotendo-se o maior
respeito para com os tratados existentes.
Finalmente, mostr cada qual, nos diversos ra-
mos de administraco, o seu zelo no cumpri-
mento dos deveres sagrados de lealdade, probi-
dade, zelo e fidelidade ao imperio. Saiba, pois,
cada um que esta a nica vereda que nos con-
duz ventura e salvaco.
Taes sao os firmes desejos que tenho, e as mi-
nhas ordens. Tambem declaro que o meu inte-
rese pela prosperidade de meus subditos nao
do mez zilhidj
1277 (25 de junho de 1861) quarta-feira, e na
conformidade da lei dos ottomaoos acaba de su- ; admilt distineco, e que aquelle dos meus povos
bir ao throno, o seu herdeiro na familia impe- que professam diversa religio, ou pertencem
nal, seu irmo Abdul-Aziz-Khan. j diversas classes, acharo em mim ignal sollicitu-
< Sua Magestade imperial o muito alto, muito i de e perseveranga, em lhes procurar venturas,
poderoso, e muito forte Sulto, espera manter O progressivo desenvolvimento dos grandes re-
rigorosamente as convencoes e tratados existen-' cursos que Deus conceder ao nosso imperio, os
tes entre os nossos respectivos governos, e es-
treital-os em todas as occasies. .
Approveito esta occasio, etc. -
a Aali-Mehtmed-Emin-Etseid.
Em urna audiencia solemne que o sulto con-
cedeu ao marquez de Lavalette, dirigi este di-
plomtico a S. M. o seguinte discurso:
Senhor. Eocarregado pelo meu soberano de
felicitar a S. M. pela sua elevaco ao throno
dos seus antepassados, e de Ihe offerecer lodos
os seus votos pela propriedade do seu reino,
ouso esperar que V. M. se digne tambem accei-
tar as minhas homeoagens pessoaes, e que se
servir continuar a concerder-me a benevolencia
com que me honrava o seu augusto prede-
cessor.
O golpe doloroso qae acaba de ferir o cora-
gao de V. M. foi vivamente sentido pelo impera-
dor Napoleo III. Na pessoa do sulto Abdul
Hedjid, tinhi meu soberano effectivamente, um
alliado fiel, um alliado cuja sinceridad* nunca
foi desmentida.
Os tacos da amisade que ha seclos une os
dous imperios, tornaram-se, gragas a Deus, eada
vez mais ntimos, desde que vosso augusto ir-
mo, adoptando -os grandes principios em que
repousa a torga e a honra das sociedades moder-
nas, a liberdade de coosciencia, a igualdade dos
direitos civis e jurdicos, os iosereveu nobre-
menle face da Europa na carta de Gulhan, e
depois no Izatti-humayoon.
Deas nao lhe deixou oem a torga, nem o
tempo necessario para realisar completamente
os seus designios. E' oas vossas mais generosas
e potentes que esto confiados de futuro. E' a
V. M. que lendo diante de si um longo futuro,
reservou a providencia a gloria ligada a urna si-
militante obra. Ser pois sustentado no cam-
pamento desta nobre tarefa pela affeicio e reco-
nhecimeulo dos seos povos, christos e mussul-
manos, pelos votos da Europa ioteira, e posso
dar particularmente a V. M. a seguranga da pro-
funda sympatbia do meu soberano e do meu
paiz.
O sulto respondeu:
< Estou infinitamente reconhecido pelas felici-
tacoes que o Sr. embaixador me dirige da parte
de S. M. o imperador, e pego-lhe qaeira levar
verdadeiros progressos de ventura que delle ho
de resultar sombra do mea poder imperial, e
a independencia do meu vasto imperio, eis o ob-
jecto de meus incessantes pensamentos.
Oxal que Deus, o supremo dador de todas as
gragas, nos ampare com a sua poderosa protec-
gao.
1. de julho de 1861.
O conde de Fleming, ministro da Prussia,
mandou de Carlsrue o seguinte telegramma ao
baro de Schleinitz, ministro dos negocios es-
trangeiros
domingo 14 de julho) pelas 9
Osear Becker, originario de
e estudante da uoiversidade
dous tiros de pistolla quei-
S. M. o nosso rei, na avenida
Baden-Baden. Urna baila en-
, Esta manha (
horas, o chamado
Odessa ( Russia),
de Leipzig, alirou
ma-roupa, contra
de Lichteathal em
trou na golla da sobrecaaaca, e occasionou urna
ligeira contueo do lado esquerdo do pescogo,
sem p menor carcter perigoso. A mo do Todo-
Poderoso vigiou a vida do nosso rei. S. M. po-
de voltar p para o seu palacio. Eu mesmo
prendi o chimado Becker, que foi entregue i
jusliga gr-ducal.
Um jornal de Badn ^publica a seguinte carta
d'el-re da .Prussia ao conselho municipal d'a-
quella cidade :
Os testemunhos inequvocos de sympatbia
que recebi das autoridades e habitantes desta ci-
dade, por motivo do abominavel attenlado com-
mettido hontem contra a minha pessoa, e que
por ama disposigo de Deus, to milagrosa quan-
to misericordiosa, nao leve xito, consolavam
meu commovido corago, e mitiigam o senti-
mento de profunda ddr que est para de desmo-
ralisago crescente e o esquecimento das leis da
ordem divina e humana, tinha provocado em
mim.
Manifestando, pois, pela presente, e do mais
intimo do meu corago, o reconhecimeoto que
tioha ao burgomestre, e ao conselho municipal,
assim como toda a povoago, agradecimentos
que se liga tambem a rainha, minha esposa, te-
mos destinado aos pobres A dous florins que re-
mello, dos quaes pedimos s ditas autoridades
Faiemos saber,
Pela vontade de Deus subimos ao throno real
da Prussia, e manifestamos solemnemente o de-
sejo que temos de, segundo a coosltuigo as
leis do reino, dirigir o governo que a graga Divi-
na nos confioa.
Os nossos predecessores no throno legaram-
nos o verdadeiro costume, segundo o qual os res
da Prussia, por occasio da sua exaltago ao thro-
no, recebem do paiz o preito e homenagem, por
titulo hereditario.
< Conservamos este uso como urna prerogati-
va inviolavel da corda, e queremos traosmilti-lo
da mesma maneira aos nossos successores. Has,
em consideago s mudangas que tiverem lugar
na constituigo da monarchia durante o reioado
prospero de nosso muito amado irmo, o rei Fre-
derico Guilherme IV, de feliz memoria, resolve-
mos renovar em lugar de preito e homenagem, a
coroago solemne pelo qual o nosso augusto avf),
o rei Frederico I, fundou a diguidade real da nos-
sa corda.
a Inclinamo-nos humildemente em face de
Deus e imploramos a beogo do Todo Poderoso
para nos e para a nossa chara patria ; queremos
pela solemnidade da coroago, em preseoga dos
memoros das cmaras da dieta, e das outras les-
temunhas de tolas as provinciis'de nosso reino,
que julgarmos a proposito convidar, consagrar-se
o direito sagrado e indelevel em todo o lempo,
da corda que nos dada pela graga de Deus, e
estrellar de novo o lago formado por urna historia
gloriosa entre a nossa cisa e o povo da Prussia.
Em coosequencia disso, consumaremos a
nossa coroago solemne, ao mesmo tempo que a
da rainha, no mez de outubro deste anno, na nos-
sa capital e residencia de Kosmgsberg, e reserva-
rao-nos ordenar as disposigoes ulteriores em re-
lago ao ceremonial da coroago e entrada so-
lemne que houvermos de fazer na nossa capital e
residencia de Berlim.
a Berlim, 3 de julho de 1861.
c Guilhtrme.
Segaem-se as assigoaturas dos ministros.
Escrevem de Gotha :
Os representantes da sociedade dos arcabu-
zeiros tiveram no dia 11 a sua festa, e por essa
occasio houve urna reunio geral que o duque
abri com o seguinte discurso :
c Quando ttve a honra e a alegra de saudar a
reunio dos arcabuzeiros da Allemanha, dirigi-
mos-lhe a supplica de nos auxiliar a aportar,
para honra e protecgo da Allemanha, id lago
iodissoluvel.
Vos tendes estendido com prora p lid a o a mo
fraternal, ens a aportamos contra a nossa, on-
de a nao delxamos estriar. Agradego de todo o
meu corago,.a maneira amavel e aueeluosa que
tendes sabido mostrar n'esta bella festa. Anda
algamas horas, antes de nos separarmos. Mas nao
nos retiraremos sem pralicar urna acgoque en-
cuera de alegra a Allemanha luteira. Senhores,
j passoa o tempo de brilhir por meio de palavras
esteris.
c O povo pede factos para se tornar mais for-
te e mais unido. Falla-se de perigos qae amea-
gam a patria. Mas onde que existem os peri-
gos quando um povo forte e unido r Nos, tam-
bem arcabrazeiros, temos a abandonar as cousas
antigs, e a marcha de accordo no espirito do
tempo, que tudo anime. EsquegatRoi onde exis-
tem os bergos do nosso nascimento, se ao norte
ou ao meio-dia, ao oriente ou ao occidente da
Allemanha.
c Fundemos urna grande atsociago conimum
dos arcabuzeiros allemaas, afim de encontrar de
um lado as regras eommuns para lodos os feitos,
grandes ou pequeos do arcabuz, um regula-
ment geral finalmente, e do outro lado, fazer de
toda esta grande associago da mocidade armada
e bem executada urna reserva para collocar ao
lado do exercito. Recebei, senhores, este pensa-
ra ento, e deixae as simples palavras de um sin-
cero patriota penetrar no vosso corago. Pego
aquellos que sao da minha opinio queiram le-
vantar-so.
Toda a assembela selevantou logo, e o duque
continuou ;
Tendos-vos pois pronunciado unnimemen-
te. A unio dos arcabuzeiros allomes est fun-
dada. Seja-me permittido, terminando, propdr
assembla que eocarrgue da presidencia da re-
unio de hoje urna das trez cidades de Fraock-
fort, Bremen, e Gotha, que assistiram ao con-
gresso, ou fiseram propostas para este ultimo.
Rescripto dirigido pelo imperador d'Austria
dieta da Hungra, e cuja leitura se fez na cmara
dos deputados d'aquella dieta na sesso do 1* de
julho :
c Francisco Jos I, por graga de Deus, impe-
rador d'Austria, rei apostlico da Hungra, Bo-
hemia, Galicia e Lodomeria. rei da Lombardis,
de Veneza, e Illyria, archiduque d'Austria, etc.
Saudamos affecluosamente os baroes do imperio,
os digoitarios ecclesiasticos e seculares, e os re-
presentantes do nosso fiel reino da Hungra, e
dos seus annexos, reunidos em dieta, em virtude
da nossa convScago de 2 de abril de 1861. Ca-
ros fiis, anda que lenhamos valo eom extrema
surpresa as deliberagdes da cmara dos represen-
tantes, relativamente sos nossos direitos de sobe-
rana, assim como os attaques dirigidos contra o
direito iocontestavel de heranga que legalmnte
nos pertence, julgamos poder considera-los mais
como sortidas inspiradas pela sobreexcitago pas-
sageira de alguns oradores apaixonado, do que
como a expresso fiel dos sentimentos da vossa
dieta.
Mas teodo-se dado urna expresso cathego-
rica a essas vistas errneastanto na forma co-
mo na essencia da mensagem que nos dirigida
consideramos, no ioteresse do submisso respei-
to devido i nossa pessoa real, e aos nossos di-
reitos hereditarios, respeito que, com raso exi-
ge o throno e a sua digoidademas que se pe
de lado nessa mensagem dos Estados, a qual se
affasta dos usos legaescansideramos como nos-
so dever supremo regeilar a mensagem que, vio-
lando os direitos reaes, nao dirigida ao rei he-
reditario da Hungra.
Todava, temos o mais vivo desejo de nos
pronunciar abertamente a respeito das graves
questes suscitadas na mensagem dos magnatas e
dos representantes; convidamos pois seriamente
a alta cmara e a cmara dos deputados a tazar-
nos apreseotar a mensagem, segundo o exemplo
da dieta da coroago de 1790, de maneira que a
acceitago seja compativel com a digoidade da
coroa, que temos que deffender contra qualquer
attaque, e com os nossos direltesjaoberanus her-
dado de nossos paes.
Independen temen te disto, conservamos por
vos toda a afleigao na nossa graga e benevolencia
reaes. Dada na nossa capital de Vienna, em 30
de junho de 1861. >
Este rescripto, assignado pelo baro Vay, e
pelo conselheiro Bredenyi, era acompanhado da
seguinte carta aulhografa, dirigida pelo impera-
dor ao presidente da mesa dos magnatas.
Caro conde Appooyil Handando-vus um res-
cripto datado de hoje, relativo mensagem da
dieta hngara, encarrego-vos de o entregar ao
presidente da segunda cmara, Mr. Koloman de
Gbyezy, para ser immediatamente communicado
a cmara dos deputados, debaixo da sua respon-
sabilidade pessoal, fazendo-o inmediatamente
publico na mesa dos Magnatas.
c Vienna, 30 de junho de 1861.
Francisco Jos, a
A slricta applicago dos artigos 6 e 96 da
jei sobre a impreosa dever ter para vs o ob-
jecto de urna vigilancia especial. Nenhum es-
cripto que trata directa ou indirectamente da re-
ligio devsr circular sem autorisago previa da
autoridade diocesana, sob responsabilidade es-
tabelecida na lei da imprensa, sem prejuizo dos
procesaos judiciaes a que der lugar o assumpto
do escripto de que se tratar.
a Existe tambem outro rae revolucionaria nao menos perigoso que o da im-
prensa, a creago de sociedades publicas que,
debaixo de diversos pretextos plausiveis, tem de
ordinario um fim poltico malvolo. Por isso
chamarei particularmente a vossa silencio para
estas associagdes, assim como para as sociedades
scientiflcas.
c Tambem nao deixa de ser um dos expedi-
entes menos frequentes de que se servem actu-
almente os inimigos da paz publica, prevale-
cendo-se do proprio excesso da oceupago e do
trabalho que haem todas as provincias do rei-
oo, para provocar o augmento ou a diminuigo
do valor nos jornaes do trabalho, mediaote con-
flictos entre os capitalistas ou entre os operarios.
E' do nosso dever respeitar a liberdade de uns e
de outros, mas deveis prevenir os conflictos, e
persegui-los perante os tribuoaes, na conformi-
dade dos artigos 461 e 462 do cdigo penal.
a Qualquer sediego que venna manifestar-se,
e quando principalmente ella ameace tomar gra-
ves proporgdes, apressar-vos-heis em publicar
immediatamente a le de 17 de abril de 1821,
avisando as autoridades militares de todos os
effeitos que dizem ter essa mesma lei.
Como a seguranga dos mais elevados iote-
resses do estado depende do exacto e rigoroso
cumprimentod'estas disposigoes. o governo tem
a confianga de que empregareis todos os eifor-
gos para corresponder s esperangas que ha na
vossa lealdade e no vosso zelo.
a Deus vos guarde por muitos annos.
Madrid, 9 de julho de 1861.
Potada Berrera.*
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
DE
O Moniteur publicou a seguinte caria, dirigida
ao ministro da marinha e das colonias.
Fontainebleaa 1 de julho de 1861.
Sr. ministro.Desde a emaocipaco dos es-
cravos, teem as nossas colooias procurado pro-
ver-se de trabalhadores ns costas d'Africa, por
via de resgate ou por meio de contractos de eo-
gajamento que asseguram aos negros um salario
pelo trabalho que executam.
Estes engajamentos sao feitos por 5 ou 7 an-
nos, GnJo os quaes os trabalhadores sao gratui-
tamente restituidos sua patria, a menos que
nao prefiram fixar-se na colonia, e ueste caso
sao admittidos a residir ali, com o mesmo titulo
que os demais habitantes.
c E' necessario reconhecer que este systema
de recrutamanto, difiere completamente do trafi-
co ; effectivamente em quanto este tinha por ori-
gem e por Qm a eseravido aquelle, ao contra-
rio, conduz a liberdade. O negro escravo urna
vez engajado como trabalhador, livre, e nao
est ligado a outras obrigages que nao seja as
que resultam do seu contracto.
a Todava, tem-se suscitado duvidas quanto s
consequencias que esses engajamentos podem ter
sobre as populages africanas. Tem-se pergun-
tado se o prego do resgate nao constituira um
premio escravatura.
c Ja em 1859, ordenei eu qae se fizesse cessar
qualquer recrutamento na costa orieotal d'Africa,
onde tinha apresentado inconvenientes; depois
determinei que se limitassem estas especies de
operages na costa occidental. Finalmente quiz
que se examinassem com a maior cautella todas
as questes que suscita a emigrago africana.
Agora, assignei um tratado com a rainha da
Gr-Bretanha, pelo qual S. M. cooaente em au-
thorisar as provincias da India subjeitas sua
corda, o engajamento de trabalhadores para as
nossn colonias, debaixo das mesmas condiges
que se observara para as colonias inglesas.
c Devemos pois encontrar na India, as pos-
sesses francezas d'Africa, e nos paizes onde a
eseravido est proscripta, todos os trabalhadores
livres de que carecemos. Nestas circunstancias,
desejo que o recrutamento africano, por via de
resgate, seja completamente abandonado polo
commercio franca., desde hoje em que o tratado
concluido com S. M. B. ha de comegar a ter exe-
cugo, e durante todo o tempo da sua durago.
Se este tratado vier a deixar de existir, ser s
em virtude de urna authorisago expressa que
este recrutamento pode recomegar, se se reco-
nhecer indispensavel e sem inconveniente.
c Dignae-vos portanto lomar as medidas ne-
cessarias para que esta deciso tenha o seu effeito
desde o Io de julho de 1862, e que a iotrodueco
dos negros recrulados posteriormente a essa po-
ca na costa d'Africa, fique prohibida as nossas
colonias.
c Pego a Deus que ros tenha na sua santa
guarda.
c Napoleo. >
O governo hespaohol diriga urna circular aos
governadores das provincias, cujas disposigoes
vamos reproduzir.
CIRCULAR.
O Instrumento mais efflcaz de que a propa-
ganda revolucionaria se pede servir, sao as im-
prensas. E' conseguintemente conveniente fl-
xar-vos no diversos gneros de imprimir, para
sobre elles exercerdes a vossa vigilancia, e a
vosia autoridade, segundo se der o caso.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
PERNAMBUCO.
Paris
24 de julho de 1861.
Meu caro correspondente. Neste tampo de
ferias uoiversaes, e na falta das deliberagdes do
parlamento, tratemos de recapitular o passado ;
e digamos em abono da verdade que estes lti-
mos mezes na Franga nao foram esteris. Alm
da experiencia autorisada pelo decreto de 24 de
novembro sobre a discusso livre da resposta
falla do throno, esobre a questo vital do orga-
mento, houveram outros resultados proveitosos
e reaes ; e depois de encerrada a sesso de
1861 o Monitor pdde resumir os trabalho3 dessa
sesso.
Aberta a 24 de fevereiro e fechado a 27 de ju-
nho o corpo legislativo compoz-se de 52 aesses
publicas : foram alopiados 179 projectos de lei,
31 de interesse geral, 137 de interesse locar, e
11 de interesse particular.
Conteccionou-se o orgameolo geral para 1862,
volou-seo emprestimo destinado subvencionar
as linhas dos caminhos do ferro, as tarifas do-
ananas para os cereaes, os crditos precisos
para a execugo de importantes obras publicas,
as tarifas da navegago, os caminhos de ferro da
lerceira linha na Franga, os de Argel, um ser-
vigo postal para Indolhio, outro para as Aoti-
Ihas, um crdito para a execugo universal de
1862 em Londres, etc. etc.
Resta agora esperar que tudo isto tenha anda-
mento.
Hontem, 23 de julho, os conselhos de distric-
tos, que foram renovados, comegaram os seus
trabalhos por um decreto de convocago. Esta
primeira parte de sua sesso annual, que pre-
cede sempre dos conselhos geraes, durar tres
dias.
Em Bade no ngulo do palacio da Conversacao
existe urna casa de modesta apparencia, igual
a muitas outras que se v as visinhangas : em
nada se distingue ella daquellas que a rodeiam,
e nem existe sentinella sua porta, E' ali que
de ha muito tempo o iei e a raioha da Prussia,
mesmo quando eram anda principes, vo re-
sidir annnalmente dorante urnas seis semanas
ou dous mezs sem ruido e sem pompa ; gosan-
do de urna vida de campo, com tudo o que ella
tem de mais simples, mais modesto e mais pa-
triarchal.
Suas magostados da Prussia acbavam-se em
Bade emeompanhia de seu genro, com quem el-
les mantm a mais perfeita iotimidade. No dia
domingo, 14 deste, Gailherme I dirigiu-se pelas
9 horas da manh aos banhos, como de costume;
vioha elle de estar com Alexandre Balta, a quem
fuera promelter-lhe nao affastar-se do pequeo
circulo da rainha. Achava-se j na alea de
Sichtenthal, e se ha via adiantado desta ultima
que segua para aquella villa. Entre as pessoas
que acompanharam o rei nolava-se o ministro
da Prussia conde de Fleuming.
Um mancebo decentemente vestido saudou o
rei por diversas vezes com ar gracioso sem se
fazer notar: da terceira vez, quando o rei pas-
aou por sua frente, o mancebo correu para elle;
e quasi ao mesmo tempo echoaram dous tiros de
pistola, dados a queima roupa.
O conde Fleuming voltou-se .por um movi-
mento rpido para o ponto de onde partir a de-
tonago, e apoderou-ae immediatamente do as-
sassino, qua nao negou a sua intencao.
Emquanto algumas pessoas que passavam o
transportajam em urna carruagem, e o entrega-
vam a justica, o rei senta urna ligeira dor no
pescogo, cujos msculos tioham sido tocados ;
mas continuando no seu passeio at encontrar-
se com a rainha contou-lhe o que se tinha pas-
sado. Dirigiu-se depois ao palacio de Mesmer
recebendo pelo caminho muitas felicitacoes e tes-
temunhos de sympathias. Foi ah ento que se
verificou ter urna baila atravessado agola da ca-
saca em direcgo um pouco obliqua sobre o lado
esquerdo do peseoco, levando com sigo um peda-
no da gravata, e causando no pescogo urna con-
tuso de carca de urna polegada de dimetro, e
coagulago do sangue.
O autor dessa tentativa de regicidio, Osear Be-
cker, filho de um conselheiro de estado, e pro-
fessor em Odessa. Russo por nascimento natu-
ralisou-se allemlo na Saxonia : educado em
Dresda na escola da Cruz, foi em 1859 para Lei-
psick sflm de estudar direito. Tem 25 annos de
idade, estalura um pouco aeima da media, ma-
gro, louro e paludo. Na vespera viera Bade,
e procurara o hotel de la Fteur: na manha de
domingo 14 de julho descarregava pelas costas
de Guilherme 1* a sua pistola de argibeira de
dous canos.
Logo depois da sua priso Becker confessou
que tora incitado a aquelle acto pela iocapaclda-
de do rei da Prussia para resolver a questo al-
ternas. Esse atlentado tem impressionado espe-
cialmente o partido unitario qua nelle julga rer
urna occasio de reaego contra a liberdade de
associago, e em geral contra todas as lioo
berdades nascentes. Entretanto o jovem Becker
pertence a nenhama das parcialidades, eos
qae se acham divididos os esludantes da uoiver-
sidade, onde elle vivia retirado, concentrado em
si mesm, sem amigos, e quasi sem cama-
radas.
A polica nanea teve o que censurar na sua
conduela.
Os esclarecimentos obtidos do a .entender que
Becker nao teve cumplice, que sd coocebeu o
pensamento do seu crime, e s tambem po-lo
em execugo.* Parece alem disto averiguado que
o movel da sua acgo criminosa assenta mais na
sua psychologia do qae na poltica. A sua in-
telligencia vasta e spplicada inquieta, prema-
tura e sempre activa. Em Leipsick estudava ao
mesmo lempo, e com successo, os clculos diffe-
renciaes, a jurisprudencia, sciencias administra-
tivas, linguas orientaos, historia litteraria, etc.
O orientalista Fleicher o tinha escolhido para
seu secretario ; e na aniversidade de Leipsick
acabava elle de ganhar um premio n'um son-
curso de direito administrativo. De maneiras
tmidas e reservadas, parece ter sido devorado
pela ambicao ; e aspirava o mais cedo possivel
urna posigo importante, qualquer que fosse o
meio para obte-la.
Foi por conseguale levado de ama ambigio
descomedida que elle premeditou e levou-a ef-
feito o seu altentado. E' {.pois iodevidamente
que na imprensa os orgos do direito divino, a
bem de sua causa, se obstioam em ver no tiro
de pistola desse estudan te de Leipsick o dedo e a
influencia do que elles chamam a revolugo.
A rainha da Prussia passeou anda uo dia 15
pela manha, e a p, naquella mesma alea de Li-
chteathal, como se na vespera nada tivesse acon-
tecido. De todas as partes o rei recebi a felici-
tages.
Suas magestades voltaram j Berln.
A questo hngara acha-se anda pendente.
Francisco Jos respondeu deputago encarre-
gada de apresentar-lhe a supplica, congratulan-
do-so de que os estados e representantes do paiz
se apressassem como era do seu dever a fazer
jusliga ao voto por elle manifestado, e accres-
centou : < Espero que os estados e represen-
tantes acolhero com iguaes sentimentos a res-
posta que devo dar a esta supplica no interesse
do paiz, e no bem geral dos meus povos ; e eu
a farei conhecer o mais breve possivel. Essa
resposta com quanto anda se espere j conhe-
cida.
O governoausiriaco mantera o seu programma
unitario, e nao quer conceder i Huogria mais do
que a autonoma interior. As difficuldades ape-
nas extinctas vo revivar' quando essa oago
usar do direito de eleger, e enviar seus',deputa-
dos escamaras do grande conselho do imperio,
e ninguem se illude sobre a conducta adoptada
pelos chefas do partido magyare para com a
Austria. Toroa-se cada vez mais evidente
que sd procuram em Pesth ganhar tempo, pro-
longndole a correspondencia com o governo im-
perial na esperaoge de siccessos exteriores.
O cavalleiro Vay e o conde Scezen foram demit-
tidos antes queo houvessem pedido Os jornaesque
em Wien representara o partido allemlo contara
j victoria, e fallara do partido magyare com essa
condecenlencia que se concede aos vencidos. E'
talvez um pouco cedo : porquanto a agitado ex-
trema que reina em Pesth parece presagiar urna
resistencia, cujas consequencias ninguem pode
prever.
Dizem em Vienna que a dieta hngara ser
convidada a enviar deputados ao conselho do im-
perio, e que no caso de recusa de sua parte sero
ordenados para 15 de agosto as eleigoes di-
rectas.
A 4 de julho corrente o sulto Abdul-Azir cin-
gio o alfaoge na mesquita de Ayoub : foi urna
festa das mais brlhantes. Toda a populago de
Constantinopla correu para as ras onde devia
passar o cortejo imperial. A venda das esplen-
didas carruagens do harem de Ablul-Mejide, a
expulso de todos os parsitas da corte, a re-
duego dos vencimentos de muitos empregados
que cercara o throno, a guerra declarada s divi-
das, sao actos esses do novo reioado que muito
tem alentado as boas esperangas.
Com effeito o sulto pretende latar contra a
situago desastrosa em que sea irmo deixou o
imperio, tenta numerosas reformas, e a esse em-
penho se consagra resolutamente. O serralho
foi abolido, as mu Hieres de Abdul-Mejid despe-
didas, e conservadas apenas as sultanas mes dos
principes. Elle mesmo reduzio as suas despezas,
nao conservar mais do que ama mulher, e poz
venida os movis e alfaias, que haviam perten-
cido ao seu irmo, trastes de ouro, de prata, joias,
pedras e armas preciosas. Reduzio tudo a di-
nheiro para pagar as dividas, e taodo decretado
grandes economas em todos os ramos de admi-
nistraco esludam-se novos regulamentos, pro-
jecta-se novo systema judiciario.
J se ho feito muitas mudangas nos altos car-
gos do imperio. Safette Pacha e Hassib Pacha
aoham-se em disponibilidade. All Pacha foi
nomeado ministro dos negocios estrangeiros;
Halzourbey, intendente da antiga sultana Valid,
investido as funegoos de director da moda.
M. de la Valelle, embaixador francez, fez em
audiencia solemne um discurso de felicitago, ao <*
qual Abdul-Azil respondeu comprometteodo-se
a executar enrgicamente as reformas prometti-
das por seu Irmo, e jurando que a carta de Gu- .
lhao seria de ora avante urna verdade. A essa
audiencia solemne assistiram o internuncio da
Austria M. Prokesch de Oslen, o ministro da
Russia M. de Sabanoff, e o ministro da Prussia
M. de Goltz. Sir H. Buliver, embaixador da
Inglaterra, nao se achou presente, por nao so-
ler anda restabelecido de um ataque de aplope-
xia que soffreu em casa da princesa de Saraos-
Este novo accontecimento tem feito de Cons-
tantinopla um campo fechado para a diplomacia
europea: a Franga, a Inglaterra, a Russia dis-
putara all a preponderancia, infelizmente a In-
glaterra tem por si toda a probabilidade de arre-
dar a influencia das outras duas. De ha muito-
existem intimas relages entre Abdul-Azil e o
embaixador britannico, e as boas gragas de sul-
to as tem consolidado. Este ultimo appressoar
se a exonerar Riga-Pacha, da pasta da guerra po-
parecer-lhe muito dedicado poltica francez|e
para encarregar dessas importantes func^oes a
Namik-Pach, o hontem que fez um papel to>
odioso em Djesds, por occasio dos morticinios:
alm disto fez grande amecha! de palacio a Ca-
pitan-Pach, personagem muito dcil aos conse-
lhos do embaixador britannico.
Todavia a nomeagio de Namik-Pach para a>
pasta da guerra, desse homem convencido de
baver tolerado as mortandades dos christos em
Djesda, prduzio na Europa desagradavel sensa-
cao, e foi objecto de urna protestacao da parte*
do corpo diplomtico residente em Constantino-
pla. Abdul-Azil acolheu mui seccamente essa.
demonstradlo official, e respondeu por interme-
dio de Aali-Pach que a probidad* e intelligen-
cia de Namik haviam determinado a escolha que
delle fez, na qual persista.
Rga-Pachi alm de demiliido foi preso ; e>
ser posto em liberdade sdmeole depois que der
urna conta satisfactoria da u ada>ioittr*;io fi-
na nceira. Os correspondentes daquelle lugar pre-
sumem que a priso ser perpetua.
Depois de meocionarmos todos esses introitos
do novo reinado voltenos i questo principal.
E' realmente para admirar que najara alguns pu-
blicistas to simples que iulguem salva a Turqu
s porque Abdul-Azil reduzio o pessoal do ser-
ralho, contentou-se com urna nica mulhsr, o
prendeu Riga-Pach! S multa loucura, ou
\ urna illusao estranha far cre que a monogamia


