Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09306


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Full Text
Ol I1ITII I0U10 129
P*>r tres nezes adiantadas SgOOO
Por tres mezes vencidos 6$000
SNCARR8GADOS DA 8UMC1IPCAO DO ROSTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alaxandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tins Ribeiro Guimaraes; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
l'ArllWMa uua uutiitlus.
Olinda todos oa diaa aa 9 1/2 horas do dia.
Igoarass, Goianna e Parahiba naa segundas e
sextas-eiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Carnar, Allinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartaa feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, na.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos oacorreiospartem as 10 horas da manbaa
0DIIT1 FEIIA 6 II JOMO DI lili
Por ano adiantado f 98000
Ptrle fraico par o subscriptor.
MBUCO
EPHEMERIDES DO MKZ DE JUNHO.
8 La ora as 11 horas e 19 minutos da man.
15 Quarto crescente as 7 horas 56 minutos da
manbaa.
22 La eheia aos 3 minutos da tarde.
30 Quarto minguanta aos 21 minutos da manbaa
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 2 horas e 54 minutos da tarde.
MASDASEMA1A.
3 Segunda, S. Ofidio b.; S. Paula v. m.
4 Terga. S. Francisco Csraciolo; S. Quirino b.
5 Quarta. S. Marciano m.; S. Bonifacio b. m.
6 Quinta. S. Norberto b. ; S. Paulina t. m.
7 Sexta. Santissimo Corago de Jess.
8 Sabbado. S. Salusliano ; S. Severiano b.
9 Domingo. Ss. Primo e Feliciano mm.
PARTE OFFICIAL.
AUOI&NUIAS UOS I-RlBUNAHa UA UAPliAL."
Tribunal do commercio ; segundas a quintas.
Relago: torgas, quintas sabbados as 10 horas
Faxenda: tercss, quintase sabbados as 10horas!
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do cire!: torgas e sextas ao meio
Segunda rara do rival
hora da tarde:
LE N. 500.
Antonio Marcelino Nones Goncalves, presi-
dente da provincia de Pernambuco*:
Fago siber a todos os seus habit.inles que a
assembla legislativa provincial decrelou, e eu
sanccionei a lei seguiote :
Artigo nico. Cobrar-se-ho na secretaria do
goveroo beneficio dos respectivos empregados
os emolumentos constantes da tabella organisada
pelo presidente da provincia em 27 de abril do
crreme anno ; e bem assim as secretarias da
insiruccao publica, e na do Gymnasio os marca-
dos as tabellas approvadss pelo conselho direc-
tor da instrucgo publica beneticio dos respec-
tivos secretarios ; revogadas as disposicdes em
contrario.
Mando, portaolo, a todas as autoridades, quem
o conhecimento e execugo da presente lei per-
tencer, que a cumpram e fagam cumprir lo in-
tsiramente como nella se coutem.
O secretario da provincia a faja, imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio do governo da provincia de Pernambu-
co, aos 29 das do mez de maio de 1861, quadra-
gesimo da independencia e do imperio.
1*. o.
Antonio Marcellino Nunes Goncalve*.
Sellada e publicada a presente lei nesa secre-
taria do governo da provincia de Pernambuco,
aos 29 de maio de 1861. Joo Rodrigues
Chaves.
Registrada a fl 60 do I. 5. de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco 31 de
maio de 1861.Francisco de Lemos Duarle.
LEI N. 501.
Antonio Marcelino Nunej Goncalves, presiden-
te da provincia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seus habitantes que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
sanccionei a lei seguiote :
Art. l.o o presidente da provincia tica auiori-
sado a mandar construir coni a brevidade possi-
vel um agude na povoaco de Bebedouro, con-
veniente ao abastecimenio d'agua.
Art. 2." O mesmo presidente, para realisago
desta obra, tica autorisado igualmente dispen-
"er at a quantia de dous conlos de res.
Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, por tanto, todas as autoridades, a
quem o conhecimento e execugo da prsenla lei
pertencer, que a cumpram e fagam cumprir to
inteiramentecomo nella se coolem.
O secretario desta provincia a faca imprimir
publicar e correr.
Palacio do governo de Peratambueo aos 29 das
do mez de maio de 1861, quadragesimo da inde-
pendencia e do imperio. *
L. S.
Antonio Marcelino Nunes Goncalves.
Sellada e publicada a preseule lei nes'ia secre-
'"'" d governo de Pernambuco 29 de maio de
1861.Joo Rodrigues Chaves.
Registrada a li 61 do 1. 5. de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco 29 de maio
de 1861.Rufino Jos Feroandes de Figneiredo.
Governo da provincia.
Expediente do dia 3 dejunho de 1861.
OfJDcio ao conselheiro presidente da relago.
A' vista do que ponderou V. S. em ofUcio do Io
do corrente, acabo de recommeudar aodesembar
gador nomeado para esse tribunal. Dr. Anselmo
Francisco PereltA, que entre quaolo antes no
exercicio do seu cargo, independentemente do
titulo, que dever apresentar no prazo de tres
mezes. contados desta data.Offieiou-se ao refe-
rido doutor, e coramunicou-se thesouraria de
fazenda.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para que
tenham a devida execugo, os inclusos exempla-
res irapressos do decreto numero 2,733 de 23 de
jaoeiro ultimo, marcando o modo de se verifica-
ren! as transacces e transferencias de acgoes de
compaohias ou sociedades anonymas, dos ttulos
da divida publica e de quaesquer outros que ad-
millam cotago, e do aviso de 11 de fevereiro
deste anoo, declarando a intelligencia do artigo
Io do citado decreto. Officiou-se nos mesmos
termos aos juizes de direito e municipaes, aos
bancos e associages a quem compete o conhe-
cimento dos referidos decreto e aviso.
Dito aochefe de polica.Transmiti por copia
a V. S., para seu conhecimento, e afim de que
providencie como entender conveniente, o officio
que em 25 de abril ultimo dirigio-rae o promotor
publico da comarca ds Boa-Vista, com referencia
ao assassinato de Joaquim Moreira de Almeida
Leal.
Dito ao director interino da faculdade de direi-
*0-Parlicipo V. S para o fazersciente a Joo
de Hollanda da Cunha, ouvinte do primeiro anno
dessa faculdade. que, segundo consti de officio
da secretaria de eslado do? negocios do imperio,
datado de 21 de maio ultimo, o requerimento em
que o supplicante pedia ser matriculado na raes-
ma faculdade, iodepeiidentementn do exame de
um preparatorio, que nao pode fazer, leve por
despacho que requeresse ao poder legislativo.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo sido nomeado pelocommandante da esta-
co naval, de conformidade com as ordens desta
presidencia, de 27 de maio ultimo, um conselho
de invesligago composlo do capito lente Luiz
da Cunta Moreira, primeiros lenles Josquim
Nolasco da Fonloura Pereira da Cunhs e Ernesto
Ignacio Cardim, para conhecer da causa que deu
lugar eocalhar a escuna Lindoya, sobre os bai-
xos de Maracaja no Rio Grande do Norte, hja
V. S. de dar as providencias necessarias' para
que o inspector da alfandega nao s transmita
ao referido commandante copias das participacoes
quelhe foram remettidas com officio desta pre-
sidencia datado de 9 de margo ultimo, edeoutra
qualquer que tenha recebido de auloridade com-
petente acerca desemelhante occurrencia. mas
tambera ponha as pragas da guarnigo da dita es-
cuna disposigo do conselho, afim de proce-
der-se ao interrogatorio do estylo Comruuni-
cou-se ao commandaote da estago naval.
Dito ao mesmo.Cummunico V. S. para seo
conhecimento, que em avisos nmeros 2 e 3 da
reparligaode agricultura, commercio e obras pu-
blicas, datado de 15 e 16 do maio ultimo, me foi
declarado que o governo imperial resolveu no-
mear os engenheiros WV Martineau e Joaquim
Pires Carneiro Monleiro, o primeiro para fiscal da
obra da ponte de ferro, contratada para esta pro-
vincia, com Horacio Creen, eo segundo para ad-
junto do primeiro incumbido especialmente da
liscalisaco da mesma obra, vencendo S eralifi.
cago de 2008000 mensaes. 6
Dito ao mesmo.-Restiluindo V. S. a relaco
em duplcala que acompanbou a sua informaco
de 31 de nyio ultimo, aob numero 439, relativa-
mente as dianas abonadas pelo tenenle do nono
batalhao de infantina Henrique Eduardo da Cos-
ta Gama, aos recrutas do exercito Jos Leandro
de Barros e Francisco Antonio de Oliveira viu-
dos da villa de Garaahuns e de Aguas-Bellas, te-
nho dizer que, de conformidade com o parecer
da contadoria dessa thesouraria, que se refere a
citada informaco, mande pagar ao mesmo l-
ente smenle a quantia de 10120 que tem
lie direito.
Para salisfazer a requisigo da assembla legis-
lativa provincial ministre V. S. asinformages
exigidas no officio do primeiro secretario da mes-
ma assembla, junto por copia, acerca da arre-
matago do imposto de 2$500 por cabega de ga-
do vaccum consumido na comarca da Boa-Vista.
Dilo ao delegado das ierras publicas.Remet-
iendo por copia Vmc. o iucluso aviso da repar-
tico de agricultura, commercio e obras publicas,
datado de 21 de maio lindo, rerommendo-lhe que
preste quanto antes as informages exigidas no
mesmo aviso, acerca das multas em que tem in-
corrido os possuidores de Ierras negligentes em
prestaras declaragoes necessarias ao competente
registro, sfim de se fazer effectiva a sua co-
branga.
Dilo cmara municipal da Boa-Vista:Res-
pondendo o officio quo me dirigi a cmara mu-
nicipal da villa da Boa-Vista em 15 de maio ul-
ENCaRREGADOS DA SUbSCRIPCAO DOSUL.
Alagoaa. o Sr. Clamno Faltio Dias Beba
Sr. Jos M.rtios Aire; Rio da J.ntlro. ^
Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figneiroi da-
quartas sabbados a l|Faria,na sua lirraria praga da Independencia n.
6 a 8.
pe compoe-se de quatorze freguezias com 333
eleitores, e de sete collegios em viriude dos actos
da presidencia de 12 de outubro e 17 de novem-
bro do anno prximo passado. Essas freguezias
sao S. Christovao, Ilaporanga, Estancia, Lagda
Vermelha, Santa Luzis, Espirito Santo, Simo
Das. Nossa Senhoia de Campoi. Nossa Senhora
de Oeru, Lagarto. Riacho, Ilabaianinha, Itabaia-
na e Campo de Brito.
As eleigoes das nove primeiras freguezias fo-
ram fetas na igreja matriz e presididas pelos jui-
zes de paz competentes, sendo satisfeilas as for-
malidades legaes tanto na formago das respec-
ivas mesas como no processo do
U desta duplcala, e referindo-se assim sinfor-
rir!i JUn d8 ?.ireil d" conca Herculano
urcundes de Carvalho. a quem incumbir de svn-
?.5. re faCt0 da "P"". como aos aties-
ados que antes dos j indicados deram em seu-
do opposto aquelle vigario e o delegado de po-
iKi, e em que se declara que na acta da eleico
nao se dra a menor conlestago para fundamen-
tar a rormagao de urna segunda mesa paroebial
entende a commisso que nao houve outrs elei-
co aiem da presidida pelo 2juiz de paz Antonio
usieres Lima ; coovicqao que se acha por demais
comprovada pela certido do secretario da cmara
limo, tenho a dizer-lho que os juizes de paz de- a portara da presidencia que fixou o
vem ser substituidos uns pelos outros na ordem eleitores para cada orna das indicadas frecnaxiai
- 'rom excepgo nesta parte da eleigo de Sim
as. A commisso de parecer que sejam estas
apurago das cdulas dos votantes. sem^S,! ^tVi^V^Vl^'F^
rsram os oomes dos cidados que deixaram de
comparecer terceira chamada, e se transcreveu
da volago. slo o 2. que falleceu pelo 3.e
este pelo 4., juramentando essa cmara o im-
mediato em votos que morar no districto para
substituir o 4." que ica vago em virtude daquel-
la subslituigo.
Dito ao promotor publico da Boa-Vista.In-
leiradodoque Vmc. me communica em officio de
25 do abril ultimo, tenho dizer Ihe que em da-
ta de 28 de maio prximo findo providenciei para de dos diplomas'apresenad'os
fnUlTiM,Cr" <>. termo de Ouricury urna i Freguezia do Lagarto.-Nesta freguezia appa-
lorga de 1. linha sufficiente para as necessida- recem duas actas aecusando urna duplcala de
des do semgo publico eleigoes. A prmeira destas foi presidida
director geral interino da instrucgao J_un de paz mais votado, Francisco Xavier da
eleigoes approvadas, como a expresso genuina
do vol Iivre ; e portento, sem mais demorar-se
passar a tratar especialmente das cinco fregue-
zias restantes, em que apparecem duplcalas de
actas, cuja origem, fundamento e verdade cum-
pre examinar, vislo que dellas depende a valida-
i [icio
nh ?.ar ,lreCHrHgeralln,ar^0 da ,DSlruc5o J"'zdepaz mais votado, Francisco Xavier da
publica.luleirado de quanio Vmc. me commu- i Fooseca Fontes ; e a segunda pelo 3o iuiz de n7
mea em seu officio de 29 de maio ultimo, sob Bernab Francisco de Meodong. no K2US
I '* a-- duer'lhe >ue em v|sa da infor- to do primeiro e segundo. Pretender os Srs.
mago da directora do collegio das orphas, ap-
provoa admisso da menor bmilia, filhade Emi-
lio Jos de Mello.
Dito ao administrador da casa de detenco.
Mande Vmc. qltebrar pelos presos ah recohidos
a pedra que para esse fim fr remetiida pelo di-
rector das obras publicas, o que se faz necessaria
para os concertos do calcamento da ra da Im-
peratriz.
Portara.O presidente da provincia resolve,
de conformidade com o disposto no arl. 2. do
regulamento do 1. de maio de 1858 nomear o
lente reformado Henrique Tiberio Capistrano
para recrutador oa freguezia de S. Pedro Martyr
de Olinda e Carato da S.Coramunicou-se ao
commandaote das armas.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao director da secretaria de eslado da
agricultura, commercio e obras publicas.__S.
Exc, o Sr. presidenta da provincia, manda ac-
cusar recebido o officio que V. Exc. Ihe dirigi
em 10 de maio uliimo, participando ter sido
creada por portara de 8 daquelle mez
Barros Pimentel e Bitiencourt Sampaio, na expo-
sigao que fizeram, que a verdadeira eleigo (ora
presidida pelo3juiz de paz no impedimento do
primeiro e segnndo, e spresentam como prova
dous offlcios em que ellescommuoicam esse im-
pedimento, cujas assignaturas esto reconhecidas
e urna justificago dada perante o juiz de direito
nlenuo da comarca.
Conira a veracidade porm dessa eleico se
apresentam provas to fortes que a commisso
nao pode deuar de considera-la falsa e clandes-
tina ; e taes sao : Ia, os officios do Io e 2o iuiz
de paz alludidos. de 18 e 19 de fevereiro, decla-
rando que nunca passaram aos seus immediatos
o exrcicio de sua jurisdiego, e que falsa e
clandestina a acta em que soblal fundamento fi-
gura o 3 juiz de paz (logo, a firma dos anterio-
res ou destes falso): 2a. os officios do juiz de
direito da comarca Herculano Circundes de Car-
valno, do juiz municipal Jos Martins Fontes, do
vigario da freguezia Jos Saraiva Salomo, e o
aiteslado do subdelegado de polica da fregaezia,
_ declarando que n3o houe nesta nutra aioi-
32** correi "" da Escada.-Commu- alm da presidida pelo juh ae^a, n. Sc-
0,Sr.o Bp, da secretaria do ^^X^V^ ^&t
impeno.-O Exm.Sr presidente da provincia antes de principiado^offr.b.lhSa- 3- oscerti-
Sr'i-f "u;"!["b o officio que V. Exc. Ihe ficados do secretario da cmara municipal decla-
Pg.- a- n V. 'lnd0 colnra"D'cando qne raudo que os livros remetiidos para a eleico sao
por aviso d aquella data se maodou por disposi- os mesos alstenles no archivo OU deles
auantia SSSSLm '"^T beS0Uraria a ,M, V eIla fra P^MW. Wojui', dfp
quantia de 500 para ser applicada arranjos de Fontes ; 4a. o fado de ter-se o 3o iuiz de oaz
que carece o palacio do governo. Bernab prestado para as falsidades da acia da
Dito ao inspector da ihesouraria de fazenda- eleigo ultima de juizes de ze verbere
De ordem de S.ExcoSr. presidente da provin- fdra annul.ada pelo governo
paz Esleves Lima fora chamado a concertara
da eleigo primaria por elle presidida.
Freguezia de Itabaiam. Nesta freguezia, so-
Rundo as declaragoes do jornal official da provin-
cia em data de 9 de Janeiro, e as inforroacoes do
presidente desla no seu relatorrio, parece que a
eleigo se fizera por acenrdo entre as differentes
parcialidades
porquanto, alm de declarar o presidente da pro-
vincia no seu relatorio que nunca Ihe fra entre-
gue a respectiva acia, conhece-se evidentemente
que a falla dos livros ds eleigo primaria um
Pretexto para acobertar a audaciosa fraude, qne
e alias provada por officio do juiz de direito da
SSiilTa H.e/cul8D0 Circundes de Carvalho, por
certificado j do secretario da cmara municipal
deque no competente archivo nao existe outro
livro de eleigo alm daquella a que presidir
An ooio Esteres de Lima, j do tabellio publico
Aolonio Moreira Guimaraes de que Iranscrevera
em sua nota a acta dessa eleigo no dia e lugar
competente, a chamado daquelle presidente.
Collegio de Itabaiaoa.Ao inslallar-se o col-
legio sob a presidencia do juiz de paz Jos Anto-
nio de Oliveira, comparecern! as .duas turmas
dos eleitores das freguezias do que elle se com-
poe (Itabaiana e Campo de Brito), e como recei-
assem urna parte dos eleitores legtimos da pri-
meira. e todos, menos um, da segunda reconhe-
cer os illegitimos com direito a tomar parte ua
1; paz Jos Antonio de Oliveira. sendo mes.iios !i!5l5,*L*f,5 *. Poh.c,a ,nlp.r,D0. 1e "
Manoel da Cunha de Mesquita, Antonio JosTei-
xeira, Francisco Antonio de Carvalho Heitor e
Manoel Vieira de Souza ; e a segunda pelo mesmo
juiz de paz I sendo mesarios outros individuos e
contemplando-se como eleitores metade, pou'co
mais ou menos, das pessoas que o sao na primei-
ra turma. *
Pretendem os Srs. Barros Pimentel e Bitten-
court Sampaio que a segunda turma represente a
verdadeira eleigo, e em prova apresentam os at-
testados do juiz de paz indicado, do juiz muni-
cipal e do delegado e subdelegado de polica
assim como urna justificago dada perante o se-
gundo.
Em contraposigo destes documentos se apre-
senta era primeiro lugar o ofrlcio de chefe de po-
urna
qu
mperial, e de figu-
rar-so como apreseotado para a formago da me-
sa um so eleitor (o mesmo juiz de paz) e dous
supplentes, quando a freguezia dava 20 eleitores,
e de nao ser acredilavel que todos elles deixas-
sea de comparecer formago da mesa eleitoral
como e pralica, tendo alias por si todas as auto-
ridades ; 5a. o facto de Qgurar-se nesta acia como
volantes a autoridades e individuos que declarara
nao ter batido nutra eleigo que a presidida polo
i juiz de paz Fonles, bem como o de declararen!
Dito ao director geral da instruego publica- "otaram em colS'.l"um nnfn' ^ T"
S Exc. o Sr presidente da provincia S*- SBfftt1XttZ!f&!tt
nha'rVm P'0'" eS^P'aS' 1" copa- nab devida'mente coocoria". como'exi Uei
nhar.ra o seu officio de 29 de maio findo. sob de ser entregue presidencia dooi.s"aejols'da
eleigo secundaria, contra o disposlo na ordem
ca transmillo V. S. as tres inclusas ordens do
thesouro nacional ns. 67, 69 e 70, e bem assim
um officio da secretaria de eslado dos negocios
da fazeoda, de 20 de maio findo.
Dito ao director do arsenal de guerra.O Exm.
Sr. presidente da provincia maoda aecusar rece-
bido o officio do 1. do correte, em que V. S.
communicou-lhe ter emprestado ao capito da
barca 4lrevida29 parea de machos para seguran-
ca dos sentenciados remettidos ao presidio de
Fernando.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
n. 176.
"despachos do da 3 de jlxho de 1861.
Requerimentos.
Antonio Henrique de Miranda.Informe o Sr
inspector do arsenal de marioha.
urea G. da Cruz Fooseca.Indeferido vis-
ta da ioformago.
Carlos Jos Teixeira de Azevedo.Informe o
Sr. director do arsenal de guerra.
Francisco Jos Martins da Costa.Como re-
quer.
Francisco Pererra da Veiga.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazeoda.
Francisco Antonio Cruvello.Selle e vollc.
Feliciano de Oliveira Dioiz.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Francisco Jos Machado__.Informe o Sr. juiz
de paz do 2.a districto de S. Lourengo de Tijucu-
papo.
Francisco Antonio dos Santos.Sellado
e os documentos, que junta, volte.
Henrique Eduardo da Cosa Gama.Dirija-se a
thesouraria de fazenda.
Henrique Augusto Milet.O supplicanle ser
pago logo que o permiiij o estado dos cofres pu-
blico?.
Joaquim Francisco Duarle. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Jos do Nascimento e Albuquerque.Informe
o Sr. inspector da arsenal de marinha.
Manoella Maria do Nascimenlo.Informe o Sr
Dr. chefe de polica.
do
icagoes no
anno passado,
processo elei-
a commisso
este,
reservada de 22 de dezembro
tendente a evitar falsifi
toral.
Em vista destas provas entende
que os dous officios ea justificago apresentada
nao podem alluir a verdade da primeira acta m-
xime quando o resultado da eleigo respectiva
sendo publicado na folha official. neohuma con-
teslagao soffreu ds parte dos interessados.
Freguezia do Riacho. Nesta freguezia tam-
bera apparecem duas actas, figurando duas elei-
goes ; destas a primeira foi presidida pelo 3o juiz
oe paz Joao Aotonio da Costa, no impedimento
de IIT", Vegund, i e ^gunda pelo Ia juiz
de paz Paulo Freir de Mesquita. segundo docla-
ram os Srs. Barros Pimentel e Bilteocourt Sam-
paio em sua exposigo, vislo que nao existem en-
tre os papis da commisso as actas o que se re-
fere, e o presidente da provincia assevera
nuoca Ihe fdra enviada.
na evitar scenas desagradaveis, fossem formar
um segundo collegio eleitoral, installada pelo
juiz de paz Manoel da Cunha de Mesquita. Ap-
parecem portanto duas acias, a primeira foi re-
medida pelo major Tertuliano Manoel de Mes-
quita. como presidente, e nella apparecem 21
eleitores legtimos de Itabaiana, e 17 do Campo
de Brito; a segunda pelo vigario Domingos de
Mello Rezende, e nella apparecem 58 eleitores
da falsa duplcala daquella. e 17 da duplcala
desta. r
A commisso de poderes de parecer que es-
te segundo collegio nullo porque nullas foram
as eleigoes dos eleitores que nelle compareceram.
assim como o o primeiro, em que tomaram
parte os eleitores legtimos, porquanto. tendo el-
lar factos desagradaveis oa reunio do colleaio i ilPrVnru 5. qU8 !* se 3ulorlse Pela
eleitoral. declarando ,nr.afroMesi2 ll \SZ^12*L"V2! !,buS0 que s6mente
baiana linha hav.do um'a eleigo primaria, e esta SUS eSOrdem "" ""'"^
presidida pelo juiz de paz e mesarios que cima
foram nominalroente indicados ; em segundo o Em *'sla destes factos e das consideragoes ex-
lacto de ter sido publicado no jornal official de 9 Ps'a*. em vista da representago da assembla
de janeito uliimo o resultado dessa eleico, sem Provincial, que a commisso considera como o
a menor conlestago, ao passo que a presidencia raa,s respeitavel protesto contra as audaciosas
) em principios de fevereiro seguinle.! fr8ues que se deram as duplcalas reprovadas
se constituio
, qual o pre-
numero de 12
--------- seguinle,
recebida no mesmo dia as actas da eleigo pri-
maria e secundaria da parcialidade que olava
em favor dos Srs. Barros Pimentel e Bittencourt
sampaio.
Em vista de tantas coulradiges nao podendo a
commisso fazer um juizo seguro acerca da qual
das duas eleicos a real e legitima, de
cerque sejam ambas consideradas nullas.
Freguezia do Campo do Brito.Nesta fregue-
zia tambera apparecem duas actas de eleico pri-
ra-se em urna ter presidido a"eleigo
pare-
mana
o 1 juiz de paz Aotonio Rodrigues PereiraVe^na
outrs o 2 juiz de paz da freguezia de Ilabaiana
Antonio Francisco Rodrigaes Lima, sob o funda-
mento, alias pouco acredilavel, de nao lerem
comparecido todos os quatro da freguezia de que
a commisso agora irata.
Os Srs. Barros Pimentel e Bittencourt Sampaio
pretendem que foi esta a nica e verdadeira elei-1 aos dous"primei'res"
cao da freguezia, e para o provar apresentam um
entende a commisso que, apuradas todas as ac-
ias, menos a dos dous collegios de Ilabaiana, o
resultado da votsgo secundaria o seguinte ;
O Dr. Fiel Jos de Carvalho e Oliveira tem 199
votos.
O Dr. Pedro de Calazans, 188
O Dr. Jos de Barros Pimentel. 62.
O Sr. Aotonio Dias Coelho de Mello, 4i.
Sendo esta a volago dada aos quatro senhores
mais volados do districto eleitoral, urna queslo
se levanta sobre a legalidade da eleico do Sr. Dr.
Pedro de Calazans.
Tendo sido elle pronunciado a priso e livra-
mento pelo juiz de direito da comarca, como in-
curso nos artigos 139, 145 e 201 do cdigo cri-
minal, aquelles de responsabilidade. o este de
o tensa physica como connexo, o promotor pu-
interino no seu libello smente se referi
ou porque eotendesse que o
pelo presidente da
mar municipal.
Conhecida como a opinlo da commisso so-
bre o valor de documentos graciosos que nao sao
confirmados por oulras provas, a commisso dei-
ucando envolvido no crime connexo, livesse im-
pedimento legal para ser eieito deputado. O Sr.
Calazans, porm, defeodeu-se de todos oscrimes
pela sua contrariedade e provas dadas, e o juiz
z.a. como porque, tendo a freguezia doze eieito- -- .rela?aoo d,slr,cl? Por cordao de
res e supplenles. e nenhum lendo comparecido
ao processo eleitoral figurado, claro Oca que foi
16 de margo deste anno julgou nullo o pro-
sso desde o libello em diante por nao estar de
que
INTERIOR.
Em vista desta falta bem significativa e das de-
claragoes que fazem o juiz de direito da comarca
Jos Marllns Fontes. o vigario da freguezia e o
subdelegado do districto. de que nao houve outra
eleigo alem da presidida pelo juiz de paz Joo
Aolonio da Costa, conforme com a de varias pes-
soaii que figuram alias como eleitores na outra
duplcala, e que repelliram o assignar a acta fal-
sa ; em vista anda da certido passada pelo se-
cretario da respectiva cmara municipal, de que
no seu archivo smente consta ter havido a elei-
go presidida pelo 3 juiz de paz, e que smenie
para esta eleigo se oroeceram livros ; em vista
emum de que a publicago dos oomes dos eleito-
res no Correxo Sergipense, folha official de 9 de
Janeiro uliimo, nao soflreu a menor conlestago
entende a commisso que a eleigo que se sore-
"' O" a presidencia do juiz de paz Paulo Fre-
?; sttinstxssva r s:
fosse o reo novameoie jul-
esla razo que a copia da phantasiada acta nao I mes nella referidos
se acha devidameote authenticada e concertada : gado c,er,uos'
pelo secretario da cmara municipal ou pelo la-' n'. .
belliao publico; que a acta nao chegra ao co-l ''.exPsto resulta, no parecer da commisso
nbecimento da presidencia da provincia sean d.! J--f"nel^.0 que a sentenga absolveu o reo de to-
a u 8-ena de" dos os cri
ella se refere fra coobecida^oTubKao pauo ??1" inJur'dica.
que a do Ia juiz de paz da freguezia, sendo in- lenha revo8ad !
serta no Correio Sergipense de 9 de Janeiro, pas-
sou sempre como a verdadeira e sem a menor
contestado dos contrarios.
Eleico secundaria.
Sele sao os collegios eleitoraes do 2a districto
da provincia de Sergipe ; 1"
Ilaporanga : 3' E,lancia' oe jane.ro, de, .es das antes do ac-
da segunda
pronuncia ;
Terceiro, que, sendo conferidos em
os votos obiidos pelo Sr. Or. Calazans
IIIO DE JANEIRO.
31 de abril.
Eleigo de Sergipe (2. districto.)
commisso de poderes, tendo j offerecido a re de Mesquita lamben faaVclan"d%fi." ^T'
cmara o seu parecer sobre as eleigoes de a antecedente. clandestina, como
Freguezia de Itabaisninhs. Nesta
A
esta
deputados do 1 districto eleitoral da provincia
prsenles ao seu acurado exame: 1, todas as
actas das eleigoes primarias e secundaria do dis-
tricto; 2, o relatorio do presidente da provincia
sobre as mesmas eleigoes, acompanhado de todos
os documentos a que elle se refere ; 3a, urna re-
presentago da assembla legislativa de Sergipe
declarando quaes lhes parecem ser os deputados
legtimos do districto, e outra assignada por qua-
tro de seus raembros contestando as assergoes da
anterior; 4, os documentos offerecidos a esta
cmara pelos Srs. Barros Pimentel e Pedro Cala-
zans sobre a validado e legalidade de suas res-
pectivas eleigoes ; 5a, diversos actos do governo
provincial acerca da designago dos eleitores de
cada freguezia do districto e dos seus respectivos
collegios ; e 6, os diplomas duplicados que apre-
aentarara por um lado os Srs. Fiel Jos de Carva.
Iho, Oliveira e Pedro de Calazans. e por outro
os Srs. Jos de Barros Pimentel e Francisco Lei-
te de Bittencourt Sampaio.
Depois de haver compulsado toda esta massa
de documentos com o firme proposito de encon-
trar a verdade e de fazer justiga aos verdadeiros
eleitos do districto, passa a commisso a expen-
der o resultado dos seus exames, tralstMo primei-
ramente da eleigo primaria, e depois da secun-
daria.
Eleico primaria.
O 2 districto eleitoral da provincia de Sergi-
presidida pelo 2a juiz de paz Anto-
nio Estoves de Lima no impedimento do primei-
ro, ea outra pelo 4 juiz de paz Manoel Bezerra
non t6ir0a
Os Srs. Barros Pimentel e Bittencourt Sampaio
pretendem que o juiz de paz competeote o quar-
to por estarem o primeiro e segundo incompati-
bi Usados por terem exercido os cargos de collec-
lor e juiz municipal, eachar-se o terceiro com-
prindo sentenga ; assim como que na freguezia se
dra urna verdadeira duplcala de eleigoes; e bem
que para comprovar a primeira asserco nao
apreseotem documento algum, entende'a com-
misso que em materia eleitoral nao pode proce-
dera ocompatibilidade allegada, visto que a lei
de 19 de agosto de 1846, chamando a presidir as
eleigoes o jen de paz mais votado, quiz assim fa-
zer conhecido de todos o legitimo presidente da
eleigo primaria, e nao pode receber as excepges
que se Ihe quer dar em vista de avisos do gover-
no dados para outros fins.
Quanlo porm asegunda assergo, esses senho-
res apresentam um atlestado do juiz municipal e
delegado do lermo, outro do vigario da freguezia,
alm deomajusliflcagao dada por aquella magis-
trado, que como documentos graciosos, e sam
ciisgio da parle Interessada, pouco valor ten aos
olnos da commisso.
Em contrario porm a taes documentos diz o
presidente da provincia que nunca recebera a es-
to: 5a. Lagarto, com as freguezias de Lagarto
Riacho e Simo Dias; 6, Ilabaianinha, com as
freguezias de Ilabaianinha, Nossa Senhora dos
Campos e Ger ; e 7. Ilabaiana, com as fregue-
zias de Ilabaiana e Campo de Brito.
Nenhuma duvida notou a commisso nos pa-
pes que Ihe foram prsenles sobre a validada das
eleigoes secuudarias nos quatro primeiros colle-
gios, e porisso entende que nao pode deixar de
considerar-se legal e verdadeira a votsgo oelles
dada. Passar agora a commisso a tratar das
tres seguiotes.
Collegio do Lagarto.Apparecem duas actas
da eleigo secundaria, sendo em urna presidente
do collegio o juiz de direito da comarca Hercula-
no Circundes de Carvalho, econcorrendo a votar
conjunctamente os eleitores das tres freguezias
do collegio que a commisso considerou legti-
mos. Na acta da segunda eleigo figura como
presidente o bacharel Joo de Aguiar Telles de
Menezes, a smente coocorrem os eleitores das
duplicatasjdo Riacho e Lagarto, que a commis-
so considerou nullas e falsas. Ora. sendo nullas
estas eleigoes, nullo tambem o collegio em que
se apresentaram os eleitores, anda quando elle
tivesse existencia real, contra a qaal alias pro-
testara as autoridades da comarca, a informaco
do presidente da provincia de que smente rece-
bera a acta respectiva viole oilo dias depois da
eleigo secundaria, o facto de nao estar, oa for-
ma da le, debidamente authenticada e concer-
tada pelo secretario da mesa e tabellio do ter-
mo, e fioalmente o de terem votado no verda-
deiro collegio os eleitores de Sima* Dias, que
como adhereotes ao partido do Sr. Tarros Pi-
mentel, nelle votaram.
Collegio de Ilabaianinha.Appareeeram tam-
bem duas actas de eleigo secundaria; na pri-
meira apreseota-se como presidente do collegio
Antonio Esteres de Lima, e nella figurara 46
eleitores das tres freguezias que o compoem ; na
segunda nola-se como presidente Jos Ezequiel
de Souza Cunha, e rnenle se diz lerera compa-
recido 27 eleitores de Iiabaiaoioha euu 1e Cam-
pos. Ah declara-se tambem que o collegio nao
liaba prsenles os livros das acias da eleigo pri-
maria ministrados pela cmara municipal, por-
que os eleitores de Ger e Campos os haviam
conduzdo.
A commisso entende qoe este segundo colle-
gio tnleiramente fantstico, e portanto nullo.
pois da eleigo secundaria, e nem a eleico a que I i. c.rlm-OS mencionados na pronuncia, e que,
** ella subsisle at que outra a
auo ;
Segundo, que, nao fleando os effeitos dessa
sentenga suspensos pela appellago, em face
do artigo 84 da lei de 3 de dezembro de 184I
e arligo 459 do regulamento de 31 de Janei-
ro de 1842. essa sentenga habilitou desde en-
boa f
, e nao
em fraude da lei, porque a todos constava sua
absolvigo. a equidade o a justiga se do as mos
para que elles sejam considerados validos e le-
gaes.
Quarto, que se anullem as eleigoes primarias
da freguezia de Ilabaiana, que foram presidi-
das ambas pelo juiz de paz Jos Aotonio de Oli-
veira ;
Quinto, que se annulle a eleigo primaria da
rreguezia de Campos de Brito, que figura-se pre-
sidida pelo juiz de paz de Ilabaiana Antonio Fran-
cisco Rodrigues Lima ;
Sexto, que em conformidade destas decisoes se
anullem es collegios de Lagarto, Ilabaianinha, e
llabaiaooa, em que intervieram os eleitores Ile-
gtimos dessas treguezias;
Stimo, que se declaren) deputados pelo se-
gundo districto da provincia de Sergipe os Srs.
Fiel Jos de Carvalho e Oliveira |e Pedro de Ca-
lazans, cujos diplomas eslo conformes com a
acta da apurago geral, e esta com as actas par-
cues dos collegios que a commisso considera
legaes.
A commisso portanto de parecer:
Primeiro, que se declare aulla, por falsa e clan-
destina, a eleigo primaria da freguezia de La-
garto, que se diz presidida pelo terceiro juiz de
paz Bernab Fernandes de Mondonga ;
Segundo, que tambem se declare nulla, pelos
mesmos fundamentos, a eleigo primaria da fre-
guezia do Riacho. que se figura presidida pelo
juiz de paz Paulo Freir de Mesquita ;
Terceiro. que se annulle, anda pelos mesmos
fundamentos, a eleigo primaria da freguezia de
Ilabaianinha, que se aprsenla presidida pelo
quarto juiz de paz Manoel Beierra Monleiro.
Pago da cmara dos deputados, 27 de abril de
ISfct.. Figueira de Mello. Gssparino. Dias
Viura (vencido oa parte relativa eleico do Dr.
Calazans, que nao poda ser ento votado em vir-
tude da pronocia).Paula Pooseca.
Eleico. de Mfltto-Grosto.
A quinta commisso de vericago de poderes
tendo atteotamenlfi examinado as actas da elei-
Qso da roviocia deMatto-firosso, os documen-
tos cm Ihe bram fornecidos pela secretaria do
astado. 4os negocio do imperio, e pelos interes-
saos, a representago que um destes dirigi
cajnwa, e os, rjiplomos. do, tfous deputados po,r
SdVcorher!1"' Vem aPre8ent" ro9ul,adoqo-
Designago dos collegios e fixago do numero de
eleitores para cada parochia.
iuiSL ,dld-a Provincia, qae constitueum sci
districto eleitoral. dando dous deputados as-
(C?v.oIt SuM' r' tial *: a capital
Cuyab) Matto-Grosso, Pocon. Miranda e San-
ia Aona da Paranahyba.
O primeiro collegio (capital) compe-se da
mpnh,"rda Sl Pedro Cu. Brotas. Lival
nenio. Chapada. Sanio Antonio do Rio Abaixo
Diamaninoe Rosario do Rio cima, con o Lu-
men) total de 83 eleitores.
O collegio de Matto-Grosso comprehende ni-
camente a parochia da Santissimo Trindade de
dar!!' SI23' m ,2.eleitores, achaodo-sa a ci-
dade affasiada de qualquer outro municipio mul-
to mais de 30 legoas.
PaaF d.e ?ocoo comP-8e de duas pa-
rocnias de S. Luiz de villa Maria e de Nossa Se-
nhora do Rosario de Pocon. com 20 eleitores.
U de Miranda corope-se das parochias de Nos-
J,'hc" da Conceico de Albuquprque e de
Nossa Senhora do Carmo de Miranda, com 12
eleiores (tambera distante mais de 30 legoas de
qualquer oulra villa). 6
O de Santa Anna do Paranahyba
com a nica freguezia dessa villa
sidente da provincia designoi
eleitores.
Entende a commisso que a fixago do nume-
ro de eleitores nao foi fii, de conformidade cota
a le as parochias da S, de Brotas, de Poc*n
e de Santa Anna do Paranahyba.
Na parochia da S foram qualificados votantes
nos annos de 1857. 1858 e 1859. 656, 655 e 669
cidados. Tomando-se a menor dessss qualifi-
cacoes{6*> era 1858), e dividindo-se pelo nume-
ro minino de 30 votantes, d essa operago em
rtp% 2} fleU0-re9 ('ert"oo urna fraego
de 2a votantes), e nao os22que foram usados.
Na parochia de Brotas foram qualificados vo-
tantes nos tres referidos annos 213. 216 e 217 ci-
dados Feita a mesma operago, tomando-se a
menor das quahficagdes (213 em 1857) obter-
11; i*4e,le,lrfS-. C0ID0' porm- a Prochia deu
em 1856 tres eleitores. deve actualmente dar cin-
co e nao os quatro que Ihe foram marcados
Pa parochia de Pocon foram qualificados o
trienino mencionado 514. 501 e 448 votantes Fei-
la a ja referida operaco. da em resultado 14
eleitores (restando urna fraego de 28 votantes)
e nao lo que Ihe foram marcados.
Finalmente na parochia de Sant'Anna do Para-
nahyba foram qualificados era 1858 e 1859 (nao.
houve qualificago em 1857) 361 e 401 volapis
que podenam produzir os 12eleiioresqi;e Ihe fo-
ram marcados pelo presidente, se a isso nao se
oppuzesse a terminante e clara dispnsico da lei
Esta parochia deu em 1842 e em 1844 um seleil
lor. Em 1847 nao se fez ahi eleico. Era 1849
deu b eleitores, mas a cmara dos Sr. depulados
considerou em sesso de 17 de Janeiro de 1850
exorbitante esse numero, resolvendo que s ds-
se um eleitor. Em 1852 elegeu igualmente um
eleitor. bem como em 1856. Nao podia perian-
to o presidente da provincia designar-lhe agora o,
numero de 12. fosse qual fosse a populaco da
parochia e o o seu progresso, razoes em que ello
3c D3S03.
Declara entretanto a commisso que nao acom-
panha o governo imperial as decisoes que a e^te
respeitotem proferido, e pelas quaes fica con-
demnada urna freguezia que ha 20 annos deu um
eleitor. a dar perpetuamente esse ultimo repres-
entante da parochia. Parece-lhe que quando a
qualilicagao o pcrmiltir deve-seporexcepro-
xar o numero de2eleitores para as parochias que
enham dado um s. E'uma excepgo que iotel-
ligencia lateral e rigorosa da lei. mas excepgo
que o proprio governo j esxabeleceu em relago
as parochias cujo numero de eleitores era impar.
Uecidio o governo imperial, em relago a essas
que sempre que o permilisse a qualificago pu-
desse a parochia dar o numero que j dava e
mais metade do algarismo immedialamente supe-
rior (avl3o do ministerio do imperio de 10 de se-
tembro do anno passado). Assim, urna parochia
que em 1856 fez 15 eleilores, pode em 1860 ele-
ger 23 (e nao somenle 22) se a qualificago o per-
Com mais razo parece commisso que se de-
veem favorecer as parochias que lera dado um
so eleilor. porque sem issoficariam condemnadas
perpetuamente a dar esse nico eleilor. incon-
veniente que entretanto se nao dara no caso da
interpretagao lateral e rigorosa de que em bypo-
ihesesemelhante se afastou o governo.
Alterado, como fie dito o numero de eleito-
res das parochias referidas, deve-se necessaria-
menle alteraros nmeros dos collegios, que de-
vera ficar assim compostos :
1. Capital.Com as parochias da S (21 elei-
lore$). fedro II (10), Guia (6). Brotas (5). Livra-
raenlo (10), Chapada (4), Santo Antonio do Rio-
Abaixo (9), Diamantino (12), e Rosario do Ri*
cima (6).
2. Matto-Grosso.Parochia do mesmo nome
com 12 eleitores. Dista mais de 40 leguas d
qualquer outra villa.
3. Pocon.Con as parochias de Villa-Ma-
na (5 eleitores) e de Pocon (14).
4. Miranda.Com as parochias de Nossa Se-
nhora do Carmo de Miranda, de Albuquerque, %
de Santa Anna do Paranahyba. que por si s n
pode formar collegio (14 eleilores).
Eleico primaria.
Procedeu-se regularmente a eleigo, e nao
ella contestada as freguezias da Se. Pedro II
Una, Brotas. Chapada, Diamantino, Rosario do
Bio cima. Malto-Grosso. Villa-Maria, Pocon,
Albuquerque e Santa Anna do Paranahyba.
Apenas em Matto-Grosso e Diamaotmo foram
considerados eleitores tres individuos nao quali-
ficados volantes e cujos diplomas devem ser cas-
sados.
Suscitam-se questes mais importantes relati-
vamente eleigo as parochias de Nossa Se-
nhora do Livramento, Santo Antonio do Rio A-
oaixo e Nossa Senhora do Carmo de Miranda.
Livramenlo.Foi muito renhido o pleito elei-
toral nesta freguezia. A maioria da mesa abu-
sando do seu direito de verificar a identidade do
votantes, procurou por esse meio vencer a
eleigo o que exasperara e irrilava extraordioa-
roeoie os seus contrarios. No dia primeiro de ja-
oeiro, e a proposito de varias questoes que so agi-
tavam e que produziram grande excitago e tu-
multo, resolveu o juiz de paz presidente da mes*
addiar a eleigo a pedir esclarecimentoa a pro-
videncias ao governo. Mandou o presidente que
fosse o chefe de polica assislir ao processo flei-
loral, afim de prevenir qualquel conflicto e ve-
lar pela maoutengo da ordem e tranquilidad
publica. Conseguio esto magistrado acalmar os
nimos e impedir qoe se repetissem os abusos
que exaspera vam os intereressados na eleigo.
Terminada esta, e quando se tratava da .apu-
rago dos votos, verilcou-se a falta de dez vo-
tantes, porquanto addicionadas as 263 cdu-
las que estavam deniroda urna ao numero da
89votantes que do rol respectivo constava nao
lerem assistido 3a chamada, peraziam a som-
ms de 354 votos, quando a totalidade dos vo-
ta o tes era de 36i, segundo a qualificago. Es-
sa falta, que servio .de pretexto memoria da
mesa, para resolver que se expedissem igualmente
dipiom?,? aqs dez cidadaos iurmediatc em votos



