Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09322


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Full Text
lili IIXTII IDIB10 145
Por tres mezes adiantados 5(000
Per tres mezes Tencidos 6$000
t.
OARTA FE1RA 26 PE JDHHO DI U*l
Por annoadiantad 19)600
Parle franca para o subscriptor.
8NCARREGAD09 DA SBSCRIPCAO DO NORTB
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
da Olireira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
ios Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DUS CRKEIOS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do'dfa.
Iguarass, Goianna Parahiba as aegundas e
aextas-feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pi d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores,Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Px as quartas (iras.
Cabo, Serlnhaem, Rio Formoso, Una, Barralros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintasteiras.
(Todos os correios parlem as 10 horas da manha
EPHEHERIDES DO MIZ DE JL'NIIO.
8 La ora as 11 horas 19 mnalos da man.
15 Quarto erescenta as 7 horas 56 minutos da
manha.
22 La cheia aos 3 minutos da tarde.
3G Quarto minguante aoa 21 minutos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas a 54 minutos da manha.
Segundo as 7 horas e 18 minutos da Urde.
das da senara
|24 Stguuda. c$ Nascimento de S. Joo Baptista.
25 T|r$a. S. Guilherme ab.; S. Febronia y. m.
26 Qaarta. Ss. Joo Paulo irmos mm.
27 QMnta. S. Ladislao re ; S. Crescendo b.
28 Sixta. S. Leio II. p. ; S. Argemiro b.
29 Sibbado. & Ss. Pedro Paulo app.
SO Domingo. A Pur:a de Nossa Senhora.
Di
AUUIKNUIAS DOS IRIBUNAEa DA CAPITAL.
Tribunal do commercio; segundas quintas.
Relaco: tercas, quintas sabbados alo hora,
Fazenda: trras, quintase sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao meio dia:
Bito de orphos: tercas e aextas as 10 horas.
Primeira rara do eirel: tercas sextasao meio
dia.
Segunda rara do eirel:
hora da tarde:
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Faleo Dias; Bahia,
Sr. Jos Martina Airas ; Rio da Janeiro, o SrV
Joo Pareira Martina.
EM PERNAMBUCO.
10 proprietario do mamo Manoel Flgaeiros da
Farla.na aua lirraria prega da Independencia
1*8.
ns
PARTE OFFICIftL
N. 511.
Antonio Marcellino Nunes Goncalves, presidente
da provincia dePeroambuco.
Fajo saber a todos os seus habitantes que a
essembla legislativa provincial decrelon e eu
sanccionei a lei seguiole :
Art. 1* Em quanto o gymnasio provincial nao
(unccionar no edificio proprio, ora em conslruc-
c.o, uo podero ser prvidos os lugares de re-
petidores, di que trata o 3o do art. 135 da lei
provincial n. 369.
Art. 2o O lugar de censor ser exercido por um
sacerdote que accumular as obiigages de es-
moler, cujn lugar tica supprimido.
Art 3* Fea supprimido o lugar de ecnomo, li-
tando as su as funeces a cargo do secretario, que
prestar a competente llanca.
Art. 4* Ficaro supprimidos os lugares Je
tnestre de danca, de gymnastica, de nalago e
equitago, e a cadeira de desenho, devendo cor-
rer as despezas que se fuerea com o ensino de
taes artes por conta dos alumnos que as quize-
rem aprender.
Art. 5a Em caso algum poder perceber grati-
eago o professor, cuja cadeira nao fdr requen-
tada.
Art. 6 Pica o presidente da provincia autori-
sado estabelecer no gymnasio um plano de es-
(udos o mais aproximado possivel ao do intrna-
lo de Pedro II, sem todavia crear mais cadeiras,
e de modo que at o quarto atino estadio o curso
seja obrigatorio para todos os alumnos internos, os
os quaes podero d'ahi em diaote estudar a dis-
ciplina do qualquer cadeira, que escolher, segun-
da sua vocago, ou vontade de seus paes, tuto-
res e interessados.
Art. 7" Para obteoco do diploma, de que tra-
ta o art. 120 da lei n. 369, faz-se mister que o
alumno percorra seguidamente lodo o estadio de
sete aonos, e tenha sido approvado as materias
de cada anno.
Art. 8 Do art. 123 da citada lei sejam suppri-
rui Jas as palanas com tanto al o Qm.
Art. ir Ao final do art. 126 accrescente-se
pagando por junto a metade da penso que pa-
gam os externos.
Art. 10. Perder o anno, e nao poder fazer
xame o alumno externo, ou meio pensionista,
que dr quarenta faltas justificadas ou nao.
Art. 11. Fica o presidente da provincia auto-
risado formar o regulamento do gymnasio na
conformidade das alleraces contidaa n'esta lei.
Art. 12. Fica derogada a lei n. 286 de 17 de
maio de 1851 nos termos dos paragrapbos se-
guidles :
1" Ficam supprimidos os lugares de um en-
-genheiro, os de agentes pagadores, e os de dous
desenhistas. Os ajudantes de engenheiros accu-
mularao o servigo de agentes pagadores, e o seu
numero ticar reduzido tres, logo que houver
vaga.
2 O presidente da provincia organisar um
regulamento especial para o servigo da conser-
vado e reparo das estradas e pootes feito por
arrematarlo, no qual obrigue os arrematantes a
pelo menos, dous trabalhadorea por cada mil bra-
bas de estrada, e se faculte ao director das obras
publicas suspender at um mez, com perda de
?encimeotos, o engenbeiro fiscalisador do ser-
Tico arrematado, que fr negligente em sua ins-
pecgo e multas contra o arrematante por infrac-
go de qualquer das obrigagoes, que por esse
regulamento Ibe forem impostas.
3 Sempre que se tiver de levar effeito al-
guma obra de valor excedente de seis contos de
ris por empreza, empreitada ou contrato seme-
lhante, se abrir a concurrencia nao se realisan-
do contrato algum para esse fim, seno tres me-
zes, pelo menos, depois de ser ella aberta.
Art. 13. Ficam exlioctos os lugares de serven-
tes da caaa de delango. No servigo da limpeza
e asseio, empregar o administrador os coodem-
nados k prisao com trabalho, e de preferencia os
escravos.
Art. 14. O numero dos guardas da mesma ca-
sa fica reduzido dezeseis, vencendo cada um
quarents e cinco mil ris (459000 rs.) mensaes.
Art. 15. E' prohibido qualquer empregado
da casa de delengo ser o fornecedor dalla : o
forneeimeoto da mesma casa ser feito por arre-
matago de tres em tres mezes perante a thesou-
raria, e na forma ali estabelecida para as arrema-
tages, obrigando-se o arrematante fiscalisago
do chefe de polica.
Art. 16. A fiscalisago diaria da distribuigo
das razoes fica, d'ora em diante, cargo do me-
dico do estabelecimento que pelo accrescimo
desse trabalho perceber urna gratificago an-
imal, que nao exceder de quatro centos mil
ris (4009000).
Ari. 17. Os presos pobres nao pagaro emolu-
mentos alguna pela sua soltura, e esta lhe ser
dada, logo que fdr ordenada pela autoridade com-
petente.
Art. 18. A classificago dos presos pobres fica
igualmente d'ora em d'iante cargo do chefe de
polica, em vista das declarares feitas pelas au-
toridades, que eftectuarem a prisao.
Art. 19. Fica o presidente da provincia autori-
sado a rever o regulamento da casa de delengo
e a reforma-lo, no sentido, que mais conveniente
or.
Art. 20. O mesmo presidente da provincia
aulorsado a reformar a thesouraria, o consulado
provincial e as collectorias de conformidade com
os seguintes paragraphos.
1. A thesouraria e o consulado provincial,
tero urna organisago tal, que, simplificando os
trabalhos, facilite o mais possivel a arrecadego e
fiscalisago das rendas, e nao menos os despachos
dos contribuinies, principalmente no pagamento
dos impostos por exportaco.
2.a Os vencimentos dos empregadoa serlo de-
terminados do modo o mais equitativo, segundo
a calhegoria e trabalho de cada um. Na ileter-
tninago da porcentagem ter o presidente da
provincia altenglo ao crescimento provavel da
lenda annualmente, de modo que o quantum
daquella seja na razo inversa deste augmento.
3.a O empregado, que por falta de exame ou
erro, eoneorrer para que seja ajuizado aquelle
contribuiote, que mostrar nada dever, incorrer
em multa, que ser descontada de seu orde-
nado.
Art. 21. Os regulamentos, que forem expedi-
dos, em virtude das precedentes autorsagoes fi-
ca rio dependentes de approrago da assembla
provincial.
Art. 22. O regulamento de 27 de abril de 1854
mandado observar na extracto das loteras, e a
lei n. 428 de 13 de junho de 1857, ficam deroga-
das de conformidade com as disposiges dos pa-
ragraphos seguintes :
8 1.a A porcentagem do thesoareiro das lote-
ras ser regulada pelo valor de cada urna deltas.
O presidente da provincia marsa-la-ba de modo,
3ue nao seja maior de 8 por cento, nem menor de
por cento, deveodo ser ella tanto maior, quanto
menor for o valor de cada urna parte, ficando as-
aim alterado o valor do beneficio : nenhuma par-
te de lotera ter o valor menor de treze contos
de res (13:0009000).
8 2.* Os premios dos bilhetes dai loteras, re-
colhidos aos cofres da thesouraria provincial,
prescrererao pelo modo por que prescrerem ai
dividas passivas provinciaes, derendo os docu-
mentos existentes na mesma thesouraria nerten-
centes aos mesmos premios ser consumidos em
junta, depois de paasados cinco annos.
3.a O presidente da provincia regular as pre-
cedencias das loteras para a aua extraego de mo-
do que em cada mez sejam extrabidas duas par-
tes das loteras concedidas para as obras do gym-
nasio provincial.
Art. 23. Fica approvada a prorogsgo de prazo
coucedido ao empreileiro das estradas do norte e
de Pao d'Alho ; deixam, porm, de s-lo as do-
mis alteragoes e declaragdes, feitas pelo presi-
dente da provincia em 28 de setembro de 1860,
salvo se o empreileiro convier as seguintes mo-
dificages:
1.a O termo di estrada do norte comprehen-
der a ponte sobre o rio Bu, se o presidente da
provincia, depois de mandar proceder aos estudos
precisos, conhecer, que assim mais conve-
niente
2. O deposito, de que trata a condigo deci-
ma quarta do contrato, ser de valor duplo do
que ahi determinado, devendo a condigo deci-
ma oilava ser entendida, de conformidade com
esta disposigo.
3.a O empreileiro somonte ter direito ao pa-
gamento das preatagdes, correspondentes a cada
um dos langos que fuer, se estes estiverem em
conlinuidade, comegando do ponto, em que lhe
cumpria dar principio s estradas, na forma da
condigo primeira do contrato : revogadas as dis-
posiges em contrario.
Mando, por lano, a todas as autoridades, a
quera o conhecimento e execugo da presente
lei perlencer, que a cumpram o fagam cum-
plir to ialeiramente, como n'ella se contm. O
secretario desta provincia a faga imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, 18 de junho
de 1861, quadragesimo da independencia e do
imperio.
L. S.
Antonio Marcelino Nunes Goncalves.
Sellada e publicada a prsenle lei .nesta se-
cretaria do governo de Pernambuco aos 18 de
junho de 1861. Joo Rodrigues Chaves.
Registradas as fl. 82 v. do li? 5a de leis provin-
ciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 20 de
de junho de 1861. Rufino Jos F. de Figuei-
redo.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia SI de junho.
Officio ao commandanle das armas.Sirva-se
V. S. de mandar apresenlar diariamente ao dele-
gado supplente encarregado do expediente da po-
lica, bacharel Amaro Joaquim Feneeca de Albu-
querque, urna praga de cavallaria durante a au-
sencia do Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Pela informago junta por eo-
pia do inspector do arsenal de marinha, ver V.
S. que por ora nao pode ser augmentado o nu-
mero dos africanos livres ao servigo do hospital
militar, conforme sollicita o respectivo director no
officio a que se refere o de V. S. de 15 do cor-
rente, sob n 899.
Dito o mesmo.Sirva-se T. S. de mandar
V. S. ter prompta a artilharia do Xing, bem
como os objectos de bordo que nao forem precisos
nesta provincia, afim de serem remettidos para a
curte na crvela Berenice, de volta da commisso
em que vai ser empregada.
Ditoao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. recolher a este arsenal, seis clarinotes em
mo estado, e 25 bayonetas que se acham na re-
partigo da polica.Communicou-se ao chefe de
polica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em
vista de sua ioformago de honlem datada, sob
n. 164, oautoriso a entregar ao commandante do
Ia batalho de artilharia da guarda nacional deste
municipio, somente 100 armas completas em subs-
tituido de oulras arruinadas.Coramunicou-se
ao commandante superior da guarda nacional do
Becife.
Dito ao mesmo.Em resposta ao sen officio de
12 do correnle, sob o. 155, tenbo a dizer que dere
Vmc. mandar excluir da folha de pagamento o
mestre de gymnastica Joo Francisco da Silva,uro a
vez queabaudonou elle seo emprego desde abril
prximo lindo, conforme declara Vmc. e o citado
officio, do que nesta data don setnela ao Exm.
Sr. ministro da guerra, para resolver como enten-
der justo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Lo-
go que chegar a distribuigo do crdito para as
despezas da repartigo de marinha no exercicio
de 1861 a 1862, mande V. S. fazer, de conformi-
dade com a planta e orgamento que incluso re-
melto-lhe, os reparos necessarios ao edificio em
que funeciona a capitana do porto, coocorrendo
a respectiva despeza pela rubrica obras.Fize-
ram-se as necessarias communicagdes.
Dito a thesouraria provincial.Para que possa
ser tomado em coosiderago o sea officio de non -
tem, sob n. 261, faz-se preciso que V. S. me re-
meta urna demonstrago regular da insnfficien-
cia do crdito vetado pelo art. 8 3 da lei do or-
gamento vigente.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Restiluo V. S. o incluso fequerimento docu-
mentado de Joaquim Francisco Duarte, afim de
que, nos termos de sua informago de hontem,
i sob n. 260, mande pagar ao supplicante a quan-
' tia de*995660 ris, proveniente daa castas a que
j foi coodemnada a administrago do patrimonio
dos orphos no pleito que leve contra elle.
Dito ao mesmo.Para qae eu possa resolver
i a materia do seu officio da hontem datado, sob
n. 257, necessario qae V. S. eovie-me urna
I demonstrago da iusufficiencia do crdito sopple-
mentar aberto em 21 de ferereiro ultimo para
Maria Francisca dos Prazeres.-InformeoSr.de-
ldjpado encarregado do expediente da repart-
gao da polica.
COMANDO DAS ARMAS.
Qnartel de eliminando das armas
de Pernambuco, na eidade do
Beeife, em SS de junho de 1861.
ORDEM DO DIA N. 113.
O coronel commandanle das armas faz publico
para sciencia da guarnigo e fins convenientes,
que em data de hontem se apresentou a esse com-
mando vindo da provocia da Parahiba, o Sr. ea-
pttodo99 bilalbo de infantera Jos Anselmo
Rodrigues, apresentando-se na mesma data ao
sea respectivo batalho.
Assignado.Jos Antonio da Fonseca Galvo.
Conforme.Antonio Entas Gustavo Galvo,
alfares ajudante de ordens interino do com-
maado.l
INTERIOR.
MARANHO.
Don Manoel Joaquim da Silveira, por
aere de Dos, e da Santa S Apos-
tolica, bitpo do MaranhSo, do conse-
lio de Sua Magestade o Imperador,
commendador da ordem de Christo,
ele. etc. etc.
[ as despezas eventuaes.
1 Dito ao cooselho de compras navaes.A'vista
da informago do inspector da thesouraria de fa-
zenda por copia inclusa, datada de 14 do corren-
te, nio pode ser approvada, pelo alto prego por
qae foi contratada, a compra da bomba da que
faz mengo o conselho de compras navaes em
sea officio de 29 de maio ultimo ao que respon-
do ; cumprindo que o mesmo cooselho expooha
a raxo porque entende, segundo declareu em
dito officio, que a acquiaigo deaaa bomba na-
nhum oaus trar aos cofres pblicos:
Feriara.Os Srs. agentes das Companhia Bra-
sileira de paquetea a vapor mandem dar pasaa-
gem para as Alagoas por conta do ministerio da
aicipaes
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar
por em liberdade o recruta Jos Candido Ribeiro
de Brito, visto ter provado isengo legal.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. que fa-
ga aquartellar com urgencia neata eidade, 120
pragis da guarda nacional sob seu commando,
compreheodendo nesse numere 1 capito, 1 t-
ente e 2 alteres, afim de auxiliar a tropa de pri-
meira linha no aervigo da guarnigo.
Dito ao conselheiro presidente da relago.
Sirva-se V. S. de informar qual o estado das ap-
pellages constantes da inclusa relagao, que me
devolver, e qae veio junta ao officio n. 10 de 10
deste mez, do juiz de direito interino da comarca
de Garanhuns.
Dito a thesouraria de fazenda.Davolvo V.
S. competentemente assignadas e datadas, como
gares de prda destinados para passageiros da es-
tado, e nao os havendo por conta do ministerio
da guerra, ao msico Domingoa Jos dos Santos
e Camillo Gualducci, que tiveram baixa do servi-
go do exercito no 2 batalho de infantaria.
DitaPara substituir o tenente Francisco Bor-
ges Leal, vogal nomeado para o conselho de jul-
gamenlo a que responde o sargento do corpo de
polica Miguel Gomes Correa, nomeio o tenente
quartel-mestre Manoel Farnandes de Albuquer-
que Mello.
Expediente do secretario.
Do dia 21 d junho d, 1861.
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. presidenta da provincia manda
transmiltir V. S. para o fim conveniente e em
additamento ao officio que lhe foi dirigido em 18
sollicitou em sua ioformago de 18 de abril u I ti- lio crrante, o incluso pedido
sob n. 300, as inclusas
do
mo, sob n. 300, as inclusas folhas em duplcala
dos vencimentos relativos aos mezes de fevereiro
e margo deste anno, do alferes Jos Joaquim Be-
zerra de Mello Jnior, commandante do destaca-
mento da villa do Bonito, afim de que a impor-
tancia de taes vencimentos seta entregue aos ne-
gociantes desta praga Ferro & Maia como se or-
deoou por officio de 9 do citado mez de abril.
Communicou-se ao commandante superior.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar
acerca do que pede o coronel commandante do
2o batalho de infantaria nos dous inclusos offi-
cios que vo cobertos por outros do coronel com-
ex-almoxarife
do hospital militar, da qnaotia de 1:400$ rs.
para as despezas daquelle estabelecimento na
segunda quinzena do presente mez.
Dito ao mesmo.O juiz municipal a de or-
phos de Ingazeira, Dr. Joaquim Theotooio Soa-
res de Avellar participou em data de 15 do cor-
rente, que por molestia, o que prerou documeo-
talmente, deixou de seguir para o termo de aua
junsdiccao, afim de reaasamir as funeges de
seu cargo : o que communico V. S. de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia.
Ditoao delegado supplente deste termo, ba-
charel Amaro Joaquim Fonseca de Albuquerque.
mndate das armas, sob os. 108 e 873 relativa- S. Exc. o Sr. presidente da provincia' manda
mente as obras de que precisa o quartel das Cin- accuaar recabido o officio n. 568 de 20 do cor*
co-Pontas, declarando ao mesmo lempo qual a '*nte, em que V. S. participa acbar-se enearre-
despeza que se faz mensalmente com luzes para o 6ado do expediente da repartigo da polica,
quartel de que se trata. i Dito ao juiz de direito interino da comarca do
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes a Bonito.S. Exc. o Sr. preaidente da provincia
inclusa folba em duplcala mande V. S. pagar ao manda aecusar recebido o officio de 20 de maio
negociante Manoel Ribeiro de Carvalho conforme prximo lindo, em que V. S. participa ler no-
requisitou o commandante superior da comarca meado o cidado Joo Ixdro Comea da Cruz pe-
de Garanhuns, em officio de 6 do correte, sobn. <"a exereer interinamente o cargo de promotor
48, os vencimentos do tenente Jos Leonardo publico dessa comarca no impedimento do effec-
Francez, commandante do destacamento de g-ar- l'T0-Fizeram-se aa oulras communicagdes.
das nacionaes daquella villa, a contar de 6 at 31 I>' o juiz de direito interino da comarca de
de maio ultimo.Communicou-se ao comman- Tacarat.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
dante superior. | manda remetter V. s. os modellos dos mappas
Dito ao procurador fiscal da thesouraria de fa- 4"* pede em aea officio de 9 de maio ultimo, que
zeoda.Com as inclusas copias das informagea tica assim respondido.
ministradas pela conladoria da thesouraria pro- D>t0 ao Dr. Joaquim Jos de.Oliveira Andrado.
vincial com aa quaes concorda o inspector da "~S Exc. o Sr. presidente da provincia manda'
mesma thesouraria, respondo o officio que Vmc. acensar o officio de 14 do correnle, em que V.
me dirigi em 6 do crrante, sob n. 3, acompa- s- participa que por se haverem encerrado os
o hado da preca loria que devolvo, por nao poder trabalhos da assembla provincial, e na qualida-
ser cumprida relativamente a penhora da qeantia dB de Ju'z municipal, assumira aa funecoes do
de 1:3359060, que estove recolhida aos cofres c*r8 de juiz de direito da comarca de Nazareth
daquella repartigo, proveniente do beneficio da Fizeram-se as outras communicagdes.
primeira parte da lotera extrabida a favor da ir- Dito ao Dr. Jos Antonio Coelho Ramalbo:
mandade de Nossa Senhora do Bom-Parto da s- Exc- Sr* presidente da proviocis manda ac-
igreja de S. Sebastio de Olinda. nsar recebido o officio de 12 do crrante, em qae
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. V. S. participa ter assumido naquella data as
Ao msjor Jos Ignacio Xavier e A lea od re Ame- "incges do cargo de promotor publico da comar-
rico de Caldas Brando, procuradores do com- ca do Bonito, para onde fra ltimamente re-
mandante superior interino da comarca de Fio- movido. Fizeram-se as ostras communica-
res, Francisco Miguel de Siqueira, mande V. S. coes.
pagar os vencimentos relativos aos mezes de mar- Despachos do da SI de iunhn
go, abril e maio deste anno. dos guardas naci-! Rtquirimtntos
naes destacados naquella villa, ama vez que es- Antonio Aodr Cavalcanti de* AlbeMvMMaa -
Sellado, volte.
tejam nos termos legaes os inclusos documentos
que me foram remettidos pelo commandante su-
perior, com officio de 5 do crrante.Communi-
cou-se ao commandante superior respectivo.
Dito ao commandante da estago naval.De
conformidade com a autorisag&o que me foi con-
ferida por aviso da repartigo da marinha, datado
de 31 de maio ultimo, recommendo V. S. qaa
nao a d baixa ao brigue-eacona Xing, pondo
a disposigo do inspector do araenal de marinha
para ser vendido em basta publica, mas tambem
quedistrfbua a respectiva guarnigo pelos demais
navios da estago, fazendo seguir para a corte no
vapor Paran, para o que ficam j expedidas as
convenientes ordens o commandante do dito bri-
portaria cooeedendo
portara con-
Ca millo Gualducci.Passe
passagem.
Domingos Jos dos Santos.Passe
cedendo passagem.
Eslevo Jos da Matta.Volte ao Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Francisco Flix de Soaza.Informe o Sr. enge-
nheiro director da repartigo das obras pa-
blicis. r
Francisco Verissimo de Albuquerque Padilha.
Informe o Sr. juix municipal do termo do
Cabo.
Manoel Camillo Pires Faleio.Informe
inspector da thesouraria provincial.
o Sr.
*"& e offlciaeade sua guarnigo reapon-Manoel Teixeira Pelxoto.nformToSr. inipec-
larea pelos genero da fazenda, oatrosim, dar tor da thesouraria de fazenda.
A' groja do Maranho graga e paz da parte
de Dios Padre, e da de Nosso Senhor Jesus-
Chrixo.
Foi decretos insondaveis da sua providencia, e
sem ( mais pequeo mereeimento da nossa par-
te. Dios nos mandou apascentar esta porgo do
rebanlio de Jesus-Christo, a dioeese de S. Lua
do Miranhao, e agora o Senhor nos envia para
urna outra parte, reger a da Bahia : e anda a
ana pnvidencia que procede.
No sesmo momento, em que reeebiamos a
triste, e lamentavel notieia do falleeimento do
grande prelado, que preaidia aos destinos da pri-
meira dioeeae do Brasil, o inelyto, e venerando
marquiz de Santa Cruz, o Exm. e Rvm. Sr. Dom
Romualdo Antonio deSeixas, arcebispo da Bahia,
metromla e primaz do Brasil, da feliz recor-
degao, ioou aoa nossos ouvidos a voz de Dos,
que no: chsmava para o aaeceder, a nos estre-
mecemos de pavor, bem certo do que diz S.
Gregorio Magno,que quando se augmentam os
dons, crucem tambem as razoes dos mesmos
dons.
Porque isto acontecea nos o ignoramos, e s
Dos o saie, e o Senhor, que tudo v, e tudo
governa, > tem ordenado ; seos segredos sao ira-
E a graga de Nosso Seohor Jess Christo, o t
amor de Dos, e a communicago do Espirito
Santo sejam comvosco para sempre : do mesmo
modo, a paz de Dos, que excede todo o conhe-
cimento, guarde os vossos coragoes, e os vossos
espiritos em Jesus-Christo.
Summamente agradecemos todos os Exms.
Sea. presidentes e vice-presidentes desta provin-
cia do Maracbo e da do Piauhy, a sua cooslan-
te benevolencia para coranosco, e as considera-
goes, de que sempre no3cercaram ; e todas as
autoridades civis, e militares, o respeito, com
que nos trataram, e o apoo, que nos deram sem-
pre que delle precisamos.
Igualmente agradecemos ao llim. e Rvm. Ca-
bido da santa igreja cathedral, aos Rvms. cone-
gos provisor, e vigario geral, promotor, secreta-
rio do bispado.e da camamepiscopal,secretario do
particular. Examinadores syuodaes, e reitor, len-
tes do seminario, a cooperago franca e leal, e
oj bons servigos, que nos prestaram.
Ao Rvm. conego vigario geral da provincia do
Piauhy, aos muilo Reds. Arciprestes.das comar-
cas da Teresios, e de Caxias, e mais vigarios da
vara do bispado, beneficiados da santa igreja ca-
thedral, missionarios, parochos, e em geral ao
muito Red. clero secular, e regular, agradece-
mos tambem os bons servigos prestados igrej
durante o tempo. em que administramos esta
dioeese : e ao muito Red. guardio do convento
de Sanio Antonio, com especialidade, o impor-
tante servigo, que fez ao seminario cedendo-lhe
o maior, e melhor dos dormitorios do convento
para seu alargamento, e parte da cerca do mes-
mo convento.
E o Senhor na profuso de suas gragas recom-
pense, todos os]seus trabalhos, as suas fadigas,
e a 8ua dedicago, com a maior somma de felici-
dades nesta vida e com a gloria na futura, bem
cerno 4 todo o rebanho, e ao pastor, que, mer-
gulhado na mais profunda dr, d'elle se despede
reconhecido, e saudoso.
Dada nesta eidade da S. Luiz do Maranho sob
nosso signal, e sello do nossas armas acs6de ju-
nho de 1861.
Logar { do sello.
Mamobl, bispo do Maranho.
[Publicador Maranhense.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Pela inspectora da alfandega sao solicitados os
respectivos assigoantes renovagao de suas Dan-
gas, eonforme o que disposto no art. 735 do re-
gulamento de 19 de setembro do anno prximo
passado.
Para esse fim aeha-se marcado o prazo de 15
leus segreaos sao ira- dias> qvie comegaram a decorrerde 22 do presen-
penetraveis, e seria urna temendade sacrilega (e mez> r
quera-los aprofundar ; e se por um effeito de sua
sabsdoria.e de sua proviodeneia. Dos aos oc-
culra as causas da maior parte dos acontecimen-
tos, que observamos, nao acreditemos, que nao
tenha Dos seus designios, por isio que nos os
desconhecemos, e persuadidos de qae Dos nao
quer seno o aosso bem em todo, o qae faz
nosso respeito, o qae noscampre, adorar a sua
providencia, obedecer-lhe, e eonformarmo-nos
com a aua soberana vontade.
Per decreto de 5 de Janeiro deste anno hoave
Sua Magestade o Imperador por bem nomear-noa
arcebispo da Bahia, pondo de parto toda a nossa
indignidade ; e vos poderieis avaliar, amados fi-
lhos, quo grande 'abalo experimentou o aosso
espirito, e quo violenta eommogo soffrea o nos-
so eorago, aquelle ae abateu e este se dilaceran,
considerando por ama parte a terrvel provago,
porque acabara de passar a igreja do Brasil com
a morte de seu (Ilustre metropolita, a por ontra
vendo-nos enllocados na dura colliso, ou
de nao obedecer, ou de deixar-vos a vos, charos
filhos, a quem amamos no fundo d'alma, e do
intimo do eorago, eom o amor mais terno e maia
profundo.
Maa a obediencia i ama virUde muito reeom-
mendada noa livroe santos, e nos obedecemos,
aim, obedecemos ; atteodai bem, filhoa dilectos,
ests expresso. a dai-lha todo o seu valor : as
circumstanciaa da nossa elego para a S Me-
tropolitana mostram, que ella foi obra da Dos,
a vos aa nao ignoris.
0 asntissimo padre Po IX noa conflrmou, e
no consistorio secreto celebrado em Roma no dia
18 de margo ultimo fomoa preconisadoa arcebis-
po da Baha : e, ao recbennos boje esta noticia
offitialmente, damos por terminada a nossa ad-
ministrago neata dioeeae de S. Luiz do Mara-
nho, que temos regido por espago da nove an-
nos completos.
Grande vaidade seria, filhos muito amadoa, e
preaumpgo louca, ae aereditassemos, que nanea
haramos errado no deaempaoho daa funcgdea de
um ministerio to arduo, que formidavel aos
propros anjos : perdoai-noa porm os nossos
arras, qae jamis foram intencienaea, e aomente
nascidos da fraqueza do nosso entendimento, e
do acanhamento de noasaa ideas. Ah I filhos
queridos, por Nosso Senhor Jesus-Christo per-
doai-noa todas aa faltas, que contra vos commet-
tenos, anda que sem o deaejo da aa commet-
ler; e fleai cartos, de que todo o nosso anhelo
foi sempre procurar o tosso bem aasim espiritual,
como temporal, e dia a noite nao cessamos de
era pregar os meios para o conaegair, e ae nem
sempre o alcangamoa, por sen duvida que nao
foi por falta da trabalho da eaforgoa. Ne ma
maior commodidade, e nem o proprio amor & vida
nos impedirn) de percerrer dioeese, e at os
seua lugares remotos, a por onde andamos, an-
ounciamoa a palavra de Daos, e eusinamos as ver-
dades de saa lei: milbarea de inflixes, qae j-
slam as trevaa e as sombras da morte, vivem
boje na vida, a na lux da graga ; e de presente
vamos restituir ao Senhor com lucro, aflm de
reeebar outros, os talentos, qae noa havia entre-
gado para negociar eom ellea o negocio da sal-
vagio, depoia de nova annos prefeitos, em que
os trouxemoi em gjro, aem oa haver, por am
momento ao qaar, eaeondido na trra.
Um s dia aa nio paaeou, filhoa charissimos,
em que nao oraasemoa por vos ao Pai daa Mise-
ricordias, e Dos de toda a consolago ; corres-
pondei-nos agora ao noaso amor com amo e por
ultimo de voaaoa favores pedi ao Senhor que
noa d ama boa viagem, a qae aoa livre dos pe-
rigos, que vemos correr por eaeea mares espar-
eellados, por onda temoa de navegar at chegar
ao aosso novo destino ; pedi tambem 4 Dos, que
nos coneada oa auxilio* de aua graga para bem
desempenhar aa imprtante* funegoea do cargo
elevado, de que noa achamoa investidos.
Separando-nos de v6s, caros filhoa, pelo cor-
po, maa nio pele espirito quizramos ir de eida-
de em eidade, da Tilla em Tilla, de poroaco em
poroagio de casa em caaa despedir-nos de cada
am de vos, maa como seja laso impratieavel,
aceitai as nossas despedidas, que Sos fazemoa
por meio desta carta paatoral qae todos vos di-
rigimos, sem distineco de sexo, ou de tdade : e
a em penhor do nosso affacto, a em testemunho
da nessa gratidio por todaa aa consideragoes,
reapeito, a aeatamanto, qae tos temo* merecido,
e por lodos os favores, a obsequios, de que nos
cumulaste*, recebei a noaaa bengo, que roe da-
moa da intimo do eorago dentro do qual tos la-
vo naos a todos.
No dia 23 tove efectivamente lugar o acto
da collagio do grao de doutor ao Sr. bacharel An-
tonio 4e Vasconcellos Menezes de Drummond.
A' esta funege Iliteraria assistiram grande nu-
mero de pessoaa diatinctas dasta eidade, entre as
quaes sobreaahiam o Exm. e Rvm. Sr. D. Manoel
Joaquim da Silveira, nosso metropolitano, e o
Exm. Sr. presidente da proviocis.
O grao foi conferido, perante a congregago dos
lentes, pelo Sr. conselheiro Autran, presidente do
mesmo acto; e aervio de paranympho ao douto-
rando o Sr. Dr. Braz, recitando este e aquelle
dous discursos importantes, anlogos testa de
intelligencia que to pomposamente se celebrara.
Urna banda de msica marcial, postada no edi-
ficio da Faculdade, una em harmnica combina-
go os accenlos da meloda 4s vozes da sciencia
que all se algavam e repercutiam em tantos pai-
tos amantes das lettras.
As duas victimas da exploso do Chora Me-
nino, e qae achavam-se recolhidas no hospital
portuguez, suecumbiram ao amanhecer do do-
mingo.
Eram o dono do estabelecimento Joo Miguel
Teixeira e oofficial Eugenio da Assumpgo Villa-
Nora.
Hontem aquartelou um contingente, tirado
dos Ia, 2* e 3a batalhoes de infantina da guarda
nacional deste municipio, afim de auxiliar a tro-
pa de linha no serrigo da guarnigo desta praga.
_ Acha-se funecionando a junta de qualiflca-
go da parochla da Boa-Vista, sob a presidencia
do Sr. juiz de paz Antonio Carneiro Machado
Ros.
A lotera que est renda a I" parte da
1 em beneficio igreja de S. Francisco de Paula
do Caxmg, e ser exlrahids na sexta-feira 5 de
julbo prximo.
Chamamos a altenglo dos nossos leitores
para a pastoral do Exm. e Rrm; Sr. D. Manoel
Joaquim da Silreira, actual primaz da egreja bra-
silera, por occasiSo de deixara dioeese do Mara-
nho. E' um bello trabalho cheio de unego e
amor de suas orelhas, digno daquelle que o es-
crereu.
A inspeceo medica dos guardas nacionaes
que requereram passar para a reserra, na fregue-
zia de S. Frei Pedro Gongalres, ter lugar 27
do correte ao meio dia.
Recebemos hontem, pela sumaca Hortensia.
um numero do Interesse Publico, da Bahia, de 12
do crrante, no qual encontramos as seguintes
noticiss :
a Expediram-se ordens cmara municipal de
Nazareth para mandar proceder, 4 de agosto
prximo, eleigo de eleitores, em substtuigo
da que foi nullificada pela aasembla geral legis-
lativa.
a Diz-se ser nomeado presidente desta pro-
vincia o Sr. Zacharias de Ges e Vasconcellos.
c Do Maragogipano de 9 do crrante extra-
himos a seguinte noticia :
Segunda-feira 4 do crrante, Maria de tal,
mulher do Jos Bernardo, moradores no Csj, deu
luz tres criangas de um s parto, fallecendo
urna. As outras duas, bem como a parturiente
gozam at agora de ptima sade.
< Eotroa hontem arribada por causa do mo
tempo a sumaca Conceico Joanica, que ante-
honlem sahira para Alcobaga.
c Trouxe seu bordo a guarnigo de urna lan-
cha da pesca de baleias que se virara fra da bar-
ra em occasio em que felizmente se ap prxima-
ra galera franceza mtlit, sabida deste porto
para Marselha, hontem mesmo pela manha, e
a esforgos de cuja trpolago poderam ser salvos
seis dos nufragos, tendo apenas fallecido um de
nome Pedro, escraro.
a Os nufragos se scharam bordo da galera
franceza, cajo capito prefera transporta-los para
Pernambuco, a rollar a este porto quando pas-
sando a sumaca Conceico Joanica oa recebeu
aeu bordo,
c O cambio acha-ae : aobre Londres 4 26 li2 e
26 5(8 ; sobre Pars 355 e 360 ; sobra Hambur-
go 680 e700 ; sobra Lisboa 100 105 por cento.
Pelo vapor Perstnunga, entrado hontem
dos porlos do sul de sua escala, recebemos jor-
naes de Sergipe at 12 do correte. Da leitura
delles, apenas colhemes o seguinte, que se li
em o de 1 :
c No dia 30 de maio, hontem lindo, chegou a
este porto o vapor Santa Cruz da companhia
Babiana.trasendo a aeu bordo oExm.Sr. Dr. Joa-
quim Jacinto de Mondonga, presidente nomeado
para eata provincia.
a O Exm. Sr. Tiburcio. rice-presidente em
exercicio, deu prompias. providencias para o des-
embarque de S. Exc. e de sua familia, queso
verficou as duas horas da tarde, guardadas as
etiquetas, e formalidades do costume, dirigindo-
se o mesmo Exm. Sr. Dr. Tiburcio com um nu-
meroso acompanhamento de pessoas gradas, e
autoridades da capital a ponte do desembarque
afim de receber e acompanhar at palacio a no-
bre familia do Exm. presidente recem-chegado.
o Hoja (1 de junho) leve lugar o juramento
do mesmo Exm. Sr. presdanle perante a c-
mara municipal, a cujo acto assistiram os chefes
das repartieses, e todos os empregados, e auto-
ridades civis, ecclesiasticas, e militares, que para
este Dm haviam sido convidadas por S. Exc. o
Sr. Dr. Tiburcio.
Hoja mesmo por noute, segundnos consta.
dirige-se o distiocto viee-presidente para a ei-
dade do Maroim a lomar conta de seu cargo da
iuiz de direito, deixando-nos penhorados pela
maoeira imparcial, justiceira e honesta, com que
se conduzio em sua curta administrago de dous
mezes e cinco dias.
Receba por tanto o Sr. Dr.Tiburcio em nomo
da provincia os louvores de que se fez digno, o
acredite que Gregos e Traanos bem dizem sua
administrago, sua ioteireza, e cavalleirismo.
Pelo mesmo vapor, de que cima fallamos
tivemos certeza da escolha por S. M. o Impera-
dor do Exm. Sr. baro de Maroim para senador
por esta provincia.
Deixando do manifestar o prazer sincero o
extraordinario que tivemos ao receber tal noticia
por que nem urna honra daramos com isto a
escolhido, cumpre-oos dizer, e declararmos que>
nesta capital, e nos pontos da provincia mais vi-
sinhos, onde para logodivulgou-se to complas-
ceole noticia, o prazer, a satisfago foi tal, o
tanta, por tudo e por todos, que demencia seria
nossa se tentassemos demonstrar o gao e im- -
mensidade de to justo enthusiasmo e alegra. -
Do imperador do Brazil, o nclito e justicei-
ra Seohor D. Pedro II nao deria Sergipe espe-
rar outro resultado de sua ultima eleigo sena-
torial.
i Receba, pois, o mesmo augusto senhor aa
mais sinceras e cordeaes maoifeitages do ter- -
no agradecimento de um poro fiel e grato, quo
summanmente o prza, e profundamente o re- -
veraneis.
Na eleigo para um deputado pelo 3a eir- -
culo, que deve preencher a vaga deixada pelo -
commendador Antonio Coelho de S e Albuquer-
que, em consequeocia de sua ascenso ao mi -
nisterio, obteve S. Exe. no collegio do Cabo, .
composlo de 44 eleitores, e naquelle do Rio -
Formoso, eomposlo de 61, a uoanmidade da ro-
laco.
Este phenomeno tem-ae reproduzido em todoa
os collegios de que temos tido notieia, sabindo
") o algarismo dos votos a 198, distribuidos pelo
modo seguinte :
Cabo........ 44
Eseada....... 31
Victoria ...... 62
Rio Formoso .. .. 61
198
Hontem regressou & esta eidade, pelas 10
horas do dia, o Sr. Dr. chefe de polica do sua
excurso ao centro da provincia.
Pelo Paran que aqu chegou no dio 23.
recebemos cartas do Sobral sob o fecho de 7 da
abril e de23 de maio prximo paaaado.
Prevenimos por tanto que foram relatadas in-
devidamentepelo correio, e a nossa preaumpgo
basa-se em que oecupando-se ellas de materias
urgentes e que reclamaram urna prompta salu-
da, nao se deve e nem se pode crer que a demo-
ra parta de tacto dos proprietarios autores, a
quem interessara a expedigo immediata daa
mesmas cartas, queja dereriam ter chegado ha
mais de 15 dias a nosso poder, risto que o es-
tafeta do Sobral parte a 12 e 27 de cada mez.
Em sustentago disto rem a ausencia, que ael-
las se nota, do carimbo da data em que foram.
recebidas na agencia ou na administrago do
correio da capital do Cear, como campria ter
para salvar a responsabilidade de tndevida a'.tri-
buigo de fado d'outrem. Esta ausencia porm
confirmando-nos na referida presnmpgo, 'mais
urna razo concurrente para provar, quem o de-
leixo implcito no indicado retardamento proreio
do correio,
Em presengs do que fica exposto, aioda por
esta vez reclamamos da directora geral dos cor-
reios e do ministerio, a que affecta esta re-
partigo, prompias providencias que sanem taes
vexages, que peso sobre a populago, pela in-
curia e pelo deleixo de quem nao cumpre com
os propros deveres. E' preciso ama reforma
radical nesse ramo importante do servigo publi-
co, ao qual liga a constituir o garantas mui es-
peciaes, e que per sua propria natureza urge)
pela mxima possivel regularidade em seu an-
damento.
Foram reeolhidos a casa de hetengo noa
das 22, 23 e 24 do correte, 25 horneas e 2 mu-
Iheres, livres 15, escravos 12; a ordem do Dr.
delegado da capital 1, que o preto Julia o, es-
eravo de Eduardo de Barros Falcas; a ordem do
subdelegado do Recife 3, inclusive o preto Zaca-
ras, escravo de Jorge Tasso; a ordem do de San-
to Antonio 6, inclusive os escravos Julio, de D.
Maria de tal, Antonio, de Manoel Jos Maehado
e Jaciotho de Themoteo Pinto Leal; a ordem do
de S. Jos 1; a ordem do da Boa-vista 8, incla-
sire os escraros Cooatancio do baro do Lirra-
mento, Ezequiel, de Francisco Balthazar. Feli-
ciano, de Joaquim Ribeiro da Costa e Antonio,
de D. Brizida de tal; a ordem do da Capunga 4,
e a ordvjtn do dos Afogodos 4, inclusive os es-
cravos Claudiano, Francisco e Joo, sendo o Ia
de Maria Prxedes Carvalho e os doas altimos
de Anglica ee Albuquerque.
O hiato nacional Ssrgipano, entrado da ilha
de Fernando de Noronha, trouxe oa seguintes
passsgeiros.:Francisco Csetaoo de Assis, Manoel
Jos da Silva, Germano Jos Pereira, saa senho-
ra e quatro filhoa menores, 7 presos a disposigo
governo.
A barca naeiooal Saudade, aahida para o
Rio Grande do Sul, levoa os seguintes passagei-
ros:Francisco da Silva Caetano, Jos de Brito.
e dous escraros do espito.
O vapor nacional 'aran, sahido para os
portos do sal, lerou os seguintes passageiros:
Caille Roberto, Leopoldo Joaquim Ayres, Cesar
Antonio Tissour, Jos Ferreira, tenente Luiz Mar-
tina Carvalho, sua senhora e ama fllha menor,.
Dr. Joo Paulo Monteiro de Andrade, aua senho-
ra, am fllho menor e um criado, Franciaco Jos
Gomes de Moraes, Antonio Pacheco, Francisco
Ramiro Salgado, msico Domingos Jos dos San-
toa e Camello Gualducci, Jos Rodrigues Pinto
Coimbra, D. Francisca Joaquina Gnimares e seu
eriado Joo Jos da Exaltago, Tose Francisco da
Alenear AI canta rio o, Jos Ignacio Aceioly de
Vasconcellos, Agoslioho Jos So a res, Joo Ne
ponuceno da Silva, Antonio Ribeiro Cavalcanti da
Albuquerque, soldados Manoel Joaquim de Soa-
za Ferraz, Manoel Antonio Pinto, Antonio Luis
de Oliveira Azevedo e 72 escravos a entregar a
diversos.
Passageiros do rapor Persinunga rindoa d
Macei e porloa intermedios. Ernesto Bsteres
da Silva, Joaquim Soares Barbosa o 1 escraro,
Joo da Silva Leite, Hermenelgidio Jos Tara


