Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09323


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Full Text
lili XXITII IOH10 146
Pr tres Mezes abantados 5$000
Par tres mezes vencidos 6J000
:m t .'
QDIITA FEIRA 27 II JOMO
Par ama adiantada 19)000
Parte franco para t subscriptor.
9
0
8NCARR8GAD0S DA SBSCMPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Sita ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
ina Ribeiro Guimaraes; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
Partidas dus oukkkos.
Olinda todos os das a 9 1/1 horas do da.
Iguarassu, Goianna Parahiba naa segundas e
sextas-feiras.
S. AntoBezerros, Bonito, Cirasr, AUinho e
Garanhans as tercas-feiras.
Pe d'Alho, Naiarath, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx naa quartas feiras.
Cabo, Serlnhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os crrelos partera as 10 horas da manha
EPHEHERIDES do hez de junho.
8 La ora as 11 horas e 19 minutos da man.
15 Quarto erescente aa 7 horas 56 minutos da
manha.
21 La cheia aos 3 minutos da tarde.
3G Quarto minguante aos 21 minutos da manha.
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro as 7 horas e 41 minutos da manha.
Segundo as 8 horas e 6 minutos da tarde.
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das da senara.
Segunda. tj Nascimento de S. Joo Bastiste
Terrea. S. Guilherme a.; S. Febronia t. m.
Qaarta. Ss. Joo e Paulo irmos mm.
Quinta. S. Ladislao rei ; S. Crescendo b.
Sexta. S. Leo II. p. ; S. Argemiro h.
Sabbado. egi Ss. Pedro e Paulo app.
Domingo. A Pureza de Nossa Senhora.
AUOIKNUAS UUS TRIBUNaEo DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio; segundas quinta.
Relaco: tercas, quintaa sabbadoa aalO horas.
Pazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas!
/izo do eommercio : quartas ao meto da:
Dito de orphos: tercas, e sextas u 10 heras.
Primeira rara do etal: tercas e sextas so meio
da.
Segunda Tara do tal. q.lirtM a sabbados a 1
hora da tarde:
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO 2>LiA.
Alagoas, o Sr. Claudino Falce Das j Baha,
Sr. Josa Martina Atas ; Rio de Janeiro, o Sr";
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietarlo do diario Manoel Flgueiroa da
Faria,na aua Itaaria praga da Independencia di
16 a 8.
PARTE 0FFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da ss de junho.
Officio ae Exm. presidente do Maranho.De-
volvendo inclusa a carta preparatoria do juiz dos
feitos da fazeada desta provincia, a que se refe-
re o officio de V. Exc. de 27 de marco do sano
passado, leoho a dizer V. Exc. que nao foi cura-
prida por nao residir na comarca do Cabo des-
ta provincia o devedor Francisco Antonio da Sil- a
va, como raelhor ver V. Exc.fdo ofcio do pro- i
curador fiscal interino, constante da copia junta, fi
Nnr i .! Pre|,dBDie 00 a' Gran(le, 00 transportados no vapor Paran os arligos de far
rtorte.birva-se V. Exc. de expedir suas rdeos *-----
para que seja remettida a guia do sentenciado
Guilherme Kibeiro da Costa, que veio sem ella.
como requisitou o juiz municipal da primeira
vara desta cidade. Communicou-se quelle juiz
que a solicitara.
Exigio-se tambera do Exm. presidente das Ala-
goas a guiado sentenciado Joo Lourenco Gomes.
Dito ao chafa do policia.Envi por copia V.
S. para sua scieocia e fim conveniente o aviso de
29 de maio ultimo, expedido pelo ministerio dos
negocios da agricultura eommercio e obras pu-
blicas era virtude de consulta dasseccoes do con-
selhode estado das repartirles do imperio e justi-
C, eouvido tambem o conselho de estado pleno,
declarando que as autoridades policiaes nao po-
dem ler as cartas, que forem abertas nos cr-
relos para serem queimadas na forma da le, e
nem devem as admioistrages locaea dos correios
annuir a taes requisigoes illegaes. quando lhe
forem feilas.
Dita ao provedor da Santa Casa da Misericor-
dia. Em vista do que informa V. S. em seu of-
icie de 21 do correte mande admittir no hos-
pital de Pedro 11, logo que for possivel, o alie-
nado Nicolao Leoncio filho de Maaoela do Nas-
cimento.
Dito ao commandante do corpo de policia.
Expega V. S. as suas ordena para que seja recebi-
da no quartel do corpo sob seu commaudo. e ahi
se conserve aquartelada urna torga de 120 pra-
cas inclusive 4 officiaesda guarda nacional deste
municipio que vai ser empregada no servico da
guaroigo.Communicou-se ao commandante su-
perior do Recife.
Dito ao commandante da estaco naval.Po-
d9 V".u" f"ereBuir hoje a corveta Berenice pa-
ra a Una da Fernando a continuar na eommis-
sso, a que est destioada.Fica assim respon-
dido o seu officio n. 92 datado de 21 do corrente.
Duoi ao mesmo.Kxpeca V. S. as suas ordeos
aum de que seja transportado para a corte no va-
por de guerra Pedro II o paisano Jos Fraucisco
Bandeira de Mello, que vai esludar na aula de
machraistas.do arsenal de marinha da corte.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. pagar a gratificago que eompetir a
Jos Victorino dos Santos, por haver regido in-
terinamente a cadeira de iostruego elementar do
Abreu de Una, a contar de 14 de Janeiro al 18
de maio, ludo deste auno, segundo eonsta de in-
formago do director geral da iostrucao publica
de 19 do correte, sob n. 208, sendo essa gratifi-
caco na razo de 5O0J0O0 anouaes.
Dito ao mesmo.Corlo do contedlo de sua in-
formago de hontem, sob numero 267, teuho
dizer que mande V. S. pagar ao engenbeiro con-
tratado para a reparticaodas obras publicas Leo-
nhard Mettler Kamps es seus vencimentos at o
da 11 do corrente, visto ser exseto o que allega
o supplicante relativamente condico de ser
avisado um mez antea da resciso do seu contra-
to, como se v das copias juntas.
Dito ao mesmo.Pode V. S., conforme indica
em sua informago de 20 do corrente, sob nume-
ro 239, mandar por novameote em praga a im-
presso dos trabalbos dessa thesouraria e do cou-
sulado provincial, servindo de base a essa arre-
matago o preco offerecido por Ignacio Beoto de
Loyolla no requerimento que se refere a citada
informago. isto o abale de um por cento no
prego fizado.
Circular s cmaras municipaos da provincia.
Por aviso de 4 deste mez, declarou-me o Exm.
Sr. ministro da fazeoda que naquella data orde-
nara thesouraria de fazenda que procedesse
nesta provincia a substiluigo daa nolaa de 100 e
SMfMO primeira estampa, papel branco, no lem-
po que decorrer de agora at o lim de dezembro
do corrente anuo, comegando do Io dejaoeiro
prximo futuro o prazo de 10 mezes para o des-
cont mensal de 10 por cento ao valor das mes-
mas notas ; o que communico cmara munici-
pal de-.....P aunados nos lugares mais pblicos desse muni-
cipio.
Officio cmara municipal da villa do Bom
Conselho.Declaro acamara municipal da villa
do Bom Cooaelho, em resposta ao seu officio de
10 do corrente, que pode por em arremalago os
impostos relativamente ao aono Ooanceiro mu-
nicipal que tem de correr do Io de outubro vin-
douro em diante.
Dito ao director das obras militares.Appro-
vo o orcameoto que Vmc. remetteu-me cora o
seu officio n. 54, de 20 do corrente, para execu-
5ao de um cano de esgoio necessario ao quartel
do nono batalho de iofintaria.Communicou-
se thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Fica approvado o ajuste feito
por Vmc com Jos Pereira de Alcntara do O'
para execugo dos reparos necessarios ao quartel
da companhia de artfices, que se refere o seu
Quicio n. 53 de 20 do corrente.Communicou-se
thesouraria de fazenda.
Dito ao juiz municipal de Serinhem.Devol-
vendo Vmc. o officio que lhe dirigi o chefe
de policia em 21 de maio prximo nodo' e mais
papis relativos a queilo da liberdade da escra-
vaCaelana.suas ulnas e netas, tenho a dizer-ihe
era resposta ao seu officio de 10 do corrente, que
era face da doutrina do aviso circular n. 70de 7
de fevereiro de 1856, deve Vmc. proceder a tal
respeito de conformidade com a jurisprudencia
e leis em vigor, dando as partea os recursos que
couberem para os tribunaes superiores.
Dito ao director das obras publicas.Depois de
novamente avallada a barcaga pertencente a es-
ta repartigo, mande Vmc po-la em arremata-
rlo, visto nao terem apparecido licitantes a ella,
segundo consta de sen officio de 17 do corrente,
sob n. 153, que fica assim respondido.
Dito ao superintendente da estrada de ferro,
Constando do relatorio que o engenbeiro fiscal
da estrada de ferro apreseotou ao Exm. Sr, mi-
nistro da agricultura, eommercio e obras publicas
que as obras do viaducto da Cabanga nao est
concluidas, pelo contrario acham-se paralysadas,
chamo a attengo do Sr. superintendente da mes-
un estrada para a conveniencia de serem essas
obras concluidas com a maior brevidade.
Portara.O presidente da provincia altendeo-
do ao que requereu o bacharel Antonio Raogel
de Torres Bandeira, professor da Ia cadeira de
geographia e historia do Gymnasio Provincial,
resolve cooceder-lbe dous metes de licenga com
ordenado.Commuoicou-sa ao director geral da
iostrueco publica.
Dita,Os Srs. agentes da companhia brssi-
leira de paquetes a vapor mandem transportar
para a'corte, por conta do ministerio da marinha,
no vapor Oyapock ao 1 teaente da armada Jo.
Avelioo da Silva Jacques.
- Expediente do secretario.
Do da 22 de junho de 1861.
Officio ao curador dos Africanos livres.Sup-
pondo-se fallecido o Africano livre Carlos II, por
ler eahido da novs barca de escavago ao mar
pelaa 7 horas da manha do dia 18 do correte,
sem que podesse ser salvo, poato que o seu ca-
dver nao tenha ainda apparecido, como consta
de offlcios do inspector do arsenal de marinha ns.
175 e 178 de 18 e 20 deste mez : assim o com-
munico a V. S., de ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia.
Dito ao director do arsenal de guerra.O Exm.
"Ir. presidente da provincia manda commuuicar
V. S. era resposta aoseu officio desta data que
fica expedida a conveniente ordem para serom
amento que V. S. tem de remetter ao 8a bata-
lho de infaotaria.Expedio-se a ordem e com-
municou-se ao Exm. presidente da Baha.
Despachos do dia ZZ de junlio.
RequtrimMos.
Antonio Jos Campello. Certifique o que
constar.
Antonio Rangel de Torres Bandeira.Passe
portara concedendo a licenga pedida com voo-
cimenlos.
Antonio Bernardo Ferreira.Selle e vo'te.
Claudino dos Santos Lopes Castello-Branco.
Passe portsria concedendo a licengs na forma pe-
dida.
E. H. Braman. Informe o Sr. commandante
superior interino da guarda nacional deste mu-
nicipio.
Feliciano de Almeida Diniz. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial
Geoeroza Maa da Conceigo. Sellado volte.
Bachirel Hisbello Florentino Correa de Mello.
Sellado volte.
Henrique Augusto Milet.Prove o que allega.
Ignacio Bento de Loyola.Indo novamente a
praga a impresso dos trabalhos de que se trata,
coacorra o supplicante a ella, se lhe conver.
Ionoceocio Monteiro de Paula Borges.Infor-
me o Sr. juiz municipal do termo do Bonito.
Joo Romaneo de Azevedo Campo. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joo Miguel dos Aojos.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Jos Avelioo da Silva Jaques, 1 tenente da ar-
mada.Como requer.
Jos Severo Granja. Informe o Sr. Dr. chefe
de policia.
Joaquim da Cunha e Figueiredo, major.__
Aprsente o supplicante a guia de que trata o art.
45 do decreto u. 1,130 de 12 de margo de 1853,
no prazo de seis mezes, que lhe fica marcado.
Jos Victorino dos SantosDirija-se a thesou-
raria provincial.
Jo3 Faustioo Marinho Falco.Informe o Sr.
director geral da iostruego publica.
Leonhard Mettler Kamps.Dirija-se a thesou-
raria provincial.
Padre Lourengo Lopes de Carvalho.Informe
oSr. director geral da iostruego publica.
Manoela do Nascimento.Dirija-se ao Dr. pro-
vedor da Santa Casa da Misericordia a quera se
officia nesta data.
Miguel Carlos de Farias.O supplicante ep-
portunamente ser attendido.
Manoel Felippe da Hora. Informe o Sr. di-
rector das obras publicas.
Bacharel Pedro Peixoto de Miranda Verss__
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Pedro de Alcntara dos Guimaraes Peixoto.
.Passe portaria concedendo a licenga pedida.
Pedio Jos dos Santos.Remettido ao Sr. che-
fe de estago naval para mandar passar a certi-
dio requerida.
Trajano Evaristo Ferro Castello-Branco.Nao
pode ter lugar o que requer o supplicante.
commado"das~armas.
Quartel do commando das armas
de Pernambueo, na cidade do
Recite, em de 86 junno de 1861
ORDEM DO DIAN. 114.
O coronel commandante das armas faz publico
para conhecimento da guarnico, que tendo o
?Jla?en27 "rorgiho m6t e btigtat Dr. Jos Sergio Fer-
i reir, renunciado o reato da licenga que obteve
do governo imperial para ir a provincia do Mara-
nho, d onde acaba de chegar, enlrou hontem no
exercicio de aeu posto, que era interinamente oc-
cupado pelo Sr. primeiro cirurgio capito Dr.
Manoel Adriano da Silva Pontes, que passar a
assumir as funegesde primeiro medico do hos-
tal militar.
Outro aim, que em data de hontem foi engaja-
do para servir mais seis annos nos termos do de-
creto e regulamento do 1" de maio de 1858, o
*pnmeiro cadete primeiro sargento do 9 ba-
talho de infantera Augusto Frederico Pereira de
Carvalho.
Assignado. Jote Antonio da Fonseca Galvao.
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvao,
Alferes aldante de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
Os jornaes de S. Petersburgo publicam o se-
grale manifest acerca dos mteresses da Fin-
landi:
Nos Alexandre II, ete.
a Durante os seis annos dacorridos, desde que
a Providencia depositou nes minhas mos os des-
uno! dopovo fiolandez, temo-nos convencido das
necessidades de muitas medidas legislativas in-,
dispensaveis ao progresso material e moral do
paz, mas que, segando as leis fundamentaos
nao podem ser tomadas sem a cooperac.o dos Es-
tados do Gram-ducado. E" em consequencia des-
la rcumstsncia que differentes negocios teem
permanecido indecisos desde a reunio da Fin-
andia ao imperio. Movido por esta conviego,
temos ordenado ao senado do Cram-ducado que
nos submetta, de accOrdo com o governador ge-
ral, os negocios desta natureza, cuja importancia
justifique um exame especial.
Seria, certamente, conforme com os Jnossos
mais ardentea desejos pelo bem dos nossos fiis
subditos de Finlandia, eonvocar os Estadoa in-
mediatamente depois da aufficiente prepararlo
oas ditas questoes ; mas outros inleresses polti-
cos de urna ordem elevada, que a Providencia
nos conflou como um dever sagrado, nao nos
permittem no momento actual exercer essedirei-
to. que sos pertence, segundo as leis fuudameu-
taea da Finlandia.
Aflm porm, de que nao seja addiado por
mais lempo, tudo quaoto ae pode fazer nestas
eircumstanefas para bem da Finlandia, qizemos
auierUar a reunio de orna commisso de homens
dos quatro Estados do paz, que gozem da con-
Uanga dos seos concidados, e escolhidos pela li-
vre eleigao destes ltimos ; e os encarregamos do
exame dos projectos de lei que lhes ho de ser
suDmeltidos por nossa ordem sobre os mais im-
portantes negocios cima mencionados. Dever
pronuociar-se a respeito dos meios que teem de
regular esses negocios da maneira mais apropria-
?Ji.8 mlere,M" ^ MA at julgarmos conve-
niente a convocaco dos Estados, onde esses mes-
mos negocios podero eolio ser regulados e de-
cididos definitivamente.
Ordenamos, pois. o seguinte :
o l. A oobtezs do paz nomear quatro dele-
gados, que representaro os seus inleresses.
a 2.a Os do clero sero representado por on-
za pessoas eleitas pelos differenles captulos, e
duedecimo que delegar a universidade de Ale-
xandre.
3. A bnrguezia ser representada por doze
membros, dos quaes cada urna das principaes ci-
dades nomear um, e os outros dous sero elei-
tos pelo resto das cidades, muitas das quaes se
reuniram para nomear um.
4." O eatado dos camponezes ser tambem
representado por 12 membros, eleitos pelas cora,
muas ruraes.
5." Os delegados diliberaram emsesso cora-
muro, e o voto lera lugar per capila.
G Temos encarregado o senador Sebastio
Grepeuberg, de dirigir as deliberages na quali-
dade de orador, mas sem voto na assembla, e
de servir de intermediario entre a commisso e
nos, apresentando-nos as propostas.
a 7. Depois de ter consultado sobre estas ul-
timas, o senado e o governador geral, e de ter
obtido o seu assentimento, confirmaremos das
ditas propostas as que nos parece/em conformes
ao bem do psiz, e lhe daremos forga de lei at a
prxima reunio dos Estados.
a 8 A dita commisso de homens de confian-
ca, se reunir em Helsingfors a 20 de Janeiro de
1862.
9." O nosso senado da Finlandia fica encar-
regado de tomar todas as medidas Becessarias pa-
ra por em execugo a presente ordenanga.
Feita em S. Petersburgo a 29 de margo (10
de abril),1861. Alexandre.
Ministro e secretario d'Estado.
Conde de Armfelt
Proposta apreseotad* na cmara dos deputados
em Berln pelo Dr. de Niegolewshy e seus colle-
gas sobre o restabelecimeuto da independencia
da Polonia.
Considerando que as potencias contratantes
do coogresso de Vienna, nao se podeodo entender
sobre o restabelecimenlo da Polonia, que pri-
raeiramenle linham projectado, estavam comtu-
do de acedrdo em que a paz e a tranquilidade da
Europa exigiam imperiosamente que pelo menos
se deixasse Polonia a sua existencia como mem-
bro separado da familia da Europa, e que se re-
conbecessem as differentes partes da antiga Po-
lonia, apezar de estar dividida sob tres sceptros,
como umtodo nacional homogenio, com a garan-
ta da sua nacionalidade ;
Considerando que a situagaoparticular con-
forme o direito das gentes, reconhecido por essas
estipulacoes ao povo polonez na familia dos es-
tados europeus, deve ser olhada como um mni-
mo da existencia poltica de um povo ;
Considerando que csse mnimo formal re-
conhecido aos polonezes cada vez mais res-
tricto ;
< Considerando Analmente que numeraveis vic-
timas, e os martyrios dos polonezes, que sem
cessar se renovam e testemnoham bastante a sua
vida nacional e poltica, e que esses testemunhos
reclamara da equidade da Europa,| a exptago da
injusticia que se lhe fez, ou pelo menos o cum-
primento das concesses, que forzosamente se
lhe reconheceram no interesse da tranquilidade
e da psz da Europa ;
a O autor da proposta pede que a cmara dos
deputados se digne decidir, que afinal a unidade
territorial do antigo estado polonez do auno de
1772, garantido pelo direito formal dos povos,
assim como os direitos naciooaes e polticos que
perteocem aos polonezes dentro desses limites,
sejam executados e menos Iludidos, e que esses
direitos nao sejam de futuro arbitrariamente res-
tringidos pelas potencias signatarias s quaes,
em virtude dos tratados de Vienna, foram con-
cedidas s differentes partes da Polonia, debaixo
das condigoes antecipadamente estipuladas.
Depois de publicarmos a proposla, vamos indi-
car as principaes razes que se apresentaram em
seu apoio :
O direito da nago polooeza sua indepen-
dencia, nao pode suscitar a menor duvida, se-
gundo as leis de Deus e os direitos de natureza.
E' historia e Divina Providencia que est re-
servado o castigo da iojusliga commetlida para
a nago poloneza. A actual proposla so se appoia
no direilo das gentes, cuja protecgo, da mesma
maneira que a de qualquer outro direito, perten-
ce competencia desta cmara. E' partindo dea-
te ponto de vista que os abaixo assignados, que,
nesle momento sao os nicos representantes olfi-
ciaes dos direitos garantidos a seus irmos da Pe-
lonia, dirigem esta sua proposta a esta alta assem-
bla, justificaodo-se da maneira seguinte:
< Quando em 1815, foram adoptadas novas dis-
posicoes territoriaes no coogresso de Vienna,
reconheceu-se a necessidade do restabelecimenlo
da Polonia. Mas anda quealgumas razes de e-
goismo e de ciume tinham repellido o pensamen-
to do restabelecimenlo de umaPolonia livre e io-
dependente,as potencias contratantes para ansien-
tago da tranquillidade e da paz da Europa, re-
conheceram como pertencente familia dos po-
vos da Europa, a nago polooeza, que tinha dado
teslemuoboa da sua existencia em innumeravels
campos de batalha. No interesse da Europa e no
recoohecimento do direito da nago poloneza >
respeito da nova orgaoisago dos Estados ouro-
peus, crearam urna situagao poltica e internacio-
nal separada, afim de consolar os polonezes para
nao terem combattido sem proveito a favor da
sua patria;
c Collocou-se a nago poloneza sob o dominio
de tres principes, sem considerar o paz como
completamente dividido; reconheceu-se mesmo
entre as diversas partes, urna unidade territorial
estabelecendo alm das fronteiraa da antiga Po-
lonia de 1772, apezar dos trea difforentes scep-
tros, nao so um eommercio de fronteiraa, mas
tambem as mais ampias facilidades reciprocas em
todas as relages mercantis, de maneira que o
paiz, quaoto navegago, cultura, industria e
ao negocio, devia formar um todo nacional poli-
tico, e que a nago poloneza dirigida sob o domi-
nio de tres sceptros. devia representar um mem-
bro separado na familia dos povos :
< Acto final do coogresso de Vienna de 9 de i"
nho de 1815, art. 14.Tratado entre a Russia
a Prussia de 21 de abril, e de 3 de maio e de'
artigos 19, 22, 23, 24,25. 28 e 29.-Tratado en
a Russia e a Austria de 21 de abril e de 3 de
de 1815, arligos 21, 24, 28 e 29.
a Por outros tratados foi formalmente estabe
lecldo que os direitos e as liberdadea estipulada
nao sao valiosas seuao para as pactes dos enligo
Estados polonezes, aflm de quenofossem revin
dicados pelos estrangeiios, isto pelos habitan
tes das outraa partea territoriaes dos reinos a
as antigaa provincias polonezas tinham sido
cedidas.
Em respeito a esses direitos deveriam ser u
meados cnsules pelos trez soberanos da Polonia
dividida daquella maneira, e todos os produc
da cultura e da industria deviam ser munidos
certificados de origen.
Tratado entre a Russia e a Prussia de SI
abril e de 3 de maio de 1815, arligos 27 e 28.
Tratado entre a Austria e a Russia de 21 de
e de 3 de maio de 1815, art. 29.
Para que a unidade nacional do povo u<
fosse offendida por essa partilha convencionad
e que pelo contrario o sea deseavolvimento na-
e
.15,
tre
i maio
i que
coo-
rno-
i producios
de
de
labri
nao
cona! estivesse seguro de toda a protecgo pos-
sivel da parte dos tres governos, aa potencias
contratantes obrigaram-se naturalmente manu-
teogao da nacionalidade poloneza mediante ina-
tituigoes e constituiges naciooaes.
Acto final do congresso de Vienna de 9 de
junho de 15. art. 1.Tratado entre a Russia e a
Prussia de 21 de abril e 3 de maio de 1815. art.
3 Tratado entre a Russia e a Austria de 21 de
abril e 3 de maio de 1815, art. 5.Tratado ad-
dicional relativo a Cracovia, entre a Austria, a
Prussia e a Russia de 2 de abril e de 3 de maio
de 1815.
a Por isso evidente que os direitos dos po-
lacos e a situagao poltica na familia dos estados
europeus foram collocados sob a garanta de to-
dos os signatarios do acto Goal de Vienna, com o
qual, em virtude do art. 118, os tratados espe-
ciaos cima especificados se identificara ; que no
espirito desses tratados as partes territoriaes da
Polonia collocadas sob o dominio de tres sceptros
dtflerentes, leem entre si um lago poltico, e que
a nago polaca, sob a garanta de urna nacionali-
dade, foi reconhecido como um membro separado
da familia dos povos europeos.
a A nao execusso dos compromissos contra-
tados nao pode produzir mudanga alguma des-
ventajosa para os polacos no que diz respeito ao
direito da naco polaca, direito que. apezar
dos tratados de Vienna, tem aido tide em pouea
conta.
Pela sua parte os autores da propostas, nao
teem tengo de invocar os tratados de Vienna co-
mo urna base dos direitos immutaveis relativa-
mente aos polacos, attendendo a que esses trata-
dos foram coocluidos sem o seu consentimento
e cooperac.au ; o que nao estabeleceo aeoo urna
nova partilha da Polonia, e a que, por conse-
quencia lesam os direitos inalienaveis sua in-
dependencia. Mas com certeza, nenhum dos que
tomou por meio desses tratados compromissos
para com os polacos, teem direito de os restiogir
ou supprimir, no que diz respeito a esses com-
promissos eom desvantagem dos polacos, atten-
dendo a que esses tratados garaotem nao s os
direitos polticos, mas tambem os direitos parti-
culares. Os principios dos direitos da gentese
nao queris que se suscito urna aoarchia geral.
entre us direitos dos povos e os dos estadosnao
podem ser modificados seno por meio de con-
gressos. Mas emquanto nao forem pronunciadas
por um coogresso, as estipulages que resultam
do direito das gentes, devem reconhecer-se como
legal mente existentes.
Segu a assignatura do autor da proposta e
de todos que a apoiaram.
Os jornaes italianos dscutram lugamente -
erca da intervista de Garibaldi e Cavour. Cada
urna das folhss appresenta os tactos aegundo a
sua maneira de ver.
O marquez Gaspar Frecchi, ajudante do gene-
ral Garibaldi, dirjgiu aos jornaes, em consequen-
cia d rsso, a segrate carta :
Cremona, 1 de maio de 1861.
Senhor director.
Peco-vos que publiquis no vosso prximo
numero a seguinle declarago:
Vendo que a maior parte dos jornaes desfi-
guran) as circunstancias que acompaoham a re-
conciliago do general Garibaldi com o presi-
dente do conselho de ministros, conde de Ca-
vour, julgo-me cas circumstancias de rectificar
as suas noticias, receioso de que as pessoas mal
intencionadas, tomem por pretexto essas rersoes
errneas para desnaluralisar um facto que ao
mesmo tempo que enche de alegra os corages
dos bons italianos, desmancha todos os planos
des nossos inimigos.
Nenhum dos dous illustres campedes da Ita-
lia manifestou aunca e idea de urna reeoncilia-
gao, nem pensou n'elU, nem mesmo nenhum
outro personagem poltico concorreu para que
se celebrasse. Foi de mim que partiu a espon-
tanea iniciativa da intarvista que se celebrou
entre esses dous grandes homens; s de mim
partiu, e d'iaso me honro.
a Testemunha das suas explicagdes cordeaes e
dignas, se os nao vi apertar-se a mo, como
affirmam alguna jornaes, posso. comtudo, de-
clarar que do qoe chegou ao meo conhecimento
presenciei n'esie assumpto, resulta que os factos
nao tardaro omito em demonstrar d'uma ma-
neira evidente quanto era indispensavel para a
salvago da patria essa reconciliaco.
Gaspar Frecchi.
A Indepindencia Belga receben a seguinte de-
clarago de Garibaldi a respeito da sua intervis-
ta com Mr. de Cavour :
Nao apertei a mo a Mr. de Cavour.
Nao ped para o ver,
Smente consent em annuir ao seu cha-
mamenlo.
^Garibaldi.
.tambem que nao faga expedir outraa atravs do
JMeryland. Alm disso suggeris a idea de se pe-
dir a lord Lyoos que obrasse como mediaoeiro
. ntre os partidos que existem no nosso paiz, pa-
, ra evitar a effuso.de sangue.
O presidente encarrega-me de aecusar-vos a
recepgo dessa commanicago, e de vos assegurar
que avaliouf os.vossos cooselhos com ta cooside-
ragao que lhe inspiram sempre os primeiros ma-
gistrados de cada um dos estados, e os vossos
principalmente. Elle sent to profundamente
como qualquer magistrado ou cidado do psiz,
que_ as demonstragoes contra a integridade da
Unio, acompanhadas de preparativos proprios
para produzir a effuso de sangue, lhe tenham
imposto o dever de chamar fra dos seus lares s
forras que alludis.
a As tropas que qaeriam atravessar Marylaod
nao linham outro destino seno a defeza daquella
capital. Naturalmeote, a escolha do caminho
que deviam tomar essas torgas naciooaes para se
dirigirem aqu, foi deixada pelo presidente ap-
provago do tenente-general commandante do
exerclto dos Estados-Unidos, o qual. da mesma
maneira que o seu predecessor, nao menos dis-
tiuclo pela sua lealdade, do que pela sua huma-
nidade, patriotismo e servigos pblicos emi-
nentes.
O presidente encarregou-me de accrescentar
que esta estrada nacional, foi escolhida pelo te-
nente-general, depois de preceder aviso aos ma-
gistrados e cidadosnotsveis de Marylaod, atten-
dendo a que, urna vez que absolutamente ne-
cessaria urna estrada, aquella, qae a mais asffas-
ta dos ceiros populosos do estado, devia susci-
tar menos objecces.
O presidente nao pode deixar de se recordar
que ha um tempo na historia do nosso paiz, em
que um general da Unio americana, com as tor-
gas destinadas para defender a aua capital, era
por toda a parte bem receido no estado do Ma-
rylaod, em Annapolis mesmo, ento, como ac-
tualmente, capital desse patritico estado, e ento
tambem urna das capitaes da Unio.
'< Se oitenta annos teem podido suiTocar no
Maryland todos os outros seotimentos nobres da-
quella poca, o presidente seria, comtudo, feliz,
se por loda a parte persistisse um nico. Este
sentimento o desejo de que oenhuma discusso
interna, qualquer que ella fosse, que podesse sur-
gir entre os diversos partidos desta repblica, fos-
se sujeila em caso algum arbilragem de urna
potencia estrangeira, e principalmente a arbilra-
gem de urna mooarchia europea.
Tenho a honra de ser, com distincta consi-
, derago de V. Exc.
a O mais obediente criado
Escrevem de Vienna o seguinte:
i A deputago da dieta da Croacia, que tinha
pedido, como se sabe, a representago dos coo-
fios militares da dieta de Agram, assim como a
incorporago da Dalmacia Croacia, leve no dia
9 urna audiencia de S. M. O emperador declarou
aos depulados que a inatituico dos confus mi-
litares era urna necessidade "para a monarchia
commum, masque nao podia comportar urna re-
presentago dieta ; porm, como a dieta actual
tem a misso de determinar as relages entre a
Croacia e a Eiclavonia, e que os cooGns militares
formara ama parte integrante dos dous paizes, S.
M., em vista de urna resoluco este respeito,
julgava poder conceder, por esta vez, que os con-
tras militares se fizessem representar segundo as
disposlgoes da lei eleitoral de 1848.
S. M. deseja sempre a reunio da Croacia
Dalmacia; mas como a maioria assim como a
minora da dieta de Zara desejam que a deciso
das relages de direito entre a Croacia e a Escla-
vona preceda a unio, a dieta de Agram deve
primeramente deliberar sobre este objecto, para
submetter depois as decises approvago de S.
M. O governador, concedendo aos confias mili-
tarea direitos representativos, teve em vista re-
forgar esta fraego da dieta de Agram, que quer
estabelecer urna perfeita igualdade de direito com
a Hungra, e que offerece a unio Dalmacia co-
mo uma recompensa para os croatas, se se de-
cidirem mandar deputados ao conselho do im-
perio.
No conselho do imperio austraco foi apre-
santada a seguinte proposta :
a Considerando que dos 85 deputados hn-
garos, se nao apresentaram os 9 pertencentes
aos reinos da Croacia e Mclavonia. e os 26 do
principado da Transylvanis, que j se deviam
achar na cmara do Reichrath, segundo previ-
ne o artigo 26 da lei fundamental sobre a forma-
gao do conselho do imperio*
a Considerando que dos membros heredita-
rios e vitalicios da cmara alta, pertencentes aos
mesmos paizes, se nao tem ainda nomeado ne-
nbum, mas que, cooformaodo-se S. M. com o
conlheudo da caria authographa de 1861, se
oigooa addiar esta nomeago at que as ques-
toes relativas representago dos citados paizes
se regule definitivamente ;
Considerando que o discurso do throoo pro-
nunciado pelo imperador, deixa esperar que
essas questoes tenham uma aoluco prxima e
favoravol;
a Considerando finalmente, que a primeira
condico legal para que taoto a cmara alta como
a dos depulados possam funecionar, constituindo-
se em conselho do imperio, depende das elei-
ges, e das oomeages indicadas, segando se de-
prehende do conlheudo do artigo 7" da lei fun-
damental, os abaixo assignados dirigem ao mi-
nistro de eatado, as aeguintes interpellagOes :
l,a Que medidas tem tomado o governo para
que se realisem as eleiges, em numero legal
dos membros da cmara dos depulados, quani
aos reinos da Hungra, Croacia e Esclavonia, e
ao principado da Transytauia ?
2.* Quando ter lugar a nomeago des mem-
bros hereditarios e vitalicios da cmara alta por
parte d'esses mesmos paizes ?
3.* O que que em eral se tem feito para
regular completamente as difficuldades sobre a
representago dos j citados paizes no Rtichs-
rath ?
As noticias dos Estados-Unidos dragadas Eu-
ropa alcangam a 27 de abril. Entre ellas se en-
contra um despacho do ministro dos negocios
estrangeiros ao governador do Maryland.
Eis o despacho:
Secretaria de estado, 21 de abril 1861.
Senhor.
TiM a hanra de receber a vossa commani-
cago d'esta manha, na qual me informaos que
tendea cumplido com o vosso dever, aconselhao-
do ao presidente dos Estados-Unidos que d ou-
tro destino s tropas que esto em Annapolis, e
Uma correspondencia de Hong-Kong, publica-
da pelo Times, d noticia de Ieddo, e contm in-
teressantes detalhes sobre as oegociages que
teem tido logar entre os ministros de Franga e
Inglaterra e o governo local, a respeito das ulti-
mas desinlelligencias. Foi a 26 do mez de Janei-
ro que os representantes das potencias occideo-
taes da Europa levaram as bandeiras das suas na-
ges, fazeodo saber ao governo japonez, que ain-
da que aquella medida nao conatituia uma decla-
rago de guerra, podia suscitar novas complica-
goes se nao interviesse uma prompta solugo dos
desaccordos. Por outro lado o governo japonez
era tambem objecto de vivas censuras da pari-
dos chefes independentes. Estes tinham declara
do uma vez que numerosos estrangeiros tinham
podido ser assassinadoa para assegurar a condem-
nago dos criminosos, elles recusariam o seu
apoio no caso de uma guerra com as potencias
occidentaes ser a consequencia de ama criminosa
indoleocia.
Como os negocios nao tinham andamento, os
representantes de Inglaterra e de Franga dirigi-
ram ao governo do Japo um novo protesto no
qual declararan), que ae, no prazo de quinzo dias,
nao houvesse uma solugo, embarcariam eiriam
. visitar os porlos que ainda nao esto abertos ao
I eommercio, e fariam no interior do paiz as ex-
euries que julgassem necessaras para sua pro-
I pria informago. Esta ameaga pareca ter prdu-
zido o maior eTeito sobre os chefes independen-
tes, que, temendo mais do que nunca, visitas
desagradaveis nos seus dominios, usaram da sua
influencia junto do governo para elle apressar a
conclujo de um ajuste.
O resultado foi immediato. A 21 de feverei-
ro teve um membro do conselho do imperio uma
conferencia no cousulado britaonico, com os mi-
nistros europeus.
E concordou-se em diversos accordos, dos
quaes os segulotes sao os mais importantes:
S. M. o Tycoon mandara aos ministros eu-
ropeus um convite especial para regressarem ;
Os fortes de Ieddo salraro s bandeiras da
Franga e da Inglaterra com 21 tiros de pega, que
sero correspondidos bandeira japoneza pelos
navios de guerra europeus;
A guarda do corpo do Tycoon, os ministros
e todos os grandes funecionarioa do estado, re-
ceberiim os representantes europeus no seu
desembarque, com as honras que lhes sao devi-
das;,
A' Europa dirfgir-se-ha uma embaixada pa-
ra se certificar do poder e da civiliaago des es-
tados cm quem o Japo concluio tratados;
Todas as peias que ainda paralysam o eom-
mercio nos portoa abertos, fkaro abolidas;
Aa residencias dos cnsules seram trsnsfe-
ridas para Kanagawa, em um ponte escolhido
sobre o Blaff, devendo a parte restante flear 4
disposigo dos estrangeiros para conatruirem ha-
biiagea permanentes, etc.;
Conceder-se um prazo de sete dias pare o
exame o ratifleaco definitiva destes ajustes ;
Alguus dias sntes de expirar este prazo, o
ministro do Japo, procurou, mas em vio, obter
algunas modilcacoes, mu a entrevista terminou
cora a aceitago da convengo era toda a sua in-
tegridade ;
Em consequencia desta os ministros euro-
peus enlraram de novo em Ieddo, a 2 de marco
aepois de uma ausencia de cinco semanas.
Os jornaes piiblicaram a sentenga proferida a
respeito do folheto do duque de Aumale. Este
documento, por cujos considerandos ae podem
colligir os termos da aecusago fiscal, diz o se-
guinte :
Pelo que respeita a Lemercier Dumioeray
Considerando que era abril de 1861 Lemercier
Uuroraeray. publicou e vendeu um folheto inti-
tulado carta sobre a historia de Franga. di-
rigida ao principe Napoleo. e assignada por
Henrique de Orleans ; carta que, coolendo antes
um ataque do que uma defeza, conslitue na sua
totalidade um verdadeiro manifest contra o go-
verno, ao qual imputa intenges, tendencias e
actos contrarios taoto aos seus deveres, como aos
inleresses e a honra do paiz.
Que mu particularmente na pagina 12 d'a-
quelle folheto se aecusa o governo de ter dado ao
paiz o espectculo conuptor de tantas violen-
cias coroadas de um xito feliz queinvetraram em
todos os corages as mximas e as praticas mais
deploraveis ; n
Que oa pagina 15, e no paragrapho que co-
mega com estas palavras: sei que difficil... se
imputa ao governo a conducta de prometter sem-
pre com o deliberado designio de nao cumprir
"Se' 5? P'R''1" indicadas cornos nmeros
2d, 2b e Zi, presistindo'na mesma idea e desen-
volvendo-a, desnaluralisa e falsea os acooteci-
raentos contemporneos para achar o meio de
fazer rom que o seja responsavel pelo mal que
lem feito. e pelo bem que se tem deixado de fazer
apresentando a sua moderago como desfavor ou
falta de energa para attrahir sobre elle a ani-
madveraao das consciencias timoratas ;
Que na pagina 30, e no paragrapho que comeca
com esta palavra : Quando a nago___ etc se
nega ao governo o direito de inscrever na frente
da nossa constituir., os principios de 89 sem se
darem as utopias de 91, os criraes de 93, e a hy-
pocrisia de uma poca posterior, aecusando-o
assim de um modo indirecto, de falsear os prin-
cipios, dos quaes a viva expresso, ou de apo-
derarle d elles simultneamente.
Que semelhantes aecusages, que ninguem
tem o direito de dirigir contra os poderes estabe-
lecidos. se teem feito, como se v com o fim pre-
meditado de espalhar a duvida as consciencias e
perturbar os espiritos ; e que publicando e ven-
dendo o escripto que as contem. Lemercier Du-
mineray provocou o odio e o despreso contra o
governo, commettendo por tanto o delicio previsto
e castigado pelo artigo do decreto de 11 de agos-
to de 1848.
No qae toca a Bean :
Considerando que est judicialmente estabele-
cido que Bean quando imprimi o folheto aecu-
sado se tornou cumplice do delicio especificado
nos paragraphos anteriores, proporcionando a Le-
mercier Dumineray os meios de commette-lo,
auxiliando-o e assistindo-o com pleno conheci-
mento nos factos que prepararan), facilitaran! e
consummarim o delicio.
Applicando aos dous presos as penas consig-
nadas no artigo 4 do decreto de 11 de agosto de
1848 e nos arligos 59 e 60 do cdigo penal.
Condemno:A Dumineray a um aono de
prisao, e 5,000 francos de multa ; a Bean a seis
mezes de priso. e oulros 5.000 francos abonados
pelo mesmo fim. determinando o confisco de
exemplarea apprehendidos.
[Jornal do Commcrcio, de Lisboa.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Paris 4 de maio de 1861.
Meu caro correspondente. Comegarei' ainda
desta vez pela Franga.
O governo imperial acaba de commetter urna
fraqueza, consideraodo-se governo partidario.
Era vez de conservar os partidos como submer-
gidos d'ora avante no mar immenso de suflra^io
unversaj, apoia leis excepcionaes que collocam
fra do direito commum as dymnastias decahidas.
Uma circular ministerial deste mez recommenda
aos agentes do governo a appreheoso adminis-
trativa dos escriptos dos exilados. Remontemos
ao facto que deu lugar a esta medida.
Tendo sido apprehendlda e supprimida a bro-
chura, em que o duque d'Aumale, filho de Luiz
Filippe d'Orleans respondeu ao discurso pronun-
ciado no senado pelo principe Napoleo, era um
dever mui natural e at uma conveniencia bem
elementar nao proseguir-se a discusso neste
ponto com um hornera, que se via prohibido de
emiltir o seu pensamento, em virtude de um
triste acto da vontade soberana. Infelizmente
porm houveram escriplores sem digoidade que
responderam a esse homem privado do direilo
de replicar, e nao foram pouco numerosos esses
actos de cobarda, que para maior cumulo de in-
famia se acobertarsm com a capa do ano-
nymo I
E' cerlo que, salva a questo pessoal debatida
com o principe Napoleo, os alaques do duque
d'Aumale contra Napoleo III nao foram com-
pletamente justificados; tambem certo que a
orleanismo nao pode apresentar-se puro e irre-
prehensivel perante a posteridade: porm os
ministros do imperador deveriam comprehender
que as refulages estavam no caso de prejudicar
sobretodo poltica imperial; e pois cumpria-
lhes impr silencio a esses defensores sem cora-
gem, a esses vingadores sem honra, que fal-
lam em favor de um principe cordado contra
outro principe decshidol
Limitamo-nos a censurar taes escriptos e re-
futages, sem buscar disculi-los, pois que assim
seriamos toreados a criticar alguos actos do go-
verno imperial, que queremos ler em loda a re-
serva. Digamos sempre em honra do jorualismo
|ue as brochuras, de que trato, nao acharara
cho na imprensa.
O Jfnttor, orgo do governo, publicou uma
circular dirigida em 13 de maio por monsieur
de Peraigny a todos os prefeitos sobre esse as-
sumpto, motivada por um processo judiciario
contra o mpressor e edictor do folheto oileaois-
la. Essa circular digna da censura por mais do
um titulo, at no mesmo pouto de vista daains-
tituigOes actuaes, porquanto tem por lim desper-
tar uma eommogo que por si mesma se ia i
extinguindo, diz. o seguinte :
Devendo sem duvida ser seguido o exemplo
dado pelo duque de Aumald, o Roveroo aue ar-
rancou a Franga do abysmo vai de novo echar-
se exposto aos insultos daquelles mesmos que
nelle a preciptaram.... Preparam-se escriptos
do mesmo genero, e o governo nao pode to-
lerar que se reproduzam semelhantes escn-
dalos....
E a circulsr conclua ordenando aos prefeitos
que procedessem contra qualquer publicago
anloga por meio de apprehenso administrativa,
aguardando as ulteriores ordens do governo.
Ao passo que se publicava a circular em ques-
to, proclamara a Independencia Belga a noticia
de que o rgimen da imprensa na Franca ia re-
ceber modificages n'um sentido liberal, e que
um projectode lei estatuira entre oulros me-
Ihoramentos a aboligo da disposigio, em virtu-
de da qual supprimido ipso facto todo o jor-
nal depoli de duas condemoages: queso po-
1 .
V


