Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09316


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Full Text
1I XIITli IDIEIO 139
Ptrlresaezes atollados 5$0e0
or tres mezes vencidos 6$000
FEI1A j< U J11H0 DE lili
Par aaaa adiantado 19(000
Parte frasca para a subscriptor.
v'
SNCARRBGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cetra o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
ina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o-Sr. Jernimo daCoata.
PAKl'lDAS DUa UUKKtU.
Olinda todos oa dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna a Parahiba as segunde* e
sextas-feiras.
S. Anlao, Bezerros, Bonito, Garuar, Altinho- e
Garaohura as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas (airas.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Njtal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MIZ DE JUNHO.
8 La ora ss 11 horas 19 minutos da man.
15 Quarto crescente as 7 horas a 56 minutos da
manha.
22 La cheia aos 3 minutos da -tarde.
3G Quarto minguanta aoa 21 minutos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aos 54 minutoa damanhi.
Segundo aos 30 minutoa da tarde.
DAS DA semana.
17 Segunda. S. Tbereza rainha de Lyio.
18 Terga. S. Loonrio m. ; S. Marinha t.
19 Quarta: S.Juliana de Falconleri v.
20 Quinta. S. Silverio p. m.; S. Prudente.
21 Sexta. S Luiz Gonzaga ; S. Albano m.
22 Sabbado. S. Paulino b. de ola.
23 Domingo. S. Joo sacerdote; S. Edeltrudes.
,AUi>lfcUA3 Ult IJUBUNAKa DA CAP1TAL.1 ENCaRREGADOS DA SUBSCR1RCAO DO SUS.
Tribunal do commercio: segundas quintas. ., ,
Relago: torgas, quii,, a sabbado, asi horas.!- M*g?:. .Sl' C\'wSiao F^o DUs; BahL,
Pazeoda: tercas, quintas e sabbados as lOhoraa.
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orpaos: terca e aeztaa a 19 horas.
Primeira vara do ivel: tercas sextaaao meio
dia.
Segunda Tara do eivel: quartas sabbados a 1
bora da tarde:
Sr. Jos Martina Aires ? Rio de Jaaeiro, o S
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBICO.
O proprietarie do diabio-Manoel Figeifo t*
Farla.na sua Mrraria praga da Independencia n
16 e 8.
PARTE OFFICIAL
GOVERNO M PROVINCIA.
Expediente do dia 14 dejunho.
Oflicio ao coronel commandante das armas.
Queira V. S. mandar postar em frente do Caes 22
de Novembro, amanha as 4 hora da tarde urna
torca de Ia linha cora baodeira e msica afim de
assistir ao embarque do Exm. Sr. Dr, Francisco
Carlos de Araujo Brusque, presidente nomeado
para a provincia do Para; providenciando V. S.
ao mesmo tempo para que a fortaleza do Brum
d a salva do estylo na occasio em que deman-
dar a barra o vapor Oyapock, em que segu S.
Exc.Officiou-se ao arsenal de marinha para
prestar a galeota para o embarque do mesmo
Exm. Sr.
Dito ao mesmo O Exm. Sr. presidente da
Baha, referiodo-se ao requerimeoto em que o
alteres do 2 batalbo de infantaria Joaquim Ame-
rico da Silva re presen tou sobre o descont (eito
aqui nos seus vencimentos do mez de abril ulti-
mo da- consignarlo de 209, que de seu saldo dei-
xra all por tempo de cinco mezes a lindar no
ultimo de margo passado, communica-me que,
segundo informou o inspector da thesouraria de
fazenda d'aquella proviocia, o referido alteres por
occasio de se lbe passar a competente guia, de-
clara consignar aquella quantia a seu procurador
Antonio de Oliveira Pinto Rapbael do 1 de no-
vembro do anuo prozimo Ando a 30 do citado
mez de abril, como se referi na mesma guia, sen-
do que por isso j se effectuou ao seu menciona-
do procurador o pagamento da prestago relativa
aquello mez: o que communico V. S. afim de
o fazer constar quelle official.
Dito ao mesmo.Respondendo os officios que
V. S. me dirigi em 4 de maio ultimo e 5 do cor-
rente sob n. 645 e 817 tenho a dizer que ficam
approvadas as despezas feitas pelo director do
hospital militar cora a africana livre Carlota, que
deu a luz no mesmo hospital as quaes devero ser
pagas quando houver crdito e em vista de do-
cumentos comprobatorios. Officiou-se nestes
termos thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.. Queira V. S. habilitar-me
cora as convenientes informages de modo a po-
der satisfazer o que exige o Exm. Sr. ministro
da guerra no aviso datado de 4 deste mez que
aqui ajuoto por copia acompaahado do requeri-
mento do 2* sargento do 2 batalho de infanta-
ria Flavio Cassiano de Azevedo.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de ministrar
os esclarecimentos de que, segundo as informa-
les juntas, necessita a thesouraria de fazenda,
am de poder pagar a importancia das diarias
abonadas a 4 recrutas apurados no termo de Pa-
pacaga. r
Dito ao mesmo.Transmitto incluso por copia
o aviso da reparticao da guerra datado do Io do
correte para que V. S., licaodo inteirado de ter-
se mandado cassar e considerar de oenhum effei-
to o decreto de 3 de maio ultimo pelo qual foi
nomeado Horacio de Gusmo Colho para o lu-
gar de almoxarife do hospital militar, se sirva de
expedir ordena para que Tbomaz Aotooio Afaciel
Mooteiro conlioe a exercer o referido lugar.
Dito ao Dr. chefe de polica.De conformidade
com o que pooderou V. S em officio n. 531 de
12 deste mez, acabo de expedir ordem ao com-
mandante do corpode polica para fazer apresen-
tar a V. S. no dia 25 do corrente urna torca de
30 pragas commandada por um official subalter-
no, afim de conduzir desta capital e da villa de
Garanhuns os presos que vo responder ao jury
no termo do Buique, deveodo a referida turca
alli demorar-se disposico do juiz de direito da
respectiva comarca emquaolo funecionar o mes-
mo jury.Officiou-se ao commandante do corpo
de polica para mandar apresentar as 30 pravas,
e communicou-se ao juiz de direito de Gara-
nhuns.
Ditoao mesmo. Autoriso-o a contratar pelo
menor prego que for possivel a factura dos qua-
tro armarios de madeira com pratileiras de que
precisa a reparticao a seu cargo, e trata o seu of-
icio n. 522, de 10 do corrente, devendo ser-me
remeltida a conta dessa despeza assignada pelo
contratador e authenlicada por V. S., afim de ter
lugar o respectivo pagamento.Communicou-se
thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Respondo ao officio de V. S.
n. 532, de 12 do corrente, dizendo-lhe que con-
cedo ao delegado de polica do termo de Agoa-
Preta,| quinze dias de licenga para vir a esta ca-
pital.
Dito ao capito do porto. Respondo aos seus
officios de ns. 72 e 80, datados de 26 de abril e 8
de maio ltimos, declarando que procedeu V. S.
regularmente quando mandou recolher urna
das caldeiras do arsenal de marinha o hiate que
sem guamicao e em estado de ruina, achava-se
ancorado no porto, e da informago do juiz es-
pecial do commercio, constante da copia junta,
ver V. S. que esse hiate pertencia a Francisco
Jos de Sanl'Anna, que o nomeou a penbora em
urna execuco, e deve considerar-se abando-
nado.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Faja V. S. recolher a esse arsenal, subslituiodo
por outro, o africano livre de nome Manoel, que
se acha ao servico da casa de deteocao.Com-
municou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao commandante superior do Rio Formo-
so.Devolvo V. S. a folha em duplcala dos
vencimentos do leoente destacado no municipio
do Rio Formoso, Luiz Fernandes da Silva, rela-
liva ao mez de margo ultimo, e que vem junta ao
officio desse coramaodo superior de 25 de maio
prximo lido, a iru de ser assignada por quel-
le official.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar dar baixa ao soldado do cor-
po sob seu commando, Francisco Carlos Jos
Teixeira, a que se refere o seu oflicio n. 177, de
23 de abril ultimo-
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Inteirado do cooteudo de aua informarlo de 12
do corrente, sob n. 482, dada com referencia
da contadoria dessa thesouraria,o auloriso a man-
dar pagar ao alteres reformado, Jorge Rodrigues
Sidreira, somonte a quantia de SOJ>000 rs., pro-
veniente das gratificares, que lbe com petera
por haver apreaentado na qualidade de recrula-
dor na freguezia da Recite, dous recrutas e tres
voluntarios para o servico do exercito, pois que
as gralificacoes correspondentes aos voluntarios
Manoel Francisco Sobres da Trindade e Domin-
gos Miguel dos Santos, que, como aquellos, vo
contemplados na relacao e alteatados que de-
volvo, s podem ser pagas, provando elle, que
- foi salisfeito relativamente a estes o disposto no
artigo 20 do regulamento, que baixou com o
decreto n. 2171, do Io de maio de 1858, visto te-
rom sido apresenUdos dtpois de expedida a or-
dem desta presidencia de 2 de maio lindo, que
mandou fazer effeclivo easa disposico de le, al
ento nao absortada.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. que,
6Stando nos termos legaes os prets juntos em
duplcala, mande pagar ao negociante Bernardi-
no Lopes de Oliveira os vencimentos relativos
aos mezes de abril e maio deste anno, dos guar-
das nacionaes destacados na cidade de Nazareth,
conforme requizitou o respectivo commandante
superior em officio de 8 do corrente, sob ns. 114
e 115.Communicou-se ao commandante su-
perior respectivo.
Ditoao mesmo.Respondendo o officio que V.
S. me dirgiu hootem, sob n. 490, tenho a dizer
que approvo a arrematarlo da casa sita em In-
gazeira e que no seu testamento deixou para a
fezenda o finado Joaquim Baptista de Azevedo,
a qual, iodo a praga, foi arrematada por Manoel
Pereira da Silva, mediante a quantia de res
509000, segundo consta do officio, que devolvo,
do juiz municipal supplente d'aquella termo.
Dito ao mesmo.Nao obstante o que y. S.
pondera em sua informago de 25 de maio ulti-
mo, sob n. 428, dada cerca do regulamento em
que Beroardiuo Pereira de Brilo, amanuense do
hospital militar, pede pagamento de seus venci-
mentos correspoudeotes aos dous mezes, em que
esteve de licenca, concedida por mea antecessor,
mande V. S. pagar integralmente lees vencimen-
tos como autoras o aviso de 10 de maio ultimo,
visto ter sido essa licenca dada ao supplicante
para tratar de sua saude.
Dito ao director da associaco Commercial Be-
neficeate.Da informaco ministrada pelo ad-
ministrador do correio desta cidade em 13 do
corrente vero Vmcs. que as malas dos vapores
da companhia brasileira sao com effeito fechadas
urna hora antes da sabida dos mesmos vapores
como Vmcs solicitaran] em officio de 31 de maio
prximo Modo, que assim tica respondido, certos
de que nesta data recommendo aquello admi-
nistrador a mais restricta observancia dessa pra-
tica.Officiou-se nestes termos ao administrador
do correio.
Dito ao director do arseoal de guerra.Mande
Vmc. receber a bordo do vapor Oyapock, um
csixo vindo do arseoal de guerra da Babia, con-
tando os arligos de fardameoto mencionados em
a nota junta por copia, os quaes pertencem ao
2* batalho de infantaria.Officiou-se aos agen-
tes da companhia brasileira para a entrega do
caixo.
Dito ao director das obras publicas.Convm
que Vmc. me enve com brevidade o resultado
do exame, a que mandei proceder no isthmo de
Olinda, em o lugar que acha-se escavado pelo
mar, vindo esse trabalho acompaohado do orna-
mento da despeza e fazer-se afim da evitar urna
rotura em dito lugar.
Dito ao director geral da instrueco publica.
Nos termos do artigo 21 da lei n. 369, de 14 de
maio de 1855, mande Vmc, por a coocurso a ca-
deira de iustrucco elementar do sexo feminino
da cidade de Caruar.
Portara.Os Srs. agentes da companhia bra-
sileira de paquetes a vapor, maodem dar trans-
porte para as Alagoas, por conta do ministerio
da guerra no vapor Paran, ao
ra da cmara municipal desta corte de 16 de ou-
tubro do anno passado, que crea urna inapecge
para examinar o estado de sade das mulheres
que se destinara ao servico da manutengo. A'
commissao de cmaras municipaes.
5.* De 29 do mesmo, enviando um volume das
leis provinciaes da Babia promulgadas em 1858;
com o extracto do parecer das secges dos nego-
cios do imperio e justica do cooselho de estado,
sobre as leis ns. 727 e 728 de 17 e 18 de dezem-
bro do mesmo anno. A' commissao de assem-
blas provinciaes.
6." De 22 de fevereiro do mesmo anno, envian-
do copia do decreto que concede a D. Marianna
Ricarda de Menezes Daltro e Castro, viuva do juiz
de direito Claudio Manoel de Castro, a peoso
annual de 800;). A' commissao de penses e
ordenados.
7." Da mesma data, enviando um volume das
leis da proviocia do Paran, promulgadas o auno
passado, com a copia do parecer da respectiva
seccao do cooselho de estado, sobre as disposi-
coes do art. 2o 2o, 4o. 5, 6 e 10 da lei o. 65
de 2 de malo.A' commissao de assemblas pro-
vinciaes.
8.a Da. mesma data, enviando, com copia do
respectivo parecer da seccao dos negocios do im-
perio do cooselho de estado, o requerimeoto de
varios membros da assembla provincial de S.
Paulo sobre as irregularidades havidas na eleigo
da respectiva mesa. A' commissao de pode-
res
9.a De 23 do mesmo, enviando o regulamento
da inspeccao de sade dos portos. A' 2a com-
missao de orcarneuio o sade publica.
10. Datado de hootem, participando ter-se de-
terminado ao presidente do Maranho, que ex-
peca as ordeos necessarias para proceder-se
eleigao de um deputado pelo 1" districto da mes-
ma provincia, afim de preencher a vaga prove-
niente de'ter sido escolbido senador o Dr. Dias
Vieira.Ioteirada.
11. Datado de hoje, e enviando as actas da
eleigo primaria da parochia da lodaiatuba, per-
tencente ao 1 districto da provincia de S. Paulo.
A' commissao de poderes.
Outro do 1 secretario da assembla provin-
cial do Rio Grande do Sul, enviaudo urna repre-
sentado da mesma assembla sobre a possibili-
dade de fazer-se um ancoradouro e abrir urna
barra no logar denominado Torres.A' commis-
sao de obras publicas.
Um requerimeoto do desembargador Joaquim
Rodrigues de Souza, pediado para que se lhe
mande pagar os vencimentos respectivos exce-
dentes aos tres mezes da primeira licenga que lhe
foi concedida.A' commissao de peoses e orde-
petencia o juiz de paz do qatrieoolo passado
para continuar na presidencia da refer.da elei-
gao e ultima-la.
Mas prescindo destas e ontras eonsideragdes
relativas a taes eleigdes, que a commias) sopa-
rou, e concordo com o parecer tambera oa parte
em qne assentou a conveniencia de se pedir a
respeito esclarecimentos novos.
Tratarei portanto das outra freguezia
quando outro havia entrado em exercieio, o sol- sultado da eleico, j disse nue a auesln orn-
ase a^T"' 2" ^ *<'"!'? Pramen,e de ** ** SuJ^el
de aue .8eS2 nKI*-" Da ?"? **- l I?o votos, pirque se presentaran, indivi-
PazqdaauenrfrZB/i,q n6 r ^^ J?'?M de du? nSo.1"iu"uos em lugar de outros qnfi.
.inda lalluJl8.1 ?" D(>?0 V1"" | cJo>. P' Pr ilhos, ou lhos por pais.parentee
anda nao eslava approvada pelo goveno, e ago- I do mesmo nome, etc., etc. ''* "
ZMS^LSUiSSat; Pr(tcsegUn,e g fr-1 Octavi.no ':-A mes. nao diz assim.
e ser posta em duvida a legitimidade e com- O Sr. Bezerra Cavalcaoti :_Diz que comparece-
rn! alguns que nao estavam em circumstancias
de votar ; mas eu direi ao nobre deputado que
n urna mesa edmposta por ambas as parcialidades
que nella se achavam representadas, dando-se
um tacto destes, se elle tivesse importancia, seria
allegado por aquelles que fossem prejudicados,
mas nao ha recia magao alguma absolutamente;
i a nica reclamago que se fez nao apreseotada
. das por nenhum dos membros da mesa, posto que
quaes apenas duas foram contestadas na provin- ambos os partidos, repito, estivessem nell
ca, e duas aqu pelo uobre deputado. ~
a mesma ordem em que o nobre deputad
e comecarei pela freguezia da capital
A respeito desta freguezia, comegou
deputado por estabelecer urna questo
legalidade da presidencia da eleigo, q
saber a razo por que nao foi ella presidida pele nha qxjinio uoTem mesmo importancia alzum
juiz de -paz do primeiro anno, e sim pelo do se-1 real ou consideravel. O nobre deputado diz qne
gu, r. .. m Isendo a differenga dos quatro ltimos eleitores
a razao disso, como eu disse em parte, foi ter ( para os quatro primeiros suppleotes de um e dous
esse juiz de paz do primeiro anoo mudado de vtos nicamente, a apurago dessa cdula teria
domicilio, e. accionado em causa civel. haver al- i effeito decisivo para fazer mudar de lugar a esses
legado em juizo urna excepgo declinatoria do qutro suppleotes, que deveriam passar para o
oro do capital. numero de eleitores evice-versa ; mas. para que
Mediante representscao, e vista de um tal o artumento do nobre deputado fosse prooedente
documento consultado a respeito, o presidente da seria preciso que procedesse tambera a operagao
provincia decidi que a presidencia pertencia ao dupla que o nobre deputado fez com asimples
juiz mmediato. Este juiz de paz nlo porm hypotfose da apurago dessa cdula. O nobre
aquella que o nobre deputado vio funecionar co- depotadi fez acerca de urna cdula somente duas
mo supplente de eleitor na organisago da mesa | operage?, urna subtraego e urna addigao ao mes-
maior, mais importante que esta, e sobre quat
nao ba duvida alguma.
Passo eleigo de Santa Anns de Mattos. O
nobre deputado disee que, consultando a eleigo
do Io juiz de paz daquella fregurzia, em qu
houve duplicata, observara que a acta declara
ter comegado a eleico no dia 30 de dezembro
tendono eotanto documentos que provam qua*
ella nao comegou nesse dia ; mas eu lendo a ac-
ta vejo que s se diz nella que o Io juiz de par
compareceu na matriz no dia 30 de dezembro,
mas que n8o tendo comparecido eleitor algum o-
apenas um supplente, coovidou elle por officio o
2 Juiz de paz pira oceupar a turma de eleitores e-
adiou a eleigo para o dio seguinte.
No dia seguinte compareceu, e tendo-se apre-
aentado um eleitor e um suppleBte, orRanisou a
2a cirurgio do
corpo de saude do exercito Dr. Francisco Antonio .
Fernandes, que vai servir no corpo de guamicao nados.
desta provincia em substituigo ao 2* cirurgio Outro de Alfonso Henriques
Alcebiades Jos de Azevedo Pedra, que tem de J
regressar a esta capital por doente.Communi-
cou-se ao commandante das armas.
Expediente do secretario.
Do dia 14 dejunho dt 1861.
Officio ao coronel commandante das armas.
O Exm. Sr. presidente da provincia determina que
responda ao officio de V. S. n. 872, e dala de 12
do corrente, declaraodo-lhe que, em officio de
16 de abril ultimo solicitou do Exm. presidente
das Alagoas a expedigo de ordens para cessar
do Io de margo prximo Godo em diante o abo-
no da prestago que de seu sold consignou
n'aquella provincia, o alferes do 2" batalho de
infantaria Luiz Jos Ferreira Jnior, o que V. S,
far constat ao mesmo alferes.
Dito ao mesmo.De conformidade com as or-
deos do Exm. Sr. presidente da proviocia passo
asmaos de V. S. os inclusos exemplares das or-
dens do dia do ministerio da guerra, de ns. 230
a 262, do anno crrente os quaea sao destinados
ao delegado do cirurgio-mor do exercito nesta
provincia, ficando assim satisfeito o que elle re-
quisitou no officio a que se refere o de V. S. de
da 24 de maio ultimo- j
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, manda transmittir V. S. as quatro
inclusas ordens do thesouro nacional ns. 75. 77.
78e79. \
Dito ao Sr. Pedro Alexadrino Ortiz de Camar-
go.S. Exc. o Sr. presidente da provincia, man- '
da aecusar recebido o officio de V. S. datado de
5 do corrente em que lhe communica haver nes-
sa data entrado no exercieio do cargo de promo-
tor publico da comarca do Rio Formoso para o
qual foi nomeado interinamente.Fizeram-se as
commumeagdes precisas.
da Fonseca, pe-
diodo que se lhe conceda praga de aspirante a
guarda marioha. A' commissao de marinha e
guerra.
Outro de Saturnino Vieira de Carvalho, fazendo
igual pedido.A' mesma comm'sso.
Outro dos continuos e correios da alfaodega
desta corte, pedindo serem equiparados em ven-
cimentos aos continuos do tbesouro nacional.
A' commissao de penses e ordenados.
> Outro dos professores do imperial collegio de
Pedro II, pediudo augmento de vencimentos.A'
mesma commissao.
Outro do official da secretaria desta cmara
Bandeira de Gouveia, pedindo que, aexemplodo
que ja se tem praticado, se lhe permita to se-
ment oceupar-se daquelles trabalhos que suas
torgas comportaren). A' commissao de polica.
" lido e approvado o parecer da commissao de
parochial, mas o seu antecessor em votos, Jos
Ignacio de Brito.
Nao sei se a careara exigir que lea a deciso
do presidente que acabo de referir; suppooho
que bstanlo menciona-la ; entretanto, se al-
guem o desejar, a lere.
Como ninguem o exige, passarei adi.nte.
O juiz de paz, Antonio Dent da Costa, que o
nobre deputado vio figurar oa organisago da >
mesa, fdra tambem exonerado no anoo de 1858,
a requerimeoto seu, por haver igualmente mu
dado de resideocia
mo tempo ; dimiouio um voto aos ltimos elei-
tores e auzmentou um voto aos primeiros sup-
plentes. A nao proceder assim, elles ficariam,
quando muito, equiparados, tendo a sorte de de-
cidir entre tiles ; nao podiam passar logo a elei-
tores...
Um Sr. deputado :Podiam.
O Sr. Bezerra Cavalcaoti:Vou mostrar que na
hypothese nao podiam.
Nao sei se ai observages do nobre deputado se
referirn) aos sete ltimos eleitores,corno vejo em
sua nota, diffar;otemeote do que me pareceu ou-
. mas. na occasio da eleigo,
achando-se novamente de residencia na capital, nr quando fallou.
o ioteresse de partido fez com que se apresen- O Sr. F. Ocljviano:Aos sete com relago aos
tasse, como supplente de eleitor que era, para volos Tue "a& foram aceitos, e aos quatro em re-
votar, e tomar parte na organisago da mesa: lag_8o cdula do menor.
En ten do que nao o poda fazer, posto que as de-
cisoes do governo a este respeito seja'm alguma
cousa ambiguas, e algumas paregam em contrario.
O Sr. Bezerra Cavalcaoti:Os quatro ltimos
eleitores, segundo a nota do nobre deputado, ti-
veram esta votago: 184 votos os dous primeiros
Entretanto, o comparecimento deste supplente e 183 os dous ltimos; os quatro primeiros sup-
E'
coostituigo e poderes coocedendo licenga ao Sr.
deputado Fausto para ir Europa.
Enlram e prestam juramento os Srs. Dr. Fer-
nandes Vieira, Lamego e Dr. Luz.
Despachos do dia 14 de junho.
Requerimintos.
Bernardino Pereira de Brito.Dirija-se a the-
souraria de fazenda.
Jorge Rodrigues Sidreira.Dirija-se thesou-
raria de fazenda.
Luiz Pedro das Neves.Requeira thesoura-
ria de fazeoda.
Marcelino Santiago de Vasconcellos Leito de
Albuquerque.0 orpho de que trata tem idade
superior a que marcada por lei para a admis-
sao no collegio.
Manoel Antooio de Vasconcellos.Ioforme a
cmara municipal do Bonito.
Pedro Leite de Albuquerque. Informe o Sr.
eogenheiro director da reparticao das obras pu-
blicas.
Silveria Mara Rodrigues.Pode seguir sua
cuata.
Senhorinha Soteria de Albuquerque Campello.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Vicente Licinio da Costa Campello.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
INTERIOR.
BIO DE JAAEIHO.
CAARA DOS SRS. DEPITADOS.
SESSO EM 17 DE MAIO DE 1861.
Preriicncio do Sr. visconde de Camaragibe.
A's 11 3/4 horas da manha, fez-se a chama-
da, e o Sr. presidente declarou berta a sesso.
Lida e approvada acta,
O Sr. 1 Secretario deu contado seguinte
EXPEDIENTE.
Officios do ministro do imperio :
1. De 10 de Janeiro, enviando copia do de-
creto que concede a penso annual de 1:200$ a
D. Escholastica Basilia de Seixas, irma do fal-
lecido arcebispo da Baha, marquez de Santa Cruz.
A' commissao de peoses e ordenados.
2. Da mesma data, dando as ioformages so-
licitadas para esta cmara sobre o requerimeoto,
que devolve, em que o alferes reformado Augus-
to Pereiro Ramalho pede o pagamento da quantia
de t:543$92Q.A' quem faz a requisigo.
3. De 28 do mesmo mez, enviando com os
competentes documentos copia do decreto que
concede 6 D. Josepha Cruz e Silva de Andrade,
viuva do tenenle-coronel Joaquim Jos de An-
drade e Vasconcellos, a penso annual de 300$.
A' commissao de pensdes e ordenados.
4.* Da mesma dat.jwYtaDflo copia da posta-
de eleitor nao teve influencia alguma na organi-
sago da mesa, como por engao asseverou o
nobre deputado, o que manifesta e evidentemen-
te se demonstra com os proprios dados de que
elle se servio, constantes da acta.
Coro effeito, tendo comparecido 14 supplentes,
e dividindo-se os votos destes em oito para um
lado e seis para o outro, claro que o compare-
cimento de um delles nao iofluio em nada para a
organisago da mesa ; porque, se o seu voto per-
tencesse ao lado dos 8, ficariam anda n'esse la-
do, deduzido elle, 7 contra 6, e portanto maioria
inquestionavel ; se porm elle pertenceu ao lado
dos 6, como leve lugar, feita a deduccao, rlcaria
anda a minora mais reduzida.
Nao soffreu pois alterago alguma a formago
da mesa com o seu comparecimento, sem ne-
nhuma impcrt.ncir na hypothese vertenle.
Disse o nobre doputado anda, ou pelo menos
consta de urna de suas notas que leve a boodade
de confiar-me, que, havendo comparecido esse
penles obtiveram : o primeiro 183 e os tres se-
guales 182. Ora, deduzido um voto dos dous
primeiros eleitores, elles Ucaro com 183 ; por-
tanto nao podiam ser prejudicados por suppleo-
tes que tem 182 apenas ; os dous ltimos carao
ento equiparados aos supplentes que tem essa
votago. Eu tive o trabalho de rever toda a vo-
tago, nome por nome, e observei que o nobre
deputado se tioha engaado na votago que tomou.
Elle reproduzio um eleitor votado com 188 votos
porque apenas ha dous dessa votago, e o nobre
deputado meacionou tres ; reproduzio igualmente
um outro com 186; verificado est portanto o en-
gao de seu calculo, e apenas viria a restar, como
disse, a duvida sobre os dous ltimos eleitores e
os dous primeiros supplentes. Mas no exame da
votago a que proced, nome por nome, encontrei
outros elementos que se oppoem argumeota'go
do oobre deputado e que a enfraquecem subslan-
cialmente. Sendo tora de duvida que a votago
dos dous ltimos eleitores, em relacao aos dous
eleitor supplente depois da apurago, foi, entre-! Primeiros suppleotes, a que poderi sotfrer al-
tanto, o seu voto contado e incluido nos quatorze ,eraco, direi primeirameote que nao se podees-
ORDEM DO DIA.
Sao eleitos, para a commissao de iaslrucgo
publica : os Srs. Cunha Figueirdo, Silveira da
Motta e Villela lavares; para a de sade publi-
ca, os Srs. Brtas, Simplicio e Cyrillo; para a de
estatislica, os Srs. Diogo Velho, Casparino e
Fleury.
Eleico do Rio Grande do Norte.
_ Contina a discusso do parecer da 1* commis-
sao de poderes sobre a eleigo da proviocia do
Rio Grande do Norte.
O Sr. Bezerra Cavalcanli: Sr. presidente, o
nobre deputado que se encarregou de impugnar a
eleigao da proviocia que me cooferio um diplo-
ma, comegou por fazer seus protestos de venera-
gao autoridade, quer seja ella procedente de
nomeago do governo, quer' de eleigo popular.
Applaudindo to edificantes disposigdes da par-
te do nobre deputado, devo comtudo lembrar-lhe
que a venerago para ser orlhodoxa nao pode
prescindir da confianga, ou da f, que seu ele-
mento constitutivo; e o nobre deputado portan-
to deveria confiar e crer no governo e na autori-
dade legitima, em vez de nutrir a seu respeito es-
sa prevecgo e desconfianga que constantemente
o anima, e que por ceno se oppde aos sentimen-
tos que manifesta.
No caso vrteme nao ha pois razo algama pa-
ra que o nobre deputado desconfe e deixe de
aceitar as informages do digno presidente da
proviocia acerca do processo eleitoral; bem co-
mo as asseverages das mesas parochiaes legti-
mamente constituidas, das quaea igualmente nao
deve duvidar seno quando tiver a contrapdr-
lhes provas e documentos authenlicos e irresisti-
veis.
Em tempo invocarei estas consideragoos contra
as observages menos procedentes que fez o no-
bre deputado, e que nao podem por certo enfla-
quecer o parecer da iliustre commissao, como o
provarei.
O Sr. Silveira Lobo : As primeiras informa-
ges em regra sao muito suspeitas.
O Sr. Bezerra Cavalcaoti: Para aquelles que
nao tribuiam venerago autoridade; mas nao
para aquelles que a professam ; a menos, como
disse, que tenham documentos muito valiosos
contra essas informages, que os autorise a du-
vidar dellas com legitimo fundamento. No caso
presente nao foi apreaentado faci ou documento
algum que permuta suspeitar daa informages do
presidente da provincia; e eu desojara a respei-
to urna discusso bem ampia sem reserva para
tirar duvidas, que nao me convm aubsistam.
Passando a analysar a eleigo, responderet aos
argumentos do oobre deputado, e com as proprias
actas demonstrarei alguns dos equvocos em que
cahio S. Exc, que nao foi porcerlo feliz em suas
observages.
Comegarei como o nobre deputado, pela ana-
lyse da eleigo primaria. Compoe-se a provincia
de 27 freguezias, em 22 das quaes a eleigo cor-
reu sem conteslago algnma ; havendo em 5 du-
plcalas forjadas pelo lado de meus adversarios.
Das referidas 27 freguezias julgou a icommisso
ddVer separar quatro, de que se compe os dous
collegios de Papary e S. Bento, cuja discusso
entendeo que devia ficar suspensa, al que che-
guem cmara nevos esclarecimentos que achou
necessario sollicilar do governo.
Nao me opponho a isio. posto que tivesse boas
raies para o fazer, como, por exemplo, acerca
da eleigo de S. Beato, urna daa mais importan-
te pelo numero de eleitores que d, e a respei-
to da qual a allegago principal que faz a com-
missao versa sobre a incompetencia, do Ia juiz de
paz do quatriennio passado
presidencia da mesa depois
que com elle se completara. Da acta nao consta
isto ; o que diz ella que este e outro supplente
comparecern) no acto da apurago, e as expres-
ses acto da apurago entendem-se tambem
em relago ao momento em que ella vai corae-
gar. Ora, sendo esses dous supplentes perten-
centes ao lado ali em minora, nao quiz o juiz
de paz deixar de receber seus votos para nao ser
argido de parcialidade ou espirito de partido.
J v pois o nobre deputado que esta eleigo
das mais legitimas, e que a razesque allegon
para fundamentar a sua uullidade, e d'ah a oul-
lidade tambem do collegio da capital, nao sao
absolutamente procedentes.
Referir-me-hei, antes de passar adianto, ar-
guigo que o nobre deputado fez ao governo por
occasio da annullago da eleigo de cmara .mu-
nicipal e juizes de paz daquella freguezia. Devo
dizer algumas palavras em defesa do acto do go-
verno.
O lado ali em minora, para invalidar a referi-
da eleigao que bavia perdido, allegou o compare-
cimento deum outro supplente de eleitor que se
havia tambem mudado, e cuja intervengo in-
flujo para a organisago da mesa : o oobre ex-
minislro do imperio, verificando este facto, e
sendo por elle annullada a eleigo, expedio o
aviso que o nobre deputado censuron, porque o
referido aviso diz tendo-se allegado e nao
tendo-se provado o facto em queato.
Eu disse em aparte que esse supplente, que
fdra escrivo do geral e tabellio de notas do
termo da capital, tinba sido removido pelo go-
verno para o termo de Extremoz, e por conse-
guate provada se achaa, e constante da secre-
taria de estado respectiva, a sua residencia offi-
cial em outra freguezia. Portento, o nobre ex-
minislro fundou a sua deciso em prova authen-
lica ; e a censura do nobre deputado vem a re-
duzir-se meramente a urna questo de simples
redaego, que perde assim toda a importancia.
Essa decigo do governo, annullaodo a eleigo
referida, prejudicou aos interesses do partido
conservador que represento; mas reconhego a
procedencia iacontestavel da allegago em que
ella se firmou, e portanto a regularidade de se-
melbante acto.
Passando eleigo da freguezia do Jardim,
que foi a segunda de que se oceupou o nobre de-
putado, disse S. Exc que, confessando a acta do
recebimenlo das cdulas que muitos votantes ha-
viam comparecido, mas tioham entretanto dei-
xado de rotar, porque a mesa nao os havia con-
siderado as circumstancias de o fazerem, de-
via-se concluir pela nullidade dessa eleigo por
esse e outro fundamento que aoalysarei depoja;
e assim tambem pela nullidade do collegio a que
pe ren ce a mesma freguezia, cuj os eleitores, ille-
gitlmos no entender do nobre deputado, teriam
viciado radicalmente o referido collegio, por ter
sido n'ella a votago promiscua.
Lendo porm a acta do recebimenlo das cdu-
las, vejo que a mesa nao disse moitos votan-
tes, e aim alguna volantes que comparece-
rn), e de quem a mesa nao acceitou os votos
por nao julga-los as circumstancias de volar.
Ora alguna podem ser muito poucos ,
tslvez dous ou tres somente: e em todo caso is-
so tambem nao mais do que ama questo de
redaego. Nio se pode exigir rigor de diego ou
de linguagem em tunecionarios eleitoraes do
centro das provincias, onde o nobre deputado sa-
be que ba ainda grande atraso.
O Sr. F. Octaviano:A mesa declarou que re-
cusou votantes porque elles nao estavam em cir-
cumstancias de votar.
-. OSr. Bezerra Cavalcsnti:Alguna, muito pou-
P"4 continuar na eos tslvez; entretanto quando o sea numero fos-
i a. dM 7 de jueUo, i se mesmo coasidrTel a parecesse influir no ?e-
labelecer esta hypothese arbitraria que o nobre
deputado estabeleceu de haver essa cdula rece-
bida por engao pertencido maioria, e portanto
a sua apurago aproveilar somente aos ltimos
eleitores...
Um Sr. deputado:Neste genero de argumeo-
tagao basta a possibilidade.
O Sr. Bezerra Cavalcaoti:Farei esta observa-
gao, e vou adianto. Poda a cdula pertencer
maioria, como tambem minora : pois arbitra-
ria a hypothese do nobre deputado ; mas eu de-
pois encontrei vinte e um nomes votados com
um voto somente, e ninguem nos assegura que
elles nao sejam o resultado da apurago solada
dessa cdula recebida por engao, mxime quan-
do vemos repetidos com um voto alguns nomes
que foram votados com cento e oitenta e tantos ;
entretanto, pondo de parte todas estas considera-
rles, direi anda que o ultimo eleitor chama-se
Reinaldo Gomes Meira, e eu encontrei entre os
viole e um que obtiveram um voto Reinal Gomes
Meira.
Isto prora, fra de toda a duvida, o escrpulo
rigoroso que teve esta mesa nos actos eleitoraes
que praticou, porque chegou a ponto de tomar
em separado um voto, que recahio em um cida-
do, nicamente por lhe faltar urna syllaba de
seu nome. Como este ha outros nomes repetidos
com um voto por igual motivo. Creio que a c-
mara nao suppor que esse Reinal deixe de ser o
mesmo Reinaldo que tem 182 votos, e assim Aca-
ra com 183; portanto tica ainda fra de duvida a
maioria relativa de mais este eleitor, e s viria a
subsistir a incerteza em relago ao penltimo e
aos dous primeiros suppleotes. Eu, ainda pondo
de parle todas as hypotheses de que lenho fallado,
e que nao deixam presumir que a apurago dessa
cdula recebida por engao tenha influido no re-
sultado da eleigo quanto aos ltimos eleitores,
pergunto se pelo facto de ficar o penltimo
eleitor duvidoso ou empatado com os dous pri-
meiros suppleotes, deveodo alada a sorte decidir
eotre elles, e podendo portanto decidir em favor
do eleitor. se deve annullar a eleigo de urna
freguezia ?
(Ha diversos apartes.)
O Sr. Silveira Lobo:Nestas materias preciso
ter plena certeza.
O Sr. Bezerra Cavalcaati:O nobre deputado
nao pode exigir certeza mathematica em todas as
pequeas circumstancias de urna eleigo, porque
seria preciso suppor os horneas infalliveis ; e en-
to a proposico donobre deputado, se fosse ver-
dadeira, devia leva-lo e a toda a cmara a annul-
lar todas as eleiges de que nio vem as respecti-
vas actas,'porque em tal caso nao temos dado
nenhum certo em que nos fundemos. (Apoiados.)
Entretanto tem-se approvado eleiges de que nao
tvemos presente urna s acta, fundados somente
em presumpges, e especialmente na circunstan-
cia de nao haver a respeito reclamages: ora, na
hypothese vertente nao houve reclamago algu-
ma acerca da apurago de tal cdula, apezar de
estarem os dous partidos representados na mesa.
Com que fundamento, pois, se ha de annullar a
eleigao de urna fregaezia por urna hypothese ar-
bitraria, cuja influencia, por ventura concedida,
collocaria apenas o penltimo eleitor em duvida
acerca de um voto, ou em parallelo com os dous
primeiros supplentes, tendo anda de decidir a
sorte entre elles ? Para se fazer isso fdra necessa-
ria urna reclamago, e prova bastante de que a
apurago de tal cdula prejudicou positivamente
a um candidato ao eleitorado, e ainda assim nio
sei se isso deveria praiodicar a eleigo inteira.
Sem tal coodico, semelhante annuliacao, e d'ahi
a de todo o collegio, como susteatou o nobre de-
putado, seria por certo injustigcavel; tanto mai
compondo-w esse collegio da urna oalra freguezia
. qu
eleigao nao pode ser annullada, sendo mioha
opioio. de conformidade com todas as decises da
casa, que nao se pode por allegages a/iund, e sem
prova superior a toda a excepgo, duvidar da t
que deve merecer a mesa parochial; essa f para
os que veneram a autoridade deve prevalecer so-
bre dous documentos graciosos que o nobre de-
putado aqui apreseotou ; um de um delegado da
instrueco publica, que era empregado subordi-
nado ao chefe do partido contrario, e caadidat
derrotado, e outro de um simples capello de
urna povoago do serto.
Me parece que nao devo perder mais tempo
para demonstrar a improcedencia de taes docu-
mentos, evidentemente graciosos, e que nao po-
dem absolutamente contrariar e elidir a f da
mesa parochial legtimamente constituida. Dev&
pois subsistir, de conformidade com o parecer, a
eleigao do Io juiz de paz, annullada a duplicata
irregular do 2o.
Os fundamentos do parecer a este respeito sao
os mais genuinos, e firmara a competencia do
juiz de paz mais votado, por todos recoohecida
cqrao condigo substancial, ora que se nao pode
dispensar sem motivo plenamente justificado.
Nao pode pois outro assumirsuasfuncges, quan-
do elle as est exercendo competente e legtima-
mente. Entro pois na apreciago da eleigo da
freguezia de Pao dos Ferros.
Nesta freguezia houve tambem duplicata, e pre-
ciso dizer como as cousas se passaram, para que
a cmara possa formar um juizo esclarecido. O
partido a que na provincia se denomina sulista,
e que se diz liberal, linha alli todas as autorida-
des policiaesejudiciarias; o partido conservador
tinha a mesa eleitoral, a qualificago, e em
urna, palavra todos os elemeotos legtimos da
eleigo.
Em selembro esse partido que tinba por si a
autoridades, reeonhecendo a impossibilidade de
seu triumpho porque toda a forga eleitoral esla-
va do outro lado, recorreu a desordem, accom
raetteu a mesa, apedrejou e espiogardeou os vo-
tantes, o que produzio alli vinte e tantos feri-
mentos, e deu motivo a suspeoso da eleigo
que teve lugar depois al de novembro, quando-
o partido conservador obteve o triumpho que lhe
competia. Em dezembro, porm. as cousas esta-
vam em melhor p. porque o delegado de poli-
ca, que havia feito a desordem caquella occa-
sio, linha sido demilido, e oceupava ento esse-
cargo um official de linha, que poucos das aote*
havia chegado proviocia, e. portanto ioteira-
menteextranbo aos interesses e paixes da loca-
lidade; mas o lado contrario, que nao podia
prescindir da desordem, para a qual era um obs-
tculo iovencivel esse digno official, ocapito-
Manoel Luciano da Cmara Guarao, tratou de o>
intrigar e calumniar, com o fim de obter sua de-
misso. O presidente da provincia, cheio de boa
fe e confiando de mais as intenges fementidas
e as falsas informages que lhe dava o candidato
chefe ao partido contrario, aceitou taes ioforma-
ges, e por excesso de escrpulo remetteu ao
juiz de direito da comarca, reservado, em oito
dias antes da eleigo, a demisso desse delegado,
para que apreciando elle juiz de direito as cir-
cumstancias, lhe apresentasse a demisso se as
inlormages fossem exactas, e no caso contrario
a devolresse. O juiz de direito, porm, em vez
de transportar-se paraotheatro da lucia, que era.
a villa de Pao dos Ferros, e por si exercer a com-
missao strictamente pessoaldeque oeocarregra
o presidente, ficou a oito leguas de distancia, na.
cidade da Imperatiz, e remetteu a demisso ao
supplentedojuiz municipal, que esta va nos mes-
mos interesses, e pertencia mesma familia do
que haviam feito urna vez a dosordem, e se pre-
paravam para novamente recorrer a ella.
O referido supplente, como era de esperar, sem
razo alguma mandou apresentar a demisso ao
dislincto official, e ficou a autoridade em suas
mos e as dos seus prenles e alliados, porque*
todos os supplentes Ibes pertenciam.
O Sr. Silveira Lobo >-Ahi est o grande incon-
veniente dessss indebitas delegages do poder-
presidencial.
O Sr.Bezerra Cavalcaoti: Eu nao me encar-
rego agora de refutar a opinio do nobre depu-
tado, estou prompto a entrar nessa discusso em
outra occasio, direi nicamente que um presi-
dente que se acha a 90 leguas de distancia, e que.
escrupuloso, nao pode proceder de outra forma
em casos urgeoles.
O recurso a isso, que o nobre deputad chama
delegago do poder presidencial, mas a que cha
marei urna commissao de confianga, s vezes po-
de ser mal soccedido, mas dahi nao se pode con-
cluir contra sua conveniencia em muitos casos,,
e sempre que nao se tem a iofelicidade que teve
o presidente do Rio Grande do Norte, oe enga-
nar-se as coudices qne inspiram semelhante
confianga.
Mas de posse novamente da autoridade e da
forga publica o partido em miona, reproduzio-
se a mesma scena de setembro, foi invadida
igrea, espancada a mesa, preso um mesario e>
arrebatada violentamente a urna, o que obrigot.
a mesa a suspender os trabalhos emquaolo espe-
rava providencias do juiz de direito, a quem foi.
presente todo o occorndo : o .juiz de direito,
porm, que por seu procedimento havia dado lu-
gar a ludo isso, deixou igualmente do ialervir
para remover a violencia que se oppunba aj>
exercicio das attribuiges da mesa legitima, e>
portanto ella nao pode continuar a eleigo no*
dia 2 de Janeiro, para quando a havia adiado,
porque a matriz conliouou at esse dia, e alm,
delle oceupada -por urna forga do lado con-
trario. .
Tendo-se passado o dia 2, sem qne se podesse
fazer a eleigo na matriz, resolveu a mesa no dia,
3 faze-la na casa da cmara, onde a conclua -
regularmente, achando-se reunido o povo, que
eslava presenciaodo os obstculos que se oppu
nham ao exercieio de seu direito.
O nobre deputado disse que nao tioha havido
edital de adiamento; mas o nobre deputado en-
Sanou-se, porque a acta diz positivamente segun-
o o edUal que eslava affuado ; na acta, portan-
to, est clara e expreasamente declarado que so-
affixou edital; logo o argumenta do nobre depu-
tado cabe por inaiaciidie da base em que assen
la. Disse mais o oobre deputado que tendo com-
parecido 6 eleitores para organisago da mesa
apparecem entretanto 7 Tolos, mais esta, obsecra-


