Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09317


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Full Text

un nuil lomo no
Pr (res aeies adiaitados 5$000
ro tres aezes Yeacidw 6J000
>,-.,
i
OOARTA FEIl 19 II JOMO 01 IUI
PoraBitadiantadol9S000
Parte fraict para a saascripUr.
BTICARRBGADOS DA SMCRIPCAO DO NORTB
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da SUra ; Araea-
*/, o Sr. A, de Lemos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranhao, p Sr. Manoel Jos Mar-
ios Ribeiro Guimares; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
FAMIDAS UU LOKHE1US.
Olinda todos os diaa as 9 1/3 horas do dia.
Iguarass, Goianna o Parahiba as secundas e
sextas-feiras.
S. Antao, Bezerroa, Bonito, Ciruar, Altinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fxnas quartas(eiras.
Cabo, Sertnhaem, Rio Formoso, Una,Barreiros
(Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas eiras. '
I (Todos os correios partero as 10 horas da manhaa)
EPHEMERJ.DES DO IIKZ DE JUNHO.
i "* n0Ta a* n hora *9 minutos da man.
15 Quarto crsscenta as 7 horas e 56 minutos da
maohaa.
22 La cheia aos 3 minutos da tarde.
3G Quarto minguante sos 21 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro a 1 hora e 18 minutos da manhaa.
Segundo a 1 hora e 42 minutos da tarde.
PMTE OFFICML
GOVERNO DA PROVINCIA.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Thereza raioha de Lyio.
18 Terga. s. Looncio m. ; S. Mario ha v.
1 Quarla; S. Juliana deFalconieri v.
20 Quinta. S. Silverio p. m. ; S. Prudente.
21 Sexta, s. Luiz Gonzaga ; S. Albano m.
22 Sabbado. S. Paulino b. de ola.
23 Domingo. S. Joao sacerdote; S. Edeltrudes.
.AUUIKKCIAS UUS lRIBUNAfca UA CAPITaj/
ITribunal do commereio; segundas a quintas.
Relago: tercas, quintas a sabbados salo horas.
Pazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas"
Juizo do ommercio : quartas ao meio dia:
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 horas.
PrdTs8ra d 'Ttl'' tarsM t""omeio
Segunda Tara do eval:
hora da tarde:
qaartas sabbados a 1
Dito so mesmo.De conformidade com
Expediente do da 15 de junho.
Offlcio ao Exm. presidente do Rio Grande do
Worte.CoDstando da carta inclusa por copia,
que se acha arribada nessa provincia a barca
Atrevida, que parti deste porto para o presidio
de Fernando, erando o commandaote do mesmo
algumas pragas de linha e diversos presos de
justiga e militares, vou rogar V. Exc. que se
digne de prestar os auxilios que estiverem ao
seu alcance nao s para a guarda dos referidos
presos, mas tambera para que possa regressar a
mesma barca para aquelle presidio, servindo-se
>. Exc. de partiripar-me na primeira opportuoi-
dade tudo quanto tiver occorrido semelhante
respeito.
Dito ao Exm. vice presidente de S. Paulo, Ma- -
noel Joaquim do Amaral Gurgel.Accuso a re- souraria para o servigo daquelle i
cepcao do officio de V. Exc. de 14 de maio ulti- | exercicio de 1861 e 1862: assim o communico
rno, no qual me communica haver na qualidade V- S. para seu conhecimento.
----- ..-..-....uul o aviso
da reparligao da guerra de 29 de maio ultimo,
constante da copia junta, mande V. S. pagar o
que se estirer a dever de gratificajao ao ex-alferes
Demetrio do Gusmio Coelho, como instructor
de esgrima de bayoneta da guarnicao desta ca-
Dito ao meamo.Declaro V. S., para sea co-
nhecimento e direcgo que o Exm. Sr. ministro
da fazenda participou-me em 27 de maio ultimo
que o oflicial-maior da secretaria dessa thesou-
raria, bacharel Manoel Mamede da Silva Costa,
passa a ter exercicio, como addido, na directora
geral do contencioso do thesouro nacional.
Dito ao mesmo.Declarando-me o Exm. Sr.
ministro da guerra em aviso de 29 de maio ulti-
mo que nessa data solicitou-se da repartico da
fazenda a expedigo de ordens, aflm de ser do-
lado com a quantia de 6:000$ para despezas com
colonias militares o crdito aberto a essa the-
o
a V."ce"Pre*'dente assumido n'aquefla data a
administrado dessa provincia.
Dito ao coronel cummaodante das armas.__
Sirva-se V. S. de mandar postar urna brigada de
Dito ao mesmo Communico V. S., para seu
conhecimento, e alien de que o faga constar a
quem competir, que com aviso do ministerio da
fazenda de 4 do corrente, me foi remeltido o de-
primelra linha em frente da igreja de Nossa Se-|creto de 31 de maio ultimo, nomeando segundo
nhora da Cooceieao dos Militares no dia 19 do escripturario da alfandega desta capital o terceiro
corrente s 7 1(2 horas da manhaa, afira de fazer ; escripturario Caetano Gomes de S
as honras do estylo por occasio dos suffragios : Dito a thesouraria provincial.Ceito do con-
que tem de celebrar pelo finado baro da Vic- tedo do offlcio de hontem, sob n. 246. em que
n?; m V. S. me commuoica haver Manoel Gouveia de
uno ao mesmo.Transmiti V. S., psra te- Souza, affiangado por Jos dos Santos Nunes e
rera o conveniente destino, a cerlido dos assen- j Antonio dos Santos Souza Leao, bem como Jos
lamentos o o Ululo de engajamento do soldado da Costa Brandao Cordeiro & Cato, que deram
Ignacio Jos Ferreira dos Santos, que sendo do Pr fiadores Pedro Ignacio Baptisla Jnior e Jos
o. natainao de infamara engajou-se para servir Francisco Ferreira Clao, arrematado por um
no corpo de guarmgao desta provincia.Remet- I triennio, estes os pedagiosdas pontes da Magda-
leram-se igualmente para o mesmo effeito a guia i lena por 7:658J>000 anouaes, de Tapacur por....
de soccornmentodo referido soldado, bem como 1:5728000, e da estrada do Giqui por 5:6118000
os de assentamenlos e soccornmentos do furriel e aquelle o da ponte de Motocolomb por 1:6IOS'
Du.^m T- v o lenh0 a-dizer em resPsla ** PP'oto ess.s ar-
ilo ao mesmo.Sirva-se V. S. do eoviar-me, I rematagoes.
nrZ.lrAD-miU'.-0S r?PrliSo da guerra Dito a mesma.-Nos termos de sua informacao
os conselhosde investigado de que trata o aviso : de 13 do corrente. sob n. 245. mande V. S. pagar
de 3 do correte, constante da copia Junta. o director do arsenal de guerra a quantia de....
con Unti rirAnu8Uerra d-e 31 ,de ma0 uWwo> ra?i e ornmen"> fornecidos por aquelle arse-
consiante da copia que aqu ajunto, acompanha-; nal companhia de pedestres desta cidade enmo
5 Sis&ns&tt?ad Me i0 rba,sihao se ,v da conta'que es? sus
V s d m,H 8ueVoa3uim Machado, sirva-se pelo mesmo director com offlcio de 17 de maio
dafdi.TL?22S eTno qe cerc, ullimo n. I30.-Communicou-Se ao referido di-
lo mesmo cadete se deu na guia, que rector.
lo de um novo mundo, senhora da sua indepen-
dencia arbitra dos seus destinos, invoca o nome
augusto da Hespanha, e poe aos vossos raes ps
a mesma soberana que V. M. recooheceu ha
poucos annos.
Victima da traigao, engaada, sorprendida,
rompen os vnculos que a ligarim i nacao hes-
panhola, sabia legislarlo qual devia a ventu-
rosa existencia que gozava.
_ Desde entao, senhora, as guerras, as revolo-
Qoes, as tremendas catastrophes que arrastam
comsigo e afogara na origem os germens de vita-
iidade e for^a, tioham reduzido aquello povo ge-
neroso urna situa;o iosupportavel.
Saccadas as fontes da prosperidade publ'ca
privada dos recursos necessarios para subsistir
desembarazadamente, alvo de ambicies estra-
nhas. theatro de reprovadas intrigas, a sua inde-
pendencia foi qttasi sempre depois da sepsracio
da metropole una submissao positiva, a sua li-
berdade urna servido dolorosa.
Porque nao existe independencia onde nao ha
torga para a sustentar, nao ha liberdade nos po-
vos modernos onde falta a seguranza e a socie-
dade esta condemnada a perpetuas agitagdes.
Por sjo nos dias do conflicto o povo domi-
nicano implorou o amparo da Hespanhs. Deseen-
denles desta nago heroica os filhos daquelle fe-
cundo solo, animados de sentimentos e do seu es-
pirito. Tallando o mesmo idioma ; rendendo cullo
Deus ante os mesmos altares, s amavam
ENCARREGADOS DA SUBSCR1P5AO DO SL
Alagoaa. o Sr. Claudino FaUSoDlaa; Bah..
de Janeiro, o &%
Sr. Josa Martina Aires ;
Joao Pereira Martina.
Rio
EM PERNAMBUCO.
O proprieUrio do imio Manoel Fifieiroa
Faria,na sua livraria praCa da Independencia
6*8.
d
o SESVmlf Ctt-",T0 daque,,e fer,il sl. e
g n a S" M" nao a restabelecer.
acceiUrmm^'CaD09; doceis roz d toridade,
acceu.ram com goslo a organisaco adminislr.-
eaAabqelerB? T""0 de V M- ^8* conveniente
th Para. PrP'""'r o ^" bem estar.
i h i^L"8 Vgualineole da benfica pro-
leccaodeVM. Perante o throno augusto que
.Vrul. U2 a glona 0CCUP*. desspparecem
as clanes, os odios produzidos por funestas dis-
cordias, os partidos que as teem alimentado com
o seu implacarol rancor, e s ha filhos de ums
v nSM pe sua concrdia e felicidade.
taJ a que e ufana Por asegurar-lhes essa
felicidade, e que tanto hs contribuido para a
gloriosa regenerado do seu povo, olhari S. Do-
mingos cora o mesmo interesse e sollicitude que
Ihe inspirara as outrss provincias da monarchia.
Deus, que era pocas de eterna memoria
eleven a monarchia, conservando puro o seu no-
S.tmmT0 de largas e lerri'w prova55os ha
permiltido que se recupere de seus passados re-
vezes, e possa abragar um povo separado do seu
seio em das de perturbagao e debilidade que nao
vollarao jamis:
Fundado nestas considerarles, 0 vosso con-
selho de ministros tem a honra de submetter
soberana approvagio de V. M. o seguiote proiec-
iRfii cdecwrel- Aranjuez. 19 de mato de
ooi.Leonora : aos reaes
cebera paz e o bem estar, que baldamente ha- Joto flESE*VSSJmSJSSSS
>ot ilI .
de Bustos e Castilla.
O decreto que segu
a esta exposigao vera
asugnsdo nicamente pelo presidente do conse-
Sen- ; lho, Leopoldo '
do 3.o bala-
mesma arras i
se lhe passou quando foi transferido
Iho de infantera para o 9. da
que pertence.
Dito ao mesmo.Passo s maos de V. S., para
ter execugao na parle que lhe toca, copia do
aviso que me dirigi o Exm. Sr. ministro da
guerra era 31 de maio ultimo com referencia ao
tambor do 4. batalhSo do artilharia p Manoel
de Lima.
Dito ao mesmo.Queira V. S. habililar-me
com a sua informagao de modo poder satisfazer
Dito mesms.Em vista do competente certi-
ficado mande V. S. pagar ao empreiteiro do nono
tango de 500 bragas da estrada do norte a quan-
ua de 15.810000, em que importa a prestagao
correspondente s obras daquelle lango de estra-
da, que foram recebidos provisoriamente por es-
tarem concluidas de conformidade com o respec-
tivo contralo, segundo coasta de offlcio do direc-
tor das obras publicas datado de hontem.Com-
municou-se a este.
Dito mesma.Respondendo o offlcio que V.
ivSdf L i Sr,1.mu,lslro da guerra em S. me dirigi hontem, sob n. 247, tenho a dizer
com rffrrpnru m T Po pi? 'nclusa. 1U8Prte mandar por novamente em praga com
?Zr\MhSLf a Sda,d0 d 8' batalhao Ale- o bate legal os pedagios d.a pontes dos Carva-
minf. m..m "'"v c 'hS' Iaboala<> Tacaruna, que deixaram de ser
ito ao mesmo.-Queira V. S. iformar acercas arrematados por falta de licitantes, segundo conl-
oo que exige o Exm. Sr. ministro da guerra no U do citado offlcio.
aviso de 25 de maio ultimo, por copla incluso, i Dito ao conselho administrativo Autonso o
com referencia aos recrutas que deserobarcaram,! conselho adminislratvo a comprar para forneci-
dos vapores Cruseiro do Su.e Paran afira de ment do arsenal de guerra as 3 de latao men-
serem incluidos nos corpos em guarnigo desta cionadas no incluso pedido.Communicou-se
provincia. thesouraris de fazenda. -
Dito ao mesmo.Communicando V. S. psra Dito ao juiz de direito da primeira vara.In-
seu conhecimento oue o Exc. Sr. ministro d. forme Vmc. sobre a materia do incluso offlcio do
Dito ao juiz de direito da
rme Vmc. sobre a materia u
gerra declarou-mo era aviso de 5 do corrento promotor publico desta capital e cerlides do es-
nao poder serapprovada a proposta dene com- crivo do crime do lermode Izuarass de 27 de
r' m era'n,.pregK :"9 Da *"*** 8ecre" mai0 e,12 dele ez, juntas por copia, providen-
. araSL1 fn'anQft2n0Biad0' mediale c,ando, 00 Pa" V faoccione o tribunal do jury
a gral'Qcagao mensa de 30j000. naquelle termo e seja iulnado o reo Anlnni dn
Dito ao inspector do arsenal de marinha.In-
forme V. S. quaes os reparos de que necessita a
corveta de guerra Bereniee, e emquanto pode
montar a respectiva despeza.
j seja julgado o reo Antonio do
Espirito-Santo.
Dilo ao promotor publico de Olinda.Informe
vmc. com urgencia a razo porque nao tem tido
ment o processo do reo preso Luiz de Sou-
viam procurado alguns em imaginara e comba-
tida independencia.
A Hespanha nao tinha contemplado com im-
a Hespanhs, este reino poderia receber ha muito
lempo o votos do povo dominicano, e estabele-
cer nelle um protectorado primeiro, a sua aulo-
ndade depois.
Apezar disso, anda com risco de parecer
surda aos clamores de um povo irmo, guardou
constantemente reserva, e nao alimeotou jamis
a esperanga de reiocorporagao monarchia.
Os males do povo dominicano augmentaram
entretanto, e araeagado cada dia de novos peri-
gos, guiado pelas propriss inspirages, proclamou
su soberana augusta rainha das Hespanhas.
V. M. commoveu-se profundamente ao ou-
vir o grito de um povo que a acclamava com o
maior enthusiasmo, invocando ao mesmo lempo
vnculos queridos, o gloriosas e inextinguiveis
recordagoes.
V. M., sempre generosa, teria desejado re-
cebe-Iodasde logo sob o amparo do seu throno,
oppoitunas para a
no, diciar as disposices
execugao deste decreto.
Ari. 3 O meu governo dar conta s cortes
do presente decreto, e das disposiges adoptadas
para o seu cumprimento.
A Patrie, reproduz da Gazeta de Franca a so-
guinte carta, dirigida pelo ministro do rei Fran-
cisco II aos agentes de S. M. acreditados as
corles eslrangeiras :
Roma, 6 de maio
n Senhor :
Por ordera de S. M. el-rei nosso augusto
amo oceupo-me de um novo trabalho sobre o
estado actual das cousas no reino da Duas Sici-
lias ; tambera tratarei da conduela guardada por
S. M., demonstrando que, apezar das sollicila-
goes dos seus numerosos subditos que lhe teera
permanecido irrevogavelmente
wyaiu uu sbu i iiann .hi ""i---------- dedicados, elle
mas a razode estado acbava-se no seu elevado {. abster-sede qualquer tentativa de restau-
espirito cima dos mais nobres sentimentos. J ,' 1ueJu,8a *ena agora intil einefflcaz; no
Quiz V. M. adquirir seguranga absoluta de "''h" to'l?S 'i0-8" fxer vos conhecer que.em
que os votos do povo dominicano haviam sido iQ Periodo da historia das Duas Sicilias, se
espontneos, livres e unnime*. A obra de um {!,, u *,a- um semelhante descontentamento.
partido nao poda ser aceita aosolhos de V. M. A irruaao e crueldade na repressio do mo-
intriga e a violencia repugnam invencivelmento Timeloe3Pntneo entre os povos deste paiz.
ao seu magnnimo coragao. A- B8Slr-me-ha dizer que em um nico dia a
A Hespanha grsnle, e nao ha mister de K3?* po?lcia receteu 250 lelegrsramas
novas acquisigoes para oceupar um logar distioc- .. moTlD1entos que tioham tido lugar
to entre os primeiros povos do mundo. Porm se 1 provincias, que o governo usurpador foi
Porm se
aspirasse a maior engrandecimento, nunca pro-
curara obl-lo por meios que a moral e a sa
poltica condemnassem, porque nada solido e du-
radouro pode fundar-se quando nao assente as
bases do direito e da justiga.
As actas da proclamago de V. M. em todos
os povos do territorio dominicano provem a es-
pootaneidade e unanimidade com que procede-
esmo obngado a deaarmar companhias inteiras
de guardas nacionaes : que, sera contar os mor-
ios, dos diflerentes recontros, mais de 200 prisio-
neros foram fusilados pelos piemontezes e, fi-
nalmente, que as prises e alguns conventos da
capital e das provincias, eslo cheios de presos
sujpeios. r
Julguei dever-ros por so corrente destes fac-
PERNAMBUCO.
nfTr.daJmanu,eD?ao da unlao: deffendeu a
r ZS genera W. ** ""se. coniinua-
na uet ao governo federal.
. L~ a<,n,oiragso Lincoln altacada por toda
SuTES+JbP}A' em conaequencia da
noU.?1. ^8lindada, e do pouco vigor da sua
mSTlH d" EtatS- U"i* che*a0 Pela l-
ma malla trouxe ooticiaes daquelles estsdos. das
quaes extrahimos as seguioies :
A situagao respectiva do sul o do norte ten-
se modificado profundamente em coosequencia
das noticias das ultimas quarenta e oito horas ;
podo mesmo djzer-se que se essss noticias se
conQraiarem, as cousas tomaro um aspecto io-
teiramente novo.
Durante toda a semana passada, a queslao D/ &f* em discu8af-
que se agilava era saber se as torgas do sul su- .Crui?- va"os apar
plantariam Washington de um golpe de mo ou
1./ T'. V'' cheP8m a lempo da sal-
.Man, P'h '.ederal- -Es,a ">rnou-se o ponto de
tleogao de todo o paiz, como o campo de bala-
lha mevitavel indicado
dosdous partidos.
O perigo
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Discorso do Sr. Ignacio de Barros Bar-
reto, sobre o contrato Mamede, na
sessao do 1 de junho de \ 861
Sr, deputados, seus antagonistas, era taxarem
commissaa. de que elle orador membro deTe?
.. porque assim o tem
ado o governo imperial em casos taes.
ra Francisco Xavier de Alcntara para commandar
a estago naval desta provincia, devendo V. S.
partir inmediatamente para o seu destino dei- I sileira de paquetes a Vapor raTndm
xando no commando da estago o offl:ial mais paraoRiodeJ.neiro.no
a thesouraria de fa-
graduado.Communicou-se
zenda.
Dito ao chefe de polica.Para prisao dos te-
nentes da guarda nacional Jos Bernardo de Oli-
veira e Ignacio Callado da Rocha Pioinga est
designada a fortaleza do Brum ; e ao comman-
dante idas armas recommendo a expedigo das
convenientes ordens para serem elles recebidos e
conservados a disposigo de V. S. em dita forta-
leza. Fica assim respondido
:i?r.t"'3-,r'r0s.Sr3- gentes da companhia bra-
transportar
vapor que passar do
ciou-se ao coronesieommandante das armas.
)ito ao mesmo.Devolvo V. S. o pret Ja-
diaras abonadas a recrutas pelo delegado de pou
liria do termo do Bonito, que acompanhou o sea
offlcio, n. 346, de 20 de maio prximo findo, para
que sirva manda-lo organisar de conformidade
com o parecer da conladoria da thesouraria de
fazenda, junto por copia.
Dito ao commandanle superior de Olinda.A'
vista do disposto no art. 45 do decreto de 1,130
de 12 de margo de 1853. e do que informou V. S.
em offlcio de 8 deste mezcom referencia ao at-
ieres da 7 companhia do 9o batalhao de Maula-
ra da guarda nacional sob seu commando supe-
Jos Das da Silva Jnior, que mudou a sua re-
sidencia para o municipio da Escada, autoriso V.
S. a mandar passar-lhe a gula de que trata o ar-
tigo cima citado.
Dilo a thesouraria de fazenda.Transmiti
V. S. para os convenientes exames, as inclusas
copias das actas do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, datados de 10
e 12 do correle.
Dito ao mesmo.Communico V. S., para seu
conhecimento, que em aviso de 29 de maio ulti-
mo rae foi declarado haver-se solicitado provi-
dencias do ministerio da fazenda no sentido de ser
augmentado com a quantia de 15:3499430, na for-
ma da tabella junta por copia, o crdito concedido
essa thesouraria para as despezas da reparligo
da guerra nesla provincia em o exercicio cor-
rate.
Dito ao mesmo.Declarando-me o Exm. Sr.
ministro da marinha era aviso de 31 de maio ulti-
mo que essa thesouraria com o crdito aberto pe-
los avisos de 23 de fevereiro deste anno e 16 da-
quelle mez i verbaobras-no corrente exerci-
cio es habilitado para mandar satisfazer os ven-
cimentos que se estao devendo aoengenheiro W.
Martineau; assim o communico V. S. para seu
conhecimento e-direcgao.
Dito ao raesmo.Mande V. S. pagar os venci-
mentos, relativos ao mez de maio ultimo dos of-
licises de primeira linha, clarins e tambores em-
pregados nos corpos da guarda nacional deste
municipio urna vez que estejam nos termoslegaes
a folha e prel, que me foram remellidos pelo
respectivo commandanle superior com offlcio n
73, de 13 do correte.Communicou-se ao supe-
dito commandaote superior.
notte. em lugares de proa, destinados a sa-
geirosde estado a Benedicto Jos dos Santos e
um Dlho menor, que consta seren desvalidos.
Expediente do secretario.
Do dia 15 de junho de 1861.
Offlcio ao Exm. director da secretaria de estado
dos negocios da justiga.S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, manda aecusar a recepgio do offlcio
de V. Exc. de 5 do corrente, sob n. 317, a que
rara. Em nenhuma parte se causou urna desgra- LJL.." Jii,J!P que a este respeito flquuies
nabilnaJo a opioiao publica.
ga nem se fez derramar urna lagrima.
Em todas se manifestaran o jubilo e enthu-
siasmo de um modo inequvoco e solemne. Os
Por ordem d'el-rei. o
Dilo ao bacharel Cypriano Fenelon Guedes Al-
coorado.-S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda communicar V. S. que pelo seu offlcio
de 1J do correnle, ficou intelrado de haver V. S.
naquella dala reassumido as funecoes de procu-
rador fiscal da thesouraria provincial por estarem
encerrados os trabalhos da asiembla legislativa
desta provincia.
Despachos do dia 15 de junho.
Requerimtntos.
Anna Fausta da Cunha Perno e Souza.Re-
meltido ao Sr. director geral da iostruego pu-
blica para altender supplicante nos termos de
sua informagao de 13 do corrente, sob numero
04.
Affonso Jos de Oliveira.Como requer, sendo
este apresentado ao Sr. director geral da iostrue-
go publica.
Azevedo z Mondes. Informe o Sr. capillo do
porto. r
Candida Hara da Concego.Pode seguir.
Henrique Augusto Milet.Volte ao Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Luiz Leopoldo des Guimares Peixoto.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Adriano de Albuquerque Mello, pres-
bylero secular.Como requer, sendo este apre-
sentado ao Sr. director geral da instrueco pu-
blica. r
Pedro Alexandre Nunes.A'vista da informa-
gao, nao ha que deferir administrativamente.
EXTERIOR.
A Gaxeta de Madrid de 20, publica o decreto
reincorporando Hespanha a ilha de STDomin-
gos.
Aquelle documento official precedido pela ex-
posigao seguinte :
Senhor:
Um fausto acontecimento, altamente honro-
so para a Hespanha, e poucas vezes visto na his-
toria dos povos, recenlemente occorreu em urna
das antigs possesses da monarchia.
A ilha Hespanha, a primeira que Colombo
oceupou, a predilecta da immortal rainha por
cuja nspiragao sublime se deveu o descobritneo-
poderos pblicos, seguindo"os"popros"impulsoV n.,w.v0J,0,<",'/'-a'ia 08 NP>let) de 8 de maio
obedeceram ao sentiraento do paiz que deposita- {,,, a/e8uin.l carta, dirigida pelo general
ra nelles a sua confianga.
Rara vez se vio tal concurso, tal unanimida-
de de vontades para realisar urna idea, um pen-
samento commum.
E tudo islo, senhora, sem que houvesse as
costas de S. omiogos um s navio, nem no seu
territorio um soldado hespaohol.
a Se acudiram forgas de mar e Ierra para pro-
teger o povo que proclamara a soberana de V.
M.. foi depois de 13 das, quando j o general D.
Pedro Sanlanna governava a ilha hespanhola
com universal applauso em nome de V. M.
Qualquer poder exterior que livesse opposto
obstculos ao cumprimento dos votos do povo
dominicano, exercendo urna odiosa tyrannia, te-
na olTend ido a dignidade da Hespauha, que nao
poderia sera deshonra abandona-lo aos embates
de ambigdes eslrangeiras.
A bandeira da Hespanha fluctuava j sob o
co aonde a conduzio o immortal Colombo com
a luz do Evangelho, com a civilisagao mats per-
feta que naquella gloriosa poca
algum do mundo.
As forgas de mar
possuia povo
e trra de V. M. deviam
Garibaldi associago operara de aples, que
me liona offerecido a presidencia honoraria da-
quella associago :
Acceito com reconhecimento o titulo honro-
so de presidenie perpetuo honorario da socieda-
de Operara Napolilioa.
Sois o primeiro centro da populago da pe-
nnsula, e deveis marchar a frente da classe ro-
busta e laboriosa de todos os povos da Italia.
Portento, urna solidariedade muito firme entre
uns e outros deve cimentar essa unidade indisso-
iuvel, nmea base da liberdade e da prosperidade
da propriedade.
Christo langou as bases da gusldade entre os
homense entre os povos, e nos devemos sar
bons christios.
Mas comraetteramos um sacrilegio se pre-
aistissimos na religio dos padres de Roma. Sao
elles os mais ferozes ioimigos da Italia, e os que
mais se devem temer. Bani pois da nossa trra
essa seiia contagiosa e perversa I Queremos que
os nossos padres sejam christos, mas nao da
reigiao dos nossos inimigos.
Exista o rei valoroso a todo o custo I Mas
fracom os padres da cidade
dos foram, delidos ,
do executavam as ordens
defend-lo'contra qualquer traVe.'e'pr"otwe'r"a^ EZTT .^SZ 2 c,daae e.,er,na com os
mesmo lempo a independencia do povo io*m ni- Te' Jfttl!?El7gSf!
cano e a integridade do seu territorio. -! _. .-5"!.?.or, hoJ8 Jul . Nao lomaram posse deste em nome de V. M.
Esse aclo. executado sem aulorlsagao nem conhe-
eimento do vosso governo, teria deslustrado a fa-
ma de que gozara pela sua disciplina e pelo seu
valor e lealdade. i
Porm, se ento ae limitaram
aliar a misso que lhe confiou
vos no futuro estarei comvosco de corpo e alma,
a parte onde o meu coragao poder servir
aos filhos do povo.
Vosso
J. Garibaldi
general de Habana:
a desempe-'
o digno capito
. se o povo dominicano per-
manecen tranquillo esperando a rosoluco de V.
M., lempo j de que cesse a incerteza e ae fi-
xem os seus definitivos destinos.
A demora na adopgo de urna providencia.
L-se na Part'e :
Sabemos, por um despacho particular de S.
Petersburgo, que o habitantes da provincia da
Eslhooia, aeabam, como fizeram os da Finlan-
dia, de reclamar os direitos e inmunidades que
Ihes linham sido prometlidos pelo ukase, que em
depois de reuddos"todoV'os'dadVem m. C2 816 Promul"ou imperador Alexandre 1, quan-
fufdar-se. ttpUttXJt S"^^^ ^^ P",e *
ceio, e nao cabera taes sentimentos no governo
de um grande povo, quando se ventilara questes
para a decisao das quaes antes se ha de escutar a
voz da honra, do que os cooselhos fros do inte-
resse e da conveniencia.
Voltaro rosto a um povo dosgragado, exp-
2! .;P" ''<"'"" >'"li4i a mi bs: Jo imperio. "c">
M.i.1. """""" "" """"""' *"". M-0..56. d. 'MU. ongu o. i!ra
perador da Russia digoou-
se autonsar o goveroo de Revel para receber
urna supphca respeilosa contendo os votos dos
Eslhonios.
Esie documento, que, segundo se diz repelle
as priuclpaes prescnpgoes da constiluigo de
15bl, revella os sentimentos da mais profunda
'y
no golfo da Finlandia
a aua proximidade da
mais ioteressantes
governo a Hespanha inteirs, nao vscillaro em
acceita-los.
.i0a Pro.cedend. a"i,n no e ofrendar direito
algum de particular, nem de povo. S. Domin-
gos nao.estava ligado por obrigagao. por pacto,
porestnpulagao de nenhum genero que o emba-
ragassem no livre exercicio da sua independen-
cia. Os nicos vnculos que havia conservado
erara os da sua primitiva nacionalidade
tnbutou sempre um coito ioalteravel *
a Por felicidade. nada ha que mudar no seu
estado social. Os aeus habitantes sao livres A
escravtdao, oecessidade de oulras provincias, nao
a qual
Le-sa no Globe:
As nolieiaa de Texas dizem que as tropas
federaos estavam acampadas em Gren-Lske, que
tinnam tomado Iodianoia, e que se estam forti-
ficando.
Aquellas forgas sao de 600 homeos ;
ravam-se mais 600 de de Santo Antonio.
O governadorde Termesse informou o pre-
sidente Lincoln de que nao forneoerla tropas ao
ISTiS?i. federaI- mas Ia* mandara mais de
&0.O0 nomens contra o norte.
O senador Dioglas fea um discurso enrgico
espe-
para o primeiro choque
de Washington provinha de duas
causas, as quaes urna se derivava da oulra a
attitude hostil lomada pelo Marylaud e pela Vir-
ginia; a ropossibilidade momentnea de fazer
cnegarreforgos ou provisdes insufficiente guar-
nicao encarregada de defender o Capitolio ea
tasa Branca. Cercado pela insurreigo dos dous
estados nos quaes est encravado. o districto de
Columbia eslava aberto de toda a parle ao ata-
que, ao mesmo tempo que era incessivel s tro-
pas levantadas ha pouco para o salvar.
O restabelecimento das commuoicagoes fez
aesapparecer o que pareca ter o perigo de im-
mDe e 1uasi irremediavel. Com 5,000 ou
h.WQ nomens de reforgos, e o caminho aberto
cons anto chegada de novos auxiliares, Was-
ningtoo hcou as circumslancias de resistir.
Hoje apreseota-secomo inleiramente desva-
necido o periodo do ataque, em consequencia de
urna mudenca occorrida na,attitude doMaryland
e da Virginia. J
O primeiro destes estados, que se dava por ir-
remissivelmente votado causa da cessago, e
que tinha dado as primeiras garantius causa do
MI, parece ceder a urna completa mudanga. A
legislatura, da qual se esperava urna ordenanga
immediata de desuniio. acaba, pelo contrario,
de se reunir mostrando as disposiges mais con-
servadoras. O governador, que por instantes es-
tivera testa do partido separalisla, faz ouvjr
cooselhos de moderagao e de reserva ; a bandei-
ra federal, banida ha dez dias, reapparece nao
so no campo, mas as ras de Baltimore. J se
nao pode fazer queslao da sua cooperago com o
sul; ao grito apparentemente unnime a favor
da lula, succede hoje as proposlas de neutrali-
dade.
Proclamago do presidente proclamando o blo-
queio dos portos da Carolina do Norte e da Vir-
ID16 '.
n.*^Sderan.do 1ue' Pelas raloes consignadas
na minha proclamago de 19 desle mez, foi or-
denado que se estabelecesse um bloqueio dos
portos dos estados da Carolina do sul da Georgia,
da Horida. de Albame, da Luziana. do Mississi-
ii r e cot)s'derando que depois da-
quelta foram aprehendidas as propriedades pu-
blicas dos Estados-Unidos, que se embaragou a
cobranga dos rendimentos, e que os fuocciona-
s nomeados pelos Estados-oi-
e conservados presos quan-
..Jens dos seus superiores, e
foram embaragados no cumprimento das suas
lunegoes, sem o menor procedimento legal, or
HS H<,UecP.reeQdiam obrar Pr P'8 da auto-
Norte ser igualmente estabelecido um bloqueio
effectivo dos portos destes estados.
do anno de N. S. de 1861 e 85 da independen-
cia dos Lstados-nidos.
Abraham Lincoln.
Do Jornal dos Debates extrahimos o texto do
discurso proferido pelo imperador da Austria no
aclo da abertura do conselho do imperio :
.. E.st0lJ firmemente convencido do que as ins-
lituigoes livres e legaes de todas as nacionalida-
des nao de ser salulares para toda a monarchia.
a contirmagao do direilo do estado apoia-se na ba-
se de urna autonoma das provincias, compati-
vei com a anidado e autoridade do imperio.
A applicagao das formas constitucionaes est
sanccionada. As dietas provinciaes sao um facto
consumado que sucaessvamente chegar a obter
urna confirmacao sempre crescente por parte das
assembiasque se ho de renovar regularmente
as dietas provinciaes votaro leis que corres-
ponderao s necessidades e s exigencias dos
povos.
a O seu adamento: motivado pela necessi-
dade de que o conselho do imperio se oceupa de
suas diversas tarefas, que alera disso nao ficaro
sem solucao, apezar da diversidade das polticas
oacionaes e eclesisticas, se ama reciproca equi-
dade, um espirito de tolerancia e de conciliaco
exislirem no seu espirito.
Onde ostiver protegida cada nacionalidade.
ninguemver refutar o seu desenvolvimeuto,
e todas coostituiro um poder imponente que
satigfazendo no interior, porque a sua satisfaco
se basea na liberdade, nao deve inspirar receio
algum no exterior, porque evita, pela sua nalu-
reza, qualquer aggressao.
Da confianga que nasce da legitimidade deste
estado de cousas edaintellgeocia dos povos, de-
ve esperar-se que a queslao da representagao da
Hungra, di Cracovia, da Esclavooia, e da Trao-
sylvsnia no conselho do imperio, tenha dentro
em pouco urna solugo favoravel. e logo qoe a
representagao da monarchia esteja completa.
Esperamos que nos podereraos regosijsr
Iranquillameote com os beneficios da psz. A Eu-
ropa comprehende que tem necessidade della, e
a generalidade daste senlimento impe s poten-
cias o dover de nao expor ao menor perigo o que
e tao precioso. A Austria reconhece a solida-
nedado deste dever, e est persuadida de que
ser assim reconhecida pelas outras potencias,
tanto mais quando os esforgos devem chegar al
a fundagodeuma nova era de prosperidade.
Os primeiros trabalhos da ordem do dia sao
o restabelecimento do equilibrio do orgamenlo
por meio da introduego da autonoma provin-
cial departamental e coramunal, e pela diminu-
gao do orgamenlo militar, o ajuste das relages
entre o eslado e o banco nacional, modificacoes
nos impostos e outras leis importantes.
A nossa tarefa fazer aahir a Austria da cri-
ac actual ; nocestario que esla tarefa se cum-
pra, mesmo cusa dos maiores sacrificios. Os
representantes do imperio prestaro o seu con-
curso cora a aua idelidade, tantas vezea experi-
mentado pelos diflerentes povos, as circumslan-
cias mais difflcieis. as suas mensag&ns tem elle
declarado que preciso conservar a unio de to-
dos os paiies do imperio. E' do meu dever so-
era?o proteger a constiluigo dada pola patente
de 26 de fevereiro, a qual serve de base monar-
chia unitaria e indtvisivel, e repellir qualquer
Uque contra ella. H H
[Jornal So Commereio, de Lisboa.)
--------partes ).
U orador admira-se da impugnagSo, que sof-
"rios aueUrPrDnh80nSlaS> ifA,T- reconhecem e at propugnara pela ma-
'festacao expressa da assembla sobre as decla-
alteragoes feitas em tal contrato pelo-
da provincia : por quanto
nobres deputados reco-
de urna manifestago ex-
prios
ni
rages ou
ultimo ex-presidente
se para o menos csses
nhecem a necessidade
SE?a da assembla. cora maioria de raz'o deve-
nam confessar, que para o maisl para o contrato.
fSL* tam.bem indP8"^'eeUoen-
"". a P'ena Pprovago d'assembla o
;,'" e nao como elles pretendem, urna
presumida approracao por meio de deduegoes.
0 Sr. Luiz Fehppe : Apoiada. V
1 t^ruzam-se varios apartes ).
0 Sr. I de Barros Brrelo : E' fondado nr
raesrao pr.ncipio. abragado por seus antagonis-
Liffi rad.r dZ' qU9 o contrato Dofll"-
f^fd0' ,V,sl que ainda nSo ><"e sobre e le
assentimento expresso do poder competente
. O orador nao admitte, de sorte alguma aue a
imple, votagAo d ruDdos obraSTeSse^on-
trato possa supprir esse assentimento expresso e
positivo; por quaolo o contrato nao versa uni!
mh fKre Pa?ament<> <8 obras feitas ; mas
r..mm Sbre C8rlas'sengoes e regalas, que im-
portara em revogagoes de leis expresase. Revo-
TJSZnT que f eteoier lo orador na" Jo-
S?J?." e7m. ,er T,80r 8ein at, expresso do
tt^JSSS^ queem ,al casos e aem*
blea provincial. O principio contrario seria al do
STiSf "torio das liberdade. pubfes
madn, .pmem Tp,u> em que os "los consum-
Sta fnr *?,0.Pre,l,ifl0- Pder "CUtivo
lana forga ou tanta confianga na condescenden-
nr, on0SoaS assemblas. Pa que estejamos sem
8IL1. i/r.ei Kf1 qUC semel"aote condescen-
eederdi admitlindo-se essas approvaces por dedu-
Qoes. fc, de mais o principio de que s lei expres-
-! HTOg,ar l\11 lei' nao innovagao. mas
de nosso direito publico: varias leis provinciaes
E-tES'S d'erSas de leis raes teem vfgor
nao sendo por estas expressamente revogadas?
OTLmnrtC0neqUe0C,,a d0 qu8 orador acaba do
rfr,.r.ique elle-. Ouvindo 8 fallar e" fi I
conraosdiz que, atravez desse allegado e pro-
vado, que s autonsar semelhante reclamado,
aos que eslao affeilos as lidasdo foro commum
elle orador v alguma cousa mais : v a MU&
leg.t.magao sux generis do contralo. da parle do
poder compleme, urna vez que este nao queira
f rrav.m ?berania' ae1^ o pode fazeqr
1 Lruzara-se numerosos apartes )
OSr. I. de Barros Brrelo : Falla-se tam-
,e" "mCn,,ra,U> blIa,eral yMH-imatico po-
rm de em lado o orador v um empreiteiro
de oulro elle nao v a provincia, cojo represen-
"!) 6r ,Pd/r 'eislali'o provincial, mas en
S2L12? S o u.m Pre3iJeole sem os peder"
u??P"lern ?" Por-lanl0' se semelhante contra!
lo e perfeito, se nao pecca em sua forma exter-
uX lnUrHai as duas Pes contratante
l 22"' naer'a d8 i"8 ah nao Bm-
ra a provincia.
ronir^I.i KSS,ad0 8ua oP'oi" de que c-
contrato at hoje anda nao foi legitimado pe-
lo poder competente, embora sua ealencia de,
algum modo seja reconhacid. por aae meam
poder, diz que semelhante principio oda
do nao podesse ~*
subsistir em virtude
quan-
direito publico, oto S im anoraaT.aM empelo
tyrJ} : P0is.ahi succede laa>b"> admtulr-
se o reconhecimento da existencia de faci sem
TI" MOu a leilimiao 'elles. como da"
2--?j "\UeUe C0her,l8ir0 que. estando at da
ZSZJnt T- em ?irLlude de P'rtilhas feitas
2 9 a-3-.de ma,i oherdeiros. tem em certos
casos o direito de intentar acgo contra estes
sobre essas mesmas parlilhas.
( Cruzam-se varios apartes J.
O orador continuando diz : esta assembla lan-
r.,nMreC0"leCeu aiada a tegilimidade do con-
trato Mamede que no anno passado decretou, que,
Pa,gi,V,e eSSe emPreiteiro com apolices, quan-
do da leltra do contrato (a estar legalisado) isso>
nao devia inferir-se.
O orador conclue, que se em virtude dos prin-
pios de nosso direito poltico e tambera pelo di-
22? ?"/ u fi?aItnenle Pe'o facto nao interrom-
pioo da falta de assentimento expresso. o poder
competente anda nao legalisou o contrato Ma-
mede. a commisso de orgamenlo eslava e est
rtm.SaemUQfrei,t0 ind.lcaodo bases para legalisagaa
de semelhante contrato.
REVISTA DIARIA.
ii.'e func?ionan(,o Junta de qualificagao
deste anno pertencenle a esta parochia, tend
sido installada nodia 16.
Compdem a meza por parte dos eleitores os
brs. Caetano Silverio da Silva e Francisco do
bouza Reg Monteiro. e por parte dos suppleu-
tes os Srs. Joaqun Francisco de Torres Galindo-
e Augusto Xavier de Souza Fonceca.
Sabbado suecumbio repentinamente urna
preta velha, maior de 50 annos. defronte do por-
tao do cemiterio publico.
As circumstancias ou antecedencias que ligara
esse fallecimento, do-lhe o carcter de urna
nspiragao. providencia ou intuigo da morte
da parlo da finada. *
Pela manhaa d'aquelle dia. arrumou ludo
quanto possuia n um especie de trouxa. e. de-
pois de despedir-se de varias pessoas. as quaes
dizia que la mudar de residencia, diiigiu-se com
a referida trouxa na cabeca para a nossa necro-
pole, em cuja entrada rocebeu-a a morte 1
A manhaa deve ter lugar, peranle a junta
da fazenda provincial, a arrematagSo dos peda-
gios das pontes do Caohaoga e Bujary.
Al o flm do corrente anno suDstituem-se
ao par as notas ou sedulas de 100a e 200 rs.
da primeira estampa, e de papel braoco.
Estas sedulas substituidas sao aa que tem es-
cripia no talo a importancia respectiva em ca-
racteres manuscripto*.
Osfiscaea das difiranles freguezias desta
cidade publicara, para aciencia do publico, o ar-
tigo 2 das posturas de 20 dejulho de 1860, era
virlude du qual prohibido o costme de'acen-
derem-se foguelrss no dia de S. Joao.
A multa pela infraegao de 20O0O rs.. tri-
plicando na reincidencia.
Ainda foi transferida para o dia 21 a arre-
matagao do randimento dos chafarizes e bicas da
agua potavel desta cidade.
Rejaettem-aos, o seguinte, acerca do ia-


