Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09330


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Full Text
lili IIITI! ID1C10 163
.Mf 1J OHJ'lt
jSUUUS/^11-;
P#r tres mezes adiantados 5fl800
Por tres mezes vencidos 6$000
SABBADO 6 DE JDLHO DE lili
Por anno adiantado 19$00 0
Ptrte francf para subscriptor.
MCA1RHGADOS DA. BTJBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Harques da Silva ; Araca-
y, o Sr. A, de Lemos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
da Glireira; Maraoho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tioa Ribeiro Guimares; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS UUS CUKKKlUS.
Otinda todos os dias as 9 1/3 horas dodfa,1
Iguarass, Goianna Parahiba as segunda* e
sextas-feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Carear, Altinhe
Garaohuns as tergas-feiras.
Pi d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-J
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formse, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natai quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO MIZ DE JULHO.
7 La ora as 11 horas 56 minutos da tarde'
15 Ouarto crescente aos 28 minutos da manba'
21 La eheia as 9 horas 46 minutos da tarde.
29 Quarto minguante a 5 horas e 32 minutos da
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 3 horas e 18 minutos da manhia.
Segando as z horas a 54 minutoa da tarde.
AS DA SEMANA*
1 Segunda. S. Theodorico ab.; S. Abrahlo m
2 Terja. Visitado de N. Senhora i S. Isabel.
3 Quarta. S. Jacintho m.; S. Heliodoro b.
4 Quinta. S. Isabel rainha de Portugal f.
5 Sexta. S. Pbilomeoa t. ; S. Tryfloa m.
6 Sabbado. S. Domingas t. m.; S. Izaias prof.
7 Domingo. Festa do precioso sangue de J. C.
AUDlRrtGlAS'S' "TRIBNaE A CAPITAL^
(Tribunal dn commercio; segundase quintas.
Re.lagio: Urcas, quintas sabbados as 10 horca,
/azfc-nda : tjercas, quintas e sabbados as 10 horas!
Jnizo do commercio : quartas ao meio dia:
Dfto de orphos : tercas e sextas as 10 horas
Primera Tara do erre!: terew s sextasao meio
Segunda rara do ti ral: quartas sabbados a 1
hora da tarde:
ENCARREG.4D0S DA SUBSCR1PCAO DO SUl .
Alagoas, o Sr. Claudino FalcloMas; Baha
Sr. Jos Haritos Aires ; Rio de Ja**, o Ir
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprieterro do mario- Manoel Figueiroj ,
Faria.na sua linaria praga da Independencia &
6 e 8.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 3 de julho.
Officio ao capillo do pono.Fago apresentar
& V. S., para ser inspeccionado, o recruta Ray-
tnundo Ferreira de Brito.
Foi apresentado para o mesmo effeito o recru-
ta Manoel Pedro dos Santos.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de Goianna.Expega V. S. suss ordens
para que urna guarda de honra de algum dos ba-
lalhei da guarda nacional sob seu commando
uperior assista aos actos da (esta de N. S. do
Carmo do convento dessa cidade no dia 16 do
correte.
Dito ao inspector da thesooraria de fazenda.
Autoriso V. S., nos termos de sua ioformaglo
de hontem, sob n. 534, a mandar adiantar so
almoxarie do hospital militar quantia de um
cont de ris, constante do pedido, que devolv,
para as despezas daquelle estabelecimento na
primeira quinzena deste mez.
Dito ao mesmo.Coramiiaico V. S., para o
Jim conveniente, que, segundo participou o di-
rector das obras publicas em officio de hontem,
sob n. 165, consumiram-se com a illuminago
do palacio da presidencia, no mez de junho ul-
timo 7:900 ps cbicos de gaz.
Dito ao iospector da thesouraria provincial.
Para se poder resolver Acerca do crdito supple-
meotar de 9.115j90t ris constante de 3eu officio
n. 256 do 1* do correte, o qual devolvo com o
pedido da repartilo das obras publicas, relati-
vamente ao mez de juoho ultimo faz-se preciso
que V. S. me remetta urna demonstradlo da n-
suScieacia das quantias rotadas para essas des-
pezas.
Dito ao mesmo.Restituo o pedido que acom-
pauhou a sua informadlo de hontem, sob n. 289,
a fim de que, depois de entregues nessa thesou-
raria as contas das despezas fetas com o collegio
dos orphos no mez de juoho ultimo, mande V.
S. adiantar a respectiva directora a quantia de
1:1509720 ris, constante do mesmo pedido para
0 consumo daquelle estabelecimento no correte
mez.Communicou-se ao director geral da ins-
truccao publica.
Mandou-se tambem ao director do collegio dos
orphos, para o mesmo effeito, a quantia de....
1 045S610 ris, e a de 1235732 ris para paga-
mento dos empregados ioternos daquelle estabe-
lecimento, relativo ao mez de juoho ultimo.
Communicou-se ao director geral da ioslrucg&o
publica.
Dito ao mesmo,Teodo de conformidade com
a sua informadlo de hontem, soba. 290, defe-
rido favoravelmente o requerimento em que Es-
treo Jos da Motta pedia permissao para fazer
entrega da casa terrea o. 4 da ra da Madre de
Daos, perlencente ao patrimonio dos orphos, e
cujos alugueis haviam sido por elle arrematados;
assim o communico V. S. para seu cooheci-
mento e a Qm de que. depois de pago o que es-
tiver a dever o supplicaote proveniente dos ms-
anos alagueres mande receber a referida casa e
por oovamente em praga o respectivo rendimento.
Dito ao juiz municipal do Cabo.Remetto
Vmc. o requerimento e mais papis em que Theo-
tonio da Silva Vieira pede a confirmadlo do afo-
ramento perpetuo das trras denominadas.Cur-
raespertencentes capella de S. Miguel de
Ipojuca, a fim de que preste as ioformaces exi-
gidas pelo procurador fiscal da thesouraria de
fazenda no officio de 19 de agosto de 1858, por
copia junto aos sobreditos papei3, contarme fui
determinado por aviso do ministerio da fazenda
de 10 de juoho prximo fiado, tambem por copia.
Dito ao director das obras publicas. Respon-
derlo o seu officio de 11 de maio ultimo, h. 118,
tenho a dizer que conforme indica a thesouraria
provincial em sua informadlo de hontem, sob n.
292, mande Vmc. contemplar no pedido que -
zer para essa repartilo nu correte mez os......
20070920 ris, que, segundo consta do citado
officio, sao precisos para a concluslo da obra da
ponte do Aojo, que est sendo executada por
administradlo.
Despacbos do dia 3 de julho,
Rcqutrimtntos.
Francisco Ignacio de Alhayde.Informe o Sr.
juiz de direito da Ia vara.
Aona Galdina da Triodade.Nlo tem lugar o
que requer vista da informadlo.
fiernardino Pereira de Brito.Selle, e rolte.
Bacharel Balbino Cesar de Mello.Seja sub-
mettido ao goveroo imperial.
Do ningos Ferreira de Souza Vasconcellos.
Informe |o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Francisco de Paula Leite.Informe o Sr. Dr.
juiz municipal do termo de Nazaretb.
Dr. Jos Pinto Jnior.Informe o Sr. iospec-
tor da thesouraria provincial.
Joaquim Bernardino de Magalbaes Garcez.
Sellado, volte.
Manoel Polycarpo Moreira de Azevedo Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Vicente Ferreira da Porciuncula.Passe por-
tara concedendo a licenga pedida com veaci-
meotos.
COMANDO DAS ARMAS.
Qaartel do commando das armas
de Pernambuco, na eidade do
Hecife, em 4 de julho de 1861.
OHDEM DO D1AN. 117.
O coronel commandante das armas faz publi-
co para conhecimento da guarnilo, que em vis-
ta do disposto na ordem do dia da secretaria de
estado dos negocios da guerra, sob n. 264 de 18
de junho ultimo, foi exonerado do lugar de di-
rector do hospital militar desta guarniclo o Sr.
mejor reformado do exercito Felippe Duarte Pe-
reira, e portara da presidencia do Io do correte
foi nomeado para o mesmo lugar o Sr. teoenle
corooel reformado Jos Antonio Pinto, em quan
to o goveroo imperial nao mandar o contrario.
' Outro sim, que segundo o disposto na 1* parte
da mesma ordem do dia, foram tambem exone-
rados dos lugares de ajudantes das fortalezas Oe
Pao Amarello, llamarse!. Gailin e Nazareth, os
Srs. 2o teoente reformado Epifanio Borges de
Menezes Doria, tenenle reformado Manoel Jos
da Silva Leite, e teoente de estado maior de 2a
classe Joo Marinho Paes Barretto.
Finalmente que a presidencia por portara de
2 do correte nomeou para o cargo de delegado
de polica da freguezia de Aguas Bellas, oSr. cs-
pRIo do 4 balalblo de artilharia a p Jos Pe-
dro Nolasco Pereira da Cunha.
Assignado.Jos Antonio da Fonseca Galvo.
Conforme.Antonio Enea Gustavo Galvo.
Alferes ajudante de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
Em consecuencia do despacho que o conde de
Cavour dirigi ao representante da Sardenha em
Loodres, o marquez de Ateglio, a da resposta
deste, a que demos j puMicidade, o ministro dos
negocios estrangeiros d'Austria, o conde Rech-
berg, eoviou ao representante desta potencia
junto do governo britaanico a seguate nota ;
< Senhor conde Os joroaes reproduziram l-
timamente um despacho de Cavour ao marquez
d'Azeglio, com dala de 16 de margo de 1861. An-
da que a publicarlo de que se trata nlo tenha
tido al aqu, se me nlo engao, carcter official,
attrabio cocotudo a minha attenco ; e ser-me-
hia difficil deixar de responder s assergoes co-
udas nesse documento.
Nao emprehenderei aqui a tarefa de discutir
as assergoes do conde de Cavour sobre a situadlo
dos paizes hoje submettidos ao dominio piemon-
tez O carcter e os effeitos desse dominio, as
manifestaces de toda a qualidade que precede-
ram o seguiram as onexaedes, sao tactos que ji
pertaocem historia, qual pertence julgsr do
seu valor, sem que pela nossa parte tratemos de
Ibe usurparos seus direitos. Basta-me por ago-
ra deixar consignado aqui at que ponto as des-
ordens e as repressoes sanguinolentas da Italia
meridional cootrastam com as brilhantee cores
do quadro tragado pelo conde de Cavour.
Devemos especialmente dar um desmentido
catbegorco asserclo de que nlo ha para o rei-
no veneziano outro rgimen possivel seoao o es-
tado de sitio. Anda que estamos muito habi-
tuados a veros nossos adversarios manejar contra
nos a arma da calumnia, admiramo-nos comtu-
do, de encontrar consignados factos to notoria-
mente inexactos em documentos officiaes.
O estado de sitio levantado quasi immedia-
tamente depois de haverem cessado as hostilida-
des em 1859, nlo tornou a ser estabolecido em
ponto algum das nossss provincias italianas.
Emquanto s demais queixas dirigidas contra
a a Imiuistracao austraca nos estados venezianos,
nlo posso fazer outra cousa seno referir-me aos
meus anteriores despachos a este respeito. Nel-
les encontrar V. Exc. materias sufficientes para
rectificar as opinies errneas que se tem espa-
lhado no publico, lanzando sobre aquelles a quem
pertence a responsabilidade de estado de cousas
que forma um obstculo s grandiosas inlengoes
do nosso augusto imperador.
Tambem deixsre de enumerar, para as nao
repetir, todas as difficuldades que de fora nos
suscitara, todas as iotrigas provocadoras das com-
misses que se organisam e funecionam i vista
do governo piemootez ; em urna palavra, todas
as culpaveis manobras que se empregam para pa-
rausar o tornar impossivel toda a ecco concilia-
dora para excitar e manier. a formeataco dos
povos, represeotando-os como-se estivessem ge-
meodo debaixo de um jugo mtoleravel. Se os
subditos alo se approveitara completamente, dos
beneficios concedidos s outras provincias do im-
perio, deve isso atlribuir-se s constantes e per-
petuas instigacoes que procedem de fia.
Alem disso, sorprendeu-me que o conde de
Cavour continu a affectar tanta consideradlo
para com as supposlas victimas do rgimen mi-
litar, precisamente quando o governo piemontez
nao se espanta em face de nenhum dos rigores
desse rgimen que os seus agentes exercem com
tanto rigor na Italia meridional. O ceo dos
sanguinolentos fuzilamentus dos Abruzzos pode-
r suffocar, segundo se me figura, os gritos de
ddr de que tanto se fallara d'antes.
a Mas a ultima queixa de Mr. de Cavour for-
mulada contra nos, a que me parece mais es-
tranha de todas. Se, para nos servir da propria
expresslo de Mr. de Cavour, a posiglo em que o
tratado de Zurich tinha collocado o governo do
imperador e o de Vctor Emmanuel, se acha hoje
sensivelmente modificada ; se essa posicao
anormal, difficil e perigosa, quem tem a culpa
disso ? Se o rei Vctor Emmanuel assignou a paz
de Villafranca, e se, anda antes de haver tempo
para que os seus preliminares se convertessem
em tratado de paz definitivo,os actos do Piemin-
te estavam em contraatcQo rormal com as esti-
pulares que se havia compromettido a respei-
tar ; se, finalmente, em consequeucia dos seus
proprios actos, est sendo leltra morta um dos
artigos do tratado de Zurich, sobre quem deve
recahir a responsabilidade das suas consecuen-
cias ?
Se aos olhos do conde de Cavour urna fal-
ta ter a seu favor direitos reconhecidos, direitos
incootestaveis ; se urna falta ter estado cons-
tantemente a dar provaa de moderaclo e de amor
sincero paz, limitaado-se a apresentar reserva
e protestos s mais flagrantes violac.es de direi-
to, nesse caso diremos efectivamente reconhecer
que ha da nossa parte graves faltas, e de que
nlo podemos desculpar-nos. Seria cousa looga
examinar aqui em detalhe todos os actos do par-
lamento, collocando em frente das culpas que nos
atlribue as que elle tem commellido. Conteutar-
me-hei porlanto, em accrescentar que podemos
apellar sem receio para o juizo de qualquer pes-
aos imparcial, e perguntar altamente se slo os
acios da Austria, os que desde a paz de Zurich
teem ensanguentado a Italia, pondo a cada mo-
mento em perigo a tranquilidade da Europa ?
Slo oslas, senhor conde, as refloxoes que
iulguei dever commuoicar-vos. Coovido-vos a
fazer uso dellas com lord John Russell quando
tiverdes occasilo de lhe fallar sobre os assump-
tos da Italia.
Recebei, etc.
c Conde de Rechberg.
L-se no jornal A Italia :
A junta de Millo, conformaodo-se com a cir-
cular municipal de 6 deste mez, dirigi a Mr Cae-
ca, vigario capitular, assim como ao capitulo
metropolitano, urna carta em que se convidava
a celebrar a missa, e a cantar o Te Deum na ca-
thedral, a 2 de junho prximo, para a solemni-
dade nacional instituida pela lei de 5 de maio cor-
rente. Em resposta a este convite, a junta rece-
beu as duas seguales cartas:
A' honrada junta municipal da ci-
c dade de Milito.
c Esta respeitavel assembla tem tido nlo
equivocas provas da boa disposiclo d'alma, com
que me hei prestado s funecoes governamentaes
todas as vezes que tenho obrado a meu bel prazer
e tenho disposto da minha vontade.
< Espero que urna semelhante deferencia me
desculpe para com o boorado cooselho, se a res-
peito do convite de cortezia que se dignou diri-
g r-me hontem, me vejo na penosa necessidade
de dar urna resposta negativa.
a O mais estricto dever de consciencia me
obriga desta vez a nlo me aflastar da linha de
conducta j adotada por outros prelados, quer das
antigs, quer das novas provincias, e neste intui-
to dirig ao clero as instrucedes necessarias das
quaes me apresso a enriar-vos urna copia com
esta carta.
c Tenho a coofianca de que o honrado conse-
ibo poder apreciar, na sua sabedoria, a gravida-
de dos motivos que me impoem estas declara-
rles ; nlo dundo que as autoridades municipaes
de estar dispostos a respeilar os sentimentos re-
ligiosos e as exigencias do ministerio episcopal,
em quanto o re, que, com o fim manifest de
evitar conflictos desagradaveis, se abstem de dar
um carcter religioso festa poltica, e declara
nlo querer insistir junto do clero.
c Com a maior considerarlo.
Palacio episcopal de Millo, 17 de malo de
1862. |
< C. Caria.
Honrada junta municipal da cidade
de Milao.
O abaixo asignados, conejos ordinarios do
capitulo metropolitano, teriam prestado o seu
concuno para celebrara festa nacionalfixada para
o primeiro domingo do mez de juoho prximo,
como ofizeram no anno passado, se urna ordem
do seu superior, Mgr. arcebispo, lhe nao tivesse
posto urna formal prohibico.
a Seotem, por consecuencia, o desgosto de in-
formar o honrado conselho que n9o podem cor-
responder ao desejo manifestado na carta que se
dignou dirigir-Ibes pedindo-lhe que nao os con-
sidere por isso como ctdadaos menos dedicados
ao bem estar do seu paiz.
c Millo, 18 de maio.
(Seguem as assigoaturas.]
A Chrooica de New Torck publica es aeguintes
detalhes sobre o estado da questo norte-ameri-
cana:
A situagao nlo se tem modificado notavel-
mente desde o dia em que publicamos o nosso
ultimo numero. O governo federal continua a
concentrar em Washington as tropas dos estados
do norte, e da suppdr que se proponha adoplsr
promptamenle medidas de grande importancia.
a Quaes ellas sejam, que anda nao consta
publicamente, comquauto nlo falla quem suspei-
te j que se trate de fazer, sem perda de tempo,
urna demonstraQio contra a Virginia. Esta de-
monstradlo tea por fim empedir que os estados
confederados mandassem torcas poderosas para
Richmond, a fim de obrigar a parte occidental da
Virginia, mui pronunciada hoje a favor da umao,
a sustentar-se a vontade dos districtos partidarios
da sepnraclo.
< Tantas seriam as vantagens que do restabe-
lecimento da sua sutoridade na Virginia resulta-
ran! ao goveroo de Washington, que nlo duvida-
mos de que esteja disposlo a fazer urna tentativa
para coosegui-lo, tanto mais quanto. nlo parece
j o governo obrigado a comecar a guerra atacan-
do o estado de Maryland, como antes se julgou,
porque a reaecao uoionista, de que outro dia fal-
lamos, tem adquirido ali verdeira importancia e
induz a crer que o dito estado se nlo separe da
Uniao.
c A legislatura de Maryland tem ffectivamen-
te estado a discutir na anterior semana um pro-
jecto de lei chamadode seguranza publica-no
qual se estabelecia, em vez do governo legal, urna
junta de seis membros partidarios da separaclo.
Se como se receiou, este projecto tivesse sido ap-
provado, Maryland depressa deixaria de perten-
cer Unilo, e o goveroo de Washington antes da
emprehendera guerra contra os estados confede-
rados, teria que reduzir Maryland a obediencia
para deixar Itvre a expedidlo dos estados do nor-
te e o Washington, por iiso que aquelles slo o
deposito de todo o necesssrio para o goveroo.
Mas a legislatura retpeitou a opinilo de urna
parte consideravel dos habitautes de Maryland, e
e regeitou o mencionado projecto, com o que se
pode ssegurar que fica resolvida por agora a
quesllo principal, e o governo hvre de poder co-
mecar a;operaces contra os estados confedera-
dos, no dia em que termina o prazo concedido
gente do sul para dispersar e para se retirar pa-
cificamente para suas suas casas.
< E', pois, de crer, que se esta semana se nlo
der principios aa operacoes contra os estados do
sul, podemos pelo menos averiguar o que Mr.
Linelo se prope fazer. Apezar dos motivos que
parece induzi-lo atacar a Virginia, desde j, tai-
vea que se resolvers retardar esta medida hos-
til, com o fim de que. no entretanto, os volunta-
rios se preparem, para entrar em campaoha, o
que bem necessita a maior parte dos que foram
para Washiogton.
O governo de Washington fez as seguintes de-
claracda, m consequeucia de lhe haverem al-
guns membros do corpo diplomtico pedido ex-
plicacoes a respeito do bloqueio dos portes do
sul:
Io Aos navios que se acham nos portos,
quando se tornar effectivo o bloqueio, conceder-
se-ha um prazo razosvelpara sahirdelles.
c 2o Nlo se permittir a entrada nos porfos
bloqueiados aos navios que conduzirem emigra-
dos, anda que sahida do porto de que proceder
nlo tivessem tido noticia do bloqueio. Como gen-
te daquella classe, vera, aos Estados Unidos com
o fim de estabelecer-se nos estados do alto Mis-
sissipi, ser-lhes-ha mais conveniente desembar-
car em um ponto habilitado, e d'ali dirigir-so ao
lugar do sea destino, do que arrostar os perigos a
que se veriam expostos nos estados do Golpho,
em consequencia destes se acharen: insurgidos.
O general Bixio dirigi ao Jornal dos Debates a
seguinle carta :
Turin, 21 de maio de 1861.
Senhor redactor do Jornal dos Debates."
Paria.
c O tosso correspondente de Turin, c'uma das
suas cartas com data de 13 e publicada no Jornal
dos Debates de 16 de maio, tratando de novo dos
incidentes parlamentares que se referem ao gene-
ral Garibaldi, e s suas interpellaces a respeito
do exercito meridional, assegura que a o general
a Garibaldi se tornou sem duvida o instrumento
de um terceiro partido, testa do qual se a-
chava, entre outros, o conde Pepoli, e cujo
c fim era minar o ministerio para o derribar.
Ora, posso assegurar-vos sob a minha pala-
vra de honra, que tudo isto nlo exacto. Pe-
lo contrario fura de toda a duvida que os ho-
rneas polticos do terceiro partido quizeram a
conciliagao ; fez-se o que foi possivel para a
obter.
a Peco-vos em nome da rerdade a publicaclo
da presente declarsclo.
c Acceitai, senhor redactor, a seguranca da
minha distincta consideradlo.
iVtno Bixio. e
Um despacho de Tnger transmute as segua-
les informacoes:
Existe na actualidade em Marrocos um par-
tido agitador e eoergico que quer derribar o im-
perador Sid-Mohammed, e substitui-io por seu
terceiro irmlo, o priocipe Moley-Soleimlu. Este
partido appoia-se principalmente nos Baoi-Bme-
rs, nos Hadjens, as tribus da froateira, povos
guerreiros, profundamente hostis ao aoberano
actual do paiz, que em 1835 foi encarregado por
seu pai de os castigar, e que lhes fez urna guerra
de exterminio.
Muley-Solimao um principe ambicioso e
empreheudedor. Tem-sesempre mostrado favo-
ravel poltica inglesa. Acha-se frente de
forcas muilo considerareis, maanunca fez a guer-
ra, e as tropas regulares teem al agora perma-
necido fiis ao imperador, que alem disso possue
boa artilharia. Aquello priocipe (em comsigo
seus irmaos mais oovos, que sustentara a sua
causa, e que sao cioco, a saber: Muley-Abdala,
Muley-el-Dris, Muley-Enjemmed, Muley-Omer
Muley-Abd-el-Wejed. Quanto a Muley-Abbas!
que se batteu com coragem durante a ultima
guerra, e ao qual os vencedores Qzeram plena
justiga.at agora parece permanecer neutral entre
as forjas dos dous irmos.
A situacao do imperador Sidi-Mohammade
grave, mas est longo de ser desesperada co-
mo aonunciam algumas correspondencias estran-
geiras.
a Alem disso, tido depender do partido que
houver de adoptar o goveroo hespaohol, cuja po-
ltica a respeito de Marrrocos tem aempre ido
muilo leal e milito digna,
O novo lugar-lenente das provincias napoli-
tanas, o conde Ponza di San Martino, publicou a
aeguinte proclamadlo, quando enlrou no exerci-
co das suas funecej :
Italianos das provincias napolitanas
Honrado com a coofianca do rei, tomo, de-
ba no da direcelo do seu governo, a admioistra-
eao deitas provincias.
c Quando aeabaes de receber ama patria dig-
na deste nome, e emquanto aioda existe quem
nos conteste o direito de ser italianos, venho
para entre vs com a intencio de dar forga, ener-
ga e umdade accio de| todos os-boos dadlos
que querem consolidar, a tomar duradoura a
uniao dos povos italianos.
A forja de um magistrado constitucional
reside essencialmente no concurse que lhe pres-
lam aquelles cujo interesse fazer respeilar e
ejecutaras leis.
Este concurso peco eu, e espero que me se-
ja dado por todos com franqueza e a digoidade
que d'evem presidir s relacoes de um povo livre
e de seus magistrados.
E com inteira confiancaqae peco a coope-
rarlo de todos os guardas nacionaes, que, quer
seja em aples, quer as provincias, teem dado
provas notareis de amor pela patria, pela liber-
dade e pelas leis.
a As- mudaocas rispidas e radicaes operadas
pela nossa revolugao teem inevitavelmente re-
sentido o seryigo publico e produzido alguma
confusio. E* do mais elevado interesse activar
a marcha e tomando a direcro de tedas as admi-
nistracoes, prcurarei cumprir o meu dever, e
. asssegurar-me de que em todas as administra-
, coej publicas reina esssa idea de orem, e esse
trabalho regular que slo necessarias para impri-
| mir na accao do governo um carcter tranquillo
, eao mesmo tempo enrgico, e para salisfazer s
j leg.timas exigencias dos cidadlos.
Espero que todas as administracoes concor-
, rao efflcjzmente, na esphera das suas attribui-
goei, para a plena e inteira observancia das leis,
e qieeu tenha a felicitar me de me encontrar
tes.a do governo.
d Eu deligenciarei desenvolver a prosperidade
mUerial e moral deesas provincias, e imitar esse
augusto principe cujo patriotismo e elevada intel-
hgencia foram lio uteis administradlo da nos-
sa Italia nos momentos mais difficeis da sua re-
generadlo, e que at agora tem permanecido en-
trt vos como representante do nosso rei magn-
nimo.
< Fiel observador das leis e das intencoes do
geverno, terei cuidado em respeitar e proteger,
sem paixao e sem fraqueza, as liberdades e os
direitos de todos, e espero que urna vez termi-
nida a minha difficil missio, poderei reconhe-
cr que cumpri sempre honesta e francamente
o meu mandato trabalbaodo por vos, pelo rei e
pila Italia,
c Ponza di San Martino. o
---------
A Gaxetta de Frttnea publica um novo despa
cho enviado aos representantes de Francisco II
no estrangeiro.
i Eia o texto desse despacho:
< Roma 25 de maio.
Senhor.O governo do rei do Piemonle a-
caba de apresentar ao parlamento de Turin um
projecto de emprestimo de 500 milhSes de
francos.
Se se tratasse nicamente de urna operaclo
unanceira do Pimosle e para ai so, nenhum ou-
tro goveroo teria que se envolver nisso ; mas
como a maior parte deste dinheiro tende a affec-
tar mais o jago que pesa sobre as populacoes das
duas Sicilias. e augmentar com nova divida pu-
blica os encargos que a deaordem da usurpacao
toroa insuporlaveis, S. M. julga-se obrigado para
comsigo e para com os seus povos, a protestar
coolra este projecto de emprestimo, declarando
(para que ninguem se illuda) que est resol vido
a nunca recounecer os seus defeitos, no que diz
respeito aos ioleresses das Duas Sicilias.
c Communicareis, senhor, este protesto ao mi-
nistre dos negocios estrangeiros do governo jun-
to do qual estaes accreditado:
< Acceitai, etc.
a Assignado, Del Ri.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Desojando a redacco deste Diao levar ao co-
nhecimento do poder competente, urna repre-
sentadlo contra a actual administradlo do cor-
reio doCear, roga aos seus assigmotes das di-
versas localidades dessa provincia, que lhe tem
enviado queixas de falta de regulandade no re-
cebimento do mesmo Diario, remettam suas in-
formacoes em forma, para servirem de prova ao
que tenha de expor, afim de ver se cousegue al-
guma reforma que sane os males que se soffre
actualmente.
Por portara do ministerio da agricultura,com-
mercio e obras publicas foram nomeados os Srs.
Manoel do Nascimento Casado Lima e Joaquim
de Siqueira Barbosa para agentes docorreio, seo-
do este de Villa-Bella e aquello de Pesqueira,
mediante o vencimento da porceotagem de 50 %
dfreceita das respectivas agencias, calculada em
120J) annuaes, que lhes serlo preenchidos na de-
ficiencia da referida receita.
Quinta-feira foi dado sepultar o cadver
do major Jos Gomes de Almeida, ao qual foram
feitas todas as honras militares proprias a sua
patente por urna guarda do 2 batalhao de iofan-
taria de linha, ao mando do respectivo major.
_ Anda mais urna queixa derivada da relaxa-
dlo do servico dos correios, relaxadlo que abra-
ca norte e sul do imperio com horrirel detrimen-
to das relacoes dos contribuintes I
J urna vez o dissemos, nao cansaremos de pro-
fligar esse abuso, que tambem nos fere pessoal e
mui directamente. Mas ser isto em vio ?
Pode bem ser que o seja, porm nlo importa;
ao meos (Icario as malversacoes eslampadas.
Do Algrete, provincia do Rio Grande do Sul,
escreve o Sr. leoenta-coronel Victorino Jos Car-
neiro Monleiro, nosso assignante, declarando que
desde janeiro do correte aono at o ultimo va-
por apenas havia recebido alguna exemplares do
Dxarw, interpolados anda aasim mesmo I Ora,
sendo a pootualidide que mantemos na remess
conhecida da administraco do correio desta ci-
dade, mclassicavel o fado que ah deixamos
notado, e que pruvm por certo da admioistra-
cao do sul, cuja negligencia digoa assim de re-
paro, e faz-se credora de ser punida.
Isto posto, reconhecido que a sltuacjio cada
vez se empeiora ; e que por cooseguinte urge
por urna providencia tantas vezes solicitada, mas
al agora nao sali-feita-
los tal loa-se hontem a 3* segal o judiciaria
do jury deste termo, mas por falta de numero
legal, nlo houve caaa.
B', presidida pelo Sr. Dr. juiz de direito da 2
rara criminal, Francisco Domiogues da Silva.
No dia 29 do mez prximo passado pelas 10
horas da noite, Venancio Dias Ramos, teodo-se
oceultado em casa de Feliciana Mara da As-
sumpeo, casada com Manoel Francisco da As-
sumpeo (ausente}, a moradora no lugar da Pon-
a da Pedrai da freguezia da Varaos, ferio & esta
cpn um taino no peacoen, estando ella domando,
ve
e vendo'q
contra a
O delin
O su
6
pSV d-il R'aol etDPregado todos os
meio de seduegao, para ver se consegua resol-
'-la a p estar-se satisfaeo de seus deseios
" 1ue "da consegu,, resolveu a tentar
' Ida della.
juente poz-se immediatameote em fu-
. delegado procedeu a corpo de delicio
e trata da captura do reo, que consta ter-se psa-
sado para Santo Amaro de Jaboatlo.
_ Devendo scieocia do publico o o ceorrido
exacto com a descoberta do cadver do fallecido
Joaquim Jos de Paiva, apezar deja te-la noti-
ciado, vamos agora salisfazer a isso por meio de
U d TaeS' Proce,lenles d respectivo subde-
JofjSXul'm.-0 Crr!18 "Sad 68lePr
joao da Motta Lima, morador no Campo Grande
do quartmrao do Brejo. qne no da nteriV. Pef
adndo de umacadeila, descubrir Severino Mo-
- em urna pequeua capoeira e n'um pantano o
daver de um individuo, que lhe pareca haver
all morrido, para aquelle lugar se dirigi e en-
controu efectivamente borda de um paulsoo o
rendo cadver, deitado de brugos, com a cabe-
i mergulhada, mas com o demais corpo de fra
do mesmo pantano.
Virado e examinado em seguida, cooheceu-se
ser o cadver de um homem branco, de estatura
regular cabellos e barbas aparados, o estas-j
"Hilando alguma cousa; mas tornaudo-se desco-
nocido pelo disforme das feices, em conse-
quaocia da inchaco do corpo. '
Alm disto, vesta camisa branca com boldes
de Carolina encarnada e encastoada em ouro nos
punhos ; caiga de casimira, suspensorios de bor-
racha, palitot preto e borseguios, estando loda
esta roupsl j estragada.
Sobre os peitos, em urna das pernas e nos bra-
cos exisliam urnas nodoas rxas, cuja proceden-
cia nao fo recoohecida ; assim como tambem o
nao foi quanto a quem pertencia o relerido corpo
apezar de fcaver sido inqueridos differentes alle-
maes moradores ds vizinhanga.
Nesle estado foi transportado para o Paco, ahi
procedeu-ae ao corpo de delicto, interrogaram-se
mais individuos, sem que fosse possivel chegar a
anlondadellocal ao coohecimeolo da causa dj
morte, e de quera era o referido cadver; so
qual mandbu consecutivamente dar sepultura.
No entretanto essa autoridade suppe haver
morrido asbbyxiado, e acrescenta em sua infor-
magao ao Sr. Dr. chefe de polica, que fora de-
clarado pelas mulheres de Joo da Motta Lima e
de Daniel Francisco dos Aojos terem ellas ouvido
em urna das noites da semana anterior, j bas-
tante tarde, a voz de um homem, que lhes pare-
ca fallar s.
Prosegue a polica em averiguaedes para che-
gaar a verificarlo da causa da morte.
Hoje segu para a provincia do Cear, com
Ucenca, o Sr. inspector da thesouraria de fazenda
Joao Baptista de Castro e Silva, fleando em seu
lugar o Sr. contador Emilio Xavier Sobreira de
Mello.
Remette-nos o seguiotepara que o publi-
quemos em nossa Revista, o que fazemos :
Algumas semanas ha que li no seu estimado
Diario urna noticia divertida das inconveniencias
que resuliaram urna familia voltando a sua
casa em urna noite em que encobria a la o de-
ver de illuminar a cidade e ao que ella fattou.
Aquella narracao que refiro, aioda que
jocosa tratou de urna inconveniencia muito se-
na, o bom ser que as authoridades. a quem
compete tome-a na divida consideracla. Pois
prevencao melhor, que cura.
E muito mais prudente ser illuminar aci-
dado j da que deixar de o fazer at que algu-
ma morte ou roubo lhe chame impreterivelmenu-
te a esse dever ; durante o invern muitas noites
lera havido em tempo de luar em as quaes as
ras ficaram em completa oacu.ua,, pl, <>...>
das nuvens, parecen lo nosso bello Pernambuco
mais urna aldea de Indios, do que aquillo que
ella a tercera cidade do imperio do Brazil.
Oblt
juoho de
Anna Con
de 80
nico.
O marujo
da fregnezia da Boi-vista, no mez de
SI:
unca Francisca Xavier, branca, ida-
inoos, viuva ; gastro intente chro-
aniel Crohy, Irlandez, idade 30 an-
uos, solteiro ; lisica pulmonar.
Joanna, croula, idade 3 annos, fllha de Lzoez,
crioula, escrava de Jos Mara Pavlo ; febre
perniciosa.
Jlo Ferreira da Silva, portuguez. idade 31 an-
nos, casado ; tubrculos pulmonares.
Maximianol pardo, idade 7 dias, filha de Anna
Prora do Nascimento, solteira ; ttano.
Antonio Jos Villasboas, portuguez, idade 51
annos, solteiro ; hypetrophia no coraglo.
Mara, africana, idade 72 annos, solteira, escra-
va de Jalo Antonio Carpioteiro ; erysipela.
Anna Rosal da Conceiglo, branca, idade 18 an-
nos, solteira ; tubrculo pulmonares.
Joanna Fedreira, parda, idade 18 annos : apo-
plexia.
Lourenga, africana, idade 56 annos, escrava de
Antooio Martins Saldanha ; molestia in-
terna.
Gertrudea.l crioula, idade 50 annos, solteirs, es-
crava d D. Joanna Militana de Jess ; ana-
zarca.
Mara, crioula, idade 80 annos, escrava de D.
Francisca Mara de Albuquerque ; opilagao.
Mara, parta, idade 8 dias, filha de Mara The-
reza do Carmo, solteira; espasmo.
Bertoleza, brioula, idade 9 mezes, filha legitima
de Jlo da Costa ; conrulses.
Euzebio Biierra Cavalcante, pardo, idade 40 an-
nos, viuro; gastro interte chrooico.
Manoel, perdo, idade 18 horas, filho de Luiza,
escrava de Justino Martins Correa de Mello.es'
pasmo.
Minoel, brinco, idade 11 merts, filho legitimo
de Cietano Qniotino Galhardo; eclampsia.
Isabel Mara da Cooceiglo, parda, idade 50 an-
nos, vmra ; inflamaglo.
Manoel Pereira Teixeira, branco, idade 75 annos.
casado ; erysipela.
Joaquim de Carvalho Paz de Andrade, branco,
idado 25'annos, solteiro ; diarrha.
Domingos, I crioulo, idade 30 annos, solteiro, es-
cravo de Jos Higioo de Miranda ; ascites.
FelicidadeJ das Virgens Monleiro, crioula, idade
80 annos, casada ; tumor.
Mara Aodreza do Rosario, parda, idade 34 an-
nos, solteira ; hydropesia.
Joaquim, branco. idade 6 mezes, filho de Anna
Joaquina de Souza; convulses.
Mara, parda, idade 8 mezes, filha de Serafina
Mara da Conceigo convulses.
Luiza, crioula, idade 1 anno, filha natural de
Lino Francisco Gomes ; convulses.
Joaquim, pardo, idade 4 annos. filho legitimo de
Manoel Galdino de Figueiredo ; vermes.
Mara, africana, liberta, selteira, idado ; mo-
lestia interna.
Joaquim dos Sautos, pardo, idade 35 annos,
casado ; anazarca.
Luiza Marii da Conceigo, crioo, idade 65 an-
nos, viui a ; pneumona.
Felisberta, crioula, idade 2 annos, fllha de Lui-
sa, escra a de Manoel Custodio ; tosse coo-
VOlMc
Joarjiiim da Costa Dourado, branco, idade 35
annos, solteiro; urna dor no coracao.
Florencio, pardo, idade 7 annos, filha legitima
de Amano Antonio de Miranda ; escrofulos.
LUm.Vk P'ra- idae i5 dias- erara de Jos
Matheos Ferreira; convulses.
Thereza Mara de Jess, branca, itfade 30 an-
nos, viuva ; orysipela.
EU|!S. 5?2* pa"al0' iMe ****** filho
na alud Fr*nci*ce- Augusto Emiho ; edte-
A1hi'mCr.0UI.*' I?!"*? 60 "^fr"- esav do reco-
Ihimento da Gloria; drmha.
Lucinda Luiza Teixeira, parda, idade 25'rnnos
solteira: tubrculos pulmonares;
COMBO, crioulo, prvulo, id-ade 7 mezes. filho de
Ignez Mana da Cooceiglo, solteira ; ana-
"^USKEL1 O*** 0D0. escravode
Joao Miguel Teixeira ; queimadura.
l!iar;nCrrr0U,Ia' id!ti* 90 ando, escrava do Df.
interna DeU *"*"* C"*** i melesi.-
"TodZ^'T' "*>" *******
E7n ^SK?* Viora. crioulo, dade
40 anuos, solteiro ; queimadura;
Caetaoo, africano, idade 55 annos. escravo de
chronlco aQC,SC' Ml,il0 Sjnl0si in,eril
Jlo Miguel Teixeira Lime, pardo, idade 44 an-
nos. viuvo; queimadura.
Victoria, africana, idade 60 annos. casada escrava
de Francisco Jos Galvlo; affogada.
Victoriano, pardo, idade 56 annos, escravo de
D. Constancia Dorolhea da Motta ; gastro he-
Caiharina. crioula, idade 75 anous, eserava de
Seta CarollDa Perei Jolo, africano, idade 50 annos. escravo de Joa-
quii de Albuquerque Mello ; hidropesa.
Patricio, crioulo, idade 30-anaos, escravo do Dr.
fi adoserg'U "'" ; Dflam8,io S""!* nos
Alexandrina, crioula, liberta, idade 80 annos
solteira; gastralgio. '
Severino pardo, idade 30 annos, escravo de
Manoel Pereira Magilhles ; hidropesa.
Antero Jos Beoto Sabino, pardo, idade 21 an-
uos, solleiro ; tubrculos pulmonares.
Mana, branca, idade 3 anoos, uMha de Fortuoa-
ta Carolina selle; diarrha.
Mana crioula idade urna hora, filha legitima
de Antonio Joaquim da Trindade ; espasmo.
h (\lharlna de Almeida Castro, branca ida-
de 80 annos, viuva ; hepatite chronico.
anoel, africano, idade 50 annos, escravo de
Joaquim Henrique da Silva; ttano,
anoel Jernimo da Cooceiglo, pardo, idade 40
annos, solteiro ; hidropesa.
Arthur, pardo, idade 6 mezes, escravo de Anto-
nio Esievao de Figueiredo ; convulses.
Theodora, paria, idade 13 mezes. escrava do
viscoode de Suassuna ; gastro interte.
Paasageiros do vapor Persinunga sabidos
para Macei e portos Intermedios.Teoente Joa-
"uini Jos de Souza, Minervico ominado do
usmao Lima, Mauoel da Silva Santos, Jos de
ello Costa Oliveira, Joaquim Jos da Silveira
1 filha, Jlo Luiz dos Res. Mara LucU, 1 es-
crava coral cria. Jaaquim Pereira Rosa Lima.
Joaquim Ferreira Bastos de Amorim. Eugenie
Jos das Neves Andrade, Lauriodo Perciliano
Carvalho Gama, Jernimo Simoes, Manoel Pa-
checo Queiroga. Joao Joaquim Alves, Alexandre
Americo de Caldas Lins, Francisco Xavier, Rita
Mana.
Passageiros do patacho portuguez Lima
saludos para a ilha de S. Miguel__Fortunata
Candida, Antonio Caetano de Medeiros Amorim,
Antonio Botelho do Amaral, Antonio da Costa
Res, sua senhora e 2 enancas.
Foram recolhidos a casa de detencao no
da 4 do crreme 3 homans a 2 mulheres. sondo
li-roa o 1 oo.r.jo & otJOI Uu Dr. dologado
da capital 1; ordem do subdelegado do Racife
2; ordem do de Santo Autooio 1; ordem de
da Boa-vista 1, que o africano Gregorio, es-
cravo de Aotooia Catharioa Brando.
MORTALIDADK OO DU 5.
Jos; Pernambuco, 7 dias, Boa-vista es-
pasmo.
Rosa, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos; con-
vuisoes.
Pedro. Pernambuco, 10 dias, Santo Antonio ;
fendana boca,
Fransisca das Chagas dos Reis, Pernambuco,
83 annos, viuva, S. Jos ; congeslao.
Mara do Carmo da Cunceiglj, Affogados, 28
annos, solteira, S. Jos ; tubrculo pulmooar.
Manoel Adolphoda Fonceca, Pernambucs, 28
annos, viuvo, Reeife ; febre araarella.
Matado uro publico.
Mataram-se no dia 2 do correte para o con-
sumo desta cidade108 rezos.
No dia 3113.
No dia 483.
Mai
M
CHRONICIJUDICURIA.
JURY DO RECIPE.
3 SESSO.
PRESIDENCIA DO EX. 3R. DR. JUIZ DE DIREITO
DA 2.a VARA CRIMINAL
FRANCISCO DOMINCUES DA SILVA.
Promotor publico, Sr. Dr. Francisco Leopol-
dio de Gusmo Lobo.
Escrivao privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteves Clemente.
Verificou-se haverem comparecido os seguid-
les juizes de facto : 0
Dr. Jos Dornellas Ribeiro Pessoa.
Manoel Joaquim Feroandes de Azevedo.
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Henrique Bernardo de Oliveira.
Jlo Cavalcaoli de Albuquerque Lins.
Manoel Luiz Moreira de Azevedo.
Manoel Jos Dantas Jnior.
Herculaoo Julio de Albuquerque Mello.
Alexandre Jos de Barros.
Manoel Joaquim de Souza Vianna.
Antonio Ignacio de Medeiros Reg. '
Jlo Hermenegildo Borges Deniz.
Manoel Rom&o Corroa de Araujo.
Leopoldo do Reg Barros.
Dr. Jlo Nepomuceno Diaa Fernandes.
Miguel Ribeiro Pavlo.
Augusto Coelho Leite.
Jos Patricio de bfqueira Varajio.
Foram dispensadoslde servir na presente sesso
os Srs.:
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernambuco, por
haver servido na segunda sessao do crrente
anno.
Marcelino Tolentino de Oliveira, por haver pro-
vado estar enfermo, com attestado do Dr. M.
F. Teixeira.
Miguel Mendes da Silva, por haver allegado ea-
fermidade, como attesta o Dr. Sarment Pai.
Foram multados em 203 os Srs.
Luiz de Fraoga Mendes da Silva.
Manoel de Souza Lelo Jnior.
Evaristo Coriolano da Costa.
MaooelBellarmiuo Ildefonso Ctbral.
Domingos Jos Aires da Silva.
Joo Pereira Reg
Antonio Nuoes de Oliveira.
Luiz Bernardino da Costa. *
Stlvino da Cunha Camello,
Faustino Jos 44 Fondea,' -