-----------.
i.

URIO DI f EBIiO'UCO. TER cao nao tem procedencia porqae ella
simplesmente um engao ou emissao de un Do-
me dos que eompareceram e toaran. Mencio-
nan)-se coro (frito seii nemes de eleitares ni-
camente ; mn, confrontando essa parte da acta
con os nomos dos eleilores e suppleotes que a
assigoaram, desapparece inteiramente a duvida,
porque teado conparecido, segundo a coata feila
pelo nobre deputido, oque eo verifiquei, 6 elei-
tores e 8 suppenies, ee lodo 14. sao 15 entreunto
os que assignaram a acta: som mando inda o
numero de eleitores que te d cono teodo com-
parecido con os que [altaran, v-se que alies
montan apenas a 18, quando sao viole oseieilo-
res da fregueiia ; logo, este acrestimo de un no-
rae as assigoatures da acta, confrontado con a
dimiuuico de uta o o o uero dos eleitoreeda fre-
gueiia resultante da sonna -dos que rhafaltaram,
com os que se di cono presentes, deiza tora de
no screver da acta, ou na extracta da copia, e
'que nao ten a niuina importancia.
Diz anda o nobre deputado qtrc a eleico se
deve considerar viciada, porque a mesa declara
que torara ioutilisadas 73 cdulas <*eae acharara
na urna ; nao sei realmente o que a ase respei-
to poderia (azor a mesa, depois que lhe foi pela
forca publica arrebatada a urna na matriz, onde
uQcciooavs legitima roen le; nao sei como pode-
rla aprovertar as 73 cdulas que j esiavaas rece-
bidas ; necessarianente haria de considera-las
-inutilisadas, e procedeodo aor Terca maior elei-
co en oulro edificio, nao pedia deixar de cha-
mar os volantes de lodea os quarteiroes; esta
circunstancia verdadeira e cenfessada pela mesa
nao pode trazer vicio algum eleigao, a nenes
que o nobre deputado queira sustentar que a ver-
nade de ve ser occuluda. VS-se alen disto que
estas 73 cdulas, quer fosee ni quer alo recebidas
nevaroeote, nao teriam influencia alguna do re-
sultado da eleigo, porque o ultimo eleitor tem
400 e tantos votos e prineiro supplente tem 200
e tantos ; ditlerenca de 73 pois nada influa.
Arguio tamben o nobre deputado a acta, por
que seudo datada do dia 4, diz entretanto que a
eleico continuou ao da 8 por nao ler podido
proseguir no dia t, pelo motivo ja declarado. A
Camaia sabe que ua redacco das actas, s vezes
u costume data-las do dia enf que comeca e
acto a que ella se refere, e outras do dia era que
termina esse acto : esta datada do dia era que
termioou o recebimento das cdulas, e diz-se ex-
presamente: Terminada boirtem asegunda
chamada foi pelo'presideole annunciado o dia de
hoje para ler lugar a terceira.
Est claro, portanto, que a eleico continuou
no dia 3.
A duplcala da matriz 'toda eivada de mons-
truosas irregularidades, e, a prevalecer esta, ou
mesmo a ser annutlada a eleico legitima, que
proseguio e lermioou ua casa da cmara, sena,
como mullo pera diz o parecer, dar triumpho de
causa turbulencia.
Tenho, pois, demonstrado a legitinidade de
todas as eleicoes primarias, cuja approvagoo
parecer propoe; passarei portanto eleico se-
cundaria.
Teudo sido candidato militante na provincia,
den. antes de tudo tornar betu saliente um pon-
. EXPEDIENTE.
aeis offleies do niotro do imperio, datados
* K do eotrenle :
1* Enviando un -volme das leis provinciaes
ao Espirito Santo, promulgadas em 185, con
copia da parecer da respectiva seccao do cr*ise-
Iho de sudo (obre as leis ns. 354 de 22 e ju-
Dho, 358 de 8 de julho 373 de Hit joiho.A'
comniajao da raeeiMai pro?inciaes.
V Enviando igualmente un volme das lela
provincia* d "Rio Grande do Norte, promulga-
das en 1859, con uta extracta de parecer da
feaaectiva seccao do couselho de atado so*reo
17 do art. S da le do orcaneato provincial para
anno de 1860.A' mesma comniasio.
3 Enviando lamban copias aethenticaa dos
actos promulgados em 1857 pela assembra pro-
vincial do Santa Cathariua. com copia do pare-
cer da respectiva seccao do consetho de filado
acerca dos g 12. U, 15,19 e J2 do art. Io da lei
n. 43 de i de maio,A' mesma connisse.
4 Enviando as actas da eleico primaria das
parochias de S. Jos de El-rel, Prados, Lage,
Lagoa Bourada e S. Thiago, perteticenles ao 3"
distrcto da provincia de Hias.A commisso
de poderes.
">" Enviando tambem as actas da eleicio pri-
maria das parochias de Nossa Seohora da Con-
ceiceo do Arroio S. Doningos das Torres e Ca-
choeira, perteocenles aol dislricto da provincia
! de S. Pedro; e de S. Seba.-tie de Bag e Nossa
Seohora do Patrocinio, do 2o districto da mesma
provincia.A' mesma commisso.
' Participando ter-se oficiado ao ministerio
da Tazenda commuoicando-lko ter aido nomeado
correio desta cmara Manuel Pinto Machado.
Isteirada.
Mais 4 do mesmo ministro, datados de hon-
ten, participando terem-se expedido as ordeos
eecessarias en cumpriuento do que resolveu es-
ta cmara, approvaodo as leigoes da provincia
do Para ; do 1 e 2 districtos da Babia.; e do 3o
de S. Paulo.Inteirada.
Mais tres uflicios do mesmo ministro, datados
de honten, enviando as actas da eleico prima-
ria da parochia de Santa Philomeoa, pertencenle
provincia do Piaahy ; da eleigo secundaria dos
collegios de Flores e Arraiaes, da provincia de
Goyaz; e da apurago geral dos votos para de-
puiados do 5 dislricto da provincia de Peroam-
buco.A' commisso de poderes.
Outro do mesmo ministro, datado de 16 de
abril prximo passado, participando flcar intei-
rado do fallecimento do correio desla cmara,
Joaquina Martins da Silva Prates.Inteirada.
Outro do mesmo ministro, datado de 17 do
mesmo, enviando um exemplar impresso do de-
| creto de 9 de fevereiro de 1861, que d nova or-
| ganisaco ao instituto commerctal do Rio de Ja-
neiro.A 24 comnisso do ornamento. *
Oulro do ministro da fazenda, datado de 15 do
correte, enviando um officio da thesouraria da
fazenda da Babia, acerca da necessidade da coro-
prar-se a casa contigua pelo lado do norte co
novo edificio da alfandega da mesma provincia
A' commisso de fazenda.
Um requerimento de Joo de Hollanda Cacha,
pedindo para ser aimittido a fazer acto dJ 1
auno da aculdado do Recite, que frequeata orno
direito, qi frequeola como vjuviato, passando roito de S. Paulo, e fazer acto das respectivas
previam^te pelo, oxame da. maicdu do K' .Uriaa. a Vakra Ribeiro deReleode! m.1 v'z
JL lili
mesm' commisso.
Oitro de Jos Elias de Moura, podraa*
a--er eximes preparatorios que lhe faHaas. o da
anatoma para matricular-se do cursoatjadioa,
que lhe sejam aceilos os que precedern ma-
tricula de patnacia, que frequeata,A' ama
commisso.
Outro do Aatonio Jos do Valle, pedindo no-
lhorameulo do venoimealo .ue percebe como
conservador do gabinete de anatoma da faculda-
dade de atedicioa da Bahia.A' commisso de
pensOes e ordenados.
Outro d contraria de S. Goocalo e S. Jorge,
pedind dispensa das leis de amortisaco pa-
ra poder possuir bees de raz.A' commisso de
fazenda.
oleo da irnaodada de S.-a*os desta corte, fa-
zendo igual pedido.A' mesma commiaaao.
Aoliando-ae na sais immediata os Srs. barao de
Porte-Alegre e Antonio de Souza Spinola, depu-
tados eleitos. squelle pelo 1* dislricto do Rio
Grande do Sol, e este pelo 5* da Baha ; foram
introduzides com as formalidades do estyio.pres-
tam juramento e lomara assento.
O Sr. Flix da Cuoha fundamentou e mandou
mesa o seguinte requerimento que ficou reser-
vado para disculir-se en dia proprio:
Requeiro que se peca ao geverno, pelo mi-
aisterio da narioba, informacoes acerca das pro-
videncias tomadas para melhorar o servico da
praticagem da barra do Rio Grande do Sul, de-
pois de exames e parecer do eogenheiro Carlos
Neafe.
ORDEM 00 DIA.
Continuos a eleico de commisses, o foram
eleitos :
Para a dd negocios eclesisticos, os Srs. Vil-
lela Tavans, Siqucra Mendes e Pinto de Campos.
Para a e exame do thesouro, os Srs. Ribeiro
da Luz, Alvaro Tiberio e Bello.
Continuou a discusso do parecer sob%e as elei-
coes do i' districto da provincia do Rio de Ja-
neiro.
A dis:usso ficou adiada pela hora.
Orou o Sr. Barbosa da Cunha.
O Sr. presidente di a ordem do dia.
Levaatou-se a sesso as tres horas e meia da
tarde.
qua Bao laolia dedo o numero de faltas marcado
<> estatutos par.perder o anno, fazeodo pr-
mmeole me de geoatetria. Revogam-se as
JB*lW-am contraro.
?. ^a? da cama". em 22 de maio de 1861,
Villela TavaresSilveira da Motta.
rol do, posto om discusslo o approvado, un
parecw ajo commisso de polica, contluinde da
eguiavomaneita:
Que fique dispensado o official da secrela-
wa desta cmara Luiz Baodeira de Gouva do
servigo ordinario da mesna secretaria, sendo
eomeole encarregado daquelle trabalho que for
compativol com suas frcas e sua idade, perce-
tendo os vencimentos que lhe compelem. >
ORDEM DO DIA.
Continuou a discusso sobre as eleicoes do 4o
dislricto ds provincu do Rio do Janeiro.
Koran hdas. apoiadas e postas conjuoctamen-
e S? 1""8850 seguintes emendas do Sr.
Saldanha Mannbo:
a Substitutiva da 5a conclusSo :
Que se approve a eleigo primaria
matriz de Angra sob a presidencia do
juiz de paz Joo Floriano de Oliveira.
substitutiva da 7*:
Que se approve a eleico primaria feita na
parochia matriz de S. Joo Marcos.
substitutiva da 9a:
Que se approre o collegio eleitoral que fuac-
ciooou n. cidade de Aogra sob a presidencia do
cidadao Joao Pedro de Alneida.
'< Substitutiva da 10":
Que se approve o collegio eleitoral que fuoc-
conou ha j>il|a de S. Joo do Principe, sob a
presidencia do commendador Joaquim Jos de
Souza Breves.
Substitutiva da 12a:
Que sejam reconhecidos e declarados deputa-
dos pelo 4" districto eleitoral do Rio de Janeiro
o veador Jos Joaquim de Lima e Silva Sobri-
nno, o Dr. Maoo-1 Joaqun da Silva o o Dr.
Antonio Ferreira de Araujo Jacobina. x>
Orou o Sr. F. Octaviaoo.
O Sr. Salathiel requereu o encerranento da
discusso, que foi approvado.
Procedeu-se votaco, e deu
soltado.
ciaes estivesse realisada talvex tivesse funda-
mento a accusac&o feita por um dos pobres de-
purados de nao ter a commisso presentado um
projecto de regulameoto apropriado caaa do
detenco. Por mais habis que sejam os dignos
membros da commisso, se quizessem organii
um projecto como o que se pretende que elle
confeccionassem, haviam do encontrar os emba-
racos que tem dado lugar i nao ter sido ain-
paiz dotado de um systema penitenciario
da
ieita aa
primeiro
o seguinte re-
to para que nao se possa estabelecer a menor du- ouvinte.A' commissfto de instruecb pubSca.
yida a meu respeito, e que todas as allegacoes, Outro do Dr. Domingos Carlos da Silva, oppo-
todos os documeotos apresentados pelo nobre de- silor da seccao de sciencias cirurgicas d facul-
putado e ministrados da provincia pelos meusad-dade de Baha, pedindo dous anuos de liceoca
lV!inL l? mC aflfelam 9bsolu'fmenle o Pa ir Europa tudar as materias de que se
" Huvida a fotacao que obtive em lodos, acha incumbido.-A' commisso de peyese or-
os pontos da provincia. No collegio da capital,! deoados
!"nUhem r2U.Ir*m ?3 e,?ilores- ?b'ive 31 velos-1 Achando-se na sala immediata os Srs. Amaro
Srl.!M %.' 'ou^-e contestado por esses Bezerra e Raposo da (.amara, deputados pelo Rio
i Grande do Norte, sao recebidos com as ormali-
eslylo, prestam juramento e tomam
No collegio de Exiremoz obtive 40
votos, e sendo a arguieso que se faz a esse colle- I dades do
gio a de excesso de eleitores en relago aos que assento
se d.z que realmente comparecern devo tornar O Sr.' Silveira Lobo mandou mesa os seguin-
' eaanU.TiQei1!f1JlC,," iles re1uementos. que foram lidos e apoiados :
1o. requeiro que se pega ao goveno que declare
claro que,
melos que eompareceram apenas 49 eleitores.'e
nao 53 como diz a acia, e tendo eu obtido 40 vo-
tos, fica fra de duvida que a intervengo dos
quatro eleitores excedentes de 49 que a acta men-
ciona nao pode absolutamente affeclar a votaco
que all tive ; nao era necessario esse accrescimo
argido para que eu oblivesse os 40 votos quo
me foram cootados. Faco esta observarlo smen-
te. como j disse, porque leodo sido candidato
militante, nao quero deixar a meu respeilo a me-
nor suspeita de intervenco ou connivencia em
aclosemelhante, de que nao precisava absoluta-
mente, e que. se leve lugar, eu nao posso deixar
de reprovar altamente da tribuna. Tambem nao
Pode dahi vir desar para o meu collega,porque elle
e, cstranho isso; e se por ventura algum amigo
fficioso quiz praticar actos taes com o lim de fa-
vorecer a sua causa, nao deve elle carregar com i Muoiz.
quaes as providencias que lem dado sobre as
oceurrencias de Itajub, de 2 de jineiro prximo
passado, e as demais que eslo w> dominio pu-
blico
2 Requeiro que se pegam secretaria do im-
perio ss actas da eleic.au primaria da villa do
Sania Luzia do Norte, na provincia das Alagas,
e especialmente a em que vem o protesto ssig-
nado pelo vice-presideule da provincia.
O 1o ficou reservado para disculir-se em occa-
sio opportuoa, e o 2o foi posto em discusso e
approvado.
ORDEM DO DIA.
Continuou a eleico de commiss5es :
Para a de agricultura, etc. sabirara eleitos os
Srs. Paula Fonseca, Augusto Chaves e Pedro
SESSAO DE 21 DE MAIO DE 1861.
Prmdenct'a do Sr. veonde de Camaragibe.
Fe:-se a chamada s 11 3/4 horas, eoSr. pre-
sideite declarou aberla a sesso.
Uda e approvada a acta, o Sr. Io secretario
de conta do seguinte :
EXPEDIENTE.
Cinco officios do ministerio do imperio, data-
ios de 18 do correte, enviando :
Com o primeiro, segundo e terceiro, as actas
das eleicoes primarias das parochias deSilves,
pertencentes provincia do Amazooas ; de Sao
Goncalo. pertencenle provincia do Rio Grande
do Norte ; e de Saol'Aooa de Paneraa, perten-
cenle ao segundo districto da provincia das Ala-
gas.A' commisso de poderes.
Com o quarto e quinto, copias dos decretos que
concedem a D. Joaquina Caelana da Rocha, viu-
vado brigadeiro Jos Joaquim da Rocha, a pen-
sao anoual oe 420j00, e a D. Luiza Adelaide da
victoria Soares de Andrea, ulna legitima do fal-
lecido baro da Cacapava, a penso anoual de
1:0003000. A' commisso de peases e orde-
nados.
Mais tres do mesmo ministerio, datados de ho-
je, participando ter expedido as ordeos necessa-
rias em cumprimento do que resolveu esta cma-
raapprovaodo aseleiges do primeiro e segundo
dfS.!l4'T,Ci1(leSe'rg|)ei e do segundo! na, Feroandes da Cunha,' Madureira, Taques,
da do Cear.Inteirada. Juuqueira, Spinola. F. Octaviaoo. T. Ottooi. Sal-
As primeira e segunda concluses foram aooro-
vadis.
A 3a concluso foi rejeitsda ; e a 4a julgou-se
prejudiesda.
A 5a concluso foi rejeitada, bem como a
emendado Sr. Saldanha Marinho, que approvava
a eleico da matriz de Angra.
Sobre esta concluso resolveu a cmara que a
votaco fosse nominal, a requerimento do Sr.
Barbosa da Cunha.
Votaram favoi os Srs. :
Leito da Cunha, Siqueira Mendes, Vieira da
^Hva, Gomes de Suuza, Souza Mendes. Raposo
da Caaara, Acisio, Sergio, Joo Alfredo, Pinto
de Campos, baro de Maroim, Bezerra Mooteiro.l
riel de Carvalho, Calazans, Gasparino, Pereira
filo, Almeida Pereira, Pedreira, Piulino, Tei-
"." otor, Pereira da Silva, Cyrillo, Sala-
thiel. Ferreira da Veiga, Ribeiro da Luz, Brtas,
Paula Fonseca. Leu Carlos, Delamare, Coulo,
Rodrigo Silva, Nebias, Barbosa da Cuoha, Cos-
ta Pinto, Silveira da Molla, Lamego e Bello.
Ao todo 37.
Votaram contra os Srs.:
Serra Carneiro, Fabio, Furtado, Paranagu,
Alencar, Feroandes Vieira, Macario, Baodeira de
Mello, Araujo Lima. Bezerra Cavalcanti, Paes
Brrelo. Epaminondas. Silvino, Reg Barros, Spi-
ndiao, Tavares Bastos, Benjamn, Moncorvo Li-
semelliante respoosabilidade.
Devo aiuda dizer casa que, sem contestar a
-probidades honradez de aleos dos cidados que :
tirmam as cartas e documentos que o nobre de-
puiado leu, e cuja reputaco antes assevero que
est ors de qualquer suspeila, acho ladavia que,
segundo 03 repelidos precedentes da casa, n
podem esses documentos aunullar os dous colle- \
gios a que seferem, porque ee vale tambem muilo I
a fdas respectivas mesase de todos os eleitores!
-queassignam asadas. Quaoto a mim pormdigo!
mais quo mesmo innullados elles, nao tea isto
influencia alguma sobre a minha eleico, pois
que me restaa em tal caso nao s maioria re-
lativa, mais anda maioria absoluta.
Creio, Sr. presidente, que nao preciso dizer
mais do que tenho dito em relaco eleico: os
argumentos e duvjdas, que pareciam ter alguma
importancia, apresentados pelo nobre deputado,
creio que foram radicalmente destruidos, e por-
tanto deve subsislir iuiacto o parecer da con-
misso.
Agora direi. antes de concluir, algumas pala-
bras a respeilo de um incidente que aqui se deu
quando o uebre deputado disculia e*la eleico na '
sesso de ante- hontem. Ouvlndo eu de urna das
cadeiras oceupada por um nembro da opposico i
as seguintes palavrasnao se pode entrar aqui
sem licenca do consistorio, reclamei dizendo
que nao tioha pedido nem pedira ounca liceoca
al?uem para oceupar um asseoto nesta casa
Para a de obras publicas os Srs. Rodrigues Sil-
va, Casimiro Madureira e Bezerra Cavalcanti.
Continuou a discusso do parecer sobre aselei-
ges do 4o districto da provincia do Rio de Ja-
neiro. ,
rou o Sr. Saldanha Marinho.
A discusso ficou adiada pela hora.
O Sr. presidente d a ordem do dia.
Levanla-se a sesso s 5 horas.
SESSAO EM 20 DE MAIO DE 186!.
oi-rue respondido pelo nobre deputado" que ha-
va proferido aquellas palavras que nao se liona
com ellas referido a mim, e o honrado membro
que dfsculia a eieiQo accrescenlou que sabia que
u estava fra das gragas pelos psreceres que dei
ou o nobre deputado quiz alludir a isso. Julguei
dever restabelecer esse incidente para fazer urna
ceclaracao acompanhada de um protesto.
Primeira mente direi que nao sei bem oque so-
ja consistorio ; mas, aceitando como tal a accep-
cao em que erapregada hoje esta palavra em
relacao aos directores legtimos do partido con-
servador....
OSr. Silveira Lobo :Aos donos desta trra.
O Sr. Bezerra Cavalcanti:Nao sei se sao do-
nos da trra; para mim sao directorea legitinos
da opioio conservadora. Quanto a estes, nao
Presidencia do Sr. visconde de Camaragibe.
As 11 3(4 horas faz-se a chamada, e o Sr. pre-
sidente declara aberta a sesso.
Lida e approvada a act?, o Sr. Io secretario
d conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Seis ofBcios do ministro do imperio datados
de 17 do correle, enviando :
1." As actas das eleicoes primarias das paro-
chias de Quexeramobim, Assar, Saboeiro, Nossa
Senhora do Carino eS. Matheosde lnhomuns o
S?nta Cruz, bem como a informago do collegio
de Saboeiro, pertencentes ao Io e 2* distric-
I tos da provincia do Cear.A' commisso de
poderes;
! 2. As actas da eleico primaria das paro-
; chas da Vigia, Collares. S. Caelano e Melgaco,
pertencentes provincia do Para.- A' mesma
; commisso.
3. Copia das actas da eleico primaria das
| parochias de Santa Anna do Burity. pertencenle
: ao 2o districto da provincia do Maranbo.A'
I mesma commisso.
! 4." Com officio do presidente da provincia do
Maranho, copia da acta da eleicso primaria da
parochia de Santa Anna do Buriiy, presidida pe-
lo 2 juiz de paz Benedicto Gongalves Machado.
A mesma commisso.
5. As actas da eleigo primaria da parcchii de
Nossa Seohora do Amparo, pertencentes ao 4o
districto da provincia da Baha. a' mesma com-
misso.
6. A acta do collegio eleitoral da provincia do
Mato-Grosso.A' mesma commisso.
Outro do ministro da agricultura commercio e
me consta que naja qualquer prevenga contra ( obras Pilleas, enviando urna representaco em
mim pelos pareceres que exarei; nada por parte (,ae 6erente d companhia brasileira de paque-
delles me foi pedido, nem tambem pelo governo. i tes a T8Pr Pede ue 8e ntecipo a subvenco de
Em honra pois delles e do governo declaro que i um seDe8lre na iroportaDcia de 504:000.A's
nao se ez a respeilo solicitado ou pedido algum i comniissoe8 de fazeoda, commercio, industria e
e portaoto nao tenho razo para suppdr essa des-' arte8.
ntelligencia que indicou o nobre deputado. Se
alguma cousa me tivessem pedido, isso nao me
levaria a fallar ao meu dever e a pralicar injus-
zicas; creio tambem que disto nao se duvida.
O que perm sei na verdade que alguna mem-
bros desta casa teem-se mostrado offeodidos por
nao haver eu accedido aos seus desejos-; mas a
esses responder! eu que nao Ibes reconheco o
direito de iniluirem sobre meus actos ou sobre
mraba intelligeociJ; regulo-me por mim, con-
servo a mnba independencia, a minha liberdade
de pensameolo e de acgo; e por cooseguiote,
quando tenho a couscieoen de cumprir o meu
dever, pouco se me d de que haja contra mim
esses e oulros reaenlimentos injustos, que de
certo nao teem em meu anio a importancia que
por ventura suppem aquelles quo os nutrem a
meu respeilo.
'Vozes:Votos 1 votos I
Nioguem mais pedindo a palavra,
votos o parecer approvado em todas
concluses.
O Sr. presidente declara deputados pela mes-
ma provincia os Srs. Amaro Carneiro Bezerra Ca-
valcanti e Gabriel Soares Raposo da Cmara.
Entrou em discusso o parecer sobro a eleicie
do 4* districto. ^
Orou o Sr. Saldanha Marinho.
A discusso ficou adiada.
Levaolou-se a sesso s4 3/4,
SESSAO EM 18 DE MAIO.
^"iiytfi* Sr- viieon ,fa. ,'i ,oris 6z*>e a cod, eo Sr.
presidente declarou aberla a sesso.
deu conta do seguinte.
Mais dous officios do secretario do senado da-
tados de 15 do corrente :
1/ Parcipando que o senado adoptou, e vai
dirigir a saneco imperial, as tres seguintes reso-
lac^oes : Ia, autorisaodo ao governo para conce-
der ao parocho Pedro Pieraoloni, e ao conaelhe-
ro procurador-fiscal do thesouro Jos Carlos de
Almeida Aras, dous anuos de licenca com os
respectivos vencimentos para iren a Europa tra-
tar de sua saude ; 2a, approvando a penso ao-
Dual de 200J coocedida ao guarda nacional da
provincia de Goyaz Jos da Silva Gninares, e
3a, autorisaodo o governo a mandar pasear caria
de naluralisaco de cidados brasileiros aos sub-
ditos portuguezes Manoel de Souza e Silva Sero-
dio e oulrosInteirada-
2. Solicitando o requerimento documentos
que serviram de base a resolugao desta caara
que autoria o governo a aposentar o cirurgio
posto a I JMoulm Jos Alvos de Albuquerque, encarregado
da enfermara de Permmbuco.Mandou-se sa-
tisfazer.
Un requerimento de Manoel Antunes Baptista
pedindo dispensa do lapso de tempo que lhe fal-
ta para se naiuralisar cidadao braaileiro.A' com-
misso de poderes.
Outro de Francisco Luiz da Veiga, pedindo ser
admittido ao exame de .aoitomia que frquenla
como ouvinte antes do mairicular-se ao 1 anno
medico, pracedendo os de historia o latim
que lhe faltara.A' commisso de instrueco pu-
blica.
Outro d* Joaquim Ignacio .Nogueira Ponido,
pedindo ser admittido matricula del anno do
curso Jurdico de S. Paulo, cujas aulas frequeota
como, camote, sstisszadp previamente o exame
demgwzA mesma commisso.
Outro,de Manoel do Reg Barros Souza Lelo,
pedindo ser admittido a fuer actdo 4' aun da
as suas
Um requerinento do padre Jos Saraiva Salo-
mao, vigario da freguezi de Nossa Seohora da
Piedade do Lagarto, provincia de Sergipe, pedin-
do para nao ser veodida a casa doada natriz.
e P"^er est," Possuir beos de raiz al o valor de
1:0005.A' commisso de fazooda.
Outro da irmandade de Nossa Senhora da Con-
ceico da igreja da Congregaco da cidade do Re-
cife, pedindo dispensa das leis de amorlisaco
para poder possuir bens de raiz at o valor de
40:0008.A' nesma commisso.
Outro de Jof Fellppe da Silva, carcereiro da
cadeia da villa do Saboeiro, provincia do Cear,
pediudo augmento de vencimentos.A' commis-
so de peuses e ordenados.
Outro do padre Manoel Nogueira Dias. pedindo
dispensa do tempo para se naiuralisar cidadao
brasileiro. A' commisso de conslituicao e po-
deres.
Oulro de Manoel Jos Malheiro, fazeodo igual
pedido.a' mesma commisso.
Outro de AureKaoo Henrique Tosa, pedindo
ser dispensado do tempo decorrido em que foi
approvado nos exames de francez e geographia
ao em que tem de ser submettido aos de inglez e
