Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09309


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Full Text
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AIM lilil IIE10 132

<*
W1
Por tres mezes adiaotados 5$000
Por tres mezes vencidos
SEGUIDA FEJRA 10 PE JOMO 91 ItlI
Por anuo adiantado 19)000
Porte franco para t stbseripttr.
RMCARBRGADOS DA SCBSCBIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, da Lemos Braca; Ceara o Sr. J. Joa
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
1'AKllDAS lilla COHHkilO.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciruar, Altinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serlnhem, Rio Formoso, Una, Barreos,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiosparlem as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO HEZ DE JUNHO.
8 La nova as 11 horas a 19 minutos da man.
15 Quimo erescente as 7 horas a 56 minutos da
manla.
22 La cheia aos 3 minutos da tarde.
3G Qaarto minguanta aos 21 minutos da manha.
PREAMAR DE BOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da nanbaa.
Segundo as 6 horas a 30 minutos da tarda.
DAS da sem ai a.
10 Segunda. S. Margarida rainha da Escocia.
11 Terca. S. Barnab ap.; Ss. Flix a Fortunato
12 Quarta. S. Joo de S. Facundo ; S. Onofre.
13 Quinta. S. Antonio padroeiro da provincia,
14 Sexta. S. Bazilio Magno b. dout. da igreja.
15 Sabbado; S. Vito m.; S. Lybia m-
16 Domingo. S. Joao Francisco Regis.
AUUlliNClA DOS TRIBUNaE DA CAPITAL,
Tribunal do commereio: segundase quintas.
Relaco: tercas, quintas a sabbados aa 10 hora.
Pazenda: tercas, quintas a sabbados as 10 hora.
Juizo do eommarcio : quartas ao mel dia:
Dito da orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Printeira Tara do civel: tercas a sextasao meie
dia.
Segunda Tara do eivsl quartas sabbados a 1
hora da tarde:
PARTE OFFICIaL.
ENCARBEGADOS DA SUBSCR1PCAO DO S^IV
Alagoas, o Sr. Claudino Falaio Dias; Baha,
Sr. Jas Martina Airas; Rio da Janeiro, Sr
Joao Pareira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietarlo do mamo Manoel Fignalroa d
Faria.na ana liTraria prega da Indapendanaia n
10 8a
GOVERNO DA PROVINCIA.
expediente do dia O de junho.
OQcioao Exra. presidente de Santa Catharioa
Dr. Ignacio da Cunha Galvo.Recebi o offlcio
que V. Exc. me dirigi em 27 de abril ultimo
communicando haver no dia 28 d'aquelle mez
tomado coula da administrago dessa provincia.
Aproveito a occasiao para assegurar V. Exc.
que cumprirei com prazer as suas ordena
obra obrigado a manter o transito a p durante os
Irabalhos da mesma construego. Remetleu-se
copia do oflicio da associago commercial ao di-
rector das obras publicas para ser considerado,
quando se liver de formular o contrato.
Dito ao juiz de direito interino da comarca do
Rio Formoso. Dando solugao consulta por
Vmc. feita em data de 27 de maio prximo flodo,
tenhoa dizer-lhe, que, estando o art. 111 da lei
de 19 de agosto de 1846 revogado pelo 19 do
art. 1 do decreto n. 842 de 19 de setembro de
1855, nao obsta a sua disposigo se intente e te-
nha seguimento qualquer pfocedimento judicial
ex-oficio ou requerimento de parte conlra as
prazer as suas ordens quer .
tendentes ao servigo publico, quer ao particular Junt" de qualificacao, mesas parochiaese collo-
- por vicios e defeitos -
de V. Exc.
Dito aa coronel com mandante das armas.
Passo as mos de V. S. por copia para seu co-
nhecimento o aviso da repartigo da guerra de
20 de maio ultimo declarando que na ordern do
da do quartel general n. 257 de 13 do mesmo
mez encootrar o coronel graduado commandante
do quarto batalho de artilharia resolvida du-
vida que suscitou acerca do abono de capote aos
recrutas dessa arma quando passam a promptos. j
Dito ao mesmo.Nesta data e por haverem ]
officiaes do corpo de polica disponiveis, dispen-
sei o capito, tenentes e alteres do exercito Ma-
noel da Cunfta Waoderley Lins, Manoel Gongal-
ves Rodrigues Franca, Flix Justiniano de Albu-
querque e Nelsou Jansen Muller, de fazerem par-
te dos conselhos de julgamento, para que ha-
viam sido nomeados, e a que vio ser submettidos
os soldados de mesmo corpo de polica Joaquim
de Birros Lima, Joao Perera da Silva, Antonio
Vicente Ferreira e Paulo Fraocisco de Araujo, o
que communico V. S. para seu conhecimenlo.
Dito ao provedor di Santa Casa de Misericor-
dia. Expela V. S. as suas ordens para ser rece-
ida e tratada no hospital de caridade a africana
livre Rachel, que ser reraeltida para aquello
estabeleeimento por parte do director do hospi-
tal militar. Commuuicou-se ai coronel com-
mandante das roas.
Dito ao chefe de polica. Pode ser nomesdo
inspector de quarteiro o guarda da quinta com-
panhia do segundo batalho de infamara deste
municipio, Joao Gongalves Rodrigues Franga, a
que se refere o ofBcio de V. S., n. 457, de 24 de
maio prximo (lodo, certo de que ao respectivo
commandante superior oicio nesta data para
maoda-lo dispensar do servigo logo que mostr
estar nomeado, e em quanto ocupar aquello car-
go.Officiou-se oestes termos ao supradito com-
mandante superior.
Dito ao commandinle do corpo de polica.
Expeca V. S. suas ordens para que na manhia
do dii 8 do corrente seja a presentada ao chefe
de polica urna escolta de 9 pracas do corpo sob
seu commando, afim de conduzr at o termo de
Seritihem tres criminosos de morte.Deu-se
sciencia ao referido chefe.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Com a inclusa copia do aviso circular da repar-
tigo da fustiga de 16 de maio ultimo transmiti
V. S. a demonstrago das quotas destinadas a
esta provincia para pagamento dos servicos da
mesma repartirlo no prximo futuro exercicio
de 1861 a 1862.
Dito ao mesmo.Communico i V. S. que em
cilicio do Io do correte participou-me o ins-
pector do arsenal de marinha ter nomeado inte-
rinamente a Miguel Paulo de Souza Raogel. es-
crevenledo patrao mor, para exercer interina-
mente o emprego de escrivo das officinas do
mesmo arsenal em subslituigo a Horacio de Gus-
mo Coelho, que apreseolou titulo de almoxari-
fc do hospital militar.Respondeu-se ao inspec-
tor do arsenal de marinha.
Dito ao mesmo.Communico a V. S. que em
oflicio de hontem participou-me o coronel com-
mandante das armas em o Io deste mez entrara
no exercicio de ajudanle interino da fortaleza do
Brum o tenente r-eformado do exercito Francisco
de Paula S Peixoto, que para esse lugar fora no-
meado pelo mesmo coronel.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que me reque-
sitou o director das obras militares em oQicio de
hontem, sob n. 48, recommendo a V. S. que
mande pagar a Jos Pereira do Alcntara do O'
a quanlia de 407J>500, a que lem direito, por ha-
ver feito 03 concertos de que precisava o lelhado
do quartel do 10 batalho de infantaria, os quaes
constam do contrato junto por copia,Commu-
nicou-seao director das obras militares.
Dito ao mesmo.Em vista dos recibos juntos,
que me foram remettiJos pelo director das obras
militares em officio de hontem, sob n. 47, mande
V. S. indemnisar aquella reparlico da quanlia
de7lj480 rs., em que importaram os concertos
mandados fazor com urgencia no quartel do 10
batalho de infantaria, fortaleza do Brum e hos-
pital militar.Communicou-se ao director das
obras publicas.
Dito ao mesmo.Pode V. S. mandar entregar
ao alteres Luiz Antonio Ferraz Jnior, ajudanle
do 9o batalho de infantaria. os cem mil ris por
elle pedidos para a compra de urna cavalgadura,
visto nao haver inconveniente nessa entrega, se-
gundo consta de sua informaco de 4 do crreme,
sob n. 449.Communicou-se ao commandante
daa armas.
Dito ao mesmo.Communico a V. S., para
seu conhecimento e direcgo, que, segundo par-
ticipou-me o coronel commandante das armas
em olTicio de hontem datado, sob n. 82, fora ap-
provada naquella data pelo director do hospital
militar a nomeago feita pelo respectivo almoxa-
rife de Manoel Pereira Camello Pessoa para o
lugar de ajudame de porteiro daquelle hospital.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Transmuto a V. S para Um conveniente, a in-
clusa conta documentada, que me foi remedida
pelo director geral interino da instrueco publica
com ofBcio de 4 do corrente, sob n, 184, relativa
s despezas feilas no collegio dos orphos durante
o mez de maio ultimo, da qual se v que exista
um saldo a favor do patrimonio na importancia
de 13t*19.Com municou-se ao director da
instrueco publica.
Dito ao mesmo.Autoriso a V. S., nos termos
de sua informaco do Ia do correte, sob u.218,
a mandar pagar a pessoa que para isso se mos-
trar autorizada, a quanlia de 669000, em que im-
porta o aluguel de'seis mezes vencidos no ulti-
mo de dezerabro do anno prximo passado, da
casa que servio de quartel ao destacamento da
Capung3, na razo de 11 g mensaes.(/jnimuoi-
cou-se ao Dr. chefe de polica.)
Dito ao mesmo.A Manoel Jos Mendes Bas-
tos, ou ao seu procurador nesta praca, Joaquim
Antunes da Silva, mande V. S. pagar, conforme
requisiiou o chefe de polica em oflicio de 4 do
corrente, sob o. 495, a quanlia de 270$, em que,
segundo a conta junta, importara as despezas
eitas no mez de abril ultimo com o sustento dos
presos pobres da cadeia de Garanhuns.Commu-
nicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito.ao mesmo.Em vista da -conta junta'
mande V. S. pagar a Francisco Ferreira Borges
a quanlia de 8239200, em queimporlam noventa
resmas de papel litographado, por elle fornecidas
para o expediente da secretaria da presidencia.
Dito associagao commercial benefteente.
Opportunamente ser tomado em considerago o
alvitre lembrado pela directo da associago com-
mercial beneficente em ofBcio de 4 deste mez, a
que respondo, de
na sua for-
votos em qualquer
gtos eleiloraes
roago, ou na apurago de
eleigo.
Dilo ao juiz municipal suppleote do termo de
Tacaratu'.Ao seu oflicio de 5 de maio prximo
Qodo, respondo, dizendo-lhe que pode Vmc. na
qualidade de juiz municipal e a bern do servigo
publico requisitar urna praca ao commandante do
corpo de guarnigo dessa villa, ou a qualquer
commandante de destacamento ahi existente, para
entrega de ofllcios s autoridades, fazendo-o vol-
tar seu quartel logo que esteja effectuada a
mesma entrega.
Dito ao 2o juiz de paz do 2o dislricto da fregue-
zia de Itamarac. Ao seu oflicio de 7 de maio
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel do eommando das armas
de Pernambueo, na cidade do
He cite, em 4 de j un lio de 1861
ORDEM DO DIA N. 105.
O coronel commandante das armas, faz publi-
co para conhecimento da guarnigo, que no dia
1 do corrente deixou o exercicio de ajudante da
fortaleza do Brum, o Sr. 2 tenente do 4 bata-
lho de artilharia a p Horacio Alves da Silva, o
qual no curto periodo em que eateve naquel-
les exercicio, sempre manifeslou ioteresse e
promptido no desempenho das fuocges inhe-
rentes ao seu emprego, pelo que lhe d os mere-
cidos louvores.
O mesmo coronel commandante das armas, pu-
blica que por oflicio da presidencia de hontem
datado, lhe foi communicado ter sido nomeado
por portara da mesma data o Sr. tenente refor-
mado do exercito Heorique Tiberio Capistrano
para recrutador da freguezia de Sao Pedro Mar-
tyr de Olinda e Curato da S; assim como que por
oflicio da mesma presidencia de 31 do mez ulti-
mo, foi-lhe communicado que por portara da
mesma data, fui exonerado a seu pedido, do car-
go de subdelegado de polica da freguezia de
Aguas Bellas, o Sr. tenente do 2S batalho de in-
fantaria Ambrosio Cardoso Pereira de Mello.
Finalmente determina que os senhores com-
ultimo, respondo, dizendo-lhe que estando reco- mandantes doscorpos passem a prompto lodosos
nhecidos pela cmara dos deputados, segundo ; recrutas que tiverem 3 mezes de praca, assim co-
Theodoro) oceupando-se do objecto em discusso
oirereceu emenda no sentido de nao serem appro
Tasas as declarares fritas pela presidencia da
provincia ao contrato Mamede, e um dos dignos
membros da commisso de orgamento declarou
queaguardava occasiao maiaopporluna para ton-
gamente discutir a materia. Nao tendo a assem-
bla approvado aquella emenda, eu esperava que
hoje se agitasse novamente a discusso. Entre-
tanto o silencio que observo me obriga usar da
palavra, expondo algumas consideraces.
Naquella sessao, Sr. presidente, foi dito que as
atlencoes feitas pela presidencia da provincia
eram tio favoraveis ao empreitelro e to preju-
diciaes aos cofres provinciaes que era de extre-
ma necessidade nao serem approvadas pela as-
sembla. Este juizo emittido pelo nobre depu-
tado, que nao est presente, e o facto de ter sido
a emenda regeitada por pequea maioria leva-
ram-me examinar quaes as condices do con-
Irato alteradas pela presidencia. Desse exime
porm resultou flcar eu convencido de que urna
unicaalterago lora feita,a que respeita pro-
rogaco do praso dentro do qual devia o emprei-
teiro concluir as obras das estradas do Norte e de
Nazareth.
Apreciando cada um dos do artigo era dis-
cusso, e confrontndolos com as declaragdes
feitas pela presidencia e com os artigos da con-
tracto a que estas se referem, demooslrarei que
houve apenas a alterago ja mencionada.
O 1." do artigo em discusso diz o seguiote :
O termo da estrada do norte comprehender a
ponte sobre o rio Bue pelo art. Io do contrato
foi estabelecido que.o termo da estrada seria en-
tre osengenhos Bu e Araripe de Baixono pon-
to ulteriormente designado pelo governo. Fi-
lando o presidente da provincia como termo o
lugar em que esses dous engenhos se extremara,
claro que nao fez alterado no contrato, limi-
tou-se executar urna de suas disposiges, exer-
cendo o direito que lhe fora concedido pelo con-
trato j approvado por esta assembla.
O Sr. Souza Res :Isso que eu contesto.
O Sr. Ignacio de Barros:A assembla nunca
approvou o contrato.
O Sr. Nascimeato Portella : Senhores, nao
posso ser suspeito quando francamente digo que
os esforgos queaqut Qzemos para nao ser appro-
vado o contrato foram inutais ; que eu, o nobre
deputado e os poucos com quem eslavamos uni-
dos fomos vencidos, e que a assembla, nao acei-
tando as nossas reflexdes, approvou o contrato,
votando fundos para as obras contratadas I
Desde que, Sr. presidente, a assembla, appro-
vando o contrato, pelo art. 1* deste deu ao pre-
sidente da provincia o direito de determinar o
ponto de terminago da estrada do norte contra-
tada pelo empreiteiro, sem que no mesmo con-
tracto se tenha estabelecido que essa designago
da presidencia dependa de approvaco da assem-
bla, emendo que nao permittid a assembla
alterar a designago feita pela presidencia e que
essa designago nao precisa de approvago da as-
sembla para ser cumprida. A alterago, pois,
que propoe a nobre commisso de orgamento,
da designago feita pela presidencia nao est no
caso de dever ser approvada, e alera disto, cla-
ro que a presidencia com essa designago nao al-
terou o contrato, mas deu apenas execugo um
dos artigos do mesmo contrato.
Um Sr. deputado :Mas de modo inconvenien-
te e contra os interesses da provincia.
Um oflicio do secretario da presidencia, remet-! O Sr. Nascimento Portells :Ainda quando o
tendo as informagoes presentadas pelo inspector nobre depulado demonstre a sua proposigo, o
da thesouraria, acerca da arrematago do impos- que at agora ainda nao fez, nao seria isto bas-
to de dous mil e quiohentos ris, por cabega de laute para negar-se o direito da presidencia da
commandante das armas. &3lio vaceum consumido na comarca da Boa-Vis- provincia, a apenas estabeleceria que o contracto
consta de aviso do ministerio do imperio de 15
daquelle mez, os eleitores do 2" dislricto eleito-
ral desta provincia, em rujo numero eslava com-!
prehendidos os dessa freguezia, curopre que Vmc.
convoque os novos eleitores reconhecidos pelo
poder competente, afim de que no dia 14 de ju-
no prximo viudouro.que para isso designo, te-
nha lugar a reunio da junta de qualificago dessa
freguezia, de couf0rmidade com o disposto no '
artigo 4 e seguint s da lei de 19 de agosto de
1819, e mais legislago em vigor.
Dito ao director de repartigo das obras publi-
ca?.Respondendo os seus oflicios de 21 de mar-
co e 16 de maio deste anno, sob nmeros 74 e
127, tenho dier que mande Vmc. por em has-
ta publica a barcaga pertencente essa reparti-
go, servindo de base essa arrematago a quan-
lia de SOOftOOO offerecida pelo engenheuo Heori-
que Augusto Millet.Communicou-se a thesou-
raria provincial.
Portara.A' vista do que representou o audi-
tor do conselho de julgamento que vai ser sub-
metlido o soldado da terceira compaohia do cor-
po de polica, Paulo Francisco de Araujo, nomeio
os lenles Francisco Borges Leal e quartel-mes-
tre Manoel Fernandes de Albuquerque, para ser-
virem de vogaes no referido conselho, em subs-
tituigo do capito e tenente do exercito Manoel
da Cunha Waoderley Lins e Flix Justiniano de
Albuquerque.
Dila.Atlendeudo ao que representou o audi-
tor do conselho de julgamento a que vai ser sub-
metlido o soldado da quarta companhia do corpo
de polica, Joaquim de Barros Lima, nomeio o
cirurgio Jos Joaquim de Souza, alteres Leode-
gario Liberato Pereira Caldas, para servirem de
vogaes no mesmo conselho, em substituigo dos
lente e alteres do exercito Manoel Gongalves
Rodrigues Franga e Nelson Jausen Muller, que fl-
caro delle dispensados.Fizeram-se as necessa-
ria3 communicaces.
mo os voluntarios que tiverem o servigo da guar-
nigo, visto a defliciencia de pragas para o mes-
mo.
Assigoado. Jos Antonio da Fonseea Galvo.
Conforme.ntonto Enea Gustavo Galvo,
alferes ajudante de ordens interino do com-
mando.
8
ORDEM DO DIA N. 106.
O coronel commandante das armas faz publico
para conhecimento da guarnigo e fns conve-
nientes, que approvou o eogajamento que em da-
ta de hontem contrahio o soldado da 3a compa-
nhia do 10 batalho de infantaria Jos Miguel da
Costa para servir mais 6 annos, mediante as van-
lagens marcadas no regulamenlo annexo ao de-
creto do Io de maio de 1858.
Asslgnado.Jos Antonio da Fonseea Galvo.
Conforme. Antonio Eneas Gustavo Galvo,
Alferes ajudante de ordens interino do com-
mando.
PERNAMBUCO.
era favor dos cofres da provincia as somraas de-
positada na thesouraria e pagar urna mulla de
cinco dez contos de ris. Assim para mimj
evidente que nao pode ser applicada ao emprei-
teiro a pena consignada nos arts. 31 o 32 da cita-
da lei, visto ter o contrato consagrado pena di-
versa- Nem se diga que pena da lei se deve
addicionar a do contrato, por quanto permiltindo
a oltima parte da condiegao 18 do contrato que
na hypothese de nao serem concluid*s as obras
se faga novo contrato, manifest que jamis po-
deria ter a pena consigoada naquelles artizos da
lei.
Quaes o, pois, senhor prestdonte, as alten-
cos olTensivas dos legtimos interesses dos co-
fres provinciaes? Quaes sao os favores conce-
didos ao empreiteiro?.... Os nobres deputados
canamente nao atteodero para outras disposi-
ges conlidas as declarages da presidencia.
Era urna resolve a presidencia contra o emprei-
teiro a questo suscitada pela repartigo das obras
publicas, sujeitando-o somonte receber paga-
nento dos tangos concluidos a recebidos quando
ligados uos aos outros, e nao separados como elle
pretenda. Em outra atiende urna lacuna do
contrato respeito da conservaco das obras re-
cebidas e sujeita o empreiteiro conserva-las sob
pena de incorrer na disposigao do art. 35 da lei
que me tenho referido.
Do que tenho dito, senhor presidente, creio
que remita que a nica alterado feita pela presi-
dencia e favoravel ao empreiteiro foi a da proro-
K3Co do prazo do contrato por mais dous annos.
Esta alterago, porm, se favoravel ao emprei-
teiro nao deixa tambem de aproveilar aos cofres
provinciaes, que nao lero de fazer o pagamento
total das obras contratadas dentro de um prazo
to curto como o que faltava para a concluso do
contrato.
Tenho, pois, dito quanto julga bastante para
que a assembla nao approve as modicaces
propostas pela commisso s declarages da pre-
sidencia, e para que se conhega que estas esto
no caso de ser approvadas.
I
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
SESSAO EM 8 DE JUNHO DE 1861.
Presidencia do Sr. baro zfe Vera Cruz.
Continuada por Joaquim Pires Machado Por-
tella.
Ao meio dia feita a chamada, verifica-se haver
numero legal de Srs. deputados.
Abre-se a sessao.
L-se e approva-se a acta da antecedente.
O Sr. Io Secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Expediente do secretario.
Do dia 6 de junho dt 1861.
Oflicio ao coronel
O Exm. Sr. r.residentda provincia manda com- ta-~~A quem fez a requisico.
municar V. $. que o director do arsenal de ..A''Ja e approvada a redaeco
guerra acha-se autorisado a recolher naquella
reparligao a guarita desnecessaria ao servigo do
nono batalho de infantaria, e de que trata o pe-
dido annexo ao oflicio de V. S. de hontem, sob
numero 822.
do piojeclo n.
justifica e offerece o seguinte
provincial de Per-
Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da
proviocia manda communicar V. S. que a re-
messa dos exeraplares das ordens do dia da se-
cretaria de estado dos negocios da guerra, que
allude V. s. era seu oflicio numero 810, de 3 do
corrente, foi feita directamente a esse comman-
do, e nao existe na secretaria da presidencia
exemplares disponiveis, com os quaes possa ser
preenchido o numero da que foi publicada em 22
de maio ultimo, sob numero 260.
Dito ao Dr. chefe de polica. Sua Exc, o Sr.
presidente da provincia, ficando inteirado de ha-
ver V. S. demitlido a Joao Pires Ferreira do em-
prego de guarda, da casa de detengo, assim o
manda declarar V. S, em resposla ao seu oflicio
de 4 do corrente, sob numero 493. Communi-
cou-se
48 deste anno.
O Sr. Lucena
projecto:
A assembla legislativa
nambuco decreta:
Artigo nico.No caso de Antonio Luiz dos
Santos deixar de contratar a empreza de navega-
gao vapor nos ros Capibaribe e Beberibe, nos
foi mal felto, foi omisso em nao ter prescripto
qne a designago incumbida presidencia ficaria
dependente da approvago da assembla.
No 2* propoe a commisso o seguinte :
O deposito de que trata a coudigo decima
quarta do contrato ser de valor duplo do que
ahi determinado.
Desde que, Sr. presidente, acha-se designado
no contrato que o empreiteiro deixando em de-
posito na thesouraria a quaotia de 5008 por cada
termos do previlegio, que.lhe foi exclusivamente \.~n a-
concedido, flea o presidente da provincia autori- 3^5?0^s qV,e eotre8"r. approvado o
sado contrata-la'com Scolt Wilson & C con- ^l "fn.elle executad0- tnao, Pode a
cedeodo-lhe mais dez annos n d,h.im. J Mea delerminarqua essa_quantia deposi-
mais dez annos no previlegio, que
obteve, o da mesma forma autorisado a contra-
tar com o mesmo Antonio Luiz dos Santos a em-
preza concedida Scott Wilson & C, caso tam-
bem este deixe de contrata-la, fazendo-se-lhe
igual concesso dos dez annos de prorogago do
previlegio, revogadas as disposicSes em contra-
rio.
tar seja elevada ao duplo; nao tem direito de
faze-lo. Bem ou mal, legaou illegal, o contra-
to foi feito, approvado e tem sido executado. Exi-
gir hoje que o empreiteiro eleve ao duplo a quan-
lia de deposito que se obrigou e em que coo-
vieram ambas as partes contratantes, seria nao
s a assembla exceder de suas allribuiges como
praticar um acto injusto, mormenle attendendo-
se que nao tem sido os cofres provinciaes muito
Pago d'asssembla provincial de Pernambu-
eo, 8 de junho de 1861.Henriaue Pereira de Lu- ,
cena.-Francisco Jos Martin. Vna Jnior E&EL&SSZ2 mp!!leiro e ula esl?.8e"
ORDEM DO DIA.
thesouraria provincial.
Dito ao primeiro secretario da assembla legis- :
lativa provincial. Sua Exc, o Sr presidente'. Entram em ultima discusso as emendas hon-
da provincia, manda transmillir por tpia V. tem. PProf" terceira discusso e com o
S. para ser presente assembla legislativa pro- Projec, n- de8te ai>-
vincial, as informages ministradas pelo inspector vozes : Votos, votos.
da thesouraria, e solicitadas em oflicio de 29 de *-0Cerra,Ja discusso sao approvadas as emen-
maio prximo findo, sob numero 33, que tica as-, d" e Pr0Ject0 definitivamente adoptado,
sim respondido. Entra em terceira discusso o projecto o. 52,
Dito ao mesmo.- Exm. Sr. presidente da desl? aD.0' 1ual lrata da "'0" d gymnasio
provincia manda remetter V. S. para ser pre-; Pro.vlDC,al e,c-,
sent assembla legislativa provincial, as infor- Eo,ram igualmente em discusso com o pro-
maces exigidas por V. S. em seu offlcio de 22
de maio ultimo, sob numero 30.
consigoar-se no contrato que
se vai celebrar para a construeco da nova ponte director geral da ist'rucgio "publica"
do Recita a clausula de ser o arrematante dessa
Despachos do dia 6 de junho.
Requer intentos.
Angelo Baptista do Nascimento e Manoel Pe-
reira Lemos. Deferido de conformidade com o
parecer fiscal, escripto margem.
Amerlco Vespuclo deSaldanba Accurvia.DS
passagem de proa.
Basiliano Magalhes de Castro.Passe portara
concedendo um mez de licenga com vencimentos.
Major Bernardo Luiz Ferreira Cesar Loureiro.
Selle e volte.
Cosme Flix Correia de Mello.A' vista das in-
formages nao tem lugar.
Francisco Pacifico do Amaral. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Antonio Ferreira Vinhas.Dirija-se the-
souraria provincial.
Joo Chrysostomo de Oliveira Pellagio.Sella-
do, volte.
Joo Jos Gongalves.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Jos Baptista Braga.Aprsente o supplicanle
opportunamente ao eonselho administrativo a sua
proposta para ser atiendido com as formalidades
legaes e conforme as necessidades do servigo pu-
blico.
Jos do Nascimento e Albuquerque;Indefe-
rido vista da informago.
Luiz Antonio Ferraz Janior. Dirija-se the-
souraria de fazenda.
Luiz Paulino de Holtanda Valenga. Selle e
volte.
Luiz Leopoldo de Guimares Peixoto.Selle a
volte.
Manoel da Souza Tavares. Volte ao Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Manoel Bezarra Cavalcanti de Albuquerque.
Habilite-se o supplicanle para a arrematago a
que allude e que ter lugar no dia 13 do cor-
rente.
Mara Albertina Soares Lopes. Informe oSr.
jeclo as emendas offerecidas pela commisso es-
pecial Horneada para rever o projecto de orga-
mento. _,
Sao lidasapoiadas e enlram tambem em dis-
cusso as seguales emendas :
Supprma-se no 3o do artigo 2o do substitu-
tivo, a expesso e os escravos.Penas Jnior.
Art. 12. Fica o presidente da provincia auto-
risado a reformar o regulamento do gymnasio na
conformidade das alterages conlidas nesta lei.
Machado Portella.
Depois das palavras e de dous deseohistas di-
ga-se quando por qualquer eventualidade venham
a vagar tudo maii como se segu.S. R.Giti-
rana.
Ao art. 4 depois das palavras e equilacao ac-
crescente-se a cadeira de msica.Luiz Filippe,
ria bastante sensivel ter de licar com capitaes
empatados quando delles talvez mais precise
para a continuago e concluso das obras.
No 3 do artigo propoe a commisso que o
pagamento ao empreiteiro aeja feito em moeda
legal do paiz e dous tergos em apolices.
Assim a commisso aceitando a declarago fei-
ta pela presidencia de dever ser o pagamento
feito em moeda legal, propoe urna modificago
que nao pode ser approvada pela assembla. Nao
tendo o contrato estabelecido que o empreiteiro
seria pago em apolices, nao tem hoje a assem-
bla o direito de obriga-lo receber em apolices
dous tercos do pagamento que a thesouraria li-
ver de fazer-lhe.
A adopcao pois da proposta desta parte do
seria contraria aos principios reguladores dos
contratos da natureza daquelle de que nos oceu-
pamos. Nem se diga, Sr. presidente, que o fac-
to de se ter allegado oulr'ora na discusso aqui
havidaqueo empreiteiro seria pago em apolices
por orca da lei, em que o presidente devia ter-
se fundado para celebrar o contrato, bastaute
para que hoje adoptemos a proposta da commis-
so : ser concludente semelhante argumenta-
cao exiga a lgica que a commisso propozesse
que todo o pagamento fosse feito em apolices.
Eutendo pois, Sr. presidente, que nao poden-
do a assembla approvar semelhante alterago,
Souza Beis. Fenolon, Theodorc, da Silv,^ Dr .Pe-1 e 8endo cerlo ,- 0 empreiteiro lem espontanea:
Barros. Symphronio. mente recebid parte dos pagamentos
de
reir de Brito, Ignacio
Coutinho Cintja.
Sao ollerecidas, mas nao sao apoiadas as se-
guimos emendas:
Supprima-ae a emenda da commisso ao art- 4
do projecto n. 52.Machado Portella.
Ao 4 dos additivos, accrescente-se ao 1,
sendo paga pelo thesoureiro a porcentagem dos
empregados da thesouraria provincial.S. R.
J. Mello Reg.
Ao 2 do art. 2o dos additivosdiga-se a fis-
calisaco diaria da distribuigo das races conti-
nuas a cargo do medico e do administrador, so-
bre a inspecgo do chefe de polica.Penna J-
nior, Gitiraoa.
Se vagar no gymnasio algum lugar, que possa
ser exercido para algum dos professorea de la-
tim, existentes em diversas comarcas, ser o lu-
gar prehenchido por algum delles.S. R.Oli-
veira Andrade.
(Continuar-ie-na.)
em apoli-
ces, devemos deixaPque a'presidencia de accordo
com o empreiteiro continu determinar que os
pagamentos sejam feitos parle em apolices e par-
te em moeda legal.
E' isto tanto mais razoavel quanto certo que
a declarago que fez a presidencia nao- cou-
traria ao disposto no contrato, podendo-se por
islo apenas dizer que tal declarago intil, nao
era necessaria por estas consagrada no mesmo
contrato.
Aa demais partes do contem-se as feilas pe-
la presidencia em setembro de 1860. A com-
misso porm entendeu nao dever propdr a ap-
provago da declarago feita pela presidencia de
que o empreiteiro nao est sujeito s regras di
encampago prescripta pela le provincial n. 286.
Era seu oflicio de declarages ao contrato de-
termina a presidencia que o empreiteiro nao est
sujeito s disposiges dos artigos 31 e 32 dessa lei.
Esses artigos disp'em que nao coocluidas as obras
arrematadas dentro do prazo convencionado, tem
o governo o direito defaze-las concluir por ad-
ministrago, mas por coma do arrematante.
Entretanto, senhor presidente, a hypothese de
nao concluir Mamede as obras que se obrigou
dentro do prazo estipulado acha-se prevista ex-
Dscupso do Sr. Nascimento Portella.
na sessao de 34 do passado.
O Sr. Nascimento Portella:#r. presidente,
em urna das sessoea passadas o nobre deputado j preaumente na condicio 18 do contrato, o qual
que agora Dio est presente frefere-se ao Sr. 1 determina que m tal hypothese perder Mamede
REVISTA DIARIA-
Achamo-nos em pleno invern.
O mez que corre, ha sido abundante d'aguas,
pois era lodos os seus dias nao tem cessado de
cahir chuva mais ou menos forte.
O Exm. Sr. presidente da provincia d au-
diencia, em todos os dias uteis, do meio dia s
duas e meia horas da tarde.
Fra dessas horas, smente recebe aos cheles
das repartiges servigo publico, recebeodo po-
rm as quintas-feiras e domingos noite todas
as pessoas que o procurarem.
Na ponte da Boa-Vista ha urna escavago
profunda em seu leito, a qual importa que seja
reparada sem detenga, para o fin de evitar-se
algum sinistro.
Sexta-feira ultima comegou a defeza das
theses apresentadas a cougregago da nossa fa-
culdade de direito pelo Sr. hachare! Antonio de
Vasconcellos Menezes de Drummond, afim de ob-
ter o grao de doutor.
Sao arguentes os Srs. Drs. Aguiar, Loureiro,
Aprlgio Guimares, Tarquiio, Baptista, Figuei-
redo e Braz.
Foi demitlido o guarda da casa de detengo
Joo Pires Ferreira.
Foi nomeado Manoel Pereira Camello Pes-
soa para o lugar de ajudante do porteiro do hos-
pital militar.
No Io do corrente mez entrou em exercicio
das funeges do lugar de ajudanle da fortaleza
do Brum, para que foi nomeado interinamente, o
tenente Francisco de Paula S Peixoto.
Acha-se nomeado interinamente para exer-
cer o emprego de escrivo das officinas do arse-
nal de marinha o Sr. Miguel Paulo de Souza Rao-
gel, escrevente do patrio-mor.
Foi nomeado secretario e ajudante de or-
dens interino do Sr. commandaate da estago
naval desta provincia, o Sr. 1" tenente Joo Gon-
galves Duarle, offlcial da crvela a vapor Pe-
dro II.
Espera-se a todo o instante, sgundo no-lo
informara, o vapor Ipiranga, um dos mais boni-
tos de guerra de nossa esquadra. Vera fazer par-
te da estago desta provincia, e render a corveta
a vapor Pedro II.
- A corveta Berenice, que, com os guardas
marinhas que escaparam do naufragio da infeliz
corveta D. Isabel, sahira do Bio de Janeiro em
16 do mez prximo passado em viagem de ins-
trueco, tambem esperada neste porlo por es-
tes dias.
De Pao d'Alho romettem-nos o seguinte em
data de 5 do correte :
Sr. redactor da Revista Diaria.E' por
sobremaneira censuravel a indifferenga da repar-
tigo das obras publicas para com a estrada de
Pao d'Alho, porquanto tendo sido destruida ha
mais de dous annos urna bomba que existia na-
quella estrada sobre o riacho Bico-peba por urna
cheia, ainda a dita repartigo nao se digoou tra-
tar de sua reconstruego, sendo como por to-
dos sabido diflkil o desvio da estrada naquelle
lugar, na estago do invern, por causa da m
qualidade do terreno, que sendo de um barro
branco muito goramoso, logo que est submerso
das aguas do riacho ou-das chuvas, toroa-se um
seguido atoleiro, desde que se desee da estrada
at que se torna a subir a mesma do outro lado.
Quando o riacho Bico-peba enche nao dar
vo, nao ha possibilidade de. o atravessar pela
orca da corrente ; depois que baixam as aguas
sao os taes atoleiros, que diflicultam, e tornam
perigosa a passagem.
Se ao menos os psssadigos que no lugar da
dita Bomba tem sido feitos, o tivessem sido com
roadeiras do qualidade e de dimenses apropria-
das e por individuos que o soubessera fazer, nao
estara talvez o publico privado de urna boa pas-
sagem ; porem-o que se tem feito com finos cal-
Broa de pessimas qualidados, e mais pessima-
mente construidos, em pouco lempo desappare-
cem porque nao resistem acgo do tempo e do
transito.
< J que fallamos nesta encantada bomba, nao
deixaremos de pedir tambem ao governo alguma
providencia, que remedeie o pessimo estado em
que se acbam as barreiras do rio Capibaribe no
lugar de S. Soo, onde a passagem ; quaesquer
reparos as tornara de mais fcil accesso.
Pedimos tambem a quem competir que lan-
ce as suas vistas para urna velha, podre e mal
amarrada jangada que se affugenla naquelle'lu-
gar paasar gente, animaes, e as cargas dos mea-
mos, que noofferecendo segurangaalguma*an-
tes perigo, nossa passagem paga-se com exhor-
bitancia.
Na nossa humilde opioio, (j que a tisiaa
des cafres provinciaes tal que prometi dura-
gao ] o governo devoria mandar fszer em S. Joo
urna ponte provisoria de madeira, de pequeas
dimenses, at que a cura dos ditos cofres per-
mittam fazer a definitiva em mais larga escalla,
Outro tanto diremos de urna outra que tambem
dever mandar fazer oo lugar do Tayba na villa
de Pao d'Alho para que esta villa nao seja algu-
mas vezea privada da feira de dia de sabbado,
quando se do as grandes endientes do rio, como"
aconieceu no dia 25 do mez de maio p. p., e
tea acontecido per muitas veres. Talvez que
haja quem dolas se encarregue, cobrando por
certo numero de anuos os pedagios respectivos.
Com estas pontes provisorias feitas, e re-
construidas as bombas do Bico-peba, e a ponte-
zmhi do Chico Lins flcar continuando sem obs-
tculo algum o transito da capital at quasi a
povoagao de Tracunhem. onde se acham em
construeco os ltimos langos da estrada pela em-
preza Mamede.
a Se achar conveniente a insercao destas tos-
cas reflexoes o faca que muito obngar a um dos
seus
" Assianantes.
Damos a leitura do publico a iraducco,
que vai em seguida, e que nos foi enderecada
pelo f>r. Duprat por meto da carta que a prece-
de, e em que faz a applicago da materia della
ao nosso estado :
Sr. Redactor.Contando sobre a compla-
cencia acostumada de Vmc, venho rogar-lhe o
favor de mandar estampar no seu mu conceitua-
do jornal a Iraducco que achara inclusa, e que
tem por objeeto levar ao conhecimento do pu-
blico e mesmo do illustrado governo de S. M. I.
urna deciso do ministro da marinha franceza,
abnndo oiio penses coloniaes no Instituto Agr-
cola de Grigoon.
Esta Iraducco contera particularidades mui
nleressanles, mostrando que as colonias fran-
cezas hara em 1847 grande demasa de douto-
res era leis ou em medicina, como ha hoje neste
imperio, e alm disto aprsenla urna completa
descripeo da organisaco e ensino do Instituto
de Grigoon, que ser lida com o devido ioteres-
se por todos os que esperara que o actual mi-
nistro de agricultura, commereio e obras pu-
blicas, lomar na devida considerago a funda-
cao d'escolas normaes de agricultura pratica, re-
commeoda-la sollicitude das cmaras no dis-
curso da corda, por occasiao da respectiva aber-
tura, no dia 3 de maio corrente.
Lembrando mu respeitosamente a S. Exc.
o Sr. ministro d'agricultura a que se digne apre-
sentar as cmaras actualmente reunidas o pro-
jecto de fundaco das ditas escolas, contamos
com o patriotismo e illustrago dos represen-
tantes da naco para a promptificago da lei que
autorise a fundaco das ditas escolas ; e a nao
ser possivel funda-las todas no mesmo anno, in-
dicaremos que se comece por esta provincia de
Pernambueo; oode installada urna vez essa ios-
lituico, poder-se-ha melhor apreciar que modi-
cagdes a pratica mostr dever fazer-se para a
fundago perfeita das outras.
Se o nosso pouco prestimo pode ser de algu-
ma utilidade S. Exc. o Sr. ministro, para a fun-
dago da escola de Pernambueo, de bom grado
o pomos sua disposigao.
Se Vmc. achar esta traduego estensa por de-
mais, para publica-la de urna s vez, poder fa-
ze-lo de duas.
No entretanto, son como sempre, muito at-
iento venerador e amigo obrigado
F. M. Duprat.
a Pernambueo 20 de maio de 1861.
Fundaco de oitopensoes coloniaes no Instituto
Agricola de Grignon.
L-se na parte official dos Anotes Martimos
e Coloniaes de 1847, pagina 78, e no Mouitor de
17 de fevereiro do mesmo anno :
S. Exc. o Sr. ministro da marinha e das
colonias acaba de ordenar a instituigo de oito
penses por conta da sua repartigo, no Instituto
Real Agricola de Grigoon, em favor de jovens
creoulosde nossas colonias de cultura; o que
d duas peose3 para cada urna das colonias da
Martinica, Guadeloupe, Guyana Franceza e
Bourbon.
a A importancia e sobretodo a opporlunidado
desta fundago nao precisara ser demonstradas
s familias que se acham em posigo de reclamar
este beneficio para seus Albos.
As condiges de idade, de estudos prepara-
torios, etc., exigidos pelo programma de Grignon
devero ser satisfeitos pelos candidatos estas
penses especiaes ; emquanto porm aos pedidos
devero ser remetlidos ao ministerio da marinha
por intermedio do goveroador de cada colonia,
mesmo no caso das familias residirem na Eu-
ropa.
Esta deciso do ministro da marinha, e a
fundaco de penses, que acaba de estabelecer.
prendem-se da manera a mais opporluna
questo da transformago do trabalho colonial.
Nao se pode com effeito estudar essa queslo-
sem que o espirito pare sobre a natureza da ins-
truego superior que al ento recebero os jo-
veos creoulos. Todo o mundo sabe que as co-
lonias urna preciso para as familias, nao so-
monte as ricas, mas muitas vezes as de posico
de lodo mediocre, mandar seus filhos fazer. "ou
pelo menos acabar seus estudos em Franga.
Ainda concedendo este senlimento louvavei e
elevado o elogio que (em direito, nao se poda
deixar de reconhecer que se exerce a maior par-
te do lempo, da manera a mais cga. Fra al-
guna raros esiu Jantes que se apresentam as
escolas navaes de S. Cyr, e alguna, mais raros
ainda, que recebe a escola polytechnica, todos os
jovens creoulos que veem procurar a iostruego
superior na raetropole repartem-se entre o di-
reito e a medicina. Para elles, como para sua3
familias, nao existem outras carreas civis alm
das que podem abrir-se pelos diplomas de licen-
ciado ou de doutor.
Quando se conhece o numero dos candidatos
estes dous diplomas, que matriculam-se era,
oossas escolas, perguota-se como as colonias po-
dem fornecer bastantes processos para indemni-
sar tantos jurisconsultos e bastantes doenles para
sustentar tantos mdicos. Tambem os deman-
distas eos doenles nao carregam com toda a car-
ga. Eis o que acontece:
Sobre 5 jovens craoulos queregressam ao sei
de suas familias com diplomas, ha pelo menos 3
que depois de ter estreado no foro ou na clnica,
depois de ter passado seis mezes ou um anno na
estreita e aborrecida esphera da cidade, entre-
gam-se a saudade ds vida commoda e fcil do
engenho. As visitas que ahi vo fazer a suas fa-
milias, multiplicam-se cada vez mais. Logo el-
las proloogam-se bastante para que elles acom-
panbem seus paes a casa do engenho e aos cana-
viaes. Emfim seduzidos insensivelmente pelos
attratvos que aprsenla sempre urna grande ex-
ploraco agricola, eis como sem suspeitarem os
advogados e os mdicos da cidade acham-sa
transformados em plantadores.
c Esta a historia dos tres quintos dos eslu-
dantes creoulos que matriculam-se em nossas
escolas. Porm o que mais grave, que esta
historia a da economa rural as colonias. Ella
moslra como paizes que tem produzido mdicos
distinctos, magistrados e Jurisconsultos eminen-
tes, anda nao fornecersm, apezar de sua espe
ciilidde de paiz agricola um so ayronomo ver-
daderamente digno deste ame. Com effeito o
jovem cuja educaco metropolitana e carreira li-
beral tinham al ahi dado urna certa influencia
a sua familia, converte-se de repente em disc-
pulo do pae e sujeita-se a todas as conseqUencias
desta posico. Ora, este pae eovelhecido na
pratica agricola, a qual muitas vezes deTem p-
timos resultados, nao mais de idade para passar
por modificages, torna-se em geral inimigo ab-
soluto da theoria. Para elle ha fados e nao ra-
ciocinios; bom plantador aquello que fax muito-
assucar ou caf e mo aquelle que faz pouco.
NSo lhe pergunteis se este muito poderla ser
produzido com menos emprego de torgas produc-
tivas, se com o auxilio de taes combioaedes o ba-


