Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09348


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Full Text

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Mil XXXTHIDinom
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\*A
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ft tres aexes atontados 5$ 0ft9
Por'tres aiezes vencidos
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SABB1D0 27 BE JDLHO DI lili
PoraHBOadiaaUdol9|000
Porte fraieo para o subscriptor.
(*> .,
PARTIDAS UU UUKHtUUa.
Olind lodos o dias 9 1/1 horas do da.
Igaarasa, Goianna e Parahiba au segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerroa, Bonito, Ceraar, Altinho e
Garanhuns naa tergaa-feiras.
sa Pao d'Alho, Nazarath, Limoeiro, Brejo, Pea-
do Oliveira; Haranhio, o Sr. Manoel Jos Mar-T' Inaieira florea, Villa-Bella, Boa-Viata,
a. M.od^tai n. *.i-i.|0S!S5t^.BSSSb-.lm-Mi
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa. (Agua Prota. Pimenteiras e Natal quintas feiraa.
((Todos os crrelos partem aa 10 horas da manha]
H CARRIGADOSDA SBSCBIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braca; Cear o Sr. J. Jos
EPHEMERIDES DO HEZ DE JLHO.
7 Lea ora as 11 horas 56 mina tos da tarda
15 Quarto creacente sos 28 minatos da manbia-
21 Loa cheia aa 9 horas e 46 minutos da tarde-
29 Quarto minguante aa 5 horas e 32 minutos da
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 8 horas e 30 mina tos da manhaa.
Segando as 8 horas a 54 minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
22 Segunda. S. Hara Magdalena ; S. Meneleo m.
23 Terga. S. Apolinario b. m.
24 Quarta. S. Chriatina r. m.
25 Quiota. S. Thiago ap. ; S. Chriatovo m.
26 Sexta. Ss. Symphronio,Olimpio eTheodulo Hm
27 Satbado. (jejnm) S. Pantaleao medico.
28 Domingo. S. Anua mi da mi de Deu.
A0UIKNU1A6 UUS TOTOSB ACAP1IAL. ENCaRREGABOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL
Tribunal do commereio; segundea quinUs.
Relaco: tercas, quintas aabbadoa aalO horas.
Pazenda : tercas, quintase sabbados as lOhoraa.
Juizo do commercio : quartaa ao mel dia:
Dito de orphaos: tergas e sextas u 10 horas.
Primeira rara do irel: tergas sextas 10 meio
di
Alagoaa, o Sr. Claudino Falto Diaa; Babia.
Sr. Jos Hsrtina Aires ; Rio de Janeiro, Sr*
Joao Pereira Martina.

EH PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Haaoel Figieiroi d
Farta.na saa livraria praga da Independeneia d
6*8.
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.

LE N. 518.
Antonio Hareellino Nunes Gongalves, presidente
da provincia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seos habitantes que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
ssoccionei a resolugo seguinte :
Art. 1.* Fica o presidente da provincia auto-
risado a mandar contratar cora o Dr. Manoel
Buarque de Macedo Lima, Claudio Dabeux, ou
com quena melhores vaotagens ofTerega, a collo-
caglo de carriz de ferro denominados trilhos
urbanos a partir de urna das ras desta cida-
de at 4 povoagio de Apipucos, concedendo para
este fim um privilegio de vinte annos ao con-
tratante.
Art. 2.* Depois de examinados e approvados os
pisaos e ornamentos das obras per urna commis-
so de engenheiros, o de ouvir a cmara muni-
cipal desta cidade, se marcar o prazo improro-
gavel deonze mezes para o comego dss mesmas,
sob pena de dous contos de ris de mulla.
Art. 3. O contratante gosar do favor da lei
provincial n. 140 de 2 de maio de 1844 para as
desappropriages que forem necessarias.
Art. 4. O privilegio principiar a contar-se
desde o dia em que fdr tranqueado o iransito da
lioha, a qual dever flear prompta no espago de
dous annos, a contar do dia em que fdr obrigado
pelo contrato, sob pena de pagar urna multa de
quatro contos de ris.
Art. 5.* Os carriz devem serassentados de mo-
do que nao hajam excavages ou aterras superio-
res ao leito natural da estrada, podendo. se Ihe
conrier, nivelar toda a largura da mesma.
Ar.t 6. Durante o lempo do privilegio o con-
tratante ser obrigado :
| 1.* A conservar toda a linha em bom estado.
2." A reparar duas vetes por anno (pelo me-
nos) a excavacio dos ps dos animaes, e exgotar
as aguas estagnadas entre os trilhos
Arl. 7. O goveroo poderi contratar a conser-
vado e reparagao da estrada por onde transita-
ren! os trilhos, mediante urna indemnisago, a
qual nao exceder ao producto do pedagio.
l. Marcar em periodos certos e determina-
dos o valor dos transportes de gneros e passa-
geiros, de accordo com o contratante.
Art. 8. Ficam" isentos dos impostos munici-
paes e provinciaes os carros e outros vehculos
que se empregarem na linha, sera que possam ir
alm dos limites dos trilhos.
Art. 9. 0 presidente da provincia fica aulori-
sado a conceder, com iguaes condigSes, privile-
gio pelo mesmo tempo, para outros pontos dos
arrabaldes desta cidade.
Art. 10. Ficam revogadas todas as disposices
em contrario.
Mando, portento, a todas as autoridades, a
quera o conhecimento e execugao da presente re-
solugo pertencer, que a eumpram e fa$am cum-
prir lio inteiramente como n'ella se contm.
O secretario da provincia a faga imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 21 dias
do mez de junho de 1861, quadragesimo da inde-
pendencia e do imperio.
L. S.
Antonio Uareellino Nunes Goncalves.
Sellada e publicada a presente resolugo n'esta
secretaria do governo da provincia de Pernam-
buco aos 21 de junho de 1861. Joao Rodrigues
Chaves.
Registrada s fl. do liv. 5 de leis provin-
ciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 21 de
junho de 1861. Rufino Jos F. de Figueiredo,
amanuense.
Expediente do dia 84 de julho.
Oflicio ao Exm. conde de Lemont, cnsul
da Franga. Iuteirado pelo officio que me
dirigi o Sr. conde de Lemont, eonsul da
Franga com data de 11 deste mez, relativo
materia do aviso do ministerio da justl-
ca de 6 de junho ultimo, de que a reclamsgo
do mesmo Sr. cnsul de 20 de margo desto an-
no era eoncerneole nomeago de um tutor aos
orphaos filos de um subdito fraocez, casado
com mulher brasileira, teoho a dizer-lhe em
resposta que informando o conselheiro presiden-
te da relaco, em data de 22 do correte, que
nesse tribunal somante se discuti e leve deci-
ao um aggravo de peligo, interposlo por Hara
Celestina Paea Brrelo, relativamente a curado-
ra do desasisado subdito francez Floriano De-
sr Porthier, evidencia.se que aouve equivoco
na correspondencia official a aemelhante respei-
to dirigida ao goveroo imperial, a cujo conheci-
mento levo neata data o objecto de seu %tado
officio, e o mais que tem occorrido para melhor
esclarecimento desse equivoco.
Reitero ao Sr. cnsul da Franga a seguranga
de minha eslima e subida considerago.
Dito ao Exm. presidente da Parahiba.Na pri-
meira opportuoidade aero remettidus para a
corte os offictos que para terem esse destino, V.
Exc. me enriou com o seu de a. 3,237, e a data
de 20 do correte.
Dito ao coronel commandaole das armas.
Queira V. S. mandar inspeccionar o soldado do
corpo de polica Jos Mara Marques, que se
otlereceu para servir no exercito.
Dito ao mesmo Queira V. S. expedir ordem
para que o almoxanfe do hospital militar apres-
80 o seu ajuste de contas relativas ao exercicio
de 1860 a 1861, recnlbeodo thesouraria de fa-
zenda o respectivo saldo.
Dito ao chele de policia.Para aalisfazer o
que exige o Exm. Se. ministro da marinba em
aviso de 4 deste mes, coorm que V. S. iofor-
me se est pronunciado o imperial marioheiro
Innocencio Jos de Oliveira, que por V. S. foi
remettido ao commandaote da estagao naval com
a noiificago de ter elle de responder a um pro-
cesso erime por furto de cvanos, fazendo acti-
var ao mesmo tempo esse processo, se aioda nao
est concluido, para que saja aflnal julgado,
pois do contrario deve aquella praga recolher-
se ao seu quartel psra responder pela terceira
desergo. que comsaetteu, como ordenen o
mesmo Exm. Sr. ao quartel-gjneral de na-
liaba.
Dito ao mesmo Para cumprimento do aviso
expedido pelo ministerio da justiga em 16 de
Janeiro altimo.sirva.se V. 8. de informar com o,
que se Ihe offerecer sobre o que peda no incluso
requerimenlo a Aasociaco Typographica Pernam.
bucana.
Dito ao inspector da thesouraria de faienda.__
Por aviso circular expedido em 4 deste mez de-
cs rou o Exm. Sr. ministro da guerra, em solu-
o a duvida que a esse respeito se Um suscta-
lo, que os venci montos dos desertores captura-
dos ou apresentados devem comecar ds data de
sua captura ou apreseotaco a qualquer auton-
dade militar ou policial, como chefe de polica,
delegado ou subdelegado, pois que tendo ellos
desde eolio direito i aumentos, oo podem es*
tea aer regulados de outra maoeira, seoo pelo
que se Ibes aboaavam dos respectivas corpos;
o que fago constar I V. S. para seu conhecimen-
to o execugao.Igual ao coronel commandaote
das armas.
i
Dito ao mesmo.Declaro V. S.. para seu
conhecimento, que a prorogago de triota dias
de hcenga concedida por portara de 22 do cr-
reme ao juis municipal e de orphaos do termo
do Ouricury, bacharel Pedro Peixoto de Alcn-
tara de Miranda Veras, se deve entender sem
ven rmenlos.
Dito ao mesmo.Pode V. s., conforme indi*
ce ana so* informago de hontem. eb n. 033,
mandar pagar a Samuel Power Johnsloo & C,
em vista da conta que devolvo. a qoantia de
24-9750 ris, a que teem elles direito por have-
rem apresentado nesta cidade as pecas de um
telheiro ou coberta de ferro, que contrataram
mandar vir da Inglaterra para o arsenal de ma-
rinhs.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes
os inclusos documentos que me foram remetti-
dos pelo commandante superior interino da co-
marca do Brejo com officio de 6 do eorrente,
mande V. S. pagar sob minha responsabilidade,
nos termos do decreto de 7 de maio de 1842, os
vencimentos relativos ao mez de junho ultimo,
dos guardas nacioaaes destacados na villa do
Brejo, devendo a importancia de taes vencimen-
tos ser entregue a Simplicio Jos de Helio, co-
mo requisitou o mesmo com mando superior.
Communicou se a este.
Dito ao mesmo.Logo que o almoxarife do
hospital militar liquidar as suascootas, das som-
maa que Ihe foram abonsdas para as despezas
daquelle estabelecimento no exercicio de 1860 a
1861, mande V. S. adiantar, avista do incluso
pedido, a quantia de 1:0009000 rs. para occorrer
ao pagamento das despezas da segunda quinze-
na do presente mez.
Dito ao mesmo.Para que teoha a devida exe-
cugao, envo por copia V. S. o aviso expedido
pelo ministerio dos negocios da guerra, em 26 de
junho ultimo, ordeoando que por essa thesoura-
ria se ajuste contas e pague ao segundo cirurgiao
do corpo de aaude Dr. Americo Alvares Guima-
res as vantagens de enfermara permanente do
Io de Janeiro 4 de margo, em qe estere em-
pregado no servlgo da guarnicao e hospital mili-
tar da provincia da Babia.
Dito ao mesmo.Restituindo V. S. os docu-
mentos que acompanharam os seus officios de
hontem, sob numeras 629 e 630, o sutoriso a man-
dar pagar sob minha responsabilidade, nos termos
do decreto de 7 de maio de 1842, os vencimentos
nao s do commandaote do destacamento de guar-
das naciooaes da villa do Bonito, nos mozes de
fevereiro, margo e junho deste anno, mas tam-
bera do mesmo destacamento no ultimo dos ci-
tados mezes, e bsm assim a despeza feila no re-
ferido mez de junho com o fornecimento deluz
para o quartel daquelle destacamento, visto nao
haver crdito para esse fim, segundo consta dos
mencionados officios.
Dito ao mesmo. Autorso V. S. a mandar
pagar smente s quantia de 685817 rs., que, se-
gundo consta da informago da coqtadoria escrip-
ia no verso do requerimento qu devolvo, ea
que se referes deis* thesouraria de 27 de junho
ultimo, sob numero 532, foi descontada do orde-
nado do juiz de direito de Pao d'Alho, bacharel
Manoel Teixeira Peixoto, relativo o mez de maio
ultimo, pois que as fallas dadas por esse magis-
trado, a cootar de 3 at 18 do citado mez de maio
foram occasionadas por haver elle sido chamado
esta capital pelo tribunal da relagSo, como se
v das communicagOes officiaes existentes na se-
cretaria do goveroo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recommendo V. S. que mande pdr em arre-
matado o fornecimento de vveres aos presos
pobres da casa de detengo desta cidade com as
condiges que Ihe forem indicadas pelo Dr. chefe
de policia, a quem agora officio neste sentido.
Fez-se este ultimo expediente.
Dite ao mesmo.Tendo, de conformidade com
a sua informago de 22 do correte, sob numero
341, auterlsado o director das obras publicas a
aceitar o offerecimeoto que fez o engenheiro Hi-
let da quantia de 5009000 pela barcaga perten-
cente queila repartigo, assim o communico
V. S. para seu conhecimento recommendando ao
mesmo tempo que para esse fim mande pagar ao
mesmo engenheiro, como indica na citada infor-
mago, igual quantia por conta do que se Ihe es-
t dever proveniente da ultima prestago da
estrada provisoria de Tamandar ao engenho
Piabas.Officiou-se ao director dss obras publi-
cas nos termos deste officio.
Dito ao commandante do corpo de polica..
Pode V. S. mandar engajar no corpo sob sea
commando o paisano Luiz Francisco da Cunha,
a que se refere o sea officio numero 340 desta
data.
Dito ao director do arsenal de guerra.Cons-
tando-me de commuoicago official que a barca
Atrevida, depois de muitas tentativas para se-
guir do porto onde arribou, no Rio Grande do
Norte, em sua viagem para o presidio de Fer-
nando, vai descarregar em Macc, naquelU pro-
vincia, toda a carga que daqui levoa, recommen-
do Vmc. que intime ao respectivo consignata-
rio, ou pessoa com quem cootratou, o trans-
porte dos objectos pertencentes ao estado, e com
destino aquella presidio, na referida barca, que
de execugao ao aeu contrato, fazendo o transpor-
te dos predltos objectos, como Ihe cumpre, por
qualquer meio que entender conveniente, na for-
ma do cdigo commercial.
Dito ao mesmo.Respondo o officio que Vme.
me dirigi sob numero 202 e data de 16 do cor-
rele, remetteodo-lhe por copia as informages
ministradas pelo inspector da thesouraria de fa-
zenda e o respectivo procurador fiscal acerca do
embargo procedido no sobrado que se ost edifi-
cando ao muro desse arsenal.
Dito ao juiz de direito do Bonito.Remeti por
copia Vmc. o officio e documentos que a esta
presidencia dirigi o promotor publico dessa co-
moreaem 26 desetembrodo anno passado, com
a informago ministrada pelo chefe de polica em
19 do crrante, sob numero 696, para que pro-
ceda a reapeito como for de direito, fazendo ef-
fectiva a responsabilidade de quem quer que for
achado em culpa pelos fsetos constantes do offi-
cio e papis cima citados.
Dito aq juiz muoicipal de Serinhiem.Decla-
ro i Tme., em resposta ao seu officio de 11 do
correte, que osei&mes de safficieocia dos ba-
bilitandos aos officios de partidores, de contador
e distribuidor desse termo, podem ser feitos pa-
rante esse ou outro juizo, dos tarrOs 60'iriso n.
259de-80 de dezembro de 1854. '.....""
Dito ao director das obras publicas.Para se
poder resolver acerca do pagamento que pede o
o engenheiro Heoriqde1 Augusto Hilet, da impor-
tancia de 68 bragas que dttster leito de mais na
estrada provisoria de Tamandar ao engenho Pia-
bas, como se v4 do incluso processo.. que me se-
r devolvido, faz-se preciso que Vmc. informe se
foi medida aquella estrada, e verificada a exacti-
do do numero de bragas, que iodica o mesmo
engenheiro, dsveodo no caso negativo mandar
proceder a essa mediglo.
Ditoao mesmo.Mande Vmc. facer os reparos
de que precisa o calgameoto das ras desta cida-
de coocluir o do pateo do Carme, aflm de evi-
tsr-se que se arruine completamente, se te-
nham de dispeeoer enlo avultadss quaotias, de-
vendo Vmc. compreheoder as despezas com esse
servigo, medida que fdr sendo executado, nos
pedidos que Qzer para a cooaervago de obras, por
cuja verba deve elle correr.
PortaraO presidente di proTincia, atienden
do ao que Ihe requereram os negociantes Jos
Velloso Soares & C., consignatarios do brigue na-
cional Fclicidade, resolte conceder permfsso
para Joaquim Francisco da Costa, matrienlar-ae
independenie de apresentago de carta de piloto,
como capito do mesmo brigue, na viagem a qae
est destinado para o Rio de Janeiro ; devendo,
porm. assignar termo na capitana do porto, pe-
lo qual se obrigue a exhibir a referida carta para
qualquer outra viagem.
Dita.O presidente da provincia, atlendendo
ao que requer-u Miguel Archanjo Pimentel, e
informou o respectivo juiz municipal em 20 do
crreme, resol ve, de conlormidade com o dispos-
to na lei provincial, n. 504, de 29 de maio ulti-
mo, e art. 6o da carta de lei de 3 de outubro de
1834, explicado por aviso do ministerio da justi-
ga de 14 de maio de 1860, nomear o referido Mi-
guel Archanjo Pimentel para exercer provisoria-
mente os officios de partidor e contador do ter-
mo da Escsda, em quanto nao forem definitiva-
mente prvidos pela forma determinada no de-
creto n. 817 de 30 de agosto de 1851.Fez-se a
necessaria commuoicago.
Foi igualmente nomeado Jos Nunes Monteiro
para exercer os cugos de partidor e distribuidor
no termo de Goianna.
Exi ediente do secretario.
Do dia 24 de julho de 1861.
Officio so vigario de villa Bella.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar V. S.
o.ue Ihe foi entregue o seu o officio do primeiro
do eorrente, bem como dous livros de registro das
trras publicas dessa freguezf.
Accusou-se tambem a entrega de igual livro,
enviado pelo vigario da freguezia do Salgueiro.
Despachos do dia 4 de julho,
Requtrimtntos.
Honorato Celestino de Sooza.Nao ha vaga.
I Igoacio Vieira de Helio.J em data de 20 do
. correte foi recommendsdo por esta presidencia
i que kasse sem effeilo a suspenso, de que trata
o aupplicante.
Jos Antonio Rodrigues Canuto.Nao ha que
deferir em vista do que|informa o juiz de paz pre-
sidente da junta revisora da qualificacao.
Jos Joaquim Ramos Ferreira.Dirija-se a
thesouraria provincial.
Jos Joaquim Jorge.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Mmoel Antonio de Jess.Deferido de con-
formidade com o parecer fiscal escripto no verso.
Manoel Jos de Faria Simoes.Informe o Sr.
director da instruego publica.
Bacharel Hanoel Teixeira Peixoto.Deferido
com o despacho desta data.
Miguelearlos de Parias.Informe o Sr. ins-
pecto; ds thesouraria provincial.
Manoel Firmino Ferreira.Passe-se titulo na
forma requerida, depois da conveniente medie-
gao.
Manoel Power Johnston & C.A thesouraria
de fazenda se expedio ordem para effectuar o pa-
gamento que devem aos supplicantes.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO EM 3 DE JUNHO DE 1861.
Presidencia do Sr. vis conde de Abaeti.
A'sll horas da maoha, o Sr. presidente abre
I a sesso, estando presentes trinta Srs. sena-
: doroa.
Lida a seta da anterior, approvada.
O Sr. 1 secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um requerimenlo da Sania casa da Misericor-
dia da cidade de Porto Alegre pedindo a conces-
so de 12 loteras a favor do seu hospital.A'
commisso de fazenda.
j Outro de Roberto Heorique Hiloard, pedindo a
I concesso de trabalbar no Rio das Hortes, pro-
vincia de Hias GesMs, para com machioismo
aproprado tirar ouro uaa arss do leito do mesmo
ro. A' commisso de emprezas privilegiadas e
obras publicas.
ORDEH DO DIA.
Contina a 2* discussao, adiada pela hora na
sesso antecedente, do projecto de resposta
filia do throno.
O Sr. Bario de Huritiba como membro da com-
misso de resposta falla da throno. julga de seu
dever fazer algumas observagdes sobre o que se
tem dito no senado neste detabe, posto que o vo-
to de gragas nao fosae impugnado de maneira que
tornasse indispensavel qualquer conleslago por
parte da commisso que o redigio.
O nobre seoador por Hias, o Sr. Dias de Car-
valho, encontrou no projecto de resposta falla
do throno palavras mal soantes e destituidas da
euphooia que desoja em taes papis; sendo po-
rm convidado pelo orador para que apreaentas-
se emendas no seutido que mais conveniente Ihe
parecesse, nao annuio S. Exc. a isso, e esperou
que a commisso fizesse as correces indi-
cadas.
Passa a enumerar e apreciar as duvidas pre-
sentadas pelo nobre seoador, e que o orador nao
acha procedentes, nem que possam prejudicar o
voto de gragas ; mas declara de novo que, nao
obstante nao considerar necessaria as alterages
notadas, nao duvidari dar o seu assenso a qoaes-
quer emendas que S. Exc. formular e que melho-
rem a redaego de um documento te impor-
tante. r
Entrando em materia, observa que os nobres
senadores que tomsram parte as djscusses da
resposta falla do tbrooo, pela maior parle lmi-
taram-ae a considerares sobre a poltica geral
que os levram s fallar de alguns ramos da ad-
ministragao, e a expor as necessidades do paiz
que julgam mais urgentes e os meios que em sua
oplniao devem ser applicados para solver as dif-
flculdades ds situago ; mas qae um orador, apar-
tando-se desse caminho que os mais seguiram
entendeu na primeira discussao qae devia tratar
de enmelotar ccusagSes que j fizera contra os
ministros, contra os senadoras, de urna manei-
ra que at certo ponto podia affectar a dignidade
e a honra do senador.
Sabe que as inlengdes do nobre senador pelas
Alagoas, a que se refere sao puras; mas nem por
isso julga-se o orador iaento de formular um
protesto contra proposites qte S. Exc. nao du-
videu emittir.
O oobre senador transformado em tribuno
n urna idade em que taes vestes nao podem ss-
aenlar-lhe bem, lomou por thema de suas decla-
magoes : 1#, o discurso da corda e o voto de gra-
gas, chamaodo aquello formulario do botica
a esto tox de um moribundo desanimado.
Pode ser que estas comparacoes se i 1 ni jocosas e
at espirituosas, mas parece qurnlo deviamvter
achado cabimento na bocea do nobre orador at
porque nem ao menos tem o mrito da novid'ade,
por isso que j em outra occasio se havia tam-
bem dito que a falla do throno era um formu-
larlo de botica, e o projecto de respostaa voz
de um moribundo desanimado.
Ora, se taes expresados oran mal cabidas com
applicago ao discurso da corda em occasio que
esta pega official continha urna extensa enumera-
gao das necessidades publicas, mas o sao anda
na actualidade, pois que a falla do throno, sendo
muito concisa, de forma alguma merece, nao se
Ihe pode sem grave injustiga applicar um nome
que de alguma forma desdoura um documento
to precioso.
Tambem urna sem razo preteuder-se que o
voto de gragas a voz de um moribundo desani-
mado.
Essa denominago seria bem cabida, se a com-
misso tivesse seguido o modelo offerecido pelo
nobre senador, e tratasse de dizer ao throno que
tudo est perdido, que os ministras levam o paiz
ao abysmo.
Longe porm de assim oxprimir-se, o projecto
de resposta ao discurso da corda revela bem fun-
dadas esperangas de ver remediados os males p-
blicos e melhorada a situago ; nao pode porten-
to ser considerado a voz de um moribundo des-
nimado.
Mostrando desejos de que outras fossem a lio
guagem e *s ideas empregadasno voto de gragas,
invocou o nobre senador os preedentes da casa ;
mas foi infeliz porque no longo decurso de tempo
que vai desde que o senado comecou a funecio-
nar at hoje nao se scha exeroplo do estylo e das
arguiges violentas que S. Exc. mostrou desejos
de ver adoptados no voto do gragas.
Foi mesmo o nobre senador to infeliz que, som
reflectir que notioha examinado a nossa legis-
laglo antes de fallar, entendeu que o senado de-
via fulminaros ministros com a ameagade com-
mioar-lhea a ^>ena de gales, chamando em seu
apoio a lei de responsabilidade dos ministros de
estado, sem saber que esta lei nao impe seme-
Ihante pena.
Comprehenderia o orador que o nobre senador
citasse a nossa lei de responsabilidade de minis-
tros para mostrar que ella nao est a par da ci-
vilisaco actual ; mas que a invocasse como um
modelo a seguir, como exemplo digno de imitar-
se, cousa que s se pode explicar considerando
que S. Ex. o fez aem pensar.
A nossa legislago civil commum nao impe
pena de merte por motivos polticos, em caso al-
gum, entretanto que semelhante pena cora rui-
nada em larga escala na lei de responsabilidade
dos ministros, por taes motivos.
O nobre senador portento, em vez de invocar
semelhante lei como um exemplo que merece ser
seguido, faria melhor servigo ao paiz se quizesse
coocorrer para que ella fosse reformada de ma-
neira que ficasse a par da civilisago actual e de
accordo com o principio da igualdadede lodosos
Brasileiros persnte a lei.
O nobre senador, nao se salisfzendo em cha-
mar ao projecto de resposta urna paraphrase es-
tril do discurso da corda, inculcou-o de faltar
verdade, e pretendeu demonstrar esta assergo
mostrando que o voto de gragas nao diz ao throno
que o paiz tem sido levado ruina pelos minis-
tros, sem mesmo fazer excepgo daquelles que S.
Exc. apoiou com o seu voto.
Nao apresentou o nobre senador documentos
que conveocessem ao sealo que devia desespe-
rar da causa publica, nem poda ezhtbi-los, por-
que, para coobecer-se que S. Exc. nao teve a
menor cautela quando pronunciou-se da maneira
porque o fez, basta considerar-se quo avaogou
que o povo brasileira eslava to sobracarregado
de impostos qae s Ihe faltsva pagar o sr que res-
pira va, e que a nossa produego decrescia em
larga escala,
E' faeil recorrer a dados positivos e irrecusa-
veis para reconhecer-se que o Brasil, em compa-
rago com outros povos oo o mais mal aqui-
nhoado no sentido de estar execessivameote one-
rado de tributos.
Tem presente urna publicago sobre esti ma-
teria, ds qual resulta que em 1855 nos paizes que
vai enumerar cada cidado pagava ao fisco por
anno, em
Inglaterra.... 149720
Franga....... 99280
Hespanha.... 69560
Blgica...... 69080
Ora computaodo-se a populago do Brasil em
8,000,000 de habitantes (e este era j o calculo
do ministro do imperio no relatorio de 1856),
v-se que cada brasileira nao paga por anno, de
impostos geraes mais de 59600.
o comprehende neste calculo os impostos
provinciaes e monicipaes, mas estes tambem nao
sao computados na apreciago feita a respeito da-
quelles' paizes.
Comparativamente pois o Brasil oo est, no
que respeita a peso dos tributos, em peiores con-
diges do que Inglaterra, Franga, Hespanha e
Blgica. Nao quer com isto dizer que devam ou
possam ser augmentados os impostos que o nos-
so povo paga ; faz estas ponderages to semen-
t para mostrar qae o nobre senador nao foi exac-
to quando piolou os brasileiros por tal maneira
aobrecarregadoa de imposiges que s Ibes falta-
va p igar o ar que respirara.
Mostrar tambem, com documento official, qae
a miseria do paiz nao to coosideravel como o
oobre senador a pintou, por causa de decresci-
mento da produego.
A nossa ezportago foi em
1844-45 de 47.000:0009000
184546 de 53,000:0009000
184647 de 52,000:0009000
18*748 de 57.000:0009000
1848-49 de 56.000:0009000
montando portsnlo no quinquennio em..........
265.000:0005. No quinquennio seguinte, isto
nos aonos d# 184950 at 185354 a exporta-
gao subi a 339,000:0009.
No terceiro quinquennio eis os algarsmos que
exprimem o valor da nossa exportago :
185455 de 90.000:0003000
185556 de 94.000:000)000
185657 de 114.0000009000
1857-58 de 96,000.0009000
185859 de 106 o00:O00000
sendo o total do quinquennio 500,000.0009000.
Nao se pode pois dizer que um paiz onde a
ezportago progride de tal maneira esteja na mi-
seria e no desespero. O que parece que S. Exc,
na idade avangada em que est, nao Quer dea-
mentir a exaclido deatas palavras do Horacio :
Difciles, qumrulus ladalos temporil acti
Se puero............
Ctou o nobre senador alguns actos historeos
para provar que os membros de senado mostra-
vam servilsmo quando, pensando de accordo com
as vistas do governo, do-lhe apoio. E* preciso
deicoohecer o systema representativo em saa
pureza para pretender que o melhor meio de ser-
vir o .paiz conservero senado em constante op-
posigao ao ministerio.
1 Referi S. Exc. os termos em que foi concebi-
da urna mensagem dirigida a lord Palmerston
por grande numero de liberaos da cmara dos
commuos ; mas esquecou-se de declarar qual
foi a resposta que Ihes deu aquello estadista, e
se aceitn as condiges com que se Ihe promet-
teti apoio, nem se cedeu s advertencias que na-
quella pega Ihe foram fetas.
A verdade que grandes horneas de estado
de Inglaterra teem exigido do parlamento, nio
e apoio decidido como at franca dedicago, se-
gando as circumstancias do paiz, sem que por
taso alguem eonsiderasse rebaixado o parlamen-
to britannico. nem declarasse servs os seus
membros.
Nao foi pois feliz o oobre senador coa a sua
cttagio.
Fallou tambem S. Exc. naa intrigas dos conser-
vadores, dando-se como urna victima dellas. Mas
quera sao os intrigaotea? eque intrigas sao essas?
Convinha que nobre senador fosse explcito, ter-
minante, para que se Ihe pudesse dar resposta
cabal ; e emquanto assim nao proceder, ha de
permlitir que o orador considere pura declama-
gao tudo quanto S. Exc. avaogou sobre este as-
sumpto.
Nao veem igualmente ao caso essas .'historias
dos novos Hardocheus e dos velhos Assueros e
caterva de animaes de que o nobre seoador fez
raengo. Nem se pie temer que entre nos As-
sueros fago arvorar Hardocheus; nem temos
Assueros coroados r o risco que poderemos cor-
rer de le-losde gorra encarnada ; e nao estare-
mos talvez muito longe dos lempos em que os
Hirdocheus se fizeram carregar por seus conci-
dadlos,
O Sr. Dantas :Ah est a intriga, essa.
O Sr. bario de Muritiba recorda anda que o
nobre sensdor trouxe para adiscusso a ancdota
de um encontr de Augusto quando ia bater
Acio. O orador sabe que Augusto deu a batalha
Je Acio, mas que bouvesse um Acio a quem Au-
gusto fosse bater engao que s pode existir
no Almanak onde S. Exc. foi beber essa histo-
rieta que repeli no senado.
Quanto assergo de que o ministerio entre
nos tem-se tornado um meio de vida, nadi mais
accrescentar o orador resposta que j foi da-
da ao nobre senador; nem essas palavras podem
ser tomadas seno como mais algumas dessas ex-
presses apaixonadas que S. Lxc. proferto contra
os que nao penso com elle.
Bem longe do ministerio ter-se tornado entre
nos um meio de vida, pelo contrario o chama-
menlo para membro de um gabinete um dos
transes mais difficeis da carrein poltica de um
brasileira.
Em honra do paiz deve-se recenhecer que a
proposigo do nobre senador nao est de accordo
com a verdade dos fados ; e se alguem que tem
sido ministro se vio torpemente calumniado a este
respeito, 00 tem-se justificado em vida, ou a aua
morte veio provsr que taes aecusagoes nao pas-
savam de um meio de que se langou mo para
loma-Ios odiosos.
Dd ludo quanto o orador tem dito forgado a
coocluir que nao se pode saber a que fim quiz o
nobre senador chegar com o discurso que profa-
no ; a nao ser o mrito das ancdotas que elle
contem, nao se pode descobrir ao que quiz che-
Gar.
O nobre senador aioda foi adiante, trslou do
senador vendido aos ministro a troco de alguns
senadores exercerem um ou outro emprego ; mas
sobre este assumpto reserva-se o orador para a
discussao do projecto que S. Exc. offereceu. Por
ora s dir a proposito deste projecto, que oo
tem noticia da apreaentago de urna proposigo
semelhante om nenhuma cmara da nalureza do
senado-; pensa que nao ha exemplo disto.
Passando a oceupar-se de algumas proposiges
proferidas por outros nobres senadores, observa
que o nobre senador por Minas, que encetou a
primeira discussao do voto de gragas, encontrou
conlradtcgo entre o discurso da corda, e por tanto
entre o voto de gragas e o relatorio do Sr. minis-
tro da justiga.
Consiste essa contradiego, no entender de S.
Exc. em declarar a falla do throno que a tran-
quilidade publica tem-se conservado inalterada,
em quaoto o Sr. ministro ds justiga diz no aeu
relatorio alguma cousa em contrari.
Ora, qsaes sao essas palavras do Sr. ministro
da justiga que o nobre seoador considera em des-
baratme com o discurso da coro, a ? (L)
Nao sao as violencias passageiras, e que mais
ou menos sao reprimidas pela acgo das autorida-
des judiciarias, as que devem mais fortemeote
impressionar o animo da populago sensata, e
oceupar a attengo do governo. Os interesses e as
palxdes, querendo vencer a todo o transe, nao
hesitara em dar como principios legtimos e ge-
nuinos as ideas mais sobversivas das instituiges
que nos outorgou a coostituigo. Desse manejo
de ideas anarchicas da parte de alguns resulta evi-
dentemente a desconfan ja contra a autoridade,
que vai degenerando em desprezo e odio sos saus
agentes 1
Por ventura eslo estas palavras em contradi-
gao com a assergo do discurso da corda ? Este
trata de um faci existente ; o relatorio apona o
risco da alterago desse facto.
O Sr. Vasconcellos :Ja declarei que aceita va
as eiplicages dadas a este respeito pelo Sr. mi-
nistro da agricultura e commercio.
O Sr. Baro de Huritiba nao insistir ento,
em mostrar que oo.existe a menor contradiego.
E deixando de parte este tpico do discurso do
oobre senador, tratar da maneira por que S.
Exc. fallou dos ajuntamentos que liberara lugar
na corte, por occasio das ultimas eleiges, e de
que o nobre senador fez parte.
Pareceu ao nobre senador e a seos amigos po-
lticos que taes reunios nao offereciam o menor
pergo ; eatsvam, pelo contrario, muito naa con-
diges do systema representativo. Pede porem
permisso a S. Exc. para ponderar que, por me-
nores que sejam as invenges daquelles qae pro-
movemos ajuntamentos dessa ordem ; por mais
que confiera na forga que julgam ter para dar-
Ihes direcgo conveniente, podem com tudo ter
um mo resultado com que elles nunca conta-
ran), e causar completa alterago da ordem pu-
blica, com grave risco, se nao ruina das institui-
ges.
Como ja se fez ver, quando a opposigo provo-
cou em Pars os banquetes de 1848, nunca Ihe
passou pela mente a sorpresa de 24 de fevereiro.
Os 6xemplos de Inglaterra tambem nao podem
ser trazidos rasoavelmeote para o nosso paiz. Os
costumes do povo nao sao os mesmos ; nem o
mesmo o seu respeito pela lei e pelas autori-
dades.
O que ineontestavel que o uso de taes reu-
nies constitue um pergo incessante para a so-
ciedade, visto que o seu fim agitare entusias-
mar o povo ; e urna vev dado o impulso ninguem
pode calcular at onde elle chegar, nem quando
e como ser possivel conle-lo. A prava est em
que a maior parte das vezes as primeiras victi-
mas da agitago sao justamente aquellos que a
promoveram
Fallou o oobre seoador por Hias as nossas
cmaras legislativas, considerando-as reduzidas a
meras chancellaras do ministerio. Mas desde
quando, no systema representativo, se considera
que o acord da maiora das cmaras com o go-
veroo prava contra o estado do paiz? Se as ideas
do gabinete sao as mesmas que professam os re-
presentantes de nago em sua maioria, o que ba
de mais natural no systema que adoptamos do
que essa uoio entre as cmaras o o governo,
para chegsrem ao fim a queso tem votado ? Nao
essa urna das coodiges do systema representa-
tivo ? oo isso o que sernpre se tem em vistas
alcangar ? nao esse o estado normal da sover-
nanga do paiz ? De certo.
Toda a situago que se afasta daqui no nosso
systema anormal, e como tal s pode ser pss-
sageira, transitoria ; oo de nalureza permanen-
te. Como se estranha pola que as cmaras legis-
lativas nao eslejam m constante hostilidade, con-
tra o ministerio ? Como se pretende deduzir do
sea scordo a concluso de que esto reduzidas as
chancellaras do governo ?...
, O que dir a respeito da chamada olyhia.garc
em que tanto so tem fallado na tribuna, e tio que
gnide margen tan dado s diatribes da im-
prensa desenfreada ? Ja o nobre sensdor pelo
Rio de Janeiro demonstrou a todas as luzes que
tal olygarchia nao existe ; e se alguem de boa f
anda pudesse acreditar na realidade de tal oly-
garchia, o orador pedira ao nobre aenador por
Minas ( o Sr. Dias de Carvslho ) que se incumbs-
se de convence-los de qae tal nome apenas
urna designago para dar a coohecer os chefes de
um partido.
Se com effeito assim que se deve entender a
cousa, ento nao ha duvida de que existe a oly-
garchia de que tanto se falla ; e nao s essa mas
algumas outras, como a dos nobres senadores que
sao chefes da liga por que todos os partidos tem
chefes.
Mas a verdade que lal a definico que os
publicistas do palavra olygarchia, e que
o publico nao adopta a inteligencia que o nobre
seoador por Minas deu a semelhante denomina-
gao. Pelo contrario, conviego geral que s se
emprega a palara olygarchia com o fim de tornar
odiosos ao paiz os chefes dos conservadores.
Era, pois, para desejar que se fizesse mais
justiga, mesmo aos adversarios; que se nao pro-
palassem calumnias revoltantes, e que nao po-
dem servir seno para desvairar aopinio.
Tratando das eleiges, vsnglorou-se o nobre
senador do triumpno da ligas Mas o orador nao
v que haja muita razo para que applaadam
tanto o resultado que obtiveram.
A maioria que deu vencimento liga, na quasi
totalidade das freguezias em que ella triumphou,
foi to insignificante, que na verdade nao devem
d'ahi tirar motivo para grande regosijo.
Todo o Rio de Janeiro sabe que a agilago
conseguio afastar das matrizes grande numero
de cidados pacficos que vota vam com os con-
servadores, mas que oo estavam dispostos a
travar lula psra poderem exercer livremente
aquello direito, e que recearam achsr-se envol-
vidos na desordem, e soffrerem alguma violen-
cia. Urna vex estabeiecida esta verdade, e tendo
os liberaes vencido por poucos votos, podaram.
elles ter apretengo de que a opioio da grande
maiora da capital do Imperio Ibes favora-
vel? Os proprios liberaes sao os primeiras que
reconhecem o contrario.
O nobre senador pela Babia tratos, de explicar
qual era, em sua opioio, o partido que na actua-
lidade melhor convioha ao paiz, procurando
mostrar que o outro nao podia mais goveinar o
Brasil.
lato no pensar de S. Exc, s eslo aptos
psra subir ao poder de agora em diaote os ho-
mens que se ligaram para vencer as ultimas
eleiges da tdrle.
Disse o nobre seoador que de ambos os lados
haviam camiohado, e que onde se encontraram
ahi ficaram os conservadores com criterio eos
liberaes acautelados.
Mas desde que assim se grupsram os que par-
tirn) de pontos to oppostos, que bandeira adop-
taran)? Quizera que o nobre senador dissesse
era que principios asseutaram esses que assim so
ligaram ? O orador nao est bem corlo, aioda
duvida da marcha que cada opioio fez at en-
cootrar-se com a outra. Estimara muito ser
esclarecido a este respeito.
Do que nao resta duvida 4 que o nobre sena-
dor considerapuritanosos conservadores qua
nao soacharam oaquelle ponto do encontr. A
palavra recorda ideas dolorosas ; e tambem de
necessidade que explicagus sejam dadas, que
tornem bem claro o sentido em que ella em-
pregada.
O orador tem a honra de pertencer ao psrtido
conservador; mas a esse partido conservador de
que faz parle oo pode caber de forma alguma a
qualificago que semelhante denominago parece
querer dar-lhe ; pelo contraro est muito longe
de ir para ahi, pois que nao professa nenhum,
principio exagerado.
Em summa, as ideas do verdadeiro partido
conservador eslo pereitamente expedidas as
seguinles palavras de um publicista dslincto,
que as revela com clareza :
a Talvez haja neste partido, como nos outros,
homens exagerados para quem toda a jnudanga
subversio; mas a conservando nao por sua
nalureza a lethargia da ioacgo ; aim o desen-
volvimento pacifico do direito da verdade, dessa
verdade dianle da qual a forga cede com o decor-
rer do tempo.
a Ella se insina irresittivelmente nos espiri-
tos, move as vontades de om modo persuasivo, a
tarde ou cedo coosegue o seu effeito.
a Realmente a differenga entre conservadores
moderados e liberaes exaltados nao consiste pois
em repellir ou favorecer o progresso.em embargac
ou acompanhar a marcha do secuto.
a O homem sensato sabe que vive no tempo, e
que forga marchar com o tempo; mas o con-
servador moderado quer que o deaenvolvimento
successi'o nasga da acgo regular dos direitos j&
existeotes, ao passo que o liberal exaltado os
quer aniquilar, para provocar melhoramentos
que elle imagina, e que muitas vezes sao imagi-
narios
c A historia do tulheralismo a que se podem
ligar os outros do liberalismo, pode inalruir-nos
acerca da poltica das subverses, cuiten o que,
cuitar em.
Nunca boave no mando conservador maio
tenaz do direito, nem progressista mais efficaz o
mais completo que aquello que disse : Eccet
omnia faci nova; eis aqui que tudo renov.
O Sr. Candido Bo'ges: Muito bem.
O Sr. Baro de Muntiba, declara que assim
que entende o pariido conservador; que sao
estas as ideas que aempre tem proessado.
Nem o orador, nem os seus amigos polticos
jamis se reeusaram a reformas oestas condi-
ges; nunca appeklaram para as armas; mas
tambem nunca as cederam, deade que foram to-
madas para a defeza das instituiges, sem resta-
belecer a ordem publica.
Em urna palavra, nunca transigirn) com re-
formas promovidas por meio das armas; porque
eotenderam sernpre quo nao pode haver liberda-
de sem seguranga puolica e individual.
E para melhor fazer-se comprehender, seno
fosse bastante o trecho que ha pouco leu, seria
sufficieote repetir agora as seguinles palavras
proferidas pelo Sr. ex-miuistro do imperio, na
cmara dos deputados, em junho do anno passa-
do, quaodo, apreaenUndo-se tal qual sernpre
bavia sidofrancamente conservadordeclarou
que ofazia (Undo): como sectario daa doutrioas
dessa escola poltica que oo concebe liberdad.
sem ordem, ordem sem lei, em autoridade, e>
autoridade sem forga; como sectario das du-
trinas dessa escola poltica quo nao coucebe
neate paiz democracia aem realera, realesa sem,
povo, povo sem garanta de direitos, garaotia da
direitos sem diviao de poderes, divisao de po-
deres sem independencia o harmona entre ellas,
harmona e independencia aem poder aeutro
que soja a chava e modere, quando nociva, a
acgo doa outros poderes, poder neutro Aclmen-
te sem responsabilidade ; como sectaria das dou-
trioas dessa escola politice que nio acceita a
destrtelo como acto preparatorio e fundamen-
tal para edificago, e edifleagao sam progresso-
progresso sem presente, presente aem cooserva-
go, conaervago sem passado, passado sam pre-
sente, preaeole sem futuro, futuro sem tradtegoes
que liguem a serie das mesmas ideas; como.
sectario das doalrinaa dessa escola poltica qua
nao concebe a grandeza nem a proaperidade do
Brasil sem a mantenga dogma da integridad*
Imptrio, integridada sem uniao estreita das pro-


