Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09324


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Full Text
AIII XXITII ID1E10 147
Por tres nezes adiaofados 5$0OO
Por tres mezes reicidos 6$000
H
DIARIO
SEXTA FMi 28 U JOMO DI IICI.
- i %
Ptr anna adietado 19|00 0
Porte franca para subscriptor.
NCARRBGADOS DA SCBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Siira ; Araea-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
de Oli eir; llaranho, o Sr. Manoel los alar-
ias Ribeiro Gui maraes ; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS COHKKlOS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do'dia.
Iguarass, Goianna parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Ciraar, Altinho el
Garanhuns as tercas-felras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-I
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, SerlnhSem, Rio Formoso, Una, Barreiros,1
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem 11 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO MEZ DE JNHO.
8 La ora as 11 horas e 19 minutos da man.
15 Quarto erescentaas 7 horas e 56 minutos da
manha.
J2 La cheia aos 3 niatos da tarde.
[30 Quarto minguante aos 21 minutos da manha.
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro as 8 horas e 30 minutos da manha.
Segando as 8 horas e 54 minutos da tarde.
. MAS DA SEMANA.
24 Segunda, ega Nsscimento de S. Joo Baptista
25 Ter^a. S. Guitherme ab.; S. Febronia v. m.
26 Quarta. Ss. Joo e Paulo irmaos mm.
27 Quinta. S. Ladislao re ; S. Crescendo b.
28 Sexta. S. Leo II. p. ; S. Argemiro b.
29 Sabbado. egj Ss. Pedre e Paulo app.
30 Domingo. A Pureza de Nossa Senhora.
AUUlKNCiAS UU6 TRiBUNAKa DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio ; segundas e quintas.
Relacio: tercas, quintas aabbados aalO horas.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eommercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primera Tara do ivel : tergas sextaaso meio
dia.
Segunda Tara do eivel: quartas sabbados a 1
hora da tarde:
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO *>UL
A1If. o Sr. Claudino Falco Diaa; Baha,
Sr. Jos Martins Alna
Joo Pereira Martins.
Rio de Janeiro, o St
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Pigueiroa da
Faria,na sus livraria praga da Independencia na
16 e 8.
PARTE OFFICIAL
da mesma freguzia, que a requi-
LEI N. 512.
Antonio Marcellino Nunes Gongalves, presidente
da provincia de Peraambuco.
Fago saber a todos os seus habitantes que a
assembla legislativa provincial decrelou e eu
sanecionei a resolugo seguinte:
Artigo nico. Fica Jos Theodoro Gom?s ab-
solvido dos juros que Ibe foram cootados por io-
devida detencao do valor de urna letra que elle
foi autorisado cobrar de Manoel Barbosa da Sil-
va em poca anterior lei o- 511 de 28 de outu-
bro de 1848, n >s termos da ordem do ihesouro
de 26 de (evereiro de 1849, e por forja da lei pro-
vincial o. 299 de 6 de maio do 1852. Revoga-
das as disposiges em contraro.
Mando, portaoto, a todas as autoridades, a
quera o coohecimento e execugo da presente re-
lugo pertencer, que a cumpram e fagam cum-
prir lio inteiramente como n'ella se contera.
O secretario da provincia a faja imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio do goveroo de Pernambuco aos 18 dias
do mez de junbo de 1861,quadragesimo da inde-
pendencia e do imperio.
Antonio Marcellino Nunes Gongalves.
Sellada a publicada a presente resolug'ao n'esta
secretaria do governo da provincia de Pernam-
buco aos 16 de junbo do 1861. Joo Rodrigues
Chaves.
Registrada as fl. 88 do liv. 5 de leis provia-
ciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 21 de
junbo de 1861. RuCoo Jos F. de Figueiredo.
N. 513.
Antonio Marcellino Nunes Gongalves, presidente
da provincia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seus habitantes que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
sanecionei a resolugo seguinte :
Art. Io Fica o presidente da provincia autori-
sado conceder Luiz d'Azevedo Souza, 2 es-
cripturario do consulalo provincial, Jos de Bar-
ros Correa Selle, fiel do thesoureiro do mesmo
consulado, Joo Bezerra de Mello, guarda tam-
bera do consulado, e Alexandre Americo de Cal-
das Brando, 1 escripturario da thesouraria pro-
vincial, um anno de liceuga cada um, perec-
iendo todos os seus vencimeoto?.
Art. 2a Ficam revogadas as disposiges em
contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a
quera o coohecimento e execugo da presente
resoluto pertencer, que a cumpram e acam
cumprir to inteiramente como n'ella se contm.
O secretario desta provincia a faga imprimir,
publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 18 dias
do mez de juoho de 1861, quadragesimo da inde-
pendencia e do imperio.
Antonio Marcellino Nunes Gongalves.
Sellada e publicada a presente resolugo n'esla
secretaria do governo da provincia de Pernambu-
co aos 18 de junbo de 1861. Joo Rodrigues
Chaves.
Registradas as 88 v. do liv. 5* de leis pro-
viociaes.
Secretaria do governo de Fernambuco, aos 21
junhodo 1861. Rufino Jos F. de Figueiredo.
~7T
Antonio Marcellino Nunes Gongalves, presidente
da provincia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seus habitantes, que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
sanecionei a lei seguinte :
Artigo nico. Restituir-se-ha aos Qlhos de Pe-
dro Jos Carneiro Monteiro quantia de um con-
t tresentos cincoenta e seis mil ris, indevids-
mente cobrada titulo de sello de heranga, e ao
Dr. Jos Felippe de Souza Leo a quantia de seis
centos e oiteutaje um mil ris, que pagou fa-
zenda pela arrematago de um preto julgado li-
berto, tlcindo o governo autorisado mandar pa-
gar-lhe a quantia de frsenlos e dous mil du-
zentos e vinte quatro ris de cusas feitas com a
respectiva acgo; revogadas as disposiges em
contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades,
quem o conhecimento e execuco da presente re-
solugo pertencer, que a cumpram e fagam cum-
prir to inteiramente como n'ella se contm.
O secretario desta provincia a faga imprimir,
publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, 18 de ju-
iiho de 1861.
Antonio Marcellino Aunes Gongalves.
Sellada e publicada a presente resolugo n'es-
ta secretaria do governo, em 18 de junbo de
1861. Joo Rodrigues Chaves.
Registrada s fl. 89 do liv. 5 de leis provin-
ciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 21 de
junho de 1861. Rufino Jos F. de Figueiredo.
N. 515.
Antonio Marcellino Nunes Gongalves, presidente
da provincia de Peraambuco.
Fago saber a todo* os seus habitantes que a
assembla legislativa provincial decrelou e eu
sanecionei a resolugo seguinte .
Artigo nico. A gratificago que percebe a
professora publica de iostruego primaria da fre-
guzia de Santo Antonio, Alexandrina de Lima e
Albuquerque, por mais|dedoze annos de servjgo,
deve ser correspondente terga parte do seu or-
denado, desde o tempo em que adquiri direilo
obl-la. Ficam revogadas as disposigOes em
contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a
quem o conhecimento e execugo da presente
lei pertencer, que a cumpram o fagam cum-
prir to inteiramente, como n'ella se contm. O
secretario desta provincia a faga imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, 18 de junho
de 1861, quadragesimo da independencia e do
imperio.
L. S.
Antonio Marcelino Nunes Gongalves.
Sellada e publicada a presente resolugo nesta
secretaria do governo de Pernambuco aos 18 de
junho de 1861. Joo Rodrigues Chaves.
Registrada as 90 do liv 5o de leis provin-
ciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 21 de
de juobo de 1861. Rufino Jos F. de Figuei-
redo.
da nacional
sita.
Dilo ao chefe de polica.Informe V. S. se a
policia tomou conhecimento, e que resultado ob-
teve sobre a oceurrencia havida em dias de abril
prximo fiado entre o porteiro do arsenal de ma-
rinha Jeronymo Melquades Ferreira da Silva, e
o respectivo ajudanta Antonio Jos de Souza, e
de que deu scieocia 4 V. S. o inspector do mes-
mo arsenal.
Dilo ao commandinte da ostaga o naval.In-
forme V. S. com urgencia em quanto poder
montar a despeza a fazer-se com o vapor Ipy-
ranga, afim de transportar da capital do Rio
Grande do Norte para o presidio de Femando os
olliciaes, pragas, sentenciados e objeetns da fa-
zenda publica destinados ao mesmo presidio.
Dito ao commaodante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar dar baixa ao soldado do cor-
po sob seu commando Francisco Antonio Ida Sil-
va, que fiualisou o seu engajamento, segundo in-
forma V. S. em officio do 17 do correte, sob n.
272.
Dito ao commandanle superior interino do Re-
cife.Mando V. S. inspeccionar o estado de sau-
de do teoente do batalho n. 2i de infantaria de
guarda nacional do municipio da Escada, Joa-
quina Cavalcanti Ribeiro de Lacerda, enviando -
me o termo de inspeego.
No mesmo sentido para ser inspeccionado o
tenente da antiga {guarda nacional de Santo Ao-
to Miguel Pereira Geraldfs.
Dito ao commandanle superior de Santo Anlo.
Delrindo o requerimento do major comman-
danle da 8a companbia do batalho n. 23 da guar-
da nacional do muoicipio da Escada Joo Gomes
da Silva, sobre que V. s. informou em data de
12 do correte o autojso a mandar passar-lhe a
guia de que trata o art. 45 do decreto n. 1,130,
de 12 de margo de 1853, visto que elle mudou a
sua residencia para o municipio de Santo Aoto.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Communlco V. S., para seu conhecimento e
execugo, que o Ia secretario da assembla legis-
lativa provincial, Dr. Manoel do Nascimento Ma-
chado Portella, participou-me em officio de 12 do
correle, sob n. 39, haver sido encarregado pela
mesma assembla para recebera quantia de 6009
volada para o expediente da respectiva secreta-
ria e asseio da casa era que ella funeciona, inclu-
sive o salario de um servente.
Dito ao mesmoAttendendo ao que me re-
quereu o empreiteiro da estrada do norte, Jos
Mamede Alves Ferreira, recommendo V. S. quo
sem prejuizo das despezas ordinarias com os ven-
cimento! dos empregados pblicos, forga policial
e outras da mesma natureza, mande pagar em
dinheiro ao supplicante a quantia de 10:0009, por
conta do que se Ihe est a dever proveniente das
obras do seu contrato.
Dito ao mesmo.Visto que, segundo consta de
sua informago de 22 do correte, sob n. 272, nao
ha inconveniente no pagamento* da quantia de
323#t00, em que importa o gaz consumido na
casa de detencao nos mezes de margo a abril des-
to anno, como se v das contas que devolvo em
que se refere o citado officio deve ser feita pelo
lempo de um fimneeiro municipal, como j so
m pos tos
Dito ao juiz de direito de Flores. Raja Vmc.
de verificar a causa da demora que tem havido
no julgameulo do reo Joo Pedro Ferreira, que
loado preo m 19 da seiembro de 1859 por cri-
me de furto, s agora se marcou audiencia para o
seu julgamento, como se v da inclusa relago
por copia, fazendo effectiva a respoosabilidade le-
gal contra quem fr de direito, o se ache em
culpa.
Dilo ao agente da provincia do Rio Grande do
Norte.Convm que Vmc. contrate a compra dos
objectos mencionados na relago junta por copia,
os quaes sao necessarios capitana do porto da
provincia do Rio Grande do Norte, devendo ter
em vista a maior economa, submetteodo ao meu
conhecimento a conta de toda a despoza antes de
realisar a compra afim de ser devidamente con-
siderada.
Portara. O presidente da provincia, atten-
dendo a que nao teem sido arrendadas varias ca-
sas e sitios pertencentes ao patrimonio dos or-
phos por causa de embaragos que se tem encon-
trado na execugo de varias disposiges do regu-
lamento de 28 de Janeiro ultimo, resolve, em
vista do que pooderou o inspector da thesouraria
provincial em officios de 13 e 20 do correte, que
d'ora em diante se observem as disposiges acer-
ca do arrendamento dos predios do mesmo patri-
monio com as alteracdes seguintes :
Ia Para garanta das arrematagdes dos predios
bastar um fiador, o qual dever provar que pos-
sue na cidade do Recite bens de raz livrea e des-
embargados, cujo valor cubra o da arrema-
tago.
2" Que nao se exjam dos fiadores letras da
quantia da renda arrematada.
3a Que os arrematantes sejam obrigados a ter
limpas e asseiadas ai propriedades do patrimo-
nio, por cuja renda se responsabilisarem, bem
como a dar parte em tempo ao inspector da the-
souraria provincial dos reparos que se fuerera
necessarios para eonservsgo das mesmas pro-
priedades, os quaes sero executados por conta
do patrimonio, quaodo se verificar que os ren-
deiros e seus fiadores nao concorreram directa
aera indirectamente para o deterioramento.Re-
metteram-se copias desta portara ao director ge-
ral da inslrucgo publica e i thesouraria provin-
cial.
Dita Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar urna passagem
de estado, no primeiro vapor que passar do sul,
para a provincia do Para, ao secretario da do
Amazonas bacharel Jos Joaquim de Moraes Na-
varro.
Expediente do secretario.
Do dia 25 de junho de 1861.
Officio ao coronel commandante das armas.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda com-
muoicar V. S em resposta ao seu offlcio n.
duplcala, o autoriso a mandar effectuar esse pa- > 942 de 21 do correte, que se deu scieocia the-
gamento aos emprezario da illuminaco a gaz
nesta capital, conforme requisitou o chele de po-
lica em officio de 31 de maio ultimo, sob n. 480.
Dito ao mesmo.Em vista da conta que de-
volvo j reformada, e a que se refere as sua* ia-
formages de 29 de maio ultimo e 17 do corren-
te, sob ns. 208 e 254, mande V. S. pagar a Mi-
guel Archanjo de Figueiredo a quantia de ris
1773320, em que importa o aluguel vencido des-
de 10 de abril do anno prximo passado at 30
de abril doste anno, da casa que servio de quar-
tel companhia de pedestres da freguzia de S,
Frei Pedro Gongalves.Communicou-se ao ehefe
de policia.
Dito ao mesmo.Accusando recebido o officio
de 21 do correte, sob o. 265, em que V. S.
participa haver Fructuoso Pereira do Nascimen-
to, affiangado por Justino Pereira de Faria e Ma-
noel Lucas de Araujo Pinheiro, arrematado por
4;4O0p aoouaes o pedagio da ponte do Caxang e
Antonio Joaquim de Mello o da ponte de Bujary
por 5549, sendo fiador o commendador Antonio
Francisco Pereira, em resposta tenho a dizer que
approvo essas arrematagdes.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
De cooformidade cora o que requisitou o Exm.
presidente da Parahyba em officio de 4 do cor-
rente, sob n. 2,417, remetta V. S. para all na
primeira opponuuidade a quantia que existir nos
cofres dessa thesouraria proveniente dos direitos
daquella provincia, arrecadados nesta.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia V.
S. para seu conhecimento e execugo na parte
que lhe toca, o aviso circular de 5 do correte,
em que o Exm. Sr. ministro do imperio recom-
menda que se envi somonte aquello ministerio
a correspondencia sobre os negocios que lhe sao
concernentesna forma do decreto n. 2747 de 16
de fevereiro ultimo, que delle deparou as mate-
rias que passaram para o da agricultura, eom-
mercio e obras publicas.
Dito ao juiz de paz 1 votado ua freguzia de
Agoa-Preta.Ioteirado do que expoe Vmc. em
seu officio de 14 deste mez, tenho a declarar-
le que nao estando regularmente constituida a
villa de Agoa-Preta, cuja eleigo municipal pen-
de ainda de approvago do poder competente,
nao podiam os eloitores dessa freguzia formar
um collegio eleitoral distincto do de Barreiros,
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 5 de junho.
Officio ao coronel commandante das armas.__
Fasso as mos de V. S. para ter o conveniente
destino, a inclusa certido dos assentameutos do
capito Jos Anselmo Rodrigues, que voio da
provincia da Parabyba a reunir-se ao 9 batalho
de infantaria a que pertence.
Ditoao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar por
em liberdade o recruta Joo Baptista do Rosario,
visto ter provado isencao legal.
Dilo ao capito do perto.Sirva-se V. S. de re-
moller quanto antes urna relago dos individuos
matriculados na capitana do porto, e que moram
na freguzia de S. Frei Pedro Gongalves, a flm de
ser enriada ao cooselho de quilificago da guar-
souraria de fazeoda de ter sido contratado Ma-
noel Francisco da Silva para servente do hospital
militar.Fez-se a necessaria commuoicago.
Dito ao commandante do corpo de policia.S.
Exc, o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar V. S. em resposta ao seu officio n. 281 de
22 do corrate, que fica ioteirado de haver coo-
trahido novo engajamento no corpo sob seu com-
mando o cabo de esquadra Antonio Soterio do
Espirito Santo, queja tinha concluido o seu tem-
po de servigo.
Despachos do dia 85 de junho.
Rtquerimtntos.
Fielden Brothers. Dirijam-se thesouraria
provincial.
Francisco Xavier Cavalcanti de Almeida.la-
deferido vista da informago.
Gabriel Felippe Jacintho.Informe o Sr. direc-
tor geral da iostruego publica, ouvindo o direc-
tor do collegio dos orphos.
Joo Paes Barreto. Nao tem lugar vista da
informago.
Joo de Carvalho Paes de Andrade.Indeferido
vista da informago.
Jos Leite Pitta Orligueira. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Joo Caelano Coelho da Silva.Selle e volte.
Jos Gomes da Silva. Dirija-se ao Sr. cora-
mandante superior da guarda nacional da comar-
ca de Santo Aoto, a quem se expedio ordem no
sentido em que requet.
Miguel Pereira Geraldes. Apresente-se no
quartel do commandante superior da guarda na-
cional do Recife, afim de ser inspeccionado.
Augusto Elisio de Castro Fonseca.Informe o
Sr. inspector da thesouraria da fazenda.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel do commando das armas
de Pernambuco, na cidade do
Recite, emde 89 junho de 1861.
ORDEM DO DIA N. 115.
O coronel commandante das armas faz publico
para conhecimento da guarnijo, que a presi-
dencia da provincia por portara de 26 do cor-
, i rente, concedeu a exooeraco que pedio o Sr.
do que faziam parte, para a eleigo de um depu^ tenente do 2o batalho de infantaria Joo Adol-
h n*.a?f.emz!toF**t a que 8e mandou proce-^ phode Souza Barreto, do lugar de recrutador
as freguezias de Santo Antonio e S. Jos desta
cidade, approvando a indicago feita por este
commando do Sr. alteres do mesmo batalho
Francisco de Rezende Pereira para o referido
lugar. #
Assignado.Jos Antonio da Fonseca Galvao.
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvao,
Alteres ajudante de ordena interino do com-
mando.
viandoeom os competentes documentos, copia do
decrelo-que concede a D. Mara Amalia de Azara-
do mais importante,'do mais incontestavel direi-
to pdem elles dar-se. E quem disse que admiitia
miiso de pensdes e ordenados.
Um requermeoto do coaselheiro Joo Jos de
OUveira Juoqueira, ministro do supremo tribu-
nal de jusiiga, pediodo um anno de licenga com
todos os seus veocimenlos. A' mesma commis-
sao.
Outro dos empregados da secretaria de estado
dos negoeios da agricultura, eommercio e obras
publicas, pedindoque os seus venetmentos sejam
igualados aos dos empregados de igual cathego-
imperio. A'
Nos por certo que nao. (Apoiados.
(Cruzam-se muitos apartes.)
Senhores, eu nao disse que quera que o go-
verno inlerviesse em eleigoes, laucando mo de
na da secretaria do
misso.
Outro de Ignacio Pires de Carvalho e Albuquer-
que, pediodo ser relevado do lapso de tempo de-
corrido entre o primeiro e o ultimo exame de
preparatorios, e ser admittido & matricula do 1
anno de direito na Faculdade do Recife, que fre-
quenta como ouviote.A' commiaso de iostrue-
go publica.
Outro de Joo Antonio de Carvalho, pedindo
solugodeura requerimento em que pedia a de-
signaco de fondos para pagamento da quantia de
recursos officiaes; o que disse que quera que
o governo dingisse a opioi&o o ,,** deiasse
traosviar em circunstancias to crticas como
a de urna eleigo..;.
O Sr. Fernandos da Cuaba d um aparte.
Um Sr. deputado:O governo deve ser obser-
mesma com- vador imparcial e garantir o direito a todos os
partidos.
O Sr. Leito da Cunha :....mas quero que
essa direcgo seja de urna maneira to benfica
e to tutelar, que, longe de contrariar ella a li-
berdade do voto, o garanta em toda sua pleni-
tude; e at nao me seria difficil provar que dessa
nao interveogo do governo resultam inconveni-
entes de alguns dos quaes estamos sendo teste-
munhas.
O Sr. Silveira Lobo d um aparte.
O Sr. Leito da Cunha :Hei de fazer applica-
630 que diz dever-se-lhe de seus sidos. A' gao destes principios, e espero provar aonobre
coramissao a que.est affecto o negocio. ; deputado que do meu escrpulo em intervir mes-
roram lidos, postos em discussao e approvados mo legtimamente na eleigo do 4o districto de
os seguintes pareceres da commisso de instruc- Peroambuco resultou essa chusma de duplcalas
!'! ? i lc" a [ com que nos hoje estamos lutaodo.
mhx a?.efend0_ requerimento em que Sa- O Sr. Silveira Lobo :E nos demais districtos
muel telippe de Souza Ucha pede permisso pa- dirigi a opinio?
h a!an S materM.,d0 1 P0 la Facul- O Sr. Leito da Cunha :-Da maneira por que
) do Recife, que frequenta como entend que todo o governo o deve fazer e hei
ouviote.
2." Propondo que se pegara informagoes con-
gregago dos lentes da Faculdade de Direito do
Recife sobre a preleogo de Manoel do Reg Bar-
ros Souza Leo, que pede ser admittido a fazer
acto do 4o auno que frequenta como ouviote, fa-
zendo previamente acto do terceiro.
O Sr. C. Ottonl manda mesa o seguinte re-
querimento que foi lido, apoiado, posto em dis-
cussao e approvado: Requeiro que, se nao
existir na secretara, se pega ao governo segunda
via do aviso de 19 de abril, cobrndo copia de um
officio do presidente de Minas, relativo s elei-
goes do 6o districto daquella provincia.
ORDEM DO DIA.
Eleigo de Pernambuco (4 districto.)
Contina a discussao do parecer da 2a commis-
so de poderes sobre a eleigo do 4o districto da
provincia de Pernambuco, na parte adiada em
de em occasio competente mostrar a V.' Exc,
se quizer, que iotervengo Uve eu na eleigo d
Pernambuco.
O S/. Silveira Lobo :Tomo nota.
O Sr. Leito da Cunha:Pode tomar. Em
octasio opportuna darei ao nobre deputado todas
as expiieagoes que quizer relativamente eleigo
de Pernambuco, e a maneira por que entend
conveniente nao deixa-la ir revelia.
Limitando-me porm agora s questdes do 4o
districto eleitoral de Peroambuco, que do que
se trata, direi que com effeito recommendei para
all urna candidatura de um amigo meu, que me
pareceu muito digna ; mas quer a cmara saber
como o fiz? Tenba a boodade de attender lei-
tura da seguinte carta, que tarabem dei a alguns
dos eutros candidatos:
< O Sr. F. candidato deputago geral por
esse districto eleitoral, e apresentando-se como
urna das sesses preparatorias, julgando-se pre- cidado que desoja em primeiro lugar uue a elei-
judicado o requermeoto de adiameoto do Sr. Pe- gao se faga com a maior garanta a tranqullidade
reir oa silva. ~U| ---------------_
O Sr. Leito da Cunha : Pego V. Exc, Sr.
preaidente, o obaequio de mandar examinar se
existem na secretaria as actas da eleigo primaria
da paroebia de Aguas Bellas. Procurei-as entre
os papis relativos s eleigoes do 4* districto de
Pernambuco e nao as achei. O nobre deputado
pela provincia do Rio de Janeiro informou-me que
nao oxiatiam essas actas entre aquellos papis que
estavam em seu poder. Preciso porm desses do-
cu meatos para a discussao, e pego por isso V.
Exc, como disse, que os mande procurar.
Entretanto comegarei.
Assevero cmara que entro nesta discussao
com o meu espirito completamente despreveni-
do ; eonsidero-me apenas o simples julgador
que, apreciando exclusivamente as provas da
questo sujeita, deve resolver-se por ellas, inde-
pendente de quaetquer outras coasideragdes, por
publica e a seguranga individual, que seja a ge-
nuina expresso do voto popular, est, pens eu,
no caso de obter de V. S. o auxilio que, com
muita vantagem, lhe pode ahi prestar. Que o
faga o que pego a V. S., antecipando os meus
cordiaes agradecimientos. Cora a seguranga de
minha perfeita eslima, aou, etc.
Convido, senhores, a quem quer que seja, pa-
ra que aprsente documento ou facto em que
minhas intenges acerca do interesse que por
ventura tivesse em alguma candidatura em Per-
nambuco se revelasae por forma diversa da carta
que a cmara acabou de ouvir ler.
O Sr. Silveira Lobo:Mas V. Exc nao poda
fazer semelbaote recommendago.
O Sr. Leito da Cunha:Poda, me parece,
mas essa diseusso nao para agora.
O Sr. Silveira Lobo d outro aparte.
O Sr. Leito da Cunha :Pelo menos o nobre
que, demais, declaro com toda a franqueza, me deputado ha de convir em que tenho a fraoqueza
era particular, perfeitamente indiflerente que to- e a coragem precisas para pateotear os meus actos
me asunto nesta cua o honrado contendor que e procurar juslifica-los da maneira por que me
para ella veio cora d'Ploma pelo 4* districto elei- possivel; disto nao sao outros capazes. e para
MAi K?inew de Permbuco, ou que seja o ser necessario ter a conviego de nao haver
elle substituido por sque le candidato a favor de alheado de si o conceito dos Comeos de bem
quera se pronuociou a illustre commisso de po- (Apoiados, muito bem.) Pelo menos este meu
aeres, hoje extincta. proceder deve merecer louvores do nobre depu-
No entrara mesmo nesta discussao se*no fd- tado, franco e leal como .
ra em primeiro lugar o desojo manifestado por al- M8S 1uer a cmara saber como era aceita a re-
gaos dos ooasos honrados collegas de ouvirem- commendago que eu fazia naquella carta? Co-
me sobre urna questo cujas peripecias foram por mo deT'a *'lo i foi sempre tija, senhores, co-
mim apreciadas de perto, em virtude da posigo mo partida de quem nao tinha em vista que sua
der por ter aceitado o cargo de ministro e "secre-
tario de estado dos negocios estrangeiros o Exm.
Sr. conselheiro Antonio Coelho de S e Albu-
querque, um dos eleilos no dia 30 de dezembro
ultimo ; pelo que nenhum fundamento tem a
duvida por Vmc. suscitada sedevia ou nao, con-
vocar esses eleitores para reunir-se em collegio
eleitoral na matriz dessa villa, o que cortamente
nao se dedaz dos termos alias bem claros e pre-
cisos da circular desta presidencia de 19 de de-
zembro do anno passado, a que Vmc allude.
E porque, segundo se infere do citado officio,
os eleitores dessa freguzia nao concorreram com
o seu voto para a predila eleigo no dia designa-
do, nao constituindo elles a maioria desse 3 dis-
tricto, a que pertencem, nao podem mais votar,
em vista da doutrina estabelecida ao art. 60 da
lei de 19 de agosto de 1846, explicado por diffe-
reote3 decisoes do goveroo, do que scientifico
Vmc para sua direcgo e flm conveniente.
Dito ao vigario do Bonito. Trazeodo ao meu
coohecimeolo o director geral da iostruego pu-
blica que Vmc. se tem recusado, com prejuizo do
servigo publico, ao exercicio de delegado lutera-
no dessa freguzia, que lhe compete por lei nos
impedimentos do effectivo, pelos motivos cons-
tantes do officio que Vmc. lhe dirigi em 20 de
maio prximo fiado, ordeno Vmc. que cumpra
o que a lei lhe determina ej lhe foi recommea-
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
CAARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSAO EM 24 DE MAIO.
Presidencia do Sr.visconde de Camaragibe.
Ao mel dia fez-se a chamada, e o Sr. pre-
sidente declarou aberla a seuo.
Lida e approvada a acta, o Sr. 1 secretario
deu conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Cinco officios do ministro do imperio, datados
de hontem : 1 e 2", enviando as actas de oilo
collegios do 3 districto da provincia do Rio de
Janeiro, na eleigo a que se procedeu no dia 5 do
| correte para preenchimento da vaga que leve
25..Pde reerd dreC,,0r> DStr,UC5a0 PUblCa' *" -oil o do "ir Sayo l3 ato par. o
deixando por cooseguinte de persistir em um pro- -
cediraeoto por demais inconveniente, que o su-
geita a urna responsabilidade legal, visto que nao
lhe compete aquilatar os actos da autoridade su-
perior para eximir-se das obrigages, que a lei
lhe prescreve.Remetteu-se copia deste officio ao
director geral da iostruego publica para seu co-
nhecimento.
Dilo cmara municipal de Garanhuns.Res-
pondeodo ao officio que me dirigi acamara mu-
nicipal de Garanhuns em o 1 do crrante, cbe-
me dizer-lhe que a arrematago dos impostes a
cargo de ministro da justiga ; e um officio com
que o presidente da provincia da Parahyba re-
metteu a informago do juit de direito da comar-
ca de S. Joo. sobre a eleigo primaria da paro-
chia do Teixeira. A' commisso de poderes.
Participando com o 3o, 4 e 5 lerem-se expe-
dido as ordens necessarias ao presidente da pro-
vincia de Minas-Geraes, em enraprimento do que
resolveu esta cmara, approvando as eleigoes do
1", 3 e 5 districtos da mesma provincia. In-
teirada.
official que eu oceupava na provincia de Pernam-
buco durante o processo eleitoral, e em segundo
lugar, porque tenho necessidade de explicar al-
guos de meus actos relativos ao assumpto em
discussao, os quaes podem ser tidos, ou como
contradictorios com outros, ou como iotervengo
iodebita no processo eleitoral.
A cmara sabe que com resignago evanglica
deve um presidente de provincia ouvir todas
quantas aecusagdes lhe querem fazer, embora
com iojuatiga notoria : pode portanto a cmara
apreciar a paciencia com que en ouviria em Per-
nambuco affirmar-se que eu tinha um interesse
immediato na questo que se agita hoje nesta ca-
sa ; que mesmo motivos lateotes actuavam em
meu espirito para desejar v-la resolvida por es
ta ou por aquella forma.
recommendago tivesse alcance a que nao pu-
desse attingir a de qualquer particular, cujo no-
me se recommendasse por algum titulo. E para
prova do que estou dizeodo, permitta-me a c-
mara que retira um facto que a meu ver prova
concludentemenle a proposigo que aveoturei.
Tendo-se entendido commigo oa capital de
Pernambuco urna influencia do partido liberal,
que era ao mesmo tempo delegado de policia em
um termo do interior acerca de assumplos elei-
toraes, Uve occasio de recommendar-lhe a can-
didatura de um amigo meu, nos termos expos-
tos, e como mesmo me era possivel entendendo-
me com um liberal.
Essa influencia eleitoral retirou-se; tratou-se
da eleigo, e nella triumpharam tres candidatos
rn"mPrr.2Ua"a lrma-. Denhum dos I"3 foi meu recoraraendado. que"
nh^2! fiereiV,-UDt0,' wnhores, que te- nao teve ahi um voto I Entretanto governei a
m^h.n.1 de 'ndeclLn"*V phcar-me a provincia de Pernambuco depois dissopor espago
SSVt a e e,p,0i ?ao pe,a vee>ade, que de quatro mezes. e o delegado ficou no seu lu-
nao me domina, de dirigir o juno da cmara, u- gar, e creio que ainda oelle se cooserva.
u,m^rT" h.omei,s8em opiniao, que mu- Alguus dos nobres deputados de Peroambuco
to aprecio, daquelles que em Peroambuco pode- coohecem perfitameate aquella ioflueocia local,
ram crer as calumnias de que fui victima, cer- e souberam do facto a que alludo.
ca do interesse que se me attribuia na deciso dos Eolendo que aquello meu procedimento foi
negocios eleitoraes do 4o districto da provincia, "muito significativo em relago eleigo.
s que sustentara que ao Taes foram, senhores, os termos em que en-
tend poder recemmendar algunas candidaturas
na provincia de Pernambuco. Creio que nao ha-
ver pessoa alguma que com razo possa affirmar
que me portei de modo difireme.
O Sr. Ottoni: Mas bastante o que fez.
O Sr. Silveira Lobo : Isso basta para cen-
surarse a V. Exc com muito fundamento.
O Sr. Leito da Cunha : Mas os nobres de-
putados mesmos ho de concordar pelo menos
em que louvavel a franqueza com que me
porto.
O Sr. Silveira Lobo : Eu a louvo, aprecio e
agradego muito.
O Sr. Leito da Cnnha assim que en-
feudo que deve proceder um representante da
nago.
enhores, o homem que nao tem a coragem
dos seus actos, que nao tem a franqueza de
manifesta-los, nao deve merecer aprego algum.
(Apoiados.)
Mas voltando a questo do 4o districto de Per-
nambuco, da qual me tem desviado por algum
modo os apartes, direi que tendo-me negado a
recommendar para ali, por motivos que desne-
cessario apreciar agora, candidatura alguma
excepgo daquella a que me refer na pouco,
visto que nenhuma m vontade tinha en do
honrado contendor que ae assenta agora na casa,
nem a de qualquer dos outros.
Entretanto de minha absteogo em pronun-
ciar-me acerca do segundo candidato resultou a
meu ver a desordena que houve naquelle distric-
to, e d'ahi as duplcalas com que agora lu-
amos.
Senhores, reconhego que as causas polticas
nao marchara regularmente oo nosso paiz; pelo
contrario, sou dos que entender que a actuali-
dade nao boa.
Urna prova disso a descrenga que acta em
todos os espiritos.
E' nm symptoma esse da situago anmala do
governo representativo entre nos,
(Apoiados.)
No entretanto f necesario accitr os fados,
governo deve ser vedada toda e qualquer Ioter-
vengo em quesloes eleitoraes; pelo contrario,
me parece que de sua alta e importante misso
na sociedade decorre naturalmeote a obrigago de
nao cruzar elle os bragos ante um successo to
importante, to altamente significativo na vida
dos governos representativos, como a eleigo
dos representantes da nago. (Apoiados.)
Fica entendido, senhores, que eu e outros que
sustentamos esta doutrina nao queremos por for-
ma alguma que o governo entre na lula eleitoral
com os recursos officiaes, contra os quaes em
rerdade difficil lutar cora vantagem, e ainda
menos que empregue meios reprovados ante os
quaes recua qualquer homem de bem (apoiados);
mas queremos que o governo se aprsente como
urna das opinies do paiz que pelo menos dispe
da preaumpgo de saber e de moralidade, porque
o governo, como sabis, as formas representa-
tivas, nao outra cousa seno a opinio no po-
der: queremos que s se sirva elle dos muitos
meios de que dispe para fallar a vontade livre
-dos cidados; evitando assim quo o juizo publico
se traosvie e se lance em extremos, nos quaes
pdem at encontrar a sua perdigo as iostitui-
goes e o paiz. (Apoiados, muito bem.)
Me parece, senhores, que o governo que nao
tem principios fixos, ideas assentadaa a fazer va-
ler, a fazer vingar na posse do poder, um go-
verno inepto (apoiados): e o que as tem e os
abandona precisamente na occasio mais critica
como a de urna eleigo, comeca por faltar a um
de seus mais importantes deveres e acaba por
suicidar-se: e o suicidio na vida poltica um
crime, como o na vida animal. (Apoiados)
Sei, senhores, que contra as ideas que expen-
i kDla"8e 8rnde grita, grande celeuma, sem
se lembrarem os que assim procedem que aeme-
Ihantes ideas, errneas ae o quizerem, devem
ser aceitas como um principio que pode bem ser
combatido; mas no terreno de d^acusso calma
e reflecUda, principio que tem q direito de nao
aceitar que se lhe opponha s como refutaco os
abuso, 1 Onie nao pode haver abusos? No uso
Esse senhor era delegado oa
e com elles sao obrigados a haver-se os homens a
quem se entrega as redeas da administraco no
aiz.
J v a cmara que nao admira que as ioflu-
encias do interior das nossas provincias procu-
rem muitas vezes ouvir aos presidentes sobre
candidaturas, principalmente quando ellas sur-
gen) de lodos os lados
Nem vejo, a fallar a verdade que haja oisso
motivo de ceosura a essas iofluencias ; nem ao
providente quo aaUsfazeodo aos sou doeejos
erante seu parecer a semelhante respeito.
totreanto, tendo-se dado isso no 4* districto
de Pernambuco. neguei-me, como disfe, a pro-
nunciar-me acerca do segundo candidato por
aquella districto, e disso resultou, pens eu, o
multiplicarem-se as duplicatas com que ora es-
tamos lutando.
Os escndalos que se deram em parle das fre-
guezias do 4o districto nao teriam lugar, no meu
entender, se tiveue havido quem intelligento e
imparcial dsse urna direcgo conveoieote
aquelles negocios.
Estou disposto, senhores, a nao aventurar nesta
discussao ama s proposigo que nao seja imme-
^latamente seguida de prova irrecusavel.
Portanto, a cmara ter paciencia de ouvir a
leitura de alguns papis : sei que isto eofado-
uho ; por isso procurarei limittar-me quanto fr
possivel.
Tenho aqu urna carta de urna das ioflueacias
eleitoraes da comarca do Booito, que pertence
ao 4o districto'eleitoral de Peroambuco, na qual,
depois de tratar-se das eleigoes e de queixas coa-
Ira a policia local por iotervengo iodebita oas
mesmas eleigoes se me diz: E como estamos
indecisos acerca dos diversos candidatos que so-
licita m nossos votos, tomo a liberdade de pedir a
V. Exc que nos guie com seu esclarecido juizo
neste negocio.
O Sr. Ottoni :
subdelegado ?
O Sr. Leito da Cunha : Nem urna nem
outra cousa, simples influencia local.
O Sr. Ottoni : Ah I......
O Sr. Leito da Cunha : O que se ve que
aquella influencia eslava disposta a aceitar a
candidatura que eu iodicasse.
O Sr. Ottonl : Foase quem fosse.
O Sr. Leito da Cunha : Depois daquella
carta recebl ainda outra assigoada ento por
diversos, fazendo-me a mesma solicitago.
O Sr. Ottoni : Como est adiantado o Ba-
oito !
O Sr. Correa de Oliveira : Como est sendo
elogiada a provincia de Pernambuco I
O Sr. Carvalho Reis : O bonito tornou-se
feio.
O Sr. Leito da Cunha : Permittam-me oa
nobres deputados que lhes observe que nao sei
que fique mal a qualquer influencia de eloiges
consultar ao presidente da provincia, desde que
ha certeza de que nao ser elle capaz de fazee
imposiges que desairem a quem o consulta.
E se tenho referido os factos que a essa acaba
de ouvir, porque tenho necessidade de provar
al a evidencia a imparcialidade com que me
portei na questo dos dous honrados contendores
pelo 4o districto eleitoral de Pernambuco que
hoje disputo urna cadelra nesta cmara, e des-
truir assim as imputages que em contrario se
me tem laogado.
Direi agora, senhores, que tanto nao se illudi-
ram as influencias da comarca do Bonito, oavin-
do-me sobre a eleigo, que lhes respond do
modo seguinte :
Ioteirado do contedo da carta que V. S. a
outros senhores liveram a bondade de dirigir-me
cora data de 7 do corrente (Janeiro), cumpre-me
dizer-lhes que, attendendo ao que me represen-
tara sobre os embaragos com que ahi lutam no
processo eleitoral, tenho dado hoje todas as pro-
videocias para que lhes sejam plenamente garan-
tidos os seus direitos; econfiando eu bastante
no espirito de ordem que os domina, devo crer
que a eleigo se concluir do melhor modo:
Agradego-lhes cordialmente a bondade com
que quizeram ouvir-me acerca da escolha do
segu'ndo candidato eleigo por esse circulo, e
espero que daro seus votos a um cidado que,
mais digno lhes parecer de seus suffragios.
Parece-me, senhores, sufflciente o que acabo
de expender para provar qve nenhum embarago,
por minimo que fosse, puz eu eleigo do hon-
rado contendor de urna cadeira nesta casa, que
est presente, e que portanto com todos os
dados de inteira imparcialidade posao hoje
emitlir meu juizo acerca das eleigoes que esto
em discussao.
Perpassarei apenas por alguma das eleigoes
do 4* districto de Pernambuco que me parecer
nao poder ser approvadas por forma alguma.
Deixarei aos meus honrados collegas que tem
de tomar parte neste debate o enfadooho traba-
lho do exame das actas e das outras particula-
ridades da mesma eleigo : limitarei a minha
analyse aos defeitos eapitaes delta.
Principiarei, senhores, pela eleigo do Bonito.
No collegio do Bonito formou-se a mesa elei-
toral sem contestago no dia marcado oa lei. De-
pois de comegar a funecionar a mesa, communi-
cou-me a maioria della que o delegado de poli-
cia apresentando-se na matriz prohibir a vo-
tantes qualificados que fossem depositar seus vo-
tos na urna, dizendo que assim proceda para
cumprir as ordens que recebera do presidente da
proviocia.
Ora, posto que eu escrupulisasse em crer logo
as asserges da maioria da mesa, que era com-
posta de pessoas adversas ao lado politieo da
maioria. favor de quem se dizia inclinar-se o
delegado, todava, pelo facto que refirira a mesa,
de ter-se essa autoridade prevalecido do nnme do
governo para proceder do modo porque se quei-
xavam os representantes, porque o delegado con-
fessara o facto em officio que me dirigi, posto
que proeurasse jastifica-lo, o demitti, e dirig
mesa do Booito o seguinte officio:
2a secgo.Palacio do goveroo de Peraam-
buco, 10 de Janeiro de 1861.Scienle pelos offi-
cios que me dirigi a maioria da mesa paroehiai
da freguzia do Bonito, com data de 7 deste mez,
dos motivos que lhe acoDselbaram a suspengo
dos respectivos trabalhos que at eoto haviam
corrido regularmente, apresso-me em declarar-lho
que ficam expedidas as mais terminantes pro-
videncias para que soja a mesa paroehiai garan-
tida ne desempenbo de suas attribuiges, respei-
tando-se como convem as suas decisoes legaes ;
e lhe recommendo que continu nos termos do
processo eleitoral, afim de que este se conclua
em ordem, e com a precisa legalidade.
Expedido este officio, appareceu-me na capital"
a maioria da mesa do Benito, expondo-me ver-
balmente o que dissera por escripto, e pedindo
de novo providencias. Disse-lne que se ret
rassem para o Bonito, porque as providencias ex-
pedidas, me pareoiam suficientes.
Retiraram-se eoto os membros da maioria da
mesa, e chegando ao Bonito encontraran! a elei-
go concluida pela minora, porque dous eleito-
res della que tioham all ficado, vendo que o
jaiz de paz presidente ae tinha retirado para a
capital, com os outros membros di maioria cha-
maran) o juiz municipal e requereram-lbe que
maodaue abrir judicialmente a urna e prougui-
ram na eleigo, cam um suppleale do juiu da
paz.
Representara,m.me enljp qs membros da maio-
0