-^I-
__/t ^ i
-
X
~
DIARIO DI nUlAMBUCO. QUARTA FEIRA 14 DI AGOSTO BE 1801.
3
o sulto, e a detitui$ao de alguna amprogarloafsafcido para Lisboa : Joo Alfredo Tosser, sua
prevaricadores plem curar o mal inveterado que
foe Turqua, o a conduz leota ese ceriaiueo-
te aua destruidlo I
Para sW_r a Turqua seria precito mudar a
aUireza dos Turcos, e esla iromutatel, como
atiesta a experiencia -de quatro sectiles. To-
ule aajuua desgranas desies ltimos sesseota
naos -tialismo os too .aojado ao desalalo ;
lies estao proaiptos a raorsor para defender o
Koran e a b^aaoca te Mahotnel II: m o mar-
tytio, que so produz deia.tr*, najte mais fax
de que condiuir ao desespeto. Asm o progres-
an dos chriatos, e aua superieridote evideata)
sao para esees ioabataveis rente aa coosequeo-
ciaa irromediaveis te voatate te Deus. A torga
moral que salva as jactes ote existe maia para
lleel
Foi com muila razao que disse um escriptor
jistiocto:
< O Turco ere que o imperio Qltomaao acabou,
ese rico prefere Bles ser enterrado no grande
cemiterio de Sculari oa Asia, afleo de que o aaylo
c*de reposarem os seus ossos oo seja profanado
petos inflis, quando tiverem se apoeaate de
Stamboul. O Turco nao er no futuro da Tur-
qua, o se Iba fallardes das reformas do sultao,
cesponder-vos-ha : Quaodo as plantas revelaran.
*m Lockman as suas tirludes medicioaes, ne-
akuma houve que dieessetenho a virtudo de
curar um cadver: o sultn um outro Lockman,
anas o imperio um cadver!
Depois da motle de conde de Cavour tota a
moditicaco ministerial d Italia tem a sua im-
portancia; a retirada de Hinghetti tero o carcter
de urna niodificaco; M. RaUzzi parece decidi-
do a entrar no gabinete deccordo com Kicesuli.
Para que de*apprecd toda a idea de predominio
o gabinete intentara pedir deinissao. Ricasoli e
H#tazzi seriam eocarregades pelo rei da formaco
do novo ministerio : Kalazzi asseguraria ao go-
veroo o apoio bastante importante do terceiro
partido, que amigo da Franca, centralisador,
liberal, e alguma cousa puritano.
A' 17 de juluo o general Fleury eolregou era
mito de Viclor Eiaaianuel da parle de Napoleo
111 a famosa caria aulhographa tao esperada,
jue a resposta da que fora entregue em Fon-
tantebleau pelo conde rese. O soberano do
novo reino da Italia ditse o enviado francez :
Congralulo-me de ver que o meu
senhora e 2 lilhos menores.
Mtadouro publico.
MaUram-se no dia 13 do corrate para o con-
sumo desta cidade til rezes.
MORTALIDADE DO DIA 13.
Nicacio, Peroambuco, 40 ancos, estrave, sol-
teiro, Santo Antonio ; gaslro hep( tile chronica.
Mafia Mxima Rodrigues, Peroambuco, bren-
ca, 27 anuos. Boa- Vista; phtysica.
Graciliano, Pernambuco, preto, Boa-Vista ; es-
pasmo.
mosioteresses do commercio, resolveu em as-1 um estabelecimeate de caridade, felizmente pre-
I agosto do anrt prxima- sidido pelo noaso digno socio honorario, que tan-
cie> das. te
mesma.
da tdMC^o da Associa^o
omniereial Beneficeote de
Pernambuco, apresen tari o
assembla geral da mes-
ma, em 9 de agosto de 1861.
Senhores.
O preceilo do capitulo 4* (art. 28) da nossa lei
regulamentar nos impe o dever, que ora cura-
primos, de relatar es oceurrencias mais notaveis
durante o anoo que expire*, a o fazemoe por
modo succinto.
Cumpro-nos com prazer declarar que o prin-
cipio de harmona e boa iotelligencia desta As-
sociaco para com os agentes do poder publico,
quer administrativo, quer Gscal, foi perfeitamente
manlido, e nos devenios congratular, registrando
este facto, sem o qual difcilmeote se conseguir
qualquer lim de ulilidsde promovido pelo espi-
rito de associacTio cujo benfico resultado atlinge
todas as classes da sociedade.
Isto posto, senhores, sentimos o penoso dever
de lamentar a triste vicissitude por que passa o
commercio, erguendo o veo que acoberta fados
da maior sensibilidade e tristeza, os quaes oceu-
para as paginas da historia contempornea I
Todos nos temos sido testemunhes oceulares
nao s de frequentes falencias que obrigado
o negociante em grosso, como o mercador re-
1 lalho, quando as traosaccoes se traostornam,
j cessarn os recebimentos, e sobresali a mpossi-
' bilidade de pagar em dia o vencimento de suas
augusto j letras, como ainda o estado tormentoso do ho-
alliado approva a conduca poltica seguida pelo mem de honra que desequilibra a razo, esquece
meu govorno: esta urna boa noticia que me j a divindade, e poe termo existencia,
tcazeis; ella far que commigo se regpsijem lodos Um historiographo atilado, e nosso contempo-
os verdadeiros amigos da Italia 1 ^ t raneo, ha pouco se exprimi nos segulntes
O acolhimento feito em Turim ao general Pleu- I termos :
ry foi urna verdadeira uianiestacao nacional:'! a O commercio se acha t'ompromettido pelo
serenatas, doputacoes, visitas innmera veis, tu-I decrescimento da producQoo, e assustado pelo
dp o pavo italiano empregou para testemunhsr a [espirito regulador e preventivo, que tem domi-
eua sympathia e reconhecimento ao representan- nado as leis e nos actos do goveroo. a
mente Dudo que fossem abolida a* despease
com o enfardamento do algodo, e ten asiian
que as despezas dos gneros nestn porto, fkasaeaa
por conta dos carregadores, e nio
navios como anteriormente se praticava, pelo
que esperamos que o meretiasimo tribunal do
commercio aaoccionara, coma juste este sote te
Associacio.
J tivemos ocoasio de representar o governo
provincial respeito te petes verba do Recite,
que se acte em um estado deplorarvel,' prestan-
do-se apenas ae traeaito d pesas as, sendo ate
obra de palpitante e urgantissima Bec.ssidade ;
ser* de suppr que o govecao imperial que tem
te decidir definitivamente teste negocio dsri
suas terminantes ordens para satisfazer-se
necessidade de primeira ordem.
Ouira providencia que havemua solicitado do
governo reaiivemesra eo fecneaaeava das*&*-
las dos vapores da Companhia Bnsileira, horas
antes de sua partala, trazando inconveniente ao
commercio de reduzir-se um tempo lo precioso,
como o que decorre da ehegada dos paquetes,
at a hora de su* partid* ; ltimamente na sabi-
da do vapor francez Navarre, repetio-se este in-
conveniente, fechando-ae a mala s 11 horas e
meia, entretanto que elle parti as 4 horas da
tarde: tos reconheceis a oecessitete de pedir-
se novas previdencias em termos a evitar-ee
semelhaate pratica.
Da correspondencia desta Assoclaco com o
Exm Sr. provedor da Santa Casa da Misericordia,
consta o accordo, depois de urna conferencia en-
tre as commisses desta casa e a da junta admi-
nistrativa daquelle pi estabelecimento. pelo
qual foi resolvido que ficasse aquelle estabeleci-
mento encarregado da admisso e tratameoto dos
mendigos no hospital de caridade desta cidade,
entregando-lhe esta Associacao para este fim, o
rendimento da quantia depositada na Caixa Filial
do banco do Brasil, ficando por esta forma pre-
enchido o nosso dever de beneficencia pira com
es pobres desvalidos, son a direcgo e tutela de
tetes* a>s*aaite te Asociaco de que faz parte.
O Dossa ttesearairo, apresentaodo a conta da
raoezU a tespata desta Associacio, moslra o sal-
te ris 5:286836, a favor da
te da poltica franceza.
G. M
O deflicit das rendas publicas, devido a causa
[que nao queremos neste momelo apreciar, tem
collocado todas as classes sociaes ero estado de
j desanimo, porque receiam a creacao de novos
" impostos para serem accumulados tantos outros
tque j pesam sobre a populacho, e lhe inutili-
'sam a pequea indusliia do paiz.
O commercio, como sabis, aervindo de media-
' neiro e thermometro dos interesses sociaes, fa-
Sob o anonymo recebemos as hohas que abai- zendo delles parle, luta com as maiores difficul-
xeseguem, e que offerecomos apreciarlo do pu- dades, j pela compresso do crdito, j pelo
grvame das iroposiges, e j finalmente pelos
' estorvos e embarazos de urna fiscalisacao desco-
! nhecida as nagOes mais adiaotadas e commer-
ci.ies ; nao podemos ser surtios nem indifferentes
PERMAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
buco
ESTRADA DE
ESTAC.O PRINCIPAL NO RECIPE.
Fallou-se no auno prximo paseado, por occa-
tiBo da abertura di 2a seccao desta estrada ao
trafego, que as 3* e 4" poderiam ler fira em de-
zembro vindoeto ; talvez que isto se realise ; mas
notamos que nada se disse acerca do legar em
que tenha de ser definitivamente edificada a as-
aos clamores pblicos quando na rbita da lei
fundamental do estado, se deve reclamar as con-
venientes medidas dos poderes do estado, que
por maior que seja o respeito elles devido, nao
se podem considerar isentos de erros, mormente
lajao prtnctpal, que em todas as caberas de It- quando os fados protestara, e forms-se a opinio
unas ferress costuma ser um edificio monu-
mental.
Persuadimo-nos que o nosso engeoheiro fiscal,
rgido cumpridor de seus deveres, como todos o
cotihecernos ser, nio permittir que saia a esfo-
rio principal do Recife das regras geralmente ob-
servadas era taes construeces, e nem que seja so-
menos aquella da capital da Babia.
No entretanto, estando-se nessa ignorancis'de
local, occorre-nos lembrar um que nos parece
nao t6 muito conveniente, como que se prestar
ainda a conslrucco de um edificio cenforlavel e
com os precisos commodos para comportar todas
as repartirles da companhia, que acbam-se por
falta delles hnje disseminadas por esta cidade e
pela villa do Cabo, contra todas as regras de urna
conveniente direccao. Este local oceupado pelo
convento dos amigos Jesutas, e onde acbam-se
algumas reparlicoes publicas instaladas actual-
mente ; o qual poderla pelo gjverno ser vendido
a companhia, que demoiiodo o convento, deixa-
ria a igreja do Espirito Santo destacada do resto
da frente da praca, e abrira urna ra espacosa
em alinhamento daquella do Imperador a dar na
Oa Praia.
Isto feito, no local da esquina desta nova ra
at ao fim della, comprehendido o caes, o passeio
e a ra em toda a extansao fronleira ao edificio
actual, poder-se-hia construir urna estaclo con-
veniente para esta capital ao menos por um se-
cuto.
por raeio de discusso e do direito de pedeo.
Nao deseemos, senhores, sualyse dos factes
pelo dever a que nos impuzemos da conciso, e
porque sao elles sentidos de todos, e seus eflei-
tos arrastsdores da ruina de tantas familias, que
solTrem os effeitos de causas indicadas e mani-
festas.
Outro facto que lamenta o commercio, falta
de garantas u'adniinistrago da justiga, mor-
mente as comarcas do interior da provincia : o
negocio crdito e prazos correspondentes
colheila dassifras, transtorna o commerciante,
quando pela falla de cumprimento do contrato,
v-se o credor Coreado a demandar o devedor, que
sobre achar-se garantido com o privilegio dese-
nhor de engenho, e as redes da chicana do pro-
cesso civil, v-se sem garanta pelo espirito de
patronato daquelles, (salvas as honrosas excep-
coes) que devem administrar a Justina na forma
das leis, resulla disto o quebrantamento da f, o
descrdito do agricultor, e o sacrificio dos que
nelles se conlbram, sem poder effecluar seus re-
cebimentos, para resgatar seus compromissos.
Agricultura.
Sabis que os principa os gneros de exporta-
cao desta provincia, sao o assucar e o algodo ;
o mappa que pomos-sob vossas vistas, comparado
com o dos annos anteriores, mostra decrecimen-
to na produc;o da provincia, respeito do as-
sucar nao s em quaolidade como e sobretudo
nos precos : emquanlo, porm, ao algodo, mais
Vodendo esta lembran^a ter cabimento, talvez sensivel ainda a differensa, porquanto o decres-
nos perguntem aonde se deva collocar o arsenal cimento de prodcelo desle genero, sempre suc-
tie guerra ? Mas a isto responderemos,
que ere-
mos poJer-se transferi-lo para o arsenal de mari-
nha, iostallando-se-o oo vasto edificio que fica
do lado da mar pequen.
E assim, com o producto da renda do velho
convento companhia para o referida fim. pen-
samos que Doder-se-ha em urna das frentes da
praca das Princezas levantar um edificio novo
com proporces commodas e aufflcientes para re-
ceber as duas tbesourarias, o correio e mais re-
parlicoes ora existentes no Collegio. podendo-se
cessivo, nos do em resultado que no ultimo au-
no, tem chegado pouco mais de metade do que
o era ha 10 anuos passados.
Este decresciroo, tanto mais sensivel as ac-
tuaescircumstaocias, quanto na Europa este ge-
nero tem subido muito em valor, e prometle um
futuro asss lisongeiro ao cultivador.
Chamamos atteoco de todos os agricultores,
para o desenvolvimento desle importante ramo
d'agricultura, do qual Ibes resultar immensas
vanlagens de prodcelo, porquanto sao poucos
bo entretanto alugar o edificio do Dr. Sarment os paizes onde produz-se o algodo, e tobretu-
para ellas funeciouarem, emquanto se fizerem as do com tanta vantagem, e de lo boa qualidade
novas construeces, # como o de Pernambuco. mxime na actuadade
Destas medidas que lembramos, resultara um que pelo caminho de ferro pode sor tjazido ao
embellezamento completo para dous pontos no-; mercado, e economisando despezas de transpor-
te, e meihor conservadlo do genero : em abono
tacis desta cidade ; e serlo ellas aceitareis ?
Outros o decidam.
Outros O aceitera.
Outros e desprezem.
Oue nos Acaremos sempre com as nossa ideas.

Acha-se
de nossa opinio sentimos prazer em communi-
car quede 15 ou 18 saccas de algodo recente-
mente chegadas da ilha de Fernando de Noro-
nha, notou-se no mercado ser o algodo de mui-
to boa qualidade, sendo que reconhecido este re-
em concurso o provimento da ca- sultado, ser de esperar que o governo nao del-
dera de lingua inglesa do curso preparatorio an- ; xar de empregar os trabajadores da ilha para
nexo Faculdade te Direito desta cidade.
um genero to necesariamente procurado, e
O prazo marcado par* a inscnpgao de quatro : animado dos paizes manufacturemos: oxal que
mezes que comegou a correr de 12 do correte.: nossa recommendagao seja bem acolhida, e pro-
Teios quenas contra o procedimento pou- duza o necessario effeito : em nosso humilde en-
i morahdsde publica e do decoro tender sem o desenvolvimento da coloutsaco,
do crdito por criaces bancadas destinadas a fa-
das familias, que os catraeiros do Caes de 22 de
Novembro all desenvolvem.
Nao devendo poia serem toleradas taes desen-
volturas, cumpre que sejam os seus autores cha-
mados ao caminho da honeelidade e do respeito
s familias.
Amanilla ter lugar e festa da padroeira do
Gymnasio Pernambucano, Nossa Senhora da Aa-
sumpete, bavendo exposicao do museo das 5 s
8 horas da tarde, nesse dia e nos tres eeguintes.
Os moradores de Santo Amero das Salinas;
pedem-nos para que chamemos a atteoco de
q uem compete, par* a vente all te agua saldbra
e infecta.
A maneira por qae, te dia em dia, se in-
troduzem ionova(oes em os nossos carros fne-
bres, levam-noa pedirme*, quero de direito
t, faga eflectivo o regula ment do cemiterio,
evitando que apparecam carros com disticos que,
nada exprtaiado, revelan meooaprezo para esse
oto de dor e compuneco.
A direccao da Associacao Commercial Be-
/cente desta cidade, ltimamente eleita, esco-
lheu houtem os seus membros que devem formar
a mesa, que ficou assim cempost :
Presidente, Antonio Marques de Amorim.
Vice-presidente, JosTeixeira Bastos.
Secretaria, Manoel Alves Guerra.
Thesoureiro, Joo te Silva Regadas.
Chamamos a alinelo dos nossos leitores
para o relatorio apreaeotedo Atsoeiaco Com-
inereial Benejicente, pala direcelo
Foram nomeados socios honorarios o Exm. Sr,
prasidenUdasaa provincia Dr. Antonio Marcelino
Nunes Caacalves, a os Illms. Srs. espillo do
*>rte a tete te diviso Jos Maris Ferreira,
tul raaencano urdo Aides, vics oansul -
glec Alexaaate Goten, e o actual juiz do catn-
serco Dr. Fnaacisco de Assiz Petatea Rocha.
Durante o armo foram admiltidos tO socios, e
eliminados pedite por motivos apreciados pela
recco 7.
De outros facto* mais, senhores, nos poderia-
mos occopar, se nao coostassem elles dos livros
_; d* Associocn, e se nao elivntRflm riphf|/> fo nps-
so eonhecimento, motivos estes que nos deter-
naram a omiti-los.
No enlanlo nao devemos finter este relatorio,
sem vos agradecer,, com toda cordealidade e at-
teoco, a confanos pela qual nos collocastes,
bem immediamente, oeste lagar, d'onde vos fal-
lamos.
Na escolha que por eloic&o ides fazer, sana du-
vida procederis com o criterio que vos sobra,
para que a nova direccao, venha traduzir em
tactos, es eminentes desejos que nutrimos pela
prosperidad* e incremento de commercio desta
provincia, em alliauca com s todas trias que 1 he
sao relativas e iodispensaveis, para que colloque-
se no centro da elevaclo e importancia, que
tem direito pela sua posigo e recursos do im-
perio, qae clamara pelo poder da industrie e
Iraoaiho te hoineuj.
Recife, aala da Associacao Beueficente de
Pernambuco, 9 da agosto de 1661.
Jotl Teixeira Bastos.
Vice-presidente. ,
Manoel Alves Guerra.
Secretario.
tnissionarios capachinhos, a festa de Nossa Se-
ubora atai do Pavo, seguindo-se-lba e Tt-Deum
pelo anniversario de S. M. o Imperador dos Fran-
cexet.
t- No dia 12 deate mes foram recofhidos ca-
sa te deteDcte 7 hmeos a 2 multares, sendo 6
liviea e 3 escroTo ( a ordem do Dr, juiz muni-
cipal da \* rara 1; a ordem do Dr. delegado da
capital 1, que a parda Francelina, escrava de
Manoel Gomes de Oliveira ; a ordem do aubda-
legado do Recife 1 ; a ordem do de Santo Anto-
nio i, que o africano Antonio, esersvo deaU-le [TZZ^
noel Cavslcaoli; a ordem do de S. Jos 1, que
a africana Rosa, escrava de am tal Fimentel; a
ordem do do Poco da Panella 1; a ordem do da
Varzea 1; e a ordem do de Muribeca 2.
Passageiros do brign brsaileiro Bug4nio,
vorecer a lavoura ; sem a educacao agrcola dos
principios elementares das sciencias naturaes, e
finalmente sem a imiauicao, quando nao seja
possivel a extiocelo, dos direilos de exportacio
dos gneros de prodcelo nacional, teremos de
ir registrando annualmeute um decrescimento
de prodcelo, que to de perto affecta os inte-
resses commerciaes de um paiz, cuja industria,
por excellencia existe no frtil slo de que o do-
teu a natureza, sob um clima tropical, benfico e
productor.
Empresas da provincia.
A via frrea abrindo a segunda scelo na villa
da Etcada no dia 2 de dezembro do anoo prxi-
mo pretrito, e prometiendo segundo nos consta,
no mesmo dia e mez deste anoo abrir a terceira
seceo no lugar denominado Gameleira
margem do rio Serinhaem, vira em grande au-
xilio da lavoura, e facilitar lodos a communi-
caco desta cidade com o vale mais rico e pro-
ductivo da provincia ; sendo as emprezas desta
ordem, os grandes auxiliares da industria de
nosso paiz, fazemos votos pelo seu ultimtum
as melhores condices. e com a mxima possi
vel brevidade.
Companhia Pernatnbucana de Vapores.
Acba-se no presente em melhores coDdices
do que j esleve, antes do emprestimo de 300
conloe que lhe fez o governo geral, felizmente
sob a gerencia te pseos suficiente, e credora
das atlencee publicas pelo fiel desempenho de
que vem de
finter a san anua de trsbalhos. geB8 deveres e fiscalisacao econmica, tanda re-
Amanhas eelebrar-se-hi, no convento dos cebido da Europa o vapor Jaguaribe, que foi logo
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destinado ao servido dos portos do norte.
Algumas emprezas que se teem tentado se
achara em contrato perante o governo da pro-
vincia, e autorisadas pelo poder logislalivo pro-
vincial, mostrara com evidencia a prosperidade
e augmento de urna provincia como esta, que
atienta sua posl(o geographica as costas do
ocano atlntico, prometle vir a ser o emporio
da America do Sul, sendo que j o do norte
do Brasil, pois nao obstante as vicissitudes por
que passa o imperio, devidas causas differentes,
que se ergue para um prospero fu-
procurando erguer as mos s cagos ci
turo,
vilisate! ds Europa, para som ella se identifi-
oarena ua causa commum da civilisaflo, e mar-
ahs progressivadoseculo em que viremos.
Dominada sempre esla Assoeiago dos legiti-
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A Associago Commercial Benefcente, em conta crvente com juros recprocos, com o thesoureiro Manoel Gonca Ivs da Silva Jnior
________________________________PgVE.________________________________________HAVER.
1860
Agosto
Oatobro...
Novembro.
Dezembro .
1861
Janeiro....
Fereteire..
Maree.....
Abril......
Maio......
Junho.....
Julho......
Agosto ....
>
>
Importancia paga neste mes,como dos recibos,
dem,
dem,
dem.
31 dem.
28 dem;
i dem.
30 dem.
31 dem.
90 dem.
31 dem.
1 dem.
5 Saldo dos juros para crditos........'.
Saldo favor da Associacio..........
34JOOO
56IJ110
81JS50
8535830]
S92J.50
4259020
1819S20
3211601
1119400
3409058
49280t
729980
5re9T97
:0097T
Aerabas.
335
75
245
215
185
155
125
95
65
39
9
4
laixa.
IOOjO


D




>
Juros.
3^163 Setembro.
429^62 t
59550 tatabro...
509992|NoTembro.
15t*028 Dezembro..
1860
1861
189299 laneiro.... 31
640. Fev.reiro 28
89475 Mir?o...... 31
2J011 Abril......30
3986t Maro....... 31
9601 unho.....30
1081 lulho......81
371J237 Agosto.... 5
1861
528906 agosto....
Saldo recebido do thesoureiro J. Jos Silveira.
Importancia recebida neste mez..........
dem.
dem. #
dem.
dem,
dem,
dem,
dem,
dem.
dem,
dem.
Saldo des jaros.. ...............;...
Res
Saldo em favor de Associ{io..............
3:3485560
1089000]
800*000
729000
5929000
9569000
56O5000
6489000
2609000
SOOfiOOO
688*000
2921000
871237
9-068|7IT
5:286983
Arrobes.
325
305
275
245
215
185
155
125
95
65
39
9
Wmtu
10 0i0
>
I

Joros.
s


>


3O2530O
9150
6I9HI
45900
355355
499127
249111
22550O
69861
5561
5105
5289069
Cinco conloa dozentcs e oitenta e seis mil oito cestos o trinta s aere reis.
Peraatabuco, 5 de agosto de 1891.
S. E. 4 0.
Manoel Gongalvu it> Silva Jmnior.


IABTO 0 fKHlilBUC*. QTJAITA FEIRA 14 DI AGOSTO S* *l
*
nrRomcijmcuRii.
TRIBUNAL DI RELICTO
SESSAO EM 13 DE AGOSTO DE 1861.
PRESIDKMC1A DO EM. SR. CONSILHKIRO ERMEL1K0
DB LBAO.
As 10 horas da manha, aeMrado-se presen-
tes os Srs. desembargadorea ifcetano Santiago,
Citirana, Loureaeo-teBttago, olla, Peretti, |e
Guerra, psoeucador d cwft, iet abarla a ses-
fio.
Pasearaos-ee osfeitos e ote houterem jura-
mentos pela falta do* Srs. desembargadores Sil-
veira.e Silva Gomes, e impedimento do Sr. des-
embargador Caetaoo Santiago.
Dsaawsjao ai bu.
Assignou-se diapara julgamento dasseginntes
appella?6es erimes:
Appcllanle, o promotor ; appellado, Antonio
Vctor de S Barreto.
Appellante, Antonio Gomes de Mello ; appel-
lado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco An-
nio Marques.
Appellante,. Jos Marra Lima Sampaio ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, Ignacio Pereira de Araajo ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante,.Antonio Martina Chaves ; appella-
do, o juizo.
Appellante, Antonio Joaquim Soares Lisboa ;
appellada, a justic*.
Appellante, Antonio Marinho Paes Barreto ;
appellado, o juizo
Appellante, Manoel, escraro ; appellado,. o
juizo.
Appellante, o joizo; appellado, Francisco Quin-
tlno de Barres.
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Cardoso
fiamascene.
Appellante, o juizo; appellado, Januario, es-
craro.
AppellSnte, Quiteria Maris do Espirito Santo ;
appellado, o juizo.
As 11 horas encerrou-se a sesso.
iiOmmunicados.
Acaba de deizar esta provincia afirn de lomar
ausento, como digoo membro d'assembla pro-
vincial da Parahiba o Ulm. Sr. Dr. Joo Rodri-
gues Chaves.O Sr. Dr. Chaves que estere entre
nos por mezes, na qualidade de secretario desta
provincia, um fuoccionario publico modelo,
um perfeilo cavalleiro, dotado de maneiras, e
qualidades bem difficil de encontrar-se : amigo
do Sr. Dr. Chavas, e apreciador do modo destne-
lo por que tratava todos que tinham a fortuna
de entreter relacoes quer particulares, quer pu-
blicas com S. S., nao devo callar nesta occasio,
que tem de deixar esta provincia, dizor duas pa-
lavras em abono da verdade reconhecida ao Pa-
rahibaoo destiocto. Queira o Illm. Sr. Dr. Joo
Rodrigues Chaves recebar esta homenagem devi-
da nicamente s suas raras qualldades, e exces-
siva bondade com que sempre destinguio ao
Pernambucano amigo do mrito.
Caixa Filial do Basco.
EM 11 DE AGOSTO DE 1SM.
A caira descont letras a 9 / e rajona di-
nheiro ao premio de 8 /,. ,
Alfandega,
Kendimento do alai a 1* .904:524*179
Sdem do di* 13.......9B:176S290
a;70O*3te
Mevlmento da al funde
Volumen entrados eom fazendas.. 1
com gneros.. 611
Tole mes