(*)
s>.
dfc
MMz

ATil
MAMO ftt MAMBUCO. SABtiDO J7 DI JULHO BE 1811.

'
s:
.....
M J1

Vincias, nio das proyocias gem a
constitucional representativa ; cono sectario, fi-
nalmente, da* doirtrieas daeae aacola pal uinaque
xepelle.que abomina a apsrchi* doBaolos.aaiad*
mais a anarckia das ideas, como uma<5allamidsde
publica,como um fiagello social, como un deavai-
rameoto das paixea em detrimento da vida, da
honra e da propriededc los oidUaos, quer a
proclamem necesearia til qeaae ven de
cima, quer ue: rosara e til ^eaedo surge
debaiio.
Sao estes os principios que profoaea em toda a
aua ieleiraca o partido conservador, e os que o
rguem de protossar doultioas puritanas esto
Ninguem man migo das Inetiiuicdes do paiz
do que o oiedor. Se hoje cahisse aqui o syste-
bm represe ala Uve, o orador ha-vi* de tratar de
arruma* eaeeus pequeos ha veres e retira va-se
do paiz. Mas por isso mesme que de corado
ama esto syatoma, 6 que ha de dizer toda a ver-
dade ao paie e coroa. Isto indispensavel,
porque es me querem p*rp*uir-*e ao poder as
que querem guardadlo a lodo o cusi, costeasen
aempre invarter tualo, e pintar o paiz como em
perigo, afim de lornareos-se oacaaearios.
O Sr. ea-presideote s)av conselno disse que era
agora moda tallar em rerigiao. A quem se refe-
ri o nobre senador f Ao orador ? Se (ai a alte
no cseo daquelles de quom diz a escripiura 7a- preciso que se saiba que o orador nunca pro-
betxt oculot t non videnl, Aeeen aures el non
audiunt. (Muito besa.)
O Sr. Dantas, notando que o ooaVe senador que
acaba de sentar-se se oceupasse com e orador
durante quasi too o seu discurso, pede permis-
ae para dizer, ioverteodo um psslmo : 1 aper-
viios suum e emit in me sagittas sitas.
Nao proseguir porm tea primeiramente ex-
plicar um aparte que deu quaoo orava o Sr.
ex-presidente do consetho. s occasio em que
6. Exc. (allava dos desmandes da imprensa, die-
se o orador : c Porque queris que se acabe com
a liberdade da imprensa? porque ella faz gaer
ra as devessi ;6es e aos roubos ? > Se estas pa-
lavras fossem ditas com applicacio s pessess des
Srs. ministres, importaran na radacioaa in-
juria de que o orador incapaz.
As expresses do orador nada linham de pes-
eoal; ollas rwferiam-se abstractamente s condes-
cendencias, aos empenhos, i tendencia para
crearerapregos e augmentar ordenados, quanto
esuaciudo paiz reclama o maior criierio e
economa no emprego dos diaheiros pblicos.
Nao ha maior crime do que a dissapacio destes
Oinhciros : o homem que arranca do povo para
esbanjar cora os seus amigos um tyranno, nao
mi-rece oulro nome.
Mas lu lo isto foi dito em generalidade, sem
ter em viejas, ferir ou indispr pessoa alguma.
Dada esta exyl cacao, tratar de tomar em
onsideracio algo mas proposices que foram
enunciadas no senado e que nao pode dentar pas-
sar sem resposla.
Nao est>erava nem julgava merecer a honra que
lhe fez o nobre senador pela Babia que hoje fal-
len, oceupando-s qoasi iue exclusivamente com
o discurso do orador. Menos anda podia sup-
pr que S. Exc. o piulasse como um homem fu-
rioso, apezar de velho; e foi esta denominacio
o que mais doeu ao orador. (Bsalas.)
Fie jo pois stor loado. Onde esli essas pala-
bras proferidas pelo orador que dio o direilo de
quaiica-lo um tribuno furioso? onde essas in-
jurias que dirigi ao senado? Nao sabe a que
altribuir Unta mi vontade, e, para nao aggra-
va-la, nao responder ao nobre senador pela
B*hia, mas sim a ostros, o oobre senador do
Rio de Janeiro (o W. Euzebio de Queiroz), que
com tanta calma entmu no dbale sem ferir a
Dinguem.
Tem chegado a persuadir se que toda aquella
ira do nobre senador pela Habla contra o orador
por causa do projecto que apreseotou vedando
as accumulages. Pois bem I se a proposla pas-
ear, ficar-seha en tendeado que vigorar para
todos, menos para o Sr. bario de Muriliba.
Apresenlaodo semelhaote projecto nunca Ibe
passou pela mete que alzara de seus collegas
se desse por offeodido. Ha medidas que se to-
mara em geral. sem que oiuguem se possa con-
siderar desairado. Nao por. exemplo, de lei
que os minislros, quando vo as cmaras discu-
tir e defender as propostas do guveroo retirem-
se cada vez que se livor de votar? e entretanto
anda nenhum senador ou deputado peosou que
isso imporlasse o mesmo que suppo-los
de faltar ao seu dever, de votar contra sua cons-
ciencia, contra os-ioteresses do paiz, se o minis-
tro estivess-; presente votarn.
Pois desia nalureza a medida a que o orador
propz; nao tem nada de pessoal, considera a
queslao em abstracto. E assira o comprehen le
o nobre senador pelo Rio de Janeiro, que nao
enxergou nisso a menor offensa ao seu melin-
dre ; entretanto o nobre aeuador pela Baha nao
lratou, em iquasi todo o seu discurso de hoje,
seno de oceupar-se cem a pessoa do orador.
O Sr. Presidente :Declaro ao nobre senador
que o nobre senador pele Bahia nao se oceupou
da sua pessoa ; eu nao o consentira : tratou, sim,
de suas ideas.
0"Sr. Dantas :E V. Exc. v nma linhn de
demarcaco lio palpavel entre as minhas ideas
a imniia pessoa, que o nobre senador pudesse
tratir aquellas, pela maneira que o fez, sem se
oceupar desta ?
O Sr. Presidente : Sem duvida nenhuraa : se
iio, eu teria chamado ordem o nobre senador
pela Baha
O S>. Dantas, passsndo a responder ao nobre
senador pelo Rio de Janeiro (o Sr. Candido Bur-
gos), que descobrio notavel contradieco entre o
procedimeulo do orador na actualidade e o que te-
ve por occasio de oisculir-se o voto de grapas
em 1838, governando o ministerio de 4 de maio.
observa a S. Exc. que o que o orador eolio disse
foi que nao vis motivos para que ento se enn-
vertesse aquelle debate em um campo de quei-
xas e denuncias.
Mas por ventura negou elle so senado odireite
de fszer censuras ao ministerio ? Ninguem des-
conhece esse direilo : o que orador susVentou na-
quella poca foi que nao se devia usardelle sem-
pre que se tratasse do voto de grabas.
Dir-se-hae quem o paiz?E'o senado. Ao
.fiiado que cabe apreciar a marcha da adminis-
tradlo, e ver se merece censuras ; nao as dirigir
a esmo. e s pelo goslo de fazer opposicao.
Quaes eram as aecusacoes que em 1858 se fur-
mulavam contra o ministerio de 4 de maio ? Ter
mandado fazer o canal do Maugue e o cies da
Clona. On, que termo de comparaco pode exis-
tir entre aecusaces dessas e as que teem silo
feitas por causa da tal commisso que anda via-
jando pelo Cear, ou pelo desperdicio dos mil
conlos de ris gastos comChins, e essas enormes
despezss com consultores, creacoes do secreta-
rias, augmento de ordenados, e tantas outras de
que o orador se oceupar em occasio propria, e
que hoje sao censuradas ao governo ? Nao ha ne-
nhum termo de comparaqao.
Nao havendo, pois, paridade, onde est a con-
tradieo. A verdade que ella nao existe. E se
o nobre senador pelo Rio de Janeiro, lendo parte
do discurso que o orador proferio em 31 de maio
de 1858, nao parasse onde parou, fosse mais adian-
to um pouco, encontrara o seguiote trecho :
Quer o nobre senador restabelecer a dignida
de do senado? Faca passar urna lei dispondo que
oenhum senador aceitar empregos administrati-
vos, affasle-os de toda a aeco e de toda a in-
fluencia que possam os ministros ter em suas de-
eises.
Note-seque o orador dar o seu apoio ao mi-
nisterio de 4 de maio, mas nem por isso se jul-
gava inhibido de sustentar estas ideas.
Nole-se tambem que o orador nao guerrea va o
ministerio de 10 de agesto ; isto, porm, nao o
impedio de censurar as subscripedes para festas
u.uo foram promovidas em tempes de fome e de-
sespero.
Se aaeira procedeu com aquellas que apoiava,
como se eUranha o que hoje prstica? ou preten-
der o nobre senador que o orador de ve guardar
a sua independencia, as suas exprobrscoes s pa-
ra quando estiverem oa seus amigos no ministe-
rio ?
Pois na eituaco do paiz querem mais consul-
tores, mais augmento de empregados o de orde-
nado, e quando te perguoia por economas, di-
zem que poueas se podem fazer, mas fallam lugo
em novos impostos; e nada se pode dizer ? E
m se toca nisto gritan lego que sao aoarchistas
de barrete vermelho.
Eis-aqui ai intrigas de que o orador fallou e
ue ae quer saber quaes sao : sao estas. Pois se
ha barretes vermelhos e espadas de eortica, esto
dooutrolado. Esto sssim provocando o povo,
nao se lembram que quendo o povo se exaspe-
ra cabera per trra at muralhas de Gaet* I [Para
Sr. marquez de Gaxlas.) Nao se e V. Exc. no
eu exercito; ao deixe provocar o povo com es-
las intrigas.
Entretanto o que se v ? O Sr. ministre da jus-
tica provoca. O 9r. ex-presidente do conselho
provoca, clamando contra a liberdade de impren-
ta, contra o direilo de reunies polticas ; no sea
decreto de 30 de setembro acabou com o direito
de peticio ; fallsodo da popularidade, traiou-a
con deaptezo. Todo isto exaspera.
f ola ji erime desejsr popularidade ? O que
popularidade ? E' a amizade e o faror do po-
vo. E condemna-te um senador porqaa ambicio-
na nerece-Ia ? 86 de dnas maneiras ae gaoha
pnpulandade : ou pugnando pelos dlrettos do po-
o ou conseguindo illudi-lo. Ora, para qua ba de
un secador Iludir o poro ? O que espera mais
ferio ama proposicao que cootrariaaae o a dogas aa
denoaeeroligio. Has, sobre poutos de mera
doutriwa, tem constantemente advogado oa prin-
cipios os maia convenientes dignidade da aaco.
jMo nao fallar por moda em religjo ; porque
nao ha ueuhuwa noeasidade de proceder desta
maneira. Nao ha nen um senador herisiarca
dos bispos, dea cardeaea a dos papss que tem
sahido oa heriaiarcaa. -Quem levou Jesus-Cbris-
te ao Golgoiha foi um pontfice : quom o sepultou
(oran doua -senadores.
Disse-se que era preciso refretar a liberdade
de imprensa, nao tolerar as sociedades populares,
e a proposito, que os carpioteiros que iueram a
arca de No nao se salvaram do diluvio. Ora,
quando se considera os ministros depositarios
dos senlimentos da corda, nao pode acontecer
que a defeza de taes opioioesfeila por um ex-
ministro comprometa coroa com o paiz ?
O Sr. presidente:Perdoe o nobre senador.
Eu acho que esta proposicao nao muito consti-
tucional
O Sr. Baolas pensa que, como senador, o ora-
dor pode dizer, sem comprometler a ninguem,
que o senado nao deve se mostrar servil, deve
sacudir o jugo ; mas quando um ministro, que
deixou o poder ha poucos das, vem sustentar oa
tribuna que e preciso acabar com as reuoiea po-
lticas, que deve-se refrear a imprensa, posst-
vel que a enunciadlo destas ideas, partindo de
quem partera, comprometiam a coroa com o
paiz.
O Sr. presideote:Enteudo que nao. Em ca-
so nenhum, no nosso syslema, a mantlestaclo
da opioio de um ministro ple comprometler a
corda.
O Sr. Dantas nao insistir. O que diz que
nao tem medo de que nao se salvem os'carpin-
teiros que fizerem a arca ; todo o seu receio
dos peccados daquelles que podem provocar um
novo diluvio. O orador nao quer diluvios para
que nao haja necessidade de arcas, e por isso
que nao ha de cessar de dizer toda a verdade,
quer agrade, quer nao.
Acabe o ministerio com as sinecuras, con as
acumulares, despreze os empenhos, corte as
despezas imitis, nao crie novos empregos, nem
cuide de augmentar ordenados, procure em aum-
ma, restabelecer o equilibrio entre a receila e a
despeza, e nao lhe negar o seu apoio.
Nao peosera que o orador tem desejos de ser
ministro. Nao pensa uisso, e, se o chamasseoa,
nao aceitara, porque sabe que sania logo ne dia
seguiote.
Nao descoohece que o ministerio nao poda fa-
zer ludo de urna vez ; nao um ministerio s
que lera forjas para to grande tarefa ; sr rao pre-
cisos sele, oito, nove ministerios, todos verda-
deramente possuidos da firme voulade do aca-
bar com os abusos; mas comecem oa Srs. minis-
tros a mostrar que tm boa vontade, vo cortan-
do pelos abusos, e os qe vieren completarlo a
sua obra.
Se assin nao procederen ; se imitaren esses
mdicos que a pretexto de curar um doente vo
] lhe dao Jo sangra sobre sangra, at que, exau-
. _"!9ndo era torcas, o mandam sepultura, desen-
ganem-se SS* Exx. que ho de levar-nos ao
aoysmo.
Para que nao se chegue perdi(o repele que
est deliberado a continuar a gritar contra os
aduladores, os dissipadores que s procuran es-
conder a verdade ao paiz e i edroa.
Nao desanimar. A's vezes um acto de cora-
gem, um dito espirituoso, consegue que um gran-
; de homem recue do caminho errauo que leva,
corrija-se e venha a fazer o bem do povo. Para
. compravar esta assercao referir um facto passa-
do na Russia.
No lempo de Pedro o UranJe revoltaram-se
tres reximeotos de Slrelilz. O monareba mar-
chou coolra elles, baleu-os, e condemaou mor-
te todos os que foram apanhados com as armas
na ino. Eram alguna dous mil que linham de
ser decapitados, e, para abreviar a execugo,
mandou Pedro o Grande collocar urna grande vi-
ga no chao, sohre a qual punhara as canecas os
soldados eofileirados. e os algozes desempeoha-
vam assim mais depresaa a sua misso.
Pedro o Grande pegou tambem na acha, e foi
decepando cabecas deenfiada. Chegando ao fim
da viga, deu com um menino de 8aunos. e man-
dou-o levantar-se. Gonliouou na mesma tare-
fa, e quando ebegou pela segunda vez exlreroi-
dade da viga, tornou a deparar com o mesmo
menino, e de oovo Ibe ordenou que se erguesse.
Quando da lerceira vez acooteceu-lhe a mesma
cousa, zangou-se, e disse ao menino :E' a ler-
ceira vez que te mando levantar; o que fazes
aqui ?E vos o que fazeis aqui ? tornou-lhe o
menino. Manchaes as vossas mos no saogue
dos vossos subditos. J desles cabo de meu avd,
de meu pai ; tirai-ne tanbem a vida.
Pedro o Grande cahio em si, suspendeu as
execuedes e deixou ir o menino em paz.
Nada mais dir.
Julgada discutida a materia, posto o projecto
vatac&o e approvado.
Segue-se a Ia dscusslo do parecer da com-
misso da mesa relativo a nonieaco de dous of-
(iciaes da secretaria do senado, o nao havendo
debate passou para a 2a discussao.
Eutra em 3a discussao a proposicao da cmara
dos deputados approvando o decreto de 26 de
agosto de 1859, pelo qual se declarou que sem
prejuizo do meio sold a peoso concedida
viuva e filhss do coronel Francisco Vctor de
Mello e Albuquerque.
Verificando-se nao haver casa, o Sr. presiden-
te declara encerrada a discussao ; marca a ordem
do dia e levanta a sesso urna hora e vale
minutos da larde.
A falta isa remeeaas doa Diario* deb Mee
centre nio tem cessado, a ha localidades que s
depois de dous saezes receben oa ajajajiglajn
que para l sao enviados.
Nada mais temos de presente i ila^fjnjMr M
que ja haveaaos expendido por '"'i.ijii; ~
se respailo ; mas no entretanto vamos consigna!
do os abusas, at que se jara elles coarcladus.
Recebemos pelo vapor Pminuitf a, entrado
tantea* doa portoa do sul de ana escala, jomaos
de Sergipa ato t, e de Alegos at 2t de cor-
rele.
Em Sargipe fdra eleito deputado geral, en
eubiiUiico do txm. Sr. bario da Maroim, o Sr.
eonselaeire Jos alaria da Silva Paranhus
No dia # chegara all, con 7 diaa do viagem, o
brigue ioglaz Vakid, ido do nosso porto.
Era Alagoas nada de notavel occorreu, aps o
ultimo vapor.
Faacoiaoou aribanal em 15 dias consecutivos,
daado-ae un d'M**t a interrupelo dos jolgamen-
toa toe a*s\ haver comparecido numero legal de
jeJaea.
iwm jajjbtdos durante esse espado de lempo
MPejsaaaoaj com prebendando 28 reos,
[oran condemnados :
=
f rvt-
------------
A sociedade Caitino Militar Penuimbuca- 5em crime de norte.
bv..^j^..^ ___j:_ Af* j"^__T____.. i J* J "a ^T^^^^^^r^T^
jjhMta de mottay
dea Santos, tWHnoi de gales.
da touza, ttli annos doprisio
i 6 1(2 mazae de prialo
ntre'estes
Q prelo
#oaqui|
Joo
safJafJkM
Franoiaoii da Paula,
aaaadaa
Os roaceod*mnados eram indiciados :
1 em crime de norte.
1 em crime da roubo.
2 em crime da ofensas physica* leves.
Os reos absolridos, que foram 2i, eram indi-
ciados
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Eucerrou-se a terceira sesso judiciaria do ju-
ry deste termo no corrento anno, tendo sido jul-
gados todos os proeessos que foram submellidos
a judicatura do mesmo tribunal.
Per portara dff.24 do correte foram no-
meados provisoriamente para os officios de parti-
dor e contador do termo da Escada o Sr. Miguel
Archanjo Pimeotel, e de destribuidor e partidor
de Goianna o Sr. Jos Nunes Monteiro.
Acha-se aberta, em casa do Sr. Beroardino
Jos Monteiro, urna subscripeo para a alforria
de urna menina de cerca de 13 anuos, e de una
alvura completa, que veio do Limoeire para ser
vendida.
O respectivo Sr. d-lhe a liberdade mediante a
iodemoisaco de 1:0008, e de esperar que os
senlimentos philantropicos do Sr. Bernardino
aeben echo nos coraedes generosos, ajudando-o
a realisar seu lou va vel intento de roubar i abjec-
qo da escravidio urna menina branca.
As aguas ptridas nao param en ser langa-
das para a ra en Pora da Portas, na ra do Pi-
lar ; e para isso chanos a atleoco do Sr. fis-
cal para essa infraeco das posturas.
No dia 3 do futuro mez lera lugar o consu-
mo das cartas existentes oa reparlicio do cor-
reio, e correspondentes ao mez de julho do anuo
Ando.
A lista dessas cartas acha-se afiliada & porta da
mesma repartirlo, para sciencia do pablico.
0 Exm. Sr. presidente, tendo atiselo ao
estado de perigo em qu acha-se o isthmo, como
j o temos manifestado por mais de una vez, dea
ordem ao engenheiro Marliaeau paradeadej fa-
zer-lhe urna estacada provisoria.no poeto de
maior receio de ser o mesmo corlado palas aguas.
Sendo asta obra geral, e depeodeodo anda de
soluco do governo imperial, por easa razio nao
pode ser ella emprehendida na exieosao necease-
ria sem baixar aquella. Has como a presidencia
recommondara urna medida ptorapta, para en-
torpecer nesse entretanto a accio danniflcadera
daa aguas convergentes para alli, dea S. Exc. mu
acertadamente s providencia a que alludimoe, a
que fazia pacte da informadlo do referido enge-
nheiro Marliaeau sobre esse objecto.
Alada pelo ultimo rapar, proeedeoto dos
portoa do norte, ebegaram-nos oovae reclamaces
coaita a correio da capital do Cear.
no prooodeu, oo dia 25 do carrelo aaleieaoda-
nova direceo, que ficou organisada da forma se-
guale :
Presideote, coronel Antonio Gomes Leal.
Vice-preslaente, espillo de mar e guerra Elysis-
rio Antonio dos Santos.
Secretario, lente Antonio Vilella de Castro Ta-
rares.
Thesoureiro, coronel Francisco Josquin Pereira
Lobo.
Adjunto, Dr. ataooel Alvea da Costo Braoeanle.
Os nomos desses distinelos cavalleros ao ga-
rante! da Grmeza da marcha dessa sociedade, as-
ci Ja sob to bellos auspicios, e que at hoje tem
sabido manter-se na altura em que se collora.
Congratula rao-nos com o Sr. secretario, pela
sus reeleiQio, o que prova a sympathia e eatima
de que goza entre seus irmos d'armas. nao po-
dendo olvidar tambem de dirigirraos nosias feli-
cacoes ao Sr. coronel Leal, pela sua escolha
para o distincto cargo de chefe dessa corporac.ao.
Acha-se marcado o dia 14 do prximo mez,
para a lerceira partida mensal, devendo o* socios
enviar suas lalas e convites al 2.
Amanilla, s 11 horas da maohaa lera lu-
gar a rennio geral, na sala do primeiro aedarda
casa b. 81 da ra do Imperador, dos subscripto-
res e de todas as pessoas que quizerem subscre-
ver, para a formaco do capital da sociedade em
commandita, que tem por objecto a compra de
terrenos e ediucaees, por conla propria, de par-
ticulares, ou do governo.
A' esse respeito remetle-nos o Sr. F. M. Do-
prat, o seguiote :
a As subscripedes sendo de 100& al qualquer
quantia maior, vontade do subscriptor, e as en-
tradas realisaveis em 10 prestaces de 10 por
cenlo ds quaotia subscripta, pagareis de 2 em 2
metes, no prazo de 20 mezes, cootar da dala
daprimera, que ser effecluada em occasio de
assigoar no livro do contrato da sociedade, nio ha
ninguem que nao possa subacrever e tealisar, com
toda suavidade, suas respectivas entradas.
a Serlo admiltidos, os denos de sitios e terre-
nos, tanto na cidade como nos arrsbaldea, a sub-
screver pelo valer dos mesmos terrenos.
c Os douos de otarias, (oros de cal, propie-
tarios de madeiras, poderlo subscrever pelas
qusntiaa que lhes convier, e pagarlo em lijlo e
lelha, cal e madeira aos pregos os mais baixos do
mercado, na occasio dos vencimeolos das pres-
taces.
Os m es tres e ofSciaes. carpinas e red reros,
os mestres e ofRciaes de qualquer officiua inhe-
rente as ediflca(es, asaim como os fornecedores
de aia, canoas de transporte, carroeeirose mes-
mo serventes, ou Irabalhadoras, poderlo subscre-
ver por 100;) a 200$, que poderlo pagar, deixando
um dia por semana em poder da sociedade.
Assim o que deixar do receber por exemplo :
20500 por semana, em 40 semanas completar
100$. em 80 ditas completar 200jj, o Irabalhador
que deixar de receber 1$250 por semana, em 80
semanas completar 100.
A grande falta nesla capital e arrabaldes, que
cada dia se faz mais sentir, de casas, para as
classes de irabalbadores, e para as classes menos
abastadas, Uva o encorporador deata utll e ben-
fica empreza fazer toda a diligencia, para dar-
lbe coraeco com a maior brevidade, afim de po-
der aproveitar a barateza da quadra actual, que
pela falta de obras e de trabalho, que se faz sen-
tir, os materiaes em geral, assim como a mo de
obra, podem se obler a precos mais commodos,
que quando ludo existe no estado normal.
. O encorporador da sociedade, tendo resol-
vido procurar fra da provincia, a maior parle do
capital necessario, todava est prompto receber
subscripto de todas as pessoas desta praca, que
quizerem concorrer para esta patritica empreza,
com cuja realisacao, os fornecedores de mate-
riaes, acharan sempre consumo e pagamento im-
mediato entrada aos depsitos da sociedade, os
artistas de todas as officiuas, trabalho regular e
continuo, e occasiio de aperfeicoar-se em suas
respectivas artes.
-.< A sociedade admitlir as suas diversas offi-
cinas, numerosos aprendizes, e com preferencia
os orphaos e meninos desvalidos, ou de familias
pobres, tanto da cidade como do mallo.
< Ao passo que se forera edificando as essas,
serlo aluga jas a precos commodos, ou rendidas
a condicoes ventajosas.
Quanto mais se fizerem, tanto maia decimas
e outros impostos entrarlo a augmentar os ren-
dimentos do paiz.
Os beneficios aonuaes da sociedade, sao cal-
culados em nao menos de 12 a 18 por cento do
capital subscripto.F. M. Duprat.
Poram recolaidos casa de delenco no da
25 do correte 7 nomeos. sendo 5 livres e 2 es-
cravos, a saber : a ordem do subdelegado do Re-
cite 1 ; a ordem do de Santo Antonio 4 ; a ordem
do da Boa-Vista 1, que o crinulo Constantino,
escravo de Ignacio Adriano Monteiro ; a ordem
do do Poco da Paoella 1, que o'preto angola
Luciano, escravo de Manoei da Rocha Guedes.
Passageiros do vapor nacional Persiniuiaa,
viodo de Maceid o portos intermedios : Manuel
Joaquina da Silva Lelo, Beoi, Fr. Manoei da Cao-
ceiclo Monte e 1 escravo, Antonio Lourenco Tei-
xttra Marques, Manoei Cavalcanti de Mello e 1
criado, Jos Cabral Lope9, Dr. Manoei Cesar de
Goes, Ivo da Rocha Wanderle; e 1 criado, Julo
Mauricio Wanderley el criado, Manoei Lourenco
de Araujo, Joo Vieira Fialho, Joo de Barros
Xavier, Antonio doa Santos Pmheiro, Joo Aze-
vedo de Andrade, Eduardo Jos Teixeira e 1 es-
cravo, Cutricliano Poggi, Joo Pompilio de Vas-
concellos, Alfredo Jos Francisco Alvea de Lima,
capillo Manoei Pereira de Souza Buriti, alteres
Bernardo Candido de Araujo o 1 pra^a, capito
Jos Lima Moreira de Queiroz, D. Anna Eulalia da
Castre, Thomaz Narciso Faireira, Domingos da
Silva Torres, Jos de tal.
Passageiros do patacho sardo Marial viado
de Genova :Sardos 35.
MORTALUUDB DO DA 26.
Balbiua, 14 mezes, Pernambuco, Sanio Antonio,
loise convulsa.
Heoriquela, 18 mezes, Pernambuco, Sanio Anto-
nio, vermes.
Esperance, 34 annos, Pernambuco, escrava, sol-
teira, S Jote, inflammQao de ioieslioos.
1 em crin* de complicidade de norte.
1 em crime de roubo.
2 en crime de estellionato.
1 en crime de peeulato.
2 em crime de perjurio.
1 Ja erime de ferimentos gravea.
10 era crime de offeosas leves,
D'enlre estes, forera iujgados pela segunda
vez. havendo sido absolvidos em primeiro julga-
mete :
1 por crime de norte.
1 por crime de complicidade de norte.
1 por exime de ruuho.
Daa senlencas absolutorias, honre apenas urna
appellaclo por parte do juiz ne summario, en
que fra reo por crina de estellionato Adolpho
Luiz de Souza.
Por parte dos reos, deram-se os seguiutea re-
cursos :
Eloy,protesto por novo jury.
Joaquim Luiz dos Sanios,appellaclo para a re-
laclo.
Jlo Ferreira de Souza,o recurso de un inci-
dente.
Os roaa-bsolvidos foram os seguioles :
Silvestre Pereira.
Julio Routier.
George Currey.
Salvador Genovez.
Jos de Sant'Anna Gama.
Jlo Malheus Pereira da Silva.
Adalpho Luiz de Souza.
Francisco Jos Jiartiua do Costa.
Chrisliano Pereira.
Manoei dos Aojos Porciuocula.
Carlos da Silva.
Antonio Vctor de S Brrelo.
Joaquim Felicia de S Brrelo.
Jos Este ves. .
Miguel, escravo de A. P. deS Brrelo.
Flix Jos de Sena.
Manoei Francisco do Nascimento.
Marcolino da Silva Mindetlo.
Severino Correa de Araujo.
Antonio Raynundo de Miranda.
Sebastio Pereira do Nsscinento.
Manoei Joaqun de Saot'Anns.
Urbano de Souza Salles.
Antonio, escravo de Francisco Mathias Pereira
da Costa.
Advogaran durante a 3.a sesso perante o ju-
ry, os Srs. :.
Dr Francisco Pelo Pesaos.
Dr. Anlooio Luiz Cavalcanti de Albuquerque.
Dr. Aotooio Viceote do Nascimento Feitoss.
Dr. Francisco de Paula Baptista.
Dr. Aprigio Justiniaoo da Silva Guiarnos.
Dr. Joaqun Jos de Miranda.
Dr, Joo Jos Pinto Jnior.
Dr. Joo Francisco Teixeira.
Dr. Aotooio Borges da Fonseca-
Dr. Domiogos Monteiro Peixoto.
Dr. Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa.
Dr. Augusto Elyaio de Castro Fonseca.
Dr. Americo Nelto de Mendonca.
Dr. Joo da Costa Ribeiro Machado,
Acadmico Caldas Brrelo.
Dito Jos Austregesilo Rodrigues Lims:
Offjciaram como juizes durante a mesma ses-
s.io :
Dr* Francisco Domingues da Silva, juiz de direito
da 2 vara criminal.
Dr. Agostinho Ermeltndo de Lelo, juiz municipal
do tormo de Olinda.
rector dos Indios o mesmo Sr. conselheiro Cu-
aba Figueiredo, quando esto officto i de 1859,
muito anterior i miaba poase.
Nao quero attribuir i una insidiosa prerenelo
a publicacio deateofficio (sen data) seis dias an-
tes da publicacio do rotatorio ; mas emflm, bem
triste coincidencia, e tanto que ne obrigou a ti-
rar por ceidlo o lateada dito oficio a sea dase,
para provar que ella nada traba cenigo, eamo
pareca indicar.
Cometa o Sr. eeoselbetro no diado rotatorio
a aua catilinaria contra mira, dizendo que ne ha-
via officiado soliaatondo informaQdes exactas daa
aldeiaa desta provincia para poder cumprir o que
Iba fra ordenada pela repartidlo geral daa torras
publicas, e que eu responder, que ia dar ao pre-
sidente da provincia aeioformaedea que eileexi-
gia julgando eu talvez que a minha autoridade
Ucasse rebaixada, dirigindo-me directamente ao
Eor fallas, que eu nio haria eomettido; erepel-
r, aeno devie em neme, da minha dignidade, a
Invaslo de urna autoridade intrusa noa negocios,
que a lei eosaeteu 4 cargo lio smeole do director
geral dos Indios.
BarSo de Guararapes.
jUs CetaWisei.
Terrivel fnaladarlr opaome o Caaii!... Aiada
boatem fmmei*m* se par todos ea ngulo* da
noeaa tema a amarga verdad* de que a preciosa
exiatenciade um doa maia eetarcadee lidaeoeee da
cestas >e jueta e to aamto meema, de aoesa
anancipace poUaica. eadeagara altime alent
de seu espirito ao Creador ; anda booleat aean-
nunciava por toda parte jta um dte aaaia glo-
rioso* aomea que com letoaa de ouro ae eacreve-
ra no frontespicio das maia grandioaaa obras de
delegado do director dea torree publicas >(suas tempes que l vio. se "*rr9*ttt i"i>tm no fri
proprias expresses )
Em cousequencis deata minha resposta dirigi
o Sr. conselheiro a sea queixa, contra a minha
reluctancia, ao presidente da provincia, o qual
me ofciou con dala de 14 de Janeiro do correle
anno nos segrales termos:
Consta do officio do delegado dss Ierras pu-
blicas de 29 de novembro do anao prximo fiado,
que V. S. negara-so a dar-lbe kifornacdes car- ti.tusdes, e porconseguinte de
Communicados.
Sabem todas as pessoas gradas desta capital
como fui nomeado director geral dos Indios da
proviocia ; como esta nomeaco, que estava bem
distante de meus clculos, e ainda mais, contra-
ria a meus iotoreseee, procedeu expontaoeameote
de to alto, que me nio foi poseivel excusar, por
mais desculpas que desse, por mais obrigaclo que
nostrssse.
Desculpando-me ento, nao me escaparam os
inconvenientes da siluaco melindrosa, em que
me ia collocar ; porm ludo foi era vio, porque
assim o quiz quem podia, alentando- me para que
nio desesperaste da ventura desalisfaier honro-
samente o meu aovo encargo.
Que os meus receios nio eram vios, tenho-o
maia qua muito experimentado no curto espaco.
que lero percorrido desde a minha nomeacao al
hoje Estes receios eram fundados em todos os
manejos, que haviam preparado a demissio do
meu antecessor. E porque seria mais feliz do que
elle ?
Preacindirei de outras diCGouldades.que se Ism
ofiereoido durante aa miabas funcedea oo resto
da provincia, para s fallar da aldeia da Escada,
onde existe a pedra de escndalo para todos :
para mim. que s. vejo ioteressea illegitimos. que 1 mesltcas se compde a aldeia
se chocam ou se cruzan era difiranles sentidos
ca das Ierras e aldeias dos Indios spb sua direc-
eo, por elle pedidas para curaprimeoto de ordeos
superiores, y
Com quanto nenhuma disposic.io de lei pres-
crera a V. S. a obrigaclo de cumprir as exigen-
cias, que directamenle lhe forera feitas pelo dele-
gado daa trras publicas, a quen nio 6 V. S. su-
bordinado cono funeciooario publico; conven
queriendo en altenco a urgencia de tats infor-
roaQes, e a conveniencia que ha, em que as au-
toridades mutuamente se auiiliem, satisfazeodo
todas as requisices feitas no oletease do servido
publico, V. S. mioiatre com a poasivel brevidade
aa que foran lhe solicitadas pelo referido delegado
esa ofcio, que a V. S. dirigi con dala de 20 do
predilo nez e anno. a
Cunpri, portauto, o que ne ordenou o presi-
dente no officio cima traoscriplo.e dei as inforns-
(des, que linham relaco, ou poderiara ter com a
reparcio das trras publicas. E porm, nao era
isto s o que pretenda o Sr. conselheiro ; elle
exiga delalhes, quera entrar na economa da
aldeia, e exiga informacoes, que pelo decreto re-
glamentar de 24 de julho de 1845 oio sou obri-
gado a dar seno ao governo imperial por inter-
medio do presideote da provincia-
O Sr. conselheiro julga va-se com o arbitrio de
inspeccionar os meus actos ; e contra a lei ioge-
ria-se em assumplo, sobre que nenhuma autori-
dade nem direito lhe dio a lei de 18 de setembro
de 1850, e muito menos o regulamenlo de 30 de
aneirode 1854.
Tambem nio poden auxiliar a prelencio do
Sr. conselheiro os avisos de 21 de outubro de
1850, e 21 de julho de 1858 ; e nesno a ordem
o. 44 de Janeiro de 1856; porque s tralam das
terrea dos Indios, que j nao vivem aldtados,
mas sim dispersos e confundidos na massa da
populacio civilsada, e por isao ae haviam man-
dado incorporar aos beus oacionaes.
Saiba pois o publico, que eu seria incapaz de
faltar aos respeitos davidos pessoa do Sr. con-
selheiro Cunta Figueiredo, e s conveniencias
do servico nacional, se essa silencio fra reci-
proca ; se entre mim e o Sr. cooselheiro nao esti-
vesse de permeio a dignidade do meu emprego,
que, se alo de superior categora ao que actu-
almente oceupa o mesmo conselheiro, nio lhe
ioferior, nem subordinado, nem admilte outras
relaedes que as marcadas pelasteis, que regulan
as nossas respectivas funcedes.
Que en lodo esse negocio ten havido sempre
m vontade de parte do mesmo Sr. conselheiro
prova-se pela maneira, con que elle descrevia a
aldeia da Escada. Eis ah o que disse S. Exc.
oo seu citado relatorio a este respeilo :
c A aldeia da Escada era habiidaa por 212 indi-
viduos, que se inlilulavam Indios, dos quaes
poucos ou nenhum sio os que conservam irafo*
da raga primitiva.
Nio vviain sob a adminUtrscao de um
maiorai, mas sim confundidos na massa geral
da populadlo com os mesmos usos e costumes.
Algumss questdes se tem levantado entre
diversos proprietarios e o director geral doa lu-
dios ; mas nao tendo, como me parece devia ter,
esta reparlico conbecimento de como ellas se
passam. limilar-me-hei a ponderar, que muito
convena por-lhes algum termo.
Finalmente conclua o Sr. cooselheiro, dizendo
que, segundo tem constantemente opinado, de
conveniencia, que se considere exlincta a aldeia
da Escada, para seren os seus lerreooa veudidoa
ou aforados na forma das leis das Ierras I Quera
liver olhos que veja; isto mais claro que
agua.
For ultimo declara, que nao pode informar
acerca dos rendimenlos desta aldeia, porque os
seus directores nao tem querido dar os esclareci-
meutos, que S- Exc. tem pedido.
Eis ahi o que ha de mais frisante no citado
relatorio, e passo a responder.
O Sr. conselheiro foi mal informado, e por
mal informado asaeverou urna falsidade, quaodo
disse, que na aldeia da Escada alo exisliam
Iodios, e apenas poucos individuos, que se inti-
tulara taes, e que nenhum traco, conservam da
raca primitiva!
O Sr. cooselheiro pode asseverar em sua cons-
ciencia e sob sua palavra de noura.qut na aldeiada
Escada nio existen) Indgena*de pura race? Nio
vieram elles aqui a presenta do Imperador en
dezembro de 1859? Ignora acaso S. Exc um
facto de tio publica ootoriedade ?
Pois bem, de Indgenas de pura raga e de
da Escada ; e as
marmore de um tmulo. Esta existeocia precio-
sa era do senador Arencar, este nono de nosa
reneracio anda o aau.
Con a norte deste distincto brasileiro, o povo
perdeu una voz cloquete que no senado ae fa-
zia ouvir em prol de seus direilos, de seus in-
teresses e de suas necesoidedee, e paia perdeu
um dos naia robustos sustentculos do suas nt-
sua conservadlo.
Hoje, urna verdade tambem terrivel ae faz ouvir
por toda parte. Aquelle a quem o po'o havia es-
colhido para preeocher esta falta e substituir esta
voz, acaba tamban de pasear da ida do-torneo,
para a vida da eleroidade. O desenbargador
Antonio Jea Machado norreu I... No momento
en que aua fanilia e elle proprio aurriam-se com
o grao de felicidade a que aliingira, viram esse
surriso sullocad* na flor dea labios...
Terrivel fatalidad*, repetinos... Agora um
outro successor ten de ser chamado. Os Cea-
reuses por certo nio precisarlo que se lhes indi-
que un none, se quer, parecompr a lista, por-
quanto sobra-Ibes nuilo acorto quando se trata
de lio momenlosos assumptoe. Entretanto, re-
conbecendo isto nao podemos calar en nosso ani-
mo, o talento, mrito, ttulos e habilitacoee que
assistem oa pessoa de um dos oosaoa patricios, a
quem o Moancba tanto tem destinguide com a
sua confiaaca aas arduas nisaoesde que o tem
encarregado, este uome o de Dr. Tristo do
Alencar Araripe. Eseusado nos sem .duvida
levar ao conhecimeate de lodoa a quen o po-
vo ioveatio da nissio de escolher os represen-
tantes de seus direitos, porque (somos justos) re-
conhecemos que nenbuna s ignorar o mereci-
meoto de lio illustrado magistrado. Designando
um lugar na lista trplice para o Dr. Tristo, os
Cearenses poder-se-hio afanar pelo bom empre-
go que fizeran de seus votos, porque estamos
convencidos que os Cearenses, eono nos, sabe-
rlo ver no Dr. Araripe o nodelo dos bonens
honrados, ocidadio amigo de seu paiz, o magis-
trado illustrado e probo ; e para oceupar una ca-
deira na alta represenlacio do paiz, si estas aera
duvida aa nelhoresreconnendacdes.
Um Cearense.
Jacintho Jos dos Santos,' Peroac buco, 30 an-
uas, casado, Recife, apoplexia fulminante.
Anna Mara de Jess, Pernambuco, 48 annos, ca-
sada, S. Jos, febre belliosa,
Francisca de Paula Gomes da Fonseca, Pernam-
buco, 30 annos. casada, Boa-Vista, inflanna-
co de intestinos.
CHRQNICAJU! CURIA.
JURY DO RECIFE.
TERCEIRA SESSO ANNUAL.
PRESIDENCIA 00 EXM. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA
SEGUNDA. VARA CJUHIHAL DA COMARCA, FRANCIS-
CO DOM1.1GUBS DA SILVA.
Promotor jaueiteo, e Sr. Dr. francisco Leopol-
dina de Guamoo Lobo.
tcriao privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Pama Etleves Clemente.
Encerrou-ae no dia 25 do conrate a 3.* sesso
annual do jury que, havendo sida convocada para
o dia 5, sneate fra aberta ao dia 9, gracas ao
sele e aotitidade que se recoohecem no Ein. Sr.
Dr. jais de direilo da 9.a rasa criminal, foi esta
ms soasan vetdadeiranento proveitosa para oa
ioteressea da juanea.
lodoa aquellos que deploran a falta de ealeri-
dade com que ealre aa administrada a juslica
criminal, tributario a devida aemeuegesf de re-
oouheeinealo ao digno magistrado, que nio se
poupa eabrcee para cumprir i riese ea preoaitoa
da lei,
Havendo acomeeahado dia por da o mort-
nontodo tribunal, sempre con ezaccao e obser-
vacao escrupulosamente exacta, ofTerecemoa hoje
aos nossoa leitores un quadro sjothelico desees
trabamos que noa oceuparsm.
para alguns porque nio satisfaeo seus caprichos,
seus olios ou suas ambicoes.
E' pois, evidente, que a miaba neneaco oio
podia agradar a ledos quantos linham nieresse
em que o director dos Indios fesse apenas un
apasiguado dos dominadores da Escada. Eu era
assaz coohecido, para que se suppozesse um ins-
tante, que poderia preslar-me a ser o servo hu-
milssimo de tutt qnanti.... At ahi, justga seja
feita, nao me julgaram capaz de tanta baixesa ;
fui por tanto recebido as pontas das tanjas desde
o nonento da miqha appresentace.
Infelizmente em todo esse negocio existe na
oceutts, que maneja con delicado tino a intriga
naquella aldeia ; mi poderosa, que durante um
longo reinsdo pode preparar o campo, onde plan-
tou e seu futuro, de cuja sera j tem aproveita-
do duas boas e pingues colheitas. Como foi tudo
isso preparado, e como entraran, no contingente
dos meios necessarios para esse fim, aa trras dos
pobres Indios, ssbem-no todos os moradores da
freguezia da Escada.
Oulra circunstancia fatdica psra mim foi quo
ni nesna*>freguozia, nio s a polica, como a
supplencia da nica autoridade judiciaria, que
existe, isto o juiz nunicipil, estarn en naos
de iotereseados, ou por outra, de pessoas, que
estovan na posse, bem ou nal, de termos da al-
deia ; algunas das quaes tiohan sido ben favo-
recidas pelo mesmo, que hoje as acorocs para
tornar il lusorio o cargo de director geral dos la-
dios.
Todava, atado, como me achava, so poste do
dever, nio recuei diante de todas essas difficulda-
des, e lutei braco a braco com a intriga, e com a
prepotencia da polica t do suptente do juiz mu-
nicipal ; soffri mesmo arbitrariedades e desalios
como ossos do officio ; e ia meu caminho para
salvar os misera ves Indios, meus tutelados pela
lei, de todas as eztorsdes e arbitrariedades com
qaa eram, e ainda hoje sio flagelados pelas har-
pas, que lhes chupara o sangue.
Nesse Orne proposito me achava, quando al-
guem chamou a minha attenco para o relatorio
do Sr. conselheiro Jos Bento da Cuoha Figueire-
aldeias sio co nposus, tanto da raca originara
cono da mestica, segundo o declara 1. do arl.
1." do decreto o. 426 de 24 de julho de 1845. 0
que diz a isto o Sr. cooselheiro ?
Que os Iodios nio vivan sob a adminislracio
de um maiorai I Quem tal inormou ao Sr.
conselheiro? Pergunle S. Ezc. ao actual dele-
gado de polica da Escada, que fim deu ao maio-
rai Pedro Barbosa em maiu ou junho do anno
proxino passado ; e elle dir que morreu oa n-
dela de bexigas ; tendo sido preso por ordem do
mesmo delegado por haver cumpridu urna dispo-
sqo minha.
Morlo Barbosa, psssei logo a nomear outro em
seu lugar e a aldeia nunca deixou de ter maiorai,
cono assevera o Sr conselheiro.
Muitas questdes (diz) se len levantado entre
diversos proprietarios e o director geral dos in-
dios, a que nuilo conviria por-lhes termo 1 In-
felizmente ninguem est mais em dia com essas
questdes do que o Sr. cooselheiro ; lalvez elle
conheca o autor de toda essa trama infernal;
talvez elle saiba donde partera, e com que
fin.
Muito sentira ver-me toreado a desdar essa
meada ; mas nio podereinegar-me semelhan-
te tarefa, se S. Exc. quizer mais alguns esclare-
cimenios a este respeilo.
0 Sr. conselheiro pretende, que conveniente
extinguir a aldeia da Escada; e que seus terre-
nos sejam vendidos ou aforados como pertancen-
tea ao Estado, na (orna das leis dea trras 11 Aqui
S. Exc. quen levanto a pona do veu, e delxa
ver todo o'seu pensauento I S. Exc. quer qua-
tro leguas de trras para deslribuir 1...... Deua
lhe sstisfa^a os desejos.
Afioal cooclue o Sr. cooselheiro, declarando,
que nio pode informar acarea dos rendimenlos
desta aldeia, porque oa seus directores nio len
os esclarecimeotos
A' mocidade acadmica.
O Instituto-Histrico Geographico Brasileiro
vai abrir uma subscripeo para com o seu produc-
to levantar-se um monumento a Jos Bonifacio.
Ha muito a gralidie do paiz reclamava a satis-
fazlo da divida, que contrahira com o seu liber-
tador.
Nio basta que o norae de Jos Bonifacio esteja
inscripto em todos os coracoes brasileiros ; que
a gerecio que hoje vive sombra da liberdade o
da paz, bem-diga a toda a hora aquello que lhe
deu a patria, precioso legado, que ha de deixar a
seus filhos. Ainda que profunda e inexiioguivel,
a memoria do grande hornera, guardada apenas
nos coraedes por elle libertados, nao revela ao
mundo o culto que lhe tributamos; nio falla ao
povo com a eloquencia da imagen, que fere a vis-
ta e vai desenhar-se n'alna.
A idea de un monumento a Jos Bonifacio
uma idea abeocoada. Todos nos. guardamos no
coracio o nome do grande patriota; um sen-
limento vivido e sublime; demo-lhe uma ex-
pressio condigna, que atravesse as idades sem-
pre inlelra, sempre intelligivel.
Os alumnos da escola de medicina da corle j
saldaran a quola, que lhes caba oeste obrigaclo
solidaria. Apresaeno-nos, pois, a entrar con a
nossa quota para o seu saldo. Que a patria des-
cance, emflm, alli viada desta enorme divida, e
que o nome de seu libertador nao despert nella
os discordes santiments da gratidio e do re-
mono.
Somos nos, a nova geracio, os legatariosd a obra
de Jos Bonifacio ; e por mais que oes calum-
nien os homens da realidade, que riem-se do
enihusiismo, e que muito presumen de seu bom
seoso, nio uos mostraremos indignos de lio pro-
cioso legado. Deixenos no caminho os invlidos
e descrenles, e prosigamos conquista da gloria,
que o faturo da patria fui-nos por Deus confiado.
O noma de Jos Bonifacio seja para nos a pi-
la vra de paz e concordia no meio da lula, e o
exemplo de sea patriotismo o incentivo do nosso
patriotismo.
A mocidade acadmica que. merc de Deus,
ainda nio deixou de attender voz da caridade
nao fallar con o seu bolo, quando a gratidio
o reclana, quandp a patria o exige. Que todos
corram a alistar-se no numero dos subscriptores
para o monumento de Jos Bonifacio.
Recife, 26 de julho de t8vJ1.
AuguUa Olympio Gomos de Castro.
Jos Julio de Albuquerque Barros.
Francisco Vicente Pianno.
ERRATAS.
No incomunicado assigoado por J. A. F. F. in-
serido no Diorto n. 145 de 26 de junhoem lu-
gar de iaquelles, lea-se a aquelle, quem.
Era vez de villa, lea-se da villa do Pilar.
En vez de engenho Itopu-, la-se do engenho
Itapu-i.
Correspondencias.
do, como delegado do director g/H7mdast,aaW>srajU4v*ge.a at*fl
publicas; inserto oo Diario de^rgeanoiico de 26 aHasdtP SftaBtaMTueiro, que pelo stX.-^^oMltWs
de abril do crreme anno, rra qqal con demasia-
da expansio fallara da aldeia^da Escada ; e eu era
chamado a terreiro, e, severa mente censurado
pos faltas, que em mfnha cohsciencia nio havia
commettido.
Muito estimel que o Sr. conselheiro Cunba Fi-
gueiredo fasse o primeiro a revellar o que alias
todo o mundo eabfa, isto o seu peculiar iote-
reese peles amigos da Escada 1 Que o sabia to-
do o nande (selva a hyperbole] era isto evidente,
porque dorante a sua adminislracio deu cons-
tante* pro?as deseeinieresse, a menos pato spoio.
que presin para edffleacio do engenho Sspucafjr
en trras doa mesmos Indios; e outros favores
naia, que a lempo aeree declarados.
Tambem me ehamaram a attonci para um of-
fleio do dohrgade das torras publicss inserto no
Mario de Pernambuco de 20 do mesmo mez de
abril e anno, aobre negocios da aldeia da Escada;
e como vinha sem data, parece que se quiz attri-
buir minha gerencia a censura, que ra ao di-
Villa-Bella, 11 de julho de 1861.
Srs. redactores.Tendo de defender-me daa
iraputacoes que contra min se acham publicadas
em urna das paginis do n. 145 do sen conceitua-
do Diario de Pernambuco de 26 de junho ulti-
mo, aasignadas por ura incgnito, que tonou a
denominaco de Memorial, e nio podendo-
nesta occasiio expedir as razoes de minha defe-
sa, tanto pela brevidade da partida do correio,
como porque tosejo conhecer o verdadeiro no-
mo desee meu amigo Memorial, para flus conve-
nientes, roge-lhe a especial merc de dar pubh-
cidade a estas liohas e de aonunciar o verdadei-
ro none do mencionado meu anigo, visto que
elle escusou-se de dar-me este prazer.
Digne-se, Sr. redactores, de aceitar os votos e
respeilo do seu atiento venerador e criado.
Jaaquim Goncalves de avor Ayres.
Publici$6es a pedido.
Os abaixo assignados, juizes de facto ol retteifav
sessio ordinaria a> jury desta capital, penhra-
dos pelas naneuas delioadasse oSJbeqvioeas com
que foram tratados pelirlam. Sr. Dr. Francisco
Domioguea da S^ke^aik de direito da segunda
vara crimina^ ^'pteaidente do mesmo tribunal,
yeemDres.i^foapst*stemoohar a 8. S. o quanto
he*** ecohhecidoa, e pare este fim servem-se
uerido dar oa eaclarecimeotos por elle ped-
os I Pois bem em que lei, em que principio,. em que direilo se tunda S. Esc. para ex\gnjes* o>e se lhes offerece.
ca reci melos acerca
aldeias? quem
E' de admira
do em acto offici
da economa
fetoia* daa
do decreto de 24 de julho, s teuhadaPdar con tas
ao governj imperial, por ^aiasmedio do presi-
dente da provincia, qeecetda economa interna
daa aldeias, e a maja naogeem x Ignora que es
rendimenlos das aldeia* gao parto dessa econo-
ma, assim coma a aua despeza, na conformida-
de dos & 30. 31 e 37 do srligo 1." de citado
decreto j
Se son eu o fiscal das rendas das aldeiaa, come
determina o g 30 citada, cono pretende o Sr.
ceflselheiro fiscalisa-las Unben ?
Nao ser isto uma esoandelosa usurpiQio de
funcedes, que lhe nio competom ? Neo sari
maia ana prova do qaa geralmeato sa dia, que
S. Exc. o principal matar dae difificaldades eom
que tenho lutado at hoje aa aldeia da Es-
cada f
Emflm mistar parar aqui, porque do contra-
rio ira mais longo do que oeaejo. O meu fim
est preenchido, que foi destruir as ceaeaue*
que me fez o Sr. eonaelheiro Casas- Figuekedo
O mesmo reeonheeiraeoto menifestom os abai-
xo declarados para com o Illm. Sr. Dr. Francisco
Leopoldioo de Gusmio Lobo, promotor publico,
fmUe draito, dskoffeadaren a sua modestia.
Recife 25 de julro de 1861.
Dr. Jorge Dornellas Ribeiro Pessee.
Jeaquira Jos sUymuudo de Headooca.
Jos Aniso de Sausa Magalbies.
Manuel Jos Danta* Jnior.
Jaaquim Faustino da Piedade.
Leandro Lopes Das:
Louraaco Nunes Canpella.
Joe dae Ssatoa Neeee Jaator.
Joan Pereira tefe
Antena Seraphim doeSaatoe Lina.
Jea Pereira da Casfae Janier.
Urbana Uamede de Alneide.
Augusto Coelho Leito.
Manoei Joaquim Fataandea de Azeredo.
Jea Feteeeoo Machado.
Maaoel lomaoGorraia de Areujo.
Laeooadode Reasa aerea.
Canillo de Lsitia Peixeto.
Joa afeadee Salgada Guiarlas.
Francia* da Ata^asraarqu* Uaia.
de Barro
Alexandre Joa
irros.