MARIO DI f ERI4MiUeo. SlBBAOO 0 DI JULHO ftl 1161.
ftMMlH MTYTl fell
Joo Luir de Andrade Lim.
Jos Antonio Carneiro.
llanoel Ignacio de Albujuerqne Mranho..
Maooel Joaquina da Silva Ribeiro. .
Francisco Antonio Borges.
Joao Sergio Cesar de Andrade.
Joo Francisco de Oliveira.
Manuel Jos Baptista.
Ad'.oqo Lina Calda.
AotoaioGongalvcs da Silva.
Julio Caldas Pires Ferrelra.
Joa Joo'juim de Miranda.
fraucisio Cavalcsfiti de Souza l.eao.
I.ino Pereira da Fonseea.
Jos Pereira da Cunha Jnior.
Joaquioi Jote 4e Sanl'Anaa.
Manoel Toleotino de Oliveira.
Foram dispensados os Srs. :
1. tenerte Euzebio Jos Antunes, por Vaver-se
mudado para a Baha.
Dr. Frudeucio Coligipe. pelo mesmo.
Foram sorteados 32 juues su pplemeo tares, aos
.uaesse expedio a uolilicage do estyo.
Couimunicados.
Gabinete, eae InstitutoLillciario!
J publico e uotorio que alguns espritus de
pouca reflexo desojara tnetaii.c.rpriosear o tabi-
ucte Portuguez do Leitura, estabelecido nesta
cidade. revestinlo-o cora o ouropel de Instituto
Luterano. Multo se tem esc-ripto oeste sentido,
-mas a discussso lera tido logar eos campos das
personalidades, e e verdadetro ponto da quesio
inda uo (oi debatido. Nao temos a presiiuipgao
r.e esclarecer cabalmente a railea, por que oos
fallecem os coaheciinentosquo demanda lio gra-
ve assurapto ; mas sem pro diremos alguma coli-
sa, e procuraremos expr as nossas idea*, sem
o.-ii i-r as opintees dosr.ossos adversarios. E'
preciso que oes remontemos ao da 3 de oovem-
bro do armo de 1850, poc> da fuudago do Ga-
binete, deuda principalmente iniciativa do hu-
manitario e i-Ilustrado Portuguez Joo Vicente
Martius, espirito observador e sagaz, que analy-
jjando as tendencias da-eammunidade portugueza
residente nesta cidade, projeclou encamiota-U
para um lim, do qual Ike resultasse graude uti-
lidad". Aflora, que decorreram tantos minos, e
que reinara oulras ideas mais tolerautes. j se po-
fleni narrar as raides que motivaran a nmdaco
<10 uiiit'iuele.
Existem poucos, muito poucos d'aquelles dedi-
cados Portuguezes que coadjuvarara o .nclito
Joo Vicente Martina na sua obra meritoria ; a
inorle, esse mystenoso destruidor de todos os s-
res, teui descarregado os seus lerriveisgolpes em
um grande numero desses incansaveis lidadores,
eat uem poupou o principal unladotl Ver-
temos uma lagrima de saudosa recordaco sobre
o tmulo desses uossos estimaveis compatriotas]
U.sseinos que presentaramos os motivos da fuo-
aco do Gabinete; pois bem, nos o faremos
com toda a liJelidade.
Foi nos saldes do theairo de Apollo a reunido
dos Portuguezes, convidados para semelhanle Um
ppr Joo Vicente Martin?, o qual tendo obtido a
palavra, enuuciou o seu pensaueulo desta forma:
<( Que haveudo nesta cidade grande numero de
cidados Portuguezes, dedicados na sua maior
parle vida coinmercial, era necessaiio congre-
garem-se para um fim do qual Ibes resultaste
uiilidade, honra e gloria ; que atiendendo pro-
lissao do maior numero, via que um gabinete de
leitura era a instituigo mais apropnada a seme-
lhante alvu, por ser consagrada instituido a que
laelhur poJeria ser admiuistrada por tiles, em
digas diarias, e a que eslava mais ao alcance das
suas halulilagoes, mas sobrotudo, para qua os
Forluguezes que professavam as ideas do antigo
rgimen (ossem desviados de lomar parle e de
saeuvoWerem na poltica dopaiz; que por estas
razes elle propunha a fuodaco do Gabinete Por-
tuguez de Leilura em Pcruambuco. o Estas id..s
acharara uin ocho unnime na assembla ; esen-
lo appr'ajas, reaiison-se mais tarde a abertu-
ra do Gabinete, com alguna livros emprstalos,
arruinados em cima de uma taboa de pinho 1 Ho-
je, todos sabem o progresso a que se tem eleva-
do a iusliimgo. Nao se enganou por lano Joo
Vicente Martius, em suas previses.
Assini, pois, se os flus do instituidor se teem
realisado, por que Qcaram ao alcance dos nossos
conheciuieulos, e do pouco lempo de que pode-
mos dispr para administrar bem um eslabeleci-
mento desta ordena, para que desejaes vos mudar
para urna corporaco Iliteraria com o nome de
Instituto ? Por que motivos queris vos fazer
uma reforma cmplela na iostiluigo, mudando
osseus lins.' Finalmente, estabeleceis a funda-
cao de um jornal, impresso cusa da sociedade,
premios pecuniarios e quejaodas extravagancias,
que nao lem mrito algum, e s ncllas se desco-
bre uiu.ila vaidade I A associago nena tem as
Jiabilitacoes precisas, e nem os accionistas dis-
pem do lempo, e dosconhecimeulos necessarios
para se oceuparem de laes cousas, resultando
fl'aqui a fanfarronada de ficarem ellas apenas do
papel, e o ridiculo de fazer dos associados uns
arlequins, semelhaotes quelles que sallara na
corda, em pooigdes difficeis e periRoses, para
mostrar a sua habilidade, mis que faliando-lhes
o equilibrio, caiiem ns a pupos da .cunosidade
puhlica.
Senhores acciouistas, nao vos'deixeis illudir,
s-; estos sob a influencia de uma engaadora mi -
ragel Nao possivel realisar-se a idea de um
Instituto : altendam bem os associados, que
(Instituto Luterano uma corporaco de Hilera-
tos e de sabios, que se reunem para tratar de
ciencias e de leitras, eslabelecendo iheses, dis-
culindo-as e demonstrando-as, e que se piopem
alm disso a refular proposites que a analyse
rejeit"! como falsas ou absurdas. A vista do que,
respondei conscienciosameute, senhores associa-
dos do Gabinete, estar a nossa sociedade habi-
litada para responder scondicoes de uma cor-
poraco litteria ? Julgamos que nao ; e ai vos
azemos a jusilla de acreditar que diris comnos-
co, nao. purtanlo mal cabido o titulo de Ins-
tlalo Litlerario, por que nao ha habititacoes nos
associados.
Com effeito, quaes sero os accionistas aptos
para redactores do jornal que se projecta publi-
car ? Quaes sero os conhecidos publicamente
orno Iliteratos, e que disponham de uai cabedal
de conhecimentos laes, que encham as columnas
do jornal ? Poder esta empreza sustenlar-se
com us rendimeulos do Gabinete, agora princi-
palmente qne tanto tem (Mistado a realisar a co-
branza, sendo neiessario laugar mo das econo-
mas da reserva ; agora que com a mudan;a para
o novo edificio se vo augmentar as despeas do
ornamento da casa, e ludo augmentar proporcio-
natmente, desde a mais insignificante verba at
a ni .us avultada, como seja a do aluguel da casa;
cautella 1 cautella I Se o Gabinete se apartar
scolhida livraria,talvez se desviem a maior
parte dos subscriptores, e faltando estes, nao po-
der o eslabelecimento maoter-se com qualro-
entos e tantos accionistas, ou qualrocentos mil
zis mensaes, verba ^ue flear anda mais re Ju-
zida, por que a maioria nao ficar satisfeita com
uma reforma, que sem fundamento muda os flus
da instituico, e ento nao prevalecer, nem o
modesto Gabinete, nem o altisonante Institu-
to. Alguns-accionistas dizem, que Gabinete
um termo pouco proprio, e mal adoptado ao fim
da iostiluicao ; nao somos nos do mesmo pare-
cer, antes julgamos que muilo bem applicado,
por ser uma sala de esludo e recreio da familia
portugueza ; e todas as associacoes de idnticos
fine ta Europa, nao teem nutro nome seno Ga-
binetes de Leitura. Tambera j houre nesta ci-
dade o Gabinete Luterano Pemambucano,com-
posto-das summidades litterarias, e oenhum ab-
surdo ou erro acharara em dar-lhe este nome.
Existe anda hoje o Gabinete Portuguez de Lei-
tura, no Rio de Janeiro, e com o mesmo titulo o
do Maranhao, e admira que sendo fundados por
peasoasde reconhecida illuatracao, tenham con-
servado at hoje um titulo que alguna senhores
accionistas do eslabelecimento desta cidade, que-
remafrmar que nada significa. o entretanto,
pata refutar completamente esta asserco, temos
titulo com que se orna modestamente o Ga-
binete de Edimburgo, capital da Escossia, es-
tabelecimento importante, enriquecido com uma
da mais famosas bibliolhecas, e aonde se reunem
os associados, publicistas profundos, colabora-
dores do afamado jornal Atviita de Edimburgo,
bem conhecida pelos arligos de aprimorado gosto
que alise publicara, e gosando til conceito na
sus critica, que a obra que fr elogiada por este
jornal, tem firmado o sea crdito. Do que de-
servar a tradlcge, e aioda ali nao se p.erdeu o
espeilo sutidade de todo aquillo que vene-
rando pela sea auligaidade ; mas os n-jssos anos
Iliteratos, nao pudem caber no modesto circulo
quelhes est tragado, teem mais r.mplas aaplra-
(.oes, e projeclim organisar um conjunto de uto-
pias a que daro a donoiiiiuacao bombstica de
Insluto Lttterorio. Com este Ululo admira-
veimento pitnico, e que muito melhor soat a
distancias, provavel que os novos socios do
(Instituto se vejam atrapalhados com a papel-
lada dos diplomas que lhes serio enviados de
todas as academias e institutos da Europa e da
America, e es sabios ficaro espantados vendo
surgir repentinamente, tantos nomes des conhe-
cidos e celebres nos fastos das sciencias e das lat-
irs 1 Tal o ridiculo a que nos querem expor
os uossos adversarios, aos olhos de oacieaaes e
estrangeiros I Desviemos por tanto a nossa at-
tenco de uma idea, que nao possivel realisar-
se, por que ella eovelve a morie do Gabiaete.
Sustntenlos a tradierio honrosa do immortal
fundador, respeitecnos as suasciozas, e dedican-
do-nos com Icaldade ao desenvoiimento da ins-
tituirn que nos leguu, oxal que elle presida do,
em prego prosperidad* da sua obra. Esperamos
que os nossoscooselhos sejam aceitos, e que con-
tinuaremos no deseo/velviaaeato e prosperidade
da bibhotbeca do Gab'-nete. Neste sentido mul-
los servicos se podem prestar instruccao e ao
paiz, e m pregan de-se lodos os esforgos para que
se obtenha uma collecco completa de todos os
classicos da lingua portugueza, des autores de
origem brasileka, dos diccionarios e graesmaticas
de todas as linguas, e subretudo, para que o Ga-
biuele marche a par do eaovimento progressivo
da lilteratura portugueza e brasil eir, sendo o
p-imeiro a fazer coohecidas dos Iliteratos e ama-
dores, ai predaccees modernas deetas esperanzo-
sas litteraturas. C que nao sejam esquecidas as
pubticacoes jurdicas que honram a franca, mi
das sciencias e das lettras. publicacoes"que o
Gabinete dere possuir para mostrar o actual
estado deste ramo.
Ete ultimo servico serii glorioso para o Ga-
binete, em atteiico Academia dis Sciencias
jurdicas e suciaes, que existe nesta cidade, e for-
neceria aoa seus alumnos um subsidio, que tiles
saberiam agradecer.
Limilemo-nos, por tanto, ao circulo Iracado peio oosso instituidor, realiseroosas ideas
que Ocam enunciadas, um porvir immorredouro
Coroar a no^ia obra, as bengoos da posteiidaJe
sero para oes a recompensa dos servicos presta-
dos civUisaeo.e gloria da patria.
E-t.i a cre'rici que professamos, pela qual os
resignaremos a todos os sacrificios, e oxal que o
genio do mal nao logre o prazer satnico que
quer ter de apagar do principal quadro do esla-
belecimento as lettras de ouro com que se acha
eslampado o nome de Joo Vicente Mirlius, im-
mortal fundador do Gabinete Portuguez de Lei-
tura em Pernrmbuco.
Os Accionistas Inslalladores.
COMJHE1ICIO.
aixa Filial do Banco do
Brasil emPernambuco
A directora em virtude do aviso de 8 de ju-
bito prximo passado, declara que flea prorogado
per mais 60 das o prazo marcado pelo art. 4o do
decretan. 2685 de 10 de novembro do anno fin-
do, para a substiluic&o das notas de 20$ da eociis-
sio da mesma caixa, o qual iluda em 19 da se-
tembro do anno vindouro.
Caixa Filial de Banco do Drasil, aos 5 de julho
de 1861.O secretario interino, Luiz da Mora es
Gomes Ferrelra.
xeiro e Sr. Jos Isiquio de A. Lima, 4 ti'eeta oa-
casio que Manoel Beoto de Oliveira Braga, con-
vida a elle Sr. Jos Isiquio, com promesas vas,
afim de que elle Sr. Lima, lancasse-iM diu arre-
matajo, a qual se eflectuou pelo Sr. Lima no
valor de 2:010*000 a praco de 4 ou 8 rosnas, fal-
to isto, elle Sr. Lima, communieou a ManoH 6/
o resultado de seus servicos. Tralando-se depois
da conclusio cima, foi mister a assignuura das
letras ao proprielario do mesmo eslabelecimento
o Sr. filias, o que se eflectuou, exigiodo o Sr.
Elias o acceile as letras por llanoel Beoto de O.
B. e com o eodossante Jos Isiquio de A. Lima,
o que cima se cencluio.
Realisado coma foi esse negocio tralavaro am-
bos de organisar a firma social de Braga & Lima,
sem que Manoel Bento livesse entrada de capital
algum. dando simplesmeute o crdito qae gozava
na race e persuadido o socio Lima, que esse
promettimento leria grande valor, foi depois que
couheceu o contrario, porque passados das exi
gio o estabelecimeolo compras de fazendas, isto
fez ver o socio Lima, para Manoel B. O. B. e que
em vista do que tenham contratado forana ambos
a praca effeotuar ditas compras, julgaode porm
o socio Lima que Minoel Bente livesse franque-
za as casas de grosso trato, foi oessa occasio
que entraram na casa dos Srs. Kalkamam timaos
di C, fallam-lhee para comprar a crdito, e estes
senhores lhes respondern] francamente que es-
lavaio promplos a vender fazendas a Manoel
Bento de Oliveira Braga, com tanto que a tazen-
da sahind doarraazem.odiuheirolhe havia ficar Descarregam hoje 6 de julho
oacarteiralll Isto alm de-eetres que tambera "Polaca heapanholaDespegadacarne
se esquivavam a vender-Ihe a pretexto de uma que.
ontra cousa | Polaca hespanhola-Iodiaidem.
Nesta coojunctura, permaoeceu Maaoel Bento Polaca hespanholaAUiraidem.
de Oliveira Braga, por alguna das
Alfaudega,
Rendimeuto do da la4 .
dem do di* 5 .
77:3989355
30:2MS487
107:57l4l
Movintnto da alfandega,
Volumes entradoscom fazendas..
com gneros..
Volumes

sahidos

com fazendas..
com gneros..
32
24
------ 56
204
319
de
523
char-
Acaho de lr no Diario de hoje o com mullica-
do, em que o Sr. Dr Luiz de Albuquerque Mar-
tins Pereira, referiodo-se a uma parle do dis-
curso, que profer em urna dassessoes da assem-
bla provincial, e que em resumo foi publicado
uo Diario de 18 do mez passado, assevera nao
baver dito o que por mim Ihe fdra attribuide, e
nao ter ouvido as proposites, que ento
emitti.
A vista de semelhaote asseveraco nao me
permiliido duvidar que o Sr. Dr. Martios nao
livesse ouvido essa parte do nieu discurso ; e
cabe-me apenas asseverar Ihe que ella foi por
mim proferida no sentido em que se acha pu-
blicada.
Cabe-me igualmente dizer-lhe que nao me
animara attribuir-lhe proposices que nao
eutendesie terem sido proferidas por sua S. S.:
talvez nao livesse sido feliz, compn-hudeodo as
em sentido diversodaquelle em que S.S. se pro-
nunciara : creio perm que anda assim nao se
me poder altribuir desejo de fazer ofiensa ao
carcter do Sr. Dr. Martios como deputado.
Sirvam pois estas palavras de resposta
coman unicado.
lleci'e, 3 de julho de 1861.
Dr. llanoel do Nascimento Hachado Porl
30
illa
Correspondencias.
Srs. Redactores.Como fui eu o vereadorque
npreseotei o projecto de postura marcando o t-
mauho que deve ter o lijollo de alienara gros*
sa ; e como esleja eu igualmente coostruindo
uma casa era um terreno que" possuo na ra da
Unio, julgu de meu dever responder alluso
que parece me ser dirigida pelo correspondente
doConstitucionalde 4 do corrente, que se
assignaF. A. M. I.
Deixo, porm, de o fazer quanto ao mais, por-
que, nao precisa entender de edifica;o, basta
ter olhos e bom-senso para julgar da proceden-
cia das razes que aprsenla o mesmo corres-
pondente em opposico a dita postura.
A alluso que me retiro a seguiote :
A cmara municipal, l porque um cama-
rista est fazendo ups muros e cocheira, e en-
tende que com lijollo grande e grosso o servico
ausm^ni m%\e, o poupa-se siguas alqueires de
cal, embora os pobres pedreiros e serventes aca-
bom e morram phtysicos, confecciona uma pos-
tura extravagante, como esta de que nos oceu-
pamos, e a submelte approvaco do gover-
no, etc.. etc.
Ora, dan lo se para cora a minha pessoa, as
ci'Cumstancias cima indicadas, claro que a
mira se dirige o correspondente do Cojtiu-
cional.
Pois bem, saibam lodos, e quem duvidar ve-
nha ver, que esse muro e essa cocheira ha mui-
to esta feitos, e que mesmo a casa que estou
fazendo no mesmo lugar, pretendo, com favor
de Dos, que esleja prompla antes de principiar
o prazo marcado pela postura para o auicmenlo
do taraanho do lijollo, e ludo com o da bilola
actual, de dez pollegadas de cumprimento,
cinco de largura e pouco mais de uma de
grossura.
J se vi, pois, que quando formulei o pro-
jecto da postura em questo, nao Uve em vista o
que apona o correspondente doConstitucio-
nal, e sim o interesse publico, quer sa parle re-
lativa a solidez da edificaco, quer na de favo-
rece-la ; visto que. nao consta que os oleiros
tenham desmerecido o prego do lijollo, a pre-
porco que o teem feito no tamanho.
O contrario disto que se est vendo, Babea-
do eu mais por experiencia, que quando se des-
carrega uma canoa de lijollo, a quarla parte tal-
vez, est reduzido c metralha.
Verdade que conforme a opiniio rto Sr.F
A. M. y.,seja isto de grande uiilidade, por-
que pesando a parle menos que o todo, traba-
lbando os pedreiros e serventes com pedacos,
nao enihysicaro lo fcilmente, embora anlny-
siquem as algiberras dos edificadores.
E entretanto, abi eslo centenares de casas
feitas autr'ora, com lijollo de 14 pollegadas de
comprido, 7 de largo e 3 de grossura, como era
o que at bem poueo lempo se fabricara, e bem
poucos caaos de phtytica eotao se dava.
Concluirei esta, duendo aoSr.F. A. M. J.__
que, quando quizer%venlurar proposices iguaes
a que langa contra mim, indague primeiro da ve-
racidade dos factos, pois deve lembrar-se, que
mesmo as verdades mais puras, de eovolla com
a calumnia e a mentira, tornim-se ioacredin-
veis ; porque, conforme o antigo adagio, cestei-
ro que faz um cesto faz um ceuto, e o que em
parte pode ser notado.
Com a publiceco destas linhss, Srs. Redac-
tores, muilo obrigar a seu constante leitor e as-
slgnante,
Gustavo Jos do Reg*
S. C 5 de julho de 1861.
Srs. redactores.No da 37 do mez passado lo-
mos na Revista oDiario de Pernambuco um fac-
i passado na ra Direila que nos trouze a baila
alguns precedentes que seu autor leve a babilida-
de de desvirtuar aecommoda-Ios aos seos pr-
fidos fins que nao sao oulros mais do que desa-
creditar e anoiquiliar a reputarlo de[Lino Jos do
Reg Braga, serviado assim de um v e desfal-
cado calumniador com o nico intuito de orna
vez ainda mostrar a qae ponto chega a son adu-
larlo um individuo lie baix como elle.
Agora senhores redactores, vamos narrar a V.
8. desda o sea priecipio todo o occotrido entre
Lino e Manoel Bento de (X Braga, qua certa-
mente se pode cosapr usa drama
por alguns das a ver o que
devia fazer do eslabelecimento... quando che-
ga de Portugal Lino, Jos do Rege Braga, e al-
guns dias depois da sua cnegada se dirigi a elle,
Manuel Bento de Oliveira Braga, e Ihe prupoem
astuciosamente a venda da parte que dizia ter no
eslabelecimento pela quantiade l:O0JO00,de cuja
somma foi ello embolsado.
Vejam agora, senhores redactores, que favor
fez Manoel Bento Lino, quando recebeu a refe-
rida qaantfa, sem que enlrasse cora um viniera
para o eatabeleciurcoto.
Querem saber, senhores redactores, o resulta-
de que cotheu Manoel Beoto de Oliveira Braga
de 1:0005000 que recebeu de Lino, foi trator de
ver se pela sua astucia poda desacreditar a Lino
perante o commercio, afim de ver se elle Lino,
desorientado- para que com isso Ihe tornasse a
cahir as garras o mesmo eslabelecimento, por
jseacharem boro andamento, e depois verse
encontrava outro pateta que o emboljasse deou-
troiOOOjOOO! realmente lembraoga quepa-
rece esquecimento, e sabendo Lino de toda a
tragedia de Manoel Bento de Oliveira,Braga trata
de preveni-Io que elle Manoel Beato deixa-se
depor aeu crdito ; quando Manoel Beoto de
Oliveira Braga trata tambem de prevemr-se, e
que prevenco, soohores redactores, vai carregar
uma pistola de dous canos e trata de andar ar-
mado, sem que para isso tivesse licenca da aulo-
ridade competente, e sem que Lino a isso desse
eausa.
Sendo Lino de todo isso informado, trata de
dar ordem de priso a Manoel Bento de Oliveira
Braga, cuja priso foi confirmada pelo chefe de
polica, e na presenca do mesmo chefe Maooel
Bento raostrou a dita pistola edecltrouo fim per
que andava armado, e vista disto foi immedia-
lamenle recolhido a cadeia, e consta que vai ser
processado.
Dias depois vence-se uma letra aceita por Mi-
noel Bento de Oliveira Braga, e endocada pelo
Sr. Jos Isiquio de A. Lima, e sendo apresenta-
da no da do vencimento a Lino, este respondei
que nada tinha com a referida letra, visto que nao
eslava firmada por Braga & Lima, mas com acei-
te por Manoel Bento de Oliveira Braga, e endos
sada por Jos I. A. L. e como Ihe fosse cslranht
semelhente transaeco, e nem tinha ordem do eo-
dossante Jos Isiquio,mandou que a referida Ietrt
fosse apresenlada ao aceitante, e este nada maii
fez do que pagar o que devia, e assim ficou essa
transaeco liquidada.
Chegou finalmente o dia 26 de juoho passado
quando Maooel Beoto de Oliveira Braga Ihe veio a
cachola mandar citar Lira & Braga pela quanlia
da dita letra,e em vez de mandar a prlico a Lma
& Braga manda apresentar a Braga & Lima, quan-
do era chamado a juizo Lima & Braga. Fallando
a paciencia Lino, foi pessoalmeote entender-se
cora Maooel Bento a respeito de semelhaotes
Iransage?, quando Manoel Bento, a vista Lino
em sua loja, pucha loucamente por um faco. e
pretende assim dar resposta ao que Lino preten-
da perguniar.
E' sabido geralmeule por tolos que Lino achan-
do-se aggredido por Manoel Beoto, tratou sim-
plesmenie de defeoder-se com um pequeo chi-
cote que levava 0a mo. acontece que Manoel
Bento se arroja para Lino, e querenio arrancar-
lhe da meo o mesmo chicote, assim o cooseguio,
ficandoo offendidocom o esloque que coolinha o
mesmo chicote, quando nessa occasio chega
Antonio Mara O. J. armado com um grande c-
cete, e isto depois de Lioo ter entregado o eslo-
que a pedido de em tal Luccas, e grita o mesmo
Amonio Mria O. J, ecceleradamente para Lino,
propalando rozes de priso ao assassioo. E' sa-
bido que Lino nunca leve tencoes de offender a
Manoel Bento, e se o quiesse assassinar leve
mais do que lempo para isso. Manoel Bento de
Oliveira Braga conhecido por calumniador, etc.
ele, e appellamos para o publico sensato,
Coocluimos por advertir a Manoel Bento de
Oliveira Braga, que echamos bom que se chame
mais ao silencio e cuide mais em seu negocio do
que tratar da vida privada do commerciante, por
que Ihe iseguramos que se assim o nao fizeral-
guem o ha de sentir.
Somos senhores redactores de V. S. seu cons-
tante leitor.
Oportsattez amigo do brasileiro.
Polaca hespanholaEsmeraldaidem.
Brigue inglezEliza Jankenscar va o.
Brigue inglezSpyidem.
Barca inglezaColinamerca dorias.
Importa ^Ao.
_ Barca iogleza Colina, viuda de Liverpool, Con-
signado a Henry Gibson, manifestou o seguinte:
171 caixas e 74 fardos fazeodas de algodo.5
caixas chapeos de sol* 20 Larris salitre, 2 dilos
ferragens, 1 volume amostras; ao consigna-
tario-',
3 careas fazendas de la ; D. P. Wild & C.
11 embruihos ago; i Rothe, Bidoulac &. C.
. 8 volumes fazendas de algoao, 225 pares ob-
jectos de ferro, i caixa lwros para escriptorio ;
Itostrn Rooker & C
101 caixas velas de espermacete, 2 ditas toa-
Ihas de algodo e bandas para chapeos: Joe
Keller & G. TT
17 caixas fazendas de algodo, 1 dita chapeos
de sol ; Southall Mellors & C.
60 caixas folha de Flaoderes, 16 ditas linhas,
9 ditas miudezas, 2 ditas cobre ; a Isodoro llal-
li Jay & C.
! 9 caixas e 5 fardos fazendas de algodo, 1 dita
dita de lia e algodo ; A C. de Abren.
. 33 caixas e 6 fardos fazeoda de algodo, 2 cai-
xas fazendasde liuho, 1 fardo mantas para selim,
10 barricas estanho, 1 dila utilera, 200 fogarei-
ros, 1 barrica .gradas para os mesmos, 2 caixas
objectos de seleiro, 16 ditas cha, 30 barra banha
da parco ; Paloo Nasb & C.
2 cauas fazendas de algodo: Mello Lobo
4 ditas fazendas de algodo e lia : Lindem
Willd & G.
55 fardos fazendas de algodo ; Itabe Sh-
mettan & C.
48 caixas e 8 fardos fazenda de algodo, 4
caixas dita de liuho, barris maoteiga, 140 barri-
cas cerveja; Johoston Pater & C.
100 barris peixe; Barroca & Medeiros.
17 fardos e 9 caixas fazendas de aigodo ; i
Adamsoo Houvie & C.
17 barricas oleo de linhaga, 1 caixinha caixas
pera pilulas ; B. F. de Souza.
55 caixas e 73 fardos fazeoda de algodo :
James Ryder & C.
192 barras de ferro, 2 columnas de dito, 1 caixa
objectos para machinas; D. W. Bowman & C.
10 fardos fazendas de algodo; Saunders
BialtaaM,
1 dito eouros ; A. M. Machado.
5 caixas bisceutos, 1 dita queijos, 1 dita pre-
suntos; J F. de Lima.
5 fardos e 1 caixa fazendas de algodo, 3 ditas
bptios e sapatos, 1 barrica cos'icaes, 2 ditas cu-
tuerias, 16 ditas ferragens, 2 correntes, 30 em-
bruihos canos de chumbo, 90 feixes ps de ferro,
GD barris chumbo de munigao, 30 toneladas de
cprvode pedra ; ordem de diversos.
! 18 fardos fazendas de algodo ; N. 0. Bie-
ueriC.
; 39 fardos fazendas de algodo, 40 caixas lij-
los, 1 dita objectos particulares; Mills Latham
l G.
24 Taxas de ferro batido, 410 barras e 310fei-
xes de ferro, 44 barris e 2 volumes ferragens,
110 chapas de fogo. 3 barricas e 2 caixas cuiile-
rta, 44 folhas e 14 feixes de ferro em lencol, 50
barris barrilha, 27 lences de lati, 322rollos de
cubre, 18 caixas dito de forrar, 2 birris pregos de
oomposigo, uma barrica cha mines de vidro, 1
barris tintas, 4 barricas pao campeche, 1 caixa
drogas, 1 dila borracha, % ditas linhas, 1 dita te-
oido de aigodo, 1 dita objecto de seleiros, 48
rollos de metal amarello, 16 barris oleo da t>
Oha de porco, 4 volumes oleo Photogeal ; S.
P. Jonhaston & C.
Beccbedoria de rendas nter
geraes de Pernambuco.
Readimento do dia 1 a 4 5:3795808
dem do dia 5......; 1:523*022
Pblicagoes a pedido.