m

-
*v
IaRIO DI f ERUM1UCO. QUAltTA FEIRA 26 DI 3CNHO 11 1161-


res. Francisco de Borja Buarque Lima, Manoel
Tolantino de Moraes, e 1 eacravo a eatregir.
MORTALIDADB DO DA 23.
Mana Bernarda, Pernambueo, 90 annos, sol-
fteira, escrava, Boa-vista ; cancro uterino.
Mara Joaona. Pernambuco, 20 auooe, selUi-
a. Boa-vista; apoplexia. *
Eugenio d'Assumpcio Villa-Nova, Feruambu-
co. 40 annos, solteiro, Boa-vista; queimadura.
Caetano, Africano, 55 annos. Boa-vista, sol-
teiro, escravo; interite chronica:
Joo Miguel Teixeira Lima, Peroambaco, 44
annos, viuvo, Boa-vista; queimadura.
Dia 24
Victoria, frica, 60 annos, eicrava, aolleira.
Boa-vista; molestia iaterior.
Viclorianuo, Pernambuco, 56 annos, solteiro,
scravo, Moa-vista ; astro hepalite.
Mana, Pernambuco, 2 aunos, Recite; emphig-
em-pultnwiar.
Francisco, Pernambuco, 10 annos, escravo,
Recite: ttano.
Maria, Pernambuco, 2 mezo?, S. Jos ; gas-
tro hepatite.
Patricio, Maraoho, 36 annos, e3avo, solieire,
Boa-vitla; iudamacao do ligado-
Dia 25
Joo, frica, 50 annos, escravo, solteiro. Boa-
vista; anemia.
Calharina, Pernambuco, 75 annos, soKeira,
scrava. Boa-vista; eryzipelta.
Sabina, Parahiba, 31 annos, escrava, selteira,
Sania Antonio ; tubrculo pulmonar.
Joo, Pernambuco, 8 mezes, S. Jos; convul-
<;es.
Maria d'Assumpgo de Moraes usmao, Per-
nambuco, 9 annos. Pojo da Panella ; Lron-
chite.
Fauslina Maria da Couceigo, Curato do Rom-
Jardim, 30 annos, solteira, Boa-vista ; am-
ia rea.
Francisco Borges Pereirs, Pernambuco, 94
enno?, viuvo, Recife; diarrha.
Matadouho ri'ULii'.o.
Malsram-se no dia 23 do correte para o con-
sumo desta cidade122 rezes.
No dia 24 do mesmo114 ditas.
No dia 25 do mes id o 107 ditas.
CHR0N1CJUUICURIA.
TRIBUNAL DA RELflCiO.
SESSAO EM 25 DE JUNHO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SU. C0NSELI1EIH0 ERMEL1SO
DELEAO.
s 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Silveira, Gitirana,
Silva Gomes, Motta, Feretti, e Guerra, procura-
dor da corda, fallando com participado o Sr.
desembargador Caetano Santiago, e sem ella os
Srs. desembargsdores Lo u rengo Santi'go, e Ac-
cioli, foi. aberla a sessao.
Passados os eitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguintes
JLGAMENTOS
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Fernan-
dez da Silva.
Improcedente.
Appellante, Joo Rufo de Freitas ; appella-
do, o juizo.
A novojury.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel da Sil-
?a Castro.
A' novo jury.
Appellante, Jos Barlholomeu da Silva ; appel-
lado, o juizo.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Eus-
taquio dos Santos.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco Bezerra.
A' novo jury.
Appellante, Manoel Victorino dos Santos ; ap-
iolado, o juizo.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco de Marros.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Florindo Jos
Baptisla.
A novo jury.
Appellante, Jesuino Moniz de Souza ; appella-
do, o juizo.
Nullo o processo.
Appellante, o juizo; appellado, Joao Monteiro
da Silva.
Improcedente
Appellante, Jos Luiz Ferreira ; appellado,
o juizo:
A novo jury.
Appellante, Henrique Fereira da Costa ; ap-
pellado, o juizo.
A novojury.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Rodri-
gues de Moura.
A' novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Jco Bernar-
do de Araujo.
A' novo jury.
Appellante, Custodio Jos Mariubo ; appella-
do, o juizo.
A' novo jury.
Appellaule, Marcolino Rodrigues da Silva ; ap-
pellado, o juizo.
Improcedente*
Appellante, o juizo; appellado, o preto Joio
Pachola.
Confirmada a sentenca.
Appellante, o promotor ; appellado, Joaquim
*larinho Torres.
A' novojury.
APPELLACES CIVEIS.
Appellante, Jos Joaquim de Lima Bairao ; ap-
pellada, a fazenda.
Reformada a sentenca.
Appellante, Joao Vteira de Torres Bandeira ;
appellado, o juizo
Reformada a sentenga.
Appellaule, Francisco Gomas da Silva Saraiva ;
appellada, Luiza Thereza de Jess.
Para o foro commercial.
DILIGENCIAS CKIMI'.S. -
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellages crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Miguel dos
Anjos Bomm.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Ta-
cares da Silva.
Appellante, o juizo ; appellado, Desiderio Ro-
drigues de Medeiros.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Cardoso
de Araujo.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio da
Costa Barros.
DES1GKAC.A0 DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento das seguintes
appellaces civeis :
Appellante, Jos Filippe de Mello e outros
app'.llada, D. Anna Joaquina da Motta Caval-
canti.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Pe-
xeira Tirano.
Appellante, D. Rita de Carvalho Paes de An-
drade ; appellados, o desembargador Figueirade
-Mello e outros.
DISTRIBUICES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, as
appellaces crimes:
Appelante, ojuizo ; appellado, Anionio For-
tunato de Oliveira.
Appellaule, o juizo ; appellado, Joo Jos da
Cunha.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellaces
rrime: rv
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Eus-
taquio da Costa.
Appellante. Leandro Aprigio da Purificaco
appellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellaces
crimes:
Appellante, o juizo ; appellados, Bonto Pran-
cisco de Macedo.
Appellante, Onias Guedes do Espirito Santo -
appellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago, as
appellages crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Correia
da Silva.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco das
-hagas Mosquita.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, a appel-
laces crimes :
Appellante, Epiphanio Henriques da Silva ; ap-
iado, o juizo.
Appellante, o promotor ; appellado, Antonio
Vctor de S Barreta.
.Ao Sr. desembargador Costa Molla, as appella-
ces crimes: v
tSeStiU*; ,ppellada'Jesu,no Ho-
Appellante, o jnizo ; appellado, Hada Genero-
sa da Roaittm,
A Sr. desembargador Peretti, as appellaces
Appellante, Manoel Bezerra Leite ; appella-
do, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco No-
bre de Limas.
As 1 horas encerrou-so a aeaao.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
2a SESSAO ORDINARIA EH 13 DE JUNHO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Barros /rafe.
Presantes os Sra. Dr. Henrique da Silva, Seve.
e Mello, faltando os mais seuhores ; abre-se a
aMBapBSa
E' lda e approvada a acta da antecedente.
Leu-se o st-guiute
EXPEDIENTE.
Uma peitcao vinda da presidencia da provincia
para a cmara informar, da Jos Elias Machada
Freir, recorrendo para a mesraa presidencia do
despacho desta cmara, qne lhe negou licenga
para cercar de taboas o lelheiro ou palhoga, que,
com licenca da mesma cmara, levantara em um
terreno de propriedade munapal por traz da ra
Nova de Santa Rila, para defaixo delle tnbtlbar
de carpinteiro.A cmara resolveu que e in--
farmaaae a S Exc. cem o occorrido, mostranda-se
que o peticionario nao deve ser Hendido.
Um otlicio do procurador, pediodo a cmara
que, para a boa arrecadac&o doa impostos muni-
cipaes, delerininasse quaes os lugares que devem
ser considerados suburbios da cidada, bem como
determinas*" quaes as ras priocipaesda cidade.
A commtsio de edifleagoes para de accordo
com o engenheiro cordeador fazer este trabalho.
A commisso encarregada de formular o pro-
jecto de posturas para execugo do contrato da
Carlos Ljz Cambronne, apretenlou o resultada
do seu trabalho, que depois de alguma discusso
em que toma rara parte a mesma commisso e o
Sr. Seve, foi mandado remoller ao advogado pa-
ra sobre elle emiitir e seu parecer.
Despacharara-se as petiges de Antonio do
Carrno Ferreira, Beoto Jos Ramos do Oliveira,
Jos Googalves Beltro & Irmo, Joo Matheus,
tenento-coronel Joaquim Lacio Monteiro da
Franca, marqueza do Recite, e leventou-se a
sessao.
Fu Francisco Canuto da Boa-Viagem, ftffldal-
maior a escrevi no impedimento do secretario
Henrique da Silva, pro-presidente. Reg Maia,
Barata d'Almeida, Leal Seve, Reg.
3a SESSAO ORDINARIA EM 17 DE JUNHO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Dr. Henrique da Silva.
Prasentea os Srs. Reg, Barata, Seve e Maia,
faltando com causa participada o Sr. Mello, e
sem ells os mais senbores ; abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acta da antecedeule.
Leu-se o seguiote
EXPEDIENTE.
Um ofUcio do advogado, emittlndo sua opi-
nio acerca da petizo que enderezara a assem
bla legislativa provincial Bazilio Alvares de
Miranda Varejo, pedindo deeretaco da verba
para pagamento de sua execugo, na importancia
de 46:678|607.Que se informasse presiden-
cia no mesmo sentido do parecer do advogado,
para em lempo transmetlir a informagio as-
sembles.
Outro do inspector de saude, enviando urna
relacao dos estabelecimentos de moldados da
freguezia de Santo Anionio, que visitara e onda
achara gneros arruinadosMandou-se aecusar
o recebimento e remetter a relapso ao procara-
dor para receber dos infractores as multas em que
iocorreram.
Outro do fiscal de S. Jos, duendo, que, em
cumprimeniodo despacho desta cmara na peti-
co que reveitia.de Domingos Antunes Villaga,
quo requer para aforar o terreno do becco Tapado
entre o seu sobrado n. 4 e o de n. 2 da ra dos
Marlyrios, se entender com Antonio Jos Ro-
s Rodrigue! de Souza, proprietario do referido
sobrado o. 2, e este lhe declarara que quera par-
tilhar do beccoPosto em discusso e constan-
do a cmara que Villci consenhor do predio
n. 4, e no proprietario de todo alie, resolven a
mesma cmara que elle provasse que os decais
conseuhores convm no aforamenlo.
Outro do fiscal de Jaboato, declarando o nu-
mero de rezesque forara moras para o consumo
na mesm3 freguezia desde dezembro de 1860 at
maio do corrente anno (134).Ao archivo,
Despacharam-se as petigesde Bcruardino Jos
Leito, Beato Jos Bornardes, Bernardoo Jos
de Sau'Anna, Domingos Antunes Villaca, Do-
mingos Jos Ribeiro Gouvio, Joo Antonio Pi-
res de Moura, Juo Pacheco de Queiroga, Jos
Pacheco deMedeiros, Vicaote Ferreira da Costa,
e levantou-se a sessao.
En Manoel Ferreira Accioli, secretario a subs-
crevi.Reg o Albuquerque, pro-presidente.
C-zario de Mello, Henriques di Silva, Reg, Leal
Seve.
Coiiimunicados.
Villa-Bella 10 de junlio de f8C1
Ser permitlido, ser mesmo licito que um ta-
bellio publico possa escrever no livro de olas,
sem que tenha pago o devido sello ? Nao porcer-
to. Assim pois infringente da lei o tabellio in-
terino desta villa Joaquim Goocalves da Lavor
Ayres, que actual escreve a'un livro de notas
sem queesleja competentemente sellado, causan-
do desta son prejuizo aos ioleresses da atendi
publica.
Este tabellio inveterado nessesabusos conser-
va em seu poder um protocollo das audiencias do
juizo de paz, desde o tempo que servio de escri-
vo do mesmo juizo no anno de 1854 a 1856, sem
fazer delle entrega ao escrivo que o substituio
Antonio Borges de Araujo, por uo lhe convir
que fosse visto em correico, por se dar a mes-
ma violaco, nos por nao ter pago o sello, mas
tambera por nao se achar o dito protocollo abar-
lo, numerado, e com o termo de eocerramento
pelo respectivo juiz de paz, em cujo protocollo
acha-selancada urna conciliacao de Joaquim Fer-
reira da Cunha, e outros da mesma familia, acer-
ca de urna melicao e deraarcacao das trras da
fazenda Boqueiro deste termo, no anno de 1854
em cuja demarcado foi advogado o professor pa-
dre Joaquim Goocalves Ayres, pai do tabellio
de que ni se trata.
Fique pois sabendo o Sr. tabellio Lavor Ay-
res. que sse protocollo a seu certo lempo sua
mercS hade apresenta-lo para delle se extrabir
um documento.
Outro prejuizo lera o dito tabellio acarretado
a fazenda, que ter-se sempre negado pagamen-
to dos novos direitos de sua proviso interina de
escrivo de orphos, crime, civel, tabellio das
hypothecas, privativo e escrivo do jury desta
termo, circular n. 168 de 10 de outubro de 1850.
E este o escrivo que pretende ser prvido nos
ofncios que interinamente serve amestrado em
praticar fraudes e abusos inqualificaveis.
Roga -se portanlo ao mui digno juiz de direito
desta comarca preste a sua atteojo para o pro-
cedimento desse funecionario, que debaixo de
boa capa onsa praticar prevaricares desta or-
dem, e oulras que ficam aguardadas.
Dignem-se, Srs. redactores, de dar publicidade
a estas mal redigidas linhas, que muito obrigar
ao sen attencioso venerador e criado
O memorial.
quio que nos lera feito em terem recebido al noa-
sas humildes linhas.
Somos de Vmcs. venerador
O HniintUa.
Recife 22 de juoho de 1861.
Senk*ns redactores.Como amigo do talento
illustrado e de vtttude, paco a Vmajfc sjajei
ram inserir aosea aauto coocituado joraalase-
guinte pratica que emjanbo de 1853, poracca-
sio de tomar posee, como vigario callado da fre-
guezia doa Milagrea, na provincia de Ceari- fe,
contando apenaa de-idade 15 acnoa incosapatoa,
o sea digno parocho o Rrai. padre Cesarla Clau-
diano de Oliveira e Araujo, fllho do Illm. Sr. Mal-
noel Jos de Santa Anna a Araujo, tabtlao e es-
crivo de orpbioa da comarca do Cabo ata pro-
vincia de Pernaaabuco.
O joven parocho, dominado pelo modesto
?Bthuaiaamo da virtade, 4eeede- -do eeaipopta-
mento pacifico, religioso, e verdaderamente so-
cial dos seus parochianos, atoa os primeiros la-
gos do evangeihd e da aa poltica aos coracaa
dos seus cbarissianos-irmaos, esperando dellea o
exemplo das virtudes sociaes e religiosas, e pro-
mettendo-lhea na phrase do Divino Mestre, aer-
vi-los sem procurar ser servido.
E aa simplicida le de suas palavras estar easa
verdade divina, que tem comprovado a lirocinio
de oito annos, deixando urna estrada rtatiaada
das mais bellas flores que devem constituir a sua
gloria e dos seus aafoehianos ; e para ola offen-
dermos a aua susceptibidade deixando it faxer
aqui urna minnciosa exposico do seu proceder
como um modalo dos sacerdote.
Honesto, moralisado, dcil, desinlerassado e
caridoso, o Sr. padre Cesario procura cora as vir-
tudes sociaes e religiosado seu cora;o iosensar
o seu talento illustrado e loroar-ae digno desse
rebanho que o tem aeolbido com parfeita dedica-
o e nobra enihusiasmo.
Acatamentoe amor aparlo religiosa, impor-
tancia poltica na parte social, j sendo eleito
assembla provincial como primeiro suppleote, e
j como presidente da cmara municipal da villa
dos Milagros, eis as provas de cousidera;o que
tem espontneamente receido
Continu o illustre povo cearence e mais espe-
cialmente os generoso* habitante da fregue-
zia de N'ossa Senhora doa Milagrea a animaren)
cora suas aeces e acolhimeuto magnnimo o vir-
tuoso prelado to digno de um to bello rebanho
que tero as ben^os do co e a sincera gratidio
do seu paiz.
Um amigo do mrito.
Non vtnit ministrari, sed ministrare.
Nao veto str servido, $im servir.
. (S. Math. c. 20 v.28.)
Assim se exprima o divino Mestre, dedaran-
do que a roisso do Bino do bamem nao ert como
a dos potentados da Ierra, em cujos calcilos so
entrara grandezas, reapeltose veneracoes de seos
subditos; sotTrr prvteoes, trabalhos e eacom-
modos, a que se expem aquelles, que sement
procuram o bem ser, o descasco e a fellcidido de
seussemelbantea, a cujo aervico aollicilosie de-
dicaran! e devotaiam. Esta mxima comprovada
pelo seu exemplo, sublime por seus dirtames,
testificados pelos seus actos, qoiz elle qaeregu-
lasse os passos de seus fiis discpulos; a que
desde o supremo ehefe a igreja atoutimode
seus ministros fosse o bem espiritual de ku pr-
ximo o objeuto da seus cuidados, o mespecial
de seu arduo ministerio ; tal a vantadedo nos-
so amado e sacrosanto salvador; tal S e ser
tambero a minha apreaentando-me entre vos, se
aquella bom Pai se dignai ajudar-me tom aua
divina graga.
Tendo eu apparecido em concurso as igejas va-
gas, mas por fazer a vontade daquelle que me
deu o ser; mas po.r im tirocinio afimde habi-
litar-me para seroutr'ora um parocho igno, do
que dominado na actualidade da idea ce eocar-
regr-me de urna igreja, quiz a sorteque pre-
ferisse & algara, e que o Exm. prelado me in-
cumbase da regencia e direceo desta; desta
que s vira a saber o que era, quaodo contra mi-
nha expectativa me vi della encarregtdo. As-
sim bem claro vedes que nao foi a vingloria, e
imbicao uuit" menos, qne me trouie ao meio
de vos, porque imposslvol me era des'jar aquillo
de que nenhum conh'ecimento tinhi, e ainda
mais parecendo-me asss diicll superar osmeios
que para tal fim se exigem.
Persuado-me pois divizar nesta wccesso de
cousas, em que mui pouca parte Be coube, a
manifest vontade do Seuhor que dirige os dea-
tinos humanos: e como quando se obedece vo-
luntariamente sa disposi(des do Altissimo, elle
soccorre-nos com gas luzes, e benigno nao coo-
8enle que se perca o fruejo de sua obra, esta
a minha consolac, sao estas aa minhaa espe-
rancas.
Muito bem conhejo que quem fez de um
perseguidor furioso um reapeitavel apostlo,
do instrumento do seu patbulo o principal
rnalo da corda de poderosos principes, pode
dar a um leao o corceo de cordeiro, e fazer do
mais indigno sacerdote um verdadeiro ministro
seu, mas tal a idea que leoho de minha insuf-
iiciencia, que resignara o encargo, se circums-
tancias imperiosas nao alinbassem agora de pue-
rilidade osle acto; recuando ns senda em que
dei os primeiros passos,abandonando o peso antes
de provar aa forjas, infielmente esquecendo-me
que s de Deus depende o acert, o digno obrar
de lodos os seus ministros.
Todava, alm da confiar na bondade do Altis-
simo (o que por tibiis da minha f nao faco
qusnto devo ), ainda algumas outras razaa me
animara a esperar que vos hei de servir, como o
Salvador o ordena, sem vos escandalizar com
om proceder desregrado. E' a principal a Me
Santissima a Senhura dos Milagros.
Padroeira desta parochia, a qual, como primei-
ra dos ministros do Senhor, mesmo por amor da
vos, quem benigna protege, e finalmente por
minhas repetidas supplicas, nao parmitliri que
aberre da linha de acus deveres, trocando o b-
culo do pastor pelas garras do lobo ; nao con-
sentir que o primeiro parocho desta nova fregue-
zia, em lugar de transmiltir-vos sosdiclamee
da verdadeira moral, de encaminhar-vos com
seus conselhos pelo trilho da rectidio e piedade
se torne um apostlo do abysmo, um destruidor
da vinha de seu amado fllho. Tambera me sien-
ta a noticia, que tenho da (naosido, docilidade e
bons hbitos dos habitantes desta parochia os
quaes, dados ao cumprimento da seas deveres
domsticos, entretidos nos'meios lcitos de pro-
mover urna subsistencia commuda, nao se ach'am
dominados pelo frenes doa partidos, nem por
sentir um difieren te do outro empuoham as ar-
mas contra seus proprios irmos, nea seus tra-
gos transportara o mortfero fusil do asstseino,
nem a mentira e a calumnia o empreg d
suas honestas lioguas. Ah! senhorea. com fre-
guezes commedidos, honrados e piedoso, que
parocho nao ser boa I Se estese altera, alies
com a mansido o contm, se aquella se Urna
negligente, elles com a piedade o excitara; se
aquellese desmanda, elles socialmente con o
seu pnilicar o ceoauram : emm, o pastor ewi-
na-lhes e recorda-lhes.os preceitos do Altissimo,
elles praticando-os, Ibe insinuam com o dever
com o exemplo o advertem e com a modestia o
envergonnam.
Portanlo, senhores, confiado no Pae celeste,
que jamis faltou quem sincero e com fervor o
supplica ; confiado na protecjo potente desta
Mae poderosa, que jamis ae esquece da preciso
de seus Olhos. ; e por ullimo, contando com a
vossa coadjuvagao e bondade, espero desemoe-
Dhar a mxima do divino Mestre servii-soa
sera procurar ser servido.
Sob a eplgtaphePublicacio a pedidolemos
*> lM_da paginas deste jornal de 20 do cor-
W aaHap|pello que o nobre collegao Arti-
raaMroOaj (arda nacionalfaz a dislincta e biio-
a eorporagao da mesma guarda nacional, para o
ata* aa, em ^iSta do procedimeotodo Sr. ministro
da justica com o aeu aviso de 27 de maio ultimo,
a que se refere a mesmo collegaende recamos
urna rapresootacto ao illustrado corpo legislativo,
pedbada que alie ae digne providenciar a tal rea-
| peito, declarando quaes os direitos e prerogati-
?as qne de veas competir aos oflkiaea da mesma
guarda nacional, visto como o Sr. ministro da
justica nao comprebende a integra da lei da guar-
da nacional, ou a nao quer comprebeoder por
malvolos calculo.
Cumpre, pois, declarar ate nobra collega que
muito nos congratulamos cem a briosa corpora-
5o da guarda nacional, pelo interease que o col-
toga toaaa a* afosa manotenco dos direitos e
prerogafivaa outorgadas por leis referida corpo-
ragao, i qaa temos tambera honra de pertencer;
podendo o collega desde j contar com o nosso
fraco apoto e coadjuvaco ; para um tal fim ; pois
nlo possivel estar-se sileocioso, quando v-se
ministros sem o menor pejo, atacar as iasliluices
do paiz com derrojages de artigoa de le por
avisos por elles suggeridos as trevas da noite.
Recife 25 da junbo de 1861.
O Fuzileiro de S. Jos.
Copia.Palacio do gorerno de Pernambneo 18
de Janeiro da 1859.
Illm. e Exm. Sr. Tomando em considerago
a qee representou-me o coeamandante superior
da guarda nacional deite municipio a respelto do
msico Jos Gomes Leal, que achando-se con-
tratado desde o Io de julho do anno passado, na
qualidade de msico do Io batalho de infanta-
ra da guarda nacional desto municipio, ausen-
tou-ae daquelle corpo, e passou a servir na ban-
da de msica do 4o batalho de artilharia a p
tenho a declarar V. Exc. que nao sendo Ilegal
nem contrario as leis regularaentos e decises do
governo, que os batalhes da guarda nacional te-
nham msicos, cumpre que os contratos feitos
com os individuos que as compem, se conside-
ren) valiosos e sejara respeitados, especialmente
pelas autoridades militares. Nesta conformidado
sirva-se V. Exc. de ordenar que o msico de que
se trata seja restituido ao batalho da guarda
nacional, em que cootratou-se, procedendo-se
assim em casos semelhantes al que outra regra
seja firmada pelo governo imperial.
Deus guarde V. ExcJos Antonio Saraiva.
Sr. lenente-general commandante das armas.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Copia.Rio de Janeiro. Ministerio dos nego-
cios da guerra em 27 de maio de 1859.
Illm. e Exm. Sr.S. M. o Imperador tendo ap-
provado a deliberago que essa presidencia to-
man de ordenar que se desse baixa do servigo
militar a Jos Gomes Leal, que se havia engaja-
? u0r ,res nno8 oara ervir como msico no
4 batalho de artirharia a p porque j ae acha
contratado no tal Io batalho de infantera da
guarda nacional dessa provincia, assim manda
declarar V. Exc. para seu conhecimento, e em
reaposta ao officio da mesma presidencia sob n.
T57 bis, de 15 de abril ultimo.
Deus guarde V. Exc.M. F. de Souza e Mel-
lo Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Cumpra-se.Palacio do governo de Pernam-
buco 14 dejunho de 1859.B. deCamaragibe.
Conforme.Antonio Leite de Pinho.
Atteiic.ao.
Clemenlino de Ferias Tavarea, Hermina de Fa-
rias T.ivares e Hermenegildo de Finas Tavares,
orphos dos fallecidos Manoel Antonio Tavares e
sua mulher, pedem ao seu tutor, nomeado ha
poucosdias, Jos Joaquim Bolelho, que nao con-
stla que o Sr. Antonio Caetano de Medeiros
Amorim, seu protegido, se retire para Europa,
para o que j (ez annuncios por este Diario, sem
que preste coota dos rendimentos da heranca pa-
terna dosannunciantea, da qual est elle de pos-
se desde o fallecmento de seu pai, e o tem usu-
fruido sem ter feito Jespeza alguma com os
mesraos aoauncianles. O tutor deve zelar nos
bens e iateresses. de seus tutelados; e asaim ao
Sr. Botelho aesla qualidade, cumpre esquecor as
considerages e protecgo, que d ao dito Amo-
rim, promoveedo a arrecadaco nao s da he-
ranga dos aonunciantes, onde "esto comprehen-
dtdas muitas dividas, j receidas por elle, como
dos respectivos rendimentos, e nao permittindo,
que o dito Amorim se retire antes disso, porqu
eptao ser ao depois muito dilBoil seno impos-
sivel tratar de lodos esses tactos em paiz es-
tranhe.
Os anounciaoles pioteslam desda j por todos
os prejuizos e dainos, que lhe resultaren] de
qualquer descuido e condescendencia de aeu tu-
tor para cora o dito Sr. Amorim, que por bem
de seu conceilo e reputago nodevia retirar-se
deste paiz sem provar, que est quites com os
annunciantes, de quem por infelicidade foi pa-
drasto, e sem justiticar-se prioaeiramente da in-
tengao que revelou de prejudicar aos annuncian-
tes era urnas cartas suas que esto juntas aos
actos de inventario.
A DESPEDIDA.
Vou partir, vou deixar-te, querida
Vrou partir para looge d'aqui ;
Eis o amor, o cruel elemento
Que vai pois separar-nie de ti.
Vou deixar-te, e coratlgo a esperanza
D'um risooho porvir que soohei I
Adeua, horas d'amnr e ventura
(Jue doee a leu lado paasoi. (*)
Ai 1 adeus mudas praias p'ra aempre...
Caro sitio onde ha vida e amor 1
Aeceitai este pranto que corre
Desta viva saudade em penbor.
Vou deixar os lugares de ventura
Que adornavas d'encantos s teus !
Lindos valles, gentis arvoredos,
Mous jardins, frescas rosas, adeus I...
Ai I s resta a saudade pungente
Ao qaa em breve to s vai ficar
Sdl... oh I nao, tus iraagem querida
Sempre, sempre a seu lado hade estar.
Mas... quem sabe '!... Querida, no acaso
Vs a luz deste sol extinguir ?
Oh I se aoje, ao perde-la, tu choras,
Amanba v-la-has, a sorrir.
E assim eu a luz de ventura,
Sinto em mim por agora morrer...
Mas, um dia tavez, em teua bragos
Acharei mais ventura e prazex.
/. Potter,
Correspondencias.
Srs. redactores. Sempre ouvmos dizer dos
nossos maiores, que primeiro esl a obrigaco do
que a devocao, somos muito oceupados. e por
consequencia entregamos ao desprezo toda e
qualquer aecusago, que por ventura nos possa
vir por parte dos nossos contendores.
Comtudo daremos urna breve resposta ao ca-
marade cabo de esquadra. que no dia 21 do cor-
ren e appareceu pela primelra vez as columnas
deste Diarxo.
Aconselhamos ao eamarada cabo de esquadra
que prescinda um pouco deste seu egosmo acti-
vo, e fique sclente, que o soldado por si tem im-
portancia quando tem urna boa moral; o nao
um cabo de esquadra que lhe vem dar importan-
cia, quando importancia nao tem.
Aqu, Srs. redactores, pedimos a Vmcs. venia
para transcrevermos as ultimas palavras de So-
BMIsMai
Parlo a morrer;por oidem vossa, para oue a
naturezi me tinha destinado desde o meo nasci-
mento porm o lempo mostrar a infamia dos
maus nimigos.
8n. redactores, agradecemos Vmcs. o obse-
Pblicagoes a pedido.
PARA'
..mH<0.S '^S*' dt3U D"Sa f* o em a
casa de A. 0. Vianna no dia que se designar
de urna letra de cambio dei 335 com todas
despezas que tem eito de um cont e Unto
provenientes de recambioa, uros, proteetoe e
mais despezas saccadas jior Gebr Kalkmaon A, C
desta praga sobre Cha.ll.aatosh & C |de Lan-
dres a favor de Luiz Aatonio Henriques & C
tambera desta praga, cuja letra foi acceila e nao'
paga no venctme^to Pelos apcaitanles de Lon-
dres, allegando irregularidade no primeiro eo-
dosso (istopor leraMiga4oo procorador de
Luiz Antonio Henriques1 f C. o sobte-oome do
seu consltjuinte em abreviatura; e tectizarem-
se aqu ao pagamento dalla com despezas os ar-
cadores Gebr K'aJkmann c
Nao coosla do protesto nem de documento al-
gara que a importancia desta letra ae acbe Ido
positada em Inglaterra. p"rl
rara 11 de malo de 1861.
[Do Commemo do Maranhio de l? de junbo
fle iovl /
Continuago da subscripgo dos irmos da
veneravel ordem terceira do glorioso patriarcha
S. Fianciaco da cidade do Recife, em o corrente
anno de 1861, para o obelo do santo padre
* Recife.
Antonio Ignacio do Uego Medeiros. 2000
Antonio da Costa o Silva Madoiro.... SfiOO
Bernardino Gomes de Carvalho...... 5p000
Domingos Alves Matheus............ 2$000
Francisco de Paula Das Fernandas.. 5>000
Francisco Antonio da Roza........... 5^000
Jos Luiz de AzevedoMaia.......... 2000
Jojpuim Mauricio Gongalves Roza.. 500O
Joao Baptisla Campiaoo.............. 5gOOo
Jos Pedro d'Alcantara Lopes........ 29OOO
Jorge JacomeTasso................"., 8000
Jos Rodrigues Sordos............... jOOO
JordSo Jos de Oliveira......,...... 2C0OO
Joaquim Felippe da Costa........... 53000
Loureogo Luiz das Neves............ 5JJ800
Manrlcio Francisco de Lima.......... 205OOO
Manoel Ferreirs da Silva Terroso.... 10;000
ThosDas Fernandes da Cunhs........ lOflOOO
Urbano Chrispiniano Mamede de
Almeida........................... \QtfQ0
Antonio Botelho Piolo de Mesquita.. 2J0O0
Antonio Ramos...................... I0JO0O
Jos Luis de Oliveira Azevcdo...... 2SO0O
Manoel Alves Guerra............... IO3OOO
Manoel Pereira Lamego.............. 2H00O
Octaviano de Souza Franca.......... 5000
Francisco Jos dos Passos Guimares. 2S0O0
Jos Joaqaim Alves.................. 5a000
Jos Barbosa de Mello............... 2^000
. Santo Antonio.
Joa Aotonto doa Santoi............. 2$KQ
[) Ahivao todos aecusar-me deplagiato quan-
do lerem eate verso; teem alguma razio, emittei
sem querer A. Pasaos, porque a tari linda poesa
qae lenbo na memoria resoira-ma no ourido
enlao.
Justino Pereira de Farias............
Angelo Baptisla do Naacimento......
Francisco Jos Diks di Coala........
Manoel Jos Machado Guimares....
Joaquim Patricio da Cosa Valen te..
Luiz Pereira de Farias................
Francisco da Silva Cardoso..........
Demetrio Accacio de Araojo Bastos.
Joaquim Olinlo Baatos...............
Antonio Casemiro de Gouveia........
Antonio Jos Conrado...............
Antonio ftreira da Silva............
Manoel Joa Tavarea................
Jos Joaquim da Costa Mala........
Francisco Jos Leite.................
Joaquim Das Fernandes............
Manoel de Souza Tavarea...........
Manoel Lourengo Pedroaa..........
Theotonio Flix de Mello............
Bernardino Ferreira de Azevedo
Campos...............;............
Akrxanflre Jos ds Silva.............
Adriano Xavier Pereira de Brito.....
Julioda Costa Ribeiro................
Gaspar Antonio Vieira Guimares....
Francisco Jos Ciryllo Leal..........
Antonio Teixeira dos Santos.........
Francisco Pereira Lemos............
Antonio Jos de Parias Lima........
Manoel Figuera de Farias..........
Tito Fiock Romano..................
Domingos da Silva Campos..........
Jos Caetano de Carvalho...........
Pedro Alexandrino Rodrguez Lins..
Antonio Jos Duarte.................
Manoel Antonio Goocalves...........
Francisco Jos Raposo...............
Vicente Alves Machado..............
Manoel Antonio da Silva Kios........
Francisco Jos Alves Guimares.....
Floriaoo Correa de Brito............
Joaquim da Silva Costa..............
Francisco Pinto Ozorio...............
Jos Gongalves Malveiras............
Manoel Googalves Ferreira e Silva...
Flix Francisco de Souza Magalhes!
Francisco Jos de Magalhes Bastos.
Bernardino Alves I'ioheiro...........
Fraucisco Ozorio Leite Guimares....
Joaa Jos de Gouveia................
Joo Bsptista Gurjo.................
Domingos Jos Ferreira Guimares..
Joaquim Speredio da S." Guimares
Francisco Jos Googalves Siqueira..
Pedro Jos da Costa Castello Braceo.
Joaquim de Albuquerque Mello......
Domingos Ribeiro da Cunha Oliveira.
Francisco Jos Barbosa..............
Domingos Soriaoo Cordeiro Simes."
D. Joanna Francisca Braz............
D. Joanna Francisca de Jess........
D. Joanna de Jess Neves Simes...
Severiano Bandeira de Mello.........
Jos Jeronymo de Souza Limoeiro...
Jos Raimundo da Costa Menezes...
Manoel Francisco doe Santos e Silva
Antonio Pinto de Azevedo............
Manoel Jos da Costa Cibral.........
Joo Mariade Albuquerque Oliveira.."
Antonio Jos Pereira do Lago......
Albino da Silva Leal.................
Joaquim Malaquias Pacheco..........
Joaquim Pacheco da Silva............
Vicente Pereira do Reg............
Jos Pinto da Cosa.................\
Antonio Pinto de Barros..............
Jos Mendes de Freitas..............
Jos da Cruz dos Santos.........".".".".
Francisco Jos de Freitas Guimares
(S. Jos)..........................;
Miguel dos Santos da Costa Jnior.'.'.*
Antonio Moreir de Mendonca.......
trico Ferreira da Luz................
Luiz Manoel Rodrigues Valenga.'.'.'.'.'.
Joao Jaciotho de Medeiros Rezende..
Manoel Carneiro da Silva............
Ignacio Barrozo de Mello...........'.
Jos Jernimo Baatos................
Franciaco Jos de Campos Pamplona
Jos Joaquim de Lima Biiro.......
Antonio Fernandes da Costa Lima..
Bernardino Jos da Silva............
Jos ATooso Ferreira (Boa-Vista] '."
Jos Candido de Carvalho Medeiros...
Manoel Pereira Lemos.............
Manoel Antonio de S. Tiago Lessa.'.'*
Joaquim Claudio Monteiro...........
Luiz Pereira Rapozo............".'."!
Jos Bernardino Piniclc...
Fr. Antonio de S. Anglica..."'.'.'.'.'.'.'.
Manoel Joaquim Das..........
Rufino Augusto de Almeida'.'.'.'.".!!'.!
Antonio Jos dnosla e Silva........
Jos Antonio Joaquim Antunes".;!!!.
Importancia j publicada..........
Somma total......
503000
, 505000
20$000
259OOO
2O5OOO
209000
55OOO
5*000
59OOO
41000
109000
59000
550OO
59000
550OO
55000
105U00
5-30OO
55OOO
55000
109000
58000
105000
5S000
59OOO
25OOO
55OOO
109000
IO5OOO
IO9OOO
2j000
25COO
IO5OOO
55OOO
55OOO
59000
590OO
I5OOO
5g000
5g0oo
20;000
55OOO
lOgOOO
2O5OOO
2050OO
IO50OO
36000
55OOO
IO5OOO
55000
255000
25000
25000
55OOO
202000
5*000
55OOO
55000
55000
5S000
55OOO
jjOOO
IO9OOO
IO5OOO
55000
55000
55000
105000
20OO
55OOO
25000
55000
105000
205000
505000
lOoOOO
109000
105000
2^000
25000
35000
55000
55000
55000
55000
55000
55000
IO5OOO
55OOO
25000
iOOuO
IO5OOO
gOOO
59OOO
5gO0O
59000
55000
55000
500
55OOO
53OUO
5900O
1:0425000
1:745500
2:7875000
Aos meas ntimos amibos de infan-
cia e primos os Srs. Hilario de
Atliayle Vasconeellos, e Marce-
lino Santiago de Vasconeellos
I-eitao Albuquerque.
Bonus arbores et bonus fruclus.
Nao poie a boa arvore brotar seno bom fru-
to assim como a m arvore, nao d seno
mo fruto.
_ ( E' do evangelho. )
Conhecendo-me fallo de instruego e mesm,
oaquella unegao com que a nalureza embeleza o
espirito daquelle a quem ae tornou propiciao
e prodiga, nao devia jamis, recouhecendo o meu
pauperismo envolvendo-me em asaumplos to
sublimes ser o que decantesse as bondades da-
quelles excellentes amigosapplcando-lhes a
phrase cima referida. Isto posto, forgoso di-
zer que nem sempre o hornera pode obstar os
impulsos do coragio quando gratos daquelles de
quem recebe, e sempre recebeu inequvocas pro-
vas de sua bomnomia e grandeza d'alma, reco-
nhece o dever de graldo.
Sim, esla tangente da alma pura, que me
leva a esquecer por um pouco minha protervia
e oceupar-me daquelles excellentes mogos, e de
seu charo e asss chorado pai o finado Sr. Hi-
lario de Athayde Vasconeellos.
Esse ancio reapeitavel, verdadeiro catholico.
extremoso pai, cidado prestante, modelo dos
amigos, nao existe ; falleceu tendo vivido mais
de um seculo, conservando sempre a razo at
os ltimos instantes vitaes e jz seu corpo se-
pultado na capella do engenho llupu de pro-
priedade do Sr. roajor Francisco Antonio Pe-
reira.
Delle hoje somente existe a lembranca de seus
feitos gloriosos, em urna longa vida scoimada
de vicios e de prejuizos sociaes.
Seus filhos, e meus charos primos e amigos
tendo sido educados sob as mximas evanglicas'
nao correspondido os dsavellos daquelle hroe. '
Se por urna fatalidade nao acceoderam ao no-
bre esta do sacerdotal a que os dedica va, vivera
probidosamente na sociedade, cecupam csrgos e
postcao mais ou menos brilhaniea; um delles, o
8>r. Hilario de Athayde Vasconeellos, capito da
distiucta guarda nacional da villa, e mui digno
presidente da cmara daquella silla.
Ligado em teora idade em urna daa familias
mais respeitaveis da provincia da Parahiba, vi-
veu sempre em boa harmona com aua esposa
que o rdolatrava, e to estimado era de seu so-
gro e cunhados, que embora a dura parca ceifas-
aeaprecioea vida de aua chara metade como
para que se separaase delles, vio-ae o contrario,
permanecendo all em boa harmona com lodoa
por muilos annos.
Nao esquecerei de notar o sen comportamento
de mais humanitario durante a epidemia docho-
lera-morbus que devssleu e invadi quaai todas
as provincias do imperio : nessa accasio vio-se
o br. capitao Hilario andar de casa em casa mini-
strando remedios aos pobres, e desvalidos com
aquella proverbial bondado que lhe reconhe
cida. e s depois de ferido pelo terrivel oriundo
00 oanges que deixou de continuar 9 pres-
tar seus sabios e pbilanlropicos aervigos a huma-
nidade aflicta, e pardeado aua consorte, ain-
da quaudo se vi no leito da dor, nao pode de-
agenciar sua sepultura em lugar sagrado, a qual
se deu no ceraiterio provisorioeito em trras
daquelle engenho que existe hoja sendo pasto de
animae8, tendo por nica reverencia urna cruz
feta pelo dito senhor eaa silencio as centenas de
cadveres all sepultados....a S. Etc. Rvma.
compete o mais alientas os caones em vigor.
Nenbuma recompensa dos poderes do estado
leve aquella seobor e seu digno sagro, embora
tanla abnegagao e deeinter cese. JkV que o ver-
dadeiro mrito iiaaai bu ac i racomaaosado
Recsbsm aqaellea meus charos amigo* e pri-
mos os protestos de estima e considerado, edes-
culpem a fraqueza de minha intelligencia.
Recife, 19 de junho de 1861.
1. A.deF. T.
Una lagrima de saudade pela sen-
tidissima morte ala Exm. Sra D.
Anna Joaquina da Santa Cruz
mal do Exm brigadelro Manoel
M. T.. major Jos U, T. e teen-
te Antonio n. V fallecidano dia
3 de marco.
Basta I A hora soou a campa se abre;
( Magalhes. 1
Morreu I ....Morreu.... Ah ....Sim....Soou a
sua hora derradeiraSim!___morreu a mi
a maia carinhosa e amante de sena Albos, a es-
posa maia leal e constante a seu marido. Ah
morte, morte, monatro horroroso, porque razo
privast-s aquelles inconsolaveis filhos de gosar
por mais tempo da compaubia de sua chara mi,
cujas saudades j Ibes laceram oscorages? era
ao menos os dolorosos queixumes, que elles pro-
feriram desfazendo-se em copiosas lagrimas, lhe
eommofetiaa a deler leu alfange sauguinario!?
Ah I meus amigos, pranteiemos vossa boa mi,
cuja perda irreparavel (ah! eu bem vejo) cruel-
meaie tere os vossos maguados coragea. Mas
que digo? porvenlura deve-se lastimar a ausen-
cia de urna alma sania, que subi exultante ao
ceopara louvar o Omnipoteote.? Nao, portan-
lo, meus amigos, nao choris, oh I nao choris
raais, enxugai estas lagrimas superfluas e bus-
quemos o lugar onde jaz aquelle corpo paludo e
inanimado: atravessemos estes tmulos cober-
tos de fnebres cyprestes; indaguemos com os
nossos olhos, entre aquelles innumeraveis jazi-
gos, qual oseu ; peoetremos seus umbraes ;
sigamos insensiveis aos roucos sons agoureiros,
que os mochos derramara neslas tristes abobo-
das ; oh! paremos, paremos! e eis abi oseu t-
mulo: sim! nao vedes esta estructura marm-
rea ? Pois bem! prostremo-nos dianle delle
resemos urna orago pela alma daquella que ahi
jaz ; depois gravemos urna saudade sobre sua
louza. Isio feito, colhemos as mais bellas flo-
res e cora ella adornemos a mesma campa.
O seu aflicto e desconsolavel prente
M. "
COMMERCIO.
GAIXA FILIAL
DO
BANCO DO BRASIL.
EM 25 DE JUNHO DE 1861.
A cana desconta letras a 10 %, sendo as do
seu aceite a 9 %,, toma saques sobre a praga do
Rio de Janeiro, e recebe dinheiro ao premio
de 8 %
Ai fan riega,
Rendimeuto do dia 1 a 22. .
dem do dia 25. ... .
332:7675010
18.776S917
351:5i44-27
Movimento da I funde-a,
Volumes entrados com fazendas.. 39
com gneros.. 730
------76^
Volames sahidos com fazendas.. 49
com gneros.. 354
------ 403
Uescarregam hoje 26 de juoho.
Polaca hespanholaVctorviahos.
Brigue inglezKeipiebacalho.
Barca hespauholaMaria da Natividade diver-
sos gneros.
Polaca hespanhola Chronometro carne de
charque.
Sumaca hespanholaArdillaidem.
Polaca hespanholaEsmeraldaidem.
Polaca hespanholaIndiaidem.
Polaca hespannolaDespegadaidem.
Brigue inglezEliza Jankenscarvo.
Brigue inglezWillingtontrilhos de ferro.
Barca inglezaGangesidem.
Brigue inglezAnligu Pachtcarvo.
Brigue brasileiroMaria Alfredodivorsos g-
neros.
Im porta vo.
Barca franceza Adelle, vinda do Havre, consig-
nada a Iisset reres & C, manifestou o se-
guate :
2-2 caixaa e 7 fardos fazendas de la de algodo
e carnizas, 100 caixas velas, 10 ditas queiios 3
ditas massas, 6 ditas emlhas, 5 ditas sardinhs
3 ditas amellas, 10 ditas cognac, 2 barris vinho!
e 4 embrulhos amostras ; a Schafheitlim & C.
50 barris e 50 meios manteiga, 1 caixa papel,
l dita calcado, 6 ditas chapeos, modas, perfuma-
ras, flores, luvas e livros : a Seve & C.
22 editas fazendas de algodo, chapeos para
hornera e senhora, Donis de algodo, roupa fei-
ta. chales de la e calcado, 1 caixa cutelaria. 1
dita marmore, 200 gigos batatas ; a E. A. Bur-
le o c.
2 caixas fazendas para pintar quadros : a Stball
t\ L.
21 caixaa fazendas de algodo, de la, de dita e
algodo, chales, roupa, chapeos para homem,
calgados, etc., 1 fardo panno. 23 caixas ervilhas.
20 ditas sardiohas, 2 embrulhos amostras ; a J.
Keller & C
64 caixas fazendas de algodo, do la, vestidos
roupas etc., 1 dila couros, 3 ditas litas de seda'
12 ditas vinho, 1 volume queijos. 3 gigos absin-
thio, 4 embrulhos amostras ; a Lindem Wild
& C.
30 barrise 60 meios manteiga; a Krabbe Wha-
teley C.
17 caixas e 1 fardo fazendas de algodo, de la,
de seda e mixtas, calgados e outros arligos, 50
meios manteiga 100 caixas vinho. 23 ditas azeite
e 2 embrulhos amostras ; Kalkmaon, Irmos
ti C.
50 barris e 50 meios manteiga ; a J. J. Mon-
teiro.
123 barris e 123 meios manteiga, 25 caixas
champanhe, 2 ditas conservas, 1 dita fumo, 1 di-
ta marmore : aos consignatarios.
100 barris e 100 meios manteiga, 5 ditas quei-
jos, 1 caixa chapeos de sol, 4 dilas fazenda de
laa e seda, gangas murcellinas etc.; a N. O. Bie-
ber_i C.
25 barris e 25 meios manteiga ; a G. Carva-
lho & C.
1 caixa perfumaras ; a F. X. Ltlo.
10 caixas vidros, rolhas, drogas etc. a J. Soum
10 ditas e 70 Tardos fazendas de algodo e de
la, lustrim etc., 1 caixa argea, 3 ditas marroquins
e couro de lustro, 10 ditas calcado, 10 dilas cha-
peos de palha, 6 ditas dito de feltro.l dita carias
de jogsr ; a P. Souvage & C.
3t caixas e 1 volume fazenda de algodo. de
la e mixtas, vestidos de mussulioa e lencos de
algodo, 2 caas fitas de seda e carles 3 caixas
roupa, 2 ditas objectos de couros, 2 ditas drogas
e pintis ; 4embrulhos amostras ; a D. P. Wild
AC.
1 caixa medicamentos, 2 gigos garrafas vasia,
1 caixa 1 machina de agua gazoza, 3 caixas fa-
zendas de algodo ; 135 barris e 13 meios mantei-
ga ; a ordem.
1 caixa couros, 75 barris e 75 meios manteiga ;
a Lopes Rodrigues.
8 caixas trastea : a Raymundo Lasserre.
99 barris e 100 meios manleiga, 12 caixas velas,
1 dita brago de balanga ; a M. Joaquim Ramos a
Silva.
1 caixa decsodelabros endulas ; a Germano.
1 barril vinho, 2 caixas perfumaras ; a E. Le-
conte.
20 barris e 20 meios manteiga, 1 caixa couros ;
a F. Alves Pinho.
1 fardo e 7 caixas pannos, casemiras e fazen-
das de algodo ; a Dammayer <& C.
2ciixas miudezas ; a Estevo de C. Medeiros.
5 caixas chapeos, asteas de baleias etc., a Cbris-
traoo Irmos.
1 baha roupa de uso ; a Charles Leperrier.
00 barna e 50 meios manteiga, 2 caixaa pelles;
a Kabe Schmeltau & C.
75 caixas e 7 barris vinho, 3 caixas chocolate, 1
dita amenas ; a G. Carrn.
50 caixaa cerveja, 2 ditas fumo, caixas de per-
fumara caiximbos e chicotes ; a Miooel 4 C
1 caixa quinquilharia ; a E. Bourgeoia & C.
1 dita perfumaras ; a J. A. Moreira Das
1 caixa camas de ferro ; a Wilaon & C.
1 dita papel, 1 dita uuinquilharia, 1 barril tin-
ta ; A. J. de Paria Jnior.
1 caita modas, 2 ditas iastrumento de msica,
1 ana papel para muaica, 1 dila velas, 1 dita por-
celana, fitas etc.; a H, Doumonl. *