sUvaio di
GIBADO v m mn> i* *
(i
%!*-
Francisco Aotosls de Henezes.
Antonio Ignaoa de Msuciros lUgc.
Dr. Jacinta rmeira a Reg.
Inooceneio Isvaer fiama,
Dr. Joao Hepomuceno Dias Fernandos.
Joaquim Jos de Lima.
Jos Patricio de Siqueira VarejSo.
Joao Hermeosfilso torgas Deniz.
Miguel Ribsie Pm4.
Joaquim de Paula Lyr Flores.
Manoel Frsnclaco Marques.
Joaquim de Sita Lssaa.
Madoel Joaquim Rodrigues da Souza.
Jos Varia Sata.
Luiz Aires da Porciuncula.
Francisco de Souza Bago Monleiro.
J6s4 Mana Machado da Figueiredo.
Herculane Julie da Albuquerque Melle.
Joio Ctvalcao de AJbufusrqos Lias.
COMMsEWCIO.
Caixa Filial do Banco do
Brasil em Pernambuco
A directora em virtude do aviso de 8 de ju-
cho prximo paseado, declare que fice praregado
por mala 60 dias a prazo arcado pela arU 4 do
decrete n. 1685 de 10 de novembro do aooo fia-
do, para a substituido das Dotes de20# da emis-
so da mesma caixa, o qual Boda em 19 de se-
temhro rindou re.
Caixa Filial do Banco do Brasil, aos 5 de julho
de 1861.O secretario interioo, Luiz de Moraes
domes Ferrete*.
A directora da caixa filial do baoco de Bra-
sil tem autorisado ao Sr. thesoureiro da mesma
caixa a pagar o 15.* dividendo do aemestre pas-
tado na raio de 8J500 por arcao, de conforml-
dade com as ordens recebidas do banco do Bra-
sil. Recife 15 de julho de 1861. O secretario
interino, Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
41 Cande jga,
Rendimeato do di 1 a 25. 398:8635516
Ideo do da 26. ..... 167O4J108
41&50734
seus pertenees ;
Ferreira da
5 caizes urna alampada coa
a B. Francisco de A. Campos,
H encapados ataos ; a Igatfiio
Costa
3 caizes saoctuaro e tmagens, 90 csdeiras de
pi d'orho al sota de dito, 19 fardos brochas, pin
cefs, escoras, espaoaderes etc., 53 caitas Utas :
a Carvelho Nogueira & C.
Brigue portuguez Bella Figusirentc, viudo de
Lisboa, consignado a F. S. Rabello & Filho, raa-
oifestou o seguicle.
33 pipas. 137 barris com vinho, 16 barra com
vinagre, 76 ditos azeite, 144 ditos toacioho, 30
barricas farinha, 100 sacos (arelo,' 44 saceos fei-
jio, 64 calzas, 190 meias, 134 uarlos com pas-
sas, 30 calzas cera em velas, 7 barricas dita em
grama a aos cooaigaatarioe.
29 barricas cera em grume, 1 costal com coa-
ros; a T. de Aqutao Fooseca.
20 pipas e 100 barris com vioho ; a Barroca
& Madeiros.
6 pipas, 4 meiaa, 10 barra vinagre. 25 barris
azeite ; s Manoel Joaquim Ramos a Silva.
7 pepas e 40 barris com vioho ; a Kralie Wha-
ly A C.
8 barrigas com farinha, 10 seceos com fsrelo,
6 barris azeite, 1 dito oaxaes; a Anir Cou-
linho
3 caitas azulejos ; ao Dr. C. Fenelon Gaedes
Alcoforado.
6 pipase 40 barris com vioho; a Bastos &
Lemos.
10 barris com azeite; a Augusto Cesar de
Abre.
1 emanilha com esleirs. 2 barris com vieho ;
a C. Alcoforado.
6 barris com manteiga ; a Balthar & Oli-
veira.
150 caizas batatas; a Luiz Antonio de Si-
quelra.
100 caizas batatas ; a Molla & Irmo.
*
Qsrlshamn58 dias trigue -susto Yrilon, de
188 toneladas, capito Ck Saofirom,aquipagem
10, carga magaita ; a KaaVmMO & C
Genova59 os, patadre tarto Marta, de 174
toneladas, capitio Luiz Buzano, eqoipagem
(O, carga vinho, masase e feriaba i a Bastea
AL.os.
* Nao sosverew saftvdss.
OtSER-v-ACAG.
Apparece i lete asa brigue portuguez.
s
Editaes.
lamento da alfanrleiga.
Volumes entradoa com fazendas..
- > tom gneros..
Vola mea sabidoa casa fazendas..
com gneros..
14
311
------325
50
139
89
Desca-raga n baja 96 de julho.
Galera rancezaSolferinomercaduras.
Brigue portuguez Figuerenca oebolas e ba-
tatas.
Brigue portuguez -> Amalia I idem.
Sumaca hespanhelaTaliaviohos.
Barca inglezSarnchferro.
Barca americanaAzelia farinha.
Polaca hespanhokaEsmeraldacarne de char-
que.
Polaca hespanholaIndiaidem.
Importbalo.
Sumaca hespanhola Tilia, vinda de Benictr-
lo, consonada a N. O. Bieber & C, manifestou
o seguinte :
160 pipas e 200 barris vioho, 50 quintaes de
ossos ; aos mesmos.
Barca americana Azelia, vinda de Philadel-
phia, consignada a Matheus Austia & C, ma-
nifestou o segeinte :
2,273 barricas e 130 meias ditas farinha de
trigo, 63 caizas, 1 dita urn pianno ; aos mes-
mos.
69 barris banha de porco, 16 caizas relogios,
15 ditas cha ; a ardem.
Brigue portuguez Amalia /, vindo do Porto,
manifestou o seguinte :
2 pipas, 8 meias, .136 barris e 184 caizes vi-
nho, 200 barris chumbo de munigao, 250 barricas
Carinhi de trigo, 125 caizes sebo em pi, 250
saceos feijo. 50 ditos arruz, 3 caixas palitos, 1
dita livros, 1 dita liaras. 25 caixetes pomada, 5
moius de sal;* a Cuoha Irmo & C.
1 caizao raizes de flores ; a Francisco Ra-
dien.
70 caizes vinho engarrafado ; a Marque Bar-
ros & C.
3 caizas linhas ; a Manoel Duarte Rodri-
gues.
7 barris presuntos, 5 caixoes palitos, 10 ditos
pomada, 200 saceos feijio ; a Joaquim Vieira do
Barros.
2 barricas farinha de milho; a D. A. Ma-
theus.
2 volumes pedra em obra ; a B. Francisco de
Souza.
1 calxio imagens e pertenees; a Jos Anto-
nio Horeira Dias.
1 pipa e meia dita vinho, 1 caizo imagens; a
Manoel Joaquim Paiva.
10 cunhetes velas de sebo ; a Antonio Jos
Arantes.
4 f irdos ignorase, 1 cunhete com fouces; a Li-
ma Jnior & C.
1 caixa vinho em garrafas, 2 latas doce ; a
Jos Fernandos Ferreira.
218 caixis batatas. 4,230 resteas ceblas ; a
Jos de Souza Amellas.
1 lata salpices ; a Joaquim Fernaodes Silva
Campos.
1 dita retrato ; a Jos de Azevedo Aodrade.
1 gaiola com nove canarios ; a Joaquim Cu-
nta Neves.
2 caizes ignora-se; a Mala & Irmo.
1 capoeiras galiohsa ; a Antonio Joaquim de
Siqueira.
13 caixoes vinhos ; a Francisco Joo de Bar-
ros.
1 dito peixes; a Henrique Jos dos San-
tos.
1 barril vinho ; a Jos Antonio dos Santos
Lessa.
1 caizo cordo de l e algodo; a Jos dr-
dozo de Si.
2 caizes linhas, 1 dito ealdeiriohas de metal
.doces em bocetas; a Prente Visnna & C.
1 caixote brides e torneiras
Azovedo.
2 caizes linhas e meias ;
to Jnior.
1 caizote panno de Inho, meias e toalhas; a
Manoel Joaquim Gomes.
14 aocoretas azeitonas, 1 barril presuntos e
salpices ; a Manoel Correia de Henezes.
2 caixoes chapeos ; a Fooseca & Guima-
res.
1 dito salpices ; a Moooel Jos de Souza.
72 caixoes e 9 barris vioho ; a Manoel Ferrei-
ra da Silva Tarroso.
10 caizotes fechaduras. 2 ditos penles, 2 di-
toa machado, O ditos entes, 6 ditos fechos pe-
drezes, 19 barra pregos ; a Thomaz Fernn les
da Cuoha.
2 caizes retroz ; a Jos Joaquim Dias Fer-
nandes.
150 barricas farinha de trigo, 1 barril vioho, 1
caixote obras de prata ; a Bailar & Oliveira.
4 caizotes castices, 1 cruz, aparadores, lago,
jarros, damasco, franjas, panninhos, vinagre e
presuntos ; a Jos Rodrigues Ferreira.
1 eaiiio fazendas ; a Ramos & Lima.
8 caizotes pomada, 2 ditos lioha, cozins, pau-
tes, etc. ; a Barroca & Medeiros.
62 calxotes sebo em pao, 50 ditos velas de s#-
bo, 18cadeiras usadas, 1 volnme e5 caizes lou-
i de uso, 1 bnu. 1 sacce e 1 eoodessa roupa
usada ; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
1 fardo capachos, 2 caizotes liaba e sapatos ; a
Theodorc M. da Fooseca.
100 rodas de arcos do pao ; a Jos da Silva
Loyo & C.
90 dilis diloa dita ; a Jos Joaquim da Silva
Gui ararles.
1 calza objectos de uso ; a Augusto Cesar de
Abres.
1 caixa imagens ; a Joaquim Correia Resende
Reg.
4 caixoes chapeos ; a Jos Baplista da Fooseca
Jnior.
100 cales aba; a Doesiagos Rodrigues de
Aodrade.
2 caixas peo tes ; a Francisco Alve de Pioho.
1 dita missanga, bordes, rebique golas, etc., 2
oodecas, palitos, 1 cajista paitas de afiar; Ai-
Tes di C.
21 saceos farelVa, 1 dito sabugueiro, 1 barril
geropica, 1 eaossUa erv cidrsirs; a A. Bmilia
Rocha Vasconales.
1 caizote patas, 10 catar fsHtst de ftsadres;
Manoel J. da Fooseca.
1 caisas, 1 hataca a siaahas da farra ; s Anto-
nio Jesnata Mswtr.
24 caraste fdts da seto, 2 ditos sato asa
pi, 6 ditos paaaadt r wmtVtf ttendto.
2 latas salpices a Jos Dias da Silva Guima-
riea.
1 barril com vinho ; a Brilo & Queiroz.
5 pipas, 4 meias e 15 barris vinagre, 20 barris
e 40 aocoretas vieho ; a Cunha, iTmos& C.
450 caixas balitas, 250 caixas e 500 molhos
ceblas, 25 pipas vinagre e 20 ancoretas vinhos,
100ditas azeitonas, 2 caixas com doces ; ao ca-
pitn.
2 caizas drogas ; a V. J. da Brlto 4 C.
7 caizas mermelada ; a M. Duarte Rodrigues.
1 eaixute cora resaa ; a J. da Silva Paria.
3 caixas e 2 fardes dragas a Bartholemeu F.
d'Souza.
2 caizas com livros ; a Almeida Gomes Alves
fcfi.
15 caizas 85 meias 213 quattos passa; a Luis
J. da Costa Amotim & C
6 saceos com comiunes ; a Antonio Jos
Arantes.
5 caitas 2 fardos e 1 barrica drogas ; a Joao
Seum & C
1 caixa chioellas ; a Satyro SeraCm da Silva.
3 caixas com vioho : a Vicente Ferreira da
Costa.
100 barricas com farinha ; a Amorim & Ir-
mo.
4 saceos Iremocos, 1 caixa ervilhas; a Gui-
lherme Ferreira Pinto.
2 caixas mermelada, 2 dilas amendoss, 1 dila
ervilhas, 3! aitas passas, 1 dita ameixas, 2 ditas
massa de tomates, 1 dita peixe, 1 dita peras ; a
Dearled: Souza.
20 barris com vinho ; a Jos Antonio .da Silva
Jnior.
1 esleir ; a Antonio Marques Soares.
1 caixa typos ; a Guimaraes & Oliveira.
25 caixas cebollas, 50 ditas batatas; a Jos
Fernaades Ferreira
78 caizas cebollas ; a Joio Carlos Coelho da
Silva.
30 csixas cebollas, 50 ditas batatas 5 saceos
comiohos, 5 ditos herva-dce ; a Antonio Lopes
Rodrigues.
1 barril vinho ; a Silva & Santos.
1 vaeca ; a E. P. Wilson Jnior.
1 caixa com livros d'ouro ; a J. M. da Cruz
Correia & C.
2 carluzos com soberanos ; a M. Ignacio da
Oliveira & Filho.
I caixote com imagem ; a Jos Pereira Vi a ri-
a Jnior.
1 caixa com relogio ; a ordem.
1 volume pedras para gamo ; a ordem.
objetos usados ; a Joo Jos de
3 vulume
Amorim.
1 volume
Cunha.
com livros ; a Manoel Pereira da
; a Guimaraes &
a Jos de S Lei-
Exportac&o.
Do aja 23 de julho.
Barca ioglezs Colima, para Val Paraso, carre-
garam :
James Ryder & C, 1,200 saceos com 6,000 arro-
bas de assucar.
Barca diaamarqueza Fingal, para o Canal, car-
regaram :
Mills Lathan & C 1200 saceos com 6,000 arro-
bas de assucar.
Brigue nacional Eugenio, para o Porto 9 Lis-
boa, carregsram :
Azevedo & Mendes, 38 barris com 1,69i medi-
das de mel.
Brigue portuguez Constante, para Lisboa, car-
regaram :
Prente Vianna 4 C 46 saceos com 173 arro-
bas e 6 libras de gomms, e 190 couros salgados
com 5,479 libras.
Francelino Isidro Leal & C, 65 saceos com 325
arrobas de assucar
Joo Pinto Serodio Jnior, 2 pipas com 368
medidas de cachaca.
-24-
Brigue portuguez Constante, para Lisboa, car-
regou :
Thomaz de A. Fonceca, 600 saceos com 3,000
arrobas de assucar.
Brigue dinamarqus Filgal, para o Canal, car-
regara m:
Mills Lathsm 4 C. 1,100 saceos com 5,000 ar-
robas de assucar
Racebedoria de rendas internis
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 25. 37 891 #81
dem do dia 26......: 7:089*214
44:980j>995
Consulado provincial.
Rendimento do dial a25.
dem do dia 26. .
80 3883514
1:248977
81:637a491
Moyment do porto.
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A sotte clara com ate,usa agoaceiros, verti SE
booan^a at as4 h. 30* que rondoupara a terral.
08ClL*g* DA BAR.
Preamaraa7 h. 18" a azanha, altura 6.4 p.
Baizamar as 1 h. 4T da larde, altura 1,4
Observatorio do arsenal de marinha, 26 de ju-
lho de 18*1.
tsauMo SrarrLi,
1* tnsale.
Navios entrados no dia 26.
Babia5 asas, trague aaesashel figilattU, de
IsnsMsSy aapita* Jos Mireteli, esjaipa-
. e* lastro; a Aaacttim rmeos.
a partos fnterasaslW W horas, vapor
nacfonal Persinunga, commandante Manoel do
O Dr. Francisco de Asis Pereira Rocha, julz de
direilo especial do commeretn desta cidade do
Recife o sea termo, capital da provincia de
Pernambuco, por S. M. Imperial e Constitucio-
nal o Sr. D. Pedro II, que Deas guarde, etc.
Fa^o saber pelo presente que no da S de ages-
to do correte anoo, se ha de arrematar por ven-
da, a quem mais dar, depofs da audiencia res-
pectiva e em praea publica a eserava de nome
alara, de naeo Bengaella, idade de 45 ansas
pouco mais su menos, a qual perteneente a
Jogo FernandesBaptista, e vai a praga por exe-
cu;o, que cootra este encamintvam a Viua
Amorim 4 Filho, averiada a mesma eserava em
500*: e aa falla de licitantes ser arrematada
pelo prego da adjadicaclo com o abitimeuto da
lei.
E para que a todos chage a noticia, maodei
pasear editaes, que sero aBlzados nos lugares do
costume, e publcalos pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 26 dias do mezde julho de 1801.
quadragesimo da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu, Manoel de Carvarho Paos de Andrade, es-
crivo o subscrevi.
Francisco de Assis Pereira Rocha.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia, em oumprmento da or-
dem do thesouro de 6 de maie ultimo manda
fazer publico, que tica aborto para o dia 29 de
julho prozimo seguinte novo concurso para pre-
enchimento dos lugares de pralicante da alan-
dega desta mesma provincia,jcomecaodo os exa-
mes as 10 horas da manha sobre as seguimos
materias : Ia grammatica da lingua verncula,
leitura e escripia correcta e correte; 2* theo-
ria da escripturaco mercantil por partidas-
simples e dobradas, e suas applicages ao
commercio, e a administraco da fazenda ; 3a
arithmethica e suas app!icaoes ao commercio,
com especialidade a reduego dos pesos e medi-
das nacionaes e estrangeiros, calculo de descon-
t e joros simples e competios, theorias de cam-
bios e suas appricages ; 4a noeftes de algebra ;
5a traduego correcta das lioguas iogleza e ran-
ceza, ou pelo menos da ultima ; 6* principios
geraes de geogra-phia de historia do Brasil, e de
estatistica commercail. Aquelles que pretenderen!
ser admittidos aa coocurso, devero previamen-
te provar, que leem 18 annos completos de ida-
de. que esto livres de culpa e pesa, e que teem
bom comportameolo.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 4 de junho de 1861.
Serviodo de offlcial-maior.
Luiz Francisco de Sampais e Silva.
Por ordem do Illm. Sr. inspector da alfan-
dega se contrata por um anoo o ornecimento de
races para a guarnigo da escuna Lindoya, a
saber:
Pao.
Bolaeha.
Assucar branco.
Caf em grao.
Arroz do Maraaho.
Bacalhio.
Carne verde.
Dita se ce a.
Toucinho.
Farinha de mandioca.
Feijo.
Agurdente.
Azeite doce para comida.
Dito para luz.
Vinagre.
Velas deespermacete.
Ditas stearioas.
Sal.
Lenha em achas.
As pessoas que quizerem contratar dito orne-
cimento apresentem as suas propostas em carta
fechada ateo ultimo do correte mcz.
Alfandega de Pernambuco 18 de julho de 1861.
O 1 escripturaro,
Firmino Jos de Oliveira.
O Illm. Sr. iospector da thesouraria pro-
vincial em observancia da ordem do Ezm. Sr.
presidente da provincia datada de 19 do corren-
te, manda fazer publieo, que ao dia Io do mez
de agosto prozimo viodouro, peranle a junta da
fazenda da mesma thesouraria, vai novameote a
praga oara ser arrematado a quem mais der o pe-
dagio da barreira da ponte de Tacarusa, avallado
em 300S000 rs. aonuaes.
A arremalaco ser eita pelo tempo de dous
tonos e 007.0 mezes, a cootar do dia 1 de agos-
to do correte anno a 30 de junho de 1864.
A* pessovs que se prooizerem a esta arrema-
tacao coroparecam na salla das sessoes da mesma
junta no dia cima radicado, ao meio dia, e com-
petentemente habilitados ; para o que se acha
desigoado o dia 25 do correte.
E para constar maodei a (Tizar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 20 de julho de 1861.
O oficial da secretaria,
Miguel Alfonso Ferreira.
O Dr. Francisco de Assis Pereira Rocha, official
da imperial ordem da Rosa, a juiz especial do
commercio desta eidade do Recife de Pernam-
buco e seu termo por S. M. I. qae Dees guar-
de ele.
Fago saber aos que o presente edittl virem e
delle noticia tiverem, que no dis 8 da agosto do
cerrenle anno se ha de arrematar em praga pu-
bl'ca deste juizo, linda a audiencia, a eserava de
nome Edurrges, crioula, de idade de 25 annos,
poucos mais os menos, avallada em 1:4003, per-
teneente a Joaquim Pereira da Silva Santos, e
vai praga por execugo que Ihe aove Miranda
4 Vasconcellos ; e caso nao apparega langader
que cubra o prego da avaliago ser a arremata-
gao feita pelo prego da adjudicacao cem o abate
da lei.
E para que o presente chegue ao conhecimento
de lodos ser publicado pela imprensa e affizado
na forma do eslylo.
Cidade do Recife 23 de julho de 1861.
Eu Adolpho Liberato Peroira de Oliveira, es-
crevente juramentado, o escrevi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento,
eacrivo, o subscrevi.
Francisco de Assis Pereira Rocha.
O Dr. Francisco de Assis Pereira Rocha, juiz de
direito especial do commercio desta cidade do
Recife, capital da provincia de Pernambuco e
seu termo, por S. M. Imperial e Constitucional
o Sr. D. Pedro II. que Deus guarde, etc.
Pago saber aos que o presente ediial virem e
delle noticia tiverem, que no dia 8 de agosto se
ha de arrematar por venda a quem mais der, em
praga publica deste joizo, na sala dos auditorios,
um mulato de nome Eugenio, com 35 annos de
idade, pouco mais ou menos, avahado por 1:000$,
o qual foi penhorado por execugo de Jos Bap-
lista Ribeiro de Para, contra Manoel Jos Leile ;
e nao haveodo laugador que cubra o prego da
avaliago, a arrematarlo ser eita pelo valor da
adjudicarlo com o abafimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
maodei passar editaes que sero publicados pela
imprensa e affizados nos lugares do costume.
Itecifo 4 de julho de 1861, 40 da independen-
cia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, es-
Crvio o subscrevi.
Francisco de Assis Pereira Rocha.
Pela inspeego da alfaadtga se tz publico,
que no dia 29 do corrento mez se ho de arrema-
tar parta a mesma raparlicio e depois de meio
dia, sendo a arrematago livre de direitos ao ar-
remataste, 142 caizat vasiat que oooltoham ce-
blas, ao val* de 320 rs. cada urna, a 400 ditas
batatas no de 160 rs rada urna, total 1121640 rs.,
viudas de Lisboa oo brigue portuguez Soberano
S abeoaouadaa aos direito per Francisco Seve-
ritsa Raselle 4 Fithe Alfasdega de Peraambu-
Para provimenlo dasawuazens do arsenal
de guerrs.
50 arrobas de plvora gragea.
50 massos de breles.
5 arrobas de o de vela fin.
1 grosa de limas erratas de M pellegadas.
I dita de ditas ditas de 8 ditas.
1 dila de meias amanan 12 dita?.
1 dita de ditas ditas da B ditas.
ltjogvs de alicate! chalse redondos.
8t cafsw de felhaa se ftaoflree com marea XXI.
ditas cem diUs de ditos soea marca IX.
4 ditas cora dita de dila eom marea 1G.
t arrobas d% pds pretos.
2 arroba de aecsote.
Qsem quizar vender taes objectos, aprsente ss
anas propostas em carta fechad, na secretaria do
cooselho, ls 10 horas da manha e dia 29 do
corrate mez.
Sala das sessdea do conselho adnrirrietrativo,
para ornecimento do arsenal de gnerra, 22 de
julho de 1881. *
Bento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Ptrcrra tobo.
Coronel f ogsl secretsria interino.
Os abaizo assignados fazem sciente aos pos-
suidores de carros de alugael de 4 a 2 redas,
mnibus, carrogas s vehculos de condugo avi-
sen) a mesa do consulado provincial, tflm da re-
oeberem o numero que tem de mandar ptr aos
mesmos, eom es qoaes tem da serem matricula-
dos na repartgao da polica, devendo-se Sudar
o prazo no di ultimo do mez correte.
Primeira secgo da mesa do consulado provin-
cial 13 de julho de 1861.-Os lasgadores,
Joo Pedro de Jess da Malta.
Demetrio de G. Coelho.
Pela administraco do crrelo idesta clda-4
de se faz publico que em virtude da convenga
postal celebrada pelos goveraos Brasileiro e
Francez serlo expedidas malas para s Europa no
di 31 do correte mez, de conformidade com
o annuncio deste correio publicado no Diario
de 29 de Janeiro ultime. As cartas sero rece-
bidas M 2 horas antes da que fur marcada para
a aabida do vapor e os jornaes at 4 .horas an-
tes. Correio de Pernambuco 24 de julho de
1861.O 'administrador, Domingos dos Passos
Miranda.
Conselho de compras na va es.
Tendu de ser promovida a compra do material
da armada, abaixo declarado, manda o cooselho
fazer publico que tere isso lugar em sesso de 27
do correte mez. mediante propostas em cartas
fechadas apreseuladas nessediaat ss 11 horas
da manha, acompanhados das amostras do que
caiba no possivel.
Para o arsenal e navio.
De 620 olhas de cobre de 28 a 30 ongas com a j
compotente pregadura, e 6 barris de alcalro.
E para o arsenal.
De 100 Mames de sicopira, 10 tonelladas de
ferro bruto e 10,000 ps de pioho de ritioa em
tabeas de 2 a 3 pollegadas.
Sala do cooselho de compras navaes em 23 de
julho de 1861.O secretario,
Alexsndre Rodrigues dos Aojos.
Conselho administrativo.
O cooselho administrativo para ornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes :
Para provimente dos armezeot do arsenal
de guerra.
20 railheires de pregos da assoaino.
500 meros da sota.
50 garrafas d tinta.
500 peonas de gango-
50 pares de dobrad 20 pares de ditas para portas.
Quem quizer vender taes objeclos aprsente
s suas propostas em carta fechada na secretara
do conselho, s 10 horaS da manha do dia 31 do
correte mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 24 da
julho de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario ioterioo.
CONSULADO PROVINCIAL.
O administrador da mesa do consulado pro-
vincial faz sciente aos agentes de leudes para que
apresentem nesta reparligo as notas dos que
houverem feito do primeiro do correnle mez
em diante, para que possa ser arrecadado o im-
posto dt meio por ceuto decretado pelo 30 do
artigo 40 da lei do orgimento vigeote leodo em
vista o disposto oo artigo 3 do regulameoto de
15 dpsls mez dado pelo Ezm. Sr. presidente da
provincia para observancia dasupracitadalei.para
o que marca o prazo de 8 dias de conformidade
cem as ordens do Illm. Sr. iospector da thesou-
raria provincial em referencia ao artigo 8 do
j citado regulamento. Outro sim faz sciente
aos mesmos que na falta de cumprimento deste
dever ser cumprido a disposigo dos 1 e 2
do artigo 4 do mesmo regulamento.
Meza do consulado provincial de Pernambuco,
24 de julho de 1361.
Antonio Cameiro Machado Ros.
Acha-se recolhido a casa de detenge o pre-
to escravo de nome Luciano, que fra preso, tea-
do coofessado ter fgido ha mezes de um eoge
oho, aem dizer o oome do mesmo oem e do se-
ohor: a peasoa a quem perteocer, dirija-ae
esta subdelegada, que provando, lhe ser, en-
tregue. Subdelegada da freguezia do Poco da
Paoella 25 de julho de 1861.O subdelegado,
Jos Googalves da Porciuncula.
Pela admistrago do correio desta provincia
se faz publico para Gris convenientes, que em
virtude do dispusto no srt. 138 do regulamento
geral dos crrelos de 21 de dezembro de 1844 e
art 9 do decreto n. 785 de 15 de maio de 1851,
se proceder a consumo das cartas existentes nes-
ta adminislragao, pertencentes ao mez de julho
do aooo passado, no dia 3 de agosto prximo, s
11 horas da manha, na porta da mesmo correio,
e a respectiva lista se acha desde j exposta aos
inleressados. Administraco do correio de Per-
nambuco 26 de julho de 1861.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Termina** eapecramslo coas Boda ramale
t um acto, ornad da mosies,
Una licito de ciarn.
Teman parte os Sr. Hay mundo, Vvente, Tei-
asara, s a Sras. D, Isabel e D. Carmela.
_ Gsmegars7# horas.
THEATRO
Bnliia.
Em conseqaieucia da molestia de um artista,
nao ter lugar o concert aonunciado parado-
mingo 28 do correte.
BAILE
CAS POPULAR
no
MAGESTOSO SALAO
no
PALACETE DA RIJA DA PRA1A.
Sabbado 27 do corrente.
llavera oeste di um sumptuoso baile, envi-
dando se para isso os meio possiveis. llavera
lunch, e o gabinete ptico presentar novos cua-
dros ; o novo director da msica comprometie-
se a ezecutar oeste dia as mais liadas pega do
seu repertorio.
Sero observadas as disposiges do regulamen-
to interno, o qual ved* o ingresso a todos aquel-
les que nao se portarem segundo ss regra da
boa sociedad? e fina e-lucago.
i***** P*" damas, gratis; para cavalleire,
z^OOO.
Segu a sanaca norteada, espito Belchior
Maciel Araujo ; para o reslo da carga que loe
falla e passsenos, trats-se com Azevedo & Men-
dos, roa da Ceta 1.
Lisboa e Porto.
Segu at o flm da presente semana o veleiro
brigue nacional Olinda, capito los Gaspar
Pestaa, recabe nicamente passagelros, para os
quse tem cemmodos regulares : trata-se cem,
Saltar A Oliveira. ra da Cadeia do Recife n. 12-
COMPANHIA BRASILEIRA
LPT,
pipi?ii nwa,
Espea-sedos portos dasul at o'da 30 6o
corrente om dos vapores da carreira, o qual de-
poisda demora do costume seguir para os por-
tos do norte.
Engaja-se desde ja a carga que o vapor peder
coodozir, recebe-se passageiros, eocommendas
e dinheiroa rete: na agencia ra da Cruz n. f,
escriptoro de Azevedo & Mendes
MaranhoePar
O hiate Novaes segu eom brevidade : para
carga e passageiros, trata se com os consignata-
rios Marques, Barros 4 C, largo do Corpo Santo
numero 6.
GRANDE
E
seas
Usara.
es, 2f Ss julho ae18!.O 2a eacripturrio, Ma-
. zimiaoo F. P. Osarla.________
Qmt} artotirtraUTt. "
O conseHra a^mroistratira, para fonsneimento
Kseaat ds narra, tasa de esmerar os objec-
I tos seguintes;

THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMANO.
231 RECITA DAASSIGNATRA.
Sabbado 27 de julhsj.
Subir scena o ezcellenle drama em 4 actos
escrpto pelo Sr. L. A. Bourgaio, eutor do Pedro
Sam. Luiz de Camdes, Mosleiro de Sant'Iago, Ca-
sa Maldita e outros,
OS TRES AMORES
Sumptuoso baile
NOS
Salves do caes de Apollo
(Sem lunch )
Sabbado, 27 de julho.
Em 8'tisfago ao dia de Saot'Anna, cuja mag-
nificencia faz lembrar a bella festa de Sao-Joo,
ter lugar oa ooite antecedente um grande baile
nosi saldes do caes de Apollo, e cujo dirertimento
assislir um crescido numero de damas e cava-
lheiros. que tem sido convidados para abrilhan-
tar este magnifico sero.
A easa estar lindamente adornada, e serlo
tocadas as melhores quadrilhaa, polks, sholthz,
valsas, etc., do repertorio do eximio artista o Sr.
Branco.
A msica do 4o batalho de artilharia a p
ezecutar, nos intervallos das dancas, variages,
cavatinas, batalhas, etc., etc.; o que tornar
mais brilhaote eala festa popular.
Ser cumprido plenamente o regulamento do
Sr. Dr. chefe de polica.
Entradas, para senhoras, gratis para cavalhei-
ros.ji apOOQ.
Atsos martimos.
Lisboa.
Vai sahir com toda a brevidade o brigue por-
tuguez Soberano por ter o seu carregamento
quasi completo : para o resto e passageiros, tra-
ta-se com o consignatario T. de Aquino Fonseca
Jnior, rus da C-cimba o. 1, primeiro andar, ou
com o capito na praga.
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 29 do correte espera-se da Europa
o vapor Magdalena, commandaote Wolirard,
o qual depois da demora do costume seguir pa-
ra o Rio do Janeiro toeaode na Bahia : para pas-
sageos etc. trata-se eom os agentes Adamson
Howie & C ra do Trapiche Novo n. 42.
COMPANHIA PERIUIBUCANA
lavegacocosteiraavapor
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu', Aracaty Ceara',
e Acaracu*.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portes do oorte at o Acarac no
dia 7 de agosto s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 6 ao mel dia. Eo-
commendas, passageiros e dioheiro a freta at o
dia da sahida a 1 hora : escriptoro no Forte do
Mallos n. 1.
Para o Aracaty
sabe o hiate Dous Irroaos ; para carga trata-se
com Martios & Irmo, ou com o meslre Joaquim
Jos da Silveira.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegado costeira a vapor.
O vapor Perstsunjo, commandante Moura.
segu viagem para os portos do sul de sua es-
cala oo dia 5 de agosto as 4 horas da larde. Re-
cebe carga at o dia 3 ao meio dia. Passagei-
ros e dioheiro a frete at o dia da sahid t
horas: escriptoro no Forte du Matto9 o. 1.
Para o Aracaty e Ass
segu em poucos dias o hiate Camaragibe por
j ter metade do seu carregameoto ; para o resto
e passageiros, trata-se cem Luiz Borges de Cer-
queira, na ra do Vigario o. i.
Para Lisboa.
O brigue Cooslanle. sahe impretcrivelmente
no dia 6 do prozimo mezde agosto ainda rece-
be alguma carga e passageiros, para o que se
trata com o consignatario Thomaz de Aquino Fon-
gees, ra do Vigario n. 19, ou com o capito Au-
gusto Carlos dos Rej.*._______________
Leiloes.
Leilao
Sabbado 27 do corrente.
Costa Carvallio fara' leilao por man-
dado do IlIriK e E\m. Sr. Dr. juiz do
commercio e a requerimento dos cura-
dores fiscaes e depositarios da massa fal-
lida de Manoel Francisco de Mello, da
loja de calcado do pateo do Livramento
n .. indo na mesiaa occasiao as dividas
pertencentes ao mesmo fallido.
LEILAO
Segnda-feira 29 do corrente.
PARA OS SENHORES
Acadmicos e litteratos.
Costa Carvalho fara' leilao no dia ci-
ma ao meio dia em ponto por couta dt;
urna pessoa que se retira para fon la
provincia, de diversas obras de direito.
medicina ehomeopatbia,sem reserva de
preco.
LEILAO
o-
0 GOTERHADOR DE BRAGA.
DENOMINACO DOS ACTOS.
1.*O assassinato.
2.*O juramento.
3 Horramos juntos.
4.*rr. Eszebio.
PERSONACENS.
Fr. Euzebio.......!*>.......... Germano.
Eduardo de Menteses.......... Vicente.
D. Alfonso, goveroador de Bra-
ga............................ Nono.
D. Rodrigo, antigo militar.... Leite.
rfta-Lobos.................... Valle.
Jeronymo, creado.............. Rarmundo.
.Manoel. camponez.............. Telxeirs.
Benedicto...................... O. lesoina.
Gregorio, ewcerelro............ Campos.
Antonio, creado.............. Santa tosa.
D.isasvt........................ O. fs*et
D. Brenca...................... D. Manoel.
Theodors, creada.............. D. Carttels.
Homens do pavo, soldados, etc.
A acfto pasta m em Portugal, as cidade de
Braga, no anno ds 1386.
O patacho nacional Barros l, de superior mar-
cha, segu com brevidade para o Rio de Janei-
ro, recebe carga a frete : trata-se
Amorim & Filho, ra da Cruz n. 45
capito a bordo.
com viuva
ou com o
O agente Hyppolito de novo levara*
a leilao as dividas activas da massa do
fallecido Manoel Antono dos Passos
Oliveira & C tendo lugar a venda em
seu escriptoro da ra da Cadeia do Re-
cife n. 4ft, primeiro andar : sabbado
27 do corrente, as 11 horas em ponto.
Consulado de Franca.
LEILAO
Hotel inglez.
O agente Hyppolito da Silva autorisado pelo
Sr. consol de Franca, far leilao do hotel inglez
sito na roa do Trapiche ns. 3 e 5 o qual ven-
dido por ter fallecida Mademaselle Maunier co-
nhecida vulgarmente pelo nome de Dubois, sen-
do que um dos primeiros pagamentos que se far
depois de effectuada a venda ser una letra per-
teneente ao Sr. Dr. Nabor, e a outros credores.
E' desnecessaro dizer-se que o mesmo hotel es-
t bem montado' os pretendeotes pois para in-
formales dlrijisise desde j a chancellara do
consulado de Franea das 10 horas da manha as
3 da tarde dos dias uteis que ahi encootrarao
as clausulas especiaes para arrematado. O lei-
lao ter lugar oa chancellara do consulado de
Franca no diaqnarta-feira 7 de agosto prximo
futuro as 11 horas em ponto.
LEILAO
Para Lisboa e
Porto.
Segu eom brevidade o brigue nacional Eu-
genia, de primeira classe, capitio Manoel Ete-
qoiel Migeos, o qual tem dous tercos da carga
engajada, pira o reato que Ihe falta e passageiros
trata -se so escriptoro de Azevedo 4 Meadas
ra da Cruz n. 1, ou com o capitio na praca.
Aracaty.
Segu brevemente para ssse porls o hiate na-
cional < Eihalacso : para carga e passageiros
trata-se eom Gurgel Iranios ns rs ds Cadeia do
Recife s. 28 1 aodar.
Almirante.
Sega psta o Mis ds iensir brigus ssetsstel
cAtmiante. capitio Hsatlque Cstreia Frsitss, o
qsal tem parte da cavg premola : parto resto
que las falta e seoraves a fcret, tratarse tmm
Azevedo & Mendes, ra da Ccvab. U
OUARTA-FEIRA 31 DO CORRENTE.
Costa Carvalho, fara' leilao no dia
cima as 11 horas em ponto ero seu ar-
mazem na ra do Imperador n. 35, de
um terreno sito na ra do Ouro junto
da casa nova do.Sr. Moreira, com 40
palmos de frente e 1*6 de fundo : as
f 1 horas em ponto.
LILAO
I DE
Taberna do Retira
Sita no eaes do Ramos.
. Aduuc far leilao ds una (aberras sita oo eses
po Ramos que outr'ora perleqcfn ib sV. Lsi*



