Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09331


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Full Text
>
I
Ull XZXTII IDIEIO 164
Pr tres nezs tdianlados 5$d0
P*r tres mezes vencidos 6$000
DIARIO

SEGDHDA FEttAJJ JDLHO DI ItlI.
Por anno adiaotado 198000
Perte franco para o subscriptor.
CAEaBSAIHWDA SOBSCRIPCAO DO N01TB
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima
Nata!, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
y, o Sr. A, da Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
da Oiiveira; Maraohao, o Sr. Maooel Josa Mar-
tins Ribeiro Guimaraes; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAK11DAS UUS UUKHK1US.
Olinda todos os dias as 9 1/1 horas dofdia.'
Iguarass, Goianna Parahiba as segundas el
sextas-eiras.
KPHEMERIDES DO MIZ DE JULHO.
hk n1* ?0Ta ,! hor" M indios da tarde'
S>. Antao, Bezerroa, Bonito, Caraar, Altinho e|I? Onarto crescenta ios 28 minuto da manbia'
Garanhuns as tergas-feiras. 21 La chola as 9 horas e 46 minitos da tarde.
Peo di Alho, Nazareth, Limd%iro, Brejo, Pes-P Qato minguante as 5 horas e 32 minutos da
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista tarde-
OuricuryePxnasquartaaeiras. I ,...
Cabo, Serinhiem, Bio Formoso, Una, Barreiros I PREAMAR DE HOJE.
ItFa'J1?1'' Pin,entei.ras Natal quintasfeiras. Primeiro as 5 horas 18 minutos da manhaa
(Todos os crrelos partem as 10 horas da m.nhaa)|Seg.ndo as 5 horas a 42 minutosi t?"t.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 4 de julho.
Offlcio ao Exm Dr, Francisco Carlos de Arau-
jo Brusque, presidente da provincia do Para.
Sciente pelo seu olicio de 23 de juuho ultimo de
ter V. Exc. prestado juramento e tomado posse
do cargo de presidente dessa provincia, posso as-
severar V. Exc. que terei muila satisfago em
cumpnr suas ordens quer relativas ao servico
publico, quer ao seu particular.
Dito ao mesmo.Cumpre-me participa r V.
Exc, es resposU ao sen officio de 20 de jtinho
ultimo que nests data expego ordem thesoura-
ria provincial desta capital no sentido de ser in-
deatiiseda a thesouraria de rendas dessa provin-
cia da quantia de 46$360 rs. despendida com
fretes de objeclos enviados ao professor Luiz
Jacques Brunet em commisso no Amasooas.
Dito ao coronel com mandante das armas
Sirva se V. S. de mandar por em liberdade o
recruta Cosme Francisco Torres Baodeira, visto
ter provado iseugo legal.
Dito ao mesmo.Transmuto V. $., para ter
o convenante destino, a inclusa relago das al-
terarles occorridas no mez de maio ultimo acer-
ca do alfares do 10 batalho de infantaria. Car-
los Jos Van-Ns.
Ditoao com mandante superior da guarda na-
cional do Recife. Sirva-se V. S. de ixlgir dos
commandanles dos corpos sob seu commando
superior, e enviar-me com a possivel brevidade,
urna copia do alislamento de lodos os guardas
nacionaes dos mesmos corpos, com decbracao
especificada d'aquelles que se acham competen-
temente uiformisados. Offlclou-se ao mesmo
sentido aos commandanles superiores de Olinda,
Goianna, Pao d'Alho, Nasareth, Cabo, Limoeiro'
Rio Formoso e Santo Antao.
Dito ao commaodaate do corpo de polica.
Pode V. S. eogajar no corpo sob seu commando
o paisano Christovo Araujo de Santiago, a que
se refere o seu oflicio desta data, sob n. 301.
Dito ao inspector da thesouraria defazenda,
Tendo em vista a sua informago de 27 de jucho
ultimo, sob n. 530, autoriso V. S. a mandar
pagar ao cabo de esquadra do 10 batalho de
infantaria Symphronio Aureliano de Arruda, a
quantia de 8&000 rs. pela captura do desertor do
meio batalho da provincia da Parahyba, Fabio
Francisco de Oiiveira, a que se refere o offlcio
eattestado que devolvo Commuoicou-se ao
coronel commandante das armas.
Dito ao mesmo.Pode V. S., conforme indica
emsua informarlo de 2 do correte, sob o. 542
mandar nao so pagar ao alteras Antonio Jos Ri-
beiro a quantia de 86SO0O rs., que despendeu,
orno se v dos documeetos que devolvo, quao-
do commaodou interioamenlt a companhia de
pedestres de Tacarat, mas tambera proeessar,
se fr por elle requerido, a de 3780 rs., que, se-
gundo, consta da citada informago, pertencer
a exercicios lindos. Communicou-se ao coro-
nel commandante das armas.
_ Dito ao mesmoNos termos de sua io forma-
cao de 2 do correte, sob n. 541, dada com re-
eroncia da cootadoria dessa thesouraria, man-
da V. S. pagar ao alferes Luiz Antonio Ferraz
Jnior, em vista do oflicio e documeotos, qne
devolvo, a quantia de 14^000 rs por elle des-
pendida com o seu transporte e de um soldado
da villa de Tacarat acidado de Penedo,
Ditoao mesmo.Mande V.S. pagar ao len-
te Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos somente a
quaotia de 2390(0 rs. era que. segundo a sua
ioformacao de 27 de junho pretrito, e sob n.
531, importam as despezas feitas com o foroe-
cimento de luz ao quartel do destacamento de
guardas nacionaes da cidade do Rio Formoso du-
rante o lempo decorrido de novembro do aono
prximo passado al abril ultimo, como se v
do officio e documentos que devolvo.Cimrou-
nicou-se ao commandante snperior do Rio For-
moso.
Dito ao iuspector da thesouraria provincial.
Tomando em considerado o que meexpoz o pro-
vedor da santa casa da misericordia desta cidade
em officio de 28 de junho ultimo, constante da
copia junta, recommendo V. S. que mande pa-
gar com urgencia a quantia de 12:7509000, que
se est dever da subvengo volada pelo art. 18
1. da lei, n. 488, de 16 de maio do anno pr-
ximo passado. Communicou-se ao supradito
provedor.
Dito ao mesmo.Certo do conleudo de sna in-
formarlo de hootem, sob n. 295, tenho a dizer
que mande V. S. pagar a Jos Antonio Ferreira
Vinhas a quantia de 33000 em que importa o
aluguel vencido nos mezes de Janeiro a margo
deste anno da casa de sua propriedade que ser-
ve de quartel ao de polica existente na Ca-
punga.
Dito cmara municipal do Cabo.Recom-
mendo cmara municipal do Cabo que no dia
20 deste mez impreterivelraente proceda a apu-
raco geral dos votos receidos na eleicao deum
deputado assembla geral legislativa, que lti-
mamente teve lugar nesse terceiro districto e en-
vi cora toda a brevidade a copia da acta dessa
apurago. exigida pelo art. 88 da lei de 19 de
agosto de 1846
Dito ao conselho de compras navaes.Appro-
vo os contratos que o conselho de compras na-
vaes, segundo dedarou em officio de 25 de junho
ultimo celebrou com diversas pessoas para for-
necarem durante o mez corrente e os de agosto
setambro vindouros os vveres e objectos de
consumo necessarios aos navios da armada e en-
fermaras de mannha e africanos ; cumprindo que
o conselho remella copias dos respectivos termos
thesouraria de (azenda. Communicou-se
esta.
Dito Ao director das obras publicas.Recom-
mendo a Vmc. que mande orgar a despeza a fa-
zer-se com os reparos de que precisa o edificio
em que funcciona o collegio dos orphaos em Olin-
da, os quaesconstam dos inclusos oDciosqua me
aero devolvidos com esse orgamenlo.
Dilo ao director das obras militares. Pode
Vmc. mandar effectuar os concertos de que ne-
cessitam o tanque e cacimba do quartel do no-
no batalho de infantaria nao excedendo a res-
pectiva despeza da quantia de cem mil reis, em
Jue foi por Vmc. orgada, como consta do seu of-
cio de 20 de junho ultimo, sob n. 52Com-
municou-se ao coronel commandante das armas,
e thesouraria de fazenda.
Dito ao bacharel Francisco Gomes Velloso de
Albuquorque Los. Respondo ao oflicio que
Vmc me dirigi em 27 de junho ultimo decla-
odo-lheque os Irnos e documentos perteocen-
tes extincta reparligo das Ierras publicas oes-
ta provincia devem ser entregues na secretaria
do governo, e na thesouraria de fazenda os
utensilios e mais objectos de escriptorio da mes-
ma reparligo, aQm de serem arrematados.O-
Dciou-se a thesouraria de fuenda nos termos
da ultima parte do efflcio supra.
. Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
Mande Vmc por a disposigo do inspector de
thesouraria de fazonda, Joo Baptista de Castro a
Silva, tres das passageas de r destinadas para
passageiros de estado, no vapor Jaguaribe.
Portara.O presidente da provincia, resolve
conceder ao inspector da thesouraria de fazenda
Joo Baptista de Castro e Silva, tres metes de li-
cenga com vencimeotos, como solicou.
Dita.O presidente da provincia, atindanlo
ao que requereu o promotor publico da comarca
de Nazareth. bacharel Joaquim Eduardo Pina, re-
solve prorogar por 15 dias a licenga de igual lem-
po com ordenado, que lhe foi concedida por por-
tara de 20 de junho ultimo.
Expediento do secretario.
nM Do dia 4 de julho de 1861.
Officio ao juiz do direito do Bonito.De ordem
eSoExc' Sr* Pedente da provincia, declaro
a V. S. que o seu officio de 21 de junho prximo
nodo, chegou secretaria do governo sera a cer-
UdSo do juizo de paz, que V. S. se refere.
Despachos do dia 4 de julho.
Requtrimtntos.
Angelo Baptista do Nascimeoto.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Alexandre Vieira de Araujo. Informe o Sr.
director das obras militares.
Denlo Borges Leal. Informe oSr. Dr. juiz
m uoicipal do termo de Nazareth.
Alferes Bento Piohero de Mendonga.Informe
o Sr. juiz municipal do termo de Goianna.
Feltnlho Elysio de Carvalho. Informe o Sr.
juiz jnunicipal do lermo de Nazareth.
Francisco Jos Damasceno.Informe o Sr. Dr.
provedor da Santa Casa da Misericordia.
Francisco Ferreira Gomes de Menezes.Sellado
este e o documento que ajuuta, volte.
Francisco Antonio de Carvalho Siqueira.In-
forme o Sr. engenheiro director da reparligo das
obras publicas.
Guimaraes & Azevedo.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Genoveva Maria da Conceigo.A' vista daio-
formago nao lera lugar.
Joaquim Jos de Oiiveira. Certifique o que
constar.
Capito Joo Gomes de Souza. Informe o Sr.
Dr. juiz municipal do termo de Goianna.
Joo Jos Gongaives.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Joaquim Rodrigues Maia de Oiiveira.Sella-
do, volte.
Padre Jos Procopio Pereira.Indeferido quan-
to a licenga por nao ter o suppllcaote entrado
em exercicio do seu lugar, ficaodo porm para
islo marcado o praio improrogavel de 30 dias.
Manoel Jos dos Santos.Indeferido viaja da
informago.
Manoel Marques da Silva.J loi posto em li-
berdade.
Miguel Pereira do Vale. Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Rosa Armelinda dos PrazeresSellado, volte.
Roa Maria das MercezRequera ao governo
imperial.
Sociedade acadmica Atheoeu Pernambucano.
Deferido com a portara desta data.
DIAS DA SENARA.
I
8 Seguoda. S. Procopio m. ; S. Priscllla m.
9 Terca. S. Cyrillo b. m. ; S. Bricio b.
10 Quarta. S. Silvano m. ; S. Januario m.
11 Quinta. S. Sabino m. ; S. Sidronio m.
12 Sexta. S.Joio Gualberto ab. ; S. Nabor m.
13 Sabbado. S. A*acleto p. m.; Ss. Joel e Esdras.
* Domingo. S. Boaventura doutor seraphico f.
(AUDIENCIAS DOS IKBTEs DA CAPITAL?
Tribunal do commercio ; segundase quintas.
Relago: tercas, quintas o sabbados as 10 horas.
Pazenda: torgas, quintas e sabbados as 10 horas!
Juizo do commercio : quartaa ao meio dia:
Dito de orphaos: tergas e sextos as 10 horas.
Primelra vara do eivel: tergas e scxtaaao meio
Segunda vara do eivel
hora da tarde:
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DOSUl.
Alagoas, o Sr. Claudino Wahio Das; Baha
Joao Parelra Martina.
EM PERNAMBCO.

10 proprietario do diario Manoel Fgielroa d.
Parlaba sua Hvrarla praga da Independen!, 0
6 e 8.
EXTERIOR.
De um jornal dos Estados-Unidos transcreve-
mos os seguales detalhes, que se referem as ses-
sftes extraordinarias do coogresso dos Estados
confederados do sul, a que preside Mr. Jefferson
Davis :
a No da 20 de abril reuniu-se em Montgome-
ry o congresso dos Estados confederados, convo-
cado para urna sesso extraordinaria por Mr. Jai-
ferson Davis. Em acto continuo procedeu-se
lei tura da mensagem daquelle funcciooario, que
vamos extratar.
Mr. Davis principiou annunciando que j es-
lava ratificada a constituigo permanente dos Es-
tados confederados, e que s faltava xar o dia
para proceder eleigo dos funcionarios do no-
vo governo. Disse que a declarago de guerra
de Mr. Abraham Lincoln tinha tornado necesaa-
ria a coovocago do congresso, afim deste dictar
as medidas precisas para prover deffesa do
paiz e s necessidades do thesoure.
tu'rou depois em urna larga historia das re-
lages que.exisliam entre os Estados do sul e os
do norte, e dos tactos que produziram o actual
estado do cousas, e altacou o governo de Was-
hington pela pouca.cortezia com que tem trata-
do o enviado do sul. Alludio prudente con-
ducta observada pela esquadra federal, logo que
o major Aoderson evacuou o forte Sunler, e dis-
se que este evitou o sacrificio intil de muitas
vidas : que fallava dos habitantes, autoridades e
milicias da Carolina do sul pela conducta que
observarais antes e depois da evacuago do forte
Sunler, e propoz-se logo demonstrar que o pre-
sidente Lincoln dedarou a guerra aosul, e,oque
mais, que nao houve provocago da parte des-
tes Estados.
O secretario d'estado (disse elle passando a
outro assumptoj deu as instrucges necessarias a
trez commissionados, que foram mandados para
Ioglaterra, Franga, Rubsia e Blgica, aQm de so-
licitar que os reconnegara na qualidade de mera-
bros da familia das nagoes, e para celebrar com
cada urna dessas potencias tratados de amisade e
cemmercio.
Deram-sa passos para entabolar iguaes nego-
ciagoes com as demais potencias europeas, como
foi determinado na ultima legislatura. Depois
da partid desses commissarios, nao tem decor-
rido anda a lempo necessario para se receberem
commooicages delles. Comojulgo, acresceotou
elle, que e para desejar que mandera desde j
commissionados|ou agentes diplomticos junto das
potencias independentes da America, situadas ao
sul da nossa confederago, tom todas as quaes
nos interessa e sinceramente desojamos cultivar
as mais amigaveis e cordeaes relages, indico a
conveniencia do eslabelecer para esse fim as
sommas necessarias.
Annunciava em seguida que s confederago ti-
nha celebrado com a Virginia um convenio, pelo
qsial o dilo Estado une o seu poder e a su sor-
te com os da confederago. Por informages
fidedignas que se obtiveram, julgou Mr. Davis
poder assegurar que brevemente outros Estados
seguiro o exemplo da Virginia, e que alinal to-
das aquellas em que exislem escravos se iucor-
poraro confederago.
Abortas as subscrlpges (diz-se em outro
paragrapho) para o emprestimo de cinco milhes
que.automasteis,os nossosconcidados deram-se
pressa em subscrever para mais de vinte milhoes
e nao houve urna s offerta que nao fosse ao
par.
O presidente acceitou os oito milhes.porjul.
gar necessaria essa somma para (alteners des-
pesas da guerra declarada por Mr. Lincoln, e jul-
gou necessario adoptar novas medidas para con-
seguir ainda mais importantes recursos.
_ Terminando, o presidente felicita a confede-
rago pelo patriotismo dos seus concidados.
Disse que muito individuos que occupam altaa
posiges officiaes e sociaes esto serviodo como
simples soldados ; que as companhias de trans-
porte tem ofterecido conduzlr gratuitamente as
tropas e os pelrechos de guerra ; que os cami-
nhos de ferro teem sjudado e esto disposlos a
continuar a ajudar a todos os respeitos o gover-
no, e que este tem motivos para estar satisfeiio
dos seus concidados : Um povo tao unido, e
lo resoluto, accrescentou elle, nao pode retro-
ceder dianle de sacrificio algum, nem inspirar a
menor duvida,quanto aoseu triumpho definitivo,
por mais tonga e mais ardua que seja a prora a
que queiram submette-lo........................
grada, e protestamos solemnemente face do go-
verno humano, que desojamos a paz custa de
qualquer-sacrificio, com excepgao do da nossa
honra e da nossa independencia ; nao aspiramos
a fazer conquistas ; nao queremos engradeci-
mento era concesso alguraa por parte dos Es-
tados, com os quaes at agora temos estado pou-
co confederados ; a nica tousa que aueremos
que queremos
que nos deixem em paz ; que aquelles que nun-
ca tiveram poder sobre nos nao tralem agora de
nos subjugar por meio das armas.
Havemos de oppdr-nos a isto, como deve-
nios, emquanto tivermos forgaj. No momento
em que se dtsistir desta pretengo, das oossas
naos cahir a espada, e ho de encontrar-nos
aispostos a celebrar tratados de amisade e com-
mercio, que niopodem deixar de produzir mui-
tos beneficios. Mas emquanto se insistir nessa
pretengo, continuaremos, com a firme coofian-
ga na Divina Providencia que protege as causas
justas, a combater pela nossa liberdade, indepen-
dencia, e direito de nos governarmos a nos mes-
mos.
^',.8Heaerae, e *.T0M0S amigos, estaes dispos-1 regara, livros iornA
i o. mf,r..arV0Ma *"* pe,a Iu, = Pis be" : u c*er deI5e 'logo a ,
e os meui faremos outro tanto pela Polonia.
| Garibaldi.
Petieio apresentada or urna deputago de
Romanos ao general Go/on e ao duque de Gram-
SL ?i' Ped'nd-lhes que a fagam chegar s mos
do imperador Napoleo III :
.^"^;-^ abail ignados,unidos eslrei-
tamente Italia, impaciente de se associirem aos
Pangos e as tnumphos da uoidade italiana, sup-
plicam humildemente a V. M. que abandone Ro-
ma aos seus deslios polticos, em virtude dos
principios nobres e generosamente manifestados
na proclamagao dirigida aos Italianos, com data
ue Huao.
fc.^S?*' ^"""wente reconhecida Franga,
bade saber justificar este sacrificio ; ella lera a
honra de seguir exemplos de moderago.discipli-
na e oniao que lhe deu o exercito francez.
* 81luf5,aoJ I" pelos ltimos successos che-
gou a capital dos estajos romaoos, torna-secada
vez mais intoleravel. O commercio e a industria,
em estado precario, sob o rgimen teocrtico, es-
to reunidos a nada, e completamente arrui-
nados.
A miseria augmenta diariamente
ou folhetos. deveis pro-
recolhe-lo administraliva-
responsabilidade esta salva, mas. a propria expi-
22u!J?22 "*" "gado pelas no-
2r *ueresuIude um acord debatido a
regulado com os ontros gabinetes deixa-nos
nossa completa liberdade de
conducta.
apreciago e
a
de
e o
exces-
pro-
so de tintos males, hade iodubitavelmeote
vocar urna catastropbe.
Esperamos urna solugio favoravel aos rotos
dos povos, supplicamos a V. M. que abandone
.0ma s,.mesmo. o nao a tenha por mais lempo
separada do resto da Italia.
Segundo se l em um jornal de Madrid, o go-
verno pontificio sentio bastante que este docu-
mento, demasiado importante pela multido das
assignaturas, chegasse s mos do duque de Gram-
"*" !nd0 9ldo inota> 'odas as pesquizas da
que
A GaztM del Danubio publica o texto da cir-
cular do cardeal Antonelli, diiigida ao corpo di-
plomtico, protestando contra o direito do go-
verno de Vctor Emmanuel, pelo quil sesuppri-
mem os convenios e outras corporages religio-
sas, pasaando-as depois aos bens do Estado, e
procedendo a sua venda :
A invaso violenta emprehendida pelo Pie-
monteem urna grande parte dos Estados da San-
la S, tem porum lado o carcter de urna viola-
gao flagrante da soberana temporal do papa, e
por ouiro lado o cunho de urna poca que per-
tence as mais desgragadas e deploraveis da his-
toria pelos graves prejuizos que a igreja tem sof-
hJL'mnd0 on,}ece at a sociedade, a hsto- Polica para se apoderar do que elles chamara
ra dos diversos actos de hostilidade que o Esta-' protestos populares. 4 m
n^ ?n!i C1 dfve ter80ffrido da parte do gover-1, O ardeal Antonelli continua a velar pelos io-
no invasor, pelas representagoes publicas numa- teresses da santa s. V
nSp!e ~ te.m ftU* Di0 Dor parte d0 SaD" A 9astlao Danubio publlcou'o despacho aue
n.d0.'m?S-ambem o^uoani'ni'lade, pelos o cardeal mandou aos representantes do govT
Pastorea ecclesiasticos sagrados que residem as ?o pontificio as corte, da Europa. Protesta ne-
P r*ni" .U8urp.ad,,i,- Il"' coni0 empre e em termos severos, contra -
Aos assumptos afflicttvos de que estas re- ,n*"*l~ A~
presentagoes se tem occupado, pertence tambem
o decreto que esse governo publicou e que tem
por objectosupprimir os conventos e outras cor- 'g espiritua'es de quea'eg'reja podVdisoor "-
r^9,eS rel28'osas afim de reverterem em seu ""neiando que a santa s est disposta quando
proveito os fundos desses estabelecimentos. Esse os acontecimentos o permittam a revindicar .
decreto produz a prora de urna allianga comole- Possedos bens illegalmente vendidos
ta com as tendencias espoliadoras do espirito re-
10Hna?\e ,ffer-ece """no lampo urna A Una carta de Pesth, dirigida ao jornal allemio
uicradHaC0D,.rafllc5aomOD*lruosacom tod* as deFfaDCforlf julga poder Fazer conhecer os ver-
tis rundamentaes e que os invasores queriam dadeiros motivos que conduzem o condo de Tele-
por em vigor oas ditas provincias. ki ao suicidio. e18
Depois que a posse dos ditos conventos pas- E'3 o que ella diz :
sou para o poder do governo espoliador, em con- A excitago extraordinaria que levaram Teleki
sequencia da violencia que de urna maneira des- uicidio leve a sua origem de urna carta de
potica tinhi tomado o lugar do direito de ou- Kossuth. que lhe dizia que em consequenc a das
trem, a administrago que, com o titulo illuso- circumstancias nao tinha lagar por agora contar
no de caixa ecclesiastica,
ttgfessrieguida*e esperaD-
distinRcu1on'.ider.PgoB.UU' "*""* da ioha
-----------Per8l9ny- Seremos perianto senhores de examinar, fora
Mr. Lincoln publicou urna proclamagao fazen- tLq"3fr ,tipnlaS? esPec''. os acontecimen-
do extensivo o bioqueio aos Estados da Virginia nmltvZE surS,rHna.sy". o nao dissimula-
d. Carolina do Norte, concebid, nos lermo! se- ^^T^llmSSSS^
Considerando que pelas razSes expostas na
minha proclamagao de 19 do correte, se man-
dou bloquearos portos dos Estados da Carolina
do Sul, Georgia, Florida, Albania, Luiziana,
Mississipi e Texas, e que posteriormente nos
Lstados da Virginia e da Carolina do Norte al-
gumas pessoas que preteudem ter authoridade,
team confiscado bens dos Estados Unidos, impe-
a cobranga dos rendimentos
um
apoio efficaz, contra novas prseguigoes
nt 8r an*V0S p,ois Pli"r-vos neste sentido
cora Aah-Pach, fazer-lhe leitura e deixar-lhe
copia deste despacho.
Lmos na Perseverama :
niiim OU,meDtanos proferidos na parochial, no
ultimo domingo, a respeito da circular de mgr.
taccia, provocaram antes de hontem (17) uma
ampregado, dos Estados m^rp^^lfS^^^JT1": t^ Ccci.. vgarlo!
quaudo tratavam de cumprir as ordena dos mu. l"eJ.-Va?aadonar a jg^ja acompanhado d
dido
mgr. Caccia,
I V,?J?a*A abandonar Igreja acompanhado
superiores, reduzindo-osao eaUdo"de"p"raionei" 6 a? IZtS** e de rabineiros.
A noue houve ums nova demonstrago em
ros, ou impedinlo-os de cumprir com os i
deveres, e ludo istosem previo procedimento le-
gal ;
Resolv que sejam tambem bloqueados to-
talmente os portos dos mencionados Estados.
Em testemunho do que, etc.
Dada na cidade de Washington, aos 27 dias
do mez de abril do anno de N. S de 1861, 85
da independencia dos Estados Unidos.
' Abraham Lincoln.
Polo presidente : William H. Seward,
< secretario de Estado.
Esla medida enrgica produzio o seu effeito
segundo se deprehende do documento
blicamos em seguida, o
fi* os "'dos da santa s, e pronuncia-se
contra a venda dos bens eeclesiasticos. ameagan-
lo-se os compradores dos ditos bens com os cas-
rao para esse fim tomar as suas medidas.
Italia soccorrer a Hungra daqui a
Kossuth aconselhava pois a Teleki que Iranouil-
lisasse o seu partido quanto fosse possivel, e que
adiaste qualquer motivo revolucionario,
aob Esr,a,P|[oduiio uma "T> e profunda impresso
Comegou a duvidar a sua misso, comegou
- Franga oesao-
Nesse ff!9"** qualquer movimeoio na Hungria : aue
viso mdicava-se ao mesmo tempo a modicidade 'e.m disso, com a demora que houve n iwm'
d0 P'900- bacio formando os bens das mencionadas com- queQcia da organisagio do exercito italiano tor-
mumdades e corporages religiosas, uma parte n"T?",e "aterialmeote impossivel Franca e
do patrimonio de S. Pedro, a venda projectada
equival a despojar a propriedade ecclesiaslica.
Se se considerar o assumpto debaixo deste ponto
de vista, nico verdadeiro, evidente que em
relago s raides de justiga e de equidade, nao
possivel nanea prestar-se a semelhantes com-
pras, porque seria preciso nesse caso celebrar
contratos com o usurpador sobre bens arranca- '"' mais intimamente com Deak, e a dirig'ir os
dos a outro. A uso accrescenta-se a considera- chefe do seu partido outra maneira, e cmo o
gao muito particularmente applicavel ao uso Pdi fazer sem ae comprometter. Esta-mudan-
actual das leis cannicas mais conhecidas, que Sa> con> quanto se operasse com a maior pru-
protegendo a integridad e a inviolabilidade do dencia, foi notada.
patrimonio da igreja, impoe censuras especiaes Comecaram a langar-se suipeitas sobre elle
e outras penas tanto aos usurpadores dos bens dizia-se que se tinha vendido Austria, etc Deak'
eeclesiasticos, como aos que de qualquer modo C0Da quem elle se tioha aberto francamente pro'
dao a mo aos usurpadores, e tomam parte no curou em vio coosola-lo. '
acto injusto e sacrilego. | Tudo isto quebrou as torgas a Teleki, e a catas-
a Mas independentemente destas considera- troPbe nao deixava do se esperar.
goes que se offerecem consciencia de todo o Dopois de iranscrever o que fica dilo devemos
cainolico e de toda a pessoa que tem o sent- observar que os ltimos despachos dosmeotem a
ment do direilo, e da justiga. e devem parecer falencia da carta de Kossuth, a que se refere o
da maior importancia, ha a seguir como regra aa jornal allemio de Francfort.
palavras pronunciadas por Sua Santidade na sua -
allocugo coosistorisl de 17 de dezembro do an- O Monileur de Paris publica a seeuinte cirrn
?KSS: pal".ra8 que se0fiieram Publicas pe- lar o conde de Persigny ais perfeitos cefea d
la imprensa e pelas quaes Sua Santidade quei- publicago de impressos e folhatoT '
xou-se e reclamou contra o dito infeliz devoto, e I Paris? 13 de maio '
ao mesmo tempo condemnou e dedarou nullas e or narfa;ln .
dee.D.h_u_m.!?e.i^toda a? disposigqes que o go-{. O processo judicial entabol.'do cot '
, le dakr-eside"c,5 de monsenhor. que, hontem
pela manhaa abandonen a cidade. delegando os
mnHP0-deH3 em M-Po'ggia. com aBrecom-
mendagao de executar poolualmeote tudo quanto
lhe tinha proscripto. Mgr. Pootiggia tendo
reunido p capitulo, renunciou este mandato
O clero milanez comprehendeu os era vea
d.ssenlimentos que poda provocar a circular de
Mgr. o vigario..o appressou-se a protestar contra
o seu conlheudp por meio de nobres palavras
?h0en'HQa ,nuti>.qlqor outra reprovagc "
lhe podessemos juntar. > v 4
EUo protesto de quo falla a Perseveranza :
que pu- de*M,L.e I-r* ""' b8P e,pilBlir da diocesa
governador,d. Virginia .de^x, esperar qHque'l- receferem ? HZVv 3"? S '"i'10 assi8nad9
le Estado nao ter por agora relacoes hostia con- Ift^f? e V.' S' Im- e Rev- datada de
Ira Washington. 8 re.agoes nostis con- 16 do corrente na qual declara que o clero nao
t Considerando que. procedentes de lodos os ?^iL|affi*d^qH?|',,MrfiSa 'oUgioto,
pontos do Estado, esta chegando a Richmon^ -B-JQHacional de 2 dei junho prximo,
voluntarios que 'vera offerecer os seus ser- da dfsclohna^^.f.l"."0 C0B"' Principio
vigos. sem para esse fim terem recebido ordens. HM^SLSS^SS abaixo "ignados
e que, por uma parte, isto occasiona grandes Sdo dMoe? L0*""*,?* Dao podera com
gastos ao Eslado. emquanto que por outra, nao nwn P de protestar contra estainti-
.nICf!8! d-es voluntario,, nem se lera lo-1 *?& ler. desordem s alm espalha no
povo a desconfianga para com o cler ; offende o
; governo cujo convite para tomar parte na festa
JOMl_nada implico de contrario era f nem
mado as med Jas precisas para aloja-los conve-
nientemente ; publico a presente para informar a
todas as companhias que hoje nao esto em Ri-
chmond, e que nao teobam recebido ordens pa-
ra vir aqu ou para ir para outro ponto, de que
devem permanecer as suas respectivas localida-
des, contentaudo-se em estar alistados par
apresentarem quando assim lhe fr exigido.
a John Lelcher.
para se
rZiVrr u,nhatoK'ft dora- &wSSSSVBSS!wEmXmS
ment dos direitose do patrimonio da igreja e chamo a vo'ssa Uencn .SSLSS a..,Uf!
usar em Franga dos beneficios'da pub'licidade,
escudando-se atraz de um impressor ou de um
adqumgoes precedentes fei
tas a esse governo, inteiramenle incompetente e
usurpador.
dencias que elles mesmo,' julgarem conveSene" proprio mSU^nSStXJPJZ
a maior e a mais completa publicidade
onhecemos que a nossa causa justa e sa-1 parte da sua fortuna para constituir
Estados, evitando-se desta maneira que se veri-
fiquem contratos a respeito de bens, cuja acqui-
sigo seria nulla e sem offeito, pelas razoes ex-
plicadas.
Para este fim, o abaixo assigoado cardeal
secretario de Estado, apressa-se a transmittir a
presente not a V. Bxc, segundo as ordens da-
das pelo Sanio Padre, convidando-vos a fazer uao
desta nota, conforme o sentimento do Santo
Padre.
ApproveUo esta occaaiao para vos expressar
a consideragao particular com que etc.
('Assigoado)Antonelli.
Algunsjornaes publicara a seguinte carta que
se diz escripta por Garibaldi a Mr. Microlawski
chefe da emigrago polaca : *
Geno ia,l de maio.Meu charo amigo. A
lucia auprema das nacionalidades opprimidas a-
proximam-se ; mas ninguem pode precisar a sua
hora. E* preciso estareoa aempre diapostas. Di-
zei pois aos vossos compatriotas o que eu disse
aos italianos: < ha que arranjar os fundos ne-
cessarios para um milhio de espingardas. x> Os
vaienles polacos que durante a carnificina de
Varsovia mostraram que aabem sacrificar a sua
I1..*-^6.1"..08.1''*' saDerao tambem sacrificar uma
esta patria.
,J!. Amo quer que 8eJa- de presumir que se
llu?? 00"8 Pr8lenSoes to claramente
manlfestadas> qu(J Mga () n {q t e
governo que lirou a Franga dtf abismo, se ocho
ae novo exposto aos insultos "
O ministro dos negocios estrangeiros Ido impe-
rador Napoleo dirigi ao embaixador de Franca
em Constantinopla, marquez de Lavalette, a si-
guite nota: '
Paris, 3 de maio de 1861.
Sr. marquez.O imperador acaba de dar as
suas ordens para que se proceda evacuago da
ayria nos prazos fizados pela convengo de 19 de
margo. Pedindo que, deis parle desta Porta,
aovo, na conformidade das instrucges de S. M..
rnnnufpnrt?a.C-hama.r de D0TO a aiteojco <1"-
minisiros do suttao ubre os ueveres que lhes im-
poe a partida das oossas tropas.
Foi nicamente por um sentimento de hu-
manidade, e com o fim de suspender a effuso de
sangue e prevenir maiores desgragas, que a Fran-
ga aceitou a misso que as potencias, de accordo
commum, lhe confiaram na Syria. Essa misso
cumpnmo-la nos sem pensamento reservado e
oleira lealdade ; consagramos todos os nos-1 magoicaV
mora
liglosos,
circumslancias
desacosluma os poves dos hbitos re-
e de se dingirem a Deus era todas as
ncias da vida; finalmente pode ser
uSSL J> *\"e' desorde qe, al agora| nao
temos tido a lamentar no nosso oaiz.
> nosso paiz.
n disso a festa nacional
essencialidade mais do que o aniversario solem-
pfi-r. 2 e8tad' que D0 anno P"8ado, foi
celebrado com o assentamento e o concurso de
nr* unT'i6 '. e que Pagamento acaba do
g definitivamente para o primeiro domingo de
..h,:omH a fnflaD?a de que estas observages.
sahidas de almas unicameule dedicadas ao bem
possam induzir-vos, monsenhor, a revogar est
proniDigao, confessamo-nos, com proiuod. ,-
peno.
- ri majo de 1861.
rossos aeateaaos servidora
A Perseveranza, accrescenta que no mesmo
da. as tres horas da tarde, este protesto, tioha
urnas 10 assignaturas, entre aa quaes figuravam
as da maiona dos prexadores de Miln
i pregadores de Milo.
A correspondencia de Paris da Independencia
Belga, falla nestes termos a respeito das eleiges
"^^^KiSiT^K Kr*\^,1S!^.-'-^n;:
ropa se propoz
Teriamscpratudo. querido eooMib.fr r-1 JtS! 2^*1!FVS?ZTISL
dem era coodiges e com garantas taes, que fosse Oriente esplrU09 em Pan9. "'8 o grande
cessano para assegurar de uma manoir, nrm,i I ., I^P" ,J J?l ?!e.,to hoJe poruma maio-
maneira normal
a seguranga dos christos na Syria, subordinar a
evacuago completa execugo desse coojuncto
de medidas polticas e administrativas, que se
tornara indispensaveis para que a autoridadepos-
sa exercer a sua acgo com efflcacia.
Se a Porla, e era canamente do seu ioteres-
se, nos tivesse secundado, aa potencias seriara
unnimes em partilhar da nossa maneira de ver.
Proferio reviudicar exclusivamente para si s o
cuidado de procurar a cooservago da paz, e o
seu plenipotenciario prevenio, que ella eslava as
circumslancias de o poder fazer. A este respeito
as suas declarages foram de tal maneira forraaes .
e absolutas, que a conferencia se vio na obrigago lhes fazia
de attender a isto e de se limitar, por occasio ''
das suas ultimas delberages, a prorogar simples-
mente a oceupago durante um lapso de tres
mezes.
O governo otlomano assumio desta maneira
urna responsablidade, que faz pesar sobre si
obtigages particulares, que nos, com fundamen-
to, lhe indicaremos no momento em que abando-
narnos a Syria. Depois de ter concorrido com
sacrificios, que a Frauga na"o lamenta, se os po-
vos tirarem d'ahi beneficio, o governo do impe-
rador nao poderia soffrer que ella fosse theatro
de novos desastres. Urna semelhaote eventuali-
dade, se ehegasse a realisar-se revoltaria a opi-
nio publica na Europa ioleira, e attestaria, da
parle do governo ottomano, uma impotencia
qual seria inevitavelmente necessario occorrer.
A menos quo a Porta nao avise para urna no-
va couibinacao, nos somos obrigados a evacuar a
Syria, por um compromisso cuja execugo nao
podenamos declinar, sem fallar f d'um trata-
do ; foi em virtude desse acto que prestamos o
concurso das oossas tropas, e nao podemos recu-
sar-nos a retira-las quando expirar o prazo esti-
pulado ; obngamo-nos alera disso a fornecer as
forcas necessarias para a oceupago, no nosso col-
lectivo da Europa, e nao nos permiltido alterar
o carcter do mandato que as potencias nos en-
tregaram. Perguntamos a nos mesmos se oio se-
na opportuno propor-lhe a. proloogago, durante
um novo prazo, da misso do nosso orpo expe-
dicionario.
a A discussio a que deu lugar a primeira pro-
rogago e as declarages invariaveis da Porta
i -*----- w w^.^.m^v,,,^ 1U 1Uui co un i uiid
que a linh.i deixi rlr ,U meSm8 f"enfe"-08 do que a nossa propria digni-
J me foi PTr"cipadlh que'neau momento se """ M COmPrla'a mat8 a "*" > a"
esto preparando escriptos do mesmo genero
quo melhor aconselhados os instigadores ou o
aulhores desses pequeo manejos, selisoogeiam
de fugir, ni pessoa dos impressores, das mos
aa justiga por artificios do redaego e de publica-
gao, esperando assim penetrar impunemeote
atravez dos requisitos da lef, at ao corago das
nossas psliluiges.
Mas o governo nao pode tolerar que se re-
novera semelhantes escndalos. No que me diz
respeito, quanto mais me esforgo em permaae-
cer fiel ao pensamento liberal de 24 de novembro,
favorecendo a liberdade de discussao, mais em-
penho devo por em defleader o Estado contra os
ataques dos seus inimlgos. Maodo-vos porlanto
vigiar com cuidado todas as tentativas de publi-
cages que se fizerem em oome de pessoas des-
terradas.
De qualquer naturesa que possam ser as pu-
blicac5es, debaixo de qualquer forma que appa-
melhaule proposla ; s ao governo do sulto,
melhor esclarecido a respeito dos seus verdadeiros
interesaos, que pertence toma-la. Evacuaremos
pois a Syria na data fixoda pelo tratado de Paris,
mas nao procederemos a ella aehio depois de
termos francamente exposlo as nossas apprehen-
soes, recomnaendando instantemente Porla, que
baja de provar, que dispe, como lera afirmado,
dos meios necessaiios para garantir os christos
contra a repetlgo das calamidades que aofreram.
Nio fallamos a oenhum dos nossos deveres ;
lomos de umlado, expotto is potencias os moti-
vos que nos levaram acreditar que a evacuago
seria permatura se a effectuassemos antes da or-
ganisagio administrativa do Libano ; do outro, nao
desprezamos cuidado algum para collocar a Porla
as circumslancias de salisfazer s obrigages que
incumbo a todo o governo regular para com os
seus proprios subditos.
Em preseoga de um acto internacional, sr.
marquez, nao podamos fazer mais, e a nossa
ria de dous tergos dos votos.
Este resultado deve ter sido tanto mais
sensivel ao principo Mural, quanto elle tinha
empregado todos os meios para embaragar o.
bom xito da eleigao de seu supremo.
Chegou mesmo ao ponto de fazer invadir
.hontem a salla das sesses em que eslavam
j reunidos os eletores.
Estes retiram-se aos seus apoientos, e conti-
nuaram a votar, mas por escripto, protestando
contra este 15 de maio e 2 de dezembro coro-
binados.
Daqui resultou dirigirem uma reclamaco ao
nistro do interior contra a violencia que se
es tazia, e sollicitando deste alto funcciooario
licenga para se reunirem n'uma casa diversa da
da ra Cadet.
Parece que este pedido foi bem acolhido pelo,
conde de Persigny, por isso que constou esla
manhaa que a maioria dos votos tioha feito tri-
umpharonome do principe Napoleo.
Rectifico os nomes das testerauohas escolhi-
das pelos dous principes para assislir ao encon-
tr que est mmioenle entre elles.
O marechal Magoao, o o coronel Franconniere
erara pelo lado do principe Napoleo; o bario
de Heeckeren, e o conde Clary, pelo principo
Mural.
Mas, esta escolha nao tem importancia or
uso que se sabe que a vontade formal do impe-
rador impede o duello. H
Era presenga da reunio que investio o prin-
cipe Napoleo oadignidade de gro-mestre. a,
assembla legislativa da fraoutaagooaria, verifi-
cou uma sesso, cuja acta a seguinte :
Quinta-feira, 23 de maio.
A assembla legislativa eotrou
duas horas e um quarto.
Depois de ter constituido a mesa, tomou a.
presidencia como decano, Mr. Blandee 1, nota-
rlo: como orader, o doutor Miltre (de Marselba]-
para secretario, Mr. Rousselte, advogado os*
tnbuoa imperial de Paris, etc.
A assembla, considerando a declarago
procedentemente assignada por 98 representan-
tes das ofilcioas, regularmente reunidos, a favor
da nomeago de S. A. I. o principe Napoleo
(Jeronymo) como gro-mestre da magooaria,
iranceza, e querendo tambem consagrar esta
nomeago por meio de um vol regular, procla-
ma por unanimidade de suffragio como gro-
mestre da ordem o principe Napoleo (Jero-
nymo.; v
O numero dos votantes era de 91.
Uma trplice acclamago magonica saudoik
esta proclamagao.
Passou-se certificado deste juramento.
Assigoado pelos membros da mesa.Extracto
da acta.
O secretarioAndr Rousselte.
O Morning Post publica um curiosa artigo a.
respeito da ultima discussio que "leve lugar no
senado relativamente aos negocios da Syria Os
jornaes de Pana nao podem occuliar o seu dea-
ffi Fr.'oce'zr1" TleDU Prquese "<"e"8*
mina.1.8!0980 d0 arli,g0 d0"omino Po nio per-
ui I1"0 nVu* inle8" : reproduzimos por-
tante. em seguida as passagens principaes :
u laclo jusliflcou as nossas previses. O
xercuo francez de oceupago na Syria ha de am-
era sesso s-