t*)
---------
____________

LaRIO DB rBBlAHlOG^ QOlTA-FEIIU f# M J\JNHO 1 1M1-
i f

"iPe*!e' lord Palmerston eotendeu que de-
!*"" ",fITit oVchristios da Syria da intervengo
'ra'lc^'. viaja do priaeipio adoptado em Lon-
" ,., ^*'bo ha protectorado veTdadeirroen,-
r b0IB ^ue n* "J* Prolectrado ingl^z!
E- bra notavel que a poltica ingleza lo tym-
PMhica a causa da emattcipaco itakaa** esuc*]*
'< mesare lempo s quohtas das pnpfUgdes joi
que ae querem anoeaar a recia, ae mostr
" f!!!' li? dedie,,t independencia dar ema senhofa da aaua destino*.
DODHlaCOfS (HUMUS an ii ti ..,... !,..___ _,_____i___.________ .
populacws sujeitas ao sulto, a quena a Franca
oo ameaga I Apena* se acalmou o raido frito
no parlamento, a attitude desconfiada da diplo-
macia Europea, e a verdadeira sttuaglo das cou-
sas se ateotearam no senada franee na aeaaao
era que se tratou de casa p6tieo em favor do
cansaos da .Syria.
Em seguida un discurso de Mr. Billiult,
ministro sem pasta.
cenara ser elles d'ora avante supprimidos de-
poia de tres coodemnacoes por enmes grates, e
pelos meios judiciaes.
Se esaa noticia real pode-se considerar des-
ale j derogado o artigo 32 do decreto sobre a
imprensaterror de todos os jornas Resta s-
meote a lastimar que o governo na ae teora
querido despir do direite administrativo de sup-
presso, que Ihe foi conferido pelo mesmo decre-
to : e tambem que sob um rgimen, avista do. j
qual el tro que os tribunaes nao podem suppri
anir um jornal aeno mediante condigdes de pabiiidade bem provadas. dependa esse ar'oitno
da vontade de um s, sobre quem pod'jm in-
fluir maitss cireumstancias passageiras e ex-
cepcionaes para riscar do numero dos jeniaes
alguna talvez mesmo innocentes I
Seria perder lempo o pedir-se umafasao com-
pleta da legislado sobre a imprensa. Mas se
fuerem admittir que a publicaban de m jornal rh diruridn .," S '
pode parecer ao U, de um ento' par. I %*?&Z^ioTl^n^o? dTemoSaaer
otro um per.go publico lao imainente que de- da Franca i aeaedorrt' S t -.
vaC.zer desapparecer toda e qu.lquer cooside- di*, conn.ndo iSSSjXSJ^t^S.
S21?e'oto oeIcess,d,aae repressaoltelmeotecioso em ludo isto"tUd"!S
immediala e radical, anida assim podemos avan- Cis os (actos ^^
*e a entregar ajusfa o joro.8, incendia r".". fc "j? Portad tSI^u^HS
suspend-losomenteat final eeoioag. dos tri-' lar. remediare mal"".'ingUterra ajando
buoaes: accrescendo niaisqee desta torte neo declaracoe* .la Pri 15 a b i- ^
depeuderi.m da ventado de urna s6 autoridade JS SS .PpncT K.*^ K
-esubel^cimento tao considerveis. fiesram indecisas a. Auswia rrussia
louvores aos quaes o rgimen, adoptado rouba I.f.nAieai,da.df. Eur0Pa Tuem se ret.ra
ledo o caracti'r de sineeridade, e de aouridade,
isso lurMim se torna ystenialica, e perde ussim
todo o vatec. A existencia de um -jornal est
senipre exposta a perico de urna superesso
por ter antes desagradado do que por ler peu-
cado.
Entretanto a impvensa tem urna nova missao
a ciimprlr eroquairto a voniade uprnina nio poe
va termo a esse triste rgimen). assrm que
que nada se sabe de positivo, a pea r dos beato
que circulara.
A. gitacio cresce na cidade rlrrnn apaajuU
o (estejoa o anniversarie do nasclnanto d '
cao
Vctor Emmannel: os estudantea da uni
de fixeram cura maior eathuaiasmo. Fot di
ao eaabajudoc davf ranga umapeUcao aheia
assignaturw, implerando aretiaMa das taapaa
VtjfKezas, erogando Napoleie Itl qae ako
Entre o beatos que circuleaa, assi|
om preferencia : qae a Fraaea eaM
Qtende M. M. Neffuer. que de redactor, que foi, caram mar dia.rte ,
na Pnm, passou ult.m.menie a fundar um no- ando do rice-a mirante
y orgao. .nlitul.do-O Ttmpo. paWlha u'r,,n, f
-----lam este
com prefereocia : usa, i Fraaea afi dispon
reconhecer o rain da Italia, acceder-lhe o di-
reito de partilhar jautamente eom alia da oceu-
paco de Rotaa, coas a cuodiecao da que o go-
verno do rei Vctor Enmante! prometiera rea-
peitar a aetoridade do papa no patriatoaio da S.
. -..m-n, Pedro O conde de Cavoar mestra adherir it
e leitura .de um despa-i ristas da Fraoja em signil de respeito, e a bem
i- de feeonheeimoato de aeiae itlico ; do lado da
corte de Roma porm nao psrecem resignados a
ata medida, enjertan le resistencia poder
precipitara solugao final da questo.
N#e he.De aagrado celtegio o s aaembro
disposto a uma concordata coa oPiemonle: a
uoanimidade absoluta. .Exisla urna certa op-
pasicao, verdade ; mas testringe-sa ella se-
ment contra a pessoa do cardeI Aatonelli,
nico arbitre da niuacao. Os mioiatroa aso
passam de setos aiuito humildes dasse priocipe
da igreja ; pelo que o ministerio o mais que
unja ficc.au, e o conselho ama burla. Tudo se
fai mysteno-simente. Murmurarse at que n,o
sagrado collegto cardeaes priocipes, que elegem
e sao eleg ios, se vejam assim annquilados, e
desprovidos de roda a iocitira de ideas, e oras
ceneepedes, e isto n'uma poca em que a lula se
acha exclusirameote empeohada entre toda a
Italia e o papado. '
' A proposito de Roma e da oceupacio franceza,
a questio da soberana temporal do papa tem
dado logar na AUemanha cstholica a um inci-
dente de grande alcance, e que tem muilo echoa-
do. Um er'ito catholico o abbade Dollioger
professor de historia ecclesiastica na uoiversida-
de de Muoltk, e autor de moitas obras de marito
sobre a historia da igreja, cousagrou algumas
conferencias publicas a essa grave queslSo.
Sastentou resolutamente que o poder temporal
son sua responsabilidade, e principalrneute sob
a responsabilidade da Porta.
Ouanto a Franja, nao esquecer o seu dever
depois de preencher o mandato a que a Europa
por fim por si mesma. Ella nio esquecet que
antigs tradieces Ihe irapoem o dever de pres-
tar aos chrisiaos do Libaoo m apoio eflicaz,
contra novas perseguios: fiel execucio do
tratado, el ao mandato que a Europa Iho confia-
ra, ha de retirar-se ; mas desde o dia em que as
suss tropas sahirem, seis uavios d linha come-
A misso de que se elle encarregou nobre ,
e por isso m -tambem a nica permitida pela
poltica imperial aos jornalistas francezes, con-
vm que o ajudera os snus collegas, mesmo nos
paues de liberdade. E'ella a misso onivorsal
e desioteressada da educacao poltica.
Se o sull'ragie universal to norsmente intro-
daaide no mundo oo tem desde o comego rea-
lisado o ideal polilko que elle eevolve, porque
nao basta que todos os cida lus teirhaui as taes-
mati uumunidades e as mesmas obrignges:
preciso tambem, para attugir a esse ideal, que
lies tenham todos igual conhecimeuto de seus
direilos e de -seus deveres que ch.'guem a pro-
nuiciar-se obre os negocios pblicos com a
competencia absoluta uos jurados, com essa
c*icienciaesclarecida e soberana, essa posses-
Ko plena de si mesmos, que a rerdadeira li-
berdadea Iiberdadade primaria, oute e rait de
ledas ais nutras.
A educacao poltica das massas o nico meio
de resolver o problema de conciliaco entre a
iiberdade e aigualdade.
A.igualdade tem o seu principio na igual apti-
dao dos homens para a Hberdade o para a digni-
dade moral e pessoal, e nunca poder ser plena-
mente rea-hsada seuo quando todos os homens
forem de facto igualmente livres, e entregues a
fi< comente na direccao dos seus actos.
A igualdad perfeita deve cerrespouder liber-
oade perfeita.
l'artindo desta theoria o no*o jornal pode mar-
char indepeodente do governo e dos partidos e
nao encentrar obstculos entre a cooscienci 'de
seas redactores o publico. Mas a poltica pu-
ramente nao pode ser na epoc em qae vivemos
i> nico terreno a preparar. A possibilidade de
elevar-se liberdade moral envolve condiecoes
materiaes.; e assim como existem climas ex'tre-
mosoude uao pode haver cultura de qualidade I-
guma. nssim tambem a sociedade ten regwes
em que o desenvolrimeuto moral do individuo
encentra obstculos extraordinarios. Djhi vem a
imporiaucia uas quesles economices, que iinJ
M deve rebanar considerando-as em si pura e
simplesmente fra do seu verJadeiro fim quea
edificago da dignidade humana.
Se o lira dos melhoramentos inateriaes prepa-
rare lerroo da liberdade. o germen da raeeuja
liberdade reside exclusivamente dentro em nos.
peasamento a hberdade ; a consciencia tam-
bem o Logo esse sentimeoto interior que
cumpre aperfeigoar: logo a escravido das
conscieucias que se deve oombater antes de tuda
appellando-se para o exercicio das forcas iodivi-'
duaes.
o lugar ou paiz, em que se acha firmada a
uniticageo nacional, a decentralisago offerece
-sem nseo muitas vantagens. Compenetrado des-
ses principios, que devem seros de lodos os jor-
nalistas. ti. Nefftzerconsigoou na primeira pagi-
na do seu novo jornal as seguales lionas, qae
r^sumem o seu programraa : Libertar os esp-
ritus educando-os, concorrer para dar ao paiz
cidadaos firmes e livres, homens humaoidade'
tal e o nosso empenho. tal o fim a que teodem
os nossos exercos, e de todos os escriptores dis-
tinclos que nos fazem a honra de companhar
tal finalmente a misso de que nos encarrega-
mos. Esperamos pois merecer as sympathias do
publico, i
So seguate numero M. Ch. Dollfus, ta dos
rda. tures do Tempo. defenieu a causa da edu-
cacao dasmassas na Franca, como a maior aaoc-
<;ao que se poda dar aulordade do sufTragio
universal. -Infelizmente porem cumpre confes-
sar que por esse lado as cuusas v0 bem pouco
adiantadag no nosso paiz! Se a Franca tem tido
r contina a ter homens immioenles testa da
sua civihsaco oo por que se tenham aberlo
escolas as communas ha viote o tantos annos
porquanto, aiuda que essa obra to tarde come-
cada tenha feto j progressos reaes, todava ha
paues mesmo na Euiopa que eslo aiuda looge
de contar outro tanto, como sejam : a Prussia o
Jlaiiorer, a Saxooia a Baviera. e at a Austria 1
tntre nos ve-se todos os anuos poroccasio do
sorteio que quasi a terga parte dos nossos solda-
dos nao sabem ler posto que tenham sua por-
ta, para bem dizer, aulas gratuitas : na Prussia
Porerao calculo se pode fazer na razao de 5 por
U/U. Ora. se a essa terga parte entre nos, que
se acha entregue mais pura ignorancia, juotar-
mos a porcao daquelles que sob o pezo da mise-
ria ou da inercia nenhum uso fazem dos meios
de instrucgo, que adquirem as escolas prima-
rias, teremos euto um algarismo bem subido e
veremos a que eslo exposlos os destinos de m
povo, onde mais de melade das inteiligencias se
acha em iuactividade.
V-se por conseguinte que de necessidade
Iangar-se mo de um remedio efficaz e enrgico
Mas qual ser elle ? O ensino primario obrigato-
no ? A otroducgSo do soffragio universal como
origem de todas as nossaS ioslituiges tem muda-
do completamente a face da uossa sociedade po-
ltica, e pois convem dirigir os raciocinios nesse
sentido.
Onde o voto restringido appsrece a discusso
entre os pariidistas e os adversarios do eosino
obrigatorio. o que se nao d nJum paiz ou u'uraa
poca em qae o voto se tem generalizado. --Se o
nsino tornou-se urna questo eesencial nao
por que o hornera que saioa 1er, escrerer, e con-
tar nao seja por si mesmo um eole moral suscep-
tivel de vontade. e capaz de julgar. A instruc-
ca<> primaria d os meios de se deseuvolver;
ella o altar da cultura oiollectual, e quando o
liomem sabe ler, escrever. e cootar pode por sua
propna individuaildada desanvolver-se e escla-
recer-se, tendo preeochido urna obrigaco aue
ninguom pode laxar de offeosa liberdado.
A Franja tem feito quanlo pode para nao aban-
donar os enrielaos da Syria. deixando-os pura-
mente entregues i pengosa proteccao das auto-
ridades turca*. Formulou-so urna nova propo-
sigao, em virtude da qual o goreroe imperial dei-
ara car na Syria 2,S)0 homens sob o comman-
d do general Dueros; propoe-se igualmente
Inglaterra o mandar desembarcar 500 homens das
euas eqaipagens, enviando tambem a Rugsia do
seu lado um outro corpo de 500 homens. As
tropas divididas entre Ssida e Be/roulh assegu-
raram aos Maronitas urna protecsio sufflcieote
para impedir oras mortandades.
Nao era de suppor que essa proposico to mo-
derada encontrases seria opposigo a vista das
noticias de Constanlinopla, cada rez mais deplo-
rareis, de eontinuas nsurreigoes, falta absoluta
de diobeiro a da soldados ; entretanto no seio do
parlamenlo injlez suictou ella urna Terdadeira
Beyrouth sob o com-
Batbier de Tinao: o
fluctuar, dar a co-
nhecer aos infelizes ebristos que no dia de no-
os pengos a Franca interviri por si s, desli-
gida das principaes potencias europeas. Tudo
depende no presente da conduta das popula-
coes. e da sabedoria da Porta, que infelizmen-
te s inspira mui tracas esperangas I
Prazi a Deus que por esse lado nao se despert
a questo do Oriente em condicgSes que tragam
um novo e prximo contingente a todas as com-
plicagoes polticas do osso velho cootioeote 1 A
luglalerra seria a.primeira a expiar o odioso das
I suas ridiculas descoaflaogas contra a Franga : se
os morticioios se reproduzirem depois da evacua-
gao das tropas de oceupago, esses crimes reca-
hirao sobre a Inglaterra, e a Franga obedecendo
ao irresistivel impulso nacional, desta vez apoia-
da pela Europa iuleira, ir "de novo calcndolo
solo da Syria infligir a poltica britannica a mais
terrivel das derrotas moraes: o ser muilo
justo!
Corre que o sultao se acha bastante doente: a
r ranga e a Russia viro a entender-se completa-
mente em face dos novos successos que se pre-
parara na Syria, e outros pontos do Oriente.
Na Inglaterra o partido tory" continua na sua
uu de opposigo contra Mr. Gladstooe e seus
talentos financeiros : nao tem cessado de emiltir
asserces banaes, deragages sem alcance, aecu-
sogoes sem provas ; deopporas reformas do mi-
nisterio a improbabilidad de excedente as re-
ceilas. a incerteza da cobranga de certos impos-
tos : e posto que sempre demonstraste pouco
cuidado pelasorte das classes indigeules. todavia
reveste-se agora de urna sensibilidade de encom-
menda vista das privaces que os direitos
ouerosos sobre o cha e sobre o assucar devem
causar ao pequeo cousumo. Mas tere de ceder
aunaldesuas pretences em favor do governo
quo nao deseja abrir sua caixa a urna collieaeo
de soberanos absolutos.
rei que en ludo isto prevaleceu-sa da sua aulo-
rtdade poltica e nef^oal.
0-confltatfl.eatrav M dua8 caaurM \^s%ate .
1?tS^Sf'tit ,da JifaJMadO'.ade no imposto sobre bens de
pirae^ eggr'jvar-se aioda mais : pois que a
segunda camaya renovada ser toan poeta de ele-
aentos moito aoatt progresslvoa, o governo ver-
*e-J>a na neceatidade de optar entre a compres-
jrioleau, que engendra a revolta, e urna re-
* 'nstitataio acompanbada de comple-
ta adhesao t leadeocias unitaria* e liberaeada
AlMBaoM.
J ministerio ni m cr|M efoi neces*i-
#ade de dinheiro que obrigou o governo a to-
car nos previlegio da nobresa. E para que pre-
cisa m de dinheiro t para augmentar com msi*
um tergo o exerclte atim de conservar Prussia
o titulo de grande potencia. Mas. tornamos a
repetir, o vete deliberative que ella ten nos
eonselhos da Europa Ihe di o logar meo nao a
aulordade de potencia principal: em quanto
ao r unificad. 0 resto da AUemanha nao
p"l .1** 1-inU "da de carro europeo. O
re Guilherme, que acaba de receber em Keeoi-
gaberg e em Berln a homeoagem feudal moda
da edade media, deve j saber que todo o povo
a llemao reclama a reforma do estatuto da con-
nsderagae germnica no sentido de urna unio
eflecliva de todoa os filhoada AUemanha, e as-
pira a um governo, parlamento, a ejercito na-
conaes, e a urna representago commum no es-
trangelro.
flll M
A' proposito desea attitude da Prnssii lem-
bratno-nos agnra daposigoda Austria toda en-
tregue a um esbogo sem fim de ioslituiges cons
tituciooaes. Foi no 1 de maio que Francisco
Jos instigaron o conselho do, imperio. O seu
discurso faz honra intelligencia e convieces
conslitucionaes do actual mioisterio. Descobre-
se ali um justo sentimento da situacao da Aus-
tria e da Europa ; pois que elle corresponde a
essa situago tanto quanto possivel. O gover-
no imperial offorece o qun pode offerecer, e
cumpre mais remnhecer que o manifest cons-
titucional da V. de Scbmerling na boca de
Francisco Jos tem o mrito incontestavel da
franqoeza e da honeslidade. Infelizmente tudo
uVatVnUr u nai10 r0>Vl^ t. grande questo M.
e.oinfl Ji nlmCn lr"llg*0 CJ" nnM0 citd* Pelos successos dos nossos das : ser ,-
espintaaJ do pontfice. O nuncio do papa, que a, tonn
quiz honrar com a sua presenga a primeira con- '
Entretanto nao se quiz dar por vencido seno
depels de muitolutar: e s quando adquerioa
certeza das suas illu.-ees que reaunciou a no-
vos combates. Assim mesmo esleve quasi apon-
Jo de obter urna vantagem real; quando Mr.
Oladstone propoz urna suppressouos direnosso-
t>re o papel, a opposigo propoz igualmente ou-
tra reduego nos direilos sobre ocha; a proposta
de Mr. Gladstooe triumphou por urna maioria mul-
to iraca, isio del>99 votos contra 281: alguos
votos mais, e o gabinete seria completamente ba-
tido, apesar de sua solidanedade to proclamada
por lord Palmerston I De sorle que Mr. Glads-
tooe que coutava com urna maioria de quarenta
membros tem razes para recelar urna crise mi-
nisterial antes de terminados os trabalhos parla-
mentares.
No parlamento italiano ser discutido, e se-
gundo toda a probabilidade passar immediata-
mente o projeclo de armamento nacional apre-
seutado por Garibaloi. Houve ama reunio pre-
paratoria dos deputadosda maioria com o minis-
terio, na qual concordaram sobre as bases prin-
cipaes. Os cidadaos de 21 a 35 anuos poderao
ser inscriptos para a guarda oaeionai movel
com tanto que paguem um imposto pouco mais
ou meuos anlogo ao que se exige para ser-se
eteitor. Os voluntarlos de 18 a M annos sers
ennajados sem condiego alguma.
O ministro das fiioangas declarou haver um
dficit de 314 milhoes, e o parlamento oceupou-
e de dous projectos financeiros; o primeiro cons-
titue o grande iivro da divida publica italiana
fixando-ihe as conliges; o segundo sobre a au-
lonsago para contraclar um empresiimo deo
milhoes, isto emittir a summa de rendas ne-
cesarias para fazer entrar no lhe6ouro aqnella
de 500 milhoes. Esses projectos forarn acompa -
uados de urna exposigo sobre a siluago finan-
ceira do estado, e indicagao dos maio* pelos
quaes o gabinete espera eslabelecer o equilibrio
de orgamenlo : esses meios saoV a divizo do
imposto de bens de raiz, 2o a creago de um im-
posto sobre o rdito, 3o um melhoramento do
imposto do sello, 4 urna lei sobre o* bens de
raaomorta, 5o reforma no systema dos diversos
imposto*. O ministro das (nangas espera quo
gracas a esses meios. e outro* como deseovolri-
meoto das vas frreas accrescimo da circulacSo
e propriedade geral, elle chegara a organiaar um
orgamento normal.
Se a Austria continua a armar-se, a Italia por
seu lado ae poe em guarda. Cem mil e*pinrar-
da8 vao ser deslnbuidas aos guardas naoionaes
tma esqoadra italiana foi mandada para o Adria-
atico a fim de obstar as manobras da esquadra do
imperio. Seis fragatas de guerra seguidas de di-
versas canhoneiraa se echam as aguas d'Ancona
prestes a qaulquer eveotualidade.
A opinio publica na Italia abalou-se vivamen-
te com os antagonismos apaixonados que se sua-
citarim no parlamento. A's palavras impeden-
tes, que podiam semeara diviao, o povo italiano
reepoodeu per um imueoeo e unnime anpello
oocordia. A sua voz foi ouvida, e oomaran-
de satisfagao de todos. Ganbaldi se cheeou ao
coR4e Cavour mediante a iotervengio de Victor
Emmaouel. e igualmente ao general Cieldini
depois de francas e leaes explicagoe*.
Para as populares esse aceorde entre o presi-
dente do eoecelbo e o general dos voluntarios
urna razo afim dse preoecuparem ambas mai*
exclusivamente de Boma. Ella* juigam que em
quanio a uuidade italiana oo litar conquistado
essa capital a reacgo.aioda que pouco forte para
desfazer-se do* facto* consumados, ser todava
sulficiente para entreler a perturbaco nea eepi-
ritos, e a deaorden oas ras publicas: en teodem
tambem que o interesas religioso aada tem cea
a questo do poder temporal, e que d una ne-
cessidade a eraeuagaq das tropas franceza. Se
a sua preseoca em Boma pode retardar, impedir
mesmo um eonOiclo entre a Austria e a Italia,
assim nada resolte., pois que adiar um perigo i
por isso mesmo coojura-lo.
Con. effeito, muitas teataces reaccionarias das
provincias do sal teea sido reprimidas pelas
proprias populagoes: o* bandos borbooienses
teem sido dispersos mesmo em aples, multas
empreza abortadas; mais nada deixa esperar e
flm definitivo dea perturbages em quanto Fran-
cisco II persiatiadki em Roma d'abi enviar as mas
ordeas.
O embaixador da Franga apreaentoa a eaee
respeito observages bastante argntea, porm
todos os seus esforgoa naufr*gram prtate urna
tleterminagao immutavel. O rei de aples oo
deixara Roma seoao quando oa PiemonUzes ali
entraram a oa Pieojoatatea nao ealraro seao
depoif da partida das tropai raaceza, sobre o
ferencia do sabio theologo, "deixou a Sala no
meio do discurso que, oo obstante, nao (oi in-
terrumpido. Mr. Oollinger ebservou ao seu au-
ditorio que as suas palavras eram mais urna for-
mula das conclusSes a qne o esludo dopassado e
a situago presente o (inhain forgosameote levado
do quo a expresso de votos, que formar. Eu-
lr solacees que podiam ser reservadas a essa grave
e solemne questo: a restaurago pelo iriumpho
da Austria, o dominio do Piemoute em Roma, a
expatriago temporaria do papa, sua rolla ulte-
rior como soberano depois da secularisago
complea, cuja iniciativa elle nao pode prossdir,
a recoostituigo de um Estado pontifical por um
congresso europu coovocado por Napoleo III,
a translago do papa para a Franga, a cessago'
absoluta e definitiva de todo o poder tenipo-
ra.'* .Termioou dizendo que, como se tratava de
urna inslituigo divina, e oo de urna obra tran-
ziloria, eslava couveucido de que a mo divina
nao deixaria de intervir oeste caso em que o
poder humano se mostrara insufiicieole. A
classe ecclesiastica com dor se tem j lembrado
da memoria dos Tertuliano* e dos Lamenoais.
E provavel que ama vez seriamente constitui-
da a uuidade italiana venha a ser um conlraseoso
a presenga da Aosiria na Venecia, conlraseoso
qae a presso moral da Europa proeure fazer
desaparecer. Essa eveoioalidade ser at mes-
mo preveoida a crer-se nos boatos qne do como
existente ama combioago, em virtude da qual a
Fraoga e a Ioglaterra propdem Austria a cesso
da Veoecia mediante urna indemnisagao pecu-
niaria de 200 milhoe*. e umacompensago terri-
torial comprehendendo a Bosnia, a Herzegoviuia
e Croacia turca, provincias essaa que sero
SSaLf610 sull0 Pr '8ual indemnisago de
^-o milhoes, que tambem ser paga pelo reioo
da Italia.
A opinie publica nao pe deixar de applau-
dir semelhante solugo que satisfaz todas as par
tes ao meamo tempo, excepto a Turqua, para
quem entretanto 200 milhoes uao sao para des-
piesar. A vontade dos Venezuuus j bem
con herida, e a Auatria receberia ama ampia
conipeusagao quinto as populag-jes sujeilas ao
mpene ottomano, que pouco se embaraco pro-
vaveimento em ser ou uo lurcaj, ao passo que
a Venecia nio quer ter austraca.
Garibaldi dirigi ao gooeral polons Mierolans-
\ uuta carta em que, proclamando a solidarie-
dada das nacionalidades, se declara prompto para
prestar aos Polenezes o auxilio que elles pres-
taram a independencia italiana.
As noticias vindis da Polooia sao ao mesmo
lempo dolorosas e satisfactorias ; dolorosas pelo
deploravel estado das couzjs que assignalam
satisfactorias por que mostrara a impotencia da*
compresso. Isto demonstra qae os Polonezes
teem adquirido essa energa interior que nos
povos assim como nos individuos indica o carc-
ter que nao eede,|;e.que oo pode mesmo soffrer
o coostrangimente.
Em Varaovia continuas) as tropas a acampar
sempre pelo meio dss ras levantando a* suas
leudas as prscas publicas, e assestando os seus
caohoes. As senhoras daquella cidade conti-
nuara a trajar vestes de lulo. Entretanto tinham
aanunciado que o gro-duque Miguel dirigir-se-
hia a oapital poloneza com o titulo de vice-rei
ecom a misso de conciliar, e o jornal de S.*
Feteraburgo responden as seguintes Iinhas ao
Monitor, jornal ofBcial do governo francez oue
han publicado urna nota Todo o prozresso
regular consumado nesse sentido ser animado
com soheitude; porem toda a desordera mate-
rial, qualquer que seja o seu pretexto, ser re-
primida com firmeza mflexivel. Se as intences
benvolas do soberaoo se acham parausadas a
culpa deve recahir sobre aquelle* que huma
obstar a sua realisago, fazendo intervir i vio-
lencia, quando o governo imperial os convida
copolitaeao, prudencia, e aos interesses 'do
paiz 1 i)
Como quer que se/*, as reformas annunciadas
produzram pouca sensago em Varsovia, onde
julgaram-nas insulcienies : ellas sero promul-
gadas no fim de maio ; al l pelo menos nada
ser mudado no rgimen militar que continua a
ser severamente appltcado.
O governo prussiano nreha sempre entregue
as tstnnhaa inspirages que o preseguem
mai* de dozo anuos. Acastellaodo-se no des-
preso dos seus proprio* loteresse*. no despreso
dos interesses da co0fe*erago germnica; tem
esa potencia rival do imperio da Austria conti-
nuado nos seus obstinados raocores para eom a
franga. excitando contra esta ultima os mos
seotimeotos des getemos allemaes grandes e
pequeos, e o peior dos senlimentos qae o
medo fc, entreunto vae-*e conservando sem-
pre na vanguarda das potencias germnicas !
uJSLSL t" d0 gove,ho eris, ** inmenso
Pitido liberal : ro est em contado imme-
diato com o *eu ministerio, o ministerio com a
nagao. e a aaoao e toda a Atleaaaha queao es-
pectculo dos negocios italianos deu um rande
passo para a liberdade. sr"ue
s..K'.0 tMto : Mi0 maoica sent-
se atirahida para a sua umdade poltica por um
poder irresistivel. De todos es lados erguem-se
voze* pedndo ao governo central um parla!
meoio oaconal, censurando a Prussia por nao
aurar-se resoluUmente no caaiohe para que a
Chama o sentimeoto universal. o Uberaes
prusstaoo aecusao o gabinete de Berlim de
inercia e-fraqaesa: a exiatencia dette torna-se
cada da mais precaria, e aa eleteoes de novem-
bre para a duodcima cmara do LSadtag envia-
re m so parlamento ama maioria liberal; com a
quai o* ministres actuae neo podero mais b-
vernarao nao recorraea sem heaitago I* refor-
mas interiores e oactouaea. Acamara alta con-
lando coen o apoto do rei resiste a lodo e movi-
mente, e re pe He syetematicamente aa leis oU-
da* na amara baixa.
A consiituigo prussiana data de 30 de janho
de 1850. Urna ordenenee de 7 de maio de 1853
uromalgsda em plena reaco eslabeleceo a im-
movtaitidade dos membros da primeira deasas
caanras. Para formar urna maioria qae aso seis
Destinadamente obpoata o miniteno. e 4 ca-
reara baix, o rei Guilherme uzoo j de um nal
0 problema da reorganiaacio constitucional do
moprio da Austria foi difficil em todo o tempo :
ser hnj pralicavel ?
Se a Hungra, a Croacia, a Esclavonia, a Tran-
sylvania nao sao ainda representada* no eonse-
Iho do imperio, pelo menos a linguagem de que
osou para com ellas Francisco Jos foi bastante
conciliadora, e despida dessa arrogancia tradicio-
nal. O ministerio est decidido a fazer autono-
ma dos diversos oajzes da mooarchia todas as
conejeos coropaliveis com a unidade do impe-
rio. Neste intuito vai at onde pode ir, [offerece
tudo. salvo aquillo que se poder aproximar dis-
soliigo da razan social: porem. repetimos aioda,
a siluago da Austria to precaria que o dis-
curso imperial nao produzio na Europa a feliz
mpresso com que se contara se fosse em outros
tempo*.
Alem de tudo ser bem difficil altingir-se 10
meio termo entre a conservago da unidade mo-
narchica e a conservago da autooomia de cada
uacionalidade. especialmente sob o impulso desse
espirito centrifugo que ameaga a integridade do
imperio. Francisco Jos deve varillar pois entre
estes dous escolhos : oa affrontar o partido mili-
tar e a alta aristocracia, ou affrontar o descon-
tentamente das nacionalidades. E' em face desses
pengos cujo sombro quadro provoca o olhar be-
nvolo de todos os optimista* que se cuida as so-
lucoes heroicas. A melhor soluco nao ser ac-
tualmente a cesso da Venecia ? A Europa a en-
carara como o peohor mais seguro da paz geral
a.propria Austria como urna fonle de inesperados
recursos pecuniarios, os Esiadoa e as Dietas, como
um sacrificio ao graude principio das nacionali-
dades, finalmente a justiga do mundo como urna
nobre satisfagao. Eis o que nos parece digno de
tentar a um jovem soberano, a quem nao falta
tino e insirucgo.
As duas cmaras do oarlameoto austraco co-
mecaram os seus trabalhos : a dos deputados deu
um b.llo exemplo fazendo pasear n'uma s sesio
depon de alguna debates animados o projecto de
fflT Aaa'U d lhrea- lh* li0h 'd "b-
mettido. Ao paragrapho que reclamara a conser-
vago da umdade e da ooivigibiltdade de imperio
,os behojques, os polonezes, e os defeosores dos
privilegios da nobreza apreseniaram emendas no
sentido federalisla ; mas foram repellidas pela
maioria. Na cmara dos magnates alguos a'enire
alies altacaram a palavra constitucional ins-
cripta na falla, porem foram igualmente repelli-
dos, leodo de mais recoohecido que o proprio
imperador nao hesitara em aervir-ae dessa pa-
Javra. r
Na dieta da Hungra, por occasio da discusso
sobre a resposta, M. Desk. chefe da fraego do
partido liberal apresentou um programma adop-
tado pela unanimidade dos deputados e magos-
tas. Eis o programma : restabelecimento das leis
de 18*8, convocarlo dos deputados da Traosylva-
nia e Croacia, residencia em Peslb de ministerio
hngaro, rectiflcagSo dos erro* de forma e abdi-
cago de Fernando V. restituigo sem condieges
dos exilados sua patria e aos seus bens, e ludo
om coosequencia de um compromisso com o im-
perador.
A morle do conde Teleki deu um grande as-
cendente ao partido moderado, o toroou menos
difficil a recoociliago entre Pesth e Vienna. O
nobre patriota eocontrado morto no seu leito suc-
cumbio do um tiro de pistola. Elle gozava na
Hungra de urna popularidade, a vista da qual
nada eram assyrapathiis que adquirir nos paizes
estrangeiros durante o seu longo exilio ;e oceu-
pava no movimeoto actual ama posigo impor-
tante. A sua morte causou grande dorna Hun-
gra, e oa Europa a todos os amigos que ali con-
tava : e passou como um acontecimento poltico.
Oe outro lado o governo nao pode deixar de
explicar-se amplameote sobre a questo hngara
a vista de urna inlerpellagao presentada na c-
mara dos deputados, contendo as seguintes pr-
guntaa : Quaes sao as medidas adoptadas pelo go-
verno a respeito da eleicao em numero legal dos
membros da cmara pela Hungra, Croacia Es-
clavonia, Principado da Traosylvania .' Quando
ter lugar a nomeago dos membros hereditarios
e vitalicios da cmara alta por esses mesmos
paizes ? E o que se tem feito em geral para re-
gular definitivamente a questo da representaco
dos ditos paires no Reichsrath T
Eolretauto em Pesth ja se dea comego a dis-
cusso sbrese a Hungra deve fazer patentes as
suas vistas e vontides por meio de resolugo so-
"y8! ou se por meio de supplica, o que aos
olhos de alguna hngaros implicara um recouhe-
cimeoto prematuro dos decretos do imperador da
Austria.
A Hespanha volta ao progresso ; e procura as-
sumir posigo que Ihe est de ha muito reser-
vada oa grande familia europea. A commisso
superior da estatistlca do reino presidida pelo
presidente do conselho dos ministros acaba de
publicar o seu anuario eslatistico. Nesse valu-
moso inventario dirigido por sabios e distioctos
fuoccionarios se encontram os elementos da si-
tuago da Hespanha. A par de um crescimento
oonsideravel que tem lido a populago, o ele-
mento monacal tem diminuido muito. A venda
dos bens do clero e a alienagio das propriedades
tem dado maior impulso s empreus rraes. Os
dados relativos industria nio saoassaz comple-
tos para dar urna idea dos progressos effectuados
mas em compenBago o que dia respeito ao com-
al ercio estertor esta bastante desenvolvido e de-
lalhado.
Em 1843 o produca do commercio exterior
mootou 196,604.000 francs ; era 1858 a..........
668,498,000. Nao ba paiz que teaba subido to
depressa. Durante o asesino periodo a Inglaterra
coosegnio apenaa duplicar o algarismo de seu
commercio com o strangeiro.
A oevegacao e o movimeoto geral dos trans-
portes martimo tem seguido a mesma razo pro-
gressiva. O commercio om dos nelhores indi-
cios da prosperidade de um paiz. Para vender
neoaaaano produiir. A ioelraecJto publica tem
tamben orescido muito ; as escola* sio mais nu-
merosas e freqoenlade*. Finalmente as rendas
tem marchado no mesmo camiobo da progresso
Tudo uto forma urna reuniao de faetoa irreeu-
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
A junta revisor* da freguezia da Boa Vista, que
organiaou-se no da 25 do correte, compe-se
do* eguintes senhores: -' "
Presidente, o juix de psz Antonio Carneire Ma-
chado Ros.
Secretarios os Srs. Thom Carlos Peretli e Hi-
polyto Cassiano de?asconcelloAlbuquarque Ma-
Escrutadores os Srs. Joaquim Jorge de Mello a
Francuco Rufino Correa de Mello.
Solicitamos a Miara da carta que segu, e
que recebemos d Serra Preta, termo do Oaricu-
ry, com data de *4 de abril prximo passado
fc mais u orado cerca da irregularidade de
servico do eorreio.
t A proposito do qae teajio lido dos Oiorto*
que me chegam s mes, deve levar igualmente
Utnhas queixas a Vmc para que tambem saina
que este seu aesigoaoie, que j nao de to pou-
co tempo, soffre talvez mais que todos quanlosse
tem queixado a Vmc, pois aqeelles com mais ou
menos demora receben os seus Diario$. Eu
porem oo s passo pelo dissabor da demora, co-
mo de jamis receber muitos nmeros, tendo j
acontecido faltarem-me 20 deltas, que nunca mais
vi; e os que recebo sao pelo commum abortos jui-
gequo na agencia doOuricury, e quando fago'mi-
obas reclamege*. nem.se digna o ageete de res-
ponder-me, como bem agora que falundo-roe
seis nmeros, isto de 6 de margo a 14 deu-
me o silencio em resposta.
a Semelhante procedimeoto revoltaute,preci-
sa por tanto urna punieao.
Ninguem talvez aprecie mais o Diario d Ptr-
nambuco do que este seu assignante. Moro oes-
tes sertoes looginquos, onde recebemos os /No-
no como um haa/er ( para mim ) muito grande
pois tenho no meu retiro.em que vivo atestado de
tanta* iraficancis, noticia do grande mundo por
todas as suas quairo faces. Tenho demais uro
prazer eu ir fazeudo collecges dos meus Dia-
na de anno em auno ; e pois. veja Vmc que
decepgao nao a minha quando so Sr. amata
apraz dar ou extraviar at viule numero* ? 1
A'vista do que cima digo, nao tendo exem-
plo Ul corrupgao deve riscar-me este anuo da
lista de seus assigoantes. par* que deixe de sof-
Irer do br. agente do eorreio da villa de Ouri-
cury.
Para scieocia e preveogo dos incautos re-
mettem-nos as seguintes liohas, que damos
publicidade, tendo em vista idntico Um :
< Um hespanhol ou italiano receotemente ap-
parecido oesla cidade, tem andado offereeendo
em diversa, casis do familias, pegas de madapo-
lao de 12 jardas ou 10 varas, entestadas em for-
ma de esguiao do lioho. e eufeitadas com tranci-
nha de lia, pela quantia cada pega de 89000, di-
zendo que vende por esse prego baixo, porque
passou-as s?m pagar os competentes direilos na
alUndega. Isto tem fetlo illudirem-se muitas fa-
milias que as compram pelo prego cima dito
persuadmdo-se que esguio, quando ellas nao
valem mais do que 3200 porque tem 10 varas
< Para mais fcilmente illadir, costuma trazer
o tal mellante na bocea, por preveogo, un* re-
lalliohos de esguio de lioho fino, de sorle, que
nunca consentindo que se veja a fazenda ns pe-
ga, e cortando oa pouta de dentro apregadamente
com urna thesoura, um retalbinho do dito mada-
polao, leva-o bocea, eogole-o rpidamente e
o eubstilue pelo pedacinho de esguio que traz'de
reserva 00 canto da bocea ; e assim depois o apre-
senta molhado para ser examinado.
A invectiva feliz, mas por isio mesmo
polica recommenda-se que tome conbecimento
desse novo mgico e lh d bospedsgem na casa
de deteugo.
Com a insergo destas Iinhas muito lbe agra-
decer o
Logrado, a
Tendo nos noticiado nesta Revta que urna
tentativa de roubo se dera contra o thesoureiro
das loteras na noite de 8 do correte, segundo
informagoes que nos foram ministradas, mandou
o Dr. chefe de polica convidar ao referido the-
soureiro, o Sr. Autonio Jos Rodrigues de Souza
para comparecer na secretaria da polica, afim
de verificar o occorrido ; e eleclivsmente all
comparecendo o dito Sr., declarou o seguiote
* Que viudo do espectculo no theatro de San-
la Isabel, na neite de 8 do crreme, e depois
de estar na sala de sua residencia, na ra do
Queimado o. 12, primeiro andar pela meia oot
pouco mais ou menos tendo quando entrou fe-
chado a caoctll, que d iogresso para o corredor
da dita salla, nesse mesmo instante bateram di-
versos individuos na dita grade, e pediram-lhe
para Ibes mostrar as listas da lotera, visto que
elles tinham um bilhete. e queriam ver antalo
sahira de premio ao mesmo ; e perguolando-lhes
quem eram, nao respondern!, pelo qae elles lhes
declarou que a hora nao era propria para laes
negocios, e que viessem de dia claro, ao que el-
les reliraram-se, depois de pequea insistencia
que da varanda de sua casa observou serem tres
os individuos, os quae* lendo breve conversa
junto porta da ra, seguiram para a ra do Ro-
sario : e finalmente que Ihe pareceu que elles
nao levsva lengo siuistra, contra elle respou,
dente, a r
Avista do expendido deixou-se de proceder
porque para isto nao havia materia.
A noticia dada por um jornal desta cidade
de bolem, de que 4a exigencia do desUcamouto
de um cootiogenle da guarda nacional desie mu-
nicipio, foi provocada pela oecessidade da sabida'
de quasi todo o 2. batalho de fuzleiros de li-
nha para o interior da provincia, afim |de coad-
juvar a aulordade publica na compresso de cer-
10 movimeoto, que muito eoteode com a segu-
rsnga individual, e de propriedade nao exacta
Nenhuma praga oo 2. batalho de fuzileiros
de linha sahio para o interior da provincia.
A tropa de linha que se acha destacada no in-
terior consta de 30 pragas do 9." batalho de in-
famara em Aguas Bellas, para ah destacadas
por occasio dos lameotaveis successos de 31 de
dezembro do anno passado e 20 pragas do mes-
mo batalho em Rio Formoso, para onde segui-
ram ha dous mezes para coadjuvarem polica
em certas diligencias.
Nestes dias devem seguir para o termo do Bui-
que 30 pragas do 4." batalho de artilh>ria, es-
coltando os presos que vo responder ao jury pe-
los factos de Aguas Bellas.
O desfalque temporario destas 80 pragas, o na-
mero crescido de baixas ltimamente dadas e de
doeoles recolhidos ao Hospital Militar leva'ran o
eommaodaote das armas pedir a coadjuvacao
da guarda nacional no servigo da praga.
Os boatos de que a aulordade publica pro-
cora comprimir um movimeoto que muilo en-
tende com a seguranga individual e de proprie-
dade : sao destituidos de fundamento.
Estes boatos tiveram natcimenlo na comarca
do Rio Formoso, d'onde acaba de chegar o Sr.
Or. chefe de polica, que vara ah lora syndicar
pessoaloiente te havia justa razo pira etles : e
consta-nos que o Sr. Dr. chefe de polica se con-
vencer de que nao passavam de boatos espalha-
dos por alguos individuos mal intencionados, que
seotem piazer em langar o susto, e o temor oa
populago pacifica desta provincia.
Aute-houtem passou o Sr. commandanle
da estagao naval mosira de desarmameolo ao
bngue escuna Xtng, que pelo mo estado eu
que se acba leve baixa do servigo. Este navio
leve ordem para se recolher corte, } bem fun-
dado era o receio que luthambs de lamentar mais
lima desgraga. visto o pessime estado em que el-
le j se achava ; gragas, porem, a bem entendi-
da prudencia dosdignos Srs. ministro da marmita
e eommaodaote desta estagao uos livramos tal-
vez de registrar as paginas da historia de nossa
marinna de guerra, maia um ainistro igual aoa
que pela imprudencia inexperiencia e taita de
coohecimenlos profissionaes, de alguns fuoccio-
narios temos tido a iofelicioade de lameotsr.
O bngue escuna Xing (oi um vaao de guer-
ra, que bastaote eervica prestou ao estado que
bem pouca despeza fez com elle. Era navio
nercaute quando o governo comprou por um
prego muito razoavel, foi sempre excelleaw na-
vio de vela, e resisti ao dobre de lempo, qae
tem dundo outros, com que ae ten de*peodtdo
o tripule e quadruplo do seu valor.
O vapor Jagueria*. entrado bonlem doa
veira Braga, e no interior da mesma leja agarrou
Brage e cem um grande punhal desembainhado
depois de muilo e aaaaaear. eez forga-lo a ajoe^
mar e pedir-lhe perdo ; este facto duroa perio-
do 10 mnalo*, ou afluencia de povo, afinal foi
preso o aggressor pelo povo orden do Sr. Dr
chefe de polica, e arrancada da casa da tictma"
appareceram dous soldados de polica qae o reco-
Iheram casa de detengo. Consta-nos quea
segunda vez que esae individuo pratica esse
faeto. .
No dia 25 deate nez foram recolhidos 4 ca-
sa de detengo 7 homens livre e 1 escravo ; o
livre* a ordem do Dr. chele de polica, er o escra-
vo que o Africano Fernando, perienceote a Ma-
noel Alves Guerra, a ordem do subdelegado de
Santo Antonio.
Passageiro do vapor Jaguaribe vindo do nor-
te : Ji Antonio do Atoara!, Jos Correia dos
Santos, Feltppe Gomes da Silva, Jos Felippe de
Souza. Miguel Ribeiro Lima. Pedro Jos de Frei-
ias, Joio Jos da Bocha. Miguel Pereira do
santos, Joao Antonio Rodrigue Buson e 2 es-
cravos, 1 prea liberta. 1 eaerava a entregar, Jos
Antonio da Silva Jnior. Antonio Pedro de Mel-
lo, Ernesto Augusto Paul, Izidoro Googalvea e
ua senhora, Dr. Fraoeico de Assis Pereira Bo-
coa, 1 criado e 1 ascrava, Jos dos Pa*sos de
Larvalho, Pedro Joaquim de Alcntara Cesar,
Vicente Augu.to de Magalhes, 1 criado. Candido
Gregorio dos Santos Siqueira, Joe Francisco de
Urna.
Mortalidad do da 26.
Maria de Mello, Peruambuco. 14 annos, solteira
Boa-V uta ; congeslao cerebral.
Manoel. Pernambnco, 5 mezes, Sanio Antonio-
espasmo.
Mara, Pernambuco, 3 mezes, Santo Antonio
convulsoes, (escrava).
Maria Magdalena, Pernambuco, 4 mezas. Reci-
te, coavuUe*.
Lauriana Maria da Cooceigo, frica, 45 annos
solteira, S. Jos ; apoplexia.
Alexaoirioo, Pernambuco. 80 annos, selteiro
Boa-Vista ; gastro ineephaliie.
Josquim, 5 mezes, S. Jos ; tubrculos.
Julia, 4 mezes, Santo Antonio, espasmo.
CHRONICAJUDICURIA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 25 DE JUNHO
DE 1861.
PRESIDENCIA DO EX. SR. DE3EMAR6ADOR
. t. A. DB SOUZA.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
tados Reg, Basto, Lemos eSilveir*. o Sr. presi-
dente declarou aberta a seso.
Foi lida e approvada a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Um ofiieio do secretario do meritissimo tribu-
nal do commercio de 81 de maio ultimo, acen-
sando o receblmenlo do que foi-lhe dirigido de
parte deste tribunal, em 13 do mesmo mez.__
Archive-se.
Outro do juizo especial do eommercio de 15 do
correte, pediodo providencias para o caso de
recusa que Ozerem Feidel Pinto & Compaohia
do encargo de veriflcarem o balango de Sebastian'
Jos* da Silva qae impetravs moratoria. Qne
acha-se providenciado a falta cora a nomeaco
de outros credores Jos Antooio Moreira Dias* 4
Companhia, e devolvem-lhe a recusa dos eredo-
res Feidel Pinto t Companhia, sendo ludo junio
aos autos.
Foram presentes as cotaees offlciaes dos pre-
gos correntes da praca, relativas s semanas fin-
das.Archive-se.
Um offlcio do meritissimo tribuoal do com-
mercio do Maranho de 3 do correle, recusando
o qae Ihe foi dirigido em 13 de maio prximo
passado.Archive-se.
DESPACHOS.
No requerimento de Jos Antonio Moreira Dias
& Companhia, pediodo dispensa do encargo de
fiscaes da caa commercial de Jos Alves Fer-
nandes.Junto aos autos, haja vista ao Sr. des-
embargador fiscal.
Outro de Patn Nash & Companhia, pedindo o
registro da proeurago que ajuntam. Regis-
tre-se.
Outro de Manoel da Costa Lima, pedindo o re-
gistro da proeurago que ajunta Registre-se.
Outro de Joaquim Rodrigues Tavaresde Mello,
cidado portuguez, de 32 aonos. domiciliado e
estaoelecido nesta cidade com casa de commer-
cio de fazendas em grosso e a retaiho, pediodo
matrieular-se.Haja vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Outro de Arkvright & Companhia. pedindo por
certidao se estao on nao matriculados, e se eslo
registradas as nomeages de seus caixeiros An-
tonio Pereira |da Cuoha, encarregado do arma-
zem da ra da Gruz e Jos Pereira da Cuoha.
despchame.Como requerem.
Outro de Joaquim Francieco dos Santos Mais.
visto pelo Sr. desembargador fiscal, pedindo o
registro do contrato social de Bairo & Fernan-
dos.Na forua do parecer fiscal.
Outro de A. Caors e Manoel Alves Barbosa,
satisfazendo o despacho de 6 do correte-Re-
gistre-se.
Nos autos de moratoria requerida por Francis-
co Antonio Correia Ctrdozo, visto pelo Sr. des-
embargador fiscal.O tribunal conceden.
Um requerimento de Manoel Ferreir dos San-
ios Caminha. Vicente Ferreira dos Santos Caroi-
nha, por seo procurador Alexandre Ferreira Ca-
minha, pedindo o registro do seu contrato social
sob a firma Santos Camiftia & Irmes Haja
vista ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Miguel Archanjo de Figueiredo, pe-
dindo o registro de urna escriptura de hypotheca.
Haja vista ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Antonio Rodrigues de Souza, caixeiro
de Manoel Joaquim Rodrigues de Souza, pedindo
por cerlido a matricula de seu patro. De-
se-lhe.
Outro de Firmiano Jos Rodrigues Ferreira
Jnior, recolhendo a carta de registro do hiate
Grattaao, que vendeu a Ssntos Caminha & Ir-
mao e Joao Heorique de Almeida.Fagam-se as
annotagoes requeridas e archive-se a carta.
Outro de Santos Caminha &Irmo e Joao Hen-
nque de Almeida, proprietarlos do hiate Grati-
iao, pedindo a entrega da respectiva carta de
registro.Haja vista ao senhor desembargador
fiscal.
Outro de Joao Bsptisla Fragoso, pedindo qne
pela junta des corretores se lbe informe quaes as
annotagoes das apolices das companhias de Be-
benbe, Iodemnisedora e Vigilante, do mez de
abril prximo passado al 13 de janho do cor-
rele.Como reqaer,
Oatro de Barroca t Medeiros. pedindo qae se-
fagam as compentenies annolagea no registro da
proeurago de seu ex-caixeiro Joo Cbrysostomo
P. Soarea e procurares ao mesmo dadas, e que
seja o meamo requerimento registrado, visto te-
rem exonerado o mesmo caixeiro de todos os en-
cargo* de sua casa commercial.Como requerem.
Outro de Jos Botelho Pinto de Mesqulta, pe-
dindo o registro de sus nomeago que ajunta de
caixeiro de Barroca ( Medeiros.Registre-se.
/0 ** Leen,lre LP Diaa e Augusto Hy-
gino de Miranda, padindo o registro de seo con-
trato social.Haja vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Outro de Joaquim Silverio de Souza Jnior,
pedndo registro de soa nomeago de caixeiro de
Brander a Brandis 4 CBegislre-se.
Outro do mesmo, pedindo cerlido da matricu-
la de Brander a Brandis & CDe-se.
Outro de Jos Botelho Piole da Mesquita, pe-
diodo cerlido da matricula de Barroca & Medei-
ros.D-se-Ihe.
Outro de Brito A Jos Luis, pedindo o papel
de are andamento de predio en que tea o sea ar-
mazn de deposito deixando traslado. Coma
requerem,
E nada mai havendo a tratar, o Exn. Sr. pre-
sidente levaniou a sesso.
Communkados.
Het
lutivn *.* i*-a-* J ue Bm P"'* am* !D1* tos rreeu-
* tm j*** recorrer arada malta. a. A connanoa a maior dea torgas ; mas
rkll: J J? gUM P"re* nt,ilao Ntida- naegeatamoa de ver a ideepaeha lludlr-se a
-ftL'EfSi ^ _J!tt"er < PM I PM,,U pper.qafl ieB gaohTtudo, que aada
eleitoral, aUefeato
eiirsjtotat.
VLJI
portn do nrie'dlTuV; ^T^rZx*. .l^^r^^Z^'Zr^^nZ
ad,ntou.sdeqaeD^oroS^^^^
elle leu o dimito de Bornear **" limitado. <
acha quati praeoehido. Entretaale a eueaca de
Una aoaieacao de 40 aaaubras aove* par a ea-
aara alta aerrio ainda ama vez ae* plaaes lo
Ike falla, e sustentar tuo altamente,' ceno faz
------ _i-w "" ~~^~ ntHt
veio o Sr. Dr. Francisco da Asai* Pereira Rocha,
juiz do commercio deata provincia, ultinamaate
nomeaiQ. Felicitanoa a S. S, por aua boa via-
tem, e desejamoa otra u breve em su**
funegoe*.
, Hontem pela* 5 Ii3 boras da tarde, na ra
PAila I.fnn InaO Hn Da-, n_____ __v .___
que pode ja aivelar-ae coa aa aacs mais eivi- n-ri. ?? P Kl& bo"* **tde- M "
Itaadaal .m (DireliaLIno Jos do Reg Br.g*. que lea um*
__________* pequea lojade fatendas aa ean ra, antrou
--------------- J pela loja de ferragen* de Manoel Bento da Oli-
r.------------'. ---- -- "vai eio lats
ivie, e neis depteaaa ebegaremoa ao ponto serio
daqaeetio, wle averiguar quae* as condi-
Qoes legaes dos eleitores, e ae ella* devem llai-
tar-eajiadarnidati* natural* civil, romo que-
rao1 aM? ou se acenso, bse*do a iodi ou
aa propriedade como opinan oatro*
Aete., aarrdB,deaacauraaaetae ponto, sem
dunda o mai arduo da auatao, 4 bem nalara)
que Toa digamos qae fim leviram oa nosso dou
V,



