Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09315


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Full Text


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Pop tres aezes veacidos ~6|000

SE6ID1 FEIRA 17 BE JB1H0 DI ItH.
Pr iim adiantad* i 9|00 O
Ptrte fraae* para snbscripUr.
RN
I la^B
BNCARRRGADOS DA SUMCKTPCAO DO R01TB
Parahiba, o Sr. Antonio Alenndrino dt Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araca-
tj, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
da Oliveira; Maranhio, o Sr. Manoel Jos alar-
ios Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Coala.
PAKI'IDAS DO CUKKJtlUa.
I Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Becerros, Bonito, Cimar, Altinho e
Garaohuos as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nasareth, Limoeiro, Brejo, Pei-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista.
Ouricury e Ki as quartas (airas.
Cabo, Sednhaem, Rio f ormoso, Una, Barreiros.
Agua Preta. Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos o correios partera as 10 horas da manha)
EPHEMKRIDKS DO MIZ DE JUNHO.
8 La ora ss 11 horas o 19 minutos da man.
15 Quarto crescente as 7 horas a 56 mioutoa da
maoha.
22 La eheia aos 3 minutos da tarde.
30 Quarto mioguanta aoa 21 minutos da manbia
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 11 horas e 42 minutos damanhia.
Segundo aa 12 horas a 6 minutos da tarde.
DAS DA SENARA*
17 Segunda. S. Therexa ratona de Lyio.
18 Terca. S. Looncio m. ; S. Marioha r.
19 Quarta. S. Juliana de Falconieri v.
20 Quinta. S. Sureo p. m. ; S. Prudente.
21 Sexta. S Luiz Gonzaga ; S. Albano m.
22 Sabbado. S. Paulioo b. de ola.
23 Domingo. S. Joio sacerdote; S. Edeltrudes.
(AUU1KNC1AS DOS TRlBNAKa UA CAPITAL.'
Tribunal do ommereio; segunda quintas.
Relaco: tergas, quintas a sabbados as 10 horas.
Pazeoda: tergaa, quintase sabbados as 10horas!
Juizo do commorcio : quartas ao meio dia:
Dito de orphoa: torgas e sextas aa 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas sextesao meio
da.
Segunda rara do tivel: quartas sabbados a 1
ora da tarde;
PIBTE OFFICilL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 13 de junho.
Officio ao Exm. Sr. JosAugusto Chaves, 4o vi-
ce-presidente da Babia.Accusaodo a recepjao
do officio de 3 do correte no qual me participa
que na qualldado de 4o vice-preidente assu-
mira a administrago dessa provincia, cumpre-
me dizer-lhe que me acbar sempre disposlo a
executarsuas orden,, quer relativas ao servigo
publico, quer ao particular de V. Exc.
Dito ao coronel commaodaole das armas.Re-
mello inclusos por copia o ofBcio do juiz de di-
reito da comarcada Boa-Vista, datado de 20 de
maio ultimo, e o do delegado do termo de Ca-
brob, a que se refere o mesmo.juiz, aflm de que
V. S. se sirva de dar as convenientes providen-
cias nao s para serem retiradas daquelle termo,
com a possivel brevidade, as pragas do corpo
de guarnido, que all existem, e outr'ora per-
tenceram a pnaaeira companhia de pedestre,
sendo substituidas por dez pravas das mais mo-
ralisadas do mesmo corpo commaodadas por um
inferior de confian;, mas tambem para que pro-
cedendo-se Is averiguares necessarias, sejam
punidas as que toroaram parte nos fados referi-
dos em ditos officios.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar
por em liberdade o recruta Manoel Joaquim da '
Silva, visto ter em seu favor isengo legal por'
ser menor de 16 annos e matriculado na capia- '
na do porto.Communicou-se ao capito do
porto.
Dito ao capito do porto.Mande V. S. por
em liberdade, visto terem sido julgados iocapa-
zes do servigo da armada em inspecco de saude I
os recrulas Jos Domingues de Sani'Anna e Ma-'
noel Ignacio do Nastimento, segundo consta do
cilicio que devolvo, firmado pelo commandante
da estago naval.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Estando nos termos legaes os prets juntos em
duplcala, que me foram remettidos pelo dele-
gado deCabrob com ofBcio de 11 de maio ulti-
mo, mande V. S. pagar a Anlooio Lopes de Bar-
ros e Silva ou a Livino Lopes de Barros e Silva,
vislo nao terem sido satisfeitos pela collecloria
daquella villa, como se v do offlcio do respec-
tivo colleclor, junto em original, os vencimeu-
tos relativos aos mezes de margo e abril desle
anno, dos 12 guardas nacionaes destacados na
mesma villa. Communicou-se aquella dele-
gado.
Dito ao mesmo.Communico V. S. pira seu
conhecimento e direcgao, que, segundo me foi
declarado em aviso do ministerio da marinha de
4 do corrente solicitou-se naquella data do da
fazenda a expedigo da conveniente ordem para
que seja paga nessa thesouraria por conla da-
quella repartigo, nos termos do aviso de 5 de
novembro ultimo, metade do vencimenlo do en-
genheiro W. Lindoay, contralado para servir de
ajudanle do engenheiro W. Martineau.
Dno ao mesmo.Transmita V. S., para o
tira conveniente, a relago nominal dos deputa-
dos asscmbla legislativa provincial, que com-
pareceram a sesso de prorogago do 1 a 12 do
correte mez, e bera assim o officio por copia '
junto, do Io secretario da mesma assembla
acerca dos engaos qne se deram lelalivamente
5 moradia do depulado Jo Cavalcanti de Albu-
querque.
Dilo ao memo.Autoriso V. S., visto nao
haver inconveniente, seguudo consta de sua in-
formagao de 11 do correle, sob n. 4?8, a man-
dar pagar a Joo Carlos Augusto da Silva, Jos
Joaquim Pimeote! Pereira e Jos Rodrigues da
Silva Rocha, a quantia de 228J480 ris, prove-
niente de objectos por elles foroecidos ao con-
selho administrativo para o presidio de Fernan-
do e colonia militar de Pimenteiras, como se v
das contas que devolvo em duplcala, e me fo-
ram remettidas pelo presidente do mesmo con-
selho com oficios de 3 e 27 de maio ultimo
sendo ao primeiro 120*000 ris, ao segund
31J200 ris e ao terceiro 77S280 ris.Commu-
nicou-se ao presidente do referido conselho.
Dito ao chefe de polica.Sirva-se V. S. de,
ouviodo o delegado do termo de Buique, infor-
mar quando, e por ordem de quem, despensou
aquelie delegado o destacamento da guarda na-
cional que all existir.
Dito ao commandante superior de Garanhuns.
Avista do que ponderou o juiz de direito inte-
rino dessa comarca em officio n. 7, de 7 do mez
prximo flodo, approvo a expedigo de suas or-
den, requisigio daquelle juizo, que consta do
seu officio o. 28, do 14 de abril ultimo, no sen-
tido de ser o destacameolo da villa de Garanhuns
augmentado com o numero de doze pragas, que
foram despensadas do servigo do destacamento
do Buique, despensa que nao constava a esta
presidencia, e convm que V. S. informe preci-
samente o dia em que leve lugar.Commu-
nicou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dilo ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar dar baixa do corpo sb seu
commando ao cabo de esquadra Luiz Francisco
da Cunha, a quem se refere a sua informagao de
hontem datada, sob n. 259.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Communico V. S. para seu conhecimento e di-
recgao, que tendo em vista a sua informagao
de 11 do corrente, sob n. 240, resolv que seja
arbitrada a professora jubilada Anna Joaquina
Pires Campollo de Mello urna gratificarlo, na
razo du 5005000 annuaes, emquanto estiver
ella regendo interinamente a cadeira vaga de
inslrucgao elementar de cidade de Caruar.
Communicou-se ao director da inslrucgao
publica.
Dito ao conselho administrativo.Promova o
conselho administrativo a compra de 50 arrobas
de plvora para fornecimento do almoxarifado
do arsenal de guerra, de conformidade com o
pedido junto.Communicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dito ao juz de direito interino de Garanhuns
Asseverando Vmc. em officio n. 7, de 7 do
mez p^ssajo, terem sido despensadas do servigo
de destacamento ss doze pragas da guarda na-
cional existentes no termo do Buique, o que
nao constara A esta presidencia, approvo a de-
liberacao tasada por Vmc. de requisitar ao res-
pectivo commandante superior numero de pra-
vas igual aquella para augmentar o destacamen-
to da villa de Garanhuns.Communicou-se so
inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao juiz de direito do Bonito.Haja Vmc.
de informar a razio porque nao teem sido julga-
dos os reos, cujos processos se acham affectos ao
conhecimento do jury, e constara da inclua re-
lago, que devolver, fcrnecida pelo juiz munici-
pal supplente do termo do Bonito.
Dito ao juiz de direito interino do Rio Formo-
so.Iot-irado do Con leudo do officio desse juizo
de 5 desle mez, lenho a dizer-lhe que convm
que Vmc. faga effectiva a resposabilidade legal
contra o escrivo Jos Gomes Coimbra pelo estra-
vio a que allude no officio cima citado ; para o
que lhe devolvo os tres documentos, que a ella
vieram juntos.
Dito ao delegado interino da repartiglo espe-
cial das trras publicas. Transmuto por copia
Vmc, pira seu conheciraenlo e execugio na par-
le que Ute toe, o arijo de 7 do correte, orde-
nando que fiquem suspensas, a contar do 1* de
julbo prximo vindouro era diaote, as funcgdes da
repartigo especial de Ierras publicas nesta pro-
vincia, que passaram a ser exercidas por esta pre-
sidencia at ulterior deliberago, cessando desde
o referido dia 1 o abono dos vencimentos dos
respectivos empregado Communicou-se ae ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Dito ao director das obras publicas. De con-
formidade com o officio do Dr. chefe de polica,
sob n. 563, o qual lhe remetti com despacho de
8 do correte, mande Vmc. tapar com a possivel
brevidade a abertura que existe na parede fron-
leira ao lugar em que est collocado o altar por-
ttil da casa de detencao. Communicou-se ao
inspector da thesouraria provincial e ao chefe de
polica.
Portara. O presidente da provincia, alien -
dendo a que no officio do chefe de polica n. 498
de 6 do correnle, se deu o engao de propor-se a
Joaquim Cavalcaoli de Albuquerque em vez de
Joaquim de Albuquerque Cavalcanti para o cargo
de subdelegado de polica do districto de Barrei-
ros, 1 da freguezia do mesmo nome, conforme
declarou o mesmo ebefe de policia em officio n.
527 de 11 desle mez, resolve que, Qcando de ne-
nhum effeilo a portara de 7 do corrente, ao re-
ferido Joaquim de Albuquerque Cavalcanti se pas-
se titulo.
Dita. O presidente da provincia, tendo em
vista o qae requereu o 2o escripturario da thesou-
raria provincial, Alexandre Primo Camello Pes-
so, e bem assim a informagao do respectivo ins-
pector datada de hontem, e sob n. 242, resolve
conceder-lhe dous mezes de licengacom lodosos
seus vencimentos para tratar de sua saude.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasil eir
de paquetes a vapor mandem dar transporte para
a corle, por coota do ministerio da guerra, no va-
por que se espera do norte, ao tenente do eorpo
de guarnigo da provincia de Minas-Geraes, Luiz ,
Martina deCarvalho, sua mulher e urna Dina de
tres annos deidade, bem como para as Alagoas,
ao lferes do corpo de guarnigo desta provincia
Joaquim Jus Luiz de Souza,' 2 cadete sargento
ajudanle Alvaro Conrado Ferreira de Aginar e
tres soldados, os quaes vo reunir-se aos seus
cerpn.
Expediente do secretario.
Do dia 13 de junho dt 1861.
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti V. S., de ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, a inclusa ordem do the-
jouro nacional, sob n. 87, a que acompanharam
121 aeges da estrada de ferro desta provincia,
constantes da mesma ordem.
Dito ao Sr. Coroelio Carlos Pexoto de Alencar
juiz municipal supplente do termo do Ex.__S.
Exc, o Sr. presidente da provincia Qcando iolei-
rado de haver S. S. em 14 de maio ultimo pres-
tado juramento e entrado em exercicio do lugar
de Io supplente do juizo municipal desse termo ;
assim Ih'o manda communicar, em resposta ao
seu officio daquella data.
Diloao-Dr. Gervasio Caropello Pires Ferreira
juiz municipal do termo de Serinhem.S. Exc,
o Sr. presidente da provincia, manda aeouaar re-
cebido o officio de 9 do corrente, em que V. S.
lhe communica haver nessa data reassumido as
funcgdes de seu cargo, por ter assumido a vara
de direito o respectivo primeiro substituto. Fi-
zeram-se as communicages do estylo.
Despachos' do dia 13 de junho.
Reguerimentos.
Alexandre Primo Camello PessoaPasse por-
tara concedendo a licenga pedida com venci-
mentos.
Antonio Witruvio Pinto Bandeira e Accioli do
Vasconcellos. Em vista da informagao do ins-
pector da thesouraria provincial e do parecer do
procurador Qscal, nao tem lugar o que requer o
supplicanle.
Anna Joaquina Peres Campello de Mello.
Fica arbitrada a gratificago na razo de 5009000
annuaes.
Antonio Loureogo de Albuquerque Coelho.
Informe o Sr. Dr.juiz municipal de Santo Anto.
Cimillo de Lellis Gama.Da secretaria do go-
veroo nada mais consta do que o indeferimenlo
do requerimenlo a que allude, por aviso de 13 de
unho de 1860.
Estevo Jos da Molla.Prove o suppllcante o
que allega.
Florentino de Almeida Pinto. Informe o Sr.
nspector da thesouraria provincial.
Joo de Carvalho Paes de Andrade.Informe o
engenheiro director da repartigo das obras pu-
blicas.'
Jaciotho Jos de Mello.Iuforme o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Manoel Rodrigues Pereira.Requeira pelos ca-
nees competentes.
Manoel Antonio de Jess.Informe o Sr. de-
legado da repartigo das obras publicas.
Padre Pedro Manoel da Silva Burgos.Infor-
me o Sr. thesoureiro das loteras.
Jos Fagundes de Rezende e Silva. Jlo Jos de
Franga, Luiz Jos de Almeida, Luiz Francisco de
Barros, Leonel Fernandos Vieira e Marcolino Pe-
reira de Aze vedo, pediodo o lugar de correio des-
la cmara.A' commisslo de policia.
Oulro de Justino da Costa Rabello, aposentado
no lugar de administrador da mesa do consulado
da provincia da Baha, pedindo augmento do*or-
denado com que foi aposentado.A' commisso
de pensdes e ordenados.
Outro de Valerio Ribeiro de Rezonde, pedindo
dispensa do exame de geometra para ser admit-
tido a fazer acto do 1 anno jurdico de S. Paulo,
passando previamente pelo dito preparatorio.
A' commisso de inslrucgao publica.
Prestaram juramento e tomam assento os Srs.
depulados Bretas, Fernandes daCunba, Almeida
Pereira, Pereira Franco e Bello.
O Sr. Gomes de Souza mandou mesa o seguin-
te requerimento, que foi lido, apoiado, posto em
discusso e approvado ;
Requeiro que se pega ao governo o relatorio
do ex-presidente de Santa Catharina relativamen-
te s eleigoes ltimamente havidas naquella pro-
vincia, assim como as actas relativas s eleigoes
primarias da freguezia de Tecujas, presididas pelo
4 juiz de paz.
ORDEM DO DIA.
Para a de resposta falla do ihrooo receberam-
se 66 cdulas, e sahiram eleitos os Srs. Taques
com 61 votos, Bandeira de Mello com 59 e Perei-
ra da Silva com 48.
Para a cooslituigo e poderes receberam-se 66
cdulas, e sahiram eleitos os Srs. Zacaras com
61 votos, Araujo Lima com 51, e Bello com 50.
Para a l de orgamento receberam-se 62 cedu- :
ls. e sahiram eleitos os Srs* Teixeira Jnior com
55 votos, Paulino com 53 e Moncorvo Lima
com 52.
Achando-se na sala immediata immediata o
Sr. ministro da guerra, foi introduzido com aa
formalidades do estylo, e, lomando assento di-
reita do Sr. prosidenle, leu a proposta de fixago
de forgas de trras para o anno financeiro de
1862 a 1863.
Finda a leitura e declarando o Sr. presidente
que a cmara tomar na devida considerago a
proposta do poder executivo, retirou-se o Sr. mi-
nistro com as formilidades com que eotrou ; e
foi remettida a proposta commisso de marinha
e guerra.
Continuando a discusso do parecer sobre as
eleigoes do 3o districto de Minas, veio mesa a
seguinte emenda do Sr. Cruz Machado, que foi
lida, apoiada e posta em discusso:
a Que se recoohegam validas as eleigoes pri-
marlas e secundarias do 3 districto, e deputados
delle os Srs. Lima Duarle, Christiano e Ferreira
Lage.o
Achando-se na sala immediata o Sr. mioislro
d marioha, interrompeu-se a discusso, e, sen-
do introduzido com as formalidades do estylo, to-
mou assento direita do Sr. presidente, e leu a
proposta de fixago das forgas navaespara o an-
no financeiro do 1862 a 1863.
Fioda leitura, e declarando o Sr. presidente que
a cmara lomar na devida considerago, relirou-
se o 3i. ministro com as mismas formalidades
com que entrn ; e foi remettida a proposta
commisso de marinha e guerra.
Cootinuou a discusso inlerrompida, a qual fi-
cou encerrada, nao se votando por nao haver nu-
mero na casa.
Procede-se chamada, e oSr. presidente d a
ordem do dia seguidle :
Leranlou-se a sesso s 2 horas da larde.
ENCARBEGADOS da SUBSCRJPCAO do sol
Alagoaa, o Sr. Claudino FaUao Di.a- Bahf.
Sr. Jos Martin. AItm; Ri. daJ*/'.Ji-
jlo Paraira Martina. mto' 8m"
EM PERNAMBCO.
O proprietario do diario Manoel Flgnelro .
Fa*ria,na aua linaria prega da Independencia *.
6 o 8. --------"
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
SESSO EM 6 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. viiconde de Camaragibe.
A'j 11 horas da manha, fez-se a chamada, e
o Sr. presidente declarou aberta a sesso.
Lida e approvada acta,
O Sr. 1 Secretario deu contado seguate
EXPEDIENTE.
Um officio do ministerio do imperio, enviando,
com officio do presidente da provincia de S. Pau-
lo, copia da ordem expedida ao presidente da
mesa parochial de Mogy dasCruzes relativamente
a eleigo primaria daquella paroebia.A' respec-
tiva commisso de poderes.
Outro do mesmo ministerio, enviando, com of-
ficio do dilo presidente, ama representado de
Antonio Manoel Vieira contra a qualificagao dos
volantes, e a eleigo de eleilores feitas na paro-
ebia de nossa Seohora do Monte Serrato da Cuta,
na mesma provincia.Igual deatino.
Outro do mesmo ministerio, enviando igual-
mente, com officio do mesmo presidente, as actas
da eleigo primaria das parochias que formam o
segundo districto da mesma provincia.Igual des-
tino.
Outro do mesmo ministerio, enviando igual-
mente a acta da apurago doa volos para deputa-
dos pelo 8eguodo districto da provincia de Minas.
Igual destino.
Outro do mesmo ministerio, enviando as actas
da eleigo primaria daa parochias de Coritiba,
Morrales, Paranagu, Antonnina e Ponta-Grossa
da provincia do Paran.Igual destino.
Um officio do secretario do senado, enviando a
copia aulheotica da falla com que S. M. o Impera-
dor abri a presente sesso. A' commisso de
resposta i falla do threno.
Outro do Sr. depulado Carneiro de Mendooca,
participando nao poder comparecer isessoas por
achar-se de nojo pelo fallecimento de seu sogro.
Mandou-se desanojar.
Oiio requerimento: de Antonio Desiderio de
Almeida Franco, Fortunato Jos de Frettas, Joo
SESSO DE 8 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. visconde de Camaragibe.
Fez-se a chamada, e 11 3/4 horas o Sr. presi-
dente declarou aberla s sesso.
Lida e approvada a acta, o Sr. Io secretario
deu conta do segunte :
EXPEDIENTE.
Um officio do ministro do imperio de 17 de se-
tembro do anno passado, remelleodo as ioforma-
ges solicitadas por esta esmara sobre os reque-
rimentosque devolve, em que diversos emprega-
dos do correio de Mioas pedem augmento de or-
denado. A' commisso a que est affecto o ne-
gocio.
Outro do mesmo ministerio de 25 do mesmo,
remetiendo, em satisfago requisigo desla c-
mara, copia das actas da eleigo de eleitores a
que se procedeu em 14 de dezembro de 1857 na
parochia de Nossa Senhora Mi dos Homeos da
Bagagem Diamantina. A' commisso de po-
deres.
Outro do mesmo ministerio de 11 de outubro
do mesmo inno, enviando copia do decreto que ua,, 0 uc uunum
manda_continuar em vigor o decreto que marca so do projecto dojeodigo do processocrimnale mi
o subsidio dos deputados. A archivar-se, fa- litar berecido por seu autor Jos Antonio de Ma-
zendo-se a devida communicago ao senado. ( galhes Caatro.
Outro do mesmo ministerio, remetiendo copia Prestaran) juramento, e lomsram assento os
do officio do director da faculdade de medicina Srs. baro de Mau e Rodrigo Silva,
da Baha, acompanhado de urna represenlago O Sr. Virialo pede dispensa de servir na 2
da respectiva congregago sobre a necessidade commisso do contas para que foi eleito Con-
de se adoptarem algumas medidas para o melho- sultada a casa, dacidiu negativamente,
ramento do eosino pratico.aQm de queseja toma- i O Sr. Calazaos manda mesa o seguinio re-
da em considerago na confecgo da lei do orga- querimenio, que foi lido, apoiado, em poslo em
lento. A a commissdes de inslrucgao publica. discusso e rejeitado :
imperio para o anno financeiro de 1862 a 1863. e
d "?b e ,cre,,i* rinda a leitura, e declarando o Sr. presidente
que a cmara tomara na devida considerago as
propostas do poder executivo, passou o Sr mi-
nistro para a esquerda da mesa, e leu o relato-
no da sua repartigo, retirando-se depois com as
formalidades do estylo.
As propostas e o relatorio foram as respecti-
vas commissdes.
Continuou a discusso interrompida, que foi
encerrada a requerimento do Sr. Sequeira Mendes
1 rocedeu-se eoto votacao do parecer, e foi
approvado em todas as suas coocluses, sendo
declarado depulado pelo dito districto o Sr. Ro-
drigo Augusto da Silva.
Continuou depois a discusso do parecer sobre
as eleigoes da provincia de Malto-Grosso. que fl-
con adiada pela hora.
O Sr. presidente d a ordem do dia 10 do cor-
rente.
Levanlou-se a sosso s 4 horas e 10 minutos.
SESSO EM 10 DE MAIO DE 1861.
AfeoC.,a d Sr' vilconde ae Camaragibe.
A s 11 3|4 horas faz-se a chamada, e o Sr. pre-
sidente declara aberla a sesso.
Lida e approvada a acia, o Sr. Io secretario d
conta do seguinte :
EXPEDIENTE.
Quatro officios do ministro do imperio datados
de 8 do correte :
Io Participando que Sua Magestade o Impera-
dor ficou inleirado das pessoas que coropoera ac-
tualmente a mesa desta cmara. Inteirada.
2 Enviando a acta da eleigo secundaria do
collegio de Cuiab da capital provincia de Malto-
Grosso. A* commisso de poderes.
3 Enviando as actas da eleigo primaria das
parochias de Apiahy, Batataes e Cajur, perten-
cenies so 3o districto de S. Paulo. A' mesma
commisso.
4 Enviando um officio do inspector da thesou-
raria de fazenda da provincia do Para e mais pa-
pis que o acompanham, relativamente conces-
sao do crdito de 48 853*437, para ser applicado
no exercicio de 1861 a 1862 as obras do semi-
nario episcopal daquella provincia. A's com-
missoes de fazenda e de negocios ecclesiaslicos.
Outro do mesmo ministro datado de 7 do cor-
rente, enviando as actas da eleigo primaria das
parochias de Nazareth, Altinho, S. Caetano da
Raposa e Quipap, pertenceotes ao Io districto
da provincia de Pernambuco. A' mesma com-
misso.
Mas quatro officios do secretario do senado,
datados de 6 do correte, participando que ao se-
nado consta terem sido sanecionadjs as seguintes
resoluges;
Ia Reconhecendo cidado brasileiro ao padre
Flix Mara de Freitas Albuquerque ;
2a autorisaodo a naturalisagao dos subditos
portuguezes Seraflm Francisco de Carvalho e ou-
Iros ;
3" Approvando o decreto queapprovou os'.esta-
tutos da companhia de navegagao a vapor na
r. i-d? R,.. de_"peiro.do aue emprezario o
Dr. Clinton VanTuyT;
4a approvando lambem o decreto e respectivo
contrato celebrado com Jos Antonio Soares para
a navegagao a vapor entre Montevideo e a cidade
de Cuiab.Inteirada.
Ootro do Sr. depulado Fausto de Agaiar, pe-
dindo dispensa de comparecer s sesses do cor-
rente anno por ter de ir Europa tratar de sua
saude.A* commisso de poderes.
Um requerimento do mesmo Sr, Fausto de
Aguiar, pedindo que seja autoriaado o governo a
conceder-lhe um anno de licenga como director
geral da secretaria do imperio, afim de ir Eu-
ropa tratar de sua saude.A'commisso de pen-
sdes e ordenados.
Outro de Severiano Antonio Olaia Vianna, pe-
dindo ser naturalisado cidao brasileiro.A'
commisso de poderes.
Outro de diversos moradores da freguezia de
Nossa Senhora do Amparo, do termo da Barra-
Mansa, pertencente ao 4o districto da provincia
do Rio do Janeiro.A' mesma commisso.
Oulro da Associago Typographica Per na m bu -
cana, reclamando contra as disposigoes do cap.
8o arls. 31 e 32 35 do decreto n. 2.711 de 19
de dezembro de 1860.A' commisso de tom-
mercio, industria e artes.
Mais quatro requerimentos: de Pedro Costi-
no Alves Moreira, Apolmario Das Nello, Jos
Mana Correa, e Rozalvo Jos deCirvalho, pedin-
do o lugar de correio desta cmara.A' com-
misso de policia.
E' remetlido s commissdes de justga crimi-
nal, e de marinha e guerra um exemplar impres-
_j inslrucgao
e 2a do orgamento.
Outro do mesmo ministerio de 6 do correte,
enviando as actas das eleigoes primarias das pa-
rochias de Jacocs, Livramento e Santa Rita, per-
tencentes ao Io districto da Parahyba. A' com-
misso do poderes.
Outro do mesmo ministerio e de igual data,
o Requeiro urgencia para que ar e dia 16 se
trate de veriiicago de poderes com preferencia
nomeago|das commissdes a.
ORDEM DO DIA.
Continua a eleigo de commissdes :
Para a de fazenda receberam-se 65 cdulas, e
w..v r auMiu luimavaii'j d uc igun aau, sahiram eleilos o Srs. Barbosa da Cunha com 47
enviando a acta da apurago dos votos para de- votos. Gomes de Souza com 43, e Joaquim Del
Pufados do 4o districto eleitoral de Minas.Igual [ phino com 39.
destino.
Oulro do mesmo ministerio e de igual data,
enviando as actas da eleigo primaria da provin-
cia da Baha. Igual destino.
Outro do mesmo ministerio e de igual data,
dando as informagdes solicitadas por esta cmara
Para a de justiga civil receberam-se 68 cdu-
las, e sahiram eleitos os Srs. Dantas e Furtado,
com 45 rotos cada um e Figueira de Mello, com
34.
Para a de justiga criminal recaberam-se 70 ce-
dulas, e sahiram eleitos os Srs. Bsrcellos, com
-< iuiu,iuavuea suncuanes por esta cmara uuias, e saniram eieiius os Srs. Barcenos, con
acerca das oceurrencias havidas por occasio das 33 votos, J. Madureira, com 32 e Paes Brrelo,
eleigoes na parochia de Aguas-Bellas, na pro- com 31.
Continua a discusso do parecer sobre as elei-
goes da proviocia de Mato-Grosso.
Veem mesa as seguintes emendes que foram
lidas, apoladas e postas em discusso :
Do Sr. Costa Pinto:c Que seja igualmente
approvada a eleigo da freguezia de Santo Anto-
nio do Rio Abaixo.
Do Sr. Teixeira Jnior: Substitutiva s coo-
cluses do parecer :
c 1. Que seja approvada a desigoago feita do
numero de eleitores para cada parochia, ex-
cepgo das seguintes: capital que deve dar 21 e
nao 22, Brotas que deve dar 5 e n&o 4, Pacon
que deve dar 14 e nao 15.
c 2* Que ae approve as eleigoes primarias a
que ae procederam naa diversas freguezias do
districto eleitoral da provincia de Mato-Grosso.
c E resultando desse tacto que o Sr. Pexoto de
Azevedo seja o segundo depulado do districto se
venficar-se a legitimidade dos tres eleitores que
se contestara aliegando-se nao estavam qualiflca-
dos, oroponho:
c 3. Que se ada o recoohecimento do segun-
do deputado, at que esta cmara poasa com
melhor fundamento julgar a respeito.
c E para isto :
a 4.* Que por intermedio do ministerio do im-
ssfrio ae mande com urgencia verificar se o cida-
do alferes Floriano Lema do Prado nao est in-
cluido na lista aopplementar da qualificagao da
parochia do Matu-Graossa e, especialmente no
vincia de Pernambuco. A quem fez a requi-
sigo. *
Um requerimento de Jos Soares Pinto, pedin-
do o lugar do correio desla cmara. A' com-
misso de policia.
ORDEM DO DIA.
Eleigo de commissdes.
Para a 2a de cootas receberam-se 62 cdulas,
e sahiram eleitos os Srs. Manoel Fernandes com
44 votos, Leandro Bezerra com 39 e Vertato
com 34.
Para 3a de contas receberam-se tambem 62
votos, Calazans e Fiel de C'rvalho com 40 cada
um.
c 63 cdulas, e sahiram eleitos os Srs. Pereira
Franco e Serra Carneiro com 48 votos cada um
e Silvioo com 45.
Procedeu-se votago do requerimento de a-
diameoto cuja discusso ficou hontem encerrada,
offerecido polo Sr. T. Ottoni, na discusso do pa-
recer sobre as eleigoes do Io districto da provin-
cia de S. Paulo, e foi regeitado.
Continnou, por tanto, a discusso do sobredi to
parecer, que foi inlerrompida, por achar-se na
sala immediata o Sr. ministro da fazenda, que
veio apreseotar propostas do goreroo e o relato-
rio da repartigo a sen cargo ; o qual foirecebi-
do com as formalidades do estylo a tomando as-
sento direita do Sr: presidenta leu duas pro-
postas, a 1* sobre a recea e despea geral do
quarteirao do forte do Prncipe da Beira e assim
tambem a respeito dos cidadlos Jos Porfirio An-
n,.J e,.ADt0,n"> Antones Msciel, eleitores do
Diamantino, devendo esses exames serem feitos
nao s na lista geral como lambem as supole-
mentares. ry
E finalmente :
5. Nada influlndo esse resultado sobre a
eleicao do Sr. Antonio Correa do Couto. seja elle
desde j reconhecido deputado assembla Re-
rsl legislativa pela provincia do Mato-GrossoT
A discusso fica adiada pela hora.
O Sr. presidente d a ordem do dia seguinte
Levanta-se a sesso s 4 horas da tarde.
SESSAO EM 11 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. visconde de Camaragibe.
As 10 3[4 horas faz-ae a chamada, e o Sr. pre-
sidente declara aberta a sesso.
Lida e approvada a acta, o Sr. Io secretario
da conta do seguinte
. EXPEDIENTE.
Tres officios do ministro do imperio datados
de 8 do corronte :
r* Participando terem-se expedido aa or-
dens necessarias, acerca da resolugo tomada
por esta cmara, approvando a eleigo primaria
das parochias que compe o 3o districto da pro-
vincia da Baha.Inteirada.
2. Participando igualmente que se expediram
as ordens necessarias, relativamente reso-
lugo desta camars, approvando a eleigo prima-
ria das parochias da provincia do Paran__Igual
destino.
3." Eoviando um officio do presidente da pro-
viocia de Mato-Grosso, e documentos que o
acompanham, dando informagdes sobre as elei-
goes de alguos ponto da provincia.A' commis-
so de poderes.
Outro do mesmo ministro, datado de hoje, pe-
dindo a designac.io de dia e hora para apresentar
o relatorio da repartigo a seu cargo.Marca-se
0 dia 13 do corrente ao meio-dia.
Outro do ministro da justiga. fazendo igual pe-
dido.Marca-se o mesmo dia 13 mea hora de-
pois do meio da.
Outro do ministro da guerra, datado de 8 do
corrente, devolvendo com as informagdes solici-
tadas por esta cmara, o requerimonto em que o
alferes reformado Mathias Carlos de Vasconcellos
Monteiro, pede melhorameote de reforma.A
quem fez a requisigo.
Sete officios do secretario do senado, datados
de 6 do corrente, participando terem sido sanc-
cionadas as seguintes resoluges :
Ia, approvando a penso concedida a Paulino
Gomes da Paixo, 2a, idem a D Maris Carlota
Leito Bandeira ; 3a, idem a Pedro Jos Cardo-
so ; 4a, mandando matricular na escola central
a Joao Alves Pinheiro de Carvalho e oulros ; 5a,
idem as (acuidades do imperio, autorisaodo a
apesentadoria de Silvano Francisco Alves, mem-
bro di junta vaccnica ;
7a, mandando admiltir a despacho livre de di-
reito os uteosis precisos empreza de esgoto das
aguas da cidade do Recite.Inteirada.
Outto do mesmo secretario e data, participan-
do terem igualmente sido sanecionadas as se-
guintes resoluges : Ia, autorisaodo o pagamen-
to reclamado pelo padre Guilherme Paulo Til-
bury ; 2a, autorisaodo a matriculerem-se as fa-
CUldsdeS do imperio Vicente Jooaen Poroir. g ou-
tros ; e 3a fazendo extensiva ao bacharel Joo da
Motta e Azevedo Correia a disposigo do artigo 1
do decreto de 30 de agosto de 1834.Igual des-
tioo.
Mais dous do mesmo secretario e data, partici-
pando lambem lerem sido saoccioaados os de-
cretos de fixago de forgas de Ierra e mar pa-
ra o anno financeiro de 1861 a 1862.Igual des-
tino.
Oulro do ministro da fazenda, datado de 8 do
corrente, enviando as consultas da secgJo de fa-
zenda do conselho de estado, relativas a creago
de novos impostos por differentes assemblas pro-
vinciaes.A* commisso de assemblas pro-
vinciaes.
Um requerimento de D. Isabel Theotonia de
Miranda Varejo, pedindo a elevago da penso
que lhe foi concedida.A commisso de pensdes
e ordenados.
Outro da irmandade de S. Jos desta corte,
pedindo disppnsa das leis de amortisago para
continuara possuir os predios de que j est de
posse.A' commisso de fazenda.
Outro da irmandade de Nossa Senhora da
Apresentago da freguezia de Iraj, do municipio
da corle, fazendo igual pedido para possuir bens
de raz.A mesma commisso*
Outro de Joo Caetano dos Sanios, pedindo que
se corrija o erro que escapou no artigo 2 48 da
lei n. 1,040 de 14 de setembro de 1859, a que
foi reproduzido no art. 2 52 da lei n. 1,114 de
27 de setembro de 1860.A' 2a commisso de or-
gamento.
Mais quatro requerimentos de Antonio Jos
Barata, Antonio Gomes Esteves, Thimolheo Go-
mes Ribeiro e Jos Luiz da Cunha, pedindo o lu-
gar de correio desta cmara.A commisso de
policia.
Um officio do ministro da agricultura commer-
co e obras publicas, datado de boje, pediodo a
desigoago do dia e hora para apresentar o rela-
torio de sua repartigo.- Marcou-se o dia 13 pela
1 hora da tarde.
Oulro do ministro da marinha, da mesma data,
fazendo igual pedido.Marca-se o dia 14 pelo
meio-dia.
Foi lido, posto em discusso e approvado, o
parecer da commisso de policia, nomeando a
Manoel Pinto Machado para o lugar de correio
desta cmara.
Foram lidos, e ficaram reservados para occa-
sio propria, os seguintes reqnerimentoa do Sr.
Viriato :
1*. Requeiro que sejam remettidos para o
mioistro do imperio os diplomas nuiles dos Srs.
Candido Mendes de Almeida e Jos Maria Bir-
rete-Jnior, 2a vice-presidenle da provincia do
Maranho, assim como a acta da aupposla apura-
go geral da cmara illegal da cidade de Caxias
do dia 20 de margo ultimo, que existem na se-
cretaria da cmara para aervirem no processo
que esta cmara mandou instaurar como pegas
importantes que devera ser delle, contra autores
da apurago e diplomas falsos.
< 2*. Requeiro que sejam remettidas ao mi-
nistro do imperio as a tas da eleigo primaria e
secundaria da villa do Brejo, julgadas falsas pela
cmara dos depulados, e que serviram no colle-
gio clandestino que se diz presidido pelo major
Honorato Alves de Souza, para ter lugar o pro-
cesso respectivo cootra os autores de tal proce-
dlmento, assim como os relatnos do* presi-
dente da provincia do Maranho e chefe de po
licia. i)
ORDEM DO DIA.
Continna a eleigo de commissdes.
Para a de diplomacia em 70 cdulas sahlrsm
eleitos os Srs. Sergio com 54 votos, Carneiro de
Mendonga, com 29, a Fialho com 28.
Para a de marinha e guerra em 63 cedulaa sa-
hiram eleitos os Srs. Reg Barros com 40 votos,
Pereira da Silva com 39 e Zacharias com 15, por
aero immediato nos votos do. Sr. Lamego que,
obtendo 22 votos, nao pode fazer parte desta
commisso por uo estar ainda declarado depu-
tado.
Pa aderadaco em 65 cdulas sahirim elei-
los os Srs. Alencar gom 47 votos, Pedreira com
46 e Cruz Machado com 32.
rAn.Htua d,Sussa> ao Preter sobre as vlei-
goes da provincia de Mato-Grosso, com as emen-
uas apoiadas.
p Sr. Cruz Machado manda mesa s semihl
S2 rfoi -lida-,piads "5* 3K
tamente em discusso.
Sr'^u?,!"?0* S numer08 1 e 2 da emenda do
seiuinte ni""10' "*+* os M,ro Pe
"iSta dV M.i r reC0Dhe5f deputados pela fro-
tadas ./!-Gro|so ds cidado aivo-
vedo% fi2 r' s"-/ntonio Peixoito de Xze-
veao e Antonio Correa do Couto
Procede-se votago, e approvada a DrirBeir
SSSS 8e^uBd, eoMi" Xm
i ,1',? B? le>*,ttat- A terceira conclus
?r"P. 2 Jd-al Pala"" ~ aeguindo-se os ou-
aSL. dahl,em d'"te Julgue-se prejudicada. A
Ac t.mhC,*M0 IB*- A qita conelu-
rL.i ttf PP'0***". A sexla concluso ap-
f '^J* Paia"" "Kesimo primeiro vo-
a0:aed',e"d,,B, rejeitada. As 7.a, *.
9.a, elO" sao approvadas. "
ri?lgom:88,Preudicad8S as emendas dos Srs.
Costa Pinto, Cruz Machado e Teixeira Jnior.
JS^SS^T^ S-r- PwWente declara de-
E. ? rPel.a d".a Prov,DC,a o Srs. Antonio Cor-
rea oo Couto e Joaquim Raymundo Delamare : os
quaes prestam juramento e tomam assento.
Kotra em discusso o parecer sobre as eleigoes
de Sanla-Catharioa e fica adiado pela hora,
o s>r. presidente d a ordem do dia 13,
Levania-se a sesso s 4 horas menos um
qaarto.
SESSAO EM 14 DE MAIO DE 1861
Presxdecxa do Sr. visconde de Camaragibe
A s 11 horas e tres quartos fez-se a chamada, o-
o Sr. presidente declarou aberta a sesso.
Lida e approvada a acta, o Sr. primeiro secre-
tario deu conta do seguinte
EXPEDIENTE
Um officio do ministro da guerra datado da
hontem, pedindo desigoago do da e hora para
apresentar o relatorio da repartigo a seu cargo.
Marcou se o da de hoje pela meia hora depois
do meio da.
Outro do ministro de estrangeiros. fazendo igual
pedido.Marcou-se o dia de amaoha ao mei
da.
Officios do ministro do imperio : Io, datado do
18 de outubro do aono psssado, devolvendo, cora,
as informages solicitadas por esta cmara, o re-
querimento em que D. Luiza Candida da Nobrega
Barbosa pede que se declare ler ella direito ao
sold por inteiro que percebia seu pai o briga-
dciro Luiz Pereira da Nobrega de Souza Coutioho.
A quem fez a requisigo.
2., datado de 2 de novembro, enviando, com
os competentes documentos, copia do decreto que
coocede urna penso a D. Candida Fraga Neves.
A' commisso de pensdes e ordenados.
3.a, de igual data, enviando, tambem com oo
competentes documentos, copia do decreto qu3
concede urna penso ao capito reformado Joo
Francisco do Reg Brrelo.A mesma com-
misso.
4., datado de 26 do mesmo, enviando igual-
.mente copia do decreto que que concede urna
penso a D. Candida Rosa Pereira Nunes.A*"
mesma commisso.
5., datado de 3 de dezembro do mesmo anno.
enviando copia do decreto que coocede urna pen-
so a Phillis Fowles, viuva do chefe de diviso
Jorge Broom.A' mesma commisso.
_6., datado de 5 do mesmo. enviando a collec-
gaodas leis provinciaes de Mato-Grosso" promul-
gadas no dito anno.A* commisso de assemblas
provinciaes.
7., datado de 10 do corrente, participando tec
remetlido a esta cmara todos os papis concer-
nentes s eleigoes da provincia de Sauta Catha-
noa, e que naquella data requisita a remessa da
acta da eleigo primaria de Tijucas, presidida pelo
quarto juiz de paz.A quem fez a requisigo.
8 da mesma data, participando ter expedido
as ordens necessarias par que sejam executadas
as resoluges desta cmara, approvando a elei-
go primaria das parochias que compe o pri-
meiro districto do Rio de Janeiro.Inteirada.
9., datado de 11 do mesmo, participando igual-
mente ter-se expedido ordem ao presidente da
provincia do Maraoho para que sejam observa-
das as resoluges desta cmara relativamente
eleigo primaria das parochias que formam o se-
gundo dislricto da dita provincia.Iuleirada.
10., datado de hontem, participando que o
presidente da provincia de Minas lhe communi-
cra ter expedido as necessarias ordens para que
nao haja demora na remessa das actas de algu-
mas parochias que ainda as nao enviaram, e a
razo por que nao pode remelter as de algumas
parochias do 2o, 5o e 6 districtos.A' commisso
do poderes.
Outro do ministro da fazenda, datado de 10 do
corrente, enviando o mappa das operages occor-
ridas na secgo de assigoatura e subslituigo do
papel-moeda durante o mez de abril prximo fin-
do.A' primeira commisso de orgamento.
Outro do Sr. Dias Vieira, participando nao po-
der continuara fazer parte desta cmara por ter
tomado assento no senado como senador pela pro-
vincia do Maranho.A' commisso de poderes.
Outro do Sr. deputado Cyrillo, participando nao
po ler comparecer s sesses por ter receido a
noticia da morte de seu pai.Mandou-se desa-
nojar.
lima representaco da turma de eleitores da
parochia de S. Joo Marcos, pertencente ao quar-
to districto da provincia do Rio de Janeiro, elei-
los na igreja do Rosario, pediodo que se reco-
nhega valida a sua eleigo.A' commisso de po-
deres.
Um requerimento de Luiza Feliciana de Arao-
rim e Silva, pedindo dispensa na lei de prescrip-
go para poder pereeber o meio sold a que tem
direito como viuva do leneute-coronel Jos Po-
lycarpo Pessoa de Andrade e Silva.A' commis-
so de marinha e guerra.
Achando-se na sala immediala os Srs. minis-
tros do imperio, marinha, justiga, guerree agri-
cultura foram introduzidos successivamente com
as formalidades do regiment e lem os relato-'
ros das rgparligdes a seu cargo, relirando-se de-
pois com as mesma formalidades.
Os relatnos foram s comraisses respectivas.
ORDEM DO DIA
Achando-se esgotada a hora designada para a
primeira parte, passou-se a continuago da dis-
cusso adiada do parecer sobre as eleigoes da pro-
viocia de Saota-Calharina, que ficou adiada pela
hora.
O Sr. presidente di a ordem do dia seguinte :
Lerantou-se a sesso is 4 horas da larde.
SESSAO EM 15 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. vitconde de Camaragibe.
A's 11 3(4 horas faz-se a chamad, e ofr. pre-
sidente declara aberla a aaaao.
Lida e approvada a acta, o Sr. 1 aecretatio d
conta do aeguinte
EXPEDIENTE.
Officios do ministro do imperio :
1.* De 6 de dezerabr.o do aafeo passado, eo-
viando copla do decreto que concede a penia