- T.
IARIO 01 FEFxIAMaTUUO. SEGUNDA
'"rij*.,-:, y .
julh ti nei.
MHW'lilI lili
arcar a 5 de junho, e de Toulon ve* por cunee-1
queucia partir urna esquadra de navios de trans-
porle. Nao duvidavamoi q*e iato acontecera, j
assim comorehendianjos pffeitamenle quante
distara i Franca abandonar a Syria.
Para nos esta convicgo fundava-se era un
faci sim; los ; nao era provavel que o governo
rancet violasse urna couveogo europea. Contra-
tar com as grandes poleadas da Europa, uro com-
premisso solemne, po-lo dcpois de lado a pro-
posito de liberdade., seria mostrar que nao ha es-
periuga de boa ( da paito do governo rancet.
Eate govcrno lera coramettido mullos actos a res-
peilo dos quaes estamos muito longo de nos achar
da accordo com elle maa inda nao viraos a
nico caso era que, no reinado do imperador ac-
tual, a Franca tetina sido perjura para com e
resto da Europa.
As potencias signatarias da convenci de Pa-
rs, concluida era ruare,o ultimo, consentirn! m
proteger a conlinnaci da oceuuacao al 5 de ju-
nan. Todava atr. Billant accrescenta, a julga-
naos que nesta parte lera razio, que a adheso
da Gr.i-Bretanha nao fot alcanzada, taWez deves-
aemos antes diser eatorquida ; seno cora a coa-
di;io f xpressi de que esta proiogago devia aca-
bar ento, e de que o exeretto (rancez abandona-
ra a Syria na poca marcada. liara por tanto
um corupromlsso claro e positivo a cumprir.
lias nao podemos aquiescer tambera par-
Ce do diverso de Mr. Billant era que diz que a'
tre0oosjailtdade do futuro deve recahir sobre a f
Inglaterra. Ser impossivel imaginar algurna con-
reoslo de tola a jurisdiego episcopal estran-
geira no territorio susso. annuneiave-nos ao
mesmo lempa que Um ser encoladas negociares
com a Sama S. Em consequencia desta cora-
miioicaco, tiv-eram lugar algunaas conferencias
entro Mr. Tourte o eu. assim como entre elle e o
.guarda.Selles de S. M. Mas era na nota es-
cripta, nem as conferencias verbaes, se nos in-
dtuou nunca os principios poique Sutssa julga-
va regular a questo, ou se (ez proposta algurna
que tivesee com iato relagao. Poderia moa nos
lomar a iaicutira, cura risoo da prejudicar a
questo cora detrimento do bispo'litular e do Es-
tado. Nao era a Suissa que pertencia lomar a
iniciativa das propostss de ajusto, a nao devia-
nios nos esperar qua elle julgaeoe a proposito
laxe-lo?
Alera disso urna Tez que se os annuncla-
varu negociagoes em Roma, hara fundamento
em sperarmos o resultado deseas negociares
aules de dos pronunciar. Qra, as n*gociags
com a Santa S estavarn apenas interrompidas
quando o cantao do Tessiuo decietav o seques-
tro, e o conselho federal, apprapriando esta me-
dida, aanuuciavaoo-la como um fado consum-
mado, sera ler de maneira algurna presentido
as nossaa in tengoes.
Quaato ao direito qua o -conselho fedetal
pretenda xercer, os argumentes erapregados na
sua nota affastam-se de tal maneira das mxi-
mas que regulara sla materia, que nao se me
tornar difucil refuta-las.
Os bens de que se trata, fasem parle da do-
a menos lgica e mais odiosa. O imperador coa- tacj de ura beneficio episcopal, situado- ao E*-
fMbio urna ubrigago para com a Europa e de-
via cumpri-la. Mr. Billant, em lugar de se limi-
tit a esta respotta simples e evidente, pretende
tado de el-rei. Ora, a dolaco de um beneficio
nao lera relagao algurna com a jorisdieg do ti-
tular que o goza ; isto tole arapliar-se ou res-
implicitimeute que o governo ioglez seja exi- tnogir-se empre se aflecta o estado do patrimo-
.gente e dictatorial, e que a Franja nao levo mais' nio beueficiil. Acontece electivirnonto, tnuitos
do que es'oliier entre a submisso e o rorupt-
monto da allion^a.
< Nao julgamos que esta liaguagem represen-
te as i leis do imperador. TaUez que o goverao
francez nao esteja satisfeito, peusati lo que o ch.i-
mamento da expoJigo nao popular.
a Mas a toa f obriga-o a cumprir com as suas
obrigages internacionaes. Nao quereudo rom-
per com a Europa, e nao qoerenfo incorrer no
desagrado do sen povo. trata de cobrir a sua re-
tirada llorando o odio sobre os governos estran-
geiros que o levsin a cumprir as sus obrigi-
ces. Todava, nos nao tornamos o goverao
raucez responsavel das palavras de Mr. Billant.
A retirada purfeilamente honrosa. Nao ha suo-
miso ; ha uraa convengo que a Franga deve
cumprir no interesse da sua propria honra.
Notamos a parles do discurso de Mr. Bil-
lant era que elle falta.da recrudescencia possirel
do, massacres da Syiia. Nao julgamos que este
aconlecimeolo seja o resultado provavel da par-
tida do eaercilo francez. Os fraucezes nao lizeram
cousa alguraa para a rwpresso das ultimas desor-
dena, e nada existe na historia da sua oceupago
militar que aulorise a suppor que quando tssa
oceupagu livor cessado, lenhaai diminuido as
garantas que asseguram hoje a uiaautengo da
pez.
Fot Fuad-Pach quera, testa d'um exerci-
lo da Tinte mil tuteos, reprimi as desordena e
os principaes criminosos turara fuzilalos em Da-
masco antes que o exercito francez livesse cho-
gado ao theatro da aegio. Aln disso, o corpo
de exercito turco foi augmentado por prevengo
em consecuencia da partida dos francezes. Con-
vem tambem observar que o estado da Syria nao
hoje oque era antes das desordens. Antes [ teera analoga algurna cora os fados
los uassacres, aquella provincia eslava desguar- trata.
necida de tropas, em virtuie dos receios que ami- Poder effectivamente comparar-se gran-
avelmete uoha manifestado o principe Gosls- de recomposicao territorial e poltica da Aleraa-
chakoll; elle lioha a aprehendo do que urna nha. operada era 1802 em consequencia dos
rerolla eslava a ponto de rebentar no Danubio. | acootecimeotos que se coohecem, cora a medi-
a Foienlao que os massacres desolarara a Sy- | da que ao cantao do Tessino suggeriu os ate-
ra. Os pachas turcos era exercicio era B'yrouth resses ? Tralava-se eote de urna cousa diversa
e era Damasco erara officiaes que nao podiam ; je ura regulamento para a jurisdieco de qual-
laspirar a menor conQauca, e que nao dispunhara i quer bispado ; tratava-se de urna l.gaco
de aulonoaue em nna '"o ni"""" -.n.. i .
que a dotac^o de ura bispado se encontr era um
territorio onde esse bispado nao tem jurisdic;o
algurna. Isla pode depender, quer seja da pie-
dade dos Qeis, que se nao poderia impedir que
fizessem legados e instituyes ecclesiastica ou
outraa estabelacidas ora um territorio estrangei-
ro, quer seja de oulras eventualidades muito in-
dependemos da circumscripQo da diooeae. E'
desta maneira, que o consetho federal nao igno-
ra que urna grande parte dos beas de que se
trata provem, nao de generosidades feitas pelos
habitantes do Tessino, mas de acquisices feitas
pelos bispos de Come por meio de fundos alean-
gados por elle da Valtelina.
a E' puramente accideolal que uan parte dos
bens do bispado de Come se ache no territorio
suisso; os direitos que o bispado tem sobre elles
nao pojeaa ser alterados de maneira algurna oem
no caso de molificago da circunstancia dioce-
sana, de que aqu se nao trata, nem de qualquer
outro.
c E' tao verdade que estes bens estiverara
sera jre considerados como fazeudo parle de uto
benecio eslrangeiro sobre o qaal a Suissa nao
tinha autoridade algurna, que todos os actos que
Ihe sao relativos tiverara sempre lugar sera que
ella tomasse parte, e que quando em 18(2 o cris-
po de Come trans minio ao governo tessinez a
propriedale do palacio episcopal de Lugano, es-
lipulou-se expressameot^, com os delegados do
cantao, que a alenselo nao seria valiosa senao
quindo livesse silo approrada no interesse da
mitra pelo goveruo aostriaco, ao qual succedeu
o governo do rei.
Porque eiistm precedentes histricos invo-
cados pelo conselho federal, fcil ver que nao
de que se
que a Europa podesse confiar.
Este estado de cousas mudoa. Neo ha funcio-
narios europeos que pela sua torga e iulelligencia
S-'jira mais digoos de conlianca do que FauJ-
I'acha. E' o leslimuuho que Ihe prestara os seus
proprios inmigos.
Nao tememos pois de maneira alguraa os re-
sultados que Mr. Billant apona. Recordamos-
lhe que foram os seus proprios correligionarios
que no anuo passado deram o sigaal dos massa-
cresque nao turara os druzzos e que os maro-
n.133 obrim sob iutlueucia do propagaodismo po
lilico da Franga. Chegaremos raesmo a dizer
nue sem a*Franga nao leriam existido os mas-
sacres.
Quando pensamos em que a Europa perrail-
to F:anca que perraauecesse nove inezes na
yria,
s
na., ;<, cwum adunia pura paciUcar aquel
e que pelo contrario foraeutou muito <<"^'
deus. iulgamoj 4U0 Mi. UiUant e um ingrato.
Seja porm corno for, a Europa nao desco-
nhece os seus favores. A oceupago ha de ces-
sar dentro de trez semanas, e temos toda a confi-
an ,a era que as seenasde desordem se nao repe-
tiro mais
.o ,1 1.0.11,0 ^ud t>-i maucicsse iiuiciuozes na de (jome. O bea
Syria, e isto em preseoga do desjo que a Fran- ; tuiar existe a iuri
- u*fc. r.ientemeule manifesladoque a Franca lugar senao' nnr nr
>aJ fez cousa Igu. p. pacicar aquelle paiz. SSkSLP2LT
Osjoraaes publicarara duas notas que ultima-
mente foram trocadas entre os ovemos de Sar-
denha e Suissa, acerca do arcebispado de Come.
Vamos dar noticia destes dous documentos, que
servem de complemento as pecas diplomticas
de que se tera dado noticia pela "iraprensa.
Para o <; vallaeiru Joeieau em
Berna.
28 de fevereiro de 1861.
a Senhor.O enviajo extraorlioario da coa-
ederago helvtica, deu couhecitnenlo e entre-
gou-me urna copia de urna uota docooselho fe-
deral, datada de 4 de Janeiro ultimo, publica Ja
quasi simultanearaenlenos jornaes suissos, acer-
ca do sequestro dos bens da raira episcopal de
Come, situados no condado de Testino.
Esta uota foi da uossa parte assumpto de um
serio exame. Resumirei em poucas palavras o
*eu coottudo, fazendo-vo3 conhecer com inteira
franqueza as observages que nos saggerio.
Recordando de urna maneira, cuja exactidao
somos obrigados a contestar, as negociagoes que
precederam o sequestro, o conselho federal quei-
xa-se de nao ter encontrado o menor concurso
da nossa parte, e queria quasi attribuir nossa
incuria a medida adoptada pelo cantao do Tes-
siuo. o approvada pela confederago.
Passando depuis a tratar da questo princi-
pal, o conselho federal declara que a Suissa nao
reconheee de maneira alguraa o titular actual de
Come como bispo da parte suissa da antiga dio-
cese ; que por consequencia o governo helvtico
tem fundado direito para por sob a administra-
cea ao Estado os bens da mitra, como bens de
ma diocese vaga. A nota suissa, finalmente,
rocuia provar com siguas exemplos quo nao
existe regra inlarnaciooal constantemente con-
sagrada pele uso, em virtude da qual os beas de
aa parte desmembrada de ura bispado devam
pertencer eo titular da antiga diocese, e con-
clue aonuncitndo que o governo helvtico nao
poderia consentir na suspenso do sequestro pro-
misorio. Alm disto, nao havia expresso al-
gurna que desse a tntender ideas menos absolu-
tas, ou qualquer accordo e conciliago. Apenas
e como para nos tranquilisar sobre as consequen-
cias do sequestro, o conselho federal se dignou
aeerescentar que se reservava toda a vigilancia
sobre os bens administrados pelo governo do
Tessino, e acceila 1 responsabilidade para com a
Sardenhs, das disposlgoes que tem tomado a se-
melhante respeilo.
Nao carego dizer-vos, seohor, quanto foi pe-
noso para mira nao encontrar na resposta do
conselho federal, cousa algurna que njs uzease
presumir o desejo de um ajuste, e que ao mes-
mo tempo uos proporcienasse o meio d tarmi-
nar de urna maneira amigavel urna distussao s-
sagradavel.
Absler-me-hei voluntariamente de qualquer
observago sobre a conveniencia da censura que
ae dirige a nossa boa vootade, direi mesmo a
nossa leadade ; mas justificavel essa censura ?
Ter ella algum fundamento ?
Em urna nota dirigida a Mr. Tourte, com da-
ta de 6 de setembro de 1860, j eu tratei com
exactidao escrupulosa, alada que summariamen-
te, o andamento qua tioham tido as negociagoes,
demonstroi que da nossa parte nao podia ter
tugar proposta alguna em quanto nos nao fizes-
em conhecer as bazes em que se entenda de-
ver negociar. .
-* Ma"rUio-me de que o conselho federal
nao tenna teito mengSo desta nota nem do des-
pacho de Mr. Toarte que a tiofu provocado.
E devo pois lembrar em poucas palavras o
que ae passou.
Por urna commuoicaeo datada de 30 deno-
Teinbro de 1859,.annunciava-nos o conselho fe-
deral que a aistmbla tinha decretado a jup-
lorial em que necessariamente devia desappare-
cera soberana temporal de muiUsfuodages ec-
clesiascas s quaes se alludia.
Quanto ao patriarchado de Aguile, limitsr-
me-hei a fazer observar que foi regularmente
supprimido de accordo com a Austria o a rep-
blica de Veneza, pelo papa Benedito XIV que
era lugar do patriarchado erigiu dous novos bis-
pados. Como nesle caso nao continuava a haver
titular do beneficio tinha sido supprimido pelas
aulhoridaJes competentes, era tanto mais natu-
ral que os bens fossem divididos entre os dous
novos bisp8dos, porque o seu rendimento era
complemeuto suacieute para sustentigao das
duas fabricas.
O caso muito differente quanto ao bispado
de Come. O beoeficto nao foi supprimido, oli-
"sdigo da guppresso nao leve
ma s das partes, Qnalraeole os
rendimeotos que restam ao bispo de Come no
'"-riinrin.carlo nao bastam ovidenlemeuio yoiu
as necessidades e para 03 deveres do titular.
A authoridado tessineza, que nada tera nes-
se beneficio, prohibiu sement no seu territorio
o exercicio da jurisdiego episcopal. ,
Nao negamos coratudo qoe nos casos dados,
nao possa haver sobre estes pontos traosaegoes e
accordes. O que nao podemos admitlir em ne-
nhuma liypolhese. que urna s das partes in-
teressadas em face do direito adquirido proceda
sem o consentiraento das outras partes. Mas a
coocluso da nota do conselho federal tornara
superflua qualquer discussSo posterior. Persis-
tioJo em raanter o sequestro, o governo helv-
tico, colloca-nos na penosa necessidade de to-
mar as medidas que temos tido o cuidado de Ihe
fazer presentir. Assim o exigem a dignilade do
gorerno do rei os iateresses do bispado de Come
despojado de urna parte coosideravel dos seus
rendeiros.
Eocarrego-vos por consequencia, senhor,
de notificar ao governo federal que a dotago do
clero helvtico existente em Millo, e mantido a
titulo purameute gratuito e provisorio por meio
de rendas do governo de S. M. acaba de ser se-
questraja.
Todava, quando usar de todo o respeilo pos-
sivel para com os jovens ecclesiasticos que culti-
vara os seus Estados naquelle esbelecimento,
decidiu o governo de S. M. que, para os actuaes
discipulof, o sequestro e a cesso da peusao nao
tenham o seu efTeilo senao depois de coocluido o
presente anno escollar.
Pego-vos queiras fazer saber ao conselho fe-
deral que esta medida nao fot dictada nem por
uraa inteogao de represalias, nem por sentimen-
tos hoslis. O governo helvtico ha de recoohe-
cer, espero eu, que devemos collocar-oos no
mesmo terreno que elle, e que nos teria sido im-
possivel negociar sem paridade de condiges.
No entretanto, animados serapre d'um sin-
cero desejo de conciliago, estamos dispostos a
tratar com os negociadores que o conselho fede-
ral julgar conveniente designar, e a comear da
nossa parte os delegados para tratar de um ajuste
amigavel.
Dignae-vos accoilar, senhor, as seguranzas
da minha consideraco muito dislincta.
Aasigoado
C. de Cavour.
O Sr. Del Re, vice-almirante encarregado do
despacho dos negocios estrangeiros de Francisco
II, dirigi aos governos da Europa um memo-
rndum, em que protesta enrgicamente, em no-
mo do seu soberano, contra as impulagees que
dizselholem feito, suppoado-o iustingador oc-
culto dos acoolecimentos que team tido lugar na
Italia merediooal.
Nesle documento, que publicamos em seguida
apesar da sua extenso, e que datado de Ro-
ma a 28 de abril de 1861, traga o vico-almiran-
te um quadro sombrio'da situago de aples o
da Sicilia.
Eis o memorndum:
Senhor.Desde que el-rei Nesso Senhor,
se aclia retirado em Roma, estabelecau por nor-
ma da sua con Juta nao excitar inuteis gitaces
nos seus estados. Bastava-lhe ter patonleado ao
mundo a ioiquidado das aggressoes do que foi
victima, e salvado a honra do seu exercito com
a defeza de Gaela.
A. sua cooscieocia impaaha-lhe o dever de
evitar, a todo cusi, o derramamento de aaa-
gue generoso; s sua poltica acooselhava-lbe
deixar que se Jesenvolvessem ante o paiz e os
governos da Europa, as consequeacias da revolu-
goe da conquista.
a Deste modo, quando pz o p ueata larra de
asylo, explicou S. M por minha intervengao a
todos os saus representantes, e nao tem da mo-
do algum faltado a este seu proposito, apesar
das poderosissimas instancias a que tem resisti-
do com iuexoravel firmeza ; o seu auxilio tem
sido repetidamente invocado pelas diversa* clas-
ses do povo, e solicitou-se em ultimo caso o
seu oome para saccoJir um jugo cada rez mais
aborrecido e mais pesado, e para recobrar a in-
dependencia, seguranza e
didas.
< S. M. nio tem julgado cliegao o da dja
emprehender lie gloriosa mpreep; tem
contrario pensado que isso devia ser
po e dos desengaos ; que no estado'
na situago da Italia, quasi completaraente'stib-
jugada pelo Pieraonle, na desorganisagao em
que se *^m avahe* tedaa aa aroviocias do rei-
no, poderia saecitar-se cruenta guerra centra
oa eppreseoree. maa nao libertar-o* a monar-
chia.
a Fundad* el-rei oestas razos, nao s se toa
abslida de (omentor, mas Um bita quanto hu-
manamente peseifel paro previoir e evitar
insurreigoos parciaes que lio expontaneamenta
teem rebeotade *m todas as provincias conti-
oentaeo. A tc-eama generosa resposta tem alli
sempre dada a lodos os fiis subditos que directa
ou indirectamente teem pedido as suas ordena.
m El-rei ni* anandoaaii lilmenle a sua causa,
no dia era que o descontentamente chegar ao
seu termo, e par um eaforco grave e simultaneo,!
se mostrem os poros decididos a recobrara sua
independencia, e, qualquer qua seja pool* em
que se encontr, tornar, sem que o a liaste tn os
maiores perigos, a collocar-se frente dos leaes
para saltar a patria commum ; mas emquanto
nao chega aase momento, se* dever de sobe-
rano, o se paternal amor, a sua consciencia
de cbristo, a prerao poltica, ludo Ihe prohibe
provocar esteris agitagoes, e aceitar a respon-
sabilidade de' sangue intilmente derramado, e
4* pcaoiatttrea, awd* que nebros laerineios.
Contemplando tanta lealdale as comogoes,
e tanta firmeza nos propsitos, perguntario os
que nao conhecerem e reino de aples, como
tem sido solvis otas neaaerosas tentativas de
iosurroieft* que em nome o com a bandeira de
el-rei se tem descoberto, 6 se reproduzco,, ape-
nas reprimidos, em quasi todas as provincias ?
E' do dever dos representantes de S. M. esclare-
cer a desvanecer esta appareote anomala, afim
de que ero os gabinetes nem a opioio publi-
ca na Europa possom estar induzidos em erro e
em materia tao importante.
Oa esforcos d'el-rei teem certamente podido
evitar guerra ; mas nao era fcil evitar movi-
mentos solados que por toda a parid se sub-
traiaa i sua direego.
Nao se governa nem se reprime de looge,
sem outra mais que a persuacao e o respeilo, a
exasperaeo cada vez maior de urna grande par-
te do povo.
o O lescot.tentamento de todas ss rlasses, o
amor da independencia e a miseria teem produ-
zido e avivaro todos os dios a iosurreigo nos
peitos generosos, contra o dominio eslran-
geiro.
Sem entrar na historia dos acntenme utos
passados, historia qoe a Europa j comega a co-
nhecer, basta lr as ultimas discussdes do parla-
mento de Torio, no que diz respeilo aos nego-
cios do reino de aples, para se formar urna
i lea do miseravel estada a que se acha reduzido
aquella territorio, e para comprehender os mo-
tivos naturaes das ultimas insurreigoos.
Abra-se qualquer jornal de aples que
nao receba subveogo do goverao, abra-se qual-
quer driles que seja nio digo legitiraista, por que
nesta poca de liberdade nao se permitte publi-
car nenhum, mas revolucionario de qualquer
matiz, piemontez, republicano eu garibaldino.
Os fados que diariamente se encontrara comme-
morados, sao outres tantos eloquentes common-
tarios da situago, que pintam oa discursos pro-
nunciados na cmara do Pieraonle.
Nada tem, pois, de exlnordinario qoe se
sublevem desesperados, e que a despeito da pro-
verbial docilidade do seu carcter, prefiram
sua actual sorte os acasos de urna luta des-
igual. Assim se vem camponezes animosos
o quasi inermes, proouaciarem-se em Darali-
cata, as Pullas, as Calabrias e nos Abruzaos,
resisti lo aos ataques das tropas mandadas pa-
ra combate-Ios, approxlmando-se s portas da
capital, e sustentando fina.mente, com um es-
forgo de heroico valor bandeira do rei legitimo
em M.-1Q.
a Era fcil vencer com tropas regulares mas-
sos denodadas, mas sem organisago e enermes;
os batalhdes piemoolezes comprimem-n'os, mas
fazem ura deplorare! uso da victoria, fuzilaodo
as provincias do reino sem processo nem forma
algum* de julgameoto. Proclame-se de novo a
lei marcial, e ento se vem generaos destitui-
dos por urna cruelJade que escandalisou a Euro-
pa, tornarem a commandar as mesmas proviu-
cias que assoloram.
Os soldados do anligo exercito reeebem o
pelor tratamento, e esli aban Junados i mise-
ria. Urna grande parle do clero v-se perse-
guido ; conscaram-se os beas da igieja; nio
existe seguraega individual ; o nome do borb-
nico appticado a qualquer individuo pacifico,
basta para Ihe arrancar todas as garantas da'
le, e as correspondencias dos ioroaaa iogleze*
mais Tavoraes i causada Sardeoha, revelara cu-
riosssimos promenores sobre a aaerchia perma-
nente que reina na capital e as provincias.
A fazenda chegou a tal extremo de ruina
qu6 nao suicieate para occorrer as despezas
iodispensaveis. A enorme baixa que tem tido
o valor dos fundos pblicos tem feito com que
era poucos mezes percata todas as classes nelles
interessadas duas tergas parles do seu capital
as desordens, a pouca seguranza geral e ioquie-J
lago pelo futuro, iotorpecem a agricultura, pa
ralysam o commercio; e a miseria, debaixo d<
todas as formas, mosira-se aos povos como con
sequencia immediata da conquista
Nao se tem em coala para cousa algurna J
vida dos homeos, para ludo se oppdr escra-
vido do paiz.
A politica hoje dominante a inaugurada!
ha mezes uos Abruzzoa pelo general l'inelli
quando proclamava [que qualquer filta de res^l
peito bandeira de Saboya seria immediatamen-
te castigada com ofuzilamonlo.
No entretanto a Europa civilisada parece)
fechar os olhos ante o espectculo que se est
representando alm de Trono.
tr*qpiU4da4P. par- 1 paciaojeia ura jago aborrecido; e durante oito
moto* nao salaos, passado um s dia sem que se
ttataam r*oide para protestar com o seu pro-
pria sanga* coaUa a inequidade da agresso. Se
ae oxceptuarom os lamenlaveis acontecimenlos
da Ptlacmo, profundamente lamentados por
el-rei, nem urna s pessoa se fusilou aas Duas-
Sicilias desde 1848 at 1860, sem que o paiz le-
ona deixado de estar completamente tra-
quino.
Hoje, os Piemontezes fusilavam sem miseri-
cordia, a nao teem conseguido urna hora com-
pleta da paz desde que se apoderaran do
reino.
Basta esta esbogo para se dar urna idea da
popularidade dos invasores.
Ne sao, pois, excitagdes sahidas de Roma a
causa das constantes insurreicoe do reino; oem
essas exctages cabem na poltica de el-rei, nem
quando coubessem, teria o monarcha meios de
miniar em campanos es seus partidarios.
c Todas sabem que o Pieraonle, quando o
despojou da cora ; o despojou tambem de toda
a sua fortuna particular.
< Repiloo verdadeiro impulso dos movimeo-
los de aples, o amor da independencia, o
odio os invasores, o descoolentamento por
um governo desordenado, a miseria, a nobre
lealdade urna antiga dyoastia, a comparago
incessanle entre a aituago presente, com a es-
peraoga da traoquillidade, da prosperidade, da
liberdade que se prometiera os povos do sobera-
no legitimo, que depois de lhes haver dado ins-
tituigoes representativas, alraicnada agora, ac-
commellido e despojado, nao tem fallado nem
Mtsr sua palavra. oem tem querido derramar
o sangue dos seus iniraigos, abandonando a sua
capital para a nao expr aos horrores da guerra,
excitando depois a admirag&o do mundo, e sal-
vando a honra do exercito napolitano na heroic
defiera de Gaeta.
a Existe anda outro ponto que diz respeilo ao
lempo passado, e que o reino nao esquecer f-
cilmente.
a Vio um rei eslrangeiro faltar sua propria
palavra, violar todos os direitos,essenhorear-se
engaosamente e com violencia de um reino
amigo, oceupar palacios, e celebrar testas nos
aposentos do soberano legitimo, a quem nessas
mesmas occasies se nao deixava outro asylo
mais do que a casamata de uraa fortaleza para
salvar, no meio de privages e de enfermiJades,
sua innocente familia de todos os horrores de um
prolongado e implacavel bombardeamento.
A memoria destes tactos, e as desgracas
presentes, sao as verdadeiras causas da agitaco
perpetua das Duas-Sicilias.
< Estas agitagoes nao cessaro em quanto a
Europa se oo resolver oceupar-se dejj negocios
da Italia ; em quanto permittir a um soberano,
alliado da revolugio, accommetter impunemente
os domis mooarchas, e entrar com mi armada
em naces livres, cuja independencia est consa-
grada pelo direito publico, nica gsrantia da paz
e da civilisago do mundo.
a Por estas razes nao quiz S. H. aeerescentar
aos muitoe protestos que j fez, mais um protesto
contra o novo titulo de rei da Italia que urna
assembla reroiudonaria conferio ao rei do
Pieraonle.
a S. M. entende que esta phrase va'no pode
invalidar os seus legtimos direitos, nem sanc-
cionar atteatados contra os quaes j protestou
solemnemente el-rei, e que sao contrarios s
uocoes mais elementares da moral e da justica ;
mas tambem se nao canear nunca de appellar
para a equidaJe, pra a rectido, e para os ver-
daderos interesses de todas as potencias da
Europa.
Sirva-se V. Exc. dar leitura a deixar urna
copia deste despacho ao Sr. ministro dos nego-
cios estrangeiros.
O vice-almirante, encarregado do despacho
dos negocies estrangeiros de Sua Mogestade
Siciliana.
Leopoldo del R.
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
8* Se fr annullada a eleigo parochial da Pe-.
nha, descontem-se os 12 votos doseleitores res-
activos a cada um dos tres mais rotados do col-
egio da Diamantina,
3* Que seja reconhecido deputado|o Sr. A. 1.
Cesar. >
Oraram os Srs. C. Oltooi e Vieira da Silva.
A discusso ficou adiada pela hora.
O Sr. presidente declarou que a ordem do dia
era a mesma.
Levantou-se a seasio s 3 X horas da tarde
SESSAO EM 31 DE MAIO.
Vico-presidencia do Sr. Nebias.
A's 11 3[4 horas fez-se a chamada, e o Sr. ri-
ce-presidente declarou aberta a sessio.
Lida e approvada a acta, o Sr. Ia secretario deu
conta do seguiote :
EXPEDIENTE.
Tres oficie* do ministerio do imperio :
1." Datado de 28 do corrento, respondendo que
naquella dala se expedram ordens ao presidente
do Rio-Grande do Norte para que tenham cum-
primeuto as resoluges desta cmara determinan-
de que faga proceder eleigo de quatro eleilo-
res na parochia de Sant'Anna de Matos.Inlei-
rada.
2.a Datado de 29, enviando as actas da eleigo
primaria da parochia de S. Sebasliao de Tijucas,
pertencente provincia de Santa Catharina, bem
como a copia do oficio com que o juiz de paz da
mesma parochia as enviou ao presidenta do res-
pectiva provincia.A' commissb de poderes.
3. De igual dala, saiisfazendo a reqotsigo des-
ta cmara, coustante do oficio de 27 do corren-
te, enviando os papis acerca da eleigo de verea-
dores e juizes de paz da parochia de Guirarin-
guel.A quem fez a requisigo.
Ura requerimenlo de Presciliano Manoel da
Silva, pedindo matricula no iJ anuo pkarsuaceu-
lico desta corlo, qua Irequenla como ou viole, de-
pois de habilitado no exarae que Ihe falta.A'
commissio de instruego publica.
Outro de Joaquina Jos dos Res Lima, pedin-
do ser admiltido a fazer acto do 1 auno da fa-
culdade de direito do Recite, que frequenta co-
mo ouvinte, visto ter satisfeito todos os prepara-
torios que Ihe falli.A' mesma commisso.
Outro de Calulino Rodrigues do Passo, pedindo
ser submetlido ao acto do Io anno da faculdade
de direito do Recife, que frequenta como ouvinte,
precedendo o exame que Ihe falta.A' mesma
commisso.
ORDEM DO DIA.
CoLtinuou a discusso do parecer sobre as elei-
ees do 6 districlo de Minas,' na paite em que
ficou adiado em urna das sesses preparatorias,
Veio mesa seguinte emenda dos Srs. Gama
Cerqucira e Silva Nuoes, que foi lila, apoiada e
posta em discusso :
No caso de ser annullado o collego da Dia-
mantina, proceda-se de novo em todo o distrido
eleigo do terceiro deputado. >
Oraram os Srs. Cruz Machado e Paulo Fon-
seca.
A discusso ficou encerrada, por nio haver
mais nioguem com a palavra.
O Sr. vice-presideoto d a ordem do dia.
Lerantou-se a sesso s 4 1/2 horas da larde
SESSAO EM 1 DE JUNHO DE 1861.
INTERIOR.
RIO DE JAAE1BO
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
SESSAO EM 29 DE MAIO.
Presidencia do Sr. viiconde de Camaragibe.
As 11 horas e 3/4 fez-se a chamada, e o Sr.
presidente declarou aberta a sessio.
Llida e spprovada a acta, o Sr. Io secretario d
conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um oficio do ministerio do imperio, datado de
27 do correte, enviando com o oficio do presi-
dente da provincia da Parahyba as informages
ministradas pela cmara municipal e delegado de
polica da villa do Teixeira cersa da eleigo pri-
maria da parochia do mesmo nome. com-
misso de poderes.
Outro do mesmo ministerio, datado de hon-
tem, enviando as actas da eleigo de ura depula-
que se procedeu no collegio de Nitherohy,
Osjornaes revolucionarios, que ha dez an-l
nos esta parto taem clamado com incessaote
estrepito contra a craeldade, dizem elles, de es-
tarem presos alguns reos polticos, nao teem
oem urna palavra para tanto iufeliz fuzilado sem
processo em Bazalicata e nos Abruzzos.
Quando o governo legitimo reprimi o mo-l
rmenlo de 15 de malo de 1818, e qnando depoii
desbaratou a invosio de Sapri em 1857, submel-
teu todos os prisioneiros jurisdigo ordiuarii
estabelecida pelas leis pira cisos semelhaules, 1
commutou todas as penas de morte, nio queren
do que se derramasse mais sangue por causa
polticas.
Nao segoiram de certo os Piemontezes este
exeroplo no paiz por elles conquistado, nem
imitaram a clemente conducta de el-rei, que
depois de ter dado instituiges representativas
aos seos povos, sem atlender a que se conspira-
va em volla delle, teve sempre suspenso o brago
da justica, e reparti o pao dos seus proprios
soldados com os prisioneiros das flleiras pirticas
que invadirn) o seu reino.
Para julgar des verdadeiros sentimeotos que
animam os napolitanos, basta um simples
octo.
Occorriam graves soccessos na Europa ; a
revolugio e a guerra da Italia Um mudando lodo
o estado da Pennsula, quando tero lugar a en-
fermidade do ultimo monarcha, que, longo da
sua capital, seffreu urna agouia de quatro
mezes.
Pois nem aioda nessa grave clrcumstancia
que tanto enflaqueca o poder publico, nem
quando subi ao throno o novo rei, se alterou a
ordena da rnonarchia.
E foi porque os povos, desejosos de prudente
liberdade e de reformas pacificas, nio queriam
a revolugio; a revolugio foi estabelecida no
reino i viva forca.
c O diaheiro, as intrigas, as armas do Piernn
la, a a creo;a geral que existe no povo de que
sala poltica eslava apoiada as duas grandes
potencias occideotaes, sao as verdadeiras causas
do rpido triumpho da insurreigo.
Consumada a annexago oa Sicilia, oceupa-
das as Calabrias pelas torgas de Garibaldi,, anda
assim o resto do reino conservou-se fiel e tran-
quillo.
A causa legitima de el-rei pareca vencida,
quando nao Ihe restara j senao a fortaleza de
Gaeta, quando sua capital estar em poder da
revolugio, quando ali tinha entrado o monarcha
sardo frente do seu exercicito ; e todava, mes-
mo ento comeearam as reseges dos povos
inermes contra forca eitraogeira.
Desde cntio para ci, a despeito do xito ou
sosa armas, a despeito de todas as iosurreiebes
da Italia, e da colllgacio da todos os revolucio-
narios europeus, e a despeito mesmo da cruel-
dade das represadas, os poros nao teem le Tado
do a
ds provincia do Rio de Janeiro,"para preenchera*
vaga que deixou o Sr. SayJo Lobato, por ter si-
do nomeado ministro da juslga. A' commisso
de poderes.
Outro do mesmo ministerio, datado de honlem,
em resposla requisigo desta cmara relativa-
mente ao numero de volantes qualificados no mu-
nicipio da Diamantina da provincia de Minas.
A quem fez a requisigo.
Ootro do ministerio da jusliga de 22 do corren-
te, enviando com oficio do juiz de direito da co-
marca da Estancia, provincia de Sergipe, o pro-
cesso instaurado contra o bacharel Pedro de Ca-
Iszans, deputado pelo 2 districto da mesma pro-
vincia. A's commissoes de constiluigo e jus-
tiga criminal.
Dous oficios do secretario do senado, datados
de 27 do corrente :
Io Enviando a emenda feila pelo mesmo sena-
do proposigo desta cmara que autorisa o go-
verno a mandar passar carta de naluralisagio de
cidadao brasileiro s Joao Carlos de Olive.ra Soa-
res e outros, a qual devolve com os respectivos
documentos. A imprimir para entrar na ordem
dos trabalhos.
2* Participando que o senado adoptou e vai di-
rigir sanego as seguintes resoluges : Ia, ap-
provando a aposentadoria concedida ao desem-
bargador Francisco Gongalves Martios ; 2a, re-
conhecendo cidado brasileiro a Jos Gongalves
da Silva. Ioleirada.
Um requerimento dos empregados da faculda-
de de medicina da Baha, pedindo augmento de
vencimentos. A' commisso de pensoes e or-
denados.
Julgou-se objecto de deliberado, e foi a im-
primir para entrar na ordem dos trabalhos, o se-
guinte projecto, com que conclue um parecer da
commisso de pensoes e ordenados:
A assembla geral resalve :
Art. Io t autorisado o governo para conce-
der ao conselheiro JooJos de Oliveira Junqnei-
ra, ministro do supremo tribunal de jusliga, um
anno do lieeoga com todos os seus vencimentos,
para trotar de sua saude dentro ou fra do im-
perio.
a Art. 2 Rerogam-se as disposices em con-
trario.
Sala das commissoes, 28 de maio de 1861.
L. A. Pereira Franco. Serra Carneiro. S.
Cavalcanti de Albuquerque.
ORDEM DO DIA.
Procedeu-se votago do parecer sobre as elei-
ges do 5o districto da provincia de Pernambuco,
cuja discusso ficou encerrada na sesso de
honterol; e deu seguiote resultado : a|emenda dos
Srs. Gasparino e Paula Fonseca, que serviu de
base votago, foi assjm resolvida :
O art. Io foi approvado at as palavras Dr.
Brando : a segunda parte foi regeitada.
O arL 2* foi regeitada at as palavras Cimbres;
dabi at o um foi approvado.
O art. 3" foi regeitado.
Em seguida vetou-se o parecer, sendo appro-
vada a Ia coocluso na parte relativa eleigo
primaria da freguezia de Cimbres ; e bem assim
a 2a conclusio, na parle que reconheee deputa-
do o Sr. Brando, julganJo-se prejudicado o art.
4 da emenda.
Em consequencia, o Sr. presidente declarou
deputado pelo referido districto o Sr. Brando, o
qual, acuaado-sa na sala immediata, preslou ju-
ramento e lomou asseuto.
Entrando depois era discusso o parecer sobre
* elegoes do 6 districto de Minas, na parle em
tue ficou adiado, veio nasa urna emenda do
r. C. Oltooi, qua foi lida, apoiada e posta em
discusso :
a Io Approvem-se a elegoes de todas as pa-
rochias que formam o collegio da Diamantina,
com eicepgo da do Rio-Miaso. que fica annul-
lada.
Presidencia do Sr. Io secretario Pereira Pinto.
As 11 3, horas fez-se a chamada, e o Sr. vice-
presidente declarou aberta a sesso.
Lida e approvada a acta, o Sr. 1 secretario deu
conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um oficio do ministro de agricultura, com-
mercio e obras publicas, datado de 29 de maio,
enviando a copia do contrato que fez o governo
com o bario de S. Lourengo, para a navegago
vapor no Rio de S. Francisco desde a cidade do
Peoedo at a villa de Pao de Assucar cora escala
pelas villas de Propria e Curral de Pedras, na
provincia de Sergipe, e pela de Trap na aas
Alagas.A' commisso de commercio, industria
e artes.
Tres oficios do secretario do senado :
Dous datados de 25 do mesmo mez; o Io par-
ticipando que o senado adoptou, e vai dirigir
sanego as seis resoluges seguintes : Ia, autoii-
sando o governo a concoder carta de naluralisa-
go aos subditos porluguezes Manoel da Cosa
Abreu e oulro; 2a, a mandar pagar a Frederico
Saner Bronn o ordenado correspondente i con-
grua dos parochos do imperio; 3a, a conceder
carta de naluralisago ao subdito porluzuez An-
tonio Jos de Azevedo; |4", approvaodo a apo-
soatadoria ao bichare! Luiz Alves Leite de Oli-
veira Bello no lugar de juiz de direito com as
honras de desembargador, e com o ordenado que
Ihe competir; 5a, ao juiz dos feitos da fazenda da
Baha Aodr Cursino Piolo Chichorro da Gama
com o ordenado de desembargador; e 6", aojuiz
de direito conselheiro Angelo Moniz da Silva Fer-
razno lugar de desembargador e com o ordenado
de 1:238.Inteirada.
2.a Enviando a resolugo do senado sobre a
proposigo desta cmara, que dispensa o capito
graduado do exercito Francisco do Reg Barros
Falcoda reslitugo que por descont do seu sol-
do est se fazendo no thesouro nacional.lntei-
rada.
3. De 28 do mesmo, participando que por of-
lciosdo ministerio do imperio do 25 do dito mez
constou ao senado que S. M. o Imperador cou-
senle as duas resoluges seguintes: Ia, appro-
vaodo a peusao de 200$ ao guarda nacional Jos
da Silva Guimares, e a 2a autorisaudo o governo
para passar carta de naluralisago a Manoel de
Souza Silva Serodio e outros.Ioleirada.
Um requerimento de Cassio Antonio da Costa
l'erreira, juiz de direito da comarca do Rosario,
na provincia do Maranho, pedindo um anno de
licen ;a para tratar de sua sade na Europa. A'
commisso de pensoes e ordenados.
Outro de Antonio Borges Leal Cas'.ello-Bran-
co, juiz de direito da comarca de Oeiras, na pro-
vincia do Piauhy, fazendo igual pedido.A' mes-
ma commisso.
Outro de Autonio Pereira da Silva Psranho3,
pediudo dispensa do lapso de tempo para natura-
lisar-se cidado brasileiro.A' commisso de po-
deres.
Oulro de Francisco da Cunba Beltro deAra-
je Pereira, pedindo para que se Ihe reconhecam
validos os exames preparatorios feitos na Facul-
dade de Direito de Pernambuco, e malricular-se
no 1 anno da de medicina da corle que frequen-
ta como ouvinte, precedendo o exarae que Ihe
falta.A' commisso de instruc;o publica.
Outro dos empregados do archivo publico do
imperio, pedindo augmento de seus ordenados
A' commisso a que est affedo o exame do re-
gulameolo do archivo publico.
Foi remettido respectiva commisso a segua-
te io Jic igao do Sr. Barboza da Cunha :
< Indico que sejara submetlidos ao exame da
commisso de conslttuigo e poderes os docu-
mentos e consultas, que acompanharam o oficio
dirigido esta cmara pelo ministerio do impe-
rio em data de 15 df abril do correle auno, afira
de que em conformidade do que se pede na coo-
cluso do dito oficio, possa a commisso iniciar a
deliberadlo que Ihe parecer mais acertada sobre
o assumpto.
O Sr. Teixeira Jnior mandou mesa o seguin-
te requerimento que foi lido, apoiado e approva-
do : o
Requeiro que por Intermedio do ministerio
dos negocios estrangeiros se pegam com urgencia
os seguales documentos :
1.a Copia do parecer e liqaidagio a que pro-
cedeu a commissio do thesouro em 1858 sobre a
importancia da indemnisago a que podiara
ler direito os reclamantes brasileiros e hespanhes
pelas perdas e danos de diversos navios apre-
zados;
2.* Copia do respectivo parecer das sesses
reunidas dos negocios estrangeiros e da fazeoda
do conselho de estado sobre o mesmo assumpto.
3. Copia da nota que em 29 de fevereiro de
1860 dirigi o ministro dos negocios estrangeiros
ao representante do governo hespaohol nesta cor-
te, convidando-o a entrar em ajuste das referidas
recia macoes ; a bem assim da nota expedida pelo
mesmo ministerio em 25 de fevereiro ultimo, of-
ferecendo urna proposta, e da resposta que esta
teve em data de 22 de margo do torrente anno.
Foi approvado o requerimento do Sr. Flix da
Cunha, que ficou addiado na sessio de 20 do pas-
sado a igualmente o do Sr. Tarares Bastos, que
tambem ficou adiado em 25 do mesmo mer.
Foram rejeitados os dous requerimentosdo Sr.
Viriato adiados na sesso de 11 do passado, bem
como a do Sr. Silveira Lobo na sessio de 18 do
mesmo mez.
Occupa a cadeira da presidencia o Sr. Nobias,
rice-presidente.
ORDEM DO DIA.
Procedeu-se i votago do parecer sobre a elei-
go do 6o distrido de Minas, na parte em que fi-
cou adiada em urna das sesses ^aparataras.
Foi spprovada' a parte adiada da Ia conclusio,
annullando a oleigio da Peana.
Foi rejoitada a parte adiada da 2* cenclnso re-
lativamente eleigo da freguezia do Rio Manso,
que ficou annullada.
A 5*conclusio adiada, foi rejoitada.
Foi tambem approvada a emenda do Sr. C Ot-
toni na parta que manda descontar a* 12 votos
dos eleiteres da Pecha aos 3 canditatos mais vo-
tados do collegio da Diamantina.
A 6a conclusa) foi rejoitada na parto que de-
clarara deputado o Sr. Simio da Cunha Pereira,
sendo approvada a emenda do Sr. C. Oltooi, que
reconhecia como deputado o Sr. Antonio Joeqaim-
Cesar.
A emenda assignada pelos Srs. Gama Cerquei-
ra e Silva Nunes ficou prejudieada.
Eotrou om discusso o parecer sobre as eletcfes
da provincia de Goyaz, na parte que ficou adiado
em urna daa seseos preparatorios.
O Sr. Gomes de Souza mandou i mesa um re-
querimento de adiamento, que foi lido e apoiado,
e posto em discusso, e afiaal r-ajeitado.
Requeiro que se ade a discusso do parecer
da commisso at que venbam as informages de
Catalo exigidas pela nova commissio.
O Sr. Paos Brrelo mandn i mesa a seguate-
emenda, qne (o lida. apoiada e posta coojnncra-
raente em discusso.
Que seja approvada a eleigo de Catalo.
< Que se aoaullem os votos das freguezias de
Santa Cruz e Apicuns.
Que seja reconhecido deputado o conselheiro
Libano Augusto da Cuoha Maltos.
A discusso ficou adiada pela hora.
O Sr. presidenta d a ordem da dia.
Levantou-se sesso 3 horas e 1/4 da tarde:
SESSO EM DE JUNHO.
Presidencia do Sr. Iftbta*, otee pretidtnte.
A's 111/2 horas fez-se a chamada, e o Sr. pre-
sidente declarou aberta a sessio.
Lidae approvada a seta, oSr. Io secretario dea
conta do seguinte
EXPEDIENTF.
/ Um requerimento de Francisco abelon de
Almeida Pires, pedindo paro fazer exime do Io
anno da faculdade de medicina da corto, onde
frequenta o curso pharmaceutico, precedendo
exime de geographia.A' commisso de insfruc-
gao publica.
Outro de Olimpio Ignacio dos Res, pedindo-
para fazer acto do 1 aoao da faculdade de di-
reito de S. Paulo, precedendo exame de histo-
ria a' mesma commisso.
Outro de Jos Gomes dos Santos, pedindo que
so autorise o governo a cooferir-lhe praga do
guarda-marioha, mandando-o admitlir a estodar
o 4o anno da respectiva escola, ne navio qu* sa-
bir com os alumnos que freqaeotaro| o terceiro
actualmente. A' commissio de marinha e
guerra.
Julgou-se objecto de deliberago, e foi a im-
primir para entrar na ordem dos trabalhos, o se-
guinte projecto da commisso de fazenda sobre
ura requerimento da ordem terceira de N. S. das
Dores da capital da provincia do Rio-Grande do
Sul.
A assembla geral resolve :
a Art. 1." l'icara dispensadas as leis deamor-
tisage para que a veaeravet ordem 3o de N. S.
das Dores da capital da provincia de S. Pedro da-
Rio Grande do Sul possa adquirir bens de raiz
at a quanlia de 100.000$ rs.
Art. 2. A oooeesso do artigo antecedente
taita com a clausula de conversio em apolices
da divida publica no prazo que pelo governo the
fr marcado, revogadas as leis em contrario.
Sala das commissoes, 31 de maio de 1861.
Barbosa da Cunha.Rbeiro da Luz.
Forara lidos, postos em discusso e approve-
dos, os seguintes pareceres :
Da commisso de marinha e guerra :
_1. Mindou-se ouviro gorerno sb a preten-
co de D. Luiza Feliciana de Amonm c Silva,
que pede dispensa da lei da prescripgio para po-
der receber o meio sold a que tem direito. como-
viuva do tenenle coronel Jos Polycarpo Pessoa
de Andrade e Silva.
2." Mandando tambem ouvir o governo sobre
a preteogo de Raymunlo Nonato di Silva que
pede ser novaraente admitlido ao quadro exercito
de cojo ervige fra julgado incapaz.
3. Indeferindo o requerimento de MathiasCar-
I03 de Vasconcellos Monteiro, alteres reformado
do exereito que pede melhorameotode reforma.
4.a Indeferindo tambem a prelengo de Affon-
so Henriques da Fonseca, que pele que se aulo-
rise o governo a conceder-lho praga de aspiran-
te a guardi-merinb.
5." Declarando que nao ha que deferir acerca
da prelengo de l>. Luiza Candida de No brega
Barboza, que pede a promulgago do acto le-
gislativo, que declare perlencer-lhe por ioteiro
o sold de seu fallecido pai.
Da commisso de instruegio publica.
1.a Propondo que seja ouvida a congregarlo da
respectiva faculdade sobre a preteogo de Al-
fredo Sergio Ferreira, que pede Ihe seja conce-
dido fazer acto do 4* anno de direito da faculda-
de do Recife, passando previamente pelo do ter-
ceiro.
2. Indeferindo a prelengo de Fraocisco Jos
de Souza, que peJe ser adraittido matricula
do 1 anuo da faculdade do Recife.
3.a Indeferindo igualmente a prelengo de
Candido Barata Ribeiro que pede Ihe seja con-
cedido fazer acto do 1 anno da faculdade da
medicina da corte, passando previamente pelo
preparatorio de historia.
4.* Indeferindo tambem os requerimentos de
Jos Pordeos Rodrigues Seixas e Tiburcio Ray-
mundo da Silva Tavares, que pedem ser ma-
triculados no 1 anno de faculdade do Recita
fazendo previamente exame aquelle de geome-
tra e este de geographia.
L-se e fica adiado, por pedir a palavra um
Sr. doputado o parecer da mesma commisso de
iuslrucgo publica, indeferindo o requerimento
de Prudente Ribeiro de Castro, que pede Ihe se-
ja concedido fazer acto do 1 anno medico da fa-
culdade da corte, passando previamente pelos
exames de historia, geometra e algebra:
ORDEM DO DIA.
Foram reeleitos todos os membros da mesa
que serviram o mez prximo lindo.
Continuou a discusso dos pareceres sobre as
eleices da provincia de Goyaz, adiado em urna
das sesses preparatorias.
A discusso ficou adiada pela hora.
A ordem do dia a mesma.
' Levantou-se a sessio is 3 1/2 horas da tarde.
SBSSO EM 4 DE JUNHO DE 1861.
Presidencia do Sr. Nebias vice-presidente.
A's 11 3/4 horas fez-se a chamada, e o Sr
presidente declarou aberta a sessio.
Lida n approvada a acta, o Sr. 1 secretaria deu
conta do seguinte _,
EXPEDIENTE.
Um oficio do ministerio do imperio, datado-
do 1 do correte, enviando o requerimento em
que Joio de Hollanda da Cunha pede ser admit-
lido matricula do 1 anno da faculdade do Re-
cite.A* commisso de instruego publica.
Outro do ministro da fazenda, datado de 29 do
passado, enviando copia da resolugo tomada so-
bre consulta da secgo de fazenda do conselho
de estado, que considera offeosiva do acto addi-
cional a lei provincial do Rio-Grande do Norte,
n. 482 de 14 de abril do anno passado, autori-
sando a incorporago de um banco rural e hypo-
Ihecario.A' commissio de assemblas provin-
cia es.
Outro do mesmo ministro e de igual data, en-
viando tambem copia da resolugio de consulta
das secges de fazenda e jusliga do conselho da
estado, sobre a dominialidade dos ros, seos l-
veos, ilhas a alluvies que nelles ss formaren).
A' commisso de jusliga civil.
Ootro do Sr. deputado Fleury, datado de hoje,
participando nio poder comparecer i sessio por
se achar enojado pelo falleeimento de seu sogro.
Mandou-se desanojar.
Urna representacao de varios cidadios criado-
res e fazendeiros da ilha deMarsj, provincia do
Para, pedindo a revogacio da let provincial que
taxou o prego da carne naquella provincia.A*
commissio de assemblas provinciaes.
Um requerimento de Francisco Jacintbo Fer-
nandos, porteiro desta eamars, pediudo augmen-
to de ordenado.A' commissio de polica.|
Outro de Jos Joaquim de Souza, tabelliio do-
judicial e notas da capital de Goyaz, pedindo qne
se autorise o governo para conceder-Ihe quatro
annos de licenga, afim de proseguir em seus es-
tudos, em urna das faculdades de direito do im-
perio.A' commissio de instruego publica.
Outro dos empregados da oficina de estampa-
ra e impressio do thesouro nacional, pedindo
augmento de vencimentos.A* commissio da
pensoes e ordenados.
Mais dous requerimentos de Friedriek W1-
lhelm, Adalbert Beneeke e Late Jos Martios,