*titl Ifl.ftilDL 3 iIB /T
UR10 DI fERllMMCk SEXTA FEIRV18 DI JKHO 1M1<


Ta contra este novo fado, dieendo que, Titto ter
minora concluido eleigo, nio era poeirel a
lia maioria proseguir nos respectivos trabalhos,
omo eu lhe determinara, e que, como en coo-
seqaencie do occorride havia ella marcado nova
leigo para o da .18 de Janeiro, me peflia que
Ibe remellesse urna copia da qnalicagao da au-
iheotica existente aa secretaria ; porque reeolhi-
nicipal pela minora logo que coocluio a eleicao,
nagava-se a cmara a prestar o mesmo livro para
nova eleigo do da 18.
No entretanto recebera eu tambera utn ofcio
4a minora, expondo as aecurrencias havidaa no
Bonito por modo diverso do queexpozera a maio
ria ; arffiraaudo que esta nao adiara a eleigo na
forma da le, mas abandonen os seus lugares, e
que por iaso ella minora lomara conta dalles na
forma da mesma le, e concluir a eleigo, re-
metlendo-me as actas respectivas.
Orno quer que foue, o que eslava averiguado
era que urna eleicao se concluir no Bonito, cu-
jo merecimento a poda aer apreciado por esta
augusta cmara, e que .a maioria careca de au-
torsago legal para fszer nova eleicao como pre-
tenda, visto que o art. 60 da le regulsmentar
deltas apenas a autorisava para proseguir na
eleigo interrompida, que alias hourera sido
concluida pela minorii, como jadiase. Emon-
sequeocia do occorrido que acabo de referir
cmara, dirig maioria da mesado Bonito o of-
ficio seguinte :
Palacio do governo de Pernambuco, 16 de
Janeiro de 1861.Por ofikio de 7 deste mez com-
municaram Vmcs. a esta presidencia, que coagi-
dos pelas providencias pralicadas pelo delegado
de polica desse termo haviam suspendido os
trabalhos da eleicao de eleitores, a que ento se
proceda at mirilla ulterior deiiberago. Em 10
do corrente commuoicaram anda Vmcs. quecon-
tinuavam sob a mesma coaccao, e que a miuoria
da mesa parochial no dia seguiule ao da suspen-
sao dos respectivos trabalhos, piesidida pelo Io
supplents do juiz de paz, temi abarlo a urna e
anossandorse dos oanei a litros ella guardados,
continuara n is termos do processo eleiloral. Em
vista de taes iu(prrn.sgoes provideociei comocoo-
vinlia, indicando que Vmcs., c instituidos em
maioria, continuasseru a eleigo assim snspansa
adiada, e nesle sentido offcioi i minera, para
que aguardaste o dia designado para essa reu-
niao, aiiru de proseguir-se nos trabalhos com a
possivel legalidade. Coostando-nie porm ago-
ra, por pariicipagei ofliciaes hoje recebidas, que
Vmcs. nao suspeuderam nem aliaram essa elei-
cao nos termos do art. 60 da le de 10 de agosto
de 1846, como aifirmarara em seus citados oili-
cios fazendo-se disto expresas menao na acta
como regular, mas sim que abandonarAm seus
lugares na mesa parochial, a qual constluiodo-
seem acto continuado coui o Io supplente do
juiz de paz na ausencia ou impedimeuto dus ou-
>res, o mais dous membrus designados na forma
da le, concluir a eleicao de que eoviou a esta
presidencia a respectiva acta com as formalida-
des legaes. o que ce confirma com um o lucio que
me fui presente do 2 juiz de paz Theotonio Jos
de Freitas, parlicipaudo ao 3 Malinas Ferreira
de Mello, que por impedimento de molestia nao
poda preslar-se a presidir a n esa parochial
como lhe campria, por igual impedimento ao Io,
sendo aquelle mesmo juiz que depuis assevera
ler fuoccionado e suspendido os trabalhos. Evi-
dencia-se do exposto que regular ou irregular-
menle a eleicao dessa freguezia est concluida, e
que nao caben Jo as attribuiges da presidencia
conhecer de seu merecimento e legalidade, nio
pode ser satiifeits a requsico feila pot Vmcs.
em seus ofcios de 13 do'correle mez, de urna
copia da qualicecao extrahida da.sutheotica
existente na secretaria do governo, am de por
-ella fazerem urna nova eleigo, como tem Vmcs.
deliberado, mandando atujar editaes, e de cuja
validade, so com effeito a realizaren), lambem
so poder competente poder julgar, oque lu-
do coosla dos referidos officioe, que lenho assim
respondido.
Apezar da resposta contida no utBcio que aca-
bo de ler cmara, a maioria da mesa parochial
do Bonito fez urna outra eleicao no dia 18 de Ja-
neiro 1 eleicao que o parecer em discusso an-
oulls, a meu ver, com toda a razo.
Com effeito, anda concedendo por argumentar
que a maioria da mesa parochial do Bonito pu-
desso fazer urna nova eleicao em dia difiVrente
do marcado na le, ou pelo edital de que trata o
artigo 60 da lei, que nao houve. claro que a-
quelU a quo se procedeu no Ronito no dia 18
de Janeiro nao poderia por forma alguma ser
approvada, j porque nao procedeu a ella no-
ohuma das formalidades que a lei exige, e euja
falta importa em urna verdadeira sorpresa feila
eos votjntes e a todos os interessados na elei-
cao....
O Sr. Fernaudes da Cunha : Apoiado.
O Sr. Paes Brrelo: Lea o officio do juiz
de direilo, que diz que foi urna cacoada a tal
eleicao.
O Sr. Leito da .Cunha : .... como princi-
palmente porque semelhanle eleicao foi feita
sera o livro da qualicago negado "pela cma-
ra, e sem copia regular aella negada pelo pre-
sidente da provincia.
ludo quanto acabo de expender consta de do-
cumentos ofliciaes irrecusaveis que vem snnexos
aos papis desta eleigo. Creio portanto que ella
nao pude por forma alguma ser approvada pela
cmara. A extiacta commisso de poderes foi
de parecer que se approvasse a outra eleicao do
Bonito. A'cerca della j a cmara onvio o que
se deu, e tambera sabe que o facto grave que
proporciopou a minora da mesa parochial o con-
clu-la foi a intervengo, argida pela maioria
do delegado de polica no processo eleitoral.
J eu disse que por semelhante facto o de-
mitti No entretanto dfendeu-se o delegado,
e o defender hoje alguns dos nossos honrados
collegas, allegaodo que o delegado devia, como
autoridade policial, nao consentir que na ma-
triz do Bonito entrasse um grupo de homeos que
j haviam votado primeira e segunda vez, para
provocarem um conflicto que elle delegado o eu-
tou a pedido de muitos cidados com a provi-
dencia que tomou de vedar-lhes a entrada na
matriz. Com effeito foi isso o que me disse o
delegado era officio defendendo-se da arguico
que lhe fizeram. v
A cmara apreciar se a defesa do delegado
de polica, feila aesles termos, ou nao proce-
dente para nao aonullar a eleicao. O que fac-
i e que eu como presidente da provincia enten-
d que nao devia Oeia.c de demitli-lo como
llZa
O Sr. Paula Fonseca t V. Exc. est dando
a melhor prova quo possivel di nulhdade des-
ta eleigo.
O Sr. Leitao da Cunha : O que sei que
cora isto estou mostrando a mioha inleir impar-
cialidade na eleigo que discutimos. (Apoia-
dos.)
Os nobres deputados ho de concordar comigo
era que quem acaba de ser presidente de provin-
cia, e quer mostrar a sua imparcialidade em ama
eleigo nao o pode fazer por melhor forma do
que estou fazeodo.
Oque facto que julguei conveniente de-
xnitiir o delegado de polica, nao s porque pro-
fcio aos votaotes a entrada na igreja, como por-
que me coostou que elle autorisra esse sea pro-
cedimeuto com o nomo do presidente da pro-
vincia. '
Os nobres deputados hao de concordar em que
estes factos erara bastantes para a sua derais-
sao.
Ei8 aqui o que ha em resumo a resuelto do
Bonito.
A segunda eleicao a meu ver nao pode por
orma alguma ser approvoda como j dsse.
yuanto11 primeira, se esliver provado que com
effeito deu-se a coacto que imputram ao dele-
gado de polica, a cmara jalear se deve ou
nao approvar essa eleicao.
O Sr. Taques : Pego a V. Exc que nos diga
qual a sua opiniao.
O Sr. Leitao da Cunha : J disse que demit-
li esse delegado de polica, por entender que elle
inha procedido irregularraente.
Urna voz: E V. Exc. eoUnde que a pri-
ifco*? Sao de,e ,er ,Bauada Por este
O Sr. Bezerra Gavalcanti : Haremos defen-
der o delegado.
OSr. Villela Pames : V. Etc. demHtio do
Bonito esse delegado ; porm depois o nomeou
para delegado de Barreiros.
OSr. Leitao da Canha : Acaman t ate
pormaior que seja o meu desejo de resumir o
meu discurso, ao posso entretanto deixar de
Hender a apartes como o que acabo de oarir,
e que se oso orem respondidos podem ser in-
terpretados de urna inaneira desairosa para
Diz o nobre deputado pelo4* diatriclo de Per-
*abMO, que unto Me delegado mereca a
mioha confianza, que depois de demitli-le do
Boaito, o aomeei para outra commisso. #lo-
meei-o, verdade, mas q*ando 1 Quando j
nao havia ereicio de deputados.
E' nalnral.qae eu nio dsse outra commisso a
este delegado se se tratasse anda de semelhante
eleigao, mas a pocha e lugar erara diversos, e a
cmara sabe que um militar, como era aquelle
hornera, poda ser mwito digno delegado em ou-
tro disirido que nao fosse o do Bonito, e em
pechs difireme. _
O Sr. Caes Barreto: Se tinha praticado a
coagao era conveniente demilti-lo na occasiao ;
mas V. Exc o devia responiabilisar por esse
acto.
OSr. Leitao da Cunha : Maus senhores, eu
nao quero dizer ; e nem a cmara pode ter con-
cluido da minha exposlgo, que estivesse plena-
mente convencido de que o delegado do Bonito
tulervieia na eleicao da maoeira porque lh'o
impulavo; mas todos concordaro comigo em
que jualquer presidenta de provincia que qui-
zesse estar cima das questes de partido demit-
tirla um delegado de polica pela simples decla-
rago de haver intervindo por semelhanle modo
em urna eleicao, sera comtulo achar motivo
para outro procediraento.
O Sr. Correa de Oliveira : Entao j nao lia
motivo para se annullar a primeira eleicao, se-
gundo o nobre deputado.
O Sr. Leito. da Cunha : E eu j afflrmel que
o havia ? Nao disse eu anda ha pouco que a
cmara decidira se a coaccao allegada outra o
delegado era motivo sufficiente para a nullidade
da eleico t O que tenho aflirraado, e o que re-
pito que para a sua demUso baslava al a
mera presumpeo de haver praticado esse facto.
O Sr. Paei Barreto: Eu explicarei qual foi
a coaccao.
O Sr. Correa de Oliveira : Eu lenho moti-
vos para proar que o governo inlerveio inuto
directamente na rleigao.
O Sr. Leito da Cunha : Senhores, eu enten-
do quo toda a vez que um presidente de pro-
vincia rnnegu proraC e explicar a SUa nao
acquiecencia a actos de\inlerfreocia indebita do
autoridades policiaes subalternas no processo
eleiloral tem feito a sua defesa completa.
Ouvi agora ao nobre deputado que se seota no
baoco da extrema direits dizer que tem motivos
para provar que o governo iolerveio na elelco
O Sr Corr, i .la I llU-nir -__i: >.!. ...
x- t- ?"-. "'.....="nu.------- --.B" j i"""i uu pape, araiu-
U sr. Correa deOhveira :E questao para lo- daram a letra.
occasiao declaro a V. Exc. que oo
do governo na eleigo do meu circulo.
O Sr. Leito da Cunha :Com relacSn ao apar-
te que acabo de ouvir limitar-me-hei por ora a
ponderar que nao houe talrez era lodo o impe-
rio, na luta eleiloral que passou, um presidente
de provincia que fosse mais aecusado pelo parti-
do liberal do que eu o fui em Pernambuco; en-
tretanto um conservador extremo dalli, o pri-
meiro e at agora o nico, que ameaca ao gover-
no de accusa-lo, naturalmente por intermedio do
seu delegado em Pernambuco, por iutervencao
indebita na eleigo do seu dstriclo I
Disso tiro eu j urna eoncluso que desenvol-
vere! opportuuamenie. e v,em a ser que o presi-
dente que esteve na provincia de Pernambuco
durante o processo i. le toral nao agradou aos exa-
gerados nem de um nem de outro partido. Os
bomens sensatos que moralisem o facto.
O Sr. Correa de Oliveira :Ku hei de mostrar
que foi soinpre incoherente.
O Sr. Leito da Cunda :lacohereoie ?
O Sr. Paes Brrelo :Islo para depois, va-
mos eleicao do 4o dislricto.
O Sr. Leito da Cunha :Diz bem V. Exc.
eixando a eleicao do Boaito, Sr. presidente, pas-
sarei de Papacaca.
Na pacochia de Papacaca houve igualmente
duas eleices. O juiz de paz apresentou-se na
matriz no dia desigoado pela lei, e pouco tempo
depois abandooou a igreja, no dizer da parciali-
dade opposla, e foi fazer oulra eleicao em urna
casa particular.
Isto o que consta de papis offlciaes que te-
nho aqui, mas que enlendo que seria urna mas-
sada para mira e para a cmara l-los; entretan-
to possivel que nao conste delles quanto baste
para provar-se que com etfeito a eleigo foi feita
em casa particular, e nao na matriz.
O facto que a mesa legal da parochia do Pa-
pacara fez a eleigo e remellen as acias ao-presi-
dente da provincia na forma da lei; urna parte
porm da mesa reprssentou da mesma forma que
os do Boaito, contra factos pralicados pela mes-
ma mesa, que no seu dizer havia simulado ape-
nas urna eleicao.
O Sr. Paes Barreto:Nao foi a outra parlo, e
sim outros eioitores que se queixsram.
O Sr. Leitao da Cunha (depois de examinar uns
papis) :&' verdade, foram, como diz o honra-
do deputado por Pernambuco, alguns eleitores
os representantes. Aqai tenho a sua represen-
tarlo, que nao leio por ser muito extensa, mas
que contm em resumo o que j refer. Logo que
recebi essa representago dirig mesa eleiloral
o seguinte ofllcio :
4a secgo.Palacio do governo do Pernam-
buco, 8 dejaneiro de 1861. Alguns eleitores e
supplentes dessa freguezia acabara de represen-
lar-me que Vmcs., tendo-se reunido no dia 30
de dezemhro prximo Ando na igreja matriz, am
de proceder-se eleigao de eleitores, depois de
constituidos em mesa parochial, sem as formali-
dades legaes, e sera que para isto coocorressem
com seus votos os eleitores entao presentes, co-
mo preceili o Io do art. Io do decreto n. 812
de 19 de setembro de 1855, reliraram-so para
urna casa particular, onde lera continuado o pro-
cesso eleitoral; apresso-me em declsrar-lhe pa-
ra sua intelligenca e governo que nao regular
esso procediraento, e que taes vicios e defeitos
poderao constituir nullidade insanav"el ao mesmo
processo, quando dello tomar conhecimenlo o
poder compleme.
Como v a cmara, este officio conlra
urna advertencia, ou antes um aviso que
poda ter ido evitar em Papacaca a continuaco
dos abusos por parte da mesa se com effeito elles
se davam.
Entretanto aos representantes respond eu nos
termos do seguinte officio :
2* sec;o.Palacio do governo de Pernam-
buco, 8 de Janeiro de 1861.Nao sendo da altri-
ba,;o desta presidencia conhecer dos vicios e
irregularidades que Vmcs. attribuem, na repre-
sentarlo que rae dirigiram, eleigo de eleitores
que se est procedendo nessa fregaezia, cabe me
declarar-lhes qua opportunaraente sero elles
apreciados pelo poder competente, a qjera re-
metiere! a mesma representacio. Entretanto
lenho dado as providencia* possiveis para qae se-
jam cumprils e guardadas naquella eleicao as
disposicoes da lei como convm.
Apezar, porm, do officio que a cmara acabou
de ouvir, os horaeos ds 2" eleicio de Papacaga.
a qaem eu dirigir o officio, ass'entaram de fazer
nova eleicao no dii 20 de Janeiro e a realisaram.
Consta de documentos irrecusaveis que esto
juntos aos papis que foram presentes commis-
so que semelhante eleigo se fez sem preceden-
cia de qualquer dss formalidades exigidas por
le, principalmente sem lista de qualiflcacao ou
livro ella. *
E' visto oortanto que semelhante eleicSo nao
pode por forma alguma ser hoje approvada, em-
bora tambera nao seja a primeira contra a qual
alias oo vi documento uthentico que provasse
as necessidades que lhe imputaran.
Pasearei j a Aguas Bellas.
Foi all que o cyoismo em eleices se ostentos
de modo ioeompreheosivel como a cmara vai
ver.
Procedia-se eleicao de eleitores, quando por
occasiao da terceira chamada foi a matriz inva-
dida por urna horda de inlios da aldea Panema
testa dos quaes se achlva o seu director interi-
no. Houve ento urna scena de carnificina de
impoislvel deseripgSo, da qual resultaram la
mortes e 10 e tantos feriraentos. Depois desta
scena em que um combate formal se travou, quer
dentro da igreja, qaer fra della, a ponto de se-
rem victimas at um velho e urna criaoca que
neohuma parte linham lomado na eleigo, e que
estando sentados porta de sua Casa, foram fe-
ridos por urna bala perdida de um dos bacamar-
tes; depois de urna tal scena, digo, pode a c-
mara apreciar o que acontecera naquella povoa-
Co. Tudo fugio, principiando pelos membros
da mesa ; rasgpu-se o livro da qualiflcacao;
queorou-se a urna; os que compunham a mesa
a abandonaran), e foglrarn da povoago ; os ha-
bitantes mesmo a deixaram ansentando-sc, e 6
15 ou 20 das depois, chegando all o juiz de di-
reito de Garanhuns, acorapanhado do delegado
de polica de Buique e de duremos homeos da
guarda nacional de paisanos que elle tinha atre-
gimealado para ir em soccorro da freguezia de
Aguas-Bellas, que pude conseguir por meie
por assim dizer de predicas chamar ao ?eio da
povoagao os horaens que se linham ausentado
della.
Entretanto, note a cmara este ifftr parecem hoje aqnl actas de eleices qiie je di-
zera feitas em Aguas Bellas nos dous ou Usadlas
T
i.
tfli
depois daquella sanguinolenta scena .
E essas actas Sguram entre os papis da elei-
?ao do 4* diatricto da Pernambuco I E essas ac-
tas foram aceitas pelo collegio de Buique, e at-
lendidas pela cmara apuradora de Caruata 1
Meus senhores, eu creio qae seria argumento
bastante para provar que em Aguas-Bellas nao
houve eleicao alguma, o ver-se qae ella se diz
feita pouco dapois de usaa carnificina como a
qne leve lugar all por aceaaiao, note anda rea-
mara, da terceira chamada, que foi ioterrompida
por essa raortaodada. Esta simples considra-
lo bastante, a meu ver, para provar que nao
uveeleico em Aguas-Bellas. Has quer a cama-
UBia.pniyB: material de .que tal rteigao-rrao exis-
Mottrar-lhe-hei as actas em que se figura
urna das duas eleigoes que dizera houve
alli.
O Sr. Taes Barreto :Nioguem sustenta essa
eleigao.
O Sr. Pigueira de Mello ;Impugnar seme-
lhante eleicao perder tempo.
O Sr. Leitao da Cunta :Entretanto cerlo
que o collegio de Bujque aceilou urna das taes
eleices de Aguas-Bellas; cedo que a cmara
municipal deCaruar apurou a volacao do col-
legio de Buique em que figurara eleitores feitos
em Aguas-Bellas ; cario -anda que s*us votos
figurara nos diplomas que acamara expedio aos
dous eleitos pelo dislricto ; como enlo hei de
passar por alto em semelhanle assumplo; quan-
do a sua apreciaoao moraliea a el-ieao que se
discute do 4 dislricto de Pernambuco ?
lenham, porUuto, paciencia os nobres depu-
tados, que serei breve. Esta acta de Aguas-Bel-
las (motraado-a) escripia ao principio com le-
tra naturalmente regular, e concluida com letra
muito aperlada e miuda ; o que prora islo ?
Prova o laclo que raleme-'sB deu de os bo-
mens, dispersos como se acharam, andarem com
o papel era branco colhendo assigoaluras dos que
gurtm sendo mesar ios, e que depois tendo la-
vrado a sota, e vendo que a rauneira por que ti-
nhara comecado a escreve-la nao deixava espa-
oo para o que anda reslava a dizer e escrever.
s das assigoaiuras j postas no papel.
fio
ra
lio ?
feita
Com asta outra acta (mostrando-a) acouteceulo
coociuire a mioha missao nesla casa sera de- contraro ; pnncipiaram-a com urna letra um pou-
r a interveugo indebita e escandalosa "co aperlada, mas vendo-se o espago em branco
que ncava antes das assigoaiuras j postas no
papel alargaram desmasiadamenlea letra I
Alera disto, senhores, aqui tenho o despacho
do chele de polica que iodo a Aguas-Bellas ave-
riguar os fados da mortandaude que alli se de-
ram vericou que aquellee horneas linham fal-
sificando estas actas, figurando urna eleigo que
nunca alli houve, prouuociou-os.
Semelhante eleicao pode ser provada hoje ?
Creio que ninguem o dir.
Mas o collegio de Buique em que votaran] con-
juactameate os eleitores de ama das turmas del-
les, que se tgurou eleitas em Aguas-Bellas, po-
der ser hoje tambera aceilo ? Creio que nao.
Peoao pnanlo, senhores, ler mostrado que as
forgas que se representarais na parochia do Bo-
nito, na de Papacaga e no Buiqae, e as scenas
de sanguc de afMkv Bellas com o nome de elei-
ges uo podem ser hoje aceitas como lies. Dei-
xo aos meus honrados collogas que lomaro par-
le nesle dbale de o mostrarem qual dos dous
candidatos que aioda nao tem asenlo na casa
rene naquellas eircuinstancias maioria de votos
para oble-lo.
Sei que neohuma influencia podem ter os de-
ciso desta casa as que tomou a cmara munici-
pal da cidade de Carusr apuradon, na forma da
lei, da eleicao do 4" diatriclo de Pernambuco pa-
ra expedir os diplomas que expedio. No entre-
tanto nao conciuirei sem chamar a allengo dos
meus honrados collegas para os factos mais al-
tamente contrarios le e moralidado publica
pralicados por aquella cmara aioda com o Um
de mostrar como se fez em geral e coqcluio o
processo eleiloral daquelle dislricto;
Nao tralarei io fado de nao ter havido em Cj-
ruar apurago de votoscomo quor a lei em pre-
senga das acta dos diferentes collegios que
abrirara na occasiao, e sim pelas notas particu-
lares que apreseotou o presideote daquella c-
mara, e com as quaes maodou lavrar a acta di
apurago final dos votos, como se prova cora do-
cumentos aonexos aos papis que leve a com-
misso ue poderes ; limitar-me-hei a dizer que
leudo havido na parochia do Bonito dous colle-
gios distincin, uaa composto, como manda a lei,
dos eleitores do Bonito, de Gravat e de Bezer-
ros, e outros sement da 2o turma de eleitores
do Booilo, acamara aparadora pretorio este
aquelle, aproveilando no entretanto do primeiro
que ella mesma rejeitara, os votos de Grvala'
que coovnha aos Lius que a cmara tinha era
vista, lomando-os alias englobadamente na apu-
rago contra a lei, quando o collegio os tomara
era separado.
Aqui a cmara preferio um collegio que repre-
sentava os votos de urna s paiocbia, a de Bo-
aito ; entretanto que diz a acta., preferir ura
dos collegios duplicados do Buique smeote pelo
facto de representar os votos de duas parochias,
os de Buique e os de Aguas-Bellas ; os das taes
figuradas eleigoes de Aguas-Bellas feitas sobre
cadveres!
Vou toocluir, Sr. presidente ; nao devo tonftr
lempo de que precisio ob meus honrados colle-
gas que querem discutir a eleigio do 4a dislricto
de Pernambuco.
Como a cmara ouvio, fui emprazado por um
honrado deputado por aquella provincia pura
rima discusso sobre negocios daquella provincia
Tere muito pnzer de entrar nessa discusso, e
espero provar ento a sem-ra:ao com que sou
provocado, justificando os actos poriue fr ar-
gido.
apenss Sr. Correa de Oliveira :Alguns nao ha de
) anda 'Jstl8car.
OSr. Leito da Cunha : Veremos : mas des
de j pego ao nobre deputado que entre nessa
discusso com toda a calma, e nao irritado como
hoje se lera mostrado.
Senhores, quem acaba de governar urna pro
Foram aposentados : na igreja parochial de favor, mas sem vencimeotos, ao bacharel Cassio
Nessa Senhora ta Conceigo da Vi.la do Prado, Antouio da Cosa Ferreira,rjuiz de direlto da co-
da provincia e hspado da Baha, o oadre Jna- mama dn Rn..pj/> > ......i. j- ii____l:.
bispado _
SanVAnfia Barroso
O padre Joa-
ns igreja paro-
quira de .
cbial d Noeaa Senhora do Carmo do Morro do
Yoga, da meema provincia e bispado, o paire
Jos Nepomuceno Villas-Bous.
O commercio aehava-se em verdadeira apalhia,
sem haverem se qaer colsces, depois da partida
do vapor ingle*.
Eiso que digno de mengo por oxtenso encon-
Uamas nes ditos numero;.
- 9
Passaram honlem em primeira o segunda dis-
cusso, no senado, as resolugoes da cmara dos
deputados, aprovaodo o privilegio concedido a
Guilherme Bouliech e seus Clhos para fabricar
porcellanas, concedendo um anno de licenga cora
ordenado ao Dr. Jos Mara Correa de S e Be-
nevides para tralar de sua saude, e sentando o
deserabargador Joo Candido de Daos e Silva do
pagamento da quanla que dere fazenda pu-
blica ; e em terceira discusso a que approva a
aposentadora do Sr. baro de Coligipe.
Passoa lambem em primeira discusso a reso-
lugo approvaodo a penso de 600JOOO aonuaes
ao conego Manoel Roberto da Silva Oioiz ; e en-
trando em segunda, ficou adiada a requerimeuto
do Sr. Penua.
Conlinuou honlem n cmara dos deputados a
discusso do parecer sobre a eleigo do 2 dis-
trelo da provincia de S. Paulo, sendo o debate
sualeotsdo pelos Srs. iebias e -Martim Francisco.
Coube depois a palavrs ao Sr. Cosa Piolo, o
qual, depois de algumas observages sobre o
adiantameoto da hora, offereceu um requeriraen-
to de adiameoto, que nao foi volido por falta de
numero legal.
-10
Pelo vapor Mrquez de Caxias, entrado hon-
tem dos portos do sul, temos datas de Porto
Alegre at 2, e do Rio Grande at 4 do cor-
rente.
As correspondencias que vo transcriptas no
lugar competente, resumem o que de mais im-
portante occorrera na rrovincia depois das
ultimas noticias.
No Rio-Grande cahira no dia l um fortissimo
temporal, que felizmente nao causou grandes
estragos.
O Diario diz a tal respeito o seguinto :
Durante o da de hontem soprou to rijo
vendaval, que uo se podia sahir a ra, pela
muita ara que voava.
Era um verladeiro temporal sera chuva.
Na ra da Boa-vista, onde o vento trabalba-
va livremente e o fri cortara, o temporal fazia
sobresahir sua furia, pelo constante zumbido do
sibilar das mil cordinhas dos barcos e movimen-
lo da vaga agitada.
a Muitos passageros para Pelotas deixaram de
seguir no Mav, pela mareta que fazia.
Felizmente nao consta que lenha havido
sinistro de raaior no mar, a oo ser o do hiile
Iberio, de propriadade do Sr. Jerooymo Coe-
Iho, de Pelotas, que garrou sobre a popa do bri-
gue portuguez Saudade, enredando o leme na
corrente do navio, que foi preciso trabalhar-se
de machado a fin de o safarem ; dando-se em
trra urna ou outra cerca cahida e urna meia du-
zia de ferros de lampees arrojados pelo logo
constante doz meamos lampeos.
a' tarde o vento acalmou. o
Da villa de S. Jos do Norte
marca do Rosario, na provincia do Maranho.
Conlinuou em ultimo lugar a discusso do pa-
recer sobre a eleigo do 2 dislricto de S. Paulo.
Orou o Sr. Barbosa da Cunha, cando a discus-
so adiada.
12
Hontem nao houve sess&o no senado por falta
de numero legal.
A cmara dos depotados approrou hontem, de-
pois de oraroSr. Zacaras, o parecer sobre a elei-
go do 2* dislricto de S. Paulo, sendo reconhe-
cidos deputados os Srs. Martim Francisco Ribei-
ro de Andrade, baro de Bella-Vista e Flaminio
Antonio do Nascimento Lessa.
Occupou-se depois com o parecer sobre o 2
districtro da mesma provincia. Orou o Sr. Ro-
drigo Silva, ficando adiada a discusso.
13
Entrou hontem em segunda'discusso, na c-
mara vitalicia, o projecto de lei que augmenta os
veucimentos des magistrados. Oraram os Srs.
Dantas, ministro da justigs, visconde de Albu-
querque o visconde de Jequitinhonha, e ficoa o
debate adiado pela hora.
Conlinuou honlem na cmara dos deputados a
discusso do parecer sobre o 1 dislricto da pro-
vincia de S. Paulo. Orou o Sr. Flix da Cunh), e
ficou a discusso adiada.
Temos dalas de S. Paulo al 10 do corrente.
No dia 6 tomou posse da presidencia da pro-
incia o Sr. Dr. Joo Jacintho de Mendonga.
PERNAMBUCO.
nos escrevem
dando conta dos seguales sinistroi .hi se derara por occasiao do vendaval queseaho n^ S^r^i^'"" all"Sas no ^"1<>
durara por occasiao
dis 21.
c Diz o nosso commnnicanle :
No dia 21 do corrente, por occasiao do tem-
poral e fortes lufes e ONO e O, o hiale nacional
Tentador, de Jaguaro, arrebeolando a amarra-
do que tinha, foi praa, e cora as fortes panca-
das que den ahrio agua e perdeu o leme.
Ao sigual de soccorro, feito pelo palro do
mesmo hiate com a baadeiri colhida, aecudio
promptaraente o patro do hiale Norma, o qual
com bastante custo e risco pode levar urna espa
a bordo do Tentador, conseguindo com seus es-
forgos deseocalha-lo. suslentando-o pela popa
com um forte viradouro. al chegar o capito do
brigue ioglez Prinuse Royal, o Sr. David Whate,
queimmediatamenie foi auxilia-lo, levando usaa
-1 ancora coi 45 bracas de corrente, com a qual se
aguenlou o dito hate duraole o temporal.
Estes senhores tornara-se dignos de elogios
pel sua intrepidez e bravura.
Hontem 22, tendo rondado o venlo, mas
conservando-te sempro fortissimo, o comman
danto da escuna hollandeza Henriela auxiliou o
dito hiale com um ancorete e competente
amarra.
Tambera do brigue francez Clemente foi
arrebatada pelas ondas a lancha que se cooser-
vava pela popa, qual deu a praa em eati-
lhagos.
O Sr. Antonio Bernardno de Araujo, com-
mandante do destacamento dos guardas da mesa
de rendas, portou-se com toda actividade.
A familia do patro do hiele Tentador, rau-
Iher o tres lhioho, acham-se hospedados em
casa do administrador da mesa de rendas
geraes.
Estamos a 23. O vento qner represar. O
brigue francez S. Simn ao fazer-se de vela para
o sul, abalrooucam o hiate nacional Ave Alaria
quebrando-lhe parte dos cabegos e levando
ferro e marra cora que se achava fondeada, e
outras insignificantes avarias.
O Cammercial de 4, acrescenta :
A requerimento do consignatario do patacho
portuguez iVoco Lima, de procedencia do Porto
e que j anda fra da barra com urna viagem d
76 das, concedeu o Sr. inspector da alfandega
licenga para ir o rebocador fra da barra coro
empregados da mesma repartigo fazer i baldea-
gao to smente dos passageiros.
Esta ordem seguio hontom pelo estafeta da
praca do commercio:
i Temos tido nestes ltimos dous dias um
tempo pessimo, o mar muito bravo e a barra im-
pralicavel.
Destemidos e valentes capites se teem
aguenlado fundeados ao sul.
Anda honlem amaaheaeram seis navios,
faltando dous que correram mar em fra.
Cootam os capites dos brigues Lxgeiro
viotiada importancia da de Pernambuco eten- JTa os caf,1,a,e8 dos brigues L.oeiro e
do a forluna de ooter urna cadeira nesta cmara X'J&SS euconlfam ** !3gem para
nella se exprime com a franqueza cora- ,ue .! eStar/are "" ^ ^ I bo de expnmir-me, e diz a peilo descoberto :- o h322 rL.,v r n m u
aecusem-me que quero defender-me ; orecisem bLl*a6 Lx9"ro> ,f?,lou ^ d barra com a
aecusem-me que quero deferider-me ; precisem
factos que quero destru-loa ; tero o direito. pen-
s eu, de nao ser aecusado aeno aqui, e calma e
releciidameote (apoiadosj.
Tenho concluido.
(Conmuaf-se-na.)
"*V**a*
MM
DIARIO DE PERHAMBUCQ.
Ao obsequio de um amigo devemos a recepgio
dos Jornaes do Commercio, de 9 13 do corre-
le, trazidos pela barca portugueza Formota, en-
trada hontem do Rio, com 11 dias de viagem.
Pelo ministerio do imperio baixaram os-se-
guales decretos : n. 1,119, aulorisaudo o gover-
no conceder dous annos de licenga ao parocho
Pedro Pierantony ; e ao conselheiro procurador
"scal d0 ihesouro Jos Carlos de Almeida Aris;
o. 1.117, dem, mandar passar cartas de natu-
ralisago de eidado brasileiro diversas pes-
soas ; n. 1,118, approvaodo a penso de 200JOOO
concedida Jos da Silva Gaimares.
Pelo da justiga o decreto n. 2,800, alterando o
art. 30 decreto n. 806 de 2t de julho de 1850
no que diz respeito s commsses devidas aos
correctores da praga do commercio do Rio de Ja-
neiro, sobre o caf e o cambio das lottras.
Por decrelo de 8 do corrente :
Foi designada a comarca de Saotarm, na pro-
vincia do Para, para n'ella servir o juiz de direilo
Francisco Urbano da Silva Ribeiro ;
Foi reconduzido o Dr. Fausto Benjamn da
Cruz ouvea no lugar de juiz municipal e de or-
phos do termo do Pilar, na Parahyba
Fot comeado o Dr. Antonio de Barros Mello
Juiz municipal e de orphaos do termo deAyu-
ruoca, em Minas-Geraes ;
Tevo merce merc da serventa vitalicia dos
ollicios de partidor e eonlador do termo de Ca-
E?,l 'o.00 Rio de Janeiro, Antonio Garca da
Silvelra Terra ;
Foram nomeados ; inspector, em commisso,
aa alfandega de Albu-Juerque o 2o eecripturario
do thesouro nacional Antonio Caelano da Silva
Kellv ; 2o escripturario da ecebedoria de ren-
das internas da Baha, o 2 escripturario da lhe*
apurarla da Sergipe, Elisiario Prudencio da Lapa
noto ; grio-cror da ordm de S. Bento.de Aviz.
o almrrahte reformadoFrederiio Maalh.
Foi aposentado o 8* escripturari da contado-
na da marinha Alexandre Jos Fortuna, ven-
cdodo o ordenado que lhe compelfr na jorma da
lei.
escuna dinamarqueza Margarida, de procedencia
de Trieste com destino a este porto.
O Diario do raosmo dia di a seguala noticia :
Temos cartas de Bag, de.27 do mez fiado
que nos diaem que na mauhaa daquelle da fra
encoutiado junto ao arroio, no lugar denomina-
do Serr do Candal, o cadver do negociante
oriental daquella cidade Joo da Cruz CaUuon,
com urna puohalada sobre a nuca !
As mesmas cartas nos dizem que o Sr. Izdo-
ro Paulo de Oliveira ia mudar para ali sua lypo-
graphia, para cresr ura jornal, que, com o titulo
Aurora de Dag, ter de apparecer ali no mez
de julho.
a Apresentam-se candidatos por aquelle circulo
s cadeiras nrovlnciaes os Srs. major de 5o regi-
ment AugJsto Cezsr de Araujo Bastos e Dr.
Pedro Mara de Oliveira. a
De Santa Ciiharina nada temos que noticiar.
- 11 -
Entrou hontem em primeira discusso no se-
nado o projecto da cmara dos deputados aug-
mentando os veucimentos da magistratura. O Sr.
visconde de Jequitinhonha requereu o adiaman-
to al depois da lei de orgamento, e que entre-
tanto fosse propoeigao s commsses de fajea-
da e legislagao ; e sendo este requerimento re-
geitado em ambas as suas parles, depois de ora-
rem o seu autor e o Sr. bario de Cotigipe, pas-
sou o projecto segunda discusso, na qual en-
trou logo.
O Sr. Manoel
a ella, depois de impressas as emendas.
Foi em seguida rejeitada em segunda discusso,
depois de orarem os Srs. Peona, baro de Muri-
liba e baro de Cotigipe, a proposigo sobre a
pretengo de Joaqulm Jos Alves de Albuquer-
que.
A cmara dos deputados approrou hontem em
primeiro lugar, depois de algumas ligeiras obser-
vages dos Srs. Fialho, Sarra Carneiro, Figuera
de Mello, Teixeira Jnior e Dantas, o projecto
que aulorsa o governo para conceder ao bacha-
rel Antonio Borges Leal Castalio Branco, juiz de
direilo da comarca de Oeiras, na provincia do
REVISTA DIARIA.
Acha-ae em axecuco nesta provincia o arti-
bo da le o. 1.099 de 18 de setembro do anoo
lindo, que prohibe loteras e rifas nao autorisadas
por le, anda que extraiam-ae annexas oulras
quaesquer que o sejara.
Sao reputadas taes a venda de bens, mercado-
rus ou objecloa de qualquer natureza, que se
promeUer ou eflecluar por maio de sorte ; bem
como toda e qualquer operaco em que h'ouver
promessa de premio ou de beneficio dependente
de sorte.
Pela mesma lei considerada a respectiva ia-
fraego como crime policial, sendo portanto
processada pela legislagao em vigor sobre os
delictos policiaes ; o que pela polica scenti-
ficado, para que se oo allegue ignorancia.
Hootem peraule a junta da fazenda provin-
cial foram arrematados os pedagios das pontes
dos Carvalhos e do Giqui, sendo o desta pela
quanlia de 7:185000 e o daquella pela de
i .-tlo^OOO.
E arrematante do primeiro pedagio o Sr. Jos
da Costa Brando Gordero, e do segundo o Sr.
Florentino de Almeida Piulo.
Deixou porm de ser arrematado nesta mesma
sessao o pedagio da barreira de Tacaruoa, por
que para elle nao appareceram licitantes.
Para obviar os enlrav^s que na execugo tem
offerecido o regula ment de 28 de Janeiro prximo
passado.com relago ao arrendameolo dos predios
do patrimonio dos orphos, resolveu o Exm. Sr.
de facilitar a licilagao.
Nestes termos so requerido agora um fiador
que prove poasuir nesta cidade beas de raz des-
embaragados, cujo valor cubr o da arrematago,
oo Ihes sendo exigido letras da quanlia desta ;
e bem assim que. os arrematantes se obriguem
somante a ter os predios limpos e asaeiados, de-
vendo dar parle em lempo thesourarfa provin-
cial dos reparos que forera precisos respectiva
cooservago ; os quaes sero realisados por con-
ta do patrimonio, verificado que seja que a dam-
nilicagao oo parle directa nem indirectamente
do reodeiro e seus fiadores.
O Sr. Dr. Francisco de Asis Pereira Rocha,
juiz do commercio, prestou honlem juramento e
tomou posse desso lugar, para o qual havia sido
designado peb governo imperial. /
Os precedentes honrosos do\Sr. Dr. Assis sao
garantes de sua justiga e iraparcialidade, e de
que procurar minorar o mais possivel a crise
sob a qual se acha o nosso commercio, poupandu
com sua sabia prudencia as fortunas de muilos
que tem a infelicidade de incorrerem no des
agrado deste ou daquelle credor, mais ou menos
avaro. Desejaraos S. S. veja corados seus
bons desejos no ramo de justiga que vai di-
rigir.
Sabbado (29) dar seu segundo e ultimo es-
pectculo o Re do Fogo, repelindo alguns
Jos.trabalhos do primeiro, e outros novos. Ha-
vendo agradado o trabalho desse seohor, de
esperar obtenha anda esta vez um bom resultado
para aie para aquelles que elle coucorrerem.
No dia de S. Pedro, (sabbado 29) lera lu-
gar, no salo do theatro do Apollo, a sessao so-
lemne da sociedade Unido Benefieenle Martima,
por occasiao do seu primeiro auniversario. i-
zem-nos quo ser urna bella festa, arista dos
preparalivos que se fazem.
Em virtude das disposices do decreto o.
1,09!) Je 18 de setembro do anno paseado, sao pro-
hibidas as garantas com que eram veodidos bi-
Ihetes das loterias da provincia por prego su-
periorao marcado por lei.
O Sr. Dr. ebefe de polica mandou canceller as
firmas, que figuravam como garantidores nos bi-
lhetes da lotera annunciada correr 5 do mez
viodouro, expostos veoda em difierentes pon-
tos desta. cidade.
decreto cima citado acha-se transcripto so-
bre a epigrapheeditaes.
Aole-hontem uoite peoetraram no arma-
zem de farioha do Sr. Jos Duarte das Nev,
sita no caes do Apollo, e, depois de leolerem em
vo arrombara burra que alli tem o mesmo se-
nhor, levaram a quanlia de 6009000 em cobres
donando urna porgo desea moeda derramada
pelo pavimento do armazem, e um sacco com
50S000 na porta da ra.
Os la i roes penetraram no armazem (que era
urna casa terrea) pelo telhado e depois abrir m
urna das portas que deita para o caes do Apollo ;
removeram a burra do lugar emquese achava,
para cuja reraogo ao se poderia empregar rae-
nos de 6 homens : tentarara infructferamente to-
dos os meios para a arrombare n.
Gragas as deligencias da polica e especial-
mente do subdelegado do Recite, o Sr. Jos Pe-
dro das Neves, j esto presas siguas individuos,
sobre os quaes recahom vehementes suspeitas de
terem sido os autores do roubo.
A falla de torga para o patrulhimenlo da cida-
de, quando nella se accumulam tantos individuos
fallos dos meios necessarios a manuteago da
vida, e em grande parte propensos ao crime,
na verdade um grande obstculo com que lula a
autoridade policial.
A paralisago de quasi todas as obras publicas ;
as baixas concedidas a muilos individuos que fa-
ziam parte do exercito, e que sao atirados as
ras da cidade sem meios promptos de se mao-
terem, o grande numero de individuos, que tem
vindo do presidio de Fernando por haverem cum-
prido seolenca, e que se veem sem meios de
ganhar a vida atienta a crise, por que estamos
passando, sao certamente a causa dos crimes,
que vo apparecendo contra a propriedade.
Curapre pois que a polica seja armada dos
meios de represso, e redobre de vigilancia.
Entretanto aos altos poderes do estado compe-
te remover as csuees que Qcam apontadas.
Nao exacto o boaio, hontem espalhado
por mal intencionados, de cessaco de descont
de lettra pelas nossas casas baucarias ; ao con-
trario disso, dizem-nos que tem havido sempre
franqueza para as boas firmas.
O capito do brigue francez, Belty, o Sr.
J. Belat viudo do Rio de Jaoeiro, ntoema-nos
... .-------- Felzardo offereceu um projecto
substitutivo, que foi apoiado, ficando a discusso j. ueai viuao ao ho ae Janeiro, i na-nu
adiada a requerimento do Sr. Dantas, a (ira de ser haver Observado, desde sua partida daquelle por-
convidedo o Sr. ministro da justiga para assistir to at a vespera de chegar aqui, um cometa de
grande cauda no rumo de S. E. quarta E. 20
Era especialmente visivel de
madrugada, com cao claro,
ros de altura.
3 4 horas da
olbosns.
ontern ao maio dia Antonio Pereira Real,
e Loureogo Juslioiano Pereira dos Sanios foram
ao armazem do al. aoude esto arranchado* va-
rios sertanejos, e a pretexto de venderem diver-
sos objectos de miudezss, roubsrem a quanlia
de 12*9000 empregando para isto ob artificios,
que costumam usar para com os matulos, e de
que por vezas j nos temos oeaupado, Loureogo
offerecia a venda por baixo prego objeclo, que
paraciam de subido valor, allegando seren de
rh..., .... .- a i-""" luwa ao paraciam ae suoido valor, allegando serem de
nauny, um anno de liceoca com todos os seus i contrabando, mandados vender por um ioglez ne-
venetmentos para tratar de sua saude ondehe gociante de graaaoteato : durante aiiiau aona-
convjer, com urna emenda calendando a mesma receuPereira. Raal-offeriando -aagiew qiMutia, no
iFML?* colMla"ro JM.Bunto da Cunha Fi- 'imuilo.duAtrontK.o pobre SNiuneip; quu assim
guelredo, e um artigo auditivo concedendo igual ledo no lego de dar 124#000 porTbjectos.^ue
lhe entregaran) em urna caia, e que examinados
depois nada va'iam.
0 pobre logrado dirigo-se immedialamente a
chefe de policia, e os dous industriosos foram
recolhidos a casa de detengo.
Na casa de Antonio Pereira Real, ra da
Aaeumpgo o. 2*3 foram encontrados varios objec-
tos de ouro, e prata, como salvas reVogios cor-
renloes, pulseiras porcelanas, e outros objectos,
que oo parecem proprioa, de quem tve na mise-
ria, e habita urna immnnda easidha.
Os objectes aprehendidos esto depositados
na secretsri da policia, aonde podero ser exa-
minados por aquelles que tem sido victimas do-
communismo dos associsdos, sob a denomina-
gao companhia do tiro.
O Exm. Sr. presidente da provincia orde-
nou que a forga de l*linha, que agora est sen-
do coadjusada pala -guarda nacional, se preste
tambera ao servigo das rondas nocturnas as ras
desta capital. Era virtude desla ordem j hon-
tem noite Igumas patrulhas do 2o de fuileiros
percorreram alguns dos boirros da cidade. sendo
este servigo em outros bairros, feito pelos ins-
pectores de quarteires, coramandados pelos res-
pectivos subdelegados.
A falla de forga do corpo de policia, que se a-
cha toda em destacamentos, e que pela nova lei
provincial vai ser reduzida, deu lugar a provi-
dencia que acabamos de noticiar.
/rn> recolhidos casa de detengo no
da 26 do correte, 3 homens livrese 4 escravos,
a saber : a ordem do Dr. chef* de polica 4, que
ocrioulo Manoel, sscravo de um fulano Mo-
reira ; a ordem do Dr. delegado da capital 1, que
o pardo Miguel escravo de Antonio Francisco
de Souza Magalhaes ; a ordem do subdelegado de
Santo Antonio 2, inclusive o escravo AUxandre
de Manoel Filippe; a ordem do de San-Jos 1.
que o Africano Manoel, escravo de Jos Torres ;
e a ordem da dos Affogadoa 2.
MORTALIDADB DO DA 27.
Francisco Antonio de Azevedo, Pernambuco, 31
annos, viuvo, Boa-Vista ; pulmona.
Severino. Pernambuco, 32 anoos, escravo, eol-
leiro, BoaViela ; bompgo purouleota.
Aleixo. Pernambuco, 45 anuos, escravo, soltei-
ro. S. Jos : coogesto cerebral.
Aotero Jos Bento Sabino, Pernambuco, 21 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Mara, 2 horas, Peruambuco, Boa-Vista. t-
tano.
Mara 3 annos, Peraambuco ; Boa-Vista, dvar-
rhea. J
Comiiiunicados.
0 actual presidente do Cear.
No Cearense de 11 deste mez, vimos (na parte
oficial) um ofllcio do Exm. Sr. Dr. Manoel An-
tonio Duarte d'Azevedo cmara municipal da
Thereaina, no qual S. Exc. agradece aquella c-
mara a felicitago que ella lhe dirigir em officio
de 6 de maio, em virtude dos relevantes servigos
prestados por elle no curto espago de sua lumi-
nosa administraeo na provincia, deque capi-
tal aquella joven cidade.
O aulor deslas poueas linhas que piauhyense e
que.de ha muito, conhece o muito de que cre-
dor o Sr. Dr. Duarte d'Azevedo,lambem por
sua vez dirigi-lhe d'alraa e gosto as mais since-
ras e cordiaes felicitages,e est certo de que
S. Exc. na provincia do Cear, cujos destinos
preside actualmente, far urna bella adminis-
trarlo.
O Sr. Dr. Duarte d'Azevedo, par de outras
excellentes qualidades pessoaes que rene, do-
tado de urna intelligenca assaz robusta e enri-
quecida dessa illuatracao e saber, que s se ad-
quire com o aecurado es'.udo da seiencia, de que
S. Exc. foi sempre to sequioso,alera de muito
tino administrativo, de que deu exuberantes pro-
vas na presidencia do Piauhy, que eocontrou ro-
deada de mil difficuldades : poca efeitoral,
crise fioanceira ele. etc.... Em taes emergencias
o Sr. Duarte d'Azevedo demoustrou cabalmente
suas aptides para exercer qualquer das altas
fuocges do estado.
S. Exc. um homem delicado e eavalheiro ;
um administrador altamente intelligente, erudito,
honesto e sensato. Urna outra qualidade, que
muito disliugue o Sr. Duarte d'Azevede, como
funccionaiio, essa energia, como tunecionario,
e essa eaergia, que costuma desenvolver, quan-
do preciso, a autoridade Ilustrada e cooscien-
ciosa de seus deveres e papel que representa :
eneigia, que muitas vezos indispensavel para
execugo da lei e maoutengo da ordem, e que
proprid ao funecionario, que, como homem, pre-
sa os principios de digoidade propria. Ninguem
de boa f poder negar-lhe nenhum desses pre-
dicados, sob pena de ser solemnemente contra-
riado por urna serie de precedentes honrosos,
que, com tanta dignidade, tem o Sr. Duarte
d'Azevedo creado.
t Nao exagero os merecimentos do Sr. Duarte
d Azevedo, nao lhe quero tragar elogios ; apenss
lenho por lira reoder suas virtudes essa peque-
a homeoagem : nao escrevo mesmo estas linhas
para S. Exc, mas para o publico sensato.
Depois dequatro annos de ausencia, fui do sul
do imperio ao Piauhy, minha provincia natal,
onde ebeguei na grande efferresceucia eleitoral ;
e, sem pretender alli outra cousa mais que visitar
a minha familia, pode imparcialmeote aquilatar
a sabedoria e intaireza com que o Sr. Duarte
d'Azevedo governava a provincia com apalanco e
admirago de todos os piauhyeoses honestos e
iraparciaes. Observei (cousa admiravel mxime
era urna quadra eleiloral I) que os conservadores
e liberaesdiziam mil bous de S. Exc, que se
mostrara sempre to escrupuloso quando tratava
de distribuir justiga, e que tanto sabia apreciar e
distiuguir os raerecimeutos, quer fossera estes
possuidos por Gregot, quer por Troyaiios I
O Ilustrado gabinete de 10 de agosto, de quo
fazia parte o digao e disuado Piauhyease con-
selheiro Parsnagu, fez ao Piauhy o raaior dos
beneficios daudo-lhe um administrador da es-
phera do Sr. Dr. Duarte d'Azevedo ; e de es-
perar que o actual goverao saiba devidamente
apreciar e distinguir o mrito de um dos mais
digaos dos seus delegados.
Estamos na certeza de que os digaos filhos e os
habitantes da bella provincia do Cear nao se
furtaro du todas as provas deadheo ad-
mioisirago do Sr. Duarte d'Azevedo, que em na-
da ficar quem dos mais dignos d'aquelles que
houverem dirigido seus iuleresses.
A cmara municipal da Theresiua nada mais
fez para com S. Exc., do que mauifestar os sen-
tmenlos geraes dos Piauhyeoses honestos e des-
apaixonadoa: foi urna justiga e nao um favor.
Os cos encham de mil venturas S. Exc, e
sua Exma. familia.
O desnteressado autor deslas linhas, felicita
igualmente ao Sr. Dr. Francisco de Fariis Lemos,
digno actual chefe de policia do Cear, e que
cora Ilustrada iolelligeucia e muita honeslidade
dirigi a policia do Piauhy, durante a presiden-
cia do Sr. Dr. Duarie d'Azevedo. Magistrado in-
tegro e illuslrado o Sr. Farias Lomos tem indis-
putavel direito a receber do goverao imperial
provas de apreco e dstinego.
Feliz a provincia, cuas primeiras autoridade
forera da ordem doa Srs. Duarle d'Azevedo e Fa-
riss Lemoe 1
Kectfe, 24 de juoho de 1861.
Um Piauhyense.
11 .
A candidatura do Exm. Sr. Dr. Antonio Marce-
lino Nunes Goncalvet, pela provincia do
Maranho.
Pelo vapor Paran, ullimamecle anegado dos
portos do norte, tivemos a lisongeira noticiade
que em virtude da vaga deixada na cmara qua-
trienal pelo Exm. Sr. Dr. Joo Pedro Dias Vieire,
que leve acoesso a urna cadeira de senador pela
provincia do Maranho, acabara os amigos e pa-
reles mais prestrnosos de S. Exc. o Sr. Dr. An-
tonio Marcelino S. Gongalves, pessoas proemi-
nentes e distinctas do 1 circulo daquella provin-
cia, de apreseota-lo como seu candidato para o
preenebimento daquella vaga de deputado, diri-
g odo-se nesse sentido aS. Exc, a quem com o
mai cordeal enihusiaamo convidara a aceitar es-
ta nova prova de alto aprago e coosideragao quo
sua provincia lhe pretende prestar conteriudo-lhe
o muito honroso mandato de representa-la ante
o paiz.
Por nossA parte, amigo sincero do S. Esc,
apreciador de seu murilo disuado, lisongeamo-
nos com esta nevo Iriumpho, que seus predicados
superiores, como.homem poltico e como eida-
do, acaban de angiriar-lhe, e que nao alo ae-
ao um testamunho-bera valioso em favor do jus-
to apreco particulares provas de considaraco
que S. Exc, em to brease annoa ha merecido do
gove*sM) imperial bo curso du sata gloriosa cartai-
ra administrativa.
Comprimeniamos sinceramente a S. Exc, por
l