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LIRIO f* K&IAMWO. SEGUNB4 FEHUk 17 DI JUNHO M 1M1.
annual de 6008000 D. Mara Natualia GerariJ,
viuva do Dr. Augusto Praocisceoi. A' commis-
so de pensdfs e ordenadas.
2.* Da mestna data, enviando tamben copia
da decreto, com os respedivoa documento, que
concede a penso annual de 400 a D. Tharesa
Mara de Si e Silva, vinva do guarda da alfande-
ga da arte Jos Mara de S e Silva. A' Mes-
an* commisso.
3. De 10 de dezembro, enviando igualmente
copia do decrete, com os respectivos documen-
tos, que concede a cada um dos (ardas nacio-
taaee da provincia da Parabyba, Francisco Anto-
nio Marques e Antonio Flix da Coneeigo, a
penso do 500 rs. diarios. A* mesma cora-
raiasao.
Jais cinco offlcios do mesmo ministro, datados
de hoje, participando terem-se expedido as or-
dena necesarias em conformidade com o q'ue re-
soUeu eata cmara approvando aa eleigoes do Io
disircio da provincia da Parahyba ; do 2o da de
Peraambuco ; do 4o da de Mioas-Geraes ; do *
da do Rio-Grande do Sal; e do 2 da mesma
provincia. Inteirada.
Oulro da secretario do sanado, de 11 do cor-
rente, participando que aoaeoado constou ter ai-
do sanccionado o decreto que tixa a despeza e
orea a receita geral do imperio para o anno 11-
nanceiro de 1861 a 1862. Igual destino.
Um requetimento da ordam terceira de Nossa
Senhora das Dores da empella da proviucia do
Ro-Grande do Sul, pedindo dispensa das leis de
amortisago para poder possuir em bens de raiz
at a quanlia de 100:000. A' commisso de
fazenda.
Oulro de Prosper Philigret, pedindo que se lho
conceda, ou como privilegio, ou como noraeagao,
o lugar privativo de agente geral de lailes. A'
commisso da jusligj civil.
Oulro de Francisco Luiz Almada, pedindo para
se naturalisar cidado brasileiro. A' commis-
so de constituidlo e poderes.
Achaolo-se na sala immediata o Sr. ministro
de estraBgeiros e iutroduzido com as formalida-
des do eslylo, l o relatorio da reparlico a seu
cargo, que remetlido respectiva commisso,
retiraulo-se depois com as mesmas formali-
dnes.
ORDEU DO DA.
Contina a eleicao de commisses:
Para a de cmaras municipaes em 67 cdulas,
saheni eleilos os Srs.: Nebias com 41 votos, Fer-
canJes di Cuoha com 39 e Luiz Carlos com 33.
Para a de assemblas provincias, tambem em
67 cdulas, sahem eleitos os Sea. Pereira com 43
votos, Speridiao com 42 e Junqueiva com 39.
Para a de commercio, industria e artes, em 69
cdulas, sahem e.citos os Srs. Paulino com 49
?otos, Sergio com 45 e Teiieira Jnior com 41.
Contina a discusso do parecer sobre as elei-
goes da provincia de Santa Catharina.
Vem a mesa a segulnte emenda do Sr Furia-
do. que lida, apoiaia e posta conj ueta mente
em iscusso:
A' primeira concluso accrescente-se a
de 3. Joo Baptisla das Tijucas, a freguezia de
Paraiy do collegio do S. Francisco, delmacuby,
Tubaro-Mirim, Pescara Brava, do collegio da
Laguna, S. Jos, do collogio desle nome, e Por-
to-Bello, do collegio de Tijucas.
A terceira conclusaj seja substituida pela se-
grate : Que se mande proceder eleico pri-
maria as freguezias era que a eleigo se julga
aulla, e 4 eleicau secundaria em todos os colle-
gios da provincia.
Encerrada a discusso, procede-se votago, e
approvado o parecer em todas as suas conclu-
so es ; sendo rojeitada a Ia parte da emenda do
Sr. Furlado, e julgaodo-se prejudicada a 2 parte
da mesma emenda.
Em consequencia, o Sr. presidente declara de-
pulados pela dita provincia os Srs. Jesuioo La-
mego Cusa e Francisco Carbs da Luz.
Entra depois em discusso o parecer subre as
eleices da provincia do Rio Grande do Norte.
Palla oSr. Francisco Octariaoo.
A discusso Pica adiada pela hora.
O Sr. presidente da para a erdam do dia se-
guinie:
1" parle. Nomeago de commisses.
2" parte. Discusso do parecer aobre as elei-
goes do Rio-Grande do Norte ; sobre a do 4 dis-
triclo do Rio de Janeiro ; sobre a do 8o do Cear,
aa parte que se refere aa Sr. Jaguaribe ; sobre a
do 4o Je PejTHambuco, na parte que fui adiada em
urna dasse3sdes preparatorias.
Levanta se a sesso s 4 li2 da larde.
9?\

"-' *lt
PERNAMBUCO.
REVISTA DlARI.
Hoje reune-se o conselho de qualiicago da
guarda nacional da parochia da Boa-Visla, na"
cooformidada do que determlundo nu arl. 33
do decreto de 25 de oulubro de 1850.
A arrematado do rendimento dos chafan-
tes e bicas d'agua potavel desta cidade deve rea-
lisar-se hoje, no escriptorio dacompanhia deBe-
seribe.
A providencia tomada pelo Exra. Sr. presi-
dente da provincia acerca de nao sahirem deste
porto quaesquer embarcagoes nacionaes sera por-
tara do govrroo, e da qual demos sciencia aos
oossos letores, nao extensiva s canoas e bar-
cagas, como foi declarado i consulta da inspecto-
ra da elfandega.
A referida providencia, pois, entende somonte
cora aquellas embarcagoes empregadas na cabo-
tagera ou destinadas a qualquer porto fora do im-
perio.
A pessoa que foi nomeada para subdelega-
do do districto de Barreiros o Sr. Joaquim de
Albuquerque Cavalcanti, e nao Joaquim Caval-
canti de Albuquerque como por engao deu-se.
Foi concedida a licenca de dous mezes, com
todos os seus vencimentos, ao segundo escriplu-
rano d3 ihesouraria provincial Alexandre Primo
Camello Pessoa, para iratar de saude.
Foi arbitrada a gratifleago de 500*000 an-
anaes a professora jubilada Anna Joaquina Peres
Campellode Mello pela regencia interina da ca-
deira vaga de iustrucgo elementar do sexo femi-
nioo da cidade de Ciruar.
Acha-se em exercicio do lugar de primeiro
supplente do juizo municipal do termo do Ex
do qual prestou juramento a 14 de maio ullimo'
o Sr. coronel Cornelio Carloa Peixoto de Alencar!
Sabbado passado entrou em exercicio na
relaiao do districto o Sr. dezembargador Jos
Ignaciolli de Vasconcellos, que fora ltimamen-
te noraeado.
Hontem leve lugar a festividade religiosa do
padroeiro da provincia, o seraphico Santo Anto-
nio, sendo toda a funego celebrada com a devi-
da pompa.
Os devotos do arco sao dignos de menco pelo
seu fervor. |
Damos em seguida a coocluso do artigo
traduzdo pelo Sr. Duprat, do qdal publicamos
intimamente a primeira parte :
Suppondo, por exemplo, que eotrassem no
instituto pratico de Grignon, o emprego de seu
tempo seru o seguinte :
A durago dos cursos de instruego de Grig-
non e de 3 annos, dos quaes quatro mezea sao
consagrados a resumir os coohecimeotos adquiri-
dos, e dous ao eatudo e confocgo de um plano
de cultura. Isto urna especie de these sem a
qual nao se tem direito ao diploma de alumno de
-Grignon.
o o tempo dos pensionistas deste eslabeleci-
mento reparte-se em tudo o decurso do ensino,
entre os estudos iheoricos e os ejercicios prati-
-cos. Elles aprendem a verificar, coordenar e
apreciar tactos ; o que para elles a theoria. A
pratica, a applicago, a reprodueco do facto
arrazoado.
A instruego theorica dada por aove
essores ligados ao estabelecimento.
A instruego pratica tem por theatro urna
fazenda de 44 hectrea, que offerecera trras ara-
neis de differentes naturezas, matas ou bosques
de essecias ou qualidades variadas, curses d'agua
urna lagoa, prados irrigaveis, catas e edifleagoes
de explorago comprehendendo urna fecularia-
nlcinas de erreiro e de carpinteiro do carrosj
cayallarigas quo contem em numero considera-
vel todos os animaes empregados nos trabalhos
agrcolas e na especorsgo de criago e de en-
Os alumnos levantara-se as quatro horas da
maanaa ao rerio. o as 4 f|S no io wno. Depois
!arri!ifdo da lilDPe". destriboigo do comer
t^L**10* de* 8KBBaM. dirigeoa-so aos ditTe-
rentes cursos, que Oavam, salvo curtas interrup-
oes, at o raaio dia. Dasta hora s & a tafde,
axem-se os trabalhos praticos. a das seta 4s ao-
Te procede-se 4 M)yu, dosoxlreicios do dia.
O easiao caaaaaakwM vriampoluMtm, *>-
mtn a .a. appleaco s^SEisieTo capa-
pro-
cidadea, o desecho linear applicado, ou s edlO-
cagdes ou s machinas ; a mecbaaica com rela-
gio peten ca a ao bom em prego dos motores ;
ao eqabrio a coumaoicaglo dos iaovimentt;
as couilraccoes ruraes encaradas pelo lado dos
materiaes, da despeza e destino ; as sciencias
phisicas applicadas, a mineraloga, a geologa,
convagiodo estes differaoles.iaoios para o estado
profundo do solo a de toa cemposigao ; a botni-
ca aa aua appliea^ao, a horticultura e syloicul-
tara ; a'arta veterinaria cosapreheodendo a ana-
toma geral, pharaaacologia a ferrara ; a legis-
lago raral no que diz respeite ao direito publico
e civil ; a agricultura propriamenla dila, do que
toca s planlagoea, folhamealos, aduboa ou mi-
oeraes ( cal, areia, mue ate.) ou orgnicos (es-
trumes animaes ou vegeUes ) e no que sa refera
s industrias ligadas directamente a agriaul'ura,
como seja a fabricago do assucar de betteraba,
estudada aimultaueamauta polo lado concernen-
te sacrfleago a merecimeo'o 'fim principaes
apparelhos conhecidos (Roth, Degraod, Derosoe,
Fcappe, Brame, Cheva.tier ) emflm a hygienne,
que comprehende ura esludo summariu da ana-
toma e do phisiologia humana, consideradas em
relaco s principaes funcgaa vitaes; e com o
Qm de dar ao chele da explorago rural, destina-
do a viver com numerosos trabalhadores longe
dos aoccorros aa arta, esses conheerroentos suro-
marios, mas fundados sobre a razio e a pratica,
que bastara para pravinir ura grande namero da
molestias, e prestar soccorros efneazes nos casos
de urgencia.
Ha mais ura eslulo qua continua-se dorante
todo o periodo do ensino, a ao qual todos os un-
iros reconduzem-se continuadamente : o da
cuntabilidade pratica. Grignon repellio desde sua
fundago, a qualificagao de fazenda experimental
(ferme experimntale], por asseutir seu ensino
sobre o principio de que nao explorago aper-
feigoada seoo aquella que aprsenla balaogo em
seu favor, Cada operagao, portaolo, resume-se
em um balaogo Qaancatro. A cavallariga, por
exemplo, debitada da terragem e creditada do
extrume ; o lote de Ierra debitado doa difieren
les amaohos que recebe, dos aduboa e semeoles,
creditado de seu producto. O* alumnos tato ba-
buodoe a escripturago pratica do diario, livro
meslre elivros auxiliares ; estes ultimus compre-
hendem o diario dos trabalhos, o livro de paga-
mento aos obreiros, a dos consumos, e de entrada
e sabida dos armazeoa e de tomada de contas dos
trabalhos. O professor redige de sen lado os
meamos livros, para servir de comparago ede
rectifleaco.
o Esta parte de ensino de Grignon, por seu des-
envolvimento talvez excessivo, faz cada vez mais
sobresahir o nada de toda a contabilidade que se
observa n'uma explorago colonial. Urasenhordc
engonho da Martinica (o Mrquez de Santa Cruz)
lioha apresentado direcega^ das colonias a idea
de ura eosaiode cootabelidade agrcola applicado
s colonias. Convidaram-o a dar seeutmeoto ao
seu trabalho, mas fazendo-se-lhe comprehender
a necesaidade de verificar seos clculos pela com-
parago de fados apresentados em diversas outras
explorages.
Bepois de differentes tentativas entre seus
palricioa, foi obrigido a renunciar o seu til pen-
sameoto. por nao se adiar outro cultivador no
caso de fornecer-the elementos de comparago.
Easa auseucia de toda a especie de escripturago,
encootrou o governo na questo dos atsucares,
em que apezar dos mais engenbosos esforgos da
arte de grupar algarismos, nuoca lhe foi possivel
chegira estabeleier o prego de cusi do assucar
colunia! ; acaba de encontra-la na questo do
irabalho extraordinario no tempo da safra, era
que recuou peraote as numerosas infraeges que
traziacom sigo a obrigago importa ao plantador
de escrever diariamente as principaes operagdes
da colheila e da fabricago.
Emflm esta la. una da explorago colonial, o
governo a encontrar, e poder avaliar se ver-
dade que o problema do irabalho livre as colo-
nias nao seja mais puro o fuluro do que urna
questo de prego de primeiro custo.
a Tal a indicago mui summaria das princi-
paes ruinas de onsieo do instituto pratico de
Grignon
Nada ha que esperar da conveniencia, por
exeraplo.de chamara attengo das familias creou-
las para as vantagens offerecidas por semelhante
educago, aflm de determina-las a mandar os -
Ihos naquelle estabelecimento : o que se disse em
principio, indica suflLientementeque nao o adap-
taran).
" Acrescentemos que os jovens crioul.s nao
iro por si mesmos procurar to dura aprendi-
zagem, que os sequestra dos prazeres do mundo.
unico meio de altrahir as familiase em
seguimento os estudantes seria o incelivode urna
instruego gratuita. As familias creoulas nunca
deixam de experimentar um certo favor quando
approxima-se a occasio de principiar os estudos
de direito oude medicina, que tnrnam-se as ve-
zas iao onerosas para ellas. Esteseotimenlo aug-
menta proporgo da falta de dinbeiro, que tor-
na-se cada vez maior as colonias. Hi portanlo
toda arazo do pensar que se intervisse a pres-
pectiva de poupar-sea despeza, e de sublrahirao
mesmo lempo os seus filhoj das escolas to jus-
tamente tmidos, ellas adoptaram esta via nova.
Dado o primeiro passo, e conhecidos os resul-
tados, urna vez que se virem (as colonias alum-
nos sahidos de Grignon, cchegados posiges fruc-
tuosas, o que nao poder falhar) comprebender-
se-ha quo a aggronomia urna carreira como
qualquer outra, e apreciar-se-ha o devido valor
do ensiuo agrcola.
d Entoa mo que conduzio a este cam'nho
novo poder-se-ha retirar, ea mocidadedeum
paiz esencialmente agrcola, destnar-se-ha a
instiluigo real de Grignon, como deslina-se ago-
ra s escolas reaes, civis e militares.
Lista dos baptisados e casamentos havidos
na freguezia da Boa-Vista, no raez de maio do
correte anno.
Francisco, pardo, nascido em 16 de setembro do
anno passado, Olho legitimo de Manoel da Fra-
ga e Anna Mara dos Santos.
Carolioa, branca, com dous mezes de nascida
lilha natural de Pedro Celislioo Pereira e Ma-
ra Jos.
Eugenio, branco, nascido em 28 de agosto do so-
bo passado, filho legitimo do conselheiro Ur.
Pedro Autrao da Malta e Albuquerque e Julia
Carolina Aulrao do Alencastro.
Mara, crioula, com 3 annos de nascida, fllha na-
tural de Serana Mana, solleira.
Paulina, branca, nascida em 2 de setembro do
anno passado, ulna legitima do capito Frede-
nco Lopes Guimares e Joanna Emilia de Sou-
za Monteiro.
Olympia. branca, nascida em 25 de agosto do anno
passado, fllha legitima de Jos Joaquim Das
do Reg e Mara Bibiana Franco do llego.
Ovidio, pardo, com 11 mezes de nascido, fllho
natural de Themotea, escrava.
Luiza, crioula, com 4 mezes de nascida, fllha na-
tural de Guilherroioa escrava.
Jos, branco com 8 mezes de nascido, fllho na-
tural de Joaquina Rosa, solteira.
Leopoldo, pardo, com i anno de nascido, filho
natural de Cassemira, escrava
Graciano, pardo, com 10 mezes de nascido, filho
natural de Gertrudcs, escrava.
Moyss, crioulo com 5 mezes de nascido, filho
natural de Mana, escrava.
Justina, crioula, com 5 mezes de nsseido, fllha
natural de Theodora, escrava.
Francisca, branca, com 2 mezes de nascido, fllha
logmma de Joo da Cunha Moreira Aires e
Mara da Conceigao Ferreira Cunha.
Maria, crioula, com 8 mezes de nasdda. filhale-
anima de Innocencio e Justina, escravos.
Joao, branco, com 10 mezes de nascido, filho na-
tural de Arselina Carlota de Moraes.
Prudencia, branca, com 2 annos de nascida, ftlha
natural de Francisco Velloso da Silveira e Caa>
dida Maria do Rosario.
EdUrnoi"'snco' nMCd0 eH> 27 de agosto de
1889 filho legitimo de Joao Pinto da Costa e
Mana Joaquina de Brito Costa.
Joo, branco. nascido erzytgde agosto do anno
passado, filho legiiirrMTOTOniingof TTaborCar-
neira Bezerra Cavalcanti e Mana Catbarina Ri-
carda de Aguiar.
Pedro, branco, nascido em 5 de setembro do an-
uo passado, filho legitimo de Joa Carneiro
Lins Soriano e Francisca Hermogena Los So-
naoo.
Estephania, branca, nasdda em 16 de dezembro
do anno passado, filha legitima de Claudina de |
Olivotra e Emilia Candida Soares de Olivetra.
Guilherme, brsaco, nascido em II de marco do
correle, Olho legitimo de Guilherrae Raulin-
son e Isabel Raulioson.
Luisa, crioula, cora 11 sones da nsicido, filha
natural da Isabel Marta da Coneeigo.
Joanna, parda, com 11 mezas da nascida, fllha
natural da Podro Porelra da Silra e Mtria Pas-
tora.
Cosme, crioulo, com 4 mezes daf nascido, fllho
legitimo de Courengo Jos da Iva a Mara da
Coneeigo.
Mara, parda, cora 3 mezes de nacida, RMm na-
tural de Maria Leopoldina da Concaigao.
Julio, branco. nascido em 28 de novadrhro ala
anno passado, filho legitimo do atieres Julio
PoBJBou de arios Lima a Carolina Buriatas-
quede Barra*Lima.
Antonio, pardo, nascido am do corrate saes a
anao, filho legitimo do Aatouie de Paula Boa-
ventura a Mirgaria Solerinda da Saboia
Camillo, pardo.com 1 amo de nascido, fllho le-
gitimo de Jlo Carisoatome Pereira Soares e
Carolioa Fraacisca daa Chagas.
Eduardo, crioula, com 7 mezes do nascido, filho
. natural da Severina, escrava.
Amelia, branca, com 6 mezes do nascida, Blha
natural de Maria Joaquina da Paixo.
Jos, brinco, nascido em 24 da uutubro do anno
passado, fllho legitimo do Jos Isidoro Martios
e Francisca Emilia de Oliveira Marlins.
Thereza, branca, com 8 mozas de nascida, filha
legitima de Francisco Antonio da Costa e Fran-
cellna Francisca de Abreu.
Bosalina, parda, aasdda em 6 de Janeiro de cor-
rente anno, filha natural de Beiippa Maria da
Cooceicao.
Joaquim, pardo, com 9 mezes de nascido, filho
legitimo de Ftrmioo Ribeiro de Jess Marce-
lina Josefa dos Prazeres.
Querino, crioulo, com 3 mezes de nascido, fllho
natural de Balbina, escrava.
No, crioulo, com 6 mezes do nascido, filho na-
tural de Thereza, escrava.
Joo, pardo, com 9 mezes de nascido, filho natu-
ral de Juliana, escrava.
Liborio, crioulo, com 8 mezes de nascido, filho
natural de Paulina, escrava.
Jovito, crioulo.com 7 mezes de nascido, filho na-
tural de Romana, escrava.
Francisco, crioulo, com mez e meio de nascida,
filho natural de Benedicta, escrava.
Glaudino, branco, com 11 mezes do nascido, fi-
lho legitimo de Francisco Lourengo Pinheuo e
Jesuina Amero de Souza Beis.
Manoel, braoco, com semanas de nascido, fllho
legitimo de Manoel Andi Botelho e Rosa Can-
dida Bolelho.
Amalia, branca, nascida em 18 de Janeiro do cor-
rente anno. fllha legitima do capilao Aotonio
Jos Leal Rea a Carolina Libania de Lemos
Res.
Arselina. crioula. com 9 mezes de nascida, filha
natural de Catharina, escrava.
Adelaide, branca, com 2 annos de nascida, filha
natural de Anna Joaquina.
Amelia, branca,- nascida om 8 de margo do cor-
rente anno, ulna legitima de Manoel Joaqaim
Pereira Magalhes e Francisca Candida Pereira
Magalhes.
Diocrecio, branco. nascido a 11 de maio do cor-
rente auno, filho legitimo de Rodrigo Gomes
da Silva llego e Ileiculaoa da Silva Amorim
Reg.
Joo, branco, nascido em 11 de outubro de 1859,
filho legitimo de Joo Alves Ferreira e Anna
Margarida Lopes Ferreira.
Maria, parda, com 7 mezes de nascida, filha le-
gitima de Melquades Francisco das Chagas e
.imiana Cusma Maria do Amparo.
Maria, branca, com 1 anno o 6 mezes de nascida,
filha legitima de Jos Cicilio Carneiro Monteiro
Jnior e Anna de Carvalho Carueiro Monteiro.
Casamentos:
Joo Leopoldo do Reg com Fraocelina de Souza
Jardira, braoco;.
Manoel Galdino dos Nascimento com Maria Fe-
lippa Monteiro da Franga, brancos.
Dr. Joaquim Barbosa Lima com Rita de Cassia
Leile Cintra, brancos.
Antonio Dias Barroso eom Joviua Demetrio de
Miranda, pardos.
Jaciutho Cardoso Pires com Lydia Balbina do
Reg, brancos.
Gabriel Felippe Jacintho com Claudina Maria
Duarte, crioulos.
Antonio Jos de Azeredo com Anna Lina Ribeiro
Montarroyos.
Jos, crioulo, liberto, com Luiza, escrava.
Joo Jos da Croz Muniz com Cecilia Amelia da
Cunha, brancos.
Jos Bernardo Piniche com Herculaua Candida
Pereira, brancos.
Eduardo Candido de Oliveira com Amelia Augus-
ta Pinto, brancos.
Manoel Antonio Sabrido com Maria Isabel da
Cooceigo, brancos.
Mataoouro publico.
Mataram-se no dia 14 do correte, para o
consumo desta cidade 109 rezos.
No dia 15 do mesmo143 ditas.
Passageiros do vapor nacional Oyapock,
sahidos para o norte :
Tenante-coronel Joaquim Rodrigues Coelho
Kelly, sua senhora e urna filha, Jos Baptista Ro-
drigues, Pedro Moraes de Santiago. Manoel Salus-
tiano de Medeiros, Antoaio Borges da Silveira
Lobo, Pedro Lopes Rodrigues, Ildefonso Jos de
Abreu e Silva, Jos Bellarraino oraes da Costa,
Ernesto Broderodes, capito Joo Evangelista
Nery.
MORTALIOADE DO DIA 15.
Joaquim, Pernambuco, 10 mezes, Santo Antonio:
belimotrazer.
Joaquim, frica, 25 annos, solteiro, escravo, San-
to Antonio ; tractura de Vitibras.
Juvencio, Pernambuco, 9 mezes, Recite ; coque-
luche.
Rosa, 70 annos, solleira, Boa-Vista ; anemia.
Joaquim, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista ; con-
vulges.
Manoel, Peroambuo, 5 mezes, Recife ; convul-
gos.
Jos, Pernambuco, 2 annos, Recife ; tosse con-
vulsa.
Maria, Pernambuco, 8 mezes, Boa-Vista ; con-
vu'sdes.
Luiza, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista ; molestia
interior.
Fallecern! durante a semana 45 peasoas,
sendo : 9 horaens, 11 mullieres e 18 prvulos li-
vres ; 2 homens, 1 mulher e 4 prvulos.
CHROIUCA JUUICURIA.
TRIBUNAL DA RELQA0.
SESSAO EM 15 DE JUNHO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COSSELHEIRO ERBEL1N0
DELEAO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Silveira, Gitirana, Lourengo Santigo, Silva Go-
mes. Costa Motta e Perelti, faltando o Sr. desem-
bargidor Guerra, procurador da cora, foi aber-
ta a sessao.
Tomou posse o Sr. desembargador Vascon-
cellos.
Passados os feitos e entregues os distribui-
dor, procedeu-se aos seguinles
JDLGAMENTOS.
RECURSOS CHIMES.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Fer-
nandos Nunes.
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Perelti.
Molla e Gitirana.
Improcedente.
Recorrente. u juizo ; recorrido, Manoel Ca-
valcanti de Albuquerque eco.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Molla. Lou-
rengo Santiago, e Perelti.
Improcedente.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Manoel Gomes
da Mlveira.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteadas os Srs. desembargadores Acdoli,
Perelti e Gitirana.
Improcedente
Recurrente, o juizo ; recorrido,-Jos Bernardo
leixeira.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira.
Lourengo Santiago e Molla.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Joo Carlos de
saboia.
Relator o Sr. desembargador Lourengo San-
Sorteados os Srs. desemhargadores Silva Go-
mes, Accioli e Silveira.
Improcedente.
Recorrente, o juizo; recorrido, Joaquim Jos
de Gouvea.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago.
PerenulBotte" S"' de9eaib-'dorea Acdft,
IanfroWdate.
feoawretrte, ejoizo ; recorrido, Simplicio Jos
Camella.
Relator Sr. desembargador Lourengo San-
tiago*
loa os Srs. desembargidores Gitirana,
Poram o Silva Gomes.
Improcedente.
RecorreuU, o juizo ; recorrido, Francisco da
Paula lego Barros.
Relatar o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs desembargadores Perelti, Gi-
tirana e Lourengo Santiago.
Improcedente.
REVISTA C1VEX-.
Recorrente, Jos Luiz da Silva ; recorrido, Ma-
noel Bernardo Jos de Lima.
Julgou-se a favor do recorrido.
APPELLAgES CITIS.
Appellante, o Exm. bispo ; appellado, Manoel
Pires Ferreira e oulro*.
Receberam-se os embargos.
Appellante, Antoaio de Oliveira Moniz ; appel
lado, padre Joo Cynllo de Lima.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Manoel Jos de Amorim ; appel-
lado. Urbano Vicente Ferreira.
Confirmada a sentenca.
APr-ELLAQOES CRIBES.
Appellante, o juizu ; appcllada, Anna Alves
dos Santos e outroj.
A' novo jury a appel la da Anaa, a confirmada
a senleaga da morte dos oulros coreos.
AUCRAVO DE rETlCO.
No eggfave de petigo de Gurgel 4 Perdigo,
aliado era sesso de 11 do correte, negou-se
provimento.
DILIGENCIAS CRINES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellages crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Alves
de Castro e Silva.
Appellaote, o juizo ; appellado, Aadr Victori-
no de Souza.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Anas-
tacio.
Appellante, o juizo ; appellada, Victorina Ma-
ria do Espirito Santo.
Appellaote, o juizo ; appellados, Jos Burity e
Rufino, escravos.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Nunes
Pereira Bastos.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Manoel
de Vascoorellos.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Alexandre
de Vasconcellos.
Appellante, Manoel Joaquim da Silva ; appel-
lada, a justiga.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Alves
da Rocha.
Appellante, o juizo; appellado, Franciaco Fer-
reira Ferraz.
Appellante, o juizo ; appellados, Rufino e Jos
Buriiy, escravos.
Appellante, o juizo; appellada, Senborlnba
Maria da Coneeigo.
DESIGNAQAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento dasseguintes
appellages crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Igna-
cio Victorino.
Appellante, o juizo ; appellado, Joe Lopes
Ferreira.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel dos
Santos Leal.
Appellante, e juizo; appellado, Benedicto, es-
cravo
Appellante, o promotor; appellados, Manoel
Joaquim Felicio.
Appellante, o promotor ; appellado, Francisco
Alves da Silva.
Appellaote, o promotor; appellado, Joo Vi-
cente Pereira.
Appellante, o promotor; appellado, Jos Ro-
drigues da Silva.
Appellante, Manoel Muniz Falco ; appellado,
o juizo.
A appellago civel:
Appellante, Rita Caudida Vianna ; appellado,
Dionlzio Dias Pereira.
DISTRIBUigES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, os
recursos crimos :
Recorrente, Antonio Bezerra Carneiro da Cu-
nha ; recorrido, o juizo.
As appellages crimes :
Appellante, Jos de Souza Martios ; appel-
lado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellada, Maria Barbosa
das Virgens.
AoSr. desembargador Silveira, as appellages
crime :
Appellaote, o juizo ; appellado, Manoel Joa-
quim dos Santos.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellages
crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Luiza Joanna
da Coneeigo.
Appellante, o jaizo ; appellado, Antonio Soa-
res Vilnlla.
Ao Sr. desembargador LoureDco Santiogo, as
appellacos crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Marianno An-
tonio Barbosa.
Appellante, o juizo ; appellado, Candido Jos
de Barros.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
lages crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Go-
mes da Silva.
Appellante, o juizo ; appellada, Mara Francis-
ca e outros.
Ao Sr desembargador Costa Motta, as appella-
ges crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Miguel dos
Anjos Bomfim.
Appellaote, o juizo ; appellado, Jos Cardoso
de Ara ojo.
Ao Sr. desembargador Peretti, os recursos
crimes :
Recorrente, Jos Leandro de Barros ; recor-
corrido, o juizo.
As appellages crimes :
Appellaote, Antonio Rodrigues Pinheiro ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, Manoel de Barros Albuquerque ;
appellado, o juizo.
A Sr. desembargador Accioli, os rocursos
crimes :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Fran
cisco de Mello.
As appellages crimes :
Appellante, o juizo ; j.ppellado, Francisco Coe-
lho Galuxo.
Appellante. o juizo ; appellado, Clementno
Soares da Cunha.
As 2 horas encerrou-se a sesso.
Comniunicados.
Theatro. (*)
O velho commodore est hoje de mo humor.
Nao admira. Um commodore sem horas de spleeD,
nao perfeilo.
Parece que boje haver borrasca. Se houver
muito receio que v tudo raso.
Tudo nao.
Nao se assustem as delicadas aves do mar,
aioda mesmo eom temporal desfeito, a onda nao
lhe laogar sargagos sobre a lioda plumagem.
Isto charada. Quem ijver as habilitages do
barao de Vigaolle que a dfcfre.
-........it'.*..............'.....................
Sem noa fazer cargo, ou cootrahirmos empe-
nho de escrever sobre o theatro de Santa Isabel,
e a companhia que est hoje do posse dalle, di-
remos alguma cousa sobre as dous dramas que
ltimamente alisubiram a scena.
Nao se persuada alguem pelo que flea escrip-
lo, que nos limittaremos nicamente a tratar dos
dramas, oo; nossa penca caprichosa como qual-
quer namoradeira, descrever oszig-zags que lhe
parecer.
En urna das nonles passsdas mereceu as hon-
ras de ser representado o drama A/aria Joanna,
ou a pobre Hit. Pobre drama lhe chsmarei eu.
Semelhante aoa quadros pintados por principian-
tes ou por curiosos, a que fcilmente se conhe-
cem pela falta de correcgo no desenho, tibieza
nos tragos, o crueza no colorido, sao drama pa-
tenta a aua mediocridade era cada um doa oa-
ractarea que deaeaha, em cada acta qua deaeo-
volve, no enredo e na peripecia. Alt se veem
apenas esbogados os diversa* typos que seu au-
tor qulz crear, e mesma parte forte, que segun-
do o estylo a protogunista, s jorfe em al-
guos manares da pataeras. &' toda o drama urna
dosem rosario, lendo por padres-nossosalgumaa
scenas brulaes e ris, que eochen do tedio e
averso ae expectador. De mais a m, contra
as regras da arte, dous episodios beriMetiodos
destacara, ou dividem a attengo do^pditorio,
cncndo-lhe a paciencia e preparando o /farseo
do drama.
Admira harer quem se lembre de levar a sce-
na produeges semelhaotes. anda mais admira
haver quem conhecendo-as, encommode-se e
gaste dinheiro para atura-las.
E' tal a insignificancia do drama Maria Joan-
na que os melhores actores do Saata Isabel
se virsm nessa noute entre Scylla eCanbides, e
alguos pareciam nem saber como arrumassem o
fardo, que em lingoagem de theatro se chama
parle.
A Sra. D. Manoela empenhou esforgos extraor-
dinarios para salvar o drama. Desde que entrou
em acea no primeiro acto, que prindpiou a lac-
lar. Mostrara ter bem avahado a sorte precaria
do drama. Lutou, lutou muito. Conhecia-eie
fcilmente a posiglo desesperada era que se ha-
va enllocado, mas apezar de todo o talento da
actriz, o drama ficoa o que Que pedem tor-
cas humanas coolra o impossivel.
Todo* os demais artoree qae tem reputagao a
cooservar eslavarn agitados, e pareciam almejar
pelo momelo em que podesseaa escapulir da
scena, a to desconfiados andavam, que o menor
bulicio era urna descarga elctrica para seus
ervos.
Decididamente a Maria Joanna urna triste
produeco, e desconfio muito, que se for nova-
raenie a scena, corre seus riscos de interro com
msica, aeno houver vasaole completa oo thea-
tro. Se acontecer o contrario desta mioha pre-
viso, acreditem que nao foi por lhe nao ama-
ohar bom o terreoo.,
Nao ire adiante sem primeiro resar outra sai-
ve em lengo de um meu visinbo no theatro, que
nessa nuite fumou como urna locomotiva, quando
vio um certo passaro, azulo, creio eu, pasaaro de
que muito diz gostar, encerregado de com a plu-
magem de oulroa, sacudir os trasteada casa, em
um dos actos do drama....Ai, ai!....Triste cou-
ss gostar dos passarot, que podem ser colloca-
dos na prosaica coodicgo de criados.
Te icos outra charada 1 Pois bem ; a custa do
baro de Vigaolles seja dedfrada por algum jo-
ven Faublas.
ltimamente inoraos a terceira repeligo do
drama UUrage, a qual correusoffiivelmeule. E'
verdade que nao leve a mesma exocugo, e nem
produzio i mesmo effeito, que obteve em 1 re-
preaentago: parece-me isto, as causas ignoro.
Urna leve indisposigio que julguei coahecer no
principio do 2 acto na Sra. D. Manoela, foi cou-
sa passageira. e nem por issoella compromelteu
por furma alguma, nem a sua reputagao e nem
a noite. Talvez que a m impresso da Maria
ra Joanna ainda se sentisse nos adores e aos es-
pectadores.
Tiremos o desgoslo de ver repetida oessa nou-
te a mascarada do Yaclh do Sr. ensaiador. Com
effeito, meu senhor, isso demasiada coragem.
E' verdade que as pateadas oo nosso theatro qua-
si eslo cahiudo em desuso, se uo eslivessem..
agradega-me a boa vontade.
Diga-meSr. ensaiador, quem lhe encommen-
dou o sermo desse Yaclh ? O que desejava
Vmc. obter com to lindo trastinho?Assovios?
My boi, sr essas reaes acclamapei lhe do tan-
to noguto, decore o seu individuo como aquelle
lio da Mulher por ditas horas, d um passeio em
algum sabbado a larde pelas ras desta cidade, e
ver quanto as suas ambiges sero sstiafeilas.
Nao venha Vmc. a desculpar-se com o drama.
De semelhante cousa nao se falla nelle. Os Srs.
Theodore Plouvier e Edouard Carriere muito bem
conbecem o que theatro, e saliera qual o apa-
rato que nelle produz effeito : a prova ahi est no
UUrage, nao podiam pois querer compromeller
um dos pedagos de sua produego, com lembran-
ga to desgragada.
Ouga urna cousa, senhor ensaiador. Teteias
taes e quejandas seriara boas em oulros lempos,
naquellcs em que floraseis a velha capoeira de
luminosa memoria, hoje nao, tresvezes nao.
Quer ainda ouvir outra cousa?
Ahi vai.
Um ensaiados comme il [mil sabe que a ap-
parigo de navios em sceoario das cousas mais
di&ceis a executar-se de modo, nao a agradar,
masapeuasa satisfazer, e fogem sempre o maia
possivel de semelhante aperto. Um dramaturgo
que sabe o que escreve, que cooheue o theatro
como deve conhecer quem para elle compe,
nuca se lembra de taea aparatos, ainda mesmo
escrevendo para thetros eom as proporgesdo
Opera ou do Saint Martin de Pars, aoode nao
se p.jupara despezas para urna completa e apro-
priada decorago.
Acredile que esse Yaclh depura invengosua.
em caso algum poderia produzir effeito, aioda
mesmo que elle fosse piolado e nao mascarado,
ainda mesmo que estivesse armado e decorado
eonveoieotemeate ; anda que Vmc. flzesse oscu-
recer devidamenle os ltimos planos do sceoa-
rio e monlasse um panno de fundo com tous mui
vaporosos e fugitivos, alargando o borisonte
eescondendo aquella celebre la cor de fogo;
anda que tivesse o cuidado de ensebar o moline-
te e as rodas dessa sua carroga, para nao chiarem
tanto, recommendaodo ou prohibiodo tambem
aos actores, que empuleirou na sua arapuca, que
depois de atravessarem o theatro nao saliassera
dcima dalla com tanto eslroudo, que pareca
urna nao a salvar....Apezar de todos esses ain-
das e dos pezares, o effeito seria sempre mo.
pessimo, faga agora a idee oque nao essa sua
lerabranca executada sem gosto e sem pracaugo
alguma I Outro officio, meu charo, e pendure a
capona no cabido.
Consta-meque no Opera em Paris, executan-
do-se a Lucrecia Borgia, quando a prima dona
tem de entrar em scena. desembarcando de orna
gndola nos ltimos planos do theatro, o en-
saiador arranjou as cousas de modo que apenas
os espectadores viram as extremidades da proa
da gndola, que corno se sabe e bem alta, e de-
pois appareceu Lucreda subindo de um plano in-
ferior, que figurava a altura da agua docenal a
margem do caes. Quem sabe, sabe, o mais
historias.
A proposito.
Lembreu-se tambem Vmc. de dar enxente a
mar, e que enxente, meu Deua II Enxente de-
luyiana, que assoberbava o yaca so alto para-
peito que Vmc. collocou no fim da scena I Acre-
dite-me : receiei muito pela platea dothostro;
a cada momento estara veodo urna innundago,
ou pelo menos saltar o rento, e o seu yaclh vir
mui lempeiro dar um passseio por cima do nariz
dos espectadores. Olhe, nao era a tripola;odo
tal yacth que o impederia de satisfazer essa
phaolasia.
Ora, para tirar-lho a desculpa com os auto-
res do drama, aqu margem lhe porei o qae
esses Ilustres seobores determinan).
Ahi vai.
Ol n. R.
Um criado apparecendo no fuodo.
O Sr. Alberto maoda avisar aa senhoras de que
as embarcagoes (ootem que o autor trata de em-
barcaces e nao de yaclh) esto promptas.
Todaa as senhoras.
Ah Quefelicidade...
Armanda.
Deem-nos depressa nossas mantas...
BCJ* Novo movimento todos se dirigera para
o fundo. Veem-se muitas peesoas sobre os terra-
Sos. Alguos convidados parecem assistir so em-
arque. Pouco depois de Raoul entrar em scena,
ouve-se urna serenata de instrumentos de sopro.
que dimnuindo gradualmente indica o afaslamen-
to das embarcagoes.
*;:.'"........',......'........................
AM tem o que determina o autor do drama, as
rabecas e lanlerninhas de papel sao do Sr. en-
saiador, assim como o reatante.
Sr. ensaiador, eu sou assim mesmo. Como D.
Cesar de Buzan pego de chapeo no che, e quan-
do sem razo me nao attendem, de catana oa unha
dou de rijo.
Urna rez que chamei a contas o Sr. eaasiador
do theatro Santa Isabel, approreito a occasio para
enteoder-me tambem com o autor do drama o
UUrage.
Nao se espsnlem com semelhante procedimen-
to, ambos se pareem muito oa* obras.
Quem aaiorisaria ao Sr. ti aductor da Ultra-
ge, a verter juge de inttruction, por jm sidorl
Borroretco ra/erea*.
F. S. Constando quando em seu diccionario
portugus d a paUvra inquisidor, defina:
mtmbro da inquisia. Cooetancio a miaba fo-
collecgao de dilogos fiagidos ao aaael, e eama- Ibinha do padre Ignacio. Nao se admire pois
' t: aae aaaaa vi anauaciado o UHra-
dl'l*2i?,iSL"rt*0 M4 0 poder e ge com um juiz loaawidar ficaaee todo espenUdo
o temos publicado por afluencia de materias, de saber a
quem aouber qae qua
i juiz inqu
inqoisico encaiuda am Franca.
Fix
Desde logo, ful compoodo a meu gosto o enre-
do doUUrmgt; pessarasfl-me pela mentecata-
bouces, subterrneos, salea de tratos, pols, c-
vatele*, corretrtes, saabeoitos, carrascos, jize.
amortalhades de preto, algozes, vietimaa, sneos,
ogueiras e emflm todo o lgubre corlejo do ter-
rivel tribunal, mas por fecidade achel-me aara-
davelmenla aorprendido qaando assistindo ao es-
pectculo conbeci o canard.
Por acaso ter o Sr.itraductor empregado a pa-
lavri inquisidor para altrahir o retpeitaoel ? U>
Antonio Domingue* que o diga.
Vamoa adiaste.
Jos da Fonseca no seu diccionsrio de francs
e portugus d como significados a palavra ins-
truetio, creegao, disciplina, doatrina, educago,.
eosioo, instruego, documento, informagolie-
gaopreceitoorden?.
Alfred de Wailly no aeu mui estimado voca-
bulario fraaeei diz: instruetion a" un procs
ouf ce qui est necestairepour le juger.
V portante, Sr. traductor, que foi urna groe-
seira infedilidade traduzir juge d'instruclion, por:
juiz iaqaiaidor.
Anda mais.
Quer Vmc. saber o que em Franga um juge
eTtnstruction ? Lela o cdigo da instruego crimi-
nal fraoeez. e a lei tambem franceza de 23 de
abril de 183*. Se, porm, nao quizer dar-so a
esse trabalhe, permitta-me dizer-lne que o juge
d'instruclion em Franga, um magistrado espe-
cial que tem obrigago de formar ou instaurar o
instruir o processo, tevando-o st o ponto de po-
der ser julgsdo. E' um magistrado cujas func-
ges se assemelham muito com as dos uossos jui-
zes municipaes creados pola lei de 3 de dezembro
de 1841, ou antes estes sao os caricatos daquelles,
atiento o bom gosto dos ooseos legisladores em
macaquear em tudo a legislago franceza.
Perdoem-me os Lycurgos da minha trra o at-
trever-me a erabrenhar por caminhos viccinaes.
Voltando ao Sr. traductor, lhe direi que muito
desejava saber em que esses jiizes (rancezes se
pdem parecer com juizes inquisidores para como
taes serem chrismados por Smc. ?
Dou-lhe, meu caro senhor, os pezames por to-
da a traduego do drama o UUrage, que leve a
pouca caridade de eatroplar do principio al o
te.
Querer duvidar ?
Dou-lhe outra prova. Abrirei o drama ao aca-
so... Aqui temos a pag. 72-falla de Orives a sous
fllhos :
.... Alios, je vais doooer ma demission, et
comme je n'avais que mon traitement pour vivre
et que j'aimerais mieux balayer les cours de pri-
soos que ne ren teir du muios eoupable de vos
deux... etc.
Nao sei como traduzistes o que ahi fica, ape-
nas a memoria me lembra que daes por: j'ai-
merais mieux balayer les conrs des priscospor :
preflro ser lacaio (llty
Ora esta 1
Com que, Sr. traductor serventes de prises
sao lacaios ?
A casa de detengo de Pernambuco tem bom
numero de serventes, ide chama-Ios lacaios, e
veris...
Emflm, Sr. traductor, o drama o UUrage es-
cripio pelos Srs. Theodore Barriere e Eduardo
Plouvier, Mizmeote para esses Srs., de tanta
forga, to importante, que apezar da vossa ves-
Ka e manca traduego, apezar da carroca de con-
gninhos do Sr. ensaiador de Santa Isabel, produ-
zio grande effeito em Pernambuco.
Fago aqui ponto com o Sr. traductor do Ul-
trage.
Quereodo, ao menos por hoje, deixar em paz o
Sr. ensaiador do Santa Isabel, lhe pedirei um li-
vor. A bem da instruego publica, a bem da nos-
sa aparente civilisago, nao permita nem que
assassnem sobre as taboas de um theatro, a vis-
ta de um publico numeroso, a liogua porlugueza,
e nem que se vicie ou se alterem as palavras es-
trangeiras que por necessidade, por nao se po-
derera traduzir para porluguez, por serem nomes
proprios, teuham de ser proferidas na scena A
Torre de Londres j passou, com os seus nomes
proprios bem estoqueados... Sendo linsua de bi-
fes oo deu tanto na vista, porm, no UUrage, na
liogua universal por excellencia, dizer-se as-
neiras 1! I
Mx, o meu respeitavel meslre ensioou-me, nao
a pronunciar ais, porm quece.
Quem nao sabe, pergunia.
Nao sei se deva ir adiante, este artigo princi-
piado ha pouco j vai um tanto taludioho, se con-
tinua brevemente nao cabe nesse mar de Chris-
to... E' verdade que ainda ha muita cousa boa,
digna de catana, por exemplo: o camarada ponto
do theatro, com honras de cagado, estendeodo e
recolheodo a cabega em sua concha ; o regente
da orebestra massando o publico com msicas ve-
lhas quando ha tantas novas e bonitas ; um cor-
lo bastidor de praga com a palavra Orgia escrip-
ia em caracteres garrafaes ; um certo ninorico
escandaloso de um loirnho com urna actriz em
todas as noiles de espectculo ; as desmanteladas
calcadas da ra da Florentina, principal caminho
para o theatro, e por fim de contas, a illuminago
a gaz que desappareceu na tempestuosa noite da
representajo da Maria Joanna, deixando-nos
urna noite escura como um prego, e lama suffi-
ciente para toraar-ae algumas ligues de nalago.
C pela minha parte aproveitei o favor, a obscu-
ridade era tal que nao me deixara ver urna po-
legada adiante do nariz, quanto mais as calgadas,
e pois enlreguei o corago ao empreileiro da illu-
minago a gaz, e nadei na lama como um pati-
nho I...
Alto I...
i. Paulo Jonnes.
Correspondencias.
Senhores redolores. Victima de urna atroz
misoravel perseguigo que contra mim se tem
desenvolvido, (nao sei porque fatalidade) vou>
hoje dizer algumas palavras acerca da aecusago
que me foi feita pela promotoria publica desta
comarca.
Tendo sido Alexandre Monteiro de Moura preso
pelo subdelegado desta freguezia Joo Anastaco
Camello Pessoa Jnior, pelo facto de haver de-
florado urna moga de 28 annos de idade pouco
mais ou menos fui procurado pelo Sr. Maooel
Ignacio Cavalcanti de Albuquerque, para me en-
carregar da soltura desse individuo que bavia
sido vctima da violencia da autoridade que sem
receio assim procedeu, com effeito prometti
tratar desse negocio mediante a diminuta paga
de cem mil ri.-i, recebando porm cincoenta mil
ris.
De conformidade com isso dirigidme ao subde-
legado, e depois de lhe haver mostrado a irre-
gularidade de tal pristo consegu que o mencio-
nado preso fosse solt exigindo todava o mesmo
subdelegado que o casamento se effectuasse sob
pena de ser o referido Alexandre Monteiro re-
crutado.
Nao me admirara de que esse recrutameoto se
effectuasao porque e Sr. subdelegado talvez en-
tendesse que o recrutameoto devia ser empregado
como meio de attengo a qualquer fim aioda de
mais torpe.... Nao se effectuando o casamento
foi o referido Alexandre preso de novo e aflnal
sollo por se ter resollido a casar.
Nao quero pois offendera nioguem, mais fazer
conhecer o drama poato em scena contra minha
reputagao, figurando como empresario a promo-
toria publica.
Achavam-se os negocios nesse estado quaodo
alguos ingratos amigos que fcilmente sabem
esquecer as proras de amiaade ecooverter-se em
verdugo comegavam a propalar que eu havia
recebiJo essa diminuta quanlia (que tanta ambi-
go parece ter causado) allegando ter de gastar
com a justiga, esqueddos do adagio, hodie mihi
eras fias.
Enlo algum dos meua maiores amigo......e
que por si mesmo Bao me quera testemuohar em
lista lo vil, fez a promotoria publica apreaen-
tar-se denunciando-me cono estellionatario.
Dizia-aeque as autoridades se queram mostrar
sem mancha nessa pretendida paita de que se
trata.
Tanto melindre para corlas cousas, e tanto
cynismo para outras II
Eu que st agora sempre mereci toda consids-
raco das autoridades, e sobre tudo do proprio
Dr. delegado a juiz municioal, que perteago ao
mesmo credo, adopto os meemos principios, nao
tenho rasolugo ao contrario, e que nunca fui
aecusado pela menor falta s agora depois de
urna pequea oiOerenca sou capaz de pralicar
esse e mitres fado* -pele mesquiuno e mizosavel
espirito de vincanga.
Em sua denuncia a promotoria excedeado as
ralas na delicadez*, 4a verdade, o da jeaca. ue
aera ter teaoe fuaemeairk) ao azar de da sea*
catf os aspregeaj coa ir* mm ama aiogiajaaa
*
O
j




