Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09313


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Full Text

\
lili IIITJI IDME10 136
Por tres eies adatUdos 5}000
Per tres toezes vencidas 6$000
v
JD1H0M lili
tada 198000
*a sBbserpttr.
DIARIO
NCARRBGADOS DA SCBSCBIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lembs Braga; Geari o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
ios Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
ifAKflAS DOS GORRElUS.
Ofinda lados os diaa as'9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Golanna Pirahiba as segunda! e:
seitas-feiris.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciruar, Altinho el
Garanhons as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoelro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartasfairas.
Cabo, Serlnhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
i Agua Preta, Jimenleiras e Natal quintas feiraa.
j (Todos os correiolpartem as 10 horas da man ha a]
------------------------,----------------------___-----------------
EPHEMERIDES DO HEZ DE JUNHO.
8 Lna ora as 11 hora* e 19 minutos da man.
15 Ouarto creseente as 7 horas e 56 minutos da
inanbaa.
La cheia aos 3 minutos da tarde.
|3G Quarto minguante aos 21 minutos ia manbaa
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 9 horas 18 minutos da maokaa.
Segundo aa 9 horas e 42 minutos da larde.
DAS DA SEMA!A,
10 Segunda. S. Margarida rainha da Escocia.
11 Terca. S. Barnab ap.; Ss, Flix e Forlnoeto
12 Quarta. S. Joio de S. Facundo f S. Onofre.
13 Quinta. S. Antonio padroeiro da provincia,
14 Sexta. S. Baziiio Magno b. douL jla igreja.
15 Sabbsdo. S. Vito m. ; S.Lybia m
16 Domingo. 8. Joio Francisco Regis.
AU1KNC1A3 UUS TRBUNAa UA CAP1FAL.
Tribunal do commereio : segundas e quintas. '
ENCaRBEGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SL
Alagoas, o Sr. Claudico Fatuto Diaa; Babia,
Retaco: tercas, quintas aabbados salO horas. ^ Alag0 Pazenda: tercas, quintase sabbados as 10hora u"tina Alves; Rio de Janeiro, o Sr
Juizr. itn nmmrrin ...*.. ,< a*' -' Ja"> Pareara Martina.
Joo Pareira Martina.
EM PERNAMBUCO.
PARTE OFFICIAL.
LE N. 507.
Antonio Marcelino Nunes Gongalves, presidente
da pfoviocia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seus habitantes que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
sanccionei a resoluco seguinte:
Arl. 1. A (prca policial para o anoo nae-
ceiro de 1861 a 1862 se compor de quatr cen-
ias pravas!
Art. i." O presidente da provincia a organi-
sar e distribuir do seguale modo :
1* Dividir a farga en duas seeges, sendo
a primeira,que se denominarurbana.com-
posta de cento e cincoenta pracas, a segunda,
que se denominar rolante .composta de du-
zentas e ciocoenU pravas.
2o A secgo orbaoa ser armada e far-
dada do modo, que mais conveniente fr ao ser-
Tico de rondas^ e vigilancia da cidade e seus su-
burbios, e ficar inteirameole diaposico do
chele de polica.
3o A secgo volaole sei armada, co-
mo actualmente o corpo de polica, e conser-
var a mesma orgaoisagao.
4o A seceso urbana ser distribuida,
como fr mais conveniente de modo que jamis
seja destacada.
5o A seceo volante far o servico dos
destacamentos, e as diligencias para as qaaes se-
ja mister torga armada.
6 A secgo nrbana formar Ires com-
pauhias, sujeitas mesma disciplina do corpo de
polica, com tres chefeS que serlo nomeados e
demittidos sob proposla do chefe de polieia.
Art. 3o Fica o presidente da provincia auto-
risado expedir os necessarios regulameotos pa-
ra essa nova organisago.
Art. 4o Cootina ao presidente da provincia
a aulorisagao do art. 3o da lei o. 476 do anoo
prximo paseado, para fazer o engajamecto das
pragas, que devem comportar as referidas sec-
ges, mediante a gntiQcaco de cento e cincoenta
mil ris por quatro ann >s.
Art. 5o O promotor publico, que servir de au.
ditor dos conselhos de disciplina do corpo de po-
lica, perceber a gratiQcago anuual de tresen-
tos e sesseota mil ris.
Art. 6 Fica o presidente da provincia auto-
risado despender com a forga policial, assim'
organisada, at a quantia de duzentos coolos de
ris.
Art. 7o Fcam revogadas as leis e disposiges
em contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a
quem o conhecimenlo e execugo da presente re-
solugo pertencer, que a cumpram o fagam cum-
prir to iuteiramente, como n'ella se cootm. O
secretario da provincia a faga imprimir, publicar
e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 29 dias
do raez de maio de 1861, qualragesimo da inde-
pendencia e do imperio.
L. S.-
Antonio Uarcellino Nunes Goncalves.
Sellada e publicada a presente resolugao n'esla
secretaria do governo da provincia de Pernambu-
co aos 29 de maio de 1861. Joo Rodrigues
Chaves.
Registradas as fl. 67 v. do liv. 5* de leis pro-
vinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, aos 2
de juoho de 1861. Ilulio JosoF. de Figuei-
redo.
LEI N. 508.
Antonio Marcelino Nunes Gongalves, presi-
dente da provincia de Pernambuco :
Fago saber a todos os seus habitantes que a
assembla legislativa provincial decretou, e eu
sanccionei a resolugao seguinte :
Artigo 1. Fica desmembrada a povoagao de
Panellas da freguezia do Altinho, pelos limites
do respectivo districto e encorporada de Qui-
papi.
Arl. 2. Asede da freguezia de Quipap fica
transferida para Panellas.
Arl. 3. O vigario do Altinho ter opgo entre
as do freguezias.
Art. 4. Fcam revogadas as leis e disposiges
era contrario.
Mando, prtatelo, a todas as autoridades,a quem
o conhecimenlo e execugo da presente'resolu-
gao pertencer, que a cumpram e fagam cumprir
to inleiramente como nella se contera.
O secretario da provincia a faga, imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio do governo da provincia de Pernambu-
co, aos 89 dias do mez de maio de 1861, quadra-
gesimo da independencia e do imperio'.
i-, o.
Antonio Marcellino Nunes Gongalves.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo da provincia de Pernambu-
co, aos 29 de maio de 1861.Joo Rodrigues
Chaves.
Registrada a fl 69 v do 1. 5. de leis proviociaes.
Secretaria do governo de Pernambuco 2 de
junho de 1861.Rufino Jos Fernandes de Fi-
gueiredo.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia II de junho.
Officio ao Dr. chefe de polica.Com a iofor-
magao, junta por copia, ministrada pelo direc-
tor do arsenal de guerra em 10 do correle, sob
n. 150, respondo ao seu officio n. 486 do Io des-
te mez relativamente as 17 granadeiras remetti-
das pelo delegado do termo de S. Benio.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Restituindo V. S., j reformada, de conformi-
dade com o seu officio de 17 do maio ultimo, sob
n. 402, a folha em duplicis dos vencimentos do
2' lente Manoel Mt n Jes Bandeira Jnior, coro
mandante do destacamento de guardas oaclonaes
da cidade do Ro Formoso, a contar do Io a 30
de abril prximo Ando, o auloriso a mandar en-
tregar ao lenle Luiz Jeronymo Ignacio dos
Santos, a importancia de taes vencimentos, con-
forme requisilou o respectivo commandante su-
perior interino em offlcio de 5 do correle mez.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes
pret junto em duplcala, mande V. S. pagar a
Albino Jos Ferreira da Cunta, conforme requi-
silou o commandanto superior interino do Rio
Formoso em officio do 1* do crrente, os enc-
menlos dos guardas oacionaes destacados iiB dis-
tricto Duas-Barras, municipio de Serinhem, du-
rante o mez de Janeiro deste aono.Communi-
cou-se ao eommandante superior respectivo.
Dito ao mesmo Visto que, segundo consta de
sua informago' de 8 do correte, sob n. 470,
ooexiste crdito para pagamento de toda a quan
lia, que se est a dever a Manoel de Souza Ta-
rares, proveniente da carne verde que foroeceu
ao arsenal de marinha no mez de margo ultimo
mande V. S. pagar smente a de 606J393, ou a
que for possivel, ficando o restante para ser sa-
tiselo quando hourer quota.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista da inclusa relgo, que me foi remedida
pelo director geral interino da instruccao publi-
ca, com efficio de 8 do correte, sob n. 198,
mande V. S. entregar ao director do collegio dos
rphaos de Santa Thereza em Olinda a quantia
de 178Ji para a compra nio so de sapatos para os
educandos do mesmo collegio. maa tambera de
roupa para os africanos ao servigo daquelle esta-
belecimento, como se v da mesma relago.
Mandn-se tambera entregar a esta a quantia de
t:064$IOO para oconsummo no mez corrente, ea
de 84$532 para os salarios dos empreados inter-
nos do mez de maio, e a directora do collegio das
orphaas maodou-se entregar a de I:l50g000 para
a primeira daquellis despezas no presente mez.
Dito ao juiz do direito do Brejo.Devolvo
Vmc. os mappas estalisticos dos trabalhos da
primeira sesso dojury, do termo de Cimbres,
que acorapanharlJpaau officio. n. 32, de 30
de maio prximo rSdo, afrm de que as observa-
ces i elle! annexasraejinn feilas de conformida-
de com o art. 180 do regulamento n. 120. de 31
dejaneirode 1842, e aviso circular de 8 de Janei-
ro de 185^5 junio Por copia.
, Dito a-jvman muaicipal di cidade deCarua-
r Scnte pelo officio que me dirigi a cmara
municipal da cidade de Caruar em 25 de maio
fiado do estado de culposo abandono, em que se
aeha o cemiterio publico da mesma, eabe-me
responder que de*e a cmara municipal de Ca-
ruar. obtendo previamente o consentimento das
pessoes que concorrjram para *a sua cdi&cacao,
tomar a seu cargo administracao desse cemite-
rio, proyidenciafldot desde j ero ordem a que
na contitue elle a ser profanado, como assevera
em seu dito officio, e formular quanlo antes, en-
viando-o pretdcis, um projecto de regula-
mento para o meamb estabelecimenlo, tendo en?
sttengo os melhotiamentos^ de que elle precisa,
e raaior economa e comrodo dos poros desse
municipio.
Dito ao delegad** das trras publicas.Para
dar cumpriraento ao que me fot recomraeodado
p6lo Exm: Sr. mlniairo da agricultura, commer-
eio a obras publicas em aviso de 31 de maio lin-
do, convem 'que Vmc. informe com brevidade
quaes os vigarioa que teem sido relutantes era
nao remetter a s& repartigo os livros de regis-
tro das Ierras de afeas parochias ; indicando, nao
s os motivosglabidos por anda o nao flzeraro,
mas anda os nomes daquelles que por essa omis-
sao merecem ser multados, nos termos do artigo
105 do regulamento de 30 de Janeiro de 1854.
Dito ao conselho de compras navaes.Pode o
conselho de compras navaes effectuar a compra
dos objectos mencionados no seu officio de 8 do
corrente, remetiendo thesouraria de fazenda
copias.003 termos de coutratos, que houverem de
assigoar os vendedores dos ditos objectos.Com-
municou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao conselho administrativo.Proroova o
conselho administrativo para fornecimento do ar-
senal de guerra a compra dos objectos Constantes
do incluso pedido, a. 43.Communicou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao director geral da iostruego publica.
De conforroidade com a sua ioformacSo de 8 do
correle, dada com referencia do director do
collegio dosorj-hios, mande Vmc. entregar a Ma-
na Albertina Sosres Lopes, sua filha Mara Edo-
virges Ferreira Lopes, educanda daquelle col-
legio.
-' Dito ao nAsmo.Mande Vmc. admittir ao col-
legio das orpHI*J, logo que houver vaga, e preen-
chidas as formalidades legaes; a orpha de nome
Mara, filha de Antonio Martios da Silva e Fran-
cisca das Chagas, j fallecidos.Communicou-se
ao juiz de orphos do Recife.
Dilo ao director das obras publicas.Cerlo do
conteudo de sua informago de 8 do corrente, sob
n. 145, teuho a dizer que remella Vmc, ao r.
chefe de polica, afim de ser enviado para o pre-
sidio de Fernando, onde so acha o sentenciado
Vicente Ferreira de Franga, a quantia de 10#200
ris, que se I lie est a dever. como servente que
foi das obras da casa de delengao.Communicou-
se ao chefe de polica.
Dito ao agente fiscal da illuminagao a gar.
Era vista de sua iuformago de 24 de maio ulti-
mo, dada acerca da represenlago dos proprieta-
rios e moradores da ra da Esperanga do bairro
da Boa-Vista, o auloriso a contratar com os ge-
rentes da illuminagao a gaz a collocago de dez
lampeos naquella ra, com as mesmas condigoes
da illuminagao existente.Communicou-se ao
inspector da thesouraria provincial
Portara.O presidente da provincia atienden-
do ao que lhe requereu o almnxarife do arsenal
de marinha, Anlouio Henriques de Miranda, re-
solve conceder-lhe dous mezes de licenga com
vencimenlos para tratar de sua saude, devendo o
supplicaote ser substituido pelo seu fiel, e sob
sua respoosabilidade.
DitaOs Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor, maodem dar urna passagem
de estado para o Rio de Janeiro, no primeiro va-
por que passar do norte, a Virtuoso Caetano d'A-
guur, que cousta ser desvalido.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilei-
ra de paquetes a vapor, mandem dar passagem
de proa para Macei, no primeiro vapor que para
ali seguir, em lugar destinado para passageiros de
?lldS' 80 mestre 00 niale* Rxo Formozo, Joo
Jos da Fonseca.Communicou-se ao comman-
dante da estago naval.
Expediente do secretario.
Do dia 11 de junho di 1861.
Officio ae inspector da thesouraria de fazenda.
Declarando o coronel commandante das armas,
era officio de hornera quehouve equivoco na sua
psrtecipago relativamente entrada de Horacio
de Gusmo Coelho no exercicio de almoxarife do
hospital militar, pois que leve isso lugar no dia
le nao a 3 do correle, assim o communico
V. b. de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, e em additamenlo ao meu officio de 5
deste mez.
Dito ao commandante do corpo de polica.S.
rlC'v pres,denle da Provincia, manda remet-
ler a v. s. os inclusos procesaos, afim de torera
execugo desentengas nelles proferidas pelocon-
seli.o de julgamento contra os soldados do corno
sob seu commando Paulo Francisco de Arauio e
Joo Paulo da Purificago.
Dito ao primeiro secretario da assembla le-
gislativa provincial.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda transmittir por copia V S
para ser presente a assembla legislativa pro-
vincial, a informago ministrada pelo Exm. e
Rvm. bispo diocesano acerca do compromisso
da santa casa de Mesericordia, impresso no jor-
nal que acompanhou o officio de V. S. de 4 do
corrente, sob n. 36, que responde.
Despachos do dia 11 de junho.
Requtrimtnto$.
Alcebiades Jos d'Azevedo Pedrs.O suppli-
canie ser brevemente substituido.
Major Bernardino Luiz Ferreira Cezar Louref-
viocTaK Sf* i09Peclor da thesouraria pro-
Francisco Martios dos Adjos Paula.-Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Fredenco Miguel de Souza.-Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
quelndo"81'00 M"nh Falcio-Selle e volle
Jos Mara de Figueiredo.-A vista da informa-
gao nao tem lugar o que requer. "'
Luiz Leopoldo dos Guimares Peixoto.Selle e
Manoel Antonio Camargo.Defirido com
despacho de 28 de maio. com
Manoel de Souza Tavares.-Dirija-se a thesou-
raria de fazenda. \ "*"
Manoel Jos de Parias Simoes.-.l'B(e(eriJo a
vista da mformasio. TO a
Juizo do commereio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tergas e aextaa as 10 horaa.
Primeira vara do civel: tereaa aextaa ao mero
_ ai,-J I prorietario do diario Manoel Plg.efroa m*
hor2adI"^de:eiT,' """*" "bbd0 ^Vfi*' "' ""**' Pr'5" "' ^P"*"* n
Mara Albertina Soares Lopes.Dirija-te
directora geral da itrstrurgio publica.
Pedro Jos dos Santos.Selle e volte.
Virtuoso Caetano de Agoiar.D-ae.
EXTERIOR.
O Journal ds Havre recebeu, a respeito da
occupgo de S. Domingos pelas tropas hespanbo-
las, urna ocla dimanada do governo haitiano, %t
um protesto do presidente Gefrard.
Eis os dous documentos que foram pablieados
ero Porto-Priocipe a 6 de abril :
O governo receben do cnsul hespanhol nes-
ta cidade, a notilicago da annexsgo Hespanha
da i epublica dominicana, assim como deje ler
tornado posse daquelle ponto por parte dia au-
toridades que obram em nome do governo de
S. M. C:
Por outro lado, o governo censura urna men-
sagem do general Santa Aona, que anouncia
este acontecimento aos habitantes*deste.
Esta traico para com a patria obra do
general Santa Aona e de) seus conselheiros,
sobre os quaes s cahir toda a respoosabilidade.
Por este laclo romperam elies o pacto que
nos liga va com o ste. O governo do Hait est
por isso libertado de qualquer compromisso, e
recobra a sua completa liberdade de segao.
Quanlo populagio de ste, a obra machia-
vlica,, a infame combinago levada ao cato
pelos seus governantes, sorpreheodeu-a e en-
gaoou-a.
a Devemos pois declarar, que conservamos
por estes povos os nossos sentimeotos de fraler-
nidade, e as nossas mais vivas sympathias.
E persuad Jos corno estamos de que elles se
conservam fra desse facto que acaba de se con-
sumar, e de que tem a peito conservar a sua in-
dependencia, persistimos no designio bem en-
tendido de coocluir com elles um tratado de paz
e amisade, pelo qual os nossos lagos e as nossas
relegues mutuas se estreitem maisdo que nunca.
Protesto.
Fabre Geffard, presidente do Hait.
O general Santa Anna, consumando o alten-
lado que por tanto lempo premediten, fez arvo-
rar a bandeira hespanhola no territorio de ste
do Hait. Estes actos emanados daquelle gene-
ral declaram este facto, e urna nota datada de 6
de abril deste anno de consulado de S. M. C. no
Hai. ratificou-o ao governo haitiano.
O governo do Hait nao poda de certo espe-
rar um semelhanle desfecho. As relages ami
gaveis que a corta de Madrid tinha conservado
com elle desie poucos annes, acreditando cn-
sules junto de si, nao pressuravam isto, e se pelop
conselhos das potencias mediadores se apressa-
rara a conceder ads dominicanos urna tregua de
cinco annos, nao era sera duvida para que este
desfecho se preparasse sombra dessa tregua, e
da leal mediago da Franga e da Inglaterra.
Com que direito toraana hoje a Hespanba
posse da parte de ste ? Nao deixou esta pro-
que a faccio Santanna nao tem direito a alienar
por qualqwer titulo, esse territorio; que nao se
coonecer nunca semelhaule cesso; que faz
francamente todas as reservas i este respeito,
como se reserva o emprego de todos os meios,
que, segando as circumstancias, possam ser
convenientes para preservare garantir o seu mais
resse.
o pajaciojiacional de Porto-Prncipe,
anno 51 da iadepen-
de 1861, anno 51
Jornal do Commereio, de LlsbOa).
INTERIOR.
RIO DE .lAMIIIO
i' 26 de maio de 1861.
O senado approvou hontem o requrfmento do
Sr. Joblm pedindoioformagoes a respeito da pra-
lcagem da barra do Rio Grande do Sul, depois
de lerem orado os Srs. barfio de Quafaim, Jobim
e ministro do commereio, agricultura e obras pu-
blicas i
Passon em3" dscusso, sem debate, a resolu-
gao approvando a aposentadoria do Sr. desem-
bargador Francisco Gongalves Martins ; e entran-
do em Ia discusso a resolugao antorisando o go-
verno para mandar abrir prsga de guarda-mari-
nha a Jos Ignacio Borges Machado, flzeran al-
urnas observages a este respeito os Srs. Dantas
; Manoel Jelizardo, ficando encerrada a discos-
sao por se reconhecerque nao havia numero para
volar-se. r
Foi concedida ao desembargador Antonio da
Costa Pinto a exonerago que pedio do cargo de
vincia h muitos annos de ser suj colouh i Na Pre,<'nt da provincia da Baha.
i-.j.i(.\'\ ni I a dn f- a -*____ a A iWl
aceitn ella de facto donte perto de um qWto !-_ v
de seculo a incorporago voluntaria da parte de Cb*
ite repblica do Hait? Km ullimo lugar
nao reconheceu ella a Independencia da repbli-
ca dominicana, e nao tratou com ella de estado
a estado ?
a A Hespanha nao tem pois hoje nenhuro di-
reito sobre a parte oriental do Haiti ; nao tem
mais direito sobre aquelle territorio do que po-
derla ler a Franga ou a Inglaterra, e a tomada de
posse de ste pela Hespanha um facto to-enor-
me, como se tivesse sido efT-ctuado pela Franga
ou pela Ioglalerra. Se fosse necessario admittir
que a Hespanha tinha anda direito sobre a re-
publica domicana, era tambera necessario ad-
mittir igualmente, que tambem os tem ao M-
xico, a Columbia, so Per, e finalmente a todas
as repblicas iodeperidenles da Amejica, que sao
de origem hespanhola.
E com que direito, pela sua parle, o general
Santanna e a sua faego entregara Hespanha o
territorio dominicano ? E* a vontade dos povos.
dizem elles, mas esta affirraaliva mentirosa !
Aquellos povoa*opprimidos sob o rgimen do ter
ror organisado pelo general Santanna, nao po-
dem manifestar voto algum livre.
Numerosos cidados honrados o esclarecidos,
patriotas dedicados da repblica dominicana, lan-
gados fra da sua patria pelo general Santanna,
proteslam com toda a sua energa contra essa
alienago da patria, que qualiflcam de traigo co-
barde. *
Ningnem contestar que o Hait dexe de
ter raaior ioteresse de que qualquer potencia es-
trangeira se estabeleca na parte de este.
Desde o momento em que dous povos habitam
a mesma ilha, os seus deslinos em relago s ten-
tativas do estrangeiro sao necessariamente soli-
darios.
A existencia poltica de um est intima-
mente ligada de oulro, e teem obrigago de
o garantir um ao outro, a sua propria seuu-
ranga. r
I Supponde que fosse possivel que a Escossia
i passasse de repente, ou para o domioio russo ou
para o dominio francez. Dir-se-ha que a existen-
cia da Inglaterra nao licaria profundamente cora-
prometlida 1 Taea sao os lagos necessarios que
une as duas partes oriental e occidental do
Hait.
a Sao estes os poderosos motivos, pelos quaes
todas as nossas constituigoes, e desde a nossa
origem poltica, tem constantemente declarado
que toda a tlha do Haiti nao deveria formar se-
nao um nnico estado.
E nao era urna misso de conquista que dic-
, lava esta declarago era nicamente esse senti-
, ment profundo da nossa propria seguranca -.
| porque os fundadores da nossa joven sociedld
I declararam ao mesmo lempo que o Haiti se en-
solva em toda a empreza, que podia alterar o
i rgimen interno das ilhas visinhas.
a O governo haitiano, comprehendendo melhor
I as condigoes da independencia e da
' das uages, quiz sempre formar,
tico e homogneo. Du-
rante vinle dous annos esta grande idea realisou-
ste 6 propria vonlaile dos povos de
Os dous
seguraogs
, com os povos
?. iaI?!I)8Ju.mA8la i r
povos
Os dous povos envolveram-se, viveram de
mesma vida poltica e social, formaram s um e
o mesmo estado, e a adminislragao d'esta meta-
ae da patria commum custou, durante viole e
dous annos grandes sacrificios pecuniarios ao go-
verno haitiano.
Se o povo d'sle operou urna sciso em 1844,
nunca o sea im foi outro do que reivindicar a
sua propria autonoma. Ao governo unitario
quiz elle substituir, por um sentimento suspei-
toso da sua liberdade, dous governos dislnclos,
sem altu disso desconhecer o lago intimo e a
coramunidade dos interesses dos dous povos.
A sciso de ste nunca loi na sua parte es-
sencial mais do que urna questo sobre a forros
de governo. Nunca aquelles povos, to ciosos
da sua liberdade, julgaram dever entregar-ae
um dominio estrangeiro, como tambem o gover-
no haitiano nunca consentir seno nesta auto-
noma, objecto dos seus sedentes votos, afim do
melbor garantir os interesses commaos e a inde-
pendencia commum dos dous povos.
a O governo do Haiti declara pois, que pro-
testa solemnemente, e em face da Europa e da
America, contra qualquer occupago|por parte
da Hespanha do territorio dominicano ; declara
Continuou honlem na cmara dos deputados a
discusso do parecer sobre a eleigo do 4o distric-
to da provincia de Pernambuco, na parte adiada
em urna das sesses preparatorias. Oraram os
S>rs. Pereira da Silva e Bezerra Cavalcanli, fican-
do a discusso adiada.
' A ordem do dia para amaoha a mesma de
hontem.
28
Enlrou hontem em 2a discusso no senado o
projecto de resposta falla do throDO, e ficou
adiada pela hora depois de oraren) os Srs. vis-
conde de *quithonha e D. Manoel.
A cmara dos deputados approvou hontem,
depois de orar o Sr. Taques, a emenda do Sr
Pereira da Silva s concluses do parecer sobre a
eleigao do 4 districto de Pernambuco, sendo re-
conhecido deputado o Sr. Francisco Raphael de
Mello Reg.
Eotrou depois era discusso o parecer sobre a
eleigo do 5<> districto da mesma provincia. Ora-
ram os Srs.'Gasparino e Figueira de Mello, fican-
do adiada a discusso.
1 de junho de 1861.
lntinuou hontem no senado a segunda dis-
cusso do projecto de resposta falla do thrpno,
raj u Vasconcellos e Euzebo de Queiroz.
Na hora competente aprssentou o Sr. visconde
Jequilinhonha um requeriraeoto, que tem por
Um a nomeago de commissoes de ambas as c-
maras para a apresentago de um projecto de
interpretaco de varios artigos do acto addicio-
nal, o qual ficou addiado.
Continuoo hontem na cmara dos deputados a
aiscussao do parecer sobre a eleigo do sexto
!*.lr'cl Proviocia do Mipas-Geraes, na parle
adiada em urna das sesses preparstarias. Ora-
ram o Srs. Cruz Machado e Paula Fonseca, fi-
cando encerrada a discusso.
Foi nomeado segundo vice-presidente da pro-
viocia do Espirito Santo o cidado Dionisio Al-
varo Rozendo.
arsenal de marinha da mesma
Joo Silveira
da armada Jos
29
urT^nn*? rrJfD"rtd0 l2" dlScu"io d0 caDta de wgu P7acisc'Loiz'dViam,
projecto-oe resposta falla do throno. Oraram i no posto de capitco de mar e
os &rs. ministro do commereio e agricultura,
bouza Ramos e visconde de Albuquerque, e ficou
a discusso adiada pela hora.
Foi concedido o titulo de conselheiro ao en-
viado extraordinario o ministro plenipotenciario
do Brasil no Per, Antonio Jos Lisbqa.
Foram nomeados :
Commendador da ordem de S. Bento de Aviz,
o chefe de diviso graduado Francisco da Silva
Lobao ;
Cavalleiro da mesma ordem, o capillo Fran-
cisco Olinto de Carvalho;
Commendador da ordem da Rosa, o visconde
Chabannes Curton ;
Official da mesma ordem, o Dr.
de Souza;
Cavalleiro, o pharmaceutico
Antonio Tupinamb.
Foi concedido o foro de cavalleiro fidalgoa Joa-
qun Viclorino de Souza Cabral. e o de fidalgo
cavalleiro a Jos Pereira de Bulhoes Carvalho e
francisco Pereira de Bulhes Carvalho.
Por decreto de 29 do mez passado foi concedi-
da ao visconde de Ypanema a demisso do cargo
de membro do cons-lho inspector e fiscal da Ca-
xa Econmica e Monte de Soccorro do Rio de
Janeiro.
Por decretos da mesma data foram nomeados :
O Sr. visconde de Bomfim, para exercer o
cargo de Vice-presidente no referido conselho.
do qual membro ;
O Dr. Manoel Frederico da Costa Pinto, pira o
lugar de procurador fiscal dos terrenos diaman-
tinos da provincia de Minas-Geraes.
Foram exonerados na mesma data :
Joo Raymundo Mouro, do dilo lugar ;
O primeiro escripturario da thesouraria de
Malto-Grosso, Antonio Honorio Ferreira do lu-
gar de inspector da alfandega de Albuquerque
Por decreto de 29 de maio, e de conformida-
de com a imperial resolugao de 22 do dito mez,
lomada sobre consulta da secgo de guerra e
a do conselho de estado, foi reformado o
Rosa
- guerra graduado,
com o sold de capito de fragata.
Na mesma data [29 de maio] concedeu-se ao
piloto pralico i*
Duarte de Souz
gundo lente da armada, na forma
o
do aviso re-
ao
Contiiiuou hontem na cmara dos deputados a
discusso do parecer sobre a eleigo do 5 dis- I guiar do Io do referido i
KimXsrSPJErzi: wna parine adia- "r-rvi?o que presira ^ s o 1 a0 POr
n Mr. *2t.il!."?,62 PrPara,or'as- Oraram i elle organisado com o Ululo de Roteiro do norte
Fo,hJ a ^a {"'"S1"' ?e"rra CaMlnli e : do Brasil desde o cabo de Santo Aaostinho al l
Fernandes da Cunha, ficando a discusso encer- cidade do Para. agomnno al a
da costa do Maranho Jqim\ Moraes
:a Ageiar o uso da farda de se-^ J AppfV' tambera em urna s discusso o pro-
jechrque autorisa o governo
rada.
Foi apresentado o parecer da commisslo de po-
deres sobre o Io districto da provincia de S. Pau-
lo, que termina com as seguintes conclusoes:
< 1. que se apprpvem as eleiges primarias
esecundarias do collegio de S. Roque;
2., que se approvem-es eleiges primaras
das freguezias da S e de Nossa Senhora do O';
J. que approvese a eleigao secundara a
que. por motivo de Iraccionamento do collegio da
capital, procedeu-se na sala das sesses da cma-
ra municipal ;
4., que se approvem as seguintes eleiges
primariasa do Aruj, presidida pelo juiz de paz
Francisco Miguel de Macedo ; a de Itaquaquece-
luba, presidida pelo juiz de paz Francisco Jos
de Araujo; e de Santa Isabel ;
5.o, que se aonullem as eleiges primarias
da matriz e do Rosario em Mogy das Cruzes, as-
sim como as de Aruj e Itaquaquecetuba, presi-
didas por juizes de paz incompetentes ;
6. que se approve a eleico primaria de
Campo-Largo;
7., que se declsrera nullos os diplomas dos
eleitores da eleigo nao acabada em Sorocaba
2
Prestou honlem juramento, e tomou assento
no sonado o Sr. baro de Maroim, eleito pela
provincia de Sergipe.
Eotrando em discusso o requerimento do Sr.
visconde de Jequiliuhonha, que hontem publica-
mos, sobre nomeago de urna commisso das
duas cmaras legislativas para tratar de um pro
jecto de interprelago do acto addicional, orou o
Sr. Penna, que concluio olTerecendo um addt-
lamento, com o qual foi o requerimento appro-
vado. rv
Continuou a segunda discusso do voto de
gragas, que ficou adiada pela hora, depois de ora-
rem os Srs. Sou*i Franco, baro de Quaraim, e
Cansanso deSinimb.
tola a eleigo secunda-
8., que se annulle
ra de Sorocaba;
9., que se reconhegam deputados assem-
bla geral pelo Io districto da provincia de S.
Paulo os Srs. Dr. Jos Bonifacio de Andrada e
Silva e Dr. Joo da Silva Carro.
Palleceu honlem, esepulla-se hoje s 5 horas
da larde no cemiterio de S. Francisco de Paula,
o Sr. conselheiro Bernardo Belisario Soares do
Souza, ex-depulado pela provincia de Minas-Ge-
raes em vanas legislaturas desde o primeiro rei-
nado e um dos mais antigose conceiluados ma-
gistrados do paiz.
30
Preslou hontem juramento e tomou assento no
seoado o Sf. desembargador Antonio Jos Ma-
chado, senador nomeado pela provincia do Cear,
Depois de algumas explicares do Sr. D. Ma-
noel, continuou a 2a discusso do projecto de res-
posta falla do throno, o qual ficou adiado, ten-
do orado os Srs. Dias de Carvalho e Candido Bor-
ges.
A cmara dos deputados reconheceu hontem
deputado pelo 5o districto da provincia de Per-
nambuco o Sr. r. Fraocisco Carlos Braudo.
Entrou depois em discusso s eleigo do 6o dis-
tricto de Minas-eraea, na parte adiada em urna
das sesses preparatorias. Oraram os Srs. C. 01-
toni e Vieira da Silva, ficando a discusso adiada.
Pelo vapor de guerra ioglez Pylades, entrado
honlem de Valparaiio, recebemos folhas daquella
cidade at 30 de abril.
Nada encontramos de importancia oas folhas
que temos avista,
A imprenaa opposicionisla punha em duvida a
amnista concedida aos erapregados, ou pelo
menos a sua geueralidade sem reserva, allegan-
do nao se ter publicado o respectivo decreto, e
apparecerem alguna pedidos de perdo por parte
de varios fugitivos, o que importava nao se ter
estendido a elles o acto de clemencia.
As noticias das provincias nao deixavam duvi-
da sobre ser favoravel ao governo actual o resul-
tado das eleiges de senadores e deputados.
Na coofederago granadina conlwiava a raizar
a revolugao, levando es chamados reaccionarios
algumas vantagens sobre a general federalista
Bnceno.
Na Bolina tinha app*icido, alm de Acha e
Morales, mais um pretndeme preaidencia d
repblica : ora o general D. Gregorio Prez' que
dera entrada trumphat em Paz.
Aa.ftleicou para deputados faziam-se do meio
de grande eflervesceacia..
A cmara dos deputados reconheceu hontem
deputado pela 6o districto de Mioas-Geraes o Sr.
Antonio Joaquim Cesar.
Discuti depois o parecer sobre a eleigo da
provincia de Goiaz. O Sr. Gomes de Souza fez
algumas observages, e offereceu um requerimen-
lo deadiamenlo, que foi regeitado, depois de um
debate entre os Srs. Araujo Lima, Paes Brrelo,
Santa Crnz, Cruz Machado C. Ottoni e F. Octa-
viano.
Continuou ento a discusso do mesmo pare-
cer, e Gcou adiada, tendo orado os Srs. Paes Bar-
reto e Santa Cruz.
- 4-*
O senado approvou hontem em 2a e ultima
discusso o projecto de resposta falla do throno,
depois de orarem os Srs. baro de Muritiba e
Dantas.
Em seguida votou sem debate em Ia discusso
o parecer da mesa relativo nomeago de dous
officiaes da secretaria.
Verificando-se Bao haver casa, depois de en-
trar em 3a discusso o projecto da outra cmara
sobre a penso concedida viuva e filhas do co-
ronel Francisco Vctor do Mello e Albuquerque
ficou a mesena discusso encerrada.
A cmara dos deputados elegeo hontem a mesa
que deve servir no presente mez, nao fazeodo
alterago alguma na organisago que existia.
Contiriunu depois a discusso do parecer sobre
a eleigo da provincia de Goyaz, a qual anda fi-
cou adiada depois de orarem os Srs. Arsujo Li-
ma, Paes Brrelo e Cruz Machado.
Foram nomeados:
Cavalleiros da ordem de S. Bento de Aviz, os
Srs. coronel cirurgio-mr do exercito Manoel
Feliciano Pereira de Carvalho, e capites Cle-
mente Jos de Araujo, Antonio Hara Xavier,
Antonio de Souza Severino, Francisco Raymun-
do de Souza*, Francisco Frederico Figueira de
Mello, e Antonio Francisco de Avila ;
Official da ordem da Rosa, o Sr. Dr. Gunther.
Foi concedtio o foro de fidalgo cavalleiro da
casa imperial aos Srs. Dr. Felisberto Augusto da
Silva e bacharel Antonio Augusto da Silva.
Foi apreaentado o chantre Joaquim Aolonio de
Andrade Beroflca na cadeira do arcipreste da
S de Marianna. '
Por decretos de 31 do mez passado, ficou
sem efteito o de 11 de margo ultimo, pelo qual
foi nomeado o Dr. Americo da Silva e Oliveira
para um lugar de 2 cirnrgio do corpo de sade
da armada, e foi concedida a demisso que pe-
dir o da mesma classe Dr. Augusto Cesar de
Sampaio Vianns.
Por decreto da mesma data mandou-se ficar
de nenhum efieito o de 3 do dito mez. pelo qual
havia sido nomeado o almoxarife do hospital mi-
litar da provincia de Pernambuco, Thomaz An-
tonio Maciel Monteiro,. nara o lugar de escriro
das officioas do
provincia.
..* de,crel0 d0 10 d0 orrente foi exonerado o
cap tao de mar e guerra Francisco Xavier de Al-
cantara do emprego de iospector do arsenal d
marinhada provincia-da Baha, como p^Ji,
sendo na mesma dala nomeado par. con.ru.nd,
a eatagao naval de Perbambuco, em sabstiluicao
ao cap tao de mar e guerra Loorengo da Silva
Araujo Amazonas, que ra exercer aquelle em-
preo.
O senado approvou hontem em 3a discusso a-
resolugao sobre penso da viuva e fllhos do- co-
rouel Francisco Vctor de Mello e AlbuqaerqiM"
Entrando depois em 3a discusso o projecto do
le regulando o accesso dos officiaes da armada
oraram os Srs. C-rneiro de Campos, mioistro d
marinha, visconde de Jequitinhonha e baro de
Cotigipe, e ficou adiada pela hora.
A cmara dos deputados approvou hontem em
primeiro lugar o parecer sobre a eleigo da pro-
vincia de Goyaz, sendo declarado deputado o Sr.
relippe Antonio Cerdoso de Santa Cruz.
Occupou-se depois com a discusso do parecer
*** } dwt-icto das Alagas. a qual ficou
adiada depois de orar o Sr. Macario.
Foi apresenlado e lido o seguinterparecer-
Aeicao do Rio de Janeiro (3U districto.
a A commisso de constiluigo e poderes, a
quem foi presente o diploma enviado pela cma-
ra municipal de Nitherohy ao Sr. Francisco de
faula de Negreiros Sayo Lobato, reeleito de-
putado pelo 3* districto eleiloral da provincia do
Rio de Janeiro, achando-o conforme s actas,
respectivas, e julgaodo regular a eleigo a que
se procedeu, de parecer que seja declarado de-
putado pelo 3 districto eleiloral da provincia do
kio de Janeiro o Sr. conselheiro Francisco de
faula de Negreiros Sayo Lobato.
i ' de 1861.Z. de Ges e Vasconcellos R. F. de
Araujo Lima.L. A. L. de Oliveira Bello.
Por decreto de 31 do mez Dndo foi nomeado 2
escripturario da alfandega de Pernambuco o 3
escripturario Caetano Gomes de S.
Por decreto de igual data foi demittido Jos
Antonio Machado Lima do emprego de 2o escrip-
turario da recebedona de rendas internas da pro-
vincia da Baha.
6
Continuou hontem no senado a tetceira dis-
cusso do projecto regulando o accesso dos offi-
ciaes da armada. Oraram os Srs. mioistro da
marinha, D. Manoel. e Miranda, e ficou a discus-
so adiada pela hora.
A cmara dos deputados approvou honlem
sem debate o parecer sobre o 3o districto da pro-
vincia do Rio de Janeiro, sendo declarado depu-
tado o Sr. Francisco de Paula de Negreiros Sayo
Lobato. *
Approvou em seguida em urna s discusso o
projecto que approva a penso annual de 800000
concedida a D. Mara Amalia de Azambuja Car-
valho de Moraes, viuva do encarregado de nego-
cios do Brasil ni Blgica, Pedro Carvalho de-
-. a conceder ao con-
selheiro Joao Jos de Oliveira Junqueira, minis-
tro do supremo tribunal de justiga, um anno de
licenga com todos os seus vencimentos para tratar
de sua saude onde lhe convier; bem como um
artigo additivo autorisando o governe a conceder
a mesma graga ao conselheiro Fausto Augusto
de Aguiar, director-geral da secretaria de estado
dos negocios do imperio.
Continuou em ultimo lugar a discusso do pa-
recer sobro a eleigo do 1" districto das Alagas,
na parte relativa ao segundo deputado pelo mes-
mo districto. Oraram os Srs. Macario e Bello,
usando a discusso adiada.
L-se na ordem do dia da repartgo do aju-
danle-general, em 4 do corrente:
Chegando ao conhecimenlo de S. Exc. o Sr.
raarquez de Caxias, presidente do conselho do
ministros, ministro e secretario de estado dos
negocios da guerra, pelo relalorio que apresen-
<->o Z brigadeiro encarregado da inspecgo do
12 batalhao de infantina, o bom estado do dito
batalhao tanto na parle disciplinar como admi-
nistrativa, fazendo meogo o mesmo Sr. briga-
deiro da firmeza do batalhao, da boa execugo
do manejo de armas e perfeigo das manobras
executadas em sua presenga, manda S. Exc. o
Sr. ministro elogiar ao Sr. major Fernando Ma-
chado de Souza, commandante interino do dito
batalhao, pelo zelo e indiligencia-com que exer-
ce o referido commando.
Manda o mesmo Exm. Sr. que seja repre-
hendido o Sr. r-tenente da companhia de art-
fices da fabrica da plvora Joaquim Pinto Guedes
por nao ter pedido licenga ao director daquella
estabelecimenlo para queixar-se delle autorl-
dade superior, e por haver d'ali sahido tambem
sem licenga. o
Constara das mesmas ordem do dia as no-
meages :
Do Sr. coronel do corpo de engenhelros Gal-
dino Justiniano da Silva Pimentel, para ser em-
pregado na domarcago de limites entre a provin-
cia do Rio de Janeiro e a de Mioas-Geraes, fican-
do para esse fim disposigo do Sr. ministro do
imperio;
Do Sr. corooel'do corpo de eslado-maior de 2a
classe Trajano Cesar Burlamaque, para com-
mandar o presidio de Fernando de Noronha ;
Do Sr 1 tenente do corpo de eogenheiro
Joaquim Leovegildo de Souza Coelho, para ir
servir na provincia do Amazonas ; _,
Do Sr. tenente do corpo de estado-maior de 2a
classe Luiz da Franca de Carvalho, para com-
mandar o forte de Tamandar, na provincia de
Pernambuco ;
Do Sr. major reformado do exercilo Antonio
Jos de Oliveira Fragata, para cora mandar a
fortaleza dos Sanios Res Magos, na provincia do
Rio-Grande do Norte.
As exonoragoes :
Do Sr. major do corpo de estado-maior de 2a
classe Sebastin Antonio do Reg Barros, do
commando do presidio de Fernando do Noronha.
por assim o haver pedido ;
Do Sr. major do mesmo corpo Jos Mara Pe-
reira Caldas, do lugar de encarregado do deposito
de artigos bellicos da provincia de S. Pedro do
Rio-Grande do Sul ;
Do Sr. tenente do mesmo corpo Luiz da Fran-
ga de Carvalho, do commando da fortaleza dos
Santos Res Magda na provincia do Rio-Grande
do Norte.
E as reformas concedidas :
Ao Sr. marechal de campo Firmino Herculaa
de Moraes Ancora, na forma da le, continuando
no exercicio de vogal do conselho supremo mili-
tar (decreto de 25 de maio finio) ;
Ao Sr. capito do corpo de estado-maior de 2*
classe Joaquim Jos Pinto, na rma da lei jio
aoffrer molestias incuraveis que o tornara in-
capaz de todo o servi{o (decrefo de 29 de maio
findo).