PW"WW
bwuo di MUNumcN; oemA rEiRA 7 w suimomr ufl^
votante primario alies par erto, nio merecen lea, qosndadrversaa, ma* sentidos aeonhecUes
oss ">, ** Dio *>!"* de ser-lheB sampreem todos os casos.
n ah '0s U<* Prueaia*aa telfera o tac goral,
-. "pp1,1recin>eito do segando voUate, que M> t de eaftrawcA^ Na gradac* des
nos DStrpellou acere* d* fiecawana solidiedade seolimentos e das idas, liga-ee o hornero, pri-
?^lT!!IM^fc^V*l*alf'l*0'*oino meiramwfe familia, dapoisr a cidade, depois
tiJSlj"iT*ar : <0* B"*<"o. *uaJluzio e provincia, depois ao estado. Quebrae 01 intar-
""^"-B '%*% >WMNj*if parador. Pe- medianos, e aao tereis encartado s cada. t-U-
samos, que satisfez-se coro a nosaa resposta. neis destruido. O soldado Iraz em seu coraco a
yuaolo ao .primeiro votante, aquello que raaia honra da sua compaohia, a to seu batalho, a do
tt
' ---------i .-j fc-.v - se, oaraa era favo* lia eleicoes indi- seu regimaato, e asna que ella coruarr para a
' ..0' *'*tees de .%Urarchia superior, gloria do exereito ioteiro. Multiplicas os lagos
quemo dina actualmente o mais dedicad* que uera os hornees. Personificas a patria em
h h BMwnreniB o mais aeaicaoe que uera os nemens. I'ersonincae a patria em
soldado, que milita sob s baodeira da eleicao di- todos os pontos as vossasinstiluicoee locaes, o-
recia i n*n pm 1,i.f.a ianin. Ur>aikAi ft..;.
rectal
Ni iaveofaaoi: mu va distes das eneontra-
2os o nosso bom votante, desenvolvido publi-
meole a mais ti a duatrina sobre a eleicio di-
recta. Ao ver-no, no meio dos qoe escota-
vara, i a mediatamente declarou que le eonaer-
vava na esphtra da theoria; e, sea hesitar, pro-
._.- w /w<, u mua sor ruciar, pro- na veroaae o que sao o juizes OTe paz entre
lerto acerca da elewio directa as guiles pala- as ?1 Per a de regra; sao verdadeiros esbirro
ras, que bom indicativas sao de urna conrieco eleitoraes,mailas vezea eternisados no cargo para
pretenda I opprimirem os seus districtanos 1
* ***** eleicaodirecta flrmara-se ero Ah I qeando alternamos para iato; quando ve-
razoes deduzidas da mesma natureza das ceusas, mos que os cargos de jaira de paz sao cooQados,
que sao sempre as mais valiosas e mais apropra- salvas mui poucas excepcoes, pessoas indignas
s para se aquilatar o meraciaento intrnseco do exereicio de urna jurisdiccao que sd'davera ser
oeilaa. Estudanda-sa 4 arteri a eleicao directa, eenQada ao merecimento e virtude, lastimamos
oohece-ee que ella a mais simples, a mais
conforme com a monarchiaconstitucional, a mais
effisaz para se conseguir a liberdade civil, e a mais
racional.
O di re t o de votar oao um direito pessoal
mas um direito poltico, que a le confere al-
guna Dar proveito.de todos ; antes um sacri-
ficio imposto ao cidado do que um beneficio.
fl a ."""* uu HUB u u Um do direito de votar a boa escolha do quaodo elle bem comprehendido em suas Une-
eleito.
Mas nem lodos eelo no caso da votar bem,
Mo de faier urna boa escolha; porque nem
lodos tem aplido para apreciar a capacidade dos
candidatos, nem plena liberdade para exprimir o
eu voto.
a Logo a eleicao deve ser feita directamente pelos
que sao mais capazes *''-----
dade. a
Nem se diga que isto seria adulterar o syste-
ma representativo. Nao o adultera; porque a
parte mais iotelligente e mais lirre da sociedade
representa nos negocios de interesse geral a mo-
nos inlelligente, e miis dependente, que se acha
sob a tuletla natural da primeira. s
a Com a eleig&o indirecta os que tem posi;eso-
ciat. forluua e scieacia ioduem na clasae menos
illustrada e mais dependente para que ella nata
nos que Ihe forem apootados para eleitores dos
representa ales da naga>. Se aquellos fassem,
poia, os eleitores direcles, o processo eleitural se-
ria mais simples, e o voto mais pessoal.
A claase menos illustrada, e meos indepen-
der mais susceptivel deseducco ecorrupcao.
Se ella se corrompe, o seu voto nao serve se do
para crear una oligarchia ; se se deixa aeduzir
pelos demagogos, dar eleitores do mesmo jaez,
qoe escolherao depulados e senadores demago-
gos
fluencias ms, e a directa as remte.
Nao ha nada mais eonirario instituido mo-
narchica do que urna oligarchia, ou um pugillo
de demagogos, dispondo de urna grande forga da
populacao para compor seu geito um corpo le-
gislativo.
Logo a eleicao indirecta nao a mais conve-
niente monarchia constitucional, e o deve ser a
directa.
lominem habemus 1 Taes foram as pslavras,
quo exponianeamente nos escaparam dos labios,
quaodo ouvimos o discurso do nosso ex-adverss-
rio, no qual nao sabamos oque mais admirasse-
mos. se a concisao da phrase, se a rerdade e cla-
reza dos principios, se a ore.a e exaclidao das
coosequencias l
E pois, Deus proteja o nosso bom votante, e o
anime na perseverauca do verdadeiro caminho.
Pouco importa a sua declarado de conser-
varse- no esphera da theoria. Se a theoria boa,
ella dev, e ha-de ser posta em pratica, mais ce-
do o mais tarde ; assim queira opaiz, e nos com
elle, a assim saibamos querer.
E de mais nao acreditamos que o nosso corre-
ligionario da eleigo directa queira, com seme-
lbante declarado, incorrer, sem oeceasidade, na
condemuago que bom censo, e a razio j pro-
ferirn) pela bocea do illuslrado conde Rossi.
besprezar a theotia o mesmo que ler a pre-
tenco por demais orgulhosa de obrar sera saber
o que se faz, e de tallar sem saber o que se
diz.
Sira ; o nosso correligionario da eleicao directa
bem sabe o que diz, o o que quer. quaodo nos
afnrma que a eleiQio directa a mais conforme
cora a monarchia constitucional representativa, e
a mais efficaz para se conseguir a liberdade ciril;
consequentetnente que a eleigo indirecta me-
nos conforme, pela sua mesma oatureza, com o
goveroo monarchico representativo, e com a li-
berdade civil.
E de feito assim A monarchia constitucio-
nal a unidade limitada pela multido, sto
, pela liberdade civil. Em outros termos, e se-
gundo Pascal, que, por cerlo, sabia mais poltica
do que os nossos interventores e oligarchas.
A multido que se nao redez unidade con-
fusao. A unidade que nao multido lorua-se
tyrannia.
ExcelUate deflnicao do governo monarchico
representativo, exclama Guizotl Multido a so-
ciedade ; unidade a razao, o complexo de leis
justas qae devem governsr a sociedade, ou a ver-
dadeira representado social.
Mas, a sociedade o municipio, e a provincia,
elementos constitutivos danago. E o que Qze-
ram os interventores e oligarcbas dos municipios
e das provincias?
Gragaa eleigo indirecta, e aos seas inevita-
veis vicios, conseguiram formar cmaras unni-
mes ; maiorias articiaes, e com ellas Qzeram as
leis da reforma judtciaria e policial, as de eleigo,
a da guarda nacional, e por meio testas estabe-
Leceramuma immensa rdedefuaeeianarios, todos
armados de forga, do direito de prender e proces-
sar, cobriodo lodo o paiz, e fazendo-lbe soffrer to-
das as torturas de Lacoon, enlagadu pela mons-
truosa serpe.
Perniciosa poltica I que acaboucom o patrio- 5.Wfm. Sr. prndente da Axsociaco Tu-
tumo das localidades, e consequeotemente com PSr<*phica Pernambucana.Em primeiro lugar
todo o patriotismo ; e solando o poder, o reduzio *lueira deaculpar-me o relardamenlo da resposta
urna unidade de acgo absoluta, sem restriego Io" eu devia ao oficio de V. S. datado de 31 de
e sem limites, bem differeote da unidade de qoe msio : resposta quo agora passo a dar. Iofeliz-
nos falla Pascal e Guisot, sahida do seio da mu- rapnU, nao me tem sido possivel, al hoje ef
tido ouda sociedade 1 fecluar a reaaessa de alguma surama, provenien-
Cegos pela unidade absoluta do pofler, os oli- }e assignaturas dos Enlevos. No desejo de
fiarchas anoullaram oa municipios e provincias, e fazer uma Primeira re/nessa, prometti enviar a
bem da otdem abstracta e geral, estancaram as v- s- 30OJ00O, iieairo de um prazo assignalado
fontes, d onde nasce o amor da patria. Seme- esperava eu. com meus proprios recursos pecu-
lhante algum louco que preteodesse formar um niarios, realisar miuha promessa, que licou e
edificio solido cora po a cinza, coraegarara por '
machucar e puWerisar os materiaes, que deveram
empregar na sua construeco.
Beceiosos de que os Ulereases loeaes, nao con-
ivessem germens de resistencia i soa omnipoten-
te aegao, apressaram-se em destruir todos os pon-
tos de apoio da liberdade civil. Aebaram que
ganhavam mais em ter negocios com os indivi-
duos, do que com poderes organisados em todos
os ponto* do imperio, e capazes de, no circulo de
suas altiibuiges, resistirem pela inercia acgo
exorbitante do poder. Os oligarchas, em uma
palavra, nao queriam que o pesado carro do po-
der encontrasse podras, que obstassem a sua mar-
cha ; convinha-lh.es uma estrada de miudae fle-
sivel areia, ecooseguiram fazc-la 1
E desle ento, guarda.nacional, cmaras muni-
cipaes, assemblas provinciaes, depulados geraes,
senadores, poder policial e judiciario. com hon-
rosas excepgoes, acompaoharam o carro victorio-
so do poder, e a vontado deste passou a ser a
Tontadeda oacjko. Pequeo estado, no vasto im-
perio do Cruzeiro, os oligarcbas constituirn) um
entro, em torno do qual se aggUmeram todos os
ioleresses, e se agitara todas as ambices. Em
face dessa oligarchia tudo no paiz permanece im-
movel. S vemos individuos perdidos em um
isolamento extra-natural, extranhosaos negocios
do seu proprio municipio, da sm provincia e
paiz, sem contacto como pausado, aborrecidos do
presente, e recelosos do futuro, langados como
athatomosem um plano immeosoeatvelado.edes-
{irer.dendo-se dia por da de uma patria que altes
nao encontrara em parte alguma, e cojo lodo
lhes idiffererrte ; porque sua affeglo nada s
prende, e nio pode repousar em coasa alguma.
Ah mita razao tinha Degerando, qaando,
eombsieado oligarcbas, semelhantes aos nosso*.
lbs dizia;
c Teme-se o que se chana o espirito de loca-
lidad. Nos temos fambem os nossos temores,
geral. wo eremos que hajam, em uro estada,
outros interesse! fea, alm dos Ulereases lo-
eaes, reunida quolo seo o* mesaos, equilibra-
oto em ouUoa tantos espelhos fiei.
E o que verdad qae patria entre dos i
se acha personificada nos potentados enes oligar-
chas. Nada ha alera del les. Nem se quer pou-
param-nos a magistratura mais popular a mais
til, que a constituirlo nos legou I
Na verdade o que sao os juizes de paz entre
Meados favores, o digni>iB>a sreadante Aa
Sumaca braeiUiro-HorUacia-iveisos fc-enero.
Brigue braaileiroMara Alfedoulver*.' 8-
nefos".
Brigue francezBettyvinho.
Bngue inglet9py_f*aeadaK
Brigue iaWes-Wiliiiiiaoitrtao* de farro. j
Barca inr*-
o presente o futuro do nosso paiz.
Um raotoaoto de reflexo, meus leilores,
quaotobasta para trazer-vos s nossasapprehen-
soes. Atteadei smente para a palavrajuiz de
paz !
Nao se comprehende inmediatamente tudo
quaoto ten semelhante cargo de til, de honroso
e de verdaderamente paterno em seu exereicio.
ges, e estas bem desampenhadas I?
Coofrootae agora o cargo de juiz de paz com as
pessoas qne o exercem entre nos, gragas oli-
garchia, e vos desceris do cu trra, ou desta
ao abysiro!
Uma magistratura que, por si s e sem debates
. regulares, e quasi sempre sem ippello, tem de
deerntmeno e liber- decidir de interesses ponco elevados, verda-
de ; mas interesses que constituem o patrimo-
nio da pobreza e dos desvalidos e assalariados,
confiada homens, pela maior parte, ignorantes,
im probos, assomados.caloteiros, violentos etrara-
polioeiros!
. A qoe mos teem os partidos, em sua cegueira,
confiado os cootos e milhoes dos pobres, que se
contara por patacas e mil ris 1
Ah I quinta probidade, equidade. inteligencia,
discernimento, prudencia calma, incorruplibili-
dade nao deve ter o cidado para se lhe confiar
um to respeitavel deposito I
E todava aioda nao dissemos tudo.
Considerae, meus leitores, o juiz de paz nos
procesaos de conciliacao, que a mais importan-
te parte de suas attribuigdes.
Ento veris o juiz de paz em sua verdadeira
grandeza. Collocado entre os interesses oppos-
tos de dous destruanos seus, pesando as vanta-
gens Ucontestaveis de uma accomodacao, e os
graves inconvenientes de ums demanda, o juiz
de paz, representa ah o poder benfico de um
pae de familia no meio de seus nlhos, terminan-
do as suas quesles e dissidencias com dogura.
bondade, justica e o quo mais terminando-as
com brevidade, e sem dispendios I
Poder tutellsr de seus districtanos, elle os livra
de pleitos ruinosos, que, destroindo a propriedade,
destruiran) o socego, a honra, a felicidade da-
quelles, que vivera sob a sua pateroidade civil.
Mas, esse poder benfico nao existe entre nos;
a oligarchia o converteu em esbirro eleitoral, e
para esse lim qualjuer ousado, qualquer turbu-
lento e jogador de cartas, e empalmador de listas
eleitoraes mais que sufficiente 1
E admiram-se os nossos homens polticos de
que o pauperismo cresca, a pequea propriedade
e a pequea cultura tenham desapparecido d'en-
trensll
F. *.
Publicages a pedido.
rinda (1), o tibio director eos eatugos. (f);o ze-
loso fuadador # escorar ceMral palo noaao me-
thodo, a-aVdVz otdra atn.tatno !JA o fe-
cunffo e roBito poeta Rngl TertVs MBoeira, a
amatar a> aattegi de aenUaa odocaoda, o Sr.
Dr. Meno Callado da Ponseaa, a autrae mui tas
pessoas das mais conspicuas, daquella Vaneza aVigae inalejEliz* Jaokenaarvo.
tropical. ^ leria#*a
O serao que dfructamoa m residencia da Sr. -
Dr. Menna, pedia, para ser descripto, a peona de
Mry, o Uimitatel -pintor das delicia italianas.
Imtginal uma da* mal fafmdsw ntrttes da
America I un dos arrabaidaa mai* campestres
de uma das mais seductoras etdadea I uma casa
vasta, franca, hospederra, cercada por toda a
parte de profuto jardim 1 a portas e janguas da
suas salas baixas abrem-se em alamedas floridas,
alegram a uoite com o rflexo de suas luzes, em
troca das vlragoes fragrant, dos mormnrios e
dos sons, da ineffsvel orehestra nocturna j dea-
tro, sabias meslras, ero flor de annos, ceceadas
de suas alumna, como irmais em meio de suas
irmas mais novas; o plano, o canto, a poesas
alternando-a* com a cooversa$ao cariosa e anl-
Obaervatorio
nho de 1861.
do arsenal de marinha, 26 de ju-
ROBUHO STEPrLE,
1* tsente.
Assoeiat^&Q I> po^raphiea l'ernam-
bucana.
[Conlinuaco dos documentos a que se refere a
publicaco feita de ordem do conselho director
na Diario n. t20.)
N. i.lllm. Sr. Carlos .Eduardo Muhlert.
De volta de ama viagem que Bl ao recoDcavo
desta provincia, desde os do anoo prximo pas-
sado, foi-me entregue o officio de V. S., datado
de 22 de margo do corrente anno : passo-a res-
ponde-lo.
Dos trezentos exemplare do meu liro de poe-
sas, que me foram confiados pelos Srs. Guima-
res & Oliveira, para serem repartidos pelos as-
signantes aqui residentes, apenas teem sido en-
tregues cento e trinla e tantos. A importancia
destes, apezar dos esforgos empregados, ainda
nao se acha cobrada nem na sua metade. Esta
a razao porque, at hoje, mau grado meu, nao
remeiti ao conselho director da Associago de que
V. S. digno presidente, quantia nenhuma pro-
veniente dos mencionados exemplares : por to-
do este mez, porm, ou por todo o vindouro,
quando muito, responsabiliso-me a enviar a som-
ma correspondente aos Uros distribuidos, ainda
quando, al ento, nao se teoha podido recolber
o produca total delles. Quaoto aos queseacham
em meu poder, continuarei a promover a sua
entrega e pagamento. Creio que, deste modo,
satisfago larefa de que, espontneamente, me
incumb, a qual V. s. e lodos os membros da
Associago Typographica Pernambu;ana sarao os
pnmeiros a recouhecer de difficil e tarda execu-
cao, altendeodo aos obstculos que rodeiam
venda de uma obra litteraria, em nosso paiz-'
obstculos que crescem de ponto, comrelaco ao !
meu encargo, visto como muitas das assignatu-
ras que arijrnriei sao de individuos, disseminados
por difTereiites pontos da provincia.
Queira V. S. dar-me as suas ordeiis. Deus
guarde a V. S. Baha 11 de abril de 1860.Frani-
Im Amerxci de Menezes Dona, socio honorario
da mesma.
*&&K*
lem fleado sem cumprimento. Entretanto,
assignantes continuara obstinados a nio pae*r
De posse da obra, esquivam-se. por mil modos
s satisfazer a aeu valor. Nao fallo ooa que se
acham fra desta capital, doa quaes difficil co-
brar as assignaturas. A" vista disto, V. S. ava-
har como devo tor amargado o encargo, que
tao espontanea e esperancosamente aceilei. A
responsabilidade que me e'lie impe, far-me-ha
oumpri-lo, anal de cuntas, ainda que com pre-
juizo meu.
Tenho a notar a V S. que nos 350 exemplares
dos Enlevos, que, por parte da Associago, de
que V. S. digno presidente, me foram confia-
dos, vieram incluidos 50, correspondentes a ou-
tras tantas assignaturas, promettidas por meu
amigo e Collega, o Sr. Francisco Antonio Filguei-
rs, sobrinho ; mas nao tendo este lhe dado o
respectivo destino, ficaram em meu poder, jun-
tamente com os outros. Portaoto, omito- me
admirei doqoe V. S. me ceromunicasse, qne o
dita Sr. Filgueiras lhe havia participado que me
entregara a importancia de 75 exemplares da mi-
nha obra, e que eu lhe passira recibo. E* um
ufano esse, qne V. S. aove rectificar, se o nao
boaver ferio j.
Deus guarde a V. S Bahia 29 de julho de
8f0.Fronkftr* Americo de Menezes Doria, so-
cio honorario.
[Continuarse-ka.)
Transcrevemos do u. 3 da Revista 4a Instruc-
gao /'uWtca para Portugal e brastl, de i de e-
ttajoro.de 1857, o seguate artigo da Sr. canse-
lheuo Aatouio PaUciaao de Caatilho, porque oes
"roce que dev* merecer a aitengao publica:
Eia o artigo:
*
Curso da indita otin*.
Iram dos prUaeiroa diaa da jaihote 1855, dee-
eaotercavaaio oa cidad* de OUcda, regressando
do Rio de Janeiro.
Das 26 baraaque a>Ui nos demoraraas, nao te-
mos de nos esquacer eai toda a vida, tanto
raada
trellas, que dissereis ser s qa-i estSo" tacita men-
te filtrando com os seus influios e brilbo o oiro
e aa pedreras para as entranhas de too abengoa-
das regioes.
O dentar, primeira figura do qoadro, e varn
qoe j tem o leu nomo na historia, um destee
entes raros que se admirara e amam desde o
primeiro relance, qae barmooisam perfeitamente
a gravidade enliga com a ousadia franca do pro-
gresso. o profundo sonso doa deveres com o sen-
so nao meaos profundo da liberdade.
A sua conversagio, desestudada. cheia, fluen-
to, carUheaa, uma eacyclopedia pora o uso
de todos, e das mais bem feitas.
Ouviodo-o, gosa-se ; depois de o ter ouvido,
medita-ae ; entrevm-se horisonte, aentem-ae
forcas para adiantar caminho com a humani-
dade.
As suas vistas voem Unge, sem se perderem
nos espagosindemarcidos, e quasi sempre nebu-
losos, da poltica.
Como estadista, sao a moral e a civilisagio a
sua bussola e a sua estrella polir: os esludos da
natareza, a botnica e a jardinagetn compdem os
seus passaterapos de predilecgao.
Imagine-se, com taes qualidades nativas e Cul-
tivadas, qoe instituidoras este bomem dereu
criar, para uma perfeita educagio feminil.
Certo, ha all muto que aprender para a pe-
dagoga pratica mais importante, par a que tem
em vista o philosophico principio de Aim Mar-
tin, da regenerado do mundo pelas oais de fa-
milias.
Psa-nos nao hsvermos po li Jo, no sosso rpi-
do trajelo de ave de arhbaco, aoalysar em to-
das as suas partes aquello collegio: perdemos as-
sumpto para um artigo, que, por sua utilidade
e agrado, viria figurar com dialUego entre os
principacs da nossa Revista.
O que se vai ler proar. melhor que amplifi-
cages rhetoricas, a singular tempera da alma e
do corago deste cavalheiro, com quem fainda
mal 1) apenas tivemos relages de duas ou tres
horas.
Em 21 de jnnho deste anno couvldava-nos o Sr.
Menna, com duplicadas instancias, n'uma carta
sua, e n'outra, que por um amigo commum, nos
nzera escrever, como que para mais nos empe-
nhar, a enviarmos-lheonosso Curso pMloeephi-
co-nemonico de lingua latina, para elle o man-
dar imprimir em quantos exemplares nos aprou-
vesse, e nos offerecer depois a ediego toda.
Eis aqui a resposta que lhe dirigimos:
? *
Illm. e Exm. Sr. e meu bom amigo.O offe-
recimeoto que V. Exc. leve a geoerosidade de
me dirigir, inflorado eom todos os melindres de
sua extremada e natural delicadeaa, captivou tu-
da a miaba gratido, e merece, para que digna-
mente se aprecie a nobre alma de V. Exc. nesta
idade de profundo solipsismo, que a imprenss
o commemore, o que eu vou fazer, apesar da
conviegao em que estou, de que a publicidade
tem de mortificar V. Exc. Licges destas, cus-
te embora um amigo ptimo, pede a moral e
ordena o interesse commum, que se nio deixem
no escuro.
Quanto porm a aceitar eu a merc da V. Exc,
quizera pode-lo, porque homens ha, o V. Exc.
um desses raras, quem ae (oiga de ser devedor;
mas son constraugido a recusa-la. O mou Curso
de lingua latina, eal j de muito ofTerecido por
mim Academia Real des SciuncUs de Lisboa,
de que tenho a honra de ser socio, e ha da ser
por ella publicado, assim que lhe eu hoarer pas-
sado a ultima lima ; operagao minuciosa e demo-
rada, de que por ora me desviara as incessaoles
lidas da propagago do bom ensino primario.
Pego j daqui licenga a V. Exc. para lhe dedi-
car a primeira edigo, como tributo do meu res-
peito, da rainna admiraco c do meu animo pro-
fundamerjteagradeeido.'Concedendo-m'a V. Exc,
ser esse mais um estimulo enrgico para me eu
apressarem por publicp este livro, nao sem cus-
to engeohado, mas que, por isso mesmo que
sfiaoga accelerago e aperfeigoamento n'um dos
ramos dos estados necessarios, j antevejo, en-
sinado pela experiencia, me ha de attrahir oppo-
sigoes de todo o genero, e todas as seviews da
ingralido.
Com a maior salisfago vi, as folhas do Re-
cite, o louvor devidamente pago aos perseveran-
tes esforgos de V. Ere. e das suas amareis lilhas,
muito minhas senhoras; tal collegio para a edu-
cago faminil mais quo um servigo a essa bel-
la cidade ; um iucentivo e um exemplo que
nao ha de ser perdido para todo o imperio. As-
sim assim, meu caro senhor 1 quanto menos
numerosos nos sentirmos, os partidarios do pro-
gresso pela educago, tanto mais necessidades
temos, tanto mais obrgago nos corre, de nos
reunirmos, de nos esforgarmos mutuameote. E'
com este mesmo intuito que nos havemos em-
prehendido aqu a Revista da Inslruccao Pu-
blica para Portugal e Brasil. Oxal q'ue d'ahi
nos coadjuvem, e de c nos nao desamparem 1
Com a consciencia, e com o liberal empenho
com qoe trabalhamos, o meu collaborador, ho-
mem de toda a conta, e eu, bomem de toda a
pertinacia, alguma cousa se ha de conseguir pa-
ra a illusirago dos dous paizes, assim como pa-
ro se respertarem, como cumpre, os lagos da
anliga fraternidade, que as vicissitudes plieas
nos lem trazidn lastimosamente relachados. Se
V. Exc. se dignasse uma ou outra vez de repar-
tir comnosco das suas luios, jl aconselbando-nos,
j escrevendo sobre algum dos mil assuiuptos,"
corapreheudidos no quadro amplissimo /la nos-
sa publicagao. V. Exc. accrescentaria a razoes
que eu j tenho para me assiguar, com toda a
verdad*),
i)e V. Eic. admirador
dissimo,
, .n Alkto,lio- Feliciano de Caatilho.
Lisboa, 10 de agosio de 1857.
Brigue nacional tratari* | Alfredo. viodo da
Bio de Janeiro coosigaado a iiuva Armara r Vt-
?,* a>Miresto oaefuiatt
3 caisa* lengo de. aigodia, 3 ditii chapea da
    30 rollos a W7 latas fumo, 35 raeias barricas
    vazias ; a ordem.
    Vapor nacional aJagoaribe. viodo dos portos
    do norte, manifeetoa o seguUle :
    12 caixs roercaoriaadWersa ; al. Gomperts.
    1 granderoda d ierra) el dita pefjuena; a Joa-
    quim da SaWcMtro.
    2 saceos alfodio, 1 barril sab otn rama, 28
    molhosda cotjrinhos a 127 couros salgados ; a L.
    A. Srqueiro.
    4Jeouros salgados, 13 meios de olla, 1 pacote
    Francisco Ferrara G.
    dos porto do
    ^L^.a.le.-,." cera de carnauba. 2 moiabeo de ferro ; a Antonio
    Doarle Orneiro Vianna.
    1 barril azeite de peixe, 2 barricas carne secca;
    a Francisco Alvea de Pioho.
    1 catxao queijos; a Manoel Jos da SiUat Grillo.
    2 rodas de ferro; a Antonia de Oliveira Borges.
    1 cjxota ignora-se ; a Tarrgiao Jos a Ma-
    deirds.
    1 dito dito ; Francisco A. M. Peres.
    1 bri1ui"na 1 garrafao, ignora-se ; a Xa-
    mede Jnior,
    678 meios de sola, 32 couros salgados, 1 alta-
    nado, 1 caixo garrafas com manteiga ; a Joo
    /os de Carvalho Moraes.
    1 caixo resina ; a Custodio Moreira Mas.
    ol ba^ric ,eDa a Jos* Rodiigues Ferreira,
    ld8 meios da sola ; a loo Boucio & C, e 1
    caixo queijoa,
    47 meio de sola ; a Vieira & Nelto.
    3 pacotes queijos ; a Manoel Gongalves da
    Silva.
    33 couros salgados ; a
    Menezes.
    Vapor nacional Paran, vindo
    norte, manifestou o seaointe:
    100 rollos com 45 arrobade Salsa ; a Arana-
    go Hyjo & C-
    50 d iioa coro 23 ditos de dita; Sk T. Bastos Si
    Irmos.
    t caixacom 300 latas de tabaco americano ; D.
    Aires H.
    2 caixas lengos de seda ; a Kalhmann 4 Irma os.
    1 dito com 130 chapeos de pslha chi; a Ma-
    noel Rodrigues Pinto.
    1 volume ; a Jos Guilherme Guimaraes.
    1 dito ; a Antonio Jos de Azevedo.
    1 caixo ; a Maooel Antonio Gongalves.
    1 malla ; a Luiz Antonio Pereifa.
    1 encapado ; a Sebastin Jos da Silva.
    2 bahs ; a Maooel Ignacio Britsic.
    1 embrulho ; a Augusto Collira da Silva Rio.
    1 sacca ; a Jos Viaona de Mello.
    1 eocapado ; a Theodoro T. de Assengo.
    t embtulho ; a David Wiliiam Bowoiam e 1
    modellu de pao.
    1 caiiotc ; ao Dr. Levino Pinto Brandao.
    1 rada de ferro quebrada : a A. L. dos Santos
    & Rohm.
    Brigue inglez Kelpie, vindo de Terra-Nova. con-
    signado a Sauuders Brothers 4 C. manifestou o
    segumte .
    2,200 barricos bacalho ; aos mesmos.
    Brigue ioglez Blita /enkins, vindo de Cardifl",
    consignado a Scott Wilson, manifestou o se-
    gointe i
    305 toneladas (brasileirac) de carvo de po-
    dra ; aos meamos.
    Polaco hispan hola Victor, vinda de Barcelo-
    na, consignado, a |N.| O. Biber 4 C, manifes-
    tou seguinte:
    126 pipas 13 meias e 235 barris com vinho tin-
    to e braoco ; aos mesmos.
    Exporiaeao.
    Da 22 de junho. '
    Barca inglesa Flor da Maia, para o Porto,
    carregaram :
    Jos Fernandos Ferreira 10 pranch-es de anta-
    relio vinhatico, com 2 palmos de largura e 26 a
    30 de comprimenlo.
    dem do dia 25.
    Patacho portuguez Mara da Gloria, para Lis-
    boa, carregaram :
    Francisco Severiano Rabello & Filho 1,650 sac-
    eos com 8.250 arrobas de assucar.
    Barca porlugueza Flor da Maia, para o Porto
    carregaram : '
    Maooel Joaquina Ramos a Silva 600 saceos
    com 3.000 arrobas de assucar.
    Pacheco & C. 150 saceos com 750 arrobas de
    dito.
    Aotono Ferreira Mooteiro, 300 saceos com
    1,500 arroba de dito.
    Patacho portuguez Lima, para a ilha de S.
    Miguel, carregaram :
    Balthar 4 Oliveira 15 barricas cora 70 arrobas
    de assucar.
    Bastos Irmos 10 ditas com 46 ditas e 30 libra
    de dito.
    Manoel Pereira Lamego 2 barricas com 9 arro-
    bas e 6 libras de asquear.
    Barca nacional Imperatriz, para os portos do
    Rio da Praia, carregam :
    Amorim Irmos70 pipas e 20 meias dita com
    14.720 medidas de agurdente :
    Brigue btspaohol Cecilia, para o Bio da Pra-
    ta carregam :
    Antunes Guimaraes & C 50 pipas com 9,2(10
    medidas de agurdente.
    HeccbtMloria de rendas nter
    geraes de Pernambuco.
    amigo e servo obriga-
    COMMfcJ&ClO.
    NOVO BANCO
    DE
    PERNAMBUCO.
    EMS5DKJUNM.DE'1861.
    O banco descont aa prsente semana a 10 /
    ao ano al o prazo da 4 mezes e a 12 / >t
    de 6 mezes, etomadinhairo em cooUgcoYreBts
    simples ou com juros pelo premio e prazo que ae
    convenciooar. *
    Rendimento do dia
    dem do dia 26.
    1 a 25.
    35:485*650
    1:6589692
    37:1449342
    Consulado provincial.
    aendimento do dia 1 a 25. 70 281g685
    dem do dia 26.......6:732j78l
    77:0145466
    MoTimeptf do porto.
    Navios entrados no dia 26.
    Rio de Janeiro 11 das barca porlugueza Formosa
    de 493 toneUdas, capito Joaquim Francisco
    Pioheiro, equipagem 16 em lastro; a Maooel
    Ignacio de Oliveira & Fithos.
    Rio de Janeiro pela Bahia SO dias e do ultimo
    Dotto 12 dias summaca hespaobola Amelia, de
    95 toneladas capilao PedroHPactran equipagetu
    11 carga caf ; a ordem,'tolo refrescar.
    Portos do Norte 5 dias vapor nacional Jaguaribe
    commandante Manoel Joaquim Lobato.
    Navios sahidos no mesmo dia.
    Liverpool barca ingleza John Martin capillo
    Eouard A. Slewart, carga aaeucar. e algodao.
    Canal pela Paralaba brigue- n|lez Crecan, ca-
    pitao Philtppe Le Groes, ero lastro.
    oa j?
    ae
    a.
    5'
    o
    &
    s
    Horas.
    Alfandeara.
    Rendimento do da 1 a 25
    dem do dia 26. .
    351:5*ti427
    16:501|789
    -. 368:0462rfc
    Movlmenlo da alfandena
    Volume entrados com fazendas..
    coa
    gneros.. 128
    Volamos
    >
    sabidos

    coa fazendas..
    coa gneros..
    1S4
    316
    128
    450
    Descarregam boje 27 de junho
    Polaca hespaobola Chronometro cana d
    charque. W^,M
    Soase hespaohoUArdlaiea.
    faitea bespaoholaEsmeraldaiddm.
    Polaca hespanholaIndiadem.
    Polaco boapanhotaDespegadaidea.
    (I) Erap*taidBo>oS>. Cooselbeira.JoaiBento
    da Caoba Piguevodo.
    (?) "
    S
    &
    B
    CA