-----


n*

ftlARlO DI rBRIAmWO. SEGUNDA FEIRA. i o 01 JUNBO M 1M1.
lanjo da cotila de explouijaoloao poderiitorasr-se
auMe-ventajoso. Meaos deeculpavel do que os
coitos camponezet por ser mais instruido do
que elles, elle responder como estes era seme-
Jaante caso que iito alo Ideas. Esta maneira de
ver, que recebeu deaeu pae, o colono a trans-
mita a este Clho que per Qm sssocia a si e nao
e pasta ram dous anoos que o jovemdos estudos
liberaos, que nao mais sustentado por elies na
nova fia que inopidamente abrio-se pare elle, se
nloeonverta pela ana vez era adversario apaixo-
iiado de tu lo o que tem parengas com a Iheoria.
Eis a causa da explorago colonial se echar
ajada ao ponto em que eslava no lempo do padre
JLabat, eis o motivo porque foi preciso que ia-
daatriaes metropolitanos osaem provar, a sua
cuta, as colonias que nana anda para elles
alguma cousa a fazer na fabricago do assucar,
do oi preciso estudar pelo lado pratico as ques-
loes de organisagao que ae ligam a execugo da
legielaro de julho, leve de incumbir desta ttfrefa
a um metropolitano que podia ter conhecimen-
tes muito extensos em agronoma, mas que acha-
va-se na lameniavel posigo de nao ter idea al-
gnma do meio social sobre que linham de assen-
larsuas combinares:
a Quando considera-se a situado das cousas
jue acabamos de indicar, pergunla-se qual seria
boje o estado da agricultura e da iodustria oes
colonias eque recursos o pessual dut plantadores
poderia offerecer as vistas de organisagao do go-
verno, te os (res jovens sobre cinco, que pre-
senciamos abandonar o foro ou a medicina pela
explorarlo rural, se consagrassem ao estudo pro-
featjonal da agricultura jmente a melado dos
abos que perderam em adquirir meios conhe-
ci melos que toruaro aasim inuteis para elles ?
Da camarca da Maiori-lade, provincia do Rio
Grande do Norte, (oi-nos enviada a carta joco-
seria, satyrica, produzida por veia potica do fur-
riel Peticaba; que ora ollerecemos aos leitores
por distrajo:
CARTA DO FURRIEL PETICABA. AO SAR-
GENTO CATINGA.
I
Cbr a mitn torno de novo,
A rasgar raeus comprimentos,
Kenunciei osassentos
Da tribuna do paiz,
Porque cao teoho matiz.
II
NSo perteDco aos seus praieiros,
Porque sao visiouarios,
Nao rso nos breviarios
Do novo conservador.
Nao quiz, nao fui eleitor.
III
Republicano, nao quero,
Deus me livre___que illuso I
Fa rotear a nago,
Misturar com liberdade
Alta e baixa quahdade 11
IV
No sirneutral pretendo
Conservar-me calladinho,
Teoho mui alto meu ninbo,
Querer descer loucura,
E' crer que sebo gordura.
V
By the grace of Godsou
; Appellidadn Petrarca,
E poseo nesta comarca,
Qual o mgico Apollonio,
Fazer cousas do demonio.
VI
Fort biencomegarei
A lhedarune nouvelle,
Daquellas queCampaeelle
Na sua vida saudosa
Dar ao collega Spinosa.
VII
Comoiodosem tropeco
Nao lenho desaffeijoes,
Encho e vaso mcus pulmoes,
Mrdo e spro docemenle,
Teoho vida independenle.
VIH
A enferma Imiieratriz
Padece de rheumatismo
Tanto assim qu'u telicissimo
Curandeiro Iliterato
Acooselhou-lhe o suITato.
IX
O serto tltrshe os homens
rica a cilla 11 vasia,
Alm de triste o sombra
Lama, niotuc e Dolor
Actiram seu dissabor I
X
i O consummo da cachaba
Porl'alegre recommenda,
Cada porta sua venda,
Cada venda umcafuaes
Contra a's leis policiaes 1
XI
Mourisco divn procura
Perturbar sua impulsa.
Os juizes do gibao,
A le meliida a vaqueira.
Oh I que bella pipineira I
XII
Surely, eu nao sou pceo,
Excedo muitc a Daguerre,
Par Dieu que sur la ierre
Nao ha piutor mais Del,
Nem tao sublime pincel t *
XIII
Very wellmuita chuva
Temos tido felizmente
Mas a fome impertinente
Por falta de conducho
Nao quer deixar o serlo.
XIV
Vedeamos Pao dos Ferros,
Onde o povo sabicho.
Onde se faz eleigo
Com soco, pedra e ccele,
Marimbo e minuete... ..
XV
Tudo all vai socegado,
Apagaram-s'os fogoes ;
J nao sulejam funecoes,
Finisos ressentimentos,
Pela lula dos assenlos.
XVI
Tornemos a vacca fra.
Tome um naco volumoso.
Nao s'esquega do guloso.
Que Magendie conheceu,
Que de fome 'e comeu.
XVII
Do Apodi quero dar-lhe
Noticia muito fresquinha,
Embora diga a Chiquioha,
Que oeste bello torro
Domine a^ierseguigo.
XVIII
Muito peixe miudioho,
Feijo, milho, melancia,
Diarrha, hydropesia,
Catharro, febre, vareja,
Muito morcego na igreia.
XIX
All iawelsargento
Menos tantas malquereogas,
Tem hsvido desavengas,
Citacoes, queixas, denuncias,
Jubileos, prisoes. pronuncias.
XX
A vingangu vai mordeodo
Com denles de probidade,
E assim a liberdade
Est sugeita ao condado,
De qualquer apaixooado I
XXI
Quem diz qu'a secca foi m, -
Diz parvoice completa,
Porque a grande dieta
Qu'este poo exp'rimentou, v
Muitas doengss eurou I
XXII
A oossa salubridade
Vai tem grave alleracSo,
A fatal iodigeslo,
Qu'esta gente consummio,
Ha muito se despedio.
XXIII
Noaso povo empanturrado
Deixou de ser indolente.
Vejo gente transparente.
Azul ferrete, amarella,
Sem soffrer erysipella.
XXIV
Gente da fome ensuad,
Com metiendo desatinos; ....
Esta lua de intestinos
Cber amicharo sargento
Seopre prorem do sustento.
XXV
Nao vai mal ; a iovernadt
Muita gente dispertou
Todo energa cobreu
O foco vae trabalhaodo.
Os forlstas manducando
XXVI
Emfim, quero terminar
Esta eartioha massaole.
( Oh I que noticia galante 1 )
Cher ami, o&oaeja foba
Quelra bem ao
Pelicba.
O vapor de reboque da Compaohia Vigi-
lante, sabio antes de h'ontem 8 do correle, aflm
de prestar aoccorro o trazer reboque um navio
americano, que se acha eocalhado nos arrecifes
da barra de Catuana, em aossa costa do norte.
O navio urna galera de 1,300 toneladas, e desti-
nava-se para Madras, coa carga de trilhos de
ferro.
Apenas o Sr. capito do podo foi informado,
deu logo as providencias que o caso pedia. Ho-
rneando o sola-piloto-mr, para seguir ao lugar
do slnlstro.
Por sisa parte o Sr. inspector da alfandega fez
seguir logo o hiate de mesraa repartidlo, e o Sr.
guarda mor, e mais dous guardas no vapor Ca-
maragibe.
O capataz daquella localidade, que acabara,
segundo nosinformara.de prestar relevantes ser-
vigos ao hiate Dous Irmos, e que aqui se acha-
va, foi lambe ao vapor Camoretgibe correado
ao seu posto.
Folgimos sempre de consignar em nossas pa-
ginas servicos desta orden?.'
. O hiate Dous Ir raaos, propriedade dos Srs,
Martins & Irmio. as iramediagoes de Caluama
arribou, carregado de sal, com o gur pez parti-
do, segundo se nos diz, e mais algumas outras
avarias.
Passageiros do vapor Persinunga sahido
para Macei e porlos intermedios: Domingos Jos
de Azevedo, Dr. Antonio Carvalho Barroso,. Dr.
Francisco Carlos Lins, o 1 criado, Eugenio Tellts
da Silveira Footes, e 1 criado, Carlos Augusto da
Conceigo Ribeiro, Gabriel Antonio, e 5 criados,
Jos Joaquim Alves da Silva, Tertuliano Candido
Ramos, e 1 criado. Joaquina Pereira da Costa
Lima, Antonio Augusto de Amorim, Manuel Ro-
drigues Gamboa Sicopira. 1 irmo, e 1 menor,
Trajano da Costa Graudo, Anna Eulalia de Castro,
Guilherme Jorge da Motta, Espirilio Barbosa da
Silva, Joaquim Antonio de Siqueira Torres, Sal-
vador Leite Vedegal, Alexsndre Americo de Cal-
das Padilha, Antonio Lourenco Teixeira Mar-
ques, Victorino Candido Pereira Guimares, Ma-
noel dos Santos Carvalho.
Passageiros da barca Amelia sahida para o
Rio de Janeiro : Nuoo de Seixes, e 7 escravos a
entregar.
Passsageiros da galera Itaoul sahido para o
Marseille : Carlos de la Hautiere, e sua familia.
MORTAMDADE DO DA 7.
Manoel Norberto Alves, Porto de Pedras, 25
annos. solteiro, Santo Antonio, febre amarella.
Anna, Pernambuco, 9 mezes, Recite, convul-
ses.
Jomna, Pernambuco, 10 tunos. Boa Vista, apo-
plexla.
Elias, Pernambuco, 26 dias, S. Jos : espasmo.
Joo, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos : espasmo.
Eugenio Jos de Lyra. Pernambuco, 5 annos, S.
Jos : peritonite tegumatic.
-Da 8.
Theodora de Mello Falcao, Pernambuco, -Ran-
nos, casada, Snto Antonio ; gaslro-enterite.
Joaquim, Pernambucc, 6 dias, S. Jos : es-
pasmo.
Leopoldina, Pernambuco, 13 mezes, Recife :
artrmie.
Amelia, Pernambuco, 6 mezes, Santo Antonio;
conviilses.
Maria, Pernambuco. 8 aDnos, escravo, Boa-Vis-
ta ; oppilacao.
Lourenca, frica, 56 annos, solteira, escrava.
Boa-Vista ; diarrha.
Bernardino, Pernambuco, 9 mezes, Santo Anto-
nio ; convulses.
Etelvira, Pernambuco, 2 mezes, Recife ; diar-
rha.
Lufa, Pernambuco, 5 mezes, Recife ; espasmo.
Virgina, Pernambuco, 2 annos, Sanio Antonio :
convulses.
Gertrude, Pernambuco, 50 annos, solteira, es-
crava, Boa-Vista ; anazarca.
Mana, Pernambuco. 4 dias, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Isabel. Pernambuco, 3 annos, Recife ; hydro-
pisia,
Thomazia Maria de Jess, Pernambuco, 44 an-
nos, solteira, S. Jos ; hydroplsia.
Falieceram durante a semana 41 pessoas, sen-
de 9 homens, 6 mulheres e 19 prvulos livres ;
5 mu|beres e 2 prvulos, escravos.
descmb*rgador Caetano Sao-
Silveira,
ojuizo ; recorrido, Jos Martins
CHRONiCAJUDIOURIA.
TRIBUNAL DA RELAQ0.
SESSAOEM 8DEJUNHO DE 1861.
MESIDENCIA DO EX. SR. COMSELHEIRO ERXELIN0
DE LEAO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caelano Santiago,
Silveira, Gitirana, Silva Gomes. Costa Molta, e
Peretti, faltando os Srs. desembargadores Lou-
rengo Santi-go e Guerra, procurador da corda,
oi aberla a sesso.
Passados os feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguinles
JLGAMENTOS.
RECURSOS CRIDES.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Izidoro Jos
do Nascimento.
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
Molla e Silva Gomes.
Improcedente.
Recorreoter o juizo ; recorrido, Custodio Jos
de Oliveira.
Relator o Sr.
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores
Peretti e Gilirana.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, lote Francisco
dos Santos.
Relator oSr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srt. desembargadores Peretti,
Costa Motta e Caetano Santiago.
Improcedente
Recorrente,
de Oliveira.
Relator o Sr. desembargador Gilirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Peretti,
Laetano Santiago e Gitirana.
Improcedente.
Recrreme, ojuizo ; recorrido, Francisco da
Costa Romeu.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Gilirana
Silveira e Perelti. *
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Jos
Goncalves.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Caetano
bsnliago, Silveira e Peretti.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Mximo Fran-
cisco da Silva.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desembargadores
Peretti e Gitirana.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrida, a cmara mu-
nicipal do ass.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana
Peretti e Silva Gomes.
Improcedente.
Recorrerte, o juizo ; recorrido, Joo de Mello
Azedo.
Relator o Sr. desembargador Molta.
Sorteados os Srs. desembargadores Caetano
Santiago, Gitirana e Silva Gomes.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Antonio de
Souza Menezes.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira
Gitirana e Silva Gomos. '
Improcedente.
Braerrente' iail0' reMrrido. Maaeel Soares
Relator o Sr. desembargador Petetti.
sorteados oe Sr. desembargadores Caelaoo
Santiago, Gitirana e Motta.
Improcedente.
eis* tSK odto.: recorrido' >*"-
Silveira,
Relator o SNesembargador Perelti.
Soiieadot.e S^ae^eotUi^adoj*. c Caetaao Santftgrj e Silra Gomes. ~,
Improcedente.
ACGRAVO S iWTRCMENTO.
Age/avante, Joo de S e Alboqueique : a#>
gravado, JoSTVieira da Rocha. ^^
Relator o Sr. dasstnbtrnador Silva Gomei.
Sorteados os Srs. desemaargadore SItc,
e Costa Molla.
. Julgou-te ni* ser caso da aggravo.
AIORATO DE FETIC.AO.
AggravaDle, los Joaquim de Castro Moura :
aggravado, Gurgel 4 Perdigao.
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira.
e Costa Molla. '
Ficou adiado.
Aggravautfi Jufi Douclas da Silva enres;
eggratado, o juiw. ^
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteadoa o Srs. desembargadores Silveira,
e Caelano Santiago.
Deu-se provimeato.
CoDcedeu-te o prazo pedido para prorogaco
de inventario por Victorino Jos Ferreira.
Na petijao de D. Maria Francisca de Oliveira
Antunes, pedindo prorogaco de inventario__Foi-
lhe concedida.
UABEAS-CORPtS.
Na petijo de iubeat-curpus requerida pelo
bacharel Antonio Rangel de Torres Bandeira a
favor de Felix.Galiodo de Carvalho.Mandou-'se
instruir a petigio que nao eslava em lermos.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellaces crimes:
Appellanle Anlonio Mariuho Paes Barreto ap-
pelladj, o juizo.
DESIGNACAO DE DA.
Assignou-se dia para julgamento das seguinles
appellacoos crimes:
Appellante, ojuizo ; appellado, Flotindo Jos
Baplista.
Appellante, ojuizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco Bezerra.
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Bernar-
do de Araujo.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Fran-
cisco de Barros.
Appellante, Jos Bartholomeu da Silva; appel-
lado, o juizo.
Appellante, Manoel Victorino dos Santos : ap-
pellado, o juizo.
Appellante, Jesuino Moniz de Souza : appella-
do, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Ri-
beiro de Souza Brito,
As appellages civeis :
Appellaote, Antonio de Oliveira Moniz; appel-
lado, padre Joo Cyrillo de Lima.
Appellante, Jos Joaquim de Lima Bairo : ap-
pellada, a fazende.
Appellaute, Joo Vieira de Torres Bandeira :
appellado, ojuizo
DISTRIBUigES.
Ao Sr. detembargador Caetano Santiago,'as
appellaces crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Ve-
nancio.
Ao Sr. de
crime:
Recorrente, o juizo ; recorrido,
valcanti de Albuquerque eco.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellaces
crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Alves
de Castro e Silva.
O recurso crimo :
Recrreme, ojuizo ; recorrido, Jos Bernardo
leueira.
Ao Sr. desembargador LoureDco Santiago, as
appellaces crimes:
Appellanle, ojuizo
reir Ferraz. "
0 recurso crime
Silveira, o recurso
Manoel Ca-
appellado, Francisco Pe-
Recorrente, o juizo ; recorrido, Joaquim Jos
de Gouveia.
AoSr. desembargador Silva Gomes, as appel-
laces crimes :
ojuizo; appellado, Vicente Dias
Appellante,
dos Santos.
O recurso crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Fer-
reira de Santa Luzia.
Ao Sr desembargador Costa Molla, as appella-
ces crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Ta-
varea da Silva.
O recurso :
Recorreute, o juizo; recorrido, Antonio da
Rocba e Silva.
Ao Sr. desembargador Perelti, as appellaces
crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Andr Victori-
no de Souza.
O recurso crime:
Recorrente, o juizo ; recorrido, Antonio Gal-
dino Ferreira Porto.
As 2 horas encerrou-se a sesso.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSO
EXTAORDINARIA
DE 1861.
DE -23 DE MAIO
Presidencia do Sr. Dr. Henriqms da Silva.
Presentes os Srs. Reg, Barata, Mello e Seve,
faltando sem causa participada os mais seohores,
abre-se a sesso, e lida e approvada a acta da
antecedente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um ofjjcio do Exm. presidente da provincia,
communieando a esta cmara, para seu conheci-
menlo, qu do aviso expedido pelo ministerio do
imperio, em 26 de abril ultimo, constava que a
camera dos deputados approvara a eleijo prima-
ria do fdistricto desta pro noca, reuoindo a vo-
taco da paroebia de S. Jos, que fra tomada em
separado.Inleirada.
Outro do mesmo, dizendo que pelas razes pon-
deradas na informago que remettia por copia,
do director das obras publicas, dada com referen-
cia ao oflicio desta cmara de 26 de marco ulti-
mo, nao podia ser por ora alterada a planta desta
cidade. na parte que compreheode o areial das
Cinco Pontas; e que essa alterarlo t poderia
ser considerada em vista da directo que lomar o
taade o peticioosrio, guarda as coaicdes das pos-
taras respectivas.
Foi approvadolum parecer da commisso'de
polica, declartade ler examinado, e achado no
caso de aerea approvadat, as contas aprsenla-
das pelo procurador, da receta e despeza desta
cmara, do semestre decorrido do Io de outubro
4e 1860 31 de margo deste aono.
O Sr. Reg apresentou considerado da c-
mara o abuso de se tirarem guias gratis para in-
humagio de cadveres mencionados nos J 2 e 3
do ari. 17 do regulamento do ceroiterio, e seren
entretanto esses mesmos corpos conduzidoe-para
o cemiterio em carros de seguada e lerceira or-
dero, com manifetta infracQio do art. 59 do mea-
mo regulamento, e requereu, que, para evitar o
mesmo abuso, expedisse a cmara ordem ao ad-
ministrador do cemiterio, para que sempre que
se elle desse, tomasse nota do numero do carro
fnebre, e de teslemunlias, am de ser punido o
infractor.Fot epprorado o requerlmento acim.
O mesmo Sr. vereador llego propoz que a c-
mara passasse a funecionar em outro edificio me-
Ihor do que o em que celebra actualmente suas
sesses, o qual, alm de flear em um local incon-
veniente todos os respeilos, nao tem a capaci-
dade necessaria, e indicou o predio da ra do
Imperador pertencente ao Dr. Sarment, que dis-
se o mesmo vereador eslava prompto a alugar o
primeiro andar cmara.
O Sr. Barata apoiou a idea, mas declarou que
o proprietario queria pelo aluguvl annual do dito
andar 2:800$, quanlia que elle vereador achava
excessiva ; e propoz que se nomeasse urna eom-
misso para se entender com o mesmo proprie-
tario, e ver se elle cedia o predio por menos.
Passou este requer me tito, sendo nomeados para
a commisso o proponente e o Sr. Reg.
A' fista do que requereu Decio d'Aquiao Fon-
seca, como procurador do arrematante do impos-
to de 500 rs. por cabega de gado, a cmara man-
dou de novo expedir ordem aos fiscaesde fra da
cidade, para apresontarera no primeiro de cada
mez urna nota exacta do numero das rezes que
sao moras para consumo as mesmas fregu-
zias.
A' requerimento do Sr. Dr. Heoriques da Silva,
mandou-se ordenar ao solicitador para apresen-
lar na primeira sesso urna relacu exacta de to-
das as causas da cmara em juizo, com declara-
gao das que esto em andamento e das que se
acham paradas, e porque, principalmente aquella
com o fallecido ex-procurador Antonio Joaquim
de Mello Pacheco.
Estove em praga a obra da estrada do mata-
douro, orgada em 7:12850, e foi arrematada por
Jos Augusto de Araujo com o abate de 26 e meio
por cento ; mas leudo o arrematante apresentado
por seus adores a Antonio da Silva Gusmo e
Antonio Jos Pinto, sem todava ler habilitado a
nenhum delles, cou suspenso o acto at que elle
satisQzesse essa condigo legal ,
Por esta occasio o Sr. Dr. Henriques da Silva
requereu, e foi approvado, que o'ora em diante
ninguem fosse admitlido a lidiar em obras da
cmara e em suas reodaa, sem que previamente
livesse apresentado Dadores habilitados, Qcaodo
isto estabelecido como regra.
Foi remeitldo cmara de edificago [Seve e
Reg e Albuquerque) um requerimento de Jos
Gongalves Beltro & Irmao, em que pedem des-
apropne a cmara a casa n. 124 da ra do Pilar,
que pela planta da cidade, tem de ser demolida,
aflm deque possam elles reconstruir a sua casa
que lica aonexa aquella, obrigaodo-se a paga-
rem metade da quantia de tres coutos e qui-
nhenlos poique vende a dita casa n. 124 o seu
proprietario, e oflerecendo outras vanlagens
favor da cmara.
O Sr. Reg, notando que era manifest o abu-
so que se vai dando da parte dos oleiros no fa-
brico do tijollo de alvenaria grossa, abuso que
muito deve influir na solidez dos edificios, visto
que o tijollo de dia dia se lorna mais pequeo ;
requereu que se adoptasse a seguinte postura, a
qual entrando em discusso, foi approvada.
-=.
premia-Jos, ^preciso comprehende-los ; e lal
ser o cemproieisso contratado do presente com
o futuro.
Porque, porm, o Instituto dover surgir um
Jornal ? Reflexionemos, discutamos, pesemos
os pros e os contras dessas ideas novas 1
Francisco H. dos Santos Morcira
Francisco Bernardo Peno de Vasconcelloa Ju-
Francitco Manoel da Melle.
Fellzardo Pires Ferreira.
Fraaeieeo Joaquim Adorno.
Francisco de Assis Ferreira Fonte.
Francelino Eleuterio Ferreira Chaves,
Francisco de Amorim Lima.
Francisco Antonio de Miranda Durio.
Francisco de Paula Vieira de Mello.
Fehx Jos Seram.
Ha nocorseo humano fibras quesam como
harpas, sons que repercutem sentimentos deten-
contrados, sentimentos que tradutem as pochas
que forara, os lempos que correm, e o futuro ne-
buloso como o myeterio de urna noile pura e es-
trellada andada e esperangosa, folgada e amo- j Francisco Pautio'do Sacramento
rosa. Aqu, o estimulo guerreiro acordado pela Francisco das Chagat
trompa guerreira das montaubas ; all, os rogi- Francisco Ferreira Tarares
dos sonoros de um ocano revolto e procelloso ; Francisco Xavier de Oliveira
acola, os cnticos bachcos de urna noite de orgia Firmino Pereira.
em conlraposico aos cantos mgicos e anglicos Francisco Augusto Ramos de Mello
esvoagando pelas arcaras do sanctuario, os gri- Francisco de Paula Mendes.
loa aas paixoet arden les e impetuosas das turbas i Francisco do Parta Ba-Ventnra.
ebrias da victoria em opposigo aspreleeges un- Francisco Borges Nepomuceno.
gidas do amor da sciencia, oa bramidos egostas Francisco das Chagat.
dos usurarios sumindo-se s agitages sonorosas | Francisco Honorato Cedrim.
das multides religiosas, as cofissea oaysterio-
sas do amor vario e immenso em contrario poe-
sa que falla, ao verso que murmura, ao canto
que melodioso se enca em um co azul e puro,
profundo e scinlilante, infinito e mysterioso.
Para as pocas que forana, e rtram, e fallam, e
obraram e amaram aos sons das fibras arpejantes,
o passado legou-nos na archiologia materiaes
[,roe no* quaes a estampa dos successos um
Irabalho insano, os rasgos da intelligeDcia, nem
misiono difficil e custoso, e as verdades puras e
aproveiUveis, um ddalo titnico de supposiges
nutissimas. A imprensa, poim, acclarou tanta
duvida, no seculo XVI ; o jornal, o Diario, a
cArontoa, a revista, illuminaiam lanU escurido
eos combates da intelligencia em lodos os ramos
de coohecimentos humanos, o fervor das paixes
guerreiras das pnmeiras edades, como as prelen-
goes religiosas e pbilosophicas dos seclos tran-
sados, e as ambigsperigosasdos lempos moder-
nos, tudo se veio refundir na metralhada falsa,
Frederco Esquiner.
Francisco Xavier da Maia.
Francisco Luiz Cavalcanli de Albuquerque Lins
Francisco Bibiano de Gouveia.
Francisco Ramos da Cruz.
Francisco de Paula.
Francisco de Paula Borges.
Francisco dos Santos.
Francisco de Paula Ferreira.
Francelioo Diaa Ferreira de Oliveira.
Flix de Cantalice.
Filippe Santiago Jorge.
Frederico Velloso Cooper.
Firmino Jos do Espirito-Santo.
Francisco Galdino Trigueiro.
Flix Francisco da Cunha.
Flix Veloz da Silva.
Francisco Flix dos Santos.
Francisco da Fonseca Araujo Luna.
Faustino Jos dos Santos.
, Firmino Gomes Coelho.
sem gor sem pengo, sem horrores, do campo do Feliciano Jos de Mendonga.
jornal e da chronxca, da revtsla e do Diodo. Fra~-
POSTRA ADDICIONAL.
Art. Io O tijollo de alvenaria grossa devera
ler, depois de cozdo, doze polegadas de cornpri-
do, seis de largo e Ires de grossura, e nunca
menos.
Art. 2o Quem fabricar tijollo com dimenses
menores do que as marcadas no artigo aotece
dente, soffrer a multa do 153000 ris, que ser
duplicada na reincidencia, e a inutilisago do
mesmo material.
-Vr,-.3,1 Nioguermjpoder construir obra alguma
com tijollo de alvenaria grossa. sem que esle
leona as dimenses que ficam marcadas; o con-
traventor fica sujeito pena pecuniaria do ar-
go precedente, devendo alm disso ser demo-
lida a obra a sua custa.
Art. 4o A execugao da presente postura s
lera luga seis mezes depois da sua Dubli-
cagao. r
Pago da cmara 23 de raaio de"l861.0
reador, Guiaeo Jos do liego.
Despacharara-so as petiges de Antonio Jos
Ferreira, Angelo Custodio dos Santos, Decio de
Aquioo Fonseca. Francisco dr Freitas Gamboa,
Ignado de S Lopes Fernandes, Jos Antonio
Vieira de Souza, Jos Francisco Barrote, Jos de
Araujo da Silva, Joo Jos de Carvalho Jnior
Joaquim Lucio da Cunha, Jos de Sant'Anna,
Jos Anlonio de Souza, Jos Joaquim Alves,
Jaaquim deS Lopes Fernandes, Maria da Con-
ceigo Cavalcanli de Albuquerque, Pedro Jos da
Costa Castello-Branco, Vicente Perreira de Souza,
Vicenle Alves Machado e levanlou-se a sesso.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a subs-
crevi.Reg e Albuqurqne, pro-presidente
Henrque da Silva.Barata de Almeida.Reg.
Cesario de Mello.Mello.
til e magnifica invengol que derramando a
insirucgo, arrojando o espirito humano na es-
trs do progresso, furtando os corpos s caliladas
brutaes, leve o poder de acalmar as paixoes em
desabafos de palavras sonoras, em descobertas
gloriosas, em transformages uleis e necessarias,
e em esforgos de genios rtilos e benficos.
Se lal, porm, foi o efleito dos/ornaas nos con-
tinentes que os abngeram e cultivam-nos. em
Pernambuco, eremos, produzir um outro effeito
superior, o jornal do Iastituto Lilterario.
Esse effeito o de arredar das letlras gastas e
mmundas da poliiica inleresseira e corrupta,
tantas vocages superiores que almejam por ah
umacoia de louro, um nome puro e glorioso,
urna ambigo santa e immortal. Alm do que,
sortidu o Instituto de Uvros como est, bastndo-
me destinar poucog coolos para as obras primas
que forem apparecendo, conhecidos os seus re-
cursos e utilidade, publicados os seus trabalhos,
animados tantos talentos, como se nao diffundir
pelo paiz ioteiro o seu nome, a par de sua econo-
ma e progresso.
Deixemos os adversarios de to magnifica idea
a reQexo deslas consideragoes, resfolguemos ios-
tanles, e proseguiremos depois.
Um accionista.
Correspondencias.
ve-
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A assembla provincial approvou no sabbado :
em ultima discusso as emeodas dos Srs. Luiz
Filippe elgoacio Joaquim ao projeclo n. 49;
em 3a o n. 52 com os arligos additirjs do orga-
monto provincial e mais as emendas que supri-
mem as que delermioavam que os escravos e
presos pobres recolhidos casa de detengo pa-
guera carceragem.
Entrando em discusso o orgamento provincial
foram ofierecidas differentes emendas da com-
misso especial (j publicadas) e bem assim urna
outra elevando a 600# a quota volada para o ex-
pediente da secretaria da assembla, nao so vo-
A ordem do dia a mesma.
paquetes vapor, qqjj passam naquelles
dias, ou no immediato.
Outro do fiscal de S. Jos, pedindo mandasse
a cmara pagar ao cirurgiSo Praocisco Jos Cy-
nllo Leal a quanlia de2120O, importancia de
tres corridas e um exame sanitario, que fizera
nos das 21 de norembro do anno passad, 7 de
aDrii, 14 e 22 de raaio do corrente anno. Man-
dou-se passar mandado.
Outro do mesmo, informando que lhe pareca
nao naver inconveniente em cooceder-se i Joa-
quim Jos de Saola Anna, a licenca que pede para
edificar urna casa de taipa sobre pilares em um
terreno que fica prximo ao mar, ao norte do po-
voado da Cabanga. Mandou-se ouvir ao enge-
nbeiro.
Outro do mesmo, informando sobre a peticio
de Pedro Jos de Barros, fabricante de fogos arti-
ficses, que requer licenga pira construir casa de
fabrico dos mesmos fogos, na ra Imperial, di-
zendo ofjfcal que examinando o local, achara
que do talude da estrada ao ponto em que o pe-
ticionarlo pretende construir a casa, distam cin-
coenta e quatro bragas, e rjuatro e meia da cam-
boaqu.e por ah pasta com direcgo aos Afosados.
Resolveu-se que o engenheiro informasse se
essa camboa se presta i navegago publica, ou
particular, e se a casa conatruindo-se como pre-
Gommunicados.
prolongameoto projectado da via frrea da esta- lando por falta de numero
gao das Cinco Ponas para o centro desta cidade.
Inleirada.
Oulro do mesmo, remetiendo para conheciroen-
lo desta cmara, o aviso, por copia, do ministe-
rio dos negocios do imperio de 3 de margo ulti-
mo, declarando subsistente a eleico de juizes de
paz e vereadores, que se procedeu ltimamente
na freguezia de Sanio Antonio desta capital, con-
tra a qual representaran] varios cidados da mes-
ma freguezia.Inleirada.
Oulro dojuiz municipal da i* vara, commuui-
cando ter entrado no dia 21 do correlo no gozo
de urna licenga de 15 dias.Inleirada.
Outro do fiscal supplente em eiercicio do bair-
ro do Recife, consultaodo-se alguns negociantes
daquelle bairro, que costumam nos dias santifica-
dos abrir os armazens, onde leem seus escriplo-
nos, e trabalhar muitas vezes todo o dia, prepa-
rando a sua correspondencia commercial para
diversas parles, esto comprehendidos oa dispo-
sigo da postura de 28 de msio de 1853.Man-
dou-se responder que nao. pois que os negocian-
es asaim pralieam por necessidade, para aprovei-
tarem os paquetes vaoor. nue mmm n.m.oiu.
Gabinete oa Inslitato Portagaez ?
ii
Admittids a idia do Instituto como mais am-
pia, mais digna, mais til, mais bella e magnifi-
ca, do que a idea de Gabinete Portuguez, cum-
pre-nos acompanharmos oulras reformas que
tanlo se prendera aquella, e que ora se vo dis-
cutir no seio do conselho director do eslabeleci-
meoto lilterario de mais vulto ao norte do im-
perio.
E' comesinho o principio do progresso humano
naj artes, nasleltras, as sciencias, nasinstilui-
goes polticas e sociaes, como forga superior e di-
vina, seno como um dever bello e esplendido.
Se o progresso til e necestario as arles me-
chanices, na esphera sensivel no fado, nos im-
pulsos humanitarios da materia e da aeco o
progresso as ioslituigoesscieotillcas e sociaes',
indeclinavel. justo e de primeira intuigao.
A nopo depois de ser nogio deve produzir a
xdia: o/acto, deve refuodir-se no entendimento;
asensibilidade.ev transformar-sena tnteifioen-
co, como o Gabinete Portuguez depois de cres-
cido, depois de enriquecido com 800 volomes,
depois de quadruplicado nos seus socios, ootabi-
lisado na provincia e no imperio,'deve transfor-
mar-so em Instituto Lilterario Portugus.
Nio basta porm. A mudanga do nome do
Gabinete para Instituto, para que produza o effei-
to qujenlo almejam as inslelligeacias cultas de
seus reformadores, para que se alheie a posigo
magnifica de Instituto, para que a opinio publi -
ca o applauda e glorifique, cumpre que ae nao
arcumscreva, como no passado no progresso dos
livros e ooprogresto das estantes l
O olurodo Instituto dever repousar como
doutamente os novos estatutos pretendem ar-
meiro, nos estmulos, da felicidade; segundo, nos
mtaaapM do trabtho s da virtud* ; lerctir, na
xrradtagaoiateanhicimenlosscienUfuos liUtra-
rxos : islo em um Jornal, em alguns Premios
adtiras de eiuino, porque oa F
Sod^r^ffDR^^ ifnSo^Sus?. Sil,.:
ia pioaua-joa, e preciso premia-loa ; nao basta I Francisco das Chagat Pwrra.
Srs. redactores. Victima do despeito e per-
seguigao de um magistrado, que fascinado pelo
odio, que sem razo me vota, e ao mesmo lem-
po esquocido da sua nobre misso, como a de
exercero seu ministerio com imparcialidade e
justiga. obnga-me a expr ao publico a razo,
que me assiste para nao calar o meu soffrimn-
to, occasionado por aquella magistrado, o Sr.
Dr. Jos Maria Freir Garaeiro, aclual juiz muni-
cipal da cidade de Caruar.
Siro, Srs. redactores, havendo na noite de 13
do mez de junho do anno de 1858 soffrido o Sr.
Dr. Manoel Correa Lima, quando juia de direilo
daquella cidade, uns Uros na porla de sua casa
instaurou-se em dias do mesmo mez do anno
prximo passado, o respectivo processo, e sera
que eu fosse c.tado para assislir formago da
culpa, adra de contestar as" teslemunhas e pro-
duzir a mioha defeza, fui pionunciado pelo Sr.
Dr. Gameiro, que sem ter a precisa coragern me'
maodou prender tarde do mesmo dia, em que
eu esliveracom elle oa audieocia, na qualidade
de esenvao do seu juizo.
Entao requer diversas certides sobre os ler-
m0S dj-8 f'roce9s. loJ s rainhas peligdes
eram differidas, como nao deve ignorar o publi-
co pela publicago desses despachos transcriptos
no peridico deuomioadoOren.
Couduzido preso fortaleza do Brum, obtive
por meio do recurso de habeas-corpas, concedido
pelo superior tribuual da relago, poder livrar-
me solt.
Voltando para Caruar requer ao Sr. Dr. Ga-
raeiro, como juiz municipal, o preparo do pro-
cesso para ser julgado pelo* jury, peraate o qual
deveria defender-me. Outros indeferidos foram
dados s petiges que lhe forara presentes, e pu-
de somente obter o preparo desse processo pelo
juiz seu substituto. Eslava convocada a sesso
do jury para o mez de abril prximo passado, e
designado.odial9 para ter lugar o meu julga-
mento. Maso Sr. Dr. Gameiro, como juiz de di-
reilo interino e presidente do tribunal, averban-
do-so de suspeito, para nao presidir o jury no
referido dia, officiou ao seu substituto, e quando
este compareceu no impedimento do Io supplen-
te com o promotor publico e jurados, fim de
proseguir nos seus trabalhos, nao achou o escri-
vao nem o livro das actas. Neslas circumstancias
informado o juiz substituto pelo Sr. Dr. Ga-
meiro, que este no dia antecedente 18 de abril,
navia encerrado a sesso, o que todos ignora-
vara.
Fazendo esta exposigao devo observar, Srs. re-
dactores, que o mesmo Sr. Dr. Gameiro fora quem
designara o da 19 para o meu julgameoto, e
que nao eslavam terminados os quiuze dias, nos
quaes deveria funecionar o jury, e que o meu
processo achando-se preparado deveria ser sub-
meitido julgamento, o que nao acontecen.
Por um Hl procedimento do Sr. Dr. Gameiro-,
o deounciei ao Ilustrado tribunal da relaco, e
espero que faria justiga, como cosluma. Para
oao abosar da pacieocia dos leitores nao prose-
guir, offereceodo aquelles que quizerem con-
vencer-so da verdade do expendido, os documen-
tos que existem na typographia do proprietario
deste Diario. Se todos sabem que eu nenhuma
parte tire no atlentado pratiesdo contra o Dr.
Correa Lima de quem era intimo amigo, e at
relagesde parentesco havia enlre nos, como jus-
tificar-8e o Sr. Dr. Gameiro do seu lo injusto,
como inqualificavel procedimento ?
Concluirei, Srs. redactores, com urna das m-
ximas do conselheiro Bastos : Que um oppres-
sordebaixo do nome de magistrado o mais de-
testavel dos tyrsnaos.
Com a publicago da presente, lhes ficar obri-
gado o teu constante leitor
Gregorio Francisco de Torres Vasconcellos
Recite, 4 de junho de 1861.
Publicares a pedido.
rancsco Teixeira Bacelar.
Francisco Correa do Nascimento.
Francisco Jos Simes.
Francisco Pedro de Mello.
Flix Jos de Santa Anna.
Fraacisco Severino de Oliveira.
Filippe de S. Thiago Ribeiro Pires.
Francisco Gomes da Silva.
Flix de Valois Correa.
Francisco Jos dos Passos.
Francisco Augusto de Araujo.
Faustino Jos da Fonseca.
Geraldo da Fonseca Coutinho.
Galdino Bandeira.
Gregorio Lopes da Porciuncula.
Guilherme Augusto de Atbayde.
Gil Braz de Senna Santiago.
Gregorio Alves de Moura.
Geraldo Gomes.
Gustavo Adolpho da Silveira.
Graciliaoo Marques de Jess.
Hermino Ferreirs da Silva.
Hypolito Antonio da Silva.
Horacio de Gusmo Coelho.
Hypolito Machado Freir Pereira da Silva-
Hermenegildo da Paixo Souza Cauto.
Herculano Martiniaoo do Nascimento.
Hermenegildo Fernandes Lobo,
Hygioo Jos Antunes.
Hermillo de Oliveira Mello.
Henriques Antonio Francisco Dornellss.
Henriques Soares de Andrade Biederodes.
llenrique Taylor.
Heracho Gomes Ferreira Baduem.
Heraclio Peregrino Maciel Monleiro.
Hermillo Pereira Monteiro.
Honorato Anlonio Coelho.
Ignacio Ferreira de Araujo.
Ignacio Francisco da Silva.
Ildefonso Lucio Momeiro da Franca.
Ignacio da Silva Pessoa.
Ignacio Tolenlino Bezerra de Mello.
Ignocencio Ferreira da Silva.
Ignacio Jos Joaquim.
Ignacio Manoel da Saude.
Izaias Tranquillino Ferreira Antunes.
Ionocencio Martins Jnior.
(Coninuor-e-Aa.)
comifcKio
Alfandegrat
Rendimento do da 1 a 7 .
dem do dia 8.....,
99:568*832
21:1438137
120:711*969
Movimeato da alfandega,
Volumee entrados com fazendas..
com gneros.
Volumes
a
sahidos