Proaegulo hontem no*enado
cussao do projecto regulando
a terceira dis-
as promoQes DI



*k*
n
D* itbuawST-- SEXTA. EBL-14 DI JUNHO 11 iMi,
armada, sendo apoisdas mtts emendas
anisas o e do Sr. vis'coode da Jequitmhon
Oraram os Srs. Miranda, Ferreira P>mv
otro de Campos, que ponctoio -reooerci
voltasse ludo commissao de marionas-
Sobre o ediamento aHou o Se batiere
tiba. .
A Ucussio ficou adiada pola hora.
Coflttouou hontem oa cmara dos deptados
m diacusao do parecer sobre a. eleico do pri-
aaeiro dialriclo das Alagse, e linda Ucou adiada,
lepis de rarem os Srs, Bello e Carlos Lobo.
Palo paquete inglez lersey^ -entrado honlera
doRio da Prata, tiveroos dalas de Jdootavido
at S de Buenos Ayres ale 29. do Paran al
25 do Paraguay at 18 do paseado.
O acontecimento que mais ruido havia causado
oa eapal da repblica oriental linham sido as
fastas cora que a 18 e 19 os Italianos alli resi-
dentes celebraram a quasi consummaffa unifica-
50 da Italia.
Vais de tinte mil pessoas concorreram, sem
4jue houvesse a menor perturbadlo da ordem pu-
blica, a estes festejos, que forarri mais brilhantes
do que os da independencia a 25 de maio.
A cmara dos deptados deixuu passar este
znemoravel dia sem votar a lei da amnistia como
se eaperata.
A convite do governo inglez, nomeou o ori-
ental, para que a repblica seja devidamente
representada na exposicao universal que deve
ter lugar em Londres no anno que vm, ornt
commissao centraj, composta dos Srs. Da% Dcm
Florentino Castellanos, fr. D. Maooel Herrera
yObe, Dr. D. Jaime Bfirazulas, Dr. D. Fermn
Ferreira, D. LuittLerens, D. Doroteo Garcia, O.
Francisco Lecoq. Dr. D. Candido Juarico, Dr.
D. Adolpho Rodrguez, D. Ricardo Hughes, D.
J.si Haoion (Memez, D. lackson y D. Javier Al-
varez.
A 23 licou esta commissao installada sb a
presidencia do Sr. Df. D. Manoel Herrera y
bes.
Com urna compaauU que cITerecia garantas
celebrou-se um contrato para illumioar a capi-
-lol a gz dentro do praio de tres mezes.
Avlei dis alfandegas tinha sido motivo para
urna fuo de ambas as cameras afini rie resol-
verle eiu. assembla geral a questfio do imposto
obre a passagem do gado pela raa secca, ques-
to que fre do recinto legislativo que preoecu-
pava tambem a imprensa peridica.
Queriara uns que o imposto recahisse sobre a
exporlago, conforme dispe o proiecto apresen-
tado pelo governo ; outios, pelo contrario, que,
tlando-se esta livre, se ttntasse pesadamente,
mesmo prohibisse toda a importado, afim de
animar a cnacao no interior.
Prorogou-se por mais dous annos a lei de 28
de maio de 1859, que langa um imposto extra-
ordinario sobre os arligos e mercadorias impor-
tados e exportados pela alfaodega do Sallo.
A Imprensa tlamava pela abolico do systema
de passaportes, indicando meios de o fa/.er sem
prejuizoda (iscalisago estatislica.
Apresentra-se na cmara dos representantes
um projecio de reforma do corpo consular nos
paizes estrangeiros.
Occupava-se tambem o corpu legislativo com
a concessao da estrada de ferro para a Unio.
Nao eslava ainda resolvida a chamada queslo
dos jesutas.
A's petices para que se revogue o decreto de
jaueiro de 1859. que expulsara do territorio da
repblica os padres da companhia de Jess, ac-
cresceu mais urna em ooine do clero.
A Prensa Oriental conclue assim a sua revis-
ta para o exterior:
As obras publicas emprehendidas vo pro-
gr*din lo, especialmente as do tercetro lauco da
alfandega.
Tanto na capital, como as povoacoes das
provincias, se torna notavel o progresso ma-
terial.
Abuoda o trabalho e escasseam os bragos,
principalmente fura da capital.
O jado vaceum superabunda, e a cria do
laoigero fomenla-se com inleresse, promovendo
melhoramenlo dss vaccas.
Em Buenos-Ayres nada de importante tinha
occorrido.
Diz a Tribuna:
A 19 do correnle (maio), na presenta de nu-
meroso gento, 4,1)00 homens da guarda nacio-
nal Jcliva fuera m exercicio de fogo na margem
do Prata, apparerendo pela primeira vez um
corpo de cavallaria esquipado e desciplinado
completamente europea.
Do Annuario dis escolas publicas ltimamen-
te impresso v-se que a cidade de Buenos-Ayres
educa 11,208 alumnos, recebendo 6,271 igual
beneficio na campanha.
O total da populaco calcula-se em 450,000
almas.
Gontiouam indefinidas -as relacoes de Buenos-
Ayres com a Confederado Argentina, em conse-
quencia do conflicto provocado pela excluso
flus deptados portenhos.
Nao obstou isio comtudo a que o governo da-
quella repblica remeitesse para o Paran mi-
Ihao e meio de pesos como sobra de reodas.
Nesta ultima cidade abri o presidente Der-
qui, no dia 10, o congresso federal, com urna
mensagem que em nada aclara a siluago.
O presidente recouhece francamente os peri-
gos e difficuldades no meio das quaes abre as
cmaras, e espera que estas na sua sabedoria
divisem meios de desviar aquelle e vencer es-
tas. A causa de lodos os males segundo o
Sr. Derqui, nao se ter podido o povo ainda ha-
bituar forma de governo porque se rege. O
estado das linancas nao bom. A receila chegou
para os servidos previstos e autorisados no or-
Camento, deixando ainda sobras; porm despe-
jas extraordinarias occorreram que nao so ab-
solvern) essas sobras, mas enlraram muito pelo
crdito dentro.
Gom referencia s reparlicoes de Justina, culto
instruocao publica, nada achou que "dizer o
presidente.
Os tribunaes federaes nao se linham organisa-
do ainda.
O exercito nao mudara as bases da sua orga-
nisacao arraigadas nos coalunies do raz e n-
dole dos habitantes. Iam-se comtudo effeclu-
ando algumas' reformas. Com todas as potencias
eslrangeiras mautm a confederaco relages de
amizade e boa vizinhanga.
Tambem na sua passagem deu o presideute
cooia da intervengo armada na provincia de S.
Joao, relatou os trgicos successos de Mendoza,
e expoz a queslao suscitada a respeilo dos dep-
tados de Bieoos-Ayres, deixando esie ullimo
ponto decisao das cmaras, s quaes transmit-
i a reclamago do governo porteoho, que pede
a reconsideracao do acto que os expulsou.
Torr.ou a cmara dos deptados efteclivamen-
le em considerago o pedido, passando a rever
aquelle acto, mas somente para conirma-lo. Em
eonsequencia-disto raarcou o governo do Paran
o da 23 de junho para se proceder a novas elei-
ces.
Sujeitar-se-ha Buenos-Ayres esta decisao ?
E'o que se ignora ainda. No caso de resisten-
cia, dizia-se que o governo federal faria de duas
urna : ou restabeleceria os direitos differenciaes
ou repelleria da confederacao a provincia recal-
citrante.
Entretanto fixra o senado do Paran o prazo
de rinle dias para dentro delle tomarem assento
os senadores por Bueno-Ayres, que, como'sa-
ben) osleitores, nao linham sido repellirJos, mas
haviam-se retirado, fazeodo causa commum com
osdeputaiios seus comprovinciaes. Era de crer
queellesse nao fossem apreaeolar.
Urna das primeiras medidas apreseotadas ao
congresso foi para se erigir a cidade do Paran,
de provisoria que em capital permanente da
confeder?cao.
Nao era s a queslao entre a confederarlo e
Buenos-Ayres que ameacava fazer correr mais
sangue naquellas desgrasadas regioes. Entre as
provincias de S. Luiz e Cordova pareca immi
Dente urna luta fratricida O goveroador daquel-
la, o coronel Saa, o mesrao que to crueatsmen-
te interveio em S. Joo, ameacava o deste de
invadir-lhe o territorio se nao Ihe dsse plena
ealisfacao por insultos que n'um violentissimo
despacho Ihe recapitulou, e lhe nao entregasse
certos individuos de quem se qaeixava. Effecti-
?amente marchou cem forcas para a fronteira :
ale a ultima data porm ijnora?a-se se chegra
atranep6-ia.
JI*,Uta destf 8llilud hostil, o congresso au-
artivn V preideo,e Dorqol a chamar ao servico
Cordova S ?rm" o" Pro"M de Santa F,
toraova, s. Loixe Sinliago.
n^.!?S n" Porlaoha. j e'sbe. attribnia la-
do isto a manejo, do general Urquiza, que por
jnlermed.o do pre.i.Uay, turqu, seu ioatrumen-
u>, quena amagar u p'roriwia, ,ue, mosltMdo
li
es, forcejavam por eiquivar-
Inio encostan.do-se Buenos-Ay-
w |/ltUUlUiiiiu vMvuoiauuiraD mwimtrttt**J ~
o eram Jujuy, Tdcuman, Santiago del
,tdoa< Salla. .
Nesta altma tinha o goveroador' Rojo dosco-
herto ltimamente os fios de urna revolucao, ap-
preheodeodo quinhentas espingardas, para 111
lerada com o maio tigillo. .
Na capital do Paraguay inauguroa-se a 14 a-
estrada de forro que se sata coostreindo naquej-
la repblica, correado ama locomotiva desde a
estsfiode S.-Roque atea de Limpio. Por esaa
occasiao houve lutidOs lestas.
Do Chile havia noticias at- ao i de maio. Ven-
cidas pelo governo as elevos) de deptados o
congresso, em nada tinha mudado a situaefe po-
ltica. A inculcada amnistia reduzira-se effec-
tivameote a um simples perdi parcial o soli-
citado.
En Santiago e Vatparaize muHiplieavam se ae
qusbras commerciaes, cuja imporlancia total o
dizia passar j de doze milhes de pesos forte-
Das outras repblicas do Pacifico nada que
seja digno de menco encontramos.
Depois de escripias as linhas supra, recebemos
pelo vapor de guerra fraocez Entrecaitemtx fo-
lhas de Montevideo at ao 1* do eorreote.
Nada mais occorrra que mereja ser referido.
Continaava-se a ignorarse Saa chegra effecli-
vamenie a invadir a provincia de Cordova. Ti-
uha-ae espalhado. que elle se retirara volunta-
riamente ou balido, mas o Pueblo sustenta que
era materialmente" imposiivel saber-se j a tal
resucito ceusa ajguma positiva.
Por aviso de30 de maio hado foi comeada
urna commissao composta do chafe de divisio
Joequim Maooel de Oliveira Figueiredo, e dos
capiiaes-tenenles Pedro Garcia da Cunha e An-
tonio Alfonso Lima, para confeccionar um pro-
jeclo de regulamenlo do servico interno e exter-
no das torcas navaes e navios sollos da armada
nacional, tanto vala, como surtos dentro en
fra do imperio em lempo de paz ou de guerra.
Foi nomeado secretario da provincia do Ama-
zonia o bacharel Jos Joaqun de Morase Navar-
ro, sendo exonerado do mesmo cargo o bacharel
Jurge Dornellas RiSeiro Pessoa.
XII
dacre
e artigo
"tabeo
pttttcfc*!
offlciaes
a peeaa
em
Foi jubilado na 2a cadeira do 5- anno da facul-
dade de medicina do Riada Janeiro o conselheiro
Candido Borges Monleiro.
8.-
Proseguio hontem no senado a discusao do se-
querimenio do Sr, Carneiro Campos, para vokar
commissao da marioba e guerra a resoluco re-
gulando a promocoo dos officiaes da armada, cora
as emendas apoiadas ; e foi approvade, depois
de terem orado os Srs. Maaeel Felitaido, vis-
condes de Jequitinhonha e de Albuquerque, Mi-
randa e D. Manoel.
Approvou-se em 2a discusso o parecer da
mesa sobre admissao de dous officiaes na secre-
taria do senado, tendo tallado os Srs. bao de
Pirapama, Jobim e Dantas : nao passando urna
emenda do Sr. Miranda.
Entrou em Ia discusso a resolu?o approvan-
do o privilegio concedido o Guilherme Booliecb
e seus filho. Verificou-se nao haver numero le-
gal para votar-se, e ficou a discusso encer-
rada.
extensivas as diseosices do artigo) 83
numero 73fl de 20 de novernbro dol
5" do decrete numeroi,073 de 30 d
de 1852, aes erapregados dvis da
sujetus ao ministerio da guerra :
Pelo da marioba, o aviso de 29 de A
minando que as proraoc.des no corpo
rj.armb.rras leakom lugar taMale
em que se fazem u dos offiaea da arn. ida;
Pelo de agricultura, comawrcio a obres publl-1 que
cas a praeeate circular. V. < tog.
a Quera directora Rie de Janeiro Minis-
terio dea negocios da agricultura, cmamele e
obras publicas, em 29 do sale de 1181.
.Uves. Kxa. Sr. O director geral do cor-
reio represenlou ao governo imperial em 12 de
marco do anoo paseado, que pela admiuialraco
do corroio do Pari lhe fdra participado qee toado
de dar consumo a algumas cartas atrazadas na
forma de segelameate, pseeedeade a sao abarla-
ra previa para verificar se coolinham vtores ou
documentos importantes, acbou em urna amos*
tras de notas falsas, pelo que remetteu com estas
ao chefe de polica, que compareceu immediata-
mente na administrado e exigi que lhe fossem
mandadas casa todas as cartas qu lavara pa-
ra ser eonsasaidas : o que o meeme director jul-
gava menos regular.
< Seodd ouvidas a este cespeito as sec;5es do
conselho do estado das repartieres do imperio e
justiQa, e ordenando Sua Magestade e Imperador
que consultasse tambem o conselho de estado
Co, afinal houve o mesmo augusto senhorpor
spprovar, per sne immediata resoluco de
27 do mes passado, o parecer daquellas duas di-
las seccoes, que da forma seguinte :
1." Que a admioietracSn do erreio da pro-
vincia de Para procedeu mal quaado envin ao
chefe de polica a caria que eoeenpenhava es
amostras de olas falsas. A faculdadeqee o re-
gulamenlo lhe deu de abrir as" cartas nao autori-
sa os empregados a le-las, e muito meaos a de-
vastar ou divulgar o segredo deltas. O fim desla
operacio somente recolher os valores eu docu-
mentos-iruportantes qus|as cartas coutesiaro pa-
ra qne se nao aniquillem en perecam .pela quei-
ma. Consequentemente a carta em queslao de-
vis ser queimada e as notas falsas de per si s
remedidas polica, j porque isso nao impor-
tava violacte de segredo da communicaco, nao
revelava mesmo os nomes dos correspondentes,
j porque traiava-se de um valor falsificado, que
devia ser entregue so exame da"auloridade.
2. Que o chefe Je polica procedeu mal a-
ceilanda a dita caria, e ainda peior sequeslrando
todas as cartas abenas por esaa eccasio, carias
que devem ser restituidas administrado do cor-
reio para eerem queimadas.
E consequentemente convm primeiro orde-
nar ao director do correio que advirla sadmi-
nistraces locaes que devem proceder aes termos
exposlos e nao anuuir a taes requisicoes illegaes;
segundo communicar ao ministro da juslica a
expedicao desea ordem, e o faci occorrido para
que este providencie de modo que esee proceder
ilegitimo da autoridade policial aeja devidamen-
te quaUficado, e se nao reproduza mais.
O que ludo communtco a V. Exc. para seu
conheciiaerito e devida execur;o.
Deus guarde a V. Exc. Manoel Felizardo
de Souza e Mello. Se presidente da provincia
de......
Parfs572rs.a90dias.
-.Qn$avda patria, 30fi400.
BOLETIM.
o mercado de importaco foi bem abas-
as teztodo a que alludimos de varios srti-
maios.consumo; e sem que se desenvol-
vesse entrelanto%o espirito de especulacao, no-
tou-se naUa ateuma actividado, devida poca
1a* hamos, que o da ordinario a em
oa oa saltadores fazem maioras supprimen-
A cmara dos deoutados approvou hontem, de-
pois de orareui os Srs. Zacaras e Araujo Lima,
o parecer sobre a eleico do tdistricto das Ala-
gas, sendo Teconhecido deputado o Sr. Dr. Ja-
ciolho Paes.de Mendonca.
Occupou-se depois com a eleico do 2o distric-
to de S. Paulo. Orou o Sr. Nebes, fleando a dis-
cusso adiada.
Foram nomeados :
O bacharel Augusto Lamenhs Lins juiz muni-
cipal e de orphSos do termo de Iguass, provin-
cia do Rio de Janeiro : i
O bacharel Joao das Chagas Lobato para o lu-
gar de juiz municipal e de orpbos do termo da
Leopoldina, provincia de Minas-Geraes.
Foi aposentado, por assim o ler pedido, o juiz
de direilo da comarca de Vassouras, na provincia
do Rio de Janeiro o bacharel Marcos Antooio de
M acedo.
Foi removido, a seu pedido, o juiz de direito
Joaquim Francisco de Faria, da comarcando Rio
Pomna, da provincia de Minas-Geraes, para a de
Vassouras, na do Rio de Janeiro.
Foi designarla a comarca de S Matheus, na
provincia do Espirilo-Santo, para nella servir o
juiz de direilo Luiz Francisco da Cmara Leal.
Foram promovidos :
O major Pedro da Silva Cunha Lourairo ao
posto de coronel commandante-superior da guarda
nacional das comarcas de Macap e Gurupa da
provincia dn Para ;
O capito Luiz Liberato-Ribeiro ao posto de te-
neute-corunel commandanle ao batalho n. 31 de
infantaria da guarda nacional da provincia do
Cear ;
0 capito Jos Julio Tavares ao posto de ma-
jor ajudaote de ordena do commando superior da
guarda nacional do Macap e Gurupa;
O alferes Manoel Antonio Rodrigues ao posto
de capito secretario geral do commando supe-
rio da guarda nacional da provincia do Par.
Foi nomeado o capito do 6o batalho da guar-
da n^ciooal da corle Pi Antonio de Souza para
exercer o lugar de mejor do mesmo b.ttallio.
Tuve passagem o tenente-ajudante do 7o corpo
de cavallaria da guarda nacional do Rio-Grande
do Sul, Pedro Carlos da Gama Lobo Pita, no mes-
mo posto o lugar para o 8o corpo da referida
guarda.
Foi concedida a demisso que pedio o Dr. Ale-
xandreJos Soeiro de Faria do posto de tenente-
cirurgio do 7o batalho de infantaria da guarda
naciooal da corte.
Tiveram merc da serventa vitalicia :
Dos olicios de Io labellio e escrivo de or-
phaos o anoexos do termos de Santa Rita, na
provincia da Bahia, Francisco Joaqun. Camacho ;
Do oUcio do partidor de orphos de Araruama'
na provincia do Rio deJaneiro, Antonio Pereira'
da Conceico ;
Dos de labellio e escrivam de capellas e resi-
duos, do termo de S. Jos, provincia de Santa
Catharina, Manoel Ferreira da Costa Seara ;
Dos de labellio e escrivo do crime e civel da
capital da provincia da Parahyba, Daniel Edu-
ardo de Figueiredo e Mello Juuior;
Dos de 1 labellio e escrivo de orphos e an-
nexos de Saquarema, na provincia do Rio de Ja-
neiro Jos da Costa Vaz ;
Dos de 2.a dilodo mesmo termo, Carlos da Sil-
va Pinto.
Foi aceita a desistencia que fez Manoel Jos
de Campos da serventa do officio de depositario
geral do termo de Macali, na provincia do Rio
de Janeiro.
Foram perdoadas :
A Frederico Carlos Rhossard a pena de 4 me-
zes de pjiso simples e multa correspondente
uietade do lempo a que foi coodemnado por seB-
tenca do subdelegado de polica do 3o dislriclo da
capital da provincia do Para;
Ao capito Manoel Jos da Silva Cjjrlez a pena
de dous mezes de priso simples e mulla corres-
pondente a melado do lempo a que foi condem-
nado por sentenca do juiz de direito' da 1.a vara
crime da curte ;
A Joo Ferreira Gomes a de vnto annos de
gales a que foi condemnado pelo jury do Sobral
ns provincia do Cear.
Por aviso do ministerio da fazenda de 4 do
correnle vao ser substituidas as notas de 100]$ e
2009 que tem numeraco manuscripla, e sao cor-
tadas com parte do talo, lendo escriplo perpen-
dicularmente no branco deste as pelavrascem
mil ris duzeutos mil ris.
DIARIO DE PERNAMBUCO-
Recebemos pelo vapor inglez Oneida, entrado
do Rio e Bahia, Jornaet do Commereio, do pri-
meiro de 96 do passado 8 do correte, dos
quaes extratamos as noticias que vo transcriptas
sob a rubrica interior e mais as que se se-
guera^
Baixaram pelos diversos ministerios os segua-
les avisos e decretos :
Pelo da justica, decretos numeroa2,795 e 2,796
creando um batalho de infantaria e um esqua-
drio de cavallaria na provincia de Mioas-Geraes;
numere 2,797 reuninde os termos dos Picos ao
de Jaics, e o do Bora-Jesus de Gorgueia ao de
Paranagu, oa provincia dn Piauhy ;
Pelo da fazenda, decreto numero 2,800, appro-
vando os estatutos para ib caixas filiaes do banco
Commcrcial e Agrcola, as cidades de Campos e
Vasoonfras ;
Peto da guerra, decreto numero 2,799, fazendo
NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Montevideo, 30 de maio de 1861.
A nossa praca conserva-se com pequea diffe-
renga na situagao em que acliava-se quando par-
lio o Sainlonge. *
Todos os artigos proprios para a estaco inver-
nosa que atravessamos vo obten Jo ma'ior impor-
tancia, e por consequencia melhorando de pre-
co ; os outros seguem as tendenciis do mer-
cado.
As transaeces eflectuadas nesta qeinzena nio
foram numerosas tanto por falla de carregamentos
como de entradas de longo curso, tendo havido
por muitos dias ventos fortes que necesariamen-
te retardarsm a ebegada de navios que sabemos
eslarem em camioho para o nosso porto.
Cambio.Inglaterra, 40 > d. por peso correnle
(firme).
Franca, 80 }i a 81 fr. por peso corren-
te (onca)
Rio de Janeiro 30p000 por peso cor-
le onca).
Buenos-Ayres, % % de descont.
FretesEffectuaram se os frelamenlos seguin-
l's da barca brasileira Minerva para recebor no
porto 4,000 quintaos de carne secca para o Brasil*
a 4, 5 e 6 ra. e 5 0/0 de capa ; brigu heepaohol
Colon para carregir 4,800 quintaes do dila de Ha-
vana a 8 rls. e 10 0/0 de capa ; polaca hespa-
nhola Conchita a carregar tambem oesle porto
4,000 quintaes de carne secca para a liba de Cuba
ao mesmo prego, e a polaca hespanhola concia
a carregar, 4,500 quintaes de dita para o Brasil a
4, 5 e 6 rls., e 5 0/0 de capa.
Colamos :
Inglaterra, 40 sh. couros salgados, 70 sh. ditos
seceos c 35 a 42 sh. e 6 d. as pipas de sebo ou
graxa, com 5 0/0 de capa.
Havre, 40 frs. couros salgados, 80frs. ditos sec-
eos e 40 frs. os lardos cora 10 0/0 de capa.
Estados-Unidos, 1/2 ct. por libra de couros sec
eos, 1/4 el. pelos salgados e 5 pats. por fardos
com 5 00 de capa.
Brasil, carne secca, 4 1/2 a 5 rls. para Rio de
Janeiro, 5 a 6 1/2 rls. para a Bahia, 6 1/2 a 7 rls.
para Pernambuco, 3'l/2 pats. por pipa e5 0/0
de capa.
Carne secca.Effectuaram-se as vendas seguin
tes : 11,000 qs. p3ra o Brasil e Havana a 2 1/2 e
3 pas. e 6.000 para Havana a 2 7/8 pats., d. p.
Couros salgados.Revenderara-se 27.000 a 75
rls. direitos pagos, e venderam-se'746de novilho
e 201 de vacca ao mesmo prego ; e 1,500 de Mer-
cedes, a 73 rls os de novilbo a 68 rls. os de
vacca direitos pagos.
Ditos seocos.Venderam 9,760 para o Havre,
d? ^ a 72 rls., d. p. ; 9,000 para Hespanha, de
62 a 72 rls. d. p. ; 7,640 para os Estados-Unidos,
de 59 3/4 a 65 ils. d. p. ; 7,740 sem classifica-
Clo, de 63 1/2 a 69 rjs. d. p. ; e 1.280, de 62 a
61 rls.
Cremos conveniente a publicagao do seguinte
projecto apreseotado pelo Sr. D. Pedro P. Diaz
cmara dos representantes, e de cuja discuso
deve esse corpo oceupar-se em breve, ltenla
sua imporlancia.
O senado ea cmara, etc.
* A.r,-^- Na exporlago de gado em p pelaJ
fmnteira com destino ao Brasil se pagar um peso
Torio por cabega, destioando-se o producto ao pa-
gamento dejjuro e amortisago da divida publica
fundada.
Art. 2 Este imposto cesssr logo que o po-
der executivo puder celebrar cora o Imperio do
Brasil um tratado pelo qual sejam admittidos aesse
imperio, sob coudigoes favoraveis e vantajosas a
ontros paizes, os productos naturaes deste paiz.
Art. 3." O poder executivo ditar os regla-
mentos ne:essarios para a execugo desla lei.
Art. 4." Commuoique-se, etc.
Montevideo, 21 de maio de 1861.Pedro P.
Daz.
Buenos-Ayres, 28 de maio de 1861.
Cambio.-Inglaterre, 65 a 65 1/4 sh.
Franga, 81 1/2 a 82 frs.
Ongas.374.
Desconlos.O bauco em moeda correnle toma
a 6 0/0 e d a 8 O/O, e em melallico toma a 11
0/0 e d a 12 0/Oao anno.
Na praga regulara em moeda correte de 1 a 1
t/4 0/0, e era metallico de 1 1/2 a 1 3/4 0/0 ao
mez.
A quinzena que hoje finia nao offereceu a me-
nor animago s transaegoes do nosso mercado ;
ae contrario, qaerem razoda escassez do onro,
quer a praga s se mantenha em expectativa sobre
a poltica do paiz, o certo que a apalhi* foi
quasr geral.
A baixa que houve no cambio sobre a Europa, e
por ourra parte a falla de entradas no periodo a
que alludimos, tem induzido os importadores a
pedir pregos mais altos por seus gneros.
Realisaram-se as ultimas vendas : de agur-
dente a 93 1/2 ps. f. de assucar branco de Per-
nambuco a 17 1/2 rls. f. e masca vo a 101/2 rls.
f. de sal de Cdiz a 14 rls. f. a bordo, e de Cslle
a 10 rls. f.
Sobre productos nacionaes temos a notar o se-
guinte .
Carne secca.Venieu-se ltimamente a 21 rls
de prata.
- Hi 95,000 quintaes em deposito.
Cooros Salgados.Os de novilho alcangarim
de 54 a 55 rls., e os de vacca a 47 rls. de prala.
Ha em ser 11.0CO.
- Ditos seceos.TendeTam-se para a Hespanha a
0 ils.. e psra os Estados-Uoldos a 48 rls.
Ha em ser 53.000.
Rio de Janeiro, 7 de Janho de 1861.
Cambio.Londres, 25 3/4 e 257/8d. a 90 di.
Otacto porm de estarmos eos fias de semes-
tre, se tea animado um poueo a procura da al-
guna gneros, pouco tem influido em seu valor,
em consequencia da regularidade cem que mer-
cado tem sido supprido, e daa ofiertas menores
que por isso fazem os compradores.
No mercado de exporlago produziram a mais
desagradavel impresso as noticias que nos trou-
xo-praaeipalaento de Estados-Unidos o paquete
inglez Oneida no da 2.
Pela que receberamos pela barca norte-ame-
ricana Pyrmont de New-York al 14 de abril j
calculavamos.com os resultados da guerra, sem-
pie prejudiciaes marcha regular dos negocios ;
mas ainda assim sorpreodeu-nos a celeridade cem
que se precipilaram os aconlecimenlos, aleando
a luta nessas regios onde a industria e o com-
mereio tsnto prosperaran! a sombra da paz de
longos annos.
Taes feram as noticias que nos tronxe o Onei-
da at 34 de abril, alera de dous lelegramos avi-
sando a lomada ajle piratea de navios carrega-
dos com caf.
Avallada a situagao, e em face do deposito de
caf que tinhasoos, resolveram os possuidores re-
duziros seos precos, que soffreram orna baixa de
200 a 300 reia por arrobe as qualidsdes superio-
res, e 400 res as inferiores em relacio s cota-
ges anteriores.
A esses pregos tem se vendido algumas parti-
das na quasi tola lidade para a Europa.
As noticias que nos trouxe o Oneida inflniram
lamben desfavoravelmente em nosso mercado
monetario; sobretudo por sabermos apenas por
emquanto do comego da guerra civil na Uato
sem nos ser dado prever com infolubilidade as
suas consequencias.
No dia 3" tentou-se sem resultado realiza/ algu-
mas operages de cambio sobre Londres a 26 d.;
no dia seguinte pouco se fez a esse algarismo
predominando em saques regulares o'cambio a
25 7/8 e 25 3/4 d., que tem se mentido at hoje,
apenas com pequeas transaegoes a 25 5/8 d.
Sobre Pariz lem-se effectuado transaegoes di-
minutas aos extremos de 370 a 375 reis, e sobre
Ha m burgo a 695 reis.
Sobre Lisboa e o Porto regulou a tabella se-
guinte -*
114 0/0.... a vista.
113 0/0.... a 30 dias.
1120/0.... a 60
, 111 0/0.... a 90
As apolices geraes de 6 O/O foram hoje nego-
ciadas a 93 0/0.
Nao houve mudanga na laxa do dosconlo ; con-
serva-se nos bancos a 9 0/0, e na praca regular-
mente a 10 0/0.
Negociaram-se nesle periodo as accoes Jo ban-
co rural e hypotbecario a 30#500 e 32;}o00 de
premio, as da estrada de ferro de D. Pedro II a
16;0(J0 de descont, e os soberanos a lOjOO.
8
Effectuaram-se hoje operages de cambio so-
bre Londres na importancia de SB 80,000 a 25 3/4
e 25 7/8 d. *
Incluida esta soturna, sobem os saques fecha-
dos para o paquete inglez Oneida aos valores
seguiotes:
Sobre Londres, S 500,000 aos extremos des-
cendentes de 26 d. a 25 5/8 d., predominando
porm as quantias sacadas at boje a 25 3/4 e 25
7/8 d.
Sobre Pariz, cerca de 500,000 francos entre
370 a 365 reis, sendo a maior parte a 372 e 373
reis.
Sobre Hamburgo, 250,000 m. b. a 695 reis.
Sobre Lisboa o o Porto regulou a tabella se-
guinte :
114 010.... a vista.
113 010.... a 30 dias.
112 010.... a 60 x
111 010.... a 90 c
Ouro.O paquete iuglez Oneida exporta para
Inglaterra :
Em barra..........283:946400
Em moeda........ l:169j000
Total.. 285:115*400
Caf.O mercado conserva-se sem animago,
entrando nelle apenas os compradores que tem
de dar prompio cumplimento a ordens recebidas,
ou completar o carreaameuto de navios j he-
lados.
Hoje venderam-se 3,200 saccas para o norte
da Europa aos pregos anteriores.
Ha ea> "er..........'............130.000 saccas.
Sahiram para Pernambuco : 2 do correnle,
a barca Iris ; 4, o brigue Camacuan e a gale-
ra ipgleza John avies ; 5, o brigue hespanhol
Cecilia ; e a 6, a galera ingleza Caraclacus ; e
d7, o patacho hespanhol Mercelita.
Chegaram, procedentes de Pernambuco :
27 do passado, o brigue Encantador, com 16
das de viagem ; 29, a barca Jason, com 19,
e o brigue Almirante, com 24; e 31, a barca
R\o de Janeiro, com 20.
Achava-so carga para Pernambuco, o bri-
gue laria e Deolinda.
caddMud.' aMDhor'"'i"1e"e -ehu-fdade, e sendo, como reconhece a cmara, de na-
RecoUgida a urna casa d'alli, rol posterioemen- ^^J*Uilrmat','0^ie^t]'.6 poi lM8 de ?ua
te transferida para esta cidade em .alalaoqulm SSilMULq?ai <"*tV" *? ,tem de ?r. regida
procurado pelo mu companheiro, seSduvidtai?. ,0frIgB'*6Bto' de q0e lr*U pr?dicl lrli"
ndo ou irmo. MfilUWUajga, a mesma cmara cem toda a bre-
Hontem teve lugar, no hosoitio dos rev- """V P/jeeto de postoras, que jolgssse mais
rendes misaionarios capuchinho.Taolemo^^ fB"njenl* $ "* do raenaioaado eon-
edifleante ceremeni. da .mLSIr**? ^'o. ^'endo t.r em vial, nao s a naloreza do
aervigo, e condicoei estipulada, como tambem
men-
circums-
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Por aviso de 7 do correte mez foram sup-
primidas todas as repartiges das Ierras publicas,
existentes no imperio, fleando as respectivas at-
tribuiges commetlidas aos presideutes das pro-
vincias.
Esta deliberago deve comegar a vigorar do Io
de julho futuro era diante.
Somos informados do que aos domingos e
dias santificados Urde grande numero de negros
e rooleques reune-se no outo do edificio, em
que ora acha-se installado o collegio Bemfica, na
ra da Aurora, e ah dam-se excrcrcios de ca-
poeira com todos os seus accessorios, sem esque-
cer a infallivel gritarla. *
Parece que nao to inoffensivo aquelle jogo,
e mesmo que urna boa educando domestica dis-
pensa esse dom nos escravos", sendo para admi-
rar que estes gaslem boas horas nss liges prali-
cas sem fazerem falta ao servigo dos senhores em
casa.
Como quer que seja, recommendamos o espec-
tculo polica local, pedindo-Ihe que, por falta
de msica, mande para alli uns dous pedestres
com uns juncos, para ao menos baterem o com-
passo, de qne muito se carece naquelle diverti-
miento, que bem e devidamenle^unslitue s bri
gas de gallos, com a differenga porm de que nelle
sao estes representados pela especie definida por
Plato exemplificada por Diogenes.
Pela capitana do porto foi incumbida a ca-
patazia dos eslivadores ao meslre estivador An-
gelo Roque, que tem por sota ao Sr. Silvestre Jos
remandes.
Afim de regularisar a inspecgo, resolveu o
Sr. capito do porto que tanto os mestres esliva-
dores, como todos que oceupavam-se nessa pro-
fisso, lenham comsigo as respectivas matriculas,
afim de apresentarem-n'a s rondas da capi-
tana.
Informam-nos que para o aterro, dos A toga-
dos nao tem sido esquecidos os buscapi ; e por
isso recommendamos a polica d'alli que nao to-
lere semelhanle brioquedo, e a infraego da dis-
posigo prohibitiva que ha acerca delles.
C para admirar que ainda boje exista quem se
d um brioquedo tao brutal, e que tem produ-
zido consequencias to desastrosas mesmo entre
nos.
Ter-se-ha j esqbecido a calaslrophe do paleo
do Tergo? Todava, bom ser seropre t-la em
mente, para nao se dar occasio urna repro-
duego.
Pela presidencia, em acto de 10 do corren-
te, foi autorisada a reparligo das obras publicas
a mandar construir urna ponte provisoria sobre o
rio Pirapama, visto ter sido carregada a existen-
te alli pela encbenledo mesmo re.
A extraego da Ia parte da 1* lotera i be-
neficio da igreja de Nossa Senbora do Rosario do
M un beca acha-se marcada para o dia 22 do cor-
rente.
Tendo cessadd o impedimento do Sr. Dr.
juiz dos feites da fazenda, reassumio o exercicio
da respectiva vara no dia 8 do correte.
Anta-honlem, na Capunga, desembeslande
o cavallo de nm cabriole!, que conduzia um no*
acm e urna senhora, succedeu virar o mesmo ca-
ceremonia da abiurace a beresia a
recepgo da agua baptisael pelo iSemao o Sr T.^ W Mnm w"- Uf
Carlos, que tomoa o oome de Antont. sendopa- L^^^? d drnho o Sr. Dr. Maooel Ferreira ja Silva. OI L,d.H.a-f: El.f- ,nform*"e c,r---.-
acto foi reverentoaonte aatsdo per um numero ^i!i#!a "*" *"<> o refen-
crescido de pessoM,. Acarara cbijas de adri! t&?to2T^J*!^
rasao pela religtosidade eam que elle receben o
baptiamo.
"7 Hontena procedoa-M a eleigo da sociedade
"5*"ut" P' e Li*raro, que tem de reger os
trabalhos desta mesma sociedade no correte an-
Paes Berrelo Lame-
no, dando o seguala resultado
PTourDile 8frectT0- -*Moe Paulioo Ceaar de
Vlee-presidente.Francisco
oha Lins.
Io Secretario.RaymundoOlympio fiongalvesde
Fre toa.
2 Dito.Henrlque Mamede Lins de Almeida.
Orador.Joo Baplista Siqueira Cavalcanti.
ThesoureiroAntonio Paulino Cavalcanti de Al-
buqaerque.
Bibliolhecario.Jos Gongalvea Malveira Jnior.
Vogaes.
Dario Cavalcanti de Albuquerque.
Adolpho Lamenta Lins.
Caetano Mara de Ferias Nevcs.
Salvador dos Santos Siqueira.
Manoel Pedro Cardoso Vieira.
Domicio Cavalcanti Ponte de Len.
Para contmisses.
Syndicancis.
Manoel Xavier Paes Barrete
Estevio Jos Barbosa de Moura.
Jos Pedro Carneiro da Cunha.
_ Poderes.
Jos Elysio de Carvalho.
Jos Francisco d'Ucha Cavalcanti.
Manoel Pinlo Dmaso.
Exame.
Joaquim Manoel Siqueira Cavalcanti.
Franbisco Lins Siqueira Cavalcanti.
Antonio Jansen Pereira.
Contas.
Graciano Jos Rodrigues Ferreira.
Joo Adolpbo Ribeiro da Silva.
Antonio Paulino Borges da Fonseca.
Foram recolhidos casa de detengo no dia
12 do correte 3 homens e 1 mulher; 1 livre e 3
escravos; 1 a qrd*m do Dr. delegado da capital,
que o crioulo Eugenio, escravo de Joo Baplis-
ta Vieira ; 1 a ordem do subdelegado do Recife ;
1 a ordem do de Santo Antonio, que o crioulo
Fausto, escravo do Dr. Braudo ; e 1 a ordem do
da Capunga, que o pardo Severiano, escravo de
Senburinha Vieira de Carvalho.
Passageiro do vapor inglez Oneida, vindo
dos portos do sul :Philippe Nee dham.
Passageiros ds barca franceza Comle Roger,
sahido para Cayenna : Etienne Chantre, Elisa
Sirgerl, Theodora Mariana Sirgert e urna til ha
menor.
MORTAtIDADE 00 DIA 13.
Guilherroina Francolina das Neves, Pernambuco,
20 annos, solteira, Santo Antonio; phlysica
polmooar.
Joviniano, Pernambuco, 3 mezes, Santo Antonio :
losse.
Joanna, Pernambuco, 14 dias, S. Jos ; espasmo.
Francisco Manoel das Virgens, Nazareth, 18 an-
uos, Boa-Vista ; dyarrha.
Domingos, Pernambuco, 30 annos, solteiro, es-
cravo. Boa-Vista ; ascites.
Feiicidade das Virgens Monleiro, Pernambuco,
80 annos, casada, Boa-Vista ; tumor.
CHR0N1CAJUICURIA.
TRIBUNAL DO COMIERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 13 DE JUNHO
DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
F. 4. DE SOUZA.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. dep-
tados Reg, Basto, Lemos e Silveira, o Sr. presi-
irtido o theor da sua nomeago de caixeiro do ~f
rkwright Companhia, que est registrada. {? B
>mo requer. "en
dente declarou aberta a sesso.
Foi lida e approvada a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Foram presentes as cotaces officiaes dos pre-
gos correnles da praca, relativas s semanas fin-
das.Archive-se.
DESPACHOS.
Ura requerimento de Sevoriano Bandeirs de
Mello, pedindo o registro da escriptura de hypo-
theca que aprsenla.Selle e volte.
Outro de Antonio Pereira da Cunha, pedindo o
registro da sua nomeago de caixeiro de Ar-
kwright & Companhia. Regislre-se.
Outro de Joo Pereira da Cunha, pedindo por1 V
CertdO n Ihour il en. mAn.A.M.A Ja .;.a:.a Jt^ c
Ark
Como req
Outro de Antonio Francisco Martins de Miran-
da, pedindo urna moratoria por tres annos.No-
meiam os credores Jos Joaquim Dias Perosndes
e Rosa Irmos para verificarem o balango apr-
sentelo, sendo a petigo remeltida ao juizo espe-
cial do commereio para proceder na forma dos
artigos 8(J9 e 900 do cdigo commercial.
Outro de Joaquim Francisco dos Santos Maia,
pedindo o registro do contrato social de Bairo &
Fernandes.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Outro do mesmo, pedindo o registro da procu-
ragode Manoel Joaquim Nunes Bairo.Reeis-
tre-se.
Outro de Francisco Severiano Rabello & Filho,
peiindo por certido se SebastiSo Jos da Silva
ou nao commerciante matriculado. Como re-
quer
Outro de Francisco Bolelho de Almeida e Jos
Joaquim Lopes de Almeida. satisfazendo o despa-
cho de 27 de maio ullimo, com dous artigos ad-
ditivos ao seu contrato.Registre-se o contralo
com os arligos additivos.
Outro de Jos Martins do Rio Jnior, pedindo
assignar termo de fiel depositario dos gneros
recolhidos nos seus rmateos da ra da Lapa,
nmeros 12 e 14.Como requer.
Outro de Jos Pereira Vianna Jnior, pedindo
o registro da sua norxteago de caixeiro de Amo-
rim Irmos.Como requer.
Outro do mesmo, pedindo certido da matricu-
la de Amorira Irmos.O mesmo despicho.
Sendo apreseutados os autos de moratoria de
Francisco Antonio Correia Cardoso, foram com
vista ao Sr. desembargador fiscal.
Nada mais houve.
Posto em discusso, a cmara asseotou de for-
mular o projecto de postaras, nomeando para
lOM o Sr. presidente urna commissao composta
dos Srs. Reg, Barata e Dr. Henriqoea da Silva
i quem se mandou remelter todos os papis rela-
tivos materia.Isto mesmo resolveu a cmara
que se commoxteisso presidencia, e que no
officio se accrescentasse, que, quanio repre-
sentago ultima do emprezario, cava a cmara
com ella, para ser tambem enviada commissao,
ainda que lhe pareca qne M iudicaces que ella
continua, deviam ser sotes attendidas eesse re-
guUmeato da que traa o arl. 44 do contrato, do
que em um projecto de posturas. O Sr. Reg
propoz, e foi apprevado. que o secretario offl-
aasse d ordem da cmara, ae emprezario Cam-
pronne, perguntaooo-lhe se est dispesto dar
inteiro cumpnmento ao seu contrato, inclusive
mesmo o seu art. 23, e quando nao, que deia-
raase o lempo que julga preciso para execuca
do ciUdp artigo, pois que esta circumstancia era
muito essendal.
Outro do inspector de saade publica, remetien-
do a retago dos estabelecimeotos que visitara,
e onde achara gneros alimenticios arruinados!
Que seenviaase a relecao ao procurador, para
arrecadar as multas, ea que incorreram os in-
fractores.
Outro do juis municipal da 2:a vara bscUarel
Francisco de Araujo Barros, commonieandoque
no dia 26 de maio ultimo s 6 boras da manha,
reassumira o exercicio do seu cargo,Intei-
rada.
Outro do procurador, enviando o balaocete da
receila e despdxa da cmara do mez de maio ul-
timo.A' commissao de polica.
Outro do fiscal da freguezia do Pogo, partici-
cipando que durante o mez de maio fiado, foram
moras para o consumo na mesma freguezia 105
rezes.Ao archivo.
Outro do engenheiro cordeador, dizendo que
tendo requerido o bacharel Beato Jos da Costa
para que lhe fosse concedida licenga para fazer
Tul aD" renle d0 8eu sitio' 00 luar da PcDte
a ucnoa, e nao lhe parecendo conveniente a di-
reccao marcada na planta, prepunha a mudanga
desee alinhamento, de cooformidade "com o risco
dado lapis na planta, pois assim se evitara a
cmara de fazer m caes e alerro dispendioso, no
mesmo lugar, aim deflear a estrada mais regu-
lar.Que o procurador se enlendesse com o re-
ferido bacharel ver se elle annue allerago
sern engir indemnisago pelo terreno que perde!
Entrando em discusso o officio do engenheiro
cordeador. que Acara adiado na sesso de 27 de
maio ultimo sobre a consulta, que fizera o fiscal
desta freguezia acerca da obra que Joo Moreira
Lopes pretende fazer na casa de sua propriedade,
na ra do Imperador, a cmara permitlio que o
referido Moreira Lopes flzesse a obra sera ser pre-
cim elevar o pavimento do sobrado. Estando
presente o fiscal, ficou sciente desta resoluco.
Foi approvado um parecer da commissao da
edilcaces em favor da pretengo de Joo Gon-
galves Beltro & Irmo, declarando ser de utili-
dade publica a desapcopriagao, requerida pelos
peticionarios, da casa que faz esquina para a tra-
vessa da praga do ehalariz, annexa a de n. 124 da
ra do Pilar, no bairro do Recife, pertencenie aos
referidos peticionarios; o vantajosa aos cofres
municipaes, porquanto ossupplicaoles concorrem
t com metade da quaotia de 3:5009. valor da des-
apropriago, e offerecem outras vaotagens.__A
cmara mandou expedir ordem ao procurador,
para effectuar a desapropriago do predio, na con-
formidade da petigo dos referidos Beltro &
Irmo.
O cidado Jos Augusto de Arsujo, que arrema-
tou a obra do aterro da estrada do matadouro,
apresentou as habilitages dos seus Dadores An-
tonio da Silva Gusmo e Joaquim Canuto de San-
la Aona, vista das quaes, mandou a cmara
lavrar o termo de arreraatago com as condiges:
Ia, de dar o arrematante a obra prompta no pra-
zo de 6 mezes ; 2, de pagar a multa de 600$, se
o nao flzer; e 3*. de receber a importancia da ar-
rematago ,5:239J411) em duas presiacofea, a pri-
meira quando tiver feito metade da obra, e a
segunda quatro mezes depois de concluida e acei-
ta a mesma obra.
Marcou-se sesso ordinaria para o dia 10 do
correte.
Despacharam-se as petiges de Antonio do Car-
mo J^rreira, Antonio Ramos da Paixo, Fr. Ben-
to do Monte do Carmo Flores, bacharel Ernesto
SESSO JUDICIARIA EM 13 DE JUNHO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOUZA.
Secreltrio, Julio Guimares.
Ao meio-dia, o Exm. Sr. presidente abri a
sesso, achando-se presentes os Srs. desembar-
gador Silva Guimares e deptados Reg, Le-
mos, Bastos e Silveira.
Lida, fui approvada a acta da sesso de 6 do
passado.
O Sr. desembargador Villares participeu que
por justo impedimento nao poda comparecer
presente sesso.
AGfiRAVOS.
O Exm. Sr. presidente negou provimenlos aos
aggravos seguiotes, viudos do juizo especial do
commereio desla cidade:
Aggravanle, Manoel Alves Ferreira ; aggra-
vado, o juizo.
F deu provimento a outro, vindo do mesmo
juizo era que sao :
Aggravanle, Manoel da Costa Lima ; aggrava-
do. Manoe] Alves Ferreira.
E nada mais bavendo a tratar, o Exm. Sr. pre-
sidente levantou a sesso.
CMARA jUMCIPAL DO RECIFE.
SESSO EXTAORDINARIA EM 3 DE JUNHO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Barro Reg.
Presentes os Srs. Reg e Albuquerque, Reg,
Dr. Houriqoes da Silva, Barata a Cesarte de
Mello, fallando com causa participada o Sr, Mel-
lo, e sem ella oe maia senhores, abre-se a sesso,
e foi lida e approvada a acia da antecedente.
Leu-so o seguinte
EXPEDIENTE,
Um officio do Exm. prndente da provincia,
dizendo era resposta ao que a cmara Ibe dirigi
em 6 de meio ultimo, que, nia obstante as poo-
derages fetas pela cmara acarea da dispoetgio
. do art. 44 do eaatrato alebrado coa Carlos Luis
i Cambronoe, para |o servigo d limpeza desta si-
e Aquioo Fonseca, bacharel Francisco de Arau-
Barros, padre Francisco Verissimo Bandeira,
;nnque Jorge, Dr. Ignacio Firmo Xavier, Joo
Nepomuceno Accioli, Joo de Duelas da Silva
Borges. Joo Jos de Albuquerque Mello, Jos da
Oliveira Lima, Manoel Joaquim de Souza, Miguel
Matheus da Vera Crez, Dr. Pedro de Athayde
Lobo Moscoso, Simplicio Rodrigues Campello, e
levantou-se a sesso.
Eu, Manoel Ferreira Accioli, secretario a es-
crevi.Cesario de Mello, pro-presidente.Hen-
rique da Silva. Barata de Almeida. Reg.
Leal Seve.
Publicacoes a pedido.
Aos Srs- subscriptores artistas, mestres
pedreiros, carpiras, obreiros, donos
de olarias, fornos de cal e mais inte-
ressados na realisacao da Sociedade
deedificacoes e compra de terrenos.
Senhores:
Tenha a honra de confirmar a Vmcs. a minha
ultima carta de 2 de maio eslampada neste Dia-
rio ero 3 do mesmo mez prximo passaf o, pela
qual lhes annunciava ler dirigido em 18 de abril
prximo passado a lllm." assembla provincial
ama petigo requereodo privilegio por 40 annos
para encorporago da nossa projectada, sociedade.
Hoje venbo levar ao couhecimento do Vmc,
que na sesso da mesma Ilustrada assembla pro-
vincial de 5 do correnle foram approvadas sem
debate as emendas olfereciJas em terceira dis-
cusso ao projecto de lei n. 29, que concede me
o pnviUgio na forma requerida.
Approveito esta occasio para dirigir pela im-
prensa meus sinceros agradecimentos aos digois-
siraos membros desta Ilustrada assembla, que
com a concessSo deste privilegio, deram-me urna
prova nao equivoca de ter devidamente aprecia-
do minhas boas leocoes e minba inabalavel von-
tade bem conhecida de procurar contribuir quan-
to em mim couber para os melboramentos mate-
riaes e moraes deste bello paiz,que amo e desejo
ver aprovoitar os melboramentos adoptados no
meu, que forem praticaveie no Brasil.
Pela miona parte obrigo-me a fazer todos os
meus esforgos para realisar o mais breve possi-
yel a encorporago e andamento t nossa pro-
jectada sociedade a cuja espera acham-se mui-
tas obras importantes que por falta temporaria
de fendos nos cofres proviociaes o governo da
provincia nao pode por ora mandar acabar. Nes-
le numero compreheodem-se o terceiro raio da
casa de detengo, ae obras lateraes do hospital
Pedro II, cuja planta prova a boa concepgao do
engenheiro que a dea.
Este magnifico edificio urna vez acabado, muilo
parecido licarcom o grande hospital Santo An-
dr de Bordeaux. O bello edificio do Gymoasio
precisa tambem Mr acabado quante anies : o
travejamenlo soffre muito por estar exposto ao
lempo.
Se o governo geral quizer conceder a nossa
sociedade oa edificios acaehapadosdo velho con-
vento dos jesutas onde boje acham-se as Ihesou-
rarias geral e provincial,a reparligo de correio o
o arsenal de guerra etc., etc., a sociedade mandar
abrir a ra projectada que ligar o praca de 22 do
novernbro a grande ra da Praia. A rea novamen-
le abarla far face a ra do Imperador e poder
Mr da mesma largura. A sociedade poder fazer
as demoliges dos velhos edificios e far as no-
vas conslrucges a sua cusa, mediante o uso-
rucio por um termo razeavel devidamente con-
tratado com a autoridade competente, doa predios
nevos por ellas edificados.
Teohe tambem esperanca de que a nossa so-
ciedade ser incumbida da consfrueco dos edi-
ficios de urna fabrica da flacoe tecieos de algo-
dio, cuja falta muito m lea sentir. 8a m trvesae
reaiiMdo a qao em 1868 estove ea vesperas de
s-\
v
V'
i----------- .