latim, aflm de nao invalidar aqueilese poder ma-
tricular-se no curso medico. A' commisso de
instruega publica.
Leu-se e foi imprimir para entrar na ordem
dos trabalhos, o projecto de resposla falla do
throoo, ofleracido pela respectiva commisso.
OH DEM DO DIA.
Continuou a discusso do parecer sobre as elei-
.ces do quarto districto da provincia do Rio de
Janeiro ; e ficou anda adiada pela hora.
Orou o Sr. Barbosa da Cunha.
O Sr. Presidente d a ordem do dia seguinte.
Levantou-se a sesso s 5 horas menos um
qnarto.
SESSAO EM 22 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. visconde a~e Camaragibe.
A's 11S]! horas feita a chamada, verifica-se
haver numero legal de Srs. deputados.
Abre-se a sesso.
L-se e approva-se a acta da antecedente.
O Sr. Iosecretario deu conta do segrate
EXPEDIENTE.
Um officio do ministerio da justica, datado de
28 de dezembro do anoo passado, enviando, com
a respectiva copia da consulta da seccao de jus-
tica do cooselho de estado, a lei provincial de
Minas numero 1,050 de 8 de julho de 1859, rela-
tivamente s provas que devem exhibir os que
prelenderem obter proviso de advogado. A'
commisso de assemblas provinciaes.
Outro do ministerio da fazenda, datado do Io
de margo do corrente anno, enviando o decreto
que aposenta a Antonio Jos Bordini no lugar de
trocador da secgo de substiluigo da caixa de
amortisaco.A' commisso de penses e orde-
nados.
Oulro do ministerio da agricultura, commercio
e obras publicas, datado de 15 do mesmo, devol-
vendo com as informages solicitadas por esta c-
mara a representago dos habitantes da nova fre-
Baezia de Nossa Senhora da Conceigo da Phila-
delphia, pedindo que o governo nao retreos au-
xilios que presta corapanhia de Mucury.A'
quem fez a requisigo.
Outro do mesmo ministerio, datado de 25 de
abril ultimo, enviando urna representago em
que a cmara municipal da cidade da Franca do
Imperador, na provincia de S. Paalo, pede a
consignago dos fundos oecessartos para a cons-
truego de urna ponte sobre o rio Grande, no lu-
gar denominado Jaguar.A's commisses de fa-
zenda e obras publicas.
Oulro do presidente de Goyaz, datado de 10 de
abril ultimo, enviando dousexemplares do 26
tomo do livro das leis daquella provincia, pro-
mulgadas no anno passado. A' commisso de
assemblas provinciaes.
Mais dous do presidente de Santa Catharna,
datados de 8 de abril e 3 de maio do corrente an-
no, enviando 31 copias dos actos legislativos de
nmeros 407 504 ; e urna collecgo impressa
das leis e actos da presidencia promulgados no
anno passado.A' mesma commisso.
Un requerinento de Jos Manoel Garca, se-
cretario do extrnalo do imperial collegio de Pe-
dro II, pediodo solugo favoravel do requer-
manto que fez o anno paseado, en que pedia
permissao para tonar o gio de bacharel e de
doutor em sciencias jurdicas e sociaes, fazeodo
exame vago de cada um dos respectivos annos de
eetudos en qualquer das faculladea do imperio,
ou a concessao de cinco annos de liceoca com
sea ordenado, afim de estudar as ditas sciencias
no imperio ou fra delle.A' commisso de ins-
truego publica.
Outro de Anna Joaquina Vieira, viuva do
guardiao de numero da armada Antonio Jos VI-
eira,_ pedindo urna penso.A' commisso de
penses e ordenados.
Julga-se objecto de deliberarlo, e vai a im-
primir para entrar na ordem dos trabalhoa, o
segrate projecto oflerecjdo pela aommso de'
instrueco publica :
A assenblageral legislativa resolver
c- Art unieo. O geverno auterlaado a man-
dar matricular do Io anoo. da ficuldade de di-
danha Marinho, Paula Sanios, Silveira Lobo.
Mello Fraoco, Lima Duarle. C. Ottoni, Gama
Cerqueira, Cruz Machado, Fleury, Zacaras, Luz,
baro de Porto-Alagre. Barcellos, Amaro, Flix
da Cunha. Ao todo 40.
A 6a concluso foi approvada, julgando-se
prejudicada a ultima parle delia, era virtude da
rejeigao da emenda do Sr. Saldanha Marinho re-
lativa anterior concluso.
Todas as mais coucluses foram prejudicadas,
julgaodo-se prejudicadas todts as outras emen-
das do Sr. Saldanha Marinho.
Emcoosequencia, foram declarados deputados
pelo referido districto os Srs. Lima o Silva, Tor-
res-Homem e conde da Baepeody.
Achando-se na sala immediata o primeiro e
terceiro dostes senhores. foram introduzidos com
as formalidades do esiylo, prestaran juramento
e tomaram assento.
_ Entrn em discusso o parecer sobre as elei-
coes do 2a dislricto do Cear, aa parte relativa
eleigo do Sr. Jaguiribe.
O Sr. Jos de Alencar mandou mesa o se-
guinte requerimento, que foi lido, apoiado e
posto em discusso :
Que se adi a discusso da ultima conclu-
so do parecer para depois da deciso da 2*
concluso.
Indo pr-se a votos este requerimento, reeo-
uheceo-se nao haver casa, pelo que fez-se a
chamada e levantou se a sesso s 3 horas da
tarde, dando o Sr. presidente a ordem do dia
seguinte.
PERNAMBUCO.
accomodado 4 sua legislacio penal e proficuo
em seus elTeitos, e arem dalo difficuldades pro-
venientes da construego da ease de deleoco,
e da agglomerago de presos sentenciados e sim-
ples deieutos, como demonstra, tazando diver-
sas considerages sobre oa syslemas penitencia-
rios, sobre os pontos em que elles se harmosi-
san ou divirgen, sobre a claasiucaco dos pre-
sos e demais condiges inherentes quer ao pes-
soal quer ao material das pnsoes em que qual-
quer dos syslemas seja adoptado.
Tratando dos presos pobres observa que no
regulsmeotodacasa de detenco ha urna grave
lacuoa, por nao ler estacelecido um meio prali-
co de fazer-se a classificagao dos presos pobres e
dos que o nao sao, lacuoa que deve ser suppri-
mida attm da evitar-sn abusos que se podan
dar, nao por falta dos enpregados do eatabcle-
cimento, mas pelos subterfugios que se soc-
correm alguns dos preso* nelle recolhidos, e que
Da trepidan en fazer una exlorsao aos cofres
pblicos allegando sosem pobres, quaodo teem
meios ufficienUs para sua subsistencia : o te-
gulameato prescrevendo que sejam alimentados
pelos cofre* provinciaes aquelles presos que de-
clarara ao administrador aerara pobres.eno pro-
porcionando este um meio fcil e prompto de
verificar a exactido de laes declarages, d
lugar que a classificagao em alguna casos nao
sea bera feita: d'ahi resulla a explicago do
tacto referido pelo uobre deputado, relator da
commisso, de ter sido Joo Lopes Ferreira ra-
cionado pelo estabelecimeuto. Que para melhor
apreciago desze facto deve dizer que apenas
recolhido* casa de deleucao Joao Lopes Fer-
reira e seus dous fllhos, declarando serem po-
bres, foram racionados pelo eslsbelecimentu;
dez ou doze dias depois o administrador appre-
hendeu em poder de um portador dos meamos
um saccocom farioha e carne, e procedeodo s
mdagjges necessarias chegou ao cooheciraento
de que eram elles que mandaran para fra do
estanelecinento as raeges recebidas, e interro-
gando-os oi-lhe coofessado a verdade, pelo que
oaos d'ahi en diaote nao foran mais raciona-
dos, como as rages appreheodidas tiveram o
destino compeleote. A nao ser adoptado um
meio praco de conseguir-se urna classificagao
senao perfeita, ao menos mais regular, factos
iguaes este podem ser repetido* sem que se
possa por elles aecusar o administrador do es-
tabolecimento, que nao pode ter coohecimento
dos recursos flnaoceiros de cada urna das pessoas
que sao recolnidas casa de detenjo.
Reconhece que nao fcil determiuar-se o meio
de conseguir-se urna classificagao perfeita : o que
propoe a commisso nao lhe parece completo
pois consislindo elle apenas em fazer passar a'
classificagao da competencia do administrador
para a do chefe de polica, em muitos casos este
ha de encontrar as mesmas difficuldades que o
administrador em saber se o preso pobre ou
nao, e ha de haver quem o queira censurar por
alguma chsSilicago qae fuer irregular por falta
de coohecimeoio dos meios de que dispe qual-
quer preso ; alm de que sendo certo que nao
o chefe de polica a nica autoridade que orde-
na a prisao, pois as autoridades judiciarias tam-
bem lem esse direito, claro que o meio pro-
posto pela commisso oo completo: assim
pede permissao nobre commisso para lembrar-
llie ser mais conveniente que se estabelega que
as autoridades, por cuja ordem forem os presos
recolhidos casa de detengo, declarem em suas
portaras se o pres tem ou nao meios para sus-
tentarse sua cusa, fim de que o admiois-
irador as partes diarias, que obrigado re-
raetter ao chefe de polica designando os presos
recolhidos em cada dia, transmuta as declara-
ges que lal respeito receber para que o chefe
de polica possa fazer a classificagao: muilo es-
timar se a sua lerabrauga fr acceita.
Passando oceupar-se da parte do projecto
que determina que o fornecimento seja feito por
arrematago, observa que essa proposta acha-se
adoptada no regulamenlo da casa de detenco, e
que apezar dos exforcos ernpregados pelo chefe
de polica nao tem havido quem queira arrema-
tar o fornecimento. attenta a exigidad* da quo-
la marcada na tabella ea caresta dos gneros
alimenticios : que nos proprios papeU apres-
tados pela commisso encontra-se tudo quaoto
tem occorndo tal respeito, e os esforgos feitos
por um dos cx-admioistradores da provincia para
que se Uzesse o fornecimento por arrematago, o
que nao se pode realizar por falta de quem
quizesse anima-lo.
Respondendo um aparte, em que se diz que
a falta de arrematantes devido s exigencias
que se receia sejam feitas pelo administrador, diz
que a fiscalisago do fornecimento nao est ex-
clusivamente incumbida ao administrador, tam-
bem exercida pelo medico do eslabelecimento,
quem commisso quer conceder exclusivamen-
te, e as duvidas que um ou outro possam oppor
ao fornecedor respeito da qualidade e quaoli-
dade de alimentaco sao sahidos pelo chefe de
polica, segundo prescreve o regulameoto: ser
causa de at hoje nao se ter arrematado o forne-
cimento o receio da inspecgo impertinente do
administrador, como se diz, ento seria conve-
niente que tambem se acabasse com a inspecgo
do medico e con a intervengo do chefe de po-
lica, por que se deve suppor que estos acom-
pauham o administrador oa inspecgo impertinen-
te, desde que se pretende que esta que tem
obstado a arrematago. Outras sao as causas de
ter podido conseguir a arrematago do
se poroto certo,
direito una gratifleago arbitrada pelo chefe de
SfeT ilM,**PfK ecenomia que
e pretende com a extingao de todos os legares
de serventes: o servigo que estes prestan cou-
sa tao peculiar do estabelecimento qual 0 reau-
limento acertadamente deixou so arbitrio do
chefe de polica determinar o numero dos serven-
Dao,8ao '* economas proveitoae*. aue
deve fazer. H
tes
se
provincia
o corpo de li-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Discurso do Sr. Nascimento Portclla,
na sesso de 29 de maio,
O Sr.Nascimento Portella:Dizque far poucas
considerages por estar a bora bastante adianta-
da. Nao entra na apreciaco do parecer da no-
bre commisso especial, porque as explicages fornecimento, e j as referi:
que (ioha pedir acabara de ser dadas pelo no- como se pretende,
bre deputado, relator do parecer, e confirmadas
pelos demais membros da commisso, e taes que
determinan] bem o sentido de algumas propo-
siges, que a prevengao e a m vontade que al-
guem vota ao administrador da casa de detengo
tem feito considerar como graves aecusages, o
que felizmente nao esteve aasinteoges dos dg-
aos membro, da commisso, segundo acaba de
affirnar. Nao aprecia tamben alguns factos tra-
zidos coosiderago da assenbla pelo nobre
deputado (o Sr. Martina Pereira) por que, alm
de firmado em meras supposiges e exposlos sem
a especificago necessaria, foram referidos por
forma tal que tornou-se bem sensivel que esse
nobre deputado nao se mostrava convencido de
sua existencia, alm de qae uns foram explicados
e oulros contestados pelos numerosos apartes
dados por muitos dos nobres deputados com o
fim de restabelecef a verdade de lodos os factos,
contrariado por infornages inexactas en que
esse nobre deputado acreditara, sendo victima,
como coofessou, d'aquelles que abusam de sua
credulidade. Occupar-se-ba, pois, das medidas
proposUs pela commisso.
Que se fosse licito commisso estender as
suas iuvestigages a bem dos pont >s que lhe fo-
ram determinados, certaroente merecera re-
parono ler ella atleodido ao disposto no artigo
1." do regulameoto da casa de detenco.
que diz o seguinte : O edificio da casa de de-
tengo destinado servir de custodia aos pre-
sos suspeitos para averiguages policiaes, e de
priso dos indiciados em crimes.
Neste edificio tambem se podero conservar
alguns presos de correceo ou sentenciados, em
quanto se lhes nao destjnar a priso que Ihes
propria. Na primeira parte deste artigo est de-
terminado o fim especial-da casa de detengo, e
na segunda o fim provisorio que se lhe deu.
A assembla auloiisando a fundago da casa
de detengo nao tem o pensamento de destina-
la urna penitenciaria : a lei provincial nao lhe
prescreve tal destino, e o regulameoto, harno-
nisando-se com ella, permiti apenas que no
edificio da casa de detengo sejam conservados
alguns presos de correceo ou sentenciado, en
quaoto se lhes nio deslinar a prisao, que Ibes
propria. En vez, pois, de se representar aos
poderes geraes, como se pretende, para ser a
cesa dedetengao mantida cusa dos cofres geraes
(o que ser difcil conseguir-se), seria preferivel
e mais proficuo fazer-se sentir a necessidade de
destinar o governo priso propria para os con-
dennados, que en nunero crescido existen na
casa de detengo, ou de serem elles mantido
custa dot cofres geraes : assim nio s se redu-
ziria a avultada despeza que faz a provincia Com
o sustento e curativo dos presos pobres, como
tambem se pedera adoptar systema especial
para oe sentenciados em priso propria ; e para
oa simples dtenlos na casa de deleoco. que lhes
especialmente destinado.
Se asta- diftinceto do esUbelecimentoi eipe-
. que una dellas a inspecgo
feita pelo administrador, parece que os preten-
dentes arrematago nao deixam de ter razo,
convencidos, como devem estar, de que no ad-
ministrador nao enconlram falta de honeslidade
para servir-lhes de elenenlo proprio para acqui-
sigo de srdidos interesses custa dos cofres
pblicos e era detrimento dos presos : aquelles
que assim ternera a inspecgo do administrador
nao sao os que pretendem cumprir fielmente suas
obrigaces como fornecedores, sao meros espe-
culadores, contra quem devemos estar preveni-
dos : os que estiverem dispostos foroecer a
alimenlago na quanlidade e qualidade exigidas
pela tabella, conveocidos de que cumprem seus
deveres, quando encootrassem a inspecgo do
administrador contraria seus Interesses, lorian
a inspecgo do medico o a interveogao do chefe
de polica, e este teria a necessaria energa para
decidir em sentido contrario ao decidido pelo ad-
ministrador, se por ventura a deciso deste nao
fosse justa.
E j que traa de alimentago, deve observar
que nao lhe parece aceitavel a proposta da com-
misso de fixar a inspecgo da alimentago ex-
clusivamente cargo do medico do estabeleci-
menlo: nao comprehende a razo que haja para
isto: a que di a nobre commisso s prevalece-
ra para o caso em que cootinuasseoforoecimeo-
to ser feito pelo ajudante do administrador,
por que ento dar-se-hia a bypotbese de, exer-
ceodo o ajudante o lugar de administrador na
falta deste, vir ser inspecconador de seus pro-
prios actos, isto do fornecimento: mais pro-
pondo a commisso que o fornecimento oo seja
feito seoo per arrematago, e nao podeado o
ajudante ser arrematante, claro que cessa a
razo a presentada no parecer, e nica que se tem
dado para flcar a inspecgo exclusivamente con-
ferida ao medico, mediante a gratificago de
4000000 res: que tratando de objectos desta
ordem costuma prescindir de coosidera-los pelo
lado pessoal: qualquer que seja o individuo en-
carregado das fuaeges de administrador da casa
de detengo, o primeiro responsavel pelo que
occerre no estabelecimento, e os demais ernpre-
gados lhe sao subalternos; nio comprehende
pois como e por que lazio se pretende tirar ao
administrador o direito de inspeccionar a alimen-
tago, o conferi-lo exclusivamente ao medico,
que j pelo regulamenlo tem esse direito, oo
exclusivo, mais exerciJo igualmente com o ad-
ministrador, nio por gratificago de 400jOtWris,
mais por dever de seu cargo.
Tratando finalmente dos serventes entende que
tarvez seja conveniente restringir o numero' dos
que actualmente existem no ealabalecimeoto.mais
pao supprinio todos, como propoe a commisso:
os servigos que elles prestam nao pdem ser fei-
tos pelos presos condmnados, taes sao os que
lhes sao destinados fra do estabelecimento, para
oa quaea nao ser prudente chamar os condm-
nados, alm de que este por Ue servico, aa
cooforoidade do que diipoe o regulamenlo, lem
REVISTA DIARIA.
. iIDhl' pe,M ,0 horM o di. comean oe
trabamos do concurso para o provimento dai ca-
deira vaga do inglez do curso preparatorio, an-
nexo faculdade da direito desta cidade.
Palas 8 horas do dia d'amanha, a Exma,
baronesa da Victoria e seus fllhos mandara cele-
brar urna missa pelo repouso eterno do finado
teenle-general baro da Victoria.
Esta eommemoracio piedosa e aniversaria da
I.V, h'me'l0-de'e, ler lugar Da 8reJa de Nos-
sa !>euhora da Conceico dos Militares.
n^. gU' efftV' en le-eoronel Kelly com destino a
d Amazonas onde vai commandar
nha, para que foi nomeado.
Consta-nos que apeoas recebers communicagao
de sua remogio passara S. S-. ocommando dolO
fa e.Spe?," TJ0r'- a quem 8ua' e simultanea-
se Sel055.. e"u e *lud quaot0 "h"a-
r.tL* ,t b8.8t' "" pro*r "igoidade do
referido Sr. tenenle-coronel. mas encheodo de sa-
iisiagao e orgulho aos seos numerosos amigo"
nio e lal todava que lhes arrefeoa as leudos*.
lembrangas de S. S.. a quera a provincia muilo
a preciava quer pelo lado de sua probidade, quer
pelo da pericia militar que dava-se em sua pessoa
A aula particular de instrueco elementar
do sexo feminino. que regido pela Sra. D. Pres-
cua SenhonnhaMeoeze* d'Albuquerque, loi visi-
tada no da 10 do corrente pelo delegado litera-
no respectivo.
Nessa visita,* sendo examinadas algumas alum-
nas. foram litigadas com adiuutamento digno de
atleucao ficaodo satisfeito aquelle funcionario
. A"6 eSlad0' seuna0 informages que
Mr. Mnire.o legislador draconiano da sur-
do-mudez diz Martim no ludo-//usrado en-
ganou-se decididamente ; visto que os factos
vieran dar-lhe un desneudo formal.
O Dr. Bandeloque apreseMou a Acadenia das
Sciencias dous rapazes surdo-mudos. aos quaes
conseguio dar a falculdade de ouvir e fallar E'
verdade que nao ouvem seoo pouco disiiocta-
mente e que sua voz tem alguma cousa de dif-
Ucledeblesa; mas nem por isso o resultado
obtido menos notavel.
O progresan e a cura, cuja possibilidade af-
urmada, bastam para dar animaco a loda essa
classe de desherdados da natureza, aos quaes
Mr Moiere nao duvidara applicar a expressu
lalat do poeta : Lasciate ogni speranza.
Por occasio de um processo em Franca
contra o cura de B..... em cousequeocia deste
goslar de cacar, qual outro Nemrod, Esau, e ou-
lros pastores primitivos, foram Irazidas memo-
ria as dispostges das antigs leis civi e canni-
cas, que prohibam a caga aos ecclesiaslicos.
Deslas citou-se o concilio de Tours em 813 o
de Reinas em 1583 e o de Aix em 1585 e de-
suellas os captulos de Carlos Magno, o edito de
trancisco I, em 1515, acerca das cagas, cujas
prohibigoes foram reproduzidas por Luiz XIV na
ordenanca de 1669, e ordenanga finalnente de
Henrique IV, do mez de Janeiro de 1600.
Urna sentenga dada em 1779 sobre queixa do
duque de Mootansier contra Antonio Mossant
religioso, e Joao Collier, prior de Primaogour'
condemnou a ambos insolidum duzentas libras*
de multas para o rei, e mais dez para o queixo-
so, prohibiodo alm disto aos delioquentes de
cagar e usar de arma, de fogo, sob penas rigo-
rosfls*
Hontem depois de meio dia atirou-se da
pooto velha do Recie ao mar um preto, que nos
dizem ser escravo.
Depois que cahio n'agua, do lado do sul da
ponto, anda veio por duas vezes a or, sumin-
do-sefinal arrastrado pela corrente da mar
que ento vasava.
Anda no dia anterior, isto domingo am in-
dividuo branco langou-se da poute da Boa-vista
ao no ; e nao appareceu mais, sendo certamenle
victima da sua insania.
A proseguir assim, nao sbenos at onde ir
essa raaoia da propria deslruigo, que nos tem
do importada eqe se ra enraizando entre dos.
* ponto de sbrele var-se a todo* os principios
de religiao. moral e instincios animaes 1
Passageiro da barca ingleza clraogeoie,
vinda de Liverpool pela Parahiba. Jamos Hod-
gson, JohD Ward, Joho Rayner, Henry Perrin.
Thomaz Paitz, Thomez Goode e seu Olho.
Passageiros do vapor nacional Igu'arassv
viudas dos portos do norte.r. Francisco Xa-
vier P de Brito e 1 filho, Dr. Pedro de Alcn-
tara Peixoto de Miraud* Veras, sua seohora e
1 lilho menor e 1 escravo. Virgilio de Meoezes
Leal, MaooeUose de Araujo, Antonio Jos Bar-
boza Behiano, Jore Joaquim de Souza, Francis-
co de Paula R. Barros e 1 escravo, Aodr4 Jos
de Oliveira Dionizio Pacheco de Mello, Rezendo
francisco Carneiro, Manoel Antonio de Albu-
querque, Manoel Baptisla Barboza, Miguel Fer-
reira do Nascmento, Paulo Fructuoso Lavares
Jos Lope* Pessoa da Costa, Jos Garca Alves*
da Silva. Bernardo Jos de Araujo, Joo Parei-
ra da Costa Pinto, Aotonio Faustino Cava.'cante
de Mello, Manoel de Azevedo Pontes. Manoel
Pereira da Silv, Maneel de Matas Dourado
Targino Flix de Maeedo, Joo Gomes de Car-
valho Moraes, Antonio da Silva Geianna Jos
Pereira Mata, Jos Ribeiro de Lima, Joaquim da
Silva Coelho, Fraocisco Jos de Almeida. 6 pra-
cas de pret e 1 escravo eotregar
Foram recolhidos casa de deleoco do
da Udesto mez 5 homens e 1 mulher, sendo 4
livres e 2 escravos, a saber : a ordem do Dr. de-
legada da capital 2, a ordem do subdelegado do
Recife 1, a ordem do de Santo Antonio 1, que a
prea Thereza, escrava de Victorioo Jos Fer-
nandos ; ordem do da Boa-vista 1, que vem
a ser o preto Candido, escravo de Manoela The-
reza de Jess ; ordem do dos Afogados 1.
Matauoluo publico.
Malaram-se no dia 16 do corrente, para r>
consumo desta cidade 125 rezas.
No dia 17 do mesno119 ditas.
MORTALIDADE DO DIA 17.
Philomena, Pernambuco, 4 mezea, Santo
oio ; samas.
Pautateao, frica, 50 annos. Boa-vista, escravo
anazarca. *
Izabei, frica. 40 annos, solteira, S. Jos
geslao-cerebral.
Francelino, Pernambuco, 6 annos, Olinda
convulsa.
Francisco, Pernambuco, 6 annos, Recife ; tubr-
culos-pulmonares.
Joaquim, Pernambuco, 4
vermes.
Barbara, Pernambuco, 6 mezes, Recife : eclam-
psia.
Di* 17
Alfredo, Pernambuco, Santo Aotooio
loche.
Mara, frica, 50 annos, solteira. Boa-vista ; mo-
lestia interior.
Angelo Custodio do Espirito Santo, Pernan-
co, 60 annos, viuvo. Boa-vista ; diarrhea.
Aocetalia, Pernambuco, 4 annos, S. Jos .'
vermes.
Aoto-
con-
tosse
annos,
Boa-vista
coque-
DIARIO DE PERNAMBUCO
O vapor Iguarasi, entrado hontem dos porlos
do norte, trouxe-nos jomaos do Cear al 10, e
do Rio Grande do Norte a carta do nosso corres-
pondente da 14 do corrente.
Cear. Tomou posse do. cargo de chefe de
polica da provincia o Sr. Dv. Francisco de Faria
Lemos no dia 6 do corrente.
Achava-se marcado o dia 16do crrente para a
posse do Exm. hispo diocesano, figurando como
seu procurador o visitador Pinto de Mendenca.
Rxo Grande do iVorta.Eia a carta de que tra-
tamos cima :
Para aquelles que suppunham encontrar na
adfflinislracio do Sr. Leio Velloso orna reaccio a
de seu honrado antecessor, neo.Be mostrando ata-
ogradaa as boas esperancas.
A marcha do novo governo vai fazendo crer
que nos pontos caedeaes seca continuador do quo
fea o Sr. Jos Beato, aue, por mais que gritem
gratuitos adversario, oio pode deixar de contar
con a justica da gen le. que si v aa causas j-
mente pelo pruna de pequeos intuifjaa pes-
-
_____


