Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09327


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Full Text
AH IIITJI ID1E10 160
Ptr (res mezes adiantados 5g0O0
* Ptr tres mezes vencidos 6$C00
. i J*i 1 -
>tJUi
OARTA FE1RA 3 BE J0LH0
Per anno adiantado 19$00O
Porte franco para e subscriptor.
BCARRBGADOS DA. SOB8CRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
da Oliveira; Maranho.^Sr. Manoel Jos llar-
as Ribeiro Guimares ; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
fAKlll)A.-> UUS lAJKHiS.
Olinda todos os dias as 9 1/3 horas do da.
Iguarass, Goianna Parahiba naa segundas e
sexias-feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Caraar, Altinho e
Garanhuns oas tercas-Jeiras.
Pao d'Alho, Nazarath, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista.
Ouricury e Fx as quartaa (eiras.
Cabo, Serlnhem, Rio Formoso, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras. *
(Todos os correios partem as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO MIZ DR JULHO.
7 Lua ora as 11 horas 56 minutos da tardi'
15 Quarto crescenta ios 28 minutos da manba.
21 Lua eheia as 9 horas e 46 minutos da tarde.
29 Qusrto minguanta as 5 horas e 32 minutos d
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aos 30 minutos da manba.
Segando aos 54 minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Theodorico ab.; S. Abraho m
2 Terca. Visitado, de N. Senhora S. Isabel.
9 Quarta. S. Jacintho m. ; S. Heliodoro b.
4 Quinta. S. Isabel rainha de Portugal f.
5 Sexta. S. Phomena v. ; S. Tryflna m.
6 Sabbado. S. Domingas v. m.; S. Izaias pro.
7 Domingo. Festa do precioso sangue de 3. C.
AUDIENCIAS DOS IRiBUNAfca 1>A CAPITAL*
Tribunal do commercio; segundas o quintas.
[Relacao: tercas, quintas sabbados as lo horas.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas!
Juizo do commercio : quartas ao meio dia:
Dito da orphos: lerdas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do eivel: tercas seitisio meio
da.
Segunda Tara do eiTel: quartas sabbados a 1
hora da tarde:
ENCaRREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO SOI.
Alagoas, o Sr. Clandino Falaio Das; Babia,
Sr. Josa Msrtins Al vas ; Rio da Janeiro, o Sr',
Joo Pareira Martina.
EM PERNAMBUCO.
\
PARTE OFFICUL
60VERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia t8 de junho.
Officio ao coronel commandante das armas.__
Queira V. S. mandar inspeccionar e alistar nos
corpos em guarnico oesta provincia, se forem
considerados aptos pira isso os individuos men-
iooados'na relago junta, os quaes se ollereceram i
pira servir no exercilo.
Dito ao capito do porto.Com este ofBcio se-
r presentado a V. S. afim de ser inspecionado
o recruta de marinha Antonio Ferreira de
Araujo.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. dar baixa ao soldado do corpo sob
seu commaodo, Francisco Antonio do Nasc-
cimeoto, que fiodou seu lempo de servido, se-
gundo informou V. S. em seu ofllcio firmado de
hontem, sob n. 290.
Mandou-se tambem dar baixa ao soldado da-
quelle corpo Francisco Evaristo Velloso da Sil-
veira.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.__!
Mande V. S, com urgeoeia ajujlar cootas aos al- I
feres Keliciaoo Pereira de Lyra e Joaquim Jo3
Luiz de Souza, que tem de seguir, este para as
Alampas a reunir-se ao corpo de guarnico desta
provincia, e aquelle para a corte a frecuentar a
escola do tiro.
Dito ao mesmo.Mande V. S., conforme indi-
ca em sua iofcrmago de 26 do correte, sob n.
528, pagar ao alferes'Miguel Augusto Barbalho
Picango someote a quantia de 6;600 correspon-
dente a quioze dias1 de etape, que deveria ter
abonado ab voluntirio Francisco Pires Ferreira,
por elle conduzido do termo de Cimbre: para
esta capital, como se v do requerimeoto e do-
cumento, que devolvo.
Dito ao inspector da thesoarara provincial.
Mando V. S. pagar a Andrade & Reg a quantia
de 2i800, dispendida com o sustento dos presos
pobres da cadeia do termo de Flores no mez de
maio ultimo, como se v da inclusa conta, que
me foi remeltida pelo chefe de polica com officio
de hontem, sob n. 586.Communicou-se ao che-
fe de policia.
>.Dito ao mesmo.De conformidade com o que
solicilou o chefe de policia em officio de 26 do
correte, haja V. S. de mandar abonar com ur-
gencia ao cabo do corpo de policia da corto, Au-
gusto Jos Barbosa, a quantia de OJOOO, de que
sefar mengo na respectiva guia,
Providenciou-se tambem acerca da passagem
desta pracaque regressa ao seu corpo, e deu-se
sciencia ao chefe de policia.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia a V. S.,
para seu conhecimento e execugo na parle que
lhe diz respeito, o aviso circular expedido pelo
ministerio da justiga em 28 de raaio prximo fio-
do, declarando extensivas a lodo o imperio a le
1,114 de27de setembro de 1S60 e regulamento
n. 2,699, de 26 de novembro do mesmo anno, na
parte em que exigem sob pena de nullidade, es-
cripiura publica para os coutratos de compra,
venda, troca e doago in talutum de escravos,
cujo valor exceler de 2COJO0O ; e prohibem sob a
mesma pena, as cartas de ordens em traosaccoes
desse genero entre pessoas ausentes.Remet-
teu-se tambem urna copia thesouraria di fa-
zenda.
Dito ao mesmo.Mande V. S. por em hasta
publica a obra a fazer-se com o corte da barrei-
ra do alto de Maneota ua parte que est a desa-
bar, servindo de base a essa arrematarlo o orga-
mento e clausulas coostantes das copias juntas,
que nesta data approvei e me foram remettidas
pelo director das obras publicas com officio de
15do correte, sob n. 150, tambem junto por
copia.
Dito ao director do arsenal de guerra.Avista
do que Vmc. informou em officio n. 172, de 27
do correte, o autoriso a fornecer ao 2o batalbo
deinfantaria por coota do pedido geral do mes-
mo batalho os 80 pares de sapatos mencionados
na requisigo inclusa.
Dito ao mesmo.Recommendo a Vmc. que
preste ao coionel commandante das armas, sem-
pre que o requisitar, a forga da companhia de ar-
tfices necessaria para codjuvar o servigo das
rondas oesta cidade.Communicou-se ao com-
mandante das armas.
Dito ao director das obras militares.Haja
Vmc. de orgar a despeza a fazer-se com os con-
cerlos necessarios no hospital militar indicados
no termo e conferencia juntos, que me sero de-
volvidos.
Dito ao cooselho administrativo.Recommen-
do ao conselho administrativo que compre para
ornecimeoto do arsenal de guerra os objectoa
mencionados no iocluso pedido.
Dito ao director das obras publicas.Mande
Vmc. fornecer ao administrador da casa de deten-
cao 10 pinceis proprios para a caladura daquelle
estabelecimento, visto assim me haver requisita-
do o chefe de policia em officio de hoolem, sob
n. 585.Communicou-se ao chefe de policia.
Dito ao juiz municipal de Serinhem.Respon-
do consulta que fez Vmc. em officio de 12 des-
te mez. dizeudo-lbe que os fiscaes das cmaras
municipaes devem ser considerados empregados
pblicos por todos os effeitos legaes, devendo a
respeito delle proceder-se de conformidade com o
decreto, n. 1090, do Io de setembro de 1860,
contra aquelles que os injuriarem no exercicio
de suas fuoccoes.
Dita.0 presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o professor publico de instruccao
elementar da freguezia de Santa Mara da Boa-
Vista, padre Jos Procopio Pereira, e teodo em
vista a informaco do director geral interino da
instruccao publica datada de 13 do correte, re-
solve remov-lo daquella cadeira para a da villa
do Brejo.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor msndem dar transporte para
o Cear, por conta do ministerio da guerra, no
Io vapor que passar do sul. ao 2o cirurgio do
corpo de sade do exercito Dr. Amonio Manoel
de Medeiros, que vai servir naquella provincia.
Communicou-se ao coronel commandante das
armas.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar urna passagem
de proa, para a Baha, no vapor que se espera
do norte, a Paulo Jos Francisco.
Expediente do secretario.
Do dia 28 de junho de 1861.
Officio.Ao Dr. Francisco de Assis Pereira
Rocha S. Exc, o Sr. presidente da proviocia
manda aecusar recebido o officio que hontem lhe
dirigi V. S. participando ter naquella data as-
sumido as fuoccoes do cargo de jniz de direito
especial do commercio desta ^provincia, para o
qual foi removido por decreto de 17 de maio
prximo findo.Fizeram-se as parlicipacoes ne-
cessarias.
Despachos do dia 28 de junho.
Requer imintoe.
Urna representado de diferentes pessoas mo-
radoras .na villa do Cabo.Informe a cmara mu-
nicipal do Obo.
Antonio Bernardo Ferreira. Requeira pelos
meios legaes.
Epaminondas Maane de Souza (louveia.In-
forme o Sr. director do arsenal de guerra.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa d
Tarfa.na sua livraria praca da Independan ca nt
16 a 8.
Flavio Ferreira Catao e outro.Deferido como
o despacho desta data.
Guilhermina Basilissa de Oliveira e Silva.Ha-
btlite-se a supplicante na forma da lei.
Irmandade de Sao Jos de Riba-Mar.Nao tem
lugar a vista da lei n. 5020 de 29 de maio ultimo.
Padre Jos Procopio Pereira.Passe portara
removendo o supplicante para a cadeira da villa
do Brejo.
Joaquim Ferreira de Andrade.A lotera de
que trata nao foi contemplada na lei n. 502 de
29 de maio ultimo.
Bacbarel Jos Joaquim de Moraes Navarro.
Como requer.
Joo Neponuceno da Silva.Nao tem lugar.
Jos Miguel do Espirito Santo.Nao tem lugar
o que requer por ser contraro a disposieo da
lei o. 502 de 29 de maio ultimo.
Jos da Costa Brando Cordeiro.Nao estando
a arrematarlo de que tratam os supplicantes con-
sumada com a entrega e posse da cousa arrema-
tada podia ser aceita a offerta de mais a terca
parle sobre o lango recebido.Inslruccoes de 31
de Janeiro de 1851.
Manoel Marques da Silva.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Manoel Cassiano de Oliveira Ledo.Informe ao
Sr. director geral da instruego publica.
Padre Pedro Manoel da Silva Burgos Nao tem
lugar por nao estar a lotera pedida contemplada
na lei n. 502 de 29 de maio ultimo.
Southal Mellos e C.Deu-se a conveniente
direego.
EXTERIOR
Do Nord, de Bruxelas, extrahimos o seguinle
despacho dirigido pelo conde de Rechherg ao
embaixadord'Austria em Londres, com data de
27 de abril ultimo : i
Osjornaes publicaram ltimamente um des-
pacho dirigido pelo conde de Cavour ao mar-
qoez d'Azeglio, com dala de 16 de marco de
1861.
< Anda que a publicacao de que se trata, nao
tenhs tidoat agora, se me nao engano, carc-
ter algum official altrahiu comtudo a nossa at-
tengo, e ser-nos-hia difficil doixar passar em
silencio as asserces contidas n'aquelle docu-
mento.
Nao emprehenderei discutir aqu as appre-
ciagesde Mr.de Cavour, a respeito da situago
actual dos paizes sugeitos hoje ao deminio pie-
montez. O carcter e os effeitos d'esse dominio,
as maniestagoes e os acontecimentos de toda a
qualidadeque precedern) ou tem seguido, sao
factos que eotram no dominio da historia, R' a
ella que pertence julgar do seu valor, e nSo que-
remos eovolver-oos nos seus direitos. Basta-
nos por agora fazer observar quanto as desorden
e as repressoes sanguinolentas de que a Italia
meridional est hoje sendo Iheatro, forma m um
contraste Dotavel com as brilhaoles edres do
quadro tragado por M. de Cavour.
Mas o que me importa aponlar aqu, sao
as passagensdo despacho do marquez de Azre-
glio, que tem relacao com Veneza. llevemos
principalmente dar um desmentido cathegorico
de que nao ha em Veneza outro rgimen possi-
vel seoo o estado de sitio. Comquaoto este-
jamos habituados a ver os nossos adversarios ma-
nejar contra nos a arma da calumnia, maravi-
lha-nos comtudo encontrar um facto to notoria-
mente inexacto em um documento official. O
estado de sitio levado quasi immediataraente de-
pois de cessarem as hostilidades em 1839, nao
foi desde ento estabelecido em ponto algum das
nossas provincias italianas.
Quanto s outras censuras dirigidas admi-
nistrado austraca em Veneza, nao posso deixar
de me referir aos meus anteriores despachos
sobre este assumpto. Ha rauilo lempo que elles
teem posto disposigo de V. Exu. os materiaes
sufficientes para poerdes, seohor conde, recti-
ficar as impressoes errneas que no publico se
tem espalhado, e regeitar, como da direito, a
responsabilidade de um estado de cousas que
pe obstculo realisaco completa das genero-
sas intenses do imperador, nosso augusto amo.
Dispensar-nos-hemos pois, de enumerar mais
urna vez (odas as difficuldades que nos teem sus-
citado no estrangeiro, todos os manejos provo-
cadores das coromisses que se organisam, e
que fuoccionam debaixo das vistas do gpverno
piemootez, em urna palavra todos os manejos
criminosos que se tem posto em pratlca para pa-
ralysare tornar impossivel qualquer aeco con-
ciliadora, para excitar e entreter a fermeniaco
as popularles, representa-as como um gemi-
do sob um jugo inloleravel. Se os subditos ita-
lianos do imperador nao approveitam inteira-
mente os beneficios concedidos s outras partes
do imperio, necessario attribui-lo aos effeitos
das isntigacoes perpetuas que teem do estran-
geiro.
a Picamos tambem surprehendidos do conde
de Cavour continuar a affectar tanta considera-
cao pelas chamadas victimas do rgimen militar,
quando o governo piemontaz nao recua diante
de nenhum dos rigores d'esse rgimen que os
seus agentes supplicam to rigorosamente na Ita-
talia meridional. O som da fuzilaria nos Abruz-
zos, parece-nos que teria podido oceultar em
Turim os gritos de cor com que se faz tanto ar-
ruido.
. Mas a ultima qeixa que o conde de Cavour
levanta contra nos, a que principalmente me
parece mais extraordinaria, se, para me servir
das proprias expressdes do conde de Cavour, a
posico que o tratado de Zunch estabeleceu en-
tre o governo do imperador e o do rei Vctor
Vmmaauel se acha na actualidade aensivelmente
modificado, se essa posicao anormal, diffi-
cil e perigosa, de quem pois causa ? Se o rei
Vctor Emmanuel assignou os preliminares de
Villafraoca, e se antes mesmo d'esses prelimi-
nares terem lempo de ser consentidos em um
tratado de paz dlfloitivo, os actos do Piemoote
estavam em contradicho formar com as estipu-
lacoos que ae tioha obrigado a respailar ; se fi-
nalmente em coosequencia d'esses mesmos ac-
tos, mais de um artigo do tratado de Zuricb, ac-
cedo pelo Piemonte, permaneceu em estado de
letra morta, em quem deve recahir a responsa-
bilidade das consequencias ? Ss aos olhos do
conde de Cavour um em ter a seu favor direi-
tos reconhecidos, direitos inconlestaveis; se
um erro ter constantemente dado provas de mo-
derado e de um amor sincero pela paz, limi-
lando-se a oppr reservas e protestos s miis
flagrantes violace de direito, ento devemos
reconhecer que temos efectivamente erros de
que nao podemos desculpar-nos.
Seria muito longo examinar aqui em deta-
lhe tolos os actos do Piemoote, e apresenlar os
seus erros em relacao aquellos que elle nos at-
tribue. Cootento-me pois em accrescenlar que
podemos sem receio, appallar para os espirtos
imparciaes, e perguntar com franqueza se foram
os actos de Austria, que, desde a psz de Zurich,
tem enianguentado a Italia, e amoscado conti-
nuamente a tranquillidade da Europa.
Taes sao, seohor conde, as relexoes que
julguei dever commuoicar-vos. Coovtdo-vos a
fazer uso d'ellas junto de lord Johu Russell quan-
do tiverdes oceasio de tratar com elle a respei-
to dos negocios da Italia.
Recebei, etc.
Conde de Rechberg.n
Proelamacao publicada pelo presi-
dente Da vis, da confederado do
sul, para autorisar o corso.
c Considerando que Abraham Lincoln, pres-
dante dos Estados-Unidos, annunciou por urna
proclamado recente a intencao em que est de
invadir a coofedersco com a torca armada, afim
de capturar as auas fortalezas, destruir a sua in-
dependencia, e sugeitar a sua populaco livre ao
dominio de um poder estrangeiro ;
a Considerando que des'a maneira se toroou
do dever deste governo repellir a invaso de que
ameacado, e deGTender os direitos e as liberdades
do povo por todos os meios que o direito das na-
?6es e os usos civilisados da guerra pem sua
disposieo ;
Eu abaixo assignado Jefferson Davis, presi-
dente dos Estados confederados da America, pu-
blico a presidente proelamacao, convidando todos
aquelles que desejarem aedar no alto mar em
navios armados por particulares para auxiliar o
dito governo, afim de repellir coBjunctamente
com elle urna aggresso to preversa como in-
til, a fazerem no meoor praso que fdr possivel,
os pedidos para lhe seren concedidas as pateles
ou cartas de marca, que lhes sero concedidas
sob os sellos confederados.
Notifico tambem a todos os requereotes ci-
ma mencionados que antes de se darem quaes-
quer cartas de marca a navios ou armadores e
commandaotes, ser-lhes-ha exigido que deem
urna cauco aos Estados confederados tendo pelo
menos duas fiangas, sem interesses, no dito na-
vio, na importancia de 5,000 dollars; ou, se esse
navio tiver mais de 150 homens, 10,000 dollars,
com a condico de que os armadores, officiaes e
equipagem, que forem empregados a bordo do
navio commissionado, observaran) as leis de3tes
Estados confederados, e as inslruccoes que se Ibes
derem, e pagaro todos os prejuisos que sses
navios causarem em opposico ao theor dessas
inslruccoes, durante actividade do seu servico,
devendo entregar a carta de marca quando forem
revogadss pelo presidente dos Estados confede-
rados.
dos os que exercem fuoccoes civis o militares sob
a autoridade dos Estados confederados, que cum-
pram com zlo os deveres que lhes sao impostns.
Attendendo a que os povos valorosos desses Es-
tados amam o seu paiz ; appareciam os benefi-
cios de um governo livre ; e se resentem dos ag-
gravos do passado e dos que esto actualmente
ameacados por parte d'aquelles cuja iniquidade
tanto mais implacavel quinto nao foi provocida,
exhorta-os igualmente a que empreguem os meios
para maoler a ordem, para estaDelecer a concor-
dia, sustentar a authoridade e efficacia das leis ;
e finalmente secundar enegicamente todas as me-
didas que poderem ser adoptadas para a deffesa
commum, e das quaes, sob a proteceo da Divina
Providencia, nos permittido esperar urna paz
prompta, justa e honrosa.
< Em f do que assigoei a presente, pondo o
sello dos Estados confederados a 17 de abril de
anno de Nosso Senhor, 1861.
Jefferson. Davis.*
Nota do conselho Federal Suisso
ao ministro do Confederacao em
Turin.
Berna 30 de margo de 1861.
Senhor.Nos primeiros dias deste mez, S.
Exc. commendador Jocteau, enviado extraordi-
nario e ministro plenipotenciario de S. M. el-rei
da Sardeoha, leu ao presidente da confederarlo
a nota de S. Exc. o'conde de Cavour, datada de 28 ,
de fevereiro passado, deixando-lhe urna copia i
dessje despacho. Como o texto concorda perfei-
tamente com as communicacoes que o ministro
dos negocios estraogeiros vos fez verbalmeote o
conselho federal julga-se dispensado de se estn- j
der mais a respeito do seu cootheudo. Todavia.
nao pode dissimular, seohor, que segundo o de-
senvolvimento e as propostas leaes que se conli-
nham no seu officio de A de Janeiro ultimo o tora
em que a concebida a nota sarda deve ter-lhe cau-
sado penosa impresso.
O conselho federal devo negar da maneira
mais formal ter procedido precipitada e unilate-
ralmente no negocio do rendimento episcopal de
Come, e de ter assim faltado para com a Sarde-
nba ao respeito que os Estados amigos se devem.
entre si.
Pelo contrario, tem o direito de esperar que
um exame tranquillo sobre a marcha do negocio
ha de produzir, em Turin mesmo, a cooviccao
de que o governo federal suisso se viu na ueces-
sidade pouco agradavel de recorrer medida in-
dicada, e isto para chegar a um regulamento di-
fioitivo.
Sem recorrer s explicaedes delalhadas que
contm a sua nota de 4 de Janeiro, o conselho fe-
deral nao pode compreheoder de maneira al-
guma que o cooteudo daquella nota possa ser in-
terpretado de modo que nao deixe em prospecti-
va qualquer sentimento de conciliaco nem o de-
sejo de um ajuste amigavel, quando pelo contra-
rio elle tinha em vista um regulamento defini-
tivo, effectuado, nao unilateralmente, mas de
commum accordo com o governo visinho. Era
decreto impossivel explicar esta intencao mais
claramente do que pela proposta fioal concebida
1 nestes termos:
c O conselho federal conserva sempre os seus
sentimentos conciliadores, e espera que o go-
verno de S. M. sarda se nao recusar por mais
tempo a nomear a sua delegaco, com a qual a
< nossa possa, o mais de pressa possivel, eotrarem
a relacao, afim de levar o negocio a bous termos.
c E comtudo verdade, que, as propostas que
at agora tem feito quanto ao ponto capital deste
negocio, o cooselho federal manteve e mantera
sempre o principio de que a separaco dos pon-
tos suissos de Come, deve ter por effeito primeiro
que ludo, affectar urna parte dos rendimenlos. A
Suissa, como precedentemente demonslrou, nao
fez mais do que prevalecer-se do direito e da pra-
tica seguida pelos outros estados.
E pois pois desneceesario citar outros exem-
plos segundo o ponto de vista do direito interna-
cional. m relribuico, o conselho federal nao
julga superfluo accrescenlar que as suas maneiras
de ver perfectamente fundadas, mesmo segundo
os principios de direito ecclesiastico, que o go-
verno de S. H. parece principalmente tomar em
considerarlo. O concilio de Treoto, autoridade que
o proprio bispo de Come ha de certameote reco-
nhecer, estabelece a regra de que, nos casos de
parlilha ou de desmembramento de diocese, taes
. como aquelle de que se trata, principalmente
j s causas e aos motivos que prodazem orna tal
medida, que necessario attender.
I Quando urna inovaco semelhante exigida
imperiosamente, nao licito augmentar as diffi-
culdades, ou mesmo torna-la impossivel, subor-
dinando condigo de que as funeces e deveres
de pastorago, de que foi exonerado o ordinaria-
. to precedente, ho de ficar sem a dotago corres-
i poadente ao encargo daquelle que as de ver exer-
cer nos territorios separados da aatiga diocese.
Pelo contrario ha neate caso motivo para destacar
urna parte das rendas do aotigo beneficio para as
conferir aquelle que assume as novas uuccoes e
obrigag6es. Nao exige de modo algum que nos
ajustes que resultara deseparagdes, os territorios
desmembrados de urna diocese deixem de receber
qualquer parte dos bens daquelle ; pelo contra-
rio, as circunstancias e a modicidade de cada
caso devem aer avahadas e tomadas em conside-
tagao. A separago dos pontos da Suissa, depn-
deotea das dioceses de Milo e de Come, urna
medida cuja oecessidade se* faz sentir ha muito
tempo, e foi reconhecida pelasautoridades ec-
lesisticas superiores ; tambem debaixo do pon-
i fle vista do direito ecclesiastico, se nio pode
suscitar objecgo contra a maneira de ver da
Suissa.
Um desmembramento e a cesso de urna
parte de seus rendimenlos, nao tem de modo al-
gum por coosequencia pdr em perigo a existen-
cia do bispado de Come. Se pois as pretengoes
da Suissa esto perfeitamente justificadas, debaixo
do ponto de vista poltico e do da egreja, se a
admioistrago intermediaria dos bens da mesa
episcopal de Come no Condado do Tessino. urna
medida que outros estados e a Sardenha mesmo,
j em hesitar lomaram frequentes vezes no caso
de vacancia de urna sede episcopal, o conselho
federal seotio urna penosa impresso vendo na
nota de S. Exc. o conde da Cavour que o titulo
de represalias a dotago do collegio de helvtico
de Milo tioha soffrido um sequestro que deve
exorcer os seus effeitos no fim do presente anno
escollar.
Comprehendeis, sem duvida, senhor, que urna
tal medida destituida de toda a base jurdica,
e urna comparago com as disposlgdes tomadas
pela Suissa nao tem a menor razo de ser. Effec-
tivamenle o direito dos caotoes ao livre soso das
bolsas do collegio helvtico, assenta em funda-
mentos que foram reconhecidos sem hesitago
at hoje, por todos os governos da Lombardia,
e que foram respeitados, salvas algumas ioter-
rupcoes, durante mesmo os lempos de revolugo.
A 2 de julho de 182, estas relagdes foram re-
gula as com mais preciso por um tratado em
frm i, concluido com a Austria. A mencionada
coov >Dgo aioda est em vigor, e foi reconhecida
e m; olida pelo governo de S. M., suceessor dos
aire os de Austria, na nota de 11 de Janeiro de
186C e desde ento muitas vezes reiterada.
)evia pois ficar-se tinto mais sorprehendido
de una tal medida, quanto uasua Memoria de 9
de letembro de 1859, o conselho federal
dse Volveu detalhadamente as condicoes his-
torie as e jurdicas d'esta Instituirlo respei-
to ( a Sardeoha, em coosequencia do que o go-
vert o de S. M. reconheceu formalmente osdi-
reiti s dos caotoes suissos, como cima se tese.
Jeja qual fdr a sorpreza que possa ter-lhe
can sdo a nota de 28 de fevereiro passado, o
coa lbo federal n)-deixoo de sentir satisfacgSo
veo< o que o ministro dos negocios estrangeiros
reco hece que no caso de desmembramento de
dioc ises, pode haver circumstancias em que haja
mol vo de entrar de accordo para regular a ques-
tao dos rendimenlos, e que animado do desejo
sinc ro de chegar urna solugo, est da parle
a pr star-se nomeago de delegados enearrega-
dos le preparar os meios de um ajuste amigavel.
o D cooselho foderal que, desde a sua ongem,
proj oz esta maneira de proceder, aproveita com
praz ;r esta oceasio para vos aonunciar, que na
9ess o de hoje foi escolhido como delegado o
conialheiro nacional Jauch de Billinzone e Mr
O jornal Poplo Vitalia, publica a seguinle
Sr. director.
Pego-vos para inserir no vusso jornal a se-
guinle decUrago:
No supplemento do numero 8 da Spada di
(ranbaUx, acabo de ver um protesto contra a
prisao do coronel Gal.
Para tirar toda a especie de duvida a respei-
to da sobredas priso, declaro que alm do go-
verno ter recebido de diversos lados grandes ac-
cusacoes contra o corooel Gal, leve tambera in-
tormagoes da commisso hngara (de que pre-
sidente Kossuth) de que os seus manejos se tor-
na vara prejudiciaes nao s causa da Huogria e
da Transylvania, mas nossa repulago, e nao
podemos coosentir que um dos nossos concidados
transforme em iogratido o nosso reconhecimeo-
to para com a Italia.
aples, 12 de maio de 1861.
S. Turr.
Bol!
--------------------------------------------- -.. w vB*au*.uuu *> lia
i, membro do conselho de estado.ie director
E' sempre a latica dos partidos impoten-
d'isso.
tes.
E todavia era a ultima oceasio de protestar
contra a umdade italiana, explorando as ms
ideas que anda reinam em parte em coosequen-
cia de um cataclismo to geral, e quando os be-
neficios materiaes de nossa grande revolugo an-
da nao podeiam ser apreciados pelas nossas cas-
ses inferiores. O desapontaroento legitimista es-
t pois completo.
--------.B---------------__ __v,.,v HW 4, J.u da i spartigaode justiga do canto de Tessino.
- Procurei obter de S. Exc. o conde de Cavour,
que a nomeago dos delegados UsIsdos se effec-
le em demora, e que estejam munidos de ns-
truc oes] que tornem possivel um ajuste ami-
gav< 1.
ente idam a espeito do lugar e da data da sua
reui io. O conselho federal deseja saber os no- po r tornar interprete fiel dos vossos generosos
mes dos delegados |italianos logo que forem no
mes los, e reserva se o direito como sem duvida
o fa ambera o governo real, de rectificar o
Urna correspondencia de aples diz.
O novo lugar lente das provincias napoli-
tanas chegou a aples hontem noite, s sete
horas, no Tancredo, coa o seu secretario. Mr
Buglione di Mooale conferenciou com o priocipe
de Carigoan e Mr. Nigra em presenga de M. M.
Spaventa, Mancini Imbriani e Sacchi, desde as
sete horas at s nove.
Logo depois, o principe e Mr. Nigra partiram
para Genova no Fulminante. Em seguida pu-
blicamos as proclamages do principe Carigoan.
as quaes lizeram aqui a melhor impresso:
a Italianos das provincias napolitanas :
a Abandono e>la bella e nobre parte da Italia
com a consciencia de ter quorido, e de ter feilo
tudo quanto dependa de mim para v,osso bera, e
no loterosse do rei e da patria. Nao pude de
certo cumprir tudo quanto desejava, mas deixo o
paiz as melhores condiges materiaes, moraes e
polticas, e com a esperanga de um futuro pros-
pero. Fizeram-se reformas importantes ; aselei-
goea; municipaes verificaram-se ; vae-se empre-
heoder urna grande rede de caminhos de ferro ;
a acgo da justiga est em vigor ; trata-se da or-
ganisagao da guarda naciooal, e da instruccao
publica, a authoridade do governo respeitad'a ;
os partidos exiremos esto refreados, e as suas
criminosas tentativas reprimidas ; a obra impor-
tante e difficil da unifleago nacional est mel
realisada. Pude fazer ou emprehender, tudo is-
to com o appoio que teoho eucontrado na gran-
dsima maioria dos povos napolitanos, e gragas
ao seu bom seoso, ao seu patriotismo, sua de-
dicagao ao rei e causa italiana. Acceitae a ex-
presso do meu sincero reconhecimento. Pres-
tae o vosso coocurso ao eminente persooagem a
que actualmente est confiada a administrago
destas provincias. Pensae quanto anda ne-
cessario fazer para a completa unifleago da gran-
de patria italiana, e facilitae ao governo o ar-
mamento nacional, correspoodeudo com promp-
tidao ao recrutamento de trra e de mar.
O sentimento que experimento afastando-me
deum to nobre paiz atemperado pela esperan-
ga que tenho de nao deixar urna recordago de-
sagradavel, e pelo pensameolo que nutro de me
ajus e que resultar das suas deliberagoes.
Finalmente, o cooselho federal pede-vos
para empregar os vossos bons officios junto do
govt roo de S. M., afim de que este negocio te-
nha o mais breve possivel urna solugo amigavel,
dam o leitura e deixando urna copia d'esta nota
S. Exc. o conde de Cavour.
a Aceitae, etc.
a m nome do conselho federal suisso,
c O presidente da confederago
Assignado, /. I. Knusel.
c )fficiaes, officiaes inferiores dos corpos per-
man rales da sexta diviso militar.
)epois das explendtdas victorias da ultima
cam >aoh9uma empreza nao menos gloriosa vos
trou e a estas provincias, a de reprimir os sal-
tead tres e a reaego, e de concorrer com a guar-
da n icional para a cooservagao da ordem. As fa-
diga as marchas, as privagdes, os perigos redo-
bran a corajem antiga a constancia heroica e o
patri itismo que tem feito com que o exercito ita-
lianc seja objecto da admirago geral. O vosso
portt digno e prudente, as circumstancias em
que os leodes achado, superior a todo o elo-
gio.
oto-me orgulhoso de vos ter commaodado,
e de poder repetir a el-rei, que com homens des-
tes o i futuros destinos da Italia esto seguros pa-
ra se npre.
Eugenio de Saboia.
Ofi ciaes, officiaes inferiores, marinheiros e sol-
dado da divisio martima meridional.
a marinha italiana renovou n'estes nltimca
temp >s os grandes exemplos que a hooraram nos
secul is passados. Testimuoha pessoal dos vossos
glori sos exforgos sobre os muros de Gaela, da
vosst coragem e disciplina, hei de recordar-me
semp e com sa lista cao de vos ter lido sob as mi-
nos ordens, e testimnnharei junto de el-rei nos-
so au ;usto soberano, os servigos eminentes que
tende i prestado santa causa da naciooalidade e
da ui idade italiana.
Eugenio da Saboia.
No domingo tiveram lugar, em a maior ordem,
e con urna graode affluencia de eleitores as elei-
ges los conselheiros municipaes e proviociaes
em to las as provincias napolitanas. Este voto
solera le, este grande cto da vida nacional, ve-
rifico! -se por toda a parte em liberdade, tpon-
taneic ade e perfeita ordem. Todos os resultados
m ----------r-------~w. *w^ wajoo^uoiuou;
_ sentimentos e dos vossos desejos1 patriticos, jun
to do nosso glorioso rei Vctor Emsnoel.
. Eugenio de Saboia.
o UOiciaes, officiaes inferiores e pracas da guar-
da nacional.
Despedindo-me de vos, tenho o dever de
vos agradecer o acolhiraento cardeal que me len-
desfeito ; o concurso efflcaz que me prestastes,
e o patriotismo com que tendes sabido vigiar pe-
la seguranga publica e pela manutengo da or-
dem. Considero-me feliz de puder confirmar a
el-rj a elevada opinio que-elle conserva da vos-
sa djedicago sua pessoa, e s instituiges cons-
LtU1DaeS da monarctl"18. e <*o poder assegurar-
lhe que tem em vos os mais corajosos e mais fir-
mesjdeffensores da causa nacional. Continuae
debaixo da direcgo do vosso il'ustre general a
dar irovas da mesma disciplina, respeito 3 leis
e de iicago ao rei que vos merecerem os applau-
sos da Italia e da Europa.
Eugenio de Saboia.
-idos at agora (21) sao a favor das mais operarios de outros paizes : Entre nos e prohi-
MC PAfinrininaa si fi minul s>ti ti o A i> Wnwnn. .J. f_ii.__j .i<>i. .. *
conhe... _.. t_.,_--------- ,
eleva as capacidades administrativas, de homens u.uu ug[ ut puuuca re nao <
respe veis pela sua vida particular e pela sua vi- balhador nao fosse homem e cidado
da po mea, e sobreludo completamente dedica- simples instrumento de produeco
dos umdade italiana.
Neo um reaccionario, nem um republicano. O
nio geral das trinta e duas secces da ci- tendes d fazer com qua
dase < e aples lera lugar amanha, e posso as-
segur r-voa que os setenta conselheiros munici-
paes, i que os sesseota conselheiros proviociaes
da pro riocia de aples, pertencero lodos, sem
excepc o lista da pcpulago napolitana. Esta
grande manifestagto nacional, terceirs ha sete
mezes contando o plebiscito e as eleiges polti-
cas, d siroe todos os clculos aos nossos inimigos,
assegt a o triumpbo nossa causa, e faz pene-
trar n 8 massaa os grandes principios da liberda-
de, e ia nacionaltdade.
Tara Jem o partido clerical e reaccionario, que
por al um tempo pregou a lula eleitoral admi-
nistra! va pelo sea orgo habitual a Seltimana
mudot de attitudo, e ibstaye-se completamente
Mazzini dirigi a urna sociedade de operarios
estabelecida em Lime, a seguinle carta :
Irmos: Foi-me muito agradavel receber de
vos 9 regulamento da vossa sociedade de soc-
corros mutuos. Nao mereco as lisongeiras ei-
pressoes, que com aquelle documento me diri-
gs, e que oo meu entender vos tero sido ins-
piradas pelo desejo de me infundir valor contra
as estupidas calumnias que as almas mesquinhas
espal|ham systematicamente contra mim ; por
isso ios agradeco infinitamente o sedimento de
affecto que as dictou. Este affeclo reciproco ;
existe de ha muito entre vos e eu um lago for-
mada por esforgos harmnicos e pela f com-
muml lago |que ninguem pode destruir nem
quebrar, e que consolar os meus ltimos mo-
mentos com a perspectiva da um futuro inef-
favel.
Acredito em vos, trabalhadores da Italia,
porque vive no vosso corago a esponlaneidade,
que alguns falsos doutores, que nao sao os nos-
sos, tem extinguido nos homens da sciencia me-
dia, collocados muito superiores a vos pela for-
tuna. Acredito em vos, porque a tradigo ita-
liana, a tradigo das nossas glorias,e das nossas
antigs virtuJei, perteoce inteiramente ao povo,
e tenho-vos por homens destinados a resuscita-
las. A vossa sociedade, operarios de Liorne,
est fundada nao em um calculo de interesses
materiaes, mas em um dever moral. Vos nao
separaos a idea dos melhoramenlos econmicos
a que tendes direito, dos vossos progresos a-
teliectuaes, e da educaco do espirito.
Vos nao dizeis, como outras sociedades de
mentando no nosso paiz, fazendo dellas a inspi-
rago que vos guia.
As vossas palavras en^rram efectivamente
o futuro do paiz, e o da*iclasses laboriosas. Por
esta senda lograreis condiges iguaes da vida
econmica, e conseguiris tambem aperfei-
goar-vos. r
Fazei-me o obsequio de escrever o meu no-
me entre os merobros da vossa associago, e pe-
go-vos Igualmente que acceiteis a minha subs-
cnpgao de 5 francos mensaes.
Agora e sempre vosso
, Josi Mazzini.
a Londres, 11 de margo de 1861. d
Os despachos fallaram ha dias de urna nota-
sobre a evacuago da Syria, dirigirla pelo priu-
cipe Gortschakof, ao coode de Kisseleff, repre-
sentante da Rujsia, jnnto do imperador dos fran-
cezes.
Eis o seu cootheudo :
S. Petersburgo, 14 de maio de 1861.
Sr. conde.A' proporgo que toca o seu
termo o prazo fixado para a evacugo da Syria
oo podemos deixar de contemplar a sua even-
tualidade com vivos receios.
V. Exc. foi convidado, quando se celebrou a
ultima conferencia de Pars, a manifestar a con-
viegao era que eslava S, M. o Imperador de que
a cessago prematura da oceupago. antes de ter
lugar urna orgaoisaco definitiva, e de que a ins-
tallago de um poder regular tivessem substitui-
do as garantas que resultam para os chrislos
da presenga das tropas europeas, originara ca-
lamidades em que as grandes potencias devem
flxar seriamente a sua attengo, no interesse da
humanidade, e oo da sua pro^ria dignidade.
Consignamos, a nosso pezar, a opioio de-
que nenhum dos factos que desde ento se ten
apresentado, nem as informages recebidas sr>
de natureza que possam dissipar esses receios.
Vemos que delles participam os estrangeiros de"
todas as nages residentes na Syria, cujos inte-
resses e at a sua propria excitago esto em
risco e que acabam de teslemanhar a unanimi-
dade dos seus sentimentos e dos seas desejos
por meio de urna petgo dirigida nos termos
mais oppressivos, as grandes potencias da Eu-
ropa.
Tende a bondade, senhor conde, de confe-
renciar a este respeito com os representantes
dos gabiootes que lomaram parie oas ultimas
deliberagoes.
Julgariamos faltar a um dos nossos deva-
res, se nao chamassemos a sua attengo sobre os
perigos que poderiam resultar da retirada do
corpo de oceupago, se completamente se rea-
lisar no da fixado, sem se attender critica si-
tuago em que se poderla deixar a Syria, e sem
que se tenha cumprido ainda nenhuma das con-
dieges previas, que, na nossa opinio, lerian
podido supprir as garantas de que repentina-
mente se yeriam privadas as povoages christas
com a marcha das tropas, que da Europa rece-
ben) a misso de velar pela sua seguranga.
Neste caso, nao nos ficana pela nossa parle
outro meio mais do que declinar formalmente,
como j fizemos, toda a responsabilidade quanto
ao resultado de ama determinago. cujas coDse-
quencias temos previsto e indicado.
Fica V. Exc. convidado, de ordem do oosso>
augusto soberano, para nao deixar a menor du-
vida a este respeito no animo dos seus collegas.
Recebei, senhor coude, etc.
Gortschakoff.
A Unit Italiana, de Milo, publica a seguinte>
carta de Ganbaldi, dirigida ao presidente da so-
ciedade unitaria de Palermo :
a Caprera, 10 de maio de 1861.
Senhor presidente :Sou muito reconhecido-
associago unitaria italiana tundeada em Paler-
mo, pela honra que ella acaba de me fazer esco-
lhendo-me para seu presideute honorario. Ten-
do-me constado pelos jornaes inglezes que se trata
de dar a ilha da Sardenha ao papa, occorreu-me a
idea de submetter considerago da vossa socie-
dade, qual teoho a honra de pertencer, a se-
guate resolugo, cujos principios seria necessaric
propagar nao s entre os societarios, mas em ge-
ral entre o povo Italiano.
Considerando que Christo, consagrando na
ierra a igualdade ntreos homens e os povos, ti-
nha adquirido para si o reconhecimento e o amor
(nos somos da religio de Christo); considerando
que o papa, os cardeaes, e todos os mercenarios
da Italia e os espieos reunidos em Roma sao o
principal obstculo uoificago da Italia provo-
cando e maniendo a guerra civil (nos nao somos
da religio do papa);
a Em coosequencia destas considerares, deci-
dimos :
a Artigo nico. Que o papa, 09 cardeaes, etc..
etc., deixando desde logo o domicilio (bottega) e
affastando-se para o mais longe possivel da Ita-
lia, deixem esta infeliz nago italiana, que hase-
culos torturara, constituir-se definitivamente.
Com affeigao e reconhecimento
Vosso
J. Garibaldi.
bido fallar de poltica e religio, como se o Ira-
hallllnP rQf\ f/ioon knannB* o oailsJt* n a*i m iim
, vs, pelo
contrario, fazeis da vossa associago fraternal
urna obra religiosa, e declaraos o proposito que
a patria progrida em
progresso augmente a
vos, e Com que o vosso
patria.
Na frente do vosso programma collocaea as
duas palavras santas : Dos e humanidade. Dos
legislador, e a humanidade nico interprete pro-
gressivd da sua lei. Vos defins o fim da vossa
sociedade : c Estabelecer a frateroidade entre os
operaras, pdr ante os seus olhos a idea moral e
a idea econmica ; fazer-lhes compreheoder os
devores! e os direitos de um povo destinado a
viver unido em urna Vida, em um bem, e nos
mesm.o destinos, segundo o direito da Providen-
cia Omnipotente.
Dos vos abencoe, operarios de Liorne, por
llavras. Oxal que as apropriem as so-
estas p
ciedadeide operarios qua todos os dias rio aug-
A Gazetc de Turin publica a seguiote ordem
do dia do rei por oceasio da distribuido das no-
vas bandeiras no dia 2 do correte :
< Officiaes, officiaes inferiores e soldados.
c Faz dentro em pouco treze annos que mea
augusto pai, passando o Tessino para dar princi-
pio guerra da independencia da patria, vos en-
tregava a bandeira tricolor eom a cruz de Saboia
e pronuncia va estas palavras fatidicas : Les des-
tinies de l'/talie murissent.
c Com esta bandeira leodes respondido a este
feliz auguro por meio de brilhantes victorias, ten
do-vos suspendido um momentb por urna fortuna
contraria.
Mas a forca das virtudes e a constancia nos
designios lizeram com que ella fluctuasse de novo
gloriosamente em regies longinquas, apar das
bandeiras mais poderosas dos exercilos da Eu-
ropa.
Depois, atraveseando os campos lombardos
ainda cheios das recordages de Goito edePas-
trango, tendes colbido esplendidos louros com o>
concurso das aguias notaveis da Franca.
Um novo lustre de gloria aagespalhou ento
na pennsula ioleira, e os povos da Italia, ligan-
do-se a vos em torno da bandeira da independen-
cia nacional, curaprirsm os votos e os factos qua
os nossos netos bao de recordar com reconheci-
mento e amor.
Hoje os deslinos da Italia esto vaticinados.
Soldados, entrego-vos estas baadeiras em
nome da Italia tornada livre
Levam inscriptos es nomes das balalhas
dadas.
Confio s vossas virtudes esses emblemas de
lealdade e de honra, nos quaes as armas da mi-
nha casa, illoslradas por oito seculos de bravura,
esto unidas ao symbolo da nago a qual se deu.
a sua independencia.
DIARIO DE PERNAWBUCO
Hontem recebemos pelo vapor Oyapock, vindo>
dos portas do norte, jornaes e cartas com as da-
tas seguioles : Amazonas 10, Para 23, Maranh
26, Piauhy 8. Rio Graode do Norte 29 do passado
e Parahiba 1 do correte.
Amazonas.As febmj que se hariam desea-