iajuo
M SEXTA FEUU 1.1 NK JUMHO M t**:
-<
abrrr os alujreea, ella poderte iiar a 300 oo StO
. paono de algodo sjalhor e mais regular na
fabricaco do que o que ram da Babia e vende-se
tS400n a rara.
No entretanto, renoo a Taca, os meus pro-
testo* de alta estima e coasideracao e assigno-
raa de Vqcs. mu atiento venerador e criado
obrjgado.
_ F. M. Duprat.
reraambueo, 9de junho de 1861.
lista das cidados qaalificados pardas
mcms, para servico active da
tercciro batafho da guarda nacio-
nal o municipio do Recife do anua
[Contrnuaeo.)
Luiz Felippe Cavalcante d'Albaqnerque.
Luiz Jos dea Santos.
Lua Coiho Cintra.
Leandro Francisco da Casta.
Leooidis Patricio Pereira.
Luiz Jos Antunes.
Leandro Lopes Das.
Luiz de Franca Pereira.
Ltbanio Martina de Souza Bandeira.
Luiz Antonio da Silva Alcntara.
Luiz Bernardo de Saboia.
Leocadio Mauricio de Albuqoerque Wanderley.
Luiz Sebasliao da Silva.
LeopoHieo Domingos da Triadade.
Luiz Pereira Bsposo.
Lutesardes Aureliano de FiguBredo.
Lniz Martina da Costa.
Luiz de Franca e Silva.
Luiz Vieira Ferreira Lopes.
Luiz Antonio Sarviva.
Luiz Amavtl Duhurch.
Luiz M o reir de Carvalho.
Manoel Cyrillo de Oliveira.
Maooel Portella da Silva Woura.
Manoel Jos dos Prazeres.
Manoel Candino Pereira Lira.
Manoel Fernandes d'Araujo.
Manoel Francisco de Paula.
Maooel Acacio dos Prazeres.
Marcohoo da Silva Pessoa.
Manoel Neves Texeira da Trindade.
Martinho Francisco da Silva.
Manoel Affon$o.
Manoel Flix dos Santos.
Manoel Pereira Jnior.
Manoel Jos de Lejos Barros:
Maro-lmo des Santos Pereira.
Martinho Candido Jos Machado.
Manoel Candido de Saol'Anna.
Maooel Goncalves Ferreira Mendos.
Nanoel Jos do Passos.
Marcolino Ferreira da Luz.
Manoel Corroa u'Almeila.
Manoel Nuoes Correia.
Melquides Ario d'Alboquerque Lima. .
Manoel Quirino da Encarnaco:
Manoel Antonio do Garmo Bandeira.
Manoel Caetaoo de Souza.
Maooel Antonio Mendes.
Alarcolino Jos dos Santos.
Manoel Mana de Caldas Brandas.
Manoel Francisco de Mello.
Manoel dos Santos Ferreira.
Manoel Augusto Maciel da Costa.
Miguel Archanjo Ferreira Vianna Jnior.
Mo oel Francisco Sitnes.
. Manoel Gonealvea da Silva Jnior.
Mazimiano Jos Ferreira.
Manoel Joaquina de Sanl'Anna.
Maooel CUuJino Bernardo e Silva.
Maooel Elias de Sanl'Anaa.
Maooel d'Oliveira Barboza.
Mauoel Fernandes Vianna.
Maooel Firmino Bessone de Mello.
Miguel Archanjo Monteiro.
Maooel de Ramos. *
Maooel los Viceute da Sande.
Manoel Francisca dos Santos Andrade.
Manoel Carneiro Couto.
Manoel Jos d'Alrneida.
Marcolino Aclimerio de Barros.
Msnoel Francisco Muniz Feij.
Mmoel Malhias.
Marcolino Antonio Alves de Brilo,
Minervioo da Motta Silveira.
Maooel Benedicto do Espirito Santo.
Manoel Francisco da Silva.
Martinho Francisco de souza.
Marcolioo da Silva Lima.
.Manuel Francisco de Jess.
Marcelino Justiniaoo Passos.
Manoel Antooio Martina.
Manoel Barboza.
Miguel Bernardo de Souza Magalhes,
Manoel Joaquim do Espirito Santo,
Manoel de Brilo.
Maooel Thornaz deFreitas.
Maooel Candido de Jess Machado.
Manoel Ferreira dos Santos Torres.
Manoel Arctnojo de Sanl'Anna.
Manoel Joaquim Alves dos Sanios.
Manoel Galdino do Nascimento.
Manoel Torqualo Pereira Lobo.
Maooel Honorato dos Santos.
Marcellioo Ribeiro de Lima.
Maooel Thornaz de Freitas.
Mmoel Carlos Vital.
Manoel Galdino da Luz.
Manoel Nuoes d'Azevedo Caio.
Miguel Ferreira Pinto.
Maooel Pedro dos Santos.
Manoel Antooio das Neves.
Miguel Arenojo Simos.
Manoel Felippe da llera.
Manoel Jos dos Aojos.
Manoel Matbias da llora.
Manoel Malheus dos Santos.
Miguel Archanjo.
Manoel Joaquim de Mattos Paes.
Manoel Joaquim Nelva de Figueirdo.
Merenciano Caroeiro d'Assumpco Jnior.
Maooel Flix Goucalves de Souza.
Manoel Jos Sevenano.
Mixitino Jos Barboza.
Manoel Piulo d Queiroi. '
Norberto Antonio Francisco.
Nilo Antonio Vieira Guimaraes.
Norberto Paulino dos Sanios
Nstor Cordintano Adorno.
Olimpio Francisco de Mello.
Olimpio Syrcphrooio Bizerra de Mello.
Olegario Luiz dos Santos.
Ouvidio Ferreira da Silva,
[Continuar-se-ha.)
ilOUJlLHCIO
ajfandega.
Rendimeuto do dial a 12. .1719823403
dem do dia 13.......12:024^456
Barca ingleza Jmoaem, para Liverpool, caire-
gara m :
James Ryder & C, 1260 saceos com 6300 am-
bas de auucar.
Patachi hespanbol Paco, para o Rio da Prata,
carregaran :
Jos VaHozo Soarea & Filho. 50 barricas 419
arrobas de aasucar.
Barca nacional Recife, para o Rio da Prata,
cmegou:
Manoel Connives da Silva. 200 barricas e 200
meiaa com 2150 arrobas e 27 libras de assucar.
Brigue portugnez S. Manoel l, para o Peno,
carregou :
Manoel Joaquim Ramos e Silva, 476 arrobas
com 2S56 arrobas de assucar.
Beectaedorla de rendas internas
geraes de Pernamfcuco.
Rendimento do dia 1 a 12. 16:5068819
dem do dia 13. '......2:171*403
18:678>222
Consulado provincial.
Rendimento do dia la 12. 31:785*837
dem do dia 13....... i
31.785*837
1IV11BIHGO
SO de malo de 1861.
Doletim Commercial.
Durante a ultima quinzena o nosso commercio
foi regular, e nao houve alterarlo alguma nota
vel nos principaes artigos, sement o algodo
cessou de subir e est mais barato.
Caf.Nos ltimos das o negocio foi satisfac-
torio, sem mudan;* nos prejo. As qualidades
melhores do Rio e de Santos encontrara prome-
ta sahida, emquanlo que as inferiores merecem
menos attencao.
As ultimas noticias do Rio de 25 de abril, qne
nos trouxe o telegrspho de Lisboa, nao exerceram
oenhuma influencia sobre este mercado.
Venderam-se 11,500 saceos do Rio, e de San-
tos 5 3r8 67i8, e 6.000 saceos de caf de San-
tos chegar no navio Maimn Schiilt,
65(16 shilling.
Colamos : Caf do Rio ordinario regular :
5 7(8 6 shtllings.
O mercado d'assucar esteve muito tranquillo,
e as vendas na semana passada se eflectuaram
com reduego dos pregos de 4 e 8 shillings.
Algodo.As noticias de Liverpool zeraS
que este artigo mereceo menos attencao, o s
urna diminuiran dos oreos em que os possuido-
res nao querem consentir, seria o meio para m-
duzir a operarles.
Tabaco.Em segunda mao houveram tran-
saccoes de maior importancia de tabaco brasilei-
ro, e todo o antigo deposito em seguida mo
se echa quasi exhausto. Ficam em ser 800 paco-
tes de tabaco do Brasil.
Couros.Os pezados sao procurados e os leves
negligeociadoa.
Caca,o.Pouco procurado, mas os precos se
sustentam.
Os navios que ltimamente sahiram para o
Brasil, forana :
Em 10 de maio o navio Hamburg Pavel pars a
Baha com 99 colonos.
Em 12 de maio o navio Geziena, para o Rio
Grande do Sul.
Em 18 de. maio c navio Trifolium para o Rio
de Janeiro.
Est carregando para Pernambuco o navio
Elmira.
Entraram ltimamente :
Oo Rio de Jaueiro, os navios : Waldemar,
Eidsvold e Concordia com 10,825 saceos de
caf.
Do Rio Grande o navio Hioride, com 3,910
couros, e 1,700 chifres.
Da Bihia, o navio Georg Krell, com 1,149 sac-
eos, 24 barricas e 22 caixas d'assucar, 694 ba-
las de tabaco, 204 pranchas de Jacaranda, 596
saceos de cacao e 1855 ditos de caf, e 2,000
molhos de piassava, 342 pegas de pao Brasil.
Movimemto do porto.
185:0065859
Movi me uto da alfandega.
Voluntes entrados com fazendas..
> com gneros.. 4
Volunte* sabidos com fazendas.. 84
com gneros.. 331
------ 415
Descarregam boje 14 de juoho.
Barca poriugueza Flor da Maia mercado-
ras.
Barca inglezaGangescarvao.
Brigue ioglezWillingtonidem.
Brigue ingtezValUtrilhos de ferro.
Brigue inglezGreciaufazendas.
Brigue inglezAnligu Facblcarvao.
Barca inglezaBonitacarvao.
Polaca nespanbola Chronometro carne de
charque.
Polaca hespanholaIndiadem.
Polaca hespanholaEsmeraldaidem.
Polaca hespanholDespejadoidem.
Importac&o.
Barca nacional Iris, viuda do Rio de Janeiro,
consignada a Aranaga Hijo & Filhos, manifest
o seguinle :
' 60 pipas yasias, 130 rollos fumo, 250 barricas
?asas, 2 caixoes charutos ; a ordem.
SaXssortaeaae.
Dia 12 de junho.
Barca ingleza John Martin-, para Liverpool,
carregaram :
Southall Mellors & C, 187 saceos com 967 ar-
robas e 25 libras de algodo.
Kalkmann irmua, 166 saceos com 1936 arro-
bas o 7 libras de alglo.
Navios entrados no dia 11.
Rio de Jaoeiro28 dias, crvela nacional Be-
renices, commandante o capitSo tenente Joo
Carlos Tavares.
BiodeJeneiro10 dias, barca nacional Iris,
de 309 toneladas, capito Jos Joaquim da
Silva, equipagem 14, em lastro; a Aranaga
Hijo & C.
.Vario.' entrados no dia 12.
Rio de Janeiro9 dias, brigue hespanhol Ce-
cilia, de 211 toneladas, capito Jayme Fer-
r r. equipagem 13, era lastro ; a Aatunes
Guimaraes.
Porlos do sul 5 diasvapor inglez Oneida,
commandeote Bevis.
Navios sahidos no mesmo dia.
Sowlhampton e portos entermediosvapor in-
glez Oneida. commandante Bevis.
Cayennabarca franceza Crale Roger, capi-
to Petit, em lastro-
Parpatacho brasileire Paulina, capito Ma-
noel Antonio de Vasconcellos, carga assu-
car.
Canal pelo Bio Grande do Nortebarca ingleza
Anue Scolt, capito Charles Doivell; &m
lastro.
a.
a.
~-
Horas.
B
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P3

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klhmosphera
Direccao.
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Intensidad!.
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Fahrenkeit.