    93
    1
    et
    7
    0 *-
    kthmosphera
    irecca.
    Intensidads.
    Fahrtnkiit.
    ? s jk a

    T----
    ~
    -a.
    a
    OantiOraafo.
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    ro-

    Cialart* AaaaVaw
    3S
    &

    e
    as
    -St
    a
    Vr***bz.
    ngitt.
    i~
    i
    Edita
    4ML
    o
    Illm. Sr.joop_
    vlncial, em virtud* daa
    thesouraria pro-
    . _'elTdo Etm. Sr. presi-
    dan le da protiadal, manda futrn. publico, que no
    da- 37 do corracHa, poraoie a junta da faieoda
    da mesma thaaaa>aria, *tA aooemente a praca
    para'ser arrematado a quem mais der, o reodi-
    mentb da podttfio da botraira da estrada do Gi-
    qui, serviodo de base para a arrematacao a
    quaofia-de 7:4811333, por anao, offerecida pelo
    licitante Florentino de Almeida Pinto.
    M arraraatacflo ser feita por lempo da tres
    annos, a contar do i* de julho do correte anno,
    a 30 de junho de 1861.
    As pessoav qoe se propozerem a esta arrema-
    lacocoraparecam na sala das sessestfa referida
    juota no dia cima declarado, pelo meio dia, de-
    vendo as habitiracoes ser juigaaa no dia 25.
    E para constar se mandou affisar presente
    a publicar pelo aBario.
    Secretaria da thesouraria provincial de Per-
    oaabuco, 19 de jambo de 1861.
    O Secretario,
    Aoionio Ferreira d'Annunciaco,
    Por orden do illa. Sr. inspector da alfaudega
    se faz publico que, no dia 27 do corrente mez se
    ha, de arrematar ero basta publica, depois do moio
    dia a porta desta reparlicao de cooformidade com
    a disposicKo do 4 do art. 300 do regulameuio
    fala e dous Irascos com ameixas seccas, pesando
    154 libras, valor da libra 333 ris, total 51&282
    vmdas do Havre no navio francez Solferino en-
    trado era 26de fevereiro sitimo, abandonadas por
    E. A. Burle 4 C, senda a arramataco livre de
    direitos.
    1861.O i* eacripturarioFirmino Jos de Oli- I
    vexra.
    . ~~ O Illm- Sr. inspector da thesouraria provin-
    cial, ai cumprimento da resolucao da junta de
    fazenda, manda fazer publico que a arrematacao
    dos pedagiusdas barreirasda ponte dos Carvalhos
    e Tacaruaa. fofam transferidas para odia 27 do
    correte.
    I para constar so mandou aluzar o presente o
    publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
    buco, 25 de junho de 1861.O secretario4. F,
    da Annunciaco.
    O Htm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
    em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presiden-
    te da provincia, manda fazer publico, que a ar-
    reraalacao da impresso dos.trabalrws.orsamentos
    e rotatorio da mosma thesouraria, fui transferida
    para o dia 4 de julho prximo futuro, serviodo de
    base o olTerecimento feito pelo licitaute Ignacio
    Beolo de Loyola de um por cenlo de abatimento
    no valor do ornamento.
    E para constarse mandou affixar o presente e
    publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de Per-
    nambuco, 25 da junho de 1861.0 secretarioA-.
    F. da Annunciar.no.
    O Illm. Sr. Dr. Tristo d'Alencar Ararip,
    ehefe de polica da provincia, para os flns conve.'
    nieates, manda fazer publico o s'guiit artigo da
    lei o. 1099 de 18 Je setembro di 1860.
    Art. 1. Ficam prohibidas as loteras e rifas de
    qualquer especie nao autorisa las por lei, ainda
    que corram aonexasa qualquer outra aulrisada,
    sob pena de priso simples de dous a seis meze#
    perda de todos os bens e valores subre que ver-
    sarem, ou forem necessarios tura seu rur^o a
    ..... M-. .o .s ttos i SaTaraas s a
    O Illm. Sr. regador do yanasio mandar
    avisar aos paes, tutores oa correspondente do
    alumnos internos, meio-pensiooistas e externo
    riI^?mo GrmnM'. f do dia 23 do correte-
    principia o recebimento das mensalidades cor-
    resB|>ndeDiaa ao tercalro trimestre do 1 e U-
    Iho ao.ultimo de aeteabro. Secretaria doGym-
    ?w?Z?T,"cw i* ptrD">co 22 de juorU da,
    ''"rT? B9cr*u^ *. A. Cabial.
    ..7 Fela1.adm"Hstrasie do correio desta cidade
    e faz publico, que em virtude da cooveaco pos-
    tal celebrada pelos governo braaileira ef ranee*
    serao expedid,, malas para a Europa no dia i
    V1t ?pt(nia!0' de woUrmidado com o aanrjo-
    co deste crrete, publicado no Diario de 29 de>
    Janeiro deste .oo. As carta, aerio recebid al
    z oras antes daquefor marcada para a sahida do>
    vapor, e os >ornae at 4 hora sales.
    Crrelo de Pernambuco 25 de juuho de 1861.
    Domingos dos Pasaos Miranda.
    Consellio administrativo.
    O canselbo administrativo para foroeciaento
    do arsenal de guerra te de contratar os genero*
    para o rancho-da compankia das menores do ar-
    senal de guerra durante os mezes de iulho *
    aaosto prximo- vindouro :
    To de 4 ooQas.
    Bolachas.
    Cha flyson.
    Caf em grao.
    Assucar refinado de 2a sorte,
    Manteiga frauceza.
    Carne verde.
    Uita secca. "
    Bacalho.
    Touciiiho de Lisboa.
    Azeite doce de Lisboa.-
    Vinagre de Lisboa.
    Feijo molatinho ou preR>,
    Arroz d&|arauho.
    Farinna de mandioca da trra.
    Quem quizer contratar laos genema- apreseat
    as suaa proposlas em carta lechada na secretaria
    do conselho, s 10 horas da-manha te dia 2$Oo>
    correte mez.
    Sala das sesades do consethe administrativo
    paraforuecimnia do arsenal de guerra, 10 d
    juobodel861. '
    Rento Jos Lamenha Lins
    Coronel presidente.
    Francisco Joaquim Pereira Lobo,
    , i ~. Goronel ""H"! secretario interino.,
    i, TTc J.?? Tme,ra Bsto, vice-consul de S M-
    II K VHtono Emauuele II in quesu cilla di e*'-
    nambuc.). per ordUe dell'Incancalo o'alTari ia
    Mo de Janeiro. uoltfUa ai sudditi Italiaul resi-
    denti in Pernambuco i'iurascritto real decreto.
    ITALIA.
    Z.eoe di S: M, II R Vittorio- Emanuele 11
    II suttoscntlo notica ai sudditi italtani test-
    deuti ai Brnsile
    i." Che S. M. con real suo decreto 17 marzo-
    ultimo scorso si e de*nata conceder piena am-
    nista delle pene incorse aai renilenli e refratta-
    rn d ogni leva cos maritlima come militare di
    ierra, tanto delle nuc-ve come delle amicho uro-
    vincie dello Stato.
    2." Che l'amnistia snddettasi rifensce alie leve-
    antenori a quella del 1859.
    3.* Che la slessa amnista non dispensa i reni-
    lenli dalt'obblige d-el servizio militare o rnarit-
    limo.
    4." Che i renilenli di qualunque et devonc
    preseotarsi riel termine di un anoo dalla data del
    real decreto sovracceuoalo agli ulTUii reali con-
    solari per essre munui di foulii di via per cos-
    nrsi in patria nauli l'autont del paese ovo
    tribuidos.
    1. Ser reputado loleria ou rifa a venda de
    bens, mercadorias oa objectos de qualquer natu-
    reza que se prometter ou elfectuar por meio de
    sorte ; toda e jualquer operac.o em que houver
    promessa de premio ou de beneficio dependente
    de sorte.
    2. N penas deste artigo incorrero :
    1. Os autores emprehendedores ou agentes de
    loteras ou rifas ;
    2. Os que distribuirem, passarem ou venderero
    bilheies de loteras ou rifas ;
    i. Os que por avisos, aonuncios ou por outro
    qualquer meio promoverem o seu curso e ex-
    traeco.
    3. O producto dos bens, valores e mullas de
    que trata o presente artigo, deduzidos 50 por cen -
    essero diritlo all'esen-
    zione per motivi oi f-miglia esisteuti alPepoc3
    dellincorsa renilenza possooo farli valere per
    roezzo di terza persona presso l'iuleudente.
    6." Che i renilenli possouo per mezzo di terza
    persona far presentare un cambio supplente pur-
    che idoueo, senza obWtgo di costituirsi personal-
    mente.
    7." Finalmente, che anche i renilenli sollo
    proeessso o K condaonati son ammessi a go-
    dere deiraronistia, porche soddisfacciano alie
    conduioui sovra preseme.
    II regio incaricato d'affari,
    Galaleri,
    del Cooti di Sela e de Sunislia.
    Rio Janeiro, 11 naa^gio 1861.
    iendo a directora das obras militares da-
    to de sua importancia favor da pessoa" ou era- uo^ba'aUoTe ulnte"0 **- '
    pregado que der noticia da iufraci;o ou promo- !
    ver sua repulsao, ser appltcado s despezas dos
    na, convida as pessoas
    que desta obra se quizerem encumbir a apresu-
    estabelecimenlos pos que o governo deVigVr "" OR o"?" oTStdS na,nIe^a,i, J'rectoria nos dias-
    8 4. Contra os infractores se procedern, for- ha s fda Un/e" "^ d39 l0 hraS ds ma~
    ma determinada pela legislaco em vigor sobre '
    os delictos policiaes.
    O secretario,
    Rufino Augusto d'Almeida.
    laclara 4^}vr.
    Batalho de artilharia a p
    numero 4.
    O conselho econmico do mesmo batalho con-
    trata o forneciment de gneros para as
    Directora das obras militares de Pernambuco-
    23 de juuho de 1861.O escriturario,
    m Joo Mooteiro de Andrade Malvioas.
    Gaixa lial do bauco do Brasil
    einPeriiaajbuco.
    Por ordem da directora e em cum-
    primento do disposeo no an. 4 do de-
    creto n. 2685 de 10 de novembio do
    o coa- f* ----- *^
    praca annonndo ai-se proceder dentro do
    arranchadas durante o segundo semestre do cor- ; prazo de 4 mezes a contar desta data a
    rente anoo. sendo arror. .-ssucar raaacavinho re- rubstitiiip3rt A.^ .. a a a* i Qara*a
    finado, azeite doce, bacalho, caf, carne secca, UD8tltul9dO das nota de B0f da emissao
    dita verde, farioha, feijo, lenha, manteiga, pi
    de 6 e 4 oncas, sal, toucioho e vinagre
    . os g-
    neros deverao ser de primeira qualidade. e as
    propostas para tal m, entregues na secretaria
    do batalho at as 10 boras da raanha do dia 28
    do correle mez.
    Ouartel do 4.* batalho na Soledade 19 de ju-
    abo de 1864.Maooel Goocalves Rodrigues Fraa-
    ;a,2. teoedte ageote.
    re- substitutcao di
    secca.I
    da mesma caixa.
    Caixa filial no lier.ife aos 20 de mar-
    co de 1861O secretario da directora
    francisco Joao de Barros.
    Convite.
    Por ordem do Illm. Sr. iospector da alfaode-
    - A ordem desta subdelegacia acha-se preso ff.," c,;T'daaos os S,s-aas'S"tos da mesma.
    um preto quoJiz cham.r-se Marcos e ser S de 15 diaf cantar,* ^Ta d,eDlr d P"M
    vo do Sr. HolUnda Cavalcanti. por ser encentra- : atoa* Jala deste.
    a
    ~T"
    deste, de confor-
    do for. de horas na tujhas de' w**^s7e7\ g"uTamento de" |f "tembo "2%Zf % '""
    zia de Santo Aotonio do Recife 21 de junho de
    1861.Villaga, subdelegado.
    01"escriptnrario
    Fumino Jos sis Oliveira.
    A caapanhia de cavallana contrata para CoDSemo econmico do batalho de n-
    fornecimenlo da cavalbada, oo segundo semestre fantaria n. 9.
    do correte aono, os gneros seguiotes : O niesmo conselho contrata para o fornecimeo-
    Capim, robas ; milho, alqueires ; farello, I to de suas pracas arranchadas durante o seaundo
    saccas de 90 libras : rael. garrafas. semestre do correle anuo, os gneros aeguiataa
    Outro sim, pontrata para foroecimeoto das pra-1 qu devero ser de boa qualidade.
    cas, os genero seguintes : Assucar niascavo refinado, ou branco em ca-
    Assucar raascavioho refinado, arroz pilado,; rogo,
    azeite doce, bacalho. carne verde, dita secca' | Arroz pilado.
    caf rooido, farinha da trra, feijo, lenha, man-
    teiga francez, paes de 6 oujas, louciobo-de Lis-
    boa, vinagre, aeooo todos estes gneros de boa '
    qualidade, e posto do quartel por Conta do for-
    neceder, cuja propostas sero eotreaues secre-1
    taria da companhia no dia 28 do corrente, pelas '
    10 horas da manha.
    Quartel no Campo das Princezas, 22 de junho
    de 1861.
    Manoel Joaquim Machado,
    Teneote commandante Uterino.
    CaDgelko administrativo.
    0 conselho administrativo, para fornecimenlo
    do arsenal ao guerra, tem de comprar os objectos
    seguinles :
    Para o 2 batalbio- de infantera.
    4 caldeiras de ferro para 50 pracas.
    4 caldeira do ferio para 200 pracas.
    32 fitas brancas para exercicios de esqueleto,
    toado cada uma 8 palmea de comprimenlo.
    32 filas encarnadas para o mesmo e com as
    mesmos dimenses.
    Para o 9" batalho de iofantaria.
    IM maclas da laa.
    8 pecas de fita encanada com 2 pollegadaa de
    Uceara.
    8 pe(aa de fila branca com pollegadas da lar-
    gara.
    Para a forlaUza de Tamaudai.
    1 pao para baodeir.
    Para provimento dos armazeos do almo-
    . xarisdo.
    1 baial da veraix preto.
    4 libras de potasas.
    50 macos de obreias.
    Para & campaobi doa maoores do anead
    '' degoerra.
    1 aafeUira }V,
    1 chocolatelra grande.
    Quem quizer vender taes objectos apiaaenle
    as su propostasem carta fechada oa secretaria
    do coaaelao, l 10 horas da mauhi do dia 5 de
    J^M PtPtoa vlodooro.
    Sala das sesses do conseibo aeVaainistralico,
    uli. -. t Btnf Jas Lomenka L\ns,
    (2)0^. Dr.josquimPlres||h.doPdrteUa.If^mBf^ib^S^uSif^^-f-1 ^ m?m1 lT^"*!. ,.
    (8) 0 Sr. Frxaaisco da FreitaaGamboa. [Bix,mr aa 0 h 4TaiTu7rJavaltaT P* frmuitnJoaqwm Perexra Lobo,
    *- b',**Wt?V>.' Coronel vogal secretario Uterino.
    Azeite doce.
    Bacalho.
    Caf em grao.
    Carne secca.
    Carne verde.
    Farinha.
    Feijo preto ou mulalinho.
    Lenha [cenlo em acba).
    Manteiga.
    Paes de 6 oncas e ditos de 4.
    Toucinho.
    Vinagre.
    Para contratar, os seohores negociante eom-
    paregam no quartel da Soledade no dia 28 do
    correte com suas propotas em carta* fechada*
    pelas 10 boraa da manha.
    Quartel na cidade do ReciSe 20 de junho do
    1861 .O teen te-secretario.
    Jos Francisco de Moraes Vascoocellos.
    Santa Casa de Misericordia do
    Recife.
    A Illma. junta administrativa da santa casa de>
    misericordia do Recife manda tazer publico, quo
    nao se leodo effectuado no dia 6 do corrente a
    arrematacao das readas da ilba do Nogueira, fra
    transferida dita arrematacao para o da 27 s-4
    horas da tarda, aa sala de suas aesses, largo du>
    Paraizo n. 49.
    Secretaria pSaat Casa da MisericordU do
    Recife, 19 de junho de 1861.
    F. A. Ciralaanti Coussairo,
    Escrivo.
    Coasulado de F ranga em
    Pernambuco.
    Tendo circulado a noticia que o ho-
    tel Inglez tinha ido vendido amgavel-
    mente, o conaul trancez apressa se em
    declarar que ete hato taliez adrede
    espalhado, para desviar algum licitante,
    nSo te ve fundamento algum, e que a
    venda do dito hotel breve sera' anniu-
    ciada para ser eita em letlao publico.
    -Vote 31 dejunha de 1861__Vte,
    E. de Lamont.


    V
    MAM* DI imUMDCa QSHSVW* VMHHO pe IS4t.
    THEATRO
    DE
    Sania Isabel.
    EMPREZA-GERMANO.
    Beclta extraordinaria livre de as-
    signatura*
    Sabbado 2) de junho.
    Ultima representando
    do mnito applaudido mystcrio em quatro actos e
    ruis dous quadros '
    GABRIEL E LUSBEL
    ouos
    NILAGRES DE SANTO ANTONIO.
    Com todo o seu apparato e machinismo.
    Terminar o espectculo com a graciosa come-
    dia em um acto, ornada de msica,
    TDBLGL im s um.
    PERSONAGENS.
    Alfredo........................ Germano.
    Theodorico. seu amigo......... Vicente.
    Julia, mulher do Alfredo...... D. Maooela.
    Rita, creada.................... D. Carmela.
    Jos.creado.................... Teixeira.
    Cemecar i 7 }i horas.
    Para.
    Segu oestes das o palhabote Sobralense,
    eapUoRaiM, aiada cacaba-earge: tratar con
    Caetaoo Cyriaco da C. M. &. Irmo, ne lado do
    Corpo Santn. 43.
    CASSINO POPULAR
    DE
    MASCARAS E PHANTASIA
    HO
    MAGESTOSOSALO
    DO
    PALACETE DA RA DA PRAIA.
    Seita-feira 28 do corrente.
    A sociedade Cassioo, gozando da iicenca que
    - o lllm. Sr. chefe de polica se digoou conceder-
    lbe dar oeste da um baile extraordinario de
    mascaras e phantasia, esero envidados os meios
    possiveis para o baile desle dia nada deixe a de-
    sejar, porquanto nao se pouparo despezas para
    esse lm. A msica oeste dia ser augmentada e
    tocar novas quadriihas do seu repertorio ; ha-
    ver lunch.
    Ser mantida a boa ot Jera e observadas as dis-
    ' posices do regulamenlo iolerno.
    Entrada para damas gratis, cavalleiros 2*000.
    Grande baile e concertos
    musicaes
    NOS
    Saldes do caes de Apollo
    Em beneficio do Sr. Jos Dias
    Al ves B raneo.
    Sexta-feira 28 de junho-
    A's horas do costurae, ter cometo o entrete-
    nimeoto por urna grande ouverlura por toda a
    msica do 4 batalho de arlilharia a p.
    O baile ser de mascaras e sem mascaras, sen-
    do as quadrilhas e valsas, scboltz, etc., que se
    tocarem as de melbor gosto do repertorio do be-
    neficiado.
    Nos intervallos das danras o beneficiado eje-
    cutar mui brilhtntes pedaQos das melhores ope-
    ras italianas, inclusive algumas pecas purameute
    militares.
    Espera toda a proteccSo do publico pernambu-
    cnoo, e desde j hypolheca aos seus protectores
    toda a sua grotido.
    Cumprir-se-ha fielmente o regulamento po-
    licial.
    Entradas para senhoras, gratis ; e para horneas
    a 2*000.
    ayisos martimos.
    MaraohaO e Para.
    O hiate nacional Rosa esperado nestes dias,
    seguir com brevidade para os portos indicados,
    por j ter parte do carregamento angajado : para
    o resto e passageiros trata-se com o consignata-
    rio J. B. da Fonseca Jnior, ra do Vigario Qu-
    inero 23.
    COttANHU PERMflBUCAr
    DI
    Navegado costeira a vapor
    Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
    cao do Assu', Aracaty Ceara',
    A carac' e Granja.
    O. rapor c Jaguaribe, commandante Lobato,
    sahir para os portos do norte at Granja do
    da 6 de julho s 4 horas da tarde. Recebe car-
    ga al o dia 5 ao meio dia. Encommendas, pas-
    sageiros e dinheiro a frete at o dia da sabida
    a 1 hora: escriptorio no Forte do Itattos n. 1.
    Ao Para
    segu o veleiro brigue escuna Graciosa, eapi-
    iao Joo Jos de Souza, por ter a maior parte da
    carga contratada, para o resto quem pretender
    carregar, queira entender-se com os consignata-
    rios Almeida Gomes, Aires & C, ra da Cruz nu-
    mero 87.
    Tambem Vender
    joiai de apurado gosto ao correr do martello.
    COMPINHIA BRASILEIRA
    mMut uvm.
    At u da 29 do Correle esperado dos portos
    do sul o vapor Cruzeiro do Sul, commandan-
    te o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo,
    o qual depois da demora do costume seguir pa-
    ra os portos do norte.
    Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
    carga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
    ser embarcada do dia de sua chegada at as 3
    horas da tarde, encommendas, passageiros e di-
    nheiro a frete at odiada sabida as 3 horas:
    agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
    do & tiendes.
    hWLM
    No dia sexta-feira 28 do cor-
    rente.
    O age o te Evaristo (ara leilao da armacao e di-
    vidas de deposito da ra do Rangel n, 6. perten-
    cente a masa fallida de Jos Jacintho Pacheco,
    no mesmo dia cima as 10 horas do dia, espe-
    rando a coDcnrrencia de seos freguezes para que
    sejadesta vez effectuado o leilo, no mesmo de-
    posito e as horas ditas.
    LEILAO
    .MA AGAM.
    Variado sor ti ment de cad ei-
    r s, com modas de mogno,
    sofs, toiletes, lavatorios
    etc., etc., e um piano. #
    Quartarfeira 3 de julho.
    Aolunes vender por coota e risco de quem
    pertencer na ra da Cruz do Recite armazem n...
    variado sortimeoto de moris, como sejam cora-
    modas de mogno, lavatorios, toiletes, secreta-
    rias e urna infioidade de objectos que enfadonho
    seria mencionar: no indicado dia e lugar as 11
    horas em pooto,
    LEILAO
    DE
    Rio de Janeiro
    O veleiro e bem conhecido brigue nacional Ve-
    loz, pretende seguir com muila brevidade, tero
    parte de seu carregamento prompto, para o resto
    que Ihe falta trata-se com os seus consignatarios
    Azevedo &. Mendes, no seu escriptorio ra da
    Cruz n. 1.
    Babia.
    A escuna nacional Carlota, capito Luciano
    Alves da Conceico, sahe para a Bahia em pon-
    eos dias, para alguraa carga que ainda pode re-
    ceber trata-se com Francisco L. O. Azevedo, rus
    da Madre de Dos n. 12.
    1 lindo cabriolet e
    cavallo.
    Sexta-feira 28 do corrente.
    Aotuoes vender un linde cabriolet com um
    bom cavallo. em seu armazem ra do Imperador
    o. 73, as 11 horas em ponte.
    Sitando desde ja prohibida pelo lllm.
    Sr. Dr. chefe de polica a venda dos
    bilhetes e meios bilhetes garantidos, o
    thesoureiro das loteras declara ao res-
    peitavel publico que nnguem os poae-
    ra' vender senio pelo justo valor.
    Acham-se pois a venda aos preeps abai-
    xo declarados na thesouraaia das lote-
    ras ra do Queimado n. 12 primeiro
    andar, e casas commissionadas na pra-
    ca da Independencia loja n. 22 do Sr.
    Santos Vieita, ra Direita botica n. 3
    do Sr. Chagas e ra da Cadeia do Re-
    cife n. 45 dos Srs. Poito & Irmo. A
    lotera a primeira parte da primeira
    em beneficio a greja de S. Francisco
    de Baula de Caxanga' e a extraccao
    sera' impreterivelmente no dia sexta-
    feira 5 de julho prximo no lugar e as
    horas do costume. As sortes serao pa-
    gas depois de distribuidas as listas.
    Bilhetes nteiros cada um 5#000
    Meios bilhetes 2#500
    O thesoureiro.
    Antonio Jos Rodrigues de Souza.
    Comprara-se moedas de ouro de
    20# a 2000 : na ra da Cadeia do Re-
    ctfe n. 22.
    baratissimas na lo-
    ja de fazendas qtje se est
    liquidando.
    Ra do Cabug numero 8.
    A DINHEIRO.
    Burgos Ponce de
    Len, est veodendo todas ss fazendas existentes
    na oja da ruado Cabug n. 8. por menos de seu
    cusi para pagamento dos credores da extincta
    irma de Almeida & Burgos, vende com melho-
    ria de razao por muito menos ss miudezas por
    nao serem ellas propriaa de urna loja de fa-
    zendas. .
    Das miudezas que se tem annunciado, ainda
    restim as seguiotes em muilo menos quantidade
    e por menos ainda :
    Fitas de seda de gros-de-naples, sarjadas bem
    encorpadas e de muilo bonitos padres para
    cintos enfeites de chapeos para senhoras. laces
    ae cortinados, fronhas de travesseiros e sinteiros
    de meninos de peito a 800 e a 1 a vara.
    franjas de seda pretas e de cores a 240 rs. a
    tfl5?snceze8 .finos **> ,*200- ll. **.
    b, ffiOU e muito largos a 4*, 49500 e a 81 a
    peca.
    , y* ,eda branco ou les de chapeos para senhora como para noiva a
    w rs. a vara.
    Armazenada
    de Pars
    DE
    Magalhies k Mendes.
    Ruada Imperalriz ouir'ora aterro da Roa-Vista
    loja armazenada de 4 portas n. 56, recebeu pelo
    ultimo vapor chegado da Europa, grande porcio
    ae saias balao de nova invencao para meninas e
    seohoraa o melhor gosto que ha nesU fazenda a
    o preco diminuto, mussulioa da India branca
    usa. muito mais fina do que cambraia para ves-
    tidos e barato p,eco, ricos corles braceos borda-
    dos com 3 babados 59000 e 6*000 o corte, novo
    sortimeoto de chitas de cores fixas a 160. 180 e
    200 rs. o corado, ditas fraocezas Haas a 240, 260
    280 o covado, o mitras muiUs fazendas por melada
    ?2aT2: loja "a,,zenada hs-ie aberta
    ta das 6 horas da manha s 9 da noite.
    AVISOS
    diversos.
    Rio de Janeiro
    segu com loda a brevidade a barca Mathilde
    por ter metade do seu carregamento engajado
    para o reatante, trata-se com Manoel Alves Guer-
    ra, na ra do Trapiche n. 14, ou com o capito
    Jos Ferteira Finio.
    Baha.
    A escuna nscional Carlota, capito Luciano Al-
    ves da Cooceigao, sihe para a Bahia em poucos
    dias ; para alguma carga que ainda pode receber,
    irata-se com Francisco L. O. Azevedo, na ra da
    Madre de Deus n. 12.
    Lisboa.
    O patacho portuguez Marta da Gloria, preten-
    de sahir no dia 29 do corrente por ter o seu car-
    regamento prompto ; para passageiros smente.
    trata-se com os consignatarios F. S. Rabello &
    tuno, largo da Assembla n. 12.
    Maranho ou Para.
    Segu o veleiro brigue-escuna Graciosa, capi-
    to Joo Jos de Souza : quem pretender carre-
    jar, qutir enteuder-se com Almeida Gomes
    Alves & C. ra da Cruz n. 27.
    REAL COHTAMIIA
    DE

    DAS
    mu.
    ageries imperiales.
    i ia ra do Trapiche n. 9.
    No ca Ia de julbo espera-se dos portos do sul
    por francez Bearo. commandante Aubry
    la So, o qual depois da demora do costume
    uir para Purdeaux com es:alai por Sao Vi-
    ;.te (onde ha um vapor em correspondencia
    ira Coree) e Lisboa.
    A corepanhia encarrega-re de segurar as mer-
    <'Jorias embarcadas a bordo dos vapores e rece-
    be !3ir.bem dinheiro e objeelos de valor com des-
    liiH*pan Londres em transito por Bordeaut e
    Boulojrne.
    I'an s coodiccoes, frete e passagens trata-se
    lia agetiia.
    Paquetes inglezes a vapor.
    At o dia 29 do corrente espera-se da Europa o
    vapor Tyne, commandante Jellicoc, o qual de-
    pois da demora do costume seguir para o Rio
    de Janeiro tocando n Bahia, para passagens etc.,
    traia-secom os agentes Adamson Howie & C.
    ra do Trapiche Novo n. 42.
    Para o Rio de Ja-
    neiro
    A veleira barca nacional Iris seguir com bre-
    vidade. Para alguma carga miuda, trata-se
    com Antuoes Guimares & C, do forte do Mal-
    los, trapiche do baro do Livramento n. 15, e
    para escravos. com os consignatarios Aranaga
    nijo 4 C trapiche Novo n. 6.
    Para Lisboa e Porto,
    sahir com brevidade a barca portugueza For-
    mosa, de primeira marcha : para o restante da
    carga e passageiros. para os quaes tem excelen-
    tes coromodos trata-se eom Manoel Ignacio de
    Oliveua & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
    torio, ou com o capito a bordo.
    Os. abaixos assignados
    membros da commisso en-
    carregada por alguns possu-
    dores de lettras e ni i tudas na
    circulaco pela extincta te-
    souraria provincial, de pro-
    mover a cobranca judicial dos
    referidos ttulos, convidan* os
    Srs. interessados a se reuni-
    rem no dia 28 de junho ao
    meio dia na casa da ra da
    Cadeia n. 36, afim de tomar
    na devida consideraco o que
    ha occorrido acerca de tal in-
    cumbencia e prescrever o
    procedimento ulterior que
    deva ter a actual commisso,
    ou aquella que a houver de
    substituir a respeito da refe-
    rida cobranza, .ecife 13 de
    junho de 1861. Manoel Joa-
    quimRamos e Silva. Anto-
    nio ae Moraes Gomes Ferreira
    Adriano Xavier Pereira de
    Brito.
    3U50OC i&c&o tjgpogtap Juca
    tkvuamliucAUA
    Hoje, 27 do corrente, as 7 horas da noite,
    haver sesso extraordinaria do cooselhe direc-
    tor e da assembla geral.
    Secretaria da Associaco Typogranhica Per-
    nambucana 26 de junho de 1861.
    J. Cesar,
    Io secretario.
    Liquidacao
    ,Ruado Queimado loja de
    i 4 portas n. 10.
    I Vende-se panno de supet ior qua-
    | lidade prora de limao cor de
    | caf a 3$.
    I Dito verde a o.
    I Dito preto a 3$.
    Dito azul a 3#. (
    Seroulas escossezas brancas a ,
    1*200 e1*300.
    Ditas de linho a 2^600 e 3*.
    Superiores manteletes de fil ,
    preto a 6*.
    Camisas de linho inglezas duzia ,
    50*.
    Ditas dita dita duzia a 35*.
    Ditas dita dita duzia a 40*,
    Ditas dita dita duzia 45*.
    Ditas dita dita duzia 50*.
    Aoerura para camisas com puuhos e colari-
    nhos a 4D0 rs.
    Ditas de Uoo esguio a 900 rs.
    nifoflSJJo braa .Bonett fraocezes para menino a 2500 ei3j,
    ditoa de
    marroquim dourado com plumas de um
    Leies.
    Leilao
    COMPANHIA PERXAMBCANA
    DH
    Navegaco costeira a vapor.
    O vapor Persinunga, commandante Moara
    sgue viagem para oa portos do sal de sua es-
    cala no dia 5 de julho as 4 horas da Urde Re-
    cebe carga at o ia 4 ao meio dia. Encommen-
    '". PMag*irof e dinheiro a frete at o dia da
    sahida a 1 bora escriplorio no Forte do Mattos
    D. 1.
    Lislioa.
    por!uu 't, canil," -^Menoel
    A.VJ., sege em pteos dias; p#d-
    receber alguna eatf, e *
    . ijh. '
    Quinta-feira 27 do corrente.
    O agente Hyppolito fara' leilao por
    conta e risco de quem pertencer de urna
    poreao de couros salgados avariados,
    no trapiche baro do Livramento, as 11
    horas em ponto do referido dia
    LEILAO
    Gurgel&Perdigo.
    Fazendas modernas.
    Kecebem e vendem coostanlemente su-
    periores vestidos de blonde com todos os
    prepares, ditos modernos de seda de cor
    e pretos, ditos de phantasia, ditos de
    cambraia bordados, lindas lazinhas.
    cambraia de modernos padres, seda de
    | quadriohos, grssdeoaples de cores e pre-
    i los, moreaolique, sintos, chapeos, en-
    eites para cabeca, superiores botoes,
    manguitos, pulceiras, lequas e extracto
    de sndalo, modernos manteletes, tai-
    mas compridas de novo feitio, visitas de
    gorgurio. luvasde Jouvin a 29500. I
    Muito barato.
    Saias balo de todos os tamashoea 48, '
    chitas rancezas finas claras e escuras a '
    880 rs. o covado, eolias de la e seda pa- '
    ra cama a 6j.
    Koupa feita. i
    Paletot de casemira de todas as cores
    a 10, ditos finos de alpaca a 6, ditos
    de brim 9 4j>, chapeos preos 18J mui-
    tas outraa fazendas tinto para senho'ts
    como para homem por preco inteiramente
    barato, do-se as amostras : oa ra da
    Cadeia loja n. 23, confronte ao Becco
    Largo.
    DE
    mrm wtmmmm
    Atten^o.
    Perdeu-se na tarde do dia 25 do cor-
    ^CarrOCas, 2 CarrOS de qu*- rente entre o Recle e o Manguinho, um
    tro rodas, carretoes, carri-
    nhos de mo etc., tudo de
    construqco americana.
    Terga-fira 2 de julho.
    Antunes vender no Porte do Mattos a
    zemdoSr. bario do Livramealo, fortes e bem
    cooalruides carracas para um e dous bois car-
    retoes de longa duraco, earriohos de mi
    dous lindos carros americanos para duas
    tro pessois. As 11 horas em ponto.
    e
    e qua-
    Continuado do leilo
    DOS
    Movis da massa fallida
    de Si queira & Pereira,
    capote de borracha : quem achou e
    auizer restituir sera' bem recompensa-
    o entregando-o na ra da Cruz n. 61.
    gRecommendaco aos Srs.
    S deengenho J
    # rj^j nn0 azul de "Penor qua- J
    ^ lidade para roupa de escravos a
    900 el*. #
    corrente.
    Sikf Menle,d0 convento da Gloria, pe-
    ri.n aheUM S1*- p,ra fMW 0 Mez Ma-
    ?orUd/0bnraKl"Co,Md8' equedeu ao
    Sderltr'lg0meDg'no- **
    L\is C"*?*o noelGooealve.
    Os advogados Dr. Antonio gorats da Pon-
    Sexta-feira 28 do
    o do^de^urio. da tSSSi^JJ& "US^J^
    O pav
    Hodr.^.i .5
    oras em ^onto.
    r&TfS2Zt-9H*l*"t:'
    Aluga-se um bom armazem na ra da Cruz
    n. 29, lendo sahida para a ra dos Tanoeiros, em
    boa localidade para qualquer estabelecimento : a
    tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
    Vende-se urna porcio de barris vasios : a
    tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
    Muito linda para um pre-
    sente.
    Urna linda mulatinha de 8 annos de idade, 2
    excellentes escravas com todss as habilidades, 3
    ditas para todo o servico, 1 moleque e 1 negro
    peca. 1 moleca de 18 annos bonita figura, 1 ne-
    gra cozinheira : na ra das Aguas-Verdes nume-
    ro 46.
    Esparlhos.
    rim^^?' D "l'?0 Pa1u,e "nd da Europa,
    nquissimos espartilhoa para senhoras, com mi-
    mosos e delicados bordados a agulha, fazenda in-
    teiramente moderna e de bom gosto ; vende-se
    por mdico prego : na ra do Crespo n. 7, es-
    quina da ra do Imperador loja de Guimares &
    Lima. w
    Oflerece-se um mo$o portuguez para cai-
    xeiro de qualquer negocio, dos quaes tem bastan-
    te pratica, e escreve soffrivel: a tratar na ra dos
    Mirtynos n. 36.
    Vicente Calabrez, subdito italiano, retira-
    se para fora da provincia.
    Msicas e pianos.
    J. LAUHONNIER, na ra da Imperalriz n. 23.
    acaba de receber pelo ultimo vapor da Europa
    urna bella colleccio de msicas para piano e can-
    to, dos melhores autores e muilo escolhidas ;
    igualmente se encontra era seu estabelecimento
    ptimos pianos ; assim como faz todos os con-
    certos e afina os mesmos instrumentos em pouco
    tempo e por procos commodos.
    Anna Fausta da Cunha Pern e Souza,
    achando-se liceucioosda pelo Eim. Sr presiden-
    te da provincia para ensinar particularmente as
    primeiras letras, tenciona abrir a sua aula no dia
    I. de julho prximo na ra Augusta n. 94. son-
    de tambem recebe pensionistas e meio-pensio-
    nistas ; asgegurando entretanto aquellas pessoas
    que lhe quizerem confiar a educecao de suas fl-
    uas, todo o desvelo e actividade no desempenho
    da ardua missao de que se va encarregar,
    Precisa-se de urna ama para cozinhar e fa-
    zer compras para urna senhora ; ao sahir do pa-
    teo do Carao para a ra de Hortasn. 9. primei-
    ro andar.
    < utileiro e espingardeiro
    I Wirr,
    amla e limpa com loda perfeicio navalhas de
    barba, tesouras, instrumentos eirurgicos, etc.
    etc., concerta e limpa espiogardas e espadas : re-
    commenda-seaosSrs. Drs. e operadores de lus-
    trar como de novo todos os instrumentos eirur-
    gicos e de dentista : roa eatreita do Rosario nu-
    mero 10.
    Lava-se e engomma-se com promptidao e
    asseio : na ra do Rangel n. 15.
    ma pessoa que tem de residir fora desta
    capital vende um grande sitio com excalleole ca-
    sa de morada e com propor;des para delle se ti-
    rar bom reodimento ; e para facilldade do com-
    prador oto pora duvida em receber sua impor-
    tancia em fazendas on molhados: cootrata-ae na
    ruada Cruz n.2,segundo andar.
    T^'U,~**0 P"me'ro andar da propriedade
    n. 13 da ra da Cruz, lado do oascenle, em qne
    mora o Dr. Jos Joaquina de Souza.
    lado a 4g.
    Oitos francezes para homem a 1$.
    Enfetes pretos de vidrilho para cabeca de se-
    nhora a S) e a 2500. \
    Ditos de lindas flores rancezas a 3*. 4# e a 5JJ.
    Vitos de froco de seda com as suas lidas bor-
    las a um lado a 2$.
    uoa de Jpehca de Jouvin para senhora a
    fltosde algodao finas e encorpadas a 240
    w rs. cada par e em duzias a 2$400 e a 3J.
    ohcos francezas de la bem acabadas para i
    senhoras enfermas ou paridas a 3j).
    Q^?, 22 tSk\ dlu ?e l0 de Jiono enfeitadas com bi-
    cos e fitinhas francezas a 1J.
    Duzias de meias grossas do Porto para ho-
    rnera a 1S600. cruas a 2J500 e a 3. tecidas de
    cores a 29500 e a 3*. meias para meninas finas
    leudas de cores a 3$, ditas brancas para senho-
    I UXT0,?.*' preU Para enhoras a 2J400
    2SMS' d,,as prel8S de l8ia P-ra Pa i j^Ocada par, ditas de seda preta para homens
    , 3M0 e a 3J> cada par, para senhoras a 91 e a
    j d cada par, e brancas a JOO e a 4 cada par.
    Pentes de tartaruga bem fornidos a impera-
    lriz pelo baratissimo preco de 8j>.
    S^01 ,lores f"cezes a 400 e muito finas
    a 10500 cada caixo.
    lS2&0 . ainaSonl".o prela e de cores Hndissimas
    a 500.640, 800, 1, 19280 e 1*500, ditas de cas-
    sa pintada de cores a 240 rs. cada urna e ricas
    maotas para grvalas a 3#.
    Cintures de borracha sem defeito algum pa-
    ra segurar calcas para homeos como para meni-
    nos a 200 rs.
    Chicotes para montara a 640 rs.
    Bengalinhas a 700 rs.
    Comestiques ou pomadas francezas para alisar
    cabellos a 60 e a 80 rs. cada pao.
    Botoes preto de vidro lapidado para casave-
    ques a 100 rs. a duzia.
    Bandees de clina para cabellos de senhora
    meninas a 800 rs.
    Collarinhos de esguio para homens e meni-
    nos a 800 rs., e sem ser de esguio a 400 rs.
    Tira de babados bordados em cambraia para
    saias de senhora. calcinhas de meninas, traves-
    seiros e para muitos ou tros enfeites de que as
    rh 500, 640 e a Ig cada tira.
    Toalhas de linho para rosto ou
    oOO cada urna.
    Lencmhos de retroz milo bons para as meni-
    nas de escola a 18500.
    rroneo de seda a 320 rs. a vara.
    TVancinAas de la para enfeites de vestidos
    de cassa e de chita a 80 rs. a pega.
    Meadas de linha preta a 80 rs. a meada.
    Cao fgido.
    Desappareceu do sitio do brigadeiro Joaquim
    Bernardo de Figueiredo, um ci grande de fila
    de cor parda, levando urna colleira de sola com
    argola de ferro ; por isso roga-se a pessoa que o
    houver pegado, o favor de leva-lo ao mesmo si-
    tio, ou ra estreita do Rosario n. 29, que ser
    bem recompensado.
    Ama.
    Precisa-se de urna ama que saiba lavar e en-
    gommar: na ra da Senzala Velha n. 22, segun-
    do andar.
    O Sr. Manoel Jos de Castro Vianna. quei-
    ra por favor ir ra Nova a. 7.
    Alten^o.
    Pede-se ao Sr. Antonio Igoacio Brandio o fa-
    vor de appartcer na ra de Apollo, taberna n.
    o, a negocio de seu interesse.
    CONSULTORIO ESPECIAL
    HOMEOPATHICO
    e a, 1861
    no
    DR. CASA.ViVA,
    30Roa das Crazes30
    Nesteconsaltoriotemsempre os mais
    novos e screditados medicamentos pre-
    parados em Paria (astinturas) por Ca-
    tellan e Weber.por precos razosveis.
    Os elementos dehomeopathiaobra.re-
    j eommendada intelligencia de qualouer
    I pessoa. *
    AVISO.
    O abaixo assigoado pede as autoridades poli-
    cises. pedestres e mais pessoas, de pegarem o
    seu escravo, com os signaes abaixo declarados.
    ?. fu6' n fia M do corrente mez de junho d
    Marcelino, moleque de 12 annos de idade,
    preto, crioulo. cara feia, nariz chato, ps gran-
    des, tem em um braco urna grande costura da
    queimadura de um buscap, gago ; vestido de
    calca de panno azul, paletot de azulao com bo-
    toes grandes de osso branco e booet preto; tem
    principio de spateiro, caooeiro, tem pai de ne-
    me Manoel da Matte, que meu escravo. Este
    moleque foi escravo do engenho d'Agua de
    Iguarassu, do finado Henrique Poppe Girio
    lio de minha mulher, e tocou em partilhas a'
    mesma. Rogo ao Sr. commandante da barca Vi-
    ga deste porto, para que em alguma barcaca ou
    canoa nao levem o dito moleque ; porque acabo
    de ser informado, que em urna barcada da cida-
    de de Mamanguape da proviocia da Parahy-
    ba, de que mestre Manoel Mequeliano, le-
    vou o meu escravo Bonifacio, que fugio-me do
    da 9 do corrente mez de junho. fazendo-me um
    crime, e que por vezes tenho annunciado por este
    Diario. Quem o pegar leve-o ra do Mon-
    dego da freguezia da Boa-Vista da cidade do Re-
    cae, em minha olaria n. 13, que pagarei loia3 as
    despezas e trabalho.
    Marcelino Jos Lopes.
    ^?m?m-??Hmm-mmfei
    I Obi
    I de se
    Nnva
    bacharel Witruvio p-
    ser procurado na ra
    Nova o. 23. sobrado da es-
    quina que volta para a
    camboa do Carmo.
    ARMAZEM
    DE
    tlleocao.
    ROUPA FWPA
    DE
    Joaquina Fraocisco dos Santos.
    pORlA DO QUEMADO 401
    Defronte do becco da Congregac* letreiro verde. S|
    Neste esUbelecimento ha sempra um sorlimento completo de roupa feita de todas aa Mi
    Deseja-se saber onde residem os herdeiros do
    finado Antonio Jos Patrieio, constohores da
    maior parte da propriedade denominadaSillo
    na Camanha, da freguezia do Taip. na provincia
    di Parahiba ; e caso queirara vender ditas trras
    dinjam-se ao capilao Manoel da Caldas Brando,
    all morador, que deseja compra-es.
    Deseja-se fallar ao Sr. Luix Antonio Lios
    Benevides a negocio de seu ioteresse ; na ra do
    Crespo n. 90, ou annuocie a sua morada para ser
    procurado.
    -- O conselho econmico do 1.a batalho de
    ofsntaria contrata para toroecimento das pescas
    do mesmo batalho, no segundo-semestre do cor-
    rente anno, os gneros alimenticios de primeira
    qoalidade, seguinles: arroz, assocar mascarado
    refinado, azeite doce, bacalho, caf miudo car-
    ne secc, dita verde, farinha de mandioca, f'eijao
    lenha, maoteiga, pies de 4 e 6 onjas, toucinbo
    vinagre : os licitantes que tal fornecimento pro-
    tenderen), dirigirlo suas propostas em carta le-
    chada secretaria do referido batalho al o dia.
    29 do andante mez.
    Qasrtel no Hospicio 25 de junho de 1861.
    Modesto Aotoaie Coelho de 01ieira Netto.
    .. TeoeaU agente.
    Mr. William Carapfcell sua familia, retira-
    se pera e Rio de Janeiro
    Jos Joaquim Dias 4 Reg, Tai j prarin-
    ciai de b#tuj safoet*. *
    qualidades,
    que tem um dos
    Casacas de panno preto. 409, 35$ e 309000
    Sobrecasaca de dito, 359 30900
    PalitoU de dito e de cores, 359. 30a.
    S5S000 e 20000
    Dito de casimira de cores, 229000,
    159. IX e 9*000
    Ditos de alpaka preta golla de vel-
    ludo, iigooo
    Ditos de merm-sttim pretos e de
    cores, 9g000
    Ditos de alpaka de corea, 59 e '
    Ditos de dita preta, 99, 79. 59 t
    Ditos de brim da coras, 5?, 49500,
    Ditoa de bramante de linho branco.
    gOOO, 59000 e
    Ditos de merino de cordo preto,
    159000 e
    ^i? 1l5*f.B,ira PMU d "rea,
    129.109. 99 e '
    DiUe de princeza e marin da cor-
    do pretos, 59
    Ditas da srim branco
    5S000, 4a500e
    Dita da ganga da corea
    Colletea de rallado prafe e de co-
    res, liaos a bordados, V2f, 9j ,
    Ditos de casemira preta e de corea.
    Kaoa e bordados, 9,5500,5| e
    e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
    melhores professores. r
    Ditos de setim preto 59000
    Ditos de seda e setim branco, 69 5*000
    Ditos de gurgurio de seda pretos e
    de coros, 7g000,69OOO e DOO
    Ditos de brim e fuslio branco.
    39500 o S9O00
    Seroulas de brim de linho 29200
    Ditas de algodio, 1J600 o 1J280
    Camisas de peito de fustio branco
    e de corea, 2$500 e 29300
    Ditas de peito de linbo 6J e 39OOO
    Dita* de madapolio branco a do
    cores. 89. J9500, 29 o 1*800
    Camisas de meias 1*000
    Chapeos pretos de massa, rraocezes,
    formasda ultima moda 101,89500 e 7WMK)
    Ditos de eltro, 9, 51, 49 5* 2*000
    Ditos deso de seda, ingleses o
    francezes. 149,1S. 111 e 79OOO
    Ccllaruihos de llnbo maito flnoa.
    novos feitioa. da ultima moda *800
    Ditos de algodio J5Q0
    Relogioa de oero, pateles horl-
    sontaes, IOO9, ft| 8W e 70J00O
    Ditoa doprata galvanisados, pa-
    tente hoaooues, 40f 309000
    Obras do ouro, aderejos o meios
    aderemos, purseiras, razetaa o
    anneis
    Toalhas do linho, duzia 125*000 a 10*000
    o do cores,
    89000
    89500
    39500
    39500
    4J000
    89000
    ajooo
    49500
    9500
    89000
    39500
    __