m*miH[mM*mw>*m im
>
I
------~rr^
lio faesio suceeeso, fzame rotos para que os
muito dignos e conspicuos eleitores do 1 cir-
culo da provincia doMarauho, longe de arrefe-
cerem nessa brilhantee honrosa iniciativa, cooti-
nuem a coraprehender a cxoelUncia desss aua
digna inspirago e de aua eipontaaea determina-
gao, e que, levando-a em brete i reatidadeeea-
sigoem noa fastos do paizesse titulo valioso de
sen bom-seoso e da considbrago que preslam aos
nleresses da causa publica da nroriocia, faiendo
urna escolha tae efittclente e discamida de seus
representantes, da qu| eremos queem toles os
fff Mb,;W*n) motivos ptra orgulhr*se.
Modesto, cerno todos o coohecen, S. Exc. lera
no mais aquilatado a prego, esta demonslrago dos
seus comprovincianos, sobre a qual acreditamos
que deliberar com madureza, nao esqueceodo
por um mo-nento, os verdadeiros interesses de
sua provincia, por cuja futuro e prosperidades
julgamos confiadamente qua mostrar em Indos
os temos o seu civismo e o mais acrisolado em-
penho pondo sempre so servieo dessa causa t&o
nobre os fetizes recursos de sua intelligencia e de
sea espirito, e austera forja de vontade, que
um dos mais bellos dotes de seu carcter elevado.
Nao tragamos aqui um panegyrko ; somos
amigos de S. Etc., mas nao esquecemos que o
primeiro daver a escriptor conscieocioso a
verdade, a que prestamos alias com estas mesmas
linhas muito valioso apreco.
Para nos sempre da mais grata aatiafago tes-
temunhos desta ordem, pronunciados em favor
fie amigos distinctos, a quem apreciamos, e a cu-
jas qualidades tambern prestamos cultos.
A' S. Exc. dirigimos, pois, as nossas mais sin-
ceras felicita (oes.
E aceiie assim tambem a provincia o.nossos vo-
tos de consideracao e da mais viva congratular o.
Recite 26 dejunho de 1861.
Dr. G.
Moyimenlo do parto.
favioi jntrot no dia 27.
MaranhSo36 dias hiate brasileiro Ro$a de
111 toneladas,xapilio Antonio Francisco de Oli-
veira, equiptpan t pessoas, carga farinha de
mandioca ; Jos Haptista da Fonceca.
Ass19 dias, hiate brasileiro Sanio Amaro,
de 69 toneaaee capillo Manoel Gomes da Silva
Saraiva, equpagem 5 pessoas, carga sal; C.
G. da C Moreira.
Peneo2 das, byale brasileiro Btoeribt, de
33 toneladas, capito Bernardino Jos Baodeira,
equipagem 5 pessoas, carga milho, farello e nais
gneros; Luis B. de Siqueira. ,
navios sahidos no mesmo da.
Macelobrigue inglez* Kelpie, capito G. C.
Brudford, carga parta da que trouxe da Terra
Nova.
Correspondencias.
Srt. ridactores Parmiltam Vmcs.. que pela
primeira vez v oceupir um pequeo espago de
seu conceituado jornal, nao para tecer elogios
vaos, mas para fazer justiga e concorrer para que
a innocencia dcixe d ser opprimida.
Anda nos est bem viva a lembranga do triste
aconteciraento que ha pouco se deu entre n6s,
referimo-nos ao suicidio do mui digno negocian-
te desta praca, o Illm. Sr. Minoel Buarque de
Macado Lima, que, preferindo a morte deshon-
ra, buscou-a por suas proprias mos; pois bem
vamos narrar-lhes o que se tem espalhado depois
daquelle fatal successo. Dizem que a causa prin-
cipal que concorrea para o desespero do Sr. Ma-
noel Buarque, foi a violencia que para cora elle
praticeu o Sr. Jos Velloso Soares, na qualidade
de seu credor! Cusa crer que haja quem con-
ceba semelhante idea 1
Srs redactores, justamente esta malvadeza
de pensar, esta calumnia sem nome, que nos fez
sahir do silencio que temos conservado al aqui,
para dizermos poucas palavras sobre este as-
sumpto. Quem deixar de saber da intima ami-
zado que sempre houve entre esses dous cava-
lheiros 1 Quem ignorara os importantes obse-
quios que se doviara mutuamente! Nos, senho-
res, que entretinhamos relagoes.com ambos, me-
lhor que nioguem podemos araliar a forra dessa
injusta arguigao.
O Sr. Buarque sempre encontrou no Sr. Vello-
zo ludo quanlo delle necessilou. Muitas vezes es-
te fleava exhausto de recursos, comtanto que
aquelle amigo nao soffresse ; muitas vezes dei-
xou mesmo de cumprir tractos seus, para que
aquelle nao cshisse em falta I Em quaotas occa-
sioes nao foi por nos visto o Sr. Vellozo esfor-
gando-so com seus amigos para melhorar asarte
do Sr. Buarque I
A amizade que havia eotre esses dou3 senhores
conservou-se sempre a mesma aleo momento da
morte do Sr. Boarque, e, a prova de que hou-
veram outras razdes que levaram esse senhor
desesperagao, enconlra-se em cartas que o mes-
mo deixou, de seu proprio pucho, e principal-
mente na que foi dirigida a seu primo e amigo o
Dr. Buarque de Gusrao. Uomeus ha que vidos
de vingaoga, nao trepidam na carreira da male-
dicencia, o buscara somente derramar suas bu-
les vennos sobre caracteres, que, por sua leal-
dado e honradez, esto muito superiores mes-
quinhas intrigas e vis imputages.
Sirvam estas toscas linhas, nem s para allivio
do Sr. Vellozo, que. possuidor, como e, de um
coragSo nobre e virtuoso, deve sem duvid^Tse ter
chocado com esses torpes boatos, como para que
os homens sensatos do paiz reconhegam sua in-
nocencia e concorrara para sua justifleaco.
Desculpe-no3. Sr. Vellozo, se de alg'uma ma-
oa co a, o. O; 5' o. ai B Hora.
38 i c a s c Z B O" B m kthmosphera o ce
. en B P1 Dirtcfio. 4 M O 09 M SE
W B i o Intensidad!. 1 Si
es 00 2 Fahrtnhtit. X S" O e B ja E
CO <7t oo ^ 3 la s ** co Ctntigrado.
3 3 ~4 -1 Hygrometro. l pj
o O 1- Citterna hydra-mttrica.
760, 758.8 ~1 8 O -i i. s 00 Francs. o w H P O
30,12 30,08' co o ^ co o "* i- co "o 00 nglei.
Deciara^es.
A noite nublada e de agoaceiros, vento fresco
do ESE e assim amanheceu.
OSCII.ACAO DA MAR.
Preamar as 7 h. 18' da manba, altura 7, p.
Baixsmar as 1 h 30'da tarde, altura t.i o.
Observatorio do arsenal de marinha, 27 de lu-
stro de 1861.
Romano Stepple,
Ia lente.
196 groi* djgjNlW de ago para calca a 580 rs.
a grosa por 180 rs.; '2 libras a mala da la de corea por -------r- ,
9O00 ; 9 libras Je lioha*. de novello a 500 tt. a "~ Map"hU da 'CMlNam contrata para
libra, 4500; 5 parea de meias da aeda prata a rorneeimajiln da^atralaiaia^iin seguodo aemeslre
11000 o par, 59000; 14 parea de ditas pequeas d crrante aneo, os geaefoa egomles:
a 640 rs. o par, 8*960: 2 grosss. deoaoaie.a ..C*p,m- "*" ; 1MSM,M are,l'
1S000 a grosa, 2*000 ; .102 groa as de marcada Mcca de90 llfcw : mel, gerMiaf.
botde d ac por 5*000; H caixinhas com isca. 0u,ro "m enttrala para fareeeiateoto das pra-
de cortica a 80 rs., 1*120 ; 12 bolsas para escro- *nn aagnUnes :
tospor2OOO; 13 escovo para facto a 3 rs. Assucar maseav nho refloado arroi pilado,
cada urna, 4)160: 4 dunas de carteiras de couro a"l8 diw, b.ee4ho earqe verde ditaaecca,
a 35OOO a duzia, 13)003 76 duzias de caixiobaa ca.f rooido- fario,n da',e,fa- fe,Jao' 1.enai roan-
de clcheles n. 1 a 500 ra. a duzia de caixas, *8 >ceiit opea de ongas, toucinhode Lia-
38*000; 3cord5es por 2^000, 6000; 3 duzias boa vinagre, aanao ledos estes gneros de boa
de ferrinhos de limpir denles por 18000 ; 4du- qMd. e P<> no quertel por conta do for-
ziaa de oculos de armsgao ordinarios a 2*000 a ?ecedor, cujas propostaeaerio enlregues secre-
duzia, 8*000; 185 pegas de Ola asselinada a 160 taria da companhra do da 28 do corrente, pelas
r a pega, 28J000 ; 46 pegas de dita mais larga hr da maohaa
a 240 rs. a pega. 11*040; 6 grosas de flvellas ..u",el B0 CamP das Pcinces. 22 de un10
para caiga a 5*000 a grosa, 30*000; 9 pecas de de ,8D1, M u
Ota larga assVtioada elavrada a 1*000 apega, Manoel Jeaqutm Machado.
9*000; 55 grosas da creioes de pedra a 120 rs! Ten?le commandanle interino,
grosa, 6*600; 120 pecas de Uta preta sarjada a LODSelOO UlnilUlstl'allVO.
200 rs." apega, 258200; 12 pegas de flta larga e O conselho administrativo, para fornecimento
lavrada a 3*000 a peca, 36*000; 9 caixas de 12 do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
cartesde franja de seda preta, eslreita a ljJOOO o seguintes :
carlo, 108S00O;" 6 pegas de tiras com clchelos Para o 2o batalho de infaotaria.
para vestidos a 1*000 a pega, 6*000; 56 carines 4 caldeiras de ferro para 50 pragas.
de franja de la a 320 ra 16*920 ; 1 ridro de 4 caldeiras de ferro para 200 pragas.
bocea larga com urna porgo de cordaa de tripa 32 Otas brancas para exercicios da esqueleto,
por 2*500 ; 2 cintos para hornero, em mo ealido lendo cada urna 8 palmos de comprimeoto.
por 320 rs. ; 1 duzia e meia do escoras para ca- 32 Atas encarnadas para o mesmo e com as
bega a 320 rs. cada urna, 58760 ; 4 grosas de masmaedimensaa.
agulheiros de pao a 1*000 a grosa, 4*000 ; 11 Para o 9 batalho de iofantaria.
quadrinhos peqnenos com estampas a 120 rs., 100 mantas de la.
1*320; 1 e meia duzia de eapelhinhos com p 8 pegas de fita encarnada com 2 pollegadas de
por 3*000 : 15 pegas de bico estreito a 1*000 a largura.
pega, 158000 ; 7 pecas de renda lisa a 320 rs. a 8 pegas de fita branca com 2 pollegadas de lar-
pega. 2*240; 2 enfeiles de vidrilho para cabega a gura.
1*000, 2j000; 2 duzias de trinchantes grandes Para a fortaleza de Tamandar.
por 2*400: 5 duzias de ditos pequeos a 1*000 a 1 pao para.baodeira.
duzia, 5*000; 2 duzias de talheres. cabo de osso Para provimento dos armazens do almo-
a 10600 a duzia, 3*200 : 17 pares da esporaa es- xarifado.
tanbadas por 9*080 ; 15 espedios* de moldura 1 barril de verniz preto.
preta com ps torneados a 1*500 cada urna, ris 4 libras de potassa.
'22*500 ; 11 ramos de flor de panno a 80 rs. cada 50 magos de obreias.
um, 880 rs". ; 8 navalhss ordinarias a 160 rs., Tata a companhia dos menores do arsenal
1*280 ; 1 capella do Oor de panno por 320 rs. ; de guerra.
1 carlo com diversos retalhos de fitas de diver- 1 oafeteira n. 5.
sis qualidades. por 3*000: 12 duzias e meia de ; 1 chocolaleira grande. .
pegas de fita para debrum de sapatos a 800 rs. a j Quem quizer vender lies objectos aprsente
duzia de pegas, 10*200; 13 pegas de lila de vel- .as suas propostaa em carta fechada na secretaria
ludo estreita e de cores a 840 rs. a pega, 10*920;' do conselho, s 10 horas da manha do dia 5 de
mais 6 pegas de flta de velludo de n. 12 a 800 rs. julho prximo vindouro.
a peca, 4*800; 31 pegas de flta de garca estreita Sata das seesdes do conselho administrativo,
a 640 rs., 19*840 ; 39 pegas de fita de seda larga : pfra forneciraeuto do arsenal de guerra, 26 de
al$000 a pega, 39*000; 1 cartocom 24 rolos de uoho de 1861.
PERSONAGENS.
Alfredo......
Theottorico, sea a migo.........
Julia, mulher do Alfredo......
Rita, creada....................
Jote, creado....................
^^^^^^^^^^^(Jc-mecar
Germano.
Vicente.
D. Manela.
B. Carmela.
Teixeira.
T X beras:
Editaes.
O Illm Sr. inspector da thesourarta provincial
em cumprimeoto de ordem doExra. Sr. presiden
te da proviocia, msnda fazer publico, que no da
4 de julho prximo vinjouro, parante a junta da
fazenda da mesma thesouraria, vai novaraenle
em praca para ser arrematado, a quem mais der,
o rendimento do pedagio da barreira da ponte
do Tapacur, servindo de base a essa arremataco
a offerta que fez o licitante Christovo de Holln-
da Cavtlcanti e Mello, da qisniia de 2:096*000
aonuaes.
A arrematado ser feita por tempo de tres
annos, a contar do Io de julho do corrente
aoao a 30 de junho de 1864.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
ta o comparegam na sala das sessoee da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia
a competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o prosente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco,>27 de juaho de 1861. O secretario.
Antonio Ferreira de Annunciao.
O Dr. Bernardo alachado da Costa Doria, oOlcial
filas por 4$0O0 ; 1 dito de dito com 17 rolos por
2*000; 12 massos de 5 pegas de fita de algoao
de cores a 500 rs o mago, 6*000 ; 3 libras de lata
tina a 1*500 a libra, 4*500; 1 carlo com diver-
sos pedagos de fita larga por 3*000; 8 duzias e 4
Benlo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francitco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario Interino.
Pela administrago do correio desta cidade
1
2.
3.a
4.
5.
caixas de chumbo para rap a 80 rs. cada urna,! se faz publico, que em virtnde da convengo pos
8*000; 17 grosas de fivelliohas para sapatos a tal celebrada pelos governos brasileiro e fraocez.
200 rs. a grosa. 38400 ; 17 duzias e meia de bor-
dees para violo a 1*000 a duzia, 17*500; 60 du-
zias de ditos para viola a 240 rj. a duzia, 14*i00;
7 duzias de caivetes de duas folhaa a 3*000 a
duzia, 21*000 ; 1 duzia de cartas de alfinetes
por 1*000, 5 duzias de gailiouas de po s 400 rs.
a duzia, 2*000 ; 9 grosas e meia de erases a 600
rs. a grosa, 5*700; 1 carlo com urna porgo de
fita a retalho, por 4$000 ; urna grosi de agulhei-
ros de flha por 58000; 49 grosas de boldes de
sero expedidas malas para a Europa no dia 1.a
de julho prximo, de conforroidade com o annun-
cio deslo correio, publicado no Diario de 29 de
Janeiro deste anno. As cartas sero recebidas al
2 horas antes da que for marcada para a sahida do
vapor, e os jornaes al 4 horas antes.
Correio de Pernambuco 25 de juuho de 1861.
Domingos dos Passos Miranda.
Te ni o a directora das obras militares de
mandar construir ura cano de esgolo no quartel
THEATftO
ULTIMO ESPECTCULO
A BENEFICIO DO
HD(Dt?@@D.
Domingo, 30 dejunho.
Luiz Pisler agradce ao reapeilavel publico des-
ta capital por sua generosa proteccao para um
pobre polaco. A pedido de variss pessoas repe-
tir alguns Irabalhos dos mais admiraveis do es-
pectculo passado.
Depoii que os professores da orchestra execu-
tarem urna lida symphoni, dar principio aos
trabalhos.
PRIMEIRA PARTE.
A ponle de Arcle.
Urna grande pyraraide.
Um paaseio de Hercules.
Levantar um cavallo ao ar.
l'ara quebrar sobre seu peito una pedra de
5 6 arrobas, por dous homens com grandes ma-
Ihos de ferro.
SEGUNDA PARTE. -
MGICAS LNTERESSANTES
TERCEIRA PARTE.
Representar algumas partes de seus trabalhos
de fogo, laes como as barras de ferro em braza-
A reuniao de 24 luzes de vellas passando-as
pelos bracos, raaos e ps.
Partir com os dentes urna pequea barra de
ferro era braza.
Representar urna coroago de redo fogo, com
urna coroa de ferro em braza.
Comer urna porgo de alcalro acceso.
QUARTA PARTE.
Entrar o rei do fogo no fumo mais quente que
no espectculo passado, cora ura grande pedago
de carne e agueniar todo o tempo necessario
para que fique assada, com o que o rei do fogo
dar Ura ao seguodo e ultimo espectculo.
Presos da entrada.
Camarotes 1* ordem.............. 6*000
2* .............. 8*000
Cadeiras........................... 2000
Platea............................. 15000
Nao ha camarotes de 3.* ordem,
ludo galera ................ 1*000
Os bilhetes j se achara venda na ra Nova
n. 32, casa do Sr. Thom Lopes de Sena, e no
escriplorio do theatro.
Principiar s 7 horas e raeia da noite.
Maranhao e Para.
O hiate nacional Rosa esperado oestes das
seguir com brevldade para oa porlos indicados,
por ji ter parte doearregamento angsjado : pare
o reato e pasaageiros lrata, se eora o consignata-
rio J. B. da Umaecn Jnior, ra do Vlgario nu-
mero 23.
Lisboa.
O patacho portuguez Maria da Gloria, preten-
de sabir no dia 29 do corrente por ter o seu car-
regameuto proajpto ; para passageiroa somente.
'"'-se coro os consignatarios F. S. Rabello &
FUho, largo da Assembla n. 12.
mWMML
DAS
Nessageries imperiales.
Agencia ra do Trapiche n. 9.
No dia 1 de julho espera-se dos porlos do sul
o vapor franeez Bearn. commandante Aubry
de la No, o qual depois da demora do costume
seguir para Bordeaux com es:alas por Sao Vi-
cente (onde ha um vapor em correspondencia
com Coree) e Lisboa.
Acorapanhia encarrega-re de segurar as mer-
cadorias embarcadas a bordo dos vapores e rece-
be tambem dinheiro e objectos de valor com des-
tino para Londres *m transito por Bordeaux s
Boulogne.
Par as condieges, frete e passageos trata-se
na agencia.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
n
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Peninunga, commandante Moora,
segu viagem para os porlos do sul de sua en-
cala no dia 5 de julho as 4 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 4 ao meio dia. Eocoraraen-
das, passageiros e dinheiro a frete al o diada
sahida l hora : escriptorio no Focle do Mallos
n. 1.
Lisboa.
O patacho portuguez Maria, capito Manoer
Rodriguos Alves, seguo em pouces dias ; pode
receber alguma carga e passageiros ; tratase
cora os consignatarios Marques, Barros & C-> no>
largo do Corpo Santo u. 6.
ago grandes e pequeos a 320 rs. a grosa, 15S680; do 9. batalho de infaotaria, convida as pessoas
2 e meia resmas de papel-de peso com um pe- j que desta obra se quizerem encurabir a apresen-
queno defeito por IgOOO 1 carlo com um pou-
co de renda sola por 2*0G0; 49 pegas de renda
estreita de 24 jardas a 60 rs. a jarda, 70*560 ; 28
caixinhas de alfinetes francezes por 3*000; 15
aaixinhas de ilboses a 120 rs. a caixa, 1*800 ; 1
carto com um pouco de bico sollo por 10$000;
mais urna grosa de fivelliohas para sapalos por
200 rs. ; 3 duzias de caixinhas de raiz a 18200 a
duzia, 3*600 ; 8 duzias de creioes pintados por
' 480 rs.; 15 calgadeiras de chifre por 1*200 : 2
da imperial ordem da Rosa, e juiz de direito machinas de imprimir bentiohus por50it)0: r! K? s5, conTOsdo* os Srs assignanles da raesraa.
da primeira vara do crime e interino da do duzia de la
comraercio desta cidade do Recife de Pernam-1 de trancelins
buco e seu termo, por S.' M. I., que Dous de pares de t
guardo, etc.
I
duzia de lancetas por 960 rs.; 1 duzia e meia
de borracha por 900 rs. ; 3 duziss
pares de meias para menino a 18000 a duzia,
, 3*000 ; 3 duzias de pares de luvas de algodo por
Fago saber aos que o presente eiital tiren e 39000; 5 pares de ditas-de fio da Escocia, por
delle noticia liverem. que no da 10 de julho se < 1800 ; 8 pares de seda preta para crianca por
ha de arrematar por venda a quem mais d*. era 2*500 ; 1 carto com um pouco Je froco dsela
praga publica deste juizo. na ssla das audiencias por 4*000; 4 caixinhas de papelo para costura
os objectos segrales : a 500 rs., 23000 ; 3 ditas com vistas de papel a
Urna armagao de pinho avahada por lo0j, um 500 rs., 18500; 4 ditas vasies a 160 rs., 640 r.;
candieirodogazdedousbicos. por50*.um relo-ligrosadefivellas estanhadas por 1*; 7 caixi-
glO de bronze para Cima de mesa por 8*000, UUia nha* de rrnieq oara deannhn a 300 rs k prtx ----------------
mesa de pinho com quatro gavetas por 6*000. um. > SlOO ?**S& TmeU de escovas fina, pr ; -"* ^ ^-COr_le. a. ?.*. enero, seguintes,
maquina de vidro para lirar fogopor 48000, 32 dentes a 2*000 a duzia. 9*000 ; 12 carles
lar suas proposlas na mesma directora nos das
26, 27 e 28 do correle mez, das 10 horas da ma-
nha s 2 da larde.
Directora das obras militares de Pernambuco
25 dejunho de 1861.O eaeripturario,
Joo liouteiro de Andrade Malvinas.
Convite.
Por orden do lilm. Sr. inspector da alfaode-
1 sao convidados os Srs. assignantes da mesma,
afim de renovarem masfiangas, dentro do praso
de 15 dias, contados da data deste, de confor-
midade com a disposigo do artigo 735 do re-
gulamento de 19 de setembro de 1860. Alfao-
dega de Pernambuco 22 de junho de 1861.
0 Io escriptorario
Firmino Jos de Oliveira.
Conselho econmico do batalho Je in-
fanta ria n. 9.
O. mesmo conselho contrata para o foriaecimen-
to de auas pragas arranchadas durante o seguodo
i! 1*?lmM SU* moJes,,a- e e'a que nada, bollas de borracha a 160 cada uipa 5#120, M pul- j lranQS de sed, Com vidrilho a 3*000 cada carlo
que irazer a verd.de ao do-|seir.s prelas de vidro al cada orna 11*000. 19 :3^ 3 ail de dtas sem vSo a 3S00 o
dunas de penles de chifre para alisar cabello a carla0) ggoOO ; 36 massinhos de tranga de cara-
800 rs. a duzia 158200, 39 duzias de ditos -
cabega a 10500 a duzia, ~"
zia de ditos virados lodos
de fitas de linho de cores, a 400 rs maco. 8* ;.do decores por 38000 ; 4 duzias de atacadores de
27 magos de dita branca a 320 rs. 8*640 ; 19 ; Tdro e de seda por 28000 ; 1 carlo com ura pon-
grozas de torcidas para candieiro a 320 rs. a gro- co de tratfga de carac de a por 4*000 ; 3 empe-
rnis pretendemos
minio do publico.
Queiram, Srs. redactores, dar publicidade
estas mal tragadas linhas, com o que muito grato
ih-s ser o seu constante leitor
_______________/ A rgos.
Publicasoes a pedido.
01 secretario do conselho do Gabinete Por-
tuguez de Leitura concita aos pseudonymos Cos-
mopolita e Plagalo que hontem apaareceram
110 Cons'itucional, queiram assigoaros seus no-
mes, como promeitem faze-lo mais tarde, pois
s no terreno serio e grave aceitar a lula ms
partes que lhe forera relativas : certo de que se
o nao fizerem continuaro a merecer do publico
illustrado o epitheto de calumniadores.
THEATRO.
Voto de gratido.
Eu abaixo assignado, faltara ao mais rigoroso
dos deveres do homem grato, se do alto da im-
prensa nodemonstrasso. inda que apoucadmente
para o meu desejo, o reconheeimeoio de que me
acho possuido para com o Sr. Germaao Francisco
de Oliveira, emprezario do theatro de Santa Isa-
bel, pela franca e generosa concesso da recita de
26 do corrente, dada em meu beneficio ; para
com os meus compaoheiros d'arte, inclusive tam-
bem o Sr. Germano como tal, pelo ioteresse que
nessa recita tomaram, e pelo prazer e vontade
com que envidarara seus esforgoe para o bora xi-
to do espectculo ; para cora o publico, esse ludo
to poderoso e-tao indispensavel, que concorreu
com o seu conliogente pecuniario para a realisa-
gao da idea benellcente; e finalmente, para com
os meus amigos que de seu motu-proprio nie au-
xiliaran).
So o resultado nao correspondeu espeetstiva
geral, foi nicamente porque a muita chuva que
sobreveio ao anoilecor, impeli a coocurrencia do
publico ; e todava, a minha gratido nao me-
nos profunda, o meu reconhecimento nao me-
nos tivo. No pr/meiro vapor sigo para a Euro-
pa, e proporgo que as melhoras se forem pa-
tenteando na minha deteriorada sade, irei bem-
dizendo os generosos coragoes que de to bom
grado concorreram para o alcance do meu resta-
belecimenlo.
Recife, 27 de junho de 1861.
Manoel Joaquim Hiendes.
oa i """."" cariao, ygouu ; 30 massiohos de tranca de cars-
-Ivm "im d,tos- para j c de la a 320 rs.. 118520 ; 1 pega de franja de
XToaSn e'a dU" jodii por 1*280 ; 1 pega de bico ordinario por
los por 9*000 ; 20 macos :19000 ; 1 carlo com um pouco de tita de tellu-
conufcjttcnK
Alfande^ai.
Rendimeato do dia 1 a 26. ,
dem do dia 27.....,
368:046*216
25:0831132
__ 393:129*348
Movlmento da alfande^a.
Volutjes entrado, con fazundas.. 141
cora gneros.
Vola mes
sahidos