.-
m

IIQi

UR10 DI tB&lAHBUOO.%- QlURTi FEUU 19 DI JUNHO I 1M1,
tendi da cidade de Glarus, oa Sussj. Os Srs.
Schatheintlin & C, resideetes oa ra da Cruz
invocam a magnauimidado da nossa popolago
para soccorrer as pardas dcsses iotetites hab-,
tantea. Juntamos nosso pedido ao d'aquelles
Srs., para qae je realize lio meritoria idea :
a Temos de deplorar na Suissa um desastre,
maior lalrez que oeste scalo lem altgido o
nosso paiz, e bem merece o interesae geral.
Na noite de 10 para lt de maio lavrou na
cidade de Glarus eenhecida em toda a parle pala
industria doa seus habitante urna conflagagio
lerrivel. Em consecuencia de um forte vento tul
do o incendio espalhoa-se con tanta rapidez que
dous tercos da fioresceate cidade em poucas ho-
ras estavam reduikdos a cimas: 3,000 pessoas
peuco mais ou menos ficaram aem abrigo, e dos
devoradas, apenas pederam escapar com vida.
E' verdade que os edificios devorados esta-
varo seguros contra o incendio, porm sendo ac-
cionistas desla empreza os habitantes soroenie
do Cantao declaras, que nao exceden) a 40,000,
nao tem meios de indemnisar as perdas da cida-
de de Glarus, hoje reduzida a ciozas, por ser a
em que a populacho era mais abastada do que
em qualquer outra do Canto. Se as outras po-
Toacoas liveesem de procurar a somma do se-
guro dos edificios consumidos pelo incendio
u'uoi complete exhaurimento e n'um desalent
animoso, a miseria em lro, seriam as conse-
quencias do acoutecimeoto, occrescendo-se que
-os beos movis doi incenoiados, e justamente
os dos que nao tem fortuna alguma, nao esto
segurados. Em vista deste desastre imraenso
jua assolou Glarus, manifestou-se em toda a
Suissa o mais ardente desejo de presiar-lhe ali-
vio, nao temendo sacrificios. Porm por censa
da euormidade da cataitrophe, que o nosso paiz
tom de deplorar, eremos potermos dirigir-nos
caridade des paizes estrangeiros e ao commer-
cio d'elles, que tem relajees com Glarus. J
suuilas vezes, e eremos poder dize-lo nesta mo-
menlana occasio, sem que nos ceosure de in-
discretos, a Suissd deu provas, que onde era ne-
cesario soccorrer ao infortunio, os limites e a
distancia dos paizos desappareciaro. Ousamos
esperar, que os outros paizes sigam os mesmos
principios a respeito de Glarus.
As dadivas caritativas que Vmcs. livereru a
boodade de nos enviar, mandaremos livres de
despezas Glarus, e das sommas de dinheirus
recebidos e entregues daremos a cotila devida.
Zerric, 14 de maio de 1861.
Estecoovile para prestar soccorros aos incen-
diados de Glarus, nos foi enviado pela juma dos
soccorros em Zerric, e permitlindo-oos de com-
munici-la aos commerciaoles desta prega que
teem relages com Glarus, que virilarara a Su-
issa e a todos aquelles, que movidos pelo gran-
de desasir, que prorompeu sob esla cidade. de-
jariam soccorrer os incendiados, oTereceraos-
nos acceilar as offrendas e remelle-las a Zer-
ric, e em tem lempo conveuienie dar 'ellss a
levida conla.
Recife, 17 de joho de 1861.
Schafhtitlin e C.
Reassumiu liontem o commaniio interino da
slago naval desta provincia o Sr. capito de
fragata Joo Gomes de Aguiar.por ter de retirarse
|>ara a Baha no prximo paquelo o Sr. capitao
de mar e guerra Lourenco da Silva Araujo Ama-
zonas, que foi ltimamente nomeado inspector
-do arsenal de marinha aquella provincia.
Continua ne exercicio de secretario c ajudaute
de ordem interino da eslogo o Sr. 1" lenle
Joo Goocalves Duarle.
A coiveta v8por Ipyranga, cuja entrada
Basle porlo j ooliciamos, vem fazer parlo da
estaiao naval desta provincia, em subsliluigo
crvela vapor Pedro 11 que por esles das lem
de regressar c le.
O vapor Ipyranga, um dos mais lindos vasos
da nossa marinha de guerra, euroa das glorias
do nosso distincto constructor o Sr. Napoleo Le-
"el, que estreaodo em sua conslrucgo soube
unir o ulil aogradavel doplandoa nossa mari-
nha com um navio bonito, de boos comraodose
arranjos internos ; de urna fortaleza incoutesta-
el, e melhores qualidades que se pode desejar
para o mar.
Sendo o Ipyranga um perfeilo navio de vela
lem urna machina auxiliar da forga de 70 ca-
billos, a qualapezar de insignificante em relacao
ao seu casco muilo suicieule para dar-lhe
urna marcha mais que a regular, a sua quilha
Oo comptiraenlo de 140 ps inglezes, a boca de
24 e puntal de 12; monta sele cauhoes obuzes
de calibre 30, sendo um em rodizto e seis em ba-
larla* e cala apenas nove ps e 3 pollegadas
d asua quirido carregado.
E' por cerlo esle navio mais conveniente e
proprio para auossa eslscao, per eslar as me-
lhores condiccoes de pdr satisfazer as exigen-
cias do servigo que se destinar.
O commandanle do vapor Ipyranga o Sr. Io
tonente Jos Maximisno de Mello e Alvim, e os
seus officiaes sao os seguioles :
2o lenle immedialo, o Sr. Felippe Firmino
Rodrigues Chaves
2U cirurgio. o Dr. Francisco Julio de Freitas
Albuquerque.
Commissario, o Sr. Frederico Jos do Sacra-
mento.
Esciivo, Manoel Vicente da Silva Guimaraes e
os Srs. pillos Amabile Merciea, e Joaquim
AbruCoelho da Silva Jnior.
Passageiros do hiale nacional Invenci
Tel. viodo do Aracaty.Malinas Consen, Ino-
cencio Rodrigues Lima, Thereza Maria de Jess,
llaiia Rodrigues Pereira, Joanna Dutra de Ma-
cedo. e 1 escravo a entregar.
Passageiros do hiale brasileiro ciVideta,
ahidopara o Aracaty. Agoslinho Marlins Mo-
reira-Joaquim de Souza Hibeiro e Manoel Zefe-
rino Goocalves Torres.
Poram recolhidos casa de detengo nos
das 15,16 e 17 do correte H homeus e 2 mu-
lheres, sendo 6 livres e 7 escravos. a saber:
jrdem do Dr. chefe de polica 4, inclusive o pre-
lo Jos, escravo de Antonio Celestino Alves da
Canoa; a ordem do subdelegado do Recife 2, in-
clusivel o preto Isaac, escravo de Manoel Patri-
cio ; a ordem do de Sanio Anlonio 4, ioclusivel
o pardo Germano, e os pretos Thomaz e Bene-
dicto, o Io escravo do Joo Firmino Cavalcanle
de Paulo de Amorim Salgado e o 5o de
Joaquim Cavalcjnie; a ordem do de S. Jos 1;
a ordem do da Boa-.isla 1, que o preto Joa-
quim, estravo da viuva D. lgnacia de tal; a or-
*em do da Capunga I, que o prelo Itidro. es-
cravo de Manoel Goocalves.
-Monialidaui; do da 18.
Joaquim dos Sanios, Pernambuco, 35 annos,
casado, Boa-vigla ; nazarea.
Luiza Maria da Conceigao, Pernambuco 65
anuos, viuva. Boa-vista; peueumoua.
Felisberto,2 annos, Pernambuco' Boa-visla ;
oese coovulsa.
Luiz Luis de Mello, Pernambuco, 65 anos,
olteiro, Sanio Antonio ; hernia.
Matadolro publico.
Mataram-se no da ludo crlenle, para o con-
-sumo dasla cidade, 125 re/es.
No dia 17119.
y$3K

Relator o Sr. desembargado' Gilirana.
Sorteado os Srs. desambargadoros Lwrengo
Santiago, Accioli c Molla.
Improeaento.
ACCRAVO DE PETigO
Aggravante, Jos Jscoata Tasso; aggravado, o
juizo.
Relator o Sr. desembargador Gilirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Sllveira,
e Silva Gomes.
Deu-se provimento.
REVrSIA CIVIL.
RecorreDle, Luix Antonio Alves de Camino ;
recorrido, Justino Francisco Pimentel.
Juigou-aea favor do recorrido.
APFBLLACOEB CIVEIS.
Appeljanle, Andr Ferreira do Prado; appella-
do, Joao Soares Pereira.
Confirmada a sentenca.
Appellaole, Joao Flix NepomueeHO Jnior ;
appellado, Jos do Reg Lima.
Confirmou-se asentenga.
Appellanie, a cmara municipal; appellados,
os herdeiros de Manoel Luiz da Veiga.
Cunurmada a sentenga.
Appellaole, Manoel Francisco Vieira ; appel-
lado, Mauoel Odorico Cavalcaoli de Albuquer-
que.
Reformada a senlenga.
Appellanie, Rita Candida Vianna ; appellado,
Dionisio Dias Pereira.
Reformada a senlenga.
DILIGENCIAS CRIBES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
juslica, as appullacoes crimes:
Appellan^, o jizo ; appellado, Cemenlioo
Soares da Cunha.
Appellanie, o juizo ; appellado. Francisco Coe-
llio Galuxo.
IIU
Appellaule, Manoel de Barros Albuquerque; pellir os golpea (Jos leus adversarios, quer elle*
ppellado, o juizo. veoham de cima quer de baixo.
O que queris que urna poqueoa clssse de po
Appellanie, Antonio Rodrigues Fiobtico : ap-
pellado, o juizo.
Appellaole, o juizo ; appellado, A&tetrio Cy-
pnaoo.
Appellaole, o juizo ; appellado, Francisco An-
tonio Limoeiro.
Appellante, o juizo : appellado, Luiza Joaaoa
da Looceicao.
AP.e,A,ole ttl10 PPellado, Aolooio Soa-
res Vi Ma.
Appellante, o juizo ; appellsd.0. Manoel Joa-
quim doa Santos.
Appellante, o juizo ; appellada, Mari* Barbosa
das vlrgena.
Appellanie, Jos de Souza Marlins ; appel-
lado, o juizo.
DESIGNACAO SE PA.
Asignou-se dia para julgamenlo dasseguintaa
appellagdes civls :
Appellaole, D. Rita de Carvalho Paes de An-
drade ; appellados, o desembargador Figuelrade
Mello e outros.
Appellaole, o juizo
Irmaos
appellados, Oliveira &
appel-
Appellante, o juizo
lomo Barbosa.
Appellaole, o juizo
de Barros.
Appellanie, o juizo
mes da Silva Xebinga.
Appellante, o juizo ; appellado,
Francisca, escravos.
Appellanie, o promotor ; appellado, Francisco
Rufino Batioga Braga.
appellado, Mariaooo Ao-
appellado, Candido Jos
appellado, Antonio Go-
Fnucisco e
Appellante, Manoel de Almeida Lima
lado, o prelo Lour- neo.
Appellanie, D. Caelaoa Nogueita de Souza ;
appellado, Antonio Nunes Pereira de Azevedo.
Appellante, Jos Benevides de Albuquerque ;
appellado, Manoel Buarque de Macedo Lisas.
Mandou-se pagara multa na appellacao civil;
Appellante, o mejor Joo Barbosa *0a Silva ;
appellado, Manoel Roque de Souza.
D18TRIBUIC0ES.
Ao Sr. desembargador Gilirana, a aria leste-
munhavel :
Aggravante, mbelino de Paula de Souza Leao;
aggravado. o juico.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, as
appellagdes civeis :
Appellante, Joao da Silva Coelho ; appellada.
Hita e Maria.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, a appel-
lcao civel.
Appellante, Maximiano Francisco Duarle ; ap-
pellado, o juizo.
As 2 horas encerrou-se a sesso.
TABELLA do rendimento da alfandega de Pernambuco no
mez de maio do corrente exercicio, comparado com o
deiguaes mezes dos dous ltimos annos.
IMPORTACO.
Dirtilos de importaco para consumo............
Ditos addicionaes de 5 "/o--.....................
Ditos addicionaes de 2 /......................,
Ditos do baldeagio e reexporiago..............
Ditos de baldeago para Costa d'Africa........
Expediento dos gneros estrangeiros navegados
por cabotagem..................................i
Expediente dos gneros do Paiz.................*
Expediente dos gneros livres....................
Armazenagem das mercadorias...................
Premio dos signados............................
DESPACHO MARTIMO.
Ancoragem...,....................................
Direilos de 15 % das embarcaedes estrangeiras
que passam a naciooaes......"..................
Dilos de 5 % na compra o venda das embarcaces.
EXPORTAgAO.
Direilos de 15 % de exportaco de pao Brasil.....
Ditos de 5 /0 de exporiag......................
Ditos de2 % de addicionaes......................
Ditos de 2 7 de exportago......................
Ditos de 1 7 do nuro em barra................
Dilos de ,4' 7o dos diamantes....................
Expediente da Capatazia........................
1860 1861
INTERIOR.
Multas.........
Sello do papel
flxo............................
. proporcional....................
Imposto dos despachantes........................
Emolumentos...............
EXTRAORDINARIA.
Receila eventual.
90:14 *j>z84
33:265J587
1369330
162^816
17925l
2:210806
678500
2:5068035
4678915
2:1418850
75*000
1008000
34:1308994
13:65*1340
11J216
791S680
12G&923
614$720
1473590
378500
69fi000
58072
1859 a 1860
Muimos da provincia das Alagas................
I Dizimos da provincia da Parahyba...............
Dizimos da provincia do Rio Grande do Norte....
Contribuigo de caridade..........................
381:0450102
57958265
5268738
46085S
2948502
388:1228191
233:367g508
938741
500S545
1:8588530
6278910
2:1578961
501J780
1.9418900
2048000
3018500
45:5348206
526S050
3768633
6048120
173S1O0
12850X1
80JOOO
1858 a 1859.
404:5768653
248458
5278363
1:0068611
2:609!49
3:9778327
2:2178000
4778962
67:908001
26:9238283
36J415
7728450
3608232
578J320
2448636
1068250
318680
288:8648984
5:8378976
3300836!
1:2088804
2188548
299 430*676
511:7778995
4:3588917
4408383
946*837
4618396
517:985B5-8
Alfandega de Pernambuco 31 de maio do 1861.
O 4o escriplurario, Batilio B. Furlado.
Communicados.
Um dos mais bellos Iriuraphos que temos
assistido em oossa vidari; sem dnvida, a bri-
lhante votaqao que, em Janeiro do correle anno,
obleve dos diguos eleilores do 3o districto eloi-
loral desla provincia, o Exm. Sr. conselheiro An-
tonio Coelho de S e Albuquerque, como candi-
dato urna cadeira na oamara quatrienal.
Ninguem ignora hoje que nessa porfiada cam-
panha. em que S. Exc. achou-se ento empenha-
do, despresando o concurso de meios indignos de
aeu carcter, procurou merecer os soUragios dos
seus committentes, sem abocanhar a repulagao
dos seus competidores; porqne, na opiuio de
8. Exc, esses tramas misteriosos e sinistros, ur-
didos as irevas, sao lagos Iraigoeiros que os
candidatos armam a bda f dos eleilores, na eleigo, ambos temos pela mesoja cartilha, embo-
mesma occasio em que pretendem um diploma ra divergentes quanto ao mais. Forera nao per-
dedeputado, que iucooteslavelmeote um altes- camos lempo, e vamos ao que inleressa. Res-
sinceras e profundas, quanto singulares ; pois
que elle, segundo me informara, o uuico d'en-
Ire os dignos collegas, que com elle militam em
quereros meios indirectos de eleiro Entretan-
to,agradecendo-vos o pivio aviso.dir-vos-hei que
asorpreza, apezar delle, sempre se di. E como
nao capitular assim o facto do se ajustaren! dous
homens, que al neni se fallavam, e sahirem no
mesmo dia. na mesma hora e da mesma ra, um
de urna salgada e outro da outra opposta, mar-
chando cerleiros e armados contra mim que pas-
sava, pacificamente, pelo meio da ra 1 ? Se nao
t'.nhaui por liui emprensar-me, quo outro alvo
tiuham ?
1. votante primario.Bem podra responder
vossa injusta queixa dizendo-vos apenas, que
cao pode dar-se sorpreza, onde a previso ne-
cessaria ; deveodo vs saber, quo em materia de
CHR0N1CJUUICURIA.
TRIBUNAL DA RELAClO.
SESSO EM 18 DE JL'NHO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. Sil. CONSELHEIRO EHMBLINO
DE LEO.
As 10 horas da manhaa, ahando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Silveua, Gilirana, Lourenco Saotigo, Silva Go-
mes. Molla. Pereltie Accioli, faltando o desem-
bargador Guerra, procurador da corda, foi aber-
ta a sesso.
Passados os feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguintes
JULGAMENTOS.
RECURSOS CRIHES.
ReCorrenle, Antonio Bezerra Carneiro da Cu-
cha ; recorrido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Caelano San-
tiago.
Sortead. os Srs. desembargadores Accioli.
Ilotta e Perelti.
Nao tomaram corAecimenlo.
Recorrente, Jote Leandro de Barros ; recor-
torrido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Perelti.
Sorteados os Srs. desembargadores Costa Molla,
Caelano Santiago e Sveira.
Improcedente"
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Fran-
cisco de Mello.
Relatero Sr. desembargador Accioli.
Sorteado* os Srs. desembargadores Caelano
Santiago, Gilirana e Silva Gomes.
ivao tomaram conhedmeolo.
Recorrente, o juizo; recorrido, Anlonio Fran-
cisco Cesar.
lado de confianga, passado pelos mesmos elei-
lores.
O resultado, como todos sabem, foi sor a can-
didatura de S. Exc. acolhida com enlhusiasmo
pela graode maioria dos eleilores do 8o districto,
e pela opiniao publica, que pronunciou se por
S. Exc, j por ser fllho e morador no mesmo
dniricio, e ter nelle sua familia e ioteresses Tj
porque. coDhecendo perfeilamente as suas ne-
cnsaidades mais vitaes, era o seu orgao natural
e legitimo representante; e j, finalmente, em
atengao aos relevaoiea servigoe que, com rara
aolicilude, tem S. Exc. prestado ao paiz.
Assim pois, si S. Exc. obteve urna volagBo to
brilnanteno principio deste anno, arcando com
adversarios poderosos, que dispuoham de im-
mensos recursos; eslamos convencidos de que
nao conseguir um resultado ioferioragora, que
acaba de ser chamado pela confianga da corda
para oceupar o imporlanlissimo cargo de minis-
tro dos estrangeiros.
O respeilavel corpo eleitoral do 3o districto ha
de maoter em todo seu explendor o grande pres-
tigio (que grangeou lhe a fama de sua mora-
lidade, e independencia) sustentando aquello
que foi representa-lo na cmarapor ter mere-
cido a sua confianga, e mostrando desl'arte ao
paizque seus principios sao to firmes, como
consequentes sao os seus actos, e invariaveis as
suas ideas.
A lula ser por ventura renhida, e a victoria
disputada; mas, oremos firmemente que por
fimS. Exc.. mais feliz do qae Mario nos pan-
tanos de Minturno, conseguir desarmar o Cim-
bro, que pretende feri-lo.
Recife, 19 de junho de de 1801.
O. S.
Eleiyo
Quest&o eleitoral,
directa.
VII
Fogo de eruzttaou o tltilor directo com dous
votantes primarios.
i." volante primario.Hoje, amigo eleitor di-
recto, vollo carga, e venho disposlo a obter as
honras do triumpho porque recomiderando a
questo da reforma eleitoral, enlrei no couheci-
mento de qoe fui leviaoo em concordar com vos-
co, chegando al o ponto de capitular de emba-
cadella a eleigao indirecta 1 E como nao vos que-
ro accommelterde sorpreza, desde j vos declaro,
que venho bem munido e acompanhado de um
collega, que me nao deixar flear mal no com-
bate.
Eleitor directo.Estimo bem que leobaes r-
connderado o orcamento, digo a materia, at
porque as reconsideraedee esto mullo em moda
nos domioiosdapolilica, e vos felicito pelo en-
contr de um esforgado e ardente auxiliar, cujas
J conticcoes obre o assampto rao lano mais
pondei-me ao seguinte dilema
Com a eleigo directa ou o numero dos eleilo-
res se ha de limitar nicamente a classe mais
abastada da sociedade, ou ha de abraoger esla e
a classe media.
No primeiro caso nao haver pengo de nao se-
ren eleitos seno as tgos ? e no segundo o da
preponderancia da classe media sobre a rica e a
pobre ou o da liga das duas primeiras contra
a classe mais numerosa que vive de seu trabalho ?
Quaodb esta classe chamada a votar, quaodo
depende della a escolha dos eleilores, a classe
rica e a media nao sao obrigadas a transigir com
os que vivem do salario, e a fazer-lhos cooces-
soes ?
Porque ha de, pois, o assalariado ser privado de
escolher na classe media, ou na rica quem ele-
jam deputados o senadores, que nao sejam indif-
terenles aos ioteresses dos que vivem honesta-
mente com o suor de seu rosto ?
Eleitor directo. Deixei-vos expor e provar
ioogamente o vosso dilema ; de lulo quanto ten-
des dte contra a eleigo directa isso o que se
assemelna um argumento serio ; e todavia elle
nao passa de urna declamago, que a aos incau-
tos peder lludir. Ouvi a refuiagao :
Bem longe est a eleigo directa de trazer a
preponderancia da classe rica, o anda meaos a
ailianca desla e da classe media contra osnj&re
e aisa/ariodo. Pelo contrario, e nisto consiste a
mxima virtud* da eleigo directa ella impede a
oppressao da classe rica, dos potentados, e do
poder codito a classe pobre de quem vos fings
protector, e obsta que os fraxos, os pobres e a$-
talar\adot se convertam em iostruraeotos ceaos
as raaos dos potentados, ou do poder, em ore-
juizo da ordem edos iolereasessociaes :
A classe media, raeu amigo e patricio, a
sociedade na maioria de seus contribuimos ; a
classe media o espirito de acgo e deforca, que
d vida e movimento ao eatado ; a classe media
o centro das luzea e do poder legitimo e natural,
onde se encontra a educago, o habito dos nego-
^?AS" hab,,,r*de D0 commercio e na industria, a
aptido para todas aa profissoes uleis
Nao queris que prepondere as eleicoes ese
poder legitimo enelural? nao queris que pre-
E .'h.k'T,Tel "HBi. a independencia
pelo trabalho ? o que nos daes em troca deste po-
der oatdral e legitimo r O reinado daceguoira,
do arrebalamenli). da corrapcio e da desordem
HrUJ??" da cUMl ""da I Conser-
vador, ordeno, monarchisU ristocratieo, estaos
fallando serio, eseguodu a vossa eonscieooia ?!
Eu vos entendQ, e sei o que queris, procuran-
do advogar a prepondaraocia doaaa4ariaoa af.
faitaes das Uicoes a preponderancia da classe
media, esssa influencia, que, segundo a bella ex-
presaaode Royar Collard s po? si. um M4tr
organuado.nao improvisado, o aim ptepitodo
*elo curto dos secutes, e capaz s porto*?-
UoUdos. jodado de urna clienlella servil, cega
i impreitfMte, dirija exclusivamente as eleicoes,
AMentMn e<*ra proveito delles, e em prejuizo
dos verdadeiros e legtimos ioteresses da socieda-
de, em prejuizo dessa mesma diosa dos assala-
fiedos, de quem vos fiogis prolector.
A ciaste media ha de por forra preponderar,
quaodo houver llberdade de eleigao, quando hou,
ver eleigo directa.
Poderoso gigante, collocado entre a pequea
classe doa ricas o a clssse inferior oa dos asala-
nados, a classe media, estendendo urna .de suas
mos A aquellos e i oulra a esles ; a ambos falla
assim :
Aos primeiroa : eu nao vos excluo, ricos o
poderosos do direito poltico; porm nao conste-
lo que tos, abusando da veosee ampios meios e
recursos, ajudados de uma clienlella cega e obe-
diente, dirjaos as elergoes em vosso provito, e
era prejuizo meu o daqoelles quem illudis e
recompeosaes ou persegus.
Aos segundos: pobres, assalartdos, meus ir-
maos e patricios, com quanto nao leobaes as coo-
digdes do eleitorado, o censo legal, todavia com
o meu triumpho, lodos vos partecipaes das vao-
lagens do goveroo representativo : em mim que
conslituo a maioria dos eleilores legaes, encoo-
trareis vos vossos pais, irmaos, amigos, pareles,
bemfeilores e correligionarios polticos, cuja sor-
te vos commum ; ligados por tantos lagos co-
ntigo, a classe media, nada tendea a temer nem
do poder e nem dos potentados, que nao podero
perseguir-vos, ou abuzar da vossa cegueira, fra-
queza ou imprevidencia: com o meu triumpho,
vs Uiumphaes, visto como os nossos interesses
esto estreitamente ligados e identificados.
Eisa verdade, meu amigo. Perianto j vedes,
quo a classe media conslituindo em toda e qual-
quer sociedade, o centro dasluzes.da vida e mo-
vimento social, nao uma louca, ou alguma sui-
cida, que precise opprimir a pequea classe dos
ricos, que alias lem os seus lilhos parantes e ami-
gos no seio della, e muilo menos a classe dos po-
bres e assaliariados, com quem vive estreilameo-
le ligado.
Identificado naturalmente com todos, consli-
tuindo a maioria dos eleilores, nao precisando do
poder, e dos ricos para triumphar, e nem lo
pouco ilos atsalariados, o seu triumpho ser
sempre puro, aem macula, sem savpposigo, sem
sangue, sem punbal, sem bayonetas, sem invi-
siveis, sem duplicatas, sem maiorias absolutas,
sem esse cortejo de crimes, corrupgo, e lorpes
immoralidades, que temos preseuciaJo, e que
tem feito a desgroga e o alrazo do oosso infeliz
paiz, e infelicissimo Pernambuco.
2. votante primario.Meu collego da indi-
recta, isso o que verdaderamente se chama
vir buscar la e sahir tosqueiado. Com o vosso
dilema de preponderancias de classes, que nao
passa de uma misera val e torpe intriga, tende-
le i sepaiar o que Deus estreilameote uniu, nada
fareis em beneficio da indirecta. Porem acumi-
nadado, albico como aou, e oo gestando de di-
lemas, en vou derrotar o eleilor directo, iodo
logo ao /ino do negocio. Agora o mestre quem
falla:
Essa propaganda de eleigo directa, que,
presentemente faz o conservador Diario de Per-
nambuco, e vos com elle, nao revella claramente
o espirito aristocrtico dos propagandistas ; uo
revella'claramente que o fim retirar da sceoa
poltica os canalhas. os cidadios menos favore-
cidos da fortuna, os bpedes como j disseram ?
E recusaram os vermelhos de Peroambuco a
solidariedade com os vermelhos do Rio ? Se- oo
recusara, como uo devem recusar, ougam a ex-
posigo do que ali Qzeram, e escreveram os seus
correligionarios, exposigo feita pelo muilo ilus-
tre senador o Sr. D. Manoel, carcter seguro,
hornera verdadeiro, incapaz de uma aleivosia.
Eleitor directo.Essa propaganda de eleigo
directa, que de presente faz o conservador Diario
de Pernambuco, j foi, oo pretrito, feita pelo
puto venerando liberal Paula e Souza, e outros
caracteres seguros, verdaieiros e incapazes de
uma aleivosiacomo o o honrado Sr. O. Manoel.
Portante seo conservador Diario de Pernambuco
quer hoje, contra v<, o que eulo quera ra o
eximio Paula o Souza e outros liberaes, e con-
servadores, a consecuencia lgica a deduzio
d'ahi, que o Otario de Pernambuco est hoje
liberal com cautella ou conservador com criterio
(oo esse actualmente o sanio e a seoha ? ) e
vos estaes hoje liberal sem cautella ou conser-
vador sem criterio, isto corcunda ou eoar-
chuta.
Ora em faoe dalo, em que que se revella o
espirito ariclrocalico dos propagandistas da
eleigo directa, -e o lago de solidariedade que nao
devem recusar com os vermelhos do Rio ? Os
vermelhos do Rio querem a eleigo directa, que-
rem abrir mo do direito e dever do governo na
xniervenpao das eleicoes ?
Se querem, esto os propagandistas da elei-
go direola com os vermelhos do Rio; porm se
estes nao a querem onde o lago da solidr.rie-
dade necessario ?
Mas a questo da eleigo directa, nao ver-
melha, oem braoca, preta.azul, ou encarnada,
sim uma questo de verdade. de justiga, de
urgente Decessidade para o paiz, e por isso ,
segundo pensamos, uma questo vital, mmioen-
lemenie brasileira, e sobre ludo pernambu-
cana.
Sabis com quem temos um lago de necessa-
ria solidariedade ? com lodos os que nao qui-
zereni a violago das urnas, o despotismo as
eleigoes, quer elle venha de cima, e sechame-
directo e dtver do governo em iniervir as
eleicues;quer venha debaixo, e se chame
airete e dever, de preponderancia da classe
assalariada, as eleicoes.
Nao queremos oom a preponderancia da ara-
bicao e intriga dos poderosos ; nem lo pouco a
da turbulencia, que o apanagio da class9 infe-
rior dos assalariados.
Tememos o predominio do pequeo numero
dos potentados e poderosos ; porque esles, dis-
pondo de ampios recursos, o podendo arriscar
muilo, ludo ousam no sentido de suas arabi-
coes.
Tememos o predominio da classe inferior;
porque os assalariados Rada lendo a perder, lu-
do ousam, em nome dos que os corromperera,
ou obusarem da sua cegueira o dependencia.
Queremos o predominio, as eleigoes, da
classe media ; porque esta classe conlm em s
o maior numero dos cidados capazes e verda-
deramente activos, e naturalmente a mais
conservadora ; as fortuoas mediocres que nella
exislem, em vez da ousadia, ou arrebatamento
das outras classes, tem pelo contrario lodo o in-
leresse em nada perderem ; porque qualquer
prejuizo as arruina ; e por isso ninguem mais do
que a classe media deseja o imperio da justica.
da ordem e da igualdade de proteego.
1 votante primario. Meu charo eleilor di-
recto, nao vos deixo boje o campo lo fcil-
mente ; porque bem vejo que sob a natural e le-
gitima oflueocia da classe media, se oceulta a
restriegue, do vote, em prejuizo da classe maior,
que e a dos assalariados, e por consequencia o
taiseamento do governo representativo.
Nao ser exacto que quanto maior for o circu-
o dos que concorrem com o seu voto para a exis-
tencia da represenlago, maior ser a torca della. e
mais respeito merecero os seus actos'? Mas a
eteigo directa pelo pequeo circulo dos eleito-
res nunca dar este resollado. Logo nao ha ou-
tro meio de dar torga s ioslituicoes electivas
sendo a eleigao indirecta.
Eleilor directo.Nao; s verdadeira conse-
queocia deveria ser esta : Logo dbo ha outro
meio que mais restrinja o vote, e quebr a forga
das insliluigoes electivas do que a eleigo indi-
recto.
Querendo o coocurso directo effectivo e defi-
nitivo de toda a classe superior e media, que
devem compr o corpo eleitoral, em vez de res-
tringir o vote, ampliaroo-lo graodemenle, e lhe
damos toda a forc. O que nao Valeria um cor-
po eleitoral, assim formado em cada circulo
fr!d" ?(>8,0S 8M eU,lore* >* wpe-
verdade que do corpo eleitoral seriam ex-
cluidos pela le, e verificados pelos juizes, e oo
pela omnipotencia das mesas e juntas qualifica-
doras, todos os assalariados e iocapszes, lodos
os que nveasem as coadieoes legaes do eleito-
rado, como o censo etc.
Has como os cidados que tiverem o censo e
eondicdes legaes. sao todos prenles, amigos e
correligionarios dos eleilores da classe media,
virao siles, que compem a clssse mais desfivo-
roclda pela nalureza, a lograr vantegens, que
nao desfructanam se apenas fossem simples por-
tadores do lisias eleiteraee. composUt de nomes
que pelo pequeo numero, oo comprehende-
riMtodus* capacidades eleiteraes de suafa-
milis, todos os smigos e pareles, que tivessem
as coodigdes eleitoraes.
Assim bem vedes que em vez de um fado sem
significagao, como o o de ser portador de Ilo-
tas; a classe assalariada auferiria vsntagens
mu reaes pete triumpho de todos os seus ami-
gos e pareles da classe media, que reunssem
os coodigdes do eleitorado.
Porm, nao paro oqui os bens resultantes ds
natural e legitima preponderancia da Claoso m-
aia. Como ella conslilue a materia dos eleilo-
res. e nos gouroos re presenta ti ros a maioria
real o nao artificial quem deve triumphar, se-
guir-se-la que o pequeo numero dos ricos e po-
tentados ver-se-ia forgado a dissimular asua na-
tural arrogancia o fofo orgulho. para com os da
Classe media, e os da classe inferior, e pelos
sonxo* oeyartam tu pedras; isto agradarlam
e favoreceran os pobres e assalariados, afim de
-OMorem^oa volos de innmeros eleilores da
classe media, pareles e amigos delles.
Eis aqu, meu choro votaote primario, ut*
das mais benficas eonsequencias da eleigo*W-
rectaoperar a concilisgo e boa harmona de
todas aa classes. e contribuir para cooservar
amigas e unidas classes que Deus e a naluroza
Iigam ; mas que os homens por perversidade ou
ignorancia querem separar.
Io. votaote primario. Bella conciliario e
harmona, filha da hypocrisia dos ricos e po-
tentados, forgados a dissimularem o orgulho e
natural arrogancia, afim de angariar os volcada
classe ojo lis 1 Nada disso, meu amigo, antes or-
gulho e arrogancia sem disfaree do que a hypo-
crisia Vs me suggeristas um argumento de
mais contra o vosso systema de eleigo directa,
que eu chamarei d'aqui por diante de syslems
bypocnla.
Eleilor directo.Seris injusto sssim denomi-
nndolo. Essa dissimulago dos ricos, dos po-
tentados e do poder, que ao principio ser hy-
pocrisia, -toroar-se-ha bem depressa em um ha-
bito, em uma virtude feriilissima em boas re-
sultados para a classe media, e a classe iofe-
No, meu amigo. Peroambueano, como aoi,
era vez do combaterdes a eleigo directa com so-
prusmas e declamagoes, vinde com o vosso ta-
lento e llustrago auxiliar a minha fraquezi
na defesa de lio boa causa ; vnde auxiliar a pa-
tritica redaego do Diario de Pernambuco; ar-
rebatai-Ine das mos essa baodeira, nico meio
possivel de moralisar a nossa provincia, e do
liarraoniear tedas as classes, forgando-as ao doce
commercio de mutuas e conlinuadas benevolen-
cias e atteoges.
Systema hypocrita, dizeis vos Hypocritas sao
os cortejaos dos assalariados 1 hypocritas sao os
corlezaos do poder! Aquelles rojam-se pelas ter-
rus de publico, aiim de ioflaramarem as massas
iguaras e crdulas contra a verdadeira soberana
social 1 Estes rojam-se com as faces sobre os
capachos do poder, afim de implorarem. oas tro-
vas e oo segredo, favores, que talvez obtivessem
dos seus patricios por meios decorosos, e dignos
do povo quem despresam e opprimem. .
Despotismo em ambos, porm t.mbem ambos
leen sido asss punidos A Providencia divina
vela sobre nos I A revoluco de 1848 puni aos
pnmeiros Os segundos t'eem sido punidos at
hoje, e a puoigo coolina, uo obstante o reioa-
do exclusivo das posigaes ofliciaes. e todos os lu-
gares da representago. desde o ultimo vereador
das cmaras muoicipacs al os lugares de depu-
lados geraes e seuadores do imperte.
Sim, orgulhosos ministros, armados do direito
de tntervengo, e habituados s geouflexoea dos
potentados, cada vez mais exigentes se tornam :
nao ha hurailhago que os sacie ; e basta a mais
pequea cootrariedade, para que, sempre ameaga-
dores, ora arrojara o povo coolra os representan-
tes, e ora os representantes coolra o poo, sem
poderem obslar os vicios, crimes e excessos, que
de semelhanle estado anormal oecessariamente
tem decorrido, e do que esta infeliz provincia
lem sido victima mais do que todas as outras.
A grande pohlica do ineruenor tem consisti-
do era mutilar o gigante, conservando a sua ca-
neca o paiz oflicial separada do corpo o
paiz real.
E' fatal illuso o paiz officia!, a cabega, assim
decepada, era sua cegueira, se ha persuadido de
que lem vida propria !
Mas dessa illuso ella arrancada pelo brado
do interventor: quem representis ? I
E nos, Pernembucanos, em prejuizo dos nossos
bros, da nossa dignidade. da nos-a forga, das
nossss Iradicges, lo heroicas, to monarchicas,
temos uns e outros favorecido o tneryenor, que
n-se da cegueira, da nossa fraqueza e desuoio I
Temos amonarchia; temos a integridade do
imperte ; lemoa a mais liberal d'entre todas as
conslituigoes polticas ; somos estremecidos por
cada um desles tres peohores de nossa existen-
cia e futura grandeza ; o que nos falta us,
rernambucanos, para valermos taolo quanto po-
demos valer, e sermos felizes? Fallara-nos qua-
Iro cousas :
Eleigo directa ; magistratura bem paga, e nao
mendiga como temas; clero Ilustrado e morali-
sado; e capuchinhos.
Eleigao directa I para que se acabe com as
maiorias arlificiaesl
Magistratura bem paga para que os juizes se-
jam os depositarios seguros da nossa honra, for-
tuna e liberdade poltica I
Clero luslrado o moralisado para salvir a
familia que est corrompida at a medulla dos
ossos I
Capuchinhos! para moralisar. calhechisar, e
infundir o amor do trabalho, formando e dirigin-
do colonias agrcolas, compostas pelos nossos pa-
tricios, que estao morreado extenuados, e cheios
de privagao em um solo abeocoado, mas esterili-
sado pela poltica iodirecla I
F. *
tLWL*!*' .'!id"C' para que seja uma
roeUdede a patritica, e condosa idea da asso-
^S^SSSJatknt9 de8,acaPi,,
Recite, 18 de junho.
Um christo:
Publicares a pedido.
Tondo sido apresentad. ao Exm. Sr. presidente
da provincia uma denuncia contra ocapitio Jos
de Lerqueira Lima, esperamos quo o Exm. Sr
commandanle das armas, como militar recto, te-
tina para com elle o mesmo procedimento que
tem tido para con outros em idnticas circums-
lancias.
J/L2" se*relari o conseibo do Gabinete
Portoguez adverte ao calumniadorY au-
or do comrauncado inserto oa Ordem de hon-
tn 2 r8sPnnaef cabalmente parte que lhe
velar romV ~Y~ '*r "Vagem do re-
lidade? Dme *ua mise"a)a indirfdua-
' anniversar io do ffalleeimento
do barao da Victoria, o len-
te general e conselbeire de
guerra Jos Joaquim Codito.
Parecendo que da parte das autoridades poli-
ciaca desta capital tem havido pouco cuidado em
fazer remover das nossos pragas, ponles, arcos e
portes das igrejas alguna mendigos que nesses
lugares sao vistos quasi moribundos, procuramos
a autondade competente para fazer cessar seme-
jantes abusos, reprimidos pelo art. 3o do lit. 12
das psteras municipaes de 30 de junho de 1819
assim concebido: '
Nao ser permittido a mendigos chagados ou
accommeltidos de qualquer affecgo curavel
permanecerem nos lugares pblicos, como se-
jam ponles. arcos e mercados, nem vaaarem
pelas mas da cidade: os que assim forem en-
contrados serdo rieoihidos ao hospital de ca-
rxdade, e nelle tratados coneenentemente
Essa autondade superior respondeu-nas qu a
respeilo desse objecto tinha o melhor desejo :
mas que nada poda fazer avista da resolucio to-
mada pela Santa Casa da Misericordia, e commu-
oicada por intermedio do sea procurador no of-
ficio cuja copia pedimos, e que abaixo transcre-
vemos:
Santa Casa de Misericordia, 14 de junho
de 1861.
Illm. Sr.Importando a despeza feita com o
susteuto e curativo dos mendigos remetiidos
pela polica do Io de julho de 1859 al 31 de
^aqfcQV0Ire-le. T' "J" I"""0 e r'
JZ.TOV9063, e nao tendo a thesouraria provin-
cial pago cousa alguma por conla da referida
a quarilia. resolveu a junta administrativa da
o banla Lasa de Misericordia do Recife, em ss-
sao de hontem, que do dia 20 do corrente por
Oante nao se receba no Hospital Pedro II os
supraditos mendigos, gateo no caso de haver
vaga nos 50 leitos destinados para pessoas in-
a algentes: o que commuoico a V. S. para que
se digne de oeste sentido expedir as conve-
mentes ordene as autoridades policiaes. que
lhe sao subordinadas. Deus guarde.
Amantes do principio suum cuique tribuere
eoteodemos conveniente e mesmo justo, trazer
ao coohecimento do publico, o que a respeito lem
occorndo ; e por esta occasio pedirmos ao Exm
Sr. presidente da provincia providencias no sen-
tido de cessar tao afllictivos e pungentes qua-
dros. como os que se observara com especiali-
dade no oreo do Conceigo e as nossaa pontea.
nIDd a-2 ^P^1 Pea U PMdo para um>
novo edificio, vasto, e eommodo, concor-
qniaSvZ,0 re P,rorDC'ae8 com a quantia de
w.twujU aooualmente, augmontando-ao a ren-
ds daquelle estabelecimento com algi doo-
gdes ltimamente feitas, e com os juros da ele-
vada quantia destinada pela associagao commor-
clal para o asylo de mendicidade, inaugurado
por occasio da visita Imperial, nos parece que o
numero de 50 leilos, ha lanos aooos, destinados
aos indigentes, quando para o sustente e curati-
vo desse numero lioha apenas o hospital a renda
do seu patrimonio, dore ser augmentado, inde-
Eendent de indemnisacio polos cofres pu-
ncos.
. Esperamos qae o Exm. Sr. presidente 4a pro-
vincia lomar em considersgo o qae acabamos
GniKlefinoo.se, quem neieeu pequtno;
m grande, nao como esses que se elevan
Moj degros das vicios e dos crimes ;
Elle nao ; ao fastigio da grandeza
Subi,mas pela escada hoaeita e finta
Do valor, do civismo, e da virtude.
E que, cono ai divisas de soldado,
Nelle oa galoes de official eobriim
Dmalma de ebristao, um peto de homem.
M. Barreto.
Fezhojeum anno que esta cidade re-
vestio-ao de lucio e tristeza ; e que o ter-
rivel canhao troando de momento a mo-
mento aonuociava a todos algum acoote-
cimento fatalo ser do distincto e beoe-
menio tenente-general, biro da Victoria
liona-se evaporado I.....
De teito, quem nesse dia deixaria de
partilhar a dr horrivel pela ausencia eter-
na do homem que. em pocas diversas,
prestara fiel e coostantemente relevantes
servicos. nao especulados, ao imperio do
Brasil, e particularmente a provincia de
Peroambuco, esta Ierra amiga de sua af-
teigao. onde deixra sua desolada e virtuo-
sa esposa e aeus charos flhos carpindo a
saudade entre lagrimas e gemidos pela
perda lo sensivel que soffreram ? 1
Sim essa dr refletir sempre na face
do povo, e jamis se extinguir do cora-
gao dos brasileiros que souberam apreciar
cora a deviJa considere gao e respeito, a
honradez, legitima araisade e as de mais
bellas qualidades que constituiam a no-
breza de sua alma.
O general baro da Victoria, foi um bravo
soldado da independencia, um dos hrcu-
les da integridade do imperio, c mais an-
da, um defensor perpetuo da monarchia e
da liberdade do Brasil.
O Sr. D. Pedro II perdeu, nao s um
amigo affectuoso. que em crises arrisca-
das, por elle, deixra correr seu sangue
se nao tambera uma espada, quig, a mais'
imprtanle de seu exercilo, e que fra de-
sembalada por varias vezes em defeza de
siTa patria ; e seus subditos, um paie ami-
go desvelado, o prototypo dos chefes.
Dos quiz lira-lo das tormentes desta
Inste vida, onde s perduran) as lagrimas
para premiar suas virtudes. Quiz para si
porque o mundo oo era digno de possui-
lo : e sendo do Creador que parle todo o
humano successo, pois mister sujeitar
sua voolade divina, tedas as consideracoes
que traz comsigo o viver e morrer.
O nclito general Coelho, depoz na cam-
pa a sua espada victoriosa como a havia
tomado, sem uma ambigo, sem mancha
e sem um inimigo.
Sendo rpida a sua hospedagem na Ier-
ra, seus feitos meritorios ainda perdurara
Aoniquilou-se o hornera, verdade mas
o nome immaculado do Ilustre baro da
victoria o Sr. Jos Joaquim Coelno, oceu-
par eternamente a prmelra pagina da
A pedra funeraria ufana-se de possuir o
seu corpo; mas nella ficou gravado ese
nome que ha de perpelua-lo.
A saudade luctuosa que ainda vegeta no
mausoleo desse bravo general, o mais
expressivo epttaphio que dado esculpir
Repetir constantemente lodos os servi
eos e brilhantes feitos do nobre general
tarefa queloogamente nos dilatoria : temes
os jomaos, os escriptos e uma biographia
que faz honra ao seu autor.
O t>eferaa.
Recife. 19 de junho de 1861.
Lista dos cidados qoalificades guardas
naciooaes, para o servico activo do
tcrceiro batalho dagarda nacio-
nal do municipio do Recife no auno
de 1861.
( Concioao. J
Paulo Vicente das Chagas.
Panlio Candido Jos Machado.
Pedro da Hora Santiago.
Pedro Ivo Vellozo da Silvera..
Patricio Jos da Silva Saraiva.
Paulo Manoel do Nascimento.
Pedro Maximiano de Oliveira Mello.
Pedro d'Alcantra Ramos.
Paulo Francisco dos Prazeres Galvlo:
Pedro Leo Montero de Mello.
Pedro Jos dos Santos.
Pedro d'Alcantara dos Prazeres.
Polican o Nuoes Pacheco da Costa.
Pedro Francisco Xavier da Costa.
Paute Jos Thomaz.
Procopio de Senna Santiago.
Policarpo Nunes da Costa.
Plalo Alves da Silva.
Paulino Baplista d'Albuquerque.
Paulo Jos Gomes.
Paulo llodrigues da Cunha.
Rosendo da Rocha, Cavalcanle.
Rodopiano Rodrigues Santos.
Silvestre Sabino da Fonceca.
Sabino Candido do Nascimento.
Sergio Ruiuiano Gorgooho.
Suppra Fredeiico Collar.
Silvestre Francisco Louienco do Monte.
Serafim Baptisla de S.
Silveiio da Silva Coelho.
Sergio Filadelpho do Rege Barros.
Serafim de S Peixolo.
Severino Lopes Vianna.
Sebastiao Bizerra da Miranda.
Simplicio Severiano de Siqueira Vareje.
Thomaz d'Aquteo.
Tiburcio Valeriano dos Santos.
Trajano Carneiro Leal.
Thomaz Candido de Torres Bandeiras.
Thomaz Antonio Francisco Brrelo.
Tiburtino Jos Teizeira.
Trajano Cornelio da Costa Helio.
Thomaz Raymnndo d'Oliveira.
Terluliano Jos dos Pasaos.
Tilo Braz Car.ioso.
Thomaz Anlonio Ramos Zani.
Thomaz Moreira de Carvalho.
Thomaz d'Aquioo Pinto de Queiros.
Thomaz Joaquim do Castro.
Tilo da Silva Guimaraes.
Tito Praocisco de Mello.
Ulisses da Silva Guimaraes.
Umbilino Pedio Alejandrino.
Ulisses da Cunha Espindola
Urbano Pereira Simoea.
Venceslao Machado Freir Pereira da Silva Jn-
mor.
Venceslao Loureiro da Silva.
Vicente Teiieira Bacollar.
vn i? RnOJri8u Prazeres.
Venceslao Bernardino do Rosarlo.
Vicente Teizeira Coimbra?
Vietor Jos de Mallo.
VlTgiBO Thoasaz d'Aqomo.
Victoriano Maniz Tavaros.
Venceslao Benriques de aira.