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r-
do arsenal de guerra, tem ale cossyrar os otisey
lea segad ris I
Para provuneoto des armazens de arsenal
de gserra.
8 duzias de taboas de- amararlo d sssoalho de
15 alSpollegadas de largura,
6 duzias de ditas de dir de forro de 15 a 18
pollegadas.
6 serras bracaes pequeas eom 4 palmos de
comprimeolo.
Para o V batalh.e de infantera.
4 panellas de ferro estanhadas para 50 pracaa
cada orna.
Quem quizer vender taes objectos, aprsenle as
suas propostas em carta Techaos, na secretaria do
conseibo, s 10 horas da manha do dia 19de
crreme mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
par fornecimento do arsenal de guerra, 12 di
juoho de 1861.
Btnlo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel v0gal secretario interino.
Conaelho administratiro.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em comprimenlo ao art. 22
do regulamedte de 14 de dezembro de 1852, faz
publico, que foram aceitas as propostas dos se-
ntares abaixo declarados.
Para a msica do9* Datalho de infartara.
Santos Coelho :
135 covados de panno alvadio msela a 6)800
e covado.
Para o arsenal de guerra.
Joo Jos da Silva :
8 caivetes finos de 4 folhas para aparar pea-
nas a 3g.
6 arrobas de estanbe em verguinbas l->200 a
libra.
20 quintaes de ferro em barra de 11|2 pollega-
da oe largura a 8$ quintal.
5 quintaes de dito cuadrado de 5[8 de largura
a 8$ o quintal.
5 quintaes de ditn de varand* a 12} o quintal.
2 arrobas de rame gresso de ferro i 200 rs. s
libra.
42 grosas de boloes pretos de osso a 360 rs. a
grosa. ,
Tara os fortes de Gaib e Nazarelh.
O mesmo vendedor:
2 psdeferroalJOOO
2 enchadas a 800 rs.
Para o arsenal de guerra.
Manoel Antonio Camargo :
70 botes grandes ate metal bronzeado com o
U. 10 dourado a 181) rs.
45 ditos pequeos do mesmo metal bronzeado
com o n. 10 dourado a 180 rs.
Ramos S Lima :
555 botes grandes lisos do metal amarado
a 70 rs.
Antonio dos Santos de Oliveira & C. :
5 quintaes de ferro quadrado de 5(8 a 8$ rs.
o quintal
5 ditos de ferro de varanda a 12$ o quintal.
Joo do Couto Alves da Silva :
150 libras de velas stearinas a 700 rs. a libra.
5 caadas de azeite de coco a 20100 a caada.
O conselho avisa aos mesmos vendedores que
devem recolher os objectos comprados no dia 17
do correte, na secretaria do conselho, slO ho-
ras da manha.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra. 10 de
junho de 1861.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conpanhia do Meribe.
No dia 17 do corrente pelas 12 horas
do dia tera' lugar novaoaenteno escrip-
torio da companhia ra do Cabuga' n.
1(5, a arrematacao do rendimento dos
chafar izes e bicas por bairros ou totali-
dade e por espacode 1 a tres aanos, sob
as bazes abaixo transcriptas e mais con-
diccoes patentes no escriptorio ; os Srs.
licitantes comparecam com seus fiado-
res ou declaraco dos mesmos *io men-
cionado dia devendo ser as propostas por
escripto.
Bazes sobre as quaes se deve laucar.
Bairro do Recifc.
Chafariz e bica do caes da al -
fandega. 5:365#550
Dito da ra da Cruz. 6:883$537
Dito da ra do Brum. 3:751 $072
Dito do Forte do Mattos e
bica.......2:898$8i0
18:898^999
Bairro de Santo Antonio.
ChafamdolrgodoCarmo. 8:474#130
Dito do largo do Paraizo. 6:986^172
Dito do largo do Passeio
Publico......5:389j)652
Dito da ra do Sol. 5:17rJjJ092
Dito da ra da Concordia. 3:173,5993
A noite clara com alguns nevoeiros, vento
fresco do quadraote do SE.
OSCILAQAO Da MAKK.
Preamar as 8 h. 6' da manha, altura 6,4 p.
Baixamar as 2 h 18' da tarde, altura 1, p.
Observatorio do arsenal de marinha, 13 de ju-
nho de 1861. '
Romano Stepple,
Ia lente.
desle correia, publicada ao Diario de > di' feva-
reiro ultimo pelo vapor inglez. As cartas .sero
recebidaa ate 2 horas antes da que lar maraada
para a safase* > eamac. es jarnaes tt 4 horas
antes. Correia- de Tarja-buco fl dejuwho -de
1861 .-O administrador. ,
DoeatngB* dea Psssos llwanda.
CapHania do porto.
De ardem da Sr. chele da risao, capfto do
porto, chamado para comparecer at o dia 16
do correla. Vala nsttaMa, o Sr. Fraadtseo'Jo-
se de Sant'Amae, propraatario do hiate Hotea Se-
nhora da Pma, qao ha muilo se acha na dca
prxima asta capitania. Caprtanu do porto de
Pernambuco, 18 de janfan de t86t.
ServiDe do serr la rio,
Joo M. Ahte* Maciel.
O Sr. tenente do betalfao 18 de infaotari*
da guarda nacional da cidade de Nazaretb Joa-
quim Cavalcanti de Albuquerque Mello Filho,
queira comparecer na secretaria do commando
superior, pateo do Livranseata a. 9.
' Fumino Jos de Oliveira.
Secretario.
CafiUaa dprto.
De ordem do Sr. befe de diviao, capito do
porto se faz publico que qualquer eativador, que
como mestre tomar cont de algoma embarcago
para estivar, nao estando matriculado como tal,
ser preso e entregue a autoridade policial por
exercer urna profleso de que nao tem titulo, ou
rfcrutado para a armada, estando nesse caso.
S os mestres matricalados nesta capunia po-
dem tomar-coota desse sorvi^o, e nao emprega-
ro pessoa alguma sem matricula, sob pena de
multa ou priso na casa de detente.
^Tanlo os mestres eativadores, como os que se
empregarem nesse servido, terao em eeu poder e
bem acondicionadas suas matriculas para serem
presentes s rondas da capitania. Prenne final-
mente aos eativadores que eltes lera por capataz
o mestre estivador Angelo Roque, e sota-capataz
Silvestre Jos Fernandes.
Capitania do porto da Pernambuco, 11 de ju-
nho de 1861.
Serviodo de secretario,
Joo Nepomuceno Alves Maciel.
SOCIEDAOE BASCA 8IV
Amorim, Fragoso Santos
& Companhia
Saaam e tomara saques sobre as pracas do Ric
de Jaoeiro e Para.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cura-
priment do disposto no ari. 4 do de
creto n. 2685 de 10 de novembro de
anuo fiado, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituieo das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa'filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
Francisco Joo de Barros.
O administrador da recebedoria de rendas
internaa faz publico que no corrente mez leal de
ser pago, livre da multa de 3 0|0 o segundo se-
mestre do exercicio corrente, relativo aos impos-
tes seguimos : decima addicienal de mi morta,
imposto de 20 0|0 sobre lajas, casas de consigna-
cao, dito especial de 80$ sobre casas de movis,
roupa, calcado, etc., fabricados em paiz estran-
geiro ; e que depois de findo o referido mez se-
rio cobrados conjuntamente com a multa.
Recebedoria de Pernambuco 1. de juoho de
1861 Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Por esta secaeteria se faz publico que o
IIIm. Sr. Dr. Joaquim Pires Machado Portella,
reassumio hoje as funcedes de director geral.
Secretaria da instrueco publica de Pernam-
buco 13 de junho de 1861.O secretario interino
Salvador Henrique de Albuquerque.
Subdelegacia de S. Jos.
Faz-se publico que hontem noite fdra encon-
trado perdido na ra Imperial o moleque Joa-
quim, que diz ser escravo de Jos da Cosa, mo-
rador na Estrada Nova : quem se julgar com di-
iio a He oirija-se a subdelegacia de S. Jos.
Recife, 13 de junho de T661.
theItro
DE
Santa Isabel.
fessor e Sr. Jos Dia Ale_Braneo, mestre da
msica do 4* batame da artilhsria a pe.
Ros intervalos dasaussjrilhes, scholtz ewalsee,
executar o beaeDcladn em wu instrumento di-
versas rariacea e siles do aselhor gosto, sanie
acompaobedo pelo instrumenlal da sua musir.
Tocar* especialmente a grande BATALH* D
MOSCOrT, A ALVORADA DO CONDE OE LIPPE,
ETC.
O beneficiedo, contando eom a-benevolencia do
publico pernambocaoo, sapera luda soa pro tac-
cao, e desde JSse tonfessa profundamente reco-
nhecido.
Campfir-se-lw inlegraimeate t> regulamento
do Dr. cliefe de polica.
avisos martimos.
Baha*
A escuna nacional Carlota, capito Luciano
Arvea da Conceico, sahe para a Babia era pon-
eos dias, para alguma earga qne anda pode re-
ceber trata-se com Francisco L.' O. Azevedo, ra
da Madre de Dos n. 1S.
jTJSJftJL
o Rio de Janeiro
a polacabrastleira Esperaega segu com brevf-
oade ; pode receber alguma carga e escravos a
fre*e : trata-se com os coosigoatartos Marques,
Barros & ., largo do Corpo 9anto d. 6.
Editaes.
25:200^059
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz do caes do Capi-
baribe e bica do mesmo. 5:817^000
Dito da caixa d'agja da ra
dos Pires......5:189^500
Dito da praca da Boa-Vista. 5:040^525
Dito do largo da Soledade. 762#775
16;809jjI600
Escriptorio da companhia do Beberi-
be 8 de junho de 1861.O secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos propietarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados, que
os 30 dias uteis para o pagamento bocea do
cofre do segundo semestre da decima do anno fl-
nanceiro de 1860 a 1861, se principiara a contar
do dia 1. de junho vfndouro, ficando so jeitos i
multa de 8 0/0 os que pagarem depois de Ando
os ditos 30 dias.
Mesa do consolado provincial de Pernambuco
21 de maio de 1861.
Antonio Carneiro Machado Rios.
Consulado da repblica
EWPREZA-GERlVIAiNO.
Recita exiraordinariu livre de as-
si^nutura.
Salibado 1: de junho.
Subir acea o magnifico mysterio em quatro
actos e mais dous quadros
GABRIEL E LISBEL
ou os
IILAGRES DE SANTO ANTONIO.
Terminar o espectculo com a graciosa come-
dia em oo acto, ornada de msica,
PERSONAGENS.
Anselmo, negociante..........
; Carlos, capito de cavallaria...
| Simplicio, creado..............
Eugenia, sobrinha de Anselmo.
. Csndida, dita dita..............
Rayraundo.
Vicente.
Teixeira.
D. Manoela.
D. Carmela.
Comegar s 1 # horas:
argentina.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em cumprimento da resoluco da junta da fa-
zenda, minda fazer publico, que a arrematacao
das impresses dos batneos, ornamentos e rota-
torio desta thesouraria, foi taansferida para o dia
20 do corrente por nao se terem habilitado e nao
eatarem presentes no acto da arrematacao as
pessoas que mandaram propostas para o correio.
As pessoas que se propozerem a mesma arre-
matarlo comparecam na aala das seasbes da jun-
ta da fazenda, no dia cima mencionado, pelo
meio dia, competentemente habilitadas, adver-
ando que a.babilitaco tr lugar no dia 13.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
namboco, 7 de junho de 1861.O secretario,
A. P. d'AnnuociacJto.
Derlej\jTac5Bi,
Conselho administrativo.
0 conselho adminislraUTn, pata arnecimenk
Cora a deploravel noticia da anniquillaco di
cidade de Mendoza por causa de um torrivel ter-
remoto (como notorio) que a reduzio em poucos
minutos um monteo de ruinas, debaixo das
quaes foram sepultados mais de dous tercos da
sua populago ; o abaixo firmado, cnsul da re-
pblica nesta cidade, tem iniciado urna subs-
cripto com o fim de alliviar da desgraca os que
8emem na miseria e orpbandade, salvos de to
violenta catastrophe. A supplica que se faz a
todos os cidades desta cidade, ecom especialada-
de ao corpo commercial da praca que entreten)
la o importantes relacoes mercantis com a repu-
bhca, me deixa persuadido de que todos os 8e-
nhorea se prestaro a subscrever, cada um com
a somma que possa para flm to humanitario
imitando o que j4 se tem proeedido em outrss
provlncus do imperio. Para o que pode se assia-
nar na associaco da praga do commercio, neste
consulado, na da Cruz n. 3, e assim tambera em
qualquer outra parte em que o promovam os
amantea da humaniaade, e pedido dette con-
sulado. Recife 1 de jnnbo de 186L
Jos Joo de Amorim.
Correia.
Pela administraca da earreio Hasta cidade se
faz publico que em virtude d* .convenci- aestal
celijlirada pelos gorernos brasfleiro e (vanees ae-
ro espadadas salas para a Europa no dia 15 do
corrente mez, de conforoidade oom asnuncio
G4SSIN0 POPULAR
NO
MAGESTOSO SALO
no
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, 15 df junho.
0 baile annunciado para o dia 1 e que foi
transferido, lera lugar inOubitavelmente sabbado
15do correte (aalvo se achuva for motta). Sero
empregados os meios possiveis para que o baile
neste dia seja sumptuoio, as damas serio brin-
dadas com importantes sones de Sanio Aelonio.
O gabinete apresentar aovas e interessantes
quadros
Ser mantida a baa ordem e harmona do cos-
ame e aereo mantidas as disposicoea do regu-
lameflta que a lllm. Sr. Dr. chela de polica se
digoou approvar.
Entradas para damas gratis, csvelleiroe i$.
(BM11I
e variado baile
CaSPOeA PERIABUCA^A
DI
Navegacd costeira a vapor
O vapor Persimunga, commandante Moura,
segu vianem para os portos du sul no dia 20
do correoU as 4 horas da tarde. Recebe carga
ateo dia 19ao meio dia. Eocoramenda, pas-
sageiros e dlnheiro a frele at o dia da sahida s
9 horas : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
NOS
Salees do caes de Apollo.
Sa*bane 15 da corrate terl logar neatesnates
um baile magnifico, em beneficio do eximio pro-
COMPANHIA PERYAHBLCAYA
DB
Navegaco costeira a vapor
Paraliiba, Rio Grande do Norte, Ma-
caodo Assu'. Aracaty, Cea-a'.
O vapor Igoarass, commandante Moreira,
sahir para os portos do norte al o Cear no
dia 22 do corrente s 5 horas da tarde. Recebe
carga at o dia 21 ao meio dia. Encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
as 2 horas: escriptorio no Forte do Mattos o. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQETS & VAPOR,
O- vapor Oyapock, comsindante o capito
tenente Santa Barbara, esperado dos portos do
sul al o dia lt do corrente o qual depois da
demora do cusime seguir para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder cooduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada al as 2
horas da farde, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete at odiada sabida as 3 horas:
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Mendes.
METO,
Segu irapreterivelmenle no dia 8 de junho a
veleira e bem conheeirta barca poriugueza Sym-
pathia, por ter sua carga engajada ; recebe ni-
camente passageiros, pora os quaes tem commo-
doi excellentes.
mm
Rio de Janeiro
segu com a maior brevidade o patacho nacional
Social por ter j engajado metade de seu car-
regamento. e para o resto trata-se cora seu con-
signatario Manoel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14, primeiro andar.
^ AXJfj
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional K-
Jos,,preten Je seguir com muita brevidade, tem
parte de seu carregamento proropto. parB o resto
que Ihe falta trata-se com os seos consignatarios
Azevedo & Mendee, no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Loiloes.
LE1LA0
Sexta-feira 14 do
corrente.
Costa Carvalho far leilao no dia cima s 11
horas em ponto em seu armazem na ra do Im-
perador n. 35, da casa da ra dos Martyrios n....
com 3 quartos, cosioha tora, quintal e porto pa-
ra a ra do Caldeireiro, para inforraacoes com 0
mesmo agente que se acha suficientemente ha-
bilitado.
LEILAO
Sexta-feira 14 do corrate.
Cotta Carvalho tara' leilSo no dia aci
ma ao meio diaem ponto emseu arma-
tem na ra do Imperador n. 35, do
sobrado de um andar e soto na ra Im
perial n.79, pertencente a mana falli-
da de Antonio Joaquim Vidal, recebe
propostas a prazo com garanta.
LEILAO
Sexta-feira 14 4o corrente.
O agente Hypporlto tari leilao eom eutoriaaco
do Exm. Si. Dr. juta especial do commercio e a
E Tu*tm\t\**mmislnom d fal-
Uda de Cealnfe rmeos, dae dividas perfrnceo-
wa a mean asasaa, na importancia de 31^00
o sen esersatorfo ru. daCadeia n 43 orim^*
ro andar, as tf h^ra, era ponto do referida di'."
*Jr- S1?"**1"* P"" ea.minar a re
*fao das dividas do escriptorio d0 mesmo agente.
LEILO
No dia i 7 do corrente.
Novamente vai a leilao o deposito ru-
do Ivang*! qu<, 8er Tend0(J ffi |0,ei1;,Tol^!
dos compradores, em coosequeneia do prophe!
Li 5?V*. a oulro seu fe'coado. tudo ser
LEILAO
DE
MOV
Quarta-fr ira 19 do corrente.
Costa Carvalho fara' leilao no dia ci-
ma as 11 hora em ponto no seu arma-
zem na ra do Imperador n ."5, dos
movis pertenceotes a massa fallida de
Antonio Joaquim Vidal.
Na mesma occas-io
vender' varios escravos sem reserva de
preco.
DE
lima foja de miudezas,
Terca-feira 18 do correte a
dinheiro ou a prazo.
Costa Carvalho fara' leilao no dia ci-
ma as 11 horas em ponto-, na ra Di-
reita n. 77, das mercadoiias, joia e-
movis da mesma loja, sem reserva de-
preco
A. viso* -ai ver mi.
Hoje sera' arrematado por ar-
rendamento triennal perante o Dr. juiz.
de orphos deste termo o engenho Pe-
dregulho sito na comarca de Nazareth-
Fajozes Jnior 4 Guimaraes participara ar>
publico e ao respeitavel corpo de commercio ene
desde o dia 8 do corrent- apartaram amigavel-
meote a sociedade que tinhara na loja de miu-
dezas da ra do Queimado n. 65. finando respoo
savel por todo activo e passivo o socio Lourenca-
de Freitas Guimaraes e o Sr. Jos Antonio e>
Freias. Recife 13 de junho d 1861.
Fajozes Jnior. Guimaraes & C participara
ao publico e ao respeitavel corpo de commercio
que desde o da 12 do corrente. apartaram ami-
Kavelmecite a sociedade que tinham na loja de
fazendas da ra Direila n. 104, Picando respoit-
ssvel por todo acli'O e passivo o socio Loureoro-
de Freitas Guimaraes e o Sr4 Jos Laureuliuo de>
Azevedo. Recife 13 de junho de 1861.
Claudio bubeux, proprietario das linhas de
mnibusscieutilica a quem coovier que dora en
vanle, atfi ulterior deliberado, s haver um
omuibus para Jaboalo dus vezes por seraan
pariindodo Recife nasquartas e sabbado e vol-
tando de Jaboato oas quintase scjtuudas.
Sr. Parker Simes, capito da galera ame-/
ncana Emely Farmura, que segu desle porlo>
para Calcuta, entrada neste porto com forca maior
depois de estar encalhada na barr. Oe Catuama
precisa aceren de dez contos de ris, sobre risco*
martimo para satisfazer as despezas necessariaa
do dito navio, os preteodentes mandaro as sua
propostas em carta fechada au consulado ameri-
cano na ra do Trapiche n. 8, quanto antes.
SYSTE MA MEDICO DE 1I0LL0WAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavelespecifico, composto inteira
mente de hervas medicinaes, nao contera mercu-
rio era alguma outra subslanciadelecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicaoniais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na coropletco mais robusta
emeiramente innocente em suas operacoeseef-
feitos ; pois busca e remove as doencas de qual
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas con e.-ie
remedio, muitas que j estavamas portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirara
recobrar a saude e forreas, depois dehaver tema-
do inultimente todos os oulros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a des-
esperacao; faram um competente ensaiodos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina,
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Arapolas.
Areias (mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidadeou extenua-
5o
Debiltdade ou falta de
foreas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor degarganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventra.
Enfermidades noventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueta
Herysipela,
Febre biliosa.
Febrelo dae specie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
ioilamms(es.
Irregularidades
menstruaeio.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucco de ventre.
Phtysica on consump-
pulmonar.
Retencao deourina.
Rhenmatismo.
Symptoraas secundario.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Febreto intermitente,
Vende-se estas pilulas no estabeleeimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand. e na loja da
todas os boticarios droguistaeou tras pessoas edo
C*,reS^as ie sua ven,aem l0 America n-
Sul, Ha van a e Hspanba,
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
ama dallas, conten na iaslruccio em portn-
guez para explicar o modo de se usar dess pi-
lulas.
O deposito geral em cas. do%r>Soaai
pharraaceutico. na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco. ,
Brilhantes
de todos os lmannos': vendem-se *eea cas de
N. O. Biebsr & C. successdres, ras da Cruz o. 4.


-rr.
9)
m -
OU70 DI KfilUMR!GO. SEITJL FEUU 14 C JWBODE I8l,
^
ELIXIR DE SAUDE
Citrolactato de ferro.
Vnico deposito na botica de Soaquim Marnio
da Cruz Cotreia fe C, ra do Cabug n. 1\,
em Pernambaeo.
H. thermes (de Chalis) aotigo pharmaceutico apreseola hoje urna nova preparadlo de (erro,
cora o nome de elixir de citro-laclalo de ferro.
Parecer *o publico um luxo empregar-se um mesmo medicamento debati de formulas 19o
variadas, mas o hornera da scieocia comprebeode a oecessidade e importancia de urna tal varie-
dad e.
A formula um ofeieeto de muita importancia em therapeutica ; um progresso immenso,
quando ella maniendo esseociado medicamento, o toroa agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para lodos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas preparares de ferro al hoje conhecidas neahuma rene to bellas qualida-
quena dse, o ser de urna prom pa fcil dissolu^o do estomago, de modo que completamente
ssimitodo ; e o nao produzir por causa da lactina, que contera em sua composi^o, a constipaban de
vtntre to frequententente provocada pelas outras preparajes ferruginosas.
'Estas novas cualidades em nada altrram a scieocia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispensar em sea clnica, de incomparavel utilidade
qualquer furmula aue lhe d propiedades taes que o ortico o possa prescrever sem receio. E' o
que censeguio o pharmaceutico Thermes com a prepsraco do citro-lactato de ferro. Assim este
medicamento occupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparares ferroginosas, como o
attesta a pralica de muitos mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as molestias de languidez (chlorose palltdas core?,) na debilidade subsequente as
hemorrhagias, as hydropesiss que apparecem depois das intermitentes na incontinencia : de urinas
por debilidade, as perolas brancas, na escrophula, no rachilismo, na purpura hemorrhaaica, na
convalescenctn das molestias -g'raves, na chloro-aoenria das mulheres grvidas, em todos os casos
em que osangue se acha empobrecido ou viriado pelasfadigas affecces chronicas, cacbexia tuber-
culosas, caacrosa, syphililica, excessos veuereos, onanismo e uso prolongado das preparares mer-
uriaes.
Estas eofermidades-sendo mui frequentes e sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de lanzar mo para as debelar, o aulhor do citro-lactato de ferro merece louvores e o
Teconhecimento da humanidade por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem receio usar
do ferro.
CENTRO COMERCIAL
Rna da Cadeia do Secife IS
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
fose Leopoldo Bourgard
-Charutos do Rio de Janeiro por conla da Rrande fabtica dosSrs> Domingos Alves
Machado & C, vend6-se em porcao e a retalho, neste uoico deposito, assim como superio-
res e verdadeiros charutos suspiros da Bahia, manilha, havana, suissos e hamburgo por
menos do que em outra qualquer parte.
'ClgarrOS SUperiOreS de s. Domingos, de papel e palha de milho, de papel grosso,
de linno. de seda, arroi. pardo e hespanhoes sendo de superior tabaco do Rio de Janeiro
de Guimares & Goutinbo.
Bocaes; para charutos fdzeDda superior com agarras de metal a l8 cada du_
zia 109000.
Papel pardO niCOt para ei6arros a |00 rs. o livrinho de <50 folhas, assim como papel
hespachol a 23000 a grosa do livrinho, sortimento de papel sans nom, sans titre arroz e
vidaura. *
Caporal rancaiS das manufacturas imperiaes de Franja, para cigarros e cachimbos.
Cachimbos Tabaco do Rio de Janeiro picad0 para cachimbos, cigarros imo a u da
brica de Guimares & Coutinho.
Tabaco turco a 5S a librae meia libra por 3gt para cigarros e cachiDbog#
Tabaco fleur-de harlebeke em macos de diversos tamanh0St para cigarr08
chimbos, tazendo-se abatimento em porgo.
1 abaCO americano em latas a23, em chapa al a libra e em macinhos embrulhados
em chumbo a 160.240 e 320 e a groza de 17 a 22J, pan cigarros e cachimbos.
ClgarrOS de manilha de papel branco e pardo a 153 o milheiro.
Machinas e papel para Cigarr0s demaniha.
Jlape rOlaO francez em magos de urna libra e ditos de meia libra fazenda superior.
Vasos de louca e barr0 para tabaco, rap.
VdCnimOOS esta casa tem sempre sortimento espantoso de cachimbos de gesso, louc.a, ma-
deira, barro e os verdadeiros e sempre apreciaveis cachimbos de espuma.
Vendem-Se tOdaS as fazendas mais barato do que em outra qualquer parte.
Irarante-Se lodos os objectos vendidos tornando-se a receber (incluindo os charutos] quau-
do nao agradem ao comprador.
Apromptctm-Se encommendas, encaixotam-se e remettem-se aos seus destinos com bre-
vidade.
Jliem do que ca exposto tem um variado sortimento de objectos proprios para os seohores fu-
mantes.
Recebem-se todos os artigos directamente, motivo pelo qual se pode vender muito mais
barato do que em outra qualquer parle.
Vender muito para vender barato
Vender barato para vender muito.
A BOA FE TRIUMPHA
DE
Jos de Jess Moreira < C.
JL i^-Ruado Rosanio esquina das Larangeiras-IN. 18
Os proprietarios (leste estabelecimento avisam
jos Srs amigos do borne barato que se acha com grande sortimento de gneros dos melhores que
tem viudo a este mercado o por ser parte delles vindos por coota dos proprietarios esto resolvios
j vender por menos do que em outra qualquer estabelecimento e se obrigirio a servir os Srs. com-
pradores da melnor maneira possivel para o que avista far t
Manteiga ingleza perfeitamente flor pel0 preco de 900,800,640 rs.. ubr.
mutt.j boa, em barris se far abatimento s na boa i.
Dita franceza muit0 boaa 7ao rs a 1bra> s Da boa f<
Cha peroia, hysson e preto, .2^^ e la600f s na boa f,
Doce de CaSCa de gOiaba m caix5eS do melhora 900 rs.. s6 na boa f.
Ameixas fraticezas a 48o rs. um, na boa t.
Marmelada imperial doafamado Abreu a libra em porcao se fara batimento, s na boa f.
Latas com bolachihna de soda imo auil0 nova> 9 na boa f
COOCOlate d0 nelhor que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra, s na boa f.
M&sa de tomate da meinor que tem Tind0 a egle mercad0 a g^,^ a libra
DOCeS de peCegO, giDgai pera e alpera a calda fabricado pelos melhores fabricantes de
Lisboa em latas de differentes tamanhos a 700 rs. a libra, s na boa f <." ue
Passas muito novas 48ors. a ubr., 8 na b..
Conservas ioglezas e francezas a soo em por^o 88 u, abatimento. s6 .
Aletria macarrao e talhanm a m da8 mais D0V que hii s na boa m
0Un boa LlSDOa muito bom do mais novo que ha ao mercado a 380 rs. a libra, a
CllOUrigaS e paiOS d0 meihorque ha no mercado a 560 rs. a libra, s na boa f.
' Umet! S^?. rfQD4da ^ melh0r qUe h" D merC"d 48 e" Pr5i0 e f" *-
Yinhojem pipa da pgueIra t m r3< a afa e de Li8boa ^
X&&TSTA0 Porto engarra4d0 a 1J> e i*0* du'ue *> -"'Sr
mpagDe da8 mai8 acreditadas marcas que ha, licor de todas aa aualidade* axe.ie purificado a 900 rs.. aozes das mais novas que ha a 200 rs. \iZ ribu>"mIda
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por 3^
Tira retratos por 5
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas ,
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande sa lao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grandesalao da ra do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america.
no tem recentementerecebido um gran,
de e variado sortimento de caixas, qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos reativos a arte-
Como tambem um grande f ornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cada um, as pessoasque desejarem ad-
quirir conhecimentos praticcs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condiedes muito
razoaveis.
Os cavaiheiros esenhoras saoconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra 'exammarem os specimens do que
cima fica anunciado.
mieaiSM sis tmm MSMseiesis
I Attenco.
g Francisco Xavier Pereira de Brito, so-
l licitador da fazenda geral. tendo exercido
* por espago de 8 annos o oflicio desolicita-
m dor de causas na cidade de Porto-Alegre,
I adquirindo por sso urna grande pratica,
g preteode aqui encarregar-se do andamen-
to de qualquer causa nos difTerentes jui-
zos, despachar escravos e tirar passapor-
8 les na polica, e promover cobranzas. E
como tem na corte sua disposigo um
habilitado procurador tambem se eocar-
rega de mandar agitar l o andamento de
J qualquer prelengo perante as secreta-
rias de estado e thesouro, e de qualquer
causa que tenba de seguir por meio de
recurso para o supremo cooselho.
Qualquer pessoa que se queira utilisar
de seu prestimo pode o procurar das 9
horas da manha at as 2 da tarde na ra
8 das Triocheiras u. 13. e fora destas horas
| na ra de S. Francisco, sobrado n. 72.
Para nao ha ver da vida.
Louis Puech, subdito francez, establecido com
hotel na ra do Trapiche, freguesa de S. Fr. Pe-
dro Gongalves do Recife, declara aos seus ami-
gos, patricios e freguezes,q nao se eotendem
com elle as quesles havidis acerca de urna mu-
lata de nome Vicencia, mas com seu irmo
Pedro Puech, tambem sobdito francez, propie-
tario do hotel, que outr'ora sechamou daBarra,
e se acha plantado tro sobrado de tres andares da
esquina da mesma Tua do Trapiche, entrar pe-
lo lado do arsenal e marioha.
Como se tem sopposto que a prisao, que j
urna vez soffreu dito seu irmo Pedro, por causa
da mesma mulata Vicencia, sua escrava, fora po-
lo contrario aoffrida pelo annunciante, este, pars
prevenir que continu ser victima de increpa-
we, por for^s da identidade do cogoome, e de
genero de negocio ao de dito seu irmo, de fac-
tos, que em cousa alguma lhe dizem respeito, se
apressa em fazer a presente declsraco, rogando
aos seus amigos, patricios e freguezes lhe resti-
tuam o honroso conceilo quelhes tem merecido,
urna vez certosde que por forma alguma tem fal-
lado de elle corresponder.
o"
2 H s -
r i- l- O
u: '^ i- c-,
Deseja-se arrendar um engenho de boa pro-
dcelo e que lenha escravos e animaos suficien-
tes para o trafico ; tambem se comprar a safra,
escravos e aniones, se convir ao senhorio rece-
ber em predios nesta cidade, que podem reoder
de 3:0009 a 4:0009 : a quem convir annancie pa-
ra ser procurado.
Escriptorio de advocada.
O bachare A. B. de Torres Baodeira tem o seu
escriptorio na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, onde pode ser procurado para o exercicio
da sua proQsso de advogado, das 10 horas da
maoba at as 3 da tarde ; encarrega-se de qual-
quer trabalho forense nesta capital ou fora del-
la, e promette todo o zeloe promptido as func-
ces do seu ministerio.
Joo Jos de Carvalho Moraes e mais her-
deiros de seu casal fazem scienle ao corpo de
commercio desta pra, que fizeram venda do
estabelecimento de ferragens da ra do Queima-
do, a Joo Jos de Carvalho Moraes Filho, Mean-
do o abaixo assignado respoosavel pela liquida-
cao do activo e pasaivo do mesmo estabeleci-
mento, al 15 de abril prximo passado. Bectfe
27 de maio de 1861.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
i
STAHL SC. I
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.!
Ra da Imperatriz numero \\ j
(Outr'ora Aterro da Boa-Vista.) <
| Retratos em todos es- \
tyloft e tam&nlios.
Dr. Debroy. dentista, successordo Sr. Pau- i m "llllUra UO UatUTal em
loGaignour, avisa ao respeitavel publico quo che-
gar em Peroambuco no mez de abril ou al
junho.
s
Aia^.^a^..^is^. ^MAMA
um% vw% MaV WBw ar*c wRv
I Consultas medicas. ]
Serao dadas todos os das pelo Dr. Cos-
|b me de S Pereira no seu escriptorio, ra f
55 da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
| da manha menos aos domingos sobre:
1." Molestias de olhos.
2." Molestias de corago e de peito.
3." Molestias dos orgos da gerajo e
3) do anus.
V O exame dos doentes ser feito na or-
JC dem de suas entradas, comecaodo-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero em pregados em suas consu-
tajoes e proceder com todo rigor e pru-
0 dencia para obter certeza, ou ao menos
g probabilidade sobre a sede, natureza e
Jf causa da molestia, e dahi deduzir o plano
fb curar.
|K Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
|E teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
8*m promptido em seus effeitos, e a oecessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
|g Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operaco que
|| julgar conveniente para c restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se acha
prvido de urna completa collecco de
instrumentos indispensavel ao medico 3
JP operador. v
Oflerece-se urna ama para casa de pouca
familia, para o servido interno ; a tratar na mes-
ma casa ateo da ->-2.
oleo e aquarella.
Copias de daguerreo-
typo e outros arte-
| faetos.
2 A.mbTotypos.
l'Paisageus.
9
Aviso.
3-Rua estreita do Rosario-3
^ Francisco Pinlo Ozorio continua a col-
g locar dentes artiflciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re- i
9 cebe paga alguma sem que as obras nao 1
quem a vootade de seus donos, tem pos &
0 e outras preparag6es as mais acreditadas a
g para conservaeo da bocea.
$$& C ** Caf a*
Antonio Jos de- Carvaiho Santiago vai a
Earops com sua familia, e durante sua ausencia
deixa encarregado de seus negocios o Illm. Sr.
Dr. Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
i Pretende-se negociar porc.ode gado, sendo
garrotes, novilhas e vaccas de leile, algons es-
cravos. diversos otencilios de prata, duas casas
terreas, e o capital de 1,430 libras empregado nos
fundos consolidados de tres por cento, no banco
de Inglaterra ; p,v traiar, na ra da Cruz n, 43,
segundo andar.
Francisco Maciel de So.uza participa a seus nu-
merosos freguezes tanto da praca como de fora,
que tem de abrir novamente o seu estabeleci-
mento de calgado feito na provincia no i* de
julho prximo futuro, na ra da Imperatriz, ou-
tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
dos Ferreiros, onde pretenda vender muito em
coota, como decostume, para agradar aos fre-
guezes : vender muito e ganhar pouco.
Precisa-se de urna ama forra ou capiliva para
engommar, e para todo o servico interno de
urna casa de familia : na ruado Imperador d.
37 segundo andar.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad Samuel P.
Johston & C., ra da Senzalla Nova n. 52.
% CONSULTORIO ESPECIAL II
p HOMOPATHICO
DO
DB. CASA>OVA,
S 30-Rua das Cruzes-30
|| Neste consultoriotem sempre os mais
* novse acreditados medicamentospre-
m parados em Pars (astinturas) por Ca-
* tellan e Weber,por precos razoaveis.
Os elementos de homeopaihiao bra.re-
rk commendada intelligencia de qualquer
JJ pessoa.
Os abaixo assigoados rendeiros do enge-
nho Cumbeba, avisam ao qualquer pessos que o
pretenda comprar, ou permutar que nao effec-
luenegocio algum sem que os oucam, e se o
flzer seja contando s recebeo dito eogenbo
depois que tirarem cinco safras queainda Ihes
faltam, visto estar o proprietario Fortunato Phi-
ladelpho Camello Pessoa de Albuquerque na
posse de cinco letras passadas como de igual,
quantii qnando devia ser de arrendamento, sen-
do cada urna de um cont de res, e quem me-
Ihor quizer saber dirija-se casa do Sr. Jos
Pinto da Cosa morador nesta praca, travessa de
S. Pedro que se desengaar do que cima di-
zem. Declaram tambem que o mesmo proprie-
tario, ou quem suas prepriedades vezea flzer,
obrigado a Ihes pagarem qualquer beneficios que
fizerem em sobredilo engenho, referindo-se ao
papel de trato por todos assignados, esuas teste-
munhas: para quechegueaoronhecimeoto do pu-
blico, fazem o presente, aflm de quelhes seja
mais fcil qualquer consequencia que possa ap-
parecer; assim como perguotam a quem sabe
responder o que quer dizer perguolar o Sr. For-
tunato a urna pessoa, se morrrendo um dos dous
se,desapparecer o trato, quando assim nao seja
que lanzara mos da forja b/uta aflm de os ex-
pellir. Os mesmos rendeiros fazem publico que
nao tem ominimigo e que qualquer mal que
possa apparecer respoosavel o mesmo Sr. For-
tunato.
Cumbeba, 22 de maio de 1861. t
Flix Jos de Albuauerque e Antonio Victori-
no de Azevedo.
ATTSIlCMa1
O sntigo mestre da lingoa inglezi aioda
a a?u"j r ll?oe8 Prt>cul"res, pelb systema
oe Ulendorff, actualmente adoptado em os pri-
meiros collegios dos principaes capitoes da Eu-
i.', g,rand? 'ntagem para o discipalo incon-
testavel poisque, principia logo a fallar, escre-
ver e traduzr dita lingoa.O aROuociante pode
ser procurado at as 9 horas da manha na ra
da blona n. 83
Industria americana.
N. O. Bieber A C, successores,
ra da Cruz n. k.
participan ao publico que novamente receberam
urna grande collecgo de artigos da industria
norte-americana, como sejam :
MACHINAS
para cortar capim, para descarogar milho, para
moer milho e caf, para fazer farinha .de milho
em finura igual a do trigo, para fazer bolachinha
de todas as qualidadesem grandes porces, para
lavar roupa em 10 minutos, e para regar hortas,
jardim e baixos de capim, e decozer soceos, cou-
ro, etc.. etc.
INSTRUMENTOS PARA AGRICULTURA.
Arados, cultivadores para limpsr a Ierra, fac-
es proprias e expressamenle feitos para cortar
caona, machados, machetes, enchadas, ps. as-
sim como urna immeosidade de ferragens Anas,
bombas, carros de mo.
CARROS
elegantes e leves para douas e quatro pessoas,
com arreios para um e dous cadallos ; neste ge-
nero possuam igualmente desenhos de todos as
modelos e gastos, com os precos marcados e acei-
lam encommendas delles.
PARA USO DOMESTICO.
Ohrg de metaes principe prateado, em vista
igual prata, e que nao perdem a cor, sendo :
apparelhos para cha e caf, galheteiros, porta-li-
cores, bandejas, cestas para fructas, apparelhos
para fazer cha, ditos para cozinhar ovos, etc.
etc., etc.
Colheres do mesmo metal, faccas finas cabo de
msrfim. garfos, machinas para torrar caf.
Urna immensidade Je obras defolha de Flan-
dres envernisadas para toilete, ditas de madeira
necessarias para cozitiha, taboas para lavar rou-
pa sem estraga-la, ferros econmicos para en-
gommar roupa. Costureiras, condessas e balaios
para guardar roupa, urna innidade de objecto*
de phautasia proprios para gabinete desenhoras.
Caixas com ferramenta floa. Brinjuedos, car-
rinhos para meninos. Chfala para dar appa-
rencia nova a mobilias.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPTHICO
DO DOCTOR
. SABINO 0. L. P1NH0.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguiotes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian-
fas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOHEOPATH1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos precos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sibioo sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
T6dor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora lenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Arrenda-se o engenho Jacir, situado no
termo de Serinh^m, moeutee corrente.com ca-
sa de viveoda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com com-
municaco para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, olana e seu respectivo forno.casa
de engenho com urna moeada que produz calda,
para cincoenta a sessenta pes por tarefa com um
parol de cobre sufficientemenle grande, com
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assenlamenlos, tendo a casa sufflcien-
te capacidade, urna destilado completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de continuidade, com suas
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdente por dia de vinte e dous graos pelo
ariooietro de Cartier, casa de purgar para rece-
ber mil pes completamente arranjada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), com dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaixamento com qualro balces, sna
respectiva estufa e caixes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinha com um grande forno
e completo aviamenlo ; grande arroazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinla casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fr o
vero ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
Sendo o embarque dos gneros que exporta deo-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a produeco de caaa ; assim co-
mo todas as ladeiras, por* serem compostas de
barro moriqnipi e gomoso, com malas tambem a
roda do engenho de -ufficiente capacjdade para
dar estacas para cercar e lenhas para uso dos for-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister fazer-se nos edificios rs-
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil pes sem nunca ser preciso plautar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes. e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capim milhao. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Este en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheila de 1361,
a findar-se em 1862, sendo avallada por peritos
assim como o preco dos pes. As condiees
lempo do arrendamento se combinar com quem
o pretender, que dever procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de MeDezes Vaconrellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos Afllictos. de manha at 1 hora da
tarde.
Carros fnebres.
Ra Novan. 63.
Agr administrador deste estabelecimento ,
grato ao publico e aos seus amigos pela cenfianca'
e cooperaco que sempre tem recebido, nao tre-
pida em fazer tudo quanto esliver a seu alcance
para bem cumprir as suas obrigagoes, e conti-
nuar a merecer a mesma coadjuvaco ; e como
aquillo que se v mais certo do que o que se
ouve, por isso convido aos que quizerem a vir
oceularmeote examinar pira se convenceren). O
publico e seus amigos j perfeitamente sabem a
maneira sincera e pontual com que costuma sa-
tisfazer as obrigacoes a que se comprometa.
Tem carros de todas as ordens, conforme o re-
gulameoto docemiterio, assim como se encarre-
ga de tudo quanto oecessario a qualquer en-
terro e oflicio anoiversario, e de stimos dias,
encarregando-se de mandar fazer e distribuir os
proprios convites, podendoser procurados qual,-
quer hora do da ou da noite no mesmo estabe-
lecimento.
Galaino Ferreira da Silva declara ao publico
em geral e com especialidade ao corpo do com-
mercio, que deixou de ser caixeiro dos Srs. Lopes
Irmos desde o dia 13 do crrente, approvetan-
do esta occasio para agradecer aos mesmos se-
nhores o bom tratamento que recebeu durante o
tempo qae esteve em sua casa.
Fiodo os dias da lei tem de ser arrematado
de venda o escravo Samuel, por eieeuco de Ma-
noel Joaquina do Reg Albuquerque contra Jos
Francisco do Reg Barros : quem quizer ver o
mesmo escravo, dirija-se ao deposito geral.
e nem alto, regular,
grosso e fornido do corpo.
do engenho Bomflm, um escravo de nome Vi-
cente, crooio, nem baixo
bastante barbado,
olhos apitombados, tem falla de um dem
frente, os ps apslhetados. tem um geito no an-
dar como quem coxila, com a cabeca para frente
e para traz, tem 15 annos de idade, pouco mais
ou menos ; levou com sigo um cavallo cardo
Mrmelho de cangalha, e um caraarada fdTro de
nome Joo Garca, crioulo, bem preto, alio e es-
padaudo, cora um principio de buco, biozeiro no
andar, tem os olhos brancos, os ps de rebolos
malfeitos, arqueia muilo as peroas para Jraz e
tem de idade 22 annos, pouco mais ou menos :
paga-se generosamente a quem o pegar e leva-lo
no mesmo lugar, assim como se protesta contra
quem o tiver occu*lio.
Irmandade do Sr. Bom Jess
das Chagas.
Tendo de haver lugar domingo 16 do correte
a eleico da mesa, que em viriude do compro-
miso, tem de sabstiluir a actual na gerencia dos
negocios desta irmandade, por ordem da mesa
que termina, convido a todos os nossos cbaroa
irmaos a comparecerem no consistorio da irman-
dade, as 10 horas da maoba.
Consistorio da irmandade 13 de junho de 1861.
O escrivo interino,
. Berojamin do Carmo Lopes.
Vai praca de venda por execuco do te-
nente-corooel Justino Pereira de Farias coolra
Francisco de Oliveira Jnior t C, a armaco de
deposito da casa terrea n. 14 do largo do terco, t
barril de vinagre, 6 garrafas de champanha, 37
libras de sa bao com oabamento da lei; no dia
15 do correle, pelo juizo municipal da segunda
vara, depois da audiencia do mesmo.
Bulaioha ingleza
a 160 rs. a libra.
Vende se a 160 rs. a libra, 38200 a barriquinha
da mais nova que ha no mercado, adancando-se
a boa qualidade, manteiga iogWa flor a 800 rs.
alpista e painco a 200 rs., presunto e toucinh
muilo novo a 320, toucinh de Santos a 240, cer-
veja cobrinha a 500 rs. a garrafa : na ra' das
Cruzes n.24, esquina da travessa do Ouvidor.
Aluga-se a loja de negocio n. 9, na ruaDi-
reita : a tratar na ra alraz da matriz da Boa-
Vista n. 36.
Precisa-se de um caixeiro portuguez de 16
annos. com pratica o diligente para urna taberna
e dando fiador de sua conducta ; a tratar na ca-
sa da ra da Roda n. 54.
Eu aoaixo assignada, tendo convidado os
senhores credores de meu marido Duarte Anto-
nio Sena para comparecerem no dia 13 do cor-
rele, e como deixaasem de comparecer a maior
parle dos ditos senhores, d novo roga-lhes que
lenham a bondade de comparecer no dia 14 do
correte mez, s 2 horas da tarde, na sua re-
sidencia n. I, primeiro andar, por cima do dito
estabelecimento.
Maria Euzebia de Mallos Lima.
D-se 1:1005 a juros com hypotheca em
casas terreas: no paleo da Terco n. 19, se dir
quem d.
Veode-se urna casa cora dous andares e
solo, sito n ra das Aguas-Verdes n. 100 : a
tratar no pno do Carmo n. 7. segundo andar.
Anua Joaquina da Cuuceicx i'eixeua
e seus filhoj Jos Pereira Teixeira, Mana
de Jess Teixeira e Bernardioa de Jess
Teixeira Brito, pungiJos do mais doloroso
senlimenlo agradecem a lodos os amigos
do seu sempre chorado marido e pai o ci-
rurgio Maooel Pereira Teixeira, que se
dignaram assistir o enterro do mesmo e de
novo os convidara para no dia 17 do cor-
rente pelas 6 horas da manha assistirem
a missa e memento que lera lugar na igre-
ja da matriz da Boa-Vista.
Aviso.
O arrematante da aferigo do municipio do Ra-
die scientifica aos donos de estabelecimento e
veodedores de leile mel, azeite de carrapato,
milho, feijo etc., que no ultimo do correte
mez linah.i-.-e o prazo das revisoes da mesma
aferico, assim como lembra-os que al esla da-
ta aioda nao aferiram. Recife, 13 de junho de
1861,.O arremtame, Francisco Pedro Adrio-
cula.
i
mi