uwq m mmutwm i* #w*a mu hmma *wi
<*
1 caixa pisos; a J. Viguee.
2 caixai msrroquios, 1 dita obru da borracha,
1 dita faaendst da la e aeda, 1 barril presos de
ierro ; a Ch Latiere.
18 caixas chapeos de palea, de seda, de feltro,
bons, objectos para chapeieiro, fazenda de algo- livo abatimento da lei.
do, fumo, papal pan cigarro, pentes coaros, ca-
oeira, 100 folhas de (landres, avallado todo em
3005000 ; 1 rela;o de dividas na importancia de
18:4865836, avallado em 2:000*000. -Os objectos
aqui mencionados serio arrematados na falta de
licitantes pelo prego da adjudicacao com o respec-
mas oolxoas, (ornas de pao, galio de ouro, pee-
fumarias, etc., 5 ditas vidros; a J. A. G. Guima-
es.
S caixas papal e rtulos ; a Mearon A C
2 ditas livros e papel; a J. T. dos Santos.
5 ditas livros. papel e objectos de escriptorio ;
* A. G. Airea- & C.
20 barril e 20 meios manteiga ; a J. N. Las-
serre.
40 barris e 160 meios manteiga, 12 caixas pa-
pel ; a J. M. da Roza.
25 barris e 50 meios manteiga ; a Bastos & Le-
mos.
10 ditos e 30 meios manteiga; a J. S. Leitao
Jnior.
20 ditos e20 meios manteiga; a D. Aires Ma-
theus.
30 ditose 30 meios manteiga; a J. B. da Fon-
ceca.
25 barris e 50 meios manteiga; a Tasso Ir-
unos.
5 caixas porcelana, 4 ditas christaes e 4 ditas
vidros caodieiro e betume; a Fragozo & Valle.
13caixas calcado, perfumara e azeite; a L. A.
Siqueira.
1 caixa lirro3 meias e pantufos; a J. Aquino
Fonceca.
1 caixa velas, 4 ditas vidrot, 1 dita iotrumen-
tos e perfumara, 1 dita chicotes e violoes, 1 dita
modas de seda e algodo, 10 barris e 20 meios
manteiga ; a Roben & Filhos.
1 caixa botos, 6 caixas fazeodas, pannos, gra-
varas, moda, camisas, seroulas, e roupa feita, 1
caixa linha de marcar, 1 dita altinetes, 1 dita per-
fumaria, 1 dita porcelana, 1 dita chapeos, 1 dita
pianuo, 1 dita carro, 3 ditas phosphoros, 2 ditas
chapeos de seda ; a Henrique &. Azevedo.
1 caixa chapeos; a Alves <& C
1 dita camas de ferio, 1 dita perfumara ; a
Thomaz Teixeira Bastos.
2 caixas agulbas e marroquins; a S. Teixeira
Basto.
100 gigos batatas, 3 caixas balances, 2 ditas po-
zos, t dita lila, 1 dita mercearia, 1 dita fumo ;
a J. 11 ilhday & C.
1 caixa livros ; a Joaquim do Espirito Santo.
26 voluDies vidros, drogas, 2 caixas mercearias,
couros e christaes; a Denker & Barrozo.
1 caixa sedas ; a A. C. de Abreu.
2 volumes torra mentas e moldes; a Muran.
6 caixas calcados; a J. P. Arantes.
1 caixa couros; a Antonio L. Rodrigues.
7 caixas chapeos de la, 4 caixas vestidos de
seda, camisas e seroulas ; a Farreira & Araujo.
1 caixa Uzeada de lia e seda ; a Hamos & Du-
prat.
3 caixas calcados, 1 dita pelucia de seda, 11 di-
tas chapeos ; a Cals Irmos.
1 volumes Atas e caixas vazias. 1 dita alfinetes
5 ditos chapeos, papel e miudezas, 7 ditos perfu-
mara, tinta, couros, mercearia, etc.; a M. M.
Lobo & C.
1 volume lanleroas pira carro; a Jos da Silva
Paria,
1 caixa chapeos; a J. J. Goncalves Bastos.
5ditas vidros medicamentos, 6 barris tinta bran-
ca ; a B. francisco de Souza.
6 caixas couros, 3 ditas espoletas e mercearia,
1 caixa agulhas, 1 dita litas de seda, 2 ditas mar-
roquins, 1 dita rolbas, 1 dita cartas do jogar, 1
dita pentes, 1 dita carles, 1 dita moinbos de ca-
f, 1 dita quinquilharia, 1 barrica porcelana ; a
Vaz & Leal.
1 caixa espoletas, 8 ditas papol, chapeos, luvas,
pentes, vestidos de soda, escovas, para dentes ; a
ordem.
Beccbedloria de rendas Internas
sjeraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 22. 33 557*272! Mf.r.:nrf,,.;n
dem do dia 23....... 1:928*378 ^iiptOUO
-----------ga n. 16,
35:48JJr650
Consolado provincial.
Rendimento do dia 1 a 22. 63:818*712
dem do dia 25.......6.302992
70.191*704
floYJaffiento to porto.
Navios entrados no dia 24.
liba do Fernando de Noronha 5 das e meio,
hiato nacional Sergipano, de 51 toneladas,
capito Henrique Jos Vieira da Silva, equipa -
gem 7, carga varios genero3 ; a Martias Ir-
maos.
ftavios sahidos no mesmo dia.
Rio Grant.i do Sal barca nacional Saudade,
capito Joaquim Antonio Das da Silva, carga
assucar e agurdente.
Rio de Janeiro brigue brasileiro Veloz, ca-
pito Bazilio Luiz Coelho ; carga assucar e 9
escravos a eotregar.
Portos do sulvapor nacional Paran, com-
mandante o capito lenle Jos Leopoldo de
N. Torrezo.
Savias entrados no dia 25.
Macei e portos entermedios48 horas, vapor
Persenunga, oramanlante Maaoel Rodri-
gues dos Santos Moura, de 422 toneladas, o-
quipagem 23.
Baha3 dias, sumaca nacional Hortenciao,
de 94 toneladas, capillo Belchior Hanoel de
Ara ojo, equipagem 9, carga madeirade pinho
e mais gneros ; a Azevedo Mondes & C.
Navio saludo no mesmo dia.
Rio de Janeiro palhabote nacional Artista,
capito Antonio Aires das Neves; carga varios
gneros. ________
a.


o.
-
Horas.
S
o*
c
s
2!
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kthmosphtra
Vi
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VI
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I Dirtccao.
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| Intensidade.
I
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Fahrenhei.
Centgrado.
-a
en
3? 8 8 | Hygromitro.
00
| Cisterna hydr-
metrica.
&
o c*

00
Franc*.
"o
5
a
8 8 |
V
Inglei.
E pira que todos tenham conhecimento do pre-
sente, mandei passar editaes que serio afiliados
nos logares do costume e publicados pela im-
prensa.
Dado e passado nesla cidade do Recite, capital
da provincia de Pernambuco, aos 22 de junho do
anno do nascimento de Nosso Senhor Jess Crna-
lo de 1861, 40" da independencia do imperio
do Brasil.
Eu Maaoel de Carralho Paes de Andrade, es-
crivo o subscrevi.
Bernardo Machado da Costa Doria.
Por ordem do 111 m. Sr. inspector da alfaodega
se faz publico que, no dia 27 do correnta mez se
ha de arrematar em hasta publica, depois do meio
dia a porta desta repartirlo de cooformidadeeom
a disposicao do g 4 do art. 300 do regulamento
vinte e dous frascos com ameixas seccas, pesando
154 libras, valor da libra 333 ris, total 51*282;
viodas do Havre no Bivio rancez Solferino en-
trado en 26 de fevereiro ultimo, abandonadas por
E. A. Burle & C, sendo arrematado livre de
direilos.
Alfaodega de Pernambuco, 25 de junho de
1861.0 Io escripturarioFirmino Jos de Oli-
veira.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cuna primelo da resoluco da junta de
fazenda, manda fazer publioo que a arrematarlo
dos pedagiosdas barreirasda ponte dos Carvalnos
e Tacaruna, foram transferidas para o dia 27 do
correte.
E para cooslar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria,da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 25 de junho de 1861.O secretarioA. F,
da Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesooraria provincial,
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publioo, qua a ar-
remalago da impresso dos,trabalhos,ornamentos
e relalorio da mesma thesouraria, foi transferida
para o dia 4 de julho prximo futuro, serviodo de
base o ofTerecimento feito pelo licitante Ignacio
Beulo de Loyola de am por cento de abatimento
no valor do ornamento.
E para constarse mandou afxar o presenta e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 25 de junho de 1861.O secretario A.
F. da Annunciago.
Joo Baptista de Castro e Silva, commendador da
ordem da Rosa, e inspector da thesouraria de
fazenda de Pernambuco, por S. M. I., que Deus
guarde.
Faco saber a todos os habitantes desta provin-
cia, que era virlude de ordem circular do the-
souro d. 39.de 4 do corrente mez se substituiro
nesta thesouraria, s horas de seu expediente, as
notas de 100* e 2U0j) da 1* estampa, papel bran-
co. Esta subsliiuicao so realisar desta data ao
lim de dezembro deste anno valor por valor ; do
Io de Janeiro de 1862 porra em diante se far
ella com o descont legal de 10 por cenlo em ca-
da mez, de modo que no 1" deoutubro do dito
auno de 1862 nao terao mais valor algum as re-
feridas notas.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco 15 de
junho de 1861.
Joo Baptista de Castro e Silva.
_____Deetaragogs._____
Gompanhia do Beberibe.
No dia 26 do corrente pelas 12 horas
do dia tera' lugar pela ultima vez no
da companhia ra do Cabu-
a arrematacao do rendi-
mento dos chafar izes e bicas por bair-
ros ou totalidade e por esparo de 1 a 3
annos, sob as bazes ja publicadas pelos
jornaes e mais condiccoes patentes no
escriptorio ; os Srs. licitantes compare-
cam com seus fiadores ou declaracao
dos mesmos no mencionado dia deven-
do ser as propostas por escripto- Ad-
verte se que neste dia a administracao
da coinpanhia tomara' a deliberacao,
se deve arrematar ou ficar em admi-
nistradlo o dito rendimento.
Escriptorio da companhia do Beberi-
be 21 de junho de 1861.O secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
Batalho de artilharia a p
numero 4.
O conselho econmico do mesmo batalho con-
trata o fornecirnento de gneros para as pracas
arranchadas durante o segundo semestre do cor-
rente anno, sendo arroz, assucar mascavinho re-
finado, azeite doce, bacalho, caf, carue secca,
dita verde, farinha, feijo, lenha, manteiga. pao
de 6 e 4 oncas, sal, loucinho e vinagre; os g-
neros devero ser de primeira qualidade, e as
propostas para tal lm, entregues na secretaria
do batalho at as 10 horas da manha do dia 28
do corrente mez.
Quarlel do 4." batalho na Soledade 19 de ju-
nho de 1861.Manoel Goncaives Rodrigues Fran-
;a,2. teoento agente.
A ordem desta subdelegacia acha-se preso
um preto que diz chamar-se Marcos e ser escra-
vo do Sr. Hollanda Cavalcanli, por ser encontra-
do fora de horas as tuinas de madeiras no caes
do Ramos, quem for seu dono compareca neste
juizo para lhe ser entregue. Subdelegacia da fre-
de Sanio Antonio do Recite 21 de junho de
Directeria da obras militares de- Pernambuco
2f de junho de 1861.O escripturario,
Joo Monteiro de Andrade Malvinas.
Iaspecco do arsenal de ma-
riha.
Fas-te pobllco que a commisao de peritos
desta arsenal examinando na forma determinada
oo regulamento aeompaohando o decreto n. 1324
de 5 de fevereiro de 1854, o casco, machinas,
apparelho, maatraarao, veame, amarras, e anco-
ras do vapor Ifjwrrass da companhia pernam-
bucana de navegacio costeira, achou todos esses
objectos em regatar estado.
Ioapaccao de arrsenal de marinha em Pernam-
buco 25 do junho do-1861.
O inspector,
CTiziario Antonio dos Santos.
O Itla. Sr. regedor do Gymnasio manda
avisar aos paes, tutores ou correspondentes dos
alamnoa internos, meio-pensionistas e externos
do mesmo Gymnasio, que no dia 23 do correte
principia o recebimeoto das mentalidades cor-
respondentes ao terceiro trimatr do 1 de ju-
Iho ao ultimo de setemoro. Secretaria do Gym-
nasio Provincial da Paroambueo 22 de juno* de
1861.O aacretam, A. A. Cafcta 1.
Pela administraco do correio desta cidade
so fas publico, qut em virlude da convengo pos-
tal celebrada pelos govrnos orasiliro e francez,
sero expedidas malas paja a Europa no dia 1.*
de julho prximo, do conformidade com o strrrao-
cio deste correio, publicado no Diario de 29 de
Janeiro test anao. A* cartas sero recebidas at
2 horas antes da que for marcada para a sahida do
vapor, e a jornaes at 4 horas antes.
Correio de Pernambuco 25 de junho de 1861.
Domingos dos Passos Miranda.
Conselho administrativo.
O contelha admiaistrativo para romeciaenlo
do arsenal da guerra iem 4e contratar os gneros
para o rancho da companhia dos menores do ar-
senal de guerra durante os mezes de julho e
agosto prximo vindouro :
Pao de 4 oncas.
Bolacriae.
Chi Hyson.
Caf em grao.
Assucar refinado do 2a sorl.
Manteiga francesa.
Carne verde.
Dita secca
Bacalho.
Toucinho de Lisboa.
Azeite doce de Lisboa.
Vinagre de Lisboa.
Feijo mulatiDhe ou preto.
Arros do If aranoso.
Farinha de mandioca da trra.
Quem quizer contratar taes gneros aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 28 do
corrente mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecirnento do arsenal de guerra, 19 de
junho de 1861.
Bento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
O conselho econmico do batalho de iu-
fintaria n. 2, contrata para fornecirnento de suas
pracas no segundo semestre do corrente anno, os
gneros seguintes: assucar mascavieho refinado,
dito branco de caixa, arroz pilado azeite doce, ba-
calho, carne verde, dita secca, cafem grao, can-
gica, farinha da Ierra, feijo, lenha, manteiga
franceza, pes de 6 oncas, toacinho de Lisboa,
o
eo
pa
SE
<
" n
8
? 5
P
A noite nublada e de agoaceiros, vento varia-
vel de ioteasidade do quadrante do SE e assim
smanheceu.
OSC1LAQA'} Da HAR.
Preamar as 6 h. 6' da tarde altura 7, p.
Baixamar as 11 h 54' da manha, altara 0,8 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 25 do ju-
nho de 1861.
Bouamo Stkfple,
Ia teneos*.
Editaes.
0 Or. Bernardo Machado da Costa Doria, juiz d
direlto da primeira vara criminal e substituto
da do commercio nesta cidade do Recife e seu
termo, capital da provincia de Pernambuco,
fior S. DI. F. C. o Sr. O. Pedro II, que Deus
guarde, etc.
Fago saber que no dia 6 de julho do corrente
anae se han de arrematar em praca publica deste
izo por venda quem mais der, na sala das au-
diencras, os objeetossegnintes, que foram penho-
rados a Antonio Jos da Silva GuimarSes, por
xeougo quo contra este movem Henry Forster
& C.: t batea o de madeira da pinho, pesos de
duas trrebas at aieia libra, 1 balanja grandee
1 dita pequea, 1 earxo grande para deposito d-
netachae com 4 rtrpirtirenlos, f rerlogio de pare-
de, i earteir cota um gavetio, 1 dlyndro de
trabar massis, 1 maeeira, i cabide de botar mas-
es. 10 balates d comfc6s, tW loal&js, 1 p-
1861.Villaga, subdelegado.
Consulado da
Pff lio justo flm que subir acjjna o especta-
Logo que a orchestra cjtecutar a excellente eu-
vertura grande orcheetre
La Reine d'unjour
reprrsentar-je-ha a seropre rauito applaudiia
tpera brasileira em tras actot.