MARIO n fiRHAiooo,. u ^bfiiJXl 27 Dfi JLHO DR 1811.
Jos Marques, a qual ser Tendida som reserva
de prego algum, em uta lote ou a Tontada do
comprador, cojo leilao lera lugar terca-feira 30
do correte, ai 11 horas em ponto.
LEILO
DE
lima oficina de toroeiro,
Terca-feira 30 do corrente.
Costa Carvalho far leilo no dia cima as 11
horas em ponto, da officina de loroeiro da rui
do Amoiim n 18, consistindo em ferramenta,
arcos, barris, toneletes e ontros muitos objeotos
pertenceotes a mesma efrfcma.
LEILAO
O aee-ate Evaristo far leilao hoja 2Y do cor-
Tente pelas 11 hornada tnanha na porta da al-
tndola de 57 callas de batatas a marca Sul, de-
aero bavcadas de bordo do brigue Soberano.
Avisos diversos.
t000daco Egpo gvaptttca
pctrnamlmcana
Domingo, 28 do corrente, s 10 horas da ma-
ntisa, lera lugar a eleicao do novo conselho que
tem de dirigir os trabalhos desta Associecao no
anno social de 1861 a 186-2. Scienlifico perianto
aos~Srs. socios effeclivos que lenhara era consi-
derado o disposto nos arts. II dos estatutos. 2
da resoluQao de 7 de margo de 1858 e 1 com os
seus da de 7 de outubro de 1860.
"Secretaria da Associagio Typographica Per-
nambucana 20 de julho de 1861.
J. Cesar,
Io secretario.
Cassino Militar
Pernambucano,
A directora participa a todos os Srs. socios.
Tjue se acha marcado o dia 14 do prximo futuro
Diez para a terceira partida, e roga aos meamos
najara de apresentar suas propostas at o da 2
de agosto.
A directora lembra aos Srs. socios que, todas
as propostis enviadas depois do dia 2 nao sero
niais aceitas, como frisa o 7 do art. 13. assirr.
como igualmente aquellos que nao tiverem os
preceitos do 6o do raesrao artigo.
Outro sira roga a todas as familias convidadas,
fiel execucao dos artigos inscriptos em os car-
toes de convites.
Recife 27 de julho de 1861.
Antonio Vilella de Castro Tavares
1. secretario.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro que teoha pratica
sufliciente para tomar conta de urna taberna que
s vende para a trra, e que d fiador a sua con-
: a trstar n) travessa do pateo do Paraizo
D. 16.
~" {f-?Lrique Dammpyer, retirase para a Bahia.
Wilnerm Marhecine. retirs-se para a Eu-
ropa.
Fariuha.
Vendem saceos cem farinha a 2* e 15*800, pro-
pna para arranjos de familia e para o sustento
de animaes. como sajara galliohas a porcos, boW
cavallos, etc., e tambera se precisa alugar urna
prela para o servico de casa ; paga-se bem : na
tatema grande da Soledade.
A
V so.
Roga-se ao Sr. Alanoel Patolla a ao Sr. Al-
pido, boleeiroa do Sr. Claudio Dubeux, queiram
dingir-se ao bolequiro da ra do Imperador n.
Ib, pars realisarera o negocio que nao ignorara.
Boa-Vista, travessa do Pires.
Aluga-se urna padaria com lodos'os perlencfs
ou paja qualquer ofBcina, com iaslseguintesdi-
mencops : luja. 90 palmos de fundo. 35 de largo
um lelheiro rom 70 de lsrgo e 60 de fundo, ga'
ranle-se o aluguel: trata-se na ra da Senzala
wova n. Ju.
Irmandade do Divino Es-
pirito Santo.
Tendo se descompletar a mesa regedora coro
mais quatro membros como determina o novo
com promisso approvado pelos poderes competen-
tes. Sao convidados os uossos charissimos ir-
maos ex-iuizes eaquelles irruos que gozam das
regalas de berofeitures para sereunirem no con-
sistorio da irmandade no domingo prximo 28 de
olno corrente. pelas 10 horas da manha e nes-
sa reuma. darem cumprimento ao que determi-
na a referida lei. Recife 23 de julho de 1861.
O procurador geral.
J. A. dos Santos Coelho.
vuente Lafoorcade, subdito Francez reti-
ra-so para o Rio de Janeiro.
Troca-se por mu pouco dinhero urna ima-
gem do Seohor Crucincado. muito perfeita com
neos dornas e um rico sudario todo bordado de
ouro fino; para ver a tratar na ra estrella do
Ros.no na loj de ourives o. 6, defroole do
ooare?.
Alugara-se 2 pretas para lodo o servico de
urna casa, ua travessa de S. Jos n. 9 ; assim co-
mo vende-se o seguinte: um chapeo armado
urna band3, um par da esporas, urna charlateira,
urna pasta to4es estes objectos anda nao foram
servidos e sao proptios para official superior.
^o7-n7,r,'aGpaSSa"9lp0rWLaie"s uma kypetheca
de 4.000$ em um bem sebrado nesla praca. pa-
gan lo-se mensalmenle os juros a proporcao que
so forera veucendo para o que se coropromeYe
os alugueres do mesmo sebeado: a tratar na ra
ra das Larangeiras d. 18, segnndo andar.
Compra-se um escraviuho que se a pardo
que tenha algum principio de sipateiro ou qu
seja geitoso para aprender : na ra do Vigario
Claudio Jtdbenx, proprietario das linhas de
mnibus, faz sciente a quera convier que domin-
go 8 do corrente havero omoibus na ra do
Crespo as 10 horas em ponto, para conduzir as
pessoas que quuerem ir asaistir ao divertimenlo
que tem lugar saquera dia no sitio dos Bur.tis
Arraial, pelo diminuto prego de 1 para ida e
If para volt.
Jos Garrido Feraeira dos Santos subJito
portuguez retira-se para fora da provincia.
Queijo de joalha a 560 rs. a
libra
Vende-ae na ra daaCruzes a, H esquina da
travessa doOuvidor.
Belogi e correte de ouro
patenta inglez *eode-se por grande preciso de
duibeiro por meaos do seu talor 80S, ao largo
da Penbi n. 6. w -m
Ama para meninos.
35, precisa-se da
coetumes paca lo-
Na ra da Cadeia Val ha n.
urna mulber da muito bons
mar coala de 3 meninos.
Precisa-se de urna ama para cozinhar a en-
gommar: na ra Nova n. 16.
Aluga-ie urna casa na Capunga
Nova estrada do Jacobina, com pro-
porqSes para oferecer agradayel ino-
radla, sendo que tem terreos em ca-
da um dot- lados, com poitoes : a tratar
na ra da Cadeia do Recife escriptorio
n.28.
Precisa-se de urna cria-
da : na ra do Vigario n 2.
Aluga-se urna boa ama de leite,
quem precisar dirija-se a ra da Auro-
ra passando a pontezinha a primeira
casa.
Grande pechincha a 9*.
Paletots saceos de caseinira muito
bem fetos com abotuadura de madeira
a 9$ cada um : na ra Nova n. 42, de-
fronte da Conceicao dos Militares.
Hoja 25 deiulho furtaram um relogio de
prata foliado, horisontal, n. 7807: quem poder
dar informacoes a A. Aschoff, relojoeiro roa da
Imperatriz n 14, ficar bem recompensado.
Jos Antouio da Silva Beiciz vai a Portu-
gal tratar de sua saude.
O* abalxo assignados fazem scienle ao pu-
blico com especialidade ao corpo de commercio
di-sta pra^a que no dia 30 de junho proxi jo pas-
sado diasolveram amigavelmente a de commom
accorlo a sociedade que linham na taberna n. 4
do beccodo antigo Porto, a qual gyrava soba
firma social de Frreira &Miia, ficando a cargo
do socio Maia lodo o activo e passlvo. Recife
26 de julho de 1861. Bernardo Ferreira Lou-
reiro.Antonio Joaquim dos Santos Maia.
Na ra estrella do Rosario d.21, primeiro
andar, precisa-se de urna ama para comprar e
cosiohar para urna aenhora.
Offerece-se um sacerdote para capellas de
engenhoou povoados : quem quizer annuncie.
Aluga-se urna sala propria para escriptorio:
na ra larga do Rosario n. 35, deposito de as-
sucar.
Attenco.
*
O Sr. eogenheiro Francisco Soares da Silva Re-
tumba, da Parahiba, mande pagar o que devea
loja do tinado Antonio Francisco Pereira.
Alaga-se um escravo pardo, muito civiliaa-
do, proprio pura criado, copeiro e cocheiro :
quem o pretender, dirija-se a iua da Florentina
numero 11.
Offerece-se urna ama para casa de pouca
familia para cozinhar; quem precisar, dirija-st- a
ra do Rosario n. 9, que achara com quem tratar
Aluga-se o armazem da casa de sobrado o
39, e bem assim o do sobrado n. 37, sitos na ra
do Imperador : a tratar no Hondego, em casa do
fallecido commendador Luiz Gomes Ferreira.
Offereco-se um moco estrangeico para ser
criado de urna casa com familia ou sem ella por
U-r bastante pratica desta servico, preferindo-se
casa estrangeira : quem precisar, pode procurar
na ra Direila n.92, a qualquer hora do da.
_ O Sr. Jos Luiz de Azevedo queira diri-
gir-se a casa n. 15 contronle da igreja do Corpa
Santo, a negocio de seu iuteresse.
No dia 27 do correle mez, depois da au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, tem de ser arrematado por execugo de D.
Marianna Dorolhea Joaquina, como inventariarte
do casal de seu finado pse Jos Francisco Belem
contra Francisco de Paula Lopes Res, du s ter-
cas partes de um terreno silo a margem do rio
Capibanbe na freguezia do Poqo da Panella ava-
llado em 270$, como consta do escripto em po-
dei do porteiro. E' a ultima prac,a.
Na ra da Cruz armazem n. 21 existe urna
pequea por cao de galinhas e frangas. da rac.a Con-
chmchina, e tambem coelhos brancos, e pardos,
sendo tudo o melhor que se pode desejar, e que
se vender muito emcouta.
Alugam-se duas ptimas casas no Poco da
Panella ra do Quiabo pordetraz da casado Rvm.
vigario : os pretendentes fallera com o Rezende
na Casa Forte ou na ra Augusta n. 31.
Victorino de Almeida Rabello comprou pa-
ra oSr. Domingos Jos Barboza a taberoa sita na
ra do Padre Floriano n. 74, ao Sr. Guilherme
Muniz deSouza, livre e desonerada de todos os
dbitos at esta data : quem se julgar com direi -
to mesma, comparega no prazo de tres dias,
(indos os quaes 0 anuuncianto se nao respoosa-
bilisa. Recife, 26 de julho de 1861.
Precisa-se de 500$ a juros : na ra Direila
n. 8, dando-se por hypoiheca urna casa terrea.
Aluga-se um moleque apto para todo ser-
vico : a tralar na ra da Imperatriz n. 86, pri-
meiro andar.
A pessos que de ordem do Sr. Antonio
Francisco Cot>lho, do Ico, se dirigi a casa de S.
P. Johnston & C, sirva-se tornar a ella, ou an-
nunciar a sua morada para ser procurado.
Aviso.
Anda existe na travessa da ra do Carnario no
bairro da Boa-Vista algumas meias 8guas oara
se alugar, as quaes se acham ha pouco acabadas
a piuladas: quem as pretender dirija-se a ra
da Cruz do Recifa armazem n. 63, junto a matriz
do Corpo Santo.
A. pessoa que se ofFcrece por este
Diario para qualquer negocio ten-
dente a' engenho : dirija-se a' ra I)i-
reita n. 21 primeiro andar.
Os administradoies da massa fal-
lida de Jos Kibeiro Pontes, tendo de
cumprir c disposto no art. 859 do cod.
do commercio, rogam a' todos os senho-
res credores de apresentar seus ttulos
no prazo de oito dias aos credores Ar-
kurigth & C, am de poderem ser cla-
sidados e attendidos nos dividendos,
O Sr. Joao Hypoltto de Meira Li-
ma, queira dirigir-se a praca da Inde-
pendencia livraiia n. 6 e 8 que se llie
preciza fallar.
4 2.500 o covado.
Damasco de seda boa fazenda, encarnado, cor
de canna e branco.
Manteletes da 16 preto afeitados com bco a 5$.
Damasco de la com 6 palmos de lsrgura cova-
do a 1j>500.
Chales da merino bordados a velludo superior
fazeoda a 89.
Cortes de casemra de cor a 30500.
Selim Maco superior a 2jJ500.
Casemra prela setim superior a 23500.
Peas de indiana finiasiraa cora 10 varas a 8.
Na ra do Crespo loja n. 10.
Precisa-se de dous amassadores que enten-
dam perfeitamenta do trafico de padaria : a tra-
lar na ra larga do Rosario o. 18.
Aluga-ae urna casa da ura andar com ar-
mazem na ra do Burgos n. 29 : a tralar na ra
da Cadeia n. 35.
Attenco.
Precisa-se alugar urna prela que safba lavar de
barrena e vender na ra : na Soledae em frente
do palacio do bispo.
Fugio do engenho Barra da freguezia de
Barreiroa, na noite de dia 20 para 21 de maio
ultimo, o eacnvo Maooel, pardo, representa ter
40- annos, chelo do corpo, alguma cousa canga-
lha das paris, pea proporcionaes ao corpo, ca-
ballos crespos,- um pouco bicudo quando est
serio, trabalha de apateiro, e levou nao s ca-
misas como parte dos pertences do dito officio.
Suppe-se ter seguido para o serto do Ico, em
procura da fazenda da Batalha pertencenle ao
Sr. Antonio Luiz de Sant'Aoni, que depois pas-
ara seu Albo o capito Bernardo Jos de San-
t'Anna, prop?ietrio da hienda da Pandeada :
roga-se portante aa autoridades policiaes e aos
capitea de campo a apprehansao da dito escravo
A loaa Ia a .... .^nbn. SD-____f____ i
TA frrea
DO
Recife a Sao Francisco.
(LIMITADO.)
Tclegrapho elctrico entre Cinco
Puntas e a Tilla da Escaria.
Pela respectiva superintendencia se faz publi-
co que em virtude da approvacao provisoria da
Exra. presidencia da provincia ser franqueado
ao publico do 1 de agosto em dianle o uso do
referido telegrapho mediante aa condiccoes da
tabella seguinte:
Escriptorio da superintendencia em 2{ de ju-
lho de 1861.Por procurarlo de E. 11. Braman.
R. Austin.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
Tabella dos precos para as couiniu-
nicaces elegraphicas.
Por ura despacho de urna at victe palavras
. 2000
. 3JO00
. 2000
. 19000
N. B. Nao fcam comprehendidos oeste nume-
ro os nome8 dos expeditores e destinatarios que
nao contenham mais de duas palavras e suas re-
sidencias.
As respostas pagas adiantadas na occisiao da
entrega 4os despachos nos escriptorios te rao 50
por cento de ditferenca nos precos da tabella.
Os despachos serio enviados em cartas fecha-
das aos domicilios que se acharem na zona de
1|8 de legua dos escriptorios do telegrapho sem
retribuicSo alguma e d'ahi por diante dentro de
um circulo do dus leguas somenle pagaro os
expeditores 19 por cada legua ou fraeco desta
de visgem redonda.
Os porles sero satisfeitos no acto da entrega
dos despachos nos escriptorios.
Os despachos serao entregues nos escriptorios
do telegrapho a horas do expediente, isto de
8 horas da raanha at meio dia e de duas horas
al 5 1|2 d larde.
Do Recife ao Ctbo a vice-versa.
a Escada
Do Cabo a Escada
Por cada dez palavras excedentes.
Caixeiro.
Precisa-sa da dous meninos portuguezes para
caueiros, sendo um para hotel a outro para ta-
berna: 00 hotel Aurora na lioa-Visti coufroote
a matriz.
Cera de carnauba.
VeodA'M cera de carnauba a melhor que tem
olTdmKo^Tt"^? !fr?.ad.^SSi.%oPR C7U? d6 CaiBpt -PR-h- -o escravo
cifa n. 7oa a. ru. da Imperatriz a. 60 '. 'e,T'", MO,eoJ,orD**ie de Vasconcel-
- Aluga.aa o segundo da do sobrado da\l'W L,a!' ?* |,-* < &aezla de Una
ra da. Cruzea n. 35Ti a tratar niT praw d Iq!|,u mU "?< *". '> o Reg Lima &
dependtacia n. 34, P ^* \l"ov>, ra do Apollo- a. 8, que ser generosa-
I mente recompensado.
Importante
Aviso
Na leja de4 portas da ra do Queimada n. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
m-ntode roupas feitas, paracujo fim tem mon-
tado urna officin de alfaiate, estando encurea-
do della um perfeito mestra vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se Ihe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
Illms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, fardos com superiores preparos
e muito bem feilas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os flgorinoa aue de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaqukihas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem tomo
Mitotea a militar para os Srs. ajudantea de ata-
do maiore de cavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prata, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadores a da qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hojo, assim como tem muito ricos
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiaocando
que por tudo se rica responsavel como seja boas
fazeodas, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se prometler, segundo o systema d'onde
tbo o meslre. pois espara a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
perimnntar.
Na loja 'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
recebeu um completo sortimento de gollinhas de
missanga, sendo de todas as cores
Gurgel & Perdiga. *
I Fazendas modernas.
Recebem e vendem constantemente su-
periores vellidos de bloode com todos os
preparos. ditos modoroos de seda de cor
e pretos, ditos de phantasia, ditos de
cambraia bordados, lindas lazinbas,
cambraiade modernos padres, seda de
quadriohos. grssdenaples de cores e pre-
tos, moreantique, sinlos, chapeos, en-
faites para cabeca, superiores boldes,
manguitos, pulceiras, leques e extracto
de sndalo, podernos manteletes, tai-
mas compridas do novo feilio, visitas de
y. gorguro. luvasde Jouvin a 2500.
Muito barato.
Saias balo de todos os tamanhos a 4J,
chitas francezas finas claras e escuras a
180 rs. o covado, colxas de laa e seda pa-
ra cama a 6& camisas para menino.
Koupa feita.
Paletot de casemra de todas as cores
a 100, ditos finos de alpaca a 6g, ditos
de brim a 4fa chapeos pretos a 8$ a mui-
tas outras fazendas tanto para senhoras
como para homem por precointeirameote
barato, do-se as amostras : na ra da
Cadeia loja n. 23, confronte ao Becco
Largo.
Na audiencia de 27 do coireote do juizo
municipal da segunda vara, ser arrematada a
taberna n. 14 na ra das Cinco Puntas, penhorada
a Antonio Joaquim Rabello Bastos na execucao
que Ihe move a junta administrativa da irman-
dade da Santa Uasa da Misericordia do Recife.
a ultima praca.
Precisa-sa de um menino par, criado dan-
do-se a mensalidada que se convenciooar: a
pessoa a quem pretender Hcando o dito menino
sento do recrutamento : a tratar na ra do Ara-
gao n. 11. demanhiaou a tarde.
Manoel Aires Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Attenco.
Queijo do serto frescaes barato que admira .
na ra do Queiraado n. 14.
Alaga-se um sitio na tapunga-Uora mar*
gara do Rio Capibaribe, cuja casa tem 4 salas, .9
quartos, boa coainha, cocheira e estribara para
4 cavallos e duas baixas com capim : quem o
pretender dirija-se ao sobrado n. 1 da ra do
Cotovello, segando andar.
Urna aenhora caaada, aem ftlho. sa offerece
para ama de leite : no largo da Paz dos Alaga-
dos n.l.
Aluga-se a propriedade aa ra da Cadeia
do Recife n. 55 : quem a pretender enleada-se
com o proprietario residente na rea do Impera-
dor terceiro andar da casa n. 48.
Pedido
O abaixo assignado lendo acabado com a aua
loja de calcado alia na ra larga do Rosario n.
32, pede encarecidamente as pessoas que se
acham a dever, que venham salisfazer seus d-
bitos, pois sao bastante antigos, e visto nio con-
Tir ter um caixeiro para este fim, por isso po-
derlo dirigir-se a mesma ra, no bazar pernam-
bucano, loja de charutos, am de evitar o serem
chamados por seus nomes.
Joaquim Bernardo dos Res.
Os abaixo assignados fazem aciente ao res-
peitavel publico e com especialidade ao corpo
de commercio que 00 da 18 do corrente dissol-
verara amigavelmente a sociedade qua liuham
as duas casas commerciaes ns. 16 e 18 do largo
do Paraizo, que gyrava sob a razio de Eiras &
Irmo, (cando o socio Ignacio Fernandos Eiras
na posse do eslabelecimeoto n. 16. a quem ni-
camente fica pertencendo com todo activo e pas-
sivo existente e o sucio Theodozio Fernandes Ei-
ras na posse do estabelecimeoto n. 18, ao qual
souieote fica pertencendo : rogam por isso a quem
se julgar credor ds exliocla firma que naja de
lhea apresentar suas contas psra serem pagas.
Recife 23 de julho de 1861.Ignacio Fernandos
Eiras.Theodozio Feruandes Eiras.
0$ Srs. abaixo declarados queiram
vir a ruado Crespo n. 8 A, a negocio
de seu interesse:
Francisco Jos do Amatal.
Guilherme Bessone de Almeida.
Ignacio Manoel Flix da Silveira.
Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonca.
Joaquim Pedro do Reg Barreto.
Manoel Ferreira de Lyra.
Joao Bibiano d Castro.
Am
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
o servigo de duas pessoas, que saiba cozinhar e
engommar : na ra do Queimado n. 39, primei-
ro andar.
E. Laurence Tai a Europa.
Vende-se ou permuta-se por casas terreas
um sobrado de um andar com bastantes coremo-
dos e em boa ra: a tratar nos Coelhos, ra dos
Prazeres n. 30.
Cozinheiro.
No dia 24 sahir oPolticoperidico fjp
9 progressista conservador, sahir urna vez aj
9 por semana, avulso 160 rs., por mez 500 0
V rs. A redaeco prometi esforcar-se em 0
justificar os principios que dominam na 9
phase porque vai paasando o paiz. OPo-
9m liticos pode ser procurado na ra de 0
@ Ilortas typographia n. 14, onde se rece- 9
j bem as assignaturas. <*a
999999 99999 9999999999
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEOPATHIGO
DO DOCTOR
SABINO 0. L. PINHO.
Ruado Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
molestias das mtUheru, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphilitieas, todas as especies de febres,
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus^ffeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sttino sao
ricamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem (ora della sao falsas.
Todaa as carteiraa sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Ptnho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos qua se pe-
de, As carteiraa que nao lerarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Precisa-se de um cozinheiro para urna casa
estrangeira de pouca familia : a tratar na ra da
Cadeia do Recife armazem n. 52.
Pede-se muita altentjo.
Urna pessoa com a precisa pratica, e com al-
guns escravos offerece-se para qualquer negocio
de engenho : os senhores de engenho que ihe con-
vier annuncie para ser procurado.
Para a inauguraco do labora-
toria de lavagem de roupa
no Arraial, sitio dos Bu-
ritis.
Amanba s 10 horas e no lugar do costume
acha-se a disposigao do publico um mnibus,
propriedade de Thoro Rodrigues da Cunha, o
qual conduzir as pessoas que quizerem assistir
quella inauguraco mediante o prego de 29000,
(viagem redonda) Toltaodo o mesmo mnibus,
apenas se concluir o acto.
Oiicas lies-
paaholas.
_ Vendem-se no armazem de Antunes Guima-
tes & G largo da Assembla n. 15.
Francisco Pereira de taeirelles faz publico,
que no dia 24 do corrente venden ao Sr. Manuel
Gomes Pereira a taberna que possuia na ra do
Fogo n. 32: se alguem se julgar com direilo
qualquer reclaroago sobre esta transferencia,
pode entender-se com o annuncianle ou com o
comprador da mesma taberna no prazo de tres
das. Recife 27 de julho de 1861.
A senhora casada, sem Glho, moradora no
largo da Paz, que se offereca para ama de leite,
dirija-se Fora de Portas, ra dos Guarirapes
n 30, que achara com quem tratar.
Vende-se
[ 1 cavallo noTo de edr alazao, gordo, bonito, por
barato prego : na ra do Crespo n. 10.
Eduardo Adour Tai a Europa.
Trapiche
BABlO-LIVRAMEMO
Largo da Assembla n. 15.
lia cc-.tinuamente para Tender nesle noTOes-
laDelecimento o seguinte:
Cera de carnauba em porjes ou a relalho,
qualidade regular e superior.
Cebo do Porto em caixinhas de 1 a 4 arrobas
Barricas com cebo do Rio Grande em porces
ou a retalho. v "
Velas de camauba pura em caixinhas de 1 a
2 arrobas.
Meios de sola differeutes qualidades em porcoes
ou a retalho. *
Courinhoscortido.
Farinha Jo mandioca por 1500 a sacca.
Farello em saceos grandes por 3J800 a sacca.
Compra-se um torrador de torrar caf e um
moioho de moer, tudo em bom estado : quem ti-
ver a quizar vender dirija-se ao becco C"godo
Recife n. 1, novo deposito.
Vende-te ou freta-te para qual-
quer porto, o muito veleiro palhabote
americano W. L. Montagne de 160
toneladas, forrado e cavilhado de cobre,
e prompto a seguir viagem tem despe-
za alguma, ot pretendentes dirijam-se
a Matheus Austin & C.
Vende-se superiores vidros com
390 para espeiho de diferentes tama-
nhos, bem como molduras douradas, e
pretas fingindo Jacaranda' tudo de mui-
to gosto : na ra da Cadeia do Recite
n. 7 loja de miudezas, de Guedes &
Gonsalves.
Joao Antonio C>rpinteiro da Silva, tendo
de ir a Europa tratar de negocios de aua familia,
deixs durante sua ausencia, alm dos procurado-
res j constituidos para admioistrarem os seus
bens, ao capito Joaquim de Albuquerque Mello,
com procurarlo especial para tratar das suas
quesles judiciaes, concedendo-lhe na procura-
gao poderes especiaes para receber qualquer nova
cilajo alem dos meios enumerados na mesma
FrocuraQo, em pooer do qual se acham todos os
litros e papis tendentes a sociedade que Uvera
com Francisco do Prado, os quaes est prompto
entregar desde j aos Srs. juizes arbitros, que
teem de decidir e julgar da liquidaco e partilba
da mesma exlincta sociedade.
(&M
DE
commisso de escravos/
ra do Imperador n. 45,
terceiro andar.
Para dita ra foi transferido o escriptorio de
commisso de escravos que se achsva estabeleci-
do no largo do Paraizo o. 16, e ahi da mesma
sorte se contina a receber escravos para serem
vendidos por commisso e por coola de seus se-
nhores, nao se poupaodo esforcos para que os
mesmos sajam vendidos com promptido, afim ,
de seus senhores nao soffrerem empate com a
venda destes; assim como se afianca o bom ira- '
lamento a seguranca. Nesta mesma casa ha sem- ,
pre para vender escravos de ambos os sexos, mo-'
eos e velhos, com habilidades e sem ellas.
Villa do Cabo.
Armazem e padaria
Pedro Alexaulrino da Gusta Machado, tendo
resolvido mudar-se para a cidade do Recife, pre-
tende vender o seu bem conhecido e acreditado
armazem de molhados, cootendo atraz do mesmo
urna padaria bem montada, e em estado de tra-
balhar, aendo a casa do armazem de aluguel, e a
da padaria de sua propriedade, e urna estribara
nova; assim como aluga tambem a casa de mo-
rada que tica annexa ao armazem. Este estabe-
lecimeoto se acha muito acreditado e efreRueza-
do, j pela antiguidade e j pela sua localidade
que fica muito perto da ealaco da^via-ferrea ;
do que para informacoes podem dirigir-se ao Sr.
commendador Joaquim Lucio Monteiro da Fran-
ca. Outro sira faz sciente que sua casa se acha li-
vre e desembarazada ao comprador : quem pre-
tender, dirija-se a mesma villa a tralar em dito
armazem com seu proprietario.
Hotel Trovador.
44/ua Larga do Rosa-
rio n. 44.
Francisco Garrido previne ao publico que de-
ve dissipar-se a medo de caresta que inspira va
o antigo proprietario Jos Pires de Carvalho, evi-
tando as consequencias da caresta, a como muitos
freguezes de l sa tenhama fugentado, elle previne
que ha ja um anno a meio ae acha frente desta
estabelecimento Hoje se acham sempre promptos
das oito s ooz,i horas, almoco solido a 600 rs.,
jaotar a 1 $000, hospedes, cama e mesa ao dia 2f,
e psra primoroso bilhar chegado ha pouco de Paria
O Sr. Luiz Manaono de Souza queira ir
ra Nova n. 7, a negocio que Ihe diz respailo.
Offerece-se um hornera para cocheiro de
urna casa particular, d boas informacoes, traa
bem de um trem que ae Ihe entregar, portu-
guez : quem precisar dirija-se ra do Impera-
dor n. 23.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Lapa n. 13; a tratar as lojas do mesmo.
Arreoda-se um engenho distante desta pre-
ga 6 legoas, copeiro, moeote e corrente, com boa
casa de vivenda, a boas obraa: na ra Nova, ter-
ceiro andar, por cima da loja do Sr. Beker
tralar.
J. FERREIRA VILLELA,
Ra do Cabug n. 18, primeiro andar, entrada
pelo pateo da matriz.
KaTR\TOS
POR
Ambrotypo e par melainotypo, sobre panno encerado, proprios
para remetterem-se dentro de cartas.
Sobre malacacbeta ou talco, especiaes para alfinetes
ou cassoletas.
Retratos transparentes, ouerecendo o mesmo retrato duas vistas, urna
em cores outra em preto e brauco.
APPROVACAO E AlT0RISA(A0
DA
Mudanca.
Ignez Mara das Virgens, asaislente examina-
da, participa ao respeitavel publico, que mudou
a sua residencia da ra daa Trincheiras para a ra
das Flores n 25, aonde pode ser procurada a
qualquer hora do dia ou da noite.
Esli para alugar-se o segundo andar do so-
brado n. 28. atraz da matriz de Santo Antonio:
quem pretender, falla na ra das Crozee, sobra-
do de dous aodarea n 9, lado direilo, quem ra
da ra do Queimado. pars S. Francisco.
Esta-se lazando negocio por compra com a
casa terrea n. 4, sita na ra da Calcada desta ci-
dade, cuja casa foi da fallecida D. Antonia Miria
da Penba Franca ; quem se' julgar com diieito a
referida casa, innuncie por esta folha no prazo
de tres dias Recite 25 de julho de 1861.
Precisase fallar ao Sr, cadete Tu-
de netta typographia.
ummk muui m mmtm
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS KEDlSiaAE
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
I sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEOICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas s pro-
: vincas deste imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem obtido-
;na einfermarias abaixo escripias, o que seprova com innumerosos attestados queexistem de pes-
I soas capazos e de dislincQoes.
Com estas Chapas-elbctro-magneticas-epispastic\s -obtem-se urna cura radical e n-
Wlivel em todos os casos de inflamraacao ( can$a<0 ou falta de respirarao ), sejara internas ou
exlernas.corao do Bgado, bofes, estomago, baco, rins, tero, pelto, palpitaeo de coracao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumalismo, paralysia e lodas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as difiranles especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual foro sen
tamanho e profundeza por meio da suppurac,o sero radicalmente extirpados, sendo o sea
uso aconselbado pelos habis e distinclos facultativos.
As encommendas das provincias devem se/ dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicaedes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seu
tamanho era um pedaco de papel e a declaraco onde exislem, afim de que as chapas possam
ser bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serio acompanhadas das competentes expHcaces e tambem de todos os acces-
orios para a eolloca ||9 Ruado Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Ra do Queimado botica u. 15.



1"
UWO M PE1NAMOCO. ~ SABIaDO %7 M.JULHO D tfffI-<
(>
Attenco
0 abaixo assignado. leodo effeetuado a compra
da taberna da ra Augusta n. 114, perttoeente a
Joo Nepomuceno Pereira doa Santos, na boa f
quenada de vis, coja compra (oi effecluads no
dia 12 de julbo do crtente anno, como consta de
papel de renda que o mesmo lhe passou, pelo
qoal ficou responsavel o mesmo Santos por toda
e qualquer divida que a meema tivesse devendo ;
poristo oabaixo assignado prefine ao respeitavel
publico ou outra qualquer pessoa que por acaso
tenba alguma letra do mesmo, contra o abaixo
assigoado, que nao ter duvida de salisfazer as
mesmas, discontando primeirameole o que tiver
pago as dividas que a mesma taberna tiver de-
vendo, ou outra qualquer que possa apparocer
contra o mesmo Santos. Recite 23 de jalao de
1861.Francisco Antonio de Medeiros..
Aluga-se oufvende-se urna exoellente ca-
noa de carreira : a tratar na ra de Hoitas n. 10.
COMPANHIA DA YU FRREA
so
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
De conformidade com as instruccoes recebidas
da respectiva directora, faz-se publico que desta
data era diante sao convidados os accionistas des-
ta com paohia a cumprirem com os termos do
aviso que por ordem do mesmo abaixo ficam pu-
blicados.
Escriptorio da compaohia, 16de jolho de 1861.
Por procuraco de E. H. Bramah, thesoureiro.
R. Austin.
Aviso.
COMPAXIIIA DA VIA FRREA.
DO
Recife a Sao Francisco.
(limitado.)
Pelo presente faz-se publico que, de resoluco
da directora desta companhis, tomada nesta da-
ta, tem-se feito urna outra chamada de duaa li-
bras esterlinas por cada acco a qual chamada ou
prestacao dever ser paga at ao da 16 de agos-
to prximo futuro, no Rio de Janeiro em casa
dos Srs. Mau Mac-Gregor & C, na Bahia aos
Srs. S. S. Daveoport & C. eem Pernambuco no
escriptorio da theusoraris da mesma via frrea.
Pelo presente fica tambe* entendido que, no
caso de nao sera dita chamada ou prestacao sa-
tisfeila no dia marcado para o seu pagamento ou
antes, o accionista que tncorrer nesta falla, paga-
r juros a raso de 5 % >o anno sobre tal cha-
mada ou prestacao a contar desse dia at que
seja realisado o pagamento.
No caso de nao effectuar o pagamento desta
9 chamada ou proslacao dentro de tres mezes a
contar do dito dia fixado para o embolso da mes-
ma, fioaro as acedes que iacorrerem em tal falla
sujeitas a seren confiscadas, segundo as dispo-
nes dos estatutos a este respeito.
Por ordem dos directores.
Assigoado.W. H. Btllamy, secretario.
119 Gresham Houze 011 Broad Street.
E.C.
8 de maio de 1861:
Na ra do Imperadora. 47 tem um comple-
to sortimento de ricas molduras fiugindojacar.n*
d para vender por prego muito barato.

SO NO PROGRESSO
. DE
8 largo daPenlia ss
Neste muito acreditado armazem de molhados
continua a vendr-se oa melhores gneros que ha no mercado, tanto em porcao como a retalho, e
por muito menos preco de qae em outra qualquer parte, poraerem viudos a maior parte delles em
direitura, porconta do proprieta rio, por laso em vista dos presos dos gneros abaixo .mencionados
podero julgar todos os mais, aancando-lhe a boa qualidade.
Mainel-* lagleza perfeltamente florgoo r... um., b*r-
Til a700rs.
nlailteiga iraUCexa miihor qae ha no mercado 710 rs. a libia.
Clia os me-llores que lia no mercado Tende_,e a i-quaudado a 3ooo,
2a ditta a 2$50O, 3* ditta a 2)000, e preto a lg600 a libra.
QUei JOS liameilgOS cheg,dog nMttj uUin,0 Ttpor da Europa 2#800r. ditos ehe-
gadoa no vapor pasaado a i800 e 1)600 ra.
"aeijO pra*0 08 melhores que tam vindo a este mercado por sersm muito (rescaes a
640 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
o carto elegantemente enfeilados, muito proprios
ARMAZEM PROGRESSISTA
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DUARTE ALMEIOA & SILVA
Bollo franeez a 500 va.
para menino, s no Progresso.
Doce da eaSCa de gOaba a 19 0 caIxao> em porcao a 800 rs. s no progresso
llOCe de AipetCue em i,tl de 2 libras muilo enfeiladas a 1200 rs. cada urna, s
no progresso.
HMMlada imperial d0 tittM0 Abren, de outroa muitos fabrieantee da
Lisboa a 800 rs. a libra.
\meixas iraneexas em fra8C0S com 41br por 3)000cadt UDJ| l6 0 fcmo T,i it
diltas portuguezas a 480 ra. a libra.
Latas eom bolaeuUaas de soda eonttndo difTerente8 q.ud.de.,
1400, assim como tam lattas de 8 libras por 3g000, dittaa com i libras por 2$000 rs. s no
Progresso.
*laca de tomate em utas de l libra, por 900 ra. e em latas de |Ubraspor 1600 rs.
Goi&SeTVaS trancez* S e llglexas reCaatemente chegadas a 800 rs. o iras-
co em porcose faz abatimento.
Passas em calxlnliasde8libiasmelhore, qu. Iem Tlndo.est.
mercado por serem muito grandes a 2g800 rs. cada urna.
^spermaeete supetlor ,tm aTara a 700 .a Ubrfi em c.ix. Mf.n ai*
abatimemto.
Yletrla, macar rao e tallarn a 400ri iibr.. em can., d. um. -
roba por 8}.
LataS eom peiXO de pOSta das melhore, qualidade, qe na em Portugal, como
eejam savel, congro, sarda, peixe espada, vezugo, etc. etc. a 1J400 rs. cada urna.
\zeltonas muito novas. moo rg 0 DarrUf em gartafa. a40 r8
Palitos de dente libados
ervejada, maia acreditadas marcas 5^000 a duzia t retalho a 500 rs. a garrafa.
1/ IU1108 engarrafados dS Seguintes qualidades, Porto. Feitnria. ditto Bordeaux,
dilto Muscatel, a 1 a garrafa ; tambem tem vinho f.heres para 2*000 rs. a garrafa.
l innOS em pipa,em compos5ao Porl0| Fgueira.Lisboa, a 640 ra. em caada a*500.
Presunto de Hambre inglez muit0 n0T08,800 r8 Ubra.
Prezuuto de Lamego 0 que ha de bom ne8le genero B m m 8m por5aa, 400 .
v^uouri^as e palos a 560 r8# alibra> em barrilcom 6duzlag depai0S por lo^ooo.
T oueinno de Lisboa 0 mal8 n0T0 que ht no mercad0 m n libr,
Banba de poreo refinada a
barril a 440 rs.
em molhoscom 20 macinhoa por 200 ra.
A. F, Duarie Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz scienle aosseus freguezes que tendo separado a sociedade que tinAa com
seu mano, acha-se de novo estabelecido com dous acetados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquina Jos Gomes de Souza, e o Sr.
Paulo Ferreira da Silva; o piimeiro na razo de Duarie & Souza, e segundo na de Duarie Almeida & Silva: estes eslabelecinentos ofierecem grandes
vaniagens ao publico, nao s na limpeza e asseio com que se acham montados como em commodidade de pree,o, poia que para isso resolveram os
proprietarios mandarem vir parte de seus gneros em direitura, afim de terem semprecompleto sortimento, como tambem poderem ofereeer ao pu-
blico urna vantagem de menos 10 por cento do preco que possam comprar em outra qualquer parle, por isso desejando os proprietarios acreditarem
seus eslabeleci meo tos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim j poder ver o publico
que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouco praticas, em qualquer um desleseslabelecimentos, quesero tao bem servidos come
se viessem pessoalmenle, na certeza de nunca acharem o contrario de nossos annuncios, e assim fundados as vaniagens que oQerecemos, pedimos a
todos os senbores da pra^a, senhores de engenho elavradores que mandem ao menos suas encommendas a' primeira vez, afim de experimantar, certos
de continuaren), poisque para isso nao pouparo os proprietarios forcas para bem serv'irem aquellas pessoas que frequentarem nossos eslabeleci memos;
abaixo transcrevemos algumas adi$6es de nossos prados, por onde ver o publico que vendemos baralissimo, atienden do as boas- qualidades ds nossos
gneros.
MANTEIGA INGLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em barril a 750 rs.
MAJS'TEIGA FRAINCEZA a melhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs. em barrite meios.
CHA HYSSON E PRETO o melhor do mercada de 19700 a 39000 e em porcao lera abatimento.
PRESUNTO FIAMBRE inglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em por^o a 800 rs.
PREZUNTOS PORTUGEZES vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por lib^a einleiro a 460 rs.
CHOTJRICOS em barril de 8 libras a 49500 e em libra a 700 rs.
SaGU' E SEVADINHA a mais nova que temo no mercado a 280 rs. a libra e 89000 rs. a arroba.
AMEIXAS FBANCEZAS em latas de 6 e 5 1(2 a 19 a libra e a 12C0 a retalho.
PASSAS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 29800 e a 500 rs. a libra.
ESPERMACETE SUPERIOR sern averia a 700 ra. e em caixa a 680 rs.
CONSERVAS FRAJSCEZAS IINGLEZAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs. e frasco.
ERV1LHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. o frasco:
LATAS COM BOLACHINHA DE SODA de diversas qualidades, a mais novado mercado a 1450.
VINHO EM GARRAFAS; Duque de Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca e Feitoria de 19200 a 1)300 a garrafa e a
139 a duzia.
VINHOS EM PIPA proprios para casa de pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 49800 a caada.
FRASCOS COM FRUCTAS de todas as qualidades de Portugal de l00 a 29001.
BATaTAS NOVAS em caixas de duas arrobas a 39 e velhas a 600 rs. a arroba e 40 rs. a libra.
CURANTS ou passas para pudima 19 a libra e em porcao ter abatimento.
LATAS COM PEIXE SAVEL e entras muilas qualidades, o mais bem arranjado que tem vindo a 19400.
CAFE' DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
ARROZ DA INfHA E MARANHO o melhor que se pie desojar a 39100 por arroba e a 100 rs. a libra.
VINHO BORDEAUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 89500 a 109000 a duzia.
CHARUTOS VERDADE1ROS SUSPIROS e outras muilas marcas de 29 a 39800 e a retalho suspiros a 40 rs.
BANH A DE PORGO REFINADA a melhor que se pode encontrar ne-te genero a 480 rs. a libra e 460 em barril,
SER VEJAS Da S MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia da branca.
VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
CAIXES COM DOCE DA CASCA DA GOIABA ai9 e em porcao a 900 rs.
AZE1TE DOCE PURIFICADO a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
COGNAC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUEIJOS SUISSOS che gados ultimomenie a 700 rs e em porcao tei abatimento, afincese a Loo qualidade.
Genebra DE HOLI.ANDA a 640 rs. o frasco e 69800 a frasqueira com 12 frascos.
PALITOS L1XADOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos.
PALITOS FLOR para denles, os mais bem feitos que ha no mercado a 280 rs. o mago.
PALITOS DO GAZ a 39000 a groza e 280 a duzia de caixas.
AZEITONAS as mais novas e melhores que tem vindo ao mercado a 19200 e barril.
AL PISTA o mais limpo que tem vindo ao mercado a 180 rs. a libra ea 59500 por arroba.
Alm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------_-----------------------------*_
Mudanza.
mais alva qae pode ha ver a -80 r?. a libra em
SftOUPI FEITA AIISDA1AIS BARATAS.
5 SORTIMENTO COMPLETO
llfazendase obras feitasj

\n\cndoas de easea mole. 480 rg a libra
ment, s no Progresso do paleo da Penha n. 8.
Alm dos gneros annunciados encontrar o respeitavel
udo quanto bom barato.
a em porfo se far algum abati-
publico um grande sortimento de
LOTERA.
RA
LOJA
E ARMAZEM
DE
i
iGes k Basto!
NA
Ana do Qneimado
n. 49, frente aviar ella.
Constantemente temosumgrandee va-
riado sortimento de sobrecaaacaapretas
de panno e de cores muito fino a 289,
30f e 359, paletota doa mesmoa pannos
a 4i)j, 22j e 24g, ditos saceos pretos dos
masaos pannos a 149.169 185, osa-
ca pretaamuitobem (eitaa edesuperior
panno a 289, 30$ e 359. sobrecasacas de
etsemira da core multo finos a 159,16|
13g, ditos saceos das mesmaa casemi-
ras a 10, H9 e 14g, calcha pretaa de
8casemirafinaparabomema89, 99, 10/
e 12, ditas decasemira decores a 75.89,
99 a 109. ditas de brim brancoa muilo
fina a 5J 69, ditas de ditos de corea a
39. 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 45 e 45500, col-
la tes pra tos da casemira a 59 e 69, ditos
de ditos de corea a 45500 e 59, ditos
brauco lie aeda paracasamenlo a 59,
ditos de 68, eolletes debrim branco e de
f usto a 39, 39500 e 49. ditos de corea a
t9500 e 39, paletotspretos de merino de
aordo saceo e sobrecasacoa 7f,8 e9j>,
eolletespretospara lulo a 49500 a 5#,
;as pretaa de merino a 49500 e 59, pa-
l etota de alpaca preta a 39500 e 4g, ditoa
sobrecasaco a 69,79 e 85, muito finocol-
letes de gorgurao desedade cores muito
boa(azndaa39800 e4S. colletesde vel.
Indo de cores e pretos a 79 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de corea a 149,159 169, ditos de
eisemira sacco para os mesmos a 69500 e
79, ditos de alpaca pretos saceos a 39 e
13500. litos sobrecasacos a 55 e 59500,
talcaade casemira pretaa adeeorea a 69,
95500 e 79, camisas para menino a 209
a dttia, camisas ioglezas prega alargaa
muito saperioral329 aduziapar* acabar..
Assim como temos ama officina del-
(lateondemandamos executar todas as ,
obras com bravidade.
Curso derhetorica
a
1
i
i

i
i
i
A thesouraria das loteras se acha es-
tabelecida na ra do Crespo n. 15, pa
vimento terreo, ahi se acham a venda
os bilbetes e meios bilhetes da quinta
parte da quarta lotera do Gymnasiolf*
Pernambucano, assim como nss casas
commissionadas do costume. A extrac-
cao tera' lugar mpreterivelmente no
da sabbado 3 de agosto prximo pelas
10 borasda manhaa no consistorio da
igreja de Nossa Senhora do Rosario da
freguezia de Santo Antonio desta cida
de. Os premios serao pagos a entrega
das listas. O abaixo assignado espera
do respeitavel publico a concurrencia
na compra dos bilhetes, por ser esta
lotera em beneficio de urna grande e
magestosa obra da provincia destinada
para instruccao da nossa mocidade e a
vista do excellente plano pelo qual se
vai extrahir.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
gGabinete medico cirurgico .
m Ra das Flores n. 57. *
9 Serio dadas cons<as medlcas-cirurgi- 9
cas pelo Dr. Ettevio Cavalcaoli de Albu- l
qutrque daa 6 ss 10 horas da manhaa, ac- A
0 cudiodo aos chamados com a maior bre- A
0 vidade possivel. *,
l-o Partos. S
aj 2. Molestias de pelle. Z
9 3.a dem dos olhos. {&
CJ 4. dem dos orgos genitaes. m
d Praticar toda e qualquer operaco em 4*
aj seu gabinete ou em casa dos dteles con- a
Sf forme lhes (dr mais conveniente.
asacase
Sacca-se sobre o Rio de
Janeiro e Pa*: em casa de
Aranaga Hijo A C.
Manonel da Costa Honorato tem aberto seu cur-
so particular de oratoria e potica nacional : na
ra Direita n. 88, piimeiro andar.
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.