*ttiU M (1H11
_^______
" ,
U.R10 DI tKfilnJUUCO. QiRTi.
EIRA
toWo em Santarem. comecavem declinar,
pastando para as localidades circumvizwhas.
O rio Amazonas leve urna schenle maiur que
a regular, mas ja comegava baixar.
Para.Acerca do que oocorrea, depois do ulti-
mo por, diz o ooeso correspondente
Estamos as *espetas,ou antes Da noHe so-
lemo de S. Joao.
* Nesta provincia, como nessa, um nunca
acabar de aorles, reunila, fogos, msicas em
l>ados pelas ras, para fejtejar este dia uotavei
^aniversario do nasclmento do percursor.
Ao par desta solemnidade tivemoi lamkem
hoje pelas 11 horas da manhia o telo da posse
do governo da provincia ao Exm. Sr. Dr Brusky,
quo qui thegeu honlein na qualulade de presi-
dente. Por emquanlo lodos esiso na especiali-
za ; porque cada partido faz os seus calculoi pa-
ra ngsrlar as sympathias e afeiges do novo
presidente.
Felizmente por algumas semanas, estaremos
livres dM quesiex polticas bos joroaes, pois ludo
por ora sao agrados, esp- rangas ou reservas.
Esperava-se igualmente o Rvm. Sr. bispo
D. Ajitoio pasa esta diocese.mas assim nao suc-
cedeu.
E' bem para desojar que S. Lxm. Rrm. nao
demore e sua viada, pois u,ue os negocios ecle-
sisticos reclamam urgentemente sua presenca, e
algumas medidas enrgicas a bem da ordesn e da
administracao episcopal.
u Nao oigo .so sem causa, e apezar do clero
psraeose ser dcil, tem ultimameute sedesmora-
lisado bailante com urna polmica pela impreosa
entre tres eclesias.icos, os quaes reciprocamente
se tem lujuriado e maltratado com termos e ne-
gocios privados ultra indecentes e vergonhosos.
No vapor Oyupuch tom.be m rhegou o secre-
tario da presidencia De|iaKos Soares Ferreira
Peuo.i, qu se achara oaf corte com lieenc.
a Coasta que um official de mariuha, comman-
danle de urna das canhooeiras, que tero estacio-
nado ueste porto, e casado ha pouco lempo .nesta
provincia, ora euiitlido do commandoechama-
do corle ; porque leudo sua mulherviva ao sol
se passara segundas nupcias.
Apenas fago menco desta noticia sem ruaior
comraenlario ; entrelnuto coovm que as com-
petentes autoridades averigis este negocio de
tal rnaneira a raber-se com- fundamento, se o
caso exacto, se oi premeditado, ou se u marido
de duas inulhetes eslava em plena conviccao do
falle imento de sua primeira esposa.
Hoje tambem corte a noticia de que existen
como escravos nos estados barbarescos d'Abt*,
alguns ufficiaes do naufragio da crvela Isabel.
Asseveram que esta noticia veni n'uioa folha io-
gleza, e queeulre os infeliz** escravisados existe
o commandanle Benlo Jos de Carvalho.
propriededes e escravos, autorisando taes juizoi
as transages que o messao effectuava, era activa
bastan*,
Depois da mor* se diz, o commendador Mo-
reira nao defxou dioheir e nem escriplura-
gol As pessoas que o frequentavam, os seus
- e amigos, nao podem acreditar nessa
porque sabem e sabiam do Jon-
pareotes
noticia,
Ira rio.
O que mais admira que nao apparegam oa
asaenlsmentos, os litros de apoaUmeotos em
um dos quaes havia elle tomado, j com a mi
trmula pela molestia, nota do dia em que um
de seus escravos principiara a sar pregado em
certo ser vico.
llavera alguero que. lenha concurrido para
que baja fundamento as desconfianzas dos ami-
gos do commendador Uoreira ? O lampo o
dir !......
O numero de pretendeutes o lugar. j}ue va-
gn de commandanle do corpa pohctel i to-
mando proporces; mas supponbo que o Sr.
Araujo Lima nao preenche a vaga, com vistas de
economisar es veocimeuius respectivos e porque
segundo me infurmam, quer S. Etc. propr a
suppresso do logar, visto achar-se o corpo re-
duzido a um pequeo numero de pragas e nao
puder a provincia comportar sdesperas pesadas
que faz com a forca policial orgausada como ae
acha actualmente.
Tenho salisfago em commuoicar-Jhe que os
gneros alimenticios est o por barato prego, leu-
do sido vendida a carne verde a 3$840, 38200, e
tti a arroba -a farinha 1J920, 28240 e
28560 cada alqueire e o mais gneros a mesma
proporgo.

Maria da Silva Lisboa.
Foram recolhidos casa de detenfio Dos
dias 29 e 30 de jucho fiado, 18 humera, inclusi-
ve um por sospeMae de ser escravn-: sendo 4 er-
dem do Dr. chele de polica 6, a ordem do Dr.
delegado 2. a ordem do subdelegado do Racife
2, a ordem do de 8. Jos 1, a orden do da Boa-
AJeta 1, a ordem do da Capunga 1, a ordem d
dosAiTogados 2 e a ordem do do Poco da Pa-
nella 3.
Paageiro8dobriguaMcionbl Olinda vindo
Antonio Vctor VloieJDemiMtra?o do estaco da aiwa
aV mm\ m i> tna.i itn **m> ti 4 Aria IUV
PEBNAMRUQ.
REVISTA DIARIA.
Pela circular de 28 de maio prximo passado
do ministerio da justica, foi deelarado ser ex-
tensiva todo o imperio a disposicao da lei de
27 de setembro de anno Ando e do regulamento
o. 2699 de 26 de setembro do mesmo anno, na
parte em que exigida, sob pena de nullieUde,
eseriplura public* para os contratos de compra,
venda, iroca e doago insolutum de escravos,
cojo valor exceda de 2008080 ris, com prohibir
gao de carta de orden em transacges taes en-
tre pessoas ausentes.
Da freguezia da Boa-Vista nos informam o
seguinte :
Que algas* qointaes ha na rus da SantaCruz,
do lado do occidente, que acham-se
, que acham-se com aguas
a~(jue~Tot'de*erdadre~rieJu'Tr eslanoti-! e8la8n'. desde que omegaram as chovas no
cia nao sabemos; com ludo unimos os nossoai mez PrXMn P"a votos os do illutre autor da AtstnAa Martima : D, ^7' p''a eo? ^u se vende J"oha, milho,
do iano de Ptrnambuco, para que o governo e,c- e,c- ex,em, dos almocreve 80 rs. por cada
inpe.ial envMe todos os esforcos, nao recue an- "r". a'H depositara urna tigella de cada
ie diiculdades despeaas nar'a a averiguaco e 8o, e finalmente 40 ris por cada can-
conhecimenle exacto de negocio de taro'iuha g8.,s" ,_ ,
raa^n.tude e intoresie. e que di^respe.lo sorte ,':" 5 lf' ?". *"' qUe
fle u.na cUsse distinta, e qu Untos Srvaos lenC'a de toeS tmAo> pata
ten pcesiado ao paiz.
Nada de vacilac** : a diguidade e honra da
uago reclamam, bem cono a bumaaidade, enr-
gicas e prooiplas providencias do Sr. ministro da
maruiba.
Paro aqu sem ter naiores noticias a trans-
n.iitir. porque a provincia est em paz e os neg
i.i- publiceos, assim como os ccmmerciaes mar-
chara sem maior uovidade.
Navios descarga.
FUur duPar.... Barca (reuceza.
Flor do Vez...... Barca porlugueza.
Cuajar..........Barca franceza.
Emile............. Earca franceza.
iVauius.......... Brigue lianiburguez.
Maria............ Patacho americano.
Flor*t............ Patacho inglez.
Navios cargi.
Hebdeu.......... Brigue inglez.
Para Liverpool segu freado at 26 do cor-
rente o brigue porluguez Ligeiro 11, tocando em
Lisboa.
v< Para o Havre sahir tambem breve a barca
franceza Flor do Para.
Maranhao.L-se no PuOlicador Maranhense :
Hoje (21) S. Exc. o Sr. presdeme da provin-
cia foi visitar o brigue de guerra francez Beau-
manuir, sendo recebido pelo commandanle e sua
nobre e distincti ofBcialidade 'com is maiores
provas de disiiucco, boorandoo na despedida
.ora urna salva de 19 tiros, que foi in uonlineoti
correspondida pela nossa crvela Uniao com as
formalidades do eslylo, bem como o foi pelo bri-
gue de guerra francez a salva dada pela crvela
*o Sr. vice-coosul, quando Ihe passava em
fenle.
a Era seu regrcsso vieitou tambem S. Exc. a
crvela Unido, onde foi recebido com lodas as
honras que llie compelem. O
Le-se no Commercio :
< As subscripgea abortas a favor das financas
dosaulissimo padre produzia a quantia de.......
1:8;U00, destribuidas do seguinte modo :
.< A da commis&ao compoeta dos Srs. vice-con-
sul pontificio Garlos Henrique da Kochi, Pedro
de Souza Guirnaraes, Joaquim Jos Domingues
Lima, Joaquim Silverio Gomes e Joao Caocio Pe-
reira dos Prazeres 1:0009.
se verifique a exis-
- que se providencie
no sentido de sana-los, como cumpre, devendo-
separa o primeiro mandar desobstruir o esgolo
existente na ra do Cotorello, afim de que te-
nham as aguas fcil escoameoto, e para o segun-
do repetirem-se as vizitas dfficiaes quelle pon-
to, convertido assim em urna pequea California
para o economista autor do novo imposto de
cangalhas, etc., etc.
Foi removido o professor da freguezia de
Sania Maria da Boa-Vista, padre Jos Procopio
Pereira, para a cadeira de ioslrucgo primaria
do Brejo. *
Esla ramoco foi a requerir en lo do referido
professer.
3 DI JULHO IB 1161.
? (IflfQI IIT7TI
JosBaplista do Reg com Senhorioha Maria .Fundo|de reserra
do Reg. ITituioi m.t*M
Jeao Martina de Andrade com Delmica dos Passo Banco la BahU
Pessoa Pinto. *aler',oe Locares) .
Hsrculaoo Daniel da Silva Loureiro ccr asma 4o*^ ifmtQjO/Figueiredo Ju-
* PUVHne,ro)
Letras
N/C .
r;Poer (de Londres)
41:630*078
5:735g280
30:307*188
3:225*734
a pagar
Saques ....
Divididos. .
Desee u es de notas .
Juro- di garanta de emisso .
Premie i de saquee e remessas.
Descjn os........
49*154
1:5009000
8:9558993
3:068*000
380*000
2.409*182
22*500
236:920*607
Ris. 4,435:336*4*5
Tavaresda Silva....
Marques da Silva
da Costa Del-
A do Sr. cooego Dr. M
268*000.
A do Sr. conego Eleulerio
Rosa* 70a.
A do Sr. Beneficiado Manoel
.gado 82.
A du Sr. conego Raimundo Alves dos Santos
sa*doo.
A do Sr. padre Antonio F. de Abreu, de Ita-
picurucuirim, 66g.
Ainda faltara as dos Srs. vigarios da Concei-
ck, b S, e tlvez de algura oulro do interior.
Piauhjr Prestou juramento e tomou posse da
presidencia da proviucia. no dia 13 do passado,
v Exm. Sr. Dr. Antonio de Brillo Souza Gayoso.
Corra como certo que a fome lavrava, com in-
lensidade, em Paranagu e S. Raimundo Nonna-
to. Entretanto neuhum jornal da capital certifica
essa ooticia, que encontramos em urna carta es-
cupa para ura jornal do Maranhao.
Cesr.Nem um t jornal recebemos desta
provincial! Cartas particulares, porm, dizem-
n is i,ue nada occorreu digno de mengo.
Rio Grande du Norte.A provincia marcha em
-paz e irauquillidade perfeila. Nenhum laclo im-
portante occorroo, depois do ultimo vapor.
Parahiba.A carta abaixo d conta de tudo
quanlo occorreu.
a Depois da ultima caria nenrium laclo de
importancia deu-se na proviucia e pelo que pa-
rece temos pasmaceira que, provavel, durara
at a abertura daassembla provincial, o que
deve ter lugar no primeiro do prximo agosto.
A populago nestes ltimos dias lem-se
entregue eos praseres e festejos proprios do
natalicio do precursor do Messias.
0 proprietario do eogenho S. Joao, o Exm.
Sr. bario de Mariu, um dos agricultores mais
abastados da provincia, tem por costume reunir
em casa de sua residencia, os seus amigos e as
pes.'oas mais grada* desta capital e circumvisi-
nhangas, para o Ora de festejar ao padroeiro de
sua valiosa propriedade, o apostlo S. Jao
Baptista.
a Este anno, como nos anteriores, muitos
amigos de S. Exc, ahi se reuuiram, sendo que
nao obstante honrado com um convite, deixei de
comparecer por causa das chuvas que ten tor-
nado as estradas quasi intranzitaveis, o que dea
lugar a faltas guaes de pessoas consideradas e
importantes.
a Amigos, mais corajosos, com alguns dos
quaes cooversei disseram-me que a reuniao es-
mera muito concurrida o que o Exm. Sr. barao
de Maru se esforgra e bem assim sua Exme.
familia, em obsequiar aos hospedes, que todes se
coofessam penborados as bondadosas maoeiras -
ira tus obsequiosos que lhe foram prodigali-
ados.
Seoti bastante ter sido foreado a nao corres-
ponder ao convite que recebi.
<< Gonsta-me que houve oa capella doengenho
festa solemne, com a pompa propria a taes
actos.
O Sr. bario de Maru dos mais bellos ca- |
Segundo noticias que temos, o rio Seri-
nhaem encheu fortemente no roez ultimo, cau-
sando ionundagoes de cannaviaes e destruigoes
de rogados nos eogeohos, que lhe sao ribei-
rinhes.
Algumas pequeas pontos particulares, que
havia sobre elle, foram levadas pela torrente
impetuosa; o que deu-se igualmente com a
ponte grande do engenbo da Palma.
Amanha deve realisar-se a arrematado
do readimenio do pedagio da barreira da ponte
de Tapacur.
A arrematagio por espaco trien nal e serve
lhe de base a quautia de 2.0%$OOO por anno
que foi offerecida por um licitaule.
No dia 8 do correte lermioa-se o prazo de
tnnta dias concedido para o pagamento volunta-
rio bocea do cofre, relativo ao seeuodo se-
mestre do anoo financeiro de 1660 s 1861 da de-
cima urbana dos predios sitos as fregoezias des-
la eidade e oaquella dos Affogades.
A falta de pagamento al esse dia indicado,
sujeita mulla de 3 por ceoto os conlribuintes
remusas.
llima-se no dia 20deste mez o prazo esti-
pulado pela caixa filial, em curoprimento do dis-
poato no arligo 4 do decreto du 10 de noverobro
do anuo pretrito, n. 2,685 para a substituico
de suas notas do valor de 20g000.
Os possuidores das mesmas devem tratar de
troca-las, aOm de nao serem prejudicados, cora
o descont mensal progressivo de 10 por cento
consagrado em disposicao legal, que ha de ser
applicada ao caso.
Na estrada do Rosarinho lem-se dado lti-
mamente varios furtos en animaes cavallares e
na cnago de differeotes -sitios d'alli.
Conslando-nos que nao ha nessa locaridade
inspector de quarteirao, seria conveniente que
fosse um Romeado; porque poderia elle dar
cabo de taes fados ofeosivosda propriedade por
meio de algumas providencias e medidas pre-
ventivas, que empregasse nesse intuito.
Hontem, pelas 3 horas da tarde, sahio, com
destino ao Rio-Grande do Norte, a curveta h-
lice Ipyranga, que ali dever tomar os presos,
pragas de pral e mais pessoas que seguirn para'
o presidio de Fernando de Noronha, bordo da
barca nacional Atrevida, que arribara por forca
maior em fias do mez passado.
Baplisados da freguezia de Santo Antonio
do Recife de 3 a 30 do passado :
Joao, braoco, lho legitimo de Joo Joaquim da
Costa Leite e Josepha Guilhermina de Mes-
quita.
Hygino, branco, filh natural de Helena Rosa
Ramos.
Antonio, crioulo, lho natural de Jesuina Maria
da Cooceigao.
Antonio, crioulo, eseravode Flix Antonio Alves
Mascareuhas.
Gertrudes, parda, liberta.
Maria, branca, filh a natural de Maria Francisca
da Cooceigao.
Manoel, branco. lho natural de Candida Bella.
Alberto, branco, tilho legitimo de Francisco Li-
banio Celias e Carmella Lucci Collas.
Jos, semi-branco, lho natural de Lidia Maria
da Cooceigao.
Amelia, parda, filha legitima de Antonio Muoiz
Pereira e Clemeolina Muniz de Almcida.
(Santos leos.)
Juveocio e Joaquim, brancos, filhos legtimos de
Manoel Raymundo Pena-Forte e Joaquina
Simplicia Carneiro.
Luiz, branco. filho legitimo de Jos da SHva Oli-
veira e Hennqueta Alexandrina da Silva-0U-
veita.
Maooella, parda, escrava de Mara Magdalena Pe-
ralta de Paiva.
Joao, pardo, filho natural de Brgida Pereira.
Joaquim e Maria, brancos, tllhos legtimos de
Joao Hennques da Silva e Anna Theodora
de Sa.
Leonilbx, branca, filha legitima de Manoel do
Reg Soares e Sennorinha do Sacramento
Soares.
Antonio, branco, fllbo-legitimo de Jos Nogueira
de Souza e Hennqueta Villar Nogueira.
Jos, brauco, filho legitimo de Antonio de Bar-
ros Pequeo e Ermlinda Gomes da Silva.
Olivia, branca, filha natural da Felicidade Perpe-
tua Espiad ola,
Engracia, criouia, escrara de Jos Antonio da
Costa e S.
Augusto, crioulo, escravo do Dr. Manoel Alves
a Costo Brancacte.
Adelayde. parda, filha natural de Beoedila Ma-
ria da Cooceigao.
Belarmioe, crioulo, filho natural de Luzia Ma-
ria da Cooceigao.
Ferreira de Castro.
MORTALlDADE DO DIA 2.
Lourenga Maria da ConcecSp^ Pernambuco. 60
IDflftt Tinaja fi JaaA rtiurfkn
u| ?u'v'i \9t 9^&u vj wr^nvwa, _
Joaquina Hermeheglda dos Santos, Pernambu-
co, 37 anuos, .asada, S. Antonio, sotlrimento
pulmonar.
Miguel Archaojo Fernandes Haona, brinco.
Boa-Vista, 4,"> a anos ; tubrculos pulmonares.
'II W II
cHirnnti^oitUBiA..
TRIBUNAL DI RELAQiO.
SESSAO EM 2 DE JTJLHO DE 1861.
PBES1DE>C1A DO EXM. SU. C03SEUIE1U.O KBJtSLUIO
DE L80.
As lOhoras da manhaa, achando-sepresen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Silveira.Gitirana, Lourengo Sanli'go, Silva Go-
mes. Multa, e Perelli, faltando o Sr. desombar-
gador Guerra, procurador da corra, foi aberla a
sessao.
Passados os feilos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguintes
JL'LG AMENTOS.
RECLUSOS CRINES.
Recorrente, o juuo ; recorrido. Anas tacto Jcs
da Silvoira.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Perettj,
Lourengo Santiago e Molla.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, bacharel An-
tonio Joaquim Buarque Nazan-ih.
Relator o Sr. desembargador Girana.
Sorteados os Srs. desembargadores Costo Motto,
Silveira e Lourengo Santiago.
Impruct'deule.
AUGRAT DE PETl Aggravante, Francisco Accio deGouveia Lins;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desejabargadores Giurana,
e Perelli.
Negaram provimeolo.
HABEAS-CORPUS.
Negou-se a soltura,pedida em babeas-corpus,
pelo africano Antonio da Costo.
API'ELLAgOES CHIMES.
AppeUanle, D. lsaPel Adelaida de Siqueira
Granja e nutres ; appejiada, a jostiga.
Annullou-se o processo.
Appellante, o juizo ; appellado, Jola Lopes
Ferreira.
A' novo jury.
AppeUanle, o juizo ; appellado, Goncilo Men-
des da Silva.
A' novo jury.
Appellante. o promotor ; appeUado, Januario
Antonio de Freitas.
A' novo jury.
APPELLACES C1VEIS.
Appellante, padre Jos Leite Pitia Ortigueia ;
appellado. Salusano Augusto Pimenta do Scuza
Pares.
Confirmada a seotenga.
Appellante, D. Rita Francisca de Carvalho Pees
de Andrade ; appellados, o desembargador Fi-
go eir de Mello e oulros.
Receberam-se os embargos.
Apellante, Antonio da Costa o Silva ; appel-
lada, D. Maria Alves dos Passos de Jess.
Couirmoii-se a seotenga.
Appellante, Manoel de Almeida Lima ; appel-
lado, o. prelo Lour-ngo.
Confirmou-se a seutenga.
Appt liante, o desembargador Figueira de Mel-
lo e outrus ; appellados, Thomaz de Carvalho
Soares Brandao.
Reformada em parte aaentenca.
DESICNACAO DE DA.
Assignou-se dia para julgamento das seguintes
appellages civeis :
Appellante, Antonio Fernandes de Souza ; ap-
pellado, Luiz Tenorio de Albuquerque.
Em mu idas de ouro
Em n< tos do thesouro menores
-m^uvwju .......
Em diti s de oulros valores .
En nol s da caixa filial do Ban-
co di Brasil ......
En not is do Novo Banco de Per-
namb ico......, ,
Prata e cobre.......
< Maria, parda, filha natural de Thereza Mafia da
Falleceu no dia 28 do paseado o commenda-
dor Joaquim Moreira Lina, commandanle do
corpo policial; a sua morte foi mullo sentida, o
que prova era o finado bom cidado.
a Durante a existencia do commendador Mo-
reira, corra de plano era elle capitalista seguro,
e avalwva-M oa eus possuidos (auwto a di-
ebeiro) em quautia superior a 30.000*000, afora
Cooceigao.
Casamentos:
Francisco Luiz 4a Silva com Alexandrina Polv-
earpo de Araujo.
Jos Francisco do Reg com Rosa Candida dos
Santos Neves.
Claudioo Benicio Machado coa Maria da Coooei-
caiao Reg Motta.
Emisso em circula^ao
4632
USO
90
555
33;10O500O
5!78QaOOO
346:13000
124^40jfO0f>|
92 1605000
77027
Ris, 602:5-27jO-27
4272netas do valor de'SOOSOOO
10000
50$06O
20J00O
logooc


ti
i>
!>
854,4O0?KK)0
463:2008000
161:6000060
1:800000
5:550g000
Ris 1,485:9505000
0 guarda livros,
Francisco Joaulim Peiceiha Pinto.
Cooimimicado&.
i'
deseonhecido de Francisco AdIooo Teixeira, era
a mesma que havia realisado a cbranos, que
dera lugar ao processo honroso a que responder
o Sr. Joaquim Pedro ; e que essa pessoa era um
Lima, servente das obras publicas. O Sr. inspec-
tor da iheeouraria em seu officio pede a puoigio
desse hornera, duas vezes crimoooso.
Saiba agora o publico, que as espontaneas de-
elaragdes que fez o Sr. Joaquim Pedro, por occa-
sio desse acaso infeliz a que se vio sugeito, como
qualquer carcter honesto, disse, que era vtrda-
de ter mandado recebar o dinheiro por um
Lima.
Houve, ou nao, eompaixo para com o ex-es-
cripturano da thesouraria provincial, em certo
lempo suspenso por desobediente ? Se alguem
lem roubado de mascara, nao podereieu figura-
damente fazerapplicago da phrase dos falsifica-
dores das duas proeuracoes ?
E a proposito de ( mascaras ) :r. Joaquim Pe-
dro Brrelo de Melli Reg ; Vmc. lem um nome,
aspira aos foros de homem, tem digoidade pro-
pria,? So um seo tmenlo nobre se auioba em seu
corago, arraoque-se, por um esforgo supremo,
essa posigao dubia, to em harmona com o
seu carcter ; e venha declarar pela imprensa
quaes sao os aecusados de Aovaran roubado de
mascara. Se nao o flzer, ser um vil e cobarde,
so digno das infamias, que cobrera o seu nome.
Foi Vmc. Sr. Joaquim Pedro, o correspon-
dente do Jornal do Commercio, que sob a capa
do anonyme, chamou-me prevaricador Res-
ponda : erga-se dessa posigao impropria de um
homem que se presa, que quer ser puaitco em
sua.provincia. f
\ Quando se julgar humilhado e abolido esse
Sr. Joaquim Pedro ?
Recife, 1 de julho de 1861. .
Illm. Exm. Sr.O tenente-corenel Florencio
Jos Carneiro Monteiro, precisa a bem de seu
direilo. que V. Exc. mande ao inspector da the-
souraria provincial que lhe passe por certido a
copia do officio em que elle cemmuuicou pre-
eldenci, que um Lima, empregado as obras
publicas hava-ae apresentado oa thesouraria
com urna procurago falsa, cobrando ordenados
de exercicios odos. pertoocentes a nm professor,
por isso; pede a V. Exc. defterimento. E R.
M.FloreDcio Jos Carneiro Monteiro.
Recife, 26 de juoho de 1861.
Remedido ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial para mandar certificar o que cons-
tar. Palacio, do governo de Pernambuco, 26 de
junho de 1861.Nunes Gongalves.
Cumpra-se. Thesouraria proviocial de Per-
nambuco, 27 de junho de 1861.Silva.
Em cumprimento do despacho supra, certifico,
que revendo o livro de registro do expediente
toja perguntar pelo
do
ap-
Appelante, Estevao Jos Paes Barrslo
pellado, Gabriel Germano Monlarroyos.
Appellante, Manoel Albino da Gusta Gadelha ;
appellado, Manoel Victorino de Coito.
AppeUanle, Miguel Francisco Fooles ; appel-
lado, Antonio Fernandes de Mello.
A revista civel :
Recorrente, Francisco Monteiro de Carvalho ;
recorrida, D. Maria Luiza Martina de Araujo.
As appellages crimes :
AppeUanle, o promotor; appellado, Antonio
Francisco da Costa.
Appellante, o juizo ; appellado, Fihppe Viris-
simo da Costa.
DIL1CBSC1AS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellages crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco das
Chagas Mesquia.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Coneia
da Silva.
Appellante, o juizo ; appeUado, Jos Pereira
Jnior.
Appellante, o juizo ; appellado, Flix de Va-
lois Cabral,
Appellante, o juizo ; appellado, Germano Bispo
de Araorim.
Appellante, o juizo ; appellado, Luiz Jos de
Souza.
DISTRIBOKOKS.
. Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, o
recursos crimes : .
Recrreme, o juizo ; recorrido, Francisco Men-
des dos Santos.
As Sr. desembargador Silva Gomes, os re-
cursos crimes :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Jos Francisco
de l i eir
Ao Sr. desembargador Cesta Motto, os recursos
crime:
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Vi-
cente Ferreira.
Ao Sr. desembargador Peretti, as appellages
civeis:
Appellaote. Rozendo Francisco de OHveira ;
appellado, Manoel, Antonio e Francisco, li-
bertos.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, as
appellages crimes:
Appellante, Custodio Jos Pereira ; appellado,
Manoel, escravo de Amorim & Irmaes.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellaces
crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Rodri-
gues de Castro.
As X horas encerrou-se a sesso.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
Balando lo Naso Banco de Pcr-
namtonco
em SS de junho de I8i.
ACTIVO-
Apolices da divida publica ......
Estrada de ferro de Pedro II......
Estrada de ferro da Baha........
Depsitos.
Be orina eletoral, Eleao
directa.
IX
De h je em diante vamos examinar quaes a
condic s e signaes externos, que devem ter o
cidado i para fazercm parte do corpo elei-
loral.
J di sernos em um dos nossos artigos anterio-
res, qu o corpo eleitoral em cada circulo deve
ser con posto por todos os cidados capazes das
difieren es circumscripgoes do mesmo circulo,
sem di itiocgo de suas crengas politicas, e de
suas pr fisses ; o que em resultado vem dar
na coo< urrencia de todos os habilitados pela lei h<*
para a icotha directa e deffiniliva dos represen- desta thesouraria com o Exm. Sr. presidente da
tantea ( oircolo ; sem razio de queixa para ne- provincia no anno de 1858. nelle a fofha 185 te
nhum, visto concorrerem para o mesmo acto a *'
maiona e a minora, com exclusao dos inca-
pazes.
Ora, i exclusao dos incapazes nao poder de
modo a eum ser considerada como injusta ; por-
que, na sociedade poltica, elles sao, com razo,
equipar dos aos menores oa sociedade domesti-
ca : e 9 : estes vivera sob ajutella natural ou le-
gal, po riue rszo aquelles bao de escapar di-
reegao la tutella poltica ?
E\ p is, razoavel e de jostiga que os incapazes
em das catacidades eleitoraes, eolre as quaes se
achara eus prenles, amigos e protectores.
O si poltico o direilo de que tratamos ; nao
, pois razo para que se dispense a tutella ;
antes ima razo de mais para que os incapazes
de exeic-lo nada possam fazer em quanlo nao
foreme insiderados maiores, isto capazes.
Para i xercer dlrcitos, quer sejam civis, quer
poltico preciso que se tenha capacidade ; por
que exe cer dtreilos obrar segundo a razas e a
liberdac e ; e ninguem dir que possam obrar ra-
cional i livremente oa menores, quer elles per-
tengaro pequea sociedade familia, quer
prand ao estado ou nago 1
Insist mos em aclarar o que dizemos, muito
de pro osito ; porque temos encontrado duas
espeiie de contraditores e conlraditorios : uua
admilten erecoDhecem a tulella civil, mas nao
querem admiltir a tutella poltica; outros admit-
iera a utella poltica, porm com condiges e
restricg es taes, que fszem rir as mesmas po-
dras.
Assin nao querem que os votantes primarios
escolha n directamente os representantes ; por
que na sabem e nem podem querer, visto como
sao wiei ores os mesmos volantes primarios.
Mas | or una maoifesla contradiegao, exigem
que os iesmos menores, isto os votantes pri-
marios, escolhsm um pugitlode homeosque Ihes
devem servir de tutores : e esles sao os eleilores
do seg ndo grJo, ou ejerarchia superior.
Este egimen eleitoral de todos o mais absur-
do, e i a pralica presto-se aceas verdadera-
mente bmicas, como temos presenciado neste a
em tod is os circuios da provincia. Nao precisamos
sahir pira o mallo : aqui mesmo no circulo de
capital de Pernambuco temos visto constante-
mente is resultados pordemais esquisitos de se-
melhai te rgimen.
Com i j urna vez dissemos o importante ir-
culo d > Recito tem treze freguezies, cada urna
das qu es conlm muitos milheirosde votantes
primaros, como se poder ver pela qualiQcago.
So a hiitonca freguezia de S. Lourengo tem dous
mil e oitocento8 votantes ou menores polticos,
dos qu >es se nao nos engaamos, apeoas seiscen-
tos oc setecenlos esto em idade de pegar em
armas jara o servigo da guarda nacional 1
P< is bem a nossa actual le eleitoral, em
sua s nedoria, determinoo que essa multido
immeisa de pupillos ou menoxespolticos niopo-
dease eleger directamente os seus representan-
tes, p< rque, como menores, nem sabiam e nem
podiaix querer livremente ; porm faeultou to-
dos o poder de nomearem os seus tutores, nao
exced ndo o numero dos laes tutores de 394"
Mas o que izeram esses milhares de menores, a
maior a dos quaes realmente de menores po-
lticos de facto e direito ?
Fiz ram travessuras de meninos : ajustaram-
se, e e proposito deliberado, elegeram dous ou
tres b deis, e ahi tomos a faculdade de direito, o
collef o das artes, ogymnasioe oulros muitos
eslibi lecimenlcs luteranos totellados, e devida-
mentd apreseoiados ; elegeram dous ou tres in-
quilidos, e os pozeram frente de centenares de
proprtelarios urbanos ; elegeram alguns solicita-
dores e escrives, e os pozeram frente desde-
semb irgadores, juizes e advogados; elegeram
alguis empregados pblicos de inferior calhego-
na 6 >s pozeram a frente dos seus chtfes desee-
gao e administradores ; elegeram alguns morado-
res e purgadores de assuoar, e os pozeram fren-
te d' quelles mesmos senhores de engenho, que
os d npedtram porque, talvez, Ihes houvessem
fura o os paes de aasucar, e assim por di,ante.
O ue isso ? Ser o mundo s amanta* ?
Ni o ; um processo de eleico, completamen-
te li re, e quasi evanglico.
N' use rgimen eleitoral se egue risca o
prec rito do livro santoOs primeiros serao os
ultitos, e os ltimos os primeiros.
Elnao paasa disto.
Lingo de nos o pensamento de que os bedeis,
solidftadores etc. nao seja adigoos do cargo elei-
toral. Deixemo-nos de historias.
Tpdos elles sao muito dignos ; apenas quizera-
qu* tambem fossem julgados taes, os lentes,
s, advogados, propietarios, ele. etc.
F ? *
acha langado o de que trata o requerimento
suppltcaote, e seu theor o seguinle :
N. 395. Illm. e Exm. Sr.Tendo-se nesta
thesouraria dado o facto que passo a relatar,
julguei do meu dever leva-lo ao conhecimento
de V. Exc. para que digne-se dar as providen-
cia qu* {uigar aceitadas, seja elle averiguado
como coovem, e punido o seu autor e seus cum-
plices se os houverem.
Em um dos dias do correle mez um Fulano
Lima, que me dizem sebar-se empregado na re-
particao das obras publicas, como servente, pro-
curou cobrar cincuenta eum mil rento e setenta
res [.>I>17U ris) de vencimentos.dividos ao oro-
fessor de (torrentes, Antonio dos Santos Palco,
cujo pagamento foi ordenado em 1855.
Tendo, porm, apresentado ao porleiro desta
thesouraria urna procurago para obter a entre-
ga do despacho desse pagamento, reconhecea o
mesmo porleiro que a firma do dito professor era
falsa, visto ser a lettra muito ditereote das de
outras que exislem nos documentos comprobato-
rios dessa despeza, e por isso recusou entre-
gar-lhe ess6 despacho, e procurou commuoi-
car-me esta oceurrencia..
Nao me foi possivel fallar-lhe nessa occasio
por me achar oceupado, c antes que o podesse
fazer apresenlou-se o referido professor para
cobrara quaotia que lhe era divida e declarou-me
que nenbuma procurago havia dado para este
fira, e por isso devia considerar-se falsa essa que
tinha dito Lima.
Devo mais informar a V. Exc. que o requeri-
mento em que ltimamente se pede o pagamento
de que trato est assignado por Francisco Anto-
nio Pereira como procurador, e cora esta assig-
natura oulro me fui dirigido pedindo o pagamen-
to de oitenla e seis mil cento e onze ris (86j>ltl)
de ordenados do oado professor do Brejo,
vencidos uo eiercicio de 1854 a 1855, e que hoje
pertencem a sua mulher ; mas como se reque-
resse em nome de Caodido, e nao de Candida,
como ella se chama, o secretario o releve em seu'
poder-at que se apresentasse o dito procurador
e explicasse o motivo de seu engao.
Estou convencido que este segundo pretndeme
o mesmo Lima, e por isso mais urna razo le-
nho para requisitar a sua punigo.
Deus guarde V. Exc. Thesouraria provincial
de Pernambuco, 19 de novembro de 1858.Illm.
e Exm. Sr. Doutor Bemveouto Augusto de Ma-
galhes Taquea, presidente desta provincia. O
inspector, Jos Pedro da Silva.
Nada mais se continha em dito officio, que va
aqoi fielmente copiado.
Secretaria da thesouraria proviocial de Per-
nambuco, 23 de junho de 1861. O offlcial da
secretoria, Miguel Attonso Ferreira.
to de ter ido Manoel Benlo
seu desappa racimen to.
Queris saber, leitores, qual o procedimento
de Lino para o homem que lhe havia dado urna
honrosa posigao social.
As 8 horas da note do dia 3, achando-se Ma-
noel Bento conversando na toja de Domingos da
Silva Braga, fronleira a saa, entri Lino, agarra
Manoel Bento pela bertura, desembanha um pu-
nhal, e depois de innmeros insultos e ameagas.
o convida com o punhal apontado no peito da
victima, a ir receber 1:0059000 emsua casa III
Pode Manoel Benlo safar-ae das garras de Li-
no, e fugir para o interior da toja, e Lino ufano
com semelhanto acto de bravura, quebra o pu-
nhal eravando-o no balcao de Domingos, e volta-
se triumpbanto para o povo agglon-erado e bo-
quiaberto, porta da toja, dizeado-lhe : retirai-
vos, nao ha noridade, quiz enainar um marinhoi-
ro I I !
Vencida a letra, Lino nao a paga, como se-ti-
nha eompromaltido ; Manoel lame-, para quera
foi recambiada, pagou-a ; feilo o que, comegou a
recorrer a todos os prenles e aaigas de Lino, a-
flra de o persuadirem a satisfazer esse dever ; os
primeiros respondern] em geral quo Lino era
um doudo, e que nada queriam com elle, aos se-
gundos responda Lino, djoe a sua honra lhe nao
permitiia pagar; oulrss vezes qae nao tinha di-
nheiro 1! 1
Era indispensavel a Manoel Bento esgotsr o-
calix at a ultima gotta, e assim iodo os Srs. Ma-
ximino da Silva Gusmo, e Joao Soares Vel-
loso, a seu rogo, pedir a Lino q.ue effecluassse o
pagamento, respoadeu este que s pagara se Ma-
noel Bento foase em pessoa buscar o dinheiro.
A'vista do que cooduziram os dous Manoel
Bento i luja de Lino, que- bravateando Ihes res-
pondeu, que a sua honra lhe nao permiltia pa-
gar, mas que se Manoel Bento precisara de di-
nheiro. elle tinha 2:000*000 rs. para lhe em-
prestar I !
Assim esgotados todos os meios pacficos e sua-
sorios, passaodo Manoel Bento, credor, pelas tor-
gas caudiaas de Lino, devedor, entregou aquello
a letra a um solicitador para a cobrar judicial-
mente, o qae chegando ao conhecimento de Lino,
foi no dia 25 comprar um chicote cooleodo um
estoque de palmo e meio, e passaodo publica-
mente com elle na ra Direito, se recolheu casa
aguardaodo os acontecimentos.
No dia 26 citado peraole o juizo competente,
es51i2horas da tarde, invade Lino aloja do
Manoel Benlo com um ebicote em punho, salta
para dentro do balcao, a que visto por Manoel
Bento, pega em umfaco dos muitos que lem
venda e diz a Lino, que se retire, que nao o in-
sulte em sua casa, e grito aqui d'el-rei I 1
Lino responde pacificamente a Manoel Benlo,
que largue o facao, e que lhe quer fallar em par-
ticular ; a victima insisto que lhe fallasse de Ion-
ge, mas tantas vezes pede Lino a Manuel Bento,
que largasse o faco, e que vinha pacificamente,
que Minoel Benlo creu as palavras fementidas
do seu inimigo, e collocou o faco em cima de
urna mesa, dizendo-lhe que fallasse.
Vendo a sua victima desarmada, Lino cahe so-
bre ella, qual milhafro sobre a preza, e agarrau-
do-o grita-lhe : marinbeiro, queras ser mais ho-
mem do que eu ? e desembaiohaado o estoque
comega a esmurra-lo| e apresenla-lhe a ponto ao
peilo 1 !
Acode|o povo, indiffereote,presenciando estupe-
facto esta tragedia escandalosa, em urna das ras
mais publicas da eidade ;e a pparecem por im al-
guns viziobos, que bradam a Lino mostrando-lhe
toda a hedioodez do seu crime ; a nada atiende
Lino, que com voz stertor grita sua preza : ajoe-
Iha-te, marinbeiro, e pede-me perdo 1 1! apoo-
lando-lhe ao mesmo lempo o punhal ao peito.
Era de mais : alguns dos espectadores eotra-
ram na toja, arrancam o eitoque de Lino, pren-
dera-no ordem do.Sr. chefe de polica, e dous
soldados de polica que ento appareceram, o
cooduziram, furioso casa de detengo.
Ajoelha-te, marinbeiro, e pede-me perdSo 1 f
bradava elle, o que traduzido assim quer dizer:
tu, marinheiro, que sendo eu um proletario me
destes urna posigao honrosa, a mim, a quem os
meus nada fizeram para ajudar-me; tu que ar-
riscases o leu dinheiro, a la fazenda em minha
mo, som garanta alguma, e s fiado em minha
palavra, ajoelha-te, e pede perdo por me teres
chamado aos tribunaes, visto que nao cumpri
migavelmenle os meus deveres 11 !
O pai deste individuo marinheiro, e quasi
toda a sua familia alliada de marinheiros 1
Basta.
E' o facto ou e descarnado succedido na tarde
de 26 de junho ultimo, na ra Direita, o publico
o aprecie, e quem tem ouvidos de ouvir, auca.
mi
juiz
Acges depositadas ..,*,
Joias depositadas. ...
Letias caucionadas.....
Letias descontadas.....
Letras protestadas ,
Banco da Babia S/C .
Remeses........
Aluguel de casa.....
Fornecimealo ......
Jures....... .
Premios de ttulos e garanta.
Despezas geraes ..........<...
Caixa .......................
573:8fJO$000
104:0008000
7f.-632502
80:0009000
3:570JJ000
5:735g280
4:5305000
2,867:060833
58:779J680
12:896785
2:633jj840
1:0500000
- 7:766485
44808550
26-884*863
3.-6588580
82:527|027
PO!
Sr.
obi i
meju
Ris. 4.435:3368*25
rAssrvo.
Capital..........
Emisso.........
Depsitos, da direceo ....
Letras por dinheiro recebido
juw.........
Conlaa correntes com joros .
2,600:
1,485:9
80:
119:55119541
423:|rfos!
(s mos purificara-se pelo contacto dos bons :
isso eu esquego o noj*o que de mim tem o
Joaquim Pedro Brrelo de Mello Reg ; a ve-
dar-lbe occasio. sob a respoossbilidade de
nome, de fallar mais urna vez a esta pro-
vincia, que ja o ouvo, convencida, to aobre-
mtnte exulicar-ae no celebre processo da procu-
ra! o, nesse acaso infeliz a que se vio sugeito,
se i todava darse por humilhado nem abatido.
) Sr. Joaquim Pedro em ana correspondencia
di se : c Ja expliquei o facto.( da procurago
fa sa, ) e estarei prompto a explicar quaesquer
o tros do mesmo genero.
5mc. sabe, melhordo qae ninguem, o que tem
fe to : est previnido, tem tido lempo para cre-
c ver-se contra asauha dos que.especuom com o
st nome, dos que fogem da cana para vomitar-
por traz do seu prestigioso vulto. Ouga-nos,
p lis ; e venha justiQcar-se de mais urna vergo-
n tosa mputago, ou antes, domis am acato in-
fi Uz.
Abaixo val publicada a certido por mim re-
q erida das oceurrencisa havdas por occasio da
c branga dos ordenados da pobre viuva de pro-
fe isor publico do Brejo. Para eaaa cobraoca urna
p ocuracio, tombem falsa, foi lavada a thesou-
rta.
0 digno inspector declara antoridade compe-
r,
l
A 13 de outubro de 1860, arrematou em leilo,
Manoel Bento de Oliveira Braga, cqm estabele-
cimeDto de ferrageos ra Direila, e pela quao-
tia de 2:0108000 reis. urna loja de fazeodas na
mesma ra, que continha de capital 5:0195000
reis, aprazo de 4 e 8 mezes.
Tomando posse da loja Manoel Bento, deu im-
mediatameote sociedade da mesma a Jos Isiquio
de Amorim Lima, brasileiro e que fora caixeiro
da mesma loja.
Feilo isto iratou Manoel Bento de sorti-la com
fazeodas sob a razo de Braga & Lima, e come-
gou o estabelecimeoto a fazer bom negocio.
Havia chegado pouco de Portugal onde tora
procurar saude. Lino Jos do Reg Braga com
quem Manoel Bento travou relagdes de amizade
principalmente porque Lino elevava s nuvens a
hospitalidade que havia recebido dos Portuguezes,
hospitalidade que ora pelo mesmo excessivamen-
te exagerada.
Lino viva sem oceupago, nao tinha em que
empregar-se, era alimentado na casa paterna,
neuhum de seus parentes ou amigos, tratou d
promover-lhe um meio de vida honesto.
Manoel Bento desejando melhorar-lhe a sorte
oftoreee vender-lhe por IrOOOgOOO reis. a metad
que possuia na supradita loja de fazeodas, que
ento eslava bem surtida, sob a condigo de rra-
garem os socios Lino, e Jos Isiquio, praca o
debito da mesma.
Lino aceita como um favor viudo do co, visto
como sem eir nem boira, v-se transformado de
repente em proprietario de um estabelecimento
de fazeodas, sem possuir nem empregar um vin-
tem ; tanta felicidade nesta crise commercisl, s
do co poda provir, ou do seu amigo Manoel
Bento, que neste caso representava a Providen-
cia.
Vejamos agora o reverso da medalha.
Logo no vencimenlo da primeira letra da arre-
matagio da loja rompeu o tiroleio de doestos
contra Manoel Bento, nao sabemos porque : mas
anal foi paga sob ceodigo de que o agente do
leilo passasse recibo na mesma.de que recebera
o seu importe do endossanle Jos Isiquio.
Dahi a dous mezessahe para o matto o socio Jos
Isiquio, onde se demorou muito tempo, e tres se-
manas antes do vencimenlo ds segunda letra sa-
hio lamben Lino, deixando a loja entregue a um
menino, caixeiro da mesma.
Pasiados dias espalhou-se na ra Direita o boato
que ambos os socios havam desamparado o esta-
beleciroento. deixando-o entregue a urna crianea
Manoel Bento dirigio-se ao mesmo. afim de inda-
gar do caixeiro se era verdadeiro esse boato visto
como aproximando-se o prazo da segunda letra
na anal estova Manoel Bento firmado, tinha elle
de paga-la no caso que os socios o nao fizessem.
e. itso. e mesmo absurdo, dlzer-se que Ma-
noel Bento fora o autor, de semelhanto boato e
que o propagara por casa dos negociantes crede-
res da toja; e nem um s destes seohores capaz
de afflrmar semelhanto calumnia, e que alias por
si mesma desapparece, aabeodo-se que Manoel
Bento arruinara os seos proprios interesaos, pro-
movendo o descrdito de indivtluos que Unbam
de pagar letras pelas quaes eslava elle reaoon-
aaval. v
No dia 13 de juoho ultimo era o dia do venci-
mento da segunda letra, e no dia 2 do mesmo
mez chegau Lis do interior, ao qual conloa
r--------r------__..._ iiu.ui bvwpo- uio aiBj Lito ao in tenor, ao qual conloa o
U Ble, quee petioa^e.a.anjeae^rn,*oame ^wmm^^,^^^i^tn^o7tc-
Algumas palavras que li no discurso do Sr.
Dr. M. do Nascimento M. Portella. deputado a
assembla legislativa dessa provincia, publicado
no Diario de Pernambuco o. 130 de 18 do cr-
reme, e que se referem ao que eu disse acerca
da casa de detengo, quando se discuta o pro-
jecio de orgameoto proviocial, obrigam-me vir
imprensa protestar contra proposiges que me
nao pertencem e se coutem as seguintes pala-
vras : Nao aprecia tambem [disse o Sr. Dr.
a N. Portella) alguns fictos traaidos a cooside-
-.< rago da assembla pelo nobre deputado ( o
Sr. Martios Pereira) porque, alm de firmados
em meras suaposiges e expostos sem a es-
pecificsgo necessaria, foram referidos por for-
raa tal que tornou-se bem sensivel que esse
nobre deputado nao se mostrava convencido
de sua existencia, alm de qae uns foram ex-
plicadose oulros contestados pelos numerosos
apartes dados por muitos nobres depilados
com o Gm de restabelecer a verdade de todos
os fados, contrariado por informages inne-
xaelas em que esse nobre deputado acreditara,
sendo victima, como confessou, d'aquellea que
abuso de sua credulidade.
Pego licenca ao nobre e illostrado collega para,
anda que um pouco lard6 (devido isto a dis-
tancia em que me acbo dessa capital) protestar
contra a confisso que diz fra por mim feila de
ter sido victima de minha credulidade, da qual
abusaram aquelles que rae informaran] de cer-
tos factos que expuz, com toda individuadlo, em
referencia a casa de (detengo, o que fiz conven-
cido da existencia dus mesmos e com cooscien-
cia de que nao havia sido contrariado por in-"
formages inoexaclas, tendo pelo contrario cor-
roborado com o tesiemunho de urna pessoa in-
suspeitaum dos factos que refer quando S.
S. se dignou ailribuir-me facilidade em acceitar
informages, isto na occasio em que eu oceu-
pava a atlengo da assembla. Se as palavras
queeu pronunciei tivessem sido publicadas an-
tes de s-lo os discursos do nobre coito e dos
que pronunciararu os Srs. depulados, Drs. Lu-
cena e Luiz Filiope. julgar-me-hia dispensado-
do presento reparo ou protesto; mas nao tendo
assim succedido e podendo acontecer que essas
minhas palavras ainda Bao tenham sido publica-
das, julgo-me na rigorosa obrigago de oceupar
espago as columnas deste Diario.
Sinto bastante ter oecessidade de declarar ao
llustralo collega que, se essas proosiges ti-
vessem sido envidas por mim, seriam, por certo,
as mesmas acompanhadas de prometa contesta-
r o ; pois nos dous oiennios que tive a honra do
oceupar um dos lugares na assembla legislativa
de minha provincia, nao tive anda cecessidade
de recuar na mtnitoslaco de minhas ideas, na
exposigo de factos sabidos por mim referiodo-
os eom necessaria franqueza e precisao, fazenJo
acreditar que nao sou fcil em acceitar infor-
mages, e menos que tivesse, urna vez se quer,
o ingenuidade de liviannamente confessar-mc
tncftna de minha eredulidade, o que bondadoso
meatlribue o collaga.
O nobre collega comprehende que me corra
a obrigago de vir em apoto da booeatidade de
meu proceder como representante da provincia
em cujo carcter por diversas vesos tive de oc-
cupar-rae de factos, sabidos por mim, e dados
oa oasa de detengo: sendo que foram aprovei-
tadas pela eommissao de orgamento provincial,
na ultima sesso, algumas medidas lembradas
por mim em outras occasies.
Repito anda se as palavras que eu pronun-
ciase acerca de factos succedidos na casa do de-
tengo tivessem sido publicadas aatos do dis-
curso do nobre collega, julgar-roe-bia dispen-
sado de solicitar espaco para este repai; mas
infelizmente para mim asas palavras aio foram
lidas e a demora da publicacao me nao pode ser
attrlbuida, pois as olas que me foram traasmit-
tidas pelo tachigrapho eu as rasiitui depois de
corrigidas por mim : o que eu disse foi ouvide
por muitos collegas, recebando na occasio am
que fallava apoiados a nio somante coolestacoee
pomo parece querer fazer acreditar o nobre col-
lega. .
Publicadas as palavras que en pronunciei, o