?a segi jud* reika r k julho di mi.
pediado ditpensa de tempo para se naluralisa-
rem cidados brajileiros.A commissao de po-
deres.
Julgou-se objecto de deliberado e foi a im-
primir para entrar na ordem dos trabalhos o se-
guite projecto da commissao de (azenda:
A astembja geral fesolve :
Art. I* Ficam dispeondas as lois de arnor-
tisaclo para a imperial irmindade de Nossa
Senhora da Gloria do Oteiro deata corte poder
posauir e adquirir bens de raiz at o valor de
200:000.
Art. S Resta concesso fica incluido o valor
dos beas de rait que ao preiente possuir dita
irmandade, reveladas por esta forma as penas de
conmisto e confisco en que houver incur-
rido.
Art. 3* Os beni de riiz possnidos pela
referida irmandade, e os que vier Ha adquirir
em rirtude da concesso ora feita (exceptuados
os que forem iadispeosaveis para supplomento da
capella e para a satisfaga o dos encargos prove-
nientes do respectivo compro misto), devero ser
convertidos em plices da divida publica, as
qwaes serio inalienaveis, devendo a converso
effectuar se no praso que pele governo lhe fdr
marcado.
Ficam revogadas as leis em contrario.
Paco da Cmara das deputado, 3 de junbo
de 1861. A. G. Barbosa da Cunha.Ribeiro da
Luz.
Foram liaos, postos -em discusso approvados
os seguintes pareceres :
Ia Da commissao da marinba e guerra, Inde-
ferindo a pretengao do estudante da escola de
marinha Salurnioo Vieira de Carralho ;
2". Da commissao de instrucgo publica, inde-
feriuJo tambera a pretengao do esludante da es-
cola deynedicina Presciliano Hsnoel da Silva ;
3*. Da mesma commissao, iodeferindo igual-
mente a pretengao do estudante da escola de di-
reito do Recife Catulioo Rodrigues do Passo.
Foi a imprimir para entrar na ordem do dia
dos trabalhos o seguinte parecer da commissao
de marinha e guerrs:
A commissao de marioha e guerra eiaminou
a proposta do governo, para a tixaco da torca
de mar dorante o anuo fioaoceiro de 1862 a 1863,
echando que nada difiere da que foi Diada
para o anno vigente, pelo corpo legislativo, nao
hesita em propor cmara que seja convertida
om projecto de lei. para entrar em discusso, e
merecer sua final approvaco.
< Julga todavia a commissao conveniente an-
Dexar-lhe doos artigo additivos.
Art. 1. Aalorisa-se o governo a crear na
provincia onde julgar mais conveniente urna
coropanhia mais de aprendizes marinheiros, que
forma o viveiro, e o mais bem escollado ncleo
da nossa mariohagem.
O art. S. torna permanente a disposiclo do
2. do art. 1. da lei n. 694 de 10 de agosto de
1853, que marcou o numero de companhids do
corpo de Imperiaes marinheiros.
e A commissao aguarda a discusso para mais
se esclarecer a cmara sobre a materia, cujo
exame lhe foi submettido. e os aditamentos que
tem a hoora deofTerecer sua considerago.
a Artigo additivos.
ArL 1. A crear mais urna coropanhia de
aprendizes marinheiros na provincia do Cear,
ou naquella em que melhor convier.
Art. 2 Fica cousider.ida disposico perma-
nente desde j a doutrioa do 2. do art. 1. da lei
n. 694 de 10de agosio de 1853 que Qxa o nume-
ro de companhias de que deve contar o corpo de
imperiaes marinheiros.
Paco da cmara, 31 de maio Pereira da Silva.Z G. e Vasconcellos.
Veio mesa e foi remettido cem urgencia
commissao de poderos o diploma do Sr. Sayao
Lobato, deputado reeleito pelo 3o districto do
Rio de Janeiro.
ORDEM DO DIA.
A requeriraento do Sr. Mello Reg encerrou-
se a discusso do parecer sobre as eleiges da
provincia deGoyaz.
Procedeu-se votarlo e foi approvado o pare-
cer em todas assuas coucluses, seado regeilada
a emeoda do Sr. Paes Brrelo.
Em consecuencia foi declarado deputado pela
dita provincia o Sr. Santa-Cruz, que, sendo in-
troducido com as formalidades do estylo, pres-
tou juramento e tomou assento.
Eotrou depois em discusso o parecer sobre
as eleiges do Io districto da provincia das Ala-
gos, na parle era quo ficou adiada em urna das
sesses preparatorias, e ficou adiada pela hora.
Foi a imprimir no Jornal do Commercio, para
entrar na ordem dos trabalhos, um parecer da
commissao de poderes, declarando deputado
pelo 3o districto da provincia do Rio de Janeiro
o Sr. Sayao Lobato.
O Sr. presdeme d a ordem do dia.
Levantou-se a eesso s 3 horas e 3^4.
de, as 5 horas di tarde do dia 20 de Janeiro de
1854.
Ao amanheeer dia Io do corrente evadl-
ram-se da cadeia do Bonito os seguintes crimi-
nosos :
Laurinio Adrio de Araujo, pardo, solteiro,
natural da villa da Imperatriz era Alagdas, idade
30 anuos, soldado de Ia llnha, sentenciado a
doze aonot de priso com trabalho.
Manoel do Nascimeoto Bicco-doce, pardo,
casado, com idado de 36 annos, natural de S.
Benedicto da fregoezia de Pacollas, pronunciado
por crime de tomada de prezo.
Joaquim Nolaseo do Andrade, pardo, natural
do Cear, indiciado em crime de morte.
Antonio Lourengo da Silva, conhecido por
Caianna. branco, casado, natural desta provincia
criminoso evadido da cadeia da cidade da Para-
hiba.
No dia 9 do mez prximo passado pelas 8
horas da manilla tentando Antonio Joaquira Pi-
mentel, inspector do quarteiro da Guia, no
districto de Tracuobera, termo do Limoeiro,
prender o prelo Remigio, escravo de tenente
coronel Joo Cavalcanti Wanderley, foi pelo dito
escravo assassinado com quatro tacadas, e ferido
gravemente com dus tacadas um outro indivi-
duo, que o acompanhava.
O escrava pz se irnmedialameole em fuga.
Acaba a sociedade Unio Beneficenle Ma-
rtima, estabelecida nests cidade, de dar urna
prova de proQcuidade das instituiges de mutua
beneficencia entre as classes necessiladas, con-
ferindo pela primeira ver, depois do prazo de
sua lei constitucional, urna penso viuva aos
Dlhos menores de um scu membro etfeetivo.
Folgamos de registrar fados desta ordem, que
honrara as corporaedes que os praticam, demons-
trando ao rnesmo tempo que nao sem vantagem
quo o hornera pobre em estado de saude deposita
o pequeo valor de urna joia de entrada e urna
tenue mensalidade no cofre de urna associaco
dessas, da qual tem de haver no estado da mo-
lestia recursos que talvez em balde obteria, elle,
e depois sua familia, a nao ser essi providencia
tomada em tempo.
Felicitamos, pois, a sociedade Martima por
esse acto de benevolencia, que vai acobertar da
penuria urna familia honra da.
Passageiros do vapor nacional Iguarassu',
sahido para os portos do norte :capito fragata
Cietano Alves de Souza Felgueirae, Jos Ray-
muudo Alves do Carvalho, Kaymundo Carlos da
Costa. Manoel Marques Camacho e 1 criado, Ma-
noel Ferreira Accioli, commendador Joo Bap-
lista de Castro eSilva e 2 lilhas Cassomiro Reis
Gomes da Silva, Torquato Jos Mooteiro, D. An-
tonia Alexandrina de Mello Pioheiro, Amaro
arreto de Albuquerque Maranbo, Joaquim da
Silva Coelho, Francisco Fernaodes Lima, Braz
Jos Velloso Lima, Manoel Leopoldo Rapozo da
Cmara e 1 filho, Aotonio Jos Barbosa Bahiano,
Dr. Belarmino Bezerra Cavalcante, Francisco
Xavier Pereira deBrilo, Jos Joaquim de Souza,
Aotonio de Oliveira Borges, Jos Nunes de
Paula Jos Rufino de Souza Rangel, Bernardo
Noralh.
Passageirot do hiate nacional Sania Rita,
sahido para o Aaracaty:Jos Augusto do Aroa-
ral, Antonio Luiz Alves Pequeo, o Antonio
Romlo.
Matadocro publico. '
Mataram-se no dia 5 do corrente para o con-
sumo desta cidade101 rezes.
MORTALIDAOE DO DIA 6.
Victor Homem Portugal, 18 annos, solteiro, fei-
tor, Ba-vista, fractura nos ossos do crneo.
Luzia, (liberta) frica, 80 annos. solteira, Ba
Vista, diarrhea.
Josefa Francisca da Rosa, Pernambuco,80 anno3,
solteira Bda-vista, congeslo pulmonar.
Amelia, Pernambuco, 3 annos, Bda-visti, ulce-
ras gangrenosas.
Falleceram de 29 de junho 6 de julho,
7 homens, 13 mulheres e 13 prvulos, livres, 3
homens, 2 mulheres e 4 prvulos, escravos.
PERNAMBUCO.
Appellante, o premotor; appellado, Joat/oim
Traviste Sarinho,
Appellante, o juizo ; appellado, Jos de Bar-
ros Lima.
A appellagao civel :
Appellante, Joaquim Salvador de Siqueira Ca-
valcanti ; appellada, D. Luzia Ferreira Pereira
batos.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellages
crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Al-
ves Feitosa.
Appellante, o juizo ; appellado, Domingos Ro-
drigues Barbosa.
Appellante, David Jos de Sant'Anna eoutros;
appellado, o juizo.
A appellagao civel :
Appellante. Joaquim Alves Barbosa ; appella-
do. Antonio Rodrigues Pinto.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago, as
appellaces crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Vieira da
Maria e Silva.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Bariti,
escravo.
Appellante, Joo Paulo de Araujo; appellado,
Jos Brilhaule de Alencar.
A appellagao civel :
Appellante, Jos Joaquim Dourado ; appellado,
Jos Joaquim Rodrigues Guimares.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
laces crimes :
Appellante, Manoel Joaquim Borges ; appella-
do, o juizo.
Appellante, o juizo; appellado, Jacintho de
Araujo Lima.
Appellante, Jos Vieira Resende ; appellado,
o juizo.
A appellagao civel :
Appellante, Antonio Ricardo do Reg ; appel-
lado, Manoel Gongalves Ferreira e Silva.
Ao Sr desembargador Costa Motta, as appella-
ges crimes:
Appellautg, o juizo ; appellado, Lucio Jos
Rodrigues e outros.
Appellante, o promotor; appellado, Manoel
Antonio dos Santos.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Jos
Dias.
A revista civel :
Reccorrenle, Henrique Jos Correa da Silva
Braga ; reccorrid, o baro de Jacuhy.
Ao Sr. desembargador Perelti, as appellages
crime:
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Jos
Lopes.
AppaUante, Vicente Ramos de Souza ; appel-
lado, d^uizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Ma-
noel da Trindade.
No habeas corpus pedido por Luiz Jos do
Reg Barros, foi negada a soltura.
dem pedida por Ignacio Gomes Sarinho foi
concedida ordem para ser elle apresentado em 9
do correte, em sesso, s 11 horas do dia. -
As i horas eocerrou-se a sesso.
::__
m
Uncvo-aeja o deque ozarem os mais cocheiros
da mesma casa.
Art. 12. Gs mnibus e oulros quaesqner veh-
culos que admit*m-asis de quatro passe-ts. alera
da numeragaode que trata o artigo 7, poeta por
lora trario pelar parte de dentro 0 numero em que
forem lotadot, alm do qual nao podero ser ad-
miltidos roais paecageivoe, fleando disto respon-
savel o recebedor. e, em sna taha o eocheiro
(postura 6 de 1* d julho de 1855.)
Art. 13. Todo e quelquer vehculo do conduc-
?ao de aluguel deve offerecer a maior seguranza
possivel s pessoas-qiw dalle se aervirem; deve
ser puchado por animaes adestrados, robustos,
mansos e saos, alm disto embriados com a se-
guranga necessaria para nio dispararem. A dia-
posigo do presente artigo respeito dos animaos
fica extensiva as eirrogao.
Art. 14. O vehculo de condcelo urna vez a-
lugado, estrictamente obligado a levar o passa-
geiro para o lugar que elle designar; se, porm,
a longitude fdr tal .que marcha regular dos ani-
| maes exceda ao lempo porque fui alugade o ve-
hculo, o passageiro obfigado & nemnissgao
proporcional.
Art. 15. Nao ^ permittido, no caso do artigo
antecedente, aos condoctores-atrazarem a anda-
dura dos animas; assim como oo te poder exi-
gir d'elles, que os tacara eaainhar dentro da ci-
dade, senao trote curto, e a trote largo fora da
cidade. (postor 3 de 18 de julho de 1855 )
Art. 16. Todo o passageiro fiea estrictamente
obrigado ao pagamento, porque ajustou o alu-
guel do vehculo, de que se servir, salvo, ae por
causa de transtoroo do vehculo, os dos animaes,
o passageiro perder a visgom em tolo ou em
parte.
Art. 17. Os inconvenientes que resultaron! pa-
ra o carro ou animaes as longas viagens, exigi-
das pelo passageiro contra a opioiao do conduc-
tor, nao fazem perder a este o direilo no paga-
mento.
Art. 18. Todo o vehculo, que na cidade tiver
de transitar as esquinas das ras, que se atra-
vessatem urnas as outras, o far a ptsso.
Art, 19. Nenhum eocheiro ou conductor de
qualquer vehculo poder desamparar o seu trem
sem que deixe urna pessoa junto aos animaes, pa-
REVISTA DIARIA.
O regulamento de 23 de fevereiro de 1847
dispe em seu artigo 47 o seguinte : Depois da
risita ordinaria, os facultativos dos estabeleci-
mentos de caridade daro, era salas para este fim
destinadas pela administrando, consultas gratui-
tas aos pobres, que nellasse apresentarem. Essas
consultas sero dadas interpoladamente no gran-
de hospital pelo medico e cirurgio, nao tendo
lugar nos domingos.
Al hoje. porm, esta disposico regulamentar
nao leve execugo por falta de acommodagSes no
reapoctivo estabelecimeoto ; mas, devido ao im-
pulso dado pelo Exm. Sr. Dr. Ambrozio ao edi-
licio-do hospital de Pedro II, vai esta necessida-
de ser satisfeita, dando-se cumplimento ao dis-
posto no referido regulamento.
O Sr. J. F. Piolo Guimares, cirurgio do hos-
pital Pedro II, pois, s tergas, quiotas e sabbados
de todas as semanas, e no espago decorrido das
7 s 9 horas da manha, dar consultas gratuitas
aos pebres, podendo estes portanto utilisarem-se
desse beneficio daquella instituido.
Foi absolvido do crime de responsabilidade
a que responda, oSr. Francisco Ignacio de Alhay
de, escrivo do juizo municipal da 2a vara deste
termo
Pelo juizo de direito da Ia vara foram jul-
gados improcedentes os processos instaurados
na ultima correigao contra os escrivies Joaquim
Francisco Clemente de Paula Esteves, Galdino
Themistocles C*bral de Vasconcellos, e Manoel
Jos da Molla ; bem como aquello contra o con-
tador Jos Joaquim Pereira de Oliveira, cm con-
sequencia de faltas leves commettidas no exerci-
cio dos respectivos officios.
O Sr. Dr. Antonio Jos (fAssumpgo Neves,
chegado do Rio de Janeiro, aon le fez assistencia
por alguns mezes declara-nos que nesse espago
nem um so Diario da sua assigoatura recebera.
A remessa denossa parte foi cffectuada com
a costumada ponlualidade; mas os jornees nao
chegarsm ao seu dono 1
Se a administrago central commelle dettes
abusos, se aonde a regularidade do serrigo deve
ser completa por todos os principios apparecera
taes tactos: as administrages filiaes julgam-se
autorisadas a imita-la com o bom direito do
exemplo superior.
Parlindo, pois de cima o vicio, quasi que des-
anima-nos no empenho de solicitar providencias,
mas ao menos sempre consignaremos os abusos
como nico recurso, inda que esaa publieago
nao corresponda urna providencia.
Na cidade da Fortaleza tem sido observado
um cmela queoecupa o lado do oriente, e cujo
ncleo brilba tanto como urna estrella de pri-
meira ordem.
A cauda domesmo cahe para o occidente, pa-
recendo extender-se a 40 graos.
R' deaoppor que seja o mesmo observado na
corte, de que j demoi noticia, e que nos dizem
tersmeDte visivel na America.
Naquella cidade foi elle observado pela ma-
drugada, e nesta nos consta que lambem fora
visto e talvez oeeja ainda i ratera as horas.
Ignoramos se algama obaervaco tera-se feilp
no nosso obsanalaala SMtiaiBiagico a respeito
desse hospede, a que certamente appensarao o
nosso atado de diQkaldadea economico-fioan-
eiras.
Foi nomeado delegado policial da fregoezia
de Aguas-Belfae ocapito do 4* batalhio de er-
ilharia a p Jote Pedro Nolaseo Pereira de Cu-
aba.
As audiencias do juiso especial o commer-
cio test lugar aa,uiotat feiras de todas as sema-
nas, pelaa 10 horas da manha.
Pela delegada do Rio Fermoso foi preso
Francisco da Rocha Barros Wanderley, por an-
tonomasia Chico doido, autor de morte de Joe
Daousio Cavalcanti, perpetrada em trras do
eaganho Sena d'Agua, suburbios daquella cid*-
CHR0N1A_JUICURIA.
TRIBUNAL DA RELAJO.
SESSO EM 5 DE JULHO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COSSELHEIRO ERMELINO
DELEO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Silveira, Gitirana, Lourengo Santijgo, Silva Go-
mes.lMotta. e Peretli, faltando o Sr. desembar-
gador Guerra, procurador da coroa, foi aberta a
sesso.
Passados os feitos e entregues os distribui-
do., procedeu-se aos seguintes
JLGAMENTOS.
RECURSOS CRINES.
Recorreute, o juizo ; recorrido, Francisco Hon-
dea dos Santos.
Relator o Sr. desembargador Lourengo San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana.
e Peretli.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Jos Francisco
de Oliveira
Relatero Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Costa Motta,
Silveira e Gitirana.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Vi-
cente Ferreira.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desembargadores Louren-
go Santiago, e Gitirana.
Improcedente.
REVISTA CIVEL.
Recorrente, Francisco Mooteiro de Carvalho ;
recorrida, D. Maria Luiza Martios de Araujo.
Julgou-se a favor da recorrida.
APPELLAQES CRIMES.
Appellante, o juizo ; appcllrdo, Francisco Ma-
noel Coelho
Nullo o processo.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Pereira
de Brito.
Improcedente.
Appellante, Jos Beoto Beltro Velloso ; ap-
pellado, ojuizo.
Foi absolvido o appellante.
Appellante, o preto Manoel; appellado, o
juizo.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Ignacio An-
selmo da Silva.
Improcedente.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justiga, as appellages crimes:
Appellante, Custodio Jo9 Pereira ; appellado,
Manoel, escravo de Amorira & Irmos.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Rodri-
gues de Castro.
DILIGENCIAS CIVEIS.
Appellante, Joo da Silva Coelho ; appelladas,
Rita e Maria.
A' pagar a multa de 4 porcento.
Assignou-se dia para julgamento das seguintes
appellages crimes :
Appellante, o promotor; appellado, Jos Fr-
reo.
Appellante, o juizo; appellado, o preto Joio
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Luiz Guil-
loth.
o juizo; appellado, Antonio Fi-
JURY DO RECIFE.
3 SESSO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DR. JL1Z DE DIREITO
DA 2.* VARA CRIMINAL
FRANCISCO DOMINCES DA SILVA.
Promotor publico, e Sr. Dr. Francisco Leopol-
dio de Guando Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteves Clemente.
VeriGcou-se haverem comparecido il Srs. jui-
zea de ficto.
Foram impostas novas multas de 20|rs. quel-
les que, havondo sido notifica Jos, nao compare-
cern! aot trabalhos.
Foram dispensados^ servir na presenta sesso
sendo relevados da multa imposta no dia 5 os
seguintes Srs.:
Julio Caldas Pires Ferreira, requisigo do direc-
tor geral da iostruego publica
Manoel Antonio Gongalves, por haver prosado
enlermidade, cora altestado do cirurgio Silva.
Jos Rufino Maciel Monleiro, por haver allega-
do eofermidade, como atiesta o Dr. Tarquino
Vill.it Boas.
Jos Jacques da Costa Guimares, pelo mesmo
motivo altestado pelo cirurgio Silva.
Faustino Jos da Fonseca, pelo mesmo motivo.
Filippe da C>sta Dourado, pelo mesmo motivo
attestado pelo Dr. Agripino Brito.
Foram relevados da mulla de 30$ que lhe f-
ra imposta no dia 5 os Srs. :
Jos Pereira da Cunha Jnior.
Luiz de Franca Meudea da Silva.
Foram sorteados 27 juizes supplementares, aos
quaes se expedios noticago do estylo.
ra estes nao dispararem [postura 3 de 18 de julho diges da capacidade para
de 1855
Postura* mvnicipaes d* 16- Art. \T: Ae infraeges de-qulquer dos artigo
das prosele posturas scroopunides com a multa
de 109000' reis, e (re diat de priso. Se o in-
fractor for escravo, sotTrer a mesma pena de
priso e o sen senbor pagar a-malta.
Art. 18. Km geral as mullas- serio satisfeita*
pelo dono oVearros, seget, mnibus, etc.
Conforme.*--> secretario, Rufino Augusto' de
Almeida.
Communicados
Referata eleiioral,Electo
directa.
\
Mostramos no artigo precedente que era relao
aos direitos polticos a tulella era to natural e
joata, eomo era relagao aos direitos civjs: e que
havia urna minoridade e maioridado poltica, co-
ra* urna minuridade e raaipridade civil.
Mi quer em direito poltico, quer em direito
civil, maioridade oa capacidade am facto, in-
dependente da lei. O legislador oo pode aug-
meolar, nem diminuir o numero dos
Nao pode reeoohece-la em qnem
nem nega-la aot que a pessuem.
O papel do legislador ai materia, se reduz a
marcar as eondiges de capacidade poltica, as-
tim como as da capacidade e incapacidade civil;
squellas para qne os cidados exergam os direi-
tos politicos ; estas pan que gozem e exergam os
direitos civis.
Seria iniqua a lei que privasse aos cidados, ca-
pazes de reger os seus bens, do exerciclo de um
direito natural, constrangendo-os urna tulella
que o desenvolvimento da razo j nao adroiltisse;
sena igualmente iniqua a lei que privasse aos ci-
dados capazes de eleger, directamente, os seus
representantes, sujeitando-os tutella irracional
dos elettores do segundo grao, tslvez inferiores
aos proprios pupillos, j em intelligencia, j
quanto independencia e firmeza de carcter.
Quer em um, quer em outeo easo, os capazes,
so pelo facto de sua capacidade, adquirem o di-
reito que lhe iuherente
capazes.
nao a tem, e
a lei designa as con-
annexar lhe o direito
appellado, Antonio Joa-
appellado, Manoel Cos-
appellado, Guilberme
P-
Appellanto,
lippe.
Appellante, o juizo
quim de Lima.
Appellante, o juizo ;
me.
Appellante, o juizo;
Vieira Ramos.
As appellages civeis :
Appellante, Francisco Manoel de Siqueira
appellado, Jos Francisco do RegO Barros.
Appellante, Manoel Francisco Bezerra ; appel-
lados, os berdeiros de Francisco Pereira dos
Santos.
Appellante, Mathias Lopes de Andrade ;
pellado, Jos Thomaz de Aquioo.
Appellante, Joaquim da Silva Costa ; appella-
do, Manoel Ferreira Simet.
Appellante, o juizo; appellado, Bernardo Al-
ves Pinheiro Jnior.
DISTRIBUYES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, as
appellaces crimes.:
Appellante, o juizo; appellado, Miguel Joa-
quim de Faria Braga.
Appellante, o juizo ; appellado, Pedro Jote da
Coala.
A appellagao civel:
Apellante. Antonio Simes de Feria Matlos;
appellado, Bet nardo Jos GongaUea Lyra.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellages
crimes:
ca
ca
tu
Secretai'ia da polica de Vernanibuco, 6
dcjulhode 1801.
O Dr. Tristao de Alencar Arar i pe
ehefe de polica da provincia, pa-
ra os ns convenientes, manda pu-
blicar o seguinte
REGULAMENTO.
Art. 1. Nenhum eocheiro ser admittidoao go-
verno de carros, segeg, mnibus ou outro qual-
quer vehculo de condugo, publico, ou particu-
lar, sem estar matriculado na reparligo di poli-
~i: esta disposigo entendese to bem com os
rroceiros, sejam de que quahdade forem (postu-
ras de 18 de julho de 1855 art. 1.)
Art. 2. llavera na secretaria da policia um li-
vro destiuado para as matriculas, de que trata o
art. Ia, que ser3o feitas segundo o modelo n. !,
com declarago dos nonies, cogoomes, appellid03,
idade, naturalidae, estado, residencia e condi-
go do matriculado ; bem como se. ou nao a pri-
meira vez que vai servir de eocheiro, bolieiro, ou
conductor da qualquer vehculo o numero deste,
a cor e distinclivo da libr, de que usar (oo sen-
do carroceiro); o nome e numero da casa do do-
00 da conduego, uo sendo de proprio conduc-
tor.
Art. 3. Para qualquer conductor de vehculo
ser matriculado, deve a presen lar documento de
pericia, e idoneidade, passado por urna commis-
sao nomeada pelo chefe de policia, assim como o
titulo ou licenga da cmara municipal, que lh'a
conceder, em vista da certido do exame ou ha-
bilitado rubricada pelo ehefe de policia ( Io da
postura primeira de 18 de julho de 1855.)
Art. 4. Acopia da matricula de que trata o art.
2 assigoada pelo chefe de policia, servir de titu-
lo ao conductor do vehculo; este titulo entrans-
ferivel, e o conductor fica obrigado a treze-lo
comsigo, sempre que estiver em tervigo : os car-
roceiroe sao igualmente obrigados ao mesmo, ou
sejam livres ou escravos.
Art 5. Os conductores de vehculos de um s
dono ou casa de os alugar, tero um s padro de
fardamento, approvado pelo chefe de policia, com
distinclivo especial na gola ou canhes.
Art. 6. As libres ou fardamantus dos conducto-
res, ou cocheiros de trens particulares nao ficam
sujeilas a approvago do chefe de policia ; mas
seus distinciivos e cor devem ser declarados na
secretaria da policia, para delles se fazer mengao
no titulo do bolieiro ou eocheiro, na forma do
art. 2 deste regulamento.
Art. 7. Oa carros, seges, mnibusouquaeaquor
vehculos de conduego, urna vez que aeiam de
aluguel, aero todos numerados com caracteres
arabicos.do tamanho de tres polegadaa, desde um
seguidamente, nao a na parle externa da caixa
do lado posterior, maa tambora pela parle inte-
rior, com a differenga de que 0$ de fora devem
ser piolados com tinta bem dislincta da caixa, e os
de dentro podero ser em thapa, ou como melhoj
convier, com tanto, que sejam bem patentes ao
ptsaegeiro. As carrocas tero tambem do tama-
nho indicado o seu numero por detraz e pal
trete.
Art. 8. O numero de que trata o artigo antece-
dente, o que couber ao vehculo ou corruga, na
aerie e ordem marcada na liceoce da cmara mu-
nicipal, sob cujo numero era matriculado aa po-
licio.
Art. 9. Os vehculos da aluguel trarfo'nat lao-
ternas o numero que tierem na parle posterior
da caixa (postura 18 de 18 de julbe da 18550
Art. 10. Exceptuam-se de regre 4o art. 7 e 9,
o eatroa do eaiabelacimentoa pblicos, en de.
aluguel, destinadas a funcco.se de apparato, cejos,
cocheiroa cntrdo* tenhtm libree ricat, e oa que
eetivetem elugados particulares tanto por,
me* ou^nno, porque estas leseo o wssaelivo*
nunterot em lu#ret vais fisiveis
Art. rll. As esas ou cocheitea, que lenbam
carroa de aluguel, dos de que trate o artigo ante-
cedente, podero variar* cor forme 4a libr
ou padro do tardamente, com Unto que o dit-
Art. 20. Nenhum coeheiro, bolieiro, carrocei-
ro, ou conductor de qualquer vehculo, se pode
r despedir da casa em que servir, sem a'isso
preveni-la, aa meos com a antecedencia de tres
diaa: os eos estabelecimentos pblicos o faro
com a antecedencia de eito diaa. (Postura 7 de
18 de julho de 1855.)
Art. 81. Para um eocheiro. bolieiro, ou con-
ductor de qualquer vehculo, ou csrroga, ser a I-
miltido aa eiercicio de aya profisso pola primei-
ra voz, bastr-lhe-ha preeneher aa formalidades
[dos arla. 1 e 8 do presente regulameoto : quan-
do porm, fr despedido, ou despedir-se do ser-
vigo de urna casa para eolrar no de outra, nao
poder faze-lo aem que aprsenle um attestado
do amo, que o despedio, e do quem se despedio,
no qu jI se declare o motivo de sua retirada, seu
comportameoto e boas ou ms qualidades que
leuba.
Art. 28. Sem o attestado de que trata o artigo
antecedente, a secretaria da policia nao matricu-
lar neahum boleeire, eocheiro, carroceiro, ou
conductor de vehculo, seja sob que pretexto for,
salvo o caso de assim o determinar o chefe de-
policia.
Art. 23. Para facilitar o conhecimento, e a
execugo do que dispem os dous precedentes ar-
tigos a secretaria da policia no acto de matricular
qualquer conductor da vehculo, verificar pelo
respectivo lvro, se, ou nao a primeira vez, que
elle se matricula, e assim o declarar, conforme
determina o art. 2 deste regulamento.
Arl. 24. Nao perpiitlido a nenhum amo ne-
gar por motivos frivolos o atteetado de que trata
o rt. 21, aq conductor qualquer de vehculo ; as-
sim como nao Ib'o licito phantasiar causas que
desacrediten! .0 despedido, nem occullar as ver-
da leiras ; excepto se o conductor for o proprio,
que tollicile sua retirada, porque ento pode o
attestado ser-lhe denegado, e o queixoso, que.-
rendo obt-lo, recorrer ao chefe de polica, que
puvindo ambos decidir como entender conve-
niente.
Art. 25. Todo o conductor de qualquer veh-
culo de conduego obrigado a examina-lo im-
medialamente, depois de se ter apeado o passa-
geiro, a ver se este deixou por esquecimento al-
flura objecto, sfim de lhe ser entregue logo, se
possivel (r, t no caso contrario o depositar na
secretaria da policia para ser anaunC'ado pelos
joroaes.
Art. 26. No impedimento repentino de qual-
quer conductor de vehculo particular, ou de alu-
guel, seu proprietario poder coofia-lo outro
conductor, preferiodo quem tenha sido examina-
do, e tenha sido considerado idoaeo para esse
servigo ; e em tal caso dever dar-lhe um do-
civil ou poltico ; e os juizei perpetuos absolu
lamente xncompaliveis, verificara, se os cidados
reun#m as eondiges legaes para que efectiva-
mente, comecem a exercer o direito poltico ou
civil.
reglaren, que tem feto a fortuna da Inglaterra. 9
di Blgica, com esse rgimen favor do au.L
diz um grave publicista, concorrem todas as -
rosimilhangas da theeria, todos os teslemunho
aa praiica, todos os eteriptores amigos, todas es
experiencias modernas : e seja estt dotac
confiada guarda de urna magistratura perpetua
odependente. e completamente incompativel eom
qualquer outra funeco publica ; e ento surKi-
rao maionas reaes, e raiaorias dignas de um go-
verno representativo ; ento com ellas se poder
amarrar o guiso ao pescogo da autoridade, queso
transviar da senda legaL
Ah porque razo esse infeliz Pernambucano
semore palpiiando pela verJadeira liberdade hay
de ser, perpetuamente, coidemnadoou^ ser'im-
purrado como om 1848, ou river como lera vi-
udo, politicamente, desde eoto al hoje I Hoia
nao mais perroillido nioguem por era duvid
o monarchismo da provincia t
Quando vemos um ou ontro luzia do sul, opoor^
se eleigo directa, e offertar-nos em tro** o
gutsoda responsabilidade sao podemos deixar
de dizer como aquelle exporto Troyano Timeo
anaos ti dona eliam ferentes 1 F*r
Publicares a pedido.
Urna despedida.
Teado-se arrunalo bastante a minha saude, av
ponto de a nao julgar spgura com a minha estad
aqu, embora a ap^licaco de medicamentos por
um medico reconhecidamente hbil ; torael a re-
aolugo de viajar ao interior da provincia ; e, ha-
vendo para isto obtido urna licenga de 6 mezes
dos rteus muilo dignos chefes, os Illms. Srs ve-
readores da cmara desta capital, parto boje no>
vspot Jaguaribe para o Aracaly, e d'ahi seguirei
o meu destino.
Nao perroillindo o progresso de minha moles-
tia, era a rapidez da viagera por ella determina-
da que eu me despedisse dos meus amigos desta
cidade, e especialmente d'aquelles meus compa-
roclnanos, quem par muitos ttulos sou grato
peco-lb.es que, desculpaodo esta minha falta, de-
vida ao aperto das^crcumstarjcias, acceitem um
adeossaudoso do seu migo fiel
Manoel Ferreira Accioli.
Recife, 6 de julho de 1861.
cumenlo era forma, no qual se cootenham as de-
claraces precisas, e as causas da nfudanga, par-
ticipando opportunameote secretaria da policia
que assim o fez.
Arl. 27. O documento de que trata o artigo
aotecedente, ter valor tmente por tres dias,
fiados os quaes. ser o conductor substituto obri-
gado a matricular-so como tendo temporariamen-
te d'esae vehculo ; o que todavia nao ioutilisa a
matricula do elTectivo, que esliver impedido.
Alt. 8. Nenhum vehculo do oonducco seja
particular, seja de aluguel, poder transitar, sem
ser alumiado por duas lsoternas, collocadas urna
de cada lado. (Postura 12 de 18 de julho de
1855.)
Art. 29. O conductor qualquer de vehculos,
que deixar o servigo, dever dentro de vinte e
quatro horas entregar o titulo secretaria da po-
lica ; o mesmo far, quando deixar um amo,
para tomar outro.
Art 30. Fica expressamenta prohibido a todo
e qualquer conductor de vehculo, teja de que na-
tqreza ou qualidade fr, assim como aos carro-
cairos, maltrataren] os animaes, fazendo-lhes
castigos immoderados. (Postura 9 de 18 de julho
de 1855 )
Arl. 31. Os donos das casas de vehculos de
aluguel sao obrigados a ter um livre, em que de-
claren) a numerago dos seus vehculos, o nome
do conductor de cada um, e mais circunstancias
copiadas do titulo dado pela policia ; e quando
dspedirem algum participaro ao chefe de po-
lica, para so lhe cassar o titulo, no caso de nao
o entregar no prazo de viole e quatro horas, mar-
cado no artigo 29 deste regulamento.
Arl. 32. Todo o conductor de vehculo, qual-
quer que seja sua qualidade, que com elle causar
prejuizo, ou daino, tica responsavel pela in-
domnisago, na forma que. as leis prescrevem,
sendo livre ; porque se for escravo seu senhor
o responsavel na forma do direilo.
Art. 33. Todos os cocheiros, ou boleeiros sao
obrigados a limpar os animaes com que trabalha-
rem, e observar o tratamento d'elles, assim como
os respectivos carros, seges, ou vehculos de con-
duego de sorte que diariamente e s horas do
costume este servico esteja feito.
Art. 34. as cocheiras da aluguel, carros, ou
qualquer outro vehculo de conduego os boliei-
ro ou cochearos sao obrigadoa o observar a escala
da sahida, podendo no entretanto ser esta Itera-
da pelo dono ou administrador, ou quem o re-
presentar, como convier aos interseos da cata.
Art. 35. O eocheiro ou bolieiro, que por es-
cala for o primeiro que tiver de sabir deve con-
servar se do esUbelecimento, ou porto d'elle,
quer de dia, quer de notle, de sorte que de
prompto posos acudir a um aimples chamado.
Art. 96. Todo o eocheiro, bolieiro, ou conduc-
tor deqntlquer vehculo, fica estrictamente obri-
gado obedecer ptompUmenlo as ordens, que
lhe forem transmitidas pelo dono, administrador,
ou por quem quer que for, urna vez aulorisado
pata transroilti-las.
Art. 37. Qualquer conductor da vehculo, ten-
do sido urna vez matriculado na policia, podo
entrar, sempre que quitar, para o exercick) do
arte, sem dependencia de oovo alteatado de
exame, so este o livor habilitado pera o eetvigo,
em que de novo vai entrar porque se o exame li-
vor aido somonte para bolear, ou governar um
animal, e agora tenha de governar doos ou qua-
tro coimas corddee, em tal oseo poder paasar
por novo exame correspoidente ao eorvigo ou
eiercicio que vai ter. A dispensa do exame uo
se enfeude eem o atteetado, que, na forma do
artiga 21 d>ste regula mosto ten por torga de
apreteovar o eocheiro, que se despedio ou foi
despedid dreme cata, secretarla Aa policia.
ArL .18. As iofrecgas d'aat guVamento e-
HMtp tMBidaesom eepaoes de euMta e priso, m-
labelscidat napetUredeWde julho dente neo.
Secretaria da policia de Pernambuco 4 doegos-
to de 185o.
Bem se v que a eleigo directa, sem magis-
tratura perpetua, bem paga, e absolutamente in-
compativel, nada valer. Curapie que os juizes
sejam os guardas de todos os direitos do cidada
e que elles garantan), com a lei as mos, a liber-
dade civil e poltica, livrando-as das invases do
poder executivo.
Eslavamos ueste poni do nosso artigo, quan-
do nos trouxeram o jornal, onde vinha transcrip-
to um discurso do honrado senador pernambu-
cano, o Exm. Sr. visconde de Albuquerque, no
qual lemos as spguintes palarras:
Fslls-se todo o da na lei das eleiges ; diz-
se que necessario reforma-la. Nao concorre-
rei para isso, Sr. presidente, como nao concorri
para a outra : para o que cooconi muito, foi para
que os magistrados fossem incompativeis. e eu
quera isso completamente. Oe que servem
quaotas reformas se fuerera na lei de eleices,
quando o governo, sendo oexecutorda lei."e ao
mesmo tempo parte, quer fazer a eleigao?
a O Sr. Souza Franco :Apoiado.
t O Sr. Visconde de Albuquerque :Pois nos
havemos de oceupar todos os annos em reformas
e novas reformas? 1 Isto escrever na ara, por
que o governo quer cresturas suas, etc. o
Ora, em face destas expresses, julgarao-nos
obrigados a dar as razes pelas q e traballiamos tanto quanto nos consentem os tra-
eos recursos de que dispomos, pela reforma eleito-
ral.pugnando avor da eleigp directa. Felizmen-
te, tolas as razes em que nos apoiamos se achara
compendiadas no mesmo discurso daquelle hon-
rado senador.
Queremos a eleigo directa:
Porque s ella nos pode abrigar da peste,
isto dos ministros.
Porque s ella fu cera que a cmara dos de-
putados possa aecusir os ministros que nao cuoi-
prirera o seu dever.
Porque s ella far com que ninguem venha
com o governo pessoal, pois nao possivel go-
verno pessoal no nosso paiz.
Porque s ella far com que a constituigao
nao seja pisada e atropellada.
Porque s ella far com que os ministos sejam
responsav?is.
- Porque s ella far com que a cori seja in-
violavel e sagrada.
Porque s ella evitar o governo das maiorias
(artificlaes) qoe peior do que o governo abso-
luto.
Porque s ella far com quo a liberdade pu-
blica seja garantida com a aecusago dos minis-
tros, por que emquanto nSo forem aecusados,
nos nao temos constituigao.
Porque s ella tara com que se mande ao tri-
buntl supremo esses presidentes, que sanecio-
nam, e executam leis provinciaes conln a cons-
tituigao.
Porque s ella as assemblas provinciaes.
Porque s ella evitar qua esse excellente
povo brasileiro, que est disposto todas as cou-
as boas, nao seja empurrado para n mal. (como
succedeu ja urna vez a esse bom povo pernambu-
cano emt848.) ,
Porque sella evitar que o governo nao ve-
nha e digareprta-se o pao da comadre pelos
nossos afilhados.
Porque s ella evitar que as assemblcas pro-
vinciaes nao tratem smente de repartir aquelle
quinho entre os amigos.
Porque s ella evitar que as assemblas pro-
vinciaes lancem mo das reodas provinciaes,
como o fazem todas, e dgam voc mande seu
liUio esludar todas as sciencias na Europaoutro
v viajar etc.
Porque s ella evitar que os representantes
das provincias rio sejam culpados disso (e sim
o povo que o eleger.]
Porque s ella evitar que 03 advogados po-
nham em sua portaaqui aecusa-se os presiden-
tes. B
Porque s ella evitar que os presidentes se-
jam espoletas.
Porque s ella evitar a irresponsabilidade
dos ministros, acobertada com as maiorias; por-
que a irresponsabilidade da autoridade causa
de ludo ae permiltir para rraojar maiorias, e
onde lulo permittido, l vai a constiiuigo, l
vai o thesouro, l vai ludo quanto honesto, e
triumpha a corrupeo.
Porque s ella far com que a corrupgo, que
se tem tornado a norma do governo nao conti-
nu. .)
Porque s ella far com que a liberdade do
voto seja geral em todas as provincias, e nao, s-
mente na corte, como succedeu as ultimas elei-
ges, onde a cora estiva para sustentar a cons-
tituigao.
Porque s ella c evitar que tora da corte seja
eleito quem o governo quizer.
Porque s ella evitar conflictos e desordens
no paiz, pela ingerencia do governo as elei;es.
Porque s -ella evitar a chusma de duplica-
las, e todos os horrores commetlidos as eleiges,
os quaes ficam impunes.
Porque s ella evitar ludo isso, e o receio de
alguma couaa mais seria.
Eis as razes porque queremos a eleigo di-
recta : ha.oulras raides especiaes eso relativas
Pernambuco, o das quaes se nio oceupou o hon-
rado e venerando Sr. Visconde de Albuquerque ;
e todas ellas actuara, de tal modo em nosso espi-
rito e na consciencia de todos os Pernambucano?,
que nos consideraramos a eleigo directa, e a io-
compatibilidade absoluta dos juizes, como um
presente do co.
Entretanto o illuslrado senador, que, com tanta
Qdelidade e versado dessohou os padecimentot
chronicos do paiz, e os horrores de urna chaga,
ja pulrida ; querendo cura-la, se assemelha si-
guas mdicos, que curara o mal pelos symplo-
mas a effeitos, sem tetar e aua sede 1
Segundo o honrado senador o romedio nico
para curar aquelle lastimoso oslado, urna pa-
nacea chamada responsabilidade. Haia res-
ponsabilidade, etudoaquillo desapparecer I
Mas a responsabilidade a ouiso. E quem
o amarrar ao pescogo do gato ?
Quanto boj, parece-nos que a falla de respon-
sabilidade de autoridade um dos effeitos do mal
ohrenico leo bom descripto pelo senador pernam-
bucano, efleito, que desapparecer eom a extinc-
go da censa principal de todos os horrores, que
tostomunhamos, a eleigao indirecta, e, urna ma-
gistratura mendiga, volante epjliiica, sempre s
ordena do governo 1
Dole-se o paiz com a eleigo directa, com esse
RECORDADO
ao dia ff de junbo d I86O, dia
do falleeimento de
meu charo e sempre chorado irmo
EGIDIO DE jstunos n VRIMIO
Ofierecida a minha terna mai
D.FelicianaM. dosPrazeres Barros.
Nao roce labios meos nem mais um riso,
Meu terno corago, ralai saudades !..
Alagalhes.Suspiros Poticos.
Hoje um anno completa qu'eu carpa
De meu querido irmo o pass^raento 1
Que sem levar da trra sentimento,
De nossa lerna mi se despeda 1
A dr quevu supportava, o triste pranto,
Conl-lo3, um instante, nao poda;
Em tembrar-me da falta que senta
D'uma alma que na trra eu amei tanto.
Era um justo, que ao Co j pertencia.
Por supremo dever da nalureza !
E tinha de morree tanta certeza.
Que ao muudo desprezo elle fazia.
Eis que o dia chegou, o derradeiro,
Delle o mundo deixir incontinente !....
Ao aceno de Dos, quera pode ingeate
Resistir e tornsr-se sobranceiro?....
L na mansa o celeste acolhe l
O mou lao lerno adeus, o meu Umento,
Em recordago de leu triste passamento___
11 de junho de 1861.
Loi'kesco de Barros Habjnho.
Caixa Filial do Banco do
Brasil em Pernambuco
A directora em virlude do aviso de 8 de ju-
nho prximo passado, declara que fica prorogado
por mais 60 dias o prazo marcado pelo art. 4" do
decreto n. 2685 de 10 de novembro do anno fia-
do, para a substituigo das notas de 20$ da emis-
so da mesma caixa, o qual linda em 19 de se-
tembro do anno vindouro.
Caixa Filial do Banco do Brasil, aos 5 de julho
ic l.Mil O .-'Cretino luieiiuu, Luis de MuideS
Gomes Ferreira.
Altaudeffa,
Reodimento do dia 1 a 5 ,
dem do dia 6.....,
107:6578fa
15 787S276
\ii UjllS
Movimeuto da alfandegra.
Volamos entrados com fazeadas..
com gneros..
Yolumes
saludos