sahids

com fazendas..
com gneros..
m.
131
492
613
fDescarregam hojel4 de agosto.
Brigue hamburguetHenri^uecarie de ebet-
que.
Polaca hespanholaIndiaidem.
Brigue inglezZone(erro e carvo.
Brigue hamburgnezGetnmanoferro.
Lugre inglezN. E. V. A.mercaderas.
Barca americanaImperadoridem.
Brigue inglezHargaretbacalho.
Patacho inglezVituanfarinha.
Barca americana Florista farinha.
Patacho portuguezJareo batatas e ceblas.
Birca portugueza Flor de S. Simo merca-
duras.
Escuna portuguezaEmiliabatatas e passas.
Recebe doria de rendas internas
geraes de Pernameaee.
Rend ment do da 1 a 13. 17:018*038
dem do dia 13. ....... 743*000
17:761*028
Consalado provincial.
Rendimentodo di* 1 a 12 24:497*018
dem do dia 13. ...... 1:033*654
26:530*672
MoTiment#do porto.
Navio intrads no dia 13.
fiio da Janeiro17 das, barca portugueza Santa
Clara, de 379 toneladas, capillo Antonio Ven-
tura dos Santos Naves, equipagem 13, em las-
tro ; a Azevedo &- Mendes.
Londres33 dias, barca ingiera Lima, de 317 to-
neladas, capitao Siton, equipagem 12, carga fa-
zendas ferro- e outros gneros ; a ordem.
Arribou a este porto com agua abert, seu des-
tino era fiangooo.
Navios saludas no mesmo dio.
Lisboabrigue brasileo Eugenio, capitao Ma-
noel E. Miguel, carga aasuoac e mais gneros.
Observadlo.
Fundeou no laraaro urna polaca hespanhola e
bordeja um patacho Inglez. ________
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Ha homens cuja mana consiste em fallar de
ludo torta e a direito sem Ihea importar o re-
diculo a que muitas vezes se expdem pela exa-
gerado ou inexactidu de suas palavras. Entre-
tanto se o motivo que- es leva a semelhante pro-
cedimeoto simpleimente o desejo de satisfazer
o peul'jr irresistivel que aentem para a loquaci-
dsde, sao elles antes dignos de compaiao do
que de outro qualquer tentimeoto menos gene-
roso : mas se a intencao malvola que os do-
mina, e os leva a ludo abocaohar e deprimir,
ento s desprezo e desprezo solemne chegam
elles a merecer nao s das victimas de suas in-
vectivas, senao tarabem de lodos es horneas ho-
nestos e sensatos.
Desses taes o tret estrellas da publicacao a
pedido inserta no Constitucional de no mera, o
qual arvorando-se em officoso advogado da guar
da nacional, maliciosamente calumnia o Exm.
Sr. presidente da provincia, para com a briosa
guarda nacional, attribuindo a S. Exc. tactos que
ou nao se deram, ou foram referidos pelo cora-
municanle inteiramente desvirtuados.
S. Exc. diz o commuoicante reeebeu, e anda ,JS 2 2
nao despachou urna petigio assignada por varios
offiriaes solicitando para urna priso militar a
reraogo de um seu companheiro, que sem pro-
nuncia sustentada, se acha recolhido a cadeia
publica.
S. Esc. nao atiende s requisieftes que Ihe sao
eitas pelos commandanles de balalhes, solici-
tando que sejam postos em lberJade os seus
guardas presos como recrulas para o exercito,
ele.
Ora, quem sabe como os tactos se pissaram,
nao pode cortamente deixar de compadecer-se
da faciliiade era que qualquer leviano tira-se
dos seus cuidados e assevera pela imprensa com
o assento da intima convieco, que S. Exc. quer
por tal forma experimentar a guarda nacional,
quer assim fazer della sua maoiveila !
Entretanto como estas cousas podem ser acre-
ditadas por espiritos impensados oom a mesma
facilidade com que sao ditas, apressamo-nos em
declarar: le, que a tal peticao a que se refere o
Sr. nunca passou das maos do Sr. coraman-
dmte superior interino da guarda nacional, e
que portanlo S. Exc. nenhuma decislo sobre ella
poda proferir, nao lhe tendo sido apresentada ;
2", que aioda se nao deu um s facto de ter sido
desalieudida por S. Exc. as reclamares e requi-
sices, que lhe tem sido feitas no sentido de se-
ren postos em liberdade os guardas nacionaes,
que porveotura tem sido recrulados.
Esta a verdade dos fados, que o Sr. *
devia procurar saber para nao aventurar-se tai-
vez a ex por impudentemente a causa dos seus
coostituinles ; porque pode muito bem ser que
S. Exc. comprehendendo o alvo, a que atira o
Sr. *, seja daqui em diante mais escrupulo-
so em acceder a taes requisic,-;s, nao lhe faltan-
do para islo fundados motivos; viudo assim a of-
ficiosidade do Sr. cora mu nica n le a prejudicar a
situagao daquelles de que se mostra to extremo
defensor.
Couclaindo farei duas simples ponderales ao
Sr. e vem a ser, que regra de prudencia
observada sempre pelo hornera de senso nunca
fallar ou escreverseno aquillo de que est in-
timamente convencido, e tem provea eom que
confirma a veracidade de suas asseverafdes, e
que um brinco de mo gosto equiparar-se um
horneen a urna manga, que estremece com a nar-
racao de contos e historietas para este fim con-
venientemente arraDJadas.
O Sr. ha de convencer se de que perdeu
seu tempo e seu trabalho, e que a tctica que
empregou, bem longe de cooseguir o Ara que ti-
nha em vista, poderia talvez ser-lbe prejudicial ;
porque o Exm. Sr. presidente, com a coascien-
cia do seu dever, ir direito ao fim de sua mis-
sao, embora deixe aps si descontentes todos
aquelles que forem contrariados em suas preten-
ces desarrazoadas.
O guarda de S. Jos.
Horas.
2?
5
cr
Axthmosphera
Dineeio.
| Intensidad.
I___________
| Fahrenheit.
I
Ctntigrado.
g I Hygrometro.
| Gitterna hydre-
| watrica.
Francs.
Inglei.
O
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A noite chuvosa, vento variavel de iotensida-
de e direcejio e assim amanheceu.
OSCILAQA Da MAR.
Preamaras9h. 42' da manhaa, altara 5,6 p.
Baixamar 3 h 54* da tarde, altura 1,6 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 13 de
agosto de 1861.
Romano Stipplb,
1* tenente.
Censellt admiaistpalifa.
0 conselho administrativo, para fraenabento
do irsenal de guerra, ten de comprar o objet-
os Segntntes:
Pan o fabrree de venss pec do corpo de guarnidlo desta provincia, d 9*
batalh de inftntaria e do 4o batalho de ar-
tilharta tp.
727 corados*de panno verde.
151 ditos de panno preto.
2085 varas de brim branco:
1510 varas de algotfiozioh*.
676 ditas de cordao preto de la.
15 ditas de dito preto de reros.
fO 1(1 ditas de tranca de lia conforme o fi-
gurn o.
. 2 ditis de gallo de prata de 1 pollegada de
largura.
1 i [2 ditas de dito de meia pollegada.
14 botoes grandes de metal pratreado com n.9.
6 ditas pequeos de dito dito com n. 9.
51 grosat e 16 botoes pretos de esto.
172 pares de clcheles pretos.
Para e corpo daguarnicao.
20bonets.
20 esleirs de palha.
20 grvalas de sola de lustre.
20 mantas de lia.
Parr o 9 batalho de infantaria.
2 bonete para sargentos ajudante quartet
mestre.
1 dito para msico. x
15*> divo para inferiores, soldados e cornetas.
2 pares de charlaleiras para os.sargen.los aju-
dantea e quartel mestre.
1 par de dita para msico.
572 esleirs de palha de carnauba.
187 grvalas de sola de lustra.
181 mantas de lia.
Para a escolla do 4 batalho da ariilharia.
6 resmas de papel almago.
6 caicas de peonas d ac.
200 pennas de gane.o.
2 caivetes para aparar peonas.
6 garrafas de tinta prela para escrerer.
6 duzias de lapis finos.
6 libras de rea prela.
36 collecoea de cartas para principiantes.
36 t a boa das.
12 compendios de arilhmeticas por Avila.
12 gramticas portugueza por Monte Verde.
12 pautas.
36 traslades.
18 lapis de pedra.
Para o almoxarifado do arsenal de guerra.
10 toneladas de carvo de pedra.
20 quintaos de ferro era baTra> de 1 X polle-
gada.
6 quintaos de dito em verga de vareadas
6 quintaos de dito quadradode 5 oitavos.
1 arroba de rame grosso de ierro.
363 pare* de clcheles.
Para o 9* batalho de infantaria.
11 corados de Alele encarnado.
2 co vados de dito amarello.
Para o 9a batalho de infantera.
6 resmas de papel almajo.
6 caixas de peonas de eco.
209 peones de ganco.
2 caivetes.
6 garrafas de tinta para-esorever.
6 duzias de lapis.
6 libras de sreia prela.
36 eollecoas de cartas para principiante.
36 laboadas.
12 grammticas portuguezas por Monte Verde,
ultima edico.
12 compendios de arilhmeticas por Avila.
36 tanslados.
1-2 pautas.
6 pedras para escripia.
18 lapis.
Para a companhia de cavallaria.
112 covados e meio de panno azul.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas prepostas em carta fachada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 16 da
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para /ornecimento do arsenal de guerra, 9 de
agosto de 1861.
Bento Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaqium Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
OlaoQador da'recebedoria de rendas inter-
nas geraes de conformidade com o artigo 37 e
seus do decreto de 17 de msreo de 1860, con-
tina no dia 12 do corrente mez a fazer a collec-
ta as rui.s seguintes : Taooeiros, Trapiche, pra-
ca do Commercio e Vigario, do bairro do Becife,
dosimpostos a qua esto sujeitas as rojas e eses
commerciacs, e oulras de diversas classes e de-
nomiuagoes, avisa aos donos dos seus respectivos
estabeleeimentos para que teuham presente no
acto da collecta os recibos e papis de arrenda-
mento de suas casas, visto que elles tero de ser-
vir de base ao processo do langamento.
Recebedoria de Pernambuco 10 de agosto de
1861.Jos Theodoro de Sena.
THEATRO
IX
Sania Isabel
EM?Rttl-filflANO.
28* RECITA M JtSSIttfMTURA.
Quarfjiufeiw,^ f4 felg** fe 1861.
o excellenle drama em 5 actos,
Subir
scena
original francez,
0 CONDE DE S. GIMO
OU
ODKBOEH PARS.
Terminar o espectculo com a primeire re-
presentacao da linda comedia em um acto, ori-
ginal francez,
UM SEGUHDO ANDAR
NA
IM IDA UM.
PERSONAGENS.
Chevillard ;......Vicente.
Zenobia, sua mulher ...... D. Carmela.
Cbandoreille......Raynaundo.
Eglaulina, sua mulher D. Isabel.
Antoniets, creada.....D. iesuina.
Leio ? .....VaHe.
Aac^ao passa-se em casa de Chaodoreille, em
Pars.
Cotnecar s 7 X horas.
Ats&s martimos.
Htt WMtAMLV
DE
Paquetesinglezes a vapor
Al o dia 14 do corrente eepera-se do sal o
vapor tMagdalen, o qual depois da demora do
costume seguir para Soulhampton tocando nos
portos de S. Vicente e Lisboa, para passagens
etc., trata se com os agentes Adamsou, Howie
Sl C, ra do Trapiche Novo n. 42.
N. B. Os embrulhos s se recebem at duas
horas antes de se fecharem as malas ou urna ho-
ra antes pagando um pataco aim do respectivo
frete.
Editaes.
COMMKMCIO.
Caixa Filial do Banco do
Brasil em Pernambuco
A directora em virtude do aviso de 8 da junho
prximo passado declara que ica prorogado por
mais 60 dias o prazo mareado pelo art. 4o do de-
creto n. 1685 de 10 de novembro do eaara ndo,
para a substiluigo das notas de 2|000 da eaais-
ao da mesma caixa o qaal (Inda em 19 de setem-
bro vindouro.
Cxa filial do baaco do Brasil, os 5 de julho
da> 1861.O secretario interino, Lulz ds Maraes
Gomes Ferreir.
0 Dr. Francisco de Assiz Pereira Rocha of-
Qcial da imperial ordem da rosa, e juiz especial
do commercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco e seu termo por S. M. "I. qae Deus
guarde etc.
Fago saber aos credores do commercianle ma-
triculado Antonio Botelho Pinto de Mesquita,
que pelo presente sao chamados para compare-
cer na sala dos auditorios no dis 19 do carrente
mez ao meio dia afim de de observar-se edar-se
ioleiro cumprimento do disposto do art. 900 do
cdigo commercial, de conformidade com o que
dispoe o arl. 899 do mesruo cdigo-
E para que chegae ao conhecimento de todos
os credores do referido impetrante, e de quem
mais interessar poaaa, mandei passar a presente
edital, que ser publicado pela imprensa, e affi-
xado na forma do estylo.
Recife, 7 de agosto de 1861.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Oliveira, es-
crevente o escrevi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Naacimenlo es-
crivo, o subscrevi.
Francisco de Assiz Pereira Rocha.
O Dr. Francisco de Asis Pereira Rocha, juiz de
direito especial do commercio desta cidde do
Recife e seu termo capital da provincia de Per-
nambuco por S. M. I. e C o Sr. D. Pedro II,
que Dcus guarde, etc.
Fago saber pelo presente, que no dia 22 de
agosto do corrente anno se ha de arrematar por
venda a quem mais der, em praca publica deste
juizo, depois da audiencia respectiva, a escrava
preta da nome Margarida, crioula, de 20 anatas de
idade, pouoo mais ou menos, perlencenle a Eduar-
do Ferreira Bailar, avahada em 1:000)1000, e vai
prac* por execuc.au que contra o mesmo enca-
mina* Joo Francisco de Car va! ho : e na falta de
licitantes, ser arrematada pelo prego da adjudi-
cacao com o abatimente da le.
E para que eheane a noticia a quem interessar
posss, mandei passar editaes que serio aluzados
nos lugares do costume e publicados pela im-
prensa.
Dado e paseado neata cidade do Recife capital
da provincia de Pernambuco, ao 9 dias do mez
de agosto de W61, qusdragesimoda independen-
cia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel de Car ralbo Paes de Andrade, es-
crivM o subscrevi. ,
Francisco de *i Pereira Rocha.
Collectoria provincial de
Oliuda.
O collector de rendas proviociaes da cidade de
Olinda maoda fazer publico pelo presente que
tem designado os dias de segunda, quarta e sex-
ta-feira da semana para proceder os lancamenlo
da decima urbana, e dos impostes de 4 0,0 sobre
o aluguel das casas de diversos estabeleeimentos
commerciaes, de 8 0[0 sobre o aluguel das casaa
em que estiverem os escriptorios, de 20 0|0 de
agurdente do consumo, de 5 0(0 sobre os tu-
guis das asas pertencentes s corporaces de
mo morta.edo imposto sobre os carros de pas-
seio e de aluguel, para o anno fioanceiro de 1861
a 1862 ; e que nos outros dias da semana conti-
nuar a arrecadago da decima urbana perten-
eente ao exercicio de 1960 a 1861, da divida ac-
tiva, e mais imposiges a cargo da mesma col-
lectoria.
Collectoria provincial de Olinda 2 de julho de
1861.O escrivao,
Joo Goncalves Rodrigues Franca
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DB
Navega^o costeira a vapor
O vapor Persinunga, com mandante Houra,
segu viagem para os portos do aul de sea es-
cala no dia 20 de agosto as 4 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 19 ao meio dia. Passagei -
ros e dinhtiro a frete at o dia da sabida 1
hora : escriptorio no Forte do Mallos n. 1.
^K
mnm\ perivambiicaiu
DI
Navego costeifa a vapor
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Aiu', Aracaty, Ceara*.
O vapor Iguarass, commandante Moreira,
sahr para o portos do norte at o Cear no
dia 22 do corrente s 4 horas da tarde. Recebr
carga at o dia 21 ao meio dia. Encommendas,
paseageiros e dinheiro a frete al o dia da sahida
a 1 hora : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
LEiXlO
K il >f
Vende-se a escuna portugueza Emilia, de lote
de 108 toneladas purtuguezae, bem construida,
forrada e encavilhada de abre, muito veleira e
preparada a navegar para qualquer parte, tendo
sido empregada desde que shio do eslaleiro a
conduzir fruclas de Lisboa para a Inglaterra :
quem a pretender pode examina-la no ancora-
douro deste porto aonde se acha fundeada, e pa-
ra tratar no escriptorio de Azevedo & Meadas,
ra da Graz n. 1.
L*il6es.
Leilao
DE
iua.
Sexta- feira
do
a
HOVSBMCO
Oeeiflzra^oes.
PKR\\UIIL0.
KM 13 DE AGOSTO DWmt
O banco dtteonta aa presente lemaoa a V "/.
ana asaoat 0 prato. d* 4 mezes e a 11 /. at 0\
te 6 mecen a toma dia&eiro em cual correa tes ao. de 12
aimpas ou eom juros pelo premio e prazo qae se
venctonar.
*&m
* ? v^V*aa*i
Perante a cmara mocipal desta cidade irSo
a praca nos dias 19, 22 e 26 do corrente pera se-
rem arrematadas por um annoa s seguintes rendas
municipaes:
Imposto de afferigoes. .... 15:20l5)00e
dem de 900 ris per caneca de
lo...........16:53(|fJM
dem de mscate e boceteiras 2O3J000
dem de medidas de farinha T:702$rJOt
dem de 40 ris por pe de co-
qaaire.......... 4349021
Aluguel da casa da Soledade 44%%04
Dito dos tsthes *os agougues J
Os qua pretenderen arrematar, nao poderla
licitar sem que lenham apreteutade antes doli
dicadosdias aa habilRaciea da saos fiadores, os
quaes devem mostrar que posauem bens de rais(
livres e desambaracasto, nao ae admiltindo can-
tas de responsabfliiadih
Paoo d* cmara muaiaipal de Reoiie, ea.aes
de bsmmo de W6.-Jua Sezari
Melle, pra-preaidante. Vaaeciaco Canato 41
Boariagem, otadl-mawr saneada de ascre*-
urioi
O palliabote nacional Dous Amigos, capitao
Francisco Jos de Aranjo, segu para a Baha em
poucos dias ; para o resto di carga que lhe falta,
trata-se com seu consignatario Francisco L. 0.
Azevedo, 3a ra da Madre de Dos d. 12.
Maranho e Para.
O hiate Novaes segu no dia 15 do correte,
e tem meio carregamento tratado : com o resto
trat-se com os consignatarios Marques, Barros
& C, largo do Corpo Santo o. 6-
Para Montevideo
segu para este porto no i 14 do corrente, a
velleira barca nacional Castro. III: para pas-
sageiros, trata-se com os consignatarios Pinto
deSouea & Rairo, na ra da Cruz n. 24, ou
com o capitao na praga.
Para o Aracaty
sahe cora brdvidade e hiate Dais binaos, j
tem a maior parte da carga, para o resto trata-
se com Martins $ Irmo, eu com o mestre Joa-
quim Jos da Silveira.
O patacho Barros I segu para o Ro de
Janeiro impreterivelmente no da 14 do corrente,
recebe escravos a frete someute : trala-se com o
capitao na praga, ou- com os consignatarios oa
ra da Cruz o. 45. .
Lisboa e Porto
sabir com brevidade a barca Flor de 9. Si-
mio' por ler parte da carga prompta : para o
resto,e passageiros, trata-se com Carralho, No-
gueira &C, ni ruido Vigario n. 9. primeiro
andar.
Acarad!'
Jos
Consulal de Frailee
Fernarobouc
Le cnsul ale Frane a ses compa-
triote rsidaiat ou de pas-
sage a Fernambouc.
MES8IBDRS ET GHERS G0MPATR10TES.
J'ai l'honneur de vous prevenir que jeudi pro-
.ohatn, 16 d couraui, ua Te Daun ser* chant
une heure aprs midi, l'glise de la Penba, a
i'occasion de la fte de S. M. 1'Empereur Napo-
len III, nolre augusto Souverain.
L'emprssement que vous avez toujours mis a
vous rendre cetle cremonie, ne se dementira
pes, j'en suis sur, et apres avoir, tant de fois
dj, mel aux vcenz que nous ne cessons de for-
mer pour nolre magoanime Souverain, dea
aclions de grftces, pour les brillants succs de
nos armes, lour, de nouvem reuns a l'ombrede
notre immortel drapeau, nous y ajonterorrs,
aujourd'hui, celles que nos inspiren! la paix glo-
rense que sa haule sagesse a so noos assurer et
qui sera un des nombreax bienfaits, comme une
des gloires de son rgoe.
En ce qui me concerne, aressieura et chers
compatriotes.jeserai heureuique des prvisions,
qui ae se seat pae reiite, rae permettent de
me, re trouvor encere a a milieu de la familia
Irangaise lablie en cette villa et dapouvoir vaos
exprimer tyus, lee serrtiments de dvouement
sana bornes el de sincere affection que je veas
i vou et dont je vous prie d'agrer iei, Passo-
ranre, jointe k cello te ma oonstdlration la pos
dislingue.
, Votre affeotreim servrteer
Ve. E.MDtmont,
Fernambouc le 9 Aoftt 1861.
Pela admioistrago do coiaeio desta provin-
cia se faz publico, que em virtude da eeaventeo
posUl celebrada pelo goverao brasileo: e tero expedidaa malas para a Kuropano dia 15
do corrale, de coniormidade apa. o astoesaio
traer 'OTrelo pobllcado no Diario d"e d*feve-
,raw deste nao.
As artas serio recebidas at S horas antes da ,
que or marcad* para a sabida do vapor e os ior
aaacat 4 horas aoiaa.
Correio de Pernambuco tt da agosto 4e 18ILj-
O administrador, Domingos dos Paseos Mi
randa.
O veleiro Garibaldi, mesfre Custodio
Vianna : a tratar com Tasso Irmaos.
Porto por Lisboa
Segu em breves dias a barca nacional There-
za I por ter sua carga engajada e parte della j
a bordo, recebe nicamente passageiros, para o
que tem eicellentes commodos, e trata-so com
Bailar & Oliveira, ra da Cadeia do Recife o. 12.
Para o Aracaty e Assii
segu em poucos das o hiate Camaragibe por
"j ter metede de seu carrsgamento : para o resto
e passageiros, trata-se na ra do Vigario n. 5.
corrente.
O agente Costa'Ctrvalho autorisado por urna
familia qoeretirou-separt fora da provincia far
leilao de sua mobilia e mais objectos, consistente
em urna mobilia de mogoo, guarda vestidos,
commodas, cama franceza, eadeiras avolsas,
marquetas, sof, mesas de amarello, commodas
de Jacaranda, toucador, estantes, lanternas, qna-
dros, jarros e outros muitos objectos que ser
enfadonho annuaciar, que tudo ser vendido ao
corrjr de m artel lo : as 11 horas da manha na
casa da ra do Hospicio n. 78.
LEILAO
A. 16 do corrente.
Walter Thompson, capitao da barca iogleza
Colima, far leilao, precedida a competente
autorisago do Illm. Sr. iospector da alfandega,
com assistenca de um empregado desta repar-
tigo para o effeito nomeado, e do Sr. agente de
Loyds nesta praga, por iotervengo do agente
Oliveira, e per coota e risco de quem perlencer,
do carregamento de 4.800 saceos de aasucar
branco, sendo cerca de 700 saceos considerados
em melhor estado e 4,100 saceos avariadosquasi
oa sua totilidade abordo da referida barca, em
consequencia de haver esta outra vez entrado
com agua aberta e arribada Deste porto, donde
havia sabido com destino a Valparaizo :
Sexta-feira 16
do corrente, ao meio dia em ponto, no armazem
do Exm. bario do Livramento, sito no caes
d'Apollo, onde os pretendentes sao convidados
a ir examinar com anlecipaco o estado do refe-
rido assucar.
ContinuHcao do leilao
DK
FAZENDAS.
Quarta-feira 14 do corrente
Anlunes continuar a fazer leiloes de fazen-
das a retalho, de todas asqualidades procuradas,
que com vista animar os compradores e sero
entregues sem reserva de prego, no dia acim
designado as II horas em ponto.
LEILAO
DE
MOVIS.
Quarta-feira 14 do correte baver leile por
intervenga do agente Pinte, de diversos trastes
como sejam : mobilias, marquezas, mesas, se-
cretaria, commodas, guarda roupa, lavatorio de
mogoo, mesa elstica, costureira, toucador, ea-
deiras de balanco e outros objectos que sero
vendidos sem reserva de prego, em o primeiro
andar do sobrado n. 10 ra da Cadeia.
Nesta mesma occasi j
vender-se-ha urna excellento vacca holandeza
com urna cria de 2 mezes.. um cabriolel de 2
rodas com um cavallo de Bueoos-Ayres.
B'dhta.
Soguea sumaca Hostenaia, capiio Relchioi
Mu del Araujo ; para o reato da carga que lhe
fallae passageiroa, tratar-se com Azevedo & Men-
ee*, ru deCruz n. 1.
Almiraate.
i
Segu para o Rio de Janeiro o brigue nacional
Almirante, capitao Henrique Correia Freitis, o
qual tem parte da carga prompta : para o resto
que lhe falta e escravos a frete,. trata-se com
Azevedo & Mendes, ra- da Crea n. 1.
'>
O agente Hyppolito de novo leva a
fatuo as dividas activa da massa fallida
de Caminba Irmam, Moj 1*4 do corren-
te em seu escriptorio ra da Cadeia do
Recife n. 48, primeiro andar, aa II
horas em ponto.
LEILAO.
Quarta- feira 14 do corrente.
O agente Camargo far leilao des restos exis-
tentes no seu arm.zem da ra do Vigarfo o. tr>
sem limite algum. Os seohores que tiverem
objectos no mesmo bajam de vir buscar nestes $
da do contrario serio vendidos ao correr do
martelto.'oo mencionado dia as 11 horas em
ponto.
LEILAO
DA
Armadlo da
berna,
ta-
DA
Avisos diversos.
Sabbado 17 do corrente andaro im-
preterivelmente as rostas da sexta parte
da quarta lotera (primeira concessao)
do Gymnasiu Pernambucano, pelas 10
horas da manha. Os bilhetes e meio
bilhetes acham-sea venda na thesoura-
na das lotera, que se acha mudada
para a ra do Crespo n. 15, pavimento
terreo e as casa commissionadas do
costume. Os premios sero pagos in-
continente a entrega das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza-
Aiten Sil
O patacho nacional Barro 1, de superior mar
cha, segu com brevidade para o Rio de Janei-
ro, recebe carga a frete : trata-se
Amorim & Filho.rua da Cruz o. 45
capiio a bordo.
com vi
ou cote

Praga da Boa-Vista n. le A.
O agente Costa Carvalho fara' leilo
por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio por conta e risco
do Sr. Joao Antonio Pai va da Fonceca e
Antonio Bento Fernandes Braga da ar-
ma cao com todos seus pertences confor-
me os tatemas sen ores tinham remata-
dos, da taberna da praca da Boa-Vista,
n. 16 A, quarta feira 14 do corrente as
10 horas da manhaa emponto na mes-
ma taberna o dito leao-
LILAO
TQtiarta-fera. I4j O dono da loja derbuca da ra d
Para Lisboa e
Porto.
geni*, de primeira classe, capitio Manoel Exe-
quiel Miguen, o qual tem dous tercos da carga
aagajWf psra o reato rae Hiefarla- e pasaageiroa
trata-se no escriptorio de Azarado k Haode
rus da Cruz o. 1, ou com o capitio na praca
Urna pessos que retira-se da vida agrcola ven-
ou pfrinuta Pr Pedios nesta praca 11 escra-
vos de diuereotes sexos inteiramente affeitos a
servico de eogenho, euire os quaes existem dou
excetlentes carreito. um boro carapina, e um
banqueiro: quem pretender, annuncie por esta
lola psra ser procurado.
Aviso importante.
O abaixo assiguado declara ao Illm"". Sr. cirur-
giao de carta, e hoje fiscal da Iilmi cmara mu-
nicipal da cidade da Vicloria, que a cabra bicho
f0.m.un" cria 1oe servia de amamantar urna -
lhinha do abaixo assignado, j a nao possue desda
o da em que apresentou-se em meu cartorio o
porteiro da lllma. cmara com um mandado pas-
sado pelo proprio puoho de S. S., irazendo no
frontispicio do mesmo mandado o titulo de S. S..
e mandado que pagasse a quaolia de 10000 de?
mulla da mesma cabra, cujo mandado roo foi
intimado pelo referido porteiro, e como o abaix
assigoado ignorasse esta nova legislagao de man-
dad js, foi-lhe preciso indagar qual o motivo de
ser assim citado, e quando veio a saber que di-
ziara queaysim S. S. pralicava, era .por influen-
cia de urna alta personagem que dizem viver de
tretas, e que j sabe tambera rabiscar algum pa-
pel que lhe ordenoo ; por quanlo o nico solus,
totus et uous, como membro da lllma. cmara,
que tem carta branca, e que por isso S. S. se su-
jeitava a esta enlidade, e vista disto o abaixo
assignado ento conheceu que S. S. tinha toda
razao, e por iaso cum esta declaracao julgo que
nao soffrerei segundo mandado, visto que s na
notsa casa Ocam algumas aves de penns que nao
esto sujeitas a multa. Gidade da Victoria 8 de
agosto de 1861.
Belarmino dos Santos Bulco.
; Aluga-se um sitio no Kosarinho no oito da
igreja, com boa casa de pedra e eal, bastantes
commodos, com estribara e cocheira, boa agua
de beber, lauque para banho, muitos arvoredos
de fructo, baixa de capira, e jarttim na frente :
irata-se na roa da Cadeia do Recife n. 29 primei-
ro andar.
Quem quizer emprestar 5005000 dando-se-
lhe por garanta um ou dous escravos, annuncie
sua residencia para ser procurado.
Atten^ao,
Fugio do poder do abaixo assignado um seu
escravo de nome Miguel, crioulo, representa ler
30 annos pouco mais ou menos, grosso do corpo,
muito gago, que algumas vezes pouco se perce-
be do que falla, edr um pouco fula, alto, pes
Brandes, cabeca grande e axalada ; este escravo
natural do sen o de Sirid, e foi camprado ao
Sr. Joaquim da Silva Castro, negociante e mo-
rador no Recife. Pede-sc aos capitaes de cam-
po, e mais pessoas que o encontrareai, a sua
captura, e leva-lo no Recife ao Sr. Joo Bap-
lista dos Santos Lobo negociante e morador na
roa do caes do Ramos, ou ao eogenho Barra da
freguezia da Luz, termo do Pao d'Alho, que se-
ro generosamente pagas todas as despesas.
Precisa-se de um bom amassador : na pa-
daria da ra da Senzalla-velha n. 94.
gp- O abaixo assigoado perdeu hontem urna
clrteira da ra do Crespo para a da Imperalriz.
a qual coolioha tOOgOOO em ouro, e 30000 em
cdulas, urna leltra de 78JJ000. acceita por An-
tonio Paz Barreto de Carvalho em.9 do crreme,
por 30 dias. 6 mais alguna papis; quem acha-la
pode entregar Lavra &Iriueu, na ra do Quei-
mado n. 34, ou leva-la oa ra da Alegra n. 40.
que ser gratificado com 50$000. Desde j o
abaixo assignada prioe ao mencinalo Sr.
Paes Barreto. para que nie pague esas leltra a
pessoa alguma, se nao au mesmo abaixo assig-
nado, ou a suaerdem. Recife 13 de aguslo de
1861.
Antonio Leile Ferreira.
No dia 16 do corrente depois da
audiencia do juiz municipal da primei-
ra vara tem de ser arrematado por ven-
da um sitio com casa de vivendb na ra
de S. Miguel freguezia dos Afogados
com arvoredos de fructos e baixa de ca-
pim, avahado em 5:0t:#s o qual vai a
praca por execuqo de Jos' Mura Gon-
j^alves Vieira GuimarSes contra Fran-
cisco de Salle ATndradc Luna como in-
ventai iante da Jos Mara da Costa Car-
valho. Escrivao Motta.
Irmandade das almas da
matriz da Boa-Vista.
O escrivao interino da irmandade das
almas da matriz do SS. Sacramento da
freguaaia da Boa Vtetoy autorisado pela
mesa regedora. convida a todos os seus
irmSos a comoarecerem pelas 9 horas
da manha do dia 18 do corrente, em
ral, no consistorio da mesma
afim de se discutir o novo com-
Consistorio 12 dte gosto de
tL O padre, Manoel Cyrillo de
livefra, escrivao interino.
tervencao do agente Costa Carvalho. fa- tOTIO C|0 CSV8HIOS
ra' leilao da sua laja de louca, COnsis- Na.noite de 9 do corrente pra a madrugad* do
tindo em ansarelboa de todas as cuiali- dia t0 rt*ram do tugar e'Agea-Wia. adianto de
j rT OMsde, tres quartea caatrwdos.seado dous de cor
dades para yantar e aJmoc/), urna en- (^.atea a r^<^ e am padre., tenia o ferro do.
mensidade de vidros e cristae, e mu- lado esquerdo C R. sendo estas letras pegadas.
Z ~*__,__, .. I tt outros obiecto aue ertaraio patente ?oe '"er diMsr c,tol 0 *1m 0,,,ro,
aasSMMa^bfcwitete' liigaa zueoooi Bo- ilM" "iw 4ueuu"u r*""* ferros que ta* : a paaa*ava d*r aoticia certa,.
no acto do leilao, prometendo entregar Mra bem gratificado, na ra* doQueimado n, 52
tudo pelo maior pneco encontrado, ,loa.
Icpiarta-teira U do corrente ao. meb-tj '^ *ESSE*
emponto. ai, primeiro andar,
o Bata* da Baatea.