con
com
fazandas..
geeeioi..
167
163
823
308
98
de
Descarregam boje 28 de ianho.
Polaca hespaehoia cWanemetro caree
charqee.
Polaca hesponhoU D espegadaid em.
Polaca hespanbolaEsmeraldaiam.
Sumaca hespanhoa Ardilla idam.
Barca ingleza Gangesidea.
SrigaeioglexEliza Janknaa 'carrio.
Rrgue francezBettyrieho.
Jkicue ioglez-Snyfaaead...
Recebe doria de rendas Inte
geraes de Penanihaem
Rendimentedadiavl a'2^fjj|| '.- 31144*342
..... $493*855
dem do di 27.
40:63g*197
Conaatede yrewlnctej.
endinento -dpdu 1 a 26. S7:008*66
Iden do mkfth ? -5804*662
gro
za, 6$080 ; 47 macos de carreteis de liuhas- de
100 jardas a 240 mago, 11*280; 13 ditos de
ditos de 200 jardas a 500 o mago, 6*500 ; 7 meias
reamas de papel de peso a 1*200. 8*460; 31 ca-
xiohas de linha do marca a 120 rs. a eaixa 3*720;
11 magos de cordo branco a 1* o maga HjjOOO ;
40 grosas de aesuvios de chumbo a 6W rs a gro-
sa, 25*600 ; 16 duzias de baralhos de cartas por-
tuguezas a 1*200 a duzia, 19*200 ; 14 duzias e
meia de ditas fraocezas a 2*. 98000 ; 102 quar-
teiroos de peuna de pato a KM* rs., 6j200; 91
duzias de carines de clcheles a600 rs. a duzia,
51*600 ; oilo caixinhas de peuna de ago, a 320
rs. a caixa, 25*560 ; 15 massos de contas de vi-
dro muidas a 600 rs. o mago, 9*000 ; 19 pares
de sapatinhos de menino bordados a 18 o par,
19*000 ; quarenta pares de luvas de seda de co-
rea para sen horas a 320 rs. o par, 12*800 ; 6 li-
bras e meia de relroz de diversas cores a 3*200
a libra, 20*800; tres duzias o mei. de podras de
escrever a 2* a duzia, 13000 ; 17 colariohos pa-
ra homem por 1*700; 19 boneclos grandes e pe-
queos a 1* cada ura, 19*000; 22 pares de sus-
pensorios a 80 rs., 1*760; 7 locas de linho em
mo estado a 160 rs. 1*120; urna duzia de fras-
cos d'agua de colonia por 6*000 ; 23 caixas de
pinho por 1*760 ; 11 grosas e meia de colheres
de ferro e lalo a 4* a grosa, 46*000 ; 9 duzias
de caixas de chifre redondas a 500 rs. a duzia,
4*500*; 5 duzias de ditas compridasal* a duzia,
5*u00 ; 36 vasos de porcelana de diversos lama-'
nhos e qualidades a 1* cala um, 36*000 ; 4 du-
zias de Uvelinhas douradas para cinto a 2*000 a
duzia, 8*00 ; 3 massos de cordo, franeez dou-
rado a 2g o masso, 6*000 ; 30 duzias de rozlas
de lato dourado a 18 a dazia, 30*000 ; 6 caixas
de Flandres usadas a 640 rs. 3*840 ; 122 pares
de dados por 10* ; 7 duzias e meta de thesouras
grandes a 28 a duzia, 15*000; 58 duzias e meia
de ditas pequeas a 1*200 a duzia. 70*200 : urna
duzia e meia de pinceis para barba a 1*440 a
duzia, 2*160 ; 3 caixinhas de lacre fino por 960 ;
5 duzias e meia de caixinhas de obreia de cola
por 3*000 ; 8 grosas de boldes grandes de ma-
dreperla a 4* a grosa, 328000 ; 6 duzias e meia
de rosetas prelas a 18600 a duzia, 10*100 ; 9
grosas de anneis de vidro a 6* a grosa ; 5480M) ;
40 patuaes por SOOJ ; 17 atiee de seda por 1* ,
63 massos de patitos de dentes a 80 rs. o masso,
58040 ; 3 duzias de tintaros pequeos com tinta
a 40 rs. uu, 1*450 ; um aguador do "landres
por 500 rs.; 5 oaixioha de catanga de chumbo
a 320 rs. 1*600; 3 tioteiros de porcelana por 5* :
3 apparelbos de louga pata brioquedo de crianga
a 800 rs. cada um.. 2*408 ; 2 duzias de papel lisa
por 480 n.; 3 duzias de caixas vasias para sgu-
Ihas por 240 ; t vidros de espelhos por 1*600 am-
bos; 45 caixas com obreias por 1*800 ; 5 duzias
de papis de rebiquo por 28400 ; 7 booets de vel-
ludo e panno a 320 rs. cada um, 2>240 ; 2 colos
e meio de galo por 6* ; 3 peotes de volts para
arregagar cabello por 1*; 2 duzias d*carreteis de
Nirao a 1* a duzia, 2*; 798 estampas de santo, de
diverso, tamanho. a 160 rs. cada um, 127*689 ;
4 cagados por 18000; 101 eslampas grandes
a 320 rs. cada urna, 328320; 4 duzias decha-
ruleiras de couro a 1* a dnzia, 4*; 110 massos
da grosas de caixiurus da phospheroa da cera,
sem valor ; 3 penles de tartaruga a 2* cada um,
6* rs.: 17 duzias de peotes para piolho. a 1*600
a duzia, 27*200; 16 penles de ditos ordinarios
por i; 74 mascara, de ditersas qualidades a
100 rs. cada una, 600 ; 9 grosas e meia de U-
Pa fiaos a 1*400 a rosa, 13*300; 2 grutas e meia
de dito, ordinario a 800 ca. a grosa, 2*000; 9
relogio. oe menino, todos pe 1*000; 4 medidas
de sed. para alfaiate, em caixa de nadeira, a
600 ns. ceda uva, 2*408; 117 grosa* de boldes
de louga a 120 rs. a grosa, UgOW; 4 lonetas-d*
balaia, de 2 idroa. por 2*800 ; 8 tachadura, de
da latee, a 320 rs. cad*um, 2*580; 8 duzias de
alaelea con pedra para grtala a 580 ra. a du-
da, 48000; 32 folketinho. ecriptoe por 1*000 ; ,
lhiohos era caixa por 960 rs. ; 32 duzias.de cor-
da de tripa para viola a 240 rs. a duzia. 7Sfi80;
6 caoivetes finos de 3 folhas a 500 rs.. 38000 ; 5
duzias e meia de thesouras entrefinas a 2}000,
11*000 rs. ; 127 eadernos de papel de diversas
qualidades por 5S080 rs. ; 116 folhas com di-
versas estampas miudas s 140 rs. cada urna,
1*240 rs. ; 135 ditas finas a 350 rs., 43*200 rs. ;
4 estampas de mappas a 800 rs., 3*200 rs ,
160 ditss de diversas figuras, a 400 res 64JJOOO ;
181 ditas grandes e finas, a 1* cada urna, 1018 ;
8 alfinetes pretos e 3 volta. de conta por 1* ; 1
groza li2 de botos de vidro para collete por 900
ris; 12 massiohos de migangas do vidro a 80
ris o msssiuho. 960 ris ; 8 duzias de caixa. do
lamparines a 400 ris a duzia, 3*200; 205 duzias
de botes para abeilura de diversas qualidades, a
que devero ser de boa qualidadp.
Assucar mascavo refinado, ou branco em ca-
rogo.
Arroz pilado.
Azeite doce.
Bacalhio.
Caf em grao.
Carne secca.
Carne verde.
Farinha.
Peijo preto ou mulitinho.
Lenha [cenlo em acbas].
Manteiga.
Pe. de 6 oogas e ditos de 4.
Toucinho.
Vinagre.
Para contratar, os senhores negociantes com-
paregam no quartel da Soledade no dia 28 do
corrente com suas proposlas em cartas fechadas,
pelas 10 horas da manha.
Quartel na cidade do Recife 20 de junho de
1881.O tenente-secretirio,
Jos Francisco de Moraes Vasconcellos.
O-conselho -econmico do J0. batalho de
infaotaria contrata para tornecimento das pragas
do mesmo batalho, no segundo semestre do cor-
rete anno, os gneros alimenticios de primeira
qualidade, seguiptos: arroz, assucar mascavado
CASSINO POPULAR
DE
MASCARAS EPHANTASIA
NO
MAGESTOSOSALAO
DO
PALACETE DA RITA DA PRAIA.
Sexta-fcira 28 do corrate.
A sociedade Cassino, gozando da liceoga que
o Illm. Sr. chefe de polica se dignou conceder-
lhe dar neste dia um baile extraordinario de
mascaras e phanlasia, e sero envidados os meios
possiveis para o baile deste dia nada deixe a de-
sejar, porquanto nao se pouparo despezas para
esse Qm. A msica neste dia ser augmentada e
tocar novas quadrilhas do seu repertorio ; lla-
vera lunch.
Ser mantida a boa ordem e observadas as dis-
posiges do regulamento interno.
Entrada para damas gratis, cavalleiros 2--000.
Para
Segu oestes dias o palhabote Sobralense.
capito Ralis, anda recebe carga : a tratar cora,
Caetano Cyriaco da C. M &. Irrao, no lado do
Corpo Sanio n.23.
320 ris a duzia. 6o*600; 9 rozas e meia de bo- i refinado, azeile doce, baealho, caf miudo. car-
loes para casaca, ordinarios, por 5; 5 grozas de te seco, dita verde, farinha de mandioca, feljo,
miSlLS1 SSitiPS 1S6^J5 lenha- """td*-. P". de4 e 6 ongas, toucinho e
grozas de ditos de seda, a 320 r.sa groza 4S800; vioagre : os licitantes que tal fornecimento pre-
14 duzias de ditos con vMtilho por 1*; 9 espe- tenderen, dirigirn suas propostas em cartai Ce-
ibos grandes de moldura preta a 1*. 9*; 2 gro- chada secretaria do referido batalho at o dia
zas e meia de boldes brancos de panno, por~800
ris; 4 duzias de brincos e rozetas em caixa, a
1*200 a duzia, 4*800 ; 158 massos de 12 duzias
degrampos, a 400 relee masso. 63*200; 1 duzia
de caixinhas de clcheles, por 400 ris; 4 espe-
lhos pequeos, por 640 ris; 23 pares de botoes
brancos de metal para punhos, por 2*; 5 duzias
depares da rozetas em caixa, a500 ris a duzia,
2*500 ; 28 pegis de fitas de algole, a 240 ris
a pega,8S720; 4 massos de cordo branco para
tenido, a 400 re. o masso, 1*600 ; 2 duzias de
botes de abertura com pedra, a 500 ria a du-
zia, por 1*; 2 litros em branco, diario e razo,
por 6*; 1 diamante pira cortar vidro, por 1*';
2 grozas de pares de argolas' lisa., por 2*; 14
cartas da alfinetes graa>4as, a IfO ris, 18400 ; 2
pegas de bico de pr.-.la falsa, a 4*, 8*; 8 espe-
lhos de caixas de po, a 500 ris, 4*; 8 duzias
de pares de meias de-alfa da o paraa*trhora,-l86O0
a duzia. 12*800; 18 ditas para hdistm.i 18000
29 do andante mez.
Quartel no Hospicio 25 de junho de 1861.
Modesto Antonio Coelho de Oliveira Netto.
Tenenle agente.
SOCIEDADE BASCARA-
Amorim, Fragoso Santos
Coaipanhia
Sacan e tonam saques sobre as pragas do Rio
de Janeiro, Maranho e Para.
Pela admiiiistraga do correio desta cidade
se faz publico para Ons convenientes, que em vir-
todedo dispesio no artigo 1 lo fregulamento
geral dos correios de 21 de dezembro de 1844 e
artigo 9 do decreto n. 785 de 15 de maio de 1851,
se proceder a consumo das cartas atrasada
existentes nesta administrago e pertaoceotea ao
18* ; 24 massinhos de eafiadores de espariiihe* i mez. IIJ"'10 ao an,, passado, no dia 2 de julho
a 240 ris, 5*760; 4 goliohis de caesbeia, a 64
ris, 2*560 ; 15 entremeios.fa 18,15* ; 5 ditas com
mangas, a 1*600. S*-s 1 duzia de pegadores de
lalo, por 240 ris; 2 brinquedos de Flandres pa-
r -erianeo, a 610 reas, 1*280; 1 groza de ver-
nicas da lato, por 328 ris ; 10 caixas d**ufalo,
por 800 ris; 4 grozas de botes de seda para
cotrales, a 500 ris tose, 25 : 4 duzias. de ca-
etas de latan, per 648 reta ; 2 duzias de eaixi-
uhae degrampos, par,880, ris; 8 duzias de ve-
rnicas praiead is com argola, por 408 ris; 21
redomas poquepas com ridro, por 800 ris; 2
carrinhos de Flandres para brioquedo de meni-
no, por 1*; 3 caixinhas cara diteasos brinquedos
de madeira, a 320 ris, 960" ris ; 1 dita com di-
teraas pegas de chumbo para oratorio, t>or 320,
reta; 2 pegas de torgal de eda, por 1J ; 2ca-
bangas de masss, por 1$; 8casaes de pires e chi-
caras de poroalana cota banha franceza em mo
estado, por 2*; una porgo de frascos sem ta-
lor; 23 duzias de rosarios de rtdro, a 200 ris a
iduzia, 4*600; 9 duzia. de dito de eco, a 320
iris a duzia, 28880; 10 paces de grades a 1*600,
16*; 4 massaa de pos para denles, por 2*; 3 rea-
lejos, a 6*. 188; os quaes sao pertencentes a
Joao Augusto Hennques da Silva, e vo praga
jpor execugo de Vai & Leal, e nao havendo lao-
igede que cubra o nreen da eraliaco, a arroma-
itago ser feita pelo tato* ta- adjudceco oem o
abrttmente da le.
E para que o presente chegua aocoubecimaoio
de lodos ser publicado a. afinad ua faenad
leeif^o.
aeoie, 27 de jaatlio de 1881, qaadrafa.ino da
independencia do iaaeorte do Urmtt.
tac Maawl Mari aodrtguM do Nteoimeeto,
escrira, o useerevi.
Bernardo Hastiado i Cotia Dorim.
prximo, as 11 horas da manha, ua porta de
esmo crralo, e a respectiva lista se acra desde
j exposta ao. iutetessados.
Admioislraco do corris de Pernambuco 27
dejunho de 1861.0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GRIVIANO.
Recita extraordinaria livre de as-
. signatura. 4_
, SaMttd 39-dejudM.
Ultima representaba'
do tnuilo applaudido nyslorlo em qualro actoj e
mais dous quadros
G4BRIEL E LISIEL
oos
IlUMBV.ttlin ANTONIO.
Com todo e seu app.rato e fjecbjftiemo.
QLU 1LUL MfJKL
Grande baile e concertos
mus caes
NOS
Saloes do caes (le Apollo
Em beneficio do Sr. Jos Dias
Alves Branco
Sexta-feira 28 de junho-
A's horas do costume, ter comego o enlrete-
nimento por urna grande ouvertura por toda a
msica do 4 batalho de artilharia a p.
O baile ser de mascaras e sem mascaras, sen-
do as quadtilhae e valsas, scholtz, etc., que se
tocarem as de melbor gosto do repertorio do be-
neficiado.
Nos interallos das dangas o beneficiado exe-
cutar mui brilhantes pedagos das melhores ope-
ras italianas, inclusive algumas pegas puramente
militares.
Espera toda a protecgo do publico pernambu-
cano, e desde j hypotheca aos seus protectores
toda a sua gratido.
Cumprir-se-ha elm6ote o regulamento po-
licial.
Entradas para senhoras, gratis ; ampara homens
a 29OOO.
Avisos maritimo.
COMPANHIA raNNABOCMU
IMavegaca costeira avapdr
Parahiba, Ilio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu', Aracaty Ceara'
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os porlos do norte at a Granja na
dia 6 de julho as 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 5 ao meio dia. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete al o dia da sahida
a 1 hora : escriplorio no Forte do Mallos o. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
rMfJif U L vpm
At o da 29 do crrente esperado do. portoe
do sul o vapor Cruzeiro do Sul, commandan-
te o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo,
o qual depois da demora do costume seguir pa-
ra os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada 00 dia de sua chegida at as 3
horas da tarde, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete al odiada sabida as 3 horas:
agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azeve-
do {Vendes.
PARA
Segu uestes dias para o indicado porto o ve-
leiro brigue-escuna Graciosa, capito Joo Jos
de Souza, por ter todo o carregameoto contrata-
do, podar receber aioda algumas miudezas,
de vendo para esse Om os pretenden tes enten-
der-so com os consignatarios na ra da Cruz
n. 27, escriptorio.
Rio de Janeiro
O veleiro ebem conhecido brigue nacional Ve-
loz, pretende seguir com muita brevidade, tem
parte de seu carregameoto promplo, para o resto
que lhe falta irata-se com os seus consignatario.
Azevedo & Mendes, no seu escriplorio ra da
Cruz n. 1. ,
Rio de Janeiro
segu con toda a brevidade a barca Mathilde
por ter netade do seu carregameoto engajado :
para o restante, trata-se con Manoel Alves Guer-
ra, na ra do Trapiche n. 14, ou con e capito
Jos Feneira Pinto.
f M \
REAL MirAMl
DE
Paquetes inglezes a vapor.
Al o dia 29 do corrente espera-se da Europa o
vapor Tyoe, commandante Jelllcoc, o qual de-
pois da demora do costme seguir para o Rio-
de Janeiro tocando na Bahia. para passagens etc.
traa-se com os agentes Adamsen Howie & C.
ra do Trapiche Novo n. 42.
Para o Rio de Ja-
neiro
A veleira barca nacional /r seguir com bre-
vidade. Para alguma carga miuda, trata-se
com Aatuoe. Guimaraes & C, no forte do Mal-
los, trapiche do baro do Livramento n. 15, e>
para eecravos, cam os consignatarios Araoaga
Hijo & C trapiche-Novo n. 6.
Para Lisboa e Porto,
sahir com brevidade a barca portugoeza For
mosa, de primeira marcha : para o restante de
carga e passageiros, para os quaes tem excelen-
tes commodos. trata-se com Manoel Ignacio da
do Corpo Santo, escrip-
a bordo.
Oliveira l Filho, largo
torio, ou con o capito
Baha.
Segu a .umaca Hortencia, capito Belchior
Maoel Aracje : pera'o resto da carga que lhe
bita e pasaagt-iroe, trate-aecom Awvedo & Mee*
des, roa rCrm n. 1.
Baha-
A escuna nional Carlota, capitie- Luciana Al<
ves da Caecelgao, salte para a Baha em pouco*
dia. ; para alguma carga que aioda pode raoeber,
trata-aecon Prancisee L. O. AletedO, na ra da
IMniieaHw a>. 11. -
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
MOTflIS &TNUL
O vapor Oyapock, commandante o capito
tenente Pedro Hiplita Duatte, esperado dos
portos do norte al o dia 3 de julho prximo, o>
fual depoi. da demora do cusidme seguir para
os do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se ai
carga que o vapor poder condusir e quat de ver
ser embarcada no dij de-aoa obagada at ae 'i
horas da tarde, dinheiro a frete, encommendas a
passageiros at o dia da sahida as 3 horas ; agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Mwmje.
.......... ni 1
/
*mmt
Leiitka.
.
*^r

m
Po dia sexU-feira 28 do *cor-
renta.
O agente Evaristo far leilio da arnagio e di-
u


n
WaWKHW itaJUMKJCO. te. SHLTA SHA t M HOTO DE 1S4M.
vidas de deposite da ra do Rangel n, 6, perten-
ceote a massa fallida de Jos Jacintho Pacheco,
no meamo dia cima as 10 hora* do dia, espe-
rando a concurrencia de seus freguezes para que
seja deata vez effecUiado o leilao, no meamo de-
posito e as horas ditas.
LE1LA0
MA
Variado sortimento de cadei-
ras, coramods de mogao,
sofs, toiletes, lavatorios
etc., etc., e un piano.
Quarta-feira 3 dejulho.
Antunes vender por conts e risco de qaem
pertencer na ra da Cruz do Recite armazem o...
variado sortimento de movis, como sejam com-
modas de mogoo, lavatorios, toiletes, secreta-
rias e lima iuoidade de objectos que enfadonho
seria mencionar: no indicado dia e lugar as 11
horas em ponto,
LILAO
DE
1 lindo cabriolet e
cavallo.
Sexta-feira 28 do crvente.
Antunes vender ura lindo cabriolet eom um
bom cavallo, em seu armazem ra do Imperador
d. 73, as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
22 carrocas, 2 carros de qua-
tro rodas, carretoes, carri-
nhosdemo etc., tudo de
construccao americana.
Terca-feiral de julho.
Antunes vender no Forte do Mallos arma-
zem do Sr. baro do Livramenlo, fortes e bem
construidas carrocas para um e dous bois, car-
retoes de longa durago, carrinhos de mi e
dous lindos carros americanos para duas e qua-
tro pessoas. As 11 horas em ponto. .
Continuado do leilo
DOS
Movis da massa fallida
de Sijueira & Pereira,
Sexta-feira 28 do corrente.
Antunes por autorisaco dos depositarios da
massa fallida de Siqueira & Pereira, vender em
leilao o resto dos movis que pertenceram aquel-
es fallidos, tudo sem reserva de preco as 11
Loras em ponto.
Ta ni bem vender
joi de apurado gosto socorrer do martello;
LEILAO
*Os bilhetes rubricados com a fir-,
ma de Santos Vieii a da primeira parte
da primeira lotera de S. Francisco do>
Ca changa', s5o su jeitos ao descont da
le, visto nao ser mais permittido ga-
rantir o descont da sorte grande.
LOTERA.
Sexta-feira 5 dejulho prximo anda-
rao impreterivelmeote as rodas da pri-
meira parte da primeira a beneficio da
greja de S. Francisco de Paula do Ca-
xanga' no lugar e as horas do costume.
O bilhetes e meios bilhetes acham-se a
venda aos precos abaixo declarados na
thesouraria das loteras ra do Quei-
mado n. 12 primeiro andar, e as casas
commissionadas na praca da Indepen-
dencia n. 22 loja do Sr. Santos Vieua,
ra Direita n. 3 botica do Sr. Chagas e
ra da Cadeia do-Recfe n. 45 dos Srs.
Poito & Irmao. As sortes serao
depois de distribuidas as listas.
- Bilhetes inteiros cada um 5#000
Meios bilhetes 2#500
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
pagas
Quera
duvidar
mente!
experi-
Prepara se com todo aceio e promp-
tido e por preco razoavel comida para
qualquer casa, assim como difieren tes
ro com que se trabalha, a presteza que
ha e o dinheiro que se pede azem ad-
mirar a quem se dirigir aon. 25 da ra
das Flores.
S So vende barato. ^S
Acaba de chegar ao armazem J
5 da ra da Cadeia do Recie n. '
8, um lindo-sortment de va- W
IP ras douradas imitando jacaran- |$|
@ da' proprias para molduias de 8
W espelhos, retratos e estampas pa- f|
fp ra ornamentos de sala etc., as ^
sp ques se vendem por diminuto A
@ preco. 2
Antooio Moreira da Silva durante
ausencia deixa por seus procuradores em
gar ao Sr. Jos Das da Silva Guirnares,
Terca-feira 2 de julho as 11
horas em ponto.
Krebb Whately & C, farao Ieil3o por inter-
vengo do agente Pinto, de 200 caixas com cer-
veja (sendo 145 da preta e 55 da branca] do
mais afamado fabricante em lotes a vontade dos
compradores, no dia e hora cima mencionado na
ra do Trapiche n. 17.
Avisos diversos.
Os abaixos assignados
membros da commisso en-
carregada por alguns rossui-
dores de lettras emittidas na
circulaco pela extincta te-
souraria provincial, de pro-
mover a cobranca judicial dos
referidos titulos, convidam os
Srs. interessados a se reuni-
rem no dia 28 de junho a
meio, dia na casa da ra da
Cadeia n. 36, aflm de tomar
na devida consideraco o que
ha occorrido acerca de tal in-
cumbencia e prescrever o
proeedimento ulte-ior que
deva ter a actual commisso,
ou aquella que a houver de
substituir a respeito da refe-
rida cobranca. ecife 13 de
junho del 861.Manoel Joa-
quim Ramos e Silva. Anto-
nio de Moraes Gomes Ferreira
Adriano Xavier Pereira de
Brito.
Aluga-se um armazem no caes 21 de No-
vembro n. 12 : a tratar em n. 24.
ATTENCO.
Hoolem pelas6 horas el/2 da tarde desappa-
receu do segundo andar da casa n. 26, da ra
ova, 1 relogio de ouro, patente suisso n. 44,617
tendo na lampa inferior o n. 1975 B. em ponto
, pequeo : roga-se ptssoa que for offerecido de
-o apprehender e mandar parte na mesma casa,
]ue gratificar gonerosamente.
a sua
l.lu-
, em 2.
ao Sr. Bernardino Lopes de Oliveira, em 3. ao
Sr. Antooio Goocalves de Barros.
O abaixo assignado declara ao respeilavel
publico cora especialidade aos senhores do com-
mercio, quo deixou de ser caixeiro do Sr. Jos
Victorino de Paiva desde o dia 20 do corrente.
ConradofAugusto de}Farias.
Fugio do engenho Jundi, freguezia da Es-
cada, um escravo por nome Pedro, idade de 18 a
20 annos, pouco mais au menos, crioulo, baixo,
cor preta, cara regular, tem os ps eridos de
neiras e era vos, levou camisa de biela azul es-
cura, caiga de algodo azul, chapeo de palha j
velho ; furlou um cavallo castanho amartillo com
um 0 no quarto (squerdo, e o mais ferro igoora -
se, castrado, gordo, andador baixo, galopa bem e
novo ; fugio na madrugada de 25 para 26 do
corrente junho ; foi comprado dito escravo ao
Sr. Francisco Malinas Pereira da Costa, morador
nesta prac.8, e dizia ter sido do Bonito do lugar
Pedra : rogase a todas as autoridades e capites
do campo, ou qualquer outra pessoa, que o agar-
rem e o levem ao mesrao engenho Jundi, ou
nesta praca casa de Joaquim de Almeida e Sil-
va, travessa do Queimado n. 1, pelo que ser
generosamente recompensado.
Jos Gongalves Malveirs, faz sciente ao
respeitavel publico que desdo esta dacta des-
pediu de sua cocheira residente na ra do Im-
perador o. 25, Joaquim Alves Pinto, como cai-
xeiro da mesma; outro sim, recommenda a todos
os senhores que sao deteriores a mesma, que
nao pague conta alguma ao mesmo cima men-
cionado, ao contrario Ocam sujeitos os seus d-
bitos. Recie 27dejunhode 1861.
RECKEIO SCENICO.
Por ordem do Sr. director sao convidados os
senhores socios a comparecerem a sesso extra-
ordinaria sbado 29 do corrente, as 3 horas da
tarde para tratar-so de negocios que interesso
a mesma sociedade. Sala das sesses 27 de ju-
nho de 1861.
A. G. Brrelo,
2o secretario.
Offerece-se um menino portuguez de 12
aonos para caixeiro de taberna, o qual tem bas-
tante [pralica da mesma, ausneando-se a sua
conducta : na roa Augusta n; 31. taberna.
O biate nacional alovencivel, sahe impre-
terivelmente para o Aracaty do dia 29 do cor-
rente as 6 horas da manh, recebe somente pas-
sageiros; quem quizer ir de passagem, dirija-se
a ra da Senzalla-veiha n. 140, terceiro andar.
Precisa-se alugar nma casa terrea que te-
nha bons commodos, quintal e cacimba, no
biirro da Boa-vista, nao se je duvida da gumas luvas no caso de agradar : na ra da Im-
peratriz outr'ora atierro da Boa-vista n. 41 se
dir.
Precisa-se de urna escrava para andar com
fazeudas, e urna ama para casa de pequea fa-
milia : na ra do Hospicio n. 62.
Precisa-sede ama ama para casa de pouca
familia : na travessa do Livramento n. 18, se-
gundo andar.
-.: Aluga-se urna casa terrea com solo, a qual
tem commodos para grande familia, alem disto
tem um grande quintal todo murado e cheio de
diferentes arvores de fruclo ; alem de tudo isto
muilo perto desla cidade por ser naSoledade, na
ra de Joo Fernandes Vieira (defronle da igre-
ja) o. 60 ; quem a pretender, entenda-se com o
Sr. Bernardo da Cunha Teixeira, e a chave para
ver, exute na padaiia confronte a igreja- da Sole-
dade.
Offereee-se para praticar no commercioum
moco brasileo que sabe a escriptura;o por par-
tidas simples e dobradas: quem precisar aonun-
cie por este jornal.
Alugam-se traspretas que sabem coziohar,
veoder na ra, lavar eengommar : quem quizer
aluga-Ias dirija-se a ra da Imperatriz n. 43, que
encontrar com quem tratar. Outro sim aluga-se
tambem um molecote que erre para todo o ser-
vido de casa de familia.
O artista americano
O artista americano
O artista ameriepno
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3jj(
Tira ratratos por 3^
\ Tira retratos por 3
Tira retratos por 3 .
Tira retratos por 3
Tendo recebidoum sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de ca-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
Tendo recebidoum sortimento decai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento dtcai-
xinhas novas
Nograndesalaodarua do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande sal5o da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grandesalao da ra do Imperador
A. W. sborn, o retratista america.
no tem recen te mente recebido um gran-
de evariadosortimento de caixas, qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande ornecimen-
to de caixas para retratos de 3^(000 rs-
cadaum,as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos praticos na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicSes muito
razoaveis.
Oscavalheirosesenhoras sSoconvida-
dos a visitar estesestabelecimentos.pa-
i examinarem os specimens do que
Aos pais de familia.
D. Umbelina Wanderley Peixoto tem reslvido
contfnoar cum o seu antigo collegio de inslruc-
?ao elementar do sexo ferainino, o qual por ora se
acha estabelecido na ra da Gloria, pavimento
5o "j'W As Pe"" q a quizerem honrar
cooflando-lhe a educado desuaafilhas, encon-
trarto nella plena solicitude e disvello. As men-
sa idadea sao de 5SO0O pagos adiaotados, dando o
collegio papel, peona, tinta e compendios. O
programma do engino e o rgimen interao vo
abaixo transcriptos:'
Escripia.-Bastardo, bastardinho e cursivo, pelos
autores de calligraphia mais acreditados.
Leitura.Historia sagrada, livros que cootenham
fbulas, regras de civilidade, preceilos de mo-
ral, e maouscripto.
Aritmelhica.Asqualrooperasoesfundamentaes
e o systema mtrico e monetario do imperio. '
Doutrina chnstaa.Resumo das oracoes e expli-
caQoes do cathecismo. y
Trabalhosde agulhs.- Costura chia, labyrintho,
bordados de marca, de matiz e de ouro .
A aula de maoha principia as 8 horas e Qoda
ao meio da ; e tarde das 2 at as 5.
De maoha :
Das 8 s 9 procede-se ao trabalho da escripta e
correco da mesma. v
Das 9 s 10. leitura.
Das 10 s ll.contabilidade.
Das 11 alea sabida, doulrina christa:
A tarde toda destinada aos trabalhos de aeu-
Iha e exercicio da doutrina christa.
"7". O Sr. Manoel Luiz Coelho queira
dirigir-te a esa typographia que sellhe
precisa fallar.
Manoel Garcia subdito|Hespanhol retira-se
para o Rio de Janeiro.
Vicente Calabrez, subdito italiano, retira-
se para Tora da provincia.
Msicas e pianos.
J. LAHONNIER, na ra da Imperatriz n. 23
acaba de receber pelo ultimo vapor da Europa"
urna bella collecQo de msicas para piano e can-
to, dos melhores autores e muio escolhidas ;
igualmente se encontra em seu estabelecimento
ptimos pianos ; assim como faz todos os con-
certos e afl-ja os mesmos instrumentos em pouco
tempo e por precos commodos.
Anna Fausta da Cunha Pern e Souza,
acnando-sehcencionida pelo Exm. Sr presiden-
te da provincia para ensinar particularmente as
?"^ei"?Jetras' ,enciona hrir a sua aula no dia
i. de julho-prximo na ra Augusta d. 94. aon-
de tambem recebe pensionistas e meio-peosio-
nistas ; assegurando entretanto aquellas pessoas
que Ihe quizerem conQar a educacao de suas i-
has, todo o desvelo, e actividade no desempenho
oa ardua missao deque se vai encarregar.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e fa-
zer compras para urna senhora.; ao sahir do pa-
teo do Carmo para a ra de Hortasn. 9, primei-
ro aodar.
(utieiro e espingardeiro
ARMAZEM
DE
ROJPA FSITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QlEIMADO 40
Defronte do becco da Congregac letreiro verde.
luaHSes^'lfmb^m'L^Hr""," de rouP *<*"
que fem um &Sffi Ss'sorer'" Pf Bedld'' T0Dla,,6 d8 freUe' P"'
f
Casacas de panno preto. 40, 35* e 30000
Sob recasaca de dito, 35* 30SO
Palitots de dito e de corea, 35, 30.
25S0O0e %000
Dito de casimira de cores, 2000,
vel-
da
Vende-se
um piano de jaearand em bom uso: quem o
preteoder, dirija-se a ra do Livramento n. 31,
primeiro andar.
Francisco Sadrn, subdito rancez, retira-
re para ora da provincia.
Nova pechincha.
Chitas larga* (rscelas, covado a 200 e 240
fs.,riscados francezes, covado 180 r., cortes do
tntamo a 2,000 ti.: na roa do Queimado n. 44.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
corpo de commercio e ao publico em geral, que
te da firma social de Sequeira & Campos, a qual
girava na loja de miudexas. sita na ra eatreita
ao Rozatio o. 2, ficlbdo 0 socio Guiihermino
Antonio de Sequeira reaponsavel por.todo o
rt,7f P"yo mtama. Recite 28 de junho
,8*J. ,0 Perrein Pioto de Campo s.
William Frost, subdito ioelez, r*tira-e para
Rio de iMno.
Attenco
Pretende um moo arranjar-se pira confeiteiro
ou refinador, tendo de ambas as proflssoes a pra-
tica ntcessaria : quem o pretender, procure na
ra do Alecrn n. 55.
Aluga-se a casa terrea o. 3 do pateo do Pa-
raizo por 25 mensaes: a tratar no arco da Con-
ceicao n. 4.
Precisase de urna ama forra ou captiva
para cozinhar e comprar : na ra do Imperador
n. 37, segundo andar, entrada direita.
Aluga-se ums ama escrava para o servico
de caaa de familia, seu aluguel pago adiania-
do : na rus da Soledade n. 25.
Attenco.
Perdeu-se na noite de S. Joo, desde a ra da
Penba at a ra das Larangeiras, jm lenco bor-
dado com bieo em roda : a pessoa que o achou e
querendo reititui-lo, dirija-se a roa das Laran-
geiras n. 8, que ser recompensada.
Segunda-fera 1. de julheeer arrematado
em praca publica do juiz da paz do segundo dis-
trielo de Sasto Antonio 7 cadeiras, 1 par de con-1
solos. 1 mesa redoada, 2 cmodas, 1 loucador e
1 armario de cima de cmoda, por execuco de
os Faustino de Leaos contra Francisco foeUn,
cima ica anunciado.
Gurgel&Perdigao.
Fazendas modernas.
Recebem e vendem constantemente su-
periores vestidos de blonde com todos os
preparos, ditos modernos de seda de cor
e pretos, ditos de phantasia, ditos de
cambraia bordados, lindas lazinhas.
camoraiade modernos padres, seda de
quadnnhos. grssdeoaples de cores e pre-
tos, moreantique, sintos, chapeos, en-
leiies para cabera, superiores botes,
maoguitos, pulceiras, Ieques e extracto
de sndalo, modernos manteletes, tal- j
mas compridas de novo feitio, visitas de
gorgurao, luvas de Jouvio a 2500.
Muito barato.
Saias balo de todos os lmannos a 45,
chitas francezas finas claras e escuras a
J80 rs. o covado, colxas de laa e seda pa-
ra cama a 6.
Koupa feita.
Paletot de casemira de todas as cores
a 10, ditos finos de alpaca a 6$, ditos
de brim s 4, chapeos pretos a 88 e mui-
tas outras fazendas tinto para senhoras
como para homem por preco ioteiramente 2?
barato, do-se as amostras : na ra da ft
Cadeia loja n. 23, confronte ao Becco A
Largo.
waiwieeieai m^m mvMvmmn
u aoaixo assignado declara que recebeu urna
caita da Sra. regente do convento da Gloria, pe-
diodo-lne urna esmela para a festa do Mez Ma-
riano da Senhora da Coueeico, e que deu ao
portador 10 O abaixo assignado faz esta decla-
ragao para evitar algum engao. Recie 26 de
junho de 1861.
Custodio Manoel Goncalves.
A 4#000.
Cortes de casemira, fazenda boa : na roa do
Queimado n. 47.
A 1/J300.
Chales de la pretos ; na ra do Queimado nu-
mero 47.
A 2#000.
na ra do Quei-
/ A 200 rs. o covado.
Priucexas pretas com defeito: na ra do Ouei-
mado n. 47. v
A 3#500.
Enfeites de bom gosto para senhora ; na roa
do Queimado n. 47.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederie Gtutier, cimrgiao dentista, fax
todas as operacoes da sua arte e col loca
den tes artieiaes, tudo com a superiori-
dade e perfeigio que as pessoas entendi-
das ihe reconheeem.
Tesa agua e pos dentifricios ele.
I Wirr,
amla e limpa com toda perfeicao navalhas de
narbs, tesouras. instrumentos cirurgicos, etc.,
etc., coocerta e limpa espiogardas e espadas: re-
commenda-seaos Srs. Drs. e operadores de lus-
trar como de novo todos os instrumentos cirur-
gicos e de dentista : ra estreita do Rosario nu-
mero 10.
Lava-se e engomma-se com promptido e
asseio : na ra do Raogel n. 15.
-7 Urna pessoa que tem de residir fora desla
capital vende um grande sitio com excellente ca-
sa de morada ecom proporces para delle se ti-
rar bom reodimento ; e para facilidade do com-
prador nao pora duvida em receber sua impor-
tancia em fazendas ou molhados: contrata-se na
ra da Cruz n. 25, segundo andar.
To^luga'8eo Prmeiro andr da propriedade
n. id da ra da Cruz, lado do nascenle, em qne
mora o Dr. Jos Joaquim de Sousa.
15, 12 e
Ditos de alpaka preta golla de
ludo,
Ditos de merin-sltim pretos
cores, 9JO0O
Ditos de alpaka de cores, 5 e
Ditos de dita preta, 9, 7, 5 e
Ditos de brim de cores, 5, 4500,
Ditos de bramante do linho branca.
6S0O0, 5000 e
Ditos de merino
15000e
Calsas de casimira preta e decores
.12. 10, 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
dao pretos, 5 e
Ditas de brim branco
5S0OO, 48500 e
Ditas de ganga de cores
Collates de velludo preto e de co-
res, Usos e bordados, 12, 9g
Ditos de casemira preta e de cores.
lisos e bordados, 6, 5500, 5 e
de cordo preto,
e de cores,
9000
USO0O
&5000
3500
350O
3500
4S0O0
8000
6(000
4500
2500
3S000
8J0OO
3500
5000
5000
5000
3000
28200
18280
2300
3*000
1800
18000
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 6 e
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 7J000, 6000 e
Ditos de brim e fusto branco.
3S500 e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algedio, 1 $600 e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 2500 e
Ditas de peito de linho 6$ e
Ditas de madapolo branco e de
corea, 3, 2*500, 2 e
Camisas de meiaa
Chapeos pretos de massa, francezes,
formas da ultima moda lf,8500e 7000
D, os de feltro, 6, 5$, 4e 2*000
Ditos de sol de seda, inglezes e
rJSSS' \% ,2. 5 e 74000
Collannhos de linho muito finos.
novos eitios, da ultima moda 800
Ditos de algodo 500
Relogios de ouro, patentes hori-
Di oa de prata galvanisados, pa-
tente hosonlaes, 40S 30000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderefos, pulseiras, rozetas o
anneis
Toalhas de linho. duzia 12000 o 10&O00
ELIXIR DE SAIDE
Gitroactato de ferro.
Vnieo deposito na botiea de 3oa.Vuim MarUnbo
da Crux Correia & C, ma do Gabug n. U,
Pernambneo.
o. tnr as?*f3fsSSrgsri,,M ""e'e" ** *m "* "e"":s *'.
tal vari-
llenco.
Cortes de gorguro de seda ;
ruado o. 47.
Deseja-se saber onde residem os herdeiros do
nado Antonio Jos Palricio, consenhores da
maior parte da propriedade denominadaSitio
na Camanha, da freguezia do Taip, na proviocia
da 1 arahiba ; e caso queiram veoder ditas trras
dimam-ae ao capitSo \faooel de Caldas Brandao,
all morador, que deseja compra-las.
Deseja-se fallar ao Sr. Luiz Antonio Lina
Benevides a uegocio de seu interesse ; na ruado
Crespo n. 20, ou annuncie a sua morada para ser
procurado.
Mr. William Campbell e sua familia, retira-
se para o Rio de Janeiro.
Jos Joaquim Das do Reg, vai s provin-
cias do norte a negocio.
,nf0n |ett0 de mu,ta lmPf'cia em therapeutica ;
nlendo a essencia do medicamento, o torna agradavel
ios os paladares e para todos os iPmnr,m0n.L '
A formula
quando ella, ma_
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos"
de. mSfJSgSySEioeoedfeerfr" A^tZ^SSSL^^ "T lS brilM
quena dose, o ser de urna nromnta e f.u rtin1f,* a8rada,e. rene o tomar-se em urna pe-
assimiladoleooopro^^ <*> compltamele
e um progresso immenso,
fcil e possivel para todas as
qualida-
CONSULTORIO ESPECIAL
H0HE0PATHIC0
DO
DR. CASAXOYA,
30--Ra das Cruzes-30
Nesteconsultoriotem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (astinturas) por Ca-
tellan e Weber.por presos razoaveis.
Os elemento dehomeopatbiaobra.re-
commendada intelligenciade qualquer
pessoa.
Attenco.
Pede-se ao Sr. Antonio Ignacio Brandao o fa-
vor de spparecer na ra de Apollo, taberna n.
negocio de seu interesse.
hemorrhagi^uubjS^ul^SSt^0^^^ "S* Da debi,idade subsequenle as
por debifade". ",grol br^ca..^^^S^^^^T taconlin.nci. : de orinas
convalescencia das molestias graves m chlom anVnr?/a.fl m.X' n" Pu.rPur hemorrhagica, na
do ferro.
de que o
-_vores e o
pela qual se pode sem receio usar
Pelo juizo municipal da segunda vara, es-
crivo Santos, tem de sar arrematada, findea os
das da lei, a taberna n. 11 as Cinco Ponas pe-
nhorada a Antooio Joaquim Rabello Bastos por
execuao que Ihemovea junta administrativa da
irmaniade da santa casa da misericordia do Re-
SOCIEDADE
Uio Beneficente
DOS
MARTIMOS.
De ordem do Sr. presidente acientifieo aos se-
nhores socios effectivos que a sesso magna em
commemoracao da inttalaco da nossa sociedade
deve ser celebrada no theatro de Apollo no mes-
mo da e bdva mencionada, nlo no palacete do
caes de Apollo, como anteriormente havia sido
determinado.
Secretaria da sociedade Doio Beneficente dos
Martimos, 28 de junho de 1861.
Balthasar Jos dos Rala.
1. secretario.
Brilhantes
de todos os tamaahoe : vendem-se em easa de
N. O. Bieber&C. Mwcessoree, ru da Cruz d. 4.
Cao .fgido.
Desappareceu do sitio do brigadeiro Joaquim
Bernardo de Figueiredo, um cao grande de fila
de edr parda, levando urna colleira de sola com
argola de ferro; por laso roga-se a pessoa que o
houver pegado, o favor do eva-io ao meamo si-
tio, ou ra estreita do Rosado n. 29, que ser
bem recompensado.
Ama.
Precisa-se de urna ama que saiba lavar e on-
gommar: na ra da Senzala Verba n. 22, segun-
do andar.
O Sr. Manoel Jos de Castro Vianna, quei-
ra pot favor ir a ra Nova a. 7.
Os advogados Dr. Antonio Borges da Pon-
aeca e bacharel Joo Baptiata do Amaral e Helio
leem seu escriptorio na praga de Pedro II, outr'-
ora paleo do Collegio, 1* andar, entrada pela ra
do Queimado o. 41: podem aer procurados para
os muleras de esa profiaeio das 8 botas da ma-
oha s 4 da (arde, nos diaa uteia.
Precisa-se de um fo retiro para urna pada-
ria, que esiba desempenhar o sea locar : a tratar
no paleo de S. Pedro a. 6.
AN0VAL0JA00PAVA0
NA
Ra da Imperatriz n, 60.
DE
h,n ai?1" de receb^r'Pel, ul,im0 'porfrancez as fazendas seguintes, as quaes se vendem ma
barato do que em outra qualquer parte: o..uC .uo
Organdys de bellissimos padrdes muilo finos a vara 1.
Groadenaples azul, cor de rosa e amarello fazenda fina e de muito corpo o covado a 2.
Ditos lavrados muito encerpado o covado a 2.
Mimos de seda da India o mais moderno para vestido o covado a la>280.
Ditos de la fina e de padrdes muito galantes a 800 rs.
Manteletes de fil preto com bico largo a 7/.
Ditos de fusto branco muito bem eofeitados a 8.
Chales de merino eslampados com lista de seda muito finos.
Tarlatauas de todas as cores e muilo fina avara a 800 rs.
Cortes de tarlatanaacom salpico* cada um em seu carto a 65.
Camisinhaa com golas e manguitos para senhora que tem bom gosto a 6.
Ditas ditas .com vivos de cor a 4S000 rs. ^
m grande sortimento de saias balo para senhoras e meninas.
Um grande sortimento de saias balo muito ricas com babados a 10.
Pegas de cassas bordadas com 81)2 varas proprias para cortinado a 2J500.
Lindos chapeoszinhos de merino bordados para meninos e meninas gosto inglez a 5.
Caaaas francezas belissimos padrdes a vara a 500 rs.
^^XSSt6KS%AtTmmm boasg08tos para ,enhoras e MMinasa
Um completo sortimento de chitas francezas escurase a legres e padrOes bonitos a 220, 240 260
Ditas muito superiores o covado a 320 rs.
Ricos enfeites com franja e bolotas para cabera de senhora.
De todas as fazendas aqui mencionadas se do as amostras deixando ficar peahor, assim co-
mo se mandam levar em casa das familias que quizerem fazendas em tonta e debonitos gostos
k
ASSOCIAQAO
DE
Soccorros Mataos
B
Lenta Eraancipaco dos Captivos.
De ordem do Sr. vice-presidente sao convida-
dos os membros do conselno para reunio boje
as 7 horas da larde, no lugar da ra das Trin-
cheiras, casa da morada do Sr. thesoureiro, onde
contina a ser todas as reunios da sociedade at
que se reaolv* o contrario.
Secretaria da Associaco de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipaco des Captivos 27 de junho
de 1861.
* Galdino Jos Peres Campello,
1." secretario.
Precisa-se de urna ama pra o servico de
urna casa de pouca familia ; na pra$a do Corpo
Santo n. 17.
~"i Vendem-ae saceos de gomma de superior
qaahdade, por prego commodo; na roa do Viga-
rio n. 5.
Na praca da Boa-Vista n. 3, vende-se 1 sof,
2 contlos, 6 cadeiras, ludo de amarello, e no-
vo, e ouira bem acabada, e 1 cama de ferro para
casal, tudo novo.
Vende-se urna laberne aa praca de Boa-
Vista, muito bem afreguezada, tanto para a praea
como para o mato, pois o sea dono vende por
se retirar para fora a tratar de sua saude, vend-
se a diatheiro oa a preso com garantas : quem
pretender,- annnncie para ser procurado.
Attenco.
No novo caf do becco da Boia n. 2, no Forte
do Mattos, vendem-se bebidas e charutos de di-
versas qualidades, como tambem aprompta-so
comida a qualquer hora do dia para quem quizer
peiiscar, tudo com o maior asseio e promptido
por commodo prego. Na mesma casa vende-te
tambem roupa feita propria para trabajadores o
marujos.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
fazer o servico interno e compras de urna casa de
pequea familia : a tratar no becco da Boia n.
2, terceiro aodar, no Forte do Mattos.
O Dr. Jos Sergio Ferreira de volta de sua
viagem ao Maranho contina a reaidir na praca
da Boa-Vista n. 21, onde pode aer procurado a
qualquer hora do dia ou da noito para o exerci-
cio de sua profisso.
Antonio da Silva Lolo, subdito portugtez,
vai para o Rio de Janeiro.
Vende-se a taberna da ribeira da Boa-Vista
o. 3, propria para um principiante por ter da
pouco fundo, e estar mnito afreguezada para a
trra.
Por 601 por mez
o aluguel da loja da ra Nova o. 61, com arma-
gao euvidragada, propria para qualquer estabele-
cimento : a atar ano escriptorio contiguo a. 63.
Feijo de corda.
No armazem d Tasso lrmaos, ra do Amonto
ero 35.
I