{*)
kllO Dt fBUlitWO. QUINTA FEIftl Dt HNHO 11 l|il,
aos eleilores, e que a lci considera supplentes,
parece nao poder ser razoavelraente aitrtmida
aenio a terem deixado de ser contemplado no
rol respectivo os nomes de taita 10 aotarrtat que
*ao esliveram preseotes ; e Com effeito verifi-
cou-se logo que os nomes de deas *e4aaias>^t#
tinbam deixado de votar nao se aehavam inscrip-
tos no mencionado re
Terminada a opuraeao e publicados os nomes
doa cidados com o numero de votos que obttve-
ra, quiz a mesa deixar a ele para o ais se-uin-
le, mandando entretanto, edesde logo, aduar os
editaes do eslylo.
So dia seguinte (6) lavrno-se e sssignou-se a
acta da apuraco, na qual trenscreveu-ae a reso-
lugo j mencionada, de se espedir diplomas
nao s aos dex mais otados, como aos dez ira-
znediatos em votos, sflth de que o collegio etei-
toral decioisse quaes eram os legtimos eleilores,
* retpeito dos rruaes enlendwto os msenos po-
der-te questionar om (ace da referida dilTereuca
tro numero d*scdulas.
Protestou h dos msanos contra semelhante
resoluto. Inserto na acta o dito protesto, pedio
o tenente-coronel Antonio Peixoto de Azevedo o
dito livro para ler o protesto e ajudar a copiar a
acta que linha de servir de diploma aos eleilores.
Procurado depois o livro, Coi pelo dito tenente-
coronel respondido que enviara capital. Disso
se lavrnu auto, que foi remetlido pelo presidente
ao chefe de polica para proceder contra o deln-
queme, e descobrir-se o livro.
Ordenou o presidente 6 mesa que, vislo nose
poderem expedir os diplomas aos eleitoTes por
falta de livro, se houvesse ella por dissolvida,
communicando o occorrido cmara muni-
cipal.
No acto da apuraco geral foi apresentaria urna
Teclamaco documentada, e que a cmara muni-
cipal da capital resolveu transmiltir a esta casa ;
consta della que um dos eleilores, Jos Metello
Curvo, menor de 25 sernos e solleiro, na j tendo
portantn os requisitos legaes para ser eleilor.
.Santo Antonio do Rio-Abaixo. Procedeu-se
com regulandide at o fim da segunda chamada,
dando-se porm a circumstancia d se excederem
as horas (6 %) marcadas pela lei para se suspen-
deren! os trabalhos.
Abrindo-se a urna para a conlagem das cdu-
las recebidas, foram repentinamente langados den-
tro delid por dous individuos dous maros de ce-
dulas que a maioria da mesa diz terem sido reti-
radas intactas, vindo apenas compelas urna ou
luas das que tinham sido postas legtimamente
dentro da urna. Allega a parciaiidade contraria
parado. Tiveram votos os Srs. De Lmate 38
ero separado, 8 : Coulo 38, em separado 8.
O 2 collego (consistorio da mairiz) com pos
t de 6 eleilores aa Guia, 4 de Brotas, 10 do U,,^
Z
j Li-
mantino, 6 do Rosario do Rio cima, 9
-trmenlo e 8 de Santo Antonio do Rio
(31 deu 43 vetos ao tenente-coronel P i-ain rt~
Azevedo e 4*o Dr. Costa Freir. ae'
Dedutidosos votos do Uvraste-^ de 9mo
Antonio do Rio Aballo (17). tes^. K YOlog
cada um destes candidatos.
, C0l"?i0 aWu-GreV .-Pwaedeu-se re-u-
"Tmh ?,?b,?oTO:*! *wnte-e*>re^l
6oll5jo de For**,^^,,,.. 0Miverrtl vo-
tosi os Sts. De Lamer O, Oouto SO.
Collegiu dA Mirenda.Processo regalar. Ob-
literara Notos os Srs toulo 12, De Laraare
1U. flautista te Oliveira I, Perxole de Az-
vedo \.
Coegio da Santa Auna da Paranaaytja.Pro-
cesso regatar. Obtiveram votos os Srs. Peixoto
de Azevedo 12, Pires da Silva 12, dos quaes se
devem deduzir 10 de excesso, desudo cada um
com 2 votos.
Apuracio.
A cmara municipal, apurando as votos do col-
l6o da capital, que se reunir na assembla
provincial, apurou em separado os do outro, e os
de Santa Anua de Paranahyba.
Apurados os votos dos elciteres que i comms-
so parecem legtimos, deduzidos um de excesso
na capital, 1 em Poron, 1 em Malto-Grosso,
por nao fsiar quahlicado, 2 em Diamantino, pela
mesma razo,e 10 em Santa Anna do Paranahyba,
apresentar a apurac.no geral o segninte resul-
tado :
Couto.....68 votos.
De La ni a re. ... 66 >
Peixoto de Azevedo. 38
Seguindo-so oulros monos votados.
Resumindo, a commisso de parecer :
1. Que se approve a diviso feila pelo presi-
dente da provincia, dos collegios eleiloraes, sup-
prindo-se porm o de Santa Anna do Psraoahy-
ba, cujos eleilores deverao votar em Miranda,
onde formaro collegio.
2." Que saje approvada a designado feita do
numero de eleilores para cada parochia, ex-
cepcao das seguintes : capital, que deve dar 21 e
nao 22 ; Rrotas que deve dar 5 e nao 4 ; Pccon
que deve dar 14 o nao 15 : e Santa Anna do Para-
nahyba, que deve dar 2 e nao 12.
3. Que consequenlomeote se considere o ul-
r .entes dss aguas; como succedeu con o trabatho
teito por occaaio da esperada visita imperial:
seria por tanto applicar mal essa quantia.
Tambem limpeza de ras foi couta que nanea
la vi; e, quando se reconhega a uecessidade da
verba para esse fim, outra acha-se fechada rio*
mesmo artigo que o poderi satiafazer: e a de
cem mil res para desperas mitaaes ; pols olo
sei que es haja caparas de tbtorvertm esia man-
tia. Demonstrada flea a inutUMate e m tpptt-
eaco do indicada verba.
Vejo entretanto, que a primeira necesiidade
da Nazareth oto (o lerobradt xas arcamento; se
bem que saja a falta d'agua ce gde todos pretil-
alo. Compra-se all m caiga o'agcra tna que se
vai buscar a urna (orle entesada Bomba, colloes-
da dentro d'nm lamscal, ht quasi um qoarte de
legua da cidade, e depoia de urna pessima des-
cid a, compra-se, digo, por 240 rs. ; da soffrivel
compra-se a 640 e da bos a 29000. E urna tal
necegaidade pode ero parte *er aliviada com a
melhor applicacao d'aquella quantia ; destioan-
dn-se a abertura d'uins fonte, que possa forne-
cer agua potavel aos habitantes, ejwm menor
sacrificio : nao isto impossivel.
Pessoas ha em Goianna, j praticas na escava-
cao e abertura de (ontes ou pocos, e que o (azem
por quaotias menores : muitos se tero all teito
em casas particulares ; sendo que um de Seis bra-
cos de profundidade costara minha familia me-
nor quantia. Oflereco, pois, urna emenda subs-
titutiva ao referido paragrapho. >
No art. 4o, que fixa a Jespeaa do municipio de
Geianna, vejo outra verba imiiil; um dos para-
graphos destina cento e oitenta mil ris para pa-
tF Mda e spoisda a seguinte emenda :
Sopprima se a 5* condicao das emendas do Sr.
Sooza Rels.--Loeena.
sktstra*s* a discusso e procedeodo-se a vo-
!*. approvadas as emendas do Sr. Souca
Irettjboaa conro a suppressao do Sr. Lucent.
Entrmdo em segunda discusso o projecto n.
lt deste adsjo.teritca-se nao haver casa.
Sr. Presideoie designa a ordem do dis e le-
vanta a sassao.
que um dos msanos, prente do candidato Pei- timo eleitor da capital (22) Io supplente, e se-
xoto do Azevedo, scolheu, para tirar, cento e
tantas cdulas da parciaiidade contraria, para tor-
nar assim mais certa a sua victoria.
Terminado esse incidente, resolveu a maioria
da mesa que se dcixasse a acta para fazer-se no
dia seguinie. Nesla occasio porm nao IIips
quiz um dos me.sarios cin marioria confiar urna
las chaves da urna, pelo que a maioria, chaman-
to t<>stemunhas, a fet arrumbar.
S se tralou de fazer a terceira chamada s 4
boras da larde, observando a maioria da mesa
que essa Ma lora devida a terse gaslo o lempo
com os incidentes referidos. 0 que certo que
parece ter influido essa mudanca de hora para
que s comparecessem a votar na terceira chama-
da 31 votantes, quando faltavam ainda
-quando a eleicao era too disputada.
Se a lasa se accrescenlar que lia somente a pe-
quena differenca de 41 votos entre o ultimo elei-
lo e o Io supplente, se reconhecer que, a nao se
gnindo-se os immedialos at o 42" votadoyjue se-
r o 21 supplente ; passando tambem o 15 elei-
lor de Pocon a Io supplente, seguindo-se os ou-
lros ; e finalmente sendo considerados Io e 2o
supplentes de Santa Anna da. Paranahyba os ac-
tuaes 3e e 4o eleilores.
4. Que se approve a eleicao primaria das di-
versas parochias da provincia, excepeo de
Santo Antonio do Rio Abaixo pelas razrs ex-
pendidas ; approvando-se a do Livramento, e ex-
pedindo-se diplomas aos dez mais volados, se se
reconhecer nao ter sido viciado o livro, nem al-
terado o resultado regular da eleicao.
5.a Que seja annullada a eleicao da referida
parochia de Santo Anlonio do Ri Abaixo, offi-
proce-
gameoio do administrador do comitero. Onde
quo existe tal remilerio ? Quem o ve em Goian-
na ?... Muito desejara eu, que realmente elle
existisse ; poisno lugar, que como tal servio du-
rante o cholera, exisiem resios, que a mim e a
outros devem ser charos ; mas hoje nma capoei-
raimpenetravel, onde nenhuma cerca se encen-
tra, faz que se desconheca o lugar onde elle fd-
ra : como pnis pagar-se a um administrador?
Entretanto lerobro- me tambero, que mesmo em
Goianna. onde muilas fontes ha, poucas san boas,
e a melhor, chamada do Tanquioho, acha-se em
ruinas por falla de reparos; e assim mullas ou-
tras coisas necessanas. Peco, pois, que melhor-
mente se aproveite aqueRa quantia, destinndo-
se- aos reparos da mesma fonte : e offereco ou-
tra ernt rula substitutiva do paragrapho indicado.
Obriguemos, senhores, as cmaras a ftzerem
beneficios reaes aos seus municipes ; a que ap-
pliquem bem suas piopnas rendas em obras
uteis; e as nao consumara em ordenados a em-
pregados, que nada faz*m : as rendas provinciaes
nao podem chegar par. todo.
Ejpero que a casa approvar as duas emendas
que oflVrego.
238, e ciando-se so governo afim de que mande
der a outra.
6. Ouese d diploma de eleitor do Livramen-
to ao actual Io supplente. sendo considerado 10
supplente o21 volado, eliminado Jos Mettello
terem dado os fados que tiveram lugar e a mu- i CurJo. que nao tem a 'idade letal'
arca de hora ra luifn i.Kim., ai...... -.! -<*.:. i. "-''"<
danca de hora da terceira chamada, diverso tai-
vez fosse o resultado da eleiea.
Protestaran! os roesarios em minera contra :
1. Odescoohecimento ou rerusa do voto do
avultajo numero de cidados legalmente qualifi-
cados, entre os quaes os de um quarteirao inteiro
que apontaram ;
2. O trabalho at s 8 horas da noite ;
3. O lancnenlo de magos de cdulas na ur-
na, aproveitaudo-se para esse fim o escuro da
noite ;
4." A extraccao de cdulas do partido dos pro-
testantes, as quaes eram conhecidas, bem romo as
tos outros, e facilitavam assim a victoria, por
esse meio, da maioria da mesa ;
5. Finalmente, o facto de serea' as duas cha-
ves restantes da urna entregues aos mesarios da
maioria contra o disposlo no art. 61 da le.
Na sua representado a osla cmara, o tenente-
coronel Antonio Pei'xolo de Azevedo impula aos
seus adversarios a perlurbaco que leve lugar ali-
rando-se urna os macos de cdulas, que, porm,
tiz elle terem sido retirados perfeiios e comple-
tos, sendo a exiracco feila com approvaco dos
mesmos mesarios da minoria que assignram a
acta respectiva. A commisso nao pode deixar
de referir que, das actas era que tinham maioria
os amigos do teoente-curonel Peixoto, se co-
nhece:
1." Que sendo os macos lancadns urna, per-
tencenles a urna s das parcialidades que pleitea-
vam a eleiqo. e que ambas se altribuem recipro-
camente, parece que depois de aliradas nao Dca-
ram essas cdulas lao separadas das demais que
se podesseiii tirar sem se locar nasoutras. Um
dos lados ajsevera que seesculheram as suas ce-
dulas para serem excluidas, quando linham ellas
sido lanzadas pelos outros ; o outro affirma o
contrario ; e da acta consta que com as cdulas
extrahidas foram lirffdas algumas outras do pro-
prio lado vencedor. Cumpre timbem notar que
us mesarios em minora nao parece terem con-
cordado na extraccao a que se refere o tenente-
coronel Peixoto, por tato que na acta da primeira
asegunda chamadas, em que se referiam essas
particularidades, assignram-se elles vencidos,
presentando logo o seu protesto, que s mais
tarde se transcreveu na acta especial da apuraco ;
; isso mesmo, consta do documento B, que pelo
dito tenente-coronel foi presente commisso.
Nossa Senhorado Carmode Miranda.Appa-
receu depois da segunda chamada, e quando se
fazia a acta, um protesto de um dos msanos, de
nao ter sido feila a eleicao de conformidade com
a lei. A maioria da mesa contcapioleslou, de-
clarando que o processo correr regular e legal-
mente.
Depois da terceira chamada, e feita a apuraco,
reliraram-se os n.esarios em minoria, que foram
muliados e substituidos por oulros. Ha enlre o
ultimo eleitor e o 1* supplente a differenca de
ele votos apenas, tendo-se recebido cento e trin-
ta e cioco cdulas.
E' para notar-se tambem que, tendo terminado
o processo eleitoral em 31 de dezembro a repre-
sentarlo e protesto da minoria que foram presen-
tes commisso tem a dala de 14 de Janeiro.
Eleicao secundaria.
Capital.Doos collegios. Apresentaram no
edificio da assembla provincial, designado para a
reunio do collegio, como ele;tores, individuos
em numero superior ao total das parochias de
Jue o mesmo collegio se compunha. Vendo que
o presidente do collegio eslava disposto a nao ad-
iuitti-los todos, especialmente os de Livramento,
que nao apresenta.ram diplomas, e os de Santo
Antonio do Rio-Abaixo, cujos votos nao seriara
naturalmente tomados englobadamente, esim em
se
era com
como se
effeito solteiro na occasio da eleicao
allega.
7 o Quesejam cassados os diplomas do eleilor
de Matto-Grosso alferes Floriano Leroe do Prado,
que nao se achava qualificado votante, passando
a 12 eleitor o lu supplente. e a Io o 2o. seguin-
ido-se-lhe os outros na ordem da votaco ; sen-
do tambem cajsados pela mesma razan os dos
oleitores do Diamantino Jos Porfirio Antunes
e Antonio Antunes Maciel, substituidos pelos
dous pnmeiros supplentes.
8." Quesecontem os votos dos eleilores vali-
dos reunidos nos dous collegios que funecionaram
na capital.
9o Que sededuzam os votos dos eleilores cujo
numero excede ao que devera ter sido legalmen-
te desigoadoem face das qualificacoes, a saber :
um da capital, um de Pocon, e dez de Santa An-
na do Paranahyba.
10. Que sejara re^conhecidos e declarados de-
putados i assembla geral legislativa pela pro-
vincia de Malto-Grosso os Srs. conselheir Joa-
quirn Raymundo De Lamare e Amonio Correia
do Couto, cujos diplomas conferem com as au-
thenticas respectivas.
Sala dascommisses, em 27 deabiil de 1861
Silva Nunes.J. Madureir.Siqoeira Mendes.
Costa Pinto, vencido qnento eleicao de San-
to Antonio do Rio Abaixo.Sergio de Macedo.
PEBNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 4 DE JUNflO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Machado Portella.
(ConclusSo.)
ORDEM DO DIA.
Segunda discusso do piojeclo que reforma o
Gymnasio Pernamoucano.
O Sr. Ignacio de Barros offerece como artigos
addiliivos os seguintes arligos 44, 45, 46, 47 e 49
e seus do orcamenio provincial :
Depois de ligeiras considerares pela ordem do
Sr. Ohveira Aodrade, procede se a votado, sen-
do approvado o projecto, bem como os arts. ad-
ditivos.
Dispensa-se o intersticio desle projecto para
ser dado para ordem do dia.
Terceira discusso do orcameoto municipal.
\ao mesa e approvam-se as seguintes emen-
das : [ vide o Diario de 5 do crreme. )
O Sr. Oliveira Andrade justifica a emenda que
mandou a mesa determinando a quaolia para pa-
gamento da que se est a dever ao escrivo do
jury de Nazareth.
O Sr. Ignacio de Barros, pede que a commis-
so de orcameoto municipal Ihe explique a razo
porque englobou no art. 14 do projecto o orca-
menlo da cmara do Cabo, sem explicar as diffe-
rentes verbas de que se compoem esse orca-
roenlo. v
O Sr. Luiz Felipe, pede iguaes esclarecimen-
tos acerca da cmara da Victoria.
O Sr. Gitirana, como membro da commisso
de ornamento municipal, diz era resposla s in-
lerpellaQoes que ihe foram feitas que a commis-
so nao pode espeeiflear as diTerentes verbas do
orcamento da cmara do Cabo, porque no rea-
torio da mesma cmara remetlido commisso
nao se acha tal especificacao ; sendo que se deu
ao trabalho de examinar todos os paqeis conlidos
na pasta, nao se adiando ahi esses
Dos alterados do chefe de polica, do juiz de
direito da comarca e do jaiz municipal, se pode
colligir que o juiz de paz, presidente do Io colle-
gio, pretenda recusar os votos dos eleilores que
nao perteocessem sua parciaiidade ; mas, alm
de que essa simples suspeila nao era razo sufli-
ciente para justificar o procedimento dos demais
eleilores, que se separaram, acresce que, quando
ae dsse semelhante abuso, os eleilores que nao
tinham por si nem o presidente do collegio, nem
a forca publica, podiam pacificamente protestar
justificar perante as autoridades, que ibes deram
esses sttesiados, os factos que servissem de re-
forjo aos seus protestos.
Como quer que seja, nlo pensa a commisso
que seja indispeosavel collocar-ae na dolorosa
necessidade de escoiber um dos dous collegios,
fulminando de completa nullidade os votos da-
tos pelos eleilores legtimos reunidos em outra
parte.
Considerando nico legitimo o collegio presi-
dida pelo juiz competente, e reunido no lugar
designado na fdrma da lei, nao acha a commisso
*zo plausivel para que sejam desprezados os
?otos dados no 2" collegio. Esse alvitre nao se
podena adoptar, desdefque os eleilores de um
aotassem no outro. on desde qoe a votteo se
cspalbasse por mais de dous individuos. Nenbn-
mt ff" hvP0,h porm se deu.
No 1" collegio llassembla provincial! reoni-
TSa~?Lr e 8 suPP,8D|es de Santo Antonio do
Juo Abaixo, clijoi totos foram tomados em en-'
BfcSSO BM 5 DE JNHO t 1801.
f*rettdne Portella.
Ao meio dia feita a chamada, verifka-se haver
Harnero legal de Sra. depuUdos.
Abre-se a seMlo.
Lida a acta da anterior approvada.
O Sr. Io Secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um requermento dos proprietarfos moradores
na villa do Bom Conselho, representando coutra
a medida lomada pela cmara municipal, em que
designau os terrenos de criacao para agricultura.
A commisso de posturas e negocios de cma-
ras.
Outro de Joaqaina Delfn a de Mello, professo-
ra jubilada na cadena de Pora de Portas, pedindo
a gratilicaco que Ihe compele, pelo exercicio de
mais de 12 anuos de servicos prestados no refe-
rido magisterio.A commisso de orcamento pro-
vincial.
E" lida e approvada a redaeco do projecto no
20 deste anno.
O Sr. Souza Reis (ordem): Sr. presidente,
ped a palavra para offeiecer a consideradlo ds
casa um requermento que lerei depois de fazer
algumas refiexoes a respcilo.
Lembrar-se-ha a casa de que a commisso de
fazenda e orcameoto, offeieceodo a sua conside-
rago o projecto do orcamento, ja hoje aprovado
em segunda discusso, manifestou de um modo
bem claro e preciso as difficuldades com que la-
tara para, se nao equilibrar a recelta con. a des-
peza, ao menos aproximarmo-nos o mais posstvel
deiie desidertum.
Da proposta da commisso resultava que com-
prehendeudo-se na despeza a que se devia fazer
com o corpo de polica, o seu total importara
em 1.220:0003000 rs., e sendo a receita oreada
em 1.330 OOOjOU rs.. haveria o saldo de 110 OOO
rs. Sugeitos as dividas de exercicios lindos, fa-
zenda geral pelo juro addiciooal da estrada de
ferro, e a caixa filial por letra, importando laes
dividas em mais de 300 000|000 rs. taUez.
Entretanto nao se juigando a commisso obri-
gada a prevenir os meios para se pagar a lettra
da calza filial, por que este pagamento devia ter
feilo ainda ueste exercicio, e tendo lembrado
quanto ao que se deve a fazenda geral o alvitre
v; .. .5 j quanio ae que se deve a fazenda geral o al
Jf meSa 6 M0 8*>lad" 8S eme- que Ihe pareceu mais r.soavel e realis.vel. cla-
fVirie n mmnf Aa k rf .,. \ r0 1ue a adoptar-se o projecto de orcamento co-
O Sr pRT. a r } mo a commi3So confecciooou, a renda chegaria
Sr. Pereira de Lucena : as poucas pala- | Do s6menle para as despezas ordin
0 Sr. Theodoro Silva pede explicaces acerca
da emenda qoe aulorisa o governo a contratar
rom Carlos Lu'z Cambrone, o esgoto das aguas
flnviaes calindas nos telhados e pateos desta ci-
dade.
O Sr. Penna Jnior : (Nao devolveu seu dis-
curso.)
O Sr. Pereira de Lucena, justifica e manda a
mesa a seguinte emenda : (vide o Diario de 5 do
corrente.)
E' tambem lida e apoiada esta outra emenda do
Sr. Souza Reis sobre o mesmo objecto. ( Vide
Diario de 5 do corrente.
O Sr. Ohveira Andrade: Nao lamentis, se-
nhores, que algum lempo se consuma em obser-
varles com relacao a differentes artigos do pre-
sente projecto de lei de orcameoto municipal :
ha nelles eneberts, dignos de serios reparos, e
que convem destruir ou substituir. Reclamo
vossa attenco para dous g, qoe se achato em
tses condices.
No art. 5., que fixa a despeza do municipio de
Nazareth, um deslina a quantia de 300*000 pa-
ra limpeza e calcamento das ras da cidade ; de-
vo, porem dizer-vos, que tal calcamento nunca
se far com semelhante quantia.
Sr. Souza Res ; Porto fazer-se pouco e
pouco.
O Sr. Silveira Andrade : Situada Nazareth
sobre cabecos de montes, servir cate, quando te '
vras que dlsse em susieniago da emenda que
apresentei ha pouco, V. Exc. e a casa deviam
comprehender, que o motivo que me levou a
confecciona-la, foram ioformac,es da oobre com-
misso.
O Sr. Penna Jnior:Da commisso nao.
O Sr. Pereira de Lacena : Foi o suppor que
Cambronne pedia apenas a coocesso desta em-
prezi son condicao da se Ihe proTOgar o prazo da
concluso da outra de que elle est incumbido,
ou o do privilegio ; roas agora lendo sua peticao,
vejo que elle noqner prorogaco do prazo, nem
tambem o do privilegio, quer sim dinheiro, e co-
mo a provincia nao possa dispeod-lo presente-
mente em vista do estado deficiente dos cofres
pblicos, pego V. Exc. consulte casa se con-
senle na retirada da minha emenda.
A casa accede o pedido do honrado mem-
bro.
O Sr. Theodoro da Silva, ainda faz algumas con -
sideraces acerca da emenda que autonsa o go-
verno a contratar cora Cmbrone o estabeleci-
mento de canos das aguas pluviaes.
O Sr. Penna Jnior, explica o procedimento da
commisso.
Encerra-se a discusso e posto a votos o pro-
jecto approvado bem como as emendas, ficando
estas dependentes de nova discusso na forma do
regulamenlo.
Segunda discusso do projecto n. 49.
E' approvado sem debate.
Segunda disuusso do projecto n. 30 desta
anr.o.
L-se e apoia-se o seguinte artigo additivo
(vide Diario de 5 do corrente.)
O Sr. Druromood, .olTerece a seguinte emenda
que approvada.
O Sr. Theodoro da Silva, pede exolicago acer-
ca do projecto quo acaba de eutrar em dis-
cusso. V
O Sr. Drummond :Sr. presidente, o nobre de-
putado que me pr. cedeu fez-me sahir do pro-
posito em que eslava de nada dizer sobre este
projecto; no entanto para satisaze-lo as infor-
mages que pede, eu direi pouco.
O piofessor Antonio dos Sanios Vital est no
caso de perceber a gratificado por mais de doze
anno3, e est neste caso nao 6 porque tem os
doze annos de servico que exige o art. 10 da caria
de lei de 15 de oulubrode 18z7, como preencheu
todos os outros requisitos exigidos por essa lei.
Eu lerei a casa os documentos com esse pro-
fessor instruio a sua petigo a esla casa, afim de
que se reconheca que o projecto firmado era
justica e nao em favor. A lei de 1827 assim se
exprime: (l).
Um Sr. deputado .-Mas essa lei tem applica-
cSo a esse professor?
O Sr. Drummond :Tanlo tem applicacao que
em caso idntico o profesor Simplicio Jos de
Mello oi deferido bascando a sua pretango
nella.
O Sr. Souza Reis :- Isso nao prova nada.
O Sr. Drummond :Prova que a casa j reco-1
nheceu que essa lei regulava a materia.
O Sr. Souza Reis :Prova que a casa quiz fa- '
zer esse favor a Simplicio-
arias, como
timbero para as dividas de exercicios lindos que,
importando em mais de 7G:000000. seriam de-
vidaraente pag*s com o saldo de 110:000000
ris de que j fallei.
Mas senhores, ao passo que assim calculava a
commisso, vio esla e vio a casa que levado o
projecto 2* discusso e vencida esla, taes re-
dactes se fizeram na receita, e tanto se aug-
mento a despeza, que conhecida j urna diffe-
renca contra a renda de perto de 100:0009000
ris, de modo que assim o saldo reduzlr-se-ha a
10:000(000 ris, e sendo.as dividas de exercicios
lindos, como fica dito na importancia de mais de
70:000j>000 ris temos que. independente das
dividas a caixa filial e a fazenda geral, haver
no exercicio futuro um dficit de mais de........
60:000000 ris.
Ainda mais: a commisso sabe hoje que a di-
vida caixa filial nao pode ser paga no exerci-
cio correle, e sabe disto de modo que o pode
affirmar como atfirraa, por que Ihe fra declara-
do pelo Exm. presidente da provincia, pelo que
claro que nos cumpre habilitar o governo a pa-
ga-la no exercicio futuro, e assim, importando
esta divida em oais de 130:000e000 ris o dficit
eleva-se sem duvida a mais de 200:000g000 ris,
alm da divida a fazenda geral na importancia de
perto de 100 000*000 ris.
Ser possivel, Sr. presidente, ser possivel,
meiis nobres collegas, que esta casa vol o or-
camento provincial como passou na 2a discusso ?
Uevemos nos, ou nao reconsiderar esss materia,
afim de qoe tomemos algumas m/didas pelas
quaes a despeza notada j seja diminuida e a re-
edita augmentada ?
Sr. Presidente tres sao os meios de se occorfer
ao dficit: a diminuicao da despeza, o augmento
da receita e os emprestimos. Eu dos tresesco-
Iho em priraeiro lugar a suppressao da despeza
{apoiados), e somente esgotado este recurso, at
onde for possivel, devoremos langar n ao do aug-
mento da receita, sendo o ultimo recurso os era-
prestimos....
Ura Sr. deputado:Este que deve ser o se-
gundo a adoplar-se.
OSr. Souza Reis:Nao posso, meu nobre col-
lega, concordar com essa sua opinio. Osera-
prestimos devem ser o ultimo recurso de que se
lance mo, sejam elles a ultima taboa de salva-
cao, nao s pelos empenhos que de semelhante
meio resultara, pelos juros, ele. como porque se-
ria um mo precedente com que para o futuro se
acoberlariara muitos abusos, e desta roaneira te-
amos o provincia do Pernambuco levada aos
mesmos apuros a que tem chegado a provincia
do Rio de Janeiro e a provincia da Rahij.
Senhores, a commhso de fazenda o orgamen-
to se declara e reconhece sem forgas bastantes,
se nao para propor as medidas que pare-cem
convenientes ao desejado, ao menos para po-
der com a sua voz someote e sua opinio obter o
assenlimento a essas medidas....
O Sr. Symphronio :E* sufficiente coro a sua
opinio, cora a sua voz, e coro a sua intellicen-
cia tambem.
OSr. Souza Reis :...,e pois lembrou-se de
n Sr nrn,ldn7"c0' c I um "Vilre <>ue se Pder correr nestas crili-
U br. Drummond:Eu vou mostrar, Sr. pre- cas circumstancias. e elle
Sideote, que o professor Vital tem doze annos del Exc consultando casa se
ervico. Ets aqu a cerlido extrahida da secre- I ceramisso que de accordo
tarla do governo em que moslra a data da sua
nomeago : (l).
Tomou posse em 6 de dezembro de 18U ; pe-
rece que de dezembro de 1844 em quo ontrou em
exercicio, at 1860 em que foi jubilado, ,vo mais
de doze annos.
Aqui esto tambem os attestados dados pelo de-
legado do circulo litterario do Rio Formoso, e
pelas diversas autoridades do lugar em que se
demonstra que o peticionario serviu bem seu era-
prego, e seus alumnos tiveram aproveitamento,
e por coosequencia que se davam as circumstan-
cias eligidas pela lei para merecer ^ssa gratili-
caco.
Se o peticionario tem doze annos de servigo e
outros requisitos da lei, parece-me que de jus-
tiga que seja attendido, tanto mais quanto, Sr.
presidente, eu vejo queem caso idntico a casa
j decidi desta forma. Simplicio Jos de Mello
requereu essa gralificagao firmado em quetinha
os doze annos de servigo, e que os seus alumnos
tinham tido aproveitamento ; foi submettida
discusso essa prelengo, e creio que em 1859
passou como lei.
Ora, parece-me que dando-se agora as mesmas
circumslaocias, a casa deve decidir.
OSr. Theedoro da Silva diz que nao qnerendo
fazer iujustiga ao peticionario, e nao querendo
tambem acabertando-se com a lei, fazer-lhe fa-
vor ; juigando, outro sim, que a materia aodei-
xa de ser de algum alcance, tendo-je dm atten-
-H?.^,?r?Cedene. 2Ue Vai Des,8beleoer. "?"er o mente nao poder dar o seu voto ao requermento
adiamento por 24 horas, fim de que depois de em discusso. 4c"menio
Parece-lhe que depois de ler-se approvado o or-
o seguinte; que V.
digne noroear urna
com a de fazenda e
orcamento, reconsidere o projecto de opamente
tal qual passou em 2a discusso e-proponha as
medidas convenientes para que os embaragos e
difEculdades com que luia-se hoje possam desap-
parecer. Requeiro pois: (l).
Parece-me Sr. presidente, ter dito quanto
bastante para que a casa se convenga de que
pelo menos ha da parle da commisso de fazen-
da e orgameoto o melhor desejo de acertar....
Uro Sr. deputado :E ningoem contesta isso.
OSr. Souza Res : ...o melhor desejo de por
a administragoda provincia fra das oifficulda-
des que Ihe parecem inevilaVeis se passar o or-
garaento como est votado, e por a provincia de
Pernambuco cobeno de males que vo minan-
do o seu progresso, e que sem duvida alguma a
levaro a um abismo insondavel. (Moito bem.)
Tenho dito.
Vai mesa, lido, apoiado e entra em discus-
so o seguinte requermento.
Requeiro que o Exm. Sr. presidente da assem-
bla, noraeie urna commisso de sele membros
que com a commisso de fazenda e orcamento,
reconsideren! o projecto de orcamento co'mo pas-
sou em segunda discusso, e proponham as me-
didas necessarias para baoilitar o governo a fa-
zer as despezas de modo a evitar o dficit que
sem duvida infallivel pelo que tem occorrido, de-
pois que foi apresentado o mesmo projecto.Sou-
za Reis.
O Sr. Rufino de Almeida : Sent profundt-
apreciar convenientemente o projecto, posta ter
elle urna solugo baseada na justiga ; e nao pode
aceitar o alvitre lembrado peto nobre depiahdo,
de deixar apreciago da* materia para terceira
discusso, por isso que teme, que as&im como na
primeira passa o projecto quasi qoe desapercebi-
do, passe na terceira, e seja convertida em lei.
Vai mesa e approva-se o seguinte requer-
mento : ^
Requeiro o addiamenlu do projecto em disens-
8o por 24 horas.Theodoro da Silva.
Encerra-se a discusso, e posto i votos o pro-
jecto, approvado, bem como o artigo additivo
sendo regeittdo o addiamento.
Dispensa-se a intersticio para ser dado o pro-
jecto para a ordem do dia seguinte.
E' approvado em segunda discusso sem deba-
te, e tambera dispensado o intersticio para ter
dado para ordem do dia o projecto ti. 48.
Piimeira discusso do projecto n. 45.
Approva-se sem debate.
Primeira discusso do projecto o. 47.
Approva-se tem debate.
Terceira discusso do projecto n. 29.
Sr. Souza Reis offertce diversos additivos
faca, para wr arrancado e levado pelti Artas, cor- para serrirem de base ao contrata.
gamento em segunda discusso, nao deve-se re-
mette-lo a nma commisso, para emittir o sen
joizo sobro aquillo mesmo que a maioria da casa
tem discutido, emendado.e volado.
As difficuldades financeiras da provincia nun-
ca foram esqoecidas pela assembla. Todos vi
ram que essas difficuldades ero sempre lembra-
das quando se diseutiam cada um dos arligos do
orgamento, entretanto aa omnvendas que consig-
navam augmento de despeza, iam sendo votadas.
Em seu modo de entender, o melhor arbitrio
seguir-te, a vista do que acaba do ser dito por
um dos membros da commisso de fazenda e
que nao astranbo oenhum dos 9rt. deputa-
dos, tralar-se do orcamento em 8.a discusso
e esperar-ae que assembla em aua sabedoria-
proponna oetsa occasio as medidas que julgar
necessarias, convenientes para remediar-se aos
obstculos, a embaragos kque existem.
E' tala o ten parecer, i casa decida o me-
lhor
Julga-te a materia discutida, e o requermen-
to posto a votos, approvado.
O Sr. Presidente nomea pan coroptr a eom-
miitio reqatrida oa Sn. Fenolan, Hawai Por-
telle, Symphronia, Luiz Felippe, Cintra, Brito
e Theedoro da Silva.
ORDEM DO DIA.
Eotrt am segunda discusso o projecto n. 49
deste tono.
Art. 1. o presidenta da provincia fica auto-
rltado t conceder i Scolt Wiison & C.. o privile-
gio pare, por si ou par urna corapanhia, estabe-
lecerem a navegaeao para pequeos barcos va-
por nos ros Capibaribe e Beberibe, com o fim
de transportar paastgeiros e raercadorias e rebo-
car canoas e alvarengas ; podendo egual servigo
estender-so bacia do porto do Recite, respeila-
dos os direitos adquiridos pelas coropanhias Per-
nanbucana e Vigilante.
E' lido, apoiado, e entra em discusso o te-
gainte substitutivo:
O presidente da provincia fica auloritado a con-
ceder a Scot, Wiison & C, um previlegio, por
espago de dez tonos, para, por. ti ou por urna
companhia, estabelecerem um servigo de nave-
gacao vapor com o fim de prestar rebocagem
s canoas e alvarengas quedo porto do Recite se
encumbem da carga e descarga dos navios,
Juiga-se a materia discutida, e o subslutivo
approvado.
Entra em discusso o seguinte :
Art. i.' Dentro do praso de 18 mezes depois
da assignatura do contrato,ot concessionarios se-
rao obrigados comegar o servigo da navegago,
sob pena de ficar sem effeito o privilegio.
Solidos, spoiados e entrara em discusso os
seguintes aditivos :
Pica igualmente, autorisado a conceder
Antonio Luiz dos Santos um outro previ-
legio por espago de 20 annos para estabelecer
a navegago vapor, nos ros Capibaribe e Be-
biribe para transportes de passageiros.
Dentro do prazo de 18 mezes depois da assig-
tura do contrato, os concessionarios sero obri-
gados a dar comeco a navegaeao, sob pena de
ficar sem effeito a coneesso.
(Continnar-se-na.)
REVISTA DIARIA.
Achsm-se em exercicio mensal nos seguintes
estabelecimentos de caridade os mordomos da
Santa Casa da Misericordia, que seguem nomea-
damente:
Dr. Manoel Feneira da Silva, no hospital Pe-
dro II,
Jo3o Pinto de Lemos Juuior, no hospital dos La-
zaros,
Antonio Carlos de Pioho Borge?, na casa dos ex-
postos.
Terga-feira, depois do meio-oia, na roa das
Aguas-Verdes, recebeu urna mulher ahi mora-
dora urna facada sobre o peito direito, que Ihe foi
atirada por um individuo, que suppoe-se ter sido
amasio da mesma.
Eslava ella janella, quando passando o refe-
rido sugeito, correu-lhe a facada, que por elici-
dade apanhou-a de leve, e poz-se ao fresco ao
seu salvo ; porque a propria lerida nao deu o me-
iior signal de have-lo sido.
- Pelo ministerio da agricultura, commercio
e obras publicas foram uoraeados para fiscal da
obra da ponte de ferro, que tem de ser construida
do thealro de Santa Isabel para a Boa-Vista, o
engenheiro Martineau ; e para adjunto do Io in-
cumbido especialmente da fiscalisago da mesma
obra o engenheiro Joaquim Pires Carneiro Mon-
tciro.
Foi marcada por esse trabalho a gratilicaco
mensal de 2009.
Acha-se nomeado o tenente Ueoriqu Ti-
berio Capistiano para recrutador na freguezia de
S. Pedro Martyr de Oliuda, e no curato da S da
mesma cidade.
O corredor do Bispo pela grande quantidade
d'agua all estagnada, est em condiges de qua-
si iotrausibilidade para quem anda p.
Esses transentes ach-m-se na colliso de que-
rendo evitar a agua, cahirem na lama ; de modo
que ainda por all se passa, porque mandou-se
do quartel do 9o batalho collocar urna fieira de
lijlos em toda a extenso para poderem transi-
tar os ofliciaes; e desse pas sado o publico, apezar dos lijlos referidos acha-
rem-se j submergidos.
Seria pois conveniente que se desse sahida ou
escoamento taes aguas, para facilitar a viago
publica.
Devendo em breve fazer-se o contrato para
o fazimeoto da ponte que subslitua a actual de
communicago enlre os bairros de Santo Antonio
e Recife, seria conveniente incluir-se a clausula
de preparar-se um passadigo para o transito de
peoes, vislo como a outra que temos nao pode
comportar o de carros e cavallos e o de pessoas
de p. E' urna dessas obras de absoluta necessi-
dade para a nossa populaco, com especialidade
os membros do commercio, que no Recite pos-
suera suas casas de negocios.
Chamamos a attengo dos nossos leitores
para uro apello do Sr. cnsul da Repblica Ar-
gentina, que vai transcripto em outra parte desle
Diario. Compenetrado da miseria que acerca de
prseme nessa parte dos subditos do paz que re-
presenta, elle invoca o auxilio das pessoas cari-
dosas para concorrerem com suasquolas em be-
neficio das iofelizes victimas de Mendoza, sub-
mergida por occasio do terremoto, que alli
houve.
Do intimo d'alma desejamos sejam coroadosos
esforgos do Sr. Amorim, com aconsecugo de
obra to meritoria.
Passageiros do vapor nacional Persinunr/o,
vindo da Granja e portos intermedios :capilo
Severiano Uaodeira de Mello, Antonio Dantas Cor-
rea de Medeiros, Mauoel Sdlustiaoo de Medeiros,
Joaquim Jos de Magalhes, Joo Rabello, Joa-
quim de Souza Mais, D. Antonia Mana da Con-
ceigo, D. Rosina Esteves Alves. Carlos Esteves
Alves e 2 menores, Joaquim Luiz da Paz, Jos
Feliz do Reg, Jos Pinto de Souza, Francisco
Flix do Reg, Nuno de Seixas. Jos Nunes de
Paula, Joo Velff, Thereza Mara de Jess e 2
neias, Jos Gomes de Amorim. Pedro Soares de
Amorira, Eufrasio Alves de Oliveira Jnior, An-
louio Jos de Oliveira, Jos Cassiaoo d'Assump-
gao, Manoel Theodorico de Moraes, Jardilino Fa-
Dricio de Souza, Jos Joaquim Alves de Miranda,
Manoel Freir de Mello, Anlonio Ferreirs Antu-
nes, Joaquim de Souza Ribeiro, Agostinho Mar-
liosMoreira, Manoel Felippe da Silva, Augusto
Carlos R. de Miranda, alferes Domingos Pereira
da Silva, sua senhora e 2 Glhos, Marcelino Gomes
de Azevedo esua senhora, Luiz de Sena Moniei-
ro, o escravo Euzebio.
Passageiros da lancha nacional Flor do Rio
Grande do Norte, sahido para o Rio Grande do
Norte : Estaneo Manoel de Oliveira e Joo de
Arruda.
Passageiros do hiate brasileiro Santa Anna,
sahido para o Aracaty :Manoel Themoleo, Mar-
tras Jos de Souza, Jos Martins de Souza.
Foram recoihidos casa de detengo nos
dias 3 e 4 do corrente, 6 horaens e 1 mnlher; li-
vres 2, escra vos 5 ; a ordem do Dr. ebefe de po-
lica 2, inclusive a parda Perpetua, escrava do
vigario Camillo Fortunato de Mendonga ; a ordem
do subdelegado de Santo Antonio 2, que sao
Marcolino, escravo de Justino Honorato, e Luiz,
escravo de Fraocelina Odocia ; a ordem do de S*
Jos 2, que sao os escravos Antonio e Joo, am-
bos africanos, este de D. Anna de tal, e aquelle
de Domingos Guimares.
Mataooi na publico.
Mataram-se no dia 5 do corrente, para o
consumo desta cidade lOOrezes.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSO EXTAORDINARIA DE 13 DE MAIO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Cesario de Mello.
Presentes os Srs. Reg, Dr. Henriques da Sil -
va, Mello, Maia r Barata, faltando sera causa
participada os mais senhores, abre-se a sesso, e
lida e approvada a acta da antecedente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Exm. presidente da provincia,
declarando, em resposla ao offlcio desta cmara,
de 8 de abril ultimo, que em data de 7 do cor-
rente se dirigir ao superintendente da estrada
de ferro, afim de aterrar, ou esgotar as aguas et-
tagnadas no lugar de qoe trttou a mesma cma-
ra.Ioleirada.
Outro do mesmo, dizendo em resposla ao offl-
cio dettt cmara de 25 de abril ultimo, que ex-
pedir ordem ao 3o juiz de paz do 1* distrelo em
esercicio da freguezia de Santo Antonio desta ci-
dade, para fazer reuuir quanto aotesa respectiva
johta de qualificago, rlm de se proseguir nos
demais leemos da lei.Inteinda.
Ootro d" mesmo, enviando o requermento qoe
fizeram os guardas flseaes desta cmara assem-
bla legislativa provincial, pedindo augmento do
seu salario, flm de a mesma amara o informar,
cano ratolrera a referida usemWa.Que ein-
?2SM* C*ID8ri "chl qoaM Paliciootros
nao stuo bem pagos com o ordenad aue leero
tanto mais fardando-te elles sua custa mas
que o estado actual do cofre municipal nao oer-
mitte augmento de despeza. *
Outro do mesmo, remetiendo, para a cmara
informar, costa resolveu t assembla legislativa
provincial, o requermento de Basilio Alvares de
Miranda Varejo, eoderecado mesma cmara
Que se ouviata ao advoaado.
Outro do cidao Jos Pedro das Heves, par-
ticipando tchar-se no exercicio da subdelegan
da freguezia do Recite, na qaalidade de le sup-
plente.Inteirada.
Ouiro do contador desta cimart. ptrlicipando
que a verba de despeta cam o expediente e im-
pressoes. achava-seesgotada, e at excedida na
quaolia de *4875.Addiado.
Outro do fiscal desta freguezia de Santo Anlo-
nio, fazendo ama consulta sobre a dispesigao da
postura de 13 de fevereiro ultimo, que permita
a conslrucgo d'aguas furladas. Que se ouvisso
ao engenheiro.
Ouiro do mesmo, informando que a casa n. 35
outroran. 33, da ruada Praia, fra oceupadi
com armazem de carne tecca, terrera, e depois
comi tverna .tendo nesta succedida o peticiona-
rio Pedro Jos da Costa Caslello Braoco, quo es-
lava assim no caso de pagar o imposto, que a
mesma caaa deve desde que nella houve Uver-
na.Uefeno-s nesie sentido.
Outro do procurador, enviando os balancetes
da receita e derpeza da cmara nos mezes de
margo e abril ultimoA' commisso de polica,
Outro do procurador, informando achar exces-
sivo a quantia de 140, que pede Manoel Figuei-
rOa de Fa.ias pela impresso dos exemplares do-
relalono. balango e orgamento desta cmara, por
ter elle feto o mesmo trabalho o anno passado
por 80$, parecendo-lhe que esta mesma impor-
tancia se Ihe devia pagar agora, sem se Ihe fazer
njusliga.Que o procurador pagasse a quantia
pedida, visto nao ter precedido ajuste.
Outio do engenheiro cordeador, informando
ser verdade eslar marcada na planta da cidade
urna ra de cera palmos em parte do terreno, que
possuem na ra da Aurora, e de que pedem n-
demmsagao o Dr. Joaquim Aotooio Carneiro da
Lunha Miranda e Araenio Anlonio Carneiro da
Cunta Miranda.Despachou-se que os peticio-
narios apresentassem o titulo de aforamento de
terreno.
Outro do mesmo. fnviando o orgamento para
o aterro da estrada do maladouro, em toda a su*
extenso, desde a ra Imperial al o dito mala-
douro, e na largura de trinla palmos de leito
"ocSl0 c'nco pm ,a,ude- importando em
<: I 03450.Que fosse em praca.
Outro do Usial supplente em ejercicio do bair-
ro do Recife, communicando que tanto o pare-
dao do caes de Apollo entre as duas poetes, co-
mo o cano de esgoto que conduz da travessa da
Senzalla Velha para o raesrao caes, e as rampas
da ponte nova, e do porto das candas, se acham
arruinados, precisando de promptos reparos.__
Que se levasse ao coohecimento do governo da
provincia para providenciar sobre os reparos.
Despacharam-se as peliges de Anlonio Car-
neiro Leao, Benlo Jos da Costa. Christovo San-
tiago do Nascimento, Claudio Jos de Araujo
Domingos Jos Ferreira da Silva Pereira, Deci
de Aquioo Fooseca, Domingos Antonio Villaca,
Dr. I-rancisco ongalves de Moraes, Henrique
GDson, Joaquim de S Lopes Fernandes, Joaquim
Antonio Carneiro da Cuoha Mirania e outros
coronel Luiz Jos Ferreira, Manoel Figueirdi de
I-ana. Manuel Antonio de Jess, Manuel Ignacio
da Silva Teixeira, Pedro Jos de Barros {2| Rc-
mualdo Antonio do Sacramento, Vicente Ferreir*
da Silva, e levaniou-sea sesso.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario, a subs-
crevi Henrique da Silva, pro-presidente.Re-
g.Barata de Almeida. Leal Seve.Mello.
DIARIO DE PERNAMBUCU.
A assembla provincial approvou honlem o se-
grate requermento do Sr. Souza Reis : requeiro
que o Exm. Sr. presidente da assembla nomeie
urna commisso de sele membros que, com os
da de fazenda e orgameoto, reconsiderem o pro-
jecto do orgamento como passou em 2a discus-
so, o proponham as medidas necessarias para
habilitar o governo a fazer as despezas, de modo
evitar o dficit, que sera duvida infallivel pelo
ue lera occorrido depois que foi apresentado o
mesmo projecto.Souza Res.
Foram nomeados pelo Sr. presidente os Srs.
Feneloo, Nascimento Portella. Symphronio, Luiz
felippe, Cintra, Theodoro Silva e Pereira de
Brito.
Approvou : era 2a discusso os nrojectos ns.
39,45 e 49 ; em 3 os de ns. 30 e 48 ; em Ia os
de ns. 34 e 51 ; e em 4a as emendas offerecidas
ao de n. 29 o ao orcamento municipal, sendo ape-
nas regeitada as duas seguintes :
Os fiscaes do Pogo e Afogados percebero
iOOJ) de ordenado e 2003 de gratilicaco. Luiz
relippe.
Ao 2 do artigo 2.A porctjntagem do pro-
curador fica reduzida 3 .Luiz Felippe.
A ordem do dia : cootinuaco da antecedente,
e d discusso dos projectos ns. 12, 45 e 49 do
corrente anno.
O vapor Pertnunga entrado honlem dos portos
do norte de sua escala, apenas nos trouxe a se-
grate correspondencia do Rio-Grande do Norle;
nada, porm, tendo havido as demais provincias
digno de mengo :
J por l hade saber, que deixou a adroinis-
tracao desta provincia em o dia 16 deste o Sr. Dr.
los Benlo, entregando as redeas da mesma ao
3 vice-presidente o coronel Antonio aldino da
Cunha, que por sua vez enlregou-as no dia se-
grate 17 ao Exm. Sr. Dr. Pedro Leo Velloso.
Como se acontecer, concebem-se multas espe-
rangas da nova administrago de S. Exc, que por
fortuna sua e nossa at esta dala aiuda^no deu,
seno provas de estar premunido dos melhores
sentimeotos de justica, e do desejo sincero de
promover o bem da provincia, confiada sua in-
telligenciae illustrago.
O Sr. Jos Benlo deixou aqui amigos e des-
affectos ; mas lodos fazem justiga aos seus senti-
mentos de honestidade: se fez alguma injustiga
(o que ainda nao est plenamente provado), se
alguma vezdeclinou de sua imparcialidade. se se
intromefteu iodebitamente as eleiges, pelo me-
nos cabe-lhe a gloria de nada haver faito de m
f, nem pan promover interesse pessoal.
Quando'a posteridade o julgar, ella sem du-
vida o absolver de algum pequeo erro, em que
por ventura cahisse, em altengao dos muitos acer-
tos, que praticou.
No termo do Cear merim deu-so uttima-
meole um assassinato bem lastimoso por causa
do motivo frivolo, que o pretextou. Indo um su-
geito cobrar de oulros uns vintens, que este Ihe
devia, e nao o encontrando em casa, e sim a sua
mulher, teve com esta urnas razes por motivo
dessa divida, e retirou-se. Chegando o marido
casa, e sabendo de sua esposa a allercago, que
houvera. nao teve lempo, seno em quanto pas-
sou mo urna espingarda que linha, e sahio :
d ahi ha poueos minutos jazia estendido morto
em seu rogado, onde trabalhava, o infeliz cre-
dor. Ignoro os nomes dos representantes dest6
drama.
Qutndo se prohibe o uso do bacamarte cer-
ta classe de pessoas, queixam-se estas da cruel-
dade da polica, que Ihes tira o instrumento, com
que matam um bichinbo para darem de comer
seus innocentes filhiohos : o que certo porm,
, que as mais das vezes esse bichinbo um ci-
dado til, um pai de familia pressuroso, quan-
do nao a propria autoridade constituida.
No da, em que tomou posse o Exm. Sr.
Dr. Leo Velloso, salvando a fortaleza dos Santos
Reis Magos, aconteceu disparar urna pega, e le
rar um brago ao soldado, que a carregava, o
qual, para maior mal anda cahio da muralha na
rampa ; oque o ia acabando de matar : escapou
porm, e j se acha em restabelecimento : o
segundo que temos nesta cidade com este de-
leito, haveodo j um que perdeu ambos os bra-
cos.
Est aberto o jury de S. Gongallo, quo
preside o juiz de direito desta comarca.
Continua trabalhaodo mais ou menos regu-
larmente a ssembla proviocial, j le nao falla
em seu adoiameto, e sim em sua proroga-
go, para aliviar com o subsidio, que est re-
cebondo o cofre da provincia.
E* mallo natural, que o, Exm. Sr, Dr. Leo
Velloso, quero se nao pode ainda rasoavel.a
honestamente fazer opposigao. cantiga deste
corpo as leis de qoe necessita, para fazer o bem
da provincia.
Nao pode ser mais propria, para o Sr. Leo
Velloso, do que a qaadra actual, em que S.
Exc. Telo governtr o Rio Grande do Norte : dis-
V