com
com
fazendas..
gneros..
32
894
-----926
175
136
311
Lista dos cidados quahficados gnardas
nacionaes, para o servieo aetivo do
terceiro batalho da guarda nacio-
nal do municipio do Recife no anuo
de 1861.
{Continuago.)
Francisco Joaquim Ramos o Silva.
Frederico Chaves Jnior.
Felismino dos Santos e Silva.
Florencio Jos Quaresma.
Francisco de Paula Pialo.
Francisco de Almeida Queiroz Fonseca.
Frederico da Silva Ferreira.
Francisco Antunes Ferreira.
Filippe Jos de Santiago.
Francisco Ferreira de Oliveira Santos.
Firmino Marques de Souza Cou liaba.
Francisco Joaqoim de Albuquerque Madureirs.
Francisco Eustaquio da Silva.
Firmina Manoel Martina dos Santos.
Francisco Carvalho Rodrigues Senes.
Fraacisco de Salles dos Prazeres.
Francisco Jseinlho de Menezes.
Francisco eos Sanios Coelho.
Descarregam boje 10 demaio.
Barca americanaAzeliao resto.
Barca inglezaGangescarvo.
Barca inglezaImogeneferro e carvo.
Bngue ingiez-Valid-trilhos de ferro.
Bngue ioglezWillingtoncarvo.
Brigue ioglezAnligu-Pachtdem.
Bngue portuguezS. Manoelsal.
Polaca nacionalEsperangadiversos gneros.
Patacho amerioanoL. C. Wattmercadoriss.
Hiate nacionalGratidogneros do paiz.
Importado.
Sumaca hespanhola Ardilla, rinda de Monte-
Video, consignada a Amorim & Irmo manifes-
tou o seguinte:
2,200 quintaos de carne, e 40 couros seceos; a
ordem.
Vapor naciooal Persinunga. viudo dos portos
do Norle, aanifestou o seguinte :
1,668 meios de sola 16 couros salgados; a Joo
Jos de Carvalho Moraes.
36 saccas farioha de mandioca; a Joaquim
Vieira de Barros.
600 meios de sola e 4 couros salgados : a Gur-
gel & Irs.
170 meios de sola; a Joo Boogo & C.
00 meios de sola ; a Silva Bastos* C.
245 ditos de dila. 2 magos com 134 couros miu-
dos, 4 caixotes vellas de carnauba; a Manoel
Gongalves da Silva.
3 barricas sebo; Jos Rodrigues Perreira.
4 dilos queijos; Jos Alves Fernandes.
1 caixa carne do serlo; 4 Cunha Ir. & C.
2 barricas cera de cernauba, 1 dita azeite de
carrapato, um encapado redes; Vieira Ne-
to cr C.
2 caixes doces ; Simo Sampaio Leite:
42 caixas vellas de espermacete, 2 ditas couros
envernisados, 1 dita fazendas. 1 sino de bronze.
18 barnssebo, 30 saceos caf 27 ditos gomma, 7
ditos milho, 13 ditos csrrapalo. 28 couros salga-
dos, 2 caixes queixos ; ordem.
Patacho italiano Evelinc, viudo de Genova,
consignado a E. A. Burle & C, manifestou o se-
guinte:
153 pipas e 10 meias vinhos, 16 caitas dito de
asti 5 ditas azeite de Oliveira, 3 caixas queijos,
ditos e 48 balas papel de diversas qualdades.
4 fardos livros impressos, 22 ditos cordas bran-
cas, I olume e 3 caixas chapeos de palha, 7 di-
tas insenso, 2 ditas oasoas de quina, 12 cai'xinhas
crmor trtaro, 120 ditas man, 14 fardos raiz de
alcagus 13 dilos dita de altea, 6 ditos tornas do
?enS'< "k^ 3t bmis lioh* em semen-
t, 1:000 caixlnhas massas diversas, 15 caixas
pedras de marmore, 166 lages de dita, dita ; a
ordem.
Hyale nacional Gratido, rindo do Aracaly
consigoado a Caminha & Filhos, manifestou
seguinte.
72 saccas algodo, 62 molhos com 1,550 pel-
lesde cabra, 49 meios de sola. 239 couros salga-
dos e 1,000 lijlos de alvenaria; aos meamos
consignatarios.
Escuna nadonal Carlota, rinda da Bahis, con-
signada a Antonio Luiz de Oliveira Azevedo : ma-
nifest u o seguinte:
o
5 cascos azeite de palma ; a Joaquim Frands-
eo de Mello Santos.
1loain ferramenla e um tornilho de ferro; a
df. VVfOT.
1 caixio velbutina ; a Marques Barros 4 C
9 pipas fumo Virginia moldo, 3 ditos lirio flo-
reatino moido, 1 callao charutos; a Mearon &
1 casco azeite
Alves H'
4o patata ; a Almeida Gomes,



umuo nnaumo; ** seoubda riba d* jumk>m imi.
yr*
24 barris toucioho; a D. A. Malheog.
!2 ?9" 5 M<,t Tavare Cordeiro.
10 itos dito, i caixao charutos ; a Josa Vi-
cente de Lima.
12 caixes e 2060 catxiohas charolo; a Pal-
meiro & Beltrao.
5 fardo fumo, 2 caiadea charatoa ; a F. We-
golimjkC.'1
1 aixiio charuto; a Joao Ferraba do Santo
Jnior.
1 dita dito ; ao coaiigoatario.
1 dito urna eataoto ralba ; a Gabriel A,. Rapo-
so da Cmara.
100 birris e 100 meios manteiga, 2 barra car-
vio animal, 60 pacote sacos vastos, 30 saco e
3 caixoe fio de algodo, 225 fardos algodo da
fabrica de todos os Santos, 96 dito fume, 56
caixes e 1:169 caixinha charutos, 600 quarli-
his, 1 barrica go ania, 1 ditas aasacar, 1 roda
grande de madeira, 2 ditas pequeas; a ordem
de diversas.
Exporta (mo-
Dia 7 de joobo.
Nio houve.
ccbedloria de rendas Internas
geraea de Pernambaco.
Rendimento do dia 1 a 7 9:432*444
dem do dia 8....... 2:9309316
12:362*760
Consalado provincial.
Rendimento do dia 1 a 7
dem do dia 8 .
16598)357
2:25:3422
18:853*779
dem pequeos.....
Esteiraa jara forro os estiva de
navio........
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de araruta.....
Feijo de qualquer qualidade.
Frechaea........
Fumo em folka bom. .
dem ordinario eu restelho.
dem em rolo bom ....
dem ordinaro restolho. .
Gomma........arroba
Ipecacuana (raz) ,
Lenha em achas ....
Toros.......,
Lenhas e esteios.....
Mel ou melajo......
Milho........
Pao brasil ,
Podras de amalar .
dem de filtrar .....
dem resol.....
Piassava.......,
Ponas ou chifres de vaccas e
ovilhos.......cento
Pranchdea de amarello de
dous distados......urna
dem louro. .......e
, libra
i arroba
>
. urna
. duzias
.
. arroba
." urna
. cente
5JO0O
PRAA DO RECIFE
8 DE .ILWIIO DE 1881.
A'S 3 HORAS DA. TARDE.
Revista Semanal.
Cambios----------Saccou-se sobre Londres a 26,
26 1/8 e 26 1/4 d. por i rs.,
sobre Pars a 366 rs., so-
bre Hamburgo a 690 rs. por
M B, e de 108 a 110 por cento
de premio sobre Portugal, re-
galando por 96,000 &, os sa-
quea da semana.
Algodo----------O desla provincia escolhido
vendeu-se de 8900 a 9J000
rs. por arroba, e o regalar de
8g600 a 8#750 rs. Pedem pelo
de Macei 9J000 rs e pelo
da Parahiba de 9j40U a 9>6O0
rei*-por arroba, ambos posto
a bordo
Assucar-----------O Dranco vendeu-se de 2&S00
a 49IOO rs. por arroba, so-
menos de 236OO a 2*700 rs..
mascavado purgado a 2-5400
rs., e bruto de l$900a 2gOO0
rs. por arroba.
Agurdente Vendeu-se de 68J000 a 70*000
rs. a pipa.
Couros- Os seceos salgados venderam-
se de 190 a 200 rs. por libra.
Arroz------------0 pilado da India vendeu-se a
2*550 rs. por arroba, e o do
Maranhao de 2*800 a 3f000
rs. por dita.
Azeitc doce O de Lisboa vendeu-se a
33000 rs. o galo. e o do Es-
treito a 2*750 rs.
Bacalho-----------Nao houve venda em atacado,
tendo-se retalhado de J a
9*000 rs. a barrica, ficando em
ser 15.00Q barricas.
Bolachinha- Venderam-se de 2gO0 a 2*800
rs. barriquinha.
Caf-----------------Vendeu-se de 5*600 a 6*400 rs.
por arroba.
Cha-----------------Ha falta, sendo a ultima venda
a 2*200 re. por libra.
Cwvo^de pedra- Vendou-se a 17*000 rs. a to-
nelada.
Cerveja- dem de SfSOO a 4*500 rs.Ja
duzia de garrafas.
Carne secca-------A do Rio Grande relalhou-se
de 28401) a 3*200 rs., e a do
Rio da Prata de 2*200 a 2*500
ra. por arroba, ficando em ser
124 mil arrobas da prmeirs, e
36 mil da segunda.
Farinha do trigo. Retalhou-se de 26g a 28* rs.
por barrica de Richmond, e
Philadelphia, 26* rs. a de
New-Orleans, 2*5000 rs. a de
New-York, 32 rs. a de Tries-
te. 11$ rs. peto sacco de 100
libras do Chili, ficando em ser
8,000 barricas da primeira,
3,600 da segunda, 2,700 da
terceira, 1,700 da quarla, 2,000
da quinta, e 1,500 saceos da
do Chile.
Far.de mandioca-Vendeu-se de 3* a 3*500 rs.
por sacco.
Ferro-------------O ingrz vendeu-se de 5*000 a
5*500 rs. por quintal,
Genebra----------Em botijas vendeu-se 320 rs.,
e em frasqueira a 5*000 rs.
Louga--------------A ingleza ordinaria vendeu-se
a 300 por cento de premio so
bre a factura.
Manteiga A franceza regulou por 580 rs.
a libra, e a ingleza de 650 a
700 re. por libra,
deltnha5a-Vendeu.se de 15300 a 1*400
ris o galio.
Queijos---------- Os flamengos venderam-se de
2*000 a 2$ 100 rs.
Toucinho-------O de Lisboa vendeu-se a 9*000
re. por arroba, e nao ha do de
Santos.
O de Portugal vendeu-se de
90* a 120*000 a pipa.
O de Cetie vendeu-se a 220*
a pipa, e o Catslao a 170* rs.,
nao tendo havido vendas do de
Lisboa.
Vetas------------- As de composico vendeu-se
de 600 a 640 rs, por libra.
Descont----------O rebate de letlras regulou de
10 a 15 por cento ao aono, dis-
cootando a caixa filial 300
contos a dez por cento.
Fretes-------------Do algodo para Liverpool a
5/8, e do assucar a 25, e para
o Canal a 45.
Pauta dos pregas dos gneros sujeitos d direitos
de exportac&o. Semana de 10 a 15 do mez de
junho de 1861.
Mercaduras. Unidades. Valores-
Abanos ..... : cento 1*000
Agua rdenle de cana. caada 560
dem restilada e do reino J560
dem caxa?a...... |390
dem genebra ...... 560
dem alcool ou espirito de
agurdente ....... {600
Algodo em caroco .... arroba 2gl-25
dem em rama ou em l. 8$500
Arroz com casca..... 700
dem descascado ou pilado. 2$800
Assucar mascavado .... 2*100
dem branco...... > 3$300
dem refinado...... $
Azeite de amendoim ou'mon-
dobim........ caada 2*000
dem de coco...... 2*500
dem de mamona..... lg600
Batatas alimenticias .... arroba 1*000
Bolacha ordinaria propria para
embarque....... 4J000
dem fina........ 8JJ000
Caf bom ....... 7s400
dem escolha ou restolho > 55500
dem torrado...... libra 300
Caibros........ um 360
Cal.......... arroba 200
dem branca...... 400
Carne secca charque. ... > 35800
Carvo vegetal...... 1J600
Cera de carnauba em bruto. libra 250
dem idem em velas. ... > 400
Charutos....... cento 2*500
Cocos seceos....... > 4500O
Couros de boi salgados libra 200
dem seceos espichados. 250
dem verdes...... > 120
dem de cabracortidoa nm 280
dem de enea...... llfOOO
Doces eccoa...... libra l#O00
dem em geleia ou massa 500
dem em calda...... > 500
Espadadores grandes. um 4J0OO
Sabo.
Salsa parrilha .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta .
Taboas de amarello
dem diversas .
Tapioca ....
Travos.....
Unhas de boi .
Vinagre ....... caada
Alfandega de Pernambuco 8 de junho de 1861.
O primeiro cooferente. Domingos da Silva
Goimares.O segundo cooferente, Jos Thomaz
de Aguiar.
Approvo. AUandega de Pernambuco, 8 de
juneo de 1861. Barros.
Conforme Joao Jos Pereira de Faria, ter-
ceiro escriturario.
16*000
83000
1O0
268000
58000
2J1800
104*500
70*000
3*200
10*000
5320
280
Moyimento do porto.
aos entrado no dia 8.
Aracaty 13 das, hiate naciooal Gratido, d6 37
tQtiladas, capilo Joo Henrique de Almeida,
carga couros e mais gneros ; a Santos Cami-
nha A C.
California 57 das, galera americana George
Howlond, de 370 toneliadas, capilo R. P. Po-
meroy, equipagem 39, carga azeite de peixe ao
capilo; veio refrescare seguio para New-Bed-
ford.
Navios sahidos no mesmo dia.
Liverpool pela Parahiba brigue inglez Kiska,
capito Richard Midurot; em lastro.
Macei barca ingleza Nerthenlon, capilo Hen-
ry Roper; em lastro de assucar.
Marseille galera franceza Raoul. capito Rod;
carga assucar.
Rio da Prata brigue nacional Damo, capito
Jos Manoel Vieira; carga assucar o agur-
dente.
Rio da Prata brigue nacional Dous Amigos,
capilo Custodio Jos da Silva ; carga assucar
e agurdente.
Porto Rico brigue inglez Emma Jones, capi-
to George Evans; em lastro.
Rio de Janeiro barca nacional Amelia, capito
Narciso Lopes da Silva ; carga assucar.
Macei o portos intermedios vapor nacional
Persinunga, commaodante Manoel Rodrigues
dos Santo Moura.
Observaco.
Suspendeudo lamaro para Cork, a galera Di-
namarquesa Uimalaya, capilo B. G. Bendixen,
carga parte da que trouxe de S. Thome (Chile.)
Com mandante Jos Cictlio Carneir Motiteiro.
Empregado psblico Francisco de Lomos Du-
arte.
Dito Jos Asstalo os Santos Iva.
Proprietario Thom Carlea Pavelli.
Dito Evaristo Mendes da Cuoha Azevedo.
Empregado publico Porfirio da Cuoha Moreir
Alve. _^
Escrivio f raneasen Igoacie de AMahyde.
Artista NicoMe Tolentino de Garvalbo.
Major Francisco Martin Raposo.
Commercianle Francisca Joaquim de Mello la-
vares.
Empregado pnblieo Simplicio Jos de Hallo.
Dito Joaquim los Ferreira da Peoha.
Dr. Nabor Carneiro Bezerra Cavalcanti.
Commercianle Augusto Rufino (fe Almeida.
Empregado publico Francisco Jos Atves de Al-
buquerque.
Escrivio Francisco de Barros Corres.
Commerciante Christovao Santiago do Naaci-
manto.
Empregado publico Joo Francisco de Oliveira o
Silva.
Proprietario Beoto dos Santos Ramos.
Dito Aiexandre dos Santos Barros.
Empregado publico Jos Affouao dos Santos
Bastos.
Proprietario Manoel Antonio Teiieira de Albu-
querque.
Commerciante Francisco Joaquim da Costa Fia-
Iho Jnior.
Tenenle coronel Francisco de Miranda Leal
See.
Artista Manoel do Nascimonto Vianna
Dr. Bento Jos da Costa.
Commerciante Justiniano Cavalcanti de Albu-
querque Bello.
Artista Manoel Rodrigues do O*.
Empregado publico Jovquim Mileto Mariz.
Dito Francolino Augusto do Holanda Chacn.
Proprietario Benjamn Viraes Dutra.
Antonio da Costa Rosal. .
Capito Jos Mara Freir Gameiro.
Dito Joo da Silveira Borges Tavora.
Empregado publico Francisco Antonio Cavalcan-
ti Cousseiro.
Alteres Manoel Marques de Abreu Porto.
Commerciante Aiexandre da Silveira Lima Ve-
neno.
Proprietario Jos Carneiro da Cunha.
*,
Deolara^es.
' 1 >n iiaiian
Arsenal e guerra.
Prortfe'B do Illm. Sr.eorosel director do ar-
ssl os gserra, se fas puWioeque nos ternaaa do
aviro do mtoislerio da guerra, de 7 de mareo de
1868 aa ton de mandar masulacturar oa aegwrn-
te artigo:
Hospital miliur.
12 camisas de flanellas.
80 ditas de brim.
60 diras de brim.
* balalhlo de lnfanlarfa e diversos corpoa.
80 sobrecasacas de panno verde.
100 caigas de dito panno.
550 camisas de algodozinho
680 pares de polainas de panno preto.
516 moxtlas de brim da Rusaia.
250 calcas de brim.
5 "ccos oe algodozinho.
90 ditos de brim.
A quem convier arrematar o fabrico de taes
artigos, comparec naaala da directora do mes-
mo arsenal, pelas 11 horas do dia 10 do correte,
com su js propostas em que deelarem o menor
prego e quaes sous fiadores.
. A/f ?al de 8uer oe Pernambuco, 6 de junho
de 1861.
eo
a. a. to
O.
-
o.
Horas.
B 0 c B c a 0 as B o-B CA kthmosphera
0 W * B en t?i Direcao. M a H 0
3 o. 0 ntensidadt.
SI -1 O S 00 (O Fahrenheit. H n 3 O
?a 50 co K> co 00 O to te Centigrado. 3. -O
00 0 00 0 -a OO 0 Hygromelro.
O
Cisterna hydre
mtrica.
-J J ~J ^4 -J
tn w I O en
~4 OO OO 0 CD .
1 Franeez.
I
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m p:
a S
g m
2 c
Ps
t-
c
c
i
Oleo
Vinagre--------
Vinhos --------
A noite chuvosa, vento SSE fresco e assim ama-
nheceo.
OSCIT.AQA5 DA MAR.
Preamar as 4 h. 30' da tarde, altura 7,6 p.
Baixamar as 10 h. 18' da manha, altura 1, p.
Observatorio do arsenal do marinha. 8 de iu-
nho de 1861. ^ '
Romano Stepple,
Io tenenle.
Editaes.
O teneule-coronel Antonio Carneiro Machado
Ros, commendador da imperial ordem da Ro-
sa, juiz de paz mais votado do primeiro dis-
tricto da freguezia do Santissimo Sacramento
do bairro de Boa-Vista do termo da cidade do
Recite de Pernambuco, em virtude da lei etc.
Fago saber que em virtude da resolugo do
Exm. Sr. presidente da- provincia de 22 deste
abaixo transcripta, que designou a reunio da
junta de qualificago desla freguezia, para o dia
25 d junho proxi.no vindouro: convoca por isso
aos senhores eleitores esupplenles atim de com-
parecerem no mencionado dia, pelas 9 horas da
manha. na igreja matriz, para cumprimeulo s
disposiges do art. 4" e 25 da lei de 19 de agosto
de 1846; outro sim, faz saber que na filia do
comparecimento soffrero as penas comminadas
na mesma lei.
4a secQo.Palacio do governo de Pernam-
buco 22 de maio de 1861.Fra vista do que
comrauoica-me Vmc. em seu officio de hontem
relativamente a impossiblidade de reunir-se a
junta de qualificago dessa freguezia, para fuoc-
conar durante os cinco dias nos seus trabalhos
de reviso por falta de publicacio dos editaes
de sua convocago, queso leve lugar hoje, nao
podeudo por conseguinle dar-se o prazo, que
aa forma do art 4o da de 19 de agosto de 1846,
deve decorrer entre a convocago e a reunio da
junta ee qualificago, designo novamonte o dia
25 de junho prximo vindouro dsja a reunio da
junta revisora desta freguezia.
Dos guarda Vmc. Antonio Marcellino
Nune Goncaloes.Sr. juiz de paz mais votado
do 1 districloda freguezia da Boa-Vista.
Eleitores.
Os Srs. :
Manoel Coe'.ho Cintra.
Tenenle-coronel Antonio Carlos de Pinho Borges.
Dito Antonio Carneiro Machado Rios.
Dr. Luiz de Carvalhp Paea de Andrade.
Major Jos Joaquim Antunes.
Capito Amaro de Bajros Correa.
Desembargador Lourengo Jos da Silva San-
tiago.
Empregado publico Manoel Luiz Viries.
Desembargador Caetaoo Jos da Silva San-
tiago.
Major Gustavo Jos do Reg.
Tenenle-coronelTheodoro Machado Freir Pe-
reira da Silva.
Empregado publico Manoel Carneiro de Suuza
Lacerda.
Dito Uypolite Cassiano Vasconcellos Albuquerqne
Maranhao.
Dito Joaquim da Gusmao Coelho.
Dilo Podro Alexandrno de Barros Cavalcanti.
Padre Francisco Alvee de branle.
Empregado publtco Antonio Cardoso de Queiroz
Fonseca.
Supplentes.
Os Srs.:
Tenente Debi de Aqnino Foneca.
Major Manoel do Nascimeolo da Costa Mon-
teiro.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brto. f
Dito Lourengo Trigo de Loureiro.
Dito Silvio Tarquinio Villas-Boas.
Desembargador Antonio Joaquim da Silva Go-
mes.
Dilo Agosttoho Moreira Guerra.
Proprietario Cietano da Silva Azevedo.
Capillo Antonio Jos da Costa e Silva.
Commendador Thomaz d'Aquino Fonceca.
Proprietario Clorindo Ferreira Catao.
Desembargador Firmino Antonio deSouza.
Commerciante Thomaz Garren.
Dr. Joa'juim de Oliveira Souza.
Brigadeiro Aleixo Jos de Oliveira.
Desembargador D. Francisco Balthazar da Sil-
veira.
Proprietario Venceslao Machado Freir Pereira
da Silva.
Commerciante Flavio Ferreira Cato.
Negociante Jos Francisco Lavra.
Cirurgio Jos Francisco Pinto Guimares.
Tenenlo-coronel Feliciano Joaquim dos Santos.
Commerciante Joaquim Augusto Ferreira Jaco-
bina.
Dito Luiz Jos da Silva Guimares.
Dito Manoel Joaquim Fernandes de Azevedo.
Proprietario Joo Pacheco de Queiroga.
Despachante Joo Bartholomeu Gongdves da
Silva.
Capilo Joaquim Fra'ncisco Franco.
Desembargador Manoel Rodrigues Villares,
Proprietario Antonio Pires Ferreira.
Commercianle Jos Nunes de Oliveira.
Proprietario Miguel Archaojo Fernandes Vianna.
Dr. Luiz Carlos dcMagalhes Breves.
Proprietario Francisco Jos Arantes.
Empregado publico Joaquim Elias de Moura
Gondim.
Tenente Symphronio Olympio de Queiroga.
Proprietario Francisco Rufino Cordeiro de Mello.
Dilo Ignacio Jos Pinto.
Tenente Joaquim Jorge de Mello.
Commerciante Antonio Machado Gomes da Silva.
Artista Firmino da Silva Amorim.
Commerciante Jos da Costa Brando Cordeiro.
Artista Pedro de Alcntara e Silva.
Proprietario Antonio Jorge Guerra.
Dito Manoel Antonio Sautiago Lessa. *
Artisla Luiz, Je Franga Lins de Albuquerque.
Despachante Jos Rodopiano dos Santos.
Proprietario Francisco Accioli de Gouva Lins.
rlisla Francisco Mendes Marlins.
ilo Jos Joaquim Ramos e Silva.
Tenente Leopoldo Ferreira Marlins Ribeiro.
Artista Manoel Francisco Honorato.
Dito Francisco Antonio de Meneaes.
Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de Drurn-
raond.
E para que chegue ao conhecimenlo de todos
ser o presente affixado no lugar mais publico
desta freguezia e publicado pela imprensa. Dado
e passado nesta cidade do Recife.de Pernambuco
Io distrelo da freguezia da Boa-Vista, aos 25
dias do mez de maio de 1861. Eu, Francisco de
Barros Correa, escrivoque o escrevi.O juiz de
paz, Antonio Carneiro Machado Rios.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em curaprimento da resolugo da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que a arrematago
das impressoes dos balangos, orcamentos e rea-
torio desta thesouraria, foi transferida para o dia
20 do correte por nao se terem habilitado e nao
estarem presentes no acto da arrematago as
pessoas que mandaram propostas para o correio.
As pessoas que se propozerem a mesma arre-
matago comparegam na sala das sesses da jun-
ta da fazenda, no dia cima mencionado, pelo
meio dia, competentemente habilitadas, adver-
tindo que a habilitago lera lugar no dia 13.
E para constar so mandou aduar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 7 do junho de 1861.O secretario,
A. F. d'AnnuncucSo.
O Illm. Sr. inspector da Ihesourari provincial,
am cumprimenlo da resolugo da iuula da fazen-
da, manda fazer publico, que no dia 13 dejuoho
prximo vindouro se ha de arrematar a quem
mais der o arrendamento dos pedagios das bar-
reiras seguiotea :
Magdalena por anno........,...... 6:110*000
Giqui...... .... ............... 5:350J000
Jaboatao.... .... ............... 3:887*000
Caxang.... > .... ............... 3.450*000
Motocolomb .... o ............... 1:605$000
Tapacur... .... ............... 1:206*000
Ponte dos Carvalhoa ............... 905*000
Tacaruna... .... ............... 552*000
Bujary...... .... ............... 550*000
As arrematages sero feitas por lempo de 3
anoos, acontar do Io de julho do crreme anno,
a 30 de junho de 1864.
As pessoas, que se proposerem a estas arrema-
tages comparegam na sala da sesses da mesma
junta no dii cima mencionado pelo meio dia,
competentemente habilitados.
E para constar se mandou afiliar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 29 de maio de 1861. O secretario,
A. F. de Annunciaco.
Directora da instrueco pu-
blica.
Fago saber a quem convier, que o Illm. Sr. Dr.
director geral interino lera mareado o prazo de
30 das, a contar da data deste, para que lodos os
que ae dedicara ao magisterio particular primario
e secundario de ambos os sexos que ainda nao o
fieram, hajam de requerer a liceoga de que tra-
ta a_ lei regula mentar o. 869 de 14 de maio de
1855, e de tirar oa respectivo ttulos ,- cprapre-
hendendo-se nesse numero aquellos, que tendo
sido multado, (orara absolvidos; visto como es-
se acto, alientas as razos qua allegaram, nao os
iaanla de aolicitarem os mencionado titulo na
forma da lei citada.
E para que chegue o conhecimenlo do todos
mandou -se publicar o presente.
Secretaria a instrueco publica de Pernam-
buco, 2 de maio Je 1861.
O secretario interino,
Salvador Henrique 4t AHuquirque.
O amanuense,
Joo Ricardo da Silva.
Por esta subdelegada se faz publico, que se
acham depositados os cavallos seguales: um
russo com a orelha cortada e outro ruaso pedrez,
que foram remedidos por Francisco Gongalves
Slruna, era virtude Ce o ter pegado dentro de
seu sitio, ignorando a quem pertencam, outro to-
mado a Antonio Jos do Carmo, morador no Bar-
ro, tambejn russo, outro ruzilho escuro tomado a
Francisco de Salles Correa de Qoeiroz, que se
acha oceulto no mesmo lugar do Barro, cujo in-
dividuo nao morador deste districto ; visto
chegar a meu conhecimenlo que ditos cavallos
ltimos sao furtidos, Gcaodo os individuos reco-
Ihidos a deteogo. Outro sim, tambem foi remel-
tido a este juizo, pelo portuguez Manoel Fran-
cisco da Silva, duas cabras (bicho), magras, por
ter pegado-as na planta da seu capim, quem se
julgar com direito a urna e oulra cousa, comp-
rela, que provando lhe sero entregue.
Subdelegacia do 1 districto da freguezia dos
Afogados, 6 de junho de 1861.
O subdelegado,
Jos Francisco Carneiro Monteiro.
SOCIEDADE BANCARU.
Amorim, Fragoso Santos
& Companhia
Sacam e tomara saques sobra as pracas do Ric
de Janeiro e Par.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cum-
pi i ment do disposto no an. 4 do de
creto n. 2685 de 10 de novembro -do
annofindo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
subtituicao das notas de 20# da emissao
da mesma caixa.
Caixa Glial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
francisco Joao de Barros.
O administrador da reoebedoria de rendas
inlernaa faz publico que no correte mez tem de
ser pago, livre da multa de 3 0|0 o segundo se-
mestre do exercicio correte, relativo aos impos-
tes seguintes : decima addiciooal de mi mora,
imposto de20 0i0 sobre lojas, casas de consigna-
gao, dilo especial de 80* sobre casas de movis,
roupa, cagalo, etc., fabricados em paiz estran-
geiro ; e que depois de fin do o referido mez se-
ro cobrados eonjuntamente com a multa.
Recebedoria de Pernambuco 1. de junho de
1861.Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A Ulma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 13 do corrente, pelas 4 hora da tarde, na
sala de suas sesses iro praga para ser arre-
matadas a quem mais der. as rendas da ilha do
Nogueira pelo tempo de tres annos a contar do
Io de julho do corrente anno a 30 de junho de
1864. Os pretendenles devem comparecer no
lugar, dia e horas cima ditas, acompanhados de
seus fiadores, on munidos de cartas destes
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 3 de junho de 1861.O escrivo, F. A.
Cavalcanti Cousseiro.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
'"'" 11 .11
par forneeimeoto juoho de 1861.
Bento Jos Lamenhm Linsr
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Obras publicas.
Em comprmanlo das ordena dogoveroo da
provincia, tem de ser arrematada no dia 14 do
correte, a quem melhores tondiges offerecer,
a barcaga perlencente i repartigo das obra pu-
blicas, servindo de base a essa arrematago a
quamia de 800*. offerecida pelo engenheiro Hen-
rique Augusto Milet: os pretendenles devero
a presentar as suas propostas em caria fechada,
enderessada ao director das obras publicas, iato
at a 1 hora da tarde do dia cima indicado. Pa-
ra examinar, podero dirgir-se ao administrador
das obras da casa de detengo, junto a qual se
acha a dita barcaga ancorada.
Secretaria das obras publicas 8 da junho de
1861,O secretarlo,
T. A. Ramos Zany.
Pela secretara do governo se faz publico
que o Exm. Sr. presidenta da provincia d au-
diencia todos os dias uleis, do meio dia s 2 ho-
ras e mei da tarde, e alm destss horas rnen-
le ao cheles de repartigo e a servigo publico ;
e recebe na quintas-feiras e domingos a noite
todas as pessoas que o procuraren!.
Secretaria do governo de Pernambuco 8 de ju-
nho de 1861.Joo Rodrigues Chaves.
Por esta subdelegacia se faz publico, que
se acha recolhido oa casa de delengo o preto
Vicente, por andar fgido, o qual diz ser escravo
de Mara Ferreira de Lima, moradora no enge-
nho Contra-assude : quem se julgar com direito
ao dito comparece, que, provando, lhe aera en-
tregue. Subdelegacia "do Io districto dos Afoga-
dos, 6 de juoho de 1861.
O subdelegado,
Jos Francisco Carneiro Monteirb.
Consulado da repblica
argentina.
Cora a deploravel noticia da anniquillago di
cidade de Mendoza por causa deum lorrivel ter-
remoto (como notorio) que a reduzio em poucos
minutos um conloo de ruinas, debaixo das
quses foram sepultados mais de dous tergos da
sua populago ; o abiixo firmado, cnsul da re-
publica nesta cidade, tem iniciado urna subs-
cripgo com o Gm de alliviar da desgraga os que
gemem na miseria e orphandade, salvos de to
riolenta catastrophe. A supplica que se faz a
todos os cidades desta cidade, e com especialida-
de ao corpo comraercial da praga que entretem
to importantes relages mercantis com a rep-
blica, me deixa persuadido de que todos os se-
nhores se preslaro a subscrever, cada um com
a so-nma que possa para im to humanitario
imitando o que j se tem procedido em outras
provincias do imperio. Para o que pode se assig-
nar na associago da praga do commercio, neste
consulado, ra da Croz n. 3, e assim tambem em
qualquer outra parte em que o promovam os
amantes da humanidade. e pedido deste con-
sulado. Recife 1 de junho de 1861.
Josi Joo de Amorim.
Companhia do Beberibe.
No da 17 do corrente pelas 12 horas
do dia tera* lugar no escriptorio da
companhia ra do Cabuga2 n. 16, a ar-
rematado do rendimento dos chafar i-
zes e bicas por bairros ou totalidade e
por espaco de 1 a tres annos, sob as
bazes abaixo transcriptas e mais con-
diccoes patentes no escriptorio ; os Srs.
licitantes comparecam com seus fiado
res ou deca racao dos meamos no men-
cionado dia devendo ser as propostas por
escripto.
Bazes sobre as qnaes se deve laucar.
Bairro do Recife.
Cliafariz e bica do caes da al
N. N.
D. Jesuaa.
D. Julia Gobert.
D. Anna Chave
D. Julia Rose.
D. Carmel.
de Ezelino, co-
2*dHa..........................
Berta, mi de Leonardo........
Marieta......................
Clementina.....................
Primeira rnulher dt poo.......
Seguoda dita....................
Pradea, guerreiros e soldados
mi ti v do cardeal, povo de Padua, etu., etc.
1t acto.Parte do claustro do convento da
swola Mara em Padua, prximo portara.
muda para aa enlraoha da larra.
2 acto. Aeampsmecto e tenda do general
aetttoo parreira secca no fundo passa o
adige.
3 acto.A entrada da cidade do Padua. arma-
zem de comestivei de Marco-Aurelio, etc.
4o acto.Urna celia no HeremitoriodercelI
muda para o interior da igreja de Espoleto. rica-
mente decorada.
Todo o sceoario foi de novo retocado, bem
como todo o vestuario e mais acqessorios.
Harmonas e coros dirigidos e ensrado pelo
nabil director e regente da orcheslra o Sr. Colas.
n. u. ., Come?" ** 7 X hora;
ua puetes tanto de camarotes como de cadt-
ras e geraes, sero vendidos para as duas recitas.
Os senhores que flzeram eucommeodas, podem
desde j mandar busca-Ios ao escriptorio do
theatro.
Avisos martimos.
o Rio de Janeiro
a polaca brasileira cEsperanga segu com brevf-
dade ; pode receber alguma carga e escravoa a
fete : trata-se com os consignatarios Marques.
Barros & C, largo do Corpo Santo n. 6.
Babia.
A escuna nacional Carlota, capilo Luciano
Al ves da Conceico, sane para a Bahia em pon-
eos dias, para alguma carga que ainda pode re-
ceber trata-se com Francisca L. O. Azevedo, ra
da Madre de Dos n. 12.
COjiPAMIA pernambugaka
seguales
Para proviraento
dos
DR
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu*. Aracaty, Ceara'.
O vapor Iguaras?, commandante Moreir
sahir para os portos do norte at o Cear no
dia 22 do corrente s 5 horas da tarde. Receba
carga at o dia 21 ao meio dia. Eocommendas,
passageiros e dinheiro a (rete at o dia da sabida
as 2 horas: escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
fandega. .
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Drum.
Dito do Forte do Mattos e
bica.......2:898,0810
5:365$550
6:883^537
3:751$072
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
O vapor Oyapock, commandante o capito
tenente Santa Barbara, esperado dos portos do
sul at o dia li do crrente o qual depois da
demora do costme seguir para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder cooduzir, a qual devor
ser embarcada no dia de sua chegada at as 2
horas da tarde, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete at odiada sabida as 3 horas:
agencia ra da Crui n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Mendes.
lE
arraazens do arsenal d
guerra.
5 arrobas dealvaiade.
8 caivetes de boa qualidade para pennas.
12 grosas de pennas de ago de boa qualidade
20 cadinhos den. 12.
20 garrafas de tinta prela.
38 arrobas de cobre velho.
6 arrobas de rame de latosortido.
6 arrobas de estanho em vergninha.
10 milheiros de laxas de bomba.
20 ditos de ditos pequeos.
10 ditos de brochas de sapateiro batidas.
20 duzias de taboas de pinho americano.
5 duzias de ditas de dito de 3 ou 4 de grossura.
10 milheiros de pregos caixaes.
24 caetas de boa qualidade.
Paraos msicos do 8o batalho de iofantaria.
l35covados de panno alvadio.
Quera quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 ho'ras da manha do dia 10 do
correte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 3 de
junho de 1861.
Berilo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario nterin*o
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprietarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados, que
os 30 dias uteis para o pagamento bocea do
cofre do segundo semestre da decima do anno fl-
nenceiro de 1860 a 1861, se principiam a contar
do dia 1." de junho vindouro, ficando sujeitos i
multa de 3 0/0 os que pagarem depois de ndo
os ditos 30 das.
. Mesa do consulado provincial de Pernambuco
21 de maio de 1861.
Antonio Carneiro Machado Rios.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do srsenal de guerra, tem de comprar o objec-
tos seguintes:
Para fornecimento da casa da guarda e palacio
da presidencia.
150 libras de velas stesrinas;
Para o fabrico de diversas obras.
555 boloes grandes de melal amarello lisos.
70 ditoa ditos de dito bronzeadfrn. 10.
45 ditos pequeos de dilo dito n. 10.
42 grosas de ditos prelos de osso.
Itera proviraento dos armasen do arsenal
de guerra.
20 quiotaes de ferro em barra de 1 1/2 pollo-
gada.
10 quinlaes de dito quadrado de 5/8.
10 quiotaes da dito ae vareada.
9 arrobas de rame de farro.
1 barril de vernz preto.
5 caadas de azeite de coco. *
Para escriplurago de arsenal de guerra.
1 Hvro era branco de bom papel com
folhas.
2 ditos em dilo de dilo com 100 di las.
4 ditoa em dito de dito com 20 ditas.
4 ditoa em dito de dito com 3 dita.
2 dito em dito de dito com 129 dita.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, i 10 horas da manha do da 12do
oorranta mez.
gala das sesses 4o conselfeo administrativo,
18:898999
Bairro de Santo Antonio.
Chafan-' dolurgo do Carmo. 8:474$150
Ditodo largo do Paraizo. 6:986^172
Dito do largo do Passeio
Publico......3:389^652
Dito da ra do Sol. 3:176^092
Dito da ra da Concordia. 3:173^993
25:200^039
Bairro da Boa-Vista.
Cha tai z do caes do Capi-
baribe e bica do mesmo. 5817#000
Dito da caixa d'agua da ra
dos Pires......5:189300
Ditodapraca da Boa-Vista. 5:040^525
Dito do largo da Soledade. 762^775
200
16;809$600
Escriptorio da companhia do Beberi-
be 8 de junho de 1861.O secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZAGERMANO.
14lE 15a RECITAS DA ASSIGNATURA.
Quarta e qainta-feira, 12 e 13 de
Junho de 1861.
Subir scena o magnifico mysterio em quatro
acto e mai dous quadros
GRABIEL E Ll'SBEL
ou os
MILAGRES DE SANTO ANTONIO.
PERSONAGBNS.
Fr. Antonio, 86 annos, Portu-
guez religioso................ Germano.
Grabiel, o anjo boro............ D. Manoela. .
Lusbel, o aojo mo............. Nunes.
Ezellno,Sr.deVerona, general
do exercilo do imperador da
Allemanha Frederico II......
Fr. Elias, geral da ordem doa
menores.....................
Ignacio, leigo..................
O cardeel, enriado por Gregorio
IX a visitar o convento dos
Fra ociscaaos.................
O sacristao-mr, de Santa Ma-
ra de Padua................. Dito.
Rio Grande do Sul
Pelo Rio de Janeiro
Segu em poucos dias o brigue nacional Ma-
ra Thereza: quem no mesmo quizer ir de paa-
sagem, ou remetter esiravos a frete, dirija-se ao
capillo, ou a Baltar & Oliveira, na ra da Cadeia
do Recife n. 12.
Rio de Janeiro
O veleiro o bem conhecido brigue nacional Ve-
loz, pretenle seguir com muita brevidade, tem
parte de seu carregamento prorapto, para o resta
que lhe falta trata-se com os seus consignatarios
Azevedo 4 Mendes, no seu escriptorio roa da
Cruz n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegado costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte,
.Macao, Aracaty .Ceara' e Acaracu.
O vapor cJaguaribe, coanmandanle Lobato,
sahir para os portos do norte at o Acaracd no>
dia 7 de juoho s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 6 ao meio dia. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
as 2 horas : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
Segu impreterivelmente no dia 8 de junho a
veleira e bem coohecida barca porlugueza Sym
pa'.hia, por ter sua carga engajada ; recebe ni-
camente passageiros, pora os quaes tem contato-
dos excelleoles.
Para o Aracaty
Recebe carga e passageiros o hiate Exalacao.
a tratar com Gurgel Irmos na ra da Cadeia d
Recife n. 88.
Para o Aracaty.
'Para o Aracaty seguir brevemente o hiate
Santa Anna : para carga e passageiros trata-se
com Gurgel & Irmao, aa rea da Cadeia n. 82.
Valle.
Raymoodo.
Texeira.
Lelte.
Pedro, leigo, seu ajudant.
Leonardo, rapiz do povo.......
Marco-Aurelio, vendeder de co-
mestivei.....................
1* sentiaella.......
ka,.... .*.
Campos.
Vicente.
Santa Rosa.
Almeida.
Rio de Janeiro
segu com a maior brevidada o patacho nacional
Social por ter j engajado metade de aea car-
regamento. o para o reato trata-a com seu con-
: signatario Manoel Alves Guerra, na ru 4o Tra-
piche n. 14, prima.ira andar.