BR4NC0.
Terminar t espectculo com a graciosa co-
aedia em um acto.
CA MILHER POR DtAS HORAS.
Cemecar s 7 yi horas:
Ao publico,
O ador Mendes, nao podendo passar bilhetes,
am eoosequencia de nSo lhe restar lempo para a
cobranca dos mesmos, visto fer de seguir viagem
ao primeiro vapor, roga aos seus amigos em par-
ticular eao publico em geral hajam de espont-
neamente concorrer este espectculo com -
seu bolo philantropico, recebendo era relribuio
o da sua beneficencia e eterna gralido ao en-
ermo aeceasitado.
Avisos martimos.
" i
repblica
argenlina.
Com a deploravel noticia da anniquillajao da
cidade de Mendoza por causa deum terrivel ter-
remoto (como notorio) que a reduzio em poucos
minutos um monlo de ruinas, debaixo das
quaes foram sepultados mais de dous tercos da
sua populajo ; o abaixo firmado, cnsul da re-
publica nesla cidade, tem iniciado urna subs-
cripto com o fim de aliiviar da desgraca oa que
aemem na miseria e orphandade, salvos de lo
violenta catastropbe. A supplica que so faz a
todos os cidades desta cidade, ecom especialida-
de~ ao corpo commercial da praca que entreten)
tao importantes relaces mercantis com a rep-
blica, me deixa persuadido de que todos os se-
nhores se prestaro a sub3crever, cada um com
a soturna que possa para flu tao humanitario
imitando o que jase tem procedidb em oulras
provincias do imperio. Para o que pode se assig-
nar na associagao da praca do commercio, neste
consulado, ra daCrqz n. 3. e assim tambera em
qualquer outra parte em que o promovam os
amantes da humanidSde, e pedido deste con-
sulado. Recife 1 de junho de 1861.
Jos Joo de Amorim.
A companhia" de cavallana contrata para
fornecirnento da cavalhada, no segundo semestre
do correte anno, os gneros seguintes:
Capim, arrobas ; milho, alqueires ; farelln
saccas de 90 libras ; mel, garrafas. .
Outro sim, contrata para foroecimenlo das ora-
cas, os gneros seguintes :
Assucar mascavinho refinado, arroz pilado
azeite doce, bacalho. carne verde, dita secca'
caf moido, farinha da trra, feijo, lenha, man-
teiga franceza,. pes de 6 ongas, toucinho de Lis-
boa, vinagre, sendo lodos estes gneros de boa
qualidade, e posto do quartel por conla do for-
oecedor, cujas pronostas serio entregues secre-
taria da companhia no dia 28 do corrente, pelas
10 horas da manha.
Quarlel no Campo das Princezta, 22 d junho
de 1861. ^
Manoel Joaquim Machado
Tenente commandanle interino.
Tendo a directora das obras militares de
contratar a faelura do encanameuto d'agua pota-
vel da ra da Florentina para o quartel da com-
panhia Dxa de cavallaria, convida aspeasoas que
deste servico se quizer encarregir, a apresenta-
rem suas pro|otaa n mesma directora nos das
22, 2a e 26 dd corrente, das 9 horas da m juha
ia 2 da tarde.
^.v^a;
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
NavegacSo costeira a vapor
O rspor Pemnunga, commandante Moura,
segu viagem para os portos do sul de saa es-
cala no dia 5 de julho as 4 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 4 ao meio dia. Encommen-
das, pessageirss e dinheiro a frete at o diada
sahida l hora: escriptorio no Forte do Mattos
n. tJ '
Lisboa.
O patacho podugoez Maria, capito Manoel
Rodriguos Aire!, segu em pouco3 dias; pode
receber alguma carga e passageiros ; tratase
com os consignatarios Marques, Barros largo do Corpo Sinto o. 6.
Para
Segu uestes dias o palhabote Sobralense
capiao Ralis, anda recebe carga : a tratar com
Caetano Cyriaco da C. M 4 Irmo, no lado do
Corpo Santo n.23.
porcao de couros salgados a variados,
no trapiche baxodo Livramento, as 11
horas am ponto ck> referido dia.
LEIL40
DE
22 carrocas, 2 carros de qua-
tro rodas, carretoes, carri-
nhos de mo etc., tudo de
coBstrucco americana.
TerQOrfeira*! de julho.
Antunes vender no Forte do Mattos arma-
zem do Sr. baro do Livramento, fortes e bem
construidas carrocas para um e dous bois, car-
retoes de longa duracao, carrinhos de mo e
dous lindos carros americanos para duas e qua-
tro pessoas. As 11 horas em ponto.
Conlinuaco do leilao
DOS
Movis da massa fallida
de Si^ueira A Pereira,
Sexta-feira 28 do corrente
Antunes por outorisaco dos depositarios da
massa fallida de Siqoeira & Pereira, vender era
leilao o resto dos movis que pertenceram aquel-
les fallidos, ludo sera reserva de proco as 11
horas em ponto.
Tambem vender
joias de apurado goslo ao correr do martello.
LEILAO
C0HPAISHL4 PERNAMBUCAIU
DI
OlaYegac^o eosteira a vapor
Ma
per
vinagre de dita e vinho de dita sendo todos es-
tes gneros de boa qualidade e poslos no quar-
tel por cuota do fornecedor, cujas propostas se-
ro apresentadas secretaria do batalho no dia
26 de corrente pelas 10 horas da manha.
Quarlel das Cinco Pontas, em Pernambnco,
21 de junho de 1861.
Manoel Joaquim de Souza,
Alteres secretario.
Jos Teixeira Basto, vice-consul de S. M.
II K Viltorio Emanuele II in questa citt di Per-
nambuco, per ordine dell'Incaricato a'alari in
Rio de Janeiro, notifica ai sudditi Italiant resi-
denti in Pernambuco l'infrascrilto real decreto.
ITALIA.
Legorine di S. M. 11 R Viltorio Emanuele //.
II sottoscrilto notifica ai sudditi italiani reti-
denli ai Brasile
1." Che S. M. con real suo decreto 17 marzo
ultimo scorso si degnata conceder piena am-
nista delle peneincorse dai renilenli e refratta-
rii d'ogni leva cos marittioia come militare di
trra, tanto delle nuore come delle anticue pro-
vincie dello Stato.
2. Che l'amnistia suddettasi rifertsce lile leve
anteriori a quella del 1859.
3. Ch6 la stessa amnista non dispense i reDi-
tenti dalt'obbligo del servizio militare o maril-
timo.
4." Che i renilenli di qualunque ola devono
presentarsi nel termine di un anno dalla data del
real decreto sovraccennato agli ufQtii reali con-
solari per essere muniti di foglii di via per cos-
tituirsi in patria nanti 1'autoriU del paeae, ort
dovevano soddisfare alia leva.
S5. Che i reniten che avessero diritto all'esen-
zione per molWi di famiglia esisteoti all'epoca
dell'incorsa renitenza possooo farli valere
ezzo di leraa persona presso t'iuteudente.
6. Che i renitenti possooo per mezzo di terza
persona far presentare un cambio supptente, pur-
ch idooe, serna oebligo di costituirti personal-
mente.
7." Finalmente, che anche i renilenli sollo
processto, o gi eoodannati son ammessi a go-
dere de'amnistia, purch soddisfacciano alie
condizioni sovra prescritte.
11 fegio estlalo d'affari,
Galateri,
del Corati di Genola e de Suoialia.
Rio Janeiro, 11 roaggio 1861.
ffendo a directora das obras militares de
mandar construir um cano de esgoto no quartel
do 9.* batalho de infantaria, convida as pessoas
que desta obra se quizerera encumbir a apresen-
tar suas propostas na mesma directora nos dias
26, 27 e 28 do correte mes, daa 10 horas da ma-
nha s 2 da tarde.
Directora das obras militares de Pernambuco
25 dejunho de 1861.0 escripturario,
Joo Monteiro de Andrade Malvinas.
Correio geral
Relaco das cartas securas viodas do norte
pelo vapor (Paran, e dS existentes na admi.
oistrco do correio tfst ctdade para os eenhores
abaixo declarados : i
Antonio Carlos Bsmeeeno.
Aotouio Jos de Souza Coussoiro.
Barros i Silva.
Beroardino Duarte Campos.
Candido Jos de Mello 4 Silva.
Dmaso Melquades Barata.
Domervillo de Oliveira Mello.
Euielio de Taeeo.
Dr. Frmcrsco tfe Aesft te btteiM Macfei.
Guimsres & Carvalho.
Joaquim Olilo Bastos.
Joo Jos Rodrigues Henees. 'i '*
Jos Caetano de Albuquerqse;
Jas Henrique Cordetro de Castro Junio*.
Jos dos Santos Neves.
Miguel Joaquim- da Gesta.
Simplicio Coelho de Rezeode Filho (2).
Trajano da Coste.
PfDurtim Barbosa Nogueira.
Utysses Pereira Ferraz.
THEATRD

DE
Santa Isabel.
a EMPREZA~6flMAflO>
Qaarta-feira, 26 de Junho de 8*31C
Beclta extrardiinrii Ure deas-
flarsiBitiirai.
Achando-se gravemente doeute o actor Maneel
Joaqolm Mendes, e aendo aconsethado por" 8l-
funs mearacoaia (aoeruosn viagent Batnp, co-
mo nico remedio i sus enroradad'e, o erante*
san o auxifionlieom o producto desta rvcita,
ade q r>ossaell qoanto ante levara irVt-
too meio acontelhado de atalhtr o roa* qoe pro*
ride, e-cooaersat Parahiba, Bio Grande do Norte,
cao do Assu', Aracaty Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte at a Granja no
dia 6 do julho s 4 horai da tarde. Becebe car-
ga at o dia 5 ao meio dia. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
a 1 hora : escriptorio no Forte do Mattos n. i.
O agente Hyppolito far leilao por conta e
risco de quem pertencer di> 50 caixas com velas
stearinas, com toque de mofa, no armazem dos
Srs. Silva & Sanios ra do Amorim, as 11 horas
era ponto.________
Arisos diversos.
Ao Para
segu o velefro brigue escusa Graciosa, capi-
to Joo Jos de Souza, por ter a maior parle da
carga contratada, para o resto quem pretender
carregar, queira entender-te com os consignata-
rios Almeida Gomes, Alves A C, ra da Cruz nu-
mero 37.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Pa\PI?II A tfierjR,
Al 'i da 29 do crrente i esperado dos portos
do sul o vapor Cruxtiro do Sul, commandan-
le o capito de otar e guerra Gervasio Mancebo,
o qual depois da demora do cosame seguir pa-
ra os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poler conduzir, a qua) devera
ser embarcada no dia de sua chegada at as 3
horas da tarde, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete al o da da sahida as 3 horas:
agencia ra da Cruz-oi!, escriptorio de Azeve-
do & Mendes.
HUSMA
O patacho portuauez aria esperado d>
Babia a lodosos rfforaantn, eseguir em poucos
dias ; pode tinda receber alguma carga e passa-
geiros : Irata-se com os consignatarios Marques,
Barros & C, largo do Corpo Santo n. 6.

Os abaixos assignados
nieinbros da coramisso en-
carregaia por alguis rossui-
dores de lettras emittidas na
circulaco pela extincta te-
souraria provincial, de pro-
mover a cobranca judicial dos
referidos titulos, convidam os
Srs. interessados a se reuui-
rem no dia 28 de junho ao
meio dia na casa da ra da
Cadeia n. 36, afim de tomar
na devida consideraco o que
ha occorrido acerca de tal in-
cumbencia e prescrever o
procedimeuto ulte-ior que
deva ter a actual commisso,
ou aquella que a houver de
substituir a respeito da refe-
rida cobranca. /ecife 13 de
junho de 1861. Manoel Joa-
quim Ramos e Silva. Anto-
nio de Moraes Gomes Ferreira
Adriano Xavier Pereira de
Brito.
Na audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de or-
phos, no dia 28 do correle, se ha de arrematar
dous escravos pelos precos constantes, em poder
doporteiro do mesmo juizo.
No dia 27 do correte, as 2 horas da tarde,
na casa do Dr. juiz de paz do 2." districto da fre-
guezia de Santo Antonio, se ho de arrematar al-
guns movis pertencentes a Ameria Theodora
Brasileira, por execuco de Manoel do Amparo
Caj & C.
No dia 28 do corrente, as 10 horas da ma-
nha, vai praca na porta do Sr. juiz de paz do
I.* districto da freguezia de S. Fr. Pedro Goncal-
ves, 26 livros, 6 cadeiras, 1 machina, e 1 mesa
redonda, por execuco de Constant Declereq cou-
tra Joanuim de Cont, e a ultima praca.
Vende-se urna preta crioula, de idade 20
annos, a qual cozinha, cose e engomma ; na ra
de Apollo d. 37.
Aluge-se umaescrava moca, robusta e di-
ligente, sabendo coitnhar e engommar: no so-
brado n. 13 da ra quo vai deienjo.
Precisa-se de urna ama para urna pessoa :
na ra dos Tanoeiros, segundo andar n. 5.
Fugio no oia 5 do corrente o escravo cr-
oulo, de oorae Pedro, de idade 28 annos, o qual
tem os signaes seguintes : baixo, formado do
corpo, cabecs redonda, bem preto, nariz chato,
um lano beicudo, denles limados, pouca barba,
tem algum signal de relho : quem o pegar, diri-
ja-so a casa de Vicente Freir da Silva, que ser
recompensado de seu trabalho.
Gratifica-sebem
a quem pegar um escravo cabocolo, gago, de uo-
me Benedicto, de 18 annos de idade, estatura
mediana, que (endo sido embarcado cora destino
ao Rio de Janeiro, evadio-se de bordo. Foi de
Francisco Xavier Sampaio, do Ip, rauito vivo
e veihaco, mude de nome todos os dias, pala-
vriador e manhoso, se prevalece emQm de mil
artimsnhas para fugir.
Aluge-se um terceiro andar cora boa cozi-
nha 8a ra do Encantamento ; a tratar na ra
da Gadeia n. 33, toja.
Vende-se urna exccllente escrava de 30 a
35 annos, pouco mais. ou menos, sem molestia
alguma e por prego coramodo ; na ra do Quei-
mado n. 46 A, lojade A. Bezerra de M. Lire.
Na noite de 23 para 24 io correte, rouba-
ram da luja do abaixo assignado, na ra Impe-
rial, os objectos seguintes:
1- corrente de onro, grossa.
1 dita fina, pesando todas 354 oilaras.
3 tranaelins. finos.
4 moldes, sendo 3 de pedra e 1 de brilhaote.
J adeirecos modernos.
1 dedal de ouro,
1 relogia horisoutal, com urna corrate.
1 salva de prai, pequea.
1 copo de prata.
1 faca apparelhida de prata.
2 dedaes de prata.
1 petde rozetaa de euro.
2 alfinetes de aeohora.
3 cortes de calcas de casemra.
1 pega de esguo de tinho.
1 dita de madapolo fino.
1 Chale de Toquim, usado.
2 pessae de chita fina.
1 par de borzeguins, novo, de homem e algu-
ma roupa jI servida, e em dinheiro quinheios
mil ris em ouroe prata; em tedulat e oere
cincuenta mil re.;
Roga-3e a quem r offerecido queira, negar e
avisar o sbaiso-ssslgnado, que gratificar, e
mesmo a quem er noticia do roubo.
Pedro A lesa Jtdrino ato* Prwurtt.
O Sr. Heoriajaa Nm1 4a Silva quesea por
favor ir a ra Nova, loja a. Z.
Quejar precisar de ama saa ajara ata de
pouca familia, dirija-se a ra da Apello n. 37,
que achara oo quem tratar.
Continua a Iiqui-
dacao de todas
as fazendas na
ra do Cabug
n. 8.
A' DIMUIRO.
Burgos Ponce de
Leoo, tendo de acabar em breve com este esta-
belecimento, para de seu liquido pasar aos
credorea da massa da extincta firma de Almeida
& Burgos, ha resolvido a vender todas as fazen-
das, com grande abatimento de sen cusi, entre-
as quaes anouocia :
Chapelinas de seda e de fil para senhora bem
entenadas com ricas fitas e flores francezas dn-
dose os seus respectivos veos de fil de seda
4,5.7.9,10, ea!2000.
Organdys finos de lindsimos padroes para
vestidos de senhora, sendo de vara de largura a
480 cada covado.
Fusto de mnilo bonitos padroes miudos, para
vestido de senhora a 400 cada covado.
Gaze de seda, fazenda toda de seda, e transpa-
rente, sendo de cOr de rosa, cr de cravo encar-
nado, azul claro e ferrete e cor de folha que>
rauito bnlha em vestidos de senhoras a 880 o-
covado.
Gorguro de seda
a 1^000 o covado.
Cazaveques de cambrais,
a 8000 e a 149000 rs.
Manguitos com golinhas de fil.
3;U00 e 3*980.
6'ammn/ias de cambtaia rauito fina
nnoras a IfOOO
Chapeos de sol de seda de cores para meninas
e seohoras a 2g00, 2S500 e a 3JJO00.
Chales de cambraia de cores a 600 ris.
Oros de [roco ou de velludo a 6JO00
Ditos fcitos com, retrz de seda, ricamente
bordados a 15g000 rs.
Ditos de seda do grosdenapoles bastantemen-
te grandes a 8OJ00O rs.
i/tos de merxn de diversas qualidndes e diffe-
renles gostos a 6, 8, 9, lOgOO e a 12jJ5O0 rs.
Brim trancado muilo fino de purissimo linh
e seda, com listras equadrinhos de cres.Iexcel-
lenle para calcas, coleles e palilots a 15500 cada
vara.
Brimzinho de linho para calcas e palilots para
andar por casa, como para roupa de menino
a OO rs. o covado.
Fusto alcochoado de riscadiohos para pali-
tots e calcas a 480 o covado.
Cortes de enteles de fusto a 500 e a 800 rs^
Z>tos de toletes desetim de ilacu de cores a
39000, ditos de gurg.iro de seda a S2j>500 e a
Cortos de calcas de cassemira a 4f000, 58000
e 6j000 cada corte.
Cortes de vestidos de grosdenapoles de seda
para senhoras, com ricos babados bordados,
collocados em graodes carioes, sendo os preto*
a 5o0f)0 e os de cores a 50^000 e a 65^000 rs.
Tafeta de seda verde, amarello e azul a 500>
o covado.
Rio de Janeiro
segu com toda a brevidade a barca cMathildet
por ter melade do seu carregameoto engajado :
para o restante, trata-se com Manoel Alves Guer-
ra, na roa do Trapiche n. t4, oo com o capito
Joto Ferreira Pinto.
An
REAL rOHI'AMIIV
DE
Paquetes inglezes a vapor.
Al o dia 29 do corrente espera-se da Europa o
vapor Tyne, commandante Jellicoc, o qual de-
pois da demora do costume seguir para o Rio
de Janeiro tocando na Baha, para passageos etc.,
trata-secom os agentes Adamson Howie & C,
ra do Trapiche Novo n. 42.
Para o Rio de Ja-
neiro
A veleira bares nacional Iris seguir no dia 25
do correte. Para alguma carga anuda, trata-te
com Antunes Cuimaries & C, no forte do Mat-
tos, trapiche do baro do Livramento d. 15, e
para eseravos, com os consignatarios Araoaga
Hijo & C trapiche Novo o. 6.
Para Lisboa e Porto* .
Devera seguir com brevidade a barca portugue-
za Formosa de primeira marcha, que deve che-
gar nestes dias do Rio de Janeiro : tem encllen-
les accommodaedes para passageiros, e acha-se
prompto quasi todo o carregameoto; Paran res-
tante da carga e passageiros. trata-se com Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
to, escriptorio.
Lmles.
de quadrinhos para vestido
com ricos bordados
a 2250O.
para se-
Leilao
\
Quinta-feira 27 do corrente.
O agente Hyppolito fara' leilSo por
Capinhas, jaquelinhas e cazaveques de la
para meninas de todo o tamanho a laOO, 2a000.
29500, 48000. *
Calcinitas de cambraia para meninas a 3g000.
Chapeos prelos francezes de fina massa, para
e preta a Tamberlimk.
homem a 8-3000.
Dtios de palha escura
para hornera a 3^200.
Ditos de palha branca e de edres para artistas
a 800 rs.
Otlos do Chile verdadeiro, de preco de 5SO0O.
at o de 12cOO0 rs.
Selim preto de Macu a 2*500, 3*500 e a
45O0 e covado.
Velbulina preta e de cores a 640 o covado.
Seroulas friocezas a 20, 22 e 24j a duzia.
l'alitots de alpaca preta a 3j500 e a 4S"j00
ditos de alpaca ue cores a 4j)000, ditos prelos da
alpaca selim, francezes e muilo bons com golla
de velludo a 1OJJ0O0, ditos de edres forrados de
seda a 8JO00. ditos de brirazioho a 25O0, ditos
de brim selim a 6;000, ditos de brira pardo a
3000, 38200, ditos de fino bramante a 5^000.
dilos de orim meia lona a 5$000 e a 65000, ditos.
brancos do fusto a 3j)000.
Palilots de panno tiuo e de cassemira a 8a00(i
8*800,105000, 16*000, 18-5000, 20*W0 eU^OOo!
ditos de horubasinha a 9000, ditos de merino de
edres a IO5OOO.
Cazacas de panno fino preto o de cores a
308000 e a 28000 rs.
Tiras de babados de cambria bordadas a 500.
640 e a 1JOO cada tira."
Ramos linos pretos, azues, verde e mesclados,
como cassemira preta e ae cores, por precos que
agrado.
Comprndose deoOgOOO para cima ven der-se-ha
anda por menos.
Farelo a 2,600.
Vende-se urna porro de saccas com farello a
2t00asa:ca: na travessa do pateo do Paraizo
n. 16, casa pintada d'amarello.
\Vm. Spesen, subdito inglez, vai Ingla-
terra.
Ausentou-se de casa de sua senhora o es-
cravo de nome Jos, idade 35 annos, naco Cos-
ta, estatura regular, no dia 21 do corrente mez,
cora os signaes seguiutes : no p direilo tem o
defeito de ler'urn dodo por cima do outro conti-
guo, nos bracos, no lugar de vaccioa tem urnas
costuras, signaes da naco, tem a palpebra do
olho direito um pouco decida, nao tera signaes
no rosto como geralmente tem os negros da Cos-
ta, ten. por costume fallar baixo e sempre rizo-
olio, levou vestido camisa de algdo azul, calca
de brira de algodo de quadros de cures, chape
de palha ; consta andar dentro da cidade do Re-
cife : roga-se portanto, as pessoas competentes,
de o apprehendere le va-lo casa de sua senho-
ra na ra do Collegio n. 73, terceiro andar, que
sero recompensados.
Chegou no engenho Ilapirema de cima, co-
ntares de Goianna, no da 12 do correle, o es-
cravo Joaquim, de cor preta, de idade, poucc
mais ou menos, 25 annos, procurando senhor
para o comprar, e diz pertencer ao Sr. Jos Eva-
risto do Rosario VasconeeMos, morador que fofc
em Santo Amaro; o tambera dix achar-te fugidoi
ha trez mezet: por tanto quem direito tiver ac*
dito escrn^e o queira vcader poder procuran
nessa cidade a Jos finio da Costa morador na
ra Direita n 4;e nao se responsabilisar pela
foga, ou oelro qualquer estravio qne possa appa-
recer ao dilo escravo.
Attencao,
Fugio no dia 22 de junho a noite um escrav
por nome Faustino, tem os seguintes signaes :
coi rnuito fula, quasi que I cabra, olhos vivos,
cabellos um ponco sollos, nariz um pouco chalo,
denles limados, isto a parte de cima, bigodes
torcidos, estatura regular, grosso do corpo, un)
pooco barrigudo, filho do Rio de S. Francisco,
dizcm qne sahlo com ora com boy pata o dito lu-
gar ; foi escravo de Be re ardo ttaciet de Souzai.
residente no mensieoao lugar, (oiquem o ven-
den para c: portanto, recommenda-sa a lod
espitto de campo ou outra qualquer autoridad
que o pegar, leve a ma Nota o. 18, qua ser
bem recompensado.
Alberto braoco, ubdilo heepauhol, com-
mercianle eas Alagoas, vai Lisboa.
- Fugie dWsde o dia 9 tfe junho do correuM
auno, da casa do abarlo asaigoado, o reto Th-
as, crioulo, Oirs-de seriao de Machlo, bonita
figur*. cem alguna sigeae de bexigas, dent^t lw
mado?, tem os dedos da mo direita aleijsdos,
de ama machina de padaria, de idade, pouoo,
neis en menos, 2i saeos, julga-se ter ido para o
dato logar aeima mencionado por j ter sido via-
to no rnesny.Jugar o anao pastado, auando fu-
gio a prlrneira vez neste tugar, como bem ajar*
a setnsn pasafda qae foi vivto ue 9e4, diea-
daquana tirrtM ferrado : pede-ae, pottSPlo, t>
qaeijueaposaos qoe o pegar, leva-io -4 ra dos
Pescadores os. 1 e 3, padara, que. se lhe darl
50J degraliflcacSo, e se Miar as despezas qne>
MSeeT.Wi9Wii1^e)n^i^UT '-i"T



w

DLLRIO D PERUBMOCOi ** QUART1 FEIR1 16 D JHHO DE 181
Aviso
Antonio da Silva Bravo roga ao Sr. Joo An-
tonio Duarte Jnior de ter a bondade de appare-
cernasua caa, sita do beceo Largo a. 9, afim de
poder lhe fallar de um negocio que al boje nao
ignora.
Gassino Militar
Pernambucano,
A directora scieotiQca a todos os seobores so-
'-cios qee a segunda partida ter lugar no dia 13
dejulho, e roga aos meamos hajam de entregar
suas propostas de convite at o da 30 do corren-
te, na ra Nova n. 46, primeiro andar. Outro
sim avisa que no dia 4 de julho deverio se reu-
nir era assembla geral afim de (ralar-ae de ob-
jecto de grande importancia e urgencia. A mes-
ma directora agradece cordialraeote a todas as
familias que compareceram a primeira partida
pela maneira simples do trajarem, observando
dessa forma sem descrepancia um dos arligosdos
estatutos que rege a sociedade.
Recife 26 de junho de 1861.0 1.- secretario,
Antonio Vilella.
Vende-seum escravo pardo, idade 20 an-
nos, bonita figura, official de marcioeiro, proprio
para um bora pagem, veode-se para fora da pro-
vincia ; quem o pretender, dirija-se a ra do
Yigario n. 12, que achara cora quem tratar.
Padaria.
Acha-se urna padaria bem montada, prompta
a trabalhar, era muito bom lugar, bem como um
deposito bem afreguezado, pertencente mesma,
cujos estabelecimentos se vendera muito em
conta, ou tambera se aluga ; quem pretender,
dirija-se a travessa do Arsenal n. 1 a 3.
Joa AogUd, subdito hespanbol. relira-se
para o Rio de Janeiro.
Precisa-sede dousaraassadores que enleo-
dam perfeitamente do trafico de urna padaria ; a
tratar na rna larga do Rosario n. 16.
Cera de carnauba.
_ Vende-se cera de carnauba de supe-
rior qualidade : a tratar cara Jos Sa'
Leitao Jnior, ra do Trapiche n. 15.
O propietario do sobrado da ra
da Praia n. 58, faz publico que tendo
alugado a loja do mesino sobrado ao
Sr. Januario Ferreira da Silva, e tendo
este nelle estabelecido urna taberna,
traspassou-a ao senhor Antonio Ro-
drigues Costa Campos, o qual por
lhe nao convir a continuacao tirou os
gneros e 8 armadlo, icando a casa in-
teiramente vazia ; e por isto do esta'
sugeita a imposto algum de porla aber-
ta como (i de lei, o qual somente a obri-
gaao pagamento do imposto a aquelle
quesuccede no estabeleciment ; e para
que nao alleguem ignorancia tanto a
fazenda publica como a cmara munici-
pal faz se o presente.
Na ra da Saudade casa de sotao
de duas janellas, ha para se alugaruma
preta escrava, de ptima conducta, que
cosinha e engomma com toda perfeicao.
Na ruado Queimado n. 33 A, precii*a-se
entregar urna caria ao Sr: Joo Octavio Vieira.
Vende-se um excellente sitio no
lugar do Salgadinho, com boa casa de
vivenda, innmeras arvores fructferas,
baixa de capim etc., o qual pertence a
Antonio Carlos Francisco da Silva, que
com consentimento de seus credores o
vende : a tratar com o agente Hvppo-
lito da Silva na ra da Cadeia n. 48,
primeiro andar.
Na na da Moeda n. 5 tem para vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, affianca-se a boa
qualidade por ser muito nova cbegada poucos
dias, por barato preco para acabar;
Barato.
Vende-se na ra Direita n. 99 a libra de pre-
sunto a 320 rs. a libra do de Lisboa do chegado
ltimamente.
Campos 4 Lima na rna do Crespo n. 16
tem para vender um rico sortiuento de laziohas
de cores a 640 rs. o eovado, bem como lindas
toras de cambraia para guarnicao de vestidos por
diminuto prego.
Pede-se a S. Eic. o Sr. presidente da pro-
vincia, que para bem do publico edo commercio
do Recife, queira ordenar a cmara municipal da
provincia, que faga urna postura provisoria
com multa para quo todos os donos de trras
aonde houver transito publico sejam obrigados
a fazer pingelas nos seus acudes quanto seja
preciso passar um viajante com oseu cavallo sem
nada exigir do.mesmo viajante.
Fugio no dia 11 do correte de casa de seus
paes a menor de 14 annos de norae Francisca, fl-
lha de Joo Ferreira da Fonseca morador no Ca-
xaog lugar Cangongo, a moga branca, sup-
poe-se ser raptada do que nao era preciso pois
andava sempre na rna buscando agua e lenha :
a pessoa que del! ver noticia o diga no Ca-
xang a Joaquim Moraes da Cunha ou no Recife
ra do Imperador n. 43, visto estarem duas pes-
soas presas innocente.
Jos Joaquim da Cunha, testamenteiro e
inventarame dos bens do finado Joo da Silva
Moreira, roga aos aQlhados de dito finado, que
por acaso aioda nao tiverem receido seus lega-
dos, para no prazo de 8 dias sejapresentarem ha-
bilitados na ra da Praia n 16, afim de ter exe-
cucao a disDosico do dito finado. Recife 25 de
junho de 1861.
Aluga-se urna boa escrava cosioheira : na
travessa das Barreiras da Boa-Vista n. 2.
Em pra?a publica do juizo de orphos do
termo de Olind, se ha de arrematar por arren-
damento annual no dia 27 do corrente mez, ao
meio dia na porta da casa da residencia do Dr.
juiz municipal e de orpbos um sitio de coquei-
ros no lugar do Rio-doce por 40$, pertencente
aos orphos filhos do finado Manoel Francisco
Pereira Call.
J3s Carneiro relira-se para o Rio de Ja-
neiro.
Em praca publica do juizo de orphos do
termo de Olinda se ha de arrematar por aluguel
mensa! no dia 27 do corrente mez ao meio dia
na porta da casa da residencia do Dr. juiz mu-
nicipal e de orphos os bens seguintes : urna ca-
sa na ra do Varadouro por 4J500, outra na ra
da Poeira por 2, e oulra ni ra do Bom-fim por
3g, pertencentes ao orpho Tito Joo Machado.
Paga-se 20$500 as moedas
de 90f.
Na rna Nova esquina da Gamboa do Carmo.
Vende-te urna lancha pequea em bom oc-
iado por prego commodo: a tratar na rna do
Apollo n. 8, primeiro andar.
Quinta-feira 27 do corrente depoia da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz de paz do segundo
distrieto de Santo Antonio, ir a praca 12 cadei-
rai, um par de otelos e ama mesa redonda de
madeira pao d'olho, por execucao, ludo em per-
feito estado.
P. Caucanai subdito Francez relira-se para
a Europa..
Precisa-ae de 1:000), dando-se por hypo-
theca um predio; quem quizer annuncie para ser
procurado.
Chegando somente agora as mos do abaixo
essignado um annuncio da Exm.* Sr." D. Brites
Sebastiana de Moraes, em que previne aos ta-
bellies afim de nao passarem escriptura dos
poucos bens que possne e isso porque ho de
pertencer-lhe, pois que j obteve urna sentenca a
seu favor, sou toreado a declarar que nao pre-
tendo diapor de meus bens e que a sentenca que
j obteve a Exm." Sr. D. Brites aioda me nao
cooveoceu de que devo ticar em estado de lhe
bater a porla para mendigar ama esmola. Recife
22 de junho de 1861.
Columbo Pereira de Moraet.
m
3Rna estreita do Rosirio-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes articiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ir, nao re-
cebe paga alguma sem que ai obras nao
flquem a vontade de seus dotos, tem pos
e outras preparaedes as maif acreditadas
para conservadlo" da bocea.
Precisa-se de urna ama de leite : a tratai
na ra Imperial, sobrado n. 8".
A requerimento de Jos Joaxuim da Cunha, testamenteiro e inventarente dos bens do fi"
nado Joao da Silva Moreira, perante o juizo da segunda vara municipal, eterivo Baptista, em
praga publica de 26 do correte, 3 e 6 de julho prximo vindouro, tem de ser arrematados os se-
guales predios :
Metade de urna casa de 3 andares n. 32, ra do Queimado.com solo, quiatal morado, cacimba,
avahada dita metade em 8:000.
Urna dita terrea n. 21, ra do Queimado, quintal murado 4:500}.
Urna dita terrea n. 23, ruado Queimado, quintal murado 4:800.
Urna dita terrea n. 63, ra do Queimado, quintal murado 4.000.
Urna dita de um andar n. 46, ra do Rangel, um solio, cosinha, quintal, cacimba meeira 7:5000.
Urna casa de um andar n. 3, ra do Rangel, cosinha fora. quintal murado, cacimba meeira, da
qual usufructuario do primeiro andar em quanto vivo fdr, Domiogos Soriano Pereira Si-
mes, segundo averba testamentaria 7:000.
JARABE DO FORGET.
Este xarope est approvado pelos mais eminentes mdicos de Pars,
icomo sendo o melhor para curar constipaos, tesse convulsa e ouiras,
anecces nos lir-tnchios, ataques de peilo, irribetes nervosas e nsomnolencUs: urna colberada
pela manila, e outra noite sao sufiicienles. O iil.-ito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
tempo n doente e o medico.
O dipos'Uo na ra larga do Rotarlo, botica de ijrttwlomeo Francisco de Souza, n. 36.
ARMAZEM PROGRESSISTA
36, ra das Cruzes d Santo Antonio, 36,
DUARTE ALMEIDA & SILVA
inteiro a 460 rs.
seu man
Paulo Fer
vantagens ao publico, nao s na limpeza e asseio com que se acham "montados como em commodidadVde preo, p* M TtmtottmZ
proplanos mandaren v.r parle de seus gneros em d.reilura, afim de terera sempre completo sortimento, como tambem poderem offereeer ao pu-
Z1S11S1 aV F125 PT qUe P,OS88m "W? m 0Ulra 'u,kuer Parle Pr i80 d*Jo os propietarios acreditarem
seuseslabelecrnentos tem deliberado garantirn, toda e qualquer qualtdade de gneros vendidos em seus armazens, e assim jpoder ver o publico
aue landar suas pnrommenrlas. mesmn nnr nesunau nnnm nrsi^oe am ...u.... .__j_..-_ eciskgWim,,,,, -
undados nss vantagens
indas a' primeira vez,
Jpessoas que f requenlaioi
friioUanecr.vemos algumas ad.coes de nossos pr.cos, por onde vera o publico que vendemos baratsimo, attendendo as boas qualidades ds nossos
MANTEIGA INGLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e om barril a 750 rs.
MAiNTEiGA FRAiNCEZA a melhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs em barril e meios
CHA HYSSON E PRETO o melhor do mercada de 1*700 a 3O00 e em porcao lera abatimenK).
PRESUNTO FIAMBRE inglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em porcao a 800 rs
PREZNTOS PORTGEZES vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra i
CHOURICOS em barril de 8 libras a 4$500 e em libra a 700 rs.
QUEIJOS LONDRINOS chegados no ultimo paquete a 1.
AMEIXAS FRANCEZAS em latas de 6 e 5 i|2 a 1 a libra e a 1&2C0 a retalho.
PASSAS era caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2800 e a 500 rs. a libra
ESPERMACETE SUPERIOR sem avaria a 700 rs. e em caixa a 660 rs.
CONSERVAS FRANCEZAS IINGLEZAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs e frasco
ERVILHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. o frasco: '
LATAS COM BOLACHINHA DE SODA de diversas qualidades, a mais novado mercado a 1450.
YINHO EM GARRAFAS; Duque de Porte, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca eFeitoru de 1200 a 1300 ft garra
VINHOS EM PIPA proprios para casa de pasio de 500 a 600 r. a garrafa e de 3*800 a 48800 a caada
FRASCOS COM FRUCTAS de todas as qualidades de Portugal de l200 a 2S00U
MARMELADA DOS MELHORES AUTORES DE LISBOA a 800 rs. a late de'libra ea 1*500 de duas libra
LATAS COM GELEIA DE MARMELLO a 1*300 com duas libras.
LATAS COM PEIXE SAVEL e outras rauilas qualidades, o mais bem arraniado quo lemvindo a 1*400
CAFE' DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado. '
ARROZ DA INDIA E MARANHO o melhor que se pode desojar a 3*100 por arroba e a 100 rs a libra.
VINHO BORDEAUX de boa qualidade a 800 e 1* a garrafa e de 8*500 a 10*000 a duiia
CHARUTOS VERDADE1ROS SUSPIROS e outras muias marcas de 2* a 3*800 e a retalho suspiros a 40 n.
BANHA DE PORCO REFINADA a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs a lihra a A60 em barril
SERVEJ AS DAS MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e 5*000 a duzia da branS
VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 rs. agarrafa e 1*850 a caada.
CAIXES COM DOCE DA CASCA DA GOIAB'A a 1* e em porcao a 900 r.
AZEITE DOCE PURIFICADO a 800 ra. a garrafa e 9*000 a caixa com 12 garrafas. '------------------ _____
COGNAC a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e 10*000 a d'uzia. L
OUEIJOS PRATO os mais no vos que ha no mercado a 650 rs. a libra e inteiro a 600 rs. wt*
PALITOS LIXADOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 mainhos.
PALITOS FLOR para denles, os mais bem feitos que ba no mercado a 280 rs. o maco.
PALITOS DO GAZ a 3*000 a greza e 280 a duzia de caitas. t
* AZEITONAS s mais novas e melhores que tem vindo ao mercado a 1*200 e barril.
AMENDOAS CO.BERTAS aa mais novas a bem arranjadas que ha no mercado a 1* a libra e em porcao lera abitimento.
Alm dos gen ro annunciados encontrar o publico um completo Nrnento de ludo tendente a molhados.