Aos Srs. caixeiros.
Um rapaz habilitado propde-se,a en-
sinar aos que se dedicara ao commercio,
das 6 as 10 horas da noite, a 1er escre-
ver e Iraduzir as linguas franceza e in-
gleza, grammatica e aoalise da lingua
portugueza, aritnmetica, juros, descon-
t, reducQo de pesos e medidas e cam-
bio : quera de seu prestimo se quizer
utilisir dirija-se a ra do Cabug n. 3,
segundo andar, do meio dia as 6 da tar-
de. Sujeita-se mesmo a ir tomar lic-
Qoes em suas casas.
m%i

M&&,
o
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de pouca familia : no pateo do Terco n. 16
ou rus Direila n. 101.
Vinli de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmos & C., ra da
Cruz n. 10 encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Freres e
dos Srs. ldekop Mareilac & C, em Bordeaux.
Tem as seguintes qualidades:
De Brandenburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Cha tea ti Loville
Cha tea u Margaux.
DeOldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville.
Cognac em barris qualidade 6na.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris
Madeira em barris.
Programma dafes-
ta do glorioso Santo Anto-
nio do arco da ponte do Re-
cife.
Hoje as 7 horas da noite sahir da cita da
Exm. Sr.a juiza a baodeira do miracnloso Santo
Antonio, e percorrer as ras do Imperador, pra-
ca de Pedro II, ra do Queimado e Crespo, com
direceo ao arco, em frente do qual ser astea-
da. E' acompanhada por um bello coro de me-
ninas e meninos do collegio pelas msicas do 1
batalhoda guarda nacional e 2 de fuzileiros.
Amanha estar a ra do Crespo (oda embaodei-
rada com baodeiras e sigoaes de todas as naces,
tocando as referidas msicas pela maoha ao'
meio dia e a noite. O milagroso Santo Antonio
ser levado em solemne procisso para a igreja
do Espirito Santo, no dia 16 do crrante, e ahi
ser celebrada a testa com toda pompa e decen-
cia, fioda a qual regressari a referida imagem
para a sua residencia. Urna guarda de honra do
distincto batalho da Boa-Vista, far as honras
do estylo e dar as salvas do costme em frente
ao aren, depois da festa. Fiodar esta brilhaote
festividade com urna ladainha offerecida ao mes-
mo santo.
Quem se julgar que tem contas com a ga-
lera americana Emely- Farmum, queira apre-
senta-las quanto antes em casa de Henry Forater
& C, ra do Trapiche n. 8.


DUIIO D| PERNA1BDCO. SEXTA FEIBA 14 JiNBO DI 1861
(5)
icrnamhucana
Domingo, 16 do correte, i 11 hora* da ma-
nhaa, em sestao extraordinaria da asaembla ge-
ral, te tem de deliberar ae deve ou nao continuar
a existir esta Associaco, como exigera a lei e
regulamentos que do ministerio da fazenda bai-
xaram o anno pretrito, e aasigoar-ae o respec-
tivo estatuto, afim de, com a acta da sesso em
que isso se resolver, aerem aubmettidos a appro-
vaco do Exm. Sr. presidente da provincia.
OSr. presidente eeclivo madda ponderar a
importancia desta sesso, e confia no zeloe be-
nevolencia dos Srs. socios que a hora marcada
se acher na casa daa sesses para o indicado
Cm.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucaoa 12 de junho de 1861.
J. Cesar,
1 secretario.
Industria.
Solda-se perfeitamenle toda qualidade de lou-
ca fina ou ordinaria, porcelana, vidro, barro e
pedra, garao lindo -se a perfeicao e segura oca
visto que o annunciante esl munido dos ulen-
cilios de sua prossao : na ra Direita n. 57.
casa terrea.
Traspsssa-se o arrendamento do engenho
Frescondim mueote e correte, e que tem pro-
porches para safrejar mais de dous mil pes an-
nualmente, ficando perto da estrada de ferro 3
leguas, e teodo boas obras. Arrenda-sa com
vinte e tantos cativos de eochada, bois e ani-
maes de rods, vendendo-se a safra creada : quem
pretender pode enteoder-se com o Sr. Bruno
Alvaro Barbozs da Silva, no Recife. ou com o
abaixo assigoado no engenho Cajabuc.
Manoel Barboza da Silva.
Alugam-se duas casas terrees, modernas e
bem edificadas, com bastantes com modos e gran-
des quintaes na ra da Taima : a tratar na ra
do Rosario o. 14, sobrado.
Os abaixo assignados scientificam ao res-
peitavel publico e com especialidade ao corpo
docommercio, que no dia 12 do corrente dissol-
veram amigavelmeoie a sociedade que tinhara na
taberna sita na ra Imperial n. 144, a qual gy-
rava sob a firma de Ermida & Medeiros. ficando
o socio Ermida encsrregado do activo e passivo
do referido estabelecimento.Antonio Jos Pe-
reira Ermida. Francisco Antooio ds Medeiros.
MADAMA. NIVBRLET, lavadeira e engom-
madeira franceza, se encarrega de qualquer tra-
bslho dessa especie, iodo buscar e levar casa
das pessoas que a honrarem com sua confianca :
Ba ra da Aurora n. 66.
Acha-se justo e contratado o deposito da
ra da Lingueta n. 6: quem se achar com direito
elle dirija-se ao mesmo no prazo de tres dias
a coniar da data deste. Recife 13 de junho de
1861. J
A pessoa quem faltarem uns pranchoes
de louro, annuncie por este jornil.
LIZ LERSTENNE, gravidor em toda a
qualidade de metaes, encarrega-se de preparar:
emblemas abertos a buril (taille* doncej, tanto
para ouiivesaria como para typographia, gravu-
ras para matrizesde typos etc.. etc.; igualmen-
te se incumbe de pinturas de casas, armas para
cnsules, assim como deseobo sobre pedra para
lytographia ; em sua ofBcina. ra da Aurora
o. 66.
Precisa-se de 6008 a premio sobre hypo-
theca de urna escrava moca ; quem pois quizer
dar essa quanlia, annuncie a sua morada para
ser procurado.
Joo Goncalves de Souza declara ao respei-
tavel publico que por haver outro do mesmo no-
me, d'ora ero diante se sssiguar Joao Goncalves
de Souza Beiro.
Aluga-se um moleque proprio para servico
de casa de familia, ou casa do pssto ; na ra do
Livramento n. 22, lerceiro andar.
UM CHUMBEIRO (glombier) francez, lti-
mamente chegado esta cidade, offerece-se pa-
ra ludo quanto de sua arte; encarrega-se igual-
mente das obras em zinco, cobre, folbas de ferro
eflandres, assim como toda a especie decoocer-
tos e sidas de objectos de cozinha, e arreius de
cavallos de carro : a dirigir-se ra das Cruzes
m. 11, toja, que se dir.
Bnm branco de linho muito fino a 1*280 a
vara ; na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Riscadinhos de linho proprios para obras
de meninos a 200 rs. o covado ; na ra do Quei-
mado o. 22, loja da boa f.
Carros fnebres no pateo
do Paraizon. 10.
Neste estabelecimanto ha carros das
ordens establecidas pelo reguiamenlo
do cemiterio, muito bem ornados es-
pecialmente o de primeira ordem, por
ser coberto com panno de velludo pre-
to botdado e agaluado de ouro fino, o
mais rico que tem apparecido e ha nes-
ta cidade o que verdaderamente faz o
oqiecto de primeira ordem. Encarre-
ga-se neste estabelecimeito de qualquer
enterro grande ou pequeo, cilicios
etc., etc., com promptido e asseio for-
necendo todo o preciso sem encommodo
das partes. A qualquer hora do dia ou
da noite no mesmo estabelectmento ou
no mesmo pateo sobrado n. 18, ou ra
de S. Franciscc por detraz do mesmo
eslabeleciment casa terrea n. 18.
LOTERA.
Sabbado 22 do corrente impreteri-
velmente no lugar e horas do costume
sera' extrahida a primeira parte da pri-
meira lotera em beneficio da igreja de
Nossa Senhora do Rosario da freguezia
de Muribeca. Acham se a venda os b-
lhetes e meios hilhetes na thesouraria
das loteras ra do Queimado n. 12, pri-
meiro andar, e casas commissionadas.
Logo que se dislribuam a listas serao
pagas as sortes.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Preparam-se bandejas bem eneitadas de
diversos gostos para casamentos, bailes e qual-
quer funecao, ou f estas de igrejas.com os melho-
res bolnhus ; assim como bolos para os festejos
de S. Joo, de todas as qualidades : quem pre-
cisar, sendo o mais em canta do oosso mercado,
ou mesmo boliohos em libras separadas, dirija-
ee a ra da Peona n. 25, que se faca o ajuste
com perfeicao e asseio.
Precisa-se de 6:000$ a premio, dando-se
para seguraoca hypotheca em um engenho :
quem quizer annuncie por este Diario para pro-
curar-ae.
ARMAZEM PROGRESSO
DE
Largo da Penlia
O proprietario deste armazem pai%
Attenco dos senhores de
engenho.
O propretaiio agricultor que precisar de ao
bom administrador casado com pouca familia, 6
que tem bastante pralica desse servico de enge-
nho, e al nao pe duvida a tratar com o pro-
prietario vists das torcas que liver o eogeaho e
a qualidade do terreno a fazer firme um canto de
numero de caizas, cada urna de 50 arrobas, com
tanto que, o que exceder ser do administrador,
visto pi perceber ordenado algum: quem qui-
zer, dirija-se a praca da Independencia ns. 6 e8,
por carta, com as letras seguintes, L. S. A., ou
annuncie pelo Diarlo para ser procurado.
Precisa-se de urna mulher para cozinhar e
comprar : a tratar na ra Nova n. 40.
- $$
4 Lava-se e engomma-se com perfeicao #
6 aceio e por prego commodo : na ra do ej
9 Hospicio o. 64.
ft(ill$&ftatttifetttieAtt S&-i&ft lclp8 aos seus nun)erosos freguezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se acba com
um grande sortimeuto de gneros os melhores que tem viodo a este mercado e por ser parte dellea
indos porconta propria, vende-oa por menos do que em outra qualquer parte.
Mameiga inglea perfectamente flor ^ librai, -B bar_
rril se far algum abalimenlo.
>\ftl\teiga IraIlCeza a maig aovt que na no mercad0 vendd-ara 720 rs. a libra.
Para que nao se chamem a*JKS!l,,MI *?mo -*- **.
^|TieVJ08 uamengOS chegados nesta ultimo vapor da Europa 1*600 rs., em por-
cao se far algum abatimento.
yaeijO SU18SO recentement chegado e de auperior qualidade vende-se a 640 ra. a
.libra. '
V*J" praliW os melhores que tam vindo a este mercado por serem muito frescaes e da
boa qunlidade a 640 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
BollO francez a 500 M. 0 carlSo elegantemente enfeitados proprios para mi-
mo, vende-se por este preco tnicamente no Progresso.
Hoce da casca de goiana em calx5es com 3 ,l2 Ubr vende_s7aic.d. um.
DOiaCuinna ingieza a maian0Ta quehano mercado, vende-se unicamenta no ar-
mazem progresso a 3$000 a barrica e a retalho a 240 rs. a libra.
.Ym.eiX.aS VraneezaS a 480rg braem porQaose fva algum abaUmento.
NlarWkVelaaa imperial d0 afama(io Abreu, e de outroa. muitos fabricante! da
Lisboa a 800 rs. a libra. 7/
Atteoco.
nao se chamem
a
a
Viuva Dias Pereira & C, fa-
zem sciente aos seus devedo-
res que oSr. Candido da Costa
Dourado deixou de ser seu
procurador, e portanto nada
mais tem o dito Sr. Dourado
com os devedores da casa dos
mesmos assim tica de neaaum
effeito a procuracao que a elle
passamos.
Uma!)senh(>ra di lices de piano, inglez e
francez por precos rasoaveis em casas particula-
res e tambem d lieces em casa d'ella, ra Es-
trella do Rosario n. 27.
Jos de Albuquerque Mello Loyola, avisa
as pessoas, que tem penhores em sua mo, de
os vir tirar 00 prazo de oito dias da dita desle do
contrario serio vendidos para seu pagamento.
Recife 10 de junho de 1861.
Goimaraes & Luz.
Em consequencia de estarem na liquidacao do
flado pedem a todos os seus devedores o obse-
quio de vircm ou mandarem pagar seus dbitos
na mesma loja onde foram cootrahidos ou na fal-
ta disso poderao pagar ao Sr. Manoel Carlos Maia,
a quem temos dado todos os poderes para obrar
amigavel ou judicialmente caso seja necessario,
para os que quizerem pagar amigavelmeoie mar-
camos o praso de sessenta dias. eos que nao pa-
garem al esse lempo nao se queiiem do resul-
tado.
i-m
m
^ Joo Crrela de Carvalho, al-
faiate, participa aos seus nume- ;{;-
rosos freguezes e amigos que mu- ^
9 dou a sua residencia da ra da *i
(Q| Madre de Dos n. 06 para a ra @
^ da Cadeiado Kecie n. 08, pri- (jk
0 metro andar, aonde o encontra- g&
rao prompto para desempenhar s
^ qualquer obra tendente a sua j&
41 arte- M
Offerece-se para caixeiro um mogo brasilei-
ro que sabe bem 1er, escrever e contar : a tralar
na ra da Santa Cruz n. 62.
33E 5*S !i*SS*4? aa^mmc.MfJBKM
W% WTKm WBW Ifll *u WWV^ w^!W oW WTPm WY O abaixo asaiiiaado faz publico >iue os (O
escravos Andi, pardo, idade 26 annos ; n
|K Benedicto, pardo, idade 10 annoi; Mara, %K
t% parda, idade 17 annos; Antonia, crioula, 9
S idade 27 annos com 1 cria de nome Ma- tt
noela, idade de 1 anno; Josepba, parda, 8
idade 4 annos ; Francisco, crioulo, idade |L|
28 annos; Manoel, crioulo, idade 28 ao- *P
nos; Flix, crioulo, idade 22 annos ; Ray- 2
I mundo, crioulo, idade 21 aunos ; e Igoa- JS
|i Co, crioulo, idade 30 annos. pertencen- *
les a Antonio Mximo de Barros Leite, 2
acham-se hypothecados ao abaixo assigna- 1|
do desde o oia 6 de fevereiro do corrente 1
8 anno, por escriplura lavrada no cartorio Skf
do tibelliao Almeida, pela quantia de I
|E 14:967^640 rs., e portanto nioguem pode 2
I fazer transaccio alguma a respeito de taes JE
escravos e tem o abaixo assigoado privi- |k
legio em relago aquelles escravos sobre S
oulro credor do mesmo Sr. Birros Leite, *
, protesta desde ja contra qualqaer Iransac- a
jt cao que por ventura se zer com os pre- Je
a ditos escravos, em quanto oo fr pago S
H da importancia a que estao elles sujeitos. |?|
o Recife 10 de jusnho de 1861.
S Silvino Guilherme de Barros. ^
"* *' *^\^P SH Jim irW vRvbIm^KiVJM'nK
Aos amantes do
festejo de Santo An-
tonio e S. Joo.
Jos Paulino da Silva scientifica aos apaixona-
dos pelo divertimenlo e fesujo de Santo Antonio
eS. Joao, queenconiraro em sua fabrica de fu-
gos artiQciaes da ra Imperiaj, lodos os fogos
proprios para o mesmo festejo, e que nao sao pro-
hibidos pelas posturas municipaes, coreo sejam,
pistolas, balase rojao, e tabocas para fabrico das
mesm*s, fogos do ar, rodiuhis, e massa ; em
quanto a qualidade dos fteos e mistos que se
yende em sua fabrica, nada tem a dizer por ser
ji bem conhecido pelo publico sua superioridade
em relacio as ouiras, e promette vender mais
barato que em outra qualquer parte, assim como
recebe-se encommendaa de fogos que nao sao
prohibidos.
Aluga-se o quarto andar com sotao e mi-
rante do sobrado n. 38 da ra da Cadeia do Re-
cife : a tratar no n. 40, da mesma, loja.
4?
vende-se a I56OO rs. cada urna com
vindo a este mercado a 900 rs. a libra,
em latas de 1 libra, a mais nova que ha 00 mercado a 900 rs.
Latas eom bolae^iaViaa de soda
differentes qualidades.
Chocolate 0 maig superior que tem
Niaca de tomate
libra.
PeTa SeeeaS em condesas de 8 ibraapor3500 a^etalho 480 rs. a libra.
Conservas raneezs e inglexas mais n0?as que ha por ,erem ?ln.
das em direitura a 800 rs. o frasco.
\letria, maeaTTo e wlharlm .
roba por 8j.
Palitos de dente lixados
T oneinho de Lisboa
a arroba a 9g.
rreSaUtO mull0 novo vende.se para acabar a 400 rs. a libra.
Chouricas e paios
a libra.
Baaha de porco retinada a nai8al?aq(ie pode haver Q0 meread0 yeDd,.8e.
480 rs. a libra e em barril a 400 rs.
LataS COm nelXe de nOSta reparado da melhor maneir. possivel d.ame.ho-
res qualidades de peixe que ha em Portugal a l500cada urna, assim como tem salmao e
lagustinha em latas menores a 900 rs., verdadeiros charutos suspiros e de outras muitas
qualidades dos melhores fabricantes de Sao Flix, champanhe das mais acreditadas marcas,
cerveja de ditas, marrasquino de zara, licor francez de todas as qualidades, azeite doce pu-
rificado alga garrafa, nozes a 320 rs. a libra, ervilhas francezas, tructa em calda, azeitonas
baratas e outros muitos eneros que encootrarao tudo de auoerior aualidade.
aiiiSrSliS
oobertos edescobartosr pequeas agrandes, da
ouro patente inglez, para hornera e senhora de
am dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo u'iimo paquete inglez : em casa da
Sonthall Mellor A C.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes deste remedio
ncomparavel a provar em caso necessario, que,
pelo "so que delle Gzeram tem seu corpo e
membros inteiramente saos depois de hator em-
pregado intilmente outros traumentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
rivilbosas pela leitura.dos peridicos, que lh'as
relatara todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte" dellas sao to sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) cora este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur I
permanecido longo tempo nos hospitaes, o tea
deviatn soffrer a amputaQo 1 Dellas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos de pade-
timentos, para se nao suhraeterem a essa ope- i
rajo dolorosa foram curadas completamente,'
mediante o uso desse precioso remedio. Al-1
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados benefi-
eos diante do lord corregedor e outros magis- ;
Irados, afira de mais autenticarem sua a firma-:
ti va.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianca para encinar esie re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tralamento que necesstasse a natureza do mal,:
cujo resuludo seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.'
O ungento he ti (i, mais particu-
larmente nos segrnintes casos.
Inflammacio da bexiga
400 rs. a libra e em caixas de urna ar-
em molhos com 20 macinhos por 200 rs.
o mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra em barril
o que ha de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
En fertilidades da cutis
era ge ral.
Ditas de anus.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammac,ao do Ggado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurac,oes puiridas.
Tinba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulacoes.
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
CQI N O V O
D0DR. CHABLE
MEDICO E PIIOFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
DAS KM'HMlfaADES
9
I
i
i
O bacharel Witrlvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que Sola para a
Gamboa do Carmo.
8
i
i
i
O Sr. Felisbino Jernimo Coelho que mo-
rouna ra da Imperatriz queira dirigir-se a esta
typographia que se precisa fallar.
O Sr. Pompilio Numa Pessoa tem urna car-
ta na ra Nova n. 7.
' Antooio Moreira da Silva, subdito porlu-
guz, vai Portugal.
, Antonio Firmino Erazu, subdito bespanbol,
retira-se para o Rio de Janeiro.
Na ra eitreita do Rosario q. 21, primeiro
andar, precisa-te de urna ama para lodo servico
de una pessoa, piga-M bem.
liOTUHl
m
PAKA O TRATAMESTO E PHMPTO Cl'RATIVO
SEXOAES, I>N Ti.DAS AS AFFECCOES CL'TANEA
Citrato de K'rroChablc.
VIRUS E ALTERACOES DO SANGIE.
IXarOfH-mui preleiivel ao
I Copailiba e as Cube-
bas,KiiT.t inimediatainen-
te cualquier p\ifi*o ,
retaxkofto e drbihdaile, e i^ualnienie lluxos e
flores brancas ciiaiiic. B 111" U-mpn 00 xar.pe de riirato de ferro, uiru vez
ile iiijnba e una vez Je tarde durante tres dias;
lia segura a cura.
DEPURAT1F
dU SANG
iiiiii/rud o de Mangue.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico conbecido
e aiiprovado para i-nri-r
con |irom|itldao e radi-
calmente impi^ens, pMlnlas, btrpes, sarna, co-
mi\(>s, acrimonia e alteraces viciosas do san-
gue ; virus, e qualquer afleio venrea. Ba-
oIioh inincrac. Tomao-se dous por semana, se-
Kiiiiulo o traianirnto depuiativo. Pomada nn-
ilirrprtira. De um tir>-iio maravilhuso lias af-
fcces cutneas e comixes.
loiiori'ohidnK.Pomada que as cusa em 3 da?.
O drpnsilo na rita larqa io linsirio. botica de Barlholomeo Vrancitcodt Souza, n. 36.
JARABE DOFOUGfcT.
Este xarope esi aptrovailo pelos mais eminentes mediros de Paris,
como sendo o melhor para curar constipaeoes, toase convulsa e ouiras,
irjuctiios, alaqnes de peito, irriUcftes nervosas e Insomaolencias: urna colberada
ao sullicientes. O alie- (des i'o
[iela inanlia, e outra noite
lempo o iiuente e o medico.
O ilsposito na ra larqa do Rosario, botica de lixrtholoineo Francisco de Souza, n. 3C.
seohor LJS5?!
Caetauo Aureiiano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool,a negocio que Ib.e
diz respeito.

X
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgiio dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
dentes artietaes, tudo eom a superiori-
dade e perfeicao que as pessoas entendi-
das Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dennfricios etc.
Primeira parte da primeira
lotera do Bom Conselho de
Papacaca.
Nos bilhetes rubricados pelo abao assignado
sahiram as seguintes sortes :
1227 5:0009 Bilhete inteiro.
562 800$ Dito dito.
767 400S 2 meios.
824 200 Bilhete inteiro.
1508 1008 Meio bilhete.
e outros de 40*. 5J03 e IOJ. Estas sortes sao
pagas na praca*da Independencia n. 22 junto ao
relojoeiro aonde ae acham a venda assim co-
mo as mais do costume os bilhetes e meios da
primeira parte da primeira do Rosario, de Mu-
tibeca, aos precos j annunciados. Outro sim, o
mesmo abaiitTassigoadq corrobora os seus an-
ouncios, advertindo ao publico em gecal que
continua a ser o nico garaoldor de bilhetes.
Santos Vieira,
Aluga-se por prego commodo o armazem
do sobrado n. 37, sito na ra do Imperador; a
tratar 00 Mondego, casa do finado commendador
Luiz Gomes Ferreira.
A agencia do va-jj
por de reboque. p ,u
Tk. .0 ^...k-i T ., ~ Precisa-se fallar ao Sr. Deodslo Camargo,
.f. n-".le-S,.laelecida 50 McnP!?no da eompa- que morou no Campo-Verde, nesta typographia!
No consulado dos Paizes-Baixos existem
duas cartas de importancia para o subdito hol-
landez T. C. X. van deu Brink, que ltimamente
foi trabalbador na estrada de Ierro.
Precisa-se de urna ama para casa de pe-
quena familia ; a tratar na ra da Senzala Velha
n. 140. ou na ra da Cadeia n. 45.
A pessoa que aonunciou querer comprar
urna taberna nobairro de Sanio Antonio ou Boa
Vista, dirija-se a travessa das Gruzes n. 14, pri-
meiro andr. que achara com quem tratar.
O 1., 2." e 3. tomos das biographias de
alguns poetas e outros homeus illustres da pro-
vincia de Peruam buco, comas poesas e muitos
documentos e ttulos inditos, e de grande ule-
rease e apreco, pelo commendador A. J. de Mello.
Km mo do autor.
Deseja-se comprar urna escrava para servi-
co interno ; na ra da Imperatriz n. 18.
Attenco e muita attenco.
SodriSi C. convidam a todas as familias que
quizerem honrar com suas presentas a sala do
primeiro andar da ra estreita do Rosario n. 11,
por cima do seu estabelecimauto, a virem tomar
sorvete e outros gneros tenientes a confeitaria,
para que tem com todo o asseio preparada com
rica mobilia, mesas de marmore e Iluminada a
gaz, adyervindo que serao servidas com toda a
promptido e precos mdicos.
0 abaixo assigoado vende o engenho Japa-
randuba, silo na freguezia Q'Agua Preta e distante
300 bracas da 4a estaco da via frrea. Alm
desla vantagem. tem a de ser bom d'sgus, de ex-
celleoteproducco e de moer com a mesma agua
urna serrara e fabrica de farinha, preparadas com
lodos os ulensis: quem o pretender dirija-se ao
dito engenho. ou nesta praca ao Sr. Herculano
Deodato dos Santos.
Recife 2 de maio de 1861.
Miguel AfTonso Ferreira.
A todos que devem no deposito da ra da
Santa Cruz n. 62, venhanp satisfazer seus dbitos
antes que aejam seu Domes publicados nesta
folha.
oiipras.
nuia Pernambucana no Forte do Mattos n. 1, on-
de aerecebem avisos para qualquer servico ten-
dente ao mesmo vapor.
Joao de Siqueira Ferro scientifica a
seus numerosos amigos e freguezes, tan-
to destas como de ouiras provincias que
mudou seu estabelecimento de fazendes
que tinha na ra do Crespo n. 15 para a
ra do Queimado o. 10, onde continua a
ter um completo sorliaeolo de azendas
de todas as qualidades.
Precisa-se de um amassador que saiba todo
o servico tendente a padaria ; na iua eslreita do
Rosario o. 2, deposito.
Compram-se moedas de ouro de 20$OC0 '
na ra Nova n. 23, loja.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz r. 12 loja.
Compra-se urna casa terrea em qualquer
das freguezias, Santo Antonio, Boa-Vista e S.
Jos ; a tratar "na ra do Sol n. 13.
Compra-se urna mulalinha de 6 a 7 annos
de idade, bem alva e bonita : na ra Nova o. 14,
primeiro andar.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda era loda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha contm
urna instruccao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
lival sem segundo.
Na rus do Queimado n. 55. loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos precos as seguintes fazendas
todas em bom estado :
Caixas de agulhas francezas a 120 e 240 rs.
Ditas de alOneles sonidos francezes a 80 rs.
Caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Carlees de colchetes francezes a 20 40. 60
e 80 rs.
Duzia de meias cruas muilo nas a 2f500.
Dita de ditas a 2'i(|.
Linhas de carretel "brancas e de cores a 300 rs.
Masso de rampas muito boas a 40 rs.
Thesouras Coas para unhas a 400 rs.
Ditas para costura a 160 e 320 rs.
Varas de renda lisa sortida a 60 e 80 rs.
Pares de sapalos de tranca de laa a 1440.
Ditos de ditos de dita de algodo a 1$.
Pares de sapatinhosde la parj meninos a 200 rs.
Cartas de alQnetes tinoso grossos a 100 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 e 500 rs.
Frasco de oleo de macass a 100 rs.
Dito de macass perola a 200 rs
Frascos de banha muito Gna a 320 e 400 rs.
Ditos de extracto muito fino a 500 e 1.
Ditos com muito boa agua de Colonia a 2000 e
2500.
Ditos de Lavandeambriala a 600 rs.
Sabonetes muito finos a 160 rs.
Frascos de oleo Philocome a 1#.
Caixade folha com phosphoros a 100 rs.
Ra do Crespo
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
se para fechar contas as seguintes fazendas por
precos muito baratos: pecas de cambraia lisa fi-
na a 3?. corles de casemira a 3d00, pegas' de
babados largos e muito finos a &*, seda de qua-
dros miudos a 800 rs. o covado, chitas largas de
cores escurase claras a 240, cssas de cores bons
gostos a 240 o covado, organdys muito finos a
500 rs., pecas de ntremelos Dordados a 320 a
vara, gollinhas bordadas a 640, manguitos de
cambraia e fil a 2#, bramante de algodao com
9 palmos de largura a 1&2S0 a vara, sobrecasacas
de panno fino a 20 e 25$, paletots d paano e
casemira a 16$ e 209, ditos de alpaca de 3/500 a
7$. ditos de brim de cores e brancos de 3g a 5g,
caigas de casemira preta e de cores de 6 a 10,
ditas de brim de cores e brancas de 2J500 a 5j|
cohetes de casemira de cores, e setim preto a 5$,
camisas de fusto brancas o decores a 2#, cortes
de cassa de cores a 2$. cassas pretas a 500 rs. a
vara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprio para capas de senhora a 800 rs. o cova-
do, assim como outras muitas fazendas, tudo
muito barato para acabar.
PHARMACIABABTHOLOIEO
Ra larga do Rosario n. 36
Rob l'Affecteur.
Pilulas de Allexou.
Pilulas americanas.
Vermfugo inglez.
.Pilulas Holloway.
Ungento Holloway.
."" vndem-ce globos para randieiros, e brm-
Das de japi, mais barato do que em oulra qual-
quer pane : na ra larga do Rosario. 41. 34.
spNKeie agaesBafti asMHHK
i si I i
I 4 fama triumpha.
o Os barateiros da loja
Eneyclopedica 1
|| DE 2
Guimaraes A Villar.
jRua do Crespo numero 17.
Recebem continuadamente da Europa jf
sedas, cambraias, las, chapelinas depa- <
Iha e de seda para senhoras, manteletes g%
prelos ricamente bordados, ditos de co- t
res. sahidas de baile.saias a balo de di- ffc
versas qualidades. saia* bordadas de to- S
das as qualidades e precos, chitas fran- *f
cezas muito bonilas e finas, enfeites de
diversas qualidades para cabeca de se- $
nhora?, espartilhos de molas" e muitos "$
outros objertos que nao mencionamos, 5
todos proprios para senhoras. &
Para bomens
paletots, calcas, colletes, chapeos, cami- =
sas, seroulas, meias, gravatas, lencos, so- 5$
brecasacos. calcado Melie e muitos ou- f
tros objectos. !2
Venden baratissimo X
V'endem baratissimo 4k
I Venden baratissimo. J
(.'uem duvidar v ver at
OuhoL duvidar v ver
Quem duvidar v ver.
Leven dinheiro
Levem dinheiro
Levem dinheiro.
Jcliego o prompt
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebre?
Urs. Radway & C., de New-York Acham-se
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem cne-
garam as instruccoes completas para se ussrtra
estes remedios, conlendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se fleseja curar! os
quaes se veodem a IJfOOO.
fmsmmtm mmtm mrnmn
-mu
Attenco
Fazendas e rou-|
pas feitas baratas
PORTO
S48- Ra da Imperatriz4S]
8 Jaolo a padaria franceza.
Eocontra-se neste estabelecimento um
g completo sortimeoto deroupas de diver- j
{ sas qualida les como sejam : paletots de!
alpaca pret^ e de cores a 3 e395C0, for- ,
rados a 4 e -tjiSOO, ditos de ganga de cor i
a 49, ditos de brim pardo a 3g0O e 4. di-
B tos de Drim de cor a 3*500 e 4. diios
P francezes a 3g400, ditos meias cusemiras ',
a 5g 6 5*500, ditos de alpaca preta e de !
cores francezes fazenda de 10j a 6g500, *
ditos de palha de seda e laa a 3*50(1. di- \
tos de bramante a 4* e 3*500, ditos de
casemira saceos *13J, ditos sobrecasacos l
- a 15j, ditos francezes a 19*. dilos de al- *
3| paca preld francezes golla de velludo a
mm 7*500 e 8*, ditos de panno preto a 18?, *
JK 20* e2'i. calcas de brim de rdr a lgboo'. \
j5 2g500, 3*500 e 4*, ditas de casimira pre- ,
3| tas e de cores a 6*. 73500, 8g e 10*. ditas '
8 de meia casemira a 4* e 3*500, colleies i
de fuslo branco e de cor a 2i500, 2*800 \
tt e 3*, ditos de gorguro a 4* e 5?, ditos 1
S de setim preto a 3*500 e 4, ditos de ca- \
|| semira preta e de cores a o 5*, ditos 5
O de velludo preto e de cores a 7*, 8$ e 10*, \
i| completo sortimento de roupa para me- s
O nio como sejam calcas. Daltnts, rolle- l
m les, camisas a 1S600,'1*800 e 25. do fusto !
g a2*500, fazendaa superiores.chapeos para 3
m cabeca fazenda superior a 6*500, 8^500 e
X 10*. ditos de sol para hornera a 6s500, J
H ditos para senhora a 4S500 e 5-3, e outras S
muitas qualidades de fazendas e roupas '.
por pregos muito commodos. j
Recebem-se algumas encommendas de i
j| roupa por medida e para isto lera delitv- |
I rado a ter um Conlra-mestrs no estaba-
lecimento para executar qualquer obra j
tendente a sua arte.
Vendas.
Em casa de N0 O. Bieber
C. successores, ra
Vinho Bordeaux em quartolai.
Dito Xerez.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Vinagre. ^
Lonas, briozaos e brins da Russii.
Cerveja escosseza (Edinburgh Ale.)
Pedrasde marmore branco para cngolos e mesas.
Plvora em barris.
Enxofre em canudo.
f i^DICflO UIW-HOW,
Rna da Senza 1 la Nova n.42.
Neste ustabelecimento contina a haver um
completo sortimento de moendasemeias moen-
d"as para engenho, machinas de vapor e taixas
te ferro batido e coado, de todos os lamanhos
para dito,
VdIios engarrafados^
Termo-
Collares.
Lavradio. ,
Madeira. ,
Carcavellos.
Arintbo.
Bucellas.
Malvasia, em caixas de urna duzia de garrafa* :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Aos cavalleiros.
Acham-se venda os verdadeiros rouros gran-
I des e cabelludos, de bode, pretos e branco?, che-
gados ha dias da Europa ; na leja de seleiro,
ra larga do Rosario n. 28.
Vende-se a casa n. 66 da rus de Aguas-
Verdes, ha pouco reedificada por iora e por den-
tro, com oiloes dobrados e quintil com porio
para a ra de Hortas, em cujo fundo pode ser edi-
ficada urna casa, ficando quintal para ambas com
cacimbi. etc. ; a fallar com o Lima, no Forte Jo
Mattos, que tem poderes de seu proprietario para
dita venda.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda per
prego commodo, teodo 1 duzia de cadeiras, 2
coosolos, 1 banca de meio de sala, 1 sola, 2 ca-
deiras de braco. 1 de balanco, teodo 1 candela-
bro, 2 pares de lanternas, 2 vasos de flores cora
redoma de vidro e alguns objectos para cima de
mesa, retratos de senbora, tantos em quadro co-
mo em caixa, retratos de catacumbas do cemite-
rio de Inglaterra ; vende-se tambem urna cama
de amarello com lastro de pala,mais meiaduza de
cadeiras americanas; quem quizr, dirija-se a
ra das Triocheiras n. 28, das 9 horas da ma-
nba em diente at aa 4 da tarde, que achara
com quem tralar,
Farinha a 1,600 rs.
a sacca.
Na ra do Codorniz, armazem n. 12 A.
Grande peclncha.
A 220, 240 e 260 rs.
Chitas francezas de muito bonitos padres e
muito bons pannos, pelo baratissia.o prego de
220, 240 e 260 rs. o covado ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
A 4& 4#500 e 5f.
Cambraia lisa muito fina a 4* a peca com S I [2
varas, dita muito superior a 5$, dita tambem
nuilo fina com salpicos a 4*500; oa ra do
Queimado n 22, na loja da boa f.
\