w


Leiloes.
ac
DUKIO DE Pi&JUBMDCO. 8EGUSD FEIRA 10 Dt MJBHO DE lt%U
LEILO
Segunda-feira 10 do corrente.
Costa Carvalho fara* leilo por man-
dado do Exm. Sr. Dr. juiz do commer-
cio, a lequenmento dos curadores fis-
caes e depositarios da massa fallida de
Antonio Joaquim Vidal, das mercadorias
da leja da rua Direita n. 103, avisando
aos concurrentes que sera' o ultimo lei-
lSo e que recebera' propostas at este
da.
iua do Imperador n. 75
Leilo
Terca-feira 10 do corrente.
DOS
Movis, joias e escravos
da massa fallida de Si-
queira Pereira.
Aniunes autorizado pelo Illm. Sr. Dr. juta es-
pecial docommercio, a requerimento dos depo-
sitarios da massa fallida d Siqueira & Pereira,
Tender no lugar e da cima designado os ricos
e varalos movis periencentes a dita massa,
consislindo em ricas mobilias de mogoo e Jaca-
randa com tampos de marmore, um rico piano,
ama secretaria de Jacaranda de apurado gosto,
cama, aparadores, mesa elstica, lavatorios]
guarda louca, quadros, apparelhos de porcelana
para almoco e jaotar, Linternas, candelabros,
serpentinas, prepares de cosioha etc., etc., assim
como
Joias e escravos pecas.
As 11 boras em ponto.
LEILO
*- Preclsa-se 3:000*000 apmio dando-se
por hypotheca um predio de maior valor livre e
deaembarecado, quem quier dar aoouncie por
este Diario.
O anligo mestre da lingoa inglesa, aioda
continua a dar lindes particulares, pelo systema
de Olendor/T, actualmente adoptado em os pri-
meiros collegios dos principaes capitses da Eu-
ro : a grande vantagem para o diacipulo incon-
tealavel, pois que, principia logo a fallar, escre-
Ter, e traduiir dita lingoa.O annuncianle pode
ser procurado at as 9 horas da manhaa na ra
da Gloria n. 83
A Sra. Albina de tal que a mais de tres
meies deixou fechada a casa que oceupava na
ra do Alecrim n. e consta existirem dentro al-
guna trastes. Eta senhora reside hoje no Cabo
ou Escada, sendo ama do Sr. Jorge de tal hes-
paohol, queira vir quaolo antes entregar a chave
da referida casa e o aluguel vencido evitando
assim despezas judiciaes.
ittencao.
Ter9a-feira
corrate.
Na rna do Vigario numero 10.
O agente Camargo fara' leilo por
conta e risco de quem pertencer de
urna porcae de vidros sem limites con-
sistindo em copos, clices, copinbos
brancos e de cores ao correr do mar-
tello, no mencionado da as 11 horas
em ponto em seu armazem na ra do
Vigario n. 10.
LEILAO
Terca-feira 11 do corrente ao
correr do martello
O agente Hyppolito autorisado pelo
Sr. Domingos Alves Matheus fara' leilo
de lOOcaixas de velas stearinas em lo-
tes a vontade dos Srs. cornpi adores no
armazem do Sr. Annes, as 11 horas em
ponto do recrido dia.
Avisos diversos.
D. Mara Viceocia de Paula e Cunha relir-
e para fra do imperio, levando em sua compa-
nhia tres filhos menores.
O abaixo assignado acha-se dirjilo urna casa
no pateo do Carmo n. 6, onde coovid a todos os
seus freguezes e demaia aessoas, que goatam de
roupa barata para virem ver oeste lugar roupa
por medida por proco muitecommodo, e para ta-
lo passa expor as obras e os precos :
Casaca do raelhor panno possivel s 355.
dem de panno mais baixo a 303.
dem de panno mais baixo aioda a 28#.
Sobrecasaca tambem de panno muito fino a 40fl.
dem de panno mais baixo a 30JJ.
dem de panno mais baixo ainda a25g.
Calca de brim braoco muito fino por medida de
5$ a 6&500.
Palitos, caiga e collele de casemira de edr a 35$.
Colletes prelos de gorgurao, colletea de cores
mmlo fino3, palitos saceos de panno, palitos so-
brecasacados tambem de panno, palitos aobreca-
sacadqs e saceos de alpaca, calcas pretas de case-
mira, do cor, te. Tudo por prec.o muito commo-
do, que vista do freguez todo o negocio se far.
Lauriano Jos de Barros.
Guimaraes & Luz.
Em consequencia de eslarem na liquidaco do
Hado pedem a todos os seus devedores o obse-
quio de virem ou mandarem pagar seus dbitos
ua mesma loja onde foram contrahidos ou na fal-
ta disso poderlo pagar ao Sr. Manoel Carlos Maia,
a quem temos dado todos os poderes para obrar
amigavel ou judicialmente caso seja necessaro,
para os que quizerem pagar amigavelmenle mar-
camos o praso de sessenta das, eos que nao pa-
garen ate esse lempo nao se queixem do resul-
tado.
Quem perdeu um cordio de ouro, traga os
signaos, lugar e lempo em que foi perdido, a li-
vraria n. 6 e 8 da praca da Independencia para
serem confrontados e entregue.
O abaixo assignado teodo de ir ao Passo de
Camaragibe a tratar do seus negocios, deixa por
seus procuradores bastante os Srs. Manoel Jos
dd Parias, Joao Joaquim Alves e Moreira & Fer-
reira.
Speridiao Barbosa da Silva.
Rogasoao Sr. secretario da veneravel con-
traria de Nossa Senhora do Livramonto, se dig-
ne responder ao officio que a aquella confraria
foi dirigido, relativamente ao contrato que ella
fez. com o fallecido Caetano: visto que S. S. j
foi autorisado em sesso da mesa regedora para
responder ao citado officio.
O abaixo assignado faz publico que a casa
da ra de Hortas n. 6. Ihe est hypolhecada por
escriptura publica, e nao consente na venda de
dita casa, sem que aeja embolsado de seu capital
e juros vencidos". Recite, 8 de junho de 1861.
Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
on~~ Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
29, teodo sabida para a ra dos Tanoeiros, com
commodos sufOcientes para qualquer estabeleci-
menlo : a tratar no paleo de S. Pedro n. 6.
Na audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de or-
phaos que ha de ter lugar no dia 11 do corrente
raez, hade conliouar a arrematlo do engenho
Brnm por arrendamento, a qual foi interrompida
as audiencias de ultimo de maio prximo pas-
sado com as mesmas condiCQes com que foi
principiada. H
Osenhor
Caetano Aureliano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool, a negocio que Ihe
diz respeito.
No dia 10 do correle, a 2 horas da tarde,
em casa do Sr. Dr. Juta de pai do !. districto
de Santo Antonio tem de ser arrematada urna
marqueza com assento de palhinha, i banqui-
nhs, 2 cadeiras com assento de palhinha, e 1 la-
vatorio, ludo de.amarello, por exwucao de Ma-
noel do Amparo Caj & C. contra America Theo-
dora Braaileira.
Aluga-se a loja do aobrado da ra da Auro-
ra o. 10, com grandes commodos para familia
torrada e bem acabada ; a tratar com Jos Igna-
cio Avilla, na ra Nova de Santa Riu n. 43.
Os administradores da massa fallida de Cas-
tro 4 Aroorim, pelo presente convidara a todos
os senhores credores a apreseotar-lhesseus ttu-
los de crdito, aflm de poderem proceder como
determina o art. 859 do Cod. do Com.. devendo
esta apreseutacao ter lugar no prazo de 8 das
em casa dos administradores Vas & Leal.
"",.Pe.oe'8e ao Sr. Luiz Franciaco de Moraes
que dinja-se a ra da Cadeia do Recite n. 55
pnmeiro andar, para Ihe ser entregue urna carta'
de importancia.
Denles artificiaes.
Aviso
s
i