A miado d*.promotor!* m
" msumt ranu ira*

p,... '""v.'" exprecoes i
nenhum ?,,? ,n1u'ri5*o d.,ustemaBha., e
Si S2 fIOh ? VV<" mutM r*ullu
IMaW obl*eaorem as lesaemuuhas es-
l2-noSe?fi TL8peBM aue eu re" Dio
K"' em denuncia, mau sim 50:000
?Menle 1ue Pi azor m o menor iucon-
Se que cora este processo apea se tere em
tisis lom.r-se de raim urna viogsnca toda ridU
cuta, e aaslar-me do foro, devendo notar-se
que ao passo, que se me persegua ia a cadeia
um individuo aqu conhecido queso quer arvorar
deadvogado, para ajustar causas cota os crimi-
nosos comprometlendo-ae a obter resultados
avoravets.
L*UM. Dtt TMdde dmlracao que promotoria
preseolasse contra mim seaelhante denuncia
jasado alias devia tratar de outros tactos que"
01 vao caodo no esquecimento.
i ,"?apl! na MrU IBelhor 1 8. S. tra-
taste de detender-se das accusacoes qoe se lhe
; t^T S-k- ,id0 adro8(, en> U(n causa
que iratou de cobrang. de urna letlra ramificada
no endosso, quando alias S. S. como promotor
publico e aldanle do procurador Osear devia ser
o mais nleressado em que se punisse esse
Eotao eu pelo facto de recober 50:000 mil ris
praliquei o crime de esteliiooat quando dei
penas para obler a sollura de Alezandre Hontei-
ro, que crime nao lera commeltido a promotoria
serviodo-se do mesmo cargo para intimidar se-
gundo drzem os adversarios de seus constitoin-
ifs, e obter dos mesmos adversarios o pigamenio
acaba de acontecer com o Sr. Antonio Goncalres
Ciroeiro Darros, e consta das declaracoes feita
por elle em juizo.
Talvez que a promotoria podesse encontrar
grandes enmes, de quem assim procede, e que
hoje laoto me persegue se quizesse examinar os
, eitos dessas autoridades.
No meio de tudo isso, seohores rededores
Jive a gloria de ver a promotoria publica con-
lessar sua aleivosia reconhecendo-me innocente
e pedindo minha nao pronuncia quando os mes-
mos factos que existiam para a denuncia, anda se
davam no processo.
Minha reputago cou salva, e meus proprios
aetraclores nao puderam deixar de reconhecer
Nenhuma criminalldade oi encontrada no
processo e assim tere elle de ser migado impro-
cedente. K
Resta-me agora dirigir meus eternos agradeci-
menios a todas aquellas pessoas que em taes
emergencias testemanharam-me affeico mos-
trando a meus perseguidores, que seno atlerra-
ram com suas ameagas e que nem por isso dei-
xaram de manifestar em publico seus seutimen-
losi de amisade ededicegoa meu respeito.
Po d Alho, 12 de junho de 1861.
Jsuino Domingues Carneiro.
ihaow t o presento i ardua o pesadissima larefa
de queie ncumbtraa.
F. D. L
- Suom eulque tribuir.
Grato benevalencia com que Xui tratado pela
veneravel ordem tareeira do Serapbico Padre
S. Francisc desta cidade quando determinaran}
minha admissao em lio illuslre corporaco ve-
""""* ,h?e mamtestar-lhes o meu agradec ment
nho
especialmente ao muito Rvm. padre commiasa-
.' !iiiSr' Pore .""<> seus companhei-
ros, aos i tms. Srs. irmo ministro Antonio No-
nre ae Aimetda e major Luis Josa Pereira Si-
mos, o os deroais carissimos irmos que se
presiarsm solemoisar e abrilhantar o acto de
minha entrada ; (Icando certas e convencidos que
as Doasaccoes sempre foram applaudidas em to-
aos os lempos, e que dando direito ao verdadeiro
reconheciment da parta de quem as recebe eu
iere sempre grato tantos obsequios, offere-
cendo-Ihes o meu diminuto prestimo naqullo que
miohas debis forgas se poder manifestar.
Recite, 9 de maio.
O seu novo irmao,
M.S.V. L.A.
i dito amostras de .twodas ;
t 1 dito velas; t alom
1 dilo luvaade peBic. f & fc,., H,i, *, Cf
0 vapor Ojapfc*j) prad*et.
8nt, manifestou o seguiote :
1 caixole cbaptfot; a Pinto de SouzaA Bmo.
1 caixachampsgne ; a Phipps Irmaos & C.
1 dita mercadonas ; a Joaquim Barnardo dos
40 meias can., t*a, JO Mllos lamo. I caixoes
vS" Clgt"08' co caf ; i ordande G^o^iSl
DaoayerA Batatas alimenticias ...
afclcha ordiaaits psepria pata'
ewbarqn,. .
. Mesa Qna........
dos partos d GaM bom ...... 4
-dem escolha oh restolho .
Mha* terrado......
Caibros .
*; ........
jdembranea .......
rrba 190O0
Srt. redactores.Vind-me s maos o Jornal
do Commercxo da corle, de 3 de junho, nelle de-
pare com a carta particular desta provincia de 27
de maio ultimo.
d-n!!? f"1"' 6 d* "Delr" a mai grosseira, se
VEtl meU c'"cUr. Protexto do parecer da
comm.ssao notneada pela assembla provincial
para syndicar do estado da casa detengan, deque
ATIBI,,r,,,or- "nyo e oftsciro corres-
pondente assaca-me infamemente o mais feio dos
m. mJ e,C0D de,sembSo, que ediea, cha-
ma-me prevaricador.
t.5?..^? "T e ?ida publiC9' sou filh de"
ta provincia, ne la bem conhecido ; tonho soffri-
2erSaCHeS rd'?r8a8' m" nunC!" eus mis
decididos desafectos ousar.m atirar-me ao rosto a
aru.l iD,JU/!!i,,u5 mr occupa: correspondente
B?/*"l d0 Commercio veio o primeiro
nhT'honra te D qUe mais Prso- era '
r*EnC.rlPha an.liciPd"neo'e(talvez em algum lor-
no f ^".^""'ordagoes da thesoor.ria). eu
pego aos leitores do jornal fluminense, que lam
or s,r0LP:0Kfend0S na "semblaVrovinci
aSe tra ft^?brS' f6"9 eorr^9onarios, de
que trata o correspondente em sua carta. Nelles
encontrarlo o desmentido de que necessilo narf
responder ,0 v,l detractor, qa.Vb^'fo 8PDo-
n}mo me injuria ; nesses discursos vero o con-
ceito, que aos Srs. da comraissao merece o actual
administrador da casa de detengao ; e a nobreza
do correspondente.
Eu desafio como esvalheiro, se o esse cor-
respondente que erga a vijeira, e veuha ao ter-
reno, onde se costumam a encoutraros homeos
que teem um nome. urna familia, que bebern
no bergo o leite da honra, discutir os actos de mi-
nha vida publica.
Encontrar nella erros; mas nao infamias
O modesto nome, que escreve estas linhas, nao
aspira o ar corrompido do prevaricador; nao
lem assenlo no meio desses falsificadores de pro-
curacoes, que gragasao servelismo e corapai-
xao, deixam de estar em urna priso publica, cura-
pnndo senteega por ladres.
A modesta posigao que oceupo. devo-a a mim
e nao a servs relages eapiriluaes
n.!ahiA li.bnaos ae existencia, mas. gragas a
Deus, at hoje mnguem me chamou ladro.
O hornera que se rrsa, que tem sedimentos,
urna p^sigao a perder, nao aventura proposiges
certa ordem, sem poder prova-las, sem ter plena
consctencia de que diz a verdade 0 manivella
um *nte abjeclo e asqueroso.
Anda tenho forgas para lazer pagar ao atrev-
do o prego de urna afronta. Esse enojado anony-
mo erga-se [se sua posigao o.permitte) ; e Un
sem rebugo, sob a responsabilidade de seu nome"
(se na pa baptiamal um lhe deraml.
O tenante coronel Florencio um prevarica-
or. t se o bauo instrumento uma vez em vida
tomar a responsabilidade do que faz, do que diz.
do que intriga, eu prometi ao publico, que lhe
provare at a evidencia, que aquelle que nasceu
no meio da abuodancia, que sempre viveu nella
2-.?.a?Ka tem de ?W'r> n0 iria he >egar aoi
seus filhos ura nome maculado pelo porco crime
de prevartcacao.
Recife, 15 4a junho de 1861.
Florencio Joti Carneiro Monleiro.
o
corpo, e
Urna lacrima sandosa lembrnnca
do mea col legra e amigo o falle-
cido acadmico Fabio Veloz da
Sil ve ira.
0 ?"b'. onde estaos I Qae de tanto valor e
capacidade ? Nao me ouvas, ou nao me acbas
digno de re8posta?
Nao cerlamente ; o>ives-me : que nao te
dado l ua manao dos justos onle ests, entre-
tente com os entes que anda militara ueste vale
acriminse Se assim nao fra. por cerlo que
acudiras aos meus lamentos, e jamis desraen-
tenas aquella franca amisade a dedicagao que
sempre votavas leus numerosos amigos e com-
pauneiros. Sim, nao exista o mea amigo e com-
panheiro do estudo F. V. da Silveira, a gloria e
esperaoga de seus temos e carinhosos pas :
tmulo eoceira as preciosidades de seu
d elle s nos resta a lombraoga.
O campo da batalha que se prostava por um
desintcressado amor da patria, e para assegurar
o bem estar de seus concidadSos, roubou mais
essi preeiosa vida no fulgor da mocidade, quando
apenas contava 22 aonos de idade.E* raro tan-
to valor, e abnegago : surdo s imprecagoes da
chara mai que tanto se esforgou para o mudar de
designio, apenas ouve o chamado da ingrata pa-
tria elle pressuroso acode, expdem-se, e
mortalmente ferido; legando a sua respeilavel
lamilla um oome glorioso, companhado de in-
undas lagrimas q-ie anda hoje verte aquella
txma. matrona, quando mesmo o peracidesal-
gum n'alle falla.Doze anoos fazem que se deu
tao infausto passamento, que o amor verdadei-
ro oterminavel.
M. S. V. Leilo t Albuquerque.
NECROLOGA
offereeida ao Illm e Exm Sr. forl-
Sadelro Manoel Muniz Tavares, e
aos seus irmos o major Jos Mu-
niz Ta vares e lente Antonio
Ifluniz |Tavares, i seus sonrinos
os Srs. Nornerto M. Teixeira tiui-
maraes e Jos M T. Gulmaraes,
pela sentidissima morte de mi-
nqaj ti e sua mi e avd a Exma
Sra D. Anna Izacjuina de Santa
Cruz, tallecida 3 de marco de
1861.
O vapor nacional Paramunis. viudo doa Dor-
ios de intermedios, manifestou oseguinte:
4 aucoratu vinho braneo, 2 caitas ferragens, S
oaixoes charuto ; a ordem de diversos.
0 brigue escuna Graciosa,> vindo do Itara-
nhao consigoado a Almeida Gomes Alves & C.
manifestou o segaiote:
5 barnscravo grate ; a Campiano & Cordeiro.
1 cauao imageos, espelbos, pias de agua ben-
la, oculos, lapis, agulheires. thesouras, estoios
indispeosaveis para seohora ; a Albino Jos da
>?ilva.
7icaitas chapas; a Tissel-freres.
90 bragas de vime, 850 feixes de arcos de pao
para pip, 2 barris oleo de copahiba, i fardo re-
Oes de elgodo, 1 caixote fumo em folha, 500
saceos arros, 200 ditas milho, 8t8 ditos farinha
de mandioca ; a ordem de diversos.
Exportacfto
Dia 14 de junho.
Brigue inglez sNantilus. para Liverpool, car-
regaram: r *
k ISVf* Visnn" 239 couros "'gados com
5,646 libras.
Barca ingleza John Martin, para Liverpool,
carregaram: '
James Ryder & C, 54 saceos com 329 arrobas
e y libras de algodo.
Prente Vianna & C, 72 sacos com 279 arro-
bas e 14 libras da dito.
Brigue portuguez S. M. I. para o Porto, car-
r6 Marques Barros 4 C, 200 saceos com 1.000 ar-
robas de assucar.
Manoel Joaquim Ramos e Silva 238 saceos com
1,4x8 arrobas de dito.
Patacho portuguez Lima, para a Una de S.
Miguel, carreja :
Joo do Reg Lima, 56 barris com 2,016 medi-
das de mel el barril com 36 ditas de aguardante.
latacno hespanhol Paeo, para o Rio da Pra-
ta, carregaram:
oL0oVell0! Soaore,8 4 FlIh0- M wrquiuhas
com 22* arrobas e 8 libras de assucar.
Beecfcedorla de rendas Internas
ajeraes de Pernambueo.
Rendimento do dia 1 a 14. 19:532|081
dem do dia 15......; 1:0269830
20:558914


MbM
um
aoeiM
P

libra

cento
libra

i
um
libra
>
>
um
>
4S000
8J000
7b500
5OO0
300
360
200
400
0
250
400
2500
4S0O0
200
250
120
280
118000
19000
500
500
480O0
2|000
Consulado provincial.
endimento do da 1 a 14. 36:7119200
dem do da 15.......2:619*093
39.3309293
Morte palavra que traduz mysterio 1
Sombra as trevas vagar perdida 1
Fallido cyrio de ciarlo funreo I
Negro phantasma que se abraga vida I
[Biltencourt Sampaio).
Morte !.... palavra que infunde n'almasolidao
e tristeza. Morte asssoladora de uma familia in-
teira, para que nao suspeodeste o teu falal gol-
pe I Para que nao poupastes vidas tao preciosas
como eram as d'aquelles, que ora venho chorar
cujas perdas deixou a tantos ncoosolaveis !
Pas, mais. mulheresl.... em tao pouco lempo,
denaste uma familia desolada, roubando-lhes
alTeigoes tao arraigadas n'alma, que pareciam
eternas, s com um golpe de tua assolaJra
fouce I
Oh I dr I E podamos nos acreditar, que urna
familia respeilavel deveria ser assim derrocada
pelo sopro mortfero, do mesmo modo que ca-
bera pelo deserto as caravanas dos rabes, loca-
das pelo Sismoo I Inda hootem noleito vimos -
nar-se uma egregia matrona, pranteada dos p-
renles, chorada dos amigos, deixando todos tris-
tes sentidos a abatidos pela grandeza da dor
pelo vacuo issondsvel que deixou em nossa al-
ma. Oh! ddrl oh I saudade
em diante ser as
vids Praza soscos que sua^aTma', e de todos
que agora choramos, se reunam na gloria em
quinto nos. bandados de lagrimas, pedimos
reiigiao um fcnforlo, uma resignago, uma es-
peranga, para alravessarmos o deserto, que inda
nos resta trauspor. H
Parahiba, 4 de maio.
. Bylario de Athayde Vasconcellos.
PRAA DO RECIFE
1S DE JUNHO B 18GI,
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cera de carnauba em bruto.' .'
U*n dem em velas. .
Charutos. ....
Cocos seceos. .'.'.'.'.'.
Couros de boi salgados .
Idemseocos espichados. .
dem verdes.....
dem de cabra;cortido8 .' ."
dem de onga.....
Doces seceos ... ',
dem em geleia o massa '.
dem em calda. .....
Espanadores grandes. '. "
dem pequeos .....
Esteiras para forro ou estiva d
navio .
Ksioupa nacional ....
Farinha de mandioca. .*
dem de araxuta.....
Feijo de qualquer quaiidade*.
Frechaes.......
Fumo em folha bom. ."
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom ....
dem ordioaro restolho. '.
Gomma........
Ipecacuanha (rali) ..'.'.
Lenha em achas.....
Toros........
Lenhas e esteios.....
Mel ou melago......
Milho ......
Pao brasil ......
Pedras de amolar .
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Puntas ou chifres de vaccas e
novilhos.......
Pranchoes de amarello de
dous custados......
dem louro.......
Sabo......
Salsa parrlha ......' arroba
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta .
Taboas de amarello .
dem diversas ....
Tpioca......' .
Travs. f......
Onhas d boi .' ." .' .
Vinofre ....... caada
Aifaodega de Pernambueo 15 de junho do 1861.
n.0.pr'meiro conferente. Antonio Garlos de
IinhoBorges.Osegundoconferente, Jos Miguel
de Souza.
AiPp0Ti>>T" AlfaD junho de 1861. Barros.
Couforme Joo Jos Pereira de Paria, ter-
ceiro escriturario.
cento
arroba
alqueire
arroba

um




arroba

cento
>
um
caada
arroba,
quintal
uma
a

molhos
cento
uma

libra
0
uma
duzias

arroba
uma
cento
209000
1S600
lg500
6|000
10500
5J0OO
egooo
85000
12JJO00
6SOO0
39000
253000
2|400
119000
50JOO0
250
900
1090G0
800
4SOO0
18210
200
59OOO
169000
88000
100
265000
58000
25800
1049500
709OOO
39200
109000
8320
9280
ew He *L"I?ufc> a* P"blico <"nes-
Siilm Sr .rt*r*JJeo'o de ociedade
leilo em 27 de sarc <*o orrenUanp por Jos
Joaquim Lopee da Almeida Fraociieo Botelho
de^Andrada.astaUeeidmseta etdadesoba Or-
aVawMM rv,meid* & Andraale. com o espita! de
o.uuuj) toroecido por ambos em partas guies, de-
J^d0 m'V "****. T tea por im a
compra e venda de andetru, durar por estaco
de doamanoos, a contar do !. de abril do anuo
prximo passado, quando leve coraeeo.
secretaria do tribunal do eommercio de Per-
nambueo 14 de junho de 1861.
Julio GUimeraes. Offlciil-maior.
.Z J ,u,Meleg.eU da Sanio Antonio da ci-
dade do Recife foi apprehendido um preto. tarde
da noite, por daseonflanga de estar fgido, de no-
me Fausto, que disse ser escravo do Dr Bran -'
aao: qnem for seu legitimo dono, eompirega
este juizo para lhe ser entregue Viilaga,
Subdelegado.
Facuidade de direito.
nuhh..'-8" d0,?xm- Sr- director interino, fago
publico que est marcado o dia 19 do torrente,
deir. Mo"? ,d* m80ni. P" o concurso da ca-
deira de ingles decurso preparatorio desta facul-
daSlftStUr? dt f"f0,*,d d dire'o. 15 de junho
MeJezes 8ecreU". Honorio Bezerra de
Consulado provincial.
hi^!,a me" d0 con9ulado provincial se faz pu-
blico aos propnelarios dos predios urbanos das
ose3oed!aaSsmSfaCdade ed' dos Aeg-d".' ,u1
?f~H ue'2 para P8?oiento bocea do
cofre do segundo semestre da decima do aono fl-
ffamk7e>*J9ai l861' 86 Principiara
00 f'el-Oejunho vmdouro, ficando
o7dKo%T,.08 que "'
Dito da pra?a da Boa-Villa. 5:0*00525
Dito do largo da Soledade. 7620775
,. t6;809760O
Eicriptono da companhia do Beber-
be 8 de junho de 1861.O secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
Capitana do porto.
porto "'XJ^' Chee de di?i. "i-"5 *
imado para comparecer at a 01 t
a cspiUnia. o Sr. Francisco Jo-
Auna, propietario do hiate ATossa Se-
a contar
suieitos
Cambios
premio
Vos id es de hoje
nicas companheiras de nossa
COMUKCIO.
Alfandesa.
Rendimento do dia 1 a 14
dem do dia 15 '
197:5409766
26.9778780
224:5189546
Movlmeuto da alfande^a.
Volumes entrados com azendas..
> om gneros..
Volumes
sahidos