s
r iniiwii
.b.
BUflK) M HOM*9MO A OOUfTA FEHU 6 f* JODHO M,8*1.
P**^SaKif to,,os 0f espiritas Jara a pac;
aMeoiWa reuoda sato opposicao, abundancia
raeaeM frumenticios pana lar tura, alegra
a 1*5: Som Mle8 olemantos bem aproveita-
dos pode S. Exc. Tencer a erige do cofre pro-
?ocial, maotera paz, e socego publico, o tornar
8 on* ,ua administracin.
E' iato jusiamente o que en lhe desojo ; eu
aiospaihia, o meu respeito, e a mais perfeita es-
cuna. r
Communicados.
Varila.
Fallo borneo de- seaso, nem expenderei
omitas patarras para convencer da grvida de des-
te fligello, que varila rabe se chama, e da ef-
ficacia experimentada do sen potente preserva-
tivo, a vaccina;o : deixo pois de fazer tambem
a apologa desta ultima, bastando os sigoaes es-
tilsticos sobre as epidemias de bexigas diminuidas
na nossa provincia depoisda inlreduccao beueOca
a vaccina. (1) Out.o argumento bem mais impor-
tante nos espera, aquellas de procurat os meios
aflm de popularsar lo benfica providencia an-
da entre ni rauilojcontrariada. (2) As opposicoes
suscitadas contra os primeiros introductores da
jaeeina no nosso estado, nao cessaro.pefo mudar
dos lempos, em oppor-se ao pbilaotrapicj deseio
doi mdicos exereeotes hoje naa diversas pro-
vincias do imperio, osquaes posto que mal re-
tribuidos naodeixam de promover por lodosos
modos este ramo importante do publico servico
sanitario. Mas longe est ainda a meta, qual
so se poder Chegarquaodo o governo ahi pres-
tar obra efltcaz; e oem secreia j que damos aqu
orno causa da pouca diffuzo dd vaccioa na nos-
sa proviocia a inercia do eu proveder : as cau-
sas desta relaxarlo sao bem outras ; e que se
podem formular uas seguimos : 1 falta de m-
dicos em muilos pontos da provincia, 2o mesqui-
nhez dos seus estipendios, 3o hita de syndicos.
4 nJifftfreaQa noi genitores, 5o consequeoles
dilculdades de ler viva a vaccina, 6o facilidad
cora a qual se Ilude a lei. Os meios cora os quaes
se pode ir ao encontr de semelhantes causas
podenam a alguem parecer muilo facis com tan-
to que fossem assignados por urna lei rigorosa.
O cunselho superior de saude deveria ter-se oc-
cupade de ura projecto de lei spplicaodo reme-
dios a cada urna das causas supraciladas; isto ,
1 Fstabeleciinento de part ios mdicos com re-
tribuido em proporco das vaccinas aos pobres.
2o Sejam estas pagas feilas a custa dos'cofres
municipaes. 3o Depois de ura ceno numero de
annos de servico possam conseguir urna jubila-
Sao. 4o Os nao vaccioados, e aquelles que nao
soffrerarn anda a varila verdadeira sejam ex-
cluidos das escolas. 5o Nos registros do esta-
do civil se note a vaccioaco. 6o Os mdicos
transmutara ao delegado vaccinador do districto
a nota dos vaccioados, T Oestribuicao de pre-
mios aos vaccinadores mais distioelos. Un con-
selho provincial de associago medica deveria
seriamente reflcctir sobre o argumento da vacu-
narlo, e sabias proposices o seriara resultado des-
tas doutas reunioes. Para nao indica-las urna por
urna, me limilare era apontar alguns preceitos,
os quaes deixo ao senso do legislador se quizer
que esta questo tome ura posto as leis que ti-
terera de manar das aaseroblas.Estas regras,
se nao sao totalmente originaos, merecer com
ludo de ser tomadas em considerarlo, porque sao
confirmadas pela experiencia dqs paizes cultos:
sena pois a desejar-se que em silencio a le or-
gnica os municipios as adoptassem.
Io. Nos regularaeotos dos partidos mdicos se
comprehenda entre as muitas obrigacoes do me-
dico aquella tambem de vaccinar: gose o mes-
mo alera do modesto estipendio, de urna nao
menos modesta retribuico para cada vacei-
nafo.
2o. De qualquer operajo conseguida se faca
constar em livro apropriado, que servir para'a
expedirlo dos CerliQcados, e ao mesmo lempo Q-
car archivado^ nos municipios.
3o- Em 1850 a academia do medicina de Paris
em opposigo dasopioies inglezasiovocava que
aos meios de persuaso se unissem aquelles da
torca. Depois pooessem conseguir at um certo
ponto as persuasoes dos parocnos e de ouiras
pessoas valiosas a exercitar urna influencia so-
ore as popuhcoes.
4o. Se publique em todo o municipio nota dos
morios de bexigas;
5o as occasios de casamento se reclame o
certificado de vacuna dos conjuges.
6." Se observe que a vaccina nao venha a ser
executada seuo por pessoas professiooaes reco-
nocidas capazes (3).
7. Este preceito appoia-se nao s sobre a ne-
cessidade de obviar aos inconvenientes que po-
dem nascer no acto da operario se exercilada
for por um ignorante, como tambem para asse-
gurar-se do seu feliz resultado, porque muitas
vezes acotjlecc que ao apparecer das bexigas n'um
vaccinado se culpe injustamente de ineficacia a
vaccina (i).
Se tem pretendido tambem que esta enfluencia
se perde com o lempo, e que por isso convero
que deoois d'ura determinado numero de annos
se proceda a revaccinacao: ter-se-ha esclarec-
ment solare este ponto pelas elucrubaces dos
sabios. Pjromova-se entretanto urna bem orde-
nada Vccinago: sobre a sua utilidade desap-
parece a duvida.
S.
Necrologio.
Garanhuns, 20 de maio.
Mais urna existencia riscada eternamente do li-
vro dos vivos I
No dia 16 do correte falleceu instantnea-
mente nesta villa Manoel de Carvalho Furtado.
A apoplexia fulminante, este agente da morte,
qae de emboscada vai de lempos em tempo9cei-
faodo vidas preciosas, acaba de desfechar sobre
tao disiincto cidadao golpe seguro e fatal.
Em alguns segundos era cadver, sem que seus
numerosos e dedicados prenles e amigos podes-
sem, com os tristes recursos do lugar, salva-lo
a urna morte certa !
Tuina soado a hora.
Manoel de Carvalho Furtado era a dedicarlo e
a amizade encarnados; esposo modelo e cidadao
prestimoso, elle foi sinceramente praoteado por
todos que o praticaram ou ronheciam seus nota-
vei predicados de homem honrado e christo.
Filho legitimo de Francisco Manoel Furtado e
Maria das Neves Fui lado, j fallecidos, elle sem-
pre desemponhou com istincgo as obrigacoes
de bom fllho, recebendo sollicito a educaco mais
ou menos limada que lhe poderam dar seus hon-
rados pas.
Dotado de prestimo ioconteslavel e tlenlos
naturaes. occupava-se no ro das causas dos
seus amigos, ou de pessoas desvallldas, preeo-
chendoesse lugar com recoohecida probidade
inteireza e geoerosidade.
Nao era r]tco por que era generoso___
Alliado na familia dos Soulos das Frecheiras,
sua esposa era o seu dolo eseus Olhos, seusan-
jos; amava-osexcessvamente, e ainda assiro, os
seus irroaos erara os seus desvellos; elle curava
das suas familias como sua propria.
Typo da amizade, Furtado daria a vida por um
seu amigo. Nunca naquella alma aoinhou-se a
a perfidia e a deslealdaae.
Por algumas vezes occupou com severa digoi-
(lj ViJe as iuformacoes estilsticas do conse-
lho de hygiroe publica, e as actuaes do prove-
dor da vaccina.
(2) He bom que os incrdulos saibam que na
frica enire os mouros se fazem vaccinir se-
ment as mulheres; oois era a varila poupa
estas entretanto que langa estragos entre os ho-
mens.
(3) Veggeler narra o caso d'um cirurgio, o
qual lendo vaccinado individuos em 10 familias
vio as pstulas degeneraren] em ulceras syphi-
lilicns. O vaccinador tioha tomado a vaccina
do um menino afTectado de erupco syphilitica.
Os vaccioados tivram a fortuna de ticar ao mes-
mo tempo engallicados.
(4) E como com effeito no Rio Grande do Norlo
temos um exemolo bem palpitaote succedido ha
quatro anoos. Parle em commisso do presidente
dait para saccinaro povos do interior.que esta va m
seodo assolados pelas bexigas, um pseudo medico
tJom a sua chegada, e depois de ler dado raaos
aos trabalhos o mal enforeceu-se, e a morlanda-
de crescia espantosamente; e indagando-so a
causa soube-se que o donlo vaccinador eslava
vaccinando com aserradura onde vinham enca-
mados os lobos vaccinieos, molhada com agu;
e oa sua volta capital se veriQcoa que os tubos
?stavam intactos! E o culpado deasas embace -
de las ? Dican t Padnan
dade no Iribunal do Jury a tritana do ergio di
justica publica, e era eniao qur se aprecia nii
talento pouco cultivado.
Nao era ocioso; homem nimiamente tribalha-
dor, oinguem precisou delle, como de coadjova-
gao para oegocios sempre lcitos, sempre honestos,
que por indolencia ou ineplidvo nao fosse satis-
factoria mente servido.
Quem demandou delle um auxilio, que ouvisse
umnao?
Hoje do bom Furtado s nos restim saudosai
reeordagoes, pungentes saudades:
O pranto de urna esposa desolada :
A urphandadede quatro innocenlinhos.
P. D.
Poblicagoes a pedido.
-r
w
Instituto ou Gabinete Portugnez ?
Consta-nos que urna idea luminosa, gigantesca
e magoiQca, surgir era frontes que muilo se oc-
cupam do ergrandecimeoto artstico, scienlifico e
Iliterario, desta trra e de Portugal. Essa idea a
do corpo collectivo Gabinete Portugusz de Leilura
que, como na esphera da razo humana, que por
algum lempo se traduc pelo fado pelo eniendi'-
menl+e pelo amor, a proporco que a razo
sensivel, intelligente e hvre : assim a idea que
ora domina os athlelas daquella iostiluicao pode-
rosa em nossos anaaes Iliterarios, rae passar do
faci ao efitendimento, da sensibilidade a t'nef-
Ixgencxa.
0 Gabinete Portuguez era Peroamboco, com
um semelhaote oome acanhido, estrello seoao
pouco digno de urna nago, de urna instiluicao
Iliteraria, aps ura tirocinio fecundo e opulento,
nao pode, e era deve mais conservar o seu oome
improprio de camarim, guari pequeo,quer lhe
procuremos a etymologia do francez, quer do
portuguez, quer eraflm do latim, codms. Entre-
tanto a palanaInstituto Litterario Portuguez,
como nos consta ser o novo nome escolhido pela
illustre associacao que preside os destinos Ilite-
rarios dos Portuguezes e Brasileiros em Pernam-
buco, a revelacao de um designio, assumplo ou
tnteno, mais ampio, mais fecundo, mais magni-
fico : a associacao da idea dos institutos de
Franca ou Bolonha emfim o enlendimento a
sobrepujar a sensibilidade na ordera das faculda-
des, a esphera do futuro radioso e ampio es-
phera do limitado e estreilo.
Fazemos votos para que no aoimo de todos os
memoras de lo illustre corporagao se calem as
objeccoes sophislicas, que rojem por trra as eco-
nomas indecorosas, as animosidades egosticas,
e que o Gabinete Portuguez de Leitura era Per-
nambuco, com uno nome mais expressivo, com
um Um n18'8 ampio, com ura desuni mais santo
e oeo, como oque representa o Instituto .lite-
rario, incete a sua carreira gloriosa e esplendida,
aooiada pelos bragos poderosos dos iotelligentes
directores, e pelos votos sin jeras, ardentes e en-
tendidos, da opinio sensata e illustradi.
Proseguiremos mais tarde acompanhando o
desenvuivimeotoda mago fioa idea do Instituto
Luterano Portuguez em Pernambuco.
Recite 4de junho de 1861.
Um Accionista.
Lista dos citlados quahfieados guardas
nacionaes, para o servico activo do
terceiro batalhao da guarda nacio-
nal do municipio do liedle no anuo
de 1861.
Antonio Peres Ferreira.
Anto do Sacramento Rosa.
Antonio Ferreira Duarle.
Antonio Alves da Rocha Cmara.
Antonio Jos Ferreira.
Antonio Hennques de Souza Gomes.
Antonio Josd'Oliveira
Andr Pacheco Vieira.
Antonio Prisco de Franca e Mello.
Amancio Ferreira Mondes.
Antonio Jernimo dos Santos.
Antonio Joaquini Ferreira.
Antonio Jos Pereira Jnior.
Antonio Pereira da Silva.
Antonio FeraandesTeixeira Rosal.
Antonio da Silva Azevedo.
Allongo Peixoto da Silva Cavalcante.
Augusto de Lemos Duarte.
Aoiouio Correia de S.
Alhaoaaio Luiz Alves.
Antonio Lenidas Fernandes.
Antonio Constantino da Silva.
Adrio Borges Ucha.
Amancio Hodriguea Seixas.
Augusio Carlos de Souza Magalhaes.
Antonio Procoi.io dos Santos Correia.
Augusto Claudio Uonteiro Clao.
Adolpho de Siijueira Lobo.
Aotunio Jos Ferreira.
Antonio Augusto de Souzi Navarro Lins.
Alexandrino Gomes Brrelo.
Antonio Ribeiro d'Araujo.
Anacleto Pereira do Bomfim.
Antonio Francisco da Silva.
Antonio Pereira da Silva.
Amaro Gomes de Lima.
Antonio do Rosario e Silva.
Antonio Carduzo o'Oliveira.
Antonio Manoel Teixeira Jnior.
Antonio da Silva Queiroga.
Autonio Elisio Aniunes Ferreira.
Antonio Machado Viaona Jonior.
Antonio Augusto Maciel da Costa.
Augusto Ferreira Martins Ribeiro.
Alfredo de Barros Cavalcante de Lacerda.
Augusto dos Santos Mello.
Antonio Bernardo Carneiro Monteiro.
Arcelino Jos de Lima.
Antonio Nunes de Oliveira.
Augusto Taylor.
Antonio Ignacio Pereira da Rosa
Alexandre Correia da Silva.
Antonio Felippe Rodrigues de Souza.
Amaro Jos Pereira de Paula.
Aulooio Rodrigues, de Souza.
Antonio Jos Teixeira Lima.
Antonio Jos de Figueiredo.
Antonio Ferreira da Silva.
Antonio de Souza Oliveira.
Aotunio Ferreira aos Santos.
Antonio Philadelfo Pereira Dutra.
Antonio Cezar Ramos d'Oliveira.
Antonio d'Oliveira.
Antonio Ramos.
Alfredo d'Albuquerque Martins Pereira.
Amonio los da Silva.
Abilio Gomes da Silva.
Aniceto Borges.
Alexandrino Carolino da Paixao.
Antonio Paulino Cavalcante.
Adolpho Roberto Cooper.
Agostinho Tiburcio de Santa Asna.
Amonio Bernardo dos Santos.
Antonio Pereira Bastos.
Angelo Joaquina da Costa.
Antonio Martins do Rio.
Augusto Higiuo de Miranda.
Antonio Pereira Mendes.
Antonio Euzebio Borges.
Antonio Gomes de Mallos.
ArMim Jos ds Cosa Carvalho.
Aureliano Francisco Correia d'Oliveira.
Aulooio Galdino da Luz.
Antonio Joaquim de Santa Anna.
Antonio Jos d'Oliveira Braga.
Angelo Custodio d'Oliveira.
Antonio Jo> dos Anjos.
Antonio das Chagas Ramos.
Amaro Luiz Jos.
Antonia Teixeira de Barros.
Archanjo Crispiniano de Gouveia.
Audr Alves Bandeira de Lima.
(Continuar-se-ha.
Rendimeuto do da 1 a 4
Idea do dia 5
37:10ttt5
285245414
65 627*039
KotIment da nlfandejra
Volumea saneos com fazeucis.. 183
cora gneros.. 190
Volumea sabidos com fazeudas..
| com gneros..
-------3W
4*0
516
Descarregam hoje 6 de maio
Barca inslezaImogeneforro e carvo.
Brigue hamburgus Julianes fazendas.
Patacho ilalianeEvelino vinbo e drogas.
Brigue portuguezS. Manoel Ifazendas.
Brigue inglezWilliuglonidem
Barca americanaAzeliafarinha e bacalho.
Patacho nacionalSobraleosegneros do paiz.
Brigue ingiezValid irilhoa de ferro.
lmporta^ao.
A escuna oldemburgueza Johann. vinrla de
Hamburgo, consignada a Prente Vianna & C,
manifestou o se^uinte:
8 caixaa meiaa de algodao, 2 barris tinta em
oleo, 1 embrulho amostras; a Schapheitlim AC
lOOcaixas vellas stearinas, 2 ditas chapos de
sol de algodo, 1 dita Amella de la com mistu-
ra de algodao, 1 dita salames, lingoas de boi, pre-
suntos, loucinho. pellos de ganQo, etc., 1 barrica
repolho, 1 caixa amostras; a Jou Keller & C.
25 presuntos, 2caixas salames, 1 dita vinho, 1
dita pedes de ovelha, 1 barrica colla ; s Chris-
tiani & Irmao.
200 frasqueiras e 100 garrafoes geoebra, 100
caixas vellas, 4 ditas espadas, 2 ditas bataneas de-
cimaes ; a D. A. M.
12 caixas raeas de algodao e lencos de dito, 1
embrulho amostras; a Seve A Filhos.
1 caixa amostra ; a M. A. Figueiredo.
50 caixas velas, 5 ditas ineias de algodao, bo-
toes de madreperola, amostras de ferragens, de
perfumaras, etc. ; a Henrique & Azevedo.
15 caixas garrafas vasias, 1 dita caximbos, 4
barricas papoulai.l dita e 3 caixas acido ctrico
cristaluado, dito oxlico, cloroormio., nosmus-
cada, extracto de slcagus precipitado rubro, can-
tarillas em p, kreosote, etc.; a Joo da Silva
Faria.
1 caixa bezerros engraxados ; a M. Joaquim B.
e Silva.
7 caixaa quartinhas, 3 ditas fazendas de seda,
de la, 4 ditas utencilios para escrever, 1 dita re-
logios de ouro, de prata e objeclos de reiogios,
etc., 1 embrulho amostras; a D. P. Wild A C.
4 caixas pallioha raspada para cadeiras, 4 ditas
copos.'compoteiras, garrafas, bulhoes e linteirus
de vidro ; a N. O. Bieber & C.
2 caixas espelhos com gaveta ; a Samuel P.
Johnston.
156 barris pregos, 1.700 garrafoes vasios, 100
barricas e 305 frasqueiras e 200 garrafoes geoe-
bra, 9j caixas e 2 barris vnho, 30 garrafoes e 3
caixas vinagre, 1 caixa perfumara, 30 laboas de
pioho, 1 caixa enveloppe e letras de cambio, 1
caixa espoletas, 9 caixas eapelhos com gaveta, 2
ditas pedras de louza e lapis. 2 ditas cartas de jo-
gar 1 caixa argolas para quadros,7 ditaa paliios
defogo, 49,600 libras de carvo de pedra ; a P-
rente Viauna 4 C.
2 caixas fazenda de laa, 1 dita chales : a Lin-
dera Wild & C.
120 barricas, 100 frasqueiras e 250 garrafoes
genehra. 5U0 ditos vinagre, 1 caixa commedorias
e outros artigos ; a ordem.
4 caixas espingardas, 9 ditas lazarinas, 13 ditas
clavinotes. 1 dita oleo hygienico, 1 dita pentes
de marfira ; Jos Antonio Moreira Das & C.
1 caixa bolacha ; J. F. G Kladt.
1 dita toalhasde mesa, guadanapos, fronhas de
liaho, relogio de ouro, pulseira, alQnele e outras
obras de ouro ; a F. L. Metllerkamp. '
1 caixa urna secretaria de Jacaranda ; a Dam-
mayer & Carneiro.
6 ditas agoardento de cominho, 1 barrica pre-
suntos ; a Gustav Bousset & C.
1 caixa pinceis, 1 barrica trincal, 1 dita raspas
de veado; a B. F. de Souza.
Barca nacional Mariana, vinda do Rio Grande
do Sal, consignada a Manoel Ignacio de Oliveira,
manifestou o seguiole :
10,839 arrobas de carne de charque, 55 couros
vacenns seceos ; a ordera.
IMhabote nacional Artista, viodo do Riopde Ja-
neiro, consignado a Bartholomeu Francisco, ma-
nifestou oseguinte :
60 pecas de cabos delinho, 20 caixas cha, 1
barrica betume, 620 saceos farelo, 125 volumes
barricas vasias. 50 pipas vasiss, 200 caixas sabo,
279 saceos cif, 174 rolos fumo ; a diversos.
Exporta$ao.
Dia 4 de abril de 1861.
Barca porlugueza Sympalhia, para o Porto,
carregsram :
Joaquim Pinto Serodio Jnior, 100 saceos e 2
barriquinhas com 507 arrobas e 3 libras de as-
sucar.
Bailar & Oliveira, 5 couros salgados com 100
ibras e25 barris rom 1,434 medidas de mel.
Brigue inglez Ziska, para Liverpool, carre-
garara :
Johnston Pater & C, 620 saceos com 3,100 ar-
robas de assucar.
Heccbedoria le reodas internas
grerae.s de Pernambuco.
Reodimeoto do dia 1 a 4 4:9118348
dem do dia 5....... 1:09304
COHMERCIO.
6:0049388
Consulado provincial.
aendimento do dia 1 a 4 7:033807
dem do dia 5.......2:767ol50
9:8005957
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 5.
Granja e portos intermedios 9 oas, vapor na-
cional Persinunga commandante Manoel
Rodrigues des Santos Moura.
Navios sahidos no mesmo dia.
Parahiba Brigue inglez Glaucus, capitao
F. Share, em lastro.
Rio-Grande do Norte Lancha nacional Flor
do Rio-Grande do Norte capitao Antonio Jos
da Costa, carga varios gneros.
Aracaty Hiate brasileiro Santa Anna capi-
tao Joaquim Aulouio de Figueiredo, carga va-
rios gneros.
Praca do Recife S de
junho de 1861.
\s tres horas da tarde.
Cotaces offlciaes.
Cambio sobre Londres26 d/ por IgOOO 90 dias
de Vista.
Cambio sobre Paris 366 rs. por franco 90 dias
de vista.
Descont de letras10 0(0 ao annoO
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaraessecretario.
itechuvosa, vento S fresco at as 2 h. 15
os terral.
OSCH.AQA DA HAR.
Preamar as 2 h. 18' da tarde, altura 6,9 p.
Baixamaras 8b. 6' da maohaa, altura 1,4 p.
Observatorio do arsenal de marioha. 4 de ju-
nho de 1861.
ROXANO STEPH.X,
1' teoente.
Editaes.
da- theaoure, de 6 de miio ultimo. Banda tazer
pobik'M, que Qca abrV>, pata o dia 29 de julbo
proxioioaeguinte, novo concurso para preeochi-
mento ua lugares de praticante de alfaodega
desta mesma provincia, comecando os exames s
10 horas da manha sobre as seguintes materias:
I." grammatira di lingua verncula, leilura e
escripia correcta e correnle ; 2 theoria da es-
eripturaQao mercantil por partidas simples e de-
bradas, e suas applicacoej ao commercio, e a ad-
miniatracao de fazenda ; 3." arilbmetiea e suas
applicaeoei ao commercio, com especialidade a
redaicQao dos pesos medidas nacionaes e ea-
aft?*'ros' Mlc,,",de-desoento e juros simples e
compostoe. thaorias d cambios e suas applica-
coes ; 4 nocies de algebra ; 5.a tradueco cor-
recta das lioguas insleza e franceza, ou pelo me-
nos da ultima ; 6.* principioa geraes, de geo-
graphia, de histeria do Brasil e de estatistica com-
mercial.
Aquelles que pretenderen) ser admiltidos ao
conourao, devero previamente ptovar, que leem
18 annos completos de idade, que estao livres de
culpa e pena, e que leem bom comporlamento.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 4 dejunho de 1861.Semodo de offl-
cial-maior, Luiz Francisco deS. Paio e Silva.
O Dr. Hermogenes Scrates Tavarea de Vascon-
celos, juiz muutcipal da primeira vara nesta
cidade do Recife de Pernambuco, por S M. I.
C. o Sr. D. Pedro II, que Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital vinem e
"elle noticia lirerem, que por execo;o de D.
Mana Carolina Pereira de Carvalho contra a vtu-
va e fllhoa de Manoel Carneiro Leal, que corre
por este juizo, se procedeu a penhora na quanta
de 2679020 de principal ecustas contadas uo ros-
to da sentenga, e para as custasque acerescerem,
a qual quanta se acha no deposito publico desta
cidade, pertencente aos executados ; e tendo de
ser dita quanta entregue exequente sao pelo
presente citados os credores incertos dos execu-
tados para no prazo de 10 dias cootados da sffi-
xaco e putilicarai) do presente edital comparece-
r m nesle juizo, atlm de allegaren! a preferencia
que liverem sobre a predita quaotia, sob pena
de ser ella entregue a exequente.
E para que chegue a noticia a todos.'mandei
psssar o presente, que ser aluzado no lugar do
costume raais publico e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 27 de maio de 1861.Eu Manoel
Joaquim Bapiista, escrivao que o escravi.
Hermogenes Scrates Tavares de Vasconcellos.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em i'.umprimento da resolugo da junta da fazen-
da, manda fazer publico, que no dia 13 dejuoho
prximo viadouro se ha de arrematar a quem
mais der o arrendamento dos pedagios das bar-
reiras seguiotea :
Magdalena por anuo............... 6:110^000
Giqui...... .... ............... 5:35lrJ|0t)0
Jaboatao.... .... ............... 3:887000
Caxans------ .... ............... 3.4503000
Motocolomb ............... I:605g000
Tapacur. .. .... ............... I:206j00
Ponte dos Carvalhos ............... 905oO
Tacaruna... .... > ............... 55J000
BuJafy...... .... ............... 550O0
As arremalagoes sero feitas por tempo de 3
anoos, a contar do Io de julho do correte anno,
a 30 dejunho de 1864.
As pessoas, que se proposerem a estas arreraa-
tacoes comparecara na sala das sessoes da mesraa
junta no dia cima meociooado pelo meio dia,
competentemente habilitados.
E p^ra constar se raandou afflxar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 29 de maio de 1861.O secretario,
A. F. de Annunciaco.
._0 Illm. Sr iuspeclor da thesouraria pro-
vincinl, em cumprimento da resoluco da jun-
ta de fazenda, manda fazer publico, que a arre-
matarlo dos predios do patrimonio dos orphos
foi transferida paara o dia 13 de junho prximo
vindouro, lendo lugar as habilitacoes no dia 6
do mesmo mez.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 27 maio de 1861.
O secretario.
Antonio Ferreira da AnouociaQo.
. O Illm. "Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em cumprimento da ordem do Eim. Sr.
presidente da provincia de 22 do corrente, manda
lazer publico, que no da 6 de junho prximo
vindouro peraotea junta da mesraa thesouraria,
se ha de arrematar a quem por menos zer o
contrato dasimpressoes dos batneos, orcamenlos
e relaiorio da inspectora com todos os documen-
tos que o acompanharo, correspondente ao anno
flnanceiro de 1861 a 186, avaliado em......
1:4950000.
As pessoas que se propuzerera a esta arrea j-
tacocomparegam na salla das sesses da junta
no dia cima declarado pelo meio dia competen-
temente habilitadas.
E para constar se raandou afQxar o presente e
publicar pelu Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 55 de maio de 1861.
O secretario,
Aotooio Ferreira da Aununciago.
Directora da iastrucco pu-
blica.
Por esta secretaria, avisa-ae aos Srs. pro-
fessores, e professoras, directores e directoras de
estabelecimentos particulares de instruccao pri-
maria, e secundaria, abaixo mencionado!, que os
seus mappas relativos ao primeiro trimestre do
do corrente anno. ainda nao foram recolhidos a
esta reparticao; pelo que determina o Illm. Sr.
Dr. director geral ioterino, que lhes seja marca-
do o praso de 15 dias a contar da data desta,
para apresentarem os referidos mappas, sob oena
de serem multados na forma do artigo 100 da
le regulamentar n. 369 de 14 de maio de 1855.
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco, 7 de maio de 1861.
O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuq
Nomes a que se refere a relaco su
Alexandre Jos GongaUes de Miranda.
Angelo Francisco da Costa.
B-rnardo Fernandes Vianoa.
Estevao Xavier da Cunha.
F. Francisco de Santa Candida.
Padro Joaquim Nunes de Oliveira.
Joaquim Barbosa Lima.
Jos Antonio GongaNes de Mello.
Jos Antonio Pereira da Silva.
Jos Maria Machado de Figueiredo.
Manoel de Souza Cordeiro Simes.
Manoel a9!ix Alves da Cruz.
Padre Thoraaz de Santa Marianna de Jess Mj-
galhes.
D.Antonia Maria da Rosa.
Alexandrina Candida Gonzaga da Rocha.
> Amelia Eledia Laveoere.
Constanga Perpetua de Lacerda Machado.
Dina da Silva Coulinho.
> Francisca Lina de Oliveira Santos.
Francisca Xavier Carneiro da Cnnha.
Florinda Maria.do Nascimeoto Barros.
Isabel Marta da Conceicao.
Igoez Pereira Guimaraes.
> Joaquina Delflnade Mello.
> Joanna Emilia de tirito.
Joaquina Lourenca da ConceiQfio Luna.
Josepha Claudina Soares Villela.
Maria Martiniana de Campos e Oliveira.
> Mafalda Augusta Pereira.
Maria Josephina Purcell,
Thomazia de Alhahydee Albuquerque.
rsula Alexandrina de Barros.
rsula Amelia de Albuquerque Mello.
Americo Nelto de Mendonca.
Antonio Caetano de Moraes Navarro.'
Antonio de Padua Hollanda Cavalcanti.
Estevao Xavier da Cunha.
Padre Francisco Peixolo Duarte.
Francisco Antonio Cesario de Azevedo.
Francisco Jariolho Sampaio.
Jorge Doroellas Ribeiro Pessoa.
Padre Joo do Reg Moura.
Jos Joaquim de Moraes Navarro.
Joaquim Barbosa Lima.
Conego Joo Chrisosiomo de Paira Torrea.
Manoel Fonseca de Medeiros.
D. Amelia Elodia Laveoere
1). Emilia Fausta Mena da Costa.
D. Maria Josephina Purcell.
D. rsula Alexandrios de Barros.
Deciarae**.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
xeoda desta proriMla.em cumprimento da ordem 0 administrador da recebedoria de rends
internas fax poMico que no correte #.' *
ser pego, livre da multa de 9 0|0 o segal*.10 "8"
mestre do exereicio eorrente, relativo aos iav>',0"
los seguintes : dcima eddiciooal de mo morv'*'
imposto de 20 0|0 sobre lojas, casas de contigo*
cao, dito especial de 809 sobre casas de moris,
"*, cagalo, etc., fabricados em paiz estrae-
gelTo-; e que depois de Godo o referido mez se-
ra* sobrado* eonjuntamente com e reuita.
Recebedoria de Pernambuco 1. de junho de
1861.Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A Illma, junta administrativa da Santa Casa ds
Misericordia do Recife, m entraram de mez no- hospital Pedro II, o Sr. Dr.
Manoel Ferreira da *|va : na casa dos expostos o
Sr. lente coronel Antonio Carlas de Pioho Bor-
ges. e no hospital dos lazaros continua o Sr. Joo
Pinto de Lemos Jnior.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 4 de junho de 1864.0 escrivao, F. A.
Cavalcanti Couaseiro.
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A IIIma. junta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 13 do corrente, pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas sessoes iro praQa para ser arre-
matadas a quem mais der, as reodas da lina do
Nogueira pelo tempo de ires annos a contar do
| de Hho do correle anno a 30 de junho de
1864. Os prelendentes devem comparecer no
lugar, da e horas cima ditas, acompanhados de
seus dadores, ou munidos de cartas destes
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 3 de junho de 1861.0 escrivao, F. A.
Cavalcanti Coussero.
Cmiseltio Administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimeato
do arsenal de guerra, tem de comprar os obiectos
seguales :
Para provimento dos armazens do srsenal de
guerra.
5 arrobas dealvaiade.
8 caivetes de boa quahdade para pnnnas.
12 grasas de pennas de ago de boa qualidade.
20 cadinhos de o. 12.
20 garrafas de tinta preta.
38 arrobas de cobre velho.
6 arrobas de rame de lato sortido.
6 arrobas de estanto em verguinha.
10 milheiros de taxas de bomba.
20 ditos de ditos pequeos.
10 ditos de brochas de sapateiro batidas.
20 duzias de laboas de pinho americano.
5duziasdeditas de dito de 3 ou 4 de grossura.
10 milheiros de pregos caixaes.
24 canelas de boa quMidade.
Paraos msicos do 8o batalhao de iofantaria.
l35covados de panno alvadio.
Quera quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da maohaa do dia 10 de
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para foroecimento do arsenal de guerra, 3 de
junho de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interin-o
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprietarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados, que
os 30 dias uteis para o pagamento bocea do
cofre do segundo semestre da decima do aono fl-
nanceiro de 1860 a 1861, se principiara a contar
do dia 1." de junho vindouro, ficando sujeilos
multa de 3 0/0 os que pagarem depois de findo
os ditos 30 das.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
21 de maio de 1861.
Antonio Carneiro Machado Rios.
Correio.
Pela anministraco do correio desta provincia
se faz pubiieo que'amanha (7) pelas 3 horas da
tarde em ponto sero frenadas as malas quede-
ve conduzir o vapor cosleiro Jaguaribe, com
destino ao Cear e portos intermedios.
Acama/a municipal desta cidade d prin-
cipio a sua segunda sessao ordinaria deste anno
no dia 10 do corrente.O secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
CORREIO.
Pela administrado do correio desta provincia
se faz publico que hoje (6) as 10 horas da ma-
ohaa em ponto ser fechada a mala que deve
conduzir o hiate nacional Santa Luzta, com
desliao a provincia da Parolina.
Companhia do Beberibe.
No dia 8 do corrente pelas 12 horas
do dia tera' lugar no escriptorio da
couipanhia ra doCabuga' n. 16, a ar-
rematacao do rendimento dos chafaii-
zes e bicas por bairros ou totalidade e
por espaco de 1 a tres annos, sob as
bazes abaixo transcriptas e mais con-
diccoes patentes no escriptorio ; os Srs.
licitantes comparecam com seus liado-
res ou declaracao dos msenos no men-
cionado dia devendo ser as propostas por
escripto.
Bazes sobre as quaes se deve hincar.
Bairro do Recife.
Chafariz e bica do caes da al
fandega. .
Dito da ra da Cruz.
Dito da ra do Brum.
Dito do Forte do Mattos e
tea. ......
5:565$550
6:885#537
3:751 $072
:898#8i0
18:898^999
Bairro de Santo Antonio.
Chafan- dolirgo do Carmo. 8:474$ 150
Ditodo largo do Paraizo. 6:986^172
lito do largo do Passeio
Publico.
Dito da ra do
Dito da ra da
Sol. .
Concordia.
3:589652
3:176$092
5:173|993
25:200^039
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz do caes do Capi-
baribe e bica do mesmo. 5:817^(000
Dito da caixa d'agaa da ra
dos Pires...... 5:189$500
Dito da prac,a da Boa-Vista. 5:0400525
Dito do largo da Soledade. 7620775
16;8O906OO
Escriptorio da companhia do Beberi-
be 5 de junho de 1861.O secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para foraeciraentc
do arsenal de guerra, tem de comprar os obiec-
tos seguintes:
Para fornecimeoto da casa da guarda e palacio
da presidencia
150 libras de velas stearinas.
Para o fabrico de diversas obras.
555 boles grandes de metal amarello lisos.
70 ditos ditos de dito bromeado n. 10.
45 ditos pequeos de dito dito o. 10.
42 grosaa de ditos pretos de oseo.
Para provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
20 quiataes de ferro em barra de 1 1/2 paHe-
gaoa. ^
10 quiataes de dito quadrado de 5/8.
10 quinlaes de dito oe veranda.
3 arrobas de rame de ferro.
1 barril de erniz preto.
5 caadas de azeite.de coco.
Para escripluracao do arsenal ds guerra.
\hvTO. ti branso de ^ax papel eoa. 260
fothas. ^
2 ditos em dito de dito com 100 ditas
4 dilos em dito de dito com 20 ditas *
4 ditos em dito de dito cora 30 ditas!
2 ditos em dito de dito com 120 ditas
Quem quizer veodet ias objectos, aprsente a
K'MXr4?n^Mrla J0Ch,u1*' n "cretari.*"
ewK'stho, s 10 horas da manna de dia 12d
eonww'iemez. *""
Sala u as sessoes do cooselbo administrativo
par forneO"nenio do arsenal de guerra, 5 d
jonbu de 1801.
BtttJ* Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interina.
Admioistra$o do correio.
Relacao dos offlr.ios da presidencia desta provin-
cia a diversos ministerios de particular ioteresse
aos abaixo mencionados, os quaes nao devem
seguir seus destinos seui pagamento do sello.
Anna Fraocisca Leal de Castro.
Anstides Baltazar da Silveira.
Afluuso Alves do Reg Vileila.
Antonio da Costa Mello Luna.
Antonio Jos ias Nunes.
Aiuunio Manoel gstevao.
Antonio Silveira S Brrelo.
Antonio Teixeira Peilata.
Antonio Vctor de S Brrelo.
Bento Jos Lamenha Lhis.
Benlo Jos Albuquerque.
Bernardo Jos Monteiro Pereira.
Clemente Francelino Tavares.
Clarinda Carneiro de Oliveira Chafes.
CyprJano de Sooza Mf lio.
Epipbanio Borges de Menezes Doria.
Fortunato Gomes Ferreira.
Frederico Jo? Wn tenhagem.
Flix Moreno, Brandan.
Francisca Alves de Oliveira.
Francisco Eduardo llenjaruim.
francisco Manoel de Furia.
Justioa Fraucisca de Jess.
Jorge Caetano de Souza Cousseiro.
Jorge Joao Ferreira Lima.
Jernimo Teixeira Leal.
Jernimo Cesar Mariano Falcan.
Juveociu Aureliano da Caoha Cesar.
Julio Augusto da Silva Valeuca.
Ildefonso Cavalcanti Biitancourt Lacerda.
Juvelino Armio de Barros Correia.
Jjcintho Marlyr de Oiiveira Jnior.
Joaquim Jos dos Saulos e Araujo (21.
Joaquim Jos Tavares de Souza.
Joaquim da Cruz Luna.
Joaquim Cardoso dos Santos^
Joaquim Jos de Souza Lima.
Joao Pinto de Lemos, Elias Baptista da Silva e
Angelo Francisco Carneiro.
Joo Antonio Cirdoso.
Joao Paulo de Miranda.
Joao Francisco Paes Brrelo.
Joao Francisco Coelho Bitlancourt.
Joo do Reg Barros.
Joo Eduardo Chavin.
Joo Jos Pereira de Faria.
Joo Antonio dos Santos.
Joanna Mana da Conceicao.
Joo Evangelista Nery da Fonseca.
Jos Anacleto do Nascimento.
Jos Angelo de Moraes Reg.
Jos Cyriaco Ferreira.
Jos Faustino de Barros.
Jos Francisco Braz.
Jos Joaquim de Almeida.
i<>': Martina da Rocha.
Jos Mornz de Paula.
Jos Rodrigues de Araujo Porta.
Jos Rutino de Barros.
Jos Raymundo de Carvalho.
Jos Theodoro da Azevedo.
Lycurgo Zornastro de Barros Corris.
Leoncio Jos Joaquim.
I.eao Oiniz Machado.
Lula Paulino Carneiro.
Martiniana Maximiana de Souza.
Maria Joaquina da Penha.
i Maria Hamos do Amparo.
| .Ma'hias Goncalves de Miranda.
Maximiano Kibeiro de Araujo.
Miguel Joaquim Machado.
Marcelino Evangelista Paixao.
Marcolino da Silva.
Manoel Francisco.
Manoel Joo Gomes.
Manoel Jos Goocalves [2).
Manoel Lopes deRarros.
Manoel do Nascimento Segundo.
Manoel Bodrigues da Costa.
Manoel Saturnino da Cunha.
Pedro de Alhayde Lobo Moscoso.
Raymundo da silva Gomes e outros membros da
conselho administrativo da sociedade Uuiao
Beneficente. dos Cocheiros.
Roberto Pereira Duarte.
Tiburcio Hilario da silva Tarares.
Thiago Manoel Piolo. '
Urbano de Sant'Anna.
Vicencia Maria do Livrameoto.
Victoriano Jo* Torres.
Inspccco do arsenal de marinha.
Faz-se publico que a commisso de peritos
deste arsenal, examinando, na forma determina-
da ne regulamenlo annexo ao decreto n. 1324 de
5 de fevereiro de 18j4, o casco, machina, caliiei-
ras, appareiho, masireacifo, veame, amarras e
ancoras do vapor Jaguaribe, da compaohia Per-
nambucaoa de navegacV costeira, achou lodos
esses objectos em regular eslado.
Iospec;o do arsenal de marinha de Pernam-
buco, ero 5 de juuho de 1861.O inspector, Eli
siariu Antonio dos Saotos.
Conselho de compras navaes.
Tendo de promover-se a compra do material
da armada, abaixo declarado, manda o conseibo
fazer publico, que isso ter lugar em sessao de 8
do correnle mez, mediante propostas em cartas
fechadas entregues nesse dia s 11 horas da
manha, acompanhadas das amostras dos ob-
jectos.
Para os navios e arsenal.
20 arrobas de graxa do Rio Grande, 40 libras
de laixas de cobre e 20 milheiros de dita de ferro
para bomba.
Para os navios.
3 arrobas de linha de barca grossa, 300 oava-
Ihas de marinheiro e 4 arrobas de pregos de co-
bre para forro.
Para o arsenal.
30 meios de sola iogleza e 12 pacotes de papel
baeta ou feltro.
EITectuando-se a compra sob as condiedes do
eslylo ha muilo publicadas.
Sala do conselho de compras navaes, em 5 de
junho de 1861.O secretario, Alexaodre Rodri-
gues dos Aojos.
SOCIEDADE BAGARA-
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
Sacam e tomam saques sobra as pracas do Rio
de Janeiro e Para.
Caixa nlial do banco do Brasil
em Peruaiapuco.
Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no ari. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno fiado, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituicao das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
francisco Jo5o de Barros.
THEATRO
DR
Santa Isabel
EMPREZA-GERMANO.
0 espectculo annunciado para hontetu 5 do
Corrate, e que foi transferido, ter lugar
Sabbado $ ejunhp.