-***&
<*)
MARIO I MlMUCO. SEXTA IRA M A-JIO 91 *Wl.
Potassa daRussia e cal de
No bera conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potasas da Kussia, nova e de superior
qualidade, assim como lambem cal tirgem em
pedra ; tudo por presos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
*e ^3 aiSael3 3*3-2*3 Mt atS Mr*t ***i*w. *
wvnvi ivsvvw iBfvxv vajv ujb w
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
bastos & reg
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimeoto de
roupas feitas, e-ilcados e fazendas e lodos
estes se veodem por prcos multo niodi-
Ucados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figulinos a
269.28tf, 30$ e a 353, paletots dos mesmos
pannos preto a 16J, 18g, 20 e a 24,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 14$. 16$, 18$. 20$ e 24$,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9$, 10$. 12$ o a 14$, ditos relos pe-
lo diminuto preco de 8, lOj, e I2g, ditos
do sarja de seda a sobrecasacados a 12$,
ditos de merino de cordo a 12$, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15$,
ditos de alpaca preta a 7$. 8$, 9$ e a 10$,
ditos saceos pretos a 4$, ditos de palha de
* seda [azenda muito superior a 45500, di- |
X* tos de brim pardo e de fustao a 3$500, 4$ 9
e a 4$5O0, ditos de fustao braoco a 4$, 8
P grande quantidade de calcas de casemira Je
m preta e de cores a 7$, 8$, 9$ e a 109, ditas |
y* parias a 3$ e a 4$, ditis de brim de cores 2J
linas a 2g500, 3$, 3&500 n a 4$, ditas de 1
%j{ brim braocos tinas a 4$500, 5$, 5$500 e a
J5 6$, ditas de brim lona a 5$ e a 6$. colletes
de gorguro preto e de cores a 5J e a 6J,
ditos de casemira de cor e pretos a 4g5(j
g e a 5$, ditos de fustao branco e de brim
M* :C- e a 3^500, ditos de brim lona a 4S.
3 ditos de merino para lulo a 4$ e a 4$500,
calcas de merino para luto a 4J500 e a 5$,
S capas de borracha a 9$. Paia meninos
J* de todos os tamanhos : calcas de casemira
a prefa e da cor a 5>, 6$ e a 7$, ditas ditas
* de brim a 2j. 3$ e a 3$500. paletotssac-
sf eos ae casemira preta a 6jj e a 79, ditos
S de cor a 6$ e a 7g, ditos de alpaca a 3$,
* sobrecasacos de panno preto a 12$ e a
q, 149, ditos de alpaca preta a 5$; bonels
i para menino de todas as qualidades, ca-
g misas para meninos de todos os tamanhos,
Jg meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
ftj babados lisos a 8$ e a 12$. ditos de gorgu-
Q> rao de cor e de la a 5$ e a 6$, ditos de
*S brim a 3$, ditos da cambraia acmenlo
JS bordados para baptisados.e muilas outras
a fazendas e roupas feitas que deixam de
S ser mencionadas pela sua grande quaoti-
fl dade; assim como recebe-se toda e qual-
\. quer encommenda de roupas para se
j* mandar manufacturar e que para este fim
% temos um completo sortimeoto de fazen-
2 das de gosto e urna grao-le officina de al-
^| faiate dirigida por um hbil mestre que
. oela sua proraplidao e perfeico Dada dei-
jE xa a desejar.
s
Calcado
grande sortimento.
45 RuaDireit 4S
Qual ser a joven e linda pernambucana, que
nao procure animar ate estabeleciaiento man-
dando comprar urna bolina de gosto? Qual
mi de familia, prudente e econmica que Ihe
nao d preferencia pela qualidade e preco ? Qoai
o cavalheiro ou rapaz do positivo, que om qaei-
e comprar por 8, 9 e 10, o calgado que em outra
parte nao vendido se nao por 10, 12 ou 14?
attendam ;
Senhoras.
Botinas com lago (Jolj] e brilhaotina. 55500
> com lago, de lustre (superfina). 59500
com lago om pouco. menor. 5*000
> sem lago superiores..... 5000
> sem lago nmeros baixos. 4$500
sem lago de cor....... 4$000
Sapalos de lustre.......' 1J000
Meninas.
Bolinas com lago........4JJ400
sem lago.........4$000
para enancas de 18 a 20. 3$500
Hocnem.
(Naates) lustre.......10J0O0
(Fanlen)couro de porco inteirissas OJOOO
[Fanienj bezerro muito frescaes. 9|500
diversos fabricantes (lustre). 9g000
inglezas inteirissas.....9$0O0
gaspeadas.....8$500
pro va d'agua. 8$500
Sapates.
Nantes, sola dupla.....: 5$500
urna sola.......... SfCOO
.para muoioo 4g o 3*300
Meio borzeguins lustre....... 6$000
Sapates lustre.......... 5y000
Sapatos de tranca.
Portuguezes de Lisboa finos .'.... 2$000
Franceses muito bem feitos.....1$500
Alem disso um completo sorlimeaio do legiti-
mo couro de porco e do verdadeiro cordevo para
botinas de homem ; muito couro de lustre, be-
zerro francez, marroquim, vaquetas, couros pre-
parados e em bruto, sola, fio, taixas etc., tudo
em grande quantidade e por pregos inferiores aos
de outrem.
o




Arados americano e machina-
pata larar roup*: en casa de S.P Jo
hnston C. ra da-genzala n.**.
$
O
cale
Cortes de calcas a 3#.fc
Cortes de caigas de brim trangado
W muito fiao de prisiBo lioho, com seda
M de liitras e qiiadriahos ida cra flxa3 a
a,ptro baratissimo pieeode SJ aada corte: =
W na ra do Gabugi loja n. 8, de Burgos
qf Ponce de Len. gg
Atten^o.
Vende-se un ptimo eseravo bem carreiro,
cozinha o diario de urna casa, com bastante pra-
iici de criado por saber tratar muito bem de c-
vanos e de arreios : as roa do Livramento n M,
lerceiro andar.
5^J
o
a
o
os
2f
2
h
w
I
C=3
O
O
M
*a
O
l-H
H
O
O
3
93
o
=
c
-3
i"
Vi
es
09
C/3

O)
Fardo.
Noarmaaemn. 30 da ra da Madre
de Dos, confronte a botica ingleza, ha
muito bom fareio em saceos, chegado
ltimamente, para Tender as poredes
ou a retalho.
Saunders Brothers & C. tem pira vender em
u armazem, na pracado Corpo Santn. 11,
iguns pianos do ultimo gosto recentimentt
bagados das bem conhecido e acreditados fa-
bricantes J Broadwood A Sons de Londres e
muito nroDriooara este clima
OMIEaM
Importante
Aviso
Na loja de'4 portas da ra do Queimado n. 39
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mentode roupas feitas, rara rujo fim tem mon-
tado urna offlein de alCaiate, estando encarresa-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se' Ihe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especializada aos
Illms. Srs. officUea tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, fardoes-r.om superiores preparoa
e muito bem feitas, lambem trsta-se fazer o far-
dronlo todo completo conforma ae usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figulinos que de
l vieram ; alm disso faz-se mais cassquinhas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
se p'ie dar mais perfeitos),assim como outros de do roaiore de cavallaria, quer seja singelos ou
kSMil
Sapatinhos de setim e
meias da seda para bap-
tisados
A. loja da a"guia branca receb^u de sua propria
ni:ornmnda, delicados sapatichos de setim. pri-
morosamente bordados, os quaes est vendendo
pelo baratissimo preco de 3$, (nesse genero nao
merino lambem bordados a 1$600 e 2$. Recebeu
igualmente mui tinas e bonitas meias de seda de
diversos tamanhos, tendo al, proprias para os
meninos e meninas que srvem de anjos as pro-
cisses; lem braDcas, de listas, de florzinhas, e
0 bocal tecido de borracha, o mais engrgado
bordados a espequilha de ouro ou"pr*ls,~tudo ao
oslo da Europa, tambem prepara-se becas para
deserabarzadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem as raelhors
conhecidas at hoje, assim como lem muito ricos
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
possivel : tudo isso na ra ra do Oueimado lo- fardamento de psgens ou criados de libr que se
a da aguia branca n. 16.


|S^5
Liquidado
Ra do Queimado n.
10. loja de 4 portas.
m

Vende-se as seguiotes fazendas por ""
menos prego do que em outra qualquer ^
parte, como sejam : g
Chitas francesas cores fixas a 220 e 240 2
Cortes de cissa francezn a 2$000 W
Chalys de apurado Rosto colado a 500 djj|
Camuraia de seda dito o covado a 440 T.
Mimos do co dito o covado a 400 V
Chales cum palmas de seda a :
l$600e 2$000 ^
Camisiuhas de cambraia bordada
para bapiisado a 5$000 ?r
-;'. itas de dita para senhora e com
goliinha a
Chitas inglezas cores fizas a
Eaguiao de puro linho a vara a
Cambraia lisa muito fina a pega a
Chales de merino bordado a
Ditos de dito liso a 3$500 e
Mantas de setim lavrado para se-
nhora a
Meias para senhora a 3S, 3$500 e
DiUs para meninas a 2g800 e
Chapeos de sol de seda para se-
nhora a 3$500 e
Gusrdanapns adamascados a du-
zii a 25500 e
Toalhas de linho a duzia
liv-.cadinhos de linho o covado a
Corles de brim de linho de cores
a 2$500e
Ditos de meia casemira a 1$280
Panno azul fino covado a 1$280 e
$Bk Dito preto dito dito a 3$500, 4$ e
.k Curtes de casemira preta a 5$ e
jg CorUs de dita de corea a 4$ e
S Cortes de velludo para collete
a 1$600 e
Ditos de gorguro a
Brim branco de linho trangado a
Paletots de brim de cor pardo a
Ditos de dito lona a
"


O

0
;
3500 jZ
160 ^
800 ^
58000 tt
5$000 2
4S0O0 W
1S600 S
4o000 5*
3J0OO ^
3ooo m
5000 X
160 f&
28800 ^>
13600 ^
18600 9
afooe m
65000 S
5$000 W
A
2000 jSt,
1S6O0
1/000 m
spm a
4S500 2
far pelo gesto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto Afflangaodo
que por todo se fica responsavel como seja boas
fazendas, bem eito e bom corte, nao se falta no
da que se proraetter, segundo o systema d'onde
veio o mestre. pois espira a honrosa visita dos
dignos sanhores visto que nada perdem em es-
perimentar.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissa rin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorti-
meoto das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
, melhorados
^/a6"tat4afeW$_S^^ eom nvos
"Wi aperfeicoa-
mentos, fazeudo pasponto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na raa da Imperatriz n
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparas para as mesmos como agulhas re-
trozes em carriteis, linha de todas as corea tudo 8.
fabricaMo expressamente para as mesmas ma-
chinas.
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A lojad'aguia branca acaba de receber essa no-
va e apreciavel agua embreada, de un aroma ex-
celentemente agradavel. Ella sere acertada-
mente para se deitar algumas gotas n'agua pura
com que se banha o rosto, resultando disso que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
lidade das senhoras : assim como para se deitar l
n agua de banho, que o torna mui deleitavel. re- (
sultando alem de refrescar o tirar ou fazer desap- '
parecer esse hlito dessgradavel que quasi sem- I
pre se tem pelo transpirar. Tambem tem a pre- )
ciusidadede acalmar o ardor que deixa a navalha i
quando se faz a barba, urna vez que a agua com
que se lave o rosto tenha della composigo. Cos-
ta o frasco 1$, e quem aprecia o bom naodeixar
certamente de comprar desss estimavel agua am-
breada. isto na loja d'aguia branca, na ra do
Oueimado n. lb\unica parte onde se achara.
Gurgel & Perdigo.
g Ra da Cadeia loja n. 23.
O RECEBERAM vestidos superiores de
J5 bloode com manta, capella, saia de se-
tim, ditos moderaos de seda de cor, di-
| tos pretos, ditos de phantasia. ditos de
K cambraia bordados, lindas lasinhas, fi-
l, larlatana, sedas de quadrinhos, gros-
| denaples, moreantique, casaas, cambraia
1% d* cores muito superior, sintos, enfeites,
g ooos manguitos, chapeos, manteletes,
visitas, capas moderna degorguroe de
fil, pulceiras, leques e extractos de sn-
dalo.
Grande peen india-.
PALETOTS SACOS de casemira ingle-
la a 10$, ditos a 15$, ditos de alpaca mais
fina a 6$. sobrecasaco de panno a 20$. 24$
e muilo boas a 40$. caigas de casemira a
9$, botinas de Mell a 12$ e ingleza a
10$. chapeos francezes a 8$ : na ra da
Cadeia loja n. 23.
4 PRINAVERi
[l6-Rua da Cadeia de Red fe-lu
LOJA DE MIUDEZAS
DE
|Fonseca Sabo inglez o melhor que ha no mer-
cado de 200 a 800 rs., aljofares bonitos
gostos a 600 ie., espelhos pequeos dou-
j rados a 800 rs. a duzia, apparelbos pa-
| ra brinquedos de criangas a 1$, 23 e 3J
\ cada um, escovas para unhas de 800 a
1$ Cuda urna, ditas para dentes de 400 a
3 500 rs., baudeijas pequeas de 1$ a
J 1S500 cada urna, pentes de tartaruga
virados a 5$, 6$. 7$ e 8$ cada um, en- i
3 feites de vidrilho a 1$800 cada um. bar- :
| retes de dito a 1$200, froco de ores a \
i 200 rs. a pega, filas de velludo com 10
[ varas a 800,1g e l$2G0a pega, esceocia
j de sabo para tirar no loas 1$ o vidro,
j penies para atar cabellos a 1$400 a du-
[ zia, caixas de raz sorlidas a 1$400 a
j duzia, cartas fraocezas finas a 3$ a du-
zia, ditas portuRuezas a 1$800, caivetes
para fructas a 4)J a duzia, ricas caixas
com espelhos contendo perfumarlas pro-
prias para toilets de senhoras a 6J e S$
cada urna, bahuzinhos de ditos a 5$,
| caixinhas de vidros com ditas a 2$500
cada urna, argolas douradas a 1$500 a
! duzia, dados a t$500 a bala, pentes fi-
I nos para barba a 400 cada um, agulhei- j
ros com pennas de ac a 800 rs. a de- i
zia, colheres de meta'l principe para ti- ;
rarsopaa 2 cada urna, ditas pequeas
para cha a 2$ a duzia e para sopa a ,
4$500. pentes de bfalos amarellos a :
45500 a duzia e a 400 rs. cada um, di- |
los para bichos a 280 rs. cada um e a
2$500 a duzia, botoes de madreperola
para abertura a 480 rs. a duzia, ditos de
osso a 320 rs., ditos de louga bonitos
gostos a 240 rs., ditos de phantasia a
400 rs. a duzia, alfinetes de caneca cha- '
la sortidos a 120 rs, a carta e a 240 rs.
o masso, pinceispsra barba a 400 rs. a
duzia, lesouras em carteira a 1$ a du-
zia, caixas finas para rap a 800 rs. cada I
urna, tranca de caracol a 600 rs. o mas- !
so, sapatos de tapate para homem e se- i
nhora a 1J o par, dito? de pelucia a i
1$500, aparelho de porcelana para duas i
pessoas a 6$, jarros com pomada a 3$ '
o par, escovas Unas com espelhos para
cabellos a 19 cada urna, agua do Orien-
te a 1S280 a garrafa, dita de cologne a
2$800 e 4$, bengalas superiores de 1$ a
1$800 cada urna, e muitos outros arti-
gos que seria eofadonho enumera-los
os quaes se veodem por pregos os mais
baratos do que em outra qualquer parte.
Cortes de meia casemira de urna scor, faieo-
fl superior, pelo baralissimo preco de 1$ cada
um: oa ra do Oueimado n. 22. na loja da boa f.
A12#000
rtdZ!!ideia,ha^fclp,,das Periores; na ra
do Queimado n. 22. na leja da boa f.
Extractos, banhas,cosme-
tiques, e leos, de Lubin
para lencas, e cabellos.
Na loja d'Ageia Branca se encentra as per-
fumaras cima -do bem coohecido fabricante Lu-
bin; e bem assim finos extractos, banhas & &
de outros fabricantes lambem de fama como Con-
dray, Piver &. Emfim quem se quizer prover de
boa perfumara dirigir-se a ra do Queimado
n. ib loja d Aguia Branca. 1
Relogios.
Vande-se em casa de'Johnston Paier & C.,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimeoto de
relogios de ouro, patele inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambera
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesaos.
Guardanapos ^ara mesa
a 35 rs. a duzia ; na ra do Queimado n. 32. na
loja da boa f.
Chegaram ltimamente do Rio de Janeiro
alguos rolumes da bem escripia obra de Monse-
nhor Muniz Tavares sobre a revolucio de Per-
nambuco de 1817. Nao havendo aqui maisexem-
plares alguns, julgou-se til fazer vir dalli os
exemplares que resiavam pela procura que mui-
tos faziam. ACho-se venda os livraria dos Srs
INouuelra de Souza & C, ra do Crespo n. 2.
Bramante superior.
Vende-se bramante da no ba**Bi inCorM_
US'L SS^1* de '"1"' P*10 Watiatno
S"S W "aVi ** : M ratt a 0*wSo
n. 22, na loja da boa f. ^^
Chales de merino
estampados a 2J500; na ra do Queimado n. JS
na loja da boa f. ^*"
Gravatinbas estreitas.
Vendem-se superiores gravatrohas estreiUs de
seda, nao s pretas como de cores, pelo baratis-
simo prego de 1J: oa roa do Queimado n. 12
loja da boa f. '
Atoalbado de linho
com duas larguras a 2$60t a vara ; na ra da
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Cera de carnauba.
Tende-se cera de carnauba a mais superior
lulXVTT"0: n"rua da G,deia d0 Ro-
Caes do Ramos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, a loaco or
pregos razeaveis. ^
Vende-se urna porgo de barris vasios: no
pateo de S. Pedro, n 6.
Caodieiros
Econmicos.
Cintos pretos e de
cores.
aguia de
do Cabuga n. *B
Aviso geral.
E' chegado um riquissimo sortimeoto de cao-
dieiros verdaderamente econmicos, sendo das
qualidades seguiotes : para sala de jantar. sendo
de peodurar. de muito bonito gosto, ditos mais
abaixodo mesmo modelo, riquissimos para pen-
Na loja da aguia de ouro, rua ^^^'XtrSS^^te
vengao, primeira vez vinda a este mercado ser-
~. Tem l"hem para todos os seohores de eneoho
c chegado os lindos cintos, tanto pretos com 1ue quuerem ter urna boa luz, ditos menorea-de
enfeites de continha, como dourados, e de lindas lt*s 'manhos, ditos para cozinha ou salas inte
mas e Lelas, o mais fino que se pode encontrar; "ores, todos per muito baratissimo preco e mui
| isto na loia Aguia de Ouro, rua do Cabug n. 1 B. i l0 de^erao economisar os seohores que compra
Capellas finas para noiva e; 0n.e.ndo"8V*mpre "** preparas
psito de barateira loja d'agua branca, rua da AAAlal AAIAInU^
Queimado n. 16.
Lr
IO.
Veode-se urna machina de costura
patente por barato prego : a tratar na rua
estrella do Rosario n. 12.
Delicadas
Sem igual.
SAIAS balo muito boas de todo tama-
nho a 43, luvas de Jouin de todas as
cores e brancas pregos flxo 28500, sapa-
tos" de tapete ede tranca a 1J280. colchas
grandesde damasco de l e seda a 6#,
de algumas destas fazendas existe urna
pequea quantidade por isso as pessoas
quequizerem com tempodirijam-sea rua
da Cadeia confronte ao becco largo loja
o. 23.
A? loja armazena-
da de Pariz.
Itua da Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-Vis.
la, loja armazenada de 4 portas n. 56, recebeu
agora uro belo sortimento de fazendas baratas a
saber : chitas novas a 160, 180 e 200 rs. o cov'a-
do.ditas largas francezas a 240. 260 e 280 o cola-
do, pegas dA carobraias brancas muito finas a
2g500. 3$ e395OO, saias de balo de 30 arcos pa-
ra senhoras o menioas a 3J500 e43. cobertas de
chita modernas e novo (tost a 1*800. lences de
panno de linho a 2J, fitas de aigodo por'diver-
sos pregos.
Vende-se um estabelecimeolo de chapeo"
oa praca da Independencia; a praso ou a dinhei-
ro, como melhor convencionar-se, quem preten-
der deixe sua residencia e nome em carta feicha-
da na mesma Praga n. 6 e 8 a com inicial F se
nao ae declara no mesmo annuncio o dito es'ta-
beiecimento porque existem pevedores pelo matto
e pode prejudicar o interesses do dono do
mesmo.
Vende-se em casa de Saundres Brolhers & C.
praga do Corpo Sanio, relogios do afamado fa-
bricaute Koskell, por pregos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias paraos mesmos de gravatinbas de Seda bordadas
exceiiente gosto j para menioas e senhoras/
LUVaS e pelIlCa enieita-j A lo!, d'aguia branca acaba de receber pelo
Hqc TiQPO nriiroc ?porfraocez urna pequea porgao de mui boni-
UdS pdl d nOl VaS. ,tas e delicadas gravatinbas de seda bordadas ul-
A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo I veTdett t2^H~*5+ e es,
vapor francez, as finas e bonitas luvas de nellica vended0 a i3500 cada urna a ellas, antes que
enfeitadas. Proprias para noivas, e conti^ na N>**1*E
vend-las pelo antigo e baratissimo preco de 53000 Ua d Q.?eHB,ado n- 16-
o par: oa dita lola de Aguia Branca rua do Qu^f^ Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 carillos, proprio pa-
ra familia por ser bastante Largo e nel-
le poder sentar-se quatro senhoras sem
machucarem seus restidos e nem que-
brarem seus baloes, para rer e exami-
Galanterias.
dita
16.
com pequeo toque de
na rua do Queimado n.
Aigodo monstro
na rua do
de duas larguras a 600 rs. a vara
Queimado n. 22, na luja di boa f.
Agua balsmica para
dentes.
A loja da aguia branca avisa as diversas pes-
soas que haviaro procurado tal agua, e as que de
novo sequizerem utilisar de lo necessaria agua
balsmica, que ella acaba de chegar ees dita loja
onde smenle a encontrarn. Quem tem usado
dessa aguasaba peritamente das virtudes della
e quem de novo comprar achara que duas a tres
got>8 della em meio copo d'agua pura, e com ella
estregando-se os dentes. e lavando-se a bocea os
alveja, hvra-os da carie, fortifica as gingivas e
acaba o mo cheiro quando ha denles furados o
prego continua a ser I9 o frasquinho : oa loja
da aguia branca, rua do Queimado n; 16.
s&^
w
Loja. das seis portas em
fi'enle do Livrameuo.
ftoupa feta para acabr,
Paletots de panno preto a 22J>, fazenda fina,
alcas df casemira preta e de coro, ditas de
brim e do ganga, -litas de hrim branco. paletots
de braroaatn a 4J, Utos de fustao de coras *,
dos de estauenha a 4$, ditos de brim pardo a
3, ditead alpaca prota saceos Jbrecasacoa,
olletea de velludo pretos de cores, dos de
gurgurao oe seda, grvalas <) linho as mais mo-
peruas a 200 ra. cada urna, collarinhoa da linbo
da ultima moda, odas estas fazendas se vende
barato para acabar; a loja est abena das 6 no-
cas da msahas at as 9 da ooile.
Fazenda econmica!
Laaziuha para vestido a 240 rs. o covado, fa-
zenda culr'ora de 800 rs. ; Amorim & Castro
rua do Crespo o. 20. '
Armazem de fazendas.
19 Rua do Queimado 19
COBERTAS
de chila a chineza, pelo preco de 1800
LENQ0ES
de panno de linho pelo barato preco de l90O
TOALHAS
de fustao para mo. cada urna por 500 rs
CALCINHAS BORDADAS
para meninas e meninos a 29200 cada par
ALGODAO' MONSTRO
com 8 palmos de largo a 600 rs. a vara.
Bramante de linho
com 10 palmos de largura a 2fl200 a vara.
Cortes de casemira.
Corles de calca de casemira de car a 5j.
Chita a 220 rs.
Chita franceza escura pelo preco de 220 rs.
Lencos, a duzia,
brancos ecom sacadura de cor a 1$6G0 e 1J800
Chales a 2#500.
Chales de merino estampados a 25500.
Enfeites de flores para ca-
samentes .e bailes.
Che8ou para a loja d'aguia brmea lindos e de-
licados enfeites de florea tinas, feitos com muito
gosto e a ultima muda, sao mui proprios para as
senhoras que vo a casameotos e bailas, e ser-
vem igualmente para passeios. Os precos sao 8.
10 e 18. porm quem apreciar o bom conhece-
r que sao baraloa, e para isso dirigir-sa a rua
do Queiaado, lojad'aguia branca o. 16.
HIME
Industria Pernambucana.
A fabrica Industria Per-
nambucana fez o deposito de
seu sabo no armazem de
Francisco L O. Azevedo, na
rua da Madre de Dos n. 12,
onde se vender em grosso e
a retalho p^r menos prego
que em qualquer outra parte.
Este sabo fabricado pelo no-
vo processo ltimamente des-
cobero em Hespanha, onde1
sempre se fabricou- o melhor d Bos"
sabo tem a vantagem sobre! UalaSenzala Novan.42
outros de nao cortar a roupa
abrir
para
Caivetes fixos para
latas *
Vende-se finos caivetes fixds proprios
abrir latas de sardinha, bolachinhas, doces efe. a
19 cada um : na rua do Queimado, loia da aguia
bsanca, n. D
Toalhas para mos
IS duzia : na rua do Queimado n. 22,na loja
pela grande quantidade
barrilha que nesses
contem.
Venda-se em casada S. P. Joahston 4C.
sellinse silhes nglezes, candeeiros e casticaai
e kronzeados, lonas nglezes, fio de Tala, chicote
OUtrOS P,r*c*rrof emoniaria, arreios para carro da
ua dous cvalos relogios da ouro patenta
ngla.
EA MINERALE
IfATRALLEDE VIGHY.
P,0.!1.1.0..11/ botcaf raneeza tu da Cruz n.U
Amendoas coneitadas
a 1^ a libra.
Proprias para surtes de S. Joo
vende-se tanto em porces eomo a retalho nicamente
armazem Progresso, argo da Tenha n. 8.
A loja d'Aguia Branca recebeu novamente
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos cora
9 e 12 frasquinhos de cheiros; e os est ven-
dendo barat3mente a 2$000, 35000, e 4ft000; as-!
sim como caixinhas redondas com 6 frasquinhos l"1* na cocneira do ar. IJuinteiro na rua
a lf50tie, caixinhas com cheirosas pastilhas para i Nova e para tratar com o agente Vicen-
teCamrgonaruadoV.garion.10. '
Urna casa-
Vende-se urna excellente casa terrea com so-
Uo na cidade do Aracaty. sendo na melhor rua
de commercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
gel & Irmo, e nesta na roa do Cabug loja
Farinha de mandioca, o me-
lhor que ha neste genero,
igual a de Muribeca.
E' muito barato vista da sua superior quali-
dade ; no armazem de Fragoso & Cabral, rua da
Madre de Dos n. 18. defroote da guarda da al-
fandega.
Palitos de phos-
phoros.
Estes palitos sao peritamente fabricados, nao
havendo falha em nenhum delles por occasio de
risca-los, sao proprios para as casas de familia e
para qualquer estabelecimento que giste muitos
pela qualidade e pelo preco muilo diminuto que
qualquer pessoa pode compra-Ios e gastar por-
Qo por serem baratissimos : s se vendem no pa-
teo do Paraizo n. 25, a 10 ris cada um maco,
levando de 50 a 60 palitos.
E' muito barato.
Ramos de Aeres linas proprias para enfeites de
cabellos, para ornar vestidos, chapeos, etc. etc.,
pelo dimioulo prego de lj>500 o ramo! 1! na
rua do Queimado n 6, primeiro andar, casa de
cabelleireiro
loja d'Aguia Branca rua do Queimado
Avariado.
Madapoln coqueiro
averia a 3J)500 a peca :
I", a primeira loja passando a botica*.
Vende-se urna casa com dous portoes, na
rua do Socego da Boa-Vista n. 20 : a tratar na
mesma, das 6 horas at s 9 da manha, e das 3
as b da tarde.
A 15,000!!
Ogigocom 15 garrafas (9
inteiras e 6 meias) da muito
acreditada champagae do afa-
mado Laronzire: ua pra^ada
Independencia n. 22-
Fazendas baratas.
A 4$000.
Cortes de casemira decores, fazenda boa ; na
rua do Queimado n. 47.
A 2500.
Toalhas de linho para mesa : na ruado Quei-
mado n. 47.
A160rs.
Pares de meias pretas de aigodo para homem:
na rua do Queimado o. 47.
A 100 rs. o covado,
Chitas pretas em retalhos ; na rua do Queima-
do n. 47.
A1J280 o covado.
Grosdenaple preto, fazenda boa ; na rua do
Queimado n. 47.
A^o covado.
Setim maco preto muito bom : na rua do
Queimado n. 47.
A 2,200 rs.
Cortes de gorguro de seda a de cores ; na rua
do Queimado o. 47.
A 4$60, 40800 e 50200.
Pegas de madapoln bom : na ma do Queima-
do n. 47.
Para luto. .
Cassa preta fina com salpicos ou flores bran-
cas a 500 rs. a vara ; na rua do Queimado n. 22
loja da boa f. '
Loja das 0 portas
EM
Em frente do Livramente
Lavas de terral a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas segaras a 220
rs. o covado, ditos estreitos com muilo bom pan-
n 160 "" COTado> <*ssas de cores seguras a
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 28
brimzinho de quadrinhos a 160 o covado, mnsse-
lina encarnada fina a 320 o covado, aigodo de
duas larguras a 640 a vara, lencas da cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagam
a 800 rs. o covado. fil de linho ptbto com sal-
pico a 15400a vara, luvas* de torcal muito Soasa
800 rs. o per : a loja est aborta das 6 huras d
manha s 9 da noite.
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja-d'aguia branca recebeu prximamente
um novo e lindo sortimento de cascarrilhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de diferen-
tes cores e larguras, e como sempre as est ven -
dendo baratamente a 5*. 3, 4 e 5g a peca, preco
UO astas que em nenhuma outra parte se acoam, a
s sim oa roa do Queimado, loja d'aguia branca
umero 16. .
J.Praeger&C.
em liquidaco.
Na rua da Cruz n. i i,
vendem,
25 quartolas vinho de Bor-
deaux de differentes quali-
dades.
Dito em caixas de 1 duzia.
Agua de Selter, da Fonte.
Vinho do Porto em caixas.
Dito Xerez em ditas.
Cognac fino [pal brandy.]
Sardinhas em i\A e 1(2 latas,
Presuntos de fiambre.
C'hampanha eera.
Chocolate frattcez.
Aos tabaquistas.
Lencos finos de cores escuras e fixas a imita
co dos de linho a 59 a duzia ; na rua do Quei-
ondo d. 22, na loja da boa f.
Azeite de carrapato a 480 rs.
a garrafa,
em caada a SJH60 ; no armawm da estrella,
largo do Pnico n. 14.
Vende-se a 1#
gigos com 3J libras de -batata francezas
vessa da Madre de Dos n. 15.
na tra-
Veode-se urna armacao esa bom estada a
envernieada, e tambem se traspasas a coav Ja
cesa aonde ella est collarada, por pre^o commo-
do ; oa rua. do Rangel o. 18, a tralar flerroate,
sobrado noto n^25.


m*
oiMuo.x-tnuuanoca. sexta felra u m jorro diiwi.
Chpeos de sol de seda a
Vends-ae muito bons chapeo da sol de aeda
com cabo de canna, pelo baratissimo preco de 6
cada um : na ra do Queimado a. 42, loja da
boaf.
A variado.
Madapolo largo e fino com pequeo toque de
aaria a 3*500 e 4, dito multo fino a 5* a pe?a :
na na do Crespo a. 8, loja de 4 portas.
Attenco.
Na rus do Trapiche n. 46, em casa de Bottron
Rooker & C., existe um bom sorlimento de II-
nhas.de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, aa quaea se vendem por
proco mui raxorvais.
Farinha
2,000 rs. sacca.
Chegadi ltimamente do Maraohao : vende-se
do armazem da ra da Madre de Deus, d. 4.
DESTINO
DE
k Das Brandao.
5Ra da Lingueta 5
O novo destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manteiga iogleza a 1 a libra,
dita franceza a 700 rs.. cha preto a 1*400, Mi-
tas a 560, conservas inglezas e portuguezaa a
700 rs., aletria, tilhatim e macarro a 400 rs. a
libra, loucinho de Lisboa a 820 rs. a libra, banha
de porco refinada a 480 rs latas com peixe de
postas a 1&40O, cerveja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 5j a duzia. dita preta a 600 rs. a garrafa e
6*800 a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e portuguezis a 720 rs. a lata,
spermacete de 4, 5 e 6 em libra por preco mui-
to em conta. vioho do Porto engarrafado fino
(velho) a 1*500 rs., vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 rs. a gar-
rafa, e outros muilos gneros que escusado
menciona-los, que do contrario se tornava enfa-
donho aos freguezes [Dinheiro vista.}
Banha transparente e
oleo philocome.
A loja d'Aguia Branca acaba do receber a bem
conhecida e apreciada banha transparente, a qual
por sua frescura e bondade se tem tornado esti-'
mada e preferivot; assim como o Uno e cheiroso
oleo philocome. Estes e outros objectos que dita
loja recebe de sua propria fcncommenda sao sem-
pre de primeira qualidade, e para que elles se
nao confundara com os falsificados, que por ahi
ha, todos os frascos teem um rotulo dourado que
dizLoja d'Aguia Branca, ra do Queimado nu-
mero 16.
g Liquidaco t
|Bna do Queimadon. 10.i
9 Loja de 4 portas, vende-se:
Superiores chapeos para senhora
a 12,000. |
j Superiores cortes de fil bordado
pira vestidos de senhora alije
15,000.
Superiores cortes de seda preta f|
para vestidos de senhora a 40# (
^ e 50,000. m
Superior velludo de todas as co- S
res o covado #. $5
eseeegg* @s@s @@@
Graxu econmica
para lustrar calcados.
Veode-se a superior graxa econmica em bar
rilinhos de louca a 640 e 800 rs. cada um. A su-
perioridade de tal graxa j conhecida por quem
tem usado della, e ser mais por aquelles que de
novo comprareis. Ella serve igualmente para
amaciar e conservar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, conser-
va-se por 3 e 4 sem necessidade de Bova graxa :
acha-se venda na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Vende-se um sellim com pertences, ludo
em bom uso, para moolaria de menino ; na ra
Nova, casa da esquina n. 69, taberna.
Vende-a a dinheiro ou a prazo a loja de
miudezaada ra do Crespo n. 3 ; quem a pre-
tender, dirija-se a mesma que achara com quem
tratar.