1



I
DiAiio u nmnamocQ. *- sexta fhu as m junq di mi,
(*)
Cassino Militar
Pernambucano.
A'aTrec
Feetoria scientica a todos oa senhores so-
cios qee a segunda partida ter lugar no da 13
de julho, e roga aos meamos hajam de entregar
suas propostas de convite at o da 30 do corren-
te, na ra No?a n. 46, primeiro andar. Oulro
sim avisa que nodia 4 de julho devero se reu-
nir etn assembla geral aflm de tratar-se de ob-
jecto de grande importancia e urgencia. A mes-
ma directora agradece cordialmente a todas as
familias que compareceram a primeira partida
pela maneira simples do trsjarem, observando
dessa (orma sem descrepancia um dos arligos dos
estatutos que rege a sociedade.
Recife 26 de junho de 1861.01.* secretario,
Antooio Vilell.
"" Alugam-se' as lojas dos sobrados n. 37 e
39 sitos na ra do Imperador : a tratar no Mon-
dego em casa do finado cemmendador Luiz Go-
mes Ferrira.
O Sr. Henrique Manoel da Silva queira por
favor ir a ra Nova, loja n. 7.
O 1., 2." e 3.* tomos das biographias de
alguna poetas e oulros homens illuslres da pro-
vincia de Peruambuco, comas poeaias e muitos
documentos e tilulos inditos, e de grande, inte-
resse e apreco, pelo commendador A. J. de Mello.
Em mo do autor.
Precisa-sede dousamassadores que enten-
dam peritamente do trafico de urna padaria ; a
tratar oa rea larga do Rosario n. 16,
Paga-se 20#500 as moedas
de 20$.
Na ra Nova esquina da Gamboa do Carmo.
Aluga-se um bom armazera na ra da Cruz
n. 29, tendo sahida para a ra dosTanoeiros, em
boa*localidade para qualquer estabelecimento : a
tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
O padre Bonifacio Antonio Pereira Lemos
subdito porluguez, segu para a Parahiba.
Attenco.
Precisa-se alagar ama preta escrava, que saiba
lavar e engommar, e para andar com dous meni-
nos, paga-se bem : na ra da Imperatriz n. 9, 2
andar.
Jos Carneiro retira-se para o Rio de Ja-
neiro.
__Precisa-se de urna ama de leile : a tratai
na ra Imperial, sobrado n. 87.
P. Caucanas subdito Francez relira-se para
a Europa.
Preciaa-se de um primeiro andar oom os
commodos necessarios para familia, em algumas
das principaea ras do bairro de Santo Antonio:
a tratar na ra da Imperatriz n. 38, segundo
andar.
Na ra da Cadeia n. 29, precisa-se de um
boleeiro forro ou escravo.
Joo de Siqueira Ferro scientifica a
seus numerosos amigos e freguezes, tan-
to deatas como de outras provincias que
mudou seu estabelecimento de fazendas
quetinhana ruado Crespn. 15 para a
ruadoQueimado o. 10, onde continua a
ter um completo sortimento de fazendas
de todas as qualidades.
"Quena precisar de urna ama para casa de
pouca familia, dirija-se a ra de Apollo n. 37,
que achara com quem tratar.
Joo Jos de Carvalho Horaes e maia her-
deiros de seu casal fazem sciente ao corpo de
commercio desta praca, que fizeram venda do
estabelecimento de ferragens da ra do Queima-
do, a Joo Jos de Carvalho Horaes Filho, flcao-
do o abaixo assignado reapoDsavel pela liquida-
cao do activo e passivo do mesmo ealabeleci-
mento, ale 15 de abril prximo passado. Recife
27 de meio de 1861.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
Desappareceu no dia 13 do correte, do si-
tio-de S. Jos do Maoguioho, o escravo crioulo,
rnaior de 50 annos, de nome Joaqoim, com os
signaos seguintcs : cabellos brancos, alto, secco
do corpo, e usa alpargatas ; este escravo foi pro-
priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty, d'onde veio para aqui fgido : roga-se
a todas as autoridades policiaes e a quem quer
que o encontr, de o capturar e entrega-lo no
sitio cima citado, ou na ra do Trapiche n. 15
a Jos Teixelra Basto.
Irmandade do Espirito Santo
em S. Francisco.
De ordem da mesa regedora convido aos nos-
sos irmos para comparecefem em nosso consis-
torio no dia 29, s 9 horas da manha, aflm de
proceder-sea mesa geral, marcada para esse dia;
e aos irmos novameote eleitoa am de toma-
reis posse de seus lugares.
Joaquina Guennes da Silva Mello.
Secretario.
Precisa-se alugar urna engommadeira, com
tanto que seja portugueza e de bons costumes :
na roa Formosa do bairro da Boa-Vista o. 17.
Aluga-se oa tua do Queimado urna sala
com tres qusrtos e coziuha fora, propria para
pouca familia: a fallar na mearas ra, loja de
ferragens n. 14.
Precisa-se para urna taberna na Escada de
um caizeiro de 10 a 16 annos ; a tratar na ra
do Rosario n. 1. <-?
Precisa-se de urna preta escrava que saiba
cozinhar: no aitio do Maoguioho, em casa da
viuva do Carvalho.
Arrenda-se um graode sitio perto desta
cidade, o qual tcm perto de mil ps de arvorea
de fruto sendo 800 coqueiros, mas ou menos, boa
slaria com porto de embarque a qualquer hora
oe mar, suficiente campo para plantacdes ou
dolta de vaccas ; tambem se vender anda mes-
mo com prazo com as garantas necessarias: a
quem coDvier dirija-se a ra da Cadeia do Recife
n. 40 1" andar.
ARMAZEM PROGRESSISTA
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
M
DUARTE ALMEIDA & SILVA
SO NO PROGRESSO
DE
o carto elegantemente eneitados, muito proprios
largo daPenlia
Neste muito acreditado armazem de molhados
continua a vender-ae os mclhores generof que ha no mercado, tanto em porcao como a retalho, e
por muito menos preco de direitura. porconta d preprtetario, por isso em vista dos procos dos gneros abaixo [mencionados
podero jolgar todos os mais, afiancando-lhe a boa qualidade.
Matiteiga inglez* peYeitamente to*. 800 M.. libre, em bar.
ril a 700 rs.
aianteiga trncela t miinOT qoe ha no merCado a 720 ts, a ubra.
Cka es mcVUores ^ue ha no mareado ?enue.se, (. quaudade a 39000,
2a dilta a 255OO, 3a ditta a 2j000, e preto a 1$600 a libra.
^UeiJOS WaHieilgeS bogados nesta ultimo vapor da Europa 2$800 rs. ditos ehe-
gados do vapor passado a lfi800 e 1960* ra.
>E"*-"j" U*aliO os melhoresfl.uetem vindo a este mercado por -serem muito frescaes a
640 rs. a libra e inteiro a '600 rs.
Amenduas couteitadas proveas \>ara sorlcs de S.
"^^alJWOOrs. a libra em porjo se far algum abamento.
Bollo franeez a 500 ra,
para memno, s no Progresso.
DOCe Aa CaSea de gOaba a i9 0 ca|xao, em porcao a 800 rs. s do progresso
MOCe ftC Vl^erClie m laM de 2 libras muito enreiUdss IfMQ rs. cada urna, s
no progresso.
"larMCtaaa imperial j, afamado Abreu, deoutros muitos fabricantes da
L6 a 800-m. a libra.
xVmeiXaS iranCeZaS 6m ittaC03 com 4 utras por 39O0Oi:*da um, s o frasco val 1$
dittaaprtuguezas a 480 rs. libra.
Latas eombolacMahas de seda eonUndo dtrerenles ,ualidadM,.
19409. ssim oomo tem latUe de8 liaras por 35O0O, dittaa com libras por-SJOOO rs. s no
Progrosce.
^fla^a de tanate eB Muit 4 tibra, por y**,. e em Uta* de 21libre.por 19600 rs.
VulluCwl.i 0 n^jg SUDeri0C que tem vindo a e8te ercado a 900te. a libra.
Boiachiniia ingleza m-lt0 nova 39000 afcarrict.s oe-Progresso.
e0IiSer\ aS fraUCeZaS e Hg\eZaS MC.ntemente.chegad.8 a 800 rs. o fras-
co em porcose fas abttimerrto.
Passas em eaxnuas de % Vibras as melhoroe q>, ^ ^.doaest.
mercado por serem muito grandes a 2g800 rs. cada urna.
^spermacete superior 8tma?arlaa 700 ni, .* a gum
abatimemlo.
Uetria, macarrao e talnarim m rf.. iibra. e ntm de um. .r-
roba por.8#.
> LataS COm pCXe de pOSta da, m,hore, quaUdades nal em Portad, como
sejam sav-e!, congrn, sarda, peixe eepada,d.vezugo, etc. etc. a 15)400 rs. cada urna.
Aztitonas muito novasi9m .,0 barri,t emW,uso.
Palitos de dente Vixados em moiBC8 com 20 macinh0, por 200ri.
T ra<|a es deste anno
nc Progresso.
SetrVeja das ma8 acreditadas marces 5^0 a duzia-tretalho a 500 rs. a garrafa,
l^namfkannC muil0 8upMi0r a 2000 ra- a garrafa, *m gigo por 18JWO0 rs.
1/ nllOS engarraiadOS d48 segajetes qualidades, Porto. Feituria, dilto Bordeauz,
4iitoMuacatel, a Ija garrafa.; tambem tem vinhoGheres para 20000 rs. a garrafa.
1/ nuOS em pipa ,em loBjp08iilo pott0< $tamtUabot, a 640rs. em caada a 4500.
Presunto de nambre iaglez mu0 nof08. m r8.. lib.
PreZnntO Oe LwVmegO 0 gue ha de b0IB neste g6Mro a 430 rs; m porcia a 4O0 ra.
'#'-nouricas e paios a 560 a# a libr8i ,m ^^^1 c(ym ^duiia8 de p,^ por 105000.
T oueinno do Lisboa 0 mt8 noro ,, ha O0 merca(to a 320 m. utr..
Banna de porco rennada a mal8 tlrt qM pode bwt a m ., Ubra em
barril a 440 n.
JUiendoas de easca mole, 480 .. iibrt, em p0T ment, s no Progresso do pateo da Penha n. 8.
Alm dos gneros aonunciados encontrar o respeitavel publico um grande sortimento de
udo qu&ato bom e barato.
a 180 re. a cartd, e em caixa com 40 cartas por 6J80 js., s
ATTENCO
UT88.
A requerimeoto de Jos Joaquim da Cunha, leatamenteiro e inventarame dos bens do fi-
nado Joio da Silva Moreira, parante o iuizo da segunda vara municipal, escriv&o Baptiata, em
pra;a publica de 26 do corrente, 3 e 6 de julho prozimo vindouro, tem de ser arrematados os se-
guintes predios:
Metade de urna casa de 3 andares n, 32, ra do Queimado, com soto, quintal murado, cacimba,
avallada dita metade em 8:000$,
Urna dita terraa n. 21, ra do Queimado, quintal murado 4:^<00#.
Urna dita terrea n. 23, ra do Queimado, quintal murado 4:80o?1* m
Urna dita terrea n. 63, ra do Queimado, quintal murado 4.000*.
Urna dita de um andar n. 46, ra do Rangel, um sollo, cosinha, quintal, cacimba meeira 7:5000.
Uma casa de um andar n. 3, ra do Rangel, cosinha fora, quintal o?ura(-o, cacimba meeira, da
Precisa-se
de urna ama deleite, preferindo^e escrava, pa-
ga-se bem : na ra do Queimado n. 7, se tratar.
Industria
Solda-se perfeitamente toda qualidade de lou-
ca fina ou ordinaria, porcelana, vidro, barro e
pedra, garaolindo-se a perfeico e seguraoca
visto que o annunciante est munido dos uten-
cilios de sua profisso : na ra Direita n. 57,
casa terrea.
Na noile de sabbado para domingo, 15 do
andante, furtaram do sitio do Moudego, outr'ora
quartel geoeral, douscavallos, sendo um grande,
melado, e outro tusso : quem os restituir a seu
dono na praca do Corpo Santo n. 11, receber a
gratiicaco de50}.
Alberto braoco, aubdito hespanhol, com-
merciantenas Alagoas, vai Lisboa.
Aluga-se uma escravamoca, robusta e di-
ligente, sabendo cozinhar e engommar: no so-
brado n. 13 da ra que vai ^deten^o.
Chegou to engenho Itapirema de cima, co-
marca de Goianna, no dia 12 do corrente, o es-
cravo Joaqun, de cor preta, de idade, pouco
mais ou mecos, 25 annos, procurando senhor
para o comprar, e diz perlencer ao Sr. Jos Eva-
risto do Rosario Vasconcellos, morador que foi
em|Saoto Amaro; e tambem diz achar-se fgido
ba trez m-ezes: por tanto qum direito liver ao
dito escrsro e o queira vender poder procurar
nessa cidade a Jos Pinto da Costa morador na
ra Direila n. 4 ; e nao se Tesponsabilisari pela
fuga, ou outro qualquer estravio qne possa appa-
recer ao dito escravo.
'Aluga-se a loja do obrado n. 24 da ra
da Cidade Nova em Santo Amaro, com 3 quar-
tos, -salas, 1 salis, coziuha fora e quintal mu-
rado ;e tratar no mesmo sobrado.
Precisa-se de uma ama de leite
para ama mentar uma crianca, prefire-
le captiva: nesta typographia se dir'.
diviso.
Tendo o proprietario da loja de louca da ra do
Rangel n. 28 passado toda a louca ezistente na
mesma para o seu armazem oa ra da Cadeia do
Recite n. 8. deizando .nicamente a armafo, a
quel Ihe custou 20g ; avisa a quem convier (me-
nos para taberoa ou acougue) a dirijir-se sua
caes, que far negocio, pois vende a armaco ba -
tata, o aluguel commodo e a dita casa eet si-
ruada em bom lugar.
No da 27 do correle, as 2 horas da tarde,
na casa do Dr. juic de paz do 2." districto da fre-
goezia de Santo Antooio, se ho de arrematar al-
guns movis pertencentes a Ameria Theodora
Brasilea, por ezecuco de'Manoel do Amparo
Caj & C.
A. F, Duarie Almeida, socio que foi do armazera progresso, faz sciente aos seos freguezes que tendo separado a sociedade que lnaa|cora
seu mano, acha-se de novo estabelecido com dous acetados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes de Souza, e o Sr.
Paulo Ferrira da Silva; o primeiro na razo de Duarle & Souza, e segundo na de Ouarle Almeida & Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes
vantagens ao publico, nao s na limpeza e asseio com que se acham montados como em commodidade de preep, pois que para isso resolvern! os
proprielarios mandarem vir parte de seus gneros em direitura, afim Je terem sempre completo sortimento, como tambem poderem oTerecer ao pu-
blico uma vantagem de menos 10 por cento do preco que possam comprar em outra qualquer parle, por isso desejaudo os proprielarios acreditaren!
seus estabelecimentos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim j poder ver o publico
que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouco praticas, em qualquer um desles estabelecimentos, quesero to bem servidos como
se viessem pessoalmente, na certeza de nunca acharem o contrario de nossos annuncios, e assim fundados as vantagens que oflerecemos, pedimos a
todos os senhores da praca, senhores de engenho elavradores que mandem ao menos suas encommendas a* primeira vez, afim de experimentar, certos
de continuaren!, pois que para isso nao pouparo os proprielarios forjas para bem serv rem aquellas pessoas que frequentarem nossos esiabelecimontos ;
abaixo transcrevemos algumas adios de nossos prceps, por onde ver o publico que vendemos baralissimo, attendendo as boas qualidades ds nossos
gneros.
MANTEIGA INGLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em barril a 750 rs.
M A-NTEIG A FRAINCEZA a melhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs. em barril e meios.
CHA HYSSON E PRETO o melhor do mercada de HP700 a 3JO00 e em porcao lera abalimento.
PRESUNTO FIAMBRE inglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em porcao a 800 rs.
PREZUNTOS PORTUGUEZES vindos do Pono de casa particular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
CHOURICOS em barril de 8 libras a 49500 e em libra a 700 rs.
QUEIJOS LONDRINOS chegados no ultimo paquete a 19.
AME1XAS FRANCEZ AS em latas de 6 5 lr2 a l a libra e a 1*200 a retal lio.
PASSAS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2goo o a 500 rs. a libra.
ESPERMACETE SUPERIOR sem avaria a 700 rs. e em caixa a 660 rs.
CONSERVAS FRANCEZAS IINGLEZAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs. e frasco.
ERVILHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. o frasco:
LATAS COM BOLACHINHA DE SODA de diversas qualidades, a mais nova do mercado a 1450.
VINHO EM GARRAFAS; Duque de Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca eFeiloria de 1#200 a 19800 a garrafa e a
139 a duzia.
VINHOS EM PIPA proprios para casa de pasto de 500 a 600 rs. a garrafa e de 3$800 a 49800 a caada.
FRASCOS COM FBUCTAS de todas as qualidades de Portugal de 19200 a 29000.
MARMELADA DOS MELHORES AUTORES DE LISBOA a 800 rs. a lata de libra e a 19500 de duas libras.
LATAS COM GELEIA DE MARMELLO a 1&300 com duas libras.
LATAS COM PEIXE SAVEL e outras muias qualidades, o mais bem arranjado que tem vindo a 19400.
CAFE' DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
ARROZ DA INDIA E MARANHO o melhor que se pode desejar a 39100 por arroba e a 100 rs. a libra.
VINHO BORDEAUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 89500 a 109000 a duzia.
CHARUTOS VERDADE1ROS SUSPIROS e outras muitas marcas de 29 a 39800 e a retalho suspiros a 40 rs.
BAMIA DE PORCO REFINADA a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril. -
SERVEJAS DAS MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia da branca.
VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
CAIXES COM DOCE DA CASCA DA GOIABA a 19 e em porcao a 900 rs.
AZEITE DOCE PURIFICADO a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
COGNAC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUEIJOS PRATO os mais novos que ha no mercado a 650 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
Genebr DE HOLLANDA a 640 rs. o frasco e 69800 a frasqueira com 12 frascos'.
PALITOS L1XADOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 roacinhos.
PALITOS FLOR para denles, os mais bem feilos que ha no mercado a 280 rs. o majo.
PALITOS DO GAZ a 39000 a greza e 280 a duzia de caixas.
AZEITONAS as mais novas e melhores que lem vindo ao mercado a 19200 o barril.
AMENDOAS COBERTAS as mais novas e bem arranjadas que ha no mercado a 19 a libra cera porcao lera abalimento.
Alera dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de ludo tendente a molhados.
^$ Joao Correia de Carvalho, al-
$ faiate, participa aos seus nurac-
% rosos freguezes e amigos q ue mu-
^ dou a sua residencia da ra da
m Madre de Dos n. 36 para a ra
f da Cadeia do Recife n. 38, pri-
< meiro andar., aonde o-encontra-
rao prompto para desempenhar
ft qualquer obra tendente
36 arte.
a sua
qual usufructuario do primeiro andar em quanto vivo fdr,
mei, segundo arerba testamentaria 7.0009.
Dooii.", Soviauo. Pereiri Si-
O senhor
Caeitauo Aureikuio de Carva-
lho Seba-siopool, a negocio que lhe
diz respeito.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad Samuel P.
Johston & C., ra da Senzalla Nova n. 52.
O Sr* Jos dos Santos Moreira que
morou na ra do Rosario da Boa-Vista,
aueira annunciar sua morada que se
e precisa Callar.
Aviso.
francisco Uaeiel de Souza participa ascua nu-
merosos freguezes tanto da pra;a como de fora,
que tem de abrir novameote o seu estabeleci-
mento de calcado feito na provincia no I.* de
julho prximo futuro, ni ra da Imperatriz, ou-
tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
dos Perrciros, onde pretende vender muito em
conta, como de coatuve, para agradar aoa fre-
guezes : Tender muito e ganhar poaco.
Jos Anglads, subdito heapanhol. retira-se
para o Rio de Janeiro.
Na ra da Saudade casa de soto
de duas janelias, ha para se alugar uma
preta escrava, de ptima conducta, que
cosinha e engomma com toda perfeico.
Jos Joaquim da Cuoha. testamenteiro e
inventarente dos bens do finado Joo da Silva
Moreira, roga aos aniados de dito finado, que
por acaso aioda nao tiverem receido seus lega-
dos, para no prazo de 8 das se'apresentarem ha-
bilitados na ra da Praia n 16, afim de ter exe-
cuco a diaooiico do dito finado. Recife 25 de
junho de 1861.
Aluga-se una boa escrava cosiobeira'. na
travesea das Barreas da Boa-Vista n. 2.
PHAREICIABARTHOLOHEO
Roa larga do Rosario n. 36
Rob l'Affecleur.
PiUlaa de Allexou.
Pilulaa americaoas.
Vermfugo ingles.
Pilulaa Holloway.
Ungento Holloway.
Vendem-se globos para candieiros, e bom-
bas de jipi, mais barato do que em outra qual-
quer parte ni ra larga 4o Rosario, n, 34.
Wm. Spesen, subdito inglez, vai logia-
erra.
No dia 28 do corrente, as 10 horas da ma-
nha, vai praca na porta do Sr. juiz de paz do
I." districto da freguezia de S. Fr. Pedro Goocal-
ves, 26 livros, 6 cadeiras, 1 machioa, e 1 mesa
redonda, por execuco de Constad Declereq con-
tra Joaquim de Cont, e a ultima prags.
Manoel Garcia subdito Hespanhol retira-se
para o Rio de Janeiro.
Precisa-se alugar uma preta captiva ou for-
ra, que^aiba bem cozinhar e engommar: na ra
Bellan. 37, primeiro andar.
Manoel Luiz Coelho retira-se para fora da
provincia.
Offerece-se um moco porluguez para cai-
xeiro de qualquer negocio, dos quaes tem bastan-
te pralica, e escreve soffrivel: a tratar na ra dos
Martyries n. 36.
Fitas de sedo de gros-de-naples, sarjadas bem i das, com grande abalimento de seu cusi, enir
encorpadas e de muito bonitos padres para \ as quaes annuncia
Compras.
A saboaria da ra
Imperial,
Compra caixas vasias que
teuha a marca da casa e es-
tando em bom estado, paga
200 rs. por cada uma.
Compram-ee moedas de o uro de 20$ por
205500 : na ra da Cruz do Recife o. 30, primei-
*o andar.
Cosioheiro.
Compra se oa-aluga-cauro prc-to que seja bom
eosinheiro : a tratar na ruado Am-orim n. 35.
Comprara-se eecravoa do sexo masculino de
ri2 a 20 annos, cabra* ou negros na ma da Impe-
ratriz b. 12 loja.
Comprana se moedas de ouro de
2Q a 205500 : ara da Cadeia do Re-
cife n. 22.
Compram-se
eacratee de ambos oecexoa para se exportar para
fora -da provincia : na ra Oireita n. 66.
Vendas.
ExpesiCaO de bichas.
No deposito ala ra estreita do Rosario o. 11,
vendem-se bichas a 300 ra. cada uma, e aluja-
das muito em costa, motivo este petos proprie-
larios estarem coas 10,000 bichas em deposito, e
garante-se a qualidade a qualquer pessoa que
comprar ou alagar.
Expsito de queijos,
Na rea estreita do Rosario n. 11, deposito de
Sodr<& C. est feita uma exposico de queijos a
saber, queijos do Serid mullo frescos, londri-
oos,' do Reino, das Ilhas a 400 rs., de prato,
8US80 a 400 rs., presuntos inglezes, e outras
muitas cousaa que s i vala doa freguezes.'
baratissimas na lo-
ja de fazendas que se est
liquidando.
Ra do Cabug numero 8.
A DINUEIRO.
Burgos Ponce de
Len, est vendeado todas as fazendas existentes
Ba loja da tua de Cabugd o. 8, por menos de sea
cueto, para pagamento ios credores da extincta
firma de Almeida & Burgos, vende com melho-
ria de razio or muito menos as miudetas por
nao serem ellas proprlaa de una loja de fa-
zendas.
Dea miudezaa que ea teas aamneiado, ainda
restara as seguintee en ouUq menos quantidade
e por mino aipda
cintos, enfeites de chapos para senhoras, lacos
de cortinados, fronhas de travesseiros e snteiros
de meninos de peito a 800 e a 19 a vara.
Franjas de seda pretas e de cores a 240 rs. a
vara.
Sicos francezes finos a i$, 1-;200, lgOOO. 25,
3, 39200 e muito largos a 4#, 49500 e a 59 a
peca.
Dito de seda branco ou de blonde para enful-
les de chapeos para senhora como para noiva a
2(0 rs. a vara.
Aberturas para camisas com punhos o colari-
nhos a 400 rs.
Ditas de fino esguio a 900 rs.
Sapalinhos bordados para baptisados de me-
nino a 19280.
Bonets francezes para menino a 29500 o a 39,
ditos de marroquim dourado com plumas de um
lado a 49.
Ditos franceses para homem a l;.
Enfeites pretos de vidrilho para cabeca de se-
nhora a 29 e a 2;50O.
Ditos de lindas flores ira acezas a 39. 49 e a 59.
Ditos de froco de seda com as suas lindas bor-
las a um lado a 29.
Luvas de (pelica de Jouvin para senhora a
500 rs.'! I
Ditas e algoao finas e encorpadas a 240 e a
300 rs. cada par e em duzias a 2 00 e a 39.
Toucas fraocezaa de la bem acabadas para as
senhoras enfermas ou paridas a 39.
Ditas francezss de laa para menino de peito a
800 rs., ditas de fil delioho enfeiladas com tu-
cos e lilinhas francezas a 1$.
Cusios de metas grossas do Porto para ho-
mem a 1J6O0, cruas a 2$500 e a 39, tecidas de
cores a 29500 e a 39, meias para meninas finas
tecidas de cores a 3jj, ditas brancas para senho-
ras a 39500 e a *9, pretas para senhoras a 2JJ0
e a 39500, ditas pretas de laia para padres a
29560 cada par, ditas de seda preta para homens
a 39560 e a 39 cada par, para senhoras a 29 e a
39 cada par, e brancas a 29500 e a 49 cada par.
Pentes de tartaruga bem fornidos a impera-
triz pelo baralissimo preco de 89.
Caixos de flores francezes a 400 e muito finas
a 19500 cada caixo.
Carteiras para algibeira com charuleiras a
1$280
Gravatas de seda preta e de cores lindissimas
a 500.640, 800, 19.19280 e 19500, ditas de cas-
sa pintada de cores a 240 rs. cada uma e ricas
mantas para gravatas a 39.
Cinluret de borracha sem defeito algum pa-
ra segurar caigas para homens como para meni-
nos a 200 ra.
Chicotes para montara a 640 rs.
Bengalinhas a 700 rs.
Comestiques ou pomadas francezas para alisar
cabellos a 60 e a 80 rs. cada pao.
Botes preto de vidro lapidado para casave-
ques a 100 rs. a duzia.
Bandes de dina para cabellos de senhora e
meninas a 800 re.
Collarinhos de esguio para homens e meni-
nos a 800 rs., e sem ser de esguio a 400 rs.
Tiras de buhados bordados em cambraia pera
aaias de senhora, calcinhas de meninas, traves-
seiros e para muitos outros enfeites de que as
senhoras se sergem, sendo estreitas e largas a
500, 640 e a lg cada tira.
Toalhas de lloho para rosto ou para mios a
800 cada uma.
Lencinhos de retroz muito bons para as meni-
nas de escola a 19500.
Trancas de sed a 320 rs. a vara.
Trancinhas de la para enfeites de vestidos
de csea e de chita a 80 rs. a pega.
Altadas de linba preta a 80 rs. a meada.
Continua a liqui-
daco de todas
as fazendas na
ra do Cabug
n. 8.
A' DUBE1R0.
Burgos Ponce de
Len, tendo de acabar em breve com este est
beleclmenlo, para d seu liquido pagar aos
credores da masa da extincta firma de Almeida
& Burgos, ha resollido a vender todss ss fazeo-
Chapelinas de seda e de fil para senhora bem
enfeiladas com ricas fitas e flores francezas, dan-
do-se os seus respectivos veos de fil de seda a
4, 5. 7, 9,10, e a 129000.
Organdys fiaos de lindsimos padres para
vestidos de senhora, sendo de vara de largura a
480 cada covado.
Fuslo de muito bonitos padres miudos, para
vestido de senhora a 400 cada covado.
Gaze de seda, fazenda toda de seda, e transpa-
rente, sendo de cor de rosa, eflr de cravo encar-
nado, azul claro e ferrete e cor de folha, que
muito brilha em vestidos de senhora3 a 880 o
covado.
Gorgurao de seda de quadrifihos para vestiJo
a I9OOO o covado.
Cazaveques de cambraia, com ricos bordados
a 89OOO e a I5OOO rs.
Manguitos com golinhas de fil, a 29500,
39OOO e 35200.
Camisinhas de cambraia muito Gna para se-
nhoras a I9OOO
Chapeos de sol de seda de cores para meninas
e senhoras a 2(00, 2$500 e a 39000.
Chales de cambraia de cores a 600 ris.
Otros de froco ou de velludo a 65OOO
Ditos feitos com reros de seda, ricamente
bordados a 15$0O0 rs.
Ditos de seda de grosdenapoles bastantemen-
te grandes a 20$000 rs.
Ditos de merino de diversas qualidades e die-
rentes goslos a 6, 8, 9, 10$500 e a 12J5O0 rs.
Brim trancado muito Uno de purissimo lioho
e seda, com lstras e quadrinhos de cores, excel-
lente para calcas, coletea e palitots a I95O cada
vara.
Brimzinho de linho para calcas e palitots para
andar por casa, como para roupa de meninos
a 200 rs. o covado.
Fuslo alcochoado de riscadinhos para pali-
tots e calcas a 480 o covado.
Cortes de coletes de fuslo a 500 e a 800 rs.
Ditos de coleles desetim de Macu de cores a
39OOO, ditos de gurguro de seda a 29500 e a
3J000.
Cortes de calcas de cassemira a 49OOO, 59000,
e 6(000 cada corte.
Cortes de vestidos de grosdenapoles de seda
para seohoras, com ricos babados bordados,
colloeados om grandes carides, sendo os pretos
a 559OOO e os de cores a 50S000 e a 65S0OO rs.
Tafet de seda verde, amarello e azul a 500
ocovado.
Capinhas, jaauetinBas e cazaveques de la
para meninas de todo o tamanho a 19500, 29000.
29500, 48000. ^^'
Calcinitas de cambraia para meninas a 3gO0O.
Chapeos pretos francezes de fina massa, para
homem a 89OOO.
Ditos de palha escura e prela a Tamberlimk.
para homem a 39200.
Ditos de palha branca e de cores para artistas
a 800 rs.
Ditos do Chile vtrdqdeiro. de preco de 59000,
at o de 12000 rs. wr
Setim preto de Macu a 29500, 39500 e a
495OO o covado.
VW&uino preta e de cores a 640 o covado.
Seroulas francezas a 20, 22 e 249 a duzia.
Palitots de alpaca preta a 39500 e a 4fl5O0
ditos de alpaca decores a 49000, ditos prelos de
alpaca aelim, francezes e muito bons com colla
de velludo a IO9OOO, ditos de cores forrados de
seda a 8J000, ditos de brimzioho a 29500, ditos
JM setim a 69OOO. ditos de brim pardo a
39000, 33200, ditos de fino bramante a 590OO
ditos de brim meia lona a 59000 e a 62O00. ditos
brancoa de fusto a 39OOO.
Palitots de panno fino e de cassemira a 89000
89800,109000, 169000, I89OOO, 209000 e 249000!
ditos de hombasioha a 99000, ditos de merino de
cores a IO9OOO.
Cazacas de panno fino preto o de cores a
309000 e a 289000 rs.
Tiras de babados de cambria bordadas a 500.
640 e a I9OOO cada tira.
Ramos finos pretos, azues, verde e mesclados,
como cassemira preta e de cores, por precos que
agrado.
Comprando-se deOgOOOpara cima vender-se-ha
ainda por menos.
Fazendaa baratas na ra do Queimado n.
69: chales de froco finos a 39200, ditos de la es-
tampados fiaos a 69200, saias de balao com renda
aSf, ditas de 30 arcos e 3g900, chitas francezas
Coas a 320o covado, chapeos de sol de seda in-
gleses a-119, ditos de panno grandes a 39 cada
um, e todas aa mais fazendas que se procurando
por todo pre^o se vende ; na ra do Queimado
n. 69. A loja se acha aborta at as 8 horas e
meia da aoite.
Vende-se a taberna da travessa das Cruzes
u. 14; a tratar na messsa.
A
.
P