a

ftua do Imperador.
2 Sobrado,de 2 andares.. 1:601*000
Ra das Larangeiras.
bLaa.ierrea............ 2048000
Ra do Sebo.
12 Casa terrea............ 16O000
Ra do Rosario da Boa-Vista.
14, asa terrea............ 201*000
Ra da Lapa.
40 Casa terrea............ 152*000
41 dem idem............ 182*000
_ Ra da Cacimba.
65 Casa lerrea............ 300*000
66 dem idem............ 1225000
67 dem idem............ 81*000
Ra dos Burgos.
68 Casa terrea............ 205*000
09 dem idem............ 125*000
Ra do Vigario.
72 Sobrado de 2 andares.. 602*000
Ra da Senzala Velha.
79 Sobrado de 2 andares.. 753*000
80 dem idem............ 753*000
81 Casa terrea............ 191*000
82 dem idem............ 200*000
84 dem idem............ 162*000
Ra da Guia.
84 Casa lerrea............ lSCgOOO a
Ra do Pilar.
91 Casa terrea............ 162*000
As arrematares sero feitas por lempo de dous
annos e 11 mezes a cootar do 1. de agosto do
corrente anno a 30 junho de 1864, e com as se-
grales allerages:
1.a Para garanta das arrematarles dos predios
bastar um fiador, o qual dever provar que pos-
sue na cidade do Recite bens de raiz livres e des-
embargados, cujo valor cubra o da arieraa-
taco.
2.a Que nao se exijam dos fiadores letras da
quanlia da renda arrematada.
3.a Que os arrematante sejam obrigados a ter
limpas e aceiadas as propriedades do patrimonio
por cuja renda se responsabilisar, bem como a
dar parte em lempo ao inspector da thesouraria
provincial dos reparos que se fizerem, necessa-
rios para conservarlo das mesmas propriedades,
os quaes sero executados por-couta do patrimo-
nio, quando se verificar que os rendeiros e seus
fiadores oio concorreram directa ou indirecta-
mente para o delerioramento.
As pessoas que se propozerem a estas arrema-
tagdes comparegam na sala das sessdesda mesma
junta no dia cima mencionado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas, tendo lugar no dia
11 do mesmo mez.
E para constar se mandou flixar o presente e
publicar pele Otario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 28 de junho de 1861.0 secretario, A.
F. da Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, que no dia 25 de Julho
prximo vindouro, perante a junta da fazenda da
mesma thesouraria, vo novamente praga para
ser arrematada a quem mais der, a rend dos
predios abaixo mencionados pertencentes ao pa-
trimonio dos orpbos.
Ra do Pilar.
Ns.
92 Casa terrea............ 162JJ0O0 por anno.
93 dem idem............ 172*000
94 dem idem............ 253-jOOO
95 dem idem............ 236g00O
96 dem idem............ 157*000
97 dem idem............ 16lj>000
98 dem idem............ 224*000
99 dem idem............ 167gO00



a
<
101
102
103
104
105
100 dem idem............ 162*000
101 dem idem............ 181*000
dem idem............ 162^000
dem idem............ 181*000
dem idem............ 172*000
dem idem............ 372O0O
Estrada do Parnameirim.
1 Sitio................... 5O0S0OO a
2nIdem.................. 120g000
Estrada do Rosariuho.
3 Sitio.................. 312*000
Estrada da Muribeca.
4 Sitio................... 212J000
Forno da Cal.
5 Sitio................... 353S00O
As arrematages sero feitas pelo mesmo lem-
po e sob as mesmas cendiges do edital cima,
tendo lugar as habililagdes no dia 18.
E para cooslar se mandou allixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 28 de junbo de 1861.O secretario, A.
F. di Annunciago.
las
6:9029830
Consulado provincial.
Rcndimemo do dia 1 a 4 24:010*906
Kem do dia 5.......8:454880
32.465*786
t<0
Senhores redactores.
Um dever rigoroso que me impoe a consciea-
cia, e a sociedade, obrigam-me a que eu procure
as columnas de seu acreditado jornal para mos-
trar perante o publico e em particular aos meus
amigos a micha gratido para com e Illm. Sr.
commendador Antonio de Paula Souza Leo pelo
bom tratamento e acolhimento que serapre rece-
ba durante o tempo que estivo debaiio de sen
tecto hospilaleiro ; j como amigo e parete, e
finalmente como hornera honrado, clamareisem-
pre.que na comarca do Cabo um ancio respei-
tavel e probo; nao tenho expresados com que
me possa servir para mostrar ao publico come
Vs. Ss. o cavalheirismo, educago e alma pura
sem os defeilos que actualmente encontramos a
muitos na sociedade; nao quero, seobores re-
dactores, com este meu pequeo exordio offender
a susceplibilidade de alguem, s sim um dever
a que minha conscieucia me impoe, fleando o
mesmo senhor commendador certo que ha de
baver um dia iiue Ihe tributare! os meus peque-
nos servidos a quem soube apreciar um amigo.
Desejo, senhores redactores, que deesa publi-
qdade a estas mal tragadas liobas. do que Ibes
Qcarel grato.
Sou, senhores redactores, de Vs. Ss. atiento
venerador e criado F. L, de P. Cavalcanti.
> ..
i orto,
m
Navios entrados no dia 5.
Macei e porlos enformediosvapor nacional
Persinungia, commeodante Manoel Rodri-
gues dos SanloS Moura.
Una de S. Miguelpata cho portuguez Lima,
capito Antonio Franc isco Resende, carga s-
sucar e mais gneros.
1
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9
a.
Horas.

kthmosphera
en
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Dirtccao.
3
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I Jnermdadr.
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Fahrenheit.
durimsTgrc-amen^erq-oe eo^Edorios LJf^ff^S'^^M^Si
eletlrados do Gabinete de EdiWrgo ie^- !2 ,UM *r,86du8 orciaes"*is o
eatisfeita com o seu modesto titulo, e sodendo l^sX AiTt% a ft.h, j. o*n r i i
condecorar-se com.tod. a jus.ic, com uS litlo [lo^^o^^^^J^ OtLSi *"
xnais imponente, nao o faz, por m ***** 9^)^^^g^^^ ^TS^'
Gabinete Portuguez de leitura.
Tudo vergonha, e s vsrgonha, qnanto temos
visto na imprensa peridica de Peroambdco em
recente dala acerca do Gabinete Portuguez de Lei-
tura 1
Que falsa vaidade cega estes senhores, a quem
Deus nao fadou para a imprensa ?
Fnlil e de pura veleidade a queslo de que se
tem oceupado, mas nogento a vergonhoso o mo-
do porque lem sido tratada. Nao contentes os
aihelets em se conspurcar mutuamente levaram
o cynismo e a impiedade al a profanago das
ciuzas dos morios 1 lato uma tal falla de sen-
timeotos nobres, que produziria lastima se nao
eauasse nojo.
NSo somos, nem queremos ser juiz entre os
contendores, mas ha om juiz, que nao podero
declinar, nem averbar de suspeito, e que lbe a-
conselbamosa coosciencia propria.
Consullem-a que Ulvez lhes imponha silen-
cio.
Nada temos com os negocios do Gabinete Por-
tuguez, e nem com partuguezes, mas custa-oos
ver esta familia, a que nos ligsm tantas relagdes,
dar-se assim em triste espectculo ; e por isso -
cariamos immensamerite salisfeitos, se acaso se
pozeese termo a semelhantes polmicas, com qae
i o bom senso e mesmo a moraiidade nada Iu-
tn
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Csnt grado.
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Inglez.
v.
A cmara municipal desta cidade faz publico
para conliecimento dos seus muoicipes, e espe-
cialmente do corpo eleitoral, que o Exm. presi-
dente da provincia Ihe communieou, que, em
virtude do 1 do art. 24 da lei de 12 de agosto
de 1834, convocar a nova assembla legislativa
provincial para reunir-se na prxima sesso or-
dinaria de 1861, e que designara o dia 24 de no-
vembro vindouro para nelle se proceder a eleigo
dos seus membros ; devendo o primeiro districlo
dar nove membros da assembla legislativa pro-
vincial, conforme disp&o o art. 2 do decreto n.
2633 de Io de setembro de 1860. Pago da cma-
ra municipal do Recife em sesso de Io de julho
de 1861. Luiz Francisco de Barros Reg, presi-
dente.Francisco Canuto da Boa-viagem, official
maior servindo de secretario.
O Illm. Sr. inspector da alfandega manda
fazer publico para coohecimento do commercio,
que as embarcages do trauco do porto que car-
regarem so norte da alfandega devero tocar no
trapiche denominadodo algodo ou no porto
liscal n. 4 (ponte da alfandega) para o exame da
carga e o visto no despacho ou guia que deve
acompanhar; as que carregarem no caea do Ra-
mos ou ao sul da alfandega at o trapiche da com-
panhia Pernambncaua devero tocar para o mes-
mo fim no porto fiscal n. 3; e as que carrega-
tem era frente do ancoradouro da carga e fran-
qua e dos porlos scaes ns. 1 e 2 se approxima-
ro quanto for possivel a esses poslos, de modo
que de bordo possa ser reconhecida a erabarcago
pelo seu nome, e notada a hora em que segu
para o navio carga, devendo o commandante
do porto fiscal ir ou mandar verificar o despacho,
sempre que jolgar conveoieote. Os Iransgresso-
res desta ordem ficaro sujeitos pena do artigo
398 do regulamento de 19 de setembro de 1860.
Alfandega dePeroambuco 4 de julho de 1861.
O 2." escripturario,
Maximiano Francisco Ptixoto Duarte.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desla provincia, em cumprimento da ordem
do thepouro, de 6 de maio ultimo, manda fazer
publico, que Oca aberto, para o dia 29 de julho
prximo seguinte, novo concurso para preenehi-
menio dos lugares de pralicante de alfandega
desta mesma provincia, comegando os exames s
pO bofas da nianha sobre as seguintes materias :
1.a grammalica da lingua vernaeula, leitura e
escripia correcta e corrente ; 2 a theoria da es-
criplurago mercantil por partidas simples e do-
bradas, esuas applicagdes ao commercio, e a ad-
minialrago de fazenda ; 3.a artlhmetica e sua
applicagdes ao commercio, com especialidade a
redoga dos pesos e medidas nacioaaes e es-
ser arrematado quem mais der o pedagio d
arreira da ponte da Tacanitfa, avaliadoem 4144
annaaes.
A arrematarlo ser faifa pelo lempo de dous
annos e 11 mezes, a contar de 1. de agosto do
corrente anno a 20 de junho de 1864.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tago, comparecen na sala das sesteos da referi-
da junta, no dia cima declarado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente a
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 3 de julho de 1861.OsecreUrio, An-
tonio Ferrelra da Annunciago.
0 Dr. Bernardo Maehado da Costa Doria, juiz de
dirello da primeira vara criminal e substituto
da do commercio nesta cidade do Recife e seu
termo, capital da provincia de Pernambuco,
por s. M. I. e C. o"Sr. D. Fedro II, que Deus
guarde, etc.
Fago saber que no da 6- de julho do correte
anno se nao de arrematar em praga publica desle
juizo por veoda quem mais- der, na sala das au-
diencias, os objectos segoiotes, que foram peoho-
rados a Antonio Jos da Silva Guiraares, por
execuco que contra este movem Henry Forter
& C.: 1 balco de madeira de pinho, pesos de
duas arrobas at meia libra, 1 balenga grandee
1 dita pequea, 1 caixao grande para deposito d-
bolachas Com 4 repartimentos, 1 relogio de pare-
de, 1 carteira com um gaveto, 1 cilyndro de
tragar maesas, 1 maceira, 1 cabide de botar nras-
sas, lObalaios de conduegoes, 100 loalhas, 1 pe-
neira. 100 folhas de liendres, avaliado tudo em
300*000 ; 1 relaeo de dividas na imoprtancia de
18:486*836, avaliado em 2:000*000. Os objectos
aqu mencionados sero arrematados na falla de
licitaotes pelo prego da aajudkagao com respec-
tivo abatimeoto da iti.
E pira que todos tenham coohecimento do pre-
sente, mandei passar edilaes que sero afiliados
oos lugares do cosiume e publicados pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 22 de junho do
anno do nascimento de Nosse Senhor Jess Chris-
to de 1861, 40 da independencia e do imperio
dOkJirasil.
Eu Manoel de Carvaifao Paes de Andrade, es-
crivo o subscrevi.
Bernardo Machado da Costa Doria.
Esta praa foi transferida
pt despacho do Exm. Sr Dr.
juiz do commercio para quin-
ta-feirakll do corrente, de-
pois da audiencia, na sala doa
mesmos.
Joo Baplista de Castro e Silva, commendador da
ordem da Rosa, e inspector da Ihesourari de
fazenda de Pernambaco, por S. M. I., que Deus
guarde.
Fago saber a todos bs habitantes desta provin-
cia, que era viriude de ordem circular do the-
souro o. 39 de 4 do corrente mez se substituiro
nesta thesouraria, s horas de seu expediente, as
notas de 100* e 200* da Ia estampa, papel bran-
co. Esta subsliuigo se realisar desla data ao
fim de dezembro desle anno valor por valor ; do
Io de Janeiro de 1862 porm em diaote se far
ella com o descont legal de 10 por cento em ca-
da mez, de mode que no Io deoutubro de dito
anno de 1862 nao terio mais valor algum as re-
feridas notas.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco 15 de
juoho de 1861.
Joo Baptisla de Castro e Silva.
O Dr. Francisco de Assis Pereira Rocha, juiz de
dirello especial do commercio desta cidade do
Recife, capital da provincia de Pernambuco e
seu termo, por S. M. Imperial e Constitucional
o Sr. D. Pedro II, qae Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital virem, e
delle noticia liverem, que no dia 18 de julho se
ha de arrematar por venda quem mais der, em
praga publica deste juizo, na sala dos auditorios,
os objectos seguintes :
28 duziasde garrafas com cerveja de m qua-
lidade, avaliadas por 2* a duzia, 56$ ; 670 boti-
jas vasias, avaliadas a 20 rs. cada uma, 13g4O0;
265 garrafas vasias, avaliadas a 20 rs. cada uma,
5*300; um terno de medidas de folhas, avaliado
por 2*; 1 dito de pao, avaliado por 2$; 2 cai-
xoes de sabo amarello, avahados por 5* ; mais
de meia barrica de brea virgem, avahada por
1*; meia barrica de toucmho, avallada por 4*;
13 barris vasios, avaliados a 1*, 13* ; 1 pipa va-
sia, avahada por 49 i um pouco de pommada,
avaliada por 1*; 8 livros de pao de ouro falso,
avaliados por 480 rs.; 7 copos de viJro ordina-
rios, todos avaliados por 480 rs. ; 3 garrafas bran-
cas, vasias, avaliadas por 400 rs. ; 1 balanga, pe-
sos, conchas de pao e correnies de lato, avaha-
da por 3|J ; 1 candieiro degaz com 2 bicos, ava-
hado por 32* ; 122 pegas de corda branca, ava-
liadas por 30 r., 38160; 1 barrica cora bolachi-
nha ingleza. por 1*280 ; 8 frascos de bacca larga
avaliados a 320 rs.. 2*560 ; 5 frascos de conser-
vas por 2*; 1 garrafa de creu de annis, avalia-
da por 800 rs.; 8 garrafas de vinho moscatel,
avaliadas a 400 rs 3g2O0; 9 garrafas de cha-
panha, avaliadas a 1*, 9*; 56 garrafas de vinho
de caj, avaliadas por 8&900 ; 8 libras de velas
de carnauba, avaliadas por 320 rs. a libra, 2*560 ;
17 massos de albos, avahados por 1'; 15 libras
de canoella, avaliadas a 640 rs. a libra, 9$6o0 ;
20 duzias de pires, avahados por 4*800 ; 4 du-
zias de chicaras por 960 rs. ; 23 bacas, avaliadas
por 380 rs., 8*740; 8 bules pintados, avaliados
per 480 rs., 35840; 15 chales ordinarios, brancos
e piolados, avaliados a 240 rs., 13*600 ; 24 arro-
bas de fumo, pouco mais ou menos, em 12 rolos
avaliado a 8* a arroba, 192*; 1 armago, avaliada
por 50*.
Os quaes foram peohorados por execugo de
Monteiro, Lopes & C .contra Francisco Marques
de Lemos Ribeiro, e nao heveodo langador que
cubra o prego da avaliago, a arrematado ser
feta pelo valor da adjudicago com o abati-
mento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar editaes, que sero publicados pela
impreosa e afiliados nos lugares do cosame.
Recife 3 de juoho de 1861, 40 da independen-
cia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi.
Francisco de Assis Pereira Rocha.
2a secgo. Secretaria do governo de Per-
nambuco, em 4 de julho de 1861.
Tendo sido declarado vago por decreto de 2 de
novembro de 1859 o officio de escrivo da pio-
vedoria de capellas e residuos do termo deGoian-
na.por impossibilidade do serventuaria Joo Jos
da Cunha Menezes, conforme fui communicado
por aviso do ministerio da instiga de 18 daquelle
mez: S. Exc. o Sr. presidente da provincia assim
o manda fazer publico, afim de que os preten-
demos do mesmo officio se habililem na forma do
decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851, e aviso
n. 252 de 30 de dezembro de 1854, e apresentem
seus requenmenlos no prazo de 60 dias contados
compostos, theorias de cambios e suas applica-
gdes i 4 a nogoes de algebra ; 5.a traduego cor-
recta das lioguas ingleza e franceza, ou pelo me-
nos da ultima ; 6.a principios geraes, de geo-
graphia, de historia do Brasil e de eslatistica com-
meiCial
Aquellos que pretenderem ser admittidos ao
concurso, devero previamente ptevar, que teem
18 abaos completos de idade, que eslo livres de
culpa e pena, e que teem bom comporlamento.
Secretaria da thesouraria de fazeoda de Per-
nambuco, 4 de junho da 1861 .Servindo de offi-
cial-maior. Luis Francisco de S. Paio e Silva.
A cmara municipal do Recife em virtude
da ordem circular do governo da provincia de 32
do corrente, faz publico para conhecimento de
seus muoicipes, que por aviso da secretaria de
estado dos negocios da fazenda de 4 deste mesmo
mea, se ordenara a thesouraria da fazeoda que
procedesse aesta provincia a substituigo das no-
tas de 100 e 200*primeira estampa, papel tran-
co, ao teaspo que deeorrer de agora al o fim de
dezembro do anno corrate, comegando do pri-
meiro-de Janeiro prximo futuro o prazo de 10
i mezes para o descont mensalda dea por cento
- ... no valor das mesmas notas.
~ V illm. sr. inspector da thesouraria provin- Paco da cmara municipal do Recife em ses-
cial, manda fazer publico, que no da 18 de julho s&o ordinaria aos 27 de junho de 1861.Luiz
prximo vindouro, perante a junta da fazenda da Francisco de Barros Reg, presidente.Prancis-
mesma thesouraria, vo novamente praga para co Canuto da Boa-Viagem, official maior serviado
ser arrematada, a quem mais der, a renda dos de secretario.
ptedios> abaixo mencionados, per lancales ao pa- O Illm. Sr. inspector de thesouraria provin-
tfimomo dos orphos. ele,em virtude a ordos do Ex. Sr. asaeteen
Largo de Pedro II. te da provincia, manda tazar potico, qne no dia
a c-i a *. .n --.' ** do crrante, perante a junla da fazeoda de
1 saja do primeira andar 180*000 por auno, mesma thesouraria, Tai novamente a praca, para
trangeiros, calculo de descont e juros simples e ,desta data; cerlos de que o que for nomeado car
obrigado a prestar quelle servenluario a 3a parte
A noite nublada e de agusceiros, vento SSE
regular at aa 3 h. que comecou o terral do SO.
OSC1LACA Da BUa.
Preamar a 2 \t. 18' da tarde, altura 6,8 p.
Baiamar as 8 h. 6' da manha, altura 1,2 p.
Observatorio do arsenal de marinha. 5 de iu-
lho> 1861; J
Romano Stepple,
V lente.
Editaes.
a .
do rendimento, segundo a respectiva lotagao de
conformidade com o que dispe o art. 2* do de-
creto o. 1294 de 16 de dezembro de 1353.
Joo Rodrigues Chaves.
Faculdade de direito.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director in-r
lerino, e em cumprimento do art. '.8 do regula-
mento complementar, fago publico, que ao ba-
charel Joaquim Jos de Campos foram marcados
para defender as iheses, que apresenlou, os dias
12 e 13 do corrente mez, devenda o mesmo ha-
chare! comparecer nesta secretaria tres dias an-
tes do primeiro em que deve cerneen a defeza,
afim de tirar o ponto da dissertago, que ser
dado s 8 horas da manba, peraale o lente mais.
antigo dos sorteados.
Secretaria da faculdade de direito do Recife, 5
de julho de 1861.O secretario, Jos Honorio Be-
zerra de Meneaes.______
Declaraos.
^ASUsaft|s^^hv ^kMHBSaSBBSd\
^^ww^W9^nW pTVTlDXIfl!.
Pela mesa do consulado provincial se faz pa-
nuco aos propriotarioa dos predio urbanos das
freguezias desjarfWadee da dos Afogados que ai
trinta dias uteis para o pagamento a bocea Oo eo-
fra da segando semestre da decima do anno 1-
naneeiro da 1660 a 1811 nodam-se na dia 8 de
ulho correte ficaodo a*jeito i aulla de 3 par
0|0 os .ue paga rere depois deste prazo.
Meen do eeosalade provincial de P ernamea-
oo 1. da Julho de t8fl.Antonio Ca rneixo ata-
chido Ros, adminUtr ador.


?r
W*vW PV9MNNG9i/iu
' SOCIEDAD! BANC41U.
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
Saeam e tomam saque aobr s pravas do lk
de Janeiro, Maranhao e Par'
1 Secretaria da unta casa de misericordia do Re-
f eife 4 de julho de 1881.O escrivo,
Para.
Deordem do inspector chefs de divisio, cap-
iao do porto, faz-se publico o* ligo* abano co-
piados, do regula ment das capitanas. Capita-
bs do porta de Peraambuco 90 dejunho de
1861.
O Secretario.
J. P. Brrelo de -Mello Reg.
c Art. M. Todo o navio mercaste nacional ou
estrangeire que estuer oos ancantdeuros de car-
ga ou descarga, dever ter os pus de bujarro-
aa e gib dentro, e nos porto* tas que pela sua
pequea eapacidede estiver por isse manado
a quatro cabos, ter alera disso a retranca den-
tro, e as vergas desamantilhadas ; e s em ves-
pera do sabida para o ancoradouro de franqueia,
afim de enrtrfearpanno, poder aoMDlilbar ver-
gar e deitar lora es paos, menos o da giba, que
s o pora no ancoradouro de fraiqueia. O con-
traventor aera multado em quatro mil ris por
coda vez, e perder o direilo iodemnisago no
aso de Ibe serem partidos por abatreamento.
Art. 29. Todos o tpraesquer navios deverao
os difierentes ancoradouro;, prestar recprocos
auxilios esa o acto de amarrar-se ou desamarrar-
se como seja receber urna espa,arrear a amarra
por algum incidente imprevisto.
Art. 30 E' prohibido a todo e qualqaer na -
vio dar tiros, ou salvas a nao oslar no ancora-
douro de franqueia, e nesle mesmo o aaosoder
fazer, levando taco o tiro. Aquello que trans-
gredir ser sujeilo a repararlo do damno, narra-
do-o alera de ser multado em oito mil ris.
a Arl. 31. Nao ser permiUido dentro dos an-
coradouras de carga e descaiga enterrar fago
bordo, deyois do toque de recolher, alom da lan-
terna de que trata o art. 133 do regula ment de
22 de junh de 1836, e de ama luz que poder
tercm ranterna ecttada ira cmara de cada na-
vio. O contraventor ficer obgado S reperaco
do damno que possa haver, e ser multado em
de? jl ris.
*Ti.rt. 32. Nenhum navio poder sabir sobre-
carregado, nem levar esrga no convs que cau3e
perigo. O capito do porto regalar com pruden-
cia, vigiando com alteogo sobre taes circums-
tancias; e o capito ou meslre se conformar
com o que elle determinar.
Art. Si. Nenhum navio mercante poder ter
unidas suas embarcarles miudas, seoo nos pr-
talos no ancoradouro de carga e descarga : no
de franqua Ihe ser permittido ter a lancha pela
popa. O contraventor ser multado em quatro
mil ris.
c Arl. 35. Nenhum navio mercante poder ter
suas embarcarles miudas ra do navio depois
do tiro de recolher, salvo por algum motivo ex-
traordinario, que justificar. O contraventor ser
multado em quatro mil ris. b
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Alllms. junta administrativa da santa casa
Ov* misericordia do Recife manda fazer publico
S0f> oo dia 11 alo correte, polas 4 horas da tar-
e, (Vrala de suas sesses, ir praca o forneM
eimenv'o de p&e e bolacha, que houverem de con-
sumir oO esteWecimenlos de caridade do dia o>
arrematatio a'31 de dezembro do correte anno.
Os pretenditedirijam suas propostas em carta
fechada na o'.ie-e horas aprazados.
Secretaria > santa casa de misericordia do
Recife 5 de julho de 1861.O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Santa cara da misericordia do
Recife.
A. Illaat. jaota administrativa da santa casa de
misericordia do Recife manda fazer publico aos
senhores irmos instaladores que ainda nao pa-
garam as respectivas joias, e que nio o flzerem
da data deste a 30 das, que sero eliminados de
contormidade com o offieio da presidencia.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 5 de julho de 1661.O escrivo,
F. k. Csvalcanti Cousseiro:.
Acha-se nesta subdelegada duas colberes
de prate para sopa, as quaea foram encontradas
na occasio de unxa tasca dada em urna casa por
objecios furtados : a quem aa mesmas pe.rtence-
rem, dtrija-sea esta subdelegada, que. dando os
signaes, ihe sero entregues.
Subdelegada de reguezia do Poco 1.* de julho
de 1861.Jos Goncjelves Porciunculs.
Tribunal do cummercio.
Pala secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernarabuco se faz publico a vaga
do offieio de corretor geral desta prar.a, hivida
por fallecimento de Prudencio Marques de A-
morim.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 5 de julho de 1861.
Julio GuimaresOfficial-maior.
Sauta Casa de Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife, manda fazer publico que
nao se tendo effectuaee hoja a arrematarlo das
a

2. Urna grande pirmide.
3.a Um paueio de Hcreul*
4.o Levantar um cal(lo |per.
5.* Far quebrar sobre seu peito ama pedra dej)
cinco Mis arrebas, por dous horneas cote gran- *
deBM%H de ferro.
Segunda parte.
Mgicas interessattfeSi
Terceira parte.
Representar algumas partes de seus trabalhos
de fogo, taes como aa narras da farro em braza.
A reunioo de 24 luzea de velas pastando-aa pe-
los bracos, maos e ps.
Partir com os denles urna pequea baria de
ferro em braza.
RepresenUrafuma coroacao de re do fpgo.com,
urna coroa de ferro em braza.
Comer urna poteo de alcatro aceso.
Eotrar o re do fogo do forno roais quente
qoe no espectculo passado, com um grande pe-
dazo decaroe e agueotai todo o tempo neces-
sarie para que fique assada, com o que o re do
fogo dar Um ao segundo e ultimo espectculo.
Prefos da entrada.
Camarotes l\ordem..............69000
2' a..............8$000
Cadeiras........................... 23OOO
Platea.....-...................... i000
Nao ha camarotes de 3.a ordem,
tudo galera ................ 1J000
Os bilhetes j se acham venda na ra Nova
o. 32, casa do Sr. Thom Lopes def Sena, e no
escriptorio do theatro.
Principiar s 7 horas e meia da noite.
tsLd ab.*1'"
-In aJieii
MfiJHW^Molltt:
rf
r>pat'.*!no nac