\
~* $ARTA FE RkS m JULHO DI 801.
jaizo dos que sera paixflo.es lerem ser eoi tro-
no do presenta reparo.
Provincia da Psrshyba, 29 de juoho d 1861.
Luiz ds Albuqusrqus Marlins Partir*.
Publicageea a pedido.
Escolas normaes de agricultura
oriniento da alfandejra.
Voluntes entrados cot fazendas..
> eom geoeros.
Volases
>
sahidos
.
cm [tiendas.,
com Reaeros.:
18
34
52
Lamentamos que no meio de tantos homens de
estado eminentes, de recosheeido saber e patrio-
tismo que oestes ltimos 30 anuos tem successi-
Ttnrente gobernado a nao do estado, nao hou-
?este um que lembrasse a creecHo no imperio, de
esco que stbiam existir na Europa, e que talvez alum
dt creer duas- faeuldadee de direilo e duas de
meiitioa. Muito melhor seria, a estas horas, a
posica finaoceira do paiz, se creassem urna de
cada urna destas duas acuidades e duas escolas
ou institutos d'agrieuliura pratica.
Se depcis de 10 annos mesmo, existissem no
Brasil duas escolas d'agricultura pratica, em
Santa Catharina para a zona do sul, e em Per>
nambaco para a zona do norte do imperio, cer-
to que nao se sentira como se sent hoje geral-
meote a falta de bracos para a agricultura, por
que como o dissemos j em ostros ariigos. ten-
se-hia podido formar o'aquella escolas, alm b
engenheiros agrcolas, milheiros de artistas obrei-
ros e trabalhadores ruraes.Jque eom o auxilio dos
instrumentos agrarios aperfeicoados, cada um
d'elles poderia fcilmente produziro trabalho de
quatro negros d'enchada.
Que rnelhoria nao apresentaria hoje a nossa
agricultura se se tivesse erapregado ae esludo das
sciencias quecoostituema agricultura ap' da a innumeravel mociaoe d'este s""ideimperio
que depois .ie o e 6 annos de estudos de direito
ou de medicina vegetam desempregados as es-
pitaos e oidades do Imperio ? Os que se contara
raais felizessn aq'uelles, alias pouco comparati-
vamente, que como jurisconsultos ou advogados,
ou como mdicos de recoobecido merecitnenio
adquirem ha nsito cusi, boas clieatellas as
capitaes das provincias. A magistratura posto
que at hoje bastante mal retribuida, nao deixa
aseim mesmo de oceupar grande numero de ha-
chareis ou doutores. Tolavia o numero dos ha-
chareis aulsos tem se tornado to grande, que
para empregar parte d'elles, o governo tem se
visto obrigado aos empregar em lugares secun-
darios, os hachareis filhos de agricultores abas-
tados ou de senhores de engenho tem abandona-
do a carreira das letras, para empregar-ee na
agricultura de suas propriedades, e nao se tem
pela maior parte arrependido; o que tem aI-
guma idea de progresso tem a podido melhorar
com a leitura de obras especiaesqoe tratam da
agricultura e da fabricarlo d'assucar. 0 resto
dos hachareis avulsos, emGm os que nao sao fa-
vorecidos da fortuna. Dos sabe como passam, e
que vida atropelada elles levsm.
Nao obstante o que em principio desle artigo
temos dito, nao podemos attribuir aos homens
eminentes e de merecimeolo que nesles ltimos
30 aooos tem figurado testa do governo toda a
culpi do mal, to resseotido pela agricultura
principalmente, quem tem a maiorjeulpa sao os
goveroados.
Se coosiderarmos que al hoje os homens que
se tem succedido tanto nos ministerios que na re-
preseolacao nacional sao homens de loga de sou-
taina, hachareis, lgum homem d'espada e pou-
cos ou nenhum agrnomo como qoer-se que o
governo fosse lembrar melborameotos para a
agricultura brasileira, se os agricultores de todo
este vasto imperio, nao dirigiam ao governo pe-
ticao, nein reclamaco alguma Ihe era presen-
tada pelos deputados representantes das provin-
cias, com o fim de melhorar a agricultura, e ti-
ra-la da roiina em que se compraziam os ricus
ou indevidamente chamados ricos senhores de
engenho e outros agricultores.
Somos muito disposlps a crer que os males que
a agricultura soffre ha muitos aooos, e de que se
queixa hoje mais do que nunca, teriam sido ha
mais tempo remediados, pelo paternal governo
de S. M. Imperial, e se lh tivesse directamente
ou por intermedio das associaedes commerciaes
existentes as capitaes das principies provincias,
dirigido pelicSes em boa e devida forma, reves-
tidas do maior numero possivel de assignaturas
de pessoas competentes, como se usa em lodos
os paizes constilucionaes, com todo proveito, co-
mo mnilos exemplos tem se dado na constitucio-
nal Inglaterra nestes|ultimos 50 annos.
Empregando estes meios particularmente em
occasio das sessesdo parlamento abertas no Rio
de Janeiro, elles ho de uroduzir os resultados e
os melhorameutos reclamados. At a prova do
contrario esta a opinio que temos da solicitude
do paternal governo de S. M. i. em se apressar
em mandar fuadar as provincias particularmente
na de Pernambuco escolas oormaes d'agricultura
pratica, onde se ensinar tambem a melhor ma-
?eira de fabricar assucar e de tirar da canoa a
maior quantidade possivel pralicamente. No caso
de nao poder crear simultneamente as escolas
normaes d'agricultura pratica as tres provincias
apontadas em nosso artigo publicado na Revista
deste Diario em 3 de abril prximo passado, es-
peramos que o governo principiar este auno,
pela fundacao da escola normal na provincia de
Parnambuco, ejulgamos que Ihe assisle bastaule
direilo, a esta primazia, por ser a provincia de
Pernambuco urna das que produz mais assucar, e
feralmente de melhores qualidadesqueasoutras,
empreando em todo]o trafego.de cultura e fabri-
caco um numero consideravel de bracos livres
em tanto que as outras pelo contrario s empre-
gam escravosou mui poucos bracos livres.
Depois da fundacao e explorado da nossa es-
cola normal, particularmente se for estabelecida
no eugenho da freguezia do Cabo a que Ozemos
alluso em nosso artigo de 3 de abril prximo
passado, veriOcar-se-ha o mais breve possivel.
Semenleiras de algodo de todas as especies e
qualidades existentes importadas no grande mer-
cado de Liverpool de todas as parles do globo.
Avista das qualidades e do desenvolvimeuto da
fibra de cada especie poder-se-ha apreciar quaes
os typos que melhor coovir generalisar na grao-
de cultura no interior da provincia, deste nteres-
sanie vegetal, qu* plantado as margeos da es-
trada de ferro da 4aseccao margem esqnerdado
rio S. Francisco como j o temos dito em oulras
occasies poder supprir o consumo de algodo
de todas as grandes manufacturas da Europa e li-
vra-las da dependencia das safras dos Estados-
Unidos.
Arligot sobre este mesmo assumpto emanada
de peonas melhores que a nossa tem sido estam-
pados nesle Diario, o primeiro sob o titulo de :
Observacdes apreseoladas Associaco Com-
mercial BeoeQcente desta cidade, acerca da ne-
cessidade de se activar a cultura do algodo ties-
ta provincia foi publicado no Diario de 31 de
maio prximo passado, e o segundo, artigo de
redaejo do Diario, acha-se no numero de 3 do
corrento.
Que o governo geral cuide em garantir a com-
pauhia 7 por cento sobre o capital a empregar,
o somos convencidos que os capitalistas ingtezes
se apressaro em foroecer o capital necessario
para levar a linha frrea at o S. Francisco.
Ao passo que se forem fazeodo as 14 seccoes
que faltam, nao faltar quem cultive algodo oas
margensda dita estrada, que to extensos terrenos
percorrer, pela maior parle proprios cultura do
algodo.
Assim o desenvolvimento do trafego do trans-
porte de paasageiros e productos agrcolas hade
elevar-se successivamente a ponto de dispensar
o governo de haver a concorrer com parle nenhu-
tn pare o pagamento dos 7 porceoto por elte ga-
rantidos.
Pernambuco 15 de junho de 1861.
F. M. Duprat.
~~ COMMUMCIOT
597
Descarregam hojeS de julho
Polaca hespanholaDespegadacarne de char-
que.
Polaca hespanholaEsmeraldadem.
Sumaca hespanholaArtillaidem.
Polaca hespanholaVctorvinhos.
Brigue inglezColinafazendas.
Bngue inglezSpyfazendas.
Brigue francezBettyvinho.
Brigue inglezEtiza Jankenscarvo.
Barca inglezaGangestrilhos de ferro.
ftecebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco
Reodimento do dia 1.....1:5959054
dem do dia 2.......1:5909517
3:1859571
Consulado
Rendimento do dia 1 .
dem do dia 2 ., .
provincial.
5.6933980
6.426)154
12:120*134
O Dr. Bernardo Machado da Costa Doriav offltial
da imperial ordem da Roa, ejuiz dedtreit^da
primeira vara do orime, e especial do com>
mercio desta cidade interino, por S. M. I. a C-
o Sr. D. Pedro II a quem Dos guarde, etc.,
Fago sabar aos que o presente e delle noticia tierem, que no di* 3 de julho se
de arrematar por venda, a quem mais dar,
prca publica deste juizo, na sala dos auditor
os beo seguiotes : dez cadeiras. um sof com
sent de palha, dous consol os, ludo de amar
avallados per 100$ ; don* pares de laoteraas
vidro, avallados em 12 cada um, por 14;
quaes foram penhorados por execucao de Mauoil
do Amparo Caj contra Filippe Mara Besson,
e nao ha vendo lancador que cubra o preco d
avaliaco, arremataco ser feila pelo valor m
adjudicaco, com o batimento da le.
para que chegue ao conhecimeolo do- lodos,
mandei passar editaes, que serao publicados peli
imprensa e afosados nos lugares do coslume.
Recife 18 de junho de 1861, 40* da indepen-
dencia edo imperio do Brasil.
Eu Maooel Mara Rodrigos do Nascimento, es-
crivo que o subscrevi.
Bernardo Hachado da Costa Doria.
0 Illm. Sr. De. Trislso, d'Aleocar Araripe,
chefe de polica da provincia, para os litis conve-
nientes, manda fazer publico o sguinte artigo da
lei n. 1U99 de 18 le setembro de 1860.
MoviiMeBto o pono.
Navios entrados no dia 2.
Baha7 das, brigue nacional Olinda, de 214
toneladas, capitao Manool Antonio Marques,
equipagem 13, em lastro ; a Ballbar & Oli-
vei ra-
Portos do Norte7 dias, vapor nacional Oyapock,
eommandaote o 1.a teaenle Pedro Hypoliio
Duarte.
Navios sahidos no mesmo dia.
DemoraraBtigue inglez Antigua Packit, capitao
William Myres ; em lastro.
HaniteslauBrigue inglez Welliogton, capitao
W. Hall; em lastro.
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00 O 8 6n 5S | Centigrado. i H
00 | Hygrometro.
o o o (O o | Cisterna hydra-mtrica.
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Inglez.
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Anoite nublada, vento fresco SE at as 3 h.
que abonancou e rondou para o tem.
OSf.lLAiJA Da HAR.
Preamaras 11 h. 54' da manha, altura 6,4.
Baixamar as 6 h 6' da tarde, altura 1,8.
Observatorio do arsenal de marinha, 1 de iu-
lho de 1861.
Romano Stepple,
l8 tenenle.
m
l*eeiaraee*.
Ioapdeco do arsenal de marinha de Pernam-
buco ei i 2 de jutho de 1861.
O inspector,
Elisiario Antonio dos Santos.
( onselho de compra navaes.
Tend > de ser promovida a compra do material
da armada abaixo' declarado manda o conselho
fazer p iblico, que tere lato lugar em sesso de 5
do corrpnte mez, mediante propostas em cartas
Art. 1. Ficam prohibidas as loteras e rifas de fechadas aposentadas nesse dia at as 11 horas
qualquer especie nao aulorisadas por lei, atada da mar ba. acompaahadas das amostras da que
rmto eompareca, que, provandcMhB sero entre-
gues.
Subdelegada do 1. distticto da freguezia dos
Afogados 30 de junho de 1881.O subdelegado
Jos Francisco Carneiro Morrteiro.
Consolado proviaciaJ.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos propriotanos dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados que os
trinta dias uteis para o pagameoto a-bocea do co-
fre do segundo semestre da decima do aooo 0-
paneeiro de 166uVa 1861 fiodam-se no dia 8- de
i julho correte flendo sujeilos multa de 3 por
! OjO o se pagarem depois deste prazo-.
o. 1.J24 de 5 de fevararo de 1854, os Meas do consulado provincial de Peraambu-
cascos, machinas, apparelhos. mastreagao. vela- eo 1. de julho de 1861.-Antonio Carneiro Ma-
me, an arra.3 e ancoras: doa vapores Jaguanbe e ; eb,do Ros, administrador.
rersinu Qga, da companhia pernambucana de na-
vegacii costeira, achou todos esses objeelos em
regular estado.
CORREIO. .
Fel Amiotstraclo do crrelo se faz publico
qwe as tialas que deve conduzir os vapores cos-
teiros P rstnunga e Jaguaribe, aquella com dea-
li0',i Pf<>Tncia ereste ldo Cear e portos iotermedios, serSo fe-
chadas daquelle no dia 5,do correle, As 2 ho-
ras do tarde em ponto e.a deste no dia 6 tam-
bera de correnl \ s 2 horas da tarde em ponto.
Inspe ecsao do arsenal de marinha.
Faz-ie publico que a cosamisso de peritos;
examin ndo nos termos do regulamento aonexo
ao decr'to n. 1,324 de 5 de fevereiro de 1854, os |
Sditaes.
NOVO BANCO
I'IUVAUKICO.
IM>S DB JULHO DE 1891.
0 banco deecoeu na presente emana a 10 /.
ao anuo at o prazo de 4 mezes e a 12 % o
de 6 mezes, e-toma dinheiro em contas corren tes
simples ou coa joros pelo premio e prazo que se
convencionar.
Rendiaeoto do dia 1
Maa do dia -2 .
4.a seceo.Secretaria do governo de Pernam-
buco, 2 de julho de 1861.
Pela secretaria do governo se faz publico, para
conhecimento das parles interessadas, que, se-
gundo consta de parliciaacoes da secretaria de
estado dog negocios do imperio, datadas de 11 de
juoho ultimo, foram indeferidos os requerimen-
tos, em que Maooel Ferreira da Rocha, sacristo
e capello da S de Olinda, e Manoel Jos Mar-
tina, porteiro da massa da mesma S, pediam
augmento das gratificacoes que ora perceDem, por
ser da competencia do poder legislativo o conhe-
cimento de semelhautes preleoces.
Joo Rodrigues Chaves.
O Ulm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publico, que a ar-
rematado da impresso dos trabalhos,ornamentos
e relatorio da mesma thesouraria, foi transferida
para o dia 4 de julho prximo futuro, servindo de
base o offreciraento feito pelo licitante Ignacio
Beotode Loyola deum por cento de abatimento
no valor do orcamento.
E para constarse mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 25 da junho de 1861.0 secretario4.
F. da Annunciacao.
O Ulm Sr. iospector da thesouraria provincial
em cumprimento de ordem do Exm. Sr. presiden-
te da proviucia, manda fazer publico, que no dia
4 de julho prximo vndouro, perante a juota da
fazenda da mesma thesouraria, vai novamente
em praca para ser arrematado, a quem mais der,
o rendimento do pedagio da oarreira da ponte
do Tapacur, servindo de base a essa arremataco
a offerta que fez o licitante Christovo de Holla'n-
da Cavalcanti e Mello, da qjanlia de 2:0965000
aonaos.
A arrematarlo 3er feita' por tempo de tres
annos, a contar do 1o de julho do corrente
anno a 30 de junho de 1864.
As pessoas que se propozerera a essa arrema-
co comparecam na sala das sessoes da referida
juota.no dia cima mencionado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 27 de juoho de 1861. O secretario.
Antonio Ferreira de Annunciago.
A cmara municipal do Recife em virtude
da ordem circular do governo da provincia de 22
do corrente, faz publico para conhecimento de
seus municipes, que por aviso da secretaria de
estado dos negocios da fazenda de 4 deste mesmo
mez, se ordenara a thesouraria da fazenda que
procedesse nesta provincia a substituirlo das no-
tas de 1009 e 200 primeira estampa, papel brau -
co, no tempo que decorrer de agora al o fim de
dezembro do anno corrente, coaiecando do pri-
meiro de Janeiro prximo futuro o prazo de 10
mezes para o descont meosalde dez por cento
no valor das mesmas notas.
Pago da cmara municipal do Recife em ses-
so ordinaria aos 27 de junho de 1861.Luiz
Francisco de Barros Reg, presidente.Francis-
co Canuto da lloa-Viagem, ocial maior servindo
de secretario.
O Dr. Bernardo Machado da Costa Doria, juiz de
direito da primeira vara crimioal e snbstitoro
da do commerco desta cidade do Recife e seu
termo, capital da provincia de Pernambuco por
Sua Magestale Imperial e Constitucional, a
Sr. D. Pedro II, que Dos guarde etc.
Faco saber pelo presente, que no dia 3 de julho
do corrente anno se ho de arrematar em praca
publica deste juizo a quem mais der, depois da
audiencia respectiva os tras escravos seguiotes ;
Francisco, de naco, da idade 60 annos, pouco
mais ou menos, avallado em 4005 : Martuiho. de
naci, de ldade 50 aooos pouco mais. ou menos,
avahado em 4500 ; Tnereza, de naco, do idade
80 annos. avaliada em 100$; os quaes sao per-
tencentes a Jos Bapala Ribeiro de Farias e vo
a praca por axeeuco que contra o mesmo e ou-
tros encaminba Antonio Alvea de Miranda Gui-
mares, e na falta de licitantes sarao arrematados
pelo prego da adjudicacao com o respectivo aba-
timento da lei.
E para que a todos chegue a noticia, mandei
passar editaes, que sero affixadoi nos lugares do
costume e publicados pela imprensa.
Dsdo e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 19 dias do mes de junho* de 1801,
40a da independencia e do imperio do Brasil.
En, Maaoel de Caxralho Paes. de Andrade, e-
' crivo o subscrevi.
21:4619397 Bernardo Machado da Coria oria.
que corram annexasa qualquer oulra autorisada,
sob pena de priso simples de dous a seis mezes,
perda de todos os beos e valores sobre que ver*-
sarem, ou forem neeessarios para seu curso, e de
malta igual metade do valor dos bilb&tes dis-
tribuidos.
1. Ser reputado lotera ou rifa a venda de
bens, mercadorias ou objectos de qoaiquer natu-
reza que se prometter ou effectuar por meio de
sorle ; toda e qualquer operaco em que houver
promessa de premio ou de beneficio dependente
de sorip.
2. as penas deste artigo incorrero:
1. Os autores emprehendedores ou agentes de
loteras ou rifas ;
2. Os que distribuir*, passarem uu venderem
blhetes de loteras ou rifas;
3. Os que por avisos, aonuncio9 ou por outro
qualquer meio promoverem o seu curso e ex-
iracco.
3. O producto dos bens, valores e multas de
que trata o presente artigo, deduzidos 50 por cen-
to de sua importancia a favor'da pessoa ou em-
pregado que dr noticia da mfracgo ou promo-
ver sua repulso, ser applicado s despezas dos
estabeleciraentos pos que o goverao designar.
S 4. Contra os infractores se proceder na for-
ma determinada pela legislaco em vigor sobre
os delctos policiaes.
O secretario,
Rufino Augusto d'Almeida.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, manda fazer publico, que no dia 18 de julho
prximo vndouro, perante a juota da fazenda da
mesma thesouraria, vo novamente praca para
ser arrematada, i quem mais der, a renda dos
predios, abaixo mencionados, perlencentes ao pa-
trimonio dos orphos.
Largo de Pedro II.
Ns.
1 Sala do primeira andar 180j}000 por aono.
Ra do Imperador.
2 Sobrado de 2 andares.. 1 6OI9OOO <
Ra das Larangeiras.
6 Casa terrea............ 20*5000
Ra do Sebo.
12 Casa terrea............ I6O5OOO o
.Ra do Rosario da Boa-Vista.
14 Casa terrea............ 201#000
Ra da Lapa.
40 Casa terrea............ 152*000
41 dem idem............ 182000
Ra da Cacimba.
65 Casa terrea............ 300^000
66 dem idem............ 122S0O0
67 dem idem............ 81^000
Ra dos Burgos.
68 Casa terrea............ 205jj000
69 dem idem............ 125-5000
Ra do Vigario.
72 Sobrado de 2 andares.. 6020000
Ra da Senzala Velha.
79 Sobrado de 2 andares.. 7535000
80 dem idem............ 7535000
81 Casa terrea............ 1915000
82 dem idem............ 2005000
84 dem idem............ 1625000
Ra da Guia.
81 Casa terrea............ 186$O00 a
Ra do Pilar.
91 Casa terrea............ 1625000
As arrematarles sero fetas por tempo de dous
annos e 11 mezes a cootar do l. de agosto do
corrente anno a 30 junho de 1864, e com as se-
guintes alteracoes:
1.a Para garanta das arrematarles dos predios
bastar um fiador, o qual dever provar que pos-
sue na cidade do Recife bens de raz livres e des-
embarazados, cujo valor cubra o da aneraa-
taco.
2.a Que nao se exijam dos fiadores letras da
quanlia da renda arrematada.
3." Que os arrematante sejam obrigados a ter
lmpas e aceiadas as propriedades do patrimonio
por cuja renda se responsabilisar, bem como a
dar parte em tempo ao inspector da thesouraria
provincial dos reparos que se fizerem, neeessa-
rios para conservaco das mesmas propriedades,
os quaes sero executados por conta do patrimo-
nio, quando se verificar que os rendeiros e seus
fiadores nao concorreram directa ou indirecta-
mente para o deteroramento.
As pesseas que se propozerem a estas arrema-
tarles comparecam na sala das sessdesda mesma
junta no dia cima mencionado, pelo meio-dia
competentemente habilitadas, teado lugar no da'
11 do mesmo otee.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesosraria provincial de Per-
nambuco, 28 de junho de 1861.O secretario, A.
F. da Annunciacao.
caiba 1 o possivel.
Para o navios.
Estopa de algodo, 9quintaes; lona estreita
ngleza de superior qualidade, IOO peca ; brim da
luss'ta, 100 pe?as; cabo de linho de 1 a 7 pole-
gidas, 100 pecas ; remos de faia de 12 a 18 ps
so-tdoi, 400 ; navalhas de marinheiro, 300 ; li-
nha de barca 3 arrobas, e looa larga iogleza su-
peor,|l00 pecas.
Para os navios e arsenal.
I-'oh alcalroada e_ raerlim, 6 arrobas ; breu, 6
barre ;i oleo de liohc-a, 90 arrobas ; taixas de
ferro batidas para bombas, 20 milheiros, e pinho
de re ia, 12.000 ps.
Para o arsenal.
Azetjr de peixe. 100 medidas ; sola ingleza
Coaselho administrativo.
0 conselho administrativo, para forneciraento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguales :
Para o 2* batalho de infantaria.
4 caldeiras de ferro para 50 pracas.
4 caldeiras de ferro para 200 pracas.
32 lilas brancas para exercicios de esqueleto,
tendo cada urna 8 palmos de comprimeoto.
32 Otas encarnadas para o mesmo e com as
mesmaa dimenses.
Para o 9" batalho de infantaria.
100 mantas de la.
8 pecas de fita encarnada com 2 pollegadas de
largura.
8 pecas de fita branca com 2 pollegadas de lar-
gura.
Para a fortaleza de Tamandar.
1 pao para bandeira.
Para provimento dos armazens do almo-
xarifado.
1 barril de verniz preto.
4 libras de potassa.
50 macos de obreias.
Para a companhia dos menores do arsena
de guerra.
1 eafeteira n. 5.
1 ohocolateira grande.
Quem quizer vender taes objectos aprsenle
as suas propostas em carta fechada na secretaria
^rmTCh'aa8,130 a e'.S ;, m Cm4 5 p8lm-9 de d0 cooselho, s 10 horas da manhaa do dia 5 de
damete e 8 polegadas de largura, 1. : j0ino proijmo vindouro.
Tnrii-r...Paraopharol. Sala, das sessoes do conselho administrativo,
TordjdM francezas, 60 gruas. para fornecimento do arsenal de guerra, 26 de
J. Para os africanos. unho de 186t.
io ST* azu e Ben~Josi-Lamenha lm>
Para as africanas.
Saiajs d( algodo azul, 4, e camisas de algo-
dozinjho b-aneo, 4.
Salaj do onselho de compras navaes, em 2 de
julho pe 1851 O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Commando superior.
Por orden do Illm. Sr. coronel eommandaote
super or iottrino sao convidados os Srs. lenente-
coronel Gastar Cavalcanti de Albuquerque Uchda,
lente Joaquim Cavalcanti Ribeiro de Lacerda e
tenedie-ajudinle da antiga guarda nacional Mi-
guel Pereira teraldes, para comparecerem na se-
cretaria do commaodo superior, ra do Livra-
ment n. 31, as 11 horas do dia 5 do corrente,
aflm de serem inspeccionados por junta medica.
Se retara o enramando superior da guarda
nari< nal do minicipio do Recife 2 de iulho de
1861T

a
i


((
<
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela admDisiraco do correio desta cidade
! se faz publico, que em virtude da coovencao pos-
I tal celebrada plos governos brasileiro e francez,
. sero expedidas malas para a Europa no dia 1."
I de julho prximo, de conformidade com o annun-
| ci desle correio, publicado no Diario de 29 de
I Janeiro deste aono. As cartas sero recebidas al
l 2 horas antes ds que for marcada para a sahida do
vapor, e oa jornaes al 4 horas antes.
Correio de Pernambuco 25 de junho de 1861.
Domingos dos Pa3sos Miranda.
Pela administraca do correio desta cidade
se faz publico para Ons convenientes, que em vir-
tude do disposto no artigo 138 do regulamnoto
geral dos correios de 21 de dezembro de 1844 e
artigo 9 do decreto o. 785 de 15 de maio de 1851,
proceder
25 garrafas de xarope dedegitales de Labe-
loo i.
2 resmas- de papel rotuladas pelo modele jun-
to, sendo orna- para medicioa e oulra
rurgia.
para i-
fharmacmdo hospital militar de Pernambuco.
Medicina.
Leito n.'
Formula n.
Pharmacia do hospital militar ue Pernambuco.
Cirurgia.
Leito n.
Formula n."
Para provimento dos armazens do arsenal-
de guerra.
3 caixas rom vidos de 12 a 14 pollegadas.
5 arrobas de verniz crome.
5 arrobas de oleo de linhaga.
20duzias de Uboas de lonro de assoalho.
6enchams de qualidade com 25 palmos ca-
da um.
2 mos travessas com 25 ditos cada urna.
Quem quizer vender taes objeelos, aprsente as
sua* propostas em carta fechada, na secretaria da
conselho, s 10 horas da manha do dia 8 da
julho prximo vndouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 d
junho de 1861.
Bento Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A lllma junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife, manda fazer publico que
nao se t-ndo eflVctuado hoje a arremataco das
rendas da ilha doNogueira. ir novamente a pra-
ca no dia 4 do prximo futuro mez de julho. Os
pretendeni-s devem orgaoisar suas propostas e
remette-las a esta secretaria em caria fechada^
no dia cima mencionado, aa 4 horas da tarde.
Secretaria da Sants Casa da Misericordia do
Recife, 27 de juoho de 1861.
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Escrivo.
A lllma. junta administrativa da santa casa,
de misericordia do Recife manda fazer publico,
que no dia 15 do provino futuro mez de julho.
pelas 10 horas da manha. na casa dos exposio..
far-se-ha pagamento as respectivas amas ; de-
vendo estas irem acompinhadas das chancas.
Santa casa de misericordia do Recife 28 de iu-
nho de 1861.O escrivo,
F. A. CaValcaoli Cousseiro.
Santa casa de misericordia do
Recife.
A lllma. junta administrativa da santa casa d
misericordia do Recife manda.fazer publico, que
em julho prximo futuro entram de mez no hos-
pital dos Lasaros o Sr. Antonio Jos Gomes da
Correio, na casa dos expostos e Sr. Dr. Antonio
Herculano de Souza Bandeira, e no hospital Pe-
dro II contina o Sr. Dr. Maooel Ferreira da
Silva.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 28 de junlio de 1861.O escrivo,
| t: A. Cavalcanti Cousseiro.
Giixa filial do bauco do Brasil
cion
1) i ordem do inspector chefe dei diviso, capi-
tao le porto, faz-se publico osartigos abaixo co-
piados, do regu'ameolo das capitanas. Capita-
na do port) de Pernambuco 20 de junho de
186.
O Secretario.
J. P. Brrelo de Mello Reg.
< Art. 26. Todo o navio mercante nacional ou
estringeiro que estiver nos ancoradouros de car-
ga < u descarga, dever ter os pius de bujarro-
ua giba dentro, e nos porios em
lena capacidade estiver por
a q latro caaos, ter alm disso a retranca den-
0 secretario se l*roCe<,era a consumo das cartas atrasadas
Firmioo Jos de Oliveira. isteles "l" administracao e perteacecles ao
As malas que tem de conduzir o vapor na- i "f.f6 JODb.041'Dno Pass*aovni> 2 de julho
ti Oyapoik com destino aos portos do sul Prom, "lt horas da manhaa, na porta do
sero fechadas hoje (3) as 3 horas da tarde. Os i T*rao c,orre,0'.e,a "Pulir lista se acha desde
seguros at 2 loras. ij exposta aos interessados.
Administracao do correio de Pernambuco 27 : primento do disposto no an.
de junho de 1861.O adminiirador.
Domingos dosPassos Miranda.
A companhia de cavallaria de Pernambuco
precisa coolratar fornecimenlos para a cavalhada
no segundo semestre do corrente anno, o qual
nao pode o fazer no dia 28 do mez correle por
nao ter apparecido pretendiles, os geoeros se-
guirles-: capim a arroba, me I a garrafi, milbo o
alqueire, e trelo a sacca, sendo todos estes g-
neros de boa qualidade e posto* no quartel por
a capacidade estiver por isso amarrado ^onla,do fornecedor. cujas propostas sero eplra-
alm di/so a retranca den- ITsA^ZTdaV' ^ JU,h
troje as vergas deaamaotilhadas ; e s em ves- p ft,f*,J*"'l.^n h.b x. en a u
K !I !'hJ- 1S52*-!-!- -!.f-!--?!.! deQ1867.-M.^%7jldq"mPSaS,30 "' ,:Dh
Teoeote eommandaote interin.
_O Illm. Sr. "inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que do dia 2 do
corrente por dianle pagam-se os ordenados dos
empregados provinciaes, vencidos no mez de ju-
nho prximo findo. Secretaria da thesouraria
provincial Io de julho de 1861.
O secreiarlo
Antonio Ferreira d'Aoounciaco.
90451144
12:416|453