DUBIO DI PlftlUBIOQO. UlflTl THA 6 Dg JUMK) DE 1M1.
Avisos martimos.
Segu impreterivelmenle no dii 8 de junho a
veleira e bem coohecida barca porlugueza S'jm.
pa'.hia, por ter sua carga engajada : receb d UQ_
camenie passageiros, pora os quaes tero coturno-
dos encllenles.
Para o Aracaty
Recebe carga e passageiros tate cEialacao,
a iraur com Gurgel rmeos na na da Cadeia do
Recite o. 28.
Para o Aracaty.
Para o Aracaty seguir brevemente o hiate
Santa Auna : para carga e passageiros trata-se
com Gurgel & Irmo, na ra da Cadeia n. 82.
cente *\ ma$a &llia 4e Antonio Joa-
qun^ Vidal, as 11 horw en ponto.
LEILAO
nm
Rio de Janeiro
segu com a maior brevidade o patacho nacional
Social por ter j engajado metade de aeu car-
regamento. e para o resto trata-se com seu con-
sisjnatario Manoel A4v*-s Guerra, na ra do Tra-
picha n. 14, primeiro andar.
COMPANHIA PERNAMBUC\NA
DE
Navegaco costeira a vapor.
Parahibrf, Rio Grande do Norte,
Macao, Aracaty Ceara' e Acaracu.
Quinta-feira 6 do
DE
8 meia-aguas.
Antunes tara leilo de 8 meia-aguas sitas na
ra da Assumpcao recentemente acabadas, e por
todo o prego alcanzado, era aeu armazem na ra
do Imperador o. 75, as 11 horas em ponto.
LEILO
a
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sabiri para os portos do norte al o Acirac no
dia 7 de junho s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga al o du 6 ao raeio da. Eocommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete al o da da sahida
as 2 horas: escriptorio no Forte do Mallos n. 1.
C0SMH1A PERMflBUCAI
DI
Navega^ costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandante Moura,
sah'.r para os portos do sul oo dia 8 de iu-
Dho as 4 horas da larde. Recebe carga at
o dia7aomeio dia. Eocommendas, passagei-
ros e dinheiro a frete ateo dia da sahida 1 ho-
ra : escriptorio no Forte do Mallos n. 1.
Cear.
Segu com muita brevidade o hiate Sobra-
lense, recabe carga a frete : a tratar com Cae-
tanoC. da C. M. & Irmo, ao lado do Corpo Santo
c 2o,
m.
Quinta-feira 6 de junho.
O agente Hyppolito autorisado pelo Sr. Anto-
nio Carlos Francisco da Silva e com autorisacao
da commisso de seus credorea, far leilo dos
predios seguintes :
Um sitio no logar do Salgadinho, com grande
casa de Tivenda, todo cerodo de limoeiro nati-
vo, cacimba, baixa para capim e grande quanti-
dade de arvores fructferas (mais de mil), sendo
o terreno foreiro a Santa Casi de Misericordia de
Olinda.
Metade de um predio de dous andares, e solo
de pedra e cal sito na ra da Seozsla Nova n. 13,
em chaos proprios.
Metade de um dito de 3 andares na Lingueta,
frente para a ra do Trapiche n. 23, pedra e cal,
chaos proprios.
Um dito terreo, serviodo de armazem presen-
temente, na ra da Senzala Velha n. 63, chaos
proprios. sendo effectuado o mencionado leilo
em seu escriptorio na ra da Cadeia n. 48, pri-
meiro andar, as 11 horas em ponto.
Os Srs. pretendentes podero examinar os ttu-
los que se acbam em poder do referido agente,
bem como os predios designados.
Vende-se por commodo pre^o
dous armazem na ladeira do Varaou-
ro na cidade da Parahiba : quem os pre-
tender entenda se com o Sr. coronel
Carvalho ou com Joaquina de Azevedo
arre i PTir? "ta.Pral'1 3m todo "^o
' se fara' afimde se ultimar a yenda.
Champagne
imperial.
do afamado autor Laronzire
em gigos de 15 garrafas) 9 in-
teiras e 6 meias) de 15$ cada
um : na praca da Independen-
deucia n* 22.
Aos Srs. caixeiros.
Um rapaz habilitado prop5e-se a ensinar aos
que s dedicam ao commercio, des 6 as 10 da
noite', a ler, escrevere traduzir as linguas fran-
ceza e ingleza, grammatica e analyse da lingua
portugueza, arithraetica, descontos, red ucea o de
juros e medidas e cambios: quem de sea pres-
umo se quizer atilisar aonuncie ou dirija-se a
ra do Cabug n. 3, segundo andar, do meio dia
as5 horas da larde.
Precisa-se de 5:000* a premio sobre hypo-
Iheca de urna propriedade que se acha lire e
desembarazada : a tratar na ra de Aguas Ver-
de n. 102.
Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
29, tendo sbila para a ra dos Taooeiros cora
commodos su luciente para qualquer estabeleci-
meoto : a tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
Vnde-se urna porco de barris vasios : no
pateo de S. Pedro n. 6.
Grande sortimento de fer-
A visos diversos.
Flix Francisco de Souza Maga
Ihes rnudou sua residencia do sobrado
do largo do Carmo d 16, para o prin-
cipio da ra de Hortas sobrado novo de
um andar n. 30.
Lava-se e engomma-se perfeitamente
rus Bella n. 45.
na
Rio Grande do Sol
Pelo Rio de Janeiro
Segu em poucos dias o brigue nacional Ma-
na Thereza* : quem no mesrao quizer ir de pas-
sagem, ou remetter estravos a frete, dirija-se ao
cap.lao ou a Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia
o Rio de Janeiro
polaca brasileira Esperance segu com brevf-
dade ; pode receber alguma carga e escravos a
frete : trata-se com os consignatarios Marques,
Barros & C, largo do Cor^o Santo d. C.
Lees.
Alguns escravos
Quinta-feira & do crrante.
Antunes vender em seu armazem na ra do
Imperador n. 75, alguos escravos como seiam
um negro rnuito bom para servico de campo de
"m'is atn?"" "" "C6"eDte u'"e.
Tambem veoder
!2! TLa,.llha Qe 158nD<>s recolhida e com al-
Voau, hablllda<,e no refe"do dia as 11 horas em
Consulado de Franca
LEILO
A requenmento dos Srs. Cals Irraao
e por autorisacao do Sr. cnsul de
Franca e em sua presenqa por conta e
ruco de
a
50 duzias
ama rroqu nado
navio francez
quem pertencer o agente Hyp-
polito fara' leilo de uina caixa com
marca CF n. 1818 contendo
da pelles de carnciro
variados a bordo do
Sf>here>, capitao Ribis, na sua ultima
v.agem do Havre a este porto : sabbado
8 do correte as 11 horas em ponto
armazem dos mesraos senliores ra
Cruz n.
LEILAO
no
da
Quinta-feira 6 do corrente,
Brander a Brandis &C faro leilo porinter-
vencao do ageote Pinto de 30 caitas com queijos
ilaiuengos e 50 queijos pratos, os quaes sero
endidos sem reserva de preco s 11 horas do
oa cima mencionado no armazem do Sr An-
ees em frente da attandega.
LEILAO
Dr. Debroy. dentista,rsuccessor do Sr. Pau-
lo Gaignour, avisa ao respeitavel publico quo che-
gar em Pernambuco no mez de abril ou at
junho.
Aencao.
O abaixo assignado previne ao Sr. thesoureiro
das loteras e aos Srs. cautelistas, que teudo com-
prado o meio bilhete o. 1548, garantido pelo Sr.
Santos Vieira, e cujas rodas correm no dia 8 do
correte, e acontecesse que involuntariamente se
Derdesse, porm tendo o referido bilhete a ru-
brica do mesmo abaixo assignado e de outra com
quem socira. pede encarecidamente a todos a
quem tal bilhete for apreseolado, queira mandar
chimar o annuncianle na ra Nova n. 39.
Joo Antonio de Eouza.
Escravo fgido.
Fugio era 29 do mez p. p. ao abaixo assigoado
seu escravo Caetauo, naco, de idade 45 aanos,
pouco maisou meos, 'nwgro, nao falla bem, e
cosluma andar ao ganho, levou camisa de mada-
polo, calca de algodo azul e chapeo de fellro
usado, cor de cioza : quem o trouxer a Guilher-
me Augusto Ricardo, na ra dasCruzes n. 33, ,ou
dosGuararspes n. 60, at o dia 7, ser recom-
pensado generosamenle.
Etienne Chantre.
Precisa-se de urna ama para cozinha e al-
gum engommado; na ra Nova n. 16.
Consulado da repblica
argentina.
Com a deploravel noticia da anniquillaco da
cidade de Mendoza por causa deum torrivel ter-
remoto (como notorio) que a redazio em poucos
minutse uro mooto de ruinas, debaixo das
quaes forara sepultados mais de dous tercos da
sua populaco ; o abaixo firmado, cnsul da re-
pblica nesta cidade. tem iniciado urna subs-
cripcaocomofim dealliviarda desgraca os que
gemem na miseria e orphandade, salvos de tao
violenta catastrophe. A supplica que se faz a
todos os cidades desla cidade, e com especialida-
de ao corpo commercial da praca que entretem
tao importantes relaces mercantis com a rep-
blica, me deixa pprsuadido de que lodos os se-
nhores se prestarlo a subscrever, cada um com
a somma que possa para lm to humanitario
imitando o que jase tem procedido em outras
provincias do imperio. Para o que pdese assig-
nar na associacao da praga do commercio, nesto
consulado, ra da Cruz n. 3, e assim tambem em
qualquer outra parte em que o promovam os
amantes da humanidade. e pedido deste con-
sulado. Recife de junho de 1861.
Jos Joo de Amorim.
LOTERA.
Depois da manhaa sabbado 8 do cor-
rente as horas do costume andarao im-
preterivolmente as rodas da primeira
parte da primeira lotera do collegio de
Papacaca.
Os bilhetes e meios bilhetes acham se
a venda na thesouraria das loteras ra
do Queimado n. 12, primeiro andar, e
as casas commissonadas do costume.
As soites serao pagas a entrega das
listas.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
ragens,
Ra Nova numero 6.
Fug5es de ferro com excelentes tornos, bacas
de latao grandes, camas de ferro, bombas de ja-
Ipi francezas, ditas americanas de novo modelo
que se affiancaa qualidade, facas de cabo de ac,
botoes finos, facas entrefinas, ditas de marfim
mais finas de mesa e de sobre-mesa, ditas de
cabo preto, ditas de cabo de metal do principe,
ditas de viado muito finas e entrefinas, espin-
gardas finas de 1 e 2 canos, colheres de metal do
principe de apurado gosto, bules e cafeteiras,
colheres de terrina, tornos para ferreiro e grande
sortimentode ferro ; assim como seoierece aos
ars. sapaleiros bezerro francez de superior qua-
lidide e couro de lustre e outras muitas cutile-
rias e ferragens por menos do que em outra par-
te : na loja de ferraRens de Oliveira & C.
JaciBtho Pereira Pinto de Lima, retira-se
para a Europa.
Tendo litio no Constitucional de 4 do cor-
rente urna dentada que um pobre cao gozo e tai-
vez perdido na opinio publica tenia dar no ca-
dete que conduzio 12 pracas de cavaliaria, em
servico para a villa de Iguarass, acredito que
esse pobre diabo est sonhando e que a reputa-
cao alheia importa tanto como urna garrafa de
cachica. Felizmente urna pessoa altamente col-
locada na proviocia observou e contrario de
quanto disse em eu sooho de vingaoca : isto di-
go somente por deferencia ao juizo publico.
Aluga-se um moleque de 10 annos muito
esporto e sadio, o qual serve para comprar e
servir em casa de familia por 12 mensaes :
quem pretender dirija-se a casa n. 48, que achara
com quem tratar.
10#000.
Gratifica-se com esta quantia a pessoa que le-
var ao hotel inglez um cao de cor vermelha e de
bom tamanho, est com o pello rapado do meio
do corpo para a cauda, tendo na estremidade del-
ta um frocozinho do mesmo apello, acode pelo
nome de Turk. Protesta-se contra quem o tiver,
e nao quizer restituir. Foi desapparecido i 4 ou
5 das.
O abaixo assignado, proprietario do enge-
nno Frescondiro, silo na freguezia de Agua-Pre-
ta, vendo no Constitucional o. ^ um anoun-
o feto pelo actual reodeiro Usnoel Barbosa da
Silva, declara, para esclarecimento dos que se
propozerem a tal negocio, que o actual reodeiro
so tem dous annos de que pode fazer o traspaeso
indicado em seu annuncio, por j se haver passa-
do os pnmeiros quatro annos dos seis, por que foi
arrendado o engenho.
Feliciano Joaquim dos Saotos
Na ra da Iroperatriz n. 74 se dir quem
d a quantia de 500 a premio com hypotheca
em bem de raz.
Vende-se urna carroca bem acabada e que
pega em qualquer peso que se queira arrumar, e
f()i eita de encommenda, e para ser puxada por
bois, propria para qualquer ngocio de enge-
nbo na ra do Passeto, loja n. 7.
Vende-se ama armago em bom estado e
envernisada, e tambem se traspassa a chave da
casa aonde ella est collocada
do ; na ra do Rangel
sobrado novo n. 25.
Veudem-se
urna dellas costureira e para iodo servico do-
mestico, outra do servico de casa ,- na ra do
Pilar n. 143.
Vende-se um
zas, autor Burgain
Dos n. 6.
Vende-se urna bonita mulata que sabe co-
zinhar e oogommar : quem a preteoder, dirija-
se a roa da Aurora o. 62, sobrado.
Na ra do Imperador n. 28, vendem-se e
alugam-se em pequeas e grandes porgues supe-
riores bichas hamburguezas por preco commodo.
Vende-se urna armaco boa para qualquer
negocio cm seus perlences e alguns gneros, a
dinheiro ou a prazo : na ra Direita n. 31.
Charles L. Horne, Inglez, segu para In-
glaterra,
Precisa-se de urna ama
ra da Liqgoela n. 6.
. por preco commo-
n. 18, a tratar defronte,
duas escravas ciioulas, sendo
jogo de grammaticas france-
: a tratar na ra da Madre de
Aviso.
Roga-se encarecidamente, a' todos os
senhores vgarios, deleg.dos, subdelega-
dos, proprietarios de engenhos ou ou-
tras pessoas que souberem se anda exis-
te e onde, o Dr. Jos Coelfao de Olivei-
ra, filho do fallecido escrvo Coelho, en -
vi.em suas informales a' praqa da Inde-
pendencia n$. 6 e 8 em carta fechada
com a inicialC. Esse senhor morou ha
dous ou tres annos no Cabo e na Escada.
Pagar-se-ha toda a despeza que se lizer
com documentos relativos a' sua vida ou
morte, e gratificar-se-ha generosamente.
para coziobar : na
Na ra Direita n. 76, vende-se um cavallo
russo. bonita figura, andador debaixo a meio,
pean carnudo, propno para viagem ou carro,
ja ioi experimentado em urna e outra cousa
Auua
,pois
ir-iiLfuna ua Cuuna, seus irmaus
e sua lia agradece cordialmente a todos os
senhores que se digoaram assistir os lti-
mos suflraKios e acompaoharam at ao ce-
miteno publico os restos mortaes do seu
multo presado consorte o pharroaceutico
Aotonio Jos da Cunha e de novamente
convida as roesm,as pessoas para que se
digoem assistir a missa que se tem de ce-
ebrar no stimo dia segunda-feira na roa-
Inz de Santo Antonio s 6 horas dt manhaa
cosinbar
agradan-
Trapiche
, Precisa-se de urna escrava para
u ma casa eslraogeira na villa do Cabo
do paga-se bem : a tratar na ra do
Novo n. 18, escriptorio.
O abaixo assignado faz ver ao respeitavel
corpo de commercio que tem contralado por
compra a taberna do Sr. Jos Pedro Marques da
Si va sita na ra do Imperador n. 2. quem se
juigarcom direito a mesma reclame no prazo de
3 das. Recife 5 de junho de 1861.
XI Antonio Jos Teixeira.
Na audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de or-
phaos que ha de ter lug.r oo da 7 do corrente
mez, na de continuar a arremata?o do eogenho
Brum por arrendamento, a qual foi interrompida
oas audiencias do ultimo de maio prximo pas-
pr?ncip?amda!S me8m" C0DdC5es conl **
O abaixo assignado tem tratado com o Sr.
Antojo Jos Teixeira a sua taberna na ra do
imperador n. 2, quero se julgar credor do mes-
H-,pTiegll'!CO"l,lcorreill" Oo prazo de
a* <\v\rano flcaro sem effeito e nao se
lelVnagao aleuma depois desle prazo.
junho de 1861.
Jos Pedro Marques da Silva.
gera quizer alugar urna negra crioula e
muito moca propria para lodo servico dirija-se
ao largo da ribeira de S. Jos
Santa Rita.
Fortunata Candida subdiu portuaue;
SOC1EDADE
INSTITUTO PI E LITTERARIO
Scientico aos socios desta sociedade que hoje,
pelas 10 horas da manhaa, haver sessao, afim
de tratar-se de negocios urgenlissimos.
Secretaria do Instituto Pi e Luterano aos 6
de juuhodel861.
Joo B. de Siqueira Cavalcanti.
1." secertario interino.
Est fgido desde o dia 7 de maio ultimo o
preto crioulo de nome Luiz, estatura baixa, idade
de 30 a 35 annos, tem urna cicatriz na face di-
reita, barbado, denles limados, pernas alguma
cousa arqueadas, foi escravo do Sr. Joao Jacln-
iho Pavo de Olinda, e do Sr. engenheiro Millet
e tambem o foi do Sr. Joo de Oliveira Cabral!
morador no Ass. Roga-se a qualquer pessoa
que o pegar ou tiver noticia do dito escravo, e o
faga remetter a esta praca a seu senhor Guilher-
me Rodrigo Breckeofeld na ra das Cruzes n. 36,
que ser generosamenle recompensado, bem co-
mo se protesta por perdas e damnos, contra quera
de seus servlgos se tiver utilisado, ou por qual-
quer forma azilar o dito escravo.
Attea^o ao pedido.
Pede-se as autoridades policiaes e a qualquer
particular.a appreheoco do escravo Antonio, de
uacao, que representa 32 annos, de boa figura,
muito ladino, e falla muito manso, bem preto e
barbado, com todos os dentes e bem alvos, loma
tabaco e usa de um corniboque, levou chapeo
preto de fellro e roupa de seu uso, sendo algu-
mas camisas de madapolo fino. Este escravo 6
do Sr Manoel Cavalcanti de Mello, senhor do
eogenho Roncador em Porto Calvo, e fugio desta
cidade oo da 24 de maio passado, oode eslava
preso por ser remeiiido a seu senhor por ter este
vencido urna demanda que trazia sobre dito es-
cravo com o finado Jos de Inojosa Varejo que
esteve na posse do referido escravo cousa de tres
annos no engeoho Fortaleza em Ierras do eoge-
nho Para da fregnezia de Ipojuca. Suspeila-se
andar por aquellas freguezias, ou em procura de
alguma pessoa para o comprar. Gratifica-se a
quera der noticia certa, e da-se 503 a quera o
trouxer loja dos Srs. Adriano & Castro, ra do
urespo n. 5u.
Precisa-se de urna ama para todo servico de
casa de pouca familia : a tratar na ra das' La-
rangeuas n. 14.
A moda do
Porto.
Na grande fabrica de tamancos da ra Direita
esquina da travessa de S. Pedro n 16, ha conti-
nuamente sortimento de tamancos de todas as
quahdades, que se vende tanto a retalho como
em porcoes. por menos do que em outra qual-
quer parle, assim como tamancos de vaquetas
leilosamoda do Porto, para todos os tamaohos.
Vendem-se cylindros americanos
dara, novamente chegados, por precos
dos ; a tratar na'rua Direita n. 84.
Farinha de mandioca, o me-
lhor que ha neste genero,
igual a de Muribeca.
s STAHL> C. I
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.?
Roa da Imperalriz numero 14 S
(Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
Retratos em todos es- 3
| ty\o e tanaaulios. $
| Pintura ao natural em g
2 leo e atvaaveUa. |
I Copias de daguerreo- g
tyno e outros arte- 2
% faetos.
A.mtorotypos.
Paisagens.
O senhor
Caetaoo Aureliano de Carva-
lho Couto, queira ir a fabrica
Sebastopool, a negocio que lhe
diz respeito.
Grande hotel em Londres,
2 Golden Square.
F. A. de Oliveira & C, tendo tomado o esta-
belecimolode J G. Oliveira. e havendo-o au
menudo e melhorado en todo o sentido, par
maior commodidade esalisfacao dos hospedes
segurara aos seus amigos que venham esU
capital, nelle cootlnuarao a encontrar iodo o aer-
vigo e bons officios, no que prometiera esme-
rflr-38
PHARMACIABARTHOLOMEft
Roa larga do Rosario o. 36
Rob l'Affecteur.
Pilulas de Allexoo.
Pilulaa americanas.
Vermfugo inglez.
Pillas Holloway.
Ungento Holloway.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
XEITURA.
conselho.para se reunirem em sessao exiMordl-
n.na.para d.scusso do projecto de novos es-
aJ^s.quQta-feira 6 do corrente s 6 horas da
Secretaria do conselho aos 3 de junho de 1861
Francisco Ignacio Ferreira.
1. secretario.
- Antonio Jos da Cunha retira-se para a Eu-
ropa em coosequencia do seu estado grave de
molestia, no primeiro navio.
-- Adelaide Guilhermioa dos Santos, subdita
portuguez.. retu.-ae para fra da provincia a
tratar de sna saude, deixando por seus bastantes
procuradores ero primeiro lugar o Sr. Antonio
Fern.ndes de Castro Jos Flix de Almeida e
Antonio Celestino Alves da Cunha.
Precisa-se de uro pequeo para caixeiro
desies chegados a pouco. para taberna: na rna
Tcln3 f1a oo.
Traspassa-se o arrendamento do engenho
Frescodim, moente e correte, e que tem pro-
porgoes para safrejar mais de 2,000 pes annaal
ficando perto da estrada de ferro 3 legoas, e ten-
do boas obras. Arrenda-se com viole e tantos
captivos de enchada, bois e animaes de roda
vendendo-se a safra criada: quero pretender
pode enlender-sa com o Sr. Bruno Alvaro Bar-
bosa da Silva, no Recife ou com o abaixo assig-
nado no engenho Cajabuss.
Manoel Barbosa da Silva.
Antonio da Costa Res sua mulher Jacintha
Augusta, retira-se para Portugal, levando
sua companhiadous filhos de menor idade
em
ELIXIR DE SAUDE
Citrolactato de ferro.
llnieo deposito na botica de Joaquim Martinuo
da Cruz Correia & C, ra do Cabug n. U,
em Pernambuco.
com o t2"?^^Soliara^er,,M aPre5eQlS hje Uma 0?a PreparaS* de f""'
variadas8^ i^'T Um 1UX emPre8ar-se mesmo medicamento debaixo de formulas tao
vanadas, roas o horoem da sciencia coropr.heode a necessidade e importancia de uma tal varie-
nrt^QnBula ? U? 0biecl de rau''a importancia era therapeutica ; u
asimilado e ni PU C ^'h' d,,sstluao ao estomago, de modo que completamente
subsiaoci da m,a1 tt" em.Dad" '^rara a sciencia medicara en 1oS.8 do ferro, que sendo oo,,
XDer^rauU riae'T^oTi^
para pa-
caynmo-