up com brevidade pars o Rio
..tp I*"'' #eta - Fi.'oo, ra da Cruz n. *45
Ibordo.
fe
1, de superior mar*
de Janei-
com viuva
ou cora o
;Amorim
apilao a
Rio de Janeiro
1
aegue coa toda a brevidade a harca Mathildei
por ter metade do sea carregemeoto engajado :
para o reatante, trata-se com Manuel Alvos'Guer-
ra, na rua do Trapiche n. 14, ae cosa o capito
Jos Ferreira Pinto.
Para Lisboa e Porto,
eahlr com brevidade a barca porlugueza For-
mosa, da primeira marcha : para o restante, da
carga e passageiros, para es quaes lera encllen-
las oomrapdos, trata-se com Maeoel Ignacio de
Oliveira A Filho, largo do Corpd Santo, eecrip-
torio, ou :om o capito a bordo.
SV&Ji)
CASSIM P0PIL4R
HO
MAGESTOSO SALAO
DO
5a no dia 4 do prximo futuro mez de julho. Os PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado 6 o corrate.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimenlo
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguioles :
Para provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
500 caadas de azeite de carrapato.
2 arrobas de fio de algodo.
500 vassouras de palha.
100 vassouras de junco:
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em caria fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 8 do
correte mez.
Sala das sesses do conseibo administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 28 d*
julho de 1861.
Benlo Jos Lamenha Lin$,
Coronel presidente.
Freviciaco Joaqvim Pereira Lobo,
Coronel vogaI secretario interino
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de-guerra, tem de comprar os objec-
tos segoinles:
Para fornecimento dos deposites do artigos b-
licos das provincias de Alagoas, Parahiba e Rio
Grande do Norte.
800covados de chita para coberta.
3430 varas de brim branco.
1715 varas de algodozinho.
Alagoas.
100 booets.
100 grvalas.
100 mantas de la.
Parahiba.
208 bonets.
208 grvalas.
208 mantas de la.
Rio Grande do Norte.
189 bonets.
159 mantas de la.
Para o forte de Pao Amarello.
1 livro com 200 folhas de papel almajo piuta-
po cujo fo rmato seja de meia follia.
2 castiQaes de lato.
1 p de ferro.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretara do
conselho, s 10 horas da manha do dia 12 do
correle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra. 5 de
julho de 1861.
Btnto Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaqun Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Admiiiistracao do correio.
Pela administracao do correio de Pernambuco,
se faz publico que em conformidade do decreto
n. 787 de 15 de maio de 1851 e respectiva
instrueces teve hoje lugar o processo de aber-
tura das cartas atrazadas perteocente ao mez
de juoho de 1360 condemnadas a consumo pelo
art. 138 do regalamento dos correios de 21 de
dezembro de 1844 : assisiio o commerciaole Gui-
lherme da Silva Guimares, desta abertura resul-
tou aehir-se tres cartas com as gmntias* docu-
mentos seguiotes cujas cartas, dinheiro e docu-
mentos acham-se descriplos em um livro para
esse Ora destinado, ficandn todo recolhido corrve-
nieotemenle para ser entregue a quem de direito
perlencer. ,. >
Urna carta de Joaquim Correa Lima de Macedo
da villa de Ouricury para Antonio Manoel Cor-
deiro com urna sedla de mil res ; urna dita de
Bernardo Jos Pinto, do Rio de Janeiro para Jo-
s Vieira de Figueiredo com duas letras do Ban-
co do Brasil; urna dita de Francisco Jos Fer-
reira Pinto, da cldade do Porto para D. Mara
Francisca da Conceifo e Silva, com urna letra.
Por ultimo procedeu-se a queima das cartas que
que nao encerravam dinheiro ou documento que
se lavrou o respectivo termo, cuja copia abaizo
se transcreve.
Administrarlo do correio de Pernambuco, 2 de
julho de 1861.
O administrador,
Domingos doa Passoa Miranda:
Termo de consumo das cartas perlencentes ao
mez de junho de 1860.
Aos dous das do mez dejolbo de 18GIS nesta
administracao do correio da provincia, as 11 ha-
ras do dia estando presente o Sr. administrador
Domingos dos Paseos Miranda e mais emprega-
dos abaizo asignados, procedendo-se em virtu-
de do arl. 138 dn regulameoto geral dos correios
de 21 de dezembro de 1844 o consumo de 432
artas e 35 jornaes sendo 286 cartas selladas, 146
ditas e 35 jornaes sellados na importancia de
255640 rs. como consta da factura cuja impor-
tancia vai deseairegada nesta data ao respectivo
administrador e ihesoureiro.
E para constar lavrou-se este termo em que
sstgnou o administrador e thesoureiro e eu
francisco Simoes da Siva, ajudante e contador
o escrevi.
O administrador, Domingos dos Pasaos Mi-
Tanda. Oa officiaes papelistas Ismael Ama-
el Gomes da Silva, Eduardo Firmino da Silva
Cuiz de Franca de Oliveira Lima.O praticante
Vicente Ferreira da Porciuncula O portero
Manoel Matinho de Souza Pimentel.
Santa casa de oisericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da sania casa de
misericordia de Recife manda facer publico que
nao se tendo eflectuado hoja a arrematacio das
rendas da ilha do Nogueira, 6ra transferida sob
on%oeff mais favoraveis para o dia 11 do cr-
tente, petas 4 horas da urde, oa sala de suas
e^sH&fs.
pretendentes devem organisar suas propostas e
remelle-las a esta secretaria em carta fechada,
oo dia cima mencionado, as 4 horas da tarde.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 27 de junho de 1861.
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Escrivo.
A Illma. junta administrativa da santa casa
de misericordia do Recife manda fazer publico,
que no dia 15 do prximo futuro mez de julho,
pelas 10 horas da manha, na casa dos ezpostos,
far-se-ha pagamento as respectivas amas ; de-
vendo estas irem acompinhadas das criancas.
Santa casa de misenordia do Recife 28 de ju-
nho de 1861.O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Caixa filial do banco do Brasil
Rio de Janeiro
O vleiqo e bem conhecido brigue naeional Ve-
loz, pretepde seguir com muita brevidade, tem
parte de seu carregamento promptu, para o resto
que Ihe falta trata-se com os seus consignatarios
Azevedo A Hendes, no sea escriptorio ra ds
Cruz n. l.i
Acarac
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no ari. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno fiado, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituidlo das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
Francisco Joao de Barros.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZAGERMANO.
18 RECITA DA ASS1GNATURA.
Sabbado 6 dejunho.
Subir sceoa o inleressanteo muito applaudido
drama de costumes militares, em 4 actos, oftere-
cido e dedicado a Sua Mageslade el-rei o Sr. D.
Pedro V, pelo autor o Sr. Jos Romano,
29
O director do Cassino tem a honra de participar
o respeitavel publico (amante das bellas reu-
nios], que sabtndo 6 do correte, haver um
baile, com aquella pompa e alegra do costume :
em consequencia de pedidos de algumas pessoas,
qoe as horas moras da noite alaejam urna bel-
la distraco s suas imaginaees quigi aborreci-
das pelas continuas lidss do dia.
Ser mentida a boa ordem e harmona do cos-
tume, e observadas as disposicoes do regulameo-
to em vigor.
Grande baile
E
Concertos de msica vo-
cal e instrumental
NOS
Saldes do caes de Apollo
Em beneficio do administra flor.
A's 9 horas da noite de sabbado 6 do correle
comecar o entretenimento, secutando a acre-
ditada msica dos educandos 4o arsenal de guer-
ra, dirigida pelo eximio proTessor o Sr. Manoel
Augusto de Menezes Costa, alm de umabrilhanle
ouvertura, difierentes pegas de gosto, e depois
ricas quadrilhas, scholtz, valsas, etc., do seu
abundante repertorio.
Os intervallns sero preenchidos por ad mira veis
concertos de flanta, harpa e cantura, pelos apre-
ciareis irmos Cassel, recntenteme chegados da
Europa ; tocando as Sras. Os. Conradina e Chris-
liana harpa e cantando difierentes pedamos das
mais modernas operas itahanas, e acomoanhan-
do-as o Sr. Henrique em sua melodiosa flauta.
Estando feito um crescido numero de convites
a pessoas de todas as classes que podem honrar
o estabelecimeoto, espera-se que a concurrencia
seja tambem crescida.
Ser cumprido o regulameoto policial.
Entradas para senhoras, gratis ; para harneas,
a 2|000.
Alisos maritimos.
Segu c >m brevidade cter aEmma ; para
earga e passageiros, trata-se com Moceara & Fer-
reira, ra da Madre de Dos n. 4.
'Aviso martimo.
Thomaz iGolden, capito da barca americana
Lazrangey, arribada a esle porto por torga maior
precisa cerpa de 35:00O sobre risco martimo,
para satisbzer ssdespezasnecessariasdo ditona-
vio : os pr tendentes mandaro as suas propos-
tas em carta fechada ao consulado americano na
ra do Tra ikhe n. 8.
'AMIA PERNABICA\A
DI
\avegacao cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao to Assu'. Aracaty, eara*.
O vapor tlguarasa, commandante Moreira,
sahir pars os portos do norte at o Ceer nc
dia 22 do dorreute s 4 horas da tarde. Recebe
carga at 0 dia 20 ao meio dia. Eocommendas,
passageiroi e dinheiro a frese at o dia da sabida
a I trore : escriptorio no Forte doMa-ttos n. 1.
i escrav de 25 annoi oV dde. elegante figu-
ffioooducla a flaneada, i tislg.:9 ommadeira,
1 tnoleci de 18 annos de idade po." 1:200$, 1 dita
de 2D annos te idade, 1 mulata nielher con.
duela, idade de 26 aonos. ,oplim* fiOztnheira e
melhor en(r.ommadeira,*l dltoV25 aVmosde por
900o, i ruoleque peca de 20 apo| da Hade, 1
negro de 40annos, 1 escrav de meia idade boa
CQzinJteira por 650|00O: > ra dS Aguas-Ver-
des n. 46.
O absilo assignado faz sciente aos herdoi-
ros de urna parle do engenbo Pereira Grande de
virem receber do mesmo abaiao assignado a par-
ia que Ihe pertence da renda do mesmo ngc-
nho mupidos dos seus competentes ttulos. Eo-
geoho Pereira Grande, 1 de julho de 186J.-,Por
meu pai Danto Seeraoo da Fonseca Pilla, Pe-
tronillo Pitta de Albuquerque.
No dia 26 de julho uio do engenho das
Matas, comarca do Cabo, o eseravo por nome
Temoteo, de idade de 2 aonos, crioulo, verme-
Iho, baixo, com marcas de bexigas na cara, com
um p aleixtdo, grosto do eorpo, pouca barba,
cabellos nos peitos, muito meot'roso ; esteve em
casa do Sr. cirurgia Jos Francisco Pinto Gui-
mares se curando do dito p que boje aleija-
do delle : roga-se a todas as autoridades ou ca-
pitaes de campo a apprehenao do dito eseravo,
e podendo entregar nesle engeoho, ou na rua do
Coliegio ora cesa do Sr. Dr. Ignacio Joaqun) de
Souza Leo, que sero recompensados.
Precisa-ae de- urna ama para o aerrico ia-
teroo de orna casa de ponca familia : no pateo
da matriz de Santo Antonio, sobrado n. 14.
Preeisa-se de urna ama, prefenndo-se es-
erava, para oservico interno e externo do urna
casa de pouca familia : a tratar na rua das Cru-
zes n. 20, segundo andar.
Preeiaa-se de urna ama que saiba cozinhar
e fazer todo o servido de casa : na rua do Caldei-
reiro, taberna o 60.
Precisa-se de urna ama que saiba lavar,
engommar com perfeicjio, dicija-sea rua da Cruz
n. 92, para tratar do ajuste.
Realejos.
Na rua da travessa da matriz de Santo Anto-
nio, sobrado de dous andares u. 14, concertam-
se realejos de tolas as qualidades, taalo de tu-
bos como de palhetas.
Veode-se urna negra com tres fllhos ; a
trur na rua do Mundo Novo n. 79.
Guilherme Brenue, subdito prussiano, re-
tira-se pira o Para.
Aluga-se urna casa com sitio, sendo a casa
nova, junto a ponte pequea da Daixa -Verde da
Capuoga ; quem quizer, dirija-se a rua do Ran-
gel n. 10.
SOCIEDADE
Philosophica Lilleraria.
O aenhor presidente manda avisar os socios
para se reunirem hoje s 11 horas em sesso ex-
traordinaria.
Secretaria da sociedade Philosophica Lilleraria
6 de julho de 1861.O t. secretario,
J. Couto.
Precisa-se em uta engenho perto
Ldel4 ctdadeed vi a terrea.de urna $e--
nhora pn"3 en'nr a duas menina
primeira letra ? uca e se touber
fra.ncez methorseta' : Z* rUa o **'
rador n. 73, primeiro andar.
*- Corapram-se2 ou 3 babas meio uuim ; n^.
rua da Lmperatriz, leja o. 10, se dir quem a'aer
este negocia.
O abaixo assignado, tendo dissolvidn ami-
gavelmente a sociedade ate tinha com Sr. Ge-
nuino Jos da Rosa, e que gyrava com a firma
de Rosa & Azevedo, na taberna da rua da Praia
D'k ,revioe a quem interessar po?sa, qffe re-
cebera os fundos que ahi tinha em diversas divi-
das activas, constantes de urna relaco asaiguada
pelo seu ex-socio ; sendo que elle annuncante,
trata de promover j a cobranza dessas dividas.
Estar em sua casa, oa rua da Praia, a toda tetra
do da.Antonio de Azevedo Canario.
Attenco.
Roga-se ao Sr. thesoureiro da irmandade da
Senhora Sanl'Anna, erecta na igreja da Sania
Cruz, que dirija-se a praca da Boa-Vista n t, a
negocio que Ihe diz respeito.
Matbeia Camoin, subdito francez, retira-se
para o Aracly.
JDctrnAinimcaua
Domingo, 7 do eorrente, as 10 horas da ma-
nha haver sesso ordinaria do conselho direc-
tor e as 11 horas da asaembla geral.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucana 2 de julho de 1861.
J. Cesar,
Io secretario.
i
MM,
HONRA E GLORIA,
PERSONAGENS.
O general...................... Leite.
0 coronel de caladores 5o...... Santa Rosa.
O ajudante de campo........... Valle.
Jorge, capito da 8a companhia Vicente.
Placido, sargento............... Raymundo.
M-Cara, dito.................. Campos.
O alteres instructor............ Valle. .
29, quarleleiro da 8a, e cama-
rada de Jorge, GUannos.... Germano.
Escopeta, rancheiro............ Nuoes.
Bata ludo, recrute.............. Teixeira.
Um paizano.................... Oliveira.
Hara, lilha de 29.............. D. Manoela,
Anglica, lavadeira do batalho
e mulher de 29......*....... D. Jesuina.
Officiaes, soldados, banda de msica, etc.
Terminar o espectculo com a graciosa co
media em um acto,
Lflilfce!
PARA ACABAR
DE
1 loja de louca,
Na
B'ahta.
Segu a sumaca Hortencia, capito Belchior
Maciel Araujo ; para o resto da carga que Ihe
rtim p..o.Ccrog. trata-se cob Azevede & Mon-
des, rua da Cruz n. 1.
Baha.
A escuna nacional Carlota, capito Luciano Al-
ves da CoDceicao, sahe para a Baha em pencos
dias ; para alguma carga que ainda pode receber,
trata-se com Francisco L. O. Azevedo, na rua da
Madre de Deus n. 12.
Comecar s 7 )i horas:
Havendo grande influencia do publico, e nao
leudo sido possivel salisfaz-la, nao s com ca-
marotes como com cadeiras e plateas, a empreza
apressa-se em repetir o presante drama
AMANHA.
Domingo 7 do correte.
Pepois de urna escolhida ouvertura pela or-
chestra ter lugar a segunda representacao do
muito applaudido drama em 4 actos, de costumes
militares.
29
CdPANfllA PERMMBIICAIU
DB
Navegado cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu', Aracaty Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
ahir para os portos do norte at a Granja no
da 6 de julho s 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 5 ao meio dia. Eocommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete al o dia da sahida
a 1 hora: escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
HaranhaO e Para.
O kiste nacional Rosa esperado nestes dias,
seguir com brevidade para os porlos indicados,
por j ter parte do carregamento engajado : para
o reato e passageiros trata-se com o consignata-
rio J. B. da Fonseca Jnior, rua do Vigario nu-
mero 23.
ua as Cruzes n. 41
COM LUNCH.
Sem reserva de preco.)
Quarth-feira 10 4o hrrente.
O donojdeste estabelecimeoto desojando aca-
bar com aua loja de louga da rua das Cruzes n.
41, far leilo no dia cima as 11 hpras em ponto,
por nter 'enjo do agente Costa Carvalho, de um
completo sor ti ment de loucs _e vid ros de to 1as as
qnalidadis como sejam apparelhos para cha e
para jantpr, candelabros, lanternas, serpentinas,
jajrosde todas as qualidades, cestas hamburgue-
zas. looc* nrrtnrl ; n mpainn acento ronvirl a
lodos os :hefes de familias a compoiccercm polo
nem semlpre apparece destas occasioes e a seus
numerosas freguezes a quem quer ter a honra
de offere :er-lhe um copo.de serveja, em lotes a
vontade < es compradores.
Tambem
vender arios movis.
EILAO
Hoje 5 do eorrente
Evaristo far leilo para ser arrematado a
quem mais der um caballo perteocente a massa
fallida de Machado & Souza, por aulorisaeao do
juizo commercial, na rua do Vigario n. 22, as 11
horas d dia cima.
la da Cruz numero 15.
Coiitinuacao do leilo
DE
Precisa-sede urna ama para o servigo de urna
casa de pouca familia : na rui larga do Rosario
o. 21, loja de calgado.
John Kempseed, subdito americano, retira-
se para os Estados-Unidos.
Dr. Antonio Borges da Fonseca.
Aviso a quem convier.
Jirlgaodo me um poaco maisreslabelectdo, le-
nho de apresentar-me na presente sesso dos ju-
rados : o que me quizer confiar sua defesa, achar -
me-ha prompto, e pode-me procurar no escrip-
torio na rus do Queimado n. 41.
Um moleque esperto e de boa conducta, of-
ferece-se para criado ; na Soledade, casa terrea
numero 46.
Est contratada por venda a armagSo e g-
neros da taberna sita na rua da Imperalriz n. 50,
de Carlos Augusto Brito de Oliveira ; por laso
so alguem se julgar com direilo a urna ou outra
cousa, reclame nestes tres dias, findo os quaes
nao se attendem a nada.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 37 da
rua do Amorim : a tratar na rua da Cadeia n. 62,
segundo andar.
Aluga-se o armazem e primeiro andar do
sobrado o. 33da rua da Praia de Santa Rila; a
tratar no mesmo primeiro andar.
Prciia-se de um criado que trate de ca-
vallo e carro, e que entenda do bolear: no pateo
do Carmo n. 15, casa de Gabriel Antonio, se dir
quem precisa.
Jos Barbosa de Mello vai a Europa.
Manoel Gom:aNes Ferreira participa a seus
freguezes que mudou su eatablecimento de
carros de aluguel e cavallos de trato, do pateo
do l'araizo para a rua de Santo Amaro n. 4, ao
p da casa do Sr. Dr. Sabino.,.
O senhor q>ie esta semana por engao 1ro-
cou um chapeo, pode dirigir-se a rua Direita,
casa o. 6, para o destrocar, e no fundo do dito
chapeo tem uro cruz de lila.
Prnc>s*-ac'4n u r.c.ioi. >j. >onha Drati-
ca de taberna, de 15 ou 16 annos de idade, e que
d fiador a sua conduela '. na rua das Cruze3 nu-
mero 1.
Precisa-se de um menino de 10 a 14 annos
que seja potluguez, e um hornera portuguez para
feitor de um engenho: quem quizer, dirija-se
ao becco da Boia n. 2, primeiro andar.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, me-
dico, mudou a sua residencia para a rua
Nova de Santa Rita n. 7, com trente pa-
ra a ribeira do pexe.
D. Harisnna Gertrudes da Veiga, seus Q-
f" furias Francisco Fe mandes Vlanna,
Maooel Domingues da Silv. Amaro Soa-
res Mariz. Manuel da Silva Alves Ferreira,
D. Rila da Conceigao Mariz, Manoel Luis-
da Veiga, Domingos da Silva Ferreira, D.
Mara Gertrudes oa Veiga, O. Anglica
Gertrudes da Veiga, Manoel Joaquim Fer-
nandos de Azovedo, Joaquim Feroandes de
Azevedo, Antonio Fernandes de Azevedo
pungidos do mais doloroso sentimenlo
agradecem a lodosos amigos de seu seni-
pre chorado marido, pai, irmo, cunhado e
P'imo Miguel Archanjo Fernandes Vianna
que se dignaram a.-sislir au enterro do
mesrro, proveilaroos a occasio para pe-
dir-Ibes o novo favor de segunda-feira 8
do eorrente as 6 horas da manba assisti-
rem a missa resada e o emento que
lugar oa repella do remilerio publico.
ter
C'.ndula alaria Monleiro de Faiva, seus
filhos Miguel Archanjo Monleiro de Paiva,
Rodolpho Emilio Monteiro de Paiva, Leo-
vigildo Samuel Moni, iio de Paiva, Aa-elia"
Antonia de Paiva Luyla, Ilermioa Julia
M'int-ir.i de Paiva, seu genro Ignacio
Bmto de Loyola Jnior, convidam a todos
os amigos e" prenles do finado Joaquim
Jos de Paiva, a que Ihes (acam a honra de
assistir as missas que se ho de rezar pela
sua alma, as 6 horas da manha do dia S
do correte na igreja do convento do
Carmo.
OU
H0INB4 E OLORIl
Terminar
em um acto,
o espectculo com a linda comedia
Os bilhetes de lotera.
Comecar s 7X horas.
THEATRO
f!
ULTIMO ESPECTCULO
A BENEFICIO DO
Domingo 7 de Julho de 4861.
Primeira parte.
1. A ponte ije Arcle,
Para acabar.
Terca-feir 9 do eorrente,
Antones continuar a vender sem reserva de
prec.o algum em lotes a vontade do comprador
umaporco de movis como sejam cadeiras ham-
burguesas, commodas, camas, mesas, toilttes,
lavatorios, solas, secretarias, mesas elsticas etc.
ludo ao correr do martello, no dia lugar cima
designado as 11 horas em ponto,
Ruado Imperador n. 15,
Vende-se muito em conta o engenho Flor
da Cana, com canas para 800 a 1,000 paes deas-
sucar, com ierras proprias pira toda planta em
grande quantidade, urna machina de descarocar
algodo com agua, tudo na provincia das Ala-
gooas: quem pretender, v casado Joaquim
da Cunha Mendes, em Macei, e com o proprio
dono na povoaco do Arrosto, municipio da Ata-
laia. e aqu o negociante Ferro S Maia infor-
maro.
Veude-se o engenho Tiriri. sito na comarca
do Cabo, com as proporcoes seguiotes: dista da
estrada de ferro urna legoa, e porto para embar-
que era distancia de 200 bracas, com terreno pa-
ra grandes safras, e tem muttos terreuos para se
abrirem com facilidade, ha grande cercado >>.
muitas matas Este engenho novo e bem obra-
do ; a tratar ua rua da Praia n. 47, segundo an-
dar, ou no engenho Cafund, sitio em distancia
de meia legoa da estaco deOlinda com o abaixo
assignado.Joo Paes Brrelo.
Alten?- o.
vende se ou aluga-se urna canoa nova, est
acabiodo o calafeto, pega f .500 lijlos desima-
nara grossa : na rua Direita dos Afogados n. 13.
Vende-so na rua do Brum n. 35, por prego
commodo, 5 cadeiras, 2 coosolos, 1 lavatorio, t
mesa grande, 1 dita pequea, 1 soi, 1 marque-
za,'lado de amarello, 1 cama de aogico para ca-
sado, 1 dita de ferro para solteiro, 6 cadeiras
americanas, 2 pares de lanternas com ps de
cryslal.
RfrUfOS
alQnetes de ouro e brilhantes.
Na officina photographica da rua do Cabug o.
18, pntra la pelo pat-o da matriz, eiistem lindos
alfinetes com brilhantes e ao gosto de Luiz XV,
para a collocaco de retratos ; ha tambem urna
variada colleccao de alfinetes de ouro com, e
sem pedras. O prego dos alfinetes com os re-
tratos variam de 16$ a-200g. Ni mesma casa
veodem-se bellos espelhos com molduras doma-
das para ornar salas de luxo e tratameoto ; bor-
las de seda para cortinados de janellas e para
quadros, assim como corddes para o mesmo tira.
Veode-se talo a precos razoaveis e moderados.
COMPANHIA. PERN'AMBGANA
D
Navegacao costeara a vapor
O vapor Persinunga, commandante Moira,
segu viagem para os portos do sul de sua es-
cala no dia 5 de julho as 4 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 4 ao meio dia. Eocommen-
das. passageiros e dinheiro a frete at o dia da
sahida 1 hora : escriptorio no Forte do Mattos
n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro
A veleira'barca nacional Iris seguir com bre-
Tidade. Para alguma carga miada, trata-se
com Antunes Guimares & C, no forte do Mat-
tos, trapiche.do baro do Livramento n. 15,
para aeraros, com os consignatarios Araoaga
Hijo & C-i trapiche Novo n. 8.
Aracaty.
Pira este porto seguir revemente o Male na-
cional Santa Anna|t psra o restante da carga e
passageiros trata-se com Gurgel & Irmos, aa
ma da Cadeia do Hecile, primeiro MdW, n. ??,
de
DE
Urna officina
marcineiro.
Quipirta-feira 10 do eorrente.
Antunes vender em leilo a officina de mar-1
cineiro sita naquelle logar composta de difie-
rentes bancos coa tarramenta completa, ama
porejo de (oleado de jacaraad, diversos moldes
e urna grande porco de madeira entalhada, aua
ludo ser rendido sem reserva de preco, em lo-
tes a vontade do comprador, aa 11 horas em
ponto.
As: im como
orna escrav de 30 annos de idade. -
iteraos.
Alafa-se e primefro iaf*a rua da Cadeia do Recife ; a tratar na mesma leja
4a dita casa,
Aviso.
fallida de
que leve
Os Srs. que sao devedores a massa
Ignacio Nery Ferreira da Silva Lopes,
loja de miudezas em frente do largo do Livra-
menlo, sao rogados a jirem satisfazer seus d-
bitos desta data at afrfim do correte mez oa
rua da lmperatriz n. 82, e aquellos que assim o
nao fuerero passado este prazo. sero chamados
por este jornal sem excepQo de pessoa e para
ue nao naja queias se faz o presente arreo.
ecife 4 de julho de 1961.
Mtencao.
No armazem de Vetellier Perard, roa da Ca-
deia do Hecifa n. 14, veude-se :
Vinho Bordeaux em barricas, e meias.
dem dem era caias de urna duria.
Chocolate fraocez.
Conservas de fructas.
Lolas com ameixis.
Attenco.
X
Vende-se um oratorio novo vindo de Hambar-
go ha pouco tempo, do melhor gosto possirel :
quem proteoder, dirija-se a rua da Praia n. 54.
Gompram-se moedas de auro de 2(jj: ;. j
rua Nova n. 3, loja.
.ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite que queira
criar um menino e tratar de sua roupa ; a tratar
na travessa do Livramento n. 2.
Aviso.
As audiencias do iuizo especial do
commercio terao lugar nos das de
quinta-feira de todas as semanas pelas
10 horas For ordem do juiz : o escri-
uSo Manoel Mara Rodrigues do Nasci-
mento.
Precisa-se alagar duas pretas para vender
na rua : a tratar na rua da Senzala Velhe n. 36,
primeiro andar.
Vande-ae em lindo a grande sitio na estra-
da de IIoDteircs na qual est residindo o Exm.
Sr. Dr. Doria com ma escolente oaaa de ron-
da, senzala, cocheira e estribara,muito boaagsa,
iamensas e variadas anona fructferas, e duas
bauaa de aapim : qeem o pretender, diriia-se ao
patea da Santa Crux n, i4, segundo anear, pan
tratar : afianc.a-ae aa o preqo rasoavel, seis
coco 0 duplo nao aa faz ma cssa semelhint,e.
cobertos e descobartosr pequeos a grandes, da
ouro patente inglez^para homam e senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, in-
dos pelo u'timo paquete ingles : em casa da
Sonthall Menor Se C. ,
O antigo mestre da lingos ingleza atada
contina a dar lices parliculares, pelo systema
de OUndor/T, actualaieote adoptado em os. pri-
meiros collegios doa principaes cap la es da Eu-
ro : a grande rantagem para o discpulo incon-
testavel, pois que, principia logo a tallar, escre-
ver, e Iraduzir dita lingos.O annuociante podo
ser procurado late as 9 hars da manha na rus
da Gloria o. 83
PHVRMVC1A BARTHOLOME
Roa larga do Rosario i. 36
Rob l'Affecteur.
Plalas de Allexou.
Plalas americanas.
Vermlfngo iaglez.
Pillas Holloiray.
Ungento Hcrllovriy.
Veadem-sa glebos para candieiroa, a bom-
bas de japi, mais barato de e.ue em outra qual-
quar para; na tv^a Varga de Rosario, n.34
lsssssfi
ILRJI j
J


n
DIAMO 01 tmtmW;*, SABBADO e MICHO D Imi.
'/
Calvice.
A utilidade *
indiana n! ua pomada
,N*C' -o s de fazer
.^oOER os cabello, mes
tmbeos de dar-Ihes forqa
para evitar a calvice e nao
deixa-Ios embranquecer to
cedo como quaqdo ella nao
fr applicada, alm dista
sendo sua composico for-
mada de substancias ali-
mentares, a absorpc'ao pe-
los poros da cabeqa nao pode ser nociva. De-
posito ew Peroambuco, ra do Imperador n. 59,
e ra do Crespo n. 3. e em Paris, Boulevard
BonneNouvelle. Preco cada frasco 3*.
mmmm mmm mmm
' Os abaivos assignadt
meinbros
a
IFazendas e rou-l
pas feitas baratas
NA LOJA DE
4- Ra da Imperatriz4=8]
Junto a padaria franceza.
Acaba de chegar a este estabeleci-
mento um completo e variado sortimento
deroupas de diversas qualidades como
sajara : grande sortimento de polriuts
de alpaca preta e de corps a 3$ e 3#500,
ditos forrados a 4* e 4500. ditos france-
zes fazenda de 103 a 6s500, ditos de me-
rino prelo a 6#, ditos de brim pardo a
33800 e 4, ditos de brim de cor a 3j>500,
ditos de ganga de cor a 3j00, ditos de
alpaca de ia amarella a imitaco de pa-
Iba de seda a 3$500 e 4$. ditos de meia
caaeroira a 4500, 5J e 5&500, ditos de
casemira saceos a 13J, ditos sobre'casacos
a 159, ditos de panno prelo fino a 209,
22$, 28$, ditos brancos de bramante a
3500 e 4, caigas de brim de rdr a 1$800.
28500, 3, ditas brancas a 3 e 4500, di-
tas de meia casemira a 3ft500, ditas de
casemira a 600. 7g5O0 e 9$, ditas re-
las a 4S500, 79500. 90 e 109, colletes de
ganga franceza a 18600, ditos de fustao
29800. ditos brancos a 2g800 e 39, ditos
de setim pretoa 39500 e 49500, ditos de
gorgurao de seda a 49500 e 52, ditos de
casemira preta e de cores a 49500 e 59,
ditos de velludo a 79. 8$ e 99.
Completo sortimento de roupa para
meninos como sejam calcas, colletes, pa-
letots, camisas a I98OO e 29. ditas de fusto
a 29500, chapeos francezes para cabeca
fazenda superior a 69600, 8$500 e 109,
ditos de sol a 6$ 0 6J50O, ditos para se-
nhora a 4S500 e 59. Recebem-se algu-
mas encommeodas de roupa por medida
e para isto tem deliberado a ter um con-
tra-mestre no estabelecimento para exe-
cutar qualquer obra tendente a sua arte.-
Fazendas.
Ricos corles de vestidos de seda
Escocia de muito
de
X
Escocia de muilo bonitos gostos a 149, i
ricas gollinhase manguitos bordados (ero- O
che) a 3J500, cambraia lisa de Escocia "
com 10 varas a pega e vara de largura a
69, mussellna branca fina a 3S0 rs. o co-
vado, completo sortimento de chita fran-
ceza a 240, 260 e 280 ts. o covado, ditas
Inglesaa a 180 e 200 rs., cobertores de 13
a iroitago hespanhoes o melhor que ha
no mercado a 6g, 79 e 109. lencos bran-
cos para senhora muito grandes "a 2g2O0
a duzia e oulras muitas fazends por pre-
sos commodos.
Aluga-se um sitio no oito da igreja do Ro~
ssnnho com muitos arvoredos de fruclo ludo da
melhor quahdade, com boa* agua de beber, es-
tribara, cocheira, boa cata de pedra acal e com
muitos com modos para familia : a tratar na roa
dos Coelbos n. 1. -
- wiiii.m rouu oubdi ogiez retlra-se para
Liverpool. jtr
mioricaiia.
N. O Bieber A C, successores,
ra da Cruz n. 4.
participara ao publico que novamente recebeu
urna grande collecco de artigos da Industria
norte-americana, como sejam :
MACHINAS
para cortar capiro, para descarocar milho, para
moer milho e caf, para fazer farinha de milho
em linura iguala do trigo, para fazer bolachinha
de todas as qualidades em grandes porces, para
lavar roupa em 10 minutos, e para regar hortas
jardim e baixos de capim, e de cozer soceos, cou-
ro, etc., etc.
INSTRUMENTOS PARA AGRICULTURA;
Arados, cultivadores para limpar a trra, fac-
coes proprias e expressameote feitos para cortar
canna, machados, machetes, enchadas, ps, as-
' sien como urna immensidade de ferragens Gnas
bombas, carros de mo.
CARROS
-elegantes eleves para douas e qualro pessoas,
com arreios para um e douscadallos ; neste ge-
nero possuam igualmente desenhos de todos as
modelos e gastos, com osprecos marcados e acei-
- tam encommendas delles.
PARA USO DOMESTICO.
Obras de metaes principe prateado, em vista
igual prata, e que nao perdem a cor, sendo :
apparelhos para cha e caf, galheteiros, porta-li-
cores, bandejas, cestas para fructas, apparelhos
, para fazer cha, ditos para coziuhar ovos, etc.,
etc., etc.
Colheres do mesmo metal, faccas finas cabo de
msrfm, garlos, machinas para torrar caf.
Urna immensidade de obras de folha de Flan-
dres envemisadas para loileie, ditas de madeira
necessarias para cozinha, taboas para lavar rou-
pa sem eslraga-4a, ferros econmicos para en-
gommar roupa. Costureiras, condessas e balaios
para guardar roupa, urna inGnidade de objectos
le phaulasia proprios para gabinete desenhoras.
Caixas com ferrameota fina. Brinquedos, car-
imbos para meninos. Chfala para dar appa-
xencia nova a mobilias.
Exposicfto de
candi eiros,
,.
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos.
N'esta exposico de candieiros se encontrar
Codo o sortimento de diversos tamanbos proprios
para ricas talas, ditos para salas interiores, ditos
para sala de jantar para qoartos, para cosinha,
para oseadas, para corredores para angenho, pa-
ra casas de campo oulras muitas qualidades
que com a vista devero agradar; asaim como
todo e qualquer preparo para os dito candieiros
se encontrar sempre a venda neita exposico de
candieirog na ra Nora o. 10, loja do Vianna.
OS
commisso en-
carreg^tJa de promover a co-
braaca judicial das lettras
sliUidas na circulaco pela
tbesouraria pro\icial nos an-
uos decorridos de 1846 a 1848
de novo convidara aos Srs. in
teressados a se reuDirem no
dia 8 do corrente ao meio dia~
no lugar e para o fim j indi-
cados, cumprindo-lhes o decla-
rar que o nao comparecimen-
to de mteressados que repre-
sentem pelo menos dous ter-
cos daquantia ajuizada, ha-
bilitar os que se acharem
presentes a deliberar o que
julgarem acertado em prol de
sua causa. Recife 1 de julho
de 1861. Manoel Joaquim
Ramos e Silva. Antonio de
Moraes Gomes Ferreira.
Adriano Xavier Pereira del
Brito.
Na ra das Cinco Pontasn. 91 se dir quem :
d 4:0009 a juros sobre penhores de ouro e pra- !
ta, das 10 s 4 horas da tarde, ou sobre casas de- jj
sembaracadas.
Aluga-se o segundo an-
dar da casa n. 15 da ra do
Vigario: a tratar na ra do
Livramento n. 38.
_ O cariorio da fazenda provincial! n
foi transferido para a ra estreita do ||
Rosario n. 17, primeiro andar.
Precisa-sede umfbrneiro que enterca bem
de sea prosso : na padaria da rut weita nu-
mero 69.
Precisa -se4 ima ana pea cozinhar: na
ra das Cruzesa.Sf.
O abaito auigoado retira-se des'.* provin-
cia.Joaquim de Ollveira Maia.
O medico cirurgico Antonio Jos Fer-
reira Alves, mudou a sua residencia para
a ra do Queimado n. 10, primeiro andar.
> Aluga-se urna boa escrava cosi-
nheira: quem a pretender dirija-se a
travessa das Barreiras na Boa-Vista ca-
sr n. 2.
Osenhor
Cae tao Aureliano de Carva-
Iho Couto, queira ir a fabrica --------
Seba^
Dentista k Paris.
15Ra Nova15
Pradera Gaulier, cirargiio dentista, faz
todas as operaedes da sua arta e colloca
dentes artificiaos, tudo com a superiori-
dade e perfei(o que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Teas agna e pos dentifricios etc.
iAcha-se contratada a venda da casa terrea
o. 86 da ra das Cioco Poetas, pertenceote a D.
Auna Maria de Orwlho Uchoa : se alguem se
julgar com direito a impedir este negocio, an-
nuncie por esta folha no prazo de tres das.
Os abaixo assignados. fazem sciente que se
deseocaminhou de seu poder urna letra da quan-
lia de 544ft500, sacada pela extincta firma da Jos
Antonio da Cuoba & Irmaos, e aceita pelo Sr.
Antonio Alberto de Souza Aguiar, vencida hoie,
a qual ficar sem effeito a todo e qualquer lem-
po que possa spparecer, por termos recebido dita
importancia no da da seu renciraento. itecife
3 de julho de 1861.Cunha, Irmaos & C.
Offerece-se um criado para casa de pouca
familia : quem precisar, aonuncie por este Diario
gattefMM9K MHH MMKSIMW
Gurgel & Perdigao.
Fazendas modernas.
Rece bem e rendis constantemente su-
periores vestidos de blonde com todos os
preparos, ditos modernos de seda de cor
e pretos, ditos de pbaotasia, ditos de
cambraia bordados, lindas laazinhas.
cambraia de modernos padres, seda de
quadrinhos, grssdeoaples de cores e pre-
tos, moreantique, sintos, chapeos, en-
eites para cabeca, superiores botes,
manguitos, pnleeiras, leques e extracto
de sndalo, modernos manteletes, tai-
mas compridas de novo feitio, visitas de
gorgurao. luvasde Jouvin a 2^500.
Muito barato.
Saias balo de todos os tamanhos a 4g,
chitas fraocezas fiis claras e escuras a
180 rs. o covado, colxas de la e seda pa-
ra cama a 6$ camisas para menino.
Roupa feita.
Paletol de casemira de todas as cores
a 100, ditos finos de alpaca a 6, ditos
de brim a 49, chapeos pretos a 8J e mui-
tas outras fazendas tanto para senboras
como para homem por prego inteiramente
barato, do-se as amostras : na ra da
Cadeia loja n. 28, confronte ao Becco
... Largo.
Aos pais de familia.
D. Umbelina Wanderley Peixoto tem resolvido
continuar com o seu antigo collegio de instruc-
co elementar do sexo ferainino, o qual por ora se
acha estabelecido na ra da Gloria, pavimento
terreo n. 7. As pessoas que a quizerem honrar
confiando-lhe a educado de suas filhas, encon-
trarlo nella plena solicitude e disvello. As men-
salidades sao de 5$O0O pagos adiantados, dando o
collegio papel, peona, tinta e compendios. O
programma do ensino e o rgimen interao vo
abaixo transcriptos:
Escripia.Bastardo, bastardinho e cursivo, pelos
autores de calligraphia mais acreditados.
Leitura.Historia sagrada, livrosque cootenham
fbulas, regras de civilidade, preceitos de mo-
ral, e manuscripto.
Aritmethica.As quatro operaedes fundamentaos,
e o systema mtrico e monetario do imperio.
Ooutrina chnsta.Resumo das oracoes e expli-
cacoes do cathecismo.
Trabalhosde agulha. Costura cha, labyrintho,
bordados de marca, de matiz e de ouro.
A aula de manha principia as 8 horas e fioda
ao meio dia ; e tarde das 2 at as 5.
De manha :
Das 8 s 9 procede-se ao trabalho da escripta e
correcgo da mesnia.
Das 9 > 40. laifcra.
Das 10 fflWabilidaa-e.
Dss 11 atra sabida, doutrina christa:
*. A tarde toda destinada aos trabalhos de agu-
lha e exercicio da doutrina ebrista.
AluKa-se "j boin armazeni na ra da C.rtii
'" &, t"do sabida para a ra dos Taooeiros, em
boalocalidade para qualquer estabelecimento : a
tratar no{pa(eo de S. Pedro n. 6.
DE
LEITURA.
A directora do Gabinete Portuguez de Leitura
tendo de findar a sua gerencia administrativa
pede aos senhores accionistas e subscriptores
que estao em debito para com o Gabinete, at30
do mezde juoho, o cumprimento do que disooe
o 2. do art. 13 e |. do art. 14 dos estatutos,
sem o que nao podero gozar das regalas e di-
reitos que lhes conferem os meemos estatutos.
Secretaria do Gabinete Portnguez de Leitura
aos28dejunhodel861.
> Antonio Baptista Nogniera.
1." secretario*
Joao Correa de Carvallio, al*
fuiute, participa aos seus nume-
rosos freguezese amigos que mu-
dou a sua residencia da ra da
Madre de D da Cadeia do Recife n. 38, pri-
meiro andar, aonde o encontra-
rao prompto para desempenhar
qualquer obra tendente a sua
arte."
0
por partidas simples ou dobradas, ou copiar
quaosqiier papis ; no pateo de S Pedro n. 12,
e dir quem ou na ra do Queimado. loja de
ferrBgens n. 30.
O Sr. Manoel Jos de Castro Vianna queira
por faver ir ra Nova n. 7.
Consultas medicas.
Serao dadas todos os das pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1." Molestias de olhos.
2.* Molestias de coraco e de peito.
3.* Molestias dos orgaos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comecando-se po-
rra por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero erapregados em suas consul-
tajes e proceder com todo rigor e pru-
deocia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dadedoseuempregourgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operacie que
julgar conveniente ara o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se icha
prvido de urna completa collecco de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
Atten^ao.
Precisa-se de 4 a 6:000g a premio prazo de
doie mezo, aauao-se por seguranza nypomeca
em um engenho com safra e fabrica : a pessoa
que quizer fazer este negocio, annuncie para ser
procurado
Eslevo Soares, subdito hespanbol, retira-
se para Europa.
Msicas e pianos,
J. LAMONNIER, na ra da Imperatriz n. 23,
acaba de recober pelo ultimo vapor da Europa
urna bella collecco de msicas para piano e can-
to, dos melbores autores e muilo escolbidas ;
igualmente se encontra em seu estabelecimento
ptimos pianos ; assim como faz todos os con-
certse afia os mesmos instrumentos em pouco
tempo e por precos commodos.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para cozinhar e comprar : na ra do Imperador
n. 37, segundo andar, entrada direila.
Dr. Debroy, dentista, successordo Sr. Pau-
lo Gaignour, avisa ao respeitavel publico quoche-
gar em Pernambuco no mez de abril ou at
junbo.
-
Collegio de Nossa Senhora*
do Bom Gonselho.
O director desle estabelecimento tendo
9 convocado o eonselho deliberativo para a
sesso ordinaria domingo 7 do correte #
0 as 11 horas da manha, convida aos paes 9
de seus alumnos internos e externos para #
assislirem a esse acto. Z
^f
-MI 11 l
*
No pateo do Terco n. 22, veode-se urna
carroca com boi bastante gordo, e coa vista
ver.
Offerece-se um moco portuguez chegado
ltimamente de Portugal, o qual sabe bem 1er,
escrever e contar, psra eaixeiro de qualquer es-
tabelecimento dacommercio: quem delle preci-
sar, dirija-se a loja de Hala Irmaos, ra do Cres-
po numero 9,
3Roa estreita de Rosario-3
Francisco Pinto Ozono continua a col- f)
w locar dentes artificiaos taoto por meio de
9 molas como pela preaso do ar, nao re- Q
H cebe paga alguma sem que as obras nao ft)
^ iquem a vontade de seus donos, tem pos )
ej e outras prepararles as mais acreditadas a
^ para conservarlo da bocea. Z
** ***%
Precisa-se de um bom criado e um bem
cozioheiro para o hotel de Apipucos : a tratar
no mestxo hotel.
nmmm MMwawwB *6*n*n
CONSULTORIO 1PECIAL
HOMEOPATIUCO
DO
DR. CASA NOY A,
30-Rta das Crizes-30
NesteeonsultoriotelHWapre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paris attlnturas) por Ca-
tellan e Weber, por procos razoaveis.
Os elementos dehomeopatbiio bra.re-
; commendada intelligeBciade qualquer :
pessoa.
Pracisa-se de um BijflSjilf que tenha prati-
ca de taberna ; a tratar MPrui'do Fogo n. 33.
Preeisa-se de urna asee ierra ou eaptiva pa-
ra casa de pequea familia ; aa ra da Senzala
Velba n. 140, segundo andar, oa oa rus da Ca-
deia n. 45.
Ao publico.
i
Restabelecido da grave molestia que portento
tempo me ha consumido, volto ao exercicio de
advogado e espero do publico o favor que sem pre
lhe hei merecido. Em commum com o Sr. Dr.
Joeo Baptista do Amarel e Mello, os que se dig-
oarm procurar-nos echarlo sempre no escrip-
torio das 9 as 3 da tarde um de nos. Tudo em-
peobaremos para bem servirmos aos que nos qui-
zerem honrar. O nosso escriptorio I na ra do
Queimado n. 41, ultimo sobrado que faz esquina
para o boceo da Congregaco.
Dr. Antonio Borges da Fonseca.
Precisa-se de urna criada portugueza para
casa de pouca familia : na ra Nova n. 33.
Urna pessoa de bons coslumes se ofierece a
ser ama em casa de familia para cozinhar ou en-
gommar, e de portas dentro; a tratar na ra
larga do Rosario n. 9.
Roga-se ao Sr. Augusto Carlos de Souza
Magalhes de vir buscar o relogio de ouio que
deu ao abaixo assigoado para concertar, na ra
da Imperatriz n. 14.Alberto Aschoff.
Manoel Francisco de Almeida retira-se pa-
ra a Europa:
Joaquim Nunes da Silva, subdito portu-
guez, retira-se para o Rio de Janeiro-
Ao publico.
Constando ao abaixo assignado que o Sr. Igna-
cio Nery Ferreira da Silva Lopes ou Ignacio Ne-
ry Ferreira Lopes tem dito a diversas pessoas
que eu lhe sou devedor de contos de ris, apres-
so-me em fazer sciente ao publico e com espo-
cialidade ao corpo de -commercio, que de nada
lhe sou devedor como provo com o recibo infro,
mas todava rogo ao Sr. Ignacio que queira apre-
sentar as letras que diz ter aceito por mim. Re-
cife 4 dejunbo de 1861.
Antonio Fernandes do Castro.
Recebi do Sr. Aotooio Fernandes de Castro a
quantia de 1158510 por saldo de meus ordena-
dos at boje. Recife 4 de julho de 1861.
Ignacio Nery Ferreira da Silva Lopes.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra do Burgos n. 7 ; a tratar na ra da Senzala
Nova n. 4.
Aluga-se a padaria da travessa do Pires na
Boa-Vista, com todos os pertences, cylindro,
masseiras, tendedeiras, cabido, ptimo e grande
forno, sala com armacao, caixoes, 2 balancas e
ppsos, candieiros ; a tratar na ra da Senzala
Nova n. 30.
_ No collegio de Nossa Senhora do Bom
Conselho precisa-se de dous criados para o ser-
vico iHlerno e externo, preferlndo-se escravos.
No dia 6 do corrente mez depois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara as
2 horas da tarde, se ho de arrematar por venda
em praca publica na sala das audiencias, a parte
das trras da propriedade denominada Passo do
Giqui contendo o amigo trapiche, vivoiros, for-
no e olaria.casiotes e trras annexas no valor
de 1:1618959 e o dominio directo de diversos
terrenos da mesma propriedade aforados a dif-
ferents pessoas conforme o escripto em mo do
porleiro do juizo escrivo Santos, por execuco
de Manoel Joaquim Baptista contra Jos Floren-
cio de Oliveira e Silva, proveniente do duas let-
tras de parte da compra que este fez da dita
propriedade que flcou especialmente hypothe-
cada ao seu integro pagamento.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e engommar, para casa de pouca familia, e que
tenha boa conducta : na ra do Hospicio n. 4.
Deas senhoras bastantemente habilitadas se
offerecem para ensinar da maneira mais fcil a
fallar, traduzir e escrever as liuguas ingleza e
franceza, e a tocar piano por precos muito mo-
derados, qur em casas particulares, qur em
sua casa n. 30, ra do Queimado.
Aviso.
Marcelino & C. previnem ao respeitavel pu-
blico, que tendo sacado em 5 de juoho prximo
paseado urna letra de rs. 598204, contra Jos
Antonio dos Santos Aodrade, de Macelo, foi a
referida por este aceita, e devolvida em 22 do
mesmo pelo vapor Persinunga, conforme o
aviso posterior que do mesmo senhor tivemos,
c nao tendo at ao. presente chegado ao nosso
poder, a suppomos desencaminhada, pelo que
fazemos o presente aviso, para que ninguem fa-
ca transaeco alguma com a mesma, pelo que
desde j a declaramos de nenhum effeito, e nes-
te sentido havemos avisado ao aceitante. Recife
3 de julho de 1861.
r-.Arreoda-se o sitio que foi da finada D. Ar-
chanja no Giqui, o qual tem boa olaria, graode
porjao de coqueiros, 2 vifeirosde peixe e muito
terreno para plantaco e solta de vsccs : con-
trata-se no mesmo ou na ra da Imperatriz n.
47, terceiro andar, das 9 do dia as 3 da tarde.
ASS0C1AC10 POPULAR
DE
?occorros Mutuos.
ie ordem do Sr. director convido aos senhores
8ofcios para coraparecerem a reunio da assem-
blfa geral de conformidade com o artigo 25 dos
reocctivos estatutos, domingo 7 do coirente, pe-
la 10 horas da manha, no palacete da ra da
Praia.
Secretaria da Associaco Popular de Soccorros
Mutuos 4 de julho de 1861.
Joo Francisco Marques.
. 1.* secretario.
Foi encontrada urna canoa que ia perdida,
a qual tem capacidade para conduzir pouco maia
di m milheiro de lijlos : quem tiver alguma
ni stas circunstancias, pode apparecer na ra
Inperial, sobrado n. 87, que dando os signaes
di Ha, se lhe entregar, penad i as despezas que
s tem feito com o aonuncio.
A abaixo assignada pelo presente declara
qi ie tendo-se desencaminhado urna letra da quan-
ti i de rs. 2:703$ aceita por Manoel Xavier Car-
?!? de AlDU i! 59, dada em pagamento a seu filho Francisco
d i Paula Cavalcanti, a qual se achava em poder
d i finado Manoel Buarque de Macedo Lima, que
II e dra meu filho para elle a cobrar, succede
h >je que com a morte do Sr. Buarque a mencio-
n ida letra nao apparece, por isso a abaixo assig-
n ida previne ao aceitante que nenhum negocio
uca com dita letra, a nao ser com sigo ou com
su filho, protestando desde j contra todo e
qualquer negocio que por ventura tenha de fa-
zer com aauelle, em cuja mo illegalmente se
a :har a referida letra.
Ignacia Maria das Dores.
Quem quizer alugar urna preta para todo o
si rvico de urna casa, dirija-se ao pateo de S, Jos
" mero 49.
Offerece-se urna mulher portugueza para
ama ; quem precisar, dirija-se ao pateo do
vramento n. 25.
, Arrenda-se um sitio no Arraial, que faz
q lina para a estrada do Monteiro, com casa de
- venda, muitos arvoredos de fructo, e um pQo
_ i agua de beber ; quem pretender, dirija-se a
n a do Queimado n. 33, loja.
tWM*
J. FERREIRA VILLELA,
Ra do Cabug n. i 8, primeiro andar, entrada
pelo pateo da matriz.
HE,TR\TOS
POR
Ambrotypo epir melainotypo, sobre panno encerado, proprios
para remetierem-se dentro de cartas.
Sobre malacacheta ou talco, especiaes para alflnetes
ou cassoletas.
Hetratos transparentes, offerecendo o mesmo retrato duas vistas- ama
em cores outra em preto e branco.
APPROVACAO E AlTORISAClO
DA
GaG)IlfA ClPEKll M EEmtU
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CIAPA5 KE&1SMAS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEOICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas s pro-
vincias deste impar ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem 1
as enfermaras abaixo escripias, o que seprova com innumerososattestados que existen, de pes-
soas capazos e de distincc,5es. 1 fea
, Cora estas Chapas-elbctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e n-
f.ll.vel era todos os casos de inflammacao ( cansado ou falta de respiracao ), sejam internas ou
externas.como do Ggado, bofes, estomago, baco, rins, tero, peito, palpitado de coracao Kar-
ganta, olhos, erysipela, rheuraatismo, paralysia e todas as affecces nervosas etc etc Iffnal
mente para as d.fferentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja Jua! fro seu
tamanho e profundeza por meio da suppura5ao sero radicalmente extirpados, sendo o sao-
usa aconselhado pelos habis e distinctos facultativos.
I As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo toio o cuidado
de fazer as necessarias expheaces, se as chapas sao para hornera, senhora ou enanca decla-
rando a era que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, nema, p, ou tronco
do cepo, declarando a cicumferencia: e sendo nchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seu
tamanho em um pedaco de papel e a declarado onde existera, afim deque as chapas oossam
ser >em applicadas no seu lugar. r r
n i
si r
L
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEOFATHICO
DO DOCTOR
SABINO 0. L. PINHO.
La de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias u teis desde as 10 horas
meio dia, acerca das seguiotea molestias :
ir olesliat da mulheres, molestias das crian-
C( i, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
to ttiat typhiliticas, toda as especies dt ftbrtt,
fi bret intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATH1CA .
Verdadeiroa medicamentos homeopatnicos pre-
p rados som todas as cautelas necessarias, in-
(alliveis em seua effeitos, Unto em tintura, como
e a glbulos, pelos precos mais commodos pos-
si res.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
u acamante vendidos em aua pharmacia ; todos
ia o forem tora della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
ii ipresao com um emblema em relevo, tendo ao
n dor as seguiates palavras : Dr. Sabino O. L.
P nho, medico brasileiro. Este emblema posto
u ualmente na lista dos medicamentos que se pe-
d i, As carteiras que nao levarem ess* impresso
a sim marcado, ambara tenbam na lampa o no-
na do Dr. Sabino sao falsos.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os acces-
sorios para a collocacao dellas.
1)9 Ra do Parto ||!|
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Ra do Queimado botica n. 15.
Consultorio medicocirurgico
a-RUA.DA. GLORIA CASA. BO F13NB.O-3
Consulta por ambos os systemas,
nnk 2 J q"e.tem de ^ue os medi0! o seiMstabeleciraento nao se confundam com os de
,-UlH0,',!l graDde CredU* de q"e se0-^e ozaraiD e "ra ;o proprietario te"tomado
2P, f3a.niei,'D8CreTV S6U n0me em t0dos os rolulos- deyend0 8 considerados como (S
dos todos aquelles que forem apresentados semtsta marca, e quando a pessoa que os mandar com
perm\3oecroro^uen^VCOmPanh" Um'CQla '^^ pe' &&~Zm7Z
m.aiM.U.ir0 Am : acaba.de recebe.r de FFanca randa porclo de tincturs de acnito e belladona ra-
mS^etnde1KUmmaimport,DC,aecujaspropriedades"^ conhecidas que os mesmos's"
mdicos allopathas empregam-as coostantemente. lOM ars-
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras cuslarSo a 1 o vidro
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
U!?Mrr'Tber '2' eSCraTOS de um e oulro 8" doentes ou que precise" de aljum.
2m,Sf. m,ffia^Snd?.Hque Sera tral"d0S C^m todo disvel e Promptido. como aabem todos
aquelles que i tem ldo escravos na casa do annunciante. ------'.- oao*
A siluacao magnicada casa, a commodidade dos banhos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimenlo dos doentes. *ania-
a na i.a,J>SM028 qUjqUzere? fa"r com. annuciante devem procura-lo de manha at 11 horaa
__________ _______. Dr. Lobo Moscozo.
i
r
MEDICO E PROFESSOR DE
0 N O V Q
IR. CHARLE
PHARMACIA, DE PARS,
DAS ENFERMIDADES
PLUS DE
COPAHU
PARA O TRATAMENTO E PRMI'TO CURATIVO
SEXOAES, D.N TOBAS AS AFFEC(0ES CUTNEAS, VIKCS
Cilralo de ferro Chable.
Xarope inui preferivel ao
Copahiba e as Cube-
bas, cuta inmediatamen-
te qualquier purear relaxaco e debilidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mullieres. injeeeao de
Chable. Esta nJeucS benigna emprega-se mes-
m<> tempo do xarjpe de citrato de ferro, urna vez
de manh, e mu vei de tarde durante tres dias;
ella segura a cura.
DEPURATIF
dn SAIYG
E ALTERAD-OES BO SANCl'E.
Deparad* o de ttaasue.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico conbecido
e approvado para eurar
_ con promptida e radi-
calmente impigens, pns uias, b mixo-s, acrimonia e altera^es viciosas do san-
gue ; virus, e qualquer aOt-io venrea. Ba-
nhos aiinerae*. Tomio-ie dous por semana, se-
guindo o tratamento depurativo. Pomada am-
tihei petiea. De ura effeito maravilhoso as af-
fecoes cuuneas e comisOes.
... Hemorrahidaa.Pomada que as cuaa em 3 dias.
u deposito e na ra larga do Rosario, botica de BartholomtaFrancisco de Sousa, n. S6.
Sirop du
urFORGET
rtholomt^'r
Sfc