com
cora
fazendas..
gneros..
113
127
24(J
de char-
Descarregam hoje 8 de julho
Polaca hespanholaEsmeraldacarne
que.
Polaca hespanholaIndiaidem.
Sumaca hespanholaAnillaidem.
Barca inglezaColinafazendas,
Polaca hesoaoholaVctorvinhos.
Brigue iiiglezElza Jankenscarvo.
Bngue inglezSpyidem.
lmportac&o.
Vapor nacional //itarassi, procedente dos par-
ios do norte, manifestou o seguinle :
15 barricas com sebo ; a Moreira e Ferreira.
50 couros espichados ; a Jos Joaquim Seve.
1 laxo de c.'ore ; a Sebaatio Jos da Silva.
Exportaeao
Dia 4 de julho.
Barca portugueza Flor da Maia, para o Porto,
carregaram:
Carvalho Nogueira & C, 230 sacos e 6 roeiao
barricas com 1,178 atrobas e 13 libras de *s-
sucar.
Antonio Ferreira Mooteiro, 2?0 sacos com 1,000
arrobas de dito.
Manoel Gomes de Campos, 6 barricas com 34
arrobas e 28 libras dito.
Barca portuguesa Formosa, para Lisboa, carre-
garam :
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, 600 saceos
com 3,000 arrobas de dito.
Urbano Jos de Souza, 350 saceos com-1,750
arrobas d dito
Bailar & C, 300 couros com 7,736 libras.
Patacho portaguez Harta, para Lisboa, carre-
garam :
Manoel Fiancisco Marques, 313 saceos eom
1,565 arrobas de assucar.
Joto Pedro Rodrigues, 2>0 saceos com 1,250
arrobas de dito.
Barct nacional Imperatrix Venotdora, para o
Rio da Prala, carregaram :
Amorim Irmos, 200 barricas com 1,267 arro-
bas de assucar.
Barca hespanhola Maria Walividade, para Val-
para izo, carregaram :
Viuva Amorim & Filhos 1,000 saceos com 6,000
srrobas de assnoar.
Barca ingleza.Ganges, para Falmouth, carrega-
ram :
fcxabbe Whately & C-, 1.500 saceos com 7.5Cft
arrobas d assucar.
Galera trncete AdtU, pera o Havre, caree-
gwm :
Tisset Freres, 1,121 couros salgados com 49,741
libras.
dem do dia &.
Galera (reama. Adele para o Havre, carrega-
tam ;


m
jt^.

OlfilO Bl ttfcftAlsttHtt. SfiGUKfi^FEIRA 8 Dfi JDLHO DE 1841
Francisco Aires
sucar.
de Pinho 120 arrobas d as-
Tisset freres 1,500 couros salgadorcora 80,39t
libras.
F. Siuvage 4 C. 700 saceos com 3;500 arrobas
de assucar.
Brigue brasileiro Mtria & Alfredo, pera Mar-
eeille, carregaram :
Carvalho Nogueira & C. 600 saceos com 3,000
arrobas de assucar.
Brigue francez Belly, para Mancille, carrega-
ram :
Aranaga Hijo 4 C. 550 saceos com 2,750 arro-
bas de assucar.
Polaca hespaohola Marcellita, para o Rio da
Prata carregaram :
Amorim irmos 400 barricas com,1,908 arro-
bas e 23 libras de assucar.
Barca hespaohola Despejada, para o Rio da
Prata, carregaram:
Amorim Irmos 200 barricas 1,628 arrobas de
assucar.
Barca portugueza Formosa para Lisboa e Por-
to, carregaram :
Joaquim Jos Rodrigues da Costa 200 saceos
com 1,000 arropas de assucar.
Brilo Queiroz & G. 100 saceos com 500 arrobas
de dito.
Ma noel Al ves Guerra Jnior 1 barrica com 4
ditas de dito cristsllisado.
Maooel Ignacio de Oliveira & Filhoi 650 sac-
eos com 3,250 arrobas de assucar.
Antonio Lopes Braga 2 barriquinhas com 8 ar-
robas e 23 libras de dito.
Barca portugueza Flor da Maia, para o Porto,
carregaram :
Jos Gongalves de Azevedo 2 volumes com 6
arrobas e 8 libras de assucar.
Barca portugueza Mara, para Lisboa, carre-
garam :
Marques Barros & C. 100 saceos com 500 ar-
robas de assucar.
Antonio Ferreira Monteiro 150 saceos com 750
arrobas de dito.
Hecc be doria de rendas internas
ge raes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 5 6:902*830
dem do dia 6....... 1:933#423
18 8363253
Consulado provincial.
Rendimento do dial a5 32 465*786
dem do dia 6.......9:0669777
41:5329563
Arroz------------
PRA 6 DE .MI IIO DE 1801.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Saccou-se sobre Londres a 25
1/2 25 5/8, 25 3/4. 25 7/8. o
d. por tgOOO rs., sobre Pars,
de 372 a 375 rs. por f. so-
bre Lisboa a 110 por cenlo de
premio, regulando por 3t 60
mil os saques da semana.Nao
houve saques sobra Hamburgo;
e sobre o Rio de Janeiro sac-
cou-se com um por ceoto de
descont
Algodao Oescolhidodesta provincia ven-
deu-se de 9100a9200rs eo
regular de 89600 a 8&9C0 rs.
por arroba. O de Macei posto a
bordo vendeu-se a 8J750 rs., e
da Prahiba, tambem a bordo a
9g350 rs.
Assucar-----------Obranco vendeu-se de 2JS800
a 39400 rs., o somenos de
2g600 a 29700 rs., masravado
purgado de 29150 a 29200 rs.,
e bruto de 19900 a 29950 rs.
por arroba.
Agurdente Vendeu-se de 65&000 a 70g rs
a pipa.
Couros------------Os seceos salgados venderam-
se a 190 rs. por libra.
O da India vendeu- se de 2g800,
a 3jO0O rti; por arroba, e o de
Maranho de 298OO a 3fl000
ris.
Azeite doce- O de Lisboa obleve de 39000 a
0 392OO rs. por galo, e o do Es-
treito a 28700 rs.
Bacalho---------Um carregamento chegado do
Jersey boje seguio paia o Rio
de Janeiro. Vendeu-se a 89
rs, por barrica em atacado, e
de4 a 10 rs a retalho, fl-
cando em ser 10,000 barricas.
Carne secca- A do Rio Grande, vendeu-se
de 2g000 a 39000 rs. por ar-
roba, e do Rio da Prata de 29
29400 rs.,ficandoem ser 95,000
da primeira, e 25,000 da se-
gunda.
Caf-----------------Vendeu-se de 59000 a 69OOO rs.
por arroba.
Cha------------------dem de 29400 a 29600 rs. por
libra.
Carvao de pedra-Idem de 149 a 179000 rs. a to-
nelada.
Cerveja- dem de 39 a 49600 rs. a duzia
de garrafas.
Farinha de trigo. Retalhou-se de 29g a 309 rs.
por barrica da de Kiehmond,
de 279 a 29$ de Philadel-
phia, 279 rs. adeNew-Kork e
deNew-Orleans. a 329 rs. a de
Trieste" a 1 29000 rs. o sac-
co do Chili, ficando em ser
4,000 barricas da primeira,
1,000 da segunda, 100 da ter-
ceira, 500 da quarta, 1,000 da
quinta, e 600 saceos da ul-
tima.
Far.de mandioca-Vendeu-se de 39000 a 39500
rs. por sacca.
Ferro--------------O inglez vendeu-se a 59400 rs.
o quintal.
Genebra-----------Vendeu-se a 320 rs. botija.
Louc.a--------------Aiogleza veudeu-so com 306
por ceoto de premio sobre a
factura.
*laoleiga--------A franceza vendeu-se de 565 a
570 rs. por libra, e a ingleza a
I9OOO rs., Qcando em ser 900
barra entre ambos.
Oleo de linhaga-Vendeuse de 19400 a 1JJ500 rs.
por galo.
Sabo---------------dem de ICO a 120 rs. a libra
doamarello.
Touciuho--------O de Lisboa vendeu-se a 99
rs. por arroba.
Vinagre-----------O de Portugal vendeu-se de
909 a 1159000. a pipa.
Vinhos-----------O de Lisboa vendeu-se de 2409
a 260 rs. a pipa, e o de outros
paires a 195$ rs. a dita.
Velas--------------As de composico venderam-se
a 660 rs. a libra.
Descont---------- O rebate de lettras regulou de
10 a 18 por cento ao anno.
J*retes-------------Para o Ganal Inglez de 276.
a 40; para Liverpool do 15
a 20 pelo lsstro, e 5/8 pela li-
bra de algodao.
Cal......... arroba
dem branca......
Carne secca charque. ...
Carvao vegetal......
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas. ;
Charutos.......cento
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados ... libra
dem seceos espichados.
dem verdes......"1
dem de cabracortidos um
dem de onca......
Doces seceos......libra
dem em geleia ou massa
dem em calda. .....
Espanadores grandes. um
dem pequeos .....
Esteiras para forro ou estiv de
navio........ceDi0
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de araruta.....
Feijo de qualquer qualidade.
Frechaes........
Fumo em folha bom. .
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom .....
dem ordinaro restolho. .
Gomma........
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas.....
Toros....... .
Lenhas e esteios.....
Mel ou melaco......
Mno /......
Pao brasil .......
Pedras de amolar ....
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Puntas ou chifres de vaccas e
oovilhos.......
Pranchdes de amarello de
dous custados......
dem louro.......
Sabo.......
Salsa parrilha .'.'.'.'.'.
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta .....
raboas de amarello ....
dem diversas......
Tapioca........
Travs. .".'.".
nhas de boi
200
400
38200
*
400
295OO
48000
200
250
190
280
118000
I9OOO
500
500
48000
2J000
arroba
alqueire
arroba

um


>
>
arroba

cento

um
caada
arroba,
quintal
urna

molhos
cento
urna
>
libra
arroba
>
urna
'duzias

arroba
urna
cento
2O9OOO
18600
18200
18500
58000
188000
88000
128000
68000
39000
25SO0O
28400
II9OOO
50SOOO
220
19000
IO9OOO
800
48000
1J2C0
200
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 28 de juoho de 1861.0 secretario, A.
F. da Annunciacfo.
O Illra. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, que no dia 25 de julho
prximo vindouro, parante a junta da fazenda da
mesma thesouraria, vio novamente praca para
ser arrematada a quem maii der, a renda dos
predios abalxo mencionados pertencentes ao pa-
trimonio dos orphlos.
Ra do Pilar.
Ns.
92 Casa terrea............
93 dem idem............
94 dem idem............
95 dem idem............
96 dem idem............
7 dem idem............
dem idem............
dem
1628000 por anno.
c
a

c

a
o




Vinagre........caada
1729000
2539000
2368000
I579OOO
1619000
98 dem idem............ 2249000
99 dem idem............ 1678000
100 dem idem............ I629OOO
101 dem idem............ I8I9OOO
102 dem idem............ 162*000
103 dem idem...........,"~ I8I90OO
104 dem idem............ 1729000
105 dem idem:........... 3729000 <
Estrada do Parnameirim.
1 Sitio................... 5008000 a
2 dem.................. 1208000
Estrada do Rosarioho.
3 Sitio.................. 3129000
Estrada da lluribeca.
4 Sitio................... 2128000 4
Forno da Gal.
5 Sillo................... 3538000
As arrematacoes sero feitas pelo mesmo lem-
po e sob as mesmas condiedes do edilal cima,
teodo lugar as habilitadles no dia 18.
E para constar se maodou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
nnn I Secretaria da thesouraria provincial de Per-
*wu. nambuco, 28 de junho de 1861.O secretario, A.
169000' **' Annunc'acao.
A cmara municipal desta cidade faz publico
para conhecimenlo dos seus municipes, e espe-
cialmente do corpo eleitoral, que o Eira, presi-
dente da provincia Ihe communicou, que, em
virtude do Io do art. 24 da lei de 12 de agosto
de 1834, convocar a nova assembla legislativa
provincial para reunir-se ns prxima sessao or-
dinaria de 1861, e que designara o dia 24deno-
vembro vindouro para nelle se proceder a eleicao
dos seu* membros ; devendo o primeira districto
100
268000
5$000
28600
104950O
7O9OOO
392OO
IO9OOO
8320
9280
caada 9*80 dar nove membros da assembla legislativa pro-
Aifandega de Pernambuco 6 de julho de 1861- vineial, conforme dispoe o art. 2 do decreto n.
u pnmeiro conferente. Pedro Alexandnno de '
Barros Cavalcante. O segundo conferente,
Cirios Augusto Lins de Souza. Approvo Alfan-
dega de Pernambuco 6 de Julho de 2861 Barros, deote.Francisco Canuto da Boa-viagem, official
lonforme o 3." escripturario Joo Jes Pereira maior serviado de secretario.
spoe _
2633 de Io de setembro de 1860. Paco da cma-
ra municipal do Recife em sessao de Io de julho
de II 61. Luiz Francisco de Barros Reg, presi-
de Faria.
MoYiraento do porto.
Navios entrados no dia 6.
Jersey45 oias. escuna ingleza Ostrich, de 99
toneladas, capito James G Dolbcl equipagem
7 pessoas, carga 4,151 barricas com bacalho;
Saunders Ilroleres & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Prahibapolaca hespaohola Chronometro, ca-
pito F. Hombravella ; em lastro.
Canal pela Prahibabrigue inglez Specimem,
capito John Bale; em lastro.
Portos do nortevapor brasileiro Camaragibe,
commandanle Manoil Joaquim Lobato.
Aracalyhile brasileiro Sania 'Rila, capito
Aolonio Joaquim Alves, carga differentes g-
neros.
co-
to
o.
m
Horas.
B
o-
3
c
kthmosphtra
w B W3 Vi O 00 I 0 1 Dirtceo. <
5 > es V Fresco Inttnsidadi. H
en -4 00 -4 * 1 Fahrenheit.
00 en 9 10 0 Centgrado. M H m 0
~4 1-5 -i . O 0 O 1 Cisterna hydn mtrica. -

-1 -4 "4
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A noite nublada e de aguaceiros, vento SSE
regular at as 3 h. que comegou a abonancare ron-
dou para o tem as 4 h. da manha.
OSC.ILAr.A Da HAR.
Preamar a ;i n. o o* iside, ttura b,a p.
Baixsmar as 8 h. 54' da manha, altura 1. p.
Observatorio do arsenal de marioha. 6 de iu-
lho de 1861. '
ROMAMO STEPPLE,
1* tenente.
Editaes.
l O Ulm. Sr. inspector da alfandega manda
fazer publico para conhecimenlo do commercio,
. que as embarcacoes do trafico do porto que car-
. regarem so norte da alfandega devero tocar no
trapiche denominadodo algodao ou no porto
fiscal n. 4 (ponte da alfandega) para o exame da
carga e o visto no despacho ou guia que deve
acompanbar ; as que carregarem no caes do Ra-
mos ou ao sul da alfandega at o trapiche da com-
panhia Pernambacana devero tocar para o mes-
mo fim no porto fiscal o. 3; e as que carrega-
rem em frente do ancoradouro da carga e fran-
qua e dos portos fiscaes ns. 1 e 2 se approiima-
ro quaoto for possivel a esees postos, de modo
que de bordo possa ser reconhecida a embarcado
pelo seu nome, e notada a hora em que segu
para o navio carga, devendo o commandanle
do porto fiscal ir ou mandar verificar o despacho,
sempre que pulgar conveniente. O transgresso-
res desta ordem ficaro snjeitos pena do artigo
398 do regulamento de 19 de setembro de 1860.
Alfandega de Pernambuco 4 de julho de 1861.
O 2.a escripturario,
Haximiano Francisco Ptixoto Dnarte.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia, em cumprimento da ordem
do thesooro, de 6 de maio ultimo, manda fazer
-publico, que Oca aberto, para o dia 29 de julho
prximo seguinte, novo concurso para preenchi-
ment dos lugares de pralicante de alfandega
desta mesma provincia, comecando os exames s
10 horas da manha sobre ss seguinles materias:
1.a grammatka da lingua verncula, leitura e
escripia correcta e crrante; 2 theoria da es-
cripturacio mercantil por partidas simples e do-
bradas, e suas applicaces ao commercio, e a ad-
ministraco de fazenda ; 3.* arithmetica e suas
applicaces ao commercio, com especialidade a
reduego dos pesos e medidas nacionaes e es-
trangeiros, calculo de descont e juros simples e
composlos, theorias de cambios e suas applica-
ces ; 4* noces de algebra ; 5.a traducen o cor-
recta das lioguas ingleza e franceza, ou pelo me-
nos da ultima ; 6.a principios geraes, de geo-
graphia, de historia do Brasil e de estalistica com-
meicial m *
Aquelles que pretenderem ser admiltidos ao
concurso, devero previamente provsr, que teem
18 annos completos de idade, que esto livrea de
culpa e pena, e que teem bom comporlamento.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 4 de junho de 1861.Servindo de offl-
cial-maior. Luiz Francisco de S. Paio e Silva.
A cmara municipal do Recife em virtude
da ordem circular do governo da provincia de 22
ou luiieme, tac publico para conhecimenlo de
seus municipes, que por aviso da secretaria de
I estado dos negocios da fazenda de 4 deste mesmo
mez, se ordeoara a thesouraria da fazenda que
procedesse nesta provincia a substituidlo das no-
tas de 1009 e 20O9 primeira estampa, papel bran-
co, no lempo que decorrer de agora at o fim de
dezembro do anno corrente, comecando do pri-
meirode Janeiro proiimo futuro o prazo de 10*
mezes para o descont mensal de dez por cento
no valor das mesmas notas.
Paco da cmara municipal do Recife em ses-
sao ordinsria aos 27 de junho de 1861.Luiz
presidente.Francia-
Valores.
I9OOO
9500
8580
9360
8380
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
fau-u dos pregas dos gneros sujeitos direitos
de exportaco. Semana de 8 a 13 do [mez de
j-uliu) 4* 1861.
Mercadorias. Unidades.
Abanos.....: < cento
Agua rdenle de cana. caada
Jdem resillada e do reino o
dem casaca ...... >
dem genebra...... >
dem alcool ou espirito de
agurdente .......
Algodao era caroco .... arroba
dem em rama ou em l.
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado.
Assucar mascarada ....
dem branco......
JAem refinado......
Azeite de amendoim ou mon-
dobim........
dem de coco ......
dem de mamona ,
Batatas alimenticias ....
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom......-
dem escolha ou restolho .
dem terrado.....
Caibroi.......
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, manda fazer publico, que no dia 18 de julho
proiimo vindouro, perante a janta da fazenda da
mesma thesouraria, vo novamente prara para Francisco de Barros Reg.
L~1 quem ?D8der. "nda dos. co Canuto da Boa-Viuem.offlcialmor wlndi
predios, abano mencionados, pertencentes ao pa- de secretario. aervinuo
trimonio dos orphos. ..
. *~ O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em virtude de ordem do Eim. Sr. presiden-