118RJVJRBOM186.
oies, toe 44o reaio, gue
teresses pt*Tl*)i Ti alo est pac ci ee. los
Beato, ooaus palanas i seu re* pello nao pdem
ser ditidas pata conveniencia ale agradar eogo-
\erno; Hl*^o^urto fajante o oeatt pala;
Ihas da conscieocia, que ouoca recusa a
juslica : moralidade e respeitadora da lei nao po-
derao negar que o fosse a administrado, que
ja pertence aos dominios do passado.
Pelo Jaguaribe, qoe d'aqui levou-nos oSr.
Jos Sent nao Ihe escrevemes para dar-lhe no-
ticia do baile, que ao ex-admiaistrador offerta-
ram os seus amigos, atoan doseu eatbarque.
< O baile quedurou at tres horas da madruga-
da, foi muito concorrido, para as torcas de trra ;
tere un bello toast, onde se fizeram muitas sau-
des anlogas, tornando-se nota re a do Sr. Joao
Carlos Wanderley, vulto do partido liberal
inparcial e Ilustrada administracao do Sr. Jos
Bento ; foi um publico protesto contra a gri-
tara, que levantaran por molestar ao ex-admi-
nistrador alguns acontentareis, que era toda a
parte os ha. Apezar de grave molestia de aua
Exm.* senhora, assistio ao baile o Sr. Leao Vel-
loso, retiraado-se, porm, por aquello motivo
antes das 10 horas.
Ao embarque do ex-presideote comparece-
rn! as pessoas oais gradas desta cidade. algu-
mas das quaes Iba zoram companhia at quasi
fra da barra ; entre as quaes o Etm. Sr. Leo
Vellozo, que, careando de todas as attences ao
seu antecessor, dea assim prova do que sabe
comprehender o que a autoridade, e quanto
lucra ella cora esse espirito de solidariedade de
que se devora mostrar embuiJos o que o exer-
cem ; viraos comparar o piocedimeoto do Sr.
Leao Vellozo com o de certo cavalheiro, que ad-
mioislrou esta provincia, o que praticou a de-
licadeza de deixar por maia de urna hora es-
cada o seu aotecossor, que o procurara.
Grave, reconcentrado, como se tem mostra-
do nestes dias o Sr. Leo Vellozo, mas accessivel
djftodos que o procuran), tem captivado com suas
tnaaeiras cortezes o trato ameno.
Nenhum acto ioda praticou em desaccordo
com a administracao passada, apezar de experi-
mentado, como, por exemplo, pela cmara passa-
da desta cidade, que pretenda privar do ezerci-
cio a cmara novamente eleita, pretexto de
h>ver representado ao governo imperial contra
nullidades da eleigo ; S. Exc. cortou-lhe a chi-
c4atn o pisso aos io- maaOLJ. Appatece nos Constiucionaes ns. 63
ef57 ui posaaqoe est esfomeadoequer roer
DMot ayie nao obstante a mgicas do Aposta-
taCosmtf polilaquand o devoraba a canina,
tanto-Ib* o ateaer* de novo pana morder, preve-
mos a cura competente e til, tao ai rem no cos-
tado de quem traz um k-aptitmo to mesquiaho e
ridiculo, como o de ipoatacosmopolita : e,
depois de lar conseguido e co-mmettido tanta
trinpolinice, a gente que nao quer medu-se com
doi creatura uivante, zurrante mugate, tem d
e eotnpaTxio de quem foi j coodemoado per om-
nia teeufo sscuorum.
Ah I esquecia-oos responder a aeguinte per-
guata do cosmopolistaApostata :E o douto
reformador, por qoe aioda nao conseguio o de-
senvolv ment dos premios ? Ora, queridinho 1
porque apparecem entre nos sem annoncio pre-
vio alguns jmenlos to bravios, to eadiabrados,
to zurradores, que para aborda-ios e monta-Ios,
preciso procura-Ios noute, alta omite, am-
cia-los as orelhas, dar-lfies cafuns amanteticos
as bochexas rotondas e depois ; hup, hup, can-
galhaTio espinhaco, freio no dente, e chicote no
rabisteco, esporas ao ventre rotuado e gordqreo-
to, e toca a galopar pelos campos ridos e estu-
pefactos, a syodicar dos feitos heroicos dos rene-
gados da pitria e de Deus.
A vista por tanto 8a montara que flzemos no
jumento apostatacosmopolita, clara a im-
possibilidaoe do desenvolvimenlo da idea dos
premios, compriado-nos, apenas, por hoje, asse-
gurarmos ao jumento apostatacosmopolita qne
nao estamos zangados : ao contrario, nada to
agradavel e divertido, como termos trozos de ri-
so com as tolices dos renegados ; ou passearmos
por dez reis de mel de furo em animaes bravios,
esperaeadores, espantadizos, ardigos, lindinhos,
como o apostatacosmopolita.
15 de juoho.
Um accionista.
l'ltiinas palavras ao Apostata Cosmo-
polista do Constitucional n. 69.
IV
A linguagem baixa, vil e abjecla, consignada
pelo Apostata-Cosmopolita em seu famoso libel-
o do Constitucional o. 67 veio provocar-nos o
mais solemne desprezo, tedio e asea. Nao est
cana, ordenando que dessem a pss sob pena de em nosso cler responder a um jumento rene-
suspenso e respousabilidade, e para o acto estl gado dos seus br'os e fros- 1ue nem ao menos
_.___j j:_ m- i- lava nainila a,Anlkar um n.yjnnji.i,r> an*.n*nun
marcado o dia de amaoha.
Em Papary contina ainJa revolto o mar,
depois da tempestado eleitoral ; pelo que, estan-
do vago o lugar de subdelegado, a presidencia
nomeou para esse cargo a um olliclal de polica,
que satisfitoriamente tem deaempenhado iguaes
coramisses : enteado que foi acertada a provi-
dencia ; porque na localidade ha dous partidos
profundamente extremados porodios inveterados,
sendo um muito maior e outro menor, em nu-
mero e em posico; de qae lado deveriasahir a
autoridade policial? Da minora ? Sena tenla-la
violencia para conseguir pela torca o que Ihe
falta pelo numero. Da maioria? Tenho certeza
de que nao seria geoerosa, porque nunca (oi
u'outras eras.
Tam bem l por Angicos dizem que as rixas
locaes tem produzido um estado anormal, que
se tem traduzido em desacatos as autoridades,
consta-me que urna forja vai para all partir :
ii'aqueila localidade ha pouco tiveram a audacia
de ir a prisao e publicamente soltaren! presos ;
depois tambera em pleno dia espaacaram bu-
caramente a um professor; foram processados
os autores desle facto, os quaes cootando com a
absolvilo, appresentarsm-se para serem julga-
dos na ultima sesso do jury, nio poderam se-
is, por circunstancia que occorreram, e tinham
de ser remeitidos para as cadeias desta capital,
o que s deixou de fazer, por que ha serios re-
ceios por parle do delegado de que sejam toma-
dos pelos prenles e amigos ; a torga vai para
conduz-los.
c O presidente tem'vizitado as repartices, e
estabelecimentos pblicos, e, sob a pre'ssSo de
urna trislisiima crise fluanceira, parece, que
comprebendem que seu prinieiro dever a eco-
noma, e ludo procura fazer nesse seutido, exa-
minfndo e indagando minuciosamente sobre as
despezas reduziveis, as val cortando sem consi-
dengao as pessoas ; o Sr. Leo Velloso parece
desses, que no recuam do curnprimeoto do de-
ver por consideracoes pessoas e nao se impor-
tara de desgostar, comanlo que liquen) bem cora
a conscieocia E' porm mu o estado do hospi-
tal decaridade cargo da provincia, e nomeara
urna comraissao para examina-lo e proporas re-
formas de que precisar. Autorisado por le pro-
vincial j reduziu o corpo policial, e supprimiu
a illumioagao publica, no que houve grande
economa ; vai tambem tomando a providencia
de remover para as cadeiras vagas das villas os
professores de povoados pouco importantes fre-
quemados por menos de 20 alumnos ; aioda as-
sim ha grandes dilBculdades vencer : esta pro-
vincia, que em 1853 leve de renda 360:0009000
rs., ve hoje sua receita muito reduzida, e car-
regado cora urna divida maior de oileata cootos.
A assembla encerrou-se hontem, e justo
dizer, que procurou fazer seu dever, ao menos
atteadeu a situago econmica da provincia, e
consideravelmeote reduziu a despeza ; a lei do
orgaraenlo pajsou. caso raro sem um s eo-
"ierto ; e urna leizinha de favor deixou de ser
sanecionada pelo Sr. Leao Velloso ; era pouca
cousa, apenas urna aposentadoria.
P. S. O Iguarass, que esta devia condu-
zr-lhe, demorou-se alm do lempo do costume,
perqu dizem que se est fabricando no Granja,
von, pois, accrescentar-le alguma cousa mais.
No dia 7 enlrou neste porto, arribada, a
barca Atrevida, que dahi sahio, com direcgo
Fernando de Noronha.carregada de presos, dizem,
que nao poderam alcanc.ar este porto, senao
depois de eminente perigo, occasiooado pelo
t^mpoe pelo mo estado do navio, que precisa
de fabrico; o coronel Burlamaqui pedio provi-
dencias a presidencia para desembarque dos pre-
sos, que immediatamente foram recolhidos for-
taleza dos Reis Magos ; onde entretanto nao ha
muita seguraoga, um perigo a estada de tan-
tos presos alli.
Tambem no dia 7 correu nesta cidade que
havia naufragado um navio nos baixos de Mara-
caja ; verificado o facto iveiose ao conhecimen-
to de que era a barcaCarolinevinda de Bos-
ton, que alli dando sobre uns baixos, ficou sera
o leme, mas Iivre do perigo, fuodeou dentro do
canat.
Segundo Ihe disse a nova cmara da capital
oiuou posse do dia 8 com as formalidades do
estylo.
que at este porto a bares Caroline, mas nao con-
seguio totalmente i falta de cabos, Picando o na-
vio a urna legua desta cidade, donde otrouxe o
Iguarass.
Nao sei para que ee tem aqui urna capitaoia
de porto, quando de nenhum recurso dispe ella
para soceorro em casos de naufragios ; os quaea
sao tao frequentes em nosso littoral.
leve pejode escolher uta pseudonymo asqueroso
para representar como os histries___viles, in-
dignos e repelientes, que fugindo vergoohosa-
meotedo campo da discusso ao Gabinete, aca-
ban) de baier em retirada derrotados no campo
da imprensa moralisiddra.
Chamamos a attencao dos ioteressados para a
lei tura de oossaspublicages de priacipios justos,
serios e graves ; la respeito da palavra Institu-
to ; 2o da uecessidade de um jornal no Institu-
to ; 3 da utilidade dos premios; 4o da necessida-
de e utilidade da criagao de aigumas cadeiras no
mesmo Instituto : e o publico sensato e honesto
que julgue de oossas ideas, e da maneira vil, tor-
pe eabjecta, do procedtmento indigno e despre-
sivel, da derrota vergonhosa e miseranda do Apos-
tata Cosmopolita em todo esse negocio.
Aprenda mais o infeliz Apostata Cosmopolita
que, entre nos anda ha quem, a um jumento in-
solente e audacioso, tome contas, facs-o cotrar
na senda da boa educagao, e obrgue-o a des-
manchar o congote atoucinhado, o abdomen ro-
tundo a sebelo, e o carao alaloado e desbrioso,
com ligdes que sempre Ihe ho de lembrar per
omnia scula seculorum. Veremos, porque ful
gamos em v-los humilhados e arrependidos pe-
direm perdo das injurias, como procede o ju-
mentoApostata Cosmopolitae se, tomando ao
serio a correcgo que Ihe animou o costado, como
o latego que Ihe cogou o rabisteco, entrar oa sen-
da do bem virer. Venha, pois, o infeliz contric-
to e humilhadoApostata Cosmopolitademons-
trar : Io, a inutilidade, 2, a de3necessariedado
do Iostituto, do jornal, dos premios e das cadei-
ras, que a queslao, e nos Ihe a [Raneamos acom-
panha-lo a Penha de cilicios. No eotanto esti-
mamos que, o Apostata Cosmopolita v de dia
era dia. forga de penitencia, alliviando. a ma-
china pesada e rotuuda de to graves, quo abo-
minareis apostasias.
At logo, querido que te cris jumento, reco-
nhecenio publicamente arrieiro que le ensine,
17 de jnaho.
Um accionista.
tas manifeslagoes do9 seotimealos queme oecu-
pam, e faro espeeial faror ao seu ctatlinte
leitor
Joviniano Rodrigues da Siha ManM.
Racif, 17 de juDhodelSM.
COMMERCIO.
214:5189546
23421J980
Rendimento do dia 1 a 15.
dem do dia 17. .
7:940fSM
Movimento da alandega
Volumes entrados com fazendas.. 132
> com gneros.. 307
------439
53
117
170
Volumes sabidos com fazendas..
com gneros..
Descarregam hoje 18 de junho.
Brigne inglezGreeianfazendas.
Brigue brasileiroBom Amigogneros do paiz;
Briguo escuna brasileiroGraciosadiversos g-
neros.
Barca portuguesaFlor da Maiasal.
Barca inglezaMirandabacalbo.
Bsrca inglezaBonitacarro.
Brigue hamburguezGeorgecarvo o taboado.
Brigue ingiezValidmachioismo.
Brigue ioglezWitlingtontrilbos de ferro.
Barca inglezaGangesidem.
Brigue inglezAnligu-Pachtcarvo.
Polaca nespanhola Chronometro carne de
charque.
Polaca hespanholaEsmeraldaidem.
Polaca hespanholaIndiaidem.
Polaca hespanholaDespegadaidem.
Sumaca hespanholaAnillaidem.
Escuna portuguesaMaria da Gloriaceblas e
btalas.
lmportac&o.
O hiate nacional Bom Amigo, vindo de Ma-
can, consignado, manifestou o seguinte :
415 alqueires sal, 3 barris azeite de peixe, 1
dita sebo, 13 couros salgados, 60 coorinhos com
cabello, 18 saceos milho, 1 barrica feijo, 1 paco-
le linguigas, 1 gigo queixos de qualha, 2 molhos
falha de carnauba ; a ordem.
0 vapor nacional Iguarass, predeote dos por-
tos do norte, manifesiou o seguinte :
14 saceos e 13 barricas feijo e 2 canoas ; a
Tasso & Irmos.
14 saceos e 9 barricas cera de carnauba. 56
molhos couriohos, 10 meios de sola ; a Silva
Baslos Vieira.
2caixotes igoora-se ; a Manoel Ignacio de Oh-
veira.
1 dito e 1 encapado ; a Figueiredo & Irmos.
3 barricas carne o queijos ; a ordem.
E vporia vio
Dia 15 de junbo.
Barca nacional Recite, para os portos do Rio
da Prata, carrega :
Manoel Gongalves da Silva, 400 barricas com
2,837 arrobas e 20 Hbras.
Patacho portuguez Lima, para Ilha de S. Mi-
guel, carrega :
Joo do Reg Lima, 9 rollos de Jacaranda.
Beccbedoria d rendas Internas
geraes de Pernambaeo.
Rendimento do dia 1 a 15. 20:5589914
idem do dia 17.......3:9679989
24:526j903
A memoria de Manoel Pereira Teixeira.
Haooucos dias baixou a sepultura um hornero
disttoclo, em cujo carcter eslava gravado o lypo
da mais pura probidade ehoaradez. Maaol Pe-
reita Teixeira era esse homem de quem falla-
mos, to recommendavel por suas preciosas qua-
lidades no mundo social, como pela consumada
pericia e iotelligeucia que desenvolva em sua
protisso. Como cidado e pai de familia, era
elle um modelo incorruptivel e digno de todo o
respeito: e se o coosiderar-mos em sua nobre
missao, ao exercicio de sua arte, ludo nos leva a
convencer-nos de que sempre cumpriu os seus
deveres com a mais restricta pontualidade. A-
roigo dedicado, Teixeira nio se esqueceu um s
momento dos lagos que por mais de um titulo o
prendiam a esta provincia,"da qual, se nao era
filho por nascimento, o foi sempre, e do modo
mais notavel, adopgo e alecto. O que elle fez
em prol de muitas familias pobres e honestas,
que o procuravam nos seas padecimeolos e afflc-
ges, nioguem o ignora ; e por isto mesme a
sua morte foi e ser constantemente deplorada
na effuso do mais iotimo sentimento.
Nos que cooheciamosde perto, e que tanto a-
preciamos as suas raras virtudes, vimos hoje pa-
gar-lhe o ultimo tributo do nosso recoobecimen-
toe amizade ; e rogaado a Deus por sua alma,
depomos sobre o seu tmulo urna saudade, que
nos sahe do coragao viva e sincera.
Correspondencias.
Consalado provincial.
endimento do dia 1 a 15. 39.3303293
dem do dia 17.......4:443j988
43:674*281
Ponte dos Carvalhos 679$ por ano.
Tacaruna 4149 por aono.
As arreaoatagM serlo feiCat por lempo de 3
asmes, a contar do 1* de julfaa dv eerreste ana
a 3de jonho.de 1864.
As pessoas que se propozerem a estas arrema-
taces coaparegam na aala das sessoes da mesma
funt, no dia cima declarado, pelo meio dia,
teodo lugar as habilitages do dia 20.
E para constar se mandn affiur o presente e
petHicar peto Pierio.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 17 da junho de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annunciaglo.
Joao Beptista de Castre e Silva, comaseodadorde
ordem da Rosa, e inspector da tbesouraria de
fazenda de Peroambuee, porS. M. I., que Deus
guarde. '
Pago saber a todos os habitantes desta provin-
cia, que ora virtude de ordem circular do the-
souro d. 39 de 4 do correte mez se substitu rao
Desta thesoiirirla, a horas de seu espediente, as
notas de 1009 e 2004 da 1' estampa, papel bran-
co. Esta substituico se realisari desta dala ao
fim de dezembro desle asno valor por valor ; do
1" de Janeiro de 1862 porm em diante se fari
ella com o descont legal de 10 por cento em ca-
da mez, de modo que no 1* deoulubro do dito
aono de 1862 nao terao mais valor algum as re-
feridas Dotas.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco l de
juoho de 1861.
* Joo Baptista de Csstro e Silva.
O Illm. Sr. inspector dajthesouraria de a-
zeoda desta provincia, era cumprimenlo da ordem
do thesouro, de 6 de maio ultimo, manda iazer
publico, que Gca aberto, para o dia 29 de julho
prximo seguinte, novo concurso para preenchi-
menlo dos lagares de praticante de alfaodega
desta misma provincia, coraegando os exames s
10 horas da aianha sobre as seguintes materias:
1." grammstica da nigua verncula, leitura e
escripta conecta e corrale ; 2 theoria da es-
cripturacao mercantil por partidas simples e do-
bradas, esuas applicagoes ao commercio, e a ad-
minisiracao de fazenda ; 3.a arilbmetica e suas
applicagoes ao commercio, com especialidade a
reduegao dos pesos e medidas nacionaes e es-
trangeiros, calculo de descont e juros simples]e
composlos, theorias de cambios e suas applica-
goes ; 4 a nogoes de algebra ; 5." traduegao cor-
recta das lioguas ingleza e franceza, ou pelo rae-
nos da ultima ; 6." principios gerses, de geo-
graphia, de historia do Brasil e de estalistica com-
mercial.
Aquelles que pretenderem ser adcoiltidos ao
coocurso, devero previamente provar, que leem
18 aooos completos, de idade, que eslo livres de
culpa e pena, e que teem bom comportamento.
Secretaria da thesouraria de fizenda de Per-
nambuco, 4 de junho de 1861.Ser viudo de of-
cial-maior, Luiz Francisco deS. Paio e Silva.
Declarado >3.
MoYimento do porto.
JVaetos entrados no dia 16.
Havre32 dias, galera franceza Adel, d 372 to-
neladas, capitao Gallier, equipagem 17, csrga
fazendas e mais gneros ; a Tisset frere & C.
Terra Nova32 dias, barca ingleza Miranda, de
340 toneladas, capitao John W. Syraoods, equi-
pasen) 16, carga 3,840 barricas com bacslho ;
a Sauoders Brothers & C.
Ass17 dias, hiale nacional Bom Amigo, de
78 toneladas, capitao Manoel Jos Pereira U-
rinho, equipagem 7, carga sal; a Joo Baptista
dos Santos Lobo.
Plavivs sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeirobarca americana Azelia, capilo
Thoraaz D. Davis; em lastro.
Rio de Jaoeiro, brigue hamburguez Buenos-iy-
res, capitao N. E. Aharem ; em lastro.
Liverpool pela Parahibabarca iogleza Imogenie
capitao W. Williams; era lastro.
Observaco.
Fundeou oo lamaro urna sumaca hespanhola,
mas nao teve communicagio cora a trra.
Yodo entrados no dia 17.
Rio de Janeiro12 dias crvela nacional piran-
ga, commandante Io lente Jos Haximiaon
de Mello Alvio.
Portos do Norte6 dias vapor naciooal Iguaras-
s, commaodante 2o leneote Joaquim Alves
Moreira.
Lisboa36 dias patacho porluguez Maria da Glo-
ria, de 184 looeladas, capitao Antonio de Bar-
ros Valenle, equipagem 12, carga vinho e mais
gneros : a Francisco S. Rabello & Filho.
Barcelona41 dias sumaca hespanhola itsa, do
106 looeladas. capilo Boaveotura Mareslaoy
equipasen) 10. carga viaho e mais geueros ; a
N. O. Bieber & C.
Nao houveram sahidas.
Conimunicados.
Ensino publico do ApostataCosmo-
polita do Constitucional n. 67.
m
E'poca admiraveloa qual os histries represen-
tara jocosamente na imprensa, esta que vai cor-
reado I O muado por essa circumstaocia como
confessa o Apostata Cosmopolita, vai que
urna lastima ; os horisootes, quer polticos,
quer Iliterarios, quersociaes, quer noenstno pu-
blico, estao-se nublando de orna maneira tal, que
camiohamosa passos largos para am grande di-
luvio : as cousas vo mas, e sobre ludo a canalha
j rosna ao ver que os histries deixaram os cir-
cos pelo campo moralisador da impreosa enca-
potados em ApostatasCosmopolitas.
Os renegadosCosmopolitasesto a fazer ge-
vner os prelos, provando com a sua doutrina de
profundissima profundidade chocarreira, que der-
rotados vergoohosamente no seio do gabinete,
baldos de razo e iocapazes de qaalquer discussi
4ria e grave, fulminados pelo senso commum.
pelo espectculo nauseante que esto daodo a
urna nago amiga, acabam de provar com smbtm-
ca que os moloques nao sao amente os que tem
a pelle negra I Bravo I isto que tabenca cos-
mopolistaapostatadea taes degenerados.
Mas no meio dessa comediaapostatacosmo-
polita, o que nao podemos levar a paciencia a
geole doula e sensata fulminar aos hittrides rene-
gados dos foros de alera mar, qae o'uma quadra
como a actual, se vem expontaneamente offerecar
o riso sarcastico ao tedio, a asea de nacionaes e
ea'.raogeiros. -
A propsito de Apostata.A proposite de Cos-
Srs. redactores.Pela primeira vez veaho oc-
cuparum espago as columnas de vosso estima-
vel jornal, e por isso pego desculpa para o natu-
ral acanhameolo, que se notar em cada ama de
michas phrases; acanhamento que procure! ven-
cer, pelo dever que me corre de patentear os
meus sinceros agradecmenlos aos Illms. Srs. Dr.
Manool Francisco Teixeira, eEstevo Jorge Bip-
tista.
Para tornar salientes os sentimentos da huma-
nidade, que ornam esles illustres cavalheiros,
apar deum corago verdadeiramenle chrislo, e
como taes recommendados a estima e considera-
gao publica.; nao necessito recorrer a termos
pomposos e a rhetoricos floriados; bastam os (ac-
tos, arma contra a qual sao impotentes todas as
outras.
E por tanto, Srs. redactores, pedindo venia a
to charos amigos, se por veolura oliendo sua
modestia, com a Dublicago destas toscas lionas ;
passu a narrar o facto, qae me Irouxe a maior
conviego de grande conceito queja formava, das
excellentes virtudes, desses illustres cidadaos
nio esqueceno o direito, que por elle adquiri-
rn! meu eterno reconhcimento.
Ei-lo, hootem pelas 8 X horas da maoha vol-
tava em urna lancha de bordo de um navio, que
acabava de sahir, o nosso escravo de nome Agos-
tinho, o quando depois de ter atado a lancha,
se propunhs, em umi jangadinha, a alcangar
costa no lugar de Fora de Portas, foi accommetli-
do por urna collica to violenta, que o fez lom-
bar sobre o frgil barco, e precipitar-se n'agoa,
desaparecendo iostaotaoeameote de sua superfi-
cie. Immediatamente correram a soccorr-lo
diversas pessoas que se achavam a beira mar; e
a seus esforgos, devo, o ser recolhido o infeUz
Agoslinho depois, de um bom quarto de hora de
continuo trabalho, sem que foss encontrado.
Collocado, pois como inanimado sobre urna
jangada, recooheceu nelle, o Sr. Estevo Jorge
Baptista, signaes de vida, e logo o fez conduzir
para a nossa tasa, onde comparecendo o Sr. Dr.
Manoel Francisco Teixeira, a mea convite, foi
por este hbil, e iafaligavel professor receado,
e por elle mesmo, ajudsdo do Sr. Estevo, e
mais pessoas de minhi familia, applicados os
medicamentos e feilaa todas as opersedes, que a
arte prescreve para taes casos ; cabendo ao Sr.
Dr. Teixeira, ao cabo de 4 e meia horaa, a gloria
de ter reanimado os principios itaes do infeliz
Agostinho, que durante este periodo permaneca
como morlo.
Receba pois o Sr. Dr. Manuel Francisco Tei-
xeira. e o Sr. Estevo Jorge Baptista, e mais pes-
soas, que se dignaran acudir ao infeliz Agos-
tioho. es aoeue humildes agradecimientos: a par
da gloria de lerem praticadq am acto verdadei-
{
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A noitede aguaceiros, veoto SEvariavel de in-
tensidade e assim amanbeceu.
OSCILAr.A Da HAR.
Preamaras 11 h. 6' da manha, altura 5.8 p.
Baixamar as 5 h. 18' da tarde, altura 2,2 o.
Observatorio do arsenal de marioha' 17 dn u.
nho de 1861. J
Romano Stkpple,
Io lente.
dilaes.
ramete humioitario.
Queiram Srs. redactores
dar pablicidade a
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que a arremata-
gao dos pedagios das pantos do Cachang e Bu-
jary, fei transferida para o dia 20 do correte.
E pera constar se mandou affixar o presante e
publicar pelo Diarlo.
Secretaria da Uwsouraria provincial de Per-
nambuco 14 de junho de 1861.
I ,0 secretario,
I A. F. d'Annunciago.
i, O Illm. Sr. inspector da thesouraria provieclal
em cumprimenlo da ordem do Exea. Sr. preai-
deote da provincia, miada fazer publica, que no
da 25 do correte, vai novamente a prega para
ser arrematado a qoem maia dr, o rendimento
dos pedagios das barreiras abaixo mencionadas,
com o abatimento da quarta parte
Jeboatio 2:ie por anno.
Pela subdelegada de Santo Antonio da ci-
dade do Recife foi apprehendido um preto, tarde
da noite, por desconanga de estar fgido, de no-
me Fausto, que dlsse ser escravo do Dr* Braa -
do: qnem for seu legitimo dono, comparega
neste juizo para llre ser entregue Villaga,
Subdelegado.
Pela subdelegacia de S. Jos do Recife se
faz publico, a quera interessar possa, que do dia
8 do corrate fra aprehendido por esta subdele-
gacia um auarto pedrez ; e que hootem o criou-
lo Loureoco Pereira do Carmo trouxera a esta
mesma subdelegacia um bahu de (landres, e urna
caixa de chapeo, declarando serem estes objectos
perienceotes a um passageiro do vaporvia do
do norte.
Subdelegacia de S. Jos do Recife 18 de junbo
de 1861. Jos Antonio Piolo.
O Qscal da freguezia de Santo Antonio des-
ta cidade, faz scienle aos parochianos da mesma
freguezia, o artigo abaixo transcripto.
Posturas de 20 de julho de 1860.
Art. 2. Fica inteiramente prohibido o costu-
me de se fazerem fogueiras nesla cidade por oc-
casio das festividades de Santo Antonio, S. Joo
e S. Pedro, e ero outros qua*squer dias : o con-
traventor pagar a multa de 20g, e o duplo na
reincidencia.
Fiscalisago da freguezia de Santo Autonio do
Rtcife 15 de junho de 1861.O fiscal,
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
. 1*"l suopiouLa am aiercicia da fregue-
zia de Sao Fre Pedro Gongalves do Recife, pa-
ra sciencia de seus parochianos faz publico o ar-
tigo abaixa transcripto:
Arl. 2. Fica inteiramente prohibido o C03tu-
me de se fazerem fogueiras uesta cidade por oc-
casio das festividades de S. Aotonio, S. Joo e
S. Pedro e em outros quaesquer dias: o contra-
veotor pagar a multa de 20} e o duplo na reio-
cidencia.
Fiscalisago da freguezia de S. Fre Pedro
Gongalves do Recife, 16 de juoho de 1861.
O Oscal suppleote,
Manoel Antonio Ferreira Gomes.
SOCIEDADE BASCARA.
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
Sacam e tomara saques sobre as pragas do Rio
de Janeiro e Para.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no ari. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno findo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4- mezes a contar desta data, a
substituico das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.'
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
francisco Joao de Barros.
Subdelegacia de S. Jos.
Faz-se publico que hootem ooite fra encon-
trado perdido na ra Imperial o raoleque Joa-
quim, que dit ser escravo de Jos da Costa, mo-
rador na Entrada Nova : quem ae julgar com di-
reito a elle dirija-se a subdelegacia de S. Jos.
Recife, 13 de juoho de 1861.
Consulado da repblica
argentina.
Com a deploravel noticia da ^anniquillagSo di
cidade de Mendoza por causa deum torrivel ter-
remoto (como notorio) que a reduzio em poneos
minutos um mootao de ruinas, debaixo das
quaes foram sepultados mais de dous tergos da
sua populago ; o abaixo firmado, cnsul da re-
pblica oesta cidade, tem iniciado urna subs-
cripeo coro o fim de alliviar da desgraga os que
Jjemem na miseria e orphandade, salvos de to
violada catastropbe. A supplica que se faz a
todos os cidades desta cidade, e com especialida-
de ao corpo commercial da praga qoa entretem
to importantes relacoea mercan'tis com a rep-
blica, me deixa persuadido de qae todos os se-
nhores ae prestaro a subscrever, cada um com
a semma que possa para fim tao humanitario
imitando o que jase tem procedido em outras
provincias do imperio. Para o que pode se assig-
nar na aaaociagao da praga do commercio, neste
consulado, ra da Cruz o. 3, e assim tambem em
qualquer outra parte em que o promovam os
amantes da humaoidade, a pedido deste con-
sulado. Recife 1 de junho de 1861.
Jos Joo d Amorim.
Consulado provincial.
Pela mera do consulado provincial se faz pu-
blico aos propTietarios dos predios urbanos das
fr'WUMMa deata cidad* e da dos A togados, que
oe 30 dias uleis para o pagamento & bocea do
cofre do segundo semestre da dcima do aono fl-
nancewo de 1869 a 1861, ae prioci piara acontar
do dia 1.* da junho viodouro, ieando sojeitoa
multa de 3 0/0 os que pagaren depois de Ande
es ditas 30 das..
Meas do consulado provincial da Pernambuoo
ti de maio de 1861.
Antonio Garnelro Machado Rios.
CK*"rtfco administrativo.
O eotrselL,o administrativo, para lornecimento
de arsenal dO guerra, tea de compra* os objectos
seforotes r
Para o 9* ba talho de iafaotaria de liana.
8 pecas de de fita encarnada com duas pollega
das de largare.
6 pegas deflta brenca coa dnas pollegadas de
largura.
Para o completo' do farJsmento do 8 batalho de
infamara e diversoseorpos.
135 varas de cordie prete de retn.
40 botoes grandes de metal prateado com o n.
8dourado.
55 grosas de botes pretos de osso.
500 pares de colebetes pretos.
Para proviroenlo dos armazens do arsenal de
guerra.
50 arrobas de plvora grossa.
?00 ditas de dita fina.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as snas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 2t do
corrale mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fotoecimento do arsenal de guerra. 14 de
juoho de 1891.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Repartidlo da polica.
Primeira secgo.Secretaria da polica de Per-
nambuco, 12 de juoho de 1861.
O Illm. Sr. Dr- ohefe de polica manda fazer
publico, para Cbohecimento de quem possa per-
tencer, os oflicios seguales, que Ihe forao diri-
gidos pelo Dr. chele de polica da provincia da
Parahiba, e pelo subdelegado da freguezia ds
Varzea.
a Secretaria da polica da Parahiba, 25 de maio
oe 1861.
Illm. Sr.Tendo sido preso nesta provincia
o prelo Aotooio, que dk ser escravo de Joao
Baptista Uollandez, morador oessa capital, de
cojo poder fugira ha nove mezes, como V. S.
vera do interrogatorio junto, o communico a V.
S., para que se digne de o fazer constar ao men-
ciouido senhor do dito escravo, alim de que o
mande buscar pagando as despezas que com o
mesmo se houver feito.
Dos guarde a V. S.Ilion. Sr. Dr. chefe de
polica de Pernambuco.O chefe de polica Ma-
Mel Jos da Silva Neiva. >
Illm. Sr. Remetto preseoga de V. S. o
individuo que diz chamar-se Jos Francisco dos
Santos, por andar vagando pela estrada novado
Cachapg, com am cavallopela mao. o qual lica
depositado neste juizo, e sendo este iodividuo
por mim interrogado, colligi de suas respostas :
que escravo.
Daos guarde a V. S. Subdelegacia da fre-
guezia da Varzea, 12 de maio de 1861.Illm. Sr.
De, Tristo de Alencar Araripe, dignissimo chefe !
depolici desta provincia.O subdelegado, Jos
Crrela Leal.
0 oflicial serviodo de secretario, Jos Xavier
Faustino Ramos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para foraecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
8 duzias de taboas de amarello de assoalho de
15 a 18 pollegadas de largura.
6 duzias de ditas de dilo de forro de 15 a 18
pollegadas.
6 serrs bragaes pequeBas com 4 palmos de
comprimento.
Cobre em lengol de 13 a 14 libras arrobas 3.
Para a fortaleza de Tamaodar.
Bandira imperial, de cinco pannos de filete 1,
adrica para a dita com 20 bracas 1, um mastro
para a dita 1.
Para o 2 batalho de infantera.
4 panellas de ferro estaohadas para 50 rragas
cada urna.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretara do
cODselho, s 10 horas da manba do dia 19 do
crreme mez.
Sala das sessoes do cooselbo administrativo,
par foroecimeoto do arsenal de guerra, 12 de
junho de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino
Companhia do Beberibe.
No dia 21 do corrente pelas 12 horas
do dia tera'lugar novamente no escrip-
torio da companhia ra do Cabuga' n.
16, a arrematacao do rendimento dos
chafar izes e bicas por bairros ou totali-
dade e por espacode 1 a tres annos, sob
as bazes abaixo transcriptas e mais con-
diccoes patentes no escriptorio ; os Srs.
licitantes comparecam com seus fiado-
res ou deca racao dos mesmos no men-
cionado dia devendo ser as propostas por
escripto.
Bazes sobre as qaaes se deve laucar.
Bairro do Recife.
Chafariz e bica do caes da al -
andega. .
Dito da ra da Cruz. .
Dito da ra do Bi um. .
Dito do Forte do Mattos e
bica.......2:898$8*0
Com todo o seu apparato e machinismo.
Terminar o espectculo com a graciosa co-
medie em na acto,
FEIO DO CORPO E BONITO DAUSA
Comegar s 7 X. horas;
As pessoas qoe fizeram encommendas podem
heatr" 8CaHas dMde J ao ewriptorio do
Avisos naritimos.
FM
Rio de Janeiro
segu com toda a brevidade a barca Msthilde
por ter metade do seu carregameoto engajado :
para o restante, trata-se com Manoel Alves Guer-
ra, na roa do Trapiche n. 14, ou com o capitao-
Jos Ferreira Piolo.
.'
COMPANHIA BRASILEiRA
OE
O vapor naciooat Paran, commandante o ca--
piao leneote Jos Leopoldo de Noronha Tor-
rezao, esperado dos portos do norte at o da)
22 do corrente, o qual dnpois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sul.
Desde j- recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o- vapor poder cuoduzir a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada al as 3
horas da tarde, dinheiro a frete, eacommeodas e
passageiros at o dia da sahida as 3 horas : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
alendes.
Lisboa.
O patacho portuguez aMara de Gloria pretena
de sahir no di 29 do corrale por ter o seu car-
regamenlo prompto : para passageiros someot-
trata-secoru os consignatarios F. S. Rabello A-
Filho, largo da Aesembla n, 12..
Para o Rio d Ja-
neiro
A veleira barca nacional Jrts seguir no dia 25
do correte, recebealguma carga mida, e escra-
vos a frete trala-se cora AntunesGuimares & C
no Forte do Mallos, trapiche do baro do Livra-
menlo n. 15.
Para Lisboa Porto.
Dever seguir com brevidade a barca portugue-
za Furmosa de primeira marcha, que de?e che-
gar nestes dias do Rio de Janeiro : lem excelleo-
tes BCcommodagoes para passageiro, e acha-se
prompto quasi todo o carregamenlo Para o res-
tante da carga e pas&ageiros. trata-se com Maeoet
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
to, escriptorio.
I*ara
dio de Janeiro,
segu nestes dias o palhabote aArtista, recebe
escravos a frete : a tratar com Caetaiio Cyriaco
daC M. ao lado do Corpo Santo n. 25, ou eom
o capilo Joaquim Jos Alves das Neves.
Baha.
A escuna nacional Carlota, capitao Luciano
! Alves da Conceico, sahe para a Baha em pon-
eos dias, para aguraa carga que anda aode r-
jceber trata-se com Fraocisco L. O. Azevedo, ra
da Madre de Dos n. 12.
O patacho portuguez Mara esperado da
i Baha a todos os momentos, e seguir em poucos
das ; pode aioda receber alguma carga e passa-
! geiros: tratase com os evosignatarios Marques,
i Barros & C, largo do Corpo Saoto n. 6.
5:565^550
6:883^557
5:751^072
CjIPAMIU PER^AIBIIGAKA
M
iavegacaocosteiraavapor
O vapor Persinunga, commandante Moura.
segu viagem para os portos do sul no dia 2u
do correnta as 4 horas da larde. Recebe carga
j at o dia 19 ao meio dia. Encommendas, pas-
i sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida s
i 9 horas : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
18:898^999
Bairro de Santo Ahtonio.
Chatari- dolirgo do Carmo. 8:47*^130
Dito do largo do Paraizo. 6:9860172
Dito do largo do Passeio
Publico......
Dito da ra do Sol. .
Dito da ra da Concordia.
5:389$652
5:1760092
5:175^995
COMPANHIA .,ERY4MBICA.Y4
?
25:200^059
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz do caes do Capi-
baribe e bica do mesmo. 5:8170000
Dito da caixa d'agjda ra
dos Pires......5:1890300
Ditodapraca da Boa-Vist. 5:0400525
Dito do largo da Soledade. 7620775
16;8O906OO
Escriptorio da companhia do Beberi-
be 17 de junho de 1861.O secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
^_ EMPREZA-GEHMANO.
Beelta extraordtnari Mvre de as-
srigmsMsira.
Para satiafazer as muitas encommendas de ca-
marotes de pessoas que air.da pi viram o dra-
ma OS MILAGRSS DE SANTO ANTONIO -,
o emprezario v-s obrigado a repeti-lo ainda
ata ves, que ser a ultima.
Terca-feira i8de5nnho.
Depois que a orchestra executar urna essolhida
ouvertura, representar-se-ha o magaifioo mys-
terio em quilco actos e maii dous quadroa
GABRIEL E LISBEL
0TJOS
IIUGSES DE SANTO AHTOHW.
51 Navegafao costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu'. Aracaty, Ceara'.
0 vapor Iguarass, commaudaote Moreira,
sahir para os portos do norte at o Cear no
dra 22 do corrente s 5 horas da tarde. Recebe-
carga al o dia 21 ao truio dia. Eocommenda9,
passageiros e dinheiro a frete al o dia da sahida
as 2 horas: escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem coohecido brigue naciooal Ve-
los, pretende seguir com muila brevidade, tem
parte de seu carregameoto prompto, para o resto
que Ihe falta irala-se com os seus coosigoatarios
Azevedo & Mendes, do seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Leiloes.
LEILO
Quinta-feira 20 do corrate.
PELO AGENTE
o i un u
DE
70 canastras com alhos de 100 maunqas.
A barra cea toocinho.
6 barricas com nozas.
20 latas com tabaeo simonte.
Urna porQao de saceos vazios de farioha de man-
sMoca.
O referida agenta andar am leilao publico
por coala e risco de quem perteacec os diversoa