    DIARIO 01 fE1N4OUC0. QUITA fBlBA 27 M JUNHO DI l6 'k
    ()
    Cassino Militar
    Pernambucano,
    A direetoria scientiflca a todoi os sensores so-
    cios qee a segunda partida ter lugar.no da 13
    oe julho, e roga aos mesmos hajam de entregar
    8uas propostas de convite at o da 30 do corre-
    le, na ra Nota n. 46. primeiro andar. Outro
    sim avisa que no dia 4 de julho devero se reu-
    nir em assembia geral afim de tratar-se de ob-
    jecto de grande importancia e urgencia. A mes-
    ma directora agradece cordialmeote a todas as
    familias que comparecern) a primeira partida
    pela maoeira simples do trajarem, observando
    deasa forma sem discrepancia um dos ariigos dos
    estatutos que rege a sociedade.
    Recife 26 de junho de 1861.O !. secretario.
    Antonio Vilella.
    Alugam-se as lojas dos sobrados n. 37 e
    39 sitos na ra do Imperador : a tratar no Moo-
    dego em casa do finado cemmendador Luiz Co-
    mea Ferreira.
    OSr. Heorique Manoel da Silva queira por
    favor ir a ra Nov, loja n. 7.
    1., %* e 3.* tornos, das biograpbias de
    alguns poetas e ouiros homens illustres da pro-
    vincia de Pernambuco, comas poesas e muilos
    documentos e titulos inditos, e de grande inte-
    rese e apreso, pelo commendador A. J. de Mello.
    Em mo do autor.
    Precisa-se de dous amassadores que enten-
    dam perfeitameote do trafico de ama padaria ; a
    tratar na rna larga do Rosario n. 16.
    Paga-se 20#500 as moedas
    de 20#. >
    Na rna Nova esquina da Camboa do Carmo.
    Qniota-feira S7 do correte depois da au-
    diencia do Illm. Sr. Dr. juiz de paz do segundo
    districlo de Santo Antonio, ir a praga 12 cadei-
    ras, um par de consolos e urna mesa redonda de
    madeira pao d'olho, por execuco, tudo em per-
    eito[estado.
    Precisa-se a Inga r urna preta escrava, que saiba
    lavar e engommar, e para andar coro doua meni-
    nos, paga-se bem : na ra da Imperatrizn. 9, t
    andar.
    JoSo Ferreira dos Santos Jnior, lando ar-
    rematado aa dividas da massa fallida de Antonio
    Joaquim Vidal, comprehendidas as dividaa que o
    mesmo Vidal arrematou pra aeu pagamento de
    Thiago da Costa Porreira Estrella, faz sciente aos
    seus devedores que tem dado procuracao bastan-
    te ao mesmo Sr. Vidal e ao sollicitador Sr. Joa-
    quim Pialo de Barros, com poderes para recebe-
    rem amigavel ou judicialmente.
    Na audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de or-
    phaos, no dia 28 do correle, se ha de arrematar
    dous escravos pelos precos constantes, em poder
    do oorteiro do mesmo juizo.
    Joao de Siqucira Ferro scientific a
    seus numerosos amigoa e freguezes, tan-
    to destas como de outras provincias que
    mudouseu estabelecimento de fazendas
    quetlnhana ruado Crespn. 15 para a
    ruadoQueimado o. 10, onde continua a
    ter um completo sortimento de fazendas
    de todas ss qualidades.
    Quem precisar de urna ama para casa de
    pouca familia, dirija-se a ra de Apollo n. 37,
    que aehar com quem tratar.
    Joao Jos de Carvalbo Moraes e mais her-
    deiros de seu casal fazem sciente ao corpo de
    commercio desta praca, que fizeram venda do
    estabelecimento de ferragens da ra do Queima-
    do, a Joao Jos de Carvalho Moraes Filno, fican-
    do o abaixo assignado respoosavel pela liquida-
    cao do activo e passivo do mesmo estabeleci-
    mento, at 15 de abril prximo passado. Recife
    27 da maio de 1861.
    Joao Jos de Carvalho Moraes.
    Ira
    do afamado Abren, a de oulroa mnitoa abricaotes de
    SO NO PROGRESSO
    DE
    Largo daPenha
    Neste muito acreditado armazem de molhados
    continua a vender-ae os melhores gneros que ha no mercado, tanto em porco como a retalho,
    por muito meos prego de que em ouira qualquer parte, por serem viudos a maier parte delles em
    direitura, porconta do proprietario, por isso em vista dos precos dos gneros abaixo (mencionados
    podero julgar todos os mais, afiangando-lhe a boa qualidade.
    Manteiga inglcxa $erfeUamente flor. goo .. libra,. em bar.
    ril a 700 rs.
    Nlanteiga iraneeza, milhor que n, no merCado a 720 rs. a ia>ra.
    CU as mejores que lia no mercado vende.se, ,< qualdade 2m)t
    2a ditta a 2J500, 3 ditta a 23000, e preto a lgoOO a libra.
    MUeiJGS llanieilg08 eb^ados nasto ultimo vapor da Europa 2*800 rs. ditos che-
    gados no vapor passado a 1$800 e 1*600 rs.
    ..T '.*'" 8 melhorea que tam rindo a este mercado por serem muito frescaes a
    640 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
    i\menduas confeitadas proprlas para sones deS.
    * a 19000 rs. a libra em porcao se far algum abatimento.
    * **"" o carlo elegantemente enfeitados, muito proprios
    para menino, s no Progresso.
    Iloce da casca de goiaba a 0 caliao, em porslo. 800r8.8 no pragreso
    IOCC tte VlperClie em lstl de 2 Ubr mut0 enteitadas a 1*200 rs. cada urna, s
    no progresso.
    MaTMtdada imperial
    Lisboa a 800 r. a libra.
    Ameixas Traneexas ^ tra8C0S com 4 librM por 3^ cada l6 0 frs8eo -tl 14
    dittas portuguezas a 480 rs. a libra.
    Latas eom boYaeaimnas de A* eonUndo differente8 qiialdadeilf ,
    1*400. assim como tem latas de libras por 3S0OO, dittas com 4libras por 2g000 rs. no
    Progresso.
    ma$a ae vomave em latM de t librai por 900 tt e em lltag de 2|libr8 por 1*600 rs.
    \-*UOCOiait* 0 maig gwperior jjue tem Tind0 ( egte mercad0 a 900 ra. a libra.
    Bolacninua ingleza m(lll0 ao?a a3|000, barriCi80 no Ptogresso.
    Conservas trancen s e VngVexas rec.ntemente chegadas. 800 r,. ir.-
    co em porco se faz abtlimento.
    Paseas em caixinVias de 8 libras as melhore8 qu, tem vildoaeste
    mercado por serem muito grandes a 2J800 rs. cada urna.
    Espennacele snperior 8tm a,aria. 7oe rs a 1br ^caUa s.ar ^um
    abatimemto.
    .VVeiria, macarrao e talbarim .
    roba por 8$.
    V.r\ilbaa fraceas em UUM de, librt, m t g6 no Progre880.
    L.ataS Cdm peiXC de pOSta dasmelhoreI qualid.desqueh. em Portugal orno
    sejam savel, coogro, sarda, peixe espada,y vezugo, etc. etc. a 15100 rs. cada urna.
    Azeitonas mnito novas B 1J>200 rg. 0 barrlt em garrafa. ^ rg
    Palitos de dente lixados em molhot com macinh08 pot t00ri.
    L raqa es deste anno a 180 rg a earUj e em eaixa com 4 carli8 6s8O0 rg s
    no Progresso.
    * dag mai8 acreditada8 marMS ajoOO a duzia i retalho a 500 rs. a garrafa.
    %-nampanne muit0 gUperiora2000 rs. a garrafa, em gigo por 183000 rs.
    jrf. ett8arraladOS dag geguintes qualidades. Porto. Feituria, dilto Bordeaux,
    dilto Muscatel, a lja garrafa ; tambem tem vinhoCheres para 2J000 rs. a garrafa.
    V 1 llOS em PpafPm ^mpogcjo Port0t Fgueira.Lisboa, a 640 rs. em caada a4500.
    Presnnto de nambre inglez muit0 noT08. m .. libra.
    i. rcznnto de Lamego 0 que ha de bom ne8te gener0 a 430 rs> em porsaa a 4^, r8
    ^nonricas e paios, 560 ri# a 1br8> em barril em 6 dU2iag de paios por 108000
    Xoneinbo de Lisboa 0 maiino,0 qM ba no mercad0. m.. libra
    Banna do poreo rennada. mataalTaqM Pode h.ver .480 rs.. m*. em
    barril a 440 ra.
    mcndoas de casca mole. 480 r8., libra. em por5io ge (ar gw abati.
    ment, so no Progresso do pateo da Penha n. 8.
    Alm dos gneros aonunciadoa encontrar o respeitavel publico um grande sortimento de
    ndo quanto bom e barato. 4
    400 rs. a libra e em caixaa de urna ar-
    ATTEICO
    A8AT88,
    A requenmanto de Joa Joaquim da Caoba, teatsmenteiro e iaventariaote dos bena do fi-
    nado Joao da Silva Moreira, parante o juizo da segunda vara municipal, escrifo Baptiata, em
    prara publica de X do coeie, 3 e 6 da julbo prximo vindouro, tem de ser arrematados, os se-
    guidles predios:
    Metade de urna casa de 3 andares n. 32, rna do Queimado, com sotao, quiotal murado, cacimba
    valiada dita matado em 8:000. '
    Urna dita terrea n. 21, ra do Queimado, quintal murado 4:500.
    Urna dita terrea n. 23,ruado Queimado, quintal murado 4:800.
    Una dita terrea n. 63, ra do Queimado, quintal murado 4.000.
    Urna dita de aa andar n. U, ra do Rangel, um sollo, eaainha, quinUl, cacimba meeira 7:5000.
    Urna casa de um andar n. 3, ra do Rangel, cosioha fora, quintal murado, cacimba meeira, da
    qual uanruatuario do primeiro aadar em quanto vivo Mr, Domingas Soriano Pereira Si-
    jB, uaaQ arerM vaeUnentaru 7:000.
    A abaixo assignada fas scitnte ao <(speUavel
    publico que acba-se residindo em Olinta, ra da
    Rica de S. Pedro, caa n. 15. contigua s da es-
    quina, onde existe a meama Mes, e ahi tem ex-
    postos venda ornamentos sacerdotaes, e no Re-
    cife no pateo da matriz de Santo Aotoaio, na loja
    de sirgueiro de Antonio Joaquim Paoasco; e
    igualmente recebe encommenda dos mesmos;
    tambem faz reposteiros. baodeiras militares, e
    quaesquer obras de bordadura de ouro, como
    bem, estolas, tnicas, veos de sacrario, etc., etc.,
    e assegura sos seus freguezes que serio bem ser-
    vidos Mara Magdalena de Olireira Mello.
    Ama.
    Na ra das Laraogeiras n. 5, segundo andar,
    precisa-se de urna ama : quem estiver nestas cir-
    cumstancias, dirija-se a referida casa.
    Arrenda-se um graode sitio perto desta
    cidade, o qual tem perto de mil ps de arvores
    de fruto sendo 800 coqueiros, mas ou menos, boa
    slaria com porto de embarque a qualquer hora
    oe mar, sufficiente campo para plantaces ou
    dola de vaccas ; tambem se vender ainda mes-
    mo com prazo com as garantas necessariaa: a
    quem convier dirija-se a ra da Cadea do Recife
    n. 40 1" andar.
    Precisa-se
    de urna ama de leile, preferindo-se escrava, pa-
    gi-se bem : na ra do Queimado n. 7, se tratar.
    Industria
    Solda-se perfectamente toda qualidade de lou-
    ca fina ou ordinaria, porcelana, vidro, barro e
    pedra, garaotindo-se a perfeico e seguraoca
    visto que o annuociante est munido dos uten-
    cilios de sua prosso : na ra Direita n. 57,
    casa terrea.
    Na ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
    andar, precisa-se de urna ama para todo servico
    de urna pessoa, paga-se bem.
    &ML
    Precisa-se de urna ama-para cozioha : na ra
    da Cooceigao da Boa-Vista, sobrado n. 6.
    Na noite de sabbado para domingo, 15 do
    andante, furtaram. do sitio do Moudego, outr'ora
    quartel general, douscSvallos, sendo um grande,
    melado, e outro russo r quem os restituir a seu
    dono na praca do Corpo Santo n. 11, receber a
    gratificaco de 50.
    Alberto branco, subdito hesaenhol, com-
    merciaute as Alagoas, vai Lisboa.
    Aluga-se urna escrava moca, robusta e di-
    ligente, sabendo coziohar e engommar: no so-
    brado n. 13 da ra que vai detengo.
    Precisa-se de urna ama para urna pessoa :
    na ra dosTanoeiros, segundo andar.o. 5.
    Aluga-ae um terceiro andar com. boa cozi-
    nba na ra do Eocantameoto ; a tratar na ru
    da Cadeia n. 33, loja.
    Chegou no engenho Itapirema, de cima, co-
    marca de Goianna, no dia 12 do correte, o es-
    cravo Joaquim, de cor preta. de idade, pouco
    mais.ou menos, 25 aooos, procurando senhor
    para o comprar, e diz pertencer ao Sr. Jos Eva-
    risto do Rosario Vasconcellos, morador que foi
    em Santo Amaro; o tambem diz achar-se fgido
    ha trez mezes: por tanto quem direito tiver ao
    dito estrilo e o queira vender poder procurar
    nessa cidade a Jos Pinto da Costa morador na
    ra Direita n. 4; e nao se responsabilisar pela
    fuga, ou outro qualquer estwio qne possa appa-
    recer ao dito escravo.
    Aluga-s por prego cera modo tres casas
    terreas na Capunga, ra da Amizade, tendo cada
    urna deas salas, dous quarlos, cozioha fora e
    quintal grande : a tratar na ra da Santa Cruz
    o. 1.
    Precisa-se de um caixeiro portuguez para
    taberna, de idade de 12 a 16 anooa, com pratica
    ou sem ella : na ra do Moudego n. 97.
    Aloga-se a loja do sobrado n. 24 da ra
    da Cidade Nova em Santo Amaro, com 3 qui-
    tos, 2 salas, 1 galota, cozinha fora e quintal mu-
    rado ; a tratar no mesmo sobrado.
    Precisa-se de urna ama de leite
    para amamentar urna enanca, prefere-
    te captiva: nesta typographia se dir'.
    Ama de leite.
    Quem precisar de urna ama com muilo bom
    leite e sem filho dirija-se a ra da matriz da Boa
    Vista n. 35, primeiro andar.
    Aluga-se urna loja repartida, sita na ra da
    Praia, a qual tem tido venda, e serve para quad-
    quer outro negocio na livraria ns. 6 e 8 da pra-
    ca da independencia.
    Attenco
    Campos & Lima, tendo noticiado por este jor-
    nal aos ra devedores para que venbam pagar
    suas con tas, e como o nao levham feito, veem-se
    oa dura necessidade de os chamar a juizo sem
    excepeo de pessoa ou posicao ; muito deseja-
    riamos nao nos dessem ested'esgosto porque a to-
    dos respe-Hamos, mas os nossos compromissos
    fallam mais alio.
    O senhor
    Cae taao Aureliaoo de Carva-
    lho Couto, queira ir a fabrica
    Sebastopool, a negocio que lhe
    diz respeito.
    Agenciados fabricantes americanos
    Grouveri Baker.
    Machinas de coser: em casad t Samuel P.
    Johston & C., ra da Senzalla Nova n. 52.
    O Sr. Jos dos Santos Moreira que
    morou na ra do Rosario da Boa-Vista,
    queira annunciar sua morada que se
    lhe precisa fallar.
    Aviso.
    Francisco Maciel de Souza participa a seas nu-
    merosos freguezes tanto da praca cmo de fora.
    que tem de abrir novamente o seu estabeleci-
    mento de calcado feito na provincia 00 1.a de
    julho prozimo futuro, ns ra da Imperatriz, ou-
    tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
    dos Ferrciros, onde pretenda vender muito em
    conta, como decoalume, para agradar aoa fre-
    guezes : vender muito e gaohar pouco.
    Jos Anglada, aubdito heapaahol. retira-se
    para o Rio de Janeiro.
    Dcseja-se arrendar um eogeoho de boa pro-
    duccao e que lecha eacravoa e animaes sufficien-
    lea para o trafico ; tambesa se comprar a safra,
    escravos e animaes, se convier ao aenhorio rece-
    ber em predios neata cidade, que podern reoder
    de treg a quatro conloa de reis ; a quem convier
    annuncie para ser procurado.
    Na ra da Saudade casa de sotao
    de duas janella, hadara se alugar urna
    preta escrava, de ptima conducta, que
    cosinha e engomma com toda perfeico.
    Jos Joaquim da Cuoha, teslameoteiro e
    inventarenle dos bens do finado Joo da Silva
    Moreira, roga aos aniados de dito finado, que
    por acaso aioda nao tiveresa recebido seus laca-
    dos, para 00 prazo de 8 das e; a presenta rara ha-
    bilitados na ra da Praia n 16, am de ter exe-
    cuco a disooelcao do dito finado. Recife 25 de
    junho de 1841.
    Aluga-se urna boa escrava cosioheira'. aa
    travessa daa Barreiraa da Boa-Vista o. 2.
    Aloga-se um armazem no caes 22 de No-
    vembro d. 12 : a tratar em o. 24.
    ARMAZEM PROGRESSISTA
    36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
    DUARTE ALMEIDA & SILVA
    * ....'i LT qUe "T"1 PrSresso,' faz sciene aos seus freguezes que tendo separado a sociedade que tinhalcora
    K.ril? i^"^^be'^o com dous aceadosarmazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes de Souza, e o S?
    ZZn t l- Pnmei,r *r8Za0 de-Du8r,e & SUZa'.e SegUQd Da de Duar,e k]m{a & Silva : estes estabelecimenlos oflerecem grandes
    vantagens ao publico, nao so na timpeza e asseio com que se achara montados como em commodidade de preeo, pois que para isso resolvern) os
    ET2tt? W P"!n e S8US 6en/r0S em dreUura'afim de terem sempre completo 0rliraenl0' SrnSmfJm oteZ ao pu-
    I^ZwS .8k /r CeD, d PT qU6 Pram Craprar 8m 0UUa qualqer Parle' Pr isso dejando os proprietarios acreditaren,
    Z 3SK aerado garanurem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos era seus armazens e assim j poder ver o publico
    Tvi nel lZfrrcZ "i meSm E PeS8aS P0UC P?,C8S' 6m qUa,qUer Um d^^"beleciraenios, que sero L bera servidos corao
    Illk, a u lnUnC* '^"T ?0Dlrno de nossos nnuncos, e assim fundados naS vantagens que oflerecemos, pedimos a
    d^lt n ,rt J"i"5': SCnh0reS-de 6ngenh- 6 laVr,dreS qU8 fmandem a raeD0S SU8S ^^^ a' Primeira vez, afim de experimi, certos
    baTxo ?Z 12^2^2 T-aV0a9aU0 S PrPnelano4s for5" P>* servirem aquellaspessoas que frequeniarera nossos estabelecimenlos;
    gneros ^ S "^ Pr,S' Pr 0de '"* *ttbHc0 qUe Vendem0S baralissim. ttendendo as boas qualidades ds. nossos
    M*NTEIGA INGLEZA' especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em barril a 750 rs.
    rt HE!^K?n nelhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs. em barril e raeios.
    prSw n.S f"lh0 d mercada da moQ a 300 e era porcao lera abatimenk.
    PKtsUrs l HAMBRE inglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em porcao a 800 rs.
    nSSSS ^^^f VDd0,S d Prl de Parlcular > 560 Por Ubrl; inleiro a 460 rs.
    CHOURI^OS era barril de 8 libras a 49500 e em libra a 700 rs.
    QUEIJOS LONDRINOS chegados no ultimo paquete al.
    AMEIXAS FRANCEZAS ero latas de 6 5' ii2 a 1 a libra e a 12C0 a retalho.
    PASSAS era caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2800 e a 500 rs. a libra
    ESPERMACETE SUPERIOR sem averia a 700 rs. e em caixa a 660 rs
    CONSERVAS FRAiNCEZAS IINGLEZAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs e frasco
    ERVILHAS POBTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. o frasco:
    imrn COM BOLACHINHA DE SODA de diversas qualidades, a mais ova do mercado a 1450.
    VINHO EM GARRAFAS; J^TJ d8 Porl. Porto fino- genuino, necur, Carcavellos, Madeira secca eFeiloria de 13200 a 1*300 a garrafa e a
    ?RNa^cErni?,SHParl?*i,ariJCaM de P^ f ^.a 6 "' ga"afa ede 3580 8 4>80 ftanada-
    HKAsLUS LUM tRUCIAS de todas as qualidades de Portugal de 1*300 a 2*000
    ^JHS^J^S? MELHORES AUTORES DE LISBOA a 800 rs. a lata de libra e a 1*500 de duas libras
    LATAS COM GELEIA DE MARMELLO a 1&300 com duas libras.
    LATAS COM PEIXE SAVEL e outras muias qualidades. o mais bera arraniado quo tem vindo a 13400
    CAFE DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
    JlS? PA INDlA E MARANHO o melhor que se pode desejar a 3*100 por arroba e a 100 rs. a libre.
    VINHO BORDEAUX de boa qualidade a 800 e 1$ a garrafa e de 8*500 a 10*000 a duzia
    ?tuUT ni VERDADEIR0S SUSPIROS e outras muitas marcas de 25? a 3&800 e a retalho suspiros a 40 rs.
    Sn^l4. P0RC0 REFINADA a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril. /
    SERVEJAS DAS MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e MOOO a duzia da branca.
    VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 rs. a'garrafa e 19850 a caada.
    CA1XOES COM DOCE DA CASCA DA GOIABA a 19 e em porco a 900 rs.
    AZEITE DOCE PURIFICADO a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa cora 12 garrafas.
    COGNAC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
    QUEIJOS PRATO os mais novos que ba no mercado a 650 rs. a libra e inteiro a 600 rs.
    Genebra DE HOLLANDA a 640 rs. o frasco 69800 a frasqueira com 12 frascos.
    PALITOS LIXADOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos.
    PALITOS FLOR para denles, os mais bem feitos que ha no mercado a 280 rs. o maco.
    PALITOS DO GAZ a 3*000 a greza e 280 a duzia de caixas.
    AZEITONAS as mais aovas e melhores que tem vindo ao mercado a 1*200 e barril.
    AMEN DO AS COBERTAS as mais novas e bem arranjadas que ha no mercado a 1* a libra eem porc5o ter abatimento.
    ______Alera des gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a niolhados.
    Em praca publica do juizo de orphaos do
    termo de Olinda, se ha de arrematar por arren-
    damiento annual no dia 27 do correle mez, ao
    meio dia na porta da casa da residencia do Or.
    juiz municipal e de orphaos um sitio de coquei-
    ros no lugar do Rio-doce por *9S, perteoceote
    aos orphos 'filos do nadi. Manoel Francisco
    Pereira Call.
    Jos Carneiro retira-se para o Rio de Ja-
    neiro.
    En unir publica do juizo de orphaos do
    termo de Olinda se ha de arrematar por alugael
    menaal no dia 7 do corrente mez ao meio da
    na porta da casa da residencia do Dr. juix mu-
    nicipal e de orphaos os beosseguinies : urna ca-
    sa na ra do Varadouro por 48500, outra aa raa
    da Poeira por 2*, e outra ns ru do Bom-fim por
    38, perteoceotes ao orpho Tilo Joao Machado.
    Precisa-se de urna ama de leite : a trataj
    na ra Imperial, sobrado n. 87.
    P. Caucacas subdito Francez retira-se para
    a Europa.
    Precisa-sede 1:000*. daBdo-se por hypo-
    theca um iiredie ; quem quizer annuncie para ser
    procurado.
    - Chegandornente agora as mos do abaixo
    tssigoado um amuncio da Exm.a Sr.* D. Briles
    Sebastiana de Moraes, em que previne aos la-
    belliaes afim de nao passarem escripturn dos
    poucos bens que possue e isso porque bao de
    pertencer-lhe, poie que j oble ve urna sentenca a
    seu favor, sou (oreado a declarar que nao pre-
    tendo dispor de meus bens e que a sentenca que
    j obteve a Exm.* Sr/' D. Bntes ainda me nao
    conveuceu de que de*o bear em estado de lhe
    bater a porta para mendigar urna esmola. Recife
    22 de junho de 1861.
    Coiumbo Pereira de Moraes.
    Precisa-se de unsprimeiro andar oom os
    commodos necessarios para familia, em algumas
    das principaes ras do bairro de Santo Antonio :
    a tratar na ra da Imperatriz n. 38, segundo
    andar.
    itviso.
    Tendo o proprietario da loja de louca da ra do
    Rangel n. 28 passado toda a louca existente na
    mesma para o seu armazem na ra da Cadeia do
    Recife o. 8. deixand^o nicamente a armaco, a
    qual lhecustou 2008; ,v'sa a quem convier (me-
    nos para taberna ou acougue) a dirijir-se sua
    casa, que far negocio, pois vende a armaco ba-
    tata, o alugael commodo e a dita casa est si-
    mada em bom lug'ar.
    Na noite de 23 para 24 do correte, rouba-
    ram da loja do abaixo assignado, na ra Impe-
    rial, os objecios seguiotes:
    1 correte de ouro, grosss
    1 dita fina, pesando todas 54 oilavas.
    3 traoselins finos.
    4 sneles, sendo 3 de pedra e 1 de brilhante.
    3 adereces modernos.
    1 dedal re ouro,
    1 relogio borisonlal, com urna corrate.
    t salva de prata, pequea.
    t copo de prata.
    1 faca apparelhjda de prata.
    2 dedaes de prata.
    1 par de rozetaa de ouro.
    2 alfinetes de aenhora.
    3 cortes de calcas de casemira.
    1 peca de esguio de lioho.
    1 dita de madapolo fino.
    1 Chale de Toquim, usado.
    2 pessas de chita fina.
    1 par de borzeguins, novo, de hornera e algu-
    na roupa j servida, e em diuheiro quioheotos
    mil ris em ouro e prata ; e em sedulas e cobre
    cincoenla mil ra.;
    Roga-se a quem fr offerecido queira pegar e
    avisar o abaixo-assignado, que gratificar, e
    mesmo a quem der noticia do roubo.
    Pedro Alexandrino dos Pra xeres.
    No di J7 do correte, as 2 horas da tarde,
    na casa do Dr. juiz de. paz do 2. districto da fre-
    guezia de Santo Antonio, se ho de arrematar al-
    guos movis perteucentes a Ameria Tbeodora
    Brasileira, por execuco da Manoel do Amparo
    Caj & C.
    Wm. Spesen, subdito inglez, vai Ingla-
    erra.
    No dia 28 do corrente, as 10 horas da raa-
    nha, vai praca na porta do Sr. juiz de paz do
    1.* districto da freguezia de S. Fr. Pedro Goncal-
    ves, 26 livros, 6 cadeiras, 1 machina, e 1 mesa
    redonda, por execuco de Coostaot Declereq con-
    tra Joaauim de Cont, e a ultima prags.
    Manoel Garca subdito Hespanhol retira-se
    para o Rio de Janeiro.
    Desappareceu uo dia 13 do corrente, do si-
    tio de S. Jos do Manguinho, o escravo crioulo,
    maior de 50 sodos, de nome Joaquim, com os
    signaes seguiotes : cabellos braneos, alto, secco
    do corpo, e usa alpargatas ; este escravo foi pro-
    priedade do Sr. Manoel Jos Pereira Pacheco, do
    Aracaty, d'oode veio para aqu fgido : roga-se
    a todas as autoridades policiaes a quera qoer
    que o encontr, de o capturar e entrega-lo no
    sitio cima citado, ou na ra do Trapiche o. 15
    a Jos Teixeira Basto.
    Precisa-se alugar urna preta captiva ou for-
    ra, que saiba bem coziohar e engommar: na ra
    Bella n. 37, primeiro andar.
    Manoel Luiz Coelho retira-se para fora da
    provincia.
    Irmandade do Espirito Santo
    em S. Francisco.
    De ordem da mesa regedora convido aos nos-
    sos irmos para comparecerem em nosso consis-
    torio no dia 29, s 9 horas da maoha, afim de
    proceder-sea mesa geral, marcada para esse dia;
    e aos irmos novamente eleitos afim de toma-
    rem posse de seus lugares.
    Joaquim Gueonesda Silva Mello.
    Secretario.
    SOCIEDADE BASCAKIA-
    Amorim, Fragoso Santos
    Companhia
    Sacam e tomam saques sobre as procas do Rio
    deJaoeiro, Maranho e Para.
    Precisa-se alugar urna engommadeira, com
    tanto que seja portugueza e de boos costumes :
    na ra Formosa do bairro da Boa-Vista o. 17.
    Aluga-se na ra do Queimado urna sala
    com tres quartos e cozinha fora, propria para
    pouca familia: a fallar na meama ra, loja de
    ferragens n. 14.
    Precisa-se para urna taberna na Escada de
    um caixeiro de 10 a 16 annos ; a tratar na ra
    do Rosario n. 1.
    Na ra da Cadeia n. 29, precisa-se de um
    boleeiro forro ou escravo.
    Precisa-se de urna preta escrava que saiba
    coziohar: no sitio do Manguinho, em casa da
    viuva do Carvalho.
    Compram-se
    escravos de ambos os sexos para se exportar para
    fora da provincia : na ra Direita n. 66.
    viudas.
    Vende-se urna preta crioula, de idade 20
    anuos, a qual cozinha, cose e engomma t na ra
    de Apollo o. 37.
    Padaria.
    Acha-se urna padaria bem montada, proropta
    a irabalhar, em muito bom lugar, bem como um
    deposito bem afreguezado, perteoceote mesma,
    cojos eslabelecimeotos se vendem muito em
    conta, ou tambem se aluga ; qoem pretender,
    dirija-se a travessa do Arsenal n. 1 a 3.
    Alhos.
    Compras.
    A saboaria da ra
    Imperial,
    Compra caixas vasias que
    tenha a marca da casa e es-
    tando em bom estado, paga
    200 rs. por cada urna.
    Compram-se moedas de ouro de 20* por
    20^500 : na ra da Cruz do Recife o. 30, primei-
    ro andar.
    Joao Correta de Carvalho,
    faiate, participa aos seul auna,
    rosos freguezes e amigos que mu
    dou asua residencia da ra da
    MsHre d'D"os h. 36 para a ra
    da Cadeia to Recife n. 38, pri-
    B meiro andar, aonde o en contra-
    L ra prompto para deieolpenbar
    qualquer obra tendente a sua
    arte.
    s
    Banco de Portugal.
    Marques, Bsrro>& C. autorisados pe- $
    los agentes do banco de Portugal no %>
    Rio de Jaoeiro, comprara saquea sobre
    as pracas de Lisboa e Porto, de qual- 55P
    querquanlia. fS}
    Ni ra da Madre do Dos n. 6, armazem de
    Machado Rodrigues, vendem-se canastras com
    100 massos por 2J500 cada caoastra, em bom es-
    tado.
    Veade-se a taberna da travessa das Cruzes
    u. 14; a tratar oa mesma.
    Attenco.
    Vende-se, e que seja para engenho, urna es-
    crava de naco, sadia e moca, tem boa figura, e
    sem victo algum, cozioha, lava, engomma e cose,
    tudo com perfei;ao ; a tratar na ra Imperial,
    outr'ora aterro dos Afogados, casa n. 253.
    Espermacete
    a 640 e 700 rs. a libra.
    Em caixa 600 rs. e 680, manteiga ingleza a 800
    e640 ; no armazem da estrella, largo do Paraizo
    numero 14
    Vende-se um balco proprio para taberna:
    na praca da Boa-Vista n. 9.
    Vende-se urna casa terrea na ra das Cinco
    Pontas : a tratar no Passeio Publico n. 7.
    Vende-se urna pequea taberna sita oa ra
    da Capunga Velban. 21, com poucos fundos, pro-
    pria para um principiante, a dinheiro ou a pra-
    zo com boas firmas ; a tratar com o Figueiredo
    ao p da pontezioha da mesma Capuoga.
    Vende-se um sobrado de dous andares e
    sotao na ra de Santa Rila : a tratar na rna das
    Cruzes n. 18.
    6'osioheiro.
    Compra se ou aluga-esum preto que seja bom
    coainheiro : a tratar na raa do Amorim n. 35.
    **&
    SCompra-se urna escrava negra ou mua- 9
    ta qae saiba bem cosiohar e engommar: %
    aa roa do Crespo o. 17, loja de Guimares m
    m & Vilar. S
    Compram-se escravos do sexo masculino de
    12 a 20 anooa, cabras ou negros na raa da Impe-
    ratriz i. 12 loja.
    Grande exposicao
    DE
    balaios finos.
    No deposito da ra estreita do,Rosario n. 11 e
    juntamente nosslo para familias esl vista de
    todos que quizerem honrar este estabeleciruento
    tanto para o crvete como psra escolberem entre
    a grande quaotidade de balaios muito finos da
    Italia, como sejam para costura, psra compras,
    para meninas, para roupa engommada, e para
    se darem com mimos,assim como carrinhos para
    meninos, e caluogas de todas as qualidades. co-
    mo seja joogalamaste e muitos oulros objectos
    proprios para familias.
    Expsito de bichas.
    No deposito da ra estrella do Rosario o. 11,
    vendem-se bichas a 500 ra. cada urna, e aluga-
    das muito em conta, motivo este pelos proprie-
    tarios estarem com 10,000 bichas em deposito, e
    garaote-se a qualidade a qualquer pessoa quo
    comprar ou alugar.
    Exposicao de queijos,
    Na ra estreita do Rosario n. 11, deposito de
    Sodr& C. esl feitauma exposicao de queijos a
    saber, queijos do Serid muilo frescos, londri-
    nos, do Reino, das Unas a 100 rs, de prato,
    suisso a 400 rs.. presuntos ingleses, e oulras
    muitas cousas que s vista dos freguezes.
    Fazendas paratas na rea do Queimado n.
    69: chales de froco finos a 3*200, ditos de la es-
    tampados finos a 6*200, saias de balo com renda
    a 3J, ditas de 30 arcos a'3j900, chitas francezas
    finas a 320 o covado, chapeos de sol de seda in-
    gleses a 11*. ditos de panno grandes a 3* cada
    um, e todas aa mais fazendas que se procurando
    por todo preeo se vende ; na ra do Queimado
    n. 69. A loja se ach a berta at as 8 horas e
    meia da noite.
    y