louvores e o
usar
n. 1, esquina de
- subdita
tira-se para fora do imperio.
Aviso.
Quinta-feira 6 do corrente,
Costa Carvalho fara' leilo no dia ci-
ma em eu armazem na ra do Impe-
rador o. 55, do sobrado de um andar
e otao da ra Imperial n. 79, perten-
ao actual emprezario do Santa Isabel,
leve a scena as comedias-dramasDA-
MADAS CAMELIASde Alexandre
Dumas filho, e FILHOS DO TBABALHO
de A. de Lacerda.
Um apreciador.
-- MADAMA NIVBRLET, lavadeira e eogom-
madeira franceza, se encarrega de qualquer tra-
Dalho dessa especi, indo buscar e levar casa
das pessoas que a honrarem com sua conflanca
na rua da Aurora n. 66.
LUIZ LERSTENNE, gravador ero toda a
qualidade de metaes, encarrega-se de preparar
emblemas abertos a buril /'taille doncel, tanto
para ourtvesaria como par typographia, gravu-
ras para malrizes de typo etc etc.; igualmen-
te se incumbe de pinturas de casas, armas para
cnsules, assim como desonho sobre pedra para
lythographias; em sua oficina, rua da Aurora
B. DO.
Precisa-se alagar duas eseraras psra ven-
der na rua : a tratar na roa de Santa Rita n. 57,
segundo andar. '
0 S.r. Jos Cavalcanti de Albuqnerqve te*
uma carta a* rua de Hortas o. 22, riada da Pa-
raoioa. i
Francisco Maciel de Souza participa a ses nu-
merosos freguezes tanto da praca como de fora.
que tero de abrir novamente o seu estabeleci-
menio de calcado feito na provincia no 1. de
julbo prximo futuro, na rua da lmperatriz ou-
trora aterro da Boa-Vista, n. 38, ao p do becco
dos rerreiros, -
para ven-
de Sania Rila n. 23,
onde pretende vender muito em
conta. como de costume. para agradar aos fre-
guezes : vender muito e ganh.r pouco
Precisa-se alugar duas escravas
der na rua : a tratar na rua
segundo andar.
rT..P.reM"S0 ?eun,ana de casa forra ou
escrava. e que seja nerfeita engommadeira na
rua do Imperador n. 71. segundo andar. '
Pfecisa-se de um feitor para tomar conta
Quero, precisar de uma boa ama de leite
panda de poucos ds e sm fllho. pode dirlzir-
reaaarru8 d0 Queimado n. 44. segundo andar, para
Aloga-se uma sala com tres atarlos nro-
pna para escriptorio, ou para familia por ter boa
cozinha : na rua do Queimado. loja n. 14.
Quem precisar de um moleque bom cozi-
nheiro, dirija-se a loja da esquina da
Crespo n. 8, que se aluga em conta.
Joaquim da Fooseca
respeitavel publico, e juntamente ao corp
commercio desta praca, que deixou de ser cai-
xeiro da casa do Sr. Jos Moreira Lopes desde o
da 3 do correte.
Goncalo R. de Almeids Leite roga a todas
as pessoas devedoras a seu finado pai o patrio
Joaquim Rodrigues de Almeida a bondade de
saldarem seus dbitos at o dia 30 de junho cor-
rente : a dirigirem-se a rua do Pilar n. 115 para
ciijo Aro, e fiado esta prazo o serao cobrados iu-
dtcultjeote. '
E muito barato vista da sua superior quali-
dade ; no arriiazem de Fragoso & Cabral. rua da
Madre de Dos n. 18. defroote da guarda da al-
fa ndega. b
Francisco de Oliveira
Coelho deixou de ser caixeiro
da casa de Pinto de Souza Bairo.
LAVADRIRA-
Na rua da Cadeia Velha n. 35 precisa se de
urna preta de idade e capaz, nicamente para la-
var, para uma casa de pouca familia.
Na rua da Cadeia Velha n. 35, precisa-se
comprar uma preta de boas qualidades para tra-
tar de meninos.
Justino Manoel Ramos, subdito portuguez,
segu para os sertoesdas provincias do norte.
Precisa-se alugar uma preta escrava para
casa de pouca familia, que saiba cozinhar e fazer
aa compras : quem tiver dirija-se a rua do Sol n.
29.taberna.
O abaixo assignado faz sciente a todas
aquellas pessoas que lera penhores em sua mo
o favor de os vir tirar no praso de oito dias,
contar da data desle, do contrario serio vendidos
para pagamento, e para nao se chamarem ao en-
gao, mandei fazer o presente annuncio em qne
meaasigoo. Recife, 3 de junho de 1861.
Jos Dias de Brilo Guimaraes.
Jos Luiz de Almeida Martins, vai a Europa
tratar de sua saude.
Precisa-se de uma ama forra ou captiva
para todo o servico de uma casa de pouca fami-
lia : na rua do Aragao o. 12.
CENTRO COMMERCIAL
ua da Cadeia do Recife IS
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
Jos Leopoldo Bourgard
Charutos do Rio de Janeiro...... ,
i->"?- 55 rastfft fas. fas?" ""*
Bocaes para charutos fzei
zia 10*000.
superio-
hamburgo poj
superior tabaco do Rio de Janeiro"
a superior com agarras de metal a 1 cada um, Uu-
Aviso.
a

rua do
e Slla participa ao
Acha-se justa e contratada a compra da-casa
terrea n. 6 da rua de Hortas, quem se achar por-
tante com direito a opor-se venda da dita casa
avie por esta folha, ou dirija-se a rua da Pnia
n. d6, no praso de tres das, a contar da data
deste. depois do qual nao lera lugar reclamacao
alguma mais. Recife. 3t de maio de 1861
Uma moca solteira offerece-se para ama
de uma casa de familia, para eogommar e fazer
algum servico interno : a tratar na rua da Guia
Precisa-ae alugar uma escrava para o ser-
vico interno de casa de familia, que saiba cozi-
nhar e eogommar; agradando-se paga-se bem
na roa da Aurora sobrado n. 58.
~ Y"51" Vervane, subdito Belga, retira-se
para fra da provincia. e 8e
r!fhTI?FS d" ma0UfaCtU"S n,Pe""a d ** Pa cigarros e cachimbos.
Lacnimbos ie iresso ncnn.__ t
TV. i i, ji t ? a gr0za fazeDda suPer qe se venda a 10. .
Ta baco do Rio d e Ja nei ro ni,Hn h u
brica de Guimaraes & Coulinho. *0 '"* CaChUDb0S C,garr0S a l*W0 a Iibra. d> <-
TabaCO turCO ^ lib e .i. Uta por Sf, para cigarros e cachimbos.
Ta^S.^ P-c^o. e c
Jab^u^P^-^
Cigarros de manilha de papeI branco pardo a o Bilheiro
Machinas e papel para dgarros de maoUha
pe rolao franCM em macos de fmii libra e djlosde meia hbra (areDda 8u
sos de louca .barro para tabaco, rap.
esta casa tem sempresortimento espantoso de cachimbos de oM,n innr. m.
deira, barro e os verdadeiros e sempre apreclaveis cachimbos de espuma.
Vendem-Se todas as fazendag mai8barat0doque em outra qualquer parle.
^Ef^j&ssir"" torDaDdo-8e a receber inc,oind;! ch"to) -
' Apr(vS!dPe*ani"Se encommeDd"' e"olam-se e reraettem-se aos sen, destinos com bre-
li!' fiCaeip08l toB'"o ortigte de objectos proprios par. os senhores li-
bara. if^^l^&S^^"- n,0ti' Pe, ** P*^ '< uito mais
Vender muito para vender barato
Vender barato para vender muito.


DIARIO DE fERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 6 DE JUNHO DE 1861.
(*)
ROUPA FSITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RIA DO QlEIMADO 41
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda execular por medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panoo preto, 40}, 359 e 309000
Sobrecasaca de dito, 359 e 30^00
Palitots de dito e de cores, 359, 309.
25S0O0e 20000
Dito de casimira de cores, 229000,
159, 12 e 99000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, 11S000
Ditos de raerin-sitim pretos e de
cores, 90000 8000
Ditos de alpaka da cores. 59 e 39500
Ditos de dita preta, 99, 79. 59 e 39500
Ditos de briso de cores, 59, 49500,
iflOOO e 39500
Ditos de bramante de linho branco,
63OOO, 59000 e 4$000
Ditos de merino de cordao preto,
I59OOO e 89000
Calsss de casimira preta e de cores,
129,109, 99 e 6J000
Ditas de princeza e merino de cor-
dao pretos, 59 e 49500
Ditas de brim branco de cores,
58000, 49500 e 23500
Ditas de ganga de cores 3fiOOO
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 129. 9$ e 85OOO
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69. 59500, 59 e 39500
Ditos de aetim preto 59000
Ditos de Sida e setim branco, 69 e 59OOO
Ditos de gunrurao de seda pretos e
de cores, 7$000,69OOO e 59000
Ditos de brim e fstao branco,
39500 e 39000
Seroulas de brim de linbo 29200
Ditas de algodao, 1 $600 e 1 $280
Camisas de peito de fusto branco
e de cores. 29500 e 2300
Ditas de peito de linho 6$ e 39OOO
Ditas de madapolo branco de
cores, 39, 25500. 29 e 19800
Camisas de meias 1J[000
Chapeos pretos de massa, fraocezes,
formas da ultima moda 10S.89500 e 7i000
Ditos de feltro, 69. 5$, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda, inglezes e
fraocezes, 149.12$. 11$ e 79000
Collarinhos de linho muito finos,
bovos feitios. da ultima moda $800
Ditos de algodao 9500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes. 1009, 909, 809 e 709000
Ditos de rala galvanisados, pa-
tente hosontaes, 40$ 309000
Obras de ouro, adrenos e meios
aderecos, pulseiras, rozetas
anneis $
Toalhas de linho. duzia 128000 e 109000
Furtaram ha pouco* da do ar-
mazem n. 36 da ra da Cadeia, urna
peca de panno azul, o algum algodao misturado com a laa co-
mo se pode ver jHando-se e e tran-
cado como casemira : quem der noti-
cias exactas de dita peca no referido ai -
mazem sera' generosamente recompen-
sado
Consultas medicas.
Sero dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at is 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1." Molestias de olhos.
2." Molestias de corac&o e de peito.
8. Molestias dos orgaos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suss entradas, comec.ando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chinacos, acsticos e p-
ticos sero empreados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oo ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos serio tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua vrdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade do seu em prego urgente que se usar
del les.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doeoles toda e qualquer operario que
julgar conveniente para c restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se acha
prvido de urna completa colleccao de K
> instrumentos indispensavel ao medico t
I | operador.
w^|aoi2 a^ai3-gig5i(3SI6'6Si61g
j pjpjuaw ni lian vbiwssv b mm*wa
Massas de Lisboa, recentemente chegadas,
; em caixas de urna arroba, sortidas : vende-se
pelo diminuto prego de 39, no armazem do Sr-
Annes, frooteiro a alfandega.
: Quem quizer alugar urna preta de
boa conducta, que cosinha e engomma
com toda perfeicao: dirija-se a ra da
Saudade casa de sotao de duas janellas,
que achara* com quem tratar.
Msicas e pianos.
J. LA.UMONN1ER, na rus da Imperatriz n. 23,
acaba de receber pelo ultimo vapor da Europa
orna bella colleccao de msicas para piano e can-
to, das melhores autores e muito escolhidas ;
igualmente se encontr em seu estabelecimento
ptimos pianos ; assim como faz todos os coo-
certos e afina os mesmos instrumentos em pouco
tempo e por precos commodos.
Precisa-se de urna ama pa-a urna casa es-
trangeira de pouca familia : na ra do Trapiche
d. 4, primeiro andar.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad Samuel P.
Jobs ton & G., rus da Sensalla Nova n. 52.
Permota-se por escravos ou predios nesta
cidade um grande sitio que pode render de dous
a tres contos de ris, muito perto desta cidade ;
tambem se vender recebendo seu valor em fa-
zendas, visto seu proprietario ter necessidade de
ir para fra : a quem convier, anouncie.
Ama
ARMAZEM PROGRESSO
DE
8 larga da Penlia
O proprietario deste armazem par-
ticipa aos seus numerosos fregnezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com
um grande sortimento ae gneros os melhores que tem viodo a este mercado e por ser parte delles
viudos por couta propria, vende-os por menos do que em outra qualquer parle.
Manteiga ingleza perfeAtamente flor. goo.. ub,. em bar-
rril se far algum abatimento.
Wiailteiga IraUCeZa a mais nova que ha no mercaQ0 vende-se a 720 rs. a libra.
Cha pairla, \\yson e preto os melhore8 aue h, neste enero a ^^2S e
I96OO rs. a libra.
\JO.eVJOS UamengOS cnegados neste ultimo vapor de Europa 19600 rs., em por-
go se far algum abatimento.
Queija suisso
libra.
"""M" p*w os melhores que tem vindo a este mercado por serem muito frescaes e de
boa qualidadea 644 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
BOllO IVaUCd a OUU T8. 0 carla0 elegantemente enfeitados proprios para mi-
mo, vende-se por este preco nicamente no Progresso.
llOCe da Csea de gOV^ba em caiXoes com 3 1[2 libras vende-se a 19 cada um.
*-lClil.llIlw mglCttt a mais nova que ha no mercado, vende-se nicamente no ar-
mazem progresso a 39000 a barrica e a retalho a 240 rs. a libra.
IkHieiXaS IraiieeZaS a 480 rs iDra em p0rgose far algum abatimento.
n&aYY&ela&a imperial d0 a[amaao Abreu, e de outros muitos fabricantes de
Lisboa a 800 rs. a libra.
Lalas com b Aaeniuha* de sod
differentes qualidades.
Chocolate
AMA.
Na ra de Borlas o. 106, precisa-se de urna
ama para o servicc interno e externo de urna ca-
sa de pequea familia.
criado.
P Precisa-se de um criado ; na ra do Queima-
do n. 28, primeiro andar.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
coser e engommar : na ra do Imperador n. 83,
primeiro andar.
O Sr. Antonio de Parias Brandio Cordeiro
deixou de ser cobrador da casa commercial [de
Camargo<& Silva.

..2
JLSTB -
-???????"?YY?t
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3,$
Tira ratratos por 3>
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas '
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Usborn, o retratista america.
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas,qua.
dros, aparatos chinacos, e um grande
numero de objectos relativos a ai te-
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cada um, as pessoasque desejarem ad-
quirir conhecimentos pratices na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinaren! os specimens do que
cima iica anunciado.
Atteneo.
Precisa-se de orna ama ou livre ou escrava,
que saiba compra* e cozinhai para casa de fami-
lia : a tratar no Io andar do sobrado n. 1 da ra
do Arago.
Na ra das Triocheiras n. 29. enveroisa-se
ecoocertam-se obras de marcineiria.
' Deseja-se arrendar umeogenho deboa pro-
ducto e que teoha escravos e animaos suficien-
tes para o trafico ; tambem se comprar a safra,
escravos e animaes, ae connr ao seohorio rece-
ber em predios nesta cidade, que podera rendtr
de 3:0009 a 4:0009 quem convir anouncie pa-
ra ser procurado.
Escriptorio de advocada.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira tem o seu
escriptorio na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, onde pode ser procurado para o ejercicio
da sua prosso de advogado, das 10 horas da
manha al as 3 da larde ; encarrega-se de qual-
quer Irabtlho forense nesta capital ou fora del-
ta, e promette lodo o zeloe promptido as fuoc-
ces do seu ministerio.
mgmmg^mamamm amm usa mgmBSSRBIM
** CTB vtiv Ofti^ fSl c/w ctd% isnLto ^W c t,^ ?ai^ jp*
1A ultima moda de Pa-1
I ris na loja do Lean-1
dro, ra do Crespo g
n. 8. 8
Requissimos enfeites a imperatriz (para S
cabera de senhora) de diversos goslos, por ?
prego commodo, e grande soriimenio de 3
arcos para balo a 200 ris a vara, os i
quaes nao deixaro de os comprar logo Ib
que os virem, e outros muitos arligos, 5?
> vindo pelo ultimo vapor da Europa. *
CONVITE.
Attengo e muita atteneo.
Sodr C. convidim a todas as familias que
qaizerem honrar com suas presentas a sala do
primeiro andar da ra estreita do Rosario n. 11,
por cima do seu estabelecimauto, a virem tomar
sorvete e outros gneros tenientes a coofeitaria,
para que tem com lodo o asseio preparada com
rica mobilia, mess de marmore e Iluminada a
gaz, adrervindo que sero servidas com toda a
promptido e precos mdicos.
.$.&&& @M @@@^
g^ Julio i Conrado continuara a receber 4&
obras por medida a vootade de seus nu- "j5?
merosos freguezes e receben toda obra ^P
que nao Ucara vontide do freguez, tem ga
stmpre porgo de gurinos a escolher o 1
gos\o e commodo das pessoas, debaixo ^
da diTecgSo de seu mesire alfaiate que &
j bem conhecida a sua tesoura, rece- ^^
bem flgurinos por lodos os vapores. ^
^@*
jMt WW eaSW mWm vmm nral3rYVnVKPBWVS)Viil
Joo Jos de Carvalho Moraes e mais her-
deiros de seu casal fazem sciente ao corpo de
commercio desta praca, que fizeram venda do
estabelecimento de ferragens da ra do Queima-
do, a Joo Jos de Carvalho Moraes Filho, ficao-
do o abaixo assignado respoosavel pela liquida-
cao do aclivo e passivo do mesmo estabeleci-
mento, al 15 de abril prximo passado. Rectfe
27 de maio de 1861.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
i Joao Correta de Carvalho, al-
' faiate, participa aos seus nume-
i rosos freguezes e amigos que mu-
1 dou a sua residencia da ra da
i Madre de Dos n. -^6 para a ra
' da Cadeia do Recife n. 58, pri-
i meiro andar, aonde o encontra-
CONSULTORIO ESPECIAL H0HE0PATHICO
DO DOUTOR
n SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticas, todas as especies de febres,
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOXEOPaTUICA .
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parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompaDhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ar>
r6dor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posio-
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenbam na lampa o Lo-
me do Dr. Sabioo sao falsos.
Arrenda-se o engenho Jacir. situado no
termo de Serinhjm, moentee correnle.com ca-
| sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com com-
municago para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes. olana e seu respectivo Torno,rasa
de engenho com urna moeoda que produz calda,
para cincoenta a sesseota pes por tarefa com um
parol de cobre suflicientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, tendo a casa sufficien-
capacidade.
te capacidade, urna destilaco completamente
rao prompto para desempenhar @ montada contigua a casa de caldeira, com um
l qnalquer obra tendente a sua i lnM9ae de cobre de continuidade. com nu
i respectivas garapeiras que produz urna pina de
arte. 9 1 agurdente por dia de viole e dous graos pelo
@@@-S@-**'anoUletro de Cartier, casa de purgar para rece-
, ber mil pies completamente arranjada. com dous
Arrenda se O engenbo UitOSO, Si- tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
to na freguezia de Serinhaem, moente e Ire"0)- cotn d?us couxo3 tambem de amarello ;
. j jt t_ j casa de eocaixamento com quatro balcoes. saa
crtente sendo d agua, com boa casa de ; respecl7a eslufa e caix6es vt deposito do as-
purgar ede vivenda, muito bom serca- sucar, casa do fazer fariohacom um grande torno
vende-se a 15600 rs. cada urna com
libra.
o mais superior que tem vindo a este mercado a 900 rs.
Ma?a de lmate
libra.
CWW SeCCS>\S em COndecM de 8 libras por 3500 a retalho a 480 rs. a libra.
Conservas rancex*s e ingieras
das em direilura a 800 rs. o frasco.
Meiria, mae^rrao e t&luaTm 480r8 liDra, em caixa, de ama ar.
roba por 80.
Palitos de dente lixados
Toneinno de LAsboa
a arroba a 9$.
* *eSmiliO muito novo vende-se para acabar a 400 rs. a libra.
Cnourieas e paios
a libra.
Banna de poreo rennada
480 rs. a libra e em barril a 400 re.
em latas de 1 libra, a mais nova que ha no mercado a 900 rs. a
as mais novas que ha por serem vin-
em molhos com 20 macinhos por 200 rs.
o mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra em barril
A agencia do va-
por de reboque.
Acha-se estabelecida no escriptorio da compa-
nhia Pernambucana no Forte do Mallos n. 1, on-
de se recebem avisos para qualquer servido ten-
dente ao mesmo vapor.
Ensino particular.
O acadmico Menelo dos Santos da Fonsec,
Los, professor particular das linguas latina a
franceza.^utorisado pelo governo, tem aberto e
curso das ditas linguas na ra de Santa Rila no
15,rprimeiro andar.
ffi 1Wt :,** Wr afr*ff*MftMffi- ws wffi^tt-*^
o que ha de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs. |
Dentista de Pars.
15 -Ra Nova15
Frederic Gautier, eirurgiodentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
denles arlificiaes, tudo com a superiori-
dade e perfeiQo que as pessoas entendi-
das Ihe reconhecem.
Tem agua e pos deatifricios etc.
a mais alva que pode haver 00 mercado vende-se a fi^S|S5i^S^lSl'SiS?5'fllCSi69g'St
l Arrenda-se o engenho
L.AU1S C01H peixe ae pOSta preparado da melhor maneira possivel dasmelho-' Tarrlim mui tn nprt n di villa i\\
res qualidades de peixequebaem Portugal a 1500 cada urna, assim como tem salmao e tU U1Ui multu FBl WUd VlllttU
laguslinha em latas menores a 9d9 rs., verdadeiros charutos suspiros ede outras murtas P0 d'Alho, 6 OUtrO denOUlina-
qualidadesdos melhores fabricaotesde Sao Flix, champanhe das mais acreditadas marcae, u -t e
cerveja de ditas, marrasquino de zara, licor francez de todas as qualidades, azeite doce pa-- (10 t HU' 'l)(i SltO na IregUtZia
riflcadoalS a garrafa, nozesa 320 rs. a libra, ervilhas francezas, tructa em calda, azeitoaas Ja TmMinham amKnc ot
baratas e outros muitos teneros q.ue encontraro ludo de sunerior aualidade. Uo llaLUUUaclII, lUiiuu VdQ
tajosos em suas produc^es e
por preco muito conveniente:
quem os pretender dirija-se
ao engenho Carauba do termo
de Pao d'Alho, para tratar com
o proprietario do mesmo en-
genho. O mesmo proprieta-
rio vende as partes que tem
nos engenhos Inhama, Ra-
mus e C'ursahi, e permuta-se
por alguns predios na capital,
tornando o que fr de razo.
Consultorio medico-cirurgico
Consulta por ambos os systemas,
Em consecuencia da mudanga para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejoque tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confunda m com os de
neohum ouiro, visto o grande crdito de que S6mpre gozaram e gozam ;o proprietario tem tomado
a precauco de ioscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser coasiderados como falsifica-
dos todos aquelles que forera apreseolados sem esta arca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhac urna conla ssignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porgo de tinctura de acnito e belladona, re-
raedios estes de summa imporUucia e cujas propriedadee sao to conheeidas que os mesmo Srs.
mdicos allopatbas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tinctura* custarao a 1$ o vidre.
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
sufficieaies para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alguma
operacao, afflaocando que sero tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aquellas que i tem tldo escravos na casa do ano uncante.
A situaco magnifica da casa, a coarmodidada dos banhos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o anounciante devem procura-lode manha at 11 horas
e de larde das 5 em diante, e fora destas horas acharo em casa pessoa com quem se podero eo-
teoAer rus da Gloria o. 3 casa do Pnadao.
Dr. Lobo Motcozo.
Joo de Siqueira Ferro scienliflea a
seus numerosos amigos e freguezes, tan-
to destas como de outras provincias que
mudou seu estabelecimento de fazeodas
que Un ha na ra do C.resoo o. 15 para a
ra do Queimado n. 10, onde continua a
ter um completo sortimento de fazendas
de todas as qualidades.
Precisa-se de urna ama de leite: a tratar
na ruado Crespo loja n. 14.
Na ra do Rangel n. 73 se precisa alugar
urna escrava para oservico interno e externo de
urna casa de pouca familia: paga-se bem.
Furtaram do engenho Santos Hendes, na co-
marca de Nazareth. do abaixo assignado, ao ama-
rillecer do dia 25 de abril prximo passado, um
poltro castaoho de bom corpo, bonito, com algu-
mas marcas de chicle na anca do lado direito,
proveniente da moagem de canas, com marca de
peiloral, j muito mango de roda por moer a tres
tonos, talvez tenha feilo a ultima muda, com fer-
ro no quarto a maneira de um Q manuscripto pou-
co mais ou menos. Sem duvida foi furtado por
um individuo de nome Manoel Joaquim, simi-
branco ou pardo, cor de laranja, de corpo e altu-
ra regular, pouca barba, ladino, l e escreve
bem, e coota, foi cadete e deu baixa. anda aceia-
do ; o qualfdra o auno passado da cidade do Re-
cife para o mencionado eogenho trabalhar, depois
de pouco tempo passou-se d'ahi para o engenho
Oral, em Pao do Alho ; por ter elle pernoitado
com um pardo cheio do corpo, que ia em sua com-
panhia, no dia 24 de abril, em tenas do engenho
Timbosinho tambem do annunciante, em casa de
um morador, cujo engenho limitrophe daquel-
le era que furtou-se o animal; e lerem ambos de-
sapparecido na madrugada do dia 5, justamen-
te quando furtaram o animal, e dizem que nesta
manha passaram ambos em Pao do Alho, onde
quizeram trocar o poltro, iodo um puxando o pol-
tro e cutro montado em um cavallo pedrez ma-
gro. Consta que o Manoel Joaquim eslivera
amansando o poltro em Olioda na estrada, e que
o poltro dera urna queda em um r3paz, alunado
do Dr. Lobo, que eslava ajudando a amansa-lo.
O Manoel Joaquim tem prenles em Olioda, po-
rm antes de subir o anno passado a procurar
servico assislio no Recife na ra do Pires em um
dos casebres que ha no paleo, onde se conceriam
carrinhos de alfandega, em companhia do cutro,
que foi preso no fin do anno passado por suspei-
lasdeladro de cavallo, porm assim que foi sol-
lo mudou-se. O Manoel Joaquim costuma mu-
dar o oome, tanto assim que conbecido em
Olinda por Jos Francisco.
Roga-se s autoridados policiaes, e a qualquer
pessoa em particular a appreheoso do dito ani-
mal, assim comoa priso dos individuos, eleva-lo
no dito engenho ou no Recite, aos Srs. Manoel Ig-
nacio de Oliveira e Filho.Laurentino Gomes da
Cunha Reltro.
O abaixo assignado como administrador dos
bens de sua mi Rita Mara da Conceico, declara
para conhecimento do publico e especialmente
o da polica, que Luiz de Franca do Rosario, por
outra Luiz Jos dos Santos, por aoibooomasia
Caguincha, nao livre como propala ser; pois
nao lem carta de liberdade, sim escravo da re-
ferida cima, moradora na ra das Cinco Ponas
casa n. 92, e o abaixo assignado na roa Imperial
n. 174 onde tem aula particular de inslrucco pri-
maria.
Manoel Flix Alves da Cruz.
Leopoldo Albert, subdito Belga, retira-se
para fora da provincia.
Precisa-se de urna ama forra ou capiliva para
engommar, e para todo o servigo interno de
urna casa de familia : na ra do Imperador n.
37 segundo andar.
Sendo presentemente
Santos Vieira o nico garant-
dor de bilhetes de loteria, os
quaes sao rubricados com tin-
ta de i tdprensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados
a boa
como um laco armado
f dos incautos.
do, com todas ascommodidades parasa-
frejar dous a tres mil pues, arrenda-se
por 7 annos inclusivel a safra que esta'
criandc-se, tambem vende-se esta safra
de dous mil paes : os pretendentes po-
dem dirigir-se ao referido engenho a
tratar com Amenco Xavier Pereira de
Brito ou nesta praca no escriptorio do
Sr. commendador Joao Pinto de Lemos
Jnior.
Precisa-se de urna senhora de 50
annos pouco mais ou menos, que f'osse
educada regularmente e tenha durante
sua vida portado-se bem, para fazer
companhia a urna senhora que tem po-
sicao: quem estiver nestas circumstan-
cia dirija-se por carta com as letras
X YZ, a livraria da praca da Indepen-
dencia.
Precisa-se alugar urna escrava pa-
ra o serviqo de urna casa de familia :
na ra da Cadeia do Recife n. 55, ter-
ceiro andar.
Aluga-se urna escrava para o servico interno
de urna casa, cozioha, engomma, cose : a tratar
no principio da estrada de Joo Feruaudes Viei-
ra n. 36.
Quer-se alugar um sitio ou urna grande casa
com boos commodos, mas que tenha espacoso
quintal com fructeiras, com tanto que fique qua-
si dentro desta cidade : quem pois o tiver para
alugar, diguar-se-ha entender na loja de fazen-
das n. 8, com Burgos Ponce de Len.
Na ra das Triocheiras n. 29, ha urna pes-
soa que se encarrega de fazer comidas para casas
particulares, constando de almoco, jantar e ceia :
quem precisar, dirija-se a mesma para tratar,
ano ficar bem servido, com as condices exi-
gidas.
Sociedade
V u'uvo Rene Vicente dos Co-
cheiros em Pernambuco.
Por ordem do Sr. presidente fago saber que
procedeu-se a clego da directora que tem ne
administrar a mesma sociedade desde 1861 a
186-2, sahiram eleilos os seguintes senhores ;
Presidente.
Antonio Jos Ferreira ArreQnador.
Vice-presidente.
Damazo Miranda de Souza Cont.
t. secretario.
Thomaz Lins de Souza.
2." secretario.
Balbino Jos dos Santos.
Thesoureiro .
Chrispim Rodrigues Barbosa.
1. procurador.
Antonio Silvano da Fonseca.
2." procurador.
Manoel Clemente dos Prazeres.
Orador.
Raimundo da Silva Gomes.
Secretaria da sociedade Unio Beoeficente dos
Cocheiros em Pernambuco 4 de junho de 1861.
Damazo Miranda de Souta Couto.
1. secretario.
Cassino Militar
Pernambucano.
A directora cientfica a todos os seohores
socios que no dia 15 do correte ter lugar a
primeira partida. Previne-se a todos os socios
que apresentem suas propostas de convite at o
dia 10, na ra Nova n. 46, primeiro andar, tendo
em vista o numero de convidados e designacao
de sexo.
A directora roga i todos os senhores convida-
dos que hajam de levar seu cartes para na en-
trada serem entregues, afim de nao sugerir du-
vida alguma ,- outro sim pede sos seohores con-
vidados e socios que nao levem enancas.
Recife 5 de junho de 1861.
Anlonio Vilella de C. Tavares.
1. secretario.
Etlenne Chantre, tendo de sahir para fora
do imperio, roga a quem se julear seu credor,
de apresentar sua conta uesias 48 horas, na ra
dos Guararapes n. 60, em Fora de Portas.
Precisa-se de costureiras para calcas e ca-
misas de algodao azul e brim liso, pagando-se a
160 rs a poga ; na ra da Peoha u. 27.
A pe*soa que hypothecou um moleque ao
reverendo Nicolao Teixera, v levantar a hypo-
theca at o dia 5 deste corren le mez, e do con-
trario nao te entregar mais por se ter vencido
o trato 00 dia 18 de malo prximo passado.
e completo aviamenlo ; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinla casaes ; sendo o sen
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fr O
vero ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento.
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do eogenho,
todos lavradios e do melhor raassapS que se po-
de desejar para a produego de caBa ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas de
barro moriquipi e gomoso, com matas tambem a
roda do engenho de sufliciente capacidade para
dar estacas para cercar elenhas para uso dos Tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister fazer-se nos edificios rus-
ticos. Os partidos tanto de vsrzea como os do
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil pes sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capin milhan. Com trras por abrir
de fcil esgotn cujo solo c de massap. Este en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheita de 1861,
a findar-se em 1862, sendo avaliada por peritos,
assim como o prego dos pes. As condiges e
tempo do arrendamenlo se combinar com quem
o pretender, que dever procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Menezes Vasconrel'.os
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos Adictos, de manha al 1 hora da
U CONSULTORIO ESPECIAL 1
HOMEOPATilICO p
DO V
DR, C.YSAAOYA,
30-Rna das Crnzes-30
2 Neste consultoriotem sempre os mais
*> novse acreditados medicamentospre-
S parados em Paris (aslinturas) por Ca-
W tellan e Weber, por pregos razoaveis.
|E Os elementos dehomeopathiao bra.re-
S commendada inielligencia de qualquer
jm pessoa. *
JSwSB3W3W-vW3aoaiwGas'9!HCTa9*5l
O Sr. Julio Cesar da Silva Amaral lem urna
carta do norte, na livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia.
G
ompras.
Compra-se urna carroga para um cavallo, em-
bora teoha algum uso, com tanto que esteja em
bom estado, e seja forte : na ra da Cadeia, loja
numero 41.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz R. 12 loja.
Compra-se
urna escrava de cor preta, de idade de 20 a 30
annos, que seja sadia, sem molestia alguma e bo-
nita figura : quem tiver e quizer vender, dirija-
se a ra larga do Rosario, fabrica de cigarros n.
21. que achara cora quem tratar:
finias.
Em casa de N9 O. Bieber
ttC. successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se
Vinho Bordeaux em quarlolas.
Dito Xerez.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Vinagre.
Lonas, briozos e brios da Russia.
Cerneja escosseza (Edioburgh Ale.)
Pedrasde marmore branco para consolos eraes'as.
Polvera em barris.
Enxofre em canudo.
Vende-se a casa de dous andares n. 66 da
ruadas Aguas-Verdes, excelleole predio, reedi-
ficado completamente por deotro e por fora ha
cinco annos, com oites dobrades todos s do
predio, e quintal, cujos fundos vio ra de nor-
ias para onde tem porto, e admilte que se edi-
fique qualquer casa com frente para esta ra,
Meando-Ihe anda quintal com cacimba meieira,
porque a tem inteira e de boa agua ; quem a
pretender, procure na ra da Moeda o. 15, se-
gundo andar.
TT