<*
()
MAMO DI M5fiHAII10eo. SEITA MIRA
Dt U#H
%
Possa da Russia e cal de
No bem Conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. 12, ha para Tender a ver-
dedeira potassa da Kussia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por pregos mais baratoi do que em
outra qualquer parte.
E dis s sus Aifi ais Satt
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande o variado sortimenlo de
roupas feitas, clijados e tazendas e todos
estes sevendem por pregos muito modi-
licados romo de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos flgurinos a
26jf. 283, 309 e a 35, palelots dos mesmos
pannos preto a 16g, tSJ. 20* e a 24,
di'.os de casemira de edr mesclado e de
novos padr5es a 14*. 16#, 18$. 20$ e 24,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9-J, 10J), 12J e a 14, ditos prelos pe-
lo raiouto prego de 8, tOJ, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12,
ditos de merino de cordo a 128, ditos
de merino chioez da apurado gosto a 15,
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
ditos saceos prelos a 4, ditos de palha de
seda fazenda muilo superior a 48500, di-
tos do brirn pudo e de fustao a 3J500, 4
e a {500, ditos de fustao branco a 4,
grande quantidade de calcas de casemira
prota-e de cores a 7, 8, 9e a 10, ditas
pardas a 3 e a 4, ditis de brirn de cores
finns a23500, 3. 39500 e a 4#. ditas de
brirn braacos linas a 4500, 5$, 5500 e a
o, ditas de brirn lona a 5e a 6$. colletes
le gorgurao preto e de cores a 5g e a 6fl,
ditos de casemira de cor e prelos a 4jJ5O
e a 5, ditos de fustao branco e de brim
a 3 e a 3#500, ditos de brim loua a 4$,
diio< do merino para lulo a 4 e a 4500,
calcas de merino para luto a 4J500 e a 5J,
Capas de borracha a 9. Paia meninos
de tolos os taannos : caigas de casemira
prefa ed* c>r a 5$. 6 e a 7, dilas ditas
1 brim a 2j. 3 e a 3500. palelots sac-
H eos ae casemira preta a 6J e a 7, ditos
55 de cor a 6 e a 7$, ditos de alpaca a 3,
ijg sobrecasacos de panno preto a12e a
X 1!, ditos di alpaca preta a 5, bonels
;,v pora .menino de todas asqu>lidades, ca- ;
s: misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia (eitos
$ para meninas de 5 a 8 annos com cinco
S) oabadoslisosa8ea 12g, ditos de gorgu-
5Q rao de cor e de la a 5$ e a 6, ditos de i
, brim a 3, ditos de ombraia ricamente '
bordados para baptisados.e muitas outras j
fazendas e roupas feitas que deixam de
sr mencionadas pela sua grande quanti-
dade ; assim como rerebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este Gm
temos um completo sortimenlo de fazen-
^ das de gosto e urna grande oflcina de al-
|| late dirigida por um hbil mestre que
j> p-'U sua promptidao e perfeieao nadadei-
^J la a desejar.
Calcado
grande soriimenio.
45 Ra Direita 45
Qual ser ajorene linda peros mbucana, que
nao procure animar este estsbelecimento man-
dando comprar urna botina de gosto? Qual a
mi de familia, prudente e econmica que Ibe
nao de preferencia pela qualidade e prego Y Qual
o cavalheiro ou rapaz do posilio, que nao quei-
'e comprar por 8, 9 e 10, o ealgado que em oulra
parte nao vendido se nao por 10, 12 ou 14?
altendam ;
Senhoras
Botinas com lago (Jolyl e brilbantina. 5500
com lago, de lustre (superfina). 5500
> com lago um pouco menor. 50O0
aem lago superiores. .... 5000
aem lago nmeros baixos. 4500
> sem lago de cor.......4*000
Sapatos de lustre. ; 1000
Meninas.
........... 4J400
paracriaDgas de 18 a 20. 3500
Homem.
(Nanls) lustre.......OJOOO
(Fan)enjcourodeporco inteirissas OSOOO
Botinas
(Fanienj bererro muito frescaes. 9j}500
diversos fabricantes (lustre). 9g00O
inglezas inteirissas..... 9000
* ..' Raspeadas..... 8500
*j prova d'agua. 8500
Sapates.
paes, sola dupla.....: 5500
urna sola......... 5jC09
para menino 4g e..... 33500
Sspaloes Instm.......... 5000
Sapatos de tranca.
Porluguezes de Lisboa unos.....2000
Frsncezes muilo bem feitos.....1500
Alem disso um completo sorlimento do legiti-
mo edoverdadeirocordavo para bolinas de ho-
mem ; multo couro de lustre, bezerro francez,
marroquim, vaquetas, couros preparados e em
bruto, sola fio, laixas etc., ludo em grande
quantidade e por presos inferiores aos de outrem.
A1600O
Oa mate ricoachapeoe ele velludo* de seda, ri-
camente afeitados, pan senhoras, pelo diminu-
to prego de IB ; na na do Queimado n. 89, Io-
ta de 4 portas. -
Grande pechincha.
A 220, 240 e 260 rs.
Chitas francezas de muito bonilos padres
muilo bons pannos, pelo baratissimo preco de
ZSU, 240 e 260 rs. o covado ; na raa do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
s?

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O pa O 3 c TI i
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,000. & 5 O H O [tigas o
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s
&
r>s
MM
importante
Venle-?e tima oxccHente escrava de 30a
3j> annos, ponco mais ou menos, sem molestia
a'guma n por prego com modo ; na ra do Quei-
r_ado n. 56 A, loja do A. Bezerra do M Lira.
.isa.
? "
^994 3 ::$
la do Queimado
g 10. loja de 4 portas, i
y-. Vende-se as seguiites fazendas for \
\ menos prego do que em outra qualquer
fj| parle, como sejam :
Chitas rancezss cores fixas a 220 e
^.' Cort-s de csssa frauceza a
'< Cha4ys de apurado gosto covado a
_.-; Cambiaia de seda dito o covado a
y* Mimos do eo dito o covado a
*g Chales com palmas de seda a
m l$600e
^C Caratsiohas de cambraia bordada
* para bu plisado a
*j Hitas de dita para senhora e com
5 goiinha a
240 X
afooo m
500 A
440 2
400 W
2000 am
5000 O
Na loja de)4 portas da ra do Queimado n. 39
aclia-se um grande armazem com todo o sorti-
menlo de roupas feitas, paracujo fim tem mon-
tado urna offleina de alfaiale, estando encarreea-
dodella um perfeito mestre rindo de Lisboa pa-
ra desempenhar.toda e qualquer obra que se' lhe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
lllms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exordio.
Faz-se fardas, fardoes com superiorespreparos
e mutto bem feitas, tambera trata-se fazer o far-
daiuento todo completo conforme so usa no Rio
do Janeiro, tanto que tem os flgurinos que de
l vieram ; alem disso fiz-se mais casaquiohas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colleies a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maioi-edecavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequilha deouro oa prjta, tudo ao
gosto da Europa, tambera prepara-se becas para
desembargadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
couhecidas at hoje. assim como tem muito ricos
desenos a matiz de todas as cores proprios para
ardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa eo-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto Affiancando
que por tudo se fio responsavel como seja boas!
fazendas, bem feito e bom corle, nao se falta no
I da que so prometter, segundo o systeaa d'onde
veio o mestre. pois esp.ra a honrosa visita dos
dignos senhores rislo que nada nerdem em
porimentar.
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
va e apreciavel agua ambreada, de ua aroma ex-
celentemente agradavel. Ella serve acertada-
mente para se deitar algumas gotas n'agua pura
com que se banha o rosto, resultando disso que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia'-
iiaade das senhoras ; assim como para se deitar
o agua de banho, que o torna mui deleitavel, re-
sultando alem de refrescar o tirar ou fazer desap-
parecer esse hlito dessgradavel que quasi sem-
pre se tem felo transpirar. Tambera tenj a pre-
cosidadede acalmar o ardor que deixa a navalha
quando se faz a barba, urna vez que a agua cora
que se lave o rosto lenha della composico. Cus-'
ta o frasco 1, e quem aprecia o bom na'o deixar ',
/fu do Queimado n 75,
Junto a loja de cera.
Nesta loja venJem-se as seguioies miudezas e
oulras muitas por pregos baratos, s para quem
comprar victoria sempre contar :
Candes de clcheles francezes muilo bous a 40
. ftao. e duzia a400rs.
Agulhas francezas muito boase verdadeiras a 120
rs. a caixa com 4 papis, e avulso a 40 rs. o
papel.
Agulheitas para enflar vestido a 40 rs. urna.
Lionas victoria em carretel com 200 jardas a 60
rs. um, e duzia a 640.
Ditas de 200 jardas de Alexauder a 900 rs. a
duzia.
Di'a.s de pedro V era carlio, branca e de ores a
oO rs. um carto.
Ditas de melada de peso verdadeiras a 240 rs. a
menor.
Papis com cenlo
40 rs. papel.
Alfinetes de cabeca chata grossos e finos a 120
rs. a carta.
Cord8o imperial para vestido a 40 rs. a peca,
caivetes finos deduas folhas para peonas a 200
rs. um, e duzia a 2$ r
Laa de todas as cores para bordar a 6*500 a libra.
ojnS non'10 22s de baleia Para ali,ar a 220.
#**" o0 e 320.
Ditos transparentes tambera bons a 360 e 400 rs.
tniiadores de algodao a 60 rs. cada um.
2! CIUSS Dra"cas e de cores para homem a
160. 200, 240. 280 o par.
QvbraDca9muil0 flo" P enhora a 240, 280,
ojo o par.
Espelhos dourados para parede redondos e qua-
a 3&500 cada um.
e tantos alfinetes franceses a
Raa do Crespo
loja n. 25, de Joaquim Perreira de S, vendem-
se para fechar contas as seguintes fazendas por
precos muito baratos: pecas de cambraia lisa fi-
na a 3. cortes de casemira a 3*500, pecas de
baados largos e muito finos a 3#, seda de qua-
dros miudos a 800 rs. o covado, chitas largas de
cores escuras e claras a 40, cissas de cores bons
goslos a 240 o ovado, organdys muito finos a
500 rs., pegas de entremeios bordados a 320 a
vara, gollinhas bordadas s 640, manguitos de
cambraia e fil a 29, bramante de algodlo com
9 palmos de largura a 1280 a vara, sobrecasacas
de panno fino a 20 e 25$, palelots de panno e
casemira a 16 e 20. ditos de alpaca de 8/500 a
78, ditos de brim de cores e brancws de 3S a 5f,
calcas de; casemira prela e de cores de 6 a 10,
ditas de brim de cores e brancas de 2$500 a 5J,
colletes de casemira de cores, eselim preto a 5
camisas de fastlo brancas o de cores a 2, cortes
de cassa de cores a 2. cassas pretas a 500 rs. a
vara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprlp para capas de senhora a 800 rs. o cova-
do, assim como oulras muilas fazendas. tudo
muito barato para acabar.

bbbb!
Relogios
Atteoco
|Fazendas e rou-
pas feitas baratas
8
PORTO
certamente de comprar dessa estimavel agua am-lilin
breada. Uto na_ loja d'aguia branca, na ra dolB^O- Ra da ImperatrjZ~48
ueimado n. 16, nica parte onde se achara.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de supe-
rior qualidade : a tratar com Jos' Sa'
Leitao Jnior, ra do Trapiche n. 15.
Vende-se um cxcellente sitio no
lugar do Salgadinho, com boa casa de
vi venda, innmeras arvores fructferas,
baixa de capim etc., o qual pertence a
Antonio Carlos Francisco da Silva, que
com consentimento de seus credores o
vende : a tratar com o agente Hy ppo-
li to da Silva na ra da Cadeia
priraeiro andar.
n.
48,

m
3g50O
160
800
51000
5-3000
4SUO0
* Chit-s inglezas corDS fixas a
*/- Bsguiiode puro linho a vara a
'-: Cartibrjia lisa muilo fina a pec.a a
'"-. Chales de merino borlado a
i..-' Ditos de dito liso a 3&300 e
Hp llantas de stira hvrado para se-
fi nnora a 1S600
' Meisa para senhora a 33. 3#5O0 e 4jC00
Wts para meninas a 2$800 e 3oOO
Chapeus de sol de seda para se-
nhora.i3;3500e 4$000
Guardanapn adam.vscados a du-
zi t a 25500 e 38000
Toninas de linho a duzia 5*000
rtis^aiinhos de linho o covado a 160
Corles de brim de lina de cores
a 2?500 e 2J800
)ilos'le meia casemira a 1JJ280 e 1600
es-
anca do a
ardo a
18600
5JO0Q
6J000
5000
2|)000
1S600
1/000
8S00
43.500
^?r Panno azul fino covado a 1#280 e
Cg Dito preto dito dito a 3*500. 4#e
r>, Cortes do casemira prela a 5$ e
^ Cort s de dita de cores a 4j> e
q Cortes de vdludo para rollete
& a 1J>GOO e
S Ditos de gorgurao n
;w Brim branco de lioho
i?, l'aletols de brim de c
^ Ditos de dilo lona a
Loja das seis portas em
frente do LivrameDlo.
Roipa feita para apabtr,
Palctots de panno preto % 2z>, fazenda fina
es.cas de casemira pretas e de cores, ditas d
brim e de ganga, ditas de brim branco, palelots
d* bramante a 4j, ditos de fustao de cores a 4
ditos de estamenha a 4J, ditos de brim pardo
3. ditos de alpaca preta aaccos e sobrecasacos
colletes de velludo pretos e de cores, ditos d
gorgurao de seda, gravatas de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cada urna, collarinhos da linhe
dauliima moda, todas estas fazendas se vende
barato para acaba,r; a loja est aberta das 6 ho-
ras da manha at as 9 da noite.
A12#00
o dazia de toalhas felpudas superiores ; na ra
do Queimado n. 22. na loja da boa f.
EntVites de flores para ca-
sa mentse bailes.
Chegoo pira a luja d'aguia tranca lindos e de-
licados feiiHS de flores fltias, feitos ceta muilo
gosto e a iltima moda, sao mui proprios para as
senhoras que rao a casamentos e bailes, e ser-
vem ignelmeate para passeios. Os precos sao 8f,
10 e 12. porm quem apreciar o bom conhece-
r que sao baratos, e para isse dirigir-ae a rita
ao QueimatJj, loja d'aguia branca n. W.
Cortes de meia casemira de urna e cor, fazen-
da superior, pelo baratissimo preco de 2j cada
um : na ra do Queimado n. 22. na loja da boa f
#f>f # @$M &$
>ende-se urna machina de costura ^
patente por barato preco : a tratar na ra ff
estrella do Rosario n. 12. g?
Farelo a 2,600.
Vende-se urna porio de saccas com farello a
*2;600 asacca: na travessa do pateo do Paraizo
n. 16, casa pintada de amarello.
Barato.
de pre-
chegado
Vende-se na ra Direita n. 99 a libra
sunto a 320 rs. a libra do de Lisboa do
ltimamente.
- Vende-se urna lancha pequea em bom es-
tado por prego commodoi a tratar na ra do
Apollo n. 8, pnmeiro andar.
m
Aos tabaquistas.
e fixas a imita-
do Quei-
Lencos finos de cores escuras
co dos de linho a 5JJ a duzia ; n
mado n. 22, na loja da boa f.
Brim branco de linho muito fino a 1JJ280 a
ara ; na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Riscadinhos de linho proprios para obras
de meninos a 200 rs. o covado
mado n. 22, loja da boa f.
na ra do Quei-
Muta grvala ba-
rata.
Na loja d'aguia branca se encontr um grande
, e bello sortimenlo de graratas de differenles gos-
los e quahdades, e por pregos taes que era ne-
nhuma outra pariese acha. como seja, ravati-
nbas estrellas bordadas a 800 e 15. ditas pretas e
I de cores agradaveis a 1$, 1J200 e 1500, ditas
com pontas bordadas e matizadas^e lisas de mui
bom setim maco a1g500. Pela variedale do sor-
timenlo o comprador ter muitas de que se agra-
de : oa ra do Queimado, loja d'aguia brauca
numero 16.
Vende-se urna pequea taberna sita a ra
da Capunga Velhan. 21, com poocos fundos, pro-
pna para um principiante, a dinheiro ou a pra-
zo com boas firmas ; a tratar com o Figueiredo
ao p da poolezioha da mesma Capuoga.
Calcado para senhora.
Dinheiro a vista.
Borzeguins sem lago para senhora a 51.
Ditos eom lago a 5j>500.
Ditos com gas pea alta a 61.
Na roa da Cadeia n. 45, esquina da ra da Ma-
dre de Dos.
Exposic-j na ra Nova u. 20
Ittquissimo sortimetilo de talheree para mesa
desde o mais fino at o mais ordinario, por preco
muito barato para acabar, ditos da baodeiu de
todas as quahdades d*sde o mis fino *b mais
ordinario, em temos e avulsos,louca de porcela-
na para cozmha, lando todo sortimenlo que se
pbde precisar, conteodo assadeiras grandes que
aervera para assados de forno,. metaaaJInoBm
toda qualidade que 3 pode aaiMtitrer pira ssr-
vigo de almoco e jan'.af, iMinienio aVtMawa,
ludo por prego muita coramodo por se desejar
acabar com esta fazenda: avisa-se-a todos os
pretendentes que nao se engaitar negocio al-
gum qoe eonvenba : na raa Nova o. *L Iota'lo
viauBVi
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar- i
ca Clarissa vi n -
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorti-
menlo das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfeigoa-
mentos, ftteudo pesponto igual pelos dous lados
da costura, moslram-se na rea da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carrileis, linlia de todas as cores tudo
fabricado eipr essamen te para as mesmas ma-
chinas.
Enfeites a'ga
Janto a padaria fraaecza.
Eocootra-se nesle estabelcimento um
5 completo sortimenlo de roupas de diver-
sasqualidades como sejam : palelots de
alpaca preta e de cores a 3# e3j500, for-
r.dos a 4 e 4500, ditos de gao^a de cor
a 4#. ditos de brim pardo a 3g800 e 4, di-
U tos de brim de cor a 3#500 e 4, ditos
22ceVs 3iW0' dilos meas casemiras
a5J| e5{>500, ditos de alpaca preta e de
cores fraocezes fazenda de 10) a 6g500,
le ditos de palha de seda e 18a a 3J>500. di-
* tos do bramante a 49 e 3&500, ditos de
H casemira saceos a 13J, ditos sobrecasacos
JZ a 159. ditos fraocezes a 19. ditos de al-
l ?!npre!a fr0Ceze8 'la de velludo a
ti* 190OU e 8J>, ditos de panno preto a 18#
8 Z&J&tl C,,C3S de Drim de edr a USO!
2ga00, 3500 o 4. ditas de casemira pre-
H tas e de cores a 6. 7$50O, 8$ e 10, ditas
8 de meia casemira a 4 e 3*500, colletes
de fustao branco e de cor a 2500, 2J800
8e 3, dilos de gorgurao a 4# e 5#, dilos
de setim prelo a 3&500 e 4. dilos de ca-
li semirs preta e de cos a 4$ e 5, ditos
O de velludo preto e de cores a 7#. 8 e 10$,
le completo sortimenlo de roupa para me-
V n!nocomo8ejam calcas, palctots, colle-
1| tes. camisas a 1J600, 1800e2$. defustao
J a2*500, fazendas superiores.chapos para
M cabeg fazenda superior a 6*500, 8$500 e
10{i. ditos de sol para hornera a 6&500,
ditos para senhora a 4J500 e 5*, e outras S
, muitas qualidades de fazendas e roupas x
g por pregos muito commodos.
n Recebem-se algumas encommendas de S
| roupa por medida e para isto tem delibe- K
radoa ter um conlra-mestre no estaba- i
lecimento para e'zecutar qualquer obra S
92 tendente a sua arte.
Grande exposico
DE
baraios finos.
No deposito da ra estreila do Rosario n. 11 e
juntamente no salo para familiis est vista de
lodos que quizerem honrar este estabelcimento
tanto para o sorvete como para e3colherem entre
a grande quantidade de balaios milito finos da
Italia, como sejam para costura, psra compras,
para meninas, para roupa engommada, e para'
se darem com mimos,assim como carrinhos para
meninos, e calungas de todas as qualidades. co-
mo seja joogalamaste e muitos outros objectos
proprios para familias.
. Goes^ Basto.
Ra do Queimado numero 46
Vande-sa em casa de Johnston Pater A C.,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
Uaa variedade de bonitos trancelias para os
mesaos.
Attenco.
N. 43.
Riia doAmorim.
Vendem-se saccas com milho muito novo, pelo
barato prego de 4)}500 e 5&.
Arados americano se machina-
para lavar roupa: cmcaia de S.P. Joi
hnston dt C. ra daSenzala n.42.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enreites de continha, como dourados, e de lindas
fitas e fielas, o mais fino que-se pode encontrar
isto na loia Aguia de Ouro, ra do Cabug n. t b!
Capellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebau novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, e as
est vendendo a 6*e a 8*. conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
?
. Bramante superior.
Vende-se bramante de linho bastante incorpa-
do, com duas varas de laraV a, pelo baratissimo
prego de 2*400 rs. a vara ^a raa do Oueimao
n. 22, na loja da boa f. "jST
Chales demerin^^
estampados a 2*500; na ra de Queimado n. 22
na loja da boa
Gravatinhas estreitas.
Vendem-se superiores gravaliohss estraitas da
seda, nao a pretas eomo de cores, pelo baratis-
simo prego da lf: na ra do Queimaoo n. 22,
loja da boa f.
Atoalhado de linho
com doas larguras a 2*600 a vara ; na raa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Caes do Hamos armazem
n
Vendem-se taboas
pregos razeaveia.
24.
de amarello.
loaro per
geteMseie aeoeoeaig mve***
4 fania triumplia.
Os barateiros da loja
Encyclopedica
DE -
Guimardes & Villar.
[Ra do Crespo numero 17.!d
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraias, las, chapelinas depa-
lha e de seda para senhoras, manteletes
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sahidas de baile.saias a balao da di-
versas qualidades. saias bordadas de to-
das as qualidades e pregos, chilas fran-
cezas muito bonitas e finas, enfeites de
diversas qualidades para cabega de se-
nhoras, espartilhos de molas e muitos
outros objectos que nao mencionamos
todos proprios para senhoras.
Para homens
palelots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, roeias, gravatas, lencos, so-
brecasacos, calgadoMelie e muitbs ou-
tros objectos.
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo.
Vendem baratissimo.
Quem duvidar v ver
Ouemduvidar v ver
Quem duvidar vvr.
Levem dinheiro
Levem diuheiro
Vende-se em casa de Saundres Brothers A C UVCaS dDher-
praga do Corpo Santo, relogios do afamado fa- Si35#&3eei6-3*i SKil bncaule Koskell, por pregos commodos e tam- A 41 4^500 6 b&
bem trancelhns e cadeias para os mesmos de'
excellenie gosto.
tj&t
Luvas de pellica enfila-
das para noivas.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as finas e bonitas luvas de pellica
enfeitadas, propriss para noivas, e contina a
vend-las pelo antigo e baralissimo prego de 5*000
o par: na dita lola de Aguia Branca rus do Quei-
o
mado u.
16
Galanteras.
ribaldi

Muitos lindos enfeites a Garlbldl para seabo-
la\lt?9' dllos flnS>ndo palha porm de sedas a
8*500 cada om, ditos de vidrllhos a l$800cada
um : na loja da victoria, ra do Queimado nu-
mero 75
Receberam grande porgo de laa para vestido
com ricos padres, tanto de quadros miudos, co-
mo largos,bem matizados, que para acabar estao
vendendo a 240 o covado, dando-se amostras
com penhor.
Ruada Senzala Noya n.42
Venda-se em casada S. P. Jonhsion 4C
sellins a silhSes nglezes, candeeiros e castioaes
bronzeados, lonas nglezes, fio de vela, chicou
para carros, amontara, arraios para carro da
uai a doua cvalos relogios do ouro paiente
nglaz.
A loja d'Aguia Branca recebeu
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos com
e 12 frasquinhos de cheiros; e os est ven-
dendo baratamente a 2SO00, 3$000, e 4SO00; as-
Slm K^.m0 caix'nnas redondas com 6 frasquinhos
a 1 gSOV, caixinhas cora cheirosas pastilhas para
mamar quarlos gabinetes & & a 2*000 urna: na
dita loja d'Aguia Brenca ra do Queimado n.
10.
A 15,000!!
Ogigocom 15 garrafas (9
inteiras e 6 meias) da muito
acreditada champage do afa-
mado Laronzire : na praga da
Independencia n. 22,
Para se comprar as verda-
deiras luvas de Jouvin, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Cambraia lisa muito fina a 4* a peca com 8 li
varas, dita muito superior a 5$, dita tambem
muito fina com sslpicos a 4*500; na ra
Queimado n 22, na loja da boa f.
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba
francez urna pequea
NATRALLEDE V1CHY
Deposito na boticafraneeza raa da Cruz n.
RALE
coneitadas
Proprias para sortes de S. Joao
vende-tfe tanto em porcoes como a retamo nicamente
armazem Progresso, largo da Penh* n. 8.
no
Esta loja tem constantemente recebido de sua
propria encommenda as verdadeiras luvas de
Jouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
vapor francez e continuar a recebe-las por to-
dos os outros ; por im> quem quizer comprar
boas luvas escusa cansar-se, dirtgir-se a loja
d aguia branca, ra do Queimado n. 16, que ahi
ser bem servido.
Cabo de marfim e madrepero-
la, escovas^ara dentes.
Na loja d'aguia branca acharao os apreciadores
do bom, mui delicadas escovas de cabo de mar-
fim e madreperola a 2* e 2J500 cada urna. Com
urna escova assim delicada faz gosto limpar-se
os dentes, e para as comprar dirigir-se ra
do Queimado, loj d'aguia branca n. 16.
Para luto.
Cassa preta fina com salpicos ou flores bran-
cas a 500 rs. a vara ; na ra do Queimado n 22
loja da boa f.
Loja das 0 portas
EM
Em frente do Livramente
Luvas de tereal a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220
rs. o covade, ditos eslreitos com muito bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassas de cores seguras a
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 2J,
brimzinho dequadrinhosa 160 o covado, musse-
lrna encamada fina a 320 o covado, algodo de
duas larguras a 640a vara, lengos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de raraaRem
a 800 rs. o covado, fil de linho preto com sal-
pico a 1$400 a vara, luvas de torgal muito Anas a
800 rs o par : a loja est aborta das 6 horas da
manhaa s 9 da noite.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vesfiBo.
A loja d'aguia branca recebeu prximamente
um novo e lindo sortimento de cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de difieren-
tes cores e largaras, a eomo aempre ss est ven-
dendo barata mate a 2, 3, 4 5 a pega, precos
estes qpe ac nanhuma outra parle se acham, a
s sim na ra do Queimado, loi d'aguia branca
onumer 16. *
Attenco.
Vende-se confronte o portao da fortaleza das
Cfnco Pontas o seguinte : carrogas para bois e
cavallos, carrinhos de trabalhar na alfandega, di-
tos de mo, torrador de caf com fogao, dobradi-
cas de chumbar de lodos os tamanhos, bocea de
tomaina para fotnoa. grandes fecbaduras' de
ferrolho e tambem rodas decar.r'oga carrinhos,
rodas para carrinhos dd mi, eixs para carro-
cas e carrinhos, e outras quiesquer' obras da
ferros.
de receber pelo
vapor francez urna pequea porgao de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
timo goslo, para meninas e senhoras, e as est
."2I*?!?i? vendendo a 1*500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois sas ha na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cavlos, proprio pa-
ra familia por ser bastante largo e nel-
lepodersentar.se quatro senhoras sem
machucarem seus vestidos e nem que-
brarem seus balees, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ra
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigatjio n. 10.
Urna casa/
Vende-se urna excellente casa terrea com so-
tao na cidade do Aracaty. sendo a melhor rua~~
de commercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
gel & Irmo, e nesta na ra do Cabug loja
a Ti .Venden,-se Ps de larang'eirs de umbigo e
da Unna. dilos desapoty, frula-po, imeira para
cerca e outras qualidades de plantas : na Ponte
d Ucha, sitio de Joo Carroll. No mesmo sitio
vende-se um garrote inglez.
Farinha de mandioca, a me-
lhor que ha neste genero,
igual a de Muribeca.
E' multo barato vista da sua superior quali-
dade ; no arit,azem de Fraga & Cabra!, ra da
Madro de Dos n. 18. defronte da guarda da al-
fandega.
Luvas de fnacamursa
para militares e cavallei-
ros.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda mui finas luvas de camursa, e que
de melhor se pode dar nesse genero, e as est
vendendo a 2*500 o par ; os senhores ofAciaes
cavalleiros que as compraren) ceahecerao que sao
baratas vista de sua finura e daragao, e paraas
obter dirigirem-se ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 16. Adverte-se que a quantidade
pequea por hora, e por isa ne demoren).
Campos & Lima na ra do Crespo n. 16,
tem para vender um rico sortimenlo de laazinhas
de cores a 640 rs. o covado, bem como lindas
fofas de cambraia para guarnieao de vestidos por
diminuto prego.
Vende-se um escravo pardo, idade 20 an-
nos, bonita figura, official de marcineiro, proprio
para um bom pagem, veade-ae para fora da pro-
vincia ; quem o pretender, dirija-se a ra do
Vigario n. 12, que achara com quem tratar.
A
Armazenada
"j i 4e?jparis
BE
Magallics k Heniles.
Ruada Imperatriz ootr'ora aterro da loA-Y'isla
loja armazenada de 4 portas n. 56, recebeu pelo
ultimo vapor chegado da Europa, grande porgo
de saias balo de nova invengo para meninas e
senhoras o melhor gosto que ha nesta fazenda e
o prego diminuto, mussulina da India branca,
lisa, muito mais fina do que cambraia para ves-
tidos, barato prego, ricos cortes brancos borda-
dos com 3 babada a 5J000 e 8JW o corte, novo
sortimenlo de chitas de cores fixas a 160, 180 e
200 rs. o covadft, ditas francezas finas a 240, 910
280 pcovado^e outras martas fazendas por melad
de seu valor: Aloja armazenada acha-se aberta
ta das 6 hora a\ manhSa s 9t da trofle.
Vende-sa um sobrado de dos andarts e
sola na ntAB,Santa Rits : a tratar na W da
Crazas d. W.
i


I
:0


Jf
:f
,s de sol de seda a
Jfse muito boni chapeo* de al da teda
/, ae canna, pelo baratissimo prego de 6
yfl : na ra do Queimado n. 22, M|a da
Avariado.