o
c


c
a


a

a




caada


arroba



libia
um
29OOO
I9920
18*40
19000
48000
88000
79000
58000
300
360
Largo de Pedro II.
Ns.
1 Sala do primeira andar I8O9OOO por anno.
Ra do Imperador.
2 Sobrado de 2 andares,. 1:6019000
Ra das Larangeiras.
6 Casa terrea............ 2049000
Ra do Sebo.
12 Casa terrea............ I6O9OOO o
Ra do Rosario da Boa-Vista.
14 Casa terrea............ 2OI9OOO
Ra da Lapa.
40 Casa terrea............ 1529000
41 dem idem............ I829OOO
Ra da Cacimba.
65 Casa terrea............ 3009000
66 dem idem............ 1228000
67 dem Idem............ 8I9OOO
Ra dos Burgos.
68 Csa terrea............ 2059000
69 dem idem............ 1259000
Ra do Vigarfo.
72 Sobrado de 2 andares.. 6029000
Ra da Senzala Velhs.
79 Sobrado de 2 andares.. 7539000
80 dem idem............ 7539000
81 Casa terrea............ 1919000
82 dem idem............ 2OO9OOO
84 dem idem............ I629OOO
Ra da Guia.
81 Casa terrea............ 1868000
Ra do Pilar.
91 Casa terrea............ 1629000
As arrematarles sero feitas por lempo de dous
annos e 11 mezes a contar do 1. de agosto do
corrente anno a 30 junho de 1864, e com as se-
guinles alleracoes:
1.a Para garanta das arrematacoes dos predios
bastar um fiador, o qual dever provar que pos-
ue na cidade do Recife bens de raz livres e des-
embarazados, cujo valor cubra o da anema-
taco.
2.a Que nao se eiijam dos fiadores letras da
quaotia da renda arrematada.
3.a Que os arrematante sejam obligados a ter
limpas e aceiadas as propriedades do patrimonio
por cuja renda se reaponsabilisar, bem como a
dar parte em lempo ao inspector da thesouraria
provincial dos reparos que se fizerem, necessa-
rios para conservaco das mesmas propriedades,
qs quaes serio execa lados por conta do patrimo-
nio, quando se verificar que os rendeiros o seus
fiadores nao concorreram directa ou indirecta-
mente para o deteriora melo.
As pessoas que se propozerem a estas arrema-
tacoes comparecam na sala das aestesda mesma
jaula no dia cima mencionado, polo meio dia,
competentemente habilitadas, teado lagar no dia
11 do mesmo mez.
teda provincia, manda fazer publico, que no dia
1 do corrente. perante s junta da fazenda da
Bmsara thesouraria, vai novamente a praca, para
ser arrematado quem mais der o pedagio da
barreira da ponte da Tacaruna, svaliado em 4149
annuaes.
A arrematarlo ser feita pelo lempo de dous
annos e 11 mezes, a contar de !. de agosto do
correle anno a 20 de junho de 1864.
As pessoas que se propozerem a esta srrema-
tagao, compsrecam na sala das sessOos da referi-
da junta, no dia cima declarado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de julho de 1861.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciacao.
Joo Baptista de Castro e Silva, comuLendador da
ordem da Rosa, e inspector da thesouraria de
fazenda de Pernambuco, por S. II. I., que Deus
guarde.
Fago saber a todos oa habitantes desta provin-
cia, que em virtude de ordem circular do the-
souro o. 39 de 4 do corrente mez ae substituiro
nesta thesouraria, s horas de seu expediente as
notas de 1009 e 2009 da Ia estampa, papel brin-
co. Esta substituidlo se realissr desta data ao
fim de dezembro deste anno valor por valor; do
1 de Janeiro de 1862 porm em diante se fara
ella com o descont legal de 10 por cento em ca-
da mez, de modo que no 1e deoulubro do dito
anno de 1862 nao tero mais valor algnuj as re-
feridas notas.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco 15 de
junho de 1861.
Joo Baptista de Csstro e Silva.
2a sec;o. Secretaria do governo de Per-
nambuco, em 4 de julho de 1861.
Tendo sido declarado vago por decreto de 2 de
novembro de 1859 o officio de escrivio da pio-
vedoria de capailas e residuos do termo de Goian-
na,por impossibilidade do serventuario Jlo Jos
da Cunha Menezes, conforme fui commuoicado
por aviso do ministerio da justica de 18 daquelle
mez : S. Exe. o Sr. presidente da provincia aasim
o manda fazer publico, afim de que os preten-
demos do mesmo officio so habiliten) qa forma do
decreto n. 817 de 39 de agosto de 1851. e aviso
o. 252 de 30 de dezembro de 1854.e apresentem
seus requerimenlos no prazo de 60 das contados
deata data; certos de que o que for comeado flear
obngado a prestar aquello serventuario a 3a parte
do rendimento, segundo a respectiva lotaco de
conformidade com o que dispon o art. 2* do de-
creto n. 1294 de 16 de dezembro de 1353.
Jote Rodriguea Chaves.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm.Sr. pre-
sidente da provincia, de 28 de junho prximo
flodo, manda fazer publico que no da 1 de agos-
to prximo futuro, perante a junta da fazenda da
mesma thesouraria, se ha de arrematar, i quem
por msnos fizer, a obra a fazer-se com o corte da
barreira. do alto da Maela, avallada em rea
:2908000.
A arremalaco ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 843 de 15 de maio de 1854, e sob is
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que,se propozerem' a essa arrema-
cao comparegam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas.
E para conatar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 4 de julho de 1861.-0 ecretirio.1.
F. da AnnunciagSo.
Clausulas especiada para arremalaco.
Ia. A obra ser principiada 15 dias depois da
arremalaco e concluida no prazo de 4 mezes.
2a. O arrematante quando teoha de entregar a
obra, apresentar o leito da estrada, em estado
perfeito. tendo cuidado em que nao desappareca
a carnada de trra arenosa.com que feita a su-
perficie superior do mesmo leito; e bem assim
que os rallados fiquem completamente desobs-
truidos, e com a profundidade e largura que Ihe
indicar o engenheiro encarregado da obra.
3a. A superficie do talude ficar com estado
perfeito, formando um s plano, e se acontecer
que quando a escava;o chegue ao ponto deter-
minado pela inclinado marcada na planta pela
linha endarnada, bouverem esbroamenlos, que
para regular a superficie dos taludes, tenha o ar-
rematante de fazer maior escavago do que a de-
terminada; ser elle obrigado a fazer.
4a. O pagamento ser feito em quatro presta-
ces iguacs, pagos mensalmente, e urna vez que
se verifique achar-se feita urna parte correspon-
dente da obra.
5a. A tetra lancada fora ser levada para as
parles baixas que bouverem fra da estrada, nao
podeodo ser amontoada de forma que possa vir
para cima da estrada.
6a. O arrematante altender a todas as recla-
mages do engenheiro, tendentes boa eiecugao
da obra, e bem assim no imposto a tal respeito
na lei n. 286.
7a. Nao ser attendida reclamsgo alguma por
parte do arrematante, fleando elle respoosavel
por qusesquer circumstancias accidentaes que
possam provir durante a execuco da obra, seja
qual for o motivo, que a isso der lugar.%
Conforme.O secretario, infonto Ferreira da
Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia, em cumprimento de or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia manda
fazer publico que se ho de arrematar por conta
da fazenda nacional, no dia 13 do corrente, por
1 hora da tarde, na casa em que funecionou a ex-
lincta repartico das Ierras publicas, mesas, ca-
deiras e mala utencilios, assim como objectos de
escriptorio que existiam naquella repartico. Os
pretendentes devero comparecer no dia e hora
designados mencionada casa.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 5 de julho de 1861.Maooel Jos Pin-
to, servindo de official-maior.
O capito Jos Luiz Pereira Jnior, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa, juiz de paz do 3.* an-
no, com xercicio no 1.*, do i." districto da
fregueria de Santo Anionio do Recife, e presi-
dente da junta de qualificsco da mesma fre-
guezia, em virtu le da lei, etc.
Fago saber a quem convier, que hoje finalisou
a junta qualificadora desta freguezia os seus tra-
balhos, qualificando os cidados nesta freguezia
domiciliarios, tendo a mesma junta de reunir-se
as 9 horas do dia 4 do mez de agosto prximo
futuro, para, nos 5 dias determinados por lei,
receber ss queixas, reclamares, ou denuncias
que por ventura possam apparecer dos cidados
que, seodo aqui moradores, deixaram de ser in-
cluidos na lista geral dos votantes que tem direi-
lo de votar para juites de paz, eleitores e verea-
dores da cmara municipal desta cidade.
Recife 5 de julho de 1861. Ea Joaquim da
Silva Reg, escrivao que o escrevi.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Por ordem do Illm. Sr. inspector da alfan-
dega se faz publico que no dia 11 do corrente se
ha de arrematar em hasta publica, depois do
meio dia, porte desta repartico, de conformi-
dade com a disposigo do art. 756 do regulamen-
to de 19 de setembro ultimo, 2i barris com 840
caadas de agurdente, valor dt caada 300 rs.,
total 2529, urna lancha no valor de 609, qua Co-
rara apprehendidas no mar pelo guarda Antonio
Jos Rodrigues de Paula, na occasio em que ero
cooduzidas para bordo da barca nacional Atre-
vida, sendo a arremalaco livre de direitos.
Alfandega de Pernambuco 6 de julho de 1861.
Firmino Jos de Oliveira,
1.* secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que o thesoureiro
da mesma thesouraria est autorisado a pagar do
dia 8 do corrente por diante os juros das apoli-
ces da divida publica provincial, e omittidas em
virtude da lei provincial n. 354 de 23 de setem-
bro de 1854.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria'da thesouraria provincial de Per-
nambuco 6 de julho de 1861.O secretario.
. ... Anl0Do Ferreira d'Aununeiaso.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que o thesoureiro
da mesma thesouraria est autorisado a pagar do
dia 8 do correte por diante, os juros das apoli-
ces da divida publica provincial, vencidas at o
ultimo de junho prximo findo.
E para constar se mandou affiar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 6 de julho de 1861.O secrelario,
' Antonio Ferreira d'Aununeiaso.
2a Cadeirs.
N. 31, Tobas de Souza Lima, 20 faltas, inclu-
siveiduaaisabbatinas ; n. 55. Arvaru Antonio da
Costa, 3 faltas; o. 64, Joo Pedreira de Cerquei-
ra, 5, inclusive umasabbatina ; n. 88, Jos Fran-
cisco de Barros Reg Jnior, 5 n. 92, Alvaro
Fragoso de Albuquerque, 4; n. 93, Francisco
Prisco de Souza Pa raizo, 3.
Terceiro anno.2a cadeira.
N. 1, Amancio Goocalves dos Santos, 1 falla!;
n. 4, Jos Maria Ribeiro, idem ; n. 5, Jos Ro-
drigues Pereira Jnior, idem ; n. 10. Jos Maria
Carneiro de Albuquerque Lacerda. 15, inclusive
duas ssbbatinas; n. 35, Joo Antonio Alves de
Carvalho, 3, inclusive urna sabbatioa ; n. 39 Vi-
cente Candido Tourinho, 1; n. 40, Antonio Pe-
reira Camello, 3; n. 47, Candido Jos Rodrigues
Torres, 2 ; o. 49, Gustavo Adolpho de Suckou
dem ; n. 50, Joo Jos de Moura Magslhes 1
sabbilioa ; n. 59, Antonio de Souza Bayma, 2
n. 64, Joaquim Moreira Lima Jnior, 1 ; n. 70*
Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquer-
que, 5, inclusive urna sabbalina.
Quartoanno.1a cadeira.
N. 21, Jos Joaquim de Souto Lima, 1 falla ;
n. 23, Elias Frederico de Almida e Albuquer-
que, idem ; o. 38, Manoel Arlhur de Itollanda Ci-
valcanti. idem ; n. 41, Gervasio Mancebo Jnior
4; n. 42, Jos Roberto da Cunha Salles, 1 ; n.
46, Manoel Jos Monteiro da Silva, idem ; n. 47
Joo Gomes Ribeiro Jnior, idem ; o. 48, Joo d
Albuquerque Rodrigues, idem ; o. 49, Jos Fran-
cisco de Viveiros, 2; n. 50, Antonio Jos Piohei-
ro, 1.
Ouviote.
Alfredo Sergio Ferreira, 8, inclusive urna sab-
balina.
Quinto anno. Ia cadeira.
Foram abonadas todas as faltas dos mezes de
abril e maio, que nao o haviam silo, e quaoto as
de juoho nao foram as seguinles:
N. 5, Jesuino Augusto Lopes de Miranda, I ;
n. 7, Joaquim Cordeiro Coelho Cintra, 1 ; n. 9,
Pedro Affooso Ferreira. 2 ; n. 11. Antonio Ber-
oardino d03 Santos Jnior, idem ; n. 13, Barlho-
lomeu de Souza e Silva, 1 : n. 14. Joo Nepomu-
ceno Bezerra Cavalcaoti, 2, inclusive urna sabba-
lina ; n. 38, Joo Damasceno Nogueira, 2 ; o. 41,
Francisco Brando Cavalcanli de Albuquerque'
3 ; n. 44, Joaquim Gomes da Cunha Bellro, 3 ;
n. 47, Joaquim Rodrigues de Souza Filho, 3, in-
clusive urna sabbatiua -. n. 48, Eulhiquio Carlos
de Carvalho Gamauma ; n. 49, Flix Antonio Pe-
reira Lima, 2 ; n. 61, Antonio Serafino de Arau-
jo Goes, 1; n. 63, Francisco Dias Caroeiro, idem ;
o. 64, Virginio Antonio Carneiro de Albuquer-
que, 11 ; n. 65, Augusto Barbosa de Castro e Sil-
va, 1; n. 66. AbelGraca, 2; n. 68, Firmino
Barbosa Cordeiro, idem ; n. 69. Jos Antonio ib
Magalhes Castro, 3 ; n. 70. Francisco Antonio
Cesario de Azevedo, 1; n. 74, Jeronymo Bandeira
de Mello, 2; o 75. Antonio Henrique de Almei-
da Jnior, 6, inclusive urna sabbalina ; n. 81, Re-
ginaldo Alves de Mello, 5 ; n. 82, Vctor Dioiz
Googalves, 1; n. 84, Dao Fortuna Pessoa, urna
sabbstiua ; n. 87, Antonio Salustiano de Abreu
Reg, 3 ; n, 89, Manoel Joaquim Francisco de
Moura, 6, inclusive urna sabbalina : n. 92, Joo
Domingos Ferreira Rebello, 1 ; n. 93, Camilto da
Cunha Figueiredo, 8, inclusive urna sabbalina ;
n. 96, Amaro Xavier de Moraes, 1 ; n. 97, Luiz
Manoel Meodes Velloso. 8 ; n. 98, Francisco Bar-
bosa Cordeiro, 1 ; n. 161, Antonio de Padua Hol-
landa Cavalcanti, 8, inclusive duas sabbatinas ;
n. 106, Jos Pacheco Pereira Jnior, 1.
2a cadeira.
Foram abonadas as faltas do n. 28 Graciliano
Ilermino Baptista dadas em maio, e de que se
fez mencao no edital ltimamente publicado ; e
quaoto ao mez de junho nao foram abonadas duas
fallas do o. 44 Joaquim Gomes da Cunha Bellro.
Na terceira cadeira nao houve abonamento de
fallas por nao ter comparecido o respectivo lente.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife 6
de julho de 1861. O secretario,
'________Jos Honorio Bezerra de Menezes.
DeciaraQesT
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMANO.
19a RECITA DA ASSIGNATURA.
Quarta-feira, 10 de Jalao de \ 861.
Subir scena pela primeira vez neste thealro
o excellenle e magnifico drama em 5 actos, ori-
ginal francez,
Faculdade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. director interino faeo
publico, que em congregajo de 3 do correle fo-
ram abonadas as faltas que deram os alumnos
desta faculdade no mez de junho com ss excep-
goes seguinles :
Pnmeiro anno: 2a cadeira.
N. 2, Lino Francisco da Silva Bastos, 3 fallas ;
n. 22, Joaquim Antonio da Silveira Jnior, 1; n.
28, Tbeodorilo Car'os de Faria Souto, idem ; n. 29,
Raymundo Valentiniano da Moraes Reg, idem ;
n-42, Joo da Cunha Pereira Bellro, idem ; n.
49, Antonio Lourenco de Carvalho Seira, 2 : n.
54, Joaquim Patriota Paes Brrelo. 1 ; n. 56, An-
tonio Venancio Cavalcanti de Albuquerque 2; n.
57, Jos Joaquim Ribeiro de Campos, 1; u. 59,
Antonio da Silva Antunes. idem ; n. 64. Joo Ca-
valcanti Lamenha Lins, idem ; n. 65. Manoel
Vieira Brrelo de Alencar, idem ; o. 66. Miguel
Augusto do Nascimeoto Feitoza, 2; n. 71, Joa-
quim Ignacio de Miranda, 1 ; n. 74, Joo Capis-
trano de Almeida, idem ; n. 93, Joaquim Velloso
da Silveira, 4 ; o. 95. Antonio Raymundo Tava-
res Belfort, 1 ; n. 98, Seaoatris Silvio de Moraes
Sarment, idem ; n. 100. Manoel Fernandes de
Araujo Jorge, 4 ; n. 104, Kermes Plinio de Borba
Cavalcanti, I ; o. 107, Jos Tbomaz de Freitas J-
nior, idem ; n. 108, Joi Pedreira Franca Jnior,
5; n. 109. Manoel Paulino Cesar Loureiro. 1 ; n.
113, Sabino Aolunes de Oliveira, 2; n. 117, Ig-
nacio Vieira de Mello Filho, 6; n. 119, Antonio
Das de Pina Jnior, 4 ; n. 120, Espesidio Za-
miro de Souza Lopes, 3 ; n. 123, Miguel Peixoto
de Vasconcelos, 1; n. 124, Joo Baptista de Sou-
za Rangel, idem ; n. 126, Manoel de Andrade
Marlins Vallasques, 3 ; n. 127, Caodido Joseph
de Mello e Silva, 2.
Ouviotes.
N. 1, Jos Pardeos Rodrigues Selxas, 2faltas;
n. 2, Agostinho de Carvalho Dias Jnior, 1 ; n. 3,
Jos Manoel de Barros Wanderley Jnior, 2; n.
5, Joaquim Guedes Correa Gondim, perdeu o an-
no ; d. 7, Samuel Felippe de Souza choa, 1; n.
9, Ignacio Pires de Cirvalho Albuquerque J-
nior, idea, ; n. 11, Francisco Rodrigues Soares,
idem ; n. 13, Jos Alvares Pinto de Almeida, 2 ;
D# 'i' JoSo AolPho Ribeiro da Silva, idem ; n.
17, Goncalo Vieira de Mello Prado, idem ; n. 20.
Antonio Josd de Carvalho, i.
Segundo anno. 1* cadeira.
N. 13, Antonio Joaquim de Pasaos. 1 falta: n.
81. Tobas de Souza Lime, 16 ; n. 5, Poropilio
Csralcanti de Mello. 1 ; n. 57, Francisco Rodri-
gues Senas, 4: n. 61, Joio Pedreira de Cerquei-
ro, 7; d. 5, Bomvindo Piulo Lobo, 1 ; n. 70,
Joo Pereira da Silva Leite, idem; n. 77, Miguel
dos Anjoa Barros, idem ; n. 88, Jos Frsncisco
de Barros Reg Jnior, 8; n. 8, Goncalo de,
Agu Te lea de Menezes, 1 ; n. 92, Altero Fra-
goso de Albuquerque, 5. I
Directora geral da instruc-
co r-ublica.
Fago saber a quem convier, de ordem do Illm.
Sr. Dr. director geral, que se acham vagas as ca-
deiras de instruccao elementar do 1. grao do se-
xo masculino de Una, S. Vicente, Buique, Santa
Mana da Boa-Vista e Ouricury ; pelo que sao as
mesmas cadeiras poslas coocurso, marcando-se
o prazo de 30 dias, a cootar da data deste, para a
nscripcao e processo de habililaco dos opposi-
tores, na forma das instiuccoes de 11 de juoho
de 1859.
Secretaria de instruego publica de Pernambu-
co 6 de julho de 18610 secretario interiuo,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Directora geral da instruccao
publica.
Fago saber a quem convier, de ordem do Illm.
Sr. Dr. director geral. que se acham vagas as ca-
deiras de instruccao elementar do 1. grao do se-
xo femenino de S. Fr. Pedro Goncalves do Reci-
fe, de Santo Antooio do Recife. Iguarass. Seri-
nhem, villa de Garanhuns e Caruar; pelo qne
sao as mesmas cadeiras postas concurso, mar-
cando-se o prazo de 30 dias, a contar da dala
deste, para a inscripeo e processo de babilitaco
das oppositoras. oa forma das instruccoes de 11
de junho de 1859.
Secretaria da instruego publica de Pernambu-
co 6 de julho de 1861.O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Santa casa de misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife manda fazer publico que
nao se tendo effectuado hoje a arrematado das
rendasda ilha do Nogueira, fra transferida sob
condires mais favoraveis para o dia 11 do cor-
rente, pelas 4 horas da larde, na sala de suas
sessoes.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 4 de julho de 1861.O escrivao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
A Illma. junta administrativa da santa casa
de misencordis do Recife manda fazer publico
que no dia 11 do corrente, polas 4 horas da lar-
de, na sala de suas sessoes, ir praca o forne-
cimento de pao e bolacha, que houverem de con-
sumir os estabelecimenlos de caridade do dia da
arreraataco a 31 de dezembro do corrente anno.
Os pretendentes dirijam suas propostas em carta
fechada no dia e horas sprazados.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife 5 de julho de 1861.O escrivao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Santa casa da misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife manda fazer publico aos
senhores irmos instaladores que aioda nao pa-
gara* as respectivas joias, e que nao o fizerem
da dala deste a 30 dias, que serio eliminados de
conformidade com o officio da presidencia.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 5 de julho de 1861.O escrivao.
F. A. Csvalcanti Cousseiro:
Acha-se nesta subdelegada duas colberes
de prata para sopa, as quaes foram encontradas
na occasio de urna busca dada em urna casa por
objectos furtados : a quem as mesmas pertence-
rem, dirija-se a esta subdelegada, que dando os
signaes, ihe sero entregues.
Subdelegada da freguezia do Poco 1.a de julho
de 1861.Jos Goncalves Porciuoculs.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico a vaga
do officio de correlor geral desta praca, hivida
por fallecimento de Prudencio Marques de A-
morim.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 5 de julho de 1861.
Julio GuimaresOfficial-maior.
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife, manda fazer publico que
nao se tendo effectuado hoje a arremalaco das
rendas da ilba do Nogueira, ir novamente < pra-
;a no dia 4 do prximo futuro mez de julho. Os
pretndenos devem orgaoisar suas proposlas e
remelte-las a esta secretaria em carta fechada,
oo dia cima mencionado, as 4 horss da tarde.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 27 de junho da 1861.
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Escrivao.
PECCADORA.
DENOMINACO DOS ACTOS.
1 actoA testa em S. Cloud.
2* actoA casa do artista.
3a actoO baile Muzard.
4 actoO filho em Vicennes.
5 actoO duello.
PERSONAGENS.
Andr Estoves, gravador...... Germano.
Polydoro Ardou................ Nuoes.
Francisco Teveoot, tenente de
cagadores d"frica..........
Osear Turlubey................
Badichoo, proprietario ........
Thomaz Brouze, rico Austra-
liano........................
Pedro, jovsn campooez........
Um creado do hotel.............
Um commissario de policio....
Maria, a Peccadora............
Bianca..........................
Maneta ........................
Nathalia........................
Esperan ga......................
Genoveva.......................
Homens e senhoras, mascarados, ele.
poca actuadade.
O primeiro acto passa-se em um jardim de S.
Cloud, O segundo em casa de Andr. O tercei-
ro nos saldes do hotel Armond, baile mascarado.
O quarto e quinto ea Vincennes.
Terminar o espectculo com a graciosa co-
media em nm acto,
Os Irmos das Almas.
Comccar s 7 'i horas.
Valle.
Vicente.
Campos.

Raymundo.
Teixeira.
Santa Rosa.
Leite.
D. Maooela.
D. Carmela.
D. Jesuina.
D. Anna Chaves
D. Julia Gobert:
D. Leopoldina.
THEA.TRO
DE
Em consequencia da orcheslra ter tocado no
theatro de Santa Isabel, Qca transferido para ter-
ca-feira 9 do correte o espectculo a beneficio
do rei de fogo, annunciado para o dia 7, o qual
ser imprelerivelmenle.
O resto dos bilheles acham-se venda na ra
Nova, casa do Sr. Thom Lopes de Senna, ra do
Crespo, loja do Sr. Falque, e oo iheatro.
Avisos martimos.
Ja-
Para o Rio de
neiro
A veleira barca nacional 7rt seguir com bre-
vidade. Para alguma carga miuda, trata-se
com Antunes Guimares & C, no forte do Mat-
tos, trapiche do baro do Livramento n. 15, e
para escravos, com os consignatarios Aranaga
Hijo 4 C trapiche Novo n. 6.
Aracaty.
Para este porto seguir brevemente o hiato na-
cional Santa Anoa|: para o restante da carga e
passageiros trata-se com Gurgel & Irmos, na
rna da Cadeia do Recife, primeiro andar, n. 28.
Acarac
Segu com brevidade o cter Emma ; para
carga e passageiros, trata-se com Moreira & Fer-
reira, ra da Madre de Dos n. 4.
Maranhao e Para.
O hiate nacional Rosa esperado nestes dias,
seguir com brevidade para os portos indicados,
por j ler parte do carregamento engajado : para
o resto e passageiros trata-se cora o consignata-
rio J. B. da Fonseca Jnior, ra do Vicario nu-
mero 23.
Bbhia.
Segu a sumaca Hortencia, capito Belchior
Maciel Araujo para o resto da carga que Ihe
falta e passageiros, trata-se com Azevedo & Men-
des, ra da Cruz n. 1.
Baha.
A escuna nacional Carlota, capito Luciano Al-
ves da Concedi, sshe para a Bahia em poucos
dias ; para alguma carga que aioda pode receber,
irata-se com Francisco L. O. Azevedo, na ra da
Madre de Deus n. 12.
O patacho nacional Barros i, de superior mar-
cha, segu com brevidade para o Rio de Janei-
ro, recebe carga a frete : trata-se
Amorim & Filho, ra da Cruz n. 45
capito a bordo.
com viuva
ou com o
Rio de Janeiro
segu com toda a brevidade a barca Malhilde
por ter metade do seu carregamento engajado :
para o restante, trata-se com Manoel Alves Guer-
ra, na ra do Traptche n. 14, ou com o capitn
Jos Ferreira Pinto.
Para Lisboa e Porto,
aahirA com brevidade a barca portugueza For-
mosa, de primeira marcha : para o restante da
carga e passageiros. para os quaes tem excellen-
les commodos. treta-se com Maooel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio, ou com o capito a bordo.
Aviso martimo.
Thomaz Golden, capillo da barca americana
Lagrange, arribada a este porto por forca maicr
precisa cerca de 35:00Og sobre risco martimo,
para satisfazer asdespezasnecessariasdo dito na-
vio : os pretendentes mandarlo as suas propos-
las em carta fechada ao consulado americano ns>
ra do Trapiche n. 8.
COMPAJBIA PEKUNBUGAIU
DI
Navegado cosleira a vapor
Prahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu'. Aracaty, Ceavra'.
O vapor Iguarass, commandanle Moreira,
sahir para os portos do nprte al o Cear no
dia 22 do corrente s 4 horas da tarde. Recebo
carga at o dia 20 ao meio dia. Encommebda
passageiros e dinheiro a frote at o dia da sabida
1 bora: escriptorio no Forte do Matloi n. J.


DIARIO
DI PERNAMCO. SEGUNDA FEIAA 8 DI JULHO DI 1861.
Leudes.
LEILAO
PARA ACABAR
DE
llojadelouca,
Na ra as Cruzes n. 41.
COM LUNCH.
(Sem reserva de preco.)
Quarta-feira 10 do hrrente.
O dono deste eatabelecimento desejando aca-
bar com sua loja de louga da ra das Cruzes o,
41, fari leilo no dia cima as 11 horasem ponto,
por intervengo do gente Costa Carvalho, de un
completo sortimento de loucale vidros de todas as
qualidades como sejam apparelhos para cha c
para jaotar, candelabros, lanternas, serpentinas,
jajrosde todas as qualidades, cestas hamburgtie-
zas, louga ordinaria ; o mesmo agente convida a
todos os chefes de familias a comparecerem pois
nem sempre apparece destas occasides e a seus
numerosos freguezes a que quer ter a honra
de offerjcer-lhe um copojie aerveja, em lotes a
Tontade dos compradores.
Tainbem
vender varios movis.
la da Cruz numero 15.
Continuaco do leilo
DE
MOVIS.
Para acabar.
Terga-feira 9 do corrente.
Autunes continuar a Tender sem reserva de
prego algum em lotes a vontade do comprador
urna porjao de moveiscomosejam cadeiras ham-
burguezas, com modas, camas, mesas, toiletes,
lavatorios, sofs, secretarias, mesas elsticas etc.
tudo ao correr do martello, no dia e lugar cima
designado as 11 horas em ponto,
S NO PROGRESSO
r
DE
Mil (F
LargodaPenha
ARMAZEM PROGRESSISTA
Ra do Imperador n. 15,
Urna offieina de
marcineiro.
Quarta-feira 10 do corrente.
Antones vender em leilo a offieina de mar-
cineiro sita naquelle lugar com posta de dife-
rentes bancos com ferrameota completa, ama
porgo de foleado de Jacaranda, diversos moldes
e urna grande porglo de madeira entalhada, qua
ludo ser vendido sam reserva de prego, em lo-
tes a vonlade do comprador, as 11 horas em
poito.
As* i m como
urna escrava de 30 ancos de idade.
LEILAO
DE
Um carro inglez, movis
e escravos.
' Antunes far leilo de um rico carro inglez de
4 rodas piutado e forrado de novo, com arreios
para dous cavallos, eicellentes molas muilo forte.
Bem como
differeates movisqne sero entregues por todo
prego obti io para acabar, e bons escravos que
se venderlo na mesma occasio, cujo leilo ter
lugar quinta-feira 15 do correte s 11 horas em
ponto na ra do Imperador n. 73.
LEILAO
DE
Trastes, cabriolet e cavado
AS 10 HORAS EM PONTO DO DIA
Quinta-feira 11 do corrente.
O agente Pinto autorisado por um esliangeiro
que retirou-ae para Europa, far leilo sem re-
serva de prego dos objectos seguiotes : urna ex-
cellente mobilia de mogoo, guarda roupa, lava-
torio, espelho, mesa elstica, guarda loaca, mar-
quezas, camas, carteiras para escriptorio, urna
burra, prensa para copiar cartas, louca e vidros
pertenceotes a casa de um rapaz solteiro e mu-
tos outros objectos que esta rao vista dos com-
pradores, no dia e hora cima mencionado no
armazemda ra do Imperador o. 39.
Nesta mesma oecasio ezpor a venda um ca-
briolet francez de 2 rodas com coberta, apenas
com 2 mezes de servico, um grande e bonito ca-
vallo e um carro de 4 rodas em uso.
LEILO
O agente Hvppolito da Silva vende-
ra' na porta doarmazem do Sr. Annes,
na porta da alandega sem reerva de
preco algum 100 caixas com massas
perfectamente novas : terca-feira 9 do
corrente as 11 horas em ponto.
Avisos diversos.
Carvalho, Noguei:
ra < C,
saccam sobre Portugal e Ilha
de S. Miguel: na ra do Viga-
rio n 9, primeiro andar, es-
criptorio.
Quarta-teira i o do corrente te-
r' lugar a celebracao de urna
missa e um memento as 8 horas
da manhaa na ordem terceira de
S. Francisco, por alma de Pru-
dencio Marques de Amorim, as
pessoa s que toram amigas do fal-
lecido sao convidados a assistir a
esse pi acto pelo que Ihes serSo
muito gratos D. Mara Francisca
Marques de Amorim e Antonio
Marques de Amorim.
Precisa-se de urna criada que sai-
ba cosinhar para casa de pouca fami-
lia : a fallar na ra das Cruzes n. 12,
segundo andar.
I. 8. Gompertz e sua mulher seguem para o
Rio de Janeiro,
SOOrs. s no progresso
rs. cada urna, s
afamado Abren, de outros amitos fabricantes a*
em caixas de orna ar-
Neste muito acreditado armazem de molhados
continua a vendet-se os melhores gneros que ha no mercado, tanto em porco como a retalho, e
por muito menos preco de qe em outra qualquer parte, porserem vlndos a maior parte dellesem
direitura, porcontado proprietario, por isso em vista dos procos dos gneros abaixo [mencionados
poderao julgar todos os mais, aflancando-lhe a boa qualidade.
"^R lm* perteitamente tlot. m r, a libra>, b_
ni a 700 rs.
Manteiga f ra nceza. milhor que ha no metcad0 ,710 .. Ubra#
Cua os me Aiores que ua no mercado Tende..e... aualidi(,aa aunad
2* ditta a 28500, 3 ditta a 29000, e prcto a 1$600 a libra. P*"li 3*0,
" V nam^ugOS ebegados neste ultimo vapor da Europa 2*800 rs. ditos che-
gados no vapor passado a lfl800 e 1*600 n. ^^
" e.* P**w* os melhores que Um vindo a este mercado por sercm muito frescaei a
640 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
YmeiuYnas eonteiladas proprias pata sor les de S.
1 a 19000 rs. a libra em porco se far algum batimento.
Botto francez a 500 r. 0 cartao elegantemente enfeitados, muito proprios
para menino, s no Progresso. r
Doce da casca de goiaba. 0 calxa0t eB porcio
Hoce de Wpercne em lallaa de 2 librag muil0 enfeiladM t moo
no progresso.
Nlarmetada imperial d0
Lisboa a 800 rs. a libra.
VltttlXas VraBCCias em 1H8C0S C(jm 4 libra8 33000 cada um, s o frasco val la
dtttas portuguezas a 480 rs. a libra.
Lati^nem b0laeM^*8 ** **** contando differente. calidad... a
1*400. assim como tem lattas de 8 libras por 3S000, dittas com 4 libras por 2000 rs. s no
Progresso. ~
Ita^a ae tOBiate 6m latas de i Ufo, por 900 rs. e em Utas de 2I.libraspor 1*600 rs.
Cnoeoiate
- "w o mais supenor que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
Bolacninha ingleza mult0 nova a30001 b-rric.t8 no Progresso.
Conservas trancews e inglezas rec.ntement* chegd.s. soo. o m*
co em porcaose faz abilimento.
Passas em caixinlias de 8 libras as melhore8 qu# tem viDdoae8U
mercado por serem muito grandes a 2J800 rs. cada urna.
^spermacete snperior 8tm aTarla. 700 r9.a libra, em'caixa Mfw algum
abalimemlo.
Wetria, macarrao e talnarim 400 r, m..
roba per 8J.
i^r\ iiias iraeezas em UUa8 de j 1bra a 64018t a6 no Progres0t
Latas com peixe de posta da8 melhorea qualidade8 que na em Port eouo
sejam savel, congro, aarda, peixe espada, vezugo, etc. etc. a 1400 rs. cada urna.
Wtonas mnito novas. ls200 r? 0 barriI| em garrafa, m ^
Palitos de dent libados em molh08 com ^ ma6nh0i por S00rf
T raqnes deste anno a 180 r8> a carta e em caixa com 40 cartaa 6soors., s
no Progresso. r ^^ '
er ej A das ma8 acre(jlada8 marCB8 5^000 a duzia 1 retalho a 500 rs. a garrafa.
mpanne muit0 8uperor a 3^000 rs. a garrafa, em gigo por 18000 rs.
iB^! en8arrand0S da8 SegUintes qualidades, Porto. Feituria, dilto Bordeaux.
duto Muscatel, a^lja garrafa ; tambem tem vinho^heres para 2J000 rs. a garrafa.
IIOS Cm pipa(em t<,mp08isi0 porlo> Fgueir,Lisboa, a 640 rs. em caada a4500.
Presnnto de nambre inglez muUo nOT08 l800nil libra.
Preznnto de Lamego 0 que ha de bom ne8le genero a m I8; m pors-a 1400 r8#
L^nonri^as e patos a 560 ra# albr8i em barril com 6dU2i de pai08 por iosm
X oneinno de Lisboa 0 mai8 n0T0 que ht no mercad0, m .. libra
Bamba de porco rennada, mai8alTaq(ie pode blTer a480 .. llbra em
barril a 440 rs.
\mcndoas de casca mole. 480 rg. a libra, ei pors5o 8e far algum abali.
ment, s no Progresso do pateo da Penba n. 8.
..^n A ,ds8en"os annunciados encontrar o respeitavel publico um grande sortimento de
udo quaolo bom e barato.
Industria americana.
N. O Bieber A C, successores,
ra da Cruz n. 4.
participara ao publico que oovamente receberam
urna grande collecco de artigos da industria
norte-americana, como sejam :
MACHINAS
pars cortar capim, para descarogar milho, para
moer milho e caf, para fazer farinba de milho
em finura igual a do trigo, para fazer bolachinha
de todas as qualidades eoi grandes porces, para
lavar roupa em 10 minutos, e para regar hortas,
jardim e baixos de capim, e decozer soceos, cou-
ro, etc.. etc.
INSTRUMENTOS PARA AGRICULTURA.
Arados, cultivadores para limpar a trra, fac-
ces proprias e expressamenle feitos para cortar
canoa, machados, machetes, enchadas, ps, as-
sim como urna immensidade de ferragens finas,
bombas, carros de mo.
CARROS
elegantes eleves psra-douas o quatro pessoas,
com arreios para um e dous cadallos ; neste ge-
nero poasuem igualmente desenhos de todos as
modelos e gastos, com os precos marcados e acei-
tara encommendas delles.
PARA USO DOMESTICO. *
Obras de metaes principe prateado, em vista
igual prata, e que nao perdem a cor, sendo :
apparelhos para cha e caf, galheteiros, porta-li-
cores, bandejas, cestas para fructas, apparelhos
para fazer cha, ditos para coziuhar ovos, etc..
etc., etc.
Colheres do mesmo metal, faccas finas cabo de
rasrfim, garfos, machinas para torrar caf.
Urna immensidade de obras de folha de Flao-
dres envernisadas para toilete, ditas de madeira
necessarias para cozinha, taboas para lavar rou-
pa sem estraga-la, ferros econmicos para en-
gommar roupa. Costureiras, coodessas e balaios
para guardar roupa, urna infinidade de objectos
de phaulasia proprios para gabinete de senhoras.
Caixas com ferrameota fioa. Brimiuedo, car-
rinhos para meninos. Chfala para dar appa-
rencia nova a mobilias.
36, na das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DARTE ALMEIDA & SLVA
de
Exposicao
candieiros.
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos.
Nests exposicao de candieiros se encontrar
todo o sortimento de diversos tamanbos proprios
para ricas salas, ditos para salas interiores, ditos
para sala de jantar para quartos, para cosinha,
para escadas, para corredores, para engenho, pa-
ra caaas de campo e outras muilas qualidades
que com a vista devero agradar; assim como
todo e qualquer preparo para os ditos candieiros
te encontrar sempre a venda nesta exposicao de
candieiros ns ra Nova n. 20, loja do Vanos.
Dr. Debroy, dentista, successor do Sr. Pau-
lo Gaignour, avisa so respeitavel publico quo che-
gar cm Pernambuco no mez de abril ou at
jufcf.
Os abaixos assignados
membros da commisso en-
carregada de promover a co-
branza judicial das lettras
emittidas na circulagao pela
thesouraria prtfv i acial nos an-
uos decorridos de 1846 a 1848
de novo convidam aos Srs in
teressados a se reunirem no
dia 8 do corrente ao meio dia
no lugar e para o fim j indi-
cados, cumprindo-lhes o decla-
rar que o nao comparecimen-
to de interessados que repre-
sentem pelo menos dous ter-
cos daquantia ajuizada, ha-
bilitar os que se acharem
presentes a deliberar o que
julgarem acertado em prol de
sua causa. Recife 1 de julho
de 1861. Manoel Joaquim
Ramos e Silva. Antonio de
Moraes Gomes Ferreira.
Adriano Xavier Pereira de
Brito.
Aluga-se o segundo an-
dar da casa n. 15 da ra do
Viga rio,; a tratar na ra do
Livramento n. 38.
Aluga-se um sitio no oito da igreja do Ro-
ssrinho com muitos arvoredos de fructo tudo da
melhor qualidade, com boa agua de beber, es-
tribara, cocheira, boa casa de pedra e cal e com
muitos commodos para familia : a tratar na ra
dos Coelbos n. I.
*
fj o medico ururgico Antonio Jos Fer- %
f reir Alvos, mudou a sua residencia para 0
#J a ruado Queimadon. 10, primeiro andar.
-*&*#
- Aluga-se urna boa escrava coti-
nheira: quem a pretender dirija-te a
travessa das Barreiras na Boa-Viita ca-
sr n. 2.
Escripluraco mercantil
por partidas simples ou dobradas, ou copiar
quaesquer papis ; no pateo de S Podro n. 19,
se dir quem ou na ra do Queimado, loja de
ferragens n. 30.
Aluga-se um bom armazem na ra da Cruz
n. 29, tendo sabida para a ra dos Tanoeiros, em
boa localidade para qualquer estabeleciatnto : a
tratar no pateo de S, Pedro n. 6.
seu .ni'.riJiXISiS qUe S "i"'/6 PrSresso' /az ,sc,enle a08su8 freguezes que tendo separado a sociedade que tin/ta cora
TiSAS^mXSS^'IS^wSS gMW>' "J****' aS80Cad0 Cora Sr. Joaquim Jos Gomes de Souza, eo Ir
Bg5??Ag?!.< P""T na Mzao de.Duart & "Z*0 de Duarte Almeida & Silva : "estes estabelecimentos ofierecem grande
SSJ !. P a -t D* l,,mpeZ* 6 **m0 Cm que M 8cham ffionla<105 como em commodidade de preco, pois que para isso resolveram
^X^^^^^J^T^Z drelUr8' a6mde ,efem -P-l*H0 sortimento, Ll L^^^Z*"?-
s6ZLZ!ZllTZ?XlTl d V? qUa T" ""' e? OU,ra 1ualauer Par,e. 9or isso desejaudo osPproprietaros acreditaL
Z 5?2E?i! de,,r"ogarant.rem toda e qualquer qualtdade de gneros vendidos em seus armazens, e assim i podar ver o publico
r^^lZiTr^ meSm K PeS808S P0UC P,lCaS' em qUa'qUer Um Pesies estabelecimentos quesera So tan serv Js coZ
seuessem pessoalraonte, na certeza de nunca acharem o contrario de nossos annuncios, e assim fundados as vai tains que olerecemos nedimoi l
tod.s os senhores da praca, nhores de engenho e lavradore que manden, ao menos suas encommendas a' prime a vCafim desmonto Ztos
demnt.nuarem, potsque para tsso_nao pouparo os propietarios forca, para bem servirem aquellaspessoa, \m !S!Zi!mnn^S!i^
genios CrtVemS ",gUmM ad'S5eS ^ n0SS8 PM?0B* Pr Dde TCr pUb,C qUe venJemos baraissimo.' TSntT^^^S^
MAKTEIGA INGLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e am barril a ''SO rs
MAiNTEIGA FRANCEZA a melhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs. em tarrife meios
^n^^Spp^:!!^ d0Lraercada d8'*700 000 e em porco ter abatimeto.
r HMJfl IU FIAMBRE inglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em porco a 800 rs *
tScSSSSS p0?T?5?? vind^s d0 Porto de "*parcular a 560" pr Iibfa e in,elro a 46rs-
CHORigOS em barril de 8 libras a 4*500 e era libra a 700 rs.
?2L?.SSAINHA ma,s novd qu* teino n0 mercado a 280 rs. a libra e 89000 rs. a arroba.
AMEIXAS FRANCEZAS em latas de 6 5 1|2 a 1 a libra e a 12C0 a retalho.
PASSAS em caixinhas de pito libras, as melhores do mercado a 2800 e a 500 rs. a lihra
ESPEBMACETE SUPERIOR sem avaria a 700 rs. e em caixa a 660 rs.
S2?STi18 FRAJNCEZAS ^GLEZAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs. e frasco.
ERVILHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. o fraEco:
VNHO S gKSITnoall.8.!8^ df.dVer8aS 1ua,idades a ais nva do mercado a 1450.
VINHO EM GARRAFAS, O^^B, m. t^ WMn0i Declar, Crcavolloi, Madeira secca eFeitoria de 19300 a 1*300 a garrafa e a
nS^cmvJffBtTZSH d6 S e 5p 60, ? 8a:rafa e de m a 4800 a "nada.
VnASWS LUM rBUfJI AS de todas as qualidades de Portugal de 1200 a 29000
tfiSfcS* E!SJS^S& lisjboa- a 80 "a ,a,a de'libra e a 1S00 de duas Iibras-
LATAS COM GELEIA DE MARMELLO a 1*300 com duas libns.
tMpSiSM..EIXE,.SAVEL ecutras muilas qualidades, o mais bem arranjado que tem vindo a 1JM00.
CAFE DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
SK? SSiiSvV^ ~5P *n*' Ia*se p,e de8ejar 3*100 Dor arroba e a lors-a 11>".
VIWUU bORDEATJX de boa qualtdade a 800 e 19 a garrafa ede 8*500 a 10*000 a duzia
?NH??VVS 6 0U,faS mUtaS marCaS de a m fl a re,ah0 Pin > 40 rs.
SERYFJAS n*5 iShoSSfiiSaSmS Sapdfl enfconlr" neile Benoro a 480 rs. a libra e 460 em barril.
ShKVLJ AS DAS MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia da branca.
VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
CAIXOES COM DOCE DA CASCA DA GOIABA a 19 e em porco a 900 rs.
^IJEnD0CE PRIFICADO a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
COGNAC a melhor qualidade que temos no mereado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUEIJOS PRATO os mais novos que ha no mercado a 650 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
Genebra DE HOLLANDA a 640 rs. o frasco e 69800 a frasqueira com 12 frascos.
PALITOS LIXADOS para denles a 200 e 160 rs. o ma$o com O macinhos.
PALITOS FLOR para denles, os mais bem feitos que ha no mercado a 280 rs. o maco.
PALITOS DO GAZ a 3*000 a greza e 280 a duzia de caixas.
AZEITONAS as mais novas e melhores que tem vindo ao mercado a 1*200 e barril.
ALPISTA o mais limpo que tem>indo ao mercado a 180 rs. a libra ea 59500 por arroba.
Alm dos gneros annunciados encontrara o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
Na ra da Imperatriz n. 33, primeiro andar
ha urna boa coslureira, que pretende arrumar-se
em casa de alguma modista, mediante urna gra-
tificado razoavel. A pessoa que se quizer utili-
sar dos seus servicos podera ir eotender-se com
ella na referida casa ou manda-la buscar para
entraren em ajuste.
Quem precisar de um caixeiro com pratica
do taberna, dirija-se ra Direita n. 74.
Manoel Jos Pereira retira-se para o Rio de
Janeiro
-- John Northall, subdito inglez, vai a Eu-
ropa.
Quem precisar de urna ama para casa de
hornera solteiro, para coziohar e engommar, o
que faz com perfeic&o, dirija-se a ra do Hospi-
cio n. 48.
Quarta-feira 10 do corrente mez, depois da
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda
vara, tem de aerem arrematados, por ser a ulti-
ma praca, urna parda de 28 annos, com as habi-
lidades e achaques constantes do escripto que se
acha ffh mo do porteiro, e urna cria,, filho da
mesma parda, de 3 annos de idade, por execucao
de Joaquim Antonio da Silveira contra Antonio
Goncalves da Silva.
Juizo dos feitos da fazenda.
Na quinta-feira 11 do corrente, pelas 10 horas
da manba, na sala das audiencias, perante o
Ulna. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda, se ven-
der* em praga a casa roei'agua, sita na ra da
Calcadas, avahada por 1:600$, pertencente a ir-
mandade do Senhor dos Marlyrios da igreja do
Rosario do bairro de Santo Antonio, por execu-
coque move a fazenda nacional contra a mesma
irmandade. Recife 6 de julho de 1861.O soli-
citador. F. X. P. de Brito.
Quem quizer vender urna taberna na fre.
guezia de Santa Rila ou immediaces de S. Jos,
dirija-se a rus do Sol o. 29, para se ver e tratar,
Na camboa do Carmo n. 8, na loja do so-
brado do Sr. Dr. Dornellas, conzinha-se e engom-
ma-se com toda a perfeico, eocarregando-se a
mesma pessoa de levar em suas moradas.
Os abaixo assignados fazem sciente ao res-
peitavel corpo do commercio desta praga, que
coroptaram ao Sr. Manoel Lea o de Castro a sua
padarla sita em Santo Amaro, e quem se julgar
com direito a mesma, queira apresenlar-se oo
prazoj de tres dias, a contar desta data, em Santo
Amato, na mesma padaria. Recife 8 de julho de
1861. Rernardo Luiz Ferreira LoureiroAnto-
nio I erreira de Lima.
A viso.
Qu em precisar de um caixeiro com toda a pra-
tica le taberna, responsabilisa-se a lomar conta
por I alanco, e d fiador a sua conducta, e na fal-
ta da taberna tambem faz cobranzas, tanto os
pracji como para o mato : quem precisar para um
ou o itro negocio, pode procurar na taberna do
Sr. i otonio do Reg Medeiros junto a fuodicao
de Sioto Amaro.
Aluga-se o sobrado n. 16, silo no largo do
Fara io, o qual tem commodos para grande fami-
lia a tratar na ra da Florentina n. 2.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e fazer lodo o servico de casa : na ra do Caldei-
rein taberna n 60.
Aviso.
c,
paral
line
100
Colsoul, engenheiro mechaoico se offerece
efisinr as mathemticas elementares,ritme
LOTERA.
Acbamse a venda os bilhetes e meios
bilhetes da terceira parte da nona lote-
ra a beneficio da matriz da Boa-Vista' tenceV:
Batatas.
desta ciclarle, na thesouraria das lote-
ras ra do Queimado n. 12 primeiro
andar, e as casas commissionadas na
praca da Independencia n. 22 loja do
Sr. Santos Vieha, ra Direita n. 3 bo-
tica do Sr. Cha gas e ra da Cadeia do
Recife n. 45 dos Srs. Poito & Irmao.
A extracelo sera' impreterivelmente
no dia sabbado 20 do corrente mez, no
lugar e as horas do cosame. As sortes
sero pagas a entrega das listas, na
mesma thesouraria das loteras. Abai-
xo vai publicado o novo plano appro-
vado pelo Exm Sr. presidente da pro-1
vincia para extraeco da mesma o qual!
e' muito mais agradavel por conter pro-
porcionnlmente maior quantidade de
premios.
PLANO.
3000 bilhetes a 5..............
Beneficio e sello de 20 por cento.
Vendm-se gigos de batatas a 800 rs. cada um :
na ra das Cruzes n. 41 A, armazem da porta
larga.
Vende-se a taberna da piaca da
Boa Vista n. 16 A, com todos os per-
a tratar com Motta Irmao na
travessa da Madre de Dos armazem n..
Objectos de ferro.
Camas de diversos fci-
lios para urna eduas pes-
soas simples e com cclxo
de mola, e com asser.to
de lona, lavatorios com-
pletos, bergos psra crian-
gas, mesas, sofs, cadei-
ras e entre estas urna de apurado gosto frrala
de estofo de seda, guarda comida de rame, lam-
pos para prato e outros muitos artigos de ierro
esUohados.
Cryslaes.
15O00SO0O
3:00^0000
Liquido.
12:000{?000
1 Premio de............
1 Dito de............
1 Ditode................
1 Dito de............
2 Ditos de 1003........
5 Ditos de 40........
10 Ditos de 20}........
21 Ditos de 109.........
968 Ditos de 5........
1000 Premiados.
2000 Brancos.
5:000
800$
400*
2009
200*
200*
200*
210*
4:790S
---------12.00OJO00
thic i, algebra, geometra e trigonometra recti- .
"'u Dirigirse na ra da Sanzalla Velhi n. I
1* andar.
-> Os abaixo assignados declaram ao respeita-
vel publico e com especialidade ao corpo do
commercio, que tem dissolvido amigavelmente
a sociedade que tinham na loja da ra da Cadeia
do Reciten. 41, quegyrava sob a firma de Gi-
los Si Kego, desde o dia 30 de junho prximo
ado, Ocando a cargo do socio GuimarSes a
liqu dacao do activo e passivo da extiocta firma.
Rec fe 6 de julho de 1861. Luiz Jos da Silva
Guimaraes.Juao Pereira Bego.
Os Srs. Joan Uypolito Meira Lima, Joaquim
Jos Coimbra da Andrade Jnnior, e Honorato Jo-
s de Oliveira Figueiredo aueiram apparecer na
typographia da ra da Praia n. 47, para o ulti-
mtum de certo negorio que S. S. nao ignoram.
t Compram-se escravos, senda mogos e sa-
dios : na ra da Imperatriz n. 12.
Compra-se um moleque de 10 a 18 auoos,
bem como urna escravioha de 14 annos, pouco
mais ou menos, sendo boas pecas paga-sebem :
na ra da Imperatriz n. 9, primeiro andar.
Na ra do Queimado, sobrado
amarello o. 31, loja de A.
Santos & Rolim,
vendem-se chales de merino finos com 14 quar-
tas bordadas de seda* ouroa 4|, ditos melhores
a 5#, ditos superiores a 6 e7|000,
3000 Bilhetes.
N. B. As sortes maiores de 400$ e&-
to sugeitas aos descontos das leis.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Progressivo
Progresista.
Vende-se nos armazens do largo do Carmo n.
9, e ra das Cruzes n. 36, manteiga ingleza flor
da safra velba a 800 e a 1*, da nova chegada l-
timamente em barrister abatimento, afnanca-se
sor manteiga que outro qualquer nao pode ven-
der por menos de 1*440, (nao servindo isto de
offensa aos nossos cullega.]
Para acabar.
Corles de casemira a 3* e 2*.
Cassas francezas de gosto e finas em pecas pe-
quenas, vara a 500 rs.
E urna infinidade de objectos d'ouro, porcela-
nas, vidros, perfumaras, miudezas, cortes de
colletes de velludo, gorgures, camisas, caigas,
palitos, etc., etc., tudo por prego em conta por s
receber directamente da Europa : na ra da Cruz
no Recite, armazem n. 14.
Vende-se urna earroca americana de meia
patente, sentada sobre mofas, coberta por cima
imilsudo cabriolet, propria para carregar farinba
ou outro qualquer genero com seguraoca, e um
bom cavallo arreiado proprio para o mesmo ser-
vigo : a pessoa que a pretender, dirija-se a es-
trada nova do Cachaog. na casa do Sr. Jos An-
tonio Villaseca, ou a taberna do Sr. Francisco
Antonio de Ceito, seu proprio dono, que far to-
do negocio.
Vende-se um lindoe grande sillona estra-
da do Monteiro, no qual est residindo o Exm.
Sr. Dr. Doria com urna excelleote casa de viven-
da, aenzala, cocheira e estribaria.muito boa agua,
immensas e variadas arvores fructferas, e duas
baixaa de capim : quem o preteoler, dirija-se ao
patej da Santa Cruz n. 24, segundo andar, para
tratar : afianca-se que o prego razoavel, pois
com o duplo nao n faz urna casa semeluaote.
Como sejam candelabros, lanter-
nas, serpentinas, lanternas com pen-
dentes brancos e coloridos, vasos
para cima de mesa etc.
MuzicaSo
Realejos de diversos lmannos com 30 pegas
proprios para por elle dansar-se e com Gguras
finas em movimento, caixas com 10 a 12 pecas,
como sejam quadrilhas. walsas etc., tolos estes"
objectos sao dos melhores fabricantes da Europa
e vende-se todos estes objectos por commodo
prego para fechar contas: na ra da Cru no Re-
cife armazem n. 14.
D. Marianna Gertrudes da Veiga, seus fi-
Ihos e filhas Francisco Fernandes Vianna,
Manoel Domingues da Silva, Amaro Sea-
res Uariz, Manoel da Silva AUes Ferreira,
D. Rila da Conceigo Hariz, Manoel Luiz
da Veiga, Domingos da Silva Ferreira, D.
Uaria Gerlrudes da Veiga, D. Anglica
Gertrudes da Veig, Manoel Joaquim Fer-
nandes de Azevedo, Joaqujm Fernandes de
Azevedo, Antonio Fernandes de Azevedo
pungidos do mais doloroso seotimento
agradecem a todos os amigos de sen sem-
pre chorado marido, pai, irmao, cunhado e
primo Miguel Archanjo Fernandes Vianna
que se dignaram assistir so enterro do
mesmo, aproveitamos a occasio para pe-
dir-lhes o novo favor de segunda feira 8
do corrente as 6 horas da manba assisti-
rem a missa resada e memento que ter
lugar na capella do cemilerio publico.
Condula Maria Monteiro de Paiva, seus
filhos Miguel Archanjo Monteiro de Paiva,
Rodolpho Emilio Monteiro de Paiva, Leo-
vigildo Samuel Monteiro de Paiva, Amelia
Antonia de Paiva Loyola, Hermina Julia
Monteiro de Paiva, seu genro Ignacio
Benlo de Loyola Jnior, convidam a todos
os amigos e pareles do Aado Joaquim
Jos de Paiva, a que lhes fagam a honra de
assistir as missas que se ho de rezar pela
sua alma, as 6 horas da manhaa do dia 8
do corrente na igreja do convenio do
Carmo.
O antigo mestre da lingos ingleza aioda
contina a dar hges particulares, pelo systema
de Olendor/f, actualmente adoptado em os pri-
meiros collegios dos principaes capitaes da Eu-
ro : a grande vantagem para o discpulo incon-
testavel, pois que, principia logo a fallar, eacre-
ver, e traduzir dita lingos.O annuncianle pode
ser procurado at ai 9 heras da manhaa na ra
da Gloria n. 83
I