a
a




a
9
afitide envergar panno, poder amaotilhar ver-
gar e deitar fra os pus, menos o da giba, que
s i > pora no incoradouro de franqueia. O con -
tra .eotor str multado em quatro mil res por
cada vez. e perder o direilo indemnisagooo
ast de Ihe serem partidos por abalroamento.
Art. 29. Todos e quaesquer navios devero,
differeoles ancoradoaros, prestar recprocos
ilios en o acto de araarrar-se ou desamarrr-
onlo seja receber urna espa,arrear a amarra
po algn incidente imprevisto.
Art. 30 K' prohibido a todo e qualquer na-
dar Uros, ou
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cura-
do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno findo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituicao das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de lcrfjl.O secretario da directora
Francisco Joao de Barros.
THEATRO
DE
r
Vl(
do
[ai
a
SOCIEDADEIWCAI l-
ota Isabel
17J
EMPREZA-GERNIANO.
RECITA. DA ASSLGNATURA.
deia!aneLTesmonoapXAniOrm, FragOSO Santos Quarta-feira, 3 deJoho del861.
Subir scena o excelente drama em 3 actes
& Companhia
Satam e tornara saques sobre as pracas do Re
im
er, levando taco o tiro. Aquella que Irans-
dir ser sajeito a reparag.o do damno. haven-
-o alm de ser multado era oilo mil ris.
\ Art. 31. Nao ser permittido dentro dos an- aJ3,"'
co radouros de carga e descarga conservar fogo de Janeiro' M"nha0 e Par-
b( rdo, depuis do loque de recolher, alm da Un-
te na de que trata o ari. 133 do regulamento de
'1: de junho de 1S36, e de urna luz que peder
!!
e 6 quadros, original francez,
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, que no dia 25 de julho
prximo vindouro, peraole a junta da fazenda da
mesma thesouraria, vo novameote praca para
ser arrematada a quem mais der, a renda dos
predios abaixo mencionados perlencentes ao pa-
trimonio dos orphos.
Ra do Pilar.
Ns.
92 Casa terrea............ 162g0O0 por anno.
93 dem idem............ 172^000
94 dem idem............ 253000
95 dem idem............ 236g000
96 dem idem............ 157)D000
97 dem idem..........'.. 1610O0
98 dem idem............ 224JJ0O0
99 dem idem............ 167000
100 dem idem............ lo^OOO
101 dem idem............ 18l000
102 dem idem............ 162J000
103 dem idem............ I8I3UOO
104 dem idem............ 17J000
105 dem dem............ 372j000
Estrada doParoameirim.
1 Sitio................... 500S000
2 dem.................. 120g000
Estrada do Rosarioho.
3 Sitio.........-......... 312JKWO
Estrada da Muribeca.
4 Sitio................... 212S0O0
Foroo da Cal.
5 Sitio................... 353g000
As arrematacoes sero fetas pelo mesmo tem-
po e sob as mesmas condices do edital acim
tendo lugar as habililac&es no dia 18.
E para constar se mandou adiar o prsenle |e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pe -
nambuco, 28 de junho de 1861.O secretario, 1 L
F. da Annunciacao.
A cmara municipal desta cidade fax nubil a
para conhecimento dos'seus municipee, o osp 1-
cialmente do corpo eleitoral, que o Exm. presi-
dente da provincia lbe coamunicou, que, Jta
virtude do 1 do art. 24 da lei de 12 de agm te
de 1834, convocar a nova assembla legistat va
provincial para reunir-se na prxima seasio < t
diara, de 1861, e que designara o dia 24 de 1 0-
vembro vindouro para nelle se proceder a eleii o
4os seos membros; devendo o primeiro distri :to
dar nave membros da aasembia legislativa p o-
vincial, conforme dispe o art.. 2o do decreto n
2633 de 1* do ss+essbro de 1860. Paco da cae i*.
ra municipal do Recife em sessao de 1 de ju ho
de 1861. Luiz Francisco do Barros Reg, pr si-
Nr em laoleroa fechada na cmara de cada na-
v o. O contraventor fcar obrigado reparago I
d i damoo que possa haver, e ser multado em '
d!/. mil ris.
Art. 32. Nenhum navio poder sahir sobre- |
ebrregado, aem levar carga noconvs que cause
I erigo. O capitao do porto regular com pruden-
c a, vigiando eom atteocao sobre taea crcums- |
1 mcias ; e o capitao ou mestre se conformar I
iom.0 que elle determinar.
Art. 34. Nenhum navio mercante poder ter
nidas suas embarcaces miudas, seno nos por- :
als no ancoradouro de carga e descarga: no
te franqua lbe ser permitlido ter a lancha pela
>0pa. O contraventor ser multado em quatro
nil ris.
Art 35. Nenhum navio, mercante poder ter j
pas embarcaces miudas fra do navio depois
do tiro de recolher, salvo por algum motivo ex-
raordinario. que justificar. O contraventor ser
multado em quatro mil ris.
O Illm. Sr. iospector da thesouraria provincial
le-n virtude d'ordem do Exm. Sr; presidente da
provincia, manda fizer publico, que no dia 27
do.corrente, perante a junta da fazenda di mea- !
ma thesouraria va nova-meote praca para ser
arrematado a quem mais der. o rendimento do
pedagio da barreira da estrada do Giqui, servn- I
do de base para a arremataco a quantia de
7:481&333 ris, por aono, olfereojda pelo licitan-
tante, Florentino de Almeida Pinto.
A arremataco ser feta por tempo de tres
annus, a contar do Io de julho do correle aono, I
a 30 de junho de 1861.
As pessoas que se propozerem a esta arrema- j
tacso comparecam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima declarado, pelo meio-dia,
devendo as habililaces ser julgadas no dia to.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 19 de junho de 1861.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciago.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo pare fnrecimeoto
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguiotes :
Para provimento dos armazens do arsenal
d guerra.
506 caadas do azeite de carrapato.
2 arrobas de fio de algodo.
560 vaasouras de palha.
100 vaasouras de junco.
Quena qoizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s-10 horas da manha do da 8 do
corrente mes.
Sala das sessoes do conseibo administrativo,
par fornecimento do' arsenal de guerra, 28 d
j albo de 1861.
Bento Josi Lamen/la Lin,
Coronel presidente.
Frvmoista Jtaquim Pertira Lobo,
Sern el vogal secretario interino
Novamente se fas poWieo, que se achara
dopoaitados does| caellos, um pedrs, entro
russo-pedrs, seodo ol.* tomado por suspeitono
acto de ser prezo Antonio, Jos do Carmo, mora-
dor no Barro-Ver melho>, e o segundo, que foi ne-
gociase pop elle com Thom de tal, dono da eo-
cheira na ra a Florentina, o qual estembsr-
Bsdo por sea juizo por se tonar suepeito e se-
rem ambos furtados, poisque dito Antonio Jos
deoto.Francisco Canuto da Bua-viagem, offi ;ial j do Carmo indigitido como traficante em furto
(de cavallos ; por tanto quem se julgar coof di-
Couselho ii
  • iinslr;itivo.
    0 conselho administrativo, para foraecimeoto
    do srsenal de guerra, tem de comprar os objec-
    tos seauintes -
    Para a phsrmacia do hospital militar.
    12 arrobas de assucar refinado de primeira qua-
    lidade. i
    48 libras de alcool de 36 graos.
    4 libras de alomen.
    48 libras de agurdente branca.
    16 libras de sttha.
    1 aremetro de Baom.
    1 aremetro centerimal de Gay-huwac.
    2 arrobas de banha.
    24 borrachas para injecces, seodo 12 de 2 on-
    cas e 12 de 4 oncas.
    12 borrachas vulcanisadas para chlysteres, sen-
    do 6 de l libra e 6 de libra e meia.
    4 libras de cremortartaro.
    12 libras de cantharidas.
    2 libias de casca de romia.
    14 liprasde cera amarella.
    4 libras de cicuta.
    2 arrobas de cevada.
    2 libras da centaurea menor.
    t libra de cytrato de ferro.
    1 libra de carbonato de ferro.
    2 libras de cal branca de.mercurio.
    1 caivete pequeo.
    1 libra de extracto de alcacs.
    1 libra de extracto de guaiaco.
    1 arroba de eoxofar sublimado.
    8 libras de flor de sabugo.
    2 libras de folhas de vernica.
    2 libras de folhas de verbasco.
    2 libras de folhas do mangerico.
    libras de folhas maogerooa.
    3 libras de folhas de ourego.
    3 libres de folhas de anglica.
    2 libras de folhas de fundi.
    4 libras de folhas de hyssopo.
    12 funds para o lado direito de boa qualidade.
    12 fundas para o lado esquerdo de boa qua-
    lidade. "
    6 fondas duplas de boa qualidade.
    4 libras de femaras.
    4 oncas de hyposulfito de soda.
    1 Hora de iodureto de ferro em frasco azul.
    4 arrobas de linhaca.
    20 llbtas de malvas.
    20 libras de mel de abelhas.
    8 oncas de nitrato de prala fundido.
    12 vidros de oleo de msotrucc.
    5 oncas ds oleo esseocial de canella.
    12 libras de.oleo de ricino.
    6 libras de petlas frescas de rosas rubrss.
    2 libras de pilulas da Blaocard.
    50 vidros pilulas de Vallet.
    4 libras de pastinhas de ipecacaanba.
    3 libras de pastilhas de ipecacuanha e moruna.
    1 resma de papel paulado de primeira quali-
    dade.
    2 resmas de papel deembrulho.
    1 vidro azul da 8 oncas de perchlorureto de
    ferro.
    2 arrobas de raiz de tormentilla.
    3 libras de raiz de cahinca.
    3 milheiros de rolhas francesas.
    30 fraco de salsa parrilha de Bristo!.
    2 libre de serrafraz.
    2 libras de Mamonea.
    3 libras de salva.
    1 thesoor* ds ora palmo.
    38 libras de- nabo tiste de muito boa traali-
    dase. I
    20 libras de visho branco da boa qualidade.
    60 frascos de xarope de Cbable.
    100 garrafas de xarope de Hyposnlfito de soda.
    50 vidroa de xarope de naf da Arabio.
    60 garrafas de xarope de espargo.
    < ^
    SEIS
    DEGRAOS DO CRINE.
    DENOM1NACO DOS ACTOS.
    Acto 1.
    Qoadro IoA occiosidade.
    Quadro 2oAs mulheres.
    Acto 2.
    Quadro 3oO jogo.
    Quadro 4oO roubo.
    Acto 3.
    Quadro 5oO assassinato.
    Quadro 6oO cadafalso.
    PERSONAGENs.
    Julio Dormely.................. Germano.
    Carlos.......................... Teixeira.
    Fernando...................... Raymundo.
    Miguel.......................... Nunes.
    Francisco...................... Vicente.
    ASra. Doucet.................. D. Jesuina.
    Luiza.......................... D. Manuela.
    Fanny.......................... D. Carmela.
    Elomira........................ D. Julia Gobert.
    Urna noiva .................... D. Anoa Chavea
    La Chambre.................... Sania Roso.
    Jos............................ Campos.
    Um ageote de polica.......... Leite.
    Soldados, jogadores, etc.
    Terminar o espectculo
    media em um acto,
    com a graciosa co-
    MM l liliHMK
    Comecar s 7 X horas:
    THEATRO
    ULTIMO ESPECTCULO
    A BENEFICIO DO
    Quiola-teira, 4 de jylho.
    Luiz Pistar natural da Polonia, confiado na
    generosa boodade do resoeitavel publico desta
    capital, tem a honra do offerecer-lhe pela ultima
    vaz os seus servicos, e pedir-lhe a sua valiosa
    proteeco.
    Pregas da entrada.
    Camarotes ordem...........
    Cadeiras........................
    Platea.............................
    Nao ha camarotes de 3. ordem,
    todo galena ................
    Os blhetes j so achas vende na roa Nova
    o. 32, cas do Sr. Thom. Lopes ds Sena, e o
    escriptorio do theatru.
    Principiar s 7 horas e meia da noite.
    69000
    booo
    2900
    i#ooo-
    11000
    ^ im in ni i, -
    9
    Para Lisboa e Porto,
    akir coa breridade a barca port vosa For-


    w
    DLiftio M rtUiMtOOO* -

    mosa, de primeira marcha : para o restante da
    carga e passageiros, para os quaes lem excellen-
    tes commodos, irata-se com Maooel Ignacio de
    Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
    torio, ou com o capitao a bordo.
    PARA
    Segu oestes das para o indicado porto o ve-
    leiro brigue-escuna Graciosa, capitao Joo Jos
    de Souza, por ter todo o carregamento contrata-
    do, poder receber anda algumas miudezas,
    devendo para esse flm os prelendentes enieu-
    der-se com os consignatarios na ra da Cruz
    n. 27, escriplorio.
    conta e risco de quem pertencer de urna porgo
    de cooros salgados avariados e de quaitolas com
    vinho Bordeaux e caitas de marraiquiao em
    bom estado : quarta-teira 3 do corrente as 11
    horas em ponto, no Forte do Mallos armazem al-
    fandegado do Sr. baro do Livramento.
    LEII10
    QARTA FEItlA 3 D JOLO DE 1811*
    Rio de Janeiro
    O veleiro e bem conhecido brigue nacional Ve-
    -Uoz, pretende seguir com muila brevidade, tem
    parte de sen carregameoto prompto, para o resto
    que lhe falta trata-se com os seus consignatarios
    Azevedo & Mendes, no seu escriplorio ra da
    Cruz n. 1.
    Aracaty.
    Para este porto seguir brevemente o hiate na-
    cional Santa Annal: para o restante da carga e
    passageiros trata-se com Gurgel & Irmos. na
    na da Cadeia do Recite, primeiro andar, n. 28.
    Acarac
    * Segu com brevidade o cter aEmma ; para
    carga e passageiros, trata-se com Moreira & Fer-
    reira, ruada Madre de Dos n. 4.
    O patacho nacional Barros 1. de superior mar-
    cha, segu com brevidade para o Rio de Janei-
    ro, recebe carga a frete : trata-se
    Amonio & Fiiho, ra da Cruz u. 45
    capitao a bordo.
    TFa \ Te
    Com viuva
    ou com o
    Rio de Janeiro
    segu cpm toda a brevidade a barca Mathilde
    por ter metade do seu carregameoto engajado :
    para o restante, trata-se com Maooel AlvesGuer-
    ra, na ra do Trapiche n. 4, ou com o capitao
    Jos Ferieira Pinto.
    Baha.
    Quinta-feiri A do corrente as
    10 horas.
    llavera leilao por intervengo do agente Pinto
    de 35 caixas com queijos pratos dd exeellente
    qualidade chegados ha 4 dias pelo vapor ioglez.
    os quaes serio Tendidos sem reserva de prego
    no (lia e hora cima mencionado no armazem do
    Sr. Annes em frente da alfaodega.
    LELtU
    Quinta-feira k do corrente.
    O agente Camargo fara' leilo por
    mandado do Exm. Sr. Dr- juiz especial
    e requerimento de Jo Joaquim Dias
    Fernandes & Filhos, da taberna da ra
    de Santa Rita pertencente a Jos Joa-
    quim de Oliveira, consisttndo em ar-
    macao, candieiro de gaz e mais gene-
    ros, no mencionado dia as 11 horas em
    ponto.
    Continuado do leilao
    DOS
    Movis da massa fallida
    de Sijueira fe Pereira,
    Sexta-feira 5 do corrente.
    Antunes por autorisago dos depositarios da
    massa fallida de Siqueira & Pereira, vender
    em leilo o resto djs movis que perteoceram
    aquelles fallidos, tudo sem reserva de prego as
    11 horas em ponto.
    Tambem vender
    joies de apurado gosto ao correr do martello.
    LEILAO
    Aviso aos capites de ca ipo c
    pedestres,
    Fugio no dia 19 de juBbo prximo pasajado ma
    mulata por nome Alexandrina, de idad > pouco
    mais ou meaos 40 ancos, cabello corrid(, magra,
    teodo no rosto da banda esquerda um sig al, pro-
    veniente de uma Q.-tula, tendo sido de S nto A0-
    to : por tanto roga-se que a apprehend m e 1-
    vem-na ra do Crespo o. 14, 2o andar, que ser
    generosamente gratificado. >
    Aluga-se metade de um andar de c isa, com
    commodos sufficientes para um rapaz a ilteiro, e
    em uma das melhores ras desta cidade : os pre-
    tendeotes dirijam-se ra do Queimad loja n.
    43, que acharo com quem tratar.
    Quem precisar de uma ama para :ozinhar,
    para casa de pouca familia uu para1 ho iem sol-
    teiro : dirija-se ra da Cruz o. 27, 2o odar.
    Baldes economices
    Chegaram loja n. 45 da ra da Cade a do Re
    cife saias balo de gosto inleiramente 1 loderno
    os quaes sao preferiveis aos de ac p ir sered
    feitos de cordo; vendem-se pelo mod co preg>
    de 3* cada um.
    ASSOCIAQAO
    DE
    Soccorros Muuoi
    Thom Lopes de Sena
    Ra Nora n. 32.
    1 Rcebeu em direitura de Franca pelo ultimo
    paquete bons objectos de modas como sejam en-
    faite de florea para aenhora, brancoa e de cores.
    Chapeos de eda de cores para senhora di-
    tos de palha da Italia ditos de ditos a Garibaldi,
    titos de palha escura para senhora, e meninas
    Pitos de seda para meninos e meninas, chapeosi-
    fchos de seda de coros para menino e meninas
    se baptisarem.
    Pilas de todas as larguras e de differentes
    Cores e qualidades ditas cascarrilhas fil de seda
    branco lizo, dito de linho com salpico, siotos
    com flvellas para senhora, veos para chapeos,
    ramos de flor de laranja para noivas.
    Chapeos preos de creps e de seda para
    senhora, dos mais modernos que ha, e muito
    bem enfeilados, tocas sapatinhos e meias para
    meninos e meninas se baptisarem.
    Ricos vestidos de blonde de 2 saias e 3 ba-
    badinhos na primeira saia, ditos de seda prelo
    com 7 babados.
    Rtcebe-se figurinos todos os mezes, e faz-
    se vestidos com muita perfeico, mantiletes ca-
    pas vistuanos para meninos se baptisarem e lu-
    do mais quanlo pertence ao toilet de uma se-
    nhora.
    #umas
    Lenta Emancipadlo dos Captivos.
    O Sr. presidente manda scienliQcar a s snio-
    res socios e conselbeiros, que as sessoei do ses-
    mo conselho cootinuam a ser nos domii gos >s 10
    horas da manha, verificando-se have cata ao
    ponto do meio dia, sendo o negocio de mii im-
    portancia a discusso do novo estatuto, issin co- i'
    mo est encarregado da cobranza das o ernajida- 1
    des o socio procurador Sr. Cyriaco da >iVa Ja- (
    nior, nico autorisado para esse fim.
    Secretaria da Associago de Soccorr s Mutuos |
    e. Lenta Emancipaco dos Captivos 5 de julho
    de 1861.
    Galdino Jos Peres Cam ello,
    1. secretario.
    mmmm
    m

    al
    3Raa estreita do Rosario3

    Segu a sumaca Hortencia, capitao Belchior
    Maciel Araujo ; para o resto da carga que lhe
    falta e passageiros, trata-se com Azevedo & Men-
    des, ra da Cruz n. 1.
    Bahia.
    A escuna nacional Carlota, capitao Luciano Al-
    ves da Cooceigo, sane para a Bahia em poucos
    dias ; para alguma carga que ainda pode receber,
    trala-se com Francisco L. O. Azevedo, na ra da
    Madre de Deus n. 12.
    Patacho portuguez Lima,
    tendo de seguir viagem impreterivelmente quar-
    ta-feira 3 de julho, roga-se aos senhores passa-
    geiros vindos no mesmo patacho de virem pagar
    suas passagens na ra de Apollo n. 8, primeiro
    andar, sob pena de serem devolvidas suas obri-
    gaces para serem alli recebidas dos respectivos
    fiadores.
    Maranha e Para.
    O hiate nacional Rosa esperado nestes dias,
    seguir com brevidade para os portos indicados,
    por j ler parte do carregamento angajado : para
    o resto e passageiros trata-se com o consignata-
    rio J. B. da Fonseca Jnior, ra do Vigario nu-
    mero 23.
    Lisboa.
    O patacho portuguez Maria da Gloria, preten-
    de sabir no dia 29 do corrente por ter o seu car-
    regamento prompto; para passageiros smente,
    trata-se com os consignatarios F. S. RaDello &
    Filho, largo da Assembla n. 12.
    Dentista de Pars.
    &
    15Ra Nova15

    DE
    Frederic Gautier, cirnrgiodentis
    a, faz
    de
    Uma officina
    marcineiro,
    Quinta-feira^ de julho.
    Antunes far leilo de uma officina de marci-
    neiro muito bem montada, cootendo todos os
    preparos precisos para boaexecuco dequalquer
    obra de marcioeiria, a qual se vende sem reser-
    va de pregono mesmo lugar da officina ra do
    Imperador confronte a Sao Francisco, as 11 ho-
    ras em ponto.
    LEILAO
    Francisco Pinto Uzorio continua a col-
    locar denles artificiaos tanto por meio de
    molas como pela preaso do ar, nao re-
    ceba paga alguma sem que as obras nao
    fiquem a vontade de seus donos, tem pos ej
    e outras preparares as mais acreditadas @
    pa,ra conservado da bocea. @
    8
    O abaixo assignado, para prevenir qualquer
    . duvida futura, previne ao respeitavel publico,
    , que a pedido de Jos Luiz Coelho, assiguara com
    . o seu signal do costume, em quarto de papel em
    ' branco, pedindo-lhe o mesmo Coelho, que era
    para langar qualquer transago que houvesse de
    , fazer com o abaixo assignado, visto ji ter tido
    Tea agua e pos dentifricios etc. 5 alRuns negocio com elle, vendendo-lhe uma bar-
    '. cassa com milho e farioba ; e por que agora est
    ^^ai^aa^aaaaa^*^j^^ils^ip]lfta^lK bastantemente informado quem seja esse Sr.
    . Coelho, faz o presente snnuocio. para que nin-
    guem faga transadlo alguma com algum titulo de
    ' divida que se baja de laucar em dito quarto de
    i papel, onde firmei a minha assignatura na boa
    Indo fur-! fe, que o posso provar com pessoas que presen-
    tadas as operacoes da sua artt e olloca
    dentes artificiaes, tudo com a supe iori-
    dade e per feigo que as pessoas en andi-
    das lhe reconhecem.
    Furto
    DE
    Um armazem sito no caes
    d'Apollo n. 7.
    Quinta-feira 5 de julho
    Antunes far leilo em sea armazem n. 73, da
    ra do Imperador, de um armazem de pedra e
    cal, todo travejado. o qual tem 30 palmos de
    frente e 200 de cumprimento, sito no caes do
    Apollo, no dia e lugar cima designado as 11
    horas em ponto,
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    Navegaco costeira a vapor
    O vapor Persinunga, commandante Moura,
    segu viagem para os portos do sul de sua es-
    cala no dia 5 de julho as 4 horas da larde. Re-
    cebe carga at o dia 4 ao meio dia. Eocommen-
    das, passageiros e diobeiro a frete at o diada
    sabida 1 hora : escriplorio no Forte do Mattos
    D. 1.
    C0SP4NHU PERIMBliCAIU
    DE
    Navegacao costeira a vapor
    Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
    cao do AsstT, Aracaty Ceara',
    Acaracu' e Granja.
    O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
    sabir para os portos do norte at a Granja no
    dia 6 de julho s 4 horas da tarde. Recebe car-
    ga al o dia 5 ao meio da. Eocommendas, pas-
    sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
    a 1 hora : escriplorio no Forte do Mattos n. 1.
    Para o Rio de Ja-
    . neiro
    A veleira barca nacional Irii seguir com bre-
    vidade. Para alguma carga miuda, tratare
    com Antuoes Guimares & C, no forte do Mat-
    tos. trapiche do baro do Livramento o. 15, e
    para escravos, com os consignatarios Araoaga
    .Hijo A C-. trapiche Novo o. 6.
    Lett.
    LEILAO
    MA MMM.
    Variado sortimento de cadei-
    ras, commodas de inogno,
    sofas, toiletes, lavatorios
    te., etc., e um piano.
    Qmrta-feira 3 de julho.
    Antunes vender por conts e risco de qaem
    pertencer na ra da Cruz do Recite armazem n...
    variado sortimento de movis, como sejam com-
    modas de mono, lavatorios, toiletes, secreta-
    rias e uma iofioidade de objectos que enfadonho
    seria mencionar: no indicado dia e lugar as 11
    toras em ponto,
    Leilao
    O agente Hyppolito da Silva far leilo par
    Avisos diversos.
    3s0o ciaco Cgpogvapfica
    JkvnamUucana
    Domingo, 7 do corrente, as 10 horis da ma-
    nha haver sesso ordinaria do conselhe direc-
    tor e as 11 horas da assembla geral.
    Secretaria da Associagio Typographica Per-
    nambucana 2 de julho de 1861.
    J. Cesar,
    Io secretario.
    Os abaixos assignados
    membros da cornmisso en-
    carregada de promover a co-
    bra nca judicial das lettras
    emittidas na cireulago pela
    thesouraria provincial nos a li-
    nos decorridos de 1846 a 1848
    de novo convidam aos Srs. in
    teressados a se reuoirem no
    dia 8 do corrente ao meio dia
    no lugar e para o fim j indi-
    cados, cumprindo-lhes o decla-
    rar que o nao comparecimen-
    to de mteressados que repre-
    sentem pelo menos dous ter-
    cos da quaotia ajuizada, ha-
    bilitar os que se acharem
    presentes a deliberar o que
    julgarem acertado em prol de
    sua causa Recife 1 de julho
    de 1861. Manoel Joaquim
    Ramos e Silva. Antonio de
    Moraes Gomes Ferreira.
    Adriano Xavier Pereira de
    Brito.
    Araoaga Hijo & C. vendem ti-
    cas de ouro : na ra do Trapiche Novo
    n. 6.
    Aluga-se o segundo an-
    dar da casa ii. 15 da ra do
    Vigario: a tratar na ra do
    Livramento n. 38.
    O cartorio da fazenda provincial
    foi transferido para a ra estreita do
    Rosario n. 17, primeiro andar.

    O medico cirurgico Antonio Jos Fer- #
    reir Alves, mndou a sua residencia para 0
    a ra do Queimado n. 10, primeiro andar. #
    # -#
    Vende-se por precisao um prelo de meia
    idade, muito fiel e sem vicio algum ; na roa de
    Aguas-Verdes, no primeiro andar da casan. 64.
    Aluga-se uma boa escrava cosi-
    nbeira: quem a pretender diriia-se a
    travesa das Barreiras na Boa-Vista ca-
    sr n. 2.
    Ao amaohecer do dia 28 do mez p.
    aram do sitio Salgadioho uma egua rbssa car-
    dara, de clinas escuras, pertencenle o abaixo
    assignado, tem este ferro r= o carimbo i IJ :
    quem della tiver noticia ou tomi-la dc de entre-
    aa-la no mesmo Salgadioho a Manoe Antonio
    Baptisla ou na cidade de Olindi ao Di Jansen
    que ser recompensado.
    Vicente Janseu de Castro e Albquerque.;
    Offerece-se uma senhora para en lar coa-
    las com perfeico : na camboa do Ca mo n. 1.
    O proprietario do peridico Orde n avisa
    aos senhores abaixo declarados que os seus cor-
    respondentes ou procuradoras nao p garam a
    subscripto de Ss. Ss. vencida at o iltimo de
    junho prximo Godo, e por isso o m emo pro-
    prietario roga a Ss. Ss. o pagamento
    para nao augmentar o debito, o referid
    tario resolveu suspender a remessa t
    piares, de hoje em dia o te, aos senbore
    Dr. Joo Antooio de Araujo Freitas Uei rique.
    Coronel Antooio Alves Vianna.
    Hajor Valenliniano do Reg Barros.
    Vigario Manoel Paolino do Souza.
    Antonio Pinbeiro de Mandonas.
    Luduvico Cavalcanli da Cunha Vasconcjellos.
    Ursulino Cavalcanli da Cunba Vascance los.
    Joo Paulino de Gouveia.
    Joo Cavalcanli de Souza Leo.
    Manoel do Nascimento Bastos.
    Teneo te-coronel Agostinbo Bezerra da Silva Ca-
    valcanli.
    Dr. Firmino Jos Doria.
    Coronel Jos da Costa Vollar.
    Dr. Bernardo Eugenio Peixoto.
    Jos Marcolioo de Bessa.
    Aleixo Barbosa da Fonseca Tinoco,
    Padre Galdino F. da Silveira Cavalcanli
    della ; e
    proprie-
    exem-
    DS
    Aviso.
    Manoel Ribeiro da Silva faz sciecle
    tavel publico e principalmente ao corpd
    ciaram, asseverando tambem, que o dito Sr.
    Coelho, nao s me pedia a mioha assignatura
    para aquelle Om, como tambem, para me poder
    escrever quando quizesse, vislo nao ter ciencia
    de meu nome; qual fica desde j de nenhum
    effeito, em qualquer titulo que ella baja de ap-
    parecer.
    Recife, 2 de julho de 1861
    Christovao Santiago de Souza Pinto.
    SVBarMMMM W aWW vuw m aw bilwi*
    Atteoco. *
    Francisco Xavier Pereira de Brito, so-
    licitador da fazenda geral. tendo exercido
    por espaco de 8 annos o offlcio de solicita-
    dor de cousas na cidade de Porto-Alegre,
    adquirindo por isso uma grande pralica,
    pretende aqui encarregar-se do andamen-
    to de qualquer causa nos differentes jui-
    zos, despachar escravos e tirar passapor-
    tes na polica, e promover cobranzas. E
    como tem na corte sua disposico am
    habilitado procurador tambem se encar-
    rega de mandar agitar l o andamento de
    qualquer prelencao perante as secreta-
    rias de estado e thesouro, e de qualquer
    causa que tenha de seguir por meio de
    recurso para o supremo conselho.
    Qualquer pessoa que se queira utilisar
    de seu presumo pode o procurar das 9
    | horas da manha at as 2 da tarde na ra
    das Trincheiras u. 13, e fora destas horas
    na ra de S. Francisco, sobrado n. 72.
    Ao publico.
    Restabelecido da grave molestia que portanto
    tempo me ha consumido, volto ao exercicio de
    o respei- | advogado e espero do publico o favor que sempre
    do com- |h6 nei merecido. Em commum com o Sr. Dr.
    Continua* a liqui-
    dado de todas
    as fazendas na
    ra do Gabug
    n. 8.
    V DINHEIRO.
    Burgos Pooce de
    Len, tendo de acabar em breve com este est
    belecimento, para de seu liquido pagar aos
    credores da massa da extiocta firma de Almeida
    & Burgos, ha resollido a vender todas as fazen-
    das, com grande abatimento de seu custo, entre
    as quaes annuncia :
    Cbapelinas de seda e de fil para senhora bem
    eofeitadas com ricas fitas e flores francezas, dan-
    do se os seus respectivos veos de fil de seda a
    4, 5, 7, 9,10, e a 123000.
    Organdys finos de lindissimos padres para
    vestidos de senhora, sendo de vara de largura a
    480 cada covado.
    Fusto de muito bonitos padrees miudos, para
    vestido de senhora a 400 cada covado.
    Gaze de seda, fazenda toda de seda, e transpa-
    rente, sendo de cor de rosa, cor de cravo encar-
    nado, azul claro e ferrete e cor de folba, que
    muito brilha em vestidos de senhoraa a 8S0 o
    covado.
    Gorguro de teda de quadrinhos para vestido
    a I&000 o covado.
    Cazaveques de cambraia, com ricos bordados
    a 8*000 e a 14*000 rs.
    Manguitos com golinhas de fil, a 2*500,
    3*000 e 38200.
    Camisinhas de cambraia muito fina para se-
    nhores a 1*000
    Chapeos de sol de seda de cores para meninas
    e senhoras a 2$00, 28500 e a 3*000.
    Chales de cambraia de cores a 600 ris.
    Dos de froco ou de velludo a 6*000
    Ditos feitos com retrz de seda, ricamente
    bordados a lgOOO rs.
    Ditos de seda de grosdenapoles bastaatemenj
    le grandes a OjjfOOO rs.
    Ditos de merino de diversas qualidades e diffe-
    rentes gostos a 6, 8, 9,10$500 e a 128500 rs.
    Brim trancado muito fino de purissimo linho
    e seda, com ristras e quadrinhos de cores, exeel-
    lente para caigas, coletea e palitols a 1*500 cada
    vara.
    Brimzinho de linho para caigas e palitols para
    andar por casa, como para roupa de meninos
    a 200 rs. o covado.
    Fusto alcochoado de riscadinhos para pali-
    tols e calcas a 480 o covado.
    Cortes de coletes de fusto a 500 e a 800 rs.
    Ditos de coletes de setim de Macu de cores a
    3*000, ditos de gurguro de seda a 2*500 e a
    3M0O.
    Cortes de caigas de cassemira a 4*000,5*000,
    e 6*000 cada corte.
    Cortes de vestidos de grosdenapoles de seda
    para seohoras, com ricos babados bordados,
    enllocados em grandes candes, sendo os pretos
    a 55*000 e os de cores a 508000 e a 658000 rs.
    Tafet de seda verde, amarello e azul a 500
    o covado.
    Capinhas, jaguetinhas e cazaveques de la
    para meninas de todo o tamanho a 1*500, 2*000,
    2*500, 4*000.
    Calcinitas de cambraia para meninas a 3$0G0.
    I Chapeos prelos francezes de fina massa, para
    homem a 8*000.
    Ditos de palha escura e preta a Tamberlimk,
    para homem a 3*200.
    Ditos de palha branca e de cores para artistas
    a 800 rs.
    j Ditos do Chile verdadeiro, de preco de 5*000,
    al o de 12*000 rs.
    . Setim. preto de Macu a 2*500, 3*500 e a
    4*500 o covado.
    Velbutina preta e de cores a 640 o covado.
    Seroulas friocezas a 20, 22 e 4* a duzia.
    Palitots de alpaca preta a 3*500 e a 48500
    ditos de alpaca dccdies a 4*000. ditos pretos de
    alpaca setim, francezes e muito bons com golla
    de velludo a 10*000, ditos de cores forrados de
    seda a 8)000, ditos de brimzinho a 2*500, ditos
    de brim selim a 6*000, ditos de brim pardo a
    3*000. 38200, ditos de fino bramante a 5*000,
    ditos de brim meia lona a 5*000 e a 6*000, ditos
    brancos de fusto a 3*000.
    Palitots de panno tino e de cassemira a 8*000,
    8fe800,10*000,16*000, 18*000, 20*000 e 24*000,
    ditos de bombasinba a 9*000, ditos de merino de
    cores a 10*000.
    \Cazacas de panno fino preto e de cores a
    30*000 e a 28*000 rs.
    Tiras de babados de cambria bordadas a 500,
    640 e a 1*000 cada tira.
    Ramos finos pretos, azues, verde e mesclados,
    cmo cassemira preta e de cores, por precos que
    agrado.
    Comprndose deO$000 para cima ven jer-se-ha
    nda por menos.
    mercio, que durante o tempo que est estabele-! j0s0 Baptsta do Amaraf e Mello, os que se di-
    cido com padaria na ra Imperial n. 187, que Darem procurar-nos acharao sempre no escrip-
    nunca teve socio nem tem at adata de boje ; torio das 9 as 3 da tarde um de nos. Tudo em-
    como me consta haver um individuo qi e se inti- penharemos para bem servirmos aos que nos qui-
    tula ser socio da casa ; o qual elle nao I eem rea- \ zeTem honrar. O noseo escriplorio na ra do
    coes com o mesmo cima, por isso se I n sciente Queimado n. 41, ultimo sobrado que faz esquina
    aos freguezes deste estabelecimento qu > nao pa- para 0 becco da Congregado,
    guem conta alguma sem que Ihessejs a (resentada ur. Antonio Borges da Fonseca.
    pelo mesmo Ribeiro ou caixeiro da rat sma casa.
    Arreoda-se o sitio que foi da fin da D. Ar-
    i
    chanja no Giqui, o qual tem boa olari a, grande
    porco de coqueiros, 2 viveirosde peix e muito
    terreno para plantago e sola de viee is : con-
    trata-se no mesmo ou na ra da Imp sratriz d.
    47, terceiro andar, das 9 do dia as 3 d i larde.
    Aos pas de familia.
    D. Umbelina Wanderley Peixoto tea resolvido
    continuar com o seo amigo collegio d instruc-
    cao elementar do sexo feminino, o qual ior ora se
    acha estabelecido na ra da Gloria, >avimento
    terreo n. 7. As pessoas que a quizer m honrar
    confiando-lhe a educagao de suas filb s, encon-
    traro nella plena aolicitude e disvello. As men-
    sa lidades sao de 58000 pagos adiaotade 9, dando o
    collegio papel, peona, tinta e compt ndios. O
    programma do eosino e o rgimen i terao vo
    abaixo transcriptos:
    Escripia.Bastardo, bastardinho e cur ivo, pelos
    autores de calligraphia mais acredita* os.
    Leitura.Historia sagrada, livrosque cootenham
    fbulas, regras de civilidade, preceit >s de mo-
    ral, e manuscripto.
    Aritmelhica. Asquatro operacoes fund imentaes,
    e o syslema mtrico monetario do i nperio.
    Doutrina chnsla.Resamodas oracoe; e eipli-
    , caedes do cathecismo.
    Trabalhosde agulha. Costura cha, 1 byrintho,
    bordados de marca, de matiz e de ou o.
    A aula de manha principia as 8 ho se fioda
    ao meio dia ; e tarde daa 2 at as 5.
    De manha :
    Das 8 s 9 procede-se ao trabalho da Mcripta e
    correceo da mesms.
    Das 9 s 10. leitura.
    Das 10 s 11, coniabilidade.
    Daa 11 atea sahida, doutrina chrisia.
    A tarde toda destinada aos trabalboaj de agu-
    lha e exercicio da doutrina ebristaa.
    Aluga-se um bom armazem na ru da Cruz
    o. 29, tendo sahida para a ra dos Tao iros, em
    boa localidade para qualquer estabelecii lento : a
    tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
    Nos dias 2, 5 e 9 do correte d pois da
    audiencia do juizo de orpbos definit vameote
    vai a praga pela renda annual, e por le ipo de 3
    annos, a casa terrea o. 59 na ra de Sa ita Rila
    Nova, a requerimento de Joo Antoni > Lopes
    Chaves tutor do orpho Jos filho dos f llecidos
    Joo Jos Tavares e sua mulher, tendo lita casa
    duas salas, 5 quartos, cosinha fora, grao le quin-
    tal murado com cacimba, tetheiro e doui portoes
    sendo um de porta larga para carro, i deitam
    para a ra-Nova de Santa Rita cuja c ja est
    arrendada por 240* annuaea.
    i
    i
    O bacharel Witruvio po-
    de ser procurado na ra
    Nova o. 23, sobrado da es-
    quina que volta para a
    camboa do Carmo.
    i
    i
    9
    i
    i

    i
    l
    Os seobores que assigoaram para a or-
    ganiaaco da sociedade Hecreio, sa< ro-
    gados a reuoir-se no dia 4 de julh i a i
    hora da Urde no salao da tbeati o de
    Apollo para tratar da sua inslalago.
    :
    :
    Vende-se uma cocheira contando
    e | cavallos, e uma mei'au : a tratar
    Dreita, loja o. 57.
    3 carros
    na ra
    1
    i