JARABE DO FO'RGET.
Este xarope est approvado pelos mais eminentes mdicos de Paris,
_ :omo sendo o melhor para curar conatipicoes, tosse convulsa e oulras,
alleccues dos broncbos, ataques da peito, irritaces nervosas e iusomnolencias: tima colherada
pela manlia, e outra i noite sao sulficientes. O tlfeito desie excelente xarope satisa ao mesmo
tempo o doente e o medico.
O dsposiio i na ra larga do Rosario, botica de Bartholomte Francisca- de Souza, n. S.


MO10M t****WQQ* *- ftMtt.$>4#iWUlQ Dl.UU.
4=
=E
-' *
-cd

largo daPenba
Vendem-ae aaJleVc.om ricas Arelas a 2*
29500, bandoes de clioa? para marrafa a 600 is*
tesuuras finas para costura a 400 e 500 rs., n
feiles de tranca ton lago de fitas, ditos todo pr-
to coro borllas de diversos gostos : na roa
imperatriz, loja da boa f n. 74.
Neste muito acreditado armazern de mol hados
continua a vender-te osmolhores gneros que ha no mercado, tanto em porgao como a retalho, e
Sor muito menos preco da que em outra qualqier parte, porserem viudos a maior parte dellesem
ireilura, porcontado proprietario, por isso em vista dos prcgos dos gneros abaixo (mencionados
podero julgor todos os mais, aflangando-lhe a boa qualidade.
Mmela ingleza perfeltamente flor a goo r.. a m., em bar-
ril a 700 rs.
Mauteiga fraiieeza a milhor que ha no mercadt) 710 rs. a ubre/
Clia os mejores que ba no mercado Tende.se 8 r qalidaae a 3W
2a ditta a 2S500, 3" dilta a 2*000, e preto a lgGOO a libra.
ff UeijOS uaDieil*^S cbe6:ados nesta ultimo vapor da Europa a 29800 rs. ditos che-
gados oo vapor pasudo a i$800 e 19000 r. ,
" praiiO Dg meihoresque tem vindo a este mercado por serem muito frescaes a
640 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
\meatluas eonteiadas propias \>ara sovtes de S.
1 <>cVO. B j^(irjorf> a iibra 9tn por5a 8e fara algum abatimento.
BoWo franeez a 500 rs.
para menino, s no Progresso
Hoce da easea de goiaba a 0 cana, m porgao a soo.
llOee de Vl^erC^ie em la4laf de 2 Ubras muito entenadas a 19200
no progresso.
**^*w*a m^^Tiai Lisboa a 800 rs. a libra.
ikmei&aa trftu.eez.as em frMC08 com 4 KDrM por 380oo cada o, i 0 frco vai 19
dittw parluguezis 480 rs. a libra*.
listas eom bolaebiabas de soda eonl#ndo ii!weatea -^ ,
1*400. assim. cesto tm latas de 8 libras por 3$000, dittas com 4 libras por 2^000 rs. s no
Progresso.
o carto elegantemente enfeitado, muito proprios
s no progresso
rs. cada urna, s
Ma^a de Uate
Cboeolute
em latas da 1 libra, por 900 rs. e em Utas de 2'Ubras por 1*600 rs.
o mais superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
BoiacYiAnnu Hg\exa mUo nova a 38000 a barrios, so no Progresso.
C0HS'tVaS fraaCeZaS O UgleZaS reCentemente chegedas a 800 rs. o tras-
co em porcaose fz abatimento.
Pascas em eaixinUasdeHVibrasasrlhr9 qu, tem TindoeesU
mercado por serem muito grandes a 2$800 rs. cada urna.
ES fiermacele Superior stm aTarla a 70o rs. a libre, m caixa se far elgm
abatimemlo.
MeVria, mP4catrao e talbaim 400 rs, m** em iza. de .r-
roba por 8*.
KiTyilbaS VraeexaS em i4ttaatie j ubra a 640 rs., s no Progresso.
laStaS COm petXO de pOSta das melhores qualidades que ha em Portugal, como
sejam savel, congro, sarda, peixe espada, vezugo, etc. etc. a 1*400 rs. cada urna.
Aztitaaias invito aovas a 1$200 0 bmil> em garrafa a 240 rs.
Palitos de dente lixados em moih09 C6m 20 maxinhos por 200.
V Tajaes deSte annO a t80-rs. a carU.e eo caixa ccm 40 cartas por 6*800rs., s
no Progresso."
ev\eja das mai9 >crediiadas marcas$9O0O a duzia retalho a 500 rs. a garrafa.
~ajuamnan ne muit0 8aperjor a 29090 rs. a garrafa, em gigo por 18*000 rs.
W nnOB engaTraiaOOS dM seguintes qualidades, Porto. Feituria, dUto Bordeaux,
dilto Muscatel, a lJM garrafa ; tambem tem vinhoCheres para 2*000 rs. a garrafa.
ll innOS eiU Ppagem tompe9ic0 port0> Fg*eir,Lisboa, a 640 rs. em caada a 4*500.
Presunto de Hambre inglez muit0 a0vos a oo rs.. iibr..
r rez.unto ne Ltamego 0 q4ie ha de bom BSte genero a 480 m em porsSa a 400 rs>
lUnouriea!3 e paios a 560 rB>aiibr8> em barril com,6dU2ias depaios portogooo.
T oneitibo de Lisboa 0 maia novo que ha no mercad0 a 320 ri. a 1bra.
Banbade P0re0renadaamai8aivaqtt pode havera480rs. alibra e em
barril a 440 rs.
A.mend0U9 de .Casca mole a 480 r8. a Ubra-e em porcao se far algum abati-
ment, s no Progresso do pateo da Peana n. 8.
Alm, dos goneros aonunciados encontrar o respeitavel publico um grande sortiment de
bom e barato.
f Ra do Queimado n.
10. loja de 4 portas, jl
Veode-se as seguintes fazendas Fifj?
(P menos preco do que em outra qualquer:qp
Sk parte, como sejam : fti
W Chitas francesas cores fixas a 220 e 240 '
m? Cortes de oassa fraoceza a 2*000; W
Chalys de apurado gosto corado a 500ifl|
Cambraia de seda dito o corado a 440
Mimos do co dito o covado a 400; V
jp Chales com palmas de seda a
m I8600e
t Gamlsinhas de cambraia bordada
W para baptisado a 5*000
^ Ditas de dita para senhora e com |Sb
a gollinha a 3g500 ^
J Chitas inglesas cores fixas a 160 W
fp Esguiao de poro linho a vara a 800 @
Cambraia lisa muito fina a pe^a o 5S00O gg
, Chales de merino bordado a 5*000 3X
Ditos de dito liso a 3*500 e 4S0OO W
Mantas de setim lavrado para se- figj
nhora a 1600 ^
Meias para senhora a 35,"3*500 e 4aC00 W
Dit.s para meninas a 2S8O0 e 38000 Q
Chapeos de sol de seda para se-
nhora a 3*500 e
Guardanapos adamascados a du-
zia a 2*508 e 3*000 m
Toalhas de linho a duzia 5*000 2
Riscadinhos de linho o covado a 160 9
Cortes de brim de linho de cores
a 2*500 e 2S800 *a
DHos de meia casemira a 1*280 e 1*600 2
Paoao aiul fino ovado a 1*280 e 48600
Dte preto dito dito a 3*500, 4* e 58000 A
Cortes de casemira prela a 5* e 6*000 S.
Cortes de dita de cores a 4* e 5*000 ^
Cortes de velludo para colleXe #
! 1*600 e 2*000^
Oitos degorgurio a lg600 X
1 Brim breoco de linho trancado a 1/000 ,5$?
Palelotsde brim de cor pardo a 3g5Q0 ;SS
. Ditos de dito lona a 48500 2
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DUARTE ALMEIDA & SILVA
m
Feijode^orda
No armnem de Tasso lrmos, ra do Amorim
numera 3o.
Thom Lopes de Sena
Ra Novan. 32.
Recebeu em dlreliuta de Franca boas
objectos de moda como sejam enfeiu>s
de flores brancos e de cores para senho-
ra, capellas para noicas com ramo de
paito e hombros.
Chapeos brancos e de todas as cores,
ditos para luto de seda e de crep, di-
tos de palfaa da.Italia, ditos de ditos'|
para montana e passeio, ditos de patha
ae cores para senhora e meninas, ch-
peoszinho de seda a Garibaldi
memos e meninas.
A. F, Duarte Almeida, socio que foi do armazern progresso, faz sciente aos seus freguezes que tendo separado a socieJade que tinna com
seu mano,, acha-so de novo estabelccido com dous acetados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquina Jos Gomes de Souza, e o Sr.
Paulo Ferreira da Silva; o primetro na razio de Duarte & Souza, e seguado na de Ouarte Almeida & Silva : estes estabelecimenios offerecem grandes
vantagens ao publico, nao s na limpeza e asseio com que se acham montados como em commodidade de pree,o, pois que para isso resolverara os
proprieterios mandarem vir parle de seus gneros em direilura, alm de terera sempre completo sortimento, como tambem poderem offereeer ao pu-
blico urna vantagem da menos 10 por canto do preco que possara comprar em outra qualquer parte, por isso desejando os proprietarios acredilarem
seuseslabelecimentoa tem deliberadogarantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim j poder ver o publico
que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouco prtticas, em qualquer um dcslesestabelecimentos, que sero to bem servidos como
se viessem pessoalraente, na certeza do nunca acharem o contrario de nossos annuncios, e assim fun lados as vantagens que oderecemos, pedimos a
todos os senheres da prsce, senhores de engenho elavradores que mandem ao meos suas encommendas a' primeara vez, alm de experimentar, certos
de continuarem, pois que para isso nao pouparo os proprietarios forcas para bem servirem aquellas pessoas que frequentarem nossos estsbelecimenios,
abaixo transcrevemos algumas adietes de nossos prscos, por ende ver o publico que vendemos baraiissimo, a i tendeado as boas qualidades ds nossos
gneros,
MaNTEIGA INGLEZA espeoialmente escollhida a 800 rs. a libra e em barril a 750 rs.
MAJNTEIGA FRANCEZA a melhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs. em barril e meios.
CHA HYSSON E PRETO o melbor do mercada de 19700 a 3*000 e em porcao lera abatimento.
PRESUNTO FIAMBRE inglez e bamburguez a 900 rs. a libra eem porcao a 800 rs.
PREZUNTOS PORTGEZES vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
CHOURICOS em barril de 8 libras a 49500 e em libra a 700 rs.
SGU' E SEVADNHA a mais nova que temo no mercado a 280 rs. a libra e 8-5000 rs. a arroba.
AMEIXAS FRANGEZAS em latas de 6 5 1(2 a 1* a libra e a 1*200 a retalho.
PASSAS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2*800 e a 500 rs. a libra.
ESPERMACETE SUPERIOR sem avaria a 700 rs. e em caixa a 660 rs.
CONSERVAS FRAJNCEZAS I1NGLEEAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs. e frasco.
ERVILHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. o frasco:
LATAS COM BOLACHTNHA DE SODA de diversas qualidades, a mais nova do mercado a 1450.
VINHO EM GARRAFAS; Duque de Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca eFeitoria de l$20O a 5300 a garrafa e a
13 a dnzia.
VINHOS EM PIPA proprios para casa de pasto de 500 a 600 rs. a garrafa e de 3S800 a 49800 a caada.
FRASCOS COM FRUCTAS de todas as qualidades de Portugal de l200 a 2*00U.
MARMELADA DOS MELHORES AUTORES DE LISBOA a 800 rs. a lata de libra ea i500 de duas libras.
LATAS COM GELEIA DE MARMELLO a 19300 com duas libr.s.
LATAS COM PEIXE SAYEL eoutras muitas qualidades, o mais bem arranjado que tem vindo a 15400.
CAFE' DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
ARROZ DA INDIA E MARANHO o melhor que se ple desejar a 39100 por arroa e a 100 rs. a libra.
VINHO BORDEAUX de boa qualidade a 800 e i a garrafa e de 89500 a 109000 a duzia.
CHARUTOS VERDADE1ROS SUSPIROS e outras muitas marcas de 2$ a 3?800 e a retalho suspiros a 40 rs.
BANHA DE PORCO REFINADA a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril,
SERVEJAS DS MELHORES MARCAS aoOOrs. agarrafa e 555000 a duzia da branca.
VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 rs. a garrafa e 1850 a caada.
CAIXES COM DOCE DA CASCA DA GOIABA a 19 e em porcao a 900 rs.
AZEITE DOCE PURIFICADO a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
COGNAC amelher qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUEIJOS PRATO os mais novos que ha no mercado a 650 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
Genebra DE HOLLANDA -a 640 rs. o frasco e 69800 a frasqueira com 12 frascos.
PALITOS LIXADOS para dentes a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos.
PALITOS FLOR para dentes, os mais bem feitos que ha no mercado a 280 rs. o mago.
PALITOS DO GAZ a 39000 a greza e 280 a duzia de caixas.
AZEITONAS as mais novas e melhores que tem vindo ao mercado a 19200 e barril.
ALPISTA o mais limpo que tem viudo ao mercado a 180 rs. a libra ea 59500 por arroba.
Alm dos gneros aonunciados encontrar o publico um completo sortimento de ludo tendente a molhados.
Toucas de seda eOe meriu
sapatiaho e meiaa para
oaptisarem.
para
bordad,
meninos se
-
Armazem de maduras.
O abaixo -assignado faz sciente ao respeitavel
-publico e aos seus numerosos freguezes, que mu-
don o seu armazern de madeiras da ra da Con-
cordia o. if) fara a mesma rua-c. 9, aoode acha-
rao sempre m grande sortimento de madeiras,
e se encarrega de qualquer encommenda com
toda a presteza, assim como contini a fabricar
o concertar carrinhos de mi, ludo por preco
muito razoavel. O mesmo abaixo assignado avisa
aos seus devedores que venha realisar seos d-
bitos da data deste a 30 dias amigavelmente, do
contrario usar dos meios que a-lei lhe faculta.
Becife 1 de julbo de 1861.
Rufino Mauoel da Cruz Cousseiro.
Araniga Hijo & C. sacam sobre o Rio de Ja-
neiro.
Casa para alugar.
Ak\ga-se urna casa terrea nova, no Campo
Verde o. 31 ; a.tratar na taberna grande da So-
lec'adp.
-O Dr. Joaquim da Silva Gusmo
pode ser proourado para o exercico de
sua proGsso medica a qualquer hora do
dia eu da noite, no largo do Carao n.
5, piimeiro andar.
O Sr. Manoel Luiz Coelho queira
dirgirxe a esfa ty pographia que se lhe
precisa fallar.
Urna pessoa que tem de residir fora desta
capital vende um grande sitio com excallente ca-
sa de morada ecom propor56.es para delle se ti-
rar bom reodimento ; e para facilldade do com-
prador nao pora duida em receber sua impor-
tancia em fazendas ou molhados; contrata-se na
ra da Cruz n. 25, segundo andar.
m&m&-&
urna,casa de pouca familia
Santo n. 17.
ico
na praca do.Corpo
Compras.
Compram-se
escravoa de ambos os sexos para se exportar para
, fora da provincia : na ra Direita n. 66.
p O Sr. Jos dos Santos Moreira que Compra-se urna eacrava de idade de 20 on-
nos quesaiba bem cosinbar, engommar e
Fitas de aeda de todas as cores e
""guras e de dtffereiites qualidades. di-
tas cascarrilbas, fil de seda braoeo l\-
so, dito de linho com salpico, sinto)s
com fivelas de ac bonitos e de bom
go*to.__________________________j
Riquissimos vestidos de blonde com
2 saias e 3 babadintaos na primeira -saia,
ditos de seda preto de 7 babados, veos
para chapeo de senhora e tocadas para
os mesmos.
Recebe-se Sguricios todos os mezes e
faz-se vestidos com muita perfeicao,
manteletes, ca.pas e vestuario para me-
ninos se baplisarMn e tudo mais quan-
to perlence ao toilet de urna senhora.:
Rival
sem seg
mor-ou na ra do Rosario 4> Boa-Vista,
queira annunciar sua morada que se
lhe precisa fallar:.
Deaappareceu no dia 13 do correte, do si-
tio de S, Joadu Manguind, o escravo crinlo,
maior de 50 anoos, de nome Joaquim, com os
signaes seguidles: cabellos brancos, alto, secco
do corpo, o usa alpargatas ; este escravo foi pro-
priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty, d'onde veio para aqui fgido : roga-se
a todas as autoridades policiaes a quera quer
que o encontr, do o capturar e entrega-lo-no
sitio cima citado, ou na roa do Trapiche o. 15
a Jos Teixeira Basto.
Aluga-se metade de um andar de casa, com
commodoa uncientes para um rapaz solteiro, e
em urna das melhores ras desta cidade : os pre-
tenderes dirijam-se ra do Queimado loja n.
43, que acharo com quem tratar.
1 a vahos de trato e carros
de aluguel.
Na cocheira da ra do Imperador n. 12, com
entrada tambem pela traveisa do Ouvidor, rece-
bem-se cavalloa de trato a 19 por dia e noite, e
bem tratados; assim como aluga-se carro por
meiade do preco, porque se aluga em out.'a
qualquer parle, com asseio e promplido, como
se poder verificar, coca Unto que seia a diohei-
xo rista.
eczer,
preta ou parda : quem tirer leve a ra da Au-
rora o, 48. que achara com qnem tratar.
Compra-se urna casa terrea no pateo do
Hospw ou ra das Cruzes; a tratar na ra lar-
ga doRasarion. 20. _______
Vendas.
- Veode-se por preco muito razoavel um re-
logio de ouro patente inglez, do acreditado fa-
bricante de Liverpool Samuel & Lon, com muito
pouco uso e ptimo regulador; vende-se por
possuir-se outro de machtnismo moderno : na
travessa das Cruzes o. 2, terceiro andar.
Pechincha chapeos al
Garibaldi.
Ricos chapeos de palhs enfeitados da
ultima moda pelo baralissimo prego de
109 : na roa da Cadeia do Recife n. 24.
1
Kua do Queimado n. 55. loja de miudocas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, defronlo do so-
brado novo, est vendendo por baralissimo preco
para acabar, algumas qualidades de fazendas, as-
sim como seja : franja de-lia para vestido a 100
rs. a vara, tranca de la com 10 varas a 206 rs. a
peca,,pares de meias cruao para meninos de 3 a
6 anuos a 160 rs., e de 6 a 10 annos a 240, Imhas
de Pedro V com 200 jardas, verdadeiras, a 80 rs.,
no vellos de linha do gaz a melhor qualidade que
ha nesta praca a 60 rs., tem tambem para 20 e
10 rs. cada no vello, e de coros a melbor que ha,
novellosgrandes, a 40 rs., carreteis de linba do
gaz e pretas com muita linha a00rs., baralis-
simo, caixas com tices para aceen4er charutos a
40 rs., cai&as com phosphoros de sejturanca a 160
rs., groza de phosphoros do gaz a 2$8G0, e duzia
a 240, fitas para eufiar vestidos e roupinhos a SO
u., pec.is de bico, largura de3 dedos, a 29, e va-
ra a 120, lianas de novello de eores por todo o
prego, frasco a aguada colonia muito superior a
400 rs duzia de meias muito foas para senhora
a 3g. e par a 280, liuhas de marcar muito finas,
novello a 20 rs., grvalas de linho muito bonitas
a 200 rs., pe res a 50 rs., tem um resto de sabonetes para
600 rs. a duzia, groza de botdes de oseo para -cal-
ca, pequeos a 120, e grandes a 240, sis mallo
finos, marcas para cobrir a 20 rs. a groza, e tem
tambem maiores para.60 e 80 rs., duzia de meias
cruas para homem a 2$4GO, muito boas para du-
rar, meiae de cores para meninos pelos precos
cima, tramoia do Porio OKiito boa, vara, a 80,
100. 120 e 460 rs., fitas de linho brancas e de co-
rea a 40 rs. a pega para acabar, grozas de penas
de ac a 509 rs., tem um reata e sao superiores,
fraseos de opiata para limpar deotes a 400 rs.,
copos com baaba muito fioa a .640, frascos de
banha de utso a 640 e 500 rs., varas de laby-
rintlios de. todas as larguras e por todo o prego
para acabar, espelhos de columnas brancas a
I550O, pechiocha, carteiras para guarJar dionei-
ro muito boas a 508 te., frascos com caeiro muito
finos a 500 rs., realejos para meninos a 20 ra.
cada um, baralhos portuguezes a 160, e duzia a
18440, baralissimo, duzia de boles madrepero-
la para paletot a 480, cartas da alflaetea para ar-
mador a 120, varas de franjas para cortinado a
200 e 240. muilo barato, botdes de vidro com
p para caarfveques de senhora, duzia a 240 rs.'
todas estas fazendas estao perfeitas, e vende-se
barato porque precisa-se apurar dinheiro par* 1$
necessidades, e por isso toco fogo.
ARMAZEM
ROUPA P "
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
OBUADO QUINADO 40
Defronte do becco da Congregaba* letreiro verde. |
Neste eetabelecimeci ha sempre um sortimento completo de roupa feita de todas as *;
qualidades, o tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um des melhores professores.
Casacas de panno preto, 40, 35$ e 30$000
Sobrecasaea de dito, 3S$ 30$0C
Palitotsdedi'.oedecoras, 35$, 303,
258000 e 20JOOC
Dito de casimira de cores, 22$000,
15, 1S e 99000
Ditos de alpskc preta goila de vel-
ludo, ltgOOO
Oitos de merio-sitim pretos e de
cores, 9SO00 89OOO
Ditos de alpaka de cores, 59 e 39500
Ditos de dita preta, 99, '79. 59 e 39500
Ditos de brim de cores, X3, 49500,
4(000 e 39500
Ditos de bramante da linho branco,
68000,59000* 48000
Ditos de merino de cordo preto,
159000 e 89OOO
; Calsas de casimira preta o de cores,
- 129.109. 99 e 68006
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 59 e 49500
Ditas de brim branco a de -cores.
&8000, 49500 e 29500
Ditas de ganga de corea 38000
Golletes de velludo preto e de eo-
res. lisos e bordados, 129, 9$ 89OOO
Ditos de casemira preta e de cores,
lieos e bordados. 69, 59500, 5 e 39500
i-Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda a setim branco, 69 e 59OOO
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 78000,69OOO e 59OOO
Ditos de brim e fuslo branco,
395OO e 39000
Seroulas de brim de linho 2$200
Ditas de algodao, 18600 e 1#280
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 29500 e 29300
-Ditas de peito de linho 68 e 1 3s000
Ditas de madapolo branco e de
cores, 39, 295D0, 29 e I98OO
Camisas de meias I3OOO
Chapeos pretos de massa.francezes,
formasda ultima moda 10J,89500 e 78000
Ditos de feltro, 69, 58, 49 e 29000
Ditos de sol de aeda, inglezes e
francezes, 149, 128, MI e 79OOO
Collarinhos de linho muito finos,
nevos feitios, da ultima moda 98OO
Ditos de algodo 5500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 1009. 909, 8O9 e 709000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 408 309000
Obras de ouro, aderegos e meios*
aderemos, pulseiras, rozetas e
anneis 9
Toalhas da linho. duzia 129000 e IO9OOO
Vende-se a armaco da taberna da travessa
das Cruzes o. 14: a tratar no pateo do Terco nu-
mero 12.
Vendem-se dous tinques de ferro proprios
para depsitos de lquidos : para ver, no trapi-
che Bario do Livramento, largo ds Assembla n.
15 .' tratar P? rus da CaJeja pt 62, segundo
andar.
Fumo de Bor-
ba do Para.
Recebe-se por todos os vapores do norte eate
fumo, muito superior ao de arlebeque e america-
no, assim a competente palha de tanarypara ca-
pa de cigarros : na rna da Imperatriz, foja nu-
mero 81,
ELIXIR DE SALDE
Ctrolactato de ferro.
\jnieo deposito na botica de Joaquim Martinuo
da Cuz CoireAa & C^ ua do Cabug n. U,
em Pernambuco.
H. Thermes [deChalis) antigo pharmaceutieo aprsenla hoje urna nova preparacao de ierro
com o nome de elixir de citro-lactato de ferro. rs-*- erro,
Parecer ao publico uro lazo empregar-se um mesmo medicamento debaizo de formulas to
vanadas, maso homem da sciencia comprahende a necessidade e importsncia de urna tal vari-
Attenco.
Venderse sssuear refinado a 49400 e 3j800 s.
arroba, e a 140 e 120 rs. a libra, caf muido a
360 a libra ; no deposito do becco Largo no Re-
cife n. 1 A ; dinheiro e nao Gado.
Vende-se um escravo mogo proprio para
engenho por saber carrear ; a tratar no palto do
Carmo n.J.
lival sem segundo.
Na rus do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos pregos as seguintes fazeudas
todas em bom estado :
Caixas de agnlhas francezas a 120 e 240 rs:
Ditas de alQneles sonidos francezes a 80 rs.
Cairas de clcheles francezes a 40 rs.
Cartes de colchetes francezes a 20 40, 0
e80 rs.
Duzia de meias rruas muito finas 3 2$50O.
Dita de ditas a 24f>
Linhas de carretel brancas e de cores a 300 rs.
Masso de grampas muito boas a 40 rs.
Thesouras finas para unhas a 400 rs.
Ditas para costura a 160 e 320 rs!
Varas de renda lisa sortida a 60 e 80 rs.
Pares de sapatos de tranga de laa a 1$440.
Ditos de ditos de dita de algodao a 19.
Pares de sapatinhos de la para meninos a 200 rs.
Cartas de alfinetes finos o grossos a 100 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 e 500 rs.
Frasco de oleo de macass a 100 rs.
f-Dito de macass perola a 200 rs.
Frascos de banha muito fina a 320 e 400 rs.-
Ditosde eztracto muito fino a 500 e 19.
Ditos com muito boa agua de Colonia a 23000 e
2jj500.
Ditos de Lavande ambriada a 600 rs.
Saabonetes muito finos a 160 r..
Frascos de oleo Philocome a 19.
Caiza de folhacom phosphoros a 100 rs.
Em casa de N, O. Bieber
I C. successores, ra
Vinho Bordeaux em quartolas.
Dito Xerez.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Vinagre.
Lonas, brinzos e brins da Russia.
Cerneja escosseza (Edinburgh Ale.]
P6dra3 de marmore branco para consoles e mesas.
rolvora em barris.
Enxofre em canudo.
firilhantes
de todos os tamanhos: vendem-se em casa de
N. O^Bieberi C. successores, ra da Cruz n. 4.