ftlji
w






DIARIO W ffinOMCOO.. TEBC&. fUli II DC JORBQ SE 1811.
eneroscima para iiqnidajao de factura, em um
ou majg lotes a vootade : quinta-feira 20 do cr-
rente pelas 10 horas da manha na porta do ar-
mazem do Sr. Annes defronte da alfandega.
LEILAO
DE
1 cabriole! e 4 cavallos.
Segunda-feira 17 do corrente
Antnnes far leilo em seu armazem na ra do
Imperador d. 73, de um bom cabnolet de 2 rodas
e 4 cavallos, tudo sem reserva de preco. as 11
horas do referido dia.
Piano.
Leilo
No dia 18 do corrente.
Evaristo far leilo por autorrsagao do Exm.
Sr. juiz do commercio a requerimento dos de-
positarios da massa fallida de Machado & Souzs.
de um eicellenle cavallo muiio bou, estradeiro e
bastante carnudo e por isso muito proprio dos
passeos da festa, para algum rapaz de bom gos-
lo. No mesmo dia cima no ra do Vicario nu-
mero 22.
Terca-feira 18 do correte as
11 horas do dia,
NA
Ra do Vigario n, 10.
De um cairo e um cabriolet com to
dos osarretos, lanternas, bons, eixos,
sendo o carro um dos melhores que ha,
visto accommodar 4 senhoras a gosto
com baloes sem amarrotar os seus ves-
tidos, largo, boas molas; o cabriolet
-um dos melhores sendo de duas rodas,
alto, muito elegante, volta Lnteira, os
dia na agencia de Vicente Camargo na
ra do Vigario n. 10. aonde sera' o dito
leilao.
LEILAO
O agente Hyppolito fara' leilao de
200 saceos com farinha de mandioca,
endo quesera' vendida ao correr do
martello : quarta-feira 19 do corrente
as 11 horas em ponto no Forte do Mat-
tos armazem alfandegado do barao do
Livramento.
LEILAO
DE
MOVIS
At a sabida do primeiro vapor -pita 0 sul quer-
r compr um piano, que sirva pm ge co^ar
111a- 'J^Ca : 2Uem u7'f Pode comparecer
at o da eaeijue sabir o primeiro vapor para o
sul. ra dcfQueimado n. ?., 30 an(JarH *
.~f.f anB"eni da,,rua ^'cruz 0.33, precisa-
re fallar o sr. Lydio Aleiriaono Bandeira de
ello, para desfazer ra engao.
Attenco.
r?U uherme A"tonio e Sequeira, participa ao
respeiwttl publico, e com especialidade ao cor-
po do commercio, que deixou de ser seu socio na
sooiedade que exista de Siqoeira & Campos na
ra estrena do Rosario o. 2, Jos Ferreira Pinto
ae i-ampos. desde o dia 11 do presente mez, fi-
cando a cargo do abaixo asignado o activo e pas-
svo da rnesma dita casa-? e para conhecimento
de todos declaro por este jornal.
Peruambuco 15 de jucho de 1861.
___ Guilhernn Antonio de Sequeira.
A baroneza da Victoria, seus ti-
Ihos Jos Joaquina Coelho, Joaquim
Coelho, Horacio Coelho, Demetrio
Coelho, Virgilio Coelho, Joaquina
Coelho de Leaos, Guilhermina
Coelho Borges Diniz, Amalia Coe-
lho de Freitas e Olympia Coelho,
seus genros e oras Joao Herme-
negildo Borges Diniz, Joao Pinto
de Lemos Jnior, Joao Antonio de
Araujo Freitas Henriques, Ade-
la ide Coelho e Emilia Coelho,
con vi daa a todos os amigos do fi-
nado teen te-general baro da
Victoria, seu muito presado esposo,
paiesogro.a que lhes facam a
honra de astistir a missa que se ha
de resar as 8 horas da manhSa do
da 19 do corrente, na igreja de
N. S. da Conceicao dos Militares,
pelo anniversario de seu fslleci-
cimento.
Convento de Santo Antonio- j
Ponderosos motivos obrigam a trans"
ferir a festa do padroeiro para o dia 23 i
do corren te, e nao para 21 como foi an-
nunciado. i
Frei Francisco de Santa Candida, j
Presidente.
.P-Anna Francelinada Cunha. tendo dado
principio pelo-jrmo municipal da primeira vara
esenvao Baptista. a inventario dos beDS de seu
casal por fallecimento de seu marido Antonio
Jos da Cunha, roga a quem se julgar credor do
seu casal, assim como sos devedores do mesmo,
que dentro do prezo de 15 das comparecen na
casa da residencia da anunciante na ra* do Li-
gamento d. 28, aflm de serem relacionadas taes
aividas para serem escripias no inventario.
Quarta-feira 19 do corrente mez, na capella
do cemiteno publico as 8 horas da manha cele-
Drar-se-ha urna missa pelo repouso eterno da
alma do Exm. baro da Victoria, com memento
resado sobre sua sepuitura.
O administrador,
Manoel Luiz Vires.
medicocirurgico
3-KX3ABA OTuOUlA CASA BO fVSNAo-S
Consulta por ambos os systemas,
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confunda
"u"l,B u,ro' 7ut0 gfno crdito de que sempre gozaram e gozara ; o proprieta
a precauco de inscrevero seu nome em todos os rtulos, deveodo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apreseotados sem esta marca, e quando a pessoa que os man
5eSXec"aotacoSTse."VCOniPanh" ^ e0aU ^^ pe' Df' MoM P-
m-* Ji- ?m acaba.d<> r!.cebe.r de Frc panda porco de tinctars de acnito e belladona re-
!*.Situsde 8umma importancia e cujas propriedades sao to conhecidas qiie os meimS Sn
mdicos allopathas empregam-as constantemente. H -
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tincturas custar&o alio vidro
) propnetano deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
SSSSS re?ber "gU-' rCr"M d -'re^VdoenVeso"u q8ue pTcisem" de.lgZ
operacao. affiancando que serao tratados com todo o disvelo e promplido como sabem todS!
aquellas que i tem do escraros na casa do annunciante. va,Vilaao' coa, MDem t0008
A sttuacao magniQca da casa, a commodidadados banhos salgados sao oulras tantas vanU
gens para o prompto cestabelecimento dos doentes. ta
<. rt ih Pfso" que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manhaa al 11 boraa
ltl"\,d.a8*i!.nle- %to?..dl"iJ,OTf! ach0 em "" =om ,u." .1pderL en-
tender : ra da Gloria n. 3 casa do Fundo.
quec
Dr. Lobo Moscozo.
THODO NOVO
DO DR. CHABLE
MEDICO E PR0FESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
DAS F.MEKSIBADES
PtUS DE
CQPAHU
SEXIAES,
Ctro d>rcrroChablc.
Xaropp mui preferivel ao
Copahiba e as Cube-
bas, cuta iaimedUUmen-
te quaiquier purga^jo ,
laxacao e drbilidade, e igualmente Duxos e
flores brancas das raulheres. injee^ao de
Chablc. Esu injeccao benigna emurega-se mes-
iii" lempo do xaivpe de cilratu de ferro, urna vez
de manba, e urna vez de tarde durante tres dias;
tila segura a cura.
PAR* O TRATAMENTO E PRMPTO CURATIVO
DS TODAS AS AFFECCOES CUTNEAS, VIRUS
rea
DEPURAT1F
dn SAIVG
E ALTERA(OES DO SAMOS.
Iiipm m i o de uncue.
Xarope vegetal seui mer-
curio, o nico coDhecido
e approvado para curar
con promptida e radi-
calmente impigeus, pstulas, herpes, sarna, co-
mixos, acrimonia e alteraroes viciosas do san-
gue; virus, e qualquer afleco venrea. Ba-
nho miniTii.--. Tunio-se dous por semana, se-
K'ndo otratamento depurativo. Pomada n.
(iherpetica. De um efleito
. nuravilhoso as af-
fecoes cutaueas e comixoes.
He-iioriohidaPomada que as cuaa em 3 dias.
u deposito e na ra larga do Rosario, botica de Bartholomeo Francisco de Sonso, n. 36.
MUL
na ra
Quarta-feira 19 do corrente.
Costa Carvalho fara' leilao no dia ci-
ma as 1 horas em ponto no seu arma-
-zemnaruado Imperador n. S5, dos
movis pertencentes a massa fallida de
Antonio Joaquim Vidal.
Na mesma occasio
vender' varios escravos sem reserva de
preco.
LEILAO
DE
e escravos.
Terca-feira 18 do corrente.
O agente Hyppolito autorisado pelo -Sr. Anto-
nio Carios Francisco da Silva e com autorisaco
da commissao de seus credores, far leilo dos
predios e escravos seguintes:
L'm sitio no lugar do Salgadioho, com grande
casa de vivenda, todo cercado de limoeiro nati-
vo, cacimba, baixa para capim e grande quaoti-
c terreno foreiro a Santa Casa de Misericordia
leOlinda
Precisa-se de urna ama para cozinha :
da Conceigao da Boa-Vista, sobrado n. 6.
_ Pede-seao lllm. Sr. Joaquim da Silva Mou-
rao, morador na ra de Hortis. o especial obse-
quio de ter compaixao dos ouvidos dos seus vi-
sinhos, acabando com uns mal Jitos capotes qne
tem em seu quintal (grande atoleiro de lama),
que por de mais iocommodam.
RKOMECIIENTO-E SI\CEB\
GRATIDAO'.
Inflammaco no Agrado e estomago
Padecendo urna minha escrava de inflamma-
co de ligado e estomago, recorr ao Sr. Ricardo
Kirk, morador na ra do Parto n. 119, e com a
spphcacao de suas chapis medicinaes se acha
boje perfeilamente boa. Por este motivo faco
publica esta presente declarago em reconhoci-
mento de minha sincera gratido. Ra do La-
i vradio n. 32.Jos de Puga Garca.
Lstava a Arma reconhecida pelo tabellio Jos
. Pedro de Castro.
I Roga-se ao Sr. Antonio Zacharias Coelho da
silva queira ter a bondade de declarar sua resi-
dencia, ou ento dirigir-se a ra da Cruz n. 8.
terceiro andar, que se lhe deseia falhar a nego-
cio de interesse.
Nos abaixo assignados fazemos sciente ao
respetavel publico, e com especialidade ao corpo
do commercio, que nesta data comprimo* a loja
de fazendas sila na ra do Livramento n. 12, ao
>r. Antonio Moreira da Silva, desoneradaa praca.
----,..co gyrando desde esta data sobre a Arma social de
11 it a merC8ao : "e eslabeleci- Irutto e Antero: ae alguem se iulgar com direi-
"ei01=0JT!'!eeAran.(!es.''an,8gen8 ao Public, nao loa dita casa, comparec no prao de 8 dias .Ra-
na ra
cigarreiro : na ra
Primeiro armazem.
Recreio saudavel.
O proprietario deste armazem participa aos
seus numerosos freguezes, assim como aos se-
nhores amigos do bom e barato, que se acha com
um grande sortimento de eneros os melhores
s na limpesa e asseio com que
como em commodidade de prego ; abaixo .
creve algumas adiges de precos, por onde ver
o publico que vende baralissimo, attendendo as
boas quaidades dos gneros: manleiga ineleza
de muilo boa qualidade a 720. 800 e 1. cha hvs-
son muito fino a 2 e 3j} por libra, espermacete
muito fino a 680 por libra, em caixa se far al-
gum abaiiraento, aletrla, macarro e talharim a
2JL?" '"?" oocede goiaba muito uno a 800 e
1000, toucinho de Lisboa muito novo a
Ama.
Precisa-se de urna ama para cozinha
da camboa do Carmo n. 4.
Pede-se ao Sr. Jos Miguel dos Santos que
declare o Cm para que chama Manoel Jos de
Oliveira & Irmo e Oliveira 4 Azevedo rus da
Lingoeta n. 4.
Aluga-se urna escrava par* o servico inter-
no de casa, cozinha, engomma e cose: a tratar
no principio da estrada de Joao Fernandes Viei
ra n. 36.
Francisco Cabral da Silva Jnior retira-se
para Europa.
Precisa-se de um bom
nova de Santa Rita o. 65.
Na praga da Independencia ns. 24 a 30,
precisa-se fallar ao Sr. Manoel de Assis Tavares,
ou a sua irma D. Mara dos Anjos (ou alguem
por esta) filhos que Acarara do Sr. Vicente Jos
da Silva Tavares.
Aluga-se o titio do finado padre Capistrano,
na Capuaga, com boa casa, todo murado, cacim-
ba com bomba, arvoredos de fructo e jardira : a
tratar no mesmo, ou na ra das Calcadas n. 6.
Escravo fgido.
No dia 13 do corrente (junho) fugio docaminho
da Varzea um negro Je nome Caetano, que tem
os signaes seguintes : edr fula, beicos muito gros-
sos, rosto que primeira vista parece estar jo-
chado, tendo nelle muitas marcas de bexiga, es-
tatura regular, corpo um pouco reforgado. repre-
senta ter 2o a 28 annoa, muito ladino, crioulo.
-ca no prazo de 8 dias. Re- pernas alguma cousa arqueadas, unhas do ns es-
5 de junho de l&l. Tristo Jacome de j tragadas. Desconfa se que esse ecro procurara
S NO PROGRESSO
DE
(BOSGO F.
Largo da Peiilia _
por muito menos pre5o de que em ouira quine Lnl ^?' t8DtVi p0r5a0 Como a relalho.
direitura, por.cont,d proprietario, W ^2ml?'[m **** **'. P'e delle.'em
poderao julgar todos os mais, fian^ndo-lhe a boa quaUade g 8 X lmeDciod"
Mauteiga ingleza perfeitamenle flor *
ril a 7fin r w *"* a 800 rs. a bra, em bar-
milhor que ha no mercado
Abrea, de outroa
mullos fabricantes a%
a tratar
trans- Araujo.Antero Jacome de Araujo,
Precisa-se de urna ama de leite
na ra Imperial, sobrado n. 87.
Clemente da Silva Lima pede ao Sr. Jos
Miguel dos Santos, que declare por este Diario
para que negocio o chama ra da Lineoeta nu-
mero 4.
Lydio Aleranb Bandeira de Mello nada de-
) annunciante, declara que pode ser pro-
a
- 320 por curado das 6 horas da manhaa at as 8da"noi'te.
i. JAao 8e/ar .>18um batimento, bola- na praca da Iodependencii n. 10.
Quem precisar de
chinha de soda e de outrss mais qualidades em
islas a 1500, chouncas muito novas a 640 a li-
bra, latas com savel de posta, frita de escabeche
o melhor que hs no mercado a 18400, banha de
porco refinada muito nova a USO a libra, caf de
escolha do melhor que ha a 240 e 280 a libra e
dOO rs., latas com duas libras de marmelada do
^^,r,UlOrJeianLsboa.al40() e *500. latas
com fruclas de Portugal em calda as melhores
que vem ao mercado a 640, conserva ingleza do I
melhor au*r muilo nova a 800 rs. o frasco, cer- '
f? """" m"ea qae vem ao mercado, gar-
rafa a 500 rs. arroz do melhor que ha neste ge-
ero a lOOe 120 rs a libra, farinhx do Maraobo
maia fina possivel a 200 rs., sag a 400 rs., se- ;
vadiuha de Franca a msis nova que ha a 320,:
precisar de urna ama de leite sem
cria, escrava : dinja-se em Fora de Portas roa do
Pilar n. 26.
Miguel Aceito, subdito napolitano, retira-3e
para a Europa.
Francisco Aceito, subdito napolitano, reti-
ra-se para a Europa.
Vicente Imbrota, subdito napolitano, retra-
se para a Europa.
Attenco.
a protecgo de urna pessoa importante ; e oesse
caso pede-ie a essa pessoa, que retire tal protec-
cao, que de nenhum modo a acredita. Quem en-
contrar e apprehender o dito escravo. pode-o le-
var roa da Praia, armazem n. ou no quartelde
polica, fallar com o seu seohor o tenenle Ma-
noel Fernandes de Albuquerque Mello, que re-
compensar a pessoa, que lh'o entregar.
Aviso.
Tendo o proprietario da loja de louga da ra do
Raogel n. 28 passado toda a louca existente na
mesma para o seu armazem na ra da Cadeia do
Recite n. 8. deixando nicamente a armaco, a
qual lhecustou lOOg ; avisa a quem coovier (me-
nos para taberna ou acougue) a dirijir-se sua
casa, que far negocio, pois vende a armaco ba-
rata, o aluguel com modo e a dita casa est si-
tuada em bom lugar.
ril a 700 rs.
Maiiteiga franeeza.
CV4 .* wK.ll. T"r qH n0 mer"do a 720 rs. a bra.
SJ ditta a 2S500, 3' ditta a 29000, e preto a 1^600 a libra. *'" *" qualidade a 3000.
gados no vapor passado ?1J800 e lSoo'w.6"1* UlU" "Pr JJfmmtSStST umTiodo*e8lemero"d0por ,er,m B",il fces"
Amenduas conteitadas proprias para sones de S.
Bollor^eTa SOOm?'0"^"1M'b8Umenl-
para menino, s no Progreso. C*rta ele8antemente enfeitados, muito proprios
Ooce da casca de goiaba.
Hoce de iVlperclie 'm Praa m m s no progre?sa
no progresso. em latt" de 2 libra8 muito "feitadas a IjfiOO rs. cada urna, s
Marmelada imperial dn.,
Lisboa a 800 rs. a libra. d """^
\meixas fraueezas am,
dittas portuguezas a 480 re. a libra."00* Oar Pr 3*000cada um. o frasco val 1$
Latas eom belaehimlias de soda
isas-como iem ,att-s e 8 iibr- -w -a 9stsjev9
Ua^a de tomate
Cboeolate Ubra# por 90rs'e em ut"de 2i,ibr"por im rs-
BoiacbinbaTugK"6" 'ind' "te mrcad'W" "*>
Conservas hmZTfiffi b,"C,,"Pr8ress-
co em porco se faz ab.timento. recentemente chegadas a 800 re. o fras-
Passas em eaixinbas de 8 libras
mercado por serem muito grandes a 2g800 re. cada um. *** ,em VQdo a esla
_r espermacete superior
1 abatimemto. V S,m aTana a 700 r'- lib". em caixa se far algum
\letria, macarro e talbarim
roba por 8#.
L.avas eom peixe de posta.
-j-...... c.08 ,.. rz ^^ess^s^r9sri!s.'sra-a
AitUonus muito novas. ,
Palitos Ae dente Buto^T*' 2M"
Traques deste ann.. m "*" "" M ",clh" "'m-
no Progresso: carta' e em caixa con 40 Crt" Pr 6*800 re., s
. ^a das mais creditadas marcas 5000 a duzia a retalho a 500 rs. a garrafa.
VlnhJ. ^MmT" '8"^"' ~8"P",w"
w niios cm nina
Preauuto iU rmfc ffiS^T Fguei"'Li8bO'a 640 *em "Dada
Prezunto de Lamego h ri 7"~ ^ ',ib"
Cbouricas e paio88jquehadebomnesteen-a^"--po^.4oor,
T oucinbo do Lisboa "" ""'"" cm 6 d2i"de paios por iosm-
Unnl. A^ 81S D0V0 que ha no mer"do 320 re. a libra.
Banha de porco retinada.
barril a 440 rs.
\mcndoas de casca mole..
ment. no Progresso do pateo da Penha n 8 em por5ao se f" algum abat-
ludo qano e0b?meOeerb.SraatoOnUnCad09 enCn,rar ~"*} P-Wico .. grande sortimen.o de
400 re. a libra e em caixas de urna ar-
13. em chaos proprios.
Urna casa terrea servindo de armazem presen-
temente na ra da Senzala Velha n. 63, chaos
proprios.
Quatro escravos pocas para todo e qualquer
servico, sendo efiectuado o mencionado leilo
m seu escriptorio na ra da Cadeia n. 48, pri-
meiro andar, as 11 horas em ponto.
Os Srs. pretendentes podero examinar os t-
tulos que se acham em poder do referido agente.
LEILAO
Metade de um predio de dous andares e soto 556 do Porto dos melhores autores, duque do*: Na rua Direila. obrado de um andar de va-
Porto "erdadeiro Qno a 2$ por garrafa, dito do anda, d? po n- 33' defronte da padaria do Sr.
Porto a 1J, 19200 e 18500. gomma muito fina os!-b0,z' fazem-ae bolos chamados de S. Joo
propna paraengommar a 120 rs. por libra, em i e denle8 mas3M e gostos, enfeitados com
porco se far algum abatimeoto, traques den caP,ellas. coroas. coracoes com letras; lambem
a e; a carla' azeile doce a T20. dem de 8e ,m bande'Jas de bolinhos, de armaces do
coco a 500 rs.. dem de carrapato a 500 rs. vi-; P?,or 60Sl0, lant0 para casamentes como para
nagre de Lisboa do melhor que ha no mereado a ballesi f"em-se docea de diversas qualidades,
o rs. a garrafa, vinho do Porto de pipa a la e > arrz,de lei.1- can6ica. Pateis de nata, pudins.
800 re. a garrafa ; alera de muitos mais gneros Pasleloe9. J'las de substancia,
que aqu nao menciono, osquaeso publico acha-; _r_AI"ga"?e ou Tn.de'.8.e si,io denominado
DE
Um loja de mindezas,
Ter<;a-feira 18 do corrente a
dinheiro ou a prazo.
Costa Carvalho ara* ieilao no dia ci-
ma as 11 horas ena posto, na rua Di-
reita n- 77, das mercadoi ias, joias e
movis da mesma loja, em reserva de
preco
Avisos diversos.
Por deliberado tomada em sesteo da assem-
bla geral de 16 doorrente, se mandou convocar
a reunige de todos os Srs. socios effectivos em
geral, para virem tomar parte na importante
quesiao da cootiouacio desta Associacio. em
vista das novas leis e regulamenlos que baixa-
raro do ministerio da fazenda e que affectam aog
interesses de todas ai sociedades. A assembla
eral desta associaco no deaeio de que todos os
Scc. socios effectiros tomem parte em semelhan-
*e negocio solcitamente os convida a que com-
parecam a sesso que marcou para aexta-feira.
21 do corrente, i 7 li2 horas da aoita.
Secretaria da Asaoeiacao Typograiphica Per-
cambucana 17 de junho de 1861.
J. Cesar.
_ Io secretario.
O 6r. Jos dos Santos Moreira que
morou na rua do Rosario da Boa-Vista,
queira annunciar sua morada
commendas mesmo por pessoas menos entend- para c"pm e a"oredos de differeles fructos .
das, q,ie promptamente sero servidas com toda q-uem Pretender ou comprar diriia-se a povoa-
attencao do bom e barato, s na esquina do bec- ?ao de Beberi')e com Tiador do Lago,
co da Penha. \ Fajozes Jnior & Guimares participara ao
Vende-se urna balanca decimal por metade Publ,co e ?. reapeitavel corpo docommercio, que
de seu valor; na rua nova de Santa Rita u. 65. | desde d,a.8 do "rrente apartaram amigavel-
A liil Pma/inOlo An. '- meDie so"edad 1ue ,inham na loja de miude-
iujd armazenaaa ele |d,a..ru!io.?.u!i.mado -.k. cando reSPonSa.
Pars.
Rua da Imperatriz, loja armazeoada de 4 por-
tas n. o6. recebeu pelo ultimo vapor cortes de
vestidos brancos bordados com 3 babados muito
lios a 5 e 6 o corle, pec de entremeios e tl-
d"'tralo Par" enfe'tar Teslidos brancos, e tu-
Attenco.
Vende-se confronte
sua moraaa que te
lhe precisa fallar.
- Quem precisar de um caixeiro para Pbar- !?? A".gUn,a P"*,'1^ famdai, para
mu .Buncje por a.te mumoSaS" P I ZfiSSu ^W '"" *' W "' a ,r,,ar
, vel por todo activo e passvo o socio Lourenco
; de Freitas Guimares e o Sr. Jos Antonio de
Frenas. Recife 13 de junho de 1861.
Fajozes Jnior, Guimares & C, participara
ao publico e ao respeitavel corpo de commercio.
que desde o da 12 do corrente apartaram amiga-
velmente a sociedade que linham na loja de faren-
das da rua Direila n. 104, ficando responsavel por
todo o activo e passvo o socio Lourenco de frei-
tas Guimares e o Sr. Jos Laurentino de Azeve-
do. Recife 13 de junho de 1861.
- porto da fortaleza das I QT Peliuizo de '-rPhaos desta cidade. no dia
Onco Poutaa o seguinte : carro5as para bois e J. do corrente. depois da audiencia do mesmo
cavallos, earnnhos de trabalhar na alfandega, di- ,U1V.1 V"5a de reoda Por e nos, a pro-
i"d2mI?.?Ltu.r.rad0r.d?cafcon'f08ao. dobr'adi- Pr^denomInada Santa Ann. de dentro, por
, ^0009000 annual com as condicoes proposias
B^kTeir0ode dUa PrPedade Joao Venancio
Machado da Paz ; as quaea os pretendentes pode-
rao ver no cartono do escrivo Fscundo
X.i H8rt""feira 19 do co"ele, Pelo j'uizj) mii-
nr.eP ,egUD-d' Tara'Jfioda a "udiencia, va, a
fu 1uen d2 Antonio Joaquim de
& te8ta?ienle,'o da finada D. Francisca do
Corado de Jess, a casa terrea n. 105. sita na
rua Direila desta cidade, por venda.
No da 18, fiada a audiencia do Sr. Dr. iuiz
h, ^DteS* i" ha de ar"ata' a Pte"o so-
brado da roa do Brum. outr'ora n. 10 e noie S8
L\^a?n,l0ren0i0 i com n0Ta Ci. uf:
sjssssszr "8w,,e Franci8co Ao^id-
caplze iodo^0ierDvico48dealuUmVco..,!"" """
Offerece-se um portugus para caixsiro de
qualquer estabelecimento ou para criido. o qual
cco'pUurxv "p-"'. 3--
A pessoa que anounciou precisar
Aviso.
barril a 440 re. mais alva I"6 Pode b a 480 rs. a libra e em
Escravo fgido.
Precisa-se alugar um escravo mensalmente ;
na rua dos Pires n. 42.
O abaixo assignado declara ao reapeitavel
publico e a quem coovier, que tendo passado pro-
curaco bastante ao Sr. Ur. Joaquim de Souza
Reis para seu substituto para tratar de sua causa
de fallencia commercial nicamente aconteceu
que aquello tomasse pelo lado ridiculo o abaixo
assignado quando ia em seu escriptorio saber co-
mo ia essa causa, e por conseguinte o abaixo as-
signado cassoua procuraco queden, ficando ella
de nenhum effeito.
Francisco Antonio do Reg Mello.
Aluga-se o terceiro andar da casa da tra-
vessa do Queimado D. 1, a qual tem bons com-
modos para familia : a tratar na taberna por bai-
xo do mesmo.
O calumniador da Ca-
Allencao
A pessoa que annunciou precisar da
quantia de 2:000# dando por garanta
um predio, pode dirigir-se a rua da
Imperatriz n. 1 loja, que se dir' quem
aceita este negocio.
A pessoa que annunciou precisar
da quantia de 3:000j dando por hypo-
theca um predio de maior valor livre e
desembarcado, pode dirigir-se a ruada
Imperatriz n. i, loja, que se dir'
quem faz este negocio.
cas de chumbar de todos os lmannos, bocea de
fornalhas para fornos, grandes fechaduras de
ferrolho e tambera rodas de carroca e carrinhos
rodas para carriohos de mo. eixos para carro-
cas e carnnhoa, e outras quaesquer obras de
v mmuto.'
ZP.0H0nT d Po?da P-w'lo. > a "em que
fica a do Sr. coronel Lobo ; quem a pretender
eomparess na roa do Imperador n. 77, loja!
EnfeiteSo
Vendm-e enfeitea de^raaca eom
de fitas e borllas de retroz os mais modernos
dalia1 aIB7?*d0 '' M IU* d'' ImPeratriz' ,0
Aviao-aoa senhores logistas que cortam-se
efazem-se paletota finos e colletes todos pes-
ponUdos eom grande aerfeico. por menoi de
MB T o0'!*traUr na Wtiu W.
Prensa-se de um menino de 12 a H annoi.
Aos Srs. caixeros.
mfi Um rapaz habilitado propoe-se a en-
^ sinar aos que se dedicam ao commercio,
ge. das 6 as 10 horas da noite. a 1er escre-
J ver e traduztr as linguaa franeeza e io-
Jjp gleza, grammatica e analise da lingua
dft portugueza, arithmelica, juros, descon-
-^ lo, redueco de pesos e medidas .e cam-
?S ..-: 1ue.mde seu presumo se quizer
utilisar dinja-se a rua do Cabug n. 3
a segundo andar, do meio dia as 6 da tar-
de. Sujeita-se mesmo a ir tomar lic-
ffj (Oes em suas casas.
mmm mmmm& m
George Boliston, Roberto Guy, WiTliam
Spepcer, Inglezes, seguem para Europa.
I roa Direila o. 59,
se
na
fil
Itheca urna prU moca, ppde dirigir-se c
a rua da Imperatriz n. I-loja, que te i
lira quem faz ette negocio. ^
Precisa-se de um caixeiro c
1 a.g.UdmarPr,t,C",d6 ,oia de mindezas: ni S
rua da Imperatriz n. 82. 2
* fJNM
Os abaixo assignados venderam a
armacSo e utencilios do seu estabeleci-
mento da rua Direita n. 31 ao Sr. An-
tonio Maria O'conneU Jersey, livre de
onus e encargo algum. Recife 15 de
junho de 1861.
Sil veira & Mello.
Attenco.
Sendo a classe militar, a primeira, considerada
como enrgica, proba e tambera tendo por tim-
bre o gosto e asseio, razo porque me animo a
dar um trabalho que todos os llluslrissimos mi-
litares apreciaro. Vem a ser as grvalas as mais
commodas e de mais duraco que pode appare-
I:. r ?""i a venda na l0Ja de Rataos & L'ma
rua do Cabug.
Ronbo.
Hontem pela manha, na chegada do yuarass
em quanto o passageiro pagara o bote desappa-
receu um bahu de flaodres com roupa, ovaras
cartas e urna caixa de chapu : roga-se a pessoa
a quem or isso oflerecido de aprender e mandar
parte na rua do Jardim n. 10 ou na rua Nova n.
oo, que gratificar generosamente.
O bacharel Joo Vicente da Silva Costa,
tendo estabelecido o seu escriptorio de advoca-
ca na rua do Raogel n. 73, oode reside, pede er
procurado para os misteres da sua profisso a
qualquer hora ; menos s dez do da. em que
tem de comparecer no Collegio das Artes.
Farello e queijos.
Veode-se saccas com farello a 39 e em porco
por menos, queijos a 14I0 : na travessa do pa-
teo do Parazo o. 16, casa pintada de amarello.
Na noite de sabbado para domingo, 15 do
andante, furtiram do sitio do Moadego, outr'ora
quartel general, dous cavallos, sendo um grande
melado, e outro russo : quem os restituir a se
r.D,?n^a ETE LCorpo Sanl n- "cebera a
gratificacao de 509.
Attenijao.
Chegarom os charutos finos de Jos Portado de
Lima : na rua do Imperador n. 28, taberna de
u. a. Lampos.
Precisa-se de um caixeiro para urna taberna
na Victoria : a tratar na rua Direila, padaria
n. o4.
Perdeu-se quarta-fena noite om mante-
lete de fil preto com fitas de velludo j usado,
desde a rua da Gloria at ao ebegar ponte da
Boa-Vista : quem achou e quizar faier o favor de
restituir, pode dirlgir-se dita rua da Gloria
n. 50.
Precisa-ae de urna ama, preferindo-se Por-
tugueza, para o servico da casa de urna s pes-
soa : a tratar na rua da Matriz da Boa-Vista n.
35, primeiro andar, das .5 horas s 8 ds noite.
Cosapra-se um, ferro para fazer ostias, novo
ou usado; que esteja bom ; na casa do sachristo
da orden terceira da S. Francisco.
Tendo fgido da cidade de Msmanguape no dia
S ^T,-r0 pra/ffl0 passad0- um mulalioho n. PUnga.
mpa^. / Ppe> ldade 15 aDn08' D0UC0 maI8 ou Qh61 2?i"* cerl mo5> conhecido com o no-
\hl Li Cm 0S,t1.8naes seguintes: cor verme- me. de Maozmha, que lhehaviam furtado um car-
iha, cabellos encolhidos. rosto e corpo bastante ne,ro' teve atrevimento de culpar a oito oes-
seceos ; consta achar-se preso no serlo e dizer 8oas nesse cr'me, sendo muitos delles de nasci-
S2 Cj Juvenal. roga-se pois a quem com o?6"103 o acoes mais nobres do que o dito Mo-
rtfls3- dl88080ub"aueira dirigir-se nesta cida- zln ha.sem se lembrar do art. 229 combinado
fiL nJVf P,0rl0,& Irmao- en> Goianna a Pau- coa> "}. 236 2 do cdigo criminal. e das De-
fino Deodato Cavalcanti. ou em Mamanguape ao Mqe impoe o art. 232 do dito cdigo, e por
r. do dito escravo, Francisco Antonio da Silva e.8t? Ped'nioj, os calumniados, que o referido MSo-
Valenle Jnior.- zinha se deixe de calumniar pessoas que mere-
cem melhor reputaco do que elle proprio e se
devirta com mais decencia em matar carneiros e
porcos, retalhando ao publico, e vender seus vin-
tens de cachaca, que tirar melhor resultado do
que andar levantando falsos a quem nem d'elle
Os calumniados*
Escravos.
Compram-se dous ou tres escravos sadios e
lories, para servico de armazem, assim como
tambera um ou dous moleques de 15 a 20 annos
no largo da Assembla n. 15. trapiche Baro do
Livramento, de Antunes Guimares & C
SOCIEDADE
UL\II0 beneficente
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Em Pernambucu,
Por ordem do Sr. presidente convido a todos os
senhores socios efectivos para a sesao extraor-
dinaria da assembla geral no tfia 20 do corrento
as o oras da tarde, visto que se tem de submet-
ler a approvacao do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia os estatutos, junto cqm a acta da sesso
em que ro deliberado se a sotiedade deve ou nao
continuar a existir vista da lei e reglamentos
que do minsteno da fazenda baixaram o anno
pretrito.
Secretaria da sociedade nio Beneficente das
hH u? Selleiros em Pernambuco 17 de junho
QB XCUIa
Joio Jos Leite Guimares.
1. secretario.
Caetano Jos de Brito, subdito portugus
retira-se para o Rio Grande do Sul.
Precisa-so de dous trabajadores de pada-
ria, que entendam perfeitamente do trabalho da
mesma: a trjtar na ro larga do Rosario nume-
ro lo.
^.r?ir8nia..Roma8DO,i F"a" sua mi Ju-
diih Romagnoli, italianas, letiram-sa para o sul
do imperio. *
Precisase de 800S, dando-se por hypotheca
urna propriedade: quem quizer anouncie para
ser procurado.
ara afea Imb^ola 8ubdIto n*politano, rera-se
Vctor 4mbrota, subdito napolitano, retira-
se para a Europa.
Vicente Farche, subdito napolitano, retira-
se para a Europa.
Domincio Chefone, subdito napolitano, reti-
ra-se para a Europa.
ReUra-se no patacho Lima para a ilha de S.
Miguel Mathilde de /esos, esua filba menor C\-
cilis Julia.



DUAIO DI PBINAMDCO. TERCA FE1RA 18 I JUNHO MI MU
=
(5)
Tanda, ido hola k loja do Sr. Bernardo Jos t
Monleiro & Irmo ah me cahira do ehao o meio '
bilaete o. 4039 da 19* lotera do recolhimento de '
Santa Thereza do Rio, cujo bilhete foca echado
pelo Sr. Pedro Marioho de Albaqaerqoe,. mora-
dor em N. S. do O', como tora testemunhado pe-
los caixeiros da loja ; pelo que rogo ao Sr. Ma-
rioho o obsequio de mandar dito bilhete ra do
Collegio d. 61 ou mesma aoja. Recife 13 de ju-
nho de 1861.Antonio Ricardo do Reg.
Precisa-se de alugar um preto, que sirva
para todo servido: na caaa n. 71, da roa daa
Cinco Pootas : quem o tiver dlrigindo-se i mes-
ma achara com quem tratar.
Mtenco.
Constando a abaixo assignada que Columbo Pe-
reir de Moraes e aua mi a Sra. Francisca Joa-
quina da Cooceico prelendem diapdr dos escra-
vos, que cooservam em sea poder, pertencen tes
ao casal de seu finado marido o coronel Manoel
Pereira de Moraes, pelo presente faz publico que
pessoa alguma transija com o mearno Columbo e
sua mi a respeito de laes escravos, quer por
compra, hypolheca, ou por outra qualquer ma-
neira ; porquanto a abaixo assigoada pelo juizo
municipal do Olioda, escrio Faria, move ques-
to acerca desses escravos, e j obteve aentenga
a seu favor; e pelo presente protesta. contra o
mesmo Columbo e sua mi por qualquer desca-
minho que delles faga, e contra todos que com-
praren, ou por outra qualquer maoeira negocia-
ren! os mencionados escravos. Outro sim previne
aos Srs. tabellies e escrives de paz, que se nao
prestem passarem escriptura denatureza algu-
ma acerca dos escravos que fazem o objecto do
presente ao nuncio sob as penas da lei.
Recife 14 de junho de 1861.
Untes Sebastiana de Moraes.
Francisco Jorge de Souza, desde seiembro
de 1856, por vezes, e seguidas, tem pelo Diario
de Pernambuco annuociado vender, ou permu-
tar o seu sitio do Arraial, com casa de commodos
de pedra ecal, estribara tambem, porejio grande
d fructeiras de varias quaiidades, riacho perma-
nente de boa agua, terreno foreiro a quareota e
tantos annos, feilo pelos primeiros administrado-
res, e assim mentido, e saoccionado pela ultima
administrado da Exma. finada a Sra. D. Mara
Elena Fessoa de Lacerda, como ludo consta dos
seus titulse mais papis respectivos: quem por
tanto quizer fazer um dos negocios cima annun-
cie, ou dirija-se ao dito sitio, e mesmo no Recife
no trapiche do Ramos, das 9 horas do dia at a
tarde.
O abaixo assignado avisa a todos os devedo-
res do imposto de 2 por ceoto sobre o consumo
da agurdente do municipio do Recife, que teem
sido remissos em seus pagamentos, que est ti-
rando mandados executivos contra todos os mes-
mos devedores em geral, que nao teem querido
amigavelmente pagar, liados talvez, que por se-
rena amigos nao o devam fazer: e para que se nao
cbamem a ignorancia, fago o presente aviso.
0 arrematante,
Luiz Jos Marques.
* Precisa-se
de urna ama deleite, preferindo-se escrava, pa-
ga-se bem : na ra do Queimado n. 7, se tratar.
Industria.
Solda-se perfeitamente toda qualidade de lou-
Qa fina ou ordinaria, porcelana, vidro, barro e
pedra, garantindo-se a perfeico e seguranza
visto qae o annunciante est munido dos uten-
cilios de sua profisso : na ra Direita n. 57.
casa terrea.
Traspassa-se o arreodamento do engenho
Frescondim muente e correte, e que tem pro-
porcoes para safrejar mais de dous mil pes an-
imalmente, ficando perto da estrada de ferro 3
leguas, e teodo boas obras. Arrenda-se com
vinte e tantos cativos de enchada, bois e ani-
maes de roda, vendendo-se a safra creada : quem
pretender pode entender-se com o Sr. Bruno
Alvaro Barboza da Silva, no Recife. ou com o
abaixo assignado no engenho Caj3buc.
Maooel Barboza da Silva.
LOTERA.
Sabbado 22 do corrente impreteri-
velmente no lugar e doras do costante
sera' extrahida a primea-a parte dapt-i-
nieira lotera em beneficio da igreja de
Nossa Senhora do Rosario da freguezia
de Muribeca. Achara se a venda os bi-
lhetes e meios bilhetes na thesouraria
das loteras ra do Queimado n. 12, pri-
meiro andar, e casas commissionadas.
Logo que se distribuara as listas serao
pagas as sortes.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Preparam-se bandejas bem enfeitadas de
diversos gostes para casamentos, bailes e qual-
quer fuocgo, ou festas de igrejas, com os melho-
res bolinhos ; assim como bolos para os festejos
de S. Joo, de todas as quaiidades : quem pre-
cisar, sendo o mais em conta do nosso mercado,
ou mesmo bolinhos em libras separadas, dirja-
se a ra da Penha n. 25, que se far o ajuste
com perfeico e asseio.
Precisa-se de 6:0008 a premio, dando-se
para segurauga hypolheca em um engenho :
quem quizer annuncie por este Diario para pro-
curar-se.
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
Atten'go dos senhores de
engenho.
O proprietario agricultor que preciaar da um
boa administrador casado com pouca familia, e
que tem bastante pratica desse servico de enge-
nho, e at nio p5e dutida a tratar com o pro-
prietario vista das tarcas que tiver o engenho e
a qualidade da terreno a fazer firme um ceoto de
numero de caixas, cada urna de 50 arrobas, com
tanto que, o que exceder ser do administrador,
visto nao percebar ordenado algum: quem qui-
zer, dirija-sea praga da Independencia ns. 6 e8,
por carta, com as letras seguintes, L. S. A., on
annuncie pelo Diarlo para ser procurado.
Guimaraes & Luz.
Em consequencia de estarem na liquidaco do
fiado pedem a lodos os seus devedores o obse-
quio de virem ou mandarem pagar seus dbitos
na mesma loja onde foram contranidos ou na fal-
ta disso poderlo pagar ao Sr. Manoel Carlos Maia,
a quem temos dado todos os poderes para obrar
amigavel ou judicialmente caso seja necessario,
para oa que qoizerem pagar amigavelmente mar-
camos o praso de sessenta das, eos que nao pa-
garem at esse tempo nao se queixem do resul-
tado.
i

Na ra estreita do Rosario o. 21, primeiro
andar, precisa-se de urna ama para todo servico
de urna pessoa, paga-se bem.
nmmm-snmviwWi-mwMfwi*
% CONSULTORIO ESPECIAL II
H0ME0PATHIC0
DB. CASAXOVA, %
3C--Rua das Cruzes30 Jf
Nesteconsultoriotemsempre os maia %
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paria (astinturas) por Ca-
bellan e Weber.por pregoerazoaveis.
Os elementos dehomeopatbiaobra.re-
, commendada intelligencia de qualquer
[pessoa..
Duas feridas
lima aa perna e tnlra no peito do p.
Padeceodo urna minia irma, ha maia de um
anno, de duas feridas, urna na perna e outra no
peito do p, que lhe motivavam muitos soffrmen-
tos, nao obleado de remedio algum favoravel re-
sultado, com a applicago das chapas medicinare
do Sr. Ricardo Kirk, com serptorio na ra do
Parto n. 119 no eurto espago de 28 das achou-se
perfeitamente boa.
Certo da virlude de to ulil remedio, nao pos-
so deixar de dar o devido agradecimento ao seu
autor.
J. Q. Rohe.
. Ra Nova do Conde o. 130. Rio de Janeiro.
O escriptorio de Ricardo Kirk se achara aberlo
todos os das das 9 horas damanhas2 da tarde
roa doaParlo n. 119. r
Oilerece-se orna ama para caaa de pouca
familia, para o servigo interno ; a tratar na mes-
ma casa ateo dia22.
Os abaixo assignados fazem seiente ao rea-
peitavel publico, e principalmente ao corpo do
commercio, que deixou de aer seu caixauc o Sr.
Joaquim Paulino Barbosa desde o dia 6 do cor-
rete, Recife 14 de junho de 1861.
Guimaraes & Iino.
CHARUTOS SUSPIROS.
Chegaram s rerdadeirote magnficos charutos suspiros dos fabricantes Jos Furtado de Simas
e Alexandre Po reir de Arajo, se vende a 55 o ceoto : na ruada Gadeia do Recife loja a. 15, do
Centro Ommercial.
8
8
g
Joao Correia de Carvalho, al
faiate, participa aos seus nume-
roso freguezes e amigos q ue mu-
dou a sua residencia da ra da
Madre de D**os n. 56 para a ra
da Gadeia do Recife n. 38, pri-
meiro andar, aonde o encontra-
rn) prompto para desempenhar
qualquer obra tendente a sua
arte.
No dia terca-feira 18 do correte, depois da
audiencia do Dr. juiz de orphos vai praca de
venda, a casa 36 sita na ra da Conceigo da Boa-
Vista, com o abate da quinta parte na importan-
cia de 1:6009.
Hi6a*5a2ift5ie ais Mr>p-rrf**raw
O abaixo assignado faz publico une os
es escravos Andi, pardo, idade 26 annos;
| Benedicto, pardo, idade 19 annoa; Mara,
I parda, idade 17 aooos; Antonia, croula,
idade 27 annos com 1 cria de nome Ma-
noela, idade de 1 anno ; Josepha, parda,
idade 4 annos; Francisco, crioulo, idade
28 annos; Manoel, crioulo, idade 28 an-
nos; Flix, crioulo, idade 22 annos; Ray-
muodo, crioulo, idade 21 auaos; e Igna-
cio, crioulo, idade 30 annos, pertencen-
8 tes a Antonio Mximo de Barros Leile,
acham-se hypothecados ao abaixo assigna- II
i do desde o dia 6 de fevereiro do corrente
8 anno, por escriptura lavrada no cartorio I
do tabelliao Almeida, pela quantia de 9
aL 14:9678640 rs., e porlanto ninguem poda 2
9 fazer transaego alguma a respeito de taes 55
jm escravos e tem o abaixo assigoado privi- *
2 I6?'0 em relago aquelles escravos sobre S
5| outro credor do mesmo Sr. Barros Leile, i
protesta desde j contra qualquer transac-
H cao que por ventura se fizer com os pre-
ga ditos escravos, em quanto olo fdr pago
gj da importancia a que estao ellea aujeilos.
/ Recife 10 de jusnho de 1861.
Sil vino Guilherme de Barros.
KCf6i6!&tffi3i3 5*S 5**i^63*iflf
wjww. vnv uiv Vltuv *mw VB1BSI1 Eitomwmwmlt
Joao Jos de Carvalho Moraes e mais her-
deiros de seu casal fazem seiente ao corpo de
commercio desta praca, que fizeram venda do
estabelecimento de ferragens da ra do Queima-
do, a Joao Jos de Carvalho Moraes Filho, fican-
do o abaixo assignado respoosavel pela liquida-
cao do activo e passivo do mesmo estabeleci-
mento, at 15 de abril prximo passado. Recife
27 de maio de 1861.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
Osenhor
CaetaDO Aureliano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool, a negocio que lhe
diz respeito.
MaiBMMM MBMM1BB Ma1MMM
^EwwmWwmwmm WSWwBWWBwJ**
Dentista de Pars. |
15Ra Nova15 S
Frederic Gautier, cwurgiaodentista, faz |
g todas as operacoes da sua arte e colloca 8
dentes artificiaes, tudo com a superiori-
dade e perfeico que as pessoas entend- *
|| das lhe reconhecem. 8
|| Tem agua e pos dentifricos etc.
wKmm^m^^^iKm&M
O 1., 2." e 3.* tomos das biograpbias de
alguns poetas e oulros homens Ilustres da pro-
vincia de Pernambuco, comas poesas e muitos
docamentos e ttulos inditos, e de grande iote-
resse e aprego, pelo commendador A. J. de Mello.
Em mo do autor.
Feitor
Precisa-se de um feitor para um sitio perto da
praga, que entenda de borla eque saiba tratar de
gado : na rna dos Guararapes o. 28.
Esto para alugar o terceiro e quarto andar
na roa do Trapiche n. 18, ou juntos ou separado :
a fallar no primeiro ao dar, escriptorio.
Joo Ferreira dos Santos Jnior, tendo ar-
rematado as dividas da massa fallida de Antonio
Joaquim Vidal, comprehendidasas dividas que o
mesmo Vidal arremalou para seu pagamento de
Thiago da Costa Ferreira Estrella, faz seiente aos
seus devedores que tem dado procurago bastan-
te ao mesmo Sr. Vidal e ao soUicitador Sr. Joa-
quim Pioto de Barros, com poderes para recebe-
rem amigavel ou judicialmente.
Joao de Siqueira Ferro scientifica a
seus numerosos amigas e freguezes, tan-
to deatas como de outras provincias que
mudou seu estabelecimento de fazendas
quetlnhana ruado Cresoo n. 15 para a
ra do Queimado n. 10, onde continua a
ter um completo sortimento de fazendas
de todas as quaiidades.
A BOA FE TRIUMPHA
DE
Jos de Jess Moreira l\. 18-Bua do Rosaraio esquina das Larangeiras-N. 18
Os proprietarios deste estabelecimento avisam
aos Sra. amigos do bom e barato que se acha com grande sori ment de gneros dos melhores que
tem vindo a este mercado o por ser parte delles vindos por cinta dos proprietarios esto resolvaos
a vender por meos do que em outro qaalquer estabelecimento e je obrigaro a servir os Srs. com-
pradores da melhor maneira possivel para o que avista far f.
Manteiga iogleza perfeitamente flor pel4 preCo de m 800f 640 rs. a libra
muito boa, em barrs se far abatimento s na boa i.
Dita franceza muto boa a 7a0 n. a libra, s na boa f.
Cha perola, hysson e preto a 25560,29 e ieoo, s 0. boa f.
Doce de CaSCa de gOiaba em caxdes do melhora900 rs.. s na boa f.
AmeixaS fraUCezaS a480 raa libra.* na boa f".
Alarmelaua imperial d0 afamado Abreu ede outrosfabricantes pelo prego ds.
a libra em porgo se far abatimento, s na boa f.
Latas com bolachihna de soda a 19500 muito nov, sna boa f.
OllOCOiaie d0 melhor que tem vindo a este mercado a 900 re. a libra, s na boa f.
MaSSa de tomate da melhor que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
DOCeS Oe peCegO, giuga, pera e alpera a calda fabricado pelos melhores fabricantes de
Lisboa em latas de differentes tamanhosa 700 rs. a libra, sna boa f-
PaSSaS muitO nOVaS a 480rs. a libra, s na boaf.
Conservas iOglezaS e franCezaS a soo n. em porgo se faz abatimento, s
boa f.
Aletra, macarrO e talhanm a m rs. das mais novas queha.s na boa f.
1 OUCinhO de LiSbOa mut0 bom do mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra,
a a boa f.
CnOUriCaS e paiOS do melhorqueha no mercado a 560 rs. a libra, s na boa f.
oanna ue pOrCO refinada da melhor que ha no mercado a 480 rs. em porgo se far aba-
timento, s na boa f.
VinO em pipa da Figuelra a 600 rs. a garrafa e de Lisboa 560 e 4S0 a garrafa e em ca-
ada se far abatimento, dito do Porto engarrafado a 19 e 1J400, duque do Pono do melhor
que pode haver, s na boa f.
Cliailipagne das mais acreditadas marcas que ha, licor de todas as quaiidades. garrafas de
azeite purificado a 900 rs., nozes das mais novas que ha a 200 rs. a libra, ervilhas em calda,
azeitoaas em ancoras muito baratas, s na boa f. Alm disto eocontraro o sortimento
completo dos gneros tendentes a molhados e tudo do melhor que ha neste mercado, s
se encentra na boa f.
Da
s
Cercle du commerce
Blandiiiaiu,
Roa do Trapiehe Novo n. 22.
Todos os das das 8 horas da maoha at s 10,
haver Brioches francaise com caf com leite,
doces frocezes.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad Samuel P.
Jofaston & C. roa da Senzalla Nova a. 52.
Aviso.
Francisco Haciel de Souza participa a seus nu-
merosos fregaezes tanto da praga como de fors,
que tem de abrir novamente o sen estabeleci-
mento de calgado feito na provincia no 1.* de
julho prximo futuro, ni ra da Imperatriz, ou-
tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
dos Ferrairos, onde pretenda vender muito em
conta, como de costme, para agradar aos fre-
guezes : vender muito e ganhar pouco.
Francisco da Silva, subdito portugus, vai
ao Rio Grande do Sol.
Alugs-se um graode armazem na ra da
Moeda o. 7 : a tratar ao lado do Corpo Santo nu-
mero 25.
Por nao ter havido audiencia do juizo de
orphios deste termo no dia 14. ficou transferida
para o dia 18 do corrente a praga do engenho
Pedwguiho, sito aa comarca de Nswrelh, por ar-
reodamento trieooil.
Escriptorio de advocada.
O bacharel A. B. de Torres Bandeira tem o seu
escriptorio na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, onde pode ser procurado para o exercicio
da sua profisso de advogado, das 10 horas da
maoha at as 3 da larde ; enearrega-se de qual-
quer trabalho forense nesta capital ou fora del-
la, e promette todo o zeloe promptido as func-
ges do seu ministerio.
Claudio Dubeux, proprietario das lionas de
mnibus scientifica a quem convier que d'ora em
vante, al ulterior deliberago, s haver um
omuibus para Jaboato duas vezes por semana,
partindo do Recife as quartas e sabbados vol-
tando de Jaboato as quintase segundas.
# e>
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos
e que tenha alguma pratica de fazendas para se
empregar de caixeiro perto da praga.