    i
    i
    i
    i
    9 9
    No dia 20 do corrente fugio da ra do Hos-
    picio n. 17 o negro Ivo, crioulo, de 26 annos de
    idade, baixo, reforgado, poucos cabellos na cabe-
    gi, mos e ps curtos e grossos, os dedoa dos ps
    arrebilados por ler tido bichos nelles. levou ca-
    misa de chita azul, calca de riscadinho da mesma
    cor ; suppoe-se que elle anda para o lado da Ta-
    caruna on Santo Amaro, e do Isihmo : quem o
    apprehender queira leva-lo supradita casa, on-
    de receber generosa recompensa.
    William Luiz, Inglez, relira-se para a Eu-
    ropa.
    Kediard Cooh, subdito inglez, vai para Eu-
    ropa.
    Os abaixo assignados fazem sciente ao com-
    mercio que no dia 30 de junbo lindo dissolveram
    amigavelmenle a sociedade que gyrava cora a
    firma de Rosa & Azevedo, na taberna da ra da
    Praia n. 43, ficando o activo e passivo a cargo
    de Genuino Jos Rosa. Recife 2 de julho de 1861.
    Genuino Jos da Rosa.
    Antonio de Azevedo Caoario,
    Precisa-se de um crioulo; na ra Nova o.
    21, primeiro andar.
    D-se algum dinheiro a juros por hypothe-
    ca em casa terrea : na raa dos Pires n. 58.
    Altenijo.
    Precisa-se de 4 a 6:0008 a premio prazo de
    doze mezes, daodo-se por seguranga hypotheca
    em am engenho com safra e fabrica : a pessoa
    que quizer fazer este negocio, annuncie para ser
    procurado
    Precisa-se de uma ama para casa de pe-
    quena familia : na ra do Livramento n. 9, se-
    gundo andar.
    Na ra dos Pires n. 34, taberna, se dir
    quem d 1:400* a juros sobre hypotheca n' uma
    fjata*
    Precisa-ae de uma ama forra ou captiva pa-
    ra casa de pequea familia ; na ra da Seozala
    Velha n. 140, segundo andar, o* na ra da Ca-
    deia n. 45.
    Precisa-se de ama criada portuguesa para
    casa de pouca familia : na ra Nova n. 33.
    SaldoAss.
    Vende-se superior sal do Ass, a bordo do hia-
    te Santo Amaros, fundeado defronte do caes do
    Ramos : a tratar com o mestre a bordo, oh com
    dono no trapiche do algodo.
    Os Srs. abaixo declarados sao rogados a
    rigir-se ra Nova n. 18, a negocio de seus
    especiaes ioteresses.
    Antonio Carlos Frederico Sera.
    Antonio de Medeiros.
    Amoerico Xavier Pereira de Brito.
    Antonio Jeronymo Pinbeiro.
    Antonio Albuquerque de Hollanda Cavalcanti.
    ADtonio Claudino Alves Gomes.
    Americo Vespucio de liollanda Chacn.
    Antonio Francisco da Cunha.
    Antonio Machado Biltencourt.
    Antonio de S Serro.
    Alferes Antonio Ferreira Pinto.
    Antonio Joaquim Fernandes de Azevedo.
    Antonio Luiz Vieira.
    Agostioho de Silva Guimares.
    Antooio Gioga
    A viuva de Manoel Carneiro Leal.
    Bernardo de Alemo Coelho.
    Bento Antonio Domingues.
    Belarmina Maria da Cooceigo.
    Caetano de Barros Wanderley.
    Chr8tiano Rodolpho.
    Constancio Gamillo Cesar.
    Cesario Aureliano Yentura.
    Cal Soares.
    |r. Antonio Joaquim de Figueiredo Seabra.
    Jos Francisco de Arruda Cmara.
    Dr. Francisco Alfonso Ferreira.
    Dr. Polycarpo Cesar de Barros:
    Dr. Antonio Borges Leal.
    Domingos Augusto da Silva Guimares.
    Eustaquio Jos da.Fonseca.
    Francisco de Paula Oliveira Maciel.
    Flix Cavalcanti de Albuquerque Mello.
    Filippe Diniz Cavalcanli.
    Francisco de Salles Alves Corres. ->
    Francisco Jos Virino.
    Francisco da Rocha Maia.
    Francisco Carrilho.
    Francisco de Salles Cordeiro Lios.
    Francisco de Paula Albuquerque Maraoho.
    Francisco Jos Alves de Carvalho.
    Galdino Lopes de Oliveira.
    Jorge Doooely.
    Joo Paulo Ferreira.
    Joo Ferreira da Fonseca.
    Joaquim Correa de Araujo.
    Jos dos Santos de Oliveira Meodooga.
    Jos Joaquim de Figueiredo.
    Jos Ignacio Rodrigues.
    Joo Jos Capistrano.
    Joo Leite do Rodoval.
    Joaquim Tavares de Mello.
    Joaquim dos Santos Barraca.
    Jeronymo Jos da Costa.
    Jos Lourengo de Carvalho.
    Jos Cicilio Caroeiro Monteiro Jnior.
    Jos Romualdo Gomes.
    Joo Theoorio de Albuquerque.
    Joo Ozorio de Castro Maciel Monteiro.
    Jos do Reg.
    Jos Leite de Albuquerque.
    Joo Francisco Jos do Sacramento.
    Joo da Cunha Henriques.
    Jos Caelano Tbailer.
    Jos Goncalvesde Miranda.
    Isabel Rebolga de Assumpco Oliveira.
    Lino Pereira da Fonseca.
    Lois Candido Carneiro da Cooha.
    Luiz Antonio Alves de Andrade Gueiro.
    Lourango Justioiano Pereira dos Santos*
    Luiz Francisco de Belem.
    Manoel Joaquim Correa da Silva.
    Manoel Joaquim de Paula Silva.
    Manoel Joaquim de Mello.
    Maooel Jas Fiuza.
    Manoel Caroeiro.
    Manoel da Reesarreicao.
    Manoel Joaquim do Kego Barros.
    Olympia Senhorioha da Silva.
    Padre Pedro Barbosa Freir.
    Sebastio Antooio Paes Brrelo..
    Thertdoro Wander.
    Senhores doutores ope-
    radores.
    J. Wirz, fabricantes de instrumentos de cirur-
    gia, concerta, aradla e lustra todos os instrupen-
    tos de cirurgia, os mais difficultosos, com 'oda a
    perfeigo. tambem pode fazer pegas novas ; na
    ra estreita do Rosario o. 10.
    Travessa do Pires n. 1.
    Joseph Grosjean em sua officina venda 1 ca-
    briolet novo, 1 carro americano para 1 cavallo,
    1 cabriolet em bom estado, que vende muito em
    conta, assim como encerado preto a 9300 o co-
    vado, e comprando em pega ha de ser mais ba-
    rato.
    Roga-se a pessoa que pegou um carneiro
    no dia segood-feira a larde o favor de o levar
    ra Augusta n. 102, ou atraz do theatro no esta-
    leiro de cantaru, que ser recompensado.
    Caval.os de trato e carros
    de aluguel.
    Na cocheira da ra do Imperador n. 12, com
    entrada tambem pela travessa do Ouvidor, rece-
    bem-se cavados de trato a 1* por dia e noite, e
    bam tratados; assim como aluga-se carro por
    metade do prego, porque se aluga em outra
    qualquer parte, com as&ci e promptido. como
    se poder verificar, com tanto que aoja a dinhei-
    ro vista.
    Aluga-se o segundo andar do sobrado da
    ra do Burgos n. 7 ; a tratar'na ra da Seozala
    Nova n. 4.
    Aluga-se a padaria da travessa do Pires na
    Boa-Visia, com todos os perteoces, cylindro,
    masseiras, lendedeiras, cabido, ptimo e grande
    forno, sala com armago, caixdes, 2 bataneas e
    pesos, candieiros ; a tratar na ra da Senzala
    Nova n. 30.
    Urna pessoa com 5 escravos robustos e mo-
    gos, feitos ao servigo de campo e engenho, se
    offerece a ser engajado ou sociar ; quem preci-
    sar dirija-se a ra do Queimado, loja de fazendas
    de Jos Teixeira Leite n, 21.
    Antonio Flaminioe Raphaele Flaminio, Ita-
    lianos, retiram -se para Europa.
    Offerece-se para caixeiro de taberna um
    moco portuguez 4com alguma pralica ; quem de .
    seu presumo precisar,dirija-se a ra dasCruzes
    numero 21.
    A pessoa que annunciou ter uma taberna
    na praga da Boa-Vista para vender, dirija-se a
    ra da Cadeia do Recife n. ti, segundo andar,
    afim de tratar de tal negocio, at as 11 horas.
    Precisa-se de um pequeo de idade de 14 a
    16 anuos, com pralica de taberna, dando o pre-
    ciso conbecimento de sua conducta ; a tratar na
    ra das Larangeiras n. 12.
    Precisa-se de uma ama que saibs cozinhar 1
    e engommai. para casa de pouca familia, e que
    tenha boa conducta : na ra do Hospicio o. 4.
    Duas senhoras bastantemente habilitadas se
    offerecem para ensinar da maneira mais fcil a
    fallar, traduzir e escrever as liuguas ingleza e
    franceza, e a tocar piano por pregos muito mo-
    derados, qur em casas particulares, qur em
    sua casa n. 30. ra Mo Queimado.
    Antonio Moreira da Silva julga nada dever
    a pessoa alguma, se alguem se julgar seu creder,
    comparega no prazo de oito dias para ser pago ;
    na ra do Livramento n 12.
    Otilas hespanholas.
    Vendem-se no armazem de Antunes Guima-
    res & C., largo da Assembla n. 15.
    S na boa f.
    Ra estreita do Rosario, es-
    quina da ra das Larangei-
    ras n 18.
    Carne do Serid da melhor que tem vindo a
    360 rs. a libra.
    Linguigas do Serid da melhor que ha a 360
    rs. a libra.
    Queijos do mesmo serto dos melhores que ha
    a 680 rs. a libra.
    E em porgo de qualquer dos gneros se far
    abatimento ; s na boa f.
    Calcado
    grande sortimento.
    45 Ra Direita 45
    Qual ser a joven e linda pernambucana, que
    noiprocure animar este estabelecimento man-
    dando comprar uma botina de gosto? Qual a
    mi de familia, prudente e econmica que lhe
    nao d preferencia pela qualidade e prego ? Qual
    o cavalheiro ou rapaz do positivo, que nao quei-
    -e comprar por 8, 9 e 10, o calgado que em outra
    pirte nao vendido se nao por 10, 12 ou 14?
    attendam ;
    Senhoras.
    Botinas com lago {Joly] e brilbantina. 5*500
    > com lago, de lustre (superfina). 5*500
    v com lago um pouco menor. 5*000
    sem lago superiores..... 5*000
    sem lago nmeros baixos. 4*500
    > sem lago de cor......' 4*000
    Sapatos de lustre. 1*000
    Meninas.
    Bonas...........4g400
    para enancas de 18 a 20. 3*500
    Homem.
    o (Nantes) lustre.......10SO0O
    (Fantenjcourodeporco inteirissas OSOOO
    > (Fanien) bezerro muito frescaes. 9500
    > diversos fabricantes (lustre). 90C0
    d inglezas inteirissas.....9*000
    > gaspeadas.....8*300
    > provad'agua. 8*500
    Sapates.
    Nantes, sola dupla.....: 5*500
    uma sola......... 5*C0O
    para menino 4$ e..... 3*500
    Sapates lustre.......... 5*000
    Sapatos de tranca.
    Portuguezes de Lisboa finos.....2*000
    Francezes muito bem feitos.....1*500
    Alem disso um completo sortimento do legiti-
    mo e do verdadeiro cordavo para botinas de ho-
    mem ; mutto couro de lustre, bezerro francez,
    marroquim, vaquetas, couros preparados e em
    bruto, sola fio, taitas etc., tudo em grande,
    quantidade e por precos inferiores aos de outrem
    CONSULTORIO ESPECIAL nOMEOPATHlCft
    DO OLTOR
    SABINO O.L. PINHO.
    Ra de Santo Amaro (Mundo
    Novo) n. 6./
    Consultas todos os dias atis desda as 10 horas
    at meio dia, acerca daa seguiutes molestias :
    molestias da mulheres, molestias da crian-
    as, molestia da ptlle, molestias dos olhos, mo*
    tstias syphiliticas, toda a especies de febrtt,
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    PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPaTHICA .
    Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
    parados som todas as cetelas necesaarias, in-
    falliveis em seua effeitos, tanto em tintura, como
    em glbulos, peloa pregos maia commodos poi-
    siveis. /
    N. B. Os medicamentos do -Dr. Siti&o sao
    nicamente vendidos em sua pharmacia ; todo
    que o forem lora della ao falsas.
    Todas as cartearse ao acompanhadas de um
    impresso com um emblema esn relevo, tendo ao
    redor aa seguinle palavras : Dr. Sabino O. L.
    Pmho, medico brasileiro. Este emblema poeto
    Salmente na lista dos medicamentos que se pe-
    As carteiraa que nao levarem esse impresso
    aaaim marcado, ambora tenham na tampa o no-
    na do Dr. Sabino alo falsos.


    DIARIO DI PERM1BUCO. QU
    S NO PROGRESSO
    DE
    largo da Penlia
    Neste muito acreditado armazem de molhados
    continua a vender-ie os mclhores gneros que ha no mercado, tanto em porco como a retalho, e
    por muito menos preco de que em ouira qualquer parte, por serem viudos a maior parle delles era
    direilura, porcoota do proprietario, por isso em vista dos procos dos gneros abaixo (mencionados
    podero julgar todos os mais, afiancando-lhe a boa qualidade.
    Manteiga inglexa pereitameiUe flor. m ri.. ,ibra,. em D_
    ril a 700 rs.
    Nlaiiteiga iraneeza a milhor que ha no mercad0 a 70 rs. a in>ra.
    Ca os meiViores que lia no mercado vende.se,,. qualdade a 3mo
    2a ditta a 2gj00, 3a ditta a 2&000, e preto a 1$600 a libra.
    QaGljOS uamongOS ehegados neste ultimo Tapor da Europa i 2*800 rs. ditos che-
    gados no vapor passado a 1S800 e 1*600 rs.
    "OcIjO yralO os mejores que tam vindo a este mercado por serem muito frescaes a
    640 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
    iVmenduas confeitadas pi'o\mas para sor les de S.
    1UIU, a jjjooorg. a bra em porco se far algum batimento.
    Bollo franeex. a 500 rs.
    para menino, s no Progresso.
    HOCO da CaSCa dC gOiaba a 1?> 0 ca!xa0i em p0rcao a 800 rs. s no progresso
    DOCe de AApercne em latlaf de 2 abras muito enfeitadas a 19200 rs. cada urna, s
    no progresso.
    Mar melada imperial
    Lisboa a 800 rs. a libra.
    ii.mevx.as V ranee as em fragcos com 4 libr(S por 3000 cada UDJ| l 0 {rC0Tai n
    dittas portuguezts a 480 rs. a libra.
    Latas eom bolachiaoas de soda eonUndo differentes q..iid.de.. .
    19400, assim como tem lattas de 8 libras por 3g000, dittaa com 4 libras por 2g000 rs. s no
    Progresso.
    o carto elegantemente enfeitados, muito proprios
    do afamado Abren, de outros muitos fabricantes da
    Maca de tomate
    Caoeolate
    a mais alva que pode ha ver a 480 rs. a libra e em
    i tiii f.-t ftt-ttytf tff
    o
    5 O O)
    em latas da 1 libra, por 900 rs. e em Utas de 2Jlibras por 1*600 rs.
    o mais superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
    BolaCUmna Vngleza m-Uo nova a33000 a barrica, s no Progresso.
    C0HSer\aS trailCeiS e inglezaS rec,ntemente chegadas a 800 rs. o iras-
    co em porco se faz ab tmenlo.
    Passas em caixinnas de 8 librasasmeUores qu, tem vndoaesU
    mercado por serem muito grandes a 2$800 rs. cida urna.
    *Espermacete superiorstmavaria.700 r9.a ^m *u* aigum
    abatimemto.
    AAelrVa, maeanao e talbarim 400r,. iibra. em .. de... .r-
    roba por 8*.
    l^rVllna iracezaS emi.Ua8 de 1 libra a 640 rs., s no Progresso.
    LiataS eom peiXe de pOSta das melhorea qualidadesqueha em Portugal, como
    sejam savel, congro, sarda, peixe espada,(Jvezugo, etc. etc. a 1*400 rs. cada urna.
    Apitonas muito aovas a moo rs. 0 barrili em gartafa, 240 rs.
    Palitos de deate lixados em molh08 com 20 macinh0I por 200 r..
    l. ra(\o es ueste aauo a 180 rs. a carta> e em caixa com 40 csrl por 6*8oors s
    no Progresso:
    Srvela dag mai8 acredladag marcas 59000 a duzia 1 retalho a 500 rs. a garrafa.
    l^nampantie mut0 guperior a 2*000 rs. a garrafa, em gigo por 18*000 rs.
    W nUOS eOgarraiadOS da8 seguintes qualidades, Porto, Feituria, ditto Bordeaux,
    ditto Muscatel, a l*a garrafa ; tambem tem vinho Cheres para 2*000 rs. a garrafa.
    V 1UUOS em pipaaem yunfa&Q port0, Fgueira.Lisboa, a 640 rs. em caada a 4*500.
    Presunto de fiambre ia glez muil0 DOV08, goo rs. a iur..
    r rezumo de Lamego 0 que ha de bom neste genero a 480 rs; em por?aa a 400 r8<
    l^UOUriCaS e paiOS a 560 r8# tHbMi em barril com 6duzias de paios por 10$000.
    X oucinbo de Lisboa 0 mai8 novo que h8 no mercad0,320 r.. a bi..
    Banba de poreo retinada
    barril a 440 rs.
    Amcndoas de csea mole. 480 rs.. libra e em porco se far aigum aba-
    meato, l no Progresso do pateo da Penba n. 8.
    Alm dos gneros aonunciados encontrar o respeitavel publico um grande sortimento de
    uJo quanto bom e barato.
    lOTERJA.
    Depois d amanhaa 5 do corrente anda-
    rao impreterivelmente as rodas da pri-
    meira parte da primeira a beneficio da
    igreja de S. Francisco de Paula do Ca-
    xanga' no lugar e as horas do costume.
    Os bilhetes e meios bilhetes acham-se a
    venda aos precos abaixo declarados na
    thesouraria das loteras ra do Quei-
    njado n. 12 primeiro andar, e as casas
    commissionadas na praca da Indepen-
    dencia n. 22 loja do Sr. Santos Vieita,
    ra Direita n. 3 botica do Sr. Chagas e
    ra da Cadeia do Recife n. 45 dos Srs.
    Poito & Irmo. As sortes sero pagas
    depois de distribuidas as listas.
    Bilhetes inteiros cada um 5$000
    Meios bilhetes 2^500
    O thesoureiro.
    Antonio Jos Rodrigues de Souza.
    Alugam-se tres pretas que sabem coziohar,
    vender na ra, lavar e eogommar : quem quizer
    aluga-las dirija-sea ra da Imperatriz o. 43, que
    encontrar com quem tratar. Outro sim aluga-se
    tambem um molerote que serve para todo o ser-
    vico de casa de familia.
    Alugam-se 4 casas, 2 na ra da Baixa-Ver-
    de, na Capunga, e 2 na travessa da mesma ra :
    quem quizer, dirija-se a ra Direita, botica do
    Sr. Paranhos, ou na travessa da Baia- Verle Da-
    mero 8.
    Precisa-se contratar urna seohora branca de
    idade poaco mais ou menos de 50 anuos pira as-
    sislir em companhia de urna senhora casada re-
    sidente na freguezia de Santo Amaro de Jaboa-
    tao : a quem isto coner annuncie para ser pro-
    curada/
    O Sr. Manoel Luiz Coelho queira
    dirigir-se a esa ty pographia que se Ihe
    precisa fallar.
    Urna pessoa que tem de residir fora desta
    capital vende um grande sillo com excellente ca-
    sa de morada e com propor^des para delle se ti-
    rar bom rendimento ; e para facilidade do com-
    prador nao pora duvida em receber sua impor-
    tancia em faxeodas ou molhados: cootrata-se na
    ra da Cruz n. 25, segundo andar.
    Ensino.
    Qualquer senbor professor que queira esteja
    so caso de encarregar-se do ensino de primeiras
    letras a dons meoioos, os quaes j leem livro,
    recebeado-os em casa, e fornecendo-lhes comida
    e cama, e compromelleodo-se a bem trata-Ios
    durante a ausencia do pai do mesmo qae se re-
    tira, pode entender-se na ra eslreita do Rosario
    n. 4, para tratar.
    Quem precisar de urna escrava para ama de
    ama casa de pouca familia, dirija-se a ra das
    Cruzas n. 4 ; assim como a casa strangeira que
    annunciou procurando urna ama parda, moca,
    escrava, queira dirigir-se a ra Direita, botica do
    Sr. Ilaooal Antonio Torres, que l encontrar
    com puem tratar.
    Precisa-se de umi ama escrava e que saibi
    la?ar e engomas*: na ra do Aragio n. 7.
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    Por 60 S por mez
    oaluguel da loja da ra Nova n. 61, con arma*-
    cao envidrarjada, propria para qualquer stabele-
    cimento : a tratar no escriptorlo contigio n. 6i.
    Armazem demadeiras.
    O abaixo assignado faz scienle ao retpeitav^l
    publico e aos seus numerosos fregueses, jue mi
    dou o seu armazem de madeiras da ra la Con-
    cordia n. 20 para a mesma ra n. 9, aond; acha -
    rosempre um grande sortimento de mtdeira ,
    e se encarrega de qualquer encommeoda coi
    toda presteza, assim como contioi a kbrici
    e concertar carrinbos J- rnao, ludo por preco
    muito razoavel. O mesmo abtizo assigoad avisa
    aos seus devedores que venha realisar seis de
    bitos da data deste a 30 das amigavelmenle, c
    contrario usar dos meios que a lei lhe ftrcult
    Recife 1 de julho de 1861.
    Rufino Manoel da Cruz Cousseim.
    Antonio Jactlo Carneiro.official de latceircj
    com seu estabelerimentona ra das Trincheiras i
    16,faz ver ao publico, que precisa de dous airee
    dizesque tenham familia nesta pra;a; a quem coi -
    vier appareca no mesmo estabelecimeoto pa
    contratar.
    Precisa-se de urna ama de leite : a faUr
    na ra Imperial, sobrado o. 87.
    Joo de Siquaira Ferro scientifica a
    seus numerosos amigos e freguezes,, tan-
    to destas como de outras provincias que
    mudou seu estabelecimeoto de fazendas
    quetinhana ruado Crespn. 15 para a
    ruadoQueimado n. 10, onde continua a
    ter um completo sortimento de fazendas
    de todas as qualidades.
    ATA FE1RA 3 Bh JULHO AB 1861.
    (>,
    PROGRESISTA
    36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36.
    DUARTE ALIVIE IDA & SILVA
    Msicas e pianos.
    J. LAUMONNIER, na ra da Imperatriz n. 23,
    acaba de receber pelo ultimo vapor da Europa
    urna bella collecco de msicas para piano e can-
    to, dos melbores autores e muio escolhidas ;
    igualmente se eocontra em seu estabelecimeoto
    ptimos pianos ; assim como faz todos os con-
    certos e afia os mesmos instrumentos em pouco
    tempo e por precos commodos.
    Antonio Carreira, hespanhol ; Jos Ber-
    nardos Gon;alves, tambem hespanhol, retiram-se
    para o Rio de Janeiro.
    Ainda eslo para alugar duas casas terreas
    na ra di Amiaaoe, na Capuoga, com duas s-las,
    dous quarlos, cozinha fra e grande quintal: tra-
    ta-se na ra da Santa Cruz n. 1.
    O annuoc'o publicado nestes das da sabi-
    da do Sr. Manoel Luiz Coelho, nao se emende
    com o asphallista abaixo assigaado.Manoel
    Luiz Coelho de Almeida*
    PERDA.
    Pordeu-se um pedaco de urna flauta de ebaoo,
    com as duas partes da bomba, embrulhado em
    um leoo braooo, no dia 28 do mez passado:
    quem achou pode entregar na ra da Concordia
    u. 71, que se gratificar.
    Aluga-se um moleque de 15anoo ; na ra
    Direita n. 120.
    Precisa-se de urna ama para o servico de
    urna casa de pouca familia ; na praca do Corpo
    Santo n. 17.
    Os advogados Dr. Antonio Bordes da Pon-
    seca e batharel Joo Baptista do Amara! e Mello
    leem seu escriptorio na praca de Pedro II, outr'-
    ora pateo do Collegio, 1* andar, entrada pela ra
    do Queimado d. 41 : podem ser procurados para
    os misteres de sua profisso das 8 horas da ma-
    oba s 4 da tarde, nos dias uteis.
    Precisa-se de urna ama forra ou captiva
    para coziohar o comprar : na ra do Imperador
    ' a. 37, segundo indar, entrada direita.
    Precisa-se alugar urna escrava que salbi
    fazer o servico interno e compras de urna casa
    pequea familia : a tratar no becco da Boia
    2, terceiro andar, no Forte do Uattos.
    3K?i63l&l%-S*&?i63iSaSS-eaf2&B>1
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    CONSULTORIO ESPECIAL
    H0ME0PATHIC0
    DO
    DR. CASAAOYA,
    30-Rna das Crnzes-30
    Nesteconsultoriotemsempre os mais
    novos e acreditados medicamentos pre-
    parados em Paria (astinturas) porCa-
    tellan e Weber,por presos razoaveis.
    Os elementos dehomeopathisobra.re-
    commendada intelligencia de qualquer
    pessoa.
    Precisa-se de urna mulher de meia ida de
    para ama de urna casa de pouca familia, e q le
    seja de boa conducta, e que saiba lavar, coziohar
    e eogommar: a tratar na ra da Santa Cruz n -
    raero 9.
    &a*i?*656AU 6ai2 Os2i&Si2eie
    Gurgel & Perdigo.
    Fazendas modernas.
    Recebem e vendem constantemente su-
    periores vestidos de bloode com todos os
    preparos, ditos modernos de seda de cor
    e pretos, ditos .de phantasia, ditos de
    cambraia bordados, lindas lazinhas,
    cambraiade modernos padrdes, seda de
    quadrinbos, grssdenaples de cores e pre-
    tos, moreantique, sintos, chapeos, en-
    feites para cabera, superiores botoes,
    manguitos, pulceiras, lequas e extracto
    de sndalo, modernos manteletes, tai-
    mas compridas de novo feitio, visitas de
    gorgurao. luvasde Jouvin a 28500.
    Muito barato.
    Saias balo de todos os tamanhos a 4$,
    chitas fraocezas finas claras e escuras a
    180 rs. o covado, colxas de la e seda pa-
    ra cama a 63 camisas para menino.
    Koupa feita.
    Paletot de casemira de todas as cores
    a 109, ditos finos de alpaca a 6$, ditos
    de brim a 4$, chapeos pretos a 8$ e mui-
    tas outras fazendas tinto para senhoras II
    como para homem por preco inteiramente S
    barato, do-se as amostras : na ra da W
    Cadeia loja n. 23, confronte ao Becco A
    Largo. f
    aieieaieerois ame m^m^mm
    GABINETE PORTUGUEZ
    DE
    lEITIMl.
    A directora do Gabinete Portuguez de Leilura
    tendo de lindar a sua gerencia administrativa,
    pede aos senhores accionistas e subscriptores
    que estio em debito para com o Gabinete, at 30
    do mezde junho, o-cumprimeoto do que dispoe
    o 2." do art. 13 e 1. do art. 14 dos estatutos,
    sem o que nao podero gozar das regalas edi-
    reitos que Ibes conferem os mesmos estatutos.
    Secretaria do Gabioete Portuguez de Leiturs
    aos 28 dejuoho de 1861.
    Antonio Baptista Noguiera.
    1. secretario.
    M1 i* F: Duale AlBW. >0 qe foi do armazem progresso, faz scienle aos seus freguezes que tendo separado a soci(
    seu mano, acha-se de novo esubelec.do com dous acetados armazens de molhados. associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes d SoZ e o S^
    vallTrLIicSo,VL0 Pmi0 "a rM d6 DUarte & S0UZ\8 8egUDd Da de Duar,e A,meid & Silv : estaSlIcimento cS. grand i
    vantagensao publico, nao so na l.mpeza e asseto com que se achara montados como em coramodidade de preeo, pois que para isso resol vera m os
    bxtissx vir par,tend9 seus fnem d,re,iura*afim de ,erem ^^^^ -^ ^t &jzsz *jzzv
    InlZ ZT? t A?! M ,- d E? qUe P.0SSam T"/ em Utra qM,'Mr Parle' Pr isso deseand<> osproprietarios acreditara
    seusestabeleomentos tem deliberado garant.rera toda o qualquer qual.d.de de gneros vendidos era seus armazens e assim ipoder ver o publico
    que pode mandar suas encommendas mesmo por pessoas pouco praueas, em qualquer um dcsteseslabelecimentos, que sero to bem servidos como
    seviMsom peswalmente, na certeza oV.nunca acharem ocontr.r.o de nossos annuncios, e assim fundados as vantagens que ofJereceraos, ped te os a
    todos os senhores da praca, senhores de engenho e lavradores que raandem ao menos suas encommendas a' primeira vez, afim de experima-mr, certos
    dUhS ZZ11!! P"ra T-na.P0Upar" S PrPr,olano; 0^8 ***** *** .Uaipera que fnqnwnm* nossos estabelecimentos;
    abaixo transcrevemos algumas ad.coes de nossos prscos, por onde vera o publico que vendemos baratsimo, attendende as boas qualidades ds nossos
    MANTEIGa INGLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e om barril a ?50 rs.
    MA-NTEIGa FRAMGEZA, a raelhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs. em barril e meios
    CHA. HYSSON E PRETO o melhor do mercada de HP700 a 3#000 e em por^ao ter abatiraeto.
    PRESUNTO FIAMBRE inglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em porgo a 800 rs.
    PREZUNTOS PORTUGUEZES vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs
    CHOURICOS em barril de 8 libras a 49500 e em libra a 700 rs.
    QUEMOS LONDRINOS ebegados no ultimo paquete al.
    AMELIAS FRANCEZAS em latas de 6 a 5 1|2 a 1 a libra e a 12C0 a retalho.
    PASSAS era caixinhas de oito libras, asraelhores do mercado a 2*800 e a 500 rs. a libra
    (ESPERMACETE SUPERIOR sem avaria a 700 rs. e em caixa a 660 rs.
    CONSERVAS FRANCEZAS IINGLEZAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs. e frasco.
    ERVILHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. o frasco:
    LATAS COM BOLACHINHA DE SODA de diversas qualidades, a mais nova do mercado a 1450.
    \INHO EM GARRAFAS; Duque de Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca eFeitoria de 1&200
    13* a duzia.
    V1NHOS EM PIPA proprios para casa de pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4J800 a caada
    FRASCOS COM FRCTAS de todas as qualidades de Portugal de WOO a 200O.
    MARMELADA DOS MELHORES AUTORES DE LISBOA a 800 rs. a lata de libra ea 1#500 de duas libras
    LATAS COM GELEIA DE MARMELLO a 19300 com duas libras.
    LATAS COM PEIXE SAVEL e outras muitas qualidades, o mais bem arranjado quo tem vindo a 19400
    CAFE' DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
    ARROZ DA INDIA E MARANHO o melhor que se pode desejar a 3&100 por arroba e a 100 rs. a libra.
    VIPUO BORDEAUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 8500 a 10*000 a duzia.
    CHARUTOS VERDADEIROS SUSPIROS e outras muitas marcas de 29 a 39800 e a retalho suspiros a 40 rs.
    BADHA DE PORCO REFINADA a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril
    SERVEJAS DaS MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia da branca.
    VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 rs. a garrafa 19850 a caada.
    CA1IOES COM DOCE DA CASCA DA GOIABA a 19 e em porco a 900 rs.
    AZETE DOCE PURIFICADO a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
    COGNAC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
    QUE!JOS PRATO os mais novos que ha no mercado a 650 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
    Genebra DE HOLLANDA a 640 rs. o frasco 69800 a frasqueira com 12 frascos.
    PALITOS LIXADOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos.
    PALITOS FLOR para denles, os mais bem feitos que ha no mercado a 280 rs. o maco.
    PALITOS DO GAZ a 3*000 a greza e 2S0 a duzia de caixas.
    AZEITONAS as mais novas e melhores ra tem vindo ao mercado a 1*200 o barril.
    AMFNDOAS COBERTAS as mais novas e bem arranjadas que ha no mercado a 1* a libra eem porco ter abaiirnento.
    Alm dos gneros anounciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
    a 1*300 a garrafa e a
    ARMAZEM
    DE
    Aviso.
    ROUPA F
    DE
    Joaquim Francisco dos Santos.
    PRIADO QUEMADO 40|
    Defronte do becco da Congregar* letreiro verde.
    Neste estabeleeimento ha sempre um sortimento completo de roapa feita de todas as
    qualidades, e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
    que tem um dos melhores professores.
    AVISO-
    Os administradores da massa de Manoel An-
    tonio dos Passos Oliveira & C, convidara os
    credores da mesma massa a receber o primeiro
    dividendo de 45 porceoto apurados: na ra das
    Cruz n. 40.
    Attencao.
    Precisa-se de um menino dos ltimamente
    chegados da Europa, para caixeiro de taberna :
    a tratar na ra da Cadeia do Recife, taberna
    n.25.
    A pessoa que annunciou urna taberna na
    praca da Boa-Vista para se vender, dirija-se a
    caixa d'agua, que l achara com quem tratar.
    O Dr. Joaquim da Silva Gusmo pode ser
    procurado para o exercicio de sua profisso me-
    dica a qualquer hora do dia ou da noite, no lar-
    go do Carmo n 5, primeiro andar.
    Casa no Monteiro.
    Aluga-se por (esta ou por anno a casa terrea
    abarracada que tica junto ao primeiro sobrado do
    Monteiro : a tratar na ra eslreita do Rosario n
    28, ou em Ponte de Ucha, no itio do conse-
    lheiro Jos Beato.
    O tutor dos menores Luiz e Amalia, filhos
    do fallecido alteres Alexandrino Caelaoo de Olio-
    da, pede ao Sr. procurador Balbioo Simoes Ca-
    mello Pessoa, que haja de declarar por esta foiha
    em que estado se acha a justificago da apolice,
    deixada pelo mesmo alferes a seus ditos filhos
    Luiz e Amalia, que seodo appellada ex-officio
    para a relaco pelo juizo dos feitos da fazeoda ha
    9 mezes, pouco mais ou menos, nao tom o mes-
    mo tutor colhido resultado algum, apezar das
    despezasque tem feilo ; por izso roga ao mesmo
    Sr. Balbino que haja de dar esclarecimentos a
    respeito desta justificago para o menciooado tu-
    tor prestar contis ao Illas. Sr. Dr. juiz de or-
    phios. Igual pedido para o mesmo fim faz o su-
    pradtto tutor ao Sr. Joo Gonclves Rodrigues
    Franca, escrivao da coletoria de Olinda, a respei-
    to da berenga dos tutelados do aanuociante, dei-
    xada por fallecimento da av dos seus tutelados
    D. Ignacia Mara da Conceicao, fazendo o favor
    de mencionar por esta folba quaes os beos que a
    elles perleDcem, 6 vista do inventario que se pro-
    cedeu por fallecimento da mesma D. Igrucia na
    cidade de Olinda ha quasi um anno. Recife 28
    de junhodel861.
    Lava-ie, engomma-se e cozioha-se com
    muita perfeico por precos commodos, tambem
    se faz negocio com alguma casa de familia que
    quizer dar roupa para fora para pagar por mez :
    quem quizer, dirija-se a ra do Cano o. 24, casa
    defronle da cochelra que est fechada.
    Caetano Barbis, subdito italiano, retira-se
    para fora da provincia.
    Na owdragada do |dia 29|do mez prximo
    fiodo perdeu-seum alfioele de ouro com flores
    de coral : ruga-se a pesaos que o achou, queren-
    do restitu lo, queira ter a bondade de se dirigir
    a ra Augusta, casa n. 86, que ser generosa-
    mente recompensado.
    Casacas de panno preto. 40, 35$ e 305000
    Sobrecasaca de dito, 859 3U&00
    Palitotsde dito ede cores, 35$, 305,
    25g000e 20^000
    Dito de casimira de cores, 22$000,
    155, 129 e 99000
    Ditos de alpaxa preta golla de vel-
    ludo, 118000
    Ditos de merio-sitim pretos e da
    cores, 9$000 8&000
    Ditos de alpaka de cores, 59 e 39500
    Ditos de dita preta, 99, 79. 59 e 39500
    Ditos de brim de cores, 59, 49500,
    45OOO e 39500
    Ditos de bramante da linho branco,
    63OOO, 59000 e 48000
    Ditos de merino de cordo preto,
    159000 e 89OOO
    Calaas de casimira preta e de cores,
    129.109, 99 e 68000
    Ditas de princeza e merino de cor-
    do pretos, 59 e 49500
    Ditas de brim branco de cores,
    58000, 49500 e 25500
    Ditas de ganga de cores 38000
    Colletes de velludo preto e ds co-
    res, lisos e bordados, 129, 9J 89OOO
    Ditos de casemira preta e de cores, .
    lisos bordados, 69, 59500, 59 e 39500
    Ditos de setim preto
    Ditos de seda setim branco, 69 e
    Ditos ds gursuro de seda pretos e
    de cores, 78000, 69OOO e
    Ditos de brim e fusto branco,
    39500 e
    Seroulas de brim de linho
    Ditas de algodo, 18600 e
    Camisas de peito de fusto branco
    e de cores, 29500 e
    Ditas de peito de linho 68 e
    Ditas de madapolo branco dt
    cores, 39, 2950O, 29 9
    Camisas de meias
    Chapeos pretos de massa, francezes,
    formas da ultima moda 108,89500 e
    Ditos de feltro, 69, 58, 49 e
    Ditos de sol ds seda, inglezes e
    francezes, 149. 128,118 e
    Collarinhos de linho muito finos,
    novos feitios, da ultima moda
    Ditos de algodo
    Relogios de ouro, patentes bori-
    sontaes, 1009, 909, 809 e 709000
    Ditos de prata galvanisados, pa-
    tente hosontaes, 408 309000
    Obras de ouro, aderecos e meios
    aderemos, pulseiras, rozetas
    anneis f
    Toalhas de linho. duzia 129OOO 109000
    59OOO
    59000
    59000
    39000
    500
    18280
    29300
    39000
    19800
    15000
    78000
    25000
    79OOO
    9800
    9500
    t
    ELIXIR DE SALDE
    Citrolactato de ferro.
    nieo deposito na botica de Soaquim MarV'in\vo
    da Cruz Coneia & C, Tua do Cabug n. U,
    em PemaniYmeo.
    H. Thermes [de Chalis) antigo pharmaceutico aprsenla hoje urna nova preparaco de ferro,
    :om o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
    Parecer ao publico um luxo empregar-se um mesmo medicamento debaixo de formulas to
    ranadas, mas o homem da ciencia comprsbeode a necessidade e importancia de urna tal vario-
    lado.
    A formula om objeeto de muita importancia em therapeutica ; um progresso immenso,
    [uando ella, maniendo a essencia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
    dades, para todos os paladares e para todos os temperamentos
    Das namerosas preparares de ferro at hoje conhecidas nenhuma rene to bellas qualida-
    les como o elixir de citro lactato de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-se em urna pe-
    quea dose, o ser de urna prompta e fcil dissologo no estomago, de modo que completamente
    issimilado ; e o nao produzir por cansa da lactina, que contem em sua composicao, a constipago de
    vsntre to frequenlemente provocada pelas outras preparicoesferrogioosas.
    Estas novas qualidades em nadaaltrram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
    substancia da qual o medico se nao pode dispensar em sua clnica, de incomparavel ulilidade
    {ualquer formula aue lhe d propriedadestaes que o ortico o possa prescrever sem receio. E' o
    iue conseguio o pharmaceutico Thermes com a preparaco do citro-lactato de ferro. Assim este
    medicamento oceupa boje o primeiro lugar entre as numerosas preparaeoes ferroginosas, como o
    ittesta a pratica de muitos mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
    neoso proveito as molestias de languidez (chlorose pslhdas cores,/ na debilidade subsequente as
    emorrhagias, as hidropesas que apparecem depois das intermitentes na incontinencia : de orinas
    >or debilidade, as perolas brancas, na escrophula, no racialismo, na purpura hemorrhaaica, na
    onvalescencia das molestias graves, na chloro-anenris das mulberes grvidas, em todos os casos
    ;m que o sangue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas afleceoes chronicas, cachera tuber-
    sulosas, cancros, syphililica, excessos venreos, onanismo e uso prolongido das preparaeoes mer-
    uriaes.
    Estas enfermidades sendo mui frequeales e sendo o ferro a principal substancia de que o
    nedico tem de laocar mi para as debelar, o author do citro-lactato de ferro merece louvores e o
    ecoohecimento ds humanidade por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem receio usar
    lo ferro.
    Roga-se a9 autoridades policiae^ apprehensao
    de douscavallos que desappareceram do lugar de
    Smto Amaro de Jaboato no dia 27 do correle,
    e que sejulga terem sido furtados ; um delles
    cavallo de sella, e lem os sigoaes seguint-s :
    alasao, cauda grande, dinas ebranquigada., pe-
    queo, bem feilo, gordo. O outro tem os sig-
    naes seguiotes : castanho, grande, um pouco
    descarnado, tendo o p direito um pouco grosso,
    e duas feridinhas dos lados, e cauda curta : quem
    os apprehendertenha a bondade de leva-losa
    casa dos Srs. Tasso & lrmos, na ra do A-
    morim.
    Arrenda-se o engenho S. Gaspar, na fregue-
    zia de Serinhem, com grandes e fortes partidos
    para plantaco de canas roda da moenda, bei-
    ra-rio, mui manesvp], e coro todas as emais
    vaolagens precisas : a tratar na ra do Hospicio
    numero 17.
    O abaixo assignado convida aos senhores
    credores da casa do fioado Manoel Buarqje de
    Maredo Lima para se reunirem no dia 3 do cor-
    rente as 10 horas do dia no escriptorio do mes-
    mo Mande! Buarque, para se tratar de negocios
    tendentes massa adjudicada aos credores.
    Antonio Buarque de Gusmo.
    Alheen Pernambiieano
    Pelo presente convida-se a todos os senhores
    socios etTectivos a coroparecerem no dia 18 do
    correle no lugar do coslume, aiim de proceder-
    se a eleico dos funecionarios.
    Sala das sess5esdo Atheneu Pernambucano 1."
    de julho de 1861.
    Manoel Euphrasio Correia,
    Io secretario.
    Jos Gongalves Malveira, faz scienle ao
    respeitavel publico que desde esta dada des-
    pediu de sua cocheira residente na ra do Im-
    perador n. 25, Joaquim Alves Pinto, como cai-
    xeiro da mesma: outro sim, recommenda a todos
    os senhores que sao devedores a mesma, que
    nao pague coma alguma ao mesmo cima men-
    cionado, ao contrario ficam sujeitos es seus d-
    bitos. Racife27 de junho de 1861.
    iASiO#, a a-fc^h 8k/&,Z> tv-.
    @ Joao Correia de Carvalho, al- (fe
    $g$ faiate, participa aos seus nume- ;,;
    ffa rosos freguezes e amigos que mu- ^
    @ dou a sua residencia da ra da
    a$ Madre de D^os n. 36 para a ra s^j
    ^ da Cadeia do Recife 11. 58, pri- (
    $H meiro andar, aonde o encontra- ;V.
    gfe rao prompto para desempenhar 3$
    & qualquer obra tendente a sua *&
    arte-
    Osenhor
    Caetaoo Aureliano de Carva-
    lho Couto, queira ir a fabrica
    Sebastopool, a negocio que lhe
    diz respeito.
    O Sr. Jos dos Santos Moreira que
    morou na ra do Rosario da Boa-Vista,
    queira annunciar sua morada que se
    lhe precisa fallar.
    Desappareceu no dia 13 do corrente, do si
    lio de S. Josdu Manguinho, o escravo crioulo,
    maior,de 30 annos, de nome Joaquim, com os
    sigoaes seguintoa : cabellos brancos, alto, secco
    do corpo, e osa alpargatas : este escravo foi pro-
    priedade do Sr. Manoel Jus Pereira Pacheco, do
    Aracaty, d'onde veio para aqui fgido : roga-se
    a todas as autoridades policiaes e a quem quer
    que o encontr, de o capturar e entrega-lo no
    sitio cima citado, ou na ra do Trapiche n. 15
    a Jos Teixeira Basto.
    Aviso.
    Francisco Maciel de Souza participa a seus nu-
    merosos freguezes tanto da praca como de fon.
    que tem de abrir novamente o seu estabeleci-
    mento de calcado feito na provincia no 1.* de
    julho prximo futuro, ni ra da Imperatriz, ou-
    tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
    dos Ferreros, onde pretendo vender muito em
    coate, como do costume. para agradar aos fre-
    guezes : vender muito e ganhar pouco.
    Aranaga Hijo & C sacam sobre o Rio de Ja-
    neiro.