I-
dade.
A formula um objeto de muita importancia em therapeutica ; um progresso immenso,
quando ella manteado a essencia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possi?el para todas as
tdades, para todos oe paladares o para todos os temperamentos.
Das numerosas preparagea de ferro at hoje conhecidas nenhuma rene to bellas qualida-
des como o elixir de citro lactato de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-se em ama pe-
quea1 dose, o ser de urna prompta e fcil dissolugo no estomago, de modo que completamente
assimilado ; e o nao produzr por causa da lactina, que contem em sua composico, a constipaco de
rentre to frequenlemente provocada pelas outras preparacoesferroginosas.
Estas novas jaalidades em oadaalUram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
snbslanca da q.'ial o medico se nao pode dispensar em sua clnica, de ioeomparavel utilidade
qualquer formula e lhe de propriedades taes que o ortico o possa prescrever sem receio. E' o
que conseguio o pharmaceutieo Thermes com a prepsrago do citro-lactato de ferro. Assim este
medicamento oceupa boje o primeiro lugar entre as numerosas preparagea ferruginosas, como o
atiesta a pralca de mullos mdicos distinctos que o tem eosaiado. Tem sido empregsdo como im-
menso proveito as molestias de languidez colorse paludas cores; na debilidade subseqoente as
hemorrhagias, oas hidropesas que apparecem depois das intermitenteflDa incontinencia : de urinas
por debilidade, as peroles brancas, na escrophula, no raehitismo, na purpura hemorrhaaica, na
convalescencia das mo'fistfas graves, na chloro-anenria das mulhfires grvidas, em todos os casos
em que o singue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas affecces chrooicas, cachezia tuber-
culosas, cancrosa, syphililic, ezcessos venreos, onanismo e uso prolongado das preparsces mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo mui frequeates e sendo o ierro a principal substancia de que o
medico tem de'laucar mi para a obelar, o aulhor do citro-lactato de farro merece louvores e o
recpnhecimento da humanidade por' tOF descobertp urna formula pela <{uar se podg sem receio usar
do ferro.
I S vende barato.
I Acaba de cliegar ao armazern
Z da ra da Cadeia do Recife n.
^ 8, um lindo sortimento de va-
ras douradas imitando jacaran-
m da' proprias para moldui as de
V espelhos, retratos e estampas pa-
9 ra ornamentos de sala etc., as
ques se vendem por diminuto
preco.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva Rei-
riz, iua dos Pires n. 42. vende-se a muito acre-
ditada bolachinha quadrada, de agua, propria
para doeotes ; e na mesma precisa-se de alugar
mensalmente um escravo.
Attenco.
Vende-se urna escrava de idade 28 annos, cosa
urna cria do 11 mezes, ptima para o servigo de
urna casi de familia, por saber engommar, lavar
roupa e cozinhar : quem pretender, dirija-sea
ra de Heras n. 90, que ahi achara com aueaa.
tratar. H
_ Vode-s) a casa terrea n. 24 t, travessa do
Tambi do bairro da Boa-Vista : a tratar coa
solicitador o Sr. Antonio Pinto de Barros, que ae
sebo autorisado para tratar da venda.


(?)
WiRIO D HRHAMBCO. SABBaDO Libras ster linas.
Vende-se oO escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Travessa do Pires n. 1.
Joseph Grosjean em sua oflicina rende; 1 ca-
briolet novo, i carro americano para 1 cavallo,
1 cabriolet em bom estado, que rende mullo em
eonta, assim como encerado prelo a 2)300 o co-
rado, e comprando em peca ha de ser maia ba-
rato.
Vende-se por preeiso um prelo de meia
idade, muilo fjel e sem vicio aJgum ; ata ra de
Aguas-Verdes, no primoiro andar da casan. 61.
Sedinhas de quadros muilo iocorpadas, cora-
do a 800 rs.
GoliohaB de fusto bordadas com bolo para
senliora a 640 rs.
Ditas de dito lisas com bota o a 500 rs.
Manguitos a balo com punhos e gola borda-
dos com bolozinhos a 3j>.
Manguitos a balo com punho e gola a 29500.
Baldes elsticos a 39 e 39500
E outras mais fazendas muito baratas : ni ra
da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Fer-
reiros.
mmmt\
Cortes de meia casemira de urna s cor, (azoa-
da superior, pelo baratissimo prego de 29 cada
um: oa ra do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Por baixo da bo-
neca.
Vendem-se chitas francezas escuras e claras a
220 rs. o corado : na ra do Queimado n. 6, por
baixo da boneca.
i Na loja de marmore
S Vndese muito barato*
Lindos cfeazes
de palha fina, ou cestinbas
para meninas
cotes
Na loja d'aguia branca se acbam mu lindos e
delicadoscabazes de palha fina, ou cestinbas en-
feitadas, proprias para as meninas de escela, ou
mesmo para costura de senhoras, e cusan 4 e59,
o que ,baratissimo vista da perfeico e bom
gostode taes obras, as quaes se Tendera emdiW
loja d'aguia branca, ra do Queimado a. 16.
mmmmm **s cmxsm
Jwncezas de muilo bonitos padroes
^-pannos, pele baratissimo preco d<
e 260 rs. o corado i .na ra do Queima-
do n. 22, lopdjaboftif'
ROUPA FEITA AINDAMIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
DI
jFazeodase obras feitas.
BU
LOJA EARMAZEM
DE
Para senhoras.
e
bor-
e
i

5
i


m



t>
o

Ricos vestidos de seda moiraotic.
Ditos dito de dita grod-fric.
P Ditos dilo de dita babadinhos.
P Ditos dilo de dita dous folhos.
w Ditos dilo de dita phantasia.
9 Ditos dito de dita bareja-babadinhos.
Ditos dito de dita cambraia brancos
d-dos.
Ditos dilo de dita pretos tecidos arellu-
dilos.
Dilos dito de dous folhos bsbadinhos.
0 Riquissimos vestidos de tarlatina brancos.
8 Ditos ditos de blunle para casamentos.
Dilos leques de malr-peola.
9 Ditos dilos de sndalo.
9 Ritas pelerinas de renda e seda.
Manteletes do l pretos.
9 Dilos muito ricos de vellulo.
4? liicos bournus baduinas para sahidas de
3 bailes e theatros.
fe Ricos chapeos de palha de Italia.
Dilos citos de seda.
Gollianas, manguitos e camisinhas de to-
das as qualidades.
Saias borladas de algodo.
Ditas dilas do linlio.
Ricas sombriohas de seda muito modernas,
Enfeites de flores.
Dilos do froco.
Ditos de fita.
Para senhoras.
Casaveques de loa
Teules de tartaruga.
Ditos de bfalo com enfeite.
Ditos de dito sen enf ite.
Chiles d" mcrio muilo molernoS.
Ditos de cachemira bordados.
Dilos de touquim.
Ditos de fro o.
Ricas mantas de blondo para casamento.
Camilas bordadas muilo finas.
Meias de seda muito fiaas.
Ditas de dita pretas finas.
Enfeito de vidrilho prelo.
Dilos de ditos de cores.
Lencos de labitintho.
Froahas de labirintho.
Toalhas de labiriutho-
Lencos de linho bordados.
Gravatinhas muito modernas.
Plumas brincas e de cor.
Fitas de seda de apurado gosto!
Franjs, cascarrilhas, tranca e rifa e fitas
uslreitas de seda.
% Para horneas.
'%$ Paletots de panno fino.
Ditos de casevira.
H Ditos de brim lona (brancos.)
Ce Ditos de brim de cor. @
Calcas de casemira de cor e de padroes de
muilo costo.
Capas d guta-percha.
Perneiras de dita. 5$
Caigas de dita.
Capuches de dita.
Meis de cor.
Colletes de casemira.
Ditos de la e seda.
Ditos brancos. @
Dilos ie vel'udo relo. 9
Dilos de dito de cor.
C'lfado Meli.
de vaqueta. <3
Dilo de .'.ii is solas. 55
Sapatos entrada baiza. aja.
Cha?eos de lontra. @
Ditos de castor branco.
Gnvatasde renaa a Garibaldi. @
Ditas de setim. $>
Ditas de gorgurlo e seda.
C'ilarinhos d09 mais modernos. @
Caroisas de linho inglezas. $
Ditas ditas francezas. @
Para meninos.
Ricos vestuarios de seda.
Ditos ditos de la.
Dilos ditos de fusto.
Ricas camisinhas bordadas para baptisado. J
liicos sapatinhos eneilados para bapti- !
sado. 5,
Bonetes de todas as qualidades.
Chapeosinhos de palha de Italia.
Casaveques de laa.
V Extracto de sndalo multo fino.
9 Essencia de sndalo m%ito fino.
Caitinhas de tartaruga.
9 Carteiriohas de apurado gosto.
Ricos jarros com banba.
Um grande sortimento de riquissimos
quadros a oleo.
9 Ricos transparentes para janella.
SB Caixifihas muilo ricas proprias para guar- 9
{$ dar joias. 8
Banba muito fina a Garibaldi. #
8E outras muitas fazendas e perfumaras &
que deix irnos de mencionar, por harer
Sum grande sortimento. 9
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupa feita para acabiir,
Paleiots de panno preto a 229, fazenda fina,
caigas de casemira pretas e de cores, ditas de
brim e de ganga, ditas de brim branco, paleiots
de bramante a ij, ditos de tustio de cores a 49,
ditos de estameoha a 4f, ditos de brim pardo a
Sf, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos,
dolletes de velludo pretos e de cores, ditos de
- corguro de seda, graratas do linho as mais mo-
bernas a 20 rs. cada urna, collarinhos da linho
gi uliiuia moda, todas estas fazendas se rendo
Barato para acabar; a loja est aborta das 9 bo-
tas da machia at as 0 da aoite.
NA
Hua do Queimado
n.46, frente amarella.
Constantemente temosumgrandeeva- I
nado sortimento desobrecasacaspeatas
de panno e de cores muito fino a 28,
dOg a 359, paletots dos mesmos pannos
a 203, -22$ e 24g, ditos saceos pretos dos
mesmog pannos a 14, 16} e 8S, casa-
cas pratasmuito bem feitas edesuperior
panno a 289, 30$ e 359. sobrecasacas de
casemira de core muito finos a 159,16J
e 18 j, ditos saceos das mesmaa casemi-
rasalOS, 12j e U$, calcas pretas de
casemira fina para homem a 8$, 99, 10|
e 12, ditas decasemira decores a 75,89,
99 e 109, ditas de brim brancos muito
fina a 5J e 69, ditas de ditos de cores a
39, 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4J50O; col-
tetes pretos de casemiraa 59 e 69, dito*
de ditos decores a 40500. e 59, ditos
branco f de seda para casamento a 9,
ditos fusto a 39, 39500 e 49, ditos de cores a
29500 e 39, paletotspcetos de merino de
ordo sacco e sobrecasaco.a 1$, 89 eftj,
molletespretospara lulo a 49500 e 59,
cas pretas de merino a 49500 e 59, pa-
i etats dealpaca preta a 3#500 e 4g, dito
g sobrecasaco a 69,79 e 83, muito fino col-
o l-jts de gorguro de seda de cores muito
$ boa(azndaa39800 e4S. colletes de re!-
S lado de cores e pretos-a 79 e 89, roupa
S para menino sobre casaca de panno pre-
jS tos e de cores a 14, 159 i69, ditos de
i casemira sacco para os mesmos a 69500 o
875, Jilos de alpaca pretos saceos a 39
39500, ditos sobrecasacos a 5fl e 89500,
m calcas de casemira pretas e decores a 69, M
g IfSOQ e 79, camisas para menino a 209 S
II j duzia, camisas inRlezas pregaflarga* M
2 muito superior a|325 duzia para acabar. 9
H Assim como temos urna orcina deal-3|
S' late ondemandamos executar toda as x-
j| obras com breridade.
^ W9m '~^^m tW SlW m&m Mn 9 VOf SSW*wl
Cestos.
m
m>
8

i
%
9

i
;I0 e ti Frs.
[Nova loja de
*mmmm*
mm {
funileiro da
ra dai.Gruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Banseca participa a
todos os seus freguezes tanto-da praca
Scomo do mato, e juntamente o reapeila-
rel public, que tomou a deliberaco de
balzar o proco de todas as su as obras, por'
cujo molivo tm para vender um grande
sortimento de bahs e bacia, tudo da
differentes taannos o de diversas cores.]
em pintoras, e juntameute um grande
sortimento de diversas obras, contendo '
banheires e gamelas grandes e pequeas,
machinas para, caf e camas de vento, o
que permite vender mais barato possivpi,
como sja. bahs grandes a 49 e pequd-
nos a 600 rs., bacias grandes a 59 e pe-'
quenas a800 rs,, cocos a 19 a duzia. Re- \
cebe se um official 4a masma officim i
para trapalhan i
Agua ambreada
para banho do rosto 6 do
eorpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa o-
ra e apreciavel agua embreada, de um aroma .tx-
eellentemonle agradarol. Ella serve acertada-
mente para se deilar algumas gotas n'agua pura
com que se banha.o rosto, resultando- dlss que
refresca ecc-nserrao vigor da cutis, com especia-
lizado das senhoras ; assim como para se deitar
n'agua de banb, que o torna mui deleitare!, re-
sultando alela de refrescar e tirar ou. fater deaap-
parecer esse balito desagradavel que quasi sem-
pre se tem pelo transpirar. Tambem l-m a pre-
ciosidade de acalmar o ardor/que deixa.a naralha
quando se faz a barba, urna rez qu a agua com
que se lave o rosto leona de-la composico. Ces-
ta o frasco 19; e quero aprecia o bom.naodeixar
cerlamente de comprar uessa estima vel agua aa-
breada. isto na luja d'aguia branca, na ra do
Queimado n. 16, nica parte onde se achar.
^Recommendago aos $rs.<
deeugenho
Panno azul de superior qua- -
lidade para roupa de eeravos a J
900 e i$. J
granfle sortimento.
45 Rtia Direita 45
Qual ser a joven e linda pernambucana, que
ni procure animar este eslabelectaaento man-
dando cpmnjar urna botina de goslo? Qual a
mai do fasaflia, prudente e econmica que lhe
no d9 pretareacia pela quatadee prego ? Qual
Ojcaralhelr oa rapaz do positivo, que nio quei-
*e comprar por 8, 9 e 10, o calcado que em outr
parte nao rendido se nao por 10, 12 ou 14?
atiendan ;
Senhorag.
Botinas com lago (JolyJ e brilhantina. 59500
> com lago, de lastre (superfina). 59500
> com laco um pouco menor. 59000
> sem laco superiores..... 59000
j sem laco nmeros baixos. : 49500
a sem lago de e6r.......49000
Sjapatos de lustre. : : I9OOO
Botinas
Meninas.
para enancas de 18 a 20.
48400
39500
>


*
>
Homem.
Nantes) lustre. .;.... 10J000
(Pamen)courode porco inteirissas 10JOO0
(Fanien) bezerro muito rescaes. 9J500
diversos fabricantes (lustre). 9J0O0
inglezas inteirissas. .... 99000
gaspeadas.....8*500
prora d'agua. 8J500
Sapates.
Nantes, sola- dupla. ...:;. 59500
! amasla....... 59G00
para menino 4g e..... 39500
Shpaldes lustre.......... 59000
Sapato8 de tranca.
Pprtuguezes de Lisboa finos.....29000
Fraucezes muito bem feitos.....19500
Alem disso um completo sortimento do legiti-
mo e do rerdadeiro cordavio para botinas de ho-
mem ; multo couro de lustre, bezerre franeez,
mlarroquim, raquetas, conros preparados e em
bruto, sola fio, taixas etc., ludo em grande.
quantidade e por preco inferiores aos de eutrem.
Attenco
Fazendas baratas por todo
o prego para acabar: na ra
d> Livramento n. 38; assim
t^ino se vende a rica armadlo
dessa loja.
Rua do Crespo
loja n. 25, de Joaquim Ferreira do S, rnden-
se para fechar contas as seguintes fazendas por
precos muito baratos : pecas de cambraia lisa fi-
na a 39. cortes de casemira a 39500, pegas de
babados largos e muito finos a 3#, seda de qua-
dros audo a 900 rs. o covado, bitas largas de
coreo oscuras e claras a 240, cseas de cores befes
gosto* a 240 o corado, orgendys muito finos-a
500 ra., pecas do ntremelos bordados a 320 a
rara, gollinhas bordadas a 640, manguitos de
cambraia e fil a 29, bramante de a-lgodio com
9 palmos de largura a 19*80 a rara, sobrecasacas
de panno fino a 20 e 25f, paleiots de panno e
casemira a I69 e 209, ditos de alpaca de 3/500 a
79, -ditos de brim de cores e nrancvs de 3 a 55,
caigas de casemira preta e de cores de 6 a 109,
ditas de brim de cores e brancas de 2(500 a 59,
colletes de casemira de cores, e setim preto a 59,
camisas de fusto brancas o de cores a 29. cortes
de cassa de corea a 29, cassas pretas a 500 rs. a
rara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprlo para capas de senhora a 800 rs. o cora-
do, assim como outras muitas fazendas, tudo
muito barato para acabar.
Relogios.
Vendem-so costos grandes proprios para con-
dueco de pao e bolacha, muito melhores que os
panacs pela sua fortido e aturar muito ; na rua
Direila, padaria de Antonio Alves de Miranda
Guimares n. 69.
Vendem-se dous carelios, sendo bons de
carro e cabriolet, e igualmente de sella, gordos
e grnodes : quem os quizer, pode ir ao sitio di
Estancia, sobrado de dous andares, de manhaa
at as 9 horas, e das 4 da tarde em diaote, que
achara cora quem tratar, e nao vern sem elles, le-
vando dinheiro.
Na rua do Imperador n. 47 tem um comple-
to sortimento de ricas molduras flugindo Jacaran-
da para vender por prego muilo barato.
t -jb^ -ma at**>a*. **. .*- WWBW wBrWWtB^ wngwsyalwWt^mWWwWm
icaba de
chegar
noy armazem
DE
BUSTOS & REG
Na rua Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e rarlado sortimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes sa rendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
269,289. 309 e a 355, paletots dos mesmoa
pannos preto a 16$. 18$. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 149.169, 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 a a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89. 109. e 1*23, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordo a 129, dilos
de merin chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49. ditos de palha de
soda fazenda muilo superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3$500, 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de cores
linas a 2S500, 39. 39500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 49500, 55. 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6$, colletes
de gorguro preto e de cores a 5$ e a 68.
ditos de casemira de cor e preto a 4J50
e a 59, ditos de fusta* branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 48.
dilos de merino para luto a 49 e a 49500,
caigas de merino para luto a 4J500 e a 55,
capas de borracha a 99. Para meninos
de lodosos tamanhos : caigas de casemira
prefa e da cor a 55, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 65 e a 79, dilos
de cor a 69 e a 7g, dilos de alpaca a 39,
sobreeasacos de panno preto a 189* a
149, ditos de alpaca rela a 5, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 aonos com cinco
babados lisos a 89 o a 125. dilos de gorgu-
ro do cor e de laa a 59 e a 69, ditos do
brim 39, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deizant do
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade ; assim como recVa-se toda equal-
quer encommenda de roupas por* se
mandar manufacturar e que para osle fin
temos om completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande offieina do al-
faiate dirigida por nm hbil mestre que
pelo sua promptido e porfoigie nada del-
a a ^tosejar.
iinriiirwivvrv vwraprfwvfarrws^rjn
Veode-se urna escrara moga com habilida-
des : na rua do PadreFlorianon. 27T
Nova pechincha.
Chitas largas francezas, corado- a 200 e 240
rs., riscados franceze, corado 180~rs.-, corles do
mesmo a 2,009 rs.: na rua do Queimado n. 44.
Rua Vende-ss em cao de S. P. Jonfcaton & C.
seHinse silbos ngleeos, candeeiros eeasticaei
bronzeados,lonas nglezes, fio dovela, chicote
para carros, erccniaria, arreios para carro da
um e dous cvalos relogios de ouro patente
nglez.
Grande expositjo
DE
balaios finos.
No deposito da rua eslreita do Rosario n. II e
juntamente no sali para familias est vista de
todos que quizerem honrar este estabelecimento
tanto para o sorrete como psra escolherem entre
a grande quaotrdade de balaios muito finos da
Italia, como sejam para costura, para compras,
para meninas, para roupa engommada, e para
se darem com mimos,assim como carrinhos para
meninos, e calungas-de todas as qualidades, co-
mo seja joogatamaste e muitos cu tros objectos
proprios para familias.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem coohecido e acreditado deposito da rua
da Cadeia do Rcife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, no7a e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por precos mais-baratos do que om
outra qualquer parte.
VICTORIA,
NA *
/ua do Queimado n. 75,
Junto a loja de cera.
Nesta loja renlem-se as seguinies miudezas e
outras muitas por pregos baratos, s para quem
comprar victoria sem"pre contar:
Gartoes de clcheles fraocezes muito bons a 40
rs. o carlao, e duzia a400rs.
Agulhas francezas muito boase rerdadeiras a 120
rs. a caixa com 4 papis, e avulso a 40 rs.
jpapel.
Agulheitas para enfiar vestido a 40 rs. urna,
iphas rictoria em carretel com 200 jardas a 60
rs. um, e duzia a 640..
DiUs de 200 jardas do Alexauder a 900 rs. a
puzia.
Bina de Pedro V em cairto, branca e de cores a
69 rs. um cartao.
Ditas de melada de peso rerdadeiras a 240 rs. a
ojiada.
Papis com cento oanlos alnetes francezes a
40 rs. e papel.
Alflnetes de cabega cha ta grosaos e finos a 120
rs. a carta.
Cordo imperial para r>slido a 40 rs. a pega.
Caivetes fios deduas folhas para peonas a 200
rs. um, e duzia a 29
IM de todas as cores para bordar a 69500 a libra.
Peotes muito bons de baleia para alisar a 220.
240, 280 e 320..
Ditos transparentes tan ibera bona a 360 e 400 rs.
Enadoresde algodo a 60 rs. cadaum.
M>>lascruas brancas e de cores para homem a
1B0, 200, 240, 280 o par.
Ditas brancas rauUo fie.as para senhora a 240, 280,
3BD o par.
Es pe nos dourados para parede redondos e qua-
dlrados a 39500 cada um.
Talhef es para crianzas
Vendem-se talheres pequeos
criancas a 320cada um : na rua
loja d'aguia branca n. 16.
proprios para
do Queimado,
Vende-se em casa de Johnston Paler & C.,
rua do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente ingez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedad* de bonitos trancelins pea os
mesaos.
Attenco.
N. 43*.
Rua do Amorim.
Vendem-se saccas com milho muito novo, pelo
barato prego de 49500 e 53.
Arados americano se machina-
para layar roupa: em casa deS.P. Jos
bnston 4 C. rua daSenzala n.*2.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, rua
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeites de continua, como dourados, e de lindas
fitas e firelas, o mais fino que se pode encontrar ;
isto na loia Agnia de Ouro, rua do Cabug n. 1 B.
Aviso.
Vende-se a escuna nacional Cigana, em
perfeito estado, forrada de cobre, completamen-
te apparelhada e prompta para naregar : trata-se
com Guilherme Carralho & C. no seu escriptorio,
rua do Vigaria n. 17.
Gangas francezas muito finas cora padroes
escuros a 480 ts. o corado : na rua do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
J chego o proas po
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway St Q., de New-York Acham-se i
renda na rua da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as instrueges completas para se usarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se rendem a 12000.
Para se comprar as verda-
deiras luvas de Jouvio, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Esta loja tero constantemente recebido de sua
propria encommenda as rerdadeiras turas de
Jouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
rapor franeez e continuar a reeebe-las por to-
dos os outros ; por isso quam quizer comprar
boas luras escusa cansar-se, dirlgir-se a loia
d'aguia branca, rua- do Queimado n. 16, que ahi
ser bem servido.
Milita grvala ba-
rata.
N loja d'aguia branca se encontra um grande
e bello sortimento de grvalas de diferentes gos-
tos e qualidades, e por oreos taes qe eame-
nhumaoulxa oatleseacha, come seja, gravoti-
nhas estrellas bordada a 800 e 1$, dita pretas o
de cores agradareis a-jf, fgtOO a l|50f), ditas
com pontea bordadas e matizadas, e lisas de mui
bom setim maco aljj.joo. Pela rariedade do sor-
timento o comprador lera aiuitas de que se agra-
de : na rua do Queimado, loja d'agaia branca
numero 16.
Aos tabaquistas.
Leocos finos de cores escuras e flxas a imita-
gao dos de linho a 39 a duzia ; na rua do Quei-
mado n. 22, ns loja da boa f.
Brim branco de linho muito fuio a 19280 a
vara ; na rua do Queimado n. 22, foja da boa f.
Riscadrohos de linho proprios para obras
de meninos a 200 rs. o corado ; na ruado Quei-
mado n. 22. loja da boa f.
ftii
A fama triumpha.
Os baratrros da loja
Encyclopedica
DE
Guimares A Villar.
[Rua do Crespo numero 17.|
Recebem continuadamente da Europa
sedas, eambraias, las, chapelinas de pa-
lha.e de seda para seohoras-, mantelete
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sabidas de baile,saias a balo de di-
versas qualidades, saias bordadas de to-
das as qualidades e pregos, chitas fran-
cezas muito bonitas e finas, enfeites de
diversas qualidades para cabega de se-
uhoras, espartilhos de molas e muitos
outros objectos que nao mencionamos,
todos proprios para senhoras.
Para homens
paletots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, grvalas, lengos, so-
brecasacos, oalgadoMelie e muitos- eu-
tros objectos.
Vendem baratissimo
Veodem baratissimo
Vendem baratissimo.
Quera duridar r rr
Quemduvidar rrr
Quem duridar r rer.
Lerem dinheiro
Lerem dinheiro
Lerem dinheiro.
A 4$ 4#500 e 5f.
Cambraia lisa muito fina a 49 a pega com 81.*
raras, dita muito superior a 5$. dita'tambem
muito fina cora salpico 49500; na raa do
Queimado n. 22, na loja.da boa f.
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loia d'aguia branca acabo de receber pelo
vapor franeez urna pequea porcao de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
timo gosto, para meninas e senhoras, as e3t
rendendoa 19500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois sasha na loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba, a melher que tem
rindo a este mercado, a 89500 a arroba, a prazG
ou dinheiro : a tratar na rua da Cadeia do Re-
cife n. 7, ou na rua da Imperatriz n. 60, loja.
EAU MINERALE
NATURAIXEDE VICHY.
Deposito na botica francesa rua da Cruz r. 22
ANOVALOJADOPAVAO
NA
Rua da Imperatriz n, 60.
DE
Acaba de receber pelo ultimo vapor franeez as fazendas seguintes, as quaes se vendem ma
barato do que em oulra qualquer patte :
Organdysde bellissimos padresmaito fiaos a rara 19.
Groidenaples azul, cor de rosa e amarello fazenda una e de muilo corpo o covado a 29.
Ditos lavrados muito encorpado o covado a 29.
Mimos de seda da India o mais moderno para vestido o covado a 1280.
Ditos de laa fina e de padroes muito galantes a 800 rs.
Manteletes de Ql prete com taco largo a 7f. ._*
Ditos de fusto branco muito bem eofeitados a 89. ,
Chales de merino estampados com lista de seda muito fiaos. t
Tarlatanas de todas as cores e muito fina a vara a 800 rs.
Cortes de tarlatanas com salpico cada um em aeu cartao a 69.
Camisinhas com golas e manguitos para senhora que tem bom gosto a 09.
Ditas dilas com vivos de cor a 49000 rs.
Um grande sortimento de saias balo para senhoras e meoiaat.
Um grande sortimento de saias balao multo ricas com babadas a IO9.
Pegas de cassas bordadas Com 81(2 raras propria para eotuaedo a 2)500.
Lindos cbapeoszinhos de merino bordados para meninos e meninas gosto inglez a 59.
Cassas francezas belissimos padroe a vara a 500 rs.;
Assim como um completo sortimento de gollinhas muilo bons costos para senhoras e meninas a
saber ti. 19280,196OO. 29, 2*500 e 3J ^
Um completo sortimento de chitas francezas escurase a legres e padroes bonitos a 220 240 260
e 280 rs. '
Ditas muilo superiores o covado a 320 r*.
Ricos enfeite. com franja e bolotas para cabsga de senhora.
De todas as fazendas aqu mencionadas e dap ai amostras deiundo ftcar penhor, assim co-
mo se mendara levar em casa das familias qq qui cerera fazenda, em coala o deboQos goslos.
Cabo de marfm e madrepero-
la, escovas para dentes.
Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
do bom, mui delicadas escovas de cabo de mar-
fim e madreperola a 29 e 2g500 cada urna. Com
urna escura assim delicada faz gosto limpar-se
os dentes, e para as comprar dirigir-se rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ray mundo
Carlos Lelte &
Irmao recebe-
ram pela bar-
ca Clarissa rin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorti-
mento das me-
lbores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
operfeigoa-
mentos, fazendo pespooto igual polos dous lados
da costura, mostram-se na raa da Imperatriz V
12, a qualquer hora. Tambem roceberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado eipressamente para as mesmas ma-
chinas.
Enfeites a ga-
ribaldi.
Muitos lindos enfeites a Garibaldi para saaho-
ras a 89, dilos fiogindo palha porm de sedas a
89500 cada um," ditos de vidrilhos a lg800cada
um ; na loja da victoria, rua do Queimado nu-
mero 75.
Cera de carnauba.
Vende-5eeerade carnauba de supe-
rior qualidade : a tratar com Jos' Sa'
Leitao Jnior, rua do Trapiche n. 15.
Chapeos do 6'hili
Vende-se a retalho por pregos commodos : no
hotel Francisco, rua do Trapiche n. 5.
Vende-se urna negrinha de 10 anuos, boni-
ta figura : na rua de Hoitas n. 114.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja d'aguia branca recebeu prximamente
nm novo e lindo sortimento de cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de difieren-
tes cores e largaras, e como sempre m est ven-
dendo baratamente a 29, 3, 4 e 5J a pega, pregos
estes que em nenhuma outra parte se acham, e
sim na rua do Queimado, loja d'aguia branca
onumer 16.
Araras.
Attencjo.
Vende-se confronte o portao da fortaleza das
Ciado Ponta o seguate : carrogas para bois e
ca vallo, crdanos de trabalbar na alfandega, di-
tos de mo, torrador da caf com fogio, dobradi-
gas de chumbar de todos os tamanhos, boceado
foraathas para focos, grandes tachaduras de
Vendem-se duas araras mansas e falladoras :
no pateo de S. Pedro n> 12.
Veude-se era casa de N. O. Rleber & C.
Successores, rua da Cruz n. 4 :
Carrogas para boi ou para carelios.
Carretas.
Carrinhos de mo.
Relogios americanss-de ouro, prata e doura-
dos, igual em qualidado 00a melhores relogios
ingloecs,
Vendes* a taberna da rua Augusta n. 23,
com poneos fundos; propria par um principian-
te ; a tratar na mesma.
Enfeites de flores para ca-
samentos e bailes.
Chegou para a leja d'aguia branca lindos e de-
licados enfeites do flores finas, feitos com muito
gosto e a ultima moda, sao mui proprios para as
senhoras que vo a casamentos e bailes, e Ber-
rera igualmente para passeios. Os pregos sao 89,
10 e 12. porm quem apreciar o bom conhece-
r que sao baratos, e para isso dirigirse a rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Farinha de mandioca, a me-
lhor que ha neste genero,
igual a de Muribeca.
E' muito barato rista da sua superior quali-
dade ,- no arn-azem de Praga & Cabral, rua da
Madre de Dos ?. 18. defroate da guarda da al-
fandega.
Luyas de fina camursa
para militares e cavallei-
ros.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda mui finas luras de camursa, o que
de melhor se pode dar nesse genero, e as est
rendendo a 29500 o par ; os seobores ofliciaes e
caralleiros que as comprareis conhecerao que sao
baratas rista de saa finura e durago, e para as
obter dirigirem-se rua do Queimado, loja da
aguia branca n. 16. Adrerte-se que a quantidade
pequea por hora, e por isso nao demorem.
Campos & Lima na rua do Crespo n. 16,
tem para vender um rico sortimento de lazinhas
de cores a 640 rs. o corado, bem como lindas
fofa* de cambraia para guarnicao de restidos por
diminuto prego.
Armazenada
de Pars
DE
Magalhes & Mendes.
Ruada Imperatriz outr*ora aterro da Boa-Vista
loja armazenada de 4 portas n. 56, recebeu pelo
ultimo vapor chegado da Europa, grande porcao
de saias balo de ora inrengo para meninas a
senhoras o melhor gesto qne ha nesta fazenda a
o prego 6 diminuto, mussulina da India branca,
lisa, muito mais fina do que cambraia para ves-
tidos barato prego, ticos cortes brancos borda-
dos cem 3 babados a 59000 e O00 o corte, novo
"rttoeoto de chitas de cores Bies a 100. 189 e
tomlno e tambern rodas da carraca a carrinhoa, t n. e covado. ditas francesas oas a 248..SW
I?-I*Ki*frri0110' 4fnk0' -MSiwracarcai. KO o covado, e outras mnita fazendas por metade
eas o carrinhos, e abras quaesqner ofet?a rje I de aeu valor: loja armazenada acha-se berta
____ I ta das 6 horas da manhaa s 9 d ooitt.
.ferros,