J. FERREIRA VILLELA,
RuadoCabug n. 18, primeiro andar, entrada
pelo pateo da matriz.
RETRATOS
POR
Ambrotypo e par melainotypo, sobre panno encerado, proprios
para remetterem-se dentro de cartas!.
Sobre malacacbeta oa talco, especiaos para alnetes
_ ou cassoletas.
itetratos transparentes, offerecendo o mesmo retrato duas vistas, urna
em cores outra em preto e branco.
SO NO PROGRESSO
DE
pmm p. muir
largo da Penka
Neste muito acreditado armazem de molhados
continua a vender-se os melhores gneros qne ha no mercado, tanto em porcao como a retalho e
SSL&S" men08PrHe5da fi SR1^* l Jlaiiteiga frmneexa. milhor qHe ha 00 mercad0 7S0 rs Ubra>
Ct os meVAiores que ha no mercado Ten(le.se,.. aualdade, ^
2 ditta a 2S500. 3 ditta a 2000, e preto a lgoOO a libra. qUahd"de 3m'
^^.J^^^iSSo^ultimo Taporda Europa s 2800"- h-
fcSE^aa.^^ serem muiifresca"
\mendaas contentadas pronvias para sortes de S.
A,*a 1*000 rs. a libra em porQao se far algum abatimento.
Bollo trancez a 500 rs.
o carto elegantemente enfeitados, muito proprios
para menino, s no Progresso.
Iloce da casca de goiaba. 0 ctIxao, em pors5o. 800rs 8 no progregso
n? progreso. CTe *" *** 21brag *** enfeiladas l*m d 6
tu^^lls!i?ilK?rUI d 'fam"do Abren- deouir' muii- fab"ni" -
Am2i^l^f^VteS,eo- com 4 Iibras por 3800cada um> i fts,cvai i#
La^?00e,llbOVtael,l>?*de8OAm ** O-Hdades. a
15400, assim como tem latas de 8 libras por3$000, dittas com 4 libras por 2S0OO rs. s no
arr0jr08l6
Raala a \oma\e em latag d t bra> por 900 K e em UUs de 2UbIt8 por 1#600 m
n>i superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
Boiachinha inglexa mBUo nova. 3^, barrc, 8 no Progresso
Consejas ftaneexas e inglesas rec#ntemenle ^^. ^ rs 0 fras
co em porcao se faz abatimento.
Paseas em caixinnas de 8 libras .
. T "*" *** *mB,*wo as melhores que tem viadoaeste
mercado por serem muito grandes a 2g800 rs. cada urna.
Eispermacele snnerior Mm aTaria a 700 rs.a 1bra> em Cila sefara algum
auatimemto.
roba por 8#.
^r\ ilhaa racezas em llUa de j libr, a M0 u.j s no Progre8O
Latas com pelxe de posta da,melhores qualdade8quelia em Portuga]> como
sejam savel, congro, sarda, peixe espda,d,ezugo, etc. etc. a 1400 rs. cada urna.
altitonas multo novas. 18200 0 Darr1 em garrafa, m rs
Palitos de dente lixados emmoiho.com 20 ***** Por 200,..
T raqa es deste anuo a 180 r8., catl4i e em nlu com 40 catUi ^^
no Progresso; r ^^ '
aerVeja da8 mai8 acredi4da8 marcas 5^000 a duzia 1 retalho a 500 rs. a garrafa.
t^uampanne muiio 8Uperiora2#000 rs. a garrafa, em gigo por 18*000 r8.
VinnOS engarrafados d 8Cguinte8 qua|iaades, Porto, geittrla, ditto Bordeaux.
dillo Muscalel, a 19 a garrafa ; tambera tem vinho dieres para 2JJ000 rs. a garrafa.
*"** ^^a pipaMm tomposijo Porto, Fgneira.Lisboa, a 640 rs. em caada a 4*500.
Presunto de fiambre inglez mait0 noT08 a m ., libra.
Prezunto de Lamego 0 que ha de bom neste genero a 4^ TS. em porQaa a 400 r8
UUOUri^aS e palOS a 5^ rf. ,j,ibrai em barrii com 6duzias de palos por lOgOOO.
E OUCinnO dO LlSDOa 0 maiin0T0 que ha no merCado a 320 ra. a libra.
Banbadeporcorefinada.mai8alraq,e pode naTera480rs. ubr. em
barril a 440 ra.
mendoas de casca mole. 480 libra, em porSo se fara al abat.
ment, s no Progresso do pateo da Penha n. 8.
Alm dos generos aonuneiados encontrar o respeitavel publico um grande sortimento de
ludo quanto bom o barato.
AVISO.
No dia 20 do corrente, desapparecen de mi-
nha casa um cabocolinho forro de nome Germa-
no, de idade de 12 anoos pouco mais ou menos
rosto redondo, muito amarello e vizirelment
luchado, denotando soffrer de frialdade, tendo
tambera o vicio de comer trra, natural da
comarca da Escada, onde seu pai extremamente
pobre o alugou a meu irmo Antonio Augusto
de Amorim, que m'o entregou ; eslava nesta
pra;a apenas a 2 mezes pouco mais ou menos,
e suppooho haver-se perdido as ras da ciaa-
de das quaes ainda nao tinha sufflciente conhe-
cimento, ou entio ter sido seduzido por alguem
para Qns criminosos; por isso rogo as autori-
dades policiaes e a qualquer pessoa particular
que delle teoha noticia, o favor de arisar-me
ou traserm'o 4 ra do Vigario n. 17, que os gra-
tificaren Recife 21 de junho de 1861.Domin-
gos, Jos de Amorim.
Duas senhoras inglezas, bastante habilita-
das para ensinarem a tradnzir, fallar e escrever
aa linguas ingleza e francesa, assim como a to-
car piano, se offereeem ao respeitavel publico pa-
ra dar licoes das ditas materias por precos eom-
modos, quer em casas particulares |quer na sua ;
na ra do Queimado o. 30.
O Sr. Manoel Jos de Castro Vianna, quei-
ra por favor ir a ra Nora a. 7;
Os liquidatarios da massa de Joao Cordeiro
de Uesquita convidam os credores da mesma
massa a receberem o primeiro dividendo de 10
por cento apurados: na ra do Queimado n. 37.
Precisa-se de um primeiro andar oom os
commodos necessarios para familia, em algumas
das priucipaes ras do bairro de Santo Antonio :
a tratar na roa da Imperatrlz n. 38, segundo
andar.
O Sr. Ataliba Cesar do Espirito Sant, quei-
ra apparecer no quartel do eorpo de polica a
fallar com o majordo mesmo sobre negocio de
seo lo torease. r
Alugam-se as lojas dos sobrados nt. 37 e
39 silos na rna do Imperador : a tratar no Hon-
dego em casa do finado csmmendadbr Luiz Go-
mes Ferreira.
O propnetario da loja da ra
Nova n. 18 declara que o annuncio cha-
mando Joaquim Concia de Araujo a
apparecer na dita loja nao se refere a
Joaquim Correia de Araujo, morador
na freguezta de S. Lourencp da MaU,
engenno Muribava
; Manoel Garca subdito Hespanbol retira-te
para o Rio de Janeiro.
lOTERU
DE
N. S. do Rosario
de Muribeca.
Nos biihetes vendidos com a rubrica do abaix
assignado venderam-se as seguintes sortes :
708 5:000 Meio bilhete.
2254 800 Dito dito.
1567 400g Di'o dito,
1900 200 Bilhete inteiro.
164 lOOg Meio bilhete.
2100 100$ Dito dito.
1829 100# Bilhete inleiro.
e outroa de 40, 20 e 10. Estas sortes in-
clusive os 14 por cento do premio grande sao
pagas na praQa da Independencia n. 22 junto ao
relojoeiro aonde se acham a venda os biihetes
e meios de S. Francisco do Caxang, chancella-
dos com a firma de
Santos Vieira,
Aviso.
Tendo o proprietario da loja de louca da ra do
Rangel n. 28 passado toda a louga existente oa
mesma para o seu armazem na ra da Cadeia do
Recite n. 8. deixando nicamente a armacao, a
qual lhecustou 200$; avisa a quem convier (me-
nos para taberoa ou ac.ougue) a dirijir-se sua
casa, que far negocio, pois vende a armacao ba-
tata, o aluguel commodo e a dita casa est si-
ruada em bom lugar.
ifaNMs m mm 9iiMie^
Attenco. |
Francisco Xavier Pereira de Brilo, so- >
licitador da fazenda geral. tendo exercido
por esparo de 8 annos o officio de solicita-
dor de causas na cidade de Porto-Alegre,
adquirindo por isso urna grande pratica,
pretende aqui encarregar-se do andamen-
to de qualquer causa nos differentes jui-
zos, despachar escravos e tirar passapor-
tes na polica, e promover cobrancas. E
como tem na corte sua disposiQo um
S habilitado procurador tambem se encar-
rega de mandar agitar l o andamento de
II qualquer pretenco perante as secreta-
P ras de estado e Ihesouro, e de qualquer
|E causa que teoha de seguir por meio de I
P recurso para o supremo conselho. o
II Qualquer pessoa que se queira utilisar S
r de seu prestio pode o procurar das 9
m horas da manha at as 2 da tarde oa ra fg
8 das Trincheiras n. 13, e fora destas horas S
na ra de S. Francisco, sobrado n. 72 m
urna mmmMmy&nmit
Aluga-se
urna sala com alcova e um soto com grandes
commodos para rapaz solteiro. na ra da Senzala
n. 68 : a tratar na ra do Trapiche n. 3.
tgp Joao Correia de Carvalho, al- @
0 faiate, participa aos seus nume- @
% i osos freguezese amigos que mu- @
B dou a sua residencia da ra da g
m Madre de Dos n. 36 para a ra A
^ da Cadeia do Recife n. 58, pri- Z
@ meiro andar, aonde o encontra- fia
^ rao prompto para desempenhar
m qualquer obra tendente a sua S
K arte. EL
CONSULTORIO ESPECIAL H0HE0PATHICO
DO DOCTOR
_ SABINO O.L. PINHO.
Kuade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
moieslta das mulktres, molestias das crian-
gas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lesha* syphililicas, todas as especies de febres,
febre* intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias. in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como-
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
siveis. r
N. B. Os medicamentos do Dr. Sttino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem (ora della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Arrenda-se o engenho Jacir, situado no
termo de Serinhajm, moente e corrente, com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ler outra casa terrea contigua com com-
municago para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, olaria e sen respectivo orno.casa
de engenho com urna moenda que produz calda,
para cincoenta a sessenta pes por tarefa com um-
parol de cobre sufficientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, lendo a casa suficien-
te capacidade, ma deslilaco completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de continuidade, com suas
respectivas garapeiras que produz urna pipa do
agurdente por dia de vinte e dous graos pelo
arioaielro de Cartier, casa de purgar para rece-
ber mil pes completamente arranjada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), com dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaixamento com quatro balces, sna
respectiva estufa e caixes para deposito do as-
socar, casa do fazer farinhacom um grande torno
e completo aviamento; grande armazem para de-
posito de generos por baixo da casa de viveoda ;.
seozalla para habitar trinta casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fdr o
vero ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento.
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a produegio de casa ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas da
barro moriquipi e gomoso, com malas tambem a
roda do engenho de suficiente capacidade para
dar estacas para cercar e lenbas para uso dos tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fdr mister fazer-se nos edificios rus-
ticos. Os partidos tanto de vanea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro ar
cinco mil pes sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberla com capim milhan. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Este en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheila de 1861,
a findar-se em 1862. sendo avaliada por peritos,
assim como o praco dos pies. As condicoes
tempo Uo arreodaaaento se combinar com quem
o pretender, que dever procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Menezes Vasconcellos
de Drummood no sitio de sua residencia no Han-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio d duas estradas e que vai para a ponte da
Uchoa.e dos Afilie tos. de manha at 1 hora da
tarde.
A pessoa que annuncion precisar de ama
ama, pode dirigir-se a ra do Livramento n. 22,
terceiro andar, que encontrar urna captiva com
todas as qualidades exigidas.
Os abaixo aasignados havendo publicado
por eqte Diario em dias do mez de abril pr-
ximo pateado um annuncio para qne os leva-
dores de Joaquim Moreira Gnerrido s sos abaix
assigoados pagassem seus dbitos, pelo presen-
te declarara sem effeito o referido annuncio por
haver cesssdo o accordo segundo o qual devia a
loja do dito Guerrido ser liquidada pori nasa
commiasio de credores. /ames Crabtree &C
Augusto C. de Abreu.
I
*


DIARIO DE PERN1IBUCO. QUARTA FE1RA 26 M.JUNrlO DI 1861.
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1
Sfr

0 antigo mestre da lingos ingleza aiada
contina dar licoes particulares, pelo systema
de Olendorff, actualmente adoptado en os pri-
mearos collegios dos principaes capitses da Eu-
ro : a grande vantagero para o discpulo incon-
testavel, pois qu<>, principia logo a tallar, escre-
ver, e tradazir dita lingos.O annunciante pode
ser procurado at as 9 herss da manha na rus
da Gloria o. 83
Attencao.
A abaixo assignada faz sciente ao tespeltavel
publico que acha-se residindo em Olinda, ra da
Bies de S. Pedro, casa n. 15, contigua a da es-
quina, onde existe a mesma bica, e ahi tem ex-
postos venda ornamentos sacerdolaes, e no Re-
cite no pateo da matriz de Santo Antonio, na loja
de sirgueiro de Antonio Joaquim Panasco; e
igualmente recebe encommenda des mesmos;
lambem faz reposteiros, bandeiras militares, e
quaesquer obras de bordadura de ouro, como
bem, estolas, tnicas, veos desacrario, etc., etc.,
e assegura sos sens freguezes que serio bem ser-
vidos Maris Magdalena de Oliveira Mello.
A BOA FE TRIUMPHA
DE
Ama.
Na ra das Laraogeiras n. 5, segundo andar,
precisa-se de urna ama : quem estiver neslas cir-
cumslancias, dirija-se a referida casa.
Arrenda-se um grande sitio perto desta
cidade, o qual tom perto de mil ps de arvores
de fruto sendo 800 coqueiros, mas ou menos, boa
slaria com porto de embarque a qualquer hora
oe mar, sufflciente campo para plantacoes ou
dolta de vaccas ; tambem se vender ainda mes-
mo com prazo com as garantas necessarias: a
quem convier dirija-se a ra da Cadea do Recite
n. 40 Io andar.
Precisa-se de urna ama que ssiba cozinbar
e engommar, e que sirva para compras : a tra-
tar na ra Bella n. 23.
&*?l?a
- Jos de Jess Moreira < C.
N. 18-Rua do Rosaraio esquina das Larangeiras-N. 18
Os proprietarios deste estabelecimento avisam
aosSrs. amigos do bom e barato que se acha com grande sorlimento de gneros dos melhores que
tem viudo a este mercado o por ser parte delles viodos por coota dos proprietarios esto resolvaos
a vender ptfr menos do que em outro qualquer estabelecimento e se obrigaro a servir os Srs. com-
pradores da melhor maneira possivel para o que avista far t.
Manteiga ingleza perfeitamente flor pei0 prego de 900,800,640 rs. a ubra
muito boa, em barris se tari abalimente s na boa i.
Dita franceza muito boa a 720 rs. a libra, s na boa f.
Cha perola, hysson e preto, 25560.29 ysoo, s na boa t.
Doce d CaSCa de gOaba m C4iX5es do melhor a 900 rs., s na boa f.
AmeixaS fraUCezaS 480 rsa libra.s na boa f.
Marmelada imperial do afamado Abreu ede outros fabricantes pelo prego ds.
a libra em porcao se far aba timen to, s na boa f.
Latas com bolachilma de soda a 19500 muito nova, s na boa t.
CQOCOiaie do melhor que lemvindo a este mercado a 900 rs. a libra, s na boa f.
M&SSa ti6 tomate da melhor que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
DOCeS de peCegO, gioga, pera e alpera a calda fabricado pelos melhores fabricantes de
Lisboa em latas de diSerentea lmannos a 700 rs. a libra, s na boa f.
PaSSaS muitO nOVaS 480 rs. a libra, s na boa f.
GonSerVaS ingleZaS e franCeZaS a 800 n. em porcao se faz abatimento, s na
boa f.
Aietria, maCarrO e talharim a 400 rs. dasmais novas queba.s na boa f.
TOUCinhO de Lisboa muito bom do mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra, s
na boa f.
ChOliri.QaS e paiOS do melhor que hs no mercado a 360 rs. a libra, s na boa f.
Balll de porCO refinada da melhor que ha no mercado a 480 rs. em porcao se far aba-
timento, s na boa f.
Vnb.0 em pipa da Figueira a 600 rs. a garrafa e de Lisboa 560 e 4S0 a garrafa e em ca-
ada se far abatimento, dito do Porto engarrafado a 19 e 1&4O0, duque do Porto do melhor
que pode haver, s na boa f.
Champagne das mais acreditadas marcas que ha, licor de todas as qualidades, garrafas de
azeite purificado a 900 rs., aozes das mais novas que ha a 200 rs. a libra, ervilhas em calda,
azeitoaas em ancoras muito baratas, s na boa f. Alm disto encontraro o sorlimento
completo dos generes tendentes a molhados e tudo do melhor que ha neste mercado, s
se encostra na boa f.
_Vai a praca terja-feira perante o Dr. juiz de
orphosna sala das audiencias do mesrao juizo,
as 11 horas do dia, o escravo Ivo, um cachorro e
um relogio patente inglez, quem quizer ditos ob-
jeatos compreos no dia e horas Indicadas.
Alugs-se um escravo para andar cora car-
rocas, ou para outro qualquer servico ; na ra
do Livramento o. 22, terceiro andar. Tambem so
luga um molequede12 annos.
Precisa-se de urna ama de leite
para amamentar urna crianca, prefere-
Je captiva: tiesta typogtaphia se dir'.
Ama de leite.
Quem precisar de urna ama com muito bom
leite e sem filho dirija-se a ruada matriz da Boa
Vista n. 35, primeiro andar.
Aluga-se urna loja repartida, sita na ra da
Praia, a qual tem tido venda, e serve para qual-
quer outro negocio na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ea da independencia.
Attencao.
Consultorio medico-cirurgico
Consulta por ambos os systenias,
Em consecuencia da mudanca para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de farzer urna reforma completa em todos os seus medicamentos.
O tosejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhutn outro, viste o grande crdito de que sempre gozaram e gozara ; o proprietario tem tomado
o precvese de inscrevero seu neme em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apresentados sem esta marca, -e quando a pessoa que os mandar com-
prar querr ter maier certeza acompanbar urna conla assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
"Outro aim : acaba de receber de franca grande porcao de lindura de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades eo to conhecidas que os mesmos Srs.
medios allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsosqurem tubos qur em tincturas custario a lft o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
sucieotes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de algn
operacio, affianc.ao.do que serao tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aquelles que i tem tido escravos na casa do annunciante.
A situacao magnifica da casa, a commodidads dos banhos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pesso3 que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lode manha al 11 heraa
e de tarde das 5 em diante, e fora destas horas achsrao em casa pessoa com quem se poderlo en-
tender : ra da Gloria n. 3 casa -do Fundo.
Dr. Loho Moscozo.
O
..2
o m J- 2 3
> Om o O
s a a **
S.2S "
bJUA.04

Osenhor
Caetauo Aureliano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool, a negocio que lhe
diz respeito.
Attencao.
Precisa-se
de urna ama deleite, preferindo-se escrava, pa-
ga-se bem : na ra doQuemado n. 7, se tratar.
Industria
ELIXIR DE SAI DE
Citrolactato de ferro.
13mieo deposito na boea -do Soa^um MaTtnlio
da Cruz Coneia & c, rita do Catanga u. II,
en Pemamtaxieo.
H. Thermes (de Chalis) antigo pnarmaceutico apresenta hoje urna nova preparadlo de ferro,
com nome de -tliiir de citM-lactato de ferro.
Parecer ao publico en luxo empregar-se um mesmo medicamento debaixo de formulas to
variadas, mas o-homem da sciencia comprahende a necessidade e importsncia de urna tal varie-
dade.
A formula um obectc de muita importancia emtherapeutics ; um progresso immenso,
quando ella, maniendo a essencia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para to^os -os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas preparaces de (err at hoje conhecidas nenliuma rene to bellas qualida-
dss como o elixir de citro lactato de ferro. A seu sabor agradavel, rene -e tomar-se em urna pe-
quena1 dose, o ser de urna prompta e fcil issoluco 00 estomago, de mode que completamente
assimilado ; e o noproduzir por causa da lactina, que coutem em sua composigao, a constipaco de
vsntre to frequentemente provocada pelas cu tras p re par ices ferruginosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a sciencia medicamentosas de ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispensar em sus clnica, de iocomparavel utilidade
quaiijuer forssula Que Irte d propriedades tses que o praico o possa prescrever sem receio. E' o
que eooseguio o pharmaceutico Thermes com a preparacao do citro-lactato de ferro. .Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparacoes ferroginosas, como o
atiesta a pratica de muites mdicos distinotos que o tem ensatado. Tem sido -empregade como im-
menso proveito oas molestias de languidez (enterse paludas cere.J na debilidade subsequente as
hemorrbagias, oas hydrojwsias que apparecem depois das intermitentes na incontinencia de urinas
por debilidade, as perolas brancas, na escropbula, no rachilismo, na purpura hemorrhgica na
conralesceocia das molestias graves, na chloro-asenria das mulberes grvidas, em todos es casos
em que o sangue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas arflecces chronica*, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphililica, excessos venreos, onanismo e uso prolongado das preparacoes mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo mui frequentes e sendo o ferro principal substancia de que o
medico tem de laocar mo para as debelar, o aathor do citro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humanidade por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem receio usar
do ferro.
Solda-se perfeitamente toda qualidade de lou-
ca tina ou ordinaria, porcelana, vidro, barro e
pedra, garaotindo-se a perfeigo e seguranza
visto que o annunciante est munido dos uten-
cilios de sua proQsso : na ra Direita n. 57,
casa terrea.
9
_____________________


9.
bacharel Wiirlvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do C*rmo.

i
i

i
l STM.L C.
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.I
Roa da Imperatriz numero 14
9 (Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
S Retratos em todos es-
tyloa e tamaitos.
Pintura ao natural em
2 oleo eaqnareUa.
2 Copias de dagnerreo-
tyno e outros arte-
I taetos.
S iVmtarotypos.
gPaisagens.
Precisa-se alugar urna preta escrava, que saiba
lavar e engommar, e para andar com dous meni-
nos, paga-se bem : na ra da Imperatriz n. 9, 2
andar.
Joo Ferreira dos Santos Jnior, tendo ar-
rematado as dividas da massa fallida de Antonio
Joaquim Vidal, comprehendidasas dividas que o
mesmo Vidal arrematou pira seu pagamento de
Thiago da Costa Ferreira Estrella, faz sciente aos
seus devedores que tem dado procurarlo bastan-
te ao mesmo Sr. Vidal e ao sollicitador Sr. Joa-
quim Pinto de Barros, com poderes para recebe-
rem amigavel ou judicialmente.
Deseja-se arrendar um engenho de boa pro-
ducto e que tenba escravos e animaos sufficien-
tespara o trafico; lambem se comprar a safra,
escravos e aoimaes, se convier ao senhorio rece-
ber em predios nesta cidade, que podem render
de tres a quatro contos de reis ; a quem convier,
aonuncie para ser procurado.
Precisa-se alugar duasescravas para todo o
servido ; a tratar na ra Direita n. 74.
PARA EVITAR DV1DAS.
O abano assigoado, negociante desta cidade do
Sobral, tem a honra de participar ao respeitavel
corpo do commercio, que tomando em cousideraco
o mo lempo,tem duixado de mandar vir mais mer-
caduras, am de liquidar seus negocios : o jul-
gaodo nada dever, fazo presente annuncio para
qualquer juizo que se possa fazer a seu respeito.
Chamando a seus credores, caso os tenba, no
prazo de 30 dias, aGm de serera pagos, em Per-
nambuco aoSr. commendador Manuel Figueiroa
de Faria, no Cear aos Srs. Castro & Albuquerque.
e no Sobral ao mesmo abaixo assignado. Rogo,
por tai.to a todos os meus devedores o obsequio Uo
virem satisfazerseus dbitos quanto antes.
Sobral, 30 de margo de 1861.
Antonio da Silva Fialho Jnior.
Ao publico.
O abaixo assigoado declara ao publico que dei-
xou de sersocid desde l'J de abril de 1861. l'i-
cando cada firma respon>avel pelo seu debito,
al seren pagas todas as letras.
Frederico Beultenmuller.
Declaro ao distincto artilheiro do Diario da
20 do correte mez, que me achara pror.ipto' a
seu lado para acompanha-lo na ardua tarefa de
que se quer enearregar, e creio que todos os bra-
sileros nao recuaro de ajuda-lo na empreza,
como urna causa de honra. Todava estou certo
ie que a illustraba corporacao da assemblca ge-
ral nos ha de atlender em to justa prelonco,
visto ser ella fundada em lei expressa e direilos
adqueridos, que nao devem ser burlados a vou-
tade e interpretarles absurdas.
O guarda nacional.
Na ra da Roda n. 6 manda-se comida para
fora, e incumbe-se demandar levar, dando louea
om asseio e promptido,por prego razoavel.
mgamgmmimm aaaMBfcsssMMMMBtssttMBM
2* X 13iT Ir^T el? ml^W sTa^ mTt^m *w jj i> <* "
Dentista de taris. |
15Ra Nova-15 |
Frederic Gautier,cirurgiodentista, faz #fe
todas as operaces da sua arte e colloca |^
dentes arliciaes, tudo com a superior!- w
dade e perfeico que as pessoas entend- i
das lhereconhecem. m
0 Tem agua e pos denlifricios etc. a
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver& Baker.
Machinas de coser: em casad Samuel P
Johston & C, ra da Senzalla Nova n. 52.
Compras.
Na ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
andar, precisa-se de urna ama para todo eervico
de urna pessoa, paga-se bem.
MrMMHBm BB aMaatwaaMMMM
COKSiLTORIO ESPECIAL
HOJl-EOPATHICO
DO
DR. CASAXOVA,
30-Kua das Cruze*-30
Neste consultoriotem sempre os mais
novos e acreditadas medicamento* pre-
parados em Paria (astinturas) por Ca-
tellan e Weber,por precos razeaveis.
Os elementos de hemeopalhiao bra.re-
commendada inteligencia de qualquer
pessoa.
tf Z&ii 56S ,it-^CO^^^.V
MM,
ANOVALOJAOPAVAO
NA
Ra da Imperatriz n, 60.
DE
lili &1
a2#.
Acaba de receber pelo ultimo vapor francez as fazendas seguintes, as quaes se vendem mais
barato do que em outra qualquer parle :
Organdys de bellisslmos padrdes muito finos a vara 1$.
Grosdenaplss azul, edr de rosa e amarello Uzeada fina e de muito corpo o covado
Ditos lavrados muilo encorpado o covado a 2}.
Mimos de seda da India o mais moderno para vestido o covado a 1*280.
Ditos de la fias de padrdes muito galantes a 800 rs.
Manteletes de fil prelo com bico largo a 7|.
Ditos de fusto brinco muito bem enfeitados s 8$.
Chsles de merino estampados com lista de seda muito finos.
Tsrlatsiias de todas as cores-e muito fina a vara a 800 rs.
Cortes de ta ra tanas com salpicos cada um en seu carto a 6$.
Cjmisinhss com golas e manguitos para senhora que tem bom gosto a 69.
Ditas ditas com vivos de cor a 48000 rs.
Un grande sortimenlo de saias balo para senhoras e meninas.
Usa grande sorlimento de saias balo muito ricas com babados a 10$.
Pecas ds cassas bordadas com 8 1|2 varas proprias para cortinado a 23500.
Lindos chapeosziabos de merino bordados para meninos e meninas gosto inglez a 5J.
Cassas francezas balissimos padrdes a vara a 500 rs.
Assim como um completo sorlimento de goUiohas muito bons gostos para senhoras e meninas a
saber 1f, tfM, 1*600. 29, 9*500 e 3f
Um completo sortimenlo de chltarfrancezas escuras e a legres e padrOes bonitos a 220, 240, 260
e 9oO rs.
Ditas muito superiores o covado a 320 rs.
Ricos enfeltes com franja e bolotas para caneca de senhora.
De todss is fazendas aqui mencionadas se dio as amostras deixando ticar penhor, assim co-
mo ia mandam levar em casa das fawiliaf que quizerem fajeadas em conla e deboailos goitos,

i
:
:
Attencao
m
Campos & Lima, tendo noticiado por este jor-
nal aos seus devedores para que venham pagar
suas contas, e como o nao lenham feito, veem-se
na dura necessidade de os chamar a juizo sem
excepgo de pessoa ou posico ; mullo deseja-
riamos nao nos dessem este desgoslo porque a lo-
dos respeitamos, mas os nossos eompromissos
fallam mais alto.
mmmmtm mamm memtm
Consultas medicas.
Sero dadas todos s dias pelo Dr. Cos-
me de Si Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde is 6 al is 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1. Molestias de olfeos.
2. Molestias de coracao e de peilo.
3. Molestias dos orgos da geracio e
do afls.
O exame dos doentes seri feito na or-
dem de suss entradas, coesecando-se po-
rm por aquelles que eoffrerem dos
olhos.
Ioslrumentos chimieos,acsticos e os- l|
ticos serio empreados em suas cnsul- **
tajes e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, aatureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destnii-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
embregados graiuitamenls, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade,
promptido em seas effcitM, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles,
Praticar ahi mesmo, oa em casa dos
doentes toda e qualquer operacio que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se acha
Eirovido da urna completa collaccio da
ostrumentoe indispensavel ao medico
operador.
_________XI
Joo Jos de Carvalho Moraes e mais her-
deiros de seu casal fazem sciente ao eorpo de
commercio desta praca, que fizeram venda do
estabelecimento de erragens da ra do Queima-
do, a Joio Jos de Carvalho Moraes Filho, Ucea-
do o abaixo asabjnado responsavel pela liqulda-
co do activo e aassivo do mesmo estabeleci-
mento, at 15 de abril prximo passado. Rectfe
27 de mala da 181.
Joo Jos da Carvalho Moraes.
A saboaria da ra
Imperial,
Compra caixas vasias que
teiiha a marca da casa c es-
tando eui booi estado, paga
200 rs. porcada urna.
8
de
cat-
Cai-
Precisa-se de urna ama para cozinha i ca ra
daiCooceico da Roa-Vista, sobrado n. 6.
Na noite de sabbado para domingo, 15 do
andante, furtaram do sitio do Moadego, outr'ora
quartcl general, douscavallos, sendo um grande,
melado, e outro russo : quem os restituir a seu
donofla praca do Corpo Santo n. 11, receber a
gratificaco de 509.
LOTERA.
Sexta-fera 5 de julho prximo no luj
gar e hora do costume sera' extrafaida
iinpreterivelmente a primeira parte da
primeira lotera em beneficio a greja
de S. Francisco de Paula de Caxanga'.
Na thesouraaia das loteras ra do Quet-
mado n. 12'e na* casas commissionadas
se acham venda os bilhetes e meios b-
lhetes. As soi tes erao de prompto pa-
gas a entrega' das listas.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga-se por prego eommodo tres casas
terreas na Capttoga, ra da Amizade, tendo cada
urna duas satas, dous quarlos, eetioha fora e
quintal gritde : a tratar na ra da Santa Cruz
H. 1.
Pieeias-se de um deixeiro portngaez para
taberna, de idade da 12 a 16 anuos, com pratica
ou sem ella : na rna do Mondego n. 97.
Aluga-se a loja do sobrado a. 24 da ra
da Cidade Nova em Sanio Amaro, ooa 3 quir- ,~ loavm das btographias de
tos, 2 salas, 1 saleta, cozinha fora e quintal ma- lO.ns poeUs a outros homens Ilustres da pro-
rado ; a tratar no mesmo sobrado. *lncu de PeruamMeo, com as poesas e mullos
_ d ., <"Mm e tituios aiitiso a de |s*i4a iote-
D. Asna Fraacehna da Cunhs, declara que resse e spreco, pelo catasneadador A. J. de Mello.
por fallecimento de seu marido, Antonio Jos Em mi do autor.
da Cunha a sua casa na ra do Livramento o. I Aluga-se um grande armazem na ra da
30, continuar aberta lio rnente para vender i Moeda n. 7 : a tratar o lado do Corpo Santo nu-
drogas, e nao aviar receita. metoOS. r
oio de Siqusira Ferro scientillca a
seus numerosos amigos e freguezes, tan-
to deltas como.de ostras provincias que
mudouseu estabelecimento de fazendas
queUnhana ruado Crespo n. 15 para a
ra do Queimado n. 10, onde continua a
ter am completo sortimento de fazendas
de todas ss qualidades.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande sal3o da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande clao da ra do Imperador
No grandesalao daruado Imperador
A. W. Osborn, o retratista america.
no tem recentementerecebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua.
dros, aparatos chimieos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3|000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conhecimentos praticos na arte
de retratar acharan o abaixo assignado
sempre prompto sob condiees muito
razoaveis.
Os cavalheiros esenhoras soconvida-
dos a visitar estesestabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima tica anunciado.
O Sr. Jos dos Santos Moreira que
morou na ra do Rosario da Boa-Vista,
queira annunciar sua morada que se
lhe precisa fallar.
9 Compra-se urna escrava negra ou mua-
fD ta que saiba bem cesinhar e engommar : f
Sna ra do Crespo n. 17, loja de Guimares
& Villar. f$
Cosinheiro.
Comprase ou aluga-es um prelo que saja bom
cosinheiro : a tratar na ruado Amorim n. 35.
Compram-se
escravos de ambos os sexos parase exportar pare
fora da provincia : na ra Direita n. 66.
Comprara se moedas de ouro de 20 por
20J500 : na ra da Cruz do Recite d. 30, primei-
ro andar.
J@<

Banco de Portugal.
Marques, Barros & C. aulorisados pe- ^|5
agentes do banco de Portugal no y*
sobre
qual-
los agentes do banco
Rio de Janeiro, comprara saques
as pracas de Lisboa e Porto, de
quer qantia.
Compram-se escravos do sexo masculino da
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz b. 12 loja.
Vendas.
Aviso.
Francisco Maciel de Souza participa a seus nu-
merosos freguezes tanto da praca como de Jora,
que tem de abrir novamente o seu estabeleci-
mento de calcado- feito na provincia no 1.* da
julho prozimo futuro, ns roa da Imperatriz, ou-
tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 88, ao p do becco
dos Ferrsiros, onde pretenda vender muito em Sabonetas muito Qnos a 160 rs.
conta, cerno de costume, para agradar aos fre- Frascos de oleo Philocome a 1|.
guezes : vender milito e ganhar pouco. I Gaiza de folha com phosphoros a 100 rs.
Albos.
Na ra da Madre de Dos n. 6, armazem da
Hachado & Rodrigues, vendem-se canastros com
100 maun;as por 255(0 cada canastra, em bom
estado.
Vende-se urna casa terrea na Boa-Vista,
sita na ra do Rosario, com os seguintes commo-
dos : 2 salas, 4 quartos, cozinha fora, 1 quarto
para escravos, cozinha c quiotal murado cora
porto para a caixa 'agua : a tratar na ra No-
va n. 27, que se dir quem vende.
Rival sem segundo.
Ns rus do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Haia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos pregos as seguintes fazendas
todas em bom estado :
Caixas de agulhas francezas a 120 e 240 rs:
Ditas de alQneles sortidos francezes a 80 rs.
Caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Cartes de clcheles francezes a 20 40 60
e 80 rs.
Duzia de meias rruas muilo finas a 2500.
Dita de ditaa a 24n-
Linhas de carretel brancas e de cores a 300 rs.
Masso de grampas muilo boas a 40 rs.
Thesouras finas para uohas a 400 rs.
Ditas para costura a 160 e 320 rs.
Varas de renda lisa sortida a 60 e 80 rs.
Pareado sapatos de tranca de laa a 15440.
Ditos de ditos de dita de algodo a ljs.
Pares de sapalinhos de la para meninos a 200 r.
Carlas de al fine tes finos o grossos a 100 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 e 500 rs.
Frasco de oleo de macass a 100 rs.
Dito de macass perola a 200 rs.
Frascos de baoha muito fina a 320 e 400 rs.
Ditos de extracto muilo uno a 500 e 1$.
Ditos com muilo boa agua de Colonia a 234000 e
2JJ500. ^^
Ditos de Lavando ambriada a 600 rs.