11II
: .... ,-,.r^.-^-':ri---}!.;~
W
DjBJ0 DI UfiJlAfMCO. QUARTA IRA 14 Dfi AGOSTO DE-lStl
Vejam o Pavao.
Vendem-se riqusimos cortes de ves-
tidos de seda de cores fazeada que se
?endeu por mais de 00$ cada corte e o
Pavao vende pelo diminuto preco de
30$. 35$ e 40$, por terem um pequeo
toque de mofo : na ra da Imperatriz
p. 60 loja de Gama $ Silva.
Vende-se um escravo sem vicios era acha-
ques, ao comprador se dir o motivo por que se
veade ; nana larga-do Rosario, segundo andar,
defronte da botica do Sr. Pinto.
Vende-se a todos miudezas baratas
Apparega diaheiro que a vista faz f ;
Correi tregueziahoa s estrellas gratas
Que oo Rosario divisara a loja que-.
Lojad
larga
as tres estrellas, ra
do Rosario b, 33
Eoadores para espartilhos a 60 r#., ditos de
seda preto a 100 rs., gallo braoco de linha a
100 e 120 rs. a vara, ditos pretosde seda a 1600
a pega com 10 varas, fita de velludo escoceza
para sintos a 1$ a vara, ditas encarnadas a 800
e 1, fila lavrada de la e aeda a lO, 240 e 400
re., ditas de grga a 480 rs., ditas de sarja a 800
1 e 1$500, fila com colieles a 320 e 360 a vara]
fita de velludo estreita a 1$ a peca, ditas de cdr
a 800 rs., caixiohas com agulhas francezas a
120, 160 e 40 re., bico de aeda a 120, 240 e
320 rs., ditos largos a 800 e 1)200 a vara, bico
prelo de linho a 240 e 400 rs. a vara, franjas de
l preta a 700 rs. a pega com 10 varas, trancado
para eofeite a 800 rs. a pega com 15 varas, peo-
tes de tartaruga a imperatriz a 79 e 89, ditos
para tirar bixos a 320 rs, fita de sarja estreia
com pouca avaria 8*198 pega com 11 varas, tra-
mis a 320 e 400 rs. a pega com 15 varas, guar-
daoaposde lioho a 200 duzia 2fi, escovas para
facto a 640. 800 e 1, ditas finas a l5O0, barre-
tes de palha para meninos a 2J500, ditos de pel-
lucia braoca fazenda de apurado goito a 59, es-
tampas de diversas imageos a 120 e 160 rs., ditas
brancas cousa nova a 320 e 400 rs.. ditas colo-
ridas muito finas a 800 e 19, tesouras para cos-
tura a 100,160 e 240 rs., ditas muito finas a 320
e 400 rs., caivetes para aparar penas a 100 e
160 rs., ditos muito finos a 800 e 19 com duaa
folhas, dedaes brancos a 40 rs.. escovas finas pa-
ra denles a 320 e 400 rs., ditas para uohas a 120
rs., ditas para cabello com cabo de bfalo a
19500, botes de osso grandes para paletot de
brim a 500 rs. a groza, ditos de maesa preto pa-
ra paletot de alpaca a 720 e 800 a groza. ditos
de seda para casaca a 1600 e 2j}800. ditos de
massa cous nova a 3g a groza, botes de vidro
para casaveque a 200 e 240 rs. a duzia, ditos de
linha a 2(0 rs., abotuadura para collete a 240 e
320 rs carleiras grandes para dioheiro e let-
tras a 65, capachos para porta a 480 rs., ditos
grandes para sof a 19400 e oulras muitas quin-
quilleras que se vende lera reserva de preco
para acabar.
V Vende-se a quarta parte do sobrado de _
# 2 andares da ra do Padre Floriano n. 21, #
0 a tratar na ra do Queimado u. 52 loja 01
Ra Nova n. 18.
M. a. Caj querendo acabar com o seu antigo
estabelecimento de fazendas e roupas feitas re-
solve vender por puuco mais de metadedo custo
as fazendas o roupas feitas, que nao podendo
aqui mencionar todas por nao ser poishel, apr-
senla os pregos de algumas, como sejam :
Finos chapeos de crep e seda modernos par
seohora a 129.
Ditos ditos de gorgurao para senhora a 129.
Ditos amazonas com veo para andar a p e a
cavallo a 10$.
Ditos de palha, abas viradas, para senhora e
menina a 7$.
Ditos para baptisados ricamente enfeitados a 79.
Ditos de palha da Italia enfeitados para meni-
na a 4*.
Cazaveques decambraia, modernos, francezes.
aI29OOO.
Ditos de seda preta e de cores,-modernos, para
montarla a 159.
Ricos vestidos de seda para baptisados a 129.
Ditos de differentes fazendas a "9 8 e IO9.
Espartilhos modernos a 09.
Tiras bordadas com 10 varas a 1$600.
Finos chapeos de castor pretos 9 de cores a
I29OOO.
Ditos francezes modernos a 6), 7 e 89.
Ditos de velludo,copa alta, a 10$.
Ditos de copa baixa a 69.
Ditos de feltro fino de cores a 49 e 59.
Ditos do Chily finos a 5$, 6, 7 e 209.
Borzeguins de setim brsnco para senhora a 59.
Casacas fra do uso de panno preto a 109.
Um fardo novo para offlcial da guarda ntcio-
Dal. barato.
Finas sediohasde quadro de differentes cores
a 800 rs.
Finos cbalys de lindas cores a 800 rs.
Organdys unos a6tO.
Um graode sortimento de chitas fra ncezasfo
covado a 240.
Chitas inglezas. cores fizas, o covado a 160.
Um gran le sortimento de franjas, bicos e ren-
das por prego diminuto para acabar.
Mtias para senhora a 240, 280,320 e 500 rs.
Ditas para meninos de ambos os sexos.
As pessoas que vierem a este estabelecimento,
nao deixaro de comprar que nelle contm
vista dos pregos.
ASSOCIAQAQ
DE
Relogie.
Vende-se um relogio horisootal, caixa
de-ouro, bom regulador : na ra estreita
do Rosario o, 19, primeiro andar.
8
Alten^ao.
Soccorros Mutuos
E
Leita Emancipaco des Captivos.
A direegao da mestna sociedade, nao podendo
por mais lempo eo portare era romper as diffi-
culdades com que val luanlo na marcha social,
devido a inconstancia de muilos senhores socios,
que aterrados com o disposto odftecreto do go-
Vfn feral, iem despresado 08 inlexesses e dig-
nidades da sociedade; por tolas essas razes e
outras causas particulares, tem a mesma direegao
resolvido convocar quinla-feira, 15 do corrente,
s 6 horas da tarde, a urna reunio geral para
nella tomar-se urna medida decisiva, ou de nova
reorganisago, ou de sera mesma dissolvida, com
aquelle numero que comparecer.
Secretaria da Associago de Soccorros Mutuos
e Lenta Emanciparlo dos Captivos 13 de agosto
de 1861.
Galdino Jos Peres Campello,
1. secretario.
Pedese
aolllm. Sr. fiscal da freguezia de Santo Antonio
o obsequio de mandar examinar o quintal da casa
em que mora Joiqnim da Silva Mourao, na ra
de llortas, que a muitos mezes conserva urna la-
ma ptrida, e urna cacimba em que faz os des-
pejos, o que muito incommoda a viaiahanga.
Quem quizer alugar urna ama de leite, diri-
ja-se eo aterro da Boa-Vista n. 51.
Precisa-se be um homem para trabalhar em
um sitio : quem quizer, dirija-se a ra da As-
sumpgo n. 8, das 9 horas as 3 da tarde.
No dia 28 do corrente fugio|do lugar Guri-
nezinho, termo da villa da Independencia de
Guaoabara, o escravo Joaquim, cabra, com idade
que representa 40 annos, sem que entrelaoto le-
ona cabellos brancos, altura regular, cheio do
corpo, bem empernado, ps grossos e chabo-
queiros, muilas veias as pernas e raaos, cara re-
gular, um tanto descarnada, nariz afilado, meia
barba, olhar velhaco, denles limados porm j
rombudos, cabellos crespos querendo garapiohar,
e gosta de os trazer baixo, pescogo bem grosso,
desda a nuca ao corpo, em desaboloar a camisa
ve-se bem, gosta muito de cantar elogios, tem
profisso de almocrevar, e tambem de tirar gados
como tangedor ; pertenceote a Jos Justino da
Costa Brito, que generosamente recompensar a
quem o pegar e leva-lo sua morada abaixo
mencionada, ou no Recite ao Rvm. Dr. Joaquim
Graciano de Araujo, no paleo da Peona n. 21.
AVISO.
O abaixo assignado roga a todas as autoridades
policiaes e mais pessoas, de appreheoderem so
meu escravo Adolpho, com os sigoaes abaixo de-
clarados, que fugio do meu sitio da estrada do
Arraial. Adolpho, prelo, crioulo, idade 20 annos,
secco, estatura regular, beigos grossos, vestido
de calg de azulo e camisa de riscado azul com
assento branco, chapeo usado de feltro, tem prin-
cipio de marcineiro e pintor, tem passado por
forro com o oome de Francisco, morador na es-
trada do Cachang, tem um irmao por nome Bit
e urna iama por nomo Porcia, que sao meus es-
cravos. Este preto oi escravo do finado Jos
Antonio Alves da Silva, pai de mioha mulher.
Protesto proceder contra quem o tiver azilado ou
seduzido, pois fugira do dito sitio da Estrada do
Arraial, commetteodo um crime : quem o pegar,
poder leva-lo a minha olarta n. 13, na ra do
Mondego da freguezia da Boa-Vista da cidade do
Recife, que pagarei todas as despezas.
Marcelino Jos Lopes.
Compra-se bois proprios para carroga: a
tratar na ra do Rangel u. 43 das 8 horas da ma-
nha as 4 da tarde ou na freguezia dos Af idos
pateo da Paz numero 13 das 4 horas e m j em
diante.
Vendem-se 4 escravos, sendo urna negri-
nha de 13 annos, um cabra escuro com principio
de carapina, e dous pretos de servigo de engenho,
sendo um banqueiro: na ra da Imperatriz n. 10
loja.
Espirito de vinho e cana
engarrafada.
Vende-se o milhor espirito de vinho que ha,
muito barato; cana eugarrafada a 240 a garra-
fa, quejos do reino muito bons a 23400, ditos a
1J440, ditos de qualha a 440 rs. a libra, ditos de
prato a 640 rs. a libra, e outros mais gneros
muito baratos : no pateo do Paraizo n. 18, ta-
berna azul.
Feijo de corda
no armazem de Tasso Irmos, ra do Amorim
n. 35.
Vende-se urna linda carteica de amarello
muito bem acabada, propria para alguma se-
cretaria; assim um quartioheiro e um cabido,
tudo muito bem feito e por prego encoota : na
ra da Camboa do Carme n. 26, junto do sobra-
do novo.
Contina
Offerece-se urna mulher para ama secca
para toda e qualquer casa ; na ra da faz n. 2,
junto a coebeira.
i
Jos Das da Silva Jnior, Jos Ro-
drigues de Sena Santos, D. Joaquina
Francisca de Salles Sena, Jos Das da
Silva e D. Thereza de Jess Moraes e
Silva do intimo d'alma agradecem a
todas as pessoas que assistiram ao fu-
neral de sua esposa, filha e ora ; e de
novo as convidan) para tambem assisti-
rem a missa e memento no stimo dia,
que tora lugar na capella do cemilerio
publico, sabbado 17 do corrente, s 6
horas da manha.
Recife 12 de agosto de 1861,
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nacfos
podem losternunhar as virtudes deste remedio
ncomparlvele provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e
membros inteiramente saos depois de havor em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'as
relatara, todos os di as ha muitos annos ; e a
maior parte deltas sao to sor prendentes que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedqr
permanecido longo tempo nos hospitaes, o tee
deviam soffrer a amputacao I Dallas ha min-
eas que havendo deixado esses, asylos depade-
timenlos, para se nao submeterem aessaope-
raclo dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na eufusao de seu reco-
nheeimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord eorregedor e outros magis-
trados, afira de mais autenticaren) sua a firma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos segnintes casos.
Alporcas
Caimbras
Callos.
ncerei.
Cortaduras.
Dores decabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anus.
Erupc^es escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Geng'rvas escaldadas.
Inchages.
InQammagao do ligado.
Inflammagao da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna. y
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Veias torcidas ou no-
das as pernas
opavo,
Vende-se um preto de meia idade, que emen-
de de lavouras por estar ffeito a islo, e o motivo
da venda querer o escravo ir pata o mato : a ,
tratar na ra do Rangel n. 69, primeiro andar. I Gama & Silva.
A 5$000.
Ricos vestidos de cambraia de cores, fazenda
inteiramente nova, aangmdo-se ser cor segura
com 81|2 varas, que se veude na ra da Impera-
triz n- 60, loja de Gama & Silva.
Vendem-se duas excellentes escravas, urna
preta e outra parda, ambas mogas, principalmen-
te a segunda que tem 17 annos: a primeira
negra de ra e de todo o servido interno e ex-
terno, e a mulata recolhida, engomma, cose,
cozinha e tem outras habilidades : na ra da
Praia n. 53. terceiro andar, das 6 as 9 horas da
manhs, e das 4 da tarde em diante.
S na loja do Pavao.
iV '$000
Vende-se pecas de mads polao francez
enfestadocom 14 jarlas a 3$ a peca,
esta fazenda sem pre se vendeu por 6 na ra da Imperatriz n. 60, loja le
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em loda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs,, cada boeetinha contm
urna instrueco em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
"Escravo frgido.
Ausentou-se no domingo 11 do cor-
rente, da casa do Sr. oao Frederico de
Abreu Reg, morador na ra das Aguas
Verdes n 46, onde estava para ser ven-
dido, o escravo de nome Paulo, pardo
e cor amarelenta, idade de 25 a 30 an-
nos, altura regular e meio vesgo do
olho esquerdo porm pouco se conhe-
ce, levou camisa e calca de algodao
azul, e' provavel que b&se direito para
Goianna d'onde veio ha pouco tempo
mandado pelo seu senhor oSr. Joaquim
Manoel Aranba da Fon seca, para ser
vendido : roga-se as autoridades poli-
ciaes, capitaes de campo a captura do
dito escravo e quem o pegar leve-o a
seu senhor o Sr. Aranha na cidade de
Ooianna, e nesta praca a seu corres-
pondente o Sr. Jo5o Pereira Moutinho,
ra da Cadeia Velha do Recife n. 22,
loja, cu na ra das Aguas-Verdes n.
46, que sera' recompensado do seu tra-
balho.
GRADELABORATORIOAVAPOR
BE
BE
ROUPA.
Este eitabelecimento se acha abertopara o pubco, que te quier delle utilisar, podendo qualquer mandar
roupa no da que lhe convier. t "
A roupa que for s para ser lavad* devera' ser remettida em sacos amarrados, e [nos meimos serSo entregues
a que For para ser engommada devera' ir em saceos, mas seus donos a mandarao buscar em vastlhas a propinadas
.-. j a r0Upa deve ,er ap>a titujcSo da roupa. lK*?
A roupa aera' entregue e recebida na casa de banhos no pateo do Carmo, ouno sitio dos BuritU. conforme mais
convier ao reguez. "
Nao hfera' motivo algum que peimitta a restituic5o da roupa sem que seja entregue seu importe, e na mesma
ccasiio deven' p portador levar o documento que tiver receido aoVntregar a roupa sufa. P ^
* I
Malaquias de Lagos Ferreira Cos
ta, transferio sua residencii para a ra
do Rosario, da Boa-Vista, casas n. 12
e 14, onde pode ser procurado das qua-
tro at 6 horas da tarde de todos os
dias uteis.
Deseja-se tallar a negocio que lhe
diz respetto, ao Sr. Antonio da Cunha
Machado Jnior; no largo do Corpo
Santo, armazem n. 6.
~ Preclsa-se de um caixeiro de idade de 14
a 16 annos, que tenha pratica de negocio, para
um estabelecimento fra dcsta pra?a : a tratar na
ra da Cadeia do Recife, loja n. 26.
Rosa Mara da Costa Carvalho roga a todas
as pessoas que se julgarem credoras do seu Tina-
do marido, Jes Hanoel de Carvalho, de apre-
sentarew suas contas no prazo de oito dias, aQm
da mesma fazer o inventario.
Antonio Jaciotho Simes vae para fra da
provincia.
Manoel Jos Ferreira Jnior, subdito por-
tuguez, vae ao Rio de Janeiro.
Aluga-se a sala da frente do 1. andar da
ra Nova o. 26 : quem a pretender dirija-se
mesma ra n. 39.
Santos, Camioha & Irmos, liquidalarios da
massa de Camioha & Filhos, de novo rogara aos
devedorea da mesma o favor de vir ou mandar
satisfazer-lhes as importancias de seus dbitos
at 30 do corrente mez, no seu escriptorio na ra
Nova n. 25 ; scienliQcando que no ctso de nao
eerem attendidos, ver-se-hao obhgados a proce-
der cobranca pelos meios que lhes faculta alei.
Publicado litteraria.
Publicou-se recentemente no Rio de Janeiro o
Ensaio critico sobre a viagem do Brasil em 1852
de Carlos B. Madsflcld, por A. D. de Pascoal,
membro do instituto Histrico e Geogrsphieo do
Brasil ede outras corporales scientificas e Ili-
terarias estraDgeiras. Esta obra estar completa
em pouco lempo, e contar de 2 volumesem8.
ntidamente impresso. Subscreve-se para ella na
ra da Cruz n. 45, em casa de viuva Amorim &
Filho, a 5$ cadsexemplar, pagos a entrega do 1.
volume.
Juvino Carneiro Machado Ros vai ao Rio
de Janeiro.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra
da Cadeia Velha n. 51. com sala e gabinete for-
rados de papel, e ptimos commodos, pagando o
novoioquilino algumas bemfaitorias : a tratar no
mesmo andar, das 4 horas em dianle.
OTerece-se urna ama propria para todo o
servico de urna casa de portas dentro : na ra
do Burgoa.n. 5.
Bento Carpinteiro Domingues, subdito hes-
panhol, relira-se para fora da provincia.
' Precisa-se de 2:000$000 com hypotheca em
4 ou 5 escravos mogos, pagando-se o premio
mensalmenle pelo prazo de 1 ou 2 annos : quem
quizer anouncie por este Diarjo.
Chegou no engenho Itapirema de cima, co-
marca de Goianna, no dia 12 de jinho prximo
passado o escravo Joaquim, de cor preta, e de
idade pouco mais ou menos de 25 annos, procu-
rando aenhor para o comprar, diz pertencer ao
Sr. Jos Evaristo do Rosario Vaaconcellcs, mora-
dor que foi em Santo Anlao, e o mesmo tambem
diz achar-se fgido ha 3 mezes : portanto, quem
direito tiver ao dito escravo, e o queira vender,
poder procurar nesta cidade a Jos Pinto da
Costa, morador na ra Direlta n. 4. e nao se fi-
cara responsavel pela fuga, ou outro estravio que
possa ter o mesmo escravo.
Aos senhores de engenhos.
Um official de caldeireiro se offerece para ira
qualquer engenho concertar alambiques ou ser-
ientinas, e outras obras de cobre com toda a per-
eicio : os pretendeotes dirijam-se a ra Impe-
rial n. 215, que achara o dito official. Na mes-
ma casa se vende um boi de carroca com boas
carnes.
Precisa-se alugar um moleque que compre
e fa;a o serviQo grosseiro de urna pequea fami-
lia ; na ra larga do Rosario n. 32, loja de cha-
rulos.
Aluga-se um escravo cozinheiro, e que faz
o mais servico de urna casa : na ra do Cabug
numero 11.
Aluga-se um preto cozinheiro, preferindo-
se casa estrapgeira : a tratar na ra do Rangel
d. 69, primeiro aodar.
Precisa-se fallar ao Sr; acadmico Francis-
co Barbosa Cordeiro, na ra Nova n. 7.
Precisa-se alugar urna ama pira o servido
de urna casa de pouca familia, preferindo-se es-
crava ; na ra Nova n. 33.
Na ra do Seve (Ilha dos Ratos) n. 8, pre-
cisa-se alugar um moleque de 12 a 14 annos, que
tenha boa conducta, paga-se bem.
Nova
expsito
DE
candieiros a gaz.
Ra Nova numero 24.
O proprietario deste estabelecimento toma a
honra de annunciar ao publico que 00 dia 8 do
corrente abrir seu novo estabelecimento de can-
dieiros econmicos a gaz, as 6 horas da noite se
achara Iluminado at as 9 1(2 da noite com toda
franqueza para verem e conhecerem a fjcilidade
que ha em usarem dos ditos candieiros em eco-
noma, pela muita experiencia que ha feito com
os ditos candieiros, se encontrar de todos os
precos e qualidades ; todos aquelles que quize-
rem usar de ditos candieiros, deixo de mencionar
todas as qualidades que ha pela immensidade
que se offerece por estarem expostos com toda
franqueza no dito estabelecimeoto, na ra Nova
numero 24.Carneiro Vianna.
(GASA
DE
commisso de escravos,
ra do Imperador n, 45,
terceiro andar.
Para dita ra foi transferido o escriptorio de
commisso de escravos que se achara estabeleci-
do no largo do Paraizo o. 16, e ahi da mesma
sor te se contina a recebe r escravos para serem
vendidos por commisso e por coala de seus se-
nhores, nao se poupando estorbos para que os
meamos sejam vendidos com promptido, afim
de seos senhores nao soffrerem empate com a
venda destes; assim como se afianza o bom tra-
tamenlo eseguranca. Nesta mesma casa ha sem-
pre para vender escravos de ambos oa sexos, mo-
gos e velhos, com habilidades e sem ellas.
Manoel Alvea Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Um papagaio fgido.
No sabbado as 6 horas da tarde fugio da casi n.
19da ruadas Trincheiras um papagaio bom fal-
lador, tem um dedo do p esquerdo cortado : ro-
ga-se a quem o recolheu que se digne mandar
entregar em mo do UbeliSo Baptista de S, que
dar otchado.
Obacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
Engommadeira de
Pars.
Madame Blanchin avisa seus numerosos fre-
guezes que transferio sua morada para a ra do
Arago n. 28, onde se eacarrega especialmente
dos engomruados de roupas Anas de senhora,
taes como vestidos bordados o folhas, golinhas,
manguitos e todas as pecas bordadas e arren-
dadas.
Urna pessoa com boa letra e orthographia,
sabendo lr e escrever correclameoie urna das
linguas estrangeiras mais usadas no commercio,
com conhecimento de escripluracjio mercantil,
e pratica de escriptorio, dosejando empregar-se
no magisterio de guarda-Irnos em alguma casa
de commercio, offerece seu presumo : quem
d'elle se quizer uliiisar, dirija-se, em carta fe-
chada as iniciaesJ. B., ao trapiche da Com-
panbia.
' Por ordem do Sr. juiz da irmandade de
Sanl'Anna, erecta na igreja da Santa Cruz, sao
convidados os irmos da mesma irmandade a
I comparecerem no dia 15 do corrente, s 9 horas
do dia no consistorio da mesma igrejs, afim de se
proceder a respectiva eleico da nova mesa que
Iem de reger a mencionada irmandade para o
anno de 1861 a 1852. Recife 10 de agosto de 1861.
O secretario, Juvelioo A. de Barros Correia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia se dir quem compra dous sobrados do um
andar em boa ra oa algumas casas terreas.
Atten Mello, Irmao, tendo comprado ao arrematante
da massa fallida de Manoel Francisco de Mello,
taz acientes aos devedores da dita massa a vlrem
pagar os seas dbitos, e os que nao tizerem serio
chamados a juizo. Recife 12 de agosto de 1861.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacam e tomam
saques sobre a praca de Lisboa.
Francisco Ramos de Azevedo, subdito Por-
tuguez, relira-se para a Baha.
Aluga-se duas escravas para o servido in-
terno de casa de pouca familia : quem pretender
dirija-se ra do Queimado n. 6, que achara com
quem tratar.
Precisa-se de um portuguez para feitor de
engenho e que tenha pratica : a tratar na Boa-
Vista, traversa do Veras o. 3. .
Joo Paula Pinto (cabellereiro), por haver
outros de igual nome, assignar-se-ha desta data
em diante por Joo Godofredo Pinto. Recife 13
de agosto de 1861.
Est para alugar-se a loja do sobrado da
ra das Cruzes n. 9, ptima para escriptorio :
quem pretender falle no mesmo sobrado, lado
direito quem vai da ra do Queimalo para S.
Francisco. .
Aluga-se urna escrava para engommar e
fazer o servico interno de urna casa de pouca fa-
milia : quem pretender dirija-se travessa das
Cruzes n. 4, loja de calcado.
Precisa-se de 200g com seguraoca em urna
pequea casa de pedra e cal na freguezia de S.
Jos, a qual se vende depois de concertada : na
ra da AssumpQo n. 44, segundo andar.
Manoel Ferreira da Silva Tarrozo
laca sobre Portugal : na ra do pol
lo n. 28.
COSPANHIA DA TU FRREA
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
De conformidade com as instruccSes recebidas
da respectiva directora, faz-se publico que desta
dala em diante sao convidados os accionistas des-
ta compaohia a curoprirem com os termos do
aviso que por ordem do mesmo*abaixo ficam pu-
blicados.
Escriptorio da companhia, 16de julho de 1861.
Por procuraco de E. H. Bramab, thesoureiro.
R. Austin.
Aviso.
COMPANHIA DA VIA FRREA.
DO
Recife a Sao Francisco.
(limitado.)
Pelo presente faz-se publico que, de resolugo
da directora desta companhia, tomada nesta da-
ta, lem-se feito urna outra chamada de duas li-
bras esterlinas por cada aegao a qual chamada oa
prestacao dever ser paga at ao dia 16 de agos-
to prximo futuro, no Rio de Janeiro em casa
dosSrs. Mau Mac-Gregor & C, na Bahia aos
Srs. S. S. Davenporl i C. eem Pernambuco no
escriptorio da tbeusoraria da mesma via frrea.
Pelo presente tica tambem entendido que, no
caso de nao sera dita chamada ou prestadlo sa-
tisfeita no dia marcado para o seu pagamento ou
antes, o accionista que incorrer nesta falta, paga-
r juros a rasao de 5 % ao anno sobre tal cha-
mada ou prestacao a cootar desse dia ate que
seja realisado o pagamento.
No caso de nao effectuar o pagamento desta
chamada ou prestacao dentro de tres mezes a
contar do dito dia fizado para o embolso da mes-
ma, flearao as aecea que iacorrerem em tal falta
sujeilas a serem conGscadas, segundo as dispo-
nes dos estatutos a este respeito.
Por ordem dos directores.
Assignado.W. H. Bellamy, secretario.
119 Gresham Houze Od Broad Street.
E.C.
8 de maio de 1861.
ta frrea
Ama.
Precisa-se de urna ama forra para coziohar e
engommar para casa de pouca familia : oa loja de
livros ao p do arco de Santo Antonio.
A professora Carolina de Azevedo Carvalho
Siqueira Varejo d licoes de piano e canto, ga-
rante as suas alumnas que em breve tempo faro
progresso per ter de ensinar pelo methodo mais
abreviado : quem de seu presumo quizer utili-
sar-se, procure na Capunga, ra das Pernambu-
canas, casa dos herdeiros do fallecido padre Ca-
pristano.
Toma-sea qusotia de 6:000$ a premio de
um por cento ao mez pelo temso que se conven-
ciooar, dando-se para garanta hypotheca em
tres casis terreas nesta cidade, no valor de dez
contos de ris : quem quizer fazer esse negocio,
annuncie por este Diario para ser procurado.
Atiendo.
I
_____ _____ ._l##SBSl
Gabinete medico cirurgicoTj
Ra das Flores n. 37. *
Serio dadas consultas medicas-cirurgi- #
SI cas pelo Dr. Eitevo Cavalcaati de Albu- s
querque das 6 as 10 horas da manhia, ac- #
A cudindo aos chamados com a maior bre- #
vidade posaivel. m
!> Partos. 2
0 2.* Molesliaa de pelle. m
:?.* dem dos olhos. 0
4.* dem dos orgaos genitaes. m
0 Praticar toda e qualquer operaco em Z
Sseu gabinete ou em casa dos doentes con- Z
forme lhes (dr mais conveniente.

Antunes GuimarSet & C. saccam
sobre a praca do Rio de Janeiro.
Cartallio Nogueira & C. saccam
sobre Lisboa e Porto, ra 4o Vigrio n.
9, priixieiro andar escriptorio.
Para satisfazer a certos compromissos, preci-
sa-se de render 5 escravos mogos, bons e com
habilidades : na ra do Imperador n. 12, sobrado
SOCIEDADE
nio Beneficente
DOS
MARTIMOS.
De ordem do Sr. presidente convido a todos
os socios effectivos para no dia sexta-feira 16 do
corrente, na matriz do Corpo Santo, pelas 6 ho-
ras da manha, assistirem a urna missa pelo re-
pouso d'alma do nosso sjco Jos Manoel de Car-
valho.
Secretaria da sociedade Unio Beneficente dos
Martimos 11 de agosto de 1861.
Ballhasar Jos dos Res.
1. secretario.
AVISO. |
Quem precisar de um caixeiro portuguez com
toda a pratica de taberna, o qml d fiador a sua
conducta e responssbilisa-se a tomar qualquer
urna por balando, e oa falta de taberna tambem
faz cobranzas,tanto na pra;a como para fora del-
la : quem precisar para urna ou outra cousa, an-
ouncie sua morada ou procure na taberna do Sr.
Francisco Jos de Preitas Guimares, na ruedo
Nogueira n. 3.
Attenco
o
Em virtude do art. 13 do cap. 3 dos estatutos
da veneravel ordem terceira de S. Francisco d
cidade de Olinda, e de conformidade com as or-
dens do irmao ministro Jos Elias de Vasconce-
los, tenho a honra de convidar encarecidamente
a todos os noasos charissimos irmos terceiros
para que se dignem de comparecer na igreja da
nossa veneravel ordem s 8 horas da manha do
dia 15 do corrente mez, paramentados com os
seus respectivos hbitos afim de assislirmos a
missa do Divino Espirito Santo, que se tem de
celebrar na igreja da nossa ordem, e ao depois
encorporadoa no consistorio da mesma se proce-
da a eleico da nova mesa para o anno de 1861
a 1862. Secretaria da veneravel ordem terceira
da penitencia de S. Francisco da cidade de Olin-
da 11 de agosto de 1861.O secretario,
Accendino Gongalves Rodrigues Franga.
Quem quizer alugar dous pretos para qual-
qner servi?o, dirija-se a loja da ra do Crespo
p. 25, esquina da do Queimado.
Cutileiro,
J. WlTX.
Concerta armas, machinas de coser, amla e
limpa navalhasde barba, tesouras, instrumentos
cirurgcos e de dentista, tambem faz apparelhos
orihopedicos para eodireilar pernas e qualquer
obra de sua arte : ra da Imperatriz n. 19.
DO
Recife a Sao Francisco.
(LIMITADO.)
Telegrapho elctrico entre Cinco
Puntas e a villa da Escada,
Pela respectiva superintendencia se faz publi-
co que em virtude da approvaco provisoria da
Exm. presidencia da provincia ser franqueado
ao publico do 1 de agosto em diaote o uso do
referido telegrapho mediante as condieces da
tabella segulnte:
Escriptorio da superintendencia em 24 de ju-
lho de 1861.Por procurago de E. H. Bramab.
R. Austin.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
Tabella dos precos para as comrau-
nicacoes elegraphicas.
Por um despacho de urna at victe palavras
Do Recife ao Cabo e vice-versa. 2j>000
a Escada 34OOO
Do Cabo a Escada 23000
Por cada dez palavras excedentes. IjjOOO
N. B. Nao ficam comprehendidos neste nume-
ro os nomes dos expeditores e destinatarios que
nao contenham mais de duas palavras e suas re-
sidencias.
As respostas pagas adiantadas na occasio da
entrega dos despachos nos eseriptorios tero 50
por cento de differenca nos pregos da tabella.
Os despachos sero enviados em cartas fecha-
das aos domicilios que se acbarem na zona de
1|8 de legua dos eseriptorios do telegrapho sem
retribuigo alguma e d'ahi por diante dentro de
um circulo de duas leguas somenle pagaro os
expeditores 1 por cada legua ou fraeco desla
de visgem redonda.
Os portes sero satisfeitos no acto da entrega
dos despachos nos eseriptorios.
Os despachos sero entregues nos eseriptorios
do telegrapho a horas do expediente, islo de
8 horas da manha al meio dia e de duas horas
at 5 1|2 di tarde.
tt8ttMitt8etHlltB

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3Ra estreita do Rosario3 g
Francisco Pinto Ozono continua a col- a
S locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re- Z
ceba paga alguma sem que as obras nao Z
fiquem a vontade de seus donos, tem pos |
e outras prepararles as mais acreditadas Z
para conservago da bocea.
># $ ee*s6@fp
O abaixo assignado pede toda attencao das
autoridades da comarca de Nazarelh para as vio-
lencias, excessos, e desatinos com que costuma
portar-se no exercicio de seu officio um tal Le-
andro, official de justiga da mesma comarca, o
qual tem levado o seu desordenado procedimen-
to ao ponto de fazer chaces as 9 horas da noi-
te 11! Joaquim Afinso Ferreira de Mello.
ssantt lili i i |ATUHUliroa:
42
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WJLRK) DI FERNAOUCO. QUITA FElA 14 I AQOSTt) DI iM*
-----------------------------------------------i____________________________________________
()
23 Ruada Imperairiz 23
FIMOS E MSICAS.
1. Laumomier convida os eenhores medres e amadores de msica, virem sea armazem
ver os excellentea pisaos Laumonoier, que soba de receber de Psrls, (sbrlcados expressamente
pare o cuma do Brasil, muito elegantes e de gostos modernos. Igualmente lm msicas dos me-
lhores autores, asaim como concerta e afina os mesmos instrumentos.
S NO PROGRESSO
NO
Largo da Peiilia
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
armazem de molhados, partecipa aos seos freguezes, assim como aos senhores da praca, de enge-
nho e lavradores que d'ora em vante quizerem-se afreguezar neste estabelecimento, que se acha
cora um completo sortimento de gneros os mais novos que ha no mercado e por serem a maior
parte dellesvindos de conta propria, est portanto resolvido a Teode-los por menos 10 por cento
do que em outra qualquer parte, afianzando a boa qualidade e acondiciouamento, assim como serr
vir os portadores menos praticos tao bero, como se os senbores viessem pessoalmeote, para o que
nao se poupar o proprietario em prestar toda atteocao, afim da conlinuarem a mandar comprar
suas encommendas, serlos de que, toda e qualquer encommenda comprada neste estabelecimento
acompanhar urna conta impressa cora o mesmo titulo de armazem Progresso.
nfi&llteiga lUglCia t jjioors. a |ibraj ti0 Uperidr qutse vende com condicao
de roltar aenao agradar, sertos de que se bao de gostarpor aer a mais novado mercado.
Manteiga tranceza, 700 r8.. >,. e em bri.. m.
^* nyaSOU 0 meinor qae ha nD mercado a &800 a libra.
dem pteto, l600, libra
Que\ jos do reino ehegado B#iU ultlmo Tap0l a ^
dem prato, 700 rs. iDteiro a m rg<, libra<
dem SU1SSO a 640 rg> a 1bra em por5aose faz a batimento.
Preiuulo de fiambre Dglez a m r,.. libra
Prezni^Lde \amego. m a 1bra itero a m ri.
ivmeixaa iran.cez.as em fragco com 4 brag por 3}000| a relalh0 a800 rs.
esterllasete 720 ibr8. em ca a 700 rs.
L,atas com bolaxinua de soda de deferente qu.ud.de.. igioo
.Latas com peixe em posta de mnita8 ,uiM.d. Woo.
Azeitonas multo novas a moQ ra. 0 barrilf a retalh0 a 320 rg., garrafa.
Hoce de Mpercue em ullM de 2Ubra8 por lm
l^OriiltaS pari podim a gOO rs. a libra.
Bauua de porco refinada a m .. 1bra, em barrU a 440.
lAa^a de tomate a m,ignova do mercado a 900rs.,e em lattas de2Ubra por 1700.
r aiOS Oe lOmllO a prmeira vez que vieram a este mercado a 640 rs. a libra.
Cnon ticas e paios muUo novoa, ^ rg., 1bra.
Palitos de dente xados com 20 m.cinho. por 200 rs.
Chocolate f rancez a l200 r.iibr., .uto Portuguez. soo.
ilEarmelana imperial d0 afamado Abreu e de outros muitos fabricantes de Lisboa
a I5OOO rs. a libra.
\ nnOS engarrafados Porl0f Bordeaux, Carcavellos, e moseatel a 19000 a garata.
I nnOS em pipa de 500, 56O e 640 rs. a garrafa, em caadas a 39500 4S000 4^500.
Vinagre de Lisboa 0 miigsuperior a 240 rs. a garrafa.
er\eja dag mas acreditadas marcas a 59 a duzia, e em garrafa a 500 rs.
EiSireilinna para g0pa a mas nova qUe ba%> mercado a 640 rs. a libra.
F.rvbas Craneeza s a m ., lalla.
allOlO de amendoa 800 rs. a libra, dita com casta a 480 rs.
^tOZeS mull0 DOVa8 a 120 rs. a libra.
Castannas piladas a 240 rs. a tam:
^*aie mBito superior a 240 rs. a libra, e a 78 a arroba:
IVrrOZ do Maranhio a 3$ em arroba, e em libra a 100 rs.
*5"Vaiia milito nova a 160 rs. a libra e 49 a arroba:
Sevadinna de Franca a 240 rs. a libra.
aagU muilo n0T a 320 rs, a libra.
*. OnCinilO de Liboa a 360 ra. a libra e a 10 a arroba.
Farinlia do Maranbao a maU nova a eo rs.. ub.
Toneinno ingUza20or.. .nb.
Passas em eaixin\iasde81lbraiaS5oocadauma.
Independente dos gneros mencionados encontrar o respeitavel publico tudo quanto pro-
curar tendente a molhados.
A commisso liquidadora dos credores da
casa do fallecido Manoel Buarque de Macedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou contas de Irnos, que se diri-
jan) com os seus ttulos roa da Gadeia do Re-
cite n. 26. primeiro andar, das 10 horas* da mi-
nha s 2 da tarde, para serem verificados e clas-
siOcados pela referida commisso
Precisa-se de um feitor para um sitio em
Santa Anna, que seja sizudo e trabalhador, pa-
ga-se bem : a tratar ea ra do Trapiche-Novo
d. 42.
Na ra da Cadeia Velha segundo andar n.
52, precisa-se alugar urna escmva que faca o
diario de urna casa de pouca familia.
$*
lo The
E Jockey Club.
Just received, a small assortment of
k the best Boglish Riding Switches. Deers
gm Jeet, mouoted wiih silver SelliDg cheap :
na ra daCadei do Recife loja de Gurgel
& Perdigo.
9 Wer guie and billige Reitpeitschen zu
9 kaufen wuoscht wulle sich gefalligst an
9 unlenstchender adresse wenden namlicb :
na ra da Cadeia do Recife loja de Gurgel O
g S Perdigo.
S Aos cavaeiros
0 Teodem-se os melhores e finos chicotes 9
# para montara com caboa p de viado en-
0 castoado de prata: na ra da Cadeia do Re- S>
0 cife loja de Gurgel & Perdigo. cj
#
Ama.
Precisa-se de ama ama que cozinh* bem, nao
se olhando o preco : na loja da ra do Queima-
do n. 46.

Alugam-se duaa casas no Poco da Panella,
ra do Quiabo por tras da casa de reverendo vi-
gario, bastantes commod.os, quintal murado com
alguns arvoredos de fructo, boa agua para beber:
os pretendentes fallem com o Ruzendo, na Casa
Porte, ou na ra Augusta n. 33.
Precisa-se de um caixeiro de idade 14 a 16
aonos, que tenha pratica de taberna ; na ra Di-
reita n. 72.
Precisa se fallar ao Sr. Jo5o Al-
ves Teixeira : Na livraria da praca da
Independencia n. 6 e 8.
Aluga-seo sobrado n. 2 Bda ra de Apol-
lo, e a casa terrea n. 27 da ra do Burgos : a
tratar na ra da Aurora n. 36.