DiAiio di piiaamioo* *4 sigiibo tt JOtflo M-im.
Pechiiieha.
a 280 Ul-
na roa da
Cae do sertio multo boa e gorda
tora, em porfo s tara dtrTerne :
Matriz da Boa-Vista o. 27, taberna.
A variado.
Madapolo largo e fino cora peaneuo toque de
averia a 39500 e 49, dito Inulto Ano a 5 a peca :
na na do Cresp n. 8, loj'a.e 4 portas.
Attenco.
Ha na do Trapich n. 40, em casa de Rotron
Rooker & C, tiste um bom sortimento de 11-
nhas de cores e brancas em earreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes s renden por
precos mui razoaveii.
Mi
DESTINO
DE
Js Das Brandan.
5Ra da Lingueta 5
MSsiihos de coral
a 500 rs*
S, na loja da a guia d ouro,
ra do Catug n. 1B.
Vendem-se massinho de coral muito fino a 500
rei. o masso.
SABAO.
Luvas de Jouvin.
Na Mi da Boa ft, na ra do Qoeimado n. ,
sempr se encontraran as uperiofeB lavas di pel-
lica de Jouvin, tanto para hornera com para se-
nhora, por ser*- recebidas por todos o* vaporea'
nudos daEuropa, a se vendem pelo baratissio
precede 28500 o par: na menelonada loja da Boa
Fe, na-ra do Queimado d. 22.
O novo deatioo torra gneros por menos de aeu
valor: superior manteiga iogleza a 19 a libra,
dita franceza a 7*0 rs.. cha preto a 19400, nas-
sas a 560, conservas inglesas e portuguesas' a
700 rs., aletria, talharim e macarro a 400 rs. a
libra, touciotio de Lisboa a 320 rs, a libra, baoha
de porco refinada a 480 rs latas com peixe de
postas a 1$40G, cerveja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 5ji a dutia. dita preta a 600 rs. a garrafa e
69800 a dwiia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e portuguozn a 7-20 rs. a lata,
s per mcele de 4, 5 e 6 em libra por proco mui-
to em conta, vioho do Porto engarrafado fino
fvelho) a 19500 rs vinbo de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre brauco a 320 rs. a gar-
rafa, e outros muitos gneros que esouaado
menciena-los, que do contrario se tornava eofa-
dooho aos freguetee. (Dinfaeiro vista.)
aos
tere
I
para agua.
Vendem-se esfriadeiras muito alva para agaa a
49 o par ; na ra do Queimado n. 75.
FUND CO LO W-MOW
Ra da Sen zalla Nova d.42.
Nesta estabelecimento contina a baver ura
completo sortimento de moendas emeies moen-
das para engenho, machinas de vapor o taixas
te ferro batido e eoedo, de todos os tmannos
para dito,
Expsito de bichas.
No deposito da ra estreila do Rosario n. 11,
vendem-se bichase 500 rs. cada urna, e aluga->
das muito em conta, motivo este pelos proprie-
tanos estarem com 10,000 bichas em deposito, e
garante-se a qualidade a qualquer pessoa que
comprar ou alugar.
Expsito de qneijos,
oare saber, queijos do Serid muito frescas, lorjdri-
nos, do Reino, das libas a 400 rs de prato.
suisso a 400 rs.. presuntos ingieres, e outias
muitas cousas que s vista dos freguezes.
A12#000
a duzia de toalbas felpudas superiores ; na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Vende-se um obrado de dous andares e
CruzesVU18de S*Dta : *"'" Da rna daB
Joaqulm Francisco de Mello Santos avisa'
seus freguezes desla pra$a e os de fra, que
exposto venda sabio de sua fabrica denominada
Recreno armazem dos Srs. Travasaos Jnior
A C, na roa do Amorim n. 58 ; massa amarella,
castanha, preta e outras quahdades por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tera feito o aeu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
composic,ao.
Tachas e moendas
Braga Filbo & C., tena sempre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grande sor-
meato de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
CINTOS
para senhora.
Sintos muito bonitos para senhora a 30, cada
um, fivelas muito lindas para sinto a lgio cada
uma; na loja da victoria, ra da Qoeimado nu-
mero 75.
A-8J00O..
Chapeos de castor branco, fazenda muito boa.
os quaes se vendem pelo diminuto prego de 8
cada um : na rus do Queimado n. 39, loja de 4
portas.
La do Crespo n. 8, loja dej
4 partas, admira a pe-j
chincha
Laa para vestidos fazenda que
| outr'ora custava 8*0rs. o cora-
Ido vende-se a 240 r., dao-se
| amostras com penhor.
KH9KK8KT-.*
Goraes lapidados
o masso.
de coraos lapidados
do Queimado, loja d'a-
Vende-se um sobndo de um andar e sotao,
na ladeira da S em Olioda, com bastantes com-
modos, excellente vista, tanto para a cidade co-
mo para o mar, grande qulotal todo murado,
com diversos arvoredos de fructo, boa cacimba
com ptima agua de beber, etc.; o predio etodo
do annunciante por ter arrematado urna parte
que perlencia a urna herdeira: quom pretender,
dirija-se a ra da Cruz n. 60, loja o cera, que
achara com quem tratar, ou casa de ra do Pi-
lar b, 119.
Carnauba
a 7$500.
Vende-se na ra da Madre de Dos n. 4, arma-
zem de Moreira & Ferreira.
Barato.
padres, .
de azeitona, a 49000 o
na ra
do
a 500 rs.
Vendem-se massinhos
500 rs. cada um : na ra
guia branca n. 16.
240 rs.
Laas escuras de padres modernos o melhor
que tem apparecido. de lindas cores, a 240 rs, 3
na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas.
Lila preta, |
boa fazenda, a 480 rs. o covado.
Cortes de casemira de cor fina a 4J.
Ditos decollele de gorguro, bonitos
29000.
Panno fino saperior, cor
covade.
Casemira preta fina a 89 o covado
Crespo n. 10.
Sal do Ass.
Vende-se superior sal do Ass, a bordo do hia-
to Santo Aman, fundeado defronte do caes do
Ramos : a tratar com o mestre a bordo, ou eom
e dono no trapiche do algodio.
Nova loja de funileiro na ra
da Cruz do Recite n 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a todos os
seus freguezes e juntamente ao espeitavei pu-
blico, que toraou a deliberacao de baixar o .preco
de todas as suas obras, por cojo motivo tem para
vender um grande sortimento de bahuse bacas
de difTereoles tamaohos, e cores em pintores ;
juntamente um grande sortimento de varias
obras, o que pramette vender o mais barate posf
sivel, como seje babus grandes 4#, cocoB
a 15.a duza. Recebe-se um offlcial de soesmo
oficio para trabalhar.
Importante
Ays
Ven^e-se na ra Direita n. 99 a libra
suoto a 320 rs. a libra do de Lisboa do
ltimamente.
Fazendas
de pre-
chegado
Liquidacao
Allenco
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahleiros. funileiros, etc. : quem
pretender dirjase a esta tippogra-
phia, que ah se dir' quem os tem pa-
ra vender.
E niuito barato.
Manteletes de fil preto muito superiores a 8;
na ra do Crespo n. 10.
Damasco de seda.
superior a 3$500 pa ra do Crespo n. 10.
no armazem da ra do
Queimado n. 19.
Toalbas para rosto de prego 500 rs. cada urna.
Chita.
Chita franceza a 220 rs. o covado.
Cortes de casemira.
Finos cortes de casemira a 4$500.
Cobet tas.
Ceberlas de chita a 1$800.
Capellas brancas.
Capellas de flores de lannja a 5{*.
Lences de panno
de linno pelo barato preco de 1#900.
Algodo
de duas larguras a 480 a vara.
Grandes len;es de bramante a 3g300.
Jaques bordados
para meninos, fazenda muito fina, a 5f,
Sem costura.
Leocea de panno de linho fino a 3jf.
Baldes
de todas as qualidades e de duas siiss.
Cambraias de salpicos.
Modernascambraias de salpicos e muito finas
a 5# a peca.
^Ruado Queimado loja de
% aportas n. 10.
^ Vender panno de supe ior qua-
A lidade prova de limao cor de
& cafe a 3^.
Dito verde a 3^.
^ Dito preto a 3$.
H DitoaEula3$.
J Seroulas escossezas brancas a
# pOOel^OO.
fy Ditas de linho a 2^600 e 3|.
@ Superiores manteletes de fil
g preto a 43$.
m Camisas de linho inglezas duzia
Ditas dita dita duzia a 35$
Ditas dita dita duzia a
Ditas dita dita duzia 45$.
Ditas dita dita duzia 50$.
Na loja de'4 portas da ra do Queimado n. 39,
aoh-se am grande armazem com todo o sorti-f
ment de ro'upas feitas, paracujo Cm tem mon-
tado urna officina de alfaiate, estando encarrega-
do delta um perfeito mestre rindo de Lisboa, pa-
ra desempeonar toda e qualquer obra que se ihe
encommende; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos 1 v
Illms. Srs. ofciaes tanto da armada como do'
exercito.
Faz-se fardas, fardes com superiores preparos
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento tode completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figurinos que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquinbas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja singlos ou
bordados a espequilha de ouro ou prat, tudoao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
dosembaTgadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Geimbra aonde se fazem as melhores
tonhecidas at hojo, assim como tem mnito ricos
desenos matiz de todas as cores proprios para
fardamemo de pageos ou criados de libr que se
far pelo gosto ranceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiancaodo
que por tude se fica respomavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia qae se prometler, segundo o systema d'onde
veio o mestre, pois espara a honrosa visite dos
digaos senhores visto qae nada perdem em es-
perimentar.
A BOA FE TRIUWIPHA
# DE
Jos de Jess Moreira ( C.
l\. 18-Rua do Rosaraio esquina das Larangeiras-N. 18
Os proprietarios dste estabelecimento avisam
aoa Srs. amigos do boro e barato que se acha com grande sortimento de gneros dos melhores que
tem vindo a este mercado o por ser parte delles vindos por conta dos proprietarios esto resolvidos
a vender por menos do que em outro qualquer estabelecimento e se obrigarao a servir os Srs. com-
pradores da melhor maneira possivel para o que avista far f.
MaD!ug? g!eZa PfertfeKtameilte flor pel0 preco ae 900, 800, 640 rs. libra
muito boa, em barns se far abatimento s na boa i.
Dita franceza muito boa a 720 rs. a libra, s na boa f.
Cha perola, hysson e preto, 2S560| *,, lieoo, M b0a f.'
DOCe de CaSCa de gOaba ,m cail6e8 do melhor a 900 rs.. s na boa f.
Ameixas fraucezas a480 iibr.,36 n. boa f.
Marmelada imperial d0 afamad0 Abreu ede outroa fabricantes pelo preco ds.
a libra em porreo se far abatimento.s na boa f.
Latas com botochihna de soda a 1|600 Bnito ao*, s m bo. t.
CQOCOiate d0 melhor que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra, s nabos f.
MaSSa de tomate da melhor que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
DOCeS ae pecegO, ^ogt pera e ajpera a caida uUluU pelos melhores fabricantet de
Lisboa em latas de difiranles tamanhos a 700 rs. a libra, sna boa f.
Passas muito novas a 480 r.. mu sfi... bo. u.
COI1!oearfIa8 IDgleZaS e francezaS a 800 rs. em porcao ae faz .batimento, so na
Aletria, macarro e talharim400. das mais oras que ha. s n. bo. f.
ioucinno de Lisboa mul0 bom d0 mais n0T0 que na no mercado a m.ne a wm*
na boa f.
CnOUntjaS e paiOS d0 melhorquoha no mercado a 560 rs. a libra, s na bo. I.
Dana de DOrCO refinada da melhor que ha no mercado 480 rs. em porQo se tari
timento, s na boa f.
VllQO em pipa da pigeira a 600 rs. a garrafa e de Lisboa 560 e 480 a garrafa e em ca-
ada ae far abatimento, dito do Porto engarrafado a 13 e 1J400, duque do Porto do melhor
qae pode haver, s na boa f. *' ^
L nampagne daa mais acreditadas marcas que ha, licor de todas as qualidades, garrafa, de
aieite purificado a 900 rs.. nozes das mais novas ^ae ha a 200 rs. a libra, ervilhas em calda,
azeitona. em ancoras muito baratas, s na boa f. Alm disto eneontrarao o sortimento
completo dos gneros tendentes a molhados tudo do laelbor que ha ueste meroado,
se encontr na boa f.
BalOes econmicos.
Chegaram loja n. 45 da ra da Cadeia do Re-
cie saias balao de gosto inleiramente moderno,
os quaes sao preferiris aos de ajo por serem
fetos de cordio; vendem-se pelo mdico preco
de 3& cada um.
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui novos e
delicados chapeozinhos para baptisados obra
mui perfeita e bem enfettada, sendo cada um em
sua bonita carxioba, e pelo baratiasime preco de
6, ninguem deixar de os comprar; na loja d'a-
gaia branca, rua do Queimado n. 16.
Vende-se porQSo de quintaes de ferro em
vergalhdes quadrados de varias grossuras e
chumbo em barra ; no armazem da travessa do
Carioca o. 5.
Batatas
enjejeos de 1 arroba, chegadas ltimamente, a
18000 rs. e gigo.-e a-60 rs. em hbres : vendem-
se nica mente >nos armazens Progresso e Pro
gressista no largo do Carmo n. 9, e rua das Cru-
zes n. 36, tambem tem grande porro de quei-
jos pra4o-qe vendem a 560 a libra e a 480 ne-
teiros.
Opiata -faigleza para
dentes.
A loja Taguia branca acaba de receber de sua
propria encommeod* a bem coohecida e provei-
tosa opiata ingleza pera dentes, cuja bondade
apreciada por todos quantos delta tem usado, e
ser mais por quem quizer conservar asgengivas
em perfeito estado, assim como a alvura dos
dentes; custa cada caixa 1JJ500, e por tal preco
s deuarao de comprar quando a nao acbarem
mais na loja d'agui. branca, na rua do Queima-
do n. 16.
Escovas grandes
para carros, tapetes, etc.
Na loja d*aguia branca se encontr mui boas
escovas grandes com cabo, proprias para se lim-
par carros, tapetes, etc. e por 20: ninguem dei-
xar de comprar urna eseova de que necessHa :
na rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Continua a liqui-
daco de todas
as fazendas na
rua do Cabug
n. 8.
A' DIMIEIIIO.
Burgos Ponce de
Len, tendo de acabar em breve com este est
belecimento, para de seu liquido pagar aos
credore. da massa da exlincta firma de Almeida
i Burgos, ha resolvido a vender todas as fazen-
das, com grande abatimento de sen cusi, entre
as quaes annuncia :
Chapellnas de seda e de fil para senhora bem
enfeitadas com ricas fitas e flores francezas, dn-
dose os seus respectivos veos de fil de seda a
4, 5, 7, 9,10, e a 12jf000.
Organdys finos de lindsimos padres para
vestidos de senhora, sendo de vara de largura a
480 cada covado.
Fusto de muito bonitos padres miudos, para
estido de senhora a 400 cada covado.
Gaze de seda, fazenda toda de seda, e transpa-
rente, sendo de cor de rosa, cor de cravo encar-
nado, azul claro e ferrete e cor de folha, que
muito brilha em vestidos de senhoras a 8S0 o
covado.
Gorguro de seda de quadrinhos para vestido
a 10000 o covado. .
Cazaveques de cambraia, com ricos bordados
a 8000 e a 14*000 rs.
Manguitos com golinhas de fil, a 250,
30tJO e 3s200.
Camisinhas de cambraia muilo fina para se-
nhoras a 1000 .,
Chapeos de sol de seda de cores para meninas
e senhoras a SJOO, 2S500 e a 3000.
Chales de cambraia de cores a 600 ris.
Ditos de froco ou de velludo a 6-000
Ditos feitos Com retrz de seda, ricamente
bordados a 15g000 rs.
Ditos de seda de grosdenapoles bastantemen-
te grandes a 20g000 rs.
Ditos de merino de diversas qualidades e difi-
ranles gostos a 6. 8, 9, 10S500 e a 12$500 rs.
Brim trancado muito fino de purissimo linho
e seda, com listras e quadrinhos de cores, excel-
lente para calcas, coletea e palitots a 1^500 cada
vara.
Brimzinho de linho para caigas e palitots para
andar por casa, como para roupa de meninos
a 200 rs. o covado.
Fusto alcochoado do rscadiohos para pali-
tots e caigas a 480 o covado.
Cortes de coletes de fusto a 500 e a 800 rs.
Ditos de coleles desetim de Macu de cores a
39OOO, ditos de gurguio de seda a 2$500 e a
3J000.
Corles de caigas de cassemira a 4MH)0, jflOOO,
e 8000 cada corte.
Corles de vestidos de grosdenapoles de seda
para senhoras, com ricos babados bordados,
collocados em grandes cartees, sendo os pretos
a 559OOO e os de cores a 50J000 e a 65J000 rs.
Tafet de seda verde, amarello e azul a 500
o covado.
Capinhas, jaguetinhas e cazaveques de la
para meninas de todo o tamanho a 19500, 29000,
29500, 4000.
Calcinkas de cambraia para meninas a 3g000.
Chapeos pretos francezes de fina massa, para
homem a 89OOO.
Ditos de palha escura e preta a Tamberlimk,
para homem a 39200.
Ditos de palha branca e de cores para artistas
a 800 rs.
Ditos do Chile verdadeiro, de preco de 5JO0O,
at o de 129000 rs.
Setim preto de Macu a 2*500, 3J500 e a
49500 o covado.
Velbutina preta e de cores a 640 o covado.
Seroulas francezas a 20, 22 e 249 a duzia.
Palitots de alpaca preta a 39500 e a 4$500
ditos de alpaca decores a 49OOO, ditos pretos de
alpaca setim, francezes e muito bons com golla
de velludo a IO9OOO, ditos de cores forrados de
seda a 8)000, ditos de brimzinho a 29500, ditos
de brim setim a 6;000, ditos de brim pardo a
39000. 3#200, ditos de fino bramante a 55OOO,
ditos de brim meia lona a 59OOO e a 69OOO, ditos
brancos de fusto a 39OOO.
Palitots de panno lino e de cassemira a 8jr000,
89800, IO9OOO, 169OOO, 189OOO, 2O9OOO e 249000,
ditos de bombasinhaa 99OOO, ditos de merino de
cores a 109000.
Casacas de panno fino preto e de cures a
309000 e a 289000 rs.
Tiros de babados de cambria bordadas a 500,
640 e a I9OOO cada tira.
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recenlemente pr-
vida de um completo sortimento de enfeites de
boro gosto para senhoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torgal com franjas e borlas,
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borlota ao lado, outros de
froco igualmente enfeitados com aljfar, e borlo-
tas, todos elles de um apurado gosto e perfeigao,
os precos de 89 e 109 sao baratos vista das
obras ; alm destas qualidades ha outras para
39 e 49 : isso na rua do Queimado, loja d'asruia
branca n. 16.
Vendem-se muito em conta quarlolas de
muito boa qualidade, proprilas para deposito d'a-
gua em casas particulares e sitios, e tambem por-
cao de toneis grandes de boa madeira, que sao
oplimos para depsitos de mel, e pira as diftila-
cesdos eogenhos, os quae se vendem a dinhei-
ro ou a prazo, conforme se conrencionar : para
ver tratar, na travessa do Carioca, armazem nu-
mero 2.
Vende-se urna porgao de barris vasios : a
tratar no paleo de S. Pedro n. 6.
iscrayos fugios.
Acbam-se evadidos desde o principio~dsie
auno os dous escraos seguinles, que para aqui
vieram do Maranho para serem vendidos : Vir-
ginio, pardo escuro, que representa ter de idade
40 annos, baixoe de grossura regular, picado de
bexigas, cabello acabocolado, mal encarado e
mos dentes, consta que seguir para a villa de
Saboeiro, na provincia do Cear, o'onde diz que
natural. Faustino, crioulo, alto e reforcado,
suissas crescidas e rapadas no aueixo, falla bem*
tem boos dentes e semblante triste, intitulase
forro, usando do neme de Jos da Rocha, debai-
xo do qual servio no exercito al que foi desco-
berto e requisitado pela seu legitimo senhor,
como constado protesto competentemente julga-
do, e que para em poder-do annuHciante ; cons-
ta fue seguir para a provincia do Rio Grande do
NoUe, e diz que natural de Maranho. Acei-
tam-se propostas para a venda dstes dousescra-
vos as circumstancias referidas, visto que seu
dono tem de retirar-sedo imperio, e oao deseja
oceupar-se mais da sua oiptura : a quem i6so
convier, dirija-se a rua da Cadeia do Recife n.
36, piimeiro andar, que achara com quem tratar,
e onde tambem se dar 2009 de graliflcaqo por
cada um pessoa que os apprehender
Escravo fgido.
Do poder do abaixo assignado, fugio no dia 2
do correte urna escrava mulata de nome Valen-
tina, que representa ter 25 annos de idade, pouco
mais ou menos, cejos signaes sao os seguinles :
vesga dos olhos, estatura regular, cabellos cara-
pinbos, levou vestido de chita escura e chale rie
merino azul ; tendo o abaixo assignado havido
esta escrava por divida na comarca do Limoeiro
suppoe que procure essa direcgo, ou a serra da
Passira, onde natural: roga, portanto. a todas
as autoridades policiaes e capilaes de campo a
appreheodam e a entreguem ao abaixo assignado
nesta cidade do Recife, rua do Queimado n. 46
A, que gratificar generosamente.
A. Bezerra de M. Lira.
Fugio desde o dia 3 de junho do corrente
anno, da casa do abako assignado, o preto Tho-
maz, crioulo, filho do serto de Mochot, bonita
figura, com alguns signaes de bexigas, dentes li-
mados, tem os dedos da mo direita aleijados,
de urna machina de padaria, de idade, pouco
mais ou menos, 26 annos, julga-se ter ido para o
dito lugar cima mencionado por jS ter sido vis-
to no mesmo lugar o anno passado, quando fu-
gio a primeira vez neste lugar, como bem agora
a semana passada qae foi visto no Serid, dizen-
do que se linha forrado: pode-se, purtanto, a
qualquer pessoa que o pegar, leva-lo rua dos
Pescadores ns. 1 e 3, padaria, que se Ihe dar
50g de gratificado, e se pagar as despezas que
se fizer. Joio Jacinthode M. Rezende.
No dia 4 de junho prximo passido fugio
do sitio da viuva de Joao Ferreira dos Santos
na Passagem da Magdalena, a escrava Ignez
crioula, de 4ft annos de idade, estatura regular'
cor fula, tem um dos dedos da mo direita alei-
jado, muito regrista, esta escrava foi do enge-
nho Poeta, suppe-seque ella anda para o lado
dos Remedios ou Afogados : quem a apprehen-
der, queira leva-la ao supradilo sitio, onde rece-
ber sua recompensa.
Aviso aos capites de campo e
pedestres,
Fugio no dia 19 de junho prximo passado urna
mulata por nome Alexandrina, de idade pouco
mais ou menos 40 anoos, cabello corrido, magra,
tendo no rosto da banda esquerda um signal, pro-
veniente de urna fhtula, tendo sido de Santo An-
lo por tanto roga-se que a apprehendam e le-
vem-na rua do Crespo u. 14, 2o andar, que ser
generosamente gratificado.
s
aba-
Dos premios da |.' parte da V lotera, concedida a beneficio da igreja de
S. Francisco ie Paula do Cachang, extrahida em 5 dejulho de 1861.
NS. PREMS.
4
20
31
35
39
41
44
50
57
60
62
64
71
79
83
85
86
97
118
22
23
26
28
39
40
43
47
50
51
55
57
62
63
67
69
71
73
75
76
79
81
82
90
96
97
59
109
59
109
55
2003
59
209
5
109
20|
5f?
20$
59
109
59
NS. PREMS.
198 5S
206
10
14 -
15 -
16
18
21
23
24
27
28
1 30
33
37
41
43
44
51
54
59
78
83
86
92
94
95
301
10
17
21
22
26
27
29
34
36
42
43
45
50
58
59
60
64
NS. PREMS.
109
59
109
59
109
59
372
75
87
90
93
94
97
98
407
8
10
17
1*
23
26
28
34
36
43
47
49
57
66
76
80
81
87
9ov
501
3
11
21
29
31
35
36
40
41
49
50
56
63
70
80
93
5S
109
59
209
59
Ni. PREMS.
109
59
100$
55
O escrivSo, Severiano Jos ck Moura.
95
98
00
1
8
17
21
23
24
25
31
35
36
37
40
41
44
49
58.
59
60
61
63
65
66
72
77
84
85
86
96
710
1
5
9
28
29
29
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93 __
l>ernambWQ:-Typ. de M. F. de Ama1861.