(>
MARIO DI fERHAMBtO. SEGWflU fHRA 8 OT lULttft Dt 1M1.
Msicas e pianos. -
J. LAUMONNIER, na ra da Tmperatriz n. 23,
acaba de reccber pelo ultimo vapor da Europa
urna bella collecsio de msicas para plano e can-
to, dos melhores autores e muio escolhidas ;
igualmente se encontra era seu estabelecimento
ptimos pianos ; assim como faz todos os con-
certse afina os mesmos instrumeolos em pouco
tempo e por precos commodos.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para coziohar e comprar : na ra do Imperador
n. 37, segundo sodar, entrada direita.
jctwWipW croW'^BV WSw Iffv Ww aW #K% *
CONSULTORIO ESPECIAL
nOMEOPATHICO
DO
DR. CA.SANOYA,
30-Roa das Cruzes30
Nesteconsultoriolem sempre os mais
novos e acreditados medicamentospre-
parados em Paris (astinturas) porCs-
tellan e Weber.por precos razosveis.
Os elementos dehomeopalhir.o bra.re-
commendada intelligencia de qualquer
pessa.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITUftA.
A directora do Gabinete Porluguez de Leitura
tendo de lindar a sua gerencia administrativa,
pede aos senhores accionistas e subscriptores
que esli em debito para com o Gabinete, at 30
do mezde junho, o cumprimenlo do que dispe
o 2." do art. T3 e 1. do art. 14 dos estatutos,
seru o que nao poderao gozar das regalas e di-
reitos que lhes conferem os mesmos estatutos.
Secretaria do Gabinete Porluguez de Leitnra
aos 28 dejunho do 1861.
Antonio Baptista Noguera.
1 secretario.
^ Joao Correia de Carvalho, al- gj$
faiate, participa aos seus nume- ^
g$ rosos freguezese amigos que mu- A
@ dou a sua residencia da ra da jfi
fj Madre de D,jos n. 06 para a ra jg
g da Cadeia do Recie n. 58, pri-
^ metro andar, aonde o encontra-
fpt rao prompto para desempenhar
!i qualquer obra tendente a sua
&; arte.
Dentista de Paris
15RuaNova15
Fraderie Gautier, cirurgio dentista, fax
todas as operaces da sua arte e colloca
dentes artificias!, tudo#com a supariori-
dade a per/eiglo que as pessoaa entendi-
das lhe reconhecem.
Tan agua a pos dentifricios te.
Bkt MI MuaHHMMiMBaVM aaVBMI i
WW wm rotv WdJW Vlarl wo vm vnianfiiiiivi
Precisa-se de um forneiro que enleoda bem
de sua proflssao : na padaria da ra Direila nu-
mero 69.
Aranaga Hijo&C. sacam sobre o Rio dej-
is

mi
Attenco.
Precisa-se de 4 a 6:000g a premio prazo de
iJoze mezes, dndose por seguranza hypotheca
em um engenho rom safra e fabrica : a pessoa
que quizer fazer este negocio, annuncie para ser
procurado
Gurgel&Perdigo.
% Fazendas modernas. |
5^ Recebem e vendem constantemente su- |3j
a periorts vestidos de blonde com todos os *S>
3 prepares, ditos modernos de seda de cor 9
e pretos, ditos de phantasia, ditos de g
SJ c-.mbraia bordados, lindas lazinhas, B
*P ca.iibraidde molernos padrdes, seda de j?c
> quadrinlio9, grsdeoaples de cores e pre- II
| feites pan cabera, supericres botoes, Qt
t manguitos, pulceiras, lequas o extracto <$
de sndalo, modernos manteletes, tal- 9
mas compridas de novo feitio, visitas de 5S
y gorguriio, luvas de Jouvin a 2J500. SI
Muito barato. |
3f> Salas balao de lodos 03 tarnanhos a 48, fi
& chitas francezas finas claras e escuras a ||
280 rs. o covado, rolxas de Ia e seda pa-
racima a Gj can.isas para menino.
Roupa feita.
8 Paleto! de casemira de todas as cores
a IOS, ditos finos de alpaca a 6J, ditos
mp de brim j 'i?, chapeos pretos a 83 e inui- Jjj
j*;- las oulras fazendas tinto para senhoras
S como para homem por prec,ointeiramenle
J barato, do-se as amostras : na ra da M
<* Cadeia loja n. 23, confronte ao Boceo o
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DO DOCTOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os das uteis desd" as 10 hores
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias sypkiliticat, todas as especies de febres,
febres intermitientes esuai consequencias,
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Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias. in-
falliveis era seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
si veis.
N. B. Os medicamentos do T)r SiUno sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; lodos
que o forem frira della sao falsas.
Tudas as carteira* sao acompanhadas do um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguinies palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braseiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos qu-> se pe-
neiro.
gf o Dr. Joaquim da Silva Gusmo Q
& pode ser procurado para o exercicio de goj
P sua proflssao medica a qualquer hora do ^
V2? dia ou da noile, do largo do Carmo n. $W
c5 5, primeiro andar. &a
O Sr. Manocl Luiz Coelho queira
dirigr-$e a esta typographia que se lhe
precisa fallar.
Urna pessoa que tera de residir fora desta
capital vende um grande sillo com excallente ca-
sa de morada e com proporces para dalle se ti-
rar bom rendimenlo ; e para facilidade do com-
prador nao pora duvida em receber sua impor-
tancia em fazendas ou motilados: contrata-se na
ra da Cruz n. 25, segundo andar.
O Sr. Jos dos Santos VIoreira que
morou na ra do Rosario da Boa-Vista,
queira annunciar sua morada que e
lhe precisa fallar.
Desappareceu no dia 13 do correte, do si-
tio da S. Jos do Manguinho, o escravo crioulo,
maior de 50 anoos, de nome Joaquim, com os
signaos seguintcs : cabellos brancos, alto. <">ooo
docorpo, e usa alpargatas ; este 'u mi pro-
(M '-Ja n- o., Si. Hauuc jse l'ereira Pacheco, do
Aracaty, d'onde veio para aqui fugido : roga-se
a todas as autoridades policiaes o a quem quer
que o encontr, de o capturar e entrega-lo no
sitio cima citado, ou na ra do Trapiche o. 15
a Jos Teixeira Basto.
aval.os de trato e carros
de aluguel.
Na cocheira da ra do Imperador n. 12, com
entrada tambera pela travessa do Ouvidor, rece-
bem-se cavallos de trato a 1$ por dia a noite, e
bem tratados; assim como aluga-se carro por
metade do prego, porque se aluga em outra
qualquer parte, com asseio e promplido, como
se poder verificar, com (auto que seja a dinhei-
ro vista.
Aluga-se o primeiro audar da casa n. 18 da
ra da Ca leia do Recita ; a tratar na mesma loja
da dita casa.
Cae tauoAurellano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool, a negocio que lhe
dizrespeito
O abaixo assignado fai atienta aos kerdei-
ros de una pirte do engenho Pereira Gnoda da
viren receber do nearoo abaiio assigoadi a ar-
ta que lhe pertence 4a renda do incaico enge-
nho munidos dos seus competentes ttulos. En-
genho Pereir Grande, 1 de julho de 1861.-afor
meu pai Bento Severiano da Fonseca Pitia, Pe-
tronillo Pitta de Aroutrnerque.
Precsa-se da urna ama para o serv;o in-
lerno da ama casa da pones familia : no paleo
da matriz de Santo Antonia, sobrado n. 14.
Precisa-se de urna ama, preferindo-se e-
craya, para o serrico interno a externo da una
casa da pouca familia : a tratar na ra das Cn-
es n. S, segando andar.
Realejos.
Na ra da travessa da matriz de Santo Anto-
nio, sobrado de dona andares n. 14, concerta-n-
ae realejos do todas as qualidadei, tanto de la-
bos como de palhetas.
Guilherme Brenne, subdito prussiano, re*
lira-se para o Para.
Aluga-se urna casa com sitio, sendo a :asa
ora, junto a ponte pequea da Baixa-Yerde da
Capunga ; quem quizer, dirija-se a roa do Ran-
gel nj10.
Precisa-se em um engenho perto
desta cidade e da via terrea,de urna e-
nhora para ensinar a duas meninas
primeiras letras e msica e se souber
fiancez melhor sera' : na ra do Im-
rador n. 73, primeiro andar.
O abaixo assignado, tendo dissolvido ami-
gayeimente a sociedade que tiaha cam o Sr. Ge-
nuino Jos da Rosa, e que gyrava com a Arma
de Rosa Si Azovedo, na taberna ds da Prai*.
D. 4.1. previno > i""* inierossar posas, quo ro-
cebera lundos.que shi tinh* em diversas divi-
das activas, constantes de urna relagao assiguada
pelo seu ex-socio ; sendo que elle annunciante
trata de promover j a cobranza dessas dividas.
Estar em sua casa, na ra da Praia, a toda hora
do dia.Antonio de Azevedo Canario.
Atlen^o.
Roga-sc ao Sr. thesoureiro da irmandade da
Senhora Sanl'Anna, erecta na igreja da Santa
Cruz, que dirija-se a pra-a da Boj-Vista n. 9, a
negocio que lhe dii respeito.
Precisa-se de urna ama para o servico de
urna casa de pouca familia ; na praga do Corpo
Santo n. 17.
Aviso.
Os Srs. que sao devedores a masa fallida de
Ignacio Nery Ferreira da Silva Lopes, que teve
loja de miudezasera frente do largo do Livra-
mento, sao rogados a virem salisfazer seus d-
bitos desta data al ao Qm do correte mez na
ra da Imperatriz n. 82, e aquelles que assim o
no flzerera passado este prazo, sero chamados
por este jornal sem excepeo de pessoaa para
que nao hajs queixas se faz o presente aviso.
Recite 'i de julho de 1861.
Aviso.
As audiencias do juizo especial do
commercio terao lugar nos das de
quinta-feira de todas as semanas pelas
10 horas.Porordem do juiz : o escri-
uao Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
ment.
Precisa-se alugsr duas pretas para vender
na iin a tratar na ra da Senzala Vellu n. 36,
primeiro andar.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, me-
dico, mudou a sua residencia para a ra
Nova de Santa Rita n. 7, com frente pa-
ra a ribeira do peixe.
RTR'TG
alfinetes de ouro e brilhantes.
Na ofBcina photographica da ra do Cabug o.
18, entrada pelo pateo da matriz, existem lindos
alnetes rom brilhantes e ao gosto de Luiz XV,
para a collocacao de retratos ; ha lambem urna
variada collecgao de alnetes de ouro com, e
sem pedras. O preco dos alfinetes com os re-
tratos variam de 16-3 a *2O0g. Ni mesma casa
vendem-se bellos espelhos com moldurasdoura-
das para ornar salas de luxo e tratamenlo ; bor-
las de seda para cortinados de jaoellas a don
quadros, assim como cordes para o mesmo fim.
Vende-se lulo a presos razoaveis e moderados.
Est contratada por venda a armario e g-
neros da taberna sita na ra da Imperatriz o. 50,
de Carlos Augusto Brilo de Oliveira
de, As carteiras q^e nao levaren, esse impresso ZSS^SfS "com d^eo Vumi oTolra
assim marcado, embora tenbam na lampa o no- ~! ."'.*. Jl A-... ._.- a'.. "." ". _. ,ra
me do Dr. Sabino sao falsos.
O cartorio da fazenda provincial
foi transiendo para a ra estreita do
Rosario n 17, primeiro andar.
Arrenda-sc um sitio no Arraial, que faz
quioa para a estrada do Monleiro, com casa de
vivenda, muilos arroredos de fructo, e um pOgo
de agu de b-;ber; quem pretender, dirija-se a
ra do Queimado o. 33, loja.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e crigommar, para casa de pouca familia, e que
tenha boa conducta": na'rua do Hospicio n. 4.
Arrenda-se o silg? que f?i da finada D. Ar-
enal ja i jG'qui.o qual lem boa otaria, grande
porco de coqueiros, 2 vireirosde peixe e muito
terreno para plantadlo e sola de vacess : con-
trata-se no mesmo ou na ra da Imperatriz n.
47, terceiro andar, das 9 do dia as 3 da tarde.
Foi encontrada urna canoa que ia perdida,
a qual lem capacidade para couduzir pouco mais
de um milheiro de lijlos : quem liver alguma
neslas circumstancias, pode apparecer na ra
Imperial, sobrado n. 87, que dando os signaea
della, se lhe entregar, pogandi as despezas que
se tem fcito com o aonuncio.
- Grande pechincka.
A 220, 240 e 260 rs"
Chitas francezas de muito bonitos padrdea e
muito nana pannos, pelo baratissimo prego de
220, HO e 260 rs. o covado ; na roa do Quiro'a-
do n. 12, na loja da boa T.
*- Gangis francezas muito finas com padrea
oscuros a 480 rs. o corado : na roa do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Nova pechiocha.
Chitas largas francezas, covado a-20Oe2(O
ra.,tiaeadoa frfcncazes, cavado 180re., carteado
mesmo a 2,000 rs.: na ra da Queimado n. 44.
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja ra e apreciavel agua ambreada, de urr aroma ex-
celentemente agradavel. Ella serve acertada-
mente para se deitar algumas gotas n'agua pura
com que se banha o rosto, resultando disso que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
lidada das senhoras ; assim como para se deilar
n'agua de banho, que o torna mui deleitavel, re-
sultando ateta de refrescar o tirar ou fazer desap-
parecer esse hlito dessgradavel que quasi sem-
pre se tem pelo transpirar. Tambera tem a pre-
ciusidadede acalmar o ardor que deixa a navalha
quando se faz a barba, urna vez que a agua com
que se lave o rosto tenha della composico. Cos-
ta o frasco 19. e quem aprecia o bom nao deixar
cerlamente de comprar dessa estimavel agua am-
breada, isto na loja d'aguia branca, na ra do
Queimado n. 16. nica parte onde se achara.
Compras.
Compram-se
escravos de ambos os sexos parase exportar para
fora da provincia : na ra Direita a. 66.
Compra -se urna casa tarrea ao pateo do
Hospital ou ra das Cruzes; a tratar ns raa lar-
ga do Rasado n. 20.
Compram-se 2 ou 3 bahs meio usados ; na
ra da Imperatriz, loja n. 10, se dir quem quer
este negocio.
Compram-se moedas de auro de 203: aa
ra No n. 3, loja. _________
ORecommendaco aos Srs.*
de engenho
FannO azul (le ouiscior qua- ^
lucuor a\
lidade para roupa de escravos a
900e 15.
Yendas.
Na raa do Imperadora. 47 tem um comple-
to sortimento de ricas molduras fiugindo Jacaran-
da para vender por prego muilo barato.
Ruada Senzala JNoya n.42
Vende-se am casada S. P. Jonhston &C.
sellinse silbos nglezes, candaeiros a castigas
bromeados,lonas nglezes, fio davala, chicla
para carros, enlomara, irreios par carro da
um a dous cvalos ralogios da ouro patenta
nglet. ~~
Grande exposi^o
DE
balaios finos.
No deposito da ra estreita do Rosario if 11 e
juntamente no salao para familias est vista de
todos que quizerem honrar este estabelecimento
tanto para o sorvete como para escolherem entre
a grande qaaolidade de balaios muito finos da
Italia, como sejam para costura, para compras,
para meninas, para roupa engommada, e para
se darem com mimos,assim como carrinhos para
meninos, e catangas de todas as qaalidades. co-
mo seja jongalamaste e muitos outros objectos
proprios para familias.
Putea da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vendar a var-
dadeira potassa da Russia, nova a de superior
qualidade, assim como tambero cal virgem em
pedra ; tudo por precoa mais baratos do que em
outra qualquer parle.

Attenco.
Fazendas baratas por todo
o preco para acabar: na ra
do Livramelo n. 38; assim
uomo se vende a rica armayo
dessa loja.
msA
DA
VICTORIA,
NA
/?ua do Queimado n. 75,
Junto a loja de cera.
Nesta loja ven lem-se as seguinies miudezas e
outras multas por precos baratos, sopara quem
comprar victoria sempre contar :
Carles de clcheles francezes muito bons a A0
rs. o carto, e duzia a 400 rs.
Aguihas francezas muito boas e verdadeirs a 120
rs. a caixa com 4 papis, e avulso a 40 rs. o
papel.
Agulheilas para enfiar vestido a 40 rs. urna.
Linhas victoria em carretel com 200 jardas a 60
rs. em, e duzia a 640.
Ditas de 200 jardas de Alexaodcr a 900 rs. a
duzia.
Ditas de Pedro V em carto, branca e de cores a
60 rs. um carto.
Ditas de melada de peso rerdadeiras a 240 rs a
meiada.
Papis com cento e tantos alQneles francezes a
40 rs. e papel.
Alfinetes de cabera chala grossos e finos a 120
rs. a carta.
Cordao imperial para vestido a 40 rs. a pe;a.
Caivetes finos de duas folhas para pennas a 200
rs. um, e duzia a 2$
Lia de todas as cores para bordar a 6$500 a libra.
Peotes muito bons de baleia para alisar a 220,
240. 280 e 320.
Ditos transparentes lambem bons a 360 e 400 rs.
Enfiadorf s de algodao a 60 rs. cada um.
Metas cruas brancas e de cores para homem a
160, 200, 240. 280 o par.
Ditis brancas muito fioss para senhora a 240, 280,
320 o par.
Espelhos dourados para parede redondos e qua-
drados a 35500 cada um.
Talheres para crianzas
Veodem-se talheres pequeos proprios para
crianzas a 320 cada um : na ra do Queimado,
loja d'aguia branca o. 16.
Aloja dabandeira
Nova loja de funileiro daj
ra da Cruz do Recie
numero 37.
Uanoel Jos di Fonseca participa a
todos os seus freguezes lano da praga
como do mato, e juntamente o respeila-
vel publico, que tomou a deliberadlo de
baixaro prego de tolas assuas obras, por S
cujo motivo tem para vender um grande i|
sortimento de bahs e bacas, tudo da V
diferentes tamanhos o de diversas cores
am pinturas, e jontameute um grande '
sortimento de diversas obras, conlendo |
banheiros e gamelas grandes e pequeas, 5
machinas para caf e camas de vento, o If
que permite vender mais barato possivel, 5
como seja bahs grandes a 49 e peque- |f
nos a 600 rs., bacas grandes a 5J) e pe-
quenas a 800 rs., cocos a 1-5 a duzia. Re- 9
cebe-se um official da mesma officini ata
para trabalbar.
Relogios.
Vande-se emeasa de Johnslon Pater & C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambero
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesaos.
Attenco.
n m.
Ra doAmorim.
Vendem-se saccas com milho muitonoro, pelo
barato prego de 4$500 e 5j.
Arados americano se machina-
par a lavar roupa: em casa deS.P Jos
hnston & C. ra ci;S 'rzala n.49.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabugan. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeitesde continha, como dourados, e de lindas
fitas e fi velas, o mais fino que se pode encontrar ;
isto na loia Aguia de Ouro, ra do Cabug n. 1 b!
Aviso
Ao publico.
Restabelecido da grave molestia que portento
lempo me ha consumido, volto ao exercicio da
advogado e espero do publico o favor que sempre
lhe bei merecido. Em commum com o Sr. Dr.
Joo Baptista do Amaral e Mello, os que se dig-
naren! procurar-nos acharao sempre no escrip-
torio das 9 as 3 da tarde um de nos. Tudo eiu-
penharemos para bem servirmos aos que nos qui-
aerem honrar. O nosio escriptorio na ra do
Queimado n. 41, ultimo sobrado que faz esquas
para o becco da Cchi gregaria o.
Dr. Antonio Borges da Fonseca.
Precisase de urna criada portugueza para
casa de poora.familia : na ra Nova n. 33.
Joaquim Nanea da Silva, subdito porlu-
guez, retira-se para o Rio de Jaueiro-
Aluga-se o segundo andar do sobrade da
ra do Burgos n. 7 ; a tratar na ra da Senzala
Nora n. 4.
Aluga-se a padaria de travessa do Pires na
Boa-Visia, com todos os pertence, cylindro,
masseirss, lendedeirae, cabido, ptimo e grande
forno, sala com ennecio, caixes. i balancas a
pesos, candieiros ; a tratar na ra da Senzala
Hora n. 30.
cousa, reclame nesles Ires das, findo os quaes
nao se atlendem a nada.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 37 da
ra do Amorim a tratar na ra ds Cadeia n. 62,
segundo andar.
Aluga-se o armazem e primeiro andar do
sobrado n. 33da ra da Praia de Santa Rita; a
tratar no mesmo primeiro andar.
Prcisa-se de um criado que trale de ca-
vado e carro, eque entendado bolear: no paleo
do Carmo n. 15, casa de Gabriel Antonio, se dir
quem precisa.
Jos Barbosa de Helio vei a Europa.
Maooel Goncalves Ferreira participa a seus
freguezes que mudou seu estabelecimento de
carros de aluguel e cavados de trato, do pateo
do Taraizo para a ra de Santa Amaro n. 4, ao
p da casa do Sr. Dr. Sabino.
Oseobor que esta semana por engao Iro-
cou um chapeo, pode dirigir-se a rus Direita,
casa o. 6, para o destrocar, e no fondo do dito
chapeo tem urna cruz de tinta.
Precisa-sede um caixeiro que tenha prali-
ca de taberna, de 15 ou 16 anoos de idade, e que
d fiador a sua conducta : na ra das Cruzes nu-
mero i.
Precisa-se de um menino de 10 a 14 anuos
que seja portuguez, e um homem porluguez para
feitor de um engenho: quem quizer, dirija-se
ao becco da Boia n. 2, primeiro andar.
EAU MINERALE
NATRALLEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.25
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite que queira
criar um menino e tratar de sua roupa ; a tratar
na travessa do Livrameoto n. S.
WM,
ANOVALOJADOPAVAO
NA
Una da Imperatriz n, 60.
DE
>i.
Precisa-se de urna ama para o servico da urna
casa de pouca familia: na raa larga do Rosario
n. SI, loja da calcado.
Jobo Keropaeed, subdito americano, retira-
se para as Estados Unidos.
Aviso a quem convier.
Julgando-me um pouco mais restabelecido, to-
nho de apresentar-me na presente sesso dos ju-
rados: o que me quizer confiar sua defeaa, achar-
me-ha prompto, e pode-me procurar no escrip-
torio na ra do Queimado n. 41.
Um moleque esperto e de boa conducta, of-
ferece-ae para criado ; na Soledado, casa terrea
' numero 46.
Acaba de recebar pelo ultimo vapor trances as fazendas seguinies, as quaes se vendem ma
barato do que em outra qualquer parle :
Organdys de bellissimos padrees moito finos a vara 1.
Groadenaples azul, cor de rosa a amarello fazenda fina e de muito corpo o covado
Ditos lavrados muito encorpado o aovado a 2$.
Mimos da seda da ludia o mais moderno para vestido o covado a 19280.
Ditos de lia fina e de padres muito galantes a 800 rs.
Manteletes de fil* preto com bico largo a 7/. .*
Ditos da fustao branco muito bem enfeitados a 89.
Chales de merio estampados com lista da seda muito finos.
Tarlalauas de todas as corea e muito fina a vara a 809 rs.
Cortes de ta rala as com salpicos cada um em seu carteo a 6.
Camisinhas com golaa e manguitos para senhora que tem bom gosto a 6$.
Ditas ditas com vivos de cor a 4*000 rs.
Um grande sortimento de saias bailo para senhoras o meninas.
Um grande sortimento da saias balao muito ricas com babados a 10$.
Pegas de cassas bordadas com 81(2 varas proprias para cortinado a 2J500.
Lindos chapeoszinhos de marin bordados para meninos e meninas gosto ingles a 50.
Cassas francezas belisaimos padrdea a vara a 500 rs.
Aesim como um completo sortimento de gollinhas muito bons gostos para sanboras e meninas a
aeber lg, IJlsSO. IfOOt. 2, 2*500 e 3#
Um campleto sortimento de chitas francezas escuras e a legras a padrees bonitos a 290, 249, 960
a 280 rs.
Ditas muito superiores o aovada a 320 rs.
Ricos entalles com franja e bootaa para cabera desenhora.
De todas as fazendas aqui mencionadas se dao aa amostras deixando car paohor, assim co-
mo se mandara levar ta casadas familias qua quizerem fazendas em oatft e debonitos gostos.
Vende-se a escuna nacional Cigana, em
perfeito estado, forrada de cobre, completamen-
te appareihada eprompta para navegar: Irala-se
com Guilherme Carvalho ruado Yigaria n. 17.
J chego o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C-, de New-York Acham-s-
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as instruccoes completas para se usarem
estes remedios, contendo um indico onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a 1SO00.
Para se comprar as verda-
deiras luvas de Jouvin, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Esta loja tem constantemente recebido de sua
propria encommenda as verdadeiras luvas de
Jouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
vapor francez e continuar a recebe-las por to-
dos os outros ; por isso quam quizer comprar
boas luvas escusa cansa r-se, dirtgir-se aloja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16, que ahi
ser bem servido.
Cabo de marfim e madrepero-
la, escovas para dentes.
Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
do bom, mui delicadas escovas de cabo de mar-
fim e madreperola a Sf e 2$500 cada urna. Com
urna escova assim delicada faz gosto limpar-se
os denles, e para as comprar dirigir-se ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmao recebe-
ram pela bar-
ca Clarissa viu-
da ltimamen-
te de New-
York,um com-
pleto sorti-
mento das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfeicoa-
menlos, fszendo pvsponto igual pelos dous lados
da costura, moslram-se na raa da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como aguihas, re-
Irozes em carrlteis, linha de todas ai cores tudo
fabricado exprassamenle para as mesmas ma-
chinas.
Enfeites a ga-
ribaldi.
Muitos lindos enfeites a Garibaldi para senho-
ras a 8a, ditos fingindo palha porm de sedas a
8&500 cada um, ditos de vidrilhos atjJ800cada
um ; na loja da victoria, ra do Queimado nu-
mero 75.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de supe-
rior qualidade :a tratar com Jos' Sa'
Leitao Jnior, ra do Trapiche n. 15.
Chapeos do hili
Vende-se a retalho por precos commodos : no
hotel Francisco, ra do Trapiche n. 5.
Vende-se urna negrinha de 10 annos, boni-
ta figura : na ra de Hotlts n. 114.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja d'aguia branca recebeu prximamente
um novo e lindo sortimento de cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de difieren-
tes cores e larguras, e como sempre as est ven-
dendo baratamente a 2$, 3,4 a 5$ a peca, pre?os
asles que em nenhuma outra parte sa acbesa, o
s sim na rus do Queimado, loja d'aguia branca
onumer 16.
Milita gravata bar
rata.
Na loja d'aguia branca ae encontra um grande
e bello sortimento de grvelas de diflerentes gos-
tos e qualidades, e por precos taes que em ne-
nhuma outra pariese acha, como seja, grava li-
nhas estreilas bordadas a 800 e lf, ditas pretas a
de cores agradaveis a 1$, 1*200 e 18500, ditas
com pontas bordadas e matizadas, e lisas de mui
bom selim msce atgOO. Pela variedade do sor-
timento o comprador lera muilas de qua aa agra-
de : na ra de Queimado, loja d'sgaia tranca
numero 16.
Aos tabaquistas.
Lencss fiaos le cares escuras etfixas a imita-
cao dos de linho a S| a duzia ; na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Brim branco de linho muito fino a 1&280 a
vara ; na ra do Queimado n. 23, loja da boa (.
Riscadinhos de linho proprios para obras
de meninos a 200 rs. a covado ; na ra do Quei-
mado n. 22. loja da boa fe.
SSf*5a5*& ci"M6casais ai^cn'^
**s w/my WKV wSJW BW ^HW iWI'm B9m VaT* W9H WBWJ*5
Eli!
4 fama riiimpha.
Os barateirts da loja
Encyclopedica
DE
Guimardes A Villar.
Ra do Crespo numero 17.]
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraias, lias, chapelinas de pa-
lha a de seda para senhoras, manteletes
pretos ncamf me bordados, ditos de co-
res, sahidas de baile,saias a balao de di-
M versas qualidades, saias bordadas de to-
M das as qualidades e precos, chitas fran-
| cezas muito bonitas e finas, enfeites de
Je diversas qualidades para cabeja de se-
31 nhoras, espartilhos de molas e muitos
, outros objectos que nao mencionamos,
H todos proprios para senhoras.
H Para homens
x paletots, calcas, colletes, chapeos, cami-
|f sas, seroulas, meias, grvalas, lencos, so-
t> brecasacos, calcado Melie e muitos ou-
j| tros objectos.
5 Vendem baratisskno
Vendem baralissimo
Vendem baratissimo.
Quem duvidar v ver
8 Quem duvidar v ver
Quem duvidar v ver.
Lev-em dinh6ro
Levem dinheiro
H Levem dinheiro.
A 4$, 4#500 e 5#.
Cambrala lisa muito fina a 45 a peca com 8 1;2
varas, dita muito superior a 55, dita tambem
muito fina com salpicos a 49500; na ra do
Queimado n 22, na loja da boa f.
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
e senhoras.
para meninas
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porcao de mui boni-
tas e delicadas graratiohas de seda bordadas, ul-
timo gosto, para meninas e senboras, e as est
vendendo a 19500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois s as ha na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba, a melhor que tem
iodo a este mercado, a 8JJ500 a arroba, a prazo
ou dinheiro : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife n. 7, ou na ra da Imperatriz n. 60, loja;
Vendem-se dous cavallos, sendo bons de
carro e cabriolet, e igualmente de sella, gordos
e grandes : quem os quizer, pode ir ao sitio da
Estancia,sobrado de dous andares, de manhaa
al as 9 horas, e das 4 ds tarde em diante, que
achara com quem tratar, e nao vem sem elles, le-
vando dinheiro.
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.
Successores, ra da Cruz n. 4 :
Carrosas para boi ou para cavallos.
Carretas.
Carrinhos de mo.
Relogios amerlcancs de ouro, praia e doura-
dos. igual em qualidade aos melhores relogios
inglezes,
Enfeites de flores para ca-
samientos e bailes.
Chegou para a loja d'aguia branca lindos e de-
licados enfeites de flores tinas, feitos com muito
gosto e a ultima moda, sao mui proprios para as
senhoras que vo a casamentos e bailes, e ser-
ven igualmente para passeios. Os precos sao 8J>,
10 e 129. porm quem apreciar o bom conhece-
r que sao baratos, e para isso dirigir-se a ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Farinha de mandioca, a me-
lhor que ha ueste genero,
igual a de Muribeca.
E' muilo barato vista da sua superior quali-
dade ; no armazem de Fraga & Cabral, ra da
Madre de Dos n. 18, defronte da guarda da al-
fandega.
Luvas de finacamursa
para militares ecavallei-
ros.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda mui finas luvas de camursa, o que
de melhor se pode dar nesse genero, e es est
vendendo a 25500 o par ; os senhores officiaes a
cavalleiros que s compraren: conhecero que sao
baratas vista de sua finura e duraco, e para as
obter dirigirem-se roa do Queimado, loja da
aguia branca o. 16. Ad verte-se que a quantidade
pequea por hora, e por isao oo demorem.
Campos 4 Lima na ra do Creapo n. 16,
tem para vender um rico sortimento de lazinhas
de cores a 640 rs. o covado, bem como lindas
fofas de cambraia para gaarnico de vestidos por
diminuto preco.