.
UIO DI FKWHIIBDCG. am* mk 0 91 JBRHO DI lu,
*
ESTIMO
DE
Jcs Das Brando.
oRoa da Lingueta 5
O ovo destino torra gneros por meaos de sea
'veier: superior roanteiga iogleza a 1} a Ubre.
Ua fraiceza a 700 rs.. cha pr*to a 1*400, dm-
sae a 560, conservas inglezas e portuguezis s
TOO rs., atetria, Ulhaiim e macarro a 400 rs. a
libra, toucinho de Lisboa a 320 rr. a libra, banha
de porco refinada a 480 rs latas com peixe de
postas a 1*4C0, cerreja branca a 500 rs. a gar-
ratae 58 a fluzia. dita preta a 600 rs. a garrafa e
<&S*300 a dozia, tanto em garrafas como ero meias,
ervdhas francezas e portuguezis a 720 rs. a lata,
sperroacete de 4. 5 e 6 ero libra por preco mui-
to ora cunta, vioho do Porto engarrafado fino
^velho) a 1*500 rs vinho de Lisboa eFigueira a
560 rs. a garrafa, vinagre branco a 320 r. a gar-
rafa, e outros muitos gneros que eseusado
menciona-los, que do contrario se tornara enfa-
A12#000
Botinas de Melies para hornera a 129 ; na loja
ile vapor, ra Nova n. 7.
Vende-se farioha do MaranhSo a 1*600 a
sacea : oa ra do Codorniz o. 12 .
gCortesde calcas a 3.|
Cortes de calcas de brim trancado *
9 omito uno de purissimo linho, com seda qgi
jSMj de listras e quadrinhos de cores fixas, &
,y pelo baratissimo preco de 3* caaa corle :
w na ra do Cabug. loja n. 8, de Burgos i
I'occe de Len.
A2,000rs.
Grande pechincha para os s-
niores alfaiates.
Fitas de sso'a cor de clnsa e de outras cores
proprias para debrum de paletots e colletes coa
30 varas peca, pelo diminuto preco de 2 na
roa da Imperalri* d.4, junto a padaria ranVen.
Largo do Carmo, quina da ra
de Hortas n. 2.
. oaiBd6""',.macarr. lft e talharim branco
libra, dito amar*lio 400 rs., man-
libra, dita fraoceza a
comprara-se jornaes a
Em casa de Mills.S
4 PBMAYER4
16-Rua da Cadeia do Reeife46
LOJA DE MIDDEZAS
i
leiga inglesa a 800 rs. .
720 : na mesma casa
3840 a arroba.
&
9
Latham ra da Cadeiaf
n. 52, vende-sei

Vende-se um eslabeleeimento de chapeos
aa praca da Independencia; a praso ou a dinhei-
ro, como roelhor convenciooar-se, quero preten-
dec dee sua residencia e nome em carta feieha-
la na mesroa Praca n. 6 e 8 a coro inicial F se
oo te declara no mesroo annunrio o dito esta-
lle! ecimento porque exislem pevedores pelo mallo
a p aesao.
Champagne.
Vinho Xerez e Porto engarrafado.
m Dito de Lisboa branco e tinto em
0 barril de 5-
g Cerveja preta muito superior.
m Manteiga ngleza dita.
Oleo de Imhaca.
AzarcSo.
Tintas preparadas a oleo.
Verdete de Pars.
Dito composto.
Ama re lo dito.
Sulphato de ferro.
Pedra-hume.
Linhas em ndvello.
Panno de algodao para saceos.
Ancoras e coi rentes de ferro.
Um sortimento de ferro inglez.-
*
m
JgRua do Queimado n|
J 0. loja de 4 portas.
*g Vende-se as seguintes fazendas por J
*2? monos prego do que em outra qualquer j|
;\ P^rte, como sejam : *a
S Chitas francezas cores 6xas a 220 e 240 2
V Cortes de cassa fraoceza a 2*000
41 *~na,Js de apurado goslo covadoa 500 SS
^.rs Carooraia de seda oilo o covado a 440 2
? Mimos do co dito o covado a 400
^|g Chales com palmas de seda a |
gm 1S600 e 2^000 a
Zl Camtsinhas de carobraia bordada
<& para bapiisado a 58000 l?
~ Ditas de dita para senhora e com ^
*S nLRolii"ha 3g500 2
2r Chitas inglezas cores fizas a 160
H Ergua de puro linho a vara a 800 $g
Jfi Carobraia l3a muilo fina a pega a 5J00O fe
',-. Chales de merino bordado a 5*000 ff
-- Hitos de dito liso a 3*500 e 4JJGO0 W
^ Mantas de setim lavrado para se- a
dm nhoraa lg600 ',
3J Meias para senhora a 3J, 3j>500 e 49.00 "
V Oit.s para meninas a 28O0 e 3J100 ^
A Chapeos d.> sol de seda para se-
l hora a 35500 e 4000
e a 2J500 e 3$000 2
foalhas de ln.ho a duzia 5$O00 5^
^ Riscadinhoa de linho o covado a 100 w
4v Cortes >ie brim de linho de cores @
gA a >500 e oggoo xj>
ST Ditos de meiacasemira a 1JJ280 e I56OO ^
8P Panno a?.ul lino ovado a 1*280 e 1J600 ^
^ Oito preto dito dito a 3*500, 4e
aj Cortes de casemira prea a5je
^" Curt-s de dita de cores a 4* e
%} Cortes de velludo para tllete
j a 1*000 e
ios gorguro a
'! Brim branco de linho trancado a
'aletots de brim de cor pardo a
a 'it Agua ambreada
para banho do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber essa no-
va e apreciavel agua ambreada. de um aroma ex-
cellentemente agradavel. Ella serve acertada-
roeole para se deitar algumas gotas n'agua pura
com que se banha o-rosto, resultando dlsso que
ulrASCa ecoD?e"a o 'isor da cutis, com especia-
Hdade dassenhoras ; assiro como para se deitar
E.*" ,bann.qu8 o torna mu deleitavel. re- i
soltando alero de reresrar o tirar o fazer desap- !
parecer esse balito desagradavel que quasi sero-
pre se tero pelo transpirar. Tambera tem a pre-
!FoDseca Sabio inglez o melhor que ha 00 mer-
cado ai* 100 a 800 rs., aljofares boaitoi
gostos a 1300 ra., espelbos pequeos dou-
rados a 800 rs. a duzia, apparelhos pa-
ra brlnqnedos de enancas a 1$, 2J e 35
cada uro, eicovas para unba de 800 a
1* eda urna, ditas para denles de 400 a
500 rs., bandeijas pequeas de 1a a
1$500 cada urna, pentes de tartaruga
, Jirados a 5, 6*. "% e 8 cada um, en-
[ feltes de vidrilho a 1$800 cada um bar-
retes de dito a 18200. froco de cores a
200 rs: a peca, fitas de velludo coro 10
varas a 800,1$ e 1*200 a pega, esconda
de sabao para tirar no-loas 3 1$ o vidro
pentes para atsr cabellos a 1*400 a du-
zia. caizas de raiz sorlidas a 1*400 a
duzia, cartas francesas Unas a 38 a du-
zia, ditas portuguezas a 1*800, caivetes
para froctas a k% a dozia, ricas caixas
cora espelbos cootend perfumaras pro-
prias para toilets de senhoras a 6j e 8$
cada urna, bahuziohos de ditos a 5*
caixinbas de vidros com ditas a 2*500
cada urna, areolas doaradas a 1*500 a
duzia, dados a 1*500 1 bala, pentes fi-
nos para barba a 400 cada um. agulhei-
| ros com pennas de ac a 800 rs. a du-
zia, colheres de metal principe para ti-
rar sopa a 2# cada urna, ditas pequeas
para cha a 2* a dozia e para sopa a
4*500. pentes de bufalos amarellos a
4*500 a duzia e a 400 rs. cada uro. di-
tos para bichos a 280 rs. cada um e a
2*500 a duzia, botes de madreperola
para abertura a 480 rs. a duzia, ditos de
osso a 310 rs., ditos de louca bonitos
gostos a 240 rs., ditos de phantasia a
400 rs. a duzia, alfloetes de cabeea cha- '
ta sonidos a 120 rs, a carta e a 240 rs.
o masso. pioceispara barba a 400 rs a
duzia, tesouras em carteira a 1* a du-
zia, caixas finas para rap a 800 rs. cada
urna, tranca de caracol a 600 rs. o mas-
so, sapatos de tapete para hornera e se-
Pn"ra 'S o P, ditos de pelucia a
1*500, aparelho de porcelana para duas
pessoas a 6*, jarros com pomada a 3S
o par, escovas linas com espelbos para
cabellos a 1 cada un, agua do Oriea-
!*JI*2 a garrafa, dita de cologne a
j on e **' benl5a'a8 superiores de 1* a
1*800 cada urna, e muitos outros arti-
gos que seria enf idonho enumera-los
os quaes se vendem por precos os mai
baratos do que em outra qualquer parle.
ir
fUNDldiO LOW-MOW.
Ra daSenzalIa Nova n.42,
Bfesu estabelecimento contina a ha ver um
lemira i
retfsajnv
"iXf'J
2|D(
quando^se faz".6ST "^n^"' ^^ \*\\** sortimento de moendaseme.asmoeji-
e coado, da todos ostamanhos
que se lave o rosto tenha della comoosico. Cos-
a o frasco 1*. e quero aprecia o boro nodeixar
cerlamente de comprar dessa estimavel agua am-
S2SJ a" U'ja d'agUa branca- D r" do
gueimado n. 16. nica parte onde se achara.
Gurgel Ra da Cadeia loja n. 23.
BECEBERAM vestidos superiores de
bloode coro manta, capella. saia de se- 1
um, ditos modernos de seda de cor di-
tos pretus. ditos de phantasia. ditos de 1
cambra bordados, lindas lasiohas, fi- n
16. tarlatana, sedas de quadrinhos, gros- 2
denaples, moreantique, cassas. carobraia \
d cores muito superior, sinlos. eofeiles 9
novos manguitos, chapeos, manteletes. %
visitas, capas moderna de gorgurao e de
ino, pulceiras, leques e extractos de san- S
Sfooo m
65000 S
5*000 i&\
2*000 gtt,
1S600 2
1/000 W
3S00 S !
Grande pechinclia.
PALETOTS SAC -OS de casemiraingle-
a lt*. diios a 15*. ditos de alpaca mais
tina a 6*. sobrecasaco de panno a 20* 24*
1 muilo boas a 40*. calcas de casemira a
9* botinas de Mell a l* e ingleza a
iu*. chapeos francezes a 8* : na ra da
Cadeia loja o. 23.
te ferro batido
para dito,
Vende-se urna grande casa terrea no lugar
denominado Caldeireiro da freguezia do Poco da
Panella com 30 palmos de frente, 4 quartos, co-
zinna leca, quarto para escravo, um grande
quintal plantado de novas e excelleotes errores
fructferas, urna grande cacimba com muito boa
"goa. assimeomo outra casa de taina com muitos
coromodos. urna estribara, sendo o terreno de
ambas propno e unido, leodo o mesmo coropri-
roenlo : qaem pretender, dirija-se roesroa, que
acbar com quem tratar, a qualquer hora do dia.
r^*
Viohos engarrafados^*
Termo-
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
I BucelUs.
Malvasia, em caixas de urna duzia da garrafas
na ra do Vigario n. 19. primeiro andar.
Algodao monstro
de duas largurss a 600 rs. a vara
Queimado n. 22, na loja di boa f.
Ba do
E-fPi

Crespo
Sem igual. q SAIAS balo muito boas de todo tama-
H nho a 4*. luvas de Jourin de todas as m
cores e brancas precos fixo 2J500, sapa-
H tos de tapete e de tranca a 1*280. colchas *
|> grandes de damasco de la e seda a 6*, 5
* de algumas destas fazendas existe urna *
S pequea quantiefade por isso as pessoas 2
j quequizerem com tempo dirijam-se a ra If
H da Cadeia confronte ao becco largo loja 2
rlnni
Industria Pernambucana,
1 A fabrica Industria Per-
nambucana fez o deposito- de
seu sabao no armazem de
Francisco L O. Azevedo, na
i(rua da Madre de Dos n. 12,
Kcpr.o para capas de senhora a 800 rs o cova- I Onde Se Vender em ffmn P
<< -issiro como outras muitas fazendas. ludo < ,, UUCld CU1 &1 OS>SO e
nuita barato para acabar. ,a retalnO p >r menOS
-ja a.25, deJoaquim Ferreira de S. veniem-
sc para fechar conias as seguintes fazendas por
presos muito baratos : pegas de carobraia lisa fi-
na a Z, cortes de casemira a 3*500, pecas1 de
Manatos largos e muito finos a 3*. seda de qua-
dros miudo a 800 rs. o covado, chitas largas de
- res oscura e claras a 240, ossas de cores bons
is a 24) covado, organdys muito finos a
Me rs-, [Tees de ntremelos bordados a 30 a
Tra, golliohai bordadas a 640, manguitos de
f.isibraiac fil a 2*. bramante de algodao coro
9 pannos de largura i 1*280 a vara, sobrecasacas
do panno lino a 20 e 25g. paletots de panno e
asean-a a 16* e 20*. ditos de alpaca de 3/500 a
5, ditos de brim de cores e brancvS de 3g a 5fl
Artas de brim de rores o brancas de 2J500 a 5*'
cl cestista de fustao brancas o decores a 2 corles
di cassa de cores a 2*. cassas pretas a 500 rs a
vara, camisas de roeia a 640, merin/i a ,.(
Cortes de meta casemira de urna s edr, fazen-
ae saperor, pelo baratistimo preco de 2* cada
uw: na ra do QoeimedSfm 22. na joj, i ^g^
A12P00
a dozia de loilnas felpudas superiores ; na ra
do Qawmas n. 22. oa laja da boa .
Extractos, banhas,cosme-
tiques, eol^deLubin
para lencos, e cabellos.
Na loja d'Ageia Braoca se encontra as per-
fumaras cima do bem conhecido fabricante Lu-
Mo ; e bem assim finos extractos, banhas A &
de outros fabricantes tambera de fama como Con-
dray, Piver &. Erom quem se quizer prover da
boa perfumara dirigir-se a ra do Queimado
n. lo loja d Aguia Branca.
Relogios.
Vende-se em casa de Jobnston Pater C,
roa do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de oure, patente ingle, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesases.
Guardanapos rara mesa
a 3$ rs. a duzia ; na ra do Queimado n ti. na
loja da boa f.
Fazenda econmica.
Laazinhas para'vestido a 240 rs. o covado, ou- ;
tr ora de 800 rs. : Adriano & Castro, rus do I
Crespo n. 20. |
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
eofeitesde continha, como dourados, e de lindas
utas e relas, o mais fino que se pode encontrar
isto na loia Aguia de Ouro, ra do Cabug n. t B
DE
azendas
N. 19 Ra do Queimado N. 19.
Cobertas feitas.
Cobertas de chita, gosto a chineza, a 1*800.
Lences de linho.
Len?6es de panno de linho fino pelo preco de
l*a00.
Cortes de casemira.
Finos cortes de casemira para calc;a a 5*.
Chales.
Chales estampados pelo barato preco de 2*500.
Chita franceza.
EChita franceza escura a 220 rs. o covado.
Cortes de riscado.
Cortes de riscado com 14 corados a 2*.
Algodao monstro,
com 8 palmos de largo a 600 rs. a vara.
Lencos para Iiomm.
Lencos brancos para algibeira a 1*600 e 2*400
a duzia. ditos para meninos e meninas com barra
a 160 rs. cada um.
Toalhasde fustao.
Toslhas de fustao com 5/4 pelo barato preco
de 500 rs. cada urna.
Estuiras da India,
de 4 e 5 palmos de largo para forro de sala e
cama.
Z
na ra do
Agua balsmica para
(lentes.
A loja da aguia branca avisa as diversas pes-
soas que haviaro procurado tal agua, e asqne de
novo se quizerem ulilisar de lo necessaria agua
balsmica, que ella acaba de chegar em dita loja
ondesomente a encontraro. Quem tem usado
dessa agua sabe perfitamente das virtudes della
e quem de novo comprar achara que duas a tres
gots della em meiocopo d'sgua pura, e com ella
esiregando-se os denles, e lavando-se a bocea os
alveja, livra-os da carie, fortifica as gengivas e
acaba o roo cheiro quando ha denles furados : o
preco continua a ser 1* o frasquinho : na loja
da aguia branca, ra do Queimado n: 16.
Caivetes
abrir
ende-se por todo
preco para aca-
bar.
Ka ra do Queimado n. 41. loja da quina da
.orgrega^ao, alera de muitas fazeodas que admi-
ra pola baraieza, roenciona-se as seguintes : cor-
*!es da seda com babados coro pequeo toque de
mofo a 20, ditos de boa seda com 18 cucados a
<5, 10 12*, seda de todos os padres, covado a
500 <* 1*. grosdenaples de cores muilo encorpado
t |200o covado, dito preto muilo superior coro
ij^uco mofo a 1J500, laazinhas pira vestido a 320
.-e cores a 2*800, cassas de lindos padroes a 160
200 rs. o covado. chilis francezas. lindos pa-
tries, escuros e claros, covado a 220 e 240 rs.,
ios estrenos, lintjs fixas a 160 rs. o covado, al-
paca de seda, delicados padroes, a 400 rs. o co-
lada, cazaveqnes de carobraia muito finos a 6*.
^;os de mussulioa a 10J, ditos de seda superior a
36*. opolilnos de seda a 6$. de retroz a 4J, ca-
BHSohas de carobraia para senhora a 1*, chapeos
J seda_ muilo lindos para meninas e raeuinos a
'i'rs vista se admira.
A 200 rs.
Grvalas de seda de cores; na raa do Queima-
<4 o. 47.
A 20200.
Cortes de seda para colletes pretos e de cores :
ai na do Queimado u. 47.
A 1^200.
' tJaales de iaa pretos : na ra do Queimado nu-
8w 47.
A 480 rs. o covado.
Caneas de cores para calca ; na ra do Queima-
<. 47.
A l>00.
raratas deselim pretas ; na ra 4o Queima-
**a 47.
preco
que em qualquer outra parte.
Este sabao fabricado pelo no-
vo processo ltimamente des-
cobero em Hespanha, onde
sempre se fabricou o melhor
sabao tem a vantagem sobre
outros de nao cortar a roupa
oela grande quaotidade de
barrilha que nesses outros
contem.
fixos para
latas.
Vende-se finos caivetes fixos proprios para
abrir latas de sardioha, bolachinhas, doces ele. a
1* cada um : na ra do Queimado, loja da aguia
bsanca, n.
Farinha a 1:600 a
sacca,
fazendo-se differenga neste prego a quem com-
prar de 100 saccas para cima.chegada ha poucos
das do Rio de Janeiro : no largo da Assembla
n. 15,trapiche Baro do Livramenlo.
Toalhas para mos
a 6g a duzia : na ra do Queimado n. 22.na loia
da Boa .
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em casa ds S. P. Joiihsion &C.
selns e silhes nglezes, candeeiros e casticae:
bronzeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, e momaria, arreios para carro da
u a dous cvalos relogios de ouro patente
nglei.
AU MINERALE
NATDRAIXEDE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22
i*fAy *^S5.iC*iaT"'iK',t>*i' %*^.i "j*
Ami ndoas coneitadas
alja libra.
Proprias para sortes de S. Joo
vende-se tanto em porces como a letalho nicamente no
armazem Progresso, largo da Penha n. 8.
Bonitas caixinbas com pos de
arroz, e boneca.
A loja d'aguia branca recebeu mui bonitas cai-
xinhas com fino pos de arroz, e a competente bo-
neca. cojos pos sao acertadamente applicados pa-
ra bertoejas, e mesmo as senhoras usam delles
quaodo leem de sahir, como para theetro. baile,
etc., cusa cada caixinha 2J, e barato pela su-
penondade da qualida^e. alero de serem mui
novos como sao, oque os torna preferiveis : ven-
dem-se na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16. *
Capellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebau novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, e as
est vendendo a 6*e a 8*. conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
Vendc-se em casa de Saundres Brolhefc & C.
praca do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bncaute Hoskell, por precos coromodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellente gosto.
Luvas despeluca enfeita-
das para noivas.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as finas e bonilas luvas de pellica
eofeitadas, proprias para noivas, e contina a
vend-las pelo antigo e baratissimo preco de 5*000
o par: oa dita loia de Aguia Branca ra do Quei-
mado u. 16
Bramante superior.
Vende-se bramante de linho baatanu ineorn-
do. com duas varas de largura, pelo baratisaimo
preco de 2*400 rs. a vara : na roa do Oueiotado
n. 23, na loia da boa f.
Chales de merino
n^.M'V 2i?00 : ru d0 Qwito n. 22.
na loja da boa f.
Gravatinhas estreitas.
J.enn^:r8Tf0rM 'avaH.hs. estreitas de
seda, nao 6 pretaa como de cores, pelo barata.
r.r.'dKsl|sMr"d1--*"-.
Atoalhado de linho
cora duas larguras a 2*600 a vara; na ruado
Queimado n. 22, o. lojn da boa f.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba a mais superior
que ha naste genero : na ra da Cadeia do Re-
cite, loja n. 50.
Baldes
de mussulioa para meninas a 3*000: na ra do
Queimado n. 22, loja da boa f.
Caes do Hamos armllzem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello. e louro per
precos razeaveis. *^
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
m grande e variado sortimento de
i roupas tenas, calcados e fazendas e todos
, estes se vendem por precos muito modi-
I ncadoscomodeseucostume.assim como
. sejam sobrecisacos de superiores pannos
i LCa^0Sel,0S pe,os ult>oios figurinos a
, 2b, 28*. 30* e a 35, paletots dos mesmos
j pannos preto a 16$, 18$. 20* e a 24*
k ditos de casemira de edr mesclado e de'
, novos padres a 14*. 16*. 18*. 20* e 24
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
5 res a 9*. 10*. 12 e a 14, ditos pretos pe-
lo diminuto preco de8*. 10*. e 12$, ditos
' de sarja de seda a sobrecasacados a 12*
, ditos de merino de cordo a 12, ditos S
de merino chinez de apurado gosto a 15 S
ditos de alpaea preta a 7*. 8*. 9* e a 10*' 3
ditos suecos pretos a 4, ditos de palha d 9
seda fazenda muilo superior a 4*500 di- S
, tos de brim pardo e de fustao a 3*500 4 <
e a 4*500, ditos de fustao branco a 4 S
i grande quantidade de calcas de casemira J
I pre,a edeC"fes a7, 8, 9e a 10,ditas S
pardas a 3 e a 4. dit-is de brim de cores J?
finas a2SD00, 3*. 3*501) e a 4$. ditas de 8
brim brancos finas a 4*500. 5$. 5*500 e a S
6, ditas de brim lona a5*ea 6$. colletes If
de gorgurao preto e de cores a 5$ e a 6$ S
ditos de casemira de cor e pretos a 4S50 X
e a 5*. ditos de fustao branco e de brim O
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 4$ I
ditos de merio para luto a 4* e a 4*500 '
calcas de merm para luto a 4$50O e a 5s' S
capas de borracha a 9. Pa,a meninos ||
de lodos ostamanhos: caigas de casemira S
' de brim a 2j. 3* e a 3*500. paletots sac- **
s eos ae casemira prla a 6$ e a 7, ditos S
, de cor a 6* e a 7$, ditos de alpaca a 3* 9
I .a^reca.sacs de panno preto a 12* e a
, 14, diios de alpaca creta a 5, bonets
para menino de todas asqualidades ca-
i misas para meninos de todos os lamanhos
meios neos vestidos de carobraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
i babados lisos a 8 e a 12$. ditos de gorau-
! rao de cor e de lia a 5* e a 6*. ditos de
i brim a 3. ditos de cmbrala ricamente
bordados para baptrsidos.e muitas outras
tazendas e roupas feitas que deizam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade ; assira como recebe-se toda e qual-
quer encoromenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fin
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna granle officioa de al-
faiate dirigida por um hbil meslre que
pela sua promptidio e perfeico nada dei-
xa a desejar.
Calcado
grande sortimento.
45 Roa Direita 45
Qeal ser a joven e linda peraambacana, que
nao Drocure animar esto estabelecimento man-
dando comprar urna botina de gosto? Qual a
mai de familia, prudente e econmica que Ihe
nao de preferencia pela qualtdade e prej ? Qual
o cavslheiro oa rapaz do positivo, que nao quei-
'e comprar por 8. 9 e 10, o calcado que em ootra
parte nao vendido se nao por 10, 12 ou 14?
ilteodaaa ;
5*500
5*500
5*000
5*000
4*500
4*000
1*000
4$400
4*600
3*500
10J00O
Galanteras.
A loja d'Aguia Branca recebeu novamente
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos com
9 e 12 frasquinhos de ebeiros; e os est ven-
dendo baratamente a 23000, 3*000, e 4fJ000; as-
sim como caixinhas redondas com 6 frasquinhos
a lS50u, caizinhaa com cheirosas paslilhas para
defuroar quartos gabinetes & & a 2*000 urna: na
dita loja d'Aguia Branca ra do Queimado n.
16.
Novos cinteiros
com fiveas esmaltadas.
A loja d'aguia braoca recebeu tambem pelo va-
por francez novos cinteiros com bonitas filas e
Uvelas esmaltadas, moldes inteiramento novse
agradaveis, e os est vendendo como sea costu-
me pelo diminuto preco de 4*; em dita loia d'a-
guia branca, ra do Queimado n. 16.
Para luto.
Cassa preta fina com salpicos ou flores bran-
cas a 500 rs. a vara ; na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
Vende-se nma carroga para um cavado, em
bom estado ; na ra Nova n. 22.
Calcado barato
Na loja n. 39 da praca da Independencia veo-
dem-se por baratos creeos os seguintes calcados-
Borzegulns para hornera a 3 e 7*.
Ditos para rapaz a 3*.
Ditos para senhora a 2 e 4*.
Ditos para menina a 1*.
Sapatos rasos de lustre para hornera a 2, 3$ e
4*000.
Sapates de lustre para homem a 3$500.
m Ditos de dito para rapaz 3*.
Sapatoade trancas 1J2O0.
Ditos de lustre para senhora a 600 rs.
Ditos de marroquim para crianca a 500 rs.
Sapatos de borracha a 1$.
Assia como outros calcados que se veoderao
por muilo barato preco.
Candieiros
Econmicos.
Aviso geral.
E'chegado um riquissimo sortimento de can-
dieiros verdaderamente econmicos, sendo das
dualidades seguintes: para sala de jamar, sendo
de penourar. de muito bonito gosto, ditos mais
abaixodo mesmo modelo, riquissimos para pen-
durarem parede. com o augmeoto de reverbero,
equivalente a 16 velas de espermacele, nova in-
vencao, pnmeira vez vinda a este mercado ser-
vem tambero para todos os seohores de eocenho
HnL Hh0S> dlluS- para cozinha "u las inte-
riores, todos por muito baratisaimo preco, e mui-
to deverflo economisar os senbores que compra-
ren!, fornecendo-se sempre todos os preparos
para os mesmos Candieiros que forem comprados
nesta casa ; assim como se pode assegurar aos
assigoantes que nunca faltar gaz neste deposito
da ra Nova u. 20. loja do Viauna.
Cemento hespanliol.
para soldar todo e qualquer objecto quebrado
comoseja, marfim, marmore. madreperola, por-
celana, e outra qualidades de louca fina e or-
dinaria, prova d'agua e do calor, prego 1$ o fras-
co ; na travessa da ra das Cruzes n. 4. loja de
calcado. '
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porgu de mui boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas ul-
timo gosio. pra meninas e senhoras, e as est
vendendo a 1*500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, puis so as ha na loja d'aguia branca
ra do Queimado n. 16.
Vende-se um carro de i rodas
com arreio para 2 cavdlos, proprio pa-
ra familia por ser bastante largo e nel-
le poder sentar-se quatro senhoras sem
machucarem seus vertidos e nem que-
brarem seus balSes, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ra
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n. 10.
Urna casa.
Veode-se urna excellente casa terrea com so-
tan na cidad do Aracaiy, sendo na melhor raa
de commercio a tratar naquella com oa Srs. Gur-
gel Si Irmao, e nesta na ra do Cabug loja
a. 1!.
Senhoras.
Botinas com laco (Jolj) e brilbantina.
com lago, de lustre (superfina).
com laco um pooco menor. .
sem laco superiores. .
sem lago nmeros baizos. .
aera lago de 6r......
Sapatos de lostre.......
Meninas.
Botinas com lago. ,
sem lago. \ '* *
para cnaogas de 18 a"20*. *. "
flotaem.
(Naoles) lustre.......
Fanien) couro de porco inteirissas 10|000
(FanlenJ bezerro muito frescaes. 98500
diversos fabricantes (lustre). ggOOO
inglezas inteirissas..... 9*000
gaspeadas..... 8*300
prova d'agua. 8*500
Sapates.
sola dupla.....: 5*500
urna sola....... 5aC0W
para menino 4J e '. [ [ 33,501,
Meio borzeguins lustre..... 6*000
Sapates lustre......... 5*000
Sapatos de tranca.
Portugaezes de Lisboa finos.....2*000
Francezes muilo bem feitos. ..." 1*500
Alem disso um completo sortimento do legiti-
mo couro de porco edo verdadeiro cordao para
bolinas de homem ; muito couro de lustre, be-
zerro francez, marroquim, vaquetas, couros pre-
parados e em bruto, sola, fio, taixas etc.. tudo
em graode quantidade e por precos inferiores aos
de outrem.
A 320 rs. o covado
Gorgurao de seda de quadrns de lindos gostos
pelo baratissimo preco de 3i0 o covado, assim
como carobraia de cores, o covado por 240 rs. :
oa loja da ra do Livramento n. 2, que volta pa-
ra o Padre : na mesma loja se oo amostras com
penhor.
Fazendas baratas.
Na loja de tres portas da ra do Queimado n.
69, tero um completo sortimento de fazendas e
obras feitas de todas as qualidades, que se vende
por todo o prego j para adquerir freguezia, saias
de balo e 3*500, 30 arcos a 4*. organdy rico para
vestido a 600 ris a vara, cortes de chaly uia-
tisado com 16 a 18 covados a 14g, chitas france-
zas matizadas a 320 ris o covado, chales de la
estampados muito finos a 6*000. grvalas de seda
para homem a 500 ris ; e muitas mais fazeodas
que s a vista do comprador se mostraro : quem
liver um candieiro do gaz com duas ou tres lu-
zes, que tenha juntamente regulador, dirija-se a
mesma loja para ver se faz negocio: ra do Quei-
mado n. 69.
Pota da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da roa
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por pregos mais baratos do aue em
outra qualquer parte.
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em suaioja na
ra do Queimado n. 3.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cal-
ca, colleta e palito ts a 960 rs. o covado, cm-
brala organdy de muito bom gosto a 480, rs.
avara, dita liza transparente muito fina a 3#,
4, 59, e63apeca, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 60 a peca,chitas largas de modernos e
escolhidos padroes a 340, 260e280rs. o cova-
do, riquissimos chales de marin estanpado a
7 e 8>, ditos bordados cosa duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9 cada um, ditoscom
umas palma, muito finos a 850, ditoslisos
com franjas dr seda a 58, lencos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada nm, meias aauito
Boa para senhora a 41 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 e 39500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desenhos, para coberta a 280 rs.
o covado, chitaseseuras inglezas a 5*900 ,
peca, e a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho a 19, 19200 e 1600 avara, dito prato
muito encorpado a 10500 a vara, brilhantin
azul a 400 rs. o covade, alpacas de diferentes
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 2*500, 30 a 3*500 o covado, cambraia
prata a de salpicos a 500 rs. a vara, e outras
auitas fazendas que se far patente ao compr
dor, a da todas se darn amostras coa* penhor
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Cascarrilha.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabug u. 1 B
acaba de chegar, de sua propria eacoaaaenda,
s lindas fitas de cascarrilha de lindas corea pro-
prias para afeite de vestido, qae a* vtndem pot
baratisaimo prega te 2*000 a peca.