i
Tarlatana.
Vende-se (a ra tan a branca rnuito fina com 11/2
?ara de largura propria para vestidos, pe* bara-
tissimo preco d* 800 rs. a vara : na ra do Quei-
mado a. 22, na leja da boa f.
Fil de linho superior.
Vende-se superior fil de linho liso maito fino
a 800 rs. a Tare : na roa do Queimado n. 22 na
loja da boa f.
SABAO.
Joaquim Francisco do Mello Santos avisa aos
seus freguezes desta pra?a e os de fra, que tem
exposto venda sabio de sua fabrica denominada
Reciteno armazem dosSrs. Travassos Jnior
A C, na ra do Amorim n. 38". massa amarella,
casianha, preta e oulras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura algunaa, como as de
composicao.
Vendem-se liohas de roriz em porgo e a
relalbo, e por menos do que em outra qualquer
parte ; na rua da Cadeia do Recite n. 50, pri-
meira andar.
Vendem-se dous carros noves de conduzir
gneros da alfandega, os quaes sao muito bem
construidos e de volta inteira, proprios tambem
para condcelo de assucar e outras mercaduras,
da est cao do caminho de ferro para onde se qui-
zer, com 1 ou 2 bois ; na rua da Imperatriz o.
23, serrara.
Chapeos de sol
al,000rs.
Chapeos de sol de panno perfeitamente bons a
1*. cortes de casemiras finas de cores a 4, fa-
zeuda propria para o invern : na loja das seis
portas em frente do Livramento.
Agua iogleza
de Lavander a mil ris o
frasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander, superior a todas as
oulras, a lj> o frasco : na loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16.
Livro do mez marianc a 1$.
Acaba de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edigao do mez mariano, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceico, modo de visitar o lauspere-
nedo sanlissimo rosario ; vende-se nicamente
a 1J> da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Ferragens e miudezas.
53Rua Direita53.
O proprietario do estabelecimeoto cima acaba
de receber um primoroso e rico sorlimento de
bandejas para S. Joo. que por sua barateza e
bem acabado goslo, er nao ter rival nesia praca,
rico sorlimento de facas, garios e colheres de to-
das as qualidades, epregos. meias finas, espin-
gardas, ferro da Suecia, camas de vento, e mui-
los outros gneros que por sua barateza est dis-
poslo a dar um a quem comprar outro.
A 4#000.
Chales lisos de merino de lindas cores: na rua
do Queimado n. 22. na loja da boa f.
Taixas.
Na fundico da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ha bom sorlimento de taixas para enge-
nho, fabricadas com todo o cuidado.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem serupre no seu depo-
sito da rua da Moeda n. 3 A, um grande sor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mawa tra-
tar no mesmo deposito ou na rua do Trapiche
n. 1.
Cera de carnauba
Na rua da Cadeia do Recite a. 7, vende-se ce-
ra de carnauba a mais limpa e superior que lem
vindo a este mercado, e por isso de muita utili-
dade aos senhores fabricantes de velas, alteudedo
a qualidade.
Algodo da Baha
A fabrica de Santo Antonio do Queimado tem
feito o seu deposito no escriptorio de Marques,
Barros & C. ; esia fazenda superior muito pro-
pria pan saceos de engenho e roupas de es-
cravos.
Velas de cera de car-
nauba de superior qualidade, vindas do
Aracatv: a tratar com Jos Sa' Leitao
Jnior.
P
Tende-se urna taberna na cidade de Olinda,
rua dea Quatro Cantos, com pocos fondos, pro-
pria pata om principiaule qne queira principiar
sua vida ; quem a pretender, dirija-se a mesma
taberna qne todo negocio se far, visto seu dono
nao poder continuar por falta de saude, e sendo
pessoa do Recite que a pretenda, pode dirigir-se
rua do Noitueira, taberna n. 49; s se afllnca
que para fazer negocio naquelle lugar, urna das
primeira*.
interessante,
Urna mnlatinha de 8 annos .propria para pre-
sentar urna merlina, 1 escrava crioula. idade 20
annos, insigne engommadeira, de figura nao vul-
gar, conduela Loropiehensivel, t muleca pega de
ldade lennos, 1 escrava.de cacao de 36 annos,
a melhor quitandeirs, por 700$, i dita excellen-
te cozinheira, 2 escravus pegas de idade 20 an-
nos, 1 escravo de 40 annos, de hoa conducta,
muilo robusto: todos estes escravos se dao a
contento, e afianga-se suas vendas e os pregos
commodos: na rua das Aguas-Verdes n 46, se
dir quem os vende e o motivo por que.
Sintos
Vendcm-se sintos com ricas fivelas para senho-
ra o menina a 2$, filas e fivelas para cintos, ban-
dos de dina para marrafas a 600 rs. : na rua da
mperairiz, loja da boa f n. 74.
Isaac Esnaty, na rua do
Crespo n, 16, 1 andar
tem pira vender nma porco de cutelaria de
charquear de ns. 5, 6, 7, 8. 10 e 12. ltimamen-
te vinda de Liverpool, sendo de muilo boa quali-
dade e por pregos commodos a dinheiro a vista.
Trina.
Na rua do Queimado n. 6 por baixo da boneca,
vende-se trina do Porto de boa qualidade, che-
gda ltimamente, a 420 rs. larga, a 200 rs. es-
treila, o covado
{Rua do Crespo o. 8, loja deg
4 portas, admira a pe-2
chiocha
Laa para vestidos fazenda que j
outr'ora custava 8>0 rs. o cova- *
do vende-se a 210 rs., dao-se ff
amostras com penhor.
Coraes lapidados
a 500 rs. omasso.
Vendem-se massinhos de coraes lapidados a
oOOrs cada um : na rua do Queimado, loja d'a-
guia branca o. 16.
Arcos para saias abalo.
Vendem-se a 160 rs. a vara ; no armazem de
fazendasde J. J. de Gouveia, rua do Oueimado
n. 29, outr'ora 27.
tomada franceza

a
60 rs
S na loja de fazendas da rua do Cabu- 1
ft g n. 8, de Burgos Ponce de Len, se es- S
m t vendendo comestique a 60 rs. cada fm
g pao excellent para alisar e lustrar ca- tu
O bellos. H
Gees & Basto,
Rua do Queimado n. 46. '
Recebeu ltimamente um completo sorlimen-
to de luvas de pelica de Jouvin, de diversas cores
e estao veniendo a 2J> o par.
velas a
loja da
Massinhos de coral
a 5*00 rs.
S na loja da aguia de ouro,
rua do Cabug n. 1 B.
Vendem-se maasinho U coral muito fino a 500
rea o masso.
Palmatorias
de latao para velas a 400
ris.
Vendefis-se palmatorias de lati para
400 rs. cada urna : na rua do Queimado,
aguia branca o. 16.
W de graca.
Ricas chapelinas de seda pare senhora, pelo
baratissimo prego de 169 cada urna : na rua do
Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
sao-poucas.
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Vendem-se ricos cortea de vestidos braneos
bordadoa com 2 e 3 babados a 5$ : na rua do'
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Enfeites de bom gosto po-l
ra sen horas.
A loja d'aguia branca est recentemeote pro-
vida de um completo sorlimento de enfeites de
bom gosto para senhoras, sendo os afamados e
delicados enfeites de torcal com franjas e borlas,
outros tambem de torcal de seda enfeitados com
aljofares de cores e borlla ao lado, outros de
froco igualmente enfeitados com aljfar, e borlo-
las, todos elles de um apurado gosto e perfeicao,
os precos de 8$ e 10 sao baratos vista das
obras ; alm destas qualidadea ha outras para
3 e 4j) : isso na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui novos e
delicados chapeozinhos para baptisados obra
mui perfeita e bem enfeitada, sendo cada um em
sua bonita caixinha, e pelo baratissimo preco de
6$, ninguem deixari de os comprar : na loja d'a-
guia branca, rua do Queimado n. 16.
hJSJ
MHJPA FEITA ANDA BA1S BARATAS.)
SORTIMENTO COMPLETO
DI
[Fazeodas e obras feitas.
Gneros de motilados
a
LOJA
EARMAZEM
DE
iGes k Basto
NA
Hua do Queimado
n. 46, frente amarella.
Constantemente teroosum grande e
nado sorlimento de aobrecasacas preta*
panno e de coree muilo fino a 28*.
de
o mais barato que se pode
imaginar, no armazem .da es-
trella, largo do Paraizo
n.14.
'U rs., /20 e 640 rs., para tempero a 320 fn
cez. a 720. che bom .'*. caf doX .'ffi-
do Cear muilo alvo a 280. queiios **mm
12600. chouricas a 600 rs., 'esS.cete f &
i L'b"' ^r" m "' P""s em ixa. de 8 li-
bras a 8*. 00, e em libra a 480. conserva ingleza
a /00 rs. o frasco, latas com bolachinhas carca-
nel.sodae oulras a JJ400 vinbo engarrafado a
800 rs em pipa a 560, 480 e 400 rsf. latas com
| peixe sabel e outros a 1*600 latas grandes arro-
I a 100 rs. a libra, loucinho de Lisboa a 320 cba-
| rulos muilo bons de 2 a 296UO. tervja marca
cobnnha a 4J500 a duzla, a retalho a 480 a gar-
rafa, vinagre de Lisboa a 240, zeite doce a 720
'genebra de Hollarda a 6C0 rs. o frasco, palitos
' p,.QV,eBJJe8.a 240 e 200 rs- "mo, ditos do ga2
a280 a duzia, a groza 2*900, traques a 6C500 a
caixa, a carta 180 rs., azeitonas a 1JO0O o barril
trelo a 3$ a sacca, cebla em molhos a 1S000
cente, garrafoes de 14 garrafas a 1, sabio maso
libra, bolathinha iDgleza a 2J80O a

A 12,ooo|
% cada um.
k Chapeos de seda braneos e de cores ^.
J para senhora : na rua do Crespo d. 17, W
W loja de Guimaraes & Villar. @
Gangas francezas muito finas cora padres
escuros a 480 rs. o covado : na rua do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Vende-se a estribara com lodos seus per-
tences da coebeira enllocada na casa n. 13 A da
rua da Paz, muilo bem construida e forte, assira
Como vendem-se separado os carros ; a tratar
com o Sr. Manoel Alves de Santiago, na cochei-
ra do porto das canoas o. 35.
Luras de torzal
oouu vldrilho a 1#000 O par.
A loja d'aguia branca, firme no seu proposito
de barateirs, est vendendo mui novas e bonitas
luvas pretas de torgal com vidrilho a 1 o par;
a ellas, antes que se acabem : na rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
30S e 35, paleiots dos mesmos r
a 20$, 12$ e 24J, ditos saceos prelos dos
mesnos pannos a 14, 16 a 18$, casa-
cas pratasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28, 30$ e 35. aobrecasacas de
easemirade core muito finos-a 15*. 16J
e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12 e 14$, calcas pretas de
casemirafina para bomem a 8, 8, 10|
e 12, ditas de casemira de corea a 7$, 8,
9 e 10, ditas de Oria braneos muito
fina a 5$ e6, ditas de ditos de cores a
3. 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4500, col-
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
de ditos decores a 4J500 e 5, ditos
branco sde seda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes de brim branco e d
f usto a 3, 35500 e 4, ditos de cores a
2500 e 3, paletotspretos de merino de
eordo sacco e sobrecasaco a 7J, 8 e 9?,
colletes pretos para lulo a 450li e 5,'
cas pretas de merino a 4rMi(i e 5, pa-
leiots dealpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 65,7 e 8$, muito fino col-
latas de gorguro desedade cores muito
boa fazenda a 3800 e 4$, colletes de vel-
Indo de crese pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 65500 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobreeasacos a 5$ e 5500,
calcas de casemira pretas e decores a 6, 1
tm 635OO e 7, camisas para menino a 20 g
S a duzia, camisas inglezas pregas largas m
2 muito superior a|32; aduziapara acabar. S
H Assim como temos urna officina de al-
(late onde mandamos executar todas as 5
obras com brevidade.
&N3i6iSai2at2 fiHaiC&i&aiSK
sWKwTOW ^w >w wibw ^nMm i1 W !' ^.i: a"' jf*y
Lindos cabazes
de palhafina,oucestinhas
para meninas de es-
cola.
Na loja d'aguia branca se acham mui lindos e
delicados cabazes de palha fina, ou ceslinhasen-
feitadas, proprias para as meninas de escola, ou
mesmo para costura de senhoras, e custam 4 e 5.
o que baratissimo vista da perteico i>om
rosta de taes obras, aa quaes se vendem era dita
loja d'aguia biooca, rua do Queimado n. 16.
Vendem-se pombos
boa raca ; na rua do Seve
visioha ao grande edificio que se est fazeodo
para o gymnasio provincial ; a fallar pela ma-
nha al as 8 horas, e a tarde das 4 em diante.
a 200 rs.
barrica.
Sitio venda.
Vende-se um sitio em Santa Anna, tendo boa
casa com cinco quarios, duas sales, sala de ian-
ar, etc., ele, eslribaria para seis cavallos, quer-
os para serventes, etc.. baixa de capim, e5Cel-
lentes fructeiras. cacimba con. boa agua para be-
ber, e tanque para banho : os prelenfl
- pretenflenles po-
dem ir examinar a dita casa e sitio em qualquer
0.a e hora e para tratar, dirijam-se Saunder
Broten & C. praca do Corpo Santo, n. 11
>enaem-se aices das companhias
nambucana e Vigilante
com Saunders
Santo, n. 11.
Per-
de reboque: a tratar
Brothers & C, praca do Corpo
Opiata ingleza para
tientes.
A loja d'aguia branca acaba de receber de u
propria encommenda a Lem conhecida e provei-
losa opiala ingleza para d.ntes, cuja bondade
apreciada por todos quantos della tem usado e
seta mais por quem quizer conservar ascencilas
em perfeito estado, assim como a alvura des
denles; cusa coda c.ixa IjSOO, e por tal preco
sdeixa.ao de comprar guando a nao acharem
mais na loja d aguia branca, na rua do Queima-
do n. 1C.
A16#000
Os mais ricos chapeos de velludo e de seda, ri-
camente enfeitados. para senhoras, pelo diminu-
to preso de 16 ; na rua do Queimado n. 39, lo-
ja de 4 ponas.
A 8#000
Chapeos de castor branco. fazenda muito boa,
os quaes se vendem pelo diminutp preco de SS
na rua do Queimado n. 39, foja de %
cada um
portas.
Attenco.
Na loja de fazendas n. 33 da rua do LivrameD-
to. em frente a torre desta igreja, esta-se quei-
mando fazendas por todo o dinheiro: vende-sc
tambem a rica armaco dessa loja.
T Ve.Duft-se uma'preta de meia idade, qne co-
ztnha e lava de sabo ; na rua das Cinco Ponas
numero 54.
Capelias.
19 -Rua do Queimado19
1 Ricas capelias de flores de laranja, pelo bara-
de bonitas cores e de ; lissirao preco de 5$ cada urna,
ou L'io. casa o. 16,' __________
ARMAZEM PROGRESSISTA
vanlagens ao publico, nao s nalimpeza e asseio com que se acham
ARMAZEM
DE
ROJPA FUTA
DE
1 Joaquim Fraocisco dos Santos.
|40 RUA DO OUEIMADO 40!
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimenlo completo de roupa feila de todas as ;
qualidades, e tambem se manda executar por medida, voutade dos freguezes, para o
que tem um dos melbores professores.
Ditos de setim
Casacas de panno prelo, 40, 35 e 30000
Sobrecasaca de dito, 35 e 3000
Palitots de dito e de cores, 359. 30,
25$900e 20*000
Dito de casimira de cores, 22000,
15,12e 9000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
. ludo, 11SW0
Ditos de merin-sitim pretos e de
cores, 930OO .
Ditos de alpaka decores. 5 e
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 e
Ditos de brim de cores, 5, 4500,
48000 e
Ditos de bramante da linho branco.
6$000, 5000 e
Ditos de merino de eordo preto,
15*000 e
Calsas de casimira preta e decores,
l.10.9e
Ditas de princesa, e merino de eor-
do pretos, 5 e
Ditas de brim branco e de cores,
5|000, 49500 e
Dita* de ganga de coree
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 12, 9$
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 6, 5530, 5
8*000
35O0
3500
3500
45000
80000
6JO00
495OO
SJ500
3(000
8000
3500
preto 5000
Ditos de seda e setim branco, 6 e 5;0
Ditos de sjurguro de sedz. pretos e
de cores, 7S000,6000 e 5000
Ditos de brim e fusto branco,
3500 e 3000
Seroulas de brim de linho 2200
Ditas de algodio, 18600 e 18280
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 2500 e 2300 j
Ditas de peito de linho 68 e 3000
Ditas de msdapolo branco a da
cores, 3, O, 2 e 1800
Camisas de meias I5OOO
Chapeos pretos de massa, f rancezes, y
formas da ultima moda 108,8500e 7000
Ditos de feltro*6, 58, 4 e 2000
Ditos ite sol de seda, inglezes e
francezes, 14, 128, 118 e. 7000
Coilarinhos de linho maito finos,
notes feitios, da ultime moda 5800
Ditos de algodo 5500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, tOO, 90, 80 e 70000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 408 30000
Obras de ouro. aderemos e meioa
adere?os, bllselras, rozetaa o
anoeis ** 5
loalhas de fflkho. duzia 12*000 e 10000
36, rua das Cruzes de Santo Antonio, 36,
DUARTE ALMEIDA & SILVA
tMfU -1
a sociedade que tinha com
Gomes de Souza, e o Sr.
- lecimentos oflerecem grandes
J4^ INGLEZA especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em barril a ?50 rs.
ruV uJF-RAWCEZA' a me,hor do cercado a 7-20 rs. a libra e a 700 rs. em barril e meios *
PRKSni^S waiS^p0-0 rlhur d0l.niercada de W0 a 3000 e PerSo ter abamento.
prbt -rS FIAMBRL '"S'e2 e hamburguez a 900 rs. a libra e em porco a 800 rs.
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nniri r- ^ "* 8 as a 4?50 e em libra 700 rs>
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FRA^^nvlCTa'L"^^"" ^ Pa8l ^ 5i a 60 "' 8 8afrafa 6 de m 8 4800 a C4Dada-
%i D.n i; ERUCTAS de todas as qualidades de Portugal de 1*200 a 2000.
YtfmS$w^^ISrkimRSS DE LISB0A a 80 rs- ala,a de libra ea **" de duas lib8-
I Til S! pELElA DE MARMELLO a 19300 com duis libras.
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Xi-nSf SSP^F LISB0A a s4 rs- a 8arrafa e l>850 aead.
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pt mw wiin f" deolMa 200 e,6 raa5 com 10 macinhos.
p a t itmi wZ ??." entes' os mais bem feitos I"8 ha M "'"do a 280 k. o maco.
ACiT?vA^GAZaW0aa8roza8280aduiadacai"-
rik f\nca 8S maiS n0VM e melhores i"6 ** vindo ao mercado a 1*200 e barril.
iMAUUbb sem avano, os melbores que vwram este anno a 79000 a caixa e 00 rs. a carta.
Alm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimenlo de ludo tendente a moteados.
Fugio da casa do abaixo assigoado o escra-
yo por nomo Thomaz, nagao criuulo lho do sei-
ao de Moxotho com os signaos seguioles, coa os
dedos da mao direita aleijados. por ter sido ma-
chucado em urna aaquina de padaria ; bouila
Dgura leve bexigas a dous mezes, tero denles ali-
niados pouco signal de barba representa (r 24 a
26 auoos de idade. julga-se ter ido para o do
lugar por all ter seus pareles, e por que j foi
visto o aono passado, quaodo fugio a primeira
vez, uortanto pede-se a quem o aprehender le-
alo ao seu seohor na rua dos Pescadores n. 1 e
padaria, quesera bem recompensado.
Joao Jacintho de M. Rezende.
a~k j"6'0 d0 eD8eno Serrara em Jaboalao, no
Han C.0rreDte mez- esav<> Pedro, crioulo,
de 20 a 22 annos de idade, cor fula, baixo, um
pouco grosso, rosto um pouco descarnado e ps
pequeos, e carreiro, provavelmente lera procu-
rado algum engenho, inculcando-se de bvre uu
a estrada de ferro : quem o apprehender e lva-
lo ao engenho aeima mencionado, receber de
seu senhor, abaixo assignado, urna boa gratifica-
cao. Fihppe de Souza Leo.
Escravo fogido.
Do poder do abaixo assignado fugio no dia ->
do correte urna escrava mulata de nome Valeni
Una, que renreseuta ter 25 annos de idade. pouco
mais ou menos, cujos siguaes sao os seguintes
vesga dos olhos, estatura regular, cabellos cara-
pinhos, levou vestido de chua escura e chale do
merm azul; lendo o abaixo assignado havido
esta escrava por divida na comarca do Limoeiro
suppoe aue procure essa direcgo, ou a serra oa
Passira, onde natural :
as autoridades
todas
roga, portanto, a
policiaes e capites de campo a
apprehendam e a enlreguem ao abaixo assignado
nesla cidade do Recife, rua do Queimado n. 46
Ai que gratificar generosamenle.
A. Bezerra de M. Lira.
Fugio no dia 8 do corrente, da padaria do
Sr. Antonio Fernandes da Silva Beitiz da rua do
Pires, o escravo crioulo de nome Silvestre, na-
tural do Maraohao, de idade que representa -X)
annos. magro ede cor bastante preta, levou ca-
misa azul e cal$a de algodao americano de lis-
tras : roga-se as autoridades policiaes e capites
do campo a apprehenso do dito escravo, e lva-
lo a referida padaria, ou aos seus senhores Fer-
reira & Martios. na travessa da Madre de Dos n.
10, que serao generosamente gratificados.
Attenco.
Acham-se fgidos os escravos seguioles : Cod-
rado, crioulo, do Para, de bonita figura, que foi
escravo do Sr. Dr. Magalbaes, que servio de che-
fe de polica daquea provincia, cujo escravo po-
de passar por livre porque falla bem e at troca
algumaa palavras em francez, dedica-se a vida
do mor, t j sei.io de foBuUU n vSpnr Piria
com o nome de Jos Domiogues : Joo, cabra es-
curo, bastante alto, com marcas de bexiga nc
rosto, natural de Inhamuna, o qual tendo sido de
um prente do Sr. visconde do Ico, foi aqui ven-
dido pelo Sr. desembargador Andr Bastos de 0-
liveira : Joo, mulato, alto, tambem com muilos
signaes de bexiga no rosto, falto de denles na
frente, natural do Crato : Gaudencio, muate
claro, natural do Para, moco, com poaca barba,
de estatura regular, secco do corpo, e sem defei-
to algum, official de pedreiro, e tocador de vio-
la, de que muilo apaixonado, incnlca-se por
homem livre com o nome de Leopoldioo : Mar-
colioo, cabra, natural da povoaco de Agua-Aze-
da as immediacoes de Papacara, que foi escra-
vo do Sr. Antooio Baptista de Mello Peixoto, sub-
delegado de Garanhuns, alto, grosso do corpo,
bem barbado, com falta de denles na frente, nsa
constantemente de cinturco desoldado atado
cintura ; quem apprehender os ditos escravos ou
qualquer delles, e os entregar a seu senhor, o
abaixo assignado, no engenho Dous Irmos na
freguezia do Poco da Panella, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de deleocao, no Recife, ser gra-
tificado de seu trabslho com generosidade.
Jos Ceaario de Mello.


(8)