/laapolao largo e ftao com pequeo toque de
/varia 30500 e 4, dito muite fino a 5 a peca :
4a a 4o Crespo a. 8, loja de 4 portas.
Atten^o.
a rae do Trapicho n. 46, em casa de Ros tron
: Rooker & C, existe um bom sortimento do It-
I te*11* cores branc* m carretaje do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes so vendem poi
procos mi razoarois.
DESTINO
DI
Jis Dias Brando.
5Ra da Linguela 5
O oovo destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manteiga ingleza a 1 a libra,
dUa franceza a 700 rs.. cha prato a 1400, pas-
sas a 560, conservas inglezas o portoguezae
700 rs., alelria, talhatim e macarrao a 400 rs. a
libra, toucioho de Lisboa a 320 r. a libra, baoha
de porto refinada a 460 rs latas com peize de
postas a l40O, cerreja branca a 500 re. a gir-
c onJl5* a 0u*ia' dits Pre,a a 600 rs. garrafa e
69800 a duda, tanto em garrafas como em meias,
er vil has francesas e portuguesas a 720 rs. a lata,
8permacete de 4, 5 e 6 em libra por prego omi-
to em oonta, vioho do Porto engarrafado fino
(reino) a t500 rs vicho do Lisboa o Figueira a
60 rs. a garrafa, vinagre branco a 330 rs. a gar-
rafa, o outros mullos gneros que escotado
menciona-los, que do contrario se torna va enfa-
donhoaos freguezes (Dinheiro vista.)
Esfriadeiras
para agua.
Vendem-se esfriadeiras muito aira para agua a
4Jt o par ; na ra do Queimado n. 75.
ACUNLA
DA
FUNDIDO LOW-MOW,
Roa da Sen zalla Nova n.42.
Nesta estabeleciraen to contina a havar um
completo sortimento dt moendas emeias moen-
das para engenho, machinas da vapor e laixas
te farro batido coado, do todos os tamanhos
para dito,
Vinhos engarrafados^*
^
Termo:
Collares.
Lavradio.
Mafleirs.
Carcaviloe.
Arintbo.
Bucellas.
Malvasia, em caixas de urna duzia da garrafas :
na ra do Vigario n. 19, primeirn andar.
Milho.
Na travessa do Arsenal de Guerra ns. 1 e 3,
vendem-se sacca3 com milho, grandes, e pregoi
commodos, queijos de coalha e esleirs do Ara-
caty.
Alfeflco
Vendem-se caixOes vastos proprios
para bahuleiros. funileiros, etc. : quein
pretender dirija-se a esta tippogra-
phia, que ahi se dir' quem os tem pa-
ra vender.
Espermacele
a 640 e 700 rs. a libra.
Em caixa 600 is. e 680, manteiga, ingleza a 800
e 640 ; no armazem da estrella, largo do Paraizo
numero 14.
E' muito barato.
Manteletes de fil preto muito superiores a 89 ;
na ra do Crespo n. 10.
Damasco de seda.
superior a 89500 ; na ra do Crespo n. 10.
Tarlatana. *
Vende- se tarlatana branca muito fina com 1
vara de largura propria para vestidos, pelo'ba
teeimo prego de 800 rs. a vara : na ruda Qu
made o. 22, na loje"-e. boa J.
SABAO.
Joaquim Francisco de Mello Santos avisa aos
sees freguezes desta praca e os de fra, que tem
exposto venda sabio de sua fabrica denominada
Recifeno armazem dosSrs. Trarasaos Jnior
4 C, na roa do Amorm n. 58; masan amareMa,
caatanha, preta e ostras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No meamo arma-
zem tem feito oaea deposito de velas -de carnau-
ba simples aem mistura alguma, como as da
composigo.
Livro do mez mariane a 1$.
Acaba de sabir dos prelos desta typographi*
ama nova edicto de mez maano, segundo ae
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha,
seguida de vatios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Cooceigo, modo de visitar o lauspere-
nai do ssnlissimo rosario ; vende-se nicamente
a 19 da livraria as. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia. v
Albos.
Ns ra da Madre de Dos u. 6, armazem de
Machado & Rodrigues, vendem-se canastras com
100 massos por 29500 cada canas Ira, em bom es-
tado. *
Attencao.
Vende-se, e que seja para engenho, -urna es-
crava de nago, sadia e moca, tem boa figura, e
sem vicio algum.cozinht, lava, engomma cose,
ludo com pereigo ; a tratar na ra Imperial,
outr'ora aterro dos Afogados, casa n. 253.
A 4#000.
Chales lisos de merino de lindas cores; na roa
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Taixas.
Na fundico da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ha bom sortimento de taixas para enge-
nho, fabricadas com todo o cuidado.
Tachas e moendas
Braga Filho & C., tem sempre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
SINTOS
para senhorar
Sintos muito bonitos para senhora a 35 cada
um, tivelas muito lindas pars sinto a lg'200 cada
urna ; na loja da victoria, ra da Qneimado nu-
mero 75. r
A 8J000.
Chapeos de castor branco, fazenda muito boa,
os quaea se vendem pelo diminuto prego de 8J
cada um : na ra do Queimado n. 39, loja de 4
portas.
Capellas.
19 Ra do Queimado19
Ricas capellas de flores de laranja, pelo bara-
liasimo prego de 5$ cada urna.
Fazendas
no armazem da ra do
Queimado n. 19. *
Tot.ihas para rosto de prego 500 rs. cana urna.
Chita.
Chita franceza a 220 rs. o covado.
Cortes de casemira.
Fiaos corles de casemira a 49500.
Cobettat.
Cobertas de chita a 19800.
Capellas brancas.
Capellas de flores de larinja a 5.
Lences de panno
de Hnho pelo barato prego de 19900.
Algodo
de duas larguras a 480 a vara.
Grandes lences de bramante a 3g300.
Jaqus bordados
para meninos, fazenda muito fina, a 5g.
Sera costura.
Lences de panno de linho fino a 39.
Baldes
de todas as qualidades e de duas siias.
Cambraias de salpicos.
Modernas cimbraias de salpicos e muito finas
a 09 a peca.
A BOA FE TRIUMPHA
DE
Jos de Jess Moreira < C.
N. 18-Ruado Rosaraio esquina das LaraDgeiras-l\. 18
Os proprielarios deste estabelecimento avisam
aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com grande sortimento de gneros dos melhores que
tem vindo a este mercado o por ser parte delles vindos por conta dos proprielarios eslo resolvios
a vender por menos do que em oulro qualquer estabelecimento e se obrigaro a servir os Srs. com-
pradores da melhor maneira possivel para o que avista far f.
M^Jg* ingleza perfeitamente flor;pel0 preQ0 de ^ m, w rs. a m.
multo boa, em barris se far abalimento s na boa i.
Pita franceza mita.beaa 720 rs. a libra, s na boa .
Cha perola, hyssoi e preto a 25560,21 ...noo. 8 n. bo. t.
Doce de casca de goiaba ,B uil5t8 d0 melho-ra 900 rs t6 na b0I f6.
Ameixas fgmcezas a480 r.. i.br.,s na boa .
Marmelada imperial d0 afamad0 Abren ede oulro,fabrctntei ^ pr^, ,.
a libra em por;ao se far abatimento,s na boa f.
Latas com bolachihna de soda a l6oo muu nova, s bo. t.
COCOlate d0 melhor que (em viudo a este mercado a 900 rg. a libra, s na boa f.
DlaSSa e tomate da melhor que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
OCeS de peCegO,.giDgaf pera ealpera a calda fabricado pelos melhores fabricantes de
Lisboa em latas de dinerentes lmannos a 700 rs. a libra, s na boa f.
Passas muito novas a 480 rs. a m, n. bo. f.
Conservas inglezas e francezas a goo em porcio .e mi .batimento. M
boa f.
Aletria, macarrao e talhanm a 400 rs. da. m>u or., que ha. s n. bo. .
lOUCinhO de LlSboa mut0 b0m do mais novo que ha no mercado a 8 rs. libra,- 6
boa K.
ohOUricaS e paiOS d0 melhorque ha no mercado a 560 rs. a libra, s na boa f.
ttanna e pOrCO refinada da melhor que ha oo mercado a 480 rs. em porcio se far ba-
timento, s n. baa .
VinnO em pipa diPigueira a 600 n. a garrafa e de Lisboa 560 e 480. a garrafa e em ca-
ada ae fr abalimento, dito do Porto engarrafado a 19 e 1400, duque do Porto do melhor
que pode naver, so na bea f.
L nampaglie da8 mia icnt^iiu marcas que ha, Hcer de todas as qualidades, garrafas de
azeite purtcado a 900 re,, noies das mais novas que ha a 200 rs. a libra, ervilha. em calda.
azeitonas em ancoras muito baratas, s na boa f. Alm disto eoconlrario o sortimento
completo_dos Meros tendentes molhados e tudo do melhor que ha neste mercado, s
viod
prego de 2j500o^p .
F, na ra do Queimado h
' ^Jr^aTfiBrnr *trj_.
Ruado Crespn. 8, lo] a de]
4 p >rtas, admira a pe
chincha
L8a para vestidos fazenda qa
outr'ora custava 8l-H rs. o cova-
! do vndese 2*0 rs., dao-se
amostras com penhor.
Coraes lapidados
a 500 rs. o masso.
Vendem-se massinhoe de coraes lapidados a
500 rs. cada un: na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca a. 46.
240 rs.
Laa escuras de padrdes modernos o melhor
que tem apparecido, de lindas cores, a 240 rs. :
na ra do Queimado o. 39, loja de 4 portas.
Lila preta.
boa fazenda, a 280 rs. o covado.
Corles de casemira de cor fina a 4g.
Ditos de collete de gorgurao, bonitos padrees, a
2000.
Panno fino superior, cor de azeiloos, a 4#000 o
covado.
Casemira preta fina a 2} o cavado : na ra do
Crespo n. 10.
Fil de linho superior.
Vende-se superior fil de linho liso muito fino
a 800 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
Arcos
para saias a balao,
a 160 rs. a vara ; na ra do Queimado n. 29, es-
quina de Collegio.
Nova loja de fanileiro na ra
da Cruzdoiecife n 37.
Hanoel Jos da Ponseca participa a todos os
seas freguezes e juntamente ao espeitavel pu-
blico, que tomou a delibera;ao de baixar o preco
de todas as suas obras, por cujo motivo tem para
vender um grande sortimento de bahus e bacias
de differentes tamanhos, e cores em pinturas ; e
juntamente um grande sortimento de varias
obras, o que premelte vendtr o mais barato pos-
sivel, como >*jn bahus grartsVs a 4$, e cocos
s 18 a duzia. Rocebe-se um oflicial do mesmo
officio para trabalhar.
Vendem-se croes das companhias Per-
nambucana e Vigilante de reboque: a tratar
com Saunders Brothers & C praca do Corpo
Santo, o. 11.
& aguiade.curo,
r doCatuga n. 1B:
leS-ee maasinho de coral muito fino a 50(1
reia o masso.
Liquidacad
Ruado Queimado loja de
i 4 portas n. 10.
\ Vende-se panno de supeiiorqua- j
5 lidade pro va de limao cor de ^
5 caf a 3#.
I Dito verde a 3$. 6
Dito preto a 5#.
5 Dito azul a os. j
| Seroutas escossezas brancas a ,
. 1P00 e ipOO.
| Ditas de hnho a 2#600 e 3$.
I Superiores manteletes de fil t
prciu a Off. r ^
i Camisas de linho inglezas duzia \
I Ditas dita dita duzia a 35^.
j Ditas dita dita duzia a 40^,
. Ditas dita dita duzia 45$
,. Ditas dita dita duzia 50#.
Vtnie-se urna preta crioula, de idade 20
annoa, a qaal cozfnba, cose e ngomma s na rea
de Apollo n. 37.
Padaria.
Acha-se urna padaria bem montada, prompta
a trabalhar, em muito bom lugar, bem co.mo um
deposito bem afreguezado, pertencente mesma,
cojos estabelecimentos se vendem muito em
conta, ou tambem se aluga ; quem pretender,
dirija-se a travesea do Arsenal o. 1 a 3.
Rival
sem segundo.
Ra do Queimado n. 55, loja de miudezas de
Jos de Are ved o Maia e Silva, defronte do so-
brado novo, est vendando por baratissimo preco
para acabar, algumas qualidadeade fazendas, as-
sim cerno seja : franja de laa para vestido a 100
rs. a vara, tranca de lia com 10 varas a 200 rs. a
peca, pares de meias croas para meninos de 3 a
6 anuos a 160 rs., e de 6 a 10 annos a 240, lrehas
de Pedro V com 200 jardas, verdadeiras, a 80 rs.,
novellos de lioha do gas a melhor qualidade que
ha nesta praca a 60 rs., tem tambem para 20 e
10 rs. cada novello, e de ceres a melhor que ha,
novellos grandes, a 40 rs., carreteis de Unha do
gaz e pretas com muita lioha a 200 rs., baratis-
simo, caitas com tices para accender charutos a
40 rs., caixas com phosphoros de seguranea a 160
rs., groza de phosphoros do gaz a 2(800, e duzia
a 240, fitas para eofiar vestidos e roupiobos a 80
rs., pegas de bico, largura de3 dedos, a 2#, e va-
ra a 120, linhas de novello de cores por todo o
prego, frasco d'sguade colonia muito superior a
400 rs., duzia de meias eauito finas para senhora
a 3$, e par a 280, linhas de marcar muito finas,
novello a 20 r., gravatas de linbo muito bonitas
a 200 rs., pegas de tranca de la de todas as co-
res a o rs., tem um resto de sabonetes para
600 ra. a duzia, groza de botoes de oseo para cal-
ca, pequeos a 120, e grandes a 240, aao muito
finos, marcas para cobrir a 20 rs. a groza, e tem
tambem maiores pare 60 e80 rs., duzia de meias
cruas para homem a JWOO, muito boas para du-
rar, meias de cores para meninos pedas preces
cima, tramoia do Porto muito boa, vara, a 80,
100, 120 e 160 ra., fitas de linho brancas e de co-
res a 40 rs. a peca para acabar, grozss de penas
daago a.500 rsv, tem um resto e ale superiores,
frascos de opiata para limpar denles a 400 re.,
copos com banha muito tina a440, frascos de
banha de urso a 640 e 500 rs., varas de laby-
rinthos de Tedas as larguras e por todo O prego
para acabar, espelhos de columnas.brancas a
1K500, peen i nch, carteiras par. guardar drahei-
ro muito boas a 500 rs., frascos com chefro muito
finos a 500 rs., realejos para meniaos*a'0 rs.
cada em, baralhoa portugnecea a 160, duzia a
1|440, baraUasime*, duzia de botoes madrepero-
la para paletot a 480, cartas dn alOoetes para ar-
mador a 190, Tares de franjas pera cortinado a
200 e 240, muilo barato, botea de vidra com
p paca casa?eques de senhora, duzia e 240 re.,
todas estas fazendas estao perfeitas, e vende-se
barato porque precisa-sa apurar dinheiro para es
necessidades, e'por isso toco fogo.
Talberes para crianzas
Vendem-se talberes pequeos proprios para
criangas a 320 cada um : na ra do Queimado,
leja d'aguia branca n. 16.
SJ?. S2J1.,. Paludas e obras feilasj
Ricas chapelinas de seda para senhora, pelo
baratissimo prego de 16$ cada urna : na rna do
Queimado n. 22, na loja d boa f : a ellas que
sao poucat.
Cortes-de vestidos -bron-
cos bordados.
Vendem-se ricos cortes de vestidos branco
bordados com 2 e 3 babados a 5f : na ra do
Queimado o. 22, na loja de boa f.
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recentemente pro-
vida de um complete sortimento de enfeites de
bom gosto para senhoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torgal com franjas e borlas,
outros tambem de torgal de seda eneitados com
aljofares de cores e borlota ao lado, outros de
froco igualmente eneitados com aljfar, e borlo-
tas, todos elles de um apurado gosto e perfeigo,
os prego de 89 e 10$ sao baratos vista das
obras ; alm destas qualidades ha outras para
39 e 49 : isso na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Delicados chapeo-
zinhos para baplisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui novos e
delicados chapeozinhos par. baptisadoa obra
mui perfeita e bem enfeitada, sendo cada um em
sua bonita ceizinha, e pelo baratissimo prego de
69, ninguem deixari de os comprar : na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado n. 16.
Vende-se umafporgao de .barris vasios : a
tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
Muito linda para um pre-
sente.
Dma linda mulatinha de 8 annos de idade, 2
excellentes escravas com todie as habilidades, 3
ditas para todo o servigo, 1 moleque e 1 negro
pegs. 1 moleca de t8 anuos bonita figura, f ne-
gra cozinheir. : na roa das Aguas-Verdes nume-
ro 46.
Vende-se um balcao proprio para taberna :
na praga da Boa-Vista n. 9.
Vende-se orna casa terrea na roa das Cinco
Pomas : a tratar no Paaseio Publico n. 7.
'barato a 18000!!!
Sedas de superior qualidade muito largas e
bonitos padrdes pelo diminuto prego de 1$ o co-
vado : na ra do Queimado n. 17, a prmeira loja
passando a botica.
Gangas francezss muito finas com padrdes
escuros a 480 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
J chegoo o projnpto
**
Mliri FEITA ANDA MAIS BARfflS.i
SORTIMENTO COMPLETO
Na lojafd'jg
delicados cabe..,
feiUdaa,.propt?a.
mesmo para ostu
RA
>
lardea. *stisl9en-
,NSnins de escola, ce
- -enhoras, e costam 4 p 5*
I'"'4''"!'1 m 6 vis. da perfeigao e bom'
gesto de taes obras, as quaes se vendem em dita
j loja d aguia branca, ra do Queimado D. 16.
LOJA E ARMAZEM
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Dra. Radway & C de New-York Acham-so a
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as instrueges completas para se usarem
estes remedios, contando um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a UO00.
Batatas
em gigos de 1 arroba, chegadas ltimamente, a
1S000 rs. o.gigo, e a 60 rs. em libras : vendem-
"" "".'"mente nos armazens Proaresso, -5J,~-
gressista oo r8r|0 ao rarmo u. a, {fruidas Cru-
zes n. 36, tamlem tem grande porgo de quei-
jos prato que vnjem a 560 a libra e a 480 en-
teiros.
Em casa de N. O. Befcer
C. successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se
Vinho Bordeaus em quartolas.
Dito Xerez.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Vinagre.
Lonas, brinzios e brins da Rnssia.
Cerveja escosseza (Cdinburgh Ale.)
P6dra3de marmore branco para consolos e mesas.
Pulvora em barris.
Enxofre em canudo.
Attencao.
Na ra Direlta n. 64 continua a haver bonsey-
lindros americanosjiara padaria novamente che-
gados que vendem-se por commodo prego.
Opiata ingleza para
dentes.
A loja d'aguia. branca acaba de receber de aua
propria encommend. a bem oonbecida e provei-
tosa opiata ingleza para dentes, cuja bondade
apreciada por lodoa quantos della tem usado, e
ser mais por quem quizer conservar asgengiv.s
em perfeito estado, assim como a abura dos
dentes ; custa cada caixa 1&500, e por tal prego
s deixaro de comprar quando a nao achrete
maia na loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 16.
Exposico de
^andieiros,
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos
Candieiros econmicos.
Nesta expoaigo de candieiros se encontrar
todo o sortimento de diversos tamanhos proprios
para ricas salas, ditos para salas interiores, ditos
para sala de jantar para quartos, para cosinha,
para escadas, para corredores, para engenho, pa-
ra casaa de campo e outras muitas qualidades
que com a vista devero agradar ; assim como
todo e qualquer preparo para os ditos candieiros
se encontrar sempre a venda nesta exposico de
candieiros na ra Nova d. 20, loja do Vianda.
Escovas grandes
JaNarros, tapetes, etc.
Ka loja d'g*m#branca se encantra mui boas
escovas grandesd|a cabo, propriaa para se lim-
par corree, tapetes,^., e por 2: nkguem dei-
xari de comprar um%cc-va de que necessUa
na rae de Queimado, lija d'aguia branca 16.
Atte&o.
Vende-se o engenho Caejalfio do Norte, sito
i margen do rio Una. na rre\aezia d'Agua-Preta,
moeote e eorrente, distaote^a eatacao futura da
estrada de ferr legoa e rnef, e da villa d'Agua-
Prera-meia legoa ; tem prqsjorges p"ara eafrejar
2,000 paos nnnalmenta, aK de urna produego
immensa :*a tratar com oteuproprietario no en-
genho Algrete da mesma reguezia.
Na rus de Moeda n. 5-tem parajefler^sna
perior cal de Lisboa em pedra, affianga-se a bo-
qnalidade por ser multo nova ebegada ptcos
dias, por barato prego para acabar;
DE
Ites k Basto!
NA
Una do Queimado
m. 46, frente amarella.
Constantemente temosumgrandee va-
nado aortimento de sobrecasacaa pretas
{{panno e de cores muito fino a Sfc-ja,
OS e 359, paletots dos mesmos pannos
a 205,22| e 24$, ditos saceos prelos dos
mesmos pannos a 14, 16 e 18$, casa-
cas protasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28, 30$ e 35. sobrecasacaa de
casemira de core muito finos a 15, 16|
e 18$, ditos saceos das niesmas casemi-
rasalOg, 12 e 14$, caigas pretaa de
casemira fina para bomem a 8, 9, 10/
e 12, dilaa de casemira decrese 7$, 8,
9 e 10, ditas de brim brancoa muito
fina a 5$ a 6, ditas de ditos de cores a
3, 35500, 4 e 4500, ditas de rreia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, rol-
letes pretoa de casemiraa 5 e 6, ditos
de ditos de coras a 4$500 e 5, ditos
branco sde aeda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes debrim'branco e de
f ustao a 3, 3500 e 4. ditos de corea a
2-5500 e 3, paletoUpretos de merino de
corda o sacco e sobrera saco a 7, 8 e 9,
colletes pretos para luto a 4$500 e 5,
gas pretaa de merino a 4500 e 5, pa-
letota dealpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobreeasaco a 6,7e 8$, muito finocol-
letes de gorgurao desedadecorsmuito
boafazandaa3800e4$, colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca depanno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
. casemira sacco para os mesmos a 6500 e
8 7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
335OO, ditos sobrecasacoa a 5$ e 5500,
caigas de casemira pretas e decores a 6,
6J500 e 7, camisas para menino a 20
a duzia, camisas inglezas pregas largas i
8- muito saperiOM|32aduziapara acabar, g
Assim como temos urna officina de al- os
m f late onderaandamos executar todas aa X
5 obraacom brevidade.
Recommendagao aos Srs.^
de engenho
. Panno azul de superior qua-
[ lidade para roupa de escravos a
5 900 e 10.
Espariillios
Chegaram, no ultimo paquete vindo da Europa,
nquissimos esparlilhos para senhoras, com mi-
mosos e delicados bordados a agulhs, fazenda in-
telramente moderna e de bom gosto : vende-se
por mdico prego : na ra do Crespo n. 7, es-
quina da ra do Imperador loja de Guimares cV
Lira?. **
Sitio venda.
Vende-se um sitio em Santa Anna, tendo boa
casa com cinco qeartos, duss salas, sala de jan-
lar, etc., etc., estribara para seis cavsllos, quar-
tos para serventes, etc.. baixa de capim, excel-
lentes fructeiras, cacimba com boa agua para be-
ber, e tanque para banho : os pretendentes po-
dem ir examinar a dita casa e sitio em qualquer
dia e hora, e para tratar, dirijam-se Saunders
Brothers & C, praga do Corpo Santo, o. 11.
pechincha.
muito incorpadas, cova
com bolo para
Sedinhas de quadros
do e 800 rs., ._ c
<*oiiunas de fustao bordadas
senhora a 640 rs.
Ditas de dito-lisas com botao a 500 rs.
Manguitos a balo com punhos e gola borda-
dos com botaoziohos a 3.
Manguitos a balo com puoho e gola a 2500.
Balos elsticos a 3 e 3500
E outras mais fazendas multo baratas : ns ra
da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Per-
reiros.
4 PRIMAVERA
[16-RHadaCadeia de Recife16$
LOJA DE MIUDEZAS
DB
jFonsecaf. Silva!
Caixas de vidro com perfumaras nma
2j5oO, espelhos dourados duzia 800 rs.,
apparelhos para brinqueos de crian-
gas de 1 a 4, bandeijas para um copo a
400 rs. cada urna, ditas tuaiores de 1,
2, 3e 4 cada urna, peni..., de tartaru-
ga virados a 5, 6 e7 ca > jui, barretes
de relrozcom vidrilbos para senhora a
1800 cada um, pegas de tas de vellu-
do pjdto estrellas a 1$ e 1200 a pega
de 10 varas, pentes para atar cabello a
1$500 a duzia, caixas de rsiz a 1$500 a
duzia, cartas francezas muito finas a
3$500 a duzia, caivetes grandes em
cartao a 4 a duzia, ricas caixaa de
madeira com espelhof con tendo perfu-
maras proprias Dar ioi|el$ de senhora
a 6$ cada urna, bahuzinhos com ditas a
5 cada um, argolss deuradas a 1500
a duzia, colneres de metal principe pa-
ra terrina a 2 cada urna, ditas para
sopa a 4500 a duzia, tesouras para cos-
tura em carteiras a 1 a duzia, tranca de
carocol masso de 12 peciohas a 600 rs.
o mago, jarros dourados com pomada a
3 o par, tirelas para collete a 900 rs. a
duzia, ditas para caiga a 800. rs. a du-
zia, ritas de linho s 480 rs. o masso, co-
lheres paracb a 320 e 500 rs. a du-
zia, figuras com linteiro e arieiro a 500
800 el cada um, alamares para capo-
tes a 15200 a duzia, pegas de bico com
10 varas a 600, 800, 1, 1$200, 1$500 e
2$ a pega, caixas para barba tendo vi-
dro para sabo e espelbo a 320 ra. cada
urna e sem vidro a 100 rs., pentes
de tartaruga para marrafa a 640 rs. o
par, botoes de louca para casaveques
de todas as cores 9 240 rs. a duzia,
meias cruas muito compridas para se-
nhora a 3500 a duzia, grampos enei-
tados para cabello a 640 rs. o par, ren-
das pegas de 10 vara, a 800, 1$ e I$00,
salas contando cadsiras, mesa e con-
tlos de porcelana com banha a 10 e
12, phosphoros do gaz a 240 rs. a du-
zia de caixinhas, caixiohas com gram-
pos s 200 cada urna, ditas com alfinetea
a 320 rs., ditas redondas contende al-
finetas, grampos, clcheles e dedal a
500 rs. cada urna, dilaa grandes a 800
cada urna, ditas com oa mesmos ob-
jectos e um frasco de extracto a 1 ca-
da urna, pacotas de papel de edr de 100
folhas 600 rs. o pacota, candieiros de
mel de sala para azeite de 6 a 8$ cada
um, caixinhas de msica a 5| e 6$ cada
nma, botoes para punhos a 320 rs. o
par, tesouras mailo finas psra costura a
6duzia, limas para unhas 1 320 re.
cada ama, velas sleerinas a 7C0 rs. a li-
bra, e milites outros artigo, que a vista
dos precoe commodos por eerto nin-
guem deixam de faier negocio visto
que rvalisam elles com oe das casas
importadoras.
I
Escrayos fugicos.
No di. 17 de enfrente mes fugio do enge-
nho Par fresueziaoe Ipojue. o mulato Delino
com os sigoaes seguintes : cor clara e sardenta.
cabellos crespos, pelo do pescogo vermelha e en-
rugada, representando muita velhice, entretanto
que tem poneos cabellos blancos, nariz afilado.
if 4Qe8n,,-.e ecco d0 corP- foi encontrado
no da 19 na illa do Cabo e suppoe-se ter pro-
curado a villa do Pilar na.provincia da Parahiba
onde tai con prado pelo gario de Ipoiura Fir-
mino Jos de Figueiredo ao Sr. Barthelomeu de
tal : quem aprehende lo.poder levar uo mesmo
engenho ou a Severiano de Siqueira Cavnlcanti
na ra de Hortas n. 14.
Escravo fgido.
Dopoderdoabaixo assipnado, fugio no dia 2
do crreme orna escr.T. mulata de nome Valen-
tina, que representa ter 25 annos de idade, pouco
mais ou menos, cujos signaes sao os seguintes
vesgadoaolhos, estatura regular, cabellos cara-
pinhos, levou Teslido de chita escura e chale de
merm azul; tendo o abaixo assignado haTido
esta escraTa por divida na remarca do Limoeiro
suppoe que procure essa direegao, ou a serra d
Paaaira, onde natural: roga, portante a todas
as autoridades paliases e espilles de campo a
apprehendam e a entreguem ao abaixo .asignado
nesta cidade do Recife. ra do Queimado n 46
A, que gratificar generosamente.
A. Bezerra de M. Lira.
Attencao.
Acham-se fgido os escravos seguintes: Con-
rado, crioulo, do Para, de bonita figura, que foi
escravo do Sr. Dr. Magalhes, que servio de che-
fe de polica daquella provincia, cujo escravo po-
de passar por livre porque falla bem e at troca
algumss palavras em francez, dedica-se a vida
do mar, e j servio de foguista no vapor Pirai.
com o nome de Jos Domingues: Joao, cabra e
curo, bastante alto, com marcas de bexiga no
re3to. natural de Inhamuns, oqual tendo sido de
um prente do Sr. viscoude do lo, foi aqui ven-
dido pelo Sr. desembargador Andr Bastos de 0-
tiveua : Joao, mulato, alto, tambem com muitos
signis de beziga no rosto, falto de dentes na
frente, natural do Crato : Gaudencio, mulato
claro, natural do Para, mogo, com pouca barba
JtaABialnr*puUr. KaojBa An <>.,>, -o ,nr frct-
ilo aTgum, oflicial de pedreiro, e tocador de vio-
la, de que muito apaixooado. inculca-se por
homem liyre com o nome de Leopoldino : Mar-
colino, cabra, natural da povoagao de Agua-Aze-
J-,e,B*m?dl*c68 d? PPacai. Qe foi eecra-
2daSJ- HDl?n, Bu*p,i8la de Me4l Peixoto.sub-
tl gKdKd.e GaraD^s, alto, grosso do corpo.
bem barbado, com falta de denles na frente nsa
constantemente de cinlurago desoldado .lado
cintura : quem appreliender os ditos escravos ou
qualquer delles, eos entregar a seu senhor o
abaixo assignado, no eogenho Dous Ifmos na
freguezia do Peco da Panella, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de delengo. no Recife, ser gra-
tiflcado de seu trabalho com generosidade.
j- Jos Gesio de Mello.
No da 19 do eorrente desappareceu da ra
Imperial o escravo com os signaes seguintes
abra escuro, estatura regular, grosso do coapo*
pernas e bragos reforgados, cabellos nao mult
carapinhos, cara redonda e bexigoss, dentes per-
fetos, pouca barba, representa ter 29 annos, pou-
eo mais ou menos, semblante desagradavel e
2m. HuCeiH- -:- quem pegar Vder noti
exacta delle, dirija-se a seu senhor,Ha ra cima
mencionada n. 64, major Antonio da Silva Gus-
mao.
Fugio no dia 1 i do eorrente de casa de seus
paesa menor de 14 annos de nome Francisca G-
iha de Joao Ferreirada Fonseca morador no Ca-
xang lugar Caogongo, a moga branca, sun-
poe-se ser raptada do que nao era preciso pois
andava sempre na ra buscando agua e lenba
a pessoa que della ver noticia o diga no Ca-
xanga a Joaquim Moraes da Cunha ou no Recife
ra do Imperador n. 43, visto estarem duas pes-
soas presas innocentes.
Attencao.
Fugio no dia 22 de junbo a noita um escravo
por nome Faustino, tem os seguintes signaes:
cor muito fula, quasi que cabra, olhos vivos,
cabellos um pouco sollos, nariz um pouco ehato
dentes limados, isto a parto de cima, bigodes
torcidos, estatura regular, grosso do corpo, um
pouco barrigudo, filho do Rio de S. Francisco,
dizem que sabio com um comboy para o dito lu-
gar ; foi escravo de Bernardo Maciel de Soaza,
residente no mencionado lugar, foi quem o vea-
deu para c: portento, recommenda-se a lodo
capillo de campo ou ouUa qualquer autoridade
que o pegar, leve a ra Nova o. 18, que eer
bem recompensado.
Fugio desde o din 3 de juoho do eorrente
anuo, da casa do abaixo assignado, o preto Tho-
maz, crio'ulo, filho do seito de Mochlo, bonita
Agora, com alguns signaes de bexiga, dentes li-
mados, tem oa dedos da mo direita aleados
de urna machina de padaria, de idade, pouco
mais ou menos, 26 annos, julga-se ter ido para o
JP. *ar acima mencionado por ji ter aide vis-
tofao mesmo lugar o anno passado, quando fu-
gio a pnmeira vez neste lugar, como bem agora
a semana pausada que foi visto 00 Serid. dizen-
do que se Unha forrado : pede-se, portanto, a
qualquer pessoa que o pegar, leva-Io ra dos
Peacadorea ns. 1 e 3, padaria, que se Ihe dar
HM degratificagao. e ee pagar as despezas que
se fizer.Joao Jaeimho de M. Rezende.
Fugio no dia 5 do correte o escravo cri-
oulo, de nome Pedro, de idade 28 annoa, o qual
tem os sigaaee seguintes : baixo, formado do
corpo, cabega redonda, bem preto, nariz chato,
um tsnto beigudo, denles limados, pouca barba,
tem algum sigoal de reino : quem o pegar, diri-
ja-se a casa de Vicenta Freir da Silva, que ser
recompensado de seu trabalho.
Gratifica-sebem '
a quem pega* um escravo cabocolo, gego, de no-
me Benedicto, de 18 annos de idede, estatura
mediana, que Sendo eido embarcado com deatino
to Rio de Janeiro, eradio-se de bordo. Foi de
Francisco Xavier Sarapaio, de Ip, muito vivo
e velasco, muda de nome todos oe dias, pala-
vriador e maohoso, se prevalece emftra de mil
timanhes para fugir.
>\
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