com fazendas..
com gneros..
91
261
------ 352
203 .
329
532
Pubiicases a pedido.
Suom caique tribuere.
r^!.i"a-nd0 .ns Pn0r T""8 *ews o'collegio da
Lonceigao, sito na Tamarineira, nao podemos dei-
xar de admirar a grande ordem, regularidade
bom deserapenho e successo deste estabeleci-
mento. E com effeito regido por tres irmas (se-
nhoras dignas dos maiores elogios, j pelos seus
coslumes. virtudes a boas qualidades; e j por
m coragao de que sao dotadas de tama jovili-
dade. e ameotdao, mormente para com suas alum-
nas], e sob os auspicios de seu respeilavel 0i
ncio probo e merecedor de toda a estima
consideragao ; esse estabelecimento comportou o
anoo passado 42 educandas. entre ellas s flihas
de pessoas gradas, tanto desls, como de outras
provincias, e este anno j coata 28 cujo adianta-
mento e progresso sao na realidade admira-
veis.
Em verdade, ah se notam alumnos que cur-
sando s aulas de frajeez, deseoho e msica des-
empenham suaslarefas relativas com lano cost
dedicagao e naturalldae, como se oestas nate-
Tiaiiha muito se instruisiem ; ah se distingue
perfeitamente entre ellas uma linguagem simples,
mas correcta perfeila orthogtaphia e scelleote
carcter de leltra, grandes eonhecimentos da
tir-."?."h'u, "C,0nl!I- d'eographia. daarilhme-
tica da historia, alera dos imrnenso thesouros
Soilrif10 dep08Uanas filhos da mais aSada
educagSo. a dos principios religiosos, em que S o
oostantemenie imbuaos ; e ludo islo em4e-
sumo o fructo. a obr. do iocaosavel zel a dedi-
Sffi- t." re,80e,Ure;8 wnhoras. a de seu va-
nerado pal. Mais ainl. Uri^a, rf, a 4il e
nao fra o receio de neasa paria, de que narran!
do esais verdades virtamos a ferie i modesta au
epttWiid.dede^mp.aso.,. Mr#i?tm 0.,"
que o mata supanr o apophtegma ralUioan
Nonpetett arbos baa nalot fmetus faterT-. a
uowdo-se comnosco os votos das felkcas nata aa
docantfas do coUegio da CuncelgSo, com aUuua
do quaea temos honra deielacionarmos-M
recebara seus directores os noasas parabans por
tsrem bem comprehendide e mslher dassape-
Descarregam hoje 17 de junho.
Barca inglezaBonitacarvo.
Brigue inglezAnligu-Pachtcarvo.
Brigue inglezWillington-lrilbos.
Barca inglezaGangesidem.
Bngue ingiez-Valiairilhos de ferro,
cha" hespanhola Chronoraetro carne de
Polaca hespanholaDespegadaidem.
Polaca hespanholaIndiaidem.
Polaca hespanholaEsmeraldaidem.
Brigue inglezCrecanfazendas.
Barca portugueza Flor da Maia mercado-
ras.
Importacao.
Bif.ai0r PCe* Btarn tind0 dt Bordeaux, ma-
nifestou o segumte:
0,C?Xa8-queij08 ; B"nds a Brandis.
10 ditas ditos ; a G. Kalkmann & C. e 2 cai-
xas fazenda de laa. tt c"
100 barris e 100 meios maoleiga 15 caira
queijoi ; Tissel frers & C "'
mniVV 8;n8au. 1 "olume oculos. 1 dito
amostras de fazendas ; Joo Keller& C.
1 cana luvas de seda; Camoos 4 Lima.
1 dita cordas de violao; Cmara & Guima-
1388.
6 barris viobo tinto ; Joo da Silva Faris
1 cana porcelana, 1 dita ferragens. 1 bairil
vinho Unto ; Dubarry.
1 caixa luvas e cabellos; E. Leconte
1 dita msicas; J. Vignes.
2, l{*\ 'f,lid08 d la, 1 dita diversos ob-
jectos ; Monteiro 4 Lopes.
1 dita vros ; H. A. Ferreira.
2 di as enlejes e amostras ; Cala frers.
1 "dita onfeites para senhora. 1 dita camisas, 1
tolume amostras ; Lindem Wild & C
1 caixa Irnos; Antonio Pires Fe
ino.
.1.2.Ca1"fruUs em co. 1 dilsmantei-
Ferreira Fi-
era conserva. I
. a F. Saurage. *
1 dita amostras de seda; Al vas 4 C.
1 dita um serngo de mesa ; i T. do C. Soares
2 ditas bijouteria; Bluran Lhemann 4 C.
1 dita relogios, 1 dU bijOutena; D. P. Wild
4 C.
1 dita camisas; 4 Guimariee 4 C
2 dius chapeos de palha, ditas ditos de seda :
i Chrisliam 4 Ir.
2 ditas modas, 1 dita seda ; Vaz 4 Leal.
9 ditas marceara; i Mello Lobo &.Q,
idiias dius ; i Arantes.
Jodia qaaijoa ; i Tasen 4 Irmao.
10 ditas ditos ; F. A. Burle 4 C
1 dita obra de prata ; i Jos do Santos Ne-
1 Tolume o4o; i adama Plamaur,
l dito chapeos; ao cnsul da Fraoeo-.
Depois da salud 1 do vapor in-
glez, nao lera havido saqnes.
sendo os ltimos 26 d. por 1
rs. sobre Londres, 368 rs. por
L. e 110 por cento de
sobre Liibos.
Algodao O escoihido veodeu-se a 8&800
rs., e o regular a 8J600 rs. O
de Macei a 94000 rs. e o da
Parahiba a 9j30 rs. posto a
bordo.
.Assucar-----------O braneo vendeu-se de 2$800
**ft0 o somenos de
2S60O a 2700 rs., mascavado
purgado de 23280 a 2*5oO rs.,
e bruto de 19900 a 2j)0UO por
arroba. r
Agurdente Vendeu-se de 68000 a 7OS000
rs. a pipa.
Couros--------------Os seceos salgados venderam-
se a 195 rs. por libra.
Arroz-------------o da India vendeu-ss de 23600
a 29800 rs. por arroba, e o do
-Maranhoo de 9800 a 3(000
res.
Azeito doce- O de Lisboa vendeu-se a 3#000
rs. por galo.
Bacalho-----------Belalhou-se de 1 a 9^000 rs.
por barrica, fleando era ser
14,000 barricas. Nao houve
vendas em atacado.
Bolachinha- Venderam-se a 2JI8O0 rs. bar-
riquinha.
Gaf-------------------Vendeu-se de 5#<00 a 6000 rs.
por arroba.
Carne secca- Relalhou-se de 2g000 a3>000
rs. por arroba do Rio Grande e
de20O0 a2j500rs. a do Rio
da Prata, ficando em ser cento
trinta e um mil arrobas da pri-
_. meira: e 34.000 da segunda.
Cn-......dem a 2500 rs. por libra do
da ludia,
Carvo de pedra-Vendeu-se de 14$ a 17$000 rs.
a tonelada.
Cerveja- dem a 3#500 rs. a duzia de
. garrafas.
Fannh8 de trigo. Retalhou-se de 29g a 30$ rs.
por barrica da de Hichmond
263 a 28g rs. a de Philadelphia'
26} rs. a de New-Orleans, 25
rs. a de New-York, 32 rs. a
de Tneste, e ll| rs. o sacco de
lt libras do Chili, ficando em
"''.000 barricas da primeira,
2.500 da segunda, 1,700 da
terceira, 6,000 da quarta, 2,000
da quinta, e 1,200 saceos' da
ultima.
Far demandioca-Vendeu-sea 3*500 por sacco.
rerro..... ln8lez vendeu-se a 5500 rs.
fanah r quintal, e da Suecia a 9J rs.
Genebra----------Vendeu-se a 320 rs. a botija.
Louga--------------A mgleza ordinaria vendeu-se
com 300 por cento de premio
sobre a factura.
Maoleiga a franceza vendeu-se a 570 re.
e a ingleza de 650 a 700 rs.
''!" ficando em deposito
500 barris.
MoYkaento do porto.
Navio entrados no dia 15.
Maranho25 dias, brigue escuna nacional Gro-
cozo, de 218 tonelada?, capito Joo Jos de
aouza, equipagem 12, carga farinha, arroz e
milho; a Almeida Gomes Alves&C.
Mazatlan80 dias, galera inglezs Maneta, de
072 toneladas, capito Leonard Opear, equipa-
gem2l, carg madeira; a ordem.
Veio refrescar.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiropatacho italiano Evelino, capito
Bozano ; carga aisucar.
Porlos do Nortevapor nacional Oyapok, cora-
mandante primeiro leuente Pedro Hypolito
Duarle.
Observago
Bordeja no lamaro a galera
apparece ao norte um brigue.
franceza Adel, e
O) co -^
a. Q. .10
Di fli o- w

"
Q.
Horas.
B
a
i'
klhmosphera
vi
en
M
pa
PS
vi
m
Dirtcco.
Intensidad*.
I
en
co
00
o
a


i

-a
o
Fahrenheit.
Centgrado.
ai
ce
2
-a
--i
ce
| Hygromelro.
co
ce
Cisterna hydra-
metrica.
w
y-
ce
SE
<
s|
e m
m k
- -:

r-
c
c
z."08lATSSSf Pr0TnCl"1 de Pernambu"
Antonio Carneiro Machado Rios.
Couaelho adininlstrativo.
O conselho administrativo, para forneciraento
seguinu' 8U9rra,em de comprar os objectos
Para o> batalhio de infaolaria de linha.
dasdPear eDcarnada com du pollega-
8 pegas de fita branca com duas pollegadas de
Para o completo do fard'raento do 8o balalho de
infantera e diversos corpos.
Jj' "aras de cordo preto de retroz.
8 dourado'* 8"deS de melal Prateado cora
f l' g'osas de botoes prelos de osso.
500 pares de clcheles prelos.
Para provimento doa arraazens do arsenal de
-n u a erra,
ou arrobas de plvora grossa.
100 ditas de dita fina.
Quera quizer vender ties objectos
on.
aao ,,
i d~S.n "u?1' "P-4na- Sr- PocL"j
nhoL dn ?' ProP''el"o do hiale JVossa Se-
nrn,?m. 4 f ?*' q?" .h" muito ha na &ca
prxima esta capitana. Capitana do porto da
Pernambueo, 13 de junho de 61. P
Serviodo de secretario.
n -v Jo0 N- Alve* Maciel.
SOCIEDADE URGUU.
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
deSjVnaeTroeepmarm "qUei Mbw Pra5" d0
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambueo.
Por ordem da directora e em cum-
pnmento do disposto no an. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno findo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar-desta data,a
substituicao das notas de 20jj( da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 18610 secretario da directora
rrancisco Joo de Barros.
Ilir K?rnS,ai88Cre?eria 8e f" PMco que-o
Salvador Uenrique de Albuquerque.
Subdelegada de S. Jos.
ir,^Z 89 Publico a"e bonlera noite fra encon-
trado perdido na ra Imperial o moleque Joa-
?^,qU^U 8erJ,,cr,V0 de Jos da Costa, no-
"d^r"1F,lr?1"NoT:qmojulgar com d-
SSL 5Lle.0l.nJ":*e 8 ubielegacia de S. Jos.
Recife, 13 de junho de 1861.
Consulado da repblica
argeDlifla.
.ssu7s~propTsr.s;rcVrt.1LTaClna S5S JStitST* ntd' r-onls.uin-^. d,
do conselho. s 10 horas da manha do dia 2Id aSJuSafl Pr1C8U8a de Um ,erriyel ,er-
correnie mez. re.mo0 (como notorio) que a redozio era poucos
ala das sesses do conselho administrativo
junho de 1861. "8^ d 8"err., 14 de'
para forneciraento do arsenal de
Bento Jos Lamenha Lxns,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Repartico da polica.
Primeira secgo.Secretaria da polica de Per-
nambueo, 12 de junho de 1861.
O Illm. Sr. Dr chefe de polica manda fazer
publico, para conhecimento de quem possa per-
l^ncer, os ofBcios seguintes, que lhe foram diri-
gidos pelo Dr. chefe de polica da provincia da
Parahiba, e pelo subdelegado da freguezia ds
*.frelaria da POcia da Parahiba, 25 de maio
Illm. Sr.Tendo
Uassas-
Venderam-se
arroba.
Toucinho-------
a 5500 rs. por
Oleo de liohaga-Ve'deu.se a i4#000 rs. o galio
<>ue,J08.....O.JamoDRo vonVeram-f.de
1280 a 2JJOO0 rs.
O de Lisboa vendeu-se a 9J000
re. por arroba, e nao ha do de
santos.
Vinagre-----------Oda Portugal vendeu-se de
v. # 120#00 a pipa.
Vinhos------------O ae Lisboa veodeu-se de 250*
r5- a.,D8' e d outros
Val.. ? UM d8 170> 2205 "
* "*.....^-fJJ composigo vendeu-se
de 600 a 640 rs, por libra.
?ft'eb;'e de 'etiras regulou de
iu a is por eento ao aono,.dis-
contando a caixa filial cerca
dOO contos a dez por cento.
Para o Canal a 40- para Li-
verpool 20-pelo lastro, e5/8
aljodio.
Descont--------
Frotes----------.
pelo
Pauta dos preces dos gneros sujtitos direitos
Mercadorias.
Abanoa......
Agua rdenle de cana. .
dem resillada e do reino .
dem caxaca.....
dem genebra ....'.
dem alcool ou espirito*
agurdente.....
Algodao em carogo *
dem em rama ou em li. ".
Arroz eom casca .
dem descascado oa pilado'.
Assucar mascavado .
dem braneo ....
Id%m refinado. .
Azeite de amendoim
debinr.....
dem de- eOco .
dem de mamona ,
Unidades. Valores-
de
ou^moa-
cento 1*000
caada a m
a 400
> |580
> arroba &
> 8J8O0
> 760
U800
t100
> a T
caada 2*000
2*600
1|B00
A noite de aguaceiros, vento SE: ESE fresco e
amanheceu.
OSCIL\gAO OA hab.
PreamerasDb. 42' da manhaa, altura 6 p
Baixamar as 3 h. 5i' da tarde, altura t p
Observatorio do arsenal de marinha,' 15 de ju-
nho de lobi. '
Romano Stepple,
1 lente.
Edilaes.
O Illm. Sr.
o presente a
de Per-
inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resolugao da junta
da fazenda, manda fazer publico, que a arremata-
gao dos pedagios das pontes do Cachang e Bu-
jary, foi transferida para o dia 20 do correte
E para constar se mandn affitar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial
nambaco 14 de junho de 1861.
O secretario,
. A. F. d'Annunciago.
Antonio Bernardo Oaioteiro, cavaileiro da impe-
rial ordem da Rosa, major commaodante inte-
rino do 3 balalho de infantera da guarda
nacional, e presiienle do conselho de qualifi-
caco da parochia da Boa-Vista, por S. M. I.
etc.
Fago saber aos que o presente edital vlrem e
a quem possa intereasar, que no dia 17 do cor-
rente, s 9 horas da manha, estar reunido o
referido conselho no consistorio da igraja matriz
como determina o art. 33 do decreto o. 722 de 25
de oulubro de 1850. Quartel do commando in- c
lennodoS balalho de infaotaria da guarda na- Chafariz e bica do caes da al
clona! do municipio do Recita, 14 de junho de
180 la
illm. Sr.Tendo sido preso nesta provincia
o preto Antonio, que diz ser escravo de Joo
Baptisla Holtandez, morador nessa capital, de
cujo poder fngira ha nove mezes, como V. S.
ver do interrogatorio junto, o communico a V.
5., para que se digne de o fazer constar ao men- \
clonado senhor do dito escravo, arn de que o
mondo buscar pagando as despezas que com o
mesmo se houver feito.
Dos guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. chefe de '
polica de Pernambueo.O chefe de polica. Ma-
noel Jos da Silva Neiva. k v
n,i!!m' Sr" T Re_nieUo Presenga de V. S. o
individuo que diz chamar-se Jos Francisco dos
r3rh.,Pra0darTagandPela e8,rada "ovado
Cachang, com um cav,lio pela mo, o qual fiCfl
depositado nesie juizo, 8CUd ^ id,"""
por mira interrogado, colligi de suas resoostas
que escravo. v
Dos guarde a V. S. Sub lelegacia da fre-
guezia da Varzea, 12 de meio de 1861.Illm Sr
Dr. Tristao de Alencar Araripe, dignissimo chefe'
de polica desta provincia.O subdelegado Jos
Correia Leal. '
O offlcial serviodo de secretario, Jos Xavier
faustino Ramos.
Conselho administra!i*<>.
O conselho administrativo, para forneciraento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes: '
Para provimento dos armazeos do arsenal
de guerra.
O duzias de laboas de amarello do assoalho de
15 a 18 pollegadas de largura.
6 duzias de ditas de dilo de forro de 15 a 18
pollegadas.
6 serras bragaes
comprimento.
Para o 2o balalho de infantera.
? panillas de ferro estanhadas para 50 pragas
Quem quizer vender taes objeelos, aprsente as
suas propostas em caria fochada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 19 do
correte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
par forneciraento do arsenal de guerra. 12 dt
junho de 1861. *
Bento Jos Lamenha Lxns,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
,------------_.. vlu POUCOS
minutos uro momio de ruioas, debaixo das
quaes foram sepultados mais de dous tercos da
sua populago ; o abaixo firmado, cnsul da re-
pblica nesta cidade, tem iniciado uma subs-
cr.pgaocomoQmdeallivhrdadesgraga os que
aemem na miseria eorphandade, salvos do lio
violenta catastrophe. A supplica que se faz a
| todos os cidades desta cidade, ecom especialida-
deao corpo commcrcial da praga que entretem
lao importantes relages mercantis com a rep-
blica, me deixa persuadido de que todos os se-
nhores se prestaro a subscrever, cada um com,
asoraoiaque possa para lm lo humanitario
imitando o que jase tem procedido em outras
provincias do imperio. Para o que pdese assiir-
oar na associagao di praga do eommercio. nesto
consulado, ra da Cruz n. 3. e assim tambem em
qualquer outra parle em que o promovam os
amantes da humanidade. e pedido deste con-
sulado. Recife 1 de junho de 1861.
Jos Joo de Amorim.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMANO.
Recita extraordinaria livre de as-
-signatura.
Para satisfazer as muitas encommendas de ca-
marotes de pessoas que anda nao viram o dra-
ms OS MILARES DE SANTO ANTOJO -
oemprezano v-so obrigado a repeli-lo aid
esta vez. que ser a ultima.
Terca-feira 18 de Jonho.
pequeas com 4 palmos de
Depois que a orchestra execular uma escolhida
ouyertura, represen lar-se-ha o magnifico
tenoem quatro actos e maia dous quadros
mys-
GABRIEL E LISBEL
ou os
MILAGRES DESASTO ANTONIO.
Com todo o seu apparato e machinismo.
Terminar o espectculo
media em um acto,
com a graciosa co-
Companhia do Beberibe.
No dia 17 do corrente pelas 12 horas
do dia tera* lugar novamenteno eterip-
tono da companhia ra do Cabuga' n.
'6.a arrematado do rendimento dos
chafai ize e bical por bairrot ou totali-
dade e por espado de 1 a tres anno, sob
as bazes abaixo transcripta! e mais con-
diccoe patente no escriptorio ; o Sr$.
h citante comparecam com seus fiado
re ou declararlo dos mesmo no men-
cionado dia devendo ser as propostas por
escripto.
Bazes sobre as quaes se dere lanear.
Bairro do Recife.
FEIO DO CORPO E BONITO DALH4
Comegar s 7 X horas;
As pessoas que flzaram encommendas podem
mandar buscar-las desde j so escriptorio do
theatro.
Aysos martimos.
i
Antonio Bernardo Qniotefro,
major e commandante interino.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em cumprimento da resolugao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que a arrematado
das impressoes dos balancos, orcamentos e rela-
tono desta thesouraria, foi transferida para o dia
20 do correte por nao se terem habilitado e nio
estarem presentes ao acto da arrematago ao
pessoas que mandaran propostas paro o correio.
As pessoas que se propozerem a mesma arre-
matago comparegam na sala das sesses da jun-
ta da fazenda, so dia cima mencionado, pelo
meio da, competentemente habilitadas, adiar-
lindo que a habilltago lera lugaf no dia 13.
E para constar se mandou ailar o presente e
publicar Mo Diario.
Secretaria da thesouraria
nambuco, 7 da junho de
A. P. d'Annunciago.
proataeial do Per-
1861.O secretario,
a
laclara cocjl
Tribauai do roramertMo.
PlaJsocretri do tribunal do eommercio da
andega.....
Dito da ra da Cruz. .
Dito da ra do Brum.
Dito do Forte do Mattos
bica......
5:365$550
6:883$537
3:7510072
2:89808iO
18:8980999
Bairro de Santo Antonio.
CBatariv dolargo do Carmo. 8:4740130
Dito do largo do Paraizo. 6:9860172
Dito do largo do Paseo
Publico,6.....
Dito da ra do Sol. .
Dito da ra da Concordia.
3:3890652
3:1760092
3:1730993
25:2000039
Bairro da Boa-Vista.
atece** J Capi-
baribe o bica do aneomo. 5:8170000
Dito d caixa d'agua da ra
do Pire. ^1890300
Rio de Janeiro
segu com toda a brevidade a barca cMathilde
por ter metade do sen carregamento engajado -
para o restante, trata-se com Manoel Alves Guer-
ra, na ra do Trapicho n. 14, ou com o capito
Jos Ferreira Piulo.
aj^k
COMPANHIAEBRSILEIRi
O vapor nacional Paran, commandante o ca-
pito teneote Jos Leopoldo do Noronha Tor
rezlo, esperado dos portos do norte at o dia
2 do corrente, o qual depois da demora do cn
turne seguir para os porlos do sulT
Desde j recebem-se passageiros "e engaia-so a
carga que o vapor ped* eondusir a qual daverA
ser embarcada no dia desua.cheaada at 3
hora, da larde diahei.o a frete.TncmrandM
aonde B*1, MctiP|**' tf *** t
Rio de Janeiro
. A velera barca brasiletra ciris recaba carga a
trote, passageiros o eraros, pora o que tona