MAMO Q| JWUUtfGOO. f JJA1TA FEIRA 19 DE JUiNHO DI 1861;
n
Vicente Ferreira de Sant'Anna.
Zeferino Constando de Jusus.
Salla da sessoes do conselho de quolificacao
da fregoeoda Bo-Visto, 2 de maio de 1861.
4Mtmio Sernourfo Quintero.
Major-presidente.
Joao da Silvsira Borgei Tavora,
Capito.
Joo dos Santo Porto,
Capito.
Manoel do Nascimento da Siloa Ba$lot,
Tenste,.
Jos Eleuterio d'Azevedo,
Tenente-secretario.
OMMEC14K
CAIXA FILIAL
DO
BANCO DO BRASIL.
EM 18 DE JUNHO DE 1861.
A. caixa descorita letras a 10 /0, sendo as de
seu aceite a 9 %>. toma saques sobre a praga do
Rio de Janeiro, e recebe dinheiro ao premio
de 8 %.
NOVO BANCO
DB
PERNAMBITCO.
EM 18 DE JUNHO DE 1861.
O banco descorita na presente semana a 10 "/,
ao anno at o prazo de 4 mezes e a 12 /0 at o
de 6 mezes, e toma dinheiro ero coritas correntes
simples ou com juros pelo premio e prazo que se
cenvencionar.
Alfandega,
Rendimento do da 1 a 17. .
dem do dia 18.....
247:910*526
12.478*935
260:419*461
Muviueuto da alfandegra.
Luiz Antonio Siqueira, 8 saceos com 36 arro-
bas e 3 libras de atgodlo.
James Ryder &l C. 1:100 couros com 34:71*
libras.
Heccbertarl de resdni fnioaraa
gentes de Pernambaeo.
Rendimento do dia 1 a 17. 24:526*903
dem do dia 18......; 2:152*386
26 679*78
Consalado provincial.
Rendrmento do distar?. 43:838*290
dem do dia 18.......3450*922
46 181*212
Itov meiito do porto.
Navios entrados no dia 18.
Aracaty8 das, hiate nacional Invencivel, de 35
toneladas, capito Jos Joaquim Alves da Sil-
va, equipagem 6, carga cera de carnauba e
mais gneros ; ao mesmo capito.
Ass16 das, hiate brasileiro Sania Hita, de
55 toneladas, capito Antonio Alves, equipa-
gem 7, carga sal e couros; a M sriins Ir-
mos.
Navios salados no mesmo dia.
AracatyHiate brasileiro Videta, capito Fran-
cisco Flix Nogueira, carga fazendas e mais
gneros.
Volumes entrados com fazendas..
> com gneros.
Volumes

sabidos

com
com
fazendas..
gneros..
63
82
70
145
264
o
o
Dsscarregam hoje 19 de juoho.
Barca inglezaMiraniabacalbo.
Bjrca francezaAdelefazendas.
Escuna porluguezaMara da Gloriamercaca-
dorias. t
Barca portaguezaFlor da Maiasal.
Brigue brasileiro Bont Amigo diremos g-
neros.
Brigue inglezWilliogtontrilbos de ferro.
Barca inglezaGangesidem.
Brigue inglez-ValUmachioismo.
Barca inglezaBonitacarvo.
Brigue inglezAntigu-Pachtcarvao.
Polaca hespaohola Chronometro carne de
charque.
Polaca hespanholaIndiaidem.
Polaca hespanholaDespegadaidem.
Sumaca hespanholaArlillaidem.-
Polaca hespanholaEsmeraldaidem.
Hiate brasileiro Inrencirelgneros do paiz.
Importado.
Patacho portuguez Maria da Gloria, rindo de
Lisboa, consignado .....manifestou o seguinle:
42 pipa3 e 66 barris vinho, 80 ditos toucioho,
16 ditos vinagre, 27 ditos carne ensaccada, 45 di-
tos azeite, 30 caixas cera em velas, 237 ditas pas-
eas, 400 ditas batatas, 60 barris cbouricos, 447
molhos ceblas; a Francisco S. Rabello & Filhos,
60 barris vinho ; a Cunha & Irmo.
22 ditos dito ; a Amorim Sl Irmo.
25 ditos e 5 pipas vinho ; a Manoel Joaquim
e Silva.
10 pipas e 50 barris vinho; a Barroca e Me-
deiros.
29 pipas e 10 meias e 121 barris vinho. 50 di-
tos vinagre, 40 caixas cera em vcllas ; a Tbomaz
d'Aquino Fonceca Jnior.
20 barris vinho ; a Antonio Joaquim de Cam-
pos.
1 caixa man, 1 dita oleo de Junpero ; a Ma-
noel Jos de Souza.
70 barris vinho, II ditos catue ensaccada ; a
Marques-Barros & C.
1 caixa cantara ; a Francisco Alves de Pinho.
2 ditas drogas medicinas, 1 caixote pinceis, 1
dito garrafas vasias ; a Ignacio Jos do Gouto.
1 caixa drogas medicinaes e rap ; a 15. Fran-
cisco de Soozs.
1 fardo flor de sabugo, 2 caixotes broxas, 1 di-
to carbonato do amoniaco ; a Joo da Silva Paria.
7 caixas drogas, 1 dita peixe em lata ; a or-
den!.
2 fardos flor de sabugo, t dito alcabuz, 1 esl-
ite pinceis de seda, 1 dito productos chimicos,
po de ouro e de prata, 2 ditos drogas medici-
naes ; a Vicente Jos de Brito & Filhos.
30 barris chouricas ; a Jos Marcellino da Rosa.
10 caixas azuleijos ; a Molta & Irmo.
50 saceos sene : a Iienry Gibson.
2 caixas azuleijos, 1 dita livros impressos ; a
viuva Moreira Sl Filhos.
1 caixa rap ; a Bellarmino do Reg Barros.
2 barris aguarraz ; a Joaquim M. da Cruz Cor-
rea & C.
1 barril carne ensaccada ; a Joo Jos de
Amorim.
1 dito dita ; a Elias Baplista da Silva.
21 barris vinho, 1 caixa azeite ; a Joo Anto-
nio da Silva Jnior.
1 caixa vestidos de seda; a Jos Oclavimo
Telles de Saldanha.
20 barris berva doce ; a Almeida Gomes Alves
&C.
200 molhos cebollas, 21 saceos feijo, 11 an-
coretas azeitonas; ao capito.
2 caixas sapatos de trancinha ; a Antonio Ro-
drigues Pinto.
2 ditas la cardeada ; a Mala & Irmo.
448c*ixis batatas ; 214 ditas passas, 50 barris
linguigas ; a Luiz Jos da Costa Amorim & C.
Hiate nacional Inoensivet, vindo do Aracaty,
manifestou o seguinle :
1 caixa diversas miudezas, 128 couros salga-
do?, 40 ditos de garrotes, 80 meios de sola, 81
molhos com 2,025 pelles de cabra, 30 sac-
eos com cera de carnauba, 23 caixas vellas de
dita, 10 barricas sebo; Prente Vianoa & C
116 saceos e 4 barricas cera de carnauba, 70
caixas velas do dita, 230 meios de sois, 19 sac-
os lia de carneiro, 610 ponas de boi, 4 pelles
do cabra ; ordem de diversos.
1 relogio de parede ; a Joo Baplista do Reg.
39 saceos cera de carnauba ; Manoel de Mal-
los Machado.
60 molhos com 1,509 pelles de cabras ; Aze-
vedo Sl Meodes.
35 caixas velas de carnauba ; & Jos de S
Leito.
Barca ingleza Miranda, viuda de Terra-No-
va consignada a Saunders Brothers, manifestou
o seguinle :
3.840 barricas bacalho, 55 toneladas caro
de pedra, 30 ditas de ferro bruto ; aos consigna-
tarios.
Exportaba.
Dia 17 de juoho.
Patacho hespanhol, Paco, para o Rio da Prata,
carregaram :
Guilherme Carvalho & C, 50 borricos, 403 arro-
bas e 3 libras de assucar.
Brigue portuguez S. Manoel 1, para Portugal,
carregaram :
Manoel Joaquim Ramos e Silva, 518 saceos
com 2800 arrobas de assucar.
Domingos Alves Itatheus, 40 saceos com 200
arrobas de assucar.
Joaquim Jos Rodrigues da Costa, 100 soceos
com 500 arrobas de dito.
Manoel Duarte Rodrigues. 100 soceos com 500
-arrobas de dito.
Patacho portuguez Lima, para a itha de S.
-Miguel, carregaram:
Carvalho Nogueira & C, 21 pipos e 142 barris
com 9:063 medidas de mel.
Brigue inglez melos, para Liverpool, cor-
regara m :
Mills Latbam & C, 600 saceos com 3:000 arro-
bas de assucar.
Brigue htmburguez Cearg, para o Canal, car-
regaram :
C. J. Astley & C, 1: 00 saceos com 7:000 ar-
robas de assucar.
Carca ioglez John Uarlin, pare Liverpol.o
carregaram '
OJ SO ~* t 9 a. a, to a. Oi q, V B) r- r 5" B Horas.
i 3 | j kthmosphtra ut cu | O
00 Direcco. 4 ed a O VI PS
7 W W CD a Intensidad*. oo v
-I --I CC -1 -J os o a o Fahrenhtit. H O ta 9) O o 5 p; M -i S o Pl
S N 9 _! O _W a* i un a Csntigrado.
2 2 e5 1 ffyorotnetro. j 9
j. | Cisterna kydro- o oo mtrica.
4
-4
O
-4
O
tu
Va
i Francez.
o
g
w w
o
Inglei.
A noitede aguaceiros, rento SE: ESE fresco e
assim amanheceu.
OSC1LACAO Da HAR.
Preamaras 11 h. 54' da manha, altura 6,2 p.
Baixamar as 6 h 6'da tarde, altura 2, p.
Observatorio do arsenal de marinha, 18 de ju-
nho de 1861.
Romano Stepple,
Io lente.
Editaes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, ero eumprimento da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que a arremata-
gao dos pedagios das pontes do Cachang e Bu-
jary, foi transferida para o dia 20 do corrente.
E para constar se maodou afxar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 14 de junho de 1861.
O secretario,
A. F. d'Aonunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em eumprimento da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, manda fazer publico, que no
dia 25 do corrente, vai noramente a praga para
ser arrematado a quem mais dr, rendimento
dos pedagios das barreiras abaixo mencionadas,
com o abalimento da quarta parte.
Jaboalo 2:916* por anno.
Ponte dos Carvalhos 679g por anno.
Tacaruna 414* por anno.
As arrematacas ser.io feiljs por lempo de 3
annos, a cooiar do Io de julho do corrente anno
a 30 de junho do 1864.
As pessoas que se propozerem a estas arrema-
tagoes comparegam na sala dassesses da mesma
junt, no dia cima declarado, pelo meio dia,
tendo logar as habilitares no dia 20.
E para constar se maodou aduar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provioaial de Per-
nambuco, 17 de junho de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annunciagao.
96, Amaro Xavier de Moraes 2 rn. 98, Francisco
Barbosa Crdeir 3: i. 101, At6aio de Padua de
Hollando Cavaloentl 4 ; n. 107, JVaquim Borges
Carneiro I.
Tarceilg cadeleo: n. 9; PedradUTbswe Ferreira
3 ; o. 15, Jos Antonio Carneiro da Silva 1 saba-
tina ; n. 17, Angelo Cietano de Souza Cousseiro
2 ; n. 22, Antonio Jacinlho de Samprio 2 ; n. 25
Laurino de Oliveira Cabrol 1 ; n. 30, Francisco
Cordeiro da Rocha Compeli 3; o. 86, Joa Mojia
d'Albuquerque Lima 1 ; n. 38, Joaquim D"a-
maseeoo Nogueira 1 sabatina ; o. 47, Joaqata
Rodrigues do Souza Filho 6; u. 48,Eulhiqujo Cir-
ios de Carvalho Gama 3 ; n. 49. Flix Antonio
Pereira Lima 1 ; n. 53, Jos Antonio de Araujo
Filgueiral sabatina ; n. 54, Jos Sacuodino Lo-
pes de Goraensoro 1 ; n. 61, Antonio Serfico de
Araujo Goes 1 ; n. 75, Antonio Henrique de Al-
meida Jnior 8, inclusive 1 sabatina ; o. 76, Lou-
rengo Bezerra Csvsleante de Albuquerque La-
cerda 2 ; n. 78, Jos Paulino de Albuquerque
Sarment 1 : n. 79, Antonio Aladimd'Araujo i :
n. 81,Reginldo Alves de Mello 2; n. 83, Manoel
Galdino da Cruz 2 ; n. 84, Dorio Fortuna Pessoa
6 ; n. 7, Antonio Sebastiano de Abreo Rege 2;
o. 88. BpiphMio Jos do Rocho Biltencourt 1 ;
n. 94, Jos de Araujo Bacellar Jnior 1 ; n. 96,
Amare Xavier de Moraes 1 ; n. 97, Luiz Mauoel
Mendos Velloso 4; n. 106, Jos Pacneco Pereira
Jnior 2.
> Igualmente fago publico, que no edital em que
foram publicadas as fallas nao abonadas dos me-
zes de margo e abril, se deve ler quaoto as fal-
tas do 1 anno : o ouvinte n. 5 ; Joaquim Gue-
des Correa Gondim, e nao o n 5 ; Venceslao Gar-
ca Chaves, como for engaoo foi publicado.
Secretaria da faculdade de direilo do Recife, 18
de junho de 1861.
Secretario.
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Joo Baptista de Castro e Silva, commendador da
ordem da Rosa, e inspector da thesouraria de
- fazenda do Pernambuoo, por S. M. I., que Deus
guarde.
Fago saber a todos os habitantes desta provin-
cia, que oro virlude do ordem circular do the-
eouro n. 39 de 4 do corrente mez se substituiro
oesta thesouraria, s horas de seu expediente, as
notas de 100* e 200* da Ia estampa, papel bran-
ca. Esta subslituigo se realisar desta data ao
flm de dezembro desle anno valor por ralor; do
1, de Janeiro de 1862 porm em diante se far
ella com o descont legal de 10por cento em ca-
da mez, de modo que no 1" deoutubro do dito
anoo de 1862 nao tero mais valor algum as re-
feridas notas.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco 15 de
juoho de 1861.
Joo Baplista de Castro e Silra.
O Illm. Sr. inspector da.thesouraria de fa-
zenda- desta provincia, em cumplimento da ordem
do thesouro, de 6 de maio ultimo, manda fazer
publico, que Gca aberto, para o dia 29 de julho
prximo seguinle, novo coocurso paro preenchi-
menlo dos lugares de praticante de alfandega
desta mesma provincia, coniegando os eximes s
10 horas da manha sobre as seguintes materias:
1.a grammatica da lingua vernculo, leituro e
escripta correcto e corrente ; 2 theoria da es-
cripturago mercantil por partidas simples e do-
bradas, esuas applicaces oo commercio, e a ad-
minislraco de fazenda ; 3.a arithmetica e suas
applicagoes ao eommercio, com especialidade a
reduego dos pesos e medidas nacionaes e es-
trangeiros, calculo de descont e juros simples.e
composlos, iheorias do cambios e suas applica-
goes ; 4 a noges de algebra ; 5.a traduego cor-
recta das lioguas ingleza e franceza, ou pelo me-
nos da ultima; 6.* principios geraes, de geo-
graphia, de historia do Brasil e de estatislica com-
meicial.
Aquelles que pretenderem ser admillidos ao
concurso, devero preriamente prorar, que teem
18 annos completos de idade, que esto lirres de
culpa e pena, e que teem bora comportamento.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 4 de junho de 1861.Serrindo de oQi-
cial-maior. Luiz Francisco deS. Poio e Silva.
com duas pollegadas de
8 pegos de Uta branca
largu'To.
Para o completo do fordsmento de 8 boUlbo de
jnfontorio e diversos corpos.
135 vares de cerdeo prole de retroz.
40 botes grandes de metal prateado com o n,
8 dourado.
55 grosas de botoes. preos deceso.
500 pares de clcheles pretos.
Para prorimento dos armazens do arsenal de
geeria.
50 arrobas de plvora grosss.
100 ditas de dita Boa.
Quem quizer vender lies objectos aprsente
as suas propostss em carta fechada na secretaria
do conselho, os 10 boros da manha do dia 21 de
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 14 dr
juoho de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Froncisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fomecimenlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguales :
Paro provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
8 duzias de taboas de amorello de assoalho de
15 a 18 pollegadas de largura.
6 duzias de ditas de dito de forro de 15 a 18
pollegadas.
6 serras bragaes pequeas com 4 palmos de
comprimeoto.
Cobre em lengol de 13 a 14 libras arrobas 3.
Para a fortaleza deTamandar.
Banlera imperial, de cinco pannos de flete 1,
adriga para a dita com 20 bragas 1, um ni astro
par a dita 1.
Para o 2 batalho de infantaria.
4panellas de ferro estanta Jas para 50 pragas
cada urna.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em caria fochada, na secretario do
conselho, s 10 horas da manha do dia 19 do
correte mez.
Sala das sessoes do conseibo administrativo,
par foro-cimento do arsenal de guerra, 12 d
junho de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Companhia do Beberbe.
No dia 21 do corrente pelas 12 horas
do dia tera'lugar novamente no escrip-
torio da companhia ra do Cabuga' n.
16, a arremataoao do rendimento dos
I chafar zes e bicas por bairros ou totali-
dade e por espado de 1 a tres annos, sob
as bazes abaixo transcriptas e mais con-
diccSes patentes no escriptorio ; os Srs.
licitantes comparecam com "seus fiado
res ou declaracao dos mesmos no men-
cionado dia devendo ser as propostas por
escripto.
Bazes sobre as qnaes se deve laura r.
Bairro do Recite.
Chaariz e bica do caes da al -
fandega. 5:365$5b0
Dito da ra da Cruz. 6:885^557
Dito da ra do Brum. 3:751 #072
Dito do Forte do Mattos e
bica.......2:898#8 iO
Sola do coD-*elbo de compros novaes, em 8 de
junho de 186!,O secretario, Alexandre Rodri-
gues dos Aojos. ,
Por este eabuvMefocia foi oppreo)ee cavollo pedrex; a pe^08 q.eJIu|** eotn di-
reilo a elle, compareea na mesma subdelegada,
que pro rondo com docuW16"108 1*8S>. lhe ser
entregue. Subdelegad* o> Muribeea 13 de ju-
nho del8fll. Jos Aaton.'o de Albuquerque,
subdelegado.
Combo de compw .es.
Neo tendo.a*pparecido concorrentM y",,ra. con"
trato hoje, como foi annnociado, do farcimen'
no trimestre prximo de julho a setembr-0' "
cal bronco preU, lijlo de alvenoria groes, ce"
ment claro de Bolonba, e pedras bruta.*, lontV
de alrenaria como decantarii, manda o conselho
fazer publico, que esse contrato acho-oe em con-
sequencia transferido para o dia 2z do corrente.
Sala do conselho de compras naraes, em 15 da
junho de 1861 O sscretorio,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
CORREIO.
Pelo odministrago do correio se faz publico
qoe, no dia 20 do corrente, &i duas horas em
ponto, sero fechadas as malas que dere condu-
zir o vapor coateiro Persinunga, com destino a
Macei e portos intermedios.
Pela subdelegada de S. Jos do Recife se
faz publico, a quem interessar possa, que no dia
8 do corrente (ora aprehendido por esta subdele-
gada um auarto pedrez ; e que hontem o criou-
lo Lourenco Pereira do Carmo trouxera a esta
mesma subdelegacia oro bahu de (landres, -e urna
caixa de chapeo, declarando seren estes objectos
periencentea a um passageiro do vaporvin do
do norte.
Subdelegada de S. Jos do Recife 18.de junho
de 1861. Joe Antonio Pinto.
O fiscal da freguezia de Santo Antonio des-
ta cidade, faz cenle aos parochianos da mesma
freguezia, o artigo abaixo transcripto.
Posturas de 20 de julho de 1860.
Art. 2. Fica inteiramente prohibido ocostu-
me de se fazerem fogueiras nesta cidade por oc-
casio das festividades de Santo Antonio, S. Joo
o S. Pedro, e em outros quaesquer dias : o con-
traventor pagar a multa de 20$, e o duplo na
reincidencia.
Fiscalisacao da freguezia de Santo Antonio do
Recife 15 de junho de 1861.O Gscal,
Manoel Joaquim da Silra Ribeiro.
THEATRO
COMPANHIA nJtSILEIfU
DK
Uftiwns Yjuroi.
O vopor nocional Porani. commandante o ca-
pito tenente Jos Leopoldo de Noronha Tor-
rezo, esperado dos portos do norte at o dia
^,.Mn.h- *1 >p da demora do eeo-
lume seguir para os portos do sul.
Desde i recebem-se possageiros eengaja-saa
c^rga que o yapor poder conduzir o qual dever
9er embarcada no dia de aua chegada at as 3
horas ? arde, dinheird a frete, encommendas a
paasageir.os le o dia da aahida as 3 horas
ra roa da ,*-ruz n. 1, escriptorio de
Mendes.
agen-
Azeredo &
Lisboa.
O patacho portuguez Mario da Gloria pretene
de sahir no dia 29 do correte por ter o seu car-
regamento promplo : para passageiros soment-
trata-se com os consignatarios F. S. Rabello &
Filho, largo da Assembla n. 12.
Para o Rio de Ja-
neiro
A veleira barca nacional Iris seguir no dia 25
do correle, recebe alguma carga miia, e escra-
ros a frete trata-se com AnlunesGuimares 4 C
no Forte do Mattos, trapiche do bario do Livra-
mento n. 15.
Para Lisboa e Porto.
Derer seguir com brevidado a barca portugue-
za Formosa deprimeir* marcha, que deveche-
gar nestes dias do Rio de Janeiro : tem excellen-
tes aceomraodagcs para passageiros, e acha-s
promplo quasi todo o carregamento. Para o res-
tante da carga e passageiros, trata-se com Manoet
Ignacio de Glireira & Filho, largo do Corpo San-
to, escriptorio.
DE
Dedara$5e*.
de direito,
director fago publico.
Faculdade
De ordem do Exm. Sr.
que em congregago de 15 do crrante foram abo-
nadas as faltas que deram os alumnos desta fa-
culdade oo mez'de maio, com as exeepgdes se-
guintes :
Primeiro anno: Ia e 2a cadeira o ouvinte
numero cinco, que tem 33 faltas e continua a
faltar.
Segundo anno : Ia cadetra, n. 23, Aristids de
Paula Dias Marlins. 1 falta ; n. 61, Porfirio Aman-
do Gougalveg, 5 fallan, inclusive 1 sabbatina ; n.
64, Joo Pedreirade Cerqueira 2 ; n. 71. Miguel
Comes de Figueiredo I ; n. 73, Jos Rodrigues
Valenga 3 ; n. 79, Joaquim Mauricio da Rocha
Vanderley 1 : 2a cadeira, foram tomadas todas
as faltas de margo e abril que anda o nao linham
sido por ter faltado a eongregsgo inenstl de malo
0 respectivo lente, e quanto as deste ultimo mez
deixaram de ser as seguintes : n. 23, Aristides de
Paula Diao Martina3 ; n. 31, Tobas de Souz* Li-
ma 6 ; n. 45, Miguel Florianno Gama da Costa
Doria 4 : n. 55, Alvaro Antonio da Costa 7. in-
clusive 1 sabbatina : n. 61,Porfirio Amando Gon-
galres7, iuclusivel sabbatioo ; n. 64, Joo pe-
dreiro do Cerqueiro 4 ; n. 70, Joo Pereiro da
Silva Leite 7, inclusive 1 sabbatina.
Terceiro anno : 2a cadeira, n. 1, Amando Gou-
calres dos Saqtos 1 falta ; n. 10. Jos Maa Car-
neiro de Albuquerque Lacera 8, ioclusire 2 sab
batinas ; n. 26, Ernesto Julio Banleira de Mallo
1 ; a. 27, Francisco Leonardo de Souza Miranda
Ciulo 1 sabbatina ; n. 33, Loureago Bezerra Ca-
valcaoti de Albuquerque 1 ; n. 39, Vicente Can-
dido Tourinho 1 sabbatina ; n.%), Antonio Perei-
reira Camello 1 sabbatioo : n 44, Jos Peretli
Seve 5 ; o. 47, -Candido Jos Rodrigues Torres
Filho 1 ; n. 52, Trajan VerUto de Hedciros 1 ;
n. 61, Flix Jos de Souza Jnior 1 sabbatina ;
n. 62, Jos Fiel de Jess Leile 2; n. 70, Antonio
Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque 1 ?b-
batina.
Quarto anno : Ia cadeira, n. 26, Luceas Anto-
nio Monteiro de Castro Jnior 1 falta ; n. 37,Luc-
cas Matheus Monteiro de Castro idem ; n. 42,
Jos Roberto da Cunba Salles idem ; n 45, Joa-
quim Ta varea de Mello Brrelo 2 ; n. 47, Joo
Gomes Ribeiro Jnior 7, inclusive 1 aabbalina ;
o. 61, Antonio Piolo de Mendonga 6, inclusive 1
sabbatina ; o. 65, Juvesal de Mello Carramanhos
5, inclusive 1 sabbatina : os ouvinte i Alfredo Ser-
gio Ferreira 7, inclusive 1 sabbatina ; Francisco
Antonio Filgueiras Sobrinlio 5, inclusive 1 sabba-
tina. o Jos Fiel de Jess Leite 1.
Quinto anno : nao foram abonadas as faltos da
Ia cadeira porque nao coaspareceu o respectivo
lente.
Segunda cadeira : n. 7, Joaquim Cordeiro Coe-
Iho Cintro 2 : n. 9, Pedro Affonso Ferreira 2 ; n.
11. Antonio Beroardino dos Santos Jnior 2 ; n.
23, Pedro e Barros Coralcanli de Alhuque'que
2 ; n. 20.Olimpio Marques da Silva 4; n. 28 Gra-
cilano Hermino Baplista 2 ; n. 30, Francisco
Cordeiro do Rocho Compeli 1 ; re 32, padre Joo
de Reg Mouro 2 ; n. 49, Flix Antonio Pereira
Lima 5 ; o. 52, Joo Vosco Cobrol Filho 1; n. 53,
Jos Antonio de Araujo Filguelra 5 ; n. 55, Jos
Joaquim Tivares Belfort2 ; n. 61, Antonio Sera-
fino de Araujo Ges 1 ; n. 64, Virginio Antonio
Coraeiro d* Albuquerque 1 ; n. 06, Abel Orogo
2 : o 7, Moiciadeo Augwto de Azeredo Paira
2 ; n. 68, Firesino Barbosa Cordeiro 3 ; n, 76, Lou-
rengo Bererra Covoloonli da Albuquerque Lacer-
a 3 ; d. 79. Antonio Aladim de Aroujo 2; n. 84,
Reginoldo Aireo de Mello 3 ; o. 82, Vctor Di-
oiz Gongolveo 2 ;.n. 84, Dorio Fortum Pessoa 2;
o. 92, Joo Domiagueo Ferreira Rebollo 2 ; n.
O fiscal supplente em exercicio ds fregue-
zia de Sao Fre Pedro Gongalves do Reeife, pa-
ra sciencia de seus parochianos faz publico o ar-
tigo abaixo transcripto :
Art. 2." Fica iuteirameote prohibido o costu-
me de se fazerem fogueiras nesta cidade por oc-
catiodas festividades de S. Antonio, S. 'Joo e
S. Pedro e em outros quaesquer dias : o contra-
ventor pagar a wult da ili* e o duplo o rein-
cidencia.
Fiscalisago da freguezia de S. Fre Pedro
Goncalves do Recife, 16 de juoho de 1861.
O fiscal supplente,
Manoel Antonia Ferreira Gomes.
SOGIEDADE BANKIV
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
pragas do Rio
Caixa filial 4o banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em eum-
primento do disposto no an. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno findo, ?ai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituidlo das notas de 20$ da emissSc
da mesma caixa.
Caixa filial .no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
Francisco Joao de Barros.
18:898$999
Baiirode Santo Antonio.
Cbatariv dohrgo do Carmo. 8: i74#130
Dito do largo do Paraizo. 6:986^172
Dito do largo do Passeo
Publico......3:389#652
Dito da ra do Sol. 3:176#092
Dito da ra da Concordia. 3:175#993
ara
Saeam e tomam saques sobra as
de Janeiro e Para.
25:200^039
Bairro da Boa-Vista.
Chaariz do caes do Capi-
baribe e bica do mesmo. 5:817#000
Dito da caixa d'agaa da ra
dos Pires......5:189$300
Ditodapraqa da Boa-Vista. 5:040$525
Dito do largo da Soledade. 762^775
Santa Isabel,
EMPREZA-GERMANO.
Quiita-feira, 20 dcJunliode 1.S61.
Recita extraordinaria livre de as-
signa tura.
Achando-se gravemente doente o actor Ma-
noel Joaquim Mendes, e sendo aconselbado por
alguns mdicos fazer urna viagem Europa,
como nico-remedio sua eofermidade, o em-
prezario o auxiliou com o producto desta recita,
aiim de que possa elle quanto antes levar a effei-
to o meio aconselhado de atalhar o mal que pro-
gride, e conservar sua til existencia. E', pois,
para to justo flm que subir scena o espect-
culo seguiote :
Logo que a orchestra execular a excellente ou-
verturo grande orchestra
La Reine d'un jour
representar-se-ha a seropre muito applaudida
opera brasileira em tres actos.
Rio de Janeiro,
segu nestes dias o palhabole aArtisls, recebo
escravos a frete : a tratar com Caelano Cyriaco
daC. M. ao lado do Corpo Santo n. 25, ou eoni
o capito Joaquim Jos Alves das Nevos.
Baha-
A escuna nacional Carlota, capito Luciano
Aires da Conceigo, sahe para a Baha em pon-
eos dias, para alguma carga que anda pode re-
ceber trata-se com Francisco L. O. Azeredo, ra
da Madre de Dos n. 12.
Subdelegacia de S. Jos.
Faz-se publico que hontem noite fora encon-
trado perdido na ra Imperial o moleque Joa-
quim, que diz ser escravo de Jos da Costa, mo-
rador aa Estrada Nova : quem se julgar com di-
reito a elle dirijaso a subdelegacia de S. Jos.
Recife, 13 de unho de 1861.
Consulado da repblica
argentina.
Com a deploravel noticia da 'anniquillago di
cidade de Mendoza por causa deum tcrrivel ter-
remoto (como notorio) quo a reduzio em poucos
minutos um monto de ruinas, debaixo das
quaes foram sepultados msis de dous tergos da
sua populago ; o abaixo firmado, cnsul da re-
publica nesta cidade, tem iniciado urna subs-
cripgocom o fim dealliviar da desgraga os que
demem na miseria e orphandade, salvos de to
violenta catastrophe. A supplica que se faz a
todos os cidades desta cidade, e com especialida-
de ao corpo commercial da praga que entreten)
to importantes relagoes mercontis com a rep-
blica, mo deixa persuadido de que todos os se-
ohores se prestarlo a subscrever, cada um com
a somma que possa para flm to humanitario
imitando o que j se tem procedido em outros
provincias do imperio. Para o que pode se assig-
nar na associago da praga do commercio, oeste
consulado, ruada Cruz n. 3, e assim tambem em
qualquer outra parte em que o promovam os
amantes da humanidade, e a pedido deste con-
solado. Recife i de juuho de 1861.
Jos Joo de Amorim.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos propietarios tea predios urbanos das
freguezias desta cidade e da do* Afogados, que
o 30 dias uteis paro o pocamente boceo do
eofre do seguoMo semestre da dcima do anno fl-
noneeiro de 1860 o 1861, oe principiara a contar
do da 1.a de juoho vindoaro, focando sujeitos
multo de 8 O/ eo que pagaren) depois de Ando
oa ditos 30 dtas.
Mes*, do consulado provincial de Pernambuco
81 da maio de 1861.
Antonio Comeiro Moehodo Rios.
Cooaellio administrativo.
O conselho idmlnistrati'o, poro fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar oo objectos
seguintes :
Pora o 9* balnlho de infantaria de liona.
8 pegas de de fita encarnada com duas pollega-
das de largura.
1G;809$600
" Escrptortt>"da companhia do Beben-
be 17 de junho de 1861.O secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
Conselho de compras navaes.
Tendo-se de fazer, sob as condiges j coohe-
cidas, em 15, 19 e 2! do. corrente mez, os con-
tratos abaixo declarados, manda o conselho con-
vidar os pretendeotes apresentarem as suas
propostas nesses dias at s 11 horas da ma-
nha.
Em 15.
Por 3 mezes, (indos emsetembro prximo.
O fornecimento de viveros e outros objectos do
consumo, psra os navios da armada e esubeleci-
mentos de marinha, sendo arroz do Maranho,
agurdente branca de 20 graos, azeite doce de
Lisboa, assucar branco grosso, bacalho, bolacha,
carne secca, caf em grao, carnauba em velas,
carne verde, eangica ou milho pilado, farioha de
mandioca, feijo, manleiga franceza, mate, pao,
sabio, toucinho de Lisboa, velas stearioas e vi-
nagre de Lisboa.
O fornecimento de dietas para os doentes das
enfermadas de marinha, e dos africanos, besa
como los navios, compostas de araruta, aletria,
assucar branco refinado, bolachinha, cevadinha,
cha, gallinbas, manteiga ingleza, tapioca e vinho
d Lisboa.
Eo fornecimento, poro as obras a cargo do ar-
senal de marinha, relativamente a cemento bran-
co de Bolonha, cal preta o branca, pedras de
alvenoria e de cantara, brutas e tijoo de alve-
naria.
Em 19.
Por lempo de 12 mezes, fiados em juoho -do
anno prximo de 1862.
O aviaraenlo do receituario das enfermaras
de marinha e dos africanos livres, bem como os
serviros de borbeiro neceosarios a estes estabele-
cimentos e o fornecimento de ambulancias aos
navios, cooslando o receituario e as ambulancias
dos formularios que existen) francos na secretaria
desle conselho, para serem vistos por quem an-
tes queira consulta-Ios, e os servigos de barbei-
ro, do corte de cabellos, sangra, barbeamenlo,
applicacao de bicha e ventosas (forseceodo-as
o contratante) rospomento de cobego e tirsmen-
to de denteo.
Em 22.
Por lempo de tres mezes. lindos em aetembro
do corrate anno.
A lavagem de roupa das ditas enfermaras, com-
panhia de aprendizes artfices, e da maruja do
arsenal de marinha, bem como o fornecimento
das seguintes pegas de fardamenlo :
Pan a dita companhia de aprendizes artfices.
Bonet de uniforme, dito par* o servico, lenco
de seda preta, frdela de p'onno azul, coica de
dit de briso braaco, dita de olgoo ooul. blusa
do mesmo algodio, sapatos, camisas da algodo-
zinho branco, sacco, colcho o travesseiros de
linho. cheios de palho, lencos e fronhas de eigo-
daozinao bronco, colche de olgodoo e cobertor
da lia.
Paro os imprtaos morinheiros a apreadioeo ditos.
Bonets de panno, camisa da bao bronco, dita
de olgodo azul, colg de brim broneo, dito de ol-
godko azul, lenco de seda prata, farola de peono
azul, caiga de dito, sapatos e sarco.
Pora os fusil.eiras, oaia.es>,
Bonet de polla e chapa, caiga e farde de panno
szul, calco e camisa ote brim brea, grvala de
couro, sapatos e polainas de panno.
As propostas, em cartas fechadas, mencionaro
os noraes dos fiadores, e nac nod.es. referir-se a
PH41NTASM1 BR4NC0.
Terminar o espectculo com a graciosa co-
media em um acto,
MA MILHER POR DUAS HORAS.
Comegar s 7 .' horas:
Ao publico,
O actor Mendes, nao podendo passar bilhetes
em consequencia de nao lhe restar lempo para a
cobraora dos mesmos, visto ler de seguir viagem
no primeiro vapor, roga aos seus amigos em par-
ticular e ao publico em geral hajam de espont-
neamente concorrer este espectculo com o seu
bolo philantropico, recebendo em retribuigo da
sua beneficencia a eterna gratido do enfermo ne-
cessitado.
COMPANHIA PERNASlBlCiNA
DB
Navegacocosteiraavapor
O vapor Persinunga, commandonte Moura,
segu viagem para os portos do sul no dia 2if
do correnta as 4 horas da tarde. Recebe carga.
ateo dia 19ao meio dia. Eocommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sabida
9 horas : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
THEATRO
Um s grande e extraor-
dinario espectculo
Sexla-feira, 21 de junho de 1861.
Luiz Pisler, natural da Polooia. que j tem t-
do a honra de apresentar nos principaes theatros
da Europa, America e na corle deste imperio no
theatro de S. Pedro de Alcntara, etc., dar um
espectculo no dia cima mencionado.
Depois que os Srs. professores da orchestra
executarem urna linda ouvertura, O RE DO
FOGO tem a hoora de se apresentar pela pri-
meira vez ao respeitavel publico de Peroam-
buco. i
Representar seus extraordinarios e dificulto-
sos trabalhos, que sero divididos em qualro par-
tes, que sao:
G-ymnaslicas e physicas;
Magnetismo ou suspenso de um menino no ar;
E os seus extraordinarioo trabalhos de fogos.
Os bilhetes de cadeiras e platea acham-se
venda as seguintes partes : na ra Nova n. 32,
e na loja de Medeiros, oo hotel Trovador ra
larga do Rosario, ra do Crespo n. ? loja do Sr.
J. Falque.
Camarotes e resto dos bilhetes no escriptorio
do theatro d'Apollo.
Principiar s 7 i/i horas da noite.
Avisos martimos.
PABLA
Maranho ou Para
segu o veleiro brigue escuna eGracioss, capi-
to Joo Jos de Souzo : quem pretender carre-
ger, queira entender-se com Almeida Gomes, Al-
ves & C nado Crazo. 27.
COMPANHIA PERNAMBtCANA
DB
avegacao cosleira a vapor
Parahiha, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu". Aracaty, (Je>-a'.
O vapor Iguarass, commandante Moreira,
saldr para os portos do norte ot o Cear no
dia 22 do corrente s 5 horas da tarde. Recebe
carga at o dia 21 ao meio dia. Encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
as 2 horas: escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
ftj
Rio de Janeiro
U '^yi-n e bem conhecido brigue nacional Ve-
o=, pretenle a^,;,. com rauila breridade, tem
parte de seu carregam^.. nroraplu para rejl(>
que lhe falta trata-se com os se... -nngianatarios
AzevedoA Mendes, no seu escriptonG .., rta
Cruz n. 1.
^t.'*"Wi-C> **?.- **-.-
-.fw.-^^tf^m
Leudes.
LEILO
Quinta-feira 20 do corrate.
PELO AGENTE
Sf*&!ft
DE
70 canastras com alhos de 100 maungas.
4 barris com toucinho.
6 barricas com nozes.
20 latas com tabaco simonte.
Urna porgo de saceos vazios de farinha de man-
dioca.
O referido agente vender em leilo publica
por cont e risco de quem pertencer os diverso
generosorimo paro liquidago de factura, em um
ou mais lotes a vontsde : quinta-feiro 20 do cor-
rente pelas 10 hqxas da manha na porto do ar-
mozem do Sr. Annes defronte da alfandega.
LILAO
Rio de Janeiro
segu com toda a brevidade a barca tMothilde*
por ter metade do sen carregamento engajado :
para o restante, trata-se com Manoel Alves Guer-
ra, aa rao do Trapiche o. 14, ou com o capito
Jos Ferreira Pinto.
MSSM
Quinta-feira 20 do corrente.
Augusto Cessr de Abreu far leilo por inler-
veogao do agente Pinto, do mais completo e va-
riado sortiroesto de miudezas e perfumaras in-
glezoa, traocezaoe aliemas : quinta-feiro 20 d
corrente a 10 horas em ponto, no seu armazem
ra da Codvia o. 36.
LEILO
ME