O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23. sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
LOTERA.
e meios
as
com-
Acham-se a venda os bilhees
bilhetes da primeira parte da primeira
lotera a beneficio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario da freguezia de
Muribeca, na thesouraria das loteri
ruado Queimadon. 12, e casas
missionadas do costume.
O dia impreterivel da extraccao fera'
designado logo que se tenham vendido
boa parte dos bihetes. As sortes serao
pagas logo que sejam distribuidas as lis-
tas- O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza
Rarroca & Medeiros sacam nara
Portugal. P
Precisa-se alugar urna escrava pa,
ra o servico interno de casa de familia,
que saiba cosinhar e engommar.
dando paga-se bem : na ra da
sobrado n. 58.
Roga-se a todos os devedores da Arma social
de Campos & Lima da loja de fazendas ao p do
arco de Santo Antonio, hoje pertencente a firma
social de Camargo & Silva tenham a bondade de
vir a mesma loja saldar suas contas at o flm do
corrente mez.do contrario passarao pelo desgos-
to de ver seus nomes por extenso nesta folha,
sem excepQao de alguem.
Collegio de|Bemflca.
Neste estabelecimeuto precisa-se de um cozi-
nheiro.
O advogado Antonio de Vasconcelos Me-
nezes de Drummond contina no exercicio de
! sua profissao ; na ra do Imperador n. 43 ori-
' meiro andar. v
. Aluga-se urna escrava, a qual cozinha sof-
trivelmenle o diario do urna casa, lava bem tan-
to de varrela como de sabao. e faz todo o servi-
co ; a tratar na ra do Sebo n. 20.
E. A. Ryder, subdito britannico, vai para
Na ru larga do Rosario n. 1, primeiro an-
dar, copia-se admiravelmeote msica
razoavel.
A viura Jane, dentista, achando-se restabele-
cidaidos seus longos encommodos de saude,
continua a trabalhar por sua arte e desde j of
ferece ao respeilavel publico os seus ser vicos
com a perfeico bem conhecida de seus numero-
sos freguezes, em sua residencia na ra de San-
ta Rita o. 61. pao recebendo paga alguma de
qualquer trabalho tendente a ana arte, sera que
Uquem plenamente salisfeitos. E especialmente
das seohoras de quem a annunciante espera pro-
tecQao e preferencia, pela maior franqueza e
menot acanhamento que mais natural lerem
com o fino trato de urna pessoa de igual sexo
mais delicado t conseguintemente preferivel a
umo senhora. A annunciante tambem vende
ajenies artificiaes avulsos.
Precisa-se de um feitor para tomar conta
de um sitio : no escriplorio da commandita. pre-
ga do Corpo Santo.
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEOPATHICO
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_ SABINO 0. L PINHO.
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parados som todas as cautelas necessarias. in-
raihveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos prejoa mata commodos pos-
SIV61S-
N. B. Os medicamentos do Dr. Stlino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiraa sao acompaohadas de um
impresso com um emblema em releTo, tendo ao
redor as seguintes patarras : Dr. Sabino O. L.
rinno, medico brasileiro. Este emblema posto
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro.
\3nUo deposito ua botica de Aoaquim Marliuuo
d* Ct*z Cotreia A C.,Tuado Cabug n. U,
M Pemambuco.
com o ?oraelm^xi%?c!r;taPdV^e01^ 'Pre8enU hje Um' D" ^"'^ <* fe.
Tariida'm.VihJmm'S0 "" lu" emPre8ar-e um ">" medicamento debaixo de formulas tao
nadas, mas ohomem da sciencia coraprahende a necessidade e importancia de urna tal v"r!e-
a. ,nn* Dum.ersas P"para56ea de ferro at hoje conhecidas nenhma rene to bellas
des como o elixir de cttro actato de ferro. A seu sabor agr.davel. rene
em
asaflr =: itjssxs^. w5^a=5?r=i:,ST--H.--u
assimilado ; e o nao produzir
de
qualida-
uma pe-
.ub...c! d. 1.1 l'S.'* ."":"'r mZmmumm do ferro, ,e Kodo oro.
citro-lactato de ferro. Assim este
preparaQes ferroginosas, como o
HHHOi
AfJtfSTfrf*'''? *end j1tea e uuu o .erro a
SSIS?i!- aDQar mao. j>"a debelar, o aulhor do citro-lactato
do ferro h-tii-nid.de por ter descoberto um. formula pela qual se podV srn'receio
que o
sendo o ferro a principal substaucia de
de ferro merece louvores e o
usar
CENTRO COMMERCIAL
15 RuadaCadciadoRecife 15
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
Jos Leopoldo Bourgard
Charutos do Rio de Janeiro n, a
c -2&^&J8&&&Vft
Clg de Guimaraes & Coutinbo.
metal a 10 cada um, du-
f
i
I
por preco
agra-
Aurora
Desappareceu do engenho Serrara, era Ja-
boatao. no di, 5 do corrento raez. o escravo Pe-
dro, cnoulo. de20a22annosdeidade, cor fula
ntl?'- "T P0UC0 gro*i0,' rosl um Poueo descar-
nado eps pequeos. E' carreiro, provavelmente
jera procurado algurn engenho inculcando-se de
livro ou a estrave de ferro : quem o quizer ap-
prehender e lvalo ao engenho cima mencib-
Sl.'hreCeb?-n de-S6U Seohor abaixo ignado
urna boa graliQca^o.
ii., Felippe de Souza Leao.
^ai7 i d8 -8re *i?dar com 8olo Da r"a da Ca-
t !iSeC-a 7' P^oprio para hornera solteiro
7o ^rnPo0srobradoem PreteD<,er *~ a ^
^4ms^^
Jnmeirss lettrate a traduiir francs; a traUrna
ra larga do Rosario, loja do louCa ,raUr*
^,7 a p?dr.Ala"lrioo Hachado tem urca
Cdaadle,ca,sQadn.d201R, "** : "'
Jairl0l0n0 Pacheco' retirase P"a o o Aviso religioso.
Avisa-se aos devotos do glorioso Santo Anto-
nio do convento dosta cidade que a festa deste
Thaumaturgo SeraQco foi trsnsferida para o dia
24 do corrente, dia que ser solemnisado com
oda a pompa possivel. Este aviso tem por flm
tambem convidar aos mesmos devotos para a
asistencia das trezenas, que principiarlo no dia
11 do correute, sendo no mesmo s 6 horas da
raanhaa evant,da a bandeira. Convento de San-
tu Antonio do Recife 8 de Juoho de 1864.
Fr. Francisco de Santa Candida,
... Presidente.
r7HrtnVv'D-lmStrad0res da massa falliJa Garrido & Veiga rogara a todos os senhores ere-
dores a presentarem-lhes seus ttulos de crdito
wiuTrde8dias, lev.ndo-os a casa de D. P.
J.,!.7& doflmcodde pdodcr.proceder ua orm-
Roga-se ao Sr. Joaquim Francisco de Al-
&.o1g.Ao,.P."ri De80C' qU' n,esmo "-
- Urna pessoa com bastante pratica de escrio-
tura5ao mercantil, offerece-se para fuer SI
quer escripia por partidas dobr.das: quem de
CaUbuPgr!8ol.8. qU'Zet Ul1S"-8e' dia-* a "ajo6
o servio
dirija-se ao
Aluga-se nm moleque para lodo
ae ums casa, quem o pretender
tterro da 8oa-Vista sobrado n. 51
4o"ouK8V8e fflIlf Am- Sr- ios Da Alves
Sos Martyrio, rar4086" nUn' M rB1
Antonio Botelho do Amaral retiraTse para
rp?,' ,ralar de 8ua ""'
aiiiw k6-UB menino de 12a 14 aonoa,
4ica oe renda, na ra Augusta d. 1/.
Pelo Paquete Oneida
sacca-se qualquer quaciia sobre Lisboa e Porto
d2vi?.,rioT9?eCma,h0 Nogueira&c-. ".
nn"n Al.im-se os altos do predio da ra de A-
pollo n. 26, com eapacidade para um grande col-
legio per ter os commodos seguintes : no prime -
salanftd1,V2gHaDde,S "la8' ""'. Pepena
sala e 1 grande salao, tendo neste, cano de des-
pejo no segundo andar 2 salas, 4 quartos e ter-
.S 4 lZCeU0 andar "la de Jant". dPen-
' *W"l0S Pqeno8. grande cozinha, oom ca-
no para despejo e esgolo de todas aa aguas
muito arejado por ficar em quina e ser lodo cr-
InHd.eja,!.ella8-e-porlas D0 0la<>; quera .
tender pode dirigir- ae a ra da Cadeia do Rec?fe
n. 64, no segundo audar. '
-^^h bVP a8si*nado Pede desculpa os seos
arclgosda falta que commetteu em nao despedir-
.Pe!,.oallBen# de cada ID' e offerece-ihes de
Jl "8,8e"'COS na PW'iocia daParahlba, pola
segu no Jaguanbe hoje 7 de junho.
Luiz de Albuquerque Martina Pereira.
aT. Hgar"8e ,m mol61ae Ptoprio para servko
r?..f fan"a'1oa "sa de pasto ; na ra do
Livramento n. 22, tercero andar.
n,ZT- Vua do Queimad> n. 29 se dir quem
precisa de uma escrava sem tIcos para oierrfeo
de uma casa de mui pouca faailia. 0,er"S
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiraa que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o no-
me do Or. Sabino sao falsos.
Arrenda-se o eogenho Jacir, situado no
termo de Senohm, moentee corrente.com ca-
sa de TiTenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com com-
munica^ao para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, otaria e seu respectivo forno.casa
de engenho com uma moeoda que produz calda
para cincoenta a sessenta pes por tarefa com um
parol de cobre sufficientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, tendo a casa sufflcien-
e capacidade, uma destilarlo completamente
montada contigua a casa de caldeira, coni um
alambique de cobre de continuidade, com suas
respectivas garapeiras que produz uma pipa de
agurdente por dia de vinte e dous graos pelo
ariometro de Cartier, casa de purgar para rece-
Der rail paes completamente arranjada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
reno), cora dous couxos tambem de amarello
casa de encaixamento com quatro balces, sna
respectiva estufa e caixoes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinhacom um grande forno
e completo aviamento; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinta casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fr o
ero ; copeiro, com uma roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro: todas as obras referi-
dos de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo eogenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a produego de caBa ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem composlas de
Darro moriquipi e gomoso, com matas tambem a
roda do engenho de sufflciente capacidade para
dar estacas para cercar e lenbas para uso dos tar-
os e casa de caldeira, e madeira para carroa e
reparos que for mister fazer-se nos edificios rs-
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras cora capacidade de produzir de quatro a
cinco mil paes sem nunca ser preciso plantar na
pa ha ; com um ptimo cercado para animaea.e
extraordinariamente grande e uma grande parle
coberta com capim milhan. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Este en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
satra que existe fundada para a colheila de 1361,
a lindar-s em 1862, sendo avallada por peritos!
assim como o pre5o dos piea. As coodices
lempo do arrendamento se combinar cora quem
u& ? "' 1eT6 Procur" mu Proprie-
'TZ7S' Gm.?." de MeDezes v"concellos
af,nk nd nol, de 8ua residencia no Man-
gu.nho que se ach a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
tarde!'G d0S AfmC'8- de maDh" al r? al
drninc a"SCaZeTa8de 1uadrnhos.de novos pa-
na d. SaTC,ar" 6 escufasna lj-.da esquf-
*r a3arur.Ddodp0a5,rrmeD, numero 21 wl?p.-
e ca-
superior tabaco do Rio de Janeiro
BTlJga CharU0S f"enda -** ar.s de
Pap|^?^rrte
cX^T^:^n^cde Ftanc"para cigarros e cachimbos-
Tabaco do Rio de Jane ro ^T 7T! Z 1 ^'10*'
bric. de Guimaraes & CouUnho P1Cad P"" CaChimbS 8 C,garros a a libra. da f
T^k!00 flUrCia 5alib ^""P" P< 3S, para cigarros e cachimbos.
1 anaco fleur de harlebeke m ,
Tab chimbos, faz^do-se abaUmeoio em %?" <* dS9 ta"nho-' "*>"<
mX\nL,^, depapel branco e pard0 a 15 "*
S.e PflPel par. cigarros demanilha.
Vasn* dpaionr.ei em n"5s-de uma libra e dilosde meia libra f"enda w*-
r h k barro para tabaco"rap-
toC7 as fazenda3 mais bar,ido que em utra *-1*
do nao rgrad'e'ao0 cotJp^aorV.endd8 lrDand-8e a receber f*-W* charutos) quan-
API,^dPeta m"Se encomeDd". encaixotam-se e remettem-se aos seus destinos com bre-
Alllmadn0teqs,!e ficaeiPosl tom "riado sortimento de objectos proprios para o, senhores fu-
barato do^l^^&S^?"*"*' fl,0tiV0 Pe, P* 8e P64e-vender muito m.i
Eafeites de bom gosto po-
ra senhoras.
.tA'2ja d'aguia ,br.anca e8l fecentmeme pr-
vida de um completo sortimento de nfeitea da
bom gosto para senhoras, sendo os afamados a
delicados entalles de torcal com franjas e boilaa
outros tambera de torSal de da entallados con
aljofares de cores e borlla ao lado, outros de
froco iguairneote enfeitados com aljfar, e borlo-
las, lodos elles de ubi.apurado gosto e perfeico,
os precos de 8 e lftf sao baratos Tista dai
obras ; aiem destas qualidades ha outras para
i# e 49 : jso na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16. '^ 6
Enfeites de flores para ca-
samentse bailes.
Chegou para a"loja d'aguia branca lindos e de-
licados entalles de flores finas, feitos cora muito
gosto e a uliima moda, sao mui proprios para as
senhoras que vio a casamentas e bailes, e ser-
Tem igualmente para passeios. Os precos sao 88,
)h ni1+JESH quem apreciar tom conhece-
ZKJSrsifjS iKi-rar"a rua
Delicados chapeo-
zinhos para baptisados.
Na loja d'aguia branca se acha mui hotos e
delicados chapeoznhos para baptisados obra
mu perfeita e bem enfeitada, sendo cada um em
sua bonita caixioha, e pelo baratissimo preco de
b, niuguem deixar de os comprar : na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado n. 16.
Opiata ingleza para
dentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propna encommenda a bem conhecida e provei-
tosa opiata ingleza para dentes. cuja bondade
apreciada por todos quantos della tem usado a
sera mais por quem quizer conservar as geoeivas
SniL" Tt e8tad0> a8im como a durados
sde.xarao de comprar quando a nao acharen
mais na loja d'aguia branca,
do n. 16.
na ra do Queima-
Vende-se a
54 da Boa-Vista :
mesma.
taberna da ra do
quem pretender,
Rosario o.
dirija-se a
ma-
ais
Vender muito para vender barato
Vender barato para vender muito.
A BOA FE TRIUMPHA
Fazenda econmica!
Laaziuha para.vestido a 240 rs. o covado. ta-
"alSiSVV00 ; Amrm & Ca8tro'
A' loja armazena-
da de Pariz.
Ra da Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-Vis-
ta loja armazenad) de 4 portas n. 56, recebeu
agora um bello sortimento de fazendas baratas a
saber : chitas novas a 160, 180 e 200 rs. o aova-
do, Utas largas francezas a 240. 260 e 280 o cova-
d&nn%^*?nmbri,ia*, br_a1?a9 mui, fiDas a
sgoOO, j e 3JW)0, saias de balo de 30 arcos pa-
ra senhoras e meninas a 3J500 e4#. cobertas di
chita modernas e novo oslo a 1800, lences de
panno de linho a 2|, fitas de aigodao por direr-
Armazem de fazendas.
19 Ra do Queimado 19
. .., COBERTAS
de chita a chineza, pelo preco de 1800.
. LENQOES
ae panno de linho pelo barato preco de 1900.
. .. TOALHAS
de fuslao para mo. cada uma por 500 rs.
. CALCINHAS BORDADAS
para meninas e meninos a 220O cada par.
ALGQDAO' MONSTRO
com 8 palmos de largo a 600 rs. a vara.
Bramante de linho
com 10 palmos de largura a 2*200a vara.
Cortes de casemira.
Cortes de caiga de casemira de cor a 5.
Chita a 220 rs.
Chita franceza escura pelo pre?o de 220 rs.
Lencos, a duzia,
brancos e com sacadura de cor a 1600 e 1S80O.
Chales a 2^500.
Chales de merino estampados a 29500.
mi~. ^noe-s a dinheiro ou a prazo a loja de
iTdr h8- rua d0 Cresp0 D- 3 1* a P^-
tander, dirija-se a mesma que achara com.quera
Avariado.
avaJriad?qiiACOqueiro com Pqeno loque de
;a tffujsff: j."**
Cemento hespauhol,
Para saldar lodo e qualquer objecto quebrado
como seja, marflm, marmore. madreperola, por-
celana e oulras qualidades de louca una e ordi-
naria. proTa d agua e de calor, prego I o frasco :
SdiYTi."rua da8 Cruzes D- *e na rua da
DE
Jos de Jess Moreira ( C.
N. 18-Ruado Rosaraio esquina das Larangeiras-N. 18
O constante bara-
teiro,
era seu armazem de fazendas, na rua Nova n.
ia^T6rM "nL8,UPe,r,0,r.IDaap0!a0 lar com "-
na a 5* a peca, toalhsa de aigodao alcoxoadaa
paramaoaaoOOrs. cada uma.
So o constante ba-
rateiro,
42^1d=ld^?Ve8StidDoa. ^cilZi.^
brancas com 2 e 3 b.b.dos. ricamente K2d
para o diminuto pre5o de 1% cada um oraaaoi'
-- vende-se uma escravinha preta de 8 annm
Os proprfetarios deste estabelecmento i
re^Ttad^^me^cado ^Sm^^^lZ^ de en.eros. dos ""-^ q
a vender por menos do que o^walooe^tolSSLm.^'- dos propnetar.os eslo resolvaos
pradores da melhor raan'eir. p'ossX prn^que vtau arTf S6 br'S"a0 Se"'r S S"-COm-
Manteiga ingleza perfeitamente flor ,
muitfboa.em'b.rris sitara abatiraeltoVToa D0?f ^ P^ ^e 900, 800. 640 rs. a libra
Dita franceza muit0 boaa 7ao M a 1br8i s na boa f
impide ? giaba em Cail5es d melhora 900 -. *
Ameixas francezas 480 libra. s na bo. f.
^tl^o^ SOO rs
Latas com bolachihna de soda., ,*^n
fhorolatp a l50 mml nova-s na ba f.
uaSRa 2r#m? qU6 tamTnd0 aeste aiercad0 a90 a Hbra. s6 na boa f.
Doces de '' melhr que 'em VDd *e8,e B,efcad0 a m "a libra-
D Lisbo. ,^SSi^K.:a^^^^ frihorea **- *<
Passas muito novas .m.. libra, e na boaf
C onservas mglezas e francezas m, am nn s
boa f. ^-wa a 800 rs. em porjo ae faz abatimento, s na
Aletria, macarro e talhanm *<* a
ToUCinho dP T Whr. r da8maiS n0V" queha.* na boa f.
10U22 LlSba *-.". que ha no mercado a 3*0 rs. a libra, s
2^iSS^do me,horqueh> no *- *
Umento, s na boa f.Qada d" melhr que ha no mercado 480rs. em porco se far aba-
nada^farabaienWto e 4> a garrafa e em ca-
que pode haver.s ru boa f. engarrafado a 1 0.1*400. duque do Porto do melhor
ChK^S^^tT^J^ nov.VquiCOhrad.^0d48 "8 ^,idade''- garrafa de
azeitonas em uMm m.,i. k...... .. "l" Baldes de papel
de seda coloridos
com letreiros de
differentes lma-
nnos proprios pa-
lo Antonio e Sao
Joao, por prego
conimodo: na rua
da Cruz do Reci-
fe armazem nu-
azeitonas em ancoraa muito'brs m h"f" T.*a 25? ."*a '"""" 8.r,ilna "m cald^
o sortimento
neste mercado, s
ra festejo de San- mr mero 14-
Vendem se libras sterlinas : na
commandita largo do Corpo Santo.
Vende-se por preco commodo um
preto de boa condneta e ainda moco :
quem quizer compra lo dirija-e a rua
da Saudade casa de soto de duas janel-
Iasn. 15, que achara'com quem tratar.
Farelo.
No armazem n. 30 da rua da Madre
de Dos, confronte a botica ingleza, ha
muito bom farelo em saceos, chegado
ltimamente, para vender as porcoes
ou a retalho.
J.PraegerK
em liquidaco.
Na rua da Cruz n. 11,
vendem,
25 quartolas vinho de Bor-
deaux de diflferentes quali-
dades.
Dito em caixas del duzia.
Agua de Selter, da Fonte.
Vinho do Porto em caixas.
Dito Xerez em ditas.
Cognac fino [pal brandy.]
Sardinhas em 1\ e 1[2 latas,
Presuntos de fiambre.
Champanha nova.
Chocolate francez.


-T
DI ARIO DI fBRHAMUCO. SEGUNDA FEIRA 10 M JUJSBO DI i881
W
ARMZM
DE
ROUPA FSITA
DE
Joaquina Francisco dos Santos.
40RUAD0QMAD040I
Defronte do becco da Congregarlo letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sor limen to completo de roupa feita de toda aa
qualidades, e tambem se manda eiecutar por medida, vontade dos freguezes, para o
que tein um dos melbores professores.
Casacas de panno preto, 40j>, 355 e 309000
Sobrecasaca de dito, 358 30)00
Palitots de dito e decores, 35$, 302,
S580OO e 208000
Dito de casimira de cores, 229000,
15, 12 e 98000
Ditos de alpaka preta gollaMe vel-
ludo, 11$000
Ditos de merio-silim pretos e de
cores, 9S000 88000
Ditos de alpaka da cores. 58 e 38500
Ditos de dita preta, 9, 7. 58 e 38500
Ditos de brim de cores, 5$, 48500,
4g000 e 3$500
Ditos de bramante da linho branco,
6000, 58000 e 4S0O0
Ditos de merino de cordo preto,
158000 6 88000
Calsas de casimira preta e de cores,
128.108. 9 e 6S00O
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 58 e 48500
Ditas de brim branco e de cores,
5J000, 48500 e S500
Ditas de ganga fle cores 3SOO0
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 128, 98 88000
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 68, 58500, 5 e 3$500
Ditos de setim preto 58000
Ditos de seda setim branco, 68 e 58000
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 78000,68000 e 58000
Ditos de brim e fusto branco,
38500 e 38000
Seroulas de brim de linho 28200
Ditas de algodo, 18600 e 1 280
Camisas de peito de fusto branco
e de cores. 28500 e 2300
Ditas de peito de linho 68 e 38000
Ditas de madapolo branco a da
cores. 38, S8500. 28 e 18800
Camisas (fe meias ljOOO
Chapeos pretos de massa, fraocezes,
formas da ultima moda 108,88500 e 79000
Ditos de fellro, 6, 58, 48 e 28000
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 148,128,118 e 78000
Collarinhos de linho muito finos,
aovos feitios, da ultima moda 8800
Ditos de algodo 55OO
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 1008. 90, 80 e 70000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 408 308000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozetas a
anneis 5
Toalhas de linho. duzia 128000 e IOjOOO
Furtaram ha poucot dias do ar-
mazem n. 36 da ra da Cadeia, urna
pee* de panno azul, o qual panno tem
algum algodo misturado cora a laa co-
mo se pode ver desfiando-se e tran-
cado como casemira : quem der noti-
cias exactas de dita peca no referido ai -
mazem sera' generosamente recompen-
sado
S^UR^URMJSJkJUBA Ki^J ^jai ^jP, UMUafcaA
Consultas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptori, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aoa domingos aobre:
1. Molestias de olhos.
2.a Molestias de coraco e de peito.
3. Molestias dos orgos da geraco e
do anus.'
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suss entradas, comecando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos se rao ero pregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre, a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade do seu em prego urgente que se usar
delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operjgao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo m se icha
prvido de urna completa colleccio de
instrumentos iodispensavel ao medico
JE operador.
I ? oarm un wmv mulm UMW bumpnnvM
Massas de Lisboa, recentemente chegadas,
em caixas de urna arroba, sortidas : veode-se
pelo diminuto prego de 38, no armazem do Sr-
; Annes, fronteiro a alfandega.
! Quem quizer a lugar urna preta de
boa conducta, que cosinha e engomma
com toda perfeicao: dirija-se a ra da
Saudade casa de sotao de dus janellas,
que achara'com quem tratar.
Msicas e pianos.
J. LAUtfbNmER; na fu da Imperalriz n". 23,
acaba de receber pelo ultimo vapor da Europa
urna bella coHercao de msicas para piano acan-
to, dos mInores autores e muito escolhidas ;
igualmente se encontra em seu estabelecimento
ptimos pianos ; assim como faz todos os coo-
certos e afina oa meamos instrumentos em pouco
I tempo e por precoi commodos.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casad o Samuel P.
Johston &_ C, ra da SenzallaNova o. 52.
. Permuta-se por eacravos ou predios nesta
cidade um grande sitio que pode render de dous
a tres contos de ris, muito perto desta cidade ;
tambem se vender recebendo seu valor em fa-
zendas, visto seu proprietario ter necessidade de
ir para fra: a quem convier, annuncie.
ARMAZEM PROGRESSO
DE
largo da Penlia
O proprietario deste armazem par-
ticipa aos seua numerosos freguezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com
om grande sortimento de gneros os melhores que tem viodo a este mercado e por ser parte delles
vindos porconta propria, vende-oa por menos do que em outra qualquer parte.
Manteiga i*lexa perfmente flor. m .. libra>. cm b_
rril se far algum abamento.
nAAUteiga iraneeza a maisnova que ha no mercado vende-se a 720 rs. a libra.
1J?1*1?*? ^y*011 C Pret oa melhores que ha neste genero a 28500. 2S .
18600 rs. a libra. *
%f UeiJOS namellgOS chegados oeste ultimo vapor de Europa 1600 rs., em por-
co se far algum abatimento.
" TT recentemente chegado e de superior qualidade vende-ae a 640 rs. a
libra.
"* V os melhores que tem vindo a este mercado por serem muito frescaes e de
boa qualidade a 640 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
UollO franeeZ a 500 T8. 0 carlao elegantemente enfeitados proprios para mi-
mo, vende-se por este prego nicamente no Progresso.
HOCe Aa CaSCa Ae goUba em callees com 3 10 libras vende-se a 18cad. um.
1> ACUlllua lllgiexa a mais nova que ha n0 meTCa0< vende-se nicamente no ar-
mazem progresso a 38000 a barrica e a retalho a 240 rs. a libra.
VHieiXaS irai&eeXaS a i80rs a ibraem p0rcose far algum abatimento.
aTm. imPeiP*a^ do afamado Abre, e de outros muitoa fabricantea da
Lisboa a 800 rs. a libra.
L.atas com bolacniaaas Ae so Ai yendese imo cad, uma com
f Deseja-se arrenJar um erjgenho de boa pro-
duego e que tenha eseravos e animaes sufflcien-
tea para o trafico ; tambem se comprar a afra,
escravoa e enimies, se convir ao senhorio rece-
ber em predios nesta cfdade, que podem render]
de 3:0008 a 4.-0008 : a quem convir anouncie pa-
ra ser procurado.
Escriptori de advocada.
Obacharel A. R. de Torres Baadeira tem o seu
escriptori na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, onde pode ser procurado para o exercicio
da sua protisso de advogado, das 10 horas da
manha al as 3 da tarde ; encarrega-se de qual-
quer trabilho forense nesta capital ou fora del-
la, e prometle todo o zeloe promptido as func-
coes do seu ministerio.
Joo Jos de Carvalho Moraes e mais her-
deiros de seu casal azem sciente ao corpo de
commercio desta praca, que Gzeram venda do
estabelecimento de ferragens da ra do Queima-
do, a Joo Joa de Carvalho Moraes Filho, fican-
do o abaixo assignado responsavel pela liquida-
cao do activo e pasaivo do mesmo estabeleci-
mento, at 15 de abril prximo passado. Recife
27 da maio de 1861.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
9
al-
A agencia do va-
por de reboque.
Acha-se estabelecida no escriptori dacompa-
nhia Peroambucana no Porte do Mallos n. 1, on-
de se recebem avisos para qualquer servico ten-
dente ao mesmo vapor.
Ensino particular.
0 acadmico Menelo dos Santos da Ponsec,
Los, professor particular das linguas latina a
franceza. autorisado pelo governo, tem aberto e
curso das ditas linguas na ra de Santa Rita no
15, primeiro andar.
%fMlft?ir*i "^P- ^ *jt *. aa*.- a*.a**. rw. \*i
gBn.fwiBf lavnnmtnv siav ajan bbvm
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3/f
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendorecebidoum sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendorecebidoum sortimento dtcai-
xinhas novas
No grande salo da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
. No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america.
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos & arte-
Gomo tambem um grande ornecimen-
to de caixas para retratos de 30000 rs-
cada ura, as pessoasque desejarem ad-
quirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acharSo o abaixo assignado
sempre prompto sob condicocs muito
razoaveis.
Os cavalheiros esenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimento*, pa-
ra_ examinarem os specimens do que.
cima lica anunciado.
Precisa-ae de uma ama forra ou capitiva para
engommar, e para todo o servico interno de
uma casa de familia : na ra do Imperador n.
37 segundo andar.
LAVADRIRA-
Na ra da Cadeia Velha n. 35 precisa se de
uma prtla de idadee capaz, nicamente para la-
var, para uma casa de pouca familia.
Na ra da Cadeia Velha n. 35, precisa-se
comprar uma preta de boas qualidades para tra-
tar de meninos.
Precisa-se de 5:0OOJ a premio sobre hypo-
Joao Correta de Carvalho,
faiate, participa aos seus nume-
% rosos freguezes e amigos que mu- @
dou a sua residencia da ra da @
9 Madre de Dos n. 36 para a ra
f da Cadeia do Recife n. 38, pri- g
0 meiro andar, aonde o encontra- $
J rao prompto para desempenbar @
g qualquer obra tendente a sua !|
arte. J
Precisa-se alugar uma escrava pa-
ra o servico de uma casa de familia :
na ruada Cadeia do Recife n. 53, ter-
ceiro andar.
CONVITE.
Attencao e muita attenco.
Sodr& C. convidara a todas as familias que
quizerem honrar com suas presencas a sala do
primeiro andar da ra estreita do Rosario o. 11,
por cima do seu estabelecimauto, a virem tomar
sorvete e outros gneros tenientes a confeilaria.
para que tem com todo o asseio preparada com
rica mobilia, mesas de marmore e Iluminada a
gaz, adyervindo que seo servidas com toda a
promptido e pregos mdicos.
Tfmi(e*ii,jrif* i"rw""~k'. "ft"*~PF.ir'iT
S CONSULTORIO ESPECIAL
H0UE0PATUIC0
DO
DR. CAS 1AOVA,
30-Roa das Cruzes-30
Neste consultoriotem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (astinturas) por Ca-
tellan e Weber,por presos razoaveis.
Os elementos dehomeopathiaobra.re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
Aviso.
Campos & Lima, tendo completado todos os
meios brandos e conciliaveis com seus devedores,
nao Ihe possivel, a bem de seus interesses,
continuar a serem mais condescendentes. porque
muilos tem completamente abusado ; perianto
tem autorisado o Sr. Antonio de Faria Brando
Cordeiro para cobrar de todos amigavel ou judi-
cialmente : julgamoscom este novo proceder nao
o Hender aos nossos devedores.
Aluga-se uma sala com tres quartos, pro-
pria para escriptori, ou para familia por ter boa
cozinha : na ra do Queimado, loja n. 14.
Na audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de or-
phos que ha de ter lugar no da 7 do crreme
mez, ha de continuar a arrematado do engenho
Brum por arrendamento, a qual foi interrompida
as audiencias do ultimo de maio prximo pas-
sado com as mesmas condieces com que foi
principiada.
Chapeos de sol
al,000rsa
Chapeos de sol de panno perfeitamente bons a
1, cortes de casemiras Otas de cores a 4$, fa-
zenda propria para o invern: na loja das seis
portas em frente do Livramento.
Agua iogleza
de Lavander a mil ris o
irasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander, superior a todas 33
outras, a 10 o frasco : na loja d'aguia branca,
ra do Queimado o. 16.
Livro do mez marianc a 1$.
Acaba de sahir dos prelos desta typographia
uma nova edico do mez msriano, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha,
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceico, modo de visitar o lauspere-
nedo santissimo rosario ; vende-se nicamente
a 19 da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Ges & Basto.
Ra do Queimado o. 46.
Despacharam grande porco de duzias das me-
lhores camisas inglezas toda de linho pregas lar-
Ras, que esto vendendo por barato prec_o como
costume para bem servir aos freguezes.*
Em casa de iNo O. Bieber
C. successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se
VinhoBordeaux em quartolas.
Dito Xerez.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Vinagre.
Lonas, brinzos e brins da Russia.
Cereja escosseza (Edinburgh Ale.)
Pedrea de marmore branco para consolos e mesas.
Plvora em barris.
Enxofre em canudo.
Frederic Gautier, cirurgiao dentista, faz
todas as operacoes da sua arte e colloca
ido i
pessoas i
differentes qualidades.
I&UCUlAlfS 0 mais superior que tem vindo a este mercado a 900rs. a libra.
Iliaca dft t01H,d.tQ om i,,^ < uk.. ^ < u dentesanificiaes, ludo com a superiori-
^"w em latas de 1 libra, a mais nova que ha no mercado a 900 rs. a j j "
libra. 4 "ier^auo uu 9 dade e per[eiQa0 que as pessoas entendi-
*e(>|fl II das lhereconbecem.
m ^io a^wns em condecas de 8 libras por 3jf500 a retalho a 480 rs. a libra. %g Tea agua e pos denlifricios etc.
das^em direitura a 800 rs. o frasco. Jos Victorino de Paiva participa ao respT
iYlelria, maeaTTaO e laWiarVm inn ,ihr tIa,,.el S0".0 de commercio, que vendeu ao Sr.
a 400 rs. a libra e em caixas de uma ar- Joo de Siqueira Ferro o seu estabelecimento
da ra do Gabug n. 2 : quem com o mesmo ti-
roba por
Palitos de dente Uxados em molhos COffi 20 macinh08 por 200 ri
T oueiaYio de LAsboa
a a'rroba a 9$.
rrCSUIllO mull0 n0T0 vende.8e para acaDar a 400 rs. a libra.
Lhotmcas e paios
a libra.
Ban\ia de poi-eo Teuada
1 '] Aiuga-se um lerceiro anaar ; na ra
"n.23. loja.
. O.0, 2. e 3." tomos das biographias de
Dreparado da melhor maneira possivel das melho- alguns poetas e outros homens Ilustres da pro-
res qualidades de peixe que ha em Portugal a 1500 cada uma, assim como tem salmao e vincia de Pernambnco, com as poesas e mullos
n.?S^ susPiros ede outr" cuitas; documentos etihos inditos, e de grande inte-
?.f. h. S!. e" fa.bnc!oles de S<"> '>". champanhe das mais acreditadas marcas, resse e apreso, pelo commeodador A7j. de Mel'o
cerveja de ditas, marrasquino de tere, licor francez de todas as qualidades, azeile doce pu- : Em mo do autor.
h.u 1? garr-?' DZeS "" .*' e.rvhas fncezas, tructa em calda, azeitouaa Desej-se comprar uma escrava para servi-
Darataa e OUtmR multna VAnorna mo anrnnlmrr. t.iM rf .....;._____Ul.l. __ I ~o.. u yaia or ri-
ver contas com ttulos vencidos, ou contas de li-
vro, comparece no prazo do seis dias para tratar
de seu embolso com Joo de Siiueira Ferro
o mais novo que ha no mercado a 320 rs. e libre em barril ra do Queimado n. 10.
Precisa-se por aluguel de um preto ou ho-
mem forro para o servico interno de casa de pou-
ca familia : a tratar na ra Nova n. 51.
____ I Seraphim Jusliuo da Silva Peixoto vai ao
o que ha de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs. Para. .
-j Ra da Imperatriz d. 4, taberna, precisa-se
: de uma ama para cozinhar.
480 rs. a libra eem barril a 400 rs ma'S qU6 Pde h"6r D mercado Teude-se I ~ Aluga-se um lerceiro andar; na ra Nova
Latas com peixe de posta
baratas e outros muitoa gneros que encontraro tudo de sunerior qualidade.
Consultorio medicocirurgico
3-.R13AlBA. GLORIA. ClSA do wnbJLo-s
Consulta por ambos os systemas,
Em conseqencia da mudanza para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer uma reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ;o proprielerio tem tomado
a precaueo de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser coasidersdos como falsifics-
dos todos aquelles que forem apresentados sera esta maree, e quendo a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza ncompauhar uma coala assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
Outro slm : acaba de receber de Franr^ grande porco de tincturi de acnito e belladona, re-
medios estas de summa importancia e-cujas propriedaes sao to conhecidas que os mesmos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tineturas cuslaro a 1J> o vidro.
O proprietario deste estabelecimento aonuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
eulflcieotee para receber alguna eseravos de um e outro eexo doentes ou que precisem de alguma
operasao, afflancando que serao tratados com todo o disvelo e promptido, como aabem todos
aquelles que 16 tem lldo escravoa na casa do anaunciante.
A siluagSo magnifleada casa, a commodidadedos banhoa salgados ao outras tantas vanta-
gena para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lr> de manha al 11 horas
e de tarde dae 5 em diente, e lora destaa hora echaro em caaa pessoa com quem se podero en-
tender : ra di Gloria a. 3 cata do Fuodo.
Pr, 060 Motcozo.
fo interno ; na ra da Imperatriz n. 18.
Hermenegildo da Costo, Bresileiro, segu
pera foro de provincia.
rgo,
Joo de Siqueira Ferro scientiQca a
. seus numerosos amigos e freguezes, tan-
w to destes como de outras provincias que
mudou seu estabelecimento de fazendas
, que tinha na ra do Crespo n. 15 para a
gj ra do Queimado o. 10, onde continua a
* ter um completo sortimento de fazendas
^P de todas as qualidedes.
Precisa-se fallar ao Sr. Deodato Cama
que morou no Campo-Verde, nesta typographia!
Precisa-ae de um rapst de 14 a 16 annos de
idade pera caixeirode taberna, que prove sua boa
conducta, e que tenha alguma pralica ; no largo
da Sanfa Cruz n. 16.
mm^mmm pero mmxaKtt
~ Joseph Elias Machado Freir master i
carpenter xsrith Stseks for Ships-buildiug S
in (he new Street of Wy Rita Where he
can be fsund for all Works of his art.
9n^mmmi *xm &&*&*&&*
RKa Jernimo de Mandones Pereira, viuva
do finado Marcelino Antonio Pereira, eat proce-
dendo a inventario dos bens deixados por o mes-
mo Uado pelo Juizo de orphos desta cidade,
escrivo Brito ; e por isso pelo presente convida
aos credores de seu casal a virem justificar seus
crditos perante o mesmo juizo.
CarloB J. Justina, Thomez Polts, Luiza Hal-
le e tres menoree, ingleaei seguem para a Eu-
ropa.
theca de uma propriedade que se
desembarazada : a tratar na ra de
de n. 102.
acha inre e
Aguas Ver-
Aviso.
Roga-se encarecidamente, a' lodos os
senhores viga ros, delegsdos, subdelega-
dos, proprietarios de engenhos ou ou-
tras pessoas que so u be re m se ainda exis-
te e onde, o Dr. Jos' Coelho de Olivei-
ra, filho do fallecido escrivo Coelho, en
viem suas informacoes a' praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 em carta fechada
com a inicialC. Esse senhor morou ha
dous ou tres annos no Caboe na Escuda.
Pagar-seha toda a despeza que se fizer
com documentos relativos a' sua vida ou
morte, e gratificar-se-ha generosamente.
mtmm M sis 9H3& 9HMfoeeesK&
Attenco. I
Francisco Xavier Pereira de Brito, so- O
licitador da fazenda geral. tendo exercido ||
por especo de 8 anoos o officio de solicita-
dor de causas na cidade de Porto-Alegre,
adquirindo por isso uma grande pratica,
pretende aqui encarregar-se do andamen-
to de qualquer causa nos differentes jul-
^ zos, despachar eseravos e tirar passapor-
* tes oa polica, e promover cobrantes. E
jp como tem na corte sua disposiro um
habilitado procurador tambem se encar-
rega de maudar agitar l o andamento de
qualquer prelenco pernle as secreta-
rias de estado e tbesouro, e de qualquer
causa que tenha de seguir por meio de
recurso para o supremo conselho.
II Qualquer pessoa que se queira utilisar I
de seu presumo pode o procurar das -9 &
horas de manha at as 2 da tarde na ra ||
a das Triocheiras u. 13, e fora destas horas 5*
jjg na ra de S. Francisco, sobrado n. 72. ffc
A marqueza do Recife slentiOca e roga a to-
dos oa senhores proprietarios de casas desta prega
cujos solos pagam foro ao exlincto vinculo do
hospital do Paraizo, que venham pagar os foros
vencidos at julho de 1859, sendo que s dessa
data em diante que devem pagar aos diversos
herdeiros com quem foram divididos ; igual pe-
dido faz aos senhores de eogeuho que tambem
pagam foro que venham saldar os seus dbitos al
maio de 1860, datas em que foram julgadas as
partilhas e sobpartilbas.
Claudio Dubeux despedio o seu caixeiro
Joaquim Marques Soares.
.Dr. Oebroy. dentista, succeasordo Sr. Piu-
lo Gaignour, avisa ao respeitavel publico quo che-
gr em Pernambnco no mez de abril ou at
junho.
No collegio de N. S. do
Bom Conselho precisa-se de um
cosinheiro e um criado para o
servico interno, preferndo se
eseravos.
ESTINO
DE
Jos Dias Brando,
5Ra dq Linguela 5
O novo destino torra gneros por menos de seu
valor: superior manteiga ingleza a ljj a libra,
dila franceza a 700 rs.. cha prato a 1*400, nas-
sas a 560, conservas inglezas e portuguozas a
700 rs., aletrie, talhaiim e macarro a 400 rs. a
libra, toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra, bsoha
de porco renada a 480 rs latas cora peixe de
postas a 1940O, cervpja branca a 500 rs. a gar-
rafa e 5# a duzia, dila preta a 600 rs. a garrafa a
698OO a duzia, tanto em garrafas como em meias,
ervilhas francezas e porluguezis a 720 rs. a lata,
spermacete de 4, 5 e 6 em libra por prego mui-
to em conta, vinho do Porto engarrafado Dno
(velho) a I95OO rs vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 rs. a gar-
rafa, e outros muitos gneros que escusado
menciona-los, que do contrario se tornava enfa-
donho aos freguezes (Dinheiro vista.)
Banha transparente
(leo philoconie.
e

9
STAHL *C/ I
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.
| Roa da Imperatriz numero 14 f; S
(Outr'ora Aterro da Boa-Viste.) |
llVctraos em todos ts-
tyloft e tam* iVhos.
iPimuraaonaluv-aleui |
S oUo e aqaveUa. |
Copias de oagaeiteo- |
i typo e outros arte- |
i toctos. I
S Ajm\lYOtypos.
iPaisageiis. g
o@ @@@o
Precisa-se alugar uma ama livre ou escra-
va para o servico interno de uma casa de fami-
lia ; na ra da Unio n. 40.
Sebastio Lopes Ferreira, Porluguez, vai
ao Rio de Janeiro.
W O bacharel Jos Joaquim de ^
Moraes Navarro propoe-se a en- ||
^ sinar alguns preparatorios : ^
^ quem quizer utilisar se de seu @
$ presumo dirjase a ra Formo-
@k sa n. 31; m
A loja d'Aguia Branca acaba do receber a bem
conhecida e apreciada banha transparente, a qual
4g i por sua frescura e bondade se tem tornado esti-
mada e preferivel; assim como o uno e cheiroso
^ | oleo phiocome. Estes e outros objectos que dita
j loja recebe de sua propria encommenda sao sem-
@ j pre de primeira qualidede, n para que elles se
9 nao confundam com os falsificados, que por ahi
H j ha, todos os frascos teera ura rotulo dourado quo
Q I dizLoja d'Aguia Branca, ra do Queimado nu-
i2 I mero 16.
&9&99&99 @@ @@

i
Liquidaco
|Rua do Oueimadon f 0.|


e Loja de 4 portas, vende-se:
Superiores chapeos para senhora
i a 12,000.
^ Superiores cortes de fil bordado
pira vestidos de senhoi a a 1 $ e
15,000.
Superiores cortes de seda preta
para vestidos de senhora a 40$
e 50,000.
Superior velludo de todas
res o covado j.
a@@@ @&@ @@@55
Na rus do Queimado n. 41, quina de Con-
gregaco, vendera-sepaletots de casemira, alpa-
ca e riscado, por todo preco para acabar, raigas
de casemira pretas e de cores, colletes de setim,
casemira e fusto por metade do seu valor : ap-
proveitem antes que se acabera.
Para a cliiiva. S

i
m

as co-
9
f
9
9

9

Precisa-se alugar duas escravas para ven-
der na ra : a tratar na la de Santa Rita n. 27,
segnndo andar.
Aviso.
Francisco Uaciel de Souza participa a seus nu-
merosos freguezes tanto da pra;a como de fora,
que tem de abrir novamenle o seu estabeleci-
mento de calcado feito na provincia no 1.* de
julho prximo futuro, oa ra da lmpe/atriz, ou-
tr'ora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
dos Perreiros, onde pretende vender muito em
conta, como de costume, para agredar aoa fre-
guezes : veoler muito e ganhar pouco.
Precisa-se alugar duas escravas para ven-
der na ra : a tratar na ra de Santa Rita n. 23,
segundo andar.
G ompras.
Compram-se moedas de ouro de 2O9OGO :
na ra Nova n. 23, loja.
Compra-se uma taberna no bairro da Boa-
Vista ou S. Antonio : quem tiver annunoie por
este Diario.
Compram-se eseravos do sexo masculino de
12 e 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz r. 12 loja.
Vendas.
Attenco.
Vende-se um ptimo eseravo bom carreiro,
cozinha o diario de uma casa, com bstanle pra-
tica de criado -por saber tratar muito bem de ca-
vallos ede arreios : na ra do Livrameoto a. 22,
lerceiro andar.
w Vende-se muito baraloartigos do gut- i
^ ta-perche (oorracha) : na ra Nova uu- g
mer
Gua.danapos de linho
muito barato.
Veodem-se guardan pos de linho de flores com
pequeosdefeitosa 3$ a duzia, ptimos pelo pre-
go e qualidade, para o servigo diario de qualquer
casa; na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Graxa econmica
para lustrar calcados.
Vende-se a superior graxa econmica em bar
rilinhos de louga a 640 e 800 rs. cada ura. A su-
perioridade de tal graxa j conhecida por quem
tem usado della, eser mais por aquelles que de
novo compraren). Ella serve igualmente para
amaciar e conservar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, conser-
vase por 3 e 4 sem necessidade de nova graxa :
acha-se vende na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Ferragens e miudezas.
53Ra Dire,ita53.
O proprietario do estabelecimento cima acaba
de receber um primoroso e rico sortimento de
bandejas para S. Joo, que por sus. barateza e
bem acabado gosto, er nao ter rival nesta ?ra;a,
rico sortimento de facas, gaifos e colheres de to-
das as qualidades, e precos. meias fioas, espin-
gardas, ferro de Suecia, camas de vento, e mui-
tos outros gneros que por sua barateza est dis-
posto a dar um a quem comprar otro.
A 4$000.
Cheles lisos de merino de liadas cores; na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
r '
Al