(6)
AMO m mHAMiyCO. -0UART1 FURA 26 I JUHO DI IttVl,
Potassa daBussia e cal de
Lisboa.
No bera conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender a vr-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgen] em
pedra ; tudo por preces ruis baratos do que em
outra qualquer piarte.
rj IJ UUJa mjm amj* WWmw9t VBWaBSBrVIBWjHBWM
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sorlraerito de
roupas feitas, cilrados e fazendas e todos
estes se vendem por presos muito modi-
lf llcados como de seu costume,assim como
o sejam sobrecasacos de superiores pannos
m e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
* 269,289, 309 e a 35, paletots dos mesmoj
Jf pannos preto a 16J, 18$. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
9$ n o vos pad roes a 14. I69, 189,209 e 249,
4 ditos saceos das mesmas cssemiras de co-
2S res a 99. 108, 12J a a t49, ditos pretos pe-
S lo diminuto preco de 89, 10, e 12$, ditos
< de sarja de eda a sobr^casacados a 129,
JfW ditos de merino de cordo a 12$, ditos
$ de merino chiuez de apurado gosto a 153,
ditos de alpaca preta a 7. 8, 99 e a 109,
dilo siccos pretos a 49, ditos de palha de
i# seda faienda muito superior a 49500, di-
* tos Je orini prdo e de fuslao 3*500, 49
jf ti 49500, ditos de fusto branco a 49, 1
2j grande quaotidade de calcas de casemira \
m preta e de ores a 79, 89, 99 e a 10, ditas I
* pardas a 39 e a 49, ditis de brim de cores 3
linas a 2J5O. 39, 3s50 e a 4g. ditas de |
I brim braacos floas a 49500, 5g. 59500 etS
S5 65, ditas de brim lona a 59 e a 6$, colletes m
5 de gorgurao preto e de corss a 5j e a 6g, 5
S Jilos de casemira de cor e pretos a 4S50 I
Se a 59. ditos de fuslao branco e de brim 5
a 39 e a 3*500, ditos de brim lona a 4$. 3J
?| ditos de merino para luto a 49 e a 49500, JQ
> cilcas de merino para luto a 4500 e a 55, O
3jE cipas de borracha a 99. Para meninos Q
J'3 lodos os lmannos : calcas de casemira 3
Sj| prefa a.|< cor a 5?. 69 e a' 7, ditas itas
g de brim a 2J-, 39 e a 3^500, paletots sac-
3# eos ae casemira oreta a 6 e a 7, ditos M
i, de cor a 69 e a 7$, ditos de alpaca a 39, *!
jj 'ci.recasacos de panno preto a129e a H
,S H, ditos de alpaca preta a 59, bonets 2
m pera menino de tolas asqualidades, ca- M
rf misas para meninos de todos os tamanhos, a
f meios ricos vestidos de cambraia feitos i
g* p^ra meninas de 5 a 8 anuos com cinco S
% baados lisos a 89 e a 12S. ditos de gorgu- X
l rao le cor e de lia a 5j e a 69, ditos de 3
bordados para baptisados.e muitas oulras gt
fazendas e roupas feitas que deixam de t
ser mencionadas pela sua grande quanti- tt
dalo; assim como recebe-se toda equal- quer eacommenda de roupas para se M
mandar manufacturar e que para este Cm 25
irnos um completo sortimento de fazen-
Calcado
graiwe sortimento.
45 Ra Direita 43
0ual ser a joven e linda peroambucana, que
nao procure animar este estabelecimento man-
dando comprar urna botina de gosto? Qual a
mi i de familia, prudente e econmica que lhe
nao de preferencia pela qualidade e preco ? Qual
o cavalheiro ou rapas do positivo, que po qoei-
e comprar por 8. 9 e 10, o calcado que em outra
parte nao vendido se nao por 10, 12 on 14?
atiendan) ;
Senhoras.
Botinas com lago (Jury) e brilhantina.
com lago, de lustre (superfina).
com lago um pouco menor. .
sem lago superiores. .
em lsgo nmeros baixoa. .
sem lago de cor.....,
Sapatos de lustre. .....
59500
59000
5*000
49500
4000
I9OOO
A1QI00
18 m?,*l?<*S:naPe,l I8 ?* seda.rl-
dimkfn-
ca m enUpifeitf o. |ijllinfcj'iij|il
to preto de I69; na ra do QaeimSdo n. 39!
N de 4 portis.
Grande pecbincba.
A 2^0, 240 e 260 rs.
o, 240 e 260 re. o covado ; na ra do Oueima-
totut^^%.ifii$4*)K^)i.
Botinas
Meninas.
D
I
........4g400
para enancas de 18 a 20. 8Jj5O
Homem.
(Nantes) lustre.......10JOO0
(Fanienjcourodeporco inleirissas 108000
(Fanienj bezerro muito frescaes.
diversos fabricantes (lustre). .
inglezas inleirissas.....
gaspeada*.....
prova d'agua. .
Sapates.
Nantes, sola dupla.....: .
urna sola........'"
para menino 4 e.....
Sapal5es lustre.....
Sapatos de tranca.
9$500
*|ooo
99000
89500
89500
59500
59CO0
39500
59000
Portuguezes de Lisboa Anos.....JJOOO
Francezes muito bem feitos.....19500
Alem dissoum completo sortimento do legiti-
mo edo verdadeiro cordaao para botinas de ho-
mem ; muito couro de lustre, bezerro francez,
raarroquim, vaquetas, couros preparados e em
bruto, sola fio, taixas etc., tudo em grande
qantidade e por precos inferiores aos de oulrem.
' misa
VICTORIA,
KA '
/fu do Queimado a. 75,
Junto a loja de cera.
rV.l!l...T,lld*"",e ('8in>' mlodezas e
??'r"u,.l"8P.wP'oltoi. a para quem
comprar victona sempre contar -
Cartoes de clcheles francezes muito bons a 40
a u rlao. e duzia a 400 rs.
Agulhas francezas muilo boas e verdadeiras a 120
.'i0""COm papek' e avul8 40 rs. o
Agulheilas para enfiar vestido a 40 re. urna,
tiohas victoria em carretel com 200 jardas a 60
re. Mm, e duzu a 640. '
Ditas de 200 jardas de Alexauder a 900 re. a
<}uzia.
I Dijwde Pedro Vem carlao, branca e de core a
w re. umcarlo.
Ditas de melada de peso verdadeiras a 240 re. a
meiada.
Papis com cenlo e tantos lflneles francezes a
40 re. o papel.
Alflnetes de cabeg* chata grossos e finos a 120
re. a carta.
Cordao imperial para vestido a 40 re. a peca.
Lanivetes unos deduas folhas para peonas a 200
re. um, e duzia a 29.
Lia de todas as cores para bordar a 69500 a libra.
So e 3208 d8 b8lea Pa" "r 22'
^itos transparentes tambem bons 360 e 400 rs.
bailadores de algodio a 60 rs. cada um.
Helas cruas brancas e de cores para homem a
160. 200, 240, 280 o par.
Dll" brancas muilo finas para senbora a 240. 280,
320 o par.
Espelhos dourados para parede redondos e cua-
drados a 395OO cada um.
Ba do Crespo
loja n.25, deJoaquim Ferrtira do S, rendem-
se para fechar contas as seguirte! fazendas por
neos muito baratos : peca de cambraia lisa fi-
na a 39. cortes de casemira a 39500, pecas de
baados largos e muito finos a 3*. soda de qua-
dros miados a 800 re. o covado, chitas largas de
cores escuras e claras a 240, cassas de cores bons
gostos a 240 o covado. organdys multo finos a
" f!?5M to entremeios bordados a 320 a
vara golhthas bordadas a 640, manguitos de
cambraia erflM a Sg, bramante de algodio com
9 palmas de largura a 19280 a vara, sobrecasacas
do panno fino a 20 e 25$, paletots de panno e
casemira a I69 e 209. ditos de alpaca de 3/300 a
79. ditos do brim de cores e brancos de 33 a 5t
caigas de casemira preta e de cores de 6 a 10
ditas de brim de cores e brancas de 2J500 a 59
colletes de casemira de cores, eselim preto a 59
camisas de fuslao brancas o decores a 29, corte
de cassa do cores a 29. cassas pretas a 500 re. a
vara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprio para capas do senhora a 800 rs. o cova-
do, assim como outras muitas fazendas. tudo
muito barato para acabar.
RelogiS. |^*^w*ieit^fie
Vende-se em casa de Johnston Paler 4 C.
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento do
relogios de ouro, patente inglez, de nm dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos irancelins
mesaos.
para os
Altenco
|Fzendas e rou-j
pas feitas baratas
,i das de gosto e urna grande officina de al-
Jfc raate dirigida por um hbil mestre que
, (va su 1 oromplidaoeperfe'caonadadei-
xa a desojar.
* 1
4IS000
a lata com libros de marir.elada do Rio Grande:
na pregada ltidep-ndencia n. 22.
"3- 6
f>.
rn^BB^^
t

Importante
Ats
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branoa acaba de receber essa no-
va e aprociavel agua mbreada.deun: aroma ex-
cellentemente agr.davel. Eira serve acertada-
mente parasedeir.lgmas gota, n'agua pura
com que se banha o rosto, resultando disso que
w 5SC2 e CODi0tn viKr to cutis, com especia-
hdado das senhoras ; assim como para se deitar
n agua de banho, que o torna mui deleitarel, re-
sultando alem de refrescar o tirar ou fazer desap-
pareeer esse hlito desagradavel que quasi sem-
pre se tem pelo transpirar. Tambem Um a pre-
cosidade de acalmar o ardor que deixa a navalha
quando se faz a barba, urna vez que a agua com i
queso lave o rosto tenha della composico. Cus-
a o frasco 19. e quem aprecia o bom nao deixar ,
certamente de comprar desss estimavel agua am- m
SaSAS.SiL.'ff.Si'S-J'.J'd 48" ,Ra daImperatriz-48]
Junto a padana franecza.
aa do Queimado n.
O. loja de 4 portas.
Vende-se as teguinles fazendas por
K^ menos prego do que em outra qualquer
irte, co-iio sejam:
_.! Militas Iraucezas cores Qxas a 220 e
\* Cortes de cissa francesa a
;;-. Chaiys de apurado gosto covado a
Cambraia de seda dito o covado a
Jg Mimos do co dito o covado a
'^2 ulules coiu palmas de seda a
0i 1SG00e
Caoisiuhas de cambraia bordada
para baplisado a
Ditas de dila para senhora e com
golnha a
Cbit-s inglezas cores Gxas a
E.guiSo de puro linho a vara a
braia lisa muito fina a pera a
Chales de raeriu bordado a
Ditos Je diio liso a 39300 e
Mantas de s"lim lavrado para se-
,.r,.i,oraa 1$600
leas pira senhora a 3g, 3?500 e 4:C00 -
s para meninas a 2J800 e 3JU00 fl
sold sedi para se-
4S000 I?
du- s?
3?.ooo m
59000 X
leo W
m
f1^

240
29000
500
440
400
29000
59000
3g500
160
800
5S00O
59C00
4S0O0
SP

Dit
Chapeos d
n hora a 395U0 e
Guardanapiis adamascados a
zii a 2^500 e
Toalhas de linho a duzia
lti9cauinhos de linho o covado a
Corles de brim de linho de cores
a 29500 e 2S800
Ditos le meia casemira a 19280 e I96OO
Pcnno azul fino covado a 1*280 e
ti1-. Dito preto dilo dito a 39500. 49
ga*. Cortes de casemira preta a 5* e
Cortas de dila de cores 1 49 e
V Cortes de velludo para collele
ZZ a IjGOO e
2 Ditos !e gorgurao a
59? Brim branco de linho trancado a
B Psletols de brim de tor pardo a
fiTk Ditos de dilo lona a
Na loja de;4 portas da roa do Queimado D- 39
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mento de roopa feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna officina de alfaiate, estando encarroa-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se' lhe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas at pessoas com especialidade sos
lllms. Srs. officiaes tanto da armada como do
xcrcito.
Faz-se fardas, fardoes com superiores preparo
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figurinos que de
la vieram ; al disso fiz-se mais casaquiohas
para montana, frdelas ou jaqueles, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudanfes de esta-
do miio'-edecavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prsla, tudo ao
oslo da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadores e de qualquer jitiz segundo o
estylo de Coimbra aonde se fazem as roelhores
conhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
deseohos a matiz de todas as cores proprios para
jardamente de pageos ou criados de libr que se
ar pelo gosto francs. Na mesma casa eo-
carrega-se de fazer para meninos jaouetas a
ttanceza bordadas ao mesmo gosto Affiancando
que por tudo se fie* responsavel como seja boas
fazendas, bem feto e bom corte, nao se falta no
da que se prometler, segundo o systema d'onde
veio o mestre. pois esp*ra a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
penmentar.
BOA
Cortes de meia casemira de ama scor, fazeo-
da superior, pe-lo baratissimo preco de 29 cada
um: na ra do Qoeimado n. 22, na loja da boa f
,S, Vende-se urna machina de costura
s, PaleDle Por barato preco : a tratar na ra
^ estreita do Rosario n. 12.
8
PORTO
Gurgei & Perdigao.
Ra da Cadeia loja n. 23.
HBCEBERAJI vestidos superiores de
blonda com manta, eapell, sata de se-
tim,dilos moderaos de seda de eftr, di-
tos preto, ditos de phaotasia. ditos de
cambraia bordados, lindas laasinbas, fi-
l, tarlataaa, sedas de quadrinbo, gros-
denaples, moreantique, cassas, cambraia
d cores multe superior, intos, enfeites,
novos manguitos, chapeos, manteletes,
visitas, copas modero A*, gar^mo e de
fil, pulceira,leques e extractos desn-
dalo.
Grande pecliincJia.
PALETOTS SAC JOS de casemira ingle-
a 10, ditos a 159, ditos de alpaca mais
una a 09, sobrecasaco de panno a 209 249
e muilo boas a 409. calcas do casemira a
99, botinas de Meli a 129 e ingleza a
109. chapeos francezes a 89 : na roa da
Cadeia loja o. 23.
m
m
is6oo
6j000 '
59000
25000
1S600
1/000
3j!JO0
4S50O
Loja das seis portas em
knte do Livrameno.
fre
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 22*. fazenda fina
talcas de. casemira pretas e de cores, ditas d
br.ro e de ganga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 49, dito de fustao de cores a 4
ditos de eslamenha a 4J, ditos de brim pardo
3}, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos
colletes de velludo pretos e de coreo, ditos d
gorgurao de seda, grvalas de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cada urna, collarrohos de linho
de ulma moda, todas estas fazendas se vende
barato para acabar; a loja est aberta das 6 ho-
ras da rasnha at as 9 da ooite.
A 12^000
a duzn de toalhas felpudas superiores ; na ra
do yuimado n. 22, na loja da boa f.
Enfeites de flores para ca-
samentes e bailes.
Cheto.) para a loja o'aguia brnca lindos e de-
licados eofeite de flores Unas, feitos com multo
gosto e a ..tima mod, o mui proprios para aa
soohora que vo a casameatos e bailes, e ser-
vem igualmente para passeios. Os
10 e 12.
Erecos sao 89,
om conheee-
porem quem apreciar o bom conhece
ra que sao baratos, e para isso dirisir-ae a rus
do Queim3do, loja d'aguia branca n. 16.
Aos tabaquistas.
Lencos finos de cores escuras e fixas a imila-
co dos de linho a 59 a duzia ; na ra do Quei-
mado n. 22, ns loja da boa f.
Brim branco de linho muito fino a 19280 a
vara ; na rea do Queimado n. 22. loja da boa f
Riscadinhos de linho proprios para obra
de meninos 200 rs. o covado ; na ruado Quei-
mado n. 22, loja da boa f.
Muita gravata ba-
rata.
Na loja d'aguia branoa se enoontra um grande
e bello sortimento de grvalas de differentes gos-
tos e qualidades, e por precos taes que em ne-
nhumoa vas eatreila bordadas a 800 e Ijj, dit; preta .
de cores agradareis a 19, 19200 e 19500, ditas
com ponas bordadas e matizadas, e lisas de mui
EEES? ""^l*- P*la Taried.de o so,!
tmenlo o comprador lera muitas de que ae aera-
ouine" te! Qwia>id0> l0a d'6-i braw,
Brilhantes
de todos os tamanhos: vendem-se em casa de
N. O. Bieber 4 C. successores, ra da Ciez n. 4i.
Calcado para senhora.
Dinheiro a vta.
Borzeguie sem lace para senhora a 51.
DOos com lace a 59500.
Ditos com gaspea alta a 6S.
Na ra da Cadeia n. 45, esquina da ra da Ma-
dre de Dos.
Exposica<> na ra Nova. d. 20
Riquiswm sortimento de t|hsres por mese,
desde o mais fino at o mais ordinrio. por preco
muito barato para acabar, ditos de bsodelja de
todas as qualidades desde'aojais fino o mais
ordinario, em temos e avuJsoa. louga de porcela-
na para eoiinha, leoflo todo sortimento que se
pode prensar, contando saueu>s grande que
;servew para asados de.furna, meUas fiooa em
'oda qualidade que so pude encontrar par ser-
vic,o do.almi'v'0 ejantar, e oraaaje&ia de sneau,
tu Jo por preco muilo cArumodfl or sadeteJar
acabar cwm esta fazeuda.; a>iia-s a toda o
pretndanles que nao se ugeitari, negocio. l,
11 que carneaba ; o ra. Nora 80,,. foja, do
Sem ignar.
SAI AS balao muito boas de todo tama-
i| nho a 49, luvas de Jouvin de todas as
Z cores e brancas prego fixo S500, sapa-
H los de tapete edo traeca a I928O. colchas
grandes de damasco de la e seda a 69,
de algumas destas fazendas existe urna'
pequea quantidade por isso as pessoas
que quizerem com tempo dirijam-se a na
da Cadeia confronte ao becco largo loja
t n. 23.
Fay mundo
Carlos LeMed
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissavin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto s o r t i -
meato das me-
lbores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfeicoa-
Bua ds Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-Vis-
la, loja armazeoadi de 4 portas n 56 jecebeu
agora uro bello sorlimento de fazendas baratas a
saner : chitas novas a 160, 180 e 200 rs. o cov'a-
do.ditas largas francezas a 240, 260 e 280 o cova-
do. pecas de cambraias brancas muito finas a
2g500, 3j e 39500, saias de balao de 30 arcos pa-
ra senhoras e menioas a-3J500 e49. cobertas de
12. a qualquer hora. Kambem reeeberam todo | Z *, ^.
preparo para as meemos como agulhas, re- IvO^S (xJ Ib^O
Eoconlra-se nesle estabelecimento um
comfileto sorlimento de roupas de diver-
sas qualidades como sejam : palelots de
alpaca preta e de cores a 39 e8950O, for-
rados a 49 e 49500, ditos de ganga de cor
a 49. ditos de brim pardo a 3$800 e 49 di-
tos de brim de cor a 39500 e 49, ditos
. francezes a 39400, dilos meias casemiras
, a 5J e 59500, ditos de alpaca preta e de
I cores fraiicezes fazenda de 10 a 6S500,
ditos de palha de seda e 13a a 39500. di-
tos do bramante a 49 .e 39500, dilos de
! casemira saceos a 13J, ditos sobrecasacos
a 15, ditos francezes a 199. dilos de al-
fSfuif"J* '""cezes golla de velludo a
/JOUO e 89, ditos de panno preto a 189
&*!& ,|C" de bri[ de f^r a 18O0!
i 2So00, 39j00 o 49, ditas de casemira pre-
tas e de cores a 69, 785O0, 8J e 10, ditas
de meia casemira a 49 e 39500, colletes
de fuslao branco e de cr a 2g500, J800
e 39, ditos de gorgurao a 49 e 5. dilos
de setim preto a 39500 e 49. ditos de ca-
semira preta e de cores a 49 e 59, ditos
de velludo preto e de cores a 79, 8J e 109,
completo sortimento de roupa para me-
nino cerno sejam calcas, naletots, colle-
tes, camisas a 1600, I98OO e2. de fusto
a2-950, fazendas superiores.chapeos para -
cabeca fazenda superior a 69500, 8S5O0 e'S
109. ditos de sol para homem a 69500,
ditos para senhoTa a 4J5O0 e 59, e outras
moitas qualidades de fazendas e roupas
por precos muito commodos.
Recebem-se algomas encommendas de
roupa por medida e para isto lem delibe-
rado a ter um contra-meslre no estabe-
lecimento para ezecutar qualquer obra
tendente a sus arte.
Attenco.
N. 43!
Rua doAmorim.
Vendem-se saccas com milho muito novo, nelo
barato preco de 49500 e 59.
Arados amencanotemachina-
pata lavar roupa: em casa de S.P Jos
hnston 4 C. rua daSenzala n.42.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, rua
do Cabugan. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeites de continha, como dourados, e de lindas
litas e fivelas, o mais fino que se pode encontrar
islo na loia Aguia de Ouro, rua do Cabug n. 1 B.
Gapellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebau novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas e as
est vendendo a 69 e a 8J,conforme o seu pro-
posito de bsraleira loja d'agua branca, rua do
Queimado n. 16.
Bramante superior.
Vende-se bramante de linho bastante inooma-
r^?1m2*$0
prece de 29400 rs. a ara : na tu a de Oaeia4
n. 22, na loja da boa f. wewiedo
Chales de merino
estlmpadoe a 29500; na rua do Queimado n. 22
na loja da boa f. '
Gravatinlias estreitas.
Vendem-e superiores graratinhas estreitas de
seda, nao s pretas como de core, pelo barati-
mo preco do 1J: na ras do Queimado n. 93.
lojadaboaf. '
Atoalhado de linho
eom deas larguras a 29600 a vara ; na' roa do
Queimado n. 22, na loja da boa .
Caes do Ramos armazem
24.
de amarello, a louro por
n
Vendem-se taboas
presos razoareis.
LOSIO:
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C.
praga do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bricaute Hoskell, por prr;os commodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellenle gosto.
Luvas de pellica enfeita-
das para noivas.
A leja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as finas e bonitas luvas de pellica
enfeitadas, propriis para noivas, e contina a
vende-las pelo amigo e baratissirao preco de 59OOO
!?" :..Da.^lla lola de ASuia Branca rua do Quei-
Galanterias.
i
4 fama triumplia.
Os liarateiros da loja
Encyclopedica
DE
Guimardes & Villar.
[Rua do Crespo numero 17.
Recebem continuadamente da Europa
fedas. cambraias, las, chapelina de pa-
lha e de seda para senhoras, mantelete
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sahidas de baile.saias a balo de di-
versas qualidades, saia bordada de to-
; das as qualidades e precos, chitas fran-
cezas muito bonitas o finas, enfeites de
diversas qualidades para cabega de se-
nhoras, espartilhos de molas e mu i tos
outros objeelos que no mencionamos
lodos proprios para senhora.
Para homens
paletots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, grvalas, lenco, so-
brecasacos, calcado Melie e muitos ou-
tros objectos.
Vendem baralissimo
Vendem baratissimo
Vendem baralissimo.
Quem duvidar v ver
Ouem duvidar v ver
Quem duvidar vvr.
Levem dinhsiro
Levem dinheiro
Levem dinheiro.
A' loja armazena-
da de Pariz.
Vanna.
trozes em carriteis, linha.de todas a cores
fabricado iprsssamente para as
chinas.
tudo
mesma ma-
Enfeites a ga
ribaldi.
Bello lindos enfeites aGaribaldl para senho-
tii.8*-dlU>s Angindo palha porm de sedas a
oTWOcada em, ditos de vidrilhoa aljj800cada
una; na loja da victoria, roa do Queimado nu-
mero 7a ^.

Rua do Queimado numero 46.
Reeeberam grande porcao de la para vestido
com ricos padrdes, tanto de quadros miudos, co-
mo largos.bem matizados, que para acabar e'sto
vendendo a 240 o covado, dando-se amostras
com penhor.
Rua^SeBsala Nova n.42
' Vende-se em as* de S. t. JoalrstM 4C.
sellin.se silbos nglezes, eandeeiros e casligaes
branzeados,lonas nglezes, fio devala, chicote
para carros, e montarla', arreiospara carro da
am a doas cvalos relogios de ouro paiente
nglaz.

para sortes de S, Joo
vender tanto^wa porffoe eoino a retalha uniearaeate
armazem Progresso, largo da Penia n. 8.
t, fja d'A6uia Branca recebeu novamente
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos cem
e 12 frasquinhos de cheiros; e os est ven-
dendo baratamente a 28000, 39000, e 4000- as-
Stn^como caixinhas redondas cora 6 frasquinhos
a ISJHJOev, caumhas com chtrosas pastilhas para
defamar quartos gabinetes 4 4a 29OOO urnat na
dita loja d'Aguia Branca rua do Queimado n.
415,000!!
O sigo com 15 garrafas (9
inteiras e 6 meias) da muito
acreditada champagne do afa-
mado Laronzire: ua pracada
Independencia n. 22,
Para se comprar as verda-
deiras luvas de Jouvd, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Esta loja tem constantemente recebido de sua
propria encommenda as verdadeiras lavas de
Jouvin, e agora mesmo aeaba de as receber pelo
vapor francez e continuar a reeebe-las per to-
dos os outros ; por isso quam qoizer comprar
boas luvas escusa cansar-se, dirtgir-se a loja
d aguia branca, rua de Queimado n. 16, que ahi
ser bem urvido.
Cabo de marfm e madrepero-
la, escovas para dentes.
Na loja d'aguia branca acharo os apreciadores
do bom. mu delicadas escovas de cabo de mar-
llm e madreperola a 29 e 2$500 cada urna. Com
urna escova assim delicada faz gosto limpar-se
os denles, e para as comprar dirigir-se i rua
do Queimado, lojs d'sguia branca n. 16.
Para luto.
Cassa preta fina com salpicos ou flores bran-
cas a 500 rs. a vara ; ns rua do Queimado n. 22.
loja da boa f.
Loja das g portas
EM
Em frente do Livramente
Lavas de torcal a 800 rs, par.
Chitas escuras francesa*, tintas segura, 290
rs. o cavado, ditos estreitos cora omite bem pan-
60 r, o evado, cassas de cores sesjwras a
SOO rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 2S
arimzinho de quadriahesa 160 o covado, musse-
Una encarnada fina a 320 o covado, algodao 4a
duas larguras a 640 a vara, lencos de cassa pfn-
2 a catla um> 9eda PreU to ramagem
a 800 rs. o covado, fil de linho preto co.m sal-
pico a 1J400 a vaip, luvas de toical muito finas a
800 rs. o par : a loja est aberta das 6 horas da
manhaa s 9 da noite.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja d'aguia branca recebeu prximamente
m novo e lindo sortimento de cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de difieren-
tes cores e larguras, e como sempre as eet ven-
dendo baratamente a 89, 3, 4 e 5J a peca, precos
estes que em nenhuma outra parte ae acaam, e
6 sim na rua do Queimado, loja d'aguia branca
onumer 16.
A 4J,4#500 e b$.
Cambraia lisa muito fina a 49 a peca com 81i2
varas, dita meito superior a 5|. dita tambem
muito fina com tpicos a 49500; na rua do
Queimado n 22, na loja da boa f.
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porgao de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
1 timo goste, para meninas e senhoras, e as est
vendendo a 1J500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois s as ha na loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16.
Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cavlos, proprio pa-
ra familia por ser bastante largo e nel-
le poder sentar-se quatro senhoras sem
machiicarem seus vertidos e nenv que-
brarem seus baldes, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na rua
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na rua do Vigario n. 10.
Urna casa
Vende-se orna excellenle casa terrea com so-
lao na cidade do Aracaly, sendo na melhorrua.
de commercie a tratar naquella cem os Srs. Ger-
gel & Irmao, e nesta na rua do Cabug loja
D lie
Vendem-se ps de larangeirs de umbigo e
da mu, ditos de sapoly, frua-pao, limeira para
cerca e outras qualidades de plantas : na Ponte
d Ucha, sitio de Joao Carroll. No mesmo sitio
vende-se um garrote ioglez.
Farinha de mandioca, a me-
lher que ha ueste genero,
igual a de Muribeca.
E' muito barato i vista da su superior quali-
dade ,- no armazem de Fraga & Cabral, rua da
Madre de Dos n. 18. defronte da guarda da al-
fandega.
Luyas de fnacamursa
para militares ecavallei-
ros.
A loja d'aguia braoca acaba de recebe de sua
encommenda mui fina luvas de camursa, o qu
de melhor se pode dar nesse genero, e as est
vendendo a 29500 o par ; os senhores officiaes e
cavalleiros que ascomprarem conbecero que sao
baratas vista de sua finura e duracao, e para as
obter dirigirem-se rua do Queimado, loja da
aguia branca 16. Adverte-se que a quantidade
pequea por bera, e por isso nao demorem.
Attenco
Vende-se confronte o porto da fortaleza ds
Cinco Pontas o seguirte : carrocas para sois e
cvallos, carrinhos de trabalhar na alfandega, di-
tos de meo, torrador de caf com fogo. dobradi-
as de chumbar de todo os tamanhos, bocea de
ornslhas para fornos, grandes fechaduras de
ferrolho e tambem rodas de carroca e carrinhos,
DO rodas para carrinhos de mo, eixos para carro-
leas e carrinhos, e outras qaiesquer obra de
ferros.