1 STAHL *C. i
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.!
| Roa da Imperatriz numero 14 %
9 (Outr'ora Aterro da Boa-Vista.) a)
Retratos em todos es- 3
ty\o e lmannos.
Pintura ao natural em |
I oleo e qnarella.
Copias de dagnerreo- |
I tyno e outros arte-
I factos. I
I Ambrotynos. |
Faisagens. |
Aviso.
O arrematante da aferigo do municipio do Be-
cife scientifica aos donos de estabelecimento e
vendedores de leite. mel, azeite de carrapato,
milho, feijo etc., que no ultimo do correte
mez finalisa-se o prazo das revisoes da mesma
aferigo, assim como lembra-os que at esta da-
ta ainda nao aferiram. Becife, 13 de junho de
1861.O arrematante, Francisco Pedro Advio-
cula.
20% wwm vWw<&BwVH VBfwwtBwwmw Wwmwmmwwm
Consullas medicas.
Sero dadas lodos osdias pelo Dr. Cos- S
me de S Pereira no seu escriptorio, ra I
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da maoha menos aos domingos sobre:
1." Molestias de olhos.
2.* Molestias de corago e de peito.
3. Molestias dos orgos da geracao e
do auus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comegaodo-se po-
rra por aquelles que soffrerem doa
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e p-
ticos sero empreados em suas consul-
ta oes e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, naturexa e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratameoto que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medioamentoa aero tambem
empregadoe gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, e a neceaai-
dade do seu em prego urgente que se usar
delles.
Praticar ah mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operaco qu
julgar conveniente para c restabeleci-
mento dos meamos, para cujo fim se acha
prvido de urna completa collecco de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
Paulino Rodrigues de Oliveira, arrematan-
te do imposto de 20 0|Q sobre o consummo da
agurdenle do municipio do Cabo e Seriohem
a contar do Io de julho de 1860 a 30 de junho
de 1863, avisa a todos os contribuimos que nao
paguem o dito imposto ao Sr. Antonio Paes de
S Brralo sem que lhe aprsenle os ttulos le-
gaes, pratasiaodo o mesmo arrematante cobrar
executivameate de quem tenha pago ao referido
Brrelo sem os competentes ttulos e para que
se nao chamem a ignorancia, faz o presente avi-
so. Recife 15 de junbo de 1861.
3Roa estreita do Rosario3
| Francisco Pinto Uzorio continua a col- q
% locar dentes artificiaes tanto por meio de g
_ molas como pela presso do ar, nao re- m
9 cebe paga alguma sem que as obras nao m
0 fiquem a vontade de seus donos, tem pos @
e outras preparacoes as mais acreditadas a
aj para conservarlo da bocea.
S @ @ @
CONSULTORIO ESPECIAL BO'rlEOPATHICO
DO DOUTOa
n SABINO 0. L PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n.6.
Consultas todos os das uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguales molestias :
moleitias das mulheret, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticas, todas as especies de febres,
ftbrtt intermitientes e suas consequtncias,
PHARMACIA I8PEC1AL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Se.bino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
r6dor as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos qua se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenbam na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Arrenda-se o engenho Jacir. situado no
termo de Serinham, moente e corrente, com ca-
sa devivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com com-
municago para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, olana e seu respectivo forno.casa
de engenho com urna moeoda que produz calda,
para cincoenta a sessenta pes por tarefa com um
parol de cobre suficientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de ceoto e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, tendo a casa suficien-
te capacidade, urna destilaco completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de continuidade, com suas
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdenle por dia de vinte e dous graos pelo
arioaielro de Cariier, casa de purgar para rece-
ber mil pes completameote arraojada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), com dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaixamento com quatro balcdes, sna
respectiva estufa e caixes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinhacom um grande forno
e completo aviamenlo; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinta casaee ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fdr o
vero ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a produeco de caBa ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas de
barro moriquipi e gomoso, com matas tambem a
roda do engenho de suficiente capacidade para
dar estacas para cercar e lenhas para uso dos tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister fazer-se nos edificios rus-
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil pes sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capim milhan. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Este en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheila de 1861,
a findar-se em 1862, sendo avaliada por peritos,
assim como o prego dos pes. As condiges e
tempo do arreodamento se combinar com quem
o pretender, que dever procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Meoezes Vasconcellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos Affiictos. de maoha al 1 hora da
tarde.
Carros fnebres.
Ra Nova n. 63.
Agr administrador deste estabelecimento ,
grato ao publico e aos seus amigos pela cunfianca
e cooperago que sempre lera recebido, nao tre-
pida em fazer tudo quanto estiver a seu alcance
para bem comprir as suas obrigage?, e conti-
nuar a merecer a mesma coadjuvago ; e como
aquillo que se v mais certa do 'que o que se
ouve, por isso convido aos que quizerem a vir
oceularmente examinar para se convenceren). O
publico e seus amigos j perfeitamente sabem a
maneira sincera e pontual com que costuma sa-
tisfazer as obrigacoes a que se compromette.
Tem carros de todas as ordens, conforme o re-
gulamento docemiterio, assim como se encarre-
ga de tudo quanto necessario a qualquer en-
terro e oficio anniversario, e de stimos dias,
encarregando-se de mandar fazer e distribuir os
proprios convites, podendoser procurado a qual-
quer hora do dia ou da uoite no mesmo estabe-
lecimento.
&m&-*u&^&-^
o 5-
en
O O O O
l*i
Compram-se
escravos de ambos os sexos parase exportar para
fora da provincia : na ra Direita n. 66:
Banco de Portugal. &
Marques, Barros 4 C. autorisados pe- (SI
los agentes do banco de Portugal no S
Rio de Janeiro, compram saques sobre "S?
aa pracas de Lisboa e Porto, de qual- fs
quer quantia. sa
Compram-se moedas de ouro de 20SO00 :
na ra Nova n. 3, loja.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou oegros oa ra da Impe-
ratriz n. 12 loja.
Compra-se urna clsa terrea em qualquer
das freguezias, Santo Antonio, Boa-Vista e S.
Jos ; a tratar na ra do Sol n. 13.
Compra-se urna mulatinha de 6 a 7 annos
de idade, bem alva e bonita: na ra Nova n. 14,
primeiro andar.
Compra-se papel de diario a 120 rs. a libra :
na ra dos Guararapes n. 42.
Viadas.
Aos cavalleiros.
Acham-se venda os verdadeiros couros gran-
des e cabelludos, de bode, pretos e brancos, che-
gados ha dias da Europa ; na loja de selleiro,
ra larga do Bosario n. 28.
Vende-se a casa n. 66 da ra de Aguas-
Verdes, ha pouco reedificada por fora e por den- "
tro. com oites dobrados e quintal com porto
para a ra de Hortas, em cujo fundo pode ser edi-
ficada urna casa, ficando quintal psra ambas com
cacimba, etc. ; a fallar com o Lima, no Foite do
Mallos, que tem poderes de seu proprietario para
dita venda.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda por
prego commodo, tendo 1 duzia de cadeiras, 2
consolos, 1 banca de meio de sala, 1 sof, 2 ca-
dtiras de brago, 1 de bslaoco, tendo 1 candela-
bro, 2 pares de lanternas, 2 vasos de flores com
redoma de vidro e alguns objectos para cima de
mesa, retratos de senhora, tantos em quadro co-
mo em caixa, retratos de catacumbas do cemite-
no de Inglaterra ; vende-se tambera urna cama
de amarello com lastro de pala,mais meiaduzia de
cadeiras americanas; quem quizfr, dirija-sc a
ra das Triocheiras n. 28, das 9 horas da ma-
oha em diante at as 4 da tarde, que achara
com quem tratar,
Farinhaal,600rs.
a sacca.
Na ra do Codorniz, armazem n. 12 A.
Grande pecliincha.
A 220, 240 e 260 rs.
Chitas francezas de muito bonitos padres e
muito bons pannos, pelo baratissimo preco de
220, 240 e 260 rs. o covado ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 5$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 5
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salSo da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grandesalao da ra do Imperador
A. W. Usborn, o retratista america.
no tem recentementerecebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande f ornecimen
to de caixas para retratos de 3/jfOO rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conhecimentos praticos na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicSes muito
razoaveis.
Oscavalheiros esenhoras saoconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra exammarem os specimen? do que
cima fica anunciado.
s
o
o
a
ai n q
.11 ij
o S "
S .2 n
91 L. O
^ Precisa-se saber noticias do len-
te Thieos Yerhar von O nflucht, que
entrou no servico brasileiro em Per-
nambuco de 1824 para 1852: quem
delle poder dar noticias fara' o favor
de apparecer ou mandar dizer no con-
sulado de Dinamarca, ra do Trapiche
n. 18, primeiro andar.
F. W. Nash nao tendo podido despedir-se
pessoalmente de todos seus amigos o faz por
meio deste jornal offerecendo ao mesmo tempo
os seus fracos prestimos.
Aluga-ae a casa terrea da ra da Soledade,
com bastantes commodos, graode quintal com
diversos arvoredoa, deixando-se car um parrei-
ral, roseiras e gallioheiro lodo de madeira, con-
forme a convengo que se fizer com o pretenden-
te : quem quizer procure na mesma ra n. 48.
Compras.
A saboaria da ra
Imperial,
Compra caixas y asas que
tenha a marca da casa e es-
tando em bom estado, paga
200 rs. por cada urna.
Compra-se urna duzia de colheres de sopa,
da prata, sem feitjo : quem tiver spnnacie para
ser procurado.
4 PRIMAVERA
16-Rea da Cadeia do Recife--16|
LOJA DE MIUDEZAS
OE \:\,
Fonseea(&Silva,!t
Caixas de vidro com perfumaras urna 'g\
28500, espelhosdourados duzia 800 rs., $?
apparelhos para brinquedos de crian- f^a!
(as de 1 a 4J, bandeijas para um copo a f.
400 rs. cada urna, ditas maiores de 1, ?
2, 3e 48 cada uma. pentes de tartaru- ffl
ga virados a 5, 6 e 78 cada um, barretes gR
de relrozcom vidrilaos para senhora a S9|
| 18800 cada uro, pegas de fitas de vellu- "a
do pjato estreitas a Ig e a lg200a pega -? .
de 10 varas, pentes para atar cabello a fe^
ISOOa duzia. caixas de raz a lg500 a *w
duzia, cartas francezas muito linas a
35500 a duzia, caivetes grandes em Wr
carlao a 4 a duzia, ricas caixas de [U
I madeira com espelhos contendo perfu- _,
I mariasproprias oara toilets de senhora a^
I a 6g cada uma, bahuzinhos com ditas a' f
58 cada um, argolas douradas a 18500 S"
I aouzia, colheres de metal principe pa- t
I ra terrina a 28 cada uma, ditas para Wk
I sopa a 48500 a duzia, tesouras para cos- p
tura em carteiras a 1 a duzia, tranca de s*
I carocol ruasso de 12 peciohas a 600 rs. fe
o maco, jarros dourados com pomada a ^
l 38 o par, fivelas para collete a 500 rs. a #
[ duzia, ditas para calca a 800 rs. a du- ?>
I zia, fitas de linho s 480 rs. o masso, co- '
lheres para cha a 320 e 500 rs. a du- <&?
I zia, figuras com tinteiro earieiro a 500 WS
\ 800 e 18 cada um, alamares para capo- S?
! les a 18200 a duzia, pegas de bico com V
I 10 varas a 600, 800, 18, 1$200, lg500 e W>4
I 2j a pega, caixas para barba tendo vi- S
dro parasabo e espelho a 320 rs. cada Sf
I uma e sem vidro a 100 rs., pentes W
i de tartaruga para marrafa a 640 rs. o K
j par, boloes de louca para casaveques 8
I de todas as cores a 240 rs. a duzia, ^
meias cruas muito compridas para se- 1?,
nhora a 385C0 a duzia, grampos enfei- K*
I tados para cabello a 640 rs. o par, ren- J9|
das pecas de 10 varas a 800, lg e 1$500, K
j salas contendo cadeiras, mesa e con- S/
I solos de porcelana com banha a 108 e fSst
i 12J, phosphoros dogaz a 240 rs. a du- f.
i zia de caixinhas, caixinhas com gram- ??
\ pos a 200 cada uma, ditas com allioetes |JD
[ a 320 rs., ditas redoodas contendo al-
finetes, grampos, clcheles e dedal a
I 500 rs. cada uma, ditas grandes a 800
I cada uma, ditas com os mesmos ob-
I jectos e um frasco de extracto a 1$ ca-
\ da uma, nacotes de papel de cor de 100
I folhas a 600 rs. o pacote, caodieiros de
meio de sala para azeite de 6 a 8 cada
I um, caixiohas de msica a 5j e 6JJ cada
I uma, botoes para punhos a 320 rs. o
I par, tesouras muito finas para costura a
I 68 a duzia, limas para unhas a 320 rs.
cada uma, velas stearinas a7C0rs. a li-
bra, e muitos oulros artigos que a vista
dos pregos commodos por certo nin-
guem deixam de fazer negocio
que rivalisam elles com os das
importadoras.
visto
casas
A 16^000
Os mais ricos chapeos de velludo e de seda, ri-
camente entenados, para senhoras, pediminu-
to prego de 16 ; na ra do Queimado n. 39. lo-
ja de 4 portas. '
Tartaruga;
t.m!Se*'e "m" *"*" erdadeira, de bom
Farfolla de mandioca.
A 2J e 39 a aacca ; no becco Largo o. 6, ta-
Vende-se urna olaria na camboa do Reme-
dio, que fot de Luiz Carlos da Costa Campello a
tratar na ra do Cabugn.l D, ou na mesma
- Vende-se um escravo crioulo de idade de
3o aooos. aem victos nem defeitos : a tratar na
ra do Cabug d. I D. nft
HJL"5dMf*""?.d0M mm* n0T0 de conauzic
gneros da alfaodega, oa quaea sao muito bem
ZT,"f' C-dYUa inle"ra- P'oprios tambe
para conduegao do assucar e outras mercadoriaa
Sr^d0 camnh0 de ferro pr e :



I *
MARIO Di nUUMBQGO. TIRg JUBA 18 M JURHQ DI 1861
Potassa daBussia e cal de
Lisboa.
No beru conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambera cal virgem em
pedra ; tudo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
aeraaftaa^a^a..na* mh -as&Bsia*AB*
* tTaWFS^WW WWW W*olww
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e Taado sortimento de
roupas feitas, o .lirados e fazendas e todos
estes s vendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
26$, 28, 30^ e a 35, palelots dos mesmos
pannos preto a 16$, 18), 20* e a 24?,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padres a 14. 16*. 18. 20* e 24,
ditos saceos das mesmas cssemiras de co-
res a 9$, 103,12$ o a 14, ditos pretos pe-
lo dirai'.uto preco de 8, 10, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12,
ditos de merino de cordo a 12J, ditos
de merino chiuez de apurado gosto a 15,
ditos de alpaca preta a 7. 8, 9 e a 10,
ditos saceos pretos a 4, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fuslo a 3;50, 4
e a 4J500, ditos de (usto branco a 4,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7, 8, 9 e a 109, ditas
pardas a 3 e a 4, di ts de brim de cores
unas a 2$500, 3, 33600 e a 4$. ditas de
brim braocos finas a 4500, 5$, 5500 e a
6, ditas de brim lona a 5 e a 6$. colletes
de gorguro preto e de coros a 5$ e a 6J,
ditos de casemira de cor e pretos a 4500
e a 5, ditos de fusto branco e de brim
a 3 e a 3500, ditos de brim lona a 4$.
ditos de merino para luto a 4 e a 49500,
Calcas de merino para luto a 4g50O e a 5$,
capas de borracha a 9. Para meoinos
de todos os tamanhos : calcas de casemira
prefa ed cor a5fl, 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2j. 3 e a 3500, paletots sac-
eos oe casemira preta a 6$ e a 79, ditos
de cor a 6 e a 7g, ditos de alpaca a 3,
sobrecasacos de panno preto a 12 e a
149, ditos de alpaca preta a 5, bonets !
para menino do todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos, !
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco I
babados lisos a 8e a 12$. ditos de gorgu- ;
rao de cor e de la a 5 e a 6, ditos de j
brim a 3, ditos de cimbraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas _e roupas feitas que deixam de i
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade ; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se j
mandar manufacturar e que para este fim '
temos um completo sortimento de fazen- =
das de gosto e urna grande officina de al- j
faiate dirigida por um hbil mestre que i
pela sua promptidao e perfeigo nada dei- '
xa a desejar. t
45
grande sortimento.
Ra Direita 43
Qual ser a joven e linda pernambucana, qoe
nao procure animar este eslabelecimento man-
dando comprar ama botina de gosto? Qual a
mi de familia, prudente e econmica que Ihe
nao d6 preferencia pela qualidade e preco ? Qual
o cavalheiro ou rapaz do positivo, que nao qnei-
*e comprar por 8. 9 e 10, o calcado que em outra
parte nao vendido se nao por 10, 12 ou 14?
ttendam ;
Senhoras.
Botinas com laco(Joly) e brilhantina. 5*500
> com lago, de lustre (superfina). 5*500
> com lago um peuco menor. 5*000
sem lago superiores..... 5*000
> sem lago nmeros baizos. 4*500
sem lago de cor....... 4*000
Sapatos de lastre........1*000
Meninas.
Botinas...........45400
para criangas de 18 a 20. 3*500
Homein.
(Nantes) lustre.......10$000
(FanienjcouroUeporco inteirissas 108000
(Fanien) bezerro muito frescaes. 9g5O0
diversos fabricantes (lustre). 9g00O
inglezas inteirissas.....9*000
gaspeadas.....8*500
prova d'agua. 8500
Sapatoes.
Nantes, sola dupla.....: 55O0
urna sola..... 5*009
para menino 4$ e..... 3500
Sapatoes lustre.......... 5000
Sapatos de tranca.
Portuguezes de Lisboa finos.....2*000
Francezes muito bem feitos.....1*500
Alem disso um completo sortimento do legiti-
mo edo verdadeiro cordavo para botinas de ho-
mem ; multo couro de lustre, bezerro francez,
marroquim, vaquetas, couros preparados e em
bruto, sola li, taixas etc.. tudo em grande
quantidade e por pregos inferiores aos de outrem.



i)


Fardo.
No armazem n. 90 da ra da Madre
de Dos, confronte a botica ingleza, ha
muito bom farelo em saceos, chegado
ultimamsnte, para vender as porcOes
ou a retalho.
Saladera Brothers & C. tem para vender en,
eu armazem, na praga do Corpo Santn. 11,
alguna pianos do ultimo gosto recentimentt
chegados dosbem conhecido e acreditados fa-
bricantes J Broadwood 4 Sons de Londres
muito proprioara este clima
fe
O
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JUDM
00
rs. a

Sapatinhos de setim e
me jas de seda para bap-
tizados
A laja da aguia branca receben de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. pri-
morosamente bordados, os quaes est vendendo
pelo baratissimo preco de 3. (nesse genero nao
s* pode dar oais perfeitos),assim como outros de
rterin tambem bordados a 1600 e 2. Recebeu
igualmente mui finas e bonitas meias de seda de
diversos tamanhos, tendo at, proprias para os
Ejeninose meninas que s-rveni de anj.as as pro-
cisses ; tem brancas, de listas, do fiorzinhas, i
c bocal tecido de borracha, o msis engrgado
possivel : tudo isso na ra ra do Oueimado* lo-
e da aguia branca n. 16.
^Ov^>

mdaco
g^Rua do Queimado n.|
10. loja de 4 portas. l
w Vende-se as seguidles fazendas por ;
menos prego do que era outra qualquer
m
%
& parte, romo sejam
J, Chitas francezas cores fixas a 220 e
? Cortes de cassa franceza a
I Cbalys de apurado gosto covadoa
. Camoraia de seda dito o covado a
* Mimos do co dito o covado a
g Chales cora palmas de seda a
h 1S600 e
Camtsinhas de cambraia bordada
V para baptisado a
Ditas de dita para senhora e com
L gollinha a
? Chitas inglezas cores fizas a
p Esguio de puro linho a vara a
I Cambraia l3a muito fina a pega a
Chales de merino bordado a
Ditos de dito liso a 3*500 e
Mantas de setim lavrado para se-
nhora a
Meias para senhora a 3S, 3*500 e
l)its para meninas a 28O0 e
Chapeos de sold seda para se-
nhora a 3*500e
Guardanapotf adamascados a du-
zia a 25500 e
Toalhas de linho a duzia
Riscadinhos de linho o covado a
Cortes de brim de linho de cores
a 2500 e
Ditos de raeia casemira a 1280 e
Panno azul fino covado. a 1280 e
Dito preto dito dito a 3*500. 4*e
Corles de casemira preta a 5* e
Cortes de dita de cores a 4* e
Cortes de velludo para collele
a 1*600 e
Ditos de gorguro a
Brim branco de lioho trancado a
Palelots de brim de cor pardo a
Ditos de dito lona a
240 2
2*000 V
500 A
440 s
400
2)000 t&
5*000 O
3500 ^
160 w
800 B
58000 fia
5000 ^f
4$0O0 O
1S600 %
Sgt'OO ^
4$000
3*000
5000
160
2g800
1*600
1S600
5S000
65000
590OO
2*000
geoo
1/000
3gi00
4g500
Importante
Atso
Na loja de!4 portas da ra do Queimado n. 39,
acha-se um grande armazem com todo o aorti-
m*ntode roupas feitas, paracujo fim tem mon-
tado urna officina de alfaiate, estando encarrega-
do della um perfeito mestre rindo de Lisboa, pa-
ra deserapenhartoda e qualquer obra que se Ihe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
Illms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, fardes com superiores preparo*
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figurinos que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquinhas
para montaria, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja singlos ou
bordados a espequilha deonro ou prala, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hojo, assim como tem muilo ricos
desenhos a matiz de todas as cores propros para
fardamento de pageos ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Afliangaodo
; que por tudo se fica responsavel como seja boas
; fazendas, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se prometter, segundo o systema d'onde
veio o mestre. pois espra a honrosa visitados
dignos senhores visto que nada perder em es-
perimentar. "
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ra m pela bar-
ca Clarissa viu-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sor li-
men lo dasme-
lbores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfeigoa-
mentos, fszendo pasponto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na ma da Imperatriz n.
18, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado expressamente para as mesmas ma-
chinas.
Fazenda econmica!
Lazinha para vestido a 240 rs. o covado, fa-
zenda ciilr'ora de 800 rs. ; Amorim & Castro,
ra do Crespo o. 20.
DA
VICTORIA,
NA
[Una do Queimado n. 75,
Junto a loja de cera.
Neeta loja vendem-se as seguinies miudezes e
outras muitaSTjor pregos baratos, s para quem
comprar victoria sempre contar :
Cartoee de clcheles francezes muito bons a 40
rs. o carto, e duzia a 400 rs.
Agulhas francezas muito boase verdadeiras a 120
rs. a caixa com 4 papis, e avulso a 40 rs. o
papel.
AguIheiUu para enfiar vestido 40 rs. urna.
Linnas victoria em carretel com 200 jardas a
rs. ai, e duzia a 640.
Ditas de 200. jardas de Alexauder a 900
duzia.
Ditas de Pedro V em cartao, branca e de cores a
60 rs. oro carto.
Ditas de melada de peso verdadeiras a 240 rs. a
melada.
Papis com cento e tantos alfinetes francezes a
40 rs. o papel.
Alfinetes de cabega chata grossos e finos a 120
rs. a carta.
Cordo imperial para vestido a 40 rs. a pega.
Caivetes finos dedoas folhas para peonas a 200
rs. um, e duzia a 2*
La de todas as cores para bordar a 6*500 a libra.
'JE? "I"1'0 boos de balia P alisar a 220.
240, 280 e 320.
Ditos transparentes tambem bons a 360 e 400 rs.
Lnfiadores de algodo a 60 rs. cada um.
Meias cruas brancas e de cores para homem a
.160. 200, 240, 280 o par.
Dl^ibrancas muil> fios para senhora a 240, 280,
320 o par.
Espelhos dourados para parede redondos e qua^
arados a 3*500 cada um.
Roa do Crespo
le)a n.25, de Joaqun Ferreira de Si, Tendea-
se pata fechar contas a* seguintes fazendas por
pregos muito baratos: tecas de cambraia lisa fi-
h!h!.i iMrlM desemira a 3*500, pegas de
rt!?? l(argOSoe,u?uUo fi008 3*. "d d ia-
dros miudos a 800 rs. o covado, chitas largas de
oX TVIa CUf8 **' v*** cores bens
goetos a 240 covado, org.ndys muito finos a
OW rs., pecas de entremeios bordados a 320 a
ver, golliohas bordadas s 640, manguitos de
9n.& S "I6 3 *' 9 palmos de largura a 1*280 a vara, sobrecasacas
de panno fino i 20 e 25$. paletots de panno e
casemira a 16* e 20. ditos de alpaca de 3/500 a
7* ditos de brim de cores e brancos de 38 a 5S
caigas de casemira preta e de cores de 6 a 10*
ditas de brim de cores e brancas de 2J500 a 5'
colletos de casemira de cores, e setim preto a 5*'
camisas de fusto brancas o de cores a 2* cortes
de cassa de cores a 2*. cassas pretas a 500 rs a
vara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprio para capas de senhora a 800 rs. o cova-
do, assim como outras muitas fazendas, tudo
muito barato para acabar.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater 4 C.,
ra do Vigario 1.8 un bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
una variedade de bonitos trancelins para os
mesmos.
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
va e apreciavel agua ambreada, de um aroma ex-
celentemente agradavel. Ejla serve acertada-
mente para se deitar algumas gotas n'agua pura
com que se banha o rosio, resultando disso -que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
lidade das senhoras : assim como para se deitar
n'agua de banho, que o torna mui deleitavel. re-
aullando alem de refrescar o tirar ou fazer desap-
parecer esse hlito dessgradavel que quasi sem- '
pre se tem pelo transpirar. Tambem tem a pre-
ciosidadede acalmar o ardor que deixa a navalha
quando se faz a barba, urna vez que a agua com
que se lave o rosto tenha della composigo. Cus-
ta o frasco 1*. e quem aprecia o bom no deixar
certamente de comprar dessa eslimavel agua am-
breada, isto na loja d'aguia branca, na ra do
Oueimado o. 16. nica parle onde se achara.
g Gurgel & Perdigo.
g Ra da Cadeia loja n. 23.
KECEBERAM vestidos superiores de
bloode com mana, capella, saia de se-
tim, ditos modernos de seda de cor, di-
tos pretos, ditos de phaotasia. ditos de
cambraia bordados, liodas lasinbas, fi-
l, tarlatana, sedas ds quadrlnhos, gros-
denaples, moreantique, cassas. cambraia
da cores muito superior, sintos, enfeiles,
novos manguitos, chapeos, manteletes)
visitas, capas moderna de gorguro e de
fil, pulceiras, leques e extractos de sn-
dalo.
Grande pechindia.
PALETOTS SACOS de casemira ingle-
za a 10*, ditos a 15*. ditos de alpaca mais
fina a 6*. sobrecasaco de panno a 20*. 24*
e muilo boas a 40*. caigas de casemira a
9*. botinas de Mell a 12* e ingleza a
10*. chapeos francezes a 89 : na ra da
Cadeia loja n. 23.
3
Altenco
iFazendas e rou-J
pas feitas baratas 1
Sem igual.
SAIAS balo muito boas de todo tama- |
i| nho a 4*, luvas de Jouvin de todas as ||
X cores e brancas pregos fixo 2$500, sapa- j*
m tos de tapete ede tranca a 1*280. colchas ||
i, grandesde dsmasco de la e seda a 6*. 55
de algumas destas fazendas existe urna m
pequea quantidade por isso as pessoas 2
j| quequizerem com tempo dirijam-se a ra
O da Cadeia confronte ao becco largo loja S
848- Ra da Imperatriz48]
|[ Junto a padaria franceza.
SEocontra-se nesle estabelecimento um
completo sortimento de roupas de diver-
8sas qualidades como sejam : paletots de
alpaca preta e de cores a 3* e 3*500, for-
ja ridos a 4* e 4*500, ditos de ganga de edr
IP a 4*. ditos de brim pardo a 3800 e 4*. di-
3g tos de brim de cor a 3*500 e 4, ditos
Si francezes a 3*400, ditos meias casemiras
a 5JJ e 5*500, ditos de alpaca prela e de
cores francezes fazenda de 10* a 6S500,
ditos de palha de seda e lia a 3*500. di-
tos de bramante a 4 ;e 3j500, ditos de
casemira saceos a 13J, ditos sobrecasacos
Sa 15, dilos trancaxea a 19#. dilos de al-
paca preta francezes golla de velludo a
785O0 e 8*. ditos de panno preto a 18,
203 e22s._c3lga5 de brim de cor a 1J800,
2g300, 3*300 o 4*. ditas de casemira pre-
tas e de cores a 6*. 7J500, 8g e 10*. ditas
de meia casemira a 4* e 3*500, colletes
S de fusto branco e de cor a 2500. 2*800
Se 3*. ditos de gorguro a 4* e 5*, dilos
de setim preto a 3*500 e 4. ditos de ca-
l semira preta e de cores a 4* e 5*. ditos
g de reRtado preto e de cores a 7*, 8 e 10*,
|f completo sortimento de roupa para me-
8* nlno como sejam caigas, paletots, colle-
tes, camisas a lg600. 1*800 e 2*, de fusto
tt a2*500, fazendas superiores.chapos para
m cabega fazenda superior a 6*500, 8J500 e
10*. ditos de sol para homem a 65500,
ditos para senhora a 4J500 e 5*, e outras
muitas qualidades de fazendas e roupas
por pregos muito commodos.
Recobem-se algumas encommendas de
roupa por medida e para isto tem delibe-
Jg radoa ter um Contra-mestre no estabe-
lecimento para executar qualquer obra
tendente a sua arte.
cobertos e descobertosr pequenes e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonthail Mellor & C.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeites de continha, como dourados, e de lindas
fitas e fivelas, o mais fino que se pode encontrar ;
isto na loja Aguia de Ouro, ra do Cabug n. 1 b!
Gapellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebau novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, e as
est vendendo a 6*e a 8*, conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
Bramante superior.
Vende-se bramante de linho bastante incorpa-
do. com duasvaras de largura, pelo beratiasraio
prego de 2*400 rs. a vara : na ma do Oueimado
n. 22, na loia da boa f. vueimtoo
Chales de merino
estampados a 2*500; na roa do Queimado n. 22
na loja da boa f. '
Gravatinhas estreitas.
yenq>m-se superiores gravatinhas estreitas de
seda, nao so pretas cerno de cores, pelo baratis-
simo prego de 1$: na ra do Queimado n. 22
loja da boa f.
Atoalhado de linho
eom duas largaras a 2*600 a vara ; na roa do
Oueimado n. 22, na loja da boa f.
Cera de carnauba.
carnauba
a mais superior
na ra da Cadeia do Re-
Vende-se cera de
que ha nesle genero
rife, loja n. 50.
Caes do Ramos armazem
n.24.
tSSSSJS^ **. #
geiefijfi eeiesftfitt sema**
4 fama Iriumpha.
Os barateiros da loja
Encyclopedica
ELOGIOS.
Vende-se em casa de Saundres Brothers C
praga do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bricaute Roskell, por pregos commodos e tam- |
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellente gosto.
Luvas de pellica enfeita-
das para noivas.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as finas e bonitas luvas de pellica
enfeitadas, proprias para noivas, e contina a
vend-las pelo aotigo e baratissimo prego de 5*000
o par: oa dita lola de Aguia Branca ra do Quei-
mado u. 16
Galanteras.
A loja d'Aguia Branca recebeu novamente
um bello sortimento de bonitos babuzinhos com
9 e 12 frasquinhos de ebeiros ; e os est ven-
dendo baratamente a 28000, 3*000, e 4|000: as-
"SLJfg? calimbas redondas com 6 frasquinhos
a MSOev, caixiohas com cheirosas pastilhas para
detumar qoartos gabinetes & & a 2*000 urna: na
Olla loja d Aguia Branca raa do Oudmido n.
16.
Avariado.
Madapolo coqueiro com pequeo toque de
avaria a 3*500 a pega : na ra do Queimado n.
17, a primeira loja passando a botica.
A 15,000!!
,i
'L
Loja das seis portas em
frente do Livranienlo.
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto 22*. fazenda fina,
caigas casemira pretas e de cor**, ditas de
brim denaga, ditas de brim branco. palelots
de bramenip a 4*, ditos de fusto dv cores a 4J,
ditos de estamenlia a 48, ditos de brim pardos
39. ditos d alpaca preta saceos aobrecasaeos,
olletes de .Hodo pretos e de cores, ditos de
gorguro de seda, ravatas de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cada urna, coliarinhos da linho
da ulima moda, todas estas lateadas se vende
barato para acabar; a loja est aberla das 6 ho-
ras da manha at as 9 da noite.
Enfeiles a
ribaldi.
Muitos lindos enfeiles a Giribaldi para senho-
ras a 8;. ditos fiogindo palha porm de sedas a
8J>300cada um, ditos de vidrilhos a 1J800cada
um : na loja da victoria, ra do Queimado nu-
mero 75
Arados americanosemachina-
pata lavar roupa: em casa de S.P. Jos
linston & C. ra dj.Senzala n.4.
fflaiffl^
Cortes de meiH casemira de urna s cor, fazen-
da superior, pelo baratissimo prego de 2* cada
um: na ra do Queimado n. 22. na loja da boa f.
A12#000
a duzia de toalhas felpadas superiores ; na raa
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Enfeites de flores para ca-
samentos e bailes.
Chegou para a loja d'aguia branca lindos e de-
licados eofaites de flores floas, feitos ctrm muito
gosto e a ultima moda, sao mui proprios para as
senhoras que o a casameotos e bailes, e ser-
ven igualmente para passeios. Os precos sao 8*.
10 e 12. porm quem apreciar o bom conhece-
ra qoe sao baratos, e para isso dirigir-se a ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
19 Ra do Queimado 19
Lencoes
de panno de linho pelo prego de 1*900.
Bramante de linho
Grandes lengoes de bramante 3*300.
Panno de linho lino
Lencoes sem costura muito grandes a 3*.
COBERTAS
de chita a chineza, pelo prego de 1*800.
Lencos a 160 rs. cada um.
Lengos brancos para algibeira a 1*600 a duzia.
TOALHAS
de fuslo pelo baratissimo prego de 500 rs. cada
urna.
Chales
estampados.
Chales de merino estampados a 2*500
ALGODAO' MONSTRO
com 8 palmos de largo a 600 rs. a vara.
Chita.
Chita franceza a 220 rs.
Capellas
de flores de laranja para casamento a 5*.
A' loja armazena-
da de Pariz.
Ra da Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-Vis-
ta, loja armazeoads de 4 portas n. 56, recebeu
agora uro bello sortimento de fazendas baratas, a
saber : chitas novas s 160, 180 e 200 rs. o cov'a-
do,ditas largas francezas a 240. 260 e 280 o cova-
do. pecas de cambraias brancas muito finas a
2g500, 3$ e 3*500, saias de balo de 30 arcos pa-
ra senhoras e meninas a 38500 e44, cobertas de
chita modernas e novo gosto a 1*800, lengesde
panno de linho a 2f, filas de aigodo por diver-
sos pregos.
No armazem de Macha-
do & Rodrigues na ra da Ma-
dre de Deosn. 6, vende-se fa-
rinha de mandioca sacca
grande a1#500.
Hu arta Senzaia Nova n.42
Vende-se em casada S. P. Joiihston'&C.
sellinse silhSes nglezes, candeeiros e castigas
bronzeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, emomaria, arreios para carro de
uai e dous cvalos relogios de ouro patente
ngltz.
EAU IYIINERALE
NATRALUE DE VICHY.
SR?-'1-10-*.* hoticafranesza raa da Craza.22
^^^^^^^^^""""""""^^^aaBBaaaBBBB ________
Amemloas coof eitadas
al^a libra.
Proprias para sortes de S. Joo
vende-se tanto em porces como a retalho unicameate no
armazem Progresso, largo da Penha n. 8.
DE
Guimares & Villar.
Ra do Crespo numero 17.J
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraias, las, chapelinas de pa-
lha e de seda para senhoras, manteletes
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sahidas de baile,saias a balo de di-
versas qualidades, saias bordadas de to-
das as qualidades e pregos, chitas fran-
cezas muito bonitas e floas, enfeiles de
diversas qualidades para cabega de se-
nhoras, espartilhos de moles e muitos
outros objectos que nao mencionamos,
todos proprios para senhoras.
Para homens
paletots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, grvalas, lencos, so-
brecasacos, calgado Melie e muitos ou-
I tros objectos.
Vendem baratissimo
[R Vendem baratissimo
Vendem baratissimo.
Quem duvidar v ver
ft Ouem duvidar vvr
Quem duvidar v ver.
Levera dioheiro
Levem dinheiro
II Levem dinheiro.
A A$, A$o00 e 5#.
P Cambraia lisa muito fina a 4* a peca com 81i2
varas, dita muito superior a 5jJ, dita tambem
muito fina com salpicos a 49500; na ra do
Queimado n 22, na loja da boa f.
M Vende-se urna machina de costura cft
patente por barato prego : a tratar na ra
i? estreita do Rosario n. 12. @
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porgo de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
timo gosto, para meninas e senhoras, e as 'est
vendendo a 18500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois s as ha na loj d'aguia branca
ra do Queimado n. 16.
Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cavlos, proprlo pa-
ra familia por ser bstente largo e nel-
O rrionenm -1^ nMnfA I'e poder sentar-se quatro senhoras sem
!!*.?* PrrafaS.(9|machucaremseus vestidos e nem que-
brarem seus bales, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ma
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n. 10.
Urna casa,
Vende-se urna excellente casa terrea com so-
lio na cidade do Aracaty, sendo namelhorrua
de commercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
gel & Irmo, e nesta na ra do Cabug loia
n. 11. *
Farinha de mandioca, a m-
lhor que ha neste genero,
igual a de Muribeca.
E' muito barato vista da sua superior quali-
dade ; no armazem de Fragoso & Cabral, ra da
Madre de Dos n. 18, defroote da guarda da al-
fandega.
E' muito barato.
Ramos de flores finas proprias para enfeites de
cabello, para ornar vestidos, chapeos, etc. etc.,
pelo dimmuto preco de 1*500 o ramo I I na
ra do Queimado n. 6, primeiro andar, casa de
cabelleireiro
J.Praeger&C.
em liquidadlo.
Na ruada Cruzn. 11,
vendem,
25 quartolas vinho de Bor-
deaux de differentes quali-
dades.
Dito em caixas.de 1 duzia.
Agua de Selter, da Fonte.
Vinho do Porto em caixas.
Dito Xerez em ditas.
Cognac fino [pal brandy.]
Sardinhas em Ij4 e 1$ latas.
Presuntos de fiambr.
Champanha nova.
Chocolate francez.
inteiras e 6 meias) da muito
acreditada champagne do afa-
mado Laronzire: na pracada
Independencia n. 22.
Fazendas baratas.
A 4{000.
Cortes de casemira decores, fazenda boa ; na
ra do Queimado n. 47.
A2$500.
Toalhas de linho para mesa ; na ra do Quei-
mado n. 47.
A 160 rs.
Pares de meias pretas de algodo para homem:
na ra do Queimado n. 47.
A 100 rs. o covado.
Chitas pretas em retalhos ; na ra do Queima-
A1#280 ocovado.
Grosdenaple preto, fazenda boa ; na ra do
Queimado n. 47.
A 2# ocovado.
Setim maco preto muito bom : na ra do
Queimado o. 47.
A 2,200 rs.
Cortes de gorguro de seda a de cores : na ra
do Queimado o. 47.
A 4/|600, 40800 e 5$200.
Pegas de madapolo bom : na ra do Queima-
do n. 47.
Para luto.
Cassa preta fina com salpicos ou flores bran-
cas a 500 rs. a vara ; na ra do Queimado n. 22
loja da boa f.
Loja das % portas
EM
Em frente do Livramente
Luvas de terral a 800 rs, par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220
ra. o covado, dilos estreitos com muito bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassas de cores seguras a
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 2]
brimzinho de quadrinhos a 160 o covado, musse-
lina encarnada fina a 390 o covado, algodo da
duas larguras a 640 a vara, lengos de cassa pin-
l"o3 '^ rs- cada una' s*da Pre,a de ramajtem
a 800 rs. o covado, fil de lioho preto com sal-
pico a l$400a vara, luvas de torcal muito finas a
8U0 r o par : a loja est aborta das 6 horas da
manha s 9 da noite.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A. loja d'aguia branca resaben prximamente
so novo e lindo sortimestto de cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de differeo-
tee cores e loriaras, e como sempre a est van-
deado baratamaate a 2f, 3, 4 e 5| a peca, procos
estes que em nenhuma outra parte se achia, e
s sim na raa de Queimado, loja d'aguia bresca
onumer 16.
Aos tabaquistas.
Lencas fiaos 4acores escaras e trxas a imita-
gao dos de linho a 5$ a duzia ; na raa do Quei-
mado n. 22, na loja da oca f.
Brim^braoco de linho multo fino a 1*280 a
vara ; na roa do Queimado n. 22, loja da boa f.
Riscadinhos de linho proprios para obras
de meninos a 200 rs. o covado ; sa raa do Quei-
mado n. 22, loja da boa f.