FMttlttJ..
O patacho portuguez Maria 6 esperado da
_ Babia a todos os momentos, e seguir em poucos
mais de um. contrato, que o respectivo subscripto dios ; pode inda receber alguma cargo a possa-1
declarar qu al seja para a uecess ria separar'ao 1 geiros : trata-se, com os consignatarios Marques, 1 ana .^-n* rv>m tantin
ItUrrna C. !ro do Corno Sonto n. WW WCCO9 CtM* nmia
no acto do recebimento.
1 Barros &. C, largo do Corpo Santo a. 6.
O agente Hyppolito fara' leilo de
de mandioca.


)
sendo que aera' vendida ao correr do
martello: quartaleira i 9 do corrente
as 11 horas em ponto no Forte do Mat-
tos armazem alfandegado do barao do
Livramento.
LEILO
DlAfil 01 PlAJUBlQO. Ql ARTA FEIRA 10 D JSHO DE 1M1.
DE
MOV
Quarta-ftira 19 do correntfc. *
Costa Carvalho fara' leilSo no ia ci-
ma as 11 horas em ponto no wu arma-
zem na ra do Imperador n. 55, dos
movis pertencentes a masa fallida de
Antonio Joaquim Vidal.
Na mesma occasio
vender' varios escravos sem reserva de
preco.
Avisos diversos.
2is0oc\*c*o &npo g vap toca
Por deliberado lomada em sessao da assern-
olea geral de 16 do correte, se mandn convocar
o reumo de lodos os Srs. socios effectivos era
geral, para virem tomar parle na importante
lueslao da continuado esta Associaco. em
vista das novas leis e regulamenlos que baixa-
T3m do ministerio da fazenda e que aneciara aos
interesses de todas as sociedades. A assembla
geral desta associaco no deseio de que lodos os
ars. socios effectivos tornera parte em emelhan-
le negocio solcitamente os convida a que com-
parecam a sessao que marcou para sexta-feira,
21 do corrente, s 7 1(2 boras da noile.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucana 17 de junho de 1861.
J. Cesar.
Io secretario.
O Sr. Jos dos Santos Moreira que i
morou na ra do Rosario da Roa-Vista, ;
queira annunciar aua morada que se
Ihe precisa fallar.
_ Clemente da Silva Lima
medicocirurgico
3~W(3 A* GLOKW GASA. DO FiyNBiVO-3
Ep-
por ambos os syslemas,
,m e^ q"e. tem de que os retnedios do seu estabelecimenlo nao ae confundan
a nrecTucio de* K. !r"de Credto de **? 8empre a precaucao de inscrever o seu nome em todos os roluln* dnTAndn ----
ment ,:kC.2'fluenci" da ""dance P sua nova residencia, o proprietario deite eatabelecl-
a:!! '?r.J!?i.refarB* completa era todos os seus medicamentos. "Wieci-
cora os de
R'S^^iSX**"***umaconla ^ pelDt- ^o\oLT.t:Zt
medioa0^0. ".'6 re.cebe-r de *?"">' *rand# por5ao de tnclu de conito e belladona re-
ZAToS^X^^^^^**** d" ^ o esmo.'s'rl
nSnmne5Ca.m-D'i" .avu,88 1u.r em lub08 ^t em ncturas cusUr&o a la o vidro.
.p.^rp^^a^.at*rio.4:;.",d,d"'b;,,,hM ,"8'do,,i '* >**~"
tender : ra da Gloria n. 3 casa do Fundo.
Dr. Lobo Motcozo.
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro.
I3nie deposito na botica do Joaquim Martinno
da Cruz, Crrela & C, ra do Cabug n. 11,
om Pemamlnico.
5'^ ""Mta "* P^*. de ierro,
S NO PROGRESSO
DE
largo da Penlia _
Neste muito acreditado armazem de molhados
Nlanteiga inglesa ferfeitameiite flor. ^ ,.
ril a 700 rs. a 800 rs. a libra, em bar-
Mauteiga franeeza -,. ^
aTVA ~ v, lllhor h,Vn0 mercado a 720 rs. a libra.
Ca os me\uores que ha iio mercado
*' ditt. 2J500. 3. ditt. s\o00, e preto 1*600 a lZ YeDde-Se ^^ 3*'
\jueijos uamousos h
gados do vapor passado SlSOO e iSooM*'1* "1Um0 T"POrda EurP> 2*800r8- di,0 he-
w ?*. FiId a* a?fSo i?6 *Tindo a esie mercadpor ,er,,n ""o '"
meuduas coufeitadas proprias para sones de S.
<*O&Oal000r.
" LJt iem p0rsao ,e ar a,*um baUniento.
Bollo fraucez a 500 rs.
o cartao elegantemente eneitado,
muito proprios
no progresso
cada urna, s
aoirav
muitos fabricantes
com o
Parecer eo publico um luxo empregar-se um
riadaV maV hXm-mT emPre6ar-*e m mesmo medicamenlo debaiio
vanadas, mas o horaem da sc.encia corapr.heode a necessidade importancia de
Miguel dos Santos, que declare por este iario I,aaae- Para ,odos paladares e para todos os temperamentos.
de formulas tao
urna tal varie-
d
15
pede ao Sr. Jos
e por este ti
o chama ra da Lingoeta
Das
essencia do raedicaraenlo, .W^SSSSC tvZS^'SS
P^que negocio tu.,ua rufl oa L1goei. nu. de, corao o elixTr d/ciro r.^oleTe;^:" TZSSfSSSSSmTwSt sebera 2Uma,da-
- Lydlo Aler.no Bandeira de Mello nada de- figH **< ^ p.rompta e fac' ^^o no estomago 'de Todo Z ^StaSLSL
vendo ao annunciante, declara que pode ser pro- i !S2u* e n8, Prod.ullr Por causa da lactina, que contera enana comDosicao a2S h
curado das 6 horas da manhall aV8 da Doi T#B,W^^"!2l~JJ?Jif,r0TOeH*"*" oulraa prepaMcesfeTrog.nosas^ 5 C018l,paSao de
na praca da Independencia n. 10.
Quera precisar de urna ama de leite sem
cria, escrava : dirija-se em Fora de Portas ra do
Pilar n. 26.
Atteneao.
substancia
qualquer
Estas novas qvalidades em nada alterara
i da qual o medico se nao pode dispensar em sua clnica de
formula que Ihe d Dror>riPddp.o. .,.;"."'_ e ae
a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
es"qe o^rajico V'p'Pa JUEET*
receo.
de ferro. Assim
E' o
este
que conseguio o ph.rraaceutico fherraes cora a p^r.gSo do ro-l.cit
saftssra: :sa;:: MnarcSi ssr^r
nDemorr&eiln,aSKm,0leSlSS de laguid" (olorose p.hda core^
cor dehK hydr"P"qieappareceiii depois das intermite!
ron.1"ldade.Das Pealas brancas, na escrophula.no rachitisrao na
convalesceocu das molestias graves, na chloro- '
Tem sido empregado como im-
'/ na debilidade subsequente as
tentes na incontinencia : de urinas
purpura hemorrhaica, oa
randa de pao n. 33, defronte di padaria do Sr.. curiaos. excessos quereos, onanismo e uso proloog>do das preparscei mer-
Ja !U1Z* ,fazcm-se bolS chamados de S. Joao Eslas enfermidades sendo mu frequeates
ce amrenles massts e g"'
capellas, coroas, coraces .
se fazem bandeijas de bolinhos, ae armocoes
melnor gosto, tanto para casamentos como para
bailes, fazem-se doce3 de diversas qualidades
arroz de leite cangica, pastis de nata, pudins
pasleloss, jaleas de substancia.
Aluga-se ou vende-se o sitio denominado
Campo Grande em Beberibe com os commodos
guintes : grande casa de vivenda, estribara,
muita ierra para plantaces e urna grande baixa
para cipim e arvoredos de dilTerentes fructos :
qoen o pretender ou comprar dirija-se a povoa-
cao de Beberibe com Tiador do Lago.
Ceorge Boliston, Roberto Guy, William
spencer, Inglezes, seguem para Europa.
qualidades, a
s no
e gostorenfertadoscom medico 5T5KS 7*7..s Br!?Xt5;tUWf,,ll,,"U,ei, <* *"*
oes com letras; tambera reconbecimentoda humanidade por ter descoberto m r, f. i? V10 me/ece loaro* e o
olinhos. de armacoes do do ferro. v aescoDerto urna formula pela qual se pode sem receio usar
I
Sirop d
JARABE DOFORGET.
Este sarape esi
VH^5r***ngss saz ?x
alh'ctj -s iIo bi-jiie
'empo'o'.W.u^e'o ieHco. """ w e'nw aie excelente xope Mtiafaa ao
O dsposito va ma larga o nourlo. botica de limholomto F Precisa-se de um caixeir
<# algumapraticad6 loja de
# ra da Imperatriz n. 82.
que lenha
miodezas: na
Os abaixo assignados venderam a
armacao e utencilios do seu estabeleci-
mento da ra Direita n. oi ao Sr. An-
tonio Mara O'connell Jersey, li?re de
onus e encargo algum. Recife 15 de
junho de 1861.
Silveira & Mello.
A pessoa que aonunciou para ser caixeiro
ce pharmacia dirija-se ao sobrado da ra do Li-
vramento n. 28.
Ao barato. !
Por 500 rs. o cento de papis de co-
res cora estalos para sortes de S. Joao e
S. Pedro, vindo de Par pelo mvio
irancez Adelle : na ra da Cru? I.
Quera tiver con*-1* ^om a festa de
Santo Anton^ ^u arco da ponte man-
,},,,- .ceeber na ra do Crespo n. 18.
Pede-se por favor ao Sr. Geraldo
Correa Luna morador no pateo de S.
Ped o que va' a ra larga do Rosario n.
o acabar com o negocio que o Sr. nao
ignora isto nestes 5 dias.
Attenco.
Santos Caminha & Irmaos. estando na Uqai-
mmm mmim,
Recreio saudavel.
fl M-RuaBireita-N. 2t3
O proprietario deste armazem participa aos seus numerosos fresueze* aBm L.'
ahores amigos do bom e barato, que se ach-*a- ... l..?Jlg"ez*s'.issm como aos se
de gneros os
melhores
La o
trans-
que le vindo a este mercado; 'teTSSSmS ^SSS^SS^
rrJ .^PeSa e aS8-C, C.om ('ue 8e acha mon,ado como era icommodidade defreco aPhf, ,'
creve algumas adicoes de precos, nnr ^h ...s i.i;-_____1 "r.|,v*g
de boas qualidades dos gene
son muito fino a 2# e 3# por
gum abalimeoto aletrla, -m
1J?000, toucinho de Lisboa _
chinha de soda e de outras ma!s qua'lida'dVa em Ulas^'l^^cliourices muin" anVimeni,kbo1*-
bra, latas com savel de posta, fritw escabeche o melhor que ha n" mercado ,tnVl6,a U"
porco relloada muito nova a #w a libra, caf de escolha do melhor que ha a U *2 ba1^' d
pare menino, s no Progresso.
Hoce da casca de goiaba ., ,,
Hoce de Mu 1 em p a 800r8, 8
no progresso. ^ *m l>li" de 2 libras muito "feiladas a 1200 rs.
Mamelada impefial
Lisbfla a 800 rs. a libra.
Ameixas rancezas am,.
ditta. porluguezas a 480 rs. firS Cm Pr 3ft000cada um. co val
Latas com bolacfciafcas de soda
PraglsoT COm Um laU" de 8 ,ibr" por 3S' 4 libras por 9&0.
M.aca de tomate
Chocolate em por 90rs'e em Ul"de 2JibrS por um "
Conservas t*u*V%2&''"""' 1 Pr8'e!''
co em porcaose faz ab.timento. e recentemente chegadas a 800 rs. o iras-
Paseas em eaixmUas de 8 libias ,
mercado por seremrauito grandes a 2S800rs. cada uraa mfllhores 1u tem ^o a este
KiSpermacete superior
abatimemlo. *?^"* sem avarla a 700 rs. a libra, em caixa se far algum
MetTia, macarrao c talbarim ,nn 1M.
roba por 8J. "" 400 ^b" em caixas de ame ar-
Krrtllne fraeeias m ,.,. d., llbt. no
Latas com neixe dposta.
Altitonas muito novas.., k .,
Palitos do dent U**.T7
T_ .*avw em molhos com 20 macinhoa por 200 r.
raqaes deste auno a iSn,. ,
no Progreaso; ,8 "' a carla> e em caixa e0Btt 4 c1 Pr 6800 rs., s
C li daamais creditadas marcas 5?f000 a duzia i retalho a 500 rs. a garrafa.
Wu. e muito superior a 2000 rs. a garrafa, em gigo por 18000 rs.
wlatios engarrafados*
ditto Muscate^a garrafa ; uJXSS%!f^^
w niios em moa ."r
I-Presunto de CkSC' *-"-u-' m*
Prcmnto deLamego h"T""'""*'"'"
Cnonricas e palos "*" 8""" **": *" """' <0 "'
T onelnho de llsbr "'""""' "m b"ril con 6"""" f "" f *
Banna de poveo veftnada ''" "T*'3S0" 'lib"
barril a 440 re. maisalva que pode haver a 480 r?. a libra e em
Vmcndofts de casca mole
em porgSo se far algum abati-
publico um grande sortimento de
PaletoU de ganga amarella verdadein
minuto preco de 2 ; na ra do Crespo n 7
quma da ruado Imperador, loja de Guijnaries &
Atteneao.
Fazendas baratas, na ra do Quemadb n. 69
ricos chales de roco estampados a 3^400 cada*
um, saias de balo com renda a 300, ditas de
30 arcos a 4J>, chsly rico matizado a 900 rs. o co-
vado, chapeos de sol de panno grandes para en-
genho a 3200cada um.ditoi de seda inglezes a
11 cada um, e muitas mais fazendas que-se
vende por todo prego : na ra do Queimado n.
w, de Jos Antonio da Silva Marques.
Na ra da Roda n. 6 manda-se comida para
tora, e incumbe-se de mandar levar, dando louca
com asseio e promptido, por preco razoavel.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
eengommar, e que sirva para compras : a tra-
tar na ra Bella n. 23.
t7iU.ma mulher Portugueza offerece-se para
?!" -1"a Ca" de pouca -mia; quem pre-
tender, dirlja-se a ruado Sebo n 8
.nT.rI!nU^d<,.Cadeiad<) Recife dfronte dobec-
h! e i*' t,m a.ra ,rocar uma lia* ima-
T5A Ahi B,flf. out" e Santo Antonio
ft5-^Sar,5 Conceigao. todas de pedra.
fettasna Babia ; assim como tambera vende pe-
dra gaspe, tanto em p para calcar botins. como
em pedacosde 3 e 4 arrobas cada um, e alguna
crucitlxos, e imagen de Santa Luzia, d pao.
Precisa-se de um horaem que saibi fazer
velas de carnauba; a tratar no aterro da Boa-
vista o. 4.
Pretende-ie negociar por venda porco de
gaao, sendo garrotes, novilhas e vaccas de leite
aiguns escravos, diversos objectos de pratj dua
casas terreas e o capital de 1,430 libras empre-
gado nos fundos consolidados de 3 por cento no
na43 iM'tf'1"? : para lr,ar Da da Cruz
n. Ai, segundo andar.
au%
aJl0 t'8/?1 d? niaio Proximo passado fugio do
engenho Quaoduz um escravo de nome Victori-
no, com os signaes seguintes : preto, boa altura
rosto bexigoso. e tem falta de dentes. cuio es-
cravo foi do finado Joao Dias. boticario da cida-
de da Victoria, e muito conhecido nesta praca
onde vioha constantemente comprar remedios
em urna botica para seu finado senhor, por isso
suppoe-se andar por aqui : portaeto roga-se a
quam o pegar, leva-lo ao dito engenho a seu se-
nhor Jos Ignacio de Helio, ou nesta praca a Ber-
nardino Frencisco de Azevedo Campos, que se
gratificar generosamente.
Vende-se um escravo moco sem vicios nem
achaques, e ptimo trabalhador do servico do
campo ; a tratar na ra do Sebo n. 20.
Fazendas baratas.
Algodo enfestado com 7 palmos de largo
apropria4o pexa lencoes e toalhas, pelo diminuto
EflSnVm*' ili' chitas frances escuras
l rSV 220 e U0 C07ad. Pec" de breta-
nhade rolo a1920; na loja da esquinada ra
JJrameato n. 2, que volta para o becco do
Cortes de cambraia
300 rs., latas com du "oras de
marmelada do melhor autor em'LhTboa^a 1*400 l ?
" 1sjEItea:viffmercado a 640> conse"a
"1 melhormarca qae vem
l
a libra
comructas d ruriogal era celda as m"rloresq"ue'vem o ml^oTiYi1*.^ e r?' ,a
melhor--ior muito nova a 800rs. o frasco, ceneja da melnoi"marca *'-.-0OSe"a inlez
do
*';ta&?T;jsr0
SSASSL: ft.ffSf-'l'.^PP Para.engommar 7 1$'
.-ia a 500 rs., arroz do melhor que ha nest'e genero a
que
K0 no Progresso do pateo da *"*!":a lka e
ludo qano bVra ?&!"**" eCalr"& *^*^
porcao se far algum abalimeolo.traques
JsssttSTjsjws ssutss. ar"",era *- -.
quali^
suas. en-
vespectivos devedores o especial favor
rerem vir, ou mandar salisfizer-lhes
lancus de seus dbitos, em seu
ii Nova n. 25. E porque a firma
pechincha.
de que- .
as impor-;do a 800 rs.
escriptorio na Goliohss de fustao
-.- Caminha & senhora a 640 rs.
o SunJIJa'iui,JB,V0Ce.dard? 5?m ? Sr- Cadi- laS de dU0 lisas com bo,ao a 500rs.
o iSunee w Mello, a qual foi dissolvida em 31 Manguitos a balao com nunhos e Iu hnM.
de outubro de 1859. e Ocassem perlencendo re- dos com botaoziohos g '" brda'
S?dl.has de quadroe muito incorpadas, cova-
bordadas com botao para
a 3.
ri riu LJ Caminha & Filhos todas as divi- Manguitos a balo com punho e gola a
tl!. h ,C0D,rah,das para com ,al ociedade B'oes elsticos a 3 e 3S500 ^
at sa data, ee annunciaoles aproveitam a 0C- M E outras mais fazendas muito baratas
castao para dingireo o mesmo pedido esses I da ^peretriz n. 40,
reros.
devedores,scieniificando tanto estes, como
aquelles, que s aos meamos annunciantes, ou
pessoa por elles eipressameote
derao aatiefazer seus dbitos.
na ra
esquina do becco dos Fer-
autorisada, po-
Na ra das trincheiras
numero 28/
Vende-se um panorama
niiTfi^ 8e "f8 e8crava de ^ anD'. de bo-
nita figura, a qual cose e lava, e tambera enten-
labn.",,5 CamP : "a rUa Direila n- W
anmmP.reCSa*Se de uma *** Para ozinhar e en-
gommar; no armazem do caes do Ramos n. 4.
Jos rerreira, subdito oortusuez roti ca
com as vistas da guer-1 P"a Bahia. poriuguez, retira-se
os Moliandozes at a destruigo do quilombo ~ Offerece-se um hornera portuguez (das Ilhasl
para fetor de sitio, do-qoe lera bastante pralica
qtiera precisar, dir.ja.se a ra do Encantamento
u. 13. taberna, que achara com quem tratar.
T. M,gu dos Santoe declara solemne-
K?2 an,Sr8- C'Pmeote da SilTa Lif e Manoel
Jos de Oliveira &Irmo, e Oliveira & Azevedo
assim como os mais aeohorea a quera roguei m
fallacem, nao.me sao devedores da menor quan-
contrano me considero devedor a estes
para cujo
<3a Palmeira, vendende-se todo por ata
tambera vende a ultima stampa que a typo-
graphia Pernarobucana fl.5. Na mesma casa da-
se dinneiro joros, sonde com o juros de 3 or
cento ; do uma hora M ^ 2 da tafd achar.I#
lia com quera tratar.
vThn,abaIVMgflad0 *",rego na pesca do
l.o bordo, indo ira dos dias o mez de dezem-
b: sua
dezem
pescara, encon-
ia tora no lugar denominadl) Oiteisumcha- seohoresdeum diminuto dividendo
6 0 COndlI/in n*r> la... ..i______ llm na al,____: vu,
trou
ffl. eS0C.nn UI0" P8ra lerr8' 3l
inda nao appareceu o seu don, por fsso faz
r^ Pnre8.,alha P^ca para* q'uem se ju-
gar com direito ir ao porto de S. Jo entende-
ee cora o abano assigoado. e dar os seus aigoaes
dade da madeirj. Recife <>''
-Joei Francisco da Silva.
rs a
IHbi.Joe Francxsc da Silva.
Que i jo do serto a 700
libra.*
rased8oeoDu\[darda' Cr"' V* d
Vende-ee duas casas terreas com sotto. ei-
1 na ra da Palma : a tratar na ru. da Coocor-
1 a". arinn de materues de Manoel Fu-
mino rerreira.
T--a,rHado0ueB,,dOD-33A. loj*. preci-
.Vieira g" UB" "rU ,0 S'-'oloOcuSo
m os chameL
Atteneao
Campos & Lima, teodo noticiado por este ior-
Sf.'?* 8.eU8 devedores P" que venham pig.r
sua. contas. e como o nao tenham feito. veem'se
errn^nnHeC"ldade d6 8 Chama' W "
excepcao de pessoa ou posicao ; multo deseia-
riamos nao nos dessem ealedesgoslo porque a lo-
-- Quem annunciou 800 sobre hypotheca
uma casa, dirija -se a ra Direita d. 3, botica
or. Lbagas.
n m.'Sf Vt'^y}?' **'" **"*"' ,endo ni-
na ra das Trincheiras, uma na camboa do Car-
faC?u!!1? tirU" ^ SnU Rt' '' tf"Ur Da r"'
L uvas de finacamursa
para militares ecavallei-
ros.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda mu finas luv.s de camurV. o ue
de melhor ae pode dar nesse genero e as U
ca^fio/nT0 P" J S SSS" ^a
ba Vi .2..eH*COn>?r,reiB conecerao que sao
ohr I 2- "* e sua finura e durago, e para as
oblar duiguem-se ra do Queirad loia da
Muita gravata ba~
rata.
a kLan,0,a d'aguia branca 8e encontr um grande
los e a0uSa0Ud,T, de grValaS de *SU- i-
nhnmi d68,.e P' PreC0S ta8S 1* Sl-
nhumaou raparte se acha, como seja n.vati
nh.s estrenas bordadas a 800 e 1J. d! as SL
de cores agradaveis al, 1#200 e 1500 i?t
com ponas bordadas e raalUadas, e lJ ,!
bom selim msco a 1*560 Pela i,1^ V mui
iraento o compradora mdl'a," "que"se^g"-
2umenro" d *** l* 'W iSK
Para se comprar as verda-
deiras luvas de Jouvin, a
loja d'aguia branca ponto
certo.
Esta loja tem constantemente
a
que
em
botica do
propria encommenda a. verdadS luas 2
Jouvme agora raesrao acaba de as receber nelo
Jo8POoar0aa,CeZeCOnU?aar a ebe-l.,porP|o-
hoL i,,-. rS ; POr I88 W 1"er comprar
boas |urea escusa cansar-se, dirlgir-se a Int.
d aguie branca, ra do Queimado n. 16
eJ Mn?P i manh-aa "chegadado/yuaross,
^m, f,m k 'aSSfgeiro paaTa o bolo desappa-
receu um bahu de flandres com roupa, e varias
cartas e uma caixa de chapu : roga-se a pessoa
Muera fr iVo offerecido de aprender e mandar
parle na ra do Jardim n. 10 ou na ra Nova n
56, que gratificar generosamente.
. ~7 b'charel Joao Vicente da Silva Costa
tendo establecido o seu escriptorio de a*rt2
nrorn'rlSS n R"eI ?' 73' ond "si*. t*EZ*
procurado para os misteres da sua prouseSo
qualquer hora ; menos s dez do da. era
tem de comparecer no Collegio das Artes.
.7" a no,te de Sflbbado para domingo, 15 do
EEfcJZT? dosilido Moudegofoutr'oM
quartel general, douscavallos, sendo um grande
?ne'd0; e ou,f 'o : quem os restituir a se
Attemjo.
i ;mb.e88"m os charu,os Anos de Jos Furladode
D S. Caraos! Imperidr fc 28' tab"na de
naliSri*-"'.8 ?6 .Um Caxeiro para uma labern
nagV,ctor.a a tratar na ra Direila. padaria
laiT^611'8? 1ul-foira noite um mante-
\ll\m pr?lV*i0m nias de "Iludo j usado
n. V?.u ? .da Gl0* "l ao che8" Ponte da'
r.to r :/HqU6!? fc.hou equizer fazer o favor de
restituir, pode dirigir-se dita ra da Gloria
i1,^f.reC8a"8e Ae u."" ?ma' Preferindo-se Por-
tugueza, para o servico de casa de uma s pes-
soa : a tratar na ra da Matriz da Boa-Vista n
35, pnmeiro andar, das 5 horas s 8 d" noite
O calumniador da Ca-
punga.
.Pf12?d0-"*i? Cerl m50' mohecido com o no-
me de Maoznha, que Ihe haviam furtado um car-
nero, leve o atrevimenlo de culpar a oito pes-
soas nesse crtme, sendo muitas dellas de nasci-
: mentos e acoes mais nobres do que o dito Mo-
'cora oa0rno^f!e9n!,brar i0 ar'-- 229 combinado
cora o arl. 236 2 do cdigo criminal, edas pe-
nas, que impoe o art. 232 do dito cdigo, e por
este pedimos, os calumniados, que o referido SI Bo-
tinas se deue de calumniar pessoas que mere-
cem melhor reputacao do que elle proprio e se
devirt. cora mais decencia m matar carneiros e
porcoe, retalhando ao publico, e vender seus vin-
tens de cachaca, que tirar melhor resultado do
que andar levantando falsos a quem nem delle
S6 l6fflDr Os calumniados,
SOCIEDADE
m\U BENEFICENTE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Em Pernambncoi
.r^I orden).do Sr. presidente convido a todos os
dtnaruL8.08 e"e.c>i'-,P" a >o extraer!
fi h. /$e,mbJ' ?eral no dia 2 do corrente
?pr .n i.ardt, valo que se tem de submet-
ter a approv.caodoExm. Sr. presidente da pro-
ema.P0rJHaUK0S'JUD, Com a ta da sessao
era que fot deliberado se a sociedade deve ou nSo
continuar a existir avista da le e regulamenlos
J?eeterUon"D8terO '" aienda wJSTSS
ArS?taua sociedade UnioBeneficente dos
s Selleiros em Pernambuco 17~de junho
58000.
Ricos cortes de cambraia de sal picos brancos
com 8 varas cada corte, pelo diminuto [preco de
3; na ra do Crespo n. 7, esquina da ra do
m perador, loja de Guimsres & Lims.
Na audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos.
que lera lugar no da 21 do correle, so ha d
arrematar dous escravos e diversas obras de ou-
ro, algumas dellas com diamantes e brilhanles
pelos precos constantes do escripto em poder d
porteiro do mesmo juizo.
t^ He,reKe"8 Um moco. Prlu!uez Para cai-
xeiro de taberna, com pratica suflicienle a tra-
ar na ra das Cruzes o. 21.
Quem annunciou precisar de 500 a iurnq
dando por seguranco um predio : dirija-se a ra
da Imperatriz n. 36 que se dir quera d
mesma compra-se prala e ouro velho.
SYSTE MA MEDICO DE HOLL WAY
PILULAS HOLLWOYA.
Este tnestimavelespecifico, composto inteirs
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem algunos outra substanciadelecteria Be-
nignoa mais tenra infancia, e a compleicaomais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleiSo mais robusu
e enteiramente innocente em suas operacese ai-
ralos ; pois busca e remove as doencas de qual
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que j estavamas ponas da
mora, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrara saude e forcas, depois dehaver tenta-
do intilmente todos os outrosremedios.
As mais afUictas nao devem entregar-se a des-
espera5o; facam um competente ensaiodoe
emeazes effeitos desta assombrosa medicina
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades-
portuguez,
Aviso.
escravo mensalmente
era bem aerrldT '---------" "', IO' que ahi
Cabo de marfim e madrepero-
la, escovas para dentes.
Na loja d'aguia branca acharao os apreciador-.
5m.8 adr.ep.r?la ^ S300 "da eme. Cora
escova auim deUcada" faz Mo U0..s
os dentes. e par. as comprar drigU-?Pa
do Quemado, loja d'agui. branca n. 16,
ra
Precisa-se alugar um
na ra dos Pires n. 42.
O abaixo assigoado declara ao respeitavel
publico e a quera convier, que tendo passado pro-
curado bsatanteao Sr. r. Joaquim de Souz.
a? iPu'!i.eu 8UD,l,lu Pa tratar de sua causa
de fallenc a commercial unicamenle acontece"
que aquella tomasse pelo lado ridiculo o abaixo
assigoado quando la emseu escriptorio saber co-
mo a essa causa, e por conseguinle o abaixo as-
de8nenhuTeffe*toPrUraa0que,,eU- flcando e,la
Francisco Antonio do Regolello.
r ^LUfta"8e */ dar da cisa da t a-
vessa do Queimado n. 1, quai lein bons
modos para familia: a tratar na taberna
xo do mesmo.
com-
por bai-
do 1861.
Joao Jos Leite Guimares.
1. secretario.
-- Laetano Jos de Brito, subdito
relira-se para o Rio Grande do Sul.
Precisa-so de dous trabajadores de pada-
.ml16 eo.len,dm Perfeilamente do trabalho da
ro 8r "a rai larg" d R08ari0 num"
Hi.rDVrginia..Roms800,i Ferrari e sua mai Ju-
dith Romagooli, italianas, retiram-se
do imperio.
ra.
para o sul
umT ^W <* ^.Pothec,
ser procurado.
Braz
quizer anouocie para
BIrabrota, subdito napolitano, relir.-.e
Viclor Imbrola
se para a Europa.
se
ra
Precisa-se de um boa
nova de Santa Rita n. 65,
cigarreiro: na ra
subdito napolitano, retira-
7.rr."ueropVfhe' UMU Dap0,ano' "t-
-;. SrSs.?^ 8uMi, napoltan. ""
Mi7uey?rhuI7aliach0 Linu P"* Uh" de s-
cilia Julia '' 6 8Q" lha mmor Ce"
Na praca da Independencia ns. U a 30,
precisa-se fallar ao Sr. Manoel de Assis Tavares.
U a ,.ua r,maa D- MarU dos Aojos (ou alguem
por esu) filhos que ficaram do Sr. Vicente Jos
ua silva Tavares.
Aluga-se o sitio do finado padretCapistrano
na tapunga, com boa csss, todo murado, cacim-
ba com bomba, arvoredos de fructo e jardim a
tralar do mesmo, oa na ra daa Calcadas n. 6
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Am polas.
A reas (mal de).
Asthma.
Clicas.
Gonvulses.
DebilidadeoH eztenua-
cao.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desi atera.
Dor degargania.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
En fermidades no ventre.
Ditas eo ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto dae specie.
Gotta.
Hemorrboidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
Irregularidades
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstruejo de ventre.
Phtysica ou consnmp-
pulmonar.
Retenco deourina.
Bhenmatismo.
Symptomassecundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereof>a!}.
rebreto intermitente, 1
Vende-se estas pilulas no estabeJecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos, os boticarios droguista eoutras pessoas edo-
carregadas de sua venda em toda a America b-
oul, Ha va na e Hspanha.
Veadem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
uma dellas, conten uma instruccio em poriu-
guez para explicar o modo de se usar deslas Di-
luas. r
O deposito geral em casa doSr. Soum
pharmaceuttco, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
O antigo mestre da lingos ineleza ind
^OU^r" 8? parUcu'ares pS system?
m.i^Al/r,aclallten,eadoP,adoem os pri-
meiros collegios dos principaes capitaes da Eu-
ri.,.Sra0 TantaKein P o discpulo incon-
. J .' po,8. ll'J 5ar ?u Unf-O annunciante pode
da Soria" 83 "' '"da mibU na rta