DUKIO 31-PB1R4MIG0. QUIMA FKIRA 6 DI JUNHO Dlllftl.
cha
p
a 8,000
Vendem-ae do armazem de Moreira & Ferrei-
ra, roa da Madre de Dees d. 4.
f
4 fama triumpha.
Os barateires da laja
Encyclopedica
DE
Guimardes & Villar.
?Rua do Crespo numero 17.]
Receben continuadamente da Europa
sedas, cambraias, lias, chapeiinas depa-
lha e de seda para senhoras, manteletes
pretos ricameote bordados, ditos de co-
res, anidas de baile,saias a balo de di-
versas qualidades, saias bordadas de to-
das as qualidades e pregos, cbitas ran-
cezas muilo bonitas e finas, enfeites de
diversas qualidades para caboca de se-
nhoras, espartilho3 de molas e muitos
outros objeetos que nao mencionamos,
todos proprios para senhoras.
Para horneas
paletots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, tneias, gravatas, lencos, so-
breeasacos, calgadoMelie e muitos ou-
tros objeetos.
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo.
Quem duvidar v ver
Quem duvidar ver
Quem duvidar v ver. j|
Levem dioheiro
Levem diuheiro
Levem dioheiro.
Aos tabaquistas.
Lencos finos de cores escuras e fixas a imita-
gao dos de liobo a 59 a duzia ; na ra do Quei-
mado n. 22, ns luja da boa f.
Chapeos de sol de seda a 6$.
VendeWse muilo boos chapeos de sol de seda
comcabodecaona, pelo baratissimo prego de 69
cada um : na ra do Queimado o. 22, loja da
boa f.
REMEDIO INCOMPmVEL
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nagoes
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu arpoe
membros inteiramente saos depois de havor em-
pregado intilmente outros traiamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'as
relatara, todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte deltas sao tao sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bragos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes, o tee
deviam soffrer a amputagao I Deltas ha mui-
cas que ha vendo deixado esses, asylos de pade-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
rago dolo'rosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nheci ment declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afira de mais autenticaren] sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianga para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
trata ment que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
^Que tudo cura.
O anquento he til, mais particu-
larmente nos sejsruintes casos
Alporcas
Gairabras
Callos.
Ancores.
Corladuras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anus.
Erupces escorbticas.
Fistuias no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchages.
Inflammagao do figado.
Inflammago da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmdes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurages ptridas.
Tinba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das arliculacoes.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabeleciraento
geral de Lonlres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha conlm
urna instruccao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soura,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Taixas.
Na fundigo da Aurora, em Santo Amaro,
sempre ha bom sorlimeoto de taixas para enge-
nho, fabricadas com todo o cuidado.
Pomada franceza a
60 rs.
S na loja de fazeodas da ra do Cabu-
g n. 8, de Burgos Ponce de Len, se es-
t vendeodo comeslique a 60 rs. cada
au pao excellenta para alisar e lustrar ca-
S bellos.
Vende-se um carro com Boi no becco das
Boias n. 12.
Na ra da Madre de Dos n. 6, armazem
confronte ao consulado provincial, vendem-se os
seguintes gneros, por menos do que em outra
qualquer parte, por querer liquidar : farinha de
mandioca em bom estado de 2$, 2500 e 3 a
sacca, arroz em casca, sacca 3j, cebla, ceoto
640 rs., de muito superior qualidade, caf do Rio
de Janeiro a 4500 arroba, charutos da Baha
de boa qualidade, com pequeo toque de faro,
caixa I56OO, que vista da qualidade ninguem
deixar de comprar, ditos suspiros e cavalleiros
dos mais fios que ha no mercado, por prego
commodo, milho muito novo, sacca com 132 li-
bras a 5, dito com 110 libras por 44500 a sacca,
gamma do Maralo em paneros, arroba por
2*800.
Tarlatana.
Vende-se tarlatana branca muito fina com 11/2
*ara de largara propria para vestidos, pelo fcar*-
lissimo prego de 800 rs. a vara : na roa do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Fil e liaho superior.
Vende-se superior fil de linho liso muito fino
a 800 rs. a vara : na roa do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
Tinta azul que ficapreta
Vendem-se botijas com a superior tinta ingle-
xa. azul ao escrever-se, e preta quando secca. a
500 rs. a botija ; na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
3 O prego convida
4P Cortes de casemira do melhor que ha no f
@ mercado a 4g: na ra do Queimado loja a$
9 de Julio & Conrado. fsj
Sapatinhos de setim e
meias de seda para bap
ti&dos.
Alojadaaguia branca recebeu de saa propria
encommenda, delicados sapatichos de setim. pri-
morosamente bordados, os quaes est vendeodo
pelo baratissimo prego de 3, (nesse genero nao
se pode dar mais perfeitos),assim como outros de
merino tambem bordados a 1600 e 2. Recebeu
igualmente mui Unas e bonitas meias de seda de
diversos tamanhos, tendo at, proprias para os
meninos e meninas que s-rvem de anjos as pro-
cisses; tem brancas, de listas, de florzinhas, e
o bocal tecido de borracha, o mais engragado
possivel : tudo isso na ra ra do Oueimado lo-
a da aguia branca n. 16.
h chegoii o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radvray 4 C, de New-York Acham-se
venda na ra da lmperalriz n. 12. Tambem che-
garam as instrucgbes completas para se usarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a 1SO0O.
SABAO.
Joaquim Francisco de Mello Santos avisa aos
seus freguezes desta praga e os de fra, que tem
exposto venda sabode sua fabrica denominada
Recifeno armazem dosSrs. Travassos Jnior
& C, na ra do Amoriro n. 58 ; massa amarella,
castanha, preta outras qualidades por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem felo o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
composigo.
Loja das ( portas
-* EM
Em frente do Livramente
Lavas de torcal a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220 !
rs. ocovado, ditos estritos com muito bom pan- ;
no a 160 rs. o covado, cassas de core seguras a
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 28,
brimzinho dequadrinhosa 160 o covado, musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodo de
duas larguras a 640 a vara, lengos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o covado, fil de linho preto com sal-
pico a lJ400a vara, luvas de torcal muito finas a
800 rs. o par: a loja est aborta das 6 horas da
manha s 9 da noite.
Vende-se excellente farinha de Porto Ale-
gre, ensaccada, e a prego muilo commodo : a hor-
do do patacho brasileiro Novo Lima, tundeado
defronte do trapiche do algodo. ou no armazem
de Joo Ignacio de Avilla no Forte do Mallos.
Vendem-se cortes de casemira de edr a 4J.
toa!has de linho para mesa a 2500 : na ra do
Queimado n. 47.
Vende-se uma negrinhadel4 ancos, muito
bonita e innocente, e bem principiada em habi-
lidades : na ra da Cadeia Velha n. 35, se dir
quem vende.
Na ra do Crespo n. 18, loja de Diogo &Fer-
nandes, vendem-se as seguintes fazendas, por
barato prego : golliohas a 400 rs., chitas largas
a 220 rs. o covado, toalhas para rosto a 400 rs.
urna, chales de merino, ponta redonda, a 8, cor-
tes de brim miudinho a 1200 o corte, pegas de
cambraia de salpicos com 8 Ii2 varas a '4g500,
fil de linho liso a 800 rs a vara, gravatinhas a
200 rs., grvalas de rede para homem a 800 rs.,
lengos de seda para homem a 1, colleles de vel-
ludo muito fino a 6$, e muitas outras fazondas
que se vende por barato prego.
Tachas e mocadas
Braga Silva & C, tem serupre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mawa tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
n. 4.
Cera de carnauba
Na ra da Cadeia do Recife n. 7, vende-se ce-
ra de carnauba a mais limpa e superior que tem
vindo a este mercado, e por isso da muita utili-
dade aos seohores fabricantes de velas, atteudedo
a qualidade.
|Aguaparatiogir|
cabellos,
Esta excellente agua a melhor sem du-
vda que tem apparecido no mercado por
nao ter o inconveniente de tornar os ca-
bellos russos ou verdes e sim pretos imi-
| lando aosnaturaes, continua-se a vender
no estabelecimento de cabelleireiro da
* ra do Queimado n. 6. primeiro andar,
^ guezes a excellente agua imperial para
lavar os cabellos, limpar as caspas e pre-
servados da queda.
H9I8SI& 3.T-e-*9ISl8'i^SI95i6M
Devoto Christo.
Este livrinho alem da doutrioa christa, modo
de ouvir missa, cjnfessar-se, oraces para viver
honestamente, tem as novenas para todos os san-
tos e santas, inclusive a trezena e novena de San-
to Antonio, tudo quanto necessario para as fes-
tividades do Rosario, muitas oraces a Nossa Se-
nnora, modo de fazer a via-sacra, etc., etc.: ven-
de-se nicamente na livraria ns. 6 e 8 da praga
da Independencia, a 800 rs. cada exemplar.
Farello de Monti-
! ^
w i
video
a 4$ a sacca, muito fino e gomado, igual semea
de Lisboa, e o maisproprio para substanciar ani-
maes ; para acabar : no largo da Assembla n.
'I trapiche Baro do Livramenlo.
Attenco.
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Rostron
Rooker & C, existe um bom sortimento de li-
ndas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
precos mui razoaveis. *
Ka roa dos Trincheiras o. 29, ha para ven-
Jor-se urna machina de costara em muilo bom
estado e por prego commodo.
Importante
Na loja de4 portas da ra do Queimado n. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mento de roupae feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna officim de alfaiate, estando encarresa-
do delta um perfeilo mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se Ihe
encommeode ; por isso que faz om convite espe-
cial a lodas as pessoas com especialidade aos
Illms. Srs. oQiciaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, farddes rom superiores preparos
o muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento tedo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figranos que de
l vieram ; alm disso fez-se mais casaquiohas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudaotes de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequilha deouro ou prsta, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembarzadores e de qualquer juiz segundo o
estylede Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
deseohos a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto Affiaogando
que por tudo se fica responsavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corte, nao se falta no
da que se prometter, segundo o systema d'onde
veio o mestre, pois espra a honrosa risita dos
dignos senhores rislo que nada perdem em es-
perimentar.
E" pechiflcha.
cortes de riscado francez a 28, corados do mes-
mo a 180 rs. .- na ra do Queimado o. 41.
Fitas de grosdenaples
em perfeito estado a 800 e 1$
a vara.
Na loja d'aguia branca vendem-se mui bonitas
e largas fitas de grosdenaples" de listras, e flore-
zinhas roladas com urna franja estreita que as
torna mui mimosas a 800 e 1$ a vara, pregos
baratissimos vista da boa qualidade e perfeilo
estado em que estao. Essas fitas servem para
enfeites de chapeos, cinteiros para criangas, lagos
para cortinados, (rnnhas e muitas outras cousas ;
comprando-se pega se far algum abale : na ra
do Queimido, loja d'aguia branca n. 16.
/Gjaa Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarisas vin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorti-
mento das me-
lhores machi-
\i as de cozer
f iul//^"^^ I1/ \m dos mals afa"
Al ^\fy[ ^Y\\ QJ Vv\\ raa Vi -*.-jUJ- "' I V&\ ti iLm m e I h o r a dos
com n o vo s
a per fe i goa-
metilos, fazeodo pasponto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na r ja da lmperalriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado expressamente para as mesmas ma-
chinas.
Graxa econmica
para lustrar cal^ades.
Vende-se a superior graxa econmica em bar
rilinhos de louga a 640 e 300 rs. cada um. Asu-
perioridade de tal graxa j coohecida por quem
tem usado della, e ser mais por aquelles quo de
novo comprarem. Ella serve igualmente para
amanar e conservar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, conser-
va-s por 3 e 4 sem necessidade de nova graxa :
acha-se venda na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
A 4#000.
Chales lisfls de merino de lindas cores; na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Ferragens e miiislezas.
53Ra Direita53.
O propnetario do estabelecimento cima acaba
de receber um primoroso e rico sortimento de
bandejas para S. Joao. que por sua barateza e
bem acabado gosto, er nao ter rival nesia praga,
rico sortimento de facas, garfos e colheres de to-
das as qualidades. e pregos. meias finas, espin-
gardas, ferro da Suecia, camas de vento, e mui-
tos outros gneros que por sua barateza est dis-
posto a dar um a quem comprar outro.
I Para a chuva. S
*!? Vende-se muito barato artigos de gut- Ir?
j la-perche (borracha) : na ra Nova nu- &
jg mero 43.
Guatdanapos de linho
muilo barato.
Vendem-se guardanapos de linho de flores com
pequeos deieitos a 3j> a duzia, ptimos pelo pre-
go e qualidade, para o servigo diario de qualquer
casa,- na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Liquidaco I
Ruado Oueimado nJO.i
2 Loja de 4 portas, vende-se:
Superiores chapeos para senhora t
a 12,000.
Superiores cortes de fil bordado J
$ pira vestidos desenhoia a iWe m
15,000.
Superiores cortes de seda preta j
9 para vestidos de senhora a 40$ 2
e 50,000.
I Superior velludo de todas as co- i
9 res o covado #.
Na rus do Queimado n. 41, quina de Con-
gregarlo, vendem-se paletots de casemira, alpa-
ca e riscado, por todo prego para acabar, caigas
de casemira prelas e de cores, colletes de sellm,
casemira e fustio por instado do seu valor : ap-
proveitem antes que se acaben,
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguia de ouro,
ra do CaLuga n. 1 B.
Vendem-se maisinho de coral muilo fino a 500
reu o masso.
Palmatorias
de latao para velas a 400
ris.
.n^""5'"86 P8,mBt<,ria de latao para velas a
400 rs. cada urna : na ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 16.
Arados amen cano se machina-
para lavar roupa: em casa de S.P. Jos
hnston 4 C. ra daSenzala n.*a.
E' de graca.
Ricas chapelinas de seda para senhora, pelo
baratissime prego de 16o cada urna : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
sao poucas. *
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Vendem-se ricos cortes de vestidos brancos
bordados com 2 e 3 babados a 5g : na ra do
Queimado o. 22, na loja da boa f.
Penes ae gomos volteados
para meninas.
A loja d'aguia branca recebeu os bonitos pea-
les de gomos volteados para segurar cabello de
meninas, eos est vendendo a l$50O : na loja
d'aguia branca, ra do Queimado b.16.
(des k Basto.
Ra do Queimado n. 46.
Despacharam grande porcio de duzias das me-
lhores camisas inglezas loda de linho pregas lar-
gas, que esto vendendo por barato prego como
costume para bem servir aos freguezes.
*frifl SVY3 >*m/^ *mtr* ^ir/3 >aa aja CD>IAJC
Attenco
iFazendas e rou-
pas feitas baratas
NA LOJA DE
PORTO
- Ra da Imppratriz481
Junto a padaria franceza.
Sortimento de paletots de alpaca preta '
e de cor 3g300e 4, ditos pardos a 5J. i
ditos de brim de cor a 350O e 4, ditos J
de ganga de r6r a 3$80O, ditos de brim
pardo a 35(10 e 4J, ditos de meia case-
mira saceos a 5$500e 6$, ditos de alpaca I
amarella a imilacao de palha de seda a
4, ditos de bramante brancos a 3j500 e j
4J, 4}>500, ditos de cssemira muito floos
saceos a 13j>. ditos sobrecasaros a 15, j
ditos com golla de velludo a 20, de al-
paca preta superior a 10. ditos de pan- J
no preto a 2-2 e 24, colletes de fusto
branco a 2J500, 3 e 3g500, ditos de gor- 1
guro de seda a 4$500 e 5J, ditos de ca- J
semira preta e de cor a 5g, ditos de se- i
tim preto a 45O0 e 5. ditos de velludo |
preto e de cora 8, 9 e IOS. calcas de
casemira preta e de cor a 450O, ditas fi- l
as a 8. 9 e 10. ditas de brim de di- *
versas qualidades, ditas de ganga, ditas I
de princeza preta, diversas qualidades de ,
roupas para menino, camisas francezas a 1
1:00. 1800 e 2g, ditas linas e de fusto
a 2j00, chapeos francezes de diversas 1
qualidades e pregos, ditos de sol de seda
a 6500 e7. E outras muitas qualida- J
des de fazendas e roupas feitas que seria j
eofadonho mencionar.
Luvas de torcal
com vidrilho a 1$000 o par.
A loja d'aguia branca, Arme no seu proposito
de barateira, est vendendo mui novas e bonitas
luvas prelas de torga! com vidrilho a 1 o par;
a ellas, antes que se acabem : na ra do Quei-
mado, loja d'aj?uia branca n. 16.
| Julio Conrado.
@ Tem exposto a venda cortes de casemi-
0 ra por 3$ e 4$, fazenda que sempre se &
vendeu por 7 e 8.
^arinha
a 29000 a sacca : no Bazar Pernambucano na ra
do Imperador.
RapBorba
a 800 rs. a libra, fino e grosso : no Bazar Per-
nambucano, roa do Imperador.
Espermacete
a700rs.
Vende-se em caita a 700' rs., e em libra a 720
rs.; na ra das Cruzes n. 24, esquina da traves-
a do Ouvidor.
Banha transparente e
oleo pbilocome.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber a bem
condecida e apreciada banha transparente, a qual
por sua frescura e bondade se tem tornado esti-
mada e preferivel; assim como o fino e cheiroso
oleo philocome. Estes e outros objeetos que dita
loja recebe de sua propria encommenda sao sem-
pre de primeira qualidade, e para que elles se
Dio confundan) com os falsificados, que por ahi
ha, todos os frascos teem um rotulo dourado que
dizLoja d'Aguia Branca, ra do Queimado Da-
mero 16.
Palitos do gaz
Fraga & Cabral receberam urna porcio de pa-
litos do gaz, e vende-se em conta : na ra da
Madre de Dos n. 18.
lift
tOlPA FEITA ANDA IUSBAIATJ
SORTIMENTO COMPLETO
IFazendas e obras leilasj
LOJA E ARMAZEM
DE
[Gees k Basto!
Na
Ra do Queimado
4$, frente amarella.
Conaiantemente temos om grande e va-
nado sortimento de sobrecasacas pretas
LP" r e de cores muito fino a 28
f2 -& Palel018 a* mesmos pannos
zi>S, 22$ e 24J, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14, 16 e 18$. casa-
cas pretasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28, 30$ e 35. sobrecasacas de
casemira decore muito finos a 13. 16S
e 18jJ, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10g, 12 e 148, caigas pretas de
casemira fina para homem a 8, 9, 101
e 12, ditas de casemira de cores a 78.8,
9 e 10, ditas de brim brancos muito
fina a 58 e 6, ditas de ditos de cores a
3. 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 48 e 48500, col-
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 48500 e 5, ditos
brancosde seda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes de brim branco e
fusto a 3, 3500 e 4, ditos de cores a
2500 e 3, paletotspretos de merino de
cordaosacco e sobrecasacoa 78,8 e9,
colletes pretos para lulo a 4500 e 5j
gas pretas de merino a 4*500 e 5, pa-
I etots de alpaca preta a 3500 e 48, ditos
sobrecasaco a 6,7e 88, muito finocol-
letes de gorguro desedadecores muito
boa fazenda a 3800 e 48. colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
easemira sacco para os mesmos a 6500 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobreeasacos a 58 e 5500,
2 calcas de casemira pretas e decores a 6,
* 6S500 e 7, camisas para menino a 209
*| a duzia, camisas inglezas pregas largas 1
S* muito -superior a329 a duzia para acabar. '
Assim como temos urna officina de al ai
faiate onde mandamos executar todas as ?j
obras com brevidade. j^
Candieiros
econmicos
9
Chegou um riquissimo sortimento de candiei-
ros econmicos a gaz idrogenio, os quaes eslao
j muito approvados pel sua verdadeira econo-
ma, sendo os mais baralos a 5g cada nm, e ou-
tros de muitas qualidades que devero agradar
com a vista do comprador, e todos os mais pre-
paros para os mesmos : na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
A16#000
Os mais ricos chapeos de velludo e de seda, ri-
cameote enfeitados, para senhoras, pelo diminu-
to prego de 16 ; na ra do Queimado n. 39, lo-
ja de 4 portas.
A 8#000.
Ghapeos de castor branco. fazenda muilo boa,
os quaes se vendem pelo diminuto prego de 8$
cada um : na ra do Queimado n. 39, loja de 4
portas.
Cera de carnauba,
qualidades superiores : no laro da Assembla n.
15. trapiche Baro do Livrameoto.
Chapeos de sol
al,000rs.
Chapeos de sol de panno perfeitamente bons a
19, cortes de casemiras finas de cores a 4, fa-
zenda propria para o invern : na loja das seis
portas em frente do Livramento.
Agua iogleza
de Lavander a mil ris o
irasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander, superior a todas as
outras, a 1 o frasco : na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Livro do mez marianc a 1$.
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna nova edico do mez mariano, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha,
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceigo, modo de visitar o lauspere-
ne do 8anlissimo rosario ; vende-se nicamente
a 1 da livraria ns. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia.
Para bailes e passeios.
Ricos cortes de vestido de fil bordado
a matiz de 3 a 4 folhas e 2 saias a 12 .'
em casa de Julio & Conrado.
iilgodao da Bahia
A fabrica .de Sanio Aolonio do Queimado fet
Barros &C. ; esta fazenda superior muito wo-T
era vos MCC8 eD8enn roupas e~
m
Eseraypg nfimos.
Na nadiugsda do dia 2 do corrate fegrotf
Casa do Illn.. Sr. Dr. Collago, em Santo Ama,
onde se arhava alegada, a escrava Filipp., cr^
la, idade 35 annos, ponco mais ou menos, Mis-
tura regular, rosto comprido, nariz grosso,'zeait^
desfareada no fallar, principalmente quandoloas,
algunos bebida, desconfia-se estar homisiad s>
alguma casa por ter legado toda roupa : roga-st-
as autoridades p.licies que a *ppreheD)n> e-
levem-na ao seu senhor Innoceocio da Coafe-r.
Goianna Jnior, na ra do Range 1 n. 73, segan-
do andar, o qual protesta contra quem a liver >~
coutada em casa com todo o rigor da le.
Fugio no dia 2 do rorrele, s 9 horas da
noite, o escravo de numeBelarmino, com os ig-
naes seguintes: pardo claro, com 45 anuos k-
idade, pouco mais ou menos, bom cabello e cor-
tado reste mesmo dia nazareno, estatura jf-g-
lar, grosso do corto, phisionomia bastante car-
rancuda, olbos vennelhos, poura barba, ZBcs v
ps grossos, e em um dos ps tem um dedo a)p>-
jado proveniente de talho de machado aniigo, elle
natural do sertao, lem andado nesta placa at
ganho, porm vindo de poneos mezes do enge-
nho Alto de Joao Fernanoes, freguezia de Agaa-
Pret, aonde elle tem bastantes conhecimemos,
assim como tambem para o Bio-Formosoe praia
do Carneiro e Gamella, o que se desconfa tlle-
ter-se dirigido para este ultimo lugar, levo al-
guma roupa .em ser de servico, e na caber um
chapeo de feltro rxo, elle go'sta as vezes d glo-
sar e tan.bem de sambar : quem o appreher>oe-
leve-o casa do sbsixo assignado, na ru do Li-
vramenlo n. 22, leneiro andar, que ser gene-
rosamente lerotrpeusado.
Quirioo Joaquim de Barrso.
Fugio da casa do abaixo assignado o escr>-
vo por nome Tbomaz, nagao crioulo lilho doser-
o de Hoxothe com os signaos seguintes, coa v>&.
dedos da mao direita aleijados, por ter sir ffll
chucado em urna maquina de padaria ; bonita
figura leve bexigas a dous mezes, lem denles ai.-
mados pouco signal de barba representa ter 24 z
26 annos de idade, julga-se ter ido para o diio
lugar por all ter seus prenles, e por que j Coi
visto o anno paseado, quando fugio a primeira-
vez, portaoto pede-se a quem o aprehender Ife-
ralo ao seu senhor na ra dos Pescadores t. \ a
3 padaria, quesera bem recompensado.
Joao Jacintho de M. Rezeade.
Escravo fgido.
Fugio do abaixo assignado seu escravo Joaqoiis,
africano, ceg do olho esquerdo, alio, e magf.*
com sigoaes no rosto. Trajava flga azul e a-
misa de baela enramado, quando se evadi s
casa do dito Jos Pedro do Reg, a ra das Cru-
zes. Foi escravo do Sr. Antonio Ignacio do Re-
g Medeiros ; e cosluma ganhar carregaodo as-
sucar. E' ladino, e presuroe-se que vagueia pelo-
Cexang, ou Beberibe. Quem delle der oocia.
ou o levar a casa do Sr. Rogo, ra das Croaes
n. 18, ou ra da Cruz n. 33 ser generosamen-
te recompensado. Protesta-se contra quem Ihe-
der guarida.
Recife, 4 de junho de 1861.
Domingos Rodrigues de Andrade.
Fugio lio dia 2 do correle mez a miha>
escrava crioula, de nome Cecilia, idade 40 annos,.
tem un signal bem dist'ncto por ter 6 dedos ns=
ps, fui propriedade do Sr. Antonio de Carvaib
Soares Brando, do engenho Comportas, freg-ja-
zia de Muribeca, ha pouco arrematada era leiio :
porlanto roga-se as pessoas que a conhecero. c-
mais autoridades policiaes, a sua opprehenso.
pela qual sero bem recompensados na ra t
Trapiche n. 12F. LuizPuech.
Escravo fgido*
Fugio do poder do abaixo assignado urna es-
crava^ parda de nome Valentina, que reprsenla-
ler 25 annos, pouco mais ou menos, vesga dos
olhos, de estatura regular, levou vestido do chita
escura e chales azul de merino ; supp> o abai-
xo assignado ter ella ido para a villa do Limoeiro,
d'onde a houve por divida, ou para a serr da
Passira, o'oade natural: roga, porlanto. o abai-
xo assignado, a todas as autorida-.es policiaes t.
capites de campo o favor de a apprehenderera t-
levarem ao mesmo abaixo assignado, na ra f-
Queimado n. 46 A, que recompensar generosa-
mente.
Fugio no dia 26 o preto Joao de Angola, qot>
representa de 30 a 40 anuos de idade, corpo re-
gular, olhos papudos, e o melhor signal ter bds
calombos na barba e por baixo do queixo, que por
essa causa anda sempre corr um leogo aniarradc
nos queixos. tem sido ganhadorde ra, e coslu-
ma a embebedar-se : quem o pegar, leve ao sea
senhor D S. Campos, ra do Imperador n.23.
Attenco.
Acham-se fgidos os escravos seguintes : Con-
rado, crioulo, do Para, de bonita figura, quo fci
escravo do Sr. Dr. Magalhaes, que servio de che-
fe de polica daquella provincia, cujo escravo po-
de passar por livre porque falla bem e at Srora
algumss palavras em francez, dedica-se a vida
domar, e j servio de foguista no vapor Pira;.;,
com o nome de Jos Domingues : Joo, cabra es^
curo, bastante alto, com marcas de bexiga nr.
rosto, nalural de Inhamuns, o qual tendo sido de
ura prente do Sr. visconde do li, foi aqu ven-
dido pelo Sr. desembargador Andr Bastos de O-
liveira : Joo, mulato, alto, tambero com muitos
signis de bexiga no rosto, falto de denles na
frente, nalural do Crato : Gaudencio, mualo-
claro, natural do Para, mogo, com pouca oarb.
de estatura regular, secco do corpo, e sera delei-
to algum, official de pedreiro, e tocador de vin-
la, de que muito apaixonado, inrulca-se por
homem livre com o nome de Leopoldino : Mar-
colino, cabra, natural da povoago de Agua-Aze-
j da as immediacoes de Papncaja, que foi escra-
; vo do Sr. Antonio Baptista de Mello Peixolo, sub
i delegado de Garanhuns, alto, grosso do corpo,
bem barbado, com falta de denles na frente, nsa-
coostantemenle de cinturaco desoldado taoo k
cintura : quem apprehendr os ditos escravos oa
qualquer delles, e os entregar a seu senhor, t,
abaixo assigoado, no engenho Dous Irmo3 na
freguezia doPogo da Paoella, ou ao Sr. adminis-
trador da casa de detengan, no llecife, ser gra-
tificado de seu trabslho com generosidade.
Jos Cesario de Mello.
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 22, fazenda fina, I
calcas de casemira pretas e de cores, ditas de
brim e de ganga, ditas de brim branco, paletots |
de bramante a 4, ditos de fusto de cores a 4,
ditos de eslamenha a 4g, ditos de brim pardo a
3, ditos de alpaca preta saceos e sobreeasacos,
colletes de velludo pretos e de cores, ditos de
gorguro de seda, grvalas de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cada urna, collarinhos de linho
da aliima moda, todas estas fazendas se vende
barato para acabar; a loja est aberta das 6 ho-
ras da manha ateas 9 da noite.
Cebo coado do
Rio Grande,
muito alvo : no largo da Assembla n. 15, trapi-
che Baro do Livramento.
Velas de cera de car-
nauba de superior qualidade, vindas do
Aracatv: a tratar com Jos Sa' Leitao
Jnior.
Avariado.
Madapolao largo e fino com pequeo toque de
avaria a 3500 e 4, dito muito fino a 5 a peca :
na roa do Crespo o. 8, loja de 4 portas.
gratificaco.
Est fgido desde junho de 1856 o preto crioo
lo Manoel, que fazia parte da tripolago do brigae
Harta Luzia, tendo 29 a 30 annos de idade potree
mais ou menos, hoje, e mais os seguintes sig-
naes: rosto comprido e descarnado, c6r fula.,
'cabello cercilhado, olhos um pouco grandes e
amortecidos, beigos grossos, sendo o beigo superior
mais grosso, de sorle que encobre a falta que terr
de denles em cima, falla um pouco alrapalbado,
devido a falla de dentes, pouca barba e rala, usav
bigodes; tem na mao esquerda junto ao dedo
mnimo urna especie de ervo sahido, asnadegas
alguma cousa empinadas, com um geito para o
lado no andar, cadeiras largas, cintura fina, pe
apalhetados e largos, sabe o oQicio de cozinheiro,
e cosluma embriagar-se. Foi escravo do Sr. Dr-
/eronyroo Vilella de Castro Tavares e do Sr. Dr.
Jos Cardozo Queiroz Fonseca, promotor publico-
de Olinds, e depois do Sr. Albert Forster Damos,
constando ha pouco lempo ter sido visto no lu-
gar Quail, districto da Parabiba. onde se sebo
casado e com filhos, eiotitulando-se forro, e qse-
Manoel Domingues, ou Manoel Domingues Me-
reira, no lugar Laga Nova sao os que deste es-
cravo podem dar noticia : o abaixo assignado,
senhor do dito preto, gratificar com a supradila-
quantia de 400 a quem o apprehendr e entre-
gar no Recife a Antonio de Almeida Gomes, roa-
de Trapiche n. 16. e na Parabiba, ao Sr. Jos de-
Azevedo Silva, pagando-se todas as despezas que-
com o mesmo preto se flzer. Pernambuco, 80 dar
abril de 186!.-Joaquim Lopttde Almtid,