i


Joo Antonio Colho, sangrador e dentista,
avisa ao publico, e a todos os seus freguezes que
mudou a sua loja da ra eslreita do Rosario para
a ra do Imperador n. 69, onde o acharo promp-
to todos os diaa uteis desde as 6 horas da manhaa
at as 9 da noite, para chumbar e tirar denles,
sangrar, por ventosas ou bichas; assim como pa-
ra qualquer outro servico de sua arte efdra dot
diss e horas mencionados pode ser procurado no
pateo do Carmo o. 22.
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva Bei-
riz, ra dos Pires n. 42, vndese a muito acre-
ditada bolacbinha quadrada, d'agua, propria para
dcenlea, bolacbinba di araruta e dita de moldes.
Attenco.
Na roa Nova de Santa Rila n. 53, refinacio,
contina a comprar aa trueles seguintes : sspotis
cuchados, abacaiis, tangerinas, quanto mais pe-
queas melhor, lima*, pequeos. Tamben com-
pra garrafas brancas, servidas de licor, ou vioboe
feancezes finos.
Precisa-se de ama ama para casa de penca
familia : na ra do Amorim o. 31.
Alguma case ate familia que quizer ajustar
por mez urna pessoa para engommar, dirija-se a
ra do Brum n. 54, e na mesma casa se eogas-
tpe'u borzeguins con muita perMcio e promp-
dae.
. s
B-
2.2.
ce
n 5 ws-ses;w20--_o
B 3J= S"0^
jai;! 3.C
I a .- a o. ""c
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O
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c-
P
es
P9
Algodo da Baha.
A fabrica Santo Antonio do Qneimado (em fe.
lo o seu Jeposito em casa de Marqees, Barree 4
C, larga do Corpo Sanio n. S, aonde ae encon-
trar sempre, assim como fio de mesan fabrica.
Joao Jos de Carvalho Moraes Filho, com
procuraco bastante de seu pai para poder cobrar
de todos os seus devedores desta praca ; rog
pelo presente a todos elles, que bajam de vir
amigavelmente aaldarem todos os seus dbitos,
usando dos meios judiciaes na falta de cumpri-
mento.
Expsito de
candieiros,
Caodieiros econmicos
Caodieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos.
Nesta exposico de caodieiros se encontrar
todo o sortimento de diversos tamanhos proprios
para ricas salas, ditoa para salas interiores, ditos
para sala de jantar para qaartos, para cosinha,
para escadas, para corredores, para engenho, pa-
ra casas de campo e outras muilas qualidades
que com a vista devero agradar ; assim como
tudo e qualquer preparo para oa ditos caodieiros
se encontrar sempre a venda nesta exposico de
candieiros na ra Nova n. JO, loja do Vianna.
Attenco.
Perdeu-ae no dia 18 do corrente, desde a ra
do Apollo at a do Amorim, um tranceln) de ou-
ro com urna figa de coral encastoada, propria de
menina : portanto roga-se a pessoa que o achou
e queira restitui-lo, dirija-se a ra do Amorim
n. 45, que ser generosamente recompensada.
H Aluga-se um preto que cozinha, compra e
faz todo o servico de orna casa, fiel, e de boa
conducta ; assim como um mulalioho acoatuma-
do a servir de criado, ede muito boa conducta :
quem os pretender, dirija-ae a ra Formse em
casa do lenente-coronei Villele.
Exposico
DE
tamancos de todas as qua-
lidades
O proprietario ds fabrica de tamancos da roa
Direita, esquina ds travessa de 8. Pedro n. 16.
est resolvido a vendar os seus tamaocoa mais
baratos do que em outra qualquer parte. Unto a
retalho como em pequeas e grandes porces.
por isso espera a concurrencia do Ilustrado pu-
blico em geral ; assim como tamancos feitos
moda do Porto com a mesma seguraoca, perfei-
co, preco com modo,
alflnetes de ouro e brilhantes.
Na officina photographica da ra do Gabug n.
18, tntrada pelo pateo da matriz, exislem lindos
alflnetes rom brilhantes e ao gosto de Luiz XV,
para a collocaco de retratos; ha tambem urna
variada collecco de alflnetes de ouro com, e
sem podras. O prego dos alnetes com os re-
tratos variam de 16* a 00$. N mesma casa
vendem-se bellos espelhos com molduras doura-
dss para ornar salas de luxo e tratamento ; bor-
las de seda para cortinados de janellas e para
quadros, assim como cordes para o mesmo Dni.
Vende-se lulo a pregos razoaveis e moderados.
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, primeiro andar, continuase a fingir
com toda a perfeicao para qualquer
cor e o mais barato possivel.
ARMAZEM
DE
ROUPA F
DE
Joaquim Francisco dos Santos,
40 RA DO QUEMADO 4
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda executar por medida, vonlade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 409, 359 e 309000
Sobrecasaca de dilo, 359 30900
Palitots de dito ede cores, 359, 309.
25g000 e 20S000
Dito de casimira de cores, 229000,
159, 189 e 99000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, UgOOO
Ditos de merin-sltim pretos e de
corea, 9$000
Ditos de alpaka da cores, 59 e
Ditos de dita preta, 99, 79. 59 e
Ditoa de brim de cores, 5g, 49500,
4$000e
Ditos de bramante da linho branco,
6$000, 59000 e
Ditos de merino de cordo preto,
I59OOOe
Galass de casimira preta e de cores,
129.109,99 e
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 59 e
Ditas de brim branco a da cores,
5J000, 49500 e
Ditas de ganga de cores
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 129, 9f
Djtos de casemira preta e de cores,
liaoa e bordados, 69, 59500, 59 e
Ditos de setim preto 59OOO
Ditos de seda setim branco, 69 e 5J0OO
Ditos da gurguro de seda pretos e
de cores, 7JO00,69OOO e 59OOO
Ditos de brim e fusto branco,
39500 e 39OCO
Seroulas de brim de linho 29201'
Ditas de algodo, 18600 o lgb
Camisas de peito de fusto branco
e de cores. 29500 e 29300
Ditas de peito de linho 6f e 39OOO
Ditas de madapolo branco de
cores, 39, 25500, 29 e I98OO
Camisas de meias 1000
Chapeos pretos de massa.francezes,
formasda ultima moda 10$,89500e 7J0?0
Ditos de feltro, 69, 55, 49 e 2{0C0
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 149, 128, US e 79000
Collarinhos de linbo muito finos,
novos feilios, da ultima moda 9800
Ditos de algodo- j500
Relogios de ouro, patentes borl-
29500, Ditoa de prata galvanisados, pa-
tente hoaontaes, 408 309000
Obras de ouro, aderecos e meios
adere$08, palseiras, rozetas e
anneia |
Toalhas de linho, duzia 12*000 e 109000
89OOO
39500
39500
39500
48000
89000
68000
49500
38000
89OOO
39500
ELIXIR DE SALDE
sswfiw-yff1
Aos Srs. subscriptores, dorios de terre-
nos a edificar, don*s de otarias, tor-
nos de cal. fornecedores de madeira,
mestres carapinas, pedreiros e mais
pessoas que quizerern fazer parte da
sociedade de edificares, etc.
Senhores.Sendo-me preciso conhecer o mais
breve possivel o numero, a extensSo e a siiua-
co, assim como o valor aproximativo dos terre-
nos offerecidos por varios e numerosos proprie-
tarios qne com o valor dos mesmos terrenos que-
rem concorrer para a formaco do capital social,
venho or ea'a convidar a todos a remelter-me
em carta fechada o termo de subscripto que
acompanha o prospecto que lhes tenho en-
tregu, sob o meu sobreescripto na do Crespo
n. 4 loja do Sr. J. Falque ou no Recife ra do
Trapiche n. 14 2* andar, das 10 horas da manhia
aa 3 da tarde at o dia 27 de julho corrente in-
clusivamente.
Aproveito essa mesma occaslio para convidar
a todos a comparecer domingo 28 de julho
corrente ra do Imperador, casa n. 81 primei-
ro andar as II horaa da manhaa em ponto para
tratar de negocios relativos a dita sociedade.
Bm Unto, tenho a honra de assigoar-me,
De Vmcs. mu aliento venerador e criado,
' ** *pro.'
Pernambuco, 20 de julho de 1861.
com o
Citrolactato de ferro,
ttalco deposito na botica de Soaquim MavUnbo
da Craz Crrela & C, raa do Cabug n. II,
em Peraambaeo.
nomeTelixir* ^S^'SZ?* WMU ** "" D" '" de "
....h"8/' i publl um luxo en,Pre8-e um mesmo medicamento debaixo de formulas ti,n
vanadas, mas o homem da scienci. compr.hende a necessid.de e importsnei. de Vi"S varK
^r.ml^m.?L?AJ?ml,ltaAp'orU um progresan immenso,
, o torna agradavel, fcil e possivel Dar;
K
_ab,_
prompta e fcil dissoluco no estomago";'d"e "rodo'que" completa mente
.5r Prc*us' ctma, que conlem em sua co.posicio, a eonslipajao di
do ferro, (
.w incoropsi
1 propneaadea taes qoe o ortico o possa presererer sem receio.
queconseguioopharmaceuticoThermeecomapreparacodo citro-lactato de ferr Aaai
M^uSa. n y-&e8?qUa recem 4epol. das intermitentes na incontinencia : de urinas
m..w!.<*'.?""01*? '*. m eecrophola, no rechltlemo. Ba purpura rMmorrhaaiea ni
convaleacencuo-aamoleatiaa graves, na chloro-aoenria dasmulheres Bravidaa em t*Er.T l *..
eaa qe oaaauteeae aeh. empobrecido ou vieiado pelas fadisaffw'oeachronV Sthl.u iCf'W
fe >< '-. onauiam* VU^SX^^^iS:
quando ella, maniendo a e.aencia do medic^mentoV^o torna"^^\UA\^n^myt'a.Vm
idades. para todoa os paladares e par. todo, os teinJereiefoT PMW *' P"4 ,0d"
Daa numerosas prepara55es de ferro al hojefoohecidaanenhuma rene tio bellas mi.hd.
mo o elixir de citro lacUto de ferro. A seu sabor airidiwl ^ iVJ? Jl i dose, o ser de um. prompta e fcil diesoloeie^ nn%Xm.:ne,,/-fVt!m";8e..!.0. n,a Pe"
des com
quenad
assimilado
ventreto frequentemente provocada pelaa outraa preparacoesferroginosas.
nk.i.Si--no "i,1"hd4"8 Bm."<1ltran scienciamedieameotosaado ferro, que
ii!.f / q?al m,'?Aa* Bai pJ>de d"Pe""' em so.-clnica, de toCMnarere
qualquer formula nue lhe de propriedadea taes oue o nr.lien ... ..,.-!.Til .1
sendo urna'
I ulilidade
B'o
Assim este
cunees.
toHlNriMnmdoBri^M,^, sendoofetro a prinpai
Jf-u-J^if 5'7 M d9b8Uf- a iothor < cilro-laetato y, ferie jjiece So
iec,d.mento..h.nid.de por ter descoberto um. formal, pe. qual s ?oie ,e re
de qo*
ce iouvores e


(;
MAMO DI HAftAHIlMO. -SAWiDO Y lOtfW II mi.
Cachorrnho.
Fugio na madrugada de sahbado 13 do coren-
te um cachorrinno do reino todo bronco con
Bina pequea aalha aateretla na costa a o lado
esjuerdo, ps pezuoho, nariz e othos protos, por
nome Melindro i a pesaos qne o achou, qoereodo
restitu-lo, poder levar ao aterro da Be-Tteta,
hoja ra da Imperatriz, eui terrea a. 27, que
perceber por mu trabalho 18$ da gratiflcaclo.
Anda est paaa alugar o terceiro andar da
ra do Amorim n. 19 : a tratir na loja da mes-
ma, ou oa ra da Viga rio n. 19, primar* indar.
XSMdKrMt
CONSULTORIO ESPECIAL
HOMEOPATHICO
DO
DR. C.VSAXOYA,
30--Ria as Cmzes30
Nesteoonsaltoriotemsempre os ruis
no vos e acreditados medicamentos pre-
paradosem Paria (astinturas) porGs-
tellan e Weber,por presosrazoaveis.
Ou elemento* dehomeopathito bra,re-
\ commendada inlelligencia de qualquer
pessoa
Attenco.
Pede-se aos devedores da loja do fi-
nado Antonio Francisco fereita quei-
ram vir a mesma toja saldarem suas
coritas no prazo de 15 das, do contra-
rio procurar-se-ha receber como Hie
faculta a le. Recie W de julho de
1861.
A thesouraria das lote-
ras se acha transferida para
a ra do Crespo n. 15, pavi-
mento terreo. O thesourei-
ro. Antonio Jos Rodrigues de
Souza.
^ .n 8TCW VoTW ni* WBIlTfll lJnl W^m w?Itw #*%
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgiao dentista, faz
todas as operacoes da sua arte e coloca
dentes artificiaos, tudocom a superiori-
dade e perfeico que as pessoasentendi-
!das Ihereconhecem.
'era agua e pos dentifricios etc.
Precisa-se de quatro a cinco contos de ris
a premio com garanta em um predio de tripl-
calo valor, em ra principal esta cidade : a
quem convier, annuncie
Jos Lopes Dias Peixoto, Portuguez, vai a
Portugal tratar de sua saude.
Compras.
Compram-se moedas de auro de 209: na
ra Nora n. 83, loa.
Compra se uma pancadaria ja
usada, que conste de bombo, caixa de
rufo, pratos e ferrinhos : a fallar na
loja n. 5, prximo ao arco de Santo
Antonio.
Compram-se raoedas de ouro : na ra Nova
n. 22, relojoeiro.
Yendas.
Vende-se o engenho Po-sangue, situados
margern do rio Serinhero, distante urnas 600
bracas da eslacao da Gameleira. com urna safra
ao corte, alguns escravos, bois, etc., teulo ex-
cellente cercado e ptimos partidos de varzea pa-
ra mais de 2,000 pes annualmenle, e estando
boje acrescentado cora algumas ierras que foram
do engenho Gameleira. Recebem-se em coota
predios nesla cilade, e os pretendentes podcm
entender-se com os Srs. Marcelino Si C, em sua
ioja na ra do Crespo.
rogressivo
Progressisla.
Vende-se nos armazens do largo do Carmo n.
9, e ra das Crujes n. 36, manteiga ingleza flor
da safra velha a 800 e a 19, da nova chegada l-
timamente em barristeri abatimento, affi*nca-se
ser manteiga que outro qualquer nao pode ven-
dor por menos de li40, (nao servindo isto det
offensa aos nossos collegas.)
Un bom negocio para oslo-
gistas.
Vende-se uma escrava moga com algumas ha-
ll.i dades e .-era vicio, a troco de fazendas : quem
a pretender por este negocio, dirija-se a ruadas
Tri mheiras n. 7, que achara com quem tratar.
Cestinhas de Hamburgo.
S na loj.i d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
1 I), qum recebeu um completo sortimenlo de
l'.ndas ceslmhas de todos os latannos proprias
para meuinsdeescola, assim como maiores com
lampa proprias para compras, balaios proprios
para costara, ditos proprios para faqueiros, ditos
muito bonitos para brinquedos de meninos, di-
tos maracas pintadiohos que se vendem por pre-
sos muito baratos-
Raz de coral.
Na loja d'aguia do ouro, ra do Cabug o. 1 Ti,
vende se a verdadeira raz de coral s 900 rs. o fio.
Ciixinha com msica.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, chegado de sua propria encommenda muito
Jindas caixinhas de costara coy msica, proprias
p?ra mimo, que so vende muito barato.
Ricos espelhos.
Na laja d'aguia de ouro, ra do Cabng o. 1 B,
recebeu de sua propria encommenda um comple-
to sortimenlo de espeihos com excelleotes vidros
e r;cas molduras douradas proprios para sala, as-
sim como de outros tamanhos, que a vials do
freguez ao fir prego. .
Ca pellas para noivas,
Na loja o'aguia de ouro, ra do Cabug n 1 B,
chegado o sortimenlo de empellas com palma o
mais nao que se pode encontrar para ooivi, as-
sim como de cores, que tudo so vende por pro-
cos muito comislos.
Proprios para mimos de me-
ninos.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B recebeu um completo sarlimento de bonecos
muito interessantes que dando lbe corda andl
ama milhi por hora, que veado-se-Ihe suas ha-
bilidades ninguem deixar de comprar, pelo ba-
ratsimo prego de 10 a 159000.
Vcnde-se um lindo mulalinho de 8 para 9
annos ; na ra de Apollo n. 30, no eacriptorio do
Sr. Odaviaoo de Souza Prangs.
Na ra da Cruz n. 9, vendem-ae refrescos
gasosos a 160 rs. a garrafa.
Vende-se carvo animal em p para retina-
ra por 1*200 a aneaba ; na ra de Apollo, i. 6.
Vende se um lindo moleque proprio para
pagam : a iraiar na fui da Cruz n. 81, armazam.
Grenebra da Holanda em bo-
tijas
Vende se na casa de Brender a Bran-
d'is & C. : na ra do Trapiche Noy nu-
mero 16.
E chegado a laja do Lecomte, ra da Im-
peratrii n. 7, o encellante leite virginal de rasa
branca para refrescar a pelle e tirar panoos, sar-
das e eapinhee, igualmente ao afamado p iease-
rial do lirio de Floreoga para barlelas e a anexi-
dades da pelle, conserva a frescura a o avalla de-I
do da primavera da vida. i
i i
Ra da Imperatriz B..7.
As verdadeiras luvas de Jouvin de todas as
atan.
Sndalo, ra da Imperatriz
numero 7.
Ricas pulseiras, bengalas, leques, boloes, car-
(airas, ale., etc.
Ra da Imperatriz n. 7.
c,i.x com frescos para Ungir os cabellos em
10 minutos, como tambem se tinge na mesma
loja.
Ra da Imperatriz n. 7.
Caixinhas com p e pulidores para lustrar aa
unhas.
500 rs. um corte e frisamento
de cabello.
RA DA IMPERATRIZ NUMERO 7.
Recebeu-se nm official de Paris.
Este eatabelecimento est hoje as melhores
coodices que possivel para satisfacer aa en-
comraendas em cabellos no mais breve possivel,
como sejam : marraba a I.uiz XV, cadeiaa de
relogios, pulseiras, aunis, -rselas, botes de
abertura e de punhos, memorias, alfioetes, etc.,
cabelleirsa de toda a especie para horneo e se-
nhoras. lava igualmente a cabega a moda dos Es-
tados-Unidos, sera deixar uma s pelcula al ca-
bera, para satisfazer os pretendentes os objectos
em cabello serao fetos em sua presenga, se o
desejarem, e achar-ae-ha sempre uma pessoa
dispooivel para cortar os cabellos e penlear as
senhoras em casas particulares.
lival sea seguido.
#
i Liquidado
|Rua do Queimado n.
1 0. loja de 4 portas.
Vende-se as seguintes fazendas por 9
I menos precedo que em outra qualquer $$
I parte, como sejam : a
Chitas fraocetss cores fixas a 880 840
1 Cortes de cassa franceza a 29000 W
I Chalys de apurado gosto corado a 500 j2&
I Cambraia de seda dito o covado a 440 2
Mimos do co iito o covado a 400 >w
! Chales com palmas de seda a c;
I lS600e 8000 &
Camlsinhas de cambraia bordada
para baptisado a 5J0O0 W
I Ditas de dita para senhora e com &
, goliinha a 3J500 S
Chitas inglezas cores xas a 160 w
Esguio de puro linho a vara a 800 s
Cambraia lisa muito fina a pega a 51000 ate
Chales de merino bordado a 59000 3
Ditos de dito liso a 39500 e 4g000 W
Mantas de setim larrado para se- Sjk
Dh0" a '5600 S
Meias para senhora a3J, 3J500 e 4aOOO w
DiLs para meninas a 8$800 e 38000 fy
Chapeos de sol de seda para se-
nhora a 39500e 4J000
Guardanapos adamascados a du-
zia a 89500 e 3000 H
Toalhas de linho a duzia 59OOO S
Riscadinhos de linho o covado a 160
Cortes de brim de linho de cores #$
a 29500 e 2J800 %
Ditos de meiacasemira a 19880 e I96OO 9
Panno szul fino covado a 19280 e 18600
Dito preto dito dito a 39500. 49 e 5S0O0 A
Cortes de casemira preta a 59 e 69OOO !
Cortas de dita de cores a 49 e 59OOO %&
Cortes de velludo para collete i
a 19600 e 280no Z
Ditos de gorguro a jg600 2
Bnro branco de linho trancado a 1/000 W
Paletolsde brim de cor pardo a 31500 k
Ditos de dito lona a 45500
Na ra da OaaiaBau a. 5o. laja da mindezaa
de los de Arevedo Hala a Sva, tem para ven-
der palos diamicMitos presos abaiio declarados pa-
ra aturar ainheiro, poia o que muite precisa,
garaata tuda perfeito, pois o rego admira :
Linha do gaz superior para vastar, no-
vela a 40
Dita do gaz brancas e de eores, novelo a 30
Dita de carretel muilo boa, carretela 90
Nvelos da llana do gaz brancas a 10 e 80
Carreteis coa. >inha preta muito gran-
* m
Varas de franja de li muito bonitas a 100
Pecas de tranga de l muito bonitas e
com 10 varas a 800
Pares de meias cruas para menino a 200
Ditos ditos de cores todoa oa tamanhos a 160
Ditos de cores para meninas a 120
Duzia de meias cruaa para homem a 29400
Cartes de linha Pedro V com 880 Jar-
das a 80
Caixas com tissoes para acceder chara-
toa a 40
Caixas com phosphoros de seguranza a 160
Duna de phosphoros do gaz a 240
Filas para ailar vestidos muito gran-
des a 80
Frascos d'agua de colonia muito supe-
rior a 400
Ditos com cheiros multo fino a 900
Ouzia de meias para senhora o melhor
que ha a 39OOO
Pegas de trancinha de la sartidas a 50
Sabonetea superiores e muito grandes a 100
Groza de botes de osso para caiga sendo
pequea a t2d
Oila de ditos grandes a 240
Tramoia do Porto superiores varas a
100, 120 e 160
Pegas de fita de linho brancas e de co-
rroa o
Craza de penas de ago muito unas a 500
Frascos do opiata para (impar dentes a 400
Copos com banha muito ba a 640
Espelhos de columnas madeira branca a 19508
Carteiras para guardar dioheiro 508
Ra lejos para meninos a 40
Baralho portuguez 130
Varas de franja para cortinados a 240
Groza de botes de loug brancos a 120
Tesouras muito finas para unhas e cos-
tura a 400
Caixas de charutos de Havana maito su-
periores a 49000
Cartas muito finas para voltarete o ba-
raiho a 240 e 320
Varas de bico largura de 3 dedos a 120
Garrafas com agua celeste para cheiro a 19300
Rialejos com 2 vozes para menos a 109
Vende-se uma crioulinha de 16 annos, ea-
gommadeira e cosiuheirs, elegante figura : na
ra da Imperatriz n. 5, segundo andar, se indi-
car quem veode.
Muita grvala ba-
rata.
Na loja d'aguia branca se encoolra um grande
e bello sortimenlo de grvalas de differentes gos-
lose qualidades, e por pregos taes que em ne-
nhuma outra prtese acha, como seja, gravati-
nhas estreitas bordadas a 800 e lg, ditas prataa a'
de cores agradaveis a 19. 19200 e 19500, ditas i
com pontas bordadas e matizadas, e lisas de mui
bom setim msco algJOO. Pela variedade do sor-
timen to o comprador lera muitaa de que ae gra-
de : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Riscadinhos de linho proprios para obras
de meninos a 200 rs. o covado ; na ruado Quei-
mado n. 22, loja da boa f.
A aguia d'ouro
No botequim d'aguia d'ouro,
na ra est^eita do Ro
sario n 23, defronte da ra
das Larangeiras,
fornece-se almigo e jantar para fora, manda-se
levar, mensalmente, pelo prego mais comraodo
possivel, assim como todos os dias das 7 horas
da manhaa em diante tem a papa de farinha do
Maranhao e araruta, e todos os domingos e dias
santos tem a bem conhecida mo de vacca das
4 horas da madrugada em diante, e no mesmo
estabelecimento achar-se-ha sempre comida
prompta a qualquer hora que se procure, e pre-
parase qualquer encommenda que se lhe fizer
com todo o aceio e promplido.
Vende-se uma carroga nova para um ca-
vallo: na ra Nova n. 59.
Algodao
azul americano,
Vende-se overdadeiro algodio azul anrerica-
no.em caixas e a retalho : na ra da Cadeia Ve-
lha o. 35.
Vende-se a quarta parle do sobrado de dous
andares e soto da ra do Padre Floriano n. 21
a tratir na ra do Queimado n. 52 loja.
Atenco.
Vendem-se uns terrenos em Santo
Amaro, proprios para ediOcar-se : a tra-
tar na praga do Corpo Santo n. 21, loja
de cabos.
Graie peiieha.
A 2tJ, *40 e 2G0 rs.
Chitas francazas da multo bonitos padroes a
muito boas pannos, pelo baratissimo prego da
880, 240 e 260 ra. o covado ; na roa do Queima-
do n. t8* na loja da boa .
Gangas francesas muito ftoaa com padroes
escaro* 480 rs. covado : na rae do Queima-
do n. I na loja da-boa f.
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa ao-
va e apreciavel agua ambreada, de um aroma ex-
cellentemeote agradavel. Ella serve acertada-
mente para ae deitar algumas gotaa n'agua pura
com que se banha o rosto, resultando dlsso que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
ldade das senhoras ; assim como para se deitar
n'agua de banho, que o torna mui deleUavel. re-
sultando alem de refrescar o tirar ou fazer desap-
parecer esse hlito dessgradavel que quasi sem-
pre se tem pelo transpirar. Tambem tem a pra-
ciosidade de acalmar o ardor que deixa a navalha
quando se faz a barba, uma vez que a agua com
que se lave o rosto tenha della composigio. Cos-
ta o frasco 19, e quem aprecia o bom nao deixar
certamente de comprar deesa eelimavel agua am-
breada, isto na loja d'aguia branca, na ra do
Queimado n. 16, nica parte onde se achara.
ttRecomtnendaco aos Srs.g
d engenho.
Panno azul de superior qua- ,
lidade para roupa de escravos a
900 e lf.
urna negrtnha recolhida muito bonita e geitosa,
de 14 a 15 annos de idade, e inteiremente inno-
cente ; vende se para aqui e nao para embarcar:
quem a pretender, dirija-se a ra da Imperatriz
n. 9, segundo andar.
Gampos A Lima.
Na ra do Crespo a. 16 continua a vender lin-
das fofos de cambraia para guarnico de vestidos
por com modo prego.
Cortes de meia casemira de nma s cor, fazen-
da superior, pelo baratissimo prego de 29 cada
um: na ra do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Chales de merino estampados a 29500 : na
ra do Queimado o. 28, loja da boa f.
Brim branco de linho muito fino a 19280 a
vara; na ra do Queimado n. 2!, loja da boa f.
Rival
sem segundo.
Na ruado Queimado n. 55 loja de miudezas
do Jos de Azevedo Maia e Silva, est queiman-
do os objectos ab*ixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120
Csixas de alQnetes fraocezes a 100
Carta de ditos ditos a 80
Carines de colxetes com defeit" a 20
Cartdes de ditos perfeitos a 60
Caixas de dito muito superioj a 40
Pares de meias cruas a 160
Maco degrampos de carocol a 40
Tesouras para costura a 160
Pares de sapatos de tranga de algodo a 19^00
Ditos ditos de l a 19280
Sapalinhos de l para meninos a 200 e 400
Frascos de oleo baboza a 400 o 500
Ditos de macaca perola a 200
Ditos ditos de oleo a 100
Ditos de banha a 240
Ditos d'agua ambreada a 500
Ditos de oleo philocome a 900
Caixas de folha com phosphoros a 100
Ditas com phosphoros de velas a 240
Duzia decolheres para sopa muilo finas a 19500
Escovas para denles muito finas a 160 e 200
Groza de penas de ago caligraphica a 19440
Tem tambem uma porgo de tranga de linho
Conrado.
Contiouam a mandar fazer obras por
medidas pois tem em sua casa um per-
' feito mestre alfaiate j bem condecido
em sua thesoura, recebem toda e qual-
1 quer obra que nao Oque a gosto do fre-
guez ; assim como tem grande sortimen-
lo de obras totas, tanto para meninos
como para homem que venda muito
barato como seas freguezes nao igno-
rara, caigas de casemira de cor e preta
a 6|, 79. 85. 99 e IOS, o Para meninos
a 39, 49 e 55, palelots de panno de di-
versas cores a 109. 129. 15$. 209 e 259,
casacas e sobrecasacas de panno muilo
fino a 30S, 409 e 50$. palelots de brim
diversos 3$ e 49. ditos de fusta o o me-
lhor que ha oeste genero a 78, palelots
de alpaca preta e de cores a 39, 49 e 59
tanto saceos como sobrecasacos, caigas
de brim e clleles de 39. 39. 49 e 58 e
outros srtigos que se tornam eofastiveia
em mencionar s com a vista se pode
apreciar seus pregos e qualidades.
Gollinhas.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
recebeu-se um completo sortimenlo de gollinhas
de missanga de ludas as cores.
Vondem-se saceos com farinha de mandio-
ca a 38. e velas de carnauba de superior qualida-
de; na ra Nova o. 48.
Em casa de N. O. Bieber & C, ra da Cruz
o. 4, venda-se :
Relogios americanos de otrro e preta, igual em
quatidade aos melhores relogios ioglezes.
Relogios dourados
Correles para relogios.
Balaogas americanas proprias para armazens,
pesando de meia libra at 3,500 libras, ditas pe-
sando de 1|2 onga al 8 arrobas, proprias para
tabernas, casas de familia, etc.
Carrogas americanas para boi ou cavallo.
Carretas.
Caniuhosde mo.
Cirros americanos para 1 ou 2 cavallos.
EAU MINERALE
NATRALLE DE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.83
&
\inho de Bordeaux.
Em essa de Kalkmann Irmos & C., ra da
Cruz n. 10 encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenbarg Freres o
dos Srs, Oldekop Mareilac & C, em Bordeaux.
Tem as seguintes qualidades:
De Brandeaburg f reres
St. Estopo.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Cha lea 11 LeovUle
Chleau Margaux.
De Oldekop fe Mareilhac
St. Julien.
St. Julien MHoc
Chateau Loville.
Cognac em barris qualidade fina.
Cognac em esixas qntlidade inferior.
Na mesma cas* b par
vender:
SaoTry 601 barris.
Madeira em barris.
Largo do Ter n. 23a
Vendem-se batatas muito novas a 80 rs. a li-
bra, assim como outros gneros mais baratos que
em outra qualquer parle, nao se diz o prego para
nao espantar 111 (a dinheiro vista).
Baldes econmicos de cordo,
a3J0OO.
Na raa da Cadeia do Recite n. 45, esquina da
ra da Madre de Dos.
Bonitos toucado-
res de armaco e gaveta,
proprios para os senho-
res acadmicos, etc.
A loja d'aguia braoca acaba de receber mui
bonitos toucadores de armagio preta, torneada,
e gaveia com embutidos e machetados que os
tornam mui alegantes, os quaes sarvem excelen-
temente, para os senhores acadmicos, gabinetes
da seabaras, salaa de detraz, a de rapazas sollei-
ros, e pelos prec.os de 8, 9 a 109, sao baratiasi-
mas oa verdade, e qnem es vir na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, se agradar, a
infallivelmente comprar.
JAYME
i
Sabonetes
de amendoa, em caixinhas de louca a
500 rs. cada um.
Vendam-sasabonetes da amendoa para barba,
cadaam em sua eaixiahc da langa a 500 rs. ; na
na da Quessaada, faja d'aguia branca o. 16,
Cabelleireiro trantjador, edesenhador
em cabellos,
Com sea estabelecimeato oa ra do Queimado
n. 6,1* andar, continua a receber encommeu-
das de objectos tendentes a sua arte, garantindo
perfeigo e mdico prego.
Ago a Imperial
para lavar a cabega, limpar as caspas a evitar a
queda doa cabellos.
Vende-se na raa do Queimado, caaa de ca-
belleireiro.
Flores finas a' 15000 rs. o ramo !!
Vende-se na ra do Queimado, casa de ca-
belleireiro:
Agoa de tingir cabellos.
Veoda-saaa ruado Queimado, casa de ca-
belleireiro.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conheesdo a acreditado deposito da raa
da Cadeia do Recite n. 12, ha para rendar a var-
dadaira potassa da Russia, nova a da superior
quatidade, assim cerno tambara aal virgeaa am
padra ; tuda por prego a mala barato* do qne am
outri qualquer parle.
Ruada Senzala Nova n.42
Vnda-i# ar tada S. P. Jonhuoa 4 C.
sallioso silabas Qflazat, oandaairos a eastifaa
bromeados,anas ngletos, fio devala,chicla
paraearrof, eoniana,arreiospara carro de
om a dous aavVa ralogiosda airo patearte
Aloja dakandeira
ova loja de funileiro da
pa da Cruz do Recife
numero 37.
fcfanoel Jos di Poaseea participa a
todoa oaeeua fregueses tanta da praga
coaae de mates e juntamente oreepefta-
vel publico, que tomou a deliberago de
baixar o prego de tolas as suas obras, por
cajo motivo tem para vender um grande
sertimento de behs e bacas, tudo da
differentes tamanhos o de diversas cores
am pintaras, e juntamente um grande
sortimento de diversas obras, conlendo
banheiros e camelas grandes e pequeas,
machinas para caf e camas de rento, o
que permite vender mais barato possivel,
como seja babas grandes a 49 e peque-
nos a 600 ra., baciaa grandes a 59 e pe-
quenas a 806 rs., cocos a 19 a duzia. Re-
cbese um official da mesma officirra
para trabalhar.
Relogios.
Vande-se em casa de Johnsion Pater d C,
ru do Vigario o. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, palete inglez, da um das mais
afamados fabricantes de. Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
meamos.
Arado americano se machina-
pai a lavar roupa: em casa de S.P Jo
hnston & C. ra da*enala n.i2.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Gabuga n. 1B.
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeitesde continha, como dourados, e de lindaa
fitas e Qvelas, o maia fino que se pode encontrar;
isto na loia Agnia de Ouro, ra do Cabugi n. 1 B.
Vende-se um cabriolet novo ; na ra Nova
numero 59.
Para menina de escola.
Chapeos de palha escura, ricamente enfeitados
e por commodo prego : na loja de chapeos da
ra da CaJeia do Recife n. 46.
J chegoo o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C, de New-York Acham-sa
venda na ra da Imperatriz n. 13. Tambem cne-
garam as inslrucges completas para se nsarem
estes remedios, conlendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a 1*000.
Para se comprar as verda-
deiras luvas de Jouvin, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Esta loja tem constantemente recebido de sua
propria encommenda as verdadeiras luvas de
Jouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
vapor francez e continuar a recebe-las por to-
dos os outros ; por isso quam quizer comprar
boas luvas escusa cansar-se, dirlgir-se a loja
d'aguia branca, ra do Queimado o. 16, que ah
aera bem servido.
Cabo de marim e madrepero-
la, escovas para dentes.
Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
do bem, mui delicadas escovas de cabo de mar-
im e madreperola a 29 e 28500 cada uma. Com
uma escova assim delicada faz gosto limpar-se
os dentes, e para as comprar dirigir-se ra
do Queimado, loja d'aguia bisoco n. 16.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmao recebe-
ram pela bar-
ca Clarissavin-
da ltimamen-
te de Neir-
York,um com-
pleto sorti-
mento das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhoradoa
com novos
aperfeigoa-
mentos, fszendo pasponto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na raa da Imperatriz n.
18, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os prepares para as mesmos como aglhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado expressameato para as mesmas ma-
chinas.
Trinta arcos
a 2$000.
Saias balao com 30 arcos a 29 cada uma. sa-
patos de burracha para homem a 89 o par : na
loja das 6 portas em frente do Livramento.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja d'aguia branca recebeu prximamente
um novo e lindo sortimenlo de cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de differen-
tes cores e larguras, e como sempre as est ven-
dendo baratamente a 89, 3,4 e 5J a pega, pregos
estes que em nenhuma outra parte se acham, e
s sim na ra do Queimado, loja d'aguia branca
onumer 16.
A Ai, 4#500 e 6f.
Cambraia lisa muito fina a 49 a pega com 81(2
varas, dita muito superior a 5$, dita tambem
muito fina com salpicos a 49500; na roa do
Queimado n. 82, na loja da boa f.
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez uma pequea porgo de mu boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
timo gosto, para meninas e senhoras, e as est
vendeado a 19500 cada uma ; a ellas, antes que
se acabem, pois s as ha na loja d'aguia braoca,
ra do Queimado a. 16.
Luvas de finacamursa
para militares ecavallei-
ros.
A lata d'aguia braoca acaba de receber de aua
eaoomaaenda mui Anas luvas da camua, o qne
de nwlber se poda dar nesse genero, a as est
vendeado a 29500 o par I os senhores offlciaes e
cavalleiros que as compraren) conaecerao quesio
baratas vista de ave finura a duracie, e para as
obter dlrigirem-se ra do Queimado, loja da
aguia braoca o. 16. Adverte-sa que a quanlidade
pequea por hora, e por iaao nao demorem.
Coral de raiz
Vende-ee multo bom coral de rali, d*fio a 19 :
na raa de Queimado, loja d'aguia branca a. 16.
SYSTE HA MEDICO BE HOLLW1Y
PILLAS HOLLWOYJL
Este tnestimaeal especifico, composto ioteira,
mete de hervas medicinaes, nSo eontm mercu-
rio nam alguma outra substancia delectara. Be-
nigne mais lema infancia, a a compleigaomais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal oa compleigao mais robusta ;
en tetramente innocente em toas operagoese ef-
faitos ; pois busca a remo ve aa doeacas da qoal
quer especia a grao por asis amigas e tenaaes
que sejam.
Entre mimares da peseoas enredas com este
remedio, muitas que ji esta va mas porras da
mora, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e orgas, depais de ha ver ten ta-
do intilmente todos oa outros remedies.
As mais a (Hielas nao devera antregar-se a des-
espersgo; fagam um competente eosaiodofe
efficazes effeiios desta assombrosa medicina,
prestes recuperarlo o beneficio da ssude.
Nao se perca teropo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes eafertilidades:
Pobreto dse specia.
Gasta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammages.
Irregularidades
menstrua cao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra*
Manchas na cutis.
Abstrucgao de ventre;
Phtysiea ou coosump-
pulmonar.
Retengo deourina.
Bheumatismo.
Symptomassecundarios.
Tumores.
Tieo doloroso,
Ulceras.
VeBereo(mal).
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal da).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
DebilidadeoH exteoua-
gio.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Oesinteria.
Dor degarganta.
de barriga,
nos ros.
Dureza no ventre.
Enfermidades no veotre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Pebre biliosa.
Febreto intermitente.
Vende-se estas pillas no estabelecimento ge-
ral de Londres o. 224, Strand, e na loja da
lodosos boticarios droguistaeoutra?pessoas edo
carregadas de sua venda em toda a America n-
Sul, Havana e Hspanha.
Veadem-se as boeelinhas a 800 rs. cada
uma dallas, contera ama insIrucgSo em portu-
guez para explicar o modo de S6 usar destas Di-
luas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
phar .uceutico, oa ra da Cruz n. 22 em Per-
Dar ifiuco.
a*MKK aeeneieMs x^-
4 fama Iriumplia.
Os barateiros da loja
Encyclopedica
DE
Guimardes A Villar.
[Ra do Crespo numero 17 :j
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraias, laas, chapelinaa de pa-
lha e de seda para senhoras, manteletes
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sahidas de baile,saias a balao de di-
versas qualidades, saias bordadas de to-
das as qualidades e pregos, chitas fran-
cezas muito bonitas e finas, enfeites de
diversas qualidades para cabega de se-
nhora?, espartilhos de molas e muitos
outros objectos que nao mencionamos,
todos proprios para senhoras.
Para bomens
palelots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, grvalas, lencos, so-
brecasacos, calgadoMelie e muitos ou-
tros objectos.
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo.
Quem duvidar v ver
Ouemduvidar v ver
Quem duvidar v ver.
Levem dinbeiro
Levem dinbeiro
Levem dinheiro.
Enfeites de flores para ca-
samentas e bailes.
Chegou para a loja d'aguia branca lindos e de-
licados enfeites de flores finas, feitos com muito
gosto e a ultima moda, sao mui proprios para as
senhoras que v&o a casamentos e bailes, e ser-
vem igualmente para passeios. Os pregos sao 89,
10 e 18. porm quem apreciar o bom eonhece-
r que sao baratos, e para isso dirigir-se a ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Julio & Conrado.
Receberam os melhores chapeos
de alpaca para chuva esol e vendem
muito barato, assim como de seda
que vendem por 69.
Pechincha
Armazenada
de Paris
DE i
Magalhaes & Mendes.
Ra da Imperatriz, outr'ora^terro da Boa-Vis-
ta, loja armazpada de 4 portee a. 56, recebeu
povo sortimento da fazendas de gosto, entre el-
las, rices chales da grox com poeta redonda e
borlote a 8f, altas de merino tambera de poeta
redonda para todoa es pregos, os ricos cortee de
vestidas araos de e 6f asteo ea seebeede.
ncas coeertas pan cena de frot a lf, ricee
chitas para coberta de Crepoa a 849 o covado, ri-
cos gestos de caasae mt tiaaeas a 880 a 380 rs. o
covado. Ha aesapre n tata asea am completo sor-
timento de caitas da 180 at 1 e cofade. saisa
balao de doto gosto e de arcos miados, com lia
larga dos latos, qve ato meibetes do qoe as da
featao a I e 8*600.