./


OUtHtOlHftKAMMXn. QVMKSk RUU M l *UH9 k iftei.
Chapeos de sol de eda a-6*.
ItSLV "b0B8 eh,,,o dMl de "
Jf'* *'. Plo baratissimo prego da 9
wa do Queimado o. J2, Toja da
(T
m
boaf.
Aroriado.
MadapolJo largo e flao com pequeo toque de
ataa SfSDO e 49, dito muito fino a 59 a peca :
na ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Attenco.
Ma na do Trapicha n. 46, em casa de Rostron
Kooker A C, existe um bou soriimento da II-
nhas;de corea brancas em earreteis do melhor
abricante de Inglaterra, as quaes m Tendea por
Preos man razoaveis.
DESTINO
DE
Jos Das Brando.
5Ra da Lingueta 5
O noro destino torra gneros por menos de seo
valor: superior manleiga iogleza a 19 a libra,
dita franceza a 700 rs.. cha prelo a 1*400, nas-
"a 560, conservas inglezas e portuguesas a
700 rs., aletria, talhatim e macarro a 400 rs. a
libra, toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra, banha
de porco refinada a 480 rs latas com pelxe de
postas a 19400, cerreja branca a 500 rs. a gar-
"fa 5 a uuzia. dita preta a 600 rs. a garrafa e
69800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e porluguezas a 720 rs. a lata'
apermacete de 4, 5 e 6 em libra por prego mui-
to em coota, vinho do Porto engarrafado fino
(velho) a 1*500 rs., vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 rs. a gar-
rafa, e outros muitos gneros que escusado
menciona-los, que do contrario se tornara eoa-
donhoaos freguezes. (Dinheiro vista.)
Esfriadeiras
para agua.
Vendem-se esfriadeiras muito al va para agua a
49 o par ; na ra do Queimado n. 75.
AGKKGIA
na
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Scnzalla Nova d.42.
Nesta estabelecimento contina a haver ua
completo sortimen to de moendas eme i as moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
le ferro batido e coado, de lodos os tamanbos
para dito,
^Viohos eogarrafas^
Termo-
Collares. .
Lavradio.
Madeira.
Carcavelloa.
Arintho:
Bucellas.
Malvasia, em eaixas de urna dazia de garrafaa
na ra do Vigario n. 1, primeiro andar.
Tarlatana.
Vende-se tarlataoa branca muito fina com 11/2
vara de largura prepria para vestidos, pelo bari-
tissimo prego de 800 rs. a vara : na na do Quei-
mado n. 22, na laja da boa f.
SABAO.
Joaquim Francisco de Mello Santos avisa aos
seus freguezes desU praca e os de lira, que tem
exposto a venda sabio de sua fabrica denominada
Reciteno armazem desSrs. Travassos Jnior
4 C, na ra do morim n. 58; masca amarella,
castanba, preta e outras qualidades por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem feito oaeu deposite de velas de carnau-
ba simples sem mistura algume, come as de
composigo.
Livro do mez marianc a i$.
Acaba de sabir doa prelos deata lypographia
urna nova edijo do mez maano, segundo se
celebra no bospicio de Nossa Senhora da Peoha,
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceicao, modo de visitar o lauapere-
ne do santissimo rosario ; vende-se nicamente
a 19 da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Ferragens e miudezas.
53Ra Direita53.
O proprietario do estabelecimento cima acaba
de receber um primoroso e rico soriimento de
bandejas para S. Joao, que por sua barateza e
bem acabado gosto, ere nao ter rival nesia praga,
rico soriimento de facas, garfos e colheres de to-
das as qualidades. e pregos. meias finas, espin-
gardas, ferro da Suecls, camas de vento, e mui-
tos outros gneros que por sua barateza est dis-
posto a dar um a quem comprar outro. ,
A 4#000.
Chalea lisos de merino de lindas cores: na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Taixas.
Na fuodico da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ha bom aorlimeoto de taixas pers enge-
nho, fabricadas com todo o cuidado.
Lavas de^ouvin.
Na loja da Boa F, na ra de Queimado o. 22,
sempre se encontrarlo as superiores luvis de njet-
lica de Joutiu, tanto para hornera como para Se-
nhora, por serem retenidas por todos os vaores
viudos da Eurhps, e se vendem pelo' bsratlssitoo
prego de 2J50O o par: na mencionada loja da Boa
F, us ra do Queimado n. 21.
Tachas e moendas
Braga Fiiho & C., tena sempre no seu depo-
sito da rus da Moeda n. 3 A., um grande sor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mawa tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
SlliTOS
para senhora.
cada
Millio.
Na travessa do Arsenal vendem-se 6accss com milho, grandes, e pregos
commodos, queijosde coalha e esleirs do Ara-
caty.
Vendem-se caixOes vasios proprios
para bahulehos. funileiros, etc. : quem
pretender dirija-se a esta tippogra-
phia, que ahi se dir' quem os tem pa-
ra vender.
Milita attencao
No armazem de fazendas da ra Nova n: 42 h
chegado um completo soriimento de chitas lar-
gas indianas, desenhos os mais modernos qu
tem viudo ae mercado a 400 rs. o corado, assim
como espartilhos de superior qualidade a 4$ ca-
da um : de ludo se dar amostras com penhores.
E' milito barato.
Manteletes de fil preto muito superiores a 89;
a ra do Crespo n. 10.
Damasco de seda.
superior a 3$500 ; na ra do Crespo n. 10.
Sintos muito bonitos para senhora a S$
um. fivelas muito lindas para sinto a 1S*G0 cada
urna; na loja da victoria, ra da Qneimado nu-
mero 75.
A 8000.
Chapees de castor branco, fazeoda muito boa,
os quaesse vendem pelo diminuto prego de 83
cada um : na ra do Queimado n. 39, loja de 4
portas.
Capellas.
19Ra do Queimado19
Ricas capellas de flores de laranja, pelo bara-
tissimo prego de 5$ cada urna.
Fazendas
no armazem da ra do
Queimado n. 19.
Toalbas para rosto de prego 500 rs. cada urna.
Chita.
Chita francesa a 220 rs. o covado.
Cortes de case mira.
Finos cortes de casemira a 43500.
Cobeita*.
Coberta* de chita a 19800.
Capellas brancas.
Capellas de flores de larsnja a 5$.
Lences de panno
de lioho pelo barato preco de Ij'JUO.
Algodao
de duas larguras a 480 a vara.
Grandes lences de bramante a 3g300.
Jaques bordados
para meninos, fazenda muito fina, a 58.
Sem costura.
Lences de panno de linho fino a 3.
i BalCes
de todas as qualidades e de duaa saias.
Cambraias de salpico!.
Modernas cmbralas de salpicos e muito finas
a 5 a pega.
Ra do Crespo n. 8, loja de
4 partas, admira a pe-
chincha
8 La para vestidos fazenda que
outr'ora custava 8( 0 rs. o cova-
fg do vende-se a 240 rs., dao-se (
| amostras com penlior.
Tff "titl f 'f "ift"' --,',- Mtm*iSmmiM(T vrn irsiti aria
(kaes lapidados
a 500 rs. o masso.
Vendem-se massinhoe de cornea lapidados a
500 ra. cada um : na ra do Queimado, loja Va-
cuia branca n. 16.
240 rs.
Las escuras de padrdes moderaos o melhor
que lem apparecido, de liadas cores, a 240 ra. :
na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas.
Pechincha
sem igual.
Ricas gollinhas bordadas de traspasa, cam-
braia muito fina pelo diminuto prego de 3g600,
gollinhas de cambraia bordadas pelo diminuto
preco de 19500. camisas completas, Uodo golli-
nha, camisinha e manguito, pelo baratissimo
piego de 49, ricos manguitos de cambraia fioa
pelo diminuto preco de 2*. ricas camisinhas com
gollinha pelo diminuto preco de 2J800 ; na ra
do Crespo n. 7, esquina da ra do Imperador,
loja de Guimares & Lima.
Lila preta,
boa fazenda, a 280 rs. o covado.
Cortes de casemira de cor fina a 4$.
Ditos de collete de gorguro, bonitos padrdes, a
BQUDvm
Panno fino superior, cor de azeitona, a 4*000 o
covado.
Casemira preta fina a 2$ o covado : na roa do
Crespo n. 10.
Fildeliaho superior.
Vende-se superior fil de linho liso muito fino
l 800 rs. a vara : ns roa do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
Algodao de duas
larguras a 180
rs, a vara.
Proprio para toalhas e lencaes, por ser muito
largo e pelo preco : na roa do Queimado a. 19.
Arcos
para saias a balo,
a 160 rs. a vara ; na ra do Queimado d. 29, es-
quina do Collegio.
Nova loja de funileiro na ra
da Cruz do Recife u 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a todos os
seus freguezes e juntamente ao respeitavel pu-
blico, que tomou a deliberado de baixar o preco
de todas as suas obras, por cujo motivo tem para
vender um grande soriimento de banua e badas
de diferentes tamanhos, o cores eos pituras ; e
juntamente um grande sorliiuenlo de varias
obras, o.que promeUe vender o mais barato pus-
sivel, como seja bahus grandes a 4& e cocos
18 a duzia. Recebe-se um officlal do mesmo
Massinhos de coral
aSOOrs.
S na loja da aguia de ouro,
ra do Cabug n. 1B.
Vendem-se maisiebo de coral muito fino 50U
res o masso.
ARMAZEM
DE
ROUPA FEITA
Joaquim Francisco dos Santos.
140 RA DO QUEMADO 401
Defronte do becco da Coogregact letreiro verde.
Neste estabelecimento ka sempre um soriimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda executar per medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melbores professores.
Casacas de panno preto, 409, 35$ e 303000
Sobrecasaca de dito, 35 e 30#00
Palitots de dito e de cores, 35|, 30$,
25J000 e 200000
Dito de casimira de corea, 22^000,
15, 12 e 9O0O
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, ngooo
Ditos de merin-sitim pretos e da
cores, 90000 8000
Ditoe de alpaka da cores, 5| a 89MO
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 a 3590
Ditos de brim de cores, 5?, 4*500,
430O e 3*500
Ditos de bramante de linho branco.
6S0O0, 59000 e 4J000
Ditos de merino de cordato preto,
159000 e r 89OOO
Calsas de casimira preta e de cores,
129.109,990 0fOOO
Ditas de prineeza e merino de cor-
dio pretos, 5 e 49500
Ditas de brim branco e de cores,
5S000, 49500 e 29500
Ditas de ganga de cores 3^000
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 123, 9$ e 8*000
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69, 59500, 59 e 39500
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda a setim branco, 9 e 5000
Ditos de gurgurao de seda pretos e
de cores, 7$O00,6*000 a 5*000
Diioa de brim a fuato branco,
3*500 a 3*000
' Seroulas de brim de linho 2*200
Ditas de algodao, 1 JgOO e 1|280
Camisas de paito de fusilo branco
a de cores. 2*500 e 2*300
Ditas de peito de linho 65 e 3|000
Ditas de madapoln branco e da
cores, 39,29500. 2* e 1B00
Camisas de meias 1*900
Chapeos pretos de masaa, franceses,
formas da ultima moda lOf,89500 e 79000
Ditos de feltro, 6*, 5$, 49 e 2*000
Ditos de sol de seda, inglezas e
francezes. 14*. 12J. 11S e 7*000
Collarinhos de linho muito finos,
noves feitios, da ultima moda 9800
Ditos de algodao *500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 100*. 90, 80* e 70*000
Ditoa de prata galvanisados,
tente hosontaes, 40$
Obras de ouro, aderecos e meioa
aderecos, pulseiras, rozetas a
anaeis
Toalbaa de Unho, duzia 12000 a
Ricas chapelinss de seda para senhera, pelo
barattssimo pre;o de rt cada ma : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
sao poucis.
Corles de vestidos forn-
eos bordados.
Veadem-se ricas cortes de vestidos branco
bordados com 2 e 3 babados a 5f-: na ma do
Queimado o. 22, na loja da boa f.
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recentemente pro-
vida de um completo soriimento da enfeites de
bom gosto para senhoras, aendo oa afamadea e
delicados enfeites de torcal com franjas e borlas,
outros tambem de torcal de seda eofeitados com
aljofares de cores e borlla ao lado, outros de
froco igualmente ealeilados com aljfar, e borl-
las, todos elles de um apurado gasto e perfeiso,
os precoa de 8 e 10 sao baratos vista das
obras ; alm deatas qualidades ha outras para
3 e 4 : isso na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui novos e
delicados chapeoziahos para baptisados obra
mui perfeita e bem enfeitada, senda cada um em
sua bonita eaizioha, e pelo baratissimo preco de
69, ninguem deixar de os comprar : na loja d'a-
guia branca, ra da Queimado n. 16.
Linha e roriz.
Vendem-se as liabas da voris am porco e a
retalho, e por menos do que em entra qualquer
parte : na ra da Cadeia do Recie n. 50, primeiro
andar.
Ao barato.
Por 500 rs. o cento de papis de co-
res com estalos para sores de S. Joao e
S. Pedro, vindo de Parts pelo nivio
francez Adelle : na ra da Cruz n, ai.
B* barato a I O0O!!!
Sedas de auperior qualidade muito largas e
bonitos padrdes pelo diminuto preco de 1 o co-
vado : ns rus do Queimado d. 17, a primeira loja
passando a botica.
Gangas francezas muito finas com padrdes
escaros a 480 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
J chegou o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C, de New-York. Acham-ss
venda na ma da Imperatriz n. 12. Tambem che-
geram as iaslrueces completas para se nsarem
eslea remedios, cootando am indica onde se'po-
de procurar a molestia que se deaeja curar os
quaes se vendem a lJrOOO.
AiSOOfS-
lOlfA FEITA ANDA VAIS BARATAS.]
SOKTIHENTO COMPLETO
Ef! ?*L ... Ifazeoiiasobrasfeilas.
officio para trabalbar.
Vendem-se acedes
nambucana e Vigilante
com Saunders Brothers
Santo, d. 11.
dss companhias Per-
de reboque: a tratar
Si C, praca do Corpo
Quem duvidar venba ver.
No armazem de fazendas, na roa Nova n 42
finissimos cortes de cambraia da India para ves^
tida, com 3 babados, ricamente bordados, pelo
diminuto prego de 8cada um.
Toalhas
de cotim de algodao brancas para mi, fazenda
de muita durar.io a500rs. cada urna, como bem
meias brancaa muito unas para bomam a t500 a
duzia ; oa ra Nova n. 42.
Rival
sem segundo.
Ra do Queimado n. 55. loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silvs, defronte do so-
brado novo, est vendando por baratissimo prego
para acabar, algumas qualidades de fszeodss, as-
sim como seja : franjado lia para vestido a 1*0
rs. a vara, tranca de la com 10 varaa a 200 rs. a
peca, pares de meias cruas para meninos de 3 a
6 annos a 10 rs., e de 6 a 10 annos a 240, linhas
de Pedro V com 200 jardas, verdadeiras, a 80 rs.,
novellos de linha do gaz a melhor qualidade que
ha nesta praca a 60 rs., tem tambem para 20 e
10 rs. cada novello, e de cores a melhor que ha
novellos grandes, a 40 rs., carreteis de linha do
gaz e pretas com muita linha a 200 rs., baratis-
aimo, eaixas com ticoes para accender charutos a
40 rs., eaixas com phosphoros de seguranea-a 160
rs\|ro" de Phosphoros do gaz a 2S800, e duzia
a 40, filas para enriar vestidos e roupinbos a 80
rs., peces de bico, largura de3 dedos, a 29, e va-
ra a 120, linhas de novello de cores por todo o
preco, frasco d'aguade colonia muito superior a
00 rs., duzia de meias muito finas para senhora
a 8, e par a 280, linhas de marcar muito fiaas
n a 200 rs., pegas de tranca de la de todas as co-
"" tem um to de sabonetes para
600 rs. a duzia, groza de botes de osso para cal-
a, pequeos a 120, e grandes a 240, sao muito
finos, marcas para cobrir a 20 rs. a groza, e tem
tambem maiores para 60 e80 rs., duzia de meiss
cruas para homem a 24CO, muito boas para du-
rar, meias de cores para meninos pe'os precos
acims, tramoia do Porto muito boa, vara, a 80
100. 120 e 160 rs., fitas de linho brancas e de co-
res a 40 rs. a pe$a para aeabar, grozas de penas
de ac a 500 rs., tem am resto e sao superiores
frascos de opiata para limpar denles a 400 rs.'
copos com banha muito fina a 640, frascos d
banha de urso a 640 e 500 rs., varas de laby-
riathos de todas as larguras e por todo o preco
para acabar, espelhos de columnas brancas a
1500, pechincha, carteiras para guardar dinhei-
ro muito boas a 500 rs., fraaco3 com cheiro muito
finos a 500 rs., realejos para meninos a 20 rs.
5fl1nUB,, Da^a,ho porluguezes a MO, e duzia a
#440, baratissimo, duzia de botes madrepero-
la para palelot a 480, cartas dn alfioetes para ar-
2&*J.P*>*m*M ,raDJ" Pa cortinado a
200e 240, muito barato, botes de vidro com
p para casaveques da senhora, ducia a 240 rs.,
todas estas fazendas eslo perfeitas, e vende-se
barato porque precisa-se apurar dinheiro oera as
necessidades, e por isso toco fogo.
A vista faz f.
. J^"**'1* S'*0* com Bittt rosita aeras, com
40 libras pelo diminuto preco de lp5O ; na rs
do Amorioj, armazem n. 47.
Compaqueno ton na a avaria venfle-se
de algooao branco liso, marca T, com 4 l)2'pai-
pega
mos de largura; no armazem de fazendas" d J
J. de Couveia, ra do Queimado n. 29,utr*ora 27
Batatas
eragigos de 1 arroba, chegadas ulmamente, a
13000 rs. ogigo, e a 60 rs. em libras : vendem-
se nicamente nos armazens Progresso e Tro-
gressista oo largo do Carmo n. e rus das Cru-
zas n. 36, tambem tem grande porco de auei-
los prato que vendem a 500 a libra e a 480 en-
reiros.
Em casa de Na O. Bieber
^3a Cruz n. 4, vnde-se
Vinho Bordeaux em quartolas.
Dito Xeret
Cognac em eaixas de 1 duzia.
Vinagre.
Lonas, brrnzios e brins da Russia.
Cerveja escosseza (Edinburgh Ale.)
Pedrasde marmore branco para consolos e mesas.
Plvora em barrfs.
Entefce aas saaude.
Atten^o.
Na ra Direita o. 84 contiou a haver bous ci-
lindros americanos para padaria notamente che-
gados que veadem-se par eemmodo prejo.
Opiata ingleza para
denles.
A loja d'agoia branca acaba de receber de sua
propna encommenda a bem connecida eprovei-
tosa opiata inglaza para dentes, cuja bondade
apreciada por todos quantos della lem usado, e
ser mais per quem quizar conservar asgenglvas
em perfeito estado, assim como a alvura dos
dentes ; cuela cada cma 1500, e por tal preco
so deixarao de comprar quando a nao acharen
mam na loja d'agoia branca, na ra do Queima-
do n. 16.
de
Exposifo
candieiros.
Candieiros aaoaomieos
Candieiros econmicos
Candieiros eceoomiaaa
Candieiros ecoaomieoe
Candieiros ecoaaaaieos.
Nesta esposte i* da caadieiros sa encontrar
todo o soctimeiisole4ivsaa teoanhos proprios
nt^ rlC.",f ** interiores, ditos
para gala de jaeteafara qnartos, para eoeinha,
KTfr PIM w"0' P "gBho, pa-
racasa da campa -a> ras nuitas qualidades
?,"rtV!m t>T,ta **""'> tsjrsdsr; assim como
L12KS*m+rm candieiros
saencoqtisa^etBawa tanda aaata eapasrcao de
candieiros na ra Nova n. 10, loja do Vianne.
h~Z.lldenJ"8e lal grandes e meias latas com
SiSSr^ ^* 0-B *?*". dHas pequeas
rr1oe?r,s^To,r,"38 """"
4' loja armazewada de
Pars;
t..R!' a I"Bf1r". 1J wsaiaoada de 4 or-
taa u. 5^eeaba pak ulUmo v.por cortes de
vasUdos_ETaneaaodadaa<:am 3 babados maUe
floosa5es3oeone,peeaa a ntremelos e ti-
ras bordadas para enfeitar vestidos branct-s, tu-
da barato.
a
LOJA E ARMAZEM
DE
IGes k Basto!
NA
Ra do Queimado
u. 46, frente amaveVla.
Conatantemante temoswmgrandee va-
nado soriimento de sobrecasacaa pretas
an/*DD0 e de *ore* muito lino a 28,
*0 359, paletots dos mesmos pannos
205,223 e 24g, ditos saceos prelos dos
mesmos pannos a 149,1 1S. casa-
cas pretas muito bem eitas ede superior
panno a 28, 80J 859, sobrecasacaa de
casemira da core muito finos a 159,16|
e 18 J, ditos saceos das mesmascasemi-
rasalOg, 12 e 14J, caifas pretaa de
asnairaflna para homem a 8, 9, 10/
e J2, ditas de casemira decores a 75,89,
* e 10, ditaa de brim brancos muito
fina a 5f e 69, ditas de ditos de cores a
39. 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira dricas cores a 4g e 4(500, rol-
letes pretos de casemira a 59 e 69, ditos
da ditos de cores a 4(500 e 5, ditos
branco ade seda para casamento a 59,
ditos do 69, eolletes debrim branco e de
1 f usto a 89, 39500 e 4, ditos de cores a
1 2500 e 3, paletotspretos de merino de
eordio sacco e sobrecasaco a 71,89 e9,
colletes pretos para lulo a 4(500 e 59,
;aa pretas de merino a 49500 e 59, pa-
letots de alpaca preta a 39500 e 43, ditoa
sobrecasaco a 69,79 e 8$, muito fino col-
lates de gorguro de sedade cores muito
Jf boafaiendaa398oOe48. colletes da vel-
lado de crese pretos a 79 e 89, roupa
.para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 159 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 69500 e
2 79, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
* 39500, ditos sobretasa eos a 5J e 59500,
B calcas de casemira pretas e decores a 69,
3 &3500 a 79, camisas para menino a 209 ;
? a dazia, camisas inglezaa pregas largas
2 muito superiora|329 aduziapara acabar,
i Assim como temas ama officina de al- X
Bllate onde mandamos executar todas aa fi
g obras com brevidade.
XMSfilMWfiKMS 6NflK9ISMSfil6XE
Sitio venda.
Vende-se um sitio em Santa Anna, tendo boa
casa com cinco quartos, duas salas, sala de jan-
lar, ele, etc., estribara para seis cavsllos, quar-
tos para serventes, etc.. baixa de capim, excel-
entes fructeiras, cacimba com bOa agua para be-
ber, e tanque para baoho: os pretenden tes po-
dem ir examinar a dita casa e sitio em qualquer
dia e hora, e para tratar, dirijam-se Saunders
Brothers & C, praca do Corpo Santo, o. 11.
Lindos cabazes
de palha fina, ou cestinhas
para meninas de es-
cola.
ar" i?** d'*8uia branca se acham mui lindos e
delicados esbazes de palha fina, ou cestinhas en-
eiudas, proprias para as meninas de escola, ou
^n,^PK,ra .COSlu" de senh'a-. e custam 4 e 5,
*u,Lb,aratls*lmo a *'*la da perfeico e bom
fo?a d>.OI ?."hbraS' qU8f S Se Tendem em 'a
loja daguia branca, ra do Queimado n. 16.
Fardlo e queijos.
n J -f!"** "C^a" com f8rell a 3 e em porco
i fPn ? p'" ,que,J0!/ 1844 : oa ravessa do pa-
teo do Paraizo n. 16, casa pintada de amarcL.
pequeos proprios para
na ra do Queimao,
pechincha.
muito incorpadas, cova-
com botao para
Sedinhas de quadros
do a 800 rs.
Golinhas de fustao bordadas
senhora a 640 rs.
Ditaa de dito lisas com botao a 500 rs.
Manguitos a balo com punhos e gola borda-
dos com botozinhos a 3.
Manguitos a balo com punho e gola a 29500.
Bales elsticos a 3 e 35O0.
B outras mais fazendas muito baratas : na ra
da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Fer-
reiros.
16-RHa da Cadeia do Recie-163
LOJA DE MIUDEZAS
os
Fonseca (SSilva.i
Caixas de vidro com perfumaras urna
S950O, espelhos dourados duzia 800 r6.,
apparelhos para brinquedos da enan-
cas de 1 a 4, bandeijas para um copo a
460 rs. cada urna, ditas uidiores da 1,
2, 3e 49 cada urna, peni*., de tartaru-
ga virados a 5, 6 e 7 ca um, barretes
de relroz com vidrilbes para senhora a
I98OO cada um, pegas de tas de vellu-
do polo estrellas a i$ e a 19200 a peea
de 10 varas, pentes para atar cabello a
IgOOa duzia, caixas de rsiz a 1500 a
duzia, cartas francezas muito finas a
3J300 a duzia, caivetes grandes em
carto a 4 a duzia, ricas caixaa de
madeira eom espelhos cor, tendo perfu-
marias propriaa oara toilets de senhora
a 6)g cada urna, bahuzinhos com ditaa a
5 cada am, argolss douradas a 1500
a duzia, colberes de metal principe pa-
ra terrina a 2 cada urna, ditas para
sopa a 4*300 a dazia, teso aras para cos-
tura em carteiraa a 1 a duzia, tranca de
carocol masso de 12 peeinhas a 600 rs.
o maco, jarros dourados com pomada a
3 o par, fivelas para collete a 500 rs. a
duzia, ditas para calca a 800 rs. a du-
zia, fitas de linho a 480 rs. o masso, co-
lheres para cha a 320 e 500 rs. a du-
zia, figuras com tioteiro e arieiro a 500
800 e 1 cada um, alamares para capo-
tes a I9200 a duzia, pegas de bico com
10 varas a 600, 800, 1, 1J200. 11500 e
zf a peca, eaixas para barba tendo vi-
dro para sabo e eepeibo a 320 rs. cada
urna e sem vidro a 100 rs., pentes
de tartaruga para marraa a 640 rs. o
par, boteea de louca para casav^ues
de todas as cores a 240. duzia,
meias cruas muito aampridas para se-
nhora a8fbM a duzia, grampos eofei-
udn par* cabello a 640 rs. o par, ren-
das pecas de 10 varas a 800, lg e 15500,
salas contendo esdeiras, mesa e con-
solos de porcelana com banha a 10 e
112, phosphoros do gaa a 240 rs. a du-
zia de caixinhas, caixinhas com gram-
pos a 200 cada urna, ditas cam al une tes
a 320 rs., ditas redondas con tendo al'
fieetes, grampos, clcheles e dedal a
1 500 rs. cada urna, ditas grandes a 800
cada ama, ditas oom os mesmos ob-
1 jsstssra am frasco de extracto a 1 ca-
da urna, pacotes de papel de cor de 100
folhas a 600 rs. o pacote, candieiros de
aaaio da sala para azeite de 6 a 8g cada
um, caixinhas de msica a 51 e 6J cada
ma, botes para punhos a 320 ra. o
par, tesouras muito finas para costura a
6 a duzia, limas para untas 1 820 rs.
cada ma, velas stearinas a 7C0 rs. a li-
bra, e muitos outros artigos que a vista
doa precoa commodos par certo nin-
guem deixam da facer negocio visto
que rivalisam elles com os das casas
I importadori-i.
Paletots de ganga amarella verdadeira pelo di-
minuto prego de 29 ; na ra do Crespo n. 7, es-
quina da ra do Imperador, loja de Guimares A
Lima. **
Escovas grandes
para carros, tapetes, etc.
Na loja d'aguia branca se encontra mui boas
escovas grandes com rabo, proprias para se lim-
par carros, tapetes, etc., e por 29: ninguem dei-
xar de comprar urna escova de que oecessit.i ;
na ra do Queimado, loja d'rguia branca n. 16.
Attenco.
Vende-se o engenho Camalio do Norte ito
a margen do rio Una, na freguezia d'Agua-Prtie
moente e correle, distante da estaro futura da
estrada de frrro legoa e meia, eda villa a'A"ua-
aS m-eia leg0a,; ,em ProPrt 2,000 p.aes annualmente. e de urna produeco
mmensa : a tratar com o seu proprietario no en-
genho Algrete da aneen fregueria.
Talheres para enancas
Vendem-se talheres peauenns m-nnrin* ,
criancas a 320 cada um : 1
loja d'aguia branca n. 16.
Fitas baratissimas
de 4 dedos de largura, e muito bonitas, por me-
ade do preco por que se costumam vender : oa
leja do vapor, ra Nova o. 7.
Ninguem deixa de comprar.
Urna linda escrava recolhida de idade 22 an-
nos, de conducta afiangada, insigne enomroa-
deira e perleita cozinheira, 2 ditas bonitas lisu-
ras, idade 20 annos, 1 muleca de idade 18 annos
por l:25g, 1 negro cozinha, lava e vende, ida-
de 25 annos por 900g, 1 moleque pega de idade
20 annos, 1 negro por 1:0009, faz todo servico
na ra de Aguas-Verdes n. 46.
Chapeos de soL
Ra Nova, defronte da Con-
ceicao n. 34
Os mais baratos que em oulra qualquer narre
de seda, a 5, 6 e 79.
Madama Kosa Miranda.
34Ra Nova34
Recebeu de Pars os seguinles objeclos de
gosto :
Enfeites de cabega imperatriz.
Luvas Jouvq verdadeiras.
Grinaldas para bailes e thealros.
Enfeites para ooivas.
Ricas Otas proprias para ossenhores Lachareis,
Baloes do ultimo gosto de Patis.
Diversos costumes para o toileto de urna se-
nhora do grande lom, e objeclos
e baptisados.
Eslavo? fugkos.
~ N dia 17 do correte mez fugio do eu"e-
nno Para fregutzia oe Ipojuca o mulato DelDno
com os signaes seguinles : edr clara e sardonia
cabellos crespos, pelo do pescoco vermelha e cn-
rugada, representando muita vlhice, entretanto
que tem ptucos cabellos brancos, nariz afilado
no Hua4Q'8lane ESS? corp0' foi encontrado'
no da.19 na villa do Cabo e suppoe-se ter nro-
curado a villa do Pilar na provincia da Parahba
onde foi comprado pelo vigario de Ipojuca Fu-
mino Jos de Figueiredo ao Sr. Barlholomeu de
tal : quem aprehndelo poder levar uo mesmo
engenho 011 a Severiano de Siqueira Cavalcan!:
na ra de Hortas n. 14.
para menino
4'PRIMAVERA P Escravo fuffido.

Do poder do abaixo assignado, fugio no dia 5
do correte urna escrava mulata de nome Valen-
tina, que representa ter 25 annos de idade, pouco
mais ou menos, cojos signaes sao os seguinles
vesga dos elhos, estatura regular, cabellos cara-
pinhos levou vestido de chita escura e chale de
merm azul ; tendo o abaixo assignado havido
esta escrava por divida na comarca do Limoeiro
suppoe que procure essa direccao, ou a serra d
.fassira, onde natural: roga, portento, a todas
, as autoridades policiaes e capites de campo a
apprehendam e a entreguem ao abaixo assignado
nes'a cidade do Recife, ra do Queinmdo n. 46
A, que gratificar generosamente.
A. Bezerra de M. Lira.
Attenco.
Acham-se fgidos os escravos seguintes Con-
rado, crioulo. do Para, de bonita figura, que foi
escravo do Sr. Dr. Magalhes, que servio de che-
te de polica daquella provincia, cujo escravo po-
de pasear por livre porque falla bem e at troca
algumaa palavras em francez, dedica-se a vida
do mar, e j servio de foguista no vapor Pirai
com o nome de Jos Domingues : Joao, cabra es-
curo, bastante alto, com marcas de bexiea no
rosto, natural de Inhaasuns, o qual tendo sido de
um prenle do Sr. vlsconde do Ico, foi aaui ven-
dido peloSr. desembargador Andr Bastos de 0-
Uveira : Joao, mulato, alto, tambem com muitos
signaes de bexiga no rosto, falto de dentes na
frente, natural do Crato : Gaudencio, mulato
Claro, natural do Para, mogo, com pourd bari>3
de estatura regular, secco do corpo, e sem do&r-
to algum, oflicial de pedreiro, e tprdor de vio-
la, de que muilo apaixonado, inculca-e por
homem livre com o nome o Leopoldina : Mar-
colino, cabra, natural da povoago de *ua-Aze-
da naa immedjagdes de Papacara gje foi escra-
vo dv Sr. Antonio Bapti'1- 00 Ulo Peixoto, sub-
delegado de Gar-'"">. alto, grosso do corpo,
bem bajhdu, com falla de dentes na frente, nsa
cooatantemenle de cinturacao desoldado atado i
cintura ; quem apprebeoder os ditos escravos ou
qualquer delles.e os entregar a seu senhor, o
abaixo assignado, no engenho Dous Irmos na
freguezia doPogoda Panells, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de delengo, no Recife, ser gra-
tificado de seu trabalhocom generosidade.
Jos Ceaario de Helio.
Nedia 19do carrele desappareceu da ra
Imperial o escrava com os signaes seguinles -
cabra escuro, estatura regular, grosso do corpo,
pernas e bragos reforgados, cabellos nao muito
carapiohos, cara redonda e bexigosa, dentes per-
feitos, pouea barba, representa ter 29 annos, pou-
co mais ou menos, semblanle desagradavel e
andar rooceiro : quem o pegar ou der noticia
exacta delle, dirija-se a seu senhor, na ra cima
mencionada a. 64, aajor Antonio da Silva Gus-
mae.
Fugio do engenho qananduba um mulato
de 15 annos, de ame Hilario, gom os signaes
seguinles: olhos de gato, erelhn grandes, baixo
e grosso, peilos salientes, levou camisa de algo-
aotinho, caiga de riscado azul e chapeo de bata
branca ; o dono, abaixo assignado, desconfa que
elle ra seduzMo, e quese acia neala cidade ho-
misiado ; e pelo presente protesta que proceder
aa forma da Je i contra quem o tiver em seu
poder. Francisco Cavalcanli de Albuquerque.