()
Mlie DE rM*a\MBD0O. SECUNDA FEIUm 10 kVJRHO M Mil.
A moda do
Porto.
Na grande fabrica de laraaocos da ra Direita,
esquine da Iravessa de S. Pedro n 18, ha conti-
nuamente sorlimento de tamancos de todas as
qualidades, que se rende tanto a retalho como
em porcoes, por menos do que em outra qual-
quer parte, asslm como, tamancos de vaquetas
eitosa moda do Porto, pare todos os lmannos.
Fariuha de mandioca, o me-
lhor que ha este genero,
"igual a de Muribeca.
E' multo barato vista da sua superior quali-
dade ; no armazem de Pragoso & Cabral, ra da
Madre de Dos n. 18. defronte da guarda da al-
fandega.
Cebo coado do
Rio Grande,
muito alvo : no largo da Assembla n. 15, trapi-
che Brao do Livramento.
Conlioa a estar para se vender o engenbo
Caramur na comarca do Cabo, e para se arren-
dar o eogenho Santa Cruz na mesma comarca :
quem o* pretender, dinja-se ao coronel Laree-
uha, que far todo negocio, al mesmo por per-
muta com casas nesta praga.
Vende-se no armazem da es-
Arado americano? e machina-
paralavarroupa:emcasa<>S.P. Jos
hnston A C. ra dSsnzala n.*8.
ff*M* mmmm *****
{Cortes de calcas a 3#.f
Cortes de caigas de brisa trancad ff
w mnito fino de purissimo linho.com seda fp
m de listrai e quadrinhos de cores fixas *H
w pelo baratissimo prego de 3 cada corte :
na ra do Cabug loja n. 8, de Burgo 9
Q$ Pooce de Len. dft
&tew&w @ 9419
Largo do Carmo, quina da na
de Hortas n. 2.
Vende-ss macarrao, aletria e talharim branco
a 200 rs. a libra, dito amarillo a 400 rs., man-
teiga ingleza a 800 rs. a libra, dita francesa a
lh.l na mesm* ca compram-se jernaes a
09840 a arroba.
8$099999999399
Em casa de Mills,!
militantes
de toJos os tamanhos: veadem-ae em casa de
N. O. Bieber <& C. successores, ra da Crui n. 4.
Vende-se ama armacio em bom estado e
enverniaade, Umbem se traspasa* a chave da
casa aoade ella esta collocada, por prego commo-
do ; na ra do Bangel n. 18, a tratar deronle,
obrado novo a. 33.
X
4 FMM4VEBA
16
trella, largo do Paraizo nu-
mero 14,
manteiga ingleza flor a 800, 720 e 640 rs em
barris a 600 rs., bolachinha ingloza a 29800. e
em libra a 160 rs., espermacete a 680 em caixa,
e em libra a 720, queijos do vapor a 1J800 e
1&700, farelo a 3 a sacca, palitos do gaz a 320 a
dnzia, arroz a 3J a arroba, e em libra a 100 rs.,
toucioho de Lisboa a 9> a arroba, e 320 a libra.
3
Latham ra da Cadeiaf
n. 52, Vv)ade-se8

y miracao!
Na ra Direita n. 99 vendera-se queijos muito
frescos 2*200, presunto muito novo 230 rs. a
libra, talharim a 320 rs. a libra, eoutros muitos
gneros qne seria enfadonho annunciar-se.
3iua do Queimado n.
10. loja de 4 portas.
Vende-se as seguales [azoadas por
$fg menos prego do que em outra qualquer
*jj parte, como sejam :
? Chitas francezss cores Bxs a 220 e
? Cortes de ciS3a franceza a
Chalys de apurado gosto covadoa
?^ Cambraia de seda dito o covado a
J*f Mimos do co dito o covado a
3 Chales com palmas de seda a
f> lSfiOOe
2 Camlsinhas de cambraia bordada
*$? para baptisado a
-J Ditas de dita para senhora e com
gj* goliinha a 3g500 X
JJ Chitas inglezas cores Das a 160 9
t Eguiode puro linho a vara a 800 $&
5 Chales de merino bnrJado a 5*000
< Ditos de dito liso a 3j)500 e
B Mantas de selim lavrado para se-
e&S nhora a lg600 Z
W Meias para senhora a 3\ 3f500 e 4SC0O ^
lg| Dit.s para meninas a 2g800 e 3JC00 O
S. Chapaos de ?ol da seda para se-
ST nhoraa35500e 4g000 Jg
H? Guarlanapos adamascados a du- kgjf
g zia a 2J500 o 3*000 fl|
frg, Tcalhas de linho a duzia 5j(000 2
* Riscadinhos de linho o covado a 160 9
|jg Corles de brim de linho de cores ?
6 a 2*500 e 2J800
Ditos de meia caseraira a 1*280 e 1*600
tB> Panno azul flao covado a 1280 e 1$6i)0
|H Dito preto dito dilo a 3*500, 4* e 5gO00
g* Cortes decasemira prela a 5* e 65000
w Corlas de dita de cores a 4* e 5*000
Qf Cortes de velludo para rollete
m 1*600 e 2*000
S D1I03 de gorgurao a ljj600
9 Brim branco de lioho trangado a 1/000
Palelot3 de brim de cor pardo a 3giOO
4S50O
Champagne.
Vinho Xerez e Porto engarrafado.
Dito de Lisboa branco e tinto em
barris de 5*
Cerveja preta muito superior.
Manteiga ingleza dita,
i Oleo de linhaca.
f Azarcao.
m Tintas preparadas a oleo.
Verdete de Pars.
Dito composto.
@ Amarelio dito.
Sulphato de ferro.
Pedra-hume.
Linhas em novello.
Panno de algodao para saceos.
Ancoras e cotrentes de ferro.
Um sortimento de ferro inglez.
9
9
9
240
2f000
500
440
400'
2*000
5*000
4g
Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
va e apreciavel agua ambreada, de un: aroma ex.-
cellentemente agradavel Ella serve acertada-
mente para se deitar algumas gotas n'agua nura
com que se banha o rosto, resultando disso que
refresca e conserva o vigor da cutis, com especia-
lidade dassenhoras ; assim como para se deitar U
n agua de banho, que o torna mui deleitavel, re- 1
sultaudo alem de refregar o tirar ou fazer desap- i
parecer esse hlito dajsgradavel que quasi sem- !
pre se tem pelo U ns^irar. Tambera tem a pre-
cosidadede acalmar o ardor que deixa a navalha
quando se faz a barba, urna vez que a agua com
que se lave o roslo tenha della composicao. Cus-
a o frasco 1*. e quem aprecia o bom nfio deixar
certamente de comprar dessa eslimavel agua am-
breada. isto na loja d'aguia branca, na ra do
jgg!g?> u"ic parte onde se achara.
mmmmmm m mmmwsm
Gurgel & Perdigo.
g Ra da Cadeia loja n. 23. f
ffl .. RECEBERAM vestidos superiores de 5
Jg blonde com manta, capella, saia de se- a
Snm, ditos moderaos de seda de cor, di-
tos pretos, ditos de phaolasia. ditos de
a caoibraia bordados, lindas lasiohas, -
S l. tarlatana, sedas de quadrinhos, gros-
|g aenaptes, moreanliquo, cassas. cambraia
ffi o-> cores muiio superior, sinlos. enfeites.-
W novos manguitos, chapeos, manteletes.
g '1.s,lUs cal'as moderna de gorgurao e de
H n\6, pulceiras. laques e extractos desan-
<> dalo.
Ditos de dito lona a
Grande pecbindia.
PALETOTS SACOS de casemira ingle-
za a 10*. ditos a 15*. ditos de alpaca mais
tina a 6*, sobrocasaco de panno a 20* 24*
e muilo boas a 40*. calcas de casemira a
9*. botinas de Meli a 12* e ingleza a
10*. chapeos frsncezes a 8* : na ra da
Cadeia loja n. 23.
Ba do Crespo
loja n.25, deJoaquim Ferreira de S, vendem-
se para fechar contas as seguinles fazendas por
precos muito baratos : pecas de cambraia lisa fi-
na a 3*. cortes de casemira a 3*500, percas de
babados largos e muito finos a 3*, seda de qua-
dros miudos a 800 rs. o covado, chitas largas de
cores escuras e claras a 240. cassas de cores bons
gostos a 240 o covado, organdys muito finos a
500 rs., peces de ntremelos bordados a 320 a
vara, gollinhas bordadas a 640, manguitos de
ouibraiae fil a 2*. bramante de algodao com
9 palmos de largura a 1*280 a vara, sobrecasacas
de panno fino a 20 e 25g, paletots de panno e
casemira a 16* e 20*. ditos de alpaca do 3/500 a
7*. ditos de brim de cores e brancas de 3$ a 5g.
caigas de casemira preta e de coros de 6 a 10*
ditas de brim de cores o brancas de 2g500 s 5*!
eolletes de caseraira de cores, esetim preto a 5*^
camisas de fustio brancas o decores a 2*. cortes
da cassa de cores a 2*. cassas pretas a 500 rs. a
vara, camisas de meia a 640, merino de cores
proprio para capas de senhora a 800 rs o cova-
do, assim como outras muitas fazendas, tudo
muilo barato para acabar.
Vende-se por todo
preco para ac-
& Sem igual. &
3J SAIAS balo muilo boas de todo tama-
H nho a 4*. luvas de Jouvio de todas as &
a cores e brancas precos Dxo 2g500, sapa- 9
tos de tapete e de tranca a 1*280. colchas M
8 grandes de damasco de la e seda a 6*. c
de algumas destas fazendas existe urna l{
pequea quantidade por isso as pessoas Z
quequizerem com tempo dirijam-se a ra H
da Cadeia confronte ao becco largo loja an
a u. 23. 91
Rita da Cadeia do Recife16|
LOJA DE M1UDEZAS
M
FonsecadESilvaJ
Sabio inglez o melhor que ha no mer-
cado de OOa 800 rs., aljofares bonitos
gostos a 600 rs., espelhos pequeos dou-
rados a 800 rs. dusia, apparelbos pa-
ra brlnquedos de crunfas a 1J, 2| e 3
cada um, scovas para unhas de 800 a
1 # c-da urna, ditas para denles de 400 a
iH^LT*" baD,lei" pee^ieBaa de 1* a
1S500 cada urna, pentes de tartaruga
I Jirados a 5*. 6*. 7$ e 8* cada um, en-
fetes de vidrilho a 1$800 cada um, bar-
retes de dito a 1*200, froco de core a
200 rs. a pe$a, fitas de velludo com 10
varas a800.1J elJ20O. pe5a. escencia
de sabao para tirar nodoas a l#OTidro
peoies para atir cabellos a 1*460 a du-
zia. caixas de raiz sorlidas a 1*400 a
duzia, cartas fraocezas finas a '$ a du-
zia, ditas portnguezas a 1*800, caivetes
para fructas a 4$ a duzia, ricas caixas
com espelhos contendo perfumaras pro-
prias para toilets de senhoras a 6J e 8g
cada urna, bahuzinhos de ditos a 5*
caixinhas de vidros com ditas a 2*500
cada urna, argolas douradas a 1*500 a
duzia,dados a 1*500 i bala, pentes fi-
nos para barba a 400 cada um, agulhei-
ros com penoasde ac a 800 rs. a du-
zia, colheres de metal principe para ti-
rar sopa a 2| cada urna, ditas pequeas
i P"a cha a 2* a duzia e para sopa a
I 4*500. pentes de bfalos amarellos a
| 4*500 a duzia e a 400 rs. cada uro, di-
tos para bichos a 280 rs. cada um" e a
[ 2*500 a duzia, botoea de madreperola
| para abertura a 480 rs. a duzia, ditos de
| osso a 320 rs., ditos de louga bonitos
I gostos a 240 rs., ditos de phantasia a
I 400 rs. a duzia, alfinetes de cabeca cha-
ta sonidos a 120 rs, a carta e a 240 rs.
; o masso, pinceispara barba a 400 rs. a
i duzia, tesouras em cuteira a 1* a du-
zia, caixas finas para rap a 800 rs. cada
urna, tranca de caracol a 600 rs. o mas-
so, sapatos de tapete para homem e se-
nhora 1J o par, dito3 de peluda a
1*500, aparelho de porcelana para duas
pessoas a 6>, jarros com pomada a 3g
o par, escovas finas com espelhos para
cabellos a 1 cada nma, agua do Orien-
te 1S280 garrafa, dita de cologoe a
2*S00 e 4*. bengalas superiores de 1* a
1*800 cada nma, e muitos outros arti-
gos que seria enfadonho enumera-los
os quaes se vendera por presos os mais
baratos do que em outra qualquer parle.
DA
Midi LOW-MOW,
Roa da Sen zalla Nova n.42.
Neste estabelecimento contina ahaverum
completo sortimento de moendas eaeias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
aferr batido e coado, de todos os tamanhos
para dito.
Mffl&
Cortee de meia casemira de ama scor, {alea-
da superior, peto baratissimo prego de 2* cada
iim: na ra de Queimado B. 22, na loja da boa f.
A12#Q00
a dezia de toalhae felpudas uprio*ea : arana
do Quemad* n. 22. na loja da boa f.
Extractos, banhas,cosme-
tiques, e leos, de Lubin
para lencas, e cabellos.
Na loja d'Ageia Branca se encontra as per-
fumaras cima do bem conhecido fabricante Lo-
bio; e bem assim finos extractos, banhas & &
de outros fabricantes tambera de fama como Coa-
dray, Piver &. Emflm quem se quizer prover de
boa perfumara dirigir-se a ra do Queimado
n. 16 loja d Aguia Branca.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater 4 C,
roa do Vigario o. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, palete inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; Umbem
um variedade de bonitos trancelias para os
mesmo*.
Guardanapos iara mesa
a 3$ rs. a duzia ; na ra do Queimado n. 82, na
loja da boa f
Chegaram olanamente do Rio de Janeiro
aiguns rolumes da bem escripia obra de Monse-
obor Mumz Tavares sobre a revoluco de Per-
nambuco de 1817. Nao havendo aqui roaisexem-
plares aiguns, julgou-se til fazer vir dalli os
exemplares que restavam pela procura que ami-
tos raziara. Acha-se i venda na livraria dos Srs.
Nogueira de Souza & C, ra do Crespp n. 2.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeites de conlinha, como dourados, e de lindas
fitas e tirelas, o mais fino que se pode encontrar
isto na loja Aguia de Ouro, ra do Cabug n. 1 b!
Capellas finas para iioivas.
A loja d'aguia branca recebeu novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, e as
est vendendo a 6*e a 8*. conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
Bramante superior.
Vende-se bramante de linbo bastante incorpa-
do, coa duas varas de largura, pelo baratissimo
preco de 2*400 rs. a vara : na na do Queimado
n. 22, na loja da boa 16.
Chales de merino
estampados a 2*500; na ra do Queimado n. 2J,
na loja da boaf.
-Gravatinhas estreitas.
Vendem-se superiores gravatinhas estreitas de
seda, nao s pretas como de cores, pelo baratis-
simo preco de 1 j: na ra do Queimado n. 22
loja da boa f. '
Atoalhado de linho
ptn duas larguras a 2*600 a vara ; na ruado
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba a mais superior
que ha naste genero : na ra da Cadeia do Re-
cife, loja n. 50.
Baies
de mussulina para meninas a 3*000 : na ra do
Queimado n. 22, loja da boa f.
Caes do Hamos armazem
24.
de amarelio, e louro por
n
Vendem-se taboas
presos razeaveis.
i Acaba de
chegar
ao novo armazen
m\m.
^>
Viohos engarrafados^
bar.
Na ra do Queimado n. 41. loja da quina da
ongregrao, alem de muitas fazendas que admi-
ra pela barateza, menciona-se as seguintes : cor-
tes de seda com babados com pequeo toque de
mofo a 20, ditos de boa seda com 18 covados a
6, 10 e I2j>, seda do lodos os padrees, covado a
500 e 1*. grosdenaples de cores muilo encorpado
a lJ200o covado, dito preto muito superior com
pouco mofo a IJOO, lazinhss pira vostido a 320
o covado, corles de cambraia bordados brancos e
de cores a 2*800, cassas de lindos padroes a 160
e 200 rs. o covado. chitas francezas. lindos pa-
droes, oscuros e claros, covado a 220 e 240 rs.,
ditos eslreitos, Untas fixas a 160 rs. o covado, al-
paca de seda, delicados padroes, a 400 rs. o co-
vado, cazaveques de cambraia muilo finos a 6*
ditos de mussulina a 10$, ditos de seda superior a'
16*. capolilhos de seda a 6g, de retroz a 4fl, ca-
misillas de cambraia para senhora a 1*. chapeos
de seda muito lindos para meninas e meninos a
* e 4*500, para senhora a 6fl, e muitas fazendas
qne so a vista se admira.
A 200 rs.
Grvalas de seda de cores
do n. 47.
Industria Pernambncana.
A fabrica Industria Per-
narabucana fez o deposito de
seu sabo no armazem de
Francisco L O. Azevedo, na
ra da Madre de Dos n. 12,
onde se vender em grosso e
I a retalho p>r menos prego
que em qualquer outra parte.
Este sabo fabricado pelo no-
vo processo ltimamente des-
cobero em Hespanha, onde
sempre se fabricou o melbor
sabo tem a vantagem sobre
outros de nao cortar a roupa
pela grande quantidade de
barrilha qu nesses outros
contem.
Termo
COlIares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
Bucellas.
Ualvasia, em caixas de urna duzia de garrafas :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Algodao monstro
de duas largurss a 600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja di boa f.
Agua balsmica para
dentes.
A bpja da aguia branca avisa as diversas pes-
soas que haviam procurado tal agua, e as que de
novo se quizerem utilisar de lao necessaris agua
balsmica, que ella acaba de chegar em dita loja
ondesomente a enconlraro. Quem tem usado
dessa aguasaba perfeitamente das virtudes della,
e quem de novo comprar achara que duas a tres
gotas delliem meioeopo d'agua pura, e com ell*
esfregando -se os denles, e lavando-se a bocea, os
alveja, livra-os da carie, fortifica as gengivas, e
' acaba o mo cheiro quando ha dentes furados : o
preso continua a ser 18 o frasquinho : na loja
da aguia branca, ra do Queimado n: 16.
Caivetes
abrir
para
na ra do Queima-
A 2#200.
Cortes de seda para eolletes pretos e de coree :
na ra to Queimado n. 47.
A 10200.
Chales de la pretos : na ra do Queimado nu-
mero 47.
A 4-80 rs. o covado.
Gangas de eores para calca ; na ra do Queima-
do n. 47.
A IJyOO.
Grvalas de selim pretas ; na ra do Queima-
do n 47.
fixos para
latas
Verfe-se finos caivetes fixos proprios r
abrir latas de sardinha. bolachinhas, doces etc. a
1* cada um : na ra do Queimado, loja da aguia
bsanca, n.
Farinha a 1:600 a
sacca,
fazendo-se differeoQa neate prego a quem com-
prar de 100 saccas para cima.chegada ha poucos
das do Rio de Janeiro : no largo da Assembla
n. 15,trapiche Baro do Livramento.
Toalhas para mos
na ra do Queimado n. 22,n loja
a 65 a duzia
da Boa f.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em casada S. P. Joahston &C.
sellis e silhes nglezes, eandeeiros e easligae;
bronzeados, lonas nglezes, fio de rea, chico ta
para carros, emonuria, arreios para carro de
usa e dous cvalos relogios de ouro patenta
nglez.
EAU MINERALE
NATRALLEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
Ce^^
ilm
ndoas coiiieitadas
a 1$ a libra.
Vende-se em casa de Saundres Brolhers 4 C.
praea do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
brcame Roskell, por precos commodos e tam-
bera trancellins e cadeia3 para os mesmos de
excellente gosto.
Luvas despeluca enfeita-
das para noivas.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as finas e bonitas luvas de pellica
eD i1!8?"' Pr0Pril8 P"ra noivas, e cootina a
vend-las pelo antigo e baratissimo preco de 5*000
o par: na dita lola de Aguia Branca ra do Quei-
mado u. 16
Galanteras.
A loja d'Aguia Branca recebeu novamente
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos com
e 12 rra8quinhos de chairas ; e os est ven-
dendo baratamente a 2|000, 3*000. e 4ft000; as-
i2S, camnha8 redondas com 6 frasquinhos
a Igaoue, caixiohas com cheirosas pastilhas para
delumar quartos gabinetes & & a 2*000 urna: na
dita loja d'Aguia Branca ra do Queimado n.
Vende-se urna casa em Olioda, na ruado
1.0x0. com os seguintes commodo3 : 2 salas de
frente, 4 quarlose sala de detraz : a tratar no
paleo do Carmo da mesma cidade, em casa de
Lourengo Guedes Alcoforado.
-- Vende-se a hisloria universal de Conde, as
obras completas de Chateaubriand, e a historia
dos Oerondinos por Lamartine, obras todas no-
vas; nesla typographia se dir quem vende.
A 15000!!
sigo com 15 garrafas (9
inteiras e 6 meias) da muito
acreditada champagoe do afa-
mado Laronzire : na praca da
Independencia n. 22.
Fazendas baratas.
A 4$000.
isemira de cores,
ado n. 47.
fazenda boa ; na
na rus do Quei-
Corles de casi
ra do Queima'
A25Q0.
Toalhas de linho para mesa
mado n. 47.
A 160 rs.
Pares de meias pretas de algodao para homem:
na ra do Queimado n. 47.
A 100 rs. o covado,
Chitas pretas em retalhos ; na ruado Queima-
do n. 47.
A1#280 o covado.
Grosdenaple preto, fazenda boa ; na ra do
Queimado n. 47.
A2|o covado.
Selim maco preto muilo bom : na ra do
Queimado o. 47.
A 2,200 rs.
Corles de gorgurao de seda a de cores ; na ra
do Queimado n. 47.
e 50200.
na ra do Queima-
Proprias para sortes de S. Joo
vende-se tanto em poredes como a retalho nicamente
armazem Progresso, !argo da Penha n. 8.
no
A 4^600, 40800
Pegas de madapoln bom :
do n. 47.
Para luto.
Cassa preta una com salpicos ou flores bran-
cas a 500 rs. a vara ; na ra do Queimado n. 22.
toja da boa f.
Calcado barato
Na loja n. 39 da pra^a da Independencia ven-
dem-se por baratos oregos os seguintes calcados:
Borzegulns para homem a 3 e 7*.
Ditos para rapaz a 3*.
Ditos para senhora a 2 e4*.
Ditos para menina a 1*.
J8.?,810*"803 de lusUe Para homem a 2, 3$ e
4*000.
Sapaloes de lustre para homem a 35500.
Ditos de ditopara rapaz a3*.
Sapatos de tranca a IglOO.
Ditos delustre para senhora a 600 rs.
Ditos de marroqoim para crianca a 600 rs.
Sapatos e borracha a 1J.
Assim como outros calcados que se venderlo
por raito barato prego.
Novo sortimento
de cascarrhas de seda para
enfeites de vestido.
A loja d'aguia branca recebeu prximamente
um noo e lindo sorlimenio de caacarrlhas de
seda para enfeites de vestido, sendo de dfferen-
tes cores e larguras, e cerno sempre as est ven-
dendo baratamente a l*. 3, 4 e 5| a peca, precos
estes que em nenhnma outra parte ee aehatn e
sim o. ruado Quemado, .ltf- 4'tti branca
na mero 16.
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sorlimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes s veodem por presos mnito modi-
ficados como de seu costume.assim como
sejam sobrecasacoa de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
26*. 28. 30* e a 35*. paletots dos mesmos
pannos preto a 16J, 18J. 20* e a 24
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9*. 10*. 12 e a 14*. dHos pretos pe-
I lo diminuto preco de 8, 10*. e 12J, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12*.
ditos de merino de cordo a 12*. ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15*,
i ditos de alpaca preta a 7*. 8*, 9* e a 10,
] ditos saceos pretos a 4*. ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
e a 4*500, ditos de fusto branco a 4*,
grande quantidade de caigas de casemira'
preta e de cores a 7*. 8*. 9* e a 10, ditas :
pardas a 3* e a 4*. ditas de brim de cores
inasa2$500, 3, 3*500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 4*500, b$, 5*500 e a
6*, ditas de brim lona a 5* e a 68. eolletes
de gorgurao preto e de cores a 5$ e a 6S.
d^ios de casemira de cor e pretos a 4J500
e a 5*. ditos de fusto branco e de brim
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 4,
ditos de merino para luto a 4* e a 4*500
caigas de merino para luto a 4$500 e a 5j
capas de borracha a 9*. Para meninos
de todos os tamanhos : caigas de casemira
prefa eda cor a 5J, 6* e a 7*, dilas ditas
de brim a 2j. 3* e a 3*500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
de cor a 6* e a 7$, ditos de alpaca a 3*.
sobrecasacos de panno preto a 12* e a
14, ditos de alpaca preta a 5*. bonels
para menino de lodas as qualidades, ca-
misas para moninos de todos os tamanhos
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 8 e a 12g. ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 5 e a 6*. ditos de
brim a 3*. ditos de oimbraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanti- !
dade; assim como recebe-se toda e qual- i
quer encommenda de roupas para se |
mandar manufacturar e que para este fim
tamos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina de al- *
faiate dirigida por um hbil mestre que S
pela sua promptido e perfeicao nada dei- J
xa a desejar. I
8
Calcado
grande sortimento.
45 Ra Direita 45
Qual ser a joven e linda pernambocana, que
nao procure animar este estebelecimento man-
dando comprar urna botina de gosto? Qual a
mi de familia, prudente e econmica que Iba
nao d preferencia pela qualidade e prego ? Qual
o cavalheiro ou rapaz do positivo, que nio qnei-
*e comprar por 8, 9 e 10, o calgado que em oulra
parte nao vendido se nao por 10, 12 ou 14?
itteodam ;
Senhoras.
Botinas com lago (Jolj] e brilhantina.
com lago, de lustre (superfina).
com lago um pouco menor. .
sem lago superiores. .
sem lago nmeros baixos. .
sem lago de eor.......,^,
Sapatos de lustre. ; 1*000
Meninas.
Botinas com lago........45400
sem lago. ,.......43000
para criaogas de 18 a 20. 3*500
Homem.
(Nantesj. lustre. .:.... 10$O00
(Fanien)courodeporco inteirissas OJOOO
(Fanien) bezerro muito frescaes. 9500
diversos fabricantes (lustre). 9g000
inglezas inteirissas.....9*000
gaspeadas.....8*500
prova d'agua. 8*500
Sapates.
Nantes, sola dupla.....: : 5*500
urna sola.....
5*500
5*500
5*000
5*000
4*500
4*000


>



para menino 4| e.....3*500
Ueio borzeguins lustre.......6*000
Sapates lustre..........5*000
Sapatos de tranca.
Portuguezes de Lisboa finos.....2*000
Frsncezes muite bem feitos. 1*500
Alem disso um completo Sjorlimento do legiti-
mo couro de porco e do verdadeiro cordavio pira
bolinas de homem ; muito couro de lustre, be-
zerro francez, marroquim, vaquetas, couros pre-
parados e em bruto, sola, fio, taixas etc., tudo
em grande quanlidade e por precos inferiores aos
de outrem.
Candieiros
Econmicos.
Aviso geral.
E'chegado um riquissimo sortimenlo de can-
dieiros yerdadeiramente econmicos, sendo das
qualidades seguintes: para sala de janlar, sendo
de pendurar, de muito bonito gosto, ditos mais
aoaixodo raesmo modelo, riquissimos para pen-
durar em parede. com o augmento de reverbero,
equivalente a 16 velas de espermacete, nova in-
engao, pnmeira vez vinda a este mercado ser-
vem tambera para lodos os senhores de engenho
que quizerem ter urna boa luz. ditos menores de
tres tamanhos, dilos para cozinha ou salas inte-
riores, todos per muito baratissimo prego, e mui-
to deverao economisar os senhores que compra-
ren!, foruecendo-se sempre todos os ureparos
para os mesmos candieiros que orem comprados
nesta casa ; assim como se pode assegurar aos
signantes que nunca fallar gaz neste deposito
da ra Novan. 20 loja do Viauna.
Vende-se um escravo bonito, perfeito car-
reiro e serrador: para tratar, na ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar.
T Vena"se utna bonita muais que sabe co-
zinhar e oogommar : quem a pretender, dirja-
se a ra da Aurora n. 62, sobrado.
Na ra do Imperador n. 28, vendem-se e
alugam-se em pequeas e grandes porcoes supe-
riores bichas hamburguezas por prego commodo.
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porgo de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
timo gosto, para meninas e senhoras, e as est
vendendo a 1500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois s as ha na loii d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Vepde-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cavlos, propino pa-
ra familia por er bastante largo e nel-
le poder $entar-ie quatro senhoras sem
machucarem seus vestidos e nem que-
bearem seus baloes, para ter e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ra
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n.* 10.
Urna casa.
Vende-se uma excellente casa terrea com so-
lio na cidade do Aracaiy, sendo na melhor ra
de commercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
gel & Irme, e nesta na ra do Cabug loja
. 11. '
Na ra Direita n. 76, vende-se um cavallo
russo, bonita figura, andador debaixo a meio .
bem carnudo, proprio para viagem ou carro, pois
ja f*i experimentado em uma e outra cousa-
Vende-se um estabelecimento de chapeos
na pr8ca da Independencia; a praso ou a dinhei-
ro, como melhor convencionar-se, quem preten-
der deue sua residencia e nome em carta feicha-
da na mesma Traga n. 6 e 8 a com inicial F se
nao se declara no mesmo annuncio o dilo esta-
belecimento porque existem pevedores pelo malto"
e pode prejudicar os inleresses do dono do
mesmo.
Vendem-se globos para candieiros, e bom-
bas de japi, mais barato do que em outra qual-
quer pane : na ra larga do Rosario, n. 34.
Vende-se uma porco de barris vasios: no
pateo de S. Pedro, n 6.
Sapatos de borracha a 1 500 :
na loja do vapor rna Nova n. 7.
Potssa da Russiii e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por pregos mais baratos do que em
loutrs qualquer parte.
Cheguem ao barato
O Preguija est queimando, em sualoja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de brtano a de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cal-
a, collete e palitots a 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs.
vara, dita liza transparente muito fina *39,
*. 5J?, e 69 a peca, dita tapada, com 10 vsras
a 59 e 69 a poja,chitas largas de modernos e
escolbidos padroes a 840, 260e280rs. o cova-
do, riquissimos chales de merino estanpado a
7# e 8f, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9 cada um, ditos com
uma s palma, muito finos a 850U, ditoslisos
com franjas dr seda a 59, leos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada nm, meias mnito
fina para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3# e 39500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desechos, para coberta a 280 rs.
o eovado, chitaseseuras inglezas a 5*900 i
pe$a, e al 60 rs. o covado, brim branco de puro
linho a 19, 19200 e 11600 a vara, dito preto
muito encorpado a 19500 avara, brilhantina
azul a 400rs. o covade, alpacas de diferentes
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 250O, 39 e 3)504 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 600 rs. a vara,' e outra
muitas fazendas que se far patente ao compt
dor, e de todas se drio amostras co pecho
Ti
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C/3
LIIXO E YAIDAD.
Drama era 5 actos
DO
Sr. H*. Nlce&o. .
Ache-sa venda na livraria dos Srs. Guiasa-
j res & Olivelra, ra do Imperador n. 54.
y