MAMO 31
-* MBBiM) tT M JIJLHODI 1M1.
(*
Coraes lajHas
a500rs. omasso.
V>M^MMBfc> (ta MfM tepidade*
500 ra. cada um : na ra dmeosme o, tota eTe-
ftuut bracea a. .
240 rs.
Uas escuras da padres moderaos o melhor
que tem apparecido, da liadas catea, a 240 rs. :
na roa do Queimado a. 39, laja de 4 por tai.
Libras sterlinas.
Veado-se no eecrietorio a Manoel Ignacio de
Ohveira 4 Filfce, largo de Corpo Santo.
Travessa do Pires n. 11.
Joseph Grosjeaa eaa su* oficina vende i ca-
brielel odvo, l carro americano paca 1 cavallo,
1 cabriolet em bqm estado, que vende muito em
coma, aasim como encerado preto a 29300 o co-
?edo, e comprando em peca ha de ser mala ba-
rato.
Attenc.o.
Na raa do Trapicha a. 46, em casa da Rostrn
Rooker & C, existe una bom sorlimento deli-
ncas Jo cores o brancas em earreteis do melhor
abricaate de luglaterra, as qeaea sa Tndem por
procos mui razoavaia.
DESTINO
DE
Jos Das Braado.
5Ra da Lingueta 5
0 no?o destino torra gneros por menos de seu
? alar: superior manteiga iogleza a la a libra,
dita franeeza a 700 rs.. cha preto a 18400, nas-
sas a 560, conservas inglesas e portuguezaa a
700 rs., ale tria, tilharim e macarra o a 400 ra. a
libra, toucioho de Liaboa a 320 rs. a libra, baoha
de porto refinada a 480 rs latas com peiie de
postas a 18400, cerveja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 5$a duzia. dita preta a 600 rs. a garrafa e
6#800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervil has francezas e portuguezss a 720 rs. a lata)
spermacete de 4, 5 e 6 om libra por prego mui-
to em conta, viobo do Porto engarrafado fino
fv elho) a 1*500 rs., vinho de Lisboa eFigueira a
550 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 ra. agar-
rafa, e outriis muitos gneros que escuaado
meaciona-los, que do cootrario se tornara ena-
donho aos freguezes (Dinheiro vista.]
Lindos cabazes
de palha fina, ou cestinhas
para meninas de es-
cola.
Na loja d'aguia branca se aebam mui lindos e
delicados cabazes de palha fina, ou cestinhas en-
feitadas, proprias para aa meninas de escola, ou
mesmo para costura de sen horas, e cusa m 4 e 59,
o que baratissimo vista da perfeigao e bom
!;osto de taes obras, as quaes se vendem em dita
oja d'aguia branca, raa do Queimado n. 16.
a
rUNDIClO LOW-MOW,
Ruada Sen zalla Nova d.42.
fiesta dstabalecimento contina ahavarum
completo soriimanto de raoendaseaaeias moen-
ds para engenho, machinas da vapor e taixas
ta farro batido a coado, da todos ostamanhos
para dito,
A12#000
a duzia de toalhaa felpudas superiores ; na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Vende-se um sobrado de dous andares e
sotao na ra de Santa Rita : a tratar na rna daa
Cruzes n. 18.
Atiendo
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiros.funiteiros etc. a 1$280:
quetn pretender dirija-se a e$ta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem o$ tem
para vender.
P Julio (Conrado.
Vendem bellos vAslirins Aa filAn
Vendem bellos vestidos de filma-
tisados tanto de 2 aaias como de
folhas a 109, Pra acabar.
Aranaga- Hijo & C,
vendem onc s de ouro: a a ra
do Trapiche n. 6.
Relogios patente inglez a 1709, em
casa de Julia & Conrado, asaim como
ricos aderemos de diversas qu.lidsdes
que veadem barato porquererem acabar
com o negocio de ouro.
Lidas caixiohas
com necessarios para costura
Acaba dechegar para a loja d'aguia branca mui
lindas caiiinhas matizadas, com espelbo, tesoura,
caoivete, agulheta, agulheiro, dedal e ponleiro,
tudo praliado e de apurado gosto, emQm urna
caixioha excelleote para um presente, e mesmo
para qualquer senhora a possuir, e vendem-se a
109 e 129 : na lo4a d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
afeites de c a beca.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabag n. 1 B,
chegado um completo sorlimento de enfeiles
para senhora, sendo ultima moda, que se vende
mais barato do que em outra qualquer parte.
L Wm barate.
Manteletes de fil preto muito superior* a 81;
a raa do Caaes a. 40.
Damasco de seda.
taperior a 8#MO ; na raa da Crespo a. 10.
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguiade ouro,
ra do Catug n. iB.
Vendem-ae massinho da coral muito fino* 500
rea o masso.
Tachas e moendas
Braga Filho & CU Um samare no san depo-
sito da raa da Moeda a. 3 A, um graadssor-
manto da, tachas e moendas para engenhu, de
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar ao mesmo aposito ou na ra do Trapiche
a. 4.
Veude-se o engenho Tiriri, silo na comarca
do Cabo, com as proporcdes seguintes: dista da
estrada de ferro urna legea, e porto para embar-
que em distancia de 200 bracas, oom terreno pe
ra grandes safras, e tem mullos terrenos para se
abrirem com facilidade, ha grande cercado e
militas matas Este engenho novo ebem obra-
do ; a tratar na ra da Praia n. 47, seguodo an-
dar, ou ao engenho Cafando, sitio em distancia
de maia legoa da esticao da Olinda com o abano
assignado.Joo Paes Brrelo.
A 8#0GQ.
Chapeos de castor branco, (azanda muito boa,
os quaesse vendem pelo diminuto prego de 8j
cada um : na ra do Queimado n. 89, loja de 4
portas.
Entre-meios
os melhores que se tem visto.
A loja d'aguia branca reeebeu um explendido
sorlimento de entremeios de delicados bordados,
e goslos ioteiramente novos, com diflerentea lar-
guras, do mais estrello at maia de 1|2 palmo,
suas diversas applicacoes escusa dizer-se porque
todas as seohoras sabem : os presos sao de 2 a
59 a peca conforme a largura, e tal a hondada
delles que quem os vir e apreciar o bom, iofalli-
velmente os comprar: na loja d'aguia branca,
na ra do Queimado o. 16.
Attenco
Fazendas e rou-j
pas feitas baratas-
NA LOJA DE
Paraos senhores!
padres*
Meiaa de lata muito elsticas por Ig
Dar : em casa de Julio A Conrado.
;4$- Ra da Imperatriz48
Jnnto padaria franeeza.
Acaba de chegar a este estabeleci-
mento um completo e variado sorlimento
de roupas de diversas qualidades como
sejam : grande aortimento de paletots
de alpaca preta e de cores a 3$ e 35C0,
ditos forrados a 49 e 495QO, ditos france-
zes fazenda de 109 a 60500, ditos de me-
rino prelo a 65, ditos de brim pardo a
3$800 e 4S, ditos de brim de cor a 39500,
ditos de gsoga de cor a 33500, ditos de
alpaca de la amarella a imitadlo de pa-
lha de seda a 3)500 e 49. ditos de meia
casemira a 49500, 53 e 59500, ditos de
casemira saceos a 13f, ditos sobrecaaacos
a 159, ditos de panno preto fino a 209,
22g. 289, ditos brancos de bramante a
- 395O0 e 49, caigas de brim de cor a 18800,
SSOO, 39, ditas brancas a 39 e 49500, di-
- tas de meia casemira a 3)500, ditas de
casemira a 68500. 78500 e 99, ditas pre-
tas a 48500. 7)500. 99 e 109, colleles de
ganga franeeza a I96OO, ditos de fusto
5800, ditos brancos a 2g800 e 39, ditos
de setim prelo a 39500 e 49500. ditos de
gorgurao de seda a 49500 e 59, ditos de
casemira preta e de cores a 49500 e 59,
ditos de velludo a 79, 88 e 9).
Completo sorlimento de roupa para
meninos como sejam caigas, colleles, pa-
letots, camisas a 1)800 e29,ditas defusto
a2)500, chapeos francezes para caneca
fazenda superior a 6)500, 88500 e 109,
ditos de sol a 68 e 6)500, ditos para se-
nhora a 48500 e 5). Recebem-se algu-
mas encommendas de roupa por medida
e para isto tem deliberado a ler um con-
tra-mestre no eslabelecimento para exe-
cular qualquer obra tendente a sua arte.
Fazendas.
Ricos cortes de vestidos de seda es-
coceza superior a 14), novidade em corte
de chita achamalotada de ricos padres
com 14 covados a ), chales de merino
estampados de bonitos goslos a 6350O,
cara braia lisa de Escocia cora 10 varaa e
de ya<-a de largura a 4), 4)500 e 69, su-
perior bramante o melhor que ha a 28 e
2)200 a vara de 4 larguras, sorlimento de
meias para meninos e meninas a 2)800 e
38 a duzia, cambraia de salpico muito fi-
na a 700 e8b0 rs. a vara, chitas sartidas
francezas a 240. 260 e 280 ra o covado a
outras muitas fazendas por preces commo- ata
. do. p
Lavas deJouvin.
Na loja da Boa P. na ra do Queimado n. 22
aempre se encontrarlo as superiores lu vas de pel-
lica da Jourio, tanto pera hornera como para se-
nhora, por serem recebidas por todos os vapores
viudos da Europa, e se vendem pelo baratissimo
prego de 28500 o par : na mencionada loja da Boa
F, na ra do Queimado n. 22.
Grayatiuhas estreitas.
Vendem-se superiores gravatinhas estreitas de
seda, ne so pretas como de oores, pelo baratis-
simo prego de lf; aa ra do Queimado n. J2.
loja da boa f.
E*de graca.
Ricas chapelinaa de seda para senhora, pelo
baratissimo preco de 16) cada urna ; na ra do
Queimado n. 22, loja da boa f: (a rilas,que sao
poucaa)
Cortes de vestidos brancos
bordados.
Vendem-se ricos cortes da vestidos brancos
bordados com 2'a 3 bailados a 5) : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Grandes colchas
de fuatao adamascadas, pelo prego de 6) cada
detfoeinado 11. T,
s
ua do Queimad
numero 48.
Jutio & Conrado receberam pelo
ultimo paquete ricos enfeites a Ga-
ribaldi, pretoa e de corea tanto para
senhora como para meninos, cooli-
nuam a vender espatos de traog
tanto para homem como para se-
nhora a 1) o par.
S
Molas para balo.
Na loja d'aguia de oare* roa da Cabag n.l B,
reeebeu de ana encommenda as vardaeisaa mo-
las para baldes, que aa vende a 200 rs. a Tara.
Largo da Terco n. 23.
VeaoVse manteiga Insleza perfcitsaenle flor
a 1S a Jipra, fraoeaaa a 680 a libra, e de 4 libras
para dma a 640 a libra, afiangando-se a boa qna-
iwvoa tfe qualquer genero que for comprado sea-
te titabelecimenio, a dinheiro a riela.
Lila preta,
boa fazenda, alSOrs. o covado.
Cortes de casemira daeor fina a 4J.
Ditos de collele de gorgurao, bonitos padres,, a
290W.
Faeno Una suaarktr, cor am aeiUna, a 4tfa*0o
eavaiaa
Casemira preta una a 2) o corado : na ra do
Crespo a. 10.
mmmmti
Liquidacad
^Ruado Queimado loja deg
4 portas a. 10. 9
0 Vende-eepanoodeiupeiiorqua-
^ lidade prora de llmao cor de
9 caf a 3$.. a
9 Dito rerde a 3$. A
Dito preto a 3g. S
^ Dito azul a 3^.
A Seroulas escoaeezas brancas a
0 i20Qi-jjf300.
^ Ditas de linho a 2/}600 e 3/f.
$fe Superiores manteletes de fil 4
^ preto a 6$.
a Camisas de linho inglezas duzia
g Ditas dita dita duzia a 35jjf.
tm Ditas dita dita duzia a40j|,
S Ditas dita dita duzia )4M
k Ditas dita dita duzia 50.
Ao chales de
groxe.
Si rea da Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-
Vista, na loja armazenada de 4 portas n. 56, re-
cebeu-se pelo ultimo vapor francez um completo
sorlimento de fazendas proprias para seohoras, a
ser : manguitos bordados com manga a balo a
2$ o par, dilos de fustao com botaozioho de lin-
dos gostos a 39 e 39500, ditos de linho muito fi-
os a 49 e 4x500, lodos sao bordados e o melhor
gosto que ha aeata fazenda, corpiahos bordados
para meninos e meninas a 19, tiras bordadas e
entremeios para enfeitar vestidos brancos a 19 a
pega, cortes de vestidos bordados dos lados a'
4g00, ditos de babadoa a 5 e 69, ditos bordados'
muito Baos e enieiUdos com peces de entre-'
meios muito ricos de 2 e 3 balados a 8 e 109 o
corte, corles de riscado francez a 29, covado do
mesmo 200 rs., chitas francezas a 240. 260 e 280
o covado, cambraias brancas finas a 29500, 3g e
395OO a pega, ricos chales de groxe com pona
redonda e borlla a 8f, cobertas do mesmo gosto
a 10/, chales de merino tambera de pona redon-
da para lodos os pregas, dilos estampados a
29500, isaias de balao de novo gosto de arcos
miudos com fita larga dos lados que sao melho-
res do que os de fusto a 39 a 33500, ditas para
meninas a 295O0e 3. A loja armazenada de Pa-
riz se acha aberta das 6 horas da manhia s 9
da noite.
)S
:
para vestidos de senhora e
roupinhas de criancas.
Na loia d'agoia branca se enconlra um bello
sorlimento de franjas de seda, la e linho, bran-
cas e de cores, propriaepara enfeites de vestidos,
assim como urna diversidade de galio de seda e
linho, brancos e de corea, abortos e fechados, lar-
gos e estreitos at o mais que possivel, trancas
tambem desfda, la e linho, de ditferentes qua-
lidades, e os que de melhor gosto se pode en-
contrar em taes cousaa: por isae quem precisar
de taes objectos, dirigir-se a dita loja d'aguia
branca, na ra do Queimado n. 16, que ser bem
servido.
QMDI
pechincha.
muito iacorpadas, cova-
com boto para
Sedinhas de quadros
do a 800 rs.
Golinhas de fusto bordadas
senhora a 640 rs.
Ditas de dito lisas com bolso a 500 rs.
Manguitos a balo com penhos e gola borda-
dos com botozinhos a 39.
Manguitos a balo com punho e gola a 29500.
Baldes elsticos a 39 e 39500
E oulras mais fazendas muito baratas : ns ra
da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Fer-
reiros.
a 3| a arroba, a a naUiho a 120 rs. a libra: ven-
de-se no armazem progresso, largo da Penhi Da-
mero 8.
Attenco.
Ricos cerles de seda de 1009, pelo diminuto
prer,ode 309 por ler am toqaezinho de mofo:
00 armazem de fazendaa da roa de Queimado ne-
na ero 19.
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui nevos e
delicadee eheeeozinbos para baptisados obra
mui perfeita e bem enlejiada, seaeo cada um em
aaa bonita caixinha, e pelo baratissimo prego de
69, ninguem deixar de os comprar : na loja d'a-
guia branca, roa do Queimado n. 16.
Vende-se porcao de quintaos de ferro em
vergalhoes quadrados de varias grossuras a
chumbo em barra ; no armazem da travessa do
Carioca n. 2.
Batatas
em gigos de 1 arroba, chegadas ltimamente, a
1SO0O rs. o gigo, e a 60 re. em libraa : vendem-
ae nicamente nos armazens Progresso e Pro
gressista 00 largo do Carmo n. 9, e ra daa Ciu-
aes a. 96, tambem tem grande porgo de quei-
jos prato que vendem a 560 a libra e a 480 ne-
teiros.
Opiata ingleza para
denles.
A loja d'aguia branca acabs de reeaber de sua
propria encommenda a bem conhecida eprovei-
tosa opiata inglesa para denles, caja bondade
apreciada por lodoa quantoa della leo usado, e
ser mais por quem quizer conservar asgengivaa
em perfeilo estado, assim como a alvura dos
denles; custa cada caixa 19500, e por tal prego
s deixaro de comprar quando a cao acharen)
mais na loja d'agoia branca, na ra do Queima-
do n. 16.
Feijo de corda
No armszem de Tasso lrmoa, raa do Amorim
numero 35.
# #
1 Na loja de marmore
2 Vende-se multo barato*
Para seohoras.
9 Ricos vestidos de seda moirantic.
Ditos dito de dita grod-fri.
Ditos dito de dita babadinhos.
Dilos dito de dita dons folbos.
0 Dilos dito de dita phantasia.
Ditos dito de dita bareja-babadinhos.
9 Ditos dito de dita eambraia brancos bor- ^
didoe. 9
% Ditos dito de dita pretos tecidos avellu- #
dados.
0 Ditos dito de dous folhos babadinhos. #
Riquissimos vestidos de tarlatana brancos.
Ditos dilos de blondo para casamentos. .
Ditos leques de madrpeiola.
Ditos ditos de sndalo. 9
9 Ricas pelerinas de renda e seda. 9
9 Manteletes de fil pretos.
Ditos muito ricos de velludo. 9
9 Ricos bournusbeduinas para sahidas de
bailes e theatros. 9
9 Ricos chapeos de palha de Italia. 9
aa Ditos ditos de seda. 9
9 Gollihas, manguitos e camiainhas de to- 0
9 das as qualidades. #
aa Saias bnrdadaa de algodo. dj
0 Ditas ditaa de linho. e$
aa Ricas sombriohas de seda muito modernas, 9
w Enfeites de flores. aa>
m Ditos de froco. A
Ditos de fita.
Para seohoras.
Casaveques dela.
Feotes de tartaruga.
Ditos de bfalo com enfeite.
Ditos de dito sen. enftite.
Chales da merino muito modernos.
Ditos de cachemira bordados.
Dilos de touquim.
Ditos de froio.
Ricas mantas deblonde para casamento.
Crnicas bordadas muilo finas.
Meias de seda muilo finas. /
Ditas de dita prelas finas.
Enfeite de vidrilhe preto.
Dilos de ditos de cores.
Lengos de labirinlho.
Froohas de labirinlho.
Toalhas de labirinlho-
Lengos de linho bordadas.
Gravatinhas muilo modernas.
Plumas brancas e de cor.
Fitas de seda de apurado gosto.
Franjas, caacarrilhai, trang* e rifa e fitas
estreitas de seda.
Bonecas de camur-
sa com rosto de massa.
Na loja d'agaia braaca vendem-ae mui bonitas
bonecas da camursa com rosto de massa, e pri-
morosamente vestidas com saia baleo, ele etc.,
vista do que, e de sna maita darago sao bara-
tissimas a 1S200, barato aasim s se eneootra na
loja d'aguia branca, rna do Queimado n. 16.
Peanas deaco
inglezas, caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda as verdadeiras peonaa de ago ingle-
zea, caligraphicas, coja superioridade est deci-
dida, e ainda assim contina a vende-las a 29 a
caixinha : na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado a. 16.
Molas para balo.
No armazem de fazendas de J. J. de Gouveia,
raa do Queimado n. 29, eiitlem as verdadeiras
molas para balo, que se vende a 160 rs. a vara.
Veode-se urna negrinha de 9 annos : a tra-
tar na ra da Penha n. 2.
Vendem-se espanadores de todos os nme-
ros, em porcao, para embarcar: quem quizer,
dirija-se a ra da Praia o. 31, segundo andar, ou
loja d'aguia branca na ra do Queimado.
Armazem de fazendas
DE
Joo Jos de Gouveia.
Ra do Queimado n. 29
outr'ora 27.
Vende-se as seguintes fazendas :
Manteletes degrosdensples preto a 9g.
Rarege de seda ticoso finos padies, covado 500.
Sedas de quadrinhos ultimo gosto, covado de
800 a 19500.
Velbutinas de cores o covado 560 rs.
Cambraia.de cores com salpicse ditas adamas-
cadas, pega 2920O.
Carnizas de meia, duzia 69500
Lengos de seda a 600 rs.
Riscados francezes muito largos, covado a 180 rs.
Chapeos de Cbyli a 59.
Bonets de panno preto fino a 19.
Ditos de casemira de cores a 800 rs.
Fnmos de merino elsticos a 500 rs,
Chitas francezas finas de 240 a 320.
No mesmo armazem exisle sempre nm variado
e escolhido sorlimento de fazendas, tanto finas
como grossas, que se vendem com mui diminuto
lucro.
Barcada.
Vende-se orna barcaga qur carrega 16 caixis
qa ra Nova de Santa Rita, serrara n. 33, de Vi-
cente Alves Machado.
( Vende-a urna arava rabela com varias
habilidades : no paleo de S. Pedro n. 16.
{Ra do Crespo n. 8, loja de
J( A portas, admira a pe-
chincha
La para vestidos fazenda que j
S outr'ora custava 8t>0rs. o cova- ]
do vende-se a 240 rs., dao-se ff
amostras com penhor.
Me -&* dK3eieeiMn den
<%.
Julio k Conrado. S
Vendem um preto de meia idade m\
bom cosinheiro a urna preta da Costa a
por barato prego : na ra do Queimado *@
n. 48.
MIL
peeliiucha
A' imperatriz Eugene.
Finos cortes de cassa franeeza de duas saias e
de 7 babados, com 10,15 e 16 jardea a 8500, 4
e 55 : na ra do Quejando n.44.
Loja das seis portas em
frente do Livramento.
Roupa feita para acabar,
Paletets de panno preto a 229, fazenda fina,
caigas de casemira pretas e de cores, ditas de
brim a de ganga, ditaa de brim -branco, paletots
de bramante a 49, ditos de fuatao de corea a 49,
ditos de estamenha a 45, ditos da brim pardo a
39, ditoa de alpaca preta saceos e sobrecaaacoa,
dolletea de velludo pretos e de cores, ditos de
eergurao de seda, grvalas de linbo aa mais mo-
bernas a 200 ra. cada urna, collarinhos de linbo
ga uinma moda, todaa estaa fazendas se venda
paralo para acabar; a loja est aberta daa 6 ho-
raa da manhaa ateas 9 da noite.
Para homens.
Tabaco
americano em latae, chegou nova remese do me-
nor e maia novo : no centro commercial, raa da
Cadea do Recife n. 15, foja de Jos Leopoldo
Bourgacd
Cachimbo
Riquiaaimo sortimenlo de cachimbos de ma-
deiraa640 re. cada um : ne centre eomasercial.
nada Cdela do Reetfe n. 5, laja de Jos lW
polio Bourgard.
Suspiros.
Charas suspiros verdaderos das fabricas de
Jos Furlado de Simas e Francisco load Cardase
a 5$ o canto ; na ra da Cdela do Becife o, 15,
no centro commercial.
Rolic francez.
Chegou o superior rap rolao francez em meios
batas : na rae da Cadete do Recife a.Hk foja1 do
castro commercial, de ioa LeepeMo BeurgaiHl.
9 Paletots de panno fino.
9 Ditos de casenira. 9
9 Ditos de brim lona (brancos.)
9 Ditos de brim de cor. 9
9 Calcas de casemira de cor e de padres de
9 muito goito. 9
9 Capas de guta-percha.
9 Ferneiras de dita. #
% Calcas de dita. $fj
& Capucbes de dita; 9
a) atetas de cor.
9 Colleles de casemira.
9 Ditos de la e seda.
aj Ditos brancos.
a) Dilos de velludo preto.
m Ditos de dito de cor.
9 Caljado Meli.
9 Dito de vaqueta.
aa Dilo de duas soias.
Sapatos entrada baixa.
Chapeos de Ion Ira.
Ditoa de castor branco.
Gnvataade reno a a Garibaldi.
Ditaa de setim.
Ditas de gorgurao e seda.
Colarinhos dos mais modernos.
Camisa de linho inglezas.
S Ditaa ditas francezas.
Para meninos.
Ricos vestuarios de seda.
9
9
9
I Ditos ditos de lia.
Dilos ditoa de fustao.
: RicaacamisiJhas bordadas para baptisado 1
Ricos sapalinbos eofeitados para banti- a
. aaoo. r
* Dneles de todas as qualidades
Chapeoainhoa de palha de Italia.
J Casaveques de la.
Extracto de sndalo multo fino.
Esseacia de sndalo muito fino.
V Gaitiohas da tartaruga.
Garteirinhas de apurado gosto.
9 Ricoa jarroa com banha.
PUm grande sortimenSa de riquissimos!
{ quadros a oleo.
Ricos transparentes paTa jenelle.
Caixiohas muito ricas proprias para guar-
dar joias. *- q
9 Baoha muito fina a Garibaldi.
E outras muitas fazendas e perfumaras
que dentuios de mencionar, por haver
um grande sorlimento.
I
I
9 um grande sorlimento
Venda de propriedades
Teodem-ae as casas terreas sitas a a rea airar
da matriz da Boa-Viata n. 30 e 32, Rangel n. 7,
e na do Porte o. 26, todas eom sola areprioa :
* ,rr > Antonio Jos Rodrigues de Soasa,
ra do Queimado n. 12, primeiro andar.
Urna boa escrava.
?ende- ama mulata de muito boa conducta,
engortma, cotieha, lava maito Bem, e faz todo
TELTTaa*8 <"a* UU: tratM BB ru" d
Aurora n- w.
SABAO.
Joaquim Francisco de Helio Santoa avisa aos
seus freguezes desta pra^a e os de fra, que tem
exposto venda sabode sua fabrica denominada
Recifeno armazem dosSrs. Travassos Jnior
di C, na ra do Amorim n. 58; massa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No meamo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
composico.
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recentemente pro-
vida de um completo sorlimento ce enfeites de
bom gosto para seohoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torgal com franjas e borlas,
ot'tros tambem de torcal de seda eofeitados com
aljofares de cores e borlla ao lado, outros de
froco igualmente eofeitados com aljfar, e borlo-
las, todos elles de um apurado gosto e perfei;o,
os pre;oa de 89 e 109 sao baratos vista das
obras ; alm deslas qualidades ha outras para
39 e 49 issona ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Vendem-se muito em conta quartolas de
muito boa qualidade, proprias para deposito d'a-
gua em caaas particulares e sitios, e tambem por-
Co de loneis grandes de boa madeira, que sao
ptimos para depsitos de mel, e psra as distila-
coesdos eoaeohos, os quaes se vendem a dinhei-
ro ou a prazo, conforme se convencionar: para
ver e tratar, na travessa do Carioca, armazem nu-
mero 2.
Vende-se urna escrava costumada a andar
aoganho, a qual d 800 rs diario, e tambem se
permuta por um escravo que entenda de servido
de campo : na ra da Imperatriz o. 47, terceiro
andar. Na mesma casa veode-se urna porcao de
caibros de qualidade, de 30 a 40 palmos de com-
primento.
Fazendasba-
ratas.
NO
armazem da ra do Quei-
mado n. 19.
14 covados por 2#000.
Corles de riscado francez com 14 covados.
A 09OO, 30 e 30300.
Leamos de panno de linho e bramante pelos
procos cima.
A 10800.
Cobertas de chita pelo preco de 1JJ800.
Atoalhado de linbo a 10600,
proprio para toalhas e colchas, pelo baratissimo
preco de 19100 cada vara.
Cambraia de linho a 50.
Fina cambraia de linho a 59 a vara.
Capellas a 50000.
.Ricas capellas de flore* de laranja e enfeites
imperatriz a 5#.
A 250 e 400.
Ricos cortes de seda, fazenda superior com al-
gn mofo, e pelo baratissimo preco de 259 o 40S.
Algodo moostro a 480 a vara.
Tarlatana de todaa aa cores para vestido.
A 60000.
Grandes colchas de fustao de lindos lavrores
a 69000.
Toalhas de fusto a 500 rs. cada urna.
A 2$ o corte.
r Cortea de riscado francez com 14 covado pelo
barato preco de 29: no armazem de fazendas da
.ra do Queimado a. 19.
Vende-se urna escrava moja sem vicios neo
achaqaea, crioula, eom as babUidadea seguintes :
perita engommadeira, cozioheira. lavadeira, a
cose chao : na ra do Ser (Ilha dos Ratos] n, 3.
I Acaba e|4
chegar J^
ao novo armazem
DE
BASTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sorlimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes se vendem por precos muito modi-
ticados como de seu costume,aasim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitoa pelos ltimos flgurinos a
269,289, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16$, 18$. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padres a 149.169. 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 e a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto preco de 89, t09, e 12$, ditos
de sarja de seda aaebrecaeeeadoa a 129,
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muilo superior a 49500, di-
los de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, dilos de fustao branco a 49,
grande quaolidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de cores
finas a 2S500, 39, 39500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 49500, 5J, 59500 e a
69, ditaa de brim lona a 59 e a 6S, colleles
de gorgurao preto e de coras a 5fi e a 6$,
ditos de casemira de cor e pretos a 4L0O
e a 59, ditoa de fustao branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4$
ditos de merino para luto a 49 e a 450o',
caigas de merino para luto a 4$500 e a 5$,
capas de-borracba a 99. Pata meninos
de todos os tamanbos : caigas de casemira
prefa eda cor a5fl, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2$, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 79, ditos
decora 69 e a 7J, ditos de alpaca a 39,
sobrecasacos de panno preto a 12? e a
14, dilos de alpaca preta a 59, bonels
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanbos
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 59 e a 69. ditos de
bnm a 39, ditos de cambraia ricamente
bordadoa para baptisados,e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sorlimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina de al-
faiate dirigida por um hbil mostr que
pela sua promplido e perfeigao nada dei-
xa a desejar.
%
Vende-se farelo chegado ltimamente de
Lisboa, em saceos grandes ; na rna do Vicario
n. 19, primeiro andar.
Vendem-se dous lindos cavallos alazo
muilo gordo, sendo um proprio para carroca e
outro para cabriolet: na rna Imperial n. 37.
Aos tabaquistas.
Lengos finos de cores escoras e fizas a imita-
gao dos de linho a 59 a duzia ; na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Vendem-se duas carrogas com pipas para
agua e tres bois mansos: na fabrica de sabo
sita na ra de S. Miguel dosAfogados.
Escravos fugioos.
Aclnm-se fgidos os escravos Francisco
mulato claro, natural da villa do Jp, provincia1
do Cear, fgido em setembro do anno proxim-
passado, com os signaes seguintes : idade de 35
annos, altura regular, barbado e cabellos pretos
annellados; e Luiz, cabra, natural do Ico, fugio
do em margo deste anno, e com os seguintes sig-
naes : idade 30 annos, allura regular, muilo pou-
ca barba, cheio do corpo, pea grandes, com al-
guns signaesde bexigas no rosto, e muito re-
grista ; suppoe-se este escravo estar oceulto por
pessoa que o protejo, pelo que protesta-se contra
quem o tlver feito : qualquer pessoa que os ap-
prehenderou delles der noticia a seu seohor Joo
Jof de Carvalho Moraes Filho, na ra do Quei-
mado, loja de ferrageos n. 13, ser bem recom-
pensada.
Desappareceo do dia 13 do corrente, do si-
tio de S. Jos do Manguinho, o escravo crioulo
maior de 50 annos, de nome Joaquim, com os
signaes seguintes : cabellos brancos, alto, secco
do corpo, e usa alpargatas ; este escravo foi pro-
pnedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty, d'onde veio para aqui fgido : roga-se
a todas as autoridades policiaes a a quem quer
que o encontr, de o capturar e entrega-lo no
sitio cima citado, ou na ra do Trapiche n. 15
a Jos Teixeira Rasto.
__ Fugio o escravo Torquato de cor parda natu-
ral do Par no dia 30 de junho prximo passado
o qual pedreiro e trabalha tambem de alfaiate'
costuma embebedar-se muilo amiudo, tem d
idade trila annos pouco mais ou menos, e allu-
ra regular quem o pegar leve-o a ra do Apollo
n. 8 que ser gratificado.
AusentOu-se da casa de sua senhora o es-
cravo de nome Jos, idade de 40 annos pouco
mais ounienos.de nago Cesta, levou vestido
caiga de brim de quadros, camisa de algodo azul
chapeo de palha.^ndo por signal o seguinte '
um doa dedos do p direito aeavalado sobre outro
prximo, tem por costume fallar baixo,- estatura
regular, tem nos bracos ao p dos hombros ta-
Ihos signaes de sua naco, o rosto limpo quer
de marcas quer de barba, figio no domingo 21
do correle: quem o pegar queira leva-lo a casa
de sua senhora na ra da Imperatriz n. 75, ter-
ceiro andar, que ser recompensado a vista do
seu Irabalho.
Fngio no dia 25 do corrente pelas 8 horas
da manhaa am fcaboclo de nome Manoel, cuios
signaes sao os seguintes: idade 13 a 14 'anooS
rosto redondo, olhos grandes e brancos, est bas-
tante marcado de bexigas, um pouco gago, mui-
lo regrista, levoo camisa de chila escura e caiga
de lislra, sem chapeo. Furtou um relogio e urna
corrente de ouro, leodo por sioetea um leozinho
prateado e urna chava eontendo orna agulha ma-
rear.Pede-se aa autoridades policiaes a appre-
hensio do dito caboclo, e leva-lo ra do Cal-
dereiro n. 2 segundo andar: assim como lam-
bem foga-se a quem quer que o relogio lenha
sido offerecido.que o lome e leve ra supra-
dita, ou annuncie por eate jornal para ser procu-
rado, que se recompensar generosamente a quem
apprehender tanto o relogio, como o caboclo.
Attenco.
Fugio na noite de 21 do corrente mes de julbo
o escravo Combo, crioulo, estatura regular, testa
5r"m_e?,, ,u ** dentes, representa 35 annos.
dmoiao ladino eeoeviecido neeta praca. foi es-
SM^*" *?* Vaesj- VlHete. tem officio
de pedreiro e tambem entende de carapina. iul-
ga-se ler sabido pata lora desta cidade apezar de
7TT-'*!*' "i"4,DWw Por gostar de bebi-
das espirituosas, levou urna porcio deroupeji
atada ahap 4e eestor braceo .inda novo:
qaam a aporotondar, peda trate-le ae seu se-
aae aaawu Leal oa Barros no sen sitio na na
de Joo Fernandee Vieire, jnnto ao Mangainho,
que ser recompensado.