ifw
w
DIARIO M fMJUMOOO. *-. SEGUNDA fURl 17 DC JQRBO DI IStU
muito bons commodos; a tratar com os consig-
natarios Aranaga hijo & C, roa do Trapiche No-
vo n. 0.
LEUiO
DB
ELIXIR DE SAIDE
Riode Janeiro,
segu oeste* dita o palbabole Artista, recebe
escravos a fcele : a tratar com Caetano Cyriaco
daC. M. ao lado doCorpo Santo o. 25, ou eom
o capito Joaqun Jos Alvea das Neves.
Baha.
A escuoa nacional Carlota, capito Luciano
Aires da Conceico, sabe para a Babia em pon-
eos dias, para alguroa carga que ainda pode re-
ceber irala-se com Fraocisco L O. Azevedo, ra
da Madre de Dos n. 12.
USUM
O patacho portuguez Uan eaperado da
Babia a lodosos momentos; eaeguir em poucos
dias ; pode ainda receber algunas carga e passa-
geiros: tratase cora os consignatarios Marques,
Barros & C, largo do Corpo Santo n. 6.
COMPaNHU PERNAIBICaNA
M
Navegado costeira a vapor
O vapor Persinunga, com
segu viagem pr* 3 portas
andante Moura,
o sul no da 20
dn" corre i. ca as" 4 horas da larde. Recebe carga
at o dia 19 ao meio dia. Encommendas, pas-
sagoiros e dioheiro a frele at o dia da sabida s
9 horas: escriptorio no Forte do Mallos n. 1.
C0MPAM4 PERNAMBUCANA
Navegado costeira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Asm'. Aracaty, Ceara'.
O vapor Iguarass, commandante Moreira,
sahir para os portos do norte al o Cear no
dia 22 do correte s 5 horas da tarde. Recebe
carga at o dia 21 ao meio dia. Encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
as 2 horas: escriptorio no Forte do Mallos n. 1,
MOTIS.
Quarta*fr ira 19 do corrate.
Costa Carvalho fara' leilo no dia ci-
ma as 11 horas em ponto no seu arma-
zemna ra do Imperador n. 55, dos
movis pertencentes a massa fallida de
Antonio Joaquim Vidal.
Na mesma occasio
vender' vario escravos sem reserva de
preco.
LILAO
Terca- feira
DE
e
18
escravos,
do corrente.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional Ve-
loz, pretende seguir com muita brevidade, tem
parte de seu carregameoto promplo, para o resto
que lhe falta trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes, no seu escriptorio ruada
Cruz n. t.
Leiloes.
LEILAO
DE
1 cabriole! e 4 cavallos.
Segunda-feira 17 do corrente
Antones far leilan pm seu armaiam na ra do
Imperador n. 73, de um bom cabnolet de 2 rodas
e 4 cavallos, ludo sem reserva de prego, as 11
horas do referido dia.
LEILO
No da 17 do corrente.
Novamente vai a leil&o o deposito n. 6 da ra
do Rangel, que ser vendido em lotes a vontade
dos compradores, em conseqnencia do proprie-
tario nao querer ceder a cas, por isso que diz
terdado a chave aoutro seu afeicoado, tudo ser
vendido a dinheiro no mesmo deposito, as 11
horas do dia cima.
Segunda-feira 17 do cr-
ranle.
Continuaco do leilo
MOVIS.
DA
Massa fallida de
Siqueira Pereira.
Antunes continuar a vender em seu arma-
zero na ra do Imperador n. 73, por autorisago
dos depositarios da referida massa, os variados e
bem acabados movis que pertenceram aos men-
cionados fallidos, assim como suas joias e es-
cravos.
As 11 horas em ponto.
O agente Hyppolito autorisado pelo Sr. Anto-
nio Carlos Francisco da Silva e com autorisaco
da commissao de seus credores, far leilo dos
predios e escravos seguintes:
Um sitio no lagar do Salgadinho, com grande
casa de (venda, todo cercado de limoeiro nati-
vo, cacimba, baixa para capim e grande quanti-
dade de arvores fructferas (mais de mil), sendo
o terreno foreiro a Santa Casa de Misericordia
de Olinda
Metade de um predio de dous andares olo.
de pedia e cal ailo na ra da Senzala Nova n.
13, em chaos proprios.
Urna caaa terrea servindo de armazem presen-
temente na ra da Senzala Velha n. 63, chaos
proprios.
Quatro escravos pegas para todo e qualquer
servico, sendo effectuado o mencionado leilo
em seu escriptorio oa ra da Cadeia n. '48, prl-
meiro andar, as 11 horas em ponto.
Os Srs. pretendentes poflterao examinar os t-
tulos que se acham em poder do referido agente.
LEILAO
DE
Urna loja de miudezas,
Terca-feira 18 do corrente a
dioheiro ou a prazo.
Costa Car val ho fara' leilo no dia ci-
ma as 11 horas em ponto, na ra D-
reita n. 77, das mercadoiias, joias e
movis da mesma loja, sem reserva de
preco
Citrolactato de ferro,
\3nieo Ac^o&ito na botica de Joaqun* Martnuo
da Cruz Crrela & C, ra do Calraga n. II,
em Pernambaco.
H. Thermes (de Chalis) anligo pharmaceutico presenta hoje ama nova prepararlo de ferro,
com o nome de elixir de cilro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luxo empregar-se um mesmo medicamento debaixo de formulas lio
variadas, mas o homem da sciencia comprahende a necessidade e imporlsncia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de muita importancia em therapeulica ; um progres3o immenso,
quando ella, maniendo a esseocia do medicamento, o loma agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para todoa os paladares e para lodosos temperamentos.
Das numerosas preparaces de ferro at hoje contiendas nenhuma rene to bellas qualida-
des como o elixir de citrolactato de ferro. A sea sabor agradavel, rene o tomar-se em urna pe-
quena dose, o ser de urna promptae fcil dissoluc&o no estomago, de modo que completamente
assimilado ; e o nao produzir por causa da lactina, que contem em sua composico, a constipado de
ventre lio frequenlemenle provocada pelas outras preparaces ferroginosas.
Estas novas qualidades em nada alUram a aciencia medicamentosas do ferro, qne sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispensar em sua clnica, de incomparavel uiilidade
qualquer formula aue lhe de propriedades taea que o pratico o possa prescrever sem reeeio. E' o
que conseguio o pharmaceutico Thermes com a preparaco do citro-lactato de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparaces ferroginosas, como o
atiesta a pralica de muitos mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as molestias de languidez (chlorose pallidas cores,/ na debilidade subsequente as
hemorrbagias, as hydropesias que apparecem depois das intermitentes na incontinencia : de urinas
por debilidade, as perolaa brancas, na escrophula, no racialismo, na purpura hemorrhaaica, na
convalescenciadas molestias graves, na chloro-anenria das mulheres grvidas, em todos os casos
em que osanguese acha empobrecido ou viciado pelas fadigas affeccea chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancrosa.syphililica, excessos venreos, onanismo e uso prolongado das preparaces mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo mui frequeales e sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de lanzar mo para as debelar, o author do cilro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humanidade por ler descoberto urna formula pela qual se pode sem reeeio usar
do ferro.
Ainda continua atar fugi*oo escravo An-
tonio, crioulo, que representa ler de 20 a 25 an-
uos, bstanle alto e bom corpo, e disposlo para
lodo o servico, falla um pouco descansado, tem
os olhos um pouco vermelhos, barbado, bem
feilo de ps e mos, as pernas tongas : coosta-me
que esleve nos Remedios, trabalhando no lugar
chamado Luca, j foi aprehendido por um pedes-
tre, e ple illudir dizeudo que ia para casa desua
seohora que morava nos Remedios, agora consu-
me que est aqu na ra da Soledade trabalhando
como forro, e para Boa-Vista, onde tem o seu
aposento : roga-se s autoridades policiaes a ap-
prehenso do dito escravo, e remelte-lo ra do
Caldereiro n. 42, a Francisco Quiniino Rodrigues
Esleves, que saber recompensar a quem appre-
bender o dito escravo.
Aluga-se ou vende-se o sitio denominado
Campo Grande em Beberibe com os commodos
seguintes : grande casa de vivenda, estribara,
muita trra para plantaces e urna grande baixa
para capim e arvoredos de difiranles fructos :
quem o pretender ou comprar dirija-se a povoa-
co de Beberibe com Tiador do Lago.
Fajozes Jnior & Guimares participara ao
publico eao resp9itavel corpo docommercio, que
desde o dia 8 do corrente apartaram amigavel-
mente a sociedade que tinham na loja de miude-
zas da ra do Queimado n. 65, Qcando respoosa-
vel por todo activo e passivo o socio Lourenco
de Freilas Guimares e o Sr. Jos Antonio de
Freitas. Recife 13 de junho de 1861.
Fajozes Jnior, Guimares & C, participam
ao publico e ao respeitavel corpo de commercio,
que desde o dia 12 do corrente apartaram amiga-
velmente a sociedade que tinham na loja de fajea-
das da ra Direita n. 104, fleando responsavel por
todo o activo e passivo o socio Lourenco de Frei-
tas Guimares e o Sr. Jos Laurentino de Azeve-
do. Recife 13 de junho de 1861.
Compram-se
escravos de smbos os sexos para se exportar para
fora da provincia : na ra Direita n. 66.
ARMAZEM
DE
CENTRO COMMERCIAL
15 KuadaCadeiadoRecilc 15
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
Avisos diversos.
Piano.
At a sahida do primeiro vapor pira o sul quer- pnnrT"frnPiio
i comprar um piano, que sirva para se comecar vjapuitii n auyaio
Jos .Leopoldo Bourgard
I CharutOS do RiO de JaneijO por C0Du da grande fabrica dosSrs. Domingos Alves
Machado & C, vende-se em porqao e a retalho, nesle nico deposito, assim como superio-
res e verdadeiros charutos suspiros da Babia, manilha, havana, suissos e hamburgo por
menos do que em outra qualquer parte.
, ClgarrOS Superiores de S. Domingos, de papel e palha de milho, de papel grosso,
de linho, de seda, arrot, pardo e hespanhoes sendo de superior tabaco do Rio de Janeiro
de Guimares & Coutinho.
fBOCaeSpara CharutOS f4zenda superior com agarras de metal a 1 cada um, du-
zia 109000.
Papel pardO niCOt para cigarros a 100 rs. o Uvrinho de 150 folhas, assim como papel
bespanhol a 2)000 a grosa do Uvrinho, sorlimento de papel sans nom, sans litre, arroz, e
vidaura.
Aviso.
se comprar um piano, que sirva para se comecar vjapuia.1 iau^ai das manufacturas imperiaes de Franja, para cigarros e
a estudar a msica: quem tiver pode comparecer Papriimhno Hp rracen
at o dia em que sabir o primeiro vapor para o ^acnimDOSJie geSSO a 6*500
sul, ra do Queimado o. 2, 3 andar.
No armazem da ra da Cruz n. 33, precisa-
cachimbos,
a groza faienda superior e que se venda a 100.
a cigarros a 10000 a libra, da fa-
Tabaco do Rio de Janeiro pCado para cachimbos
brica de Guimares & Coutinho.
TabaCO turCO a 5 alibrae meia libra por 3$, para cigarros e cachimbos.
1 abaCO tleur de hariebeke em macos de diversos tamanhos, .para cigarros e ca-
chimbos, fazendo-se abatimenio em porcao.
TabaCO americano em latas a 2J, em chapa a 10 a libra e em macinhos embrulhados
em chumbo a 160.240 e 320 e a groza de 170 a 22*, part cigarros e cachimbos.
Cigarros de manilha de papel brande pardo a 15* o milheiro.
de Campos, desde o dia 11 do presente mez, Q- MaCIllllaS G papel para cigarros de manilha.
cando a cargo do abaixo assignado o activo e pas- iar. _.i:n
aivo da mesma dita ca o para conhecimento xxapt; lUiaU francez em magos de urna libra e ditos de meia libra fazenda superior.
VaSOS de lOUCa e barro para tabaco rap.
LacnimOOS esta casa tem sempre sorlimento espantoso de cachimbos de gesso, louga, ma-
deira, barro e os verdadeiros e sempre apreciaveis cachimbos de espuma.
VenuemSe tOCiaS as fazendas mais barato do que em outra qualquer parte.
Ij-arante-Se todos os objectos vendidos tornando-se a receber (incluindo os charutos) quan-
do nao agradem ao comprador.
Apromptam-Se encommendas, encaixolam-se e remetlem-se aos seus destinos cora bre-
vidade.
Alm d0
se fallar ao Sr. Lydio Aleirianno Bandeira de
Mello, para desazer um engao.
Attenco.
Guilherme Antonio de Sequeira, participa ao
respeitavel publico, e com especialidade ao cor-
po docommercio, que deixou de ser seu socio na
sociedade que exislia de Siqueira & Campos na
ra estrella do Rosario n. 2, Jos Ferreira Pinto
de todos declaro por este jornal.
Pernambuco 15 de junho de 1861.
Guilherme Antonio de Sequeira.
E' barato a 1*000!!!
Sedas de superior qualidade muito largas e
bonitos padrdes pelo diminuto prego de 1* o co-
vado : na ra do Queimado n. 17, a primeira loja
passando a botica.
i
O abaixo assignado, roga as autoridades poli-
ciaes, pedestres, e mais pessoas de pegarcm o meu
escravo, que fazendo-me um crime, fugio de meu
sitio da estrada do Arraial, no doraiogo 9 de ju-
nho de 1861, com os signaes seguintes :
Bonifacio, conhecido por Bonilinho preto,
crioulo, 22 annos de idade, cara muito feia, quan-
do falla nao encara para as pessoas, com muitas
marcas de bexigas na cara, alto, re forrado do
corpo, com fallas de denles, com urna grande
costura nos pellos : canoeiro e tijoleiro, vestido
de caiga branca, e camisa de madapolo ; pro-
yavel que teoha mudado de roupas, e que teoha
ido com alguroa pessoa no vapor para o Cabo e
oulros lugares, costuma intitular-se de forro e an-
dar calgado.
Este negro foi escravo do engenho d'agua de
Iguarass, do finado Hcnrique Pope Giro, lio de
minha mulher, e hoje do Sr. Dr. Francisco Joao
Carneiro da Cuuha, cujo escravo tocou era parti-
Ihas a minha mulher. E protesto proceder con-
tra quem o tiver asylado, ouerapregar era qual-
quer irabalho.
Quem o pegar leve-o a ra do Mondego da fre-
guezia da Boa-Vista, da cidade do Recife, em mi-
nha otaria n. 13, que pagarei todas as despezas e
Irabalho.
Marcelliao Jos Lopes.
Pelo juizo de orphos desla cidade, no dia
18 do corrente, depois da audiencia do mesmo
juiz, vai a praga de renda por seis annos, pro-
priedade denominada Santa Anna de dentro, por
20OO9OOO annual, com as condigdes propostas
pelo meieiro de dita propriedade Joao Venancio
Machado da Paz ; as quaes os pretendentes pode-
rao ver no carlorio do escrivo Facundo.
Quarta-feira 19 do corrente, pelo julzo mu-
nicipal da segunda vara, (Inda a audiencia, vai a
praga a requerimento de Antonio Joaquim de
Mello, testamenteiro da finada D. Francisca do
Coracao de Jess, a casa terrea n. 105, sita na
ra Direita desla cidade, por venda.
No dia 18, linda a audiencia do Sr. Dr. juiz
.de ausentes, se ha de arrematar a parte do so-
brado da rus do Brum, outr'ora n. 10 e ruje 58,
e o escravo Florencio j com nova avaliago, tu-
do perteoceoto ao ausente Francisco Augusto da
Costa Guimares.
Na ra Nova n. 48 aluga-se urna escrava
capaz de todo o servico de urna casa.
OITerece-se um portugus para caixeiro de
qualquer estabelecimento ou para criado, o qual.
sabe ler e escrever : quem precisar, dirija-se s
Cinco Pontas n. 93.
O abaixo assignado, possuido do mais pro-
fundo reconhecimento para lodas aa pessoas que
se dignarara inieressar-se pela phase por que
passou, vem recoohecido, render urna homeoa-
gem do fundo 'alma, e agradecer-Ibes lana
bondade e iuleresse, especialmente a 10 ou 12
distinctos cavalleiros que se mostraram verda-
deiros amigos e procuraran) com seus esforgos
que o abaixo assignado voltasse para seu lugar,
perdoando-lhes, se por circumstancias, occulta
seus respeilaveis nomos : o abaixo assignado
Ibes agradece cordialmente e os lera em sua lem-
branga sempre viva e sempre grat. Recife 14
de junho de 1861.
Thomaz'Antonio Maciel Monteiro.
19 Ra do Queimado
Lencoes
de panno de linho pelo preco de lj900.
Bramante de linho
Grandes lencoes de bramante 330O.
Panno de linho fino
Lencoes sem costura muito grandes a 3$.
COBERTAS
de chita a chineza, pelo prego de IJfSOO.
Lencos a 160 rs. cada um.
Lengos brancos para aleibeira a 15600 a duzia.
TOALHAS
de fusto pelo baraliasimo prego de 500 rs. cad
urna.
Chales estampados.
Chales de merino estampados a 25*500.
ALGODAO' MONSTRO
com 8 palmos de largo a 600 rs. a vara.
Chita.
Chita franceza a 220 rs.
Capellas
de flores de laranja pars casamento a 5|.
Tartaruga,
Vende-se urna tartaruga verdadeira, de bom
tamanho, s qual serve para criar-se em casa : na
ra do Pharol n. 40, em Fora de Portas.
Farinha de mandioca.
A 29 e 39 a sacca ; no becco Largo n. 6, ta-
berna.
Vende-se urna olara na camboa do Reme-
dio, que foi de Luiz Cirios da Co:ta Campello : a
tratar na ra do Cabugn. 1 D, ou oa mesma
otaria.
Vende-36 um escravo crioulo de idade de
35 annos, sem vicios oem defeitos : a tratar na
ra do Cabug o. I D.
Vendeui-se dous carros novos de conduzir
gneros da alfaodeg*, os quaes sao muito bem
construidos e de volta inteira, proprios tambera
para conduego do assucare outras mercadorias,
da eslago do caminho de ferro para onde se qui-
zer, com um ou dous bois : na ra da Impera-
triz n. 23, serrara.
Aos Srs. caixeiros.
Um rapaz habilitado propde-se a en-
sinar aos que se dedicam ao commercio
das 6 as 10 horas da noite, a ler escre-
ver e traduzfr as linguas franceza e in-
glesa, grammatica e analise da lingua
portugueza, arilhmelica, juros, descon-
t, reduego de pesos e medidas e cam-
bio : quem de seu prestimo se quizer
utilisar dirija-se a ra do Cabug n. 3,
segundo andar, do meio dia as 6 da tar-
de. Sujeita-se mesmo a ir tomar lic-
ges em suas casas.
que fica exposto tem um variado sorlimento de objectos proprios para os senhores fu-
mantes.
Recebem-se todos os artigos directamente, motivo pelo qual se pode vender muito mais
barato do que em outra qualquer parte.
Vender muito para vender barato
Vender barato para vender muito.
I#4
!#4
O abaixo assignado deixou de ser caixeir0 I
do Sr. Pedro Alexandrino da Costa M3lhado, e
ao mesmo tempo.vem agradecer-lhe o bom trata-
nenio que lhe deu durante nove mezes e dez \
s que esleve em sua casa. Recife 14 de ju- j
A BOA FE TnlUWlPHA
DE
nho de 1861.
Jos Maa d'Azevedo.
Leilo
No dia 18 do corrente.
Evaristo far leilo por autorisago do Exm.
Sr. juiz d* commercio a requerimento dos de-
positarios da massa fallida de Machado & Souza,
de um excellente cavado muito bom eslradeiro e
bsslanle carnudo e por isso muito proprio dos
passeios da festa, para algum rapaz de bom ges-
to. No mesmo dia cima na ra do Vigario nu-
mero 22.
Terca-feira 18 do corrente as
11 horas do dia.
Ra do Vigario n, 10.
De um cairo e um cabriolet com to-
dos os arreios, lanternas, bons, eixos,
sendo o carro um dos melhores que ha,
visto accommodar 4 senboras a gosto
com baldes sem amarrotar os seus ves-
tidos, brgo, boas molas; o cabriolet
um dos melhores sendo de duas rodas,
alto, muito elegante, volta inteira, os
quaes estaro patentes no mencionado
dia na agencia de Vicente Ca margo na
ra do Vigario n. 10. aonde sera' o dito
leilo.
Jos de Jess Moreira & C.
|N. 18-Ruado Rosaraio esquina das Larangeiras-N. 18
Os proprietarios deste estabelecimento a visan!
m Precisa-sede um caixeiro que lesna
9 alguma pralica de loja de mindezas : na
S) ra da Imperatriz n. 82. &
m i aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com grande sorlimento de gneros dos melhores que
Os abaixo assignados venderam a tem v>ndo a este mercado o por ser parte delles viodos por conta dos proprietarios eslo resolvios
armaco e utencilins Hn **n i i i ', a tender por menos do que em oulro qualquer estabelecimento e se obrigaro a servir os Srs. com-
montnA TV ?T u esia Deieci pradore8 da melhor maneira possivel para o que avista far f.
Sbath' tJManteiga ingleza perfeitamente flor p0 prtw m,m,m ..
onus e encargo
junho de 1861.
Jersey, livre de,
algum. Recife 15 del
Silveira & Mello.
A baroneza da Victoria, seus ^
lhos Jos Joaquim Coelho, Joaquim
Coelho, Horacio Coelho, Demetrio
Coelho^ Virgilio Ck)elho, Joaquina
Coelho" de Lcmos, Guilhermina
Coelho Borges Diniz, Amalia Coe-
lho de Freites e Olympia Coelho,
seus genros e oras J080 Herme-
negildo Borges Diniz, JoSo Pinto
de Lemos Jnior, Joao Antonio de
Araujo Freitas Henriques, Ade-
Iaide Coelho e Emilia Coelho,
convidam a todos os amigos do fi-
nado tenente-general barao da
Victoria, seu muito presado esposo,
pai e ogro, a que lhes facam a
nonra de astittir a missa que se ha
de resar as 8 horas da manhaa do
da 19 do corrente, na igreja de
N. S. da Conceico dos Militares,
pelo 'anniversario de seu fsllec-
cimeoto.
^f
lja
en le-se ou aluga-ae a armecdo aa loja da
' DirelU n. 48, a caaa tem commodos para fa-
"Yi'j^-* ,rma5ao ^ Ptopria para qualquer esla-
' a tralar na mesma.
belecimenio
muito boa, em barris se far abalimento s na boa i.
Dita franceza muit0 boa a 720 rs. a libra, s na boa f.
Cha perola, hysson e preto, 25560,2 e i6oo, s na boa f.
DOCe de CaSCa de gOiaba em caixes do melhora 900 rs., s na boa f.
AmeixaS fraUCezaS a480 rsa libra.s na boa f.
Marmelada imperial 0 afamado Abreu ede oulros fabricantes pelo prego ds.
a libra em porcao se far abatimenio, s na boa f.
Latas com bolachihna de soda a 1*500 muito nova, saa boa f.
CnOCOiate d0 melhor que tem vindo a este mercado a 900 r*. a libra, s na boa f.
MaSSa de tomate da melhor que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
UOCeS fle pecegO, gluga, pera e alpera a calda fabricado pelos molhorea fabricantes de
Lisboa em latas de differentes lmannos a 700 rs. a libra, s na boa f.
PaSSaS muitO nOVaS 4Sor,. bra, s na boa f.
C OnSerVaS ingleZaS e francezaS &00 rs. em porcio se faz abalimento, s na
boa f.
Aletrja, macarr&O e talhanm a 400 rs. das mais novas queha.s nabos f.
lOUCinhO de LlSbOa muito bom do mais novo que ha no mercado a 3 r*. a libra, s
a-boa f.
OllOUri^aS e paiOS 0 melhor que ha no mercado a 560 rs. a libra, s na boa f.
Banha de porCO refinada da melhor que ha no mercado a 480 rs. em porcao se far aba-
timenio, s na boa f.
Vinho em pipa daFigueira a690rs. a garrafa e de Lisboa 560 e 480 a garrafa e em sa-
nada ae far abatimenio, dito do Porlo engarrafado a 19 e 1*400, duque do Porto do melhor
que pode haver, s na boa f.
Cnampagne M mais acreditadas mareas que ha, licor de todas as qualidades. garrafas do
azeite purificado a 900 rs., aozes das mais novas qae ha a 100 rs. a libra, ervilhas em calda,
azeilosas em ancoras muito baratss,*s6 na boa f. Alm disto encontrado o sorlimento
completo dos gneros tendentes i molh>dos e tudo do melhor que ha nesie mercado, s
se encentra na boa f.
Aviso.
Precisa-se alugar um escravo mensalmente ;
na ra dos Pires n. 42.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico e a quem convier, que tendo passado pro-
curado bastante ao Sr. ur. Joaquim de Souza
Reis para seu substituto para tratar de sua causa
de falle ocia commercial nicamente aconleceu
que aquelle tomasse pelo lado ridiculo o abaixo
assignado quando ia em seu escriptorio saber co-
mo ia cssa causa, e por conseguiole o abaixo as-
signado cassou a procuracao que deu, Qcando ella
de nenhum effeito.
Francisco Antonio do Reg Mello.
Aluga-se o lerceiro andar da casa da tra-
vessa do Queimado n. 1, a qual tem bons cora-
modos para familia : a tratar na taberna por bai-
xo do mesmo.
Roga-se aos Srs. abaixo mencionados que
quando lhes seja possivel, dirlgirem-se ra da
l.ingoela n. 4, fallar com o abaixo assignado a
negocio que lhes diz respeilo :
Dent Antonio Coutinho.
Domingos da Rosa.
Joaquim Jos da Silva Sanio;.
Vieira Ferreira.
Joaquim Antonio Rodrigues Sobrinho.
Marcolino Tolenlino da Oliveira.
Joaquim de Paula Lopes.
Manoel Coelho Pioheiro.
Joao Jos Soares Vivas.
Joo Francisco de Souza.
Manoel Jos ds Silva.
Jos Antonio da Cunha Guimares.
Clemente da Silva Lima.
Manoel Jos de Oliveira Irmo.
Joaquim Soares da Rocha.
Manoel Antonio da Cunha.
Oliveira & Azevedo.
Andr Barbosa Soares.
Recite 15 de junho de 1861.
Jos Miguel dos Santos.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos
e que tenha alguma pralica de fazendas para se
empregar de caixeiro perlo da prac,a.
Francisco da Silva, subdito portuguez, vai
ao Rio Grande do Sul.
Aluga-se um grande armazem na ra da
Hoeda n. 7 : a tratar ao lado do Corpo Santo nu-
mero 25.
Por nao ter havido audiencia do juizo de
orphos deste termo no dia 14. ficou transferida
para' o dia 18 do corrente a praca do engenho
Pedregulho, silo na comarca de Nazaretb, por ar-
reodamento trieonal.
George Boliston, Roberto Guy, William
Spencer, Ioglezes, seguem para Europa.
Attenco.
Na ra Direita, sobrado de um andar de va-
randa de pao n. 33, defronte da padacia do Sr.
Jos Luiz, fazem-se bolos chamados de S. Joo
de differeoles massis e gostos, enfeitados com
capellas, coroas, cora$5es com letras; tambero
se fazom bandeijas de bolinhos, de armacoes do
melhor gosto, lauto para casamentes como para
bailes, fazem-se docea de diversas qualidades,
arroz de leite, cangica, pastis de nata, pudins,
pasteles, jaleas de substancia.
Compra-se'uma duzia de colheres de sopa,
daprata, seaslotUo : quem lirer annurjcie pars
ser procurado.
16-
A PRIM4VER4
-Ra da Cadeia do Recife-1GI
LOJA DE MIUDEZAS
DE
|Fonseca Caixas de vidro com perfumaras urna
2*500, espelhosdourados duzia 800 rs.,
apparelhos para brinquedos de crian-
cas de 1 a 4$, bandeijas para um copo a
400 rs. cada urna, ditas maiores de 1,
2, 3 e 43 cada urna, pentes de tartaru-
ga virados a 5, 6 e78 cada um, barretes
de retrozcom vidrilbos para seohora a
1&800 cada um, pegas de fitas de vellu-
do piato eslreitas a 1$ e a 1*200 a pe;a
de 10 varas, pentes para atar cabello a ]
18500 a duzia, caixas de raiz a lgOO a i
duzia, cartas francezss muito Unas a j
I 3J500 a duzia, caivetes grandes em
carlo a 4* a duzia, ricas caixaa de
j madeira com espelhos contendo perfu-
maas proprias Dar loilets de senbora
| a 6$ cada urna, bahuzinnos com ditas a
5* cada um, argolas douradas a l#500
a duzia, colheres de metal principe pa-
I ra terrina a 2$ cada urna, ditas para
sopa a.48500 a duzia, tesouras para cos-
tura em carteiras al* a duzia, tranca de
carocol raasso de i-2 peciuhas a 600 rs.
o maco, jarros dourados com pomada a
3* o par, fivelas para collele a 500 rs. a
duzia, ditas para caiga a 800 rs. a du-
zia, fitas de linho s 480 rs. o masso, co-
lheres para cha a 320 e 500 rs. a du-
zia, figuras com tinleiro e arieiro a 500
800 e 1* cada um, alamares para capo-
tes a 1*200 a duzia, pegas de bico C3m
10 varas a 600, 800, 1*, lg200, la500 e
2$ a peca, caixas para barba tendo vi-
dro parasabo e espelbo a 320 rs. cada
urna e sem vidro a 100 rs., pentes
de tartaruga para marrafa a 640 rs. o
par, botes de louca para casaveques
de lodas as cores a 240 rs. a duzia,
meias cruss muito compridas para se-
nbora a 3*500 a duzia, grampos enfei-
tados para cabello a 640 rs. o par, ren-
das pecas de 10 varas a 800, 18 e 18500,
salas cootendo cadeiras, mesa e con-
solos de porcelana com banha a 10* e
12*, phospboros do gaz a 240 rs. a du-
zia de caixiohas, caixinhas com gram-
pos a 200 cada urna, ditas com alfinetes
a 320 rs., ditas redondas contendo al-
finetes, grampos, clcheles e dedal a
500 rs. cada urna, ditas grandes a 800
cada urna, ditas com os mesmos ob-
jectos e um frasco de extracto a 1* ca-
da urna, pacotes de papel de cor de 100
folhas a 600 rs. o pacote, candieiros de
meio de sala para azeite de 6 a 88 cada
um, caixinhas de msica a 5A e 6g cada
urna, botOes para punhos a 320 rs. o
par, tesouras muilo finas para costura a
6* a duzia, limas para unhas a 320 rs.
cada urna, velas stearinas a 7C0 rs. a li-
bra, e muilos outros artigos que a vista
dos pregos commodos por certo nin-
guem deixam de fszer negocio visto
que rivalisam elles com os das casas
importadoras.
A saboaria da ra
Imperial,
Compra caixas vasias que
tenha a marca da casa e* es-
tando em bom estado, paga
200 rs. por cada urna.
Attenco
A pessoa que annunciou precisa r da
quantia de 2:000$ dando por garanta
um predio, pode dirigir-se a ra da
Imperatriz n. 1 loja, que se dir' quem
aceita .este negocio.
A pessoa que annunciou precisar
da quantia de 5:000s) dando por hvpo-
theca um predio de maior valor livre e
desembaacado, pode dirigir-se a ruada
Imperatriz n. 1, loja, que se dir'
quem faz este negocio.
A pessoa que annunciou precisar
da quantia de 600$ dando por hypo-
theca urna preta moca, pode dirigir-se
a ra da Imperatriz n. 1 loja, que se
dir' quem taz este, negocio.
No armazem de Macha-
do & Rodrigues na ra da Ma-
dre de Dos n. 6, vende-se fa-
rinha de mandioca sacca
grande a 1#500.


*
DIARIO 01 EBNAM1C0. *~ SEGUNDA FURA 17 PK JUHHO DI 1861
()
Tendo ido hoje loja do Sr. Bernardo Jos
Monteiro & Irmao ahi me cahira do chao o meio
bhete o. 4039 da 1 Santa Thereza do Rio, cujo bilhete fora achado
pelo Sr. Pedro llarioho de Albuquerque, mora-
dor em N. S. do O', como fofa testemuohado pe-
los caixeiro* da loja ; pelo que rogo ao Sr. Ma-
rrano o obsequio de anudar dito bilhete ra do
Collegio n. 61 ou mesma loja. Recife 13 de ju-
nho de 1861.Aotouio Ricardo do Reg.
Preciaa-se de alugar um preto, que sirva
para todo se}? ico : na casa n. 71, da ruadas
Cinco Pootas r quem o ver dirigiodo-se mes-
ma achara com quem tratar.
Altenco.
Constando a abaixo assignada que Columbo Pe-
reira de Moraes e sua mai a Sra. Francisca loa-
quina da Conceicao pretendem dispdr dos escra-
tos, que conservara em seu poder, pertencentes
ao casal de seu Qoado marido o coronel Manoel
Pereira de Moraes, pelo presente faz publico que
pessoa alguma traosija com o mesmo Coltnbo e
sus mai a respeito de laes escravos, quer por
compra, hypotheca, ou por outra qualquer ma-
neira ; porqaanto a abaixo assignada pelo juizo
municipal de Olinda, escrivo Faria, move ques-
to acerca desses escravos, e j obteve senten;a
a seu favor; e pelo presente protesta contra o
mesmo Columbo e sua mai por qualquer desca-
minho que delles faca, e contra todos que com-
praren, ou por outra qualquer maoeira negocia-
rem os mencionados escravos. Outrosim previne
aos Srs. tabelliea e escrives de paz, que se nao
presten) passarem escriptura de nalureza algu-
ma acerca dos escravos que fazem o objecto do
presente annuncio sob as penas da lei.
Recito 14 de junbo de 1861.
Untes Sebastiana de Moraes.
8Sap.itjs de (ranga para homem e se- t9
nhora algo par : em casa de Julio & @
$M Conrado. ^
@@>a 999
Francisco Jorge de Souza, desde seiembro
de 1856, por vezes, e seguidas, tem pelo Diario
de Pernambuco annunciado vender, ou permu-
tar o seu sitio do Arraial, com casa decommodos
de pedra ecal, estribara tambem, porco grande
de fructeiras de varias qualidades, riacho perma-
toente de boa agua, terreno foreiro a quarenta e
tantos anoos, feito pelos primeiros administrado-
res, eassim mentido, e sanecionado pela ultima
adruinisirjc.au da Exma. finada a Sra. D. Mara
Elena Pessoa de Lacerda, como ludo consta dos
seus titulse mais papis respectivos: quera por
tanto quizer fazer um dos negocios cima annun-
cie, ou dirija-se aodllo sitio, e mesmo no Recife
no trapiche do Ramos, das 9 horas do dia at a
tarde.
Manoel Aires Lessa pungido do mais
doloroso sentimento agradece corlialmeu-
te a todas as pessoas que se dignaran) as-
sisiir o oQii io de corpo presente na igreja
de Sao Pedro Novo e levar a seu ultimo
jazigo o cadver de sua muito prezada e
nunca esquecida consorte ; o aproveita a
occasio para pedir-ihes o novo favor de
assistirem a celebraco de urna missa e
memento, que pelo seu repouzo eterno
deve ler lugar na mesma igreja de Sao
Pedro Novo s 5 horas da maohaa do dia
17 do crrente mez.
O abaixo assignado avisa a lodos os devedo-
res do imposto de 20 por cento sobre o consumo
da agurdente do municipio do Recife, que teem
sido remissos em seus pagamentos, que est ti-
rando mandados executivos contra lodos os mes-
mos devedores era geral, que nao teem querido
amigavelmente pagar, liados talvez, que por se-
rem amigos nao o devam fazer: e para que se nao
chamem a ignorancia, fago o presente aviso.
O arrematante,
Luiz Jos Marques.
Alugam-se duas casas terreas, modernas e
bem edificadas, com bastantes commodos e gran-
des quintaes, na ra da Palma ns. 3 e 5 : a tratar
na ra do Rosario n. 14, sobrado.
Precisa-se de um menino de 14 a 16 anuos
para caixeiro de taberna, que tenha alguma pra-
tica : na ra da Senzala Nova n. 22.
Precisa-se
de urna urna deleite, preferindo-se escrava, pa-
ga-se bem : na ra do Queimado n. 7, se tratar.
Industria
Atten gao dos senhores d
engenho.
O propietario agricultor que precisar de um
bom administrador casado com pouca familia, e
que tem bastante pratioa desse servico de euge-
nho, e at nao pde dunda a tratar com o pro-
pietario vista das tarcas que liver o engenho e
a qualidade do terreno a fazer firme um cohtode
numero de caixas, cada umade oO'arrobas, com
tanto que, o que exceder ser do administrador,
visto nio percebar ordenado slgum: quem qui-
zer, dirija-se a praca da Independencia ns. 6 e 8,
por carta, com as letras seguintes, L. S. A., ou
annuncio, pelo Diario para ser procurado.
Guimares k Luz.
Em consequencia de eslsrem na liquidarlo do
fiado pedem a todos os seus devedores o obse-
quio de viren) ou mandarem pagar seus dbitos
na mesma loja onde foram contranidos ou na fal-
la disso podero pagar ao Sr. Manoel Garlos Maia,
a quem temos dado lodosos poderes para obrar
amigavelou judicialmente caso seja necesssrio,
para os que quizerem psgar amigavelmente mar-
camos o praso de sessenta dias, eos que nao pa-
garem at esse lempo nao se quaixem do resul-
tado.
CHARUTOS SUSPIROS.
Chegaram os verdadeiros e magnficos charuto* suspiros doe fabricantes Jos Furtado de Simas
o Alexandre Pereira de Araujo, te vende a 5Joceuto : na ra da Cideia do Recife loja do
Centro Comiiiercia!.
Joao Corre i a de Carvalho, al-
faiate, participa aos seus nume-
rosos freguezes e amigos quemu-
dou a sua residencia da ra da
Madre de Dos n. 36 para a ra
da Cadeia do Recife a. 38, pri-
meiro andar, aonde o enconkra-
rao prompto para desempenhar
qualquer obra tendente a sua
arte.
Offerece-se para caixeiro um moco brasilei-
ro que sabe bem 1er, escrever o contar ; a tratar
na ra da Santa Cruz n. 62.
fes tej<
Solda-se perfeilamente toda qualidade de lou-
ca Una ou ordinaria, porcelana, vidro, barro e
pedra, garaotindo-se a.perfeico e seguraoga
visto que o annunciante est munido dos ulen-
cilios de sua proGsso : na ra Direita u. 57,
casa terrea.
Traspassa-se o arrendamiento do engenho
Frescondim muente e correte, e que tem pro-
porcoes para safrejar mais de dous mil pes an-
imalmente, ficando perto da estrada de ferro 3
leguas, e tendo boas obras. Arrenda-se com
vinle e tantos cativos de enchada, bois e ani-
maes de roda, veodendo-se a safra creada : quem
pretender pode entender-se com o Sr. Bruno
Alvaro Barboza da Silva, no Recife. ou com o
abaixo assigoado no engenho Cajabucb.
Manoel Barboza da Silva.
O abaixo assigoado vende o engenho Japa-
randuba, sito na freRuezia o'Agua Prcta e distante
300 bracas da 4a estaco da via f-rrea. Alera
desia vantagem, tem a de ser bom d'agua, de ex-
celleote produeco e de moer eom a mesraa agua
urna serrana e fabrica de farinha, preparadas com
todos os utensis: quem o pretender dirija-se ao
dito engenho, ou nesta praja ao Sr. Herculano
Deodato dos Santos.
Recife 2 de maio de 1861.
Miguel Affonso Ferreira.
LOTERA.
Sabbado 22 do corrente mpreteri-
velmente no lugar e horas do costume
sera' extraliida a primeira parte da pri-
rneira lotera em benecio da igreja de
Nossa Senhora do Rosario da freguezia
de Muribeca. Acham le a venda os b-
lbetes e meios bilhetes na thesouraria
das loteras ra do Queimado n. 12, pri-
meiro andar, e casas commissionadas.
Logo que se dislribuam as listas serao
pagas as sortes.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Preparam-se bandejas bem enteitadas de
diversos gostos pera casamento?, bailes e qual-
quer fuoccao, ou festas de igrejas.com os melho-
res bliohos ; assim como bolos para os festejos
de S. Joo, de todas as qualidades: quem pre-
cisar, sendo o mais em conla do nosso mercado,
ou mesmo bliohos em libras separadas, dirija-
se a ra da Peoha n. 25, que se far o ajusto
com perfrico e asseio.
Precisa-se de 6:000# a premio, dando-se
para seguraoga hypotheca em um engenho :
quem quizer anauncie por este Diario para pro-
curar-so.


O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
i
i
i

Na ra estrella do Rosario n. 21, primeiro
andar, precisa-se de urna ama para todo servido
de urna pessoa, paga-se bem.
No consulado dos Paizes-Baixos exislem
duas cartas de importancia para o subdito hol-
landez T. C. X. van deu Brink, que ltimamente
foi trabalbador na estrada da trro. .
Precisa-se de ama ama p\tra casa de pe-
quena familia ; a tratar na ra da Senzala Velha
o. 140, ou na ra da Cadeia o, 45.
Precisa-se urna ama para o servido de urna
casa : na ra do Vigario n. 17, segundo andar.
JKfii6fil6ai&fil6fil6 QIS MBMSMMMMt
| O abaixo assigoado faz publico que os
i escravos Andi, pardo, idade26 annos;
f Benedicto, pardo, idade 19annos ; Mara,
parda, idade 17 annos; Antonia, crioula,
idade 27 aonos com 1 cria de nome Ma-
noela, idade del armo ; Josepha, parda,
idade 4 annos ; Francisco, crioulo, idade
28 anoos; Manoel, crioulo, idade 28 an-
nos; Flix, crioulo, idade 22 annos ; Rai-
mundo, crioulo, idade 21 auoos ; e Igna-
cio, crioulo, idade 30 annos, pertencen-
tes a Antonio Mximo de Barros Leite,
achan.se hypothecados ao abaixo assigoa-
do desde o dia 6 de fevereiro do corrente
anno, por escriptura lavrada no cartorio
do Ubellio Almeida, pela quanlia de
14:9679610 rs., e portante ninguem pode
fazer tr.-tusacrao alguma a respeito de laes
escravos e tem o abaixo assigoado privi-
legio em relago aquelles escravos sobre
outro credor do mesmo Sr. Barros Leite,
protesta desde j contra qualquer traosac-
cao que por ventura se Bzer com os pre-
dilos escravos, em quanto nao fr pago
da importancia a que esto elles sujeitos.
Recife 10 de jusnho de 1861.
Silvioo Guilherme de Barros.
KfiififiiftCifiaiisatt cid ca***c1tMief
9m m wmw VIU1 VOT PW VD1 Bl PWvWMI
Aos amantes do
;jo de Santo An-
tonio e S. Joo.
Jos Paulino da Silva scientifica aos apaixona-
dos pelo divertimento e festejo de Santo Antonio
e S. Joao, que cncootrarao em sua fabrica de fa-
gos arliciies da ra Imperial, todos os fagos
proprios para o mesmo festejo, e que nao sao pro-
hibidos pelas posturas municipaes, como sejaro,
pistolas, balase rojo, e tabocas para fabrico das
mesms, fagos do ar, rodinhas, e massa; em
quanto a qualidade dos fagos e mistos que se
vende em sua fabrica, nada tem a dizer por ser
ja bem conhecido pelo publico sua superioridade
em relaco as oulras, e promello vender mais
barato que em outra qualquer parte, assim como
recebe-se encommeodas de fogos que nao sao
prohibidos.
Aluga-se oor preco commodo o armazem
do sobrado n. 37, sito na ra do Imporador ; a
tratar no Mondego, casa do finado commendador
Luiz Gomes Ferreira.
Deseja-se arrendar um engenho de boa pro-
dcelo e que tenha escravos e animaos suficien-
tes para o trauco ; tambem se comprar a safra,
escravos e aoimaes, so convir ao senhorio rece-
ber em predios nesta cidade, que podem render
de 3:000$ a 4:000$ : a quem convir anouncie pa-
ra ser procurado.
Joao Jos de Carvalho Moraes e mais her-
deiros de seu casal fazem sciente ao corpo de
commercio desta praca, que Ozeram venda do
estabelecimento de ferragens da ra do Queima-
do, a Joo Jos de Carvalho Moraes Filho, fican-
do o abaixo assignado respoosavel pela liquida-
clo do activo e passivo do mesmo estabeleci-
mento, at 15 de abril prximo passado. Recife
27 de maio de 1861.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
Oseohor
Gaetauo Aureliano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool, a negocio que lhe
diz respeito.
Mmmmmm mmimimm nj*ii*HTiiffTr
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgiodentista, faz
todas as operacoes da sua arte e colloca
dentes artificiaes, tudo com a superiori-
dade e perfeigo que as pessoas entendi-
| das lhe reconhecem.
S Ten agua e pos dentifrieios etc.
9iS9ifieS6eiMi6filfiSi&QI8&lfiaifiS
ilV Walm Kfrtyt c O 1., 2." e 3." tomos das biographias de
alguns poetas e outros homeus Ilustres da pro-
vincia de Pernambnco, com as poesas e muitos
documentos e ttulos inditos, e de grande inte-
resse e apreco, pelo commendador A. J. de Mello.
Em mo do autor.
Feitor
Precisa-se de um feitor para um sitio perto da
pra^a, que entenda de horla e que saiba tratar de
gado : na rus dos Guararapes D. 28.
Esto para alugar o lerceiro e quarto andar
na ra do Trapiche n. 18, ou juntos ou separado:
a fallar no primeiro andar, escriptorio.
Antonio Joaquina Ferreira Gusmso, subdito
portuguez. retira-se para a Bahia.
Joo Ferreira dos Santos Jnior, tendo ar-
rematado as dividas da massa fallida de Antonio
Joaquim Vidal, comprehondidas as dividas que o
mesmo Vidal arrematou pira seu pagamento de
Thiago da Costa Ferreira Estrella, faz sciente aos
seus devedores que tem dado procuracao bastan-
te ao mesmo Sr. Vidal e ao sollicilador Sr. Joa-
quim Piolo de Barros, eom poderes para recebe-
rem amigavel ou judicialmente.
ei@8vj
O arrematante da aferi(io do municipio do Re-
cife scientifica aos donos de estabelecimento e
vendedores de leite mel, azeile de carrapato,
milho, feijo etc., que no ultimo do corrente
mez Qnalisa-se o prazo das revises da mesma
aferiro, assim como lembra-os que at esta da-
ta aioda nao aferiram. Recife, 13 de junho de
1861.O arrematante, Francisco Pedro Advio-
cula.
MBWCTwWMlSi IHIHIH 0!M una MM __
Consultas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1. Molestias de olhos.
2." Molestias de coraco e de peito.
3. Molestias dos orgos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comecando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero empregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, nalureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doenles toda e qualquer operaco que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se icha Si
prvido de urna completa colleco de gf
instrumentos indispensavel ao medico &
flj operador. ||
Quem se julgar que tem contas com a ga-
lera americana Emely Farraum, queira apre-
senta-las quanto antes em casa de Henry Forster
& C, ra do Trapiche n. 8.
O Sr. Parker Simes, capilo da galera ame-
ricana Emely Farmum, que segu desle porto
para Calcula, entrada neste porto com farca miior
depois de estar encalhada na barra de Catuama,
precisa acerca de dez conlos de ris, sobre risco
martimo para satisfazer as despezas necessarias
do dito navio, os preteodentes mandaro as suas
propostas em ca\ta fechada ao consulado ameri-
cano na ra do Trapiche n. 8, quanto antes.
Galdino Ferreira da Silva declara ao publico
em geral e com especialidade ao corpo do com-
mercio, que deixou de ser caixeiro dos Srs. Lopes
Irmos desde o dia 12 do correle, approveitan-
do esta occasio para agradecer aos mesmos se-
nhores o bom tratamento que recebeu durante o
lempo que esteve em sua casa.
mmmz wz mi reste m ais vesmim
Atteoco.
Francisco Xavier Pereira de Brito, so-
licitador da fazenda geral. tendo exercido
por espaco de 8 annos o offlcio*de solicita-
dor de causas na cidade de Porlo-Alegre,
adquirindo por isso urna grande pratica,
pretende aqui eocarregar-se do andamen-
to de qualquer causa nos differentes jul-
ios, despachar escravos e tirar passapor-
lea na pulida, e promover cobraocas. E
como tem na corte sua disposico um
habilitado procurador tambem se eocar-
rega de maudor agitar l o andamento de
qualquer pretencio perante as secreta-
rias de estado e thesouro, e de qualquer
causa que tenha de seguir por meio de
recurso para o supremo conselho.
Qualquer pessoa que se queira utilisar
de seu presumo pode o procurar das 9
horas da manha at as 2 da larde na ra
das Triocheiras n. 13, e fora deslas horas
na ra de S. Francisco, sobrado n. 72,
5Ra estreita do Rosario3
I Francisco rimo uzorlo continua a col- ag
I locar dentes artificiaes tanto por meio de *
molas como pela presso do ar, nao re-
9 cebe paga alguma sem que as obras nao @
9 fiquem a vontade de seus donos, tem pos
q e outras preparares as mais acreditadas g
g para conservadlo da bocea.
CONSULTORIO ESPECIAL BOME0P.4THICO
no nouToa
, SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das eeguiutes molestias :
mofestias dat mulhere, molestias da erian-
Si, molulias da pelle, molestias dos olhos, mo-
tiat syphilitieat, todat as especies de febres,
febre* intermitientes e suas consequeneias,
PUARHAC1A ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias. in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelus precos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Stlino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, teudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tennam na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Arrenda-se o engenho Jaelr, situado no
termo de Serinh^m, moentee corrente.com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ler outra casa terrea contigua com com-
municago para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, olaria e seu respectivo torno,casa
de engenho com urna moeoda que produz calda,
para cincoenta a sessenta pes por tarefa com um
parol de cobre sulfcientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, tendo a casa sufflcien-
te capacidade, urna deslilaco completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de contiouidade, com suis
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdenle por dia de vinte e dous graos pelo
arioietro de Cartier, casa de purgar para rece-
ber mil pues completamente arraojada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), com dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaixamenlo com quatro balces, sna
respectiva estufa e caixoes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinha com um grande forno
e completo aviamenlo; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinta casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falla seja qual fr o
verao ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
boira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
lodos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a produego de cana ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas de
barro moriquipi e gomoso, com malas tambem a
roda do engenho de sufficiente capacidade para
dar estacas para cercar e lenhas para uso dos tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr misler fazer-se nos edificios rus-
ticos. Os partidos tanto de varzea como es de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil pes sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberla com capim milhan. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Este en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que Um esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheita de 1861,
a ndar-se em 1862, sendo avaliada por peritos,
assim como o prego dos pes. As condices e
lempo do arrendamento se combinar com quem
o pretender, que dever procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Menezes Vasconcellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos AfUiclos. de manha al 1 hora da
larde.
Carros fnebres.
Ra Novan. 63.
Agr administrador desle estabelecimento ,
grato ao publico e aos seus amigos pela ci nlian ja
e cooperaco que sempre tem recebido, nao tre-
pida em fazer ludo quanto estiver a seu alcance
para bem cuuprir as suas obrgagoes, e conti-
nuar a merecer a mesma coadjuvaco ; e como
aquilio que se v mais certo do que o que se
ouve, por isso convido aos que quizerom a vir
orrularmente examinar para se convenceren). O
publico e seus amigos ja perrtinuieuic ,.k.. .
maneira sincera e pontual com que cosluma sa-
tisfazer as obrgagoes a que se compromelte.
Tem carros de todas as ordens, conforme o re-
gulameoto do cemiterio, assim como se encarre-
ga de tudo quanto necessario a qualquer en-
terro e officio anniversano, e de solimos dias,
encarregando-se de mandar fazer e distribuir os
proprios conviles, podendo 3er procurado a qual-
quer hora do dia ou da uoile no mesmo estabe-
lecimento.
lllllitlillllllilf
Cercle dii commeree'
. Biaudin ain,
Ra do Trapiche Novo n. 22.
Todos os dias das 8 horas da manha al s 10,
haver Brioches francaise com caf com leite,
doces francezes.
Duas feridas
Dnia na perna e oulra do peito do p.
Padeceodo urna minha iroia, ha mais de um
anno, de duas feridas, urna na perua e outra no
peito do p, que lhe motivavam muilos spffrimen-
tos, nao obtendo de remedio algum favoravel re-
sultado, com a applicaco das chapas raedicinaes
do Sr. Ricardo Kirk, com escriptorio na ra do
Parto n. 119 no curto espaco de 28 dias achou-se
perfeilamente boa.
Certo da virlude de to til remedio, nao pos-
so deixar de dar o derido agradecimento so seu
autor.
J. Q. Bohe.
Ra Nova do Conde n. 130, Rio de Janeiro.
O escriptorio de Ricardo Kirk se achara aberto
todos os dias das 9 horas da manha s 2 da tarde,
ra do Parto n. 119.
Offerece-se urna ama par* casa de pouca
familia, para o servigo interno ; a tratar na mes-
ma casa at o dia 22.
No dia terca-feira 18 do correte, depois da
audiencia do Dr. juiz de orpbos vai praca de
venda, a casa 36 sita na ra da Conceicao da Boa-
Vista, com o abale da quinta parte na importan-
cia de 1:60X8.
@
i
STAHL C.
i RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.!
Ra da lu pera triz numero 14 9
i

(Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
$ Retratos em todos es-
tylos e tamanYios.
Vhvturaao natura\ em
oleo ea^narella.
Copias de dagnerreo-
tyno e outros arte-
factos.
xYinbrot\\>os.
Paisagens.
i
i

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Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad e Samuel P.
Johston & C, ra da Senzalla Nova n. 52.
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- .yx* *'.y/f *um miWmtt'nm ^w tifa w>~.-~ --.- 3*?
rfW'*W.^'-V*W'r-*w9!t^_9!rC8c9B5K
Quem precisar de urna ama de leite sem fi-
lho, vinda do malto. e queira pagar quem a
trouxe, dirija-se ra da Cadeia-Velha n. 51,
segundo andar.
Os abaixo assigoados fazem sciente ao res-
peitavel publico, e piincipalmente ao corpo do
commercio, que deixou de ser eu caixeiro o Sr.
Joaquim Paulino Barbosa desde o dia 6 do cor-
rente. Becife J de junho de 1861.
Guimares & Irrao.
Aviso.
XXKSX-
m
Joo de Siqueira Ferro scientifica a i
seus numerosos amigos e freguezes, tan- g
W to destas como de oulras provincias que 9
fc ffludouseu estabelecimento de fazendas .
quetlnhana ruado Crespn. 15 para a
a roa do Queimado a. 10, onde continua a a
' ter um completo sortimento defazendaf '
9 de 'odas ai qualidades. 9
Paulino Rodrigues de Oliveira, arrematan-
te do imposto de 20 0|o sobre o consummo da
agurdente do municipio do Cabo e Seriohem
5 C225 d0 de Jlho de ,860 a 30 de junho
de 186d, avisa a lodos os cootribuintes que nao
paguera o dito imposto ao Sr. Antonio Paes de
S Birreto sem que lhe aprsente os ttulos le-
gaes. protestando o mesmo arrematante cobrar
executivamente de quem tenha pago ao referido
Brrelo sem os competentes ttulos c para que
se nao chamem a ignorancia, faz o presente avi-
so, Recife 15 de junho de 1861. r
O artista amerioano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por5
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento decai-
xinlias novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento dccai-
xinhas novas
Nograndesalao darua do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. sborn, o retratista america.
no tem recentementerecebidoum gran-
de e variado sortimento de caixas,qua.
dros, aparatos cbimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande ornecimen
to de caixas para retratos de 3||000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos praticos na artr
de retratar acharSo o abaixo assignado
sempre prompto sob condiedes muito
razoaveis.
Os cavalheiros esenboras sSoconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima fica anunciado.
D-se 1:400# a juros com hypolheca em
casas terreas: no paleo da Terco d. 19, so dir
quem d.
Francisco Maciel de Souza participa" a seus nu-
merosos freguezes tanto da pra^a como de fon.
que tem de abrir novamente o seu estabeleci-
mento de calgado feito na provincia no 1.* de
jnlho prximo futuro, nj ra da lmperatrfz, ou-
tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
dos Perreiros, onde pretende vender muito em
conta, como decosturoe, para agradar aos fre-
guezes : vender muito e g*nhar pouco.
Precisa-se de urna ama forra ou capiliva para
engommar, e para todo o servico interno de
urna casa de familia : na ra do Imperador c.
37 segundo andar.
t ompr as.
Precisa-se saber noticias do tenan-
te Teos Yerhar von Oinlucbt, que
entrou no servico brasileiro em Per-
nambuco de 1824 para 1832: quem
delle poder dar noticias fara' o favor
de apparecer ou mandar dizer no con-
sulado de Dinamarca, ra do Trapiche
n. 18, primeiro andar.
F. W. Nash nao tendo podido despedirse
pessoalmeote de todos seus amigos o faz por
meio desle jornal offerecendo ao mesmo tempo
os seus traeos prestimos.
Aluga-se a casa terrea da ra da Sokrfade,
com bastantes commodos, grande quintal com
diversos arvoredoa, deixando-se liear um parrei-
ral, roseiras e gallinheiro lodo de madeira, con-
forme a convenco que se fuer com o pretenden-
te : quem quizer procure na mesma ra n. 48.
Aluga-se a loja de negocio n. 9, na ra Di-
reita : a tralarna ra atraz da matriz da Boa-
Vista n. 36.
Claudio Dubeux, proprietarlo das linhas de
mnibus scientifica a quem convier que d'ora em
vante, at ulterior deliberado, so haver um
omuibus para Jaboalo duas vezes por semana,
partindo do Recife as quartas e sabbados e rol-
lando de Jaboatao as quintas e segundas.
Escriptorio de advocada.
0 bacharel A. R. de Torres Baodeira tem o seu
escriptorio na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, onde pode ser procurado para o exercicio
da sua profisso de advogado, das 10 horas da
manha al as 3 da lard ; encarrega-se de qual-
quer Irabtlho forense nesta capital ou fora del-
la, prometi lodo o zelo e promptido as func-
[ei do seu ministerio.
Corapram-se moedas de ouro de 20>OGO :
na ra Nova o. 23, loja.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz e. 12 loja.
Compra-se urna casa terrea em qualquer
das freguezias, Santo Antonio, Boa-Vista e S.
Jos ; a tratar na ra do Sol n. 13.
Compra-se urna mulalinha de 6 a 7 anno)
de idade, bem alva e bonita: na ra Nova n. 14,
primeiro andar.
Compra-se papel de diario a 120 rs. a libra :
na ra dos Guararapes n. 42.
Vendas.
Aos cavalleiros.
Acham-se venda os verdadeiros couros gran-
des e cabelludos, de bode, pretos e braocos, che-
gados ha dias da Europa ; na loja de seileiro
ra larga do Bosario n. 28.
Vende-se a casa n. 66 da rus de Aguas-
Verdes, ha pouco reedificada por fora e por den-
tro, com oitoes dobrados e quintal com porlo
para a ra de Horlas, cm cujo fundo pode ser edi-
ficada urna casa, licando quintal para ambas com
cacimbi. etc. ; a fallar com o Lima, no Forte do
Mallos, que tem poderes de seu proprietario para
dita venda.
Veode-se urna mobilia de Jacaranda por
prego commodo, tendo 1 duzia de cadeiras, 2
coosolos, 1 banca de meio de sala, 1 sof, 2 ca-
deiras de braco, 1 de balango, tendo 1 candela-
bro, 2 pares de lanlernas, 2 vasos d flores com
redoma de vidro e alguns objectos para cima de
meaa, retratos de senbora, tantos em qusdro co-
mo em caixa, retratos de catacumbas do cemite-
rio de Inglaterra ; vende-se tambera urna cama
de amarello com lastro de pala,mais meiaduzia de
cadeiras americanas; quem quiztr, dirija-so a
ra das Triocheiras n. 28, das 9 horas da ma-
nha em diante at as 4 da tarde, que achara
com quem tratar,
Farinha a 1,600 rs.
a sacca.
Na ra do Codorniz, armazem n. 12 A.
Grande pechincha.
A 220, 240 e 260 rs.
Chitas francezas de muito bonitos padrees e
muito bons pannos, pelo baratissimo preco de
220, 240 e 260 rs. o covado ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Vende-se urna casa com dous andares e
solio, silo na ra das Aguas-Verdes n. 100 : a
rlatar no piteo do Carmo n, 7, segundo andar.


()
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
MiRIO DI KRMAmUCO. SEGUW& fEIHA 17 M JiHO DI 1881
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vendar a ver-
dadeira potaasa da Ruasia, cora e de superior
qualidade, assim cmo tambem cal virgem ero
pedra ; tudo por pregos mato baratos do que em
outra qualquer parte.
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico* dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de j
roupas feitas, calcados e fazeodas e todos ja
estes s veudem por pregos muito modi- *
ticadoa como de seu costume.assiro como
sejam sobrrcasacos de superiores pannos
e casacos (ajtos pelos ltimos Qgurinos a
265,289, 30j e a 359, paletols dos mesmos
pannos preto a 16$, 18|. 209 e a 249,
ditos de casemira de cdr mcsclado e de
novos padres a 149.169. 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas osemiras de co-
res a 99. 109,129 a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89, 109, el2$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de r.ord aj, ditos
de merm chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceoa protos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muilo superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusta o a 39500, 49
e a 49500, ditos de fustao branco a 49,
grande quantidade de caigas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49. ditis de brlm de cores
Tinas a 2J500, 39, 39500 e a 4g, ditas de
1 brim brancos finas a 49500, 5g, 59500 e a
; 69, ditas de brim lona a 59 e a 6$, colletes
I de gorgurao preto e de cores a 5J e a 68,
ditos de casemira de cor e pretos a 4
e a 59, ditos de fustao branco e de brim
a 39 e a 3}f500, ditos de brim lona a 4g,
! ditos de merino para luto a 49 a 49500,
> cligas de merino para luto a 4S500 e a 55,
I cipas de borracha a 99. Para meninos 3
I de tolos os tamanhos: caigas de casemira 3
1 preta ed> cir a 5g, 69 e a 79, ditas ditas 3
I de brim a 2j, 39 e a 39500, paletols sac- g
1 eos oe casemira preta a Gg e a 7, ditos
de cor a 69 ei 7$, ditos de alpaca a 39,
sobrecasacos de panno preto a 129 e a S
14, ditos de alpaca preta a 59, booels 3
para menino de todas as qualidades, cu- |j
misas para meninos de todos os tamanhos, i
meios ricos vestidos de cambraia feitos 9
para meninas de 5 a 8 annos com cinco S
babados lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu- II
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditos de S
brim a 39, ditos de orobraia ricamente %
bordados para baptisados.e muilas outras
fazeodas e roupas feitas que deiiam de
ser meticioaadas pe sua grandequanti- JO
dade; assim como recebe-se toda e qual- O
quer encommenda de roupas para se M
mandar manufacturar e que para este fim *
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina de al- S
fdiate dirigida por uai hbil meslre que
pela sua proraplido e perfeigo nada dei- 55
xa a desejar. jas
grande sortimento.
45 Ra Direita 45
Qoal ser a joven e linda pernambucana, que
nao procure animar este estabelecimento man-
dando comprar ama botina da gosto? Qoal
mi de familia, prudente e econmica que Ihe
nao de preferencia pela qualidade e prego ? Qual
o cavalheiro ou rapaz do positivo, que nao quei-
"e comprar por 8, 9 e 10, o calgado que em outra
parte nao vendido se nao por 10. 12 ou H?
attentfam ;
Senhoras.
Botinas com lago (Jolj] e brilhantina. 59500
com lago, de lustre (superfina}. 59500
com lago um pouco menor. 59000
aem lago superiores..... 59000
> sem lago nmeros baixos. 49500
sem lago de cor....... 49000
Sapatos de lastre. : 190OO
Meninas.
Botinas...........45400
b para criangas de 18 a 20. 89500
Horneni.
Nantes) lustro.......10J000
(Fanlen)courode porco inteirissas lOOOO
(Fanienj bezerro muito frescaes. 9g500
diversos fabricantes (lustre). 9}0OO
inglezas inteirissas.....99000
gaspeadas.....89500
prova d'agua. 8J500
Sapates.
Nantes, sola dupla.....; ; 59500
urna sola......... 59COO
para menino 4$ e..... 39500
Sapaloes lustre.......... S9OOO
Sapatos de tranca.
Portuguezes de Lisboa Anos.....29000
Francezes muilo bem fitos.....19500
Alem disso um completo sortimento do legiti-
mo edo verdadeirocordavo para bolinas de ho-
mem ; multo couro de lustre, bezerro francez,
marroquim, vaquetas, couros preparados e em
bruto, sola fio, laias etc., tudo era grande
quantidade e por pregos inferiores aos de outrem.
rn?r.j&3ESCMasm
Fareo.
No armazem n. 30 da'ra da Madre
de Deo, confronte a botica ingleza, ha
muito bom (arelo em saceos, chegado
ltimamente, para vender as porcoes
ou a retalho.
Piaoos
Saunders Brothers & C. tem para vender en
eu armazem, napragado Corpo Santn. 11
alguna pianos do ultimo gosto recentiment
(negados dos bem conhecido e acreditados fa-
bricantes J Broadvrood & Sons da Londres t
muito proprio para este clima
o
S*
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DA
VICTORIA,
NA *
/Jua do Queimado n. 75,
Junto a loja de cera.
Nesta loja veniem-ee m seguioies miudezas e
outraa muttas por pregos baratos, s para quom
comprar victoria aempre contar :
Cartoes de clcheles francezes muito boas a 40
rs. o carlao, e duzia a 400 rs.
Agulhas francezes multo boas e verdadeiras a 120
rs. a caixa com 4 papis, e avulso a 40 rs. o
papel.
Agulheitas para enfiar vestido a 40 rs. urna.
Ltnhas victoria em carretel com 200 jardas 60
rs. um, e duzia a 640.
Ditas de 200 jardas de Alexauder a 900 rs. a
duzia.
Ditas de Pedro V em cartio, branca e de cores a
00 rs. um carto.
Ditas de melada de peso verdadeiras a 240 rs. a
melada.
Papis com cento e tantos alQnetes francezes a
40 rs. o papel.
AlQnetes de cabega chata grossos e finos a 120
rs. a carta.
Cordo imperial para vestido a 40 rs. a pega.
Caivetes fios deduasfolhas para peonas a 200
rs. um, e duzia a 29 *
La de todas as cores para bordar a 6*500 a libra.
240* 280 e 380* *" b'UU P"* ^'" 22*
Ditos transparentes tambero boos a 360 e 400 rs.
Enfladores de algodo a 60 rs. cada um.
tSWrerstr-"par'homema
Dlo'br*,)ca8muil0 flo" Par enhora a 240, 280,
320 o par. '
Espelhos dourados para parede redondos
drados a 39500 cada um.
Ra do Crespo
toja n. 25, de Joaquina Ferreira de Si, vendem-
se para fechar cenias as seguales fazeodas por
pregos muito baratos: pecas de cambraia lisa fi-
na a 3#, cortes de casemira a 39500, pegas de
babados largos e muito finos a 39, seda de qua-
dros miudos a 800 rs. o covado, chitas largas de
cores escuras e claras a 240, csssas de cores bons
gostos 240 o covado, organdys muito finos a
500 rs., pogas de ntremelos bordados a 320 a
vara, golliohas bordadas a 640, manguitos de
cambraia e fil a 29, bramante de algodo com
9 palmos de largura a 19*80 a vara, sobrecasacas
de panno fino a 20 e 255, paletols de panno e
casemira a 169 e 209. ditos de alpaca de 3/500 a
79, ditos de brim de cores e brancus de 3$ a 59,
caigas de caaemira preta e de cores de 6 a IO9'
ditas de brim de cores e brancas de 25500 a 5j>*
colletes de casemira de cores, e setim preto a 59
camisas de fasto brancas o de corea a 29. cortes
de cassa de cores a 29, cassas pretas a 500 rs. a
vara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprio para capas de senhora a 800 rs. o cova-
do, assim como outras muitas fazendas, tudo
muito barato para acabar.
Relogias.
Vtnde-se em casa de Johnslon Pater de C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos tranceln para os
mesmos.
e qua-
Bramante superior.
Veade-w bramante de linao bastante IncorM-
prego de J94OO rs. a vara : na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa f.
Chales de merino
estampados a 29500 ; na roa do Queimado n. 29
na loja da boa f. *
Gravatinhas estrenas.
Vendem-se superiores gravatinhis estrailas de
seda, nio s pretas como de cores, pelo baratis-
simo prego de i$: na ra do Queimado n. 22
loja da boa f.
Atoalhado de linho
com duas larguras a 29600 a vara ; na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Cera de carnauba.
Vende-se cara de
que ha naale genero
cife, loja n. 50.
Caes do Ramos armazem
n 24:
de amarello, e lonro por
carnauba a mais superior
! na ra da Cadeia do Re-
Vendem-se taboas
pregos razeaveis.
cobertos edescobertosr pequeos e grandes, da
oaro patente inglez, para homem e senhora da
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo u'timo paquete inglez : em casa de
ionthall Mellor & G.
Sapatiribos de setim e
me*as de seda para bap-
tizados.
Importante
Aviso
Na loja de)4 portas da ra do Queimado n. 39
aclia-se um grande armazem com lodo o sorti-
mento de roupas feitas, paracujo fim tem mon-
tado urna officina de al'aiate, estando encarreaa-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa pa-
ra desempenhartoda e qualquer obra que se' Ihe
I encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade
Illms. Srs. ofliciaes tanto da armada
exercito.
A loja da aguis branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. pri-
morosamente bordados, os auaes est vendendo
pelo baralissimo prego de 39, (nesse genero nao
se pode dar mais perfeitos),assim como outros de
merino tambem bordados a 1600 e 2, BcphM
suatniauto mu unas o bonitas metas de seda de
diversos tamanhos, tendo at, proprias para os
meninos e meninas que s rvpm de anjos as pro-
cissoes; lem brancas, de listas, de florzinhas, a
o boca! tecido de borracha, o roals engrgado
possivel : ludo isso na ra ra do Queimado lo-
a da aguia branca n. 16.

como
aos
do
I Liquidacao
^Rua do Queimado n.
0. loja de 4 portas.
em es-
l
Veode-se as seguidles fazendas por
menos prego do que em oulra qualqaer
m
parte, como sejam :
Chitas francezss cores fixas a 220 e
Cort-s de cissa franceza a
Chaiys de apurado gosto covado a
Ciiiiiirai.i de seda dito o co>ado a
Mimos do co dito o covado a
Chales com palmas de seda a
lSUOOe
Camtsiohas de cambraia bordada
para baptisado a
Ditas de dita para senhora e com
goliinha a
Chitas ingiezas cores Gxas a
Eaguin de puro linho a vara a
Cambraia lisa muilo fina a pega a
Chales de merino bordado a
Ditos de dito liso a 39500 e
Mantas de setim lavrado para se-
nhora a
Meias para senhora a 38, 3#500 e
Dit.s para menina* a 2g8O0 e
Chapeos de sol de seda para se-
nhora a 39500e
Guardanapos adamascados a du-
zia a 2$500 e
Toalhas de linho a duzia
Riscadinhos de linho o covado a
Corte9 de brim de linho de cores
a 29500 e
Ditos de meia casemira a 19280 e
Panno azul fino covado a 19280 e
Dilo preto dito dito a 39500, 49 e
Cortes do casemira prela a 59 e
CorUs de dita de cores a 49 e
Cortes de velludo para collete
a I96OO e
Ditos de gorgurao a
Brim branco de linho trangado a
Paletols de brim de tor pardo a
Ditos de dilo lona a
taz-se fardas, fardoes com superiores preparos
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os Bgurinos que de
I* vieram ; alm dlsso fiz-se mais casaquiohas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudanles de esta-
do roaiore de cavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prsla, tudo ao
5OSlO da Fnrnp, limbom propora-se becas para
esembaraadores e de qualquer juiz segundo o
es'ylode Coimbra aonde se fazem as melhores
onhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
desenos a matiz de todas as cores propnos para
fardamenio de pageos ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto Affiangando
& *&W ?ue por t,ldo se Gcl r^sponsavel como seja boas
tazendas, bem feilo e bom corte, nSo se falta no
da que se promeller, segundo o systema d'onde
veio o mestre. pois espera a honrosa visita dos
dignos senhores vislo que nada nerdem
per i mentar.
Ray mundo
Carlos Leile &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissavin-
da ullimnmen-
te de New-
York.um com-
pleto sorti-
mento das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfeigoa-
mentos, fazendo pasponto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na raa da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas re-
irozes em carrtteis, linha de todas as corea 'tudo
fabncado expressamente para as
chinas.
Attencdo
IFtzendas e rou-l
pas feitas baratas
NA LOJA DE
240
25000
500
440
400
29000
59OOO
38500 2b
160 9
800 g
5S000 5
59000 s
4g00 &
lg600 5
-aCOO ^
33000 t|
s
Gurgel & Perdigo. S
Ra da Cadeia loja n. 23.
RECEBERAM vestidos superiores de
blonde com mana, capella, saia de se-
tim, ditos modernos de seda de cor, da-
tos pretos, dilos de phaotasia. ditos fle
cambraia bordados, lindas lasinhas, fi-
l, tarlatana, sedas de quadrinhos, gros-
denaples, moreantiqne, cassas, cambraia
a* cores muito superior, sinlos, enfeites,
novos manguitos, chapaos, manteletes!
visitas, capas moderna de gorgurao e de
fil, pulceiras, leques e extractos de sn-
dalo.
48000
39000
9000
160
28800
I96OO
18600
5|000
63OOO
59000
29OOO
1S600
1/000 !
38SOO i
48500 ,
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupa feita para acabsr,
Paletols de panno preto a 229, (aseada fiaa
caigas de casemira pretas e de cores, ditas de'
brim edegnnga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 49, ditos de fuslo de cores a 49
ditos de esta menta a 48, ditos de brim pardo
39. ditos de alpaca preta saceos e aabcecasaeos
colletes de velludo pretos de corea, dilos d
gorgurao de seda, grvalas da linho as mais mo-
pernaa a 200 rs. cada umt, coannhos de linho
da uliima moda, todas estas fazendas se venda
barato para acabar; a loja est aborta das 6 ho-
ras damanba atoas 9 da noite.
Fazenda econmica!
LSazinha para vestido a 240 rs. o covado fa-
zenda oulr'ora de 800 rs. ; Amorim & Castro
ra do Crespo n. 20. '
Eofeites a
ribaldi.
Muitos lindos enfeites a Garibaldi para senho-
'IJt?* dllos l8'n 8?500 cada um, ditos de vidrilhos a 1800cada
um : na loja da victoria, ra do Queimado nu-
mero 75
Arado 1 americanos e machina-
para lavar roupa: em casa de S.P. Jo
hnston & C. ra daSenzala n.42.
Cortes de meia casemira de ama s cor, fazen-
da superior, pelo baralissimo prego de 2 cada
um,: na ra do Queimado n. 22 na loja da boa f
A12000
a duzia de toalhas felpudas superio-es ; na ra
do Queimado n 22. na loja da boa f.
Enfeites de flores para ca-
samentos e bailes.
Chegou para a luja d'aguia branca lindos e de-
iicaaos enfeites de flores fins, feitos com metilo
gosto e a ultima 4,, to mui propnos p,r,
senhoras que fio a caaamentos e bailes, e s>r-
.iT! Sai Wle P*ra a8M09- P?os sao 8,
W e ti porm quera apreciar o bom conheee-
r ana sao baratos, e para isso dirigir-se a rut
do Queimado, loja d'aguia branca n. 1.
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
va e apreciavel agua ambreada, de urr aroma ex-
celentemente agradavel Ella serve acertada-
mente para se deitar algumas gotas n'agua pura
com que se banha o rosto, resultando disso que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
lidade das senhoras ; assim como para se deitar
n agua de banho. que o torna mui deleilavel. re- 1 X m*. rmm ^v
soltando alem de refrescar o tirar ou fazer desap- 7 11 k I I 1 11 i 1
parecer esse hlito dessgradavel que quisi sem- S -'i 11< III
pre se tem pelo transpirar. Tambem Um a pre- 13g lili III
cosidadede acalmar o ardor que deixa a navalha 131 Vf *^. Vf
quando se faz a barba, urna vez que a agua com S / o u., j T
que se lave o rosto tenha della composigio. Cus- 48" tUMI da ImperatriZ 48]
la o frasco 19. e quem aprecia o bom nSodeixar S JUnto a nadara fi-uwov
cerlamente de comprar dessa estimavel agua am- fi r *UUl d P^UaCId 11.1 ll( C,l.
breada, islo na loja d'aguia branca, na ra do S t-oconlra-se neste estabelecimento um
Queimado n. 16. nica parte onde se acar 9 comD,e"? sorlimeoto de roupas de diver-
sasqualida Jes como sejam : paletols de
1 alpaca preta e de cores a 3* e 39500, for-
rados a 49 e 49500, dilos de ganga de cor
< a 49. dilos de brim pardo a 3JJ80O e 49 di-
| tos de brim de cor a 39500 e 49, dilos
; francezes a 39400, dilos meias casemiras
a 5g e59500, ditos de alpaca prela e de
; cores francezes fazenda de 109 a 6S500
dilos de palha de seds e laa a 39500. di-
tos do bramante a 49 e 39500, ditos de
I casemira saceos a 135, ditos sobrecasacos
a 15, ditos francezes a 199. ditos de al-
paca preta francezes golla de velludo a
JSoa?a' d,llos de PanQ0 Prel 18*.
E^,,2^'-,lc;" de brim de fr o U800,
IfoOO, 39>00 o 49. litas de casemira pre-
las e de cores a 69. 7S500, 8g e 109, ditas
de meia casemira a 49 e 39500, colletes
de fustao branco e de cdr a 2g500, 2*800
e 39, dilos de gorgurao a 49 e 59, dilos
de selim preto a 39500 e 49, ditos de ca-
semira preta e de cores a 49 e 59, ditos
do velludo preto e de cores a 79, 8J e IO9,
completo sortimento de roupa para me- i
nio como sejam caigas, pal-tots, colle- S
tes, camisas a 1$6U0. I9800e29.de fustao
a 29500, fazendas superiores.chapeos para *
cabega fazenda superior a 69500, 8S500 e ft
109, ditos de sol para homem a 6J500
ditos para senhora a 4J500 e 59, e outras f
multas qualidsdes de fazendas e roupas f
por pregos muito commodos. m
Recebem-se algumas encommendas de S
roupa por medida e para islo lem delibe-
rado a ter um contra-mestre no eslabe- 1
lecimento para executar qualquer obra II
tendente a sua arte.
A loja armazena-
da de Pariz.
Uua da Imperatriz, oulr'ora aterro da Boa-Vis-
ta, loja armazeoada de 4 portas n 56 recebeu
agora uro bello sorlimento de fazendas baratas a
saber : chitas novas a 160, 180 e 200 rs. o cov'a
do.ditas largas francezas a 240. 260 e 280 o cova-
do. pegas de cambraia brancas muito finas a
2S500. 3$ e 39500, saias de balo de 30 arcos pa-
ra senhoras e meninas a 3J500 e49. cobertas de
chita modernas e novo gosto a I98OO, lences de
panno de lioho a 2f, fitas de aigodo por diver-
sos pregos.
Vende-se um estabelecimento de chapeos
na prega da Independencia; a prast ou a dinhei-
ro, como melhor cooveociooar-se, quem preten-
der deize sua residencia e nome em carta feicha-
da na mesma Praga n. 6 e 8 a com inicial F se
nao ae declara no mesmo annuncio o dilo es'ta-
belecimento porque xistem pevedores pelo matto
e pode prejudicar os interesses do dono do
mesmo.
Kuada Senzala Nova n.42
Vende-sa em casada S. P. Joahston SC.
sellinse silhes nglezes, candeeiros e castigaos
bronzeados.loaas nglezes, fio de vela, chicote
psracarros, emomaria, arreios para carro dt
asi doras cavflos rtlogios do ouro patento
nglaz.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto prelos com
enfeites de conlinha, como dourados, e de lindas
litas e fivelas, o mais fino que se pode encontrar
tsto na loja Aguia de Ouro, ra do Cabug n. 1 b!
Gapelias flnaj para noivas*.
A loja d'aguia branca recebau novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, e as
esl vendendo a 69 e a 89. conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
xeMMW mmtma*i etrea**
4 fama Iriumpha. f
Os baiateiros da loja
Encyclopedica
Grande pechincha.
PAbETOTSSAC .OS de casemira ingle-
za a 109, ditos a 159. ditos de alpaca mais
tina a 69, aobrecasaco de panno a 209 24a
0 muilo boas a 409. caigas de casemira a
9S, botinas de Mell a 1?9 e ingleza a
109. chapeos francezes a 89 : na ra da
Cadeia loja n. 23.
Sem igual.
SAIAS balo muito boas de todo tama-
nhe a 49, luvas de Jouvin de todas as
cores e brancas pregos Dxo 2S500, sapa-
tos de tapete ede traoga a 19280. colchas
grandes de damasco de l e seda a 69,
de algumas destas fazendas existe urna
pequea quantidade por isso as pessoas
que quizerem com teropo dirijam-se a ra
da Cadeia confronte ao becco largo loja
O* o.
fl
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C
praga do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bncaule Koskll, por pregos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellente gosto.
Luvas de pellica enfeita-
das para noivas.
A loja d'Aguia Braoca acaba de receber pelo
vapor francez, as finas e bonitas luvas de pellica
entenadas, proprias para noivas, e contina a
vend-las pelo antigo e baralissimo prego de59000
o par: na dita lola de Aguia Branca ra do Quei-
mado u. 16
Galanteras.
A loJ d'Aguia Branca recebeu novamente
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos com
e 12 frasqumhos de cheiros; e os est ven-
dendo baratsmente a 2J000, 39OOO, e 4000; as-
sim como caixinhas redondas com 6 frasquinhos
a 185006, caixinhas com cheirosas pastilhas para
defumar quarlos gabinetes & & a 29000 urna: na
dita loja d'Aguia Branca ra do Queimado n.
lo.
Avariado.
Madapoln coqueiro
avaria a 39500 a pega :
17, a primeira loja passando a botica".
Guimares & Villar.
Ra do Crespo numero 17.!
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraias, lias, cbapelinas de pa-
lha e de seda para senhoras, manteletes
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sahidas de baile,saias a balo de di-
versas qualidades, saias bordadas de to-
das as qualidades e pregos, chitas fran-
cezas muito bonitas e finas, enfeites de
diversas qualidades para cabega de se-
nhoras, espartilhos de molas e muitos
outros objectos que nao mencionamos
todos proprios para senhoras.
Para botnens
paletots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, gravatas, lencos, so-
brecasacos, calgado Melie e muitos ou-
tros objertos.
Vendem baralissimo
Vendero baralissimo
Vendem baralissimo.
Quem duvidar v ver
Ouem duvidar v ver
Quem duvidar vvr.
Levem dinheiro
Levem diuheiro
|K Levem dinheiro.
A 4$,4#500 e5$.
gCambraia lisa muito fina a 49 a pega com 8 1[2
varas, dita muito superior a 5#. dita tambem
. dita
muito fina com salpicos a 49500; na
Queimado n 22, na loja da boa f.
ra do
Vende-se urna machina de costura
patente por barato prego : a tratar na ra
estreita do Rosario n. 12.
com pequeo toque de
na ra du Queimado n.
lival sem segundo.
Na rus do Queimado n. 55. loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos pregos as seguales fazendas
todas era bom estado :
Caixas de agulhas francezas a 120 e 240 rs.
Di laa de alQnetes sonidos francezes a 80 rs.
Caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Cartoes de clcheles francezes a 20 40 60
e 80 rs.
Duzia de meias cruas muito finas a 2950O.
Dita de ditas a 24().
Linhas de carretel brancas e de cores a 300 rs.
mesmas ma-, Masso de grampas muito boas a 40 rs.
Thesouras finas para unhas a 400 rs.
Ditas para costura a 160 e 320 rs.
Varas de renda lisa sortida a 60 e 80 rs.
Ditos de ditos de dita de algodo al
Pares de sapatinhos de la para meninos a 200 rs.
partas de alllnetes finos o grossos a 100 rs
frasco de oleo de babosa a 400 e 500 rs
Frasco de oleo de macass a 100 rs
Dito de macass perola a 200 rs
Frascos de banha muito fina a 320 e 400 rs
Dilos de extracto muito fino a 500 e 19
S)UU0 ba agU" de CoiOD'a SBOOO e
Ditos de Lavando ambriada a 600 rs.
Sabonetes muito finos a 160 rs.
Frascos de oleo Philocome a 1$.
Caixa de folha com phosphoros a 100 rs
na ra do Quei-
EAU MINERAL
NATURALLEDE VICHY
."P""*0" boticafranceza ra da Cruzn.M
AiiKiidoas confeitadas
a !# a libra.
Proprias para sortes de S. Joo
vende-se tanto em porcoes como a retalho nicamente
armazem Progresso, largo da Penha n. 8.
no
A 15,000!!
Ogigocom 15 garrafas (9
inteiras e 6 meias) da muito
acreditada champagne do afa-
mado Laronzire : oa praca da
Independencia n. 22,
Fazendas baratas.
A 4$000.
Cortes de casemira decores, fazenda boa ; na
ra do Queimado n. 47.
A 2^500.
Toalhas de linho para mesa
mado n. 47.
A 160 rs.
Pares de meias pretas de algodo para homem:
na ra do Queimado n. 47.
A 100 rs. o covado,
Chitas pretas em retalhos ; na ra do Queima-
A1#280 o covado.
Grosdenaple preto, fazenda boa ; na ra do
Queimado n. 47.
A2|o covado.
Setim maco preto muito bom : na ra do
Queimado n. 47.
A 2,200 rs.
Corles de gorgurao de seda a de cores : na ra
do Queimado n. 47.
A 4#f>00, 4,jf800 e 50200.
Pegas de madapoln bom : na ra do Queima-
do n. 47.
Para luto.
Cassa preta fina com salpicos ou flores bran-
caa a 500 rs. a vara ; na ra do Queimado n 22
loja da boa f. '
Loja das $ portas
EM
Em frente do Livramente
Luvas de torcal a 800 rs, par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 226
rs. o covado, ditos estreitoscom muito bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassas de cores seguras a
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 2i
brtmzinho de quadrinhos a 160 o covado musse-
Una encarnada fina a 320 o covado, algodo de
duas larguras a 640 a vara, lengos do cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o covado. fil de linho preto com aa
pico a 15400 a vara, luvas de torgal muito finas a
2?nh.0ar9d.anoXMtaberU Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja d'aguia branca receben prximamente
m novo e lindo sortimento de eascarrilhaa da
seda para enfeites de vestido, sendo de difieren-
tes cores e larguras, e como sempre as est ven
alendo baratamente a 2, 3, 4 e 5g a pe$a, precos
atas que em nenhuma outra parte sa acham, e
so sim na roa do Queimado, Iota, d'aguia branca
ooiiaier 11
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porgao de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadaa ul-
timo gosio, para meninas e senhoras, e as est"
vendendo a 1J500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois s as ha na loja d'aguia branca
ra do Queimado n. 16.
Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cavilios, proprio pa-
ra familia por ser bastante largo e nel-
le poder sentar-se quatro senhoras sem
machucarem seus vestidos e nem que-
brarem seus bales, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ra
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n. 10.
Urna casa.
Vende-se urna excellente casa terrea com so-
lio na cidade do Aracaty, sendo na melhor ra
de commercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
gel & Irmao, e nesta na ra do Cabug loja
Farinha de mandioca, a me-
lhor que ha neste gnero,
igual a de Muribeca.
E' muito barato visla da sua superior quali-
dade ; no armazem de Fragoso & Cabral, ra da
Madre de Dos n. 18, defronte da guarda da al-
fandega.
E' muito barato.
Ramos de flores finas proprias para enfeilos de
cabellos, para ornar vestidos, chapeos, etc. etc.
pelo diminuto prego de 1$500 o ramo I 11 u
ra do Queimado n 6, primeiro andar, casa da
cabelleireiro
J.Praeger&C.
em liquidaco.
Na ra da Cruz n. 11,
vendem,
25 quartolas vinho de Bor-
deaux de differentes quali-
dades.
Dito em caixas del duzia.
Agua de Setter, da Fonte.
Vinho do Porto em caixas.
Dito Xerez em ditas.
Cognac fino [pal brandy.]
Sardinhas em Ij4 e 1(2 latas,
Presuntos de fiambre.
Champan ha nova.
Chocolate francez.
Aos tabaquistas.
Lencos fiooa de cores escuras e fizas a imiU-
^1' 2S hnb.0,' a duxi mado n. 22. ns loja da boa t.
Brim branco de linho muito Roo 11000 a
vara ; na roa do Queimado n. 21. Iota da boal.
- Riscadinhos de linho proprios para obras
naflo n. M, loia da boa f.
!
)