    <*>
    I1RIO SI WRHiMlDCO. GILKTA FHR1 17 11 J5H0 DI* 18l.
    Potassa da Bussia e cal de
    Lisboa.
    o bem couhecido eacreditado deposito da ra
    4a Cadeia do Recite n. 12, ha para vendar a ver-
    dadeira potassa da Russia, nova e de superior
    qualidade, assim como tambem cal virgem em
    pedra ; tudo por precos mais batatos do que ara
    eutra qualquer parte.
    Acaba d
    chegar
    ao novo armazem
    DE
    BASTOS k REG
    Na ra Nova junto a Con-
    ceico dos Milita-
    res n. 47.
    Um grand e variado sortiroento da
    roupas feias, calcados fazeodas e todo
    estes se veodem por pregos muito modi-
    ficados como de seu costume,assim como i
    sejam sobrecasacos de superiores pannos X
    fe ca sacos feitos pelos ltimos figurn os a p|
    268,289, 309 359, paletots dos mesmos !
    pannos preto a 16g, \8$. 209 e a 249, ff
    ditos de casemira de cor mesclado e de *
    novos padres a 149.16, 189.209 e 249, $
    > ditos saceos das mesmas casemiras de co- 5
    f res a 99. 109.129 e al49,ditospretospe- X
    lo diminuto prego de 8, lOj}, e 12$, ditos O
    de sarja de seda a sobrecasacados a 129.
    1 ditos de merino de cordo a 129, ditos 9|
    O de merino chinez de apurado gosto a 159, 21
    ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109, S
    ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de 9
    & seda Cazenda muito superior a 49500, di- 8
    tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49 g
    e a 49500, ditos de fusto branco a 49, |
    Je graude quantidade de calcas de casemira g
    * preta e de cores a 79, 89. 99 e a 10, ditas ||
    5 pardas a 39 e a 49. ditis de brim de cores Z
    H tinas a 2S500, 39. 3500 e a 4$. ditas de fe
    j 69, ditas de brim lona a 5; e ,1 6$. colletes ^
    de gorgurao preto e de cores a 5fl e a 6S. <*>
    ditos de casemira de cor e pretos a 4$500 jjj
    8e a 59, ditos de fusto branco e de brim 5
    a 39 e a 39500, ditos de Brim lona a 4$.
    ditos de merino para luto a 49 e a 49500, 9
    caigas de merino para luto a 4<500 e a 5, 5
    S| capas de borracha a 99- Para meninos 32
    J> de lodos os tamanbos : caigas de casemira
    m prefa e d cor a 5j, 69 e a 79, ditas ditas M
    9 de brim a 2. 39 e a 39500. paletots sac- g
    |e cus ae casemira preta a 6j e a 79, ditos M
    j? de cor a 69 ea 7, ditos de alpaca a 39, 5
    * sobrecasacos de panno preto a 129 6 a |l
    y 149, ditos de alpaca preta a 59. bonets J
    | para menino de todas as qualidades, ca- 3e
    h misas para meninos de todos os tamanhos, q
    j meios ricos vestidos de cambraia feitos jf
    Spara meninas de 5 a 8 annos com cinco as
    babados lisos a 85 e a 12$. ditos de gorgu- 5
    rao de cor e de la a 55 e a 69, ditos de 51
    brim a 39, ditos de cimbraia ricamente 4%
    bordados para baptisados.e muitas outras :->.
    fazendas e roupas feitas que deizam de 2
    ser mencionadas pela sa grandequaoti- 3
    dade ; assim como recebe-se toda equal- 9
    3K quer encommenda de roupas para se |E
    jg mandar manufacturar e que para este fim 2
    | temos um completo sortimento de fazen- |
    g das de gosto e urna grande officina de al- 5
    |f faiate dirigida por um hbil mestre que *
    4* pela sua proraplidio eperfeicao nada dei- g
    J xa a desejar. J
    _ Vende-se urna exceftente escrava de 30 a
    35 annos, pouco mais ou meno*. sem molestia
    alguma e por preco c.mmodo ; na ra do Quei-
    n.ado n. 46 A, loja de A. Bezerra de M Lir;.
    o
    m
    m
    Liquidaco
    Ra do Queimado n.
    i 0. loja de 4 portas.
    Vende-se as seguidles fazendas por
    menos prego do qu-s em outra qualquer
    240
    a parte, como sejam :
    2? Chitas francezas cores fixas a 220 e
    Wm Cortes de cissa franceza a 2JO0O
    dk Chalys de apurado gosto covadoa 500
    s Cambraia de seda dito o ovado a 440
    *S? Mimos do co dito o covado a 400
    * Chales com palmas de seda a
    g& 1S600 e 29000
    *S Camlsiohas de cambraia bordada
    3E> Para baptisado a 59000
    Ditas de dita para senhora e com
    b gollinha a 3g500
    2 Chitas inglezas cores fixas a 160
    y E'guio de puro linho a vara a 800
    Cambraia lisa muilo fina a peca a 5S00O
    J Chalis de merino bordado a 55000
    5$? Ditos d- dito liso a 39500 e 4g000
    ^ Mantas d<> selim lavrado para se-
    S nhora a 1600
    ^*; M-ias para senhora a 3S, 39500 e'43000
    @ Dit-s para menioas a 2S800 e 35U00
    gfc Chapeos il- sol de seda para se-
    5 nhoiaa39500e 4J000
    W Guardanapos- adamascados a du-
    ^ zia a 28500 e 39000
    g. Tolhas de linho a duzia 59000
    ? Riscadinhos de linho o covado a 160
    39 Corles de brim de linho de cores
    CA a -29500 e 2S80O
    2 Ditos de meia casemira a 19280 e I96OO
    l Panno azul fino covado a 1$280e 1g600
    f^ Dito preto dito dito a 39500. 4 e 5JO00
    i Cortes de casemira preta a 59 e 69OOO
    Cortas de dita de coros a 49 59000
    ^ Cortes de velludo para collete
    & 15600 e 2-jOOO
    2 Ditos de gorgurao a lgBOO
    3CT Hrira branco de linho trancado a 1/000
    ^ Paletots de brim de cor pardo a 3g500
    fix Ditos de dito lona a 4S500

    i
    Calcado
    grande sortimento.
    45 Ra Direito 45
    Qual ser a joven e tanda pernambucaoB, que
    nao procure animar este eslabelecimento man-
    dando comprar urna botina de gosto? Qual a
    mi de familia, prudente e econmica que Ihe
    nao d preferencia pela qualidade e prego ? Qual
    O cavalheito ou rapaz do positivo, que nao quei-
    -e comprar por 8, 9 e 10, o calcado que em outra
    parte nao vendido ae nao por 10, 12" ou 14?
    atiendan ;
    Senhoras.
    Botinas com lago (Joly) e brillantina. 5*500
    > com foco, de lustre (superfina). 59500
    com lago um pouco menor. 59000
    aem lago superiores..... 59000
    aem lago nmeros baixos. 49500
    > sem lago de cor.......49000
    Sapatoa de lastre........I9OOO
    Meninas.
    Botinas...........4J40O
    para enancas de 18 a 20. 8J500
    Homem.
    (Nantes) lustre. .....10$000
    > (Famen)courodeporco inteirissas 108000
    (Fanienj bezerro muito frescaes. 9S500
    > diversos fabricantes [lustre). 9S600
    o inglezas inteirissas.....9*000
    > aspeadas.....89500
    * prova d'agua. 8J500
    Sapates.
    Nantes, sola dupla. ...:.. 59500
    urna sola......... 59COO
    para menino 4$ e..... 39500
    Sapates lustre.......... 59000
    Sapatos de tranga.
    Portuguezes de Lisboa finos ...".. 2*000
    Francotes muito bem feito*.....19500
    Alem disso um completo sortimento do legiti-
    mo edo verdadeiro'cordavo para botinas de ho-
    mem ; mallo couro de lustre, bezerro francez,
    marroquim, vaquetas, couros preparados e em
    bruto, ola do, taias etc., tuda em grande
    quantidade e por precos inferiores aos de outrem.
    s,
    1
    Importante
    Afiso
    Na loja de*4 portas da ra do Queimado n. 39,
    acha-se um grande armazem com todo o sorti-
    m-niode roupas feitas, para cujo fim tem mon-
    tado urna officina de alfaiate, estando encarroa-
    do della um perjeito mestre vindo de Lisboa, pa-
    ra desempenhartoda e qualquer obra que se' Ihe
    encommende ; por isso que faz um convite espe-
    cial a todas as pessoas com especialidade aos
    lllms. Srs. ufficiaes tanto da armada como do
    exercito. I
    Faz-se fardas, fnrdoes eom superiores preparos
    e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
    damento todo completo conforme se usa no Rio
    de Janeiro, tanto que tem os flgurinos que de
    l vieram ; alm disso faz-se mais casaquiobas
    para montana, frdelas ou jaquetas, bem como
    colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
    do maior e de cavallaria, quer seja singelos ou
    bordados a espequilha deouro ou prala, tudo ao
    gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
    desembaraadores e de qualquer juiz segundo o
    estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
    conhecidas al hoje. assim como tem muito ricos
    desenhos a matiz d todas as cores proprios para
    fardamenio de pagens ou criados de libr que se
    far pelo gosto franceza. Na mesma casa eu-
    carrega-se de fazer para meninos jaqueles a
    franceza bordadas ao mesmo gosto. AJBangando
    que por tudo se tica responsavel como seja boas
    fazendas, bem feto e bom corte, nao se falta no
    dia que se prometter, segundo o systema d'onde
    veio o mestre. pois esptra a honrosa visita dos
    dignos s^nhores visto que nada perdem em es-
    perimentar.
    A 16^000
    ma ren* cbafM de-*Mudo de teda, ri-
    camentcnfeiiados. pera senborae, 9elo diminu-
    S5reTpta?;^'M Grande pechincha.
    A 220, 240 e260rs.
    Chitas francezas de muito bonitos padres e
    muito bons pannos, pala bazalissimo prego de
    220, 240 e 260 ra. o cavado ; na rut do Queima-
    do a. 22, u loja da boa M.
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    /la do Queimado n. 75,
    Juntos loja de cera.
    Nesta loja vendem-se as seguinies miudezas e
    nutras muitas por pregas baratos, para quem
    comprar victoria sempre contar :
    Cartoes de clcheles francezes muito bons a 40
    rs. o carto, e duzia a 400 r>.
    Agulhas francezas muito boas vardsdeiras a 120
    rs. a caixa com X papis, e avulso a 40 rs. o
    papel.
    Agulheilas para enfiar vestido a 40 rs. urna.
    Linhas victoria em carretel com 200 jardas a 60
    rs. am, e doaia a 640.
    Ditas de 20O jardas de Alexauder a 900 rs. a
    duzia.
    Ditas de Pedro V em carto, branca e de corea a
    60 rs. um carto..
    Ditas de melada de peso verdadeiras a 240 rs. a
    meiada.
    Papis com cenlo e tantos alQnetes francezes a
    40 rs. papel.
    AlQnetes de cabera chata grossos afinos a 120
    rs. a carta.
    Cordo imperial para vestido a 40 rs. a pega.
    Caivetes finos deduas folbas para peonas a 200
    rs. um, e duzia a 29.
    La de todas as cores para bordar a 690OO a libra.
    Peotes muito boas de baleia para alisar a 220,
    240, 280 e 320.
    Ditos transparentes tambem bons a 360 e 400 rs.
    Eodadores de algodo a 60 rs. cada um.
    Melas cruas-brancas e de cores para homem a
    160. 200, 240. 280 o par.
    Ditas brancas muito finas para senhora a 240, 280,
    320 o par.
    Espelhos dourados para parede redondos e qua-
    drados a 39500 cada um.
    Corles de meia casemira de urna scr, fazen-
    da superior, pelo baratissimo prego de 29 cada
    um : na roa do Queimado n. 22, na loja da boa f.
    9$m $$* &*@
    Vende-se urna machina de costura a
    patente por barato preco : a tratar na ra 2
    eslreita do Rosario n. 12. 5?
    5
    aMfe
    Agua ambreada
    para banho do rosto e do
    corpo.
    A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
    va e apreciavel agua ambreada, de un aroma ex-
    cedentemente agradavel. Ella serve acertada-
    mente para se deitar algumas gotas n'agua pura
    com que se banha o rosto, resultando diaso que
    refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
    lidade das senhoras ; assim como para se deitar
    n'agua de banho, que ir torna mui deleitavel. re-
    sultando alem de refrescar o tirar eu azer desap-
    parecer esse balito desagradavel que quasi sem-
    pre se tem pelo transpirar. Tambem tem a pre- .
    ciosidadede acalmar o ardor que deixa a navalha '.
    quando se faz a barba, urna vez que a agua com :
    que se lave o rosto tenha della composico. Cus-)
    ta o frasco 18, e quem aprecia o bem n'o deixar i
    cerlamente de comprar dessa estimavel agua am-
    breada, isto na loja d'aguia branca, na ra do
    Queimado n. 16, nica parle onde se achar.
    Cera de carnauba.
    Vende-se cera de carnauba de supe-
    rior qualidade :a tratar com Jos Sa'
    Leitao Jnior, ra do Trapiche n. 15.
    Vende-se um rxcellente sitio no
    lugar do Salgadinho, com boa casa de
    vivenda, innmeras arvores fructferas,
    baixa de capim etc., o qual pertence a
    Antonio Carlos Francisco da Silva, que
    com consentimento de seus credores o
    vende : a tratar com o agente Hyppo-
    lito da Silva na ra da Cadeia n. 48,
    primeiro andar.
    Farelo a 2,600.
    Vende-se urna porgo de saccas com farello a
    2y600 asacta : na travessa do pateo do Paraizo
    o. 16, casa pintada de amarello.
    Barato.
    Vende-se na ra Direita n. 99 a libra
    sonto a 320 rs. a libra do de Lisboa do
    ltimamente.
    Vende-se urna lancha pequea em bom es-
    tado por prego commodo: a tratar na ra do
    Apollo n. 8, primeiro andar.

    Attenco
    Fazendas e rou-1
    pas feitas baratas
    NA LOJA DE
    1
    %
    Ba da Crespo
    loja o. 25, de Joaamm f freir d S, vendem-
    se para fechar contaa as seguintes fazendas por
    pregos muito baratos: pecas de cambraia lisa fi-
    na a 39, cortes de casemira a 39500, pegas de
    babados largos e muito fiaos a 3%, seda de qua-
    droa miudos a 800 rs. o covado. chitas largas de
    cores escurase claras a 240, cassas de cores boas
    gestos a 240 o covado. organdy maito flnoa a
    500 r., pegas de ntremelos bordados a 320 a
    vara, gollinhas bordadas s 640, manguitos de
    cambraia e filo a 29, bramante de algodo com
    palmos de largura a 19260 a vara, aebrecasacas
    de paona fino a 20 e 25$, paletots de panno a
    casemira a 169 o 209, ditos do alpaca de 3/50Oa
    79. ditos de brim de cores e branevs de 3f 5$,
    caigas de casemira preta e de coros de 6 a 10j,
    ditas de brim. de cores e brancas de 2|500 a 59,
    cohetea de casemira de cores, esetim preto a 59,
    camisas de fusto brancas o de cores a 29, cortes
    de cassa de cores a 29, cassas pretaa a 500 rs. a
    vara, camisas de meia a 640, merino de cores
    proprio para capas de senhora a 800 rs. o cova-
    do, assim como outras muitas fazendas, tudo
    muito barato para acabar.
    Relogios.
    Vende-s em casa de Johnston Pater & C.,
    roa do Vigario n. 3 um bello sortimento de
    relogios de oure, patente ingles, de um dos mais
    afamados fabricantes de Liverpool; tambem
    urna variedade de bonitos trancelias para os
    mesaos.
    Attenco.
    N. 43*.
    Ra do Amorim.
    Vendem-se saccas com milho muito novo, pelo
    barato prego de 49500 e 59.
    Arados americanose machina-
    par a lavar roupa:em casa de S.P, Jos
    bnston & C. ra daSenzala n.i2.
    Cintos pretos e de
    cores.
    Na loja da aguia deouro, ra
    do Cabuga n. 1B
    chegado os lindos cintos, tanto pretos com
    enfeites de conlinha, como dourados, e de linda i
    fitas e fivelas, o mais fino que se pode encontrar;
    isto na loia Aguia de Ouro, ra do Cabug n. 1 B.
    Gapellas finas para arras.
    A loja d'aguia branca recebau novas e delica-
    das capellas de flores finas para as noivas, e as
    est vendendo ilijei 89,conforme o seu pro-
    posito de barateira loja d'agaa branca, ra do
    Queimado n. 16.
    Bramante superior.
    Vende-se bramante de linho bastante incorpa-
    do, com duas varas de largura, pelo baratissimo
    prego de 2940 as. a vara : na ra do Queimado
    n. 22, na lea da boa f.
    Chales de merino
    estampados a 29500 ; na ra do Queimado n. 23.
    na laja da boa f.
    Gravatinhas estreitas.
    Vendem-se superiores gravatinhas estreitas de
    seda, nao a pretas como de cores, pelo baratis-
    simo prego da lf: na ra do Queimado n. 22,
    loja da boa f.
    Atoalbado de Moho
    eom duas larguras a 29000 a vara; na ra do
    Queimado n. 22, na loja da boa f.
    Caes do Hamos armazem
    n
    Vendem-se taboas
    pregos razaaveis.
    24.
    de amarello.
    fbaro por
    de pre-
    chegado

    W&<
    Ha*
    Loja das seis perlas em
    frente do Livramenlo.
    Roupa feita para acabar,
    Paletots de panno preto a 22, (aseada fina,
    caigas de casemira pretas e de cores, ditas de
    hrim e de ganga, ditas de brim branco. paletots
    de bramante a 49, ditos de fusto de cores a 4a
    ditos de estamenha a 45, ditos de brim pardo
    39. dilos de aloaca preta saceos e sobrecasacos,
    colletes de velludo pretos e de cores, ditos de
    gorgurao de seda, gravatas de linho as mais mo-
    pernas a 200 rs. cada urna, coltarinhos da linho
    da uliima moda, todas estas fazendas se vende
    barato para acabar; a loja esti aberta das 6 ho-
    ras da manh at as 9 da nnite.
    A12$000
    a dara de toalhas felpudas superiores ; aa roa
    do Queimado n. 22, na loja da boa .
    Enfeites de flores para ca-
    samentse bailes.
    Chegou oara a loja d'aguia branca lindos e de-
    licados eafoiua de flores finas, feitos com muilo
    gosto e a ultima moda, sao mui proprios para as
    senhoras que vao a casamento* e bailes, e ser-
    ven, igualmente para passeios. Os prego alo 89,
    10 12. porm quem apreciar o bom conhece-
    r que sao baratoa, e para isso dirigir-ae a ra
    do Queimado, loja d'aguia branca n. 18.
    -- -i -*mr ->^r ^4*- %*.- -^r x**' "aar av
    Aos tabaquistas.
    Lengos fios de cores escuras e fixas a imita-
    cao dos df Hubo a 59 a duzia ; na ra do Quei-
    mado n. 22, na loja da boa f.
    Brim branco de linho muito fino a 19280 a
    vara ; na ra do Queimado n. 22. loja da boa f.
    Riscadinhos de liobo proprios para obras
    de meninos a 200 rs. o covado ; na ruado Quei-
    mado n. 22, loja da boa f*
    Milita grvala ba-
    rata.
    Na loja d'aguia branca se encontra um grande
    e bello sortimento de gravatas de differentes gos-
    tose qualidades, e por pregos taes que em ne-
    nhumaoutra prtese acha, como seja, gravati-
    nhas estreitas bordadas a 800 e 1J, ditas pretas e
    de cores agradaveis a 19. 19206 e 1JJ500, ditas
    com pontas bordadas e matizadas, e lisas de mui
    bom setimmaco aljjOO. Pela variedade do sor-
    timento ocomprador ter militas de que se agra-
    de : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
    numero 16.
    Brilhantes
    de todos os tamanhos : vendem-se em casa de
    N. O. Bieber& C. successores, ra da Crnz n. 4.
    Calcado para senhora.
    Dinheiro a vista.
    Rorxeguins sem lago para senhora a 5g.
    Ditos com lago a 555(10.
    Ditos com g.ispea alia a 6$.
    Na ra da Cadeia n. 45, esquina da ra da Ma-
    dre de Dos.
    Exposifo na ra Nova n. 20
    Riquissimo sortimento de talheres para mesa,
    desde o mais fino at o mais ordinario, por prego
    muito barato para acabar, ditos de bandeija de
    todas as qualidades desde o mais fino ao mais
    ordinario, em temos e avulsos, looga de porcela-
    na para euainha, teado todo sortimeota que se
    pode precisar, contendo assadeiras grandes qae
    servera para asaados do forno, metaos fiaos em
    loda qualidade que sa pode encontrar para ser-
    igo de almogo ejantar, e ornamento de mesas,
    tudo por proco auito commodo por sa deaejar
    acabar com esta* fazenda : a-isa-se a todos os
    pretendemos que nao se engaitar negocio al-
    guna que conreaba : na raa Nava n. SO, loia dd
    Vianna.
    Ray mundo
    Carlos Leite &
    Irmao recebe-
    ram pela bar-
    ca Clarissa viu-
    da ltimamen-
    te de New-
    York.um com-
    pleto sorti-
    mento das me-
    lhores machi-
    nas de cocer
    dos mais afa-
    mados autores
    melhorados
    com novos
    aperfeigoa*-
    mentos, fazendo pasponto igual pelos dous lados
    da costura, mostram-se na raa da Imperatriz n.
    12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
    os preparos para as mesmos como agalhas, re-
    trepes em carriteis, linha de todas as cores tudo
    fabricado expressamente para as mesmas ma-
    chiuas.
    das para noivas.
    148- Ra da imperatriz--48| Luvas de pellica enfeita-
    H Junto a padaria franceza.
    Eoconlra-se nesle eslabelecimento am
    completo sortimento da roupas de diver-
    sas qualidades como sejam : palelots de
    alpaca preta e de cores a 39 e39500, for-
    r-dos a 49 e 49500, ditos de ganga de cor
    1% a 49. ditos de brim pardo a 3$800 e 49, di-
    tos de brim de cor a 39500 e 49, ditos
    Enfeites a ga
    ribaldi.
    Muitos lindos enfeites a Gsribaldi para sen
    ras a 8d, ditos fiogindo palha porm de sedas a
    83-500 cada um, ditos de vidrilhos a 1J800cade
    um : na loja da victoria, ra do Queimado nu-
    mero 75
    9 francezes a 39400, dilos meias casemiras
    8 a 5# e 595OO, ditos de alpaca preta e de S*
    cores francezes fazeoda de 109 a 6g500, 5
    II ditos de palha de seds e Isa a 39500. di-
    > tos do bramante a 49 e 39500, ditos de
    |i casemira saceos a 135. ditos sobrecasacos S
    ** a 15o, ditos francezes a 199. ditos de al- *
    Ib paca preta francezes golla de velludo a
    5 S500 89, ditos de panoo preto a 18S 9
    H 209 e22. caigas de brim de cor a I800!
    O 2S-500, 39500 e 49. titas de casemira pre- S
    H las e de cores a 69, 7jg500, 8$ e 109, ditas jf
    Z d meia casemira a 49 e 39500, colletes 2
    I de fusto branco e de cor a 2 8e 39, ditos de gorgurao a 49 e 5, ditos S
    de setim preto a 39500 e 49. dilos "de ca- X
    l semirs preta e de cores a 49 e 59, dilos
    O de velludo preto e de cores a 79. 8 e 109,
    91 completo sortimento de roupa para me-
    a> nio como sejam caigas, paletots, colle-
    tt tes, camisas a 16()0, I9800e29.de fusto
    9 a2j500, fazendas superiores.chapeos para
    al caliec 1 fazenda superior a 69500, SgtlO e
    109. ditos de sol para homem a 6&500,
    ditos para senhora a 48500 e 59, e outras
    (-, muitas qualidades de fazendas e roupas
    * por pregos muito commodos.
    8Recebem-se algumas encommendas de
    roupa por medida e para isto tem delibe-
    ni radn a ter um contra-mestre no estabe-
    fg lecimeoto para ezecutar qualquer obra
    fU tendente a sua arte. .
    A' loja armazena-
    da de Pariz.
    Ra da Imaeratriz, outr'osa aterro da Boa-Vis.
    ta, loja arna/.end> de 4 portas n. 56, recebeu
    agora um bello sortimento de fazendas baratas, a
    saber : chitas oovns a 160, 180 e 200 rs. o cova-
    do,ditas largas francezas a 240. 260 e 280 o cora-
    do, pecas de cambraias brancas muito finas a
    235OO, 3$ e 39500, saias de balao de 30 arcos pa-
    ra senhoras e meninas a 38500 49, cobertas de
    chita modernas e novo oslo a 18800, lenges de
    panno de linho a 2$, filas de aigodo por diver-
    sos pregos.
    Goes( Basto.
    Ra do Queimado numero 46
    Receberam grande porgo de la para vestido
    com ricos padres, tanto de quadros miudos, co-
    mo largos,bem matizados, que para aeabar estao
    vndenlo a 210 o covado, dando-se amostras
    com penbor.
    Kuada Senzala No va n. 42
    Vends-se am casad* S.P.Joanston&C
    para carros, amoniaria, arraios para carro da "
    um a dous cvalos relogios da ouro patenta
    ngiet.
    NATURAULE DE VICHY
    Deposito aa boticaraneeza ra da Cruz n.22
    Amendoas coaeitadas
    a I $ a libra.
    Proprias para sortes de S, Joo
    vende-se tanto em porces como a retalho nicamente no
    armazem Piogresio, largo da Penha n. 8.
    gewMNie MMiKefiN 9*m*mieL
    ftii i
    4 fama triumpha. |
    Os barateiros da loja
    Encyclopedica
    DE
    Guimares A Villar.
    Ra do Crespo numero 17.^
    Recebem continuadamente da Europa If
    sedas, cambraias, laas, chapelinas de pa-
    lha e de seda para senhoras, manteletes
    pretos ricamente bordados, ditoa de ce-
    res, sahidas de baile.saias a balso de di-
    versas qualidades. satas bordadas de to-
    das as qualidades e pregos, chitas fran-
    cezas muito bonitas e finas, enfeites de
    diversas qualidades para cabega de se-
    nhoras, espartilhos de molas* e muitos
    outroa objectos qoe nao mencionamos,
    todos proprios para senhoras.
    Para homens
    paletots, caigas, colletes, chapeos, cami-
    sas, seroulas, meias, gravatas, lencos, so-
    brecasacos, calcado Melie e muitos ou-
    tros objectos.
    Vendem baratissimo
    Vendem baratissimo
    Vendem baratissimo.
    Quem duvidar v vSr
    Ouemduvidar v ver
    Quem duvidar v ver.
    Levera dinheiro
    Levem dinheiro
    Levem dinheiro.
    Vende-se em casa de Saundres Brothers < C.: P
    praca do Corpo Santo, relogios do afamado fa- i &"9BS#-#eS-S a9MgMgMMM
    bricaule Roskell, por pregos commodos e tam- j A 4$, 4$500 e 5^.
    bem trancellins e cadeias para 03 mesmos de
    excellente gosto.
    A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
    vapor francez, as finas e bonitas luvas de pellica
    enfeitadas, propriss para noivas, e contina a
    vendS-las pelo antigo e baratissimo prego de 55000
    o par: na dita loia de Aguia Branca ra do Quei-
    mado u. 16
    Galanteras.
    A loja d'Aguia Branca recebeu novamente
    um bello sortimento de bonitos bahozinhos com
    9 e 12 frasquinhos de cheiros; e os est ven-
    dendo baratamente a 28000, 3J000, e 4ft000; as-
    u como caixinhas redondas com 6 frasquinhos
    , ijunnfl ,:;r:: i ----- ..-.H" icuuc-k um carro ae rouas
    a iSDut, caixinhas com cheirosas paslhas para____ n
    defumar quartos gabinetes & & a 29000 urna: na COm ar.reiO para 2 cavillos, proprio pa-
    dit loja d'Aguia Branca ra do Queimado n. ra familia por ser batante largo e riel-
    A 15,000!!
    O gigo com 15 garrafas (9
    inteiras e 6 meias) da muito
    acreditada champagne do afa-
    mado Laronzire : na praca da
    Independencia n. 22,
    Para se comprar as verda-
    deiras luvas de Jouvin, a
    loja d'aguia branca ponto
    certo.
    Esta loja tem constantemente recebido de sua
    propria eocommeoda as verdadeiras luvas de
    Jouvin, e agora mesmo acaba de as receber pelo
    vapor fraucez e continuar a recebe-las p^r to-
    dos os ootros ; por isso quam quizer comprar
    boas lu, vas escusa eansar-se, dirigir-se aloja
    d'aguia branca, ra do Queimado n. 16, que ahi
    ser bem servido.
    Cabo de mar fim e madrepero-
    la, escovas para dentes.
    Na loja d'aguia branca acharlo os apreciadores
    do bom, mui delicadas escovas de cabo de mar-
    fim e madreperola a 2 e 2J500 cada urna. Com
    urna escova assim delicada faz gosto limpar-se
    os dentes, e para as comprar dirigir-se ra
    do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
    Para luto.
    Cassa prets fina com salpicos ou flores bran-
    cas a 500 rs. a vara ; na ra do Queimado n. 22,
    loja da boa f.
    Loja das portas
    EU
    Em frente do Livramente
    Uvas de tarcal a 800 rs, e par.
    Chitas escuras francezas. tintas seguras, a 220
    u rs. o covado, ditos estreitos com muilo bom pan-
    silhes nglezes, candeeiros a casticaei 2^' 16 .C0Td. "ssaa da cores seguras a
    - v 200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 2$,
    )ta brimzinho dequadrinhosa 160 o covado, musse-
    da Un* encarnada fina a 320 o covado, algodo da
    duas largaras a 640 a vara, lengos da cassa pia-
    lados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
    a 800 rs. o covado, fil de linho preto com sal-
    pico a IjafOOa vara, luvas de torga I muito finas a
    800 rs o par : a loja est aberta das 6 horaa da
    manba s 9 da noite. .
    Novo sortimento
    de cascarrilhas de teda para
    enfeites de vestido.
    A loja d'aguia branca recebeu prximamente
    am novo e lindo sortimento de cascarrilhas de
    seda para enfeites de vestido, sendo de difieren
    tes cores a lacgurw, e como sempre as est ven-
    dendo baratrnoste a Jf. 3, i a 5g a pega, preces
    estes que em nenhuma outra parte ae acham, a
    s sim twi do Queimado, loja d'aguia arada*
    onuuier 16. *
    Cambraia lisa muito fina a 43 a pega com 81i2
    varas, dita muito superior a 5jJ. dita tambem
    muito fina com salpicos a 49500; na ra do
    Queimado n. 22, na loja da boa f.
    Delicadas
    gravatinhas de seda bordadas
    para meninas e senhoras.
    A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
    vapor francez urna pequea porgo de mui boni-
    tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
    timo gosto, para meninas e senhoras, e as est
    vendendo a IjdOO cada orna ; a ellas, antes que
    se acabem, pois sas ha na loja d'aguia branca,
    ra do Queimado n. 16.
    Vende-se um carro de 4 rodas
    e poder sentar-se quatro senhoras em
    machucarem seus vestidos e nem que-
    braretn seus bales, para ver e exami-
    nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ra
    Nova e para tratar com o agente Vicen-
    te Camargo na ra do Vigario n. 10.
    Urna casa.
    Vende-se urna eicellenle casa terrea com so-
    tao na cidade do Aracaty. sendo namelhorrua
    de eommercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
    gel & Irmo, e nesta na ra do Cabug loja
    o. 11.
    Vendem-se ps de lsrangeira de umbigo e
    da China, ditos desapoty, fruta-po, limeira para
    cerca e outras qualidades de plantas : na Ponte
    d'Ueha, sitio de Joo Carroll. No mesmo sitio
    vende-se um garrote ioglez.
    Farinha de mandioca, a me-
    lhor que ha neste genero,
    igual a de Murbeca.
    E' muito barato i vista da sua superior qnali-
    dade ; no armazem de Fraga & Cabral, ra da
    Madre de Dos n. 18. defronte da guarda da al-
    fandega.
    Luvas de finacamursa
    para militares ecavallei-
    ros.
    vV loja d'aguia branca acaba de receber de sua
    encommenda mui finas luvas de camursa, o que
    de melbor se pode dar nesse genero, e as est
    vendendo a 20500 o par ; os seohores ofliciaes e
    cavalleiros que as compraren) conhecero que sao
    baratas viga de sua finura e duragao, e para as
    obter dirigirem-se ra do Queimado, loja da
    aguia branca n. 16. Adverle-se que a quantidade
    pequea por har, e por isso nao demoran.
    Uval sem segundo.
    Na rus do Queimado n. 55. loja de,miudezas
    de Jos de Azevedo Haia e Silva, tem para ven-
    der pelos diminutos pregos as seguintes fazendas
    todas em bom estado :
    Calas de agulhas francezas a 120 e 240 rs.
    Ditas de alfineles sonidos francezes a 80 rs.
    Caira de colchetes franceses a 40 ra.
    Carioea de clcheles francezes a 20,40. 60
    e 80 rs.
    Duzia da meias cruas muilo finas a 2*500.
    Dita de ditas a 2i0-
    Linhas de carretel brancas e de cores a 300 rs.
    Masso de grampaa muilo boas a 40 rs.
    Thesouras finas para unhas a 400 rs.
    Ditas para costura a 160 e 320 r*.
    Vetas de r*nda lisa aartida a 60 e 80 rs.
    Panas dftSapatoa de tranga de laa a 1$440.
    DHM da ditos ii dita algodo a 1 j.
    Paaas da sapaOihosafa laa para menioos a 200 rs.
    tafias da alGuate hato grossos a 100rs.
    Frasco de oleo de babosa a 400 e 500 rs.
    Frasco de oleo de macass a 100 rs.
    Dito de macass perola a 200 rs
    - Frasead banha multa fina r 3*># 40t) rs.
    - Ditoa de extracto muito tno a 60 a t. N
    Ditos eom muilo boa agua da Coloaia a S9000 a
    Ditoa de Lavando ambriada a 600 rs.
    Saaaonetes maito' finos a 108 rs.
    Frascos da oleo Philocome a X%.
    ,,, Ca t* d felfea em pbespttoros a 100 ra.
    Vende-se confronte o portao da fortaleza das Campos & Lima'na ra do Crespo n. ff,
    Sn^T!T-0w"Bi1".toJ ?6* F."* **" *P*Mr-leo-^tramdraueia%ae
    tos de mao, torrador de caf com fogto, daavadi. fofaade cambraia para sajanteao dw vastados por
    cas de chumbar de todos os tamanhs, seo* de I diminuto preta.
    fornalhas Pa torno, grandes feattadura de | Vende-sa am eaerava sardo, iW aa-
    S3lS.!lS^!5IMW^' ,mmm** fif1. orBOatdaax.osau.r, Brnprio
    rodas para carriamos dama, eiios sra carro- para um bom psgeas. veode-se para (ard pn-
    ces e carnnbos, e outras .aaasquer obras d viaxrfa ; am a pretaadar, iriia^a ra do
    torros- < ttefe t*. yUw9aUtt$m
    Attenco