DUWO 01 rKftNUUUGO. QUARTA FEIRA 19 M JUNHO DI l8il
4tencao.
Constando abaixo assignada que Colambo Pe-
reir de Moraes tua mi Sra. Francisca Joa-
quina da Conceico p re tendera dlspor doa escra-
vos, que conservam emseu poder, pertenceotes
eo casal de seu finado marido o coronel Maooel
Pereira de Moraes, pelo presente faz publico que
pessoa alguaza transija com o meamo Columbo e
sua mi a respeito de laes escravos, quer por
compra, hypotheca, ou por outra qualquer ma-
neira ; porquanto a abaixo assignada pelo juizo
municipal de Olinda, escrio Faria, move ques-
tao acerca desses escraros, e j obteve aentenga
a seu favor; e pelo presente protesta contra o
mesmo Columbo e sua mi por qualquer desca-
minho que delles faga, e contra todos que com-
praren), ou por outra qualquer maneira negocia-
ren! os mencionados escraros. Outro sim previne
aos Srs. tabelliea e escrives de paz, que se nao
prestem passarem escriptura de natureza algu-
ma acerca dos escravos que fazem o objecto do
presente annuncio sob as penas da lei.
Becife 14 de juaho de 1861.
Brites Sebastiana de Moraes.
Francisco Jorge de Souza, desde setembro
de 1856, por vezes, e seguidas, tem pelo Diario
de Pernambuco anounciado vender, ou permu-
tar o seu sitio do Arraial, com casa de commodos
de pedra ecal, estribara tambera, porcao grande
de fructeiras de varias qualidades, riacho perma-
nente de boa agua, terreno foreiro a quarenta e
tantos aonos, feito pelos primeiros administrado-
res, e assim mantido, e sanccionado pela ultima
admiQistracao da Exma. finada a Sra. D. Maria
Elena Fessoa de Lacerda, como ludo consta dos
seu8 titulse mais papis respectivos: quera por
tanto quizer fazer um dos negocios cima annun-
cie, ou dirija-se ao dito sitio, e mesmo no Becife
no trapiche do Kamoi, das 9 horas do dia t a
tarde.
O abaixo assignado avisa a todos os devedo-
res do imposto de 20 por ceoto sobre o consumo
da agurdente do municipio do Becife, que teem
sido remissos em seus pagamentos, que est ti-
rando mandados execulivos contra todos os mes-
mos devedores era geral, que nao teem querido
amigavelmenle pagar, liados talvez, que por se-
rena amigos nao o devam fazer: e para que se nao
cbamem a ignorancia, fago o presente aviso.
O arrematante,
Luiz Jos Marques.
Precisa-se
de urna ama deleite, preferindo-se escrava, pa-
gs-se bem : na ra do Queimado n. 7, se tratar.
Industria.
Solda-se perfeitamente toda qualidade de lou-
a una ou ordinaria, porcelana, vidro, barro e
pedra, garanlindo-se a perfeico e seguranza
visto que o annunciante esl munida dos ulen-
cilios de sua prosso : na ra Direita n. 57,
casa terrea.
Traspassa-se o arrendamento do engenho
Frescondim muenle e correte, e que tem pro-
porcoes para safrejar mais de dous rail pes an-
imalmente, Gcando perto da estrada de ferro 3
leguas, e teodo boas obras. Arrenda-se com
vinle e tantos cativos de enchada, bois e eni-
maes de roda, vendendo-se a safra creada : quem
pretender pode entender-se com o Sr. Bruno
Alvaso Barbosa da Silva, no Becife. ou com o
abaixo assigoado no engenho Cajabuc.
Maooel Barboza da Silva.
LOTERA.
Sabbado 22 do corrente impreteri-
velmente no lugar e horas do costume
sera' extrahida a primeira parte da pri-
meira lotera era beneficio da igreja de
Nossa Senhora do Rosario da freguezia
de Muribeca. Acbam se a venda os bi-
lhetes e meios bilhetes na thesouraria
das loteras ra do Queimado n. 12, pri-
meiro andar, e casas commissionadas.
Logo que sedistribuam as listas serao
pagas as sortes.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
. Preparam-se bandejas bem enfeiladas de
diversos gostos pera casamentos, bailes e qual-
quer funcQio, ou testas de igrejas.com os melho-
res boliohos ; assim como bolos para os festejes
de S. Joo, de todas as qualidades : quem pre-
cisar, sendo o mais em conta do nosso mercado,
ou mesmo bolinhos era libras separadas, dirja-
se a ra da Penha n. 25, que se far o ajuste
cora perfeico e asseio.
Precisa-se de 6:0009 a premio, dando-se
para seguranza hypotheca em um engenho :
quem quizer anauncie por este Diario para pro-
curarse.
Convento de Santo Antonio.
Ponderosos motivos obrigam a trans-
ferir a fiesta do padroeiro para o dia 23
do corrente, e nSo para 24 como foi an-
nunciado.
Fre Francisco de Santa Candida,
Presidente.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos,
e que tenba alguma pralica de fazendas, para se
empregar de caixeiro perto da praca ; a tratar na
ra Direita n. 55.
(>
Joao Lorrea de Carvalho, al-
faiate, participa aos seus nurae- f^
rosos freguezes e amigos que mu- ^j$
dou a sua residencia da ra da (^
Madre de Dos n. 36 para a ra
da Gadeiado Recie n. 38, pri- {g
meiro andar, aonde o encontr- fe
rao prompto para desempenhar }
qualquer obra tendente a sua
arte. a
Ama.
Precisa-se de urna ama
da camboa do Carmo n. 4.
para cozinha : na ra
0


9
O bacharel Witrlvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Ciarme
i


i
Na ra eitreita do Bosario n. 21, primeiro
andar, precisa-se de urna ama para todo servico
de urna pessoa, paga-se bem.
H CONSULTORIO ESPECIAL
nOHEOPATHICO
DO
DR. CASANOYA,
30-Rna das Crazes-30
Nesleconsultoriotemsempre os mais
g novse acreditados medicamentos pre-
II parados em Pars (astinturas) por Ca-
S tellan e Weber,por precos razoaveis.
Ib Os elementos dehomeopalhiaobra.re-
S commendada intelligenciade qualquer
v pessoa.
AMA.
Precisa-se de urna ama para cozinha : oa ra
da Conceico da Boa-Vista, sobrado n. 6.
_ Pede-seao lllm. Sr. Joaquina da Silva Mou-
ro, morador na ra de HorWs. o especial obse-
quio de ter compaixo dos ouvidos dos seus vi-
sinhos, acabando com uns malinos capotes qne
tem em seu quintal (grande atoleiro de lama),
que por de raais incommodam.
RtCOMIECIMEMO E SIMBA
GRATIDAO'.
Inflammaco no ligado e estomago
Padeceodo urna minha escrava de ioflamma-
q5o de figado e estomago, recorr ao Sr. Bicardo
Kirk, morador na ra do Parto n. 119, e com a
applicaco de suas chapas medicinaos se acha
boje perfeitamente boa. Por este motivo fago
publica esta presente declaraco em reconhaci-
mento de minha sincera gratido. Ba do La-
vradio n. 32.Jos de Puga Garca.
Eslava a firma reconhecida pelo tabellio Jos
Pedro de Castro.
Roga-se ao Sr. Antonio Zachaiias Coelho da
Silva queira ter a bondade de declarar sua resi-
dencia, ou enlo dirigir-se a ra da Cruz n. 8,
terceiro andar, que se lhe deseja falhar a nego-
cio de inleresse.
Nos abaixo assigoados fazemos sciente ao
respelavel publico, e com especialidade ao corpo
do cemmereio, que nast* data compramos a loja
de fazendas sita na ra do Livramento n. 12, ao
Sr. Antonio Moreira da Silva, desonerada a praca,
gyrando desde esta data sobre a Arma social de
Tristlo e Antero: se alguem se julgar com direi-
to a dita casa, compareca no prazo de 8 das. Be-
cife 15 de junho de 1861. Trislo Jacome de
^raujo.Antero Jacome de Araujo,
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar
u. fiia Imperial, sobrado o. 87.
CHARUTOS SUSPIROS.
Chf aram os verdadeiros e magnifleos charutos suspiros dos fabricantes Jos Portado de Simas
e Alexaadre Pereira de Araujo, se vende a 55 o cauto : na ra da Gideia do Recite loja n. 15, do
Centro Com minia!.
O abaixo assignado faz publico que oa
escravos Andr, pardo, idade 26 annos ;
U Benedicto, pardo, idade 19annos; Maria,
9 parda, idade 17 anuos; Antonia, crioula,
S idade 27 annos com 1 cria de nome Ma-
* noela, idade de 1 anno ; Josepha, parda,
idade 4 annos; Francisco, crioulo, idade
28 annos; Manoel, crioulo, idade 28 an-
nos; Flix, crioulo, idade22 annos; Bay-
mundo, crioulo, idade 21 aunos ; e Igna-
cio, crioulo, idade 30 annos, pertencen- |
tes a Antonio Mximo de Barros Leite, 2
J acham-se hypothecados ao abaixo assigna- If
i do desde o dia 6 de fevereiro do corrente
fi anno, por escriptura lavrada no cartorio ft
g do tabellio Almeida, pela quanlia de \
m 14:9679640 rs., e portanto ninguem pode 8
9 fazer transaeco alguma a respeito de taes 55
jk escravos e tem o abaixo assigoado privi- ai
legio em relaco aquellos escravos sobre X
outro credor do mesmo Sr. Birros Leite, f|
protesta desde j contra qualqaer transac-
cao que por ventura se fizer com os pre- M
ditos escravos, em quanto nao fr pago a
da importancia a que esto elles sujeltos. if
Becife 10 de jusnho de 1861.
Silvino Guilherme de Barros.
Joao Jos de Carvalho Moraes e mais her-
deiros de seu casal fazem sciente ao corpo de
commercio desta praca, que Czeram venda do
estabelecimento de ferrageos da ra do Queima-
do, a Joo Jos de Carvalho Moraes Filho, fican-
do o abaixo assignado respoosavel pela liquida-
cao do activo e passivo do mesmo estabeleci-
mento, at 15 de abril prximo passado. Becife
27 da maio de 1861.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
Osenhor
Caetauo Aureliano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool, a negocio que lhe
diz respeito.
I Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiao dentista, faz
gg todas as operacoes da sua arte e colloca
dentes articiaes, ludo com a superiori-
dade e perfeico que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tesa agua e pos dentifricios ele.
O 1., 2. e 3.' tomos das biographias de
alguns poetas e outros homens illustres da pro-
vincia de Pernambuco, comas poesas e muitos
documentos e ttulos inditos, e de grande inte-
resse e apreso, pelo commendador A. J. de Mello.
Em mo do autor.
Feitor
Precisa-se de ura feitor para um sitio perto da
praca, que entenda de horta e que saiba tratar de
gado : na ra dosGuararapes o. 28.
Joo.Ferreira dos Santos Jnior, lendo ar-
rematado as dividas da massa fallida de Antonio
Joaquim Vidal, comprehendidasas dividas que o
mesmo Vidal arremalou pira seu pagamento de
Thago da Costa Forreira Estrella, faz sciente aos
seus devedores quo tem dado procurarlo bastan-
te ao mesmo Sr. Vidal e ao sollicilador Sr. Joa-
quim Pinto de Barros, com poderes para recebe-
rem amigavaj ou judicialmente.
i
?5^ Joo de SiquMra Ferro scientifica a
.. seus numerosos amigas e freguezes, tan-
w to destas como de outras provincias que
jet mudou seu estabelecimento de fazendas
^f que tlnha na ra do Crespo n. 15 para a
L ra do Queimado o. 10, onde continua a
* ter um completo sortimento de fazendas
?? de todas as qualidades.
Cercle dii commerce
Blandinain,
Ra do Trapiche Novo n. 22.
Todos t>s das das 8 horas da manhaa al s 10,
haver Briochea fraocaise com caf com leite,
doces fraocezes.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver& Baker.
Machinas de coser: em casad a Samuel P.
Johston &C, ra da Senzalla Nova n. 52.
A BOA FE TRIUMPHA
DE
Jos de Jess Moreira ( C.
N. 18-Rua do Rosaraio esquina das Larangeiras-N. 18
Os proprietarios deste estabelecimento avisam
aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com grande sortimento de gneros dos melhores qne
tem vindo a este mercado o por ser parte delles vindoa por conta dos proprietarios esto resolvios
a vender por menoa do que em outro qualquer estabelecimento e se obrigaro a servir os Srs. com-
pradores da melhor maneira possivel para o que avista far f.
Manteiga iogleza perfeitamente flor pei0 preco de 900> ^ 640 r8. a 1bra
muito boa, em barris se far abatimento s na boa i.
Dita franceza muito boa a 720 rs. a libra, s na boa f.
Cha perola, hysson e preto a 25560, a e i6oo, s na boa f.
DOCe de CaSCa de gOiaba em caixes do melhora 900 rs., s na boa f.
AmeixaS fraUCezaS a480 rsa libra.s na boa f.
Mai'inelada imperial d0 afamado Abreu ede oulroa fabricantes pelo preso ds.
- a libra em porcao se far abatimento, s na boa f. ,
Latas com bolachihna de soda a 1^00 muito nova, s na boa f.
COCOlate o melhor que tem vindo a este mercado a 900 r. a libra, s na boa f.
MaSSa e tomate da melhor que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
DOCeS e pecegO, ginga, pera e a'pera a calda fabricado pelos melhores fabricantes de
Lisboa em latas de difTerenles lmannos a 700 rs. a libra, s na boa f.
PaSSaS muitO novas 430. a libra, s na boa f.
Conservas inglezaS e fraUCezaS a goo ri. em porcao se faz abatimento, s na
ba f.
Aletria, macarro e talharim^ 400 rs. das mais novas que ha. s n. bo. f.
1 o uc 111 no de Lisboa mul0 DOm d0 ^is novo que ha n0 mercado a 320 rs. a libra, s
aa boa f.
CnOUriQaS e paiOS d0 melhorqueha no mercado a 560 rs. a libra, s na boa f.
banna de porCO refinada da melhor que ha no mercado a 480 rs. eo porcao se far aba-
timento, s na boa f.
VinnO em pipa ada se far abatimento, dito do Porto engarrafado a lij e 1#400, duque do Porto do melhor
que pode haver, s na boa f.
t nam Jtagne da8 mas acreditada8 marcas que ha, licor de todas as qualidades, garrafas de
azeite purificado a 900 rs., nozes das mais novas que ha a 200 rs. a libra, ervilhas em calda,
azeitonas em ancoras muito baratas, s na boa f. Alera disto eocontraro o sortimento
completo dos gneros tendentes a molhados e ludo do melhor que ha neste mercado, s
se encontr na boa f.
Escriptorio de advocada.
O bacharel A.B. de Torres Bandeira tem o seu
escriptorio na ra do Imperador n. 37, segundo
andar,^onde pode ser procurado para o exercicio
da sua profisso de advogado, das 10 horas ds
maoha at as 3 da tarde ; encarrega-se de qual-
quer trabalho forense, nesta capital ou fora del-
la, e promette todo o zeloe promptido as func-
ces do seu ministerio.
Aluga-se urna escrava para o servigo inter-
no de casa, cozinha, engomma e cose : a tratar
no principio da estrada de Joo Fernandes Yiei-
ra n. 36.
Francisco Cabral da Silva Jnior retira-se
para Europa.
Pred
e que tenr
empregar
-se de um menino de 12 a 14 annos
[alguma pralica de fazendas para se
caixeiro perto da prac,a.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO DOUTOR
. SAWNO 0. L PINHO.
Kuade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda aa 10 horas
al meio dia, acerca das seguiutes molestias :
momitas dat mulheres, molestias da crtan-
ea, molestias da ptlle, molestias dos olhos, tno-
lesttas syphiliticat, todas as especies de febret,
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOHEOPaTHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falhveis em seus efleilos, Unto em tintura, como
era glbulos, pelos precos mais commodos poa-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Szlino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, teudo ao
r6dor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Arrenda-se o engenho Jacir, situado no
termo de Serinhra, moentee corrente.com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com com-
municago para o mesmo sobrado, estribara para
quatroanimaes, otaria e seu respectivo forno.casa
de engenho com urna moenda que produz calda,
para cincoenta a sessenta pes por tarefa com um
parol de cobre sufficlentemente grande, com
picadeiros para receberpara mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, tendo a cas sufficien-
te capacidade, urna destilac.o completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de contiouidade, com suas
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdente por dia de vinte e dous graos pelo
ariosnetro de Cartier, casa de purgar para rece-
ber mil pes completamente arranjada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), com dous couxos tambera de amarello :
casa de encaixamento com quatro balcoes, sna
respectiva estufa e caixes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinhacom um grande [orno
e completo aviamenlo; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trila casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falla seja qual fr o
vero ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a prodcelo de cana ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas de
barro moriquipi e gomoso, com matas lambem a
roda do engenho de sufficienle capacidade para
dar estacas para cercar e lenhas para uso dos tor-
nos e casa'de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister fazer-se nos edificios rus-
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil pies sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para aoimaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capim milhan. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Este en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheita de 136!,
a fiodar-se em 1862, sendo avaliada por peritos,
assim como o prego dos pes. As condices e
lempo do arrendamento se combioar com quem
Compras.
A saboaria da ra
Imperial,
Compra caixas vasias que

t*
Aviso.
Francisco Maciel de Souza participa a seus nu-
merosos freguezes tanto da praca como de fora,
que tem de abrir novamente o seu estabeleci-
mento de calcado feito na provincia no 1.* de
julho prximo futuro, na ra da lmperatriz, ou*
tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
dos Ferrairos, onde pretende vender muito em
conta, como de costume, para agradar aos fre-
guezes : vender muito e ganhir pouco.
Francisco da Silva, subdito portugus, vai
ao Rio Grande do Sul.
Aluga-se um grande armazem na ra da
Uoeda n. 7 : a tratar ao lado do Corpo Santo nu-
mero 25.
Offerece-se urna ama para casa de pouca
familia, para o servido interno ; a tratar na mes-
macasa at o dia 22.
viso.
Tendo o propietario da loja da lou;a da ra do
Rangel n. 28 paasado toda a louca existente na
mesma para o seu armazem na ra da Cadeia do
Recife n. 8, deixaodo nicamente a armaco, a
qual lhe custou 100$; avisa a quem convier (me-
nos para taberna ou acougue) a dirijir-se sus
casa, que far negocio, pois vendes armaco ba-
rata, o aluguel commodo e a dita casa esl si-
tuada em bom lugar.
Miguel Aceito, subdito napolitano, relira-se
para a Europa.
Francisco Aceito, subdito napolitano, reli-
ra-se para a Europa.
Vicenta Imbrota, subdito napolitano, retira-
se para a Europa. ,. ,
| STAHL *C.
RETRATISTA DE S. N. 0 IMPERADOR.!
g Roa da lmperatriz numero 14
H (Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
I Retratos em todos ts-
tvloa c tam&iios.
1 Pintura ao natural em
S oleo eaqaarella.
Copias do daguerreo-
| typo e outros arte-
% lacios.
2 A.mbrotypos#
fPaisagens.
Aviso.
O arrematante da aericao do municipio do Re-
cife scientifica aos donos de estabelecimento e
vendedores de leite. mel, azeite de carrapato,
milho, feljao ele, que no ultimo db carrete
mez finalisa-se o prazo das revises da mesma
aferico, assim como lembra-os que al esta da-
ta anda nao aferiram. Recife, 13 de junho de
1861.O arrematante, Francisco Pedro Advio-
cula.
\J*j t*Ud *U2M mira am:o s^j aa.m/a ^qva s-t-. anca .irm
Consultas medicas.
Serao dadas lodos os dias pelo Dr. Cos- o
me de S Pereira no seu escriptorio, ra 3
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1. Molestias de oUios.
2." Molestias de coracao e de peilo.
3. Molestias dos orgos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dena de suas entradas, comec,ando-se po-
rm por aquellos que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e p-
ticos serao empreados em suas consul-
tares e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade da seu em prego urgen t que se usar
delles.
Pralicar ah mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operago que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos meamos, para cujo fim se acha
provida de urna completa collecco de
instrumentos indispensarel ao medico
operador.
S-Rua estreita do Rosario3

i
9
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar denles artificiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
ceba paga alguma sem que aa obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparares as mais acreditadas |
para conservado da bocea.
es-
paga
tenha a marca da casa <
tando em bom estado,
200 rs. por cada urna.
Compram-se
escravos de ambos os sexos para se exportar para
fora da provincia : na ra Direita n. 66.
Banco de Portugal.
*P Marques, Barros & C. autorisados pe- tife
^ los agentes do banco de Portugal no a
-^ Rio de Janeiro, comprara saques sobre jl*
fi? as pracas de Lisboa e Porto, de qual- V
t$ quer quanlia. ja
mmmmi 3Me$$ mmm
Compram-se moedas de ouro de '2OO00 :
na ra Nova n. 23, loja.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ouuegros na ra da lmpe-
ratriz b. 12 loja. v
Compra-se um ferro'para fazer ostias, novo
ou usado; que esteja bom ; na casa do sachrislo
da ordem terceira de S. Francisco.
Escravos.
Compram-se dous ou tres escravos sadios e
fortes, para servico de armazem, assim como
taoiDem ura ou dous moleques de 15 a 20 annos
no largo da Assembla o. 15, trapiche Barao do
Livramento, de Anlunes Guimataes & C.
a ~7m CmPra-se um mulatinha de 6 a 7 annos
de idade, bem alva e bonita : na ra Nova n. 14
primeiro andar.
Vendas.
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos Afilelos, de manha at 1 hora da
tarde.
Carros fnebres.
Ra Nova n. 63.
Agr administrador deste estabelecimento ,
grato ao publico e aos seus amigos pela ccnGanga
e cooperado que sempre tem recebdo, nao tre-
pida em fazer ludo quanto esliver a seu alcance
para bem cumprir as suas obrigaces, e conti-
nuar a merecer a mesma coadjuvago ; e como
aquillo que se v mais ceito do que o que se
ouve, por isso convido aos quo quizerem a vir
occularmenle examinar para se convenceren). O
publico e seus amigos j perfeitamente sabem a
maneira sincera e pontual com que costuma sa-
tisfazer as obrigaces a que se compromette.
Tem carros de todas as ordens, conforme o re-
gulamento docemiterio, assim como se encarre-
ga de tudo quanto necessario a qualquer en-
terro e ofiicio anniversario, e de stimos dias,
encarregando-se de mandar fazer e distribuir os
proprios convites, podendoser procurado a qual-
quer hora do dia ou da noite no mesmo estabe-
lecimento.
bSgffiagggragssag-,.
A' lojaarmazenada de
Paris.
Ra da lmperatriz, loja armazenada de 4 por-
tas n. 56. recebeu pelo ultimo vapor corles de
vestidos brancos bordados com 3 babados muito
fios a 5 e 6# o corte, pegas de ntremelos e ti-
ras bordadas para enfeitar vestidos brancos, e tu-
do barato.
Attenco.
Vende-se confronte o porto da fortaleza das
Cinco Pontas o seguinte : carrosas para bois e
cavallos, carrinhosde trabslhar na alfandega, di-
tos de mo, torrador de caf com fogo, dobradi-
gas de chumbar de lodos os lamanhos, bocea de
furualhas para ionios, grandes (echaduras de
ferrolho e lambem rodas de carroca e carrtuhos,
rodas para carriohos de mo, ei'xos para carro-
cas e carriohos, e outras quaesauer obras de
ferros.
Vende-se um escravo crioulo de idade de
3.> annos, sem vicios nem defeitos : a tratar na
ra do Cabug n. t D.
Vende-so urna mobilia de Jacaranda por
preco commodo, tendo 1 duzia de cadeiras, 2
consolos, 1 banca de meio de sala, 1 sof, 2 ca-
deiras de brago. 1 de bilaDC0, tendo 1 candela-
bro, 2 pares de lanternas, 2 vasos de flores com
ara cima de
o pretender, que dever procurar seu proprie- redoma" de vidro e aguns'objecto "pj
o coronel Gaspar de Menezes Vasconcelos mesa, retratos de senhora, tantos em quadro co-
0 artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos porj'SlJ!
Tira ratratos por jjl
Tira retratos por 5
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salo da ra do Imperador
No grande sal Soda ra do Imperador
No grande salSoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
O !
o :
o.__
un I
o
05
O
Q
Paulino Rodrigues de Oliveira, arrematan-
te do imposto de 20 0|Q sobre o coasummo da
agurdente do municipio do Cabo e Serohem
a contar do 1 de julho de 1860.a 30 de junho
de 1863, avisa a todos os cootriDuinles que nao
paguem o dito imposto ao Sr. Antonio Paea de
S Brrelo sem que lhe aprsente os ttulos le-
gaes, protestando o mesmo arrematante cobrar
executivamente de quem tenha pago ao referido
Barre to sem os competentes tituloa e para que
se nao chamem a ignorancia, faz o presente avi-
so. Recife 15 de junho de 1861.
A. W. Osborn, o retratista america.
no tem recentementerecebidoum gran-
de e variado sortimento de caixas, qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tamben um grande ornecimen
to de caixas para retratos de 3^000 re-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos pratiecs na arte
le retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicOes muito
razoaveis.
Os cavalheiros esenhoras soconvda-
dos a visitar estes estabelecimento! .pa-
ra examinarem os specimens do que
cima fica anunciado.
? a
*> o
~ 10 -1
Quarta-feira 19 do corrente, pelo julzo mu-
nicipal da segunda vara, (inda a audiencia, vai a
praga a requerimento de Antonio Joaquim de
Mello, testamenteiro da finada D. Francisca do
Coracao de Jess, a casa tema n. 105, sita na
ra Direita desta cidade, por venda.
_ Na ra Nova n. 48 aluga-se urna escrava
capaz de lodo o serviQo de urna casa.
No armazem da ra da Cruz n.33, precisa-
se fallar ao Sr. Lydio Aleirianno Bandeira de
Helio, para desfazer um engao.
Attenco.
*
Guilherme Antonio de Sequeira, participa ao
respeitavel publico, e cora especialidade ao cor-
INo grande salao da ra do Imperador po do commercio, que deixou de ser seu socio na
No grandesalo da ra do Imperador
sociedade que existia de Siqueira & Campos na
ra estreita do Rosario n. 2, Jos Ferreira Pinto
de Campos, desde o dia 11 do presente mez, fi-
cando a cargo do abaixo assignado o activo e pas-
sivo da mesma dita casa; e para conhecimento
de todos declaro por este jornal.
Pernambuco 15 de junho de 1861.
Guilherme Antonio de Sequeira.
-B^Ajina Francelina da Cunha. tendo dado
principio polo juizo municipal da primeira vara
escrivo Raptista, a inventario dos nena de seu
casal, por fallecimento de seu marido Antonio
Jos da Cunha, roga a quem se julgar credor do
seu casal, asaim como aos devedores do mesmo,
que dentro do prazo de 15 dias comparerim na'
casa da residencia da annunciante na ra do Li-
vramento n. 28, afim de serem relacionadas taes
dividas para serem descriptas no inventario.
Aviso aos senhores logistas que cortam-se
fazem-se paletots finos e colletes todos pea-
pontados com grande perfeico, por menos de
sen valor ; a tratar na roa Direita n. 13.
Quem precisar de um caixeiro para phar-
macia annuncie por este mesmo jornal.
mo em caixa, retratos de catacumbas do cemite-
rio de Ioglalerra ; vende-se tambera urna cama
de amarello com lastro de pala,mais meiaduzia de
cadeiras americanas; quem quiztr, dirija-sc a
ra das Triocheiras n. 28, das 9 horas da ma-
nha em diante al as 4 da tardo, que achara
com quem tratar,
4 PRIMAVERA
16--Rua da Cadeia do Recife16a
LOJA DE M1UDEZAS
DE
Fonseca Caixas de vidro com perfumaras urna HK
2j>500, espelhosdourados -duzia 800 rs., fgf
apparelhos para brinquedos de crian- J<4
Cas de 1 a 4$, bandeijas para um copo a r
400 rs. cida urna, ditas maiores de 1, l;
2, 3e 43 cada urna, pentes de tarlaru- E}
ga virados a 5, 6 e 7f cada um, barretes Rs
de retrozcom vidrilhos para senhora a 9
1}800 cada uro, pecas de Otas de vello- ><
do pjato estreitas Ig e a l20O a pega S.
de 10 varas, pentes para atar cabello a ^
lgJOOa duzia, caixas de raz a lg500 a ^
duzia, cartas francezas muito linas a 'j
3f500 a duzia, caivetes grandes em '&&
carto i 4j a duzia, ricas caixas de Y-^
madeira com espelhos contendo perfu- r*^
marias proprias ara tolets de senhora K
a 6jJ cada urna, bahuiinhos cora ditas a JgR
5ft cada nro, argolas douradas a l#500 &"
a duzia, colheres de metal prncipe pa- !$
ra terrina a 2$ cada urna, ditas para | i
I sopa a 4^500 a duzia, tesouras para eos- 3 .
tura em carteiras a 15 a duzia, Iranga de ^
1 carocol masso de 12 pecinhas a 600 rs. g?!
1 o maco, jarros dourados cora pomada a g,*
; 8$ o par, fivelas para collele a 500 rs. a #
I duzia, ditas para calca a 800 rs. a du- ('<<
l zia, titas de linho s 480 rs. o masso, co- rjL
Hieres para cha a 320 o 500 rs. a du- a?
I zia, figuras com tinleiro e arieiro a 500 3
i 800 el$ cada um, alamares para capo- '
I tes a ljO a duzia, pecas de bico com jtaf
i 10 varas a 600, 800, 19," lg200, 100 e 4
23 a pega, caixas para barba tendo vi-
dro parasabo e espelho a 320 rs. cada
urna e sem vidro a 100 rs., pentes
de tartaruga para marrafa a 640 rs. o
par, boles de louca para casaveques
de todas as cores a 240 rs. a duzia,
meias croas muito coropridas para se-
nhora a 39500 a duzia, grampos enfei-
tados para cabello a 640 rs. o par, ren-
das pee de 10 varas a 800, !$ e 1JJ500,
salas contendo cadeiras, mesa e con-
solos de porcelana com banha a 109 e
129, phosphoros do gaz a 240 rs. a du-
zia de caixiohas, caixinhas com gram-
pos a 200 cada urna, ditas com alDnetea
a 320 rs., ditas redondas contendo al-
fineles, grampos, clcheles e dedal a
500 rs. cadi urna, ditas grandes a 800
cada urna, ditas com os mesmos ob-
jectos e um frasco de extracto a 19 ca-
da urna, pacotes de papel de cor de 100
folhas a 600 rs. o pacote, candieiros de
meio de sala para azeite de 6 a 8J cada
um, caixinhas de msica a 5d e 6 cada
urna, botOes para punhos a 320 rs. o
par, tesouras muito linas para costura a
69 a duzia, limas para unhas 1 320 rs.
cada ama, velas slearinas a 7(0 rs. a li-
bra, e muitos outros artigos que a vista
dos precos commodos por certo nin-
guem deixam de fazer negocio visto
que rivalisam elles com os das casas
importadoras.
A16#000
Os mais ricos chapeos de velludo e de seda, ri-
camente enfeitados, para senhora, pelo diminu-
to preco de 16 ; na ruido Queimado n. 39, lo-
ja de 4 portas.
Tartaruga.
Vende-se urna tartaruga verdadeira, de bom
tamanho, s qual serve para criar-se em casa : na
ra do Pharol n. 40, em Fora de Portas.
Farfulla de mandioca.
A 29 e 39 a sacca ; no becco Largo n. 6, ta-
berna.