Attenco.
Vende-se confronte o portio da forUleza das
Cinco Pontea o aeguinte : earroces para boia a
cavallos, carrinhos de trabalhar na mfandege, di-
tos de mi, torrador de caf com fogo, dobradi-
cas de chumbar de todos os tamaitos, bocea do
forminas pera tornos, grandes fecheduras de
ferrolho e tambem rodas de carrooa a carrinhos,
rodas para carrinhos da mi, aisos para cerro-
Sa a carrinhos, e oulras quaesquer obras de
rros.
Arniazenada
de Pars j
DE
Magalhaes & Heodes.
Ra da Imperatriz outr'ora aterro da Boa-Vista
loja armazenada de 4 portea n. 56, recebeu pero
ultimo vapor chegado da Europa, grande porjio
4e saias balao de nova invencio para meninas e
senhores o melhor goeto qae be neeea fazenda a
a prego diminuto, mussulina da India branca,
lisa, muilo mais fina do que cambraia para ves-
tidos fi barato proco, ricos cortes brancos borda-
dos com 3 babados a 53000 e 65OOO o corte, novo
sortimento do chitas da corea Ixas a ttt, 180
KM rs. o covado, ditas francezas basa a 210, 960
280 o covado, eoutraa muilas fazendas por metade
de seu valor: loje armazenada acha-se baria
la dea horas da mmlf&a 4$ 9 de noite.
:
m
~


DUtIO DI mniMBUOO. SEGUNDA FEItU il JVLBO DI 1101.
(*
Pechincha.
Carne do serlao maito boa e gorda
ara, eos pernio m far differenc :
Matriz da Boa-Vista 27, taberna.
a 280 a li-
na na da
Avariado.
Madapolo largo e fino cora pequeo toque de
avaria a 3|5O0 e 49, dito maito fino a 5 a pega :
na ra do Crespo a. 8, loja de 4 portas.
Attenco.
Ha raa 4a Trapicha a. 44, m casa da Reslron
Rooker & C, eiiata aai boa sortimento de li-
ohas.de ores e braneas era earteteii do melhor
abrieaate de Inglaterra, as qaaes Tendera por
preces mai razaareis. s
DESTINO
DE
Jos Dias Brando.
5Ra da Lingueta 5
O novo destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manteiga ingleza a 1} a libra,
dita franceza a 700 rs.. chi prato a 1&400, dss-
sas a 560, conservas ingletas e portuguezas a
700 rs., aletria, tathatim e macarro a 400 rs. a
libra, toucioho de Lisboa aSSOrs. a libra, baoha
de porco refinada a 480 rs latas com peixe de
postas a 1J40O, cerveja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 5}a duzia, dita preta a 000 rs. a garrafa e
#800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e portuguezas a 720 rs. a lata,
spermacete de 4, 5 e 6 em libra por prego mui-
to em conta, violto do Porto engarrafado fino
fvelho) a l5O0 re inho de Lisboa eFigueira a
540 rs. a garrafa, vinagre braaco a 820 rs. a gar-
rafa, e outros muitos gneros que escusado
menciona-los, que do contrario se tornara enfa-
douho aos fregueses (Dioheiro vista.)
Esfriadeiras
para agua.
Veadem-se esfriadeiras muito alva para agua a
48 o par ; na ra do Queimado o* 75.
A6&HC1A
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguia de ouro,
ra do Ga tugan 1B.
Vendem-se raassinho de coral muito fino a 500
rea o maiso.
Tachas e moendas
Braga Filho 4c C., tem seropre DO seu depo-
sito da raa da Moeda n. 3 A., um grandesor-
mento da tachas e moendas para ngenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mava tra-
tar no roesrao deposito ou na ra do Trapiche
CINTOS
para senhora.
Siotos muito bonitos para senhora a 3g cada
um, velas muito lindas para sinto a l"20 cada
urna; na loja da victoria,ra da Qoeimado nu-
mero 75.
A 8#000.
Chapeos de castor branco, fazenda muito boa,
os quaes se vendem pelo diminuto preco de 8|
na ra do Queimado n. 39, loja
cada um
portas.
de 4
Calvice.
.-_.. 'wta.&t*,'
DA
da
s
pomada
de fazer
A utilidade
indiana nao
NASCER os cabellos, mas
tambem de dar-lhes fon; a
para evitar a calvice enao
deixa-los embranqaecer lo
cedo como quando ella nao
fr applicada, alm disto
sendo sua composicao for-
mada de substancias ali-
mentares, a absorpeo pe-
los poros da cabera nio pode ser nociva. De-
posito em Pernambuco, ra do Imperador o. 59,
e ra do Crespo n. 3, e em Paris, Boulevard
Bonne Nouvelle. Prego cada frasco 3.
Barato.
Vende-se na ra Direita n. 99 a libra
sunto a 320 rs. a libra do de Lisboa do
ltimamente.
de pre-
chegado
FUNDIClO LOW-MOW
Raa da Scuzalla Nova n.42.
Nesta estabelecimento cor.tma a havr um
completo sortimento d moendas emeiss moen-
das para engenho, machinas da vapor taixas
para dito
Exposcao de bichas.
No deposito da ra estreita do Rosario n. 11,
vendem-se bichas a 500 rs. cada urna, e aluga-
das muito em conta, motivo este pelos proprie-
tarios estarem com 10,000 bichas em deposito, e
garante-se a qualidade a qualquer pessoa que
comprar ou alugar.
Exposico de queijos,
Na ra estreita do Rosario n. 11, deposito de
SodriS Cesta feita urna exposico de queijos a
saber, queijos do Sendo muito frescos, londri-
nos, do Reino, das Ilhas a 400 rs de prato,
suisso a 400 rs.. presuntos inglezes, e outras
multas cousas que s vista dos freguezes.
A 1!$000
a duzia de loalbas felpudas superiores ; na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Vende-se um sobrado de dous andares-e
sotao na ra de Santa Rita : a tratar na rna das
Cruzes n. 18.
Adeneao
Vendem-se caixOes vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1$280:
quetn pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ah se dir' quem os tem
para vender.
E maito barato.
Manteletes de fil preto muito superiores a 89;
na roa do Crespo n. 10.
Damasco de seda.
superior a 3500 ; na ra do Crespo n. 10.
Liquidacao
Sftua do Queimado a w
10. loja de 4 portas, i
Fazendas
no armazem da ra do
Queimado n. 19.
Toalhas para rosto de preco 500 rs. cada urna.
Chita.
Chita franceza a 220 rs. o covado.
Cortes de casemira.
Finos cortes de casemira a 450O.
Cobettas.
Coberlas de chita a l$80O.
Capellas brancas.
Capellas do flores de lannja a 5$.
Lences de panno
de linho pelo barato preco de 1900.
Algodo
de duas larguras a 480 a vara.
Grandes lences de bramante a 3$30O.
Jaques bordados
para meninos, fazenda muito fina, a 5g.
Sem costura.
Lences de panno de linho fino a 39.
Baldes
de todas as qualidades e de duas saias.
Cambraias de salpicos.
Modernas carabraias de salpicos e muito finas
a 5 a peca.
Luvas de Juvitt.
Na loja da Boa F, na ra d Queimado a. 12,
sempre se encontrarlo as superiores lavas de pel-
lica de Jouvio, tanto para bornear como para se-
nhora, por serem recetidas por todos os vapores
vindos ds Europa, e se vendem pelo baralissimo
preca de 2J500 o par: na mencionada leja da Boa
F, na ra da Queimado n. 21.
&anttM5i6-2iftaisaBsaBatteifitf
*** w^ ) > im ffi fW Wf IBf flf
Ra do Crespo u. 8, loja de
4 partas, admira a pe-j
chincha
8 Laa para vestido fazenda que
Soutr'ora custava 8t 0 rs. o coTa-
do vende-se a 210 rs., dao-se
amostras com penhor.
Goraes lapidados
a 500 rs. o mas so.
Vendem-se massinhos de coraes lapidados a
500 rs. cada um : na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
2410 rs.
Laas escuras de padres modernos o melhor
que tem apparecdo, de lindas cores, a 240 rs. :
na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas.
Lila preta,
boa fazenda, Yi 280 rs. o covado.
Corles de casemira de cor fina a 4$.
Ditos de colleie de gorgurao, bonitos padres, a
20000.
Panno fino superior, cor de azeitooa, a 49000 o
covado.
Casemira preta fina il| o covado : na rna do
Crespo n. 10.
Saldo Ass.
' Vende-se superior sal do Ass, a bordo do hia-
te Santo Amaro, fundeado defronte do caes do
Ramos : a tratar com o mostr a bordo, on eom
e dono no trapiche do algodo.
Nova loja de funileiro na ra
da Cruz do itecife n 37.
Hanoel Jos da Fonseca participa a todos os
seus freguezes e juntamente ao espeftavel pu-
blico, que tomou a deliberarlo de baixar o preco
de todas as suas obras, por cojo motivo tem para
vender um grande sortimento de bahus e bacas
de differentes tamaohos, e cores em pinturas ; e
juntamente um grande sortimento de varias
obras, o que promette vender o mais barato pos-
sivel, como seja bahus grandes a 49, e cocos
a |f a duzia. Recebe-se um official do mesmo
ofQcie para trabalbar.
Attenco
jFazendas e ron-!
pas feitas baratas
NA LOJA DE
Vende-se as seguintes fazendas por
menos prego do que em outra qualquer
parte, como sejam:
Chitas francezas cores flxes a 230 e
Cortes de cassa franceza a
Chalys de apurado gosto covado a
Cambraia de seda dito o ovado a
Mimoa do co dito o covado a
Chales com palmas da seda a
lg&OOe
Camlsinhas de cambraia bordada
para baplisado a
Ditas de dita para senhora o com
gollinha a
Chitas ioglezas cores fizas a
Esguio de puro linbo a vara a
Cambraia lisa muito fina a peca a
Chales de merino bordado a
Ditos de dita liso a 39500 e
Mantas de eetim lavrado para ae-
nhora a lg
Meias para senhora a 3g, 3500 e 4C
Dit.s para meninas a 2*800 e 3J0QO
Chapeos de sol de seda para e-
nboraa3500e 4g000
Guardanapos adamascados a da*
zia a 29500 89000
Toalhas de linho a duzia 39000
Riscadinhos de linho o corado a 160
Cortes de brlm de linbo de cores
a 29500 e 28800
Ditos de meia casemira a 19280 I96OO
Panno azul Bao covado a 19280 e 1J600
Dito preto dito dito a 39500, 49 5JO00
Cortes de casemira preta a 55 e 69OOO
Cortes de dita de cores a 49 e 59000
Cortes de velludo para cllete
240
29OOO
500
440
400
29000
59OOO
3$500
100
800
5.000
59000
4&000
a 1*600 0
Ditos de gorgurao a
Brim branco de linho trancado a
Paletots de brim da cor pardo a
Ditos de dito lona a
29OOO a
1JJ600 2
1/000 W
roo &
|500 I
Attenco.
41
Vende-se urna eacrava de idade 28 annos, com
ama cria de 11 mezes, ptima para o servico de
urna casa de familia, por saber engomaur, lavar
roupa e eozinhar : quem pretender, dirija-se a
raa de Hortas n, 90, que ahi achara com que.m
tratar.
PORTO
g8- Ra da Imperatriz48
gg Junio a padaria franceza.
fi Acaba de chegar a este estabeleci-
jf ment um completo e variado sortimento
-, de roupas de diversas qualidades como
H sejam : grande sortimento de paletots
de alpaca preta e de cores a 39 e 3950O,
g ditos forrados a 49 e 49500, ditos france-
ses fazenda de 109 a 6jr500, ditos de me-
rio preto a 69, ditos de brim pardo a
3g800 e 49. ditos de brim de cor a 39500,
ditos de ganga de cor a 3:500, ditos de
alpaca de laa amarella a imitagao de pa-
lha de seda a 39500 e 49. ditos de meia
casemira a 49500, 5g e 59500, ditos de
casemira saceos a 13|, ditos sobrecasacos
a 159, ditos de panno preto Ooo a 209,
22$, 285. ditos brancos de bramante a
39500 e 49. calcas de brim de cOra 1J800.
2S500, 39, ditas brancas a 39 e 49500, di-
tas de meia casemira a 39500, ditas de
casemira a 69500, 7&500 e 99, ditas pre-
tas a 4$5O0, 79500, 99 e 109, colletes de
ganga franceza a 15600, ditos de fastao
23800, ditos brancos a 2$800 e 39, ditos
de setim preto a 39500 e 49500, ditos de .i
gorgurao de seda a 49500 e 59, ditos de '
casemira preta e de cores a 49500 e 59,
ditos de velludo a 79,85 e 99.
Completo sortimento de roupa para
meninos como sejam caigas, colletes, pa-
letots, camisas a 19800 e 29, ditas de fusto
a29500, chapeos francezes para cabega
fazenda superior a 69500, 8J500 e 109,
ditos de sol a 6J e 69500, ditos para se-
nhora a 4$500 e 59. Becebem-se algu-
maa encommendas de roupa por medida
e para isio tem deliberado a ter um eon-
tra-mostre no estabelecimento para exe-
cutar qualquer obra tendente a sua arte.
Fazendas.
Ricos cortes de vestidos de sedi de
Escocia de maito bonitos gostos a 149,
ricas gollmhas e manguitos bordados (cro-
ch) a 3|5O0, cambraia lisa de Escocia
com 10 varas a peca e vara de largura a
6*9, mussellna branca fina a 320 rs. o co-
vado, completo sortimento de chita fran-
ceza a 240,260 e 280 rs. o covado, ditas
ioglezas a 180 e 200 rs., cobertores de la
a imitaco hespanhoes o melbor que ha
no mercado a 65. 79 e 109. lencos bran-
cos para senhora multo grandes a 25200
a duzia e outra* multas fazendas por pro-
cos eommodos-
Escravos bons.
1 aerara da 25 annos de idade, legante figu-
ra, oonducti afiaocada, imigne engommadaira,
1 asoleca da 18 annos da idade por 1:200, 1 dita
de 20 annoa de idade, 1 mulata da melhor con-
ducta, idade da 26 anuos, ptima cozinheira e
melhor eogoremadeira, 1 dita de 25 annoa de por
9009, i molequ* peca de 20 annos de idade, 1
negro de 40 annos, 1 eacrava do meia idade boa
cozinheira por 6509000: na ra das Aguas-Ver-
das a. 46.
Vende-se urna negra com tres filho*; a
tratar na ra do Mundo Novo n. 79.
Cestos.
Atteiujao,
Vende-se ou aluga-se urna canoa nova, est
acabando o calafeto, pega 1.500 fijlos de alo-
nara grossa : na ra Direita dos Afogados n. 13.
Vende-se na ra do Brum n. 35, por prego
commodo, 5 cadeiras, 2 consolos, 1 lavatorio, 1
mesa grande, 1 dita pequea, 1 soja, 1 marque-
za, todo de amarello, 1 cama de aogico para ca-
uda, I dita de ferro para solteiro, 6 cadeiras
americanas, 2 pares de linternas com ps de
crystal.
Utencao.
1 Liquidacao I
^Rua do Queimado loja del
& 4 portas u. 10. $
$$ Vcude-se panno de supeiiorqua- $
g lidadeprova de limao cor de &
@ caf a 3jjf. &
Dito verde a 3$".
3 Dito preto a 3.^. m
@ Dito azul a3. rft
@ Seroulas cscossezas brancas a a
M lf200 e 1^300. g
@ Ditas de imlio a 2f 600 e 5$.
^ Superiores manteletes de fil an
Z preto a 6jf.
% Camrsas de linho inglezas duzia a
2 30*- S
0 Dita* dita dita duzia a 33^(.
5 Ditas dita dita duzia a 40$,
Z Dit*8 dita dita duzia 45$
^ Ditas dita dita duzia 5(>$.
Balees econmicos.
Chegaram loja n. 45 da ra da Cadeia de Re-
cife saias balao de gosto inteiramente moderno,
os quaes sao preferiveis aos de ac por serem
feitos de cordoi vendem-se pelo mdico are^o
de 3$ cada um.
SABA.
Joaquim Francisco de Mello Santos avisa aoa
seus freguezes desta pra$a e os de fra, que tem
exposto venda sabio de sua fabrica denomioada
Recifeno armazem dosSrs. Travassos Jwiior
6 C, na raa do Amorim n. 58; masa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem lera feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura algums, como as d
composico.
Thom Lopes de Sena
Ra Novan. 32
Receben em direitura de 1"ranga bons
objectos de moda como sejam enfeites
de flores brancos e de cores para senho-
ra, capellas para noivas com ramo de
peito e hombros.
Chapeos brancos e de todas as cores,
ditos para luto de seda e de crep, di-
tos de palha da Italia, ditos de ditos
para montara e passeio, ditos de palha
de cores para senhora e meninas, ch-
peoszioho de seda a Garibaldi para
meninos e meainas.
Toucas de seda ede merino bardado,
sapatioho e meias para meninos se
baptisarem.
Vendem-se cestos grandes proprios para con-
duegao de pao e bolacha, muito melhores que os
panaca pela sua forlidio e aturar maito ; os ra
Direita, padaria de Antonio Alves de Miranda
Guimaraes n. 69.
Vende-se urna porgio de barris vasios : a
tratar no pateo da 8. Pedro n. 6.
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui hotos e
delicados chapeoziohos par baptisados obra
mui perfeita e bem enfeitada, sendo cada um em
aua bonita caixinha, e pelo baralissimo preco de
69, ninguem deixar de os comprar : na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado n. 16.
Vende-se porgo de quiotaes de ferro em
vergalboes quadrados de varias grossuras e
chumbo em barra ; no armazem da travesea do
Carioca n. 2.
Batatas
em gigos de 1 arroba, chegldas ltimamente, a
IgOOO rs. o gigo, e a 60 rs. em libras : vendem-
se nicamente nos armazens Progresso e Pro-
gresista no largo do Carmo n. 9, e ra das Cru-
zes n. 36, tambem tem grande porgo de quei-
jos prato que vendem a 560 a libra e a 480 ne-
leiros.
Opiata ingleza para
dentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria encommenda a bem conhecida e provei-
tosa opiata ingleza para dentes, cuja bondade
apreciada por todos quantos della tem usado, e
aeri mais por quem quizar conservar as geogivas
em perfeito estado, assim eomo a alvura dos
dentes; custa cada csixa 19500, e por tal prego
s deixaro de comprar quando a nio acbarem
mais na loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n, 16.
Escovas grandes
para carros, tapetes, etc.
Na loja d'aguia branca se encentra mui boas
escovas grandes eom cabo, proprias para se lim-
par carros, tapetas, etc., e por 2$: nioguem dei-
zar de comprar urna escova de que necessita :
na ra do Queimado, loja d'aguia brinca n, 16.
Fumo de Bor-
ba do Para.
Recebe-se por todos oa vapores, do norte este
fumo, muito superior ao de deboque e america-
no, astim a competente palha de tanary para ca-
pa de cigarros : oa ra da Imperatriz, loja nu-
mero 81.
Feijao de corda
No armazem de Tasso lrmos, ra do Amorim
numero 35.


i
9
<*

| S vende barato.
^ Acaba de chegar ao armazem
; da ra da Cadeia do Recife n.
8, um lindo sortimento de va-
" ras douradas imitando jacaran-
da' proprias para molduras de
espelhos, retratos e estampas pa-
ra ornamentos de sala etc., as
P que* se vendem por diminuto
prec/).
Na padaria de Antonio Feroandes da Silva Bei-
riz, ra dos Pires n. 42, vende-se a muito acre-
ditada bolachinha quadrada, de agua-, propiia
para doentes ; e na mesma precisa-se de alugar
mensalmente um escravo.
Vende-se i casa terrea n. 24 da travessa do
Tambi do bsirro da Boa-Vista : a tratar com o
solicitador a Sr. Antonio Pinto de Barros, que se
acha autorisado para tratar da venda.
Em casa de N, O. Bieber
C successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se
Vinho Bordeaux em quartolas.
Dito Xerez.
Cognac em caizas de 1 duzia.
Vinagre.
Lonas, brinzios e brins da Russie.
Cerveja escosseza (Cdinburgh Ale.)
Pedras de marmore branco para consolos e mesas.
Plvora em barris.
Enzofre em canudo.
Bril ha ntes
de todos as lmannos: vendem-se em casa de
N. O. Bieber&C. successores, ra da Cruz n. 4.
K?t6lft6^tt^tt S i*H" "itf* mT "WiT
Pechmcha chapeos al
Garibaldi.
Ricos chapeos de palha enfeitados da
ultima moda pelo baralissimo prego de
9 169 : na ra da Cadeia do Recife n. 24. 9
KJni'yHlliinnv wH HfVlvsWnnM
Vende-se a armagao da taberna da travessa
das Cruzes n. 14: a tratar ao pateo do Terco nu-
mero 12.
Vendem-se dous tanques de ferro proprios
para depsitos de lquidos : para ver, no trapi-
che Baro do Livrameoto, largo da Assembla n.
15 : a tratar na ra da Cadeia n. 62, segundo
andar.
Vende-se multo em conta o engenho Flor
daGana.com canas para 800 a 1,000 pues deas-
sucar, com trras proprias pira toda planta em
grande quaotidade, orna machina de descarocar
algodo com agua, tuda na provincia das Ala-
gooaa: quem pretender, v casa de Joaquim
da Cunha lleudes, em Macei, e eom o proprio
A loja d guia branca est receotemente pro- dono na poVoaco do Arrosto, municipio da Ata-
vida de um completo sortimento de enfeites dajlaia. e aq>i o egociante Forra & Maia infor-
bora gosto para senhoras, sendo os afamados e j mare.
delicados eofeitea de torcal com franjas e borlas,
Fitas de seda de todas as cores e
larguras e de dilTereates qualidades, di-
tas cascarrilhas, fil de seda branco li-
so, dito de linho com salpico, siotos
com velas de ago bonitos e de bom
gosto.___________________ ________
Riquissimos vestidos de blonde com
2 saias e 3 bebadinhos na primeira saia,
ditos de seda preto de 7 babados, veos
para chapeo de senhora e tocados para
os meamos.
Recebe-se gurinos todos os mezes e
faz-se vestidos com muita perfeico,
manteletes, capas e vestuario para me-
ninos se baptisarem e tudo mais quan-
to pertence aotoilete de ama senhora.
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
No armazem de Lelellier Perard, ra da Ca-
deia do Hecifo n. 14, vende-se :
Vinho Bordeaux em barricas, e meias.
dem idem em caixas de urna duzia.
Fasces com ameixas. <
PHARMACIA-BARTHOLOMEO
Rna larga 4o Rosario n. 36
Rob l'AHecteur.
Pilulas de Allexou.
Pilulas americanas.
Vermfugo iaglez.
Pilulas Hollowsy.
Ungento Holloway.
Vendem-se globos para candieiros, e bom-
bas de japi, mais barato do qne em outra qual-.
quer parte : na ra larga do Rosario, n. 34.
i Na loja de marmore
S Vende-se muito barat*
Para senhoras.
9 Ricos vestidos de seda moirantic.
p Ditos dito de dita grod-fric.
Ditos dito de dita babidinhos.
Ditos dito de dita dous folhos.
Ditos dito de dita phanlasia.
Ditos dito de dita bareja-babadinbos.
Ditos dito de.dita cambraia brancos bor-
dados.
Ditos dito de dita pretos tecidos avellu-
dados.
Ditos dito de dous folhos babadinhos.
Riquissimos vestidos de tarlatana brancos.
P Ditos ditos de blonde para casamentos.
Ditos leques de madrtpeola.
9 Ditos ditos de sndalo.
Ricas pelerinas de renda e seda,
ft) Manteletes do fil pretos.
9 Ditos muito ricos de velludo.
Ricos bournus badninaa para sahidas de
bailes e Iheatros.
Ricos chapeos de palha de Italia.
Ditos ditos i* seda.
Golliobas, manguitos e carrusianas de to-
das as qualidades.
Saias bordadas de algodo.
Ditas ditas de liuho.
Ricas sombrinhas de seda muito modernas.
Enfeites de flores.
Ditos de froco.
Ditos de fita.
Para seQhoras.
Casaveques de laa.
Pentes de tartaruga.
Ditos de bfalo com enfeite.
Ditos de dito sem enfnte.
Chales de merino muito modernos.
Ditos de cachemira bordados.
Ditos de touquim.
Ditos de froto.
Ricas mantas de blonde para casamento.
Cimias bordadas muito finas.
Meias de seda muito finas.
Ditas de dita prelas finas.
Enfeite de vidrilho preto.
Ditos de ditos de cores.
Lencos de labitiotbo.
Froohas de labirintho.
Toalhas de labirintho:
Lencos de linho bordados.
Gravatinhas muito modernas.
Plumas brancas e de cor.
9 Fitas de seda de apurado gosto.
Franjs, cascarrilhas, tranra e rifa e fitas
estreitas de seda.
Para horneas.
Paletots de panno fino.
0 Ditos de casexira.
O Ditos de brim lona (brancos.)
9 Ditos de brim de cor.
% Caigas de casemira de cor e de padres de
% muito gosto.
Capas de guta-percha.
Perneiras de dita.
Caigas de dita.
Capuchoes de dita:
Meias de cor.
Colletes de casemira.
Ditos de la e seda.
Ditos brancos.
Ditos de velludo preto.
Ditos de dito de cor.
Cal;ado Meli.
Dito de vaqueta.
Dito de duas solas.
Sapatos entrada baixa.
Cha; eos de lontra.
Ditos de castor branco.
Gravatasde renda a Garibaldi.
Ditas de setim.
Ditas de gorgurao e seda.
Colarinhos dos mais modernos.
Camisas de linho ingieras.
Ditas ditas francezas.
Para meninos.
Ricos vestuarios de sed*.
Ditos ditos de la.
Ditos ditos de fusto.
Ricas camisinhas bordadas para baptisado.
Ricos sspatinos enditados para bapti-
sado.
Bonetes de todas as qualidades.
Chapeosinhos de palha de Italia.
Casaveques de la.
Extracto de sndalo muito fino.
Essencia de sndalo muito fino.
Caixinhas de tartaruga.
Carteirinbas de apurado gosto.
Ricos jarros com baoha.
Um grande sortimento de riquissimos
quadros a oleo.
Ricos transparentes para janella.
Caixinhas muito ricas proprias para guar-
dar joias.
Baoha muito fina a Garibaldi. s
E outras muitas fazendas e perfumaras dj
que deixamos de mencionar, por harer 0
um grande sortimento. m
Lindos cabazes"
de palha fina, ou cesnhas
para meninas de es-
cola.
Na loja d'aguia branca se acham mui lindos e
delicados cabazes de palha fina, ou cestiubasen-
feitadas, propras para as meninas de escola, ou
mesmo para costura de senhoras, e custam 4 e &*,
0 que baralissimo vista da perfeico e bom
gosto de taes obras, as quaes se vendem em dita
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Libras sferlinas.
Vende-se no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Travessa do Pires n. 1.
Jose.ph Grosjean em sua officiaa vende 1 ca-
briole! novo, 1 carro americano para 1 cavallo,
1 cabriolet em bom estado, que vende muito em
conta, assim cono encerado preto a 29300 o co-
vado, e comprando em peca ha de ser mais ba-
rato.
j*vxf wj' vis* mam otwtoi sj*vxviMwwwmMt
s
e
i
0
i
*

\caba de
chegar
noy o armazem
DE
BASTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes se vendem por pregos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos '
e casacos feitos pelos ltimos figulinos a ;
265,28$, 30} e a 35, paletots dos mesmos
pannos preto a 16J, 18J. 20 e a 24,
I ditos de casemira de cor mesclado e de
! novos pidrdes a 14j>. 16$, 18, 20 e 24,
; ditos saceos das mesmas casemiras de co-
i res a 9, 10, 12 a a 14, ditos pretos pe-
lo dimiouto preco de 8, 10, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12,
I ditos de merino de cordo a 12J, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 15,
! ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
| ditos secos pretos a 4, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 45500, di-
tos de brim pardo e de fuslo a 3500, 4
i e a 45500, ditos de fuslo branco a 4,
, grande quanlidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7, 8, 9 e a 10, ditas
i pardas a 3 e a 4, ditas de brlm de cores
> finas a2$500, 3, 3500 e a 4fl, ditas de
i brim brancos finas a 4500, 5g, 5500 e a .
6, ditas de brim lona a 5 e a 6#. colletes
de gorgurao preto e de coras a 5J e a 6$,
i ditos de casemira de cor e pretos a 4'500
j e a 5, ditos de fusto branco e de brim
t a 3 e a 3500, ditos de brim lona a -g,
' ditos de merino para luto a 4 e a 45500,
calcas de merino para luto a 4J500 e a 55,
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os tamanhos : calcas de casemira
prefa ed cor a 5$, 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2J. 3 ea 3500, paletots sac-
eos ae casemira preta a 6g e a 7, ditos
de cor a 6 e a 7$, ditos de alpaca a 3,
sobrecasacos de panno preto a 12* e a
14, ditos de alpaca preta a 5, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 8 e a 12$. ditos de gorgu-
rao de cor ede lia a 5 e a *, ditos de
brim a 3, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanli-
dade ; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande oficina de al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela sua promptido e perfeico nads dei-
xa a desejar.
m
m

pechincha.
muito incorpadas, cova-
bordadas com boto para




Sedinhas de quadros
do a 800 rs.
Goliohas de fusto
senhera a 640 rs.
Ditas de dito lisas com botao a 500 rs.
Manguitos a balo com punhos e gula borda-
dos com botozinhos a 3.
Manguitos a balo com punho e gola a 25500.
Bales elsticos a 3 e 3^00
E outras mais fazendas muito baratas : da ra
da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Fer-
reiros.
Eseravos fgido.
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borlla ao lado, outros de
froco igualmente enfeitados com aljfar, o borlo-
tas, todos elles de um apurado gosto e perfeico,
os precas de 8| e 10 sao baratea vista das
obras ; alm destas qualidades ha outras para
3 e 4 : isso na raa do Queimado, loja d'aguia
branca a. 16.
Vendem-se muito em conta quartolas de
muito boa qualidade, proprias para deposito d'a-
gua em casas particulares e sitios, e tambem por-
co de toneis grandes de boa madeira, que sao
ptimos para dopositos de mel, e pira m distila-
edes dos engenhos, os quaes se vendem a dinhei-
ro ou a prazo, conforme se coovencionar: para
ver e tratar, na travessa do Carioca, armizem nu-
mero 2.
Vende-se o engenho Tiriri, silo na comarca
do Cabo, com as propagues seguintes: dista da
estrada de ferro urna legoa, e porto para embar-
que em distancia de 200 bracas, com terreno pa-
ra grandes safras, e tem muitos terrenos para se
abrirem com facilidade, ha grande cercado e
muitas malas. Este engenho novo e bem obra-
do ; a tratar na ra da Praia n. 47, segundo an-
dar, ou no engenho Cafund, sitio em distancia
de maia legoa da ealtco de Olinda com o absixo
asignado.Joo Paes Barrete.
Attenco.
Vaade-se um oratorio aovo vinda de Bambar-
go ha pouco tempo, do melbor gosto possirel :
quem pretender, dirija.-* ra da Frea, a. 54,
Escravo fgido.
Do poder do abaixo assignado, fugio no dia 2
do correte urna escrava mulata de nome Valen-
I tina, que representa ter 25 annos de idade, pouco
I mais ou menos, cujos signaos sao os seguintes :
vesga dos olhos, estatura regular, cabellos cara-
pinhos, levou vestido de chita escura e chale de
merino azul ; lendo o abaixo assignado havido
i esta escrava por divida na comarca do Limoeiro,
suppoe que procure essa direceo, ou a serra da
Passira, onde natural: roga, portanto. a todas
i as autoridades policiaes e capites de campo a
| apprehendam e a entreguen) ao abaixo assignado
I nesta cidade do Recife. ra do Queimado n. 46
A, que gratificar generosamente.
A. Bezerra de M. Lira.
Fugio desde o dia 3 de junho do correte
aDDO, da casa do abaixo assignado, o preto Tho-
maz, crioulo, filho do serlo de Mochlo, bonita
figura, com alguna sigti'aes de bexigas, denles li-
mados, tem os dedos da mo direita aleijados,
de urna machina de padaria, de idade, pouco
mais ou menos, 26 annos, julga-se ter ido para o
dito lugar cima mencionado por j ter sido vis-
to no mesmo lugar o anno passado, quando fu-
gio a primeira vez nesle lugar, como bem agora
a semana passada que foi visto no Serid, dizen-
do que se linha forrado : pede-se, porlanlo, a
qualquer pessoa que o pegar, leva-lo ra dos
Pescadores ns. 1 e 3, padaria, que se Ihe dar
brim pardo a 50g de gratifleaco, e se pagar as deapezas aue
Sil L.%de *liPra7 Pretf MCa0' 6 ,obre""o., seflzer-JooJacinlhodeM. Rezende. q
n Lle-,AVelHUd Pret?8 6d?- I0"8' di CS de No di d "no prximo passado fugio
eorgurao de seda, grvalas deJmho aa mala mo- do sitio da viuva de Joo Ferrara dos Santos.
na Passagem da Magdalena, a escrava Ignez,
crioula, de 40 annos de idade, estatura regular,
per fula, tem um dos dedos da mo direita alei-
jado, muito regrists, esta escrava foi do enge-
nho Poeti, suppe-seque ella anda para o lado
dos Uemedios ou Afogados : quem a apprehen-
der, queira leva-la ao aupradito sitio, onde rece-
ber sua recompensa.
No dia 26 de julho fugio do engenho das
Matas, comarca do Cabo, o eseravo por nome
Temoteo, de idade de 35 annos, crioulo, verme-
lho, baixo, com marcas de bexigas na cara, com
um p aleixado, grosso do corpo, pouca barba,
cabellos nos peitos, muito mentiroso ; esteve em
casado Sr. cirurgio Jos Francisco Pinto Gui-
maraes se curando do dito p que heje aleija-
dodelle : roga-se a todas as autoridades ou ca-
pites de campo a apprehenso do dito escravo,
e podendo entregar neste engenho, ou na ra do
Collegio om casa do Sr. Dr. Ignacio Joaqujm de
Souta Leo, que sarao recompensados.
Loja das seis portas em
Trente do Livramento.
Roupa feita para acab&r,
Paletots de panno preto a 22, fazenda fina,
cajeas de casemira pretas e de cores, ditas de
brim e de ganga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 4, ditos de fusto de cores a 43,
ditos de estamenha a 4$, ditos de
bernas a 200 rs. cada urna, collarinhos de linho
ga uliima moda, todas estas fazendas se vende
parato para acabar; a loja est aberta das 6 ho-
ras da manhaa at as 9 da noite.
lPBOiaOil
Cortes da meia casemira de urna s cor, fazen-
da superior, pelo baralissimo preco de 2| cada
um: na rna do Queimado d. 22, na loja da boa f.
Por baixo da no-
neca.
Vendem-se chitas francezas escuras e tiaras a
a rs. o covado: na ruado Queimado n. 6, por
baixo da boneca.


(8)
DIARIO DI flEHAMBUCO. >- SEGUNDA F1IBA 8 DI JLHO DE lsil.
Litteratura.
Ima confidencia.
[Novilla). ,
Ha alguos iodos, habitara eu, no meio dia ira vista :
, Franga, urna grande cidade outr'ura celebre e < Eis aqui, murmurei eu, urna
11 irS-enle, e cujo actual estado em u.ada cor- '
responda to que promettia nos seculos passadus.
O ai.-i so-rao tinha feiio ahi conhecer um homem
de roaneirasura pouco exirarsgantes, mas de um
to delicado e de rara destioego. Corita va
qiMSi soasenta a>nos, nuoca apparecia em puli-
ce, e-psssava a vida a mais calma e a mais tran-
qir": que possivel imaginar.
S6 com um criado mora va elle junio as portas
nm!.8 ..arrU.0J"doi domMndo Uo t Ma are' It,ndia 8eB1 "B*> l<> Por m ordem
urna vasta esleir de agua e picos encobertoi pe-' '-
la bruma.
Um dia tomeia liberdsde de considerar altea-
lamente estas piisigeos.e rendo oso'hosde meu
hospede acompanharem o morimento de minha