DIU 9t f MUSitJCO. T*> MBRA 18 M XtJNBO 01
-
Chapeo de sol de seda a 6$.
Vendem-se muito boas chpeosle ni de teda
com cato de cannar pelo baraUssl.to preco da 6
* roa do Queinudo o. 82, toja da
t*
cada ub
boaf.
na
A variado.
Madapolo largo a fino com pequeo toque de
aana a 3|500 e 4, dito muilo fino a 5a a peca :
na ra do Crespo a. 8, loje de 4 perlas.
Attenco.
Ha ra do Trapiche n. 4, em casa de Roatron
nooker & C-, existe um bom sor timen t o de li-
**# cores e brancas em carreteia do melhor
fabricaste de Inglaterra, as quaes se Tendem poi
procos mui razoaveia.
DESTINO
DE
Jos Dias Branda
5Ra da Linguete -5
O doto deslino torra gneros por meos de seu
? Mor: superior manteiga iogleza a 1 a libra,
dita ranceza a 700 rs.. cha prato a I94OO, oas-
sasa560, conservas inglezss e portaguezaa a
/OO rs., aletria, talharim e macarro a 400 rs. a
libra, toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra, banha
de porco refinada a 480 rs latas com pexe de
postas a 1400, cerveja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 5a a duzia, dita preta a 600 rs. a garrafa e
61800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas fraucezas e portuguezis a 720 rs. a lata)
spermacete de 4, 5 e 6 em libra por preco mu-
to em conta, vinho do Porto engarrafado fino
(velho) a 19500 rs.. vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 rs. agar-
rafa, e oulros muitos gneros que escusado
menciona-Ios, que do contrario se toroava enfa-
donho aos freguezes. (Dinheiro vista.)
Esfriadeiras
para agua.
Vendem-se esfriadeiras muito alva para agua a
4 o par ; na ra do Queimado o. 75.
Gomma de araru-
ta muilo alva al20rs.
a libra
Vende-se na ra das Cruzes n. 24, esquina da
travessa do Ouvidor.
Tartatana.
Vende-se tarlatana branca muito ficta com 11/2
vara de largor propria para vestidos, pelo bara-
tissimo preco de 800 rs. a vara : na na do Quei-
mado n. 82, na loja da boa f.
Fil de liaho superior.
Vende-sesuperior 816 de Unho liso muito fino
a 800 rs. a vara : ni na do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
SABAO.
Joaquim Francisco de Helio Santos avisa a
seus freguezes desta praca e os de fra, que. tem
I expesto venda sabo de sus fabrica denominada
Reciteoo armazem dosSrs. Travassos Jnior
4 C, na ra do Amorim n. 58; massa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
composicao.
Agua iogleza
deLavander a mil
irasco.
Vende-se pa loja d'aguia branca a
agua iogleza de Lavander, superior
outras, a la o frasco : na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Livro do mez mariane a 1$.
Acaba de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edigo do mez maano, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha,
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceico, modo de visitar o lauspere-
ne do santissimo rosario ; vende-se nicamente
a 14 da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Ferragens e niiudezas.
53Ra Direita53.
O propnetario do estabelecimento cima acaba
de receber um primoroso e rico sortimento de
bandejas para S. Joao, que por sua barateza e
bem acabado gosto. er nao ter rival nesla praca,
rico sortimeeto de facas, garfos e colheres de to-
das as qualidades, e presos, meias finas, espin-
gardas, ferro da Suecia, camas de vento, e mui-
tos oulros gneros que por sua barateza est dis-
po8lo a dar um a quem comprar outro.
A 4#000.
Chales lisos de merino de lindas cores: na ra
do Queimado n. 22. na loja da boa .
res o
verdadeira
a todas as
Taixas.
Attencao.
Vende-se a taberna do becco Largo n. 2, muilo
afreguezada para a praga, e muito propria para
um principiante por terpoucos fundos; para tra-
er no mesmo.
&GKKCIA
D*
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Senzall* Neva n.42.
Neste estabelecimento contina a haver um
completo sortimento de moendas emeias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
te ferro batido e coado, de todos os lmannos
f ara dito,
^Vinhos engarrafados^
Termo-
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
Encellas.
Malvasia, em caixas de urna duzia de garrafas :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Graxa econmica
para lustrar calcados.
Vende-se a superior graxa econmica em bar
nlinhos de louca a 640 e 800 rs. cada um. A su-
perioridade de tal graxa jconhecida por quem
tem usado della, e ser mais por aquelles que de
novo comprarem. Ella serve igualmente para
amaciar e conserrar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, conser-
va-se por 3 e 4 sem necessidade de nova graxa:
acha-se venda na ra de Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Vende-se um sellim com pertences, tudo
em bom uso, para montara de menino ; na ra
Nova, casa da esquina n. 09, taberna.
Na fundicao da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ba bom sortimento de taix/s para enge-
1 nho, fabricadas com lodo o cuidado.
Tachas e moendas
Braga Filbe & C., tem sempre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grande sor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na roa do Trapiche
n. 4.
Cera de carnauba
Na ra da Cadeia do Recite n. 7, vende-se ce-
ra de carnauba a mais limpa e superior que tem
vindo a este mercado, e por isso de muita utili- i
dade aossenhores fabricantes de velas, alteudedo
a qualidade.
SINTOS
para senhora.
Siotos muilo bonitos para senhora a 3g cada
um, fifelas muito lindas para simo a Igo cada
si oja da riotori, ra da Oneimado nu-
No pateo do Carino sobrado n.
Y, primeiro a odor, veode-se tuna linda
negrmfcadeH a 12 nonos de idade,
pela quantia de 1 :i00.
- Veode-se a taberna da iravessa das Cruiea
n.14, a tratar Da.mesma.
En, cata de Rothe & Bidoulaiv vende-ae o
seguate :
Presamos da Westphalia.
Agurdente em caixa de 1 duzia.
Tinta branca em latas.
Champanha de primeira qualidade.
Tudo muito em cunta.
Scbftltsch-Germano.
Acaba de chegsr do Rio de Janeiro esta linda
Schottisch para piano, all ofTerecida, dedicada e
consagrada ao distiocto artista o Sr. Germano
Francisco de Oliveira, por seus amigos e admi-
radores, e composicao do profeasor de msica P.
L. Colas. Acha-se venda ra Nova, oo arma-
zem de msica do Sr. Dumoot.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F, na ra do Queimado n. 22,
sempre se encontrarlo as superiores luvas de.pel-
lica de Jouvin, tanto para homem como para se-
nhora, por serem recebidas por todos os vapores
lindos da Europa, e se vendem pelo baratissimo
preco de 2j500 o par: na mencionada loja da Boa
F, na ra do Queimado n. 22.
Sintos.
Veidcrn-se sintos com ricas flvelas para senho-
ra e menina j2, Atas e fivelas para cintos, ban-
dos de dina para marrafasa 000 ra. : na ra da
mperatriz, loja da boa f n. 74.
r.,.V Na ra .iado n. 6 por baixo da boneca,
vende-se tuna do Porto de boa qualidade, che-
gida ltimamente, a 420 rs. larga, a 200 rs. es-
trella, o covado
ggiNiQfiMsie-siedisfiisaiNiSfie^
jjKua do Crespo n. 8, loja de
4 portas, admira a pe-
chincha
Laa para vestidos (uzeada que
outr'ora custava 8o0 rs. o cova-
do vndese a 240 rs., do-se J|
amostras com penhor.
Coraes lapidados
a 500 rs.
Vendem-se massinhos
500 rs. cada um : na ra
guia branca n. 16.
o mas so.
de coraes lapidados a
do Queimado, loja d'a-
Attencao.
Na loja de fezendas n. 38 da ra do Livramen-
to, em frente a torre desta igreja, esta-se quei-
mando fazendas por todo o dinheiro: vende-se
tambem a rica armacao dessa loja.
Vende-se urna preta de meia idade, qoe co-
zinha e lava de sabo ; na ra das Cinco Pontas
numero 54.
Ges & Basto.
Ra do Queimado n. 46.
Secebeu ltimamente nm completo sortimen-
to de luvas de pelica de Jouvin, de diversas cores
e esto vendendo a -2A o par.
Massinhos de coral
aSOOrs.
S na loja da aguia de ouro,
na do Cabug n. 1B.
Vendem-se maisinho da coral muito fino a 500
rea o masso.
Palmatorias
de latao para velas a 400
ris.
inrt d!;8e PalB,Btn" I lati para velas a
.Si.'brtUnmi6.narU" d QU6mad0' ,0ad"
E' de graca.
h,r?ia..iCbape,n" de 8eda P" senhora, pelo
barassimo preco de 16 cada urna : na ra do
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Vendem-se ricos cortes de vestidos brancos
bordados com 2 e 3 babados a 5* : na ra do
Queimado o. M, na loja da boa ff
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
A loja d'aguia branca est recentemente pr-
vida de um completo sortimento de enfeites de
bom gosto para senhoras, sendo es afamados e
delicados enfeites de torcal cem franjas e borlas
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borIota ao lado, outros de
troco igualmente enfeitados com aljfar, e borl-
las, lodos elles de um aparado gosto e perfei-o
os precos de 8 e 10 sao baratos vista das
obras ; alm destas qualidades ha outras para
3 e 4 : isso na ra do Qaeimado, loja d'aeuia
brenca n. 16.
Delicados chapeo-
ziiihos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui novos e
delicados chapeozinhos para baptisados obra
mui perfeita e bem enfeitada, sendo cada um em
sua bonita caixinha, e pelo baratissimo
6$, ninguem deixar de os comprar :
guia branca, roa do Queimado n. 16.
Vende-se ou aluga-se a armacao da loja da
ra Direita n. 48. a casa tem cemmodos para fa-
milia, e a armacao propria para qualquer esta-
belecimento : a tratar na mesma.
E'baraloaiSOOO!
Sedas de superior qualidade muito largas e
bonitos padrees pelo diminuto preco de la o co-
vado : na ra do Queimado n. 17, a primeira loja
passando a botica.
bapatus de tranca para homem e se- ja
nhora a 1$ o par : em casa de Julio
Conrado.
SKwnsa
lia
WUPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.)
SORTIMENTO COMPLETO
> ai
[Fazendas e obras feilas. j
Bulacliioha iogleza
HA
LOJA
E ARMAZEM
DE
preco de
na loja d'a-
&
_
Gangas francezas muito finas com padrees
oscuros a 480 rs. o covado; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa .
J chegoii o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C.f de New-York. Acham-se
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as instrueces completas para se usarem
estes remedies, contendo um indico onde setpo-
de procurar a molestia que se deseja curar" os
quaes se veodem a 1SO00.
jGes k Basto!
NA
Ha.ua do Queimado
a. 46, trente amarella.
. Constantemente temosum grande e va-
nado sortimento de sobrecasacas pretas
H? J,ann,n de corea muito fino a 26,
2 V*' Paletols d mesmos pannos
20$, 22J e 24J, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14, 16 e i8$, casa-
cas pratasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28, 30$ e 35. sobrecasacas de
easemira de core muito finos a 15, 16J
e 18J, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10|, 12 e Ug, calcas pretas de
easemira fina para homem a 8, 9, 101
e 12, di las de easemira de cores a 7J, 6,
9 e 10, ditas de brim brancos muito
fina a :> 6, ditas de ditos de cores a
3, 3500, 49 e 4500, ditas de meia ea-
semira de ricas cores a 4g e 4$500, rol-
letes pretos de casemiraa 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 4$500 e 5, ditos
orancosde seda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes de brim branco e d
f usto a 3, 3j>500 e 4, ditos de cores a
23500 e 3, paletotspretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 7f, 8 e 9,
colletes pretos para lulo a 4500 e 5,
cas pretas de merino a 45500 e 5, pa-
letots de alpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 6, 7 e 8$, muito fino col-
letes de gorguro de sedade cores muito
boa fazenda a 3800 e 48. colletes de rel-
iado de crese pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
easemira sacco para os mesmos a 65500 e
S7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobrecasacos a if e 5500,
* calcas de easemira pretas e decores a 6,
* 6J500 e 7, camisas para menino a 20
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a|32 a duzia pan acabar.
Assim como temos urna offleina deal-
(aiate onde mandamos executar todas as
obras com brevidade.
a 160 rs. a libra.
Vndese a 160 rs. a libra, 3J200 a barriquitha
da mais nova que ha no mercado, flaneando-se
a boa qualidade, manteiga iogleza flor a 800 rs.
jalpista e painco a 200 ri., presunto e toucinho
muito novo a 320, toucinho de Sanios a 240, cer-
veja cobrinba a 500 rs. a garrafa: na ra das
Cruzes n. 24, -esquina da travessa do Ouvidor.
Sitio veoda.
Vende-se um sitio em Santa Anna, lendo boa
casa com cinco quartos, duas salas, sala de jan-
tar, etc., etc., estribara para seis cavallus, quar-
tos para serventes, etc.. baixa de capim, excel-
entes frocteiras, cacimba com boa agua para be-
ber, e tanque para baobo: os pretendentes po-
dem ir examinar a dita casa 6 sitio em qualquer
dia e hora, e para tratar, dirijam-se Saunders
Brothers & C, praca do Corpo Santo, n. 11.
Vendem-se acedes das companhias Per-
nambucana e Vigilante de reboque: a tratar
com Saunders Brothers & C, praca do Corpo
Santo, n. 11.
Opiata ingleza para
dentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria encommeeda a bem conhecida eprovei-
losa opiata ingleza para dentes, cuja bondade
apreciada por todos quantos della tem usado, e
ser mais por quem quizer conservar asgeogivas
em perfeito estado, assim como a alvura des
denles ; cusa cada caixa 1500, e por tal pre<*o
s eixaio de romprar quando a nao acbarem
mais na loja d'aguia branca, na ra do Queima--
do n. 16.
Eseravos fugiaos.
Attencao,
Lindos cabazes
Fugio do poder do abaixo assignado o escra-
vo por Dome Joao de Castro, com os signaes se-
guintes : cacundo, olhos pequeos, ps cambe-
tas, aDdar vagaroso, levou camisa branca, calca
preta e chapeo de palha ordinario pintado de
rxo, fugio ha perto de 1 mez, anda aqui mesmo
pela praga porque j foi encontrado : roga-se
portanto aos Srs. capitaes de campo ou a quem
pegar leva-lo casa da ra Nova n. entrada pe-
la ra das Flores que se gratificar.
Fugio da casa do abaixo assignado o escra-
vo por nome Thomaz, nacao crioulo filho do ser-
o de Moxolho com os signaes seguintes, com os
dedos da mo direita aleijados, por ter sido ma-
chucado em urna maquina de nadara; bonita
figura leve bexigas a dous mezes, tem dentes ali-
mados poucosignal de barba representa ter 24 a
26 annos de idade, julga-se ter ido para o dito
lugar por all ter seus prenles, e por que j oi
visto o anno passado, quando fugio a primeira
vez, portanto pede-se a quem o aprehender l-
valo ao seu senhor na ra dos Pescadores d, le
3 padaria, quesera bem recompensado.
Joao Jacintho de H. Rezende.
Anda continua estar fgido o escravo An-
tonio, crioulo, que representa ter de 20 a 25 an-
nos, bastante alto e bom corpo, e disposto para
todo o 3ervQo, falla um puuco descansado, tem
os olhos um pouco vermelhos, barbado, bem
feilo de ps e mos, as pernaslongas : coosta-nie
que esteve nos Remedios,
. -. 11"" caiee uva neniemos, trabalhando no lugar
de pa i na tina, ou cesimnas' ?"ad?>?s,'j*!?' aPiehend!d pr <>* pedes-
| tre, e podeilludir dizendoquea para casa desua
senhora que morava nos Remedios, agora consta-
nte que est aqui na ra da Soledade "trabalhando
como forro, e para Boa-Vista, onde tem o seu
aposento : roga-se s autoridades policiaes a ap-
prehensio do dito escravo, e remette-lo ra do
Caldereiro d. 42, a Francisco Quintino Rodrigues
Estoves, que saber recompensar a quem appre-
hender o dito escravo.
Aviso
urna
mero 75.
A 8#000.
Chapeos de castor branco, fazenda muilo boa,
os quaes se vendem pelo diminuto preco de 8
cada um : na ra do Queimado n. 39, foja de 4
portas.
Capellas.
19Ra do Queimado19
Ricas capellas de flores de lraoja, pelo bara-
tissimo preco de bg cada urna.
Vende-se um preto de idade 40 annos, p-
timo cosinheiro por 800g : na rus do Queimado
n. 48.
Velas de cera de car-
nauba de superior qualidade, viradas do
Aracatv: a tratar com Jos Sa' Leitao
Jnior.
ARMAZEM PROGRESSISTA
ARMAZEM
DE
ROUPA FEITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
P RA DO GUIADO 401
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melheres professores.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DUARTE ALMEIDA & SILVA
-t*^ sociedade que tinha com
Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razao de Duar.e & Souza, e seguodo na^e SilZ^ll^^"1 it3S ,Goms de Souza. eo Sr.
vanlagens ao publico, nao s na limpeza e asseio com quewi^mCi^ estes esUbe leomenlos offerecem grandes
promtanos mandaren vir parte de seus gneros em direilura, m*KLZ^n!T^ ^ P'S qUe para 8S reSiveram os
Mico urna vantagem de -enS ,0 por cento do preco qu La Lpra e BK^J^!?;.'!^ Poderem *^ ? PU"
seusestabelectmentos tem deliberadogarantirem toda e qualquer qualidade 'Sffi.^..^ que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouco orticas em nm 11 iS arm8zens' e ass,m Ja Poder vr > V**
se viessem penalmente, na certeza de nunca acbarem o JirarioV. dSST iJSTSS^T^ ^ ^ f ^ ^^ ^
todos os senhores da praca, senhores de engenho e lavradores que mandem ao Zo 'uas enZmendaf? SEJET" T ABerea>mos' Pedimos "
de continuaren!, poisqee para isso nao pouparao os proprieUr os forcas para bem ZZL ZZu? P"mer>vez, afm de expertraantar, certos
abatxMranscrevemos a.gumas adicoes dnio. prscas, Ppor onde V^^SSSSS *" qUeDlarem "^ eS,abeleCmen,0S:
seu
gneros.
S^/A.^GLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e om barril
a ?50 rs.
Casacas de panno preto, 409, 359 e 309000
Sobrecasaca de dito, 359 30900
Palitots de dito e de cores, 359, 309,
255OOO e 205OOO
Dito de casimira de corea, 229000,
159, 12 e 99000
Ditos de alpaka preta golla da vel-
ludo, llgOOO
Ditos de merio-silim pretos e de
cores, 9(000 89000
Ditos de aipaka de cores, 59 e 39500
Ditos de dita preta, 99, 79. 59 e 39500
Ditos de brim de cores, 5|, 4*500,
48000* 39500
Ditos de bramante de linho branco,
6000, 59OOO e 4$000
Ditos de merino de eordao preto.
159000 a 89OOO
Calsas de casimira preta e de cores,
1*9.109. 99 e 6gO00
Ditas de princeza e merino de eor-
dao pretos, 59 e 4^500
Di?J* "1 branco da corea,
5S000. 49500 e 59000
Ditas de ganga de cores 3J000
Colletes de vellndo preto e de co-
res, liso e bordados, 12, 9f 8*000
Dito da easemira prera e de corea,
liaoaa bordados, 89, 59500, 59 e 39600
Ditos de setim preto 5*000
Ditos de seda setim branco, 69 e 59OOO
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 7J0OO, 69OOO a 59OOO
Ditos de brim a fusto branco,
39500 e 39000
Seroulas de brim de linho 29200
Ditas de algodo, IgoOO e 1J280
Camisas de peto de fusto branco
a de cores, 29500 e 29300
Ditas de peito de linho 6$ e 39000
Ditas de madapolo branco a de
cores, 39,29500. 29 e I98OO
Camisas de meias I9OOO
Chapeos pretos de massa, fraocezes,
formasda ultima moda 10|,8a500e 79000
Ditos de feltro, 69, b$, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda, inglezea
francezea, 149,12J, 11J e 79OOO
Collarinnos de linho muito finos,
noros feitios, da ultima moda 98OO
Ditos de algodo 9500
Relogios de ouro, patentes hor-
sontaes, 1009, 909, 80 e 709000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente bosontaes, 408 309000
Obraa de ouro, aderecos e meios
aderecos, palseiraa, rozetaa
anneis
Toalhas de Unho. duda 129000 a IO9OOO
MANTEIGA FRANCEZA a melhor do mercado a 720 rs. ihra a a 7t\n rc m v
PREZUNTOS^RTOriSvK* h,?burDez ?00 P<"Sio 800 rs.
aomos w^i^^^^^'rnn.^eoo. (esBS,MiM s5 !d.nclh,Mlw,qM1M)
"AS FR*NCEZS",l,iasd,8.5 1,.l,>lbr.ealSeOar.u1]ho.
VINHO EM GARRAFAS,0ya*w>, W g.nia<,, mm*, C,.1IM, Ht.cca rtUMh dC 1*200 a 13C0 a garrafaea
trf' nn*RinEIXEiKSAVELu8aaas mulasua,idades' maislm "aojado que (em vindo a 19400.
.t P RI nMlbor ue ha a 24 'b 280 rs. o lavado.
W$ 1^mEiLRM!?? 'Sto'iP* d-iar 39100 por arroba e a 100 rs. a libra.
am .n-5Ii X de hot 1u8,,d8(le a 800 el9t garrafa e de 89500 a OIOOO a duzia
SERVEJAS DAS MEIHOR^t^Zt"^ ^ "T*! -eio i n. a libra
VINATr pii ib^7?a! ^f48 a500rf- 8ja:r*fa ^Oadiadabranca.
nTiSEf 2S>rBS,nada.
SmF nn^Sr^n^804 DA G0IABA i e em P^ a 900 rs. '
mmiok iSX q qUe UMn08 no meWad0 a l,lMi.gtrrf e OIOOO a duzia.
Ger? np^ TnlT Tf qU6 h* D0 mercad0 a 6 J0 re' ,ibra e D,eir0 a 600 .
pirSm S f" denUa a,a0 tO o ma,o eam W macinboa.
a 7rnvSsf a c SW0 a 8' e 280 a du2il da c,ixas-
^nriL W """^ B0VM e m^m qua tam lindo ao neceado a 19200 e barril.
rRAQUES aem avar.o, osmelborea que vieraa eafcranno t 7W0 acaix e 400 re. a carta.
aw dos gaeres annunciados enconuar o pnblico nm completo sortimento de tudo uniente a moHados.
para meninas de es-
cola.
Na loja d'aguia branca se acham mui lindos e
delicados cabazes de palha fina, ou cestinhasen-
feitadas, proprias para as meninas de escola, ou
mesmo para costura de senhoras, e custam 4 e 59,
o que baratissimo vista da perfeico e bom
gosto de taes obras, as quaes se vendem em dita
loja d'aguia branca, ra* do Queimado n. 16.
Yendem-se pombos de bonitas cores e de
boa raca ; na ra do Se ve ou Unio, casa n. 16,
visinha ao grande edificio que se est fazeodo O abaixo assigoado, roga as autoridades poli-
para o gymnasio provincial : a fallar pela ma- ciaes, pedestres, e mais pessoas de pegarem ornea
nha at as 8 horas, e a tarde das 4 em diante. escravo, que fazendo-me um crime, fugio de mea
_______________________________________________: silio da estrada do Arraial, no domingo 9 de ju-
nho de 1861, com os signaes seguintes :
Bonifacio, conhecido por Bonitinho preto,
crioulo, 22 annos de idade, cara muito feia, quan-
do falla nao encara para as pessoas, com muitas
marcas de bexigas na cara, alto, reforcado do
corpo, com fallas de dentes, com uma'granfle
costura nos pellos : canoeiro e tijoleiro, vestido
de caiga branca, e camisa de madapolo ; pro-
vavel que tenha mudado de roupas, e que tenha
ido com alguma pessoa no vapor para o Cabo e
oulros lugares, costuma intitular-se de forro e an-
dar calcado.
Este negro foi escravo do engenho d'agua de
Iguarassu, do finado Henrique Pope Giro, to de
minha mulher.ehoje do Sr. Dr. Francisco Joao
tarneiro da Cunha, cujo escravo tocou em parti-
ras a minha mulher. E protesto proceder con-
tra quem o tiver asylado, ouempregar em qual-
quer trabalho.
Quem o pegar leve-o a ra do Mondeao da fre-
guezia da Boa-Vista, da cidade do Recite, em mi-
nha olana n, 13, que pagarei todas as despezas e
trabalho.
Marcellao Jos Lopes.
Escravo fgido.
Do poder do abaixo assignado fugio no dia 2
do correte urna escrava mulata de nome Valeni
Una, que representa ter 25 annos de idade, pouco
mais ou menos, cujos signaes sao os seguintes :
vesga dos olhos, estatura regular, cabellos cara-
pinhos, levou vestido de chita escura e chale de
merm azul; tendo o abaixo assignado havido
esta escrava por divida na comarca do Limoeiro
suppoe aue procure essa direccao, ou a serra da
Passira, onde natural : roga, portanto, a todas
as autoridades policiaes e capitaes de campo a
apprehendam e a enlreguem ao abaixo assignado
nesla cidade do Recite, ra do Queimado n. 4t$
A. que gratificar generosamente.
A. Bezerra de M. Lira.
Fugio no dia 8 do correte, da padaria do
Sr. Antonio Fernandes da Silva Beiriz da ra do
Pires, o escravo crioulo de nome Silvestre, na-
tural do Haranho, de idade que representa 0
annos, magro e de cor bastante preta, levou ca-
misa azul e caiga de algodo americano de lis-
tras : roga-se as autoridades policiaes e capitaes
de campo a apprehenso do dito escravo, e lva-
lo a referida padaria, ou aos seus senhores Fer-
reira & Martins. na travessa da Madre de Dos n.
lo, que sero generosamente gratificados.
Attencao.
Acham-se fgidos os escravos seguintes : Con-
rado, crioulo, do Para, de bonita figura, que foi
escravo do Sr. Dr. Uagalhes, que servio de che-
fe de polica daquella provincia, cujo escravo po-
de passar por livre porque falla bem e at troca
algumas palavras em francez, dedica-se a vida
do mar, e j servio de foguista no vapor Piraj,
com o nome de Jos Domingues: Joao, cabra es-
curo, bastante alto, com marcas de bexiga no
rosto, natural de Iohamuns, o qual tendo sido de
um prenle do Sr. visconde do Ico, foi aqui ven-
dido peloSr. desembargador Andr Bastos de 0-
liveira : Joo, mulato, alto, tambem com muitos
signaes de bexiga no rosto, falto de dentes na
frente, natural ero Crato : Gaudencio, mulato
claro, natural do Para, mogo, com pooca barba
de estafara regular, secco do corpo, e sem defei-
lo algum, official de pedreiro, e tocador de vio-
la, de que muito apaixonado, inculca-se por
homem livre com o nome de Leopoldioo : Mar-
colino, cabra, natural da povoago deAgua-Aze-
da as immediages de Papacara, que foi escra-
to do Sr. Antonio Baptisla de Mello Peixoto. sub-
delegado de Garanhuos, alio, grosso do corpo,
bem barbado, com falta de dentes na frente, usa
constantemente de cinturago desoldado atado i
atura ; quem appreliender os ditos escravos oa
qualquer delles, e oa entregar a sen senhor, o
abaixo assignado, no engenho Dous Irmos'na
freguezia do Poco da Panella, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de deteogo, no Recife, ser gra-
tificado de seu trabalho com generosidade.
Jos Cetario de Helio.
attendendo as boas qualidades ds nossos
e 460 em barril.