)
LIRIO DI MRH1MBCO. -L- QTjARTl FEIRA 10 W JNHO DI 1861.
chegar
Potassa da Bussia e cal de
Lisboa.
No beta coohecido acreditado deposito da rus
adeira potaesa da Ruasia, nova e de superior
qnalidade, assim como tambem cal Tirgem em
pedra ; tudo por presos maia baratoa do que em
outra qualquer parte.
Acaba de n
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junio a Con-
ceico dos Milita-
res it-47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feitas. calcados e fazeodas e todos
estes sa vendem por pregos muito oodi-
licados como de s^u costume,assim como
spjam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos flgurinos a
269, 289, 303 e a 359, paletols dos mesmos
pannos preto a 16$, 18J, 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
bovos padroes a 1*. 16*. 18, 209 e 249,
ditos saceos das raesmas semiras de co-
res a 95, 10$, 123 o a 149, ditos pretos pe-
g lo diminuto prego de 89, 109, e 12$, ditos
f de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino chiuez de apurado gosto a 159,
S ditos de alpaca preta a 79, 89, 9 e a 109,
* ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
3r seda fazenda muito superior a 49500, di-
*? (os de hrira pardo e de fuslao a 39500, 49
Mea 49500, ditos de fusto branco a 49,
Jff grande quantidade de calcas de casemira
1 preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas M
f pardas a 39 e a 49, ditis de brlm de cores 5
tinas a 2JJ500, 39, 39501) e a 4$, ditas de ||
brim braocos tinos a 49500, 5S. 59500 e a *-3
69, ditas de brim lona a 59 e a 6. colletes j|
fde gorgurao preto e de cores a 5J e a 6J, jj
ditos de casemira de cor e prelos a 4$500 jg
e a 5$, ditos de fusto branco e de brim Qj
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 45, A
r'M ditos de merino para luto a 43 o a 49500,
calcas de merino para luto a 45500 e a 5J, 3
capas de borracha a 93. Paia meDioos ||
de to Jos os tamatihos : caigas de casemira &
preta eJ cor a 5J, 69 e a 79, ditas ditas S
de brim a 2. 39 e a 39500. paletols sac- *
eos de casemira preta a 6J e a 79, ditos m
de cor a 69 e a 7$, ditos de alpaca a 39, J
sobrecasacos de panno preto a 129 e a m
149, ditos de alpaca preta a 59, bonets 5!
para menino de todas asqualidades, ca- ji
misas para meninos de todos os tamanhos, y*
meios ricos vestidos de cambraia feitos fg
para meninas de 5 a 8 annos com cinco |
babados lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu ||
rao de cor e de laa a 53 e a 69, ditos de gi
brim a 39, ditos de cimbraia ricamente $
bordados para baptisado3,e muitas mitras -M
fazendas e roupas feitas que deixam de t>
ser mencionadas pela sua grande quanti- 9X
dade ; assim como recebe-se toda e qual- 5
quer encommenda de roupas para se 2
mandar manufacturar c qui> para este fim jg
i temos um completo sortimento de fazen-
Z das de gosto e urna grande offleina de al- 52
^ fiiate dirigida por uai hbil mostr que ||
-S| pela sua promptidao e perfeicao nada dei- 25
J sa a desejar. II
*tlHHn nin imn ninrn mi rim m refl
Sapatinhos de setim e
melas de seda para bap-
tizados.
A. lop ta iigiiia branca rec-bu de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. prl-
iuorosamente bordados, os nu*es est rendendo
pelo baratissimo prego de 39, (nesse genero nao
e p-Je dar mais perfeitos).assim como outros de
merino tambem bordados a 19600 e 29. Kecebeu
igualmente mui Qnas e bonitas metas de seda de
diversos tamanhos, tendo al, proprias para os
meninos e meniuas que s.rvem de anjos as pro-
cissoes; tem brancas, de lisias, de florzinhas, e
-a bocal tecido de borracha, o mais engrifado
possiveL : ludo isso na ra ra do Oueimado lo-
a da aguia branca n. 16.
Calcado
grande sortimento.
45 Ra Direita 45
Qual ser a joven e linda pernambucana, que
nao procure animar este estabelecimento man-
dando comprar urna botina de gosto? Qual a
mai de familia, prudente e econmica que Ihe
nao d preferencia pela qualidade e prego ? Qual
o cavalheiro ou rapaz do positivo, que nao quei-
e comprar por 8, 9 e 10, o calgado que em outra
parte nao 6 vendido se nao por 10, 12 ou 14?
sltendam ;
Senhoras.
Botinas com lago (Joly ] e brilhanlina. 59500
com lago, de lustre [superfina). 59500
com lago um pouco menor. 59000
> sem lago superiores..... 59000
> sem lago nmeros baixos. 49500
sem lago de cor....... 4$O00
Sapatos de lustre. : 19000
Meninas.
Botinas...........4S400
i> paracriangas de 18 a 20. 39500
Homein.
(Nantes) lustre....... 10JOOO
(Fonten)courode porco inteirissas 10JOO0
(Fanieo) bezerro muito frescaes. 9JJ500
diversos fabricantes (lustre). 9JJ0OO
inglezas inteirissas..... 99000
gaspeadas..... 89500
s> prova d'agua. 8}500
Sapates.
Nantes, sola dupla.....: 5^500
urna sola......... 5$C09
para menino 4$ e..... 3?50
Sapates lustre.......... 59000
Sapatos de tranca.
Portuguezes de Lisboa Anos.....29000
Frsncezes muilo bem filos.....19500
Alem disso um completo sortimento do legiti-
mo e do verdadeiro cordavo para botinas de ho-
mem ; multo couro de lustre, bezerro francez,
marroquim, vaquetas, couros preparados e em
bruto, sola lio, laixas etc., ludo em grande
quantidade e por pregos inferiores aos de outrem.
B



t
Importante

Liqnidacao j
jRua do Queimado vl\
I 10. loja de 4 portas. J

m
29000 &
500 e&
440 S
400 W
S
29000
59000

Vende-se as seguiutes fazendas for
C3? menos prego do que em outra qualquer
JA parle, como sejam :
^ Chitas francezas cores Qxas a 220 e
5SP Cortes de cissa franceza a
j| Chalys de apurado gosto covadoa
vjk Cambraia de seda oito o covado a
Miraos do co dito o covado a
& Chales com palmas de seda a
lfWOe
Camlsiohas de cambraia bordada
para bapiisado a
_^ Ditas de dita para senhora e com
tm gol'ioha a 3S500 Z
g Lhitas inglezas cores Qxas a 160 ^3
'$$ F.sguio de puro linho a vara a 800 ^
jB, Cambraia l3a muito fina a peca a 5SO0O g*
2c Chales do merino bordado a 59OOO "
^5? Oitos de dito liso a 39500 e 4J0OO W
Sis Manas de setim lavrado para se- SBl
Z nhora a 1J600 Z
g Metas para senhora a 3S, 39500 e 4!>C00 W
fP Oits para meninas a 2$800 e 3JG00 A
*fc Chapaos de sol dd seda para se- "*>,
2( nhora a 39500 e 4g000 5
Guardanapos adamascados a du- f?
zi a 2J500 e 39000 :
Toalhas de lioho a duzia 59000 Z
^ Riscadinhos de linho o covado a 160 ^
^f Corles de brim de linho de cores
% ^^ e- 2S800 Z
2 Oilos de meta casemira a 19x80 e I96OO 9
^g Panno azul Qao covado a 19280 e 1g600 O
m Dito preto dito dito a 39500, 4* e 5g000 flb
-gfc Cortes de casemira preta a 59 e 6S000 S
W Cortes de dita de cores a 49 e 59000 W
^g Cortes de velludo para collete
;^fc al9600e
^1 Ditos de gorgurao a
P Brim branco de lioho trangado a
Paletols de brim de cor pardo a
Ditos de dito lona a
Na loja de]4 porlas da ra do Queimado o. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mento de roupas feitas, paracujo fim tem mon-
tado urna offleina de alfaiate, estando encarrega-
do della um perfeito roestre Tindo de Lisboa, pa-
ra deserapenhar toda e qualquer obra que se' Ihe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
ciot a lort.e ,K pessoas cora especialidade aos
lllm?. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, faries com superiores preparo
e muito bem feitas, tambem trala-se fazer o far-
darnenlo todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, lano que tem os Qgurinos que de
15 vieram ; alm disso faz-se mais casaquiohas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do rnaior e de cavallaria. quer seja singlos ou
bordados a espequilha deouro ou prata, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Coi robra aonde se fazem as melhores
conhecidas al hoje, assim como tem muito ricos
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
| franceza bordadas ao mesmo gosto. Afflangando
; que por tudo se fict responsavel como seja boas
I fazendas, bem feilo e bom corte, nao se falta no
i da que se prometter, segundo o systema d'onde
I v-eio o mestre. pois espera a honrosa visita dos
x dignos senhores visto que nada perdem em es-
! perimentar.
Raymundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissavin-
da ltimamen-
te de New-
York,um com-
pleto so rl-
menlo das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com n ovos
aperfeigoa-
mentos, fazendo pasponlo igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na ra da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas re-
trozes era carrtteis, linha de todas as torea tudo
fabricado expressamenle para as mesmas ma-
chinas.
Fazenda econmica!
Liaziuha para vestido a 240 rs. o covado, fa-
zenda oulr'ora de 800 rs. ; Amorim & Castro
ra do Crespo o. 20.
Farinhaal,0Ors.
a sacca.
Na ra do Codorniz, armazem n. 12 A.
Grande pechincha.
A 220, M0 e 260 rs.
Chitas francezas de muito bonitos padroes e
muito bons pannos, pelo baratissimo prego de
220, 240 e 260 rs. o covado ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Aos cavalleiros.
Acham-se venda os verdadeiros eouros grao-
dse cabellados, de bode, pretos e branco?, che-
gados ha dias da Europa ; na loja de selleiro,
ra larga do Rosario n. 28.
a
15
te
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C/3
O
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UD

Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
va e apreciavel agua ambreada, de urc aroma ex-
celentemente agradavel Ella serve acertada-
mente para se deitar algurnas golas n'agua pura
com que se banha o rosto, resultando disso que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
lidade das senhoras : assim como para se deitar
n'agua de banho, que o torna mui deleitavel. re-
sultando alera de refrescar o tirar ou ffter desap-
parecer esse hlito dessgradavel que fuasi sem-
pre se tem pelo transpirar. Tambenmm a pre-
ciosidadede acalmar o ardor que deixfi^i navalha
quando se faz a barba, urna vez que adagua cora
que se lave o roslo tenha della composigo. Cus-
la o frasco 19, e quem aprecia o bom naodeixar
certamente de comprar dessa estimavel agua am-
breada, isto na loja d'aguia branca, na ra do
Queimado n. 16. nica parte onde se achara.
Gurgel & Perdigao. S
S Ra da Cadeia loja n. 23.1
RECEBERAM vestidos superiores de *
x blonde com manta, capella, saia de se-
| tim, ditos modernos de seda de cor, di-
f, tos pretos, ditos de phaotasia. ditos de
Oj cambraia bordados, lindas lasiobas, Q-
S l, tarlataoa, sedas de quadrinhos, gros-
t denaples, moreanlique, cassas, cambraia
da cores muilo superior, sintos, enfeiles,
noyos manguitos, chapeos, manteletes.
visitas, capas moderna de gorgurao e de
fil, pulceiras, leques e extractos de sn-
dalo.
Grande pechincha.
PALETOTSSAC.OS de casemira ngle-
za a 1C9, ditos a 159. ditos de alpaca mais
Ooa a 69, sobrecasaco de panno a 209,249
e muilo boas a 409. caigas de casemira a
99, botinas de Mell a 129 e ingleza a
109, chapeos frsncezes a 89 : na ra da
Cadeia loja n. 23.
Sem igual.
SAIAS balo muilo boas de todo tama-
nlio a 49, lucas de Jouvin de todas as S
cores e brancas prego Oxo 2J500, sapa- *1
m tos de tapete e de tranga a 19280. colchas ||
g, grandes de damasco de la e seda a 69, 2
H de algumas destas fazendas existe urna *
5 pequea quantidade por isso as pessoas S
^g quequizerem com tempo dirijam-se a ra j
o da Cadeia confronte ao becco largo loja g
ARMAZE1I
DE
%
29O0O
1S600
1/000
3S00
4J50O
Loja das seis portas em
fraile do Livraaieulo.
Roapa feita para acabsr,
Paletols depanuo preto a 229, fazenda fina,
caigas de casemira pretas e de cores, dilas de
Srini e d ganga, 4 bramante a 4, 4ilos de fuslao de cors a 4J,
ilesde eslaraeaha a 4j, ditos de brim pardos
39, ditos de alpaca preta aaccoa e lobrecasafos,
colletes de v^iudo prelos e de cores, ditos de
jrgurae de oeda, gravatas de linho as mais mo-
SerHM 200 rs. cada coilrkoa de nho
1 ulHaa moda, todas estas fateodas se vende
fcirato para acabar; a loja est abert das 6 ho-
ra* da manliaa at as 9 da noite.
Enfeites a
ribaldi.
Huitos liados enfeites a Garibaldi para senho-
ras a 89, ditos (logindo palha porm de sedas a
89500 cada um, ditos de vidrilhos a 1$800cada
um ; na loja da victoria, tua do Queimado nu-
mero 75
Arado americano!emachina-
para lararroupatemcasa deS.P. Jo*
hnston Si C. ra d&Senzala n.42.
Cortes de meia casemira de urna s cf3r, fazen-
da superior, pelo baratissimo prego de 29 cada
um : na ra do Queimado n. 22. na loja da boa f.
A12#000
a duzia de toalhas felpudas superiores ; na ra
do Queimade n. 22, na loja da boa f.
Enfeites de flores para ca-
samentes e bailes.
Chegou para a loia d'gia branca lindo* e de-
licados enfeites de flores unas, feitos com muito
gostu e a ultima moda, sao mui proprios para as
senhoras que vio a casameotos e bailes, e ser-
vem igualmente para passeios. Os pregos ao 89,
10 e 12. porm que apreciar o bom coohece-
r que sao baratos, e para isso dirigir-se a tua
do Queimado, lojad/aguia. branca a.6.
19 Ra do Queimado 19
Lences
de panno de linho pelo prego de 19900.
Bramante de linho
Grandes lencoes de bramante 39300.
Panno de linho fino
Lengoes sem costura muito grandes a 39.
. COBERTAS
de chita a chineza, pelo prego de 19800.
Lencos a 160 rs. cada um.
Lengos brancas para algibeira a I96OO a duzia.
TOALHAS
de fuslao pelo baratissimo prego de 500 rs. cada
urna.
Chales estampados.
Chales de merino estampados a 29500
LGODAO' MONSTRO
cora 8 palmos de largo a 600 rs. a vara.
Chita.
Chita franceza a 220 rs.
Capel las
de flores de laranja para casamento a 5$.
LM
VICTORIA,
NA
/ua do Queimado ri. 75,
Junto a loja de cera.
Nesta loja ven lem-se as seguinies miudezas e
outrasmuitaspor pregos baratos, s para quem
comprar victoria sempre contar :
Carlea de clcheles francezes muilo bons a 40
rs. o cartao, e duzia a 400 rs.
Agulhas francezas muito boas e verdadeiras a 120
rs. a caixa com 4 papis, e avulso a 40 rs. o
papel.
Agulheilas para enar vestida a 40 ra. urna.
Linhas victoria em carretel com 200 jardas a 60
rs. um, e duzia a 640.
Ditas de 200 jardas de Alexauder a 900 rs. a
duzia.
Dilas de Pedro Vem cartao, branca e de cores a
60 rs. um cartao.
Ditas de meiada de peso verdadeiras a 240 rs. a
meiada.
Papis com cento e tantos alfinetea francezes a
40 rs. o papel.
AlOnetes de cabega chata grossos e finos a 120
rs. a carta.
Cordao imperial para vestido a 40 rs. a pega.
Caivetes finos deduas folhas para pennas a 200
rs. um, e duzia a 2$.
Laa de todas as cores para bordar o 6*500 a libra.
Z\ls ?ult0 bons de baleia P alisar a 220,
240, 280 e 320.
Ditos transparentes tambem bons a 360 e 400 rs.
Enfladores de algodao a 60 rs. cada um.
Meiascruas brancas e de corea para homem a
160. 200, 240, 280 o par.
Dl's brancas muito finas para seniora a 240, 280,
320 o par.
Espelhos dourados para parede redondos e qua-
drados a 39500 cada um.
Attenco
jfFazendas e ron-!
pas feitas baratas
48- Ra da Imperatriz48]
H Junto a padaria franceza.
au Eocontra-se nesle estabelecimento um
I completo sortimento de roupas de diver-
sas qualidades como sejam : palelots de
alpaca preta e de cores a 3 e 39500, for-
| ridos a 49 e 49500, ditos de ganga de cor
fli a 49. ditos de brim pardo a 3J800 e 49. di-
S| tos de brim de cor a 3#500 e 49, ditos
9 francezes a 39400, ditos meias casemiras
M a 5g o 59500, ditos de alpaca prela e de
O cores francezes fazenda de 109 a 6J500,
i| ditos de palha de seda e laa a 39500. di-
* los do bramante a 49 e 39500, dilos de
casemira saceos a 13J, ditos sobrecasacos
, a 15>, ditos franceze a 19. ditos de al-
l paca preta francezes golla de velludo a
-, /50OO e 89, dilos de panno preto a 189,
* 20 e229. caigas de brim de rr a 1S800,
2$500, 39500 o 4. ditas de casemira pre-
5 tas e de cmes a 69, 7$500, 8jJ e 109, ditas
au de meia casemira a 49 e 39500, colletes
| de fuslao branco e de cor a 2jg500, 2J800
e 39, dilos de gorgurao a 49 e 59, dilos
de setim preto a 39500 e 49. ditos de ca-
|g semira preta e de cores a 49 e 59, ditos
| de velludo preto e de cores a 79, 8 o 109,
S completo sortimento de roupa para me-
|5 nio como sejam caigas, palelots, colle-
|| tes, camisas a lg00, I9800e29.defstao
* a29500, fazendas superiores.chapos para
cabega fazenda superior a 69500, 8J500 e
109, ditos de sol para homem a 69500,
ditos para senhora a 4^500 e 59, e outras
mm muitas qualidades de fazendas e roupas
| por pregos muito commodos.
Recebem-se algumas encommendas de
roupa por medida e para isto tem delibe- ||
| rado a ter um cinlra-meslre no eslabe- %
JJ) lecimento para ejecutar qualquer obra O
a tendente a sua arte.
A' loja armazena-
da de Pariz.
Ra da Imperatriz, oulr'ora alerroda Boa-Vis-
ta, loja armazenadj de 4 portas n. 56, recebeu
agora um bello sortimento de fazendas baratas a
saber : chitas oovas a 160, 180 e 200 rs. o cov'a-
do.ditas largas francezas a 240. 260 e 280 o cova-
do. pecas de cambraias brancas muito finas a
23500. 3$ e 39500, saias de balo de 30 arcos pa-
ra senhoras e meninas a 3$500 e49, cobertas de
chita modernas e novo Rosto a I98OO, lengas de
panno de linho a 2, filas de aigodao por diver-
sos pregos.
No armazem de Macha-
do & Rodrigues na ra da Mar
dredeDeosn. 6, vende-se fa-
rinha de mandioca sacca
graade a 1#500.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se am casada S. P. JoHhston 4C.
sellinse silhoes nglezes, candeairos e castigae
bronzeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, entornara, arreios para carro 4a
um a dous cvalos relogios da ouro patenta
nglaz.
INERALE
NATRALLEDE VICHY.
?_0.sJ.l...n.* ^?i?cAfrnceza ra da Cruz n.lt
Amendoas coofeitadas
Prop
a 1^ a libra
. rias para sortes de S. Joo
vende-se tanto em porjoes como a retalho nicamente no
armazem Progresso, largo 4a Penha n. 8.
Ra do Crespo
loja n. 35, de Joaquim Ferreira de S, vnden-
se para fechar contas aa seguales fazendas por
pregos muito baratos: pegas de cambraia lisa fi-
na a 39, cortes de casemira a 39500, pecas de
babados largos e muito finos a 3, seda de qua-
dros miudos a 800 rs. o covado, chitas largas de
cores escuras e claras a 240, cassas de cores bons
gostos a 240 o covado, organdya muilo finos a
500 rs., pegas de enlremeios bordados a 320 a
vara, gollionas bordadas a 640, manguitos de
cambraia e fil a 29, bramante de algodao com
9 palmos de largura a 19280 a vara, sobrecasacas
de panno fino a 20 e 25$, palelots de panno e
casemira a 169 e 209, ditos de alpaca de 3/500 a
79, ditos de brim de cores e branews de 3j a 5$,
caigas de casemira prela e de cores de 6 a IO9'
ditas de brim de cores e brancas de 2J500 a 5a!
colletes de casemira de cores, e setim preto a 59,
camisas de fustao brancas o de crea a 29, corles
de cassa de cores a 29. cassas pretas a 500 rs. a
vara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprio para^apas de senhora a 800 rs. o,cova-
do, assim como outras muitas fazendas, tudo
muito barato para acabar.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler & C,
ra do Yigario n. 3 um bello sortimento da
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancoas para os
mesmos.
cobertos edescoberlosr pequenes a grandes, da
ouro patente inglez, para homem e senhora da
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo u'iirao paquete inglez : em casa de
Sonthall Mellor C.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto prelos coro
enfeites de continha, como dourados, e de lindas
fitas e fivelas, o mais fino que se pode encontrar;
isto na loia Aguia le Ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Gapellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebau novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, e as
est vendendo a 69 e a 89, conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
LOGlGi
Vende-se em casa de Saundres Brothers ct C
praja do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bricaute Roskell, por pregos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
escolente gosto.
Luvas de peluca enfeita-
das para noivas.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as finas e bonitas luvas de pellica
enfeitadas, proprias para noivas, e contina a
vend-las pelo antigo e baratissimo prego de 59000
o par: na dita loia de Aguia Branca ra do Quei-
mado u. 16
Galanteras.
A loja d'Aguia Branca recebeu novamenle
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos com
9 e 12 frasquinhos de cheiros; e os est ven-
dendo baratamente a 2J000, 39000, e 4ft000; as-
sim como caixinhas redondas com 6 frasquinhos
a 1J50O0, caixinhas com cheirosas pastilhas para
defumar quartos gabinetes & & a 29000 urna: na
1 loja d'Aguia Branca ra do Queimado n.
dita
16.
Avariado.
Madapolao coqueiro com pequeo toque de
avana a 39500 a pega : na ra do Queimado n.
17, a primeira loja passando a botica.
4 15,000!!
O gigo com 15 garrafas (9
inteiras e 6 meias) da muito
acreditada champague do afa-
mado Laronzire: na pracada
Independencia n.. 22
Fazendas baratas.
A 4#000.
Cortes de casemira decores, fazeidab03 ; na
ra do Queimado o. 47.
A $500.
Toalhas de linho pera mesa : na ra do Quei-
mado n. 47.
A 160 rs.
Pares de meias pretas de algodao para homem:
na ra do Queimado n. 47.
A 100 rs. o covado,
Chitas pretas em retalhos ; na ra do Queima-
A1#28Q o covado.
Grosdenaple preto, fazeoda boa ; na ra do
Queimado n. 47.
A2^o covado.
Setim maco.preto muito bom : na ra do
Queimado n. 47.
A 2,200 rs.
Cortes de gorgurao de seda a de cores : na ra
do Queimado n. 47.
A 40600, 4^800 e 5$200.
Pegas de madapolao bom : na ra do Queima-
dp n. 47.
Para luto.
Cassa preta fina com salpicos ou flores bran-
cas a 500 rs. a vara ; na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
Loja das 0 portas
EM
Em frente do Livramente
Layas de torcal a 800 rs, par.
Chitas escuras francezas, tintas segaras, a 220
rs. o covado, ditos estreitoscom muito bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassas de cores seguras a
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 24
brimzinbo de quadrinhos a 160 o covado, musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodao de
duas larguras a 640 a vara, lengos da cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o covado, fil de linho preto com sal-
P'co a 18400 a vara, luvas de torcal muito finas a
800 rt. o par : a loja est atera das 6 horas di
manhaa is 9 da noite.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
Bramante superior.
Vende-se bramante de linho bastante incorpa-
do, com duas varas de largura, pelo baratissimo
prego de 29400 rs. a vara : na ra do Oueimado
n. 22, na loja da boa f.
Chales de merino
estampados a 29500; na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Gravatinhas estreitas.
Yendem-se superiores gravatinhas estreitas de
seda, nao s pretas como de cores, pelo baratis-
simo prego de ig : na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
Atoalhado de linho
com duas larguras a 29600 a vare ; na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba a mais superior
que ha nesle genero : na ra da Cadeia do Re-
cite, loja n. 50.
Caes do Hamos armazem
n.24.
Yendem-se taboas de amarello, e looro por
pregos razeaveis.
ge**** deewcieaH mmmm
4 fama Iriiimpha. |
Os barateiros da loja
Exicyclopedica
DE
Guimares & Villar.
[Ra do Crespo numero 17.J
Recebem continuadamente da Europa '
sedas, cambraias, lias, chapelinas de pa-
lha e de seda para senhoras, manteletes
prelos ricamente bordados, ditos de co-
res, sabidas de baile,saias a balo de di-
versas qualidades, satas bordadas de to-
das as qualidades e pregos, chitas fran-
cezas muito bonitas e finas, enfeites de
diversas qualidades para cabega de se-
nhoras, espartilhos de molas e muitos
outros objectos que nao mencionamos,
todos proprios para senhoras.
Para homens
paletols, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, gravatas, lengos, so-
Sbrecasacos, calgado Melie e muitos ou-
tros objectos.
8 Vendem baratissimo
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo.
Quem duvidar v ver
Quemduvidar v ver
Quem duvidar v ver.
SLevem dinheire
Levem diuheiro
SI Levem dinheiro.
A 4J, 4#500 e 5$.
Cambraia lisa muito fina a 49 a pega com 81i2
varas, dita muito superior a 5jJ, dita tambem
muito fina com salpicos a 49500; na ra do
Queimado n 22, na loja da boa f.
* Vende-se urna machina de "costura fijft
_ patente por barato prego": a tratar na ra
5^ eslreila do Rosario n. 12. @
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loia d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porgo de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
timo gosto, para meninas e senhoras, e as est
vendendo a 19500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois sas ha na lojs d'aguia branca,
ra do Queimado o. 16.
Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cav dios, proprio pa-
ra familia por ser bastante largo e nel-
le poder sentar-se quatro senhoras sem
machucarem seus vestidos e nem que-
brarem seus baloes, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na naa
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n. 10.
Urna casa.
Vende-se urna excellente casa terrea com so-
Uo na cidade do Aracaty, sendo na melhorrua
de commercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
gel & Irmao, e nesta na ra do Cabug loja
o. 11.
Farinha de mandioca, a me-
Ihor que ha neste genero,
igual a de Muribeca.
da sua superior quali-
& Cabral, ra da
da guarda da al-
E' muito barato vista
dade; no arn.azem .
Madre de Dos n. 18, defronte
fandega.
de Fraga & Cabral, ra da
A. loja d'aguia branca recebeu proimamente
um novo e lindo sortimento de- cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de difieren-
tes cores e larguras, e como sempre aa est vea
dendo baratamente a *, 3, 4 a 5$ a pega, pregos
estes que em nenhuma outra parte se aeham, e
s sim na na do Queimado, lej d'aguia branca
-onumer 16.
E' muito barato.
Ramos de flores fioas proprias para enfeitos de
cabellos, para ornar vatelos, chapeos, etc. etc.,
pelo diminuto prego de 19500 o ramo 111 na
ra do Queimado n. 6, primeiro andar, casa da
cabelleireiro
J.Praeger&C.
em liquidado.
Na ra da Cruz n. 11,
vendem, .
25 quartolas vinho de Bor-
deaux de differentes quali-
dades.
Dito em caixas del duzia.
Agua de Selter, da Fonte.
Vinho do Porto em caixas.
Dito Xerez em ditas.
Cognac fino [pal brandy.]
Sardinhas em 14 e \\t latas,
Presuntos de fiambre.
Champanha nova.
Chocolate francez.
Aos tabaquistas.
Lengos finos de cores escaras e fizas a imita-
gao dos de linho a 59 a duiia ; aa ra do Quei-
mado n. 12, n loja da boa f.
Brim branco de linho muito fioo a 19280 a
rara ; na ra do Queimado n. Si, loja da boa f.
Riscadinhos de linho proprios para ebras
da meninos a tOO rs. e corado'; na ra do Quei-
I mado n. 52, loja da boa fe.
I.----------- -^"- ^----------------
^sw m isv