.. .';? '-^.: ..T-y: "c-: -
*
W*If^f1WMfffODmMAl.ttilLHOE*i^l;
Utteratara.
DEVANEIOS.
Ao luau* em aaijo.
pon
Joode Barro* Falcp de Albuqutrque Mttra-
nho, Bachaftl formado em 'ciencias jurdicas
e sociaes.Socio correspondente do instituto H-
torico de Franca, da Socieiade Jtuciliadora
di lniisIrMNicional e Kumenio Elladitnse
pela Academia dos Arcades de Roma.
Om.llDCIOOS AO MEC KOIRK E ESPECIAL .
amico o Illh. sr. Dr. Joo da Silva Ramos.
Sa beauu- m'enivrait; je n'imiis qu'olle ou monde,
Mata je croyafa Paimcr comme on aiate une sceur.
Tanl ce qui tenarl d'cllo taii pleia de pndeur !
Amii ai ausnr,
Oh trra, mar, cus e noite
Delicias da nalureza,
Por que D'alma me infiltraos
O acerbo fel da tristeza 1
O que vejo sobre a trra,
Panorama de afflicco ?
Vejo escripia em toda parte
A dor do meu coracao.
O que vejo eu nos mares
Com seu bramido incessaote.
Ora em furia contra as praias.
Ora gemendo arqueante ?
N'elle tejo a imagem viva
De minha ardente paixo,
Dos frenticos delirios
Que aoceiam meu corac.ac...
O que vejo eu nos cus,
Da aurora nos esplendores ?
Vejo os sorrisos divinos
Do Archaojo de meus amores I
P. a noite...porque me afflig.
Me atormenta, me allucina,
Quando co'o manto de estrellas
Os cus e a trra Ilumina?
E' que eu divizo brilhando,
Por entre os astros do cu,
Os olhos de minha Elvira
Lmpidos, puros, sem vu....
Oh trra, mar, cus e noite
Delicias da nalureza,
Porque r.'alrca me infiltraos
O arcerbo fel da tristeza ?
Sois o livro do universo
De ternas inspirares,
Oade os poetas se ingolpham
Em doces conlemplaces 1
Sois espelhos fascinantes
Desse Arcbanjo de pureza,
Que abrazou meu terno peito
Ao sol de sua belleza 1
De meus tormentos o inferno,
Incendio de meo amor,
De minha alma ioetnto, inlro,
Do mundo mago esplendor !
II
F.t T09 nc sare pas que'l'amour de Ia.femme
Change el dissipc en pleura le trsors de votre ame.
A ir ato E Monjil.
C quem pede verte, Elvira,
Sem ilcar eztasiado,
Suffocando os ais no peito,
Nos teus olhos abrasado ?
Tu s prodigio incessanle
De assombrosa formosura,
Centro e fim de minha gloria,
Minha nica ventora.
' inlvo de minha alma,
Esmalte da nalureza,
Da trra e dos cus portento,
Elvira, tua belleza.
Belleza que incanla o mundo,
De Deus excita o sorriso,
Delicias do terno amante,
Inveja do paraso.
R a tua voz, oh meu Anjo,
Tam divina, incantadora?
Que do cu as harmonas
E' mais doce e seductora 1
Tu s sima de minha alma,
M-u paraso de amor,
Bella estrella de esperanza,
Talismn de minha dor.
Quem teus donaires despreza
Nunca soube o que paixo ;
Nunca o ciume ou saudade
Lacerou-lhe o coraco.
Nunca vio desfeita em pranto,
A sos comsigo a acismar,
A Fada de sus inlvos
A gemer, a delirar.
III
voyez : la lune monte traveis ees ombrages.
Ton regard tremble encor, belle reine des nnits;
lias du sombre horizon deja tu te dgages
El tu l'panouis.
Alnsi de cette terre, humide encor de pluie,
Sorlent, sous tes rayos.lous les perfumes du jour
Aassi calme, aussi pur, de mon ame attendrie
Sorle mon auciea ameur.
Alkred de Mlsset.
Quem tam linda e refulgente
L no horisoote flucta ?
E' a rainha da noile,
Formosa e paluda la!
E' a rainha dos astros
Que pela esphera vagando
Vem propicia aos entes todos
Ardente amor inspirando I
Como derrama esplendores
Sobre as vagas espumantes I
Parece que alastra os mares
De prolas e diamantes I
Oh la, na immensa esphera
Adora-te a nalureza,
Celestes hyrnnos inta
Em chamoias de amor accesa I
l's o emblema da saudade,
E's incentivo de amor-
rOLHETIM
Infunde melancholia
Da tua face o. pallor. "\ o
Que divinos devaaeios
Tu me faxes relembrar 1
Que de blandicias gozadas
N'essas noites de lear I
Hoja sem ver meus amores,
Em sorabri* soido,
Vou morreado de saudade,
Sepultando o curasao.
Pelas florestas e montes,
Nos roche jos escabrosos
Herde quebrar meus gemidos
Tam puros, quanto extremosos 1
IV
Tout, prs de vous, tait rayn, joe et bonheur,
Le ciel semblait donner la fte en votre honneur-
Quel rarssant lableau I Lesolel vouscouronne:
Ce piedestel de fleurs est votre digne tron ;
A vos pieds la mer bleue et l'arbre i vos cotes
N'entonnent que pour vous Jes hymoes enchaots;
Entendez-vous le son de ees vagues lointaioes,
Douxet cootinuel. Crame un bruit de fontaines?
Tout vous (ele : le ciel, le bois, les fleurs et l'eau,
Et la mer sett de grange ce divin tableau I
M. MRY.
Era as tardes de esto
Que Elvira noseujardim,
v Para offertar-me ao baile,
Colhia a rosa, o jasmim.
E quem Ihe visse os rubores
E o andar de aeu peito,
Ao delirar da saudade.
Desmatando sobre o leito
V-la depois acordada
De seu sonho deliroso,
Co'as liadas faces banhadas
Pelas lagrimas do gozo I
V-la paluda e arquejanle
Co'o fino cabello sito
Em doce, lnguido espasmo
Sobre o seu leito revollo 1
E na illuso que a desvair
Meio-erguida estende os bracos.
Cae a lela e se desnuda
Seu deslumbrante regaco...
Oh que inda tremo ao lembrar-me
D'aquelledivipo instante 1
Eu nao sei se era delirio,
Sonho eu viso deslumbrante...
Sei que all eslava a ventura
Naquelle leito de amores.
Nos labios de minha amante,
De seus olhos nos langores...
D'aquelles seios que arfivam
De uesejos sequiosos
Sahiam eslreruecendo
De amor suspiros queixosos.
Ella tnvocava o meu nome
Em seu ardente delirio,
E eu muda estatua all eslava
Soffrendo cruel martyrio !
Senta o sangue as veas
Accelerado, servente,
E minha alma estremeca
Alucinada, demente.
Saand mes yeox enitres se soulevent vera loi,
ul mortcl sous les cicux n'est plus heuriim que moi '.
^ LaaaanKi.
Aqueles longos cabellos,
E da cor de meus cuidados,
Aquellos dous lindos sirios
Ne cu do rosto engastados;
Aquella bocea onde brilham
Lindas perlas e o rubim.
Oode de amor eu desmaio
Em cus de gozos sem fim ;
Aquello eolio de rysne,
Tam mimoso eiacantador.
Aquella seio divino
Que vida e morle de amor ;
Aquellas formas tam puras
Quizera cubrir de beijos...
Na rosa d'aquelles labios
Cevar meus temos desejos...
Minha fronte ardendo em fogo
Quizera de amorsdenlo
N'aquelle doce regaco
Aepousar um s momento...
Mais a innocencia d'um Aojo
Continha a minha paixo,
Convertendo os meus delirios
Em frvida adorago.
Era um xtasis divino
Suave enubevetioiento :
Em ondas de enlvos santos
Nadava meu pensamento.

VI
Dors pendant que je veille ; oublia
Les amertumes de ce jour,
Les orages de me folie,
Tout en fio, hormis moa amour 1 ,
Dors, ct qo'un songe, pela de charmes
M'offre k toi daos les doux momeots
O mes yeux se baigneot de larmes
Avecdes saints ravissements I
Alors, si, dans ees heureux songes,
Je suis pour toi mearant d'amour.
Tes revea n'onl plus d mensonges
A toi ma noit, a toi mon jour I
M. IIerv. .
Mis de sobrio se esvaecem
Os vapores da illuso ;
Abre os olhos, v-me, pasma
E oceulta as faces c'o a mi.
Debaiio de meu olhar
As faces se lhe acceodiam,
Gomo a rosa ao sol nascente,
De todo se inrubeciam.
Vi-lhe ento no abrir dos labios
O mais divino sorriso.
De alegria illumnar-se
A sua fronte deviso.
Aqu nao pude suster
O impeto do corac&o....
Corro a ella e de joelnos
De beijos cubro-lne a mo....
OBATEDOnDEESTRADA
roa
PAULO DUPLESSIS.
SEGUNDA PARTE.
XIX
Mimoso rubor lhe acceade
As taces em raago enleio,
E de amor todo abrasado
Lhe anciava o liado seio.
Transborda va-me do peito
Um hymno de gratidio:
Era a Deus que o tribuUva
Do fundo do coracao I
O'lho ao cu.... ja no borisonte,
Brilhsole o sol despootava,'
Emquanto a la em desmaios
No occidente descaraba va.
E como era formosa
Com seus lnguidos fulgores I
Em nosso ebrianle transporte '
Fdra a lampada de amores...;
Desde ento, sempre que a la
Pelos cus doce folgura,
loiristeiido me lembro
De minha amiga ventura.
Lembra-me os ais da saudade,
O delirar da paixo,
Os anceios offegaotes
De meu terno coraco.
Vil
L'ange des nuils d'amour et un ange muet.
Laissez-moi resler l, pis de vous, en silence,
La main dans votre main, passer mon existence
A sentir jour par jour mon c-seur se consu*ner....
Je n'aimais qu'elle au monde, et rirro un jour aans elle,
Me semblait un destn plus affreux que la mort.
Alkred de Misset.
E tu, rainha da noite
Que me viste tara ditoso,
Quando Elvira desmaiava
Na sede ardente do gozo.
Hoje me vs delirante
Praoteando em soido.
Delicias de que so resta
Saudosa recordado!
Elvira, flor de belleza,
' ludo n'ella assombroso ;
Ella fonte de delicias.
De inlvos cu portentoso 1
Na trra, nos ares, cus,
Tudo a Elvira contemplara I
O seu olhar fascinante
A naturexa incautara!
Em si mesma se revendo .
Nada va no universo:
O sublime da belleza
Todo eslava nella immerso I
A minha glora infinita
Consista em admira-la.
Da e noile imbevecido
A todo instante adora-la I
Gomo correram veloces
Miohas doces illusoes I
Da aurora de meus amores
Forana Lrilhantes clares....
* Como foram penetrantes
Os raios de seu amor I
Acceoderam no meu peito
Da paixo o immenso ardor.
Gomo nesta solido
Na minha alma se aprsenla 1
Gomo de meus pensamentos
Dominadora se ostenta 1
Como n'um sonho dourado
Vejo em tudo a sua imagem...
Ouco-lhe a voz melindrosa
as brandas quelxas da aragem...
Oh la, ja te nao lembras
De seus temos devnelos,
Pendida a fronte em desmaio
E desnudados seas seos ?
As suas faces mimosas.
Os seus olhos matadores
Exacarbam moas tormentos
Si contemplo teus fulgores 1
Sinto ingolphar-se a minha alma
Na mais acerba tiislura,
Eotrevendo nos teus raies
Sua immensa formosura 1
VIH
Tes yenx sont deux sources vives
O vient se peindre un ciel pur,
Quand les rameux de leurs rives
Leur dcouvreot son azur,
Daos ce miroir retrsces,
Chacune de tes penseos
Jette en passant aon eclair,
Comme on voit sur l'eau lmpido
Dea cygnes qui fendent l'air.
Lamartine.
Hije so o inferno iocontro
Em tudo quanto diviso;
Outr'ora em labios de um Anjo
Eu via o cu n'um sorriso.
Via seus olhos divinos,
Por qaem dera o mundo ileiro
Que do sol a luz deslumhrara
Em seu volver feiticeiro I
Liados olhos que me abrazam
As fibras do coracao,
D'onde provera meus prazeres,
A minha extrema afiliccao.
O nosso amor infinito,
Insomnias inebriantes
Nossa chamma eternizaran!
N'aqualles doces instantes...
Um altar a nalureza
Tinha erguido ao nosso amor :
Era tudo nlvo e jubilo,
De paixo mago fervor I
Inlajados nossos peitus,
Dando luz ao pensamento,
Vi as azas da esperaaca
Exlioguir-se meu tormento.
Era Elvira o doce incanto,
As delicias de minha alma.
Por quem de amor em delirio
Gozei do martyrio a palma.
Eram leis os seus dezejos,
Seus suspiros meus grilhdes,
Inlvos d'alma saudosa,
Credores de adoracoes.
Minhaa delicias tornaram-sa
If g Era os eSeftos da inveja
E dos ineantos de amor....
IX
Ce qui da la beaud s'exhale nait et jour,
Comme un perfum form du sonffle de cen roses.
C'est bien plus que la Ierre et le ciel, c'est l'amour.
Vctor Hcgo.
Oh la, teus attractivos.
Alentam mroha paixo, .
Almas delicias infiltran
No meu terno coraqo !
Eu vejo em leus esplendores
Bellezas de minha amante
Que a estrella das minhss noiles,
Dos meus das sol brilhante.
Ah quem me dera a existencia
Proloogar eternamente,
Gozando o cu de'seua bracos
E beijos de amor ardente 1
E' oeste arroubo incessanle
Que ao retento exptrtto vivo,
Em loogas scismas revendo
Snas gracas pensativo....
O tempo, a distancia, a sorte,
Nao teem poder sobra mim:
E', Elvira, meu destino
Amar-te e gemer sem fim I
De ti ausente minha alma
De scismar nao cessa, Elvira 1
Em ti concentra o universo,
S por ti de amor delira....
Tu nao vs quanta saudade,
Quauta magia.e belleza
Ostenta a la em seu gyro,
Incautando a natureza ?
Quem ao v-la nao suspira,
Nao sent o peito abrazar-ae
Na belleza de seus olhos,
Em cus de ialevo ingolphar-se?
L'me remonte au ciel quand on perd ce qu'on sime
Et ne reste de nous qu'un cadavre vivad;
Le dsespoir l'habite, et le nanl l'attend,
Alfrd de MCSSET.
Ocano,bella imagem,
Fiel copia do infinito,
Teas bramidos me tortaram
O coraco sempre affilcto!
Tu gozas molles effluvios
Que a la espalha do seio;
Eu ja de Elvira nem vejo
As faces rubas de ioleio...
Tea amante,bella Elvira,
Vive sempro a perscrutar
Da la os magos mysteros,
Em seu eterno scismar.
Este scismar to penoso
E* hoje minha paixo;
Depois de ti, neste mundo,
E' a la o meu condo.
Naquella noile formosa
Em que de ti me apartara,
Parece que internecida
A la tambem chorava...
Inspirava tanto amor,
Saudade e melancholia...
E nos seus brandos effluvios
Minha alma te presenlia!
Nella vejo os teus portentos
De belleza a todo instante:
Sao delicias que inebriara.
A mioha alma delirante.
Ella copia incantadora
Do fulgor dos olhos teus ;
Inlvos d'alma captiva,
incendio dos olhos meus.
XI
C'est le chsrmsnt reflet d'un songe
Qui rayonne sur tous nos pas,
Comme l'amour, divin mensonge,
Sel rere qui ne trompe pas.
C'esl un ange d'amonr qui passe
Devant le regard bioui,
Et qui laisse aprs dans 1'espace
L'ombre d'un corps venouis.
M. Mery.
Mas que val, Mulher divina,
Da la o mago esplendor,
Si mioha alma incoasolavel
Cerne queixosa de amor ?
Si no inferno da saudade
Meu peito trago imbebido,
Repasssdo de agonas,
Do mundo todo abhorrido ?
A' minha triste existencia
Ah que importara seus fulgores,
Suas gracas, formosura,
Seus effluvios seductores?
Oh cosl Elvira I eu deliro...
Em quanto vida eu tiver,
Essa le iocaoladora
Meus olhos bao de rever I
Essa luz no meu desterro
E' doce recordaco
Daquelles inlvos santos,
xtasis d'adoraco I
Essa luz que aviva e acceade
As fragoas de minha dr,
E a luz de meu sepulchro
Que illucoioa o meu amor!
Si no meu longo gemer
De saudade agonisaote
Tu me viras, mioha Elvira,
Pelas selvas delirante....
Nos embates da tormenta,
Naa torturas da paixo
< S tu sers meu sanctelmo,
De amor a doce viso.
No derradeiro momento
De mioha acerba existeocia
Inda sers meu Archanjo
De docura e de iouoceocia.
Beatriz no cu sorriu-se
Da Danta na despedida :
a aeas instaste heide dar-te
A minha alma imbevecida I
Massh... que fado lyranno
Meu coraco nvartyrisa ?
Elvira, las de meas olhos,
Meu desespero eternisa....
Royer Collard.
[Continuacao.)
O conde d'Ambron nao responden logo, purpurea
nu vem cobrio-lhe a pallidez do rosto ; um com-
bale violento so passava em seu coraco.
EmQm, depois de fazer um extorco sobre si
mesmo, disse com voz grave e conmovida :
Casta-me muito satisfazer a vosea exigen-
cia ; mas reconheeo que Ka asta. Por bem
fundadas que sejsm as minhss susoeitss, nao me
desoneram do reconhecimeoto que vos davo.
Vamos ao ficto, Luiz. De que me aecu-
saes ?
O mancebo reuni toda a sua coragem, a asea
pesar curvando a cabeca ante o olbar penetran-
te do seu interlocutor, replicou lentameate :
Accuso-vos, Sr. Joaquina, da amar a|minha
mulher, a senhora coadeaaa d'Ambron ; .e da nu-
trir a esse respeito esperanzas, as qaaes, posto
que intempestivas a ridiculas, nem por laso dei-
xam de constituir psra ella e para mim urna in-
juria imperdoavel 1
Oh 1 E' paramar a Antonia que vos me ae-
cusaes I exclamen Joaquim Dich com ioexpri-
H Vide Diario a. 170.
mivel impulso de sffeeto e indignado. Ento,
Luiz, nao conheceis anda toda a exlenso do
meu crime 1 Amo a Antonia, dizeis vos .* O'
meu Deus I como insignificante essa palavra
para exprimir a ternura que. trasborda da minha
alma I Sim ; o que por ella sinto nao tem sig-
nificarlo oa linguagero Tiumaaa : seria urna pa-
lavra multo elevada para a trraDeas a reser-
vo u para o co 1.... Encara e-rae bem, Luiz ;
vede-me estes cab-llos : esto brancos, nao
verdade ? pois ainda hootem elles eram pretos I
Admirae-vos de que poucas horas fossem bastan-
tes para sepultar o sol do esli sob os gelos do
invern I Entretanto nao foram horas, foi um
s miouto sufflcieole para que os meus cabellos
emDranquHcessem 1 Cheguei a velhice sem tran-
sidoa minha vida nao leve oulono 1
E queris saber, Luiz, a causa desia terrivel
metamorphose ? Hontem o cano da minha ca-
rabina esleve apontado ao coraco de Anto-
nia !.... Nao me interrompaes, oh I nao....
0 meu desespero, se quisesseis suspender-lhe o
wrso, subira do coraco ao cerebro, e aniqui-
lar-me-hia a razio.... e eu nao quero ficarlou-
co, pois que Antonia tem necessidade de mim I...
Mas o que que vos eslava eu dlzendo, Luiz?
sh I sim : hontem estire a ponto de matar An-
tonia.... Eu matar Antonia I Euslm : era
preciso salvar, a sua honra ; ainda mais era
preciso arranca-la a um longo e espantoso sup-
plicio, porque eu conheco essa nobre e casta me-
nina. Umi nodoa s oo seu, paseado tornar-lhe-
ia a vida dahi em diante ama continua a lenta
tortura I Parece-me ouvir as pergenias qae
me idea dirigir: vou satisfazer-vos.
Haviam tres das que au segua a tropa do
marques d'Uallay, quando hontem, poueo antea
do cahir da aeite, i esee miseravel entrar no
carro, am qae conservara Antonia prisiooeira.
Nlo poasivel exprimir-ves o que ento se pas-
sou em mim : nem mesmo sei como Uve a ter*
rivel coragem de m nao arremesssr em soccorro
della Para conier-me foi precisa a convicc.io
de qoe a minha morte seria a perda inevitavel
dessa adoravel e querida menina. Passou-se um
minuto que me pareceu um sequo : sbito am
grito despedacador retii at o mais intimo do
meu coraco... e esse grito parta des labioe de
vossa esposa I Por um movimento involuntario,
e mais rpido do que o pensamento, levantei-
me de um pulo, pois achava-me agachado por
de traz de urna moita, e armei a carabina : vi
entio a cabeca de Antonia appareceratraves das
rades do carro, e um pouco adianto e na sota-
ra percebi dous pontos luminosos que brilha-
vao com sinistro brilbo eram os olhos do
marquez : foi ento que ajustei a arma Dees
perdoe-me a aeco que eu tea commettido, se
o marquez d'Hallay nao se tivesse retirado logo,
affastando-se precipitadamente. Teria matado
a mulher para salvar o anjo !
Aiod uma" vez, pego-vos que nao me inter-
rompaes. Talvez vos canse admiraco, e tos
revolte o facto de cotiservar-se calada a mioha
carabina era face desse marquez d'Hallay I Oh 1
ee soubesseis a forca de vontade que me foi pre-
ciso empregar para resistir vertiginosa tenta-
co de punir esse infame, em lugar de censurar-
me laatimar-me-bies. Reflecti bem que ferir o
marquez mortalmeote era entregar Antonia
raiva de duzentos bandidos abominareis, que a
julgam sabedora dos mysteriosos escondrijos on-
de se occulti o ourp, que elles ambicionara : se
se vissem privadas do seu chefe, a vossa esposa
toroar-se-ia a sua nica esperanza ; e a que ex-
tremidades, nlo chegariara para coestranger a
pobre menina a rerelar-lhes o seu pretendido
segredo ? Por ora o marquez nada tem que re-
celar da minha colera : a sua protejo indis-
pensavel seguran$a de Antonia, bem que odio-
so saja esse pensamento, Agora, Luiz, qae sa-
I beis comoe; desanimadtr a pslso *Je tossa nm-
(Conciuso.)
Foi fraqaeza e dignidade desse grande genio
nunca reconhecer um erro. Prefera o desdem
s conflsses. Todo o fim de sua vida foi uma
continua irona contra a Franca, c O exterior
triste, escrevia elle a um embaixador, o inte-
rior mais triste. E n'oulro dia : a nao sou
miis deste mundo ; voltarei a elle este invern
pela cmara, vislo como nao a dissolvem, eser
iaso para mim um accrescimo de enfado.
Encerrou-se nesse despreso, e poz-se a relr
Thueydides, Plato, Homero e os discursos de
Royer Collad; pois nao renunciava i sua in-
falllbilidade ; nao comprehendia o defeito de
seu sysiema ; jamis hara dito comsigo que
pensara aer poltico e apenas fdra controversista
poltico. Para esiehomem de bem era bastante
que a consciencia lhe testimunhasse a sua hon-
radez ; al uma doce altivez apoderar-se delle
quaudo contemplava a independencia pessoal
que cultivara com tanto cuidado. Por muito
tempo deleitou-se ainda em fazer admirar em
si aquella arte de pensar que empregava em
julgar de cima a seas semelhantes, e fez sentir
aoaseus contemporneos, assimeomo aosjovens
escriptores da geracio nova, o rigor de sua o-
pino.
Essa confianza em si, lado inferior a sua
bella orgaoiaaco, nao seria por mim notada, se
alguns amigos imprudentes nao lanc..ssem mo
do nome de Royer Collard para confundir a vi-
vacidade do talento com a Insolencia do animo.
Mais franco, o Sr. de Baraut exprime o senti-
mento de que a pandilha dos doutrinarios e suas
conversares froodiatas teuham aberto entre nos
uma escola de despreso. Nem a ailuaco so-
cial, diz elle, nem a fama adquirida, nem a io-
portancia das funeces era uma garanta contra
a sua altiva censura, contra os seus sarcasmos
presumpeosos.
ltoyer Collard era o seu corypheo ; gostava de
iocommodar o poder.
Um dia, em 1819, o re, os ministros, o paiz
inteiro asta va m inquietos e agitados pela ques-
to eleitoral. N'tima reunio ministerial propu-
nham-se diversos meios de pacfficaco. Royer
Collard censurava todas as proposicoes uma aps
outra. Pareca comprazer-ae em mostrar a
ioefficacia de todo o expediente proposto. E
quando se lhe dizia queao menos oo poda negar
o perigo, responda : Pois bem 1 pereceremos,
tambem uma solacio. Elles perecero, e a
Franca por muito tempo sofTreu dessas prove-
yos; porm estava salva a repu.tac.ao de aeu
ingenho.
Gomo acontece muitas vezes, Royer Collard
deveuma parte de seu bom xito ao que ha de
menos nobre em sua personalidade. Conseguio
dar o valor do mrito aquella obstinarlo eterna
que prejudicou o homem e a obra. Prefiro lem-
brar-me do que lhe deve a Franca, a creaco
de uma lingua poltica, o exemplo de nm carc-
ter honrado, e a reaeco que delerminou contra
Condillac.
Emilio Chasles.
{le Constiiutionnel.ll. Duperron.;
lher continuareis a repellir o offerecimento que
faco da minha dedicaco cega e> sem limites ?
Agora que sabis a ac;ao que eu estivo hontem a
ponto de commetter, julgareia ainda que a mi-
nha ternura um ullrage feito & Sra. condes-
sa d'Ambron ?
O Batedor de Estrada calou-se : um auor fri
corria-lhe da fronte to habituada as fadigas, a
insensivel aos ardores do sol. As angustias de
ums dr moral linham domado, e abatido aquella
nervosa organisaco, contra a qual nada podiam
os excessos e os soffrimentos physicos.
Quanto ao conde d'Ambron, a commoco que
lhe produzira a oarra^o de Joaquim erato for-
te, que ficou perto de cinco minutos sem poder
pronunciar uma palavra pareca atacado de pa-
ralysis.
Sim, senhor Joaquim, disse elle finalmente,
regeito o offerecimento da vossa dedicaco, nao
aceito a vossa allianca. Nao meaccuseis de um
orgulho criminoso. Deus lestemunha de que
para salvar Antonia, eu sacrificaranao acho
esta expresso anda approeriada ; ella desnatura
o meu p en si menteu dara a minha vida com
uma alegria e prazer, que se aproximariam ao
delirio : porm nada no mundo ser capas de me
fazer infringir as regras do pundonor. O dever
no uma palavra que o homem honesto liga i
sua existencia, do mesmo modo que o grande
manda pintar brazoes aos lados da sua carruagem
para offusear a vista dos basbaquesnao I O de-
ver i alma do homem de bem.... e o homem
de bem nao vende a sua alma 1 A meu pezar,
Joaquim, eu me sinto conmovido, quasl reconhe-
eido pelo interesse que mostraos por Antonia : e
essa piedade tudo quanto vos posso conceder 1
Adeus, senhor, alo nos podamos, oo nos devo-
raos mais tornar a ver!
Q conde ia rerar-se, quando Joaquim, diri-
giado-se a elle, agarroa->o pela mi ; o manoe-
pumMu
U. B. Saintine.
A' M.oe Virginia Ancelot.
XIII
(Continuacao do n. 170.)
Assim se passavam os das. Depois das ho-
ras consagradas inteirameole ao estado e aoa-
lyse, caogado de seus trabalhos e procurando
distrahir-se por meio de agradareis passa-tem-
pos, deixava Piceiola planta por Picciola don-
cella.
Quando j os perfumes de suas flores lhe che-
gavam em effluvios, quando sua cabeca tornava-
ae pesada e seus olhos evitavam o brilbo do
dia : .
Esta tarde havera testa em casa de Piccio-
la, dizia elle comsigo.
Com effeito, entregue suas sciecias, nlo
tardava cabir nesse meio-somno povoado de ao-
nhos, que um raio de razao iostiocta isbia di-
rigir ainda.
Oh t nao seria um dos prazeres mais embria-
gadores reservados so homem, o poder dar im-
pulso seus sonhos e viver sua vontade dessa
outra vida, em que os acontecimenlos se suc-
cedem com tanta rapidez, em qae os seculos
nos custam uma hora apenas de existencia,
em que um reflexo mgico parece colorir todos
os actores do drama que se representa, em que
as emocoes somonte sao reaes ?
Ahi, o positivo de todas ss cousas extiogue-se
para nao deixar mais que sua pura essencia.
Queris v-lo? harmoniosos coacertos vio
se fazer ouvir, e nao tereis de soffrer o estridor
do accorde, os rostos contrahidos dos msicos,
as formas extravagantes e desagradareis dos ins-
trumentos, a vida das almas o prazer sem
pesares, o arco-iris sem tempestado I
Charney se abandonava is suss illusoes. Fiel
a doce imagem de Picciola, era ella quem elle
chamava, era ella quem primeiro lhe apparecia
sempre sdb os mesmos traeos, com as mesmas
grabas, joveo, modesta, encantadora, appare-
cendo-lhe, urnas vezes no meio de seus aoti-
bo, senlindo cahir-lhe ooa dedos uma lagrima
quente e humedecida, parou immediatamenle. A'
vista do abatimenlo daquella natureza to rija e
to altiva, seria baixeza cruel raoatrar-se colrico.
Ouvi-me ainda, Luiz, replicn Joaquim com
a voz alquebrada. Nao vea dase lado oque ti-
nha para dizer-vos: resta que saibaes por qae
motivo eu amo a Antonia. Oh I uma longa e
myisteriosa narraco, uma historia que me nao
foi cootada por bocea humana, mas sim revelada
pela Providencia I Os seus detalhes oo vos im-
portara ; someote o desenlace ves pode ioteressar;
chego, pois, a esse desenlace. Carmen, a Car-
men da minha infancia, aquella cuja supposta
traico fez de mim o sceptico e deshumano que
coohecestes em outro tempo, Carmen nunca me
trahiu.... Morreu em toda a caatidade e fervor
do aeu amor 1 Meu nome foi o seu ultimo sus-
piro I
Que dizeis, Joaquim ?
A verdade, Luiz; ama verdade que de mo
e ceg que eu era tornou-me bom, crete, e hu-
milde I
Coutinuae, Joaquim, continaaes.
Estaes lembrado de ha ver eu dito que Anto-
nia era o retrato vivo de Carmen ?
Lembro-me, verdade : mas ento f
Ento ? Carmen, quando' a sua alma subiu
ao cea, deixou sobra a trra nm pobre anginho...
uma menina qae era sua e minha fllha.... Co-
mecaee agora a comprehender, Luis ?
O conde eatremeceu : com nma voz que pro-
curen tomar affectuosa, mas que apezar do seu
generoso esforco trahia uma especie de tristeza e
receto, excUmou :.
Que I Acaso essa menina ser....
Essa menina.... morreu 1 ioterrompeu fra-
mente o Batedor de Estrada. Deus 080 me jul-
gou digno de posioir ni tal thesunro | Mas o
gos compaoheiroe de scieneia oa de prazer
outras, poto atea noicoe seres qoe tinha amado
e que nao existiam aissus me e sua irtna :
ella lhe renovara a cenas chelas de susvidade,
ioefaveis 4 lembraaca, da adolescencia e da fa-
milia, a se alistara va com ellas para teme-las
mais doces ainda.
A's reteso iotrodozla derepente em ame case
de appsrencia modesta, porm onde respirara a
commodiuade e o bom gosto. As pessoas que
ahi eotravam eram-lhe desconhecidaa, porm
acolhiam-o com sorriso, e elle se sentia ahi
como outr'ora no Isr paterno.
Depois de ter reanimado.sas familia extincta,
suas alegras do passa lo,evocara ella ams oulra
familia, que devia existir um dia para Charuey e
preparar-lhe as alegras do futuro? Nada disto
consegua explicar-se ; porm despertando con-
fia va no destino, e tomara regularmente notar,
em sea jornal do fino panno, dos acontecimen-
los de seus sonhos ; eram os nicos acooleci-
meoios felizes de sua vida, alvo seu capti-
veiro.
Aeonteceu no entente qae ama vez Picciala,
em urnas dessas festss. em que elle tinha pot
coslume achar junto della a calma a a felicidade,
causou-lhe um sbito espanto. Mais tarde elle
s se lembrou disso para acreditar nae rereis-
edea e na presciencia da alma.
Eis o que aeonteceu :
Os perfumes da planta marcavam a sexta hora
da tarde. Nunca tinbam sido elles mais activos,
mais poderosos, porque trila flores desabrocha-
das coocorriam para manter ossa atmosphera
magntica no meio da qual adormeca Charney.
Apartando-se da multfdo, o conde tomara
fresco em uma verde esplaaada, onde s seu
fanthasma querido tinha seguido seus passos.
Picciola camiohava para elle sorrindo com os
olhos e com os gestos; e elle, em uma attitude
contemplativa, admirava o talhe flexivel da don-
zella, a ligeira ondulaco das dobras do seu
vestido branco, que trahia as harmonas de seus
movimentos, e os cachos dos seus cabellos ne-
gros onda brllhava a flor acoatumada. Sbita-
mente, a v parar, cambalear e estender-lhe os
bracos; o sello da morte est impresso em sua
fronte. Quiz lancar-se para ella ; um obstculo
que nao pode vencer o retem encadeado ; d um
grito e despert; porm despertado, ouve um
outro grito responder ao seu; sim, um grito...
uma voz de malher
Entretanto Charney se acha em seu pateo, so-
bre seu banco, perto de sua planta I Volta os
olnos e como que uma segunda apparico de
donzella lhe apparece atraves da pequea janella
engredada. A' principio essa viso melaocholi-
ca e graciosa, collocada em uma meia-sombra.
parece-lhe fluctuar no vago ; porm pouco
pouco v-a esclarecer-ae, um olhar penetrante
chega at elle ; levanta-so, approxima-se e de-
repente a doce viso se extingue, ou antes a dou-
zella fxe.
Por mais rpida que fosse sua fuga, elle viu-
lhe os traeos, oa cabellos, o talhe e a alvura do
vestido; Oca immovel, julga que nao est com-
pletamente acordado e que esse obstculo insu-
peravel, que em seu sonho separava-o de Piccio-
la, uma grade de priso 1
Ludovico chega entao com grande assombro e
echando Charney ainda perturbado :
Signor cont, lhe disse, acaso vosso mal
vae repetir ? Tite.Dieu 1 mandaremos chamar os
mdicos, pois que ordem ; porm ficae socega-
do, desta vez ainda madama Picciola e eu que
nos entalegaremos da cora.
Nao eslou doente, respondeu Charney, ape-
nas tornado 4 si da emoco; quem pede vos
fazer crer isso?....
A Qlha do apanhador de moscas. Ella vo3
vio e onviu gritar e apressou-se em advertir-me:
oo fez bem a pobre creaoca?
Charney tornoa-se pensativo. Lembrou-se eo-
lio smente que uma moca habitava s vezes
esta parte da fortaleza.
A semelhanca que julguei achar entre a es-
trangeira e Picciola apenas um erro dos meus
sentidos, am effeito de ptica do mais simples a
dos mais vulgares, disse elle consigo. Muitas
vezes por exemplo, por um phenomeoo da viso,
o olho durante algum tempo conserva a imagem
do objeclo sobre o qual se tinha principio fila-
do. E' cousa estranha ver esss doce mirage pas-
sar mesmo da vida illnsoria vida real, do so-
oho ao despertar I
A imagem de Picciola entretanto nao reviva
ioteira na donzella da priso, e a principio, esta
nao trazia uma flor nos seus cabellos I
Comparando-as, elle se lembra do interesse
que j lhe tem testemunbado a joven Piemonte-
za, como disse o v el lio.
Condoeu-se delle em sua doeoca, e ella deve
a posse do preciso microscopio ; ella se tem in-
te ressa do por seus trabalhos e d:es estudos; e
agora mesmo, enviando-lhe Ludovico, acaba de
dar-lhe um testemunho de affecto I
E Charney, com o coraco cheio de uma viva
gratido, experimenta uma imperiosa necessidade
de manifesta-la.
Porm como ?
Nao sem hesitar e sem se fazer ama censura
secreta, como se neste momento se tornasse cul-
pado de uma profanadlo, quebrou e colheu si-
lenciosamente, com a mo trmula, um pequeo
ramo florido de sua planta.
a Outr'ora, disse comsigo mesmo, quanto ou-
ro loucamente prodiguei para cobrir de perolaa
e diamantes frontes prostituidas ao perjurio I
Com quaotaa mulberea mentirosas e falsos ami-
gos nao dissipei eu minha fortuna por partes,
sem me lembrar mais della do-que dos proprios
seotimentos do meu coraco, que lancava tam-
bem aos seus e aos meus ps I
Ah I se o objecto dado s adquire preeo pelo
valor, qae se lhe di, eu o juro, ounes offereci um
dom mais precioso do que este que te roubo hoje,
Picciola I
E passaodo o pequeo ramo is ralos do carce-
reiro :
Meu bom Ludovico, apreaentae isto de mi-
nha parle i fllha de meu velho companheiro. Di-
zei-lhe qae agradece interesse, que ella se dig-
na coosagrar-me e que o conde de Charney, po-
bre e prisioneiro, nada possue mais digno de ser-
lhe offerecido. a
Ludovico receben a flor com ar estupefacto.
Elle acabara por iniciar-so de tal sorte no
amor, que sentia o prisiooeiro por sua planta,
que com difficuldade conceba como am ligeiro
servico poda valer i Qlha do apanhador de moi-
cas um sigoal de tio alta munificencia.
' E' para admirar I ver ti capo de tan Pas-
qu9le 1 disse sahindo ; elles s tem visto a mi-
nhaefilhada de longe ; vio julgar pelo original
como e ella gentil e que cheiro agradavel tem I
(Continua.)
coracao do homem encerra dentro em si fraque-
zes estranhas, inexplicaveis mysteros 1 Quando
a innocencia de Carmen me foi revelada o meu
primeiro pensamento foi de Antooia. Pareceu-
me qae o cu. compadeceodo-se do meu arre-
pendimento, dos meus remoraos e soffrimentos,
me restitua a fllha que eu tiuha perdido. A'
meus olhos Antonia, esta imagem da mioha que-
rida Carmen, tornou-se minha fllha. Mas, ah I
eu sou amaldicoado 1 Comigo trouxe a desgraca
para a vossa esposa I Eis aqu, Luis, porque eu
vos declaroque se ella suecumbir, eu soecum-
birel tambem I Eis aqui porque hontem prefe-
ra faze-la baixar ao tmulo digna de vos e de si
mesma, antes do que v-la miseravel e deshon-
rada 1.... Luiz, meu filho, meu querido filho,
consentiris agora que eu ame a vossa mulher I
O conde eslava profundamente enternecido :
todava procurando dominar a sua commoco
disse lentamente:
8r. Joaquim, jurae-me que, sa chegarroos a
libertar Antonia, nao a veris sem que primeiro
vos d eu a minha permissio ? Jurae-me que,
quando eu mandar que vos retiris, me haveis de
obedecer immedialamente sea recrimioacoes,
sem queixumes T
Juro.
Pela memoria de Carmen ?
Pala mamaria de Carmen.
O conde d'Ambron precipitou-se nos bracos
do Batedor de Estrada, e apertou-o ao paito com
traoaporte.
Oh I meu castigo cornaca I murmarou Joa-
quim dolorosamente. Son pee, a oto tenho a
liberdade de ver minha filha i....
Continuar-te-ha <

PIB*,- TTT. DI M. r. DI f AIU.-186U


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