(8)
Litteratura.
WAIK) DI URRAMBUCO. QUINTA FMRA 6 01 JUNHO DE 18H.
que m,falla, ver o ana aa faa para compre hender
e sentir quantos homens do dosso secuto em ge-
ni se doodeoham e sedeapreiam nna.osoulros?
Conferencias de Nftfi^a Kf>nhara di P* >Qotl 1uel,e 1ue luiiiereiiua! oe Jlt8Sa Oenntra OC r- uma convicgo sincera, ama intencao recia, um
ris, pela Kvd. padre Flix.
A sniiguidade
Quinta,
Concluido.
as cousas puras
e santas a
movel desinteresado, um impulso de dedicago?
i A dedicacio I E lodos vos crdea nella I Nao aei.
1 Sei smenle que eu creio, porque a tenho isto I
Sim, vi-ano espleodor do sen herosmo, islo
a na su, abnegacio l mas larobero *-a eseanreci-
lrandeza dos seculos-que se nos aprsenla cora a ?*! ,n8.uM,a"> e desprezada, ao passo que a aeu
instituir** quu elies virara passar. -O orgulho e umf cous* merecia honra e applausos
a impiedad* relegan, pasa veneraWlidade. para o a ve",nra '
que c antigo; m que ffa humanidade mais representa a Deus, pro-I 5 Por uma 1DC ,Q?o irresistiv,el ao maiore oais
voca o resjwiio para a aniiguidade: porque esta ae8ra0aDle de todos os desprezos, qoe o dea-
una imlaco da eiemidade de Ueus nossecu- prei ,. 81 ajP8roo a> aquelleque aconselha o
ngelho, e que nao outra cousa mais do que
los.
Essa grandeza na durado auppa muitas ou-
Ira: com a magestade do lempo aprsenla a
msgestade da forja, porque atravessou muitas
borrascas, venceu muitas potencias. O seu pre-
sente se cobre com as grandezas do aeu passado,
e com a gloria da aua historia ; e a veoerabilida-
de a sua legitima corda, '
Respeito dos principios.Finalmente ha um
respailo que a educacao deve sobretodo ensiuar
a infancia, a do qual mais dependem adignidade
humana e a grandeza social; quero fallar do res-
reu dos priocipios, do rcspeilo ao direilo, que
o principio e o fin de lodos osouiros. O direi-
lo depois de Deus a primeira superioridade que
es nossos respeilos devem atteslar: porque a jus-
liga a reverberago do verdadeiro na cooscieri-
cia ; a ioiagem de Deus gravada no fundo da
alma humaua ; a propria soberana submetlen-
do-uos ao eterno eiuimulavel.
O respeito dos principios o respeito de urna
ordem de verdades que nao depende de nos, quo
nao fui por nos estabelecida, o que nos subjuga,
e cuja realeza soberana cumpre-nos acceilar bom
ou mo grado, se quizermos viver, mormentese
quizerraos elevar ; reconhecer e obedecer a essas
verdades a mais alta digoidade do homem, a
maior honra das sociedades O golpe mais mor-
tal, que se pode dar na grandeza humana e na
grandeza social, o desprezo desse direilo sobe-
rano, a persuagito orgulbosa e louca da parle
de um homem ou de um povode que nada ha
cima da voniade humana, com a qual se pode
goveroar ludo, mesroo o direilo, com a qual se j
pode transloruar tudo, mesmo o immutavel: j
prelenco esta to grosseira quantu absurda
Neste ponto anda a verdadeira religio nunca'
deixou, nem deixar nunca, de produzir os seus
etfeilos salutares : respeitarem ludo e por tudo a
soberana absoluta e inahenavel do direilo, de-
fend-la com os respeilos contra o despotismo do
capricho e a insolencia das aventuras, eis o que
eila proclama infancia como lei primaria das
almas e das sociedades. E' porque so all con-
iste o respeito priocipal ; porque s all se
w "1------ ^-* vui-J V-(*W3U IUOI3 UU IIUO
o soberano respeito de Jess Christo; mas aquello
que faz o homem estiroar-se to pouco a ponto
'. de julgar que um vil metal, ou urna nota fabri-
cada uo banco digna de representar o seu va-
lor humano e social ; esse desprezo de ai mesmo
que nao faz o homem enrubecer por vender ludo,
tudo pensamento, palavra, talento, cargos,
emfim sua pessoa i aquelleque mais bem paga,
concedendo-lhe ando em cima por cumulo de
bsixeza os applausoa do triumpho e da gloria !
Dihi nascem essas apostasias, que consternara a
probidade, e parecem um insulto laucado esti-
ma publica, e uma abdicaco solemne digoida-
de humana I Dahi osscem essas adulac&ea mer-
cenarias aos criminosos bem succedidos, esses
analhemas assalariados sobre causas que succu ra-
bera com o direilo ao triumpho da forg bruta !
Dahi nascem esses escndalos da iotelligeocta,
essas roudancas publictmeole de opiniao, de dou-
trina, de palavras, e de escriptos, segundo sopra
o vento doaccaso; escndalos inauditos que al-
lestam, com o desprezo dos principios e do direi-
to, o desprezo soberano dos homens, e a ausen-
cia total do respeito que cada um dqve a si
mesmo!
Vede, pois, senhores, a que ponto a educacao
do desprezo praticada pelo aote-ehristianismo
iropelle a humanidade I Quem possue a torca
bstanle para arranc>r-nos esse aviltameoto ?
A educago do respeito praticada pelo cristia-
nismo.
(Le Monde.SiWeira.)
As trez enfermeiras de me Tirlonpe.
Tenho leilores de toda a sorte.
Uns toroar-se-ho christ.ios. si Deus quizer, ao
lerem estas historietas, ou quando menos, lero
o desejo de vir a so-lo. o que o primeiro passo
importante de.qualquer converso.
Os outros lilhos fiis da egreja, s leem estas
Uohas para se dislrahir e edificar ao mesmo
lempo
O prsenle capitulo destinado especialmente
., .: r r-.-wr, v r,,uc sin se Kitacuici.oiiiiuiueuesiiaaoo especialmente
pode beoer, como em sua fonte verdadeira, alm j Para esles ulUmos. Tenho a prelencao de auo
do respeito dos homens e das cousas, um ouiro
respeito muilo necessario lodo o homem e &
todo o poyo, islo o respeiio de si mesmo.
Eis-aqui o trplice respeito que a educacao de-
Te ensioar.
De balde, senhores, buscaremos npgar queum
dos maiores golpes dado na humaoidade con-
tempornea a dimiouico do respeito. 6 o aug-
mento do desprezo as geracoes modernas. Quao-
si todos se aproveilassem delle, o numero dos
impios diminuira consideravelmeute. e o'mundo
ira seni duvida muito melhor.
Tendes, pois, querido leilor ou querida lei-
lora, a felicidade de coohecer, amar e servir a
Deus na santa egreja calholics.
Logo, seolis um pezar profundo, uma dor que
nada pode acalmar, pois renova-se lodos os dias.
E ver quanias pessoas ha em torno de vos, at
i,% i m;m c--------o-------------.-- v-""- i"-"'"<" i"-ms ij em turno oe vos, at
lo raim. confesso que essa uma das chagas p"tre aquellas que vos sao mais chegadas pelos
humanas e SOr.ianx. me armara rin fnnH rf m.. lupno humanas e sociaes, que arranea do fundo do meu
coMcao de homem e de apostlo tristes lamen-
tos, gemidos que eu quizera poder exonmir-
tos !....
Oh 1 senhore3 ver insultar-se a grandeza, e
ullrajar-sea dignidade ; ver o desprezo subir to
ajto quanlo pode subir ueste mundo, sem que to-
dos aquellcs que possuem uma palavra eioqueu-
te, uma peona bem apparada, am talento toda
a prova, e uma influencia iutellectual ou moral,
Concorram unnimes para a generosa obra da res-
tauraco do respeito as almas ; encontrar sem-
pre e por toda a parte homens que pelo contrario
unem os seus esforcos para accelerar a qu la
das almas precipitando a decadencia do respeito;
_----------r.v.T,... uclaucuuii uu resueno irnaiuo ene o auxilio aaque e uue tudo nona
homens que lodos os das, sim. lodos os das I" Deus somenle quera poder dar a vossas oaa
recomecam a sua nhra rto ai!ili,mni i________ i______________v '-""'" osaas paia-
lacos do sangue ou da amisade, quantas pessoas
ha que nao conhecem o bom Deus, que nao o
amam, que nao o servem. que vivem e morrem
de todo extranhas a qualquer sentimenlo reli-
gioso, nao digo como os mais grosseiros sei-
vagens, pois os selvagens rendem ao menos um
culto aos seus dolos, porm como um animal
irracional.
Supponho que nao vos tem satisfeilo o gemer
a vista desse estado deploravel do prximo e do
amigo, suppouho que leudes procurado remediar
sso de um modo qualquer.
Tendes orado em primeiro lugar, pois o ho-
mem nada pode s por si ; por meio da oracao
elle o auxilio daquelle que ludo pode
recomecam a sua obra de aviltamento humano e
social ; que busesm para lanc,9r-lhe o desprezo
publicamente oras ipsliluigu ou uma crenca
augusta, e como os Judeus outr'ora para com Je-
ss Christo, buscara e escolhem de preferencia o
que ha na ierra mais digno de veneraco para ac-
cumular de insultos ede desprezos, "oh I repito,
senhores, assislir um espectculo assim para
o coracao nobre e para a alma generosa urna dr
ndisivel I E infelizmtnlec o que temos visto e
anda vemos I '
E porque os despiezos, da mesma forma que os
resppitos, se ligam por uma cadeia invisivel, ac-
contecequo esse desprezo de ludo o que impres-
siona lanos coraces e tantas almas, esse des-
prezo de tudo o que a humanidade tem cercado
de seos mais profundos e perseverantes respeilos
vrasa torca quecouvence e a brandura que per-
suade. E' Elle quem dispor o corago do po-
bre impo e sem couslraoger-lhe a vonlade, ha
de inclioa-lo para o bem pouco a pouco.
Entretanto, orastes e nada obtivestes. Expe-
rimentao pois um meio que vou indcar-vos.__
Ou antes como uma historia vale aqui tanto quan-
to os melhores augmenlos, eis um cont perfei-
lamente aulhentico.
Me Tirloupe era uma velha mais que septua-
genaria, e a quem muilo conheci quaudo eu mo-
ravd em Troves em minha mocidade. Em seu
lempo, fra mui trabalhadeira ; porm, *pezar
disso, o deslino, como ella dizia, nao a tinha fa-
vorecido.
Orphaa desde os quinze annos, fra recolhida
por uma sua prenla, velha impertinente, que a
--!"" -<. o K^'oc.erdmi respeilos F' "i"d sua parenia, venia impertinente que a
conJuz infallivelmente ao desprezo dos homens obrigava a trabalhar sem descanco, que muitas
entre si. vezes dav.i-lho o .-> aiiilani... ,.,;. ...;. /__
entre si.
A'furca do exaltar uma humanidade vil, os
homens ch^gam a desprezarem-se mutuamente
I or ventura nao sents, senhores, esse desprezo
do homem outro homem passar pelas almas
aviltaudo-as e rebaixaudo-as como um vento tem-
pestuoso ?
Nao bastante ler o que se escreve, ouviro
FOLHETDI
OBATEDORDE ESTRADA
POR
PAULO DPLESSIS.
PRIMEIRA PARTE.
XVII
(Conliouaco.)
A entrada de Crandjean na sala do conde
C Ambron fo interessanle ; a ninguem cumpri-
mentou : eslava elle bem para cuidar de polti-
cas I Otfuscado vista de tantos movis ricos
que guarneciera aquella sala, abra grandes olhos
de pasmo, e mal ousava acreditar no testemunbo
dos seus sentidos. Nunca em sua imaginacoso-
nhara com tees esplendores, nunca a curio'sidade
se lhe despertou a tal ponto. Que destino ou em-
prego se poderla dar a todas essas bnlhanles su-
perfluidades ? Eslava, pois, embssbacado : a voz
de Joaquim Dick chamou-o realidade.
Quem te mandou aqui ? de onde vens, e o
que queres ?
Ah 1 eris vos 1 Eslava deconhecendo-vos
com essas vesles novas : pareces-me assim mais
magro e mais baixo. Prefiro antes vr-vos com
o vosso gibo de couro. Quantu a pessoa qae aqui
me mandou, eu mesmo ignoro.
Como Ignoras?
um modo de fallar: quero dizernao es-
tou muilo cerlo ; porque refleciindo bem, deve
ser....
Joaquim Dick fez um movimenlo de impa-
ciencia.
Avia-te I nao posso perder tempo.
Este convite pareceu embaracar o Csnadiano ;
todava disse fazendo um esforz sobre si mesmo:
Pois bem I Foi um feiticeiro quem me en-
carregou de uma commisaao para vos.
Um feiticeiro I
Sim, um feiticeiro Nao poda ser alma do
outro mundo, porque apertou-me a mo, e eu
sent o calor da sua carne ; deruais tinha um pul-
so de ferro: logo nao pode ser seno um feiti-
ceiro.
O gigante fez esta observaco com tanla serie-
dade, que nao aava lugar a duvidar-se da sua
boa f.
Vejamos; senla-te, e diz-nos o mais sucin-
tamente possivel onde encontraste esse feiticeiro,
e o que deseja de mim.
Grandjeaa olhou com modo respeitoso e des-
confiado para a cadeira que Joaquim lhe indica-
va com o dedo.
Obrigado, senhora, prefiro flear mesmo de
p. Eis-aqui a historia : andava eu honlem a
cacar a urnas quinze legoas distante de S. Fran-
cisco, quando de repente vejo surgir de debaixo
da Ierra o feiticeiro em questao : achava-se to
ridiculamente vestido e coberto de pelles que o
tomei por algum urso espantado; levei mo da
minha carabina, e ia ja aponlar.... mas, ainda
bem nao linba encostado ao hombro o couce da
arma, quando elle de um salto prodigioso achou-
se junto a mim, e agarrou-a pelo cano !
Ip," ,,,_, lh" "" : yyi h"? UJUI.OS a.uua MuB nao annasse com o modo por que po-
vezes dava-lhe e a sustenta*. meis racao. Caza- deria executa-la a Sra. Renaud. Por mais velha
da com um homem de bro, que cahio doeote
au.iI7nBo~A m.T.T.. "''"', Hh" ""'" u"euie q6 8Se* bem vi" 3 doente aue nova iUnte couservava-se qt
SB ^ ." Ir-U "ca0de neo nnos. n3o era senhora d'alta gerarchia. e que devia ler repentino estampido
deixando-lhe tres meninos de teura edade, sof- menos escudos do que boa vonlade. Isabel. F *
Apesar disso. n'essa mesma noite. s sete ho- Ah sou uma preguicosa diss- ell
mL tTi POnl0, -Sra-' tReD?ud vollou "sa Ia d-e de P. e co'reu lamparina. d'onde trouxe
mae Tirloupe. Nao vinha s, mas acompanhada '
da tres Qlhas.
freu todas as pnvaces pussiveis para crear os fi-
Ihos, e perdeu todos tres no momento em que
iam recompensar-lhe os cuidados por meio de
seu trabalho.
() Yide Diario n. 124
Tranquilisa-te, me disse em inglez; nao
te quero fazer mal: venho s pedir-te um sim-
ples esclarecimeoto.
Essa recommendaco era superflua, porque o
/error paralysava todos os meus membros.
Fallae, meu seohor, lhe disse eu.
Tr-ilava-o assim para agrada-lo. pois osfei-
ticeiros nao gostam que ninguem adevinhe a sua
proGsso.
Cooheces o Batedor de Estrada, Joaquim
Dick ? continuou elle.
Muilo.
Sabes onde se acha elle neste momento ?
a Em S. Francisco.
Ests bem cerlo disto ?
Sim, senhor.
a Obrigado.
Como se sumiu o feiticeiro, nao sei : smen-
le sei que ngiu correr, talvez para melhor enga-
nar-me, por que provavelmente havia de ler
voado.
E essa commisso, de que elle te eocarre-
gou para a minba pessoa ? perguntou Joaquim.
Esperae, aiuda nao acabe). L ao cahir da
noite. tinham se passado cinco horas depois da
scenaque vosnarrei, dirigfa-me enrregado de mi-
nha caca para;uma habitaco, onde cootava per-
noitar, e eis que sinto baterem de leve no meu
hombro; vollei-me, e achei-me face a face com
o feiticeiro.
Volto de S. Francisco, disse-me elle, e nao
foi possivel fallar a Joaquim Dick. Monta j a
cavallo, e corre a avisa-lo de que amanha espe-
ro-o ao meio dia na montaoha do Telegrapho.
Comprehendeste?
Perfeitamenle, meu senhor; podis contar
que execularei as vossas ordenscom promptido.
O feiticeiro ia relirar-se: desta vez tive co-
ragem de demora-lo, e dizer-lhe:
Se o Sr. Joaquim me perguntar o vosso
nome o que devoeu responder?
a Dir-lhe-has que acabo de percorrer p
trila leguas em cinco horas sem experimentar a
mais pequea fadiga : ser islo bastante.
o Deveis convir que faltava muita finura e
prudencia nessa declaraco do feiticeiro, pois que
assim dava-se claramente a conhecer. Quanlo a
mim dei de esporas no cavallo, e eis-me final-
mente aqui.
Muito bem : obrigado, Crandjean.
A maneira porque o Batedor de Estrada pro-
nunciou eslas palavras equivala a uma despedi-
da : nao obstante o Canadiano nem se moveu.
Teocionaes deveras ir ao lugar aprazado ?
perguntou elle.
E porque nao ?
Tomae sentido, senhor : uiuguem se deve
fiar dos feiticeiros___
Mas devo eu, Crandjean, porque tambem
sou feiticeiro.
Vos I.... Queris que vos diga uma cousa ?
Nao vos enfadareis comigo ?
Essa boa 1 Diz o que quizeres.
Pois ouvi: ha muito lempo que eu suspei-
tava isso mesroo.
Joaquim Dick e o conde se poseram a rir ; o
gigante, porm, cooliouou com uma perturbaco
que procurava em vo dissimular:
Mas isso nada quer dizer, por que afinal de
coutas ha tambem boos feiticeiros: um. verda-
de esta que lodos proclamam em Villiquier I
Muito obrigado, Crandjean. Por agora po-
des retirar-te que eu nao tenho preciso rie ti.
Deata vez anda que a alluso se houvesse tor-
nado em uma ordem formal o Canadiano ficou
anda irnmovel oo seu lugar.
Sosiuha os quarenla annos, tr.balhou em
quanlo lhe peraittiram as torcas. Ao. teasat
quasi que morro de uma molestia que a deixou
doente para o resto de mu. dia*. Nao podendo
ella desde ento trabslhir com as mos, recorreu
de repente caridad, publica. Em 1815. esla-
va quasi paralytica e niodeiiav. mais seno com
grande difficuldide o quirtiuho da ra do In-
glezes.
Me Tirloupe nao se queixava, era pordemais
altiva para o fazer. Ella', porm, nao sabia orar
ao bom Deus. Soffria pois em silencio e sem
consolaco ; e era um espectculo pungente ver
aquella velhioha, que oo havia conhecido mais
do que os espinhos da vida, altribuir ao acaso
sua cruel sorte, e esperar a mnrte na cadeira de
bracos, isto pensava ella, o nada que lhe devia
penilisar os males.
Era corlez para com todos, agradeca a quem
lhe dava esmolas : porm afinal de cootas nao
gostava ella de ninguem e s tinha oo corarlo
amargos senlimenios. Como nao seria assim ?
Aqu neste mundo nada esperava dos homens.
l em cima nada esperava de Deus. Que vida I
E possivel imaginar alguma cousa mais deses-
perada ?
Havia em Troves damas de caridade que visi-
tavam os pobres, e que, alliviando-lhes as dores
pbysicas, procuravam curar-lhes as enfermidades,
muilo mais crueis, das almas por meio das con-
solaces da religio
Algumas dessas senhoras havisni lentado pres-
tar ease ultimo e importante servico me Tir-
loupe. Naufragram todos em sua frieza de gelo.
Quando lhe fallavam na bondade de Deus, mus-
irava ella com desgosto o corpo paralyico' e re-
pugoaote mansarda que a resguardava to im-
perfeiiameole do fro e do calor. Si procuravam
voltar-lhe as vistas eospensameotos para o cu
sorria com incredulidade. Nunca foi possivel
obier della outra resposta.
No auno em que fez setenta e cinco annos, en-
iermou perigoaamente ; e ao depois desse abalo,
a paralysia augmentou de tal sorte que d'ali em
diante foi-lbe impossivel descer sosinha os qua-
tro andares. Entretanto, como era indispensa-
vel a sua saude o ar livre, a dama de caridade
que visitara me Tirloupe, e que era ao mesmo
lempo ncae generosa, viudo a saber dessa ne-
cessidade por Ibe dizer o medico, exclamou im-
raediatameole : Nao seja essa a duvida, paga-
re de bom grado uma mulher para tratar de me
Tirloupe a noute e faz-la passear todos os dias.
A senhora muilo boa, disse me Tirloupe
ao saber a quem devia aquello allivio para seus
males. Conhecia-se, porm, que o dizia por
desencargo de consciencia, e que o coraco nao
Unha a menor parte em tal agradecimento.
Ao cabo deum mez.tendoa Sra. de*** partido
para o campo, foram as suas familias repartidas
pelas damas que nao deixavam Troyes. Coube
mae Tirloupe a uma corla Sra. Reoaud, que dif-
ficilmenle ganhava a subsistencia para si e tres
lilhos n am pequeo commercio de mercoaria.
Todava e justamente por que oo poda dar di-
nheiro aos pobres, a Sra. Renaud azia timbre
em despender com elles o mais possivel de seu
tempo e cuidados.
Comecou .pois, visitando regularmente me
lirloupe. Fez-lhe esta, segundo o costume, um
acolhimeolo fri, secco e quasi hostil
Aocabo de algumas semanas levo a velha um
violento ataque de calarrho. Assim. na primei-
ra occasuo em que lornou a ver a Sra. Renaud,
mae Tirloupe nao era sraente fria e secca. Ha-
via-se-lhe revolvido a bilis, eslava coolinuada-
mente encolerisada. Aquello ataque coslumava
irrita-la excessivamente. Queixav.-se da sem
razao da sorte, blasphemava contra Deus, pedia
a morte em altos gritos. Responda furiosamen-
te s palavras mais brandas, o pareca que o pro-
curar consola-la era deitar aceite no fogo.
A Sra. Reoaud nao compreheodis tal mudan-
ca, e coolentava-se com acariciar o gato de me
Tirloupe e mudar o alpista do canario, esperan-
do assim acalmar o animo exasperado da pobre
velha, quando esta proferio uma palavra que poz
a visitante oa pista de suas desusadas violencias.
Ao menos na ultima vez em que fui ataca-
da por esta mallita molestia, a Sra. de *** havia
posto junto a mim a velha Mlelte. Nao era por
certo muito boa cousa a tal Mlelte, qae me in-
quisilava seu tantt) .u quaqo. por saber que nao
era eu que lhe pagava u ordenado. Mas em Um
era bom ler eu quem cuidasse em mim todas as
noutes, e que lodos os dias me levava para dar
um giro pela cidade. sentando-se juoto a mira
de vez em quando, e mormeote impedindo que
eu fosse esmagada Das ras pelos carros.
So apenas precisa disso, me Tirloupe, para
ser feliz, disse a Sra. Renaud, ter desde esta tar-
de uma eoferroeira que oo a deixar durante a
Estimavol Sra. Tirloupe, disse-lhe ella com
o toa mus natural, eis aqui .. suas tres enfer-
meiras. Contei em casa como Vmc. sofTria por
estar s noite ; e estas mesmas, todas tres ao
mesmo lempo, offereceram-se para lhe fazer
comp.Dhia alternidameote.
Me Tirloupe, apesar da frieza ordinaria, sen-
iiu que as lagrimas acodiam-lhe aosolhinhos o-
Ihos, seceos ha lano lempo. Coro cff-iio, ers
preciso ter coracao de pedra para 'nao commo-
ver-e ao aspecto do grupo que forroavam ero
,1 % mSe SU8S Dlhas lsabel- AnK*l e Ca-
milla. Todas tres eram bellas, porm dotadas
daquella belleza que sobreludo siroelha-se ai
refiexo da belleza d'jlrna. Os olhos eram Io
jneigos, o sorriso to smavel; oa fronte luzia
tanta caridura ; o porte e as palavras oflVreciarn
orna tao perfeila harmona da rison^a simplici-
dade da infancia e da seriedade que a vida iraz
comsigo taodepressa s familias christas ; n'uma
palavra, havia as tres filhas da Srs. Renaud
tanta graca e tao completa ausencia de presump-
gao. que parecia que a gente Gcava ao mesmo
tempo melhor e mais feliz quando as cootem-
plava.
Me Tirloupe ficra deslumhrada.
To geotis meninas oo devem tratar de
uma velha doente, como eu, disse ella.
~ E porque nao, minha senhora? respondeu
tranquilamente Isabel. Todos nos nao somos ir-
rpaos o nao nos devemos ajudar reciprocamente?
Como primogeoils, mim toca principiar. Ama-
nha. s oito horas da manha, deixa-la-hel sob
uma condico. E' que, se estiver salisfeita comi-
go, permiltir quo eu volto ao meio dia, afim de
passar algumas horas de mais com Vmc. ao p
das muralhas da cidade, ou no jardim botnico.
Gsto muito de passear, e esse pequeo ejerci-
cio far-me-ha muilo bem.
Sem esperar que a velha respondesse. Isabel
abracou a me e as irms. Estas retiraram-se.
_ A improvisada eofermeira entrou logo em exer-
cicio. Fez a cama, acceodeu a lamparina, enfilei-
rou ao longo da parede duas ou tres cadeiras es-
palhadas pelo quarto e esteodeu a capa preta dos
ps da cama :
Sra. Tirloupe, quando quizer deitar-se. es-
tou sua disposico...... e como esta, vollan-
do-lhe de novo o mo humor, nao respondesse,
pz-se Isabel fazer um cha de tilia com a maior
simplicidadedeste mundo.
Acho-me tobem junto i voe, minha me-
nina, que eu quizera nunca mais deixa-la.
Isso que a senhora me diz eucbo-me de
graode sstisfacio. E', porm, absolutamente pre-
ciso que eu volto ao armazm amanha, pela ma-
nohia, aflm de ajudar minha mo e mloh.a ir-
Ihinh. oao enfada*, o ouvu- un) m(Smn, ,io jo.
ITL"? q" mo,,r"-lh a .uprema raio
2:. ra^rsssrqut ,inham parecido -bur-
^/*Hf/.\Le.!le':,!.ud?.0 he pareca
"" Sraente j sabe Vmc. que ao meio dia, mZZZUa't? JJ^1^
heidevirbusca-la p.r. irmos^auear juntas jS* ti^^^ft&
como um tar.lilha .,. -.._l r B|egre
O' li. pequea, voc j est preparando seu
cafe para amaoha ? dissse a doente n'um tom
agro-doce.
Engana-se, mae Tirloupe, um pouco de
tilia que estou apromptando para de noite. Af-
tirmo-lhe quo destu anno; eu mesma fui ti-
ra-la em vosso jardim. nao fazem quinze dias.
s>e a defluxao despertar, estou certa que meia
chicara desta tilia ha de acalma-la immediata-
raente.
Me Tirloupe. vendo que nao havia meio de
impacientar aquella mocidade, lornou a resolu-
ao "J6 deixar-se deitar. A pericia e brandura
que Isabel mostrou n'essa operaco commoveu
de dovo o corago da velha quasi gelado.
E voc, dengosa, disse ella com voz adoci-
cada, nao vae deilar-se?
Seria isso galante n'uma oofermeira I res-
ponden a moca. Procure dormir, me Tirloupe.
Quanlo mim, vou fazer minhas oraedes e sen-
tar-me em sua cadeira. Hei de pedir Deus
que a restabeleca. Se eu por acaso adormecer e
se precisar de mim, estenda s a mao o toque-
me. Pdr-me-hei de p immedalameote e esta-
rei prompta para servi-la.
Boa noite, minha filha, e obrlgada, disse a
velha. pondo a cabeca no travasseiro. e sentindo
no coracao pela primeira vez a salisfago que nos
usa a preseDca de um coraco que nos ama.
Nao sei se foi por causa dsse sentimenlo que
ella leve um somno to tranquillo, ou gracas
capa que lhe conservava os ps aquecidos, ou
entao. em virlude da influencia calmante da tilia
de quo bebeu algumas colherada's no principio
da noile. Suspeilo que nada disso devia prejudi-
ca-la. Pens, porm. que as oracoes de Isabel
loram o verdadeiro balsamo que lhe correu por
sobre a alma dolorida, e que lhe deu to placido
repouso pela primeira vez na vida. O certo
que me Tirloupe dormiu de um jacto al duas
horas da manha.
Quando ella despertou, Isabel acabava de ador-
mecer. Tem-se somno aos dezoilo anuos.
noile, e desde amaoha uma compaoheira de
passeio que estar sua disposico de meio dia
s cioco horas.
Mae Tirloupe acalmou-se com essa promessa,
iioda que nao atinasse com o modo por que po-
_ Senhora, disse elle depois de nova hesita-
gao, conced.ei-me soroente dous mioulos; leoho
uma graca que solicitar da vossa benevolencia.
Falla depressa.
Ha dous mezes que estou a vosso servico,
isto depois da nossa partida do rancho da Ven-
lana, e anda nao me oceupastes uma s vez. Ora
isto assim sem mais nem menos roubar o vosso
dinheiro.
Percebo : quores que te restitua tua liber-
dade?
Nao isto, senhoria ; a minha delicadeza...
Basta ; nao acrescentes a mentira iogra-
tido.
Ohl senhor, juro-vos....
Est bom; loma l, o fiquemos quites.
Adeus.
O Batedor de Estrada estendeu ao Canadiano
algumas oocas de ouro: este recuou um passo.
Todo este ouro para mim I exclamou elle :
muito 1
Para ti, oo : o comeco do dote de Jac-
quelioa. Viogo-me de li concorrendo para a io-
felicidade do leu patricio Ledru I
Ah sendo para Jacquelina, outro caso:
aceito, disse o gigante, cujos olhos brilharam de
alegra, apoderando-se vidamente do ouro. Dou-
vos a minha palavra, que se alguem quizer con-
tratar os meus servigos ser com a condico de
deixar-rae correr al a vosso lado, assim tenhaes
necessidade de mim.
Grandjean cumprimeotou o Batedor do Eslra-
da, o relirou-se.
Perco um excelleole amo, murmurava elle
desceodo a escada, um amo eomo provavelmeote
nunca encontrare! outro semelhanle. Mas, nao
era l muilo boa cousa estar ao servico de um
feiticeiro I
Apenas o Canadiano punha o p oa rus, uma
moga vestida com toda a elegancia chegou-se
elle, e perguntou :
Sahistes agora da casa do Sr. d'Ambroo ?
Nao.
Pois nao sahistes agora mesmo da casa do
coode?
O Caoadiaoo era muito lacooico, e principal-
mente muito tmido para com a. molheres.
Pode ser 1 respondeu.
Quem eslava nesta casa?
Meu amo.
E como se chama vosso amo ?
Joaquim Dick.
Grandjean ia cootiouar o seu caminho, mas pa-
rou um gesto imperioso da moga.
Ha muilo tempo que eslaes ao servico do
Sr. Joaquim Dick?
Nao.
Eoto desde quaodo?
Ha dous mezes.
Estaveis em sua companhia quando elle
passou ltimamente no rancho da Ventana ?
A admirago, que esta pergnnta causou ao gi-
gaote, deu-lhe tambem mais alguma animosids-
de para perguntar por sua vez:
E conheceis o rancho da Venta.a ?
Que vos importa saber? Dize-me: goslaes
de dinheiro, meu amigo?
O Canadiano, que ia novamenle seguir o seu
caminho, voltou alraz. -
E quem que nao gosta delle ?
Neste caso estimarais bem que vos propor-
cionassem uma occasio de gaoba-lo?
Grandjean voltou mais dous passos atraz.
Neo ha duvida ; estimiria bem 1
Eoto segui-me.
E para onde?
AcaDada a oracao, resado o tergo com fervor, uma norte depois.
mnr r\an ni.*. n...lun. -:- j_ _._ .. r .
as muralhas da cidade.
Deus a abeoge I respondeu a doeote e tor-
nou adormecer.
Isibel nao dormiu mais. Havia em sua alma,
como que um alegre concert de reconhedraenlo
eus, que pareis ter abrandado em algumas
horas o animo aioda ha pouco to irascivel da-
quella pobre enferma.
Ao amanhecer, Isabel levantou a velha, ves-
iio-a, p-la na cadeira de bragos, aqupceu-lhe o
cafe e s deixou depois de bem vistallada para
passar a manha.
A velha no sabia como agradecer-lhe.
Quer abragar-me, minha meoina ? disse el-
la a Isabel
Cora o maior prazer, respondeu esta, o abra-
gou pelas faces a pobre doeote, estreitaodo-a
I ternamente sobre o coraco, como faria com a
propria mi.
Nao vos oceultarei, amigo leitor, e mormenle,
querida leitora, que Isabel, nesta acgo simples
mostrou o ardor de sus caridade e trsarophou de
certas repugnancias pelas quaes mais de uma de
entre vos deixar-se-ha deter. Me Tirloupe era
velha o mui feia ; apezar de Isabel v-la vestida,
eslava ella mui suja e anda um tanto repugnan-
te. Tinha ao nariz uma borbulha que muitas
meninas nao poderiara ver sem sentir nauseas.
Isabel apeoas cuidou nisso, ou quando menos
disse comsigo ha talvez annos que nimguem
abraca esta velha, e hei de eu recusar-lhe esse
signal de amisade?
Ah como teem razo aquelles aue dizem que
a melhor caridade nao he a que se faz com dinhei-
ro I Se dependesse de Isabel assegurar a me
Tirloupe para o resto de seus dias uma honesta
abasianga, isso ter-lhe-hia dado menos prazer
sobreludo ter-lhe-hia feilo menos bem. do qu
o abraco coro aquella graciosa sollicitude. Di^o
menos bem ; com efTeilo, havia mais de quaren-
la annos que a pobre mulher nao senta vivo
rosto chegar-se ao seu. Assim, aoreceberaquel-
Ie temo abrago de Isabel seotio ella al o intimo
da alma uma tal satisfago que desapparecerara
desde logo todos os seotimenlos de odio que lhe
tinham oceupado a alma al ali, para dar lugar
a uma commogo e a uma paz do todo novas.
Abrandou afinal aquelle genio de ferro que por
lano lempo se comprazera em seu feroorgulho...
Mae Tirloupe debulhou-se em lagrimas.
Oh como bom chorar assim disse ella
enviando muit03 beijos a moga qoe se retirava
mu alegre.
Ao meio dia. vollou esta, e al cinco horas
passciou cora a velha, admirada de todas as ex-
pressoe3 cariohosas que lhe diriga a compaohei-
ra e da attengo filial com que Isabel a levava
aos melhores sitios, com que a fazia evitar as
ras mui traositadas ou expostas ao sol, fazee-
do-a seotar-se sombra n'um banco, pondo-lhe
aos ps uma grande pedra a semelhaoca de al-
mofada, e tirando da algibeira, de quando em
quandu. umpedago de assucar candi ; o que era
para mi Tirloupe uro regalo incgnito que lhe
acalmava mui sensivelmenie o pobre peito, di-
lacerado por uma tese pertinaz. O que havia
de mais agradavel em Isabel era parecer gozar
em companhia da velha o mais vivo prazer, e
ser me Tirloupe quem fazia um favor a Isabel
consentiudo em passar com ella aquelle meio
da.
N'uma palavra, quando s cinco horas Isabel
reconduzioa doente-quasi restabelecidapara a
mansarda, me Tirloupe nao tioha mais palavras
para exprimir o seu recoohecimeoto...j ama va
a querida Isabel de tal sorte que, quaodo nessa
mesma noite a Sra. Renaud maodou-Ihe Angela ;
leve ella uro grande pezar.
Nunca, dizia ella, acharei cousa igual a esta
Isabel do bom Deus.
Enganava-se. Os cuidados que me Tirloupe
havia recebido da irma primognita, recebeu-os
larobera da irma mais moca ; Angela nao mos-
trou-se menos cuidadosa nem menos amavel,
nem meaos carftihoza. nem menos delicada do
que Isabel.
O mesmo aconteceu com a pequea Camilla,
como um teutilho, para comprender oue a
rehgiao cura e ptevioe muitos malea, potem .lp
nao causa oenhum. v q e
Ao cabo de. um mez de guarda alternada da
parte das trez irmes. me Tirloupe ficou resta
belecida de su. molestia o mesmo roelhorao, da
paralysia para poder passar sem cuidados aii-
duos. Nao obstante o pezar que seotia por se-
parar-se de suas queridas eofermeiras. como
bem sabia que aquelle servigo deia incoramoda-
Ias o fatiga-las ao mesmo tempo, foi a primeira
em despedi-l.s.
Minhas meninas, resta-me agradecer-lhes
muito, e pego-vos queme digaes se he alguma
cousa que eu possa fazer para testemuohar-lhes
o meu recoohecimeoto.
Me Tirloupe, disse Camilla com um arzioho
malicioso, nao suspeita alguma cousa que daria
a dos trez um grande prazer, e a Vmc. um gran-
de proveilo?
Me Tirloupe fazia. mais que suspeilar. As-
sim, no mez seguiote, foi vista sagrada mesa
rodeada pelas boas amigas.
O Um da vida foi para ella to doce como o
principio havia sido amoroso.
A quem atiribuiremos a honra desse admira-
ve) resultado e dessa converso inesperada?
Por ceno que primeiro a Deus. de quem ema-
oa todo o bem, porem, depois delle, engeoho-
sa caridade da Sra. Renaud e de suas Ulnas.
Eis meu aviso para todos os que desesperam
de reconduzir a Deus as almas que nos su que-
ridas. Hemos tentado uma dedicago semelhan-
le a das nossas trez irmes ?
Eugenio de Maruerie.
(Le Monde.. Duperroo.)
moga nao achara melhor meio d cuDservar-se
acordada do que irabalhar as meias que fazia
para os pobres. Assim continuou durante al-
gumas horas, resandosempre. Ao depois, o som-
no, qual inesperado ladro, cahiu-the em cima
repentinamente. A velhioha adeviohou tudo is-
so, ao ver no chao os novellos de la e o ponto
da meia suspenso ao vestido de Isabel ; como
era generosa em summa. disse comsigo, contem-
plando aquella gentil menina dormir to pro-
fundamente, que seria um peccado desperta-la ;
e com quantu muilo desejasse uma chicara de
.!>,?;0.Serv'*va's?.1,,ieta' quan<>o a tosse. cora
fez estremecer a nossa
um pouco de tilia que offereceu me Tirloupe
pergunsndo-lhe como seachava.
A moca sorriu-se.
O que receiaes? Nao estaes armado? Que-
ro eooduzir-vos casa de meu pae.
Ah vosso pae que tem necessidade de
mim ? estimo mais isto...
li porque?
Porque.... mas oo, intil dizer.
Dizei sempre.
Grandjean quiz recorrer uma mentira; masa
imaginagao oo o ajudou, e pois viu-se obrigado
a dizer a verdade. *
Porque eu teoho notado que melhor en-
lender-se com os homens do que com as mulhe-
res: elles regateam menos e pagam melhor.
Uemais porm escusado cootiouar.
Continua*, estou gostando de otivir-vos.
Grandjean linha j avangado muito para poder
recuar.
Dereais, proseguiu elle.quaDdo a gente tem
uma disputa com urna mulher, tica todo embara-
gado, sem saber o que faga ; porque oiuguem
pode langar mao de uma carabina contra ella I
Lmfira, por estas e outras razes. prefiro antes
eDtender-me com o senhor vosso pae.
Dez mioutos depois desta dialogo que Uvera
logar oo meio da ra, Graodjean penetrava em
companhia de sua conductora n'uma das mais
bonitas casas de Montgomerystreet, na qual ha-
bilava masler Sharp. A moga, como o leitor ha
do ter j coohecido. era miss Mary. Aotes de en-
trar na sala o Canadiano. tove urna feliz lerobran-
ga, um rasgo de civilidsde. deixou fiar a sua
carabina encostada oo corredor.
Seotae-vos. Sr. Betsy, Iraze aguardeote,
disse miss Mary. '
Graodjeao encheu o seu copo, o despejou-ode
um s trago, sem duvida para fazer honra sua
hospedeira : alm de que o copo poda cooter
pouco mais de meio litro.
Miss Mary julgou o momento propicio para tro-
var de noo cooverstgo.
Como vos chamaes?
Graodjeao, para vos servir, medemoiselle.
O Canadiano como se v, comegava j esleo-
deras phrases: o alcool tinha a propriedade de
lorna-lo tallador: todava conservava-se sempre
tmido por mais excitado que estivesse.
Vou repelir-vos uma pergunta, que Do
me respondestes anda ha pouco : estivestes l-
timamente com o Sr. Joaquim no rancho da Ven-
tana?
Sim, mademoiselle, estire.
Enlo vistes a seohorit* Antonia?
Se vi a senhoria Antonia ? Ora essa I se eu
a coohego ha dez aonos I Todas s vezes que des-
caogo na sua herdade ella d-me comer man-
jares bem saborosos. o tudo n'uma toalha oguar-
daoapos bem aceiados. E" muito rica a senho-
rita I
Ah I ella rica ?
Suppouho : porque tem rebaohos, movis,
cavallos, uma carabina, muita roupa branca e
louca azul emfim nada lhe falta.
E... bonita?
O que ? a louga ?
Nao: a tal seohorita.
A' fallar a verdade, nao sei.
Como I pois nao sabis? Mas dissestes aue
a conheceis de muitos aonos.
Graodjean poz-seacogers orelhss, olh.odo
para a garrafa que cootinha a agurdente, que
eslava j vazia oa terga parte. Miss Mary repsrou
nesse roo*imento.
Eoto nao bebis. Sr. Grandjean? Sois real-
mente pouco bebedor I
Esta observado foi um pouco penirel ao Ca-
Aquellas irez irmes pareciam-se ainda mais
pela alma do que pelo corpo : seolia-se que era
a mesma mi que as tinha formado, e formado
na mesma escola, na escola da religio.
Apenas cada urna tinha o seu geoio particular,
o que fez que, apezar de adiar lodas as noiles
na enfermeira os mesmos cuidados que em a noi-
te precedente, via entretanto me Tirloupe as
mesmas virtudes sob um uovo aspecto ; assim
evitava ella at a monotona do bem. Era Isa-
bel predorainava a brandura ; em Angela, a ra-
zo ; em Camilla, uma alegra cheia de chiste
que diverta me Tirloupe em seus momentos
mais nypocondriacos.
O gelo daquelle velho coraco fra derretido
pela brandura de Isabel...Me Tirloupe amava
alguem ; Do eslava mais to longe de amar a
Deus.
Foi a prudente Angela quem lhe deu as pri-
julgou portanto proposito descul-
nadiano
par-se.
A agurdente excellente, respoodeu elle, po-
rm o copo que pequeo.
Embora, bebei mais mido. Ora, segundo
pensaes, a senhorita Antonia nao bonita? Tan-
to peior: uma joven to boa e to rica !...
Mas eu nao disse que Antonia nao era bo-
nita : respond simplesmente que nao sabia.
Para que estaes ahi cootar historias, Sr.
raodjean ?
Nao historia, miss, a vordade !
O gigante virou um outro copo.
Miss, continuou elle, erguendo os olhos pa-
ra a moga, queris que vos confesse uma cousa?
Pois nao !
A' respeito de mulheres eu sou muito igno-
rante : oo sei quando sao feias nem bonitas I...
Deveras?
Deveras I
Grandjean sentia-se cada vez mais sua von-
lade : tinha j despejado o reslo da garrafa.
Essa seohorita alta ?
Nem por isso I D-me pelos hombros.
De que cor sao os seus cabellos ?
Pretos.
Os seus olhos?
L islo nunca reparei.
A sua bocea como ?
A sua bocea ?esperae: ah I sim muito
bella e pequea.
O seu porte?
Oh I quanto ao porto como o de todas as
mulheres: um pouco desehxabido.
Parece que todo o muodo a ama, oo as-
sim ? Dizem que nao ha quem possa resistir s
suas gracas!
Ella oo m rapariga : trata a goote mui-
to bem quando vae sua casa, d boas comidas
e sabe usar com muita destreza da sua carabina'
Quauto s gragas, que possue, cousa para qu
ounca prestei attengo.
E vs, Sr. Grandjean, tambem a amaes.
E porque nao. se tao agradavel a gente
descangar o comer no aeu rancho ?
Seriis capaz de dedicar-vos por ella ?
Isso Do : basta ella ser Mexicana.
E o que tem ?
r- Oque tem? Eu oo sou capaz de dedicar-
me por mulher alguma que nao seja de Villiquier,
isto minha patricia. Quanto s outras, ou sa-
jara Americaoas. ou Mexicanas, ou Hespaohojas
ou mesmo Frsncezas, sao-me absolutamente
ndiffereotes.
Neste caso se acenteceste alguma desgraga
senhorita Antonia, consolar-vos-hieis bem
depressa, heia ?
Mas que desgraga ?
Se ella morrease, por exemplo ?
Affligir-me-hia de cerlo: porque o rancho
da Ventana offqpjece mui commoda hospedagem
aos viandantes que partem de Guaymas para esta
cidade.
Miss Mary pot-se a reflectir: o seu ar expri-
ma iodicislo, quasi anciedade. Duas vezes
O ultimo castellt).
,Al ? de selerabro do bemaveDlurado anoo de
18*5 razia um desses dias bastardos, que Do per-
lencem, nem so invern que se adianta, nem ao
esto que se acaba, nem ainda ao oulomoo. que
mes serve de trago de unio.
O ceo estava pardacento. o vento norte sopra-
*a queixoso como nos mais tristes dias de Janeiro
e as arvores tinham aioda toda3 as suas fulhas
Nao gelava. mas fazia fri, desse fri hmido"
inste e vergonboso. que oo se atrevo a trazer
capa e que treme debaixo de seus vestidos de es-
lo ; desse fro que recusa aporoximar-se do foso
e que sopra os dedos.
Paris mesmo. Paria a grande cidade. to promp-
ta para todos os acontecimenles, nao sabia que
cara Uzease. E' que tambem a circunstancia era
critica. Pars sa procurava, se chamava e nao
se achava : Paris oo estava em Paris I....
De tompos lempos, reparava-se em seus pa-
lacios, em seus jardios, em seus theatros, em
suas laDternas ; mas os palacios eslavam fecha-
dos, os jardins deserlos, os thealros abandonados
e as laolernas apagadas.
Apenas de quando em vez eocontrava-se al-
gum magro cabriclet de aluguel, cooduzindo um
agente de cambio mais magro ainda, ou algura
rotundo mnibus, arrastando pesadamente sua
reparticao algum pobre empregado publico.
Nestas sorles de necurreocias a vida certa-
mente a mais tola, a mais enfadonha cousa, que
se pote imaginar, principalmente quando se tem :
Com rail libras de renda ; um palacio esplendi-
do na ra de Varennes; cavallos de raga; um
pone eleganto, uma saie toda a prova ; um
criado sagaz ; e quaodo se tem o nome de duque
.1 uhano de Albignac.
Assim, nada rae parece mais rasoavel do quo
o mo humor e a amargura, que se entregou
o jovem duque na manha desse mal encarado 3
de setembro de 1845, dispertando sob um cu
pardacento e chuvoso, depois de haver sonhado
toda a noile com brisas da primavera, com ar-
vores floridas, cora aleas mysleriosas e com o
sol, cahindo em ratos dourados sobre a fina areia
de um jardim encaotido.
Posio isto, oada mais me resta do que narrar.
O relogio da pequea igreja da ra do Bac lioha
batido ooze horas o mais discreto e docemente
possivel, quando por um acaso, de proposito pa-
ra sorpreheoder. um carro atravessou galope
a ra de Varennes.
Carro, cavallos e calgada icaram de tal modo
sorprehendidos deste acontecimento.'que fizeram
graode barulho, e esle barulho despertou o du-
que de Albignac.
Apenas dispertado, Juliano precipitou-se ao
cordau de sua campainha para saber de seu cria-
do o motivo pelo qual seu somno Mra assim to
bruscamente niterrompido.
Mas o criadoque linha feito as ultimas guer-
ras do imperio, e dormido muitas vezes sobre a
carreta de uma pega, ao barulho da raelralha
comprehendia muilo pouco que um malvado car-
ro a galope podesse accordar um hornera de bem
assim, olhou para seu amo com o ar o mais es-
pantado do mundo.
{Conttnuar-se-/ia.)
comegou uma phrase. mas parava logo s pri-
raeiras syllabas. Grandjean diriga um olhar
melanclico para a garrafa completamente
Miss, disse elle de repente, nao me pro-
metieses apresentar ao seohor vosso pae que
tem um negocio a tratar comigo, segundo
dessesles ?
Veris meu pae mais tirde: no enlantosou
eu quem o esl representando. Tenho um nego-
cio a propor-vos. Goslaes muito de viajar ?
Nunca estou parado em um lugar: a minha
vida e uma viagem perpetua !
Ser-vos-hia pois indifTerente partir j para
esto ou para aquelle lugar?
Nao assim tambem : preciso que nos
entendamos : depende isto do pagamento na razo
dos pangos que tiver a correr.
E seno houvesse perigo ?
Tanto peior I
Supponhamos: se fordos encarregado do
acompaohar a uma pessoa, essa pessoa poder
eoci" lmPllcUamen'e com a vossa obedi-
Se assim tivermos convencionado de ante-
mao. pode contar. No caso contrario, isto se
exigirem do mim um servico nao especificado no
nosso contrato, exigirei tambem mais uma gratt-
cagan. alera dos meus salarios.
E' justamente como eu eolendo !
Eoto, miss, uma vez fizada a paga, Acare-
mos de acord. Qual a pessoa a quem devo
acompanhar? o 3enhor vosso pae ?
Nao, a mim.
A vos, miss repeli o Canadiano com o
tom de quem contrariado. Ohl diabo Iper-
dao, miss; quera dizer: By God! Como j
live a honra de declarar-vos, oo gosto oada de
tratar certos negocios com mulheres.
E que mal faz isto, uma vez que sejaes pago
geDerosamenle? O dinheiro nao tem sexo___
Ohl todas as mulheres sao generosas quan-
do prometiera ; mas......
Mas oque?
Quaodo se trata de ajusfar contas, nao ha
meios do se entender agente com ellas. Eu oo
sei mesmo como isto : porm se pagam a con-
tecima parle daquillo que aos devem, julgamo-
oos pagos de lodo, e aioda em cima dos consi-
deramos seus devedores. By God! Aioda se
se podesse espaocar uma mulher quaodo obrasse
de m fe,vtioha um passo: mas os usos a isso
se oppem. Decididamente, miss, desojara ao-
tes ser apreseotado a vosso pae.
Mas, suppondo mesmo que os vossos receios
sejam bem fundados, Sr. Graodjeao, quaodo uma
mulher paga adiantado, que perigo ha em tra-
lar-se negocios com ella ?

IContinuar-te-Ka.)
PIU1. TYP.BI M. f. DI PARIA 1861.


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