ARMAZEM
PROGRESISTA .
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DUARTE ALHBIDA & SIL7A
Padaria.
Na psdaria-de Antonio Fernandes da Silva Bei-
riz, ra dos Pires u. 42, vende-se a muito acre-
ditada bolachinha quadrada, d'egu, propria para
deentes, bolachinha de araruta e dita de moldes.
Letras sobre Pars.
Na ra do Trapiche o. 40, eseriptorio de Tho-
maz da Faria.
Compras.
lfc,3krs
A. F, Duarte Almeidi, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus freguezes que tendo separado a sociedade que tinha com
seu ""no, acha-se de novo estabelecido com dous aceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes de Souza, e o Sr.
mni o *"* dJ.s,lv8i. pnmeiro na razao de Duarte & Souza, e segundo na de Duarte Almeida & Silva: estes estabelecimentos oflerecem grandes
van ligeos ao publico, nao s na limpeza e asseio com que se achara moudos como em commodidade de pre$o, pois que para isso resolveram os
prop notarios mandarem vir parle de seus geoeros-em direitura, afim de terem sempre completo sortimenio, como tambera poderem ofereeer ao pu-
Ln?uiI!!-,!fLe.,n "??.10 fr oen, d0 pre '"" P038*10 comPrar em oulra qua'quer parte, por isso desejando os proprietarios acrediurem
seus esianeiecimentos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos era seus armazens, e assim j poder ver o publico
que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouco praticas, em qualquer um deslesestabelecimentos, quesero to bem servidos come
V"J Pessoalraente, na certeza de nunca acharem o contrario de nossoa annuncios, e assim fundados as vantagens que oflerecemos, pedimos a
loaos os sennores da praca, senhores de engenho e lavradores que mandem ao menos suas encommendas a' primeiravez, afim deexperimantar, eertos
ae conunuarem, poisque para isso nao pouparo os proprieurios forcas para bem servirem aquellas pessoas que frequentarem nossos estabelecimentos;
1.^lran8crflVem08"Igumasadicoes de nossos pncos, por onde ver o publico que vendemos baratissimo, altendendo as boas qualidades ds nossos
gneros, *
ga IDgleza especialmente escollhida da nova a 1 e 800 rs. a libra e da velha em porco [ter abaiimento a 800 rs. a libra e era
barril a 750 rs. V
Ch&h aDC6Za a me,hor do mercado a 620 rs. o barm e meios a 700 rs. a libra
t a ySSOn e pretO o melhor do mercado de 1&700 a 2800 e*m porcao lera abatimento.
FreSUIltO ambre nglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em percho a 800 rs.
portuguezes vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as exposices universaes de Londres e Paris de 19 a 1800 a lata.
LaiXaS COm estrelinha pevide e rodinha a 7000 a caixa 960 ... a libra era porco ter abatiraenio.
Frascos de ameixas com 8 Hbra a 55500 cada ura e 1000 a libra.
PaSSaS era caixinhas de oilo libras, as melhores do mercado a 2|800 e a 500 rs. a libra.
Espermacete superior 720 em caixa 740 rs. a r.br..
Conservas francezas inglesase e portuguezas 6oo e soo rs. o frasco.
rVllnaS portuguezas e francezas 800 rs. o frasco:
Lata COm bolaxinha de SOda de diversas qualidades, a multo nova a 19450. e grandes de 4*a 8 libras de 2500 a 4500.
on> garrafas Duque de Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca Feitoria de 19200 a 1300 a garrafa e
u# t duzia.
Vlllho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Latas COm frUCtaS de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a l00O a lata.
Fera em Caixas de 4 a 8 libras o melhor que se ye desejar e lera vindo ao mercado de 49 a 6 a caixa e 1&280 a libra.
LOrintQias era frascos de 1 l|2 a 2 libras de l600a 29200.
P f5^CTr ^61Xe Sfl Pescada e outras multas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 19400 a lf 600
Late dO ftlO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
y. endoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre branco o melhor quetemos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560 a caada.
LomDOS de porco, paios nativos, chour$as murallas e outras qualidades, o melhor que se pode desejar de 600 a 19280 a libra.
VmO BordeauX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 8500 ")000 a duzia.
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado aulor de Lisooa e vioda a pr imeira vez a nosso mercado, de 19 a 1*280.
Banha de porCO refinada a melhor qua.se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril.
CervejaS das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de sboa 240 rs. garrafa 19850 a caada.
Doce da gOaba da Casca em caixao a 19 e em porco a 900 rs.
Azeite doce pu rificadO a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
U1J0S SU1SSOS chegados ltimamente a 700 rs. e em porcao ter abatimento, afianca-se a boo qualidade.
Genebra de Hollanda a 640 rs. o irasco i 69800 a frasqueira com 12 frascos.
Falitos llXadOS para denles a 200 e 160 rs. o ma^o com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3000 a greza e 280 a duzia de caixas.
LnOCOlate o mais superior que temos tido no mercado portuguez. bespanhol e francez de 19 a 19200 a libra.
Azeitonas as melhores e mais novas uue que tem vindo a nosso mercado a 19200 a ancoreta do Porto, e a 19600 as de Lisboa chepadas
ultima mente.
AlpiSta o mais limpo que tem vindo ao mercado a 180 rs. a libra ea 59500 por arroba.
Alm dos gneros annunciados encontrar o publico ura completo sortimento de tudo tendente a molhados.
Compra-se
um par de malas do pregara que esleja em boro
estado: na ruado Raogel, taberna n. 48, esquina
do becco do Carceireiro.
Compra-se o Diarto de 18 de fevereiro de
1858 : na ra Nova n. 67, lenda de espelunca, e
paga-se bem.
Compram-se moedas de ouro :
na ra Novan. 23, loja.
Comprarse a msica do trovador para flau-
ta ; quemtiver anouncie.
Vendas.
Em:
EAU MINERALE
NATRAIXEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n. 21
ARMAZEM
DE
m&
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia : aa ra do Hospicio n. 62.
Precisa-se fallar ao Sr. Delfino do
Nascimento Lima, a negocio de seu
particular interesse : na ra da Madre
de Dos n. 4.
Pugio do engenho Caioeirioba. bs beira do
rio Seriobero, o mulato de same Raymuado, de
idade de 30 aonoa, alto, ecco, cabellos crespos e
marellados, cara descarnada, tem pouca barba
a bigode ruim, nariz afilado, olhos marellados,
ps comprtdos, grandes e saceos, e tem um tes- JuVNof M
teulo mais grotsa aue o ordinario, 6 pronostico, .
canta a inclinado a poeta, consta que seguio
para a eidade do Recife, dizendo que vinha sen-
tar praca, pertence a Jlo Sares da Costa : quem
o pagar, racollu-o cadeia, que se pagar loda a
iMsta.
m
s

O Dr. Manoel Moreira
Guerra tem o seu eserip-
torio de advocada na ra
do Crespo o. 21, primeiro
andar, onde sera encon-
trado das 9 horas da ma-
chaa at as 3 da tarde.
MMMNM
Fundico
6
de bronze.
Na bem conhecida fabrica de fundicio, latoei-
ro e funileiro da ra Nova, deroote da Coocei-
Cao, contina a fazer todas as obras tendentes i$
mencionadas artes e officinas cima ditas, como
sejam : bronze para engenho, parafusos para di-
toa, e ludo quanto necessario para tal mister,
tudo mais barato do que em oulra qualquer par-
le, e bem assim, alambiques, serpentinas de co-
Sre, eludo mais concernente a caldeireiro, obras
e lati eom a melhor perfeicio possivel, obras
douradas e em lati para militares, como sejam,
apparelhos para birretinas, ferr talabarte de qualquer arma, boles de todos os
nmeros, domados, bronzeados e em amarello,
obras da folha superiores por serem os artistas
que as fabrican joroaleiroenao mpreiteiro, qoe
eomo se sabe, nunca aa obras que sao feilas de
empreitada io perfeltas, tudo muito barato: na
Saque sobr Lisboa.
Manoal Ignacio da Oliveira & Filho saeeaaa
sobra Lisboa ; no seu eseriptorio, largo do Corpo
Santo.
ROUPA FEITA
DE
J Joaquim Francisco dos Santos. _
140 RA DO OUEIMADO 40|
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempra um sortimento completo de roapa feita de todas as
qualidades, e tambera se manda eiecutar por medida, 4 vontade dos freguezesf para o
que tem um dos melhores professores.
<|UC IG1U UUi *** Mar.MWBW v>wsWBV0*
Casacas de panno preto, 40$, 35$ e 308000
Sobrecasaca da dito, 85 a 3000
Palitotsdedilo ede coras, 35, 30,
25f000 e 20$000
Dito do casimira decores, Z2#000,
159, 12 9*00
Ditos de alpaka preta golla da vel-
ludo, IJOOO
Ditos de merin-sltim pretos a da
cores, 9S000
Ditos de alpaka de cores, 5} e
Ditoa de dita preta, 99, 79. 59 a
Ditos de brim decoras, 5|, 49500,
4(000 a
Ditos de bramante do linho branco,
65OOO, 59OOO e
Ditos de merino de cordo preto,
159000 a
: Caste de casimira preta a decores,
119,109,99 e
Ditas de princeza e marin de cor-
do pretos, 59 e
Ditas de orina branco da oras,
------------ganga de cores
\ Goliates da velludo prato a da eo-
89000
39500
39500
39500
4f000
89000
6f000
495OO
res, Usos a bordados, 129. 9# a
Ditos da casemira prata a de cores,
Usos bordado, 69,59500, 5#
3
89000
39500
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda a setim branco, 69 e 5&000
Ditos de gurgurio de seda pretos e
de cores, 7J000,69OOO e 59OOO
Ditos de brim t fastao branco.
39500a 39OOO
Seroulaa da brim de linho S99OO
Ditas de algodio, IfMO a J1280
Camisas de peito de fusto branco
a de cores, 1&5Q0 a 29300
Ditas de peito de linho 6f e 3000
Ditas de madapolo branco a de
corea, 39, Z9500, 29 198OO
Camisas de meiaa I9OOO
Chapeos pretos de massa,franceses,
formas da ulma moda 101,89500 e 79000
Ditos de feltro, 69, 5f, 49 e S9OOO
Ditos da sol da seda, inglezea a
fraaceaes, 149,11J, 111 a 79OOO
Gollarinhos de linho maitO finos,
novos faitios. da ultima moda 9800
Ditos da algodio 500
Relogios de ooro, patentes hori-
sonuet, 1009, 909, 809 e 709000
Dios de prata galvaaiaados, pa-
kataboaootaes, 40f 309000
Obraa de ouro, aderemos a meios
aereos, palseiras. roalas a
annaia g
Toalkaa da linho. duzia 199000 a IO9O0O
O Sr. Joao Hypolito de Meira Li-
ma, queira dirigir-se a praca da Inde-
pendenoa livraria n. 6 o 8 quo ac llic
preciza fallar.
Tff*n* "ii"i ni *a" "ir ""*f~ i~a~ ra"~Wiiff
2"Mm *jj* md% wnm aiwwiHV FSmwnwwflm***
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
Frederic Gautier,cirargiiodentista, faz
todas as operaces da sna arte e colloca
dentes artificiaos, tudo com a supariori-
dade eperfeigo que as pessoas entend- i
das Ihereconbecem. 8
Tena agua e psdentifriciosetc.
iswswawlltwwMNr c^^ g^& ^w^vC^^Kw^lJX
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, primeiro andar, continua-se a ungir
com toda a perfeico para qualquer
cor e o mais barato possivel.
A commisso liquidadora dos cre-
dores da massa do fallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aos Si s.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commisso todos os das uteis das 10 ho-
ras da manhaa as 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commisso roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a lancar
i mao dos meios judiciaes ou do jornal
para liaver essas importancias de que
sSo seus devedores.
Attenco
_ Predios baratos.
A requer meato de Jos Joaquim da Gunba,
testamenteiro einvenlariante dos bens do finado
Joao da Silva Moreira. tndam em praca para se-
rem arrematados em 14 do correte por ser a ul-
tima praca, depois de finia a audiencia do Illa.
Sr. Dr.juiz muoiciptl da 2.* rara, os seguintes
predios, em chaos proprios :
Melado de urna casa de tres andares a. 32, ra
do Queimado, com eolio, cozinha, quintal mu-
rado con telheiro, e cacimba meeira, avallada
dita melado por 6:4009.
Una ceaa de sobrado de ura andar n. 46, ra
rd JUngel, com solo, cozinha, quintal, cacimba
HH. por 60009.
Urna casa de sobrado de um andar n. 3, ra do
Raogel, cozinha ora, quintal aturado, cacimba
meieira, por 5:6009, sendo usufructuario do pri-
meiro andar, em quinto tIvo for, Domingos So-
rsno Pereira Simees.
Vendem-se cintos de todas as co,res com ricas
Arelas para senhora e menina a 29, bandos de
clina para marrafa a 500 rs. o par, enfeites pera
cabec. de cores e diversas quolidades ; na ra
da Imperatrir, loja da boa f n. 74.
J chegou o prompto
alivio,
bem como os onlros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C, de New-York Acham-se
venda na ra da Imperairiz n. t; Tambem che-
garam as inslruccoes completar para se usarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a lOOO.
Cabo de marfm e madrepero-
la, escovas para dentes.
Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
do bom, mui delicadas escovas de cabo de mar-
fim e madreperola a 29 e 2$500 cada urna. Com
urna eacova assim delicada faz gosto limpar-se
os dentes, e para as comprar dirigir-se ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Ca riten rin-
da ullimamen-.
te de New-
York.um com-
pleto s o r l i -
ment das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
me Ib ora dos
com novos
a perfe i coa-
mentos, fszendo pspenlo igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na rsa da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para aa mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado expressamente para as mesmas ma-
chinas.
Vende-se em ciss de Adamson, Howie &
C, ra do Trapiche Novo n. 42, biscoilos inglezea
sortidos, em pequeas latas.
Bonitos toucado-
res de armacao e gaveta,
proprios para os senho-
res acadmicos, etc.
A : .ja d'aguia branca acaba de receber mui
bonitos toucadores de armacao prela, torneada,
e gaveia com embutidos e machetados que os
tornam mui elegantes, os qaes servem eicellen-
temente para os senhores acadmicos, gabinetes
de senhoras, salas de detraz, e de rapazessoltei-
ros, e pelos precos de 8, 9 e 109, sao baratissi-
mos na verdade, e quem os vir na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, se agradar, e
infallivelmente comprar.
Raz de coral.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
vende-se a verdadeira raiz de coral a 900 rs. o fio.
Caixinhas com msica.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, chegado de saa propria encommenda muito
liodas caixinhas de costura com msica, propria
par mimo, quo 00 rendo mull) UaratO.
Enfeites de flores para ca-
samentose bailes.
Cnegou para a loja d'aguia branca lindos e de-
licados enfeites de flores finas, feitos com muo
gosto e a ultima moda, sao mui proprios para as
senhoras que vio a casamentos e bailes, e ser-
vem igualmente para passeios. Os precos sao 89,
10 e 12*. porm quem apreciar o bom conhece-
r que sao baratos, e para isso dirigir-se a ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
BASTOS
< Reg.
Na ra Nova n. 47, junto a Cooceicio dos Mi-
litBres, acabam de receber nm grande sortimen-
to das verdadeiras camisas inglezaa pregas lar-
?;as e esireitaa peito, collarnbos e punhos da
nho. e como seja grande quantidade tomamos
a deliberaco de vender pelo diminuto prego de
359 e 409 a duzia, uniformes de casemiras de co-
res a 20g, 259 e a 309, assim como muitas outras
fazendas queso com a vista que se pode reco-
nfjectr o que barato.
Admiravel pechin-
cha a 3,500 o corte.
Na loja do Pavo.
Glande e variado sortimento de cor-
tes de cambraia de seda tanto de barra
como de xadiez, de listas ou de flores
matisdas fazenda de %$ que se vende
3#500 para apurar dinheiro : na rua-
da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
Silva.
Pota da Russia e cal de
No bem conhecido a acreditada deposito da roa
da Cadeia do Recife a, 11. ha para vendar a var-
dadeira potaesa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim Como tambem cal virgem em
podra ; tudo por f rejos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-sa an easa da S. F. Jonhstoa A C
sellinse silhSesnglezes.eandeairof easli^aes
bronceados,!anas agieses, fio devela, chicote
paraearrot, eaaomaria,arreiospara carro do
u eious eavalos relogios de ouro aaisaa
DglM.


0
H&RIO DB flUimOCO OCULTA FEIBA 14 I *G0STO 01 1161.
Sbeseles
=
de amendoa, em caixinbas de louqa a
500 r$. cada um.
Vondem-sesabonetes de meados para barba,
cada um em sua caixiaha de Iouq a 500 rs. ; na
ra do Queimado, loja d'aguia brenca o. 16.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel iRoacio
de Oliveira & Filho, largo doCorpo Santo.
4 1500o covado.
Dmaso de seda boa fazenda, encarnado, cor
de cana e braoco.
Manteletes de fil preto enfeitados com bicoa 5*.
Damasco de la com 6 palmos de largura cora-
do a 19500.
Chalet de merino bordados a velludo superior
fazenda a 8j>.
Cortes de casemira de cor a 3J500.
Setim Maco superior a 25500.
Casemira preta setim superior a 23500.
Pegas de iadiana Qnissima com 10 varas a 88*
Na ra do Crespo loja n. 10.
Cortes de vestidos brancos
bordados.
Veodem-se ricos cortes de vestidos brancos
bordados com 2 a 3 babados i 53 : di ra do
Queimado n. 22, na loja da boa .
Gravatinhas estreitas.
Vendem-se superiores gravatinhas estreitas de
seda, nao s pretas como de cores, pelo baratis-
simo prego de 1$ ; aa ra do Queimado n. 52,
oja da boa .
Novidade.
Fazendas barat-
simas.
Chitas modernas inglezas, covado a 180 rs.
Ditas fraccezas, bom gosto, covado a 210.
Cassas pintadas muito linas, covado a 210.
Vestuario para meninos a 3*.
Cortes de vestidos de pbantasia para baile a 6g.
Chales de merino com palmas de velludo a 7g.
Ditos de dito com pontas redondas a 6f.
Cimisas de cambraia de liolio para seohora
8*000.
Grosdenaple preto superior, covado a 1600.
Cortes de seda lavrada superior a 35g.
Pegas de madapolo muito Uno a 45500.
Lazinhas de quadros para vestidos, covado a
240 rs.
Camisas francezas de linho para homem, duzia
a. 35j0O0.
Manteletes de grosdenaple preto e de cores a
2J000.
Cortes de cambria de seda a 6J.
Ditos de colletes de velludo superiores a 6*.
Sidas pretas lavradas, covado a 15200.
Chaly de cjres com lislra de seda, covado a
500 rs.
Corles de gorguro de seda para collete a 23500
Velbutina lavnda de cores, covado a 500 rs.
Esguio de linho muito Qno, vara a 1$.
Cmbralas de salpicos muito finas, pega a 33200
Lingos brancos de ctmbraia. grandes, duia a
3000.
Eufeiles pretos e de cores de vidrilbo a 2*.
Luvas de pellica brancas a 1500. "
P.iscaios franceies G'ios, covado a 220.
Meias cruas muito unas, duzia a 3*500.
im como muitas oulras fazendas baratissimas
tanto para negochr como para gasto das familbs
q je faro a msior economa comprando ; ni loja
de uzeadas e dapotito de machinas de costura,
de laymunlo Cirios Leile <& Irmo. n. 12, ra
da Imperatriz, antigameote aterro da Boa-Vista.
S Magalhes
Mendes.
Ni ra da Imperatriz, oulr'ora aterro da Boa-
V: '.i, loja armazenada de 4 portas n 56, recebeu
novo sortimento de corles d* cassas francezas com
2 as e7 babados a~3$, ditos de cambraia de 7
babados enfeitados com tranga a 3)500 e 4$, di-
Ijj de larlalana de cores a 3J> e 3J>0, dilos de
ca obraia de babados de diversas qualidades a 4jj
e 5;j, finos cortis bordados eofeilados com entre-
metes de 2,3, 4 e 5 bsbados a 7* e 8*, pegas de
chas de cores ixas a 63 e 6J500, ditas france-
zas a 83, 8>500 e 9g, ditas de organdys com 30
c/iios a 3j, ludo em perfeito estado.
As 4 portas da loj* arma-
zenada de pars
l.ua da Imperatriz, loja armazenada de 4 por-
tas n. 56, sende-se barato orgaodys de lindos
goos a 500 rs. o covado, riscado francez a 200
rs. o covado, chitas francezas a 240, 260 e 280 o
corado, ditas estreitas a 180 e 200 rs. o corado.
Cobertas.
cjbcitoodc stou ..q#. dtas de chitas a 1*800.
lengoes de linho a 2), ditos de algodo 1 1} e
I520O, ntremelos e tiras bardadas a 1*000 a pe-
ga, saias de balo a 3o, ditas de fitas largas dos
lados a 3$J00. A loja armazenada est aberta al
as 9 horas da noile. *t
Bom e assim barato
ningoem daixa de comprar urna pasta psra pa-
pe! uor I9OOO. Na loja d'aguia branca acha-se
nmaporg'> de boas e perfeias pastas para pa-
pe! om calen lirio perpetuo, e in lice das feslas.
m-idaveis, pelo que se lomara de muita utili-
dade, e o pequeo prego de 19000 cada urna
convida a apro'eilar-se da occasio em que se
estao ellas vndenlo por metale do que sem-
pre custuram ; assim dirijam-se a ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que ser
bem servido.
Gravatinhas de raz de
Vende se a casa,terrea a. 18 em!
Fora de Portas, nos fundos 4a groja j
do Pilar lado do mai : no pateo do Ffc-j
raizo n. 10.
Grande sortimenU
Fazendas de tod*s as qua-
lidades.
Na loja n. 23.
Vestidos de Moni, ditos de seda, di-
tos de pbanlatia e de cambraia bor-
dados.
Lazinhas, sedinhas de quadros e
cambraia de orea padross modernos.
a leja n. 23 da ra da Cadeia.
Manteletes, capas comprida* moder-
nas, taimas de fil e polonezaade gato>
Fil, tarlalana, organdys com novo*
padrees, cambraia com lala de cor a
mais moderno.
Na loja ii. 23 da ra da Cadeia.!
Saias balo, manguitos, gollas, pen-
tes de tartaruga, loques, perfumara,
lu?as de peliea.
Chales de todas as qualidades, gros-
deoaples, chita franceza, cambraia
branca etc., ele.
ftofipa feitia
Ka loja n. 23 da ra da Cadeia.
Completo sorlimunto de paletots, cal-
cas, colletes, camisas para homem, me-
ninos e senhora.
I^ Vende-se muito barato
%&* Vende-se muito barato
fc^ Na loja n. 23
$3* Na loja n. 23 de
GURGEL & PERD1GAO'.
Calcad
45 Ra Direita 45
Magnifica soriinent*.
Sempre condesceadento e praxesterm
Ib*
Em casa de Adamson, Howie & C, ra do
Trapicha Novo o. 42, vende-se :
Ralbas da cortina nissimas.
Lona o fllie.
Fd*v*to.
Su*mrio***Unl**d**Ddas as cores.
SelTins, silhSes, e arreios para carro ou cabriolet.
Rieoedinh s de linho proprios para obras
de menino* a 200 rs. o corado; na ra do Quei-
mado n. S, loja da boa (.
108000
oaooo
9*500
9*000
8|600
5*500
5,
_ torn oa
regueze que Ihe traaem dtehcsro, a proprieta-
rio-d8tagrande oaUPutasjfcieato coattaua a of-
ferecer ao publico, por presos mdicos aaempra
interiore aos de outro, o se bello sortmeoto
d calcado francez, iagler e brasileir e vejarar
Homem.
Borzeguins Vctor Emmanuel. .
couro de porco. ....
lord Palmerstoo (bezerro) .
diversos fab-icantes (lustre]
iohn Russell......
Sapatdes Nao tes (batera inteira). ,
patenta. ........
Sapatos lianza (portuguezes). ; .
(francezes).....
9 enerad baiza (aola e vira). .
amito chique (urna aola). .
Senhoras.
Borzeguins primor (Joly). ; .
brilhaiitina......
aspa alta. ..... .
baix. ......
31,34,33,34.....
decores 32,33.34. .
Sapatoa com salto (Joly). ,
francezes frese.intua. ., .. ,
a 34, 32, 33 a 34 lustra. .
E um rico sorlimento de couro de lustre, be-
zerro francez, marroquim, sota, vaquetas, cou-
rinhos, fio, tarca* etc., por menot do qaa
quer outro poda vender.
stsoo
5S0O
5*000
48800
4*500
48000
38260
2*40
1*000
qual-
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
? loja d'agaia branca recebeu prximamente
um novo e linda sortimento de cascarrilhaa de
aeda para enfeitea de vestido, sendo da difieran- '
lee cores a largaras, e como sempre as est veo-
dendo baratamente a 2*. 3,4 a 5f a peca, pracoa
aate* que em neahuma rjutra parta aa acham, e
*o sim na ruado Queimado, loja d'aguia branca
onumer 16.
A 4& 4500 e 5J.
Cambraia lisa muito fina a 4* a pega com 81[2
varaaydlt anrito auperior a 58 dita tamben
aruU*> fin* com aalpieaa a 4^500; na ru 4e
Queftaadau. 22, na loja da boa f.
Percas da iza de linho brancas de co-
res a
Croza de penaa de ac maa fina* a
Frascos ne opiata para limpar den tes a
Copos com bmrna muito boa a
Espelhos de columnas madeira branca a
Carteiras para guardar dinheiro
Rialejos para meninos a
Baralho portuguez
Varas de franja para cortinados a
Grozade butoes &e lotiza braocos a
Tesoura* muito fias* pava unba e- cea-
tura a
Caixas de charutos de Ha vana moito su-
periores a
Cartas muito finas para voitarete o ba-
ralho a 240 e
Varas de bieo larcura 3 dedos a
Garrafas can agua eeleparcheiro a
Rialejos con tveres para meninos a
js |tua i dw'mi% lojaS
"j de 4portasn. 10. |
fFerro Maia.f
1*800
500
40
A)
240
120
coral,
o Dielhor que possivel. Vende-se mui bonitas
gravatinhas de raz de coral cora duas e tres
rollase iacos tus pontas, sendo ella* bastante
eonspri las, avista do que sao baratissimas a
2.:~>r-) e 3^000: assim bom e barato s na loja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Vende-se para engenho urna negra de meia
iiade, sabe cozinhar e fazer lodo o servico, o
motivo da vend se dir ao comprador, ou alu-
ga se, nao deizando sabir a ra : na roa da Ma-
triz da Boa-vista 40.
Objectos de gasto para
casamientos.
A loja d'aguia branca acaba de recebar da sua
encommendi um completo sortimento de objec-
tos de gosto, proprios para casameotos, sendo
fiaas luvas de pellica enteada* par* noivae, da
licadas capellas com 1 e 2 caixos para o peilo,
caixos brancos de flores mui finas, bonitas fitas
brancas Uvradis para lagos, ditas muito estreitas
para enfeites de vestidos, franjas de sela e tran-
cas brancas para o mesmo lira, meias branca*
da seda, fazenda muito boa, bonitas ligas de
dita (lo bem ha para meninas} grvalas bran-
cas do seda e chamalote para ooivos, am fien
urna variedade de objectos escolhidas ao melhor
gosto, e? mais modero), lodos proprios^psra
calamentos : na tua do Queimado, loja d'aguia
branca, n. 16.
Calcado barato-
Na loja do Arante* vende-se a dinheiro
vista :
Borzeguins de lustre para homem a 58000.
Olios da biverro a Milis a 8*000.
Sapatos 4*000 e 3*500. e outre* muitis qualidades de cal-
cado quu a vista do eeawttduf s* dic o proco.
A 1|O00.
Vende-se o approrde rmedio para matar ra-
tos e baratas, chegado pelo ultimo vapor d Eu-
ropa : na ra da Sensata Nova D.t.
Transelins grossosde re-
troz para relogios.
Vendem-se a 500 rs. cada um na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca, n. 16.
Bandos de nova e pro -
veitosa invenco.
A ioja d'aguia branca acaba de receber urna pe-
quena por;o de bandos de urna nova e pro-
veilosa invencao, com os quaes muito adianto
as senhoras na composi;u de seus cabellos. Es-
ses novos e preciosos bandos sao de compridos
cabellos humanos mui bem tecidos e seguros em
pequeos penles com osquaes se prendem a-
quelles por denlro do cabello da senhora, ser-
vindo de enchimento o mesmo que elles trazem,
e depois junto o cabello do dito ao da pessoafa.
um lindo e perfeilo amarradilho, principalmen-
te quando a senhora tem pouco cabello, e em
todo o caso sao dispensadas as pesadas trouzas
que enlo se usavam. E' o que de melhor e
mais moderno apparece, e a vista da perfeigo e
ulilidade da obra sao biralos por 6*000 o par
Os cabellos sao pretos e castanhos, couforme os
naturaes das senhoras. Elles acharase somen-
le na ra do Queimado, loja d'aguia branca,
n. 16.
Aviso aos padeiros.
Farinha nova SSSF.
Chegou ha poucos dias arinha nova
SSSF de Trieste, e' a nica fresca que
existe no mercado e se vende em conta
no armazem de Antunes Guimares & C.
4 loja da bandeira |
jNova loja de funileiro da*
ra da Cruz do Recife s
2 numero 37.
8* Manoel Jos di Fonseca participa a <
todos os seus freguezes tanto da praga II
^ cmodo mato, e juntamente orespeita- g
I vel publico, que lomou a deliberago de
^- balxar o preco de todas as suas obras, por S
9 cujo motivo tem para vender um grande le
9 sortimento de bahs e bacas, ludo de
S differentes tamanhose de diversas coree &
*** am pinturas, e juntameute um grande |
sortimento de diversas obras, contendo f|
-g bsnheiros e gamelas grandes e pequeas, JH
| machinas para caf e camas de vento, o jm
que permite vender mais barato possivel, 5
como seja bahs grandes a 4* e peque- Ii
nos a 600 rs, bacias grandes a 5* e pe-
quenas a 800 rs,, cocos al* a duzia. Re- jg
cebe se um official da mesma offlcini eo
para kTabalhoi. 91
DESTINO
DE
Jks Dias Braidao.
5Ra da Lingueta 5
O novo deslino torra gneros por meaos de seu
valor: superior manleiga ingleza a 1* a libra,
dita franceza a 700 rs., cha preto a 1*409, aea-
sas a 560, conservas inglezas e portugueza* a
700 rs., aletrla.tarharim e macarrao a 400 rs. a
libra, toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra, banha
de porco refinada a 480 rs latas com peixe de
postas a 1*400, cerreja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 5* a duzia, dita preta a 600 rs. a garrafa e
6*800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e porluguezis a 720 rs. a lata,
spermacele de 4, 5 e 6 em libra por pre$o mui-
to em conta, viohn do Porto engarrafado Qno
(velbo) a 1*500 rs\, vlnho de Lisboa e-Figueita a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 ra. agar-
rafa, e outros muitos gneros que escusado
menciona-los, que do contrario se tornara enfa-
dooho. aos freguezes (Dinheiro vista,}
Agua am-breada
parabanho do rosto edo
corpo.
A loja d'aguia branca acaba da receber essa no-
va e a precia veL a*u9 ambreada, da u aroma ex-
cellen temen te agr da vel. Ella serve acertada-
mente para je deitar algnmas gotea n'agua pura
com que ae banha o rosto, resultando disso que
refresca e conserva o vigor da-outis, com especia-
lidade das senhoras ; assim como para se deitar
n'agua de baoho, que o torna mui deletUvl. re-
sultando alan de refrescor o tirar ou facer deaap-
parecer ease balito desagrada! que quaat a
pro se lera pelo transpirar. laabem keai a pre-
ciusidado de acalmar a ardor que deju a eavellia
quando ae faz a barba, una vez qu*> agua com
que se lave o rosto leaba della coaaposig. Cue^
ta o (rasco I*, e que**, aprecia o bom naodaiaarA
cortamente de comprar dseaa- esiimavei apa* am-
1 braettfr. islo- na luja d'aguia branca, oa ru* do
Queimado n. 16, nica pacte osad* Machar.
Vendem-se duMescrava* de bonikM.flgnraa,
proprias psra todo e qualquet servico da ujm
casa ; o* preteodeoles diri^aui-*e a na, S\ Auro-
ra, casa a. 62, terceiro andar.
Vendem-ae copo ortldoa da ontra-matade
pata baixo a 520. a duzia, e ajvulso-a 60 rs.; na
raa da Matriz da Boa-Vista a. 27.
Acaba de
efoegar
novo armazem
DE
BiSTOS k RECIO
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Uilita-
res n. 7.
Um grande e variado sortimento de
roupas feitas, cilcado* fazendas e todos
estes st vendem por procos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos peloa ltimos figurinas a
26*. 28*. 30* e a 35, palelots dos meamos
pannos preto a 165, "! 20* e a 24*,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novoa-padroeaala*. 16*, 18*. 20* 24*,
ditos saceos das mesmas ctsemiras de co-
res a 9*. 10#. 12 e al4*. ditos pretos pe-
Io diminuto precede 8*. 10*. e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12*,
ditos de merino de cordo a 12$, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15*,
I ditos de alpaca preta- a 7*. 8*. 9* e a 10*.
8^ ditos saceos pretos a 4*. ditos de palha de
.seda fazenda muito superior a>4*500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
e a 4*600, ditos de fusto branco a 4*,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de corea a 7*, 8*, 9* e a 10, ditas
pardas a 3* e a 4*. ditas debrlm de cores
linas a 23500, 3*. 3*500 e a 4$, ditas de
brim brancos linas a 4*500, 55, 5*500 e a
6*, ditas de brim lona a 5* e a 6$, colletes
de gorguro preto e de cor** a- 5fl e a 6g,
ditos de casemira de cor e pretos a 4g5
e a 5*, ditos de fusto branco e de brim
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 4|,
ditos de merino para luto a 4* e a 4*500,
caigas de merino para luto a 4$500 e a 3|,
opas de borracha a 9*. Para meninos
de tolos os lmannos: calcas de casemira
prefaed* cor a 5$, 6* e a 7*. ditas dita* 1
de brim a 2$, 3* e a 3*500, palelots sac- *
eos de casemira rela a 6f e a 7, ditos 3
de cor a 6* e a 7$, ditos de alpaca a 3*,
sobrecasacoa do panno preto a 12* e a I
14, ditos de alpaca preta a 5*, boaels 5
para menino de tolas as qualidades, ca- V
misas para meninos de tolos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos W
I para meninas de 5 a 8 annos com cinco o
I babados lisos a 8* e a 12$, ditos de gorgu- 1
ro de cor e de la a 5* e a 6*, ditos d* *>
brim a 3*, ditos de cambraia ricamente S
bordados para baptisados.e muitas oulras S
fazendas e roupas feitas que deixam de *
5 ser mencionadas pela sua grande quanti- tt
dade; assim como recebe-setoda e qual- 9
quer enoommenda de roupas para se |
mandar manufacturar e que para este fim
* temos um completo sortimento de fazen- 3
9 das de gosto urna grande officina de al- |
s faiate dirigida por um hbil meslre que S
I pela suapromplidoeperfeiclo nadadei- 2>
It xa a desojar.
cr o.