J


Chapeos de sol de seda a 6$.
S^, decaBM *re kio prego de 69
na nu iin n..~;~..i~ Q ^ ]oii da
^DUWO 3t FMIUA1DCO. SEGWIDflMU 17 N JUHflO DI Hei.
boa f.
na roa do Queimado
A variado.
Madapolao largo e fino com pequeo toque de
Maria a 3*500 e 4, dito multo fino a 5* a peca :
na ra do Crespo d. 8. toja de 4 portas. V
Attenoo.
Na ra do Trapicho n. 46, om casa de Rostroo
oooker & c, existo um bom aortimonto do 11-
nhas de cores e brancas em carreteis do melhor
ftbneante de Inglaterra, as quaes so Tondem poi
procos mu razoavea.
DESTINO
DE
Jos Dias Branddo.
5Ra da Lingueta 5
O novo destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manteiga ingleza a 1* a libra,
dita fraoceza a 700 rs.. cha preto a 1*400. nas-
sas a 560 conservas inglezts e portoguezas a
'W rs., aleina, tlharim e macarrao a 400 rs a
libra, toucinho de Lisboa a820rs. a libra, bar ha
de porco refinada a 480 rs latas com peixe de
postas a 1*400, cerreja branca a 500 rs. a gar-
2S18** a*zia- dila Ptel a 600 rs. a garrafa e
oaaw a duza, tanto em garrafas como em meias
ervilhas francezas e portuguezis a 720 rs. a lata'
spermacete de 4. 5 e 6 em libra por preco mui-
to em canta vioho do Porto engarrafado Ono
(velhoj a 1 JaOO rs vinho de Lisboa e Figueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 rs. a gar-
rafa, e outros muitos gneros que escusado
menciona-los, que do contrario se tornava enfa-
dooho aos freguezes (Dinheiro vista.)
Esfriadeiras
para agua.
Vendem-se esfriadeiras muito alva para agua a
*9 o par ; na ra do Queimado n. 75.
Gomma de araru-
ta muito a.va al20rs.
a libra
Tariatana.
Veade-se tariatana branca muito toa con 11/2
vara de largura propha para Testados, pelo bari-
tissimo preco de 800 rs. a vara : na ra do Quei-
mado a. 82, na leja da boa (.
Fil de liho superior.
Vende-so superior fil do linho liso muito fino
a 800 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22. na
loja da boa f. '
SABAO.
Joaquina Francisco de Mello Santos avisa aos
seus freguezes desU praca o oa de fra, que tem
exposto venda aabao de sua fabrica denominada
Reciteno armazem dosSrs. Travassos Jnior
C, na roa do Amorim n. 58; massa amareila,
castanha, preta e outras qualidadea por menor
preco que de outraa fabricas. No meamo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples em mistara alguma, como u de
composico.
Vendem-se linhas de roriz em porgao e a
retalho, e por menos do que em outra qualquer
parte ; na ra da Cadeia do Recite n. 50, pri-
meiro andar.
Agua ingleza
de Lavander a mil ris o
frasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander, superior a todas as
outras, iljo frasco : na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Livro do mez marianr a 1$.
Acaba de sabir dos prelos desla typographia
urna nova edico do mez mariano, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha,
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceico, modo de visitar o lauspere-
ne do santissimo rosario ; vende-se nicamente
a 1* da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia. r
Vende-se na ra das
travessa de Ouvidor.
Cruzes n. 21, esquina da
Ferragens e militas.
53Rua DireitahS.
O proprietario do estabelecimento cima acaba
de receber um primoroso e rico sortimento de
bandejas para S. Joo. que por sus barateza e
bem acabado gosto, er nao ter rival oesia praca
rico sortimento de facas, garfos e colheres de to-
das as qualidades. e presos, meias finas, espin-
gardas, ferro da Suecla, camas de vento, e mui-
tos outros gneros que por sua barateza est dis-
posto a dar um a quem comprar outro.
Ifo pateo do Carmo sobrado n.
7 primeiro andar, vende-te urna linda
negrmha de 11 a 12 annot. le dade,
pela quaotia de 1:400$.
Veode-aea taberna da ira vean das Cruzes
n. 14, a tratar na meame.
Em casa de lolho & Bidoulac. veode-se o
seguinte i
Presuntos de Westphalia.
Agurdente em caixa de 1 duzia.
Tinta branca em latas.
Champanha da primeira qualldade.
Tudo muito em couta.
T Vend*' uma P'ota de meia idade que eo-
zinha e lava de sabio: as Ciuco-Pontas n. 51.1
^cbollisch- Germano.
Acaba de cbegsr do Rio de Janeiro esta linda
Schotiisch para pimo. all olTerecida. dedicada e
consagrada ao distincto artista o Sr. Germano
Francisco de Oliveira, por seus amigos e admi-
radores, e composico do professor de msica F.
L. Colas. Acha-se a venda ra Nova, oo arma-
zem de msica do Sr Dumont.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F, na ra do Queimado n. 22,
sempre seencontraro as superiores luvas de pel-
lica de Jouvin, tanto para homem como para se-
nhora, por serem recebidas por todos os vapores
viodos da Europa, e se vendem pelo baratissimo
preco de 24500 o par: na mencionada loja da Boa
F, na ra do Queimado n. 22.
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da a guia de ouro,
ra do CaL ugan. 1B.
Vendem-se massinho do coral muito fino a 500
rola o masao.
Palmatorias
de lato para velas a 400
ris.
Vendem-so palmatorias de lato para
4W rs. cada urna : na ra do Queimado.
aguia branca n. 16.
velas a
loja da
Sintos.
Veodcm-se sintos com ricas (velas para senho-
ra e menina a 2j, fitas e fivelas para cintos, ban-
dos de dina para marrafasa 600rs. : na ruada
mperatriz, loja da boa f n. 74.
Trina.
na ra
Attenoo.
Vende-se a taberna do becco Largo n. 2, muito
afreguezada para a praca, e muito proptia para
um principiante por terpoucos fundos; para tra-
ar no mesmo.
na
FMCiO LOW-MOW,
Roa daSenzalla Nova n.42.
Nesta estabelecimento contina a baver un
completo sortimento da moendas eoaeias moen-
das para engenho, machinas de vapor etaixas
te ferro batido e coado, do todos ostamanhos
para dito,
*ViDhos eDgarrafados^
Termo-
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
Bucellas.
Halvaaia, em caixas de urna duzia do garrafaa :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Graxa econmica
para lustrar calcados.
Vende-se a superior graxa econmica em bar
rilinhos de louca a 640 e 800 rs. cada um. A su-
periuriJade de tal graxa j conhecida por quem
tem usido delta, e ser ruis por aquelles quo de
novo compraren!. Ella serve igualmente para
amaciar e conservar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, conser-
va-se por 3 e 4 sem necessidade de nova graxa :
acha-ae venda na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Veode-se um sellim com pertences, tudo
em bom uso, para montara de menino ; na ra
Nova, casa da esquina n. 69, taberna.
Na ra do Queimado n. 6 por baixo da boneca,
vende-se trina do Porto de boa qualidade, che-
gida ltimamente, a 420 rs. larga, a 200 rs. es-
trella, o corado
Ra do Crespo u. 8, loja de
4 portas, admira a pe-
g| chincha
8Laa para vestidos azenda que
outr'ora custava 8i>0rs. o cova- r
8 do vende se a 210 rs., dao-se %
tf amostras com penhor.
Coraos lapidados
E' de graca.
a 500 rs.
Vendem-se massinhos
500 rs cada um : na ra
guia branca n. 16.
o mas so.
de coraes lapidados a
do Queimado, loja d'a-
Chales lisos de merino de lindas cores :
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Taixas.
Na fundirlo da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ha bom sortimento de taixas para enge-
nho, fabricadas com todo o cuidado.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem sempre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho, de i t0 e.m IreD,e a lorre de8t Jgv*ja. es'ta-ae"quei-
muito acreditado fabricante ^^t^S^^JSJA^^' "^^
Attenco.
Na loja de fazendaa n. 38 da ra do Livramen-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
d. i.
Cera de carnauba
Na ra da Cadeia do Recife n. 7, vende-se ce-
ra de carnauba a mais limpa e superior que tem
vindo a este mercado, e por isso de muita utili-
dade aossenhores fabricantes de velas, atteudedo
a quahdade.
SINTOS
para senhora.
Sintos muito bonitos para senhora a 3J cada
um, fivelis muito lindas para sinto a lgiOO cada
urna; na loja da victoria, ra da Qneimado nu-
mero 75.
Baoco de Portugal.
Marques, Barros & C. autorisados pe-
los agentes do banco de Portugal no
Rio de Janeiro, comprara saques sobre
as pracas de Lisboa e Porto, de qual-
quer quantia.
Vende-se um preto de idade 40 annos, p-
timo cosinheiro por 800$ : na ras do Queimado
n. 48.
Velas de cera de car-
nauba de superior qualidade, vindas do
Aracatv: a tratar com Jos Sa' Leitao
Jnior.
Vtnde-se urna preta de meia idade, qne co-
zinha e lava de sabio ; na ra das Cinco Ponas
numero 54.
(toes & Basto,
Ra do Queimado n. 46.
Recebeu ltimamente um completo sortimen-
to de luvas de pelica de Jouvin, de diversas cores
e esto vendendo a -2$ o par.
h.iu*cha*>*lin" > eda para senhora, pelo
baratissimo preco de 16 cada urna : na ra do
SoePS"sr-22'M,oiad,bMf: *
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Vendem-se ricos corlea de vestidos brancos
bordados coas 2 e 3 babados a 5S : na ra do
Queimado o. 22, na loja da boa f.
Enfeites de bom gosto po-
ra senhoras.
Aloja d'aguia branca est recentemente pro-
vea de um completo sortimento de enfeites de
bom gosto para senhoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torzal com franjas e borlas
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borlla ao lado, outros de
troco igualmente enfeitados com aljfar, e borl-
las, todos elles de um apurado gosto e pererio
ospracos de 8J e 108 sao baratos vista das
obras ; alm destas qualidades ba outras para
3 e 4 : isso oa ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui novos e
delicados chapeozinbos para baptisados obra
mu permita e bem enfeitada, sendo cada um em
sua bonita caiiinha, e pelo baratissimo preco de
68, ninguem deixari de os comprar : na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado n. 16.
P
\mk MITA ANDA MAIS BARATAS.
SORTIMENTO COMPLETO
[Fazeodase obras feitasJ
A
LOJA
Bolachiotia ingleza
a 160 rs. a libra.
H.\Sf*',ea 160,f- ,ib"' 8*200 biquinha
. h? S n::a.?ue-h n> mercado, aflancando-se
SSmKSSSSZ ID,ei8s i"6l nor aSOOrs.,
Jipata e paincoj 200 rs.. presunto e toucinho
muito novo a 320. loocinho de Santos a 240 cer-
giLgySfr.** grafa :.na Tu. d,a
CiuMs n. 24, esquina da travessa do Ouvidor.
Sitio veuda.
i J.e2r 2ncrqs,:^8,Bta ^ ,eDd m-
E ARMAZEM
DS
|Ges k Basto
8
NA
Kua do Queimado
a. 4ft, frente amareila.
Constantemente temos um grande e va-
nado aortimento de aobrecasacas pretas
ipi
a
A 12,oooS
cada um.
a Chapeos de seda brancos e de cores ?
= para senhora : na ra do Crespo n. 17, V
W loja de Guimares & Villar. &
Gangas francezas muito finas com padrdes
escuros a 480 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
J chegou o prompto
alivio,
bem como os oulros medicamentos dos celebres
Drs Radway & C, de New-York Acham-s*
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam aVinstrucces completas para se usarem
estes remedios, contendoum ndice onde se'po-
de procurar a molestia que se deseja curar' os
quaes se vendem a 1SO00.
A loja d agina branca acabs de receber de sua
propna fncommenoa a bem conhecida e provei-
losa opiata ingleza para denles, ruja bondade
aprrciada por lodos queme s dell tem
ser mais por quem quizer conse
em perfeito estado, assim como
denles ; cusa rada cixa 1J500,
s deixaio de romprar quando'
mais na loja d'aguia branca,
do n. 16.
le tem usado, e
rvar asgeogivas
a ehura dos
e por tal prego
a nao acbarem
na ra do Queima-
A16#000
Os mais ricos chapees de velludo e de seda, ri-
camente ufe.iados, para senhoras, pelo diminu-
a STpJJ?; Da rua d0 Oueiffiado u-39',o-
A 8^000.
Chapeos de castor branco, fazenda muito boa
os quaes se vendem pelo diminuto preco de 81
cade um : na rua do Queimado n. 39, loja de 4
Capellas.
19Rua do Queimado19
Ricas capellas de florea de laranja, pelo bara-
tissimo prego de 5g cada uma.
- --------------- b\/v co: ola
Sn/!6 df core muito fino a 181,
.A % P-fiots,doa memoa pannos
S05.22S e 24J, ditos saceos pretos dos
mesmoa pannos a 148,168 18$. casa-
cas pratasmuitobem feitas edesuperior
panno a 288, 30$ 358. aobrecasacas de
easemira do core muito finos a 158,16J
6 18S. ditos saceos das mesmas casemi-
rasalOS, 12f e 14$, caigas pretas de
easemira fina para bomem a 88, 98, 10#
e 12, di las de easemira de corea a 7$, 88,
9 o 108, ditas de brim brancoa muito
fina a 5$ o 68, ditas de diios de cores a
38. 38500, 48 o 48500, ditas de meia ea-
semira de ricas corea a 4$ e 4$500, rol-
letes pretos de easemira* 58 e 68, ditos
do ditos de coros a 4$500 o 58, ditos
branco ida seda para casamento a 58
ditos do 68, eolletes de brim branco e d
f usto a 38, 88500 e 48. ditos de cores a
28500 o 38, paletotspretos de merino de
eordao aaceo e so breca sa c o a 7$, 88 e 98
colletes pretos para lulo a 48500 e 58,'
gas pretaa da merino a 48500 e 58, pa-
l tots de alpaca preta a 38500 e 4$,ditoa
soorecasaco a 68,78 e 8$, muito Ido col-
latas de gorguro desedadecoresmuito
boa fazenda a 38800 e 4$. colletes do vel-
lado de crese pretos a 78 e 88, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos o de corea a 148.158 o 168, ditos de
easemira sacco para os mesmos a 68500 e
78, ditos de alpaca pretos saceos a 88 o
= 38500, ditos sobreeasacoa a 5$ e 58500,
11 calcas de easemira pretas e decores a 68,
J2 6$500 o 78, camisas para menino a 208
a duzia, camisas inglezaa pregas largas
muito superior a|328 a duzia para acabar.
Assim eomo temos uma officina deal-
(alate onde mandamos executar todas as
obras com breridade.
XlMHIMWfiKaM eNfiKMSMSeK
Lindos eabazes
de pal ha fina, oucest nhas
para meninas de es-
cola.
Na loja d'aguia branca se acham mui lindos e
delicados eabazes de palha fina, ou cestinhas en-
lejiadas, proprias para as meninss de escola, ou
mesmo para costura de senhoras, e custam 4 e 58,
o que baratissimo vista da perfeigao e bom
costa de taes obras, as quaes se vendem em dita
loja d'aguia branca, rua do Queimado n. 16. j paaaua0i cora principjo de buQ0> bjnzejro M
Vendem-se pombos de bonitas cores e de """j?1? tem os "10s brancos, os ps de rebolos
boa raga ; na rua do Seve ou Uniao, casa n. 16,1 malfeitos, arqueia muito as pernas para traz o
visinha ao grande edificio que se est fizend item de idade 22 annos, pouco meis ou menos :
para o gymnasio provincial : a fallar pela ma- i P*8a."se_Berierotamente a quem o pegar e leva-lo
^'V' l,,nba,,a para seis cavsllos, quar-
^s para serventes, ele. bma de capim, exce -
kBtes frucle.ras, cacimba com boa agua par "be-
ber o tanque para banho: os prndenles po-
Jh,V' c P8" ''" "*'iJm-S6 6 Saunder
Brolhera & C, praga do Corpo Santo, n. 11.
dss companhias Per-
de reboque: a tratar
& C praga do Corpo
Vendem-se seges
nambucana e Vigilante
com Saunders Brothers
Santo, n. 11.
Opiata ingleza para
dentes.
Escrayos ugioos.
Attenco.
ugio do poder do abaixo assignado o esrra-
vo por nome Joao de Castro, com os signaes se-
guinles: cacundo, olhos pequeos, ps cambe-
tas, andar vagaroso, levou camisa branca, calca
preta e chapeo de palha ordinario pintado da
i rxo, fugio ha perto de 1 mez, anda aqui mesmo
pela praga porque j foi encontrado : roga-se
porianto aos Srs. capitaes de campo ou a quem
pegar leva-lo casa da rua Nova o. entrada pe-
la rus das Florts que se gratificar.
Fugio no dia 28 de abril do correte anno,
do engenho Be.mflm, um escravo de nome Vi-
cente, crioulo, nem baixo e nem alto, regular
bstanle barbado, grosso a fornido do corpo)
olhos apitombados, tem falla de um denle na
frente, os ps apalhetados, tem um geito no an-
dar como quem coxila, com a cabega para frente
e para traz, tem 25 annos de idade, pouco mais
ou menos ; levou com sigo um cavallo cardo
vermelho de cangalha, e um camarada forro da
nome Joo Garca, crioulo, bem preto, alto e es-
padaudo, com um principio de buco.
nha al as 8 horas, e a tarde das 4 em diante.
ARMAZEM PROGRESSISTA
36, rua das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DUARTE ALMEIOA & SILVA
ARMAZEM
DE
ROUPA FUTA
DE
Joaquina Francisco dos Santos.
40 RUA DO QUEIMADO 401
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feito de todaa aa
qualidades, e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 409, 35$ o 309000
Sobrecasaca de dito, 35 o 30900
Palitotsde dito ede corea, 359, 309,
258000 e 209000
Dito de casimira de cores, 229000,
159, 12 o 9000
Ditos de alpaka preta golla do vel-
ludo, llfOOO
Ditos de merirj-sttim pretos o do
corea, 98000 89000
Ditos de alpaka do cores, 59 o 39500
Ditos de dita preta, 99, 79. 59 o 39500
Ditos de brim de coros, 5jf, 49500,
4$000 o 39500
Ditos de bramante do linho branco,
68000, 59000 e 4|000
Ditos de merino do cordo preto,
159000 o 89000
Galsas de casimira preta o de Corea,
H9.109.99o 6|000
Ditaa de prnceza o marin de cor-
do pretos, 59 o 49500
Ditas de brim branco a da core,
58000, 4*500 e *. 2*500
Ditas de ganga de cores 38000
Goliates de velludo preto o do co-
rea, lisos o bordados, 129, 98 o 89000
Ditos de easemira preta e de cores,
lisos bordados, 69,59500,59 o 39500
Ditos do selim preto 59000
Ditos de seda o selim branco, 69 o 5*000
Ditos do gurguro de aeda pretos e
de cores, 78000,6*000 o 5*000
Ditos de brim o fusto branco,
39500 o 39OOO
Seroulas de brim de linho 2*200
Ditas de algodo, 18600 e 18280
Camisas de peito de fusto branco
o de cores. 29500 o 29300
Ditas de peito de linho 68 e 3*000
Ditas de madapolao branco o dt
cores, 3*. 2*500, 2* o 1*800
Camisas de meias 1*000
Chapeos pretos de massa,francezes,
formasdaultimamodal08,8*500o 79600
Ditos de feltro, 6*. 58, 4* o 2*000
Ditos de aol da seda, inglezea o
francezes, 14*, 128, 118 o 7*000
Collarinhoa de linho muito finos,
novos feitios, da ultima moda *80O
Ditos de algodo y500
Relogios de ouro, patentes horl-
sontaes, 100*. 909. 809 e
Ditos de prata galvanisados,
tente hosontaes, 408
Obras de ouro, aderegoa o meioa
aderegoa, pulseiras, rozetas o
anneis
Toalhas de linho. duzia 12*000
pa-
70*000
30*000
nha com
e o Sr.
grandes
se viessem pessoalrnenle, na certeza de nuuco acbarem o contrario de nossos anrnSos TmH imeDlos\ 1ue Mra0 & bem emdos con>
SiK^VSSKSf?pecia,,ent escollhia a 80 ,ibr e em barril a 750 rs.
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vtndo ao nosso mercado.
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^^mSm^^m^.^S^ U9M m rs-a,at de ,ibra aa m i* ta-.
i Ti rnw (,LLfcIA DE MARMELLO a 1300 com duas libras.
CAFE'^1)0 PinE??i2.-^?-L.---*?- mui,8.?.quaUda^ mas bsm arranjado que tem vindo
jos sao os da melhor qualidade que tem
no mesmo lugar, assim como se protesta contra
1 quem o tiver occulio.
Fugio da casa do abaixo assignado o escra-
I vo por nome Thomaz, nacSo crioulo filho do ser-
ao de Uoxotho com os signaos seguintes, com os
dedos da mo direita aleijados, por ter sido ma-
chucado em uma maquina de paflaria; bonita
fino,- lo-- hoT0.c a rt mp7p. |Pm dentes ali-
mados pouco signal de barba representa ter Ma
26 annos de idade, julga-se ter ido para o dito
lugar por all ter seus prenles, e por que j foi
visto o anno passado, quando fugio a primeira
vez, portaoto pede-ce a quem o aprehender l-
valo ao seu seuhor na rua dos Pescadores n. 1 9
3 padaria, quesera bem recompensado.
Joo Jaciotho de M. Rezende.
_ Fugio do engenho Serrara em Jaboaiao, no
iaLdo^.orreDle mez- a Pedro, crioulo.
de 20 a 22 annos de idade, cor fula, baiio, um
pouco grosso, rosto um pouco descarnado e ps
DequeDOs. carreiro, provavelmenle ter procu-
rado algum engenho, iiculcaado-se de livre, ou
a estrada de ferro : quem o apprehender e leva-
lo ao engenho aeima mencionado, receber de
seu senhor, abaixo assignado, uma boa gratifica-
Sao.Filippe de Souza Leo.
Escravo fgido.
Do poder do abaixo assignado fugio no dia 2
do correte uma escrava mulata de nome Valeni
lina, que representa ter 25 annos de idade, pouco
mais ou menos, cujos signaes sao os seguintes :
vesga dos olhos. estatura regular, cabelloscara-
pirihos, levou vestido de chita escura e chale de
merm azul; tendo o abaiio assignado havido
fista escrava por divida na comarca do Limoeiro
oraos que procure essa direefao, ou a serra d
Passira, onde natural : roga, portaoto, a todas
as autoridades policiaes e capitaes de campo a
apprehendam e a entreguem ao abaixo assignado
nesta cidade do Recife, rua do Queimado n. 46
A, que gratificar generosamente.
A. Bezerra de M. Lira.
Fugio no dia 8 do correte, da padaria do
Sr. Antonio Fernandos da Silva Boiriz da rua do
Pires, o escravo crioulo de nome Silvestre, na-
tural do Maranho, de idade quo representa 20
anoos, magro ede cor bastante preta, levou ca-
misa azul e caiga de algodo americano de lis-
tras : roga-se as autoridades policiaes e capitaes
de campo a apprehenso do dito escravo, e lva-
lo a referida padaria, ou aos seus senhores Fer-
reira & Martios. na travessa da Madre de Dos n.
16, que sero generosamente gratificados.
Attenco.
u 19400.
K10 o melhor que ba a 240 rs. a libra e a 280 rs. 9 lavado.
iNHo mS,?,{^ ^LARAN,i? ome,hor r M p ie deMjar 3,0 pr arMbaa i* >
n: VL5illl,BAX de ^ qua,"dade a 800 e 19 a garrafa e de 8*500 a 10*000 a duzia
BAnTudf VmTmDS?^SnSP,R0S 6 UUaS mU'8S marCaS BE e a^alho suspiros a 40 rs.
SERVU44VS*S2t SHSlf Sf. ?fr 1? M pda enfC00tfar ^^Beaero a 480 ra. a libra e 460 sm barril.
7.I1S DaS MELHORES MARCAS a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia da branca.
JNAGRE FURO DE LISBOA a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
S^HSPSL?^ D0CE DA CASCA DA GOIABA a 19 e em porco a 900 rs.
SSHr00^ PRIFICADO a 800 rs. a garrafa e 99000 a cai com 12 garrafas.
n^i\nc\.nS. (luahdade q "o no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
yunuus FKA1X) os mais novos que b no mercado a 650 rs. a libra e nieiro a 600 rs.
S? 1 ? i3kkANDA a 64 "' tsueo B 6*800 a fraqueira com 12 frascos.
iiTftaii par" t,a|e*0o *6(> o e *0 macinhos.
p ai 5L SB Pf. den,e8 w IBa* bem ***** I"6 ba "weao a 280 rs. o maco.
47taS ^ G ? 8*00 a grora e 28 a doz" caxas-
TOivnirc ,S mais B0VM e melo<)ws q 'en oia ao mercado a 1*200 barril.
TRAQUES sem avaiio, os melhores qu viarara este anno a 79000 a caixa e 200 rs. a carta.
Alm dosgtneros annuneiados encontrara o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.

Acham-se fgidos os escravos seguintes : Con-
rado, crioulo. do Para, de bonita figura, que foi
escravo do Sr. Dr. tfagalhes, que servio de che-
fe de polica daquella provincia, cujo escravo po-
de passar por livre porque falla bem e at troca
algumas palavras em francez, dedica-se a vida
do mar, e j serio de foguista no vapor Piroja,
com o nome de Jos Dominguea : Joo, cabra es-
curo, bastante alto, com marcas de bexiga no
rosto, natural de Inhamuns, o qual tendo sido de
um prenle do Sr. vlsconde do Ico, foi aqui ven-
dido pelo Sr desembargador Andr Bastos de 0-
liveira : Joo, mulato, alto, tambem com muitos
signaes de bexiga no rosto, falto de dentes na
frente, natural do Crato : Gaudencio, mulato
claro, natural do Para, moco, com pouca barba,
de estatura regular, secco do corpo, e sem delei-
to algum, offlcial de pedreiro, e tocador de vio-
la, de que muito apaixonado, inculca-se por
bomem livre com o nome de Leopoldino : Mar-
colino, cabra, natural da povoaco de Agua-Aze-
da as immediaQdea de Papaca;a, que foi escra-
vo do Sr. Antonio Baptista de Mello Peixoto, sub-
delegado de Garantaos, alto, grosso do corpo,
bem barbado, com falta de dentes na frente, nsa
constablemente de cinturagao desoldado atado i
cintura ; quem apprehender os ditos escravos ou
qualquer delles, e os entregar a seu senhor, o
abaixo assignado, 00 engenho Dous Irmos na
fregnfzis doPuc.0 da Panella, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de detengan, no Recife, aera gra-
tificado de seu trabalho com generosidade.
Jos Ceaario de Mello.