MARIO DI PIMUIBUCO.
3E
?k FURA 14 01 JNHO 1811.
Litteratura.
LEGENDA
'A*. Henrique du Bult.
-II
(Conlinuacao.)
Elle os lavou n'agua cnit e reriiou um bom
numero de preces latinas : nao e. mais'um sacri-
legio, peosou ello. K [ez u cignal da cruz, e co-
i.; >smenle applirou ao r-ariz o prseme de Sa-
i.ni. Era impagavel,clareza, limpidez I Oepois
ideas risonhas, calmas e felizes agrupavam-se-
Ihe no cerebro romogado. Lancou um olhar sobre
sua bibliotheca. Muilos livros "pareceram-lhe en-
adonhos primeira vez. Um velho alfarrabio,
desprezado em um caolo e coberio de p parece
llie pplo contrario telutircom um brillio pariicu-
lar. Era Manon Leteant, tirado oulr'ora Ro-
dolpho aioda meuiuo anda na vesqera qualili-
cado de livro mu. Nunca elle o liona lido.
Vou ver o que ,pensou elle.
Deilou-se e romegon sua leilura.
romance nu Iho agradara, nao, enthusias-
mava-o.- Como um apreciador de iguarias, oab-
bade ialerrompeu sua leitura para melhor sabo-
rear seu prazer, e rou os oculos para esfregar
os olhos.
Urna revoluco operou-se nelle : Salan, Satn 1
me I leus! apparico horrivell Estou pos'ses-
, jogou-o contra a parede.
Alguns instantes depois, por coslume, esfre-
gnva elle os oculos con seu lenco de seda, eap-
plicava-os ao nariz. Mudaraui suas as.
-Como estou louco 1 joguei fra este livro!
Foi apanha-lo.
Primeiramente, elle nao de Baal, do
abbade Prevost.
E conlinuou sua leitura com tanto prazer que
uormeceu.... com os oculos, e tevesoohos dos
mais extraordinarios, que por ventura possa ter
um cura.
No seguate dia, logo cedinbo, Salan desper-
tara, o conde.
A' cavallo, diz-lhe o demonio,e mioha
florela, vou curnprir minha pro.essa e dar-vos
os meios de possuirdes aquella, quem amaes.
Ambos enlraram u floresta.
Que poeta, q>ie pintor deseuhar a belleza dos
bosques, pela manha, quando o sol se reflecte
em cada gotta de orvalho?Mil pequeos insec-
tos zuniam na herva, e os passaros fendiam os
ares com um canto alegre. No cu algumas nu-
vens brancas fugiam para o horisoule azulado.
No caminho Kodolpho quiz alirar em alguns
pasearos.
Por favor, Ihe diz Salan, respeitae-os,
respeitae esta parte lio viva, lo bella de mim
mesmo. Sao iotermediarios entre mim e Deus.
Viu esli elles ora no cu, ora na ierra? Veja-
mos, .senhor christo, de todos os seres nao sao
elles que mais fcilmente supportan esse corpo.
que pesa tanto & vos outros, pobres humanos?
Na verdade, ludo que me dizeis siogular,
respcndeu o conde.
Chegaram ao lugar onde na vespera Rodolpho
encontrara os guardas.
Prelendem os camponezes,diz o diabo,
queeu habito por aqui. Nao se engaara de lo-
do. Segui-me.
Elles penelraram no interior da floresta.
No fim de dez minutos o diabo parou e com o
dedo mostrou a ierra Rodolpho.
Eis um talismn com que vos fareis amar.
Um ihesouro?diz o conde.
Siru, um thesouro. Procura.
Com a pona da bengala Rodoloho apartou as
heras, e viu urna especie de rocha, dentada,
negra, que se e.-guia alguns centmetros cima
do solo.
O que isto?diz elle.
O lim de um veio de caro de pedra, in-
dicio e urna mina que se estende mais de cin-
co quilmetros d'aqui. Explorando-a tereis com o
trabalho os meios oe fazer a riqueza deste paiz e
a felicidade dos trabalhadores, qu* vo* ajudarem.
A' urna hora d'aqui ha urna mina de ferro de
urna ecundiade inexgotavel. Eis os recursos
que ponho vossa disposico : em iroca peco-
to rosto trabalho e toda a vossa actividade fse
ella faltar um so minuto estas minas desappare-
cero e perderis o meio de fazer-vos amar de
todos e da mulher, quem procuraes agradar.
O conde esiendeu com ctTuso as mos A Sa-
tn :
Agradecido por este signal de affeigo,
diz-lhe este ultimo,paga-lo-hei centuplicada-
mente, tivestes um bum movimeolo para cora
este diabo lao desprezado, para esta pobre trra,
para esla materia que pisaes. Puis bem seris
n compensado dissj eis ah pois a materia, tal
como ella realmente .
Rodolpho seotiu operar-se nelle um milagre.
Seus olhos toroaram-se microscopios, cuja forca
prodigiosa -lie poda moderar sua vonlade. Seu
uuvido ouvia directamente e em seu lodo os ba-
ru'.hosda nalureza. Sui intelligeocia comprehen-
uta o que elle via e ouvia.
Salan exclamou:
Nao, eu nao sou o diabo, o espirito malig-
no, eu sou a materia, a metade de Deus I Amo a
Deus no horneo) e o homem nao compreheude
ludo que lenho feilo por elle, ludo o que fago,
ludo o quefnrei para toroa-lo mais forte, mais
sabio, mais poderoso.
Segu,diz elle ao conde,segui desde o
fogo central al a superlicie da trra os immen-
sos trabalhos que ahi se executani. Vede, prt-
meiro que ludo essa foroalha ardente, onde mi-
niares de roilhoes de tomos torram-se, fundem-
OLHETDI
OBATEDORDEESTRADA
*0R
te, uaam-ie e fecundam-se em junccei torrifl-
cantes. En a origen da vida, do movimento. So-v
letrae agora estas carnadas successivss, estas for-
midaveis liabas do livro da materia. Ellas nao
encerrara mais para vossos olhos poderosos mo-
lculas inertes, moras. Estes animaos, estas
plantas, oslas ochas, aetavam oulr'ora n su-
perficie do glbo, porm sua tealdade poda es-
pantar o homem. Ento- fl tornath ardente ei-
peiliu jorros escandecidos de materias composlas.
Outras carnadas vier.-m sobrepr-se s carnadas
superiores, e legioes de diabos, isto um reisro
animal novo veio orna esla nova superficie da
ierra. E muilas vezts repetiu-se este trabalho.
O diabo procuravajazer-se cada ves mais bello.
Eoirocad carnada eu crea va depsitos im mensos
de matenaes de toda a son. Por miaha vonlade
poderosa a materia circulava, unia-se, e de cada
um de seus labios infinitos sabia um novo ser
trabalhando para o fim geral. Vs o vedes, ludo
isto vive, existe, move-se: nada est morto. Uos
trabalham, outros transforroaro-se lentamente.
Estas carnadas informes sao chryalidas, e oque
vos parece felo, trisle e negro quebrar um dia
seu involucro e loroar-se-ha borboleta pelo tra-
balho.
Ides encontrar lodo esse passado da materia no
presente, que a promessa do futuro. Oavis to-
das estas vozes, todos estes gritos, todos estes
chamamentos ? Ouvis fallar a nalureza? Asfor-
migas excilam-se ao trabalho. as abelhas zum-
bera, as aves canlam, as arvores irocam palavras
de amor fecundando travez do espago, as pedrss
se dissolvem, a agua mistura-se com tudo. Com-
prehenoeis a lioguagem de tudo o que existe.
Nem urna palavra ao menos intil, cada urna tem
seu mister. Eis os verdadeiros diabos, os insec-
tos, as aves, os animaos de todas as castas ; elles
compem a materia e a decoropem, a rumioam,
a roem, trabalham-a aperfeicoam-a e a embelle-
zam. Sents v6s, senhor cooae, toda a vossa gran-
deza '. Como homem tocaescom vosso corpo ao
infinito que vive da materia, e com vossa alma
esse outro infinito que o espirito : vos sois a
imagem de Deus. Eis porque vos amo, por que
vos esleodo os bragos e por que me respondis
com odesprezo. Chrisio foi cioso edisse que vos
metinheis amado muito. Quando, pols, me con-
fundiris com elle em um mesrao amor?
Perdao, meu charo conde, por essa verdadeira
conversago. Porm vusso bom peno de mao
me commovra. Tive um momento de abaodo-
uo e fallei-vos como a um amigo.
Sois o diabo,respoodeu o conde. Amo-vos
por que sois bonito, forte e bom.
Voltemos ao castello ; este passeio fez-me
fome. Crde-me, mademoiselle de Iiautpgnon
vos amar ; com carvo de pedra e ferro fareis
della o que quizerdes, veris A larde raaodar-
vos-hei um dos meus filhos, um joven diabo, que
fez seus estudos ni escola central; elle vos dir
as disposigoes que deveis tomar. Espero que ha-
vemos de ver o senhor abbade,acrescenlou o
diabo sorriudo.
E Satn coutou Rodolpho como travra co-
iihecimenlo com o velho sacerdote, que desde en-
lao mudava de ideas medida que punha ou ti-
rava os oculos
O abbade com os oculos nos olhos tecebeu o
diabo como um geutil homem, apertou-lhe a mo
fallou-ihe com muito bom senso e pregou o es-
quecimenio dos odios anligos. Eslava uo melhor,
o o abbade ia mesmo confessar a affeigo que ti-
"ha aos seus novos oculos, e tirou o leugo para
Iimpa-los ; mas apeuas tiuha-os deixado, quando
exclamou :
Vade retro Satanaz I ser immundo I espi-
rito das trevas como possivel que eu leoha
conversado comtigo I fuge, miseravel I
O abbade fez o sigoal da cruz, quiz quebrar os
oculos, mas nao o conseguiu ; elles resisliram
lodos os seus esforgos. Deu com os olhos em
urna Uiblia, que eslava sobre a mesa e leu ao
acaso : Meu reino nao desie muudo.......
Loucura, impostura, mentira !retoruuiu
o ecclesiastico.
E por coslume toroou a rr os oceulos para ve-
rificar os textos.
E' verdade,conlinuou elle, o que me dis-
sestes sobre o pooer temporal, do espirito do
Evaogelho. Enganava-me e tmheis razo. Des-
CulpaH-qje.
O conde sorriu-se. e o diabo toi-ae embora de-
pois de haver trocado um duplo operto de mo.
Algomas horas depois, o joven eogenheiro,
prometlido por Salan, chegava ao castello, e Ro-
dolpho luiha com elle urna longa conversago so-
bre os meios de explorar o mais completa'mente
possivel os recursos diablicos postos sua dispo-
sico.
Taes clculos entravam pouco em seus hbitos,
mas os acoolecimeulos da manha tioham sido
para elle urna revelagao. U amor elevava sua
otelligencia ao nivel das mais altas conceptes e
decuplava suas forgas.
Todo cheio de seus novos projectos o conde de
la Crenelee foi Hautpigoou.onde a mais nobre, a
mais aristocrtica, a mais lina sociedade eslava
reunida. Quando expressou o desejo que oulria
de trabalhar em urna obra til, zombaram delle;
quaudo faliou de minas soberbas, de exploragoes,
de producios, approximaram-se dee; quando
annunciou dividendos magnficos, apertaram-lhe
a mo. S mademoisellede Uautpignon compre-
hendeu oque se passava na alora de Rodolpho.
Ella julgou-se feliz e Ihe aisse :
Condemnae-me a amar-vos.
Quando La Crenelee partiu, o Sr. de Haulpig-
oou exclamou :
Era minha filrn que nao o quena, agora sou
eu que nao hei de querer por genro um fabri-
cante.
Depois da sahida de Rodolpho, cada qual jul-
gou-o, perdido para o mundo. Eslava elle per-
dido para Mara ? Caima aos olhos de uns, er-
guia-se aos olhos da donzella altiva de seu suc-
PAULO DUPLESSIS.
FFIMEIRA TARTE.
XX
Continuago.)
To modesto, quanlo eloquente o bom Sharp
depois do seu trijmpho tinha sahido precipita-
damente do salao, em procura do proprietario do
estabelecimenio da Polka.
Meu caro amigo, disse-lhe, venho propor-
vos um negocio que exige prompta, e mu promp-
ta deciso : queris alugar-me o vosso estabele-
cimento por urna hora ?
Como ? alugar-vos o me estabelecimenlo
por urea hora !
Sim e durante essa hora eu serei nelle se-
nhor absoluto ; o que todava oo vos impedir
de receber e guardar para vos os lucros do con-
sumo de tudo que aqui se veode.
Nao comprehendo !
-- Calculo que se comprehendesseis, nao dei-
xaries passar o negocio....
Ah e existe ahi algum negocio ?
fv c^d Poio ao eu vos proponho pagar 1
\ ejamos ; queris ciocoenta piastras 1
Nao.
E cem piastras
Tambera nao.
Neste caso, passae muito bem.
Sharp retirou-se retirou-se : o proprietario cor-
reu apz elle, e pegando-lhe pelo braco Ihe
disse : *
Mister, urna palavra....
E' muito larde, meu amigo.
Ouvi : jgaoro que oegocio esse : mas
aceito a vossa proposta, com a condieco de in-
teressardes commigo.
Master Sharp consultou o seu relogio, vio que
nao havia lempo para se fazer muito rogado, e
pois foi conciso e positivo.
Aceito. Chamai os vossos rapazes. Meus fi-
lhos, continuou elle fallando aos empregados que
acudiram voz do seu chefe, ide j percorrer as
ras desta cidade annunciando por toda a parte
que deve ter aqui lugar hoje as oito horas em
ponto um duello ao claro dos archotes entre o
celebre marquez d'Hallay e master Jenkins, que
ja matou quatro Borneas. A entrada de cinco
piastras por pessoa, anounciai logo isto tambera ;
e vos tereis dez por cento da recelta total. Ide
cesso. Em fim, todos que gritava/n tanto que o
conde de le Crenelee tinha dtscido de tul dijoi-
dade nio hesitaran) levar-ltie seo- dmfcefro para
tirar grandes e cobres lucros. Berlraod ia tisoar
as patas, Ratn comerla ascastanbas.
Os capitaes correrm em' chusma la Creoelee,
os operarios seguirn os capitae. Nao sera as-
slm at o dja eis que os capitoes segurem os
operarios ^ Estradas forana tragadas e execula-
das. Urna pequea corrente apertdi tornou-se
um pequeo rio, coja orgsse poda utilisar. Um
caminho de ferro ligou La Crenelee ao resio do
paiz. e garanliu relagoes facis e directas cora as
outras nagoes. Pomos, fabricas^ altas chamins
elevam-se pouco pouco. alimentadas pelas n-
fernaes. O valle mudava de aspecto, os jardins
povoavam-se, as florestas eram derribadas : a na-
lureza transformada pareca remogar. O Sr. de
laJCrenelee. ajudado pelo joven mandado por Sa-
lan, multiplicava-se, bastava s mil oceupagoea
deste immenso estabelecimenlo, desia *asta res-
surreigo. Elle renunciara a sua existencia pas-
sada, e sustentado por umi actividade febril de-
dicra-se completamente 4 obra, cuja cumpri-
mento promettia-lhe urna felicidade, na vespera
ainda sera esperanca.
No lugar onde jaziam oulr'ora as quioze ou
viole casinhas dos infelizes vassallos, crescia
urna pequea cidade limpa, elegante e cheia de
vida. Todos os das os camponezes dos arredo-
res sbaodonavam sua miseria para virem a nova
cidade procurar trabalho e fortuna. Os campos
oulr'ora incultos cobriam-se dos mais variados
productos. O pobre mosteiro de Qautplgnnn,
mais vacilante que nnnea, permaneca intil co-
mo um velho telegrspho aerio. Do meio desta
ruina urna alma felizacompaohava com prazer a
realisagao de seussonhos. Mara va em Rodol-
pho o centro, o lim, o chefe do movimeota rege-
nerador, e senta seu amor oascer, crescer, tor-
nar-se paixio.
O Sr. de Hautpignou, pae, pouco via seu anti-
go visinho. Elle ia e vinha entre Prohsdorf e
Hautpignon. A volta desea rei o preoecupava
mais que outra qualquer cousa. O abbade o ap-
provava quando eslava sem seus oculos.
III.
Era o amor que tinha operado em Rodolpho
estas importantes modificages. A' cada passo
dado nesta via de melhoramento e de progresso
o Sr. de Ls Crenelee seolia-se mais digno d'aquel-
is, 4 quem amava. Urna nova conquista estava
feita sobre o passado. isto sobre a ociosidade
e i ignorancia : Rodolpho escrevia Maria e de-
dicava-lhe esta nova obra. A marqueza Ihe res-,
ponda, dava-lhe conselhos, ou s vezes mesmo
analyaava o que senlia.
Quando recusei vossa mo,dizia ella,
nao peusaveis que fosse por taes motivos e com
fim de vos fazer trabalhar. Criei3 emura capri-
cho, louco como a mor parte dos caprichos.
Que queris I oeste secu'.o as mulheres mudara
singularmente. Ellas ousam querer, estava qua-
sidizendo, ousam ordenar, e sao obedecidas. O
acaso tinha-me feito oascer em urna classe da so-
ciedado, onde a riqueza faz evitar todos os est-
mulos da iotelligencia e do corago. Eu era
bastante rica para que trabalhassem para mim ;
eu ..nao trabalhei, as cousas eslo de tal modo
organisadas, que urna mulher nao o pode fazer;
ento, fiz com que aquellos, que amavam-me
trabalhassem, e iospirei-lhes miabas ideias. Tal-
yez digaes que isto egosmo, mas como o amor
e o egosmo de dous e como ambos estamos com-
penetrados do mesmo desejo, dizei que amor.
Vos m'o peds sempre, eil-o, ejuro-vosque
o mais sincero e o mais puro.
o Infelizmente meu pae nao o comprehendo.
Nao comprehendo ainda d'onde procedan) as
ideias que exprimo s vezes dianle delle. Ou-
ve-me Rodolpho, amo-vos, mas o que tambera
amo e a minha liberdade. E' lempo que a mu-
lher escape finalmente urna sene de leis ridi-
culas, que a convengo Ihe mpoe e pelas quaos
ella a eocadeia.
Secretamente esquecem-se todas essas leis,
que nlnguem quer deixar aos outras transigir,
egualmeole espera-se que o casamento venha
cobrtr ludo com um vu branco e urna flor de
larangeira. Eu nao quiz proceder assira Que-
ro em minha liberdade escolher o homem,
quem amo, e cuja vida tem um fim que tam-
fnrm.. S8,". Lquer sociar todas as minhas
torgas, porque as tetiuv, cum a3 n. ,i_. ^,
bre e lealmente, nao seu lado, porque nao
quero ostar ao lado de ninguem, mas com elle,
sua igual, e nao sua escrava ou prisioueira.
Depois deste periodo, Rodolpho, pensai as
ideias, que ambos deixamos, e riamo-nos um
pouco.
Sim, eu vos amo, Rodolpho, porque nossa
obra,ella de nos dous, nao assim ? bella.
Continuai, e em breve serei vossa esposa.
Mea pae recusa-vos minha mo porque tendes
descido de vossa digoidade. Hs certa gente,
cujas pretenges augmentara medida que di-
muiuem seus direitos. Desobedecerei meu
pae, porque olho como meu direito e meu dever
desobedecer-lhe. Quaoto ao que dir o mundo,
pouco me importa ; elle tem o coslume de juUar
e recompensar as pessoas, muito mais segundo o
qu'ellas nao fazem do que segundo o que fazem.
Vos trabalhaes ua regenerago de lodo o meu
paiz, vos substitus a abastanga e a moratidade
miseria e ignorancia. Eu vos amo/ Escolhes-
les-me por esposa, eu vos quero por esposo.
Crede-o, Rodolpho, nada temos a censurar-nos,
devemos al nos estimar, e em breve despeito
de todos os obstculos nada mais nos separar
Se o abbade livesse oculos. approvar-oos-hia,
estou certa disso.Sim, tudo deixarei por vos,
e vos, vos saliereis defeoder-me contra tudo. >,
Rodolpho commuoicava estas cartas seu ami-
ga Salan, que as lia com emogo.
Quando se Irata de amor,dizia elle,sou
sempre mogo, techo dezoito annos. Alem de
(*) Vide Diario n. 133.
nao percaes lempo.... gritai bem e cora todas as
forgas dos vossos pulmes. Ouvistes ? dez por
cento da receita I Vamos.... andai___cor-
re gritai___
J os rapazes se achavam longe, e ainda mas-
ter Sharp animava-os com a voz e com o gegto :
o proprietario do estabelecimenlo estava embas-
bacado de admirago, alegria e sorpreza.
vMaster Sharp, disse elle ioclinando-se hu-
mildemente, supponho que nao ha em toda a
California um homem que se vos possa comparar
era .finura. Apre I que bella idea tivestes urna
bella idea realmente I
Destas tenho-as em todos os dias, murmu-
rou o negociante abaixando a vista.
E' bom sempre repetir que o exceliente ho-
m#m juntava urna inteligencia desmarcada a
mais rara e sublime modestia.
Calculo, disse elle colloeando-se junto ao
proprietario do estabelecimenlo, que se tiuha
posto porta para receber as entradas, calculo
que antes do fim da noite terei reparado a im-
prudencia de miss Mary, e ganho pouco mais
ou menos o que poder perder as aegoes.
Hs previses de master Sharp nao tardsram a
realisar-se : l por volta de oito horas a receita
andava em mil duzeutas e ciocoenta piastras,
pois urnas duzenlas e cincoenta pessoas tioham
concorrido para ver o duello ao claro dos ar-
chotes.
Havia meia hora que nos saldes da Polka rei-
nava urna agitago extraordinaria, impossivel de
descrever-se.
Jenkins, cercado de muilos Americanos que
davam-lhe conselhos e com louvores exaltavam
a sua coragem, tinha quasi que estacionado jun-
to ao balco : elle s havia j consumido urna
quantidade incrivel de licores : os seus compa-
triotas recelando ve-lo eufraquecer na hora su-
prema, julgaram prudente excita-lo com bebidas
espirituosas. A reputago do marquez exigia
bem que houvessem essas precaugoes.
O Sr. d'Hallay oo sahira do mesmo lugar em
que fra insultado por Jenkins, Alguns France-
zes, que Ihe faziam roda, quizoram emiltir as
suas opinies sobre a especie de combate que ia
ter lugar: mas o marquez os inlerrompera logo
dizeudo-lhes com perfeila placidez :
J tive a honra de declarar-vos, meus senho-
res, que heide matar esse Jenkins. Nao tolero
que duvidem da minha palavra. Podis consi-
derar Jenkins como um homem morto, e conver-
semos de outra cousa. Tratemos da minha expe-
digo Sonora.
O marquez. voltando ao seu thema favorito,
poz-se a explicar as suas iotencoes futuras, e a
desenvolver os seus planos. Nao parou seno
quando vio que fattavam cinco minutos pira oi-
to horas.
Faz aqui um calor abrazador, disse- elle ;
estou com sede....
Cincoenta convites para tomar slguma cousa
parliram ao mesmo lempo de todos os lados.
Obrigado, meus senhores, aceitarei apenas
um copo com agua.
Esse copo com agua bem analysado entre os
grupos por master Sharp, que fez observar a to-
dos que tanta sobriedade denotava da parle do
Sr. d'Hallay grande prudencia unida a urna ex-
trema confianga de si mesmo, deu novo impul-
so as aeges: subiram outra vez dez por cento.
Nao houve quem comegasse a notar que Jenkins
beber muito espirito, e o ceosurasse por sua io-
teraperanga.
O campeo dos Estados livres 6xamiaava a-
fuelle momento urna collecgo de pistolas que
Ihe offereciam os seus compatriotas: cida qual
mostrava-lhe a sua arma ; pois ninguem ignora
que os Americanos, mxime os da alia California
nunca sahem a ra sem trazer comsigc um ar-
senal de guerra. Os que sfio mais pacatos con-
tentam-se apenas com urna pistola do dous ca-
nos : e muitos trazem mais um largo faco, e
urna especie de ccete curto guarnecido no cabo
com urna bola de chumbo.
Meu caro scohor, disse o marquez d'Hal-
lay a um dos Francezes, trazeis ahi as vossas
pistolas ?
Trago, marquez.
Sao boas ?
O faci que j as vi em vossa mo fazer
prodigios..
Queris lera bondade deeropreslir-me urna
dessaa pistolas ?
Pois oo I aqui eslo ambas, marquez : en-
tretanto eu suppuuha que nao escolhesseis esta
arma para semelhanle duello !
O Sr. d'Hallay levanldu os hoobros em sigoal
de despreso.
E' indiffereote, respoodeu ; demais o ho-
mem que confia to pouco era si mesmo, uo
merece.tocar em urna arma I
Entretanto por pouco geitost que se seja, o
acaso pode muitas vezes..
O acaso o recurso dos fracos, e a descul-
pa dos desasados I atalhou o marquez. Posso
contar com a vossa pistola ?
Seguramente : e hoje que eu as trouxe li-
pas, preparadas e carregadas !..
Que quantidade tem de plvora ?
Urna carga ordinaria ; oito i nove graos,
Bem. Obrigado, senhor I
No relogio do silo da Polka soaram oito ho-
ras : seguin-se profundo sileocio'; os espectado-
res accommodaram-se encostados s paredes,e
subiram s mesas do jogo.
.Por urna combiaago espontanea e tacita Fran-
cezes e Americanos se separam em dous grupos:
ninguom sabia o que poderia accootecer. De lo-
dos os lados ouvia-se estalar o gatilho das pis-
tolas. O proverbio que diz : a prudencia me
da seguranga em parte alguma era to res-
peilado como na California : cada qual tratava
de por-se alerta.
Jenkins com o rosto inflamado pelos muitos
licores avaogou seguido de dous Kentuckianos
que Ihe serviam de padrinhos. O marquez esta-
>va s. ^
Supponho, senhor, Ihe disse um dos Keo-
tuckianos, que deveis ter escolhido tambem dous
amigos que vos assistam neste duello..
: Nao escolhi, senhor. Estou sob a salraguar-
qoe, amo as mulheres,acrescentava elle, si o
ellas que fizeram mais mal aos meus inimigos.
Por mais que elles dissessem, para excita I-as
contra mim. que ellas esmagar-me-hiam a cabe-
5a, nao poderam conseguir cooveocel-as. Sao
as miabas mais fiis alliada.nao teera ellas
sempre necessidade de mim ? A mulher tem
cowaprehendido que o mesmo dogma a coodern-
nara ao mesmo lempo que mim, e que havia
entre nos urna certa historia de pomo, que nun-
ca nos perdoaram. Se soubesseis, caro Rodol-
pho, como meu commercio de pomos tem pros-
perado, quantos teriho vendido e quantos lera-se
comido de novo I...E o pomo a sciencia e a in-
dustria. A sciencia a liberdade do espirito
humano, a derrota do mysticisrao e da theo-
cracia. como a industria a conquista de ludo o
que pJeser til ao homem ; tornar-lhe a vida
mais feliz, e quando se feliz esta-se melhor.
Coroego a crer que devia-se adorar o diaho,
erguer-lhe templos e estatuas.
O I oo, eu vos pego, nada de dolos.
Boque queris vos, diabo?
- Amai-me.
IV
OSr. de Hautpigoou, que via urna perpetua
censura na conducta do Sr. de la Creoelee, foi
occultar sua preguiga incoosolavel e fiel junto de
seu rei.
O valle tinha mudado completamente de aspec-
to. Havia felicidade, ordem, actividade e traba-
lho oeste paiz, oode oulr'ora s se encontrava
desorden), brulalidade, preguiga e ignorancia.
O Sr. de la Crenelee sentia-se altivo de sua
obra : ella respirava nelle. Seu rosto, toroado
mais expansivo, estava cheio de belleza e de'fi-
nura.
Urna tarde recebeu lie de Maria um bilnele
concebido nesles termos :
Amanhaa maderaoiselle de Hautpignon vira
ver seu sor.ho realisado.
Estas poucas palavras eram cheias de promes-
sas. O Sr. de la Crenelee apressou-se a fazer al-
guns preparativos para esla boda Industrial.
Apenas chegou maderaoiselle de Hutpigoon,
Rodolpho foi mostrar-lhe as fun ligues, que es-
tavam estabelecidas sob vastos telheiros cobertos
degelos. Os utensis, os instrumentos de traba-
lho limposcom o mais escrupuloso cuidado relu-
ziam sobre os bancos. Os operarios, vestidos
convenientemente e com uniformidade, estavam
junto de sua tarefa, cora bouquets na mo. Cada
brigada era commanJada por um coolra-mestre,
vestido mais elegantemente.
Cinco grandes galeras, cheias de ulensis e de
trabalhadores, viuham terminar em um zimborio
immeoso, sob o qual todas as machinas vapor,
cuberas de flores e de fitas, pareciam impacien-
tar-se e esperar o momento de dar vida s cor-
rers, que a transmitiera fabrica ioteira. Ban-
deiras de rail cores guarneciam as paredes, gri-
oaldas de flores corram ero todas as direegoes e
vinham formar no zimborio urna cpula, sob a
qual tinha sido installada urna especie de Ihrono.
As machinas como lees deilados formavam o
pedestal. Um orgo immeoso, animado pelos so-
pros da forja ia prestar (esta o concurso de sua
poderosa harmona.
Salan, frente do estado-maior da fabrica veiu
receber mademoiselle de Hautpignon e o Sr. de
la Canelee, e convldou-os tomarem assento sob
a cpula de flores.
Vos nos vedes no repouso e no silencio,
diz Satn, ides ver-nos no combate. Descul-
pae de aote-mo o barulho infernal, que se vae
levantar e figurae-vos que estaes em casa do dia-
bo. Vede, mademoiselle, eis aqui o preparar para
o trabalho.
Urna ordem, dada em voz alta, correu repelWa
pelas oQicin.as. Os trabalhadores regagaram as
mangas e agarraram em seus utensis. Cada qual
lomou seu posto de trabalho. Urna actividade si-
lenciosa reinou des le logo, e depois foi substi-
tuida pelo silencio absoluto que precede as tem-
pestades.
Mademoiselle, diz Satn, cumprervos dar
o signal da batalha.
Mademoiselle de Hautpignon apertou ligera-
mente urna barra de cobre ornada de flores.
Um terrivel assobio sahiu ao mesmo tempo de
todos os peitos de ferro das machinas, cujos bra-
gos subiram, descerara, agitaram-se maravillosa-
mente. Mademoiselle de Hautpignon pareceu
ViCv2nam.x fil,1a no meiu das flores e das brancas
ouvens oo vapor, us maneaos u.ic. 6o hi-
gornas, as rodas estremecern) moridoa por .
reas immensas e os trabalhadores entoaram um
canto grave e doce, no meio do qual o orgo lan-
cava suas vozes sonoras e magnidcas. Os peda-
cos vermelhoa do mial amoldavam-se sob a
raaos de operarios habis e transforroavam-se r-
pidamente.
Mademoiselle de Hautpignon visitou as oflici-
nas, e viu construir-se urna locomotiva, que em
sua honra foi baptisads com o nome de Maria.
A marqueza attribuia todas estas maravilhas n-
dustriaes acuelle quem amava.
O par amoroso percorreu a pequeoa cidade, on-
de os trabalhadores tioham construido suas casas
simples e commodas. As mulheres e os meninos
vinham agradecer ao Sr. de la Crenelee os bene-
ficios, que elle uo cessava de espalhar sobre
todos.
Rodolpho conduziu Mara at o fundo das mi-
nas.
Eis meus thesouros, diz elle.
Ao cahir da noite os dous amantes foram ver
as altas fornalhas, que flammejavam na escurido
com seu penacho luminoso. O ferro liquido, in-
candescente correu nosjregos de areia : era um
fogo de artificio de metal lluminando os asss-
teotes com seus mgicos clardes.
Mademoiselle de Hautpignon teria tido medo se
nao apertass mais o brago de Rodolpho altivo e
contente. Os trabalhadores nao Ihe lestemu-
nhavam cada instante sua affeigo e adheso ?
Como nio teria Maria amado quelle, que todos
amavam ?
Elles jaularam com Satn, que o mancebo apre-
sentou ao seu bem-smado.
. 77 s,eJD^or. he diz Maria, vos teodes feito
" 'e'ectdade de milhares de trabalhadores e tra-
t. w**" que V0 de,n <"> honesta existen-
,.'? tendes feilo lambem a felicidade de urna
T,J!! /ssa mulher vos ama sois para ella o
h,T? !T de.8*u *m>aie: 1u tend9 fei-
to sabio, lindo e bom.
In^.l?r>rr,g^,l0, re8>0r"!eu Sla. *ou ver se a
Inglaterra lera sua provista de carvo. Nao devo
eu continuar minha niissao ?
Ella santa, Ihe diz Maria.
Sem fluvida, roas porque razo lodos nao
querero mais acreditado 1 porque nioguem me
ama Y Ah I se eu fosse amado como ano, venis
vos cousa alguma feia na nalureza ? A arte ahi-
na de um beijo de unio do espirito e da ma-
E Satn desappareceu sem que a menor flamma
indicasse o caminho que tomara
Imaginae todas as palavras de amor trocadas
entre os dous amantes reunidos !
Mana uo quiz mais deixar Rodolpho. Ella
reununciou vollar Hautpignon, e escrever
seu pae para renunciar-Ihe sua intengo formal,
pascada estado de fado consummado.
ff' a" Haulu'8DOn. enio em viagem, che-
gou toda a pressa e enviou um csrtel ao Sr. de
ia Creoelee. Maria sorprehendeu a caria. Um
duello eslava immiuente A marqueza chamou
em mu soccorro o diabo seu protector.
Senhor, Ihe diz ella protegei quelle,
quem amamos. Ao menos seja salva sua vida no
combale.
Deixae-me fazer, respoodeu Salan lu-
do se ha de arranjar e elles nao se batero.
Odeio muito as lutas, as balalhas. a guerra para
deixar um homem que amo expor-se s suas vi-
cisitudes.
Mas enlrelanlo, diz Rodolpho, meu de-
ver, minha honra me ordenam...
Vo3so dever e vossa honra, retorquiu Sa-
tn, esto na tarefa que desempeuhaes. In-
vestido no nteresse de todos de urna funecoim-
porlanle, nao tendes o direito de despojar-vos
della para um lim de interesse particular. De-
mais, queris vossa alma? accresceotou o diabo
sorriudo.
Nao, nio, ella est em muilo boas maos.
>os me fazeis merecer o paraizo.
Enlrelanlo, as leis da aoliga cavallaria, da
qual o Sr. cande um rebento, impem um de-
ver... inierrompeu o abbade.
Ah abbade, ponde os vossos oculos. res-
pondeu Satn.
O abbade obedeceu.
E' verdade, retorquiu este, tendes per-
itamente razao... E' singular 1
O diabo foi procurar o Sr. marquez de Haut-
pignon.
Este era um homem alto, magro, e os seus
grandes bigodes grisalhos faziam-o parecer-se
com Don Quichotte. Seu rosto tinha um nao sei
que de vulgar e grave. Era um typo da antig
cavallaria com alguns toos de capito de caval-
laria.
Senhor, diz-lhe Salan, venho da parte do
Sr. de la Crenelee.
Muilo bem, senhor, qnaes sao suas armas?
que hora escolheu ? em que lugar?
Nao andemos to depressa, Sr. marquez,
conversemos um pouco.
Mas, vos nao viestes para isso ao que me
parece, retorquiu o Sr. de Hautpignon com um
tom cheio de arrogancia.
Salan olhou-o rindo alegremente, o que des-
apootou o marquez.
Avaliaes, diz elle, que vossa existencia nao
valha dez minutos de entretenimento?
Senhor !
Raciocinemos, se vos apraz. Vossa llha,
amando ao Sr. de La Crenelee, foi lomar a mo
que Ihe recusaveis como pae brbaro que sois.
Ella faz muito bem, eu o approvo de lodo o
meu corago: seu marido tambem o approva, e
eis porque ou vos venho pedir que Dqueis soce-
gdo.
Que tom I que maneiras 1 diz o marquez.
Acho muito extraordinario que me venhaes assim
fallar. Quem pois sois vos com os diabos ?
Eu.. eusou...
VOS SOIS..., qurui ooi ~*o 9
Eu sou accionista e amigo do conde de La
Crenelee ; confiei-lhe todo o meu dinheiro e in-
teresses ; o Sr. de La Crenelee nao tem o direlio
de illudir mioha confianga expondo-se roorle.
Antes de deixa-lo baier-se, fa-lo-hei prender,
va, porque juIro que vosso lempo nao entre-
gado em cousa alguma til.
Mas, senhor...
Raciocinemos ainda : se queris bater-vos,
eis-vos em presenga da morte, da priso, de vos-
sa filha em furor, e de um processo de indemni-
sago que eu vos farei por haverdes morto o ge-
rente de minha fortuna.
; Seohor, lodas essas considerages sao pi-
Ibericas, e nao comprehendo queouseis apresen-
tar-m'as. Creio que comego a penetrar em todo
este negocio : vosso amigo um cobarde, que
nao quej bater-se, e...
Nao acabou : nesse instante recebera um so-
papo de som metlico to forte, que dir-se-hia
o tinir de urea campainha.
Tres ou qualro fmulos correram julgandoque
tinham sido chamados.
O que quer o Sr. marquez ? disseram elles.
Urna caixa de" pistolas, diz este com bastante
sangue fri. Porquanto pens que me nao recu-
sareis urna separacao immediata.
Um duello eis ahi o que eogrigado res-
ponde. Satn rindo bandeira despregadas. Co-
mo quizerdes, charo senhor, ainda que eu vos
previne que isso muilo intil. m0 TM /..
rei m. algum vos far-me-beis aind. mens
Um (amalo (rasas pistolas e as carree,
. "". a" pruMit. d'* Salan collocado-se em
frenie de seu adversario. em
No momento porm em que isto dizia. tolu.
ama risada estroodosa. "0lur
Nio achaes, Sr. marquez, acresceotou elle
que parecemos singularmente representar um dos'
folhetins d Ponsen du Terrail ?
Queris que fiquemos oisto, retrucou o mar-
quez com um tom zombeteiro.
Nio, nao, alirae, ser islo muito mais en-
gragado.
E Salan ria-se pronunciando estas ultimas pa-
lavras. "
Nada ha que mais desespere como um tal ad-
"u"ernl,:menSte.de H"tp00D'fra "> **-
di.Abodto8uS !f ""'" 6 DatUf,menl8 o
Apenas no momento em que partiu o tiro ell
esiendeu a mo e ag.rrou .0.1, no vo. *
cou anlquiUdr"^" 8empre ""* *"*
Sois ento
surda.
Certamente, charo marquez. e azeis bem
era submetier-vos ao que eu vos disse AceS
por genro ao Sr. de La Crenelee. E' um nohts"
vleme mogo, que vale mais que o paipavo
quem dais vossa filha, e quem ella nio
amana.
Emura, diz
miaba vonlade.
o diabo ? diz elle com urna voz
o marquez, nao sou senhor de
da da minha forca, e esla garanta me suffici-
ente.
Entretanto o uso....
Tambem o uso, atalhou o mogo, nao amitte
que um duello sirva de espetaclulo publico As-
sim pois este espectculo ou para melhor dizer
esta execugao alTasia-se das regras ordinarias.
Execugao I exclamou o Kentuckiano : o qu
entendis por semelhante palavra?
Aquillo justamente que exprimo I Jenkius
osultou-me, condemne-o morte por mim mes-
mo, e na presenga de vos todos vou dar cumpri-
mento mioha sentenca.
O accento de coovicgoe sioceridade.com que
o marquez pronunciou estas palavras, tirava-lhes
em parle o que ellas podiam cooter de presump-
go. O Kentuckiano pareca embargado.
Quem nos assegura, Senhor, replicou elle
que vos serviris de urna arma de dous ou mais
canos.
Pelo contrario vou servir-me de urna pis-
tola ordinaria, que e presta a um s Uro.
Supponho entretanto que foi convencio-
oado....
Perdao ; nao quero tirar a Jenkins o direi-
to de servir-se da sua arma de muilos canos.
E' indifferenie : s fareis fogo urna vez :
isto l vos diz respeito. Todava andastes neste
negocio com mu pouca prudencia nao querendo
escolher padrinhos : terieis assim quem melnor
defeodesse os vossos ioteresses. Mais urna pala-
vra, advirto-vos que oo consentiremos que se-
jaes o primeiro a atirar. Temos decidido que
atirareis ambos ao mesmo lempo Acceitaes?
Se acceito I Fago anda melhor : concedo
a Jenkios a vantagem de alirar em primeiro lu-
gar e tres vezes consecutivas : a primeira vez,
porque sou Francez ; a segunda, porque elle est
um pouco embriagado : e a terceira, porque sou
mais que uro homem ordinario. Estou bem con-
vencido de que aioda assim nao ser egual o
partido para elle; porm, como j vos disse, con-
demnei Jenkins a morrer, e mister que a jus-
tiga prosiga o seu curso.
Estas palavras ditas com maravilhosa trauquil-
lidade produziram viva impresso entre osassis-
tentes. As aegoes subiram: Jenkins estava pos-
suido de um turor espantoso a agurdenle suba-
Ihe 4 cabega.
Patlfe l exclamou elle : sou eu quem vae
matar-vos como a um cao.
Q marqrlez sorriu-se.
Vos baveis de errar das tres vezes que ati-
rantes, Jenkios, e eu pretendo cravar-vos urna
bala no crneo. Vamos : tomae lugar, e come-
gae.
A grande sala do estabelecimenlo da Polka ti-
nha um cumprimento de cerca de doze metros,
muilo suflicieote para o acto que ia ter lugar,
especialmente nos Estados-Unidos, onde os dueU
los sao geralmenle a pequea distancia. O ex-
plorador'de ouro afastava-se para tomar lugar
con ventele quando o marquez d'Hallay,que nes-
sa hora suprema mais cuidava na expedigio da
Sonora do que no perigo porque ia passar, teve
urna idea sbita, urna aspiracao de genio.
Master Jenkins, exclamou elle esperae um
pouco.
Semelhante interpellago que relardava o com-
bate foi mal acolhid pelos Americanos, e pouco
agrsdou aos Francezes. Uns e outros achavam
que o marquez tinha j conversado de mais, e
que era lempo de concluir-se o negocio.
As aegoes baixaram um dollar.
Jenkins vojtou-se com ar ao mesmo lempo
arrogante e enfadado : presenta vagamente urna
accommodago em seu favor.
Que queris mais de mim Y disse elle com
a voz rouca.
Quero qua depositis na mo de um terceiro o
valor do espelho que seacha por Iraz de mim, e
que ides naturalmente fazei em migalhas. Este
espelho vale muito bem duzenlos dollars : e eu
poderei ver-me obrigado a pagar por elle depois
da vossa morte um prego to elevado, que julgo
nao valis ainda mesmo vivo.
Esta prova np s de um sangue fro extraor-
dinario, mas tambem de urna presenga de es-
pinto e coragem, a loda a prova, foi acollada com
benevolencia por parte dos Americanos.
~ Tomo aegoes da companhia sonoriaoa a
viole e cinco por ceote de augmento I exclamou
master Sharp da mesa de jogo, em que se acha-
va trepado.
As aegoes foram procuradas a viote e cinco, e
passaram bem depressa a cincoenta por cento.
Jenkins apezar dos vapores alcoolicos que Ihe
subam ao cerebro, comprebeodeu que a reflexo
do Sr. d'Hallay rootivava-lhe pretexto para es-
colher melhor lugar. O reverbero do espelho
nao o favoreca multo para fixar o seu ponto* de
mira.
Nao possuo duzenlos dollars para dar como
g aramia ; neste caso troquemos os lugares.
Coocordo.
Agora 4 vos compele depositar esssa quan-
tia.
Nao preciso : parceis-me ter o crneo
bastante espesso ; a bala nao atravessar a vossa
cabega para ir ao espelho.
Alguns segundos depois os dous adversarios
achavam-se cada um no seu posto.
O marquez com os bragoi cruzados conservava
o cano da sua pistola virado para baixo, nem
mesmo procurara fazer dessa arma um meio de
defeza ; todava apezar do seu abandono e des-
den) busca va sempre esquivar o corpo; roestra-
vanssua posigo a pericia de um consumado
duellista.
Atira, gentleman I bradou um dos dous
Kentuckiauos.;
Jenkins atirou ; a bala passou um p cima da
cabega do marquez.
Sois muito apressado, Jenkins disse tra-
quillameote o mancebo. Poupae melhor o vos-
so tempo 1 K
O Americano nao ouvio provavelmente esta
recommendaco, porque vendo o mo successo
da seu primeiro tire, armou o outro cano da pis-
tola. O marquez mal tinha acabado, e oavia-se
ja segunda detoaaco.
Alem disto, continuou Satao. nio esta a
nica proposta que lenho a fazer-vos. O Sr. de
La Crenelee deseja comprar Hautpignon, que len-
des teogao de vender. E' um capricho, i garan-
to-vos que nao hade regatear.
Crdes, senhor, quo...
Nio creio, estou certo.
Que prego estabeleceria o Sr. de La Cre-
D6I66.
O que quizerdes.
rei7 cerdes as bases de um contrato ?
Sou diabo, teuho poder para tudo...
Senhor...
Eis aqu differenles papis que vos permit-
iera desde hoje concluir a venda de Hautpignon
Meu prego 400,000 francos.
O prego pouco imporla. Pago-vos em di-
nheiro correle, em moeda legal, que nao se mu-
dar em fclbas seccas, diz Satn.
Muito bem; realmente uo sei se sois o
diabo, mais sois um homem de bom acommodar.
L preciso submetter-se a gente ao que queris.
E mioha palavra de ouro, oo ? acres-
cemeu Salan cootaodo a somma pedida:
Decididamente creio que sois o...
Sim, perfeitamenie, e vosso muito humilde
creado.
Satao voltou La Crenelee.
Compre Haulpignon e vosso pse, diz elle 4
Mana. Permitti-me que vos offereca ambos Im-
ped a morte de um homem, ludo quanto eu
quera.
Depois dirigindo-se Rodolpho:
No lagar de Hutpigoon devereis. meu cha-
ro amigo, mandar construir para o vosso exerci-
lo industrial um templo 4 Deus. Tempos novos
se prepararam ; precisamos de oovos monumen-
tos, de novas festas Em oito dias moslrae-nos
o que devera ser as balalhas do futuro.
Obedecerei, respoodeu o conde.
Amae a Rodolpho como elle vos ama, acres-
ceotou Salan dirigindo-se Maria. Vosso amor
deu a felicidade muitos bomens ; e eu, o diabo,
vos agradego, porque me fizesies melhor com to-
do o amor, que tendes sentido por mim.
Os oito das aeguintes foram empregados nos
pieparativos < para o trabalho. Os planos foram levaolados. Na
vespera do dia fizado o exercito industrial, com-
mandado, organisado, amado pelo Sr. de La Cre-
nelee, poz-ae em marcha, e dingiu-se para o
castello de Haupigooo, situado no fundo do vale
sobre urna colima, que dominava o rio de um
lado e a planicie do oulro.
Eis as disposigoes que o exercito, composto de
12 regimentos de infaotaria. de 4 de cavallaria,
de uma divisao de geole em carrogas e de um
esquadro de iocomobis, veio tomar para ser
passado em revista pelo general em chefe.
A' 200 metros em frente do corpo priocipal
estava reuoido era massa o batalho dos carpin-
leiros, que formavam a vanguarda. Traziam um
uniforme verde-escuro, debruado de um verde
mais claro, e eram armados de machados e ser-
ras. Officiaes experimentados os commandavam.
Immedialamente atraz dos carpinteiros esten-
dia-se a primeira linha de batalha, composla co-
mo se segu:
Na ala direita e na ala esquerda um regiment
de terraplenadores, no centro dobs regimeotos
de pedreiros, um regiment de marcineiros, dous
regenlos de ferrairos.
( Continuar-st-ha.)
Desla vez foi um pouco melhor I disse este
com todo o sangue fri.
A bala rogou-lhe pelo hombro e foi pregar-se
na parede.
Jenkins hesitou. Livida pallidez substluira-
lhe a vermelhido das faces occsionada por suas
monstruosas libages. O terror acabava de dis-
sipar-lhe a embriaguez: o pobre homem via j
a morte dianle de si! se nao fosse a Invensivel
pressio magntica que sobre elle exercii a pre-
senga de trezentos espectadores, os quaes acom-
panhavam com olhar vido os seus menores mo-
vimentos, teria apresentado suas desculpas ao
marquez, pediodo perdi.
O orgulho porm deo-lhe coragem, e pruden-
cia o seotimento da cooservago. Aproveitando-
se da impunidade ao menos momeolanea que
me assegurava a immobilidade do seu adversa-
rio, ajustou a arma com um cuidado e pachorra
extraordinaria : o de'o em vez de puchar o ga-
tuno nervosamente, foi moveodo-se pouco, e
sem violencia : o tiro echoou, a bala partiu. O
chapeo do Sr. d'Hallay rolou por trra.
O marquez por um gesto magnifico arrojou
para traz os seus longos cabellos, e com a voz
fone e metlica bradou :
Em guarda 1 Vou ferir-vos na testa....
E levantando rpidamente o brago fez fogo.
Os Americanos soltaram brados de alegria e
de iriumpho : Jenkins nao tiuha sidoferido....
nen mesmo se moveul....
Hurra for Jenkint I Jenkins for eoex !
Mas Jenkins cahiu redondamente no chao:
elles se tioham engaado. Um ponto vermelho
apenas visivel se Ihe distingua a uma pollega-
da de altura entre os olhos, justamente no meio
da testa. .
Ergueram-se ento clamores immensos, reinou
extraordinaria confusio, e acabou tudo n'uma
ovago eothusiastica a que o Sr. d'Hallay nao
teve geito seno resignar-se. B
Uma voz de estertor dominava o tumulto ; era
a voz de master Sharp que pedia aegoes dasocie-
dade sonoriaoa a ceoto por cu nio de lucro ; to-
dos porem davam-lhe as costas zombando das
p retengo as absurdas do bom oegociante, quando
as aegoes tioham sido j4 a duzenlos por cento
sobre o seu valor I Sharp desfez-se por esse
preco das quinhentas que possoia: era um pe-
queo lucro de dez mil dollars ou ciocoenta mil
francos, querealisava naquella noite. O excelien-
te negociante nao era ambicioso, e depois re-
flectira que o caso de Jenfcins nao podia reno-
varse mais outra vez, e por isso era melhor li-
quidar essas aegoes.
No momento em que o corpo desse beberro
dei Jenkins, como so depois dizia master Sharp
Tallando do explorador-de mians. rolara sobre o
soalho, Joaqulm Dfck e Lennox entravam no sa-
li da Polka. O conde d'Ambron seguia-os a
alguns passos.
(ContiMtar-st-ha. ]
PIBJ.- Til. DI M. f. DI f AMA -Wl,

A


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