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scieatsMsaie *n mmm*mtv*m
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cobertos e4escob*rtosr pequeas grandes, d*
ouro patente inglez, para homem e senhora di
um dos melhores fabricantes de Liverpool, viu-
dos pelo u'timo paquete ingles : em eissd
Sonthall Meller 4C.
A i iidu ao
Pavo.
Chitas baratas
Vende-se chitas escuras de
cor fixas a 4^500 a peca a 120
rs o 'covado por ter um pe -
queno toque de mofo: na ra
la Imperatriz n. 60, loja de
Gama <& Silva.
Lindas eaixinhas
com necessarios para costura
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca mui
liodascaixinhas matizada, coa espelho, tesoura,
caivete, agulheta. agulheiro, dedal e ponteiro,
tudo praliado e de aparado gosto, emfim urna
caixioha excellente para um presente, e mesmo
para qualquet seohora a possuir, o vendem-se a
10* e 12* : na lowa d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Aos tabaquistas.
Longos Qdos de corea escure* a flxaa iaita-
cSo-do* de linho a 3* a duzia ; a raa-do Quei-
mado n. 52, n s loja da boa f.
Campos Lima.
Na ra do Crespo n. t6 continua, i rendar lin-
da* fofo* e cambraia para guarnicao de vestida*
por commodo prego.
Maptiahas decoraL
Ha loja-d'aguia de ouro, ra doCabug a. 1 B,
fecaba-ae de sn* ncopri eacoamenda multo
aoattas mantinhas do verdadeiro coral, que se
ende nui* barato do qae-em outr* qualquer
nana
gROUPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
O DI
|Fazendas cobras feitasj
g LOJA E ARMAZEM
Ges I Bast
NA
Una do Queinaado
n- 46, ftente amareWju
Constantemente emosumgrandee va-
riado sortimento desobrecasacaspretas
de panno e de cores muito fino a 28*.
3 e 35*, paletotodo* meamos pannos
a 20J.22J e 24$, ditoasaccosrpreto* do*
mesmo pannos a 14, 16* 185. casa-
ca* p ratas muito bem feitas ede superior
panno a 28*. 30$ e 35*. sobrecasacas de
asemira decore muito finos a 15*. 165
e 18,5, ditos saceos da* mesmas casemi-
rasal05, 12* e 145, calcas pretas de
casemira fina para homem a 8*. 9*. 10/
e 12, lilas de casemira decoros a 75,85,
9* e 10*, ditas de brimbrancoa muito
fiaa a 5g 69, ditas de ditos de cores a
3, 3*500, 4* e 4*500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 45 e 45500, col-
letespratosdecasemiraa 5* e6, dito*
d* ditos decora* a 45500 e 5*, ditos
branco fie seda paracasamento a 5*,
titos da 6*,colletes debrim branco e d
f usto a 3*, 3*500 e 4*. ditos de corea a
*500e3*, paletotfpretosde merino de
eordosacco esobrecasacoa 75,8* e9*,
colletes pretos para luto a 4*500 e 5,
cas pretas de merino a 4*500 e 5*, pa-
I etots dealpaca preta a 3*500 e 4g, ditos
sobrecasaco a 6, 7* e 85, muito fino col-
letas de gorguro desedadecoresmuito
boataz*ndaa3*8o0 *45, collete .da vel.
{lado decorosa pretos a 7* e 8*. roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14*. 15* e 16*, ditos de
casemira saccoparaosmeemos a6*500 e
7*,ditos de alpaca pretos saceos a 3* a
3*500, ditos sobrecasacos a 55 e 5*500
1 calcas de casemira pretas e decores a 6,
1 655OO e 7*, camisas para menino a 20*
a dazia, camisas inglezas prega rlarga*
muito*aperiora|32* aduziapara acabar.,
Assim tomo temos urna officina deal-
alateondemandamoi executar toda a*
obras com bravidade.
sem segundo.
Na rus do Queimado n. 55. loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos precos abaixo declarados pa-
ra apurar dt-aeiro, poia o que muito precisa,
garante tudo perfeito, pois o preco admira ;
Lioha do gaz superior para marcar, no-
velo a 40
Dita do gaz branca* ede cores, novelo a 30
Dita de carretel muito boa, carretela 30
Nvelos de llnha do gaz brancas a 10 e 20
Carreteis com linha preta muito gran-
des a 160
Varas de franja do U muito bonitas a 100
Pecas de tranca de l muito bonitas a
com 10 vara* a 200
Pare de metas cruas para menino a 200
Dito* ditos de coros todos os tamanhos a 160
Di toe de coree para menina* a 120
Duzia de meias eruas para homem a 2*400
Cartoes de linha Pedro V com 200 jai-
das a 80
Caixas com tissoes para acender charu-
to, a 40
Caixas comjphosphoros de segurancia a 160
Duzia da phosphoros do gaz a 240
Fita*.para enfiar vestidos muito gran-
des a 90.
Frascos d'agua de colonia muito supe-
rior a 400
Ditos com chaira* muito Uno a 508
Dtuia de meiss para senhera o melhor
ejsje ha a 3*000
Pecas da leaaoiaha de l&a sortida* a 50
Jabonetes superiores muito grande* 160
Groza de boteade-osso para calca sendo
pequeo- a 120
Dila de ditos grandes a 24o
Tramla do Itoto superiores rapas a
M0-, 120 a r tto
lival
Ra da Imperatriz n. 60.
DE
ama&Silv
Acaba do receber um novo sorttmento
de fazendas proprias pera senhoras o
meninas que vendem per precos bara-
lissimes como sejam :
Ricos cortes de cambraia brancos
com barra adamascada e outros com ba-
bados brancos e do cores que vendem a
855OO, pecas de cambraia muito fina com
10 varas e urna vara de largura a 65 e
7*, ditas transparentes muito finas com
8 e 1|2 varas s 3* e 35500, ditas de 6 e
1|2 varas a 2*500, pega de cambraia
branca com salpico com 8 e 1)2 varas a
45, cortes de cassa com salpicos brancos
e decores a 2*, ditos de ditos brancos
labradas a25, capas pintadas com lin-
dsimos padrdes o covado a 280 rs., di-
tas de salpico brancos e de cores o co-
vado a 240 rs., chitas francezas escuras e
alegres a 220, 240,260, 280, 300 e 3-2
ris.
Sedas.
Grosdenaples preto bastante largo e
encorpado o covado a 1*600 e 15800, di-
to cor de rosa a 2g, dito azul cor muito
bonita a 2*400 o covado, seda lavrada
cor de canna muito moderna por ser ada-
mascada o covado a 2*, chamalote pre-
to bastante largo e covado a 2/.
Para familias.
Damasco de la com 6 palmos de lar-
gura para cobrir mesas de jantar, de
meio de sala, pianos etc., etc. o covado
a 1*250, damasco de seda encarnado e
amarello proprio para colxas, cortinas
etc., etc. o covado a 25240, sedas bran-
cas proprias para vestidos de noivas fa-
zenda muito superior, madapolo muilo
fino peca de 40 jardas a 440 rs. a jarda,
diios muito superiores a 200 rs. a jarda,
a 4*500, 5*. 5*500, 65, 65500 e 7*. al-
paca preta muito superior a 500, 560,
640 rs. o covado, grande sortimento de
chitas pretas francezas covado a 240 rs.,
ditas inglezas a 160 rs. o covado, cas-
sas pretas a 480 rs. a vara.
Para vestidos.
Orgrndys de cores fazenda muito mo-
derna covado a 560, mimos do co e
gazias de seda fazenda muito nova co-
vado 1*, chaly muito bonito a 15, 800
e 640 rs. o covado, lazinhas claras te-
cido krepfio covado a 640 rs., corles de
|gorguro escuros s 6*.
Chales.
Ricos chales dekrepom com listas de
seda a 8g, ditos de ditos a 7*. ditos de
froco a 6*, ditos de merino com palma
de seda e de velludo a 4*500.
Bordados.
Camisetas core golla e manguitos a 3*,
&fl 4 e 5*, manguitos com gollinbas. a 3*.
3 Quissimas tiras bordadas a 800, 1* e
H 1*500, gollinhas muito delicadas a 600,
S 800 e 15, lenciohos de labyrintho pro-
prios para senhora ou para presente a
1*280 e 1$600, ditos muito finos a 4*.
Paletotspara homem.
Paletots de panno preto de todos os
pregos e qualidades tanto saceos como
sobrecasacos, ditos de casemira de todas
as cores, ditos de ganga e de riscado,
caigas de brim de linho brancas e de co-
res, ditas de casemira de todos os tama-
nhos e qualidades tanto pretos como de
cores garante se a bemfeiloria destas
obras por terem sido feitas por um dos
melhores alfaiates desta cidade ; na
mesma loja existe um'resto de chapeos
de sol de seda a 6* e lencos de seda a
1*. tambem se vende constantemente um
completo sortimento de roupa feita para
escravos u para trabalho muito bem
cozidas, do-se as amostras de todas as
fazendas deixando penhor ou mandam-se
levar pelos caixeiros da casa aos fregue-
zes que quizerem.
AtlLftCl
Vende-se a segu ote :
Cortes de seda para -vestidos de
aeotiOT* mais modernos que
tem vindo a este mercado a 25*000
Chata* de twaquim finos a 15J
_ *3le 38|000
Heraesiina faaena delicadiaBi-
ma o coa LindisaimoscapeosaGarfbaTdia 15*000
Enfeites a Traviata a 10*000
Superiores camisas de linjio abor-
tas a rendas para senhora
4* e 5*000
Caaaveqwe* brancos bordada*
10* e 11*000
Lencos de cambraia bordada* a
duzia a 1*600e 2*000
Setim preto o melhor que pos-
sivel o covado 3*000
Sedas pretas lavrada a 1* e 1*500
Chapelinas de seda para senhora IO5OOO
Lencos da cambraia bordados
proprio* para seto de igreja a 500
Eofeitea do flores par* cabaca de
senhora a 25000
Cortes de cambraia de salpico a 2*000

o cima.
nArjJn
c*J| Vados par
coM
algoiS mofo pelo ba-
3fo-
Aviso s familias.
ARMAZEM DE FAZENDAS
N.t9Rnado QueimadoN. 19,
DE
Santos Cotillo.
A8|e f OfrOOO o corte.
Lindos corles de phantazi* d seda coc
lnos, pelo baratissimo preco cima.
t4 corados por,
Cortes de riscado francez
2*, esto-se acabando.
A 255-o ce
Ricos cortes de seda com
ralo preco de 2>$.
Lencpe a 1 #900,33 e 30300.
Lengoes de panno do linho e bramate fino-a
1*900, 3 e 3&300.
O corte a 40$.
Ricos cortes de seda de tedas as cores a 40*.
480 e 640 rs. a vara.
Algodao monstro muito superior a 480 a 600
rs. a vari.
Mi,$280 a rara.
Bramante de algodlb com 10 palmos a 1*280 a
vare.
A 2S-500 a gollinha.
Gollinbas de traspasso ricamente bordadas a
25500.
A 500 rs. atoalia.
Toalhas de fuslo pelo preeo de 500 rs.
Cobertas de chita a chineza a 1,-800.
Colchas de fusto a 65.
Capellas de flor de laranja a 5*.
Lindas cambraias da salpicos brancas a 5*000 a
peca.
A 1^600 a vara.
Aloalhado de linho para mesas a 1*600 a vara.
A 20500.
Chales de merino estampados a 2*500.
A 22 rs.
Chitas francezas escuras a 220 o covado.
Pechinclia, a 640 rs.
Grosdenaples de quadrinhos a 640 o covado,
tendo algum mofo.
A 10 o covado.
Velludilho encarnado proprio para roupa de
meninas al*.
DA
raido LOWMOW
Ra da Sen zalla Nova n.42.
Nesta -tstabeleciraen to contina a hav*r um
completo sor ti man t o da moenda semei a s moer -
das para engenho, machinas d vapor etaixss
te farro batido a cosdo.d* lodos ostamanbxs
para dito,
Encyclo- 8
; pedica |
L.a de f azeudus
Ra do Crespo numera 17.
DE
Guimares & Villar.
Para acabar com certas fazendas ven-
demos baratsimos :
Chapelinas de seda de riquissimos gostos
a 12* cada urna.
Ditos de palha de Italia a 28*.
Gollinbas e mangelos de punbo de su-
perior qualidade a 3*.
Castas de cotes lizas e delicados padres
a 280 rs. o covado.
Sedas, cambraias, cassas, chitas e tudo
quanlo pertence para adornos de se-
nhora porbaratissimos precos.
Cacado Meli de 2 sola a sola fina.
Para homens.
Grande sortimento de roupa* feitas e
chapeos de todas aa qualidades.
FISTO
para vestidos de senhora e
roupinbas de criancas.
Na loi* d'aguia branca a encaar* um bello
aorttmanto de franja do ed, la* e linho, bran-
ca e da corea, propmaapare enfeitea deveMidn*,
aesim como urna diversidad* de galn de a*da e
linho, brancos e de cores, aterios e fachado, lar-
gos e estreitos at o mais qae posanel, tr*oe**Jxores BnasYsI chaan* dTanTaa
Umbem de sed*, lia a tinho, de Herentes qua- Matet a 6X ditos ingUzea jV c*
Udades, e os que de melbor gosto se pode en-
Importante
Aviso
Na loja de 4 portas da ra do Queimado n. 39
acha-se um grande armazem com tode o sorti-
mento de roupas feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna officina de al'aiate, estando encerr**-
do della uro perfeilo meslre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que sa Iha
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a toda* a* pessoaa com especialidade aos
Illms. Srs. officiaea tanto da armada como do
ezercilo.
Faz-se fardas, farddes com superiores preparo*
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os flgurinos que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquinhas
para montara, frdela* ou jaquetas, bem como
colletes a militar pora-na Srs. judantes de esta-
do maior e de cavallaria-, quer seja singelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prsla, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepararse becas para
desembargadore e de qualquer juiz segundo o
estyle de Coimbra aonde se faceso as melhores
conhecida at hoje, assim como lem muito rico
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
fardemento de pageos ou criados de libr que sa
far pelo gosto franceza. Na mesma casa eu-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao meamo gosto. Afflancando
que por tudo se fica responsavel c*mo seja boas
fazendea, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se prometter, segundo o systema d'onde
veio o meslre, pota esp*ra a honrosa visita doa
dignos senhores visto que nada perdem em es-
perimentar.
Na loja d'aguia de ouro. ra do Cabug n. 1 B.
recebeu umjcompleto sortimento de gollinha de
missaoga, sendo de todas ascorea.
Roa do Crespo.
Loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, ven-
de-se por precos muito baratos js seguales fa-
zendas de superior qualidade e modernas, sedas
ie quadros miudos pava vestidos de senhora e
meninas a 800 rs., babados.largos e transparen-
tes a 3* a peca, vvanme-m*He finos a 1*500,
oapas de merino e fusto par* senhora a 5*. chi-
tas largas escuraae clara* a 240 ra. o covado.
roupoeadeadaa.lfl|),peC-debete0ha do-al-
godao a 2*. riscado francez muito Boa a 180 rs
manguitos bordados finos a 2*. gollinhas barda-
da a ttO a., alberoo da panno felpado par*
homem proprio* para chuva a 10* capea rassia-
nas o melhor que tem vindo a est mercado a
SO*, paletots da panno preto a 185 e 20*. sobre-
casacas de dito amito finas a: 25J, cal^aada c*a-
mira preta a de coreada SI a 85. ditas de brim
braceo e de cores de 2* a 5JL palatal de alpaca
n de 3*500 a 5*. camisa* branca* a da
iftaus deso d aeda. supe-
. glezes a 10*. cassa de corea
transparentes a 240 rs. o cavada, aaaim coma
servido.
taeicou***: por isso quera precisar oulras muita* mnda qna vendaro por~*>
----- ---- r------. w w *** **> **7HHfilar *UWl *wHI4b*uIsJ JWi [jia-
de taea objecto, dirigtr-aa a dita loje d/agui. nos do seu valor para fichar contan, vestaatioa
brane*. na ra do Queimado n. 19, quesera bem de brim e fusto todos guarnecidos e ealeUjdoa
psra meninos a 8*.



W DI rSMAMBOCO. 00AKT4 FHRA 14* MI ftGOSlO M 1M,.
a
Chegue-w a barato.
O Preguiga est queinundo, em sua loj u
ra do Queimado n. 2.
P^m de bretanha de role con 10 varas a 99
easemira escara enfestade. propria para calsa,
coNete e palitos a 960 rs,' O corado, cambraia
orgaadiz de muito ha* geste a 480 rs. a van,
dita lisa transparente milita fina a 39, 4 e 6J
a pega, dita tapada, cora 10 varase 59 e S* a
peca, chitas largas de modernos a escoliados pa-
drees a 240, 260 e 280 rs. o corado, requissi-
mes challes de merino estampados a 79 e 89
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 9* cada um, ditos com urna s palma*
muito fios a 89500 rs., ditos lisos com franja
de seda a 59, lencos de eassa com barra a
100,120e 160 n. cada um, meias muito finas
para seahora a 49 a duzia, ditas de boa qualida-
de a 39 e 39500 r$. a duzia, chitas fremezas
de ricos desenhos para coberta a 280 rs. o eova
do, chitas escuras inglesas a 5900 rs. a peca,
e a 160 rs. o covado, brira branco de puro I abo
al, l200e 1600 rs. a vara, dita preto
muito encornado a 19500 rs. a rara, brilhaotina
azul a 400 rs. o covado, apalea de Serenes
cores a 3)600 re. o covado, casemiras pretasf-
as a 2500, 3$ e 39500 rs. o eovado, cam-
braia preta e de salpicos a 500 rs. a vara, e ou-
tias muitas fazendas que se far patente ao com-
prador e de todas se darao amostra com penhor.
3Vena>-se e-engeBho*TirirU tilo mi comarca
do Cabo, com as preporcoe seguales: dista da
estrada de ferro urna legoa, aporto para embar-
que em distancia da 200 bracas, oom terreno pa-
ra randea afras, e Um mu i tos torreaos fiara te
abrirem com facilidad*, ha grande aereado e
muitas mata*, ste engenho aovo e bem obra-
do ; a tratar na ra aprata o. 47, segundo an-
dar, ou no engeotio Catando, sitio em distancia
de meia legoa da estacas deOlinda com o abaixe
asignado.Jioao raes Barrete
Enlre-meios
jFazendas e rou-!
pas feitas baratas.
NA LO JA DE
PORTO
418- Ra da Imperatrjj*--48]
Junte a padaria franceza.
Acaba de chegar a este estabeleci-
meato em completo e variado sortimento
de roups de diversas qualidades como
sejam : grande sortissento de paletots
de alpaca preta e de cores a 3$ e 3*500
ditos trridos a 4 e 4500, ditos ftance-
zea fazenda do 10 a 6$500, ditos de me-
rm preto a 6. ditos de brim pardo a
830800 e 4, ditos de brim de cor a 34500
S ditos de ganga de edr a 3*508. ditos 'd
alpaca de laa araarella a imilacao de Da-
os raelhores que se tem visto.
A loja d'aguia branca recebeu um explendido
sortimeoto de ntremelos de delicado* bordados,
e gostos inteiramente novos, com differentes lar-
garas, do mais estreito at maia de 1|2 palmo,
suas diversas applicac&es escusa dizer-se porque
todas as seohoras sabem : os precos sao de 2 a
5 a pega conforme a largura, e tal a bondade
delles que quem os vir e apreciar o bom, iofalli-
velmente oa comprar!: na loja d'aguia branca,
na ra doQueimadoo. 16.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para cenias e facturas, papel mata-berro; ven-
de-so na leja d'aguia branca, ra do Queimao
numero 16.
8
i
8
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann IrmSos &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo crrelas para
transmittir raoviraento, canudos
de borracha de qualquer com-
prime rito e grotsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
l bre ditos artigos tomam-se en-
H commendas.
ff $12312 fl**-at^Trat*Wr- QtSSaattaaKtt
* AnVn WaTwwmWWalWWaTm WatW wWSyt V9rWWafW fnt
Vendem-se charopes de fructaa de varias
qualidades, em duzias de garrafas, e encaizotado
na ra nova de Santa
8
8
8
Slha de seda a 3500 e 4. ditos de meia
caaemira a 4*500, 5fi e 5$500, ditos de
easemira saceos a 13$, ditos sobrecasacos
a 15J>, ditos de panno preto fino a 20
22g, 28, ditos brancos de bramante
M A&jOO e 4J), caigas de brim de cor a 1J800
* SOO, 3$.ditas brancaa a3|e 4500, di-
tas de meia easemira a 3*500, ditas de
easemira a 6*500. 7S500 e 9$, ditas pre-
tas a 4S500. 7*500, 9 e 10*. colletes de
SISK f:?,DCe" a *900. ditos de fusto
2*800, ditos brancos a 2g800 e 3, ditos
de aetim preto a 3*500 e 4*500, ditos de
gorguro de seda a 4*500 e 5*. ditos de
easemira preta e de cores a 4*500 e 5
ditos de velludo a 7*. 8J e 9*.
Completo sortimento de roupa para
S meninos como sejam calcas, colletes, pa-
lea^Ca"2,sa! a i!S800 e *.dit" de fustao
a2*5(W, chapeos francezes para cabera
H fazenda superior a 6*500, 8S500 e 10
ditos de sol a 6g e 6*500, ditos para se-
nhora a 4500 e 5*. Recebem-se algu-
mas encommeodas de roupa por medida
e para isto tem deliberado a ter um con-
tra-mestre no estabelecimento para exe-
cutar qualquer obra tendente a su a arte
Fazendas.
para mandar para fra ;
Rila n. 65, resiilaco.
3 Em casa de Kalkmann Irmaos
$ & C, na ra da Cruz n. 10, exis-
4 te constantemente um completo
^ sortimento de
^ Vinhos Bordeaux de todas as
^ qualidades.
j& Dito Xerez em Larris.
Dato Madeira em barris e caixas.
5 Dito Muscatel em caixas.
g Dito champanhe em gigos.
m Cognac em barris.
Z Cerveja branca.
% Agua de Seltz.
rx Azeite doce muito fino em caixas.
5* Alvaiade em barris.
#k Cevadinha em garrafbes.
Aobarateiro da ra da Imperatriz n.
48 juntoa padaria fraoceza, vende.e:
neos cortes de cambraia brancos e
bordados com dous folhos a 6*000, ri-
cos cortes de vestido de seda escocesa
pelo brrato prego de 12$, cambraias lizas
muito unas com 10 jardas a 3*500 e 4* e
de Escocia a 6*, saias a balo de arcosa
2*500, cortes de chita fraoceza achamalo-
tada com 14 covados a 5g, pecas de cam-
braia lisa para forro com nove varas a 2*.
e um completo sortimento de chita fran-
ceza a 240, 260 e 280 rs. o covado e das
inglezas a 180 e 200 rs. e outras muitas
fazendas por precos commodos.
Cortes de meia easemira de urna scr, fazen-
da superior, pelo baratissimo prego de 2* cada
um: na ra doQueimadoo. 22, na loja da boaf.
Chales de merino estampados a 2*500 : ua
ra do Queimado n. 22, loja da boa fe.
Para se comprar as verda-
deiras luvas de Jouvin, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Esta loja tem constantemente recebido de sua
propria eocommenda as verdadeiras luvas de
Jouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
vapor francez e continuar a recebe-las por to-
dos os outros ; por isso quera quizer comprar
boas luvas escasa caosar-se, dirigir-se aloja
d'aguia branca, ra do Queimado o. 16, que ahi
aere bem servido.
Coral de raiz
Vende-se muito bom coral de raz, o fio a 1*;:
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Casemiras
finas, padres de muito gosto, a 4* cada corte :
vende-se na roa Nova n. 42, defronte da Concei-
c,ao dos Militares. .
Farinha SSSF.
Esta eonhecida e superior marca de
farinha chegou a tres das de Trieste
pelo brigue Lutania, e vende-se a re-
tal ho noarmazem de Antunes Guima-
raes &C, largo da Assembla n. 15.
oja dos bara-|
teiroSo !
Ra do Crespo n. 8 A.
Leandro & Miranda.
Recebemos pelos ltimos navios e
vapores da Europa grande e variado sor- '
timento de fazendas, roupas feitas e (
perfumaras, e todo se vende por menos i
que em outra qualquer parte, como se-
jam : I
Cortes de vestidos de cambraia brance
bordado a 5$, 10*. 13* e 25$.
Superiores saias bordadas a 3*.
Baldes de madapolio e crochet a 4*. i
Ditas de clina a 6J500.
Cobertores de 15 muito grande a 5*.
Chitas francezas muito finas a 280 rs. o )
covado.
E outras muitas fazendas por pregos
baratissimos. I
Loja das seis portas en
frente do LivrafflHo.
Roupa feita para acabar,
Paleteas de panno arelo a 22*, Uzeada fina,
aOcasde caaemira preda* de sesea, di las 4*
brisa dnfanfa, dtaa d brim brauoo, paleioU
de bramante a 49, ditos de fusto de ceras 4|,
aitonde estamenhaa 4f, ditos de brim pardea
3#, dito* de a-tp*ca preta aaccoa a bseaaaocoo,
dolletca de velludo pretoa e de orea, drtca de
carguro de seda, ravatae de linho as mais me-
bernas a 200ra. cada ama, collarinho de linho
gauliima moda, todas estas fazendas ae vende
paralo para acabar; a loja esta berta daa 6 ho-
aas da manhaa ata 9 da noite.
Azeite espirito de
vinho e canna.
Vende-se aceite de coco a 446 a garrafa espi-
rito-de vinho muito barato agoardente de canna
engarrafada a 240 a garrafa na Travesea do Pateo
do Faralzo n. 16 frente de amerello venda de 4
portas.
Vende-se a graBde a besa construida casa
terrea da ra do Hospicio n. 35, onde mora o Dr.
Baela Nevea, coma vista o comprador eonhecer
o tamanho do edificio: a tratar na pracada Boa-
Vista, botica do Sr. Ignaeio, daa 11 horas ao
meio dia.
Chales de merino estampados a 29500 : na
ra do Queimado n. 22, loja da Boa f.
SABAO
Joaquim Francisco de Helio Santos avisa aos
seus fregueses desta pra$a e os de fra, que tem
exposto i venda sabio de sua fabrica denominada
Reeifenoarmazem dosSrs. Travasaos Jnior
6 C, na ra do Amorim n. 58; maaaa amarella,
caetanba, preta a eulras qualidades por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
bem tem feito o seu deposito de velas de carnaa-
(asimples sem mistura alguma, como as de
eompo8c.o.
- Brim branco de linho muito fine a 1280 a
vara : na ra do Queimado o. 22, loja da Boa f.
Luvas de pellica.
Novo sortimento de luvas de pellica chegadas
no vapor inglez para a loja d'aguia branca, na
ra do Queimado n. 16.
Nova pechineha
imperatriz Eugenie.
Finos corles de cassas francezas de 2 saias e de
7 babados, com 10, 15 e 18 jardas a 39500, 49 e
59, cortes de la de booitcs desenhos, de 2 saias
e 3 babadus com 24 covados a 65OOO : na ra do
Queimado n. 44.
Chegou
a final o desejado tricopherous
Est venda na ra do Queimado, casa de ca-
bellelreiro.
Molas para balo.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.l B,
recebeu de sua encomnieada as verdadeiras mo-
las para baldes, aue ae vende a 200 rs. a vara.
Ra do Queimado n. 10,#
i loja de 4 portas de Fer-
S rao & Maia. i
francez