DUUO 31 MMUMIOCO. SEGUNDA FEIRA 10 DI JUHHO DI 1161.
(*
cobertos e descobartosr pequeas a grandes, d<
ouro patate inglex, ptra hornera e seahora de
om dos melhores fabricantes de Liverpool, yin-
dos pelo ultimo paquete ingta : em easa de
Sonthall Mellor & C.
gemnos teeaetieais ameaeg
fcii
4 fama liiiimpria.
Os barateiros da loja
Encyclopedica
DE
Guimardes & Villar.
[Ra do Crespo numero 17.J
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraias, lias, chapelinas de pa-
lha e de seda para senharas, manteletes
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sabidas de baile,saias a balo de di-
versas qaalidades, saiai bordadas de to-
das- as qualidades e pregos, chitas fran-
cezas muilo bonitas e linas, enfeilea de
diversas qualidades para cabera de ae-
nhoras, espartilhos de molas e rauitos
outros objectos que nao mencionamos,
todos proprios para seohoras.
Para horneas
paletots, calcas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, aoeias, grvalas, lencos, so-
brecasacos, calcado Melie e muits ou-
tros objectos.
Vendem baratissimo
Veodem baratissimo
Veodem baratissimo.
Quem duvidar v ver
Quem duvidar v ver
Quem duvidar v ver.
Leven) dinheiro
Levem diubeiro
Levem dinheiro.
Aos tabaquistas.
Lencos finos de cores escuras e fixas a imita-
gao dos de linho ai}a duzia ; na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Chapeos de sol de seda a 6$.
Vendem-se multo boos chapees de sol de seda
com cabo de canna, pelo baratissimo prego de 69
cada um : na ra do Queimado n. 22. loja da
boa f.
REMEDIO INCOMPARAVEL
Tarlatana.
Vende -se tarlatana branca multo fina com 11/2
vara de largura propria para vestidos, pelo bara-
tissimo prego de 800 rs. a vara : na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Fil de linho superior.
Vende-sesuperior fil de linho liso muito fino
a 800 rs. a vara : na ra do Queimado o. 22, na
loja da boa f.
Tinta azul que flca preta.
Vendem-se botijas com a superior tinta ingle-
za, azul ao escrever-se, e preta quaado secta, a
500 rs. a botija ; na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Penfes de gomos volteados
para meninas.
A loja d'aguia brauca recebeu os bonitos pen-
tes de gomos volteados para segurar cabello de
meninas, eoa esti vendendo a lg500 : na loja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Sapatinhos de setim e
meias de seda para bap-
tisados.
A loja da aguia branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. pri-
morosamente bordados, os auaes est vendendo
pelo baratissimo prego de 39, (nesse genero nao
se pode dar mais perteitos),assim como outros de
merino tambem bordados a I56OO e 2#. Recebeu
igualmente mui finas e bonitas meias de seda de
diversos lamanbos, tendo al, propinas para os
meninos e meninas que servem de aojos as pro
cissoes ; tea brancas, de listas, de ilorzinhas, e
o bocal tecido de borracha, o mala engragado
possivel: tudo isso na ra ra do Queimado lo-
a da aguia branca n. 16.
Jehegou o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C-, de New-York Acham-se
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as instrucgdes completas paca se nsarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a 1*000.
SALMO.
Joaquina Francisco de Helio Santos avisa aos
seus freguezes desta praga e os de fra, que tem
exposto venda sabo de sua fabrica denominada
Reciteno armazem dosSrs. Travassos Jnior
& C, na ra do Amorim n. 58; massa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
composigo.
Loja das ( portas
EM
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de. todas as nagSes
podem testemunW as virtudes deste remedio uLBVaS At ldr?al a 800 rs> Pap-
incomparavele provar em caso necessario, que '" 21^2 franfe"9- t,ntas guras, a 220
nln L mu 4.11. t nownannu, joe, rs. o corado, djtos estrenos com muito bom pan-
pelo uso que delle fizeram tem seu carpoe no a 160 rs. o covado, cassas de cores seguras a
merabros tnteiramente saos depois de havar em- 1200 rs. o covada, pegas de bretaaha de rolo a 2g,
pregado intilmente outros tratamentos. Cada 1 Jrtmzinlio de quadrinhos a 160 o covado, musse-
; lina encarnada fina a 320 o covado, algodo de
duas larguras a 640 a vara, lengos de cassa pio-
Em frente do Livramente
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'as
relatara, todos os das ha' moitos annos; e a
maior parte dellas sao to sor prndenles que
admirara os medicas mais celebres. Quantas
pessoas recobraran com este soberano remedio
o uso de seus bragos e pernas, depois dedur
permanecido longo lempo nos bospitaes, o tee
deviam soffrer a amputago I Dellas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos de pade-
timeotos, para se nao submeterem a essa ope-
rago olorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declararam e6tes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren) sua a firma-
tiya.
Ninguem desesperaria do estado de saude se
ttvesse bascante confianga para encinar este re-
medio constantemente seguindo algam tempo o
tratamento que neeessUsse a natureza do mal,
eujo resuludo seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais partiea-
litrmente nos seguales casos.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupgoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchagoes.
Inflammagao do figado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha contera
urna instruccao em ponuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soura,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Fernambuco.
^aioai3i6aiS2i6-ai5-w5a*5ie!iai^
Vlc WaSW WW en 3!BW WW^ wtnv **oi cjji rwm cw^*%
Pomada franceza a
Inflammagao da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulraes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulages.
Veas torcidas ou
das as pernas
no-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o covado, fil de linho preto com sal-
pico a lglOO a vara, luvas de torgal muito finas a
800 rs. o par : a loja est aberta das 6 horas da
manha s 9 da noite.
Vende-se ercellente farinha de Porto Ale-
gre, ensaccada, e a prego muito commodo: a hor-
do do patacho brasileiro Novo Lima, fundeado
defronte do trapiche do algodo. ou no armazem
de Joo Ignacio de Avilla no Forte do Matlos.
Vende-se urna negrinhadel4 annos, muito
bonita e innocente, e bem principiada em habi-
lidades : na ra da Cadeia Velha n. 35, se dir
quem vende.
PiVRMVCIABARTH0L0ME0
Ra larga de Rosario o. 36
Roo l'Affecteur.
Plalas de Allexou.
Pilulas americanas.
Vermfugo inglez.
Pilulas Holloway.
Ungento Holloway.
Importante
Aviso
Na loja de4 portas da ra do Queimado n. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorli-
mento de reupas feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna ofcina de alfaiate, estando encarrega-
do della um perfeilo mestre rindo de Lisboa, pa-
ra desempeonar toda e qualquer obra que se lhe
eocommende ; por isso que taz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
Illms. Srs. ufficiaes tanto da armada como do
exercito.
Paz-se (ardas, fardes com superiores preparoa
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damenlo todo completo conforma se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os flgurinos que de
l vieram ; alm disso fiz-se mais casaquiahas
para montaa, Tardetas, ou jaqueles, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudanles de esta-
do maiur e do cu vallara, quer seja aingelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prata, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembarjzadores e de qualquer juiz segundo o
estylo de Coimbra aonde se fazem as melhores
eonhecidas at hojo, assim como tem muito ricos
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr q le ae
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaqueles a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiangando
que por tudo se fica responsavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se prometter, segundo o systema d'onde
vpo o mestre, pois espera a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
perimentar.
E pechineha.
cortes de riscado francez a 2$, covados do mes-
mo a 180 rs. : na ra do Queimado n. 44.
Fitas de grosdenaples
em perfeito estado a 800 e i$
a vara.
Na loja d'aguia branca vendem-se mui bonitas
e largas fitas de grosdenaples de listras, e flore-
zinhas roladas com urna franja estreita que as
torna mui mimosas a 800 e 1$ a vara, pregos
baratissimos vista da boa qualidade e perfeilo
estado em que esto. Essas fitas servem para
enfeites de chapeos, cinleiros para criangas, lagos
para cortinados, fronbas e muitas outras cousas ;
comprando-se pega se far algum abate : na ra
rio Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Raymundo
Garlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Carissa rin-
da ltimamen-
te de New-
York,um com-
pleto s o r t i -
ment das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfeigoa-
mentos, faaendo paeponto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na rea da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linba de todas as cores tudo
fabricado expressamente para ae mesmas ma-
chinas.
Taixas.
60 rs.
S na loja de fazendas da ra do Cabu-
g n. 8, de Burgos Ponce de Len, se es-
t vendendo comeslique a 60 rs. cada
pao excellenta para alijar e lustrar ca-
bellos.
jilJijCiCDlj jjCQ
Vendem-se cylindros ameiicanos para pa-
rlara, novameote chegados, por pregos commo-
dos ; a tratar na ra Direita o. 84.
Loja das seis portas em
frente do Livramento.
Roupa feita para acabtr,
Paletots de panno preto a 22$, fazenda fina,
caigas de casemira pretas e de cores, ditas de
brim de ganga, ditas de brm branco, paletots
de bramante a 45, ditos de fatto de corea a 4|,
ditos de estamenha a 48 ditos de brim pardo a
3#, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos,
colletes de velludo pretos e de cores, ditos de
gorguro de seda, grvalas de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cada urna, collarinhos de linho
da ulma moda, todaa estas fazendas s vende
barato para acabar; a loja est aberta das 0 ho-
ras da manba at as 9 da noite.
Na fundigao da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ba bom sorlimento de taixas para enge-
nho, fabricadas com todo o cuidado.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem sempre no seu depo-
sito da ra da Moeda a. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
n. 4.
Cera de carnauba
Na ra da Cadeia do Recife n. 7, vende-se ce-
ra de carnauba a mais limpa e superior que tem
vindo a este mercado, e por isso de muita utili-
dade aos senhores fabricantes de velas, atteudedo
a qualidade.
Algodo da Baha
A fabrica de Santo Antonio do Queimado tem
feito o seu deposito no eicriptorio de Marques,
Barros & C. ; esta fazenda superior muito pro-
pria para saceos de engenho e roupas de es-
cravos.
Velas de cera de car-
nauba de superior qualidade, viradas do
Aracatv: a tratar com Jos Sa' Leitao
Jnior.
Avariado.
Madapolo largo e fino com pequeo toque de
avaria a 3$500 e 49, dito muito fino a 50 a pega :
na ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Vende-se ou arrenda-se um sitio no lugar
I da Ibura, denominado Estiva de baixo, com boa
casa para morada de familia, ierras de planlago
e para capim, arvores de fructo, bastante e bom
pasto para gado : quem pretender, dirija-se a
praga da Independencia ns. 23 e 25 para tratar.
Devoto Christo.
Este livrinho alem da doutrina christa, modo
de ouvir missa, CDnfessar-se, oragoes para viver
honestamente, tem as novenas para todos os san-
tos e santas, inclusive a trezena e novena de San-
to Antonio, tudo quanto necessario para as fes-
tividades do Rosario, muitas oragea a Nossa Se-
nhora, modo de fazer a va-sacra, etc., etc.: ven-
de-se nicamente na livraria ns. 6 e 8 da praga
da Iudependencia, a 800 rs. cada exemplar.
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguia de bur,
ruadoCabugn. 1B.
Vendem-se musinho de coral muito fino a 500
reis o masa.
Palmatorias
de lato para velas a 400
ris.
Vendem-se palmatorias de lato para velas a
400 rs. cada urna : na ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 16.
E' de graca;
Ricas chapetinas de seda para senhora, pelo
baratissimo prego de 16 cada urna : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
sao pouca*.
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Veudem-se ricos corles de vestidos braocos
bordados com 2 e 3 babados a 5$ : na ra de
Queimado n. 22, na loja da boa f.
WUPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.!
SOBTIMENTO COMPLETO
DI
[Fazendas e obras feitas.
HA
LOJA
E ARMAZEM
DE
Attenc)o
Fazendas e rou-
pas feitas baratas
NA LOJA DE
g48- Ra da Imperatriz48g
Junto a piulara franceza. S
Sorlimento de paletots de alpaca preta i
e de cor a 3g00 e 49, ditos pardos a 5$. ||
ditos de brim de edr a 3$500 e j, ditos X
de gaDga de cor a 3j]80O, ditos de brim *
pardo a 3#500 e i$, ditos de meia case- 2
mira saceos a g500 e 69, ditos de alpaca 11
amarella a imilaco de palha de seda a
49, ditos de bramante brancos a 3a500 e j
4g, 49500, ditos de casemira muito linos 5
saceos a 139, ditos sobrecasacos a 159, n
ditos com golla de velludo a 209, de al- S
paca preta superior a IO3, ditos de pan- f
no preto a 229 e 2*9, colletes da fustao branco a 29500, 39 e 3$50O, ditos de gor-
gurao de seda a 4$500 e 5J, ditos de ca-
semira preta e de cor a 5J, ditos de se-
tim preto a 49500 e 59, ditos de velludo
preto e de cor a 89, 99 e 10J, calcas de
casemira preta e de cor a 49500, ditas fi-
nas a 89,99 e 109, dilas de brim de di-
versas qualidades, ditas de ganga, ditas
de princeza preta, diversas qualidades de
roupas para menino, camisas francezas a
19500,19800 e 2$, ditas finas e de fusto
a 29500, chapeos francezes de diversas
qualidades e pregos, ditos de sol de seda
a 69500 e 79- E outras muitas qualida-
<0 desde fazeudas e roupas feitas que seria
eofadonho mencionar.-
Luvas de tonjal
com vidrilho a 1#000 o par.
A loja d'aguia branca, firme no seu proposito
de barateira, est vendendo mui novas e bonitas
luvas pretas de torgal com vidrilho a 19 o par;
a ellas, antes que se acabem : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca 16.
jGes k Basto!
NA
ftua do Queimado
* 4ft, frente amarella.
, Constantemente temosumgrandee va-
riado sorlimento de sobrecasacaspretas
^ panno e de cores muito fino a 269,
oOg e 359, paletots dos mesmos pannos
a 20g, 22$ e 24g, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 149,169 e lfe|, casa-
cas pretasmuitobem feitas edesuperior
panno a 289, 30$ e 359. sobrecasacas de
casemira da core muilo fiDoa a 159,16g
e 18g, ditos saceos das mesmas casemi-
rasalOJ, 129 e 14J, caigas pretas de
casemira fina para bomem a &9, 99, 10|
e 12, ditas de casemira de corea a 75,89,
99 e 109, ditas de brim brancos muito
fina a 55 a 69, ditas de ditos de cores a
39, 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 45 e 4J500, col-
letes pretos de casemiraa 59 e 69, ditos
de ditos de cores a 45500 e 59, ditos
brancos de seda para casamento a 55,
ditos de 69, colletes de brim branco e de
fusto a 39, 39500 e 49. ditos de cores a
29500 e 39, paletotspretos de merino de
sordao sacco e sobrecasaco a 75,89 e 99,
colletes pretos para luto a 49500 e 59,
gas pretas de merino a 49500 e 5$, pa-
! I etots de alpaca preta a 39500 e 45, ditos
sobrecasaco a 69,79 e 85, muito fino col-
letas de gorguro de seda de cores muilo
boa fazanda a 39800 e 45. colletes de vel-
ludo de crese pretos a 79 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149.159 e I69, ditos de
easemira sacco para os mesmos a 69500 e
79, ditos de alpaca pretos saceos a 39 e
; .19500, ditos sobrecasacos a 55 e 59500,
' caigas de casemira pretas e decores a 69,
6J500 e 79, camisas para menino a 209
a duzia, camisas inglezas pregas largas jt
muito superiora}329 aduziapara acabar. S
Assim como temos urna officina de al *
f late onde mandamos executar todas as A
obras com brevidade. jg
dts6&i6$ieastt etoat&aittis&i63K
^H aW mWH srBW 1JJ1 V^^m F3 JI WWTW W*W
Candieiros
econmicos.
Chegou um riquissimo sorlimento de candiei-
ros econmicos a gaz idrogenio, os quaes esto
j muito approvados pela sua verdadeira econo-
ma, sendo os mais baratos a 5g cada um, e ou-
tros de muitas qualidades que devero agradar
com a vista do comprador, e todos os mais pre-
paros para os mesmos : na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
A16#000
Os mais ricos chapeos de velludo e de seda, ri-
camente enfeitados. para seohoras, pelo diminu-
to prego de I69 ; na ra do Queimado n. 39, lo-
ja de 4 portas.
A 8#000.
Chapeos de castor branco, fazenda muito bon,
os quaes se vendem pelo dimjnuto prego de 8g
cada um : na ra do Queimado n. 39, loja de 4
portas.
Cera de carnauba,
qualidades superiores : no largo da Assembla n.
15. trapiche Baro do Livramento.
Sitio venda.
Vende-se um sitio em Sapta Anna, tendo boa
casa com cinco quartos, duas salas, sala de jan-
lar, etc., etc., estribara para seis cavallos, quar-
tos para srvenles, etc., baixa de capim, eicel-
leatea fructeiraa, cacimba com ba agua para be-
ber, e taoque para baoho: os pretendentes po-
dem ir examinar a dita casa e siiio em qualquer
da e bora, e para tratar, dirijam-se Saunders
Brothers & C, praga do Corpo Santo, n. 11.
Farinha
a 2,000 rs. sacca.
Cbegada ltimamente do Maranho i vende-se
no armazem da ra da Madre de Deus, n. 4.
Vende-se a armaco da taberna da ra da
Praia n. 42, propria para qualquer principianie
por ser pequea e barala : a tratar em frente nu-
mero 35.
Vendem-se aeges das companhias Per-
nambucana e Vigilante de reboque: a traiar
com Saunders Brothers & C, praca do Corpo
Santo, n. 11.
Escrayos fugidosT
Pugio da casa do absixo asignado o escra-
vo por nome Thomaz, nago crioulo filhodoser-
o de Moxotho com os signaesseguintes. com os
dedos da mo direita aleijados, por ter sido ma-
chucado em orna maquina de paaria; bonita
figura teve bexigas a dous mezes, tem denles su-
mados pouco signal de barba representa ter 24 a
26 annos de idade, julga-se ter ido para o dito
lugar por alli ter seus prenles, e por que j foi
visto o anno passado, quando fogio a pimeira
vez, portanto pede-se a quem o aprehender l-
valo ao seu senhor na ra dos Pescadores n. 1 a
3 padaria, que ser bem recompensado.
Joao Jacintho de M. Rezende.
Fogio do dia 7 do correnle, do engenho
Caiar, levando um cavallo pedrez, o escravo de
nome Jovenal, crioulo, de idade de 24 annos
pouco mais ou menos, rosto redondo, testa gran-
de, pequeo bugo e muito pequea pOra ; de es-
tatura regular, olhos muilo vivos, cor preta, den-
tes perfeitoa, ps pequeos, muito desembaragado
e falla correntemente. J servio em um vapor
de guerra Piroja, e no brigue Jitifli, como praga
d'armada e com o nome de Joo Francisco da
Silva Armona. Quem o pegar e o entregar na
casa de detengo ao Sr. lenente-coronel Carneiro
Monleiro, administrador daquella casa, ou a seu
senhor no dito engenho taiar, ser generosa-
mente recompensado.
Recife, 8 de junho de 1861.
Fugio no dia 26 o preto Joao de Angola, que
representa de 30 a 40 annos de idade, corpo re-
gular, olhos papudos, e o melhor signal ter uns
calombos na barba e por baixo do queixo, que por
essa causa anda sempre com um lengo amarrado
nos queixos, tem sido ganhadorde ra, e costu-
ma a embebedar-se : quem o pegar, leve ao seu
senhor D. S. Campos, ra do Imperador n. 28.
Attencdo.
Acham-se fgidos os escravos seguinles '.'Con-
rado, crioulo, do Para, de bonita figura, que foi
escravo do Sr. Dr. Magalhes, que servio de che-
fe de policia daquella provincia, cujo escravo po-
de passar por livre porque falla bem e al troca
algumaa palavras em francez, dedica-se a vida
do mar, e j servio de foguista no vapor Piraj,
com o nome de Jos Domingues : Joo, cabra es-
curo, bastante alto, com marcas de bexiga no
rosto, natural de Inhamuns, o qual lendo sido de
um prenle do Sr. visconde do Ico, foi aqu ven-
dido pelo Sr. deserabargador Andr Bastos de 0-
liveira : Joo, mulato, alto, tambem com muitos
signars de bexiga no rosto, falto de denles na
frente, natural do Crato : Gaudencio, mulato
claro, natural do Para, mogo, com pouca barba,
de estatura regular, secco do corpo, e sem delei-
to algum, official de pedreiro, e tocador de vio-
la, de que muilo apaixonado, inculca-se por
homem livre com o nome de Leopoldino : Mar-
colino, cabra, natural da povoago de Agua-Aze-
da as immediagoes de Papaca;a, que foi escra-
vo do Sr. Antonio Baplista de Mello Peixoto, sub-
delegado de Garaohuos, alto, grosso do corpo,
bem barbado, com falta de denles na frente, nsa
constantemente de cinturaco desoldado alado
cintura : quem appreliendr os ditos escravos ou
qualquer delies, e os entregar a seu senhor, o
abaixo assigoado, no engenho Dous Irmos na
freguezia do Pogo da Panells, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de detengo, no Recife, ser gra-
tificado de seu trabalho com generosidade.
Jos Cesario de Mello.
Dos premios da 1 / parte da 1 / lotera, concedida a beneficio do collegio
de Papacaca, extrahida em 8 de junho de 1861.
Farello de Monti-
vido
a 49 a sacca, muito fino e gomado, igual & semea
de Lisboa, e maisproprio para substanciar ani-
maes ; para acabar : no largo da Assembla n.
'Ql trapiche Bario do Livramento.
Atten$o.
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Rostron
Rooker & C, existe um bom sortimento de II-
nhas',de cores e brancas em carteteis do melhor
fabricante de Inglaterra, es quaes se vendem por
pregos mui razoaveis.
fS. PREMS. NS. PREMS. NS. PBEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS' NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS:
2 40J 163 55 383 55 545 59 713 59 893 55 1089 59 1271 59 1466 59 1661 55 1863 59 2097 59 2259 59 2430 5
7 59 68 86 59 14 917 409 91 79 83 65 10; 9 99 61 35
8 72 92 61 29 18 109 93 _ 81 85 67 59 72 2103 62 36 _
11 75 93 62 8009 30 20 58 1102 109 82 86 68 79 4 65 40
13 80 97 64 59 31 33 3 55 95 87 69 _ 82 ' 10 74 46
15 90 99 65 36 34 4 1301 _ 99 73 83 17 76 51
16 98 400 109 67 37 36 8 5 __ 1503 __ 85 87 18 80 53 409
25 204 7 59 68 47 39 10 _ 8 6 87 __ 88 23 81 54 59
29 5 T- 9 70 48 44 13 ^ 15 _ 8 1009 91 90 40 25 87 57
30 11 11 - 76 50 109 47 18 109 16 _ 12 55 93 _ 97 59 27 91 61
32 12 13 80 _ 54 5g 50 26 59 19 21 1700 _ 98 30 2304 62
35 13 209 15 81 55 62 34 23 ^^ 33 209 3 __ 1901 38 7 66
41 26 59 24 109 88 63 64 35 ., 35 ,Ha 40 55 6 _ 6 43 109 10 67
45 28 209 26 59 97 . 66 73 37 mm 36 _ 48 8 105 9 45 59 11 70 ^^
48 32 59 28 99 67 4009 74 39 _ 38 _' 50 13 59 12 49 17 . 75 ^m
49 38 33 603 _ 77 59 77 __ 40 .. 39 ^ 58 21 14 52 21 80 _
51 40 37 1009 9 78 83 109 46 m)m 44 _ 61 37 __ 25 53 23 87 209
53 . 51 38 59 15 82 88 59 50 409 45 __ 62 44 _ 26 209 57 25 88 50!
55 52 - 45 109 16 83 89 51 59 46 63 53 . 28 109 72 35 89
68 57 48 IOS 17 86 91 61 47 66 54 ^_ 32 5 73 y 37 93 209
7* 63 ^_ 52 55 19 88 92 109 62 48 68 109 56 M 33 74 40 99 59
77 69 _ 56 _ 21 91 95 59 70 52 69 59 58 M 48 81 41 2501
93 70 ^^ 58 ^^^ 22 800 98 73 55 72 60 m 49 83 42 2
94 73 . 62 ^^ 33 4 1001 _ 74 65 73 61 __ 51 91 109 44 5
100 77 JtaH 76 34 5 5 __ 75 67 76 63 _ 56 94 5 49 6
8 H 84 ^_ 78 41 109 8 11 _ 79 205 80 209 91 66 63 95 51 10
11 _ 88 ^^ 85 44 59 10 14 81 5 82 59 93 73 __ 67 2200 109 61 17
13 __ 300 ^^ 87 45 11 19 .. 88 85 94 76 _ 74 209 3 59 65 22
18 mmm a _ 89 48 14 209 27 mm 90 87 97 80 _ 80 59 * 73 25 109
22 105 10 SM| 90 _ 49 16 59 32 _ 1207 90 98 82 _ 91 109 7 7* 28 55
30 10 18 . 506 59 22 35 17 1400 99 83 _ 96 5 10 76 29
32 59 22 ^^ 8 __ 65 2 2009 37 109 23 6 1601 __ 86 Op, 99 14 83 34
33 __ 24 _ 13 _ 66 31 59 38 55 25 7 9 ,^ 87 _ 2004 15 85 36
34 _ 27 m_ 14 109 68 47 39 27 5:0009 18 17 __ 89 ,_ 9 18 86 ^ 43
38 __ 35 4fp 15 55 70 51 45 31 55 21 19 _ 95 17 20 87 49
39 mm 36 mm 18 73 53 47 10 32 27 24 __ 1804 34 22 95 50
42 37 M 19 79 58 50 20 33 28 27 __ 17 37 25 98 -" 53
44 51 MM 20 __ 80 209 67 , 51 5 35 209 31 34 22 38 109 29 2401 58
45 52 _ 80 10 83. 59 68 55 40 68 37 36 29 46 59 30 4 63 1009
46 54 . 31 51 88 7* 56 43 39 46 30 . 51 31 6 64 59
47 55 33 94 76 61 48 43 47 34 57 10 32 7 74
56 58 35 . 95 77 62 54 45 52 105 36 66 5 35 209 9 75 10
55 59 37 . 96 79 78 55 55 54 59 45 80 36 59 16 92 59
58 68 42 _ 99 - 87 80 : 56 9 55 49 ' 81 49 25 93
59 m - 81 i 44 -1 701 90 ..- 85 68 65 59 52 95 57 209 28 94 40
c > escmSo, Se veriaw Joaei ie Mou ra. Per nambuco:] typ.d eM.F de Fariai 1861.
1