    DilIO 31
    BMBO. 0OHT1 FElrU 17 01 IHHO M 1862.
    i
    Caiapeos tesol de seda a 6$.
    Yendem-se muito bona chapeos de sol da sed
    com cano de canoa, pelo baratissimo prego 4a 69
    b e*" : ** ,IW d Qttei"*4 1a i9*' *'
    Avariado.
    Maaapel.o largo a fino eom pequeo toque de
    aoma a3*500 a 49, dito omitoflio m roa do Crespo a. 8, Jeja de 4 parta.
    Attenco.
    Va roa do Trapicha n. 46, em eaaa da Rostron
    Rooker & C, existe um boro sortimento de 11-
    nhas;de corea e brancas m carreteis do melhor
    fabricante de Inglaterra, aa quaea ae Tendera poi
    procos mui razoaveis.
    DESTINO
    DE
    Jos Dias Brando.
    5Rua da Linguete5
    O nevo destino torra gneros por menos de seu
    valor: superior roanteiga ingleza a 1} a libra,
    dita franceza a 700 rs.. cha prato a 19400, pas-
    eas a 560, conservas inglezas e portaguezaa a
    700 rs., aletria, tslha/im e roaearro a 400 rs. a
    libra, toucioho de Lisboa a 320 rs. a libra, banha
    de porco refinada a 480 rs latas com pelxe de
    postas a 1940O, cerveja branca a 500 rs. a gar-
    rafa e 59 a duzia. dita preta a 600 rs. a garrafa e
    6J800 a dnzia, tanto em garrafa como em meias,
    ervilhas francezas e portuguezas a 720 rs. a lata]
    spermacete de 4. 5 e 6 em libra por prego omi-
    to em conta, vioha do Porto engarrafado fino
    (velho) a 1*500 rs vinbo de Lisboa e Figueira a
    560 rs. a garrafa, vinagre brance a 320 rs. a gar-
    rafa, e outros mohos gneros que escusado
    meociona-los, que do contrario se tornava enfa-
    donho os freguezes. (Dinheiro vista.)
    Esfriadeiras
    para agua.
    Vendem-se esfriadeiras muito ala para agao a
    49 o par; na rua do Queimado n. 75.
    Fl]NS(!iOLOW-MOW,
    Rua da Sea zalla Nova n.42.
    Resta estabelecimento contino haver un
    completo sortimento de moendas emeias moen-
    das para engenho, machinas da vapor e taixas
    te ferro batido coa do, da lodos os tamaitos
    para dito.
    Tarlatana.
    Veade-oe tarlaiaoa bronca mutto Ana eom 11/2
    varo de largura propria varo vestido, pela bara-
    lissiaao preco de 806 re. a ara : 11a rua do Qoei-
    mado n. 13, na loja da boa f.
    SABA0.
    Jeaqotm Francisco do Mello Saetea ovina 00a
    seas freguezes deesa praga e aa de foro, qoo tea
    exposto i venda sabio de soa fabrica denominado
    Recitero armazem desSra. Traascs Janior
    & C, na roa do morim n. 58; massa amarella,
    caotaobo, preta e ootras qualidadea por menor
    preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
    sem tem feito o aea deposito de velas de carnea-
    ba imples sem mistara alguma, como o do
    compoeicao.
    Livro do mez marianc a 1$.
    Acaba de sabir dos prelos desla typographia
    orna nova ediqo do mez mtriaoo, segundo se
    celebra no hospicio de Nossa Senhora do Penhs,
    seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
    nhora da Conceico, modo de visitar o lauspero-
    nedo senssimo rosario ; vende-se nicamente
    a 19 da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
    dencia.
    Ferr-agens e miudezas.
    53Rua Direita53.
    0 propietario do estabelecimento cima acaba
    de receber um primoroso e rico sortimente de
    bandejss para S. Joao. que por sus barateza e
    bem acabado gosto, er nao ter rival nesia prac,
    rico sortimento de facas, garlos e colheres de to-
    das as qualidades, e precos. meias finas, espin-
    gardas, ferro da Suecia, camas de vento, e mui-
    tes outros gneros que por sua barateza est dis-
    posto a dar um a quem comprar outro.
    A 4#000.
    Chales lisos de merino de lindas cores; na roa
    do Queimado n 22, na loja da boa f.
    Taixas.
    Na faodico da Aurora, em Santo Amaro,
    sempre ha boro sortimento de taixas para enge-
    nho, fabricadas com todo o cuidado.
    Tachas e moendas
    Braga Filho & 6., tem sempre no seu depo-
    sito da rua da Moeda n. 3 A, um grandesor-
    menlo da tacha e moendas para engenho, de
    muito acreditado fabricante Edwin Mav a tra-
    tar no mesmo deposito ou na rua db Trapiche
    n. 4.
    P
    Luvas de Jouvin.
    No leja da Boa F, na roa do Queimado n. 22,
    sempre se encontrarlo as superiores luvas de pel-
    lica de Jouvin, tanto para borneen como para se-
    nhora, por serem recebidas por todos os vapores
    indos da Europa, e se vendem pelo baratissimo
    preeo de 2f 500 o par: na mencionada loja da Boa
    F, ua rua do Queimado n. 22.
    o masso.
    de coraos lapidados a
    do Queimado, loja d'a-
    Viohos engarrafados^
    Termo
    Collares.
    Lavradio.
    Madeira.
    Careavellos.
    Arintho.
    Encellas.
    Malvasia, em caixas de urna duzia da garrafaa
    na rua do Vigario n. 19, primeiro andar.
    Milho.
    Na travessa do Arsenal de Guerra ns. 1 e 3,
    vendem-se saccas com railbo, grandes, e precos
    commodos, queijos de coalha e esleirs de Ara-
    caty.
    Aenco
    Vendem-se ca.\ oes vastos proprios
    para bahuleiros, funileiro, eW. : quem
    pretender dirija-se a esta tippogra-
    phia, que ah se dir' quem os tem pa-
    ja vender.
    Muila attenco
    No armazem de fazendas da rua Nova n. 42 h
    chegado um completo sortimento de chitas lar-
    gas indianas, desenhos os mais modernos qu
    tem vindo ao mercado a 400 rs. o corado, assim
    como esparlilhos de superior qualidade a 48 ca-
    da nm : de tudo se dar amostras com pephores.
    E muito barato.
    Manteletes de fil preto muito superiores a 8J;
    na roa do Crespo n. 10.
    Damasco de seda.
    superior a 39500 ; na rua do Crespo n. 10.____
    SINTOS
    para senhora.
    gR-ua do Crespo 11. 8, loja de
    4 portas, admira a pe-
    chincha
    8L8a para vestidos fazenda que
    outr'ora custava 8t 0 rs. o cova-
    gf do vende-se a 340 ri., dao-se $
    X amostras oom penhor.
    Coraes lapidados
    a 500 rs.
    Vendem-se aaassinbes
    500 rs. cada um : no ru
    guio branca o. 16.
    240 rs.
    Laas escuras de padrees modernos o melhor
    que tem appareoido, de linda cores, a 240 rs. :
    na rua do Queimado n. 39, loja de 4 portas.
    Fecliinclia
    sem igual.
    Ricas gollinhas bordadas de traspasio, cam-
    braia muito fina pelo diminuto prego de 3(600,
    golliohas efe cambraia bordadas pelo diminuto
    preco de I;j5, camisas completas, ten do golli-
    nha, camisinha e manguito, pelo baratissimo
    prego de 49, ricos manguito de cambraia fina
    pelo diminuto preco de 2, ricas camiainhas com
    gollinha pelo diminuto prego de 25800 ; na rua
    do Crespo n. 7, esquina da rua do Imperador,
    loja de Guimaraes & Lima.
    Lila preta.
    boa fazenda, a 280 rs. o oovade.
    Corles de casemira de cor*fina a 4g.
    Ditos de collete de gorgurao. bonitos padrdes, a
    29000.
    Panno fino superior, cor de azeitona, a 45000 o
    covado.
    Casemira preta fina i2j o covado : aa rua do
    Crespo n. 10.
    Fil de linho superior.
    Vende-se superior fil de linho liso muito fino
    a 800 rs. a vara : aa roa do Queimado n. 22, na
    oja da boa t.
    Sintos muito bonitos para senhora a 3g cada
    um, fivelas muito lindas para ainto a 1S?00 eada
    urna; na loja da victoria, rua da Qoeimado nu-
    mero 75.
    A 8#000.
    Chapeos de castor branco, fazenda muito boa,
    os quaes se vendem pelo diminuto prego de 8j
    cada um : na rua do Queimado o. 39, loja de 4
    portas.
    Capellas.
    19Rua do Queimado19
    Ricas capellas de flores de laranja, pelo bara-
    tissimo prego de 5$ cada urna.
    Fazendas
    no armazem da rua do
    Queimado n. 19.
    Toalhas pana rosio de prego 500 ra. cada urna.
    Chita.
    Chita franceza a 220 rs. o covado.
    Cortes de casemira.
    Finos cortes de casemira a 49500.
    Cobet tas.
    Cobertas de chita a I98OO.
    Capellas brancas.
    Capellas de flores de laranja a 59.
    Lenoes de panno
    de linho pelo barato prego de 19900.
    Algodo
    de duas larguras a 480 a vara.
    Grandes leoces de bramante a 3g300.
    Jaqus bordados
    para meninos, fazenda muito fina, a 58.
    Sem costura.
    Leoges de panno de linho lino a 3$.
    Balues
    de todas as qualidades e de duas siias.
    Cambraias de salpicos.
    Modernas cambraias de salpicos e muito finas
    a 5jj a pega.
    A BOA FE TRIUMPHA
    DE
    Jos de Jess Moreira <'C.
    ^ 18-Riia do Bosarakesquina das Larangeiras-N. 18
    Os proprietarios deste estabelecimento avisara
    aos Srs. amigos do borne barato q.e se cha com grande sortimento de gneros dos raelhores que
    tem vindo a este mercado o por ser parte delles Tindos por conta dos propciatatios esto resolvaos
    a vender por meooa do que em outro quatquer estabelecimento e se obrigarto a aervir os Srs. com-
    pradores da melhor maoeira possivel para o que avista far f.
    Manteiga ingleza perfeitamente flor pel0 preco de m, 800> 640 m, 1bra
    muito boa, em barris se far abatimento s na boa i.
    Dita franceza mujt0 boa a 720 rs. a Bbn, s na boa .
    Cha perola, hysson e preto, 2S56o. 29 woo. s n. boa t.
    Doce de casca.de goiaba em ixoes do meihora 900 ..sj ".
    Ameixas fraucezas t4So z,, ubra.s na boa f.
    Marmelada imperial d0 ,famado Abreu ede outros fabricantes pelo prego da.
    a libra em porgo se tari abatimento.s na boa f.
    Latas com bolachihna de soda im> muitB noya> 80 m boa f. .
    CnOCOlate do melhor que tem vindo a este mercado a 900 r. a libra, s na boa f.
    Massa de tomate a, meih0r qae tem Tnd0 a eile mercad(), 8oofl. a \n,n.
    DOCeS ae pecegO, ginga, pera e alpera a calda fabricado polos melhorea fabricantes de
    Lisboa em latas de differenles tamanhos a 700 rs-a libra, aaa boa .
    Passas muito novas .,.. libra, 8 na boa f.
    C onservas inglezas e francezas m tm porgio ,e fax abamenl0, ^
    DOal fe-
    Aletria, macarrao e talhanm. 4oo : das m.i nov..,. h.. .6 o. b.. f.
    TOUCmnO de Lisboa muilobomdo maU noro qne ha no mercado a 320 r a libra,
    na boa leV ^
    ChOUTicaS e paiOS d0 nerhorqoeha na ercado 560 rs. libra, s na boa .
    anSfo.to! S m bo^ %**** *,atiu>r 1ua ta odo a 480 rs. em porgao se far aba-
    VinhO em pipa ^ mL .OO ra. a garrafa o*, r^,. m e 48 o garrofa em co-
    sida e bri ahamento, o 4 Porto engarrafado a 1* 1^400, duque do Porto do melhor
    que podo hart, s ao boa f.
    Champagne daB 0^ crelitodas marca* qae ha, licor de todas ao qualidades. garrafas de
    azeite punflcado.a 900 rs.. oozes das mais novas qoo ha o SOO r. a libra, ervilhas em calda
    azeiloaasem ancoras muito baratas, s na boa f. Alea disto encontrarlo 0 sortimento
    completo dos gneros tendentes a molhados o todo do aelhof qu ha mata mercado s
    te encostra na boa f. '
    Algodo e duas
    larguras a 480
    rs, a vara.
    Proprio para toalhas e lengaes, por ser mnito
    largo e pelo prego : na rua do Queimado n. 19.
    Arcos
    para saias a balo,
    a 160 ra. a vara ; no rua do Queimado n. 29, es-
    quina do Collegio.
    Nova loja de funileiro na rua
    da Cruz doitecife n 37.
    Hanoel Jos da Ponseca participa a todos os
    seus freguezes e jun emente ao respeitavel pu-
    blico, que tomou a delibersgo de baixar o prego
    de todas as suas obras, por cojo motivo tem para
    vender um grande sortimento de bahaa e bacas
    de differenles tamanhos, e cores em pinturas ; e
    juntamente um grande sortimento de varias
    obras, o qae promette vender o mais barato pos-
    sivel, como seja babus grandes a 48, e cocos
    1$ a duzia. Recebe-se um official do mesmo
    officio para trebalhar.
    Vendem-se aeges
    nambucana e Vigilante
    com Saunders Brothers
    Santo, n. 11.
    das companhias Per-
    de reboque': a tratar
    & C, praga do Corpo
    na
    a
    Quem duvidar venha ver.
    No armazem de fazendas, na roa Nova n. 42,
    finissimos cortes de cambraia da India para ves-
    tido, com 3 babados, ricamente bordados, pelo
    diminuto prego de 85 cada um.
    Toalhas
    de cotim de algodo brancas para mao, fazenda
    de muila durar.o a 500 rs. cada urna, como bem
    meias brancas muito finas para homem a 1$500 a
    duzia ; na ru Nova n. 42.
    Rival
    sem segundo.
    Ba do Queimado n. 55, loja de miudezas de
    Jos de Azevedo Maia e Silva, defronte do so-
    brado novo, est vendendo por baratissimo prego
    para acabar, algumas qualidades de fazendas, as-
    sim como seja : franja de la para vestido a 100
    rs. a vara, traoga de la com 10 varas a 200 rs. a
    peca, pares de meias cruas para meninos de 3 a
    6 annos a 160 rs., e do 6 a 10 annos a 240, lionas
    de Pedro V com 200 jardas, verdadeiras,a 80 rs.,
    novellos de linha do gaz a melhor qualidade que
    ha nesta praga a 60 rs., tem tambem para SO e
    10 rs. cada novello, e de cares a melhor que ha,
    oovelloe grandes, a 40 rs., carreteis de linha do
    gaz e pretas com milita linha a 200 rs., baratis-
    simo, caixas com tices para accender charutos a
    40 rs., caixas com phosphoros de seguranga a 160
    rs., groza de phosphoros do gaz a 2g800, e duzia
    a 240, fitas para euQar vestidos e roupinbos a 80
    rs., pegas de bico, largura de 3 dedos, a 2j, e va-
    ra a 180, linhss de Dovello de cores por todo o
    prego, frasco d'agua de colonia muito superior a
    400 rs,, dusia de meias muito finas para senhora
    a 3g, e par a 280, linhas de marcar muito finas,
    novello a 20 rs., grvalas de linho muito bonitas
    a 200 rs., pegas de tranga de la de todas as co-
    res o 56 rs., tem um resto de sabonetea para
    600 rs. a duzia, groia de botoes de osso para cal-
    co, pequeo a 120, e grandes a 240, sao muito
    fios, marcas para cobrir a 10 ra. a groza, e tem
    tambem maiores para 60 e 80 rs., duzia de meias
    cruas para homem a 2$U)0, mnito boas para du-
    rar, meiae de cores para meninos pelos precos
    cima, tramoia do Porto muito boa, vara, a 80
    KM, 120e 160 rs., fitas de linho brancas e de co-
    res a 40 rs. a pega para acabar, grozas de penas
    deago a 500 rs., tem nm resto e so superiores,
    frascos de opiata para limpar denles a 400 rs.,
    copos eom banha muito floa a 640, frascos de
    banha de uno a 640 e 500 rs., varas de laby-
    rnthos de todas aa larguras e por todo o prego
    para acabar, espeihoe de columnas brancas a
    141509, pechiocha, carteiras para guardar dinhei-
    ro muito boas a 500 rs., frascos com cheiro multo
    fiaos a 509 rs., realejos pare meninos a SO ra.
    eada om, barathos portogoezes o 10, o dnzia a
    18440, baratissimo, dona de botdes madrepero-
    la para paleta*, a 480, cartas dn alfioetes para ar-
    madora!^, varas de franjas poro cortinado a
    800 e 940, mallo barato, do toe o vwro om
    pd pora casiveques de seshora, duzia t 46 rs..
    todas oslas fazendas estas perfeitas. e vende-se
    barato porque precisa-se parar dinheiro para n
    necesaidaeo, o por toso toco logo.
    Talheres para crianzas
    Vendom-se talheres pequeos proprios para
    enancas a 320 cada um : na rua do Queimado.
    lojo d'aguia branca n. 16.
    Massinhos de coral
    a S00 rs.
    S na loja da aguia de ouro,
    rua do Catug n. 1B.
    Vendem-ae masainho da coral muito fino a 500
    reis o masso.
    E' de graca.
    Ricas chapelinaa de seda paro senhora, pelo
    baratissimo prego de I65 cada urna : na rua do
    Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
    sao poucis.
    Corles de vestidos bran-
    cos bordados.
    Vendem-se ricos cortes de vestidos brance
    bordados com 2 e 3 babados a 5f : na roa do
    Queimado o. XX, na loja da boa f.
    Enfei tes de bom gosto po-
    ra senhoras.
    A loja d'aguia branca est recen temen te pro-
    vida de um completo sortimento de enfeiles de
    bom gosto para senhoras, sendo os afamados e
    delicados enfeiles de torgal com franjas e borlas,
    oatros tambem de torgal de seda enfeitados com
    aljofares de cores e borlote ao lado, outros de
    troco igualmeote enfeitados com aljfar, e borlo-
    tas, todos elle de um aparado gosto e perfeigo,
    os prego de 89 e lu? sao baratoa vista das
    obras ; alm deslas qualidadea ha outras para
    35 e 45 : isso na rua do Queimado, loja d'aguia
    branca n. 16.
    Delicados chapeo-
    zinhos para baptisados.
    Na loja d'aguia branco se acha mai novos e
    delicados cbapeoziobos para baptisados obra
    mui perfeita e bem eofeitada, sendo cada um em
    sua bonita caixioha, e pelo baratissimo prego de
    63, nioguem deixar de os comprar : na loja d'a-
    guia branca, rua do Queimado n. 16.
    Linha de roriz.
    Veodem-8eaa linhas deroriz em porgo e a
    retalho, e por menos do que em outra qualquer
    parle : na rua da Cadeia do Recite n. 50, primeiro
    andar.
    B'barato a IfOOO!
    Sedas de superior qualidade mnito largas e
    bonitos padr&es pelo diminuto prego de 18 o co-
    vado : na rua do Queimado n. 17, a primeira loja
    passando a botica.
    Gangas francezas mnito finas com padres
    escaros a 480 ra. o covado : na rua do Queima-
    do n. 22, na loja da boa f.
    J chegou o prompto
    alivio,
    bem como os outros medicamentos dos celebres
    Drs. Badway & C., de New-York. Acham-se
    venda na rua da Imperalriz n. 12. Tambem che-
    garam as instrucgdes completas para se usarem
    estes remedios, contando um ndice onde se po-
    de procurar a molestia que se deseja curar, os
    quaea se vendem a lOOO.
    Batatas
    em sigos de 1 arroba, chegadas ltimamente, a
    lgOOO rs. o gigo, e a 60 re. em libras : vendem-
    se nicamente nos armazens Progresso e Pro-
    gressista 00 largo do Carreo n. 9, e rua das Cru-
    jes n. 36, tambem tem grande porgo de quei-
    jos prate que vendem a 560 a libra e a 480 en-
    teiros.
    Em casa de N0 O. Bieber
    <& C. saccessores, rua
    da Cruz n. 4, vende-se
    Vinho Bordeaux em quartolaa.
    Dito Xerez.
    Cognac em caixas de 1 duzia.
    Vinagre.
    Lonas, brinzos e brins da Russia.
    Cerneja escosseza (Edinburgh Ale.)
    Pedrasde marmore branco para consolos e mesas.
    Plvora em barris.
    Enzofre em canudo.
    Attenco.
    Na rua Direita n. 84 continua a haver bons ey-
    lindros americanos para pedaria oovamente che-
    gados que vendem-se por com modo prego.
    Opiata ingleza para
    denles.
    A loja d'aguia branca acabs de receber de sua
    propria encommeoda a bem conhecida e provei-
    tosa opiata ingleza para denles, cuja bondade'
    apreciada por todos quantos della tem usado, e
    ser mais por quem quizer conservar asgengivas
    em perfeito estado, assiio como a alvura dos
    denles; custa cada caixa 1#500, e por tal prego
    s deixaro de comprar quando a nao acbarem
    mais na loja d'aguia branca, na rua do Queima-
    do n. 16. m
    Exposico de
    eandieiroSo
    Candieiros econmicos
    Candieiroa econmicos
    Candieiros econmicos
    Candieiros econmicos
    Candieiros econmicos.
    Nesta exposigao do candieiros se encontrar
    todo o sortimento de diversos tamanhos proprios
    para ricas salas, ditos poro salas interiores, ditos
    para sala de jantar para qoartos, para cosinha,
    para esesdas, para corredores, para engenho, pa-
    ra casas de campo e outros muitas qualidades
    que com a vista devoro agradar ; assim como
    todo e qualquer preparo para os ditos candieiros
    se encontrar sempre a venda a esta exposigao de
    candieiros na rua Novo n. SO, loja do Vianna.
    A' lojaarmazenada de
    Paris.
    Rao da Imperalriz, loja acmazenada de 4 por-
    tas n. 56, recebeu pelo ultimo vapor cortes de
    vestidos brancos bordados com 3 babados muiio
    fios o 5 e 69 o corle, pegas de ntremelos e ti-
    ras bordadas para enfeitar vealidos brancos, e tu-
    do barato.
    Escovas grandes
    para carros, tapetes, etc.
    Na loja d'aguia branca se encentra mui boas
    escoras grandes com cabo, proptias paro se lim-
    par carros, tapetes, etc., e por SI: nioguem dei-
    xar de comprar amo escora de que necesaita :
    no rua do Qoeimado, foja d'aguia branca n. 16.
    UHIrA FEITA AINDAMIS BARATAS.?
    SORTIMENTO COMPLETO
    i
    fazendas e obras feilasj
    o*
    LOJA E ARMAZEM
    DE S
    [Croes k Basto!
    Lindos cabazes
    de palha fina, ou cestinhas
    para meninas de es-
    cola.
    Hp!! l?5" ^8"'1 braDC* se en* mui lindos e
    feit.d.s%Cr?nr"S dC Ptlbt flM- ou ceatlnhas en!
    eiudes, propras para as meninas de escola na
    memo para costura de senhora, e eusUnj 4 e &T
    o que baratissimo vista da aerfeice? e b.,m
    loja d agu, branca, rua do Queimado n. 16
    Farello e queijos.
    Vende-se sacras com farello a 3 e em porca
    2fK5 q"eJ09,c" W<0: nafraves^dop.!
    teo do Parauo n. 16. casa pintada de amarello.
    NA
    Una do Queimado
    *. 46, treme amarella.
    Constantemente temosam grande e va-
    riado sortimento desebrecasacaapretaa
    de panno e de cores muito fino a 889,
    80Je 359, paletots dos meemos pannos
    * zOJ, 228 e 24g, ditos saceos pretos dos
    mesmos pannos a 14$, 169 18$. casa-
    caa pratas muito bem feitas ede superior
    panno a 289, SOS e 359. sobrecasacas de
    casemira de core muito finos a 159,16g
    e 18, ditoSsaccos das mesmas casemi-
    rasalOS, 12} e 14g, calcas pretas de
    casemira fina para homem a 89, 99, lOf
    e 12, ditas de casemira decores a 7,Sj,
    99 e 109. ditaa de brim brancoa muito
    fina a 5g e 69, ditas de ditos de cores a
    39, 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
    semira de ricas cores a 4S e 4500, rol-
    letes pretos de casemira a 59 e 69, ditos
    da ditos decores a 4$500 e 59, ditos
    branco sde seda para casamento a 59,
    ditos do 69, cnlletes debrim branco e de
    f uste a 39, 39500 e 49, ditos de cores a
    29500 e 39, paletotspretos de merino de
    corda o sacco e sobrecasacoa 1$, 89 e9,
    2 molletes pretos para luto a 49500 e 59,
    J cas preta de merino a 4$500 e 5$, pa-
    S I etots de alpaca preta a 39500 e 4g, ditos
    sobrecasaco a 69,79e 88, muito finoeol-
    I atas de gorgurao de seda de core muito
    boa fazenda a 39800e 48. colletesde vel-
    lodo ae crese pretos a 79 e 89, roupa
    para menino sobre casaca de panno pre-
    toa e de cores a 149.159 16, ditos de
    casemira saccoparaosmesmos a 6$500 e
    S79,ditoa de alpaca pretos saccoa a 3$ e
    38500, ditos sobrecasacos a 5$ e 59500,
    m calcasde casemira pretas e decores a 69,
    g 68500 e 79, camisas para menino a 209
    j a duzia, camisas inglezas pregas largaa
    2 muito soperiora|329 aduziapara acabar.
    1| Assim como temos urna officina de 1-5*
    Staiate onde mandamos executar todas aa 3
    I obras com brevidade.
    ganeieewfistts aeaisais&ReKK
    Sitio venda.
    Vende-se um sitio em Santa Anna, tendo boa
    casa com cinco quarlos, duas salas, sala de jan-
    tar, etc., etc., estribara para seis cavallos, quar-
    los para serventes, etc.. baixa de capim, excel-
    lenles fructeiras, cacimba com boa agua para be-
    ber, e tanque para baoho: os pretendentes po-
    dem ir examinar a dita casa e sitio em qualquer
    dia e hora, e para tratar, dirijam-se Saunders
    Brothers & C, praca do Corpo Santo, o. 11.
    I
    peehinch
    a
    Sedinhas de quadros muito iocorpadas, cova-
    do a 800 rs.
    Golinhas de fusto bordadas com bolo para
    senhora a 640 rs.
    Ditas de dito lisas com botao a 500 rs.
    Manguitos a balo com punbos e gora borda-
    dos com botoziobos a 3$.
    Manguitos a balo com punho e gola a 29500.
    Baldes elsticos a 39 e 39500
    E outras mais fazendas muito baratas : na rua
    da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Per-
    reiros.
    Atten^ao.
    Vende-se o engenho Camaliio do Norte, sito
    margem do rio Une, na frogsezia d'Agua-Preta,
    moente e crrante, distante da esUcao futuro da
    estrada de ferro legoa e meia, e da villa d'Agua-
    Preta meia legoa ; tem proporcoes para safrejar
    2,000 pies aonualmente. e de ama produeco
    im mensa : a tratar com o seu pro prieta rio no en-
    agenta Algrete da meama freguezia.
    Na ras da Moeda n. 5 tea para vender sua
    perior cal de Lisboa em pedra, affianca-se a bo-
    qualidade por ser multo ova bagado poneos
    djoi, por barato preco para acabar;
    A'PRIMAVERA
    Il6-Rna da Cadeia do Recife--16j
    LOJA DE MIUDEZAS
    DE
    Fonseca&Silva.i
    i Caixas de vidro com perfumaras urna
    l 2950O, espelbosdourados duzia 800 rs.,
    1 apparelhos para brioqueaos de crian-
    3 cas de 1 a 49, bandeijas para um copo a
    2 400 rs. cada urna, ditas maiores de 1,
    I 2, 3 e 49 cada urna, peni.* de tarlaru-
    i ga virados a 5, 6 e 79 ca a jo, barretes
    i de relrozcom vidrilbos para senhora a
    I I98O cada um, pecas de tas de vellu-
    do pjeto estreitas a 1J e a I520O a,peca
    i de 10 varas, pentes para atar cabello a
    I 18500 a duzia, caixas de raz a 18500 a
    I duzia, cartas francezas muito linas a ,
    I 3|500 a duzia, canivetea grandes em ;
    I carto a 49 a duzia, ricas caitas de I
    i madeira com espelhos contendo perfu-
    l manas proprios nara loilets de senhora
    I a 68 cada urna, bahuzinhos com dita* a |
    59 cada um, argolas douradas a 19500 |
    aduzia, colberesde meui principe pa- :
    ra terrina 29 cada urna, ditas para {
    sopa a 4950O a duzia, lesouras para cos-
    tura em carteiras a 19 a duzia, tranca de
    caracol masso de 12 pecinhas a 600 rs.
    o maco, jarros donrados com pomada a
    89 o par, fivelaa para collete a 500 rs. a
    duzia, ditas para caiga a 800 rs. a du-
    zia, fitas de linho a 480 rs. o masso, co-
    lheres para cha a 320 e 500 rs. a du-
    zia, figuras com tinteiro e arieiro a 500
    800 e 1# cada nm, alamares para capo-
    tes a I92OO a duiia, pegas de bico com
    10 varas a 600, 800,19,18200, 18500 e
    2g a pega, caixas para barba tendo vi-
    dro para sabao e espelbo a 320 rs. cada
    orno o sem vidro a 100 ra., peores
    de tartaruga para marrafa a 640 ra. o
    par, botoes de louce para casavequee
    da todas as cores a 240 rs. a duzia,
    meias cruas muito compridas para se-
    nhora a 39500 a duzia, grampoa enfei-
    tados para cabello a 640 rs. o par, ren-
    das pecas de 10 varas a 800, Ifl e JOO,
    salas contendo cadeiraa, mesa e con-
    solos de porcelana com nacha a 109 e
    129, phosphoros do gaz a 240 es. a du-
    sia de caixinha, caiiiohas com gram-
    poa a 200 cada urna, ditaa com alnete
    a 320 rs., ditas redondas con toado al-
    fioetes, graropos, clcheles e dedal -a
    I 500 ra. codo orna, ditos andes a 800
    I cada urna, ditas com os mesmos ob-
    jeetss e am frasco de extracto a 19 ca-
    | do urna, escotes de papel de cor de 100
    folhas a 600>ts. o pacote, candieiros de
    meio de sala para azeite de 6 a 8J cada
    om, caixinhas de mosico a 59 e 68 cada
    ama, botoes para ponhos a 320 rs. o
    par, lesouras muito finas pan costura a
    1 60 a duzia, limas pora unbas a 320 rs.
    cada urna, velas stearinas a 700 rs. a li-
    bra, e moitos oatros rtigos qae a vista
    dos precos commodos por certo nin-
    1 gnem deixam de fazer negocio visto
    que rivalisam el les com os das casas
    I importadores.

    Escrayos fugiaos.
    jjA* 17 d0 crranla mez fugio do enge-
    nho Para freguezia oe Ipojuca o mulato Deifino
    com os signaes seguate : cor clara e sardenta,
    cabellos crespos, pelo do pesceco vermelha e en-
    rug.da. representando muila velhice. entretanto
    loe tem poucos cabellos brancos, nariz afilado
    ,8n mBe8ul'* eC?.d0 corP- foi encontra-;
    10 da 19 na villa do Cabo e suppoe-se ler pro-
    curado a villa do Pilar na provincia da Parabiba
    onde foi comprado pelo vigario de Ipojuca Fir-
    ui" C F'8ue!re,d0 r- Bartblomeu de
    ln,qKe ,P"hend-,> Poder levar uo mesmo
    nagreuDabdeHo8rae;n:T4? SqUer" ^^
    Escravo fgido.
    Do poder do abaixo assignado. fugio no dia 2
    do crrante urna escrava mulata de come Valen-
    tina, que representa ler 25 annos de idade, pouco
    mais ou menos, rojos signaes sao os srguintes -
    vesga dos olhos. eslalur. regular, cabellos cara-
    pinbos levou vestido e chila escura e chale de
    meno azul ; tendo o abaixo assignado havido
    esta escrava per divida na comarca do Limoeiro
    soppoe que procure essa direccao, ou a serra d
    Passira, onde natural: roga.'portanto. a todas
    as autoridades policiaes e capiles de campo a
    apprehendam e a entragarm ao abaixo assignado
    nesta cidade do Uecife. rua do Queimado n 46
    A, que gratificar generosamente.
    A. Bezerra Attenco
    Acham-se fgidos os escravos seguintes Con-
    rado, crioulo, do Para, de bonita figura, que foi
    escravo do Sr Dr. Magalhaes. que servio de che-
    fe de polica daquella provincia, cujo escravo po-
    de passar por livre porque falla bem e at troca
    algumaa palanas em francez. dedica-se a vida
    do mar, e j servio de foguista no vapor Pirai
    com onome de Jos Domingues : Joo. cabra es-
    curo, bastante alto, com marcas de bexiga no
    rosto, natural de Inhamuns, o qual tendo sido de
    uro parante do Sr. viSCOnde do Ico, foi aqu ven-
    dido pelo Sr. deserabargador Andr Bastos de 0-
    liveira : Joao, mulato, alto, tambem com muitos
    signaes de bexiga no rosto, falto de denles na
    frente, natural do Crato : Gaudencio. mulato
    claro, natural do Para, moro, com pouca barba
    de estatura regular, secco do corpo, e sem defei-
    to algum, official de pedreiro. e tocador de vio-
    la, de que muito apaixonado, inculca-se por
    homem livre com o nome de Leopoldino : Mar-
    colino, cabra, natural da povoaco de Agua-Aze-
    da as1 mmediaces de Papacaja, que foi escra-
    vo do Sr. Antonio Baptista de Mello Peixoto. sub-
    delegado de Garanhnos, alto, grosso do corpo,
    bera barbado, com falta de denles na frente ns
    constantemente de cinturacao desoldado atado
    cintura : quem apprehender os ditos escravos ou
    qualquer delles, e os entregar a seu senhor o
    abaixo assignado, no eogenho Dous Irmos na
    freguezia do Poco da Panella, ou ao Sr. adminis-
    trador da casa de detengo, no Kecife, ser gra-
    tiucado de seu trabalhocom generosidade.
    Jos Cesario de Mello.
    No da 19 do correle desappareceu da rua
    imperial o escravo com os signaes seguintes :
    cabra escuro, estatura regular, grosso do corpo',
    pernas e bracos reforcados. cabellos nao muito
    carapnhos. cara redonda e bexigosa. denles oer-
    reiios. pouca barba. represenU ter 29 annos. pou-
    co mais ou menos, semblante desagradavel e
    rir. EnCa? quem pegar ou der noli"
    exacta delle, dirna-ae a seu senhor, na rua cima
    mencionada n. 64, major Antonio da Silva Gus-
    QJflO.
    Fugio no dia 11 do correte de casa de seus
    pees a menor de 14 annos de nome Francisca, -
    Iha de Joao Ferreirada Fonseca morador no Ca-
    xang lugar Cangoogo, a moca branca, sup-
    poe-se ser raptada do que nao era preciso pois
    andava sempre na rua buscando agua e lenba
    a pesaoa que della tiver noticia o diga no Ca-
    xangd a Joaquim Moraes da Cuoha ou no Recite
    rua do Imperador n. 43. visto estarem duas pes-
    soas presas innocentes.
    Attenco.
    Fugio no dia 22 de juoho a noite um escravo
    por nome Faustino, tem os seguintes signaes
    cor muito fula, quasi que cabra, olhos vivos!
    cabellos um pouco sollos, nariz uro pouco chato
    -j) i denles limados, isto a parte de cima, bigodes
    . torcidos, estatura regular, grosso do corpo, um
    B pouco barrigudo, filho do Rio de S; Francisco,
    ti dizem que sanio eom um comboy para o dito lu-
    L gari ul escravo de Bernardo Maciel de Souza
    residente no mencionado lugar, foi quem o ven-
    deu para c: portento, recommenda-se a todo
    capito de campo ou outra qualquer autoridade
    que o pegar, leve a rua Nova n. 18, que ser
    bem recompensado.
    Ausentou-se de casa de sua senhora o es-
    cravo de nome Jos, idade 35 annos, naco Cos-
    ta, estatura regular, no dia 21 do correte mez
    com os signaes seguales : no p direito tem J
    defeito de ter um dedo por cima do oulro conti-
    guo, nos bracos, no lugar de vaccina tem urnas
    costuras, signaes da nacao, 'tem a palpebra do
    olno direito um pouco decida, nao tem signaes
    no rosto como geralmenle tem os negros da Cos-
    ta, tem por costume fallar baixo e sempre rizo-
    nho, levoo vestido camisa de algodo azul, calca
    de brim de algodo de quadros de cores, chapeo
    de palha ; consta andar dentro da cidade do Re-
    cite : roga-se portanto, as pessoas competentes
    de o apprehender e leva-lo casa de sua senho-
    ra na rua do Collegio n. 73, leroeiro andar, que
    serao recompensados.
    Fugio desde o dia 3 de juoho do correte
    armo, da casa do abaixo assignado, o preto Tho-
    maz, crioulo, filho do serto de Mocbot, bonita
    figura, com alguna signaes de bexigas, denles li-
    mados, tem os dedos da mao direita aleijados
    de urna machina de padaa, de idade, pouc
    maia ou menas, 26 annos, julga-se ter ido para o
    dito lugar cima mencionado por j ter aido vis-
    to no mesmo lugar o eono passado, quando fu-
    gio a primeira vez oeste logar, como bem agora
    a semana passada que foi visto no Serid, dizen-
    do que se tiuha torrado : pede-se, portanto, a
    qualquer peasoa que o pegar, leva-lo rua dos
    Pescadores ns. 1 e 3, padaria, que ae Ibe dar
    50g degratificacon. e ae pagar as desperas que
    se fizer.~Joio Jaciotho de M. Rezeode.
    - Fugio no dia 5 do corrente o escravo cri-
    oulo, de nome Pedro, de idade 28 annos, o qual
    tem os sigaaea seguintes : baixo, formado do
    corpo, esbecaredonda, bem preto, nariz chato,
    om tanta baicado, denles limados, pouca barba,
    tem algum signal de reino : quem o pagar, dir-
    janse a cesa de Vicente Freir da Silva, que aera
    recompensado de seu trabalho. .
    Gratifica-sebem
    a quem pegar om escravo cabocolo, gago, de no-
    mo Benedicto, de 18 annos de idade, estatura
    mediana, que tendo sido embarcado com destino
    ao Rio de Janeiro, evadio-ae de bordo. Foi de
    Francisco Xavier Sempuio, do Ip, muito vivo
    e veihaco, oaoda.de nome lodos os dias, pala-
    vriadore manhoso, se prevalece emBm de mil
    artimsnhaspara fugir.