Vende-se cortes de superior ea-
semira que em outra qualquer
parte somente podero vender
por 5$ a
Corles de velludo de cor para
collete de superior quslidade e
gosto a 3J500 e
Cortes de ditos pretos bordados
atta
Chapeos de castor rapado a
[Kua do Crespo n. 8 lo-S
ja de 4 portas.
Admira a pechineha.
H Laa para vestidos fazenda que
Soutr'ora custava 800 rs. o cova-
do vende-se a 240 rs., do-se
amostras com penhor.
fil MS&tt 3-i& M&5G TeSMOattSM ]
em anrV waov l*lf. eems- vn WWm a-m enO WWW wwnf 4
Pechineha
Vestidos brancos bordadas com duas saias, fa-
zenda especial, vende-se a 10$ cada um ; na ra
Nova n. 42, dafronte da Conceijo dos Militares.
Na verdade.
Chapeos de castor raspados pelo preco de 59000
cada um ; s se vende na ra Nova n. 42, de-
fronte da CoDceico dos Militares:
mmm
560
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja o*agaia branca se echa mal trovo*
delicados chapeozinhos para baptisados obra
mui perfeita e bem enfoitada, acodo eada um em.
saa bonita caizinha, a pelo baratissime prego de
69, ninfuem deixar de os comprar : na loja d'a-
guia branca,roa do Queimado n. 16.
I Opiata ingleza para
dentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria encommeada a bem eonhecida e provei-
tosa opiata ingleza para dentes, cuj bondade
apreciada por todos quantos delta tem usado, e
aat& mais por quem quizer conservar asgengivaa
em perfeito estado, assim como a alvura dos
dentes; cusa cada caixa 19500, e por tal preco
s deixarao de comprar quando a nao acharem
mais na loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 16.
En fe i tes de caneca.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. t B,
chegadoum completo sortimento de enfeites
para senhora, sendo ultima moda, que ae vende
mais barato do que em outra qualquer parte.
E' de graca.
Ricas chapelioas de seda para enhora, pelo
baratissimo prego de I69 cada urna : na ruado
Queimado n. 22, loja da boa f: (a ellas,que sao
poucas)
Vinho chamisso.
Veade-se este delicioso vinho engarrafado a
I95OO a garrafa : no novn destino de Jos Dias
Brandao, ra de Lingoeta n. 5,
Vende-se urna pequea taberna na povos-
gao da Apipucos, propria para um principiante,
por ter poneos fundos : quem pretender dirija-
ee 4 mesma, ou na ra larga do Rosario o. 30,
que achara com quem tratar.
Feijo macassa.
1 saeca de feijo macassa novo:
le Tasso rmeos:
Libras slerlinas.
nos ar-
Ha para vender, na ra da Cadeia do Reeife n.
12, em casa de Bailar & Oliveira.
O torrador! I!
M L.rgo do Tertjo 19
Quem duridar venha ver; manteiga ingleza
perfeitamente flor a 19 a libra, franceza a 640 e
a 680 a libra, batatas muito novaa a 80 rs. a libra
assim como se torra massas muito finas para sopa
a 440 ris a libra e outros muitos gneros perten-
cenles molhados, ( a dinheiro vista.)
Vende-se caf muido a 360rs. a libra: oa
ra do Codorniz n. 1.
Vende-se urna taberna no C'impo-Verde,
freguezii da Boa-Vista, com poucos fundos, pro-
pria para quem quizer principiar : oa ra do So-
cego n. 44.
Veade-se um escravo mogo, bom eDgom-
mador ecopeiro, inteligente e activo ; na ra da
Imperatriz n. 10, loja.
Veade-se um terreno para edificar, por traz
d o aterro da Boa-Vista ; a tratar na praa da la-
t ependencia n. 5, loja.
AUencao
4S0OO
4*000
69000
89000
muito moderno, proprio para vestido, a 200 rs. o
covado ; na ra Nova n. 42, defronte da Coocei-
c&o dos Militares.
Vende-se bolachinha ingleza a melhor do
mercado a 39 a barrica, queijos do vaper a 29400,
dito prato a 500 rs. a libra : no armazem da es-
trella, largo do Paraisa n. 49.
Para acabar.
Paletots e sobrecasacas de panno preto fino,
fazenda boa, a 195, *0$ 22j ; cheguem, antes
esbua s sabem: na ra do Queimada a. 4.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F, na ra do Queimado n. 22,
sempre seencontrarao as superiores luvas de pel-
lica de Jouvin, tanto para hornera como para se-
nhora, por serem recebidas por todos os vapores
vindos da Europa, a ae vendem pelo baratissimo
pre$o de 2J500 o par: na mencionada loja da Boa
F, na ruado Queimado n. 22.
Maces
*
Chegaram as bellas mames por serem grandes
e perfeilas, venda-se sos ceios o em caixas o a
retalho : na deposito de Sodr & C, roa estreita
do Rosario a. 11.
Muita gravata ba-
rata.
Na loja d'aguia branca se encontra um grande
e bello sortimento de gravatas de differentes gos-
tos e qualidades, e por precos taes que em ne-
nhuma outra prtese acha, como seja, gravati-
nhas estrenas bordadas a 800 e 1$, ditas pretaS e
de cores agradaveis a 19, I92OO e 19500, ditas
com pontas bordadas e matizadas, e lisas de mui
bom setim maesa al$5O0. Pela variedade do sor-
timento o comprador ter muitas de que se agra-
de : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
A12#000
a duzia de toslhas felpudas superiores; na rae
do Queisaado n. 22, na toja da baa f.
Vende-se asa be* armacio de amarello,
toda envarnisada, nn serve pata ualqaar est*
beleciateate, enwr ptqo rwoavel: na rea do
Crespo n. 15, loja.
Veadem-ee globos para cwdieiro*, e bom-
bee de japi, maia barato de que em outra quet-
loerparte: na ra largado Rosario. .44,
franceza, padres modernos e riquissimos a
e 640 rs. a vara : vende-se na ra Nova n.
defronte da Conceic&o dos Militares.
Cambraia lisa
azulada muito fina a 4f 5 e 69 a peca : vende-se
na ra Nova n. 42, detronte da Conceico dos Mi-
litares.
Gasemira
fina de muito gosto a 59 o corle ; vende-se na
ra Nova n. 42, detronte da Conceico dos Mili-
tares. ^
BLOES
superiores, rendados a com bico, fingindo saia a
b$ e 69 cada um : na ra Nova o. 42, defronte
da Conceico dos Militares.
Ra Nova n. 56.
Garibaldi.
Joaquim Ferreira da Costa participa ao respei-
lavel publico e com especiatidade aos seus nu-
merosos freguezes, tanto da pra$a como do mato,
que acaba de receber de Paria pelo ultimo navio
urna nova factura de chapeos de senhoris e me-
ninas como seja, de seda, velludo e palha, e tam-
bera se encontrar um completo sortimento de
chapeos para hornera, de feltro, copa baixa e al-
ta, e delontra, e francezes, e de castor brancos
prova d'agua, ditos pira a festa que sao frescos
na cabeca e na bolsa por serem baratos.
A VISTA FAZ FE'.
Quem quer apre-
ciar a bella fumaba.
Cheguem freguezes, antes que se acabe: na
ra Nova n. 56 ha om completo sortimento de
fumo da Bahia que se vende por atacado e a re-
talho, e um bello sortimento de charutos de Ha-
vana, maoiiha, e os afamados flor do Brasil, sus-
pires, lricos, apraziveis, regala imperial, gua-
nbanas e aparisienses, e todos os mala charutos
do afamado autor Simas.
Vndese urna esta na Capuoga n. 37 A :
quem a pretender, dirija-s a rus da Cruz, de-
posito de rap Mearon, n. 23, que achara Com
quem tratar, lendo os setuinles commodos : 9
salea da frente, 4 alctrvas, corredor Wpartfdo, 1
salas de detraz, cozinha fra, 1 quarto junto a
cozinha para pretos. a alguna pea d alvarados,
com um excelleote quintal e campo oa frente pa-
ra om jardim.
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiros,funileiros etc. a 1#280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem os tem
para vender.
Nao se espantem.
Chegaram as alampadas de lato to procura-
das, thuribolos, navetas, calldeirinhaa para agua
benta, caixiohas com frascos para santos leos,
campainhas para tocar a santos de todos os lma-
nnos, tudo com muito gosto e por precos com-
modos ; na ra Nova n. 38, defronte da Concei-
co, no muito aotigo deposito do Braga.
Goraes lapidados
a 500 rs. omasso.
Vendem-se massinhos de coraes lapidados a
500 rs. cada um : na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Barato que ad-
mira ,
Bolachinha ingleza.
Vendem-se barrquinhas com bolachrbha in-
gleza a 19600: na ra da Guian. 9, e Lingoeta.
deposito o. 6, e em libra a 100 rs., e far-se-ha
alguma diffeienca, sendo em porcao.
ttengo.
Ha ra do Trapichen. 46, em casa de Ro r n
Rooker & C., existe um bom sortimento de li-
nhas.de cores e branca sem carreteia do melhor
abricaate de Inglaterra, as quaes se vendem poi
precos muirazoavaia.
Luvas de Jouvin.
Goes & Bastos, na loja da ra do Queim ado
o. 46, tem as verdadeiras luvas de Jouvin, e co-
mo as recebe em direitura portados os vapores,
as vende por prego commodo.
Nova pechineha.
Pecas de cambraia lisa fina com 7 1)2, 8 e 9
jardas a 29, 29500, 39 e 39500, chita larga fran-
cesa a 200 e 220 rs. o covado : na raa do Queima-
do n. 44.
Cestinhas de Hamburgo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
IB, quem recebeu um completo sortimento de
lindas cestinhas de todos os lmannos proprias
para meninas de escola, assim como maiorea com
tampa proprias para compras, balaios proprios
para costura, ditos proprios parafaqueiros, ditos
multo bonitos para brinquedos de meninos, di-
tos maracas pintadinhos que se' vendem por pre-
cos multo baratos-
Bonecas de camur-
sa com rosto de massa.
Na loja d'aguia branca vendem-se mui bonitas
bonecas da camursa com rosto de maesa, e pri-
morosamente vestidas com saia bailo, etc etc.,
i vista do que, e de sua muita duraco sao bara-
Uasimaa a 1J200, barato assim s se encontra na
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Panas deace
inglezas, caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
eocommenda as verdadeiras pennasde ac ingle-
za, caligraphicas, cuja superioridade est deci-
dida, e anda assim contina a vende-las a 29 a
caixinha : na loja d'aguia braoca, ra do Quei-
mado n. 19.
55Ra da Imperatriz55
Venda-se urna porco da ripas de louro para
estuque e ser de eocommenda e preco rszoavel.
55Ra da Imperatriz55
Vende-se urna carroca de couduzir gneros da
alfaodega, por prego commodo.
55Ra da Imperatriz55
Vende-se um cabriolet de 4
rodas americano para um e
dous cavallos, com os arreios
necessarios, em bom uso e pre-
co commodo.
Dous cabriolis.
i Vendem-se muito em conta dous
cabriolis sem coberta. um com ar-
reios e oulro sem arreio : na ra da
Imperatriz n. 53.
Genebrada Hollanda em bo-
tijas.
Vende-se na casa de Brender a Bran-
dis & C. : na ra do Trapiche Novo nu-
mero 16.
Deposito de rea
de moldar, cadinhos de todos os nmeros, cobre
em IobooI e rodas, lato em folha desde a groa-
aura de papel at o mais grosso preciso, estanto
en barra a vergoioha, tazos de cobra a 850 rs a
libra, chumbo em lengol e barra, telhas de vidro,
e outros muitos objectos de metal : na ra Nova
defronte da Conceigo n. 38.
Bom para rancho.
Vende-se um capado gordo por prego commo-
do : na ra nova de Santa Rita n. 65.
A 2$ o corte.
Cortes de riscado francez com 14 covado pelo
barato preco de 29 : no armazem de fazendas da
ra do Queimado n. 19.
Ba de H orlas
numero 1.
Fabrica de charutos.
Nesta fabrica se acha um variado sortimento
de charutos finos dos mais acreditados fabrican-
tes da Baha, garante-se aos compradores serem
verdadeiras as marcas annunciadas dos proprios
fabricantes mencionados, fazendo-se menso de
elgumas marcas mais conhecidas para nao so tor-
nar o annuncio muito extenso, as quaes sao as
seguintes:
Guanabaras, de Jos Furtado de Simas.
Suspiros, do mesmo.
Delicias, do mesmo.
Regala imperial, do mesmo.
Senadores, do mesmo.
Suspiros, de Candido Ferreira Jorge da Costa.
Emilios, do mesmo.
Suspiros, de Vespasiano Jorge Ribeiro.
Na ra estreita do Rosario, armazem do Mo-
reira, anda existe grande porcao de palha appa-
relhada para tecercadeiras e todas as obras de
marcineiro : vende-se a retalho a 29 a libra, e
de 5 arrobas para cima a I89.
Venda depropriedades
Vendem-se as casas terreas sitas na ra atrai
da matriz da Boa-Vista n. 30 e 32, Rangel n. 79,
e ra do Forte n. 26, todas com solos proprios :
a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Souza,
ra do Queimado a. 12, primeiro andar:
Grande pechineha.
A 220, 240 e 260 rs.
Chitas francezas de muito bonitos padres e
muito bous pannos, pelo baratissimo preco da
220, 240 e 260 rs. o covado ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Gangas francezas muito finas com padres
oscuros a 480 rs. o covado : na roa do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Tachas e moendas
Braga Fimo & C., tem sempre no seu depo-
sito da roa da Moeda n. 3 A, um grandesor-
meoto de tachas e moendas para engenho, da
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na roa do Trapiche
n. 4.
Gollinhas.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
recebeu-se um completo sortimento de gollinhas
de missanga de todas as cores.
Attencao as sedas de qudrinhos a 720
rs. o covado.
Vendem-se sedas1 de qu-
drinhos muito encepados a
720 rs. o covado e dita a 560
rs.: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Gama & Silva.
Luyas de fina camursa
para militares ecavallei-
ros.
A loja d'aguia braoca acaba da receber de su
encommenda mui finas lavss da camursa, o que
de melhor se pode dar nesse genero, e as est
vendendo a 29960 e par ; os senbores offioiaes e
avalleiroe que iscomprarem conhecero que sao
baratas viata de sua finura e duracao, a para as
oblar dirigirem-se ra do Queimado, loja da
gula branca n. 19. Adverte-se que a quantidade
pequesa por hora, e por Uso nao demore.
Vende-se um fardrnoslo rico para guarda
nacional; ua ra estreita do Rosario o. 12.
(Anda ha pe
chincha.
Chegon a ra do Crespo n. 8
loja de 4 portas, um sortimento
de cassas de cores lixas e lindos
padres que se vendem a 240 rs.
o covado, do-se amostras com
penhor.
&ais3BSdifrSi6'SiC3t.di&ais atestes
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recen temente pro-
vida de um completo sortimento ae enfeites de
bom gosto para senhoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torcal com franjas e borlas,
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borlota ao lado, outroa de
froco igualmente enfeitados com aljfar, e borlo-
tas, todoa ellos de um apurado gosto e perfeico,
os pregos de 89 e 109 sao baratos i vista daa
obraa ; alm deslas qualidadea ha outras para
39 e 49 : iaso na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Vendem-se os engenhos
S.-Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil peg:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Reeife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
raa *o Vigario n. 3 am bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de om dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambe*
urna vatiedade do bonitos iraaeelias para 00
ftWJW.
Arados americano sr machna-
Kralavarroupa:emeasa deS.P Jos
ton 4 C. ra daSemala n.ll.
Escravos fgidos.
Ausentou-se de casa de seu seuhor o escra-
vo mulato escuro de nomo Joo, idade de 18
annos, rosto comprido, cabellos crespos, olhos
vivos, bocea grande, bons denles alvos e abortos,
ar alegre, estatura regular, levou roupa branca e
azul, chapeo de feltro e bonel: quem o appre-
hender dirija-se ao sitio da Sra. viuva Lassere ou
ra da Cadeia do Recite n. 20, que ser'gene-
rosamente recompenaado.
Ausentou-se da casa do Sr. Manoel Ferreira
da Silva Tarrozo do dia 7 de julho do crreme
auno, o escravo pelo de nomo Caetano, uaco
Beoguella, de idado pouco mais ou menos 30 e
tantos annos, estatura regular, magro, com Leu-
de no olho esquerdo, e alguns sigoaes de bexi-
ga no roalo: quem o apprenender cooduza-o
casa do Sr. cima, ra de Apollo ou ra da
Aurora n. 36, que ser gratificado.
Escravo fgido.
Auzentou-se da casa do abaixo assig-
nado o escravo crioulo de nome Ma-
noel cor preta, de idade de 30 a 35 an-
nos, alto, magro e rendido daveii-
lha esquerda. Este escravo oi proprie
dade do Sr. Thomaz Antonio Guima-
raes, morador na cidade de Goianna,
d'onde veio a pouco, e por muito tem-
po foi empregado nos lampiues das ras
dsquella cidade, natural do lugar de-
nominado Pontinha perto da mesma
cidade de Goianna e tanto n'um como
no outro lugar e muito conherido e
provavel que ande por estes lugares de-
signados. Pelo que rogo a todas as au-
torides policiaes capitaes de campo a
aprehensao do dito escravo, podendo
leva-lo a' cidade Goianna ao Sr. Tho-
maz Antonio Guimares, e nesta cidade
a ra Nova n. 67 segundo andar ou a'
ra da Cadeia-Velba do Reeife, loja n.
22, que sera' recompensado.
Joao Pereira Moutinho.
Na manha do dia 6 do corrente fugio da
casa do abaixo assfgnado o escravo de nome Can-
dido, crioulo, crtala, representa ter 28 annos,
pouco mais ou menos, estatura baixa, secco do
corpo, cabeca grande, tem as pernas alguma coa-
la arqueadas, que pouco se couhece, ps peque-
nos, foi comprado a 16 de julho prximo passado
ao Sr. capitSo Bento Aotonio de Oliveira da fre-
guezia do Apodi, provincia do Rio Grande do
Norte, d'onde o dito escravo natural, descon-
fia-se que tenha tomado a direccao do serto, o
que v junto com algum combey para o mesmo
lugar d'onde veio para esta praca, onde foi ven-
dido ao abaixo assignado : portanlo roga-se as
autoridades policiaes, capitaes de campo e msis
pessoas, a captora do dito escravo, e entrgalo
na ra larga do Rosario, fabrica de cigarros n.
21, que pagando-se todas as despezas feitas com
o mesmo escravo, se recompensar generosamen-
te.Antonio Haia de Brito.
Fugio no dia 4 do corrente mez o escravo
Thomaz, crioulo, bastante alto, boleos grossos,
pernas finas, ps malfeitos, muito ladino, repre-
senta ter 25 annos, pouco mais ou menos, levou
vestido caifa de brim de quadro, camisa de ma-
dapolao, jaqueta branca, chapeo de massa, cons-
ta que auda pelo lado dos engenhos Gaipio e Fer-
nandas da freguezia de Ipojuca ; este escravo foi
do Sr. Antonio Pessoa de Siqueira Cavalcant,
morador na villa de Pesqueiri : quem o appre-
hender, pode traze-lo ao seu senhor Joaquim
Francisco de Souza LeSo no engenbo Crauasss
da freguezia de Ipojuca, que ser generosamente
gratificado.
Attencao.
Ancpnlou oo da coca de sua stnliora O escravo
de nome Jos, idade de 40 annos, pouco mais ou
menos, de cacao Costa, levou vestido calca de
brim de quadros, camisa de algodao azul, chapeo
de palha, tendo por signal o seguinte : um dos
dedos do p direito acavalado sobre o outro pr-
ximo, tem por coslume fallar baixo, estatura re-
gular, tem nos Dragos ao p dos hombros talhos,
aigoaes de sua naco, o rosto limpo qur de mar-
cas qurde barba, fugio no domingo 21 do cor-
rente : quem o pegar queira leva-lo casa de
sua senhora, na ra da Imperatriz n. 75, tercei-
ro andar, que ser recompensado vista do seu
trabalho. Consta que o mesmo anda pelo Arraial
e suas immeJiacdes, com o dedo aleijado envollo
em um panno e pedindo esmolas.
Na noite do dia 5 do corrente esapparece-
ram da casa do abaixo assignado, os seguintes
escravos Jos crioulo cor preta bastante alto den-
tes naturalmente separados no queixo superior
fallas mansas, foi vestido com camisa de baeti-
lha azul chapeo de massa j velho, este escravo
filho do Buique donde veio trasido pelo seu
Sr, Miguel de Barros Silva Jnior, que o ven-
deu nesta praga ao Sr. Silvino Guilherme de
Barros, a quem o abaixo assignado comprou, e
Venancio tambem crioulo altura baixa tem todos
os dentes e o rosto quasi redondo este muito
alegre, e sempre esta rindo-se natural do Cear
da comarca do Aracaty, veio remettido para esta
cidade aos Srs. Grugel Irmos e vendido por es-
tes ao mesmo Sr. SUverio tambem foi este ulti-
mo vestido de roupa igual o primeiro, de pre-
sumir que elles seguissem o caminbo do Buique
donde veio ainda a poucoa dias a Jos, o abaixo
assignado gratifica generosamente a quem os pe-
! gar e os levar a ra da Imperatriz n. 79, pri-
meiro andar bem como roga as autoridades poli-
ciaes a captura dos mesmos escravos, bem como
protesta desde j contra quem os tiver occullado.
Honteiro 6 de agesto de 1861,
Jfanoel Camillo Pires Falco.
Achim-se fgidos or escravos Francisco,
mulato claro, natural da villa do Ip, provincia
do Cear, fgido em aelembro do anno proxim-
passado, com os signaes seguintes : idade de 35
annoa, altara regular, barbado e cabellos pretoa
annellados; e Luiz, cabra, natural do Ico, fugio
do em mar$o deste anno, e com os seguintes sig-
naes : idade 30 annos, altura regular, muito pou-
ca barba, cheio do corpo, ps grandes, com al-
guns signaes de bexigea no rosto, e muito re-
grista ; suppe-se este escravo estar oceulto por
pessoa que o proteja, pelo que protesta-se contra
quem o tlver feito : qualquer pessoa que os ap-
rehender ou delles der noticia a aeu senhor Joo
os de Carvalho Moraes Filho, na roa do Quei-
mado, loja de ferragens n. 13, ser bem recom-
pensada.
Desappareceu no dia 13 do corrente, do si-
tio de S. Jos do lianguinho, o escravo crioulo,
maior de 50 annos, de nome Joaquim, com os
signaaa seguintes : cabellos brancos, alto, secco
do corpo, e usa alpargatas ; este escravo foi pro-
priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty, d'onde veio para aqu fagido : roga-se
a todaa as autoridadea policiaes a a quem quer
que o encontr, de o capturar e entrega-lo no
sitio cima citado, ou na ra do Trapiche n. 15
a Jos Teixeira Basto.


(8)
MARIO 01 MfilAMlDCO. QUARTA FK1RA 14 DI AGOSTO M 1861:

Litteratura.
A queda do papado.
(Conclusao.)
< evemos ir a Roma verdade, mas l dere-
mos ir sem sacriBcar essa independencia, sem
que o oslado alenda c seu dominio sobro a e-
greja, o quando fitermos comprehender ao papa,
que a sua liberdade ser mais garantida pelo
amor de 26 miihes de cidadaos, que por alguns elles induzfr
mercenarios...
L Accrescenta :
a Se por circumstancias faUes egreja e lla-
lla o espirito do pipa nox mudar, se contiouax
j.abdiv.?l no seu proposito de rtpellir Coda e
qaa1u&^-ilStTtdftt&, 'ulao senhores, ainda as:
tim u5o sesearemos de proclamar os principios
que acabo de vos expr; principios queeslou
bem convencido, recebero um acolhimenlo fa-
Toravel,; nao cessaremo de afrmar, que qual-
quer que seja a maneira por que a Italia chegar a
Boma, ou por rontade ou por forja, ha de sem-
pre declarar o principio da separar.o da egreja,
e appliear inmediatamente sobre bases as mais
fecundas o principio de liberdade da mesma
egreja. >
Que bella proraessa I Voltaire, pae desta civ-
hsacao philosophica, nascida do secuta XVIII,
fallando das lutas dos imperadores sllemaes cora
os papas e a Italia, disse :
Nesses tempo9 desgranados os papas anda-
vam em prego, como quasi todos osbispos ; se
esta auloridade dos imperadores tivesse dura-
do, os papas nao teriam sido, seno seus capel-
loes, e a Italia teria sido escrava.
Eis shi est o que querem hoje os discpulos
de Voltaire.
Sobre que bases assentar o conde Cavour a
liberdade da egreja ? Quem crer nesta ficco,
vista do que na cmara dos deputados de Hes-
panha, a 4 de Janeiro de 1848, disse o immortal
marquez de Valdegamas, grande diplmala,
grande publicista, grande philosopho, grande
historiador, grande horador e grande catholico !
Sem duvida alguma, disse elle, o poder es-
piritual o principal no papa; o poder tempo-
ral o accessorio, mas este accessorio oecessa-
rio. O mundo catholico lea o direito de exigir
quo o onculo infalivel de seus dogmas seja livre
e independente ; e o mundo catholico nao pode
lera certeza de que o seu chefe espiritual in-
dependente e livre, seno qaando este chefe so-
berano ; so o soberano nao depende de ninguem
linuito bem I muilo bem I ) Por consequetcia.
meus senhores, a queslo de soberana, que
por toda a parte urna queslo poltica, de mais
em Roma urna questao religiosa ; o povo, que
pole ser soberano por toda a parte, nao o pode
serem Roma; as assemblas conslituintes, que
pode existir em todos osoulros paizes, nao po-
de existir em Roma, em Roma nao pode haver
outro poder coostilulnte, seoao o poder consti-
tuido. Roma, meus senhores, e os estados pon-
tificios nao pertencem a Roma, pertencem ao
mundo catholico. O mundo catholico os tem
reconhecido do papado, para que elle seja livre
e independente ; o papa mesmo nao pode des-
pojar-se desta soberana, desla independencia.
(Aplauso geral.)
Para bom coajprelieuer-ae esta questao, e
apreciarem-se estas ideas desle grande hornera,
misler saber-se que depois da morle de Pi VI,
prisiooeiro do directorio, foi preciso para eleger-
se papa, que o conaeotisse a Austria a forja de
rogativas ; e sendo eleito monsenhor Rellisoni,
bispo de Cesene, e communicada a eleijo, por
se demorar ella um mez em dar sua decisao, o
cardeal Goojalves, apoiado oas tropas francezas
pelo cardeal Mauricio, propoz a Chiaramonte,
bispo de Iraola, amigo de Franja. Assim foi
eleito Pi VII, spezar d'Auslria, por suas mano-
bras, diz Albert Blanc.
Ora, se o chrislianismo esteve neste p, tendo os
papas o poder temporal, sendo reis, o que de
esperar nao o tendo, sendo subditos ?
O que diz o marquez de Valdegama se reforja
pelo que diz o novo apostlo das gentes, o in-
comparavel padre Ventura no seu ensaio sobre o
poder publico oestes termos :
Papa nao rei, na ordem temporal, seria ne-
cessariamente um papa subdito de algn re, e
um papa subdito de algum rei seria um objecto
ao menos de desconQanca pera os outros reis ; e
desde ento a independencia de sua autoridade
espiritual seria mui compromettida aos olhos do
niuudo catholico. Como a Franja, por exemplo,
dizia Napoleo I. de quem referimos em outra
parte o notsvel teslemunho em sua integridade,
como a Franca poderia accommodar-se com um
papa subdito d'Auslria, ou a Austria com um papa
subdito da Franca ? Vede com que facilidade to-
das as potencias e povos verdaderamente catho-
licos se accommodam com um papa romano, islo
, com um papa independente mesmo temporal-
mente de outro qualquer poder temporal, com um
papa rei.
Este inconveniente, que de un immenso
alcance em relajo dignidade e liberdade da
acjodo chefe da egreja, nao o seria, ou ao me-
nos nao teria o mesmo gru degravidade, quando
o mundo poltico nao tinha senao um chefe nico
na pessoa do imperador romano : mas desde o
instante em que o poder poltico comecou a ser
partilhado por dous imperadores, um grego outro
latioo, este inconveniente se manifestou com fu-
nestos symplomas de averso, que sempre e por
toda a parle tem tocado ao schisma. Os latinos
experimentavam tanta repugnancia de se submel-
terem a um papa subdito do Gezar do Oriente,
como os grego de se sugeilarera a um papa, sub-
dito do r.o7r a Occidente.
Quando mais tarde o imperio romano cahiu
sob o martello dos barbaros, e tantas najes e
reinos diiTerentes em lingua e era coslumes sur-
giram como por encantamento de suas ruinas, o
mesmo inconveniente tomou proporjes infinita-
mente maiores, e a realeza pontificia lornou-se
urna necessidade social, e nao deixou mais de
existir.
O pensamento de Napoleo I, citado pelo padre
Ventura se acha melhor desenvolvido por elle
mesmo, como se l na historia do consulado e do
imperio de Mr. Thiers uestes termos :
<< A instituico que mantm a unidade da f,
isto o papa, guarda da unidade catholica,
urna instituido admiravel. Exproba-se a este
chefe de ser um-soberano eslrangeiro. Esteche-
fe estrangeiro 1 com effeito, e deve-se agrade-
cer isso ao cu. Que 1 no mesmo paiz igura-se
urna autoridade aemelhaole ao lado do governo
do estado ? Reunida ao governo, esta auloridade
se tornara o despotismo do sullo ; separada, hos-
til talvez, produziria urna rivalidade horrivel, in-
toleravel. O papa est fra de Paris, e isso
bem ; nao est nem em Madrid, era em Vieona,
e por isso que supportamos sua autoridade es-
piritual. Em Vienna eem Madrid se tem funda-
mento para dizer outro tanto. O-se que se
elle estivesse em Paris, os Vieooeoses, os bespa-
nhoes cousenteriam em receber suss decises ?
Cada um muito feliz que elle resida fra de
sua casd, e que, residindo fra de sua casa, nao
resida na de seus rivaes ; que habite nessa velha
Roma, looge da ao doa imperadores d'AUema-
nha, longe da dos reis de Franja, ou dos reis de
Hespaoha, tendo a balance, egual entre todos os
soberanos catholicos, inclinando sempre um pou-
co para'o mais forte, e reprehendendo logo, se o
mais forte se torna oppresaor. Foram os seculos
que Qzeram isio, e foi bem feito. Para o governo
das almas a melhor, a mais benfica institu jao,
Sue se pode imaginar... A religio catholica a
a patria, emque aomos nascidos ; ella tem um
governo profundamente concebido, que impede
as disputas tanto quanlo possivel imped-las
com o espirito disputador dos homens ; este go-
verno est fra de Pars, deve-se applaudir isso ;
nao est em Vienna, nao est em Madrid, est
em Roma, por isso que aceitavel.
Os que combatem esta razio das cousas, dos
fados e dos lempos, oo sabem por certo conci-
liar a poltica com a religio, como nos entina
Mr. Bonald em suas Melanges :
Nao me aecusem, diz elle, de fazer da religio
um negocio de poltica na accepjo que commu-
meole se d a esta expresso. Sem duvida eu
fajo da religio um negoeio de poltica, e o pri-
meiro e o mais importante da poltica ; por que
fajo da poltica um grande e importante negocio
da religio. Eu nio considero religio como
hornero o'Estado, seno porque considero a poli-
tica como homem religioso, e porque olhando a
religio como poder supremo ( por suas leis e
nao por seus padres ), e o governo como seu mi-
nistro, pens que devem ser indissoluvelraenle
unidos, como o esposo e a esposa, para concor-
rerem juntamente aoflta nico da grande familia
que nao ioteiramente, como o ensinam, urna
poltica de contempjo e urna moral de thea-
tro, de multiplicar horneo e procurar-Ibes ri-
quezas e gosos, mas antes de tuJo de faze-los
bous, para torna-Ios telizes.
O summo Pontfice, esse hroe, esse santo mar-
tyr de domos dias, responde com um saber e vir-
tude admiravel a esses antagoniatas de Mr. Bo-
nald, fautores de Vctor Emmanuel-contra Fran-
cisco II, contra elle, e s imposturas de Cavour
deste modo :
A'quelles qne nos tem excitado para que a
bem da religio apenemos a roo, que no es-
tende a civilisajo moderna, j temos pedido que
nos respondam se os fados sa taes, que possam
o vigario de Jess Christo sobre a
Ierra a fazer alliapja sem grave perigo para a sua
consciencia, e sem mui grando escndalo para lo-
dos com a sociedade moderna, cuja obra tem pro-
duzido tantos males,nuncajasss deploraveia, tem
promulgado tantos principios, opinies delesta-
vcis.e erroa absolutamente opposlos doulrioa da
religio catholica I Essa civilisajo moderna sob
o pretexto de favorecer o culto catholico nao veda
os empregos publico aos proprio inflis ; essa
civilisajo concede subsidios s inslituijes e
pessoas nao calholicas. E por ventura o pont-
fice romano pode esteoder-lhe a mo de amigo,
uoir-se com ella por um pacto de allanja e de
concordia ? Como poderia elle abaodonar a sua
causa, consentindo que a santa f seja abalada,
que a Italia tenha a in'elicidade de perder o seu
esplendor e a sua gloria, que ha onze seculos
sobre ella resplandece, partindo do centro e da
sede da verdade catholica ? Pois que o ataque
dirigido contra o pontfice romano nao abala s-
mente a santa s, despojada ioteiramente do seu
legitimo poder temporal, faz tambem com que a
virtude salutar da religio catholica se enfraque-
ja, e at faria com que de todo desapparecesse,
se tanto fosse possivel.
Depois de haverem insultado a religio con-
vidando-a hypoerlamente a pactuar com a civili-
sajo moderna, com a mesma bypocrisia nos ex-
hortara a recoociliarmo-nos com a Italia, e a
sanecionarmos a usurpajo.... Saibo todos que
os perturbadores da sociedade nao se contenta-
ran) cora o f-zer desapparecer todo o principio
de autoridade, todo o freio de religio, e toda a
regra de direito e de justija ; ebegaram at o
poDto de perverler osespiritos, debilitar o semo
moral, e extinguir o horror da iojuslija.
A estes conselheiros hypocritas e seus favori-
tos, que marcham para Roma, applicamos esta
outra tirada do mesmo discurso do marquez de
Valdegamas contra a demagogia romana, quando
quiz desthronisar o papa, como hoje, encarnada
em Vctor Emmanuel.
A demagogia nao reinar seno como escra-
va de Deus, e como instrumento de seus desig-
nios. Que importa que ella v ao capitolio? Quem
era nossos dias chegou aonde vae ? O dia mais
brilhante nao se torna urna noite tenebrosa para
transviar de seu caminho aquello que marcha?
Se a Franja foi a repblica, crendo ir a reforma ;
se depois ella foi a dictadura, crendo ir ao socia-
lismo ; se Carlos Alberto foi a Tarn, crendo ir
a Milo ; se Rsdetzchy foi a Milo, crendo ir aos
Alpes, ser mais admiravel que a demagogia,
crendo ir ao capitolio, va rocha tarpeia ?
Nos eremos com esse grande homem que sem a
egreja nao ha seno o cahos ; e um grande canos
corneja a involrer a Europa, que julga muilo lu-
cidas as ideas desta nossa poca. Vctor Emma-
nuel vae apagar a luz que o Senhor poz sobre o
alto da montanba para guiar as najes. Pois
bem ; talvez alguem diga delle o que disse S.
Gregorio Nazianzeno de Juliano.
Povos escutae 1 Eslae ltenlos vos lodos que
habitaes o Universo Eu levanto deste lugar,
como do alto da montanha, urna voz immensa.
Escutae, najes I escutae vos, que sois hoje e
que viris amanba I Anjos, Potestades, virtu-
des, escutae I A deslruijao do tvranuo obra
vossa I O dragao, o apostata, o grande e timi-
vel genio, o inimigo do genero humano, que es-
palhava o terror por toda a parte, que vomitava
blasphemas contra o cu ; aquelle cujo corajo
era mais manchado, do que a sua boca era im-
pura, cahiu 1 Cus e trra, ouvi o ruido da que-
da do perseguidor .
Islo humanamente impossivel ; mas a Deus
tudo possivel. Balthazar foi surprendido no
meio de suas profanajes I
( America, do Cear )
INGLATERRA.
Resumo dos discorsos pronunciados na
cmara dos communs, sobre a ques-
tao da Polonia.
Mr. Hennessey chamou a atlenjo da cma-
ra para os recentes acontecimentos da Polonia, e
pediu copia decertos despachos relativos ques-
lo polaca. E' impossivel, disse elle, tocar um
ramo da nossa poltica eslrangeira, principalmen-
te no que diz respeito questao do Oriente, sem
ilearmos sorprendidos da nossa ignorancia dos
negocios da Polonia, lia nesta queslo dous pon-
tos principaes a considerar : a partilha. da Polo-
e a sua incorporajo. E principalmente sobre a
incorporaco que eu quero chamar a atieorao da
cmara.
A opinio publica em Inglaterra parece ad-
mittir que se nos manifestamos sympathia pelos
Polacos, teremos negocios com tres grandes po-
tencias, a Russia, a Austria e a Prussia. Mas nao
assim. Em 1814 um dos primeiros assumptos
que foi discutido pelos alliados foi o da Polonia.
A Russia desejava ento fazer de urna parte da
Polonia urna provincia russa. Lord Castlereagh
reconheceu nao smente a justija das reclama-
jes dos Polacos, mas mostrou-se compenetrado
da idea de que era necessario que a Polonia fosse
urna Uarreira contra a Russi*.
Em 1815, a Inglaterra e a Austria pareceram
comtudo mudar de opinio, mas a Russia nao ti-
nha modificado a sua. O tratado de Vienna es-
tipulou porm que os direitos civis da Polonia
seriara maotidos, que se conservara a naciona-
lidade da Palooia.que se substituira o systema
commereial da Polonia, que a dieta seria convo-
cada de dous em dous annos, que lhe seria sub-
meltido um ornamento todos os qnatro annos,
que nenhum empregado russo desempenharia as
funejes administrativas na Polonia, e que os di-
reitos da egreja grega e catholica seriam obser-
vados.
A Russia pretendeu que estas condijoes fossem
violadas pelos Polacos quando se sublevaram em
1831. Mas os Polacos nao se sublevaram seno
para defender os seus direitos contra os ataques
que a Russia tinha feito a esses direitos. Toda-
va o que nos ignoramos completamente a con-
ducta havida pela Inglaterra em 1831 a 1832..
Pediram-se muitas vezes copias dos despachos
trocados nessa poca entre o gabinete de S. Pe-
tersburgo e o de S. James, mas nunca se obtive-
ram. Quando a Russia incorporou a si a Polo-
nia, o imperador disse aos Polacos em Varsovia
que nao obrara mais como rei da Polonia, mas
como czar da Russia.
Nessa poca a Austria eslava bem disposta pa-
ra os Polacos, e prometteu-lhes mesmo o seu
apoio se as oulras grandes potencias se ligassem
a elle. O governo francez, sob proposla da Aus-
tria, oo s adoptou a causa da Polonia, mas di-
rigiu ao governo inglez um despacho a este res-
peito. Espero que este despacho ser produzido
pelo nobre lord.
Publieou-se urna pretendida resposta do gover-
no inglez ; espero que seja apocrypha, porque
naquelle documento se faz dizer ao nobre lord
que recusa tomar em considerajo a proposta da
Franja em consequencia das relajos amigareis
existentes entre os gabinetes de S. James e de S.
Petersburgo, e porque nao tinha chegado o mo-
mento de adoptar estas propostas c contrarias
vontade de um soberano cujos direitos sao io-
contestaveis. Pois que I fallir-se-hia dos di-
reitos do czar sobre a Poloaia como de direitos
incontestaveis, omquanto queassenlam na viola-
gao dos tratados assignados pela Europa I
Desde 1831 a questao polaca soffrido modifica-
jes. O scontecimeoto mais memorarel que de-
pois occorreu foi guerra da Crimea. Ora, jul-
ga saber que nessa poca o governo austraco
eslava disposto a restabelecer a Polonia, e que
chegou mesmo f pedir aos alliados um contingen-
te de 100:000 homens para esse fim. A Franja
approvou esta poltica, mas que fez a Inglaterra ?
Espero que o governo nos forneeer alguns escla-
recimentosa esta respeito. A allianca intima
que exista entre a Inglaterra e a Russia antea da
guerra da Crimea fez talvez desprezar esta occa-
sio. A questao ioteressa muito Inglaterra.
Napoleo disse que a Russia se destruisse a Polo-
nia, a Inglaterra perdera a India. A acjo da
Polonia oo Oeslo pode suspender a ambijo da
Russia a Leste.
O orador citou tambem cifras para demonstrar
que a recooslituijo da Polonia seria favoravel
ao augmento do commercio ioglez. Disse que nio
quer de maneira alguma animar a revoluto, pelo
contrario encarou a questio pelo lado conservador.
Fallou ao mesmo lempo dos tratados que ha a de-
fender contra a forja desptica e urna diplomacia
fraudulenta. Desejaria ter vista os despachos
trocados a este respeito em 1831 e 1833. Foi
Erocipalmente lord Palmerston quem se mostroa
oslil Polonia ; oppoz-se mesmo acjo das
outras grandes potencias que estavam desejosas
de auxiliar a Polonia.
O orador pergunlou lambem se a carta circular
do principe Gortschakoff cora data do mez de
abril ultimo aulbentica ; terminou duendo que
os recentes acontecimentos da Polonia merecem
a atlenjo da cmara.
Mr. Milnes apoiou a mojio. Disse que se a
ambijo da Franja a levasse a querer eslender as
suas ronteiras, nao se percebe como as outras
potencias poderao invocar o auxilio da Inglaterra
a favor de seus direitos legtimos, se nao querem
fazer cousa alguma para reparar as iofracjes dos
tratados que teem comraettido. Acrescentou que
a Inglaterra ficou desapuntada vendo que os tac-
tos respondiam pouco a esperaojas que se li-
ndara fundado oo reinado do imperador da Rus-
sia.
Lord John IlussellNao posso dizer que me
acho sorprendido de haver o honrado cavalleiro
recorrido queslo da Polooia. E' um paiz que,
mesmo atravez de todas as vicissiludes, tem con-
servado um espirito nacional, que deve inspirar
respeito a lodo o mundo ; mas, por urna deplo-
ravel fatalidade, parece impossivel ou pelo me-
nos quasi impossivel, que a Polonia esteja em
estado de unir, em um s lajo as suas provincias
dispersas, e ter um governo seu, um governo na-
cional e da sua propria escolha.
O orador fallou de diversas pocas da historia
do paiz. Da maneira porque eu o digo, parece
que alguma cousa tem sempre embsrsjado a Eu-
ropa de reconhecer ou de restabelecer a indepen-
dencia da Polonia. Ter-se-hla pensado que o
prncipe Napoleo, que arruinou tantas provin-
cias e coras considerou como digno dalle, do
seu i co menso poder e da sua ambijo restabelecer
a nacionalidade da Polooia, Ora, nos sabemos
que elle peosava que, ainda que elle podesse le-
var urna legio Polooia, era superior ao seu
poder constituir slidamente urna Polonia inde-
pendente, attendendo a que a Russia, a Prusaia
e a Austria juntos estavam todos senhores do ter-
ritorio polaco.
O orador citou a poca do congresso de Vien-
na, e disse que na sua Opinio, tudo quaoto a di-
plomacia fraoceza podia fazer foi eotao verificado
por parte de lord Caatlereagle. E' evidente que
lord Castlereagle, quando a Europa se toroou a
ligar, desejava ver a Polonia renascer das suas
ciozas, e ter um governo independente.
Em todas as correspondencias daquella po-
ca, observamos, que quando o imperador Ale-
xandre declarou que quera quehouvesse um rei-
no na Polooia independente, e que elle proprio
seria o soberano, lord Castlereagle respondeu
sempre que desejava a independencia da Polo-
nia, mas que nao podia comprehender como essa
independencia concordava com urna Polooia con-
cordada sob a autoridade de um soberano to po-
deroso como era o imperador da Russia. Mas
tudo quaoto lord Castlereagle pode fazer com o
concurso da Franja e da Austria, foi completa-
mente destruida com o desembarque de Nopoleo
na ilha d'Elba.
< Desde esse momento, todas as poteiciai do
continente recomejaram a obra que se imagiaava
ter completamente cumprido no anno interior.
Applicaram toda a sua atlenjo, todos os seus
esforjos em reprimir a ambijo de Napolto, e a
conter nos justos limites o poder da Fraoja. Foi
depois dessa occaslo que a odependencit da Po-
lonia esteve ameajada, e devo dizer que ainda
que nos arligos do tratado de Vieona houre um
desojo manifest para que o povo polaco tivesse
certas liberdades e certbs privilegio, os termos
do tratado oo preeochiam seno imperitamen-
te esse desejo.
Coocordou-se que urna cooslituijio uoiria a
Polonia Russia, que teria inslituijes e urna re-
presentarlo nacionaes ; mas um paragrapho do
artigo dizia que seriam a Russia, a Austria e a
Prussia, que, segundo ellas julgassem melhor ap-
propriado s suas proprias inslituijes, dariam
essas inslituijes nacionaes e essa representajao
nacional. Islo deixava naturalmente um vasto
campo interpretado. Mas peosou-se desde lo-
go, e pensa-se ainda hoje que se o imperador
Alexandre I desejasse conservar o seu poder so-
bre a Polonia, quereria ao mesmo lempo outor-
gar aos Polacos grandes privilegios, e fazer final-
mente dsquelle paiz urna provincia florosecnto,
com o nome do reino da Polonia. Todavia na
Russia e em S. Petersburgo, centro do poder,
existia geralmeote a opinio de que nao seria ne-
cessario outorgar Polooia maiores privilegios e
mais liberaos do que aqueUes de que se goza na
Russia ; e estes seolimentosoppostos produziram
o resaltado que o honrado cavilneiro indicou.
Disse que o tratado de Vienna foi violado. Nao
desejo tratar esta questao, mas certo que estas
diseusses entre o governo russo e a naco pola-
ca produziram urna iosurreijo, e que durante al-
gum lempo houve urna guerra civil.
No fim dessa luta o imperador da Russia nao
incorporou a Polonia Russia, de maneira que o
nome e reino da Polonia Ucasse totalmente abo-
lido, mas tirou, sem duvida alguma, aos Polacos
os privilegios de que gozavam at ento; lirou-
Ibe tudo quaoto se pareca com ioslituijes re-
presentativas, e um exercito oacional que fazia
o orgulho da najo. Foram-lbea impostas as ins-
lituijes russas, e tiveram de solTrer iooumera-
veis iniquidades. Ento, durante a administrajo
do meu nobre amigo, lord Grey, secretario dos
negocios estrangeiros, muitos despachos foram
dirigidos ao governo russo.
O honrado membro pedio essas commuoica-
jes. A poca j vae afastada desta 30 annos, e
creio que nao haver inconveniente para o servi-
jo publico em produzir esses documentos. A c-
mara ver que o meu nobre amigo sustentou que
o tratado de Vienna devia ainda ser executado oo
seu espirito, e que a Polonia devia ter urna cons-
tituijo distincta. Por outro lado ver como o go-
verno russo se prevalecen do direito de conquista
e pretendeu que podia abolir todos o privilegios
que os tratados tioham conferido Polonia.
Fallando de urna poca ulterior, o honrado
membro disse que a Inglaterra tinha recusado a
tarefa de reconstruir a Polonia, e que por conse-
quencia se tinha tornado culpado de ter contri-
buido para a desgraja da Polonia. Pois bem 1
Nao julgo que o que acontecen justifique essa ac-
cusa-o.
O honrado cavalheiro sabe bem que a Gra-
Bretanha era inteirsmente opposta ao prmeiro
desmembramento da Polonia, mas estou conven-
cido de que, se na poca da guerra da Crimea se
tivesae proposto tirar Russia as suas provincias
polacas, a Austria e a Prussia se teriam prova-
velmenle reunido Russia para impedir o cum-
primeolo de um semelhante projecto.
No que diz respeito questao geral, espero que
a cmara ha de considerar o que coovm In-
glaterra, e examioar qual o dever de ura mi-
nistro inglez.
Ha potencias com as quaes podemos ter as mais
amigaveis communicajes, mesmo no que toca
aos seus negocios internos; mas quaoto Russia,
como eu j disse n'uma occaslo precedente, jul-
go que todas as representares que podessemos
dirigir ao seu governo a respeito da Polooia oo
deixariam de ser acolhidas com urna declarajo
em que se afflrmasse que a Polonia eslava o me-
lhor possivel governada, e que os avisos da In-
glaterra sao destituidos.
Sa isto assim, convir fazer representares
iouteis? Ou pretender-se-ha que devemos ir
mais alm e obrar sos, ou fazer alliaojas afim
de romper com a Russia, fazer-lhe a guerra, e
tornar a Polonia independente? Seria urna guer-
ra desastrosa e que proravelmeute Dio alean jara
e seu fim.
Qualquer que possa ser a nossa sympathia pela
Polonia, julgo que do seu interetse obrar acti-
vamente, solicitar urna forma liberal de governo,
e inslituijes semelhantes s que foram garanti-
das em Vieona, e julgo que do interesas da Po-
lonia suscitar urna iosurreijo contra o poder da
Russia. Creio que a sua coofianea ser elevada
se contar ver outras potencias da Buropa ligarem-
sea sua causa. Occupando-se do futuro levado
sem duvida pensar que um povo dotado de lau-
ta coragem e de tinta intelligencia, que nio dei-
xou eitinguir o ficho sagrado da existencia nacio-
nal, ha de r raiar para si o dia em que reco-
brar asna antiga gloria, e em que tomar o seu
lugar oo numero das najSes da Europa.
Temos visto oestes ltimos tempes entre as di-
versas najes da Europa, grandes mudaojas o
direcjo das inslituijes representativas e a gran"
de liberdade de tribuna e de imprensa, cousas
que todo o bom governo. gosta de ver gozar os
seus subditos, e que fazem detestar os mos go-
verno.
parador da Russia, com tanta energa cobo li-
beraliamo, proclaoaou a abolijo completa da es-
cravido em dous annos. Deve acreditar-se que
outras mudanjas deveriam seguir esta grande mu-
daoca orgnica. E' evidente que ae, como tudo
leva a acreditar, os governo conititucionae e
representativos regassem um ota em Franja, Ita-
lia e Allemanha osgermeos do governo represen-
tativo tomariara afina! raizes na Russia, onde se-
r exercida urna tendencia mais liberal pela con-
digno melhorada e mais esclarecida das suas ne-
bros, e por um espirito popular, que ser basca-
do na unio das differentes ordens do Estado.
Quando essa mudan ja tiver no lugar na Rus-
sia, nao continuar a existir esse sentmento ino-
culado no corajo de quasi todos os Russos, sen-
tmenlo de ciume para com a Polonia, e desejo
de que a Polonia nao gose privilegios e liberda-
des que lhe sao negadas.
E' islo que eu antevejo na historia futura da
Polonia ; mas estou convencido ao mesrr o lempo
que qualquer intervenjSo violenta e prematura
nao seria justificada nem til.
Desejo maoter com a Russia relajos amiga-
veis, e do ioleresse do dous paizes em conse-
quencia dos seus vastos interesaos commerciaes,
conservarmo-nos nestes termos, e nio julgo que
seja nem do oosso interesse, nem do da Polonia
dirigir constantemente Russia representajes a
respeito do seu governo.
Nao me pronuncio a respeito das inslituijes j
que acabam de ser dadas Polonia. Estas ins-:
tituijes parecem-me receber a sus autoridade
do imperador da Russia. E' necessario ver co-
mo sao applicados por elle, porque decendem da
sua boa vontade. Mas impossivel que possam
existir conselhos de estado, conselbos de impe-
rio, e de provincias, sem que tenham lugar me-
lhoramentos.
Os mais patriotas polonezes, tem nestes lti-
mos annos voltado a sua attenco para as coasas
nacionaes, debaixo da forma (ao digo debaixo
de pretexto, porque os acredito sinceros) de aper-
feijoamentos agrcolas. O melhoramento da coo-
diejo do povo e o melhoramento da educajo
eotre o pov devem fazer progressos, e Dio jul-
gando que seja sabio tomar urna parte activa no
que hoje se passa ; eu tambem nao julgo que
a Polonia seja destinada a desapparecer. Julgo
antea que lhe est reservado um brilhante futu-
ro, e que o seu melhoramento datar do pacifico
progrosso das luzes e da sciencia, at que ella
chegue a tomar o seu lugar entre as najes da
Europa.
Lord Palmerston.Concordoperfeitamente com
o meu nobre amigo na produejo dos despachos ;
foram escrptos por mira. Contra a opinio do
governo a respeito da conducta do governo russo
acerca da Polonia ; esta opinio concebida nos
termos amigaveis que cooveem s relajos que
enlao existiam eotre a Inglaterra e a Russia, mas
maoifeslo francamente que do pensamento do
governo inglez esta conducta urna violajo
completa do tratado de Vienna.
Estou de accordo com o meu nobre amigo de
que impossivel, para qualquer que admire as
qoalidades nacionaes, a paciencia e o amor da
liberdade. deixar de admirar o carcter polooez ;
tambem impossivel, para qualquer que tenha
o sentimento do direito, nao lamentar os infor-
tunios que vieram cahir sobre os polacos desde
a primeira partilha da Polooia at hoje.
Esta partilha foi urna grave violajo do direito
oacional. O tratado de Vienna foi violado quasi
logo depois de concluido, e o governo brtaooico,
todas as occaaies que foi chamado a dar a sua
opinio, ou quaodo pensou que podia da-la util-
mente, declarou que era esta a sua maneira de
peusar.
Mr. White disse, que o goveroo da rainha in-
terveio em certas occasies para manifestar a sua
opinio, e que o nao fez n'outras quando isso lhe
nao convinha. Responderei que o governo inter-
veio quando julgou que o podia fazer utilmente,
e quando pensou que a sua opinio prevalecera
mas quaodo julgou que nao era assim e que as
suas obrigajes nao alcancarJam mais do que
urna recusa, ou que obrigavam um chamameolo
s armas (chamamento a que o paiz nao respon-
dera ) julgou que oo era necessario exasperar
quaodo oo poda convencer.
O honrado cavalleiro que fez a mojio de
opinio que o governo deixou paasar muitas oc-
casies em que teria podido, de accordo com as
outras potencias, dar Polonia a sua indepen-
dencia. Mas eu perguotarei a todos os cavalhei-
ros a quem me dirijo nesle momento : se se
apresentou urna occasio em que este paiz podes-
se tomar as armas pela emancipaban di Polonia,
por maior que pessa ser a nossa sympathia por
aquelle paiz, e por mais ardente desejo que te-
nharaos de a ver de novo iodepeadeole.
Olbae para o governo da Crimea, por exem-
plo. Durante aquelle governo, todas as forjas
militares e navaes de qu,e a Franja e a Inglater-
ra podia dispor foram maodadas para a Crimea,
para a defeza da Turqua. Se tivessemos eofra-
quecido as oossas forjas, mandando urna parte
para a Polonia, o xito da nossa parle poderia ter
falhado. Teria sido urna verdadeira loucura ten-
tar operajes em dous paizes to a traslados, sup-
pondo mesmo que tivessemos os meios de o
fazer.
Mas o honrado cavalleiro pensa que naquella
poca a Austria teria sido um alliado poderoso,
e bem disposto pela emancipajo da Polooia.
Haja lembraoja de que a Austria, appoiada pela
Russia, commelteu a maior violajo do tratado
de Vienna, que jamis se fez proposta do qual-
quer potencia.
Nao ae encontrar talvez, ouso dize-le, urna
violajo semelhaote oa historia do mundo. Ef-
fectivameote taes potencias tinham-se obrigado
pelo tratado a deTender a integridade e a inde-
pendencia da repblica da Cracovia, t esses pro-
tectores, esses tutores de urna repblica estabe-
lecida debaixo dos seus auspicios por um tratado
em que eram partes, uniram-se para destruir a
independencia dessa repblica, e para a auoexar
e incorporar a Austria.
Nao creio que haja cousa alguma qu* nos leve
a coolar com o concurso da Austria para a res-
taurarlo da independencia da Polooia. Seja co-
mo for, estaramos envolvidos n'outras operajes
e nao tinhamos os meios, ainda mesmo quaodo o
paiz o tivesse querido, de dos eovolvermos em
urna guerra como esta.
Como lord Jobo Russel, pens que urna najo
que.duranie tm to longo periodo de adversidade,
resistir todas as tentativas feitas para destruir o
seu espirito nacional, deve um ou outro dia ter
urna melhor sorte. Mas, ao mesmo lempo, se o
objecto da mojo 6 levar o governo a nao se con-
tentar em dizer a sua opinio, e em obrar de urna
maneira mais activa, direi prmeiro que tudo que
oio seria provavelmente appoisdo pela nacao, e
depois que nao est disposto a pedir ao paiz os
sacrificios que exigem as nicas operajes que
podem cooduzir ao fim.
( Jornal do Commercio de Lisboa.)
0 Mez de Hara, na Estancia.
Oh 1 louons, louons ;pricms, prions
san$ cesie la sainte et divine Mere du
Sauveur, et rpitons avec enthousiasme
ees paroles angliquet: Je vous tai-
ve, Marie, pleine de grces;le Seig-
neur est avec vous 1
V Abb Casimir, les Files du Christianisme.
Da mulher ha de naseer quem esmagar a ca-
beja da serpete. Tal foi a solemne promessa
que o Deus de Justija e ao mesmo tempo de Mi-
sericordia fez ao prmeiro homem e primeira
mulher, quando estes, por terem cedido s su-
gestes da serpete infernal, e desobedecido i
ordem suprema comeado o fructo da arvore fu-
nesta, perdram a felicidade que sempre devlam
gosar, e traosmittiram assim aos eus descenden-
tes a mais deploravel heraoja.
Essa promessa nao consta somente do Gnesis,
o prmeiro
eer da tribu de Judi, quando o goveroo do
meu povo passar dessa tribu para as mos de um
estrangeiro. *
E assim foi. Pasaaram-se 4,004 anoos. Hlr-
cano e Aristobulo, dispotando o governo da Ju-
da, recorreram Pompeu, general e conquista-
dor romano, que ae achavam oa Syria. Pompeu
fez a Juda tributaria de Roma, conservando to-
dava a Hircano no poder. Ao depois os trium-
viro Antonio e Octavio fizeram o senado romano
declarar re da Juda a Herodes, estrangeiro, ti-
rando assim o sceptro da casa de Israel. Foi en-
to que Mara, essa flor pura, a qual desde o sa-
hir do berjo pareca ter o presentmeoto dos al-
tos destinos para que devia ser chamada, Mara
que desde a idade a mais teora quiz poder dizer:
Eu sou a serva do Senhor, santas e do-
ces palavras que deviam mais tarde fazer exultar
o archanjo Gabriel, Mara que, sendo descendente
de reis, renuocion voluntariamente as alegras do
mundo, acjo at ento sem exemplo, deu luz
o Messias na humilde lapa de Belhlem, e nio
deixou de ser virgem 1
Realisaram-se as ledras da escriptura santa I
Verdade 4 que os Judeu regeitaram o Messias,
mas contra elle se proferlu tambem urna profeca
e em virtude della foram supplanlados, lanjados
fra de seu paiz, e redazidos ao estado de peri-
grinajio em que os vemos hoje por toda a parte,
sem patria, sem rei, sem najo, e todavia sem se
confundirem com os outros povos I
Passemos um vu sobre esse lgubre quadro I...
E que nos desmiotam os sectarios do phlloso-
phismo, os patriarchas da incredulidade I...
Se considera-se o principio de Mara, diz o
celebre D'Argentan, v-se a virgindade de urna
me de Deus ; se coosidera-ae o sea fim, v-se
ama flor d'onde nasceu um fructo admiravel
o proprio Flho de Deua. Vejamos agora, con-
tinua o orador sagrado, o mesmo Filho produzido
do seio virginal da Mae. E' certo que todas as
cousas tem sido feitas por elle, isto que todas
as obras da grja sao a obra do Verbo incarnado
que procede do seio de sua divina Me. Tambem
se pode dizer que, produzindo-o s, ella produziu
oelle e por elle todo o mundo sobreoatural da
graja, toda a aantidade da egreja militante e
trumphaute. Levantai os olhos ao cu, e coosi-
derae a egreja : que multido ionumeravel de
santos e de santas I... Que somma de.perfeijoes,
de virtudes,, de graja e de gloria I Eis aqui o
fructo do aeio virginal da Me admiravel, quando
ella produziu seu lho nico do qual tudo isto
depende ; eis aqui o fim a que attingiu sua vir-
gindade toda divina I
Como pois, pergunta o Sr. abbade Casimiro, po-
deremos sufficientemente louvar, orar, adorar a
esta immensidade, a esta maravilha de virgin-
dade que parece confundir-se com o mesmo
Deus?...
Tantas prerogativas e tantas virtudes impelli-
ram a egreja catholica a estatuir como um dogma
de f o culto particular devido a Santissima Vir-
gem sob o nome de Hyperdulia.e foi por tal mo-
tivo que uestes ltimos lempos lhe tem sido con-
sagrado o suave mez de maio.
A Estancia, a mimosa filha do Pisahytioga,
nascida sob os salutares preceitos do catholicis-
mo, inteirada da influencia do culto de Mara so-
bre os coslumes, as bellas artes, a paz e a felici-
dade do mundo, oo pode ficar iodifTereate ao
exemplo que lhe davam nao s muitas oulras ci-
dades estrangeiras, como tambem algumas suas
co-irmss, e tratou de praticar essa ioslitoijo
nesle anno, pela primeira vez. Descrevermos
exacta e perfeitamente o fervor e o enthusiasmo
religioso que ella desenvolveu em to santo em-
penho, exprimirmos as emojes agradaveis que
se apoderaram de todos, urna empresa superior
s nossas forjas. Com sinceridade o coofessamos.
Mas que essas emojes, quaodo chegara um
certo ponto de grandeza, nao se suffocam fcil-
mente, trasbordara despeito da razo ; e que a
Estancia, se nao to importante, ao menos to re-
meninos de dous em dous com multa ordem a
mi direita sobre o missal, e profanado as se-
guiotes palavras: Renuncio a Satanaz, suas pom-
pas e suas obras.
Essas palavras de esperan ja e de f, esse grito
de alma que aspira i felicidade eterna, calario o
nosso corajo, e nelle flearao al a nossa ultima
hora.
E que maior motivo de alegra pode dar-se do
que um protesto solemnemente feito contra o es-
pirito das trevas por t pequeos militaotes da
religio do crucificado? I... Que alma catholica
nao se transportar do mais santo jubilo ao oavir
pronuncia-las?!... Essas nicas palavras resu-
mem toda a poesa do catholicismo : aellas eon-
sistem o teslemunho do catholico, e, quaodo sa-
* de labios to balbuciantes de amor, como
hem
aquelles, sobem ao co como um piedoso incens
sobre as castas azas dos aojos!. Oh 1 que esses
meninos nunca infrinjan) esse protesto, essas pa-
lavras grandes, como a verdade, puras, como a
virtude, essas palavras cheiaa da grandeza de
nossa religio divina, da saotidade de oossa egre-
ja immortal I...
Elles tero sobre Satanaz a mais completa vic-
toria, e recebero do Pai Supremo o laurel devi-
do sua fi lelidade e i sua constancia",! ..
Cootiouou a missa antes de ser distribuido aos
meninos o pao dos anjos, o Rvm. celebraote di-
rigio-lhes em termos breves urna allocujo apro-
priada verde idade e limitada compreheoso
delles : alguns cantaram o =zconfiteor=, recita-
ran) os actos de F, Esperanza e Caridade e ou-
tras orajes. Procedeu-se a commuoho com a
mesma ordem guardada na renovajio dos votos,
nao devendo esquecer-se que desde o momento
em que houve a elevajio do Calix e da Hostia en-
loaram com voz accentuada alguna cnticos ao
som de um piano, cujas teclas eram tangidas pe-
los habis msicos, Srs. Jos de Araojo Ribeiro e
professor Queiroz. Nossa peona devia parar aqui
porque, despeito dos mais sinceros esforjos,
ella nao pode exprimir o que sentimos vista de
urna acea to tocante I... Era como um concert
de notas chorosas, de ais doridos, de suspiros e
lagrimas, que se elevavam ao co, e que basta-
riam psra confundir e aniquilar a incredulidade,
se os incrdulos nao tivestem os olhos, e os ou-
vidos fechados palavra divina e a luz celeste 1.;
Nos julgariamos telizes uaqaella occasio podes-
semos dizer com o mesmo puogimento dos me-
ninos :
Perdi, meus Deus I
Perdo, Senhor I
Perdo ao joven,
J peccador1
Fallara mais do que nos, as lagrimas que eolio
se desligaram pelas faces de quasi todos os cir-
cumstantes I... Falla melhor do que nos, o Sr.
abbade Casimiro nos seguiutes termos r
c Nada mais bello, nada mais sublime oo mun-
do da alma e da poesa, do quo estas iovocajes;
nada mais profundamente philosophico e digno
das meditajes do homem I...
Seguio-se a festa de Corpus-Christi, e tarde
teve lugar a solemnidade em louvor de Mara.
No dia 31 a 10 horas, a egreja cootinha um
numero de pessoas maior do que o dos dias an-
teriores, provavelmeote triplicado. Nao tardou
em prostar-se ante o altar um grande numero do
meninas que trajavam vestidos, veos e coras do
cor branca. Eram muitas alumoas da Exma. Sra.
D. Adelaide Pacheco de A vil., professora publi-
ca e algumas da Exma. Sra. D. Rosa Candida Ma-
chado, professora particular, as quaes depois de
se terem coofessado, violiam receber em seu seio
pela primeira vez o Cordeiro Immaculado. O
Rvm. parocho princpiou celebrar a missa que
foi alternativamente cantada pelos sacerdotes
cantocho, e por vozes acompanhadas piano,
empregando-se oella urna msica, cujo carcter
oada deixa desejar. Procedeu-se a reoovajio
dos votos do baptismo e a commuobo, dirigia-
do-se ento allocujes s meninas
s Lcumas o Rvm. cele-
T.w ?J?Uel 1C I "' d"e 1r,tambem ; brSDl8 e 0 vig8rio Azeredo. Nenhuma dessas al-
3?aCS? lT*!t* d5"\a dedicajaoMae locuje levou vantagem outra : am
do Messias, proteclora dos homens, a Rainha
doa espiritos celestes.
O nosso estylo pobre como sao pobres as oos-
sas ideas ; adite-o, ao meaos, o excelleote as-
sumpto que oelle se contera. Nao duvidamos en-
contrar desculpa oo leilor sensato. Animados
por essa confianja, comejamoa o noaso bosquejo.
Chegou a primeiraquinta-feirado mez de
miio. Eram tres horas da larde, quando abri-
r m-se as portas da egreja matriz: nao tardou
muito que neste bello e espajoso templo apinha-
ram-se pessoas, de um e de outro sexo e de dtjf-
ferentes condijoes, e quasi todas demonstravam
em seus semblantes a pureza das ideas e dos sen-
t meu tos que possuiam-as. Nao foi sem grande
prazer que contemplaran! a imagem da virgem
collocada no altar porttil que para esse fim ti-
nha sido levantado defronte do altar-mr. Esse
altar sustinha am raagestoso pavilho o qual era
amparado por quatro columnas, e dentro deste
havia am elevado throno em cujo e-ieao eslava a
imagem, acuradamente trajada de vestes Diveas
e de subido prejo. A disposijo, o mecanismo e
os lavores que eoostituiam o todo dessa obra, oo
qual havia urna perfeita combinajo do simples
com o agradavel, recommeodada pela archi-
tectura e pela eseulptura modernas, os ricos esto-
fo, os jarros multicores, as lindas grinaldaa que
o ornavam, ludo is>o produzia am verdadeiro
panorama, e este ainda maior auxilio prestava
ptica, quaodo se augmeutava irradiajie- das lu-
zes por motivo da superveniencia da noite.
Era tempo decomejar-se o acto; eis que duas
ulnas de meninas dingem-se ao altar, e ah de-
positara com a maior ordem primorosos bouquet,
cantando hymnos em louvor da Virgem das Vir-
gen. Cantados esses hymnos, alguns devotos
dirigidos pelos senhores reverendissioM padre
Joio Francisco- de Carvalho e professor publico
Isaas Horacio de Souza, e am coro compoeto das
Exmas donzellas Sras. Ds. Mara Filonill* da Sil-
veira, Filonilla Ma da SiLveira, Silveria de Araujo
Ribeiro e Mara de Carvalho Lessa, caotaram al-
ternativamente os versculos doAve mors slel-
la. Subiu depois ao pulpito o Rvm. Sr. viga-
rio Jos Luiz de Azevedo, e ahi den per mais
urna veza conhecer as habilitajes oratorias de
que dispe. Terminado osermo.as meninas en-
loaram, e todo o povo respondeu, ladnaha de
Nossa Seohora. Depois desta, o Rvm. Sr. viga-
rio parochial Manoel Joa Alvares, revestido de
pluvial braoco e acompanhado por outros senho-
res sacerdotes, transferiu o Santissimo Sacramen-
to do altar onde eslava depositado para o em
que estava collocada a imagem, e, tendo-o thu-
rificado, ahi o expoz adorajo dos fiis. Can-
tou-se durante a adorajo Tantum ergo e o
Salutaris hostia, e oo fim della o Rvm. pa-
recho deu a benjo com o Sacramento, o qual
foi levado para o altar onde estava depositado,
cantando-se durante essa transferencia o Psalmo
Ladate Dominum. omnes gentescom a aoti-
phooaAdotemut in alernum. Finalmente, os
coros dos horneas, das donzellas e das meninas
cantaram por seu turno hymnos cuja msica e
poesa, tocando com forja elctrica os corijes,
tornaram-os accessiveis nos mais puros e varia-
dos aenttmentos.
Essa solemnidade foi egualmente repelida as
demais-qaiotas-feirase nos domingos, orando
em quasi todas ellas o Rvm. Sr. vigario Azevedo,
em urna deltas o Rvm- parocho e en outra o Rvm.
Sr. padre Manoel Jos de Mallos, os quaes lodos
satislueram o auditorio, sempre que oceuparam a
tribuna. Cumpre tambem declarar que assistiu
algumas dessas solemnidades o Exm. e Rvm.
Sr. D. Domiogos Quirino de Souza, virtuoso his-
po de Goyaz, e bem assim que nio passaram de-
sapercebidos os outros dias, pois que os devotos
que coDstituem nesta cidade o humilde rebanho
do mesmo Exm. Sr., ellas que j preparam co-
piosas lagrimas para a despedida do venerando
prelado, cujo respeito bem se poder dizer com
o poeta.
Mais te choram as almas que vestindo.
Se iam na santa f que Ih'ensioaste
livro do Pentateucho que encerra a sim, ellas que oio podem ter outro titulo mais
cosmogona bblica ; as profecas repetem-na ; honroso do que o debeatas do padre Quirino,
depois vm essss grandes figuras da mulher por
excellencialaes como Judith, Sara e Eslher,
e depois aindatodas essas parbolas transpa-
rentes, como ama agua lmpida, em que ella
annunciada da maneira a mais precisa.
E com effeito Deus a escolheu em espirito;
ella foi concebid-e concebida sem ueccado.
Nasceu Mara, a Virgem Pura, sanettficada no
seio de Anos, descendente de David, da tribu de
Jud. Tinha assomado a aurora de oossa redemp-
jao : essa aurora devia-se tornar mais radiante
com o nascimento do Redemptor.
Tendo-o Deas tambem annunciada com essa
mesma promessa Adi e Era sem designajio
de povo, lempo, familia e lugar, repeli talan-
nuncio com mais claresa, designando Abrahsm
o povo, Isaaca trlba, Jacoba tribu e o
tempo, Davida familia, o lugar e oulras
muitas circunstancias que se lem nos Prophe-
A Russia deu um passo teste caminho e g lm-1 tas.O Slvaijor" prometido, 'due~DeM,~n>-
e bem assim outras seohoras oao deixaram de
louvar nesses dias a Mara Santissima com ca-
ticos simplices, mas expressivos aos quaes suc-
cedia urna pratica anloga, recitada pelo Rvm.
parocho.
Nao oos podemos furtar ao desejo de mencio-
nar com especialidade os actos que se deram nos
dias 80 e 31.
A's 9 horas daquelle dia, estando a egreja
cheiade fiis, dirigiram-se ao altar duas filas de
meninos cada unt dos quaes trajava simplesmeo-
le e tinha um laco de fita branca no brajo di-
reito. Eram discpulos dos Srs. professores p-
blicos Isaias e Antonio Pedro Morira da Queiroz.
os quaes, depois de se terem coofessado, vinhara
commungar pela primeira vez. Seguiu-se a mis-
sa celebrada pelo Rvm. Sr. vigario Azevedo. De-
pois do Eraogelho collocou-se ante o altar urna
credencia com um missal, e proceJeu-se ao |cto
da renovado 409 rotos do baptismo, poqtjo os
ibas foram
proferidas em termos" mui convenientes. Freza-
mos a verdade e a justica : damos o seu a seu
dono. Mas rendemos do intimo d'alma nm en-
comio ao Sr. vigario Alvares. Elle provou de
urna maneira a mais clara e mais precisa que a
educajo deve formar a intelligencia eosinando-a
crr os salutares preceitos do catholicismo; as
palavras que elle ento dirigi as meninas,
seus paes, e suas professoras nunca devem ser
esquecidas
As tres horas da tarde, os sioos chamavam os
fiis matriz, e as portas deslas abriram-se um
concurso immenso. Depositados no altar os bon-
quets, subi a tribuna o Revm. vigario. A ami-
sade que tributamos a este sacerdote, talvex tor-
ne suspeilo o juizo que emittimos respeito des-
se discurso. Mas, quem conhecer o nosso ca-
rcter, dir cooscieoeiosameote que fallamosso-
mente alioguagem da verdade. Ainda que oo
ouvimos proferir um discurso mais eloqueote do
que esse. Desenvolveodo as grandezas de Mara,
o Sr. vigario Azevedo fez naseer nos corajes
dos seus ourintes impresses differentes. Aef-
fuso do jubilo, o raio fulgurante da esperanja,
a coosolajo' nos trabalhos, a paciencia Desdo-
res, as ioefiCaveis delicias do amor o mais puro,
eis o que senta urna multido silenciosa e at-
ienta. O orador pareca inspirado, e nao fomos
nos somente quem lhe demos sigaaes de sincera
approvajo. Ainda nao ouvimos algum outro
orador prosteroar mais irrefragavelmente, do que
elle, as argumentajes do erro e da impiedade ;
ainda nao ouvimos algum outro orador conse-
guir urna maior somma de louros immarcessi-
veis do servijo da religio banhada pelo singue
do Chrislo no Calvario. Basta : nao queremos of-
fender a sua modestia.
Seguiu-se o acto da consagra jio das meoinas
Mara Santiasima,* dando-se a imagem .beijar,
e ento dirigiram ellas Me de Deus-orajes
mui affectuosas. Obl bem cerlo que o homem
nao vive somente do pao, mas tambem da pala-
vra de Deus-!... Felizes seriamos ae podesse-
mos unir & essas-orajes, nascidas de comeos,
por assim dizer, innocentes, nossas orajes
nascidas de um corajo peccador e ainda oao
pungido doremorso !... Que alma p^e bastar
vehemencia dos transportes, quando a pequea
Josephina, depois de ter dito que a Virgem
Berna venturada nao despreza urna s das supli-
cas que lhe dirigem os mortaes, pergantou-the
com aflecto reverente : Nao assim,. Me mi-
oha ?l Oh f subam essas orajes ao throno bri-
lhante e mais elevado do que o cu, onde a Me
de Jesua Christo s tem cima della o mesmo
Deus I..:.
Depois dellas, os sacerdotes e o coro que aca-
bamos de mencionar, eotoaram alternativamen-
te, amTe Deumem acjo de gragas, com mu-
sica espeeial e melodiosa. Concluido com este,
priocipiou o clero fazer gerenfloes ante a ima -
gem, esemplo esse que foi seguido pelos cir-
cumstaotes. Ahi o homem de urna posijo mais
elevada hombreou-se com o outro de quem se
julgava superior, ahi a mulhsr rica e nobre a-.
joelhou-se juntamente com a mulher pobro
e pleba, ambas trajada com a mesma simplic
dade, ambas possuida do mesmo acatamento 1.,.
Honras, loujanias, distlorjes, grandezas, tudo
isso moslrou sua oullidade aos ps da Virgem
poderosa 1... Oh! bemdita e sempre bendita
sejs tu, religio de Christo, que estatuste de
um modo to racionavel e to perfejlo os otBcios
do bomem para com Deus e para com seus seme-
lhantes I...Durante essas genufleies os differen-
tes coros cantaram por sua vez hymnos france-
zes cujas estrophes e cujas modulajas extasia-
ran] a lodos. Quem nao seotiu-se eolevado ao ou*
vir cantar oQuelU eet bonne A/arie! oVenez
o vouse todos esses hymnos cada um dos quaea
parece querer porfii inspirar oa alma do ouvic-
te a mais ardente f, a mais amadora esperanca?
Quem nao seotiu dilaceraren) -se-lhe as fibras do
corajo, quando as meninas, entre as quaes s-o-
l-esahia a pequea Adelina, despedindo-se da
*e Purissima, deixaram sabir de seus labios es-
las tocantes palavras :Jt pare adieu, Mere
chre... odie ma joie et mes amours ?!...
Quem auvio com iodifferenj,' os accentos de
urna dor secreta, de urna saudade infinita ou de
um mal sen nome que ento exhalavam-se len-
tamente e'sobre um rhythmo estranho das cor-
dasdo pianno ?!.., Foi sob esses transportes
que nos applicamos a cada am desses corosos
ver sos qne o poeta improvisou em sonhos :
c Correm-te os versos naluraes dos labios
>.........Qaando aasim m'encantas ?
E as brandas notas que dos eus recebes.
Se bem as ditas, tu melhor as cantas.
Sentimos nao terem lodos 01 leitores presea-
ciado esse acto, pois qne nio Ibes restara a me-
nor duvida de que nio deslustramos um as-
sumpto lio rspeitavel com estudadas hyper-
boles.
[Cont\uar-se-ha.)
PKU. -TTP. DI M. r. DI FARIA.- 1861,


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