DU1I0 DI MlRaVMftCGft. QTJAlTA FEUU IfiKftl J8IBO DIiMl.
Chapeos de aol de seda a
Vendem-se muito bons chapeos de sol de sede
com cabo de canoa, pelo baratissimo preco de 69
caria rnn : di ra do Queimado o. 89, loje da
ih f.
A variado.
Madapolao largo e fino com pequeo toque de
arana a 3)500 e 49, dito muito fino a &J a peca :
na ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Attencao.
Ha ra do Trapiche n. 46, em casa de Roitron
Rooker & C, existe um bom sortimento de M-
nhaside cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes a vendem por
precos mui razoaveis.
DESTINO
DE
Jos Dias Brandad
5Ra da Lingueta 5
O doto destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manleiga iogleza a la a libra,
dita franceza a 700 rs.. cha preto a l$40O, pas-
eas a 560, conservas inglezas e portuguezas a
700 rs., alelria, talbaiim e macarra o a 400 rs. a
libra, loucinho de Lisboa a 320 rs. a libra, baoha
de poreo refinada a 480 rs latas com peixe de
postas a 184GO, cerveja branca a 500 r?. a gar-
rafa e 59 a duzia, dita preta a 600 rs. a garrafa e
6$800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e porluguezu a 720 rs. a lata,
spermacete de 4, 5 e 6 em libra por preco mui-
to em conla, vinho do Porto engarrafado fino
fvelho) a 19500 rs vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 rs. agar-
rafa, e outros inuitos gneros que escusado
menciona-Ios, que do contrario se tornava enfa-
donho aos freguezes (Dinheiro vista.)
Esfriadeiras
para agua.
Vendem-se esfriadeiras muito alva para agua a
49 o par ; na ra do Queimado n. 75.
Gonima de araru-
ta muito alva al20rs.
a libra
Vende-se na ra das Cruzes n. 24, esquina da
Iravessa do Ouvidor.
Vendem-se dous carros novos de conduzir
gneros da alfandega, os quaes sao muilo bem
construidos e de volta inteira, proprios tambem
para condcelo do assucare outras mercadorias,
da estaco do caminho de ferro para onde se qui-
zer, com um ou dous bois : na ra da Impera-
triz d. 23, serrara.
F NDK&O LOW-I
Tarlatana.
Vende-ae tarlatana branca muito fina com 11/2
vara de largura propria para vestidos, pelo bara-
tissimo preco de 800 rs. a vara : na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Fil de linho superior.
Vende-se superior fil de linho liso muito fino
a 800 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
SABAO.
Joaquina Francisco da Helio Santos avisa aos
seus freguezes desta praca e os de fra, que tem
exposto 6 venda sabio de sua fabrica denominada
Recifeno armazem dos Srs. Trarasaos Jnior
S C, na rna do Amorim n. 58; masa amarella,
castanba, preta e outras qualidadea por menor
preco que de outras fabricas. No meamo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
Enfeites.
com
npstcao.
Ra daScBzalla Nova n.42.
Nesta estabelecimento contina a**iaver um
completo sortimento da moendas emeias roen-
das para engenho, machinas da vapor e taixas
te ferro batido e coado, da todos ostamanhos
para dito,
Viohos eogarrafados-^
*^
Termo
Collares.
Lavradic.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
Bucellas.
Malvasia, em caixas de urna duzia da garrafas :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Graxa econmica
para lustrar calcados.
Vende-se a superior graxa econmica em bar
rilinhos de louca a 640 e 800 rs. cada um. A su-
perior! Jade de tal graxa jconhecida por quem
tem usado della, e ser mais por aquelles que de
novo comprarem. Ella serve igualmente para
amaciar e conservar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, conser-
va-se por 3 e 4 sem necessidade de nova graxa :
ncha-se venda na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Vende-se um sellim com pertences, tudo
em bom uso, para montara de menino ; na ra
Nova, casada esquina n. 69, taberna.
Apa iogleza
de Lavander. a mil riso
irasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander, superior a todas as
outras, a 19 o frasco : na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Livro do mez marianc a i$.
Acaba de sabir dos prelos desta typographa
urna nova edico do mez mariano, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Pecha,
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceico, modo de visitar o lauspere-
oe do santissimo rosario ; vende-se nicamente
a 19 da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Eerragens e miudezas.
53Ra Direita53.
O proprietario do estabelecimento cima acaba
de receber um primoroso e rico sortimento de
bandejas para S. Joao, que por sua barateza e
bem acabado gosto, er nao ler rival nesia praca,
rico sortimento de facas, garlos e colheres de to-
das as qualidades, e precos. meias finas, espin-
gardas, ferro da Suecia, camas de vento, e inul-
tos outros gneros que por sua barateza est dis-
posto a dar um a quem comprar outro.
A 4#000.
Chales lisos de merino de lindas cores; na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Taixas.
Na fundicao da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ha bom sortimento de taixas para enge-
nho, fabricadas com todo o cuidado.
Tachas e moendas
Braga Filbo & C., tem sernpre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grande sor-
ment de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mav a tra-
tar no rnesmo deposito ou na ra do Trapiche
MTIIKEM.
Vende-se urna casa terrea elegante, com mui-
tos bons commodos, porto ao lado, terraco, etc.,
na povoacao do Poco da Paoella, na ra em que
Mea a do Sr. coronel Lobo ; quem a pretender,
comparec na ra do Imperador n. 77, loja.
Vende-se urna batanea decimal por metade
de seu valor ; na ra nova de Santa Rita n. 65.
SINTOS
para senhora.
Sintos muito bonitos para senhora a 3g cada
um, (velas muito lindas para sinto a 18200 cada
urna ,- na loja da victoria, ra da Qneimado nu-
mero 75.
A 8#000.
Chapeos de castor branco, fazenda muito boa,
os quaes se vendem pelo diminuto preco de 6g
cada um : na ra do Queimado n. 39, foja de 4
portas.
Capellas.
19 Ra do Queimado19
Ricas capellas de flores de laranja, pelo bara-
tissimo preco de b$ cada urna.
Vende-se um preto de idade 40 annos, p-
timo cosinheiro por 800jj: na ra do Queimado
n. 48..
Velas de cera de car-
nauba de superior qualidade, vindas do
Aracatv: a tratar com Jos Sa' LeitSo
Jnior.
Vendem-se eafites de tranca com Titos lacoa
de fitas e borlutas de retroz m mais modernos
que ha no mercado : na toa da lmperatriz, loja
da boa f n. 74.
_ Em casa qe Rothe & Bidoulac, vende-ae o
seguiote :
Tresuntoa de Westphalia.
Agurdente em caixa de 1 duzia.
Tinta branca em latas.
Champanha de priraeira qualidade.
Tudo muito em cunta.
Scirottisch-Gernano.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro esta linda
Schottisch para piano, alli olTerecida. dedicada e
consagrada ao disflneto artista o Sr. Germano
Francisco de Olivelra, por seus amigos e admi-
radores, e coraposico do professor de msica F.
L. Colas. Acha-se venda ra Nova, na arma-
zem de msica do Sr. Dumont.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F, na ra do Queimado n. 22,
sernpre se encontrarlo as superiores luvas de pel-
lica de Jouvin, tanto para homem como para se-
nhora, por serem recebidas por todos os vapores
vindos da Europa, e se vendem pelo baratissimo
prego de 2J500 o par: na mencionada loja da Boa
F, na ra do Queimado n. 22.
Sintos,
Vendcm-se sintos com ricas flvelas para senho-
ra e menina a 2, Atas e flvelas para cintos, ban-
dos de dina para marrafas a 600 rs. : na ra da
mperatriz, loja da boa f d. 74.
Trina.
Na ra do Queimado n. 6 por baixo da boneca,
vende-se trina do Porto de boa qualidade, che-
gida ltimamente, a 420 rs. larga, a 200 rs. es-
trella, o covado
W^nW^*ift-fffftffiff^Wr ajaMMaMMMt
wuw tuiw VUJV WtBW WiaW Van aVQTw W/TTW WtfTW**^
jjllua do Crespo n. 8, loja de
H 4 portas, admira a pe-
{ chincha
Laa para vestidos fazenda que
outr'ora custava 8i0 rs. o cova-
j do vende-se a 2i0 rs., dao-se
SE amostras com penhor.
Coraes lapidados
a 500 rs. o masso.
Vendem-se massinhos de coraes lapidados a
500rs. cada um : na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Atleneo.
Na loja de fazendas n. 38da ra do Livramen-
to. era frente a torre desta igreja, esta-se quei-
mando fazendas por todo o dinheiro: vende-se
tmbeme rica armaco dessa loja.
Vende-se urna preta de meia idade, qoe co-
zinha e lava de aabo ; na rna das Cinco Pontas
numero 54.
Gees & Basto,
Ra do Queimado n. 46.
Recebeu ltimamente um completo sortimen-
to de luvas de pelicade Jouvin, de diversas cores
e esto vendendo a 2} o par.
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguiade ouro,
ra do Catuga n. 1.B.
Vendem-se masainho de coral muito fino a 500
rea o masso.
Palmatorias
de lata para velas a 400
ris.
jnAendeMi"M P"l"torias de latao para velas a
uu rs caa urna : na ra do Queimado, loja da
agua branca n. 16.
E' de gra Ricas chapelinaa de seda para senhora, pelo
baratissimo preco de 16 cada urna : na ra do
Queimado n. 21, na loja da boa f : a ellas que
sao pouc. m
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Vendem-se rieos cotes de vestidos brancos
bordados com 2 e 3 babados a 5* : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f"
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recen (emente pro-
vida de um cempleto sortimento de enfeiles de
bom gosto para senhoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torcal com franjas e borlas,
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borlote ao lado, outros de
froco igualmente enfeitados com aljfar, e borlo-
las, lodos elles de um apurado gosto e perfeijSo
os precos de 85 e 10 sao baratos vista das
obras ; alm destas qualidades ha outras para
33 e 4$ : isso na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branea se acha mui novos e
delicados chapeozinhos para baptisados obra
mui perfeita e bem enfeitada, sendo cada um em
sua bonita caixinha, e pelo baratissimo preco de
69, ninguem deixar de os comprar : na loja d'a-
guia branca, roa do Queimado n. 16.
Vende-se ou aluga-se a armario da loja da
ra Direita n. 48, a casa tem commodos para fa-
milia, e a arraarao propria para qualquer esta-
belecimento : a tratar na mesma.
E* baraloa 1S000!
Sedas de superior qualidade muito largas e
bonitos padrdes pelo diminuto preco de lo o co-
vado : na ra do Queimado n. 17, a primeira loja
passando a botica.
Sapatus do transapara homem e se- *
9 nhora a 1J o par : em casa de Julio & A
fi Conrado. ^
Gangas francezas muito finas com padroes
escuros a 480 rs. o covado : na ra do Queima-
do o. 22, na loja da boa f.
Jchegon o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C., de New-York Acham-s*
venda na ra da lmperatriz n. 12. Tambem che-
garam as instrueces completas para se usarem
estes remedios, contendo um ndice onde se'po-
de procurar a molestia que se deseja curar! os
quaes se vendem a lOOO.
lit
OUPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
ti
[Fazendas e obras feitas j
LOJA E ARMAZEM
DE 9
Ites & Basto!
NA
Kua do Queimado
u. 46, frente amarella.
Constantemente temos um grande e va-
nado sortimento de sobrecasacas pretas
aopanno e decores muito fino a 2S&,
>UJ! e 35$, paletots dos meemos pannos
20$, 22$ e 24g, ditos saceos prelos dos
meamos pannos a 14, 16 18$, casa-
cas pratas muito bem feitas edesuperior
panno a 28, 30$ e 35. sobrecasacas de
easemira de core muito finos a 15, 16JT i
e 18g, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a lOg, 12 e 14$, calcas pretas de
easemira tina para homem a 8, 9, 10#
fl*. ditas de easemira de cores a 7J.8,
e 10, ditas de brin. brancos muito
fina a 5g 6, ditas de ditos de cores a
3, 35500, 4 e 4500, ditas de meia ea-
semira de ricas cores a 4g e 4g50O, rol-
letes prelos de easemira a 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 4f500 e 5, ditos
braceo f de seda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes debrim branco e de
B f usto a 3, 3jj500 e 4. ditos de corea a
P 2500 e 3, paletotspretos de merino de
H cordao sacco e sobrecasacoa 7f, 8 e9,
2 colletes prelos para luto a 4500 e 5,
tf cas pretas de merino a 45G0 e 5, pa-
Cletots dealpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 6,7e 8$, muilo finocol-
m lates de gorguro deseda de cores muito
boa fazenda a 3800 e4S. colletesde vel-
f ledo de crese prelos a 7 e 8, roupa
K para menino sobre casaca de panno pre-
Stos e de corea a 145,15 e 16, ditos de
easemira sacco para os mesmos a 65500 e
I 7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobrecasaco a 5J e 5500,
m calcas de easemira pretas e decores a 6,
J* 65'no e 7, camisas para menino a 20 ;
II a duzia, camisas inglezas rkegas largas
" muilo superior a325 aduziapara acabar.
Assimeomo temoa urna oficina deal-
f late onde mandamos executar todas aa
obras com brevidade.
M VBT BH HH aVUJV VOT km aVUlW aVtl-'V aHJ* jf*n
Lindos cabazes
de palha fina, ou cestinbas
para meninas de es-
cola.
Na loja d'aguia branca se achara mui lindos e
delicados cabazes de palha fina, ou cestinhasen-
feitadas, proprias para as meninas de escola, ou
mesmo para costura de senhoras, c cuslam 4 e 5,
o que baralissimo vista da perfeicao e bom
gosto de taes obras, as quaes se vendem em dita
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Vendem-se pombos de bonitas cores e de
boa raca ; na ra do Seve ou Unio, casa n. 16,
visinha ao grande edificio que se est fazendo
para o gymnasio provincial ; a fallar pela ma-
nha at as 8 horas, e a tarde das 4 em dianle.
fiolachioha iogleza
a ltfO rs. a libra.
Vende se a 160 ra. a libra, 3f200 a barriquinb
da mais nova que ha no mercado, afiancando-ae-
a boa qualidade, maoteiga ingleza flor a 800 rs.
alpista e painco a 200 rs., presunto e loucinho-
inmlo novo a 320, toucinho de Santos a 240, cer-
veja cobrinha a 500 rs. a garrafa : na ra da
Cruzes n. 24, esquina da iravessa do Ouvidor.
Sitio venda.
Vende-se um sitio em Santa Anna, tendo b*
casa com cinco quartos, duas salas, sala de jan-
lar, etc., etc., eslribaria para seis cavallos, quar-
tos para serventes, etc.. baia de capim, encl-
lenles frucleirae, cacimba com boa agua para be-
ber, e tanque para banbo: os prelendentes pe
dem ir examinar a dita casa e sitio em qualquer
da e hora e para tratar, dirijam-se Saander
Brothers & C, praca do Corpo Santo, n. 11.
Vendem-se accoes das companhias Per-
nambucana e Vigilante de reboque: a tratar
com Saunders Brothers & C, praca do Corp
Santo, n. 11.
Opiata ingleza para
dentes.
A loja d'aguia branca acabs de receber de su
propria encomienda a bem conhecida e provei-
losa opiata ingleza para dfntes, cuja bondade
apreciada por lodos quantos della tem usado, e
ser mai8por quem quizer conservar asgengiva
em perfeito estado, assim como a altura dos-
dentts; custa cada caixa 1J500, e por tal precc-
s deixaro de corrprar quando a nao acbarem
mais na loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 16.
Farello e queijos.
Vende-se saccas com farello a 3 e em porto
por menos, queijos a 1410 : na iravessa do pa-
teo do Parauo o. 16, casa pintada de amarello.
Escrayos fugmos.
ARMAZEM PROGRESSISTA
Escravo fgido
No dia 13 do corrente (junho; fugio docaminhc
da Varzea um negro de nome Caetano, que tero
ossignaesseguintes: cor fula, beicos muilo gros-
sos, rosto que primeira vista parece estar in-
chado, tendo nelle muitas marcas de bexiga, es-
tatura regular, corpo um pouco reforgado. repre-
senta ter 25 a 28 annos, muilo ladino, crioulo,,
perras alguma cousa arqueadas, unhas do ps es-
tragadas. Desconfa se que esse escravo procurar
a proteceo de urna pessoa importante ; e nesse
caso pede-se a essa pessoa, que retire tal protec-
gao.ique de nenhum modo a acredita. Quem ec-
contrar e apprehender o dilo escravo, pode-o le-
var ra da Praia, armazem n. ou no quarlelde-
pollcia, fallar com o seu senhor o lente Mn-
noel Fernandes de Albuquerqae Mello, que re-
compensar a pessoa, que lh'o entregar.
Escravo fgido.
Tendo fgido da ridade de Mamanguape no da-
29 de dezembro de 1859 um mulalitho rj&
nome Felippe, idade 15 annos, pouco mais ou
menos; e com ossignaes seguintes: cor verme-
lha, crbellos encolhidos, rosto e corpo bstanle
seceos ; consta achar-se preso no sertao e dizer
que se chama Juvenal, roga-sepois a quem com
certeza disso souberqueira dirigir-se nesta cida-
de loja de Porlo & Irmo, em Goiaona a Pau-
lino Doodato Cavalcanli, ou em Mamanguape ao
Sr. do dito escravo, Francisco Antonio da Siha
Valenle Jnior.
Anda continua estar fgido o escravo Ac-
tonio, crioulo, que reprsenla ler de 20 a 25 an-
nos, bastante alto e bom corpo, e disposto par
todo o servigo, falla um pouco descancado, tere
os clhos um pouco vermelhos, 6 barbado, bem
feito de ps e mos, as pernas tongas : consta-me
que esleve nos Remedios, trabalhando no lugar
i chamado Luca, j foi aprehendido por um pedes-
(tre, e pode illudir dizendo que ia para casa desua
i senhora que morara nos Remedios, agora const-
me que est aqu na ra da Suledade trabalhando
, como forro, e para Boa-Vista, onde tem o sea
aposento : roga-se s autoridades policiaes a ap-
prehenso do dito escravo, e remette-lo ra dr>
: Caldereiro n. 42, a Francisco Quiulino Kodrigue
; Esteves, que saber recompensar a quem appre-
i hender o dito escravo.
Aviso
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DUARTE ALME1DA & SILVA
ARMAZEM
DE
ROJPA FUTA
DE
Joaquim Francisco dos Santos-
140 RA DO QUEIMADO 40]
Defroute do becco da Congregar letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sernpre um sortimento completo de roupa feita de todas aa
qualidades, e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 40, 359 o 30$000
Sobrecasaca de dito, 35 e 30$00
Palitotsde dito ede cores, 35$, 309.
25*000 e 20&000
Dito de casimira de cores, 229000,
159, 129 9M0
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, nsooo
Ditos de merio-sltim pretoa e de
cores, 9*000 89000
Ditos de alpaka de cores, 59 e 39500
Ditos de dita preta, 9, 79. 59 e 39500
Ditos de brim de cores, 5jf, 49500,
4*000 e 39500
Ditos de bramante de linho branco,
6*000, 59000 e 4*000
Ditos de merino de cordo preto,
159000 e 89OOO
Galsas de casimira preta e decores,
129.109, 99 e 0*000
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 59 e 49500
Ditas de brim branco e de cores,
5*000, 49500 e 29500
Ditas de ganga de cores 3*000
Colletes de velludo preto e de co-
rea, lisos e bordados, 129, 9* e 89OOO
Ditos de easemira preta e de cores,
lisos bordados, 69,59500, 59 e 39500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 69 e
Ditos de gurgurlo de seda pretos e
de cores, 7*000,69OOO e
Ditos de brim e fusto branco,
39500 e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodo, 1*600 e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 29500 e
Pilas de peito de linho 6* e
Ditas de madapolao branco e de
cores, 39,295OO, 29 e
Camisas de meias
Chapeos pretos de massa.fraocezes,
formas da ultima moda 10*,89500 e
Ditos de fellro, 69, 5*, 49 e
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes,149,12*. 11 Jl e
Collarinhos de linho muito finos,
novos feitios, da ultima moda
Ditos de algodo
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 1009. 909, 809 e
Ditos de prala galvanisados, pa-
tente hosontaes, 40*
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozetas e
anneis
Toalhas de linho, duzia 129OOO a
59000
59OOO
59OOO
39OOO
292OO
1*280;
29300
39000
19800
19000
79000
29000
79000
9800
9500
709000
3O9OOO
.* k I 3 iS0Ci qUe T ^^ Progre8S0,' ,a2 fc,ent seos f'<>gueS que tendo separado a sociedade que tinha cora
seu mano, acha-se de novo estabelecdo con. dous ace.ados armazens de raolhados, associado cora o Sr. Joaquim Jos Goraes de Souza, e o Sr!
1;"* d.a,.S',V8;. rmeiT. na razao de.Duar,e & SouzaVe S9?UQdo m ^ Ruarte Almeida & Silva : stes eslabelecimentos offerecemgrandes
nrC P i* S "f a"1^ 6 aSSe' Cmr qU< '3; """^t COm0 *" *** precx,, pois que para isso resolveram os
p opneu.tos mandaren v,r parle de seus gneros em d.retlura, aura de lerera sernpre completo sorraento, cometambera pdete offereeer ao pu-
J,?i w 8? f ^ ru /r SS2 d PT qUe P,0S9am "T" em 0Ulra ^ua,(Iuer Par,e Pr isso deseiando os proprietarios acreditera
seus estabeleernentos lera deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim apodera ver o publico
17J!ZnI!rZmme. meSm Pir PeSS08S PUC- P?,CaS* 6m qUa'qUer Um destabelecimentoS, que sero to bem servidos como
2*?^Jg?^.^3^^h,P oyto-^ wmm-mmSj e assim fundado, naaventajens que offerecemos, pedimos a
1H1 ," P 58* Mnh0reS-de 6ngenh- elavr8dores Sue fmandem ao -"nos suas encommendas a' priraeira vez, afim de experira ntar, cerlos
decont nuarera, potsque para .sso nao pouparao os proprtelanos forcas para bera servirera aquellas pessoas que frequentrera nosaoa esubelecimentoa
geros Cr6Vem0S gUmaS S06S 6 nSS0S Pr,5S' Pr Dde VCr pUblC qe vendemos HCCa' auend^do as boas ^ISTmMo.
MANTEIGi INGLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em barril a ?50 rs
MAJNTEIGA FRANCEZA a melhor do mercado a 720 rs. a libra e a 700 rs. em barril'e meios
5RFSnNTnNFfEiMRRTF0- 7^1 ^^ "J"* *?* "" aballraenl0-
fRbSUJMO FIAMBRE inglez e hamburguez a 900 rs. a libra e em porcao a 800 rs.
t?5?T$JJ2?' P0RTUGEZES vindos do Porto de casa parlicular a 560 rs. por libra e inleiro a 460 rs.
CHOURIQOS em barril de 8 libras a 4&500 e era libra a 700 rs.
QUEIJOS LONDRINOS chegados no ultimo paquete a 19.
AMEIXAS FRANCEZAS em latas de 6 5 1|2 a 19 a libra e a 19200 a retalho.
PASSAS em caixinha. de oito libras, as melhores do mercado a 298OO e a 500 rs. a libra.
ESPERMACETE SUPERIOR sem avaria a 700 rs. e em caixa a 660 rs.
CONSERVAS FRANCEZAS INGLEZAS E PORTUGUEZAS a 560 e 700 rs. e frasco.
ERVILHAS PORTUGUEZAS E FRANCEZAS a 800 rs. 0 frasco:
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VINHO EM GARRAFAS; Duque do Porlo, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca eFeiloria de 1&20O a 19300 a garrafa e a
139 a duzia.
VINHOS EM PIPA proprios para casa de pasto de 500 a 600 n. a garrafa ede 3#800 a 49800 a caada.
FRASCOS COM FRUCTAS de todas as qualidades de Portugal de 19200 a SfOOU.
KSSt? DS MELHORES AUTORES DE LISBOA a 800 rs. a lato de libra e a 1500 de duas libras
LATAS COM GELEIA DE MARMELLO a 1&300 com duas libras.
LATAS COM PEIXE SAVEL e outras muitas qualidades, o mais bem arranjado que tem vindo a 19400
CAFE' DO RIO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 980 rs. o lavado.
ARROZ DA INDIA E MAR ANIIO o melhor que se polo desojar a 39100 por arroba e a 100 rs. a libra.
VINHO BORDEAUX de boa qualidade a 800 e 1 a garrafa ede 89500 a 109000 a duzia
CHARUTOS VERDADEIROS SUSPIROS e outras muitas mareas de 99 a 30800 e a retolho suspiros a 40 rs.
BANHA DE PORCO REFINADA a melhor que se pode encontrar neste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril,
SERVEJAS DAS MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e 5?000 a duzia da branca.
VINAGRE PURO DE LISBOA a 240 ra. a garrafa e 19850 a caada.
CA1XOES COM DOCE DA CASCA DA GOIABA a 1 e em#orcao a 900 re.
AZEITE DOCE PURIFICADO a 800 rs. a garrafa e 9&000 a cana com 12 garrafas.
COGNAC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUEIJOS PRATO os mais novos que ha no mercado a 650 rs. a lihra e inteiro 600 re.
Genebra DE IIOLLANDA a 640 re. o frascos 69800 afrasqueira com 12fraseos.
PALITOS L1XADOS para dentes a 900 e 160 rs. o maco com 90 maeinhos.
PALITOS FLOR para denles, os mais bem feitos que ha no marcado a 280 rs, o maco.
PALITOS DO GAZ a 39000 a groza e 280 a duzia de caixas.
AZEITONAS as mais novas e melhores que tem vindo ao mercado a 19200 e barril. .
AMENDOAS COBERTAS as. mais novas e bem arranjadas que ha no mercado a 19 a libra e em porcSo lera ab&limento.
Alm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de ludo tendente a raolhados.
O abaixo assigoado, roga as autoridades poli-
ciaes, pedestres, e mais pessoas de pegarem o meo
escravo, que fazendo-me um crime, fugio de mea-
sitio da estrada do Arraial, no domingo 9 de ju-
nho de 1861, com os signaes seguintes :
Bonifacio, eonhecido por Bonilinho preto,
crioulo, 22 annos de idade, cara muito feia, quan-
do falla nao encara para as pessoas, com muitas
marcas de bxigas na cara, alto, reforcado do
corpo, com faltas de dentes, com uma'graride
costura nos pellos: canoeire e lijoleiro, vestido
de calca branca, o camisa de madapolao ; pre>-
yavel que lenha mudado de roupas, e que lenha
ido com alguma pessoa no vapor para o Cabo o
outros lugares, costuma inlitular-se de forro e an-
dar calcado.
Este negro foi escravo do engenho d'agua de
Iguarass, do finado Henrique Pope Girao, tio de
minha mulher, e hoje do Sr. Dr. Francisco Joao
Carneiro da Cunha, cujo escravo tocou em paili-
lhas a minha mulher. E protesto proceder con-
tra quem o liverasylado, ouempregar em qual-
quer trabalho.
Quem o pegar leve-o a ra do Mondego da fre-
guezia da Boa-Vista, da cidade do Recifp, em mi-
nha olaria n. 13, que pagarei tolas as despezas e-
trabalho.
Marcellino Jos Lopes.
Escravo fgido.
I) j poder do abaixo assigoado fugio no dia 2
do corrente urna escrava mulata de nome Valeni
tina, que representa ter 25 annos de idade. pouco
mais ou menos, cujos signaes sao os seguintes :
vesga dos olhos, estatura regular, cabellos cara-
pinhos, levou vestido de chita escura e chale de
merino azul; tendo o abaixo assignado havido
esta escrava por divida na comarca do Limoeiro,
suppe aue procure essa direceo, ou a serra da
Passira, onde natural: roga, portanto, a todas
as autoridades policiaes e capitaes de campo a
apprebendam e a entreguem ao abaixo assignado
nesta cidade do Recife, ra do Queimado n. 46-
A, que gratificar generosamente.
A. Bezerra de M. Lira.
Attencao,
Acham-se fgidos os escravos seguintes : Con-
rado, crioulo, do Para, de bonita figura, que foi
escravo do Sr. Dr. Hagalhes, que servio de che-
fe de polica daquella provincia, cujo escravo po-
de passar por livre porque falla bem e at troc
algumaa palavras em francez, dedica-se a vid*
do mar, e j servio de foguista no vapor Piraj,
com o nome de Jos Domingues : Joao, cabra es-
curo, bastante alto, com marcas de bexiga no
rosto, natural de Inbamuns, o qual tendo silo de
um prente do Sr. vlsconde do Ico, foi aqui ven-
dido pelo Sr. desembargador Andr Bastos de 0-
liveira : Joao, mulato, alto, tambem com muitos
signaes de bexiga no rosto, falto de dentes na
frente, natural do Crato : Gaudencio, mulato
claro, natural do Para, moco, com pouca barba,
de estatura regular, secco do corpo, e sem delei-
to algum, offlcial de pedreiro, e tocador de vio-
la, de que muilo apaixonado, inculca-se por
homem livre com o nome de Leopoldino : Mar-
colino, cabra, natural da povoacao de Agua-Aze-
da na. immediacdes de Papaca;a, que foi escra-
vo do Sr. Antonio Baptista de Mello Peixoto, sub-
delegado de Garanhuns, alto, grosso do corpo,
bem barbado, com falta de dentes na frente, nsa
constantemente de cinturacio desoldado atado
cintura ; quem apprehender os ditos escravos ou
qualquer delles, e os entregar a sen senhor, o-.
abaixo assignado, no engenho Dous Irmaos na
freguezia do Pogo da Pauella, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de delenco, no Recife, ser gra-
tificado de seu trabalho com generosidade.
Jos Ceaario de Mello. *