(8)
DURIO DI MEHAMBUCO. SEGUNDA FURA 17 DI JKHO 1E 1811.
Litteratura.
nioguem quer conbater, entao mandem-o embo-
ra. Este argumento simple, masconcludente.
Quando alo os soldados do papa acharara meio de
se distinguirem pelejaado, a ociosidade um fla-
gello para quam sabe de cor os feitos de Carlos
V. as facanhas de D. Joio de Austiia, sem fallar
dos tompos heroicos de Pelaio, do Cid e do rio
capitio I
En oio assis'o aos casamento, E'-mo indis-
pensjvet partir i resabia. Negocios parlicula-
j ros exigere a minha presengaem Parte e aqu j
; n8o sou necessario i familia de Lovera. O nego-
cio que me Irouxe a Madrid morreu s ios da
De Paris Madrid.
Por A.. A. Teixeira de Vasconeellos.
(Coneftite.)
XXV
Madrid 15 de abril.
E acabou a historia. Nao sei so acabnu bem
cu se deveria 1er difiere ti te conclusio. mas cerlo
que, boa ou Oi, nao a inventei eu. Assim acon-
5ff"-H i85' aconle! 80S '^'""v Se Tm rdViberica.^
mais dramtico o enredo, se os dillereoies carao* oam rumorados, como o here de Cervantes pe-
teres apresentassem antagonismos sensteeis, se,
finalmente, avultassse oestes successos alguma
idea philosophica importante, a miuha uarraco
teria silo egualmeote a photographia dos acooie-
ci raen tos. Infelizmente para o leilor vido de
sensages fortes, esta historia, que o acaso enla-
gou a minha viagem, correu prosaica como, por
via de regr, deslisa a vida humana. Paciencia I
Otra vex saldr peor, como diz o poeta hespa-
nhol I
Os que fazem romances escolhem a idea, o
pensamento que intentan) propagar ou combater,
o depois organisam a ocgo de modo que sobre -
saia e triumpho a verdade a cujo servigo consa-
graran) a pemu. Mas eu nao fiz um romance
Contei urna historia erdadeira. Nao escrevi para
provar, segundo a phrase do historiador romano
escrevi para narrar.
Ha quem escreva historia em romances, nao
falta quem erapregue egual meio para fazer tra-
tados de philosophia e quem a proveite este ge-
nero para dar idea dos costumes dos povos. Bom
pensamento porque muita gente alcanza por
tal modo irrllrucgio que nao adquirira de outra
maoeira. Porm, verJade, verdade, eu nao tive
neobuin desses intuitos. Contei o que vi, e, se
alguma vez tomei a liberdade de me arredar des-
la escrupulosa filelidade, foi para que o leitor
nao adevinhasse quem eram os persooagens reaes
desta viridica historia. Se.com efTeito, consegu
la mu formosa Dulcinea del Toboso.
Os nossos excedentes irmos e visinhos teem
pelos Portuguezes una psixio entranhada Cor-
ta o coraco ver com que affecto nos amam e
observar a frieza de veiha coquttte com que i os
escutaraos os seus re |uebros amorosos !
Quaoto valem, quanto possuem, tudo nos offo-
recem para nosso bem. Seremos fuzilados, se te-
so nos agradar ou mesmo sem que nos agrade, te-
remos imprensa com fiscal, como o doeotede cu-
ja cabeceira se nao affasla o medico, poderemos
aproveitar um systema administrativo, em que os
membros dos corpos dissolvidos nao podem ser
reeleitos, e ficaremos, Qnalmenie, em dieta de
liberdade, como est a Hespanha inteira. J
necestarto ter o coraco duro para nao se render
a tanta generosidade I
E estes ofTerecimeotos nao sao palavras este-
ris I Ogovemo central de Madrid deu ordeos
Lisboa durante sessenta annos e a lembraoga
desses bons lempos aiuda se conserva tradicao
popular.
Taoto bem nos queriam os nossos irmos cas-
tellanos, que iam dando cabo de nos forrea de
nos apertarem nos Dragos. Era amor de ma-
caca 1
Tambem governaram Flandros, dominaran) na
Italia, possuiram parte da Franca e dispozeram
de largos territorios na America. Em todas essas
regies procedern) com espantosa docura. Se
desviar delles as suspeitasdos curiosos, alcancei s Fezes levaram ludo ferro e fogo, foi para bem
fl mpll fim mo ar* (licor ir (Tnom loa com i,Ar ..._.... tvrivt C-1- wm.
o meu fim, que era divertir quem lase, aem por
no pelourinho pessoas Tlvas e algumas dignas de
respeilo.
D. Julio vas casar com Margarida. Ter muita
riqueza, ser grande de llesoanha de Ia classe,
conde de Relia, duque do Liolra e o mais que j
fica dito. Que vale isso? Mas lera por esposa a
rtiuihor que elle adora e que lhe pag-i com afTjc-
to egual. Isso vale muito 1
Creio que sero felizes ambos. O carcter de
Julio honrado por inslocto e por educsgo. O
de Margarida nobre e delicado. Ambos pos-
suem em gru subido o sentimento da diguidade
propria, que a melhor salvaguarda contra as re-
voltas conjugaes. Hoje amam-se e respeitam-se.
Amanhaa pode acabar o amor. O respeilo ficar
sempre a eocobrir a ausencia da affeicao vehe-
mente.
D. Telmo casar no mesmo dia com Mad. de
Laodstein, a qual tomar o titulo de condessa de
dos povos.
A lempo o ferro msioha
diz o noaso S de Miranda. Os Caslelhanos sa-
ben) de cor este grave aphorismo poltico. Mas
vejam quanto o coracao humano ingrato I
Flandres, Italia, o meio-dia da Franca e a Ame-
rica divorciaran)-se do bom governo de Madrid.
Achavam-o talvez tolerante e benigno em de-
masa I
Nos enlo somos incorrigiveis na iogratidio I
Se ha governo quem devamos favores, ao de
Madrid.
Al em 1807 mandou Portugal as suas tropas
conjunctamente com as fraocezas para ajudar a
nascer o Cames da Beire e o do Algarve que Ju-
not prometiera nossa Ierra. Os Heapaohes
eslavam convidados para padrinhns do novo
pola.
Al o principe da Paz, aquello sanio Godoy
Melara, que 1). Rodrigo de Lovera cedeu ao ir- quo dizia ser dos Ferias portuguezes. se sugeila-
mao, para quo a mulher nao ficasse prejurticada
na mudanca de estado. E' indiferente ser con-
dessa ou nao o ser, mas passar de titular a sim-
ples mortal cousa de quo as senhoras nao gos-
lam e os homeos to pouco.
O baro foi viajar com o lio. Nao se sabe
quando voltar. Uns dizem que se estabelecer
em Barcelona. Oiilros asseveram que ir residir
na America. O pae deixou ali alguns beos e o
irmo do barosilo est casado no Brasil
va ser rei do Algarve s para nosso eogrande-
rimeoto I J era aboegacao I
Este processo da unio ibrica anligo, e por
mais revistas que os hespaohes requeiram para
que se reforme a seoteoga, a decisio sempre a
mesma.
A' morte de D. Fernando renovaram o pleito
e perderam-o no julgamento final de Aljubar-
rota.
De 1610 1668 nova demanda e o mesmo re-
Fepita volta para casi da mae, cujas enferm- sultado I J agora, liquemos assim, que estamos
dades nervosas exigem a presenta o os desvelos "
da filha. Dizem que um primo militar que serve
as Philipioas vira brevemente dar-lhe a mo de
esposo.
1). Rodrigo afrma que oio casa e que toda a
fortuna que lhe vier dos paesser para a irmia.
O leilor nao teve occasiao de o conhecer, porque
i). Rodrigo est no exercilo e nao Ogurou nesta
liteloria. Tambem eu o nao coohoco, mas fago
idea de que um bravo militar, muito amigo de
O'Donnell, por que o levou guerra, e de Primo,
porque o escolheu para compauheiro em um dos
feitos de armas da guerra de frica.
Imagino que sonha com novas emprezas, e
que, se o deixassem governar, teria j combatido
pelo duque de Parma e pelo rei de aples, am-
bos de.sangue hespanhol, e pelo papa, chefe da
egreja catholica. Em quanto o nao charaam a
trabalbar, enfastia-se e desespera como um oQi-
cial activo em lempo de paz.
Us Hespauhes, desde que renovara as suas re-
lages com o cheiroda plvora,andam inquietos.
Gustaran) e querem mais! E' natural I Na ver-
dade, possuir um exercilo bem organisado, saber
que vleme e v-lo era pregad o em acompaohar
procissdes, em fazer alas para a passagem da so-
berana e em revistas sem perspectiva de comba-
te, tPStlfl D'^ra um militar
Eu bem sei que a Europa proclama a necessi
dade absoluta da paz, porm o militar nao en-
tende que esse desejo pacitico se exprima desen-
volvendo, melhorando e augmentando os xerci-
tos permanentes. O seu otlicio batalhar. So
bem.
O caso que eu vou-me embora amanhaa e
sera ver omits das cousas notaveis de Madrid
i que se levaram acabo depote do anno de 1851,
em que estiva aqu. Una dellas o canal de
Isabel II, pelo qual o rio Losoya vem capital
de Hespanha envergonhar o Manzanares e re-
frescar a cidade, que bem careca desse bene-
ficio.
Acabou a poeira madrilea, aquella classica
poeira que ennevoava o ar. como o fumo de ta-
baco faz nos Iheatros e caf*. Agora despejam-se
as ras torrentes d'agua. Hi lama em abundan-
cia, mas de poeira nem um tomo. Andam as
ruis e nos passeios urnas pipas em carros, porm
em vez do raro para despejaren a agua cora a
igual Jade de um burrifador, teem urna longa man-
gueira docouro, por cuja exlremidade, em forma
de bola saho a agua.
A esta maogueira est alada urna corda, com a
qual o conductora agita p3ra fazer que despeja a
agua.
E'o systema tradicional como coovm aura
paiz monarchico, que nao gosta de iniova-
ces I
O caso que nao lenho lempo para ver o canal,
nem oulras cousas que desejava examinar. Vou
tV/pr nc minhac rl*?j.o Jo, tuuiiddr visar O piS-
saporte, preparar a mala, tomar bilhete docimi-
nho de ferro e amanhaa noUeestarei em movi-
mento para Alicante dentro de um wagn. Re-
solv ir pela costa do Mediterrneo. J eslou
cansado do caminho do uorle. Quero avistar ter-
rOJLHETSM
ORIGINAL DO DIARIO DE PfRNAMBUeo.
RSErA MARTIMA,
LXVI
Slmmaiuo.0 relalorio do Exm. Sr. ministro da
nminha.Os Annaes Martimos, peridico con-
sagrado aos interesses da marinha.
Sao impenetraveis os designios da Providencia,
e os mysterios que se encerrara no futuro I Quan-
do Deus quer, transforma a ordem das cousas
deste mundo de urna maneira sorprendente, que
poe em echec as previses dos pensadores mais
rgulhosos, dessa cohorte de polticos da gemma
que er poder impor seus orculos sybillioos pa-
seados em urna pretendida sciencia de aclhymia
poltica i nos, pobres de espirito, qii6 nao sabe-
mos como vivemos, e que nos deixamos dirigir
com urna docilidadee brandura inexcedivel pela
pona do nariz, por esses nossos sapienlissmos
mestres, que se dignam pensar por nos.
E' verdade que, quando Isto occorre, elles mu-
dam Iogodelinguagem ; procurare explicar o ne-
gocio seu talante, nos, imbeceis creaturas
que nos devemos honrar com tal tulella mas
que, nem por Isso, deixamos de lhes rir na cara :
o que os faz perder inteiramenle a tramontana e
baler de escolho em escolho at completamente
encalharem.
Nao vae longe o dia em que no anno passado
commetuamos egual tarefa que ora eraprehen-
demos, e fallavamos do relalorio apresen lado pelo
txro. Sr. ex-ministro da marinha. Eoto, nem
de leve podamos presumir que hoje teriamos o
prazer de ver debaixo dos olhos idntica peca oCQ
cial, assigoada por um profes3ional, e professio-
nal como o o Exm. Sr. chefe do esquadra Joa-
qun) Jos Ignacio.
A discussio que, pouco aotoa, Dcettramos
Deslas mesmas columnas sobre a conveniencia de
ser nosso ministro um homem que vestisse nossa
farda; que soubesse o que marinha, para lhe
salisfazer as grandes necessidades, discussao
acompanhada por umenthusiasmo sempre cres-
cente na corporacio, e que nella, e fra della nos
mereceu honrosos e mui explcitos tettemuuhos
de apreco, que recebemos, e guardamos como um
thesouro, esta discussao, diremos, foi mal aco-
lhida algures : a these importaote que sustentara
mos em urna linguagem.que nos pareceu digna e
polida, embora severa, como sempre a manifes-
tago da verdade e da juslica, provocava um sor-
riso dedesprezo daquelles a quem alludimos. que
no seu fofo e ceg orgulbo julgavam que.corriamos
atraz de urna chimera, que perseguamos urna
miragem engaadora, um impossivel, e impossi-
?el dianle do qual esbarraria a mais enrgica
Tontade.
Nossa convic?ao, porm. eslava formada ; ti-
nhamos como certa a realisacao de nosso pensa-
mento, e julgavamos que ella somente dependa
de urna queslo de tempo.
Como succede sempre quando Deas premedita
urna grande transformarlo religiosa, moral, ou
poltica, segundo perfeiamenle observa o grande
e iaimitavel Lamartine, cedamos urna inspira-
cao da Providencia, quando to opportunsmeote
avivavamos esta questao, adormecida quasi um
quarto de secuto. *
Eramos o instrumento de que Elle se dignava
servir para preparar a execuco de urna parte de
seus planos.
Ai ideas que propagramos, inda nos serrn
do de urna bella phrase daquelle illuslrado es-
criptor, fluctuavam no ar como miasmas intel-
lecluaes, que militares de horneas respiravam ao
mesmo tempo.
Era, pois, a reprodcelo do phenomeno, que a
historia nos descortina, que nos constitua obreiro
obscuro ; mas diligente desta nova transformarlo ;
nunca entretanto pensamos que, lao rpidamente,
apreciassemos os resultados do nosso trabalho,
que muitas vezes nos desaoimou pelos obstculos
que nos apresentava.
Raiou o dia, eraim, taodesejado pela corpora-
r;o da marinha ; novos e mais vastos horisontes,
perspectiva mate brilhanle e fagueira se apresen-
tou para os Jobs de que toda ella composta, e
eolia o enlhusiasnio orotou vivissimo d'onde s
hayia desanimo pouco : todos se abracaran), se
felictaram e offereceram o espectculo mais su-
blime que possivel imaginir-se.
O lempo vae decorrendo, os actos nao se dei-
xam esperar: nao mais a esperanza que nos
alela e fortifica ; nao : temos mais do que isto ;
o principio da realisacao de um programma que-
rido, acaiiciado extremosamente por todos nos.
Apenas um mez teve o nosso almirante para
organisar seu relalorio, precioso trabalho. que
corre impresso, e pode ser ajuizado. Reparae com
que mestria trata as mais diUiceis questes da
administraco da marinha, e como as solre per-
feilamente I
E' o primeiro relalorio que a geracao aclual t,
esenuto por um olficlal de marinha, e temos or-
gulho em proclama-lo, a repartico nao posse
outro melhor.
Nunca o parlamento ouviu anteriormente urna
linguagem mais nobre, eloquenle e persuassiva !
Anda nao nos causamos de admirar periodos
em cuja leitura Acarnos extasiados; porque pin-
tam inimilavelmente a siluar^o e exprimem fiel-
mente o pensamento.
Se o Exm. Sr. chefe de esquadra, ministro da
marinha, nao tivesse urea reputarlo eminente s-
lidamente firmada, s esta peca bastara para ele-
va-lo primeira plana dos homens Ilustrados.
As vezes tememos ceder corrento de nossos
sentimentos, que nosconduz fazer um panesy-
nco sempre das qualidades distioctas que ador-
nare S. Exc, e dos seus importantes servicos ;
porque nossas ntengoes podem ser desvirtuadas
aitribuiodo-se lisonja o que somente Clho das
nossas coovic;oes.
Mas quem se lerebrar de que nao apedrejamos
o sol no ocaso que precedeu sua mala brabante
reapparicao ; quem se recordar de que nessa po-
ca, felizmente de curta duracao, usamos da mes-
ma hoguagem que agora, nao far a injuriosa
supposico que receiamos.
Respeitamos o poder, como devemos, com dig-
mdade e decoro ; nunca porm o adulamos, nem
o cortejamos servilmente, embora d'ahi nos po-
dessem provir lucros que desprezamos, preferndo
marchar sempre de accordo com a nossa cons-
ciencta, e trabalhar prol da causa de que toma-
mos coola; o que nos grangearia.como lera gran-
geado, a estima publica, a considerarlo de mui-
tos homens honestos e Ilustrados do paiz.
Portaoto, o juizo que expendemos, por mais
elevado que seja, flea anda a quem dos mereci-
menlos que para nos tere o distioclo ministro.
Convem repetirmos isto urna e muilas vezes *
porque desgragadamente assim sobremanera*
preciso.
Quando um ministro nao profesional apresen-
lava seu relalorio, julgavamos que linhamossuf-
ucientes hsbilitacoea para entrar em a analyse
dalle; porque possuiamoa conhecimeotos espe-
f,aet d8 reDarll5o, que eram inteiramente es-
tranhos aquelle, ou apenas possuidos super-
ficialmente, por urna leitura rpida, ou ioforma-
ces mais ou menos exactas.
Hoje, poreo, o caso muda muito de figura, e
Que mulher singu-
Eu nao sou devoto
das damas das ca-
rta que me sio desconhecidaa e verse as aguas
quo esto para dentro das columnas de Hrcules
anda passeiam aquellos Triles que appareceram
ao nosso padre Caldas I Que Tritea 1 Sabtaaa
latim e veneravam a antiguidade I Eram Tris-
toes classicos Duvido que anda por l an-
dera I
Mas oio parlo ten ir visitar a Peralta. Pois
fa-me esquecendo 1 Yilloservido, villo fgido,
iz o proverbio. Nos somos lodos assim A po-
ro mulher fez quanto poda fazer e moslrou-se
oobremeote inleresaada em pratcar umi ecco
boa.
Merece agradecimeoto, e, coitada,fra iojusti-
ca priva-la de um prazer que raras vezes lhe
pode caber I Quem deve gralido Peralta 1
Ninguera Ih'o'pde dever honradamente. Triste
condigao I
Nao murmure o leitor de que eu, homem casa-
do e em principios de velhice me v despedir da
Peralta. Bem sabe quanto ella contribuiu para
que as intrigas do baro cahissera inteiramenle
por trra.
E, no fim de tudo, eu j visitei hospitaes, en-
trei na casa dos doudos, desci s enxovias das
cadetes, e assisti mil oulras manifestaedes da
miseria humana.
Ando esludar o que vae pelo mundo para po-
der deixa-lo aem saudade. Morro plcidamente
quem sabe de que tristezas nos livra o repouso
eterno I
D.Julio deve Peralta bem mais do que eu.
De que modo intentar elle mostrar-se reconhe-
cido ? Nao sel
Quiz deixar este ponto melindroso delicadeza
do sonhorio de Lovera e nao lhe fallei em cousa
alguma. Provaveimente no enlevo dos seus amo-
res restaurados nem j se lembra da pobre Pe-
ralla. Quero ver.
XXVI
15 de abril ooite.
Veoho de cata da Peralta,
lar Que alma excelleute I
das filhas de marmrea nem .
melias. Quero mal a Alexandre Dumas filho,
por ler creado a litteratura do lupanar! Amiga-
mente as scenas di vida Ilegitima estudava-as
o philosopho theorico em livros que se diziam
prohibidos e que de facto nao eslavam mi de
toda a gente.
Nessas obras charoava-se ao pao pao, e ao
queijo queijo. A obscuridade que reinara da
primeira ultima pagina era um obstculo vul-
garisaco do livro.
Hoje pe-se o lupanar em scena. Todos os
personageus sao castas como Suzana. Se teem
fraquezas, levou-os ellas um sentimento pode-
roso, um amor quo purifica todos os vicios, que
lava todas as manchas e que faz c na Ierra as
vezes de purgatorio.
A soriedade do vicio procede como a da vir-
de. Parece respeitar as mesmas ideas, obede-
aos meamos iostinctos e seguir em tudo o
om caminho.
Alexandre Dumas filho, cuidon revelar urna
forca social oceulta e talvez julgou diminu-la
pela publicidade. Enganou-se. Elle que a le-
galisou pela magia sceoica e pelo encanto do es-
Jylo. A cohorte do vicio pulou de contente por
lhe nobilitarem o officio.
Nao gosto disto, o confesso que vi com repug-
nancia a necessidade de que a Peralta ontrasse na
historia do casamento de D. Julio. Mas como
poderia eu evits-lo ? Estas mulheres entrare em
tudo a governam ludo e todos. A sua torga exer-
ce-se sobre a fraqueza alheia. Quem lhes pode-
r resistir ?
Mas entre a Peralls e oulras mulheres da mes-
ma cathegora ha urea grande differenga. Estas
sao o que sio, e nao podem nem querem ser ou-
tra cousa. Aquella nao o que parece e conser-
vou sempre viva a saudade dos lempos de iuno-
ceocia e virlude. Cahiu no abysmo com os olhos
cerrados, ma3 nao perdeu a esperanca de sahir
delle.
Quando me annunciei em casa da Peralta,
raandaram-me entrar para a sala onde ella me
recebera pela primeira vez e urna criada veio di-
zer-me que a senhora me pedia o favor do espe-
rar aluns minutos. Ao cabo de um quarto de
hora, tornou a apparecer a mesma criada, e, fa-
zendo-me atravessar um pequeo corredor, deu-
me eulrada em um gabinete. A Peralta eslava
ali sentada mesa em que acabava de escrever.
Pareceu-me descobrir-lhe no3 olhos aystigios de
lagrimas.
Talvez escolhi mal a hora de vir fazer-lhe
as miohas despodidasdisse-lhe eu, sentndo-
me em urna cadeira que a criada empurrara para
perto da mesa.
Nao, senhor, pelo contrario, estimo que
viesse agora. Eu eslava para lhe escrever.
A mira? Enlo que oovidade ha?
Bagatella. F.ra para lhe fazer as miohas
despedidas. Eu lambem me vou embora.
Vae-se embora? Para onde?
~- Para Valencia, onde lenho urna proprieda-
de. Vou-me transformar em aldea.
Eque diz a isso o duque de Roseta?
O duque ha de consolar-se da minha au-
cet
be
um acanhamento mui natural nos accommette
para reprehender esta honrosa, mas seguramen-
te ousada empresa. Por ventura podo-se con-
cebir que o discpulo examine o mestre, que lhe
oote erros, que lhe faga observaces ?
E a nossa siluagio exactamente. Somos Qlhos
da escola do Ilustre general; temos eslado qua-
si sempre de accordo, e anda agora divergimos
apenas em trez ou quatro pontos.
Nao ser, portanto, urna analyse verdadera-
mente o trabalho que ora comecareos ; vamos
apenas fazer sobresahir as ideias acertadas do re-
lalorio ; mostrar o ponto de contacto que algu-
mas dellas tere com as que constantemente apo-
sentamos consideraQio do governo, e que fol-
iamos que tenham sido finalmente adoptadas, e
se achem lio fortemente patrocinadas.
Envidaremos tambem esforgos mui respeilosos
para demonstrar que, nos poucos pontos era que
divergimos ha vaotagera em adoptar-se oulras
ideias, e esperamos que S. Exc. nao nos levar
mal isso, visto que seu principal filo servir bem
ao paiz, e_ acertar as medidas que tomar para
regeneracio de nossa marinha.
As ideias em que plenamente concorda S. Exc.
o Sr. ministro da marinha com o que j toreos
escriptosao:
i." Que na destribuicio das materias pelas
seccoes da secretaria d'estado nao se guardn a
necessaria homogenidade, inconveniente revela-
do por dous annos de pcatica, e que vai ser ob-
viado pelo regiment, em cuja elaborado cuida
o distioclo Sr. director geral (Em nossa opioiio
dove-se seguir a destribuigio do igual repartigo
da Franga, feita peto fallecido Sr. Ducas; porque
ella a mais bem pensada possivel).
2. Que convem reformar-se o regulamento do
conseibo naval, fazendo-lhe certas modificages
aconselhadas pela experiencia.
3. Que os membros do conselho naval nao de-
vera accumular oulras funecoes, e que em com-
pensagio se deve augmentar os veocimentos mar-
cados, tanto aos militares, como aos paisanos.
4. Que urna necessidade palpitante alargar
as classes superiores o quadro estabelecido pelo
decreto numero 185, de 20 de junho de 1842,
calculado sobre previses ultrapastadas pelo pro-
gressivo desenvolvimeoto que com o volver dos
annos tem. tido as nossas instituiges martimas.
5. Que igualmente indispensavel, para com-
plemento. 0 aquella grande providencia, a publi-
cado de urna boa le de promoges.
6. Que o projecto j votado na cmara dos
Srs. deputados, e que actualmente pende da dis-
cussao do senado, saplistaz, com algumas emen-
das, esta vital necessidade.
7." Que o processo das habilitages. para ob-
ni- e PL0' Como e8t hoje estabelecido,
S?' .-." hun"""l>a vistas dos creadores
dessa oslituigao, pela multipcioade de formu-
las prolelatonas que. sem a menor utilidade,
proscrastmam a concesso desse auxilio, creado
pelo oficial de marinha em proveito de seus her-
u 6 iros
8 Quequalquer inoovacao tendente simpli-
ficar esse processo, tornando-o breve e sumraa-
rio, sena acceito com verdadeiro reconhecimen-
lo por aquelles, que, dedicaodo-se exclusiva-
manto ao semeo do estado, s delle esperara ar-
o o\? "D1 P" o. fot" de suas familias.
5. ue esta providencia se deve addHar a
de poder o governo adiantar pelos cofres pbli-
cos aos que pretendessem ioscrever-se como
pensionistas do monte pi dos servidores do es-
tado as quantias para esse fim necessarlas, com
a obngagao de as odemnisarem, mediante des-
contos, meosalmente effoctuados nos respectivos
venc mentos.
10. Que pede a equidade que se minifique a
!?.UI" l?0,l & "M egundos tenente, ti-
radoj da classe dos pilotos, de nao serem pro-
I seoeia como todos se consolara do que mais os
afflige. Elle nio egosta. Ten paixes, mas
ule domina-las. ^
Poremaue motivo poderoso deu causa a
essa resolucao repentina ?
Urna cousa bem simples. O procurador de
D. Julio veio viaitar-me esta manhia e trouxe-
me viole rail duros e a doaefo 40 ana casa de
campo nos arrebaldes de Valencia, que pro-
priedade da casa de Relta. A doagio-c em no-
me da condessa. Os viole mil duros sao presen-
te de D. Julio. Quiz oppr-me a esta inaudita
generoiidade, porm o procurador disse-me que
este presente era urea dadiva dos noivos, nao
para me pagarem o servigo que lhes Qz, ajudan-
do a mostrar a falsidade das intrigas do bario,
mas para me darem os meios de viver indepen-
deote. O Sr. D. Julio e a sua noivaacrescen-
tou o homemconhecem a nobreza de sua alma
e querem ajoda-la a seguir os seus instinctos
virtuosos. Aceite e viva honradamente. A emen-
da da sua vida ser o melhor teslemunho de gra-
tidio que poder dar a quem lhe faz este bene-
ficio. Eu nio sou de rodeios. Digo as cousas
como ellas sio. Se se tratasse de augmentar o
seu luxo e a lhe dar armas para novas conquis-
tas, eu nio me encarregava da commissao.
E aceitou ?
_ Aceilei, sire. Este presente avultado, mas
nio excede as torcas pecuniarias de quem m'o
enviou. E' um legado com obrigaces. A or-
gem nobre, o fim nobilsimo. E' urna taboa
desalvagio. E eu quero salvar-me.
Fez bem. Mal sabe o prazer que me causa
esta novidade. Fago justiga aos seus bons senti-
mentos e sei o uso que ha de dar a essa fortuna.
Por outro lado, folgo de ver que D. Julio e a noi-
va sio duas almas elevadas.
Sio os meus bemfeitores. A minha vida
agitada acabou. Parto hoje para Valencia. Aban-
dono esta casa a minha tia, porque desejo viver
s, e acabo agora mesmo de escrever ao duque,
participando lhe a minha resolugao. Esta carta
ser entregue de manhia. Quero esquivar-mea
urna scena de despedida. Desejo que me con-
sideren) mora. E, na verdade, a Peralta, como
por ahi me chamam, morreu hoje. No lugar
della ficou uma pobre mulher que vae procurai
oa tranqulidade da vida honesta esquecer o
passado e at o nome da outra. la escrever-lhe
para lhe contar tudo isso e para lhe pedir que
dissesse aos noivos quaoto eu lhes eslou agrade-
cida. Uoiio que comega por acgdes deslas nao
pode ser infeliz I
A sensibilidade da Peralta estar excitada em
subido gru As lagrimas baohavam-lhe as fa-
ces, que, ao mesmo tempo, contrshia um sorriso
de ventura. Esta mulher, que a avidez e corrup-
co da lia lngara no caminho do vicio e que os
hbitos do luxo e de osleotagso conservaram nelle
exultava de poder quebrar as cadetes que a liga-
vam e de sahir de tio triste captiveiro. Na car-
retea desordenada da sua vida, os seotimentos ho-
nestos nunca a tinham abandonado inteiramente,
antes a cada instante lutavam para vencer os ou-
tro. Agora resurgirn todos de novo como que
a felicita-la do triumpho e a anima-la na reso-
lugao de ser virtuosa.
Dei-lhe os parabens da nova situacio em que
ia collocar-se, eoffereci-lhe o meu presumo em
Paris.
Levo coreigo a satisfagioconclu eude que
fiz justiga ao seu carcter desde o dia em que ti-
ve o prazer de fallar-lhe pela primeira vez.
Pote bemajuotou ellanio perca essas
boas ideas, e, se os suas viagens desembarcar
alguma vez em Alicante, v fazer-roe uma visita
a Valencia. A eslima dos outros fortalece as
nossas melhores intences. Eu preciso desse au-
xilio.
Engana-se. A estima do publico nem sem-
pre concedida s boas aeges. Procure estar
em paz cam a sua coosciencia e nao se importe
com o mundo. Da minha parte pode serapre
contar com a maior consideragao e estima.
Sahi de casa da Peralta e vire pensando pelo
caminho que, se os 18 milhoes de pessoas que
povoam a Hespanha fossem convocados a dar a
sua opiniao acerca da moralidade desta mulher
por meio do suffragio universal, nao haveria
seis votos a favor della, mesmo depois de conhe-
cida a historia inteira da sua vida. O suffragio
universal assim. Por isso, eu o detesto que me
conhego.
Agora pegoao leitor que nio quebr a cabega a
adiviohar os nomes verdadeiros das pessoas que
airea na historia que acabo de narrar E" inu-
Dl trabalhar nisso. De eerto se engaara, por
qUK fiu por ta' fotma lnes Puz barbas posltcas,
cabelleira e outros diafarces, que o mate curioso
leitor ha de pasaar por ellas sem as conhecer,
anda que na vespera livesse eslado a fallar-lhes.
A relagio da minha viagem acaba aqui. Pou-
po a quem tiver a paxorra de l-la a descnpgo
do modo pelo qual arranjei a mala e o sacco de
viagem, a narrago das vizitas que Qz pessoal-
mente ou com bilhete e a historia do trajelo de
minha casa at ao caminho de ferro acompanha-
do por dous portuguezes que tambem vio para
movidos aos postos superiores, sem que exhib3m
titulo acadmico.
11. Que conveniente simplificar a escriplu-
ragao e contabilidade. rsdusindo a diversidade
de veocimentos que se elassifleam com uma com-
plicada nomenclatura duas nicas especiaes
solJopara os ofuciaes em disponibilidade ;
sold e gratificagao para os ofuciaes em servico
activo.
12. Que o nosso corpo de fazenda nio esl na
altura de sua missSo, pelo que se torna indis-
pensavel uma depurago no seu pessoil, que
salvas poucas e honrosas excepces o peior d
13. Que o alvar de 7 de Janeiro de 1797. que
anda hoje vigora como lei de fazenda na man-
nna, encara disposiges ere desacord com os
elementos, de que actualmente se compde a nos-
sa torga naval, e com a natureza dos servicos
que ella tem de prestar.
14. Que convem regularisar-se a classe de of-
iiciaes de nutica, visto nao se poder prescindir
della. r
15. Que a reorganisagao do corpo de officiaes
raarinheiros depende de aegio lenta do lempo,
empregando-se toda a deligencia em promover a
instrucgao do corpo de imperiaes marinheiros.
16. Que prosperidade deste corpo est ligado
o futuro de nossa marinha.
17. Que as compaobias de aprendizes mari-
nheiros sao o complemento indispensavel sua
perfeita organisago. O
18. Que urge substituir todo o velho armamen-
to de que usamos por novas armas de preciso.
iv. Que muitos dos navios, que anda figurara
no quadro da torga naval, esli consideravel-
mente deteriorados, e quasi imprestaveis; ou-
tros torio de desapparecer em curio periodo;
poucos preenchem as condigoes de um bom vaso
de guerra.
20. Que a marinha braaiieirs, que em seu eo-
mego cootava naos, nio possue hoje uma fraga-
ta em eslado de navegar I
21. Que tio trisie resultadodenuncia vicios
de administragio, que devemos por diligencia
em corrigir, para que os recursos do paiz nao
continuem ser consumidos em pura perda.
22. Que, sem a exigencia de sacrificios ex-
traordinarios, poderemos, com o nico auxilio
das verbas do ornamento, crear em poucos an-
nos uma torga respeitavel, e adequada s nossas
circunstancies.
23. Que a maiinha de rea est condemnada
como agente de guerra, e que o navio mixto de
grande torga julgado pela experiencia, e geral-
mente proclamado, o elemento principal daa fu-
turas frotas de combates.
24. Que as transtormagdes, porque tem lti-
mamente passado a artilharia, e armas portateis
em uso na marinha, exigem egualmente o aban-
dono das pegas e armas, que actualmente em-
pegamos, e a sua suostituigio por caohes mo-
dernos, espingardas Minie, pistollas repetido-
ras, e outros instrumentos aperfeigoados.
25. Que o regiment provisional da armada
que vigora como lei bordo dos nossos navios
de guerra, postoque encerr os principios geraes
de ordem, disciplina e polica, adoptados por
todas as marinhas, deixa muito 4 desejar quanto
ao meibodo do servigo, delslhe das fainas, eco-
noma e outras minudencias sobre que nio con-
sigoou preceitos.
26 Que em bem da disciplina e uoitormidade
essenciaes toda torga bem constituida, coovm
que esse regiment seja revisto, e adaptado ac-
lualidade. '
27.Que a creagflo de uma estagao naval nos
mares da Europa ser um dos meios mais efflcazes
para proporcionar aos nossos officiaes e marinhei-
ros, pela prlica das grandes manobras, educacio
martima de que carecem,
Pars Poda deserever a gart, mate una ca-
sinhola que nao merece larga escripias.
Amanhaa a esta hora estar! no caminho de
Alicante, onde embarcarei para Marselba. Se
tiver tempo, cootarei aos curiosos de viagens o
que passar no regresso de Madrid a Paris.
A deus, Hespanha de minha alma I Flca-te em
paz! Ainda desta vex rae nio fuzilaste I
[Commercio do Porto)
TRES SUICIDIOS.
Na nole de 23 de abril, appareceram perto do
jardim real, em Berln os cadveres de tres mu-
lheres bem vestidas que se liuham suicidado.
Tinham vindo apea Berln naquella tarde, e
muitas pessoas as viram passear no jardim real,
antes de realisarem o seu desesperado intento.
Eslavam prezas todas tres com barbantes.
Os jornaes de Berlio dizem que as tres mulhe-
res eram a esposa e duas filhas de um caixeiro do
caminho de ferro, preso per desvio de fundos.
NA'O SO' N'ESTE PAIZ.
A aversio vida militar, principalmente oa
classe dos paisanos, nio privativa deste paiz.
pois em outros se dio casos que revelam nao s
aversio, mas horror ao servigo militar, como se
ve do seguiote facto:
Em Baison (Franca) foi a pouco assassinado um
homem por sua oroprit esposa, sem qae para es-
te crime se podesse descobrir motivo.
Os dous tinham um filho, que eslava recensea-
do para o recrulamenlo.
A mulher mostrara se muito preocupada, co-
gitando meio de livrar o filho das armas.
Dizia-se que, recebendo resposta afiirmatva
pergunta que fuera, se isentaria o filho do recru-
lamenlo ficando viuva, das depois apparecra o
a;rido assassinado e a mulheraecusada do assas-
sinato e preza.
O marido era dcil e a mulher oio tinha m
reputago, e pareca que ambos Viviana em boa
harmona.
Julgaya-se que para ficar viuva e dar assim
um motivo de sengii ao Dlho commetiera o cri-
me de assassinar o pai, vendo-se por isto que a
horrorisra menos este crime do que a idea de
que seu filho tosse soldado 1
As averiguagdes da justiga esclareceram prova-
veimente o caso.
DUELLO DE PRINCIPES.
Lfi-se oo lllustroled London Netos, de 4 de
maio :
Afirma-se com toda a certeza que os minis-
tros do imperador Napoleio enlenderam que o
piiocipei Napoleio devia exigir uma salisfago ao
duque d'Aumale, em consequencia das lnsinua-
ces pessoaes por esto feitas contra elle no seu
olheto,
Dit-se porm que o principe Napoleio jul-
gra este passo j bastante tardo, anda que te-
ria de boamente accedido a um desafio, se os
ministros tivessem desde logo assim manifestado
a sua opiniio. Perdern) deste modo os curio-
sos o grande escndalo de um duello de princi-
pes.
NOVA INVENQ.O.
Um artista mechanico de Lyon, de appellido
Martin, inventou uma fechadura, muito nolavel,
para as portas das babitsgOes.
Apenas se introduz a chave na fechadura, a-
cende-se uma luz, que illumina a casa, e comega
um repique de campainhas.
Como no apparelho, ascombinages permitiera
isolar do mechanismo motor, ou as campainhas
ou a luz, pode utilisar-sc esta para Iluminar o
interior da casa. *
PRISA'O NOTAVEL.
A pristo do americano Marsh, em Venna da
Austria, facto novo no seu genero. Marsh, sen-
do empregado u'uma casa de commercio da A-
merica, alsificou os livros da casa, e fugio, em
ooverobro ultimo, com uma sorama de 20:000
dollars. Sabendo-se que elle embarcara para a
Europa, a casa roubada mandou em seu segui-
mento Mr. Col, advogado, com os documeotos
precisos, para o fazer capturar, Mr. Col descu-
bri Marsh, em Hespanha; mas procurou nao
ser por visto. Marsh percorreu a Hespanha, Por-
tugal e toda a Italia, sem presumir que o advo-
gado Col o segua como a sua sombra Finalmen-
te Marsh lembrou-se de visitar a Austria, e foi
preso ere Venna, ere consequencia do tratado
de extradiegao entre aquelle paiz e os Estados-
Unidos.
Nos termos do tratado o criminoso pode ser
julgadoe punido segundo as leis da Austria ou
ser. querendo, conduzido para a America. Osen-
so praiico americano mostrou-o o advogado Col
Irazendo comsigo Iwros falsificados, para pedir
mmediatamente a prova da culpabilidade do ac-
cusado. Quando o preoderam, Marsh tinha com-
sigo 500 dollars e 200 napolees em ouro. Deca-
rou que quera ser conduzido para a America a
assim s devia estar en Vienna o tempo preciso
para as formalidades requeridas.
GRANDE SAlilDA.
Em Paris, veoderam-se em duas horas 20:000
exemplares da carta do duque d'Aumal*,e quando
oi apprebeodida s edigio, j poucos restavanr
Cada exemplir custava um franco, porm, apenas
se fez a apprehensao, offereclam-se 10 francos
por algura que appsrecia. -
O numero de exemplares enviado para Ingla-
terra, nao inferior a 100;000.
TESTEMUNHO DE RECONHECiMENTO.
O comit nacional de Veoeza quiz dar um tes-
lemunho de reconhecimento imprensa liberal
franceza, e para osse Ora enviou ao director pol-
tico do Sicle um quadro representando a praga
de S. Marcos. Tudo sombro e lgubre em
volt da columna que supporta o leao alado do
Adritico. O painel, pintado no estyllo rasgado
de Rembraudl, mostra exactamente o aspecto da
cidade adormecida. V-se que nio o somoo
reparador de uma cidade livre, mas, pelo con-
trario, o repouso ficticio de uma populacio od-
primida. v
CURA DAS ARVORES E ARBUSTOS.
O Archivo Rural publica a seguinto receita do
agrnomo francez Mr. Payen paracurar arvores
e arbustos doentes:
Logo que as folhas coraecem a amarelecer
e que a vegetagio sofTre, cava-se a trra a metro
e meio e distancia em roda da planta doeote pa-
ra que as raizes atacadas possam embeber o com-
posto seguinto:
Sulpbalo de ferro em p. kilog... 0,525
Sal commum................ .. 1,500
Pedra hume (alun de roche*). s> .. 0,525
Dissolve-se tudo isto em 40 litros de agua al
Ocar bem diluido, e com este liquido rega-se
a planta periodo ironco, duas vezes oo primeiro
dia, e repete-se a rega no dia seguiote.
Este composto da vigor s raizes sias,corroe
as que eslao ataca las, reslabelece a torga das
que o nio esli de lodo,e pode aoplicar-se a
amoreiras, nogueiras, arvores de fruto de toda a
qualidade, larangeiras, myrtos, e toda a sorle de
arbustos, modifleando a quantidade seguudo a
grandeza da planta.
QUESTES DE HONRA.
Uma ordem do dia do general Benedek nos
provocou da paite dos magnates hngaros um
protesto, mas muitos delles parliram para Vero-
na para obrigar o general a designar nominativa-
mente os magostes a quem dirigiu o epilhelo de
cobardes, afim de que as pessoas oftondidas, pos-
sam diz a Gazela de Colonia dar uma ligio de
bravura as feldzengmestre.
Por outro lado affirma-se que 180 officiaes do
ext-rcito austraco, em Italia assigoaram uma de-
clarado oa qual se loruare solidarios das pala-
vras do seu commaodante em chefe.
28.Que a escola de marinha nao compensa os
sacrificios que com elle se faz, e precisa de nova
reforma, na qual se deve readmitlir no program-
ma do curso, o estudo da arimethica, base do
calculo numrico de diaria applicagio oa prlica
e usos da sciencia de navegar.
29.Que se deve fazer a edificagao do Asylo
de Invlidos integralmente por coola dos cofres
pblicos, para nio continuar por saldar uma di-
vida sagrada, cujo pagamento nio pode ser re-
tardado.
30.Que os artigos de guerra mandados obser-
var pelo alvar de 1,799, que formare anda hoje
o cdigo penal da marinha, resentindo-se do es-
pirito da poca em que foram edictados, desdi-
zem do rgimen sob que actualmente vive-
mos.
31.Que depois de resolvida a construegao
de qualqucr navio, que se traa de obter o mt to-
nal I elle preciso, e que os cootratadores v2o as
mais das vezes, procurar as maltas pusempro-
porgoes com as formas, que lhes sio ministra-
dos.
32.Que a melhodisagio do corles de midei-
ras, e a sua explorago por conta do estado,
objecto de muita importancia, pelo que disto cui-
da o governo.
33.Que o dique do Maranhio, mu grado as
avultadas quantias que tem consumido, acha-se
anda mu longe da conclusio.
34.Que o porto dessa provincia caminha
passos largos para sua total obstruegio.
35 Que coovm olhar-se com alteogio para
o melhorameolo do porto de Pajussara, no qual
se encerra a futura granleza da provincia das
Alagas.
36.Que o regulameuto das capitanas dos por-
tos deve ser reformado, com a inlroducgio de
providencias, que o maior desenvolvimeoto de
nosso commercio martimo, e a prlica de longos
annos demonstran) como oecessarias efficacia
destas utilissimasreparliges.
37.Que iosufficieote o pessoal fixado para
seu servigo, assim como limitado o material de
que dispoem.
38.Que a orgaoisagio das suas secretarias
viciosa.
39.Que coovm reformar as inteodeocias.
tendo em vista estabelecer:
1. Um systema que torne meuos morosa a
marcha actualmente seguida no fornecimento, e
distnbuigao dos gneros aos navios da armada,
arsenaes, e outros estabelecimeotos navaes do'
imperio.
2. Ascoodiges, com os objectos entregues
por nuleis devam ser reputados taes, e recebi-
dos nos respectivos depsitos; bem como a es-
pecificacio dos casos em que, verifleaodo-se que
o detenoramento proveoieote de descuido de-
sidia, ou qualquer outro acto criminoso, se le-
ona de impor a responsabihdade aos culpados de
seraelhaotes setos.
3." Um systema de escripturagio para o almo-
xanfado, casas de arrecadagio e oavtos, que, at-
teodeodo s regras de uma bem combinada sca-
lisagao, simplifique o actual, era que reconheci-
damonte superabundam livros, e documentos que
podem ser dispensados sem prejuizo do ser-
vigo. r '
4. Finalmente, em harmona com os quesitos
precedentes, os meios, segundo os quaes, respei-
tadas as prescripges do novissimo regulamento
dos arsenaes, se possa dar maior expansio e ac-
tividade ios tnbalhos do da corle, como e tio
indispensavel So engraodecimerno da marinha de
guerra.
40.Que os regnlamentos decaes da reparligio
de marinha peccam por excesso de formulas, que,
impotentes para aeautelar abasos, iransformam-
se em obstculos i actlvldade e presteza, essen-
ciaes & todo o servigo bem organisado.
O MUNDO MARCHA.
Na primeira quinzena de abril teve lugar oo
theatro imperial do Dolma-Baktch, em Cons-
tan tinopla. uma representado do Barbeiro de
Sevilha, executada porantet-s turcos, e qual
assistiram todos os ministros|e membros do corpo
diplomtico. As espozas dos embaixadores de
Inglaterra e Franga estireram com o sultao oo
camarote imperial durante toda a repre3eotagao.
ASSASSINATO POLTICO.
Falleceu em Roma o joveo coode de Simmio-
ghe. que iragoeirameDle foi ferido, quando pas-
sava em uma ra de Roma.
Era belga e tinha 23 annos.
Eotou coreo voluntario no batalhao franco-bel-
ga do exercilo pontificio e foi ferido na batalha
de Caslelfidardo
Regressou depois ao seu paiz para tratar da
enacera.
Toroou para Roma, ondeesperava o seu resla-
belecimeoto completo, para eotrar no corpo de
zouavos.
Quando ltimamente chegou a Roma, proce-
dente da Blgica, levou ao padre santo 150,000
francos [27:000*000 reis) de donativos.
Esperava por das seu pai em Roma, que,
quando chegasse, j nio encontrava o filho vivo.
A polica nao tinha podido descobrir o autor
do crime; s se sabia que o conde era, desde
algum tempo espiado por individuos descoohe-
cidos.
REI THEOLOGO.
Assegura-se que o rei da l'russia Frederico
Guilherme IV deixou maouscripla uma volumo-
sa obra de theologia que se intitula Historia da
egreja evanglica e do seu desenvolvimenlo.
Parece que o piofes3ar Richter est eocarrega-
do da sua publicago. Frederico Guilherme
quando era principe, linhi multa predilecgo pe-
los peridicos e escreveu alguns artigos para o
Correspondente Imparcial, de Hamburgo, que en-
lao gozava muita fama.
[Commercio do Porto.)
41.-Que nao engiodo a descooflanga em
preceito administrativo, dividiodo a responsabi-
lidade por grande numero de agentes, que se con-
seguir garantir os interesses da fazenda contra
os ataques da improbidade.
42.-Que se deve, finalmente, simplificaras
torreulas, fiscalisar o recebimeoto e destribuigao
do material, e crear garantias de probidade pela
escolha dos exactores.
Quando clamavamos por todas estas providen-
cias, iropellidos someole pelo bem publico, en-
lendiam que o faiiamos por impertinencia; mas
porque nao nos queriam compreheoder; feliz-
mente ellas hoje formam parto de um grande
programma de um ministro Ilustrado e pros-
sional; o que prova s nossa razio em insistir o
perseverar pela sua adopgio.
Na seguinto Ilesenha proseguiremos.
Mate um campeao se ergueu para combaler ao
oosso lado pela causa da marioha, e um lidador
destes, cujo coocurso tio importante, que sua
chegada aos arraiaes deve ser saudada com alvo-
rogo.
Publica-se hoje oa corle, um novo peridico,
que se denomina os Annaes Martimos, consa-
grado aos interesses da marinha, redigido pelo
nobre Sr. Io lenlo da armada Francisco Ma-
noel Alvares de Araujo, j conhecido como bom
escnplor em nosso paiz ; porque nio novel na
imprensa.
Quando em 1853 nos propozemos publicar um
egual peridico, que denominamos o Brasil Ma-
rtttmo, procuramos ligar-nos esse Ilustre e ta-
lentoso collega, que muito nos auxiliou durante
o primeiro e segundo anno dessa publicago, dan-
do eslampa excedentes artigos, que anda se
podem ler nessa folha, subscriptos core suas ini-
ciaes, s quaes lhe firmaram uma bem iovejarel
repulagio.
No terceiro anno, porm, teve elle de retirar-
se, porque oulras obrigages o impelliam isso,
e tomos foseados ficar s com tio ardua e es-
pinhosa larefa, lamentando uma perda tio sen-
sivel.
Desde entio o nosso amigo apartou-se do jor-
nalismo, onde j havia gaoho laotos louros, a
que ora o v regressar suas fileteas com intima
salisfago ; porque o seu talento e habililages
lhe prometiere bellos das.
O oosso amigo coohece os deveres que coolra-
hiu ; sent toda a torga delles; sabe que sua no-
va tentativa arrojada, mas nobre e sublime ;
porque tende i enraizar doutrinas e principios
otis ao paiz.
E' dotado de talento nio vulgar ; sabe o que
quer, e para oode vae, e sobretudo sectario r-
deme da perseveraoga, virlude eivica que muito
apreciamos, e que gera sempre os grandes feitos
oaciooaes.
Nio, pode, portanto oaufragar ; porque coohe-
ce perfeilameote os marea oode navega, e ha de ,
ser forgosaoieole auxiliado por toda a corporacio
de marinha, cuja *ausa esposa; porque ella o
compreheoder. .
Todas as coodicoes pois, sio favoraveis i esta
empieza, e estimaremos que elle possa reaiisar
as bellsimas ioteoges que manifesla
Agradecemos ao alustre collega as expresses
obsequiosas com que dos destioguiu, e embora
apartados um do outro por uma ceotena de le
guas, marcharemos unidos na defeza a mais bel-
a causa, qual a do engrandecimento da marioha
imperial.
Bahia, 1* de junho.
E. A.
PWM,-. TYP. DI M. I. US tMMk -18*1,


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