* >.
.
-
/
UtlUI.
ergica -u
<
:
n A- rrasa causa' l linas universaes. Com "ludo a' j
dos icsiomuoha, envolve un senlimefHodeduvi-
la e de inquietagao pelo futuro. Y.' po'rquc effeC-
livamcote aa manifestages da vida nacional, de
que temo sido lestemuuhas, lm eui si alguma
cousa do sobrenatural, e um semelhanto milagre
parece nao poder durar. Profer a
natural, e sustento-a
aj^ljsrtr *'#)?}? Wg 11 Iva
a^^ . (Mjn-f
exemplo progresso/reli-
'do pejo3-/ru>ssos irmos-de
lerdas as nossas provincias, o
da Europa separa-se cada vez
us campo* distincio's. N'um pre-
las dos tratados que se conside-
s""qu# sao leram
Si &.m(T6W*ijroilo diviuj, no outro, as quei
e os deseiof^fl
V c f^Miypode tersido. senho
Uto de.'tfnto rigor? E' erid
aloi 4o qae- se fez, disse e escraveu
dos memoras do clero em defeza da egr^rflWjfilial. fije feero produzldo tantas. cirar>ares"ta-
soberano ponliflce. Mas seria fcil ao clero osM#s medidas lomadas com o mesmo Ora. a que se
propoe o guarda-sellos ? Nada, ou antes effeilos
trios quelles que se queriam alcangar.
fi e os desojles povos opprimidos s sao con-
sultados, e s" elle tem forca de lei.
Invocara-se nos dous campos os principios
de justic* ; mas nenhnraa conce'sso de faz, ne-
nhuma reconciliago parece hoje possivel. Entre
D pelo contrario, sao respettados todos os re-
palavra sobre- ,eursos rivos em que os homens asseiilam a sua
i forca o esperanca ; entre n', junto do tmulo
Pode comprehender-se que um individuo,
sobo imperio de urna ida poderosa, pratiquo
grandes cousas, mas quando um pov'oiuleiro so
levanta como um s homem, e tem suffleiente
forca e ititeligencia para derrubar a iraminencia
8 permanecer nclla, deve recouhecer-se u'um so- .
melhante espectculo o dedo de Deus, a acgo da de berdade pira todos, um amor
providencia. ; mais ardenle.
Curvemos as nossas cabecas, senhores, e1 Pedimos a execugao daaclausulss que nos sao
vertamos lagrimas de reconhecimento as quaes garaulidos pelos tratados ; Ibas os direilos impies-
se euvolvero talvez lagrimas de tristeza e de sen- jcnptiveis da nos naciooalidade, assim como os
da Polonia martyr, conserraram-se religiosa-
mente os antigos usos e as tradices .dos uossos
antepassados.
Onde se pode encontrar hoje urna unio
mais franca, um mais sincero esquecimento dos
antigos fancores, um senlimento de igualdadu e
mais vivo e
tmenlo. AgradegMiius a Deus pelo soccorroioes-
perido e poderoso que tiosdeu, pecamos-lhe
suflicientes torgas'para nao vacillar e para avan-
rar sem enfraqueccr no caminho da dr, edos
sacriiicios que uos couduzom ao termo das nossas
esperanzas.
Coroniove-nos o profundo abystuo que sepa-
ra os .opprimidos dos oppressores ; do um lado
tnspuam-nos o
dos oujros povos opprimidos,
mais vivo interesse.
Deus lem permillido que pela roinha tonga
existencia eu possa abragar, por assim dizer, a
hislotia iuleira das desgracos da nossa patria.
Fui testemunha de erras, decepgoes, dores e
humilhjces que vos, senhores, nao conheceis
seno pelas tradiepes. No rneio destas diversas
ra osj.r
est tn povo que sulla um grito perseverante,' experiencias, o espirito da nagao modificava-se,
mas paciliro, justica que ha meio seculo se'lhe tortalecia-se, e cada urna dellasera purificada e
recusa, e que ao mesmo lempo prora que 6 capaz tornava roais apta a sua existencia livre e inde-
mai
pendente.
Durante um periodo o mais importante que
tem sido concedido a nossos pais'^iara essa rege-
neracSo nacional, periodo que se resume na dala
cujo anniversario celebramos hoje, ful eu mesmo
leslemunha, lomando nelle parle lano quanto me
permiltia a minha juveulude, dos esforgos glo-
se administrar a si proprio com os seus pro-
s-ios concidados.
' Quo vemos do outro lado ? Nao vemos se-
u5o a violencia, urna violencia sem (imites, que
nao conserva oem sombras de honra e de respei-
to pela palavra dada, que despreza o bom direito,
que faz da mentira um syslema, e que nao en- ,
Ccnlra ou'.ros meios de acgo seno as prises, os < r!osos 1ue toram causa urna perfidia e violen-
fuzilamentos, os massacros, e lodos os horrores ; c,a. oa arle de v'izinhos que linham resolvido a
que pode commetter urna soldadesca excitada. -I rulDa aa Polonia.
E' slo possivel ? Peo dcimo nono seculo ; a Mas Posso dlMr. com corago cheio de ra-
que 6 testemunha de'uma semelhante auarchia,' conhecimeuto para"com Deus, que nunca a nagao
e de um semelhante desprezo pelas leis divinase ^negou a esta altitude digna e tranquilla, nunca
humanas !
Todava, quaesquer que sejam asconsequon-
cias que o futuro nos reserve, existe um tacto evi-
Cc-nte para lodo o mundo, que o paiz tomn
.'seu cuidado a direccao da sua causa. Nenhu-
c cooperar as uianifestacoes elevadas de Varsovia.
E* de si mesmo que o paiz tira hoje a sua torga e
a sua f poderosa. Nao espera nem reclama ne-
Ehum auxilio estrangeiro. Possuindo-se de si
cesmo, e conservando-se fra de todas essas cr-
tenles que agitam a Europa, a naQoavauc com
sabedorta, prevencao e coragem nesse novo ca-
minho, marcado com o scu saogue todas as glo-
riosa estagoes......
Enlrc quelles que suecurabindo s bayonetas,
pediam graga?, nao para si, mas para a patria,
ntreos filhos da Polonia unidos por um senti-
mento de amor e de sjcricio, conlanv-se tam-
Lem israelitas. Potentes queixas, motivadas lal-
vez de urna e outra parle, tem por muilo lempo
separado no nosso paiz os christaos dos israelitas.
Estes ltimos unidos hoje a nos porum lago de
mutuos solTrimentos, deixaram de ser urna nago
ra nacao, e langando-se nos bragos da mae pa-
tria, que por tanto lempo os tem susleutado, ja
ll.e teem prestado servigos distioctos...
aE'istouma ligio para as geragoes futuras
Esta alliaoga conquistada custa de saogue deve
ser eterna, e quelles que perecem da mesn
inortn devero viver da mesma vida.
Arrebatados por esla luz de patriotismo e de
sabedoria que actualmente brilha no centro da
r.agao, electrizados peta faisca que chegou at aos
mais remotos confins da antiga Polonia, os nos-
sos irraaos que vivera sob o sceplro da Austria
comprehenderam a situacao e collocarara-so na
llura das circumstaocias." O que nos conali dos
trabalhosja dieta de Leopol permitte-uos espe-
rar que esta assemblca corresponder dignamen-
te sua missao....
naquella assembla ataca a par dos deputados das
ciasses superiores, terao occasiao de reconhecer a
falsidadedas calumnias que se lem espalhado em
relagao aos grandes proptietarios ruraes.
Nos lempos mais lalizes da qpssa historia,
cuvia-se muilas vezes as diela9, como se tem
ouvido na dieta de Leopol, os nuncios e os sena-
dores eAprimirem-se em lingua rutheniana. Esta
liogua fallava-se na corte dos Jagalles; tam-
bera era fallada pelos hroes da familia dos prin-
cipes deOstroz, que se assigoalaram por tantas
expiorages, e tantas victorias alcangadas contra
os Russos ; os estatutos eram regidos nesla lin-
gua, e pode dizer-se que o idioma rutheniano
jcontribuio tanto como o idioma mazovino para a
orrasco da nossajngua materna, que hoje fal-
lamos.
Nao nos lira pois o ouvido essa acenluagao
cutr'ora lo familiar, e nao esquecamos que o
grande acto histrico, ao qual somos devedores
c'e nossa gloria passada, a uniao da Polonia, da
Lithuaoia, e da Ruthenia, estava baseado n'um,
espirito de concesses e n'uma liberdade recipro-
ca. Como aprecia, a Lilhuania e a Ruthenia, o
grao-ducado de Posen oi profundamente com-
entre os polacos reinou um accordo lo harmo-
nioso, nunca me parecen lo prximo o termo
dos nossos infortunios, independemos de toda a
influencia estrangeira.............'..............
Concluiado o seu discurso, o principe prestou
homenagem memoria de dous 'hoiieus eminen-
tes ; o general Chazanousin e o conde Titus
Dziaiyaki, que a Polonia perdeu ltimamente.
As cruels provages por que na actualidade
est passando a Polonia nao Iba imp6diram de
fazer sentir vivamente esta dupla perda ; mais
um lulo a accrescenlar a tantos bulros I
O Amigo da Religio publica o texto de urna
carta do arcebispo de Tours dirigida ao ministro
dos cultos em Frang. Esla carta urna respos-
ta circular do miuislro da justiga ao procurador
geral. A Preste, tratando deste documento, diz
que urna rebellio franca contra as leis do paiz.
Eis a carta do are--hispo, a Mr Delangle :
a Rillc, 25 de abril do 1861.
a Senhor ministro,
a Julgo dever fazer-vos conhecer a penosa im-
presso que produziu no espirite do clero da mi-
nha diocese, e de todos os homens religiosos, a
circular do ministro das ustigas aos prefeilos
geraes, relativamente aos delictos que podem
commetter os ecclesiasticos.no exercicio das suas
funegoes.
Espereique a emogao que seuti se tranquilli-
sasse antes de vos dirigir a este respeito algmas
obserragoes, como ao ministro que representa
mais particularmonle os interesses da religio nos
conselhos do gorerno.
Se o guarda-sellos tivesso tengo de ferir
profundamente o clerofrancez. o que, sem duvi-
da, eslava bera looge do pensamento de um ho-
mem collocado n'uma posigo lo elevada, a cir-
cular que elle escreveu era sem duvida o meio
mais iufallivel para conseguir este resultado.
Existia urna legislago excepcional e excessi-
va, contra cerlos deudos vagamente defioidos
WB'mr""' "--r--- ^.nitu ris actos
do seu ministerio. Estas disposiges, que luialu
dictadas em lempos difiieeis e tumultuosos, nao
linham sido postas em rigor desde ha cincoenta
annos era quo foram escriptas. Eslava-se habi-
tuado a olha-lascomo nao existentes, e o proprio
suarda sellos foiobrigado cdnfessarque linham
permanencia al agora som applicago.
No momento era que estavamos opprimidos
pelo peso da nossa dor, aguardando os sinistros
acontecimentos que ameagam a egreja calholica
de choque total, de repente rebenla como urna
exploso, a circular do ministro da ju9liga, que
nos faz saber que as penalidades de que se trata
nao foram derroaaaas, e que recommend aos
procuradores geraes que prosigam severamente
na sua applicago. '
Desta maneira, eis todos os bispos e ecefe-
siasticos.legtimamente mandados pela esreja pa-
ra pregar aos povos as verdades, e a moral de
evangelho, reconhecidospeio estado mesmo como
ministros do culto divino, apuntados opinio do
paiz como urna classe de homens suspeitos, a res-
pailo da qual necessario chamar toda a vigilan-
cia da auloridade judicial.
.Cortamente, se a auloridade de que o clero
FOLHETIW
OBATEDORDE ESTRADA
roK
PAULO DUPLESSIS.
SEGUNDA PARTE.
II
(Conlinuct[ao.)
O eothusiasrao de Antonia tinha sido muito na-
tural e expontaneo para que podesse ser conside-
rado de outra sorte que nao urna excessiva ternu-
ra. A Americana ficou extraordinariamente pal-
uda : toda a sua vida pareca concentrada no
olhar, que resplandeca com selvagom brilho.
Mas a physionomiaadoravel de Antonia mudou
Lem depressa de expresso: sua fronte cobriu-se
de urna nuvem de tristeza, o sorriso morreu-lhe
nos labios, os olhos de lnguidos tomaram urna
sombra fixldade, e a voz, em lugar de notas har-
montosas que Ihe eram habituaes, produzia sylla-
bas breves e sofreadas.
Nao toi D. I.uiz que vos enviou para junto
de miro, senhora exetamou ella. .Viestes aqui
de vosso motu-proprio, e viestes porque tendes
ciumes I
A colera da Americana cedeu por alguns ins-
tantes admirago: a melimorphose, que ecaba-
va de operar-se na sua rival, dava-lhe um aspec-
to todo novo. Antonia percebeu essa admiragao,
e proseguiu:
Bem vejo que a minha Iinguagem deve sor-
prender-vos. Intormaram-vos lalvez de que eu
era urna camponeza crdula* e presumida, que le-
vava o lempo a dormir e a cagar, com Indios %-
rozes e grosseiros por nicos amigos, e absolut-
meote ignorante das cousas da vida I Pode ser
que assim tivesse sido com efteito ; porm ba
quairo mezes que em miro produziu-se urna com-
pleta revoluga I Sem duvida a causa de tudo islo
oi a vergonha que so'ffri concebendo aflnal a mi-
nha ignorancia I Tenho reQectido muito depots
desse lempo : hoje tenho os olhos abetlos a luz
O que queris de miro, senhora ? Fallae : creio
que poderei comprehender-vos...
A's patarras de Antonia seguiu-se urna tonga e
solemne pausa; desta rez a lutaachava-seeija-
menle empenhada.
EsIoh longo de lastimar a mudanga que em
tos se lem produzido, respondeu finalmente miss
Mary ; pelo contrario ella me aviva mais a cora-
gem. Antonia, o meucorago perteoceao conde
u'Ambron, e o seu amor que venho disputar-
tos I Sei que o conde, cedendo a algumas horas
de aborrecimento e ociosidade, mostrou oceupar-
se de vos quando aqui estere abeletado. Essas
fingidas homenagens, que na rossa crdula inex-
periencia lomastes muito ao serio, traostornaram-
ros a cabega 1 Deixastes-vos embalar por soohos
exiravagame8 e insensatos I Antonia, ebegada
a^hora^ de despertar : abandonae as rossas espe-
l") VWe Diario n. 143.
ac bem
nci_
lisa
resso. Seria
Unoiar a todos esses ex-
o menor remedio ao
bispos em particular ler urna conducta diversa ?
A uossa conscieocia, o respeito do nosso santo
carcter, nao nos impunha o devor de levantar a
voz, de fazer ouvir as nossas rnclamagdes, e de
esclarecer as almas confiadas nossa solicitude
sobre os perigos da religio ? Podamos nos vr
o nosso chefe opprimiio de desgoslo, despojado
dos seu3 mais sgralos direilos, e onler-se na
ioaegao e no silencio? Urna semelhante iudiflo-
renga da nossa parte teria sido n&o s urna fra-
queza mas urna cobarda indigna, urna criminosa
traigan, que nos teria deshonrado peraote os
christaos. A Fringa nao quer no paiz, para pre-
sidir ao exercicio da religio, um clero sem cJ
rago e sem diguidade.
i Tem sempre amado nos seus bispos a eleva-
gao dos seus seiitimeutos e a independencia da
sua conscieocia. Se ella honra o seu carcter
sagrado, com a condiego de que elles ho de
ser os primeiros a respeita-lo*. VSJe o que se
tem passado oa morte prematura de muitos dos
nossos prelados, que linham defendido com o
maior zelo a causa do papa. Depois da expresso
dos mais vivse mais legtimos pesares, o primei-
ro senlimento que se manifestou entre os catho-
lieos, foi o recro de que esses santos bispos fos-
sem substituidos por successores mais firmes no
sen dever. Este receio nao tinha fundamento ;
foi felizmente dissipado, masattesto ajusta sus-
ceptibilidadedo povo chrisio, qusndose trata do
direito daquelle que reconheceu como seu pont-
fice supremo.
Appello, senhor ministro, para osvossos pro-
prios aoniimentos. Vos mesmo, que tandes me-
nos estima pelo episcopado, o que farieis se elle
sa tivesse conduzido de outra maneira e porque
nao podis admiltir que um corpo lo numeroso,
composto de prelados graves quasi todos avanza-
dos em edade, que teem sido nomeados pela maior
parte depois do restabelecimento do imperio, se
pronunciasse sem excepgfto como o fez na ques-
tao romana, sem que existam razoes serias, legi-
timas e decisivas que Ihe teobam exigido urna
semelhante attitude.
a 111 pois dilliculdade de eomprehender, se-
nhor mioistro, as ameagas do guarda-sellos, e a
exhumago de penalidades, to exorbitantes co-
mo inuteis, contra o clero, que nao fez' mais do
que obedecer inspirarn do dever.
a Que utiltdade pode eflecliramente o guarda-
sellos esperar de somelhantes medidas? Quem
ha ah que se nao record do que aconteceu no
lempo do primetro imperio? Que apoto Ihe pres-
tar da legislago de que agora fazem ressuscitar
todos os rigores ? Foi do lado do clero que Ihe
veio o Derigo? Foi desss fileiras que partiram
as defeeges e as trsigdes que enrenenaram os l-
timos momentos do poder do Napoleo I? Foi
jamis suspendida a mo da egreja as conspira-
ges e nos sssassinatos? Oque perdeu o primei-
ro imperio, foi nao ter seguido no quedizia res-
peito ao poder temporal do papa, os sabios con-
selhos de um reoerarel ecclesiasV.A de S. Sul-
picio, pelo qual professara a maior estima ; o "
o perdeu, foi ter despresado os conselhos de mui-
tos dos seus mais sinceros amigos, que Ihe po-
dan! que pozessse termo sua ambigo, e nao
jogasse incessantemente os deslinos da Franca na
erentualjdade inconstante das batalhas. Feram
estas as rerdadelras causas'da queda do primeiro
imperio ; os bispos e o clero nao concorreram
para isso em cousa alguma.
Engano-me lalvez ; u'essa poca como sem-
pre, a igreja, depois de ter feito ouvir os seus
conselhos inspirados pelo amor e pelo respeito,
eocerrou-se na sua dor. Supplicou pelo seu che-
fe captivo e pedia a Dos a sua liberdade. Pode
acreditarse que os gemidos que em segredo sa-
hiara de tantos milhoes de coragoes catholicos,
como um ligeiro murmurio que o ouvido humano
mal pode sentir, tinham formado, reunindo-se
em todos os pontos do mundo, urna voz possante
e vicloriosa que se elevara at ao throno de Dos,
e que aflnal toi escutada.
As apprehenses que dictavaru -r-circular do
ministro nao assenlam pois no menor fundamen-
to, e as suas ameagas nao podiam exWer a me-
nor influencia no espirito do clero. Em quanto
existir o_dever de fallar, nenhum suspender as
anas aegoes por qaaesquer consideraces huma-J
na?, -r Va-... ...k.. t, ..o-ujji. exprs-"
sao de S. Joo Chrisostorao, como>o raio do sol
que os poderes da Ierra nao n,odem offuscar.
Esses poderes nunca foram censurados petos bis-
pos ; respeitam-n'os e fazem-n'os respeitar, por
que provnwde Dos, mas nao os tornera por esse
receio servil qu faz sacrificar a u m interesse pes-
soal os interesses de Dos e os deveres da cons-
cieneia. Non te terremus, quem neclememus.
E' a doutrina de Santo Ambrosio, admlravelmeoie
commentaia por Bossuet no seu panegyrico de
S Thoraaz de Cantorbery ; a doutrina de todas
as tradieges catholicas. fundadas as palavras
do proprio Jess Christ, que, prescrevendo-nos
a obediencia para com o poder, nos ordena ao
mesmo lempo que nao receiemos os homens que
podem' matar o corpo, mas que receiemos aquefTe
que pode'perder o corpo e alma na eternidade.
A causa ds igreja e do seu chefe ha de ser
defendida *em todos os lempos pelos bispos,
apezar dos perigos ; e se quaesquer obstculos
materiaes impedirem que a sua voz seja ouvida,
a la tristeza secreta, os seus gemidos suitocados,
o seu silencio mesmo tero para os fiis urna
rangas chimeneas e irrealisareis, abandonae-as...
e a minha generosa araizade ros indemnisar
amplmente desse sacrificio. Sou rica ; encarre-
gar-me-hei da rossa sorte, e ros casarei com al-
gum caralleiro. So algum diafordesdosgragada,
acharis a minha bjlsa sempre aberta : e eu nun-
ca ros abandonaren.. Nao me ioterrompaes;
anda tio disse tudo. Se porm um orgulho mi-
serarel preralecer sobro rossa razo, se formantes
a idea de me resistir... Oh"! entlo, Autonia,
guardae-ros bem... Rearis perdida para sempre,
pois que eu irei al a ultima extremidade I Com
ouro e vontade firmelBtice-se todos os obstcu-
los, e eu sou rica jkiwo-lo disse I Deraais nao
um sacrificio que de.rs exijo, como quero qua-
lificar para ter o direito de recompensar-ros : a
rossa presumpgo nao ir de certo at o ponto de
julgardes que o conde d'Ambron seja capaz de
dar-ros o seu nome I
Pareee-me, senhora, que D. Luz aqui rol-
lar, pois rejo-ros 13o receioss! exclamou An-
tonia coro urna alegra que nao procurou occullnr.
Tfanquilisae-ros. Eu ignorara que elle era um
grande senhor; as nunca nos meus mais bellos
sonhos slimentei a esperanca de unir a minha
sua sorte. Nao cabe s mihas torgas exprimir-
ros a affeigo que Ihe tenhe : parece-me que
nasci para ser sua irma I A minha nica ambi-
go re-lo feliz. Eis porque causn -me immen-
sa alegra a noticia que me dsts de pertencer
elle a urna i Ilustre familia*; pe rquanto parece-rao
que na Europa os grandes senhores sao possuido-
res de muita fortuna : pelo meaos tenho lido islo
nos meus llvros 1 Agora ouvi-me tambem : se
ior urna felicidade, que o vosso-procediraento me
sz esperar, D. Luiz vier ainda ao rancho, decla-
ro-ros que farei. todos os esforcos para arreda-lo
de ros no caso de qae dlk vos ame; e farei isto,
senhora, nao porque tenha ciumes, mas porque
julgo-ros m, e estou persuadida de que, apezar
da rossa fortuna, elle seria infeliz eomrosco I
Assim recusaos as minhas fferlas, senho-
nta ?
As rossas olleras,, senhora I exclamou An-
tonia com altirez to natural que faria mreia a
urna princeza do secuto de Luis XIV.
A Americana couserrou-se silenciosa por algus
minutos : nao podia admltlir tanto deainterease
de sua rival, mas estar convencida da sua sin-
ceridade.
O galope de um carallo a toda a brida altrabiu
a atteogo das duas mogas. Miss Mary eslre-
meceu.
Seria ja muito tarde ? murmuran ella. Oh !
maldita seja a indeciso que nos fez perder um
lempo to precioso em Guayosas l
E dizendo isto lerantou-se com agitago.
Nao elle ainda, senhora, disse Antonia
tranquillamente; talrez algum viajante perdido
durante a noite. que rem pedir-me hospitalidade:
permitti que o r receber.
A moga ia a retirar-se, quando parou rendo
Grandjean dirigir-se para o seu lado a grandes
passos: poneos instantes depois o gigante se acha-
ra janto as duas moas e entregara Americana
urna carta enorme.
Existe s um meio para mudar um-esladode
cousas que todo o mundo deplora, acabar com'
as causas que o produziram. Tome-se em pre-
sencaua queslo do papa urna altilude decisiva,
dessipe-se por meio de declarages francas escm
ambiguidade as inquielagdes que desolatn os ca-
tholicos ha mais de dous annos, e tudo entrar de
norp na ordena, a tranquilidade renascer nos
espiritos, e o poder encontrar noramente.toda a
conQanga nos homens religiosos-
Se, com desprezo dos direilos da grande
sciencia calholica^ e em contrario s' promessas
que nos tem sido feitas, o papado temporal for
derrubado, lende como certas, seqhor ministro,
as seguales afflrmalivas ; primeira, que aos olhos
da posleridide, e mesmo peranie a gerago pre-
sente, a Franga ser respoosavel d'essa immensa
catasirophe, quer seja porque se Ihe ha de cen-
sarar haver;concorriJo indirectamente para isso,
quer seja porque, entre as nsgoes da Europa!
ella poda embaraga-lo ; segundo, que a queda do
poder temporal do papa, que espiritos ligeiros
olham como urna cousa muito simples, produziria
um tal perturbago no mundo, que a sociedade
(Icaria em commogo por um espago de lempo,
cujo tormo seria impossivel indicar; terceiro, que
todos os homens que tlverem contribuido de perto
ou remotamente para essa queda, principes, mi-
nistros, capiles, diplmalas, ou escriptores, se-
ro apontados na historia como.teodo tomado
parte no'mais criminoso, intelligente e barbarol
acto que jamis se commetteu nos-nossos tempos
por isso que nao existe pessoa alguma qae tenha
os menores laivos de instruego que, nao osteja
convencida de que o papado temporal tem sido
um dos elementos mais importantes c mais ac-
tivos da grande cirllisago do occidente ; quarto,
que tarde ou cedo o bom seoso europeu ha de
restituir Roma ao papado, e o papado a Roma, ej
eoto comegar ojuizo de Dos, e o dos homens
sobre o crime de lesa huaianidade de que esta-
mos ameagados e quesera nada menos, qualquer
qae seja o reo com que se pretende cobrir, do
que urna tenlatira para abolir o christianismo na
Ierra.
Possam os homens chamados a exercer al-
guma influencia sobre a marcha dos aconteci-
mentos que se lomera, meditar a respeito do toda
a graridade, e empregar todos os esforgos para
poupar ao mundo a desgraga d'esse terrirel ter-
remoto da ordera social e religiosa.
Aceitai, senhor ministro, a seguranga da mi-
nha e respeitosa considerado.
/. Bipp.
Arcebispo de Tours.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
A Russia em 1861.
( Coninwacao.) .
A incestante perseguigo da f rerjadeira d
.p -rande interesse ao morimento polooez ;
impv j. um catholico o nao desojar an-
ciosamenie a restaurago da nacionalidade plo-
neza. Rastabelega-se ella pelo poder de sua bda
causa e de seus sentimentos religiosos, sem cahir
nis exageragoes e excessos revolucionarios qua
haviam de comprometter-lhe o futuro 1 Urna Po-
lonia calholica e conservadora, formando um rei-
no hereditario, tornar-se-ha a natural alijada dos
Slavos catholicos da Austria e da Turqi .a, e res-
tabeleceria o equilibrio ouropeu, bo desfeilo
por esta missa de setenta milhea t homens,
agglomerados sob o seeptro do czar. Nao" seria
fcil a restaurago desse grande estado, porque
infelizmente os verdaderos Polonezes apenas
formam metale da populago de seu ex-reino.
Em alguns dislrictos os Ruthenos ou Allomaos
esto em maioria. Graga unidade calholica,
poder-se-hia reconstituir, porm, um reino po-
looez compacto de 16 .18 milhoes de almas.
Seria isso bastante para diminuir o peso da in-
fluencia moscovita e para destruir as probabili-
dades do panslavismo em quanto a Russia conti-
nuar a ser schismatica.
E' importante esta ultima-considerago. At
hoje POUCOS hoaens DOlticn* nirnnim.n com
. jrfA. .-.., piajecios panslavistas ; foram con-
siderados como utopia, apenas capaz de fornecer
um assumpto de palestra e indigna de urna seria
atteogo. E' mais quo lempo de fugir essa in-
differenga ; pois, assim como o patriotismo in-
glez doa nago inteira a resolugo de nao re-
cuar diante de aacrificio algum para ficar senho-
ra dos mares, assim tambera o patriotismo russo
inspira todas as ciasses, a todos os partidos
moscovitas o roto de realisar a unidade pansla-
rista sob urna forma qualquer. Essa tendencia
faz lodos os partidos quasi egualmente revolu-
cionarios m Russia. Pde-so dizer que motreu
n esse imperio a opinio conserradora. Queren-
do cada urna coosarrar o seu qutohlo da Polo-
nia, as tres rnonarchias eompartilhador'as ho de
formar, talrez, urna colligacb lemporaria ; po-.
rm, seria isso, quando muito um incidente ex-
cepcional. Liberaes e relhos Russos sb hoje
egualmento tlavophilos : o noro destargado
nos panslavistas. As principaes dir .rgencias en-
tre os dous partidos prorm de que os primeiros
querem conserrar na Russia um rgimen abso-
lutista, palriarchal e religioso, que julgam in4is-
pensarel grandeza dos Slaros, ao passo que os
Oque isto, mster Grandjean?
E' urna carta com sobscripto para ros que
chegou hontem ^ Guaymai raeia hora depois de
partirmos, e que a rossa hospedeira remotteu
immediatamente suppondo que nos encontrassem
ainda em caminho. O portador desta carta de-
morou-se por ter ido primeira i Bueaavista onde
esperara achar-nos:oseu carallo est quasi mor-
to de fadiga ; causa d ma"ltratar-s assim um
pobre animal paca trazer o que ? um pedaco de
papel I
Em quanto o Canadia.no exprima deste modo
a sua indignago, miss Mary abra a carta, e per-
corria-a com os olhos.
Isto para vos, masler Grandjean, dissa
ella passando ao Candiano urna outra cartinha
que yinha dentro da sua.
De Villequier 1 exclamou o gigante com ale-
gra. Oh 1 os meus patricios nao se esquecem
de mim I Vejamos o que me dizem.
E rasgou a obreia com modo desastrado. Crand-
jean coraegara a leitura quando miss Mary aca-
bara a sua : duas exclamagbes soaratn quasi ao
mesmo tempo : urna do gigante, e outra da Ame-
ricana. -
A carta do primeiro principiara por estas pa-
tarras :
Meu querido e generoso primo, rinde, rinde
deprossa aos nossos bragos, e trazei muito ouro.
O lugar de adjunto do Maire est rago : esperam
por ros para prove-lo, ele .
Aa primeiras linhas da carta recebida pela
Americana diziam :
t Querida e honrada filha e senhora. Descon-
flae do prego da farinha, e applicae todo o rosso
cuidado nos coaros ; porque a farinha baixou
um dollar nesta praga e os couros subiram qua-
trocentos, etc.
Post-scriptum. Remetto-ros est oarta em
um nario que o conde d'Ambron frelou por sua
conla para ir a Guaymas. Decididamente esse
caralleiro muito jico ; se o encontrantes tratae
da parecor-lbe amarel. O meu digno e excel-
lente amigo Wiseman morreu honttnL^r-nis^a
casa, e nos meus bragos, de urna Injsfislao. Fi-
quei encarregado de liqyiidar a rtfjfirrtttoa. Esse
Wiseman era um bruto que b/bia muita agur-
denle. Cauaou-ma grande.dfcs, coraco a mor-
te desse digno homem. .flMrvetdes pteciso de
dmhelto podis sacar aave. mim a dz das de
vista ; tenho fundos dilloolreis. deus, minha
filha, desejo-ros boajftilo. Nao vos esquecaes
de ter todo o cuidaddjlo pregodos cauros.
Vosso pae
Sharp and C*
ia e o Oaoadiano liam as
Attania conserfara-
Em quanto a A.
cartas que tinham ,
se um pou'co retira
. Adjunto do Mi
Grandjean antea de ,
felicidade 1 Nem ea
lYillequier r^x'clamou
, -taat^bitua". Oh 1 que
' uesuir: conrem par-
tir quinto antea. Partir!' qu loucura Seria
preciso para isto renunciar ao meu bailo sonho 1
Nao posauo mais que algumas piastras que che-
gam apenaa para pagar a passagam, e meu pri-
mo recommend que lera muito ouro : elle tem
razo ; ninguem rael nomear adjunto do Maire
a um farroupilha e ragabundo. h 1 era capaz
de dar s minha mo direita 6 ps.a haver urna
[pelona I
O conde d'Amhron rir ao ran:hoda Venta-
na murmura va do seu lado, a Americana. Oh I
est tudo perdido 1 '.Mas quero sabe I.. Por mais
rdeme que seja o seu desojo de tornar a ver a
esta Antonia irresistivl e seductora, tarrez nao
teoha podido sabir hontem mesmo de Guaymas :
devera comprar um cavarlo, contritas uro" criado!
Nao, nao devo anda perder as esperanzas : res-
tam-me rinte e quatro horas para por em pratica
os meus designios..
Miss Mary roltou-se para o C diano, e dfsse-
Ihe com a roz apressad;
Masler Grandjean, queris .zer fortuna ?
By God I Se quero-f Nunca quiz taulo como
agora. .,*
Islo so depende de ros....
- Ento considero-me rico desde j I O que
doro fazer ?
Obedecer cegamente s minhas ordena*.
Obedeu-Ias-hei, quaesquer que ellas sejam,
um rez que me paguis a risia, ou mesmo que
me deis serias garantas.
* Quaesquer que ellas sejam, masler Grand-
jean ? perguotou miss Mary *morando-se de
proposito em cada patarra deaii pbrase.
Sim.. ainda que eu riess mais tarde a ar-
repeoder-me I Adjunto do Maire de Villequier I..
Excepto o Sr. Joaquim Dick, nao ba mais nin-
guem no mondo que a um signal rosso eu nao
esteja prompto a matar.
';* Bem. masler, segui-me. < ?
A Americana e o Candiano alastaram-se jun-
tos em direcgo op posta ao rancho : recaa ra
ouvdos curiosos e indiscretos.
III
Antonia conrersara com Panocha diante u
porta do rancho, quando percebeu miss Msry e
Grandiosa que se dirigiam para a .habjtago :
camiohamm ambos apressados. A sua ausencia
nao tinba dorado, mais que urna meia hora.
Panocha, se bem que trajaeae as suas roupas
do tabalho, isto urna vesta j rata, e u"
calg:bastaote usada, todavia nao se lembrou
relira-se, b Bcou impassivel: eca preciso que
tivesse renunciado completamente esperanga
de agradar i Americana para deixar' que ella o
riese ero trsjos que elle chamara o seu reatido
decampo: nao obstante tiroirda algibeirada ves-
ta um enorme charuto de Havana, e accendeu-o
log, o que resrvav .cuidadosamente para
occasies solemnes e de apparalo. O. Aadr av
tinha mais preteugdes ao coragao de misa Mary,
porjn n/ deixava de inculcar a sua alta posigo
social I que queren I nem todos teem a honra
de-ser Ddalgos I
Senh.orila, disse miss Mary, dirigrndo a An-
tonia um ligeiro cumprimento, venho agradecer-
ros a rossa hospitalidade, pola que tenciono reti-
rar-me-j. ~
Id.es partir ? perguntou Antonia com urna
satisfajo involuntaria, e nrpouco duridosa ;
mas tmpossirel I -"
ara
da
^rre mais numerosos, propagan-o
mo nacionalista e os sonhos subrersiros
radicaes do occidente.
A'publieago recente das cartas polticas de
agoiino langou bastante luz sobre as ideas, so-
bre os actos e planos dos relhos Kussos, que o
recoohecem como chefe da escola poltica. Essas
cartas, dirigidas pelo celebre agent e professor
o ministro da instruego pabliea, eram na rea-
lidad destinadas para o impersdor, que ao de-
pois deixara circular numerosas copias mauus-
criptas.
Respirara nesses escriptos, urna profunda con-
viego, um patriotismo ardente A Russia, diz
Pagodino, est destinada a realisar a monarchia
universal dos Slavos, e a regenerar por meio de
sui seiva juvenil i ocidente e o oriente, quasi
egualmente decrpitos. Para realisar esta sania
missao, a Pcovidencia deu aos Russos a autocra-
cia, a unidade do poder, devem conserva-la pre-
ciosamente como necessidsde do presente e do
futuro ; alias, dispersar-se-hao as torgas do po-
ro com a diviso do poder: na Russia, concer-
tram-se elals n'uma s mo ; ahi iquem reuni-
das para sempre. Ha sem duvida reformas para
realisar na administraco e.na sociedade; porm
os melhoramentos devm ter lugar segundo o espi-J
rito e os ioteresses da nago russa, grande .fa-
milia simplesmeote palriarchal e communal :
com o parlamentarismo arruinar-se-hia e trans-
lornar-se-hia tudo. Tal o syslema dos velhos
Russos.
Esta doulrina agradara naturalmente a Nico-
lao ; assim, foi Pagodino encarregado de nume-
rosas misses secre as no estrangeiro.
Desde 1838, depois de urna tonga viagem, re-
presenta elle ao imperador que os Slavos da
Austria e da Turqua formam a populago pre-
ponderante em cada imperio, e que ambos esses
estados rogam, por assim dizer, ao Czar que os
tome para o seu poder. Em 1839, torna elle a
visitar os Slavos', e no anno seguinte manda um
circunstanciado relatorio de sua missao. A exis-
tencia da Austria e da Turqua, diz elle, depende
da Russia. Precisara os Slavbs de um s pastor,
de um s rebaoho ; devem ser reunidos sem de-
mora nojseio da brthodoxia grego-russa. S a
Inglaterra Ihe parece capaz de contrariar taes
projectos, e Ihe declara um odio mortal, ao passo
que recommeoda vehemente a ellianga franceza.
A Franga, diz elle, deve pertencer a direcgo do
mundo latino ; oja-lhe este entregue e gravite
em sua rbita. A' Russia coube por sorte o go-
veroo do mundo grego-slavo; indispcosavel a
alliaoga da Franga para libertarem-se vinte mi-
lhoes de Slavos Austracos e dez milhoes de Sla-
vos Turcos. O goveroo russo desencaminhar-
se-ha se procurar e dr apoio em outras partes.
Pagodino repele incessantemente esta Ihase ;
sustenlou-a em 1843, depois de urna viagem
Franga, sem deixar-se perturbar pela antipathia
de Nicolao monarchia bastarda de 1830.
o A Franga, escreveelle, nossa companheira,
nossa allianga natural, verdadeira, saudavel !
dizem-no lodosos escriptores Slavos ; alliada i
Franca, pode a Russia dominar a Europa, e fazer7
o qu Ihe approver gragas posigo de seus ter-
ritorios, nao ha desacord possivel entre ollas ;
sao communs todos os seus interesses ; a Franga
o representante natural dos povos romanos, e
vos, vos domioaes na Europa. Os Allemes nao !
sero mais do que um muro, sem siguificago
poltica : entre elles separar-se-ho o oriente e o
poente. Os Iogleze3 curvar-se-ho preoecupados I
o at cheios de medo. Tal o pensamento fa-
vorito dos polticos Slavos ; penso que ha de
realisar-se tarde ou cedo. A Russia com a Fran-
ga : nada poder resistir hes I
V-se que o pensamento eridentomenfo for-
mulado, Ojeamos p ardenle slarophilo fallar
nos Slaros Austracos. E esses .rinte rnihoes de
homens, dizia elle era 1840, pertencem d facto
a Russia. a Elles nao sonham seno faz": parte
desse immenso imperio que estender-se-ha um
da desde o ocano Pacifico at ao mar Adritico.
Parece approximar-se para os Slaros urna epoc i
de renascimento ; porm o imperio austraco de-
re tremer ainda mais do que a Turqua pela sua
existencia. Ninguem conhece na Europa a situa-
.go da Austria, porque nao se comprehepdem os
dialectos Slaros ; portanto ninguem pode apre-
ciar o movimento actual.... A Austria semelha-
se a urna arrore relha carcomida, posto que ain-
da verde, a qual ser langada por trra pela pri-
meira rajada de rento.
Depois de urna terceira riagem Austria e
Turqua, sobreexcitara-so anda, as esperangas
do panslavista, e transluz o enthusiasmo em seo
relitorio. A Austria, diz elle, perde a torga co-
mo p inpoerio, oitnmnb. N* primeira guerra,
na de ella deslocar-se. Se tai oio pcooiecea ao
tetepo de Napoleo, foi porque a raga Slava es-
tava bem longo-da maturidade edo conhecmen-
to de si mesma que possue hoje. c O douto agen-
te est convencido de que a innunduco slva
destruir a Prussia, e nlo recela urna "resistencia
da Allemanha reunida, ella ser dividida e nu-
lificada pela inepta ousadia do liberalismo ger-
mnico, mais que tudo oceupado em destruir as
rnonarchias.
Esse relatorio e alguns outros expem circuns-
tanciadamente os meios possiveis da influencia
russa e indicara as per-sooagens que importa pos-
suir primeiro que tudo. Em primeiro lugar c-
lao os escriptores slaros de alguma celebridade,
o bohemio Schafarik, o alovaco-hungaro Rollar,
o llyrio Cay etc.f Pagodino pede uue os encham
de penses 'fi honras.. Wulz recebe j urna pen-
so de mil rublos, propoe que seja dobrada, po-
rm recommend a mais profundo segredo sobre
taes subsidios. E' licito presumir que esses fa-
vores da Russia nao deixaro de ter seu effeito
as tendencias notoriamente panslavistas da Hi-
lera tura slava na Austria.
Nm seus -reta torios, Pagodino passa successi-
.E porque? Oflm da minha viagem est
prehenehido : quera ver-nos, e j vos vi; tinha
oeeessiade de fallar-ros, e fallei-vos. Para que
sujeilar-ros por mais lempo ao enfado e ao em-
barago, que ros causa a minha presenga? Espe-
ro que nao me julgueis capaz de ariltar-mo-al a
supplica para que aceitis os meus beneficios !
Vossa recusa insensata, e-ultrajantes aecusagoes
tornam.de hoje avante impossivel qualquer rela-
gao entre nos. Nada tenho mais a dizer-vos. Se
vos acontecer alguma desgraga-no a.attribuaes
ao meu orgulho offeudido ; mas sim rossa al-
tiva presumpgo I
O verda4e)ro sentido destas palavras nao podia
ser em parte percebido por Panocha, pois .que elle
ignora va a eonversaco que haviam lido as-duas
mogas ; mas a arrogancia da Iinguagem oirritou,
e vendo que sua ama nada responda,'entendeu
que devia ir em seu auxilio.
Senhora D. Maria, disse elle gesticulando
coro extrema vi acidado,' sei muito bem quaes
sao os deveres de um" cavalleiro, e por isso nao
pens um s instante em dirigir-vos amea-
gas : todavia consent que vos d|um cooselho.
Crede-me, senhora, nao busquis nunca offeader
a muito amada proprietaria do rancho da Venta-
na l... Ella possue amigos e servidores que todos,
desde o primeiro at o ultimo, deixar-se-hiam
matar em sua defeza !... Infeliz daquelle que ten-
tasse pertubsr a sua tranquillidade I
Havia as palavras de Panocha, apezar da gro-
tesca pantomima com que elleasacompanhara, o
accento de urna ardenle conviego e enthusiasmo
sincero: por debaixo das palpebras um pouco fe-
chadas scintillavam-lhe os olhos como os de urna
serpente. A Americana, nao obstante a ridicula
apparencia do seu interlocutor, nao pode dominar
um eslremecimento involuntario.
Nao fostes vos, a quem eu hontem lomei
por um dansarino de corda ? Ihe perguntou ella
framente.
Sim, senhora, foi a mim mesmo, respondeu
Panocha, cujo semblante cobriu-se de urna cor de
agafro, o que nelle indicava o ultimo grao da
commogo ;,.porm depois compreheodi o vosso
erro ; proviona elle de que o meu trajo nao era
completo, pois faltava-lhe islo...
E Panocha'indicava com o dedo urna comprida
faca que trazia i cintura.
Oh 1 nao urna fraca lamina que chega af
a carne sem deixar ali vestigios, proseguio o Mexi-
cano aoimando-se cruel recordaco que a Ame-
ricana acabava de despertar ; nem tambem um
desses brincos como muitos tenho visto em Guay-
mas em mos dos saltirobancos ambulantes
ua ago de fina tempera, e que faz feridaa mor-
taes; uro ago que nao ha ainda muito tempo
langou por torra ensanguentado e inanimado um
adversario terrirel, um caralleiro rencedor de
seis ursos pardos, e que tivera a infeliz idea de
insultar senhorila Antonia I..
Que I exclamou miss Mary ; sois ros quem
pretenden assassinar o marquez d'ilallsy ? E bu-
saesaindagabar-rosde tal crime?
O marquez d'Hallay repetiu Panocha, cu-
jo semblante contrahido pela.colera concentrada
ramete em rerlata as familias estrangeiras t.
ramo slavo. E* moi pronunciada a iua predilec
gao pelos,Russianos ou Rothenos da Gaflicto ; v*
nelle8,verdadeiros irmo, e sent amargamente
que srRuasia nao tenha obtido essa proriecia,
oode sao mais numerosos, de preferencia Polo-
nia propriamente dita. Em todos os paizes to-
ros, diz, o movimento nacional muito conside-
rarel ; porm os padres calholicos teem as
maos atadas no seto da egreja romana. Assig-
na-la, pois, a necessidade de atacar a egreja ro-^
piaade reunir ao movimento nacional um mo-
vimento anli-papista. Muitas retes repete que
eulre os Slavos a egreja calholica inimiga mor-
tal do panslavismo. Seu furor contra ella chega
at injurias ; qualiflca a influencia do papa de
a esforgos satnicos ; b muito importa, diz elle.
difl'in iir pela Polonia o odio ao papa e aos
jesutas.
Esse ebefe da escola poltica mostra alm dis-
so urna notavel franqueza ; no/lesfarga ao Czar
o completo aborto de todos os'esforgos tentados
na Polonia. Ousa propor incontinente o syslema
das concesses': a liogua polonesa concedida s
escolas, a restaurago de urna niversidade po-
loneza ; e chega a dizer em 1855 que o imperador
devia declarar independeote aquella trra in-
feliz. A Austria e a Prussia haviam do tremer,
acrescenta elle, ao passo que ellas especulara
com o odio dos Polonezes contra os Russos. a
Polonia restaurada entrara como membro feliz
e grato na coofederacao slava, cuja reorganisa-
gao.e sonhada pelo escriplor.
O legitimismodo imperador Nicolao, sua con-
vicgao de que a Europa nao podia viver tranquil-
la senao sobo seeptro de reis absolutos, impedi-
rn) de adoptar todos os meios de acjo propos-
tos por Pagodino ; ainda que parlilhasse os voto3
o as esperangas do slavophilo, repellia o Czar to-
do o pensamento de concesses importautes
Polonia, e de allianga com os revolucionarios al-
lomaos ou hngaros, Assim, a datar de 1854.
gloria-se o profesor de poder deixar desabafar a
sua colera e o seu odio contra a Austria, contra a
Alemanha inteira. O Deus russo cegou-os ex-
clama elle : Meu Deus, vos nao nos poderieis
fazer maior graga. Teude-nos livrado de nossos
amigos. Quaoto aos nossos inim'igos, o nosso an-
tigo padroeiro, S. Nicolao thaumaturgo, ha de nos
ajudar aosdebellar. Nao estar Deus comvosco
emquanlo a Austria for a nosso favor.
O revez das armas russas na Crimea nao modi-
fica por modo algum os sentimentos, as espe-
rangas, os planos do pertinaz professor. Em-
quanlo Sebastopol suecumbe, escreve elle : < Os
Dardanellos e o Suod, eis para o futuro o duplo
alvo da nossa poltica externa; e recommend
desenvolver promplamenle na Bosnia, na Servia
e na Bulgaria as tendencias panslavistas ; se fo-
rero negligentes, diz elle, formar-se-ho entra
todos esses Slavos partidos occideutaes, frauce-
zes e allemes.
A confederago slava, cuja formago declara el-
le ao memo lempo necessaria e quasi infallivel,
nao seria urna pequea associaco do estados.
Faria entrar nella a Bulgaria, a Servia, a Bosnia,
o Ilerz-govoo, o Montenegro, a Sirmia, a Croa-
cia, a Dalmacia, a Esclarooia, a Carniola, a Sty-
ria, a Corinthia, a Bohemia, a Moravia, a Lusa-
cia, a Duro io.i e a Polonia, com os escravosgoo-
graphicos que ahi se acharo. Isso formara sim-
plesmente urna agglomerago de 70 milhoes da
almas, tantas quantas possue o imperio russo.
Chamem-na, diz Pogodioo, a Confederago da-
nubiana, sendo Constanlinopla sua capital, sob a
presidencia e a protcgo da|Russia... A' essa
confederago deve necessariamente perteocer, se-
gundo sua posigo geographica e como estando
entre os Slavos, a Grecia, a Hungra, a Molda-
va, Valachia, a Transylvania e a Turqua da
Azia. E porque nao haviam esses paize3 da
fazer parte dessa confederago, visto como cada
um reger-se-hia livremente e s recorrera t)ie-
pie'dida pelo Czar em os negocios de interes-
Sv geral ? A liogua russa. accrescenl? elle,
deve ser diffundida por toda a confederago e vir
a ser a lingua litteraria de -orienta milhoes de Sla-
vos ; a igreja russa reinara naturalmente em
Constanlinopla.
Por outro lado, era o norte, organisaria a Rus-
sia, com o nome de Confederago do Bltico, a
Suecia e a Dinamarca s quaes reunir-se-hiam
pouco a pouco alguna paizes da Allemanha sep-
tentrional.
O Czar, presidente das duas confederagoes,.te-
ria o direito de fazer a guerra e a paz, e desfazia
de todos os contingentes militares.
Tal 6 o pispo para cuja realisago conta sem~
pre Pogodino com O apoio da Franga. Durante
a guerra da Crimea escrevia elle : Entreguemos a
Italia Franca, ella nao nos ha de deixar somon-
te livres na Austria e na Turqua ; chegar at a
sacrificar as boas relages em que vive com a
Inglaterra.
Quanlo.a Austria, conserva elle em suas ulti-
mas cartas a mesma profunda hostilidade : Trin-
is milhoes de austracos sao vossos alltados, es-
creve em 1859,e nesse numero vinte milhoes nos-
so9 liis e leaes amigos. Os alliados principaes
da Austria, a excepgo dos Slavos, sao os Hn-
garos a os Italianos. O chefe panslavista enu-
mera de novo nessa memoria, com urna hbili-
dade digna de Mazzini, os meios de seduegao que
se devem empregar para sduzir os Slaros aus-
tracos ; ha um prbjecto especial para cada raga,
e o autor'nao ommitte as precauges para que a
corte de Vienna nao se rebelle.
Ero alguns de seus relatorios, insisto o agente
russo na rantagem que hareriaem ngariar urna
parte importante da imprensa allema. e indica
essa possibilidade.
(Continuar-se-ha).
expandj'r-ie com a expresso de immensa alegra:
pois esse D. Henrique era marquez ?... Que glo-
"ria para mim. meu Deus 1
A chegada de Grandjean puxsndo o carallo da
miss Mary inlerrampeu as declamagoes do Me-
xicano.
Seohorita, disse a Americana, a intengao
que manifestares de nao rceber urna retribui-
do pela minha estada no rancho nao se concilla
com a minha justa altirez. Nao quero deixar-vos
o direito de mais tarde langar-meem rosto o ha-
ver comido vossa mesa o pao da hospitalidade.
Quanto vos devo ?
Nao possivel descre-ver o magnifico gesto da
desprezo com que Antonia acolheu essa injuria
americana. .
Espero a rossa resposta, replicou miss Mary
que se senta embaragadi com o silencio cloque-
le da sua rival.
Senhora respondeu Antonia com brandura, os
ruidos das cidades chegam aos nossos'ouridos tao
enfraqueeidos pela distancia, que mais nos pare-
cer insignificantes murmurios do que ligos ; as-
sim nunca procuramos'comprehende-los I Guia-
mo-nos somenle ppr nossas impressdes intimas
ora, a caridade o frinieira senlimento qua i
vista do deserto desparta no coracao humano. O
espectculo das nossjaS solidoes nos d com a cons-
ciencia da nossa fraqueza o respeito da hospita-
lidade. Se o vosso orgulho Oca irritado ao pen-
samento de que sou bem feliz pr peder prestar-
vos um sorvigo insignificante, neste caso quando
voltardes para as vossas cidades opulentas daa
em meu nome uma.esraola aos pobres infelizes,
e eu licar-vos-hei ainda em cima agradecida.
A Americana nao respondeu ; e tirando da al-
gibeira algumas piastras as offereceu Panocha,
dizendo :
Tomae isto para ros, senhor.
0 Mexicano pulou de indignago, e entregou-
se urna ora paptomima dos mais extravagan-
tes, que a seu modo de rer exprimia a delicade-
za cruelmente offendida.
Ento recusaes? insistiu framente a Ame-
ricana.
Perguntaes-me se recuso, senhora ? Seria
tornar-me excessiremente susceptirel I
Panocha tomou as piastras que Ihe offerecia
miss Mary, metteu-as na algrbeira, e disse com
urna violencia cada vez maior :
Disiribuirel este dinheiro pWo's pees c do
rancho ; porm nunca me eso*ecerei da ofensa
qua acabaos de fazer-me... v*DCa '
Depois desta nobre e firn" declarago o hidal-
go retirou-se com um pa^ a0 mesmo lempo al-
tivo e rpido : receiar 1ue a Americana se ar-
rependesse. Esta por"11 eslava Jji a carallo.
Adeus,. senho"1" Antonia, disse ella ; e
acrescentou logo -om um arriso singular. At
outra riela I -
E tocando o, carallo com o san chicolinho, af-
fafUu-se ^'P?'
. T [Continuar-st-ha.)
1 '. n
ptfiH,- TYP. DI M. I*. DE FARIA.M8M,
,
V
\
-3
MELHOR EXEMPLAR^ENCONTRAPO ] IILEGVELU MUTILADO
l
-i


Full Text
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