(8)
WAMO DI rttRAMBUCO; QARTA FE11A 16 DI IOTHO DE lfifi.
Litteratura.
Coosagracjio do bispo da Bulgaria.
( Conciuso. ]
O S. Padre na ceremonia drf sanio sacriflcio
coiifarmava-se ordo da bal,sica de S. Joo de
Lalrao ; ora, ell* dizia a missa propria do dia,
que oa o dd Leo 1" pontfice edoutor ;o pri-
meiro evangelho conpuuha-se de ura fragmento
do capitulo XVI de S. Malheus, oode o cvange-
lista : 1 Jr.-iis-l Jirisio consiiiuio S.Pedro
para u a pi ira, sobre u qual elle edilicaria sua
egreja, e deu-lhe as chaves do reino dos cus ;
i) segundo evaDgelho era o do domingo, tirado
do capitulo X de S. Joo, ondo o salvador diz
de si mesmo : Eu sou o bom pastor ; e terni-
lla prophetisando que mu dia ve rio- ero que ha-
veria um so rebanho, e uro t pastor .
Suas Magestades o rei e a rainha de aples, a
Sra. mulia viuva, coui Suas Altezas Reaes os
principes e prineczas seus ilhos, assisliam
cererueronia, bem como urna multido extraor-
dinaria de rocanos e estrangeims.
Depois da ceremonia S. Saolidade offereceu
ni, sua alcova urna collado, da qual ella mes-
illa fez as houras. A' larde S. Em. o cardeal
secrelariodeu umjanlar aos meamos convidados
em iiooio de S. Sautidade.
O Santo Padre quiz que os depulados blgaros
lerassera lembrancas matenaes de sua viagem i
ltoma ; ello fez presente de diversos objeclos
preciosos a Moasenhor Socolski, Monscnhor
llor e ao diacooo flaphael : e confers as insig-
nias da ordem Pi aos Srs. Dracan Zaucoff o
Jorgo Mirlhowitch.
{ Le Monde = S. Filho ),
Nao baslante para dos termos ampias infor-
magoes a respeito dos acontecimentos da Syria ;
o importante para a Franca e a Eoropa conhe-
cer-llie a causa ; sem isso como remediar o mal ?
e, so 6 iricuravel, como tomar oiitra resolugo?
Ha evidentemente urna vasta conspirado do
islamismo contra os chrisios. Ninguem nega-o.
Mas porque ? Cumo que os Turcos, salvos pelas
potencias occidentaes das garras da Russia, acei-
tas ao gremio da9 mais nacoes europeas, isentos
de qualquer ataque exterior pelo tratado de Paris,
nada achara melhor em signal de agradecimento
do que assassiaar os nossos cnsules em Ujeddah
e cobrir a Syria de ruinas e de saDgue christo ?
O Sr. Poujoulat, em seu livro: A verdade sobre
a Syria, encarrega-se da resposta, e ella sem
replica :
O grande erro da Europa diz elle, crear
para si urna Turqua imaginaria, susceptivel de
progreso e civilisagao ; crer que o Alcoro
nada mais do que urna reliquia, e que a idea
do direito e da juslica substitue gradualmente o
antigo fanatismo dos ilhos do Propheta ; emfltn
crer que era baslante inventar o halt-humayun
para que Turcos e christaos trocassem o sculo
da paz. Illoso fatal, sonho pergoso O halt-
humayun nao foi executado porque nao poda
s-lo; porque se elle viesse a ser urna realidade,
nao haveria mais imperio ottomano. Pressentira-
o a poltica ture ; custou-lhe pouco o promel-
ter; custar-lhe-hia muito ocumprir. Ficou.pois,
letra mora o hatt-humayun ; porm isso mesmo'
produzio o odio e restituio ao fanatismo musul-
manoosseus maiaimplacaveis osforgos. Sonlio-se
o Turco ameagado na altivez, ameacado na f
Jue lhe inspira averso ao eslrangeir e despre-
zo ao christo ; ameacado na existencia nacional
que seria bem depressa dissolvida pela iuvaso
legal do genio christo.
O halt-humayun nao foi o nico erro da Eu-
ropa. Confiada em seus resultados, julgou a di-
plomacia nada poder inventar melhor do que
atar-se as mos inseriudo no tratado de Paris que
as potencias signatarias nao obrariam para o fu-
turo senao conectivamente, o que quer dizer que
nenhuma deltas ha de obrar. E' para lamentar
que a Franca, protectora secular dos christaos do
oriente, victoriosa do podor russo na Crimea, se
tenha collocado, assignaudo aquelle tratado, ao
nivel da Prussia que nada fez oque nunca tere
cousa alguma a fazer no oriente. Dorem conhe-
cer hoje o erro commeltido. Quando a honra e o
dever impellem-nos para o oriente, o tratado de
30 de margo prende-nos praia. Assassinava-se
em Damasco, e as potencias deliberavam I Era
mitler achar um processo para tolher o movi-
Fiento aos soldados libertadores Assim, ha seis
mezes que o exercilo calca a trra da Syria, e os
Turcos assassinos anda estoem Damasco 1
A inlervengo da Europa nos negocios di Tur-
qua, as reformas que ella preteode impor-lhe,
taesso, pois, os Terdadeiros motivos dos morle-
cinios do oriente
' Temos no meio de nos povos christaos, di-
zem conisigo 03 Turcos; somos senhores delles ;
obslinando-se, porm, a Europa em Ibes tomar
adefeza, toroar-se-ho para nos um embaraco ;
corlemos o mal pela raz: extermioemo-los to-
dos. A Europa deixar- nos-ha tranquillos no dia
em que nada mais tiver que proteger.
E consummou-se a obra de destruido no L-
bano e em Damasco. S a chegada de nossas tro-
pas pode fazer embainhar melada do sabr do
fanatismo, emquanto osperava com impaciencia
pelo da 5 de juuho prximo flxado pela Inglater-
ra, pois anda ha chrisios 1 Os acontecimentos
da Syria explicara-so perfeitamente para todo
aquelle que conhece a legislagao musulmana.
Ulas essa legislago a condemuaco do imperio
ottomano ; prova ella que o Turco e o christo
nao podem mais viver na mesma Ierra, e que
xnister que desappareca da Syria urna das duas
ragas. Ora, eis alguna artigos do cdigo musul-
xnano, osquaes nos parecem de urna significativa
eloquencia:
1." Nenhum emprego publico pode ser confia-
do a chrislaoii, poia seria isso urna dstinecio que
Dio se harmonas com a degradarao reservada
aos inflis.
2." Nao se lhei pode conceder a amizade do
musulmtno, porqae esta um lago que nao pode
combinar-te com a ioinrizade e odio que se deve
aos inflis.
3. A hmiliacao dos inflis urna obra pa, e
a percepgio da cepltagio e divina e obrigatotla.
Se o christo recusar pagar em tributo, distar-
se lia pacto, e poder-se-ha confiscar-lhe os
bens.
4." Havendo o islamismo abolido todas asre-
ligies anteriores, rebelde todo aquello que nao
musulmana, e s pode evitar a morte pagando
o imposto da capitana o e virendo no meio dos
verdadeiros musulmanos como um ci tiohoso.
Eis os homens cujos progressos immensos gaba
lord Palmerston 1
Na verdade, senhores, dizia elle aos depata-
dos da Albioo, nao vejo oulro pala que ba cerlo
tempo a esla parte tenha feito tanto progreiso
como o imperio ottomano 1 '
Eis o povo ao qual ha triota annos a Europa
anima e lsongeira, e que proclama apto para as
raaiores perfeiges I
a Oh 1 polticos que nada querem ver, exclama
o Sr. Poujoulat, eis o que vos responde o isla-
mismo:
Christianismo, Europa, civilisagao, fra I to-
ra nao vos quero e vos desafio; eu reduzo a
p as egrejas, os conventos, as habitages dos
christaos que protegis. Banho minhas mos no
sangue dos fllhos de Christo, e lanco-o i vosso
rosto. Queris oceupar a cidade santa (Damasco),
reioar como senhores entre nos, pois bem I eis o
sangue e ruinas. Eis como respondo a invasao do
vosso pensamenlo I Europa, civilisagao, fra I
nao vos queremos e vos desafiamos I
E a Europa delibera, e a Gra-Brelanha toma a
defeza dos Turcos resoluta e publicamente, e ne-
nhuma voz protesta niquelle parlamento de ho-
mens chamados livres e civitisados I E ao depois
nao ha o papa para desthronisar, a Italia para ser
entregue a oulro Genserieo? Nao mister acabar
o drama italiano? Mais larde, sem duvida, bao de
oceupar-se com os christaos do oriente : ae os
houver.
Oeixemos, porm, a Inglaterra, esse genio do
mal, que na Italia d passaportes aos assolado-
res de estados; que implacavel a respeito do
Papa, guarda toda a ternura para o Turco e para
o Druzzo; que persegue com seo odio o Haronila
por ser francez e fiel f 1 Deixetnos o Inglez,
esse especieiro sinistro, diz o Sr. Crelineau-Joly,
que fcilmente partir com Domiciano eCatlina,
e oceupemo-nos com a Franca.
Para todo aquelle que ler a verdade sobre a
Syria, ficar um tacto provado, que a Franga
foi directamente insultada com os morticinios da
Syria. Nao s lhe ultrajaran) a baodeira glo-
riosa, mas anda quando cahia cada victima,
pronunciara o assassino urna imprecacie contra
a Franga. Dou-te a morte, por que s francez I
exclamava um Druzzo ao desearregar a arma
n'um frade.
Eis um (acto entre mil: Quando os musulma-
nos invadiram o convento dos franciscanos em
Damasco, os frades refugiaram-se na egreja. Um
Turco subi torre, e foi convencionado en-
tre os assassinos que cada bidalada cahisse urna
victima. Ouvio-so a primeira badalada, e os
musulmanos, armados de puohaes gritaram : Pri-
meirn missa para Napoleol e degolaram um
franciscano. A' segunda badalada, segunda missa
para o cnsul de Franga, e cahio segundo frade.
A' terceira badalada, terceira missa para Lamusse,
chaoceller do consulado francez, e morreu a ter-
ceira victima. Quarta badalada, quarla missa
para os que leern por costume vir a este logar
maldito, o cahio a cabeca do guardio pelos de-
grosdo altar.
E o exercito francez nao entrou em Damasco I
Foram ahi assassinados 8,000 christaos; viola-
das 1,000 donzellas nasrnas; queimadas 3,800
casas; houve crimes atrozes, inauditos, e o exer-
cito francez nao entrou ao som dos tambores,
com os murres accesos, nessa cidade, cujo de-
sastre com o seu cortejo de attentados, nao tem
exemplo na historial Porque? Nao procure-
mos ; pois anda desta vez haviamos de achar a
Inglaterra, sua terna alliada.
Nao podemos repeti-lo de mais, a posigo
falsa ; mister sabir delta ; o logar de nossas
tropas em Damasco e nao em fieyrouth. Os
assassinos nao deixaram a cidade ; la se acham
raui tranquillos, disfructamio o producto de suas
rapias e crimes. E' em Damasco, centro do
mal, que, devemos exigir urna formal reparti
dos insultos feitos bandeira nacional. Se tomos
Syria nicamente para de 1 vollar, seria mil
vezes melhor termos ficado em nossas casas. Se
porm somos urna nago grande e poderosa, cn-
to nao deixemos um paiz sem havermos resti-
tuido e firmado a seguranga s populages, cuja
nica protecgo nossa bandeira.
A honra e os mais imperiosos ioteresses da
Franga nao nos permittem abandonar a Syria, e
os tactos mais incontestaveis demonslram at a
evidencia a impossbilidade de deixar por mais
tempo os francezes do Libaoo sob o jugo ignobil
dos Turcos. Entretanto, exige a Inglaterra que
a Franga retire as trapas da Syris, e que os Tur-
cos taquera senhores soberanos do Lbano. A'
vista dessa opposigo da Inglaterra, o que se de-
ve fazer?
Quando em 1828, diz o Sr. Poujoulat, a
Inglaterra, que, sempre repellio a emancipago
dos povos quando lhe contrariava os interesses,
quera anda, pelo tratado do Londres, que a
Grecia tlcasse tributaria da Porta, el-rei Carlos
X, cangado com as intrigas britaonieas, pronun-
ciou algumas palavras dignas de um filho de S.
Luis: c Nao quero mais. disse, soffrer os Tur-
cos na Grecia. E a Grecia libertou-ae. A Fran-
ca de nossos das nao ousaria fallar a lingoagom
o velho rei? Nao poderia ella dizer mais esta
FOLHETIM
OBATEDORDEESTRADA
roa
PAULO DUPLESSIS.
SEGUNDA PARTE.
(Continuaco.)
II
No dia seguinte ao da chegada de miss Msry ao
rancho mal vinham os primeiros el aroes da ma-
nha aluaiando os verdes cimos das arvores, e
j Antonia passeava no jardim. O rosto paludo e
seus olhos fatigados aecusavam urna noite de cruel
osomnia.
Meu Deus 1 murmurara ella desfolhando
distrahidamente urna flor que colhera pendida na
sua haste ; em vo que torturo o peosamento
comsuspeitas as mais extraordinarias, nao posso
atinar com a desgraga que me est immioente ; e
nao bstsnte estou certa que ella hade vir!... Ve-
jamos o que posso receiar?... A morte?... Se-
io um rr.eo de reunir-me minha pobre mae.
rao, nao pode ser a morte I ella nao me alemo-
Tl3' A rua ? Mas eu s possuo no mundo o
rancia da Ventana, eoslndios sao meus amigos...
e ae mS| lenho grande conflanga na bondade de
Deus para aue a perda da minha pequea fortu-
na me cause vivos pe^-. Tambera nopouo.er
isto! O que quer, pois, de u^ es8a rojls M,ry ?
Porque que sadecidiu a deixar seu f.fl eempre-
hender to longa viagem s para me ver, a mim,
a quem nao conhecia ?... Ver-me I E quem lhe
disseque eu existia?... E'bella essa D. Mara,
porm a expresso do seu semblante nada diz com
a delicadeza das suas feiges... Ha no seu olhar
falsidade, e malicia no seu sorriso... Tenho medo
della I Porque oceultou principio que o rancho
da Ventana era o termo da aua viagem, e que s
por minha causa aqui viera ? Grandjean tambem
me faz receios... urna mudanga completa se ope-
rou na sua pessoa... eu o descooheco !...
Neste ponto do seu monologo Antonia parou, e
voltou a cabeca ; liona ouvido os passos de al-
guem que caminbava em aeu seguimento : er-
Grandjean. O Canadiano chegava proposito,
isto justamente quando Antonia nelle pensava.
A moga foi ao seu encontr.
Anda que o gigante procurasse enconlrar-se
com a joven hospedeira da Ventana, cora tudo a
manobra desta ultima o contrariou e tornou-o bas-
tante embaragado : esteve quasi a ponto de re-
troceder e fugir. Mas lembrando-se da admira-
vel presenga de espirito que havia tido na vespe-
ra na sua conversagao com ella, decidio-se nao
pOr em pratica essa retirada vergonhosa.
Bom da, Grandjean. disse Antonia eaten-
..- s.ua m!mo,* mao o gigante que recuou
vivamente, foi o acaso ou o sejo de fallar-me
queaqui tecondozlu esta horal
dendo
(*) Vide Diao n. 143.
Gosto muito, senhorita, de respirar o ar H-
vre da manha.
Enlio nada tens que dizer-me?
Nada... nao, aeohora... ah I sim... tinba
sempre urna cousa...
Explica-te ; estamos sos ; ninguem nos es-
cuta.
O novo diplmala substitua por alguns instan-
tes o antigo aventureiro : olhou para todos os
lados afim de certificar-se de que o jardim esla-
va realmente deserto.
Senhorita, disse elle atlnal abaixando a voz,
eis o negocio em duas palavras : hontem quando
cheguei ao rancho me recebeates de urna manei-
ra mu diversa das outras vezes, e isto causou-me
bastante pena ; nao porque eu vos ame como se
fosseis mioba patricia, mes ha muito que vosco-
nhego e aempre me tendea tratado bem ; de sor-
te que com quanto nao eateja intimamente liga-
do com vosco, cheguei todava a ter-vos alguma
affeigo. Emfim, senborita, a hontem quando
aqui cheguei que disto me apercebi peloiocom-
modo que me causou a frieza da vossa re-
cepgo.
Estou certa, Graodjeao, de qve se a vida
aventureira que levas te tem endurecido a sensi-
bilidade, com tudo nao tem aniquilado os bons
sentimentos do leu corago. Assim sempre
com prazer que te vejo chsgar ao rancho. Quan-
to recepcao, que bontem te fiz, nao aei o que
poderia haver nella de estranho I
O que, senhorita ? E' que nao me tratastos
oor tu como costume.:.
u-iQtam, Grandjean, as las inteogoes i meu
respeito erau. ^m bem difierentda do que hoie
sao. *
As palavras de Antonia cootinham ao mtsmo
lempo urna duvida, e urna otarrnCca t o Ca-
nadiano julgou prudente deixar persistir duvi-
da, e nio responder a interrogagao.
_ Porm, eontinuou a moga depois de curto
silencio, parece-me que nio foi este o nico mo-
tivo que te fez procurar-me esta manha ?
L isso verdade, mas...
Mas o que ?
Recejo, senhorita, que vosaproveileia da mi-
nha curiosidade para acabrunhar-me de perguntas
que me embaragariam bastante 1 Se prometleis
nao indagar o motivo das minhas acedes eu ei-
plicar-me-hei.
Grandjean fez looga pausa : comecava a perce-
tter que a diplomacia urna profiasao bem cheia
de diflicuidades.
Amaea ao Sr. Joaquina Dick ? peoguutou
elle.
Sim.
Porm amaes sinceramente, de todo o roa*
ao corago ?
Sim, Grandjean, de todo o meu coragio.
Entretanto ha entre vos mu grande diffe-
reoga de edade I
A edade nada tem com as sympathias e af-
feiges.
Nio isto o que me diueram ; pode ser
que me tenham engaado. Desta sorle, seab.o-
vez: t Nio quero mais Turcos na Syria I Nao
sio mais digoos de gavernar povos cuja nina e
morte teem premeditado 1 La estou e ficarei al
que se faga justlga iuteira e completa a quem de
direito fr, at fue se organisa um gorerno que
offerega garantas reaes e Serias.
a Qual seria o gorerno possivel ? diz o autor.
Respondo a pergable, com o fez Abd-el-Kader
em Damasco em minha presenga: um governo
europeo I
Porque nio se ba de formar na Syria um pe-
queo reino christo, que tenha a sua frente um
principe europeo escollado pela mesma Europa I
Antes de acabar por onde deviam comegar, es-
peram que mais alguns mithsres de cadveres
sejam presa dos caes e dos abutres?
Nio coocluiremos estas linhas sobre o livro do
Sr. Poujoulat sem referir o queauccedeu ao cn-
sul de Franga ao visifar o pacha de Alepo. O
governador recebeu o nosso representante do
modo mais affavel; mostrou-se sumisamente r-
bano; porm assim que sahio, disse o pucha
para os seus 1 c Farram este logar onde sentou-
se um cao! S6 os francezes deixarem a Syria,
os Turcos hao de lavar com o sangue dos chris-
lios, nossos irmios e protegidos, os logares que
oceuparam as nossas tropas.
X. de Pontainet.
[Le Uonde-H. Dptrron j
Os russos em YarsoYia.
Nao 6 leviaosmenle, nem com paixio que de-
ve urna queatio ser examinada, quando quere-
mos obter um resultado serio do nosso estudo.
A gravidade dos acontecimentos. que agitara
neste momento a Polonia, impe mas do que so-
bre qualquer oulro assumpto, um grande escr-
pulo. Com effeito, a Europa deve julgar entre
um soberano, cujas palavras e acloa at estes l-
timos das foram embebidas de maosidio e hu-
manipade, eum povo cuja coragem militar foi
sempre admirada, mas que, alguna mezes de-
pon, tomou entre os outros povos, aos olhos da
Europa.8orprehendida, um valor moral, urna dig-
nidade verdadeiramenle extraordinarias. Lutas,
como a de que a Polonia neste momento di-nos
o espectculo, teem alguma novidado para nos,
neste seclo em que os povos bem depressa ap-
pellaram para a insurreigio e violencia do que
restringe seus iostinctos ou do que encadis suas
aspiraces.
Muitos das decorreram depois dos aconteci-
mentos de 8 de abril. Este lapso de tempo, per-
miltio que a verdade apparecesse. Todos osjor-
naes encheram-se de offlcios ou de correspon-
dencias relatando sem omisso todas os particula-
ridades deste dia fatal.
O que importa hoje examinar oque se seguio
no duplo ponto de vista as medidas governa-
menlaes e da altitude da nago. E' intil, creio
eu, voliarmos i oarracio doa acontecimeotos, i
esse contraste, que impressionou todos os espi-
ritos, da violencia armada e inexorarel, e da re-
signagao e da supplica.
Para bem comprehender-ae o eatado actual de
Varsovia e do reino de Polonia, e quanto devem
ser severamente julgadas as medidas lomadas
pelo governo russo, basta lembrar um ficto, que
d i toda a conduta aos Polacos antes, durante e
depois do massacre um carcter de grandeza
eminentemente calholico.
Quando soou a hora de caminhsrem para a
morte aquelles, que a aorte designara para se of-
ferecerem primeiro em holocausto is balas dos
dominadores, elles foram buscar nos sacramen-
tos da conQsso e da communhao a forga de le-
var ao tira este sacriflcio terrivel; e, como os
primeiros christios, entregaran) seus inimigos
um corpo sem temor e urna alma purificada.
Bem eomprebendido isto, ludo se expliea ; nio
s a obslinagio dos Russos em inventar iodos das
novas vexages para caogar eala inabalarel pa-
ciencia, como tambem a peraeveranga dos Pola-
cos a nao sahirem do caminho da calma e resig-
nagio, que sio anas armas cesta guerra sin-
gular.
A aituacao geral de Varsovia a de urna cida-
de oceupada pelo inimigo; os soldados abarra-
cara em todas as reas e a boleta m -ae nos theatros
e edificios publieos. As patrulhas corlam a ci-
dade em todos os sentidos; toda a autoridade
est as mos dos militares; a municipalidade
i vista deste estado de cousas abstem-se absolu-
tamente de toda a participado na administrago
da cidade.
Pacil concluir quanto deve o arbitrio preai-
dir a execugao das medidas, nao ao pode dizer de
reprosaao, pola que nada ha a reprimir, roas de
oppressao, que sio sem sessar decretadas, quer
pelo prlncipe-tenente-general, qeer pelo roar-
quez Wielopolski. Este, caja nomeacao ao mi-
nistro da instruegao publica o dos cultos fra *
principio acolhida com satisfagao, tomou-se de-
pois um dos mais activos e dos mais fortes sus-
tentculos do systema russo para com oa Po-
lacos.
Desde que elle subi ao ministerio a opioia
publica flcou mais que espantada de urna decla-
ragio ao clero, na qual o ministro dizia nio po-
der tolerar um estado no estado, e dever oppor-
se tadas as iavasoes. Isto era pelo menos su-
perfino, dirigido a um clero esmagado, mulitado
e muilo tempo reduzido ao silencio per urna com>-
preaso irresiativel.
O arbitrio, digo eu, preside a execugio das me-
didas, e a impunidade garantida aosexecuto-
res. Pactos inauditoa.se revelam a cada instan-
te. Ha pessoas que pretexto de sigo a es de lu-
lo veem-se despojadas pelos Cossacos ; ha cada-
veres de mulheres moras no dia 8, que o rio jo-
ga inteiramente ns sobre aa praiaa; ha um
mercado creado eapontaneamente junto das Porf-
as de_ Ferro, onde se vendom publicamente os
despojos dos mortos e os objectos arrancados aos
rita, vos, que claraaes com tanta indignagio con-
tra as pessoas que vivem peraeguindo os outros,
nao recuastes ao pensameoto das numerosas vic-
timas cabidas sob o ctelo ou a carabina do ce-
lebre Batedor de Estrada ? Como que nao vos
aflaata delle o sangue que mancha as suas
mos ?
Eatis lonco, Grandjean I exclamo Antonia
com urna commo-o que mal poda eneobrir. As
las declarages sio falsas. Joaquim nunca fez
mal a ninguem : tom e humano. O que te faz
errar a aeu respeito esas mana aiogolar que
elle tem de querer paaaar por um homem i osen-
sivel e mi : talvez que teoras tomado isto ao
serio, com o que te illudes completamente I
A vivaeidade apaixonada com que a moga de-
fenda o Batedor de Estrada desafiara da parte do
Canadiano um sorriso ao mesmo tempo trate e
mofador.
Senhorita, dase elle, estaos pregando a um
convertido! O Sr. Joaquim o nico homem
na America por quem eu aacrificaria gostosamen-
le a minha vida: Se elle me mandaaae roubar ou
aasassinar, eu nio hesitara, roubaria e assaasi-
nsria I Sou-lhe dedicado corpo e alma I Nao pen-
s portento em accusa-lo : digo smenle urna
cousa que ninguem ignora, e que o Batedor de
Estrada lem representado sempre o primeiro pa-
pel em quasi todaa aa eatastropb.es que hio en-
sangrentado o deserto e aa monlanhas Rocbosas.
Sabeia que eu nunca milo: pois bem, juro-vos...
Antonia qus ji nio eseutava maia o Canadiano,
o loterrompeu no principio do seu juramento.
Ji viste com os leus olhos Joaquim matar
a algum dos seus semejantes?
Algum dos seus semolhantes nao ; por qae
nio vejo um ente humano que ae lhe possa com-
parar j, mae apunhaloo ji na minha preaeoca um
Indio Seria e um aventureiro Mexicano I Quanto
ao Indio, ignoro porque ; o quanto ao Mexicano
toi para salvar-me a vida em urna queatio que eu
meamo provoquei, e na qual, eonfesao, nio Uve
razao : ao menoa foi o que lodos disaeram.
Antonia cooaorvava-ae silenciosa.
-1 Eolio, senhorita, replicn Grandjean, agora
me acreditaos?
Sim.
Neete caso est acabada a roana affeicio pa-
ra com Joaquim ?
A moca oceultou o rosto entre as mos como
se tivesse vergooha do que ia dizer; depois com
urna voz que i forga pareca aahir do aeu noito.
reapondeu: r^ '
Nao aei N poderei nuoca (ogir-lhe, mas es-
tou certa de que nunea terei torgas para odia-lo 1
Oh I as mulheres I as mulheres I resmun-
gou o Canadiano; sio todas urnas 1 E penssr eu
que apezar da aomelbaoga, que entre ellas exis-
te, imposaivel comprehender-ae a urna s I
Quem esperara de Antonia Mmelhtnta declara-
gao I Quero aor feito am poatas na minha pri-
meira excursao ao deserto aa algum dia me ca-
sar I Bem razi que tenho tido em nio querer
amar.... maa afioalde contaa pdeaer que anda
no recha uto a acontecer I..., Nio importa I.,.,
vivoi. Tudo pretexto para a violencia, para o
roubo e para as-viaa de tacto.
O luto da todaa as manifestares a que
perseguida talvez com mais incarnecimenlo. To-
do O goal exterior de triateza formalmente
prohibido As mulheres bem como aoa homens; e
a transgressao deate edicto i nada menos ezpe
que ao exilio ou priso. Nao basta ao governo
russo que a dor nao possa ser manifestada, de
mister anda que a cidade esquega seus sofl-
menlos', para simuiar urna alegra o um conten-
tamenlo, que as bailas teem, ah expellido de
rodos os corages. Os theatros, transformados em
quarieis, linham cessado suas representagoes.
tilas vao continuar, e os emprogados devero
apresenlar-se sob ameaga de verem applicadas
as penas disciplinares, que puoem a desobedien-
cia aos regulimentos administrativos. Dizem
mesmo que cada quarteiro dever fornecer um
eerto numero de espectadores. Assim, os pola-
cos deverao divertir-se por ordem, da mesma
maoeira que Ihes prohibido aflligirem-se sem
aetonsagao, ou deitar luto por um prente sem
ler para isso urna carta dada pela polica, e que
deve ser a presentad a qualquer requisigo. Es-
la ultima moderago anda devida ao reclamo
do cnsul inglez, que se vira insultado pelos
agentes russos. porque a raorle da duqueza de
Kenl o tioha obrigado a deitar luto.
Os empregados pagam caro o seotimento de
patriotismo, que oa fez offereeer suas demisses
depois do da 28 de fevereiro. Todos aquelles
que estio neste caso sio privados at nova or-
dem de seus direilos de retirada, e os que hoje
quizessem deixar suas funeges sao ameagados
comaSiberia: om Varsovia mesmo (por mais
inaudito que este fado possa parecer, todava
authentico), tem-se ameagado fusilar aquelles
que ouzassem dar sua demissio. Tudo se com-
prehende emfltn e se explica quando a lei nao
mais respeitada; e, alera disso, sio permittidas
as conjecturas as mais sombras peranle o desap-
parecimento de centenas decidadios de todas as
edades, de todas aa classes, de todo o sexo. As
prises continuam sera interrupeo, e ninguem
sabo se os que faltam sao morios' ou gemem as
cadeias. Quem diz preso, diz conderanado;
aquelles mesmos, diz urna proclumago, contra
os quaes nenhuma aecusagio se levanta, sao man-
dados para o interior do reino. Nio se tem es-
quecido que depois de 28 de fevereiro a delega-
ci obtivera do principe Gorlschskoff a soltura de
um certo numero de pessoas detidas por preven-
gao de delicto poltico, e conlra as quaes ne-
nhum facto preciso se podia eslabelecer; todos in-
distinctamenle foram de novo presos e reinte-
grados as cadeias.
A organisago do rgimen militar vae ser em
breve completa no reino. As oito provincias se-
rio administradas por oito teentes-genoraes, mu-
nidos de ampios poderes, e deve-se supp-lo, de
lostrueges severas.
Quando eu dizia que Varsovia era tratada como
paiz conquistado, fallava sem exageragio, porque
esta pobre cidade sobrecarregada de verdadei-
ras eontribuiges de guerra. Ella deve pagar por
dia um rublo por cada ofQcial, e 40 i ros por cada
soldado (80 cntimos.)
Ella deve j ter dado 1,500 rublos para o en-
lerramento das victimas de 8 do abril. Alm dis-
so o reino dever dar do milho para as despe-
zas de representagio dos oilo administradores
generaos.
O marquez Wielopolski, cuja dedcagao ao sys-
tema de compressao eu cima flz notar, tomou
na qualidade de ministro da instruegio publica e
dos cultos medidas de urna severidade inaudito,
relativas as egrejas e aos collegios.
Isto j est muito longe da esperaoga de al-
gum melhorameoto realisado na educagio, espe-
ranza concebida com sua entrada no ministerio.
Longe de deseo vol ve-la, elle d-lhe ura golpe fa-
tal, fazeodo fechar para punir a insubordmago
dos alumnos, primeiro, muss aulas do aymna-
sio de Radom ; depois, em ultimo lugar, os gym-
nasio de Varsovia e de Kalisch e a escola de me-
dicina de Varsovia.
Quinto ao tullo, o ministro promulgou unta or-
denarla, em vrrlude da qual prohibido adiar-
se ao mesmo- tempo em um egreja mais de ire-
zentas pessoas;ordeoanga insensata em que sua
appllcagio pouco mais ou> menoa impossivel;
mas cujo fim oceulto evidentemente servir de
pretexto em um momento dado para (azer eva-
cuar os temples, quaudo se poder temer que urna
ceremonia religiosa reforc a enrgica resolugo
do poro. Dalii a fechar as egrejas um passo
apenas. Quem impedir de o dar ?
O governo coropreheodeu que era de Deus que
vinha essa torga de lotar pela supplica e docura
conlra as bayonetas e os soldados; u quer lirar
aos Polacos o soccorro de Deus. Ignora elle aca-
so que nos primeiros tempo do christianismo os
neopbytossabram, a despeitodas Legioes romanas
achar um canto ignorado para adorarem ao Se-
nhor.e que emfim se ella pode fecharos templos
ou expel ir delles os fiis, nao pode fechar as
eonsciencias, na quaes Deus sabe sempre pene-
trar para sustentar a f e triplicar a forga da-
quelles que Elle se confiara I
A esla erdenanga seguiu-se urna outra amea-
gando reprimir, pelos meio adoptados contra
todas os manifestages, os cnticos, que segundo
esta ordeoanga, nio esli era uso as egrejas; e
fazendo esla ameaga o ministro allega que o pro-
prio clero est eflendido d que se lem passado.
Nio temos noticia que semelhantes queixas te-
nham sido formuladas peto clero, e sabemos que
os cnticos que foram repetidos as egrejas sio
bymnos, nos quaes o Senbor invocado pela in-
feliz Polonia..
Quanto as medidas com quo sao ameagados os
habitantes este respeito, se ellas sio semelhan-
tes as qae foram postas em uso para reprimir as
outras manifestages, forcoso esperar ver os
lagedos das egrejas manchados com o sangue dos
fiis, e as ballaa russas quebrarem os vasos sa-
grados e traspasaar as santas imagens. Final-
mente o que haver de mais que ji nio ae tenha
visto .- os Cossacos dispensando urna procissao,
calcando aoa ps os sacerdotes e arremeasando
seus cavallos al o santuario ? I
Ora bem I apezar desse laxo de medidas vexa-
torias dizem que o crdito do ministro da inslruc-
cao publica e dos coitos abaixaria junto do go-
verno. Talvez que este facto seja devido ao aco-
Iho que o SrMuchanofl, aeu predecessor, recebeu
em S. Petersbrgo. O imperador lestemunhou-
Ihe a maior satisfagao e ordenou que um carro da
corte fosse posto sua disposigao. Os ministros
todos o yisitaram e Indo que elle fez foi approva-
do. A impopularidade que alguem adquire no
reino, elle a cantrabalanga com seu patriotismo
russo, e ella torna-se um novo titulo para elle ao
favor do soberano.
Annuncia-se como prxima a publicago-de
um manifest imperial, dirigido ao principe Gor-
tschakoff e ao exercito, contendo o testemunho
da satisfagao do Czar, e dirigido aoa Polacos,
contendo o esquecimenlo.
Em sua suprema clemoocia o imperador Ale-
xandre haver por bem esquecer-se que os Po-
lacos ajoelharam-se diante de suas tropas e que
suas tropas os metralharam ; haver por bem es-
quecer quo flzera solemnes promessas e que nio
as cumprio; que dissera :
Darei aos Polacos mais do que elles podem
esperar,e que Ihes deu os das mais sombros
e as violencias mais crueis do reinado de seu pae
o Czar Nicolu.
Comprehendemos que o imperador promette o
esquecimenlo para tjdas estas cousas al mesmo
deve ser para elle urna necessidade esquecer-se
dsso. Mas, poder elle cooaegui-lo? Esquecer-
se-na sua consciencia, esquecer-se-ha a Europa
esquecer-se-ha Deus; Deas, que as victimas na
manha de sua morte linham receido na mesa
sania ?
O que devemos concluir desse estado de cousas
e qual ser o resultado disto? Quizemos exami-
nar esta questo com urna inteira independencia
de espirito, cora oossa consciencia e chegatnos
urna triste conciuso.
A Russia nao ter somente que eensurar-se do
saugue.derraraado e das victimas ; um systema
de compressao lio absoluto dave ter outros effeilos
e mais graves. Ou os Polacos consevvaro at o
fim a attilude calma, da qual elles formaram urna
arma conlra seus oppressores, e enlo haver
massacres, anda maasacres e sempre massacres,
ou a compressao tornar-se-ha tal que as manifes-
tages publicas, as supplicas e procisses tor-
nar-se-ho impossiveis.
Mas como urna lei physica que toda a pres-
so deve trazer a exleoso em um sentido qual-
quer do corpo comprimido a exteusao lera logar;
porm ella nao ser mais piedosa, calma e coa-
liada em Deus; nao ser mais a resistencia de
um povo, que affirma seu direito em pleno dia
morrendo sem defeoder-ser ser, nos o tememo,
a Juta dos concilibulos secretos, das conspira-
res, das macbinages subterrneas, das explo-
ses mais logo ; e nao mais vozes, cantando
hymnos e invocando a Deu, porm gritos de co-
lera e de odio. Em urna palavra, nio ser mais
o espirito nacional que fallar e pleitear su
causa com a calma da verdade, ser o espirito
revolucionario que lngara aes qisatro cantos d
mundo um appello todas aa m* paixes.
Eis, segundo pensarnos, e pensamos com urna
profunda tristeza,o que preparara as medidas
esmagadoras do governo russo no- Polonia.
Era um secuto como o nosso, onde os espiritos
se agitara, onde as ideas novas e revolucionarias
procurara penetrar por toda a parte, ser, caso
se realisem nossas conjecturas,o que Deus nio
permrHa, urna pesada responsabilidade para um
governo ter por qualquer meio, voluntariamente
ou nao, entregado s desordeos do espirito revo-
lucionario urna nago at aqui lio grande e to
admirada, s porque procura a forga oode ella se
acha: em Deus.
E agora,digam que-todos estes raciocinios
sao baseados em urna eragerago, q,u todas aa
medida citadas mais cima nao foram tomadas;
repitam emfim as asserges oNord e do corres-
pondente da lndependence belge : nos responde-
remos : o passado prova o presente.
Pode-so admitlir urna ordem prescrevendo aos
habitantes que assistam aoa espectculo sob pe-
nas de impressoes severas, lembrando-se que o
principe Paskiewitch forrara as reilosas- de pen-
sinalos de Varsovia a fornecerem-lhe mogas
para um baile oflkial.
Admitiera-se as ordene de Alexaodte II para
serem empregados enrgicamente todo os meios
de compressao, lembrando que a terriveis per-
seguicesde Dziernowicze liveram lugas: em seu
reinaoo-
_ Os que creem em exageragio de doim parle,
sao muito ingenuos, leiam tudo quanto-se tem
escripto este respeito ha triota annae, e verio
que os perseguidos se contara aos milhes e as
victimas aos mil nares, e que o que hoje se passa
nao como disse um jornal eslrangeir bem co-
nhecido pela sua dedkmco Russia., apenas
um introito, um primeiro- paseo. Comprehen-
de-se o- valor de semelhantes palavras- escripias
por esse jornal.
B^fUUER.
(Le-Monde&. Filho.
Em todo o caso esta conversagao nio ser perdi-
da para mina : ella restitue-me toda a liberdade
de aegio, e deixa-me entrever ao futuro um
grande lucro. E depois a senhorita Antonia po-
dara ter o direito de me censurar pelo meu pro-
cedimenlo depois de ter-lhe comido os succulen-
loa eaumptuososjantares que ella me tem offcre-
cido no rancho : porm agora que eu preveni, e
tentei todos os esforgos possiveis para arreda-la
do Sr. Joaquim, nio ter mais razio para quei-
xar-ae : estamos quites I
O Canadiano ia a retirar-se quando a moga, sa-
hindo daa auas meditages, chamou-o.
Graodjeao, lhe disse ella com urna voz cujo
timbre harmonioso possuia um poder estranho,
pode ser que nio nos vejamos mais; promette-me
que antea de deixaiea o rancho viras ter comigo.
Possuo algumas moedas de ouro que de nada me
aervem.... quera dar-t'as.
ouro I para mim, senhorita? E porque?
Porque parece-me que esta manhia me pro-
curaste com boas intengea, e desejo de prestar-
me um servgo Mas ali vera a tua ama ; pode
aer que ella nio goste de nos ver juntos. Al ou-
tra vez, meu amigo.
Antonia apertou com a aua a mi do Canadiano,
e encarando-o com urna expresso de tristeza,
disse-lhe:
T nio s mo, Grandjean ; assim tivesses
encontrado um coragio amante dedicado a tua fe-
licidade que outra seria a tua existencia I Adeus,
meu amigo. Nio esquegas de qae deves vir an-
tea de partir despedir-te de mim.
Ao contacto dessa mioainha mimosa o delicada
que se apoiava com toda a confianga na sua pelle
spera como a epidemia de um tubario, e crestada
como o fragmento de urna lava, o gigante estre-
meceu ; urna commogio desconhecida, que nada
tinba de terreatre fez-lbe percorrer pelas veas ao
mesmo tempo urna espacie de gelo e de fogo.
As palavras de Antonia mudsram essa commo-
gio indecisa n'um verdadeiro e puro entbusias-
mo do ternera : quando a moga calou-ae duas
grossss lagrimas corriam ao longo daa peatanaa
eapeaaas do Canadiano.
Senhorita Antonia, exclamoa elle exforgan-
do-se por tomar a voz firme, o deaconfiae da mi-
nha patra : urna nio aei mesmo o que I...
Maa nio importa : descoofiae della. Estou que
nio vos quer faxer bem....
Depois retirando-ae foi dizando comsigo mes-
mo.
Case-me en vinle vezea antea de morrer ae
comprehendo nada do que me acontece 1 Que
quer dizer eata delombramento ? Ser por que
eatou em jejum ? Ora eaaa boa I Era preciso
que o meu estomago nio eslivesse habituado
privagoes as mais exceasivaa I Maa entio ser
porque com muito ceia ? Qual I nio pode ser,
porque dorm bem toda a noite.... Edepoiadiato
a comida nunca me fez mal. A agitagio que en
aeoti deve ter outra cauaa : nio me lembro de
ter experimentado cousa semelhante desde que
lago uso da razao | Ab I verdade, uoia re ba-
t De oode proveem estas diffieuldades e quaes
sio as que se oppem ao xito desta obra ? Pro-
veem em parte do exterior, doa governos hostis.
dos revolucionarios de todos oa paizes que sob
a sua egide, desenvolveos urna aclivdade extra-
ordinaria, que, no seu odio implacavel contra a
Austria, querem eoabaracar a todo o cuato o de-
envolvimento pacfico daa nossas novas institu-
goes, e procurara constantemente suscitar e ali-
mentar, por meio de diuheiro ou de promessas
lallazes, novas desordeos.
E vem do eslrangeir, dos doulores e dos
advogados sera causas, dos jornalislas vidos e
ambiciosos ; dos professores e instituidores des-
contentes, que querem todos alcanzar urna po-
sigo, e formar desta maneira urna carreira; da
pequea nobresa iodividada, para a qual o pru-
prio Deus nio poderia arranjar urna eonslituigio
que a l-vrasse das suas dividas, e daquelles que
gostam de fallar de si mesmo por vaidade (e a
quem s os discursos da opposigo agradara) fi-
nalmente de alguns magnates que, com medo
de perderem a aua popularidade, nadara are meio
da crrente e esquecem completamente, no- en-
Ihusiasmo do momelo, que o terreno ha do do-
sapparecer debaixo dos seua ps, se ae nio con-
duzuea corajosa e firmemente com a cora.
Oesta maneira nio exislem senlo traidores-,
gente com intengea equivocas, individuos a
quem falta a coragem, e urna parle do que se
cbama proletariado da inlelligencia, que promo-
vem a agitagio contra a nossa ioslituigio.
f Mas esta constiloigio sustentada pela gran-
de e pequea nobresa pensante, quera tem a
consciencia da sua dignidade, da aoa posigo e
dos seus deveres, por homens verdadeiramenle
iotelligentcs de todas as classes, pela grande
raassa dos bravos burguezes e campooezes, cujo
bom espirito resulta tambem das carias qm elles
escrevem ; por coosequencia sustentada pela
maioria preponderante dos homens honestos que
respeitsm a ordem e as leis, que teem por base
6 progresso e o desenvolvimento natural, e qoe
conaervam, primeiro que ludo, como um bem
sagrado, o seu amor pelo soberano legitimo e
pela patria.
Nao duvidemos pois um instante dos desfi-
oos gloriosos do imperio: cumprimo?todos o nos-
so dever como compete aos homens do bem, e
podereraos contar com seguranga que, com ver-
gooha dos seus inimigos ntimos e externos a
Austria se restabelecer mais forte e mais es-
plendida do que nunca.
a Fioalmente, no que diz reapeilo ao nosso
proprio cargo nesla nova situagio, connotemos,
nos que somos soldados, as leis da honrar e da
fidelidade, e, se fr neeessario, da bravura. Nes-
te momento todo o mundo tem os olhos files em
nos; nessas leis que por eonsequencia encon-
tramos o vivo iapo'so que nos manda permane-
cer, em todas as eircuinstancias, no estado em
que temos estado- al agora, sendo os guarda
valorosos da honra e da seguranga da nossa pa-
tria, tanto no estrangeiro como no paiz soldado*
fiis do imperador era todo o easos.
Nesla trra, nio no Iludamos a este res-
peito, a luta que no espera podo ser que seja
mais diflicil e decisiva do qu nunca; ser ne-
eessario mostrar energa em todas as nossas tor-
gas, n nossa dedcagao, e notoria- peraeveranga ;
a ma9 firme unio para sahir honrosa e victo-
riosamente ; s a n que perrence a tarefa de
aos nao deixar illudir; qualquer duvida sobre a
manutengao de monarchia intima nao pedia dei-
xar de produzir desanimagio, e nao- me sinto
disposto a tolerar no exercito espirito traeos, o a
quo-so deixem vacilar cona receios no futuro;
devem contar com urna confianga firme era to-
dos, afim de que, assim como eu, estejat con-
vencidos de que devemos vencer e veoceiemos
lodo-o cusi-.
-Sio estes os meus votos-eos ateus- senti-
mentos, em presenga dos factos de que vo fallo
no principio. Pego-vos que o communiqueis de
urna maneira conveniente a todas as tropas que
est-io is-vossas ordeos, e ao soldado na sua
liogua- materoa oa parte que Ihes poso dizer res-
peito, lendo cuidado de que a presente ordem
fique nos circuios-militares a que destinada, e
nao tenha de maneira alguma- publicidade.
Quartel general de Verono-, 2i de margo de
1861.
a Deneieck.
Variedades.
A Gazela Militar Auetriaea publtcou o res-
cripto do feldzeng mes+re Beuedeck,. ao-qual coo-
testou a dieta de Peslh.
A falta, de espago nao nos tem permitlido re-
produzir este documento importante- para a his-
toria dos acoutecimentos de Varsovia. O gene-
ral, depois de ter faltado das dvfficuldades que
encontrara na applicago das medidas liberaea,
tomadas pelo imperador, expreasava-se noa se-
guales termos:
nbando-me no mor puz o p sobre urna Ire-
melga....
A voz clara e ua pouco imperiosa de miss Ha-
ry arrancn o gigante is suas reflexes.
M ster Grandjean, tenho que fallar-ros..
O Canadiano parou com ar enfadado.
Queris determinar-BM algum aervigo per-
guotou elle.
Que entendis por estas palavras, master
braodjeao ?
Eotendo por isso, miaa Mary, ir sellar os
cavallos, derribar urna arvore, cagar um cabrito
montez, accender fogo, o matar algum pello ver-
melba. --.,
Pois nio se trata de nenhuma dossas cou-
sas que ahi meociooaates.
- Neste caao, miss, tenho a honra de eam -
pri mentar- vos.
E o gigaote oontinuou o aeu camioho, e voltou
s suas reflexes, sem ae embarazar com a cole-
ra de aua ama.
E* verdade, dizia elle, pode aer qoe as mu-
lheres se paregam com aa tremelgaa, e que o sea
contacto produza urna commogio repentina o
desagradaren.... Quem sabe se essa extranha
agitagio nio me foi produzda por Autonia me
ter pegado oa mi I.... Mas eu ajudei muitas
vezea miss Mary a subir ao sen sellim, e nunca me
succedeu o mesmo 1.... Oh I decididamente nio
me agrada nada essa Americana : que differeoca
entre ella e Antonia I que moga esta ultima I E'
orna desgraga nio ter nascido em Villiquier; te-
la-hia aasim amado de todo o coragio I Meamo
se ella fosse Normanda seria mais bem desenvol-
vida, mais forte o mais bonita. Grande consa o
habito I A' forga de ver Anton agradare!, e por minha f que parece-me at bo-
nita I Ao menoa foi a primeira peaaa que notou
em mim o aeu fundo de bondade ; e realmente
eu nio sou mul.... Se miss Mary teima em
querer contrara-la, mal vae o negocio....
Grandjean fez urna pausa, e algando oa hom-
bros em ar de piedade, eontinuou :
Ora, aou um asno muito grande I Que me
importam essas cousas I O esseocial para mim
ganbar dioheiro. Por exemplo preveni miaa Ma-
ry de que nada faria, aenio com a condico de
aer pago adiaotadameote o em moeda sonante.
Quanto i Aotonia urna mulher, nio ? E'aim :
logo oio devo oceupar-me della.
No momento em que Grandjean sabia do jar-
dim, miss Mary se apreseulava diante de Anto-
nia. Aa duas rivaes, antea de se dirigirem mu-
tuamente a patarra, trocaram entre ai um longo
olhar. Dir-sa-hia, ao ve-Isa assim, que erara
doua duelliataa que, chegaodo ao ponto apraza-
do, estudam mutuamente oa gestos am do outro
antes de encelar o combate. Misa Mary pareca-
se um eapadachim, Aotonia urna victima I
A' alguna paeaoa distante do logar em que aa
duas mocas se encontraram eslava um banco de
reir. A Americana deaigoou-o com o gesto
aua rival.
A nosaa conversagao, lhe diste ella, talvez
eja longa; sen tem o nos,
AUSTRALIA..
L-seno Athencium :
M*. R. H. Major, um dos empregados domu-
seu britnico fez urna descoberla interessante a
respeito da Australia. At boje era admittido
que as cosas deste continente linham sido ex-
ploradas por a primeira vez em 1606 por um
martimo hollandez; mas M. ttajpr encontrou na
bibltolheca nacional do museu um mappa-mundo
manuscripto que transiere a honra da descober-
t a Portugal e lhe d cinco annos de pnoridade
sobre o navegante hollandez.
Est, pois provado que em 1601-, o porbuznez
ManoelGodmho de Eredia, cu Heredia^ desem-
bareou no continente australiano.
CASAMENTO NOTAVEL.
Segundo se lfe.do Progresso. de Vienaay M. le
Constanga Geiger casou ltimamente com o prin-
cipe deSaxe-Cobourg.-Cohary. A cerimonia le-
ve luar numa eapella particular:, a leetemu-
nhas erara o editor de msica e compositor Has-
Irager, e o fabricante de rannos da corta Strei-
eher.
Diz-se que o prncipe dissca que se nio po-
desse ter res para testeautnhas d seu casa-
mento, escolheria prente plebeus da-sua noi-
va plebeia. O-trage da noiva era do mais sim-
ples: um vestido de seda escura. Aloradas
lestemunhas nao assistiu pae da noiva.
[Commercio-da Porto.)
Antonia accedeu maquinalment esse convi-
te, e miss Mary proseguia :
Senborita, eeiaes perfeitamoote no vosso di-
reito recusando responder s minhas pergunta;
mas Ccae persuadida de que o vosso silencio se-
r prejudicial aos vossos proprios interesses l Te-
nho sobre vos a grande vantagem de saber & qua
ponto Gro, ao passo que vos ignoraos as minhas
intengoes. A luta pois, se luta ha, nio podo aer
eguall Crede-me, Antonia, o partido mais.pru-
dente o vantajoso que toodes lomar confiar-
vos minha generosidade.
Depois deste prembulo, meio ameacador, o
meio eariohoso, a Amerioana fez ums pequea
pausa: Antonia aproveitou-ae della pasa res-
ponder :
Dona Maria, poupae iouteia precaoces e>
discursos superfinos, ide directamente ao vosso
alvo 1 Que desgraga tendea anouncaar-me, ou
que sacrificio viudos pedir-me ?
Estaos completamente Iludida, sobre as mi-
nhas intengoes; s teoho em visU a vossa felicL-
dado; urna vez que, torno repetir-roa, aejaea
razoavel....
Assim, senhora, foi justamente o desejo do
preslar-me um servigo, que voa fezdeixara voesa
familia e empreheoder lio custosa viagem? Na
realidade para dizer-me semelhantes couaas
preciso que leohaea formado urna opiniio- bem
triste do meu bom senso e juizo I
Ou porque se aproveitasse da observacio da
aua ri /al, ou porque entrarse do seu plano preci-
pitar o ataque, a Americana deixou do ladoaa
suas hypocritss protestarles de benevolencia, e>
passou logo aegio.
Ua muito tempo que nio recebis noticia
do conde d'Ambron ? perguolou ella pausada-
mente, e encarando a aua rival.
A Americana foi illudida na sua esperaoga:
nem o maia pequeo signal de commogio appa-
recen sobre o lindo semblante de Antonia, quo
reapondeu com a voz tranquilla ;
E' eala a primeira vez que onco pronunciar
case nome. Nio coonecn o conde d'Ambron.
Que I nio cooheceis o Sr. d'Ambron I
Presumo, segundo oa lirroa quo tenho Kdo
contendo historias da Europa, que o conde dovo
aer um grande senbor; mas repito-vos que o seta
nome me completamente extranha.
Ah I Tendea razio : esqueeia-me que o con-
de quando viaja usa de aeu nome proprio aim-
plesmeote. A peaaa de quem vos fallo D. Luiz.
Ao nome de D. Luiz purpurea cor auhin a la-
cea de Antonia, immensa alegra brilhou nos seus
olhos.
D. Laiz I repetiu olla com urna tos cojo ac-
cento caalamente apaixooado nio se podedesere-
ver; conheceia D. Luiz, aenhora t Oh I entio j
nio reeeio nada de ros; nio pdala aer m I
( Continuar-te-ha.)
hu,- m. di h. r. di fauu.-imi,


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