    (8)
    MAMO 01 PMrUlBUCO. QL'UtT*. fEDU t? ti JNHO E 1861 w)
    Litteratura.
    DisserUcao que, peante a Facltate
    4c iireito do Recifc, por occasfo de
    de um principa alguma cousa, que precipitar po-
    desse s Tetes era mirttos incomn.odos a repbli-
    ca, que Ihe fra confiada (iract. de promulg. leu.
    eccles. p. 2, cap. 1. 1, cap. 2, 1). Por ulti-
    mo aquelle mesmo upposto direito, que j ere
    deuoiiivameotsou parasemore admitlidoem Por-
    rtefenriop thf> reienuer ineses para oDier o gran 30de abrilde 1668 psu,sermtTode9eri.
    dC dOUlOr, leu O achare! Antonio de liqlWrupcao d--s relages esse reilffteom a Sania
    lascouccllos Menczes de Drummond. *&**,, '7^Z 'S^f^Sft S.
    | outubro del 4.,9, que deolaravam o* Jesutas ba-
    miando rnn nidos- proscripto, rebeldes, trhidores. adver-
    sarios e aggressores contra a inviolavel e sacra-
    ima pessoa de el rei D. Jos, que o sumrao
    PROGRAMMA.
    6 Papa i auloridade estrangeira,
    fere gracas, na su a qualidade de Sumtno Pon-
    tfice ; aquelles, aneas recebem, esldo sujei- .
    ' f._ \ pooliuce Clemente XIII eotendeu soltar un bra-
    ; do de justa inrigna\So por lo caracterisada usur-
    tos impetrar a
    liluiro .'
    licenra de que falla a cons-
    ta religin encllente qu'or-! ?*?,ff ^At^j&t* .unica competente par.
    .. .... 1______. ^ ....___ instituir e abolir ordenar
    doone aux hommes de a'aimer,
    veul sana doute que chaqu
    peupie ait les meuilleurs lois
    politiques et les meuilleurs lois
    civiles, parce qu'elles sont,
    aprs elle, le plu grand bien
    que les nomines puissent dou-
    ner et recevoir.
    MOiTESQIIEl .
    I
    s religiosas.
    Em urna s data, 4 de agosto de 1760. aquelle
    monarcha, alias appellidado Fidellissimo, fez
    baixar tres outrotdecretos, petaquees mandou
    flear em vigor o at 5 de juthu de 1728. que orde -
    nava a todos es seus vassalos nao ossem mais
    aos estados pontificios, Dem l se demorassem. e
    nao se admitiissem em Portugal genero algura
    d all procedente, e sobretudo que nenhumae bul-
    las, breves, gracis, ou quaosque'r outros despachos
    A magnitude da soluco deste programma res- sem exTS3a cenga de el-rei nosso sepl.or, ali
    lumbrada sua niais perfunctorfa apreciago. Na-
    da mais, e nada menos se ioquire e se perscruta,
    do que bem lxar e circumscrever as raias da e-
    ectividade do poder do Summo Pontfice, quan-
    do lhe apraz oulhorgu o efluvio de suas gracas.
    em relacao aos nieaibros d:i
    do Brasil.
    se impetrassem, sob penis gravissimas oque
    importou a plena ioierdicco coro aquella corte,
    tanto no espiritual como no'temporal.
    Este estado de nao comraunicaco com a curia
    romana (apezar de haver ella ameacado) s ces-
    ASSOCla
    ia'-o Poltica so por occasiao da assencao do papa Ganganelli, previo, express
    sob o titulo de Clemente XIV, quando appareceu beneplcito imp
    -prohibitivas, tanto antigs como modernas, aa
    quaes pi distiiguem as gracas outhorgadas
    por podre estranos pela materia ou pela
    forma. Portanto, foasem ou nao essas gracas
    concedidas em complemento jde eulras ante-
    riores, (ossem or nao escripias em forma de
    a bullas, breves, decretos, rescriptos, ou de me-
    ros despachos, nao deviam- ser aceitas, nem
    produiir effailu algum, sem o previo, indis-
    pensavel e expresjo concurso do governo im-
    perial. Cumpre pois, que os breves ou res-
    criptos de que trata o citado oficio de V. P.
    Rvma. sejam quanlo antes subinettidos ao im-
    0 penal beaeplacito, desos de satisfeilos os di-
    reitos do sello; suspensos entretanto quaesquer
    effeitos que lhes tenham dado, ftcando V. P.
    Rvma. na iutelligencia de lhe nao ser licito
    cumprir diploma algum de qualquer especie
    que seja, emanado do algum poder estranho
    temporal ou espiritual, sem o previo e expresso
    beneplcito imperial, como delermioam as leis
    do estado. O que participo a V. P. Rvma.
    para seu noohecimeoto n execuqo. Deosgmr-
    de a V. P. Rvma.Jos Thomaz Sabuco de
    Araujo.St. provincial dos religiosos Carroe-
    < litas da corle. >
    VI
    To terminante deciso do governo imperal re-
    more toda a duvida, torna incontroverso e evi-
    dentissimo que todas as gracas sob qualquer do-
    nominaeo que outhorgadas furem por poder es-
    tranho temporal ou espiritual, quer em relacao
    materia, quer em relacao forma, nao devem
    jamis ser aceitas, nem ser exequiveis sem o
    resso, e indispensavei concurso do
    peria, como positivamente pres-
    flictiva impossibilidaded altiugir a plena solu- !",.ioa? a 't ou louvavexs costumes, e os pn- ] tran. presidente deste acto, nos seus elementos
    cao 0>38 queslio tao grave e to momentosa, se U"^.'" ?f. re.lB0/i_S*10 1U9 .baxuu a bul'a
    por ventura ero nosao soccorro nao mililasse le- ? I e lulll de ili' la0 SU8P!rsd" Por aluel-
    gislacao patria positiva e, expsessa, que .PPlica- }frl"b?"^n0, f a V^ ,,ced*ra Idl,. summ. pon-
    tifice exlinguindc a ordem dos Jesutas 1 antame
    animis cosleslibus ira !
    Releva attender, que oeste cmenos havism
    surgido o alvar de 30 de julho de 1759. 13,
    applica-
    vel ac ponto dado ; se, om urna palavra, sobre-
    maneira nao nos animasse a fcil e satisfatoria
    respnsta : Legem habemus Tollilur quwslio.
    Sim, a lei religioLex est religio ua su-
    blime phrase da jurisprudencia do Povo-Rei.
    Cumpre pois obedec -la.
    Entretanto, se Non reni solvere legem sed
    adimplere,pelo menos eu ousarei emittir res-
    peito algumas consideracoes, serapre em termos
    precisos, para nao abusar da bene/oleocia dos
    que me evem julgar, e da beoignidade dos que
    rolunlariamenle se dignaram de vir assistir este
    respei'.oso acto.
    II
    (JuanJo o Brasil para longc arrojou o frreo ju-
    go, que por tres duros seculos o opprimia eavas-
    sallava ; quando de improviso um tira Jo unisono
    de Lxberdade ou Morte e.m todos os ngulos
    to imperio reboou, novosdias, novas instituiges,
    novas leis, um novo evangelho poltico, surgi-
    r m, como por encanto, sobre as carcomidas rui-
    nas de uai governo obstinado e cavilloso ; de im-
    proviso passmos fruir de una patria abencoa-
    da e de una consiiluicao librrima; vemos le-
    gislacao propria, cdigos inteiramente philoso-
    phicos, ante cuj brilhante horisonte d ferrenho
    absolutismo correu desorientado e espavorido pa-
    ra as legies onde se aninhava.
    Desde esss prospera poca de regeneracao po-
    Jilica, o Uniil procurou logo abracar-se om os
    ineiTaveis dogmas do Christianismo, consagrando
    na primeira pagina do seu pacto fundamntala
    religio catholica apostlica romana como a ni-
    ca, verdadeira e capaz de assegurar-lhe o mais
    brilhante porvir.
    De feito, desdo essa ingenua e espontanea ad-
    hesao ao mais precioso legado da velha mnnar-
    chia, constiluiu sea nossa chara patria reconhe-
    ciiefe visivel da egreja catholica, sob cuja pode-
    rosa egide tem vivido e prosperado, ha oito lus-
    tros, e ha de felizmente perpetuar-se at a con-
    summacao dos seculos.
    Entretanto, os bices resultantes de urna orga-
    nisacao social tao rpida, como a qu se fazia enlo vivamente sentir no Brasil, a como
    medida de pura e indeclinavpl necessidade se
    coosiderou pela lei de 20 de outubro de 1823 de-
    verem permanecer em vigor todas as disposicoes
    e actos governalivos, promulgados al a poca da
    nosa eroancipaco poltica.
    Esta legislacao, pela mxima parte eivada dos
    principios do feudalismo, pautada principalmen-
    te pela irresistivel doutrina do quero, posso e
    mando, com o flagrantecooculcamento dos sala-
    tares e fecundos principios de egualdade e lber-
    dadle, nao tem de todo sido ainda proscripta, por
    que em verdade oito lustros nao bastam para
    completa reorganisaco de um paiz at entao in-
    teiramente novo e ignaro, que, para n-.elb.or at-
    tingi-la pracisava llustrar-so com o esludo e o
    exemplo das benficas instituicoes, que hao ele-
    vado oulxes estados ao spogeu de gloria e civili-
    saco, j sendo alias para admirar os agigantados
    passos que para essa grande obra tomos dado.
    de direito publico positivo Brasileiro (nota 4* ao
    S 85) ("j no direito natural do poder temporal
    para exercer autoridade e inspeceo sobre tu-
    do o que iateressa a ordem publica e o estado,
    sendo qu em virtude deste direito, e para por
    a a soberana naciooal ao abrigo das usurpajes
    do poder espiritual, foi que a constituico con-
    tis de b de inaio de l/6a e 28 de agosto de 1767, o ferio ao poder executivo a attrlbuicao de con-
    5 14, recotnmndando sempre a imperiosa ne- ; ceder ou negar o beneplcito aos decretos da
    cessidade do beneplcito regio, e tiiulmente appa- \ a autoridade.
    recera a celebre Tentativa Theologica pelo padre O Exm. Sr. Dr. Pimenta Bueno, na sua obra
    ira (obra de encommenda, segundo sobo titulo Analyse da constituico do impe-
    rio, 334 tambem a seu turno assim se ex-
    prime acerca da especie vertente :
    A approvajao ou beneplcito nos termos ex-
    se disse. que foi ao depois condemnada, na qual
    elle procurou demonstrar, que com razo e por
    esse modo ordinario era que a magestade e sobe-
    rana dos principes calhoticas. sem offenta da re-
    ligio, ou do primado deS. Pedro, coslumava des-
    picarse das injurias e desatlencoes da curia ro-
    mana, apontaudo os exemulos de Luiz XI, rei
    de Frauda, com o papa Xisto IV em 1478 ; Luiz
    XII com o papa Julio II em 1510 ; Henrique II
    com o papa Julio III em 1551 : Carlos IX com o
    papa Pi IV em 1563 : Henrique IV cora o papa
    postos esseucal, attribuico inaulerivel do
    poder poltico ; de sua inspeceo e respoosabili-
    dade pela ordem e bem ser social, pela defesa de
    seus direitos, e pela prevencao do que lhe posss
    ser nocivo .
    E' de mister que o poder ecclesiastico nao
    invada, nem perturbe a paz publica.
    Embora a egrejs e o estado sejam sociedades
    Clemente MU em 1592 ; Carlos V, rei de Hespa- distinclas, quanlo seus flns, ellas estao entre si
    nha, com o papa Clemente Vil em 1526 ; Felippe i to ligadas, que o poder poltico nao pude nem
    II com o papa Paulo IV em 1556 ; Felippe V com deve prescindir do direito e do dever, que tem
    Je rnanter a existen-
    gal, pae
    ile XI em 1709 ; D. Joo V. rei de Purtu- ] pela lei divina e.. humana, d
    de I). Jos, com o papa Benedicto XIII cia e a felicidade da associac
    eui 1728, autorisaudo
    lodos esses escndalos no
    asserto do dominicano Joo de Pars, no seu tra-
    tado de i'otestat Regia ei Papali, cap. 20 Est
    liciluM Principi abusum fflaaii spiritualis repel-
    iere tomado quo polesl eliam per gladium ma-
    lerialem ; prwcipue ubi abusus gladii spiritua-
    lis yergil in malum Reipubliccc cujuscura fe-
    gi incumbil alUer enim sine causa gladium. por-
    tarel coucluiodo cora a tremenda heresia de
    que impedindo o recurso s apostlica se de-
    volve os bispos a faculdade de conferir taes gra-
    nas ou dispensas.
    Na corle do Rio de Janeiro, D. Joo VI, o pre-
    cursor da nossa independencia, e fiel executor da
    gigantesca idea do marquezde Pombal, apresen-
    lada a D. Jos, quando vio a capital d mooar-
    chia luzilana em montues dp ruinas pelo terre-
    moto do Io de novembro de 1755, havia filo bai-
    xar a resoluco de 20 de dezembro de 1809, con-
    firmando a regio para execuco dos rescriptes da santa S
    Aposlulic3, para raanutenco dos direitos e au-
    toridade da cora, assim como do bem, socego e
    felicidade do estado e dos vassallos, acrescentau-
    do que essas leis nao podiam ser derogadas ou
    argidas pelos su ramos pontfices, etc.
    Al aqui somrule chega s legislacao patria tra-
    zida da anliga mooarchia, que, segundo temos
    observado, proceda da doutrina occasionada por
    um scisroa, e fui mautida como immutavel polo
    desarrazoado principioStat voluntas pro lege.
    V
    O pacto fundamental do Imperio, que trouxe
    a cao.
    Desde, porm, que a disposico ecclesiastica
    nada tem de nocivo a sociedade, do dever do
    poder poltico dar-lhe publicaco e execuco,
    pois que toda apreciaco da doutrina dogmali a.
    ou da f, da competencia da egreja e das cons-
    ciencias : e o dogma, a f nao podem certamen-
    te contradizer o lim eo bem ser do estado ; pro-
    ceden] do mesmo autor, e jamis sero contra-
    dictorios ; ao que eu accrescentarei Deus
    o autor da egreja, assim como o da sociedade :
    o mesmo rei obra de Deus, quando obra bem
    Dei enim minister esl in bonum:
    Vil.
    A despeito desses principios convertidos em
    direito patrio, opioies respeitaveis tem-se er-
    guido contra essa disposico da constituico, co-
    mo seja a do eximio publicists Silvestre Ptoheiro,
    as suas Ubservaces ao nosso cdigo poltico,
    pag. 175, que a reprova, e al insina a sua sup-
    presso, dizeodo que em quanto nenhum pre-
    juizo se seguir, a ninguem compete a auloridade
    de perraiitir, nem de vedar a livre communica-
    co de ditos ou escriplos, sob o pretexto usual
    da polica preventiva de que podem ser prejudi-
    ciaes, ou porque sao contrarios s opinioes a que
    os agentes do poder lhes apraz dar preferencia ;
    opinio esta, que pareceudo adduzida do art. 179,
    4 da constituico do imperio, com referencia
    aos cidados particulares, que commumeando e
    publicando seus penssmentos, os entregara esu-
    geitam ao livre alvitru dos ouvintes e leitores,
    j nao pode ser procedente a respeito dos que, cons-
    tituidos em superior auloridade com o fulguran-
    estado contra a raesrua egreja,epor amordo cesa-
    rismo nao ser suplantada a theocraoia Rtx in
    temporalibut superiori non recognovit, Pontifix
    Episcoput tuperiori non recognovit in spiritua-
    libut.
    Quaodo o estado esti na egreja, como o fiiho
    est aos bracos de sua terna mi, as almas nao
    perteocem seoao a Deus ; quando religio o
    um dos reinos e dos imperios ; quaodo em fim
    a sociedade ioteira a allianca dos seres intelli-
    genles, congregados juntamente parabbediencia
    ao poderesnfcitusl ; quando. en urna palavra, o
    poder poltico desconfese a auloridade religiosa,
    opera se um verdadeiro scisma, que de ordina-
    rio abre largo espago para arrastar o estado, e
    arroja-los aos vrtices de urna medonha revolu-
    co poltica, faci este social to frequente e in-
    defeclivel, que a historia sempre commemora,
    curao faz sobre-sahir brilhantemente aquelle fe-
    cundo orador e eximio publicista chnsto, era ama
    das suas didcticas e sublimes obras.
    O povo brasileiro, leo na batalha, como aojo
    no templo, para resalvar-ie de to profundo
    abysmo, necessariamente ha de demonstrar que
    sabe bem compenetrar-se da evidencia e profun-
    deza das verdades cootidas n'estas poueas e mui
    expressivas palavras de um sabio : Sem au-
    loridade de pae nao ha seguranes individual,
    sem autoridade do poder politico nao ha segu-
    ranca para as familias ;' e por tal guisa, sem au-
    toridade do cbefit da egreja, que os reis cbamam
    seu pae, nao haver nunca segursnea possivel
    para os estados, e por ultimo o forte eo poderoso
    podero impunemente orgulhar-se de opprimr e
    esmagar o fraco e o desvalido.
    Sim. o papa, dizia Thiers na Historia do Con-
    sulado e do Imperio, representa a melhor e a
    mais indeslructivel de tojas as instituigqes. Nao
    se pode destru-la, nem se ple domina-la.
    Oetrosira, em lugar de aos queixarmos que elle
    estrangeiro, devenios pelo contrario dar gragas
    Deus. Que seria urna autoridade como a sua
    ao lado do governo do estado ? Unida elle, seria
    o despotismo, segregado delle, apenas teamos
    rivalidades. O papa est fra de Paris, verda-
    de, mas nao est em Madrid, era era Vienoa, e
    onde elle se acha, para nos o seu jugo suppor-
    tavel. Em Madrid e em Vtenna falla-se sobre elle
    a mesma lioguagem.
    Acreditar-se-ha por ventura que, se o papa
    residisse om Paris, os Austracos e os Hespa-
    nhoes de bom grado acolheriam ss suas decises ?
    E' felicidade que haja um papa, o qual s resida
    em Huma, longe da mo dos imperadores da Al-
    lemanha, longe da dos reis de Franca e Hespa-
    nha, disposto erguer incessantemente sua voz
    contra o poderoso, contra o forte que tentarem
    tornar-se oppressores.
    Tenho concluido este trabalho, em verdade
    mal, e muito pressa elaborado.
    Possa elle, ao menos em attenco aos meus
    superioros desejos respeito, e pela generosida-
    de de quem tem de apreciar lo imperfeita lucu-
    bracao, merecer alguma indulgencia. Si desint
    vires, lamen esl laudanda voluntas.
    Recite, 7 de junho de 1861.
    O bacharel, Antonio Kaiconcef/o Ntenezes de
    Drummond.
    reformas, permitttio direitos, e xou toda a nossa i le prestigiu do emprego, emittem e fazem publi-
    ida pohlica, todava nao deixou de consagrar car seus pensamentos, e os impem a seus sub-
    expressameute a mesma doutrina supracitada no
    art. 102, 14, aulorisaodo o poder executivo a
    conceder ou negar o beneplcito aos decretos
    dos concilios e leltras apostlicas, e quaesquer
    outras constituices ecclesiaslicas, que se nao
    opposerem a constituico, e precedendo approva-
    ditos e subordinados, revestidos do carcter de
    regras, que devem observar, como ensina um no-
    lavel estadista Brasileiro.
    Em fim, pretendem outros que a supremaca
    do papa em todo o orbe catholico Est supre-
    mus et super omnes dignitates o constitu na
    em to curto periodo, e atrarezde um tropel de
    lerriveis phases e criticas emergencias. Sa da assembla, se conliverem disposico geral. \ plena independencia de suas attribuicoes, sem
    E, pois, bem possivel que a alguos espiritos E no art. 7, 2, fulminou em termos bem que se lhe possa dizer Cur ila facis ? a
    possuidos de maiororthodoxia justamente pareca 5fijB-ei 8 DIU' severa Pen.a ^e Per^a d uro deci- nao ser por aquelles que, prevenidos, contestara
    digna de critica e reforma a legislacao que entre dado aquelle que sem ticenca do Imperador acei- o unnime assentimeuto, a plena traaigo de de-
    nos vigora sobre a especie vertente. Mas, omit- lfr lualquer emprego, penso ou condecorarlo i zoilo seculos. a longa serie de factos, e regeito
    lindo nos apenas algumasreflexes nessesentido, de Quo.lquer governo estrangeiro. assagradas palavras no evangelho de S. Lucas,
    s nos cumpre recouhecer e seguir aquellas dis- ^a justa appreciaco destas disposicoes da nossa j X,v, 16 Qui vos oudtt, me audit, e no de
    posicoes com todas as suas razoaveis e justas
    consequencias, e proclama-las em triumpho da
    aQirmaliva do programma que nos oceupa.
    III
    Era principio consagrado na lei de 3 de outu-
    bro de 1578, no decreto de 16 de agosto de 1663,
    que pelo exercicio da advocada e defenso da
    lei orgnica se evidencia, que, sendo a curia ro-
    mana, sem a menor duvida,governo estran-
    geiro, por tal carcter funectona na concesso
    de quaesquer das suas mer:e"s ou gracas honor-
    ficas, bem como que aos cidados brasileiros que
    as aceilarem; sem previa licenga do Imperador,
    se impoe a saneco da perda do respectivo foro ;
    egreja pelos principes devia-se consider'a-los c- floa|nente que a respeito de quaesquer actos dos
    mo os primeiros e maiores sustentculos da f c?Dclll0S. leltras apostlicas, e outras constitui-
    contra as heresias, abusos e transgressoes da mo- ue? ecclesiaslicas, a sua exequibilidade depeu-
    Tal e da disciplina, e nelles recohecer-se esse defa elusivamente do beneplcito imperial, co-
    inauferivel direito intitulado de proteceo, que mo reC0D'iece *"> Sr. hispo coude de Iraj.
    alias se dizia nao influir pur modo algum sobre a D0.^eus 'e""'* direito eccesliaslico, $ 135
    iiberdade do governo da mesma egreja, nem! e '
    constituir um fementido jugo ao seu rgimen E*la doutnoa anda se acha mais explicitamen-
    fro salubri regimine ecclesice naturis el repe- ,e "xada nu "ft. 81 do cod. crim., sob a sanc-
    titis deliberationibus incremento ad lolendos abn- ?a? Pen-1 de tres a uo'e mezes de priso nos se-
    suscum magno decore domus Dei, incremento fulles 'ermos:Recorrer autoridade eslran-
    politia ecclesiastica: el augmento juslitiw scula- ',9eira- dentro o u fra do imperio, sem legitima
    ris promulgantur. \ ticenca, para impetraro de gracas espirituaes.
    Este supposto direito foi denominado benepla- d}slinc9oes ou privilegios na jerrchia ecclesias-
    cito regio Placitum, regium, regiwn exequa- \l0a' ou Para aulorisaco de qualquer acto re-
    tur. Hilera- u parealis, e teve sua origen e seu i '*S'00......
    fundamento por occasiao do grande scisma doOc-' Don(le Dem se v claramente, que sendo s-
    cidente no seculo XIV, quando dous, e ao depois! meDle oa exclusiva competencia do summo pon-
    tres puutifices disputavam e contendiam enlre si, '_!ce ne??e ?eu esPecial carcter, poi si, ou por
    com mximo ardor, sobre a prelagao que lhes ca-
    ba na cadeira de S. Pedro, sendo elles proprios
    que euderecaram aos reis suas rogativas para que
    nao dssem iogresso nos seus estados s leltras
    dos seus contendores, appellidaodo-se reciproca-
    mente de Antipapas, ou falsos soberanos da egre-
    ja, no que foram attendidos, tendo sido por isso
    incumbida ao poder civil a reviso de todos os
    escriplos outhorgados em favor dos particulares,
    e principalmente sobre a concesso dos benefi-
    cios e prebendas.
    Cumpre observar que, tendo sido felizmente
    banido esse infausto scisma no concilio de Coos-
    tanca, convocado por Joo XXIII, instaurado em
    1414, concluido quatro annos depois, ecomposto
    de mil prelados, e a despeito de baver sido ex-
    tirpado esse gravissimo erro contrario f, e res-
    taurada a unidade da egreja da nova allianca ;
    nao obstante mesmo terem os papas reclamado a
    abrogacao desse direito meramente temporario ou
    occasional, e lodo restrictivo nicamente aquelles
    actos, nenhum soberano a isso acceder, a nao
    ser D. Joo II rei de Portugal, a instancias de
    Ioaocencio VIH (segundo nosrefere a chronica de
    Kesende, cap. 65) ; porque nenhum quera des-
    pojar-so dessa alta prerogativa, que abrilbantava
    o seu poder, e antes todos progresivamente pro-
    curavam amplia-la ao ponto de, no seculo XVI,
    azer-se nella comprehender at mesmo as cons-
    tituices dogmticas, os decretos conciliares e
    pontificios; d'oade gerou-se e fructificou o protes-
    tantismo, a supremaca espirial dos res na Ingla-
    terra, que tantos sacrificios ho custado, e o inau-
    dito escndalo dse ver urna mulher pretenciosa
    revestida da thiara, como foi Isabel, raioha da
    mesma Gra Bretanha Nulla edicta (Placitum)
    mandant quoad legesque apostlica, sed quoad
    rescripta tantum privait data asaque omina,sed
    beneficiara lantum.... que subreplione, gratia
    et sordibus, scepe oblinentur, como ensina Zy-
    po, canonista ameogo, autoridade iosuspeila na
    materia, segundo Zallinger, cap. 4, 401, no-
    tae.
    O intitulado plcito regio, fundado no mutuo
    auxilio entre a egreja e o estado, como opina Vao-
    Espen, defensor extremo dessejus prxncipscir-
    Cn!a7,!n*A?0t 8ieoceno-) paz octaviaQD, permanece'aiDda
    que nao vtesse de outra pwte, ou dos dominios Sessa heterodoxa doutriua I
    intermedio dos seus prepostos, liberalisar taes
    grabas espirituaes, distioeces e privilegios da
    jerrchia ecclesiastica, como amplamente de-
    monstra o abbade Andr, uo seu curso de direito
    cannico, verboPapa, Bergier, diccionario
    de theologia, verbooropo, e finalmente Bailly,
    Traclatus de Ecclesia Chrisli, Ululo I, pag. 596.
    etc.,'jamis ellas pdem sor eflectivas no Brasil
    sem previa e legitima ticenca para sua impetra-
    can. disposigo esta que coincide com a do art.
    207 do cdigo penal francez. (*)
    Scja-nos licito anda apoiar este nosso assrto
    com o aviso imperial de 11 de fevereiro de 1857,
    que se segu, firmado por um dos mais distinclos
    jurisconsultos do nosso paiz, que ha lido parte
    nos conselhos da cora :o Foi presente a S. M.
    a o Imperador o ofcio de 29 de outubro fiado,
    c em que V. P. Rvma. informa que pelo inter-
    nuncio apostlico nesta corte foi concedido aos
    religiosos carmelitas fre Bernardiao de Santa
    Cecilia Ribeiro o titulo de meslre doutor, e a
    a fre Vicente Aives do Rosario o uso de soli-deo
    < e annel, e que para essas gracas nao precedeo
    licenga, oem julgou V. P. Rvma. necessario
    n o beneplcito imperial, nao s por serem con-
    cedidas por simples escripto, como porque
    affirma V. P. Rvm., que este sempre foi o
    < costume da ordem em sua provincia. E o mes-
    mo Augusto Senbor, confurmando-se com o
    parecer do conselheiro procurador da coroa,
    manda declarar a V. P. Rvma., que nao pdem
    prevalecer costumes contra leis expressamente
    j*) 0 art. Io da lei de 18 do stimo mez [ger-
    minal] da repblica fraocezs, auno X, assim dis-
    punha: Aucune bulle, bref, rescrit, dcret,
    mandat, provisin, signatura, servant de pro-
    visin, ni autres expedilions de la Cour de Rome,
    mme ne conceroant que les parliculiers ne po-
    urront. tre recus, publis, imprimes, ai autre-
    men! mis en executiou, sans l'autorisation du
    gouveraement. 0 abbade Andr, naquella ci-
    tada obra, verboRescrit, diz que hoje seria
    um anachronismo e cootrasenso iorocar-se esta
    disposigo (filha de urna poca vertiginosa, em
    que adrede se procurou abalar o throno e o altar)
    que tem-se tornado inexequivel. Entretanto, no
    Brasil, onda ha muita religidsidade, e reina urna
    a pura essencia
    ARussiaem 1861.
    Os importantes aconlecimentos da Polonia, a
    agilaco da Hungra e o estremecimento de toda a
    Europa oriental, impoem-nos o dever de estudar
    as mudaocas que teem lugar oa Russia : este
    um paiz que nunca se deveria perder de vista,
    pois influe nos destinos das deas partes mais im-
    portantes do mundo. Este imperio entrou as
    vas da transformaco. A Russia de Alexandre II
    nao mais a Russia de Nicolao I, e modiGcacoes
    fuudamentaes devem seguir necessariamente a
    emancipaco dos servos. Procuremos indicar a
    situago e as tendencias da sociedade russa.
    A' primeira vista, o que mais impressiona sao
    as tergiversaces econtradigdes que transluzera
    nos actos do poder e dos partidos. Urna nica
    palavra : confuio, parece justamente qualificar
    esse periodo de transigo. A Russia caminha, po-
    rm, no meio do embale dessas correales que
    turvelioham ; o movimento ao mesmo tempo
    revolucionario, liberal e ponsatiista; sao lo
    pronunciadas essas tendencias que nos parece
    quasi impossivel que a agilaco da Polonia as mo-
    difique por muito tempo e profundamente.
    As opioies feuvaes do imperador Nicolao e seu
    carcter inuexivelilludiam a Europa a respeito
    dos sentimentos e das tendencias da nago russa.
    O czar era legitimista, absolutista e panslavista ;
    a naco, desde ento revolucionaria, liberal e
    panslavista ; Nicolao era pouco mais ou menos o
    uoico legitimista de sen imperio. Afim de reali-
    sar os seus immensos projectos de preponderan-
    cia moscovita, quera esse principe reuuir dous
    grandes meios de acgo : a alltanga intreoada,
    activa, de urna das duas principaes potencias oc-
    cidentaes, e a uoidade absoluta do imperio russo
    sob o poder de ura autcrata, summo pontfice e
    dictador: tal era o seu systema. Depois de haver
    apagado os ltimos vestigios da revolta que cas-
    tigou couj um rigor to cruel, desde 1828, vol-
    ton-se Nicolao para a Franca e procurou fazer
    adoptar pelos Bourbes a idea da diviso real da
    Europa em dous grandes imperios. Teria ajudado
    a Franca a tomar a linha do Rheno, sob condi-
    go de o deixarem dispr livremente da Europa
    oriental. A Allemanha parecia-lhe incapaz de
    resistir victoriosamente, apezar do auxilio possi-
    vel da Inglaterra. A revolucao de 1830 o obrigou
    a modificar e adiar seus planos.
    Por um lado, tinha elleanlipalhia e quasi des-
    prezo s monarchias sabidas de urna revolugo
    Iriumphaote ; jamis consentira em esteoder a
    mo a Luiz Philippe ou a Leopoldo. Por outro
    lado, s sanguinolen|a rebellio da Polonia fez-lhe
    comprehender quo longe eslava o imperio russo
    da unidade que julgava indispensavel para a exe-
    cugo de seus designios. Traoalhou pois sem
    descango por mais de vate annos em unificar lu-
    do em seu imperio ; pretenda fazer da populago
    ioteira urna especie de soldado escravo que fai-
    8. Maiheuo, XVII, v, 20 Docentes eos servare
    omita quodeumque mandavi vobis, et ecce ego
    vobis eum sum mnibus diebus usque ad cousum-
    mationem sceculis.
    VIII
    Effeclivamente, Roma nao pode ser considera-
    da como um jugo eslraoho, diz o Dr. D. Joo
    tionzales, porque a egreja universal, porque o
    papa depositario e dispensador da verdade pa-
    ra com seus estados, assim como para com os
    demais.
    O patrio poder, na opinio do grande philoso-
    pho do seculo XIX, o padre Ventura, s repre-
    senta a acgo do Deus Creador ; o poder polti-
    co s representa e s alcanca a acgo do Deus
    Conservador; ao passo que-o poder religioso re-
    presenta e perpeta a acgo do Deus Santi/ica-
    dor ; sendo que, segundo a doutrina de S. Paulo
    a obrigaco moral de obedecer a todo poder de-
    corre da razo e medida da sua representago
    divina Omnis anima potestatibus sublimori-
    bus subdita sit.
    O christianismo, que operou a mais pacifica
    e admirarel das revolugoes, desenvolveu o ho-
    rnera rao.al, regenerando a especie humana ; al-
    l m essa religio de paz e de concordia, esse ver-
    dadeiro Iris da perfeila alliaogs, essa agua lus-
    tral da redempgo, eslremou exactamente ases-
    pheras dos dous poderes sociaes, sendo que con-
    tra to grande obra se oo podo realizar a inva-
    so do elemento religioso pelo poder politico,
    ou collocar-se o estado na egrrja, Cjbeodo en-
    to, quando assim acootega, exclamar cerno San-
    to Ambrozio, o homem mais humilde e orthodoxo
    o genio mais dcil e mais caritativo que viro os
    seculos, o subdito mais fiel que existia nos es-
    tados do imperador Theodosio Legem vettram
    o xmperator, super Dei legem non esse.
    Se egrej%ioieramenteiodepeodeote de po-
    der temporal, cabe estabelecer por meio de leis
    asuadiscipliua : se os decretos dos bispos. vali-
    dos por si meamos, e pela autoridade que Jesus-
    Chnslo unir ao seu carcter, nao devem esperar
    do poder real seno urna ioteira submisso e urna
    protecgo externa segundo Bossuet, hist. des
    vanel., L. 10. o. 18. importa que para maouten-
    gao da unidade da f, insubsistente sem s unida-
    de da prossao /nu p,utor, una Ades os
    pnoclpes( dizem o Conde de Bissy, e Baily, obra
    alada ) oo ousem tocar na forma desses decre-
    tos, muda-Ios e resumi-los a seu talante. Em
    caso contrario, os fiis devem cumpri-los em
    consciencia, por que materias puramente espi-
    rituaes sao da nica competencia da egreja tor-
    nam-se imperiosamente exequiveis, sem for-
    malidado do plcito, e nao se estendem a effei-
    tos civis, oem jamis podem presumir-se offen-
    sivas aos direitos dos imperios.
    O cootrarlo seria aniquilara justa indepeodeo-
    cia e harmona dos dous poderes, espiritual e
    temporal ; seria absorvers jurisdiegodo primei-
    ra por amor da do segundo, quando ambos esto
    to ligados como o espirito materia, e conjunc-
    tamenie devem fanecionar aa mais santa allian-
    ca, e ao mais perfello equilibrio.
    Ao concluirmos invocaremos aiada a respeita-
    vel autoridade do Etm. Sr. bispo coude de Iraj
    Schol. ao 134 da citada obra, a respeito da ne-
    cessidade dse meditar bem sobre a importsocia
    desse direito fundado oa inculcada advocada, e
    defenso da egreja, a fim de oppor-lhe justos li-
    mites, a seu turoo tambem evitar-se o abuso do
    (??) Teodo faltado o mesmo Exm. Sr. conse-
    lheiro Autran, foi mui dignamente substituido
    pelolllm, Sr. Dr. Francisco de Paula Batista. I eoS'dfflcuTd'adeV immeMM.liodV
    lasse. rezasse e pensasse como amo. Era este o
    seu alvo, e procurou approximar-se delle com
    urna vontade inflexivel.
    Nicolao desenvolva mui bem o seu systema, e
    pensavaser o melhor patriota do imperio. A im-
    portancia da raga slava, dizia elle algumas vezes,
    depende da importancia da Russia, e o rgimen
    patriarchal o que convm aos Riissos, o que
    se lhes adopta. Na familia, o pae seohor abso-
    luto de todo e regala como lhe apraz o quiobo
    dos filhos. Na mnnicpalidade, a commuoidade
    o uoico propietario, e o seu conselho divida
    tambem os quinhdes entre os habitantes que
    obrgado a governar como pae e seohor.Nico-
    lao gabava-se de augmeular muito a influencia
    da Russia por meio de seu poder pessoal que pro-
    curou consolidar destrulodo ludo que lhe fazia
    sombra.
    O exercito foi o principal objecto de seus cui-
    dados. Elevou-o a mais de 800 homens, e pro-
    curou corrigir o recrutamento e a reserva por
    meio de alumnos e colonias militares. Os colle-
    gios e as universidades foram organisadas mili-
    tarmente, e como o principe receiava a diffuso
    da instruego. limitou rigorosamente o numero
    de discpulos. Todo o povo deve ser orthodoxo e
    russo. dizia elle. Partindo desse principio, per-
    seguiu atrozmente os catholicos e os sectarios.
    Foram submeltidos censura a imprensa, os ser-
    moes, os discursos. Reservou-se umagraode par-
    te do ornamento para pagar urna polica innu-
    roeravel, que era ao mesmo tempo eacarregada
    de denunciar os suspeitos e.de os julgr desse or-
    gameoto mui desfalcado, reservava o czar para a
    sua propria dotago mais de 50 milhoes, para ler
    urna corte asss espleodida afim de sfelisfazer a
    nobreza, e tanto prodigaliaava as recompensas
    como os castigos. No imperio tudo tromia real-
    mente em sua presenca.
    Seus agentes oo haviam estado inactivos n
    exterior; haviam doutrinado as povoages slavas,
    romaoias e gregas da Europa oriental. Quando'
    Nicolao julgou o terreno sufiScieotemente prepa-
    rado, foi Inglaterra em 1844 sondar sobre a di-
    viso do Oriente os lories, que estavam entao no
    poder, e seu acolhimento animou-lhe as espe-
    rangas. Eslava elle cheio de cooQaoca e espe-
    rance, quaodo teve mais tarde em S. Petersbur-
    go com o embaixador inglez, a sua famosa con-
    versigo a respeito do doeote iocuravel. A re
    pentioa hostilidade da Inglaterra,
    hbil offeosiva da Franca, a
    da Austria, o abandono da Prussia causaram in-
    continente ao orgulhoso autcrata um quadruplo
    revs. Vio-se obrigado a beber al o fezes da
    taca msis amarga. O exercito, de que tanto se
    ufanava, foi detido pelos Turcos diante de Silis-
    tria, ao depois batido nax Crimea ; vio a armada
    destruida em gloria, as tropos desimadas por to-
    da a sorte de soffrimentos, entregue s malversa-
    ges mais odiosas. Morrea com o coraco dila-
    cerado, dizendo ao filho qde o deixsva lutaodo
    o systema
    a vigorosa e
    posico aggressiva
    mogol e byzanlioo desceu] eom elle so tmulo;
    urna nova era data d sua morte.
    Para bem comprehender a importancia extre-
    ma dessa transformacio. mister lembrar-se que
    oa Prussia, mais do que algures, moderno o
    despotismo.
    Tomemos para exemplo a questo da servido.
    Aotes da iavaso dos Mogoes, eram llvres os
    camponezes russos. sob um regime patriarchal e
    em parle republicano. Deixaram indeleveis re-
    cordarles na Prussia, as repblicas de Norogorod
    e de Pshow. Durante o dominio dos Trtaros, o
    povo tornou-se escravo dos vencedores; ao de-
    pois, pouco a pouco dos seohorese dos principes
    moscovitas. Foi soraente em 1619 que o campo-
    ueztoroou-se verdaderamente servo, isto ao-
    nexo propriedade sem puder mudar de domici
    lio. Pedro I legalisou a servido fazeodo os se-
    nhores responsaveis pelo recrutamento e pelo
    imposto. Auna fez descer o servo coadigo do
    aegro e permittio vaode-lo sem a trra. Isabel
    deu ao proprietario o direito brbaro de o sepa-
    rar da familia e desterra-lo para a Siberia. Ca-
    tharioa prohibi extremamente que o servo se
    queixasse.
    O proprio Nicolao commetteu a atrocidade de
    estender aos cnefes de fabrica os direitos que pos-
    suio o proprietario sobre a pessoa do servo, de
    sorte que um fabricante poda mandar para a Si-
    beria o operario do que pensasse ler motivo de
    queixa.E eis que repentinamente, sem transic-
    gSo, depois dessa scena de rigores aggravados,
    decreta Alexiodre 11 o libertamento de 22 mi-
    lhoes de servos.
    Oque resultar dessa meiida? Um prximo
    futuro oo-lodir. Ella provavelmeote nao satis-
    faz nem ao proprietario nem ao camponez. Mui-
    tos propnetaros pequeos, e o numero desles
    mui grande, ficaro reduzidos ao proletariado,
    pois nao poderam economisar as dirainutis sotu-
    rnas que lhes ho de ser pagas em fraeces psra
    o resgate dos servos. Por outro lado, s campo-
    nezes julgavam-se possuidores do solo; obrga-
    dosa pagar em dinheiro ou em trabalho, at que
    tenham resgatado sua passoa, forgados alera dis-
    so a acceitar o fraccionamento de suas trras e a
    trocir o poder habitualmeute paterno do senhor
    pela dominago de um empregado venal e tyrao-
    nico. nao lardaram em manifestar seu descon-
    tentndolo em mais de um governo; e alguns
    Russos raut illustrados chegam at a recear al-
    gum regicidio.
    Em outros paizes poderia o clero impedir taes
    desordens ; porm o clero russo nao tem a me-
    nor influencia ; dbil por causa de sua medonha
    degradago, mostrs elle o que urna igreja re-
    duzda a serum dcil instrumento do poder civil.
    Nao ha expectaculo mais triste.
    Esse avillamento do clero o maior mal e o
    perigo mais serio para a Russia. Proclamam es-
    ta verdade todos os Russos que amara de veras o
    paiz, qualquer que seja a sua opinio ; da dege-
    nerago do clero provera a desmoralisago da na-
    gao. Como, porm, se ha de remediar um mal
    tantas vezes secular ?
    A nobreza em vez de contribuir para isso, em
    vez de o comprehender e querer, comega a nao
    respeitar mais a religio exteriormeute; e a in-
    differenga irreligiosa, que nao oceulta, esteode-
    se aos camponezes, atacados assim como os no-
    bres, pelas oecessidades d luxo e dos gozos raa-
    teriaes. O clero ser dentro em pouco geralmen-
    te desprezado, si acaso nao conseguir emendar-
    se. Mas como lhe sao diCQceis a reforma e os me-
    Ihoramentos 1 Falta-lhe tudo : o saber, a unio,
    a ignidade, a moralidade, a doutrina. a rique-
    za ; nao ha no mundo urna corporaco mais de-
    gradante ; provemo3 isso com jlguns promeoo-
    res.
    O clero russo de urna igaorancia que at nao
    pode trajar. Ainda ha poucos annos, os czares
    nao gostavam de especio alguma de discurso ;
    cada serventuario apenas fazia dous sermes por
    anno, sujeilos antecipadamente a urna censura
    ecclesiastica. eram que retlectir as celebres
    conferencias feilas pelo padre Souillard em S.
    Petersburgo em 1858; faliava-se com Iiberdade
    uos clubs, nos meelings, nos banquetes : o go-
    verno liberlou o pulpito da censura e convidou o
    clero a fazer delle um uso frequente. Ora, nao
    havia pulpitos na maior parle da egrej, e os
    popes (sacerdotes russo do rilo gregol assim como
    seus superiores nao se acharara geralmenle em
    estado de fazerouvira palavra divina. Com tudo,
    oflereceram alguns pregadores aiada que raros ;
    o mais conhecido, Polyssodoff, formou-se no es-
    trangeiro : o governo mandou publicar os ser-
    mes notaveis era suas folhas polticas.
    Apezar dessa animago, os bons pregadores ne
    se multiplicara na Russia. E' absolutamente im-
    possivel que o clero adquira urna parte da apli-
    dao e do mrito que lhe fallam, salvo se vierem
    a modilicar-lhe profundamente a educago e a or-
    gaoisago.
    Existem alguns seminarios desde 1810; porm
    o governo e os prelados, dominados pela con-
    sciencia de seu schisma, sao demasiadamente
    desconfiados para permittir estados serios. Es-
    ses estabelecimeutas nao sao mais do que o he-
    diondo refugio da ignorancia e do vicio. Urna
    brochura publicada em Leipzig ha dous annos,
    descobriu essas torpezas e atacou vigorosamente
    as chagas da egreja russa. O Santa Syoodo maa-
    dou procurar o autor e quizcastiga-lu ; porm o
    imperador tomou-o sob sua prolecgao, roaodou-o
    para Nice como capello da estago russa, e en-
    carregou a urna commisso a reforma dos estudos
    iheologicos; esta ultima medida flcou sem ef-
    feito.
    Nao ha reforma parcial possivel, por isso que
    tudo mo : organisago, doutrina e pessoal.
    O clero secular forma urna classe quasi seme-
    Ihante s da India. O filho do pope tambem
    pope, e oo se lhe permitie fcilmente escolher
    outra proQsso. Esses degradantes serveotua-
    rios sao candemnados a urna vida de humiliago
    e de solfrimentos. E'-lhes interdicto o accesso
    ao episcopado- Nao teem nenhuma classe no
    tchin e sao por cunsequeocia subordinados aos
    ltimos membros dessa hierarchia ; se desagra-
    dara a um ftfoccionario, este pode seatar-lhes
    praga no exercito do Caucaso. O sed bispo tem
    o poder de os mandar agoutar publicamente pela
    menor falta. O salario de tal sorte diminuto que
    para sustentar a familia, recorrem elles a vena-
    lidade: alias, o bispo d-lhes o exemplo disso.
    Esses prelados, escolhidos todos de entre os
    frades, vivera n'uma dependencia absoluta do
    poder civil, expostos incessanlemente priso ou
    ao desterro; portanto mostram-se elles servs
    para com os agentes do poder. Indemnisam-se,
    porm, tratando aos popes como escravos, e a
    forga de rapacidade procuram adquirir os gozos
    do luxo: duas visitas episcopaes sao verdadeiras
    colletas, quasi to indignantes como as visitas
    ioteressadas dos prelados gregos na Europa
    Oriental. O infeliz pope, cuja vida nao mais
    do que urna serie de desgragas, que cultiva um
    pedacioho de trra com as proprias, ou que v-se
    reduzido a vivar de esmolas mais ou meos ex-
    torquidas, esse pobre pope, que beija como o cam-
    ponez a mo do senhor, treme a chegada de seu
    bisno ; e este procura com effeito lirar-lhe urna
    parte de seus escassos recursos. Alm disso,
    esses prelados teem pouca iaflueocia na direcgo
    dos negocios religiosos ; pertence ella consis-
    torios diocesanos sujeilos ao funccionalismo.
    O que o clero regular donde sahe exclusiva-
    mente o episcopado? Vae responder-nos o prin-
    cipe Dolgorouhoo, homem fidedigno: segando
    elle, um corpo to corrupto como inerte, e ou-
    sa affirmar que a excepgo dos empregados, a
    classe mais prejudicial que ha na Prussia.
    O goveroo coohece todos esses defeilos, e af-
    firma-se que a piedosa imperatriz quizera parti-
    cularmente attenua-las. Deve-se-lhe a nomea-
    gao de um pope celibalarlo, inoovago extraor-
    dinaria n'um paiz onde se guordam com rigor as
    appareocias. Ha reformadores que pedem que
    os bispos possam cassar-se ; outros que os popes
    sejam autorisados e aoimadosa viver no celiba-
    to. At hoje, quasi ninguem ousa escutar o im-
    portante da questo que consiste na reforma ra-
    dical da educacao e dos estudos. Para realisa-la
    seriam precisos santos cheios de sciencia, escla-
    recidos pela luz divina.
    Pelo contrario, condeosam-se as trevas nos se-
    miaarios. Nicolu esperava e quera remir sob
    seu sceptro todos o Grego-Slavos; nesse intui-
    to, mandou elle ensinar a urna pane do joven
    clero a doutrina phociaoa, divergente em alguos
    pontos das creogas russas, como sabida. As-
    sim, gabava-se o Czar de reinar mais fcilmente
    em Constantiuopla. Dahi resultou urna coofu-
    sao extrema as crencas e urna aggravaco de
    prejuizos contra o catholicismo.
    Os erro mais grosseiros| a respeito da egreja
    catholica sao eosioados oos seminarios como ou-
    tros tantos artigos da f. Aprenie-se ahi que o
    papa considerado pelos catholicos como nao
    podendo commetter peccado algum ; que os pa-
    dres rendem Indulgencias su ppoado que absolvem
    os peccados futuros. Ora. os livros litrgicos
    russos e ate o caihecismo do imperio sao quasi
    absolulameati catholicos. asina-e nelles a don-
    inoa catholica relativa s indulgencias Ahi o
    papa designado como chefe da egreja, presidente
    e superior nos concilios uoiversaes ; recoobecem.
    nelle o direito de depor o palriircha do Oriente
    Tudo isso difiere extremamente da doutrina'
    grega. Mia"
    E' sabido que a ambigo dos patriarchas de
    Alxandris, de Anliochia e. de .Constantinopla
    roormente a ambigo deste ultimo, causou
    schisma. Os Gregos fazem remontar a suprema-
    ca da s de Constintioopla at a mudanga da
    sede do imperio e apenas reconhecera sete con-
    cilios ecumnicos (at 787). Repellen] mu natu-
    ralmente, ou aotes esquecera-se do synodo de
    Constantinopla, feito em 870, o qual condemna
    Phocio como adultero, parricida, novo judas, o
    Pelo contrario, a Russia reconhecia-o. porque a
    sua converso data da poca anterior iotroduc-
    go definitiva do schisma 'oo Oriente pelo patriar-
    cha Miguel Cerulario.Se a egreja russa appro-
    xima-se agora do phociaoismo, toroar-se-ha
    mais profunda a separacao enlre ella e o esta-
    roveras, cuja multiplicagio bem amparadora.
    Havia decretado Nicolau que elles oo existis-
    sem mais; e pouco tempo depdisTa~Sublicago
    de sua voatade, as informacoes offlciaes reduzi-
    ram o numero delles a 600 mil. o imperador re-
    conheceu logo que o linbara engaoado^e orde-
    nou urna seria devassa : ento o numero 600 mil
    transformou-se em 6 milhoes. Cootam-se actual-
    mente na Russia pelo menos 15 milhoes de sec-
    tarios, entre os quaes figuran estaroveras em
    numero de 9 milhoes.
    Os estaroveras ou antigos erantes repeliera, co-
    mo sabido, as mudaocas feilas na egreja russa
    por Pedro I, que destruiu a sua independencia, e
    pelu patriarcha Nicon, que reunem Pedro em
    suas maldiges. Resistiram elles quasi sem pa-
    dres urna perseguigo secular; o eis que aca-
    bara de organisar-se inteiramente em egreja se-
    parada com urna completa hierarchia de sacerdo-
    tes, frades e bispos. Um bispo grego, residente
    em Bukovina, instiluiu metropolitano do3 estaro-
    tieras a um joven Russo, haver uns dezeseis au-
    nos: esta urna das principaes queixas do go-
    verno russo contra a corte de Vienoa, qual t-
    iribue elle este importante incidente. A despeito
    da vigilancia da policia, os antigos erantes leem
    agora seis bispos, urna legio ioteira de popes e
    mais de tnota e seis convenios. Alm disso a
    polica fecna os olhos por dinheiro: ella coohece
    por exemplo, o bispo estarovera de Moscow, cha-
    mado Safromi, e segue-o com a vista ; porm,
    apezar de o iocommodar s vezes, nao o prende,
    recelando perder com o exilio delle para a Sibe-
    ria soffriveis emolumentos.
    Nicolao procurou em balde mandar celebrar
    para os estaroveras os officios segundo o antigo
    rito pelospepes da egrejs official. Ordenou in-
    frucliferameate que fossem baptizados como or-
    todoxos todos os tilhos das familias schismaticas.
    Em balde recorreu priso, ao exilio, aos tor-
    mentos. Foi mais incessaote a multiplicaco dos
    dissidentes. Hoje a perseguigo tem diminuido
    de inteasidade ; com tudo os sectarios nao teem
    a autorisaco de possuir ediucius religiosos e cou-
    tiuuam a foruecer urna das principaes rendas para
    os empregados que lhes rendem a tolerancia, e
    papa os popes que lhes passam atteslados falsos.
    Assim, um mercador, para fazer parte de um dos
    dous primeiros gildes que o livram do knout
    precisa de um atlestado de orlhodoxia ;"no ha'
    pope que recuse tal attestado ao sectario que es-
    t disposto a.pags-lo.
    A' vista dessa terrivel multiplicaco das seitas
    a egreja russa nao pode robuslecer-se com a Ii-
    berdade dos culios ; para vegetar, precisa dessa
    protecgo excessiva do poder que a degrada. Os
    dous partidos polticos, os velhos russos e os li-
    beraes, sooham para elle urna emancipaco abso-
    luta ou relativa ; fallam uns em estabelecer para
    rege-la um palnarchado mais iodepeodente ain-
    da do que o era antes de Pedral; outros propem
    faze-la goveruar, por meio de consistorios nica-
    mente eclesisticos, sem interferencia da auto-
    ridade civil. Ambos esses ensaios haviam de abor-
    tar infallivelmente, por isso que o clero superior
    carece de doutrina o moralidade ponto de tole-
    rar publicamente que o sigillo da coulisso seja
    violado em proveito da polica.
    Mauifesta-se cada vez mais a verdade do dile-
    ma do padre Gagarino: se a Russia nao tornar
    para o calholicismo, hade ser revolucionada ou
    revolucionaria.
    Deve-se indubitavelmente esperar pelo retorno
    do povo russo para o calbulicismo, do qual est
    elle to pouco dislaute por suas doutrinas religio-
    sas e por seus seolimentos. Tornando-se catho-
    lico, o poder impederiaa deslocaco absoluta da
    egreja russa ; teria elle de otfere'cer sos etlaro-
    veras, um doutrina immutavel, a mais antiga na
    Russia : tal seria o nico meio de luva-los uni-
    dade.
    Desappareceria o violento antagonismo dos Po-
    looezes, e ainda que elles houvessem conseguido
    emancipar-se, poderiam entrar voluntariamente
    n'uma grande confederago slava dirigida pela
    Russia ; o exemplo dos Blgaros moslra que os
    Grego Slavos nao esto distantes do catholicismo,
    e a facilidade com que urna graode parte dos Ru-
    maoios austracos aoragaram a nossa religio tes-
    teraunha que os seus irmos dos principados
    nao resistiriam mais.
    Nicolao, que procurava na religio um meio de
    domioiu panslavista.eaganou-ss redondamenteap-
    proximando a sua egreja do phociaoismo oriea-
    tal. O futuro politico da Russia est ao catholi-
    cismo ; oo ha de achsr o repouso e a estabilida-
    de seoao em seu seio. Fra delle e contra elle,
    poder fazer um mal immeaso, conliaaar a aug-
    mentar talvez ; porm nao hade evitar as dis-
    cusses intestinas que se esto preparando. Tudo
    annuncia que ho de ter urna extrema gravi-
    dade.
    Infelizmente o imperador, seu governo e a
    egreja russa nao parecem tender a voltar para o
    catholicismo. Quando Alexandre II foi acclama-
    do, deixou esperar de alguma sorle que havia el-
    le de lembrar por causa de sua clemencia Ale-
    xandre I, cuja memoria to grata para os ca-
    tholicos. Comecou na realidade amoystiando
    tresentos a qualraceolos padres deportados, o
    concedeu alguns favores a catholicos, expecial-
    meute em S. Petesrbourgo e as provincias rus-
    sas. Mss elle cootiouou quasi immediatameote
    o systema tyraonico de seu pae, e perseguiocom
    approvac.o de crueldade a uniticago religiosa
    dos Rulbenos. Suppunha Nicolao que na maior
    parte da anliga Polonia, na Podolia, na Lithua-
    nia, na Yolhynia, na Russia Brams, devia o po-
    vo ser considerado como russo de liogua, raga e
    religio Alexaodre cootiouou a obrar segundo
    esse estraoho systema. Ai da aldeia que quiz
    resistir a urna converso em massa officialmenta
    decretada I Cahio sobre ella toda a severidade
    imaginavel. Em 1857, era Dzieroowicz, um co-
    ronel de gendarmes chegou a ordenar que se
    desse forga a comrauoho aos camponezes, ain-
    da que se nao houvessem coufessado e apezar de
    terem comido pela maoh. Desde entao, sao
    elles considerados como orthoduxos. Nesies l-
    timos tempos foram executadas ns leis mais crueis
    contra os catholicos. Ha poneos mezes, por
    exemplo, um medieo ds Vamowa, foi deportado
    para a Siberia, porque mandara educar na reli-
    gio catholica um filho que Uvera de urna schis-
    mattea, e os cmplices desse criroe foram seve-
    ramente castigados. Um peo, reo de tal crime,
    pdesoffrer cincoenta a sessenta a;outes e dous
    a trez anuos de priso com trabalho. He sus-
    peoso o padre que fez o baptisado. Tal a Ii-
    berdade concedida aos catholicos.
    Alguos, porem raros membros do clero procu-
    ram reagir contra essas crueldades, e desejam a
    unio de sua egreja com o catholicismo. Alguns
    ha, porem, que sooham coocesses imposstveis
    para o papado ; outros, ama especie de episco-
    pado meto catholico, ultra gallicaoo : esta'a
    ideia que procuram propagar n'uma especie do
    revista religiosa publicada em Pariz. A maioria
    do episcopado e do clero mui opposta a egreja
    romana, e procura allaca-la por meio de argu-
    mentos protestantes que proceden contra as
    creogas russas. No seculo dcimo stimo; os
    theologos russos visitavam ainda as escolas ce-
    tholicas; porem oo seculo seguale predomioou
    entra elles a influencia protestante, e desde 1807
    lhes e" prohibido o seguirem um curso qualquer
    n'um estabelecimento catholico de instrueco.
    Nao pois de presumir que um retorno para o
    catholicismo lenha prximamente lugar no seio
    do clero russo.
    (Confinuaf^-M-Aa.)
    naife di nr, -b?. di rau^mt,
    ~


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