(8)
MAMO 01 MMAMBUCO; -* T%KQJk IRA 18 M JTOHO E 18.
Litteratura.
A loa russa (avermelhada.)
A SCIENCIA E O PREJUIZQ POPULAR.
1
Ha um antigo prejoizo profundamente arraiga-
do as massas, que attribue la influencias,
ora boas, ora mas, sobre o nosso planeta.
Uos querem que ella coma pedras ; outros,
menos oosados. allribuem-lhe rnuitas de nos-as
enermidades anda mal difluidas; alguos esto
convencidos que elu nos iraz a chuva e o bom
tompo; niuitos,'de. humor opposto, negam for-
malmente que ella possa obrar de qualquer modo
sobre a trra.
Bem se ve : os pareceres difieren. De que
l-)do est a verdade ? Quem tem razo. aquelles,
ou estes ?
A questao to claramente estabelecida, nao
deixa de ser espinhosa. Um normando para
cortar dilcullades nao deixaria de responder
nem sim, nem nao. Nos taremos un pouco
como elle por prudencia.
Sim, a la tem urna influencia inconlestavel
sobre alguns elementos exteriores de uosso pla-
neta ; ella em a ser em muitos casos a ciusa
deie/minante de cerlos phenomenos meteorol-
gicos.
N5i s la nao representa o papel activo, que
lhe querem emprestar, ella nao roe os edificios,
nao torna lunaiico um passeiador pacilico, ou
um poeta que faz um soneto em sus honra. Ella
completamente innocente dos maleficios, de
que por toda a parte eccusam um pouco.
Nossa otengo nao tratar aqui etta questao
em toda a sua generalidade, apenas tentaremos
esclarecer a opioio sobre um phenomeno habi-
tual a nossa poca, sobre a influencia da la no
erestamento dos tenros vegelaes na primavera.
Nao ha muito terapo que os sabios tomaram
seno a la vermelha, e para islo bastou apenas
urna palavra soberana.
BFolgodetosver, senhores, diz um dia Luiz
Aviu a urna deputaco do observatorio das loo-
gitudes, que acabava de lhe apresentar o conftect-
menlo dos lempos e o annuario; porque ides
explicar-me claramente oque alua vermelha e
seu modo de acgo sobre espiantas.
Laplace, quem a questao, era mais particu-
larmente dirigida, pouco se havia at entao
cccupado da la vermelha e de seu modo de
accao sobre as plantas. Elle inlerrogou com a
T-.sta cada um de seos collegas: seus semblantes
piedosos foram sua nica reiposta.
Lsplace dicidio-se a romper o silencio.
Sire,diz elle.a la vermelha nao occupa
Jugar algum as theorias actuses; nao estamos
pos aptos para responder Vossa Magestade.
Itiram-se muito a noite as Tulherias do em-
barago do grande malhematico ; porem nem por
isso o golpe deixara de acertar. A sciencia
dgnou-se occupar-se do phenomeno, que tinha
excitado a curiosidade real.
Da-se o nome de la vermelha aquella, que
eomerando em abril, torna-se cheia no fin do
mez, ou mais geralmente no principio de maio.
fcsla denominado lhe vem de que os jardinei-
ros, os cultivadores, attribuem-lhe o poder de
avernielhar os tenros reoovus.
Com eiTeito, todos os annos, nessa epocha
quando nao se tem a precaugo de preparar un
aungo em cima das plantas, a mor parle dos
rebentos gelam durante a noite, e depois mur-
Ciam e seccam ao sol no decurso do dia seguinte
Iodos os cultivadores conhecem e temem os
desastrosos effeilos da la de abril sobre a vege-
tado ; mas attribuem falsamente o mal accao
perniciosa dos raios frigorficos de nosso satellite.
Nunca os raios lunares poderiam avermelhar
es tenros rebentos das plantas. Um thermome-
tro permanece perfeitamento Insensivel sob a
nica influencia da la.
Ouer isto dizer que nosso satellite representa
um papel completamente passivo? elle apenas
simples testemunha e nao autor no averrnelhado
eos tenros vegelaes ?
Alguns respondem :sim.
Nao este o parecer da roaioria. e com ella
nos inclinamos a crer fundado at certo ponto o
prejuizo popular.
A la nao intervem directamente na destrui-
rlo dos tenros rebentos ni primavera, islo
corto : ella nao lambem a causa primaria do
phenomeno. Ninguera poderia mais admittir a
explicscao purameute meteorolgica, que se en-
contra anda em algum as obras. A maior parle
dos astrnomos e dos nhysicos pensa que a la
tem urna influencia difereute da de preseags.
Al aqui tioha-se dito para explicar o tTeito
pernicioso produzido sobre as plantas quando a
la de abril brilha em cima do horisonte:
A trra exposta um ceu sem nuvens projecta
seu cilorpara os espacos planetarios, a tempera-
tura se abaixa em sua superficie, desee baixo
de /ero e os vpgetaes gelam.
Esta explicacao muito racional e inconlesla-
Telmente verdadeira, mas insufficiente.
Ella admitte efectivamente como ponto de
partida que o ceu puro e sem nuvens, toda a
tneoria se funda nesta hypolhese.
E' certaraenle fcil de dizer, e a supposicao
muilo engenhosa. Mas por que razo se dissi-
pa m as nuvens to complacenlemente todas as
vezes que a la brilha em seu zenilh ? por que
razo desapparecem os nevoeiros medida que
o astro eleva-se no horisonte e o ceu torna seu
azul mais liado ?
E' simplesmeote, como querem alguns engra-
nados, por que de mister que assim seja, para
que a la nos apparera ?
O argumento seria commodo e levara ao acaso
inteiramente.
O caso seria na verdade bem tranquillisador.
Nao, se as nuvens se dissipam quando a la ap-
parece,e o tacto reconhecido pela mor parle
dos astrnomos, ha urna causa certa para este
phenomeno.
A la come as nuvens,dizem os marinheiros
em sua linguagem pittoresca. Os martimos tem
razo. A iua tem aqui urna acro directa e im-
Biediata sobre a afnosphera ; ella tende a dissol-
ver o vapor vesicular suspenso no ar e a desem-
taracar o espaco das nuvens que o escurecem.
Nao ha aqui idea preconcebida de nossa parte ;
poderiamos, se fosse necessario, apoiarmo-nosem
autoridades imponentes ; invocaramos os nomes
de Humboldt, Herschele Arago. A influencia lu-
nar est agora posta fra de toda a duvida ; por
quanto ella nao deve passar desapercebida na
theoria da la vermelha.
Segeralmente os homens estao de accordo em
admitlir a influencia de nosso satellite na dissolu-
c.3o das nuvens, o mesmo nao se d para a expli-
cacao do facto em si.
Como se opera esta dissolugo ? Qual o modo
de accao da la?
A questao s pode ser tratada com urna pru-
dencia extrema. Somos daquelles, que pensam
que urna opinio nao deve passar estado de ver-
dade scientifica, senao quando tem sido discuti-
da, e sanecionada por urna longa experiencia.
Assim, como a experiencia anda nao respondeu
pela airmaliva de urna maneira peremptoria,
com lodos os escrpulos que aposentaremos as
diversas hypotheses emillidas para explicar a in-
fluencia lunar.
E primeiro que ludo, porque processo, porque
mecanismo pde-se dissipar urna nuvem ?
Urna nuvem, como lodos sabem, o resultado
da condensaco do vapor comido na atmosphera
em estado de vesculas aquosas. As carnadas de
ar se resfriara accidentalmente, e o vapor que
ellas couleem se precipitar e formar urna nu-
vem. Se a diminuigo da temperatura sufficien-
te, a nuvem se dissolver em chuva. Se sobre-
ven) urna dilatacao em urna regio qualquer da
atmosphera, a faculdade dissolvente do ar se di-
minuir, o vapor se condensar e formar urna
nuvem.
Inversamente, para que urna nuvem se dissi-
pe, bastar que a temperatura se eleve, ou que a
presso baromtrica augmente as regioes que
ella occupa.
Conhecidos estes fados, natural referir a in-
fluencia lunar urna simples acgo calorfica, e
esta cortamente urna das bypotheses mais ad-
missiveis.
Se as nuvens dissipam-se quando a la brilha,
diro sem duvida, porque o astro as esquen-
ta evaporisa.
Nao se deixar de objectar em um campo op-
posto que, se assim fosae, um thermometro posto
no foco de urna lente deveria aecusar urna eleva-
rlo de temperatura : nestas condiges o instru-
mento cooserva-se insensivel.
O argumento sem valor. Nao se deve recla-
mar de um modo de experiencia mais do que o
que elle pode dar, e o thermometro na superficie
da trra nao poderia offerecer algum aponts-
mento.
nAt i Umum "'or pMftio, o facto certo.
Melloot o provou com o soccorro de experiencias
minuciosas, que emprehendra nos arredores de
aples. Um jovem astrnomo escossez,o Sr.
Piazzi-Smith, oi mais longe; elle pode clara-
mente provar ease calor ao astro cimo do pi-
co do TeneritTe. Bem que a Iua estivesse muito
baixa no horisonte, elle achou que o effeito de
seus raios caloriticotequival anda, conforme o
longo trajelo que ellea acabivam de fazer, ao de
urna vella collocada i trinta cinco .ps ioglezes
de distancia.
De maneira jlguma deve pois admirar que o
calor das radiagoes lunares seja insensivel para
nos na superficie da trra. Os terrenos de nosso
satellite. anda mesmo oepois de urna longa io-
solaco, anda mesmo quanto fossem levados
urna temperatura superior de 100 graos, podem
apenas enviar-nos um calor fraquissirao. Ora este
calor fraco porsua mesma natureza ruuito raats
ebsorvido, muito mais interceptado pelos centros
diaphanos de nossa atmosphera do que o calor
luminoso. O ar sobreposio ierra forma urna
especie de pra-fogo, que detem na passagem os
raios calorficos enviados pelo astro, e s deixa
passar os raios luminosos- D'acnii resulta que o
calor lunar deve pouco pouco concenlrar-se as
alias regles, elevar sua temperatura e dissipar
as nuvens.
A maneira de ser dos raios fracos em rnuitas
circumstancias nao deixa deforoecer um grande
numero de probabilidades era favor desta tneo-
ria.
Depois de termos considerado a accao thetmal
da Iua sobre a dissolugo das nuvens, convem
discutirmos tambem sua influencia aitractiva. SI
a la obra por sua raassa sobre o ocano, e tor-
na-se assim a causa principal das mares, ter-se-
hia certaraenle o direito de perguotar porque ra-
zao nao produziria roovimentosseosiveis no ar,
fluido oitoceolas vezes menos compacto do anea
agua. r H
Assim do mesmo modo que a aegao thermal, a
influencia aitractiva de nosso satellite rene nu-
merosos partidarios. Fizemos parte dos primei-
ros. fazemos parte dos segundos.
Talvez que apresentando o parecer de uns e
oulros, cheguemos a deslindar algumas verdades
uteis; talvez que tambera rnuitas vezes, nos a-
chemos de accordo com a opinio popular.
Hbnry pe Parvillk.
Journal des Debis. S. Filho.
bL
Agricultura.
tanto que estas differencas com as mais que tem
ppareoido em todos os objactoa que e otnpa-
nnia tem precisado do pas, viessem a elevar o
costeio final da estrada a muito mais de SO por
0[0 da quantia orgadaide 1,0000 < cujo juro de
7 por 0i0 era garantido pelo overeo geral e pro-
vincial. r
Hoje que o governo geral (em em seu poder os
documentos omprobativos do er4?deiro custo
das estradas de feiro de Pedro II e da Baha,
eremos que nao ha de eslranhar haver a de Per-
nambrfeo excedido em muito o orcamento pri-
mitivo.
N3o obstante o excesso do custo final das 4
secgoes da ostrada de ferro em vesperas de se-
ren concluidas o entregues ao servigo publico
em 31 de dezembro prximo futuro como se tem
dito, constando-nos, que da extrema da 4a sec-
goes ao ponto terminal na raargem esquerds do
Rio de S. Francisco, ha pouco mais o a menos-70
legoas a percorrer, que nao eiigem trabalhos de
arte de grande importancia, e que pelo contrario
a metade pouco mais *ou menos da extengSo,
passar por terrenos planos, onde nicamente
ser preciso cavaros vallados dos lados, nivellar
a estrada para assentar as travessas ou dormen-
tes, e collocar os trilhos, eremos, salvo melho-
res informages que ao governo geral pertence
maodar procurar, que o custo dos trabalhos ei-
tos, junto eos que tlcam a fazer para concluir a
estrada do Recife ao ponto terminal da margem
esquerda do Rio de S. Francisco, nao exceder
srfln,,a<(!eu5'000l0()0 '<'a9 ao cambio de
8,888 por i libra equivalen a ris 44,444:0003000
cujo juro de 7 por 0|0 importara
anoualmente em.................. 3,110:8009000
Nunca o governo teria tamanha quantia de
juros a pagar porque incontestavel que logo
que asquitro primeiras secgoes s-jam entregues
ao servigo publico, a receila do trafico do trans-
nhar-se ai vez mais na retina e no atrajo dos
nossos cultivadora, tolerando como o tem feito
mesmo contra a fdos tratados, a contiouagao do'
criminoso trafico da eseraratnra, o que lhe ha oc-
casionado a Jjumiliagao e o desdouro do direito
de visita at mesmo dentro do porto da capital do
imperio, exereido com toda a arrogancia da altiva
e suberbs Albion.
Pde-se dizer que uestes ltimos dez annos
poucos ou nenhuns escravos tem vindo da costa
d'Africa, porm o governo nao tem cuidado como
devia de meio slgum de supprir a falta de bragos
para a lavoura, que descuidada, viva na espe-
ranga de ver de um anno a outro anno entrar
ino*os carregamentos de escravos.
Nao podeodo virmais da costa d'Africa, pouco
a pouco, a procura para os districtos productores
do caf do Rio de Janeiro e provincias visinhas,
fez elevar o prego dos escravos no mercado do'
Rio, de sorte que desde o Para al a Babia, todas
as provincias do norte maodaro vender escravos
no Rio de Janeiro os propnos vapores daeompa-
nhia brasileira, quando lchegavam, tioham seus
convezes coalhados de negros escravos, como se
fossem navios negreiros.
Ao passo que pelo norte do imperio tem dimi-
uido o numero dos escravos, os trabalhadores
livres tem apparecido em grande numero. E. so-
bre trabajho de lavradores e cultivadores livres,
estabelecidos com suas familias na trras visi-
nhas da estrada de ferro, que cootamos, para levar
a milhoes de saceas, em pouco annos, o algodo
por elles produzido, como tem agntecido nos Es-
tados-Unidos, e o vamos mostrar.
Aposentaremos aos nossos leitores, para lhes
fazer apreciar as evoluges de extraordinario de-
senvolvimento, que a produego do algodo tem
tido nes Estados-Unidos particularmente nestes
ltimos trinta annos, os mappas abaixo, ao passo
ue a produegao do algodo ia decrescendo aesta
nnria h ------ '=wC..a uu muco uo irans- h" a proouegao oo aigooao ia decrescendo- aesta
LT,.- S606'08. Productos, e passageiros aug- provincia e outras do imperio as mil, e dezeaasde
mentara consideravelmente. cada vez nun um, mil inmuimoni. Un. ,n.i..,i ... .
mentara considerave|mente, cada vez que u
nova secgao for acabada e posta em servigo, um
e grande augmento de receita
Algodo.-Estrada de ferro do Reeife
ao Rio de S. Fraocisco.
As grandes manufacturas de fiago e lecidosde
algodo que fazem a principal riqueza da Iodus-
tna ingleza e de outros estados do continente eu-
ropeu nao ressentir-se-ho da diminuigo que
para o tuluro oossa apresentar a safra de algodo
dos Estados-Uuidos, se acompaohia da nossa es-
trada de ferro leva a hnha at a margem esouer-
da do Rio S. Francisco. H
Temos demonstrado da maneira a mais clara e
mais positiva, em varios artigos publicados as
revistas deste Diario do mez de margo e abril p
passados, a necessidade palpitante, para est
grande imperio, de melhorar a sua agricultura
proteger seu commercio enavegaco nacional
aDnr novas vas de communicago, melhorar as
poucas existentes, e cuidar seriamente na conser-
vacao das mesmas.
Temos igualmente apresentado consideracao
do illusirado governo de S. M. 1. e do publico
planos de escolas oormaes praticas da agricultu-
ra, melhoramento de fabricago do assucar do
algodo e de muitos oulros objectos de engrande-
cimiento da fortuna publica e privada.
Em nosso artigo publicado na revistaldeste Dia-
rio de b de maio p. passado, temo* levado ao co-
nhecimeoto dos nossos leitores o relatorio dogo-
vernador da Jamaica apresentado era 1845 ao uo-
verno bntannico, pela qual se reconhecem as
vantagens ouids peh agricultura aperfeicoada
ja naquella poca.
Hoje o nosso intento chamar attenco do
fcxm. ministro da agricultura, commercioe'ubras
publicas para a r.>generacao da cultura do algo-
doeiro, nos districtos vizirflios da estrada de ferro
que. ha de ligar o Recite margem esquerda o
no S. Francisco.
E' sabido e notorio que na extensao de pouco
mais ou menos 70 leguas que restara fazer da
extrema das 20 leguas, para cuja factura o gover-
no concedeu compaohia a garanta do 7 por cen-
to de juros, *l o ponto terminal da margem es-
querda do rio S. Francisco, exstem campos ex-
tensissimos de qualidade especial para a cultura
do algodo, caf, cereaes de loda a especie, taba-
co, cacao, eic, etc., lambem por lase acham ier-
ras de criago de gado de toda especie ; portan-
to, esta importante parte desta frtil e rica pro-
vincia prometi alimentar com seus numerosos e
varidos productos, durante todo o anno, o trafico
dos trens da estrada de ferro, ao pssso que cada
nova secgao for se acababdo ; o que nao se pode
esperar, quando mesmo as quairo secgoes das
primeiras 20 leguas fjrem entregues ao" servigo
publico, por sse acharem em.suas margems ou
vizinhanga engenhosde assucar, cujo producto s
pode alimentar o trafico do transporte de 3 6
mezes do anoo ou pouco mais.
Ignoramos o importe total da receita bruta da
estrada de ferro effectuada annualmeote at boje,
mas duvidamos que ella seja annualmente supe-
rior de ris....................... 250.00050000
Se como se tem dito, a compaohia temj em-
pregado o importe do orgamento das 20 primei-
ras legoas Dxado em 1,200,000 S, o que ao cam-
bio de 8.888 ris por.l libra representar em ris
a somma do...................... 10,665:600501)0
o juro dVsia quaulia a 7 por 0[0
ao auno importa eraris........ 746:592000
Apesar do nosso bom desejo em ver augmenta a
receila das quatro seccoes ds estrada de ferro a
ponto de cobrir a despesa de costeio de servigo
conservago e o juro de 7 porOjO, e ver aliviar o (
governo do oous deste juro, eremos pamente:
que embora passasse pela via frrea todo o ss-
socar produzido pela provincia, assim como os'
cargeiros, nunca a receita poder cobrir a cifra
dos jarea ris 746:592 jOOO muilo peior ser quan-
do for preciso accrescentar 03 juros de 7 por 0(0 '
ao capital supplementar preciso, como se diz, 1
para o acabamento total das 20 primeiras legoas '
eslages etc. Seja este excesso de despeza de 50
ou mais por 0|0 do orgamento Qxadu de........
l,2G0,0OU Cremos que reconhecendo o go-
verno que o excesso do costeio das primeiras 20
legoas garantidas provem do augmento do sala-
ri j dos trabalhadores, do prego dos materiaes, i
madeiras, transportes etc., que nao podiam ser I
previstos quando se fez o orgamento, que por I
quidade, o governo mandar pagar o mesmo ju-
ro de 7 por 0>0 sobre a somma do excesso, o que '
augmentar em prooorgo. a quantia dos juros a
accrescentar aos res 746:592j)000 cima refe-
ridos.
Temos sufficienle cooliecimento pessoal do tra-
balho material da estrada de ferro j feilo, para
poder dizer afoulamente que se a compaohia ex-
cedeu o orcamento das primviras 20 legoas fixado
em........".........................l,20u000Sf
e que para as concluir lhe sejam pre-
cisas anda........................... 600000di-
tas ou mais isto nos sorprehende, porque quando
se fez o orgamento, cremos que o jornal dos tra-
balhadores de p etc. foi cootado a razo de 800
ris; mas sabemos muito positivamente, que,
quando o empreiteiro quiz principiar a 1" sec-
gao, custou-lhe achar trabalhadores al5000 rs.
em lugar de 800 ris, e muilo antes de ella che-
gar a villa do Cabo, foi-lhe preciso pagar 1280 ;
e ainda a este prego, nao havia lanos trabalha-
dores quantos eram necessarios. Este prego foi
o que elle pagou da villa do Cabo a Olinda, e de
Timb-Ass a Escada, e se quiz principiar em
novembro de lb58 os trabalhos das grandes ex-
cavages e dos grandes aterros do ponto de Olin-
da, foi-lhe preciso pagar 1440 ris, e mesmo por
este prego, nem todos se sugeltavam em princi-
pio, a trabalhar n'aquellas escavages ; certos
servgos pagaram-se al 1600 por da.
A differenga dos pregos dos joroaes de 800 a
1000,1280, 1440, e mesmo 1600, era j muito
grande, e a pezar della, a que devia d'ahi provir
nunca teria produzido a que se viesse a verifi-
car na occasio de addicionar as tolhas do servi-
go pago pelo primeiro empreiteiro, e em seguida
pela companhia, depois que lomou a si o servigo
em 21 de fevereiro 1859, se os trabalhadores ti-
vessem produzido irabalho em proporgo do sa-
lario que recebiam. Temos presenciado nos di-
versos pontos j citados, que o trabalho feito nao
valia, termo medio, metade do que era pago,
muitos trabalhadores havia, no meio de todos]
cujo trabalho nao vala mais de 320 a 400 ris dia-
rios em tanto que no dia do pagamento recebiam
1280e 1440 como os outros; nao dos admira por
novo
se-ha.
Quem poderia hoje apreciar em seu justo valor
o grao de deseovolvimento que a agrieuliura,
commercio o navegago viro a tomar aopass
que a estrada se aproximar do seu termo final, e
sobre tudo quando a estrada de ferro e a navega-
gao do grande rio S. Francisco abrirem commu-,
nicagao prompta, fcil e segura entre o Recite, '
e a extremas desta provincia, com as da Babia
de Minas e d'outras ?
Vamos agora apresentar a considersgo do
Hiuslrado governo de S. M. I. os meios de acgo
de que pretendemos laogar mo para livrar o
mais brove possivel o governo, da obrigaro de
completar annualmente 7 % de juro por elle
garantido aos accionistas que coocorrerem para a
formagao do capital de..... Rs. 44,440:OOOOOO
do que Iheseria preciso para
isentar-se do mesmo oous
sobre o capital primitivo
de---:----................. Rs. 10,665:600S000
beodo de primeira intuico que ao passo que
as 14 secgoes novas que segniro as quatro pri-
meiras, que tem de ser entregues ao transito,
como se disse, em 31 de dezembro prximo futu-
ro, foredi-se concluindo, 1 receUa- total ir cres-
cendo B'uma proporgo consideravel, .^e cada
vez diminuir mais a fraego- a preeneher pelo
governo para o complemento da cifra do juro
correte.
A primeira cousa em que se deve cuidar, para
poder etlectuar o nosso gigaotesco projecto, a
vista do estado das cousas e dos lugares, o go-
verno convidar a companhia a contiouar a estra-
da, sts a margem esquerda do rio S. Francisco,
concedendo-lhe francamente a garanta de-7 /0
de juros do capital a empregar, sera o que, nao
lhe ser possivel achar o capital necessario.
A pezar da deficiencia dos cofres pblicos na
actuahdade, apezar da desintelligencia que tem-se
dado entre o governo de S. H.I.ea direceoda
compaohia da estrada de ferro de Pernambuco,
em Londres, nao obstando mesmo o discredit
que esta desintelligencia a tem suggerido, eremos
que passageirameole, nos circuios financeiros de
Londres e mesmo em Pernambuco somos de
opinio que garantindo o governo geral, 7 u/a de
juros, como cima temos dito, que nao fahava
em Manchester, Liverpool e Londres, qualquer
quantia necessaria, para a concluso da estrada
de ferro do Recite au S. Francisco.
Sabe-se hoje na Inglaterra, melhor mesmo do
que no Brasil, que na extensao que falta fazer,
acho-se quasi todas as ierras de qualidade mui-
lo apropriada particularmeole a culiura do algo-
do. Este jnteressante producto teudo-se tor-
nado hoje um objecto de primeira necessiilade
vital, para a alimcolacao da industria algodoez do3 ricodistrictos-manu-
factureras da opulenta Ioglaterra, os capitalistas
ioglezes, j tao patriotas, nao de regozijar-se de
se lhes ver apresentar urna nova occasio de
empregar seus-capitaes, com toda seguranga, na
ompreza de um camiabo de ferro-cuja construc-
go abrir logo nova e grande exlracgo a suas
ricas mina de carvo, ferro, machinas e mate-
rial geral construidos as grandes officinas de
Inglaterra, e depois de construido e em explora-
gao prometle bom juro ao capital, particular-
mente pelo eUeito das innumeraveis saceas de
algodo, que em puucos anno, os trens da dita
estrada traro das margeos de S. Francisco ao
Recite, e d'aquiro alimentar o grande mercado
de Liverpool e- as grandes e rica manufacturas
de Manchester e suas visinhas.
Alm do algodo. muitos productos diversos,
rnuitas madeiras de qualidade e de construego
viro a dar grande alimentago ao transporte. As
quantidades de algodo que podero vir das
margeos do S. Francisco e de 5 leguas em sentido
traversal d# cada lado da liuha frrea sao iocal-
culaveis.
Ellas era poucos annos poderio exceder os 3
a 4 milhe de saceas exportada nestes ltimos
6 annos de todos os districtos algodoezes dos
Estados-Unidos; a questao loda consiste nica-
mente no augmento do numero dos trabalhado-
res e cultivadores na extensao da linha frrea
alm dos que viro do interior e extrema da pro-
vincia estabelecer-se nasmargens da vis terrea; e
ao passo que ella for-se consiruiodo, podero vir
outros de fra.
wo entretanto que a guerra civil est a estas que ella aprsenla.
Or.lQ ninrprannn na ilvApan. Ai.^._ j- tt_"_ n. ...
mil annualmente, ella ao contrario cresci dos
Estados-Unidos as centenas de mil e aos milhoes
verificar- de saecas, como se poder verificar do histrico
seguinte que extrahimosdo diccionario do/ com-
mercio, publicado por Gltea*'" (S C.. /e Pars
em 1841. % /
A cultura do algodo re^lW.a-se /em prio-
cipio, na Georgia e Carolina do S'J mis logo
estendeu-se no Alabaoia, Mabile e o Valle do
Mississipi, de sorte que mais da metade das
importagdes vem-nos do golpho do Mxico, e
em razo da fecundidade e do prego baixo do
solo, o curso dos algodoes tem soffrido, d'uos
annos para c, urna grande reduego. Em re-
a sumo os cuidados dados a cultura dos algodoes
a nos Estados Unidos, a; vantagens naturaes do
a solo e do clima e os meios econmicos actuaes
de descaroear; os meios to econmicos do
descarogamento actual, pozeraro- o paiz em es-
'< tado de tomar a diauteira a todos es outros,
para o suprimento de suas manufacturas, e do
a consumo da Europa inteira. Que rpidos pro-
gressos tem feito este paiz I Quando se recor-
da que em 1784, um navio americano chegou
a Liverpool tendo a bordo 8 sacca d'algodao,
que foram aprehendidas pelos empregados d'al-
podia ter sido produzida na America 1
: Os Estados Unidos quasi nao exporterara al-
ce godo antes de 1791, as safras anterieres a esta
poca consumiam-se no interior. Podemos
por tanto apresentar como completo o mappa
seguinte das exportages do algodo em la.
Au- Kilogram- Ao- Kiiogram- An- Kilogram-
nos. mos. nos. mos. nos. mos.
1791 85.323 1798 4,243,202 1805 18,307,182
1792 62,719'1799' 4>32l,29l 180616,996,018
1793 221,045 1800' 8-.064.711 1807 30,016,441
1794 726.104 1801 9.479,744 1808 5,469,179
1795 2,845.256 1802.12.467.154180924,121.969
1796 8,768,384 180318,634,519181042,556,304
1797 1,717,421 180417,280,177181128,191,024
Por mais extraordinario que parega o cresci-
" ment das exportages do algodo dos Estados
a Unidos, nos anuos cima desigoados, elle nao
'< comparavel ao que tem tomado sobre tudo
desde 1820, como se v dos algarismos seguin-
tes :
A safra do 1. de oulubro de 1835 a 30 de
setembro de 1836; foi de 1.116.603 saceas do
pezo do 145 a 160kilogrammos cada urna oque
equival a alguma cousa mais de duas saceas
ordinarias desta provincia.
Desde 1836 at 1854 tem continuado n'um cres-
cimento espantoso, o que nestes ltimos seis an-
nos tem ido cada vez a mais.
1855 a 1856 3,527,845 s. 1858 a 1859 3,851,481 s.
1856 a 1857 2,939.519 1859 8 1660 4,675,770-
1837 a 1858 3,113.962 de 1860 a 1861 esti-
mada em 3 a 4.000,000 de saceas.
1821 142.575 s. 18Z7 337.924 s. 1830 362 641 s.
1825 206,793- 1828 298.278 1831 428873
1826 151,983 1829 269,571 1832 349J37
O colossal deseovolvimento,. que acabamos de
demonstrar, da cultura do algodo nos diversos
districtos algodoeiros dos Estdos Uoidos, tem
por principal motivo o cuidado que o governo
daquelle extraordinario paiz tem desenvolvido
em melhorar as vias naturaes de communicago,
entre os districtos productores do algodo e os
priocipaes porlos do littoral: oode nao havia ros
ou lagos, logo iraprovisava-se caminhos de fer-
ro, seja puchados por animaes, seja por loco-
motivas a vapor ; tem, talvez hoje, bos Estados
Unidos sos maior extenco de vias frreas, em
plena actividade de servigo, do que tem em toda
a Europa reunida.
As vas frreas europeas sao como obra d'arte
melhores e mais perduraveis que as dos Estados
Unidos, mas lambem ellas cusiam muito mais
caro que asamericaoas ; nesta parte damos toda
a razo aoa yaokees, suas vias frreas toscas e
primitiva sao as mais coovenientes para passar
por planicies -e valles exteosissimos, agrestes e
despovoados-, como por l tioha, e como tambem
oor c os temos; por tanto se para communicar
do littoral a varios lagos e outros diversos pontos
de seus extencissimos estados, tivessem feito es-
tradas de ferro como as da Europa, e mesmo co-
mo as que as companhias iuglezas lem feilo no
Brasil, elles nao teriam anda hoje a metade da
extengo que elles possuem de vias frreas-, nem
teriam attiogido o grao de desenvolvimento da
cultura de toda sorte,. a que tem chegado, nem
teriam visto crescer sua populago com a rapidez
horas, dilacerando os diversos estados da Uni
Americana, e ha de occasionar grande dficit na
produego dos differenles gneros, particularmen-
te do algodo, o governo do Brasil deveria cuidar
do meio de chamar para as margen da nossa es-
trada de ferro numerosas familias de cultivadores
de algodo dos Estados-Unidos, que apesar de
livres, por causa de sua coodigo de seren de edr,
achim-se ameagados de serem expulsos de seu
paiz, ou reduzidos de novo a escravido se per-
sistiremem l quererem ficar; havia dizii o Jfo-
rueur do Flotte, cujo artigo bastante extenso, foi
reproduzdo na revista deste Diario de 4 de leve-
retro prximo passado cerca de 500,000 pessoas
nestas circunstancias na Luisiana, Mississipi, Al-
bania e outros pontos da Uoio.
Cremos seriamente que se o governo do Brasil
quizesse, fcil lhe seria altrahir pouco a pouco,
grande parte, seno todos daquelles cultivsdores
infelizes nos Estados-Unidos; os quaes muito fe-
lizes poderiam se tornar em pouco lempo vindo
etabelecer-se as margena da nossa estrada de
ferro. Apezar de ser de cor, cremos que esta
gente de bons costumes, mais morigerada e de
melhor educago domestica do que-o geral dos
nossos actuaes habitantes do campo. Porlaoto,
pensamos que o Brasil faria a todos os respeilos)
melhor acquisigao, chamando para o paiz osla es-
pecie de colonos, j habituados a culiura prin-
cipalmente do algodo, do que com os colonos das
diversas proveniencias que at agora tem rindo
para esta e outras provincias do imperio ; os
quaes se bem que emigrados e rnuitas vezes mes-
mo engajados para a agricultura, logo que che-
gam abandonara os campos e vem augmentar o
numero dos consumidores as cidades, oode tra-
ficara por todos os modos, no entanto que seu
primeiro destino era vir augmentar o numero dos
agricultores por conseguate dos productores.
Nao no seculo das luzes, na era do vapor e de
electricidade que o joven e vigos imperio do
Brasil deve ser peado no seu instinetc de pro-
gresso pela retina e o deleixo culpaveis, que nes-
tes ultimas 30 annos passados tem tido como re-
sultado final um dficit as fioangas lo estado
talvez cima de doze mil cootos de reis.
Deixemos de parte o passado, e tratemos de me-
lhorar o presente e o futuro com a iitroducco
neste vastissimo imperio, de melhoramentos ma-
teriaes e moraes, e comegentes pela fsndagao de
escolas normaos de agricultura praticae seas ac-
cessorios, afim de ennobrecer e elevw ao gru
que lhe pertence a agricultura, fonte aexgotavel
e base a mais solida e positiva da fortuna publica
de todo paiz civlisado. At agora o ioveroo do
Brasil nada tem feito neste sentido ; ptlo contra-
lio tem deuado cegaaente a agricultura entra-
distam da extrema da quart secgao a margem es-
querda do rio de S. Francisco, nao ser difflcil
de ver em poucos annos as safras do algodo da-
quelles districtos chegarem a progredir, como o
teem feito nos Estados-Unidos, se como de es-
perar as familias de cultivadores do interior vie-
rem estabelecer-se na visinbanca da estrada de
ferro, ao passo que as 14 novas secgoes se forem
concluindo.
Gonsta-nos que na exlengSo que a estrada tem
de percorrer, eiistem muitaa trras de sismara e
mosroo trras devolotas, que o governo poder
dar a quera se propozesse de importar colonos ou
cultivadores n'um prazo determinado, cuja posse
perderam. se no prazo Oxado os terrenos nao es-
tiverem habitados e em cultura. A nao serem
gratuitamente dadas as trras devolutas aos prl-
raeiros habitantes, tarde ou nunca o gnveruo do
Brasil vira a povoar o seu extensissimo imperio.
Sabemos que a lei das trras diz que serao ven-
didas pelo governo a real, real e meio e dou re-
aes a braga quadrada, pensamos que os autores
daquella lei de 1850 nao sederam ao trabalho de
calcular que a estes pregos urna legua quadrada
de ierra sahida por um prego 10a 20 vezes maior
do que coslumam de vender entre particulares.
Sendo urna legua de extensao do 3,000 braga
oJi,J; "'dente que urna legua quadrada d
9:000,000 de bragas quadradas ; a am real por
braga quadrada cada legua viria a custar 9:000a
de res, nao podemos acreditar que tai seja a in-
tengao do governo, porque sabemos que no inte-
rior da provincia mesmo do lado d'Agua Preta *
para cima ha quem venda ou compre leguas qua-
dradas de Ierra por 300 400 ou 5O0900Ors.
Para convidar os empreileiros de colonias ou
mesmo directamente os agricultores do paiz ou
de frs a virem estabelecer-se com suas familias
na visiobanga da estrada de ferro, torno s dizer
que ninguem vira, se o governo nao mandar dar
gratuitamente o terreno que cada um poder cul-
tivar ou fazer cultivar.
Temos calculado que se d'aqui a 50 aonos vies-
se a plantar algodo na extensao de 70 leguas e
na largura de 5 leguas de cada lado da estrada
de ferro o que formara 10O leguas quadrada.
Sendo cada p plantado a urna braga um do
outro
1,000 bragas quadradas poderiam receber 10,000
ps de algodoeiro,
10,000 ditas, 100,000 ditos dito.
9,000,000 de ditas ou urna legua 90,000,000 de
dito.
700 bragas quadradas -1- 900 = 6,300,000.000
bragas quadradas poderiam receber,. de pes de
algodoeiro 63.000,000.000, daodo cada um 2 li-
bras de algodo ( elfes do 2 libras 1 4 libras 1,
resultara um total de libras de 126,000.000,000
libras, abatedo por carocos e outras materias
estranhas 75 por cento ou 94,500,000,000 libras,
ficariam ainda 31,500.000.000 ou 196875,000 de
saceas de 4 arrobas cada urna ou 75,721,153 sac-
eas de 13 arrobas dos Estados Uoidos ellas cos-
lumam pezar de 12- a 14 arrobas d'aqui.
Era vtsta desles enormes algarismos, por maior
que seja a reduego, que tenha de fazer-se para
ficar no algtrismo exacto ou mais aproximado da
realidade, poder-se-ha tirar 70 milhoes de sac-
eas do peso ds dos Estados Unidos e anda ficaro
5,721,153 saceas. algarismo ainda cima da safra
melhor at hoje dos Estados Unidos concluiremos
o nosso artigo'diteodo que achariamos acertado
que o governo imperial convidasse a companhia
da estrada de ferro a continuar a linha al a
margen esquerda do rioS. Francisco geraotin-
do-lhe elle e juro de 7 por cento sobre o capital
empregado para a concluir.
Em lugar de 18 ou lr>ps de largura na-parte
superior do lastro da estrada poderia ser de 12
ou 14 ps ; em lugar de atterrar logo os vales,
poderiam os trens passar sobre viaductos de ma-
deira ; em lugar de trilhos definitivos ou gran-
des como os que esto assentados sobre as 4 pri-
meiras secges, poder-se-hiam empregar trilhos
pequeos ou provisorios assentados sobre liohas
de madeira, postas ao cumprido e engredadas por
boas liohas traversaes de distancia em distancia.
Em lugar de empregir os trens rodantes usa-
dos sobre os trilhos grandes das quatro secgoes
primeiras, preciso se tornar mandar fazer va-
ges, carros de viajantes e locomotivas de tama-
nho e peso correspondente torga e assenta-
mento dos trilhos provisorios.
Por ora o que a provincia precisa muito fazer
chegar a estrada de ferro s margena do rio S.
Francisco, e embora pelo modo que indicamos
nao seja ella seoo urna estrada provisoria, assim
mesmo havia de prestar os servigos proprios de
urna que estivesse perfeitamente acabada. Esta
estfada provisoria dara em pouco lempo com-
panhia molos do p.gar ao accionistas os 7 por
cento de juros sem precisar do lumcur 5.
sacrificios do governo, e de fazer pouco a pouco,
com o beneficio realisado annualmente, os tra-
balhos necessarios para p5-la na largura de 18
ps, e substituir aterros aos viaductos de ma-
deira e assentar os trilhos definitivos.
Esta em nossa opioio, a maneira mais cu-
rial de tornar as estradas-de ferro mais econ-
micas e de poder chegar sem grande dispendio
aos pontos os mais looginquuos ; porque, ao
pa?so que as seccoes forem se fazendo, nao falta-
r quem venha cultivar as suas margen3.
Portanto, os fabricantes de fio e tecidos d'al-
godao, tanto d'Iuglaterra, como dos estados con-
tinentaes, podem 'contar que as grandes safras
desta provincia podero supprir todas as faltas
que provierem da diminuigo das produccoes dos
Estados-Uaidos.
Recite. 20 de maio de 1861.
F. U. Dupral.
Variedades.
Sem todava querermos- adoptar as excentrici-
dades, a temeridade, e a pouca solidez de gran-
de parte das obras das vias frreas dos Estados
Unidos, achariamos acertado que o governo im-
perial mandasse engeoheiros habis esludar no-
vas liohas de caminhos de ferro que parliodo da
linha do Recite ao S. Francisco, ramificassem
at os pontos principaea dos serles como por
exemplo Paje, Brejo, Pesqueira, Papacaga, e
oulros.. As vias frreas americanas, s qoaes
fazemos alluso, consisten) em liahas mais ou
menos grossas de madeira de pioho ou outras,
assentsdas paralelamente sobre toda a extengo
da distancia que tem-se de percorrer. Estas li-
ohas ordinariamente sao guarnecidas, para maior
durago e mais fcil attago, de bandas de ferro
de 2 pollegadas de largura.
Este systema de vias sobre tiras de madeira
guarnecidas ou nao de chapas de ferro, usava-ae
j no fim do XVII seculo nos transportas interio-
res das minas de carvo de Neveastle e das minas
at o ponto de embarque do carvo na margem
do rio Cyne; um cavado podia puxar sobioa-
quelles railes urna carga quasi trplice da ,ue
puiara sobre urna estrada ordinaria.
Temos levado a considerado do governo impe-
rial e dos nossos leitores diversos artigos sobre a
necessidade de regenerar nesla provincia as di-
versas qualidades de algodo de fibra cumprida
que ha 25 a 30 aonos cultivam-se no interior des-
ta provincia.
Esta qualidade era a chamada crioula, que pou-
co a pouco tem sido substituida depoi 20 ou 25
noos pela qualidade da Suisiaoa que vulgar-
meote designada pelo nome de algodo quebra-
dinho ou de Cayeooe.
Temos acobSelbado tambem ao governo de mam-
dar semear na ilha de Fernando de Norouha a
qualidade de algodo de fibra cumprida da Geor-
gia chamada Sea Island. Esta qualidade foi eo-
saiada pelos Ioglezes-na Australia tivemos oeca-
slao de ver em Manchester em 1857 amostra deste
algodo e de reconhecer que o typo de Georgia
tinha degenerado um poueo na Australia.
Estamos convencidos que o verdadeiro tyno da
Georgia conservar se ha peifeilo na ilha de Fer-
nando e quando ellefr aclimatado poder-se-ha
maodar semear no interior da provincia, qualquer
que venha a ser sua degenerago, sua qualidade
ser sempre superior a todos os typos hoje exis-
tentes no Brasil, e somos levados a crer que o ty-
po antigo do algodo de fibra cumprida de Per-
nambuco n&o era outro senao o Georgia de fibra
cumprida degenerada.
Pelas informages que temos da existencia de
extensimas campias e capoeras propinas a cul-
tura do algodo na extnc,o das 70 legoas que
SUPPLICIO NO JAPAJX
Urna carta de Yedo, capital do Japo, dirigida
a Abelha do Norte, diz :
js. Os supplicios sao muito freoueotes no Ja-
pao.
Em Yedo poucos sao os dia* em que nao ha
alguma execugo.
Em geral. corta-se a cabega ou se abre o vcb-
tre ao padeeeote.
Ha pouco os assassioos de um principe foram
cozdos em grandes caldeir3S.
Os outros supplicios com que a justiga japo-
neza procura atlerrar os criminosos sao :a
cruxiucagao, a abertura do peto, a fractura-dos
membros com urna barra de ierro e exposigo
ao sol durante os grandes calores, como o corpo
ou e untado de mel.
A CIDADE DE WASHINGTON.
A cidade de Washington, capital federal dos
Estados-Unidos, situada na margem do rio Po-
tomak, tem 65v000 habitantes. E' grande, multo
regular, mas nao conta mais de 3,000 casas. As
ruas.com passeios, sao. muito largas, todas pa-
rallelas e cortadas em ngulo recto, com excellen-
tes avenidas.
Entre os seus edificios, o mais notavel o Ca-
pitolio, todo de marraore branco, para, as sesses
do coogresso. Os outros sao : a Casa Branca
residencia do presidente ; quatro vastos edificios
para os ministerios das, fioangas, da marinha, da
guerra, interior e negocios eslrangeiros; arsenal
e quartel da marinha, deposito deartilharia, mu-
nicipalidade, circo.theatro, etc. Tem um for-
je que domina o Potomak e urna grande pon-
te de madeira da extensao de l:400m. Tem tam-
bem : o instituto colombiano, que se divide em
cinco classes, soeiedade de medicina, de botao-
mca, de agricultura, soeiedade americaaa de co-
lonisago, bibliolheca, fundigo de arUlharia,
esialeiro de construego, fabricas da vidro e de
papel e quatro bancos.
Washington foi fundada em 1792, em honra do
general do mesmo nome.
A 8de- do governo foi para all transferida em
1800.
Durante a guerra com os Ioglezes, estes apo-
deraram-se de Washington em 1814 e queimaram
o Capitolio, que foi restaurado em 1815. *
Um dos dous condados do districto federal de
Colombia chama-se condado de Washington.
Ha em toda a repblica cidades e condados do
mesmo nome.
A cidade mais importante das que assim
chamara na Pensylvania e lem 3,0oO habi-
tantes.
O condado mais notavel com igual nome
no Estado de New-York, na esquerda do rio
Hundson.
UM VALENTO.
Um jornal de Lyon (Franca] conta o seguiste :
9 O merquez de Montmorillon, entrando no
repartimeoto d'um wagn em Irigoy, eocontrou-
e com um viajante, que nao quiz levantar-se
para o deixar passar.
O marquez, Irritado com isto, accendeu um
charuto sem pedir liesnga ao sen corepanheiro de
rlagem. Esta convidou grosseirameote o mar-
quez a apagar o charuto, como elle recusasse.
deu-lbe uma#iolenta pancada na mi. aue lhe
fez cahir o chareto. O marquez agarrou o su
sggressor e langou-o pela j'aoella do wagn. 0
irem anda va e o descoohecido tioha todas as pro-
babilidades de ser esmagado debati das rodas do
wagn; mas, por nm acaso providencial, cahio
pnmeiro no estribo e depois para fra do cami-
nho, e levantouse logo, mostrando o punho ao
marquez. que o saudon eom a mo e lhe atirou o
capole que flera no wagn, em quanto que o
Irem corra a toda a torga do vapor.
CASAMENTO etrFpa-RENTES.
A assemblea legislativa do Ohio Estados Uni-
dos), votou ltimamente diversas- lei restrictivas
cerca de enlaces entre pareles, e sobretudo en-
tre primos carnees. Durante a discussao, adduzi-
ram-se importante dados. Por exemplo :
De 873 casamentes entre primos (contrahidos
no Estado de Ohjo) oasceram 2,900 fMhos, e ain-
da em Msssacbussets ba 17 familia d'estas. aue
contara 95 filbo. dos quaes 44 sao- idiotas 14
escrophuloos, e 37 que tem apenas as conduces
de urna mediana sauae.
Dos 3,900 filho de casamento entre- prenles
2,490 padecem deformidades graves, ou de com-
pleta imbecilidade. Cita-se o caso de urna fami-
lia com nove filbos todos idiotas.
COINCIDENCIA.
Um jornal artstico do Barcellona, diz aue a
distmcta cantora Medori tem a desgraga de ver
devoradas pelas chamas o theatros para coda
val escripturada.
Quando foi para aples ineendiou-se o thea-
tro Nuevo chegou a Barcellona, incendiou-seo
do Lyceu, e indo ltimamente para Bruxella3
leve de presenciar igual sinistro, do qual i de-
mos noticia.
PARA REMISSA.
O cnsul de Frange em Singapore participou
Academia dai Sciencia um facto muito notavel.
A 15 de fevereiro houve em Singapore um terre-
moto, ao qual se seguiram ebuvas-, darante as
quaes os charcos se encheram de peixe aue ca-
niam com a chuva.
SUICIDIO.
No meado de margo um caixeiro de urna das
suecursaes do banco de Inglaterra estabeleeta
era Portsmout, e que se chamavj Christopbe-Erl-
win Theakstoue,.de 40 annos de idade, desappa-
receu com urna somma importante.
O banco offereceu 100 libras esterlinas a quem
o prendesse, porm todas as diligeocias da poli-
ca foram inuleis-, at que ltimamente dous ha-
bis agentes da polica secreta de Londres desco-
briram o lugar de sua residencia, e dirigiodo-so-
all na tarde de 2$do abril, penetraram na casa
e tiveram de arrombar multas portas para chega-
rem onde eslava o culpado, o que conseguiram,
mas n'aquelle momento, Teakstone pegou do
urna navalha de barba e cortdu o pescogo de urna
maneira horrivel.
ISTHMO DE SUEZ
Mr. Femando Lesseps, disse em Trieste, que
dentro de 14 mezes. os barcos de pequea lotago
podero atravessar o isthmo, e que antes de tres
annos o-graode canal, estar navegavel para os
navios de toda a lotago.
Trabalham actualmente doze mil homens as
obras, a no regresso de M. Lesseps ao Egypto o
numero ser elevado a 30,000.
PARRICIDIO.
Na pequea povoago de Ilkestoo, em Derby-
shire (Ioglaterra) deu-se ltimamente um crime
abominavel.
GeorgeSmilh, de vinte annos de edade, matou
seu pae depois de o ter roubado.
Tendo roubado a seu pae, proprielario em II-
kesion, letras no valor de 140 libra, foi Nottin-
gham, onde apresentou no banco as letras que o
caixeiro- recusou descoiftar.
George Smith foi coosolar-se para a taberna,
onde vendeu as letras por um soberano. Voltan-
do a Ukeston entrou n'uma taberna ; foi d'alli
casa do seu pae e vo'tou para a taberna. A' meia
noite voltou definitivamente para casa. Meia ho-
ra depois os agentes da polica ouviram gritos de
soccorro, na casa de Smilh, e quasi logo, o mais
joven dos filhos do velho Smith sahia pela porta
fra. gritando : a Acudam I meu irmo Georga
mata uosso pae I
Os policimen entraram na casa e acharam o
velho de costas, no meio do quarto de dormir,
em camisa ej cadver.
Sem duvida o velho, quedera pela falta das le-
tras e que vira seu filbo entrar to tarde, o re-
prehendeu por modo que o exasperou, 'a ponto
de que, ceg-de colera, disparou urna pistola con-
tra seu pae I
E' de crer que a embriaguez tivesse a maior
parte nesse crime abominavel.
COSTUMES JAPONESES.
O desprezo da morte extraordinario no Japo.
Um agente de polica japooez, ia pelo meio de
urna ra do Vedo, um europeu a cavallo gritava-
lhe que se arredasse, e vendo que elle nao obe-
deca lhe deu urna chicotada.
O japooez arremetteu com o seu aggressor e o
'"cou por trra, e desemnaiohando o seu tragado
ospunha-se a matar o europeu, quando de urna
loja yisinha lhe gntaram que era o cnsul inglez.
O japooez hesitou e o estrangeiro levantndo-
se fugio.
O tribunal estava entao em sesso. Sem hesi-
tar, e com o tragado aioda desimbainhado, diri-
giu-seallie conlou ao juiz o que se tinha pas-
sado.
Tu desembanhaste o ferro para vingar a tua
afronta, lhe disse o magistrado, muilo bem po-
rm, nao mataste o teu inimigo, e sabes que o
costume exige que na falta do sangue do offensor,
o sangue do offendido que deve lavar a in-
juria.
Aioda mal tinha aoabadode dizer isto o magis-
trado, e j o desgragado policeman japooez abra
a si mesmo o ventre a caba afogado no seu pro-
prio sangue.
PORMENORES.
Sao espantosos os pormenores do inoendio da
pequea cidade de Groris, na Suissa. Quasi toda
a cidade foi reduzida a ciozas.
Um dos primeiros edificios que se queimaram,
foi o da officina do telegrapho, o que impediu
pedir soccorro. .
Queimaram-se duas bombas quando trabalha-
vam, e foram substituidas com outras das de
Zurich, a 20 leguas.
Quando rebentou o incendio soprava o fohn.
O fohn o terrivel simoun que depois de varrer
os desertos de Zabara, atravessa o Mediterrneo
agouta os Alpes, onde causa algumas vezes gran-
des estragos, desprendendo enormes meutanha
de gelo, que as vezes sepultara aldeias ioteiras.
Abandonando as mootanhas o fohn lanca-se nos;
vales oode a sua proximago o sigua] para se.
apagar o fogo em todas as casas.
MEDALHAS COMMEMORATLVAS.
As medalhas que o imperador da Russia man-
dou cunhar, para as pessoas que cooperaram na
obra da emancipago dos servos, sao de ouro a
prala.
Tem de um lado a efligie do imperador, com a
ioscripeo : Blagodanon (agradego) 19 fer-
vralia 1861 (19 de fevereiro de 1861.)
No reverso tem a inscnpgo: a Za Iroudy po
osvobojdniou kresliani (pelos servigos da obra
da emancipago doscamponezes.)
DITOS SIGNIFICATIVOS.
ltimamente foram os novos bispos francezes
s Tulherias, para prestar juramento ao impera-
dor. Concluid a ceremonia, o Imperador Na-
poleao, sorriado, aproximou-se do bispo de Auch,
e lhe disse:
Monsenhor, sabis que desde hojo sou vos-
so subdito.
Como?
Desde Luiz XIV todos os soberanos de
Franga, sao de direito conegos da vossa eathe-
dral.
Certamente Sor., disse o bispo de Nevers;
porm muito mais aotigo o direito que tem os
soberanos de Franga a ser contados no numero
dos conegos d baslica de S. Joode Lalro (Ro-
ma); e pens que V. M. o nao esqueceri.
Sor. bispo, respondeu ainda Visonho o impe-
rador, isso que se chama estar sempre na bre-
cha, o qu tem seu mrito.
[Commercio do Porto.)
PE,-, ITP. DI aVI. D| FAMA, Mil,
*
^rr


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