    e>
    CURIO DW MWHHWOO QTJARTA PEIBA 3 I JULHO Ot'lHl.
    C ompras.
    A saboaria da ra
    . Imperial,
    Compra caixas vasias que
    tenha a marca da casa e es-
    tando em bom estado, paga
    200 rs. por cada urna.
    Cosinheiro.
    Compra se ou aluga-es um preto que scja bom
    cosinheiro : a tratar oa ruado Amorim n. 35.
    ~>ram-se
    Comp
    escravos de ambos os sexos para se exportar para
    fora da provincia : na ra Direita n. 66.
    Compra-se um caballo, sendo bom baixeiro,
    novo e capado : quero ti ver aonuncie ou leve-o
    a iua do Imperador n. 29, primeiro andar.
    baratissimas na lo-
    ja de fazendas que se est4
    liquidando.
    Ra do Cabug numero 8.
    A DINHEIRO.
    Burgos Ponte de
    ^enas.
    Cortes de meia casemira de urna s cdr, fazen-
    da superior, pelo baratissimo preco de 2* cada
    um : ua ra do Queimado n. 22, na loja da boa f.
    Por baixo da bo-
    neca.
    Vcndem-se chitas francezas escuras e claras a
    220 rs. ocovado : ua ruado Queimado a. 6, por
    taixo da boneca.
    N. S. do Carmo.
    Contina a vender-se por 500 rs. os tres fo-
    lbetos contendo a norma completa, salve, versos
    e a exposi<*o do escapulario de N. S. do Carmo:
    na ra do Imperador n. 15.
    m
    m
    9
    Grande peckircha.
    a 220, M>-.*sto
    U, 24U C26MJ rs.
    Chiles francezas de muito bonitos padres e
    multo bons pannos, pelo baratissimo preco de
    220, 240. e 260 rs. o covado ; na ra do Queima-
    do n. 22, na loja da boa f.
    Ni loja de marmore ;
    Vndese milit barato
    Para sehoras. 5
    9
    m

    m
    9
    v> Ricos vestidos de seda moiraotic.
    Hitos dita de dita grod-fric.
    Ditos dito de dita babadinhos.
    Ditos dito de dita dous folhos.
    Ditos dito de dita phantasia.
    Ditos dito de dita bareja-babadinhos.
    Ditos dito de dita cambraia brancos bor-
    d*dos.
    Ditos dito de dita pretos tecidos avellu-
    dsdos.
    Ditos dito de dous folhos babadinhos.
    Riquissimos vestidos de tarlatina brancos.
    Ditos ditos de blonda para casamentos.
    Ditos leques de Eaa*ppeola.
    Ditos ditos de sndalo.
    @ Ricas pelerinas de renda e seda.
    <8 Manteletes do fil pretos.
    $ Dilos muito ricos de velludo.
    bailes e theatros.
    Cieos chapeos depalha de Italia.
    99 Ditos ditos de seda.
    <& Golliohas, manguitos e camisinhas de Ho-
    v das as qualidades.
    Saias bordadas de algodo.
    9 Ditas ditas do lioho.
    Ricas sombrinhas de seda muito modernas,
    H Enfeites de flores.
    Dilos de froco.
    Ditos de fita.
    Para seuhoras.
    Casaveques de laa
    Peales de tartaruga.
    Ditos de bfalo com enft-ite.
    Ditos de dito sea enf-ite.
    Chai"! d merino muito modernos,
    pitos de cachemira bordados.
    Ditos d> tuuquim.
    Ditos de fro:o.
    Ricas mantas de blonde para casamento.
    Cimpas bordadas muito tinas.
    Meias de seda muito unas.
    Dit's ce dita protasTinas.
    Enfeite de vidrilho preto.
    Ditos de ditos de cores.
    Lencos de labirinlho.
    Froohas de labirintho.
    Toalhas de labirintho-
    Lencos de iinho bordados.
    Gravatinhas muito modernas.
    Plumas brincas e de cor.
    Fitas de seda de apurado gosto.
    Franj-s, cascarrilhas, tranca e rifa
    estrellas de seda.

    de
    i
    m

    te
    P
    m
    i


    Len, est veodendo todas as fazendas existentes
    na loja da ma do Cabug n. 8, por meaos de seu
    custo, para pagamento dos credores da extincta
    firma de Almeida & Burgos, vende com melho-
    ria de razo por muito menos as miudezas por
    nao serem ellas proprias de urna loja de fa-
    zendas.
    Das miudezas que se tem annunciado, ainda
    restara as seguinles em muito menos quantidade
    por menos ainda :
    Fitas de seda de gros-de-naples, sarjadas bem
    encorpadas e de muito bonitos padroes para
    cintos, eoftites de chapeos para sehoras, lacos
    de cortinados, froobas de travesseiros e sioteiros-
    de meninos de peito a 800 e a 1$ a vara.
    Franjas de seda prelis e de cores a 240 rs. a
    vara.
    Bicos francezes finos a 1$, 1*200. 1(600, 2,
    3g. 3^200 e muito largos a 40, 4*300 e a 5 a
    peca.
    Dito de seda bronco ou de blonde para enfei-
    tes de chapeos para senhora como para noiva a
    240 rs. a vara.
    Aberturas para camisas com puncos e colari-
    nbos a 400 rs.
    Ditas de (loo esguiao a 900 rs.
    Sapalinhos bordados para baptisados de me-
    nino a 1280.
    Bonets francezes para meoino a 2*500 o a 3*,
    ditos de marroquim doarado com plumas de um
    lado a 4*.
    Ditos francezes para hornera a 1$.
    Enfeites pretos de vidrilho para: cabeca de se-
    nhora a 2* e a 2*500.
    Ditos de lindas lores francezas a 3*. 4* e a 5*.
    Ditos de froco de seda com as suas lindas bor-
    las a um lado a 2*.
    Lucas de p6lica de Jouvin para senhora a
    500 rs. 11
    Ditas de algodo finas e encorpadas a 240 e a
    300 rs. cada par e em duzi&s a 2400 e a 3*.
    Tonca francezas de la bem acabadas para as
    sehoras enfermas ou paridas a 3*.
    Ditas francezas de la para menino de peito a
    800 rs., ditas de fil de linho enfeitadas com bi-
    cos e titiuhas francezas a 1.
    Duzias de metas grossas do Porto pan ho-
    tcm a lgCOO, croas a 2$50O e a 3*. tccidas de
    cores a 2*500 e a 3*. meias para meninas finas
    tecidns de cores a 3$.ditas brancas para seho-
    ras a 3*500 e a 4*. pretas para sehoras a 2*400
    e a 3*500,. ditas pretas de laia pura padres a
    2*560 cada par, ditas de seda preta para homens
    a 3*560 o a 3* cada par, para sehoras a 2* e a
    3*. cu da par, *> brancas a 2*500 e a 4* cada par.
    Peales de tartaruga bem fornidos a impera -
    tnz peto baratissimo preco de 8*.
    Caaos de flores francezes a 400 e muito finas
    a 1*500 cada caixo.
    Carteiras para algibeira com charuteiras a
    1(280
    Gravatas de seda preta e de cores lindissimas
    a 500.640, 800, 1*. 1*280 e 1*500, ditas de cas-
    sa pintada de cores a 240 rs. cada urna e ricas
    mantas para gravatas a 3*.
    Cinturoes de borracha sem defeito algum pa-
    ra segurar calcas para homens como para meni-
    nos a 200 rs.
    Chicotes para montara a 640 rs.
    Bengalinhas a TOO rs.
    Comestiques ou pomadas francezas para alisar
    cabellos a 60 e a 80 rs. cada pao.
    Booes preto de vidro lapidado para casave-
    ques a 100 rs. a duzia.
    Bandes de clina para cabellos de senhora e
    meninas a 800 rs.
    Collarinhos de esguiao para homens e meni-
    nos a 800 rs., e sem ser de esguiao a 400 rs.
    9 Tiras de babados bordados em cambraia para
    53 saias de senhora, calcinhas de meninas, traves-
    a seiros e para muitos oulros enfeites de que as
    QJS sehoras se serven), sendo estrellas e largas a
    9 i 50n. 640 e a lg cada tira.
    9 i Toalhas de linho para rosto ou para maos a
    H '800 cada urna.
    @ Lencinhos de retro: muito bons para as meni-
    9 as de escola a 1*500.
    @ Trancas de sed a 320 rs. a vara.
    GS Trancinhas de la para enfeites de vestidos
    de cassa e de chita a 80 rs. a pega.
    Aleadas de linha preta a 80 rs. a meada.
    8
    0
    **
    9
    e fitas


    L
    Para homens. %
    ; Paletots de panno Uno. 9
    $ Ditos de casemira. 9
    i Ditos de br i ni lona (brancos.) S
    @ Ditos de bnm de cor. &
    <$ Calcas de casemira de cdr e de padroes de &
    3 muito gosto. 9
    Cipas de guta-percha.
    t Perneiras de dita. JS
    ', Calcas de dita.' 9
    <& Capucbops de dita. 9
    } Meias de cor. 9
    $ Coetes de casemira. 1
    $$ Ditos de laa e seda. @
    9 Ditos brancos. 9
    9 Ditos de velludo relo. 9
    vj Ditos de dito de cdr. #$
    @ Calcado Meli.
    fg$ Dito de vaqueta. 0
    f) Dito de auas solas. 9
    gg Sapatos entrada baixa. 9
    A Chapeos de lootra. 9
    Ditos de castor branco. Z
    Gr.vatasde reno a a Garibaldi. S
    Ditas de setim. jg
    Ditas de gorguro e seda.
    Colarinhos dos maia modernos.
    S Camisas de linho ingtezas. 3)
    * Ditas ditas francezas. @
    Para meninos.
    |5 Ricos vestuarios de seda.
    Ditos dilos de laa.
    * Ditos dilos de fusiao.
    I Ricas camisinhas bordadas para baptisado. |
    Kict>s sapatinhos entallados para bapli- !
    sado. .
    Bonetes de todas as qualidades.
    Chapeosinhos de palba de Italia.
    2 Casaveques de la.
    Extracto de sndalo muito fino.
    Essencia de sndalo muito fino.
    SCaixinhas de tartaruga.
    Carteiriobas de apurado gosto.
    Ricos jarros com banha.
    9 Um grande sortimento de riquissimos *
    quadros a oleo.
    9 Ricos transparentes para janella.
    9 Cnixinhas muito ricas proprias para guar- 3!
    @ dar joias. 4
    Jgi Banha muito fina a Garibaldi. f
    9 E outras muitas fazendas e perfumaras 9
    } que deixtmos de mencionar, por haver 9
    9 um grande sortimento. 9
    99mm99+m
    Loja das seis portas em
    frente do Livramento.
    Roupa feita para acabar,
    Paletots de panno preto a 229, fazenda fina,*
    alcas de casemira pretas a 4a cores, datas de |
    torim d ganga, ditas de hrim branco, paleois
    de bramante 4*. dito da> fusto da corea a k,
    -ditos de esamenha a 44), ditos de briaa pardo a
    3, dte* de alpaca preta saceos e sebreeasacos,
    dolletes de velludo preto e de corea, ditos de
    orguro de seda, grarata* de liehe ae mais mo-
    bernas a 200 rs. cada um, collarinhos da linho
    ga uliima moda, todas estas fazendas se vende
    Barato para acabar; a loja est aborta das 6 ho-
    ras da minhaa at ai 9 da- noite.
    ^3WwWmw WWf 1WW ^pf affld WWSfs?e!%vWr
    icaba de
    chegar
    novo armazem
    DE
    BASTOS & REG
    Na ra Nova junto a Con-
    ceico dos Milita-
    res a. 47.
    Um grande e variado sortimento de
    roupas feitas, calcados e fazendas e todos j
    estes so veodem por precos muite modi- '
    ticados como de seu costume.assim como !
    sejam sobrecasacos de superiores pannos
    e casacos feitos pelos ltimos ligurinos a
    26*, 28*, 30* e a 35*, paletots dos mesmos
    pannos preto a 16$, 185. 20> e a 24*,
    ditos de casemira de cor mesclado e de
    novos padres a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*.
    ditos saceos das mesmas casemiras de co-
    res a 9*. 10*. 12* e a 14*. ditos pretos pe-
    | lo di minuto preco de 8*, 10*, e 12$, ditos
    de sarja de seda a sobrecaeacados a 12*,
    ditos de merino de cordo a 12*. ditos
    i de merm chinez de apurado gosto a 15*,
    I ditos de alpaca preta a 7$, 8*. 9* a 10*.
    1 ditos saceos pretos a 4*, dilos de pal ha de
    I seda fazeoda muito superior a 4*500, di-
    tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
    1 e a 4*500, ditos de fusilo branco a 4*,
    grande quanlidade de calcas de casemira
    > preta edecores a7*, 8, 9*e a 10,ditas
    1 pardas a 3* e a 4*. ditos de brlm de cores
    [ finas a2$500, 3*. 3*500 e a 4$. ditas de
    brim brancos finas a 4*500, 5g, 5*300 e a
    6*. ditas de brim lona a 5* e a 6g. coetes
    de gorguro preto e de coras a 5g,e a 65,
    ditos de casemira de cor e pretos a 4$500
    e a 5*, ditos de fusto branco e de brim
    a 3* e a 3*500, ditos de brim tona a 45.
    ditos de merino para lulo a 4* e e 4*500,
    caigas de merino para luto a 45500 e a 5J,
    capas de borracha a 9*. Para meninos
    de todos os tamaohos : calcas de casemira
    prefa e da cor a 55, 6* e a 7#, ditas ditas
    de brim a 2$, 3* e a 3*500, paletots sac-
    eos oe casemira preta a 6$ e a 7, dilos
    de cor a 6* e a 75, ditos de alpaca a 3*.
    sobrecasacos de panno preto a 129 a a
    14, ditos de alpaca preta a 5*, bonets
    para menino- de todas as qualidades, ca-
    misas para meninos de todos os laman nos,
    meios ricos vestidos de cambraia feitos
    para meninas de 5 a S.aonos com cinco
    babados lisos a 8* e a 12$, ditos da gorgu-
    ro da cor e de la a 5* e a 69, ditos da
    brim a 39, ditos de cambraia ricamente
    bordados para baptisados,e muitas outras
    fazendas e roupas feitas que deixam de
    ae mencionada* pal sua grande qaanti-
    dada ; aaaimieoato recebe-se toda e qual-
    quer encommenda de roupas para se-
    mandar manufaclutar e que para esta fim
    temo em completo sortimento de fazen-
    das de gosto o urna grande offlcioa da al-
    faiate dirigida por um hbil mestre que
    pela ana promptido e perfeicio nada dei-
    xa a dse jar.
    A teja da kateita
    Nova loja de funileiro da
    ra da Cruz do Recife-
    numero 37.
    Manoel Jos di Fonseca participa a
    todos os seus fregueses tanto da praca
    como do mato, e juntamente o respeita-
    vel publico, que tomou a deiiberaco de
    baixar o prego de todas as suas obras, por
    cujo motivo tem para vender um grande
    sortimento da bahs e bacas, tuda de
    differentes tamaohos e de diversas enees
    em pinturas, e juntamente um grande
    sortimento de diversas obras, contendo
    banheires e gamelas grande e-pequeas,
    machinas para caf acemas de vento, o
    j que permite vender mais barato possivel,
    como seja bahg grandes a 4* e peque-
    nos a 600 rs., bacas grandes a 5* e pe-
    queas a 800 rs,, cocos a 19 a duzia. Re-
    cebe-se um offietal da mesas a officia
    para trabalhar.
    Gomma muito boa a 100
    rs. a libra.
    Na ra da Imperatriz n. 46, loja de sapaegs.
    Vende-se urna taberna na povoaco de A-
    pipucos propria para urna pessoa que queira
    principiar por ter pseos fundos, garantindo-se
    a casa em que est : quera pretender, di rija-se a
    mesma a- fallar com Joo Antonio Fernandes, o
    na ra larga do Rosario n. 30,. loja de charuto;
    Agua ambreada
    para banho do rosto e eorpo.
    A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
    va e apreciavel agua embreada, deurr aromi ex-
    celentemente agradavel. Ella serva acerada*-
    mente para se deitar algaimas gotas n'agua pura
    com que se banha o rosto, resultando disse que
    refresca e conserva o vigor da cutis, com espacia-
    lidado das sehoras ; aseim como para se ceitar
    n'agua de banho, que o torna mu deleitare., re-
    sultando alem de refrescar o tirar ou fazer dasap-
    parecer esse hlito dessgradavel que quasi sem-
    pre se tem pelo transpirar.- Tambemtem i pre-
    ciusidade de acalmar o ardor que deixa a nrvalha
    quando se faz a barba, urna vez que a agua com
    que se lave o rosto tenha della composicao. Gus-
    ta o frasco 1*, e quem aprecia o bom oao deixar
    certamente de comprar dessa estimavel agua em-
    breada, islo oa loja d'aguia branca, na ma do
    Queimado n. 16. nica parte onde se achara.
    Goes (Basto.
    Ra do Queimado numero 46.'
    Reeeberam grande porco de la para vestido
    com ricos padres, tanto de quadros miudot, co-
    mo largos,bem matizados, que para acabar esto
    vendendo a 240 o covado, dando-se amostras
    com penhor.
    Ruada Senzala Nova n.42
    Vende-se em casada S. P. JonhstOE &G.
    sellins e slines Qglezes, candeeiros e casticaes
    bronzeados,lonas nglozes, fio devala, chicote
    para carros, e moniaria, arreios para carro da
    um dous cavtlos ralogios de ouro patenta
    nglaz.
    Grande exposico
    DE
    balaios finos.
    No deposito da ra estreita do Rosario n. 11 e
    juntamente no salo para familias est vista de
    todos que quizerem honrar este estabelecimento
    tanto para o sorvete como para escolherem entre
    a grande quantidade de balaios muito. finos* da
    Italia, como sejam para costura, para compras,
    para meninas, para roupa engommada, e para
    se darem com mimos,assim como carrinhos para
    meninos, e caluogas de todas as qualidades. co-
    mo seja joagalamaste e muitos outros objectos
    proprios para familias.
    Potassa da Russia e cal de
    Lisboa.
    No bem conhecido e acreditado deposito da ra
    da Gadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
    dadeira potassa da Russia, nova e de superior
    qualidade, assim como tambem cal virgem em
    pedra ; tudo por precos maia baratos do que em
    outra qualquer parte.
    /ua
    o Queimado n. 75,
    Junto a loja de cera.
    Nestt 1 >ja vendem-se as seguinies miudezas e
    outraa xt itas-por precos baratos, s para quem
    comprrr ictoria semure contar :
    Cartei d i clcheles francezes muito bons a 40
    rs. corto, e duzia a 400 r
    Agulhas I ancezas muito boas e verdadelras a 120
    rs. a ca xa com 4 papis, e avulao a 40 rs. o
    paral.
    Agulkeiti s para enfiar vestido a 40 rs. urna.
    Linhis v
    ra.vor
    Ditas de
    duna.
    Ditasde
    doria- em carretel com 200 jardas a 60
    e duzia a 640.
    260 jardea de Alexauder a 900 rs. a
    'edro V em carto, branca e de cores a
    60rs. i m carto.
    Ditas de neiaa de peso verdadeiras a 240 rs. a
    meiad .
    Papis ct m cento e tantos alQnetes francezes a
    44 rs. i papel.
    Alfiletes de cabeca chata grossos e fiaos a 120
    n. a c irta.
    Cordo i nperial par vestido a 40 rs. a pega.
    Caiivete fios deduas folhas para peonas a 200
    rs. um, i duzia a 2*
    La de t idas as cores para bordar a 6*500 a libra.
    Pintes n uito bons de baleia para alisar a 220,
    240, S JO e 320.
    Dtos ira nspareotes tambem bons a 360. e 400 rs.
    Enadoi ta de algodo a 60 rs. cada um.
    Unas ci uas brancas e de cores para homem a
    160, >0, 240. 280 o par.
    Ditas br incas muito finas para senhora a 240, 280,
    320 o par.
    Espelho dourados para parede redondos e qua-
    drado i a 3*500 cada um.
    &;*; l?l&fii@ &itMti& aa%4i6ie3t
    i
    Attencflo
    IFuzendas e ron-I
    pas feitas baratas
    Ra do Crespo
    loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
    se para fechar cootas as seguinles fazendas por
    presos muito baratos : pecas de cambraia lisa fi-
    na a 3*. cortes de casemira a 3*500, pecas de
    biabados largos e muito finos a 3*, seda de qua-
    dros miu dos a 800 rs. o covado, chitas largas de
    corea escuras e claras a 240, cseas de cores boas
    gustos a 240 o covado, organdys muito finos a
    500 rs., pecas de ntremelos Bordados a 320 a
    vera, gollinhas bordadas s 640, manguitos de
    cambraia e fil a 2*, bramante de algodo com
    9 palmos de largura a 1*280 a vara, sobrecasacas
    de panno fino a 20 e 25g, paletots de panno e
    casemira a 169 e 20*. ditos de alpaca de 3/500 a
    79. dilos de brim de cores e brancos de 3g a 5|,
    calcas de casemira preta e de cores de 6 a 10*.
    ditas da brim de cores e brancas de 2g500 a 59,
    cohetes de casemira de corea, e setim preto a 5*,
    camisas de fusto brancas o decores a 29, corlea
    de cassa de cores a 29, cassas pretas a 500 rs. a
    ara, camisas de meia a 640, merino de cores
    proprio para capas de senhora a 800 rs. o cova-
    do, assim como outras muitas fazendas, tudo
    muito barato para acabar.
    1 Relogios.
    Vende-se em casa de Johnston Pater & C.,
    ra do Yigario o. 3 um bello sortimento de
    relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
    afamados fabricantes de Liverpool; tambem
    urna variedade de bonitos tranceln para os
    msalos.
    Attenco.
    N. 43!
    Rita do Amorim.
    Vendem-se saccas com milho muito novo, pelo
    barato preco de 4*500 e 5*.
    Arados americano se machina-
    par a lavar roupa :em casa deS.P. Jos
    hnstoD & C. ra daSenzala n.42.
    Cintos pretos e de
    cores.
    Na loja da agu a de ouro, ra
    do Cabug n. 1B
    chegado os lindos cintos, tanto pretos com
    enfeites de continha, como dourados, e de lindas
    filas e fivelas, o mais fino que se pode encontrar ;
    isto na loia Aguia de Ouro, ra do Cabug n. 1 B.
    NA LOJA DE
    Aviso
    Vende-se a escuna nacional Cigana, em
    perfeilo estado, forrada de cobre, completamen-
    te apparelhada e prompta para navegar: trata-se
    com Guilherme Carvalho & C. no seu escriptorio,
    ra de Vigaria n. 17.
    A 15,000!!
    Muita grvala ba~
    rata.
    Na loja d'aguia branca se eoconlra um grande
    e bello sortimento de gravatas de dffereptes gos-
    tos e qualidades, e por precos taea que em ne-
    uhuma outra prtese acha, como seja, gravati-
    nhae estreitas bordadas 800 e lf, ditas pretas e
    de eores agradaveis a 1*. 1*2130 e 1*500, ditas
    com pontas bordadas e matizadas, e lisas de mu
    bom setim maco a 15500. Pela variedade do sor-
    timento o comprador lera muitas deque se agra-
    de : na roa 4b Queimado, loja d'aguia branca
    numero 16.
    Aos tabaquistas.
    Lencos finos de cores escuras e fijas a imita-
    cao dos de linho a 59 a duzia ; na ra do Quei-
    mado n. 22, ns loja da boa f.
    Brim branco de linho muite fino a 1*280 a
    vara ; na ra do Qneimado n. 22, loja da boa f.
    Riscadinhos de linho proprios para obras
    de meninos a 200 rs. o covado ; na ruado Quei-
    mado n. 22, loja da boa f.
    3SCIG9K5IG dOSIWtgaiS 5!l??iG
    i!
    4 fama triumpha. 1
    Os barateiros da loja
    Eneyclopedica I
    DE
    Guimares & Villar.
    [Ra do Crespo numero 17.;
    Rccebem continuadamente da Europa
    sedas, cambraias, las, chapelinas depa-
    lha e de seda para sehoras, manteletes
    pretos ricamente bordados, dilos de co-
    res, tahidas de baile,saias a balo de di-
    versas qualidades, saias bordadas de to-
    das as qualidades e precos, chitas fran-
    cezas muito bonitas e finas, enfeites de
    diversas qualidades para cabeca de se-
    horas, espartilhos de molas e muitos
    outros objectos que nao mencionamos,
    todos proprios para sehoras.
    Para homens
    paletots, calcas, colletes, chapeos, cami-
    sas, seroulas, meias, gravatas, lencos, so-
    brecasacos, calcado Melie- e muitos ou-
    tros objectos.
    Vendem baratissimo
    Vendem baratissimo
    Vendem baratissimo.
    \ Quem duvjdar v ver
    Quem duvidar v ver
    Quem duvidar v ver.
    Levem dinheiro
    Levem dinheiro
    Levem dinheiro.
    Ra da Imperatriz48]
    Janto a padaria franecza.
    icontra-se nesle estabelecimento um
    ?leto sortimento de roupas de diver-
    ^ualidades como sejam : paletots de
    ca preta e de cores a 39 e 3*500, for-
    s a 4* e 4*500, ditos de ganga de cor
    , dilos de brim pardo a 3$800 e 4*. di-
    tos te brim de cor a 3*500 e 4*, ditos
    fran :ezes a 3*400, ditos meias casemiras
    a 5$ e 5*500, dilos de alpaca preta e de
    cor* s francezes fazenda de 10* a 6g500,
    dito i de palha de seda e la a 3*500. di-
    tos le bramante a 4* ,e 39500, ditos de
    cast mira saceos a 13J, ditos sobrecasacos
    ai;*, ditos francezes a 199, ditos de al-
    pac preta francezes golla de velludo a
    75 10 e 8*. ditos de panno preto a 18*.
    20a e 22*. caigas de brim de cdr a 1S800,
    2g5 K>, 3*500 e 4*. ditas de casemira pre-
    tas de cores a 6*. 7$500, 8$ e 10*, ditas
    de neia casemira a 4* e 3*500, colletes
    de usto branco e de cor a 2S5O0, 2*800
    e 3; dilos de gorguro a 49 e 5*, dilos
    de etim preloa 3*500 e 4*. ditos de ca-
    sen ira prela e de cores a 4* e 59, ditos
    de 'elludo preto e de cores a 7*. 8J e 10*,
    cod pleto sortimento de roupa para me-
    nino como sejam calcas, paltots, colle-
    ! tes camisas alg600, 1*800 e 2*. de fusto
    | a2 500, fazendas superiores.chapeos para
    cal eca fazenda superior a 6*500, 8$500 e 1
    10 i, ditos de sot para homem a 6*500, *
    dit >s para senhora a -$500 e 5*, e outras S|
    mi tas qualidades de fazendas e roupas 3i
    po' precos muito com modos. 31
    tecebem-se algumas encommeodas de
    ro pa por medida e para isto tem delibe- f>
    I ra lo a ter um contra-mestre no estabe- JO
    le :imento para executar qualquer obra jn
    I te idente a sua arte. &
    tmmmmmmtm^ moa ^ ja ?flafla :?*
    iWWWaoawB WBJW WJW wro w POT RW MK
    l|alheres para crianzas
    proprios para
    do Queimado,
    O gigo com 15 garrafas (9
    inteiras e 6 meias) da muito
    acreditada champagne do afa-
    mado Laronzi re : na praca da
    Independencia n. 1%
    Para se comprar as verda-
    deiras luvas de Jouvin, a
    loja d'aguia branca ponto
    certo.
    Esta loja tem constantemente recebido de sua
    propria encommenda as verdadeiras luvas de
    Jouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
    vapor francez e continuar a recebe-las por to-
    dos os outros ; por isso quam quizer comprar
    boas luvas escusa cansar-se, dirlgir-se a loja
    d'aguia branca, ra do Queimado o. 16, que ahi
    ser bem servido.
    a aaroa^ aaojw "ojw *^ stw a* :.m mJIW JMm nraaTirVava
    A 4{,4#500 e5J.
    . Cambraia lisa muito fina a 4* a pega com 8 1;2
    varas, dita muito superior a 5$, dita tambem
    muito fina com salpicos a 4*500; na ra do
    Queimado n. 22, na loja da boa f.
    Delicadas
    gravatinhas de seda bordadas
    para meninas e sehoras.
    A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
    vapor francez urna pequea porco de mui boni-
    tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
    timo gosto, para meninas e sehoras, e as est
    vendendo a 1*500 cada urna ; ellas, antes que
    se acabem, pois sas ha na loja d'aguia branca,
    ra do Queimado n. 16.
    Cera de carnauba.
    Vende-se cera de carnauba, a melhor que tem
    vindo a este mercado, a 8*500 a arroba, a prazo
    ou dinheiro : a tratar na ra da Cadeia do Re-
    cife n. 7, ou na ra da Imperatriz n. 60, loja.
    U MNRALE
    NATURALLE DI
    Deposito na boticaf ranceza ra da Cruz
    ANOVALOJADO PAVAO
    dem-se talheres pequeos
    as a 320 cada um : na ra
    D'aguia branca n. 16.
    Cabo de marfim e madrepero- Balaios, bichas e queij.OS.
    la, escovas para dentes.
    Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
    do bom, mui delicadas escovas de cabo de mar-
    fim e madreperola a 2* e 2JJ500 cada urna. Com
    urna escova assim delicada faz gosto limpar-se
    os dentes, e para as comprar dirigir-se ra
    do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
    Ray mundo
    Carlos Leite &
    Irmo reeebe-
    ram pela bar-
    ca Ca rissa viu-
    da ltimamen-
    te de New-
    Tork.um com-
    pleto sorti-
    mento das me-
    lhores machi-
    nas de cozer
    dos mais afa-
    mados autores
    me Inorados
    com novos
    a perei coa-
    mentos, fazendo pasponto igual pelos doas lados
    da costura, mostram-se na rea da Imperatriz n.
    12, a qualquer hora. Tambem reeeberam todos
    os prepares para as mesmos como agulhas, re-
    trozes em cacriteis, linha de todas as cores tudo
    fabricado ezpressamente para as mesmas ma-
    chinas.
    Enfeites a ga-
    NA
    Ra da Imperatriz n, 60.
    DE
    1MLV
    iBUaMe
    ribaldi
    Acaba de receber pelo ultimo vapor francez as f izendas seguintes, as quaes se vendem ma
    barato do que em outra qualquer parte :
    Organdys de bellissimos padroes muito finos a vara 1>.y
    Groidenaples azul, cdr de rosa eamarello fxzenda fina
    Ditos lavrados muito encorpado o covado a 2*.
    Mimos de seda da India o mais moderno para vestido o
    Ditos de la fina e de padres muito galantes a 800 rs
    Manteletes de fil preto com bico largo a 7f.
    Ditos de fusto branco muito bem enfeitados a 8*.
    Chales de merino eslampados com lista de aeda muito
    Tarlatauas de todas aa cares e muito Que a vara a 80fj
    Cortes de tarlatauas com salpicas cada um em aeu
    Camisinhas com golea, e manguitos para senhora que iem bom gosto a 6*.
    Ditas ditas com vivos de cor a 4*000 rs.
    Um grande sortimento de saias balo para sehoras e
    Um grande sortimento de saias baleo muito ricas con
    Pecas de cassas bordadas eom 8 i|2 varas proprias par
    Lindos chapeosziuhos de marin bordados para mean
    Cassas francezas belissimos padroes a vara a 500 rs.
    Assim como um completo sortimento de golliohas m ito bons gostos
    saber lg, 19280.19600. 29. 29500 e 3$
    Um completo sortimento de chitas francezas escuras <
    e 280 rs.
    Ditas muito superiores o covado a 320 ra.
    Ricos enfeites com franja e balotas para cabeca da sinhora.
    De todas aa fazendas aqui mencionadas se do la amostra* deixando ficar peahor, assim co-
    mo se mandam levar em casa das familias que quizt rem fazendas em sonta e debonitos gostos.
    e de muito corpo o covado a 29.
    covado a. 1*280.
    finos.
    r.
    ion 6*.
    memnaa.
    babadas a 10*.
    i cortinado a 2f500.
    os e meninas gosto inglez a 59.
    paca adbberes e meninas a
    a legre e padroes bonitos a 220, 240, 260
    Muitos lindos enfeites a Garibaldi para seho-
    ras a 8*. ditos flogindo palha porm de sedas a
    89500 cada um, ditos de vidrilhos al$800cada
    um ; na loja da victoria, ra do Queimado nu-
    mero 75.
    Cera de carnauba.
    Vende-se cera de carnauba de supe-
    rior qualidade : a tratar com Jos Sa'
    Leitao Jnior, ra do Trapiche n. 15.
    Fardo a 2,600.
    Vende-se urna porco de saccas com farelloa
    2*600 asacca: na travessa do pateo do Paraizo
    n. 16. casa pintada de amarello.
    Novo sortimento
    de cascarrilhas de seda para
    enfeites de vestido.
    A loja d'aguia branca recebeu prximamente
    m novo e lindo sortimento de cascarrilhas de
    seda para enfeites de vestido, sendo de differen-
    tes cores e largaras, e como sempre as est ven-
    dendo baratamente a 2*, 3, 4 e 5 j a peca, precos
    estes que em nenhuma outra parte se acham, e
    s sim ni ra do Queimado, loja d'aguia branca
    oaumer 16.
    Attenco.
    Vende-se confronte o portao de fortaleza-das
    Cinco Pontee o seguinte : carrosas para bois e
    ca vellos, carrinhos de trabalhar na alfaadega, di-
    los de mao, larradorde caf eom fogao, dobradi-
    Sde chumbar de todos oa taatanhoa, boceada
    oaibaa* ara fornoa, grandes fechadures de
    ferrolho e tambem rodas de carroca e carrinhos,
    rodas para carrinhos de mao, eizos para carro-
    cae e carrinhos, e outras quaeequar obras
    ferros. '
    Ra estreita do Rosario n. 11.
    Sodr & C. consUndo-lhes, que algnns donos
    de estabelecimentos se teem apro^eitado dos an-
    n uncios, que temos feito para venda de balaios,
    bichas e qneijos; illudmdo aos compradores, que
    se enganam com o estabelecimento dos anuun-
    ciantes, e vo parar em outros, que elles sao os
    propios que fizeram annunciar, mas que os edito-
    res foram os que se engaaran), por isso os an-
    nuociantes ratificam os seus annuncios e aflir-
    mam serem os nicos que possuem taes objectos,
    em perfeito estado e pelo baratiasimo preco an-
    nunciado.
    Enfeites de flores para ca-
    samentos e bailes.
    Chegou para a loja d'aguia branca lindos e de-
    licados enfeites de llores tinas, feitos com muito
    gosto e a ultima moda, sao mui proprios para as
    sehoras que vo a casamentos e bailes, e sr-
    veos igualmente para passeios. Os precos sao 8*,
    10 e la. porm quem apreciar o bom conhece-
    r que sao baratos, e para isso dirigir-se a ra
    do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
    Farinha de mandioca, a me-
    lhor que ha neste genero,
    igual a de Muribeea.
    E' muito barato vista da sua superior quali-
    dade ; no arreazem de Fraga <& Cabra!, ra da
    Madre de Dos n. 18. defronle da guarda da al-
    fandega.
    Luvas de lnacamursa
    para militares e cavallei-
    ros.
    A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
    encommenda mui finas luvas de camursa, o que
    de melhor se pode dar nesse genero, e as est
    vendendo a 2*500 o par ; os senhores ofiiciaes e
    cavalleiros que ascomprarem conhecero que sao
    baratas vista de sua finura e duracao, e para as
    obter dirigirem-se ra do Queimado, loja da
    aguia branca n. 16. Adverte-se que a quantidade
    pequea por hora, e por isso nao demorem.
    Campos & Lima oa ra do Crespo n. 16,
    tem para vender um rico sprtimento de lazinhas
    I" de cores a 640 rs. o covado, bem como lindas
    fofas de cambraia para gaarnico de vestidos por
    diminuto preco.
    Armazenada
    de Pars
    Magalhaes & Rendes.
    Ra da Imperatriz outfora aterro da Boa-Vista
    loja armazenada de 4 peTtaan. 36, recebeu palo
    ultimo vapor chegado d Europa, grande porco
    de saias balo de nova invencao para meninas e
    sehoras o melhor go'sto que ha nesta fazenda a
    o praeo diminuto, mussulina da India branca,
    lisa, muito Dais fina do que cambraia para ves-
    tidos barato preco, ricos corres brancos borda-
    dos eom 3 babados a 5*OO0 e 6*000 o corte, novo
    sortimento de chitas de cores fizas a 160. 180 e
    200 ra. o cavado, ditas francezas finas a 340, 260
    280 ocovado, e outras muitas fazendas por metade
    aberta
    de [de sea valor: aloja armazenada acha-se
    l ta das 6 horas da marrhaa as 9 da noite.