*8)
WARIO DE JNMUUgBtfCtt f- fABDO DI JIHO SE 1811.
Litteratura.
meamos discpulos com sua riqueza e ignorancia,
e com ludo Bases obstculos Jess Ctariato nao s
realisa tobra, que na Terdaae a admlrago dos
seculot ; mas conaegoiu ser amado por mais de
duzeolos e sessenla milhes de homens quo o re-
coohecem por Deus.
Jess Chrislo, porrn, nao vem ae mundo s na
CaFla pastoral.
Do excellentissimo e reverendis-
simo bispo da fortaleza, saldando
dirigrlnuo algumaa exhortar-oes
aos scu.s diocesanos. i,
. Luiz Antonio dos Santos por mer^ de Deus ^ualldade de doutor de loz que alumia a todo
da santa s apostlica, bispo da Fortaleza do hometa (29) mas sim de victima (80) oflereci-
r.onselho de sua raagesiade o imperador, pic. \ d* o eterno Pae para satisfazer pelos homena e
SV.'TtSi PJlttJS "SSS' !*"""b"5 'V* !"'" e'
Jetus Chrislo e a consolado do Espirito'lrnU1acontra a descencia do pnmeiro homem
Sanio. I prevaricador e desobediente s ordens do mesmo
[Conlinuagao.) \ Deus. E' uesla qualidade, charissimos Albos, que
Por varias rezesedomuilos modos tallou Dos .'Jess Chhsto njoslra os infinitos
aos homens por meio de seus prophetas (21) fa- .-.--s. H-n infinitos
z*ndo-lhes conheeer debaixodeguras e seme- de DoU e cewivo
1 bancas o magnifico plano, que antes dos Jtempos' roe8mo Deus tem aos homens.
thesouros da
amor, que esle
havia elle delineado eui ordem aalvago dos
meso>os homena, e eosinando-lhes sublimes
verdades, que os sabios e admirados do mundo
ignoravam completamente. Mas, amados filhos
essas mesmas verdades enrollas no veo das pro-
phecias e apreaentadas a homens carnaes, que
so sedpixavam levar dos sentaos, nao podiam
Conciliar a dor com a bemavenluranga, a ma-
gestado divina com a humilhagode servo, asan-
tidade absoluta com os elleitos do peccado, a om-
nipotencia com a fraqueza e o principio de (oda
vida com a morte, o que na verdade era tido
ser receidas por homens to grosseiros seno no como 'ouxura peios pagaos e um escndalo pelos
s.e.?t!do_lileral e cmo_soavam as palavras ; da- I Judens, (31) que debaiio da le mosaica nao co-
jui a crenga entre os Judeos de que o restaurador
da casa de Israel, de quera fallavam as prophe-
cias, devia apparecer revestido das qualidadea de
un forte uerreiro e grande conquistador. Ne-
cmsuo era, pols, que o mesmo Deus fallasse
immediataenle aos homens, explicassa as pro-
phecias, e que desapparecessem as figuras vista
da realidade.
Com efteito, na plenilude dos lempos, quando
o mundo moral gemia debaixo do peso de snas
proprias iniquidades, e quando mais e mais co-
nhecia a oecessidade de quem reunindo s qua-
Jilades de forte s de sabio nao s quebrasse os
ferros da vil escravido ; mas o gjiasse no cami-
Bln do dever e da justica, apparecesse Jess
Chrislo o unignito de Deus, o explendor da cla-
ridade do Pae, o Dos forte, o Pae do seculo fu-
turo, (22j egualem ludo a su eterno pae," hei*
deiro d poder dado no co e na trra (-24).
Na pessoa do Jess Chrislo verificaram-se to-
das as prophecias que diziam respeito ao Messias
promettido, e isto nao s emquanto ao lempo e lu-
gar de seu nascimento, como tambera aos effeitos
admiraveisde sua celestial doutrina. Diz ello que
i- o mesmo filho do Deus prometlido ao mundo, e
D rrova com claros e espantosos milagros, man-
cando sobre os elementos, as enormidades e a
L-fsojs morte.
Na pouca edade de 12 anoos vao entre os an-
cioesdasyoagoga explicar as prophecias nao no
sentido liberal, como queran] entender os Judeos,
mas no sentido em que deviam ser tomadas fa-
icodo as devidas applictgdes, e ludo is'.o faz as-
sislido de urna auloridade, que impa respeito, e
cnclie de admiragao os orgulhosos doutores da
le. (25) Elle pobre a "ponto de nao teronde re-
costar a cabega (26) foge dos que o queriam ac-
claraar rei, (27) e invejado desafia aos sous de-
tractores, que lhe exprobem um s peccado. (28)
Sua brandura, sua humildade, sua compaixo
para com os homens arrancavam milharesde pes-
soas de seus commodos, para, pelos desertos o
lugares inhspitos, ouvir as grandes mximas da
sublime doutrina, at enlao nao ouvida, que por
toda a parte pregava, sempre mostrando-se o
verdadeiro amigo dos homens e extremo defen-
sor dos direilos de seu eterno Pae.
Eis, charissimos Albos, como se aprsenla Je-
ss Chrislo, para a grande obra da redempgo do
ganero humano, nao orno esperavam os Judeos
desvairadns e orgulhosos ; mas como era pro-
metlido desde o principio do mundo pelo eterno
Pae e onnunciado pelos prophetas. Sem o appa-
ral> das sciencias humanas, que tanta autoridade
das grande emprezas.semas riquezas do seculo
que lanto fascinam o corago, sem promessa de'
oulro premio neste mundo, que as perseguigoes,
o desprezo e a morte, quer Jess Chrislo refor-
mar o mundo, abolir urna roligio sustentada
pela poltica dos governos, ornada com a seduc-
tora pompa dos sacrificios, fcil e suave pe-
la tolerancia daquelles vicios, que mais captivam
& corarlo humano, eo que mais substitui-la
por urna outra, queprecreve inteiro sacrificio das
paixes e amor aos soffrimentose aos dosprezos.
E isto elle consegue tendo contra si ludo o que
ha de grande no mundo, isto os monarchas com
seus premios e castigo, os sabios com suas
scienciaa-8 escrneos, a plebe com seu capricho
causado pela adulacao aos grandes e al seus
21) Haeb. 1.1.
22) Isa. 9. 6-
23) Hebr. 1. 2.
24) Math. 28. 18.
25) Luc. 2. 47.
26) Luc. 9. 58.
(27) Joao. 6. 58.
(28) Joan, 8. 46.
oheciam bem o amor de um Deus e os recursos de
sua omnipotencia.
A magestade divina offendida pelo homem exi-
ga rigorosa salisfago, cousa que o homem infi-
nitamente inferior Deus nao poda realisar por
si mesmo, e posto que creado imageme seme-
lhanga do mesmo Deus, (32] e por elle sublimado
e collocado em lugar pouco inferior aos aojos (33)
urna infinita distancia o separava da divindade,
e assim seus gemidos e suas lagrimas destituidas
de todo o merecimeoto nao podiam desarmar a
divina justicia : e o sangue das victimas, que se
immolavam, nao poda ser agradavel na presen-
ta de Deus, seno porque era figura e represen-
tado de oulro saogue de valor intimo, que tinha
de ser derramado sobro um outro altar at ento
despresivel e objeclo de igoonimia, e depois glo-
rioso e objeclo de adorago.
S um oulro Daus poda satisfazer pelo homem
porisso que s um Deus acharla em suas obras
valor infinito para pagar a divida quasi infinita,
que o homem havia contrahido para com a ma-
gestade divina ; porm a razao nao pode admit-
tir mais que um ente infinito, como tambem a f,
que coodemnando o monstruoso erro do polythe-
ismo fez da unidade de Deus o primoiro dogma
da religio calholica.
Grande difliculdae na verdade, charissimos fi-
lhos, ou o homem havia de flear sem remedio
entregue aos depravados desejos de seu coraco
e tendo por certa a condemnago eterna, ou Deus
havia fazer desapparecer um dos seus attributos
a justiga. (34) Maso amor deste mesmo Deas
par com os homens, achou meio de conciliar
ludo, fazeodo-se elle mesmo homem sem deixar
de ser Deus, tomando carne humana a segunda
pessoa da Trindado Sanlissima, o Verbo Divino,
que tendo a mesma natureza que o Pae e o Es-
pirito Santo, elle mesmo Deus, e desl'arte sof-
frendo na humanidade como bomem, deu seus
sofTrimenlos um valor infinito como Deus ; por-
que Jess Christo Deus e homem verdadeiro.
Eis, amados filhos. como a misericordia e a ver-
dade se.enconlraram ; a justiQ e a paz se oscu-
laram (35).
J satisfeila a divida do homem prevaricador,
j a Justina divina recebe urna condigna satisfa-
go : porque j nao o sangue das ovelhase no-
vilhos que derramado pelo sacerdote da antiga
lei, sim o sangue d'um Deus, que derramado
pela salvacao dos homens, o sacrificio por ex-
cellencia, em que Jess Christo a victima pu-
rissima e juntamente o summo sacerdote da nova
lei.
Eis, charissimos filhos, a obra de Deu por ex-
celencia, a obra, que espaotava o real propheta,
quando ainda vista de longe. Ah quo grande
deve ser o nosso roconhecimento e bosso amor
para com Jess Cbnsto que nao s nos resgala ;
mas leva to longe sua bondade, que quer Ocar
comnosco nao por algum tempo, mas todos os^
dias at o fim dos seculos ; por isso quer e man-
da que o sacrificio que havia consammado no
Calvario seja repetido em sua memoria, (36) e
elle de novo sacrificado e offerecido a seu eterno
Pae.
Mas Jess Chrislo com aquella ultima pa-larvra
proferida no alto da cruz quando eotregou as
mos de seu eterno Pae sua sanlissima alma, nao-
deu por coocluida a grande obra para a qual ha-
via sido mandado ao mundo : tinha, verdale,
consummado a redempQo do genere- humano, e
tinha, por isso, de deixar a trra ; mastinba de
(29
(30
31
32
33
31
(35
(36
Joao. 1.9.
Heb. 1. 5. 10
Corinth. 1. 27.
Gen. 1. 23.
Ps. 8.
Ansel. cur Deas homo 1.1. a-, 15.
P..84. 11.
Luc. 22.14.
dar cumplimento sua palavra de fiar eos w
homens al o 0m dos scalos (37). Conhecii elle
que sua doutrioa .*}o correr dos lempos, por maior
cuidado, que tiressetu homens em conservar,
passaria por diversos e encontradas inlerpretacdes
e se apartara daquella puiSza com que era an-
nunciada por,elle os homens, se nao ficasse en-
tregue como um precioso deposito, quem lives-
se, alm das qualidades proprias de es conservar
isenla de todo o erro, urna duraco, que abran-
gesse todos os seculos, sem lhe faltar a vislbilida-
de am de ser de todos conhecida.
A este fim, charissimos filhos, instituid elle
urna |sociedade de homens, cujos membros se
succedem segundo a vicissitude dos lempos e des-
appirecen da face da Ierra sem que elle morra,
porque para cumprir o destino que lhe assignava
o mesmo Deus, era necessario que fosse revesti-
da da immorlalidade. Sociedade, da qual quiz
elle mesmo ser o ebefe e governa-la por meio de
um vigario eacolbido d entre os borneas, quem
alm de outras prerogativas proprias de seu re-
presentante na ierra, deu regidez e immobilidade
da pedra chamando ao seu primeiro- vigario Pe-
dro (38) e a sociedade egreja, dizendo, sobre esta
pedra eu ediflesrei a mioha egreja, to forte e lo
in varia vel, que lodos os seus innmera veis inimi-
gos por poderosos que sejam nada podero con-
tra ella. Desl'arte, charissimos rmeos e amados
filhos, Jess Chrislo conciliou o deixir a Ierra e
ir a seu eterno Pae' com o flear comhosco at o
Bm dos scalos ; porqse iostituindo a egreja deu-
Ihe o poder bao s de se governar, como tambera
de consagrar o seu corpo; assim Jess Christo-
est na egreja, cujos membros somos, nao s em
poder governando-a e dirigindo-a, mas em pessoa
debaiio das especies sacramentaos.
Desta sociedade divinamente instituida, e que
oceupa na Ierra o lugar do mesmo Jess Chris-
to (39) que vos qaeremos eatreter por um pou-
co, charissimos filhos. pela prmeira vez que te-
mos a fortuna de vos fallar desta egren catho-
lica, a quem Jess Chrislo seu divino fundador,
prometteu assislir com a divina virtude do seu
poder at o Qm dos seclos, que as, que- rmme-
recidamente somos mandado a vos guiar nos ca-
miones do Senhor, vos queremos iallar, e com-
muoicar-vos os seotimentos, que tenaos- par* cara
a Esposa predilecta de Jess Christo cujo sangue
a purifkou de toda mancha (40), e cuja graea a
ornou de lo bellas e variadas cores, que sao- as-
virtudes, que s nesla egreja se eaconiram.
E' a egreja calholica, charissimos filitos, uota
sociedade de lodosos fiis que professam a mes-
ma f, admillem e recebem os mesmos sacramen-
tos e sao sujoiios aos legtimos pastores, isto ,
ao summo pontfice, vigario de Jess Chrislo na
Ierra e successor de S Pedro, e aos bispos, que
esto em commuohao e unidade de f com elle,
como chefe do- episcopado catholico.e a quem fot
mandado apascentar os deis e os meamos pas-
tores (41;.
A esta sociedade deu Jess Christo um poJer
immenso para debelbr o inferno sempre em cam-
po contra ella; armando-a nao com a fe-rga mate
rial do mundo, que nada aos olhos de Deus ;
mas com as virtudes e soffrimentos que tem ven-
cido e ha de ven er seus maores e mais encami-
sados ioimigosal'o fim do mundo.
E' bem sabido; amados filhos, como se leas ve-
rificado as palavras propheticas, que Jasas C.
dirigi aos primeiros pastores d'esta egreja-, e na
pessoa d'ellss a- todos que fossem escollados- pa-
ra continuar a misso divina do filho de Daus.
Eu vos mando, diese elle, como ovelbas entre as
lobos : os homens vos faran comparecer nos seus
juizos e vos farlo acoutar as suas syoagogas, e
seris levados por meu respeito a presenta dos-
governadores o doe-res-para Ihes servirdes el-
les e aos gentos de teslemunbo (42). Estas pa-
lavras do Redemptor tiveram- seu perfeito cum-
primenlo : pois ha deaaeve scalos que esta
egreja priocipiou em uaa canto da Judea, e at
boje nao tem deixado de ser perseguida, calum-
niada e ultrajada ;. urnas vezes pelos idolatras,
que forja de derramar o sangue ebristao, qui-
zeram proserev-la do mundo, enapregando
este fim todosns tormento-, que -s>barbara mali-
cia pode inventar: outras vezes pelo proprios
filhos, que raivosos contra o medico-, que os vi-
nha curar e levados de suas desordenadas paixdea
levantaram as mais funestas- horeaias, ioverten-
doe falsificando a revelaco e ingratamente ras-
gando a incoasutil roupa da mais carinhosa das
maes e separaado-se do seu regajo por meio do
scisma : e ltimamente a bracos com o mais pe-
rigoso dos inimigos, que ella teve a combater,
ioimigo, tanto mais terrivel quaoto-meis disfar-
Cado e tanto mais perigoso quanto mais obse-
quioso se mostra para com ella.
Queremos fallar, amados filhos da poltica ~
nao d'esss- sciencia nobre em seua principios *
utilissima em seus resultados, que sao a felici-
dad e dos povos e o engrandecimealo da noedes;
mas sim Miamos d'essa poltica egosta, fundada
oos perigosissimosprincipios do Machia?el ; po-
ltica, que para chegar aos seus fina considera
como licito o emprego de lodos es meios por en-
contrados que .sejam destituidos da toda jus-
tica. ________ ___________________
que prese-
voz apres-
FOLBETIH
OBATEDORDEESTRADA
PAULO DPLESSIS.
SEGUNDA. PARTE,
Vil
(Conltnuoclo.}
Antonia fez nova pausa, depois do
ruo com extrema animaco, e com a
sada como se receiasse ser interrompida pela dr
ou reflexo. .
__Luiz, o meu conlentamento nao me taz es-
quecer que sois nobre e poderoso. Nao me in-
terrompaes, eu vos aupplico. O voaso nascimento,
e por conseguale os vossos hbitos e gostos col-
locam entre nos dous urna barreira iosupersvel I
Comquanto muito ignorante conheco todava pou-
co maisou meos a existencia dos grandes da Eu-
Topa : li nos livros que me deixou minha pobre
mae, que esses senhores faiem consistir toda a
sua felicidade noluxoe na riqueza, que ompre-
gam extraordinarios esfor^os durante a sua vida
iDteira para adquirir honrase digoidades, final-
mente para manter-se no podero I A ambiQao
lhes abafa qualquer outro sentimento dalma l...
Para elles o casamento nao a reciproca doac&o
de dous corac,ee; um negocio, urna especula-
5o, tanto que lhe do o nome de allianga 1
- Este, amados filh'os, o dolo dos nossos dias,
elle se sacrifica com um cario tnthusiasmo fa-
ftico a honra, o tjever, fl jastia e mesmo a cren-
{a religiosa, que o que fi homem tem de mais
consolador n'este mun Jo. ,
Nao se traU mais de evitar o%* olPe* da estu-
pida idolatra, quem os filhos da eSreJa PPa-
pham a mais heroica coragem deixaOv D0 an~
nuaes do christianismo essas bellas pagina8 non"
rs e gloria da egreja calholica ; nem ten.' esla
jnesma egreja de revolver seus archivos e com"""
sar a IradicSo para responder aos hereges esit*
abjegoes tantas vezes pulverisadas: mas sim de
(ieautelar-se d'uma fina e meditada traigo, que
debaixo do mais respeitoso sculo de paz, quer a
Jolitica do mundo fazer com a esposa, o que Ju-
as fez com o esposo, isto atar-lbe as mos e
entrega-la aos escrneos e insultos da multidao.
j De urna parle para paralisara acgo disciplinar
da egreja falla-se com profundo respeito do dog-
ma, e pretende-ge collocar a egreja em trm ma-
gstoso thronona alta regio do myticismo segre-
gando-a das cousas materiaes como indignos d um
reino, que nao d'este mundo, (43) sacrificndo-
se d'est'arte a interprelagai da mesma egreja e
mesmo as regras da grammatica ao oceulto deso-
jo de ver a egreja reduzida a urna associac.o de
escriplores e nao de homens, e com tal alheia das
coosas do mundo. A moral evanglica em theo-
ria recebe os mais pomposos elogios e tida co-
mo rnblime e divioa, quando na ortica cada um
sejulga, por isso mesmo que homem, fra de
sua influencia. Eleva-se as nuvens a sublime
santi-lade que exige o sacerdocio eatholico para
de um odioso contraste resultar a iodigiiade dos
sacerdotes e expo-los a irriso e mofa- do povo.
De outra parte exalta-se e, dizemos mesmo,
esagera-se a liberdade dos povos e os direilos
dos principes, a fim de ser a egreja tida coma
usurpadora de direilos alhelos como a ioimiga
declarada da liberdade a de todo progresan ; fa-
zendo deste molo que a egreja e o estado civl,
que, por sua natureza e diversidade dos seuafius.
podem viver vida tranquilla n,esle mundo, coad-
juvando-se' mutuamente, eotrem em profundas
desconfianzas e escandalosas guerras, que mullan
vezes terminara pelo emprego da otqa material,
nico recurso de auem sao tem seu favor a ra-
teo e a justica |44).
Podamos aqu perguntar com o psalmista por
que os povos conceberam projectos vaos, e os
principes se ajuntaram sm eonselho contra o Se-
nhor e.contra o seu Christo-? (45) A resposta
obvia, amados filhos, pois essa opposicao tem
por fundamento a guerra, de lodos be conheci-
da, entre o vicio e a virtude, entre o reino de Sa-
tauaz e o de Jess Christo: Recebeado' a egreja
a alta misso de continuar a obra do filho de
Deas, coosliluiu-se por isso mesmo herdeira nao
s de-seu divino poder, como tambem das> perse-
guicoes, que o mundo, na pessoa de seu secta-
rios, levantou contra elle, calarantando-o ar le-
va -lo ao infame patbulo. Nao pede o inferno
soTrer que suas conquistas sejara parausadas,
suas leis contrariadas e seus adeptos arraneados
s suas garras : nao poda o mundo, carreteado
de vicios; soffrer to acrrimo censor de suas
desenvolturas, como se aprsenla a egreja coma
austeriddedesua purissima moral, abalendo-lhe
o orgolho com pr-lhe diante doa olhos milh&e
da humildes e escarnecidos do mundo exaltado
o cornados de gloria ; combarteodo a senaualida-
de, Bpresealando-lhe gloriosos nxereilos de vir-
gensU toda a edade e cathegoria ; -destruindo o-
amor desordenado dos beos da ierra, fazendo-lbe
ver com-que desprezo os amigos de Deus vence-
ram o mundo, e entraram no gozo da verdadeira
riqueza ; emfim, amados filhos, os do mundo nao
podem soffrer esse bello cdigo da moral ebris-
la, que vm encommoda-lo no somoo dos pra-
zeres ; nem o iuflexivel procedimento da egreja,
que nao transige eom o vicio, nem pode tomar
lugar no banquete presidido peloespirtovdas tro-
vas. D'aqai os odios, as guerras,- as perseguigoes
e as calumnias prodiitalisadas contra esta-divina
a_utilissima instituido: d'aqui esse unisono, ter-
rivel e frentico brado levantado contra o poder
da egreja : rompamos os lagos e' sacudamos de
nos o seu jugo; (46) porm 'aquello que-habita
no cu zomDarS delles e o Senhor far d elles es-
carneo, (47) porque certo e de f, amados fl-
l.'ws, qm egreja da Jess Christo, urna vas-es-
labelecida no mundo, todos os polticos, por ruis-
profundos e experimentados que sejam na lctica
dadesfarce, nunca podero preserev-la ;. por-
qa nao sustentada por braco de carne, que ella
sa mantm, mas na virtude daquelle, que, se-
ruoxJo a phrase dos livros sanio, traz escrplo-
em seus vestidos-: *i dos Rtit, Stnkr dos- Se-
nborts. (48)
quando elle, na pessoa de seus pastores, em
um ou outro lagar do mundo, cede forca,. a
mesaao quando alguns de seus filhos, Iludidos
pela falsa poltica, ou levados de suas desorde-
nadas paixes, desconhecem ingratos-oS-afago
de to carinhosa me ; nao pensis;- amados fi-
mos,, que ieto equivale urna completa derrota^
e quej chegada a hora de cantarera victoria
seus -implacavelsinimigos ; nao, isto-nso serva
sena para, em outros lugares, mosirar-se ella
mai radiante de gloria e mais forte na conquista
das almas para o cu.
Owvi, amados filhos, as bellas palavras de Boe-
suet : que importa, diz elle, que lhe decotas-
sem alguns ramos-que por si mesmo se esgalha-
van>? O sueco interior que a nulria, fioava den-
tro delta : ia brotando de novo por outros lados :
costucaa-se arrotear o multo para fertilisar a Ier-
ra, e cortadas estas folhas e^tere,s> * f>-
ziam mais do que abafar a egrtT'a> oiedravam os
seua froctos e se tornavam ainOv1 n,a'8 s*boro-
os...... As obraa dos homena desv'.neceraa,"8a
apezar do infamo, que as sustentara : *" 00r"de
Deus tem prevalecido : e a sua egreja triuiu D>"
do da idolatra e de todos os erros. (49) '
(Coninuar-re-Ao.)
Teem alguns jornaes chamado
37) Naih. 28. 20.
38) Math. 16. 18.
Luc. 10.16.
Efes. 5. 25. 97.
Joan. 21. 13.17.
Joan. 21. 13. 17.
palavra, applicada um acto to solemne, e la o
sagrado, pareceu-me sempre odiosa 1 Bem la-
grimas que me tem arrancado a leilura dos am-
les dos grandes e fidalgos com pobres e desval-
lidas jovens I Todos esses amores acabam sempre
em abandono : pois que elles quando amam, o
que sempre lhes acontece, vingam-se com o sar-
casmo e desprezo da vergonha do haverem em-
bregado a sua affeicao em mulheres de condic&o
obscura. Nao procuris provar-me o contrario,
Luiz porque vos abrirei os meus livros que dizem
todos a mesma cousa. Bem sei que nao vos pa-
jeceis com os outros vossos eguaes ; sois nobre,
generoso e bom 1 Ninguem ha que seja melhor
do que vos: eu negara antes a luz do sol do que
suspeitaria da lealdade das vossas intenfioes I Nao
o receio de me abandonardes que me assusta,
nao : o pensamento de que seris toreado por
Tossa honra e honestidade viver comigo, quan-
do j nao me amardes mais 1...
Quando eu nao vos amar, Antonia I
Deixae-me acabar, Luiz. Estou persuadida
de que se a nossa vida inteira tiresse de escoar-
se oestas solidos, o vosso affecto durara sem-
pre... mas nio devo alimentar esta esperanza. A
vossa educarlo, os vossos gostos, e hbitos pro-
prios de um fidalgo tornam-vos necessarios o luxo
e os prazeres ; e por isso a tranquillidade e o si-
lencio das solidos, a monotona da nossa exis-
tencia longe do bulicio dos acontecimeotos, bem
depressa vos tarjara insuportavel a residencia da
" (*) Vid otario n. 15Z.
Ventana 1 Sois moilo generoso, Luis, e procu-
rarieis todos os meios de oceultar de mira o vos-
so desgoslo ; mas eu tambem vos amo muito
para que deixssse de perceber a vossa tristeza, e
advinhar-lhe a causa :.ver-me-hia, pois, obriga-
da a supplicar-vos com instancia que me condu-
zissei8 para a Europa, e vos do certa nao resisti-
rieis s minhas supplicas.
E se assim fosse, Antonia-, encoutrarieis na
Europa em minhas irmas- outras tantas amigas,
que vos prezariam muito, que altivas se julgariam
por possuir a vossa amisadol
Na Europa,. Luiz, eu seria ridicula 1 Estra-
nho tanto os usos e costuraos das cidades civili-
Isadas, que lodo o mundo zombara de mim. Os
vossos amigos e eguaes, fidalgos como vs, nao
cessariara de dizer-vos que flzestes mal em des-
pozar-me, e que deverieis reenviar-me para o
meu palz deselvageas. Estou certa que Do da-
is ouvidos aos seus consolos ; mas a piedade
de que elles s revestiram para comvosco, infe-
lizmente justificada pela minha ignorancia, irri-
tara a vossa altivez, tornar-vos-nia bem digno
de lastima 1 Luiz, o meu amor immenso para
que eu hesite um s momento ante um sacrificio
qualquer que assegure a vossa felicidade. Res-
tituo-vos a vossa palavra e o vosso juramento, e
agora sou a prmeira a pedir-vos. que partaes.
Oh I que desgrana que sejaes nobea e fidalgo I
Sena preciso mais que urna peona, seria pre-
ciso um pincel para reproduzir a expresso de
pasmo e ternura, que se reflelia no semblante do
conde quando Antonia acabou de fallar. A pres-
ciencia que descortinava aos olhos da moca os
mysterios de um mundo para ella desconhecido,
parecia-lhe ser um prodigioso milagro do amor, e
nisto nao se eoganava.
Antonia, minha muito amada, aprecio os
receios e escrpulos que me manifestaes, porque
elles provam que muito vos preocupaes da mioha
sorte : porm, grabas a Deas, sao lodos destituidos
de fundamento. Os livros que lestes e que pos-
suisforam escriptos ha uns cem annos por pea-
soas que nunca virara de perto um fidalgo, e que ae
deixaram levar por falsos depoimentos de criados
e subalternos, ou ento foram eseriptos recente-
mente por pessoas que se nao podem habituar a
idea de possuir anlepassados entre os nobres I
J vedes, pois, que cmposicfto desses livros
presidio um espirito ou interesse de partido (hei
de explicar-vos isto mais tarde), e por conse-
guinle esto elles bem longe de ser a expresso
da sociedade actual. Hoje, minha querida Anto-
nia, nao existem mais grandes na Franca : elles
cederam o campo aos ricacM e millionaros. Esses
ricacos mercadejam com as mulheres, porem nio
as illudem ; e depois, se as abandoodssem, nao
seriam to culpados, porque ellas tambem por
seu lado pouco se dariam do sea abandono I Es-
ses millioniooarios sao os dominadores da m.vilti-
do; maldizem-noa por detraz e em voz. baixa,
mas quando elles apparecem curvam t cabera, es-
tendem-lhes a mo 1 O espirito, que outr'ora
(13* Math. 10. v. 17.18.
(44) Veja-se o que a-conteceu aos ambispos
de Colonia, de Nova-Granada, etc.
45) Psal. 2.
46) Paal. 2. 2.
(42) Ibid. 3.
48# Timot. 6. 15^ Apocal. 17. 14.
dirg.'da ao ministro da agricultura, commercio e
obras publicas. Esse projecto, que devemos levar
ao conhetimento dos nossos leilores, agora que
vad ser modificada a legislado de 1844 sobre as
potentes, presentemente o objecto de animadas
discusses no seio da associaro para a reforma
commercia, que contina a tersesses importan-
tes. Suscita elle diversas questes sommamente
graves. Ifereceu a approraco e o apoto de um
soffrvel numero de fabricantes e borneas compe-
tentes. Um jornal especial, consagrado discas-
sao das questes de economa poltica applicada,
e que desempenha essa tarefa com um talento
egoal ao zelo, o Avenir commercia, tem-no te*
mado, por assim- dizer, sob sua prtecgo e sus-
tenta -o calorosamente. N'uma palavra, o projec-
to do Sr. Boutarei nao poda ser confundido com
aquellas locubracoes- vas que a induslria e as fi-
nancia produzem cora a mesma feeundidade e
com a mesma feeundidade infeliz que a litteratu-
ra e a philosophia. E' bastante esp6-Io para co-
nhecer-se a sua importancia e alcance.
Nos mesmos notamos quo prejudicial era
industria a legislacao actual sobre as patentes, e
manifestamos o receio de que o nove projecto de
lei propostos deliberares do corpo- legislativo
nao fizesse obter alguns melborameofas reaes
cusa de inconvenientes muito maiores. Sao es-
ses inconveniente que o Sr- Boutarel leve em
vala a que qoizera fazer desapparecer por meio
de um projecto inteiremente novo, pelo que- nos
parece, e que ser isento dos vicios atirlbuidosao
actual estado de cousas, O fim desse projecto
conciliar com resultado melhor do quoat aqu o
interesse da induslria a o do inventores. Segun-
do o Sr- Boutarel, nao pode existir o artigo IB da
li de 5 de julbo de 1844 que permiti a qual-
quer obter urna patente por mudaoga, addico ou
aperfeicoamento de urna deseoberta ou ioveoc.o
j privilegiada. < Esse artigo; diz elle, autoras e
protege a industria daquelles que com razoso
chamados piratas da industrio. A sede de sua
vasta pira '.aria: & o ministerio da agricultura, com-
mercio e obras-publicas; apenas ha urna inven-
gao privilegiada, tomara elles cooheeimeoto dos
desechos, planos-, etc., e proceden a um minu-
cioso'exame em todas as pecas. Sa por infelici-
dad nolam um simples esquecimeato do inven-
tor, unta omisso, esto salisfeilos os seus dese-
jos ; obteem urna patente de aperfeicoamento.
Colloeado sob a presso da patente de aperfeicoa-
mento-, o inventor obrigado transigir com os
aperfeieoadores; alias est perdido. Nao esta
a verdadeira coocurrencia tal como deve existir,
e cujo resoltado immediato a barateza-;. nada
menos que espoliaeo do inventor pe j suppos-
te aperfeigoador. Um semeibanta estado de cou-
sas deve ser conservado vista do nosso novo
systema econmico?
A economa geral do projecto do Sr. Ebutarel
nos parece ingenhosa e mais simples do* que o
systema quo- nos rege to fecundo em complisa-
{es. A distinegao de dues especies de patentes,
a patente de deseoberta e a patente de realisacao
e applicago, distinego fuadanaeotal nesse pro-
jecto,'corresponde a duao-ordens de fados diffe-
rentes que nao poderiam ser confundidos sem
qse dshi resullassem lacuoas einjusligas na le-
gislagao.-A invengan de aovos meios oa de no-
vos productos-industriaes pe em aetividade fa-
culdades mai diversas daquo exige a applicago
e que s vezes sao al exclusivas deslas ultima.
Eis um exemplo entre mil, o qual justifica a dis-
tinego do Sr. Boutarel, e teve o mrito de ser
mu recente. O oleo de carvo de pedra deu ori-
gen] a tres lcalis volateis. Um delles, a anilina,
produzio urna viva sensago nos fabricantes frao-
eezes e estrangeiros por causa da apparigo da
cor de violla o encarnado industriaes de anili-
na. Hoje pleileiam-se tres processes por contra-
faego do encamado de anilina, uma das mais-
bellas applisagoes da chimica theorica. O Sr.
Hoffman, celebre chimico ioglez, o inventor
desse produoto, e a 20 de setembro de 1858 deu
elle parto de sua deseoberta academia das scien-
cias de Paris* n'uma memoria sob o titulo de
pesquisas para auxiliar a historia das bases or-
gnicas. O Sr. Verguin, aproveitando-se do tra-
badlo de Hoffman, substiluio o bicblorureto de
carbono pelo bkhlerurelo de estanho; foi elle o
primeiro realisador do producto industrial encar-
nado de anilina e dotou a tinturara e a impres-
sio com essa cr to viva e pura. O Sr. Gerber
Keller, de Mulbouse, subsliluindo o bicblorureto
de estanho pelo nitrato de mercurio, obleve novo
producto encarnado superior ao de Verguin. Os-
Sr3. Depoully, com o auxilio do acido ntrico
acharam urna materia colorante superior em bel-
leza o em lucro fuschina, e sobreludo de urna
cdmposigo essencialment diversa da do Sr.
Verguo. Temos pois un inventor pratico : O Sr.
Hoffman. e tres realisadores: os Srs. Verguin,
Gerber Keller e DepouiUy.. Nao baver ah, des-
do que o momento em que se admittir o syste-
ma das patentes de invengo, direilos qo.e devo
ser egualmenle respeitados ? O genio, que desco-
bre, ficar sem recompensa como quasi sempre
acontece boje? Isto nao- quer dizer' que o Sr.
Boutarel contesta os ttulos do realisador. Lem-
bra elle que por meio deste ultimo que se ur-
Prefere-se urna linguagem esquieila-, que por
minba parte nao posso comprehender, a a qual
segundo dizem, se adapta maravilbosamente s
exigencias do interesse I .... Tudo islo me con-
trista, e me causa verdadeiros accessos de cole-
ra.: tudo o que oa Franca me -rodaia choca e of-
feade as minhas recordagas de familia, os meus
instinctos, e es meus gostos pessoaes. No meio
da multido-vejo-me s e isolado 1 Se teoho oa
nao razao da pensar assim-, o que nao vos pos-
so a [firmar ; possivel mesma que eu esteta II-
ludido, e que o meu desgosto pela existencia na
Europa proveoha nicamente do mo acert do
meujuizo a respeito.... nao importa I o essen-
cial quo esse desgosto, motivado ou nao, exis-
te realmente, e juro-vos que ineuravel, tanto
que mofez abandonara minha patria 1 .... Ago-
ra que teoho combatido, e vencido, segundo pea-
so, os vossos escrpulos, nao tratemos maia do
semejante cousa. O voaso encontr, Antonia,
restiUiio-me toda a frescura juvenlude do co-
rago, que eu jolgava merlo para sempre I A'
todas as horas do dia agradego a Deus o ter-me
cooduzido para junto da vos, onda entrevejo urna
existencia nova, e resplandecer de felicida-
des I ...
A alegra nao se descreve ; quando o conde e
Antonia voltaram do seo passeio, via-ae nelles o
par- mais seductor, e satisfeito, que a omnipoten-
cia de Dos tem creado sobre a Ierra.
A' hora do jantar Panocha com os seus hrilh antes
trajos de Fgaro, veio por si mesmo tcstemunhar
a felicidade dos dous amantes : o Heoaoo bem
conhecia que eslava vencido, mas combata an-
da pela gloria : infaliz delle que mal. sabia a
provago que Ibe estsva reservada l
Sr. Aodr, disse-lhe o conde, vou recorrer
vossa bondade: preciso que vades bote
mesmo Guaymas.
Tendea alguma misso a confiar-me, Sr.
conde ?
Tenbo um favor que pedir-vos. Conheceis
em Guaymas algum sacerdote?'
Goohego um padre que veio justamente fi-
zar a sua residencia em Guaymas com quanto nao
exista ali egreja....
Su p pon des que esse ecclesiastioo consenti-
r em acompanhar-voa at aqui ?
Que duvida, se o indemnisarem bem do
sen incommodo I
Isto sabido, Andr. Ora pois, confio am
vosso zelo que me trareis amaaha esse sacerdo-
te. Mas o que que tendes, parecis to preoc-
cupado que ma nao ouvis 1
Pego-vos perdo pela mioha distraegao, Sr.
conde; mas a falta est em vos mesmo....
Em mim ?
-* Ou na cadeia do vosso relogio. Realmente
sois bem feliz em posaulr semelhante joia 1 De-
pois que chegastes ao rancho nao fago seno nol-
is pensar todoa os dias, esonbar todas as noitea.
Ter um relogio que marque as horas tem sido a
idea fiza de toda a minha vida IB.' provavel
(49) Discurso sobre, a hist. uoiv. 1. 2. p. 129.
na fecunda e til ama concepgo do espirito mul-
tes vezes sem efflcacia. Lembra que elle quem
ae ve as mais das vezes condemnado aos maiores
sacrificios de dinheiro, a continuas apalpadellas.
aos maiores riscos. Nada pareee, pois, mais justo
do que reconhecer os dous direilos consagran-
/ti?-oa em duaa especies de patentes. E' o que
nao faz *ufflcientemente a lei actual, o que ae
prope fazer C $* Boutarel.
Quanlo iuelle ou'ro direito que faz menos
roldo do que o dos inventores o realisadores, o
direito de todos, quer' nra_ inventar, quer para
aperfeigoar, quer para aplicar, e para nao pagar
impostos injustos em cocsequpncia de in vengos
de pouco mrito e ulilidade, o Sr. Boutarel ga-
rante-o sufficieotemente com urna medida que
nao tem relaco alguma com o que asiste ac-
tualmente. A patente, segando o seu projecto,
cahe no dominio publico a contar do dia da pu-
biicago feita pela administrago que manda pu-
blicar de tres em tres a descripeo das pa-
tentes. Desde entao, cada um poder-so-ha ap-
plicar-se livremente no desenvolvimeolo da des-
eoberta, se fr sera. Grande satisfago a um
direito sagrado, grande facilidade concedida ao
espirito de progresso e i produego barata. Mas,
diro, o que feite do direito do inventor desde
o momento em que so faz desapparecer essa ga-
ranta do drreit'o de explorago exclusivo e tem-
porario que eonslitue boje todo o seu privilegio- ?
O aator da memoria nao quer de modo algn
supprimi-lo ; porm sabstitue a actual maneira
de reeompeusar por outro principio, o da iadem-
nisaco. Tres annos pelo meaos depois de se ter
comogado a explorago de urna patente, o privi-
legiado pede requerer urna indemnisago ao tri-
bunal imperial de Pars. Urna cmara especial
desse tribunal toma contiecimento dos reqoer-
mentos dos inventores e fixa o qjuantum da in-
demnisago que se ha de conceder ao privilegia-
do. Um jury gratuito de sabios e fabricantes ft-
ca instituido nesse tribunal, Todo os anoos o>
ministro da agricultura e commercio formla urna
lista de sabios, e cada cmara de commercio faz
urna lisia de doze fabricantes. Esses sabios e es-
ses fabricantes fleam designados para formar o
jary espeeial encarregado, dado a caso, e apre-
seniar o seu parecer sobre o valor das pateles.
K' assim que o Sr. Boutarel espera conciliar
os dreitos dos inventores o aperfoigoadorev as-
sim como dos realisadores* em latas reciprocas,
estancando urna fonte inezgolavel de demandas,
e conceder ao mesmo lempo a justa remunera-
gao devida a seus osforgos, a seus riscos, a seus*
servigos com os interesses da communidade.
Dissemos que eise systema nos pareca eoge-
nhoso e inspirado por um pensamento excellente.
Deixaremos os homens especiaos juizes dapossi-
bilidade ou da facilidade maior ou menor d o
por em pra tica. Podemos, porem, prever desde
j sobre que pontos esseu cines versa rao as-su as
objeegoes. O modo de remunerar ha de ser o
alvo dos ataque. Ser possivel, diro, chegar
nesse systema a urna justa appreciaco, a Urna,
remunerago suf&cieote do trabalho da inteUi-
gencia aplicado industria? O vosso jury nao
ser assaltado per mil preteoge infundadas^
sitiado pela intriga-, accessivel pretecgo ? Em,
segundo lugar, de que fundos ha de se tirar essa
massa de indemnisagoes annexa invengo ? Se-
r do imposto que lodos pago ? Nao havera en-
to proporcionalidades Exige justica que a
despezas de um servigo sejam exclusivamente pa-
gas ou ao menos- sobreludo por quem faz uso-
delle. Porque rasao eu, que compro pouco ou
ainda que nao compro taes ou taes tecidos, hei
de pagar para os seus- aperfeicoamento tanto-
qnanlo os que faaem delle .um graodo coesum
mo. Ser isso equidade? Ser conforme a es-
ses principios de 1789;. oujo espirito iovocaes
para tornar liberal a legistego sobre as patentes?,
Bem reconheceis que nao, pois propendes esta
belecer o imposta que constituir a verba das in-
demnisagoes, sobre a induslria exclusivamente.
Cada fabricante,. dizeis, ser-obrigado a fazer to-
dos os anoos o sacrificio de urna somma diminu-
ta cojo total ser-lancado na eaixa dos depsitos
e censignages, e servir para indomnisar os
inventores segundo o- mrito da deseoberta e o
servigo prestado induslria Resta saber com
quo disposigo reeebero es-fabricantes esse pre-
sente de um novo imposto e se neo se queixaro
dse fundar elle n'um grande abuso da solida-
riedade que os une entre si. Porque razo que-
reos, bao de objeetar, que-o campista pague pe-
lo aperfeigoamentos da industria do algodo,
quo os fabricantes aos quaes o cavutefaue faz con-
currencia, paguora as despezas dos no vos desen-
volvimentos que o- mesmo cavutehuo poder to-
mar, que a industria de escoras encarregue-se
do acorogoar a eurivesaria, joias, etc. etc. ? Dif-
ferengas mu grandes separara os diversos traba-
lbos para que o legislador estabelega entre elles
umasolidariedado contra a natureza manifestan-
do-se na acquiaiqo deum direito novo.
Taes sao as objecgea que o projecto do Sr.
Boutarel parece esperar. Estimaramos que po-
desse refuta-los- victoriosamente, porque o pen-
samento agrada-nos como mais.favoravel liber-
dade que tem eada um de inventar, aperfeigoar,
como em melbores relage do quo a legislago
actual com os interesses do publico e da produe-
go, como em fim acabando com essa chaga de
demandas por cootrafsgo que lavra e envene- -
oa-se todos os anoos. Nao dessimulando, porem,
que estas objecces nos parecem graves. Pode-
ra mos accroscenter que entre o systema do Sr.
Boutarel e a propria aboligo das patentes, ha
talvez menos distancia do que elle penas. Se era
a este ultimo resultado a qqe quera chegar. o
autor, devia diz-lo. Quaalo a nos, a aboligo-
das patales parece-nos urna simples questao do
tempo no.actual estado da industria europea, e.
propomo-nos a dar as razoes disso.
Henriql'b Bavdiulht>
[Journal des Debatid JJ. ujierroo.)
tOUBUI-HV* -- w- r",(W| H* Wi wau >*- .__- ^
dominara na Franca sob urna, forma lio bella, que morra sem realisar o meu desejo.
agora mu pouco apreciado, e por Uso tambem Duvido, Andr.
mui pouco cultivado^ J Porque, Senhoria?
0 conde despreneu a cadeia o offereeondo-a
cem o relogio Panocha, lhe responden :
Porque estes objectos vos partencem.
Panocha tornou-so vermelho de alegra, e apo-
derando-se logo do magnifico presente que lhe
oKereciam to generosamente,, perguo-teu :
* Este relogio .nao de musita ?
Nao.
Pois eu suppunha, por ser o ratogio de um
cande. Mas nao importa l Begula bem, e d as
horas bem alio ?~'
Sim, dorepetigo.
Panocha moetrou-ae mais consolado.
Entao Andr, replicou o conde-, partiris ho-
je mesmo?
Valha-rae Dana I responden o fidalgo com
ar embaragado ; teria muito praaer em ir por
vosso mandado a qualquer outra parte, menos
a Guaymas ^.pois nao me possivel agora appa-
recer nessa povoago.
Porque?
Porque contraa na. minha ultima viagem
urna divida de honra, quero dizer, urna divida da
jogo ; ora, vossa senhoria bem sabe que entre
cavalleiros....
Emquanto monta.essa divida?
Em ciocoenta piastras.
Ei-las ; podis montar j a cavallo.
Deaoia que Panocha perder al a ultima das
ridiculas esperanzas que conceba a respeito de
Antonia, cess ou de ser hidalgo para ser. Mexica-
no : eapeculava pois com a sua posicao de rival
mallogrado.
A. partida do iUuatre D. Andr restituio o con-
de e a sua noiva & doce intimidado de que ge-
zavam.
Antonia, disse o conde, agora que eslaes
bem persuadida de que os vossos. receios erara
apeoas generosas chimeras.e quedeveiater echa-
do a tranquillidade do espirito e do corago, di-
zet-me que segredo esse, de que fallastes. e
que nao quizesleaainda confiar-me ? Confess'o-
vos que me excitastes bastante a curiosidade.
A' esta pergunta a moga tornou-se sera e me-
lanclica.
Luiz, jurei nao revelar esse segredo seno
a meu marido....
E acaso Deus nao. recebeu j os nossos ju-
ramentos ?
E' verdade : nada agora capaz de sepa-
rar-nos 1 murmarou Antonia corn a expresso
de ineffarel alegra. Luiz, segui-me.
Para onde me levaea ?
Para o quarto em o;de babilava em oulro
tempo aquella que sup^unham ser mioha me.
Que suppunhapj 86r vossa me l repeli o
conde. Poii que l porventura essa infeliz assas-
sinada peina Acaches....
r Era a;.enas ama de criaglo I
M'jj ento quem era vossa mi ?
mm tunca a conheci, Luiz, e o que della sei se
redrjZ a uem pouca cousa : era boa como urna
'Jante, bella- como a Virgem, e morreu muito jo-
ven ainda martyr de um amor sem ventara 1
Assim fallando Antonia tinha ebegado diante
da porta da sua cmara, e foi somtate depois
de curta hesitago, do que ella mesmo se nao
apereebou, que resolveu transpor com o Sr. d'Ara-
broo o.limiar dessa.porta.
1 A cmara, posto que simplesmente mobiliada,
apresentava todava um aspecto deliciosa : urna
pequea blbliolheca tratada com todo o esmero e
cuidado, ramalhetes-de flores preparados eom urna
rara combinago de cares, um pequeo leilo oc-
eulto pelas cortinas decassa lio alva como a ne-
v de comprido alargo mosquileiro, fino tapete
decores vivas o alegres, qne cobriao assoslho,
taeseram osprincipaes ornamentos dessa cmara
de Antonia.
Reinava nesse humilde e modesto recinto, cuja
asseio caprichoso regosijava a vista, como que um
perfume democidade, poesa, e virtude de um ef-
feito superioc ao que se encontr Bas mais sump-
tuosas iovengoes da industria, moderna Um
sceptico penetrando naquelle asylo havia por.tor-
ga sentir-se commovido e abalado.
A moga depois de ter atravessadn rpidamente
a sua cmara abriu urna porta estreita, com toda
a solidez.construida na parada, essa mesma porte
de que Panocha failou a Graodjean, e que os Apa-
ches nao poderam arrombar: e passou logo em
seguida para o quarto, que os criados, do. rancho
chamavamo retiro da senhorita..
Esse retiro era ama pega de cerca do quinze ps
da comprido sobre dez de largo : urna janella de
varees de ferro dava ah entrada luz do lado do
nascente.
No meio do quaitaou retiro se achava um ge-
nuflexoriode construego ao mesmo tempo rica e
severa : sobre o encost do genufloxoro repousa-
va um cofreziuho de bano, embutido de ornatos
de marfim e de ac, que fazi-a recordar a poca
do renascimenlo: uro. quadro. original de Murllo,
representando a Virgem, eslava suspenso pare-
de, deotro do urna moldura de ouro: dous vasos
enormes da China, tendo cada um a altura de
quatro ps^ e guarnecidas de frescos e odorferos
ramos de flores, achavam-se depositados no chao
aos lados do genuflexori,
A surpreza do conde foi to forte que em vez
de dirigir a palavra a Antonia para interroga-la,
consultou-a sement com o olhar I
A moga eslava sensivelmenle conmovida: duas
lagrimas limpiis correram ao longo das suas fa-
ces ; ajoelhou e orou.
Luiz, disse ella quando se levantou, este
geuuflexorio, este cofre, estes vasos e este quadro
perteoceram minha me. O cofre encerra urna
tranga dos seus cabellos, o seu retrato, e urna vo-
lumosa correspondencia escripia do seu proprio
punho. Todos os dias me ajoelho ante estas san-
tas reliquias, e converso assim com minha pobre
me : foi ella quem me disse que vos amasse ;
do alto do cu, onde est, sorri para a nossa ven-
tura I
Gomo e chsmava vossa me, Antonia ?
A duqueza de ***.
-- A duqueza de ** I repeliu o conde pror>uu_
damente admirado; esse titulo um dos r-jas j_
lustres nao s da flespanha, como de to-*Jt chris-
landade. E vosso pae tambem morp.tu ?
Nio sei, Luiz,

Nunca o vistes ?
- Nunca.
.Mas a correspondencia escripia e- deixjda
por vossa me devera esclarecer-vos..
. Nao li ainda urna s- linha dessa correspon-
dencia.
-r- Eplicae-vos, Antonia, nao compreheado
Nao sei como conciliar o vosso culto pela memo-
ria de vossa mae com temanha indiSerenga I
ladifferenga, Luiz I ezclamou Antonia com
o tora de doce reprebenso. Oh I nao !... estaes
engaado !... E' temor e respeito...
Como ? Temor o respeilo ?
A moga dominada por extrema,perturbaglo pa-
recou hesitar antes de responden; afioal disse:
Minha pobre me foi bem nteliz, e por isso
devera ter soffrido-muito I Dizem, Luiz. que oa
vida ha horas fataes e terriveis, em que as mais
bellas almas cheias.de forca e rosigoago desco-
nhecem e duvidam de Deus f Basas horas de des-
vario, ou antes, de desalent, cuslam depois an-
oos e annos de arrependimeuto I Se < minha
santa me, vencida pela ddr, faltou um instante a
coragem, nao devo conheeer a sua fraqueza...
eu que noassisli ao seu arrependimento : quero,
que ella seja. e fique sendo sempre em meu pen-
samento a imagem da virtude celeste sobra a
Ierra I Os meus olhos banharam muitas vezas de
lagrimas esses caracteres escriptos por ella, mas
nunca os '.erara I...
Aalouia fez urna pausa de um momento, e lo-
go entregando aa conde a chave do cofre, conli-
nuou ;
Luiz, o moa dever agora obedeaer-vos em
tudo; pego-vos todava, no caso de-que essas
cartas vos doem a.conheeer a mais pequea cou-
sa que posas ser interpretada em desabono de
minha me, que a guardis em vosso peito, sem
m'a dizer, como um segredo eterno e invio-
lavel I
O conde eslava ao ultimo ponto enternecido;
tomou a mo que lhe estendia a moga, e nella
depoodo am fervoroso beijo, disse :
Guardae esta chave, Antonia, a mioha re-
serva ser egual voasa piedade filial. Deveia
comprehender que nao pede haver segredo entre
nos. E demais nao quero que, quando tivermos
de ajoelhar-nos ambos ante estas reliquias senti-
menlaes, um mu pensamento venha impedir o
meu corago de unir-se ao vosso com fervor I...
Vossa me deve ficar sendo aos vossos olhos um,
anjo da guarda, e aos meusurna santa I...
Oh l como vos amo, Luiz I exclamou Anto-
nia com um transporte de casta paixfto e ardente
reconhecimento.
No dia que seguiu ao da visita doft noives ao
I retiro, chegou ao rancho da Ventees o sacerdote
que Panocha fra buscar a Guaymas, a nesse
u*.amo dia abengoou a unio do conde d'Ambron.
com a senhorita Antonia,
(Connuar-M-/ia.)
PIM,- TTf, DI U, F. PK FARU.-lWi,


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