--------------


(8)
MAMO 01 IIMAMBUCO. te UARTA RIBA ti DI JUNHO DE 18i.
Litteratura.
Prinieiras paginias da brochara do Sr.
conde de Monlalenbert, ao Sr. conde
de Cavour.
a Sr. conde,
a Em vossos discursos do 27 de Diario e de 9
do abril vos roe fazeis vir ba la. No primeiro,
annunciaes que, chegado Roma, proclamareis
este grande principio : a egreja livre no estado
livre. FazcU-me assim a honra imprevista de
empegar a urmula do que rae servi escrevendo-
vos ha alguns mezes. e pormeio delta resums o
que promellcis ao mundo calholicn e ao papado
era Iroca de sua capital profanada e de seu pa-
triotismo roubado. No segundo. o.e citaes eulre ...
os perseguidores do liberalismo, que desejaes aos gao alguma srU, fallim como os seculos. Nos-
catliolicos. Daes-me assim o direito de respon-,sa armago merece mais conflaoga que a vossa
.r,n. por que nesta queslj) somos materialmente de-
sinteresados, vos nao o sois : nos somos inno-
um papa subdito, psdero todas loroarem-se ca-
ducas pela aboligio do poder temporal.
Primeiro que ludo seria talvez bom, visto como
se trata d um interesse religioso, consultaros
juizes, isto f, os papas e os bispos. Sobre este
ponto lodosos bispos sio do mesmo parecer que
o papa : nao encootrareis um s\ ainda mesmo
era vossos paizea entiesados, que o contradiga.
Este parecer do papa todo o mundo conheca. Ora,
elle vos condemna. Nao podis adiar niu qu
a ovelhi escute o pastor de mais boa vontade do
: que o lobo.
Afurmaes todava que o poddr tmpora lnao
; toma o papa independente ; dizeis que isto est
.mathemattcamenle demonstrado; chegaes atea
| dizer que elle um obstculo ao desenvolvimento
'.do calhoheismo. Nos dizemos o contrario ; os
seculos dizem o contrario ; e os catholicos, es-
la, no mundo inteiro, sem oxcop-
me impendes mesmo o deverde arran-
car-vos das mos urna arma que me tomaste, e de
oo deixar abusar de urna doutrina, que amo,
par.i Gns que detesto.
Vendo deseorolar-se esse estandarte, tojno-
vo em vossas mos, reconheco o meu e sinto-me
commovido ; mas proruraodo quera o traz ea
tctica que acoberla, sinto-me enginado e me
indigno.
Todaa, vos agradego o terdeseslabelecido a
questo sobre um terreno novo. Com vosco,
Deuslouyado, esl so livre desea ridicula phan-
tasmagoria dos anligos partidos, evocada entre
nos pelos corlezaos do novo imperio. Vos dei-
xaes com razio vossos acolylos da imprensa de-
mocrtica e imperialista em Franga o cuidado de
reduzir s me3quiohas proporgoes de urna ques-
to do partido, ou mesmo de dynaslia, a causa
que produz a emoco unnime dos catholicos em
todos os paizes do mundo, em Madrid como em
Bruxellas, era New-York comoem Munich. Vos
reconheceisa sinceridade desta emogo, o nao at-
tribuis alguraa iotengo poltica. Vos semis e
dizeis que se trata da questo vital para todo o
calholico, qualquer que seja seu partido ou seu
paiz : a independencia espiritual da egreja. Re-
conheceisque a soluco ao problema, creado por
tos, interessa a trezenlos milhes de catholicos
( vossa cifra) e dizeis :
Se chegarmos a persuadir aos catholicos que
a reunio de Roma ao resto da Italia nao pode
ser para a egreja urna causa de dependencia, a
o questo lera avancado um passo.
a E' dizeis anda coover.cendo os catholi-
eos de boaf desta verdade, que Roma, unida
Italia, nosei urna causa de oppressao para
a egreja ; persuadiodo-lhes que a iodepeo-
a deacia desta ser pelo contrario augmentada ;
o assim, digo eu, que chegaremos tina! um
accordo com a Franga, representante natural
da sociedade catholica nesle grande debate.
Chegando Roma, proclamaremos a separa-
gao da egreja e do estado, e a liberdade da
egreja. Ffilo isto, a grande maioris dos catho-
licos da Europa nos approvar, e far recahir
sobre quem for de justigaa respoosablidadeda
luta, que a corle de Roma quizer empenhar
com a nago
Conheceis po3 que se trata antes de tudo
dessa responsbilidade moral, da qual Deus e rfe-
pois de lie a consciencia do genero humano sao os
uuicos juizes. Vos collocaes em um terreno, no
qual o canho nao lem a ultima palavra, no
qual os propros congressos sao incompetentes.
Conheceis que precisaes doassentimeuto dos ca-
tholicos, e conlaes com elle de antemo.
boa f, que invocaes. Defeodo ha trinta aonos
essa independencia da egreja, de qm fallaes pela
primeira \ de todos os milhoes de catholicos, cujo suffragio
reclamaes, nao temo responder : Nossi adhesao,
vos nao a leudes. Vos nos dizeis : lende con-
fiangaem mim. Eu vos respondo ffcilamente :
N.-.O. Vos vos gabaes de obter tarde ou cedo o
concurso da opinio dominante ontre os Deis. Eu
ves afrmo que jamis o tereis. Vos appellaes
para a maioria dos catholicos. Eu pretendo que
ntreos verdadeiros catholicos, nicos com que
se dove contar, nicos cuja adhesao faz forga em
materia religiosa, sacerdotes ou leigo?, oo tereis
ninguem.
Por conseguate respondo-vos em tres pala-
bras : Nao I nunca 1 ninguem I
Damos agora toda a ultima parte da brochura '
Chegamos ao vosso systema do fuluro, essa
liberdade plena e inleira, essas franquezas espi-
rituaes que temos,diris vosintilmente pe-
dido ha trez seculos lodas as potencias catholi-
ca, e de que apenas lemos arrancado alguns pe-
dacos pormeio deconcordatasque nos embaragam.
Nunca, digamolo de passagera,concordata al-
guma lealmente executada e fra de toda a ad-
dicao subrepticia, pareceu um embaraco aos ca-
tholicos. As concordatas sao transaeces, como
todos os tratados de paz ; e toda a t'ransacco,
quando justa e duravel, impe algum sacrificio.
Mas o rgimen das concordatas petfeitamente
compalvel com a liberdade e com a justiga ; elle
tem inconvenientes com lodos os regimens deste
mundo, mais tem vanlagens maiores ainda. A
prova disso o zelo, com que lodos os revolucio-
narios procuram despedagar todas as concordatas,
que lhes cahem sob as mos. O que a Europa nao
deve tambem ignorar que as concordatas, boas
ou ms, contratadas com um papa rei e nao com
FOLHET1M
OBATEDORDEESTRADA
FOR
PAULO DUPLESSIS.
PRIMEIRA PARTE.
(Continuago.)
XXIV.
No dia que se seguio ao do duello entre Jenkios
e o marques d'IIallay preparava-se o conde
Ambron pelas seis horas da manha para dar a
cavallo o seu passeio do coslume, quando veio o
criado aonunciar lhe a visita de Joaquim Dick.
A minha visita parece admirar-vos, Sr. con-
de ; rogo-vos a bondade de ouvir-me. A fran-
queza, de que usastes para comigo, nao me irrl-
tou, era mesmo me offendeu ; ao contrario ser-
To para mais consolidar a estima que me ins-
piraes.
Joaquim Dick assentou-se, e proseguiu logo :
Masler Sharp, com quem estive hontem
notle, deu-me urna noticia que nao vos pode ser
ndifterenle.
Que noticia, Sr. Joaquim?
A da partida de sua lilha roiss Mary.
O conde corou de despeito : julgou que era
urna allusao ao que se tioha passado enlre elle
e a joven Americana.
Senhor, disse com extrema vivacidade, nao
comprehendo a vossa obstinagao em reproduzir
sempre urna conversago que nada vos deve in-
teressar, e que compromette sem necessidade a
reputago de urna moga.
Se vos dignasseis escutar-me com mais pa-
ciencia, replicou o Batedor de Estrada, terieis
poupado essa observagio. Queris deixar-me
proseguir? Poucas palavras baslaro para que
melhor apreciis a importancia do fado que vos
eu annuncio. Miss Mary, nao o ignoraes, ama-
tos com ardor e iropeluosidade taea como coslu-
mam a desenvolvers naturezas frias o concen-
tradas quando por acaso se entregara s violen-
cias da paixo. Ora, para que se ella resolva a
affastar-sede vos, mister que predomioe sobre
sua vontade um motivo bastante imperioso :
mister que supponha essa ausencia favoravel ao
tftm xito das suas esporangas, quero dizer, do
seu amor. Miss Mary embrcou-se para Guay-
mas: comegaes agora a compreheoder ?
Anda nao, respondeu o Sr. d'Ambron de-
pois decuria hesitagao.
Pego mil perdes. conde ; mas nao posso
crer na vossa fingida ignorancia. Receiaes tal-
vez que eu tomo a vossa franqueza ueste ponto
por fatuidade : um receio este que em nada
nos abona. Ambos nos nao somos homeos vul-
gares : temos pois o direito de fallar francamnte,
sera ser preciso affectar urna falsa modestia, e
rann Lem hyDocrisia- Miss X. como deveis
TA m! aprehender, nao parar em Guay-
mas, mas sim no rancho da vnUn, 3
cenes, vos oo o sois. Quem pois poderia ac-
ceitar-vos por juiz? J carregado dos despojos
da victima, que aspiraes esbulhar, sois sobera-
namente incompetente para julgar de seus inte-
ressos bem como de seus direitos.
a O poier temporal urna realeza. Nenhuma
realeza est ao abrigo de urna rovolugo e de urna
usurpago. A realeza do papa o torna indepen-
dente como qualquer outro rei nem mais nem
menos. Quando elle for derribado, c-ssar essa
independencia ; em quanto elle reina, ella dura
e serve para a independencia da egreja to pode-
rosamente, que na hora mesmo, em que fallo, o
pouco que resta do poder temporal a causa ni-
ca da intervengao protectora daFraoga,a nica
oarreira contra as vossas violencias. Se o papa
fasse apenas bispo de Roma, seria de seu dever
protestar, como fez, contra as vossss iojustigas
tenis em vo tentado arrancar-lhe um Te Ocurr
ou impr silencio aos seus aoathomas ; e elle.
bem como tantos outros bispos, seria vosso cap-
tivo ou vosso proscripto.
Nao sei que veem vossas malhematicas na
questo ; mas affirmo que a historia demonstra
o que acabo de dizer era cada urna do suas pagi-
as. Que digo eu ?A Europa inteira o conhece
por um instiocto que nSo conseguistes dobrar.
Um dia, durante as santas ceremonias da paixo,
esse augusto velho, cujas forgas quebrastes sem
quebrar-lhe a alma, desmaoi sobre seu throno.
Mal esta lgubre noticia propagou-se, a Europa
coramoveu-se, e pode-se ver que ponto Po
IX amado, que ponto tambem se treme s
com a ideia de um conclave, cujas solemnes de-
Iiberaces o Piemonte fosso encarregado depro-
teger. Nao sei que calafrio percorreu nossas al-
mas, como se no desmaio do pootilice-rei pare-
cera desmaiar um momento a propiia indepen-
dencia da egreja.
Mas vos generalisaes e dizeis que o horaem,
que vive tranquillo era sua casa, em paz com
seus visinhos e sem dividas, mais independen-
te que o grande proprietario. que esgota e mal-
trata seus camponezes, e que s pode sabir es-
coltado por gendarmas. Nao admitto esta cou-
fusao entre a propriedade e a soberana; mas
como nao reparaes que vosso argumento reverto
contra vos? Se o que dizeis verdade, por que
razao vossos principes sahiram de seu condado
de Saboia, onde podiam viver to tranquillos e
em piz, para esgolar e maltratar seus visinhos?
be a casadeSaboia faz conquistas, o papado nao
as faz : elle s procura guardar o que os seculos
lhe legerara. A moral que prega a abstengo e
a pobreza voluntaria nada vale quando nao
pralicada por aquelles, que a pregam. De todos
os estados do mundo o Piemonte certamente o
menos aulorisado para dar ligos de renuociaco
espontanea e de generoso abandono. Sua moral
lem muitas vezes consistido em sacrificar a jus-
tiga e a f jurada seu interesse. Os papas fo-
rara por Deus instituidos justamente para fazer
Trente moralistas desta ordera e a christaodade
os fizera soberanos para que essa resistencia nuu-
ca fosse muda e impotente. Dizer um proprie-
tario que elle ser mais tranquillo se o livrarem
dos cuidados da propriedade, um rico que elle
sera mais feliz se o fizerem pobre, um argu-
mento, que al hoje s linha servido para certos
ladres engracados. hroes da litteratura pica-
resca e que gostavam de gracejar de suas victi-
mas. A oidem social nao tem outrs razo de ser
nao ser fechar a boca estes mus gracejado-
res, e obrar de maneira que o grande proprieta-
rio e o pequeo, o rico e o pobre, o forta e o
iraco, o leigo e o sacerdote, estejam egualmenle
seguros de seu direito e senhores de seus bens.
Substituir as conveniencias dos fortes aos ttulos
dos traeos voltar ao estado selvagem.
Mas, ha urna cousa que os selvageos nao ima-
ginaran) : fazer dimauar da pratica do roubo
urna theoria de isengo. espir um hornera dos
ps cabega, pl-o lodo n e depois dizer-lhe :
Tendes a liberdade de ir mostrar-vos por toda
parte e fazer o que quizerdes ; desembaraga-
rara-vos de um pezo intil, que se oppunha ao
desenvolvimento de vossa natureza ; acres-
dio que tos dignareis abonar-lhe (imsgioe-seUm
papa com um subsidio I) ser mais eonsideravel
que a modesta dotago que ello hoje reserva para
si. Deixar-lhes-heis o Vaticano ttulo de loca-
gSo,-o Vaticano, coja propriedade seus prede-
cesores lhe legarara com os esplendores de lan-
os seculos devidos a seu genio paciente ; cercal-
o-heis de pompa, de homeaageos e de honras ;
trstal-o-heis anda melhor do que foram tratados
pelos seus Senhores o patriarcha de Moscow ou o
patrlarcha de Byzancio,esses dous typos inex-
tinguiveis do pontificado degradado e subordina-
do soberana secular.
Fallaes assim multidio. e bem conheceis
vosso tempo.
Sim, vos sabis.que as almas sio mais ca-
iholicas do que parecem ; sabis alm disso que
tudo nesla poca efleminada e molle julgado
no ponto de vista do bem-estar e da idea toda
material, que cada um Se furia da felicitado e da
desgraga ; sabis quanto fcil apiolar os ho-
meos sobre urna necessidade material, quanto
difDcil mov-los sobre urna necessidade mqral I
An I como leudes hbilmente aproveitado dessa
disposigo inliam da Europa contempornea I
Mas, dirao, porque lamentar esse pontfice
ao qual se deixa a residencia e todo o diuheir
que elle quizer ?
Vos que citaes Dante, evidentemente lestes
bhakspeare, e ahi estudastes o papel das Olhas do
re Lear.
c Meu pae, dae-nos vossos bens, estaris
era casa de vossos fllhos melhor do que na vossa
mesma 1 Nao tereis mais embaragos, no entanto
que colhereisas vanlagens.
Digno velho I elle vivir relindo da rea-
leza como se vive retirado do commercio, com
um bom rendimeoto, em urna boa casa, i'nscre-
ver-se-ha sobre a porta em duas ou Ires linguas
que elle o rei dos christos. E1 elle por ventura
ao oreliz ? e quem nao quereria oceupar seu
lugar i
a Eis o que dir3o as multdoes, e vos bem o
sabis.
O papa nao ainda bastante marlyrpara ser
popular. r
a Vos sois rauito habis
res.
que ser, se um destes estados
scom o papa, seu hospede, gao de liberdade. Renunciaos isso como um
ceg voluntarlo, para imitardes servilmente os
povos, que nio souberam conquistar a liberdade
senao para perde-la ou abdica-la. Queris urna
grande caplta'
para a nomeacao dos bispos e para a admioistra-
go da egreja i o
Mas, par daquelles que acharam o papado
muito independente de vossa realeza, ha aquellos grao i.r nal
quo acha-lo-ho desembarcado pela ruptura I goveroo mm iHhl!!Lu '"d 8 grand
forgada de lodos os seus empinos anteriores^^ f regmXs re,?eTr .DUmer08S qUe "'i
Tr.ta-se de fazer aceitar todos os governos llb.dlWd" i alia* ltan a^-v^ha com ?u
na egreja sem lago algum com o estado I Ca. I nesn infl. .L^.V l??..air .T0.
mo contaes vos obrar para isso?
um. egreja sem lago algum com o estado I Co-I peso ^nflue urna capital aaliberdade de um pa'iz.
- para fazerdes marly-
u sangue mancha as mos e brada vingan-
ga ; porem ha cousas invisiveis ; Aramos o direi-
to, elle nao sangra ; esganemos a justiga, ella
nao grita ; torturemos a consciencia, ella nao se
meche ; martyriseraos a alma, ella nao se v ;
desapossomos sem dor, e desappareca a realeza
sem que o re deixe de ser cercado de commodos
e inceusos.
Sm, eu o confesso, eslas apparencias sao
naoeis, e vos conheceis bem vosso tempo. Mas
o que na de real em vossas palavras a sob esses
vus destinados ao vulgo ?
Como refutaes as expresses de Frederco II
tao opporlunamente citadas no senado pelo pre-
sidente Barlhe :
Chegar-se-ha conquista fcil dos estados
do papa, e entao opallio' nosso e a scena esl
acabada. Cada um dos potentados da Europa
querendo reconhecer um vigsrio de Jess
nao
Christo submetlido um outro soberano/crear
para si um patriarcha. cada um para o seu eslado.
/ ouco a pouco cada um acabar por ter em seu
remo urna religxao, bem como urna linqua
parle. *
Eu vos espero sempre na formula d'ora em
atante famosa, gragas vos sejam dadas : A eqreia
livre no sevo de um eslado livre.
Que uso fazeis della?
Aqui nao tocaes mais era urna questo ita-
liana, tocaes em urna questo universal.
Creio na liberdade da egreja garantida pela
liberdade do eslado. Creio que a egreja tem lu-
de a ganhar com o iriumpho das instituigoes li-
vres, e que seu abrigo crescer mais respetada
e mais forte, mais popular e mais fecunda, mais
invensivel e mais purificada do que sob nao im-
porta que allianga com nao importa que poder.
Espero que um dia vira em que todas as naces
cousagrarao a liberdade da egreja ; mas esse dia
anda est muito longe. E no entanto o que nos
propondes ? Esperaes acaso que nos deixemos
canir nos pegos de um equivoco ? O poder tem-
poral garante ao chefe da egreja de um Gm do
universo ao outro a lberdalo sera egual de um
re, e vos lhe offereceis em troca a pequea liber-
dade de um subdito nesse pequeo canto do mun-
do chamado Italia I
Que no estado actual do mundo, em pre-
senga das nages conjuradas, em face de conti-
nentes inteiros fechados luz, no meio de leis
oppressivas, exclusivas, intrigantes, illiberaes,
que resussitam ou sobrevivem por toda a parte,
prometteis a liberdade em vossa casa em troca
da suppresso sbita e total do que at hoje lem
sido a base e a nica garanta conhecida da in-
dependencia da egreja em suas relages com os
diversos estados ? Urna testemunna essencial-
raente imparcial. um verdadeiro liberal, to af-
laslado tanto pelo talento como pela consciencia
de todos esses bastardos de 1789, que vos accla-
mam, acaba de vo-lo dizer:
Entre vos e a posse de Roma ha toda a es-
S'cubica Sfi TraC Wu,alir- I r^-^oits^^^^v^os" f pKn5?
da cubtga, e conciliar de um modo estranho -'***- --
Vos respondis
pela Italia ; mas podis responder pela Frangs ?
Como tendes desprezado informar-vos das inlen-
ges de vosso omnipotente adiado ? Achaes que
o que se passa'neste momelo entre nos sSja de
natureza para animar-vosno caminho que pre-
tendis arraatar todo o mundo comvosco? Coma
forga de vossa palavra abatesles os argumentos
dos senhores Billault a Baroche ; mas pensaes
poder faz-lo to fcilmente respeito da circu-
lares dos senhores Delangle ePersigny?
Quero j admitlir que se o papa escreveu de
maneira desagradavel ao rei da Italia, como o
hispo de Poiliers acabado desagradar ao impera-
dor dos Francezes, nao lhe applicarieis o cdigo
penal deNapoleo I, nlo ameaga-lo-hieis como
pena do banimento, nao procederieis mesmo con-
tra elle por meio de abusos ; nem vosso conselho
de estado supprimiria suas bullas e eneyelicas,
como o conselho de estado do imperio acaba de
supprimfr a memoravel pastoral de moosonhor
Po. Mas nos, catholicos de Franca, de Hespa-
nha, de Allemanha e de todos os'pszes, onde a
liberdade da egreja esl to louge de ser comple-
ta, como havemos de saber que o juiz supremo
de todas as conleslagOes, relativas ao governo das
almas, foi investido dessa plena liberdade, que
para nos urna imperiosa necessidade, e que sua
soberana s at aqui lhe tem garantido? Sa lo-
dos os bispos de Franga fossem hoje condemna-
dos uns aps os outros pelo conselho de estado,
se todos fossem eridos successivamente com as
penalidades excepcionaes, que a imprensa que
vos admira sollicitou e obteve dp governo impe-
rial, nem por isso deixariamos de esperar a de-
ciso do bispo dos bispos para sabermos se elles
erraram ou nao no ejercicio de sua autoridade
sobre nossas consciencias. Mas -quando Roma
nao estiver mais em Roma, quando o bispo dos
bispos estiver tambem entre as mos de um prin-
cipe temporal, pera quem voltaremos nos os nos-
sos pensamentos e as nossas almas revoltadas para
escaparmos terrivel servido, que asameagaria?
Com um rgimen como o que reina em toda a
Europa, excepto na Blgica e na Inglaterra, se o
chefe da egreja oo for soberano, nico senhor
em qualquer paite, a egreja ioleira est ameaca-
da de servido, a egreja e o mundo ao mesmo
lempo, porque esta suppresso conduz directa-
mente ao rgimen das fgrejas naciona'es, do po-
der espiritual reunido ao imperio.
E' ento que eu quero a Tevolugo. Caligula
desejava que o povo romano s tivesse urna ca-
bega para decepa-la de um s golpe. A revoluco
peosa como Caligula.
Mas vos, senhor, vos nao pensaes assim. Vos
dizeis ao contrario : a Nio pode acontecer um
povo urna desgraga maior do que a concentrago
dos poderes espintuaes e temporaes as mos do
governo. Qusndo estes poderes acham-se reu-
nidos, a liberdade desapparece, o rgimen dos
califas.
Nuoca dissestes cousa melhor ; mas falta-
vos esta coocluso, to bem formulada na tribuna
em 1849 pelo Sr. Odilon Barrot, primeiro minis-
tro da repblica franceza : E' de mister que os
dous poderes ettejam confundidos no estados ro-
manos, a/im de que nao o sejam em parle alguma
no resto do mundo.
Por nao quererdes reconhecer esta verdade,
senhor, vos condemnastes vos e nos urna
inextricavel coufuso I Queris urna egreja livre
destrumdo o que justamente a base providen-
cial de sua liberdade, quero dizer, esse poder
temporal, que seria necessario inventar seno
exislisse, que se deve conservar j que existe, que
se deve restabelecer. porque, gragas vos, elle
esl quast anniquillado.
Ainda urna vez, farieis muito bem de dar
egreja a liberdade na Italia ; essa obra to nobre
quao otelligente vos faria perdoar mutas erros.
Mas, nao para estranhar que comegasseis tiran-
do-lhe a condgao de sua '
mundo ?
Se sonhasseis um governo liberal, decenlraisa-
dor pouco intromettido as manifeslagoes da ac-
tivldade humana, que vos importarla a residen-
cia ? Mas vos queris, ou antes a rerolugao quer
urna centrahsacao poderosa, e camiohaes para o
despotismo sob pretexto de liberdade.
Que Roma procuraes vos? Nao a Roma dos
papas, visto como osexpcllis; a Roma dos Ce-
sares, a Roma do Capitolio, a Roma paga e des-
ptica. Queris curvar a Italia ao jugo da contra-
lisaco romana, como a Franga curvou-se ao jugo
da centralisaeo parisiense. Feito isto, ser-vos-
ha to impossivel fazer viver vossas liberdades,
como o foi Franga guardar as suas. E de todas
essas liberdades a mais ameagada, a mais fexil de
contrariar, de contestar, de aopprimir, a mais in-
separavel daum grande todo de garantas geraes,
como hoje o vemos em Franga, a libardade re-
ligiosa.
* **" 8uPPnh infpossivel modado em rea-
lidade ; supponho vosso f ovo reino nao s cons-
tituido (o que nao duvido), mas governado sem
dictadura intermitiente (o que s ereria quando
vissej : nem por isso deixava a difflculdade de per-
manecer inleira.
Que garantas podis vos offerecer egreja
romana o nos, seus filhos, espalhados pelo uni-
verso inteiro. da sinceridade e eficacia de vossas
promessas? Podis vss assegurar-lhe a ordem
material, o repouso, a paz, a seguranga ? Nao ;
porque nada disto existe onde at aqu tendes pe-
netrado.. Que seguridade podem o piemontezes
trazer Roma ? A mesma sem duvida, que reina
em Palermo. em aples, em Bolonha. em An-
cona. Por toda a parte ha piemontezes ; mas tam-
bem por toda a parte ha o assassinato, que corre
as ras, ha o motim, o roubo, a diffamagao quo-
tidiana contra tudo o que sagrado, e o ullrage
sob as formas mais repulsivas. E' isto o que da-
ris por cortejo ao papado despojado ?
Masjdizeis vos que fazeis leis para realisar-
des vossas promessas, e inscrevereis no estatuto
fundameotal do reino o principio da independen-
cia reciproca da egreja e do estado. Leis I mas,
que leis respeitareis vos, vos, que neohum caso
fazeis dos tratados ? O estatuto I mas. o que diz
seu artigo Io? A religio catholica 6 a religio
do estado, e seu artigo 29 ? Todas as propieda-
des sem distinco alguma sao inviolaneis. Como
os tendes vos observado, vos, que sob o imperio
deslas disposiges to precisas tendes confiscado
lodas as propriedades monsticas e sobrecarre-
gsdo de vexames a egreja do Piemonte ? Tinheis
urna concordata com Roma, a abolales com um
irago de penna sem discusso o sem direito, o is-
to quando o papa era ainda um soberano inde-
pendente, collocado sob a protecgo do que se
chamara outr'ora direito das gentes e f dos tra-
tados. Que confianga queris que tenhamos em
compromissos, que tiverdes para com um papa
dependente e subdito?
Adiantemos e cheguemos ao fundo da ques-
to no ponto de vista pralico e positivo. Tres
condiges principa6s sio essenciaes ao que cha-
maos independencia da egreja.
Ei-las: a liberdade absoluta do papa oains-
tituigao dos bispos; a livre escolha dos cardeaes ;
a liberdade do conclave.
<^^___^^^__^_ ( Conlinuar-se-na.)
Agricultura.
Crise doalgodo.
Continua infelizmente a deflagrago poltica da
uniio americana ; por tanto acha-se imminente
a paralisacao de sua poderosa industria. A fatal
desumao e o negro egosmo elevou o hediondo col-
o enlre os elemootos heterogneos dessa gigan-
tesca nagao, a filha primognita da America dos
ranklins e dos Washiogtons, que por seu vulto
o raato d : f 6Derg,a lloh" schamd > 'oda attengo da
Europa com excluao completa das outras naces
lina iluic Ii^a.a.- _._.j^____
palavra de passagem sobre estado
linguagem da civiltsago moderna com o p ce-
dimenlo da barbaria anliga.
Ah I eu bem o sei; ougo-vos d'aaui ap-
provar-nos com urna sinceridade desta vez insus-
peita : vos bem sabereis dourar a prisao vos
assegurarels ao papa e sua corte urna sorte ma-
terial tao brilhante quanto possivel. O subsi-
e o pri-
no rancho da Ventana.
l#] viae Ulano a. 136.
E' verdade I Tendes razo, Sr. Joaquim.
Mas o que tem isto? Urna vez satisfeila a sua cu-
nosidade....
Miss Mary, emprehendendo essa viagem
nio obodeceu a um sentimeoto de curiosidad'
e sim de ciume. A admiravel belleza de Anto-
nia exaltar sem duvida o seu pezar a ponto de
transtorna-lo em furor: e ludo se devo esperar
da expulsao da sua colera I
Exageraos muito, Joaquim I Que miss Mary
sinta por mira alguma predlecgo, diroi mesmo
amorj que assim o queris, posso conceder-
mas nao admitto que essa paixo seja to vio-
lenta, e miss Mary tao falta de senso e de virtu-
des, que deva Antonia receiar urna vnganca de
sua parte *
Amulherdesprezada nao se pode dizer que
virtuosa ou criminosa, boa oa m urna louca I
nao sabe o que faz!.... Mas acabemos. Miss
Mary nao partiu s ; leva em sua companhia o
canadiano Graudjean : Ora, esse hornera, assim
lhe pague ella com generosidade. e sabis que
ninguem e mais generoso do que a raulher ciu-
menta, esse hornera, dizia eu, nao recuar ante
a execugao de urna ordem, qualquer que ella seja
ante o desempenho de urna commisso extrema'
Nao porque Grandjean lenha um pessimo co-
ragau, e a natureza m ; ao contrario elle vale
mais do que muita gente que eu conhego ; mas
lem um modo de pensar que lhe lodo peculiar
e que o faz bstanle perigoso, mais anda do que
um bandido I Declaro-vos francamente, segundo
a posigao em que se achara as cousas, Antonia
vae ser exposta a grandes perigos; e urge que
corraes quanto antes em seu soccorro, se que
ella vos merece algum interesse___
Oh I Joaquim....
Urna ultima palavra, continuou o Baledor
de Estrada interrompendo o conde ; admiro que
tendo vos por Antonia um amor to verdadeiro e
sincero como dizeis, vosdivirtaes a passar o tem-
po intilmente em S. Francisco em vez de voar-
des para junto della : esta commoda indifferen-
ga pouco se coaduma cornos sentimentos bellos
e enlhusiasllcos qne apregoaes I
Nao merego esta censura, Sr. Joaquim.
Tera-me sido preciso empregar toda a minha
energa para conservar-me distante de Antonia I
Se o sentimento que me inclina para ella podesse
ser comparado com essas affeiges ephemeras
quesedenorainam capricho, ha muito tempo te-
ria eu voltado ao rancho da Ventanal E* justa-
mente por que receio entregar-me a um puro de-
sojo da minha imaginago, e nao urna necessi-
dade do coragio, que tenho retardado o momen-
to de urna ultima experiencia Ainda me acho
muito sob a impressao, que em mim produziu a
belleza de Antonia, para poder ter a liberdade de
espirito que exige urna resolugo grave. No mo-
mento poim em que ella possa ter necessidade
do meu apoio, cessaro as minhas irresoluges,
imporei silencio minha prudencia. Dizeis que
chegado esse momento ? Pois bem, parlirei
hoje mesmo.
Nao podis partir seno daqui a oilo dias.
E para que essa demora?,
Porque nio pode ser seno assim. O pri-
meiro navio com destino a Guaymas s se far a
vela depois de urna semana.
Esla noticia causou ao mancebo urna dor pro-
funda e verdadeira.
Mas, replicn elle logo, porque nao frela-
rei um navio ?
, dependencia do papa, tornado hospede
meiro subdito do rei da Italia.
Nao creio, acrescentou elle, que um papa
possuindo um castello ou mesmo um quarteiro
inteiro na capital do rei da Italia parega asss
independente em seus actos e em suas escolhas
para que as egrejaa da Austria, da Uespanha, de
lorlugal, e da Baviera, aceitem suasdecsoes. O
J eu cuidei nislo: de oulra sorte ver-vos-
neis rorgado a esperar quase seis semanas. A
expedigao do marque* de Hallay absorve todos
os aventuremos, lodosos vagabundos e marnhe-
roa desertores, que se achara em S. Francisco.
Anda nao vi empreza que iuspirasse tanta con-
fianga, que excitasse lal enlhuslssmo Foi a pe-
so de muito ouro que pude conseguir organisar
urna pequea equipagem i Oh I J me tarda ver
o marquez em campo, e esses duzentos homens
que levacomsigol Que esplendido feslim tero
as aves de rapia no deserto!.... Porm estaes
dislrahido, conde ? Nao me escutaes I Ser indis-
cripgao perguntar-vos de que natureza sao as
vossas reflexes ?
Nao, Sr. Joaquim, porque ellas vos dzem
respeito. Procuro descobrir o motivo, porque
mostrendo-vos to interessado por Antonia, n
reuns aos meus os vossos esforgos, e nao me
acompanhaes lambem ao rancho da Ventana I
A minha resposta ser clara e precisa. J
vos disse. e anda repito, que sou cioso da affei-
5ao de Aotooia.com quanto nao esteja enamora-
do della ; e pois me causara dr Te-la conceder
a sua ternura a outro hornera. Nao mo sinto com
lorcas para assistir tosss ventura.... Amai-
I.... nao me opponho a isso ; pelo contrario
Demais, como entendis vos que se praticar ek^olori, hS.1.'I"110 qu-e 90nien'e >g<"s
ii.-a-*-----...., ex-coionias nespanholas enviavam at aqui um
echo pouco favoravel de suas continuadas lulas
internas. Mas o Brasil, esse grande torro ame-
ricano, tao lelzmente dotado pela natureza, ape-
nas tem vegetado aos olhos da Europa, sem ter
entretanto a triste celebridade das repblicas de
ongem hespanhola.
Na verdade, muito lera dormido o Brasil na va
do progresso industrial molleme.ite reclinado nos
bracos da importago estrangeira ; descuidoso
nao tem attendido suas necessidades reaes, tudo
pediodo ao estraogeiro, at quasi o pao quoti-
diaoo para seus lhos, comprando-o cusa de
puro, cujos dous lergos poderia applicar ao me-
Ihoramento de sua sltuago, e ao desenvolvi-
mento de sua industria.
Na Europa um clamor geral hoje se escuta em
cada canto, todos lastiman o algodo que lhes
enviavam os Estados Unidos e que alimentava
immensas fabricas e numerosos bragos. Aonde
obler agora, clamara, essa preciosa materia pri-
ma, se todos os mercados do mundo nosuppri-
rao metade do que nos fornecia a nago ameri-
cana, hoje em anarchla, ou perto disso > A Io-
essa liberdade oa Italia ?
E' bom indagar isso; porque a patria de
Aroaud de Brescia, de Sarpi, de Giannone >, como
a chamaos, certamente de lodas as nages do
mundo aquella, na qual menos nos devenios fiar
em Tacto de liberdade religiosa.
Eis portanto a occasio de analisarmos se
quizerdes. a nosaa formula : A egreja livre em um
estado Iwre.
a Urna
livre.
a Realmente vos nao o queris. Nao. vos nao
queris um estado verdadeiramente livre, urna li-
berdade verdaderamente completa e duravel. E
o que me prova isto justamente o quechamaes
a impossibilidade de conceber uma Italia consti-
tuida sem Roma por capital. Mas o que procu-
raos vos era Roma? Suas trezeutas e sessenta
egrejas sao por ventura necessarias piedade de
vosso soberano? Nao leudescidades explendidas
e palacios dignos dos res: Tunm e Milo Fio-
renga e aples Genova e Pisa, e Palermo sem
tallar de Veneza ? Tivestes a iramenss felicidade
me consola este pensamento 1 porem noquei-
raes que ati assista a ama felicidade, em que nao
posso crer I Seria iuflammar ainda mais a minha
cnan sempre sangrenta I Nao esquegaes que An-
lonia e o retrato vivo de Carmen.... ve-la feliz e
satisteita em companhia de outrem seria tornar-
me louco de dr Daqui a alguns mezes talvez.
m> levantasa effe.to vossa heroica e temeraria
eu STJ*0 de de3Ps" sa lilha do deserto,
eu ire ver-roa a ambos : o casamento gasta e des-
poetisa tao depressa o amor que nao recelare!
branSa de Carmen !.... porque espero que a cer-
teza, ao principio tao suave e depois to odiosa
de|que so amorto peder desunr-vos aps a vossa
Sou." Ti0 peranle Deos- condu"r SE
&~!'n.l.i??e,,reM'>. Pelo menos
isto ,
lei que
indifrerenga I Se 5 que peVso so'reTsar? ist^
se ambos voisoffrerdes a lei coramum, lei ou
faz nascer o desgosto da sociedade, oh eX
nao vos occulto, verei satisfeitos os meus ca os
dezejos Entao terei adquirido afioal a certeza de
qUnP'Due,2 pode 8er feliz ne*le muodo!
n. p.'? dMU conTe8gio uma peque-
a escuna tnpolada por cinco homens suspenda
a ancora no porto de S. Francisco com destino a
Guaymss. Um botesinho amarrado popa do na-
vio esperara com quatro remadores que Joaquim
Dick quizesse voltar para trra. EsU e o cond
d Ambron conversavo junto no tombadilho.
Nao esquegaes as minhas recommendaces
dina o Baledor de Estrada : de nioguem vos Sis'
Sir.e,?^Cred,t6l,M Pr0leit08 a amiTade e de-'
dicagao de um Mexicano. Quanto a Grandjean a
carta que vos del para elle garante quanto raenos
iJt D,"!ua Pr?raea. Porque "8 de cump i-la-
S. h Ud lembrai-os de que deveis affastar An.
lonu do rancho, quando porali passar o marquez
d ll.llay com a saa tropa de avenlureiros. Se de
mim tiverdes absoluta necessidade, escrevei para
:>. Francisco ; as vossas cartas serme-hio entre-
gues logo no dia da sua chegada. A dos, conde ;
pode ser que nao nos vejamos mais I
um quarlo de hora a esc.aa dobrara a pona do ou de junco.
Presidio, e alravessando o canal, diriga a nra
para o alio mar. r
XXV
E Guaymas, pequea cidade mexicana, aue
vamos couduzir o leitor.
Guaymas, um dos poilos mais importantes do
. 1 u ?c'?co Io ten,P do dominio hespanhol.
est hoje bem decahida do seu amigo esplendor:
as famosas pescaras de perolas. cujos productos
erara to vidamente cobigados pelas damas ele-
gantes e nobre cavalleros da corte de Filippe II
cahiram quasi absolutamente em desuso ; apenas
se vem de vez em quando alguns ociosos Kana-
tos, que sao entretanto os melhores meigulha-
dores que ha no mundo, entrelidos com medo dos
lubaroes a colher aqui e acola nss arenosas praias
algumas ostras de perolas. A prodigiosa adivida-
de que em outro tempo animava Guaymas ces-
sara para dar lugar ao silencio e inactividade
nao existem mais ali nem holeis, nem estala-
gens : dir-se-hi uma cidade adormecida !
Na sala de uma casioha terrea situada nos ar-
redores da plaza achavam-se a filha de master
snara e o caoadiano Grandjean, ambos em trajos
oe viagem, assentados a uma mesa em que fume-
gavam duas pequeas chavenas cheias de choco-
late, s primeiros claros da aurora comegavam
a dourar o horisonte. Miss Mary estara absorvida
em graves reflexes ; o aventureiro pareca estar
de mo humor ; por detraz delles se conservava
de pe uma criadinha mexicana.
Um accesso formidavel de losse fingida pelo ca-
nadiano arrancou finalmente miss Mary seus
pensamentos : levantou os olhos para o gigante.
. Julgaes que seja tempo de parlirmos, Grand-
jean ? pergunlou ella com ar distrahido.
Julgoquesim, miss Mary ; ha tres horas
que os nossos cavallos so achara sellados e en-
ireados, e e esta pelo menos a vigessima vez que
me razeis a mesma pergunla I Nao sou capaz de
recuar ante uma fadiga necessaria ; porem oo
gosto de encommodar-me sem proveito. Porque
nao me deixastes flearantes dormindo nessa ex-
cellente pella (I) quasi nova, que com tanta
hondada me offerecera a hospedeira, e sobre a
qual eu repousava to brandamente? Quem anda
de viagem nem sempro encontr dessas felicida-
des. As mulheres nunca sabem ao cerlo o que
querem : decididamente ja me vou arrependendo
de ter entrado em vosso servigo.
A jovem Americana nao ouvio a resposta do
seu servidor ; vollra novamente s suas re-
flexes.
Amino I murmurara ella : acabemos com
tanta traqueza e irresolugo. Recuar aote um
passo tio simples I Nio;: serla confessar-roe ven-
cida anteado ter combalido; seria mostrar-me
indigna do meu amor !
E depois dirigindo-se
elevando a voz ;
Master Grandjean, acabai com o vosso al-
mogo. Estou prompta para pr-me a caminho.
O meu almogo, miss Mary I repeli o gigan-
to com ironia. Mas lende a bondade de dizer-me
o que que chamaes. almogo ? Certamente nio
pode ser este pedacioho de- cacao desfeilo e do-
lido n'uma gota d'agua I L se vao seis das que
chegamos a Guaymas, e ainda nao com uma s
da nao eslava preparada para tal emergencia,
assim, activar o mais breve possivel essa indus-
tria, o grito geral que parte da Inglaterra e
da Franga, que volve os olhos pan aaa 8ua fei|z
Algena, como a outra para saa India Inesgotavel
mas para o Brasil, nem uma palavra, nem utn
eaperanga, porque esse coloaso territorial tem
dormido loogamente, e por sua propria indolen-
cia tem sido eliminado do numero dos estados
productores, para ser realmente nao sei o que.
No entretanto que paiz seria mais proprio para"
8upprir ao menos grande parte dos productos
dessa industria agrcola, e apresentar-se hoje na
America do sul oceupande o lugar do colosso do
norte, reivindicando seus devidos foros Na
verdade, as circunstancias acluaes nao poderiam
ser mais favoraveis ao Brasil, se os homens que
se teem achado frente de seus negocios, o hou-
vessem preparado para tal um ; porem longe dis-
so, seu completo atrazo, que agora mais que
nunca se revela em toda a nudez, deixando sen-
tir o abandono em que tem jaiido.
Longe porem de mim a idea de exaltar com a
desgraga que ora pesa sobre a repblica Ameri-
c??a' eo me 8nto animado de bastante genero-
sidade para ter lio negro pensamento I bem lon-
ge disso, eu polo contrario lastimo sinceramente
essa verdadeira desdita d'uma geracio nova e
heterognea, cerlo, e que s muitoi annos de
pazo harmona poderiam refundir os elementos,
tornando-a um dia homogenia e vigorosa. Ainda
como americano, lastimo tanto mais esse verda-
deiro calaclysma. quanto reconhego que Tai le-
var o luto e a fraqueza ao seio de uma naci no-
va e cheia de bros, que nada menos ambciona-
va, que mostrar velha sociedade de refundidas
civiUsages, que um paiz novo por sua emanci-
pagio, guiado por suas luzes e energa, e prote-
gido pelo patriotismo de seus fllhos. era capaz
desde seu comego, de vencer os srdidos egos-
mos de ambiciosas metropoles, que someote a
fraqueza forgra a reconhecer os foros de liber-
dade disputados por quem as houvera enriqueci-
do em tres seculos de uso-fruto ou d'uma tutella
toda em proveito dellas.
Eu uo desejo pois a prosperidade de meu paiz
custa dos desastres d'uma nagio qualquer :
mas ninguem me pode impedir ou censurar qua
ambicione para minha patria os beneficios que po-
de colher do qoe s a fatalidade mostra ter par-
le, o nenhura brasileiro por cerlo ter outros sen-
timentos que nio estes. Anda quando o Brasil,
longe de estar no estado em que se acha, se
achasse em coocurrencia com a repblica Ameri-
cana, desembaragando-o porcerto as circunstan-
cias acluaes dessa concurrencia, nao pouco in-
commoda em taes casos, nio me fariam ler ou-
tros sentimentos differentes dos que ora me aoi-
mam. Assim eu s fago agora apontar a meu
paiz seu immeoso atrazo revelado pelo completo
silencio do estrangeiro a seu respeito em tao mo-
mentosa situago, o que nao deixa de ferir o
amor proprio d'um cidado, que ama sua patria,
e reflectir-lhe que chegada a occasio de emfiai
cuidar de seu bem estar, pois tudo neste momen-
to se lhe aprsenla propicio.
A torrente sempre crescente de colonos, que,
como obedecendo atlracgo de uma forga mag-
ntica, al aqui s se diriga em sua mxima par-
te para um ponto das duas Americas, o que ani-
camente podia d'algum modo justificar o atrazo
do Biasil, sera aprofundar agora esta questo,
nao poder de cerlo sustar sua marcha.-lhe for-
ga proseguir, como um caudaloso rio, que nao
deixa de abrir passagem a seu curso apezar dos
obstculos, qua se lhe possa oppor ; por tanto
essa torrente de colonos continuando seu movi-
mento, cao preferir cerlo um paiz em turbulen-
cia outro tranquillo, o que seria contrario ao
espirito d'uma colonisajio bem entendida. De-
mais essa propria falta de alimentos de tantos
bragos que vo flear ociosos, e que infelizmente
ao Brasil nio dado presentemente alimentar,
oo ser uma causa de mais nio s para engros-
sar a torrente desses colonos, como para dirigi-la
um paiz lodo novo, immenso e tranquillo, onde
venham animar essa industria, cuja grandeza s
fra sentida no momento em que se achava em
crise ?
Praza a Deus que minhas fracas vozes possam
ter echo em meu paiz, e que o seu futuro se mos-
tr sem o negro veo do presente que lhe impede
de descobrir a fronte magestosa, oceupando o lu-
gar que lhe compete avista de seus recursos sem
conta de qoe ainda nio tem podido tirar vanta-
gem alguma.
Pars 3 demaio de 1861.
Philadelpho A. Ferreira Lima.
ERRATA.
No artigo soba rubricaAgriculturapublica-
do hontem na oilava pagina do-se os seguales
erros:
Segunda columna, linhas 101 as palavras=ou
mais isto nos lea-se : ou mais isto nio nos
etc. ;
Na quarta columna, linhas 50, Albania,la-
-se : Albamar ;
Na mesma columna, linhas 160Cynela-se
Tyne ;
dem, linhas 171 em lugar de Suisianala-
se : Luiziana ;
Na quinta columna s linhas 46, em lugar de
100 leguas : lea-se : 700 leguas ;
tJ?8,. mesma columna s linhas 54em lugar de
700 bragas quadradas -i- 900 la-se : 700 le-
guas quadradas -i- 9.000.000 etc. ;
dem, s linhas 62, em lugar de 4 arrobas,
1-S0 5 arrnhio
lea-
5 arrobas.
isto
a canadiano, disse-lhe
(1) Peala, palavra iodigena muito usada em
todo o Mxico: quer dizer ama esleir de paloa
vez cousa que valba apenas. Nao importa
nada quer dizer.... Parlamos.
Miss Mary nio insista ; levou os labios sua
cnavena de chocolate, e vollando-se para a criada
mexicana, disse-ihe:
Minha filha, nio te esquegas de lembrar
la patra a promessa que me fez de enviar-me
sem demora ao rancho da Buenavista, e se eu l
nao estiver, ao rancho da Ventana, as cartas que
me chegarem de S. Francisto. Recompensarei
generosamente o correio que m'as levar.
Sim, senhora, executarei fielmente o vosso
mandado: Estaris ausente por muito tempo ?
Esta pergunla, posto que muito insignificante
causou Americana viva commogo.
Ignoro, respondeu ella ; s Deus sabe, mi-
nha filha, o fuluro que me est reservado I
Miss Mary pronunciando eslas palavras tinha o
ar abatido e melanclico.
Entretanto, senhora, se vierem alguns es-
trangeiros ou viandantes que queiram alugar a
casa a patra dever recusar-lhes ? Queris que
ella fique por vossa conta ?
Sim.
Miss Marv levantou-se. sahiu da sala : Grand-
jean seguiu-a depois de langarum olhar do des-
prezo para o chocolate em que nio quiz tocar.
Alguns minutos depois a filha de master Sharp
e o aventureiro, montados era excellentes e vigo-
rosos cavallos. sahiam de Guaymaa. Miss Mary
vesta um elegante traje de amazonas ; a sua ba-
gagem la dentro de uma mala bastante volumosa
presa garupa do cavallo do Canadiano : quanto
a este, segundo o coslume, levava toda a sua
roupa no corpo.
Durante uma hora de viagem reincu o mais
completo silencio entre os dous visjores : foi o
Canadiano quem primeiro rompeu o silencio che-
gando a um ponto em que a estrada se divida
em duas.
Devemos continuar em frente, ou vollarmos
a esquerda ? pergunlou elle.
Bem sabis, Grandjean, que nunca vim a
este paiz : e segundo me affirmastes o cooheceis
pereitamente I Indieae-me o caminho que eu o
seguirei.
Ha uma razao muito simples, pela qual nio
posso servir-vos de guia, miss Mary : e que
ignoro completamente para onde queris ir !
Nao me dissestes que o rancho da Buena-
visla disti muilo pojrco do da Ventaoa ?
Apeoas duas leguas: e creio ter tambem ac-
crescentado que a Buenavista saqueada ultima-
mente pelos Apaches nio pode offerecer commo-
da residencia, nem muitas vanlagens aos via-
j soles. '
A moga ficou algum tempo sem responder: era
evidente que cruel indecisaoaAaltava-lheo spi-
Onde vio ter estes donscaminhoa?
Um vae ter justamente a Buenavista.
E o outro f
O outro vae ler ao rancho da Ventana.
A ndocisio de miss Mary continuou: mas logo,
como se fosse assaltada de sbita ioapiragio, des-
prendeu o veo do seu chapeo, e jogou-o para o
ar enlregando-o ao capricho do vento. O ligeiro
tecido ficou por um momento suspenso no espa-
go : depois, sendo impellido por um brando iopro
da brisa matutina, foicahir a trinta passosde dis-
tancia bem no meio da estrada que ae estendia
em trente e continuava a derrota al eolio segui-
da pelos dous viajantes.
Sigamos para diante dissa a moga,
lirandjean levantou os hombros, e obedeceu
sem fazer observagio, mas nio deixando de res-
mungar entre denles, e aventurar alguns pensa-
mentos seus.
Cada *ez me convengo mais de que as mu-
lheres teem ideas e caprichos bem estravagantes!
murmurava elle passando a larga mi sobre os
peitos nervosos do seu cavallo. Eslou muito sa-
Usfeito por me nio ter nunca oceupado dellas. O
caso que todas sio toacas mais oa menos. O
vento sopra para a oossa frente.... segu-se que
devemos ir para a Ventana se o veo cahisse pa-
ra a esquerda teamos seguido o camioho da
Buenavista. Ora esta ninguem acredita! Nada-
deroxigirde miss Mary um mez de salari
adiantado; eom mulheres sio poucas todas as
cautellas. diabo me torga o pescogose eu pos-
so comprehender a razio por qoe ha ainda tantos
homens que queiram cazar 1 E esta uma cousa
para que nunca acheiexplicagio I
Em quanto o Canadiano se animara a taes re-
flexes, a moga do seu lado prosegua nos seus
pensamentos, sem se importar com o passo irre-
gular do seu cavallo.
J nio me conhego pensava ella. Que
mudaoga se fez no meu espirito I Como possi-
vel que eu, dotada de uma vontade lio firme, de
um carcter tio obstinado, me tornasse assim in-
decisa e irresoluta O bom senso o a razio, meus
conselheiros de outr'ora debalde agora erguem a
voz ; fecho os ouvidos para nio ouvi-los 1 Vou
de encontr s minhas resoluces ; obedego ser-
vilmente inspirages, cujo sentido nem mesmo
busco examinar; entrego-me cora toda a fraque-
za a fatalidade ; j nao me perlengo mais Co-
mo conciliar a irresistivel e ardenle curiosidade
que conduziu at aqui com a pussillanimidada
que de mim se apoderara ao por os ps na trra
mexicana? Deus lenha de mim piedade, e ve-
una em meo soccorro, por que sinlo que na fatal
vereda, onde me interne!, marcho com passo va-
cillante entre a dedicagio e o crime !___
Sbito os pensamentos da joven tomoram uma
outra direcgo, sem todava mular de assumpto :
oseu olhar, que brilbava com os ardores da pai-
xo, foi-se amorleeendo gradualmente ; a expres-
aao de um mudo desespero ensombrou o azul dos
seus olhos; a linda cabega peudeu sobre o poito.
Desgragada continuou ella : acaso terei eti
o direito de amar ? Nao existe por ventura en-
tre mim e o conde um abysraoa recordagio da
Joaquim Dick? Nio.... nao.... looge de mim.
pensamento tio odioso I.... Essa hora de ioex-
plicavel desvario nio pode comprometer o meu
futuro : fui victima de culposa fascinagao, e nada
ruis !.... Joaquim nao possuiu nunca o meu
amor!E de mais nessa poca nio tinha eu.
visto aioda o Sr. d'Ambron.... nao o conhecia
anda I A sceotelha sagrada que me devia dar a
vida iniciado-me apaixonados e infiexiveis gozos
da alma naquelle tempo nao tioha ainda pene-
trado no meu coragn!.... Eu ignora va tanto o
que era alegra quanto ignorava o que era dr...,
era uma estatua animad, como bem diaia Joa-
quim. Alm de tudo o meu passado a ninguem
pertence : ninguem lem o direito de pedir-mt
contas delle.
( Continuer-se-ha.
PSIH,- TTP. DI M. f. DI WAMIL.~)m%


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