    DUtIO DI flttilMIDCO.
    QUfcT*

    Avariado.
    MadapoUo larga e fino com pequeo toque de
    auna a 3*500 e 4*, dito maito fin* a 5 a peca :
    na roa do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
    Veode-se urna quarta parte ilo sitio e Casa
    de vrvenda no lagar b Peres, Tregeezia dos A-
    ogados, seodo a casa edificada 4 para 5 annos,
    depedra ecal. umitas arvoxea fractifera novas,
    cacimba principiada d'agaa doce, estribara, etc.,
    etc., tendo a casa 4 qaarloa, 2 salas, cozinha fo-
    ra, porto : a tratar na raa da Queimado n. 47,
    Atten.c.o.
    Ha raa do Trapiche n. 46, em casa de Roatron
    Rooker & C, existe m bom sorlimento dell-
    nhas:de cores a brancas em carreteis do melbor
    abncante de Inglaterra, as quaes ae Tendem poi
    precos mui razoa veis.
    DESTINO
    Jos Dias Brando.
    5Ra da Linguela 5
    O novo destioo torra gneros por menos de seu
    valor: superior manteiga iogleza a 1* a libra,
    dita franceza a 700 rs.. cha preto a 1>400, nas-
    sas a 560, conservas inglezas e portoguezaa a
    700 rs., aletria, talhatim e roacarrao a 400 rs. a
    libra, toucinho de Lisboa a320rs. a libra, banha
    de porco refinada a 480 rs latas com peixe de
    postas a 1$4G0, cerveja branca a 500 rs. a gar-
    rafa e 5$ a duzia. dita preta a 600 rs. garrafa e
    6*800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
    ervilhas francezas e portuguezas a 720 rs. a lata,
    spermacete de 4, 5 e 6 em libra por prego ami-
    to em conta, viDho do Porto engarrafado fino
    (velho) s 1*500 rs., vinho de Lisboa eFigueira a
    560 rs. a garrafa, vinagre brauco a 320 rs. a gar-
    rafa, e outros muitos gneros que escusado
    menciona-Ios, que do contrario se tornava enfa-
    donho aos freguezes (Dinheiro vista.)
    Esfriadeiras
    para agua.
    Vendem-se esfriadeiras mnito alva para agua a
    4* o par ; na ra do Queimado n. 75.
    AftRBIClA
    Massinhos de coral
    a 500 rs.
    S na loja da a guia de ouro,
    500
    DI
    f UNDCiO LOW-MOW
    Roa da Senzalla Nova n.42.
    Nesta estabelecimento contina ahaverum
    completo sortinaento da moendasemeias moen-
    das para engenho, achinas da vapor e taixas
    te farro batido e coado, da todos ostamanhos
    para dito,
    Expsito de bichas.
    No deposito da ra estreita do Rosario n. 11,
    vendem-se bichas a 500 zs. cada urna, e aluga-
    das muitQom conta, motivo este pelos proprie-
    tarios estarem com 10,000 bichas em deposito, e
    garante-se a qualidade a qualquer pessoa que
    comprar ou alagar.
    Exposicao de queijos,
    Na ra estreita do Rosario n. 11, deposito de
    Sodr& C. est feita urna xposigo de queijos a
    ssber, queijos do Sendo muito frescos, londri-
    nos, do Reino, das Ilhas a 400 rs., de prato,
    suisso a 400 rs.. presuntos inglezes, e outras
    muitas cousas que s vista dos freguezes.
    A12#000
    a dazia de toalbas felpudas superiores ; na ra
    do Queimado n. 22. na loja da boa f.
    Vende-se um sobrado de dous andares e
    sotio na ra de Santa Rita : a tratar na rna das
    Cruzes n. 18.
    ra do Cabuga n. 1B.
    Vendem-se moesinho de'coral muito fino a
    reia o masso.
    SABAO.
    Joaquina Francisco da Mello Santos aviaa aos
    seus freguezes desta praga e os de fra, que lena
    exposto i venda sabo de sua fabrica denominada
    Recifeno armazem dosSrs. Travassos Jnior
    A C, na roa do Amoricn n. 58; Inasia amarella,
    castanba, rela e outras qualidade* por menor
    preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
    zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
    ba simples sem mistura alguma, como as da
    composigao.
    Tachas e hioendas
    Braga Filho & C., tem serapre no seu depo-
    sito da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
    mento de tachas e moendas para engenho, de
    muito acreditado fabricante Edwi n Maw a tra-
    tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
    SINTOS
    para senhora.
    FEIRA 3 DI JLHO DI 1861.
    (*
    Luvas de Jouvin,
    Na loja da Boa F. na ra da Queimado n. tSJ
    sempre ne encontrarlo as superiores luvas de pel-
    lica de Jouvin, tanto- para humen como para se-
    nhora, por aereen recebidas per todos os vapores
    viudos da Europa, e ae veodeaa pele oaratissima
    prego de 2J50O o par: na mencionada loja da Boa
    F, na ra do Queimado n. 22.
    |Rua do Crespo n. 8, loja de
    4 portas, admira a pe-
    chincha
    8Laa para vestidos fazenda que
    outr'ora custava 8t.0rs. o cova-
    do vende-se a 240 rs., do-se
    amostras com penhor.
    8
    Sin tos muito benitos para senhora a 3$ cada
    um, fivelas/nuito lindas para sioto a 1S200 cada
    urna; na Toja da victoria, ra da Qneimado nu-
    mero 75.
    A 8#000.
    Chapeos de castor branco. fazenda muito boa.
    os quaesse vendem pelo diminuto preco de 8
    cada um : na ra do Queimado n. 38, foja de 4
    portas.
    Attencao.
    Vende-se um sobrido de um andar e soto,
    na Iadeira da S em Olinda, com bastantes com-
    modos, excellente vista, tanto para a cidade co-
    mo para o mar, grande quintal todo murado,
    com diversos arvoredos de fructo, boa cacimba
    com ptima agua de beber, etc.; o predio e todo
    do annuBciaole por ter arrenytado urna parte
    que pertencia a urna herdeiraf quem pretender,
    dirija -se a ra da Cruz o. 60. loja de cera, que
    achara com quem tratar, ou casa da ra do Pi-
    lar n. 119.
    Carnauba
    a 7$500.
    Vende-se na ra da aladre de Dos n. 4, arma-
    zem de Moreira & Ferreira.
    Barato.
    Gomes lapidados
    a 500 rs. o masso.
    Vendem-se massinhos de coraos lapidados a
    500 rs. cada um : na ra do Queimado, loja d'a-
    Kuia branca o. 16.
    240 rs.
    Lias escuras de padres modernos o melhor
    que tem apparecido, de lindas cores, a 240 rs. :
    na ra do Queimado n. 39, loja de 4 porta*.
    Lila preta,
    boa faienda, a 280 r. o covado.
    Corles de casemira de cor fina a i$.
    Ditos de collete de gorgurao, bonitos
    29000.
    Panno fioo superior, cor de azeitona,
    covado.
    Casemira preta fina a2) o covado
    Crespo n. 10.
    Urna cama franceza*
    Vende-se urna grande cama franceza de ama-
    relio para casados, com colchOes, em muito bom
    uso : na loja da ra do Cabug n. 8.
    padres, a
    a 49000 o
    na ra do
    Farinha.
    Na taberna grande d Soledade vendem-se sac-
    eos com farinha muito boa, e tabaco de caco d
    umo de Garaohuns em libra earetalho.
    Nova loja de funileiro na ra
    daCruzdo/tecife n 37.
    Manoel Jos da Fooseca participa a todos os
    seos freguezes e juntamente ao espeitavel pu-
    blico, que tomou a deliberadlo de baixar o prego
    de todas as suas obras, por cujo motivo tem para
    vender um grande sorlimento de bahus e bacas
    de differentes tamaobos, e cores em pinturas ; e
    juntamente um grande sortimenlo de varias
    obras, o que promette vender o mais barato pos-
    sivel, como seja bahus grandes a 49, e cocos
    s *S a duzia. Recebe-se um official do mesmo
    officio para trabalhar.
    de pre-
    chegado
    Alenlo
    Vendem-se caixoes vasios proprios
    para bahuleiros. funileiros, etc. : quem
    pretender dirja-se a esta tippogra-
    phia, que ahi se dir' quem os tem pa-
    ra vender.
    E muito barato.
    Manteletes de 616 preto muito superiores a 8*;
    na ra do Crespo n. 10.
    Damasco de seda.
    superior a 39500 ; na ra do Crespo n. 10.____
    Vende-se na ra Direita n. 99 a libra
    suri lo a 320 rs. a libra do de Lisboa do
    ltimamente.
    Fazendas
    noarmazem da ra do
    Queimado n. 19.
    Tealhas para rosto de preco 500 rs. cada urna
    Chita.
    Chita franceza a 220 r. o covado.
    Cortes de casemira.
    Finos cortas de casemira a 49500.
    Cobettas.
    Cobertasde chita a 1*800.
    Capellas brancas.
    Capellas de flores de laranja a 59.
    Lences de panno
    de lioho pelo barato prego de lS'JO.
    Algodao
    de duas larguras a 480 a vara.
    Grandes leoges de bramante a 3g300.
    Jaqus bordados
    para meninos, fazenda muito fina, a b$.
    Sem costura.
    Leoges de panno de linho fino a 39.
    Balees
    de todas as qualidades e de duas siias.
    Cambraias de salpicos.
    Modernas cambraias de salpicos e muito finas
    a 59 a peca.
    LiquidacaO
    A BOA FE TRIMPHA
    DE
    Jos de Jess Moreira < C.
    I\. 18-Rua do Rosaraio esquina das Larangeiras-N. 18
    Os proprietarios deste estabelecimento avisam
    aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com grande sorlimento de gneros dos melhores que
    tem vindo a este mercado o por ser parte delles viudos por conta dos proprietarios esto resolvaos
    a vender por menos do que em outro qualquer estabelecimento e se obrigaro a servir os Srs. com-
    pradores da melhor maneira possivel para o que avista far f.
    Manteiga ingieza 'perfeitamente flor pel0 preco de 900, soo, 640 rs. a uta
    muito boa, em barris se far abalimento s na boa i.
    Dita franceza muito boa a 75 rs. a libra, s na boa f.
    Cha perola, hysson e preto a aja, a e 19600, s na boa f.
    Doce de CaSCa de gOiaba em caix5es do melhor a 900 rs., s na boa f.
    AmeXaS fraUCezaS a480 raa libra.s na boa f.
    Marnela (la imperial d0 afamado Abren ede outros fabricantes pelo preco ds.
    a libra em porfo se far abatimenlo, so na boa f.
    Latas com bolachihna de soda a 1*500 muito nova, s na boa f.
    CilOCOlate do melhor que lem vindo a este mercado a 900 rs. a libra, s na boa f.
    Mc\SS& Q.e tomate da melhor que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
    JJOCeS Qe pecegO, goga, pera e alpera a calda fabricado pelos melhores fabricantes de
    Lisboa em latas de differentes tamanhosa 700 ss. a libra, s na boa fe.
    PaSSaS muitO novas a 4S0rs. a liba*, s na boa f.
    Conservas inglezas e francezas a gOO rs. em por5ao se faz abalimento, s
    boa f.
    Aletria, maCarrO e talhanm a 400 rs. das mais novas queha.s na boa f.
    lOUCinhO de LlSDOa muiio bom do mais novo que ha no mercado a~3H) ra. a libra,
    aa boa f. ,
    CnOUriCaS ^ paiOS ,j0 melhorqueha no mercado a 560 rs. a libra, s na boa f.
    Banha de pOrCO refinada da melhor que ha no mercado a 480 rs. em porjo se far
    timento, s na boa f.
    Vi libo em pipA da Figueira a 600 rs. a garrafa e de Lisboa 560 e 480 a garrafa e ea ca-
    ada ae far abatimenlo, dito do Porto engarrafado a 19 e 19*00, duque do Porto do melhor
    que pode havar, s na boa f.
    L nampagne das mais acreditadas marcas que ha, licor de todas as qualidades, garrafas de
    azeite purificado a 900re., nozes das mais novas que ha a 200 rs. a libra, ervilhas em calda,
    azeitonas em ancoras muito baratas, s na boa f. Alm disto encontraro o sorlimento
    completo dos gneros tendentes a molhados e tudo do melhor que ha ueste mercado, ai
    je encontra na boa f.
    jRuado Queimado lojadej
    > 4 portas n. 10. $
    i Vende-se panno desupeiiorqua- {
    \ lidade prora de limSo cor de {
    ) cafe a 5#. j
    \ Dito verde a 3f.
    \ Dito preto a Z$. 5
    Dito azul a 3$.
    i Seroulas escossezas brancas a I
    ljjBOO e 1^300.
    I Ditas de hnho a 2^600 e 3(. |
    j Superiores manteletes de fil .
    I preto a 6$.
    [ Camisas de linho inglezas duzia t
    I .30$.
    I Ditas dita dita duzia a 55$.
    1 Ditas dita dita duzia a"
    | Ditas dita dita duzia 45$
    S Ditas dita dita duzia 5$.
    *&
    Da
    s
    abs-
    Feijao de corda
    No armazem de Tasso lrmaos, ra do Amorim
    numero 35.
    Esparilhos.
    Chegaram, no ultimo paquele-vindo da Europa,
    riquissimos espanilhos para senboras, com mi-
    mosos e delicados bordados a agulha, fazenda in-
    teiramenle moderna e de bom gosto ; vende-se
    por mdico prego : na ra do Crespo n. 7, es-
    quina da ra do Imperador loja de Guimares &
    Lima.
    Rival
    sem segundo.
    Ra do Queimado n. 55. loja de miudezas de
    Jos de Azevedo Maia e Silva, defronte do so-
    brado novo, est vendando por baratissimo prego
    para acabar, algumas qualidades de fazendas, as-
    sim como seja : franjado la para vestido a 100
    rs. a vara, Iranga de la com 10 varas a 200 rs. a
    peca, pares de meias cruas para meninos de 3 a
    6 anuos a 160 rs., e de 6 a 10 annos a 240, lionas
    de Pedro V com 200 jardas, verdadeiras, a 80 rs.,
    novellos de linba do gaz a melhor qualidade que
    4ia nesta praga a 60 rs., tem tambem para 20 e
    10 rs. cada novello, e de cores a melhor que ha,
    novellos grandes, a 40 rs., carreteis de linha do
    gaz e pretas com muita linha a 200 rs., baratis-
    simo, caixas com lines para accender charutos a
    40 rs., caixas com phosphoros de seguranza a 160
    rs., groza de phosphoros do gaz a 2800, e duzia
    a 240, fitas para eufiar vestidos e roupinbos a 80
    rs., pegas de bico, largura de 3 dedos, a 20, e va-
    ra a 120, linhas de novello de cores por todo o
    prego, frasco 'agua de colonia muito superior a
    400 rs., duzia de meias muito finas para senhora
    a 3$, e par a 280, linhas de marcar muito finas,
    novello a 20 rs., grvalas de linho muito bonitas
    a 200 rs., pegas de tranga de la de todas as co-
    res a 50 rs., tem um resto de sabonetes para
    600 rs. a duzia, groza de boldes de osso para cai-
    ga, pequeos a 120, e grandes a 240, sao muito
    finos, marcas >ara cobrir a 20 rs. a groza, e tem
    tambem maiores para 60 e 80 rs., duzia de meias
    cruas para homem a 29400, muito boas para du-
    rar, meias de cores para meninos pelos precos
    cima, iramoia do Porto muito boa, vara, a 80,
    100,120 e 160 rs., fitas de linho brancas e de co-
    res a 40 rs. a pega para acabar, grozas de penas
    de ac a 500 rs., tem um resto e sio superiores,
    frascos de opiata para limpar denles a 400 rs.,
    copos com banha mnito fina a 640, frascos de
    baoha de urso a 640 e 500 rs., varas de laby-
    riothos de todas as larguras e por todo o prego
    para acabar, espelhos de columnas brancas a
    I95OO, pechincha, carteiras para guariar dinhei-
    ro muito boas a 500 rs., frascos com cheiro muito
    finos a 500 rs., realejos para meninos a 20 rs.
    cada um, baralhos porluguezes a 160, e duzia a
    1J440, baralissimo, duzia de boldes madrepero-
    la para paletot a 480, cartas dn alfluetes para ar-
    mador a 120, varas de franjas para cortinado a
    200 240, muito barato, b o toes de vidro com
    p para oasaveqnes de senhora, duzia a 240 rs.,
    todas estas fazendas eslo perfeitas, e vende-se
    barato porque precisa-se apurar dinheiro para asi
    necesidades, e por uso toco ogo.
    Veode-se um sobrado de dous andares e
    soto na ra fle Santa Rita : a tratar na ma das
    Cruzes o. 18.
    Importante
    Aviso
    I
    tODPA FEITA ANDA HA1S BARATAS.!
    SORTIMENTO COMPLETO
    fazendas e obras fritad
    i
    LOJA E ARMAZEM
    DE
    mu
    sua
    6,
    Na loja de.'4 portas da raa do Queimado D, 39
    aclia-se um grande armazem com todo o arti-
    nwnlode roupaa feitas, para cujo fim tem mon-
    dado uma oficina de alfaiate, estando encarrega-
    io della um perfeito mestre viodo de Lisboa, pa-
    a desempenhartoda e qualquer obra que sa lhe
    sncommende; por isso que faz um convite eape-
    Jal a todas as pessoas com especialidade aos
    Jms. Srs. ofllciaes Unto da armada como do
    xercito.
    Faz-se fardas, fardos com superiores preparas
    muito bem feitas, tambem traU-se fazer o far-
    menlo todo completo conforme se usa no Rio
    Janeiro, tanto que tem os figurines que de
    vieram ; alm disso faz-se mais casaquiohas
    p ira montara, frdelas ou jaquetas, bem como
    c Heles a militar para os Srs. ajudantes de eata-
    d 1 maiore de cavallaria. quer seja siogelos ou
    D< Mide*! espequilha de ouro ou prata, tudo ao
    g< sto da Europa, tambem prepera-se becas para
    d esyiode Coimbra aonde se fazem as melhores
    o inecidas at hoje, assim como tem muito ricos
    d lenbos a matiz de todas as cores proprios para
    fai da ment de pageos ou criados de libr que se
    ra a pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
    ea rega-se de fazer para meninos jaquetas a
    rn aceza bordadas ao mesmo gosto. Affiangando
    qu ( por tudo se fica respooaavel cerno seja boas
    fa indas, bem feito e bom corte, nao se falta no
    dn que se prometter, segundo o systema d'onde
    ye o o mestre. pois esptra a honrosa visita doa
    di( nos senhores visto que nada perdem em es-
    pe mentar.
    Enfeites de bom gosto po-
    ra senhoras.
    Alojad'aguia braoca est recentemente pr-
    vida de um completo sorlimento de enfeites de
    bou gosto para senhoras, sendo os afamados e
    del cados enfeites de torgal com franjas e borlas
    oul ros tambem de torcal de seda enfeitados com
    aij( fares de cores e borlota ao lado, outros de
    fro o igualmente enfeitados com aljfar, e borlo-
    tas todos eltes de um aparado gosto e perfeio,
    os .regos de 89 e 10$ sao baratos vista das
    obi is ; alm destas qualidades ha outras para
    39 } 4* : isso na ra do Queimado, loja d'aguia
    bra ac n. 16.
    E'eticados chapeo-
    zinhos para baptisados.
    I a loja d'aguia branca se acha mui novos e
    del cados chapeozinhos para baptisados obra
    perfeita e bem enfeitada, sendo cada um em
    bonita caixinha, e pelo baratissimo prego de
    ninguem deixar de os comprar : na loja d'a-
    gui branca, rna do Queimado n. 16.
    - Vende-se uma|porgao de barris vasios : a
    trat ir no pateo de S. Pedro n. 6.
    Batatas
    em jigos de 1 arroba, chegadas ltimamente, I
    1$0( 0 rs. o gigo, e a 60 rs. em libras : Veodem-
    se 11 licamente nos armazens Progresso e Pro-
    gres lista 00 largo do Carmo n. 9, e ra das Cru-
    zes a. 36, tambem tem grande porco de quei-
    jos rato que vendem a 560 a libra e a 480 ne-
    teiri s.
    Opiata ingieza para
    dentes.
    oja d'aguia branca acaba de receber de sua*
    prop ia encommeoda a bem conhecida e pTovei-
    tosa ipiata ingieza para dentes, cuja bodade
    aprec iada por iodos quantos della tem usado, e
    ser mais por quem quizer conservar asgengivas
    em derfeito estado, assim como a alvura dos
    dentes; custa cada caixafgoOO, e por tal P^ego
    so de xaro'de comprar quando a nao acharen]
    mais ia loja d'aguia branca, na ra do Queima-
    do n. 16.
    E seo vas grandes
    ppra carros, tapetes, etc.
    Na loja d'aguia branca se encontra mui boas'
    escovajs grandes com cabo, proprias para se lim-
    par catros, tapetes, ete., e por 2#: ninguem dei-
    xar db comprar uma escova de que necessita :
    na rua| do Queimado, loja d'aguia braoca n. 16.
    a ra da Moeda n. 5 tem para veuder sua
    perior cal de Lisboa em pedra, affianga-se a bo-
    qualidpde por ser muito nova chegada poucos
    dias, por barato prego para acabar*
    iiquidacao
    Rjia do Queimado ji.|
    0. loja de 4 portas,
    x eode-se as seguiutes fazendas por 3
    i me ios prego do que em outra qualquer 8
    I pai e, como sejam : >
    Ch as francezas cores fixas a 220 e 240 ^
    Cor es de cassa franceza a 2*000 -JS
    Cb lys de apurado gosto covado a 500
    Ca ibraia de seda dito o covado a 440 ]
    Mil ios do co dito o covado a 400 fB
    Chi les com palmas de seda a S
    l[600e 2000 Z
    Cao isiohas de cambraia bordada
    p ira baplisado a 59000 O
    Dit, s de dita para senhora e com ?
    g Uinha a 3JJ500 jf
    Chi as inglezas cores fixas a 160 W
    Esg lio de puro linho a vara a 800 &
    Can braia lisa muito fina a pega a 58000
    Cha es de merino bordado a 5*000 *
    Dito 1 de dito liso a 3*500 e 4^000 V
    Mar tas de setim lavrado para se- 2
    m n1 ora a 1$600 S
    Mei s para senhora a3S, 3*500 e 4*000 w
    Dit* 1 para meninas a 2J800 e 30.000 ^
    Chai eos de sol de seda para se- sa
    ni ora a 3*500 e 4g000 '
    Gua danapog adamascados a du- S
    zi a 2*500 o 3*000 fc
    Toa! las de linho a duzia 5*000
    Risc idinhos de linho o covado a 160 V
    Cort is de brim de linho de cores Sm)
    a 500e 2800 Z
    Dito i de meia casemira a 1*280 e 1*600 *
    Pan 10 azul fino covado a 1*880 e 1J600 @
    Dito preto dito dito a 3*500, 4* e 58000 A
    Cort is de casemira preta a 5* e 6*000
    Cortes da dita de cores a 4* e 5*000 V
    Cor es de velludo para collete fi
    1*600 e 2*000 2
    Dito 1 de gorgurao a 1|600 '
    Brir 1 branco de lioho trancado a 1/000
    PaU tots de brim de cor pardo a 3$500 fe
    Ditc 1 de dito loaa a 45500 2
    mmt mmki &
    Ti nde-se uma escrava que sabe fazer todo
    o serTit 9 de uma casa de familia por 800*000 rs.;
    na ra lireita u, 74, se dir quem a vende.
    Ges k Basto!
    NA
    Kua do Queimado
    * 46, frente amarella.
    Constantemente temosumgrandee va-
    riado sorlimento desobrecasacaspretas
    ^ Panno e de cores muito fino a 28*.
    **** 35*, paletots dos mesn.os pannos
    a 20S, 228 e 248, ditos saceos preos dos
    mesmos pannos a 14*. 16* a 18$, casa-
    cas pretasmuito bem feitas ede superior
    panno a 28*. 30S e 35*. sobrecasacas de
    casemira da core muito finos a 15*. 168
    e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
    rasalOf, 12* e 14J, caigas pretas de
    casemira fina para bomem a 8*, 9*. 10#
    e 12, ditas de casemira de cores a 7J.8*.
    9* e 10*, ditas de brim brancos muito
    fina a 5$ a 6*, ditas de ditos de cores a
    3, 3*500, 4* e 4*500, ditas de meia ca-
    semira de ricas cores a 48 e 4S500, col-
    I e tes pretos de casemira a 5* e 6*. ditoa
    1 de ditos decores a 48500 e 5*, ditos
    S branco sde seda para casamento a 5*,
    ditos da 6*. colletes de brim branco e de
    I fnsto a 3*. 3*500 e 4*. ditos de cores a
    9 2*500 e 3*, paletotspretos de merino de
    |K cordo sacco e sobrecasaco a 7|, 8* e 9*,
    5 colletepretospara luto a 4&500 e 5*,
    |f gas pretas da merino a 4*500 e 5*. pa-
    5 i etots de alpaca preta a 3*500 e 45, ditos
    M sobrecasaco a 6*,7*e 88, muito finocol-
    8 lates de gorgurao de sedade cores muilo
    boafazanda a3*800 e 48, colletesda ve!-
    > lado de cores e pretos a 7* e 8*, roupa
    I para manio sobre casaca de panno pre-
    u tos e de cores a 14*, 15* e 16*, ditos de
    S casemira sacco para os mesmos a 6*500 e
    7*,ditos de alpaca pretos saceos a 3* e
    3*500, ditos sobreeasacos a 5$ e 5*500,
    calcas de casemira pretas e decores a 6*,
    rt 6J500 e 7*. camisas para menino a 20* J
    5g a duzia, camisas inglezas pregas largas m
    2 muito superior a|32* a duzia pan acabar. 7
    Assim como temos uma officina del-ls
    S tlate onde mandamos executar todas as K
    K obras com brevidade.
    Atteneo.
    Fazendas baratas por todo
    o preco para acabar: na ra
    do Livramento n. 38; assim
    como se vende a rica armago
    dessa loja.
    i A 4^000.
    Cortes de eseemira, fazenda boa : na ra do
    Queimado n. 47.
    A1300.
    Chales de lia pretos ; na roa do Queimado nu-
    mero 47.
    A 2$000.
    Cortes de gorgurao de seda ; na ra do Oup-
    mado o. 47.
    A 2p0 rs. o covado.
    Princezas pretas com defeito : na ra do (Wi
    mado n. 47.
    A 3#500.
    Enfeites de bom gosto para senhora ; na ra
    do Queimado n. 47.
    gtieaieeieflBSis s eKaRSuisx
    iPechiDcha chapeos af
    Garibaldi.
    Ricos chapeos de palhs enfeitados da
    ultima moda pelo baratissimo prego de
    10* : na ra da Cadeia do Recife o. 24
    a mwimmm en wemmm k
    tjaDgas francezas muito finas com padres
    escuros a 480 rs. o covado : na ra do Queima-
    do n. 22, na loja da boa f.
    J chegou o prompto
    alivio,
    pechincha.
    muito iocorpadas, cova-
    com boto para
    Sedinhas de quadros
    do a 800 rs.
    Golinhas de fustao bordadas
    senhora a 640 rs.
    Ditas de dito lisas com botao a 500 rs.
    Manguitos a balo com punbos e gola borda-
    dos com botozinhosa 3*.
    Maoguitos a balo com puDho e gola a 2*500.
    Baldes elsticos a 3* e 3*500
    E outras mais fazendas muito baratas : na ra
    da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Fer-
    reiros.
    16-
    4 PR1MAVER4
    -Rhi da Cadeia do Recife161
    bem como os outros medicamentos dos celebres
    Drs. Radvay & C., de New-York Acham-se
    venda ds ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
    garam as instruegoes completas para se nsarem
    estes remedios, contendo um ndice onde se po-
    de procurar a molestia que se deseja curar 09
    quaes se vendem a 12000.
    Nova pechincha.
    , Chitas largas francezas, covado a 200 e 240
    rs., riscados france/es, covado 180 rs., cortes do
    mesmo a 2,000 rs.: na ra do Queimado n. 44.
    S S vende barato. S
    Acaba de chegar ao armazem ^
    . da ra da Cadeia do Recife n. g
    8, um lindo sortimento de va- *$&
    B ras douradas imitando jacaran- ^
    9 da' proprias para molduras de &
    # espelhos, retratos e estampas pa-
    m ra ornamentos de sala etc., as-^
    ques se vendem por diminuto
    ^ preco.
    Lindos cabazes
    de palha fina, ou cestinhas
    para meninas de es-
    cola.
    Na loja d'aguia branca se acham mui lindos e
    delicados cabazes de palba fina, ou cestinhas en-
    feitadas, propras para as meninas de escola, ou
    mesmo para costura de senhoras, e custam 4 e 5*,
    o que baratissimo vista da perfei^ao e bom
    gosto de taes obras, as quaes se vendem em dita
    loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
    gRecommeiidaco aos Srs.&
    9 deeDgenho.
    HJ Panno azul de superior qua- J
    W lidade para roupa de escravos a
    g 900 e 1$.

    l&@ i
    i Bka
    LOJA DE MIUDEZAS
    DE
    "
    Fonseca^Silva.
    Caixas de vidro com perfumaras urna
    2*500, espelhos dourados duzia 800 rs.,
    apparelhos para brioquedos de crian-
    Cas dla 4*. baodeijas para um copo a
    400 rs. cada uma, ditas uidiores de 1,
    2, 3e 4* cada uma. ppuLj de tartaru-
    ga virados a 5, 6 e7* cj a de retrozcom vidrilhos para senhora a jp
    1*800 cada um, pecas Je tas db vellu- \^
    I do pjato estreitas a 1$ e a 1*200 a peca r*<(
    de 10 varas, pentes para atar cabello a ^
    1 IgOOa duzia, caixas de raiz a lg500 a jg^
    duzia, cartas francezas muito finas a aBK
    35500 a duzia, caivetes grandes em ?j)r
    carto a 4* a duzia, ricas caixas de f*
    madeira com espelhos contendo perfu-
    maras proprias Dar toilets de senhora
    a 6$ cada uma, baliuzinhos com ditas a
    5* cada um, argolss douradas a 1*500
    a duzia, colberes de metal prncipe pa-
    ra terrina a 2* cada uma, ditas para
    sopa a 4*500 a duzia, tesouras para cos-
    tura em carteiras a 1* a duzia, tranca de
    carocol masso de 12 pecinhas a 600 rs.
    o maQo, jarros dourados com pomada a
    3* o par, fivelas para collete a 500 rs. a
    duzia, ditas para calca a 800 rs. a du-
    zia, fitas de linho a 480 rs. o masso, co-
    lheres para cha a 320 o 500 rs. a du-
    zia, figuras com tioleiro e arieiro a 500
    800 e 1* cada um, alamares para capo-
    tes a 1*200 a duzia, pecas de bico com
    10 varas a 600, 800,1, 1$200. 1S500 e
    i$ a pega, caixas para barba tendo vi-
    dro para sabo e espelho a 320 rs. cada
    uma e sem vidro a 100 rs., pentes
    de tartaruga para marrata a 640 re. o
    par, botoes de louca para casaveques
    de todas as cores a 240 rs. a duzia,
    meias cruas muito compridas para se-
    nhora a 3*500 a duzia, grampos enfei-
    tados para cabello 640 rs. o par, ren-
    das percas de 10 varas a 800, 1$ e tgOO,
    salas contendo cadeiras, mesa e con-
    solos de porcelana com baoha a 10* e
    ttf, phosphoros do gaz a 240 rs. a da-
    zia de caixinhas, oaixiohas com gram-
    pos a 200 cada uma, ditas com altinetes
    a 320 rs., ditas redondas contendo al-
    fiaetes, grampos, clcheles e dedal a
    500ra. cada ama, ditas grand.es a 800
    cada ama, ditas com os mesmos ob-
    jectos e um irasco de extracto a 1* ca-
    da ama, acotes de papel de edr de 100
    folhas a 600 rs. o paoote, candieiros de
    meio de sata para azeite de 6 a 8$ cada
    un, caixinhas de msica a 50 e flf cada
    din a, botoes para puches a 330 es. o
    par, tesouras muito finas para costura a
    6* a duzia, limas para unhas t 320 rs.
    cada uma, velas stearlnas a Tt'Ors. a li-
    bra, easuitos outros artigoa que a vista
    'das areeos com modos por certo nin-
    guem deixsm de fazer negocio visto
    qoe rivahsam elles com os das casas
    imoortadoras.
    Escravos fgidos.
    Attencao.
    Fugio do abaixo assignado no dia 22 do prxi-
    mo passado mez dejunho um escravo de nome
    Jacintho, o qual tem os signaes seguintes : ca-
    bra, de cor fula, bastante alto, cheio do corpo,
    nariz to chato que forma um vinculo uo meio
    cabello crespo, muito pouca barba, representa'
    ter 25 annos de idade, ps grandes e grossos. con-
    duzio urna pistola e uma vacca ; natural do
    termo de Cabrob, e consta-me ter ido em tom-
    panhia de um outro de nome Faustino, natural
    do mesmo termo, e que eslava vendido nesla
    pra?a : quem o pegar e levar povoagio do Sal-
    gueiro do termo de Cabrob, ou nesta praga a
    I Joaquim Ferreira de S, na ra do Crespo n. 23,
    ser generosamente recompensado.
    Bernardo Uaciel de Souza.
    Fugio no dia 29 de junho de 1861 um ne-
    =1 gro crioulo de nome AlexaDdrino, idad pouco
    k mais ou menos de 19 annos, altura regular, cheio
    do corpo, sem barba, e o signal mais visivel
    ter o dedo da mSo direita ao p do mendinho lor-
    io por causa de um panaricio, foi escravo e cria
    do finado Jos Pedro, irmo do finado Joao Cjt-
    neiro de Capibaribe : quem pegar o dito escravo
    e entregar ao abaixo assignado no seu sitio adian-
    to da Magdalena, defronte de uma gameleira, re-
    ceber a gratificacao de 100*.
    Joao Antonio Villaseca.
    Escravo fgido.
    Do poder do abaixo assignado, fugio no dia 2
    do correte uma escrava mulata de nome Valen-
    tioa, que representa ter 25 annos de idade, pouco
    mais ou menos, cujos signaes sao os seguintes :
    vesga dos olhos, estatura regular, cabellos cara-
    pinhos, lovou vestido de chita escura e chale de
    merino azul ; tendo o abaixo assignado havido
    esta escrava por divida na comarca do Limoeiro,
    suppe que procure essa direccSo, ou a*serra da
    Passira, oode natural: roga, portanto. a todas
    as autoridades policiaes e espilles de campo a
    apprehendam e a entreguen) ao abaixo assignado
    nesta cidade do Recife. ra do Queimado n. 46
    A, que gratificar generosamente.
    A. Bezerra de M. Lira.
    Fugio do engenho Jundi, freguezia da Es-
    cada, um escravo por nome Pedro, idade de 18 a
    20 annos, pouco mais ou menos, crioulo, baixo,
    cor preta, cara regalar, tem os ps feridos de
    frieiras e cravos, levou camisa de bieta azul es-
    cura, calca de algodo azul, chapeo de palha j
    velho ; furtou um cavallo castanho amarello com
    um O no quarto esquerdo, e o mais ferro ignora-
    se, castrado, gordo, andador baixo, galopa bem e
    novo ; fugio na madrugada de 23 para 26 do
    correte junho ; foi comprado dito escravo ao
    Sr. Francisco Mathias Pereira da Costa, morador
    nesta praga, e dira ter sido do Bonito do lugar
    Pedra : roga-se a todas aaautoridades e capites
    de campo, ou qualquer outra pessoa, que o agar-
    re m e o levem ao mesmo engenho Jundi, ou
    nesta praga. casa de Joaquim de Almeida e Sil-
    va, travesea do Queimado n. 1, pelo que ser
    generosamente recompensado.
    Fugio desde o dia 3 de junho do correte
    anno, casa do abaixo assignado, o preto Tho-
    maz, crioulo, filho do sertao de Mochlo, bonita
    figura, com alguns signaes de bexigas, dentes li-
    mados, lem os dedos da mo direita aleijados,
    da urna machina de nadara, de idade, pouco
    mais ou meos, 26 annos, julga-se ter ido para o
    dito lugar cima mencionado per j ter sido vis-
    to no mesmo lugar -o amo passado, quando fu-
    gio a primeira vez oeste lugar, como bem agora
    a emana passada que foi visto 00 Serid, duen-
    do que se tiaha forrado : pede-se, portanto, a
    Jaalquer pessoa que o pegar, leva-lo ra dos
    asoadores ns. i e 3, podara, que se lhe dar
    50g degratiflcagio. e se pagar as despezas que
    se fizer.Joao Jacintho de M. Rezende.