Afim
da cidade em urna Jtrraca que tinha as janellas
pira o lado de um jardioi, serapre eogrinaldadas
de cipos verdes e peifumosos durante a primave-
ra, e era construida no Cundo de um pateo sileaj ia ampi-eiiue-io aesea
cioso onde a herra brotava em quilquer estacan, occuyago predilecta de.seus momentos
O jar Jira era muilo pequeo, os passeios estavam canco e o maior encanto de seu retiro.
Crar.l05.lmPnlA flP.Pllltiw Atr*7 Ha mni mnnl.T Aa m Alnantn a o* ., -. ...^i ~ A -.:_______-_ _.
- anthitese per-
feila : o artista deu-se ao trabalho do p6r em fa-
ce um d outro dous sitios bem oppostos.
Sim, bem oppostos, replicou o velho meio
destratado, Hautmoat e Stemberg, a vids e a
morle
Nao se explicou -mais e nao Uve a indiscripcio
de o interrogar. Um multidao de circumstiu-
cias insignificantes levavam-me suspeitir no
passado desse homem algum doloroso enigma ;
mas nao tinha a pretengo de querer levantar esse
vu, e re3peilava o mysteriocom que elle envol-
va seu isolaraento. Acontecame algumas ve-
zes sorprende-Jo desenhando. Era, dizia elle, a
de des-
- naointerromper sUimVrran'urTpera-cio: VStE?"'* "* "
aproximei-me do piano : primeramente i resoar Eu liaba un tutor ioditTereole e fri aue nSo
algumas notas involuntariamente, depois deixao- teria morrido de peLr reXdo um ecelro luto
do-me levar pelo encanto da primeira excilago, e que cercou rneus anno? iaVenUa toda asol
executei um desses devaneios eolerneeedoreson: citude eom^tt n^mlSitM^S
rToTXV^ amparado sua. cartas para t&SSVJSS ffllS.VrVA'W
meescut.r:qaando voftei 4 .ent.r-me junto l^lto^^Mr^i^XinSt^u'-
-- wmwwu.v o 33ii tokiiu. Era um
graciosamente occullos atraz de urna mouta de \ momento de expanso deixou-me rer seu lbum
arvores verdes, e. cima dos muros do recinto j percorri com avidez essas pagioas onde pareca'
hbilmente dissimulados sob urna espessa al:a-1 transluzir a fecuodidade e sua imagioacao. O
tifa de relva, avistava-se urna egreja abindona- | deseoho raras vezes attlngia avperfeico do ca-
da hma muito lempo, cujas parades massigas, j balo, mas seduia por oo sei que de incorrecto
grandes vidragas meio quebradas, e a tjrre de ti- e agitado, mais apropriadO para encantar do que
jlos sem a agulha formavam urna bella e mages- urna rida pureza de linhs. Huitas emoedes di-
tos* perspectivas. | versas dessa alma iropressiooavel erara
luimigo das reunioes '
ligado do espectculo da multidao, o meu velho
amigo quasi nunca deixava o retiro que tinha
escolhido para si. Comtudo algumas vezes eu o
encontrara as lujas dos ven le loros de alfarra-
bios, esmerilhaodo com a minuciosidade de um
bibliophelo no meio de caixas cheiaj de litros, e
procurando algum thesouro incgnito nesse a-
malgaraa de ob:as truncadas e brochuras velhas.
Ouando meus trabalhos me forgavam a ir a tarde
a bibliotheca publica, tinha quasi cerleza de avis-
tar por baixo de uma lampada, entre os semblan-
tes juveois de estudantes e meninos de escola, a
cabega calva do solitario, e, em torno delle, um
verdadeiro baluarte de in folios. Ah eslava co-
mo em seu dominio : sabia o catalogo de cor e
e muilas vezes era elle quera de seu lugar, iodi-
cava ao empregado trapado sobre a escada a di-
Tiso da estante onde eslava escondido um voiu-
me refractario. Com um velho professor de gre-
g> e um offlcial polaco refugiado, formava um
peq leo grupo de assiduos inabalaveis, porm
desliuguia-se d'elles logo primeira vista, nao
passuinlo a barbado exilado, nem trazendo o
traj'i luzi lio o o chipn bronzeado do hellenesta.
Suas maneiras como seu trajtr erara de uma
perfeila urbanidade. Muito reservado no co-
meco de suas relaces, nao tardara em dar lugar
expausao de sua natureza sympalhica, e aco-
lla algiins rasos favoritos cora uma urbanidade
pouco tummura as pessoas sabias.
Sua coaversacao me aprasia multo; todo o
fructo de suas leituras paleoleava-se em suas
conversas; tinha percorrido a Allemanha, lla-
lla, Hespanha e uma parte do orieo'e.e algumas
vezes relalava, sem pretengio, mil circumstan-
tias de sua vida aue teriara podido fornecer
materia as mais inleressantes memorias.
Eu o visitava frequentemente : teslemuuhava-
me uma^ benevolencia cem que me considerava
honrado, e nunca deixiva passar uma semana
sem ir bater a sua porta. Ao ruido da tranquei-
ra que se fechava, ao sora de meios passos no
pateo, deixava seu trabalho ou sua leitura, apro-
ximava uma cadeira, e reatavamos nossas conver-
sas ioterrompidas. Ojtras vezes eu o fazia sahir
da sua thebaida, e erravamos juntes lorigas horas,
nao nessas avenidas montonas e plantadas cor
del, onde apalxo de ver e de mostrar-se faz pas-
seiar a multidao, mas sobre alguma estrada lon-
gincua, sobre as margens de um ribeiro ignorado,
onde respiravamos o perfume dos bosques e as
omanacoes dos campos.
Era priocipalmeule n'esses bellos e saudaveis
passeios que elle dava expanso sua alma : re-
cordacoes pessoaes, theorias inoraes ou politicas,
oj assumptos o? mais diversos fluctuavam suc-
cessiramente sobre seus labios, e, despidos ab-
solutamente de todo o dogmatismo e pretengao,
impunham respeito pela autoridade da loquea-
da e da convieco. Havia um nico ponto de
que nunca tratava : o motivo e o segredo de
seu reliro. Teria elle vivido sempre so ? Nao
o dizia, mas oao pronuncisva uma palavra que
podesse fazer suppor o contrario.
O interior de sua habitacao com um encanto
artstico muiio extraordinario para um bibliophi-
lo, apresentava-me alguns pequeos mysterios
que muilas vezes excitavam minha imaginago.
Em seu gabinete de trabalho junto janella dor-
mitiva um pianno magoiQco, posto que de uma
forma j desusada, ecujos murmurios sonoros eu
algumas vezes me aprazia despertar. A presen-
ta de um semelhante movel n'essa casa admira-
va-me, porque o mesmo velho me tinha confes-
safo nunca ter conseguido accommodar seus de-
dos s priraeiras variacoes.
Ouando comegava tocar dianle d'elle, pare-
ca prestar atiengo com uma especie de rolup-
tuosidade dolorosa, cooc6ntrar-se era seu cora-
gao, e devanear em nao sei que vagas e longin-
quas reminicencias. Muitas vezes seus olhos ali-
ravam-se enlo furtivamente para dousquadros
suspensos junto chamio ecujo contraste j eu
tinha observado. Um representava uma encan-
tadora habitago, alegre risonha, alteando cima
de uma collioa coberla de msttas suas delgadas
torrinhas braucas e seu teclo vermelho ; o outro
representava uma casa sob um cu carregado de
nuvens, no cune de rochedos bisallicos, com as
paredes pardacentas e sombras com as de um
---- iwcivwiuufl'Di cia-u traduzi-
il e como fa- \ das pelo lipis ou pelo pincel, e podia-se por essas
---------r--- r**-"' w irwnm-jo yu\ caaos
vagasindicagoes comegar umi chlmeric* viagem
pelas onitis regies do devaneio. Ora, era um
perfil grotesco sorprendido com um trago de pin-
cel, ora uma scena ardente e tumultuosa de cam-
pos de batalha, gnndes cagadas lravs dos bos-
ques, castellos de uma architectura phantastici,
ou alguma pequea mararilha, flor, passaro, bor-
boleta, de uma cOr amorosamente disvelada eco-
piada com a delicadeza de um mestre flamengo.
Lonhecia-se ahi o obserrador apaixooado da na-
tureza, o confidente de seus mysterios, e aderi-
ohava-se nesses fugitivos esbogos muitas horas
deliciosas de cootemplago. Uaviim tambera de-
buxos de viagem. recordages dattdas de plagas
looginquas. phares balidos pelas vagas, aldeias
engrupadas sobre os flancos dos Alpes e ameaga-
aas pela nev, palacios da Italia dormitando
sombra das laraogeiras, e brancos marabutos
d frica ostentando suas copas luminosas ao azul
claro do cu e ao verde-mar dos aloes.
Entre estes desenhos que tialw para mim o
attractivo de verdaleiras memorias, distiagui al-
gumas aquarellas de um toque mais tmido e mais
subtil, e cujo colorido era muito agradavel por
urna perfeila harmona e bello aveludado. Urna
dellas impressionou-me singularmente: era um
martia-pescador que o artista nao tinha tido lem
delle eslava seus ps uma florzioha seces e em-
poada que tinha deirado cahir por descuido, e
abaixei-rae para reslituir-l'ha. Guardou-a rpi-
damente, mas seu olhar encontrn o meu e pa-
receu-lhe 1er em meus olhos uma pergunta.
< Estaes surprehendido, me disse elle, de en-
contrar uma flor nesta aecropole de lembraogas...
a uuica que me resta.
Esta flor tem >ua h-storia? ouzei perguntar
timidameote.
Trate historia, respoadeu o velho, e que
oo merece ser contada.
Meu siloocto prorou-lhe que eu nao eslava
convencido.
Comprohendo-ros, accrescentou depois de
alguos miuutos, deseiaes conhecer esse romance.
Aioda nao conteUo oinguem.. Pois bem 1 con-
tar-vo-lo-hei I
A ooite cj moga va i cahir e um ciarlo dubio
penetra va apenas atrarez das cortinas- O longio-
quo sussurrar das brisas do iuverno ressoavam
com sua expressio de melancola indefioivel,
orchestra phaotastica cora a qual fazem concert
o ruido do vento, o grito montono dos Saboya-
oos e as notas falsas e queixosas dos msicos am-
bulantes. Um grande fogo eslen lia suas cham-
mas no fogo. As achaa abrazadas estorciam-se,
atiraodo ao ar turbilbe* de falseas; uma clari-
dide purpures alumeava oossos semblantes e
oossi roupa, e fazia oscillar aossas sombras so-
bre o tecto. Ter-se-hia dito que se proceda a
representago de uma evocagao mgica ; e real-
mente assim era. As recordages do passado
torvelliohavam oeste momento ao pensameolo
do narrador como as faiscas ao fogo; era um
mundo de emo;es e seolimentos que ia renas
cer, esperancaa revocadas do tmulo, persona-
geos de outr ora restituidas vida, uma fantas-
magora intima cujos quadros iam desenvolver-
se perante meus olhos.
Atiramos ao fogo alguus ramos seceos para
dar-lhe alimento para mais longa existencia, e o
velho comegou :
Muitas pessoss me coohecem ou suppde co-
nhecer-me, e apenas teem visto de mim a appa-
rencia exterior e Ilusoria, e, para assim aizer, a
mascara de meu carcter. Para algumas, sou
um homem extraordinario e fantstico, que af-
fecta origioalidade e isola-se para mais appiro-
bem pode ser aproreitasse matreiraraeate este
pretexto com o fim de lirrar-se de minha nre-
senga e gozar m^is oommodaraente da heranga
que Ihe estar confiada. Eu lerara dos campos
coslumes lirres. o habito de andar ao ar, ao sol,
e islo tornou-me dolorosos os primeirosaaoosde
estada na casa em que estar collocado. Adeos
viyiQcantes brisas da manhaa, horisontes sem li-
mites, mil soos das maltas, zumbido dos insec-
tos, mohos oceultos as ramas. Muitas vezes, em-
panto se eslava expondo diante de mim as bel-
lezas da syntaxe grega. e lentaram predispdr nos-
sos coragoes ao receiodo barbarismo, eu deixava
divagar minha imaginago em seguimenlo de um
rato do sol, filara meus olhos sobre um canto do
cu azul, e por uma porta entre-aberta, cootem-
plava o movmento dos passaros domsticos es- '
Talvaz me tivesse silo melhor seguir as traic-
goes goerreiras de minha familia e procurar a
morle sobre as pegadas de meu pae. Nao me te-
na altado bravura ; tinha pouco apego rids, e
meu carcter naturalmente propenso i arentu-
ras lmpelliam-me para os campos de batalh.
Por infelicidade, a reflexo era em mim to
prompta como o enlhusiasmo ; com os ardores
do poeta, lioha a fra contemplagio do philoso-
pho. O bnlhanlismo da guerra, que me offusca-
va nio impedia-me de considera-la. como o
maior fiagello do genero humano. Deixei, pois,
a espada paterna eoferrujar-se na inaego, e quiz
crear para mim uma vida 5 parte, de roeditagio
e de esludo, no meio dos lugares adorados que
Unham encantado a minha iufancia.
Eu enlrelinha poucas relages. Fatigado cora
osnumerosos dissabores que quasi sempre ti-
nham sido a recompensa de meus seolimentos
exaltados, esperara adormecer minha alma e evi-
tar qualquer affeigo para eritar o despnzer de
a rer despedazada. Fabuloso intento I Quera
substituir o soffrimoota pelo nada. O rasio nao
e o estado natural do corago humano. Seria
uma. absurda illuso a esperanga de comprimir
para sempre a expanso de uma natureza aman-
: moderar eaatirigir seus impulsos por urna re-
moBrtrminah!ttra"-a>8al^S ,0bre 8ulh0' Ireda WkWiw ^3o ma"iVp"rudeo7e
rao de minha pr.sao. Era migo do trabalho. curar aVg.co como termo supremo? e'com
FOLHETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBCO-
iHAJURftiA,
LXX
slmmario.-O relatorio do Sr. ministro da mari-
oha.A commisso de que foi encarregado para
a Europa o Sr. Io teoente Portugal. A com-
mi-saoda crrela Berenice.X destinada para
a crvela hlice Beberibe. Commisses hy-
dographicas.^ '
Escrever na Bahia, para publicar em Pernam-
buco, o que deve produzir efeito no Rio de Ja-
neiro, tem porcerto grande desvantagem para nos
principalmente agora que as cmaras esto aber-
tas, porque nao podemos acorapanhar os seus tra-
balhos. Eutrelanto vamos procurando tirar todo o
partido possivel desta posigo inconveniente em
que nos achamos. torga de uma applicago cons-
O pouco lempo que nos deixa o servigo para
descangar, preferimos emprega-Io nesta lida
que consideramos til para o paiz.
Assiu viremos sempre, ou estudando ou escre-
vendo sobre assumptos de marinha, o por isso
temos adquirido uma tal ou qual afuuleza em
propor ideas nossas, que sao concebidas nesse e3-
tudo, e que temos a fortuna de ver algumas rea-
lisadas, e outras em via de se-Io.
Pareceu-nos que discutindo-se de novo este
anno o projecto de le de promoges para a arma-
da ; era nosso dever publicar o que pensamos
respeito delle lempo de sermos ouvido pelo no-
bre ministro e pela assembla geral legislativa
atlendeudo principalmepte que aquello nao des-
menta o concurso do mais obscuro e inintelligen-
te dos seus subordinados, e que esta, em vista da
gravidade da materia, de sua importancia, esli-
mar ser esclarecida completamente, ver o que
diz respeito um dos orgos mais antigos da ma-
rinha na imprensa.
E' verdade que j por duas vezes tiohamos ma-
nifestado nossa opinio, depois de madura refle-
lo ; mas posteriormente nos recordamos de sl-
gumas proposices, que expendemos na fesenha
passada, e que desejariamos que fossem admit-
tidas.
Por islo fomos forgados interromper a recapi-
tulago do excellente relatorio da marinha ; ago-
ra reataremos este fio quebrado, e aposentare-
mos os poucos pontos em que completamente di-
vergimos do pensar do eminente marinheiro que
o regidiu, guardando para ao depois explicar as
razoea em que nos fundamos.
Duvidamos :
Io Que seja conveniente augmentar com mais
\<,* e aos 8e8und8 cirurgioe.
2 Que as eslagoes nao tenham produzido os
resultados, que de sua instituigao se esperava. e
que convinhasupprimi-las ; porque nacontinua-
*f eJla? fha 8nos obstculos disciplina, e mo-
oilidade a forga naval.
3 Que o hospital da Bahia fique adeqaado aos
ffanu de 7,m a,nu fn m.rUm l- a ,cabec* >- *r. como se **& r.lesse alguma t
oiho hriit,*?- Ulal naal*- e >' um emeompensacodo tedio dssolido. Muitos me
olho bnlhanle como o carbnculo, pareca termi- tratara de misntropo, e, com esta expresso
T^lTj^^Tr aPenaS, '""i0 f6 inlM i^'"a "P,icar lodo "** de minha exU en
mais de ?r .?.V 8mr raC d?.-,apW em d-V COa, ,e a ndaao Pdess9 Preencher uma
mais ae um lugar, aindi esperava a ultima pas-
sagem do piucel.
Como, pois. tvestes coragem, Ihe disse eu,
para recusar azas este pobre passariuho I E' um
estudo encaoladar, que deveis terminar.
O pobre passarinho nao tem mais necessi-
dale de voar, respoodeu-me o velho sorrindo :
a mao que o comegou nao acabar ; ha muito
lempo que oodeseoha raais.
Eu esperava uma longa confidencia e escutava
mas nao pude mais obter uma palavra. Conti-
nuando minha inspecgo vi por baixo de uma
aquarella que trahia mo eslraoha. algumas let-
Iras de uma escriptura muilo fina e j dourada
pelo lempo, e, aproximanlo-me da janella pude
ler distinctamenle o nome amada. Abstive-me
de dar parle de minha descoberta, e, vivamente
mteressado, restitu o ilbum.
Amaila, era um lindo nome, e para mim este
nome parec3 uma restea de sol que alumiava com
uma serena claridade a habilago deserta do so-
litario. Amada, era talver um romance, talreza
derradeira palavra de um doloroso enignta : era
o passado, era o incgnito. Uma multidao de
supposiges extravagantes, de sonhos encanta-
dores as iam e renasciam tropel em minha
cabega. Seria, por ventura, um nome de me
ou de irraa, seria uma espeTanga despeda-
cada, uma dessas bellas e vaporelas appariges
que perpassam era nossos primeiros annos dei-
xando aps de um perfume semelhante s ema-
uagoes da primavera ? Mais de uma vez cogitei
sobre isso, tarde, aligando o fogo de meu foge.
e em quanto meu pensamenlo vagamunleava ao
acaso no caprichoso ddalo da phantasia. procu-
rara o_Co do labyrintho. Por infelicidade o ve-
lho nao tinha a condescendencia de Ariadne, e
eu corra grande risco de nao poder levantar o
vu deste myslerio.
Por oulro lado, valeria isso a pena ? Recorda-
gao vulgar, havia muito lempo, embotada em um
coracao gelado pela edade, lalvezfosse, em vez do
potico phantasma que eu sonhara, apenas um
destroca intil das tempestades da vi la, uma re-
liquia de celibatario para sempre soterrada na
poeira do esquecmento. Esia hypolhese me era
summamente desagradavel, despojava minhi he-
rona de todo o prestigio, e me fazia lamentar o
trabalho perdido em excogita-la. Has nao poda
parar nisto : a gravidade do virer do velho, essa
solidao claustral, os das calmos e laboriosos de
recluso afugentavam o peosamento de uma intri-
ga vaa e frivolz, e levavam-me crer que um
segredo serio eslava envolvido oa circumspecco
e relicencias das nossas conversagoes.
Em uma tarde de invern, encontrei o meu ve-
lho amigo seBtado diante de uma gaveta aberta e
mergulhado em um diluvio de papis que pre-
flns que est servindo, logo que se remover do
andar terreo o celleiro publico, e do superior da
??S vellas- auIa de Primeiras letras, etc.
4 Que a transplantago do systema da inscrip-
cao martima para o nosso paiz importa a com-
pleta anniquilago da marinhagem nacional, e
que o systema de recrutameoto entre nos segjido
seja menos velatorio do que aquello to preco-
nisado. r
E'agradavel observar-se que em um tao gran-
de numero de medidas propostas pelo Exm. Sr
minslro da marinha em seu relatorio, s esteja-
mos em desacord nestas qualro. Este faci pro-
va exuberantemente que ellas sao necessarias
marinha ; que a3 corporages as receber com
lutima salisfago ; porque nos quando as temos
pedido, nao fomos mais do que o echo della.
Que nao existe homogeneidade na deslribuigo
das materias pelas secgoes da secretaria de estado
prorar a simples leitura do regulamento exped
ao ha pouco mais de dous anuos. Lembrados esta-
rao os leitores que islo dissemos um anno
quando aoalysamos aqui o relatorio do Exm. Sr.
Faes Barreto. O Sr. ministro actual mostrou que
acortamos no nosso juizo.
Que convem augmentar cora mais dous o nu-
mero dos membros efferlivos militares do conse-
Iho naval, oliminando os adjunctos, de simples
nluigo, logo que se atlenler que este conselho
tem de deliberar, de dar seu parecer sobre objec-
tos militares do mar, que nioguem melhor do que
proflssionaes podem conhecer, e tanto mais isto
se torna indispensavel; porquanto ordinariamente
a pasta, da marinha oceupada por um homem po-
ltico, que nada ou pouco entende desta profisso
toda especial.
Que os membros do conselho nao devem aecu-
mular outras funecoes, ennuncia S. Exc. o Sr.
ministro quando diz cora muila propriedade__que
as causas da marinha demandara por sua peculia-
ridade, a quasi exclusiva dedics^o daquellesque
nellas se empregam, pelo que conveniente
manter essa incompalibilidade, concedeodo-se
em compensago maiores veocimenlos.
Nao s por esta razo, como porque os mem-
bros do conselho Da val sero assim mais inde-
pendentes, com mais franqueza se declararo,
ombora em opposico ao pensamenlo do rainls'
tro.julgamos vantajosa ao servigo publico esta
idea.
Que o chefe do quarlel general nio deve con-
tinuar ser omero automato do ministro, que o
reduziu o decreto n. 2,536 de 25 de ferereiro do
anno flodo, uma pura e grando verdade, que
folgamos ver enunciada pelo disliocto ministro.
A posigo desse prlmeiro chefe militar da ma-
rinha est bem definida por S. Exc. as seguintes
pslavras : O encarregado do quartel general
deve ser o chefe do estado maior, o principal
conservador do espirito militar, o primeiro fiscal
da disciplina e boa ordem da forga naval.
Urge, pois, que este fatal decreto inspirado mais
pelo desejo de reduzir a justa intervengao quo en-
lo frente dessa reparligo exercia o actual mi-
nistro, do que pela conveniencia do serrico, seja
desde j reconsiderado.
O tributo de considersco que o deslindo minis-
tro presta neste trecho ao Exm. vice-almiranto
vida mteira. Outros mais curiosos, consideram-
me com ioteresse, como um objecto de anatoma
psychologica, e sob a calma da superficie ecom-
prazem-se em supndr o surdo arruido d* loogin-
qua borrascas. Para estes, sou um dos ventu-
rosos do munlo que, depois de terem respirado
o odor de todas as flores e humedecido os labios
em tolas as tagas, tombam de ioanigo e fadiga,
e, esbrazeados do fogo dos deleites, apenas en-
contrara o tedio para prepara-los morle. Os
mais numerosos, illudidos pelo sileocio e calma
da vida que me teoho habituado levar, e echan-
do na theoria dos temperamentos a fcil justifl-
cago de suas fragilidades, julgam que dotou-me
o cu de una natureza previlegiada, especie de
santuario impenetrarel consagrado ao estudo,
onde nunca resoaram os echosdo mundo eo tro-
vejar das paixes humanas. Por ter sabido eo-
tnncheirar-me nessa fortaleza philosophica de
que falla um antigo, nunca possui, no dizer des-
ses homena, nam corago nem mocidade, e se
meu peilo algumas vezes pulsou de emogo nao
pode deixar de ter sido peranle uma inscripcao
cuneiforme, um manuscripto dos Vedas ou uma
edigao diflicil de achar-se do primeiro E'revier.
Tenho algumas vezessorrldo desle iuizos. Heu
lar sem familia, minha natural gravidade e a
pouca expanso de miohas confidencias teem,
cora ludo, dado lugar crer em uma frieza natu-
ral, e considerando mim mesmo, acabo por
desculpar essas imagiaagas generosas, que me
oulorgam por seu proprio alviire, uma alma va-
zia e despida de affeigo. Oxal que assim fosse I
oxal que os livros, hoje nica consolago de
minha solidao, me tivessem absorrido todo in-
teirol Meu corago de velho nao se perturbara
com agitages sbitas, e as saudades do passado
oao affligiriam constantemente os ltimos mo-
mentos de minhi vida. Infelizmente estes tra-
balhos que aprazem-se em considerar como o
eterno alimento de minhas faculdades, teem sido
somonte o balsamo de minhas feridas, e nao pre-
servara mioha alma de emoges pungentes e
amargas inquietagoes.
Nasci com uma natureza terna e sympathlca ;
mas as primeiras propeoses do meu espirito fo-
ram excessivamente comprimidas pela maneira
por que deseavolveu-se minha infancia. Algiins
das antes de mioha apparigo neste mundo, deu
pae, ofiicial da marinha real, tinha encontrido
uma morle gloriosa sobre sea navio, combati-
do os Ioglezes, e tinha eu apenas dous ao ios
quando mioha me, atormentada de uma mol is-
tia que trouxera do equador, pereceu, triste e
desesperada, no pequeo castello deHautmiot,
oosso patrimonio hereditario. Apenas cont eci
poia essas ternuras da familia, que mais tai de,
uo curso de uma vida tormentosa, parecem-
No podemos nos esquivar ao prazer de tra us-
crever as proprias pala'vras de S. Exc, que
pnmem perfeitamente o juizo que tambera fajze-
mos desse nosso eminente almirante :
A* frente dessa reparligo scha-se hoje o
ce-almiranle, baro de Tamaodar. Mariohei
destimido e cavalleiroso, amando estremec la-
mente a sua profisso. este deslindo general
de, eu o espero, concorj-er no eminente lugar
oceupa, para a efiicaz expanso dosgermens _
nerosos, que em si encerra a nossa joven e espe-
raugosa ofncialidade, habituada desde a infancia k
enerar nelle o desioteresse, dedicago e jiais
-
vi-
10
p-
aue
je-
mas do trabalho independente e'socegado, e
sujeigao horas regulares era pira mira um ver-
dadeiro supplicio. Durante as ferias sim que res-
pirava. Com que delicias vagueava ento debaixo
dosvelhos carvalhos de Hautraoot, tornava vi-
sitar as fontes que corriam sob o musgo, as col-
imas pedregosas, os declives ridos onde o la-
garlo aquecia-se ao sol, e persegua naa hervas
crescidas o vo phantastico das borboletas 1
J atormeotava-me uma extraordinaria neces-
sidade de expanso. Soffria melancolas ioexpl-
cavis tristezas sem causa, as quaes goslava de
embalar mioha alan como ao som de msica lon-
gmqua. Tudo o que me pareca uma queixa tinha
para mim um certo encanto. O prolongado sib-
lar do vento do iaverno em ama fechadura, a
montona symphooia da chura cahindo das got-
teiras, o echo de um orgo vulgar trazido de lon-
go, no silencio de urna sala de esludo, causavam
me emoges descoohecidas, e adormeciara meu
corago era uma placidez enferma. Tive algumas
amizades de infancia, todas violentas, exsgeraas.
e como dava minha affeigo ioteira, exiga egual
generosidade ; mas sempre acabava por ser ilu-
dido. Quantas lagrimas oceultascustavam-me es-
tes primeiros soffriraenlos e quantas vezes, nos
tormentos de um cime precoce sent meu cora-
gao prestes estalsr-se I Estes tormentos me
transloruavam. Nao os coofessava com receio do
ridiculo, e a coocentrago forgada que tinha
concatenada minha alma cootribuio, sem duvida
mais que tudo para me inspirar este aborrecimeo-
to do mundo que mais tarde fez a deszraga de mi
ana existencia.
Alguos livros que me cahiram as mos dosen-
volveram estes primeiros germens. Algumas pa-
ginas celebres devorara-as eu em noitesde an-
gustias, escondendo minha leitura como uma ac-
gao reprorada ; e mesmo hoje, depois de tantas
prorongas, quando meus olhos as percorrem an-
da nao posso deixar de sentir um repentino ca-
lafno. Deremos agradecer ou maliizer esses ho-
mens que deram uma formula s dores de oosso
seculo, e suas eloquentes pinturas sao o remedio
ou alimento de nossa demencia?
Cheguei edade em que se decide a vida hu-
man com a cabega nicamente povoada de ideas
completamente falsas, e chimeras em lugar de
realidades. A amizade me tinha parecido cousa
extraordinariamente agradavel, e linha-me del-
icado lovarpor seu encanto com todo o abandono
M uma alma juvenil e ingenua. Has nao fui fe-
liz: chegaram as S9parages ; muilas vezes aps
dolorosas sceoas de despedida, o corago se me
enlumescia, e eu perguntava mim mesmo o que
sena a vida sem os doces lagos que a tornara to-
leravel. Na partida d'aquelles que araava, obti-
oha prometlimentos; depois os dias, os mezas
escoavara-aesem que fossem realisados; todos
tionam adquerido novas relages, todos afaaa-
vam-se em busca do quo chamavam o porvir
muitos aviltavam suas almas em gozos vulga-
res; nem um se lembrava do ausente.
Esta indifferenga me revoltou. Muito expedito
em generalisar meus sentimentos, tirei de um
fado particular uma le universal, e admitti co-
mo principio que a humaoidade obelecendo ni-
camente ao ioteresse oo era um meio vital para
uma alma generosa.
Meus estudos estavam torminados ; senhor de
rainlia pessoa o de meus bens, tinha tornado en-
trar nos dominios de meu pai, e ahi" ex-
cogitara ama vida livre e laboriosa para me in-
deranisardos gozos do corago aos quaes renun-
ciava por desanimo e cansago. Teria podido con-
seguir urna posigo no estado, e contribuir, com
o meu frico cootingente, para a direcgo dos ne-
gocios pblicos ; porm com as ideas pessimistas
que alimeotava, destinguia sompre o mal sob as
apparencias do bem, e. no mundo ofiicial lioha
visto ou supposto ver tanta hypocrisia e mentira,
que recuava delle com horror. Alm disso abor-
reca as doutrinas de um partido antecipado, dou-
trinas de convengo. e parecis-me que enregi-
mentar-me em uma classe qualquer de funccio-
oanos sena renegar para sempre minha inde-
pendencia e personalidade.
Tal a sorte dos homens que receberam do
cu uma organisago muito delicada : o menor
mal os affiige, elles mesmos o exagerara, o, fa-
zendo dimanar de realidades deploraveis uma
consequencia assustadora, cahem, de queda em
queda, em um momo e perigoso isolamento.
caraclerisam o perfeito homem
do
ao
ib-
virtudes, que
mar.
Termina S. Exc. o periodo que consagro
quartel general, pedindo que se fixera maii res
vencimentos ao chefe e expregados dessa rejar-
ligao. que anda era 1861, lem os mesmos 4 de comedorias, Diados 68 annos para elles
que S. Exc. mui bem classifica de irrisorio e
surdo!
Tratando depois do corpo da armada, ao dual
S. Exc. dedica um longo capitulo, em que lle-
monslra que a sorte deste merece toda a aua 5o-
licilude, diz que< toraa-se cada dia mais palpi-
tante a necessidade de alargar as classes supe-
riores o quadro estabelecido pelo decreto n. 185
de 20 de junho de 1842, calculado sobre pre^i-
soes ultrapasadas pelo progressivo deseorolri-
mento que com o volver des annos tem tido as
nossas iostituiajes martimas.
Para provar esta assercao desee S. Exc. uma
minuciosa aoalyse do quadro, e faz uma curiosa
coofrootago entre as torgas deste, e os servigos
que ellas sao destinadas, que convence aos
m3is incrdulos.
D'ahl se deduz que, como diz S. Exc, mesmo
nao contando com os impedimentos por licengas,
ou molestias, e com a necessidsde de uma reserva
disponivel para occorrer s commisses extraor-
dinarias e outras eventualidades do servigo, rsen-
te-se o quadro em cada uma das suas classes su-
periores das seguiotes differeogas para menos:
Ch'efe de esquadra............... i
Chofes de divisan...............\ 2
Capites de mar e guerra........ 4
Capiles de fragata.............. 6
Capit es-tenentes................ 12
Ao argumento convincente dos algarismos que
S. Exc. recorren, acrescentou considerages pro-
uudas, expostas com lo grande eloquencia. que
nos arrebatou.
Para que nossos leitores conhecam que profe-
rimos a verdade, reproduzimos este periodo sem
Ihe fazer um s commentario, para nao Ihe tirar
a belleza.
Nada melhor, de cerlo, se poderia escrever :
Os acanhados limites tragados s classes su-
periores, nio s geram difficuldades ao manejo
da admioistracao, como teodem i inocular o de-
sanimo nos subalternos, cujas legitimas aspira-
ges vio quebrar-se de encontr insuperavel
barrena levantada pela lenteza dosaccessos que
apenas podem ler lugar, em virtude de vagas,
morosamente sberlas pela morle ou reformas.
D'ahi as mala perniciosas consequencias. A
desesperanza intibia o zelo, mala a emulaco
hurn h, T.W.n,t..x i ywo-Biiuiiauo ueaesperaoga iniima o zeio, mata a emulagao e
fira nililTKt'-hnmin!!g09*nni9,u' i08t,a o Qiao de muits dos que, fascinados
{a, que tem do mu apreciado. pelo brilho ds3 aU palentw hr:car;m "
suprema recompensa de uma vida d lulas,
chimera e loucura. recovar os tristes soahos
dos theologos chinezes que coosideram, como o
mais alto gru de felicidade. uma bem aventura-
da imraobilidade. Por este esforgo contra a na-
turez a alma coo3ome-se sem proveito. Esta al-
ma apparente nao o somno socegado e salutar
que acompaoha o trabalho e restabelece as for-
Cas ; a iosensDilidade facticia do paciente que
se adormece e que desperla pela dr.
Eu iovejara a sorte desses homens cujos an-
nos se dividem, por assim dizer. era porges
exactas : teem a edade dos prazeres, a edade do
trabalho e a da familia, e esses tres periodos se
succedem sem prejudicarem-se, como os actos
oecessanos de uma indispensavel triloga. Teria
dado thesauros para coar minha vida n'esta am-
pulneta vulgr, e lirrar-me deste modo dofroar-
tynos de meu peosamento. Venturosos aquel-
es que podem absorver toda i sua exigencia era
oceupagoes estreitas e pueris, dizia eu. Sempre
oceupados pelas mais humildes minuciosidades
da vida real, oo solTrera esta debilidade da al-
ma, e esta fadiga de longos sonhos. Se nao se
elevara aos picos das moutanhas, nao seotem a
vertigem annuviarseus olhos e nao recuam ater-
rados perante a fascinago do abysmo. Teem
pequeas felicidades que nao corapreheodo e de
que sorno. mas sao felicidades, sem duvida, por-
que com ellas vivera contentes, e.pelo menos,
tomaram sua parte nos labores da sociedade, e
oao passam como fardos inuteis. sobre a Ierra
onde seus filhos os viro substituir.
Estas reflexes perpassaram frequentemente
por meu espirito nos bosques delautmoot e dei-
xaram-me uma impresso dolorosa ; mas. habi-
tuado encarar o exterior cora ama indifferenga
natural, nunca fixava n'ollas meu espirito mui
sonamente. A energa, esta qualilade preciosa
que dispensa muilas outras, faltava ao meu ca-
rcter. Prosegua, pois, mioha obra deflnhadora
e homicida, suppondo matar para sempre em
meu corago as aspirages de outr'ora, em quan-
to preparara lhes, por este mesmo refreamento,
uma terrivel e tumultuosa resurreigo.
Por algum lempo, todas as forgas vivas de mi-
nha alma expandiam-se em uraa communho in-
tima com a natureza. Araava o cu, os bosques,
os nos com um amor excessivo. Nao poda fati-
gar-me de admirar a prodigalidade de vida der-
ramada mos chelas oa creagao ; em tDda par-
le senta palpitar coragoes, estremecer intelli-
encias ; em toda parte suspeitava mysterios.
lomprehendia as innumeraveis (rmas da mate-
ria, a poesia mudavel das eslagoes. Uma encru-
zilhada de caminho alumisda pelo sol poente,
uma egreja de aldeia dourada de luz e projeclan-
do sus sombra azulada sobre o declive de um
ouleiro, um prado em que os bois se volviam ru-
minando, para me verera passar, um rio enfeita-
do de coupos, onde o rouco gorgeio do pego fa-
zia um concert pausado com o ciciar da folha-
8om. as mil acensa granliosss ou singelas da
vida rurl me inspiraram incomprehensireis ar-
roubos e bastavam para dulcificar minhas horas
de sohdao.
Muilas vezes parta ao romper da aurora, com
uma claridade duba, sem fim determinado, hu-
medecendo meus ps no orvalho da maoha e
respirando com delicias as baforadas do ar que
sahiam desgargantas das mootanhas. la ver as
pequeas herdades que oceultavam sob uma cor-
tina suas paredes de Ierra e seus ledos de te-
nas vermelhas. procurava no declive das colli-
nas as sendas frequentadas pelas cabras, segua
cora a vista as pesadas carrogas de ferro sobre a
lioha esbranquigada dos caminhos, e mais de
uma vez a noite sorprendeg-me looge de casa ;
na orla de uma floresta ou sobre a margem d
torrente Entrava em casa subjugado pela fadi-
ga. levando nos ps um pouquinho da trra de
todos os campos por onde tinha passado, atira-
va-me na cama com felicidade, e o somoo de
mim apoderava-se at o dia seguinle. Depois,
tinhi minhas horas de trabalho e do esludo.
Qando os caminhos alagados pela agua da chu-
ra, nao prometliam uma muito perigosa olyssa,
e quando senlia-me cangado de correr por mon-
tes e /alies, encerrava-me no meu gabinete, e
buscava mioha sociedade em meus livros, prefe-
riodo-a muito sociedade dos homens.
Existia em Hautraoot uma dessas grandes bi-
bliothecas antigs cujos volumes oncadernados
sempenhar cabalmente ; nao s porque um
joven oficial intelligente e aclivo. como porque
pela sua longa permanencia na Inglaterra, suas
excellenles relages de parentesco e de amisade
com pessoas daquelle reino, pode melhor do que
qualquer outro salisfazer s vistas do Exm Sr
ministro.
Projecta este, com perfeito conhecimento da
reparligo, reduzir o orgamento da marinha, ou
o que vem ser o mesmo, fazer nelle uma gran-
de economia que possa ser applicida construc-
gao de vanos vasos de guerra, que substituam os
que tendera i desapparecer de promplo de nossa
esquadra.
Na arrecadago e deslribuigo dos sobresalen-
les navaes, no syslema de escripturago dos al-
moxarifados e casas de arrecadago se podem
inlroduzir reformas que deem aquelle resultado
e pois o distinelo ministro, oo contente com ter
nomeado uma commisso composta do Sr. chefe
de esquadra Diogo Ignacio Tavares, inspector do
arsenal de marinha da corte, do Sr. chefe de di-
visao Antonio Leocadio do Couto, intendente e
do Sr. Antonio Jos da Silva, contador, para es-
enthusiasmo a vida do mar, nio como um meio
de adquirir riquezas, mas como uma carreira de
gloria e renome, essa tendencia para os empre-
gos de trra, por vezes denunciada ao corpo le-
gislativo. r
a Aquellas que, dolados de maior resignagao
ou mais decidida vocago, conservam-se no ser-
vigo da armada, quando lograra altmgir aos pos-
tos superiores, esto velhos e alquebrados pelas
ladigas de uma vida excepcional.
A diuturna permanencia nos postos subal-
ternos, habituando a mocidade subordinar os
dictamos da propria intelligencia ao impulso de
uma vontade superior, exagera o lemor da res-
ponsabilidade, apaga os lampejos do genio, en-
torpece a iniciativa, e transforma os mais robus-
tos caracteres em instrumentos aptos para execu-
tar, mas improprios para conceber e dirigir.
Resolvidaa abrogago do decreto n. 185 de
20 de junho de 18*2. e o estabelecimento de um
novo quadro sobre bases mais largas, seria occa-
siao asada, para eliminar-se da nossa hyerarchia
naval o posto de chefe de diviso que, oo tendo
correspondente as mariohas eslrangeiras, com
quera eolretemos mais frequentes relages, bt|tadar e pmftc "we"MdtrVw~n^ste ZZa?I
goes e conflictos de precedencia entre os con- sou o raeocionfdo Sr o i" ''." "i".', ecarre*
andante, das nossas forgas. e os de outras na- Sm^SgS^t^lJ^^^
certo'de0;^1!" 7 S^^0 Wf^ ^ > '^ 'EJXm "decollar
Qciaas emnremJrt2Sf^dnS ES '-* C,8SSe OSof- ao Bsileaprsente um relatorio minucioso so
ciaes erapregados em coraraissoes ou servigos breos diversos tpicos que Ihe forara recoramen-
dados.
Providencias desta ordem sao dignas sempre de
elogios, e por isso nao podemos refer-las sem
fZ-103.
Sao notaveis as instrueges dadas directamen-
te pela secretaria de estado dos negocios da ma-
rinha para a viagem a crvela Berenice, com-
mandada pelo digno Sr. capilo leueote Joo Car-
los lavares.
Cumpridas ellas como est recommendado, e
como se deve esperar deste ofiicial resullaro as
segunles vantagens:
a Ficari determinada a verdadeira posigo do
novo pharol erguida om urna das ilhas dos Abro-
hos, por meio de observages ebronometricas e
lunares, e pelas altaras meridianas e correspon-
dentes do sol. Quem souber que ha divergencia
grande entre os navegadores acerca da exacta
posigo geographica daquellas ilhas, nao pode
deixar de applaudir um acto que vai decidir a
queslo.
Reconhecer-se-ha a profundidade, tempera-
tura, e quaiidade do fundo do ocano, por meio
de sondas entre aquellas ilhas e Pernambuco, en-
I9 oSle piorl0 e a ilha de ornando, eutre a ilha
de Fernando e o baixo das Cabras, entre este
baixo e o abo de S. Roque, e d'ahi para baria-
rento at o Ro de Janeiro.
Esta sondagem nao s vae dar um excellente
exercicio aos ofllciaes e marinheiros, o que j
importante, como servir de base i soluglo de
um grande problema futuro, que muilo impor-
tar ao augmento de nosso imperio, qual o esta-
belecimento de uma lioha telegraphica submari-
nha ao longo de oossa costa, que a pocha em
immediala commuoicago com algum ponto da
outra parte do AtiUatico, provavelmenl Lisboa.
em pelle sao to respeitaveis com suas letras
u? "i* ec0BI "as Tera,elh9 de suas o-
Ihas. Eu a tinha j revolvido iuteiramente e
sabia suas mala altas divisos. A estas riquezas
insutflcientes ajuntarim-se novos contingentes, e
era pouco lempo reun em torno de mim bastan-
tes ihesouros para oceupar muitas vidas de Be-
nedictino, e de bibliophilos.
A extrema mobilidsdo de meu carcter toroava
meu trabalho pouco proveitoso modificando sem
cessar o seu objecto. Desejava hauri: em todas
as fontes, o ora consuma as noites ods labores
de uma erudigo estril, ora embnag.va-me oa
harmona dos versos e atirava-me maneira dos
poetas, as regies da phantasia.
Deseiei eoohecer os idiomas dos povosestran-
geiros e verificar se realmente adqueria-se uma
alma nova apreodeodo uma lingua. Disse Al-
lemanha : Deixa-me ler as obras de leus pensa-
dores e de leus phllosophos, las balalas ele-
geodas. Disse i Inglaterra : faze resoar meu
ouvido tuas palavras maviosaa como a msica,
faze-me descerj com Alighieri as. espines do
inferno, com o Tasso conduze-me dianle de Ne-
ceia e Jerusalem, e prepara-me na borda das fon-
les de Vauclusia um lugar d'onde possa escular
Petrarca.
Depois eatudei Sakspeare, estudei Milln, abra-
zei-me de um bello ardor pela anliguidade; co-
mo um doutor do XVI seculo, interessei-me pe-
las inlermioaveis disputas dos escholasticos e
commentadores modernos, aprofundei-me em
conhecer a medida de um verso, e o lugar de
um accento. Ousei mesmo em minha audacia
applicar-me ao Oriente, os caracteres para mim
novos das Iioguas semticas, as innumeraves in-
lecges de palavras nao me atemorisaram ; as
trangas ponctuadss da escriptura rabe acaba-
ra m por ter um sentido diaote de meus olhos. e
Coro mais, de uma vez, viu-me como um estu-
daote applicado, preparar minha penna em falta
de clamo para os elegantes capricos de sua cl-
ligraphia.
Depois foram -me misler velhas cartas perga-
minhos amarellecidos, escaoinhos de bibliotbecas
empoadas donde esperava ver sahir phantasmas
dos lempos passados. Anda ahi muilas de
minhas illuses se dissiparam ; tinha imaginado
sobre a f dos romances, seculos de religio sin-
cera, e virtudes cavallerosas, eocootrava nos ma-
nuscriptos contemporneos provas de violencia,
de corrupgo, de impiedade nao menos revoltan-
le do que no lempo presente.
Acabei por sentir apenas fadiga e desgosto em
sacudir todo este p desciencia humana, eche-
gou um momento em que os livros abortos dian-
te de mim nio me disseram mais nada, em que
as linhs dansavam diante de meus olhos como
caracteres mgicos; minha lampada brilhava; a
rolha branca esperava um pensamenlo, e spezar
dos esforgos de uma elaborago penosa, meu
cerebro permaneca infecundo.
As paginas que outr'ora eu mais amara me
pareciam mollea e languinhentas' a homem
antigo comegava reapparecer. Minha anliga
melancola e miohas sonbadas chimeras me vi-
nhara outra vez acabrunhar; meos impulsos de
alieigao, recalcados mas nao vencidos faziam
palpitar meu peito. O trabalho apenas causad-
me somno. Tinha abusado do remedio, porque
ja comegava me despertar o mal; deixei os
Para escapar do tedio de urna vida sem al-
vo e lludir ao aborrecimento que me devora-
va ui pedir minha distrago s viagens e es-
perei encontrar sobre uma Ierra estrangeira o
repouso de espirito que o solo natal me recuss-
va. Muiias vezes, duracte as horas ociosas e
pensativas de minha infancia, debrugado sobre
uraa janella, tiaha seguido com a vista os ban-
dos de passaros de arribago, invejando a rapi-
dez de seu vo e a immensa loogitude de suas
peregnnages. Ura dia veioemque tambera tomei
meu vo ; disse adeus aos sitios que tinham vis-
to meu bergo, e transbordando de esperanga, ati-
rei-me para plagas incgnitas. Feliz de mim
se era novos lugares tivesse podido eocoutrar
urna alma nova, e retemperar mioha natureza
as fontes dos climas longinquos.
Percorri todas as regies que a razo e a mo-
da recommendam admioistrago dos viajares
e fatigaei-me em subir todas as montauhas. em*
deixar as pegadas de meus passos em todo's os
cumes nevados. Persegu os camellos nos Al-
pes o urso nos. Pyrineos, e os onagros hespa-
nhoes mais de uma vez me transportaran) sobre
os bogaes dos precipicios. J as cidades marti-
mas, primeiros termos de minhas peregrinagoes,
nao me apraziam mais.
Essa mistura de civlisago e engenuidade
transtoroava meusjuizes e eu eslava fatigado de
encontrarpardas magestosas scenas da natureza
as eternas extravagancias e os ridiculos da socie-
dade. Estendi mais meu horisonte, saudei as
fronteiras ds patria, e fui procurar o olvido para
as mquietages que me aflligiam sobre as trras
de mais de um povo.
A Allemanha viu-me fantico admirador de
um outro seculo, ir procurar os annaes dos se-
culos passados as ras de suas cidades caducas,
e a recordado de seus bares fendaes nos cas-
tellos do Elba e do Rheno. Visitei os reis ma-
gos em sua cagada de Colonia e os solitarios na
nev do Sao Bernardo.
Na Italia prostei minha fronte perante a ma-
gestade das ruinas romanas., o Colyso deixou
"npressa em minha memoria a iraagem de so-
berba mole de suas arcadas; expand minha al-
ma (odas as melodas da natureza e da arte. As-
sisti a semana sania em Roma, e, do alto do Va-
ticano o papa abengoando o universo deu-me
tambera sua bengo. ( Continuar-se-ha.)
alheios marinha de guerra, em quanto nees
permaoecerem.
Por esta forma, desembaragado o caminho
conseguira o mrito elevar-se s altas posiges'
a.que lem direito, e a brilhanle mocidade que*
hoje desacorogoada encara o futuro, lutaodo de
emulagao, procurara, daodo lustre marinha, fa-
zer jus aos mais elevados postos. Insto por esta
medida organisadora do corpo da armada.
Perleocemos esta brilhaote mocidade era
quem o illustre almirante tanto confia, e suas
palavras nos eocheram domis nobre orgulho.
Esta lioguagem partindo do governo lem uma
influencia magntica extraordinaria: anima os
tibios ; communica aos dedicados um ardor que
faz augurar grandes feitos ; exacta completamen-
te os bros dos homens que a ou vem.
Mas preciso que pateoieemos uma verdade:
a joven ofikialidade de marinha hoje tanto se dis-
tingue ; por que foi educada as virtudes milita-
res pelo eminente ministro ; por esse outro ma-
rinheiro audaz que o mundo coohece como o Mar-
ques Lisboa, e quem o nosso augusto monar-
cha conferiu o titulo de bario de Tamandar ; e
por oulros nao menos Ilustres chefes, que ella
tem tomado por modelo.
Acosturaada por elles Irilhar a senda do de-
ver e da disciplina, tomando-a por modelo na
profissio, teudo tido a fortuna de beber uma ins-
truego mais variada do queao principise dava
em nossa msriaha, nao de admirar que realisem
as bem fundadas esperanzas daquelles que, como
o nosso ministro actual contemplara a sua obra, o
[rucio de tanta perseveraoga e estimulo.
O Sr. Io lenle Portugal partiu para a Europa
, no paquete do mez passado incumbido de uma
patentes, abragaram com bem iuteressante commisso, que cerlameale de-
uSET
Picar assim a gloria do iniciativa desta ousada
enipreza pertencendo nossa marinha, como de-
sejavamos.
Deste modo a admioistrago do Exm. Sr. cha-
fe de esquadra Joaquim Jos Ignacio, que j po-
demos appellidar das luzes, porque foi inaugu-
rada com a luminago de um bello pharol e
porque cuida da construego de outros; revela-sa
sobre maneira progresslsla, e animada de gran-
des tendencias.
Verificar-se-ha a possibilidade de construir-
se no baixo das Cabras um pbarolete que possa
ser avistado oa distancia de 10 milhas.
Conhecemos perfeitamente este baixo, que vi-
sitamos pouco mais de um auno, e nao s sa
podo perfeitamente erigir aquella luz, e alimen-
ta-li; como ella essencialissima paraos nave-
gadores.
Se o Sr. ministro a mandar collocar, prestar
ura servigo incalculavel nao s ao paiz, como
humaoidade ; porque evitar com ella novos si-
nistros. A' nao tomar-se esta utilUsima provi-
dencia, deve-se pensar ao menos na construego
de uma casa de asylo para osiofelizes nufragos
em que elles achem alguns alimentos em conser-
va, roupas de la, sobresalentes para compOr
os escaleres, uraa boa jangada, etc., como j mais
de uraa vez proposemos.
Reconhecer-se-ha o porto do Pajeusra le-
vantaodo-se-lhe a planta; e se estudaro os meios
de restiluir-lhe sua antiga importancia.
Quera lem visitado a proviocia das Alagoas, e
se ha demorado algum lempo no aocoradouro do
Jaragu, principalmente na estago invernosa,
sabe quanto este aocoradouro 6 incommodo e ala
perigoso.
Estesi iocouveuieotes prejudicam muito aquel-
la provincia, que uma das do Brasil que indu-
bitavelmente prospera todos os dias, nao obs-
tante taes obstculos de seu porto.
Mas Pajeusra abi est proxino; Pajeusra
que um brilhanle bruto que s espera seu la-
pidario para mostrar todo o seu valor. Nesse por-
to se encerra o futuro grandioso da proviocia das
Alagoas. Pequeas despezas com escavages o tor-
oarao logo accessivel aos natos que hoje pro-
curara a proviocia; trabalhos d'arle que mais
larde pdem ser emprehendidos o toroaro de
grande importancia, o melhor porto da costa en-
tre Baha e Peroambuco.
Por ahi se pode avaliar a conveniencia dos es-
tudos e explorages que nelle mandou fazer o
digno ministro, i quem os Alagoanos, princi-
palmente, devem ser mui reconhecidos por esla
lembranga. r
Os officiaes, e guardas marnhas adquirirn
grande prattea nao s na navegagao e calculo,
como nos trabalhos especiaes da bydographia.
A commisso mui trabalhosa como se vfe-
mas por sem duvida ser ama das mais proveito-
sas que haja desempeobado a marinha brasilera,
e uma concepgo houve bastante, a que a man-
dou emprehender, e a que levar ao cabe. Sao
viagens desta ordem que formam officiaes. e ma-
rinheiros.
E. .
PKUf,- TYP. j)I M, F. DI FARU18*1,


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