(8)
DUUO O PEEHAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 10 DI
JXINHO BE 1811.
Litteratura.
O ultimo casteilo.
ni
(CuBliouagao.)
Seohor, (visto como me chamaes morfemo-
sclle), isto muilo seriovos soi meu prisioneiro.)
e eu vos guardo. Quanto sos qualrocentos mil
francos, vos Wus deveis.pelo motivo ramio sim- Pl
pies de que os despenderles e que elles eram d5b 1"
meus ejs-ahi ludo !
vo que perco a cafceca___
eiio 6 muito simples.
.No tanto I
tlt-rapiluleraos: comeles em Parisoito ce-
ios mvSNtM ?___
"]|ftMde ; uiasmeupae tinha-me dexa-
do csSflf woceolos mil francos___ com o que
me pertenoU.
J v*joque lesteS-mel o testamento: mfnha lia
Champiot. vossa me. tinha levado quatrocentos
mil francos ao general, o qusl nao lhe tinha le-
vado em troca mals do que sua espada, suas adra-
gonas, a cruz de offlcial da Legio de honra___
o castello doS. Thotn.
Ah o castello 1eiclamou triumphanle-
mente Juliano.
Sim, cusa pouco mais ou menos quinhen-
tos franc-js por anno de despezas, o s rende
duzentoscalculas Porm minha ta Cham- umas modida que as outras se desvanecero?
piot achava que o seera! valia bem qualrocen-! ~~ Dissestes isto, mademoiselle ?
tos mil francos, e nao regaleou. Morreodo, pois, I 7" Sem oaii ;e eu formara o projeclo d'a-
o general, seohor, deixou-vos o dote de 8uarou-|1ui reter-voS----contra vossa vontsde....
lher mora antes delle, e o de vossa roulher. que
meupae, morto tambem antes delle, lhe confiral
-Por muiloarootiroa^-mademoiselle, o pri-
meiro que.... r
Juliano parou, notando que ia fazer urna confi-
dencia, o que julgou perfeilamente intil.
O primeiro ?repetiu bioah.
E porque nao quero.
Este, senhor, dispensa-vos dos mais.
Assim, mademoiselle, se acbaes bom, nao
mais disso d'ora em diant.
oitrario. senhor, trataremos, par que
jue me julgueis mal..... o se tenho
obrado um pouco singularmente com voaco,
por que eu tinha minha idea___
Ah I vos linheis!___
Amira-vos ?___
Nao, eu vos juro.
Sim, senhor, fu tivera urna idea ; eis o que
eu tinha pensado: Meu primo tem urna preven-
cao contra as raulheres da provincia ; acba-aa de-
sazadas, acanhades, ridiculas, beatas mesmo___
Oh I mademoiselle Idiz Juliano sorrindo-
se seu pesar.
Essa idea, conlinuou Dinah,nao era mi-
nha, era vossa,vos a linheis dito madama de
Cernay;mesis aqu o queeu tinha pensado...
Vejamos.
Visto como meu primo tem ainda Uluses...
relativamente ao castello de S. Thom, e pre-
vengoes relativamente s mulheres da pro-
vincia, por que razo nao tentarei eu destruir
I-
urna tal paliao ou habito (creio que sao synoni-
mos), qua quando nao as enoontrava no mundo
pnysico, procurava-aa no dominio da imagioaclo
creando assim, para si s, una especie de mundo
parte, povcado de eslranhas aventuras de
mysteriosos persooagens, e de complicacoes
Impossiveis 1 *
desta maneira que elle acreditva em seu
o olhos, como com os olho fechados julgou
ver anda os relmpagos, o cu sombro e a tor-
resoba de aspecto phantastieo, imaginou que as-
stslia sempre ao momo espetaeulo.
O que rerdade que elle adormecer e que
sonhara. :
Eis aqu o que sonhara elle
Achara-se na rata do bosque de Bolooha nos
tTsZ SaJSEf'. r.lm!8.r "^".""^ ?I,.e,.r.0,? de ?'. e o relogio d'Auteil
LJ-
tudoislo fazia cerlamcnte oitocentos mil trau-
cos, de que uo podieis dispor sem meu coasen-
timenlo. Ora, esso conseotimenlo eu sempre o
oei I Comieis meu dote antes, era urna garan-
ta de que nao o comerieis depois.....somante,
eu vo-lo repilo, ludo islo era com a condigo
subentendida queme desposareis!.... desposae-
me e estaes livre I
Que furor de casamento tem esta meninaj!
pensou baixinho Juliano ; depois, reflectiu que
quem tinha urna tal linguagem, devia ter pressa
em chegar a um tim, e que naui provavelmente
sua prima nao leudo esperance de achr um ou-
tro marido (e prioeipalmeote um marido como
elle), ella nao o deixari3 fcilmente fugir.
Ora bem 1perguotou Dinah,estaes deci-
dido?___
Permitti, mademoiselle___ Primeiro que
ludo vos nao me amates, e vos, perfeitamente
indiferente que seja eu ou um oulro qualquer
que vos despose, com tanto que sejaes desposa-
da ; depois___
. Uepois, senhor, eu vos farei observar por
minha vez que para um homem de bem como
sois, isto nao perfeitamente bonito. Quanto
vos amar, a questo nao essa....
Parece-meque sim___
Oh I sei muilo bem, senhor, que nao essa
vossa opiniao sincera.
E como o sabis?
Urna amiga meescreveu___
Urna amiga?___
Que habita Pars, e quem linheis confiado
multas cousas, entre oulras esta :
Juliano lornou-s.e ltenlo.
Um dia, conlinuou Dinah, Madama de
teruay disse-vos.... pur quanto j adevinhastes
que e del,a que se trata :
Sabis, meu charo duque, que na marcha em
que Hes, em breve acabareis vosso patrimonio ;
nao se chega longe, quando se anda lo de-
pressa___
Ao que replicastes negligentemente :
arruinado, pattirei para as minhas trras, onde
sem; re hei de encontrar alguma herdeira de pro-
vincia, que se julgar feliz de trocar suas horda-
des eseus moinhos com o castello de S. Thom
e os privilegios que lhe sao inherentes.
Como, charo duque, vos, a elegancia, a mo-
da personificadas, vos resignareis adesposaruma
provinciana ?
- Que queros,respoodestes ainda.-razao
de estado,questo de finanga I
Mademoiselle,respondeu seccamente Ju-
liano, oem sempre se faz o que se diz.
7.f ?erdade.respondeu Dinah,que tinheis
contado com o casiello de S. Thom.
Esculae, mademoiselle,iz Juliano com
muiia dignidade,posso ter cabido em ridicu-
los...., entre oulros o de crer em um castello nes-
tes lempos de burguezia, em quo nao os ha mais:
posso ter sido de urna negligencia culposa, e me
8c;uso de boa vonlade de tenido a imprudencia
de nunca informar-me do estado real de minha
fortuna e do valor desle mosleiro phantastieo, no
qual eudescaugava lo ingenuamente (confesso)
para reparar todas as loucuras de minha mocida-
de ;mas nada de ludo isto piic aulorisar quem
quer que seja a pagar minln credulidade com
as, ou gracejos, pelo menos "intempestivos.
E para isso que me pozestes & ferrolhn ?
Meu Deus I como mo comprehendeis mal 1
os ferrolhos erara apenas um meio.
Mas um meio jrssaz bom, convireis comiso,
mademoiselle.
Meu flra era, e ainds reter-vos aqui pelo
nico encanto que aqu acharis; e em caso de
cadeias, s quero fazer-vos carregaraa do amor.
assim, traoquilisae-vos.
Tranquilisae-vos, Iranquilfsae-vos, repetiu
Juliano rindo-se ; o amor um credor inexora-
vel ; mas de quem e quandolme apaixonarei eu ?
Vosso de quem nao galante, senhor, e
vosso gnando temerario, por que evidente que
condemnado urna recluso eslreita e severa
privado das vistas de qualquer amigo {por quant
nem sequer veris Gedeo), nao terieis passado o
primeiro anno sem que me amasseis, e mal en-
trasseis no segundo, me adorarieis.
A' menos, enlretaoto, que eu vos nao
detestasse !
E ura3 sorle a tentar, mas ha noventa e
nove a apostar contra um que o que acontecera
e o que eu vos disse, sempre, bem entendido
com a condigao de que nao lecebereis alguma
visita, que nao a minha.
Em urna palavra, me agarrarieis quando eu
me entregasse preso ?
E' possivel; em todo o caso, isto vos prova
ao menos que vosso quando era urna fanfarrice
de mancebo e nada mais. De mais, ttaoqnilli-
sai-vos, meu primo (e Dinah disse isto com um
accento differenle), nao vos guardarei aqui.....
sob ferrolhos, mais de um mez, um mez apenas
e depois disto, se me nao amardes, abrir-se-vos-h
a porta desta pnso, e ficarei para de ludo que
me deveis. Tereis ganhado quantrocentos mil
francos om um mez I cem mil francos por sema-
na I trese mil tresentos e trila e tres cntimos
menos urna fraeco por dia I Pens que islo
bellissimo ?......
A' ponto, minha prima, que recuso.
Recusaes ?
Positivamente.
E porque razo ?
Pela razao de que a polidez criar-mo-ha o
dever de dizer-vos que vos amo, em quanto meu
nleresse levar me-hia a confessar......
O contrario?...... *
Meu Deus! tenho medo......
Porque em nenhum de vossos clculos,
fazeis intervir o amor. Ora, justamente com
a sua intervenco que eu cont para reduzir
oaoa todas as vossas lindas resolucoes: e vea-
mos francamenle, meu primo, porque me nao
nkl'""* Por1ue eu so judia ?
Oh! nao,diz francamente, Juliano, mas...
Amis a urna outra, a moca docollegio de
Bnlonha talvez ?......
E' urna questo, minha prima
era senhor suaeraoo, e, quem sabe meimo
vez que llnharsempre vassa,llos !
Como quer que teja, urna das primeirjs pata-
rras de sua prima, que lhe occorreu o espirito
quando vio-se osinho foi esta :
a Principalmente vos preserven os cius da
muta de Noeta Senhora de S. Thom 1
De certo, repito, Juliano nSo era supersticioso;
oaoacredilava na rinda dealgum geoio, bom oJ
mu na volla de alguma alma..." porm per-
guntou si mesmo se o que a legenda popular
engira em artigo de f, nao occuTtaria por ven-
tura algura mysteno tenebroso ou engracado,
que em todo o caso bom seria penetrar !
dn.!*?d bem 8U lembrancas. elle recor-
?.' L ?eU P" I,""5 mes lhe hilara de
urna certa duqueza d'Aloignac, que em urna
epoc, moi reraota e dur80t0 uma J |i<0BJuH
de s. Thom e ah. fra assassioada com cir-
cumslancias hornveia.
A chronica acrescenUva que depois, todas as
pones, quando soava roela noite, um grando
uero dizer, em todo o caso, nao o permillirei.
lito foi pronunciado com uma intonaco law
perfeitamente corlez, mas lao severa, 'lo glacial
que Dinah perdeu quasi o equilibrio, e s pode
pronunciar eslas palavras guisa de desculpa:
Nao coroprehendo, senhor...
Eu o sinto, mademoiselle,conlinuou Ju-
liano no mesmo tom ;de mais, eu nao dizia islo
Pira sos, que teodes sem duvida muilo espirito
para saber que nunca se reprehende um inimico
por trra.
Para quem ento o dizieis, senhor ?
Juliano achou esta perguota to ingenua, que
perdeu a seriedade.
Ora,proseguiu elle gracejando,joguemos
as carias na mesa apraz-vos rerer-me preso ?-
Bem nao examino se tendes esse direito : estou
em vosso poder! Por tanto ficarei aqui o lempo
que qnizerdeseinpuleirado neste velho tronco de
castello. Ieilas as contas, nao ser isto mais que
ju:t!ca ; sere punido por onde peauei
Pelo castello ?
Como dizeis. mademoiselle, e querendores-
ponder francamente a vossa franqueza, nao vos
occultarei. perdoae-me este voto talvez pouco
sincere, quo minha inlenco bem formal de
nunca roe tasar!
.;T E P?r que senhor ?Perguotou Dinah, que
tinha readqumdo toda a sua indolente tranquiii-
rOLHETMI
ORIGINAL DO DIARIO DE PRNAMBUCO-
nES-Uk MA RTBJt,
LXVI
SiMMARto.Concesso de uniformes militares aos
commandantes e pilotos dos navios dss com-
panhias brasileiras de paquetes vapor, e de
nayegacao e comroercio do Alto Amazonas.
Medidas econmicas de fiscalisacao tomadas pe-
lo ministerio da Marinha. Reflexes res-
petto.
Quando escrevemos a nossa 63a llesenha no
principio deste mez, mal cuidavamoa que o Sr.
ministro da marinha se preoecupava na mesma
occasio de idntico assumpto, como demonstra
o aviso do dia Io, concedendo uniformes de ma-
rinhacom vivos amarellosaos commandantes
e pilotos dos navios das companhias brasileiras
de paquetes vapor, e de navegaco e commer-
co do Alto Amazonas, e declarando que todos
aquclles quem forero, ou liverem sido concedi-
dos laes uniformes, devem usar d'aquello des-
tinctivo, que nao os confundir com os oOiciaes
da armada nacional e imperial, no que achara-
mos muitos inconvenientes, que desejavamos ver
destruidos.
Resulta, pois, que ainda mais uma vez nos
acharaos de accordo, seno na totalidado dos
nierosempregados, em que divergimos um pou-
co, ao menos no fim que queramos conseguir.
Esto accordo deixou de existir emquanto nao
tiohamos nossa frente quem conhecesse nossas
iiecessidade8 pralicamente, como o Sr. ministro
da marinha t '
era torcida
providencias
vigor, com frequencia, pan que se fizegse'ailma
cousa. ^
Hoja nao assim, gracas mudanca feliz ope-
raos em nossa situajo; temos quem mais do
quo nos conheca o terreno em que pisa, e a nossa
tarera Brnou-se mais simples e facit; porm oem
por isso mgloria.
E' mais um servico importante prestido o
Tendes razo ; esqueco que ainda nao esta-
mos as confidencias; porm vos amar-me-heis,
meu primo.vereis I E que lindo casal fare-
Z??L"'a ? em Pf'meiro lugar, sou perita
nos gellados de grozelhas. e cosinho-os perfeila-
menie ; sou a famada dez leguas de circunfe-
rencia, e o senhor bspo pede-me sempre que lhe
taca os seus 1depois, loco um pouco de harmo-
D,ca'.......... nao muito, mas um pouco. Sou
tambem muilo hbil costureira....... vede, sou
eVDiv8ma (,ue fs?0 os tneus ve8li|los !
E Dinah levanlou-se para fazer admirar seu
ridiculo traje do anno VIH.
Ealm disso,conlinuou ella.-criogalinhas
bebo Dle......... tenh Um 8*liuneiro 8U-
Boro,pensou Juliano,o :aso aue nao
as vi na ceia.
Occupo-me lambem de bichos de seda, o
que bastante divertido Coser-vos-hei uma
jaquetta, e iris celher as folhas......
O facto ,diz Juliano com um lom sam-
beteiro,quedifficil sciia resistir tantas seduc-
goes reunidas !___
Nao assim ?-dz Dinah com o ar o mais
ingenuo e conado possivel.
E depois de um momento de silencio pro-
. Porm, Urde, euvosdeixo! Nao vos
mcomraodeis respeilo de Gedeo ;-elle est
melhor deilado que vos !
Nao ser muito difficil......
=T Vam.09' boa D0ile. meu primo, nada de
sonhos rous, e pnocipalmente preservem-vos os
cus da visita de Nossa Senhora de S. Thom!
Assim fallando, Dinah olhou com um ar limido
para fra, para o lado da torrinha, pdz um dedo
na bocea e desappareceu !......
V
,I2,.dir*i ?uf 1.Mno era supersticioso, mas
era accessivel s ideas fantsticas, excntricas ;
ama va as cousas rooiauticas, extravagantes, e as
procurara com avidez. Havia at mesmo nelle
barulho se fazia puvir na torrinha, onde o
fra perpetrado, e que um fantasma branco.
manchado de sangue, se ergua do seio das tro-
vas, pairava um instante por cima de mosteiro e
depois desapparecia no espago
Em vio o velho castello tinha sido destruido
pedra por pedra, em vo a mysteriosa torrinha,
muitas vezes fulminada pelo raio, tinrn aido
metamorphoseada em pacifico pombal, a creoca
popular subsista: ospais o tinham dilo. era
verdade !
Maa linha alguera acaso visto o fantasma, tinha
aiguem ouvido osbarulhos da meia-noile ?Eis
o que sem duvida nao seria prudente perguutar,
ae tal modo agarra-se o povo s cousas que er,
ae tal modo principalmente quer elle vel-as
respeitar.
Sem remontar s primeiras guerras do Viva-
rais bem se poderia tal>oz as lulas dos protes-
tantes e catholicos, no tempo do rei Carlos IX
ac,iar a?ri*ei> verdadeira da legenda da duque-
za d Albiguace do fantasma ensanguentado; po-
rm o que cerlo que o dito existir e que
exista atuda, visto como Dinah dlssra :
_ Principalmente, vos preservem os cus da
visti de ISossa senhora de S. Thom.
Ora, quem poda ser essa Senhora de S.Thom,
a nao ser o fantasma ensanguentado ?
Em factos de hypothese camioha-se depressa
e vai-se longe uma rez admiltido uma.
Sa primeira o que ha decustoso !
Enlao, a imaginago de Juliano, ainda um
pouco excitada pelas emocoes do dia, pz-se a
galopar. r
Elle compoz toda a sorte de historias burlescas
e ridiculas para figurar-so quo a lorrioha era
nabitada por orna joven e interessante prisionei-
ra, e que talvez lhe fosse dado livra-la.
J, em seu empenho cavalieiresco, ergua elle
o plano mais perigoso de evaso, que podo-
ra sonhar um crneo humano; suspenda esca-
das de seda, furava os muros e affrontava os ar-
cabuzes, por quanto nesse momeuto Juliano nao
* a* de DOSSO "culo, elle vagava pela
edade-media... quando de repente uma delona-
Cao assaz semelhante com effeito de uma longa
discarga de arcabuzes rompeu com frscasso por
cima de sua cabega e fez-lhe levantar a orelha.
Um tosanle depois. um ciarlo ardente e rapi-
ao Uluminou o terrasso, e um segunda detona-
gao, egual a primeira, se fez ouvir.
Desta vez Juliano notou que era apenas o tro-
vao que ribombava.
Por uma dessas bruscas variages da alhmos-
phera. tao frequenles as paragens situadas
oorda do mar ou na confluencia de um no, prin-
cipalmente no meio dia e nessa poca do anno. o
vento-norte cahira com o sol poente : o vento-
sul o substituir, e algumas horas depois um fu-
ragao pairava no cu.
E de certo, seria um espectculo magnifico con-
templar de cima desse rochedo, ao clarear dos
relmpagos, uma tempestado, que rompe com
tuna nessas gargantas de montanhas, d'onde lo-
go descera correles impetuosas, cuja agua br-
renla cahe de cscala em cscala com um baru-
lho sioislro.
Mas nem se quer essa felicidade eslava reser- I
vada Juliano, por quo quando quiz subir pa-1
ti-forma, reparou que eslava fechado, e leve de !
resigoar-se a ver cahir a chuva travezfJe uma
rfdraca molhada ; mas pela minha parte, nao
soava cinco horas da manlia.
O tempo eslava brumoso e triste pesar da es-
tago, e a chova cahia fina e copiosa, e a trra
eslava escorregadia.
A'um sigoal dado dous tiros partiram quasi
siraoltaneanieuto, e Juliano cahu baohado em
seu sangue 1
As testemunhas e o cirurgio se acercaram do
rendo, e no momento em que deliberavam no
partido a tomir a respeito do sua situago e dos
cuidados m media los que elle^xigia, abrio-se de
repente uma porta rerde, encoberta por galbos
d arvores e que dava para um parque reservado,
e deu passagem duas doozellas, nolavelmente
lindas, porm muito paludas.
Nao pronunciaran ama palavra ; apenas fize-
ram signal com o dedo que podiam trazer o fe-
ndo.
O adversario de Juliano informou-se cortez-
mente do estado do doente, saudou profunda-
mente suas testemunhas e tornou ao seu cario
acompanhado dos seus.
( Qual o motivo do encontr, que acabara de
ter lugar, o que nao dizia o sonho de Juliano I.
Uuaodo o ferido recobrou os sentido), eslava
em uro pequeo quarlo bem coquette, bem or-
naao, guarnecido dealvas cortinas e tapetado de
flores.,
A' iravez de uma das janellas enlre-aberlas
via-se uma latada, carregada de grandes uvas
aoradas ; o cu era de um azul lmpido e passa-
ros gorgeiavam alegremente nos ramos.
Era um verdadeiro quarto de donzella, e um
verdadeiro tempo do bom Deus.
Mas o que Juliano notou principalmente foi
uma linda e virginal cabega, de olhar melanc-
lico e profundo, de fronte intelligenle e pensa-
tiva, de cabellos negros e espessos, que inclina-
va-se com amor sobre sua cabecera.
Oh 1 quem sois vos ?- perguotou elle dere-
pente contemplando com felicidade o fresco rosto
inclinado to pecio do seu.
Caluda 1 uma amiga I.. ludo quanto se
bere? I* S"8' senhor' e mais lo8 sa"
Quinze das depois Juliano entrara reslabele-
eido em seu palacio da ra Varennes, sabendo.
apenas uma cousa de mais.... e que depois de
seu duello tinha sido recolbido em Auleuil por
duas encantadoras pensionistas, que o tinham
tratado em segredo em casa do jardineiro do pen-
sinalo, e que elle eslava apaixonado !
yuantoao nome, familia, cidade natal da-
quella quem amava, nada sabia, e o reconheci-
nas casas viziohas...; s havia nellas velhas con-
dessas e marquesas desdentadas
a? ac,8 algams" dellas que tinha cantado :
Oh I conserva a margarid? que a tinha
7JL l?i.5ueBMbeT*- Eslaida revoltou o
que d Albignac, e depois o fez rir, porque a voz
que ouvira era uma voz joven e freaca'; uma dea-
"nos es' que mm Ia* teelD dezeseis
GeSinPlfde 8 aC,8 podia 8,r culpado, e
hPm nH 0b8e"ar "i"9 a ntoYa mysteriosa
inr? A* S6r Ua,a "I'0'8 de rua i maa cn-
rn m. n.rt? em um i4,1 1uarleiro era cousa pou-
co ou nada verosmil!
nnAhh?adaK depoi/i recebeu Juliano Peie-
nh, i '\ betD "". em dobrado, bem
obreado, bem perfumado, um bilhete
que sabe de cor seus palavriados.
Este bilhete dizia pouco mais ou menos
guite :
O mais tarde chegou, sim... senhor,... amam-
vos, e essa que vos ama est livre, e s que de-
seja casar com vosco ; mas podis vos casar-
vos ? o que se vos pergunta. Tendes acaso uma
posigao ? sois alguma cousa neste mundo ?
sois advogado, n-edico, homem de leltras, msi-
co, cambista, ou diplmala aspirante ? Ide S.
Thom... vedo... e respondei !
P. S. Se acaso algum de vossos criados,
quando chegardes ao castello, vos ofierecer um kTn
bouquet de margaridas, nao me esquegals, se-
Sahi, senhor, estaes livre.
Mas, perguntou Juliano bijando mil rezm
a mac.posta na sua, e minha prima ?
Ora bem I respondeu Margarida Dinah to-
rh\lU.eW,l0..d? T ,eu ar de Marlarida
Champiot, ella tos deixa livre... mais do qu! nun-
ca, de desposa-la '
exclamou Juliano reconhecendo-a
vos?
namorado.
o se-
ment mesmo impunha-lhe o dever de nao pro-
c"rar..............penetrar esse mysterio como
generosos cntregar-se a bus-
cuja natureza poderia compro-
posso entregar-me esta triste distrago sem me
sentir quasi logo acommetlido de uma especie de
tremor e de iocommodo, eguaes aos que se ex-
perimenta quando se tem velado muitas noutes
seguidas, ou quando se acorda muito cedo.
uma impresso nervosa que eu nao sei bem
que set que ella
.ctuaTe ento' HLTVfSSK' d fflfit ** 1838> "- *"
i propr reformas sobre VefrmTs I Si. de drme8rao mez- que m,?
. sbre' providencias "i resist com' I^^^J**^?-"*
ti.r,S! Sr-mi1,stro "a marinha ; um novo mo-
r^,.d, HeCOnhec,rnenl0 da arma(,a S. Exc, ac-
cumulado aos que a leem tornado to dedicada
ipmbr1^e"Se,?Uanla cousa Productiva e til se
i .. ,*em 80 CUr' tempo' se,D dispendio
de um sreal para o estado, e veja-se, se tinha-
mos ou nao razo em nossas queixas, se devo-
raos ou nao querer sempre nossa frente um ho-
mem de nossa classe 1
' "Karaol.Ia melhor que o paiz pode ter. de
que os dioheiros que dedica ao servigo de sua
marinha serao gastos com criterio, e com efica-
cia, e nao intilmente como al agora
rfnDH0USQaI'S0S da re?art'*ca0 de marinha datados
ao da d de mam, nao menos utes e necessarios
do que o de cima mereceu nossa attopgo, fo-
rara expedidos, recommendaodo todos os com-
mandanles das estagoes e navios sollos da arma-
da, que tenha m o maior cuidado em que as guias
que fuerera de pedidos para o forneciraento dos
niesmos navios, nao venham incluidos senao
aquellos objectos indispensaveis para as corarais-
soes que Urerem de cumprir, embora as tabellas
raarquem roaiores foroecmenlos, fazendo aenlir
aos mesmos commandanles que o governo impe-
rial, na apreciago futura dos servicos de cada
um delles, ter muito em vista aquelle que
desempenbar as suas commissoes pela maneira a
mais econmica. A mesma recommeodago foi
tambem feta todas s capitanas dos porlos. re-
lativamente s suas despezas.
J muitos commandanles seguem este systema
como ae poder verificar fazendo-so um exame :
mas oulros (roui poucos. convem reconhecer)
pensara diversamente, e gostam de accumular
bordo objectos, que no fin de Igum tempo esto
inuiilisados, sem ter lido applicago, nem uso
algura.
^.Lr!"f q"an.(l0f sla7?..ein. vior viso de 5
ordem geral
odava que to-
definir, a nao ser entretanto
incommoda e desagradare!.
Ora, Juliano nao tardou em experimentar os
elfeilos de uma impresso semelhante. Seus
membros, muito estendido porelTeitode sua von-
lade se distenderam aoa primeiros aguaceiros da
tempestado ; um sentimento de fri hmido o en-
volveu dos ps cabega, e foi com um olho in-
aifferente e enfadado que elle coosiderou os dif-
ferentes accidentes, que offerecia o cu durante
o fuzillar dos relmpagos.
Devo mesmo confessar que elle levou de re-
pente o desincanlo a ponto de langar-se em uma
cadeira e cruzar prosaicamente as ruaos sobre o
abdomen maneira dos barreleiros da rua Saint-
Denis em uma represenlaco do Ambiguo ou da
Alegria.
Neste momento a tempestado deseocadelava-se
com furia, e o vento soprava com toda a forga de
seus pulmes no flanco das montanhas, a chuva
agoitava oslo com um barulho surdo o mono-
tono, e quando os relmpagos misluravam seu
fogo sombro com o fracasso da tempestade, a lor-
resinha do caslello destacava-se como um phan-
tasma negro pairando com um ar sinislro por ci-
ma das ruinas abandonadas.
Entretanto Juliano fechou involuntariamente
um modelo para guias de pedidos, em que a ru
bnca exigida someole do commandante do na-
vio, eximiram-se aquellos de fazerem um servi-
go que ellas assim implicitamente derogavam
nao pordesconhecer a utilidade delle ; mas por
urna razo mu simples; para nao ficarem su-
jeitos ao veto dos inspectores dos arsenae ; al-
guns dos quaes, sem atlengo nenhuma aos di-
tos chefes, que s vezes Ihes eram superiores,
glosa vam e cortavam os pedidos por elles auto-
risados com suas rubiicas, que. ou eram felos ri-
gorosamente conforme as tabellas, ou em menor
escala. Dabi resultava serios conflictos e pol-
micas ; e portanlo os chefes das estagoes se apres-
saram em aproveilar a lacuna que respeito ap-
parecera para por em desuso a excellente d9po-
sigao do aviso citado.
Assim, pois, sao hoje os chefes das estagoes
navaes exlranhos inteiramente ao procedtmenlo
dos commandantes este respeilo, e apenas Ihes
cabe a tarefa de marcar o tempo para que devem
fazer os pedidos.
se os as operas cmicas, por que a mais ligei-
ra ooiscnpco podia trahir o segredo de suas
uemieiloras, e seria um meio ruim de reconhe-
cer seus cuidados
Cas e indagages,
melle-las.
Assim pensou Juliano, e como homem de bem
que era absleve-se.. o que nao o impedio de fi-
car apaixonado I
Tres mezes depois pouco mais ou menos, em
um dos primeiros bailes da opera, um elegante
domm verde veio sem ceremonia travar pelo
bragode Juliano:
Meu charo duque, diz elle este ultimo,
aou-te anda este invern ; mas previno-te que
acabas de devorar leu derradtiro prado I
O som desta voz fez estremecer Juliano, e nao
sei que de feliz e inesperado soprou-lhe noco-
ragao que era a sua linda enfermeira d'Auleuil ;
aquella de quera eslava apaixonado ;porquan-
lo est bem entendido que Juliano nao podia
amar ao mesmo tempo as duas donzellas, que o
tinham recolhido. ao menos assim o querem
a moral e os boos costumes.
Porlanlo, elle julgou reconhecer aquella, cujos
olhos encantadores linham-o tanto mpressiona-
do, e lh'o disse :
Hum diz ella sorrindo-se debaixo da mas-
cara, talvez tenhaes raio.
Eotao, proseguio Juliano encantado
dizer-me vosso nome? '
De oulra vez.
i Dizer-me quem sois ?
Mais tarde.
Confessar-me se me amis ?
,7T- \ v6s' PerSunlu o domin, lambem
d 111 I 1 S {
Sim, amo-vos... e como um louco.... e que-
ro casar-me comvosco. e me casarei. ou ento
naocasaret com pessoa alguma; agora, pod.is
responder, eu o espero, sabis o que deves azer ?
O domin pareceu relectir um pouco, depois
proseguiu alegremente :
Mais larde I...
Enlo elle soltou pressa o brago, confnda-
se com a muludo, e desappareceu.
Outra occasio, Juliano acordando em uma
mauhas formosissima. encoolrou em cima de sua
S?" uD,maSn'flco bouquet. De quem era esse
bouquet ? quem o tinha feito, trazido ou man-
maRia D1D8uemsabia no Palacio...* pareca uma
Juliano tomou uma das flores desle bouquel
chegou uma janella, e como essa flor era urna'
innocente margarida, pz-se a desfolha-la.
Mas apenas o joven duque comegara sus obra
de des ruicao, ouviu-se urna voz meiga, pura, um
pouco iremula, que cantou :
Oh I conserva a margarida,
Alvo symbolo do amor,
Desfolhando-a, s um dia 1...
Pobrezinha, humilde flor 1
Porque despir-lhe a corolla
Das pet'las de meigo encanto ? I
Perdendo a branca aureola
A margarida diz lano ?
- Juliano chamou Gedeo, mandou-lhe que pro-
lurasse por lodo o palacio, por quanio essa voz
ides
me
nhor___
Oh conservai a margarida,
Alvo symbolo do amor,
Desfolhndo-a. s um dia!...
Pobrezinha, humilde flor.
. Assgnado : Uma Margarida.
,*' com a recepgo deste bilhete que Juliano
lomara a resolugao de partir para S. Thom ; mas
fimn 2 e8,a'a ameacada de ficar muilo
lempo pendente se (Jedeo. como oos haremos
de lembrar, nao lhe dsse o golpe decisivo.
ou^Ymv.0?'."" qUe JulaD0 ama" Puco'
Nao, Juliano amava e amava muito...; com a
m,^[!a"nlCa'-queama?a comoum homem,
que lem a consciencia dos deveres, que lhe im-
Sm." renpulaao de elegancia e delaber viver ;
amava emflm como poucas vezes se ama nos ro-
mances, mas como muitas vezes se ama na vida
cZ.lZS feU0S eJ1uadades, seus hbitos e
costumes, como se deve amar quando se aspira
ser bom esposo, bom pae, bom guarda nacional
e quando se quer ser deputado conservador
manter apezar disso, urna certa repulacu em ca-
sa de seu alfaiale.
Como quer que seja, Juliano era joven, bonito.
Hnha mais ridiculos do que loucura, mais desva-
rios do que vicios, e em summa era asss amavel
para poder ser amado !
De repente meia noite soou na egreja da aldea
e o relogio da cathedrol de Vviers respondeu
surdamente voz clara do sino de S. Thom
Juliano estremeceu, abriu e esfregou os olhos,
de "onbar ^ acabaTa de dormir
Eogano-me, o sonho era apenas uma lembran-
na; mas emfim uma lembranga tanto mais triste,
apezar de sua dogura (o que parece um contra-
senso, mas que uma verdade), quanto era se-
guida de uma realidade desagradavel
Com effeito, Juliano em breve reconheceu que
anda estava em sua celia, sentado em uma ruim
cadeira de palha. allumiado por uma pessima luz
amarella que crepita va era um velho candieiro
ae esinno,...e sempre prisioneiro de sua ara-
cosa prima a qual pareceu-lhe nesse momelo
lano mais detestavel, quantoTseu rosto massante
rtS? Um.a 2D,i'.,hMe comP'ela cora o fresco e
nsonho rosto de Margarida, de quem ella nem se
quer ternera tirar o nome
Nao posso soffrer que a filha de um mordo-
mo se chame Margarida !
E de fado, era uma grande falta de pudor,
convenho, mas se Juliano houvesse conhecido
meUior os mordomos. leiia sabido que de sua
parle nada deve admirar.
V pois que seja Margarida.
Ora. durante o somno e sonho de Juliano o cu
tinha serenado, nao chuvia mais, e a la doce-
meote llumlnava a plata-fcrma.
Eu disse que Juliano despertara com as bada-
ladas da meia-noite...
Apenas assentou um pouco suas ideas, lem-
brou-se que era essa hora que tinham lugar as
appangoes phantaslicas da torrinha, e pz-se at-
Oh milagro I oh | maravilha! apenas tinha de-
corrido um minuto, quando fez-se ouvir uma
msica melodiosa, que se ergua das eutraohas do
rochedo, sobre o qual estava edificado o velho
cas ello, e urna claridade doce e acariciante subiu
da trra o Uluminou degru por degru a torri-
nha vacillanle...
Eotao apresentou-se Juliano um quadro en-
cantador.
A torrinha se tinha entreaberto como por en-
canto, eem um fresco camarim, que pareca o
calic de uma flor, tanto eslava elle artisticamen-
e tapetado de folhas e de trepadeiras de mil qua-
'-ades. tanto estava engenhosamente illuminado
r lampadas reverberantes, oceultas em vasos
Como
Qual, eris
Sem duvida, senhor, e preciso que te-
nhaes muilo mus olhos para nao me terdes re-
conhecido. Ide, estava satisfeita e triste ao mes-
mo lempo que assim fosse.
n-7A,ra*0^^ Mar8arida. qero ganhar meu
perdao forga de amor.
Assim espero, senhor, porque tendes muitas
dividas velhas a pagar.
Tendes razo... eu vos devo a vida, e quero
dever-vos a felicidade ; mas ludo que me disse
ba pouco mademoiselle Champiot?...
Era um cont, interrompeu vivamente Di-
nah, um cont mentiroso, nada mais I Eu que-
na expenmentar-vos um pouco, curar-vos de
certas de vossas illuaes sobre os castellos, em
Ha.Ve.na qu? s5 me3a0 1"e castellos em
Mespaoha, e fazer-vos despir de algumas de vos-
sas prevengoes contra as provincianas.
Minha prima, diz Juliano depois de um mo-
mento de silencio, desempenhaste esse papel
mo verdadeiro parisiense. Mas como que foi
que vos vi om Paris primeira vez ? .
E queeu desejara ahi educar-me aQm de
que aqu podesseis encontrar alguma cousa do
que amis.
Margarida vos sois um anjo I
Sou mais do que isso, senhor, sou uma mo-
ca, que quer fazer sua felicidade em trabalharna
VQSS8.
Mas como ainda que amastes-me sem me
conhecerdes ?
E" que se esquecesles vosso lio Champiot
eu nao tioha esquecido minha lia d'Albigoac. e
lembrava-me de ludo queseo amor materno acha-
va de bom e verdadeiro paradizerde vos ? Quan-
do ella morreu eu quiz procurar ser digna da-
quelle, que elle me destinara, pobre me 1. S
muito tarde o que vos vi... ; masj ros amava.
K enlao, por vossa voz quizests que eu me
cu
poda partir do palacio... buscas vas ,
Eolo, pediram-se informacoes no quarteiro,
Mas somos de opinio que se restabeleca a ex-
cellente pratica adoptada por aquelle aviso, com
tanto que se declare aos inspectores dos arse-
naes de marinha, que mandem satisfazer todas as
guias rubricadas pelos chefes das estagoes, uma
vez que ellas nao excedam as qsantidades mar-
cadas as tabellas ; porquanto. lano aquellos,
como estes servidores sao dignos da coofiaoca do
governo que os nomeou ; devem ser considera-
dos objectos egualmente econmicos e flseaes at
que os fados demonstren) o contrario, e nenbraa
razao ha para que se sujeilem os segundos de-
pendencia dos primeiros, quando at ninguem
pode mais apreciar a necessidade dos objectos
pedidos do que o propno chefe da estaco que
conhece a natureza da commissao que vae dar ao
uavio, e a conveniencia de estar elle prvido do
cerloj recursos, commissao que muilas vezes
ignorada pelo iospector do arsenal.
Ainda nao he muito tempo constou-nos em
Pernambuco um facto, que vera em apoio de nos-
carregado do qu.rtel-general. 'e n.s^v'l?.0.- 2LB,: L *laV?.",
- "as provincias
pelos chefes das estagoes navaes; ainda estes
podiam exercer uma benfica inspeegio, e apre-
ciar quaes de seus subordinados seguiam as regras
de uma bem entendida economa.
Deste modo ficavam habilitados poder nota-
losao governo imperial e recommenda-lo.
Mas depois que se publicaram as novas tabel-
las em 11 de abril de 1967, s quaes vem aooeta
em-
quanto nao ae nos provar o contrario
O commandante da respectiva estaco delibe-
rou mandar provincia das Alagas, firn de es-
tacionar nella, na forma das ojjiens do governo
dous meze, que o mnimo autorisado pela 19"
bserfacao-da tabella n. 1 ; atiendendo as reduc-
$oes que julgou conrenienle fazer, vista da ca-
pacdade do navio, como recommenda a 4a ob-
servagao da mesma tabella.
Depois de bastante demora no despacho das
guias, contra o disposto no rogulamenio das in-
salisfagao deilas. mandou o Sr. iospector do ar-
senal que o forneciraento se flzesse apenas para
um mez, baseando-se tambera na 4a observacSo
citada, e reduzmdo o que nao podia, nem devia
reduzir; porquanto passava alm do limite mni-
mo marcado na 19a observago.
Este fornecimento, concedido na vespera da
partida do navio, e j tarde, nao pode ser refu-
tado, o assim leve elle que sahir para urna pro-
vincia onde os aobresalentes navaes sao mui ca-
ros ; porque sao raros, com poucos, ou nenhuns
recursos, contrariada as vistas dodigoo comman-
daoie da estaco, que nao esperava aquella reso-
dmf9m!'nSPHeCSate C0,D,aTa 1ue 8 hiale 'Tesse
dous mezes de sobresakntes, que lhe podiam
chegar para quatro as mos do caprichoso com -
mandante que elle tem.
Necessariamenle resultar deste procedimento
o que se quena evitar; m aior despeza para o
thesouro pela acquisigo de eguaes cousas; oor-
que o commandante se lera visto forcado com-
pra-Ios em Macei. .
Seguiodo-se o que indicamos no s haver
loda a fiscalisacao que deseja o Exm. Sr. ministro,
e que nos tambem queremos que seja urna reali-
dade ; como poder o mesmo senhor se infor-
mar pelos commandanles das estagoes dos ofll-
ciaes que satisfazem os intentos do governo e
que por isso so tornara dignos de uma recommn-
dacao especial, e at de adiantamento na sua car-
Nao havendo um meio pratico de se aprecia-
rem estes servigos reaes, as providencias toma-
das serio recebtdcs como uma utopa, e conside-
radas como sem valor.
iM,*I' E,im; SJ- 0,ini8lro da marinha, que os-
la bom ao fado das nossas circunstancias ; que
8nAieoq,11P0r me' da m,i, reslricla economa
.pode com o orgameoto redundo que as nossas
finangas apphcam msrinha, duplicar-lhe a efB-
SSm*. J6 de"cor?5 1'snle de nenhuma
difllculdade. nem desanimar na gloriosa tarefa
que emprehendeu ; porque afinal inlroduzlr
importantes reformas na administrago, qne se-
cobertos de musgo e trepadeiras, nesse camarim
oigo eu, eslava ingenuamente inclinada para Ju-
liano uma donzella vestida de branco. engrioal-
aada do margaridas, e que pareca dizer :
Vinde, senhor, eu vos espero !... b
fc. como Juliano se conservava immovel, sur-
prendido, encantado,esempre fechado !....a don-
zella sornu docemente, mostrando-lhe uma pe-
2mn argan,la,' que tina na mao e cantando
com uma voz celeste :
ff Oh conserva a margarida
Alvo symbolo do amor,
Desfolhando-a, s um dia !...
Pobrezinha, humilde flor...
(l7nMar^a^ida Marar'da' exclamou Juliano
semjre0! P" 8,B,Pre 0U7es tu ?--- Para
,iTI ^Sm espero, senhor, respondeu a don-
zella com um ar feliceiro.
1,Ertd'Z!od0]s,0 desceu da lorrioha, abriu a por-
tJUSSfr^ ,raou Juliano pe,a mao-e
promover o
incansaveis em
marinha, em estudar os
deseudesenvolvimento, nao se deve prosS
que Ora lejamos memos dedicdo' esta So'
quando forraos lao lisongeiramenle apreciado
por uma distincgao, que muito valor leve para
nos, e bastante significativa para o publico
Ksta prova espontanea de aprego, que nos foi
outorgada, deu-nos novo vigor; retemperou a
perseveranga que nos tem feito obrar indepen-
denlemente de todas as contrariedades qua ha-
vera os encontrado em nossa marcha, que vai
sendo afina! camprchendida.
Tambem indispensavel que S. Exc. oSr. mi-
nistro da marinha preste toda a sua atlengo aos
nossos arsenaes. ao pessimo systema em alguns
seguidos, de fazer-se uma ecooomia appareole
concertando se mal um navio, que pouco de-
pois exige immenso fabrico, quando naquella
occasio um reparo mais custoso um pouco po-
de"ois PUpaD0 gast0 de 8"ndes sommas
Todos os ofcaes de marinha sabem perfeita-
mente que, os objectos de ferro, bronze ou ma-
deira manufacturados em nossos arsenaes, ficsm
o eslao por prego fabulosos, quando a indus-
tria particular os expe venda por menos da
metade s vezes.
Recordara-se lambem de que a corveta Unido
foi para Pernambuco em fim do anno de 1853
que ali esteye entregue ao arsenal; que gasto
em seu fabrico, disem que cerca de oitenta con-
im ?h que 8lli *t fez u,,", yiW Bahi'
em 1859, e que aqu chegou em tal estado, que
pouco depois abriu agua, e leve novamente de
virar de querena para fabricar-se o fundo, com o
que novas e importantes despezas se flzeram i
e que, afinal. sendo mandada para o Maranho
aiiloi condemnada ; reconecendo-se no exrae
podre 6 pr0C8deu que ella 08,ava in'eirameute
Este e oulros factos inexplicaveis que toaos
coubecemos, revelara claramente que ha ahi um
vicio enraizado, um cancro que convm extir-
par, o qual devora a maior parle do dinheiro da
repartigao da marinha.
O inquerito do arsenal de marinha da Bahia
demonslrou a necessidade de reformas nelle,
que estamos certo serio salulares ; proceda se
igualmente em todos os oatros arsenaes, desga-
se uma enalyse profunda das causas que po-
dero concorrer para produzir laes factos, que
uma penna mais severa do que a nossa poder
qualicar com o verdadeiro nome que merecem,
e necessariamenle se oblar ventajosos resul-
tados. Felizmente o Bxm. Sr. ministro cuida
seriamenle niase.
Como dissemo8, e como todos reconhecem. w
tornatse digno de vos ?
Nao disse isso, meu primo, nao me facaes
dizer o que eu nao disse, fazei-me dizer que eu
vos amo... embora... eu nao vos desmentir!.
Bravo I Margarida ou Dinah, continuou Ju-
liano, com abandono, sois a mulher mais adora-
vel que tenho visto em toda a minha vida ..e a
primeira que tenho amado...
Oh I oh a primeiral nao direi isto muito
ano. meu primo, porque sabis que muitas cou-
sas se sabem nos pensionados de Paris... mas
direi a derradeira e serei feliz !...
Vosso para sempre 1 respondeu Juiiano com
ternura, o proseguiu depois de um momento de
silencio :
E o domin verde da opera ?
Meu primo, respondeu astutamente a don-
zella, elle eslava com uma de vossas amigas.
E a voz que cantara este esli em meu' pa-
Ah 1 quanto isso perguntareis Gedeo :
cite era da coojurago.
. ~ Depois, tomando a mo de Juliano com uma
vivacidade infantil, Dinah acrescentou :
Mas roe fazeis lagareilar, senhor, e esqueco
a vosso lado que nossos convidados esperara-nos.
Nossos convidados? repetiu Juliano deixan-
do-se machinalmente conduzir.
Sera duvida, nossos convidados..; para o
contrato, a bengo, o baile I
E a donzella arrastou Juliano para a torrinha.
bubia-se para esta por uma pequeua escada co-
bena de musgo, e dahi se via que o pretendido
pombal, o ex-antigo baatio era apenas uma es-
tufo muilo bem preparada e principalmente mui-
Sou eu quem trata disto, diz Margarida Di-
nah, sao estes os pombos quem dou de
comer... n
Ah minha prima, gdegeneroaa, nao cas-
tiguis um peccador arrependido.
Ah que enlo nao amareis os pombos.
e principalmente aquellas que Ibes do de
comer.-
Agora amo ludo que vos amis.
E' muilo..., e enlo (n'outra occasio] ros
fare ver urna collego de margaridas que mere-
ce loda a atlengo doscunhecedores.
Se sou conhecedor com effeito, diz Juliano
que nao o era, declaro que sois a raiuha das Mar-
gandas, e que nao reconheco oulra I
Hum I diz a donzella*sorriodo, isso mais
amavel que sabio I
Mas nao era na lorrinha que os dous amantes
deviam parar, e Dinah arrastou de novo Ju-
Hado.
Este notou ento que o que tomara por uma
pedra tumular pregada no muro, era apenas um
alcapaodepu pintado, que cobria uma escada
subterrnea que a donzella transformara era uma
graciosa gallera, qneconduzia estufa, e que o
que havia em tudo isto de phantastieo era obra de
seu cerebro e do coraco della.
O reslo se adevioh.
Dinah inlroduzio Juliano em uma sala espln-
didamente lluminada, onde elle enconlrou lodos
os amigos que deixra em Paris oito dias antes
sera esquecer Gedeo, que estava perfilado e a
qual Juliano estendeu a mo coa cordiali-
QAQ6.
Margarida fez um signtl e a orchestra tocou a
ouvertura do Joven Henrique.
Perguntar-me-heis talvez porque razo esta e
nao qualquer outra ? eu vos responder! que era
sem duvida porque o heroe desla pequeua fasta so
chama/a Juliano I
E' intil acrescenlar que, como acontece em to-
fAr.m1? ?"* Um P1uco h0Desl. s dous esposos
foram fel.zes, amados de muitos, e estimados de
todos, o que tiveram muitos Dlhos I
Agora se me disserdes que esta historia um
21 iL confe83-s-he que tendes razo, mas
VltimTca'sS^ CU3" "a ffA-.. .* PALU!(0 *1B0YET (fORTCNIO).
[Industrie et Commerce Belges.) Souza Filho.
abusos esto profundamente introduzidos, e
basta para corla-los a vonlade firme e enrgica
dos chefes da reparligo. 8
m0Enim'Ster que eiIes"sejam auxiliados evidente-
mente cora a accao do governo; que os mais
empregados soffram o castigo de seu procedi-
n^ -que nao hajam aUens6es. nem condes-
cendencas, sempre perniciosss. e que sao a
causa principal da triste posico que chesa-
TA:^? que re'oe a justiga, uma escrupulosa
hnn. old?' e9e eslabeleca o reconhecimento dos
bons servigos.
.niC.ai-?em"Se bem as Peinas, utilisem-se e
approveilem-se as horas dos operarios, que mu-
las vezes parecem Irabalhar; mas illudem aos
que os obaervam, e deixam passar o tempo, que
leva comsigo uma grande somma do estado? e
se ver quanta economa se far ; como as des-
Pe"888reduziro extraerdinariamente.
Fallando desla sorle sabemos que nos compro-
metlemos ; poucos airada esta lDguagem fran-
ca. Mas appellamos para os homeos honestos
do paiz que nos ho de comprehender e ap-
plaudir. r
Seguro com o apoio destes nada lememes
continuaremos a debastar a floresta mmaranba-
da, povoada de replis venenosos, do fim da qual
esta a salvjgao da nossa marinha, e quer che-
guemos ella, quer suecumbamos no meio de
nossa tarefa ; nem por isso teremos deixado de
prestar um grande servico ao paiz; nem de en-
encontrar quem iramediatamente nos substita
e aceite o nosso legado, como aceitamos o d
Revista Martima Brasileira em 1855. succe-
dendoa sat hojena espiohosa misso, que
ella leve a gloria de crear, qual iramediata-
mente nos associamos desde 1853, porque com-
prehendemos a idea generosa de nosso illusUa
collega, o distincto Sr. Io lente Sabino
iGS508, ^'
Eloy
essoa, que prestou um aervigo incalculavel cora
JL?.nte-d,??!l. ^.Peridico. primeTS e o
IrnTren0/.1.6 6 ^tW ^^^ ** na
olhos de nossos
s esforgos'a.
contemporneos; a
i e nosso procedimento,
justiga plena e satisfatoria.
Babia 23 de maio.
po8teridade
far-nos-ha
E. A.
PI.- TYP. OH M. f. MlFAlUA. M981,


Full Text
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