    w
    DIARIO 01 PEMAMBUCO. QUARTA FEIRA
    Litteratura.
    elle em
    a caminlio
    A. Verdade sobre a Syria e sobre a expedxcao
    franeeza, tal o Ululo 4* urna obra o mais
    indisputavel interesae, publicada pelos Sr*
    Gaumeirmtos e Joao Duprey. *> ^P"
    -m Franca noticia dos morticinios do o te.
    (. autor o Sr. Bapiistin .
    en. M ara-Iba a 5 de agosto de 1860 a om o-
    vi i que levave quinhentos homens dol6 uat,
    lhio de caca.lorea. A i6 desenioarcava
    B-vonih dahi ha dou?, punha-se
    , ara v?sH> os l-gares onde cmeo^^
    chn- n* Foi depois de haver percorndo as
    n umegaoles a. cidades e ".g-
    d-> I. vfi> colindo os testeauohos das vctimas,
    (u escreveu seu livro.
    E" difficil analysar um volume de 500ipatfnae
    onde cada liaba refere um assaMioslo aocr1me
    ma mentira ou urna torpeza ^"X "' ler
    aclos soccedem-se. eDC.dei.m-se : sl" '"
    esse livro. Houve morios sublimes, >
    catholica viu reoovar-se as sceoas e os trium-
    phos do Coliseo. Morre ou apostata dizian aos
    primeiros christos os P60"801*^^"0,?:,8
    ilhare.de roar.yres fc"m "i8" Cal-
    vario. Morre ou apostata 1 bradaam "**-
    co ou em Deir-el-Kamar os feroze* -
    Se um pequeo num?ro cedeu. muUos arrasta-
    m "morte. Miem-me dizia um anciao para
    .Uuu.d.flo. turcos q-lb- Per -Uiamesco.
    iher a auosu-la ou a morte ; tuem-me a viaa .
    V- seVe .f por-n '*;%
    conservo-a. morretei com ol. I. E um golpe de
    sabr decepou a cabega do chnslao .
    0 cura marooita de Beit-Eddin. uepoisdeha-
    ver passado urna notle com as suas ovelhas no
    serr Iba da Deir-el-Kamar. e de have-las prepa-
    Jado par! a "! ^n^. dirigere.para, o.
    Tur,,"* e, mostrando o peito diz: Fdem, fem
    ,,):, o sacerdote de Jess Chnstn. Ao depois,
    vuiiando-se para os seus
    tuava, enastada pelas ras de Zahl, coberta de
    immundicias, ignominiosamente queimada cola
    um cliinelo preso ponta da haslea, e havemos
    de retirar o exercito antes da honra nacional ob-
    ter a mais completa re paraca o, antes de livrarmos
    a Franceses do Libano de qualquer perigo I O
    dey de Alger apenas am-agara com om golpe ve
    leque o representante d'el-rei de Franga, e esa
    momento de inadvertencia custou-lhe seus estu-
    Poujoulat. embarcou-se! doJ# Tomamos Alger apezar da Inglaterra, con*
    servamo-lo apezar dola, e por ordem ana have-
    Farecendo-nos eses prova condemnagao
    absoluta do imperio ottomano, havemos
    desenvolv -las em outro artigo.
    X. DE FONTAIHES.
    (Lt Monde.H. Dvpern*.)
    ais
    de
    3 DI JULHO PE 1861.
    O vosso pastor vae
    lorreTpeTa f"" "fazVi como elle e tende esperan-
    za no co. Apenas acabou, um Oruzo cravou-
    llie o punhal oo peilo.
    O author nao se limittou apenas a referir mu i
    circumslancladamente as atrocidades.commetu-
    Jas -m Uamasco. onde forara incendiadas .SO
    rasas e assassmados 8.000 chnstaos ; em Deir-
    el-Kamar onde mais de duas mil victimas cahi-
    raa aos golpes di cimitarra do fanatismo ; pro-
    curou ai causas disso; examinou cuidadosa-
    mente o coraporiamento do goveroo turco e de
    seus yachs, seguiu pouco pouco todas as in-
    trigas! todas as perfidias da poltica ingleza no
    Lbano; explica-nos por que a Graa-Bretauha,
    om urna cara que nao pode mais corar, toma bo-
    je audaciosamente o partido dos assassinoscon-
    tra as victimas ; porque, era menospreso cm-
    lisaco. (az-se ella mais turca dos qu-J os turcos;
    porue, quando em Damasco erara reduzdos
    ciis os consulados, russo, hollandez, fraacez,
    ajstriaco, os Barbaros deixavam inclume a ha-
    bitado do cousul britnico, dizeudo: E urna ca-
    sa a m iga respeilemo-la 1
    Essas palavras parecem-nos mui significati-
    vas Os assassinos, notem bem, naodisseram:
    Repellemos o representante britannico, porque
    recelamos o poder da Inglaterra, mas respeite-
    mo-lo, um amigo. Porque a Inglaterra mo-
    veu o co e a Ierra para frustar a expedicao
    franeeza, e porque exige ella a retirada de nos-
    sas tropas em 5 de junho prximo.
    O livro do Sr. Poujoulat justifica o-titulo. Do-
    ve elle ter e ter por cerlo urna grande influeu-
    cia na pioiao publica em Franca. iz-oos o
    l|Ui taires todos nao saibam. que os Maronitas
    su no oriente a vanguarda franeeza. Querle-
    iiha lugar no Libano o funeral de urna persooa-
    g^m importante de testas ou regosijos, arvora-se
    ;i bjndeira franeeza no cimo das trrese flucta
    ni prestito. Chama-se isso mostrar^ o estan-
    d.ne da grande naco catholica. EcaDte-se
    na ruoolanha um hymno Franja, cujo eslribi-
    Iho o seguiote: Nosso sullo o d Franca;
    ser elle quem nos ha de livrarl Deve ser
    mencionada 3 allococo dirigida pelos chefes
    oronias ao general Beaufort ao chegar em
    B vrouth em 18 de agosto de 1860: General,
    os irincipaes representantes da uagao maronita
    veo offerecer-vos homenagem e respeito. Como
    sabis, general, ha seculos que a Franca nos to-
    mn soo sus proteceo somos chamados os Fran-
    cezes do Libano e com rado; se nao o somos
    0* origem, somos pelo coraqao e pelas crencas.
    IVnencem-vos nossos bracos e nossos coragoes ;
    mais que felizes se poderd'es dispor de nos como
    oe vossos proprios soldados.
    Somos os Francezes do Libano, eloquen-
    to ^ssa palavra ; ella explica muita cousa Com-
    preheode-a agora porque os Iogiezes sao Druz-
    zns. E sao ruzzos, ngiem bem, porque todos os
    geus esorgos para substituirem no Lbano a in-
    fluancia fr'auceza nao poderam vencer o apego
    dos Maronitas f catholica e Franca. Em Zah-
    l. um Italiano salva a vida duendo : Sou pro-
    te-;ilo inglez(isto amigo), e um Druzzo ma-
    la o padre Doradme porque Francez.
    Nao de mais repetir no momento em que as
    intrigas da Inglaterra duplicara de violencia para
    obrigar a Franja a retirar suas tropas, porque
    elles sao calholicos e Francezes de coracao que
    lngiram com seu saogue o solo da Syria. Naquel-
    las abominaveis malangas, diz o Sr. Poujoulat,
    ouvio-se quasi sempreo. norue da Fraoga. Os al-
    gozes proounciavam esse nonse illuslre, amaldi-
    coaudo-o. As victimas invocavam-no como em-
    blema de salvago. Como I a bandeirada Franga
    [o arrancada de urna casa franeeza, na qual fluc-
    mos de retirar nossos bravos jaldados! e no mo-
    mento em queso odio u o fanatismo cobrem os
    muros de S. Joao Peiore com amenidades deste
    genero: Por Allah I sois verdadeiros caes. O
    morticinio um triurapho delicioso, poique r-
    cahio sobre vos. O.aliado sabr da morte anda
    vos prepara tormentos horriveis. A maldigao de
    Allah recahe sobre vos, sobre vossa raga e sobre
    vossa cruz, sobre vos que sois uns caes linhosos.'
    Recorrestes aos Francezes. Por Allah I os Frao-
    cezes nao podem resistir nem combater-nos. Ai
    de vos 1 ai de vos, por Allah I e repetimo-lo, por
    Allah I sobre a ierra apenas ficar o vosso nome
    Daqui em diaote s as vossas espadas fallar-vos-1
    ho. Tal a linguagem dos amigos, dos prote-
    gidos de lord Palmerston, em preseoga de um
    exercito francez I E que bravo ezercito deixar o
    Oriente sem ter feto outra cousa ais do que dar
    um passeio militar, do que fazer urna viagem de
    recreio Mas ho de apupar-nos desde Gibraltar
    atS. Petersburgo, desde S. Petersburgo al l'e-
    kio. Depois da chejada das uossas tropas, diz o
    Sr. Poujoulat, houve urna numerosa reuniao de
    Druzzos presidida por um enviado ingle?., e eis
    aa palavras que attribuem ao chefe Said Djeush-
    lat, irreconciliavel inimigo dos christos: Se
    os Turcos fcarem entre nos (que aecusago para
    o goveroo do sultio), nada temos que' receiar.
    Pedemos esperar isso* pois da conveniencia da
    poltica iogleza o sustentar os Turcos, e a Ingla-
    terra urna grande naco que precisa de nos
    para conservar sua inflaeneia na Syria Has se
    os Turcos nos abandonassem, seria prudente acei-
    tar alguma composigao.
    dida que
    grava muitd
    pregados e
    das teem a
    perdido me!
    esse desojo
    enorme aos
    mava pedir
    Tudo isla!
    nao constit
    Que gloria para a Inglaterra o ver um de seus
    enviados presidir aquella reuniao de salteado-
    res I Ooe vergonha ouvirum daquelles assassinos
    dizer-lhe oo rosto este insulto: Precisaes de nos,
    sem nos nada podis fazer oa Syria I Nao ser
    isso a digna recompensa dsquella poltica que
    nada faz parar, que nao recua diaote de nenhum
    crime, quando trata-se de urna questao de iute-
    resse ?
    guma cous
    trar as es
    um lugar
    maior parte)
    Anda ha um facto que o Sr. Poujoulat publica
    de um modo irrefutavel, a complicidade dos
    Turcos com os Druzzos, e a parte que tomaram
    nos morticinios, nos roubos, nos incendios, etc.;
    a existencia de urna vasta conspirago que par-
    te de Meca e abraga todo o Oriente, e cujo Om
    o completo exterminio dos christos ; final-
    mente a irrisoria repressao de Fuad-Pach, se at-
    tendermos a enormidade dos or mes e*ao numero
    de culpados. Entre a jusliga feita at aqui, res-
    ponda um habitante de Damasco, e a que devia
    ser feita, ha toda a differenga que existe entre 100
    e 1. O que nao seria se o exercito francez l nao
    estivesse ?
    O que se deve dizer de Muslapha EfTendi que,
    depois de haver attrahido os christos para oser-
    ralho de Deir-el-Kamar, sob pretexto de prote-
    gerlos, os entregou todos aos Druzzos ? A ma-
    langa, principiada pela mauha, durou al tres
    horas da larde. Infelizmente nao podemos entrar
    nesses pormenores; faltar-nos-hiam espago e
    lempo. Limitemo-nos, pois, considerar a obra
    do Sr. Poujoulat em 3eu lodo E' ella odobre do
    poder musulmano na Europa ; a crilica mais
    severa dos utopistas diplmalas que nao se aire-
    vendo a encelar decididamente essa importante
    questo do Oriente, obstioam-se em querer fazer
    ressuscitar um morlo e recuam para saltar me-
    Ihor; que teunem-se mui serios ao redor de
    urna mesa para decretar na Turqua um cdigo
    civil frauceza, justameute como se os Turcos
    nao fossem Turcos; que discutem emquanto o
    sangue corre em ondas ; que autes de deixar par-
    tir o exercito libertador, perdem qutnze dias pre-
    ciosos em procura do melhor meto de o tornar
    intil I
    ARussiacra 1861.
    {jConcluto. )
    Nao bstanlo dizer-se liberal querer s-lo '
    para se mostrar digno o capaz de pussuir lber-
    dades mui extensas e d participar do poder.
    Alexaodre comegou o movimento relirando da
    Siberia os conjurados banidos em 1825 ; a socie-
    dade russa applaudu esses velfcos, victimas de
    suas optnies liberaos. Ha dous anuos que a agi-
    lagao nao se lena demorado, apesar de algumag
    mudangas de poltica interior. Leituras publicas,
    clubs, mealings, banquetes moostros, pegas de
    Iheatro satyricas iniciaran) repentinamente o im-
    perio na pratica e at muilas vezes na licenga da
    'iberdade de fallar. Era tao grande a affectago
    de nao recear a polica, que pareca nao haver
    mais tal inaliluigo. Ceasorou-se tudo, at os
    ministros e a corte. Que nudanga depois de
    urna poca, durante a qual tudo era prohibido,
    at mesmo pronunciar o nome de lyranoo na ina-
    prensa I To meticulosas erara ento a censura e
    a polica que um cao perdido, chamado Tyran-
    no, foi bannido com o nome de Fiel. Agora o
    proprio imperador liberal, e seu irmo, o grao-
    duque Constantino, popularisaodo-se cada vez
    mais pelo seu exaltado amor aos coslumes rus-
    sos, nacionalidade moscovita, avantaja-se ao
    imperador em liberalismo.
    Desejam os velhos Russos, como j dissemos,
    a manulengo do absolutismo que qualiflcam de
    rgimen palriarchal. Apenas pedem que o mo-
    deren), creaodo-se urna verdadeira aristocracia,
    um paralo hereditario, um patriarchado quas1
    independente, e o augmento das liberdades mu-
    nicipaes ; viram com pesar destruirem-se as ioa-
    tituiges militares de Nicolao. Esse partido, que
    tambem chamado a escola de Moscow, hoje
    ioteirameote subrepujado pelo partido liberal
    constitucional, no qual se acha a maioria da no-
    breza.
    Os constitueiooaes russos nao sao em geral
    conservadores parlamentares; entregam-se quasi
    lodos ao radicalismo adiaotado, que tem sido at
    o presente tolerado pelo goveroo. Em Londres
    viu-se um principe Galitzin dar um coocerto, cu-
    jo beneficio era destinado Garibaldi, e dedicar
    urna valsa de sua composigao ao refugiado Her-
    tzen. Eis um ficto que ha de parecer mais sin-
    gularmente significativo : ha alguns mezes, um
    empregado superior do ministerio da guerra, por
    nome Bulgakoff, fez, em um jantar dado aos di-
    putados da nobreza, nm brinde Bugatscheff,
    que por elle foi qualificado de primeiro emanci-
    pador dos camponezes : sim, quelle mesmo Bu- ciasse / qadriene ).
    gatscheff, suppliciado no reinado de Catharina II, n___.
    depois de haver assassinado milhares de gen-
    til homens ; e a anuncia ram os jornaes que quel-
    le brinde havia sido correspondido com enthu-
    siasmo.
    cipagio dos rvos, tras quartas partes do prole-
    tariado. Eat asas 4escontente e infeliz per-
    ence anteeip idamente o radicalismo.
    O partido radical tem ainda e com razo as
    maiores-espe angas nos empregados. Esses po-
    bres tcntftovt kt sao lio mal pagos, anda nos em-
    pregos super ores, que se lhes perda geralmente
    no paiz a coi cussio a rapia. A descoberia
    de uto furto i considerada como urna iofelicida-
    de que nao ieshonra o cnlpado. O amor do lu-
    xo e da espe mlago, que se desenvolveram me-
    p ogrediam os caminhos de ferro, ag-
    os embaragos e a pobreza dos em-
    da nobreza inferior. Enormes per-
    bompaohado ganhos rpidos. Como
    as sociedad! s iodustriaes nio sao vigiadas, atira-
    hiram urna nultido de parvos. Quasi que teem
    lade do valor os bens tsrritoriaes, e
    rdeote de especular em aeges nao
    a causa u lica. A guerra da Crimea fez um mal
    propietarios, arredaodo o commer-
    cio estrangeSro que foi buscar na Australia, no
    Brasil, em I uenos-Ayres os productos que costu-
    Rossia.
    priedaJe. I ui poucos proprietarios entendem al-
    de economa rural. Obrigados cu-
    blas do goveroo, ao depois obter
    sntre os empregados do estado, a
    dos possuidores do slo voltam para
    dos, acostu
    proveito dfe
    rao sem d
    ao trabalhd
    da nobreza
    se possa
    que pova
    viara ser
    to Syoodo
    se. Era
    estraogeir
    ro dos dis
    a uoiversi
    nao trese
    mettido
    os peoes
    reunido emancipsgo dos sernos,
    e urna situago lisongeira para a pro
    as suas ten as caneados, enervados, dsmoralisa-
    nados indolencia, iocapazes de tirar
    suas emprezas. Os commerciantes
    vida comprar aenhorios, nao se daro
    de os gerir melhor do que a maioria
    Para qualquer lado que voltemos a,vista nao
    vemos neo uma torga conservadora sobre a qual
    i dificar o rgimen novo ; e a gerago
    as escolas, est longe de offerecer al-
    guma cousa melhor.
    aempre tolera que o ataquom impunemente. Ha
    poucos mezes, por exesaplo, a nobreza do gover-
    oo de Wladimr, allegando que a Russia nio co-
    nfiese a verdadeira jusliga e que nao tem at urna
    verdadeira nogo do direito, pedio que se seps-
    rasse a autoridade judiciaria da polica : em res-
    posta, e para mostrar aos peticionarios que esto
    engaados, alguns deljes foram presos e depor-
    tados para a Siberia.
    O que porm mais lamentare! e indignante
    ainda o comportamento do goveroo na queslo
    do alcool. A agurdenle a peste da Russia .
    todos o confesso ella estraga a saude e os coslu-
    mes do povo. O opio est longe de fazer lano
    estrago na Chiaa. As sociedades de temperanga
    havam atacado o mal com feliz resultado ; esse
    bom xito assustou o goveroo que lira os dous
    quintos de seus recursos pecuniarios do imposto
    sobre o alcool, e des*nolveu im extremo rigor
    para anniquilar essas associages que iara ser a
    salvagodo povo.A agurdente laotomaispre-
    judicial a saude quaotofbs arrematantes do im-
    posto, judeos pela maior parte, falsiflco-a es-
    pantosamente ; calcula-se que para envenena'
    livremente o povo, nao pagam elles aos empre-
    gados menos de 8,000 por destrcto, e 80,000
    Por goveroo.
    E' verdade que apezar do enorme rendimenlo
    do alcool, que produz 4 a 5 milhes, o thesouro
    russo est n'um estado miseravel. Os empresti-
    mos mallograram-se em 1859 assim como em
    1860 ; recorreu-se aos capitaes depositados no
    thesouro pelos legados e pelas municipalidades
    E' difficil a emisso de novos assigoados, pois ha
    em circulago uns 2,500 mlhs, de curso forga-
    do, porm mui depreciados. A Russia perde au-
    nualmente 200 milhoes de numerario na balaoga
    de seu commercio ; assim o dinheiro extrema-
    mente raro. Se a Russia houvesse de entrar bre-
    vemente n'uraa grande guerra, ver-se-hia obri-
    gada a vender os bens da coroa e'os caminhos de
    ferro, para os quaes seria difficil achar compra-
    dores.
    Os estrangeiros tioham sido provisoriamente
    internados do lado do 'lago de Constanca. Man-
    dou-se artilharia de Zarieh para abater as ruinas
    que offereciam perigo.
    Os depsitos e papis do banco, os livros e re-
    gistros da repartigao do correio e os archives da
    casa da regencia foram salvos.
    Por fortuna, as fabricas escaparan), mas esta-
    rlo fechadas por muito tempo.
    Um monteo de ruinas forma como nm immen-
    so turnlo da industria, anligamente tao prospe-
    ra, dacidade incendiada.
    Fazem-se
    veres.
    excaragoes para descobrir os cada-
    As perdas sao avalladas em 8 milhoes.
    uinhentas casas foram destruidas pelo incen-
    dio e 5,000 pessoas se acham sem asylo.
    Durante o reinado de Nicolao, os collegios e
    as univers dade eram apenas quarteis sui generis
    coofiados
    reitor da ll
    CASO NOTAVEL.
    Deu-se ltimamente em Inglaterra o caso se-
    guiute :
    t A 5 de dezembro passado foi levada a um
    tribunal inglez urna causa em que era autor Wil-
    liam Siirbel.
    Discutida a causa, os juizes decidiram a favor
    do autor, que recebeu urna somma de perto de 17
    libras sterlioas que elle reclamava.
    Passados alguns mezes, o magistrado que ti-
    nha presidido audiencia encontrou-se n'uma
    viagem como H. Slirbel, que lhe foi apresentado
    por um terceiro.
    Naturalmente veio i conversa o proeesso, e
    com grande admirago do magistrado, H. Slirbel
    declarou-lhe que nunca tentara semelhante sc-
    go. Diss que vinha da Australia, onde estive-
    ra muitos annos e de onde trazia urna fortuna.
    Comtudo, os pormenores do proeesso estavam
    to presentes na memoria do magistrado, qoe nao
    pode resistir ao desejo de fazer algumas averi-
    guagdes, qua o levara m a descobrir que "havia um
    segundo Slirbel no condado. Este Slirbel tioha
    exactamente os mesmos sobrenoraes do viajante
    australiano e tioha proseguido um proeesso, to-
    mando o lugar deste.
    direcgo de oQkiaes. Um gooeral,
    niversidade, vigiava ao mesmo tempo
    professoresj e discpulos. S papes tinham direi-
    to de ensii ar philosophia, e suas apos'.ilas de-
    )pro/adas antecipadamente pelo San-
    Todo o livro estrangeiro, pedido
    por um pibfessor, era submettido a censura. Os
    estudantei com o uniforme ngorosamenteabotoa-
    do, devian sondar qualquer offlcia!, perftlando-
    rohibido ostudar n'uma universidade
    e era rigosomente limitado o nume-
    fcipulos das escolas superiores. Assim,
    lade de Hos:ow nao podia receber se-
    tos discpulos. Alm disso, s era per-
    |os nobres o seguir o ensioo superior ;
    o tinham o direito d passar aquarta
    De indagago em iodagago, foi a casa do tal
    Talvez seja este um dos motivos pelos quaes Slirbel, e na lamina de lato da porta, moda
    o imperador suprimi as colonias militares, os | iogleza, leu o nome de William Walter Slirbel.
    pensionistas ( cantonistes ), e diminuio 300 mil I Todas estas averiguagoes deram em resultado re-
    t omens no exercito. Em compeosago, trabalhou coohecer-se que o dito individuo, que se chama-
    Fagamos jusliga a essessenhores ; acharara es-
    se meio. Apezar da bravura, da energa, da boa
    vootade, a que teem feiio os nossos bravos solda-
    dos ba seis mezes? Nada A bandeira franeeza,
    vilipendiada, obteve a completa reparago que re-
    clamam imperiosamente quarenta milhes de
    Francezes? Nao I Os Druzzos foram castigados?
    Nao 1 Prevenidos da chegada das vossas tropas
    por alguns emissarios bniaonicos, retiraram-se
    para suas monlanhas. Seis mezes passaram bem
    depressa.
    Succambiram em Damasco oito mil christos.
    Os assassinos foram castigados? Nao I tera-se
    tentado alguma cousa para preservar o futuro ?
    Nao O que se tem feito? Nada Se querem sa-
    ber porque, leiam a convengo assignada cm Pa-
    rs entre as cinco grandes potencias em julho de
    1860.
    O Sr. Poujoulat, eminentemente francez e
    christo, nao se limita a referir os factos ; vai
    adiante. Seu Qm : 1 demonstrar a Franga e a
    Europa o verdadeiro estado da Turqua e provo-
    car uma deciso suprema ; 2 a impossibilidade
    de retirar o exercito francez emquanto as cousas
    ficarem no estado em que esto ; 3o provar que a
    execuco leal do halli-humayun e a conservago
    do dominio turco sao duas cousas que se repel-
    iera, e que por consequencia essa carta impossi-
    vel, em vez de ser um amparo para os christos,
    desalia continuadamente e lorna mais violento e
    implaovel o odio dos sectarios do propheta con-
    tra os giaours I
    1QLHLTIM
    QBATEDORDEESTRADA
    POR
    A' vista de taes symplomas, poder- se-hia crer
    que os Russos marcham rapidameote para o so-
    cialismo democrtico ; nao nos inscrevemos con-
    tra essa concluso. Assim passaria a Russia,
    quasi sem transiego, outra forma de despotis-
    mo. O clero evidentemente incapaz de se lhe
    oppor, talvez d-se o mesmo quanto nobreza.
    Ainda ha na Russia grande numero de familias
    antigs. Nao cilam-se menos de trinta e nove
    casas aristocrticas pertencentes Rurik. A aris-
    tocracia, porm, como raga poderosa, foi destrui-
    da em 1815 ; desde ento a nobreza russa nao
    forma seoo uma classe de funcionarios. E' e
    smente desde 1762 que um gentil-hornera nao
    pode ser maiscondemnado a agoites. A nobreza
    ainda posse, como corporago, diversos privile-
    gios escriptos. Em algumas provincias, tem ella
    o direito de nomear os seus aposentadores (ma-
    rechaux), os chefes de districtos, os presidentes
    dos tribuoaes de appellago, os juizes dos circu-
    ios, os assessores dos tribuoaes judiciarios de pri-
    meira instancia, os canleiros, os inspectores de
    estradas, os agentes da polica local. Na pratica,
    porm, nao existem esses direitos ; o goveroo
    designa as assemblas nobiliarias os candidatos
    que ho de escolber, e estas vem-se obrigadas
    lubricar as oomeagesf feitas.
    Nao grande o numero dos grandes ricos. Pos-
    suem menos de cem camponezes 82,906 propie-
    tarios, e s 1,4507 teem mais de mil. Em onze
    goveroos, coa tara-se 33,924 familias nobres re-
    duzidas indigencia. Em consequencia da eman-
    0 quefn sultou de todas essas precaugoes to
    severas ? ima exploso de sentimeotos revolucio-
    narios ni s universidades Logo depois da morte
    de Nicolt. Serios motins rebeotaram em Kasao,
    Wilna, Di rpat, Moscow, entre os estudantes ; o
    imperadoi Alexandre foi a tola prega a esta
    ultima ci lade, e nao deu razo a polica. Esta
    concesso nao o fez mais popular para com a
    mocidade das escolas : quando passou em Char-
    kow. os e ildanles combioaram-se para nao sau-
    da-lo ; dtscobriu-seo aono passado uma especie
    de conspi 'ago constitucional nessa universidade*.
    O mot os em Kasao tiveram por causa a pro-
    hibico le applaudir ou patear os professores.
    Um profssor mui liberal, chamado Bulitsch, foi
    calorosai lente applaudido a despeito dessa ordem
    O reitor i landou prendere expulsar oito estudan-
    tes. A' v: sla disso reliraram-se oito professores e
    duzenlos discpulos ; foram presos sessenia desles
    ltimos,* desterrados para as fronleiras da Siberia
    o que pr iva que ninguem se deve fiar na mausi-
    do do giveroo, ainda exceptuada a Polonia.
    Com t ido, Alexaodre tem feito concessoes mui
    liberaos aos estudantes. Nao mais limitado o
    numero desles; elevou-se quasi inmediatamen-
    te de 301 a 1,000 na universidade de Moscow.
    E' perm 'ludo o estado no estrangeiro ; e os dis-
    cpulos das escolas superiores liveram autorisa-
    go de < pparecer a paisano quando fra do esta-
    belecim oto. Os estudantes de Dorpat havam
    recusad > saudar os officiaes ; d'ahi resultou um
    renhido conflicto, em seguida ao qual, o impe-
    sem descango no augmento da maana.
    Os acontecimentos da Pulonia, obrigando a
    Russia a augmentar de novo o exercito, sobrecar-
    regaram muito as,suas tiuaocas.
    Apesar dessas causas to numer osas de enfra-
    quecimento e perigo, a Russia nao tem deixado
    de conquistar. Acffba presentemente de subju-
    gar o Caucaso, prepara-se para avassallar uma
    parte do imperio chioez, cujo desmembrameoto
    foi por ella comegado; e desde oAmur at ao mar
    Caspio, os poslos avangados russos nao cesso os
    seus rpidos progressos to receados pela Ingla-
    terra.
    E' por que apesar dos defeilos da censtituigo
    e*da sociedade, a nago russa um grande povo,
    intrpido, patritico, perseverante, cheio de con-
    funda em seu deslino, sabendo hoje o que quer:
    isto mui simplesmeDte, o dominio do mundo.
    va HarrissoB, ha muitos annos s installra no
    coudado com o nome de M. Slirbel, e em nome
    do verdadeiro H. Stirbel pozera multas causas
    em juizo, e, o que mais, exercia as funeges
    de adrogado que o outro era legalmeote. 0 fal-
    so Stirbel tinha talento. A jusliga tomou conta
    do caso, i)
    PAULO DUPLESSIS.
    SEGUNDA PARTE.
    IV
    { Coutinuocoo.)
    A' visla da hesilago com que Antonia pronun-
    cio!) o nome do marquez d'Hallay, e do sbito ru-
    bor que lhe assomou s faces ao sahir esse nome
    custo dos seus labios, o rosto do Sr. d'Ambroo
    cobrio-se de lvida pallidez : todava nenhum mo-
    vimento nervoso de impaciencia, nenhum eslre-
    meciraento dos msculos tornouemais visivel a
    pungente commoco que elle experimentava.
    Nao devo perder de vista o interesse da vos-
    sa seguranga, diese elle, dirigindo-vos perguntas
    importunas, sobre as quaes pego-vos entretanto
    permisso, Antonia, para insistir mais tarde. Es-
    se perigo, que vos foi indicado por um presenli-
    menlo, talvez seja einoa uma realidade bem
    ameagadora : tende, pois, a bondade de comple-
    tar as vossas explicages.
    Affirmo-vos que disse toda a verdade, D.
    Luiz. Hontem um pouco aotes do cahir da noi-
    te achava-me sentada no jardn, quando de re-
    pente e sem motivo sent um eslremecimento e
    um susto terrivel 1 Um fri glacial suspendeu as
    palpitagoesdo meo corago... julguei queia mor-
    Ter!... Mas nao, nao devo proseguir, D. Luiz ;
    iris zombar da minha pueril e louca pusillanimi-
    dade...
    Antonia, prosegu; pego-vos por merc.
    Bem sabis que nao sou medrosa : pois as-
    sim mesmo cahi de joelhos tremendo, e puz-me
    a orar... Via horrivel desgraga pairar cima da
    minha cabega como ave sinistra de agouro : era
    uma cousa negra a semelhanga de uma nurem
    carregada e procellosa, ameagadora como a aguia
    das Monlanhas Rochosasl... Sei que vosestoudi-
    zendo uma asneira; mas o que queris ? Os pre-
    sentimientos nao se pode exprimir, porm teem
    uma forma que faz com que possam ser vistos I...
    Na verdade, D. Luiz, nao vos tica bem com esse
    vosso ar triste e descontente obrigar-me assim a
    semelhantes confidencias : escarneceris de mim,
    e com razo. Nao imporla I preQro as vossas
    zombarias duvida que o silencio poderia causar-
    vos sobre a minha sinceridade.
    A nobre e mobii phsionomia do conde expri-
    primia oesse momento senlimentos to mlti-
    plos e contradictorios, que ninguem poderla ao
    cerlo dizer se nelle predominava a alegra ou a
    dr.
    (*] Vide Diario a. 148.
    E de hontem para c nenhum auccesso
    veio confirmar o vosso presenlimento ? pergun-
    tou elle.
    A moga nao respondeu.
    Dizei-me, proseguiu o conde com uma im-
    paciencia que era apenas o echo enfraqueciJo da
    ancieda Je que o dominava interiormente, nao
    veio ao rancho algum estrangeiro 1
    Antonia procurou sorrir; mas a agitago que
    fazia arfar o seu seio, as suas faces pallidas, e os
    seus olhos hmidos, que ella nao ousava mover
    com receio de que rebenlassem as lagrimas, des-
    mentan) enrgicamente esse generoso exforgode
    uma falsa inditerenga.
    Calar mentir, murmurou ella, e eu nao
    quero que elle me desprese nunea !
    Ento, Antonia ?
    E' verdade, D. Luiz, que Uve hospedes no
    rancho i noite passada.
    E que hospedes foram osses
    * O Canadiano Grandjean, e...
    E quera ? Acabae...
    Antonia fez um appello extremo sua forga de
    vontade para responder ; a fraqueza, porm, tra-
    hiu-lhe a coragem, e pode apenas pronunciar
    uma nica palavra com a voz desfallecida pela
    commoco :
    Ella !
    Esta palavra cansou no conde prodigiosa mu-
    danga ; a colera to cheia de amargura que traos-
    bordava de seu corago, e que tanto lhe custra
    reprimir, tornou-se n'uma ternura incommensu-
    ravel, e uma lagrima, que elle nao procurou oc-
    cultar, correu-lhe ao longo da face.
    Misa Haiy esleve hontem aqui ?
    Sim, D. Luiz, e partiu esla manha um pou-
    co antes da vossa chegada
    O mancebo hesitou antes de proseguir.
    E essa muther vos ameagou ?
    Nao sei, D. Luiz, j me nio lembro : s soi
    que me tornou bem desgragada I -
    O que vos disse ella f 0 que quera ?
    O que quera ? tambem j nao me lembro.
    0 que disse ? oh! disse cousas horriveis l
    Conlinuae, contiouae, Antonia.
    Disse-me que vos amava, e que seria vossa
    mulher. D. Luiz, pego-vos em nome da minha
    amizade e da vossa ventura que nao desposis essa
    miss Mary 1 Sois grande e lidalgo, ella j m'o
    disse : na Europa os grandes teem o direito de
    fazer tudo o que querem I Nao vos apresseis
    pois em coocluir uma allianga, que vos tornara
    para sempre infeliz I Quando voltardes Fran-
    ca, vossa patria, escolhei uma mulher que seja
    digna de vos, uma mulher boa e instruida, de
    quem possaes gloriar-vos. NSo vades agora sup-
    por que digo islo por querer fazer mal a essa miss
    Mary ; juro-vos que aasim nao } e se eu lhe
    descobnsse senlimentos generosos, seria a pri-
    meira a tecer-lha elogios. Eslou que nao duvi-
    daes das miuhas palavras, nao verdade ? Que
    interesse teria eu em proceder de outra maneira?
    Muito pelo contrario: nao me considero feliz ven-
    do-vos tambem feliz? Oh I e bastante feliz I Alm
    disso nao occuliei a miss Mary que, se me en-
    contrase comvosco, supplicsr-vos-hia que nao
    ligasseis sua a vossa sorte. Nao digo que ella
    Nao esquegamos essa pretengo dos Slavos rus-
    sos nao obstante a apparente generosidade com
    que nos convidara para a parlilha da Europa, e
    procuremos sustentar enrgicamente contra elles
    as crencas citholicas, as quaes sao os proprios
    a assignalar obstculo de sua temivel ambicio :
    nao abandonemos a Polonia Lembremos inces-
    santemente os direitos que lhe conceden) os tra-
    tados ; nao esquegamos nunca que esse paiz, nos-
    so alliado natural, victima de uma odiosa
    injusliga. Sem duvida seriara os Polonezes cul-
    pados se procurassem um apoio para a defeza de
    sua causa nos revolucionarios russos e estran-
    geiros. Satisfaca-nos ter sido enfra^ueda pelo
    radicalismo liberal, a forga moral do reino para
    com a Polonia, radicalismo que o goveroo ani-
    mava at hoje com a esperanga e intuito de
    cooverte-lo n'ema arma conHra a Allemaoha e
    o occidente, e nao percamos de vista a necessi-
    dade de sustentar contra os Russos ea revolu-
    go os nossos correligionarios allemes assim
    como os Slavos calholicos.
    Talvez que atrozes rigores sejam ainda por al-
    gum tempo possiveis e empregados contra os Po-
    lonezes eos calholicos Russos Nao menospro-
    vavel que o cesarismo bysantiooacabasse na Rus-
    sia; e a liberdade penetrando nesse imperio, nao
    pode deixar de destruir pouco a pouco a egreja
    ollicial em proveito definitivo do catholecismo, no
    qual s achara a Russia o repouso, depois das
    trriveis convulses que annunciam os erros se-
    culares de seus gorernos.
    G. de la Toi ll.
    (Le Monde.K. Du per ron..,1
    GRANDE INVENQO.
    Um joven esculptor francez appellidado Wille-
    me, invenlou uma nova arte que denomina folo-
    esculptura. Willeme combinando certo numero
    de photographias tiradas de um modelo vivo ou
    inerte, e seguindo os contornos destas photogra-
    phias com a primeira ponta de um pautographo,
    coosegue que a seguDda pona do mesmo instru-
    mento separe de uma massa de gosso ou barro
    preparado para a modulago, uma estatua em
    relevo, exacta nenie parecida coro o modele, de
    iguaes, reduzidas ou augmentadas dimensoes
    n'uma proporgo qualquer. A pholo esculptura
    ser no rigor da palavra, uma esculptura com-
    pletamente mecnica, feita sem a intervengo
    dos dedos, ou cinzel do artista, e que dragas a
    photographia, qualquer pessoa poder executar
    mesmo sem conhecer o desenho.
    A photo-esculptura vae pois substituir a pho-
    tographia, e dentro em ponco a donzella em vez
    do seu retrato em papel ter de dar ao namora-
    do uma figurioha de gesso. copia fiel da sua pes-
    soa, e que para maior illuso poder ir vestida
    conforme o original. *
    rador cincedeu aquella tolerancia mocidadedas
    univers
    Porl
    dades.
    beral que se queira mostrar o poder, nao
    Variedades.
    separa- e fcilmente do antigo arbitrio, e nem
    nao vos ame ; creio at que vos ama muito ; o
    que digo smenle que vos faria bem desgragado l
    D. Luiz, nunca vos casareis com ella, promel-
    teis-roe ?
    Eu l casar com essa mulher I exclamou o
    conde com uma indigoago cheia de desprezado-
    ra colera : nunca, Aotonia, ainda mesmo que tal
    fosse preciso para salvar a minha vida I
    Obrigada, Luiz, obrigada por esta certeza :
    ella causa-me uma alegra que nao posso ex-
    primir I
    O conde d'Ambron pode a custo conter o enter-
    necimento que delle se apossou.
    Antonia, respondestes por um generoso si-
    lencio a perguota que vos fiz sobre as inlengoes
    de miss Mary, e com razo : porque vos oo sa-
    bis, pobre menina, de que terriveis explosdes
    sao capazes certas paixdes I Vossa santa ignoran-
    cia nao suspeta a que extremidades pode chegar
    o orgulho offeodido 1 As mulheres qaando se
    affaslam do caminho da dedicago e aboegago,
    que Deus lhes tracou, quando se despojara da
    essencia quasi divina que forma o fundo da sua
    natureza, nao recuam ante cousa alguma I...
    Nunca conseguiris persuadir-me de que miss
    Mary veiu ter comvosco para dirigir-vos soroente
    palavras pacificas: a raiva eslava no seu corago
    a ameaga devera sabir dos seus labios I... E
    essas ameagas, Antonia, nao as desprezeis .. se-
    ria imprudencia, seria mesmo uma falta de coo-
    fianga em mim nao m'as repetir uma por uma. A
    desgraga mais fcil de prevenir do que de re-
    mediar. Antonia, pego-vos com as raaos postas,
    nao recusis contar-me toda a vossa conversago
    com miss Mary.
    Nao, Luiz, deseulpae-me ; nao devo cootar-
    vos, respondeu a moga com uma firmeza mode-
    rada pela dogura da sua voz. E de mais agora,
    que me promettesles nao desposa-1* nunca, que
    desgraga poderia aconlecer-me ? J nao tenho o
    que receiar.
    O conde nao
    O INCENDIO DE GLARIS.
    As noticias da Suissa do novos pormenores
    do incendio da ci lade de Glaris.
    COHO SE FAZ FORTUNA.
    Um jornal estrangeiro conta do seguinle modo
    a origem da fortuna de Rothschild:
    o Rothschild I era um bofarinheiro de Franc-
    fort, que aodava com a sua caixa s costas.
    Um dia langou 3 florins n'uma meia de la e
    disse : a Esta meia ha de encher-se. Quando a
    meia se encheu de florins, pegou n'um sacco e
    disse : Este sacco ha de encher-se. >
    Trabalhou, economisou, foi s&gaz, intelligente
    e activo ; levantava-se ao cantar do gallo, anda-
    va sempre, comprava, venda, ganhava em tudo,
    e o sacco encheu-se ; e, quando este nao podia
    conter mais florins, Rothschild procurou ento
    um cofre e disse : a hei de eocher este cofre. O
    cofre encheu-se, o ouro e a prata converteram-se
    em papel e Rothschild toroon-se banqueiro do
    gran-duque de Hesse.
    E' assim que fructificaran] os 3 florins da meia
    de la. Hoje os Rothschild possuem 800 milhes
    que, reduzidos a ouro, mal poderiam ser trans-
    portados por 50 muas I
    [Comwercio do Porto)
    insisti: talvez que formasse o
    projecto comsigo mesmo de voltar ainda a este
    assumpto tomando outras precaugoes; pois que
    o carcter da Americana, que elle bem conhecia,
    causava-lhe serios receios.
    Pois bem, Aotonia, vou pedir-vos uma ul-
    tima explicago por esta vez, porque devo prev-
    nir-vos de que mais tarde me diris o que vos
    tem acontecido depois de minha partida da Ven-
    tana. .
    Que explicago essa, D. Luiz ?
    Dissestes-me que Andr ferira o marquez
    d'Hallay...
    E disse-vos a verdade.
    Em primeiro lugar nao comprehendo como
    o marquez deixou-se ferir por Andr ; em segun-
    do logar como, sendo ferido, nao procurou vn-
    gar-se depois : para Isso seria preciso que fosse
    bem excepcional o motivo que determioou a ace-
    a violenta entre ambos 1 E' esse motivo que eu
    desejava conhecer.
    E' impossivel dascrever a confusio que seme-
    lhante declaraco do conde produziu na moga :
    baixou a cabega com ar abatido, e nem mesmo
    pensou em desculpar o seu sileucio.
    Depi is de ter em vo esperado uma resposta
    qualqu ir, o conde decidiu-se a continuar:
    Em lugar de dirigir-vos uma pergunta que
    tanto (mbarago vos causa, teria feito melhor di-
    tigind -me logo a Andr ; porm nao vos dissi-
    mulan i que muito contra os meus hbitos in-
    terrog, r subalternos sobre a conducta dos seus
    amos, pois tenho eu tambem o presentimento de
    que ni o fosles estranha a esse facto sanguino-
    lento. Entretanto a amizade que vos professo
    to sil cera e verdadeira que, por maior que seja
    a mo a repugnancia em recorrer a taes meios,
    resolv r-me-hei a isso todava ainda que por esta
    s vez Previno-vos antes desta minha iniengo,
    e peg( -vos utorisago para interrogar Andr.
    Ant inia hesilava quando o illuslre Panocha
    veiu em pessoa annuociar que o almogo prepa-
    rado para o Sr. conde estava prompto, e sua
    esper .
    Par ocha tinha de novo tomado os seus trajos
    de Fijaro, e revestira-se de uma gravidade so-
    lemn .
    Soube, Sr. Andr, lhe disse o conde, que
    tivesies uma disputa com D. Henrique.
    Uma disputa com o marquez d'Hallay 1 In-
    form ram-vos mal, Sr. conde; eu nada mais fiz
    do que castiga-lo.
    I Castigar l Porque, e com que direito ?
    Com o direilo que corre ao verdadeiro -
    dalg t de defender uma mulher a quem um mise-
    rave procura ultrajar... deshonrar!
    O Sr. d'Ambron sollou uma exclamago de rai-
    va q je fez Panocha recuar de medo : depois le-
    van ando-se, e apertando com forga entre as suas
    a m io do Mexicano, disse-lhe:
    D. Andr, se algum dia tiverdes preciso de
    mo nao esquegses que o meu brago e a minha
    bol i estaro sempre vossa disposigo.
    0 Mexicano, cheio oe pasmo e alegra, nio ati-
    nou logo com uma resposta para dar: o conde
    foi i eunir-so a Antonia que se affastra do salo
    pre ipiladamenle.
    1 aviam decorrido tres semanas depois da che-
    gac1 a do conde d'Ambron ao rancho da Ventana,
    e a nda elle nao havia fallado em retirar-se. No
    seu nobre e bello semblante lia-se urna expansi-
    va i intima alegra, que explicava sobejamente a
    sua demora no rancho. Dir-se-hia que sob o
    im lerio de um sonho delicioso elle se entregava
    do emente aosenlevos da illuso, s preocupan-
    do se em prolonga-la. E preciso coofessar que
    toi o o homem de juizo recto e coraco generoso
    te ia invejado a felicidade do conde 1
    ) estudo do carcter de Aotonia, em que se
    | el e oceupava diasinteiros, offerecia-lhe uma fon-
    te inesgolavel de arrebatadoras sorprezas, admi-
    ra ;6es inesperadas, e commocoes sempre novas
    e uras. Estava como que enlevado descobrindo
    p< neo a pouco os thesouros de ternura, dedicago
    e -ara inteligencia, que oceultava a apparente
    si nplicidade da moga : era tudo isto para elle
    u na completa revelago
    Elle mesmo nio o sabia dizer ; pois que repellia
    toda a reflexo, todo o pensamenlo que o arran-
    ca va a esse centro de seosages indeterminadas e
    inebriantes para langa-lo nos bragos da reali-
    dade.
    Posto que fosse tambem im mensa a felicidade
    de Antonia, a ella todava nao se entregava a jo-
    ven cora tanto abandono como o conde. A' me-
    dida que elle suspenda com a mo discreta e de-
    licada o vu que at eoto tinha oceultado aos
    olbos da moga os effeitos das paixdes humanas,
    esla se concentrava em si mesma com uma espe-
    cie de terror, e a si mesma perguntava se nao
    devia renunciar para sempre as risoohas esperan-
    gas que affagavam o seu coracao. Lastimando a
    iranquillidade que at ento lhe havia proporcio-
    nado a sua ignorancia, interrogava o conde sem
    cessar, e ouvia com febril avidez as suas explica-
    ges vertiginosas.
    A generosa indignago com que elle se pronun-
    ciava contra as baixezas, que sao infelizmente
    inherentes a toda a sociedade chegada ao apo-
    geu da civilisago, o enthusiasmo que em com-
    peosago mostrava por tudo o que bello e su-
    blime, arrebalavam Antonia, e faziam que ella
    visse no conde uma gloriosa exeepgo entre os
    homens : admirava-o como o typo perfeito da
    lealdade e da honra, e deve-se convir que o ca-
    rcter do Sr. d'Ambron jusliQcava essa apre-
    ciaco.
    Uma nica consa perturbava a felicidade de
    que ella gosava : tioha observado que o conde
    muitas vezes cahia em sbitos accessos de tristeza,
    e receiava que a existencia sem distiaeges, que
    elle pasbava na Ventana, nao comegasse a pesar-
    lhe, e nao o obrigasse a partir. Ao pensamento
    de umaUeparago que poda ser eterna a pobre
    moga entregava-seao desespero: encarava o fu-
    turo com horror, e admirava se de que livesse
    podido vi ver at esse dis tos e to feliz no seu
    rancho solado I
    As tristezas do Sr. d'Ambron nunca se prolon-
    gavam eeno justamente o lempo preciso ao es-
    pirito para formular um pensamento : sppareciam
    sempre sbitamente como uma nuvem ligeira
    n'um bello dia do estio; e com a mesma facilida-
    de desappareciam sem deixar vestigios.
    Qualquer outra pessoa que nao Aotonia certa-
    mente nao as teria observado.
    Ao vigsimo primeiro dia da sua chegada ao
    rancho o conde linha ido caga com Antonia : era
    meio dia, e um calor de perto de quarenta grus
    abrasafa a athmsphera.
    Vamos abrigar-nos a sombra destas arvores,
    Antonia? disse elle designando sua companhei-
    ra um bosque que Qcava junto ao lugar em que
    se achavam.
    Este convite causn moga um terror que ella
    nao pode dissimular; o que affligio e admirou
    profundamente ao Sr. d'Ambron.
    Sim, Luiz, dirijamo-nos para o bosque, dis-
    se Antonia com vivacidade, porque nio lhe tinha
    escapado a penosa impresso do mancebo.
    Fagamos outra cousa, apressemo-nos antes
    nos tornar mais agradavel o repouso, de que ali
    gosarraos.
    Nao, Luiz, nao.... escaricemos mesmo no
    bosque.
    O conde nao iosistiu, obedeceu ; mas o sem-
    blante toroou-se serio, o sorriso fugiu-lhe dos
    labios : o receio manifestado pela moga lhe pare-
    cer uma desconfianga. O mancebo julgara-se
    offendid-o na sua lealdade ; e as suas crengas:
    nao admittia que Antonia podesse suspeitar nao
    s das suas inleoges, como das de qualquer ou-
    tra pessoa.
    Alguns minutos basiaram aos dous jovens pa-
    ra ebegarem ao bosque : ao entrar ali o conde
    observou que Antonia se acbava dominada por
    uma agitago extrema. Esta descoberta annu-
    viou-lne mais o semblante, e incapaz de resistir
    aos tormentos que o opprimiam, exclamou :
    Antonia, minha irma muito amada, sem
    pensar dilacerasles-me ha pouco o corago.
    Eu, Luiz? Meu Deus I exclamou a moga
    com uma viva commogo: o que teria eu feito I
    Se vos offendi, Luiz, foi involuntariamente I
    Querida Antonia, proseguiu o mancebo, as
    amizades verdadeiras e absolutas ressentem-se
    de uma excessiva susceptibilidade.... basta mui-
    las vezes um acootecimento insignificante, menos
    ainda : uma palavra, um olhar simplesmente as
    fazemdesconfiar I Parece-me que possuem tan-
    to a coosciencia da sua dedicago que se re vol-
    tam ao pensamento de que podem ser desconhe-
    cid-s. A affeigo que vos tenho mui forte e sin-
    cera para que nao me julgue cora direito a uma
    franqueza sem limites. Eis por que affligiu-me
    summamenle a desconfianga que ba pouco ma-
    nifestastes quando propuz descaogarmos som-
    bra destas arvores....
    Eu desconfiar de vos! acudu logo a joven
    com uma admirago cheia de tristeza. E' possi-
    vel que tenhaes feito de mim semelhante idea ?...
    Eu desconfiar de vos l repeliu ella nao podendo
    accommodar-se a esse pensamento. Nao, nao
    posso crc que fallis seriamente I....
    Nio fra preciso Aotonia entrar em mais ex-
    plicages para que se dissipassem as duvidas do
    conde: se elle insista era gmente levado pela
    curiosidade; pois que o seu corago estava ple-
    namente satisfeito.
    Mas ento qual foi a causa da irresoluto,
    para nao dizer do pavor, que a minha proposta
    vos fez experimentar?
    Antonia conservou-se silenciosa por alguns ins-
    tantes ; o seu embarago tinha alguma cousa de
    penoso e seductor que ao mesmo tempo alegrava
    e assustava ao Sr. d'Ambron. Finalmente deci-
    dia-se ella a responder, quando soltando uaa gri-
    to de espanto levantou-se precipitadamente do
    lugar em que estava, eestendendo o brago para
    diaote. murmurou com a vos pouco inteliigivel ;
    Alguem nos espreita.
    (Coalinaar-at-AO).
    Quaes eram a intengoes do Sr. d'Ambron ? para chegarmos ao rauebo ; esta pequea fadiga
    PKBH,- TYP. DI M. f. M FaRU.861,
    1


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